Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13020


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Full Text
Apamv mme
.....
PARA A CAPITAL |i I.IGARKH !
Por tn. Ja, diantados ...
Yor < idem..........

*.
Por uh ann# idem
Cada notnero vulso
O S^PAGA PORTB.
.... 09009
14*000
1V9000
. 33
TERCA FEIIU 20 >E AGOSTQ DE 1873
*-.
PABi IffexTBO e rBA v.jgipoirMNC*.
?otJrn mezes adantados............".
Por Mfa ditos dem...............;
Por note ditos idem.......... J^" ? .
Por ubi anno idem. ......,.*.......
W7W
139809
lOWftO
7X100

*
'PROPHEDADE DE HANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.

0a Srs. Gerardo Antonio Alvesd Filiaos, no Para; Goncadves d Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oveira d FiJho, uoear; Antonio de Letm* Braga, no Aracaty ; Joio aria Julio Chaves, no Ass: Antonio Marque da Silva, no Natal; Jos Jasu
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, en Santo Anto ; Domingos Jos-5 ..i Costa Braga, emNazareth;
' Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Mauhaeo, no Pilar das Alagas ; Alves d C, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
*r
)

i

*
PARTE OFFICIAL.
Govi'ruo la pruvliiclu.
KSl'lCIIOS DA l'llK>!t> i.fCI \ D!: 2 I I>B AG ISTO DK
187:t.
Abaixn alatonados, moradores na comarca do
l.ur.eiro. Informe o Si. inspector da tiiesourariu
provincial.
Antonio Jos de Sen.A' Ihesouiai ia provin-
cial cara lo:nar om ousidcrac/lo o allegado peto
ante.
Antonio l'Voire dt- Camilla.Passo pnr-
| na (arma da lei.
aixo assigna (<-, l-rad'.'ivs no lagar d-momi
I N'.sst Snii!ir.i do ', do termo de Olinda. -
prista da deeta p-roduzida pelo professor no
re*o que,lh fui tistaurado, im pial loi jnlga-
Mtio conseio director da in-irii -ivio i ublica
Smccdonto a accosa/to nada ha que l--rir.
^-Carlota Vieir.a Kitieir : -Informe o Sr. inspector
di thtourari:i de .lZen 1,1.
Dunliigos Inri FerraraSi n. lieaido de ne-
tiium e'feito o despacho tula presidencia, de U do
correaje.
Francisco Barli wa da Silva. Designo o da ">
do convnte una liora oVi tarde.
Francisco Gomes Miranda Leal. Passe portara,
Conceden lo a permisao requerida.
Francisco de Panla Albaquerquo Marauho. o
llllio do snpphcaote est reep ni 1 ido a consulho
sJe iulgameiito, e por turo nada ha (|ue deferir.
Francisco da* Chagas Civaleaiitt. Informe o
Sr. Or. dicto de policu.
Joaqun Jn-fc de Olinda Ta varos. Eieami-
fJtlL-**.
J* Antonio de SeiT.a NaerinVHito. Informe o
Sr Dr. juiz de direito da i.' vara civri.
Joao Antonio Corroa Lins Wanderley. Informe
e Sr. Inspector la tliesimraria dofazeiida.
Padre Jos Luiz Pertra de Queiroz. Informe o
Sr. inquietar Jos Alves da Silva.Deferida coin ollicio desla
U.Ua vi proveator da Sinta Casa de Misericordia.
Joo Gonealvi's llolnaues Franca. -Infonne o
Sr. admini^irador Jo as'lo do mendicidade
Ubanio Presidio do Garval>i. Requeira o snp-
piieante pelos c uiaos coinpetenl*.
SejiMiinnd< da Costa Mello. Informe o Sr. ins-
pector da thesoiiraria ;>ruviueiaJ.
Tlieodora M>iria da i oncei^o.lnfunne o Sr.
Dr cliefe de pulici.i.
Vicente ones de Magalliaes.-Ue.|iieira o sup-
jdieante a queiu competir.
Secretaria da presidencia de Peruanibuc, 2o de
a sio de it<73.
O porti'iro,
Silcmo A. Kodriyurs
4 it.n iiiiud. i*u|iorlor.
Ut.VRTELD0C0MM.VND0 SL'PERIOK INTEUt.NO DA
f.L'.VUDA NACIONAL W) MUNICIPIO DO KECIFE,
23 DE ACOST DE 1873.
OrtleiH do din rt. J25.
Para onheciinento dos corpos sol) ieu interino
omniando, fag public :
Qaeo Exm. r. cuiiimenladoT presidente da pro-
vincia por portara de 16 do correte, refonnou
no po-to de ca|ito, dii confonnidade c#m o dis-
pusto na 2' parle do ai t. 68 da lei n 602, de 19 de
setomliro de 18.10, o Sr. tenante a .'regado ao 2"
de reserva Jos Lucio Un*, i|U pela de 10 desig-
nno o Sr. capilio aguregalo ao 1* tambeni da re-
serva, J.jo da Cunha Soares Gnmaraes.^ para
exerc t as funecoes Je major do 3u balalbao do
neano servici).
Para <|ue proJuia os devidos eTeilos, publica o
resultado da nspecco medica procedida nesle
nominando superior, em d:>ta de houtem.
I* balalbao de arliiliaria.
Copitao Jos Luiz limocencio Poggi, incapaz do
i vio i activo.
(lente Antonio de i'inho Borgos, idtm.
Guarda Jos Antonio Pinto Serodio, idem.
i-Tatailio de inl'aiilaria.
Opilao ,)'*> GonfaJves Torres, dem
2o )i ilalhao d; iufant.iria.
Alfere> porta bandeira, Antonio Francisco de Mo-
r .!*, idem.
Guarda Antonio Ferreir da Luz,.idem.
3* batalhao de iulanlaria.
Capitao Ern-sto Vieira de Araujo, idem.
-Gaarda Antonio Paroaades Jorge, iJem
6" baulh-io de (nfantaria
Capitio Jos Elesbo Borges Ucha, idem.
8" batalhao de infautaria.
Capitao Jos Femamles da Silvein Dallro, idem.
Rodolpko Joo Barata dt Almetda,
Coronel conimandante superior interino.
DI\RLODEPELNiMKU'>'-
RECIFE, 26 DE AGOSTO DE 1873.
\ . Hntein pela maulla chefOU o vapor inglez Nen,
trazendo datas d. Lisltoa at 13 do correle as 7
huras da manlia; adiantaodo, portanto, sele dias
3 noticias que reesbemos pelos vapores Julio Di
r,.z e Ville de Santos, chegados sabbado a nosso
portar.
F.is o que col liemos de jirnaes e cartas :
FRAIIQA.
As ultimas sessoes di assembla nacional fran-
ceza teem ido ricas de interesse.
Foram resulvidos, alm do grande numera de
Begocoo de interosse puramente local, o prujeeta
Hobre as materias primas ; e lundaodo se em que
tanto a lei relati-a materias primas, como que
nstituio as t:ixis de paviltiao proceden! do uiesino
principio, pedio o Sr. Ruuvi r que a assembla
aboliste 1 imliom e.-t i ultima le) antes de entrar em
ferias. Em roii*equeneia da adopijao desle alvi
tre, foi encarrejfi 11 a ~nllri/l de ornamento de
e.-iudar e de api escotar o sou rea lorio coin a
maior brevid.nle.
O systeiua aduaueiro inaugurado no anno pasa-
do, e que lao grande opposii;a > encontrou, tanto
4a parte da imnrensa do todo* os paizes como
|irinciplmente da paito da Inglaterra e da Bclgiea,
<|iie se virain obligada* a formular tratados rom-
merciaesem.lii-es contrarias aos verdadeiro* prin-
cipios econmicos, cahio com plena applauso da
opiniao publica.
As novas cmveneoes resi;u>elecera as estipula-
us dos tratados de I8G0, coin a nica diuerenca,
de ser substituido um praxn fixo, faculdade de
jirorogacao iudefenida jne caraclerisava os trata-
dos de IHtiO As esli|>ulacdes que vo entrar em
vigor, terminarlo no dia 30 de junhe de 1877. para
a Inglaterra, e a 10 de agesto do inosmo anno para
a Blgica ; estas datas coin idem com a expirarlo
rt i? ull'in is conveneAes commerciaes, que gam a
Franca com outr. s paizes, de modo que nessa po-
ca ser orcasilo de abranger, n'uin estudo defini-
tivo e era nina oegociacio geral, o complexo das
quesloe que dizem respeito as relacoes commer-
ciaes da Franca com as oac<3es esteangeiras.
O presidente da assembla nacional deca*
roa que eslava constituido o conselho de guerra
que fia de jtilgar o mareehal Bazaine, sob a presi-
dencia do duque de Aumale, o qual composto do
duqua de Aumale, come presidente; general Mar-
timprey, general Chabaud Laiour, general Tripier,
general Princetean, general Lamotte-Ronge e ge-
neral Delestue.
Ainla nlo eslao nempados os juizes supplentes
Ctlculi-se que o processo nao durar menos de
2 mezes
Corncjou a 29 de Inlho a iaqoertrio das te*te-
muiibas, que, sao 272 accusac.io e 40 nicamen-
te i defeza.
Alllnnase qnn.'gocio decidido a fuso
biiihimn-i em Franca, torn.iii'lo o boje mais acre
dilaVel i|ue miara a cordi.Jidade intima que se es-
tabeleceu entre o* condes de Pars e de Cham-
ber.
Coiiiinuam na melhor intelligencia Tbiers e
Gambetta, circunislancia que preoecupa milito a
upniai publica. 0 ex presidente da repblica
bbjcclu de innmeras fnlicitac5es por parte dos de-
parlamentos, pelo motivo de aproximar-se o ter-
mo completo dos comproiuissos fabulosos que a
guerra impoz a Fraaga.
Vai sor reintegrado no sen posto de general
n principe Xapele.io.
Honre um dtiello entre Hart redactor do
Journal de Parts e Edmond \boiit redocior do
Sii'-le XIX. Aboiil licou ligeirainonle ferido na
mao dimita.
Morren Odilon ll.irrot.
Contina a evscuaeao. Os allemacs deixa-
ram II ir>rt no dia 2 de agosto.
Notician) o* jornaes francezes que se fazem
os mainres esfbrcos para a fosao hourbunica ; e
assemiram que o conde de Paris parlira para Frasd-
huiir. residencia do conde de Chanibord ; chegam
os jornaes a vaticinar a restanracao da inoinrchia
legitima na Hespauha e na Franca, mas parecenv
llie pouco fundados os receios de conspiracao e de
g'dpe de estado, que milita genio nulre, e entre
ella alguns deputados do centro esquerdo.
fLCOtretBmiencia oficial de Verstiles no
sen numero do .'{ do correnle, diz que a poltica
da Franca para com a llespanha deve ser urna
neutralidade alxolula, limitando-sc a proteger os
aciones, e a nao hostilisar os navios declarados
piratas em quanto elle ficarem as agitas hespa-
nbolas.
J se reuni a commissao de permanencia
sobre a presidencia do Sr. Butlet; resolveu seque
a cuininisso de permanencia se rennissse sema-
nnlinente, sendo as sessie* s quintas-l'eiras.
A extrema esquenla resolveu con-tdnir urna
commissao de vigilancia durante as ferias da as-
sembla.
No intervallo das feri.is parlamentares serio
preparadas as tovas convencoes cominercae* en-
tre a Pruca, Italia, Austria", Suecia, Noruega e
Sui>sa.
A asWiU nacional tenninon os seus ira-
balbos da actual sessao no dia 2'.' de jnllio. Nesta
Masan receben communicacao da mensagem do
presidente do poder executivo, o general Mac-Ma-
hon, que fui lula pelo ministro dos negocios es-
traugeiros.
A mensagem diz em resumo que a assembla,
se podo separar sem recoio, por quanto nada, du-
rante a sin ausencia, vira omproinelter a tranquil-
lidade il' paiz, e que a sua auloridade ser respei-
Uda.
O presidente da repblica felicitase de que o
ministerio esculbido as Urina da assembla te-
lilla adiado lautos adherentes. diz mais que em
brev* o ultimo soldado estrangeiros, tera saludo do
paiz, que supporlou com socego esta prnvacAo do-
loro-a ; diz lambem que a lilicrtae.io do territorio
obra do patriotismo de todos ; mas que nao de-
ve ser esqueeido o ministerio anterior, e sobretodo
o homein Ilustre que eslava sua frente.
A grande raaioria da imprensa applau le a
mensagem do presidente da repblica; at mes-
uio as folhas radieaes demonstram confianca na
lealdade de Mac-Mali >n.
SUISsA.
0 conselho nacional indeferio o recurso que
o ?r. d>! Mormlod Iha dirigir reclamando contra
a sua expulsiio do territorio da Suissa. por 79 votos
contra 23 e i a stenooes, depois de larga dis-
cu.-sao.
il parecer da commissao encarregada de
examinar aquello peJido, fra daquella opiniao,
a excepeio de um membro que foi de opiniao
que a expolslo se nao fundava em nenbuma le,
nem disposicao federal ou cantonal.
Diz a Voce deli Verit que o papa, rece-
bendo em audiencia os bispos ltimamente Ho-
rneados, Ibes recommendou que (tossem as suas
itioceses o exemplo da santidade, e que defendes-
eein os direitos da igreja.
a Actualmente, disse elle, agitase urna questJo
entre alguns bispos e um governo catholico da
America do Snl. Os macons insinnam-se at en-
tre os conselheiro3 do soberano desse paiz, e as
associaces religiosas, e julgam que nao sao con-
demnauos pela igreja, como na Europa, por ser_o
scu fin a caridade. Esta assercao c falsa, e estio
excoinmungados como os oulros.
0 Jornal de Homu pai lindo da supposicao de
que a iicem.a concedida .ao representante da
Franca em Roma o 9r. Fournier, provavelmente
o preludio da sua demisse, con.-idera a publica
do governo francez como urna poltica clerical,
contra a qual a Italia se deve armar com todas
as suas deseonfiancas. A folha romana ve" no
Sr. de Belcaslel e no general Du Temple' os ver-
dadeiros inspiradores do duijue de Broghe, e como
o governo de Vctor Manoel nao poderia acceitar
um ministro francez notoriamente hostil uni-
dade italiana, conolue que, sem duvida a Franca
nao ser duradouramente represeo'ada em Roma
como em Madrid, seno por um encarregado de
negocios; o que Ihe parece mais prejudicial
Franca do que Italia.
0 tribunal civil de Florenca indeferio o re-
querimento de alguns poriadores de ohrigacoes
dos c.iminhos de ferro romanos que pediam que
fosse a ompaiiliia declarada fallida.
INOLATKBPA..
O Sr. Trevehan tinlia submettido cmara
um bil tiudenle a conferir populacoes ruraes
o benecio do ka ase kolde su/fruge, de que actu-
almente so gozam as populareis urbanas; inundo
o partido liheral effectuou a reforma eletoral jul-
gou, para assegnrar a sua exetuico. que se devia
abster de comprehender nella os condados, ne-
gando aos operarios agrcolas os direitos que con-
ceJem aos operarios das cidades; entretanto o
partido reformador nao abandonou os seus prin-
cipios, e desde que os trabalhadores dos campo*
tcAin demonstrado a sua aptido para a vida pu-
blica, tein-se evidenciado a necessidade do os
equiparar aos antros eleit -res.
A proposta do- Sr. Trevelyan encontrou adver-
sarios que procuraran! evitar o debate, invocando
a questo previa ; outros mais habis negaran) o
seu ap >io, sob o pretexto de que a medida nao
era suffleicntemeote cempleta.
0 Sr. Forster, ministro da instrueco pnblica,
declarnu na cmara dos communs na sesso de
23, que dava todo o seu apoio proposta do Sr.
Trevehan, embora se desligasse do governo de
que fazia parte, e declaran que o Sr. Gladstone
adhera a essa medida, e achara impoltico o sen
ad amento.
Estas declaracoies importantissimas da p.irte de
um dos membros do gabinete, implican) um ver-
dadeiro compromisso do govemo de se associar
no cuiso da prxima sessio proposta do Sr.
Trevelyan, e fornecem ao partido liberal um pro-
gnmma frisanto para as prximas eleicoes :a
trrnsfcrmacio da consttuicao oiigarcbiea da velha
InijlaUrra, e a partwipacao de todas as casses da
popnUcio no governo do paiz.
O geme financia! da Hespanha dingio ao
Times ama carta dando coma de nm teiegramma
do mairo da azendaem que este nega formaloiea-
to que tivesse sido enviado dioheiro algn agen-
cia para o pagamento dos coiipons.
Ayrton fui nomeado procurador geral da
corda. Dizse que Scbilders ser uomeado cban-
ccller do Ihe-ouro, e parece que nao exacto que
se retira vida privada.
Em setembto esperase em Inglaterra o suliio
de Zau zibar.
Rochefort parti paia a nova Cal-Amia. O
principe c a princeza da Rtissia regressalrain a S.
IVter.-burgo.
A cmara dos lords terminou a discuss:io
do projeclo de lei obre a reforma jutliciaria ;
apez.ir daopposi.i feia pelo bispo de mterbury
0 lord Cairos a varias disp-si.-oVs da lei, foi ap-
provada a le com as emendas introduzidas pi-la
cain.'ra dos cnminiins, excepeo de um poni
de importancia secundaria.
Sub [iroposta do lord Cairas, approvon a
cmara urna emenda, disnonJo que seja de di
reito conferid! ao lord chanceller, a [iresideocia
da cmara da chancellara, una das divis<3t do
tribunal supremo de appcllacao.
Apez;ir da lei ter sid i adoptada, de presumir
me na futura -es-a" resuscite a celebre questao
(le privilegio, levantada por lord iirns, o que
>ejam abolidas lambem as ultimas a'tribiiicoes
judicanas de qnfl anda goza a cmara alta com
relacao F>cossia e Irlanda.
Lord Stanley chamou na cmara d)s lords
1 aitem.ao do governo para os negocios do A'chim,
pedio a communicacao da correspondencia relativa
abolie.-in do tratado de I82V
Lord Granville responden que esse tratado
fora abandonado, porque era impralicavel, c
intil.
O requerimenlo de lord, Stanley foi adoptado
A camira dos lord- de,mis de d*ctis.ao
bastante animada, aniqttilou por urna maiori.i
de dez votos, o resultado de una das mais difll-
eeis tarefas da actual sesso parlamentar; a
cmara adiou por tres' m*-es a segunda Jeilura
do bil pr.iposto peo Sr. Stanley, que tinha por
lim fazer entrar no dir-iio ciunmum certas pro-
prudades isentas do imposto.
E*ta medida detta ser seguida de outras des
tinadas a assegtirareiu una melhor repartieo
das taxai locaes.
E' gerilmenle reconhecida em Inglaterra a ne-
cessidade desta reforma ; mas cada nm a com
prebende de nm modo diffcrenie.
A fiaste media queixa se de que certas pro-
priedades sejam smtas de impostos, laes como
as minas, os bflw inmioveis da coroa, ele., ao
passo ijne a aristocracia quer lanrar os encar-
gos miinirpa> s i conla do orcamento geral d>-
reino, o qual princplmenle alimentado p"los
impostos indirectos e supportado por consflfttinto
em grande parte pelas classes laboriosas.
As considera.oes invocadas pela opposieao
para jnslidcar o aliamenti, di^simularam as
verdadeiras razoes que a moviam. O movimenio
contra as taxas tocaos eonieeou por inieiativa
dos lorys, na esperan en de favnrecercm os nHe-
resses dos proprietarios dos bees immovei.*; mas.
desde que o governo manifcstoii a maneira como
espera va resolver a questo, os iniciadores do
movimenlo comprehenderam que os resultad s
nao corresponderan! sua especiad va 6 dahi
prove o mudaron de tctica.
O adiamento pnr tres mezes equivale a nmn
rejeicao da prooosla. ao menos por este anno.
= Lord Enfield disse na cmara dos coinmuus
que s aub ridades navacs inglezas leem instrue
goes para Iratarcm os navic-s hespanhoes subleva
dos, como piratas, se commetterem actos de pira-
tagem que affeclem inleresse-; M a subditos ingle-
zes; e acero-cent ou que lambem linha-n iostmc-
cocs para uo ent'egarem, nem assistirem a en-
trega alguma dos |iti*ioneiro?, feitos nos navios
sublevad)*, ao governo bespanhol ; e de impedir
qualqui'r bombardeamenlo, |icl is navios rebeldes,
at que se pandan a salvo as peanas e propie-
dades inglezas ; e qu.; tinha j mandado para Gil-
braltar a esqaadra do Mediterrneo.
Ene rrou->e o parlamento no dia 5 de agosto.
No di*cnrso da coroa que foi I ido por um dos
ministros, diz se que se espera que o casamento
do duque de Edimburgo estabelecer n >vos lacos
de amisade entre a Inglaterra c a Ru-sia ; nda
que tem havido al;uma diminnicao na activdade
cnmmerrjal, mas que a situado geral do paiz con-
tinua a melhorar.
ALLKMANHA.
Diz a Gazrtu di Slheria que 0 arcebispo Lo-
doehewski ordenara preces publicas em todas as
igrejas das dioceses de Gnesne e de Po-en, pela
greja cruelmente perseguida ; haver indulgencia
plenaria, concedida pelo papa, para quem assistir
i essas preces.
Na Prussia a nobreza calhdca enllocase
frente da opposieao contra o governo e contra a
nova legislaeao destinada a proteger o estado, e a
sociedade civil contra asnvascs do ullramonta-
nismo.
Na Baviera a arist cracia fazos maiores es-
torcos para decidir o rei Luiz a arvorar o estan-
darte de tima oppisico oflicial contra os poderes
do imperio.
Urna petico assigaada pelos mais elevados per-
sonagens prolesla com altivez centra a lei imperial
que proscreveu os jesutas e as ordens libadas.
Os signatarios do protesto nio nelam em qua-
lilicar as alludidas leis de arbitraras, de iniquas e
incapazes de obrigar os goveroos e os fiis, e pe-
dem ao re que seopponha, no conselho federal,
execuelo das mesmas.
E' quasi urna provocacao directaJ' revolt ;
mas de ceno o rei da Baviera, o prupro dos sube-
ranos que propoz a creacao do imperio, nao con-
sentir em dar o rebate de urna guerra civil, que
terminara pela ruina do imperio allemo.
Dizrin de Vienua .u.' o principe de Monte-
negro tir.-u gravemente ferido no resto com um
tiro de espingarda, ignorando se anda quem se-
jam os autores do alternado bem como os porme-
uores del le.
A correspondencia provincial de Berlim, folha
sendo ntcial, confirma que, a demissao de Werner
poe termo ao incidente levantando pela captura
do navio hespanhol Vigilante.
A demissao prova que Werner proceden sem
autoris ico. O governo declina aresponsabilidade
do incidente que poderia significar o reconheci-
mento positivo do actual governo de He panha.
A Gazeta ia AHemanki do Norte ifi que War-
ner dever dar explicacoes acerca do seu pro-
cedi ento, que, nao foi approvado, e devia nica
mente proteger osjsu'ditos allemes evitando qual-.
quer inlervencao as lulas intestina* da Hespa-
nha.
Torna-se a fallar no mundo poltico na pos-
sibilidade da candidatura de um principe allemo
ao Ibrono vago, mas talvez prximamente restau-
rado, da Hespanha. Por hora nao passa de meros
boatos.
a ostro i u.NT. n n.
E' esperado em Vienoa d'Austria o principe
Milo da Servia, que lli loi precedido pelo seu mi-
nistro Ristichs; o qual tem negociado com o go-
verno austro-hngaro umitas convencoes de gran-
de interesse nao s para o principado, como tam-
bem para as relajees internacionaes em geral.
Aa principies sao relativas 1 extradiccao de cri-
minosos, aos corceios, rectificacio do curso do
Danubio, junto de Orsova e navegacSo a vapor
neste rio; e finalmente junecao das linhas-fer-
reas qne a Servia, vai construir com a rede aus-
tro-hngara. A asignatura destes tratados veri-
car-se-na dorante a estada do principe em
Vieona,
0 imperador Francisc i Jos tenciona fazer di* importancia abandonaran) a
lambem urna visita ao estrangeiro. do povo refugiadas as igrejas
Diz a l'ress de Vienna nm a presenca d
a l'ress de Vienna qne a presenca uo ar-
chiduque Alberto em Varsovia, onde foi saiidar o
imperador Alcvmdre em. noiue do iiuinarcha aus-
tro-hngaro, nao ser nm arlo de cortezia i.solado ;
e que, p-ide itlii iiir que o imperador Francisco
los visitar brevemeuhi o imp-rador da llussia.
Altribuc-se a esta viagem urna al'i significa-
eiio jioliiie.i como propria |i ia njnsoii ciliarn das ditas curtes e a exercor urna grande
ililluetieia lio curso do* HCgO'.'ioS |H)IICoS.
lairrem boaios vagos de crise minifli-rial des-
de as incongruentes providencias que o Sr. Slre-
mayer, ministro dos cultos eda inslruccao publica
lomara com relacSo s associaces do professores
e a iiiiiversidade de Inspruck.
Atlribuiam-se estes tactos pressao cxeicida pe-
lo partido da corte sobre o ministerio Auersperg,
ou pe menos indicios de urna divisao profunda
no seio do gabinete, enjo chefe, homein de itco-
nbecida lealdade, veri a a sua posi-.-ao altamente
aneacada |*Ias influencias reirogadas.
Os boatos sao porem infnnikidos pois que u mi-
nisterio ja retiroii parte das medidas que tinbam
iuquii-iado a opiniao publica, os s*M orgos na im
prensa alllriuam que nao smente reina a mais
lierleita hinnonia entre a coma e os seus conse-
Ib-iros, na que o gabinete nao tem cessado de
se conservar homogneo e fiel sua origen) cons-
titucii ual.
TURQUA
O conflicto de Beln) eslava a ponto de reee-
bt-r tuna solucau definitiva. Os religioso gregos e
latinos que dei am origen) ao coiiilicln sern demit-
lid os nu transferidos.
As restaur.ico-s im templo sern feitis parte por
cunta dos latino*, parte pelo governo.
O templ* ile Santa Helena continua a perlejieer
aos nrihoduxo*, mis os l.-tino- tero direito de
pa.-sagein.
enca
Continua a crise miui-terial. O ministerio
tem lido na cunara varias vntaces contrarias, sem
entender de ver dar a sua demissao.
A sci>o. -.tre os cheles da opp )sic.\o e que tem
promovido a cnntiuuacao da crise. Falla-se porem
ui\ mo-liliceco do actual gabinete.
H sPA.Nll v
Acerca deste paiz escreve nosso correspon-
dbiite de Lisboa :
m As curies hesjianholag conlimum a dar pro-
vas evidentes de que ou coinprebeudem a gravi-
d ule da siuiar-o da Hespanha : as suas sessoes
nao sobresali medida alguma que tenha o carc-
ter de utilidad*) e da opporlumdale ; nao appare-
cciii inedidi.s energigas que se opponham ao des-
onv..|viinenlu das paixoes brul-es ano estao jun-
cando ii solo da ll-spanha de millas, de cinxas ue
sangue, de ign uiinia e de infamia.
O* Irabalbos das sessoes reduzeni-se a declarar
que a a-nembla viu com desagrado o prnecdj-
iiiento dos depuiadi'S que se levantam armados
contra a sua auloridade a ricummendam aos f une-
ei- narioi judiciaes, que dirijan) as suas supplicas
cmara pe n lo autorisa > para seren uiellidos
em proe --*o os membros da cunara que se teem
rullocado frente dos ilumnenlos armados, quer
a favor dos carlitlat, quer a favor dos radica
listas
t Etnqiiauto se discutem est s puerilidades,
Almera bombardeada, para ser abrigada a pagar
nina contribuieo de cen mil duros. Sevilla
incendia la petos prupriot lilho* des*a Ierra, domi-
na ios pela demencia do Miicidio, ou talvez excita-
dos por nvejosas intlucucias estrangeias.
Emquanlo a assembla esgota o sen lempo
em discursos vina e palavras ocas, continuava a
luta sangrenta em Cdiz e S. Fernando, receava-
se que Valencia fosse saqueada pelos intcrnncio-
ntalas e pelos aventureiros ante* de poder ser
necunada mililarnieate nA soldados.
Eiiiquauto a as?einba ouvia com desagrado
as noticias da luta, e nella se fazam pomposos
diM-ursos, contintiava em Salamanca su|ienso o
imperio das leis; cahii Orihuela em poder dos
inMirgente*, eram ameai-idos Alicante e outros
pontos e em Granada a demagogia coinmellia ex-
cessos inauditos.
c 0 intento do celebre orador Emilio Castellar
quitado pedio a palavra era pmpor a conveniencia
de -suspenderen! as cmaras as suas sessoes, e
esta era lamb--m a vontade do governo; mas
Emilio Castellar encontrando os nimos pouco
disiKistos neste sentido, vio-se obrigado a fazer
urna diverso discreteando em diverso sentindo.
Vai come<;ar a discusso do projecto de con*
tiuicao hespahola, havendo para esse fin sessoes
dianas.
A maioria da cmara resolveu votar unida
todos os projecto? que fossem apresentados pelo
governo, que livesse por lim o restabelecimento da
ordem e a eessafiq da anarcha
Corre uilima hora a noticia de terem sido
apresadas, pelos nrussianos as duas fragatas bes-
panholas Alinansa e Victoria e a priso de Con-
Ireras.
Tem causado grande estranheza este novo
systema de intervencao inaugurado pelo governo
prussiano, e fazeit-se as miis desenconlradas con-
jecturas.
Parece todava estar prxima da sua conclu-
so a i n* ur rei van federal e socialista que, vai para
dous mezes, suffoca as princmaes cidades da Hes-
panha. Cedcu Sevilla e Cdiz, como relatei na
minha ultima; Carihagena est extenuada e Valen-
cia lo coustrangida fai, que leve de se render.
t >eguirei por sua ordem os principaes faclos
cidade; familias
onde tremulavam'
casas dos
livrar das
a As pecas tomadas em Sevilha estavan> pela
maior parte encravadas. Continua odesanmmeu-
bandeiras brancas; assun como as casas dos todos voluntarios. Sao gentes os sentimentos-de
consulados e outros edificios para as livrar das gratidao e aftecte para com o val.iroso e discipli-
uornhas. -,,.-' i nado corpj d general Faiva.
. O governo, a in.-tancia de Marluuez, resolveu,; Em 0re(m (Ga,ia) jubjj^ram.g,. 04 volun-
e.nconsell. de mioislros, dar ao general a faeul- urioso alguma tropa, proclamando a republi.M
d*de de conceder amnista geral aos compromet!- federal-social
dos nos delicio esseneialroeiite pblicos. Carlliagena ^vv* a maior desordem ; ten-
Eis como teve lugar a entrega de Cdiz. Os
insurgentes completamente desmoralisados, pren-
dern! alguinas pessoas ricas, exgindo-lhes exces-
ivas coniribuces. Os artillieiros lomaran) par,
lido |>elos constrvadores, revoitaram-se, tiraran) os
insurgentes dos principaes pontos; deixando a
bandeira vermelha. Depois disto a junta resignen
os seus poderes no corpo consular, que nomeou
Ranees, presidente da jnnta provisoria al a (.ne-
gada das autoridades legitimas. Ranees telegra-
pbou para Madrid, annunciandoter aceitado nica-
i mente urna tal commisssao, para impedir o des-
embarque da tripolac.io dos navios estrangeiros.
Pavia uotr-iu depois do ineio dia do dia 4
do correte, Purera inielizinente, nada disso se
passou sem derraiiiamenlo de sangue.
o brigadeiro
<
do-so reabsado por mais de una vez crise.
pela desunio entre os proprios insurgentes. Por
vezei leem tentado arvorar o pavilhao nacional.
Alguns mais destimidos quizeram apossar se das
dua- fragatas apresadas pelos allemae;, com a
Menlez Nunez, porm a inexperiencia dos tripu-
lantes fez encallar este navio. Foram presos trin-
ta republicanos pacficos e conservados em refeus.
Apparecerain na imprensa uns eselarecimen-
tos, attribuidos ao cnsul prussiano, Sootorno, nos
Juaes se evidencia que a resolucio dos comman-
antes das fragatas alien e ingleza, centra os na-
vios que se dirigiam a Malaga, funda-so em terem
os insurgentes faltado ao que verbalmente ajusla-
, rain por oecasio do apresameoo do Vigilante e
i bombardeado urna povoaco abena, como Almera.
. II, nc* chamou para junto de si o ungaueno exigindo-lhe antes umasoniina cmaideravel, o que
Taran, Horneando 1>. ngel Daca rete, Uoveraador-p^,^ e aL.loi dc VerJadelra pira-
imbtar da praca. %fi
.< Logo que o general Rivera conimandaiito de | K ?nmh manJ,m aog ^ agentes Hes
divisan das forcasdn governo cntrou em (.ad.z fui b nsiruccdes, recommeodando a absteuco
ai vorada a bandeira hespahola, que fn. saudada o\j qjalquer ingerencia nos negocios internos di
por todos os navios nacionaes e estrangeiros tun-; penillsu7;i! pr^ao efflcaz aos allcme*. ac r
ea los em Ladiz. do, quanto possivel, eom a marinha francezi e in-
Uma parle da guarn.cao esta aclnalmcnle oecu- ,w w aburar a proteeco dos subditos dos
parta em reparar os caminhos de ferro, e telegra- jre. uajie1
pbos derruidos ou interrumpido*. Os cariistas com as verdadeiras Iregoas que
fc crreme que Salvuechea, um dos chefes ,||(, ,eein ^ ,m;irnm f|,,g0> tegn,..^ d^n-
principaes do moviinenlo, intaM da rendicn nego-
ciara .-obre Londres urna letra de 7,000 libras
(mais de 30 nuiles de re-)
Assim que os insurgentes obrigaram o con-
tra-almirante Arias, a encerrar *e no arsenal de
Carraca e a deeiider-se, juIgou lal brioso mari-
nheiro, do seu dever conimnniear o estado das
c.ousas ao corpo consular e para ese hu se dirigi
logo ao cnsul francez como decano do mesmo
corpo.
Arias pediiid que fossem aduptadas as medi-
das necessarias a favor dos mteresses dos estran-
geiros, explic u o seu procedimiento, dizendo que
foram baldad s todos os saCarena de concliaro,
chegando al ao extremo de deixar o quarlel, e
eilitici'.da povoa-.-.io de S. Carlos, pontos fortes,
para se encerrar no arsenal de marraba, como
ponto central ; mas qne a commissao de Cdiz
nada altendeii e ni.indou romper o fogo contra o
arsenal; resulvou, pois defen ler-se a todo o tran-
se, para livrar Cdiz da demagogia. Finalmente,
esl averiguado que a rendicn de Cdiz, se deve
atliliule do corpo de artilhana, que desde o .co-
) do plano dos revoltosos, de-
volvida extraordinariamente. Fazem verdadeiras
desgranas nai trras mi lo chegam e preparara um
segundo flagello Hespanha, se o governo nao po-
der em breve oppor-lhe a mxima resistencia.
A maior parte das fa-uilias dos insurgente
de Ssvilha, Cdiz e mais pontos tomados-pelas tro-
pas do governo, teem-se refugiado em Portugal.
Foi demolido o commandante da fragata alie-
nta Fredericj Curtos e desapprovado o seu pro-e-
dimento com relacao s questoes nteinacioaae-
da Hespanha.
n O governo de Berlim deu ordens terminante*
aos seus delegado diplomticos eonsulaves na
naci) hespahola para que observen! a mais seve-
ra neutralidade.
a A imprensa estrangeia oceupi-se-dos accor-
dos neutraas que devera limitar-se pratecfo das
respectivas nacionalidades. ^
n Em Orense ha tranquillidade.
Na sublevacao que leve lujar 'in Puebla de
Friviw, perto da fronteira jMagucza ( naves e
Vinbaes) houve inuilos exceM&ttoniinettidos pelus
milicianos movis. PersegwH, refugiarani-se
me o, comparlicpando ao piano uos revoiioso, ue-,eru Portugal, onde, sem conflielo. largaram as ar-
pois se negnu a cooperar com elle*, sendo o pn- 11U1J
meiro a contribuir para que cessasse o fogo. Al-1 ", g. muil0 cunejrtcravel a emigraitio de inter-
guus ineiiibros dos inais inlluenles, esconderam-se nacionalistas para Portugal, a maior parle driles
no consulado dos Estado*-Lindos. O general Pava fagiIV0l uas lnfQTr. -^ vencidas as Andaluzia e
deu liberdade acs insurgentes d'artlharia. CasHIa
As corte* nemoaram a commissao encarrega-, ', o intitulado gsvern) de C rthagena publicoa
da de examinar os pedidos de autorisac.ao para ma ;,||0CUPru, reeonnnendando conlianca e uniio
proseguir as diligencias contra o* sete depuudos C||(J os jn.Uigentes, circumstancias de que lia
indiciados pelos juizes de Bejar e Carthagcna.
O ministro do interior apruseutou as cortes
nm projeem, estabelecendo ivna colonia peniten-
ciaria as illias Marianas.
' Fui approvado o projeclo suspeudendo, por
dous mezes, o pagamento dos vencimeutos do let-
tras e ordens vista, correspon lentes ao? mezes
de ag.i-lo e setembro i quinidite.
rm a'iprovada. deiimlivamente. a loi conce-
dos cavados as
provincias vascas. Navarra e Burgos, e decreto
creando a escola das billas artes.
sucepdidos n'aqnelles desgracados centros de po- esquadro, teudo idntica corapesicio.
pulacao. < Tcera .-ido coudemuados morte alguns dos
Os sublevados de Valencia cnntavam no prin
dias inuito carecan).
t Tinha chegado Galvez aquella cidade com
um pequeo resto das torcas com que havia sabi-
do. As domis tinbam desertado.
Em Barcelona tem-se manifestado syinplomas
desf.avoraveis ordem publica.
0 governo confia que poder garantir a tran-
ro aiprovada, deiinitivaniente. a lei conce-; qu^ DMm hora de Madrid, q
deudo garantas constitucionaes a Porto ico. tlM g, M(ava mscutindo o emtrestinio. O ministro
a requisico dos cavados as das |niinca3 ,|S3(J ,.ue 0 projecto pertenco ao mi-
nisterio Pi. A rejeicao ser unia censura a Pi e
, nao io ministerio actual, (tem sua novidade esta
As corles approvaram a suppreso do direito ri,troactiv,jaje \\^0 faI .rtanto, questo de ga-
lla grapa.
t Foram deuiiitidos o guvernador civil e secre-
tario de Jan. Foi nomeado Rodrigues Pinilla,
sub-secreiario do ministerio dos negocios estran-
geiros, em substituidlo de Morajta, encarregado
de outras funecoes.
Koram dissolvidos os batalboes gallaigues,
guias de Figeras, e voluntarios de Nouvilas.
O cnsul allemo em Carihagena poz dispo-
si-o do governo dc Madrid as duas fragatas re-
beldes tomadas nas aguas de Malaga. Sendo na-
quelle porto guardadas pelos prussianos, teudo as
re.sjtectivas tripolacoes sida desembarcadas^ sem
armas. Conlreras foi feilo prisionero, nao po-
deudo desembarcar por temer os seus.
Descbriram-se em Madrid depsitos de, ar-
mas nos bairros extremos, norte e sul.
O cnsul prussiauo de Almera, reclamou
3,000 duros, como iiidemnisaco pelos projuizus
causados em sua casa no bombardeamenlo.
As tropas do governo estao seirhoras de Tor-
regorda, Cariadura e Pintales. Os sublevados fu
girara de toda a parte em debaudada, gritando que
erara atraieoados.
Em Linares, os mineiros era numero de 800,
orgauisarain mu batalhao para assegurar a circu-
lado dos comboyos na linha de Andaluzia.
t Appareceu na Gaceta o decreto da creaco do
batalhao de distinctos ou sagrados, composto dos
oQiciacs que estavam em disponibilidade, por ef-
feito das ultimas reformas militares, 12' composto
de 400 capitaes e subalternos todos voluntarios,
divididos por seis companhias, commandadas por
coronis, tendo como teaentcs, tcnentes-coroueis ;
e majores por alferes. Organisou-se tambera um
cipio do movimenlo com doze mil bomens arma-
dos ; mas depois foi se reduzindo esse numero at
ficar era menos de mtodo. No entretanto, como
os revoltosos se tinbam prevenido, tomando as
principaes ras, lodas as entradas das Dovoacoes,
etc., enchendo-as de barricadas e guaru -cendo-as
d'artdharia, a resistencia apresenlada foi grande e
tenaz Lancnram mao de lodos os recursos, ai la
os mais violentos para se sustentaren), inclusive,
violentando os amigos ufliciaes de arliiliaria, para
que dirigissera as principaes manobras, amcacan-
do-os de inerte. Mas afiial ludo foi debalde. O
general Martnez soube de tal modo dirigir as
suas operaedes e escoiner os pontos onde devia
sitiar as suas baleras, que era pouco lempo pode
dominar aquelle infeliz estado. O bombardeamenlo
foi violentissimo, mas a resistencia nao o fui menos.
A lula fii sempre desesperada, bavendo um sem
numero de victimas Um proj.-til cahido na parle
cuarta tez ir pelos ares o paiol.
c Os proprios membros da junta, que suscita-
ran) a idea de entrega foram logo fuzlados. Neste
numero foi comprehendio Mariano Asr. republica-
no conhecido e importante.
i No terceixu dia de hl >queio cahiram sobre Va-
Ipnria 800 bombas. Entretanto as tropas do go-
verno foram gaohando terreno, disputando metro
a metro com perdas eonsideraveis Afinal enlra-
ram as tropas na cidade. Os rablevados fugiram
e nio ba desgracas a lamentar a nio ser as d'um
bombardeamenlo que durou uns poneos de dias.
< O general Martnez recebeu de Madrid 800
bombas, 1,000 granadas, 4,000 kilogrammas de
plvora e 750 mil eartuxos para espingardas de
diversos systemas.
f Eis urna multo breve descripcio do que foi
Valencia durante o bombardeamenlo. E' um
verdadeiro cemiterio; porque quasi todas as janel- .
\u esli fechadas e apenas se v circular urna ou I honrada!
otttra pessoa pelas ras. As pessoas abastadas el naci
prisioueiros do Sevilha.
a 0 governo de Madrid recebeu felieitaces de
todas s provincias pela pela victoria alcancada
contra os denagogos
a Por outro lado as guerrillas carlistas vio fa-
zendo enormes disturbios. Peco entrou na villa
de Tobera cora 200 homens, saqueando as princi-
paes casas. Em Campo Verde, una guerrilba le-
vou 1,000 poseas, sellos e tabacos.
.Nao |iosso deixar de mencionar, coma leve lu-
gar o apresaraento das duas fragatas V doria o
Almanta, pelos navios estrangeiros,sendo feilo pri-
sionero Contreras. Na madrugada de 31 do Tez
bnete.
Assegurava-se que o almirante ingbz recebeu
ordem para entregar o Almanta e a PifctsVM ao
governo hespanhol.
As tropas do governo oceuparam Granada e-
Murcia, sem resistencia.
Contreras e Pozas entraran) em Carihagena,
que agora o ultimo refugio dos insurgentes.
Julga-se que de um momento para o outro se
entregar Carihagena.
ontreras tinha sido batida em Helbn por urna
columna couimandada pelo brigadeiro Salcedo.
Ficaram prisioneros muitos insurgentes e Contre-
ras evadira-se.
PORTUGlL.
Da caria do nosso zel so correspondente de Lis-
boa, extrahlmoj o segrate :
A novidede do da o suicidio do governador
de S. Thom e Principe, o capito-tenenle Joio
Climaco de Carvalho, honestissiiuo e muito intelli-
geuld oflicial da armada portuguexa, onde em
verdes aonos Havia j alcancado aquelle posto
Era primo do nosso coinpalrioU o Dr. Thoraat de
Carvalho, lente da escola inedlco-cisurgica. Ser-
vira-lhe este meu amigo de segundo pai
t A historia daquolla fatal resolucio triste,
comquanto o ipfeliz governador se deixasse des-
vairar ptla eiiageraco do pundoior, faz-lhe hon-
ra tama delicadeza de sen tmenlos.
Falsos amigos e alguns zmgocs dos que ha-
bitualmente eercam a auloridade era toda a parte,
o haviam indisposlo com um individuo de cor pre-
ta, com quera o regedor de certa freguezia da
ilh de S. Thom tinha tido um desacordo por
causa de uuta passageira que violentamente fizm
p<)r trra e propriedade do individuo era questao.
0 governador levado de falsas nforniardes fez ar-
bitrariamente asientar praca como vadk> ao tal in-
dividuo e deportou-o para a ilha do Principe, dei-
xando em S. Thom a mulher e dous filhos meno-
res. .
i Este acto foi mal olhado por toda a gente, e
indispoz a populaco contra o governador, do que
restdtou correr logo urna represenla^o ao go-
verno da meiropole, pedindo a substiluicao do go-
vernador u motivando enrgicamente o pedido
com a allegacio da violencia praticada-
i J. Climaco do Carvalho reflectio entio, mas
tarde, que linha cahido em gravissimo erro : nao
t.io urna fragata alterna alravessou-se-lhe logo na
proa, e outra ingleza na popa. Vendse entre
navios estrangeiros, a Almausa pedio para fallar
ao coinmandanle da Frederico Carlos, indo este a
bordo onde conver.-ou por algum lempo eoni Con-
treras, que veio para o navio allemo acompanha
do do seu estado maior, no qual figura va o coro
nel Pernes. Depois appareceu a Vicloiia, que foi
obrigada, do mesmo modo que a sua compauhei-
ra, a voitar de bordo.
Falla-se muito na breve solueio poltica de
Hespanha. Segundo uns esl todo se preparan-
do para a eleicao de tira principe prussiano. Se-
gunde outros, todo leva aquelle paiz repblica
unitaria.
Em Sevjlba val appliear-se o castigo da lei a
alguns internacionalistas incendiarios.
Foram desarmadas em Saragoca, 150 pracas
de cacadores de Madrid. O capillo general da
praca, em quadrado formado pela tropa da guar-
nifio, dentro do qual estavam os cacadores des-
armados, disse-lhes queo seu proceder criminoso
exiga o mais severo castigo, e que s as tropas
e disciplinadas eram benemritas da
mente a sua incompatibilidade coin as sympathia
daq lelles povos, porqiianto a parte mais importan-
te da populaco por seus ha veres e posicao social,
assiguou o atalissimn papel onde se comprehendia
a seutenca de inerte do malaventurado governa-
dor de S. Thom e Principe.
Foi entio que fez saltar os melos na varaada
do palacio di governo, depois de ter escripto cora
apparente placidez d'animo as suas derradeira*
diqiosicoes. A esse papel aberlo, poz Ihe > eplgra-
phe leguule as minhas a^mas^Dontaes, e subs-
crplou urna caria feehlJ para sorf* primo o Dr.
Thinaz de Carvath, residente em Lisboa
No papevque deixou aborto dizia poueos mo-
mentos arns de se matar :
Nao culpem ninguem da minha morte, sou
eu que me mato por estar caneado de viver e de-
sojar procurar na morte o repouso. Drizo ludo
que tanho\ uteu nnmo Thomaz do Carvalho, com
a condicio de mandar pagar as minhas dividas,
quj declaro em carta que debo para elle.Peco
ao major Brunachy que vigi pela execuelo das
m'ntaa ultimas vo&tades, e faca que seja paga d->
mou espolio e bom a maior brevidade a passageni
para Portugal a meu creado Romo. Desejo mai*
-
-fc-
i


