Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13024


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Full Text
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A\\o mx. Mam: m
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PUIA A C1PIIAW5jllGAMS OffE SlO SE t%JL POtTE.
' 4
Por tras-' mezas ii^t *."' T*.
Yor seis ditos id* "'.**. t >;
i'or 11 m auno Kraui
Cada numero aflso .
4
*
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69000
129000
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320

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SABBADO 30 DE AGOSTO DE 1873
7
I
PABA DIVTIl E VIIA DA PBOV i\t I A.
Por trts mezes adiamarlos........
Por ei8 ditos dem. .......'.".'.* .' .' ." *
Por iwve ditos dem.............
Por uiu auno dem......... ..,*,
697M
139500
S0J-J50
379000
i
4
'PR0PRIEDADE DE MAN0EL FICUEIROA DE FARIA & FILHQS.
0. Sr.. G^oAutom^Aiu^ Filhos.no Par.; Gonces Pinto, no Maranhao; Joaqun, Jos de Olivia dFho, Sitoiw, im* de U^ Braga, no Arao.lv ** .i. Juo Chaves, no Assu; Antonio Marques da Silva, no *a*l, ioa Ju*.
, rerr Almeida, em Mamanguapc Augusto Gomos da Silva, na Parah^ha ; Antonio Jo* Gomos, na Villa da Peana, faUwuinu dos Santo* Bukao, em Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth ;
Antonio Perreira de Aguiar, era Goyanna ; Joo Antonio Machaeo, uo Mar das Aiagas ; Alves C, na Babia; e Leite, Corquinho & C. no Rio.de Janeiro.
I
PARTE OFFICIAI.

Governo da provincia.
.-Jffiil" n^J^"^00"*.*. Pm.nti.t.uco, em 12 de
agosto de 18/.l. O presidenta da provincia, atlendondo noque re-
quereu o gerente da companhia S na TUreza, e tendo cin vbt o*
PaFaeeree ministrados pelo inspector da thesounuia provincial e
ros eei.vo procurador fiscal, resolve, nos temos da | eondle do
M.i;ir..uo (alebrado can a mesm.i eompanhia en. 20 de ontubro de
TSbH, approvar o segrate
i:<;ii viiivro:
Art. |. Os ehafarizes, h* da cidade, quer -do, p.voadus, so
t-onservuiao abertal ao publico, n verte das 6 oras Ja muirs
* da noite, e no invern das 0 1/2 da nianha s 7 da noite.
^ i 11 'i A 'dga*, "er,i *" nos ehafarizes razio de 20 ris
0 balde de quarenla litros.
rl 3- S:.o proluoidos .ajniilaiiientns nos eliafaiize?, dev.ndo
o. compradores d agua demorarse somonte o lempo precito para
seren aviados, sendo proferidos im que chegarem mais cedo.
' : Vv r,,,,,i,a"hia "a ampo* os reaervatorios e no maior
aceiu os chlame* ; evitara os pac,* .Fuga em redor driles na dis-
taucia pelo menos de dez bracas, n prohibir que se lometa amia a
au.raaes e se layejrwjM na Mema distancia, sol pena de ma n.ul-
la di .4000 a IOOO pela pi uiieira vez e o doblo na reincidencia.
Art. &, Aules de principiar a venda (Tagua diariamente, serao
auertaa as loriwiras dos ehafarizes, alim de que curra a agua depu-
so laa. ate que ti |iie pura sem nenhun sedimento, principalmente
t ferruginoso. '
, m*n !"" ,,1>r cl,!x'} 'I" deixar de funceiona'r pagahi a
companliia urna mulla de 204OO.
Art. ? Nu caso de incendio, a Compaohia apresentar todo o
Mfl psawd a auondade policial do lugar para o se. vico da extinc
^JtETf^EZZifS? d? c!,arir,/^ b Pw Je urna mulla
d OAO.1^a 100M00 pela pnm.-.ra vez e o dirim na reincidenL-ia.)
., '/ ra!'r"Wld,Vll,l;' ','a^"!, liieniofr comprada
n w ciufai ize.s sol pena de urna mnila de 80 rb por cada va-i-
ll.a em que fot couJiuida, cando inierru.npido o supprimento nos.
poc.os que existen nos largos I rua* mais pSiicas da cidade.
Art. A companhia conceder pennas dagua aos proprieta-
nos dos predios ou ao respectivos inquilino*. observando as seguin-
tes coiiUicos :
I. as ras em qu. passar o encanamento geral cada predio
podera obter pennas d agua sem dependencia de oiitro ; as outras,
poreiu. e.n que se posa lev ir e requeuam os pruenotanos ou inuiiliM* do seis predios pelo me-
OM, e uina vez que H obrig.ie.n estes pelo pagamento de un auno.
J. U vulnme d agua foniecido diariament.; a cala aquilino
Mo sera nieuor de quince baldes, send i sju preeo o do contracto,
c in o abate da lerejl parte. '
3. O (uro no encanamento geral para oda penna dagua s
podera ser feto pelo ngenheiro ou ag.mte da eompatil.ia, devendo
car o mais prximo possivei do predio em que so tiver de orue-
;er agua. '
t 4. A desjieza c.om a canalisa-ao da penna Tagua, torneiras e
regisiro tlevo ser feta |elos proprietarios ou i*piilinos dos predios, '
i o uuizerem qnando imo, pela conpanliia, mediante previa con- \
eneao.
S 5 A deapea rom os reparo? e cooservatao da canalisaeao
Mterna do predio correr em todo o caso por coma da eompaiihin,
e a interna (ara o propnel.irio ou in piilino.
S 6." O pagamento da importancia da penna d'ayua fornecida
em ,ada mez, eo do aluguel da obra da canalisa-ao do .me trata o S
i ?, se Tara na pnmeira qoinzena do mez seguinte, e na falta de pa-
gamento podera a companhia interromper o snpprimenlo d'agua
.8 'A agua fornecida nos predios s podera ser consumida pe-
los mqiiilin,s. Aquelle que a vender ou cdela a outrein incurre- \
ra na multa do quadruplo do valor dagua cm um mez e na reina-
aun.-ia llie sera suspenso o forneciniento.
< 8 A raspensio de que tratan os dous procedentes parazra- :
paos podera emsar, havondo razies aitemliveis. Verificada de novo '
a UMnecSn, o lorneemient. d'agua nao ser mais concedido.
5 9." bendo pedido por escripto ao gerente da companliia, ser '
coneedida a suspensao do braeetmento d'agua em unalquer predio. '
lima vrz que nao seja por menos de trinta das, e coscar o sen pa- '
gam-nto, a partir da data do-visto do gerente, que n lancar san '
demora ni menino p h lo, as | 10. Pira o eoasum > d'agua fornecida a qa dquor predio i-i- '
dispeiisavel mu i.iri.p.e ou deposito de qakner natnreai. p-ra re-
cebe la dorante o da. A de.-peza cum esta hra ro:,:;m P-.r coma '
do propnetano do predio on do respectivo inqnilino.
II. Era circumstancis extraordinarias e casos de forca
niaior, o fomecimailo d'agua nos cliafarizes ao publico sera preferi-
do ao particular. F
Art. 10 O estabelecimento de banhos. a que se obrigou a cora-
pantna pela condicao 12* do seu contracto, ser collocado na ra do*
Milagros, pinto a caixa d'agua da companhia.
& l- Teracasado estabelecimento. alm do eommodospara
seu administrador, urna sala de espera para as pessas que se qni-
zeiem banliar, e quarto* independ..rites um do o.itif., co-n o espac.1 '
precjso para ter cada um um banheiro, urna pequea mesa cora o<
objectos d8 toucador indispensavei<, urna cadeira, um c-.bide de tres
bracos e um bico de gaz.
i i. Haver uo estab.decim.mto pelo menos seis banheiros de
inar;iioro ou de alveuana, ladrilnado com azulejo, com-uin.Horneira
para o fornecuneuto d'agua fria, existentes sempre no melltor acoio
sendo lavad is com esponja, de :ada vez (pie forem servid*,
i 11 c*Uu das a horas da inanlia s 9 da noite, e no invern das 6 da manli
as / da noite.
i \' 0 preoo do binho fri distar no maxinio ?;) ris, e o
contractaute foratprt lencol e toalha, lavados e engomm idos.
jo.' >ennuma pesvia ou familia podera deinorar->e no banbo
mais ae quarenla o cinco uiinuios ; excedendo a Bfte tempn, pagar
cala pessoa, at um torvo mais da demora, a terca paite do preco
do b.iuho, ate meia h..ra. rae'ade, e asira por diante.
g b.' Na occasiao da eulrada no estabelecimento rec-ber ca la
pessoa ou familia um cartao numerado, e o seu numero designara a
prererencia ao banho entre os pretendeutes quo cstiverem espera
que se desoecupem os banheiros.
ii iArl' 'i' As disposIlBe dos K I.*, '., i., BL G. 7-, 8., 9.- e
i do art. 9.* terao igual applicarao na execucao do Contracto d
Ulominacan. ^
m. >Ar.hlt>iN:J1ca,ialijaC3o por aluguel. cita pela companhia na fr
ma lo | i. do f. para o forueeimento de gaz nos predios particulares,
nao e .comprehenderao os candieiros, arandelas, lustres e mangas
,f,V,' i qUe sf,rao ComPr'*' pelas proprietarioi ou inquilino, da
quahdade que Ibes couvwr.
Art. 13. A companhia ter sempre liinpos os vMrao dos lam
pede, e pintada toda sua ferragem o as columnas ou bracos em (iuc
eslivereni collocados. '
Art. IV Cada nmbustor fornecer urna luz equivalente em
densidade a d.ize velaj de spormacete, consumiuJo cala um coato
o vinte graos de spermacete por hora..
Art. lo. O governo pagar pela luz do cada corabu-tor C*500,
mteda do paiz. durante cento e oitenta horas por mez de triuta das,
e os particulares nunca mais de 10 ris por p cubico.
Art 16. Os coinbustores se conserrarao accesos durante toda a
paite ejeura das noites, segundo o termo medio, seis horas por noi
te ou ceoU e oitenia por insz de trinta dias.
.. Arl' ,7' .A illumina.a" ser numerada; cada combustor ter o
seu numero de motal, estampado m vidro do lampeao, de maneira
(pie seja v.sivel durante a noite.
Art. 18. Porcada comhustor jue se encontrar com luz amorte-
cida pagara a companhia 10 ris por n'^ite, e o dobro por cada um
que nao esliver accoso.
Art 19. As multa? serao descontadas enslmente na impor-
tancia do quetiver do receber a companhia da themararia proviti-
cial, onde serao fetos os pagamentos roesma companhia.
Art. 20. Ao caso de paralysacio di iluminado p.r culpa da
compinnia, pagara por sua conla os excessos de despezas que o go-
verno hzer com este servieo.
Art. 21. A companhia responder pdoa prejuizo< quo resulta-
rm a tercenas, provenientes de omisso ou dcleixo de seu? empre-
gados ou prepotos no servigo da mesnia companhia.
Art. 22. O governo ler um ou mais agentes incuinl.ilos de exa-
minar o estado do macinismo e canalisaeao, para evitar siuislro.-,
preslando-se a eompanhia a todas a- requisigoes.
Art. 23. Aquellesque damnicareni quaesquer obras daconi-
pannia, incorrerao as penas impostas pelo Cdigo Criminal aos que
uamnitlcam ou destroem os edificios publi.-os ou quaesiuer oulros
Lens, deshilados ttlilidade publica.
Art. 24. Quaesquer reclamagoes"acerca do servi.o publico ou
particular, quer do fornecimento d'agua, uuer relativo* lumina-
m. para serem attend.das devem ser feitas por escripto, datado e
a-signado,dirigidas ao escriptorio da companhia (ofllcinasde gaz nos
Milagres) diariamente, das 7 horas da manh s 3 da larde.
Art. 2o. O governo provincial auxiliar a companhia para o
ni cumprimenio deste regulameolo, que podera ser, coro sua ap.
prova;ao, reformado cu modificado, verilicanlo-se s (Assignado) Henrique Peretra de Lucena.
Conforme. Luis Siilasar Moscos i da Vean Pmoa
Co.uiuiiail.i %%a nviUASi.
uiAitriiL (Jem:i\i. oo co\i.u.v\do das armas
l)K PEIt.NAMUliCO, BU 39 HE ADSTO DE
1873.
O: ilen ila Ha n. ir,<).
0 irigadeini eommanJanle da* armas declara
pi i os uonvenieulcs lias, que sobre proposta 00
quarteJ general, o ipprovacao la presidencia, com-
niunieadae n oacio do 27 do corre:;'..', passam nea-
ladata a ter empregadoe no deposito de recrutas
ani de taeren) all u ervija \.v. Ibes competir,
< sre., capitao graduado reformado Uerculano Ge-
raido de Sou a Magalbaes, e teaenlu honorario do
eiercitn, FreJerico Velloso da Silveira, visto ter
no dia 24 deste me? embarcado para a o^rte d'or-
demda inin.stcrio da guerra, o Sr. capito do ca-
vilara aggregado Man.jal Joaquim Machado, o
lnv.-r sido Borneado para exercer fun.tgoos poli-
caes no district i de IJeberibe o Sr. alteres lionora-
ri J do exercito Marian.) d-.s Iteis Espindola, ambos
n. ii 'gados no referido deposito.
(AssignaJo.) .)/ $wd da Cunhu Wanderler
/,..
ConformeO maior Jos B. ds Snnt s Ikr-
gnlhiu), ajudaule de ordena eucarregado do de-
talhe.
sfliencu ao d-.-legado daquelle districto, a quera
remetti o auto de perguntas a que proced sobeo
o acto, recommendei Ihe jue a tal respeito pro-
eadesse quanlo nos termos do inquerito, dan-
d i-m! conti do resultado le suas diligencias.
Finalmente, a ordem e iranquillidade publicas
o soureram alteraeio.
0 que indo commanieo a V. Exc, como me
cumpre.
Daos guarde a V. Kxc.-Illm. e Exm. Sr. com-
nendador Dr. Henrique Pereira de Lucena, dig-
oissiioo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Franosco Corma de Araujo.
llcpurtic&o da polica.
2.' cegao.Secretaria da polica de Peruambuco,
29 de agosto de 1873.
11. Illm. e Kxn. Sr.Participo a V. Exc. na tribuna par
Enire a resistencia paaifaa e a resistencia ar-
mada a resol ver-se pela insu reico, nao vai Uo
pequea distancia quo o episcopado brasileiro a
possa transpor a seu salvo. Nada .lUtorisa a crer
que esse corpo venerando, a que confiada una
misso de paz o de caridade, deixa-se amatar aos
horrores da guerra civil, jior inaater iuq ebrania-
doo quejulga ser nina ct ndigo de independen-
cia dajgreja. Honra ao episcopado do Brasil I
( El e nao temera em uenhum caso assumir a res
ponsabibdade de urna attitude revolucionaria, qut,
; Jin trazer ganho de causa para a igreja. laugai ia
o paiz na carreira de todas as perturbages.
O episcopado pode ser levado da um zelo immo-
derado na defeza de suas supposta< preregativas ;
pode offerecer e j comecou a offerecer as deci-
I ses do poder teuqioral urna resistencia pauiva
----------- : que as leis do pa:z reputara criminosa ; mas nao
Ilio, H le asiuto delS33 j rao seguramente os suecessores dos apostlos
pfuspki-tivv ni iii'MTin iimirii Ique aEllarao o facho da discordia civil. Elles
I Ni niP ai" i i n > nJ,; V ,. mprelienderao 'iue o apoio da raassa ignorante
'indifcrem o crfrs m,P )S?X" [T& 5? faDatra n3 n'm P"^ ser g^ioso pedestal
niirerente..o curso que leva a chamada qustao da autoridad 5 e do pres'igio da igreja. era a
el.g.osa. Quest es de uraa tal natureza tocam a imprensa u'traraontana n5n o partUo calMico
H?1 ^SmSST em i'6"" ?ra? ; -os 1e a llepMica julga cread podera "pSS
i que menos preoccupados se revelara pelo destino oarte susueitados delevar atp \*VU
j dos grandes problemas sociaes, senten.se presos acomelliam resistencia que
por alguiii lado ao desenlace dessa lula de que
INTERIOR.
arlamenlar e na imprensa, entrou Sao graves crto
qae, das comiunuioacdei reeeuidaa luje, consta sabidamente em uraa nova phase". Nao se trata
q id f*raio bontein recolhidos casa de detengao mais de definir quaes direitos derivara para o es-
os individuos segip'ntes : lado do beneplcito regio; o poder publico lem
A' m.uia ordem, Fortunato Jos de Lima, viudo na lei fundamental e as leis orgnicas a medida
de, S. Loureo';o da Malta, como criminoso de raerte, de sua aocao, a ra 10 de ser de sua interferencia
A' ordem do subdelegado de tiantg Antonio, An- na* decisoes do poder (eclesistico que possam
tu Maria de Jess Leal, sem dedaruco do motivo. prenJerse a ipteresses da ordem temporal.
A" ordem do do 2." districto de S. Jos, lieorge A conlieci la resistencia de urna parle do epis-
Charle e Wlllia n S. malh, por desordera. copado descobre urna outra face da (|uestao, sem
Por offlcio de 24 e .'J deste mez, commonicou- duvida eheia de perigos, temerosa, exposta a mil
le o delegado de Nazareth (me, no dia 30 do mez di lile uL lados.
...til que.
prximo passado, no lug ir Tapiuissii, do 2." dis-
, as circum-tancias, e nin-
guem ha que o desconhega. Nj urna quosto
de parado, uraa questo poltica, a que ueste mo-
mento se debate ; os "ijue tentara converte-la era
instrumento de oppoicae ao gabinete, sao pelo
menos insinceros
Nao. N.o ao prologo de urna campanh entro
u irap to e a igreja que estamos assistindo.
Os recursos legaei nao esto esgotados, coran
nao esta esgotada a medida das transsccfles hon-
rosas.
Os bispos do Brasil podem errar, que o erro
KSSei'ra WSftffi a%SrSSea t"" ""* "^ a ** -*

Tal e a interrogigao que boje formula o orgao
das ideas republicanas.
Tal timbera a inteirogagao que se houvn de
toda parte e que, com justa razao, inquieta o espi-
K
Rio. 9.
O MINISTERIO PERATTE A CAMAHA.
da ndole dosystemt represt-niativo que
incto da freguez de Tracuahaenu prximo re-
sideucia de Maiioil Barbosa Lima, fra eiiconlcad)
o cadver de Maaoel Hamos, declarando os peri-
t.i. que lizcraui a vistura, qnea uiorte fia occa-
., nada por un brbaro espticamente ; que das
aveiiguacdes a que se procederam sobre estecri-
inc, resutarain presumpgoes de iue fra elle per- rilo publico." influencia do ministerio parante o ramo tempori-
petradu tur Mainel de Maraes e Manoel de Miran- Mas cm quanto este se revela confiante na ac- | rio do poder legislativo nio possa ser qem de leve
\, que a tal resuello pr. clense ao competente cao da auloridade e das leis, a imprensa republi- suspeitada.
inquerito, o qu.ri leve logo o divido festn., cana tomase de apprehensoes pola insulBcieucia
Que no dia 16 deste m- cencia, l'raucisco Jo. de Sanl
por Francisco Piegas, ferira li
Jos da silva, lo^rindo evadii-.i ajuiuya o a i e esta a repousar i. sua inllueneia em urna qne se tratava, fcil se coraprehendo que, aceita
pelo ministerio a emenda adJitiva ds cmara vita-
i 187i -1873 o urcameuto de
aliado da votai;ao da cmara
-ni uiocio que teudia a oslsbe-
d^ r*ra Pao rt Albo com Jos D.-imas-eno do Augurase ao orgao republicano que a resisten- lecer para essa emenda uraa -niseossio a Darte
I, Ti- .'! illl'iil uns l.nl. ._> _I _A Ja .ii n o(A ..rt. .-o Wkm^.lm J L.----- j-t- .uhmA i-_l_J_-------------------------- i.
ami
contra elle procedo-se nos termos da lei. recuariam as anjeabas da imprensa ullranionlana QuesUMs ha de t natureza que
Cumpre me ainda participar a V. Exc, que & de elevados personagens do partido catholico. exoressa declaracio da parte do poder executivo
toado sido prezo o preto Roberto, escravo de O Se uo desfarcamos, tambem nio encarecemos o para que a solueao deva influir nos destinos da
Maria Anna Cavalcaate Barre Uo de Soa:a L*to, estado da questo e os seus nrovaveis resuludos. poltica ministerial. Deste numero ana a queste
por andar fgido, dedarou ser este o autor do.Neste accordo, que a Repblica evidentemente que bontem serasoiveo.
Os que conhecem e resultado dessa votaeio e as
s de Lima, de nuera tralo mista parle, de volta dro, a quera esto couliaiias as chaves-do o. temporaria sobre anta rancio que teudia a oslabe-
i f'-ra 1 Pao d'Alho rom Jos Damas'-eno do Aiigura-se ao orgao republicano que a resisten- lecer para essa emenda urna -discussao a parte e
uros eu-u quera enirotinlia intimas relagoes de ca, at^igora passiva, de alguas bispos, temar solada, no exame do orgaraento, nio podia ser in-
ni.-ade, assassiuoii barbaranieute ao raesmo naturalineute era resistencia activa, a insurreicao, differente em nm rgimen parlamentar existen-
unas.- -n i, o criminoso foi preso no dia 25, e essa der.adoira consequencia diante da quai nao ca do gabinete,
ntra elle procedo-se nos termos da lei. recuariam as ameagas da imprensa ultramontana Questoes ha de tal natureza que nio demandara
tana nuu uaiaioauw oai
por andar fgido, declarou ci osio u ana tepunie
assassinalo perpetrado na pessoa de Frineico, abandona, deveriam encontrarse todos aqneUes i
" ,rrer*. Va r' ^lca.,f^lic, ^.^Pt^?0 desejam 33crifir,ar a 'etiumsuncias-em ^|i7ira>'>'iuw>u fc>"i f escravo do capitao Manoel Pires Ferreira,
ras do engenho Brrlhes do districto de Jaboatao, interesselros
de quera tratet em rainha parte diaria, sob n. oensciencias .
118), de 23 deste mez; pelo que, dando disto coato o aosso
Houteni com tola as ta** mu que toiu sido pella do cemiterio, d'alii oconduziram catacum-
chamado a disputar preferencia por una inodila, ba o grande numero deseo,* amigos que la bram
a opposico (iiauif.sUm-sH tal qual iutraiisigeute pressurosos prestar-le aderradeira mani'e-tacao
sini, impl.icave, r.'soliit.i a saeinic.ii ambiijo do da amizade e daadrairaci .'
poder 'aMivic.es de .iu..lqimr natureza, disciplina Outra -Poi tambem hontem sepultado no ce
da'pelo odio, iiM'an din doroau* tao impoleute miljno publico o cadver d coronel Jos Carlos
ama a obra da deui.Jic/ia, como para a da re I Teixeira.


coiistrucga. '
Traitva-se de ma quoslo de pri>rogaliva da
cmara temporaria, i-un.-i ^ amigos di gabine-
te, ap, rtaudo-se uessa parto do pcnsamenfai rainis-
bTial, noli no jiii^aki n"n d ver qu-ilquor con-
taaiuiM'ia de ontera p Jitica u sacrificio de c >n-
vio;>i ora que ui> iKxleriaoi iransigir sera uffeu-
ao que ibes parecer uraa aUribuieao reservada
pela lei fundamental ao rain i lerapoiario do poder I**-
Sici-(lad<- Litterarla e Auxiliado-
ra da InslriiiM/o Secundaria. Do-
mingo (3l) s nove horas da manh haver sesso
para Iratar-se de negocios importantes socieda-
do, na ra estreila do osario n. 2!, primeiro
andar.
Club dos Hachareis em Direitu
Hje reune-se esta sociedade, ra do Crespo
legislativo.
Nao lihs'ante osle dosaccordo. n ituralinont to-
tivado pela natureza exce|iriunal di grave ques-
lo, sbele resuitadia Entro 91 votos raanies-
larain se 5o contra a emenda do Sr. conseihoiro
ferrara d.i Silva, e -16 Hie foram favoraveis.
Era qnantn a opiNisigao deploi.tva a ausencia Ira pelo dislmclo mdico operador usta cidade
dos Sis. Fenwr.i Viaam e Silveira Vlirtms, a eslabelecido, o Sr. Dr. Americo Vespucio Moreira
lista da chamada auestuva ni terein comparecido '''' Almeila. aconip.iuhado de seu diguo collega o
a sesso amigos lo iledicadus il,a Sitaaeio do ga
A^radccimentt.Abaixo transcreveraos
o agradociraento dirigido ao Dr. Araerico Vespu
ci, que vete residir entre nos o est ra da
Cruz u. 26, primeiro andar.
Padecen.lo ha longo lempo do um estreita-
j ment fibroso, soffii operaco da dilataco da ure.
mete como osars. Paula Foneeei, Heraclim Gra-
>;a, Siquoira Mondes, Alcoforado, Azevelo M m. Cunta e Hjrum'redu Jnior. Barros Cobra, Fer-
reira de Aguiar, Caiaillo de Figueiredo, Cuuha
Ferreira, Taunay e bario do Piratininga.
Tal a forca reciproca dos dous bul >s era que a
cmara m divi le |
Por este coufronto faz se evidente que ao minis-
'airio 7 de i narco na falta r apiio que. em nosso
regira i. con liga i impreterivel da existencia de
um gabinete
oi o niiiiero dos votos oppo-icioiiistas pode
ser visto co:no ura eraUrag. ao desenvolvinienlo
da poltica ministerial, di-cus-,i,. ealip.idc
medidas que tra tuzara n:n actos o pensameuto go
vernamental obre iMda nina das grandes quesl;
que praoccapam u ragiritu puldicx
A oppisc.io i'luonilu substanciil de um boa
rgim-n p::rlaiii'iit.ir.
A experiencia das cmaras unnimes uao pas-
sou sera n >s deixar uteis hges e avisos; ella con-
firmoii por dolorosa prova, que os partidos nao
podem recordar sn pmveito, an a representacao
das minoras uraa neces-ida le fatal de nosso
sjMteaM.
U g>iverno sinceramente parlamentar depende
de urna condico : e a lula incensante da opi-
ni.ii que mantera o poder contra a que tonta subs-
tituido. A odiosa qualilicaco de cbaucellaria.
tanta vez atiribnida ao rarao temporaria do poder
legislativo, nio veio sei-i pela inversa., di ordem
natural da vida parla montar.
6 ivemar em nin do parlaraonto, e sombra
de sua tnfl encia; recraiecar lodos os dias a lula
da vospv. A aceita la n> Ierren em que a collo-
catn h adversarios, assigualar p ir utn trimnp o
da razia p iliiica cada hora di p>ler.
0 governo que pode vivar fra deslis conl'coes
n > nem |m le altribnir se as h raras de um go-
verno parlamentar; nao suMontaite ; toleran.
Confie o gabinete 7 de inarg. na dedicada maio
ria que eonifiarte ;.s resion-ibiliil.i l-s do pxler ;
queira viver carp tem vivido no rnei > das con-
dices naluiaes do systnma representativo ; c a
lula longe de o enfraquwcer, reltstecer a sua le-
gitima e bera maatida iutlmncia.
(Naci).
designios a paa e a tranqniliidade das vaai aferir do valor combinado des dous
em ura uaiz profundaraen religioso (opposigio, de sua forca a iotluencia nos c
ida poltica.
lados da
conseibos
iriKNMBCa
REVISTA DIARIA.
PrufesMitr publico. Por portara da pie-
sdenoia da provincia, de 8 do Brrenle, fui no-
meado l.im Fiirta'lo 'le Oliveira Cabra!, para re-
ger interinamente a cadeira de prime as letlras
da p ivria do Qttitx.
\ i\i,> de guerra -Cheg.u hontem da
corle o brigue barca brasileiro Uamarac, do
con unan.lo ilo Sr. capitn- 'enente Joo Kodrigues
Vaz, que Vai estacionar era Fernando de Noronba,
por ordem d governo imperial, e leva a seu bor-
i|. i i sentenciados viudos do Kio de Janeiro 0 os
que ha desta provincia.
Sociedade Patritica Doze de Sc-
teinbro. Hoje haver sessas ordinaria desta
soeiedaJo. no lugar e hora do costume.
Rio Grande do Norte.Peante a junta
da tuesouraria de fasenJa do Rio Grande do Norte
vo a praca, no dia 27 de setembro prximo, as
obras de que precisara a fortaleza do Buraco e o
quarlel de 1 linha, bem como a pintura do pha-
rolete, ludo uessa proviueia.
Caiuaru dos deputados. -Terminando
i oje a publicaco do parecer da cotnmisso espe-
cial da cmara dos deputados sobre a reforma elei-
loral, encelamos, em a nossa 8.' pagina, a trans-
cripgo dos discursos do Exm. Sr. conselheiro
Diogo Velbo Cavalcaute de Albuquerqve sobre a
nrorog.eo do orcamento geral do imperio, e do
Sr. Dr. Francisco Leopoidino de Gusmo Lobo, era
resposla aqu file orador. Itecoraineudarao-los aos
leilores.
Missa fnebre. Hoje, s 7 horas da ma-
nh, manda a junta admiuistrktiva do hospital por-
tuguez celebrar, na empella do estabelecimento,
urna missa de tequien pela alma do socio rit- visconUe de Loures. por ser esse dia aniver-
sario do sen passainento.
Sieicd i.li- Uiiio Catholica Ortho-
dova A comecar de amaiih, manda o coose-
Iho director da sociedade Uho Catholica Ortho-
doxii o lUin. Sr. Flix Brrelo de Vasconcellos
expli-aro cathecismo da doutrina christi aos rae-
ninos'lilhos d>snierabros de das as domis pvssoas que ah comparecereiii.
Instituto Histrico e Philosophi
co. Doiningo (3i) haver sesso ordinaria desta
sociedade s horas e no lugar do costume.
Ordeni do dia : !. parte, desenv.lviinento e
disciiss da thes : < O estado que adrante uraa
rehgio como sua contrariar e nffleuder a lber
dade de cultos ? 2.* parle, dsenvolvimento
Uiese : (jual o fundamento do patrio poder ?
Cadver. -Era 3o do inex ultimo fui encon-
trado o cadver de Manuel Ramos, no lugar deno-
minadoTapinassd separado districto de Tracu
nhaem.
Das averiguacees a que pnicedeu a polica, ve-
rilicou-se tei ido a morte desse individuo o re-
sultado de brbaro espaucaniento, presuinindo se
ue tenham sido seus autores Manoel de Muraos e
auoel de Miranda
Iferiiuento.Na povoaco daVivencia-
Francisco Jos de Santa Anna. conii-cido por
Francisco Piegas, ferio levemente a Loureuco
Jos da Silva, lucrando evadir -e, na dia Id do
ule mez.
1'tis.s.iiiK-ii tu -No esplendor da vinhda le,
com 42 auuos de vida apenas, deseen lioulera i
sepultura Joo de Castro Guimaraes, membro da
rtrnia coiuraercial de nossa praca, Adriano Castro
A's 3 horas da Urde de 28 exhaiou seu ultimo
suspire o espirito elevado que o animou na Ierra.
as o condecamos de perto : loi ura comraer-
ciante que, nao obstanie a felicidade mercantil
que sempre o acorapanhou, jamis deixou se nu
terialiaar ao paso das cifras.
Era um perfeito cavalheiro ; sua morte impor
ta ama parda digna de sinceros pitares.
Adiando a depositado o seu cadver na ca
Sr. Dr. Francisco dos >aatoe Silva,
Nj. podia ser mais delicada nom perita a
operago a pie rae sujeitei, confiado na aptidao e
estud especial que deste genero de cirurgia tem
folio a niesrao Dr. Araerico Vespucio, que tao fo-
lia foi sempre na sua exleusa clnica, e a quera de
eorago rae eoafosso sinceramente a;radecido ;
fazendo votos para que na provincia de Pernam-
buco, onde se destina a exercer sua prolisso. co-
Iha lo vrenles louros e lonvoces como aqu.
Santo Amaro na Babia, 1. de agosto de 1873.
Mnximiano Peieirn Puta.
Itoiii aiuisjo. K:u trras do engenhi ,Ms-
tarepe, districto do > Lurcno, Fortunato Jos de
Lima, de volta da Caira de Pao d'Alho acompanha-
do d Jos Daui isceao de Barros, cora quera en-
Ireiinna relaeoes intimas de amizade, a e-le infeliz
brbaramente assassiuou. Dando se o laclo cri-
minoso no da 21 do correte foi, granas pro-
videncias tomadas pela pvlicia, dous dias depois
preso.
Aeeusacao voluntaria. Tendo pren-
dido a delegacia de polica de S. Lourenco, por
andar fgido o preto Roberto escravo de D. Maria-
na C ivalcante Brrelo d i Souza Leo, espon-
tneamente declarou elle ter sido o assassUM de
Francisco escravo do capitao Manoel Pires Ferreira,
criaie que re den em Ierras do engenho Bulitoes
do districto de Jaboaiao, de que- j nos oceupamos
ha poucos dias.
O Trabalh Est publicado o n. 9 deste
joma!. Contera as seguidles materias :
0 Sr. Alexandre Herrulano e a re cedo.Os
jesutas no brasil. Urna pagina do transformis-
mo.Pesquizns xobr* os primi'ivns habitantes da
America.John Stnnrt Mili Licios e jomaes
Felicia.A lili i d s ainires. -Canroet di niinhi
rita, Iriso reverso.
Diario de Pernanibuc.So chegar ho-
je o vapor lllimani, distribuiremos amaiit nosso
numero de secunda feira.
Vapor Merriiuack.Devia sabir do Rio
.le Janeiro para o nosso porto, pelo da Babia, uo
dia 2ii ao eorrenle, telo que s chegar na seguu-
daf ira.
Vapor frailee/. Villc de Rio.Era es-
perado no Rio de Janeiro, de volta do Ro da l'ra-
ti, no dia 2i do eorrenle, devendo sabir logo que
litressa tomad, a carga que Ihe eslava-desu-
ada.
Ynv u;ita\'a<> provincial. Foi trans
lerida para o da 1 de setembro prximo a do si-
lo dos Remedios pelo prego da adjuJicicto....
3.-7SQ00O.
l'tilidailc publica. -Segunda-feira deve
haver sesso da assemlila eral dos acetoaistai
da companhia de seguios Utilidade Publica na
ra do Vigaro n. 6, alim de proceder se eleigao
da coramisso de contas.
Hospital militar.-Nesta repartigo cou-
tratain-se serventes, que vencerlo 2 mensaes e
uma rago.
Trilhos urbanos de'linda.Cons
lando esta empreza que amanh, algnns ib-
fluenlcs do brbaro divertimento do boi teein de
fazer tonar um garboso noviiuo, l'ar expedir os
breas extraordinarios que a concurrencia publica
exigir.
Melboruiuentos pblicos. Enviara-
nos u seguinte :
a Srs. Reductores da Revista Diaria. 0 pri-
vilegio que, por decreto de 0 do eorrenle, acaba
de ser conced io Empreza de carrmgens flumi-
nenses, e o verinos que vai dotar-se a cidade do
Rio de Janeiro com um nutro systeraa de carros
le praca, quando all j funecioa uraa empreza
de taes vehculos, nos faz lembrar do mo fado
que tem pesa lo sobre a cidade do Recifs (a ter-
cera do imperio) digna a varios annos deste me-
Ihoraniento e que al hoje nao ten-no podido rea-
lisar.
Fazein perto de vinle annos que os Srs. Anto-
nio Machado Gomes da Silva e Jean Falque con-
tralaram cora a presidencia da provincia o esta-
belecimento deste servigo, mas deu-sc o quer que
foise, que desanimou os contratantes, que pediram
e obtiveram a resciso do contrato.
O 5r. Justino Francisco de Assis leve em men-
te, ha pouco, estabelecer este servieo entre nos,
mas tambera foi cortado, e a cidade do Recite con-
tinua sera esto- melhoraraento.
i Para o digno administrador da provincia ap-
pellamos em ordem a dotar a capital de sua pro-
vincia natal com una empreza de Qacres, lo pre-
cisa ao Recife.
a Para outro objecto anda, chamamos a alten-
cao dessa'digna redaccao.
Este o estabelecimento de uma ponte sobre,
o rio Una, destinada a ligar a villa de Palraaies'
cora a parte da mesma villa, por uiide dirige-sc
para o lugar Japaranduba.
Grande o numero de pass.igeiros que a va fr-
rea do S. Francisco conduz dita villa, e quasi
todas estas pessoas, em procura de seus lares, tra
de trauspor o rio lina cora suas cargas, e os an-
inaes que tem de conduz-ias, alravessando-o so-
bre uraa jangada de grandes diraensoos,'6 verdad?,
mas que assim inesrao em terapo de cheia arrisca
a vida daquelles que conduz, nao fallando j nos
viandautes do interior que dirigem-se cidade do
Recife que da mesma forma transpdom o rio, nem
ua portgein que se paga por este servieo.
t (ainsta-nos que ha j uma lei provincial man-
dando construir dita poute; mas, parece-nos, que
este negocio nao se tem dado andamento, como
se tem fetto respeito da ponte da Boa-Vista,
E" a reafisaco desta imprtenlo obra que so-
licitara do Exm. Sr. commendador Lucena, ora
noine da agricultura e do commercio.
t Esperamos que sobre estes dous objectos fa-
gam Vv. Ss. ju Briosas reflexoes, em demonstra-
gao de sua grade utilidade.
Era negocio de inleresse publico, desoecessa-
rio torna-so o conhecimeiibt de nossa individuali-
dade, razio porque nio nos assignamos, pedrado
disto mesrao venia a Ilustre redaccao.
Julgamos desnecessario accrescentar mais al-
guraas palavras ao que cima lica dito, nao s por
serem raaoavets ns pedidos, como porque o nosso
informante expedeu quanto era preciso-
Modas.temos no Jornal 3o Commercio, de
Lisboa:
i Do nosso amavel correspondente de Paris, re-
cebemos o interessante Cdigo da Toilette, cujos
fireceitos principiamos hoje a pubHcir. E' um fo-
lelo q&i&zenal, escripto por -uma elegante pari-
siense, e que serve da guia aos turistas de Bagu-
re*, de Michon, de Vidrv, etc. O Cumrierdes Baux.
faz Ihe grandes elogios.
Depois de ura grande prembulo, comean as-
siui, em artigiis, quo resumimos:
<( As senhorac quo lm hombros estreitos devem
usar britelles nos vestidos.
k As manga tufadas licara gera>lmente bem a
todas;-disfargam o voiurae d/s pessoas fortes, a
ava majara as magras.
'( 0 collarinhos levantados em ciwidos ou cora
pregas largas favoreceui muilo as senborai -que
tra pescoco magro e ako.
Quera liver proeraineute o vealre nao deve
trazer saias lisas adianto ; precisa eonservar Ins
serapre alguinas pregas.
A senliora quo-nao posean- estatura regular,
ciutura lina, e bem prop< reiona la, evitar a deno-
minada formeprincesse; preferinlo asabas e o
cinto.
Os typos hespanhoes o romn.>s, de nariz aqui-
lino e rosto comprlo, adopta rao os pernea-
dos altos, no cirno di cabera, o rebaixaJos nu
fronte.
As physionoraias curtas, de nariz Roxelana.
devera levantar era linha recta o cabello, e deixa-
lo ealiir, ora canudos no pescoco.
As caras largas e curtas lm que formar
roda da fronte, rolos PuinrAdour rauito alts
no ceniro ; deixando por Iraz delles cahir o ca-
tedio para o peseoeo, e usaro cararoes en re-
penlir.
lica bem o cabello chato na fronte, mas levantado
na uuca, e no alio da cabe.a
E' senpre preciso eslabelecer equilibrio as
proporces as cabreas inuto agudas o as caras
cncavas lera precisa i de trangas e do canudos o
mais prximo possivei das faces.
A santera ana tiver bailaatn comprido o bus-
to, deve trazer saltos altos; se o busto for curio
ei.eitara a cabega elevando o penteado.
Carlos (Mane, no seu discurso da academia, ds-
*e o seguinte, a respto do vestuario feminino :
O corpo human.i tem prop .rges lypicas ape-
sar das variedades sera numero jue a natureza iu-
divi.lual apres-.aia. A estatura media da raulher
a vigsima segunda parte mais pequea que a do
honiem ; o rosto una dcima parte mais curto ;
e como o espaoo entros olhos igual, o oval da
lace aproximase mais da forma redonda. A ca-
bega medida no corapriuiouto lera pelo menos a
seliraa parte da altura do corpo. As espaduas sao
menos largas a trigsima parte, ote.
Taes sao as proporces genricas da mulhei,
e o vestuario dev&respeita-las. Cointu lo, como
entre os individuos lilhos da hiim.mid.ide, ha sera
pre algura ligeiro desvio, lgiima doigualdade que
mais ao menos os afasia da perfeico typiea, c ne-
cessario para bem ornar a pessoa humana, euco-
brir ou emendar as irregularidades que a nature-
za Ihe deparou. ou por em evidencia a belleza das
formas que a distinguem.
Vemos por ahi, todos es dias, as mulheres lor-
uar pesadissno o penloado coro datmedidos cres-
cenles; e da cabeca far.er um edificio que, pelo
seu volum?, se lerna a quinta parle do corpo. E'
eoinludo fcil augmentar a altura da cabega sera
violar a pronorgao natural ; basta para isso tracar
claramente a demarcagao entre o chapeo e a cabe-
ca, do maneira que a pessoa toda parega augmen-
tada ura stimo; porque se o comprimenlo da ca-
beca conten un pouco mais da media de um s-
timo do cttmprimento total do corpo feminino, a
esi.ii'.ira pode ser elevada a mais ura oitavo, sem
que a propareo desagrade ; esta al una con-
digo do cuello, de un e oulro sexo. Por isso o
pentealo auginontando, tanto como a altura da ca-
bega, a estatura da mulher, presta elegancia ao
conjuncto da physionomia {ti sithouelle); coman-
lo que, repelimos, a cabega e o peuteado nao tor-
mera uma s e nica raassa, o que etito, vista,
se torna bastante desastrado; como acontece coro
as mulheres, que forca de querer imitar a ca-
belleira dos postilhdes, pdem um enorme chgnon,
ein lugar de frisados lgeiros que attiogiudo a nu-
ca, sempre deixavan vela.
Os rostes frescos e corados devem evitar as-
cores verraellus, verle maga e verde malva ; con-
vera-lhes omito o azul, o prelo e n cor de palha de
milho. Cm a taz paluda e clara, acontece o con-
trario. A pello amarellada, ou um pouco quebra-
da, deve dar preferencia s cores do papoula e de
palha de milho, evitando as cures desmerecidas,
hoje tanto em voga. 0 Sulferino, o azul Magen-
ta, etc., que hoje passaram de moda, tornara bacas
lodas as pelles.
As senhoras I .rae nao deven, usar cores Ins-
pidas, principalmente de noute.
As Irigueiras. nada deilas devera recelar,
a 'Quando se lem hombros o bracos formosos,
preciso faze los valer, com as toilettes de baile, por
meio das echarpes de gaze e de tulle.
a A senhora de mais de 40 annos nao pode usar
chapeos ou bonnets sem filas aladas debaixo da
barba; n?m vestidos orticos, a menos que nao se-
ja em deshabill, de inanh.
Depois dos cincuenta anuos, rarisssima a
que pode sahir em corpo ; e com os vestidos de-
eotados deita um lengo de renda sobre os hombros.
Nao deve usar rosas, myosotis, margaridas, e, n'u-
tna paiavra, todas as flores raiudinhas da prima-
vera,
f A que tem completamente branco o cabello;