V
\
*
quctonha baixa c saja solio o hornea* da G.
Pipe chamado Clemente a quera eu inrfnfli '
praca. S. THo^i 1 de ,unlu do I8J3, s
fas da manbjy J*mi| CUm.co de I
O pri'lo c. Clemente F<*
Santo-, tem Sw ^niVos deida*',, r!
Guadalupe etffcttlrcl o.., d&io GibSL .
mato f*uMKtorni f,Uonda w0 de r,uro.
[P
37 auno- alm
alg'lfi lites qSTl.m
'fcai^et lt|aieiras.
; nao lftha.|>ii qae
ni pelo sel (Uturo.
ramenla* lima 11,
ranead) bstanlo, na
harosij conoo-- i
fila n:\qi\
ajp. -W o p'inli >-ii
olal|h*jf Se\ in-
Inti) das
lod drvemis
laurni'ir o seu
O Infeliz otcidLi
^e5U SOldigi
nermiltiam vi
Era modesto n
recetor p
Moco vk
scmpic respe!
sua earrefra, fl
e tal 111 imp-irtal
cenles pr'ojaa d
a coberto (
feliz offl.'ii_n'nn
tao falal resotacio
primoiro o nl'.im > erro.
o E' asara quo'se express* o Di rio Popular,
Iragnngain qno encontr untnlmo no pcnsameitto
* r-m tratoi os -n-irm>, an ra'aur.'m ra"rlrmrrwrf
faeto, saccoid i em II da tsio. Nodia 10 j o no-
venta der andava imito appr hensivo, enfadando
se compti^iintasu ,U*-J.-anli, dj&otncorlalu as
respetas. '
A entrada de retgiidos liapauho.is era Por
tapnl poli fronb'ira la h a nvior vn;i-
laaoa da paito di>vorni. ftjpois dos dstur-'
Idos que di iii.lic;,;a is moris praticarata em
Orense, foram artitam rato perseguid is e dlrizi-
rara-sO i P.irtug.U f.or Verin e Cruvss. Era es-
perada ha das, a entrada de l,o():) revolucionarios
insurgentes da G*;iiu, os qua>. per-ognWos tara
Ix* por tirona 4anff se em laringal, pagando a 'ivihteira pelo PnAei-
ro Velln, porto-du Vinhae.
Foram lijo desrmalos pelas fureus n,rii<
proxmi*, o tonai acudi all mais ir pa, sen*)
iiec --ario ttlv rforcar a me osla noji n Traz
ti* Minies. Alada sa esperaran! mais emigrados.
Dizse qr.9 <> (fiv.Ta,) portuguez na os coa-
sorrara a l',,iv,, min iinanlaii para os
Aerrfi, e bate:ii dizns que seriara Iransiiorti-
lo para a iha Ueava, umi das do Cali >-Verde,
e mofea san Lnel.
A erdade q u a ftvtirm tera silo enrgico
e aelo, oteni d uilde in-i.nal os daveres d-> itriofa Kvtralidailt
q i me eu'tvifin manter em t >h a su i pteaitud
Reliz n ';it' ni o me c;n;> de odiier) irlo lo-'
m is n vi I ida il- vulto. Mas os nosso.s fundos e-
i a mas iI v ns iuterwK o a i us esemnios.
A eon-;i,'!li.;,i,(li dirija flu:tuante p ir ineio
t urna Apernte cin cap:ialis!s esfcingeiro es-
ta p.-.nim He wHlinr-se.
" SUhVi o I i i rl i: a 9, bmn hutph'nn I
para l'enn :ih i,m, a 10, lirig.no Ciir.il para o Pa-
r. es.-;iiia Iiwi, pira o Araeajj, e o brigue En-
ria<8(!enn. para o Kirto.
poij em fuga.
~9m carao de furto do eavallos, U
presifera flagrante a 3Jo corrento Jos farolillo
das.Neves no distrielo de ~. ftento.
Fcriuaciit. N.iiugar' d;-nomina.Io i'o^W
i'dra, d) rastrillo do TiiSIuilba, terma de Iia^H
is Flix, co 'hecido por los Milcqe, ferio cora
urna facada a Manotd Na'.vs de Fr,eitas ; logran fu
evadir se o delinquenlo por se liavcr qpposlu-4ina
prisao Bellarmino Alvos uaeoz.
Oatr< No 13 do rorreot-3 Manoel Ma-
Uiens f ii levemente Terido per um tiro na villa do
kali i
Rolaiu.'. -Dirigiranmos un contra o pro
pero tortto *W*:noito hartisro rta ri'ii* nuilticr moradora
lMBC!
REVISTA DIARIA.
l-l'Sulo Iliterario p.,r pelara da
pre.
nome.nl) o liachart-l Jos Francisco Gees Cavban-
te delegado ttsrwio da vida d) li mit.i,
Caaltti s.]'i;uariiio ensteirn Ko do-
mingo nuttta r.i-elieu-se o sogninte telegramma :
ainr.-.s di un i-a Ksiamo.s mu da barca
Ti'iar.d ; loe.-,- cjibeareuioj o cabo. Tuda v.;
Iiani. t'itrlir.
Asyla (I. alieaadus- A commsfio no-
tncal-i palo 15\- u. .Sr-pie>i leo!uli provincia para
gc'i-iar .|ori;voi para o leilad de prendas que
tvra ty ir p ir orca- i d i c.Wj^xh Ja i pedia
de
sin >\i o modo
por
os seas trabalkw, pela se-
da Oliiil i -A en
s;!eiiiliro prximo hatera, nisdi
uin lien ordinario para
1) u iras e do Bo-
da asvl i. principia !i i
U u:r- rn i :
Heife.
1.1.7. ( in.-ali-c! di Silva.
H. KruchwiOjerg.
J. Cario I5a-M-#o Oveira.
G. Patehe!.
.San! i Antoni.
Dr. Lamenha Lim.
Joaqaim l)i.\s itoeSanlis.
Ja uiinOliilioBaitis.
Jivoi.ini M.i:i'.< '
IiJa-Vsta.
) M wens)
Francisco Ignacio Pinto.
A contraisaao mga s poawai que twMtaaca-
mente queira-n enviar ;i< snas prendas, favor de
fa'.e-! as seg:iint"s casas ;
H-'cife. -Luil G)ne;,lv.s da Silva & Pinto, ra
da Harinea de Oiil,, Ctuba A Manta, idem.
sanio Antonio. H a do Crespo u. '!, ruaNiV.i
Arruli Irmio.
1ai-Vista Casa d> Du M-isces.i.
Vaynrccmpenutoi Amanh, o brasi-
kWoHa-'ua, dusp.rt-.s do norte do imperio; de
28 a i ', os og'e/.es Dmro e &;/./, do sul da iin-
pcri; a 31,e inglez Ilhmwi, da Knropa.
\ arlaros a sahir. -a' 28. o Curto*,para
aiitangu ip ; a 30, a Mimiili para ATacaj e
e-rilis. oo/.)i;.c-, pr;, Aoarac e escalas ; a
J ana
ni'.-ar do i"de
roingoa Bdhri santiiatta
11-b.-nbe. partindi dj Rocilda
berilio ao meio dia.
Fresaszia Is Bau J trliiu -Falhi
cen, era Lwbna, vieiima de padeciraentos ehroni-
cos, o Itvni. Antonio Hvgini di lidian la l'.aval-
eaau Cha.-on, vigaro la rreoaciia de UonuJardim,
em Penrambuco.
Oinlic!ro.-0 vap r Cururipe Irouxe para :
Domingos leixeira asios l:R8io70
Fernandez & Irma is i34750
Amorro frotaos l:l2iG(0
Dr. falo da Silva Ramos 4704000
Para o sul lo iaiicria -O vapor in-
glez Acra Ironxe I2 passageiros cm esse des-
tino.
">" ,s"sPp"o. Pola unta do sade de
Msboa fui declara I o suspeito de febre amarella o
porto de Pernambuco.
Cholera morbus. Diz o B, ata. de Lis-
i) -a. o levnlnfe :
E (>m-ial a noticia d haver cholera em Lon
res. o< dous pnmeiros easoa formaos naalfesta-
Tam^u nm sogeilo ehegad i de Hamburgo e e.n
s'ii niho. Aran-is eabinun do cama logo no dia
ejrn'nte ao da sua chegada, co n to w os syinpU-
m. fle qu.itro i oras; o pa, on por ser mais robusto
ou menos forte o ataque, sobreviveu ao (HhQ. o
Telijrapho transatlntico.-Diz o
Jornal d;i NoHe que esperad em Lisboa toda
i hora o vapor Seine, o qual vem assenlar ni es
taca) .le i arcavcllos a ponta do cabo submarino
fOO deve ligar Lisboa illia da Maleira. E' est
o pnmwfo lp do grande caqo que no prjimo
anno deve cnogar ao Brasil. "
-nl^abri'":t d* ?C< e tccilos.-Em
5! do inez prximo irrd i scgulo para a Europa a
fiordo do Boyne or. commenlad r Antonio Va-
lentn) da Mlva Barroca, alim de apwssar a execu-
eao do machmismo e migajamento do artistas lian
Reros o lereWes para a. ratirica de fiacio e leiaW
que o meamo Sr. cofljmeml id ir vai montar no
5-asto edificio que e?ti a ewtclir-so na Passagem-
oa Magdalena. c
Bem aujurauos da cwpre'za d0 Sr. coinmeada-
or Barroca; e para os de conhecem quo mge
nesta provincia a necessidfcde do deseuvutviniento
o oais possiveravantaj.do promettedor em ex-'
\!u -tffi*W&Mn>* 'lue acaba de er
Por liossa, parte elogiama-lo.
tr?.-S**** .f'^asaitera da Ios-
n,.^*1? U,,<<,a- KsUo convocados os
m, .nbros dosu sociedade para^ era asaembla m-
ra naqwn aT-lra f o crente, s 6 horas da
mal na ra de Pedro Afosan, outrora ra Prla
legerem o n.wo can-n> ..i."- ..'-..1 H*lf'
ra do Senkor Vom Jrsus as Crioulas para Cun
ma*escrava sua, a aucia iu'Uinge (RaiiaOentc o|
maisviolentus ca^^gos.
Quera se entender com ooJe'es do intervi.-, a:ni
enr-se da desgranada -vtetmn.
Rupattlica da Per' Leraos no Jornaf
do Commercio, de Lisboa :
O governo da repblica peruana acaba de
promulgar a segnmte Ici que publicara' como
le int roaso uara os emigrantes:
Hanoi! Pari, praiidento orts-tnrimal da re-
paldtci
0 co:i"ress3 DromuVgdu a segnir.te le :
Ctnso da irpublic i peruana,
ConsideiRiid) :
qu i sendo ncontasjavel qne a em:grac.io
contribue para a prosperi lade dos pavos ;
Promptgoa a le segninto ;
Art. I:* O poder executiM autorisaio :
1 A Inverter 100:000 -soles (cada sol POt
riis aprosiinadaraente) lor anuo ao desenvolv-
racnto da emlgracau europi, segundo as bases
mais ade(nadas a cala na^ao e a cada genero de
in lu 2. A distribuir aos emigrantes terrenos re-
gados pela proprledade fiscal.
3." A fazer irrigar os terrenos que o nao es-
lijara, empregando para este lira, os fundos de-
signado* pe i lei de ?i de Janeiro de 1871, rea-
tiva irrigijao dos terrenos da costa.
Art. ?s Os colonos fiearao obrigados a roera-
bolsar o tbesouro dos gastos que occasionarem,
excepto o do transparente denlro dos prazos que
o governo designar.
Dd-so eon'iocttnnfo ao p i lor exeeutlvo, afim
de qae di

enmpn'racnto.
Dada na sala das scssSes do congrosso em
Lima, a 26 de abril de 187-1. -Manoel F. Beneii
rf-.'J, pre da cmara dos deputailos d i sena lo. Fclix Man-
zanares, senador secretorio, j s Miria Gasa-
'<:, deputado seereiario.
'< Ao Exm. S-. presidontc la repblica.
" Man i. po;tanto, qne se imprima, publique
e circule o se l!ie d o devido ciiinpnuiento.
Dala na casado govonu e.n Lima, em 23
de abril de 187.1. Mmoel Pardo.
Miseelania Un cura do eeria aldea, ca-
hindo d lente c nao pudendo por i.-s.i dlaer a raUsa
parochial, nneaPregm o sacliristo de anmineiar
esto falta aos parochian-ts, o ensi
que derla dirigir so a >s liis.
r- l-'allalhos assim :
Senhoru, o Sr. cura est d> nte o nao pode
uixer missa, pelo qne ubtercis dispensa rozando
unas contris di rozar o. Q unta-feira c dia deje-
jum p.r s.'i- dia de S Simio o S. ludas. Jo.io Po-
neno o M uia Jua |una pretenJeiu cont-ahir ma-
tnmonio;-o alguera \m irape : liento, qu hs
a: rsenle: o segundo pregaa
O saeliristio omii altiili a eai, e entrn na
igr ja cora aros de arcebisp >, subi os degraas do
a'lai -ni /i', ajo ilion ante o sacramento, e, volt indo-
SO para o publico, como se fosso dizer Djw'iihs
rwucim, exrlaniiii em voz sonora e gustos solora-
iies ;
Senlioies, o >r. cura o-t doonte por Ser dito
raissa ; i|ui:ita-fvira e si-xta f. ira ojuoi db S. Joa i
I'o-hkiio o le Varia Joaquina S. Sima i o S. Ju
das pivd'iidoiii conirabir raatninonio: fo on ver
uupedhent) toin-se dispensa, retando nlgumas
rautas do roiario; porqii<- u segando pregao.
Tres rm.aos rabes, tendo sabido a viajar no
intuito-do ver o seu paiz, en oritrarara se com um
en luetor do ca nellos, o qual perguritou-lh's so
tinhain visto um dos suris animaos que so t avia
extraviado no andrino dVude vinhatrf.
?fio ceg) de um i-l!n? perguatou nm dos
traaos.
Sim, scnbor, rosponden o conductor.
O segando irmao acere iceuton :
ralti Ibe uin dente dianteiro?
E vordado, resnondeu ah'orocado o carne-
leiro.
Pois cu apostara que pacha de urna pcmi,
dw?e par son lamo o tereoiro dos irmaos.
O eouJucUr, rendo que davaaj Ihe sigaaes exae--1
los do animal ue de que ot Ireaoraeo o livessem visto, e peJio
qne Ihe dissssem aonde estiva.
Siga o caminho que tomarmo?, Ihe disse-
ram.
O cameloro obedecen.
Depais de algun terapo de caminln, die
dos irraa >s .-
I5de estava carregado de trigo.
E piuco oVpois acerescentarara os outris
Iraila de um lado azeite e do outro mol.
O c inductor, niio sabia ser verda le qnanto
dizia.ii, reiterraihos as instancias para que
d/s-es Ento os tro- irnia is jnraram Ihe que nao s o
nao tinham visto, mas at que s a elle proprio ti-
nham ouvido fallar do tal camello.
Depois do varias contestarnos, os tres viajan-
tes forara denunciados ju prisa i.
IV-;>briili, porm, os jaizos que erara pes
stinrtas. passon-Htes ordein de soltura c os
Ven
eabana, ouJ
^SpeaWhiv-,'.. da m^iVfiBtfs*^*
a Simio Fra ra f.-rio gravoracul*.
im wni.ias*.) a Jos Iguaeio 1'en.ora Hibello vi.tn
taHdOi dosjjio iutoiict dr, pi"bpiia casa a'este, Tito 'ttneiiM,
ibrt Busto Piau. J
ma casa de deteu-
;.<'n-i|uo r.ns 80 anuos ae|xava_de
n-i**r dtonciro para coa*rar
cliiua eif.rava a cansar do. Al-i
a ella, iu inerind i-Iba o quo li<
um
Ihe
he
remellen ao fei do p iiz, que recebcu os multo
bem e deulhds hospod.igem em seu palacio.
Um di i em que convorsava com elle;, pergnn-
lou-l es o ro como sainara tantas censas de nm
camello que niea tmh.im visto.
I5:les reponierafa Ihe:
Pelo caminho que viemos vimisa reir o os
cardos rodos de ara s lado, o que nos lovou a
crer que o camello ?6 en;hergava por nm olho.
Reparamos tambera que a berra que tora roda
apre-entava a fallido nm das denles do animal
piea'rooVa. e nos vestiglos d 'isa-Ios por seas ps
desabrimos qie era cuso. E-^cs mesraos rosti-
gios iliinune aram iiis que estova extremamente
uarregad i, e que nao podia ser sehao de graos, visto
queas duas patis dianteiras enterravamso mais
no solo quo as de deir.u. Quanto a azeite e ao
mei, romps dispertados pelas formaras e as mascas
pannrdfi tragedlas em
'i a s H.) auaus de idadjp
l) esj^o O'l anuos S:
:
DiviJ 'OSSQ:.
Sydcahan-fallad W em tfiw
ea
U tipjij
ira lead
ora liar i
i
giiem cHegea
nba.
S' qne per li do*. soLUs Jjue me dju i ma
man.
rwb'ii, disseram Ihe, nai ch.ro mau ;
a.;ni tein Ion-, saldosi|u- loo don.
Apcnp i. \,4i.u,o as costas, roilobiou o prinlo
"Un c1Sm;a. ^^ -^t^ 1
-Porque aida chora f tornaram a porgan-
lar-Ilio. "* *m
Ai! re-iijindeu a menina cnlrc sobijos, se
nao tivesse perdido os dona que a maman me deu
ilcna agora qtratm snldos.
^ l'.oelaiMaj Forara li los na nulriz santo Aiilo^B' no guimos:
' deflnneia^So.
Jos^ Elout'ii. de V.'.e,odo, ora Aana Oliadina
Lavaleante Lias
Manoel Pede? Francisca do Paula, com Candida
Prndenci i Rlnero Gomes.
I/i .ira Forn lb-!la!rit, cora Romana Josepha Do-
lores Leinarda.
Jo= Praneisco do Salles Dal.-a, com Doa tilla
Pacifica Nicanor.
2' denuncalo.
Jos Mixi r,taa i d is Santos, com Mara Gemida
d i Espirito Santo.
Francisco Cara-idvde Pr.'tas, com Maria Lu-
zia Cavaleante de ibaquerque.
' Bellarraino Aijgustc do Athayde, com Agripina
(iennina de Paula li leba.
15'it'iimio Rrasmo Moreira de Men I ma, com Ma-
na Leopoldiiu Machado
;! denunca\;ao.
Arelino Tauriano lo Oiivera, com Fau-tina Ho-
que.
Minool Carlos dos Santos, com Francolina Maria
da Coneeftie.
Ili-rmes Ernesto Dm F.rnande.?, com Mara He-
radia de Azevedo.
Tenehte Pedro Ignaei i de Almeida Guedes, com
L'iirin.i Amalia d- Seuna Ribeiro
Silv-.rio M.'moc! j.> Suiza, con) Firmina Maria de
Miranda.
Bacharel Pe Ira lo:go de Souza, con) Loaoldina
Augusta da Fmic ca.
Fruii-isco L!no de Souza Cont, cora Rorlholeza
Maria Peres da Silva.
Cid o Martins Duarle, com Maria Lopes Je Amo-
rim.
Lotera.A que se acha a venda a 64.*, a
benelTeii da irra.iiidadde S.1nt'Auna da Madre de
Den, a qual c\trahr-se-ha no dia .'W do cor-
rento.
H ivpital l*i>rtug;iicz de Beneflcen-
el .Hovimento das enfermaras do mesmo na
mana di da i" a ii de agisio :
. Exisfiam 2i
Eitrarain l\
Sa i rara jurados 4
Fallecerain 2"
Picara exii lindo 3'
Est de semana o Sr. mordonw Antonio de
Souza Rogo.
Casa 24- de agosto de 1873 :
Existan! presos S59, eutraram 9, existem 308.
A saber "
N'acionaes 2G0, mnlheres 12, e&trangeiros 47.
os-raros IB, escravas 3Total 368.
Alimentados a rusta d/W cofres pnblcos 290.
M ivim mto da enferaiaria do da 24 de agosto
Jf IS73 :
Tere haixa :
Patricio Jos Forrera -asthma.
^ Tove alta :
Galdido Bernardo de Sou'a.
Passasrclros -Vieran) dos partos di Euro-
pa no paquete mglez Seca :
' Goorge C Gates. Ilarl J. Semettan, John N.
Crosse, laes P. Mur/ay, Adoll) A. de lircira
Argo, Joao P. da Silva, Marcelino L Fructuoso,
Domg m I. de Fraga, Antonio M. da Concecio,
Manoel C l\. Colii >, Antonio D. de S. Itegolleto,
Jos do C. Maia, fos R. Das, Antonio F Antones,
-I iu I da Silva Bouca, Constantino de Olivera,
Simos Pendra, Lonrnco Ferre-a Doraingues,
JascM. de Olivara, Agostinho M. iymund Joa-
qun) Tavares. Jo? R. de Carvalho, vaniel N. Pe-
reira.
Veram de Mamanguape ni vapor brasileiro
Cururipe :
Lu inini Fc-lipp" Santiago, Joaouim J. Santiago,
J ts P. Forreira, Joaqum C. de Mello e I criado.
Afonso II 'inionle e i criado, Jos Colho Moreira,
Santos Falcas, Manoel Fernanda.
Se.mir.im para o sul no pa^nete Patina:
Francisco Rocha e sua sea *, Francisco Oo-
Iho da Podenca e sua fam:!ia composta de seis pes-
snas e d.ms criados, Jos Joaqum Almeida Albu-
queroue, Dr. Alvaro de Athayde e um criado,
Theodoro Brasek, Alfredo Garca', sua senhora, um
lilho mjraor e urna criada, Antonio de Azi-vedo
Maia, Charles '1 E. Sehcflenam, Domingos ll-nri-
quo de Olve'ra, Antoni) Sonta Lima, Antonio For-
reira Baltar Fimo, E. C. de Souza, Jos B. das
Sautos Leal, Riymunla (escrava) e urna lilha
menor.
Cesalterlo iniblieo.-Obitaaro do dia 21
Je agosto :
Dnmiana Mara da Conceicao, parda, Pernambu-
co, 2o anuos, casada, S. Jos ; varilas.
Joanna Antonia de Sonta, preta.figinfra se a na-
cioii-ildade) 3i annos, sol'eira, S Pedro Martyr;
parto.
Emilio CaUolar nrlo suspaaio. iio;,f%<
ol da democracia mxleril i
0 inselhciro Xabaco
crra'ajs !uui icratas il
jtjmkpihi se em Finillo Crulolar
Nabueo taiobeui o sol da dedo
o Paulo do apostolado (do Brasil).
> patritico, o difflcU o juxjo du gr:
. a pau=a renVii la, do consd|eirJr
x
huiro*
;o, a
j e nao
adas, q^l a p infn ^MUii di con-
ni podom >s j irnprofcaaier o rti
mxima daS. Opiato da -igreja uo estad
do estado na igrojg.
Mas Buiilf) Castelar que;- a groja livre no esta-
do bvre, logo o c iii-idl iro Nabneo pi-i o sol di
democracia ra l-rnx, n^i o'Paulo Jj ap istolado,
onemoiafc/od) grande Castelar; e por eon,e
guinte, se'ftTara os demcratas da Provincia, er-
rara smente com o conselheiro Xabuco, o qual,
cr su|. vez erra tambera, p ir conta propia, c n
e eirtias proras aicrq
-
r
e
aproar

c
or ser o relioxo do grande Castelar.'
Devora js eonfossar, que nunca leraos, em um
artigo, que devera ser serio, por ser o ar!ig> ckefe
do urgi liberal, lautos aparates. Seo cense -
iheiru Yibueo lirrtr de I r so.nolliaiite artigo, em
que o confrontado cora. Einio Castelar, u.o deixa
ra de exclamar : Oh i|ue sucia di bernardicos.'
E verdade porra quo o estadista liberal, com
Ihe chama o articulista da Ptotinefo, nao repollo
e antes abraca a Uiese di Sqiara^io di igreja do
estado -porm nfe quer ssy desde ja a igreja
llvre no estado l.vre... por bem da liberdade!
Com elL-ito, isto que ooboronca, sabed ira e
prudencia dos liberacj da Provincia, quaulo di-
zera : '
Roma n*o so fez n'tim dia
A dignidale, a QJelidado, a coherencia e-la
em nao se perder de vista o ideal, e em
sompre para o mesmo norte
Um passo boje, dous aman'ia, urna e-ta;ao
lempo, oh comj andam e ehegam individuos
poros
Mal dos viajantes era estacos improprias c in-
trao vento o mar : so algniui vozeliegun, do-
l ms de cus^a^ arrjbadas, alTrontando rail tor-
mentas.
Nesia conformdale enteudam-n n os oossos
amigos.
Se creamos eora o eonselhero N ibuco, o con-
selheiro Nabuco erra' com Emilio Castelar.
Eis a- i ns consellios e as ra.ixrau politio-rc-
v ,',0:if'|ilt os articulistas-libera*, do Sr. de
yuto Bella pregam agora ao povo, depois qne o
uludirain c comprometiera nos serios acontec-
mcutos dos das 14 o 16 de rado.
Antes dess das aziagos, as estoede; cram pro-
pnns; podiam ser a/frontudas mil tormentas ;
nera ramoMfotaj as urribdus; luje pirn ven-
tos e mares estS/contrarios e qualquer mooimenta
pode tornarse perittq; portante ii'cssario
aceitarla pausa feflectida do cinselheiro Xa-
buco I
Que eabecas de escriptores da Protnc i!
Dopois quo perdoram a vasa dos dias 14 e Ifi,
ei-los a deelamarem contra os Iludidos e escarno-
cerera, dizendo quo o frueto naoe-lara iiisa ma-
duro e preciso esperar, para nao embitar os
diaitiv I
En'ortne logro que pregaram esses especuladores
aos inciutos lberaps, os quacs em tua infantil
crediilidaJe, doxamse semure engudar por poili-
das seras.
Escntem bem e melhorobscrvem os libanes as
mxima edontr) i que agora Ihes estad pregan-
do os adosarlos e fementidos palmaros da Pro-
vincia
Eis as suas novas oplnes :
E_' um hnprudente m >rr-so.
E' njirossario quolar-se.
o Paitad reflrclvii do conselheiro Xabaco.
Vola ao slata quo era materia de rlacoes
entre o estado e a igreja.
SransacC.lo eom a realJale I
ara bem realisar-so e-se prograrama, os libe-
raos da Provincia nao querom jesutas de rodea
rolla sera qde estela irirneiro bem acautelada a
liberdade.
E para acautelareta liberdade ndispensave
a a-ma rendida do conselheiro Nibuco, o qual,
era quinto est relloc'.iriJ 1 nao quer -desde j a
igreja livro no estado livro. -
Os piolilicos da Provincia, sedarlos do Sr. de
Villa Bella, tambera por sua vez, em quanto o
grande estadista liberal reU rete, vio distiuguindo
a [hese da hypothose, embora se vejara apedreja-
dos, corno rnartyres do ideal; purera inartyrcs que
trausiyem entretahto cora a realidade !
E' assim o sea liberalismo e assim continuar
a ser 1
ala
A realidade s ou a hypothese Seria-*! a igreja
no estado e naara estado uaigrej 1. a -
Portan ta, par's puMic'BJlas dtfrVormc/, nera
"ama, neaa nutra.ousa ; porque rejaitnni ao raes-
1111 lempa a, tliese e a Iryrutbese. Nem gr:ja li-
vro no estado livro, nera igroj.i no c-'ado e ni>
esta lo na groja.
Mas o que querem entao esses dyseolosllborae.-T
Querera a nao qaare-.u o w'r/o dn gran lo Cas-
telar ; a pirna refleelida ao conselheiro Nabuco;
1 volta ao st'.o ah>u iBilerii da relajaos eulre
o esudo e igrop, era ama palavra o quo cites
querera u itolrausaecSo com a rcaUiate.
Qi;a, isto q 10 Jcclis'amente abrir um b isar
de transaccSei c fechar ap- ni"smo lempo a porta
a todos! v
A reati&dtj eran a qual gaerera transigir,]! fi-
cou por ellos raesra hora aesenluda acuna, nes-
tes torraos :
Jesutas de rodea solti, urna tbeoeraea as-
sombrosa, unida e diseipliuada, impendo sobre as
eonsrtencas; um bispo exahersilo efanalico como
0 Sr. D. Vital, cora diroiti a por um jesuta era ca-
ito eadefra do vigaro, nos altares, ms confecclo-
Barios, nos pulpitos. Que treuvnii lula
Eis ah pois a realidade, cora a qual j o. espe-
culadores esto a propr urna transirrio, nx o#pe-
ranea de galgareui o po>ler
Para evitaroui a tremendi luti, nao duvidam
f/wiir'r/iVj eo.n os jesutas do rdoa sola o com o
bisbo fantico, dando anupasso luje, dous ama-
aba, etc., tu lo cora a p tusa refleclidi de que tera
dado p ovas ora todos os tempus es3cs liberaloes.
Importante prograrama, forra isa bandelra capaz
do reliabilitar um partido deeahilo e despresti-
giad 11 '
Mixto do grande Castelar ; 1'in.i refltttidcr
do conselheiro Nabuco !
So os demcratas da Provincia errara cora esle
conselheiro, este eonselheiro erra com Emilio Cas-
telar, qae o sol da democracia mod.Tin e o
Paulo do apostolad 1.
Em eoaclu'o :
O; libordadoiros da P.-avimi' atirara.n o pivo
sfogueiras dis dias li e G di raaio, e desde
que virara apagad 1 o qaasi exlineto o Incendio lo-
ca retirar.siiucf qut p:ut agasalliarain si den-
tro de mn quoiju ; e agora voliam sorrateiramente
a propi em nonio do Emilio Castelar c do conse-
1 eiro Xabaco, dous apostlos da liberdade, man
volUi'ao statu qm>, que a biiij refleelida do
conselheiro; nina Irau-aeeai ir ira a reilidule, a
qual vera a ser Cara Q mesmo Sr. D. Vital e os
lesuitas de rdoa salta, pefuena guarda trancada
de roupcasl
Uosl'arlo, ora cffoilo evitara os libordadoiros
pansida elyfleclidunen'e a-i tremenda iuti -
li* assim o seu liberalismo e assim continala a
ser !
Os liberaloes, lactarios do Sr. de Villa Helia, s)
pas para tola obra.
Que eabecas do publicista-',