-
pode mpoalo e por urna rosa n'um bonnet ou
chap) de reo la preto.
Novas publicares. -Acaba de publicar-
se no Ri. de Janeiro ura pamphleto denominado
Antonio Jos da Silva e os horrores da inquisic'ii.
no qual se descreve os soffriments e a morie desse
filustre poeta poriuguez. victima da inqnisigao em
Portugal, e se transerevem as instniceoes dadas
pela corte de Roma aos monsenhores Girolano Ca-
podifern e Lippomano, nunci,.s em Portugal, no
reinado de 1). Joo III. Acha-se venda as li-
vrarias desU cidade, a 1*000o ejemplar.
Tambem sahio luz, na (;rte, nra outr
paraehleloGuia pr tica pira os trnbalhos da jun-
ta cUissificadora creada pela lei di' 28 de setembro
de 1811, no qual o seu autor o Sr. Dr. J. Rodrigues
Coelho, advogado em Rio Bonito, compilen as dis-
posiees rio regulamonto de 13 de^ novembro de
I87, na parto relativa classificago dos escravos
que tem de -er libertados pelo fundo de eraancipa-
to. E' trabalho digno de aprego sidiretudo para
aquellas pessoas que residera nos ugares atestados
dos centros populosos. Vndese era todas as Ii-
vrari;.s desta cidade.
Condcmnaco a morte. Escreve um
jornal francez quo de ura anuo a esta parte,
las condeajnagSes morte, proferidas pelos
tribuitaes franceses, tem reeahido em marido-
mataran suas mulheres. Advertera, purera,
nem sempre o amor e a honra otondiaV fortn o
tnobii Jaquellus crin.
I) inleresso ea ambigao entra rara era muto*
casos como nicos instigadores que levaran) o bra-
co homicida a altentar coutnra vida de quem s.-
lorrura objecto de odio.
Neate caso estova um tl cultivador chama lo
Thomaz, que barbara e traicoeiraueate, durante a
noite, maten a mulber, porque ella nao quera ce-
der-Ihe a proprieda de inteira e completa de us
bem que trouxera para o casal, a dos quaes o
marido tioha, segundo o contrido ante-nupcial,
apeaas o usofrocto.
Ag3ra acaba de ser o celerado sentenciada
peni ultima, devendu ser guilhotinado na pitea
:a de Bourg.
0 t :ibunal nao adaiiliiu aenhuu\a circumsuuwU

rmr}




' <*
.

MMHM
se tai
Sica).
! q atro Ie**
Urna belhCaMQbtb todos qnatrp fitgiram, n-
candoom justifica lo terror tioa a pnvoaeao.
Otorgo mostrtelsgraiih'inaoiwiistio H\ guer-
ra, pedmdo tropa, "alln* d'1 orgaist a ?afca aos.
Me.
Foi manda la,* larca "mSitaf solicitada, e com
toinanha f 'lictete, forum dirigidas as opera coes
qacos quatro rws'iii) cito vultaram vives pa-
ra a mtenagni.
Tres deram pono trbale*, p*im 0 (manto don
que (azor, o os bajadores irmdeixaram de correr
imminenta ii*c>. c >
Po-te isjHar-sc tnruo verdxdetia feKeldade o te
rem ndale qnalrr) infle
nal pessoa alguna.
EpEMUn Entreo gado vaeeum, em Fran-
ca, seiua una nova epScootia, de i|iic se queixam partos