hm-aMrer que Caamos
tas.
agora velara >.- h micas sensatos o que t?
Provincia de 8 lo loesino mee.
Temos nesta projisrela-jNBT companbias do
tiro ; urna das q la-s aabstecua uo gabiaete da
prosidoneia.
Que (ploravei siteacoo, 'a quo d I >g:.r i
to tristeconeel 1, cuja exaetidSj deixamos eons- ,^
cienelencia publi
Os amigos di Sr. do-Villa-Baila prendando
e-la forma, sao 111 lis que dips da senlenca do
despreso que contra Mes j laffou a opimo pu-
blica.
E, costa a erer quo taes horneo* se digam raem-
bros do directorio do partido Jiberal e queridos do
Sr. barrio.
i
3"-.(iil) sobre os par ti dos.
A Provincia 11. 9o de t"> d 1 asronte seu ar-
tigo editorial diz que o ministerio de 7 de Ptl
cedeodu a opinio, se incumbi da vanglorusa ta -
refi de reformar nossas leis e costumnttynan-
di novo rrnna atrouse ntidUit minos aridez,
segnindt as ospiricpet i'paz, mas conclue par-
tidariaineuie dizeulu que era vez de veruaieiras.
reformas faz apenas retoques que sao tifensltos a
nacao.
Admira queenbora ne iraplotaraento a Proa,
cii houvcsse dito issomcsra >'. e-tabe! r.'ndo :
l._que o governo actual se tera d rgido pela
opinio e anaand 1 ajitiafaser as Jaaus aspiro
do paiz, o que um verdadeiro elogio ao actual
ministerio, elogio sem duvila a'aiii-alo poli for-
os da venia le.
S." que se affast.ndo das leniai batida; por s-;us
antecessores (a genorali la le coinprebende todos
sem ex copea >) o governo aeiual so tera aura I a
oastidiet nrnos mid s (lextuaes pa'avras) Scguin
do 11 ivo rumo, o que o mesmo que d zer quo se -
gao a liberda le e u progreas >.
3 que buscar reformar leis e cost Enesreon
mas quo j tera feilo so bem ijuc o espirito de par-
lid 1 levo a Provincia a s ver laes reformas como
retoques offentitOS a Datan.
Taes conclusaes nos suscrtoii o desojo do lazar
um estado sobre os actuis parjadttse de aru
s.i-los a ver q ni n que mais liel a suus pruici.
0 liandcira, teui niellnr cooperad 1 pira o desen-
volvimcnto d 1 paiz.
Dosapaixonados e couiuiedidos s teremos era
rita era n .*sa apreci ieo o faetos e a verdino; e
seerrarn.os nao ser isso lilho de ara prop.sa
de nossa parte, mis da natureza do hornera se.n-
pro sujeilo ao erro.
.-'
J
querera saber qual -a these 0:1 o ideal, e
qual a bypuilu.'se ou a realiJale? 0-icam :
O mal ou a thest : a igrej 1 livre no esta lo
livre.
A groja nocs-
ou a opinfo
de
amontoadas de caia lado ib caminho, nos lugares
00 le podiam ter enhilo algumas gottas desles h
mudos: as forraigas fizeram-nos onjeeiurar d la-
Jo do azeite, e as mis-as o do mel.
I? o re .filmirou a perspicacia feqneiies tros ir-
maos.
*- A amante dura re de Inglaterra acabav de
panoar-se, quando um dos corleaos bebeu por ga-
lantera urna taca cheia d 1 banho da dedade ; todos
os outros iinlarain Iho o cxdmplo, at que uin, que
domra-sc icar para ultunn, dlsso : Quanto a
mim, contentme com a falla alludindo ao nso
adm,indo cntio do beber-sr cm urna torrada no
rundo do copo. D'ahi tira suri orlgem o toast, iu
. O folgaso re Lnh XV, tendo adoQcido pe-
rigosaraente um individuo-que tinha um lugar i n-
f Mtantc em sua corle, man Java t ,lns os dis sa-
Lw sua sade com rariiur empenho. Tendo
fl|pihorado, o funecionario fei, cholo de reconheci-
nicnfo, e mal podendo n'mda ?;ister-se de p, agr-
narer a Sua Magestade os solcitos cuidados que se
digaara ter por elle.
7 ? ,vor paieeia^e una m/esjia singular, 0 quioso por maular anr-l >.
"' Sendo a perseguu:.o dos pliilosoubos e dos
Iioracnsde leltrasquasi uuia mixrna iktnl
J.!';'. ."* =0^ *)'erP0i. I W, do Jou', jif apoalio,
a honra de urna
Ale.xandre Jos de Barres, branco, Pernambuco,
o annos, vuvo, S. Jos ; varilas confluentes.
J iaoa.1, escrava, prela frica. 70 annos, solteira,
Boa-Vista; hemepl ga.
Sabino, escravo, preto, Pernambaco, 19 anuos,
solteiro, Boa-Vrsta ; tubrculos pulmonares.
Vicente, preto, Pernambuco, 2 mezs, S. Jos,
("onvulsoes.
Wutura Jos.1 Pinto, branco, Pernimbuco, SO
annos, solteiro, Boa Vista, Hospital Pedro II; tu-
brculos pulmonares.
Mauricio Miguel, preto, Rio de Janeiro, 23 an-
uos, (ignora-so o estado) militar, Boa-vista; alce-
racio dos intestino*.
Flix Martnbo- da Cruz, preto, (ignora-se a na-
ioialilile) 59 anuos, casado, Santo Antonio:
a;> iplexi.i.
Gtiilhermni Clemcntina Bezende, parda, Per
narabuco, 4V annos, viuva, Graca; vermes.
um jiiuauneno.
;uinie> i
i:* M~ i"'~----- ""> '""hwiiw imiiiciu iiioiiuiiro
Ra do Sacego.-lijufm'aai-aos que lia
nessaj/ua ama senhorat que, seranee quo o niari-
no anta na rui, esbordoa una pobio menina, li-
vre, que Ihe In confiada. s.;o cora iacormedo dos
visillos, c doharaariiaaJ,e para uom a crian a.
;ags P^a iiS0 .b^ia'te
D'Olffuy-que espixou suUc um m,oate de pa-
i'l IS,
Ta,sso-que lomavj r^^slauVo Lgolda* para
ssar urna semana.
a***9t*ptfi"r -X'i^eal10 5''-< fronde,
"''' 4n Saooto.^otoo, Francisci. escra>
capitn Manoel Gomas,.: llego mitoa com urna
l\u?*sa\&nm*malh*t,; wava do mesno
gftk Oo 4ia 13 jatamente preaxo mamT*& "## accab
pas-
Amoslo^-out UaMi^jn'.auargailViato. ora, suas
di nig lcf raa'4-4flque lup raaeui es/ar-
Dfyiea-que voiideu por *00 francos todas as
Utos meluares obras.
Gilbert-morto em um Iwspital.
JX"^ Obrigado a vender seu Paraso
Ptriiiq sor 10 gamoa.
ealSe qUC 6$tota'1 oa sai vellli(:e P*> a
Corneille-morto na miseria a mais exlaema.
TilCSOL'RARIA DE FA2ENDA
2o de agosto.
Foram remettido's ao Sr. thesoureiro pira se-
reno pagos,
Olcios :
a presidencia', mandando pagar ao thesourei-
ro da Santa Casa de Misericordia a onatia de
334000. -
Da mesma, mandando pagar ao superintendente
da estrada do ferro do Rceif? ao S. Francisco a
quanlia do l'ns5O0.
Da mesin.i, man lando pagar a Thim.12 Antonio
Maciel Monleiro Jnior a qaantia de .14000.
Do inspector do arsenal dearlnha coni a coa-
la do sejvleo do har6?iro no mez ultimo, na ira-
Dortancia de 3'itOVO.
Da Companhfa Pernambnctna com a conto das
pa-s.igens c carga abordo do vapor Gcqui, na
importancia de 2:120*4i!i. ''
Requerimentos:
De Feliciano Paulino' do Aniaral
Do Joaquira Ignacio Rrboiro.
De Brito ^ Saldanha
Da.' mpntm Perriambijcana.
Foram igualmente remettidos ao
para o mesmo fim.
Requerimentos:
De Jos Viccmp Ferrara.
De Quintilano TeiXeira de Souza.
D hachare! Mafximno rTiDiro de Agniar Mon-
l.irroy os.
Secretaria d3 thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 2o de agosto de 873-.
'0 secretario da junta,
kiui'rio, odrigiies Carioso
pagadof
38>*inTino < o^piu ii>uu
6CIFS,.26.DMqs?tf O. 1873
EMILIO CASTELAR E 0 CONSELHElftG
NABUtO.
.1 Provincia tftjtpai'ja I
A hupollicic ou a realidad!
tado e nao o estado na igreja.
Qua! vem a ser porm a poltica,
dos patriotas da Provincia ?
E' a pausa reflectida do eonselheiro Nabuco, a
transaevo* cora a realidade ou a hypothese figura-
da da a groja no estado.
Mas osla opiniio dos provinci ilisl'is nao se
Dio traistoria o de tspectatiya -Si el in quantum -
e isto fndalos as seguihtes razos do prudencia
e cautela .-
L* Os nassos bbpps e&xaeeem-se da patria o
morena tageradamente applcar as leis infloxveis
da gr:/
Logo fgeardara os. provincial'islas quo os bisaos
se lomera patriotas e que as leis da igiej.i sejam
suavemente modificadis.
Para isto necessario manter a pausa reflectida
do conselheiro Nabuco, em quanto os provincia-
lisias tarabem van tr nsiQtndo com a realidiide o
cora a hypothese ludo po<- bem da liberdide. -
2 0 jesuitismo com seu direito de proprie lade,
seu_soberano estrangeiro, sua hieVarchia, organi-
aaflo, disciplina e iniueneaa s diroas conseiencias,
consiitue una llieocracia nvencivvl, assombrosa
contia as lberdades publicas.
Logo aguardare os provincialis'.us a exiiacfio
da proprie lado do josutisrao, a morle do soberano
eslrangoiro, u que este se nacionalsc cidado
brasileiro ; a queda ou destraillo da-hierarehia ;
a desorgani-aeiq, a indisciplina, a Lbertaciu das
conicieu'ias, a de eocraeia lesasom''ivza e tmida
era favor das lberdades publicas.
Tud isto deve vir milito naturalmente, sera cs-
forgo c sera violencia ; sanio que para o fitn do
e!feotuar-se essa In -pras-avol transorraaco, por
si mesrtja, neeessaTia a pa;i reflectida il conse-
lheiro Nabuco, em, quanto tam.be| os patrilas
provincialisids, por bem do ideal, oo a reviratot-
ta para o satu quj o fazem urna transaccao cora
a realidade, confundiodo, dcsl'arte, os outros p 1-
trwtos polticos idealista-.
E assim o seu liberalismo e assim coutinuar a
ser.
3- O Sr. I). Vital com direito a por um jesuta
era cada cadefa de vigaro, no; altares, nos con-
feccionarlos, nos pulpitos. Que tremenda lata !
Logo aguardara 05 publicistas da provincia, que
morra o Sr. D. Vital ou que espontneamente se
corrija e reauncip o direito. 1 por um jesuta era
cada cadeira de vigaro, nos alures, nos confec-
cinanos, nos pulpito?, etc., ele.
Era quanto n3o realisam-se todas esas evolu-
ces, o conselheiro .\abuco vai renVeiindo pausa-
damente.
Uno passo hole, dous araanJia, una estacao >
lempo, boas mares, Bons ventos, sem affrontar
tormentas^ e sen), tremendas totas.
Andar a.vMm ..porque os seetorjos providen-
cuhst.s tambera nao querera desdo* j a
Igreja livre no estado, livro, e este sacrificio ;or
amor fJ*Jtyp'%gt isto c, por bem da liberdade.
b assjmo seu //6fra/.s.7ii e assim coiiuitor a
ser! _
E' imprudente mover-?). E' necessarip que-
dar-se.
E n que ha (em um.a tal poltica) pergnnta o
artiguista, se nao unapniao moito rcoctida na
t-offa \o.statn eo,,cm materia da rclacSes entre
igriaa e o esWp? '
-' E haver nessa rolta ao statu quo algara dos-
Cluh a' -;iiu trunca.
N.1o deve passar sem reparo o que disse a Pro-
vincia (pape!) acere: do que era honra ao mrito e
justiea se tem esuiptu sobro o modo porque a
gente do Sr. Villa-Bella descoramuiialmeiite lera
aggreddo o Exm. Sr. Dr. Lucena
Nio pretendemos responder as injurias e insul-
tos que de coro nits sao alliatirados pol.w homens
que aeortipanliam o Sr. liar) e sen i-.iaeV; por-
que a opinio publica dir que foi aggressor e o
aggreddo, mas vira is apenas fazer algunas re-
claraaeOc, (punto alguns erros (papel) publieou era seu numero de ii do cor-
rente.
A Provinci 1 (papel) era 11111 artigo, que se ns
eroveimprem deli ante,forn -eeu nos provas
iiiMncussas de que la pelo Club "Ama-Bf inca,
tildo delira.
Conicca o orgoda Olgarehia proclamando nina
ibe ira verdadeira, al coito ponto,mas falsa d'ahi
par diante, porque enrenlo os papel*, fea una
applicacio inexacta e rronea.
Cora elT'ilo, urna verdad; intuitiva, queda
parte dos que govermut deve haver toda modera-
Cao e conveniencia no modo doap*iar-se o poder ;
mas essa verdade intuitiva nunca deu direito a
urna oppo-uc.o desenfada a injuriar, e calumniar
os que eslo ao lado da b a
O campo poiio jo Brasil o tino odoc a r: do observador ?
Que pirtldos nlla se agitara ?
Vejamos.
Como em alguns paites onde a forma moatrrm-
ca c a ailuiittid 1 no governo -a primeira vista u-is
ideas oppostas so apresontara e dous prinoipi
cimbalera.
O prin-ipio 111 narchco co republicano, a rea-
lesa e a democracia.
Colonisa-lo p.r Portugal onde a mmrirchi.i foi
sempre a uniea forma de govorn -ond: a realeza
nanea pisn rom' em outros pazes tyr.inic.in- 1-
te. o Brasil se tornando independent, adoptou a
lorraidi governo nionarchico constitucional re-
presentativa.
For.a confessar que os dez varos que, enenr-
regados pelo prineiro imperanteformularan, a
oos*a carta constitucional nao s ytisffzeran as
mais adanladas vistas daquellc lempo, como pre-
venirain futuras lbenla les e reforma-.
Seo principio nionarchico tem .-ua prepoiiV-
raoea, nem por isso foram desprezados elementos
democrticos e uii eu'pa do legislador constitu-
cional que a execucao das leis nao seja tal qud
deve ser.
Que a consltuie.io bra-lera encerra pnm
liberaos, facto boje iuConteslavele rao Ser u
partido liberal que par vezes a tem endiosado e que
agora mesmo limitas vezes a tem invocado que
poifcra i-so contestar.
Se o systema lea sido mistificado -oneixe-ic di
si proprio o povo, que em vez de pleitear pelos
principios e zelar por seas direitos, se deixa sedu-
V,
'
ao lado da ti a 'ansa -
O- partidos sao como os iidiridoos : as lei< que zir pclK)* nomff* prop.nos como os clientes ruma-
Itoj 0.-que se abstaMn no sequilo de um ou de
regular estes lambem regular aqnelles.
douro.para os libones,?
Mas, rt''
le chinar dlff-
qae nunca
ailacio dos seus leitores'l
. qilal o e.sa v-olta 30 stalu quo"! E' nao
qu.erer4 desde ja,-i fgreja livro no estado livro -e
por tanto,continuar, a qilj-er "e a sustentar a hy-
pothese, isto -A' igrj no estado e nao o estado
na ifreja.
fb S\rc .pade, fde imMwiMB
joerqer da.vsta Ideal e aproar euipro para o
mesmo norte, eseolher estaeoes proprias, vento e
mares iruw.:iv,,sem tejijc. cuitosas arribadas e
sem precisar affrontar as tormentas.
Nada de ideal s i quer dizer: nada de
igrejafirre no estado liv;e -p,ruue tonto m
portara .0 nSft doscer nuaqa, coa o cooseicro
SaMco,,. reflectida e. ians cora um passo
hoje^dpus amaoha, htiw (CIjjp0
*WMiufario pelo caadioiro da mohaha.
O individuo aggreddo "dove defender se ; e na
defeza, curanri-loe attend'r a extensao da aggres-
S10.
A defeza nao deve ficar alera e mallo menos a
qne da anressSok
I.nal phenoineno se observa com referencia as
individualidades collectiras.
O partido que goveruo dirige a sua defeza den-
tro dos lemites da ifg-essSo qae Ihe more a cppo-
sieio.
Donde resulta que quera encamraha asidiscus-
soes sao os que esto lebaxo.
Se a opposijo ousa levantar a vm dranlo da
opiniio publica, para aponlar us que governam
como oppressores; a dignidade, a honra o o patrio-
lsmo (lestes exige que venbnm em publico abifar
a voz do aggressor, monstrando a improcedencia e
injostica da- aecnsa.-des.
Se nesta misis a pstela dos que estvi debaxo
menos delicado, como ilisse a Provincia (papel)
nem por isso essa pouca delicadeza d onpoMcij
a faculdade di ixsultar impunemente aos que go
vernam.
Uraa opposieio lera o direito do ser respeitida,
do mesmo modo que tem o governo.
Ha evidentemente erro-lilho da m f dos Srs.
da Prorinciu papel), em sappor-se que sondo a
esphera da opoosico mais lata, tem os opposicio-
nistas campo largo e franco para em iiogiiagem
desbragada epouco decente atacar at a pessoa do
adversario.
E' itualmente errnea albeoria do que : os quo
governam niopodem so qtfer devolver as invecti-
vas da ooposico.
Como pois vos porque sois npposicn doris
d'scer ao indecencia o olteu lor a honra dos outros,
o nao queris que os homens que defeadam o go-
verno, porque 1 consciencia Ihes diz que a verda-
de est ao lado do mesmo governo, ao menos
Imhara o direito de devolver os oossos insultos
o doesto? ?
Aggredistes o Exm Sr. Dr. Henrqne Poreira de
Lucena, o por todos os modos o injnri.isles, e najo
queras Srs. da Provincia, que os amigos de S.
Exe. em homonagemao mrito, veriham aimpren-
sa defende-lo?
Em loda drseaseao, vos tendes sido os offensores
9 S. Exc olfendidn, o entretanto anda tivostos o
descoco de o injuriar, chamando o aggressor,
(piando o vosso papel bem conhecido !
Se na vossa opposc 1 desesperada raentis, nao
deveis queixarvos qhe so vos desmonta.
Se vos atjraes sobro o digno presidenta, cuja
honra s vos offeudehtos, deveis esperar que se
vos d urna resposta que o caso exigir?
Se pensaes que assim quo se faz opp.isieao se-
ria, desde j vos dizemos: estres ileliraiidiV.
Sim, eslaes delirando, porque sois vos quo lodo;
os dias jogaes insultos contra todos, e viiwe agora
dizer qne nada do insnlluoso so lom escrpto era
vossa gazeta.
Entretanto que todo- insulto tendes dirig'do con-
tra o honrado e distincto nernambneartn Sr. Ur.
Lacena, como, varaos provar cora os vossss proprios
escriptoe.
Antes, porm do fazer, respondei-me : como
descrovostes o presidente era vusso inaniesto do
aademaio?
Com a respeto do 5. Exc. se exprimi o vosso
cholo o Sr. de Villa-tiella, n 1 carta que dirigi aos
seu< amigos da corte ?
Nao vos lembraes qae a vossa gazeta tem ouan-
ddoa presJenca era tu lo ; sendo que at foi
revolver as venerandas e nspeUaveis crazas do
pai de S. Exc f
Ah I censaos aue o onblico i.i nao se raeorda
outro patricio
Deis sao os partidos que conta a realeza ettre
ns -11111 se denomina conservador, outro liberal.
O estado desses partidos mostrar une sao me-
ramate nomnaos taes qiiahlicaces e que quer
era principios quer cirrjiratca visara arabos a ices-
ma cousa.
O principio republicano que s agora vai tea!'
aium vulto, e mn orgao, conta sectarios mais 01:
menos sinceros, mais ou menos devotados, nilts
ou menos exagerados.
Composto de uns a outros, d'alguns individuo-
pertencentes a opinioes diversas, um cora 1 que
novo partido so >ai creando o qual especulando
com as conseiencias, agilande-se no campo das
crenerts tenile talve a concentrar as lulas de fu-
turo -desldcando-as para nutra arena-fallo do
partido uHram altano, qae j se appellida catholi-
co orthodoxi, e sem duvida representara u princi-
pio da autoridace em sua nudez desptica, em op-
posieio a liberdade e raconolismo que resiste ra
serapre as tentativas daquelles que querera tornar
a huraaoidade urna especie de cadver.
Torera os errado nest.i nossa nomenclatura ?
Cromos que n.io.

Que entre os dona partidos monarchislas ha pou-
ca ilitferenca era o principios o que por mu -
ji boje reconhecido.
O que dilTerencia a posse do poder, salvo cer-
tas excepces que na apreciaco dos factes teremos
de mostrar.
Com elleito nao cousa proclamada por arnb -
que desejam a conservacan das instituicdes c-
taa-is ? IS'o querera ambos a liberdade e reforma ?
Nenbom dir que nao. A questio, pois, toda de
modo, c todo de foi nula, ou antes dn pessoa, com
a dTereuca que nao o liberal quera faz as refor-
mas, iiis o conservador, de modo que os actos
vera sempje protestar contra as ideas que as de-
uominacoVjllos partidos representara!
0 partido conservadir tora de duvida o
actualmente mais alio eleva sua bandoira.
Mel a sui denomiiiae.o ello proclama que de-
soja a manut meo das mslituifdes (pie nos rdgeio ;
quer a constitui5.l1, a moaarchia, e cora ellas a-
bberdados publicas, as garantas dos direitos, a r-
dera, a traniuillidado, o desnvolvimooto moral.c
material do paiz.
Dcfeadendo a cuisliluicao aera pir isso repelle
as r, formas que as crenmstancias exigirem, e o
ministerio actual '.era dlsso dado provas
Reflectora e pausado, o partido conservador a-
coita as reformas em terapo c occasio, e alliand 1
o respeto a Ici, com o amor liberdade, quer a
ordem e o progresso sem o que povo argnm pode
chegar a grandeza.
Fiel a seu programraa acceita a sement boa
que Ihe oTerec a Opiniio esclarecida do paiz, e rai
passo a passo plantando e celfando no campo, que
o monarCiisla liberal arrotea c bate !
Ten sido inglotio, tem sido improfleuo osea
papel ? Responda a nossa historia !
1
cola-
r !^fJutel ? se,L a,l^no V>.>iV)t" ^'^Hj qae U^pdo^ma"pJ^Sbeca iu-
ffiSfEf.i^J&^i ab*orve' ToVlfi ridlf'a, econmicamente organisada WW*,UU
* E" necessario |rab>lb?r erectamente para qq9
pensaos que o publico j rio se
da que anda hontera escrevest -s ?
Sim, este o vosso pensaraonto e bem o
prov o vossp artigo de que uos'ocenpamis.
D.sse;tos em vos>o artigo que os defensores do
Exm. Sr. Dr. Lucena adeptaram o alvtr de vos
attrbuir 1 1 os raeios de p izara, faien-
do dest pi'etexto'para Josarem' o fnsujto.
A ist 1 no- nao respondemos senao traiiscrevm-
do as vossas pjlavras, que venino n. de 5!
correte, onde ODstraes mnila innocencia,
que vem na chronlca do n. 8, timbem do cor-
rete.
Disse a Provincia io 2* do andante :
a Adoptaran) os di o al-
vtr de flus rtriliujrem mejos de
qu uzain, azendo disto em o
OuJt.
a Cop/u que
outro meio de di
t Para por pgate,
O uue o que faz, o quo fes e o que quer o
partido liberal raooarchisto ?
0 partido liberal coraposto de homens que,
querem a coroa e dola inaho esperara. Se Tor
preciso sera isso provado com os escriptos de seos
orgaos.
Qae'r tambem a crastituicAo e as leV, e tanlo o
quer qne agora mesmo pftgnam na questao reli -
giosa pelo statu quo da legislacao I
Coran o conservador protosta alta toce contra a
dosordem e anarchi, e ern seus amores'pelas
instiiuiees, ate atacar o partido republieino ao
qual at negam o direito de opiaof
Clama pel.-is reformas fjOando era opposife
mas opp5e se a ellas qiisndo'o outro" quer realisa-
loe -exemplo -a qae.-to dp elemento servil e ago-
ra a religiosa.
Bernpro trefego e coiitraditorro eleva edil:
hoje para amanba derrocar e qnebra langas
liberdade o progresso qae entretanto sao pelo?
conservadores melhor servidos (
Am1 mm-archistas pois querem ao
institicSes. arabos s
piram; a liberdade e e progresso, um pon-
o earaneiro que arrotea b Camplo ontrt uno o
ador que planto come.
Mas coherente ou Jofico-o partido repnblicaBp
vai organisaudo -se dirige ao utoMimo-
trinando o present, acato as nstitaifoes de hoje
otoo transiese para as-oue espera ver surgir
rlfno plan >, I amonita, r- no dosonnlvimento d6 pab: e na ms-
)
J
i


Abri de Ptaaaiiafcu^ Terca feira 2. e Agosto de 1&3.
3*
l*y


trumao Jo novo (\
O partido repu
tero poder, c por 43o iivre
na) podo
0 dos inte-
Tessej do podi? que o ptelo fe&oaseer, aplaude
as reformas qe tf do, olnhorimcSos u se
reahsam. -
Qaanto^aos ultramanranos o racionalistas inda
invoHos oos-Bymlx-] se fazem visiveis mas nao
de iim modo tao promuciado que j os possamos
aaalysar. Se o partido* ortodoxo satornou viavel
|* dsenos -ter de hast;.r a bandeira do
'..despotismo da obediencia passiva, ein quanlo os
amigos da ljberdad, da Iivre pencararvorarao
o pendi glorioso da humauidade santieado pelo
sanguodaquelle que remio o es ravo, elevou os
humildes, o quer que adoremt a Deas om espi-
rito e verdade.
Sor sempre a lufa los d iua principios oppostos
- mas eom umnos diAYreutelj
. (.'Onega J.
d Sr. Azevedo acta^o tiesta cidada p das alfolia
la'ausencia 1c mals de 7

mte

dmmw ileWiada.
;
me-
I
Era attciv.-o ao publico-respondo a unn aecu-
sacfio que mo foi feita por um anonymo, na Pro-
vincia do ii do crreme roz, por actos por miu
pralicados como iuiz de dfteitf substituto de Oliu-
da.
Ex por o faoto, como elle se pas.ou defender-
me, com undindo *o mesmo tempo o misera? el ca-
lumniador (uo procurou ferime iraicoerrsnentc.
O preto Januario requereu manutenro ein sua
' liberdade, juntando sua petico urna carta de
liberdade assiguada por suatanh-ira.
Xomeei-lhe curador c uiandei justificar a idenli-
dade; privada esta, como foi, ordonoi que se pas-
sasse man lauu de ntaautencao em favor de Janua-
rio.
Oh-! depcfs o Dr. Antonio Trislao do Serpa
Braudo roquerou-uw contra-mandado, allegando
que a ca 11 de liberdade apresejltada por Januario
j liana sido julgada nulla o ajjocripha em Igua-
rass, foro de scu almicilio, o que provou com
una caria de sentenra, que juntou a sua petico.
Nao Indaguei le o jniz.de Iguarass i|uo a pro
rio, era ou nio Icitrado: nem tao piuco se julgou
bota uu nial, e lina mente se proterio-se na aceito
as formalidades exigidas por lei.
Desde qno se me provou que a carta de libor-
dade apivscnlada por Januario tinlia ido julgada
apocripha, ein juizo compntente, dei o seguiitc des-
pacho. Verilicando-se pelo documento de fis. Ii a
il .'11 que porsentenca do juiz mnniclpal de Iguaras-
sii foi declarado apocriphoe falso o titulo de ma-
numisso de lis., 3 ein vista do qual foi conoi dida
a manutoneao do lis II, re.pi.t Ja pelo preto Ja-
nuario e:n sua liberdade, musirn la-se ainda pelo
mesiuo "documento que dilo preto tem permaneci-
do como captivo do i)r. Antonio Tristao de Serpa
JJrand.io, no tormo de tgnarasatt, onde este resi-
d uto e auto cujas autor. 1 idea deve ser requerido
o que for a buu di hbordide do mesino preto Ja-
nuario, declaro sen oToito o minda 1) de manu
Va. ii ipe f expedidle orlen) qne se passe
cjiiia-aianlado. linla, 7 do malo de 1873.-
Djaiingies di Silva.
l> iste ni-a ilespaciio agirravaa o curalor de Ja-
" nuari o para o superior tribunal da relilo.
Po lia na i ter admitti lo o aggrave, porque man-
dei passar cui:ra-manJiJi e.n vista da carta de
senionca, e n curador de Januario fundn o seu
aggravo eoi t.M- en me julgado incompetente.
Soi ikii erre do curador, que alias ainda i
us versado cm dircilo. do que o'anoayin i arlicu-
, liit Ja Provincia.
Mas, c im) liben! nica lei concede inuitos favo-
res o tend), p ir domis, falla Jo ein n.'i despa-
cho em ia&impetencia lo juiz, mandei tomar por
termo o aggraro inlerpoto pelo cur.idor.
Ete agjravo nao levo pruvmionto, sendo profe-
r 11 o S'- linios acciirdao :
* Que negam provim -uto an aggravo iulerposto
pe) prel) Januario ou sea curad ir p >r ser o juiz
de direito de Olinla injo?i.iTente para conheeer
da accao Je liberdade cutre o menino escravo e o
seu Sr. actual o bacbarr 1 Anioni) Tristao de Serpa
Brandao resideule nesso tormo o comarca de Igua-
r.is-ii. Bc^ijUj. rte&fo, 10 de julho de 1873.
Santiago. -1*. Araujo Jurge.Doria. -Neiva.
Mandei cumprir a superior deeisao, passando-se
centra mandado.
Onde est a iuagalidade de m u acto para o que
anonymo articulista me laxasse de autorilade des-
. moralizada ?
Aatoridade desmoralisada amella que jul-
ga contra a expressa disposicie de lei, por con-
temp!ac3o as partes, ou alfeicao a seas advogados.
Cunipri o uicu dever, c sera receio submetto o
mea acto apreciacao dos entendidos.
Quando o contra namlado, que mandei passar,
nao se nwsse fundado na sentenea, que julgou
apocriplia a carta de liberdade de Januario, e si n
n iiicoiniietencia de juizo; ainla assm devia eu
depojs da veneranda deeisao do superior tribunal
mandar passar Q contra-uimdado, porque os actos
jiraticados por juiz incompetente sao millos e cn-
sideram-se ein direito como al) existentes.
Atetan o tribunal da relacao julganJo-me incom-
petente para iratar ou decidir de qualquer acto
" quo tivesse relaco com a liberdade de Januario, 6
visto qne o mandado de manutencao concedid)
por iiiim era millo, insubsistente e ucnhum em
direito.
Sobre este ponto nao me consta que hajam duas
opinioes.
O nico juiz que pensa de niodi diverso, segun-
do me consta, 6 o l)r. juiz de direito da 1." vara
eivel do lte;ife, que apezar do tribunal da relacao
- u jokar incompetente para conheeer de aoc&ee
de liberdade d \ escraTos, cujos senhores tem seu
domic lio em distrletos diver*os de sua jurisdegao,
todava pensa que a maiuilenco caucedida subsis-
te, e por isso remelle os autos e o escravo para o
domicilio de seu seohor.
Nao me subnietto a este modo de proceder do
r. Dr Qaintino de Miranda, que, a men ver I-
lega'.
Pmienta llueno, processo civel, n. lo, diz : Os
actos procesados por juiz in ompelento sao millos,
e como senao existissom, pirque nulla mujor /
lilas invenire pola, qnm i/la qua resultat ex de-
fectu p leslatti.
Nao procuro saber quem seja o anonymo que
me mjuriou, mas os elogios que dispensou a cer-
tos caractfres negativos, e as cerebrinas doutrinas
que sustentou, bem revelara quem seja o seu
autor.
Fico irauquillo em mmlia coiisii^ncia e posso
dizer que durante o lempo que exerco o cargo de
nngistrado nao tenbo pratieado um sact) que
ni) possa envergonhar.
Olinla, K. de agosto de 187.1.
Jos oimmjues di Silca.
igen-'
depr>;s de fltna"ausencia fo'BfrVae1 7W ello preieflclar o estado do seu casal c asistir s
avaliajrjes Jas pfopriedadCs inventariadas.
u.tnlio a honra de conheeer pcoaimento
Sr. Vasconcellos, ral< M'e seu procedimento, (
injuria dirigida ao pai Je sita senhora, basta
para me f.uer crer no qu se diz a seu respeilo,
Quem asslm pratica nao pode s'sr bom esposo e do
certo deve ter sido mi fllho, visto qae acouselh
urna Qlha a publicamente, e sem motivo justo, a In-
juriar e por cm duvida a boa l e reputaco de seu
drop io pai. Sim, sem motivo justo, porque a op-
posifao nue o Sr. Azevedo fez ao seu consorcio
foi aquella qne todo o chefe de familia honesta de-
ve fazor quando a essa familia so qner unir a
pessoa que nao goza de bom conceito no publico.
Queiram Srs. redactores dar publicidad a estas
bubas que servirao como de protesto aos annunj
cios a que mo reflro, pph) que Iho llcari muit
agradecido o seu constante leitor o assignante.
Recife, 2o de agosto de 1873.
Gaspnr Antonio Vieira Guimaraa.
Ih> -sobrodito a 90 iv.
baffea-4-
[i
'17
d.
d. por 11, do
por WOOO, do
iad
Dito--sobre To a Jd|v.p
halii-u, j#do. ''
Leal Feve
Pelo presidente.
A- P. de Icemos
Pelo secretario.
.fetaimuRto
doro do ata
AlTANDEGA
do dial a .. -
5."j
Idcjn do da 2."
RECffE DUAIJAfiB.
Rendimcnto do dia tt. .
Wem do dia 85......
7:8UA9 1 ruina r?m qne se achara o'< doposiios *4o s'^bw
lama recolher tal mercadura.
Alfandega de Peraambuco, 23 de agosto il
I87J. .1
O inspector,
Pal/io A. de Carvalhi Ibis.
ati i g
^
S
59:026 *i7
6:024 J0J7
83*5580
7:758J607
748:830*6*8
761:348/650
ilO^MERCta
COMPANHIA
Pheiiix Pernambucana.
Toma riscos martimos erri mercadorias,
l'retes, dirheiro a risco efinalmonte de qunl-
quer uaturezn, em vapores, navios vela ou
barcadas, a premios muito mdicos.
RA 00 COMMEIICIO N. 34.
COMPANHIA" ALlUSfA
seguros martimos e trres-
. tres estabelecida na Baha
em 15 de j aneiro em 18 7 O.
CAPITAL 4,000:0005000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro a
.co martimo em navio de vela e vapores
para dentro e lora do imperio, assim como
dbntraj fogo sobre predios, gneros e a-
rondas.
Agente : Joaquin Jos Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. o, Io andar.
Descargara aoje 26 dtf agosto de 1&.??
Escuna hollandeza -Cailwrina (atracada; .'ei*ro
para o frapiclie Conceicio, para des-
pachar.
Vapor ingle* Arbiirator mercadoflas pira
alfapd^
Patacho amoruuao Flora. Geodate keroZeitc
para o trapiche Conceiciio, para esoa-
char e breu j despachad para o pri-
moiro ponto.
Barca porlugueza Nova Symp'ilhia viuho
N Dar deposito no trapiche Cunha.
Barca inglezaBlanev Brothas earv j des-
pachado paFa a companbia pernambu-
cana.
io pmn
hamo a attencao dos credores da niassa fallida
do nado Manoel Je Suiza Cousseire Pimpao,
e mosaio ao publico a leitura da certido inserida
neste jornalDiario de PernambucQ do dia 12 de
agosto corrate, pagina 3.J e 4.' columna, que
apezar da sentenea conli la na mesma cerlidao,
est sendo o justificante demandado no foro com-
mercial da cidade de Maniangnape, por Joaquim
Francisco de Alm, para pagar-lheesta letra, leudo
saldo de contas do referido Pimpio.
Francisco Cor rea de Mello.
Seguro
THK IJVERPOO
coalra-fogo
LIVERPOOL & L0ND0N A GLOB
INSURANCE COMPANY
Agentes
SATIHDERS BROTHKRS A C.
11Corpo Santo11
'.apital
Kmiilo
NORTHERN.
..... 20,000:0005000
de reserva. 8,000:0005000
Agentes,
Mili Latham & C.
RA DA CRUZ N. 38.
OS
iiiiiiraiiis
E
CONTRA O FOGO.
Acompanhia Indemnisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos c contra fogo
em edificios, mercadorias e moblias: na
ra da Vigario n. 4, pavimento torreo.
V>iieiis commcrcittcs.
TRIKSTK, 2 DE AGOSTO DE 1873.
(Circular dos Srs. W. Offensandt).
Prefos das farinhas de Pesl (Hungra) e de Tries-
te, por barrica, posto a bordo aqu sem despejas
nem commissOes algumas para os compradores,
salvo o frote e seguro martimo.
( ^ minba correlagoni paga pelos vendedores
e dou sempre facturas originacs).
0/1 C
Concordia....... Est. 53/6 51/
0/1 A
Buda-Pest....... 53/ 50/
0/1
ce ecc
49/ 47/
B C
48/ 469
8SSF
45/
Sr. Redactores. -Com BO^ar tenlio lido os an-
nuncios .rtue ha rilas teem sido publicados no seu
coaeeituailo Diario, datados em Lisbua e assigua-
dos pelaCxiu.i Sro. I), alaria Carolina Maguer de
Azevc 11 e Va?concello<, seu marido Joo uarte
haver oulro proposito que nao seja o de descon-
ceiluar a inau con-tituinte o Sr. Manoel Antonio
de Asevedo.
L'ina lillia e um genrp jue reeip dizer ao publi-
co quo scu pai e sogro quer vender clandestina-
mente bens em inventara; o, provam qua sao
mos prenles e quo avaliam em pouco nos o
crdito de sua propra faiuilia.como o bom senso
di pubiieo a quem se dirigem.
K geralmente sabido que a prmeira exigencia
de um comprador de bens de raiz que o vende-
dor aprsente os Ulules Je posse.
Quem pois no cao presente quereria ser com-
prador de bens ainda indivisos r
Como satis-faria o Sr. Aievodo aquella exigeu-
cia ainda quando apparecesse qtiem a essa compra
se propozess "
O Sr. Aze
iKUp p^r mo/l de >ua seuhora
Lisboa roquanu, diiro Jo tempo limtlaJo na
m
lei,
inventario nos bens deixados pela Ilustre finada.
.Foi elle qoeui espontaiieauenle descreveu os bens
movis que. latina a e requereu a sua venJa em
leilao publico.:; foi elle uam descreveu asproprie-
- dada que'aqni possueje liualmente foi elle tara-
bem Quem me remenea-a irla rogajoria do i"''
da primeira vara cvel de Lisboa padi"* f*"
3fM! *'*mt* **%,, na^forma
ao0J^'U^ wnUt,. "ovar,
*f ""Z* ua ehegada do Sr. Azevedo a esta capital
j4 eu cavia requerido a avaliagao das referidas
proprieJades ptlo oarlorio orpltanalogico do Sr.
Correia de Brillo, como acreditar-se na possibili-
^dade de urna venda clandestina e mesmo na inep-
cia de urna ollera ?
Victoria........ 53/6
Arpad........... 52/
Louisa........ 52/6
Panmia......... 53/
Ehsabeth....... 50/
Sfolnho de Trieste N. 0 46/ SSSP 42/
Fontana....... N. 0 superline 45/6
........ N. i fine 42/6
0/1 AAAA SSF SS3F
E
Ecnomo....... a 50,6 47/6 45/ 41/
Pouco tem occorrido durante o mez que ora re-
visto, e nao me consta vendas algumas de carre-
gamentos sonidos, alin de urna carga Ecnomo a
cotafoes 1/ est. mas baratas de que as dadas, e de
alguns lotes que, como de costumo, sao, embarca-
dos regularmente por vapores para os portos do
norio do Brasil.
Os procos que dou junto sao todos nominaes,
visto que a maior parle dos Moinhos de Pesl tem
suspendido de moer at a nova safra, isto at o
novo trigo chegir ao mercado, o que muito breve
ser em vista do tempo magnifico que agora te-
mos.
E' boje opinao geral que os precos das farinhas
nao bao de baixar muito na campagna vindoura
a presente colheita nao sa indo to favoravel-
como se esperava, ouvi tambem qnexas a respeilo
da qualidade, que eomo dizem nao ha das melho-
res.
Os precos da farinba de Pest posta a bordo em
Hamburgo, sahiram a.-erca de 3/6 a4/est. (75O0)
por barrica mais caro; isto porm, quasi com-
pensado pelos fretes que sao mais baratos de l do
que d'aqul para o Brasil. O vapor inglez Sidon,
sahido em II de jullm, levou 450/1 e 50/2 barricas
farinhas para os portos do norte via Liverpool.
Et carregando o Bnlgariau para o mesmo des-
tino
Fretes. Para levar as cargas contratradas, 4
navios foram fretados de 50/ a 55/ e 5 0/0 Per-
nambuco ou Baha a ordens, e o Sphinse para a
Babia a 50/ e Rio de Janeiro a 52/6 e 5 0/0 des-
carregando a metade da carga em cada, um porto.
Para o Rio Grande do Sul, nao consta fretamento
algum ; a cotacao 62/6 e o 0/0. A grande falta
de navios contiua. Pelos vapores d'aqui via de
Liverpool, com conhecimenios em direitura, em-
barca-so farinhas para os portos do norte a 60/ e
65/ e 10 0/0; para Peraambuco de 75/ a V'O/ e 10
0/0, tudo por tonelada ingleza, o frete devendo ser
pago aqui, senao a primagem de 20 0/0.
As sabidas deste porto para todo o Brasil em di-
reitura. foram:
ir i
No
Xo
uto
o
No
No
liii{or(McA.
Portos da Europa, vapor inglez Neva, consigna-
da a Adamson Howec i C. manifestou :
Lisboa.
Ceblas 50 caixas a gabello # C.
Pructa 42 caixas a Gedes de Ajaujo, 42 a Lima
ti Silva.
Luvas 1 caixa a Goncalves 4 Irmao.
Ma^ 1 caixa a M. Fernandos, 1 a Vera-Cruz, 2
a Piulo Guimares.
Peras 1 caixa a Pinto Guimares. Pimenta 1
caixa a'B. B Caedo.
Uvas H) caixas a M. Fernandos, 2o a Tr.omaz Ti-
mes, 3 a M. M. Ribeiro.
Souhampton.
Amostra 1 caixa e 1 pacole a Keller AL 1 >
Phipps B. & C. 1 a.Braga Son, 1 a Saundcrs B
& C, 1 a Mills Latbam;&C, 3 a Cramer Frey &
C, 1 a Cimbros & Vanlin, la Monhard & C. Ar-
tigas do Paris 2 caixas a Goncalves da Silva, ditos
de chapelana 3 ditas a Cunha & C.
Calcado I caixa a Moreira Ualliday, 1 a S. Cas-
tro & Almeidn, l a Arantes, 1 a Goncalves Irmao,
1 a Goncalvoi Ferrira, I a Vaz & Leal Chapeo
1 caixa a Cunha & Manta, 7 a Cunha & C, 1 a P.
de Mello & C. Cuidara e caixa a S. e S 4 C.
Chales 2 caixas a L. A. da Siqueira, 1 a Vaz J-
nior & C. Cavada 20 caixas a Gucdes de Araujo.
Cha 10 caixas a L. A. de Siqueira.
Ferragem 1 caixa a Parias & Irmao, 1 a Vaz J-
nior & u, 1 Lhmann frres.
Instrumentos de msica 2 caixas a Souza e S &
C, 1 a E. Roberto.
Jomaos 2 caixas a De Lailhacar. Joias 1 caixa
a Hyvernat, i a Krause.
Luvas 1 caixa a Lopes Machado C. Ljvros I
caixa a Linden i II, I a De Lailhacar. Linlia 1
caixa a Parias & Irmao.
Mercaduras diversas 1 caixa a M. Gregorio
C, 1 a Wili & C, 2 a Vaz & Leal, 1 a Rodrigues
I. Guimares, 4 a Keller & C. MiudozaslaS
Leilao & Coimbra, I a I. A. de Araujo & C.
Oleado i caixas a Mcher & C, I a M. Gre-
gorio.
Papel I caixa ao Inglish Bank, 1 a Pinta da Silva
& Casco.
Queijo 11 caixas a Corga, 18 a J. Costa, 23 a
Beltrao & Filho, 0 a J. A Ivs, 20 a S. Ainaral &
C, 16 |C. Amorira .& C, 3 a C. Martins & C.
Renda 1 caixa a S l.eito & Coimbra. Registro
3 caixas a a Walfredo &. Souz. Roupa l'eita a
voluines a Adriano Castro & C.
Sanguesugas 1 caixa a 1). P. Wild & C.
Tecidos diversos 1 volume a jVIcoforado Vieira
& C. 14 a Braga <& Son, 1 a J. Silveira, 3 a
Keller & C, 3 aMonhard & C., 1 a'Cnnha & C,
l a Ferrira & C, 7 a M. Gregorio ral 4 C, I a A. C. Vasconcelos, l a Vaz Jnior
c C, 2 a Pinto da Silva & Casco, 19 a Cramer
Frey & C, 17 a Mills Latham A C.
Mamanguapc, vapor nocional Cttruripe, con-
signado a Cornpanhia Pjrnambucana, manifes-
tou :
Algodio 120 saccas a Rabe Schmmetau & C, 70
ordem.
Couros 3G0 ordem
Milho l-'l saceos a Clemeutmo Moreira Tem
poral.
Pipas vazas 12 a i.rdem.
aos entrados no da 21.
Mamangfffpti-14 horas, vapor nacional Cararipe,
do 222 (otrcladas, comrnaadanlo Silva, equipa-
gem 17, c.lfga algodo e oulros gneros ;
eompanhia. PernSmbucaua.
Terra-Nova28 diir, aatacho ingle Ariel, de 105
toneladas, capito rVencb, e piipagem 8, carga
baealho; a Wilson fr 6ahia.
Trieste-72 dias, patachrt atfstrwe.) Shrd, de 246
toncadas, ca'pho N. M. Veduli.-li, equipagem
*, cafga 2,4*0 barricas cim farlnha de trigo ; a
Jbhiism Ptr A C
CartRIT-37dra, barca fnnceza han Baptiste, de
.16 tonefcdas, capito EmHe Jacq, equipagem
U>, carga rarViio ; a Arismande &'Lahcllo.
RegrM30u da rommisso a corveta'nacional a
vajior Paraense, commandaiito capfto He fra-
gata Nelto.
Navios sahidus no mesmo dia.
Portos do norte-Vapor nacionalttfan, com-
ma o Jante Pamplona, carga varios gneros.
Rio da Prala -Catacho hespnnhol Arthuretn, capi'
tao J. Burcet, carga algodio.
Rio Grande do SulPatacho nacional Bemfica. ea-
pto Franes-o Dias da Costa, carga assucar c
outros gneros.
New-YorkEscuna ingleza Dianca, capito W.
Robcrt, cm lastro.
Afanos entradas no dia 25.
Southampton e portos intermedios-15 dias, sendo
do ultimo porto 12, vapor inglez Neva, de 1,650
toneladas, commandantc Bax, equipagem 116,
oorga dHTerenles generes; a AdamsonHowe
4C.
Canliff -10 das, barca ingleza Kale. do 246 tone-
ladas, capito Stolt, eqnipagem 10, carga ear-
v) ; a Saundcrs Brothers & C.
Nnvis sahidos no mesmo dh.
BaMa e portos intermediosVapor nacional Mar-
miez de Caxias, commandanie Antonio Vieira
dos Santos, carga varios gneros.
Santos pola Bahia e Rio de Janeiro -Vapor fran-
cez Ville de Santos, enmmandanto Lefevre car-
ga parte da qne trouxo dos portos da Europa.
BarcelonaSum:ci hespanhnla Manoella, capito
Mariano Ramentot, carga algodo.
Borcelona Patacho hespanhol Viem-dlio 2.'. ca-
pito Ezequiel Pages, carga algodo
Par-Palhahote americano John Rosse, capito
Hawell, carga assucar e outros gneros.
Porto-Barca porlugueza Despique 2", capito
Faustino Jos Je c'arvalho, carga acucar e ou-
tros gneros.
Portos de Sul -Vapor inglez Neva, cemmandante
Bax, carga parte da que trouxe dos portos da
Europa.
EDITAB.
Terra-Xova, patacho inglez Ariel, consignado'
Wilson Rowc A C, manifeslou :
Baealho 2,300 barricas aos consignatarios.
Cardiff, barca franceza Sean Baptiste, consigna-
do a Harismande A Sabilie manifeslou :
Carvao 417 toneladas ordem.
M i de Janeiro de Cevereiro 9,570. barricas
c 5.623
11 de marco 10,913
< de abril 17,642
1 de maio 22,544
de junho 18,795 o
< de jullio 5,z65 a
Trieste, patacho au>triaco Niord, consignado a
Johhston Patef & C, manifestou :
Farinha de trigo 2,450 barricas aos consignata
ros.
Cardiif, barca ingleza Hale, consignada a Saun-
ders Brothers 4 C, manifestou :
Carvo 392 toneladas aos consignatarios.
)BSPAOHOs DE EXPOllTACA NO DA 23 DE
HJLHO DE 1871.
Para os portos do exterior
Xa barca porlugueza Vencedora, para Lisboa,
carregou : J. A. M. Vianna 16 saccas com 1,166
i|2 kilos de algodo.
Ni escuna portugueza Cliristhi', para Lis-
boa, carregou : A. Cordeiro 890 couros salgados
com 10,680 kilos e 60 Larris com 5,760 litros de
mal.
Na barca portugueza Desinqne l, para o
Porto, carregou ; A. Cordeiro 106 couros salgados
com 976 kiles.
Para os portos do interior.
Para o Para, na barca portugueza S. Mara,
carregaram : Amorm Irmos & C. 4 pipas com
1,920 litros de agurdente ; J. M. da Castro 20
ditas com 9.60J ditos de dita ; A. Cordeiro 6 dilas
com 2,880 ditos de dita.
Para o Rio de Janeiro, na barca brasilea
Claudia, cairegarsin : Amorim Irmos k C. 600
saceos com 45,000 kilos de assucar branca o 5.J0
barricas com 32,450 ditos de dito mascavado.
Para Aracaj, no vapor brasllero Mrquez
Ir Caxias, carregou : M. J. Alvos 1 caixa com 40
kilos de doce.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Dous Amigos, carrOgaram : L. F. Vianna 2 barri-
cas com 122Jcilos de assucar branco. Para Mosso-
r, J. C. Figueira 6 ditas com 380 ditos de dito
refinado ; \. G. da Costa e Si I va 5 ditas com 241
dit*s de dito. Para Maco, J. C. Figueira 6 ditas
com 697 ditos de dito branco, 4 ditas eom 255 di-
tos de dito refinado e 1 caixa com 12 litros de
agurdente.
- Pal Mamangnape, na barcaca .I/arca Isabel,
carregou : A. de Mesquita 1 barrica com 60 kilos
de assucar refinado.
Para Mamanguape, na barcaca Activa, car
regaram : B Gomes & C. 1 barrica cora 63 kilos
de assucar branco. <
LAPATAZIA DA ALFANDRGA
Hendimento dr, dia I a 23 20:213*232
dem do dia 25..... l:H7*3o7
Edifc n. U.
Pela Inspectora da alf indega de l'ernambuco
se faz publico que s 11 floras do dia 2s do cr-
reme se ha de arrematar porta Icsia repariico,
livres de direitos, 52 chapeos de pello de lebre
abatido, que faziain parte da caixa sem numero
de marca J S M, vinda do Porto na barca porlu-
gueza Venredora, entrada em 16 de julho passado,
e abandonados aw mesmos direitos por Joaquim
de Souza Maia, no valor olcial do 173X333.
Alfandega de Pernambum, 23 de agosto de
1873.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Res.
- 0 administrador da red-bedoria de rendas
internas geraes, em virtude da regra 3' do art. 33
do decreto n. 2186 de 29 de setembro de 185J *
do art 74 do regulamento 2251 de 17 de marco
de 1860, avisa as pessoas ahaixo mencionadas, mo-
radoras as (reguetias de fura da cid de e em lu-
gares ignorados, c que foram multadas por infrac-
to do regulamento n. 1833 de 1 de dezembro de
1871, que Ibes fica marcado o prazo de 30 das,
contado do da publicaco deste par viren] elfec-
tuar o pagamento das referidas mullas, sol) pena
de se proceder a cobranca executiva, a saber:
Joo Bufino de Souza '^lag.-illiacs, mo-
rador na fregu ia da Varze, mul-
tado em 100 51-00
Jos Ferrira da Silva, na de Jaboa-
to em 100JO k
Mariano Perera Cabral, morad r em
Agua-fria em tfOOO
Joaquim Narciso da Silva < C. (gnora-se
a residencia), em 10J0 0
O baliarel Clui-tovio Xavier Lopes (ig-
nora se a residencia), em 10*000
0 Dr. Flix Moreno Brandan (ignorase a
residencia), em 10000
Jjaquim Domngues da Costa (ignora se
a residencia), ein \ 104C00
Recebedoria de l'ernanibuco;' 11 de agosto de
1873.
Man el Uarneiro de Souza I.acerda.
"* r A cmara' municipal dosta cidade, do
novo manda pumicar para conheciment
do quefrt iptoret- piissa, artig 33 da lei
\ 1.0C3 do 13tlo junto) do anno passado,'
abaiKO uuiscripto, o convida aos interessa-
dos a apresentnrem suas proposfcs no prazo"
detrihia dias, contados da data dosto.
Art. 33. Fica a cmara municipal do Re-
cifo a"'to*risada a contratar com Guilherme
de Castro ou com cluom mc'noros vanta'
gensolTerecer, C^nstruccAo de pequeos
kiosques nesta co."*> Para l\a df ^T
..ellos vendidos jornaes, W duelas, do-
ces, charutos, cigarros, mii."ez's C3fe6 re"
frescos.
S .'' eoncessao ser feita iuoJ'nt? as
con Jiijes que a cmara julgar necessai".''18
eom tanto que os kiosques nao i.npec,aui a
servido publica.
2.* Aos concessionarios fica concedido
ura previlogio exclusivo por trinta annos,
para explorar os referidos kiosques, os
quaes lindo o prazo do previlegio, reverte-
rao a municipalidade, sem indemnisagao al-
guina. -
Paco da cmara municipal do Recife, 21
de agosto de i,8J3.-Ilieodoro Machado
Freir Pereira da Silca, pr-presidente.
Butiro de Amquerqne Autrav, secre-
tario.
& .semestre Ando em junho do ; anno passado, dorl.t-
MRdo-so quo Iludo o.ai.
girado o esercIc:o a que peri' ilits d-
los c por i-so obrigadfts os cnntrbnrnVcs a pa-
gar i Omit 06 9 0|o, como pagam o? c ,,'rbuin-
tes dos mals impostes Janeados. Tliesouraria pro-
vincial de fernambuco la do agosto do 1873.
Jos Pedro da Silva. Curnprasa e egiit
M. do consulado pivvitictal, 18 de j
Carneiro. -Ji^
Corisulado provincial, l8-dflijioo de !
Antonio Caineh%'Shcladi) Ros.
AdmrnNtrador.
y___JJ.JJ., JL.il J'-J .U___Bgg-
EMPKIZA
-
Recita extraordinaria.
t*im M
4
0 lllin Sr. inspector da lliesouraria pro-
vincial em eumpritbento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 30 de julho prximo
passado, manda fazer publico que no da 11 de
seieiabro prximo vindouro, pnale a lunta da
fa/.inda da mesraa Uiesouraiia vaem a prae.i para
er arrematada por quem por menos flzer os re-
puros de que precisa a ponte sobre o rio Goyan-
na, oreados em 5:126*000 e sobre as clausulas
especiaos abaixo transcriptas
As pessoas que se propozerem a essa arrema
lac/io comparet;am na sala das sessoes da referi-
da juma, no dia cima mencionado pelo meio dia
competentemente habilitadas.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam
buco, II de agosto de 873.
Clausulas esneciaw.
i.
Os reparos da ponte sobre o rio Goyanna serio
executados de confonnidade cora o orcamenlo
planta approvados pelo Exm. Sr. presidento da
provincia, na importaucia de5:126i000.
!
O arrematante dar comeco as obras no praio
de 20 dias e as concluir no de 4 mezes.
O pagamento da importancia do contrato ser
realisado em tres prestacoes iguaes, correspon
deudo cada urna a terca parle da obra.
4."
Para tudo raais que se acbar especificado as
presentes clausulaste observar o que dispoe o
regulamento de 31 de julho de 1866.
O odicial-maor,
Miguel Alfonso Ferrira.
De ordem do lllm. Sr. insjiector da lliesou-
raria de (titeada se faz publico para conhecimen-
to de quem interessar qne, em virtude de ter lira-
do sem effeito o contracto ce ebrado com Tliomaz
de Carvalho Soares Braudo Sobrinho, ser no-
vamente posta em hasta publica, perante a junta
da mesma lliesouraria, no dia 4 de setembro viu-
douro, pelas duas horas da tarde, para ser con-
tratada com quem melhores condicoes oerecer,a
construeco de um armazeui ou paiol para servir
de deposito de toda a plvora importada nesta .ca-
pital, cuja planta se franquear nesta secretaria
aos pretendentes, que devero apresentar suas
propostas em cartas fechadas, devidamente sella-
das e declarando nellas a re; idenciae nomes dos
seus fiadores.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Peraam-
buco, 6 de agosto de 1873.
O secretario de junta,
Jesuini Rodrigues Cardoso.
nrp
Edita! n. 40.
Pela inspectora da alfandega s faz publico que
as 11 horas da nrinhl do da 26 do correte,
porta flos'a reparticaj, se ha i arrematar Ivtc de
dir-itos, a mercailora aliaixo declarada, abando
nada aos mesmos 'direitos per Lyra A Vianna.
Armazein n.....
Marca L & V n. 10 Uina caixa vinda do Havre
uo vapor l'rancez Ville de Rio de Janeiro, entrada
em 22 de julho prximo lind>, eontendo 31 ps de
botinas de couro do mais de 22 centimetros, ava-
hados por 98, o 8 pes de bolinas de couro al 22
centimetros, avahados prr 8'i30.
Alfandega de Peraambuco, 21 de agosto de
1873.
O rnspeetor
Fabio A. de Carvalho Res.
Eiltl n. 41.
21:350 539
Total
90,352
Sahio a 31 do julho para Peraambuco ordens,
o patacho hollandez Nicola Mario levanda : 400
barricas marca Fontana, 500 auda-Pat, -250 Fa-
br.kshoir, 600 MoinUo de ';ento ioo R & C. de !
1USft !S f?"- iW Concordia.
r ?. C5*A Pernarabuco : lugre inglez
il A.I V*rMt 1500 barricas de diversas mar-
SiiL -^^ hollandex Gwrechl AidamM %W
^iis.
PltAgA DQ RE<:iFlT3 DE AGOSTO
DE 4873.
as 3 1/2hobas paVraao.
Cotapies fAelftea.
Cambio sobre Londres a 90 dv. 25 3(4 d. por
UOOO, do banco.
Dito sobre ditaa,90 4|v. 23 11116, 53 3|4, 23 7|8
e 26 i. por lt, .sabbado.
Dito sobre dito a 90 d|v. 25 3(4 d[s jfor 1*,000,
sabbado.
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 23.......
Primeira porta no dia 23 .
Segunda porta.....
rerceira porta.....
Trapiche Concei<;o .
SER VICO MAIHTJMO
Vlvarengw des^rregadas ao trapiohe
da alfandega no da 1 a 23. .
Dilas ditas no dia-23.
navios" atracados no trap. da alfandega
.Vlvarefias........
Nf trapiche GonceieSo.....
29,706
85
123
422
1,203
31,631.
Pela inspectora da alfandega se intima, na for-
ma do art. 743 do regulamento da< alfandegas, ao
dono das mercaduras abaixo mencionadas, ap-
prehenddas cm camiirbo do cae do Noronba
para Lingueta, as 6 l|i horas da nianha do dia
21 do correnfe para vir com sua defeza dentro do
prazo de 15 dias sob pena de lindo este, correr o
processo do appreheuso a revelia.
Uro sacefi eontendo:
Urna duzia de cainis bordados de teeidu de algo-
do, para hornera.
8 camisas de teoido de ala>:iao, com peitos > li-
nho bordad*.
16 dita de tecido de alfodo cor peito de
linho.
7 kilorauimos, pexo liquido, de cobertores de al
godo adamascados.
Aifaudega de Pernarribuc, 52 de agosto de
1873.,
O inspector,
Pabio A. de Carvalho Iteis.
Edital n. 42.
37
5
^3
Pela inspectora da alfandega se intima aes do-
nos ou c.m*yii!iiari>s da polvera abaixo decla-
rada, virera despa-ta-la r prazo de tres dias
do accoordo com o edital desl repariico a 53,
do 6 de dezembro do anno prximo passado, lindo
o qual sera elle vendido em praca por sua omi-
ta, sem que Me Oque compehndo aUefwr contra
OfielTeitos.iiibSta vendo.
Marca 1 ulamaute. 100 caixas de qusirto, viu-
das de Liverpool no brguo inglez D^An, en-
>ado neste porto em 19 do correte e consigna-
das aoBarto de IJemIJca.
Marea 73 J JCM diamante. 200) Larris do
qnarto, idem idem, a IJ. C Moaes.
Marca H diamante. LA ordem.
Alfandega de letnaiAbiciV f agosto u>
I8J3<
OiomeclMt,
Fabio A. iteC. Reis.
HW*AS GE
17:377318
3:331*083
~ tAEA DE Pfft^SSteOCO
deaiLramt> 4> da I a J5.
dem &> dia 55. .
mmm
DO
BEBE
Os Srs>. accionistas desta cornpanhia, que
desejarem apreciar os relatnos e mais pe-
gas a ellen|>vnsas, relativos ao biennio que
terminon BM 31) de abril ultimo, dirijam-so
secretaria da referida companbia, ra lo
Cabuya n. 16, que Ibes sero forneci-
dos.
Escriptorio da companbia do Beber i be,
21 de agosto.de 1873.
O secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenga.
SANTA THEKEZA
As pessoas que desejarum canalisar agua ou
gaz cm suas casas, na cidade de Olinda, queiram
entenderse eom o abaixo assignadn, que acha-se
autorizado para facilitar a lodos a acquwicjio de
tacs melhoramentos, mandando fazer as eanalisa-
ijoes nos predios a cusa da eompanliia, mediante
m aluguel mensal muito mdico : a tratar na rua
do Imperador n. 45, ou na fabrica do gaz, era
Olinda.
Recife, 1* de agosto de 1873.
O gerente
Justino J. de S. Campos-.._____
CONSULADO JVttOVhNCIAL.
De confonnidade eom a ordem do Exm* Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do correte, traasmitli-
da esta adrainistraco por portara do Sr. ins-
pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
mez hoje reeebida, aeha-se de novo aberto, at o
ultimo de agosto vinduro> o recebiraento dos d-
bitos proveaientes dos apoarelhos e annnidades
pelo servigo da Recife Diuiwige Compang, corres-
pondente ao-semestre fndo ein junho do anuo pr-
ximo passadn, com a multa de 6 Vi-
Pelo presente sao, portanto, avisados- os respon-
saveis essa conlribnicfiw, alim de que onrem de
satisfaze la. naa coudice* do edital desta rapariicaoj
em maio ultimo publicado, evitando asim a co-
branca por via judiciak.
Cosulad-a provincial, 16 de jalho de 1873.
O admimstrador,
A. Carneiro Alachado Ros.
eui o jii^fie'o da actor
M. C. DOS MWQS.
Depois que a o^Chestra livor oxenla lo urna es-
colhida :) niphooia tubir scena, eui l) repre-
sentarn, o magnifico fl sempro apjil.mdido dtnnw
ein 1 prologo c 5 actos :
A ESTATIA M HI
Sendo desempenhado o papel de Mara e Noemia
Keller pela primeira ai ti.-ta
Manuela Luec
e o do e*tndc Paulo'il ;RntA.H*s% >el*
bcii-ficinida
Terminar o espectculo feonl' a liada pwnejRa
em 1 acto, oruada de mtsiea :
IMsi'onlias Je concerna
desempenhada pilos artistas
0 B.UH.V