tjd/JtJl/PiawG de Pernarabuco
-\
a V
cm cuja poder fe acha-adiadoy deixuu. doaer piv-
posto i jq)gamento. do. fciW que pendo de. embar-
gos entro partes :
Appollahte embargando embargado Manoel u-
tes Kamira, appcllaitos eim>argadoa embargante*
Corga^fe Irino.
E em consequenca de nao ter anda compare-
cido o Sr..desembargador Doria, continuara sobre
a mesa os tuto) t?tn que sao :
Amellarte embarga nle Jacob Cahu, hoje seus
heiros, appellada embargada D. DelfinaTeJIes
de Meuezes.
A pedido do Sr. desembargador Accioli, o sr.
desemoargador Bels e Silva, presidente ad hoc,
sorra-c fi causareuv oHMou ao Sr. desoriaT-ii>niwan|^rl
do achar se sobro a mesa, para ser de novo revis-
to, o feito que ora pende de embargos cntse
amalgamen.'."? lodos n* laviadoros em cartas que
enviara aos jornaes.
Pan ce que.a molestia prineipioa na primavera :
o eeu norne peripteeumonia contagiosa. Basta o
nomo desta dneiicn ojra desigual' o perigo qnc dol-
a fe.-jWta pai a o koruem.
E' nina especio de tysica, nno nao s causa
graves prejnz is agricultura, ims ntln affcetnr
a cande publica.
Os mdicos'rciiinuH'n.lain as matares cntelas a
seraelhante resucito ; por isso que qn.ilqut r erian-
ati pesaos aduna, bebendo teta de tima vacca
nueenunadn, abs'orve germen de molestia de pei-
U, as qunes, r mo sabida, sao esencialmente
iHgMi-as.
s veterinarios, a* in que a molestia allinge o
aauttal. naudait logo- isola-lo; as arribanas e os
estabules san inmediatamente desinfectados por
meto cia tem demonstrado, o agento mais activo, e o
weliior para os purificar, e qne ao mesmo tempo
iirti'iioie para a cura dos anima! ijiio estao ainla
no conicA) da doenca.
Os qu sao morios depois do primeiro periodo
A* sn*ri|uicuiin>ni i, s podein fornecor carne insa-
itihre ; e se niorrem da molestia, os mdicos re-
amineudam que sejam qummtdns.
Macui todo quein pretenda que qnando o mal
?ti apenas no prineipio, a carne, pode ser comida
enj inconveniente ; mas a pol cia, que nao co-
mo a nossa. porque recebe torca moral e protec-
citi Jo iiiim.-ieno do reino, prohibi, sob asmis
severas {tenas, sos donos dos aeoufBes, i|o_rece-
'Bossem e vcndussein ao |iubiico carne que nao se-
Ja aeonipanliada por urna guia dos sub.lclegados
4? s.iinle, que leiu arden do enverno para rojei-
lar quakiuer rez c:n que descubrain o menor sym-
t.'t ".i i da moMMt
l.nt<-rii A que se acha vend i e a 6i.*, a
timwficio da innamiade de Sairt'Auna da Madre de
Mt-us, a qual exlialr-se-lia boje.
tinv-1 tl-ic!iva tA Jt; agosto do 1873 :
Ksftrtuui nresos :ii7, entrarain 4, sallirain 5.
xistem -14*5.
m x m>or :
Naciouae-. .').'. nmlheres 10, -estrangeiros iti
st:ivo> -ti. escravas '.Total :t-16.
AlimeutailiH a rusta dos culres pblicos 8i.
H ivnnento da enfennaria do da -ide agosto
de IS7.I:
Tiveram baixa :
J.'Uqtiiin (ieraldi dos Santo-, i'ebre.
Manoel Joaqun de Luna do Espirito San'.o, feri-
melo,
iiiiiiiio Ufiiiardo da S.lv,>, oiluiia.
*>iii'ri< jhiIU'o. Obituario do dia 57
Ap ag.islo :
Joaquina '.aulidi Itibeiro, branca, Rio Grande
Jo .Mu'1, i't anuos, viuva, Boa-Visra ; phtvsica
|)Umo!iar.
Ana i Joaquiwi de Jsnsdo O', branca, Pernain-
tiu-o, Hi anuos, soileira, ileeiie apoplcxia.
Adriana -11 Espirito Sanio Hubul, uraaca, 67
Appellante embargante a baf*>nffia de .larago,"
appellada embargada I). Almirina fines Je M*u
ioaea.
AUTOS D'-.VOLVIDOS DO SUP.EJO TMBUNAL US
IVSTIOftj
hecorrentes a viuva e herdeire de eustodio
Ju.- Alves Guimarae?, recorrido Antonio llibeiro
Ponlfts.-O Exm. Sr. conse4h"*ro pre*deti!e man-
don que doscessem para o cartorio respectivo.
Kncerrou-se a sesso 4 hora -e 5jmi
tos da tarde.
i miiii-
1" im
rinb c-m
as*%.
q\tcJe p*inloiamente no poder. NaNii^rkiddVda
a agita, lelo podor, e nao o poder para nsmagar ideas.
A historia da situa.aa progressista,esse tecldo
alii outra reforma que n
n lempo, ncando assim
[t"fi^6es nacionaes quanto. a
Iruila rosta airida a fazer,..psrein o patri.
.Jfl.'gibinele de 7 de marc nao arrefocer*-
us'ft ,"isl|ps intened
ui
o p
ata mmtfL
eicia puw._
lor de ImnfobiK--
" -
m'qOc* ponco pro-
do .o partidocon-
.Bstncronaiiieuto do'pro-
i urdei oajibentult. .. -, Jtfse ero do,s Tactos, o espirito publico taz mu-
d'-dal ir, mi iinacao ta> dfllc, Ir caso da realiJil e oii atiende para as appa-
') meei, Recife ;
1 anuo, Hoa-Vi-:-
MM 's, viuva, Saul i Antonio ; cancro uo esto
mago.
Angust), |ia'do. 'eruaubujo,
letmw es pon la neo.
Klorinl.i, parda, i'oruambucj,
la ; dimiicao
Felicia, preta, frica, 80 anuos, selteira, S. Jos;
lyairbea.
EitUia, parda, Pernaiubuco, 1 auno, Santo An-
Itjii ; de litigio.
Mauo'4, brinco, Pernambuco, 15 minutos, S
Jos ; espasmo.
(feria, Inanca, Pernanibuco, 2 mezes, Boa-Vis-
ta ; coiivul.-oes.
Manoel, pardo, Pernambuco, 3 das, S. Jos ;
MjUM W.
Mauniana Perreira do Aguiar, parda, Pernanv
bu-o, anuos, viuva, S. Jos ; gastro hepatite.
Jos do 6ottM, pardo, Percatnbae, anuos,
sulieir. Doa - 8 -
Joaua Mara das i).res, preta, frica, ;J9 ali-
os, eaeida, S. Jos ; gasin'.e.
Francisco, branco, i'einambuco. 18 mozos, Boa-
\irik; gasim entralo
Lui/.a Mara da Kncarnacao, parda, Pernambu-
co, 2(i auno-, si Keira, S. Jos; phtysica pnl-
wonar.
SeliatiJo Mares, preto, frica, 70 anuo-, solei-
'o, Btm-Vula, asylo ; dyarrhea.
Jos da Silva Reg, branco, Portuga', 3G snnos,
alterna, II a Vi>ta ; hdMpericardto.
Fdisanu, parda, Pernambuco. i mezes, Sanio
Antonio ; ewlite.
Vicente, preto, Pernambuco, 20 anuos, solleiro,
S. lose :, Uexigas.
Jous Uiristini, branco, Alli'inanha, H annos,
vili.-iiii. ijia-Vista, liospiuil Pedro II ; t'ebre ama-
nl la.
lvau Kein, braneo, Ai:manba, 3S annoo, sol-
tro, Roa-Vista, hospital Pedro II ; i'ebre ama-
jrella.
Tuereza de Jess Lima, parda, Pernambuco, 70
anuos, sjlteira, lloa-Vista ; oilite.
l'eolu.la AugiKa Pinto Pessoa, branca, Para-
Jiyha, i I anuos, soileira, Santo Antonio ; bronchi-
le cliroiiiea.
Agripnia louifaea dos Santos, parda, Pernam-
bjeu, 7 anuos, swteira, S. Jos ; varilas.
Ksperarica AlekandriQa de Lacerda, parda, Per-
ii.imbuco, 19 annos, soltis. S. Jos; tubrculos
4i.Jui(.uares.
Emilia, paria, J'ernambueo, 9 me es, S. Jos ;
'-;.i~iua.
CMARA MUNICIPAL.
\ SfiSSAO EXXaAOKDLVARU AOS 20 DE AGOSTO
PHBSIPBNCIA uj si. TlilC'-DOBO K SILVA.
Ao meio dia, ac atido-se prsenles os Srs.Theo-
doro Silva, presidente, e voro'lorea Or. iloscos.,
Gaineiro, Gunha Guimarae-, Loyo Jnior, Neves
Hgo Barros, abrio-se a sessui, e, lida a acia
da autecedeule, foi approvada.
iVe.-taram juramento de 1* ju'.z de paz da, fre-
gue/.ia da lioa-\ isla o Sr. ten**uW*coroii0l Auto
ni i Carneiro Machado Uios ; do 3' da de S. Fre
Pedro Geocalves, Anastacio Jos da Costa ; de 3*
Jo 1 disiricto dos A fugados, Jos Lucio Lins; de
1 e 3o do 3 istricto, Anto.iio Ouireia, Maia e
Marcelino Antonio Peavira ; de i*, J*, **, O 4* do
4* districto, Manuel Joaquiui dos Pasns. Joo No
poutuceno Accioli, Lliri.-anlho Daro .Nobce de Al-
meida e Joao Carnew'o Firmino Monteiro. De
p as (lo que
leu-se o segunte
EXPKDIKMK :
Um offlcio do Exm. presdeme da provincia, de
3 do corrale, duendo em re.spusla ao da cmara,
de 6 lamban do andante, que (oram dadas as
procidencias alna de seren leitos nos canos ge-
raes de esgoto na ribeira de S. to os coucertos
precisos. A enmara nen iuteirala.
Oulro da reparti.-o das obras publicas, fie l'i
do crreme, cobrindo por copia o do gerente da
companhia Recife Drainage, liara a cunara in
formar oerea di paralysagi da tapaineuto do
becc i do N ironlia na fregue/.ia de S. Fre Pe-
dro Goncalves do Reoli;. onde existe urna vl-
vula delatagem da referida companhia at que
esta possa remover a nteuna valula ou cutre em
acadrdo eom a meanu cmara. Mandoa-se in-
firmar.
Outio do Dr. diefe de polica, de 12 do cor-
rente, ac mpanhando o do subdelgalo da fre-
guezia da loa Vista, para a cmara informar so-
bre a fabricaban e venda de limonadas fermen-
tadas, .pi >, aIitii de contrarias as posturas, pre-
jndcam san le e sai caosa.de reuniSes de es-
Bmvos em os lugares onde su vendem ditas li
monadas, e dahi resullifcm desordens. A ca
niara mandn ouvir o fiscal.
Oatro do 2 juiz do paa do 2'dslrcto dos Afi-
gados, commnnican.lo que no dia 18 do corrente
entran em exercicio por iinnodimnn) do I*
Inieir.ida.
Outra di ad ninUtrador di cemiterq publico
desta cidade, d.Uvi.) de luje, communcan lo que
ltimamente teem sido mliunia los algune cidave
res sem terein (id i nncoininenilados, porque nao
havendo sitio fra, nao o tem sido no cemiterio, p- r
est;ir de licenc;;i o respectivo caiiejiio. V cmara
resolvea elBciar ao Exm. presidenle da provincia,
pedind i providencias no sentida de fazor cessar
esse grande ine mvenienta
Outro do procurador da cmara, commtnic.in-
HBOMCA it U^mU..
'IVbiiual do cuntnicrciii,
SE-.SAO MJfilCLLBi El 28 DE AGOSTO
BE 1873.
mesaMKOu do exm. sn. consHLUGnto anselvii
K1IANCUO0 PBRBTT1.
Secretario interino, o oflicial Torres.
Ao mete dia, reanido oaSrs. de; jinbari?adores,
Silva i.uimaraes. Reis c Silva e Accioli, os Srs.
deputado Olinto Basios e suiplentes 8 Leito
e Guerra, faltando com partieipnce verbal o Sr.
depntaOo J.upes Machado, S. ESc. o Sr. conse-
iheiro prasiiienle abri a sesso.
Koi lida e auprovada a acta da precedente
leaaia.
Foi do nm ofReio do cnudneiro presidente da
relacao, ccminunicaado liaver designado o Sr. des-
embargatior Pntneiffo Datningues da Silva para
servir de revisor no (cito entre/parte* :
Appellante o major Jos Guede* Nogueira. ap-
pelladtts Epamiuondas da Hucha yieira, testamen-
eiro e herdeiros do Firntmo Teineira de Moura.
JULGAMINTOS
Juizo especial docommercio. -Appellante a eom-
panliia Te Liverpool arld Globelneurance Cjun-
^jany, representada por seas agentes nesta cidsuie
i^auuders Brothers & ('.., appcllado Jocu Materno
^e Alevao Santos. Juizes os Srs desembargado-
es Mlva Gnimaraes, Res e Suva, Oliute Bastos e
Guerra. Reformada a sentenea com o vlo do
Bfm. Sr. conselheiro presidente contra o votos
dos Srs. Silva Guiraares e Guerra.
Appellante Jos Pereira de Sarapaio Guimaraes,
appellados os adraoisW.,dortes da aiassa fallida
do Margues Barros & <). mies os Srs. Accioli,
-Suva uimaraes, S Leitao e Guerra. Confirma-
ba a sentenea com direito de ser o.appajlapto qua-
1i(l-"ado credur chrographario.
DIA AttCMADo.
Appallaote o Dr. Jesmno Augusto das Sanios
Mello, appejla'jos ; da mas a
aUnla le Feruandi Slepp'e da Silva, boje os ad-
-miuistradores i.Sartead/j os Sr.s.
tluerra t OliutuBa liado o jqlgaaento.
Appel.laqles os administradles da niassa/allida
de lagalhes & Irmo, appnUa/ios Carlos l'mto de
Aromos 4 G, em. Lquidagao. porteados os Srs.
fiaerra e Si LeiWo, ( uibem adiadj o julga-
Em consecuencia do nao eompareciraento do
Mr. depotado topea Machado, deiiaram de ser Jul-
#"dos os segoiateg feites :
Appellantes Braga Irmo <& C, afipellado Fran-
^wrra Borges appailaate Francisco Fer-
di que o cobrador dos impostos atrazados das fie
guezias de Santo Antonio e Boa-Vista nao tem re-
enlhide dinheiro algum, e em viruidodis-o os lan-
c.ment* esto ntraudoi e em aberto, dando lu-
gar a nao se poder reeeber o imposto do crrente
cxereiein, que alguns individuos teem viudo pagar.
A cunara mandou ao advogado para requerer
judicialmente o que fr de le contra o cobrador e
sen fiador.
Rel.-.eao das multas arreca talas pelo procura-
dor de ti a 20 do corrente, na iiiporianeia de...
I23t000.Inteirada.
Relacdes das multas impostas pelos ueaes das
fre^uezia* de S. Frei Pedro Goncalves do Recife,
S Jos, Boa-Vista, Nossa Sonrnra di Oraca ^ Af-
fogados, de 13 a 2) do corrente; o 1 na impor-
tancia de iiiOOO ; o 2-, de 285000 ; o 3% de 305;
o 'i", de GOOOO e o W Je 2'iOOO. Inleirada.
Offlcio do fiscal de Nossa Senhora da Graca, re-
metiendo dona termos de iirfracco. Mandou-sc
ao urocurador para fa/.cr oTfocliva as multas.
A cmara mandn levar novameate praea os
kiosques.
F. i adiada a noticio de Manad Anselmo Correa
de Figueiredo, arrematante dos concern*da.estra-
da municipal da freguezia li Varzca, e pedindo
prorogacao do praio concedido para a coaclasio
da obra, at que o engenhairo monte tima outra
peti.o do mesmo arrematante, apresentada esta
cmara em 13 do Crrente.
Foram remettldas ao Dr. advogado desta cma-
ra a* pet eo>'s de Frei Felippe de S. Luiz Paim e
Beraaencgildo Eduardo do Reg Monteiro; ao en-
genheiro, a de Antonio da Osla ; ao fiscal respec-
tivo, as de Luiz J..s da Costa Amorim c William
Heniy Ciapman. Foram in leferldas as de D ha-
bel Egidia Poggi de Figueiredo, cada junta lo
hospital Portuguo;;, pedindo ser relevada da multa
uue Ibe foi imposta pelo fiscal da freguezia de S.
Frei Pedro Goncalves do Recife, votara ai Contri u
indeferimenlo os Sr*. vereadore* Reg Barros, Cu-
nta Guimaraes e Xevcs.que declaren que assim vo-
ta 'a por ter sido a multa imposta depois que a
junta havia apresentado cmara ama pet.ao pe
durlo bcenga para fazor a obra, em v'un c da
qual foi multada.
Foram deferidas as potiefles : de Antonio Jos
GoBcalves, Antonio loaquim 'nbas M'.ia, Antonio
Siraau da Silva, da directoria do Banco Cimmr-
cial defernmbuc, da confraria de S. Benedicto,
do bario do Morenos, de liento Jos Bernardas,
Candida Carolina da Silva, Francisco de Paula
G.'U.alves, Francisco Marianno Rbejro Sette, Gui
llierine da Silva Braga e outros, Heitor & Sampaio,
Joao Luiz Ferreir Ribeiro, Jos Joaquim da Cos-
ta Braga, Joan Louvet, Jos Francisco dos Praze-
res, Luiz Thomaz de Franca, Hanbel los de S
Araujo, Miguel Pires Branco c Vilella & C.
Nada mais houve a tralar-se, o Sr. presidente
levanlou a sesso depois das 2 horas da tarde.
u, Pedro de Albuquerque Autran, secretario,
a escrovi.
M.uni'l Joaquim d> Reg e Albuqnerque, pr-
presideute. Jote Miria Freir (ameiro. Jos
Pedro dis Ifevs. -Theodwo Machado Freir Pe-
reira da Stlta Bellarmino ) neg f-rro*
Jernimo de Souzt Le:>. Jos di Silva Luyo
Jnior.
O paiz oscilava enlre a anarehia e o despotismo:
!tink'*efr, MMrra caeydenekis cwn o eetran-
gejro; no interior, a- fijkcy gri*.im-nte cotn-
proinendfs, o^splrito rfinimar ."fhorlbcMo. Bm
iiA lim'to e4tiiuotu,iH4f in..i..r.i.... .jiiiiridiensofls
assusladoras da ordeui c da lib.Tdaile.
Neste esUdCdjDtda lie,rm lUnacao
foi chamado ao pider o partido conserva lor, que
aeceltu o pjrasim-o nsiglr o bem publico e a
salra^ao do paiz. Nao havia sacrificios a medir,
e p itrio ismo de eminentes estadistas,-como qur
esliniuladu pelas desgracas publicas, mosrtou-se
en todo -seto'tpJcndor.
Folizmente, nos meamos dias em que sob o
pezo das maldieoee popule fe a-tavio |Kores-
sirta apeava-se do podar, os inimigos externos do
imperio lambem fugiram espavoridos dimite do
hosso exCMO, abandonando aortaleza de|Hu-
in\t, sou mais solido apoo, o amparo principal
que rinda os animaba.
'"A paz ia estalielccer-se.
Assim o anjo tutelar que preside os ideStin is
do Brasil, baixan.lo .seas vwtas sobre lio, re-
oioveu de um s golpe os obstculo que se er-
gniam no ir/tenor e no exterior contra as justa*
aspiradlos e a prosperi-la le do Imperio.
O estado fmaneeMK idi paiz melhoroa conside-
ravelmente, em consequencia d altitude euer-
glca, da sabia direeaiio que o patritico gab.neto
de 16 de julho sonb Imprimir a geslao des ne-
gocio.* publicas.
Urna nova phasota abrir-so para as reformas
que erara apuntadas e reclamada* pela opiniao
nacional I
O imperio alimentava anda em sen seio a mais
Insle de todas as miseria* -a escr.ividao.
A escravidao de-honra o trab.dho ; introduz a
ociosilal na sociedade, e com a oco*idnde a igno-
rancia r o rgulho, a pobreza a o luso. A escra-
vidao enerva as fnreas da intelligencia D ador-
mece a acli.'ida le humana. A escravidainao pi-
dia continuar sem op;iorse-llie um par.idciro.
A generosa pdilica que surgi com a resplen-
denle aurora de l6"de i aliso nao podia acceitar
em seu programma a pawaeia daquelle cnor
me cancro que aineac; va do morte a sociedade
brasileira.
Combaiendo tendencias perigosa*, e proaedendo
com a calma e pru leu 'ia que pedem a* grandes
reformas sociaes. estudando o* Minores meaos
de remover o mal sem offensaa nenhum direito
o partido conservador por um dos seus mais pres-
tantes estadistas proiiuncion-se acerca da reforma
do estado servil.
Assim se exprimi o Exm. barao de. S" Lou
renci. de saudosa memoria, no seu rclaurio de
1870 :
E' esla a inai> grave questo que se apresenta
ao paiz, neste momento, mas cuja solui.ao Be-
vitavet, convindo, portanto, encara-la de frente.
As grandes dilUculdades nao se evitan, illu-
dindo-as com o lempo ; o abandono aggrava as
siluacocs quo aquellas dominara atinal.
f Quando apedra tem rolado do alto da mon-
tanha, e no en curso precipitado tem saludo os
granJes vallados, nao se..deve esperar que pare
beira de um poquena regato.
\ emancipaba inevilavel ; hoje nos per-
Unce ascuMMl ornado, o ramiabo e a marcln ;
amau'ia ludo nos podo ser imposto. O estadista
deve ter eoragera pira .resolver, o vonlade para
executar o que as eircuni-laucias i.npeaiosas
exigem.
0 partida conservador tomou o parecer do fi-
lustre estajista e leve coragen para resolver, a
ventado para cxeeular a reforma que era a mais
nobree oslreaiecida aspirai.io nacional, o fe-lo es-
colliende o modo, caimnli e marcha inaisconve
Dientes, c em harmonia com os interesses dos. par
ticulires, o com o estado da .oivisaeao no Ira
perio.
A lei n 2040 de 28 de setembro de 1871 nm
titulo imrnorrcdouro de recouhecimento e gra-
lido de todos os bons brasileiros para o conspi-
cuo ridado, o illuslro visconde do Rio Branco._
E nao ha curasao ponila cujas palpitares nao
sejam ostras tantas ben-^aos ao nome do vene-
rando estadista.
A victoria do partido conservador na questao
do estado servil foi a mais expen lid i. E muitas
outras Ibe eslavam anda reservadas!
A lei do 3 de dezembr.i de 1841, enLao neces-
saria para impedir a dissnlueo lo imperio, pro-
duzira atu-rradora conflagrarn, mpelliiido os li-
beraes a revolla : estes ensanguentaram o paiz e
amea-
nossa
ao, so-fara espe
'aflsleitae as as
nisacao elwiojal
o patriotismo
_ ..;cerr*|
Apreciando os humeas" s aijllps iutuncda por
um prisma falso, os iniralgoitapaixoiiados da-ac-
lualidade aecusam-na de immobilidade. Sao.mal-
dieocs que os cos abenjoam ep,uj nap.irapeiirao
Tactual, gabinete da tontimwa esHfcar-ie ^ela
|sua,-do|)rogresso-e das rcajorma* qte tantoiEvi-
terain osJiberaes. '
A sacan tem o dircite do ]nf|ar, e ella deejir
final.
;-^spa|eios pelo supremo jalgameito dos HLe-
raes. Osa nao coincida olio com aquelle que em
1808,'prdferio o Sr. Dr. ferrara Viaiina :
Partido estril, que te:s, como natural, a im-
prudaeii dos demoidores, ma* faRa'lhe a capa-
cidao>-**rgaaisac8o; desmefahsa, de'tre, mas
nao substtue nem restaura, c que caminha para o
nada.-!/ nfl
gravemente com- O paij,estisborreido, e cOrt razio, de dlscns-
"soes'abjraCfa1?, de promessis irreali-aveis o de ex-
periencias oue nao forera aeonseUindas pelo exa-
e ero dos faelps. O espirito publico faz mu
PARTIDO CONSERVADOR
RECIFE, 30 DE AGOSTO DE 1873.
Est Tora das n.Msas inleacoes traxtt poleja
coa os iiiiinigos do actual gabinete. Ness is luc-
ias, .sempre insiriietivas, mais se procura o venc-
menta das paixes que animara os ronteadores,
do que o do* principios que elle inculcan de-
fender.
E' couvi&;o nossa goe a liberdade nao o mo-
nopolio de neunum partido, e que inellinr a serve
aquelle que a concebo sob urna funua determi-
minada
Amar a liberJade sem coueebe-Ia sob forma
determinada, jpvocar amante peria euj iicrj raio,
de crepu.-culo ; nao poderla moa nos resignar ciuj
Ihante d^neno .4? oja^*;,-,
O gabiiite 7 de inai$o ha -ew^re, a ftQr
ca .stituciuua!, faoli|a4o, nm.anda, lj)tob-
Iido a reajisac.) das [cernas que fl*eE>ra seln-
pre o njjaor ado- no do ppigramina, Jifterl.
E o que lizeram durante o longo potip4o e
em jue estiveram no poder, essea que.abi ,andiiB
a aecusar d-- iminobilidado o actual gamnetef .
Pode-se affl mar que elle tpf sido raflestos
infenjios ao Drineipio da liberdade. Acaso reafi
rencias.
O lempo dos declamadores passoti.
perturnaram a harmona era qus vivamos,
(ando destruir o trabalho prodigioso di
emaneipaeao.
Conquistando o poder, o quo fizerim os inimi
gosdalei, quo elles cliamaavm de oppressilo
ignominia ?
Nao pensaran) uqner om tocar nella. elles que
a haviam condemnado de todas as maldi''s
A lei de 3 de deaembro de 1841, repeida por
todos, pomo de discordia, foi, apezar de ludo, urna
arma com que milito tetnp i jogou o partido lib-
ral para su tentar-so no poder Esta lei passou
os daos periodes liberaos sem soffrer a mnima
allerac e intacta foi transmitda ao partido con
sei-vador que convencendo-se da necassidade de
ser r'fonnada a mesma lei, primera ppporluni
iade, teve ajnda a nuljre coragnn para resolver, e
volitado para execular a reforma da lei cuit'lemna-
da pelo tota da opiriiao.
A lei ti. 2,03-1 de 20 Je setembro de 1871. nao
se fez esperar muito lempo.
Sobre assumpto tao importante nao nos licito
accre*centar una s palavra de elogio ao que ds-
se o muito distincto e Ilustrado consol' eiro Duar-
le de Azevedo no seu ultimo relatorio:
Nao direi que a rcenle reforma seja a expressau'
completa de quanto aspiravaraos em materia de
organisaeao judiciana. Mas incontqstayeJ que a
nova lei veio {ireencher lacuuas sens+veis, e alt
rar a legislara > doprjeesso em pontos reclamados
pela opiniao geral. >
t A soparacao da justiga edapplicia; aresrt-
tuicao da faculdade de julgar aos magistrados vi-
talicios, tanto quanto o periniuiam as circumstan-
cias do paiz ; as cautela'* tomadas coaira o arbi-
trio da prisas anl s de culpa formada.; a extensao
concedida preciosa garanta do habeos coi pus ; a
instuico da llanca provisoria ; a limilacao do ef-
feito suspensivo das appellacoes.intorpostas de sen-
tanjas absolutorias prviferidas pojo jury; a-aboli-
ijo do procedimento ex ofkio; a siuipliucacao das
formula* do processp em materia civil; estos e ou-
tras muitas medidas anejaras consagradas na nova
Jei, dio tesiemunho inequvoco de seu mereciraen-
to, f sao beneficios reaes adquiridos, quer em fa-
vor da liberdade da cidadao, -quer para o ser vico
da.adminijtrae4o da ju.Nte. i
E nao tica somente as.reformas indicadas a ge-
neroso empenhe dos estadistas que boje dirigem os
destinos do imperio.
A lei u 602 de 19 de setembro de 1850, quo deu
nova; organisaeao aguarda nacional, rodamava
melhoramqnto que foram sablameuteampr.aljen-
didos pelo patritico gabinete de 7 do marca, i
Aguarda nacional sempre uiereceu serio cui
dado ao partido conservador.
0 Ilustre Sr, ayao Lobato, qnando ministro da
eorda, projeetara acabar com a sna militarigafto e
crear oafpos municipaes, destinados a polica dos
termos.
E o que flzerara os adversarias djsa lei.,du/aft-
ranttf o periodo do seu datninvo ?-
Entregaran a guarda aackmal de wos ajtada*
aos ca ariejios $M putenudo* da nJdda i wifbilwa-
ram-a em larga sscalla a lueram a ais,pro/na-
da inverso, golpeando a le de Jo doaetembfp de
AS >0.
A lei da guarda nacional foi tamben transmita-
da ao partido oonservadpr ipta^ta eswp a^nenqr
altera cao. T
. d^Jibtiwlj(Ma femdjjlTida a mfpnma eieilora)
4q iparqiW d# Pafaj :,a.repWsqn/fcifiwAM W""
ras ei'a a corfsignava. Mas o projecto de Pajeaq
aoffrpu em ambas as cmara y* opposicao dea
Ivmilio r.istollar e os libemos
;.o Brasil.
Parece que o Sr. t nili ile Castellar eslava en-
oirregado para responder ao Sr. conselheiro -Na-
bueo e a outros emraineules bberaes do Brasil,
qual a razio porque o partido conservador vai
pondo felizmente em exeucao as reformas de que
o paiz uccessita.
_ Creraos que o Sr. conselheiro Nabuco e oulros
lo fanticos admiradores de Castellar nao recusa-
rajn a autorldade do vulto, quic mais emiuente,
do republicanismo moderno.
Oe cerlo; Castellar no seu discurso uliiinainen-
le proferido ha cmara Hespanhola, inoslrou-se
digno do nome de que goza, j coma orador, r
como demcrata, i como hornera honesto e de
convir'cio profunda.
. Esse celebre demcrata hespan'iol, profligando
os desaceris e criraes do partido reirablicam ua
Hespanha, confessou cora a mais pungente dr
qne sempre e em todos os paites do mundo, os lio
mens ultra do pensame/Uo sabem apenas demolr
e nao edificar; e que teudo ou vista essa regra
invariavel da historia, segn lo elle mesmo o at-
iesta com ejemplos, quiz abr, quanto a sna pa-
tria, urna excepcau. consagrando a tao apagada
e< Tranca toda asua vida de leflexi e de numera
que o .
Doce e triste Uusao foi essa por cerlo do um
hornera tao notavel I niudio-sa, quando julgouque
encontrara apoio haquelles que s desejaui a anar-
ehia e a revolucao.
E o que mais, que o Ilu*lro orado parla-j
mentir vio-se "forjado a coufessar a irap itcucia
do seu partido, esmagando com o seu verbo n-
flainmado e enrgico essa onda de urna democra-
cia exagerada quo por toJa a parte tenia fazer
proselylos.
No itrasil como em lo los os pazes civilsaJos,
os deinocralas, cheios de'zio o de iuveja tentaron
averhar de su*peito o grande partido conservador,
dando-o como incapaz o incompetente para real-
saf* reformas a iri horainentos no paiz. Pergunta
a Castellar quera realisuu o imperio germnico,
onho de tantos seculos; a reuniao iUilma, vsao
fagueia dos italianos; a extinec) da escravatura
na Itussla ; a grande unlao Americana ; e elle
vos dir, ainla que triste : foram conservadoras
da Uc|,era do Thier-. e de Paranhos 1
O discurso do Castellar resenleso de una gran-
de falta, do nome do visconde do Bio Branco, des-
se Ilustro e iminort.il brasileiro que soubc por
fim a escravidao no Brasil, concillando a forca de
vonlade de Lincoln a petulancia de Washington.
Liberaos do Brasil, cmfessai cora o honrado
Castellarque sois impotentes para fa'.er ao nos-
so paiz os beneficios de que s o partido conserva
dor tm feilo urna realdade feliz : sede francos,
a semelhanga des-e hornera extraordinario, a
qnem chamaes n'chafe da democracia moderna, e
lende como elle, ao menos, a virtnde da frau-
qujeza.
Quizeramos ver os conselheiros Nabuco, Zacha-
rias outros que, negando ao partido conservador
o 4reito de* fazer a sua patria o bem que os libe-
raos nao quizeram, nao poderain e nao souberain
fazer, face a face de Castellar, na oceasio em que
proniinciava o seu discurso que. ser o necrolugio
da repblica hespanhola: quizeramos vres*es li-
beraes de occasiao e de lugar esmagados pela lo
gira iivencivel e pela palavra omnipotente d'a-
queile liberal universal I
Castellar exig com o seu ultimo discurso ura
Ibrono para si e para os verdadeiros bemft'itores
da hurainidade e ura sepalhro para os polticos
sem conviccao e sem ideas; deitou para lora do
templo com o ltego impiacavel Ja historia esses
pescadores de aguas turvas eo^j ra?llior o gran-
de honiem os appellidou.
Dez homens com Castellar, da inesmi indepen-
dencia, bonestiilade, altivez, resolUfiO e virtude
salvar am a Hespanha, pois que nao se reeusariara
a applaudir a raliscaj de suas ideas, anda que
ella parlisse de adversarios polticos.
Bem hija o cidadao illusfe quo pune com sna
virtude e palavra o crime do todos aquel es que
quurendo imtalo, cada vez se aiTa- tam mais do
seu ideal.
A He*panha reconhecida Honrar sempre o no-
me de Castellar, da mesma sorte que boje o inun-
do civihsado o ainnira, Conliinio elle a flagellar
esses gauhadores que nao tem um nonio honroso
e urna gloria sem macula que constiluera o patri
inania e que ho de chegar llibadas at os inai.*
remotos provindouros de envolta cora os nomes
dos benemritos da hnmanidade.
Qae difTerenca entre Emilio de Castellar e os li-
beraos do Brasil I Aquelle condemnando os cri-
raes dos seus, aponan lo para o govern como pa-
ra ura mam r, e chamando dom fatal ao poder;
este* 'ondeinnando um |0*seWK> que felicita o paiz,
e apuntando para o banco dos ministros como para
o antes, dono Dio um gratissima!
Beeife, 2 de.agosto de 1873.
Tailo.
"amutot
#
pm*
Os jesiaitas, a inm;uiurj.i o os
podes-es do listado.
II
S3m a proteejao, e, pelo contrario, com a per-
segaifab de Cesar, triumpha'p a.fgreja; quando a
nao pdde mais perseguir, protegen a para corrom-
pe-la
Nao a podendo desde eqt.o perseguir, si se con-
serv'assein na indifferenca as privilegiados, teriam
de dsapparecer era breves dias, pelo eeito da
doutria da igreja cobservada em sua unidade e
pureza.
Corrompida, norm, a igreja, excitada a ambi-
cao dos tiypoentas ellaTtliados, a titulo de enca-
nnhar as alias para o co, confundio-so ou as-
soeioa se com os poderes dos estados, como uo
tempo do paganismo', prestando aos privilegiados o
seu apoio, e servindo-lbes de instrumento, e re-
cebando destesa forca' dpseu braco para execu^o
de seus decretos cel'stiaes, traduzios na torra pela
fogueira, pelo careere e pela tortura.
_ A sociedade do estado com a igreja urna so-
ciedade de velbacos, de hyppcrilas de arabas as
partes; por \ mira de cada urna lograr o oulro. Jess Christo
nao pedio a Cezr o seu apoio, nem o ihinimo,
presura gesto de seu gpverno.
Mandando dar a Cesar o que de Cesar e a
Deu> o que de Deus, ensinon aos povos a obede-
cer a le' e autoridade eonsututda, qualqucr que
fasse a religiao a arenca dos que govemavam a
sociedade.
Apartou deste modo para nao ser profanado o
que era de sua qe/estial missio, as cousas do go-
veruo civil das cousas do goveruu religioso.
, Ajisqciar. pois, o goyerflo da igreja com o da
sociedade civil, perturbar, profanar e corraraper
o governo da roja, periurbar o governo civil,
4-impecer a liberdade 4esie gpverno, sujeilando o
fnais oumepos gpresi*ipces du.governo da igre-
ja. Nao poda, pois, iia?er boa neste contracto,
neste casamento ,lao auropctaUmepte quabficado
de hj/viidu,-e samapto o fin.* fazer voltar o mun-
da..o paganiswp, dfipoid)(5upy.rydo a? ohrBtia-
mm, Para, csu> ^oma das.sw partes contrafltan-
Jas ,cntlfmar, opia_aqliofa da muliidao, a se
locupletar era vicioso ocio de seu trabaU.
m** upaadessas partssj pttendende-flcar con
muitp maior.aHnto past9 jooutractz,. cada urna,
. aflsi o goverpo da igeeia instigado pelos aypo-
A wforma de &M.m3ikMm^**im9m Wfh^ qtoMieitfo Mu, pwneneu, corao
.00 pa*. aiH'la pretende, servir # d outra tjorao puro ins-
a oipreas e narAuna teem os QiMaarvatVre fT'HWt' mandan* a go,varnando s por si, teudo
discutido e todadii seriamsuto esta ,ojie#lo, # a,.m^a^aaabjiwgaa,^.o.i>aso da mais cruel
suas ideas, depois de """'"irfffYliM-ll'rtf- fo- a byrrarosa tyrpmia.
------------------.-------------0^-------
orl doutrina nue vei.Jpvantar n Koimjp
:a a6jeiryi uerdade^qilS
produaju haqullts lempos eiu que foi maisntirao
0 con-oTeio da igTeja com o estado, t
Ol! horrpros i .'. *
(SomoJP Uo bin culiildida e pratisada a'dod
trina de christo naquelles lempos que nao vio
1 unge, e da que tanta saudade tem a calholica e
iodos os aypocritas seus adnereutet (coa excep-
cao dos sftnplices) como foi platicada esst d'iutrirra
de bberdsde e amor do prximo, est presente de
Christo custa de seu sao ficto em bem da huma-
nidade aflicta e opprsmida pelos tyrannos !
Kui a mais horrorosa de todas as op'pressoes.
Kra o pavor em tolas as almas, as riquezas, acen-
dendo a gana dos inquisidores, a belleza condu-
zindo a donzella ou a casada e a seus prenles aos
horrores de todos os martyrios, se ella-nao se dei-
xava arrastar aos bracos infames do lubrico rou-
peta, o horror dos tenebrosos e hmidos carceres,
os gritos agudos arrancadas pela torlura. a foguei-
ra crepitando ao contado das carnes do hornera,
da mnlher viva.....
Eis aqui o quo produzio este infame consorcio
da igreja cora o estado. E na i foi ist si : foi
mais a inmensa corrupQo, a devassidao- nunca
vista dicleroedi nibrezi, a doscrenga da di-
viudade de Christo, era cujo uorao aquellos infer-
naes devotos trouxeran o inferno para o mundo
As duas partes contraanles nao podan, pois,
Jelxar de ser Jms vollucos hypocntas, e portan-
to, cmn intenc) di en.ianar u;n ai outro, cada
um querend ser o primeiro na mando e nos go-
SO:-.
Os hyposrtU da gr.qa, porm, mais velhacos
que os do governo do estado,- e jogando com a ar-
ma mais poderosa, a pa crenca dos liis, sobreju-
Saram e cavalgaraui o* ivernos civis em nome
a igreja.
Para libertaren, se do jugo forraos privilegiados
obrigandos atolerar easervir-sedamaconaria op-
pondo-a a mais Cjrraidavel das milicias que tem
apparecido a companhia de Jess.
Trava-se a lula.
De um lado a marinara, inmiga dos privilegios
con os privilegiados do governo civil; de outro os
jesui as, que se sobrepoe ao papado, a toda a igre-
ja, com o papa e com toJosos bypoeritasda igreja.
Baque.i a furmilavel companhia dos mais astil
tos tropaceiros.
^ A macynaria, porm, continua e n sua nisso.
O perigo eminente para todos os velhacos, to
dos os gratules da trra qua qnereTO viver no ocie
e na devassidao, na grandeza, custa do trabalbo
da multidu oppressa.
Levanta-se o jesuitismo de novo. A companhia
dos mais salteadores traficantes de uov reatan
rada.
' B ah est no Brasil e.n presenca um do outro
os djs tren-uJ* ininigw, o.n guerra desabrida
a maconara e o* jesnitas.
E os poderes do e-lado em lula cora os poderes
da igreja.
Cada um quer ser o mandante, cada ura quer
servir-se do outro como instrumento. Nennum
dos dous ce le ; e nio obstante e-'.ao unidos, o ne-
nhura se quer apartar do outro.
Sao dous rivaes que se querera, mas cada i
quer ao oulro como loa escravo.
A frente dos poderes do estado est a micona-
ria, que elles sustentara, contra a milicia jesutica
que disputo o terreno c a presa o povo em
nome dos poleres da Igreja, om o fin hypocrta
de levar as almas ao eco, e real de baler rane-
ta para s e para Boma, o governo do
mundo.
E a maconara, inimga dos privilegios, al
perrailtida entre nos, por necessidade dos pode
res do estado, contra a* pretendes do governo da
igreja.
E os jesutas banidos pir nossas leis, ahi est
consentidos, para, oppands-os maconara, con
te-la era seus vm>.
Ue ludo isto que resultar ?
A guerra c tremenda guerra, effeito de tanta by-
pocrisia.de tanta vclhacara,de tanta ambi{ao, que
cega a ponto de nao detxar ver a que mais
claro.
Nao cegueira e*perar nesta hora decisiva
conciliaco da igreja cora o estado ?
Sao dous inimigos evidentemente declarados,
fnginio-se amigos, c qaerendo-se ambos abracar,
porm para suplantar nm ao outro.
E os poderes do estado ua sua v esperanca
deixa os inimigos organisarem-se e se prepara-
re n.
E, quando ja lor tarde, ha de pergunlar quem
ser o vencedor.
Se era temp nao se evita a lula, e com a maior
brevidale, pela separacao da religio oo estado,
bem iucerlo quera ser o vencedor.
S una cousa bem certa, e nisto nnguem
pora duvi la
As cusas em dinheiro c em sanguo nao ho de
ser pagis pelos grandes de nenhum dos lous par-
tidos, mas sjm e so.nente pelo povo innocente.
Itecle, de agosto de 187 .
A/fonso de Albuquerque Mello.
'!n>nif;i (heaCi'isI.
BKIKrlCiO DO PSANT PEDI'.O.
Sabbado passado houve no theatro Gyninasio
Dramtico una verdadeira fesla artista de" que foi
o hroe o artista Peuaule.
"O recinto do theatro ac'ava so Htteral mente
chelo. Nada'faltn para que a noulc do beneficio
do artista paraense fosse um completo triumpho:
llores, poesas, discursos e msica, ludo houve e
em abundancia.
Nunca viraos una fesla igual, e o contentamen
to lia-se era todos os semblantes.
Einliin Penante sempre se lia de ienibrar com
praser e orgulho da nonio de 23 de agosto de
1873.
O drama escolhido pelo beneficiado foi o Pedro,
insigne prodcelo do Ilustrado litterato porlugoez
Meudes Leal O drama moral deiros lances dramticos.
O autor, escrevendo o, teve em visto tres Iras,
que consecrara hrllhantemente : abater o orgulho
aristocrtico; mostrar que o talento que cmbti
lite a nica nobrezi; e finalmente tancar o seu
protesto contra p too cuuuiiuin e pernicioso vicio
dojogo, que faz dsapparecer todos os sentimentos
nobres do hornera.
O de*ei|0cnho foi bom.
A (Kirie de prologonista eoube ao beneficiado -
que moslcou anda nina vez o quanto pode o to
lento, de que dotado, elevando-se por mais de
una vez o sublimo, interpretando magnficamen-
te o pensamento do autor.
Penante um artista de mrito.
O conde, foi-o Thomaz Espiuea, que foi mar vi
Diosamente, sendo impossivel descrever o modo
porque se houve em todo drama merecendo comtu
do especial menco a dillicilima scena do rjuarto
acto, em que o conde v-se em luto cora o amor de
pi e com a paixao do jugador.
Se Men les Leal visse Thomaz, diz Ihc-hia : a que
era o tnico artista, qne tinha comprehendido a
parte do conde do Santiago.
Flavio do-empenhou a parto de D. Francisco, in-
signicante o de pouca importancia ; mas onde
mostrou-se sempre o mesmo Flavio.
O Lyra foi ptimamente no papel de criado.
A Sra. D. Filomena comprehendeu bem o seu
papel, Maria do Resende, sobresahindo principal
mente no segundo; quart > e quinto acto.
Os demais artistas foram bem, se bem que os
papis fossem insignificantes.
Emflm a empreza Espuca & Penante continua
a cumprir, o que prometan a rogeleracao do
theatro.
Av revoir.
Armand.
P. S. Tinha concluido a chronica, quando li
nos jornaes a noticia de que domingo 3 do cor
rente, e o beneficio do Thomaz.
Acho deshecessario pedir ao publico, que con-
curra ao theatro nesse dia, pois faz elle Justina ao
mrito de tao distincto artista.
Kojev.
A grejiuha papular sflrotanta rachaduras.
Tresds eminentissiraos cardeaes se dcoJara-
ram dissidentcs I
O papa dos eoroados ficar, s cena os seus
liis I
Qual o mova da dissidencia f
A cxcomuiunho fulminada ao papa lucha-
rias /
Boaae Avuiho se lombatem I
Tambos fui audacia do pontice dos eoroados I
Debaldo appella pasa o oco Iwndo, ste .-.ante
^iiJi' nao o j ustilica I
Quem o papo dos corvados para excomraun-
gar o dos Jiberaes ?
Ah'l porqno iizestes urna irejmlia, j te eras
com a infitUibiltdade e a supotmarja t
li te er- em estado de acommaiigar ?
Pois vers I
-
ttbanho
_
)
'-
>
samttaranvna#moC(IBOTff proj^stam centra ;>
P'fo 'fnmiicas, sanio podre, t nao v*
tmoTo fmde!
Ledo uaviU, rntendo: co-rsa refirma e l cx-
niiiuiigas o che,' dd a r
Cuidado Flrino t E's ura pobre po de la-
rangeii'i epo de larangeira nio pode matar leSe
ypis iraantio-tcs apr csjtuiiTero a raposa e s*-
Madi !
As raposii -o milraltu, amiguinhat Je todos,
monos das gdMnhai'c dos putos Cuidado-I
Leuibrale que ei-ta trra dos que possue%
poour droit do nais sanee l
O severo JoJ Antonio que tambera te renega e
a grejiuhaa o disse alrur* a que os Orleuns.
tin'ltam succelilo mi Hourbons I
Mas isso foi om 862, era W 3 Figueiredo de-
fende as cm onzelln I
Que queres santo padre Floriano cora tua ig"C-
jinha de plebeus
Nocoritil Levas surriadi !
Fizestc o ten mnnd, mas ede, v bem, te v.i i
caliir ua cabec. 11 .-* V
O dicono, o subMacono e o pule pregadw i
resam por outra cartilha, e segem outro santo.
Dissesle, todosdaseram amen I
i Alto I I contestara elles por sna Itouro iu
nao./ .
Perdestes o leu tempo e o teu trabalbo 1 Fi-
caram sera fructo at tuns coras de p .
Cuidado com os cardeaes, elles te engazapiM
santo padre I
Se os irma s citada>s nao te aeudi'em, ti-
cas mal Floriano I
Depois que aqui chegou a companhia Maya >
rei das florestas faz estragos em leus imuinit -.
Qiuixa-le da ra. osu, que amigados setts I
Tem paciencia, mas ura poucaeltito de coriiaii-
dade, sanio padre I -
Seja ludo pelj sanio amor dos principios, tu-
rnaos !
Santo padre sacrifict-te, mas salva a grejinht,
esa misenfa creacan de la repolhuda cabera I
So ella cahir. o une ser da liberdade no Era*
silt
Pobre santo padre Caminhar, c.minliar tan-
t>,e ter esse resultado I
Corydon Coryl n quw le di menta cepit f
Queras voar santo padre, sendo ajatm de c >
ta ? '
A corli.a bola, mas Dio voa !
Ella s servo para rolhas !
B m vs tua cora de puo cabio sobre a abrea
de mu ingrtto I
O maldito at j a renega
Tamben coroalff de pao s t te lembra* diss
E' por isso que agora o plegador ca eoceno [ai
o serrao contra ti i
E' seruio de loiconimen 'a, santo pudre, anda
por ahi dedo da Leo o grande I
O CJinvceiro te ful nina da tribuna popular 1
Aguenl.i-te, sant i padre I
Agarra o bastan que sopezas.que elle l'o W/ifl n '
Depressa, ontra corda de pao I
Ti queque Driitus I Pois t tambera, .nobre.
feres teu pni f Mulcdelto QiMtvrs c uno Ulgs*
ses entrar na santa familia d s rapos s, para do
p para a m'io seres membro do directorio?
Como isso, pois, nao estaes satisfeilo em ser da-'
cono na givjuh i f Pois lo, tao ido e sabido Cun
essa cabrea tao bem orginisada e prvida, (ab t
cabeca do racu Juca !) queres tambera dir bicadas
no puto i I
Se queres cor i de p), pede, nobre, e nao bri-
gues t
Tem cuidado.
Os paos Aa larangeira sao postos marmtm nesta
trra !
O coroad) esto tem gente por si 1
"*
E t, raen godo, tambera mallratas o papado '
Estaes in'ebz, santo padre, nao sem motivo qnc
teas gana aos hachareis Quera le mandou cha-
mar essa geutinha ?
Siinl! S cora teu povo -podas ser reiper
que em Ierra de cgos... Sabes o resto !
Chamale para a partida os tres, e a trindade
maldita da-te codlho I
Arrebanba o leu povo e excommunga os fres I
Enteza a rodea da caoalgadura.
Se nao queres cahir I A estrada, ineu velho,
tem bolineas, t levas queda I
O rei dos aniniaes deu agora para comer cor
tica I
Se tem parentesco de coelho I
Cardeaes, boljai o p de Lea, mayno, o acabas
cora o pap i coroado.
Vas cuidado com a raposa que anda ua istr i >
com o Lea i obtehinho domraa o rei dos aniuiaer
c s quer caca para os seus. Nao fiqueis depois
in albis !
Acabando, permitli que vos pergtintemxs: R'
bico ou cabeca 1 11911:0'ou o tapa 1
(Um clsvtsta). .
A PROVINCIA K. 98 E A ADMINISTllAi;.\0SOA8
DEKIIOTAS-SUAS NOVAS ALE1VOS1ASSU/C -
QUALU'ICAgX DE PKMSO AO ILLD8TBE CON-
DE DA l!UA VISTA.
A Provincia (papel) com seu arligo, -A impren-
sa delirante, acaba de confirmar mais una vez,
que, quera torto nascc larde ou nunca se endireila.
Habituada a haslear Indas as bandeiras, a libe-
ral, a olygarchica, a uia-amuntana; constituida
em grupo de camlledes congregados i beira de
charque immnndo, onde mudara de cor e posicif
a todo instante ; em cada numero demonstra que
lendo procedido de consorcio monstruoso, impuro,
corrupto, s peder produzir uionstrengos.
Era natural, porquo da arvorc torto, nodosa e
esgaihada, plantada em pessimo terreno, s rnins
frnctos; de urna redacto composta de elemento?
opposto! s inconsistentes, apena' presos pelos te-
nues facos de urna exploracaa inconfessavel, ar;<-
gos contradictorios, ideas insensatas, pretensdes
dementadas, a injuria e a difaraacao. Se a ruma
das nacoes funda-se na falta da moral e bons eos'
turne*, na ausencia de honra e patriotismo a ruina
da Provincia (papel) est Ihe eminente pela falta,
nao s de moralidade como de ideas e principios.
Misera Provincia de papel I
Na urdem das nacoes, a Franca de 1870 njfo
conseguio urna s victorta sobre a Prussia, pela
ansencra de moral e bons costumes, unio e patrio-
tismo : na nrdem des papellorios tu, oh inditosa '
Provinria, ha 9 mezes que s ball.dr, azarrngad.,
feita pe ac* por ludo e por todos at afinal des-
ceres ingloria sete palmos de trra I
Arremcttes com furor e Insania, difamadora c
dienta, contra o Dr. II. P. de Lucena, mui digco
e benemrito presidente da provincia, c as accoes
nobres, fecundas, an*piciosas, immortaes do dis-
tincto pernarabucauo, com suas empresas gigantes,
com seus monumentos caridosos, com sua justicv
gravo, severa e invejavel, offuscate, cega-te e ma-
la-te I
Atiraste com ira e inveja contra o velho leo da
fbula incitas as ga'.linhas doutarada*, Nob- ts c,
Austregildas, a espicararem a barata do club
putar, arrojas at a gallinha coroada em
ranna carroceira, contra o velho Pato
avelhentado como esto moribundo de desgostos,
indignado pela traieao das qallinhas palures, o
com alguns rugidos io Jornal do Recife bateo-os
a todos, e revelou que o grupo de camaleoes da
Provincii nao tem handeira, nao tem ideas 1
principios, nio lem nada... apenas especular;!'
olygarchica I
Atiras-te ainla contra o independente e intcll-
gente redactor da Verdaie, e este apenas empa-
ndando o azorrague con (res so vas estupendas e
memora veis, demonstra que sois meros especula-
dores, renegados conservadores, como ora reneyu* .
dos liberan, ultramonlran jesutas, absolutistas
da peior especie I
Aposfam memora veis derrotas : a Provincia (pa-
pel) em o seu n. 98,01; sa escrever nova doutrina.de
que tem o direito de injuriar, de defamar1 por todas ~
as formas e nreios ao poterna, embora digno, justo
n hone-10 I mas que a este iurorre a obr.ga.o re '
tolerar a toda -sorte de- troanascae invectivas da '
opposicao, de curvar-se reverente a toda a.serie
da injurias, de se nao defender enfm ) B is>, .
porque 1 Porque, dii a Provincia a 98, a espa<-
CHO p- V'
m pao, Mu-
1; e o leao ,
Dsaeata qne o teu
havia unanitnt-
1 da liberdade. Acaso reali- suas ideas, depojs de rn.idLiraento.fleciids, fo^ a.burraroaa tyrpmia.
saram algurna das reformas qua fijjuraram no ram mamfestadaa pelo lUuHe mivMt d*4m*trio| m verdade, ejsa moral too bolla, 15o pura, to] mente respondido A\men,z tua oracao,e tres des
seu programma ? Nem amas. ap proiecto anrese)touo a cao j doce, essa religio tao anta, ptegada por Jess j mais raduajlos quenaoccasiao por proeedaocia
ra a opposioao i mais (ata e est no estulos ;.-
por-t-4ke menos rtsersae amitlirst Hus energa
e calor no debate I
E' falsa a dotitrina da f rocincia na conleatnra
e no amago, mxime, appiicada a pposcli desa-
biida, vaheineme, insensata, que tem feito injusto
a briosa adrainistraf&o do Sr. H. P. de Lucena :
pposic.10 tonto maia daraeteristict, quanto nclU
esgotoi o dicien arfe do convicios J
E, quando ma*Ao em bypoUiese e ppr eacepeao
tuda regia, Bs-aaetovet aquella Usada da"
Provino.(papel, seria em relajlo a nalqaer
oiqjonco maderada, bitosa e justa, mas nnnea ao
orglu opposi.-anisa qaa. a Provincia (itapel) qne
arrasa se iltsmoraluaJa fcaiida em toda disvens-
sao, e ora sera ideas, sem principios, sunsbandei-
ra, arvore que aditos nasceu loria e aasim arde
ou nunca ?a endjreitar.
E, para qqe se roja quanto alaivosa a oppo
\.
1


Diario de PejrjoAmluc Sabbado 50 de Agosto d^lSTS.

st
?!
jae eapumam,. tluri'erarios, epithalo? que de
jure caho'flj coroo padrab. vcrdade ; mu ao
grupo da amaleos avesados i mudanzas de cor
Querem .raais outra aleivosiaT Eila nato
cnstumeira estampada etn q n. 98, o, eon-ra a p'es-
snanVdislinclo administrador, mundo, citando a
tondas* de domo escripto, oeeulta os principios,
* causas, tu a peroneo e a narractlo Feliz-
mente, porm, a Provincia (panel) faz consistir
iao sonunle. a importancia do illu->tre conde da
fioa-Visia : I. cin sua qualidades, pessoaes; 2.*
em sen prestigio auto o governo geral; 3.* na im-
jiortanela o retacSe na poovincia; e 4 como o Dr.
l'erera de Lnrra nao tenha nenlinm daipiel.'cs
predicados, tonclne que esto pygmnu c aquello
gigante.
O raciocinio e a logia, porm, responden! Pro-
vincia, qe ,o o illu-irj conde da Boa-Vista com
lanos'dmentos latMe fez om prol do Pernambuco,
e oDr, P.' de Lacena -* nenhum delles como
<|upt a ftvt incia 11. 98 levantou o espirito publico
para empress ingente?, elevando monumentos pas-
moso?; derramando a instruccao trabando colo-
lonias agriejlas e iduslriaes, teoto-ha conseguido ;
o gigante 60r-o benomeriio Dr H. P. de Lucena,
que sefli tantos predicjdt Unto tu feilo em prol
*le sua trra natal, e o pygnicu o conic da Boa-
Vista na phrase a^.PrviMitti't (papel)
Nos eqiparams- 4 |dfii||i)|rf~"
Dr. Uieena, a do illu^tru con
orno ruyit ajjpnjs no prseme, podendo-a superar
al no futuro : a Prot'mclH 11. 98, tal c a forra
-da vora^de, da justica, da lgica, a despeito pro-
prio, e jJefa nnica vcz.em o periodo de 9 mezes,
proclama que a administra;iH> do benemrito Dr,
H. P. de Lucena, pelos fados numerosos, e nao
ii.-ndo apnjo no gocerno eral ncm dotes pessoaes,
nem relarffes na pnvincia, assnmio a altura de
^gigante '
Aceitamos esta confissio da Provincia, (pape)
e comamos (pie sua redaecaa abandonando odic-
ClonarM do convicios, inspirando se em principios
saos e justos, em ideas dignas e auspiciosas a si
e ao p.iiz, venha a provar que a arvore que nasce
lort, betn que tarde, algumas vezes se endireila.
O liUeral Y.
t. o Sr. M. Lopes Machado.
Km obsequio verdade, e para resalvar o ere-
lito de ininha pharmacia eslabelecida ra de
lUrcilio Das 11. 135, oulr'ora largo do Terco, ro-
o a V. S. que so digne deelarar se lio na dita mi-
na pharmacia pie foi-compradi o supposto xa-
rope de ipecacuanha que V. S. se quexa no Dia
rio dr Per*ambuco de lioje, que ia fatalmente en-
venenando un seu lillio.
Rccife, 2J de agosto do 1871.
O l'harmaceutoo,
Manoel Thomaz Pereira do Reg
rr
rica* lo honrado
nde da BOY Vista,
Toado sido exoaerado, a seu pedido, o Revm.
.yra, da regencia desta freguezia, e devendo se-
"guir sabbado 30 do corrente, desta villa para a sua
nova resid.'iieia, ser acompanhad > at estaco
pelos seus anfygps que all irlo manisfestar os
inais sinceros agradecunentos devidos a tao dis-
t-ncio e virtu iso aaeordoW.
Villa de Calmares, 27 de amalo de 1873.
r AllJUHS llligO*