Principiar s 8> If brax.
O beneficiado espera do publico Ilustrado des--
ta capital a protecc/io que costuma dispensar, ao*
artistas e agradece desde j sinceramente.
THETRI
Santo Antonio
LMI'RKZA
Quarta-feira 27 de agosto
mm ^ccissa
i
3.1 rcprcNcnln^flo
do magnifico e muito applandido drama phan-
lastico do grande apparatn, original francez de
Theodoro Barriri :
En|>8c1(1i1o successo !
Vctuai*( carcter !
Apparatoso nilie en ciic !
DEN'OMINACKS.
t. acto.O medico dos pobres.
2.* -O pacto.com a morle. .
3." -Os sapatos do Jefuuto.
4." -O eapito Saianaz.
5.* A espada c a foucc.
6. t O anjo da morte.
O papel do protagonista desempenhado pela
artista Manuela Lucci, o de Ary Kceiner pelo ar-
tista Alvares e de Baro de Lambech pelo artis-
ta Bahia. rf
AS 8 HORAS EM PONTO.
Prcpara-se eom todo o i-ipriclm, para festejar
o memoravel dia
Sete de setembro
e exeellente drama original -:
SOLDADOS .. .o,
Desde se reeebea eucoinmenas para este
espectculo.
THETRO
IRAS
.-.-'--
E,SP1\3C\ Se PF.lWNT^.
Sexta-feira 21) de agosto.
Bczaeflicio obrns tSa i^reja lo
Skurto Amaro le Jnboat&o.
Repwsenlar-se-ha o drama em 5 aetas iraraen-
sameiiie applaudido :
Terminar o espectculo com a ena-conm-i
composico do artta Penante,-ornada de BiHea:
0 actir cainariiH.
Principiar s li2 hora-^
Deixa de haver espectculo na qnjnta-feira per
ser esse dia o da-recita da sociedude firemio w
maro, qual esta empreza guarda todas as en
sideracSes. .
Previne-s* que esi em ensatos para subir a
seeua no di. 7 d setembro o o>ama em t pr>
u-4 actos, do distincto cscriptoa Carneiro Villet.i
.
I BKU11 MiSlt
i
Edital n. 43
M-.KWW8

CONSULADO 4>1UVI9|i
'..enuunento do dia 1 a 23. ,
|.%L
"ll737
Pela inspectora di alfandega so faz. publico
que os donos ou coosignaUos polvo imnor-,
ida que devoraa. d^spa^-ta soWu agua, dcnlro
o prazo de irer das a eontrr dK dota da en-
trada do navio, nos termo io artiga 4 | 2. do
rea. das alfandegas e de aocorda o a portara
da lliesouraria de fazeada o. 435.de A de dezem-
bro do anno nroxunps!'a'li\ vista o estad de
Consulado provincial.
Por etta repartioSo se faz sciente aos confri-
Buintes dos apparelhos e annuilades pelo senvicn
da Recle Drainage Company do semestre lindo
em junho do anao passado, a resolm;3o tomada
pelo Exm Sr. piasiuante, traasmtlida a esta ad-
rainistraco por portara 4o Sr. inspector da the-
souraria provincial, datada de boje.
Copia. -3.' seeclo. Palacio da presiiiwicia de
Peraambuco, em 14 de ag- to de 1873. Atten-
deado ao que requereram os deve lores do im-
posto creado para o pagamento dos apparelhes
braecidos pela, companma Recife Drainage, na
iaclusa pehcao que de-volvo, e tomando em consi-
derai;o a sua infortnaco datada de ti do tor-
rente, sobo n. 332; maide V. S dispensa-los da
multa de 6 OjO ara que lncorreran, podendo ser
aflectuado o pagamento at o dia ultimo de se-
tembro prximo teluro em qae termina a liquida-
5o do exereioio prximo adOv ao qual nerten-
cem os mencionados debos. Dos cuarde a V.
S_ Henrique Pereira de tue-3oa. Sr. inspector
da thesouraria pr#vltolal. Conforme.-Miguel Af-
fooso Ferrira.
N. 349. 0 inspector da thesouraria provincial
recomroeoda ao Sr. administrador do consulado
promciat, que na eonformidade da resolucao 4o
Exm. presidente da provincia a constante do of-
ficio por copia junto, mande annunciar o paja
menta dos debitas dos apparelhos, animidades
do servido prestado pela eompanhia Drainafe no
Aviso
A mpreB* e o autor dt> drama Brasil e Pa
ay previnem e peder ao publico que na
ndam esta drama ,ib o que se annuuea
para o theatro Santo Antonio e que se intitula
Os Sotdtido.t Brasileros.
n .-
fflABITMlK
PACIFIC STEAM IWIGiTl H|-
m
IJnltu |iiuxenal
O PAQUETE
ILLIMAM *
espera-sa da Europa ateo dia 31 d> correnm.
e ceQis da deopor;a do costume seguirf para
Simnerio, Koda Prta.e torta dortoitka, par
d cibera pasaageict, eueommeuis e iuh<^
ro a frete,
IS AGENTES
Wilson Hove C.
\ 14RUA DO COMMERCIOI*



I
I

. ~v
Diario de Prnmbc fercA felfa 26 de Agosto de 1873.
COMPANTIIA PERIfAMBDCARA
DE
!vorft castelfa a vapor.
FERNANDO DE NOROMM.
O vapor, CijtM, eom
mandante Martins
teir par j~'~
cima o da 3 de
Sttcmnro.sll horas
. dalhamU
W&s e fiihheiro he-
IM, passageiros at m
t i*:riptark uo Forte do Mallo-
Para o Porto.
Adiase proposto pan seguir um a maior bre-
vidade o brigue portugus DniM, para o que re-
cete carga, e trata se cuna os consignatarios T. de
Aquino Fonceca & G. successores, na ra do Vi-
gario n. 19, l. andar.
as 10 l|t h
Rae
e at a tespern
10 llora
n. UL
tfc.
C0MPANU1A PERNAMBUCANA.
DE
1avega?ao eostoira a vapor.
MACEl, PENEOO E aRACAJU'.
O vapor .WandflA,
eommandante Julio,
seguir para os por
los cima no da 30
do corrente, is 8
h'oras da tarde.
Recebe carga at o dia 8, encommendas at
o dia 9, passagens e dinheiro afrete at as J ho-
ras da urde duda d* sabida : eseriptono no
Forte ao Mattos n. 11___________
Par o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir ernn rouita brevi:iade o palna-
bote BosHa, por eralguma carga tratada e para
a que lhe bita trata-se eom os consignataries
Joa(|uim Jos Goncalves Beltrio & Filho : a ra
lo Comarereio a. 5
roui'VMiit
DE
\\ye;\;\i> BttASlLEIRV.
Partos do sul.
Ate o dia 27 esperado dos portos do norte o va-
por B.kia, eommandante Teixeira e seguir para
os porlos aei;na depois ia demora do-coslume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais informa.e-, dirijam-se ra do Vigario
n. 7, escriptorio. -
Pereira Vianna 4C.
Agentes.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
lave^Acff* eosteira a vapor.
?ARAUYBA, .VATAL, MACO, MOSSORO', ARACx
T, CEARA, MANDAHU' E ACARACO".
O vapor Ipojuca,
eommandante lloara,
seguir para es por-
tes cima no dia 30
do corrente, 3 5 bo
ras da tarde.
Recete carga at o dia 28 do enrrente, encom-
mendas, at o dia 29, pasjagens e dinheiro a frele
at as 2 horas da tarde do dia da sahida : escrip-
torio no Forte de Mallos t. 12.
Para Sanios e nfu de
Janeiro.
Borra < 1 .n.ln.
Este navio vai carregar p^a ambo n portea,
.: recebe carga a frote a vitar cu Amw Viti l-
maos i C _________________
CWnTNHlA PERNAMPACANA
DE
liovegar co^tHra a vapor.
XA'rfANOCArE.
O vapor Coruripe, oooa-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 de
corrente, as 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 2 horas da Urde do dia da saluda:
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
E1L0ES.
Grande e variado
LEILO
DE
movis cm bom estado, crystaes, loucas,
porccllaua, un rico apparelho novo para
almoco do electro plte e outros muitos
objectos*
Por ordem de urna familia que se retira para
a Europa no prximo vapor, sendo :
m piano forte de Bord, urna inobilia de jaca-
rauda lamp de pedra, composta de cadeiras de
guarnico, 2 ditas de bracos, 2 ditas de bataneo,. 2
consullos, urna jardineira, i sof; 1 mobilia de faia
composta de 12 cadeiras de guarnico, 2 ditas de
bracos, um sof, urna jardineira, 2 cousolios ; es-
pelhos grandes, quadros, urna cama para casal de
pao setim, mesas para jogos, camas de ferro, ber-
co para crianza, una rica mesa elstica eom S
tabeas, qnartinheiras, nemihaa, cadeiras avulsas,
guarda roupa, apparadores, marqueza, um lindo
vapor apparelhaio, venesianas, malas e outros mo-
vis.
Um apparelho de electro pate, garrafas, loucas
para jantar e a!moco, copos, clices, fructeiras jar-
ros para flures e bandejas.
Hoje
A's I I horas d rapiib.
Por intervencao do agente Pinho B<>rges, ra
do Bom Jess n. .9 l. andar ( outr'ora Cru;).
O mesmo agente acha -se autorisado a alugar o
dito andar.
O agente Pinto levar .rR*'^ ^ ., ,
do consalado de F- wll^^Tor irrtnVlMcio
cellcr, e por ****> dm pws*"ea do seu ctian-
2 calva -<*W e Usen *e *lem pertencer,
(-' .? mn* M A & C ns-. M** n 3,361 eom
-**4ft4 VM'htdos A bordo da barca franceza Jen*
ffApije i o leilo ser rnVrtuada as 10 i/2 he-
m* do Aa cima dito, no tscriptorio do referido
agrtw, ra o> Rom leslfr n. 43._____________
arando
LEILO
1
o
3ar
O patacho americano John Rae, procedente de
New-York, e em descarga, segu para o Para logo
que a conclua; engajase carga a frete commodo,
para o que os sennores carregadjres devem en-
tenderse anticipadamente eom os consignatarios
Tasso Irmlos A C. ra do Amorim n. 37, por
quanto o navio nao se demorar a espera de car-
ga, seguindo eom aquella que estiver prompta, o
mais tardar at o dia 18._____________________
Segu o hiale Dees de Guie para o Aracaly
at 30 de agosto, j tem a bordo metade do seu
carregamento : quem nelle quizer carregar, diri-
ja-se a ra da Madre de Dos a. 2, a tratar eom
Bartholomeu LooreneO ou eom Joao Al ves de
Quinlal.__________________________________
Para a Bahia.
Pretende seguir eom muita brevidade o palha-
hoie nacional Jocen Arthur, tem parle de seu
carregamento engajado, e uara o resio que lhe
falta tratase c< n os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oiiveira Aievedo & C, no seu escriplorio
ra do Bom Jesus n. 57.
Piriie eaii SavigaJB Corapan)
I.ulia (|iiiiisenal
O PAQUETE
SORATA
espera se do Mil at o dia 29 do correnle, e de-
pois da demora do costume, seguir para Li-
verpool, va Lisboa, para onde recebera passa
peiros, encommendas e carga a frote.
US AGENTES
Wilson Riiwe A C.
I'tHUA DO COMMER'.IOl't
Fara o Aracaty, eom escala por Maco, sahe
nestes oito das o novo e superior hiate Len illa
4a Graz, capi'an e prftico Manoel Caetano da
Costa, tem seu eariwgamento quasi completo, e
para o resto trata-se eom' o consignatario Antonio
Alberto de Souza Aguiar, ra do Amorim nu-
mero 60.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
At o'ia 27 do corrente espera-se da Euro-
pa o vapor inglez eca, eommandante H. llax,
o qual depois da demora do costume, seguir
Rara Bnenos-Ayres, tocando nos portos da Baha,
io de Janeiro e Montevideo.
So dia 28 do corrente espera-se dos portos de
sul o vapor inglez Douro, eommandante ThwaMes,
o qnal depois da demora do costume, seguir para
Southani|jton, locando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretes, passagen* etc., trata-se na agencia,
na do Commercio n. 40.
DOS
ulencilios da padaria da rita Dircila n. 40.
Hoje
O agente Martins far leilo por conta e risco
de quem pertencer, dos ulencilios da padaria da
rua'Direita n. 40, constando de 2 cylindros ame-
ricanos, 2 bataneas grande e pequea, maceira,
tendedeira, cabide, caixdes e mais pertencas da
padaria cima, es quaes sero vendidos ao correr
do martello.
A's 11 horas do dia cima, na mesma padaria.
DE
16 caixas con mac-s novas, marca FGA-
O oreposto do agente Pestaa far leilao por
cont e risco de quem portencer, de 16 caixas
eom macas novas, marea F G A, vindas pelo ulti
mo vapor ao correr do martello, hoje 26 do co
rente, as II horas da manh.
No armasen! do Armes, defronte da alfaiulega.
eor-
louca, vidros, machina para costura, dita
para sapateiro, 1 piano do Jacaranda.
Quartn fflira 27 rio corrate
AS H HORAS DA MANH.
O preposto do agente Pestaa far leilo por
conta e risco de quem pertencer, de urna mobilia
de junco, dita de amarello, 1 guarda-ronpa, 2
guardas louca, I balcao proprio para hotel ou
botica, marqnezoes, marquezas, sofs, cadeiras de
balanco, ditas de bracos, toilettes de mogno, ditas
de Jacaranda, nasas redondas, coneolos, carteiras,
secretarias, relogios, quadros, e outros muitos ob-
jectos ; ua mesma occasiao se vender dous bur-
ros propnos para cabriole! ou carro.
A" RA DO VICARIO N. 11, ARMAZEM.
A's 11 horas.
bous movis, ryftaos, Inun to porcelana,
blelos d; ijU'ftn platf, outros inultos
ol)j'!Clns ciu peiiot) ist.id").
U SLGLIM'E:
Sala de visitas.
Um piano de Pleyel, -1 mobilia estufada, con -
tendo 1 sof, I cadeira de, bracos para senhora, I
dita de ditos para b..mem, 12 ditas de guarnirn,
I dita para piano, i mesa oval, 1 dita pequea ro-
diziada coberta de marroquim, I dita dita eom 3
ps, 1 espreguicadeira, 1 cadeira de bracos cober-
ta de marroquim, Buean, I estante para msica,
1 mesa de costuras, 2 espelhos cora molduras
dooradas, sobre eoncolo, eom lampos de marraore,
2 etageres de mogao, 2 ditas pequeas, vasos para
flores, candieiros a gaz de 2 pavios, estatuas de
jaspe, I coberta de la para mesa, pinturas em
quadros enm molduras douradas, jarros de crys-
tal. capachos de pele de carneiro tinturados, I al
mofada para sof, 2 bamminhas, 1 espelho oval,
1 tiateiro em pralo dourado
Gabinete.
Urna escrvania eom estantes para livros, 1 es-
tante para livros; i cadeira de bracos, 1 dita
de bataneo, de ferro, 2 ditas eom assenio de tapete,
1 mesa de raogn de abrir e fechar, 1 dita peque-
a, jogos para enancas.
Sala de entrada.
Um porta-chapns, 2 cadeins de carvalho, 1
capacho grande e I tapete.
Quario principal!
Camas de ferro, colchio. travesseiros, almofa-
das, mesas de mognn, commodas, guarda -roupa,
guarda-vestidos, sof de ferro eom colcha > de
molla, cadeira de ft-rro, jardineiras eom tampos
de mar mure, cadeira de vi me, estantes para bnl>s,
cadeiras, tapetes, frascos para extractos, perten-
cas de lavatoris e easticaes eom mangas.
Sala de jantar.
Urna mesa elstica de rosca, 2 cadeiras cobertas
de marroquim, 1 rico gnarda-lonca (grande) 2
aparadores de mogno (obra do afimad > Remigio),
f candieim eom globo pintado, 2 ditos de crysial
para 2 parios, 3 pinturas, 1 mesa redonda cun
(ampo de marmore, 1 relngio inglez de parede.
capachos, venezianas, i machina de costuras em
perfeito estado, I cubera de la para mesa els-
tica.
Cb.ectos prateados.
Um servico para cha conten Jo 2 hules, 2 cafe-
tenas, 2 leileiras. t assucareiro, 1 estante donrada
para pes, 1 galheteira, 1 mostardeira, salvas,
easticaes, conchas par sopa, ditas para molho,
12 ditas, 18 ditas para sopa, 18 ditas para cha,
6 ditas para o os, 6 ditas para sal, 1 dita para
mostarda, 24 garios grandes, 18 ditos pequeos,
12 facas para peixe, 3 pares de trinchantes, 24 fa-
cas, 18 ditas pequeas. 1 porta biscoutos, Iser
vico para jantar eom 96 p-*cas, 1 dito para cha,
completo, 2 estantes de porcela pintadas para bu-
les, garrafas, copos, clices de champagne, de vi
niio do Porto, Cnery. verde e para licores, gai rafas
lapidadas, grandes' pequeas, conchas de crys-
Ul, pra'os para fmetas, ditas para conservas, sa-
leiras, descancos para facas, tijfllas para assuc&r.
copos, clices e enfeites para flores.
Quarto de enancas
famas de ferro eom colxo, almofadas, l sof
rande, Bidet, I lavatorio eom espelho, I guir-
a roupa, porta-loalhas, e espelhos.
Sata e quarto dos criados.
I guarda louca, mesa redonda, cadeiras, jarra,
filtros, bacas grandes, candieiros, camas de ferro
eom colxoes, mezinhas. lavatorio' e espelhos.
Quarto de engommar e despenca.
1 m chin* para lavar e engommar, taboas e
mesas, escadas americanas, tan ternas para azeitc e
gaz, ditas para polica, machina para llmpar lacas,
escovas, arman s, banheiros earmaco para des-
pendas.
Cozinha.
Fogo americano, mesas e bancas de pinho,
guarda comida de rame irem de cozinha, limas,
candieiros e moinhos.
Jardim.
Uarrinhos de madeira, uteneilioe para jardim,
grades e portas de ierro.
SKXTA-FKIRA 29 DO CORRENTE
Tendo de seguir para a Europa a familia do Sr.
F. B. Bloxham, por sua ordem far le 15o o agen-
te Pinho Borges, dos movis e mais objectos exis-
tentes na casa em que reside Torre.
Os referidos objectos sao rocoinnendaveis por
serem de gosto e pouco usados.
As 10 .'i horas da manb partir da estacad do
arco de Santo Antonio um trem expresso que
servir de eomlucc.au gratis aos concurrentes.
O furto principiar s 11 horas.
30,000 RS.
Boa gvatiftcaqiao
Perdeu-se Iiotitcm (13 do correnle) na cidade de
Oiinda das 6 para 7 hora; da tarde, unta pulsera
de ouro de lei, tendo a tita arrendaili eom urna cor
fusca, no centro tem ninlacu cujas ponas sao era-
vmlas de pendas, no centro ''.elle nma grande es-
meralda qnadrada, acarapachada datada ladu
con i urna |nroa ; perico-Se a mesma do oitao do
Amparo em seguir.eiito a mesma ra, Quatro Cau-
tos, Malllias Ferreira", subida do beccu que sahe
em S. Pedm Veio, ra de S. Bento at a entrada
d" b.'i-.M Porto Seguro, dahi ao voltar ao pateo da
Itibcir.i eladeira da mesma : n>ga-sea i|uem achar
e que/elido resliluir, duija-se ao oiL:i> do Amparo
casa grande, que tem um puito ao iadu, ou no
Rccife, largo do Paraizo n. 28. 1* ou 2* andar,
que se gratificar milito generosamente : pede-se
aos Srs. ourives, ou quaesquer outra pessoa a
quem fr offereeida, faca o favor de apprehender,
0 ldva-la a qua tquer nm dos lugares indicados.
' Lava-se e engomma-se toJa qualidade de
riiup-i. Unto para homem como para senhora na
ra da Dctencao, confronte a casa do gax.______