[
EVotcetoru daa fnmilinM.
t.iL"iAi;\o dk 1873
Contractos de capital.
A i luidacio, a que acaba de proceder-se, dos
ontratoi d- qjnqaonie de 858 a 1872, confirma
a inhiba eoiuUo aaterflio doi lucros projressi
vos, fmi ad 1 na lei ius grandes nmeros, qual
mais de. i.i.u 1 KOI tenli,) ;.;u.lido.
Cora ereiui, seudo o numero de contratos da li-
3aidac4o de 183 inaior d i que o df cada Uma das
uas li|uli;oes de 1871 e do 1872, tambem
niainr, e na 1 proporcional, o lucro que cada con-
trato aufeuii.
.\i|uelUsquil.ieoes imstraram que 1 lucro
Jos eapitae o upregades durante o quinqueanio
regularam :
Na l'liinidafm, de 80 a 116 0/0.
' Na 2*li,iii.l:ii;au, de 72,80 a 105,7o 0/0.
E como o lempo do emprego do capital da 1*
liquidaco foi de seis mete- miis do que o da 2*,
. vio-se qoia us lucros de urna foram igutes aos da
outra.
o< lacros da KaaMacao de 1873, nos contratgs
de capital, forau de 72,0 a 130,55:_sendo para os
. otra 11- a ledo o rheo (1" condijao), termo me-
dio I 2,13 0/0; e-para 01 que res'ilniram.em caso
de i'ie ./. seguraiiS, os eapitaes com que entra-
mm [V condicab), de 7:i"i 6/0, termo medio.
\ razao annu il do lucro desta liquidacao ,
fos, de 20,'i2 0/0, ou d ifi1) 0/0, confirme a con-
dicao dos respectivos contratos bavendo sido de
. 18 e de li 0/0 na liquidado do anno passsado.
Controlo de rtnda.
I'a-sando a examinar a 2' liquidacao annual dos
contratos de renda, feta este an >, reconhecesc
I 1 uta de 9,080.0, termo mlio, foi tam-
be m i lior do que a renda do anuo passado.
tnli, o eoiiiiMto 11. 723, o Je menor risco, do
valor de L27833M, pi-.luzio a renda de 93*680,
ou ",i8 u/0. K o contrato n. 489, o de pudor ris-
no, Je valor de 7503930, produzio a reuda de
J7J013 oa 9,9J 0/0 Termo medio 8,20 0/0.
Este auno, o contrato n. 6il, as masmis coidi-
.oes .11 menor risco, produzio 7;81 0,0 de renda;
e o de n. G5I, em condieSes do maior risoo, pro-
duz) 10 36 0/0 ; o que' d para termo medio da
renda dssti liquida^ao 9,08 0,0.
Na apr iciacap d > lucros djs contritos de capial,
assi;n e irao na de renda, levo e:n conia o agio do
5 i' i) Jas ap lie s este aano, e o de 1 0/0 no anno
pasea I >.
E" para colar qte, elevando se a base dos con-
tratos i>el> maior valor das apolice*, ojurodestas
docrescen ; Influindo miuto essa difierenca,' prn-
cipalnient* nos c nitral is de renda annual, nos
quaes nAe ha a verba de lucro de caducdade,
nem a de mullas, e tao simiente a de juros e de
Jioranca por noortalidadc, verba esta assas diminu-
ta em tao limitada numero de rendeiros, perten-
rentes classe cuja saiide mais acautelada, por
se achar ao abrigo dos cuidad )spat;ruos.
Reeonhecido o accordo cn'e as asserijoes de
. quem dirige a associacto e os resultados obliJos,
a Protectora das Familias limita os sous convites
ao annnncio das condiij5es do3 seus contratos ^
exposicio do seu prospero estado, publicando tam-
bera a mindb algn* dos no nes condecidos que
vao figuran 1 n\s i:is li piil.ieo's, para que o
-publieo possa nul- fcilmente informirsc da con-
veniencia de filiar se nesti assowttao.
Os manojos improprios de quem se acliou na
Europa testa de nraa associacto semelban-
te, dorara em resultado graves perlas e dahi
a consequente repugnancia que a Protectora das
Familias a principio encoatrou e felizinerttc ven-
cen.
GoriJa pelo Banco Rural o llvpitliecario, que,
em vez de pretncBMt de lucros fabulosos, apenas
assegor-wi que a* liqii.Lics se farinm com toda
a exactido e lealihle, a' Protectora dasl'anias
,vai motrandoqoe nem para o rpido o progresivo
augmento de eapitaes ha raelhor systuma, nem se
pode obtor ta<> elevada ron la, fundida sobro o
mais seguro emprego d; apolieos, tituloi que pelo
seu privilegio e pela doutrina do art. 33 do regula-
ment desta assicia.-V), estilo a coberto do todas
emergencias.
K cmtas especiae.s de cada contrato, qne breve
' saturad da impransa, mostrara u quuliao de capi-
tal ou de rea que coiihe a caja 11 u, e consti-
tueni o delallia los batneos que as bao de pre-
ceder,.
' Eimpunto ee nao mprimem, parece uine conve
nente fazer a apre'ia.a.) goral dossas coutas: tal
r o lito ileste artigo.
Jos Jusliniato odiiguts,
inspector.geral.
, Rio, 30 de jaita de 1873.
Estado da associacto em 15 de julho de 1873.
Numero de contratos 19:821.
do valar aominal de.....26,39a: 174*198
valoreaiisado...... 6,i3'i:il2i930
Teproaentado par..... 8,o39:50!fi000
om a plices de 6 0/0.
A* preparares desprcsivels. Apc-
-*a< de ordinario esiao em voga por algum terapo,
porm a sua prolongarlo geralmente de pouca
dura, eem breve passa ; einoujntp que ara gran-
de aoidto per excollencia como oPora! de
Anacahuita de Kemp, nm constante e perpetuo
benellio publico, mu venladeiro tbesouru inexgo-
taveU PedM-se asseverar como um axi.ima incon-
testajafi) que qualipar classe de t'sse, cuns|ia^o
ou eatarrbo, se allivia e cura, medianie o seu aso
dentr4o ean#"i de poaeosdias, e as veaes den-
- troeav-foucas hora. A bronchits declaradas
jncuraveis pelo medios, .se alliviam e s vezes se
celleate preparacfio vegeiaJ, a molb/v excoHcnto de todas quantas audam em Toga. Ro-
busteco e vigorisa os orgos dr respirarlo ; faz
cxpellir t das as imicosidades o a plilegma ; cura
a astnma chronica ; n'uma palavra naq fia nem
existe am 60 caso de desar/anjo mi molestia dos
orgos pulmonares ou da garganta, que nao sejam
curados logo yUrimeira doe e geralmente ficam
permanentemente curados,
"" Pir> otossor;na barcaca Vejonica da Glo-
ria nwa.""11 Silva i fra0 2? barricas cora
"tllkiStou,*? "ZgiJiL carre
- Para Mirid, na barC1? TrZLHS'! rr?
gar.m : Costa. C. 1 barW
assuoar refinado.
com
rmim.
ilos de
DISSEHAM ALGUHS MDICOS
Todos os remedios do Dr. Ayer sao
acullenlos, mas o Petoral de Cereja
edmiravel, nao conhecemos remedio me-
Ihor para tosse e Tlefluxos.
No dia la 28. ~ .^."7^
Pnmeira perla no dia 29. .
Segunda porta.....
ferecira [torta .
Trapiche Concedi
cm
COMPAMI
Pheuix Pernambucana.
Toma riscos martimos em morcadorias,
fretes, diiiheiro a risco elinalmente de qual-
quer natureza, cm vapores, navios velaou
barcacas, a premios muito mdicos..
RA DO COiMMERCIO N. 34.
COMPAMI ALUASC.4
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Babia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:090?000.
Toma seguro de mercaduras e dinheiro a
/.co martimo em navio do vola e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contraj fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquina Jos Goncalves Boltro,
ra do Commercio n. o, Io andar.
Seguro conlra-ogo
FUE LIVERPOOL & LONDON & GLOB
INSURANCE COMPNY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Capital.
Fundo
INORTHERN.
.... 20,000:0005000
de reserva. 8,000:000500.C
Agentes,
Mills iMlham & C.
RA DA CRUZ N. 38.
GUROS
MARTIMOS
CONTRAJO FOGO.
Acoinpanbia Indemnisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercaduras o mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
iAUfDKA
tendimento do dia 1 a 28. .
dem do dia 29. .
851:7*3*786
52:258*159
906:983*915
Descarregam hoie 30 d* agosto de 1873
Barca franceza Rwul varios gneros para al-
fandega.
Basoa ingleza = Dolphim ferro para o trapiche
Conceif o. para despachar.
Patacho ingleziVuncy kerosene para o trapiche
Conceicao, para despachar.
Ba'ca dinainar|ueza Dorlliea -- varios gneros
para o trapiche. Conceicao, para despa-
char.
Lugar inglez Navegalor varios gneros para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Barca ingleza Editad Herbert ferro ja des-
pachado para o caes do Apollo.
Barca ingleza ~ Duches* of Sulliertand machi-
nismo j despachado para o caes do
Apollo.
Barca inglezaBlaney Brothers carvao j des-
pachado para o 2* ponto.
Iiiiportacffo.
Liverpool escuna ingleza George Duckies, consi-
gnada a Saunders Brothers & B. manifestou : *
Arraz 50 saceos. Amostras 7 volamos.
Carvao de pedra 127 toneladas.
Louea 282 volamos tudo aos consignatarios.
New-York patacho inglez Nancy, consignado a
iohnston l'ater & C manifestou :
Agua Florida li>0 caixas a S L'tio & Coimbra
200 a Cunha & Manta. Arados 2 caixas a. S. P
Johnston & C.
Bombas 22 volumes a Samuel P. Johnston
*C.
Farinha 475 barricas ordem, 5 a Keller & C.
Fogo da C'iina 10 caixas a Otto Bohre3 & C.
Kerosene 100!) caixas aos consignatarios.
Machinas de costura 180 volumes a S. P. Johns-
t in 4 C, 16 a Amonio D. C. Vianna. Mercado-
ras diversas, 1 eaxa a S Leito 4 Coimbra, 4 a
Barros Jnior 4 C. Medi amentos 10 caixas a W.
t. Cassello, 1 ordem. Maehadinhas 6 caixas a
Gomes de Matos Objcctos d) escrptori) t caixa a Cunha &
Manta.
Pregos 20 harria a S. P. Johnston 4 C.
Tnico 22 caixas a S. L. & Coimbra. Tecidos
41 caixas a Cunha 4 Manta, 18 aos consignata-
rios.
Vigor do cabello (perfumara) 20 caixas a Cu-
nta i Manta. Vermfugos 4 volumes a Otto Bo-
hres 4 C.
)E5PACH05 DE EXPORTA./)A NO DA 28 DE
AGOSTO DE 1873.
Paro os portos do exterior
Na barca tib an.leza Volharding, para o Ca-
nal, carregaram : G. Neesen C. 296 fardos com
53,807 kilos de algodao.
No palacio hospanliol Invencible, para Bar-1
cellona, .earresraram : P. Carnero & C. 135 sac-
cas com 19,510 kilos de algodao.
Na barca brasleira Amizade, para o Bio da
Prata, carregou : H. B. Olivera Jnior 25 pipas
com 12,000 linos de agurdente.
Na barca porlugueza Vencedora, para p Por-
to, carregaram : Toixeira 4 Primo 175 couros sal-
gados com 2,350 kilos ; H. J. C. Sobrino 677 di-
tos cora 8.124 ditos.
No brigue portuguez Unido, para o Porto-
carregaram Reg 4 Irmao 33 barris com 3,360
litros de mel.
Para os portos do interior.
Para o Acaiac, no vapor nacional p juca,
carregaram : Carp nteiro FilOo Sobrinho t C 5
barricas com 424 kilos de. assucar refinado A.
Olivera 4 C. 2 ditas cora 116 ditos de dito, e 2
larris com 192 litros de agurdente ; M. F. Fon-
tes 10 ditos com 960 ditos di dita.; Fernandos 4
Irmao 1 dito e 1 pina ceia6/6 ditos-de dita. Para
o Cear, Carpintero Filho 3brinho 4 C. 20 bar-
ricas cora 1,200 kilos de assucar refinado J. J.
da llosa 34 ditas com 2,035 ditos de dito ; K. A.
Senna 22 ditas cora 1,417 ditos de dito branco ;
3. F. Santas Bultos 30 ditas com 1,801 ditos-de
dito refinado ; J. J. da Costa 47 ditas com, 3,8i
ditos de dito.
Para o Rio Grande do SuA, no palliabote na-
cional Rosta^ carregaram: A. Olivera< 4 C. 5*
pipas coin<24,Ou0 4iMUe de agurdente.
Para Alae >a, no vapor nacional Mandahi,
arnegaram : B. Olivair^ 4. C. .li l^rril cora 96
IHrop de agurdente, c I bar,4ajf> 60 kilos' de
asaucar refinado.
Par Ai*fua, oa baccaca Jovsnlina, carre-
garam ; eves Irmao 4 C. 1 barrica cora 60 kilos
de assucar refinado.
(\endiinento ao da 1 a 28 .
idsmdo^. .
' r!" 2**34W9
Ra .de S. Fra.pflisoo.
N. 21. Ordem terceira de S. Fran-
cisfco, um
' s
jhlh
37,?8\
73
72
447
742
38,618
SERVKIO MAI'.MIM
'.ivateuflaS dscarrecaila no trapicbn
da alfandoga no dia .1 a 2i. .
Jilas ditas no dia 29. ....-
Navios atracados no trap. da alfaadega
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao .....
73
77
GE
_
RECEBEDORIA DB- MMlMSlNTiatNAS
KAES- DS PERNAMBIICO i
rtendimento do dia 118. 51:307*182
tderadodia 29. 2:788*970
57:096*15!
COiNSLADO PROVINGIAL
rleupimento do dia I a 28 61:226*061
d.'iu do dia 29 ...... 2:405*895.
fi|33l/93P)
RECIFE DRAINAGE.
Reudimento do dia 28. .'.'.'
dem do dia 29......
8:801*893
116*912
8: MOVIMNT M PBRTft
Navios entilados no da 28.
Rio do Janeiro8 das, barca nacional de-faena
Itamarac, coraraandante capito teueute Joan
Rodrigues Vaz, traz 14 sentenciados para a ilha
de Fernaudo.
New-York-47 dias, patacho inglez Nancy, de
267 toneladas, capitio Manoel Bride, equipagem
8, carga diderentos gneros; a Johnston' Pater
&C.
Navio entrado no dia 39.
Liverpool -43 dias, escuna luoleza George Duckete,
de 161 toneladas, capit>. Tupnian, eouiptfein
7, carga carvao e outros gneros ; aauntl
Brothers & C.
Observacao.
Nao louve saludas.
era
(PITAES.'
Consulado provincial
Para scienca dos contrbuintes do imposto da
decima urbana o os effetos legaes, em seguida pu-
blicam-se as alterajSes verificadas no lancamento
do mesmo imposto no corrente anno finaucero de
1873 a 1874, ncaudo aborto o ppzj s reclama-
coes, que por ventura possam ter a fazer os inte-
ressados na forma da le e rogulamentos respec-
tivos.
Consulado provincia), 19 de agosto do 1873.
O administrador,
A. Carne rj Machado Rios.
Alterares verificadas polo lancador Joao Pedro
de Jess da Matla.no laucamente da deeiraa urbana
da freguezia de Saato Antonio, no anno crrente
de 1873 a 1874.
Ra do Imperador.
N. 2. Joao da Cunha Magalhes,
um sobrado de um andar e duas
Iotas, arrendado tudo por
N. 12. Barita de Aracaxy e Francis-
co Baptista de Alenla, um dito de
um andar e 6 lujas c um terreno
no fuudo murado com um telhei
ro que serve de coxeira, tudo
por
N. 50. Francisco Tavares Lima, um
dito de 3 audaves e uma luja,
por
N. 52. Herdeiros de Jaaquim Maria
Pereira Vianna, um dito de 3 an-
dares e nina loja, por
N. 46. Joaquira Beruardino da Cos-
ta Rios, um dito de 3 andares e
urna loja, por
N. 45. Joaquim da Silva Castro, um
dito de 3 andares e loja e.ierraco no
Caes Vate Dous de Noverabro,
por
N. 56. Antonio Luiz dos Sautos, um
dito de 3 andares, urna loja e meia
agua no Caes Vintc Dous de No-
_ veuibro, por
N. 75 Antonio Luz dos Santo?, um
dito de 3 andaros e uma loja,
por
N. 38. Hermcnegilda Candida Fon-
ceca Soares, um dito de um andar
o loja, por
N. 13. Jos aloretra Lopes, um ditJ
de 4 andares e loja, por
Duque de Caxia.
N. 6. Leopoldo' Jos Felippe Sanlia
go e Ernesto Jos Felippe Santia-
go, umdito de 2. andares e loja,
por
t. 20. Manuel Marlins Fiuza, ura
dito de 3 andares e loja, por
N. 26. Carlos Leckler, um dito de
i andares e luja, por
N. 36. Vi uva e heraeirps de Joao
Henriqued'i Silva, um dito de 3
audares e loja, por
N. 33. Joaquim Ferreira Ramos, um
dito de 2 andares e loja, por
N. 39. Joaquim Poutes de Miran-
da, um dito de 2 andares e loja,
' por
N. 43. Joo Jos de Carvalho Mo-
raes, uin dito de 3 andares e loja,
por
N. 43. Joaquina Benedicta Veira da
Silva, um dito de 2 audares e lo-
. ja. por
Ra do Cabug.
N. 7. Irmandade do Sanliss'imo Sa-
cramento ds Santo Antonio, um
sebrado de 3 andares e 5 loja, ar-
ivudad por
Bario da Victoria.
N,-5. Irmandade de Nossa Senlura
da Conceicao dos Militares, um
sobrado de uin andar e loja, e
uma meia agua no fundo, arren-
dado ludo por
Largo do Paraso.
N. 6. Ordem Terceira de S. Fran-
cisco, uma casa-, terrea,, arrenda-
da p ir
N. 10. Jos Pinto de Magalhes, urna
dita dita por
N. 15. Albino Jos Leite, urna dita
dita por
W. 35. Beruardino da Silva ('.osla .
Campos, uma dita di la '''
Eslreita do Rosario.
N. 4. Fructuoso Martina Gomes e
Apolinario Pureira Baducn, um
sobrado de.2 andares o loja, ar-
rendado tudpor
N. 6. Jos da Fonceca e SH va e ou-
tros, um dito de % andares e loja,
por ]
N. 8. Joo Fraucisco Regjs do Rio
Crrela e Haaoel Jos da Costa
Per jira e Mara do Carmo Nanas,
Ferreira. um dita de 2 andares e.
. loja, por 72#*003
N. 20. Francisco de Souza Barcel-
los, Antonio OdodeSWwt Bar-
i cellos a Afuaso Jorra da Souza
rtareeflos, ura dito de J^pdares e
loja, por
N. 24. Dr. Jos Bernardo Glvao Ai-
coforado, uin dito do 2 andaras*
loja, por m
N. 26. Henrique Bernardo do Olivei-
ra, am dita de 1 andar e loja^
por
1:116^0 0
3:121/000
l| 100*000
1:500*000
1:930*00)
3.700*0 0
2:400*000
2:100/000
70O0O0
2:000OJO
1:400*000
L724*000
936*000
1:300*000
900JCC0
1:140*000
1:400*000
1:300*000
3:140*000
1:200*000
420*000
480*000
400*000
192*000
6244000
864*000
396*9IK)
600*000
300*001
i-
360*0 0
240*000
210*000
360*000
.100*000
420400*
16^*000
864*000
uma^casa terma, airen
N. 4 A mesfflaTaillralurdiEpoT' *mff)Q
N. 54. A mesma, uma dita dita por 331*200
N.2. Joao FeliX'04Rosa, uma di-
upita oi*Tl p ni}
Rui de.Joii o Reg'o.
.. t U5J0 N. 14. Aligas Ferreira Pihto uma
*-_.' casa terrea, Irrendada po^
40. Ordem terceira de S. Fran-
""cisc. nma dita ift por
^mni das Prncezas
NI. Herdeiros dVa j Tneodjra
da Assuiupfao, uuw esa '!rr,;r^-.v
arrendada por rf ytmpwiu
liba do Carvalho.
N. 21. Joaquim Ferreira Valnte,
uma casa terrea arrendada por
Ra, da Roda.
N. 4., Mostclro de S, Benlo, upia
casa larrea, pirren lada por
N. 6. 0 mesmo, uma dita dita por
N. 22. Maria Ricarda de Souza Ri
go, uula dita dita por
N. 28. Irmandade da* almas de S.
'Antonio, umaAlfe lita dbrt i | i
N. 30. JoannaMaria ios SantosMo
raes, uinajaitaxliujpor .\ i
N. 34. Manoel Jos do Araaral,
uma dita dita por
N. 4t,.Jeroaymq Pereira Villar, ora
so^railp de uui andar e Toja c
mna mea agua no fundb arren-
dado tu Jo por
N. 46. 'Antonio Jos Rodrigues de
Soiia, ura sobrado de upi andar
.e^aqt^o.e dpa |b;as pst arren-
dabas por, 48,*, o a'pdar em
qbfa.'fr teudo, de,, pagar a. dedma
do Ia se^neslro na razan de 408 J,
c no i* semestre na razjo de 808*000
N- 54. Luiz Jos da Costa Amorlm;
Una dita dita por 360*000
N. 56. Jos do 'Reg l'.ichoco, uma
dita dita por 360*000
N. 62 Bachar'el Manoel G^raes Vio-
gas Jnior, umcaixan decaa di-
vidido em 7 quartos arrendado
tuio por 1:076*000
N. 19. Adelina MarinnoFalcio, uma
dita dita por .-. 360*000
N. 21. Joaquim Pachtdar |1l'
u.a dita dita por 480*000
N. 33. Bernardo Alves Pialieiro.
urna dita dita por 360*000
Trayessa da ra Bella.
N. 4. Tiburcio Valeriano Baptista,
urna casa terrea arrendada por_ 40)*000
Travessa dos Quarteis
N. 22. Herdeiros de J>aquiiii Jos
Veira, uma casa terrea arrendada
por 200*000
N. 24. Jos Doniiugnes Codeceira,
uma dita dita por 420*000
X. 44. Mcrandoliua dos Guimares
Peixlo, uma dita dita por 400*000
N. 21. Maria do Carmo Nunes Fer-
reira, um sobrado do 2 andares
arrendado por 792*0000
loa do Calabouco Vclho
N. 17 Francisco lese da Costa Ri-
beiro, una casa terrea arrendada
por 444*000
N 27. Joaquim Pacheco da Silva,
urna casa terrea por 294*000
N. 33. Joajuim Antonio Carneiro,
una dita dita por I68*>n00
Travessa do Calaboueo
li 1. Anton)Broc ado Soams Gui-
mares, urna casa terrea por 216*000
N. 3. Carolina Adelina Claadata Fer-
reira, uma dila dita por 2i0000
Becco do Calaboueo
N. 4. Miguel Joaquim da Cosa, uma
casa terrea arrendada por 122*000
N. 28. Luiz Pereira G mcalves da
Cunha, nma fltta da p^r"
N. o A( Jos Rufino l'easoa de SLUo,
uma ineia-jig.ua pur
Ra dj.' Santo Amaro
N. 22. Jleranddinrdos iintiiarae*
PexS'i, umaCasflarreaarrcDla-
da por
N. 28. Anna.de Santa rsula, uma
dita dita por
N. 30. A mesma, urna dita dita
N. 32. Antonio J..s de Farias Lias.
uma dita dita pr
Travi-ssa dos Exiieslos
N. 8 A. Manoel Antonio de Jess
uma casa terrea, e meta agua oe-
cupada pelo mesmo por
Becco da Matriz
N. 5. Manoel Ferreira Ramos, um
s lirado de uta andar e loja arren-
dado por
Travessa da Matriz
X. 12. Joaquim Pereira de S,uma
casa terrea arrendada p ir
N. 18. AntoaioFerroira Lim,\ uraa
dita dita por
N. 20 Irmaadadj dpSaiaissiwoSa-
craeiojjlode-sinto Antonia ama
Oiui (Mt-CQm Sbiii por
Matu'tas do Afbiiqucrtiae
X. lo.' Vkionoo .F bell. de Aluwi-
da.ama casuterrea arrendada par
X 15 Jo Antonio de Almeida,
uma dito dita por,
Ritj da Paz
N. 19. Antonio Climecu Horeiri
TeusoFcll, ulna casa .-terrea por
N. 14.p openj, usaaliia dita por
N. 16.0 .mcsnie, unja Uta dita p*
N 22. Rsuna Cnd5da daiNflti-
dade Kcrreiea, urli dila dita
pur"* ""
N. 26. GaldiuD Ant.mio AKes Fer-
reira urna dita !ipdf
Baro da Victoria
N 39. Baro de Ulnga, uin sobra-
do de dous andares e loja, tu-
io por
. Ra das Trncheiras.
N. 8. Felippe Nery de Barros Wan-
derley, uma casa terrea arrenda-
da por
X. 10. Orp o Manoel, filho de Fe-
liciano Joaquim dos Sanios, uma
dila dita por
X. 16 Manoel Gimes Viegas, um
sobrado de um andar o loja ar-
rendado por
N. 18. Manool Martins Fiuza, um
sobrado de um andar e loja ar-
re-Jado por
N. 4. Maria Augusta de Sou'a
Peres, uma casa terrea arrenda-
da por
N. 32. Luiz Gonzaga da Rocha, uma
dita dita por
N. 42. i'r. Antonio Joaquim de Mo-
raese Silva, um sobrado de dous
andares o loja arrendado tudo por
N. 46. Herdeiros de Francisco Dias
de Oliveira, um sobrado de dous
andares e loja arrendado por
X. 48. Juvenci Antoni) Gaio, ura
sobrado de dous andares e loja
arrendado tudo por
N. 50. Jos Gomes da Fonceca, ara
sobrad > de duus andares e loja
arrendado tudo por
N. 1. Jos Luiz Feneir da Costa',
uma casa terrea arrendada por
X. 7. Isabel Maria Pardelha, urna
Oua dita por
N. 17. Francisco Moreira Fragoz%
e Joao Moreira Fragozo, nm so-
brado de deas andares e leja ar-
rendado tudo por
X. i 9. Herdeiros de Joaquim Vie-
gas, um sobrado de dous andares
e loja arrendado por.
N. 21. Antonio Pereira de Oliveira
Hamos, uma casa terrea arren-
. dada per
Rua daa Laraageiras.
N. 14. Marcolino Jos Goncalves da
Ponte, am sobrade de dous an-
dares com jota arrendado por
N. W.' \ntonio Luiz Fotteira Li-
ma, uma asa terrea arrendada
900*000
4:020*000
~ 4
144*000
420*0Q
300*000
420*000
360/eOO
150*000
361*000
180*000
240*000
3603000
210*000
420*000
144*000
l#o*0.0
180*000
360*000
3:000:4600
380*000
360*000
792*000
696*000
432*000
300*000
720*000
820*000
1:600*000
1:140*000
400*000
180*000
**564*000
1:020*000
330*000
1:110*000
readado por ^ 720*000
N. 7. Francisco Jos G.>a>;alves de
Siqueira, um sobrado de dous
andares e loja arrendado tudo por 328*000
1 seccao do consolado provincial, 23 de agoslo
de 1173.
. I O chele,
Antonio Wururj) P!^f0 Q. e A. de Vasconcellos.
Edital n. 52.
Pela inspeetoria da a I fandega a j faz pubffeo que
as 11 horas da manhl do da i de setembro vn-
douro, port des'.a repaiticao, se ha de arrema-
tar, Hvres de dir-ilos, tres barris c m p Me seceo,
pesando liquido legal 71 kilos, avahados por
26,340 ; dous rem >s e um oncerado apprehendi-
aos peio auxiliar Manuel P.omo Jnior, em as 8
horas dp nonio de 27 de julho, prximo passado,
no caes do Noronha.
Almndcga de Permmbuco,- 28 de agosto de
187.J.
O inspe lor
Fabio A. de Carvalho Res.
Edital n. 53.
Pola Inspectora da alfandega se faz publico que
nao temi sido arrematada a mercadoria abaixo
declarada, annunciada a leilio por editaes ns. 40 e
45, por falla de concurrencia ao valor oicial, se
tran fere para as 11 horas da manh do dia Io de
setembro vndouro, noria desta reparticao, a
mesma arrematacao.
Marca L & V u. 10 1 caixa vinda do Havre
no vapor francez Vitle de Rio de Janeiro, entrado
em 22 de julho lindo, contendo 31 ps. de, botinas
de eouro de mais do 22 cent., avahados por 98* ;
8 ps de bolinas de eouro at 22 cent, avahados
por'8*430, e abandonados aos direilos por Lyra 4
Vianna.
Alfandega, 29 de agosto do 1873.
Fabio A. de Carvalho Reis.
no
O IJr. Sebastiao do llego Barrus de Lacer-
da, ju t do direito especial do commer-
cio, BOSta cida.le do Recie de l'ernam-
buco, por S. M. I., etc.
Faco saber que no da 28 de outubro prximo
futuro, s 11 horas da mauha, na sala dos ndito-
rios, devora ter lugar a reuni i dos credores da
massa fallida de Ignacio Peaaoa da Silva, para so
veriflcarem os crditos, formarse o contrato de
uniap e nomear-se administradores dita massa,
certols os credores de que afio seriio admittidos
p>r procura lor sem que este cxiln procuraeao
especial, a qual nao poder ser conferida a deve-
dor do fallido, nao podendo outro sirn, um s in-
dividuo representar por dous diversos credores, e
quo ser havido o eredor que nao comparecer
como adherchte s rcsolucSes que tomar a maioru
devotos dos que comparecerem.
E para que chegue ao conhecimeuto de todos
mande! passar o presente que ser publicado pula
imprensa e afiliados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recfe, 29 do
agosto de 1873.
Eu Secundino Heleodoro da Cunha, escrevente
juramentado, o escrevi.
i* u, Manoel Maria Rodrigues do Xasciraento, cs-
criva, o subscrevi.
Sebastiao do Reg Barras de Lacerdi.
Edital n. 51.
Pela inspectora da alfandega se faz publico quo,
no lando (Mo despachadas dentro do prais mar-
cado, as mercadera) abaixo declaradas, annun-
eiadas pira coosamo por edital n. 20 de 19 de ju-
lho prximo lindo, se bao de arrematar, livros de
direilos, porta desta reparticao, s 11 horas da
nianha do da 2 de selembro mddnro.
Anuazom u. 3.
Marca I M B u. 51. Urna caixa vinda de Liver-
pool uo vapor inglez Gladiator, descarregada em
12 de oniubro de 1*72, ignora-se a consignaclo,
contendo o segoinle:
16 chapeos de feltro de la, nfn especificados,
simples, no valor d 463293.
. .5 dilos de te-ido de algodid simples, no valor de
7*233.
1 gorro de la, nao especificado; simples, no va-
lor de Ui46.
Jdem M F L L. Urna caixa n. 314, vn Ja de Li-
verpool no vapor Ingles Student, descarrogda em
23 de noverabro de 187, consignada a Pereira de
Mello & C. contendo 56 kilos, peso liquido real, de
setinela de cor, no valor de 162^026.
dem F M o. Dez fardos ns. 650 a 639, vin-
dos de Liverpool no vapor inglez Mnrricl, des
carregados em 2 de novembro de 1872 e consig
nados a Ferreira Malheus & C-, coutendo 4:410
kilos, peso liquido real, de tecina do lio de estopa
IfO at 8 fios no valor de 3:8*7*880.
dem quadrado 66 J J C L. Dez fardos de ns. I
a 10, vindos de Liverpool no vapor inglez Gladia-
tor, descarregados em 31 de dezembro de 1872 e
consignados ordem, contando 4220 kilos, peso
liquido real, de tecido de fio de estopa, liso at 8
fios, no valor de 3:662iOtiO.
Alfandega de Pernambuco, 28 de agosto oe
1873.
0 inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 49
Pela inspectora da alfandega ie intima na for-
ma do artigo 745 do regulamnlo das alfandegas,
aos donos das mercaduras abaixo mencionadas,
apprehendidas no caes do Forte do Mallos, s 7
1|2 horas da noite do dia 2 i do correte, pelo ma-
triculado da capuania do porto Gabriel Lopes de
Araiijo, para vircom sua defeza dentro do prazo
de lo das, sob pena de lindo este, correr o pro-
cesso de'apprehensao a reveha.
Um kilo, peso nos cartoes de bijoutoria da co-
bre e suas ligas.
Duzentas grammas, peso nos envoltorios de
aderecos de dro.
Trezentas e oitenta grammas, peso nos cartoes
de cintas de-vidro, senielhantes a mssanga.
Alfandega de Pernambuco, 27 de agosto de
1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
2BElUlt!*
Os Srs. accionistas desta cora^aiihia, qiw
desejareni apreciar os relatnos e mais pe-
gas a ello appensas, relativos ao bieunio que
terminoii em 3) de abril ultimo, lirijnm-se
< secretaria da referida companliii, na -lo
Cabug Q, 16, que lhes sern f*rit ct-
dos. a
Escriptorio da companlii do ll-iiorbe,
21 de agosto de 1873.
0 socrel.irio,
Luiz Mu noel llodvvjiLes Volenp.i.
Sociedade de beneficencia
martima commercio e ar-
tes.
Por ordi'in do presidente sao convidados todos
os socios da mesma para ecmpareceivni em rea-
nio do assemblea geral em 31 do corrente, s fl)
horas da manh, para se tratar de negocios ten-
dentes a mesma, de conformidade cora o artgir
53 n. 2 dos nos os estatuios.
Sala das Bessoes da sociedade de beneficencia
martima commercio e artes, 28 de agosto de 1873.
O ser re'aria
Romao Jos de Foutcs Fen'az.
Companhia de seguros Uti-
lidade Publica
A directora convida aos Srs. accionistas a s*
reunirem em seu escrtptoro ra do Vigario The-
norio n. 6, segunda fe ia l" de selembro a urna
llora da tarde, aliin de elegerem a comralssao de
examc de contas.
Recife, 27 de agosto de 1873.
Candido C. G. Aliwfordo.
Edital n. 50.
Pela inspectora da alfandega se faz publico-que
fica traasfprida a arrematacao das mercadorias
abaixo declaradas, annunciadas por editaes ns.
44 e 16, para as 11 horas da manli.-i do da 1 de
setembro vindonro, porta desta reparlicao.
52 chapeos de pello de. lebre abatidos, que fa-
zam parte da caixa marca J. S M sem numero,
vinda do Porto na barca p rtuguera Vencedor.i,
entrada em 16 de jalho passado, abandonados loa
direitos por Joaqom de Souza :>laia, no valor ofll
cial de 173J333.
Marca G P 15 caixas. rom fruclas, vindas no
vapor francez Fi7/c de Rio de Janeiro, abandona-
das aos direitos .por Antonio Gomes Pires.
Alfandega de l'ernambuco, 28 de agosto de
873.
.OSmpectoij
Fabio XdeC. Reis.
(]< iishI(!o k INirliigal
Por este consalado sao chamados oa credores
do espolio do fallecido subdito portuguez Miguel
Ferreira Carreiro, para receberem seus crditos,
segundo o rateio procedido.________________
Hospital militar desta pro-
vincia.
Precisa se de serventes nesta reparticao ; as
pessas que quzerein prestar dito servio com a
paga de 25i mensaes e urna ra.ai conforme de-
termina vembro de 1814, comparesam na secretaria do
mesmo estabelecimento s 10 horas da manh-t
dos dias nteis.
H'spital militar de Pernambuco, 28 de agosto
de 1873.
O escrivao,
Avelinn Pereira da (lunha.
AMIXISTRACAO DOS CORRE10S DK PEHXAM-
B( 30 DE AGOSTO DS 1873
Malas pelos vapores Mandah e Ip juca
a companhia pernamlmcana.
A correspondencia qne tem de ser expedida
hoje (30), pelos vapores acuna mencionados pan
os portos do sul at o Aracai, e para os do nui (
at a Granja, ser recebida pela maneara se-
guinte :
Macos de jomaos, impressos de qualquer natu-
reza, "e cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, cestas at 3 l|-2.
pagando porte duplo.
O administrador interino
. s Vicente Fenvira da Porciunculi.
IHEITi
Gymnasio Draiiiaiieo.
EMPRKZ.V
Espinea k SVaane.
Sabbado 30 de agosto.
BENEFICIO DE
SILVA BASTOS.
Representar se ha
Carneiro Villela:
o importable drama do Di'-
MAONS
e es
.iCLARACOES.
N.
8. Francisco Mala Crtas,-nraa
la dita por
N. 5- Barthulomeu Franpuco de
Souza, sobrado do d'ju andares '
a loja arrendado ludo por
Tra,vaasa.4o Queimado.
Joaquim Coalpo Ciato,.um
abtmdo-de.trea andares e Joja ar-
reando tudo por
N. K. Recolhment da Gloria, um
7201,800. ..jotrado de tres andares e loja ar-
336#W0
380^000
720*000
.i:i*,o#ooa
O Ilhn. Sr. inspector da theannraria provin-
cial manda fazer publico que em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. preskl nte da provincia de
25 do correlo, vai novamenie a praca no dia 4
de setembro prximo futuro, para ser arrematad
a quem mais der, o sitio dos Remedios adjudica-
do a faz-Mida provincial por 3:7oOOOO.
Os prelendentes a esta arrematacao compare-
cara, na sala das se>oes da junta da mesma the-
souraria pelo meio da cima indicado.
Secretara da ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 27 de agosto de 187M.
O offlcial maior.
M. A. Ferreira.
Estrada de Ferro Pa-
nieiise, no Para.
Tendo a asserabla geral do3 accionistas da
Companhia Urbano,A* mtrod* de Ferro l'artttnse,
autorisad a venda desta empreza, a comralssao
eleita para este im recebera propostas pasa a
compra da mesma al o dia 10 de novembro pr-
ximo, no Para, pedendo os proponerles bbter des-
de j as cironkees, e cxamlnare^fj os estalutos,
bem como os relatnos da r'jmpan ia de 1870,
1871 e 1872, no escrrpior!Ay d English Bank o
Rio de Janeiro Lim'rted.
Jizo d(y fejto.s da fazeiida.
(Kscfivao B"anJir.)
Sexta-feira li do selembro prximo fuiuro, de-
pois da-respectra aodienoia, as 11 horas do dia,
ir rpjaea por venda o seguiflle ;
Entrara os Srs Thomaz, Penante, Draga, Silva
Bastos, Crrela, Mximo, Henrique, Paiva e L\ra,
e Filonila, D. Henrqueta, ma.uns e povo.
Principiar s 8 1-2 horas.
THEiTRO -
--
Domingo 31 de agosto
As 6 horas da tarde.
Recita extraordinaria ofliereeida aos amantes d,
espectculos da tarde e em favor dos cofres do
thomaz ranucA
Grandes nnvidmlcs !
Una |>und"^n om regra! !
Risotus e ^a r^a lii> das t?
Depols que a orehestra liver executado as nia-
gestosas e deslumbrantes quadrillias da.
ESPADELLADA
representar-se-ha a comedia em 2 actos do cou.-
sclheiro Aleudes Leal
4 allhada do barita'
logo depois o artista Wavio, sahindo d> sen t<",
exibir a uiaitoJnMMU^lo uppUidida scen.v
cmica ,
0 SR. DQMQS Fflfii 00 SERIO
que por sor wriaTnpp bengala viola e cania ii.i
tira o chorsdinho
Non que, non que,
Non que bem a cu,
Yaya ora me males,
Quem pardo son tu.
Segir-s-ha a muito jocosa comedia em 1 acto,
ornada do mostea, cbmpesUpelo artista Penant.
e intitulad \
# mis .

A rasa terrea n. 110 to- rea fraparH. coro X)
palmos Je frente c oi ditos de fundo, 2 sata
quartos, coznha interna, quintal cm aborto dkmf-
foreiro) avahada em 600 para pagamento- da
ex.ecn.9a0 contra Silvestre Leurenco do Btphitov
Sauto.
dem 11. :), da rua de S. Franeisco em Caxangi.
oora ?J palmos de fente, 40 dejando, 2 satas* 3
quartos, cozioha for.i, quintal cm aborto, cons-
truida de taipa, .om terreno foreiro, avalia-la por
400J, para pagamento da execucao contra ViCentrt-
Ferreira da Costa Miranda.
dem n. 22, da travessa da praia do Furto, coHk
10 c meio palmos de frenle e 33 de fundo, l sato,
2 pequeos quartos, coznha interna, eui mo es-
tado, avaliada por 600J, para pagamento da exe-
cucao contra Mara Joaquina do .Nast-UnecuvBar-
bosa.
Rccife, 26 de afmio de 1873.
O solicitador da fazenda provhicil, J. t'inn:m
Correa de Araujo.



/.
\

'
4



~m

Diario de Pemambuco Sabbado 30 de Agosto de 1873.


DiRtribiH^o
Gregorio Jeremas da Lapa, ne-
gociante fallido tratando de
divorcio
fiamaino l'efrigerio da Paixo,
capitn da milicias reformado
gratando do casamento
Amando, ui**> ehupista de ho-
tel
Um pregoeiro, aaicrira de lote-
Ta
Dionisia, tiiillte? d"o Gregorio
Nesld comedia o Sr. Pauso eh?io do paixao po-
ra a calva a mostra 80 Sr. Gregorio, sendo dopois
descabellado por elle para provar o titulo da O-
media.
- Represcntar-se h mais a sceua cmica pelo Sr.
Penante e intitulada
0 defensor di classe caixeiral.
Sr. Pnanle.
Sr. Flavio.
Sr. Lyi%
?f. HaitOM.
I). Filonilla.
te, e na vpera e dia do leilao as fazendas e mais
bens, na mesma loja.
E agora escutem lodos t
Ninguem se espante!
Querem saber ?
Pecha o espectculo,
A tosca
comedia chamada
A ROSCA
Personagens.
Conegundes, mestre escola que
nao d bolos Sr. Mximo.
I'antalea, esposa do eujo e que
justifica a parte final do sen
nome D. Maria.
Casmurro, que a murro ensina
o que nao sabe Sr. Penante.
Alcaide, que nao alcaide Sr. Braga.
P.seavio, meirinho por falta de
gente Sr. Lyra.
Gregorio, cabo que da cabo do
mestre Sr. Correa.
Joaosinho, menino delicado Sr. Wwoiw,
Manduquinha, menino mal-
criado Pr. Flavio.
Chiquinbo, o chupa assucar Sr. Hennque.
Zezinho, menino de eolio Sr. Bernardlno.
Meninos, soldado, pov), etc.
Razo da cousa.
O Espiuca, achando-se em serias difculdades
para contentar a toda* as pessoas que elle deseja
3ue veobain ao seu espectculo, e que se acham
vididas em dous partidos, un dos quaes quera
que elle flzesse benelicira, nrde e e outro nou
te, resolveu dar esta recita em seu favor, Picando
para logo o seu beneficio.
ATTEMO
No fim do espertando liavr trens e bonds pa
ra todos os pernos da linha.
Gi-iiiipanHfi americana c brasilera
k |tplcs a vapar.
Al o dia Ia de selembro esperad- dos portos
do jul o vapor americano errimark, commanJan-
te Wcir, o qual depois da dem >ra do ?*H*
seguir para os portos do "rle.
Para fretes e passagons, trata-se com ~ agentr
Henry Forster & C, ra do commercio n. 8
Aracaty com escala por Manat, sahe nestes
oito dias o novo o superior hiate .milla da Cruz,
capitao e pratico Caetano da Costa, tem seu car-
regamento quasi completo, para o resto trata-se
com o consignatario Antonio Alberto de Souza
Aginar, ra do commercio n. 60.
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Sabbado
i,
E
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com muita brevidade e palha-
bote Rosita, por ter alguma carga tratada e para
a que Ihe falla trala-se com os consignatarios
Joaqnim Jos Gonealves Beltrio & Filho : ra
do Commercio n. 5
Para a Baha.
Pretende seguir com muita brevidade o palha-
bote nacional Jorra Arthvr, tem parle de seu
carregamento engajado, e oara o resto que lhe
falta trata-se com os scus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & G, no seu escriptorio
ra do Bom Jess n. 57.
'^z
' AS 8 MOKAS EM PONTO.
Lictini ti vani.-ute
ILUSAS Krtl$Em0l8
DO
m i\ m ni
Aviso.
Depois do espectculo de sabbado liaver 'rem
para Apipucos e pontos intermedios.
Santo Antonio
SOGIERtRE PARTICULAR
CLUB DRAMTICO.
Segunda-fe ira 1 de setembro
Espectculo concedido eni
beneficio do
I! spital Nra II.
Depois que a orehestra dirigida pelo distincto
maestro e Sr. Calas tiver executado una sympho-
nia de seu variado repertorio, exhibir se-ha o dra-
ma em 3 actos do acadmico Domingos Olympio
Braga Cavalcanle. denominado :
TIMCA DE NESSIS.
Terminar o espectculo rom urna comedia.
A soeiedade acadmica Club Dramtico, resol-
veu dar este espectculo em beneficio do hospital
Pedro II, com o intuito Ce suavizar a sorte dos
homens pobres, desvalidos e doente, desla porfo
da humanidad'.1 que mais reclama o valimento dos
felizes da trra e a compaixo dos poderosos, cer-
ta de que o publico, generoso uotao nao dei-
xar abafar-se os seus mBbmbIm de caridade.
Aviso.
No intervalo do drama para a comedia ir urna
commisso aos camarotes receber as esportulas.
Depois do espectculo havera trem tocando em
todo3 os pont'is.
Principiar s 8 \\i horas.
(.'!iii|i:;iiii Franccza de ^ave^a
Cua vapor
Linha memo! entre o
Havre, Lisboa, Pernanihuco, Baha,
Rio le Janeiro, (Santos, smente
na volta) Montevideo, Buenos-Ay-
res, coin baldeaco para o Ro-
sario).
TILLE DE RIO DE JANEIRO
Comoiandante Fleury
E* esperado dos portos do sul at o dia 3 de
setembro prximo, seguindo depois da demora
precisa para o Havre com escala por Lisboa.
Recebe carpa para Antuerpia em direitura, e
para Liverpool,por baldeacao as expensas da cun-
panilla.
Rclativamenle a freles, encommen las e passa-
Seiros, para os quaes t?m excellentes a.-coiiniio-
acoes por presos reduzidos, traa-so com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. DOLIVEIRA & C.
l-Ruado CommorcioEntrada pela ra
do Torros.
m,&
0
PE
2 uaixa OOiJi clij grado.
TKRCA-FEIRA 2 DE SETKMBRO
AS II HORAS-DA MANIJA.
O preposUi do agoute Pestaa ari I* lio pr
omia e ri-co de qnoin fk-rteneer, de 10 caixa
com clw grad', djsenib'ircadas ulliniaueutf. as
quaes ser o vendidas teivtfoira S de ei.mbro.
ao correr d marinllo, 11 hoa- >U nuui,s-
No arma*'ui do Anuos, A4hs> "allandega.
Preeisa-se alugar un
preto de meia idade: nesta
typpgraphia.
5(1,01111 US.
Boa gratificac,o
Perden-se hontem (13 do eorrente) na cidade de
Olinda das 6 para 7 horas da tarde, urna pulseira
de ouro de. lei, tendo a fita arrendada com urna cor
fusca, no centra tem um lacn rujas {mutas sao era-
vadas de. pernlas, no centro dele urna grande es-
meralda quadrada, ac iinpanliala de cada lado
com urna peroia ; perdeuse a mesma do oilao do
Amparo em sepuiment a mestna na, Qualni Can-
tos, Ma'hias Ferreira, subida d heceo que sahe
em S Pedro Velho, ra de S. bVnto >l a enirada
do becco Porto Seguro, dahi ao voltar ao paleo da
Riheira eladeira lia mosma : raga-se a quem achar
e quenndo rcMituir, dirija-s zt> oHo do Amparo
casa grande, que tem um portao ao lado, ou no
Recife, largo do Paraiz-t w. t. I* ou andar,
que se graiilicar limito generosamente : pede-ae
aos Sr-. ourives. ou quaesqtier ontra |iessoa a
quem lor oll'ereida, fai.a o favor de afpreheuder,
e l.(\a-l;i a qiu Iquer um d'-s lugares indicados.
AVISO
Cunvid'i a todos os Srs. socios da ^nciedade H
Terpsichore, a teunireni-se no recinto da mesma
no dia 31 do crreme pilas 7 li)-a> da anule
afifll A- se tratar definitivamente da dissohirao
Helia, que ja por vetes se tem annnn*iado.
Secretaria da Sx-iedade R. Terpsii-hore 27 de
agoslo de 1873.
Lopo!do LMartha,
Vicepresidente.
C^ Aluga-se barato urnas meta apilas, novas,
na travessa das Rarreiras, bec-n* do Aqumo : a
tratar na ra do Cotavello o. 15.
Aviso.
Os abaixo assign-dos ardan ao publico e espe-
cialmente ao corpo do commercio, que es;ahe!e
ceram nesta cidade tima ea*a commrrcial desde o
dia |. do eorrente; pyrando a firma de viuva
Osorio & Alhuquerque, da qual so n Jos Pinto Coeiho.de Albiiqnerque
Ico, ti de agos-odelR7:.
Maria Adelia Osorio.
Jos Pinto Cnelho de All'iinerq:ie.
A renda-se ra da Aurora n. 6S, a pn prie-
dale Barra de Serinhaem, sita no litoral da
freguezii deste nome. '-eir mar e teira-rio; cer-
cada de bastantes coquei ros, com rendas do solo
a cobrar ; muito propria para planta^oes, pesca
rias, e para esta lie lee.imento d seceos e molha-
do.
Porto e Lisboa.
Recebe passageiros a barca portugueza jVeM
Sytnpathia, para os quaes tem excellentes cora-
modos : a tratar na ra do Vigario n. I, primei-
ro andar, escriptorio de Hallar, Oliveira C
4VISOS MARTIMOS
o
Porto e Lisboa.
Recebe carga a free mdico a barca portu-
gueza JVooa Sympatla : a tratar ra do Viga-
rio n I, primeiro andar, escriptorio de Rallar,
Oliveira A C._________________________
~ COMPARHIA lERNAMBC(14]SA
DE
Viivesfieilo eos teira a vapor.
FERNANDO DE NOKONHA.
O vapor C/oud,eom
mandante Martins
seguir para o porto
cima no dia i de
setembroz s 11 horas
da inaiiha.
Recebe carga, en:ymmcndas e dinheiro a fre-
e at a vespera da sabida, e passageiros at as
10 horas : no esiriptorio no Forte do Mattos
n. ti.
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouca demo-
ra o hiate Olinda por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e para o resto que lhe
falla, tratase com os consignatarios, Joaquim
Jos Guncalves Reltrao & Filho ra do Lom-
mercio n. o
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a barca portugueza
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Lirio Soares, ra
do Vigario n. 17
Para o Porto.
Acha-se proposto para seguir com a maior bre-
vidade o brigue porlngiiez Uniao, para o que re
cebe carga, e tratase com os consignatarios T. de
Aquino roncera & C. successores, na ra do Vi
gario n. 19, 1.* andar. ______
PiCIIC STEAM NAV1GATI0H COM
PUN
linha quinzcnal
O PAQUETE
LLIMUI
esperase da Europa ateo dia 31 do correte,
e depois da demora do coslume seguir para o sul
do imperio, Rio da Prala e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, encomtnendas e diubei
ro a frete.
OS AGENTES
Vt'lKon;Rowe A C.
liRA DO COMMERCIO14
COMPAHAIA ALLIAHC& MARTIMA
PORTEKSE
LISBOA E PORTO
A tarca Venadora, capilao Oliveira. segu via
gem por todo o mez de agosto.
Recebe carga e passageiros : a tratir com o
consignatario Tito Livio Soares, ra do Vigarir
a 17.
Para Lisboa
pretende soguir3eom pouca demora a escuna por-
4ugneu Chritina, de I* classe, capitao Loureiro,
por ter a maior parte de seu eamfamento enga-
jado; e para o resto q.e lhe falta trata-se cora os
consignatarios Joaquirr. Jos Guncalve Beltrao 4
Filho, raa do Commercio n 5.
1 {io de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo, sahir com brevi-
dade ; para carga, trata-se' cora Pereira Vianna
& C. na ra da Vigario n. 7, primeiro andar.
Para.
A barca nacional Malina sahir cora brevida-
de ; para carga trata-se com Pereira Vianna A
C, na ra do Vigario n. 7.
IeiloeT
LEILAO
DE
70 saceos cora arroz avariado d'agua rio
mar, marca A F C.
ftegnnda-feira 1 de setembro
AS 10 HORAS DA MANHA
0 preposto do agente Pes'ana far leilao por
conta erisco de quem perteneer, de 7u saceos
com arroz avariado d'agua do mar, vindos de Li-
verpool no navio inglez Duchess Suthtrland, des-
embarcados ltimamente, segunda-feira 1 de te-
i.'inlii' j. s 10 horas da raanha.
No armazem do Annes, defronle da alfandega.
V^OB FRANCEZ
RA 1)0 BARAO DA VICTORIA
lV. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcada
Para aboaconservacao
LEILAO
DA
armneao, balcSo e fazendas da loja da ra
da Imperatriz n. 40.
TEIICA-FEIRA 2 DE SETEMBRO
s 11 horas.
O agente Pinto cumprindo o mandado do Illm.
Sr. I)r. juiz especial do commercio, levar a leilao
no dia e hora cima ditos, as mercad irla i que
constituem a n assa fallida de Mendes & Carva-
Iho, existentes na loja da ra da Imperatriz n. 40,
onde se effectuar o leilao.
Os pretendentes poderao desde j examinar o
inventario que se acha em poder do raesmo agen
Escravos fgidos
Desappareci-ram do ensenho uraaribe Simiao,
cabra, de idade de '2 anno, eahello de cabo'olo,
a to rosto eompridn, ulboa grandi s, tendo as pal
pebras superiores um pouco descidas, nariz chato,
orelhas grandes, barca regular, bei?o finos, tem
na face direila una i".|!ieua marca e na esquerda
abaixo do olho'um ligeirn i-.ho;|M!s e mSo* bein f i-
tos e grandes, lodo* os denles, sendo limados os de
cima, lilho do Planeo e fui all escravo de Manuel
Roques da Puntera, noradur na vilU d Mise-
ricordia, sendo que foi tainhem du um lal Lopinho,
que all tambem morador ; tem barba smente
na pona do queixo, mu ligeira bigode.
Herculano, cabra att >, de uiula anuos, solteiro,
com principio de c>H7.inheiro, lilho da provincia
da Parahyba, no lugar Garuad, foi escravo do Dr.
Salnstino Gome' di Silv' ira, que all m na, e aqn
foi de Jos Alves da Cruz ; i em fuo de p* a
maos, rosto oval e descarnado, usa barba a Ca-
vaigna olhos pelos regulares, e expr^-sivo-, cabel-
los pouco carapinhis uariz grnsso do vetas largas,
boc-a pequea, e todus os deute<.
I. lurenco, lilho do lugar Urub, abaixo doDni-
3ue, fui escravo de Antonio de Arauju, qae o ven-
eu a Bastos Tenonio Bezerra Cavalcaute, morador
em Barreara, tambem da comarca do I! jige, foi
aqui vendido por Arcebiades ; cabellos carapi
nhos, ps e maos grandes e bem feilos, olhos gran
des, barbado, beicos grossos, nariz grnsso e ineio
afilado. Pede-se a todas as autoridades polu'iaes,
aprehenfio delles, assim como graillicassu bem
a qualquer particular qne os levar no inesmo enge-
nho ou no Recije, a ra Nova n. 8
DE
VOSSO CABELLO

^r^v
"S -'
Olinda
Aluga-sa urna boa casa na rna da Praia de S.
Francisco n. ti, com i quartos,uingabintle.2 salas,
despensa e eozinha fra, quintal, banheiro : para
tratar na ra d Mrquez de Olinda n. 22
Trabaihador
Na botica na larga do Rosario n. 3i precisa-
se de um trabaihador.
AO COMMERCIO
Justino Gome* de Almeida scientiflea ao respei-
tavel corpo do commercio que comprou a taverna
sita ra do Leo Coreado n 2, livre e desemba-
racada de qualquer onos, cuja taverna pertencia
ao Sr. Maximiano Jos Ferreira : se alguem se
julgar eom direito a reclamar, queira faze-lo den-
tro do prao de tres dias, findos os quaes nao ser
attendido R-cife, 25 de agoslo de 187.1
Para honaent.
BOTINAS de bezerro, corda vio, pellica, lustre e
de duraque com biqneira, dos melhores
fabricantes.
SAPATES do be erro, de cordavo e de case-
mira.
S \ PATOS de lustre com sallo.
SAPATES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, charlol, oastor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de odres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
AP .TINIIOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor e de trau'.a.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para menino*.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavo.
ABOTINADOS e sapaloes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOs de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Motas a Napoleao e a Guilherme, perneiras e
indias perneiras para humen e raeias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france-, ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balando, de braco, de guerni-oes,
ufas jardineiras, mezas, cjnversadeiras e costu-
reiras, tudo isto nwito bom por serem fortes e
leve, e s mais proprws movis para saletas e ga
nete* de reiTeios.
No armazem do fapof france;, ra do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de ebegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff & : no
vapor francez, ra do Baro da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fios extractos, banhas, oteen, opiata e pos den-
trilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina,, florida, lavando, pos de arroz, sabonctes,
eos neticos, muilos artigos delicados em perfuma-
ra para Dresent?s com frascos de extractos, cai-
xinhas surtidas e garrafas de differentes tama-
nluis d'agua de cologne, tudo de" primeira quali
dade dos bem conhecides fabricantes Piver e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo de ditTerciites gostos e
phantazias.
Espelhos doiirad 's para salas e gabinetes.
Leques para sen hu as e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurca.
Caixinnai de costura ornada cora msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixin' as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntea de plaqu muito bonita? para relo-
gio*.
Brincos a iuiit ieo e botoes de punhos de pla-
qu
Bolsiuhas e cofres de seda, de velludo e de con-
rinho de cores.
Novos objectoa de phaatazta para cima de mesa
e toilette.
Pinrinez de cores, de prala dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarniedes.
Bengalas de luxo, canua, com ca>toes de mar-
fim.
Rcngallas diversas tm grande sorliinento para
bouiens e meniuos.
ChiiMtinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
I'onteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din eiro.
Meias para homens e para meninos.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alle-
mAi's e francezes.
Malas, bol. as e s|"-co8 de viagera de mar e ca-
minbos de ferro.
Argolinhas de marfira para as criancas mo.de-
rem, bom para os denles.
Bercos de vimes para embalar crianzas.
. i tinhas de vimes para braco de meninas.
Carriuhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venecianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para caudieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoraraas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidr>s.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para HuminacSes de
festas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Maclunas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas
Tesuurinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantenras.
TJnteiros de lou;a oranca. modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qual ros.
Quadros j promptos com paysagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
taannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, ra do Bario da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desojar de lodos
os brinquedos fabricados era differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a precos mais resumidos que possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora ra Nova a. 7.
Ceslinhas para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegadns
ao armazem do vapor francez, cna do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
Elle um preventivo su^uio e cerlo contra
a calvice.
Elle d e restaura forca e sanilade polleda
cabera.
Elle de prompto f to$sar a tfjuedfl prema-
tura dos cabelles.
File d grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posico que se deso-
je, n'um estado formoso, liso e'macio.
Elle faz creseor os cabellos bastos e compri-
dos.
Elle conserva a pclle e o casco da cabeoa
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cnbeca n'um estado de fres-
cura refrigerante c agradavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadieo.
Elle nao deixa o menor cheiro dcsagrada-
vel.
Elle o melbor artigo para os cabellos das
crianzas.
Elle o melbor e o mais aprasivol artig
para a boa conservad-Do o arranjo dos ca-
bellos das senliorns.
Elle o nico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOL'CAOR DE SENHORA SE
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEMO
TNICO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se venda nos estabelecimentos de
H. Forster & C, agentes. E em todas as
principaes lojas de perfumaras e boticas.
Escravo fgido.
Fugio da casa do abaixo assign; do, no dia 2'
de agosto do correte anuo, o seu escravo de Bo-
rne Manoel, com os sigues seguintes : preto, esta
t^ra regular, costuma" usar cavaignac pequeo,
ha"tanto ladino, foi ^scraw de um italiano masca
te, com o quH'endia n*>(l.'7.as, levando a qoa-
tia do tQS casa fo.4P"b<$'\ v. ra de Santa Rita. n. 6,
pie sT reconii^u ..lo.
-.________ llilarmino Alves Arxa.
Pugio do entrenlM Araeagy, con marca do
Cabo, o escravo l'edro, com os signaes seguin-
tes : alto. Mece d crpo, |>s grandes, |rnn
linas, olhos brancos, tem falta do um dente na
frente, ten marca! de chicle as oslas, repre-
senta ter 2 a .i anuos, crioulo bem preto. Foi
preso em Janeiro do eorrente anno na comarca
do Itamb, e presume-se qne para ali fnsae outra
vez. Recompensa-ne bem a qualquer pessoa que
o pegar e lvalo ao engenho cima referido, ou
nesta cidade nos Afogados a ;Felippe Carneiro
Rodrigues CampcUo.
!ir-rev se um humen) para copeta) on ajn-
dante de eozinha, assim como tambem para
criado de sala : a tratar rna de Lomas Valen-
tinas, outr'ora Aguas Verdes n. 15, taverna.
10:000T^
Precisa so da quantia cima com nns juro m-
dicos, dando-se hypotlieca em urna propriedade
e engenho avahado em 3fi:000j, moente com a^-ua
e eorrente, livre e desembaracado de qualquer
onus ou divida e desonerado, no lugar denomina-
do narra, freguezia do H nulo ruga-sr a pessoa
ue lhe convier lal negocio dirigir se ao lugar da
enominacao cima que encontrar com quem tra-
tar.
Aluga se a casa da rna de General Seara,
antiga do Jasmim n. t5, com dnas sala, quatro
quartos, eozinha e grande sotito : a tratar na mes-
ma ra n. :t'J.
H
Trumpho da
WU MENGA!


r't^.:
*3S'

TODOS DIVS
A QUALQUER HORA
Corx'ja gcladii c miras kHte
VIANDAS
E DOCES PARA LANCHES
NA f.ONFF.ITARIA DO
CAMPOS
24:. Ra do Imperador 24
Precisa-se aiugar metade de urna casa na
freguezia de Santo Antonio, sendo familia, para
outra comporta de mnlher e marido : quem tiver
annuncie. mi dirija-se na de S. Jos n. 5.
Aluga se a casa terrea da roa do Principe
n. 20, com bastante enramo tos, quintal e cacimba,
murado : a tratar na ra do Bom Jess, outr'ora
da Cruz n. 31, l. andar.
AVISO.
as
Attencao
Offerece se urna senntra portugueza recente-
mente chegada para ensinar meninas em algum
engenho, on nesta cidade, ensinando instmceao
primaria, bordados de todas as qualidades. flores,
etc. : quem precisar dirija-se a ra da Impera-
triz n. 3, loja.
Em tem pos modernos nenhum descubri-
mento opeuromnior revoluco no modo de
curar anteriormente em voga lo que o
PBTORAL DE AUGUIUITA
TANTO NO TRATAMENTO
DA
Tosse, Grupo,
Astbma, Thisica,
Rouquido, Resfriamentos.
Broncbites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
ExjMjctura;Ao de Sangue.
Como em toda a grande serie de enferm
dades da Garganta, do Peito e dos
Orgtos da respiraeo, que tanto
atormentan) e fazem sotTrer a iuiiuauidade.
A maneira antiga de curar consista geral-
mente na applicaro de vesicatorios, san-
gras sarjar ou applicar e\teriormente un-
gentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;
cujos differentes modos de curar, nao faziam
seno enfraquecer e diminuir as forens do
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais fcil e certa para a en-
fermidade a destruido inivitavel de sua
victima Quam ditlerente pois o effeito
admiravel do
PBIIOSAL DE NACASUITAl
Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica o suavisa a dor,
Allivia a irritado,
Desenvolve o entendimento,
Fortifica o corpo
e faz com que o systema
desaloje d'uma maneira prompta e rpida
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina do Berlina
testificara serem exactas e verdadeiras estas
relacoes analgicas, e alm disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as qoaes foram curadas com
este maraxilhoso remedio, sao mais que sufi-
cientes para sustentaren) a opinio do
PEITORAL DE ANACAHITTA I
Deve-so notar que este remedio se acha
inteiramente isento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, emquanto que alguns
destes ltimos, e particularmente aquelles
que sao dados sob a forma de opio, e aci-
do hydrocianico, formam a base da maior
parte dos Xaropes, com os quaes to f-
cilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A composiyao de anacahuita peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a dse que se
toma s d'uma colher pequea, bast
geralmeute applicacAo d'um ou dous fras-
cos para a effectuac,o de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas as b' ticas.
H. Frosters & C, agentes.
O abaixo assignado declara que sao de nenhum
valor dous recibos pelo mesmo passados ao Sr.
Bellarmino Alves Arxa, de quan'ias pelo abaixo
assignado recebidas daquelle, em virtude de serem
taes recibos relativos a transaceees hoje completa-
mente exlinclas. Recife, 1* d agosto de t873.
_____________Clarindo Graciano da Silva.
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baratos.
Oleado bonitos e muito baratos, para cima de
meta : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
rio da Victoria outr'ora Nova a 7.
Aviso
O Sr. J. A. M. da Silva appareca ra do Vil-
conde da Goyanna, sitio do portao n. 63, a negocio.
FUGIO
da casa do abaixo assignado no dia 14 de agosto,
do eorrente anno, o seu escravo de nome Paulo,
com os signaes seguintes : preto, alto, magro, ps
grandes, tem no rosto bastante1) espinhas, foi es
cravo do Sr. Joao Valentim Villela, em cuio lem-
po se oecupava no offirio de pedreiro. Quem o
pegar queira lvalo, on a casa de detencao, en a
ra de Santa Rita n. 5 que ser recompensado.
Balarroino Alves Arxa,
Aluga-se
Alnga-se em Olinda, muito perto do banho, no
largo de S. Pedro Apostlo a casa n. 10 : a tra
tar na rna Nova n 3, no Recife.
O o
-I
CK
Est encouracado!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
scrivao na cidade de Nazareih desta provincia, o
favor de vir a ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometKu a
realisar, pola terceira chamada deste jornal, em
ins de d zembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevi-reiro e abril de 1872,e nada cumprio;
8 por este motivo de novo chamado para dito
im, pon S. S. se deve lembrar que este negocio e
ie mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho se
acha va nesta cidade
Carros de luxo.
E' inqueslionavel que a cocheira da ra do Bom
Jess n. 15, de Joaiuim Paes Pereira da Silva, a
qne tem as iraHiores berlindas, calecas, meias ca-
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
panlhas de auimaes, arreos luxuosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gusto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo snt-nfi-
car-se da verdade do'que deixamos dito, certos de
que nao e^contrario pomada, e sim reaudade c
commodos precos.
Roupa por medida
Bastos Irmos, estabelecidos roa Duque de
Caxias n. 88, havendo feito urna grande reforma
na otlicina de alfaiate? scientificam ao reapeitavel
publico e especialmente aos seus fregueses, que
actualmente estn habilitados a encarregar-se de
qualquer obra relativa mesma arte, visto que i
frente da respectiva oficina se acha o bem conde-
cido e insigne artista Lanriano Jos de Barros. E'
ocioso fazerem aqui o elogio de que o Sr. Lanria-
no credor, porque o publico desta cidade j o tem
apreciado em sna arte. Portante aquelles que se
dignarem de enneorrer a sen dito estabeleeimento
acharo nao s a maior pontualidade no desetn-
penho de ene mmendas, nomo amenidade no tra-
to, alem da reducn de precos.
0
* MEDICO-CIRURGICO
m do
0 Dr. J. M. Curi
M Rna do Marque? de Olinda n. 3, pri-
^ meiro andar.
Consnlu das 9 horas *s 11 da maulo.
0 Chamados a qualquer hora.
9 aH**s** ***;
j,