Aviso
Acha-se aborta nma luja de pintor o imaginario
disp<.sic;ao dos Srs. freguezes, offerecendo-se para
intratar quanta obra appare^a ao seu cstabele-
cimento, eom a maior vantagem que possivel, e
de admirar pela barateza, cono sejam : doura-
ment de igrejas ou capellas, e imagens de lodos
os; tamaitos, cyrius e cruz para irmandades, ban-
quetas para altares, e tudo que fr de seu offlcio
e de admirar tanto pela aerfeicao como pelo preep,
do mais moderno e melhnr gosto que possivel.
Quem quizer dirija-sc para villa de Bezerros que
l encontrar Manoel Adolpho Silva Ramos, que
os receber eom todo agrado.________________
MOLEQUt
Para ervi-jo de casa paga-se boro por
um moleque ou cabrinba de 12 a 14 annos :
em S. Jos do Manguinho, sitio n. 2, muro
cinzento. antes da ra ila Autisaile.
Aluga-se a ca.-a da ra do General Sera,
antiga do Jasmim n. 35 eom duas salas, quatro
guarios, cozinha e grande soto : a tratar na mes-
ma ra n. 39.________________________ '
Aluga-se a casa lerna n. 24 da travessa da
rita do i'.ahijoneo Velho : a fallar na ra do Im-
perador n. 44, botica do Sr. Ribeiro, ou ra das
Cinco-Pontos n. 31.__________________________
Sociede Propagadora da Ins-
truet^ao Publica.
Nao se tendo reunido o numero de socios de
terminado pelos estatutos para que tivesse lugar
a eleicao do novo conselho superior em primeira
reunio, para tal fim convocada como fra para
o dia 3 do corrente, de novo sio convidados to-
dos os socios que quizerem comparecer no dia
28 do mez andante ra da Praia n. 29, onde
funceiona a Escola Normal, pelas 6 horas da tar-
de, sendo que conforme dispde os mesmos esta-
tutos ser feita a eleicao eom os socios presentes,
qualquer que seja o seu numero.
As senhoras que fazem parte da assoeiacae
teem o direito de votar e ser votada, pekt que
espera-se que nao deixarao de comparecer a fim
de exercer esse direitt
Secretaria da Sociedado Propagadora da Ins-
trneco Publica, 14 de agosto de 1873.
O i.' secretario,
Vicente de Moraes Mello.
i
Boa aquisicao.
Por seu dono tarde retirar-Be para
a Europa, onde vai residir algum
tempo, vende-se um ptimo predio
de um andar e soto, n'urna das me-
lhoros localidades de Oiinda, da qual se
descortina Dao s todo o ocano desde o
cabo de Santo Agostinho at milito alem d
pot.ita de Oiinda, bem como, pelo Indo de
terra, as lindas paysagens do puente o sul ;
tendo um quintal regular, eom arvoredu novo
plantado ha dous anuos, Uiweno muito fr-
til ; urna cacimba (poc) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna do igua polavel.;
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode servir de co-
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um sotao, proprio para dormida ; muito re-
jado em toda a cp ca rio auno ; eom illu-
min.-ic.o gaz ; e em vsperos de tor agua
canalisada. Acha-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensaveta
qualquer familia, como de tods os apres-
tos de cesinba e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como so cha, ou retirando os
ouivcis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na mo do Sr. Luiz do Reg
Barros, regente do hospicio de alienados : e
a tratar na ra da Unido n. 49.
IIEVriSTA DE PARS I
19-RA NOVA19
BPTUEHTO
T* -
-v-

J. M. Leroux, cirur-
giao dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
Wf
i
i

#i
*
LEILO
DE
fazendas avariadas
Quinta-l'eira 28 do corrente
as 11 horas
Por intervencao do agente Pinto, ra do Bom
Jess n. 43.
LEILO
Aracaty.
Segu para o referido porto eom pouca demo-
ra o hiate Oiinda por ter a n aior parte de seu
carregamento engajado e para o resto que lhe.
falta, trata se eom os consignatarios, Joaquw
Jos Goncalves Beltro & Filho i ra do Con
mercio n. B
II
**
LISBOA E PORTO
A barca Vencedora, capitao Oiiveira. segu via
gem per todo o mez de agosto.
Recebe carga e passageiros : a irau.r eom o
consignatario Tito l-ivio Soares, ra do Vigario
n. 17.
Para Lisboa
DE
6 iluzias de pelles preparadas e 2 pecis de
flanella para selleiros, eom avaria
OUINTA-FEIRA 28 DE AGOSTO
A's IO 11% horas.
Por intervencao do agente Finio
NA RA DO BOM JESS N. 43
LEILAO
DO
sobrado amarello de 3 andares e sotao da
ra da Imperatriz n. 88, e em frente da
matriz da Boa-Vista.
Quinta-feira 28 de agosto
AO MEIO DIA.
Por intervencao do agente Pinto.
Ra do Bom-Jesus n. 43.
LEILO
(iretende ogtrirrom pouca demora a escuna por-
ugneza Christina, de eiVse, capitao Loureire,
por ter a maior parte de seu carngamento enga-
tado; e para o resto que lhe falta trata-sa eom os
ce Asignatarios Joaquim Jos Goncalves Beltro 4
PUPO, a roa do 'V>mmercki n 5.
Lisboa e Porto
Vai sahir eom brevidade a barca portuguesa
Despique lf, recebe carga e passageiros : a tra-
tar cora o consignatario Tito Livio Soaree, ra
o Vigario n. 17
DO
sobrado de 1 andar eom commodo bastante
para duas familias, no pateo do Carmo,
na cidade deOlinta, eom grande sitio,
em chao proprio
QUINTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
A meio dia
Por intervencao e no escriptorio do agente Pin-
'xi, ra do Rom Jess n. 43.
Leilo
DE
calcados francezes, pretos e de cores, para
senhon-s e meninos
(AVARIAD08.)
Quinla-frir 28 ftV?$HSDVrPSOS
PARA
Paula & Mafra, eom casa
mortuaria no pateo do Pa-
raizo ns. 10 e 12, declaram
ao publico que apesar das ta-
bellas publicadas pela Santa
Casa de Misericordia, conti-
nuam a incumbir-se de en-
terramentos, e raais officios
fnebres, como costumam,
isto, eom sinceridad e pon-
tualidade e commodidade
em precos.
CASA DA F01U1A.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' ra Primeiro de Marpo (oulr'ora ra \
Crespo) n. 23 e casas docostunvt.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
Uses bilhetes, um inteiro n. 75 eom 5:000*, um
inteiro n. Ii6 eom 300*000. e outras sor-
tes de iO e 20JI da lotera que se acabou de
extrahir (63), eonvida aos possuidores a virsm
receber na oonformidade ao costume sem des-
cont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
la 5' parte da loteria a beneficio da irmandade
de Sant'Anna da Madre de Deu (64"), qne se ex-
trahir no sabhado, 30 do corrente aiei.
PKE(;OS
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM PORgAODE lOOjfOOOPARA CIMA.
Bilhete inteiro 5.*(00
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
stinoel Martins Fiuza
9>
9
9

AVISO.
Augusto Trajano de Hollanda Cha
con, doutor em medicina pela Facul-
dade do Ido de Janeioi, chegado ha
pouco da Europa, onde nos melhores
hospitaes dedicou-se aos estudos de
sua profissao e eom especiahdade s
operacSe- e s molestias dos olhos, tem
o seu escriptorio na casa de sua resi-
dencia a ra Duque de Caxias, antiga
das Cruzes n. 9, ?. andar.
Consultas das 7 as 9 horas da ma-
, v uha.
fr Gratis aos pobres.
Aviso.
Companhia edifleadera da pro-
vincia de Pcrnaiubuco
O incorporador desta grandiosa e utilitaria em-
nreza tem a i.onra de annunciar pelo presente a
todos os actuaes e futuros subscriptores de aceites
da companhia Edificadora da provincia de Per-
nambuco, que acaba de remetter para o governo
de S. M. Imperial, por intermedio do Exm. presi-
dente desta provincia, diversos papis e documen-
tos na forma exigida pelo decreto n. 2,711 de 19
de dezembro de 1860, dos quaes tinham sido de-
volvidos alguus por nao estarem eom toda a for-
tnalidade do dito decreto, em oc;asiao da primeira
remessa encaminhada por esta presidencia, em 28
de junho de 1872.
Convencido de ter preencliido, agora, todas as
formalidades e exigencias do supradito decreto,
conta que vista das boas informacoes dadas por
esta presidencia, o governo imperial se dignar de-
morar o menos possivel a factura do decreto, au-
tarisando a companhia Edificadora a dar comeco
a suas operares em principio de Janeiro de 1871.
a primeira emissao de 5,000 accoes de 100*
cada urna, determinada pelo Io do art. 3 dos
estatutos, eom data de 10 de junho de 1872, ac a-
se subscripta at 13 do .eorrente, por 110 sig-
nantes formando um total de 2,860 ticando a dis-
tribuir 2,li0 (total 5,000) ; das quaes 3,000 subs-
criptas ein Pernambuco, 2,000 a subscrever na
praca do Rio de Janeiro, pagaveis por inteiro de
urna s vez eom o descont de 10 % logo depois
da installacao da companhia, e da primeira cha-
mada feita pela directora administrativa, da pri-
meira prestacao de acord eom o nico do art.
7 dos respectivos estatutos.
SeDeus nao mandar o contrario, o incorporador
da eom auhia espera ter a satisfazlo de manifes-
tar sua gratido ao principal autor da lei provin-
cial n. 535 de 20 de junho do 1862, que hoje oc-
cupa dignamente a cadeira desta presidencia, e
dar oecasiio a S. Exc. o lllm. Sr. commendador
Hearique ivreira de Lucena, de tornar seu nonie
iDMnoreJouro e de ter a honra de dar sua assig-
nalura acta que ser solemnemeute lavrada por
occasiao do assentamento da primeira pedra da
primeira edificado da companhia, cuja data dar
principio aos quarenta annos de duracao das dis-
pensas que a lei provincial n 535, j citada, con-
cedeu ao incorporador, para a dita companhia, cu-
ja rcalisacao foi adiada at hoje em razio da cri-
se linauceira, e dos cinco annos de guerra eom o
Paraguay, que parausaran) a realisaco de dita
companhia, cuja necessidade indispensavel re-
sentida por todas as classes em razio da falta de
casas apropriadas para cada urna deltas.
Recite, 26 de agosto de 1873.
________________________F. M.Duprat.
Domingos Joaquim Ferreira Cruz e Joaquim
Ferreira Valente, representantes da firma social
que por tres annos gyrou nesta praca em compra
e venda de gneros do etiva travessa da Madre
de Dos n. 9, sob a razio de Cruz Nogueira & C,
o 1* como socio solidario e o 2* cerno cumman lita
rio ; declaram e fazem scientes ao corno do com-
mercio e ao publico em geral que dissolveram ami-
gavelmente em 30 de junho do corrate anno a
dita sociedade, ticando a liquidaco do activo e
passivo a cargo e sob a responsabilidade de Do-
mingos Joajuim Ferreira cruz, que contina no
mesmo armazem eom o mesmo ramo d.nego-
cio sob seu nome individual, sahindo o socio Joa-
quim Ferreira Valente desonerado de toda a res-
ponsabilidade. Pernambuco, 19 de agosto de 1873.
pera continuar ame-
recera confianza dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
*ff**tf* ? i t,**^*fr**q|
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Ra do Commercio n. S, f.' andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
Jo Minho, em Braga, e sobre ut seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilhi.
Faro.
(iuarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mongo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do^Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalieo -
Villa Nova do Poftimlo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenta.
Figueira.
11
M E I) 1[ C i N A
Preparado por
Lanman & kemil
para thisi toe
toda a qualidade
>le d/x'ngas, que
soja na garganta,
peito ou bofes.
Eipressaineata
escoliiidodosm*-
1 boros ligados dos
quaes se extrabe
o oleo no banco
da Terra Nora
purificado chimi-
ealmentc.c suas
val ua veis propri-
edades conserva-
das cem todo o
cuidado, em todo
o frasco se garan-
te pe reitaraen-
te puro.
Este oleo tem
sido submetdo
a um exame mui-
to severo, pelo
chiraico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAlOIt PORCAO D'fODlNl
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IOiHNO UM POIR SALVADOR.
Km todo o oleo de figadn l bacalho, e na-
quelle no qual contm a maior porcn desta
mvaluavel propriedade, o nico meio para
curar todas as deeoDM de *
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Pbtysica, bronchistes, astbma, catharrho,
tosse, resfriiirnentos, etc.
L'ns poucos frascos d carnes ao muito
magro que soja, clarea a vista, e d vigor
a todo o corpu. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutimento aosystcmu e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisaco tem sido des-
truida pelas affece,es das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digesto se acba cora-
pletemente desarranjada, devem tomar
O OLEO DEFIGADO DE BACALHO
DE
l.ANMAN & KEMP
Se que desejam ver-se livres e isentas de
enfermidades.
Acha-se venda em todas as boticas e
drogaras. H. Forsler d C, agentes.
O abaixo assignado declara qne slo de nenhum
valor dous recibos pelo mesmo passados ao Sr.
Bellarmino Alves Aroxa, de quantias pelo abaixo
assignado recebidas daquelle, em virtnde de serem
taes recibo relatvos a transareSes hoje completa-
mente extinetas. Recife, 25 de agosto de '873.
Clarndo Graciano da Silva.
Trabalhador
Na botica roa larga do Itosario n. 3i precisa-
se de um trabalhador.
Na ra do Moodego n. 111 preeisa-se de um
feitor.
A0 COMMERCIO
Justino Gomes de Almeida scientillca ao respei-
tavel eorpo do commercio que eomprou a taverna
sita ra do Leao Coroado n. 2, livre e desemha-
racada de qualquer onus, cuja taverna pertencia
ao Sr. Maximiano Jos Ferreira : se alguem se
julgar eom direito a reclamar, queira faze-lo den-
tro do prazo de tres das, findos os quaes nao ser
attendido Rcife, 25 de agosto de 1873._______
Aluga-se a casa acabada de novo, defronte
do vlveiro do Muniz, rna do Marques do Herval,
Eropria para qualquer familia por estar bem aca-
ada : a tratar na ra do Nogueira n. 29, taverna.
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro anclar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
JSSa wS3s
S^S ~*
CASA DO OURO
Aos 0:0003000
Bilhetes garantidos
Itua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de lOOjOOO em
dous meios de n. 1560, alem de outns sortes me
ores de 40*000 e 204000 da loteria que se acabou
de extrahir (63"); e envida aos. possuidores a
virem receber, que proniptamente serio pagos na
forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu cstabelecimento cobo
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao di
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se a venda os muito feliies bilhetes ga-
rantidos da 3* parte da lotera a beneficio da
irmandade de Sant'Anna da Madre de Dos, que se
extrahir no dia 3o do corrente mez.
luteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto U500
|e 1003000 para cima.
Inteiro
Meio
Quarto
Recife. 6 do agosto de 1873
Joao Joaquim
3*500
2*750
1*375 -
da Costa LeiU.
Roupa por medida
Bastos Irmios, estabelecidos rna Duque de
Caxias n. 88, havendo feito urna grande reforma
na oflicina de alfaiate, scientilkam ao respeitavql
publico e especialmente aos seus freguezes, que
actualmente estao habilitados a eocarregar-se di
qualquer obra relativa mesma arte, visto que k
frente da respectiva officina se acha o bem conhe-
cido e insigne artista Lauriano Jos de Barros. E
ocioso farerem aqui o elogio de que o Sr. Lauria-
no credor, porque o publico desta cidade j o tem
apreciado em sua arte. Portante aquellos que se
digoarem de concorrer a seu dito estabeleeimentc
acnarao nao s a maior pontualidade no desem-
penho de encommendas, como amenidade no tra-
to, alem da reduc:ao de precos.______________
Mobilias de aluguel
Aluga-se constantemente mobilias completas e
qualquer traste separado : na ma do Barao di
victoria, armazens de mobilia de Antonio Domin
gnes Pinto ns. 57 e 58._______________________
Feitor
Precisase.de um feitor que entenda de servico
de Hurta e Jardim : no collegio da Conceicao s
ra de S. Francisco n. 71
0 INEXT1NGIVEL
PERFUME
A celebre ana Florida
D
MIRHAY i\ L.4WHAW.
Urna pura dislla^o das mais raras flo-
res dos trpicos. Contm, para assim di-
zer, quasi o odor odorfero das flores do.
trapico da America, e sua fragancia quasi
inexhausta anda mesmo por continuada
evaporaco c diffuso. N'este respeito
incomparavcl a qualquer outro perfume
qne ha do venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NKKVOSOS, DOR
hi: CABECA, DEBII.IDADE E
IIYSTF.RICOS.
um corlo o ligoiro allivio. Com o bom
ton, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, as Indias Occidentaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianea o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor o permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, KMPOI.AS,
QUEMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna umn
encllente mistura para lian liar a pelle,
dando um aroseado e efir clara a complei-
c,o nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritaco que geralmente
occorre, assim como tambem gargantendo-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
lhora a condifo dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitacoes, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propiedades,
deve-se tomar cuidado e contar smente o
o famoso perfume ) cosmtico do sul da
America, chim da:
A61.A FLORIDA
DE
MIJRR.ll l IA\HA\.
Se acha venda em todos o perfumaras da moda.
Restaurant Chinez
A" ra vkf* L - Francisco de Paula Silva e Antonio Manoel da
Silva, chins, tendo exerrido a sua profissao de
cozmheiros em algumas casas respeitaveis desta
cidade, associaram-se e esfabeleceram um pe-
queo Bestaurant na casa n. 19 da' rna das
Larangeiras.
Os amadores dos bons petisros, saborosos, bem
temperados, suculentos, e saudaveis e fortificantes,
encontram nessa casa quem os sirva com prom-
ptido e limpeza, e por pouco dinheiro, qne o
principal.
Tambem sob as mesraas eondiefies foraecem
comida diaria para casas particulares, eslabeleci-
mentos avulsos, etc.___________________
Aluga-se a casa n. 18 a ra de S. Joao, com
duas pequeas salas, nm quarto e quintal: preco
de 12*000 mensal: a tratar no mesmo lugar, oa
ra estreifa do Rosario n. 17, 1> andar.
Pince-nez
Perdeu-se um pince nei de ouro, para homem,
da rna do Capibaribe pan a ra da Aurora, es-
quena da. do Conde da Boa-Vista : quem o ti ver
achado, querendo restitui-lo, tenha a bonda le de
leva-lo i rna da Capibaribe n. 40, onde se grati-
flear o Ira bal ho. _________________________
- Na madaCnr n. 46 ha para se alugar urna
serava, i qual cozinha, engomma e faz todd ser-
vico interno de casa, aio sane ma.__________
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de boa conducta con
Eratica de fazendas on mnmados : a tratar na rna
ireita n. 86, loja Novo |Hival
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Diario de Pernambuco Terca feira 26 de Agosto de 1873.