.
'
,-
i
r
i
. i
?*
V
^


I
Diario de Pernambuco Sabbado 30 de Agosto de. 1873.
Ir

Cozinheira.
Prorisa se do urna ana que ja perfeita ne scrvico c .|uc tenha boa nndutia : n tratar em
Sanio Amaro oni seguimeuto ra d'Aurora n.
171.
- Pn-cha-.v.- k un.! Mita >lc Triin .-. ni
na ru.1 da iVn!i.-> i,. -., \ .]-.>,
uihu
MEURON&C.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e msios botes,
pois que os ha de rap de ontra fabrica nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc se pode
confandir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURONftC.
pe |uena familia
16, i. andar.
it % >! ..< mu amas.
sendo nina liara r-ngniuinar
e fazer muros serviros do-
incsli.-o-., e ontra para cu
ziihnr lavar, enveasa de
ua ra do jipii.arihe n> 40.
Precsate de una ama para
itiaz
quartel de polica, sobrado D.
Attcncao ,
Jlo Baptisla Caslanna convida w-s nvdoros de
seu irraao Amonio liapiista Casiaiilia, al ecido .'ni
l'tia no dia o Jo rrrcnnj, a apre-eitar Miau eou-
J(i* iw na .l.i Msjrv .!Ii*w n. i. *crtiiri .!
' :i Ir. na .'. <
-- *J .. :-----------________
> l:l;i t
> 3 m .
4lBya
il i Ma
p *.i- ii' tiliu l-ijii. a
lamine paia lanho
-i :.'i:
...:us |"i
!
A lyl \ o servico de duas pesoas: a
PHECISA-SE de una
que saiba cozinhar para
___ urna familia de duas
fiMJ BrM pessoas: no pateo do
Paraizon. 28, 1. e 2.a andares.__________
Precisa se de ama ama pa-
ra pouco servico de casa, que
lave e c zinlie para duas pes-
no largo de S. Jos n. 81f|____________
A ti i Precisa se de una ama que
IWI \ saiba engomniar e fazr compras
l'l l i ribeira
norio n. 3, 3.' andar.
AMA
soas
ra do Vigario Te-
AMA
Offertce-se nma portugue-
za para engommar e coser em
machina, e d abono sua
conducta : qnem precisar dirija-se travessa do
Ocidente n. 20, prximo a estaca. dos bonds (Fora
de Portas).
A 11 1 Precisase de nma ama que
11'I \ M,la be,n 'nhar, forra ou es-
i l fl. era va : a ra Nova, loja n. II,
paga-se bem.
ATTENCAO.
Do dia 23 dn crrenle niez de ago-to em diante,
haver venda leite puro pelo preon de 400 rs.
a garrafa, todos os das as 8 horas da manha, no
becco do bilhar dos arcos, junto a botica homoepa
thica na ra do Imperador.
Garante se a qualidade.
ALUGA-SE
a i-< *.>:
i'.i i. ;.' tj ii.o; >< I
u.i;aa ., i: :,,!.> : ,|iu!i:i {
#ici pi"! iiI,- fa /;rli, se
..lana u A villa, na tiyve/sa dv Remetw
Para o Sr. AiH-ni;. Hitmlmu Afiv* \ Goili
exisle un.a caria na l:.'-s.i:iraria das le.tcr.as. .
Manoel Francisco Ponies, possuido da niaior
dor convida a todos seus prenles e amigos, para
assistirem as missas que no labbadu 30 do cor-
rate s 7 l|S horas da manliii, manda celebrar
na matrii d. Corpo Santo, por almajo sen ex-
tremoso pai Jos Francisco Lopes, fallecido em
Portugal no dia 31 de julho prximo pastado, MV
tecipando desde j seus sinceros agradecimentos
pr tao caridoso obsequio.
mmtmm -----mi
Hospital portuguez.
A junta adtuiuistraliva do hospital portuguez
de benelicencia em Pernambuco, tendo de man-
dar celebrar no sabbado 30 do correnle as 7 ho-
ras da manlia, na oratorio do niesmo hospital
urna missa de rquiem pela alma do fallecido bo-
neinerito visconde de Loares, convida para o re-
ferido acto de religiao, lodos os socos oeste hos-
pital, os prenles e amigos do merma finado.
Hospital portuguez de beneficencia em Pernam-
buco, 26 de agosto de 1873.
Lu/. Dnpral,
_ Secretario,
. Baro de Vianna
Pedro Vicente Vianna tendo de mandar cele
brar nina missa pela alma de seu pai o Baro d
Vianna, fallecido na provincia da Bahia, roga a
seus colle/as prenles e amigos, que comparecam
no da 1* de eelembro s 7 horas do dia na igreja
de S. Francisco,_ afim de assistirem esse acto de
piedade e religiao.
IIlilil intl i>i'iT,|jni lymilm-rrjCTyaj^i
Catiecismo, aos meninos.
0 rnoclho (lin-cior da ..,, Lalho-
Mr.i Ortbedtxn Pernambocaoa lesolvco de confor-
in.lado com .,|iifdi-|i> (-fljlstul.n da me>ma
Mj"!e.J;i.|.'. ni. ir nata ii; ir>] ,,- ,-, i;M-isii.i
''"' |,,|;- 'v- :' -,i- -i,. ;:i ,j,
*rr s (J;i lair, f. ,',.,
i ': ilJ *-: :i;.. ;;; i. l> f i ,,, fc 'r,,
, \\..
'|i^.' pi i,, i-..,i e.eirrfao
! l'-pi ri\ p,-,, i
Kl.i fii-inicciri cti.' i i
i -
' II !''' .. M.,,, ,1
direi-i. r, -or niermoiid
ni^riK-car. ru,> 6 j>H" r- c: !.i nfio so aos mu-
n:ii-.- filaos ;l s !cs|k'iliv,.s sucios, mas a qoacs-
qiier ouiros que dola se queiram aproveitar, lica-
ra a cargo do reverendo padre Flix Barreta de
^ascon.vllos, qne generosamente aceitouo aesem-
nenho de tao .importante tarefa, concorrendo dea-
l arte, na .u- li.la.le do socio erecliva da mema
socicdaile, jora o preeuchime .to d5 nin dos mais
importantes lins a que ella c pr.ipc, e que np-
portonameote se -ornar exttnwo s demais fre-
guezias da capital.
G conselho director convida p.% os eatholieos
a maniarem seus fllhos ao lugar e hora indi-
cados.
FNIC10 DO BOWMANl
RA DO BRUH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de eogeabo e outros agncohores, em pregado res de m
tioismo o favor de orna visita a seo estabelecimeoto, para verem o novo aorlimeoto
ompleti que abitem; se o do todo superior em qualidade e lorti.lo; o qne com a ios
(MCfio pess al pde-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FGNWCAO
1Tanni*Aft A rniina H'ao"na dos mais tU0'erD8 ystemas eem ta
f apuros O XUUaS U ag(i maohos coDvenieotes para as diversas
circamstanciaa dos senhore proprietarios e para descansar algod3o.
Moendas de canna S? 8 tamaDh09' a8>,bore8 iDe ^
Rodas dentadas para 3Dimae8-agoa e vapor-
Taixas le ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machiaismos
Bombas
para mandioca e algodio,]
e para ferrar madeira.
Podendo todos
'ser movidos a mi
por agoa, vapor,
de palele, garantidas........ |oa anioaes.
Todas as machinas e peca de qQe 8e *****precisar-
de macbiismo, a preco
mn resumido.
Paz qualquer concert
f?fil*mn VlPfiTTiniATllQ Iocumbe-se de mandar vir qaalqaer aiacb'oismo von-
1-iill/tiIliUlOlilta.o. ia(je os dieoteg, iembrando-lhes a vaotagem de fazertm
mas compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qnalquer necessidade pode
k prestar auxilio.
Ara des americanos e iD8lroDneDt08 ^^
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O
1MP0RTWT SALE
Para os pas de familia
Fortunata Fontes, moradora no 2o andar do so-
brado n. 16 da ra doCabug, faz lembrar que
ahi continua com sua aula de instrueco prima-
ria para o sexo feminino, onde com muito gosto
e delieadesa ensina a ler, escrever, contar e gram-
matica uaciunal, e tamhem os trabalhos de agulha
je bordados de ti das as qualidadas, os quaes julga
dispensavel numera-los; ensina tambem fazer llo-
res com muito gosto, pois tem disto muita pratica.
Tambem ensina msica, piano e franeez aquellas
meninas que seus pas Ihi queiram dsr mais
compleU educaco. Accei alumnas externa e
internas, afflancando hora tratamento e preco
mais cemmode que em outra qualquer parte. Na,
mesma casa trabalha-se para fra em flores Unto
linas como .rossas,e tambem bordados a otro de
la de alto relevo, e croch; ludo com gosto e por
barato preco._________
MORAUIA'UU
ASSISTENtf,
Precisase de um priraeiro andar ou segundo
na ra do Imperador ou suas immedia;5es, pelo
qual se permuta um segundo andar no principal
ponto da ra do Imperador, cujo aluguel nao
excede a S00i, e serve nao s para morauia como
para cartorio ou escriptorio : a eutender se na
confeitaria do Campos n. 2i, ra do imperidor.
As pessoas que tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoluto que fica nos fundos das
casas ns. 18 e 20 da ra da Florentina, onie exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limitase at
ra de Santo Amaro, podem entender-se com o
droprietario na ra do Hospicio n. 35.
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, cnsul portuguez
de 2' elasM e en arregado que fui do consulado
de Purtugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
tes, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como portuguezes, que tem o sen escriptorio na
ra Primeiro de Matcon.23, andar, antiga ra
' do Crespo onde pode ser procurado todos M
das nao santificados, das 9 horas da manha as 4
da tarde.
Troca se um sobrado de dous andares e
sotan, chao proptio, por um de ora andar, ou mes-
mo por casas terreas que seiam em boas ras e
que nao estejam desconcertadas : a pessoa que
llie convier o dito negocio dirija-se ao pateo do
Carmo, sobrado n lo, segundo andar, que achara
com quem tratar o dito negocio.
Mobilias de aluguel
Aluga-se constantemente mobilias completas e
qualquer traste separado : na ra do Baro da
Victoria, armazens de mobilia de Antonio Domin
gues Pinto ns. 57 e 58.
o segundo andar do sobrado da ra
62, grande, caiado e pintado de novo
Sentalh Nova n. t.
da Guia n
na ra da
To the Inhabitantes of Pernambuco.
GHEAT BANKRUPT SALE
OF
DRAPERY.
LUIZ.
Owing to the late disturbance in Europe, raused bv tlie Franco-Prussian War, the well-known
Firm of Messrs. Wilsos, Dance & Co. of Manchester, England, Bemg Baukrupt, Messrs. H. W.
Appletos & C wl dispose of by Prvate Sale, a large portion of the Stock belonging to the late
Firm, con^isting of
C1AITHS.
ENGLISH MELTO.NS, BEAVERS
Scolehlweeds, Cheviots, Frcnch Cloths, Cassimeres, i C.
Tharo wlll also be offered a larso Stock of
ENGLISH PRLNTS, CALICES WELSU FUNNEL, LA0IE8' KID BOOTS AND
SLIPPERS.
To which the assignees would respectfully cali the attention of the Public to the followine -
LOW PRICES, viz : -
A Large quantity of Enghsh Prints which will be offered at
.V. fl.-We would
ajso
id. per yard.
'ni. t
I2<.
6s. per pair.
2i. tid
6d. per vard.
FRE.NCR and
PAISLEY
of English Calices
of Welsh Flannel.....................
Kid Boots............................
Kid SDpers.........................
English Kicking.....................
cali particular attention to the larg lot of .
hHAWLS of the Latbst Desicns and Fi.nbst Qualities, which will be offered at a Great Sacrifire ;
a large assortiment of PRENCH and ITALIAN SILKS ; also, IRISH POPLIN DRESSES manufactu-
ra! by the celebrated Phim, Bros, of Dublin.
A LARGE QANTITY OF RBMANT3 OF ENGLISH AND FRENCH BROAD CLOTHS.
vlcltons, Beavers, Tweeds, Cassimeres, etc., which wil be sold in lots
to suit Prvate Famil.-s, at eonsiderablr.
BELOY MANUFACTURERS PRICES.
N. B.The Assignees have engaged the servicos of Twenty Salesmen, who will offer for inspec
(ion and sale, porons of the above Goods and from the low pnces at which they will be oflered
ihey feel confldent of a gpeedy clearanee. Owi Pbice will be charged from which No Abatemen-
will be made.
The Above Goods Can be Seen at 99, ra do Imperador
Frena 9. A. M. To pm,
FOR A FEW DAY0 ONLY,
H. W. APPLETON & Co. Assignees.
Aluga-se urna casa na ra de Mathias Ferrei-
ra, com quinul e cacimba : a tratar roa do
Amorto n. 37.___________________________
Alagase urna casa na ra da Praia do Cal-
dereiro n. Si : a tratar na roa do Livramento n.
%%, loja.
Attenco.
Precisase fallar ao Sr. aiferes Justino Lopes
Cardi.n: roa do Lima em Santo Amaro n. 10.
Offereee-se ama moca portugueza, hbil pa-
ra qualquer aervico de pequea casa de ponca
familia : quem precisar dirija-se ao becco do Ve-
ras confronte ae n. 0.
No dia 9 de agosto do correnle nno desappa-
receu do engenho Mega de Baixo, na freguezia
de S. Lourenco de Tejucupapo, comarca de G>>yan-
na, o mulato Luiz, natural da Parahyha, que re-
presenta ter 25 annos pouco mais ou menos, cujo
mulato tem mi e nm irmo moradores no Reci-
te e tem os signaes seguintes: ps grandes, ca-
bellos meios carapiahos, urna costura de um ta-
lho n'um braco e o signal bem visivel do dedo
pollegar da mo esquerda cortado -uasi ao meio,
proveniente de um golpe de foice descacando um
coco. Elle sabe ler al.zuma cousa. Presmese
que dito m lato ande pela cidade do Recife. A
quem o apprehender e conduzir ao referido en-
genho ou ra da Cruz n. 30, se gratificar ge-
nerosamente.
0*4 $*$*$$*
* Consultorio medico eirurgico
9k DO 0
Di". Americo Vespucio.
xk Ra do Bom Jess, antigua 0
da Cruz ii SG. Ia andar (%
Chamados a qualquer hora, e para *
fora da cidade. 0
Consultas de I hora s 3 da tarde. fy
Gratis aos pobres.
Especialidades: 9
Partos e molestias da uretra, nperacao A
dos estreitamentos pelos precessos os
mais modernos. Q
*
*
m
0
000000 0000 0001
Precisa-se de bons offlciaes de barbeiroTT
roa da Cadea do Recife d 51, i* andar!
Arrecadagao de dividas.
Antonio Jos Goncalves de Azevedo, arrematan-
te legal e judicialmente pelo Illin. Sr. juiz especial
do coroinercio, da massa fallida de Araujo Cam-
pos & C, ra d<> Mrquez de Olinda n. 50, ou
ir'ur.i Cadeia, roga todos os senhores qne
tiveram transaecoes com a referida firma d'ora
em diante virem realisar ditos dabitus roa
do Livramento n. 31, isto sem perda de lempo,
do contrario sero chamado* pessoalmeme pelo-
jornaes mais lidos desta cidade, e finalmente pelo
juizo competente.
Arrenda-se, ra da Aurura n. 65, o enge-
nho S Gaspar freguezia de Serinluem, com
partidos de mauapi e pal, mu prximos da
moenda, cora madeiras e mangues bastantes, per
to do embarque, dando-se para tse arrendainento
algn < annos da fago morto.
Caixeiro.
Na loja da Casa Forte preeisa-se de um menino
para praticar em faaendas : a tratar na mesma,
defroote do Corre a roda.
C0MPANHIA
DOS
TRILH0S URBANOS
DO
Recife Olinda.
A corue$ar do mez de setembro, haver
nos domingos e dias santificados, para Be-
beribe, um trem s 10 horas da manh, at
que a concurrencia de passageiros prove essa
necessidade : regressar ao meio dia.
O gerenle interino,
L. J. de Miranda.
Joo Nepomuceno Dias
Barretto.
Os pralicantes da thesouraria de
fazenda, convidara a todos os pa-
rentes, compauheiros e amigos do
fallecido Joao Nepomureno Dias
Barretto, para assistirem a una
missa, que pelo repouso cierno do
uiesmo finado, ma2dam rezar no
convento de S. Francisco, pelas 8 horas do dia
I." de setembro, stimo dia de seu passameuto.
Garanhuns.
Na ra
fallar aos
Jos Paes
resse.
do Barao da Vieloria n. 36, precisa-se
Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto e
da Silva, a negocio de particular inte-
Constando ha ver no domingo 31 do cor-
rente, em Olinda, corrida de boi, a compa-
nhia expedir, alem dos trens ordinarios,
os extraordinarios que a necessidade dos pas-
sageiros exigir.
0 gerente interino,
haurentino Jos de Miranda.
Feitor
Precisase de um feitor que entenda de servico
de Hurla e jardim : no collegio da Conceico a
ra de S Franciseo u. 7.
Pioce-
nez
Perdeu-se um pince nez de ouro, para homem,
da roa do Capibaribe para a ra da Aurora, es-
quena da do Conde da Boa Vista : quem o tiver
achado, querendo restitui-lo, tenha a bondade de
lvalo a ra de Capibaribe n. 40, onde se grati-
ficar o Ira bal ho.
Lic,6es de piano.
Urna senhora portuguesa, ch.'gada ltimamente
de Lisb ia, offerece se para dar lindes de piano em
rasas de familia e por pre.-n razoavel : podendo
dirigir-se ra da Aurora n. S, primeiro andar.
ESCRIPTORIO
COMMERCIAL.
Ri da Prala, 2.
ASWOV
Loiz Felijipe Leite Intuios
Executain por commissao quaes uer ordens das
provincias do reino, ilhas provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outros paizes estran
geiros.
Recebera consiguacao gneros nacionaes, co-
loniaes, hespanhes, francezes, inglezes, allemes
e do Brasil, ou niesmo de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou fra delle.
Executam ordens para compra e venda de fun
dos publicos, nacionaes e estrangeiros. Tratara
da cobranza dos respectivos dividendos.
Promovbiu no mesuio escriptorio, inventarios,
liquidaces, causas civeis e commer-ciaes, appel-
lacoes e recurso de revista.
Tem os melhores advogados na capital.
Para os negocios de natureza especial, como
causas forenses, administra cao de bens, etc., que-
rendo-se, pode proceder, accordo previo conforme
a natureza do negocio.
Soiicitam-se dispensas matriraoniaes e quaes-
quer outros breves apostlicos concedidos env Ro-
ma on pela Nunciatura em Lisboa, annullacao
de ordens, e quaesquer outras dependencias dos
tribunaes da Sania S.
Tratara da arrecadaco de herancas e admims-
tracii) de bens no continente do reino.
Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
Fa>e h adiantamentos sobre consignacSes de
jua. squer gneros que tenham prompt sahida
nos mercados inglezes ou allemes. Tambem com-
pran! aquelles que se offerererem em condi^'des
vantajosas.
Fazem transarles por consignacao on compra,
sobre miuerios, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
condicSes de qualidade e preco?.
Do-se boas referencias em Lisboa e nn Porto.
Esta ca a tem correspondencias serias em todos
os pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
burgo, na frica portuguesa, em Macan (China)
reino di Sio, ilhas dos Acores e Cano-Verde,
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
Ihe lorem feitas por correspondencia effectiva on
eventual.
Na nvKlicidadt de sas commissfxv, na exacti-
do de suas onlas e no crdito longamente esta-
beleeido faz consistir toda a garanta de hom aco-
Ihimento.
Tem eorrespondentes em Sevilha e outras pra-
cas de Hespanha.
N. B. Ai commissoes s5o reguladas pela praxe
desta praca
Previne se a quem interessar possa, que no
engeaho Pedr iras, situado na cidade de Goyan-
na, existe nma bypotheca de nove a 10 contos
de ris, pelo que n-o pode seu proprietario ven-
de lo sem qne primeramente nao se ache deem-
baracado daqnella h.potheca, o que se declara
paraem tempo nenhara allegar-se ignorancia.
Da-se costura ie alfaiate e paga-se bem ;
aasim como, se vende nma vasca turma com cria,
a nm cento de t bicas de bamba : a tratar na
roa de Hortas n. i 10.
Desappareceu a 27 do corrente mez o preto
escrvo Benedicto, de 20 annos de idade, p meo
mais ou menos, estatura baixa, corpo regular,
sem barba, ualural do Para, d'oude veio para ser
vendido por ordem de sen senhir Manoel Jo-
Lonrenct) de Carvalho, e ebegoa aqui a 27 de ju-
lho prximo passado nn vapor Para ; levou vesti-
do camisa branca de algodiozinho nin ponco en-
xovalhada e caifa de algodo azul escuro desbo-
tada, em um sacco urna camisa do riscado azul,
urna calca de cor araarella j usada, urnas bolinas
e urna navalha : qnem de'le sonber e der noticia
exacta ou o apprehendor, e conduzir casa n. 7
da ra do Senhor Bom Jess (amigamente Cruz)
n. 7, I" andar, ou ao sitio e ra a n. 16 da Passa-
gem da Magdalena, ser generosamente recom-
pensado; e desde j se protesta contra quem o
tiver sednzido on Ihe der agasalh).
Ao publico.
Fernando Paes de Almeida Lins accitou a sen
pai Jo.\o Paes de Almeid Lins, proveniente de
arrendamento do engenho Caramur por 3 an-
nos, tres lettras venciveis, urna de l:30u00i> em
maio do corrente anuo de 1873, segunda de 2:000
em maio de 1874, e a terceira de 2:"000"0 era
maio de 1875 Dando-se o fallecimento de sen
pai e credor, entrou o annunciante para as parti-
Ihas amiga veis com a importancia da referida pri-
meira lettra, a qual assim paga foi Ihe entregue
com mais as duas que se Ihe seguiam, considera-
das sem vali 1ade, por haver sido considerado sem
mais elfeito o arrendamento do engenho. Ditas
tres lettras, purin, desappareccram do poder do
annunciante, que, para prevenir duvidas futuras,
faz publico o prsenle.
Engenho Caramur, em Porto Calvo, provincia
das Alagoas, 19 de agosto de 1873.
Precisase de nma possoa que saiba coser e
(iigominar, prefere-sc que seja cscrava : na roa
do Visconde de Goyanna n. 101.
Escravo fgido.
Fugio do engeuho P,o, da comarca de Palma-
res do termo de Agna-Preta, no dia 2S do mez
i assado, o escravo Antonio, crioul. idade 38 a 40
annos, barbado e esta j pintando de cabellos
Crneos, meio bezudo, ollu.s nm pouco 'l.raucos,
levou vestido camisa de algodao azul, calca de ris-
cado, chapeo de hala parda; foi comprado na
cidade do Recife ao Sr Jos Domingues v-aia
morador em Apipucos; julga-so ter ido para Ca-
maragihe em Porto Calvo, no lugar S.Luiz, d'.mde
antes de vir para o Recife foi escravo de Manoel
Lins Carneiro de Alhuqnerque, que o venden an
Sr. Jos Paulo lollio o este ao j diti Jos Do-
mingues Maia, ambos desta cidade : quem o ap-
prehendirou livor noticia, leve-0 ao proprietario
do engenho .-.cima, ou no Recife a Genuino Jos da
Rosa a roa de Pedro Alfonso, artiga da Praia, que
sera generosamente gratificado.
Saques.
Cunha Irm.os & C a ra da Madre de Dos n.
34, sacara sobre o Porlo.
um batcd'T : no largo do Pa-
Precisa-se de
raizo n. 21.
ec&i

Trastes. 9
%
Compra se e vende-se trastes novos
e usados : no armazcm da ra do Im-
perador n. 48.
$)$ s #^ @ 9 @ 9
Compra-se
urna eolbo (bicho) de raja do Porto, com tan tu
que seja nova c toda branca : na ra dos Pes-
cadores n. I i se dir qnem compra.
"~"" VrAS.
Aluga-se
Para os banhos salgados urna boa e espacosa
casa terrea ra de S Beato em Olinda muito
fresca, com terraco atraz, porto ao lado, com
gaz e agua : a tratar ra do Amorira n. 37.
Aviso
Acha-se abena urna loja de pintor e imaginario
disp..sicao- dos Srs. freguezes, offerecendo-se para
contratar quanta obra appareca ao seu cstabele-
cimento, com a mior vantagem que possivel, e
de admirar pela baratera, cono sejam : doura-
mento de igrejas ou capellas, e imagens de todos
os tamanhos, cyrius e. cruz para irmandades, ban-
quetas para altares, e tudo que for de sen offieio
e de admirar tanto pela perfeico como pelo preco,
do mais moderno e melhor gosto que possivel.
Quem quizer dirija-so para villa de Bezerros que
l encontrar Manoel Adolpho Silva Ramos, que
os receber com todo agrado.
MEDICO.
Augusto Trajano de Hollanda Cha-
cn, doutor em medicina pela Facul-
dade do Rio de Janeiro, ch^gado ha
pouco da Europa, ni Je nos melhores
hospitaes dedicoti-se aos estudos de
sua profissio e com especiahdade s
operacoes e s molestias dos olhos, tem
o seu escriptorio na casa de sua resi-
dencia i ra Duque de Caxias, antiga
das Cruzes n. 9, 2 andar.
Consultas das 7 as 9 horas da ma-
nh.
Gratis aos pobres.

0
m
t
i
%
Fu

glO
do engenho Bento-velho, em Santo Antao, em dias
do mez de julho prximo passado, o escravo Ma-
noel, de 40 annos <*e dade, prete, bem parecido,
falla mansa, dentes perfeilos, e barbado ; foi escra-
vo do Dr. Ishello, em Limoeiro, e dp Joo de An-
drade Lima, em Malhadinha : a pessoa que o cap-
turar e levar ao dito engenho ser generosamente
recompensada Se for preso perto desta cidade
pode ser entregue aos Srs. Alvares Quintal & C.
ra Bario do Triumpho n. 56
Aula particular de primeiras
lettras para o sexo femi-
nino.
Quiteria de Almeida Bastos, Bmlaasora paiticu-
lar de primeiras ledras, autorisada elo'Exm. Sr.
presidente desta provincia, avisa ao respeitavel
publico e com especiahdade aos pas de familias,
qne abri urna escola particular fie instruccao pri-
maria ra do Crespn n. 14, segund i andar, onde
recebe alumnas, timo internas coma externas e
meias pensionistas, assegarando a aquellos qne ihe
confiaren! suas (ilhas todo o interes.se no adianta-
ment, quer das materias qne constitum a sobre-
dita Instruccao. quer do que lar coHcernente aos
trabalhos de agulha. -
Pjr engao de igual none se tirn ama car-
ta do crrelo vinda c Eampa para Joa^uim Dias
Martins : qnem for seu dono dirija-se ra do
Marqu'-i do Hexval n, 134, que loe ser entre
gne.
Nao duvidem
S na ra do do Crespo n.
20, loja de Guilherme &
C. que se podem vender
as azendas abaixo, pelos
precos seguintes:
Lasiuhas escocezas a 240 o covado
Ditas de hstras padroes novos a 280 o covado
Dilas com hstras de seda i 400 rs. o covado.
Alpacas com hstras a 300 rs o covado.
Merino assetinado para roupas a 360 rs. o co-
vado.
Chapeos de sol de seda com cabo de osso a 8<.
Algodao de listras americano com pequeo de-
feito a 3.0 rs. o covado.
Rrins pardos e de cores a 400 e 440 rs o covado.
Brira br.inco lona a IJ600 a vara.
Cambraia preta com listras e flores brancas,
proprias para luto, a 24" rs o covado.
Dita- finas de cores a 230 rs. o covado.
Cntone para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado.
Chitas rxas e de cores a 200 e 240 rs. o co-
vado.
Grosdenaples preto de cordo a 2*400 o covado.
Colchas' adamascadas a 3 >K) e 4*.
Ditas de croch a 54.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Cobertores de l escuros a 2/.
Lences de bramante a 2j.
Ditos de algod a 1J400.
Toalhas alcochoadas a 6* a duzia.
Len;os de cassa com barras a 1 duzia.
Ditos ditos de abainhados a 2* a duzia.
Ditos de esguiao a 3'-.()0 a duzia.
Cambraia lisa a 3* e 41500 a peca.
Dita Victoria fina a 3i800.
Cortes de casemira fina a 3*.
Atoal' ado a 25 a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de linho,
pelo diminuto preco de 38*000 a duzia 3*500
cada urna.
So na loja de Guilherme Se C, roa do Cros-
po n. 20.
S' aw Hawkes & C, roa da Cruz n. 4, ven-
den! machina de cortar fumo e machina de picar
carne.
A 300 rs. o covado !!!
Bareges de quadrinhos, fa'enda inteiramente
nova no mercado, pelo diminuto pro.o de 3iO rs.
o covado; pechincba : na ru.i do Queimado n.
43 cni frente a pracinh.i. Dan-?e .imostrns.
duzia
6^000
a b^suuu a
Toalhas folpudas e alcochoadas pelo diminuto
preco de 6*000 a duzia. Sao grandes, na ra do
Queimado n. 43 cm /rente a Pracihha.
Vende-se 60 palmos de terreno em Belm,
cadeiras e urna banquinha de Jacaranda : ua
ia dn ChristovAo Colombo n. 12.
Olha elle.
A rosa branca recebeu um lindo sortimento de
b >i /.cguins de lindas cores, para senhora e vende
a i001 o par, todos vendem 7* : s na loja da
Tita da Impe airii n 56, loja de 4 portas.
de tratar na ra
Yende-sc um piano a mogno
da Ceiicordia u. 145.
cores
Superiores sedas de
a 1$500 o covado.
-Ch'gou i occasiao de se fater um bom vestilo
p ir pouco diuheiro, co uprando-se siiperiores se-
des dn cor.-s a 1*500 o eovado : s na ra Du-
qye d>; Caxias n, 88, loja de Bastos Irmaoe se en-
contra desta pe.:hin:ha._______________
Ra da Santa ('ruz n. 42.
Vende se eOa propriedade n chaos proprios :
a tratar na roa do Duque do Caxias i. 73, 3.a
andar
Sobrado era Olinda1
Vende-se o sobrado de ora andar n. 8 u la-
deira da Ribeira em Olinda, roedMcado i a psuco
lempo, muito fresco e proprio para quem preci-
sar tomar banli s salgados : a tratar na ra do
Bom Jess n. 49.

-,

I





m
6
Di&rio de PoraaibucD Sabbado 30 de A^to'ldorl8 GRANDES NOVIDADES
Em fazendas de gosto
NA
LOJA E ARMAZEM DO PAVO
N. .60 Ra da Imperatriz N. 60
Dfi
PEREIRA DA SILVA & GUIMARS3
Os propnetarios deste importante estabelecimento, participam ao respeitavel publico
desta cidaile e aos seus numerosos freguezes que acabam de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos do sonhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das molhores fazendas de le, que se vendera por precos muito era conta, so
com o ll;i) di*.apurar dinheiro.
As possoasque negociam em pequea escala, neste estabelecimento podero faier
os seus sorti.nentos, porque se Ihes >ender pelos presos que compram as casas estran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se levar em
casa das Exinas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aborto das G horas da manba s 0 da noutu
As*!!zail emits de lasiuias 0 PvoBSosPtioS,o ,.p d.
Europa, burnoos dos mais lindos gostos
que at hoje sao conhecidos e em relajo i
sua excessiva barateza, convidam-se as
Exmas. Sras. para verem o que ha de mais
novidade neste artigo.
MAMANTES PARA LENCOES.
O Pavo vende superior bramante de al-
dasralsTindas lazinhas paiT^ido" des* 8odotendo 10 palmos de largura, queso
nhoras ed; indinas, com delicados padres Precisa de 1 /4 vara para um lencol a
raidos e grados, que vende pelo baratissi- 1560 metr0 ou ^800 a vara.
mo prc<;o do 300 rs. o covado, por haver Dlt0 dc linh no superior e mudo en-
gran le pon ao. E' pechiucha, narua da corpado, com a mesma largura a 2400 a
mporaii n. 60, loja do Pavio. vara;
NOVOS VESTIDOS A'2 DE Jl'LHO POR Ditos francezes muito Anos a 2JJ500 e
120000. 13?000.
O Pavo recebeu um cleganto sortimento' 1>e^ai d Hamburgo e panno de linho, ten-
dos mais lin los o modernos cortes de cam-,do c in 20 e 30 varas Para tods os P*C<
braia para vestidos, sendo a oso da corte o e quahdades.
2 do jullio, com os mais bonitas eneitos, e 1)llas do, bretanha de puro linho, tendo 30
tendo bastante (astada : assim como baba- Jardas. Pelos Precos mais baratos que se tern
dos, rendas, reciffiz e oiUremeios, suffieien-'vist0-
tos para as guarnces, e vendo pelo bara-1 Pccbnchas do finissimo esguio ou silzia
to proco do 12O000 cada corte. Na loja com 6 jardas a 7J&000.
M rs.
Na loja do Pavo.
LAZl.NUAS A 300 RS.
LAZLNHAS A300RS.
LAZINHAS A 300 RS.
O Pavo recebeu um grande sortimento
do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
UZINHAS BORMADASA 400 RS.
O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lazinhas transparentes com
florinhas, bor iadas, tendo de todas as cores
inclusivel rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo prec,o de 00 rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da lnipcratri/. n. 60.
LAS M0DERSAS.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
lzinhaslislradus sendo das mais modernas
que tern viudo ao mercado, pelo baratissimo
prooo de 560 e 600 ors. o covado. E' pe-
chinoha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 61).
ALPACAS LAVR \DAS A 640 RS. O COVADO.
Chegoq para a loja do Pavo um elegante
- .i i'i das mais lindas alpacas lavradas
t !o as coros ;uajs modornas que
fin io para vestidos, e vende-so pelo ba-
1 proco de 640 rs. o covado. E'
|
ia I 'ja do Pavao.
c.A. : lS ;;av::/\s a oo e co rs. o
METRO.
0 avio i'ceb'U um magnifico sortimen-
niis lindas cassas l'rau ezas, de cor,
o nos 'o.lis bonitos desonh s midos e
tdos, tendo pa I roes oscuros e outros que
serven) para lulo, o vende* a 600 e G40 rs.
tro ou 3 ">9 e 400 rs. o covado.
LAZINHAS MODERNAS-COM LISTRA DE
SEDA A OiOrs. e 15200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
da las com listras de seda assetinada, sendo
asmis modernas que tom vindo ao merca-
do e co.n as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos procos de 640 rs e 13200.
Assi.n como outras muito bonitas com listras
sem sor de se la,que vende a 500, 640 e 800
rs., tolas estas las sao modernsimas. E'
pechiucha, na loja lo Pavo.
i'U-U;, ix 3-11, 0,330c360rs.
O Pava recebeu um grande sortimento de
chitas I c iros fias, que ven le pelos bara-
tos prec, s de 240 c 2S0 rs. o covado. Ditas
escuras fazon la muito superior, com novos
padroos a 320 e 360 rs. o covado.
Pitas muit i linas padrees claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
leu el a a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tetado de entone, fazen-
da muito superior a 3.0 e 400 rs. o co-
ra lo. *
Ditas ] aftesq miudinhas, proprias para
roupa do crianzas a 360 rs. o covado. E'
pechi ichay na loja do Pavo.
B5 i a 500 rs. o covado.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais moderos baptistas de cores com
padres mi i-inhos e grados sendo proprios
para / ti los e roupa de enanca, pelo bara-
> de iOO rs. o coado, alfianran-
do soi grande pechiucha I
Cum-i.ss da camUraia.. ulifaanno-
vidade, a J5OO.
O Pavo recebeu pilo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
ba'ahos ricamente bordados, temi fazenda
sufciente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os rnais modernos que tem
vindo ao mercado, e pola sua excessiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s sonho-
ras debom gosto.
Ditos com babados de cor, tendere20 me-
tros do babd s a 935000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Imper
jatriz n. 60
CORTES DE" CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato prec,o de203fe 30^000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com listras assetinadass que
vende pelo baiato preco de 6#000.
Ditos cim listras d cores, tendo 8 varas a
4$ e 59000. E' pechiucha.
ESPAItTlLHOS.
O Pavo recebeu um grande sortimento
de espartilhos tanto para senhora como para
menina* ue vende polo barato pre.o de
000.
Ditos muito1 frnos a 49 B 59000. Sao dos
mais moderaos qu tm vtn lo ao mer-
cado.
CA.MUU ABBRI'As A m O 109000
O Pavo roee%n^imwngarrtc'sorh8ianto
das mais linas caiahraias .brancas, abortas,
bordadapura veatiaV,-qua-vende pelo barato
re?o de 9 e 109090io onrt, tendo faienda
astant para vestM*1. E' pechincha, na leja
do Pavo ra da Imperatriz n. 00.
Peras de finissima silozia cora 30 jardas
a 352000.
Atoalbado adamascado com 8 palmos de
largura a 23?000 a vara.
Calcas do cnsemira.
O Pavo tem um grande sortimento de
calcas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos c em azeuda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vonde-se por barato prec.o para apurar di-
nheiro, assim como caigas de brim branco e
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 19800 E 29000.
0 Pavo vende duzias de longos brancos
abain'iados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 29000 a dUzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a l?800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 3?000,
Dito de cambraia branca, sendo em pega
a 35600
MEIAS CREAS A 49 E 53>000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiascruas, ia-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 69000, 79000,89000 e 109000,
e um grande sortimento de meias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLO FRANCEZ a 69000 E 79000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que sempre se vendeu por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo prego
G9000 e 7JS000, por ter fcito urna grand
compra. E' pechincha.
Algodfiozinko a 4?000.
0 Pavio vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
49 e 59000.
Dito largo muito cncorpado, proprio para
toalhas e lences a 63000 e 79000.
CAMRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 23500
39000.
Pegas de dita muito fina, cora 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 e 69000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O PaviO tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
bataneo, para ditas de guarnigo e para so
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 69 E 89000.
O Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 69 e 89000.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato preeo de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muilo razoaveis.
CORTES DE PERCAELES COM DUAS SAIAS
a 49000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E'pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 5900O.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Perei'a da Silva & Guimaraes receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeitis decr, proprias para senhorai garan-
tindo-se serem das mais modernas que ba
no morcado, assim como a boa qualidade,
Fior terem sido remettidas por um dos roe
hores fabricantes de Pars, e vende-se peib
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 60 e 89000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 9 e 89000.
Ditas de um panno s e cora muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos .prego,
de 29000 e 29500.
Ditas cera guarnigio de pregas e borda-
dos a 39500.
Algodao entestado a 19000'a
vara.
O Pavo vende algode americano enfes-
tado e muito encorpado, proprio para toa-
lha e lences, pelo barato prego de 19000 a
vara.
. Dit i xancez sendo trangado e muito en-
corpac, pelo baratissimo prego de 19280 o
metrp.
Caseimh-as a 09000 e 9OO0.
0 IPavo vende cortes de casarnira frauce-
za,, sendo fazenda muito superior .que sem-
pre se vendeu por mais dinheirp e Mqui-
dam-se a 79000 o corte.
Ditos a 69000.
COMO S.\0 LINttOS! \
Os lequcs lodos de madreperla,, braaeos e de
cores e quo irazero o disticoUNIAO cm lliras
tambem de madropcrola em alto relevo, tor-
nando-se por isio apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERA.NCA ra Uuquo de Caxias n. 63
(antiga do Queimado) quem os tem.
Sa de tartaruga ,
Os brincos, broches, meias adereoo, eruie%
coraces e cassoietas, que estao oxpostas S boa
escolha das Exmas. (amantes do eliique) vende-se
na Nova Esperanza, ra Duque de Caxias
n- 63.
Aos menino*
A Nova E-penm^a ra Ehique de Caxias n.
63, acaba de receber uni'ilrJo 'sortinunto d bo-
rneas demuitu qualidade, vindo entffc ella as
engranadas bonecas de borraclu, assiai-. tambem
ama pequea quantidade de bonecas mata que
se tornam apreciadas peta sua navidade.
E&em til
A Nova-Esperane* ra Duqqo de Caxias
63, lecebau vefdaeiro citiienlo inglut, prera
gSopar concertar porceliaabefi uiil.
Vestido perdido
MiUs veas uro,vestido tonin-se inteirauncnia
feio, somenti' pop-estar mal 'enfeHado : a Nova Es-
peranza ra Puque de Caxias n. 63, remuve
este mal; porrpie es(.l)BRi' pnvMa dos jnelljaro*.
galdes e franjas de todas cores, ond* pude e
colher-Mi ventada, sobrasabiodo, mUf esta as.
moderna franjas masatcas,tama peb sua variedar
de de cures, fiea beov em quasi toda a lamidas.
A ella antes que se acabem.
Bolas d borracha
VeniJeoi-so de todos os tarnanhos a ra .Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
CabeUos bruuty$.stm.jqpt&n
qme-
A Nova EtjpiH-anca ra Duque de Caxias n.
68, acaba de receber a..verdadeira tintura do Des-
nous para tingir os cabellas, o que so consegue
(empreesndo-a) com muita faeilidade,.a por este
motivo, cabellos brancos s tem i'jiujiii quer.
EstoTig, moda-,
Oeintuioi's de coura, proprisfiara senhoras,
Se recebeu a Nova Esperanca a na Duque de
lias n. 63, estao, sim, senhora, este-na moda I
Se cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
ou para outro fin apropriado, aeaessario ir
Nova Esperanca ra Duque de Cavias n. 6,
que all encontrareis os, nplbaces poMs 'ouquels
que se pode desejar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer oa .cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de reaeber aova remessa da apreciaTel agua
florida para fazer os cabellos prctos. O boiu re-
sultad* colhido por quem tenv.feito uso dessa
inoJTeasiva preparago a teraaltameiit^ conceima-
do, e por isso apenas se faz lemprar qt^m no-
vamente della precise e queira se aproveitar de
sua utilidade. Taulwm vio agua, do. topaaio e
oleo florido para o me$rao;US,.p to aciediudos
como aquella.
Voltas, e briacoa do grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do Duque dj Caxias n.
50, reuebeu novas e bonitas Vultas e brincos de
grosso aljofares de cores, e como sempre couti-
nna a vende-las par prQfo commodo.
Notos, diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas, dourados e com pedras, tanto para nieina
como para senhoras.
Collecces de traslados ou
normas para es,crever-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeH novas colbfccSes ou normas para as crian-
gas aprenderem a escrever por si musmo, hoje to
usadas mas aulas e collcgios; e como gemgre vai-
de-as por prd;o commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
n. 50, receben novo sortimento daiuellas t$o pro-
curadas meias cruas para senlnra, vindo igual-
mente para meninas,, e contina; a vende.-]s.- ,por
precos cominodos.

Veos ou mantifras pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos vcus ou mantinhat.
pretas de seda, cotu flores, e outras .a. itnitafa/j.del
croch, e vende,ap pejo* harat|s, proro .*. 34,
11 e 6ooo. A- tiz*n estado, pelo qae mtiHoa a ter prompia ex trac-
cao J
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coiuridpf.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, receben novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o quo de certo
perfeila novid d. A quantidade pepnena, e
por isiso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminaa,
A loja d'aguia branca roa Duqne de Caxias
- 50, receheu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de- l e seda, fen-
neitadas com arniinhft, obras estas de rmrito gosto
e nteiramente novas.
Ra di) RarAi da Victoria n. 22.
* DE
Caro'o Vianna.
~;i .\' est grande estabelecimento tem che-
gado umijjoaa sortimento de-machinas para
costura, de ledos os autores mais acredita-
dos tiltiliumente na Eurupa, cujas machinas
sao gara|id perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qnalquer-partt desta cidade, como bem as-
sim' concerlaJas pelo terapo tambem d'um
anno serardespendio algmn do comprador.
Noste estabeleeiinento t nibeiii ha pertencas
para as raestus machinas e se supine qual-
quer pegl q^s seja necessario. Estas ma-
chinas trabaibam com toda a purleiVao de
umedous pospontQS, fratize e borde toda
qualquer costura por fina que sja, seus
precos sao da segrate qualidade : para tra-
balhana m3o de 30^000, 405000. V35000
e 50#Q00, paaa. trabajar com o pe sao do
805000, OOOO, 1005000, 110-5000,
1205O00, 1305000, 1505fl00, 20o'5000 e
2505OO0 emquantQ aos autores nao ha al-
teraQO'depregos, eos compradores poderlo
visitar este estabelecimento, (pie muito do-
vero gostar pela variedade de objectos que
ha sempre para vender, como sajara.: cadei-
ras para viagjyu, malas, para viaguin, cadei-
rns para salas,- ditas de balarlo, ditas para
crianza (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nquissimas, para senhora, despensaveis
para criangaSvde todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crianzas, capaclxis,
espelhos dourados para.sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fin, condiei-
ros para sala, jarros,- guarda-comidas de
rame, tampas para cobrin pratos, esteiras
para forrar salas.Javalorios completos, ditos
simples* objetas,.par#toiletto, e outros mui-
tos artigos que muito de vem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que ?e acha ab-rto de-de as G heras da ma-
nhi at as 9 horas da non tea
Ra do Baro da Victoria n,
22.
Nao lia mais cabelles
TINTURARA JiPOffiZi. .
S e unica.jappro.vuda, pelas academias de
sciencias, reconheoida svperior a toda que
tem appareeido at-boje. I'eposito princi-
pal ra da Cadeia do Recite, hoje Mr-
quez de Olinda, n. ol> 1." andar, e em
todas as, boticas e casas de cabellei-
KNh
Grampos, brincos e rozetas
dourados..
A loja da agaia branca, roa do Baque
Caxias a. 50, recebeu novament boafcos gram-
pos, brincos e razetas douraoa ; assim come
novos diademas de a;o, e como.sempre conti-
nua a vendc-los por precos razsaveis
Caixinhas. com: pos, tobados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja a< Agaia Branca, roa do Co-
que da ( axias n. 50.
Luvas de pellica pretas q de
outraa c^res,
A laja da Apnia Branca, ra. Duque de Ca
xias n. 60, reoebeu nove sortiinanto da.luvas de
pellica, preta e de muras eores.
Agulhas e oleo para machi-
nasde costura.,
A aguia branca ra. Du ue de Caxias ni 50,
recebeu novo sortunaain de agulhas americanas
para mii'.hias de costura,doft.autjres.Baokur, Wii-
son e Singer, e oloo.renada para.as dita,
BICHAS m HMBRGO
As mais recentes e melhores.
Venilem-sena pharmaci; e drogara de Bar-
tholoraeu & C. rua barga dosawp. o Kn. 34.
SEGBJilO. ECONOMA E CKLERIDAE.
Obtcmrsp com o uso
DA
INJECQO. SHOST
nica, hygienira, radifcal e iiirtllival na cu-
ra das gonorheas, flofes branca* e fluxos de
toda especie, recentes pu chronicas,; e que
ollerece como garantia de salutares resultados
continuada applicacao que sempre com a
maior vantagern se tem feito della nos hos-
pitaes.de Pars.
nico.deposito para o Brasil* Bartholomeu
& C, rua Larga do Rosario n. 3i.________
Bom negocio.
Vende-se o engenho Cann'voziaho, copeiro e oom
mopdor/ distanj da estacao de Agua-Preta tres
legoas, pode san j;;r Je 3 a 4,000 pSes de assucar
a oom, boas mata* do excHentes madeiras : a
tratar no mesmo, ou ne-ta cidade rua Draque de
Caxias n. 40, oom Joaquim da Silva Costa.______
Xflppe d'agrio do Para
Antioe conceituaxlo medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como,aphlysica, bronchites, asthma, etc.,
applieadt) ainda-com ptimos resultados no
escorbuto ________^_______
Verdadeiras bixas hambux-
guezas.
. As ufkas che?adas neste ultimo vapor francs:
na rua da Cadeia do- Recife n. 51, primeiro an-
dar. ______^_
Doces fructas e flores.
Na rua da Cruz n. 6 tem sempre todos, osdias
uteis, sorvete das 11 horas em diante.
VENDER
barril com carne de vacra e de porto, salgada,
para mantiiuynlus de. navios : no armazem de Tas-
so Irmaoi & C. rua do Amorim n. 37.
Vende-se o sobrado da um andar tito rua
Imperial, canto da travessa do Lima, prximo ao
chafan^ o qual est situado em lugar muito apro-
priado para estabelecimento coouperciaL a que so
Um .sasapre prestado, tem bom quintal e cacimba
ele, e tumbea
Hmvicq.o. 31
6d*arde
Bous terrenos
No lugar denominado Salgadinho o junto
- a-esta*0 da estrada de ferro de Olitida,
vendem-se.htuas terreos, em lotes ou peda-
jos a vontade dos eompradftres, coin a fren-
te para a mesma estrada, o os lados para
outras, e bem assim,urna pequea casa de
tnipa nellos situada.
Estes terrenos tem dilerentes arvores de
fructoA^PPPf'1*0^) de plaptaftap. e ven-
dein-se por preces baratissimos. 0$ pre-
tndeme! entendanq-se na thesouraria das
loterjas. ^^______
Yrw do- gaz.
Para,vender na.w.do Vigafln. i?.pa rua
do AmWfB'.hbKiXf1^1 oue bms,
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 12 (I
DE
Loureneo Percira Jfendes Guimaraes
Declara a seus freguezes que tera resolvido vender o mais barato que ot possivel,
saber:
CUITAS A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 o 200 o covado. Di-
las lirapas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LSINIIAS A 200 RS.
Vendo-sc lsinhas do cores para vestidos,
a 200, 30, 400 o 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1JJG00.
Vende-so cobertas do chitas de ceres, a
CORTES DE BRIM;DE CORES A 18500.
Vende-*e cortes de brira de cores par*
calr;a, a 19500 o 2000.
BOTINAS A 35000.
Vcndc-se botinas para senhoras, a 39000
3J500, a ellas antes que se acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 19600, 29
29300, 3C0OO 4C000.
Calcas de casemiras de cores, a 59, W
79000.
Palitts de casemira, a 49, 69e8*0-
Seroulas a 10 o. 19600.
BRIM W: CORES A 44 RS.
Vende-6e brira de todas as cores a 44
19600 e 29000. Ditas de pello-a 19400.! rs. o covado.
Colxas de cores a 19200, 29500 o 49500. LENCOS BRANCOS A29000 A BUZIA.
CHALES DE LA A 800 RS. Vende-se a doiia de lencos brancos,
Vende-se chales de l do quadros a 800 29000. Ditos com barras de cores a 3900c
rs. e 19000. Ditos de litiho a 5900.
Ditos do raeriu a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas do cambraia branca trans-
parentes o tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 c 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29300.
B0NETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 29, 2950O, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pecas de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500, 59, C9000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pecas de algodo, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACODE.SABOXETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcSo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cora
cheiro a 320 c 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
TOALAS A 80i> RS.
Vande-se toalhas para rosto, 600 rs.
19000.
GRAVATAS DE-SEDA PRETA A 500 fiS
Vende-se gmatai de seda preto,. a 50f
rs. cada urna.
CHITAS PARA C0BERTA A 280 RS.
Yende-se chita para coberta, a 280 e 32i
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes para meninos, a 19500
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 39500
Vende-se espartilhos- para senhora.
39500.
A00 as. O COVADO.
Vende-se granadinos com listras de seda,
para vestidos d: sanbora, a 80O-rs,e 19000
o covado.
C0ICUAS DDCftOCHJJT A S8M0.
Vende-se ricas colchas de crochet para ca-
mas a 6900O.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende-se pannosde crochet para cadeiras.
a l(5500e 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Yende-se iiecas de cassas para cortinados,
com 20 varas, a 109000 e 129000, e outras
muitas fazendas em liquidac/io.
GRANDE REDCCO EN PRECOS
Atten^o. Attengo.
Na loja de Soares Leite Irmaos, rua do Barao da
Victoria n. 28.
Caixa de liaba de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Abotoaduras para collete, de todos os
gostos, a 200 rs.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 1C000.
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
dem idem divina, a 19000.
Duzia de pecas lo cordo imperial, a
240 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
19000.
Duzia de baralbos francezes, cantodoura-
do, a 39000.
dem idem beira lisa, a 29200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
19000.
Caixa de botes de osso para calca, a
200 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque,
a 320 rs.
Duzia decarreteis de linha, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B-, a
59000
Meco de fita chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
Resma de papel pautado, a 25800, 49000
e59800.
dem idem liso, a29600, 39500 e 59000.
Coques modernos, a 39000.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom,
500 rs. e 19000.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 2550o
e :?ooo.
Fiasco cora opiata muito boa, a 15000 <
19500.
Duzia de sabonetes deanjinbo transpan-n-
! tes, a 23200.
dem idem cem flores, a 19500.
Duzia de pecas de tranras caracol branca
a 400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Saltonet-s (ilycerino transparentes,
800 rs.
Caixa de peones Perry, a 800 rs.
dem, idema 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Leques de osso e sndalo para senhora.
a 29000, 49000 -e 69000.
Fita de velludo do todas as cores e largu-
ras.
dem ,idew, desarja idem idem.
Chapos para senhoras e meninas.
Kntremeios e babados transparentes e ta
pados.
Botinas para senhoras, a 49000.
Retroz preto e de cor, em carre-
tel.
Lindas e elegantes caixinhas des perfu-
mistas E. Codray, Gell Frrese Ricger.
etc., etc.
Quadros com. santos e estampas separa-
das.
Espelhos de moldura dourada, de todos
os tarnanhos e precos.
(iarrafa de tinta roxa extra-fina a 19000
Microscopios-(sem vista) a 29000.
BONECAS.
Bonecas de cera de todos os tarnanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
ama em ua caixa bonecas de borracha o bolas de todos o tambos, candi^ros, a gaz.
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas para eos-
tura, transparentes para janellas, e um completo e variado sortimento de miudezas, que
so tornara longo mencionar.
Rua do Bardo da Victoria n. 28,
m arrepfe; -Katar a rua. do' oompannia 4oif *? Otofo ,^ru cstabolecido seus
.fes 7as;4i'bora4i>dia; e.daa.J deposito^, para^an^da yernndu.*. nos> luga-
res cima indicados, muito prximo ao. embarque
X------- Cat.......'
uvas, de Jouvi.
v-
qiierresoas, chegaik no uliiino pqel& i. na i
14J dePaw, rua tViiaeiro de. Marca n.7 A,
tnugu do Crespo.
TASSO IRMOS&C.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commedos
Tijolos encarnado! sextaves para ladriiho.
Caaos de barr para esgoto.
Cimento Porttand.
Ciroemo Hydraulicc.
Machinas de descaror^ar algodo.
Martinas de p&daria.
Potassa da Hnssia em barril.
Pbosphoros de cera.
Sag em garrames.
Sevadinha cm garrafSes.
Lentidias em garrafoes.
Hluun da inaica.
Vinlio do Porto vcltio engarrafado.
Vinho do Pnrto suparior, di:o.
Vinho de Bordenx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes cem lrnguas e deliradas Ogleas.
Liqores finos sortidos.
Cornac Ganlhier Freres.
Laja^ de toucinho ingle:.
Barris com repolho em aaWnoqra.
do Rip de Jaaew vw>desse ,rw.doTjgaifo ar-
rnaaem n. 16.
Pd^ secco c cm salmoura
das mexores qual ida Jes QUe ha as filias -
togtievas, venoem em porco e a rnti.h
i57ft a rua estrita do Rosario,
u9.
As pechincuas esiao-,"e'b*rido, na loja n 43
da rua da Cadeia du Rfic'itV onde. ^m um.ban-
deirok com o Ululo cima: qu<:mjJVWj.sortir-se
de fu(lai para.fa,^, par. menos queetaoulra
qu^uei;. parte tyPWr* ,emP poisjestam pon-
cas.
Papis pialados.
para forrar,sala*o ouVr# ^ujiestujerpseles,
sortimi?nti comrdet ; vanile.se ["^Jnenos 06 quo
em outra qualquer parte : rua db Vigari n-
tner3l6._________________
Por 400400* "vende a um preto, moco, ro-
busto, cora um pequeo defeito nos ps que sen
patente ao comprador, barato : na la de Hor-
tas n. 96. Na mesma casa na, jqutros escravos
para vender-se.
^"VWde'se ora terreao rm*a*8>Rangrf>. .
tratar na roa do^Coreoel Sa4waa o. 8fti
= Veiyte-w ama ascrm kn> enzinuflira, en-
gommadelra c(lirlrirSD>M" partiMMi l a
tratar aa rua de Gaiiie>'HMawl-i 8.
1


'
i
J


1
-
_
Diario de Pctiiambco SablM^O^V Agosto de 1873.
7
LEIE, IRIAOS
NICOS AGENTES
A'
Una do Baro da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na eiposieo de Paris, era 186.7, foi concedido a
Elias Ilowe Jnior, a racdalha de ouro e a condecora-
do da Legio de Honra, por sercm as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
i E. Howe Jnior, nos
da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditara
estas machinas.
A 90S000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
fork, estabeleceu nesta ciiiade ra fecal, para em Pernambuco e mais provincias se vendorem as afamadas machinas de eos-
cura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu. trabalho,
impregando urna agulha mais curta cora a mesma qualidadedelinhaquoqunlquer outra,
pela introdcelo dos mais aperfeic.oados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
merecer ao exame publico as melhores machinas As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
ireuinstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer dcsarranjo.
Torooira.Ha nellas menor friego entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
4o que as outras.
* Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
os outras.
Sexta.Fazem ponto raiudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
ina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar-
le agulha ao comec,ar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
onudajicasradicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
loptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
jgmentado o seu fabrico, e hoje nao altcnde a procura, posto que fa$a 600 machinas
or dia.
Cila machina acompanha livretos com instrucr5es em portugnez.
A9u>000 A 90^000
SOARES -LEITE,
A'
do Baro da Victoria n. 28.
Nenhuma machina
Singer legitima se
nao levar esta marca
fixa no braco da ma-
china.
ira evitar contra-
faccoes notem-sebem
todos Os detalhes da
Joaquim Jos Goncalves
Beltro & Filhos
Teem para vender no seu oscriptono roa do
Comruercio n. o, o seguate :
AGURDENTE de caj : cauca de 2 garrafas.
t de faran a, Idem dem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenleraente chegada.
CHAPEOS de sol, para hornera e senhora, cabo
de marfil* e sso.
FEfXES de ferro, para porta.
FK> de algodSo da Babia, da fabrica do comtnen-
mandador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBBAS de palela.
PANNO de algodao da Baha, da fabrica do com
mendad nr Pedrozo.
RETROZ de toda* as qnalidades, das fabricas de
Peres Eduard o Militao.
ROLHAS propri'a* para botica.
SAL3APARRK.HA do Para.
* KLAtf de cera do todos os tamanlu.
VINHO; engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem dem.
' dHb'Setubal, caixas de l e ? dorias,
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, m aurrelas.
a de caj, caixas de 12 gar afas.
Matvasia do Douro, caixas com 11 gar-
rafas,
t Careavellos, idem idem.

A Predilecto,
marca.
A MACHINA
DE
SINGER
Machinas vendidas em 1871. 181,260!
Excesss s te todas as cutirs cosiipiiihias. 52,731
De certo os nossos lcitores li.io le peguntar so fsto nao jactancia e oslcDtacao.
no empenho de'bem servir aos seus freguezes e
""'ao publico em gcral tem procurado prover-se do
r lia de melhor e da ultima moda nos merca-
de Europa para expelo aqu venda, cer-
I tos de que os seus artigos gene bem apreciados
pelos amantes du bom c barato ; passa a ennu
j merar alguns d'cutru elles, como sejam :
ALBU'S, os mais ricos quo tem vd/*> a este
morcado, com capas de nvjreperola,
tartaruga, niari.ni, velludo e chagrn.
ADERECOS prelos e vollas proprias para lulo ;
assim c nio, um bonito sortiniento de
ditos de plaqu, obra lina e muito bem
acabad.:.
B0TOES para punios, o que so pode desojar de
molli.T em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, mariiui u sso.
BOLCAS de velludo, seda, pallia e chagrn,
ha de mais moderno e Indas.
ISICOS de seda e de algodao, tanto branco como
pn.-lu, de variados desenhos
"CASSOLETAS pelas de metal e de raadrepe-
rola.
CAJXJNHAS para co.-tura, muito ricas c de di-
A isso responderemos que estes algnrisinbseos dad' abaixo siio recompilados sob jura- 'j^505 form lus' cm u,uslck e seuj
ment, pois foram tirados dos relatnos ofllciaes dos diversos fabricantes de machhias'de COQUES a iuii'taco, o que pode haver de mais
bonito e bom goslo.
..DEADEMAS, neste genero a
11?.
costura nos Estados-Unidos.
Km 1870 vemleua Siuger Munuficturing 4'winpniiv.
i28,i G7 machinas mais do que a companhia Tarhom.
BAZAR DA RUA DIBEITA
HOJE
MARCU0 DAS N. 5f.
Este estbeleciment sempre solicito em offerecer a concurrencia do rcspeitavel pu-
blico um completo sortimento do rniudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
pre$0l os mais rr/.oaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
eja encomia i.a da Europa e America, vem dar publieidade dealguns artigos por cujos
oreros bem se pode avaharos procos de outros muitus queso tornara enfadonho pu-
blicar.
MIEDEZAS. MIUDEZAS.
L8 para bordar, da mclhor qualidado, 1 Brincos dito de dito por 2J500.
ibra por 555Q0. Botes de setim prctos e decores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a ca- rs- e 1300 duzia.
tinha com 4 papis a 60 rs. 210 ", Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas do fita de vellir' uom lindos co- Suras. a 1*000 e 19100 metro.
'acSes fiugiado rnaareperpla, a 500 rs. ,)ltas te corcs e Pretas a 800 rs- e 1??000 o
Voltas para o pesclo, fingindo ca,mafeu, mejr0,;
cor.panhadas cotp 1 par de brincos seme-
thato, tudo por 2?500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
* duzia.
Dito de dita de Alexandre,
goto do freguez, a 1100 a duzia.
Diademas dourados de l#500a 3JJQ00.
Hitos de tartaruga com flores a 23000.
Ditos com borboletas a 1300.
Brinc s encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 25000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1J&500
. 20000.
Voltas do aljofares com brincos, a 2*500.
Ditas do ditos cjm cora^oos a 19000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas de seda para senhoras do 19200
29000. '
Parures com 2 lacos para cabera e peito
39 e 49000.
Entremeios e babadinhos bordados de 360
rg, a 29400 a pega.
ttales de seda brancos e de cores, de
19500 a 29500 a peca.
Ditos de algodao e seda, d$ 19 a 19400
peca.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Loques de marfim a 59 e 89000.
Drts de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelles a 19800. '
Coques para senhpr'a, a 39, 393OO e 49.
\derecos fin'grndo' coral, coiipoiido-se de
l!jneU o brincos por 29OOO.
Dito dito prelos por 2^500.
Ditos de pldqugt,comp e brinco, sendo de.muito gosto, por 59000.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FHANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfaitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno allo.enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e tranga, mais barato
10 /o do que em outra qualquer parte.
chapeos.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 109000.
Completo sortimento de chapeosinbos para
meninas e senhoras, de 29800 a 5900.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 109000.
Ditos dito de aaerin, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
ToalhasdeHnho para rosto, a 19300 cada
Urna.
Ditas de algodao alcoxaados, a.640 rs.
Caixas de crochet para canaa de casal, a
69000.
125,413
124,273 K
122,027
li8,921 ((
113,260
110,173
98,831 '(
92,831
70,431 a
52.677
44,625 '<
Finlileelvon.
i< Duas machinas imperiacs.
'Ac-lrta.
V Gold Medal.
'< <( American Bulton hole.
'< Elorenee.
<( Wilct Gibbs.
!( AVVeil.
Grover & Bak'. r.
Howe.
' AV'helfcr <& Wilson.
Os algarismos que acitra apvesentainos mostram primeira vista o Waravilhoso
croscimonto da-Siigfr Manufactaring Gojripany, emostra'que todos os snus rivaesfica-
ratn muito atraz delles, e que a fama epopuraridado! destas machinas \ai sempre cres-
cendo e estendendo-se mais a mais.
Nao possivel negar que esta superioridade as vendas devida superioridade in-
contestavel destas machinas, porque o publico, o.juiz-mais mprcial nesta materia, sabe
logo discernir a machina superior das inferiores e tasitnifai;es.
'IS'inguem r'ecusou a estas machinas urna grande superioridade, porm muitas casas
de machinas tinham por costumedizer que estas sscriam para fabricase que n3o eram
proprias para costuras de familia1. E' um erro manifest : Singer, Manufacluring &.,
faliricam mais do vinte qualidades demachinas, lesdu a machina qne trabalha a mo e a
pe ot aquella que serve para o mais forte trabalho de sfelleiro c correciro
A machina de costurado familia tom sido o rnator rriumpho e a extraccao dostas fo
tao grande que boje \cndcm-se eHasjwr; 805000, quasi amtadedo preco por que foram
vendidas o anno passado.
Hoje-a Singer Manufaeturing'Cfrnpanv fabrica 5,000 machinas por semana, e ,
grabas a esta grande abricaco, que ella pode lude"satisTazer as importantes encommen-
das quo lhe sao dirigidas de todas as partes ro mundo. No ^Brasil existm' numerosas
agencias que a ella s constitue um importantT5mo-ramo de negocio.
NICA AGENCIA
EM
A CASA AIERIEAM
45 RA DO LVlPiRADOR 45
A COROA
Esquina da rua do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA 'MATRIZ:' DE. SANTO ANTONIO.
Este importante estabelecimento, ten do gran de I sortimento de joias de ouro de lei,
resolveu vender muito barato 20 /o- menos quo em outra.qualquer parle, as soguintes
joias:
- Aderecos de brilhautes, de modernos o delicados, goflos.
Ditos com rubins, esmeraldas e peroles:
Voltas de bonitas perolas e cruzes de btilliaules, para noivas.
Medalhoes decokl.
A Corda Brilhante contina a ter grande sprmcj^.fle.madalb.cs de coral, caraafeu
e nix com bouqu'ets de perolas e diamantes, cassol^asde, ouro o pedras pretas com lettr^s,
de 129 a 209000.
Cadqispam reamos.
A Corda Brilhante recebe sempre qpantidadfe de'a'flefas de ouro, de lai, para bomens,
8 69400 a oitava, e tamben) pora senfeqras.
Cassoletas para senboras, com tettras, a'89e 1^000.
Brincos de variailos gostos, para senjiorafl e meninas-, de 5lj> a 289800 etc.
Anneis de amethysta com lettrasi de dian-att^a, de89a 8900O.'
Pince-nezsclrncelinsem caixinhas de;veludo,- para prsenles.
Medalhas milagrosas.
A Corda Brilhante tem medalhas.ihilpgrptas e,(lasj.pj;es, do ouro a, 7,9000,
dourada a 19000.
eprata
Predilecta apr-
sela um grande e lido sortimento
capaz do sati>f.iz<;r os caprichos de
qu.dii:er scuuura por aiai exigente
qne seja.
PORT-BOUQET de tnadrepcrsh, rarJm e sso,
este um objecto ndispensavel s se-
nhora> do boni tem, alim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rem as deliradas mos.
PENTES de tartaruga, de mai lim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos "mais afamados fabricantes,
Lubin, Pivor, Bociedade liygienica, Con-
dray, Gosnes e Rifflel, (|uc incum-
bid!) da ercolha dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade elegante da
Euro|ia, e por tanto, acliam-se i>a
possibilidadd de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
aiensidado de artigos, afim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavcl publico em di-
rigir-se rua do abug n. 1 A, pa-
ra cuVencer-se aonde pode comprar
o qne bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e eurgurao
se la
OIENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo pre<;o.
FLORES. A Predilecta prima em conservan um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer boLa anda que nao es-
teja bem reelecta de dinheiro.
FITAS. E Ja bem sabido do publico quo s na
Predilecta qne podem encontrar um
grande sortimento de 'filas de setim,
tafet, velludo, liuho e de algodao, por
comir.odo^^^
GRAMPOS de tartaruga, a imitacao de.-tes, pre-
tos e i'e cores, o que'se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda a de cambraia para senbora,
lacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e resmas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la o de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola; tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato proco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa a Prcdilecta'apresenta es-,
cofha do rcspeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso.
velludo e cbagrin, por preces mni
razoaveis.
Armazem do fumo
Rua da Madre do Deus n. 10 A.
Jos bomingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu annazem
rua da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com-
5 lelo sortimento de fumo en) fardos de patente <.',
.* a 3.* serles, dos melhores fabricantes da Babia,
e bem assim a flor de todos os Cumos de corda
em rolos, pacotes, latas grandes e pequeas, tam-
ben) dos mui acreditados fabricantes Torres &
Araojo, Liianr, Adnlpho Schmdt 4 C, Lizaur
Scb/nidt A C, Veigas a Araujo, Triudade & Ave-
lar, Texeira Pinto & Portella (garaatido pelos
mesmos) e de outros ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O annunciante declara que
tadoifumo que for vendido em sua casa ser pelo
eu justo,valor, e que quando garantir a.respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que pouco enteniam da materia ;
pos para bem servir a todos, tem o annunciante
a ionga pralica de l5 annos deste commercio.
No armazem n. 16, rua do Vigario, ven-
Tambem tem sorimeoto^e.^ipcfr-^eiz -ocjijlos deaCQittDO rataiuga, de-se o.eguinte :'
chegados recentemente, e por presos mui comrw<0S'
Convida:se as Exmas. familias visearen) a loja da Corda Brilhante, na ruando, iCab^i
g n. 11, a qual continuar oberta noite.at.8,b^asv
Garant^Tge o ouro e pedras pieciosae.

1 Nova roinesia de che, firno
e rape.
Auj^ra, Nb fafiq yeadem ,cb preto e ver-
de, fumo injflez para cigarro
francex e nacional : no Bazai
Bario da Victoria n. f
Vtnho verde de Bastos,
Armacao de taverua.
Vende se a armado da taverna siu travesa
das Cruzos d. 6 : a tratar cora Pocas & C, rua
ustrwita do Rosario n. %
~ Vende-se ura hacho de d: no largo do
Haraizon. %
superior
, Em ancoretas e caixas de urna duzia, tem para
,.,mW,&f verider a Pre *inwaft, Joaqorm Jo^ GonTal-
azar Victoria a rua do ve8 Bltro & Fdho : o eserptorie, i rua do
r^Commercio n. 8.
Hesperidina

Verdadeiro bter hesperidina, superior e acre-
ditado : i venda no armazem de Tasso Irmaos
C rua do Amorim n. 37
GRABDE DESCOBERA
A
Plvora ingleza de superior qualidade.
Chumb> de muiii..'m.
Falba. de Fland; es.
EsUnho-rm verguinha. ',
Silhinba preparada,
leo de lnhaca
' Gomma taca.
Cola da Babia.
Retroz de superior qualidade.
Pellas de cauro, de lustre.
Ditas de Bezerro.
Cara em vllas de Lisboa.'
< Ditas bogias.
Cadeiras hambnrguezas.
Ditas da bataneo.
Ditas para crianca.
Azeite de coco
: (Vndese em barra dj 8",- de superior qoali
dade, por preco em cont ; na ra do Bem iesus
"'ifbrowi' aaGruz.) n. 7 1 aadmr..
Tende-se
Coniposto do manac I anti^rheumaiico e depuativo
PEtO
E' prqparado.este xarope de manaed I e maia algumaa'pkataeiodigouasdo Amazonas, .,
ao contcm pre^radoalgum mercurial. te^Xr^i.,, dore.. nos ^^S^^&^SS&JX
Q5S06, erup^e6:sypujhUcs e daitrceas, eficrotul etodas nj. molestias que depoddereaiotlm^omO'tanibern sel vende urna eserava qu eo-
desses virus. A sua composico oi-apprcnda: ^pelaJjuB:Oentii !de> bywetw ..pu- zinha^ engomma com toda perfeico : a ratr na
bUca. ruada Cadeia do Recife n. 3, r andar.
A esda garrafa eompanha ,umaiapba*|aQw.aiorma> d usar. Freqo idaaada
urna 3^000.
Ecico deposito nesto.prowncia f rua d*irio >dd- Vtetora a. 3, chlpsHria^de
Monteiro & Silva.
Potassa
nova da Russia, desembarcada ltimamente e em
ffieiosbarris: vendem Cunta Irmaos 4 C. raa
da Madre de Dos, n, 34,
DE
nmm nm
REA PRIME1R0 DE MAKCON. 7 A
E' esta casa, sem duvida, una das que hoje pode
com primazia apresentar aos seus fregttezes um
variadissimo sorlimcRto de fazehdas liims paia
grande loilette,uu>ii\ cuno para o uso ordinario Je
todas as classes e por pregas vanlajosos para os
compradores.
Os donos deste importante estabelecinienle con-
vidam ao resdeitavel publico e~pai'l>rnlaimente
aos seus freguezes a darem um passt-io pir seo
stabelecimeuto, a afim de verificarein a veracida-
de de seus aununcios, e cuni vntagera Ojirii'em-
sc dos'artigos que Ihts forein inbttr, "f cajoa
fazem um pequeo resumo.
Mandan fazendas s casas dos pretendentes,
para o 'luo tem o pcsoal iiecessaiio e dao amos-
tras mediante penlior.
-SroAS
Coi tes de seda de lidas cores, gresdna(iles de
todas as cores.
Gorgurao branco e preo.
Setim Uaco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos e le core?.
Granad,nedo seda pela c com listras e alnn de
core, lindissinios padres e fazouJa de*ulliuia
moda.
Pit d,: seda luance e preto.
Ricas basquinas do seda.
Colxas do seda para noivos.
Mantas brasileiras.
Corles de caiubraias brenca com linios bordad .
Capolas c mantas para noivas.
Toupclinas de lindos padrees.
Re|iiissinio sortimento de las com listras Ai seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
rre>.
Naesuck de lindos nadrScs.
Baptistas do padroes mui delicados.
Peicalinas de quadros pretos e brancos.
tirios do Lobo do cores proprios pare vestidos.
Fusloes do lindas cores.
Casaqnlnbos do las de cores para senhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para bautisados.
Chap, s para ditos.
Toalhas de cambraia de linho com lindos bor-
dados.
Frutillas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados. .
Camisas bordadas para homens.
Meias de cores para homens e menino.
Chapeos com caslo de marfim para humen?.
ritos para teubora*.
Merino de cits para vestidos.
Ditos prelos.
Casemira^ '-hitas, madapoloc?, camt 'as ele. etc.
na loja do Passo ru Primeiro -de atarea o. 7 A,
amiga do Crespo.
DE
CoimiVYo NiiuSe & C.
Attencao
Vndese una partida de 88 lencos de !a-
byrinlho, de muito grsto e bem trabalho: na
rua do Mrquez de linda n. 39, nrimeiro aidar,
cscrinlorio de Luiz Goncalves da Silva & Pinto.
u
Vende-se tres hypotheeas de pequeos valores
em predios nesla cid.ide. todas tezeidas e dupla-
mente garantidas: a Iralac na ruado ltaugel nu-
mero 37.
______________________
Ang las Ifflflffles.
-' V.nde-se em casa de Okel Rindloss & C, na
rua do Bom Jesus n. ti. os verdadeiros angola-,
que foram da casa dos Srs. T. Jefferief ^ C.
DE
Canno de cihi'o
POR
4'500
Para encanamento de paz ou agua : c.-.sj
americana, roa do Imperador ir. 4o.________
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a a=temarcado:
na rua do Mrquez de o!inda n. 81.
A diaheiro
Aos seuhores fabricar tes de
cigarros.
Papel de cores, resmas grandes, sortidas a 9.
Ti'9 de dito ditas, assetinado c n.uito enrerpado
Dito de seda (mais condecido por seda de '1 i-
Iho) do verdadeiro, fraheez, a 26' 0 o cn.rtao de
i0,():'0 morlalfias.
Dito de linho fino de Barcellona, marra martel-
lo, VOOO.
Dito de dilo dito, marca balanca, 350i a resma.
Dito de trigo, resmas grande-, do verdad.'fro de
Barcellona,93 aresma.
No armazem de Jos Domingues do Carmo
Silva, ruada .Madre de Dees n. 10 A, araatera do -
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumos em folhas, muito velho, cheir, so
para fnmar-se, da safra velha, e dos mr.Mi .
gares de S. Flix, Nazareth, ds provincia
hia, sao vendidos a dinheiro vista porp;
muito reduzidos.
No armazem de Jos Domingues do Caru
Silva, rua da Madre de Dos n. 10 A, arn ,.
fumo.
Alhos a 40 rs. amounoa v ga?
a 5|800 a lata.
No armazem de Jos Domingues de '-M-mo
Silva, rua da aladre de Dos n. 10 A, aimazcra-.
do fumo. N_

J. % C. Mt.
Tem para vender :
Cognac de Hennessy, superior e vei ladteiro.
Vinho Xeres das memore qualidades.
Bitlers de Angostura.
Whisky
Cha preto em latas de 10 libras.
Tedasspreparaedes ehunicas do Bt. Ayer: no
annazem da rua do Commercio n 38.
Chapeos para senhoras.
Amara! Nabtico & C. receberam um'cinplelo
sortimento de cbapoe de pallia de Italia, seda
e volludo, pretos para luto e de cores nfeitados
coni bonitas flbres e fita : vendem no BSzai Vic-
lorla,- rua do Bario da1 Victoria h. i, adtig rua
Nova.
.taignias tac nirrs.
Amaral abux 4 C. vendem-insignas maco-
nicai grf s 3, 18, 17, 30 33 r tfoTOxar Mc-
toria n. 3. antiga rua Nova.
Capellas fnebres.
Amaral Nabuco & C. receberaa um completo
sortimento'de capellas fnebres com dverbaa ius-
efipcote e Vendem por cr,niritd6 prefo ; ncf Ba-
irvieOorta, rnadb Bario-da Victoria a.*,' an-
tiga rua Nova.___________________
formas para purgar assucar.
Vende se em casa de ibaw. Hawkes & C. : a
rua do Bom Jsus n. 4.
VENDE-SE
a armacao e mercaduras da, fabrica da cigarros
charutos rua do Rosario a' 10 : a kratar na mes-
ma, oe. ru oVQueidMkb a FJSB- PetWa de
Souza,


8
Diario de Pernambuco Sabbad 30 de Agosto de 1873.
ASSEMB'EA C^BAL
CMARA DOS DEPITADOS.
Parecer da comifoiuo especial e projeclo
da reforma cleitoral.
(Coactado).
$ 7. Coneorren lo lodos es votos om
individuos inelegivois, o jui/. de paz presi-
dente, por deciso motivada, exarada na
acta respectiva, far procjfitor outra elei-
cao ; e, se idntico fr o rosuLtido, o presi-
dente, motivan losen procodimoiito, nom>:i-
r os quatros raesurios
Nos collegios eljitoraes o presidente, que
deve exercitar as attrbuc,us deste para-
grapho e do anterior, ser o interino, ua
conformidade das leis em vigor.
$ 8.* Nao ha tendo quatro eleitores e
quatro supplentes pelo menos, quer no acto
da convocarn, por marte, mudanza ou au-
sencia fra da provincia,, quer no acto da
organisac.o da junta, por mortc, mudaiica
ou ajinada superveniente, ou por nao con-
parec.oento, o juiz de paz completar
aquello numero convocando ou con vi
dando os cidados com as qualida les ere
eleitor, em numero sufliciento ; o todos pro-
miscuamente faro a eleicao. De igual
rao i proceder as paroclas, cujo nume-
ro de eloitores fr interior a quatro.
Se a parochia nao ti ver eleitores e sup-
plenles por ter si lo anuullada a eleicao tos
da legislatura correnle, soro convoca los
os da legislatura anterior.
Na falta absoluta du eleitores e suputen-
tes, da legislatura anterior, por qualquer
motivo o juiz de pac recorrer lista d is
votad >s para juizes de paz do quatriennio
corrente; e aiu la tambem na falta desles
recorrer a quatro cidados com as qnali-
dades de eleitor.
as parocliias novameute creadas sero
convoca los os eleitores e supplontes que ah
raskfiram desde a data do provimenlo can-
nico, com o complemento in lisponsavel al
perfuzer o numero ile quatro, se aquelles
nao attingirem gn nao exee lerom oslo nu-
mero.
O." So nao comparecer at ao
mei) da o cidado eleito para presidir
junta ou assembla parochial, ojiizde paz
om Mercurio comparecer inmediatamente,
o designar un ci la lo com as qualida les
de eleitor para presidir una ou outra, e o
Horneado proceder nos tormos do paragra-
plio antecedente.
I. O juiz de pazom exercicio lev.' estar
na povoefo, s le da junta, ou assembla
parochial, durante os das da qualtlicaco
ou da oloieo, sob pena de ivsponsabilida-
de criminal.
II. No impedimento do presidente da
junta, mota parochial, ou mesa do colle
gio, durante os trabalhos, os mesarios ele-
gero quem os subslilua.
III. Quando estivoroai impedido- qua-
tro mesarios o nico presente nssumir a
presidencia, o proceder na forma do
8.
IV. Estando imped los todos os cinco
mesarios, proccdtr-sa-ha constiluico de
urna nova mesa ou junta, segundo as dis-
pnaicOes antecedentes, dispensada a convo-
caco de eleitores e de suppleutos, se nao
estiverera presentes.
10. As convocarnos, ordenadas pelos
arts. 4" e 41 da lei n. 387 de 19 tic agosto
de 1846, sero fetas pelo juiz dfl paz em
exercicio ; e bem assim competem a esse
funecionuio a execuco dos recursos prvi-
dos, nos termos do art. 37 ila mesma lei, o
a guarda dos livio>, logo que se suspead&m
ou selindem as sesses peridicas das jun-
tas ou os trabajaos das assemblas paro-
chiaes e dos collegos eleitoraes, para re-
meti los ao archivo municipal no prazo
que fr marcado em regulamento.
11. As juntas qualilicadoras faro
dais alista m en tos distinc'.os, inanli lo o pro-
cesso da legislarlo actual ; um, dos cida-
dos aptos para votaran as assemblcas pa-
rochiaes ; o outre, dos ci la daos aptos para
Serooi nomeados eleitores.
Tem a renda legal, e apto para votar :'
1, o cidado que pagar animalmente <>>
ou mais de imposicoes o tasas geraos, pro-
fiociaes e m.micipaes 5 2o. o cidado que
pagar o imposto pessoal estabelecido pela
lei n 1,5 7 de 2o" lo setembr de 1807.
A incluso e a excluso dos cidados, que
houverem adquirido ou perdido as qualida-
des, s sero foitas vista de documentos
legaes, ilferecidos por quem quer que re-
querer urna ou outra,
A excluso por mera obliterado no alis-
tamento nao tira ao cidado excluido o di-
residir, se ate* um mez antes da eleicao apre- o do seu assignatario.
sentar certi lio autheutica, rubricada, a re- $ 4.' O erro de ame ou de qualquer
querimeuto motivado, polo juiz do paz da dos qualilicativos em alguma cdula alo
parochia, daqualse mudou, de sua quali- autorisa a ao contagem do voto, se evi-
licaco tiesta, sendo desde logo inscripto na den temen te portencer a ara dos can-
respectiva lista supplementar. di latos qne houtorem disputado a elei-
3." Tendo o cidados mais'de umdo.ni- cao.
cilio, e estando por isso qualifcado em mais $ 5.' O tahnlliio ou o escrivo do juizo
de urna parochia, s poder votar em u na de paz, qual dolles fr o competente, se-
dellas. se hoy ver desistido lo exercicio ac- guudo a lei de 30 de uutubro de 183 J, ex
tivo do voto om outra, apresentando mesa trahir lo seu livro le notas um traslado da
daquella parochia certi lo requerida ao pro- acta oetlu transcripta, ecoueertar eom o
sidente da mesa da parochia renunciada, secretario lo collego el toral, e, na falla,
>.' Ao cidado que, enneorrendo com algn* dos msanos, e remetiera ao
chamada, fr contestada a identidade, governo na certi, o aos presidentes uas pro
mantido o direito de assignar suas cdulas vincias, cobrando da agencia do correio
ou de faze-las assignar por dois cidado qua/ recibo exprosso e declarativo para sua re
lineados-para oleitor, que o eouhecam, e salva, e fech lirio n 1 presenca do agente o
as cdulas ser > apuradas era separado so eiivolucro que levar encerrar o mencin 1-
a mesa nao conveneer-se. at Gndar-se a do traslado.
ultima chamada, de ser elle o mesmo indi- $>' t." O labellio ou escrivo do~juzo de
viduo alistado. paz naopoder demorar nem recusar a qual-
5.* O erro do nomo ou de qualquer quer cidado traslados la acta; e preferir
dos qua'ilicativos do votante nao pode justi- sempre, no cumprimento desse devor, o
licar a rejeig 1 de suas ce lulas se a mesa candi lato ou o cidado votado quelle que
nao declarar que no quartero existe indivi- nao o r: tu lo so!) saa respousabildade
do com o nomo o qualiicativos menciona- criminal.
dos no alistamento. Ape/.ar ilisso, e no caso Servicoalgum, seja da natureza que fr,
le insistencia da m< sa, o votante po lera usar ser moti vo para autorisar a demora e multo
do remedio do pangi-aplia anteceJunto, ro- menos a recusa de traslados aos interessa-
latando-se na ac.a a oceurrencia. dos : havenlo servigo urgente e mpreteri-
ij 6 Dez cidados qualilicados para elei- vel, o serventuario ser considerado impe-
tor polem coatistar a identidade de um vo- di lo p tauto, ape/ar do voto contrario da mesa, tan- Ututo ad hoc, se nao bouver substituto le-
lo na hypothese do i." com > na do 5., gal.
depositando mine lulamente dedaraco as- Art. i." As cmaras municipaes das ca-
Signada, que ser rubricada pelos mesarios pitaes apurarlo as autbenticas de toilos
11 inserida uaacta, silvo ao votante o reme- os dislrictos eleiloraes da respectiva provin-
dio do voto em separado. cia.
5J 7/ Os votantes, cuja identidade hnja O pro cesso da apurado oseguiulo :
silo contestada pela mesa e cujos votos ha- I. Verifica lo o numero dos eleitores que
j mi silo tomados em separado, poder- votaran, ev luidos os votos em brauco e
justilica-la com citaco dos contestantes os nulbis, ilivi hr-se-ha pelo numero dos de-
ante o jui/.o ci vel, que a julgar deliuitiva- putados, ou por tres se uui^o senato
mente, com preferencia a outro qualquer rial : o quociente o mnimo de votos,
servico. abaixo do qual ninguc n s cousi Jerr eleito,
C,m a sentenca, o votante requerer ao salva a excepgao lo n. IV.
collego eleitoral para cousilera-lo lia veri--. II. Apralas as autbenticas dos collegios,
licaco de poderes," reformar a deciso da sero declara los eleitos os que houverem
mesa parochial, eaccumular seus votos a obtido ou exredi lo o quociente.
quem fr de direito. III. Se todos os lugares nao forera preen-
8." Os votantes, cuja i leutidade baja chidos, far-se-ba transferencia dos votos su-
sido eoetestada por 10 cidados segundo Q perlluos para os candidatos immediatos em
6.", e cojos votos hajam si lo tomados em cada urna .las listas, coiaeeando-se pelo
separado, nao a justicaro; ao contraro, eleito que ti ver menor numero do taes vo-
0 onus da prova incumbe aos contestantes, tos daquella natureza ; no caso de igual nu-
sob a pena de seren apura las as cdulas no mero, a sorte decidir,
collego eleitoral, se os respectivos votos nao I Era seguida far-se-ha a transferencia dos
aproveitarem a qualquer dos mesmos con- votos insufficientes, comecando-se igual-
testantes, i mente pelo candidato que bouver ob
Nesta ultima hypothese, so u vutateOjtti-.tido menor numero de votos desta quali-
zer utilisar seus votos, dever justificar sua. dade.
identidade com citaco do eleitor e suppleu- IV. Se anda assim nao fr preonchido o
te prejudicado pela accumulaeo dos mesmos 'numero dosdeputados ou alista triplica, se-
votos a outios. j rao declarados eleitos os que, entre os que
9 Os mesarios e cidados, que, por \ restirara, houverem obtido maioria rela-
fraude ou sem couhecimento dos individuos, Uva de votos directos, nsuflicientos e indi
contestaren! a identidade de qualquer votau-, rectos superlluos, nao adquiridos por outro
te, commettem o crime previsto no art. 23b' candidato.
tidas por membros de junta ou mesa no
processij eleitoral, e nao previst s especial-
mente nesta le, sao crimes de resppn-
sabilidndo de funecionarios pblicos, para
seren procesados e julgados como taes.
' Art. 12. Deputado algum, durante a le-
gislatura, poder aceitar do governo em -
prego, commisso, contrato, privilegio,
merc, titulo ou condecorarn ; aos seni-
dores, poreiii, nao beito aceitar omprego,
contrato, privilegioe commisso.
I.8 Os que j servrem cargos vitali-
cios deixaro o exercicio das funeces res-
[iBCtvas durante a legislatura ; os senado-
res, porm, dovero st;r aposentados, jubi-
la los ou reformados, conforme fr a na-
tureza dos cargos que oxercerem, como
tendo as con lices legaes para isso.
2." Os que nao servrem fargos vitali-
cios os deixaro vagos.
3." listas disposii;0es nao prejudicam a
do $ O do art. l.0da lei n. 842 de 19 de
setembrode 18 >5 e as dos 13, 14 e 15
do art. 1." da le ti. 1.082 de 18 de agosto
de 1860.
Art. 13. 0 governo far col I igir o publi-
car p ir decreto to las M disposigoes que fi-
cain vigorando em rela^o a o processo elei-
toral, deliuiu lo no mes.no acto as irregula-
ridades que, de aceordo com o estabeleci-
do nesta lei, devem tornar millo o dito pro-
cesso.
Promilgalo o referido decreto, licar
sem vigor a disposico do art. 120 da lei ti.
387 de 19 de agost de 18 VO.
Art. I i. Sao rovogadas as ilisp ish;6 ;s em
coutrai io.
Pago da cmara dos deputa los, i
de agosto de 1873. Joo Menes de Al-
ie ida.
%
lo cdigo criminal.
V. Na operacao das transferencias, urna
$ 10. Os, individuos qne, nao sondo os, vez obtido o quociento por um candidato,
quahlieados ou os eleitos, concorrerem os votos seguintes sero attribuidos ao can-
chamada ou de facto votarem as assemblas di Jato immediato.
parochiaes ou nos collegios eleiloraes, com-
mettem o crime previsto nos arts. 301 e 302
VI. O voto superfluo transferido a um
candidato nao se considerar insufficiente e
do cdigo criminal, baja ou uo sido con- alquirido para ser transferido lista do mes-
testada a sua identidade. mo candidato. 0 raesmo, quanto ao voto
11. Cada votante depositar na urna insufficiente transferido.
duas cdulas, cada qual com um so uome,
a primeira para eleitor e ? segunda
para supplente, com o respectivo sobres-
cripto.
12. A apuraco comegar pelas cdu-
las para eleitores; os mais votados, at
completaran o numt-To lixado para as paro-
clias, Hrto declarados eleitores. Aquelle
numero, porm, ser reduzido, se nao
corresponder ao das cdulas recebidas
na razo de dez cdulas por cada elei-
tor.
O raesmo se proceder com ascedulas,para
supplentes.
13. OS diplomas do eleitor e do seu
respectivo supplenle sero urna cerlido da
vota(;o dada a um e a outro, com a desig-
nado do numero que a ambos eouue as
classilicacoes dos eleitores e dos supplentes.
O supplente de cada eleitor ser o que, se-
gundo a classiticaco resultante da votago
obtida por um ou por outro, houver aleado
o mesmo numero. O diploma de um ser
igual ao do outro ; assigiido pela mesa pa-
rochial, o eleitor e o supplente tambem o
assignaro, cada qual o seu, niargem, pe-
rante. olla, o os recebero. Estando ausente
o eleitor ou o supplente, assignaro o
diploma perante o juiz do paz em exer-
cicio, em cojo poder e guarda devem exis-
reito de votar na respectiva assembla paro- tir
chial, ou o de poder ser votado para elei-
tor, se nao houver outro obstculo legal a
um ou outro direito.
A exclusa* por falta de renda ser inti-
mada pessoalmentc ao excluido se poder
ser encontrado, ou por edital no caso con-
trario, dentro do prazo do dez dias.
12. Sao extinctos os causelhos muni-
cipaes de recurso. Decidiro os recursos
os respectivos juizes de direito de comarca,
em vista do allegado e provado, e uo prazo
fixado era regulamento: salva a appellacjlo
para a relacao do districto. 0 escrivo se-
r o do jury. Onde houver mais de um
juiz de direito, servir um cada auno.
0 juiz-de direito nao conhecer de recur-
so o'aua para a excluso do qualquer cida-
do por faltado renda, se nao constar a in-
timagio pessoal, ou por edital, do paragra-
pho antecedente, ao recorrido, afim de alle-
gar no juizo de recurso o que lbe con-
vier
13. Todos os documentos que aux i
liarem ou servirem de baso s decisoes das
juntas sero rubricados pelos membros del-
tas e remedidos ao archivo da cmara mu-
nicipal por intermedio do juiz de paz em
exercicio, excepto os que deverem acompa-
nharou contrariar recursos nterpostos para
osjuizes de direito; e esses documentos se-
ro entregues aos nteressados, se o requere-
rem para aquello fim ao presidente da jun-
ta, ou ao juiz de paz em exercicio, ou ao
presidente da cmara municipal, em cujo
poder ou guarda estiverem.
S os recorrentes: e os recorridos podero
requorcr os mencionados documentos.
Passados, porm, sois mezes, os que tive-
rem direito aos documentos archivados, po-
dero requere-los ao presidente da cmara,
psssando e deixanlo recibo.
Art. 2o O Jireito de votar as assemblas
parochiaes garantido do segunto modo :
1.* A pronuuria em processo crimi-
nal nao suspendo o ejercicio do voto,
2." O cida lo, mudado de urna pa-
rochia, nao pode vetar nem ser votado nel-
la, embora esteja qualiflcado ; poder, po-
rm, votar e ser vo'ado na parochia onde
Art. 3. As freguezias ruraes, que, pelo
numero de seus eleitores, ou pela aggn-ga-
i;o dos do outras circumvizinhane.as pode-
rein reunir o mnimo do art. 1." 3. da
lei n. 1,082 de 18 de agosto de 1800, sem
prejuizo das cidades e villas prximas,
formaro collego eleitoral.
1. Nos collegios eloitoraes, o eleitor s
poder ser substituido pelo seu respectivo
supplente na ordem da classificaco. 0 sup-
plente, exhibindo o seu diploma, ser ad-
mittido a votar em ausencia ou na falta
do eleitor, independentomente de convo-
carlo.
2. A classificaco feita pelas mesas pa-
rochiaes poder soffrer altcrago se os votos
tomados em separado por aquellas devoren
ser accumulados a quem forera de direito,
conforme esta lei e deslocarern os elei-1 para o tribunal da relaco.
los. Neste caso, a mesa do collego eleito-1
ral certificar nos respectivos diplomas a al-
terac.
3. Cada um dos candidatos, na eleicao
de deputados geraes, de deputados provin-
caes, ou de senador, dever previamente
VII. No caso de vaga nao baver eleicao ;
mas a cmara municipal operar a transfe-
rencia dos votos do deputado para o seu i in-
mediato na respectiva lista, tendo em
vista o processo anterior da apuracio ge-
ral.
VIII. 0 deputado que fr nomeado mi-
nistra nao deixa vago o seu lugar na cma-
ra ; alterado nesta parte o art. 29 da
constiluico poltica do imperio.
Art. 5." Se houverem duas ou mais va-
gas de senador proceder-se-ha a tantas elei-
es secundarias em dias successvos quantas
forem aquellas.
1.* A eleuo primaria ou a secunda-
ria, se j houverem eleitores esp caos da le-
gislatura, ser feita dentro ido prazo do tros
mezes, contados do da em que os presiden-
tes de provincia houverem recebido a com-
municaco lo presidente do senado ou do
goveruo, ou tverem noticia certa da vaga,
de vendo ser registradas no correio urna e
outra eommunicaco.
2. Tanto nesta eleigio como na de de-
putados o prazo entre a eleicao prima-
ria o a secundaria ser de einuoeuta
dias.
Art, 6.' Na eleiijo do juizes de paz e de
vereadores incumbe cmara municipal
respectiva a execuco das sentencas ju-
diciarias sobre a identidade dos votan-
tes contestados, nos termos do art. 2.,
7.
Paragrapho nico. 0 votante depositar
duas cdulas com um s norae em cada
codula, para vereador e juiz de paz, cont
respectivo rotulo. Sao eleitos os que obti-
verem maioria do votos.
Art. 7. E' prohibida a elicio as igre-
jas. 0 governo designar local apropriado
para o a. to.
Art 8. As nullidades nuas, ou as que
nao alteraren! o resultado eleitoral, nao vi-
ciam a eleicao. 0 conhecimento e o julga-
mento dos trabalhos da junta de qualifica-
c/10, bem assim o couhecimento e o julga-
mento das eleices de vereadoies e juizes de
paz, sao attribuidos aos juizes de aireito,
sobre reclamaco da parte, com appellago
O governo,
em regulamento, especificar* as nulli-
dades ; assim como tixar o prazo para as
reclamares e decisoes e eSeitos dos re-
cursos.
Art. 9.* A suspenso por acto do governo
ou a pronuncia, posto que sustentada, em
publicar pola impronsa, depositar no ar- crime de responsabildade, nao mpede que
chivo da cmara municipal da capital, e!s vereadores, juizes de paz e eleitores, exer-
raandar apresoutar s mesas dos collegios fi*m *s funecaies eleiloraes que por esta le
eleitoraes, a lista uniforme dos cidados, aos e Pela demais legislarlo em vigor Ibes sao
quaes querer transferir os votos superfinos commettidas.
ou insufficientes, que lhe forem dados.' Art. 10. as penas do art.. 129 $ 8/ do
Essa lista assignada e com a firma reconhe-1 cdigo criminal incorrem o secretario da
cida contera tantos nemes quantos forem os junta parochial ou municipal, ou as pessoas
deputados que se dever eleger; de vendo legalmente incumbidas de escGevereni ou de
ser o primeiro nonie o do proprio candida- trasladarem as listas de qualifteaco dos vo-
to, e assim os dos outros, na ordem de pre- tantes, que na eteriptUraC/lo, traslado ou
ferencia, at completar o numero legal, editaes que flzerem, ou.nas certides que
Se fr eleicao senatorial, contera smente passarem, transpuzerem, oraittirem, aceres-
tres nomes. Anda que nao conste em al- contaran ou alterarem os nomes ou os qua-r
411ra collego a lista de qualquer candidato, lificativos e indeaces dos cidados v,tan-
sero tomados os votos que lhe forem da- tes e elegtveis.
dos, aun de sorom considerados na apura- as mesinas penas incorrem secretario
gao geral, vista Je lista que baja sido pu- da mesa parochial, o lo collego eleitoral u
blicada e depositada, e mesmo nao existindo o da cmara municipal, que, esorevendo ou
listv trasladando actas ou ditaes eleitoraes,.pra-
0 eleitor ou o seu respectivo supplente ticarera os actos cima especificados ou al-
depositar na urna urna ce lula com um s turaran o numero do votos recebidos para
nome ; sa preferir alguma das listas, inscre- quaesquer cargos eleitores.
vera na sua" cdula o pnmeiro nome, isto Art. 11. As' acedes ou omises coaaraet-
DlSCRSO DOS SUS. CONSELHEIKO D40CO VEL1IO
C.WAI.C.VNFK DE ALUfiJUERUUE E l)R. KIVVN-
c"sco leopoldl.no de gusm\0 lobo xv
01sct'ss\0 d.vs emondas do senado ao or-
i;amento oeual do imhepio.
O SU. DlO'.O VELHO [Movimento de at
teny 1) :Sr. presidente, motivos podero-
sos de diversa natureza lm-lne desviado da
tribuna, onde, alias, somenle appareco
coinpellido-pela satisfago de imperioso de-
ver.
Alguns dess.-s .nolivos euteu iem com a 1 ni
liba vi la privada q.ie nada interessa esta
augusta cmara, e oulros, porm, tm rela-
co com a poltica do da, edesles devo-lbe
explicarn.
Testemunha do esphacelamento do gene-
roso partido, em cujas fileiras milito, obser-
vando o descahimento do regimeu parlamen
tar o, como consequencia, o descalabro 00-
liti^j e a Imiuistrativo do. paiz, vendo a sci-
so d.i familia conservadora mais e mais
accentuar-se e afuudar assim o Iraca de se-
pararlo, que veio com a queslo sorvil, en-
tend abstur-me da palavra e guardar silen-
cio p ra nao aggravar to deploravel estado
do cousjs, o t penas protestar com o meu
voto symbolco contra a direcelo dos ne-
gocios publicos e aquellas medidas que me.
parecessi-m inconvenientes.
Deste proposito, porm, vieiam derao-
ver-ioe, como causa elficiente, as emendas
do senado, cuja discussao oceupa-nos e,
como causa occasional, o lamenlavel inci-
dente occorrido neste recinto aute-hontem,
do qual dau lo cunta a folha intima do ga-
binete, cuja reJaee.au tem o principal escrip-
torio na ante-sala reserva a aos Srs. minis-
tros e ingere-se at na polica desta cmara,
emprestou mo o papel de de gritador e es-
murradur -ie balamiradas.
Nao sei bem o que euto occorreu, sei
sin que senti-me possuido da mais viva in-
dignarn ao ver a maneira pouco decente
como pretendeu-so trancar a tribuna ao
honrado deputado pelo Paran, distncto
me nbro da maioria, mas agora divergente
nesta questo lo la especial.
0 Sr. Ousmao Lobo :Pe 0 Sr. Diogo Veliio :Se bou ve gria,
parti ella principalmente daotMtroV prelo-
riana, que, quando o mesmo nobre depu-
tado reclamava o seu direito, procurou
abafar-lhe a voz cora lirados decotos co-
tos I,.. (Apoiados e reclamado >s).
0 Sr. Presidente : V. Exc. nao pode,
dirigindo-so maioria la cmara, usar da
quablicaco de guarda pretoriaua ; ella
o (Tensiva.
0 Sr. Imogo Velho :No recinto da
cmara ( o o recinto comprebende mais
que as bancadas dos deputados) ha-
via individuos estranhos a ella, creio que
at agentes da polica.
Nao dirijo-me maioria, nem desejo olTen-
der individualmente aos seus distinctos mem-
bros, entre os quacs tenlio estimaveis ami-
gos.
0 Sr. Presidente :Devo dizeremhon
ra dos espectadores, que estavam no recinto
da casa, que da parte delles nao se den o
menor signal de approvaco ou reprova-
co. (Apoiados).
.0 Sr. Dioo Velho : Achando so assim
separado do gabinete de 7 de margo, a que
preside o muito honrado Sr. Visconde do
Ro-Branco, em quem reconhego e admiro
os mais elevados dotes e eximas quali lades,
e a quem sobram llustraco e capaciilade
fiarl dignamente exerger o ?lto cargo quo
be est confiado...
0 Sr-, Presidente do Conseliio :Mui-
to obrigado a V. Exc.
0 Sr. Dioo Velho:.. .do gabinete
de 7 de inarc,o, de que fazem parte amigos
particulares a quem presto a maior conside-
raco, devo ao paiz e aos nossos co-religio-
uarios as razos do meu procedimeuto
E' meu dever, meu direito e posso
exerce-los com iuteira isenco de espirito,
com o maior desprendimento de moment-
neas paixes, porque nao toinei parte di-
recta na lula travada por occasio de dis
cutir-so a reforma servil, ponto de partida
da sciso e que devera ter sido igualmente
o ponto final desta. (Apoiados.)
E' para notar, Sr. presidente, que se-
melhante reforma, tendo determinado tantos
erros e desvos, seja protfahida at o pre-
sente, como que para impedir o congraca-
mento dos qu nella separaram-se.
Se, como entendo, noandou bem avisa-
do o gabinete de 3 de agosto, atirando-a do
alto do tbrono aos ventos da discussao,
quando a opinio uo estava aida prepara-
da, c o paiz via se empenhado nessa luta
de vida ou morte aber.a contra o dictador
do Paraguay, quando om presenca de to
graves dilficuldades todo o esforco, todo o
patriotismo, toda a actividadedo goveruo e
ii uac|D deviam convergir para os meios
de debelar a guerra (apoiados), tambem
desconheceu a sua missioo gabinete de 16
de julho, a que tive a honra de portencer,
quando restabelecida a paz, recusou-se
iniciativa da reforma. (Apoiados. )
do 7 de mart;o, quando, preterindo o pro-
jecto orraul ido por ama Ilustrada com-
misso desta cmara, veio um pouco acoda-
damente apreseatar sua proposta desacom-
panhada de estudos, de informa^es e, so-
bretudo, da palavra da lavoura, especial e,
directononte interessa da em negocio de to
grande'momento... ( apoiados)
O Sr. Pereira dos Santos rA lavoura
vale muito pouco entre nos.
0 Sr. Diogo Velho:...tambera im-
polticamente procoderam os que escolheram
to perigoso terreno para nelle darem com-
bale parlamentar ao gabinete. ( Ha diver-
sos apartes).
Senhores, esta liuguagem de certo nao
agradar a todos ; parece me, purera, que
ella exprimo a vardnde, assin nao recejo
ilesigradar aos amigos de hontem nem aos
de hojo, porque, espero em Deus, seremos
todos amigos amanh. ( Muito bem! )
Mas, Sr. presidente, vencida a reforma
servil, seguiram.so os acnntecimontos que
esto no dominio do publico. 0 nobre
presidente do conselbo enlendeu que devia
continuar no poder ; na sesso seguinte us-
capou S. Exc. a dedicada maioria que
dora-lhe to esplendido triumpho ; julgou
ello acertado aconselhar cora o remedio
extremo da dissoluco ; abteve-o, e o seu
appello ao paiz deu em resultado a cmara
actual, onde surgiram apenas alguns dis-
tinctos membros da dissidencia.
I.'m Sr. Deputado :Sabe Deus com quan-
tas dilficuldades lutaram, e com que des-
agrado foram aqu recebidos pelo Sr. pre-
sidente do conselho, (Apoiados e nao
apoiados ; trocam-se apartes.)
0 Su. Diogo Velho :Nao sei, sentares,
se nobre presidente dy conselho deu pro-
va daquella sagacidade, daquelle admiravel
tino politice que lbe sao proprios, qnando,
era vez de ir repousar sombra dos louros
colhidos na questo servil, preferio inanter
0 poder com o em prego daquella medida
constitucional, reservada aos casos extre-
mas.
O Su". I'"ekreiua Vl&MNA :Constitucio-
nal, nao.
O Sr Eufrasio Corra : -Nao rosta du-
vida que a medida foi muito constitucio-
nal.
0 Su. F::rreira Vian.na :Eu entendo o
contrario ; entendo que foi o maior atten-
tado poltico do segundo reinado.
0 Su. Diogo Velho : Servi-me do ter-
mo constitucional por ser a medida conse-
grada na conslituico ; nao tratarei da con-
veniencia ou legtiraidada do seu emprego.
0 presidente do conselho emenden dever
ser rigorosamente lgico ; quera prolongar
a sua vida ministerial, e, embOra conserva-
dor, nao hesiten em fulminar urna cmara
de conservadores, appellan lo para o paiz.
(Trocam-se varios apartes). Mas, aqu
o ponto fraco deS. Exc. ; podia elle, conhe-
cedor do jogo de nossas instituii;es, prati-
co 00 rgimen representativo, e consciente
do cnnpleto desvirtuamento em que vai
tudo isto entre nos, poli', devia assim pro-
ceder ?
Appellar para o paiz I Appellar-se para
um juiz iraparcial, superior contenda,
apto para impr deciso stigura e conve-
niente pela forca da justica e do direito
(apoiados) ; mas, appellar o execulivo pa-
ra o paiz recorrer ao voto o eleigo, quan-
do o voto e eleicao nao expriaieal a ver la-
de da representago, appellar de si para
si proprio. ( Muitos apoiados.)
Como quer que fosse, aceitemos os fac-
tos consumados. Abriram se as cmaras e
om ellas comedn ama phase nova mar-
cha poltica do gabinete e da antiga dissi-
dencia. Logo do principio da sessao vimos
< digno chefe desta, o honrado deputado
pelo 31 districto do Ro de Janeiro, decla-
rar da tribuna que entro os seus amigos o a
maioria nao havia senao o gabinete. (Apoia-
dos. )
Ora, se em vista de to formal declara-
cao ou anide Mtes delta, em vista da boa
disposico Jos espirtos. em urna assembla
renovada em mais de metade do seu pes-
soal, o nobre presidente do conselho. ele-
vando a sua abenpgaco e civismo sobre an-
tigs queixas, qaizesse eoogracaro partido,
como seria bello e louvavel o seu procedi-
meuto Como elevar-se-hia S. Exc, se,
descendo daquella eadeira, viesse estender
a mo nos seus co-religionarios e un-la; I
( Apoiados.)
Cu Su. Deputado :E porque os .lissi-
dentes naobaviam de vir para o Sr. presi-
dente do conselho, quo tambem chefe con-
servador ?
O Sr. Diogo Velho :Ob seria exigir
demais sua dignidade poltica : linhain
soffrido o golpe da dissoluco, foram puni-
dos como rebeldes, e o nobre deputado cora-
prebende que seria pouco decoroso estender
em as mos para o mesmo governo, que pou-
co antes hostilisavam. Ao governo, porm,
que tinha a forca da victoria o contava gran-
de maioria, nao causara o mnimo desar
qualquer tentativa em bem da unio lo par-
tido. Pelo contrario, entendo que ao
nobre presidente do conselho, como um
dos chefes conservadores, corra o deve" de
nao ser indifferente disciplina, ordem
interna de seu partido-, e sacrificar o poder,
anda quando sacrificio houvesse, urna vez
que assim a exigiam os interesses legtimos,
confiados sua guarda. ( Apoiados e apar-
tes).
Nao baveria nisto deshonra nem transac-
co ; S. Exc. nao entregara como vencido
a sua espada ao iuimigo, servindo-me de
sua allegoria de hontem ; embainha-la-hia
para offerecer a mo a amigos eco-religio-
narios. (Apoiados). Tambem nao mu-
dara de cavallo ao meo do ro, como dis
se-me urna vez-; eslava em terreno enxuto,
e nao tinha necessidade de meter-se atra-
vs da correnle, como rodargui-lhc.
Sr. presidente, no comeeo da presento
sesso, eu mantinha entre os membros da
maioria e minora conservadora desta casa
urna posigo toda neutra e imparcial. Ti-
nha sempre acompanbado a publica do ga-
binete, onde via amigos que muito mere-
ciam-me, ao passo que nutria relajos da
mais intima amizade'com o honrado repre-
sentante do 3*districo do Rio de Janeiro e
outros que, cmo elle, tm estado em op-
posico. Ouvia de ambos os lados uua
iinguagem conciliadora, e vivos auhelos Je
unio julgada indispensavel para consoli-
dar-so o partido e satifazerem-se as suas as-
piraces na alta gerencia dos negocios p-
blicos. Entend, pois, que poda intervlr,
uo para offerecer o ramo de olivera, pa-
ra o que falta vara-rae autoridade e competen-
cia (no apoiados), mas como portador
dessas manifestac,es amistosas e pacificas.
Passei as particularmente ao nobre presi-
dente do conseibo e a alguns dos Srs. tni-
Se impolticamente procedeu o gabinete! nistros. Ss. Excs. inauifestararu as uieiho-
res disposi'ees, e declarar jui que, em bem
da harmona e congracaraento do partido nao
hesitaran era prestar-se a urna soluce hon-
rosa para todos ; que, iiiaiitidos'OO gabine
te pela confianca da cora e da maioria das
cmaras, nao tinhara interesses particular
em conservarem-se...
0 Sa. GusmAo Lobo Nem era preciso
que da^larasseui.
O Sr. Diogo Velho .-.que alguns
collegas desejavam retrar-se por incomrao-
dos ile saude ; que, todava, nao queriatn
sahir como exotados, o se a opposic,o se
conservasse comedida e moderada, aprovei-
tariam o primeiro ensejo para entregar o
poder aos que, mais teliz.es, consegussem
a harmona do partid >...
0 Sr. Presidente do Conselho :Nao
fizemos lransaci;o alguma.
OSr Diogo Velho:--S. Exc. nao at-
tendeu ao que disse; nao lallei aqu em
transaeeo; expuz o que ouvi e u particular,
siui, mas con tola a leal ladeo oonvonen-
cia, sem de leve olTender o carcter de
S. Exc. ou de seus collegas, aura compro-
melter a sua posico. ( Apoiados.)
Acabo de referir que S. Exc, a proposito
de tratarmosda si)uaco poltica do paiz no
comeeo da sesso, muiifesiou-me que nao
tinha apego ao poder, mas tambem nao que-
ra ser delle euxotado, que desejava O cou-
grai;amouto o a unio da familia conser-
vadora...
0 Sr. Presidente do Conselho :
anotada.
O Sr. Diogo Vkliio: .. .que nao po
ria dmida em retirar-se, seos dssidentes,
nao querenle apoa lo, todava SS conser-
vassem em attitude de moderaco, at que
ensejo houvesse de chegar se a una soluco
decoro! e conveniente para todos.
Da parte da opposco havia u maior de-
sejo 'le paz e unio do partido, comoj ex-
puz. 0 meu r.obre amigo, digno deputado
pelo 3' districto do Rio de Janeiro, a quem
cominuuiquei s disposices do nobre pre-
sidente io conselho, disse-me que realmen-
te repugna va sua dignidade poltica prestar
apoio ao gabinete de 7 de mareo, mas estima-
ra poder presta-la a qualquer Outro saludo
do soio do partido, nao tendo elle aspi-
racoes ao goveruo por motivos, que me dis-
penso de referir. S. Exc, com louvavel
abnegacao, acemeentoo que nao faria ques-
to de nomes.
O Sr. Paulino ra Souza:Apoiado.
O Sr. Diogo Velho -. Ora, a cmara tem
observado a maneira porque ha procedido
a Ilustrada minora, guardando uas dis
cusses havidas o maior cominedimenlo, a
maior cautela em evitar o terreno das re-
erimiuaoijes e uo avivar resen'.mentos. (A-
poiados.) A folha inti.na do gabinete che-
gou a perguntar se anda havia dissiden-
tes...
0 Sr Pereira da Silva : 0 nobre pre-
sidente do conselho declarou no senado que
a dissidencia estava morta.
0 Sr Araujo Lima :A abstencAo foi um
grande erro ; estamos agora vundo os seus
elfetos.
OSr. Diogo Velho:Nao sei se foi um
orre a abstengan, como entende o meu nobre
amigo, deputado pelo 3 districto do Cear :
o que e certo que, apezar della, as fileiras
da opposictotem augmentado, e antiga dis-
sidencia...
O Sr. Gusm.Io Lobo :Ento ha ralba a
nova dissidencia?
OSr. Diogo VIlho:...succedeu a ac-
tual opposco parlamentar.
Respoinloao nobre deputado : nao ha ve-
Iha, nem nova dissidencia, ha opposijo par-
lamentar : a dissi lenca histrica, que nas-
ceu com a ref r.na servil, nao, te n razo
de ser, desde que essa reforma le do esta-
do e o illu,tre deputa lo polo 3o districto do
Ro ilo Janeiro tem declarado que entro a
maioria o a rirnona conservadora desta
casa s interpe-se o actual gabinete. (Apoia-
dos.)
Dissidentes boje sao os Srs. ministros, o
Sr presidente do conselho, os quo, sus-
tentan lo-os, preferem* pessoas a principios,
a vida raiuisloral unido do partido. (Mui-
tos apoiados.)
Uma voz:Nao apoiado; o partido nao
somonte a provincia do Rio. do Janeiro.
0 Sr. Diogo velho : -A qu vera a pro-
vincia do Ro do Janeiro? A sciso ten-se
estondido por tolo o imperio (apoiados) com
excepeo de uma ou outra provincia, e pe-
netrou at m do nobro deputado, (dirigin-
do-se ao Sr. (lusnio Lobo), apezar da dis-
ciplina especial que l tem o partido.
0 Sr. Presidente do conselho:Quan-
do V. Exc. foi ministro e meu collega, nao
havia isso pelas provincias?
0 Sr. Diogo Velho :Descontentos, sim,
havia ; mas dissidencia, sciso pronuncia
da com orgos no parlamento o na impren-
sa, nao 1
0 Sr. Presidente do conselho : E foi
obrigado a usar de expresso. to severa co-
mo a de mascaras abaixo.
0 Sr. Diogo Velho :Ora mascaras abai-
xol Foi um incidente de discussao j expli-
cado, mas que prova a ausencia da oppos-
co declarada. 0 gabinete, de que fazia
parte com V. Exc, quera postees defini-
das. (Apoiados e apartes.)
0 Su Eufrasio Correa : Oucaraos o
orador: as suas revelacoes sao muito impor-
tantes.
O Sr. Diogo Velho :Nesse lempo que-
ra se especular com a questo do elemento
servil, e os que ambcionavam o poder
conspiravam c mira o gabinete. (Trocam-
se apartes.)
0 Sr. Joao Mendes :Eu tinba-me de-
clarado francamente, o negocio era enlao
com o actual Sr. ministro da juslica. (Conti-
nuaui os apartes.)
0 Sr. Diogo Velho : Sr. presidente,
doa eu que a actual opposico conservado-
ra a presenta va-se aqu sempre moderada e
tolerante. Ora, ao passo que ella assim
da va testemunho de sincero desejo de con-
correr para a harmona do partido, o gabi-
nete nao modificava a sua poltica de reac-
co, nao s contra os membros da antiga
dissidencia, emergente da questo servil, se-
na 1 tambem contra oTquo posteriormente se
foram separando
Hab resulta que sao anda conservados
em posices de confianca a Iversarios radi-
caos, que nao traosigora com suas ideas.
mas que, em odio s influencias locaes do
partido conservador, aceita rara e exercem
cargos policiaes e outros, a ellos entregues
peto governo para Bus eleitoraes, com revol-
tante d'slealdade poltica. (Apoiados.)
(Coiinuw-se-h.}
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TYP. DO DLlRIO' -RL'A DUQUE DE CAMA 9


Full Text
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