5
MEURON&C.
aos compradores do bem conhecido e acreiitaao rap
REA PEE I A, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, exijo desenhc se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
naos de REA PRETA.
MEURON c.
FONDICAO DO BOWMAN
RUADO BRUJ N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM 1(18 aentore* de enge.noo e ontros ajrricnltores, e em pregad i res de m
cinisaio i fav ir de urna visita aseo MwtoifMDtu, para WM o bovo lorlimeDto
maotot- q-ie ahiiem; se ido ludo superior em qualidade e ortilSo; o quec/in a ins
fccio pess >a! prtese verificar.
ES EGIAL ATTENCO AO NUMERO E LuGAR DE S'JA FUNDIDO
1 cfc|iU.a.' O lUUaa vi ag -i* ma-ihas convementes para as diversas
ar..iaastaiK.ias do* seoborea pnoriPtario; e p ra destrocar algodio.
ffloendas de canna SS w '""^ Rodas entadts *"'*" '*
Taix*s e ferro faadido, batido e de cobre.
Ai Ambiques 9 fundos de alambiques.
Waihi nifllltlatf p!,ra manflioc*e a,Ri15o Podendo'todoi
V
Bombas
O abaixo asignado declara ao eorpo d
commercio que eomprou ao ir. Joao Soares Bo-
lelho, a lavenia si la na Imperial n 184, iivre
e desembarazada Je qualquer onus : quem se jul
yar com direito alguma reclamacao, fallar no
prazo de oito das, a contar de boje era diante.
Recite, 23 de agosto de (873.
Andr Curcino 4 C.
;p.ra -errar m;deira. (ser mondos a mo
/por agua, vapor,
de natenle. u-rsululas....... |on aniTiaes.
Toda a machinas f -jr*-;
de iQ.ciiii.siiiu, a proco aini resumido.
- m?r-
O abaixo assignado participa ao respeitavel
corpo do comuicrrio que nesta data vendeu ao Sr.
Joao Machado Iivaogelho sua taverna sita a ra
Imperial n. 91, com todo o activo e pasero, con-
forme concordaran) seus credores. Recife, 16 de
agosto de 1873.
Cust dio Jos de Oliveira.
Carros de luxo.
E' inquestionavel qne a cocheira da rna do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Paes I'ereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
leras e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesinos ajaezados de excelient. s
parelhas de animaes, arreos luxnosos e boleeiros
com fardameutos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo scientiO-
car-se da verdade do que deixamos dito, certos de
que nao encontrarlo pomada, e sim realidade e
commodos precos.
Urna escrava que quer libertarse precisa
de i-.OOOjUO para este lim e contrata o seus ser-
vidos mediante o prazo que se conve icionar : a
escrava cozinha bem, engiintna sotlri ve mente a
faz bolos: a tratar na ra do Imperador n. 14, i.
andar, que dar as informacoes necessariis.
Paz qualquer concert
r? ,. ~. in 4? w elhores e mais baratas existentes n<
n TMmLn iua lnnimbe-se de rnadar vir .joalquer mach nismo vori-,
^"t/''IIini*7U'tftS. ia,te j lS c'i?Dts. i*'!tibr?n1-lhes a vaniagrini defazereml
son aooipras por intermedio de peMM enteodi-ja, e qne em qualquer rwssidade pode
,,e preciar ixil.
Ir s americaacs >v^j--
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
[OCC^hlrZaceTtlco,t,r. de C.mlgHonc Parit, nleoproprieOrio cprtpaxaaW: |
I
l-JHU^W
DI
PEPSINA
DE
HOGG
1* Pilulas alimentosas de Hogg com pepsina acidula, proprias para molestias
gstricas dyspepticas, etc., e nos casos de digestao difficil ou impossivel.
2o Pilulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reduzldo pelo hydrogeneo,
para molestias chronicas e as doencas que das mesmas resulUo (escorrimentos, flozos-brancos,
I menitroacOe dlf ficis) e para restabelecer as gandes debilitadas.
Pilulas de Hogg com pepsina e proto-loduro terreo lnalteravel, para molestias
escrofulosa^ lymphatica. e jplHiticas, para a tilica, a cschexi chlorotica e para as affeicoea
atnicas geraei docorpo. .....
Em, frascos triangulares de 100 et 60 pilulas; precos indicados sobre os frascos.
Deposito em PemamWe*, A. REGORD, e na principa* pharmacia*
Est encoura^ado !!!
Roga-se ai. lm. Sr. Ignacio Vieira de Mello.
ascrivo na eidade de Nazareih desta provincia, o
favor de \ir a ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir a.juelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fin? de dezembro de 1871, e depoia para Janeiro,
pas*ou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
Su, pois S. S. se deve lembrar que ete negocio
de mais de oito aunos, e quando o Sr. seu nlbo se
ai'liava uesta cid.ule
Ahiga-sc
FUNDICO DE FERRO
\' rna da Rara i is Triumpbo (rua do Brai) ns.iOOa \U
CARDOSO k 1RMA0
HKt'.I.BKIlA.M de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e mclhorobra que tem vindo ao merend.
Vapores <|e for de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
IjaldeiraS de sobresalente para vapores.
MOtJllQaS UlteiniS e meias moendas, obra como nunca aqui veio.
1 ai xas lilil Ildas e batidas, dos melhores fabricantes.
KOClaS G aglia Com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
KOClaS dentadas RelOgOS e aptOS para vapores. \
OniDaS de ferro, de repucho.
AradOS ,ie diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e pequeas,
CoilCertOS concertam com promptidio qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmniendaS maD(^am v'r Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, se respoiis;ibilist.m polo bom trabalho das mesmas.
RuadoBaro do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICO DE CARDOSO IRMA O.
ozinbeira.
Prt'CM-se de urna ama qna seja perfeita nose
scrvie-i e que tenha boa enoduria : tratar iiu
Santo Amaw em seguimeuto rua d'Aurora n.
1*1. ^
- PMM il nina a-na d- hit'
na rua da ivulia u. II. i Hilar,
-ni kthu
AlUH ''r''''i^ s-ili-ii ni a.u-i, i;.i mgirucia,
-a-iMOi p,r., ,U|iJ| l|(, |H..|Ut.ri:t familia., prefe escrava : na rua da llwiai n. 49.______________
imn Na rua do Apollo n. .1! precisa-sede
- vina. nnia a|njJ p.^ ,,ng,in,)na(ji>, pivferindo-
se escrava.
Precisa se de duar amas,
sendo urna para engommar
e fazer outros servidos do-
------- .. mestieos, e outra para co
J/_11W.11B1 Hal ziuhar e lavar, eiu casa de
pequea familia : na rua do Capibaribe n. 10.
Preeisa-se d una ama para cosinhar e
comprar : na rua do Coronel Suassuna n. 1.
4MA
l, I. andar.
Precisa-se de urna ama para
o ervieo de duas pessoas: atraz
do qaartel de polica, .obrado n.
Offerecese ama ama de leite, sem filho :
na rua da Ginqui-ta n. 11, rom abundante leite.
Id A Preeisa-se de una ama, forra on
A 'VI A captiva, para cozinhar para casa de
C\ !."1 im. familia de duas pessoas; a tratar
na rua da Madre de Deus n. i, armazem.
Escravo fij-iilo. "
No da 14 o torrente mez Infrio o t*tnt(i
rrionbi, do n'inc Domingos, cun os signaos *e-
Cliiiile<; Ixiii |.nl(i in.ci, n., |,iii lnil.a. le-
voii resinji. eatm:, ^ |,;, ,|,. ;.iv ,|-; |..;,
|. i'.n o i ('^;.r ir.j-i -e i-.ia i!i;-ii riili-r ijre
v t-VU I iii.ii iJiUt'X". na lia !' I'..ia-i ni i.
Iloija n. i'j u na M:.,lu; de lie ,t n 2, UIIC
Ota bein rewniipen-a.lo. Sn;>pfl; >e eslat em Ja-
boalp, escondido. h
" ^ t*mt r"-~iTimm*mbk)<
Antonio Francisco de San-
t'Anna.
A Sociedade Uniao Catholiea Ortlxxluxa Vcr-
carabucaiia, far celebrar una miasa por alma de
seu fallecido consocio Antonio Fiaucisco de San-
t'Anna, ten.a-feira S6 do torrente s 7 horas da
manh, na igreja dos Maityiios, e para esse a co
sao convidados todos os amigos e prenles do fal
lecido.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinhar e engommar: nesta typngraphia se
dir queii precisa.
Ama de leite
Precisa-se de ama ama de leite : na rua do
Bario da. Victoria n 38. __________
A 11 A Precisa se de ama ama para com
A VI \ Prar eo">Qnar l*ara ti es on quatro
ti. l'M. T pessoas : a tratar na rua Nova n. 11,
loja. _______
"PRECISASE de urna
que saiba cozinhar para
urna familia de duas
pessoas : no paleo do
Paraizon. 26, 1." e 2. andares.
A mil Precisa-se de urna ama forra ou es-
-*-u***' crava para casa de familia : a tratar na
rua Dnque de Caxias n. 111.
ATTENCA0.
Do dia J3 do torrente mez de ago>to em diante,
haver venda leite puro pelo preco de &00 rs.
a garrafa, todos os das as 8 horas da manha, no
beceo do bilbar dos arco-, junto a botica homoepa-
thica na raa do Impera lor.
Garante se a qualidade,
O administrador da massa fallida de Rostron
Hooker dt C. avisa aos Srs. abaixo mencionados
para virem receber seus dividendo- : banco Novo,
thesouraria de fazenda, Monhard d C, Angusto
F. de Oliveira, J-aquim Jos Silveira & u, Rodri-
gues da Cosu Carvalho, John Kiilehough,Jaraes Con-
rj, Matson di Stark, William Richardson e Sons
W. W. Ronnie. Iones & Rchard?on, Geo Hura, ti
& C e Bruce Gunston a ('.
RUA DO COMMERCIO N. 46.
ENG0MMAD.EIRA.
Para casa de pouca familia, paga-se bom
aluguel por urna escrava que engomme bem
e seja d conducta : em S. Jos do Mangui-
nlio sitio n. 2, muro cinzento, defronte do
do Sr. Gadoult.
D. Marial^irolina Magner de Aievedo.e Vas-
cellos, aut risada por seu marido Joao Duarte
Costa e Vasconcellos, residentes na cidade de Lis-
boa, reino de Portugal, eonstando-Ihe que seu pai
e sogro Maooel Antonio de Azevedo, se ausentara
deste reino para o imperio do Brasil com o flm
(segundo notorio) de ir vender diversas proprie-
dades sitas na cidade do Recife de Pernambuco,
e bem assira aceces de differentes bancos all exis-
tentes, vem por este meio fazer publico que nin-
guem contrate eom o referido seu pai e sogro,
pois se acha anda pendente no juizo da primei-
ra vara civil desta cidade, ecrivao i.onnln,i, o
inventario orplianologico a iuo se procedeu por
bito de sua mai e sogra D. Mara Carlota da Con-
ceigao Costa Azevedo. nao podendo seu pai alienar
cousa alguma sobre pena de uullidade em quan-
to nao se ultimar o inventario. O que fazem pu-
blico para os devidos effeitos.
Lisboa, i de agosto de 1873.
Assignados : D. Mara Carolina Maguer de
Azevedo e Vasconcellos. Joo Duarte aa Costa
Vasconcellos.______________________________
0 Illm Sr Dr. Octavian Cabral Raposo da
Cmara, actualmente nesta provincia, rogado a
comparecer ou mandar -en preposlo casa n. 28
rua da Saudade, para negocio urgente contra
hido no Rio Grande do Norte.
Ao
Precia-i> de nm moleque forte para o ser-
vico interno e externo de urna casa estrangeira :
dirija-so rua do Commercio n. W, es 'riptorio do
corretor Stepple.
Ao Sr. I. C. V. pede-se o favor d mandar a
casa n."18, rua da Saudade, pagar o seu aceite I Joaquim Pedro C Guimaries deixou de ser
firmado no Ri3 Grande do Norte, e vencido no1 eaixeiro dos abaixo asslgnajios.
dia 30 de dezenbrode 1871D. p. O. Pereira da Silva & rrmavs.
o terceiro andar da rua do Vigario Tenorio n. SO:
a irat-r roa do Amorim n. 37.______________
Lices de piano.
Urna Motora portugueza, chegada ltimamente
de Lisboa, offerecese para dar lines de piano em
casas de familia e por pre;o razoavcl : podendo
dirigirse rua da Aurora n. 3, primeiro andar.
Ao publico.
Domingos Mara Gon^alves, cnsul portnguej
le 2* classe e en "arregado que oi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
tes, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como portuguezes, que tem o seu escriptoro na
rua Primeiro de Marco n. 23, 1* andar, antiga roa
do Crespo onde pode ser procurado todos o?
das nao santificados, das 9 horas da manha s 4
da tarde.___________________________________
O abaixo assignado participa ao respeitavel
corpo do commercio que nesta data comprou ao
Sr. Custodio Jos le Oliveira sua taverna sita rua
Imperial n. 94, cora todo o activo e passivo. Re-
cife, 16 de agosto de 1873.
Joao Machado Rvangelho.
\H I'11! IB
Oucm mais Gmoi rffcnn ?
Incontestavelmente a loja de calcadc-57estrange-
ro me mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexe, o PARS NA AMERICA
rua Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimaio) e a razao? a razio simples :
um cavalhciro (amante do ch-qufj- por certo se
mjommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conhecer se
a botina lhe fica boa, pois, nlo tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a'estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Purii na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se tica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impossivel, que urna se-
nhora (do bom tom) qneira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de nm baleao, onde en
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o
Pars na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para a
Exmas. que alli poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminan) aM as vantagens ou commodo
do Par na America rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabncantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e apafos, assim tambera nm lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitss qualidades que poderao satisfazer a esco-
lha da mais capiehosa sennora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, est claro qne a loja de
calcado estrangeiro, qne mais vantagens offerece,
o Paris na Americi, rua Dnqie de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga rua do Qneimado
commercio.
O abaixo assignado faz sciente ao corpo do com-
mercio que nesta. data vendeu ao seu ex socio
Francisco Antonio Teixeira de faria a sua taverna
sita na rua de S. Goncalo n. 27, ficand 1 a cargo
do mesmo Faria todo o activo e passivo do dito
eetabelecimenlo. Recite, 12 de agosto de 1873.
Jos Paulino Lopes de Almeida
Caixeiro.
Um mojo chegado ha pouco da Europa, e qne
tem bastante pratica de negocio de fazendas e
molhados, e que tambem entende de escriptura-
cao, offerece-se para qualquer casa de commer-
cio desta praca, ou fra dola; dando liador de sua
boa conducta, podendo ser procurado a-rua Nova
n. 11, armazem de A. J. de Azevedo._________
ALIGA-SE
o segundo andar do sobrado da rua da Guia n.
62, grande, calado e pintado de novo : na rua da
Senzalh Nova n. I.__________________________
Aluga-se por 30VI00 mensaes, una escrava
mo^a que compra e faz todo servico de urna fa-
milia : rua da Concordia n. 144^______________
Consta que se pretende vender o engenho
Quiahmbo ; mas adverte-se que o mesmo per
tencendo a urna senhora qne tem algns dbitos,
houvora feito delle doacao a um seu neto, apesar
de ter ella um fllho e mais tres netos, QJhos deste:
iuem comprar ter de envolver-se em questdes
muras.
Os Srs. Duarte Juuior & C. queram ter a bon-
dade de appare&r rua lo Imperador n. 22
(drogara) afim de receberem nma carta de im-
portancia qne existe para os inesmos senhores,
viuda da Baha.
- Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de taverna, de 12 a 14 anuos : na rua da Uuiao
n. 54, taverna.
Boa
acquisico
Traspassa-se ama loja, ptima para qualquer
genero de negocio, pois que tem a necessaria ar-
madlo, na rua da Imperatriz n. 7 : quem a pre-
tender dinja-se a rua do Commercio n.
otejda Europa.
Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
tica de molhados e que d fiador sua c--ndu*ta :
a tratar na rua estreila do Rosario 11. 5-7
12, no
Reloj
Aluga-se a casa da ^apunga ernn CMtunudw
para familia : a tratar no ne-uio lugar, rua das
Crioulas n. 25.
joeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
vota da Europa, ci ntiniia a en-
carre,zar-se de oncertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
outro objecto : rugando a seus
amigos e fn-guezes o obsequio de
procralo na trave >a da rua das
Cruzes n. 4, andar, por traz da praca da Inde-
pendeneia, que o encontrarlo prompto a garantir
eus trabaihos e a faze-lo por precos mdicos.
Oliuda
Aluga-se para passar a festa o sobrado dalade
ra da S n. 2, perto do banho salgado, com eom-
modo* para grande familia : a tratar n Varadou-
ro, sobrado n. 2.
Precisa se de um bom coznheiro : rua de
Hospicio n. 33
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, preci;a-se
fallar aos Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio do particular ule-
rease.
Al'iENCAO
Precisa-se de nma ama forra ou captiva para
comprar e cozinhar para casa de umn familia
composta de duas pessoas, paga se bem se agra-
dar : a tratar no pateo do Hospital n. 28, Io e 2*
andares,

COMPRAS,
Compra-se um escravo que saiba trabalhar
de tanoero, prefere se que nao seja mogo : a tra-
tar n prac,a da Independencia ns. 19 e 21.
Compra-te nina machina de cozer saceos,
estando em bom estado : a tratar no armazem da
bola amsrelia.
VtfDAS.
Vinlio verde de Bastos,
superior
Em ancoretas c caixas de una duzia, tem para
vender a preco commodo, Joaquim Jos Conni-
ves Beltro & t'ilho : no escriptoro, rua do
Commercio n. o._____________________________
Cal de Lisboa
Vndese a 2fl500 por barril : no trapiche Bar-
bosa, laigo do Corpo Sanio. ________________
Folha de Flandres
Estanio em verguinhas
Flele para bandeiras
Silva Barroca & C, rua da Cadea
Nao duvidem
S4 na rua no do Crespo n.
20. loj-i (!.- Ciilhcnne &
C. ( (|ue H' p.lt'iu vender
as a/.eiid:i.s r.baixo, |>e!os
precos sogufaes:
IJuinlia* escorez.is a 2W<* tuvado
Pilas de bstras ptrAoimvns a 2STlocovad>
Ditas & i li-lrasdc "da 1 iOO rs. o covado.
Alpacas rom !i-iras a -"KK! rs u tova do.
Merir assciina4o para roi^a a :tCO rs-0 t-
Cliapeos de sol ile seda rom Urbe de iisson 8T
Algodao de li>tr* a 11 fiei,, com perneou dc-
feito a 3.0 rs. o cov.ido. *
1 Brins pardo e d core* .1 500 e 440 rs o corado.
liriin brinco l-ma a-ljGOOa v,r
(-inibrja prela com listr.K e II .res branca?,
proprias para lulo, a 2; rs o covado.
Dita- fins de cures a 2") rs n eovaib.
Cretone pai a camina- e ve-1ida a 440 rs. o ra-
vado.
Chitas rosas e do ture a 20u o.-240 rs. o eo-
v.do.
Grosd naples prejn de cordao a 2*400 o covado.
Colchas adamasraArts a 3s (0 e 4A.
Dit.iS de enfil a ."i.
Cohertax Cibertore~s de la e.-c'ur s a 2i.
LeneOcs do branianle a t.
Ditos de algodi a 1 *40r.
Toallias alciM-lioadas a a dnzia.
Leos i!e cassa rom batrasa U duzia.
Ditos ditos de abatollados a 2j a dnza.
Ditos de escuiio a tf'$ a duzia.
Camltrai 1 lisa a 0 e 4":H> a peea.
Dita Victoria lina a 3;800.
Cortes de c.".*etiiir.i lina a 5J
Atoal ado a 25 a vara.
(!aniisas inelezas f-n radM, com piilo de linho,
pe liiiiiinulo pieeo do :lf< jiKM a duzia e 3oO
eatl- 11 Illa.
S ni leja de Guiiberme 4 C, rua do Cros-
L vai ocdiiiia.
Eu j vi.
A rosa branrx ncebeii nm lindo fortimpnto
de corles do v siiil -a 111!r:i;a boroafk, mili-
to linos e veode por 10 venhain antes que >e
acaljem.
A rosa branca vende meias enias para tornea
.1 4-MI0 .1 duzia,ninlt) boas; tambem vende len-
cos de eres para ineiiinns a I i a duzia.
J eJicrou
rosa branca a< cninltraia- de. salpijoi e vende
por o a poca.
Ser possivel? .
A rosa branca ve-ule chapeos de sol do seda
mui'o fina a 104. m a caima, seda transa, os
mais modernos do mercad 1 a 135, e de cato de
marfitn mnilo lnJ e de lina seda por 14003 :
uuein duviJar ven'ta ver.
Aproveitem.
A rosa branca vende chitas finas e limp, de
cm's segaras a 240 280 rs. Sapaios de tranca,
marea Chave* a '"O).
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
.maral, N'abuco k C, venlein cha preto e ver-
de, fu ni 1 ingle/, para cigarro e .cachimbo, e rap
francez e nacional : no Bazar Victoria rua do
Barao da Victoria n. i.___________________^
Fariuia de milho
Vende se farinha de milho moida a vapor, dia-
riai..enle, pelos procos srgjiintfs : grossa para
iiiLiinz a 101) rs. dita para angti, pinto e pas&a-
nnlins a 100 r>.. para cangica e |o de ppAvenca
a 1:0 rs, ep.tra en-cus a 14 rs., em arr..La
mais barato : na 111a do Cotovcllo n. 22.
Vende se carvao para ferreiro : na r' a do
Brum u. 79.
Papis pintados.
para forrar salsa a ontros quaesquer aposentos,
sortinientt eontnfeln ; vende se pnr nieftos do que
em oulra qualquer pane : rua do Vigario nu-
mero 16.
Caf
do Rio de Janeiro : vende-se rna de Vigario, ar-
mazem n. 16.
- No armazem n. 6, i rna do Vigario, ven-
de-.-e o segiunle :
l'ohura ing'eza da -uperiur qualidade.
Cliamb. de iimni/So.
l-'olha de Pland, es.
Bstanhe wn verg linha.
I'alliinlia preparada.
Oleo de l'mlnca
(omma laca.
Cola da Rahn.
Helroz de Miperi-r nnalidude.
Pelie^ de couru ilu !u.-iro.
Dita de Be/.tiro.
Cera em \;M:>- de Lh .
Ditas bogias.
Cadelras bnmburguezas.
Di las do bataneo.
Ditas para enanca.
em casa de
n. 17,
COMPANHIA
DOS
Alnga-senma casa na rna de Mathias Ferrei-
ra, eom quintal e cacimba : a tratar roa do
Ame rm n. 37.

troca se um sobrado de dous andares e
sofio, chao proprio, por um de nm andar, on mes-
mo por casa terreas qne seiam em toas ras e
que nao estejam desconcertadas :' a pessoa qne
lhe convier o dito negocio dirjase ao pateo do
Car-no, sobrado n 16, segundo andar, que achara
com quem tratar o dito negocio.
TRILHOS URBANOS
DO
Recife Olinda.
Esta eompanhia recebe at o fm do mez
d'agosto, proposta para a collocago d'uma
linha telegraphica, da estaco d'Aiinira at
a lo Varadouro, em Olinda, e da Lucru-
ziltiaHa at Beberibe. Para informn(;o se
entenderSo os proponen tes coma respectiva
gerencia.
O gerente interino,
LaurentinoJos de Miranda.
A comegar do mez de setembro, haver
n domingos e dias santificados, para Be-
beribe, um trein s 10 horas da manh, at
que a concurrencia de passageiros prove essa
necessidade : regressar ao meio dia.
0 gerente interino,
L, J. de Miranda.
J. 0. G. Dojle.
Tem para vender :
".ognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
Vinlio Xeres das mcliores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky
Cha preto em lattas de 10 libras.
Todas as preparacoes chmcas do Dr. Ayer: no
armazem da rua do Comruerco n 38.
Vende-se urna monilia de Jacaranda, bem
conservada, composta de 2 conslos, mesa redon-
da com lampo da mesma madeira; duas cadeiras
de braco, duas ditas de balanco e dozede goar-
nico ; tudo por preco bem razoavel : a tratar
no primeiro andar do sobrado n. 131. silo a rua
de S. Jorge, em Fra de Portas. ___________
Atienda.
da rua larga do Rosario n. 31,
Vende-se o hotel
primeiro andar: a
sario n. 2 A.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas que-vem a e-te merca i >:
na rua do Manpiez tle olinda n. 51.___________
~'VENDE-SE
a taverna sla
boteqnim : a
Ir
de .Maris e Barros n. 4, e
' mesma.________
um
Feitoral.de Cereja
do Dr. Ayer.
^
Par Molestia da Garganta, Peito,
e Pulmes, taea como Tosaes,
Co&stipaoe, Defluxo, Coque*
luche, BroochitiB, Aitzuna, Con-
Bumpca ou Tuica pulmonar, ic.
tratar na rua estreila do Ro-
Vende-se
ou admitte-se nm socio na taverna da rua
rial n. 128, junto an cliafajiz.__________
Impe
Chapeos para senhoras.
1
As pettoas que tem pretendido estabeleeer-
se no terreno devoluto que fica nos fundos, das
casas n. 18 e 20 da rua da Florentina, onle exis-
te a fabrica de serveja, cajo terreno limitase at
rua rte Santo Amaro, podeni entendor-ae com o
droprietario na rua do Hospicio n. 38.
Amaral Nabuco 4 C. receberam um eom;
sonimento de chapos de palha de Italia, seda
e vollndo, preto para luto e de cores enfeitados
com bonita* llores e fita : vendara no Bazar Vic-
toria, roa do Baro da Victoria n. % antiga rua
Nova.
Insignias niacoircas.
Amaral Nabuco 4 C. vendem insignas maco-
nicas, gres 3, 18, 17, 30 e 33 no Baxar Vic-
toria n. 2, antiga rua Nova.
Capillas fnebres.
Amaral Nabuco & C receberam um completo
sortimento de capellas fnebres eom diversas ins-
crpedes o vendetn por commodo preco : no Ba-
zar Victoria, ,i roa o Bario da Victoria n. 2, an-
tiga rua Nova.
Formas para purgar assucar.
Vende-se em casa de Shaw Hawkes & C : i
rua do Bom Jess n. 4.
Casa-em Sant'Anna.
Vende-se ou alaga-se a casa de ferro forrada
de feltro e maleira, junta com o terreno, situada
em SanfAnna, perto da eslacio da estrada de fer-
ro : trata-se eom Shaw Hawkes S C, n. 4, roa
do Bom Jess, armazem.
Antes de apparecer o PBZTOSAZ nanea a historia da
Siedicina vira preparaclo alguma qse tto nnirersale profan-
amente ganhasse a confianca do (rnro humano, como este
e xcellentissimo remedio para infennidades pulmonares. Dn-
ruite longa serie de annos, entre quasi todas as reos m
homens vai goiando cada re* de mai alta reputaco e re-
nome, como o melhor protector contra estas molestias.
Ao passo qne se adapta perfectamente as formas mais bran-
das das molestias, e as criancas e meninos, ao mesmo
t;mpo, o remedio mais efficaz que se pode produair para ira-
Idr o progresso da TUiea tmelptenU e todas as pengosa
i,ffeceoes do peito e pulmoe. Como antidoto contra atraques
lepentinos de, Croup, todas as familias devem o ter ero sua
cazas e em geral, como todos ato snjeltos a constipacoes e
losses i bom estar-se sempre prevenido com tam poderoso
remedio.
Poeto-qn a TUiea D*rlmrada e hda como em cura,
lia portanto grande numero de casos em que esta molestia
parecia ser declarada, mas que M tm curado dtcnlment
lelo uso d'este PBITOMAJL BJT CMBEJA.
Milhares de casos de MoletHa* *m Oargtnlm e pulmoe
me tlnham baldado todas aa expediente da pereca human,
tsera cedido influencia do rWITORAL DE CEREJA.
Os Cantor* os Ormttm ehro o Peitoral um ex-
cellente protector contra molettia, e de grande serventi
tara ajudar a vo.
Sempre allivia kms, e rretraentamente a fez deap-
perecer inteinuaente.
Em dose pequen rpetidu, regularmente cura
.BrtmeMtU.
Para OonsHpatSe* e toutt, rio possivel encontrar-M
milhor remedio. Toma-ae em dose pequeas trez vezes
por di, e i noite um escalda ps, ate se curar a molestia.
Para os Defina*, quando eflVctam a garganta, deve-se
azer o mesmo.
Para a TtiU-ettana 00 Ctfu*****, d- P*q*
dote* tres ou quatro vezes por ca.
Pr o Onmp, doses grande e repeda, ate vencer S
molesti. *
Effeovmente nemhrita fltmfli deve passar *m o PEI-
TOBAZ, pr w defender eonrr os ttaque repentuio
das molestias aoima mencioiad. O seu empTeeo oom taai-
[)0, muirs vezes poupari ao Interno multo soffnmmto
perloos que oocorrerioo se ttveese de esperar par antro ux-
lio. Paes e maes, conserva este remedio, tempt em caz.
Vida precio se vo podem taJvar.
As virtudes d'esta preparaeio ttm se tomado tam vai;
irument oonbeeidas, que no dispenaamo ae publicar ao>
irtestado d algunas ele au granda curas, nes limitamos
i asaegurar ao publico que esta virtud que or paara*
tampr conservarlo.
rBBTAJUSO ro
J. C. Ayer & C*., Lowell, Mass^ V.V.
vaa> es *
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...... '* -
Diario de Ptetnanibuco -- Tocia fclr 26 de .ttgost de }$?&..

I
GRANDES NOVIDADES
Em fazendas de gosto
NA
mu itkuktm do pavo
N. -&0 Ra da Impera.trz N. 60
DE
JEaEIRA DA SILVA &. _
Os propnetarios deste> importante estabelecimento, participam ao reepeitavel publico
ferta ciilad e os seus-numerosos freguezes que cubara de reoeber pelos ltimos po-
as da Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazendas de gosto
--cuita phantasia para vestidos do sonhoras e meninos, assim cmo tambera um grande*
. alimento das melhores fazendas de lei, que se vendem por pregos murto'e^ conta, s
-a o fim do apurar dinheiro.
As pessoas qua negociara era joquena escala, nta estabelecimeinto podero fhzer
seus sortt.-nentos, porque se Ihes vender pelos precos que compram as cksasestfan-
iwiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se levar em
s.s. dasExraas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aborto das 6 horas da marina-s 9 da notrte
las del mil enabs e lisiahiis' mmvs A iem'-
3(10 rs.
GOMO &I011N1N& 11
Os leques lodos de niadroporala. brancoa e de
cores e que trazom distico l'.NAO em feras
tamben) de madreperla cm alto relevo, tor-
nando-so por sto apropriados para notvas, a SO-
VAESPEKAXC/ ra t'uque de Caxias n. 63
(antiga do Quemado) 6 quem os tem.
Sdo de tartaruga
Os brincos, broche?, melos adereeos, rruzes,
coracoes e caesoletaa, que estao oxpostas bfts
escoma das Exmas. (amantes do chique) vcnde'sa
na Nova Esperance, ra Duque do Casias!
D- 63.
Aos menma
A Nova Espelunca roa Duque J
63, acaba de receber um lindo Sortimento, de bo-
necas de murtas qualiddes, vindo 'entr'j fias as
engrafadasbonecas.de borracti.i, is'ira tambem
urna pequea quilntdade de lio ecas "{tretas qt
WtorsamapreriadSs pete m motilado.
mm idu I' ]f
A Nova Esperanga ra Duque de Canias mr
63, lcebeu verdadeiro cimento'inglez, {trepara
{3o para concertar porcelana hem ui:l.
Vestido perdido
1\ J
Mitas ttteVditt vestido tofrta'-se'W'frant'n
Noys'es*-
peranc na t^que e Cn!rtas n. 63, Tertibve
feio, sotfWtfte por estar rAal'enfeitado : a Mov Es
Nalo^a do Pamo.
lzixiIAS A 300 RS.
LAZINHAS A300RS.
LAZINHAS A 300 RS.
'O Pavo recebeu um grande sortimento
i 0 Pavo recebeu pelo ltimo vapor de
. Europa, bureos dos mais lindos gestos II
que at boje sao conneeiJos em rolarlo i f*
sua eicessva barateza, convidam-se as
! Eimas. Sras. para verera o que ha de mais
1 novidado neste artigo.
BRAMANTES PARA LENCOE5.
0 Pavo vende superior bramante de alJ
-Sasaaais lindas lzinhas para vestido de s- godao,tendo 10 palmos d largura, que so
TEkerasflde meninas.com delicadospadres Prec'sa de 1 1/4 vara para- um lencol a
asidos.0 grados, que vende pelo baratissi- l^OOO o metro ou 1J800 a vara.
;as prego de 300 rs. o covado, por haver Dito de linho fino superior e muito en-
grande porco. E* pechincha, na ra da corpado, cora a mesma largura a 23400 a
' Imperatriz n. 60, loja do Pavao. vara-
OVOS VESTIDOS A'2 DE JULO POR Ditos francezes muito finos a 2^500 e
2S00O. ,3*000.
O Pavao recebeu um elegante sortimento' re5as do arabargo e panno de linho, te-
ios mais lindos e mo lernos cortes de cam- do c :m 20 e 30 varas para todos os prego
"Ssraia para vestidos, sendo a uso da corto e e quididades.
2 o julho, cora os mais bonitos oofeites, o'. Dilas (,(J bretanha de puro linho, tendo 30
vw.lo bastante fazenda : assim como baba- jardas, pelos procos mais baratos que se tom
Js,' rendas, rec'ffiz e entremeios, sufllcien- v'st0,
bel para as guarnios, e ven.le pelo bar.i- i Pechinchas de finissimo esguio oh szi*.
j pr.-QO de 123000' cada corto. Na l()j:t' com 6 jardas a 75000.
rv.i '
lis
|o PjWm ra da Imperatriz n. 60.
LAZINHAS BORMADASA 400 RS.
0 COVADO.
O Parlo recebeu um elegante sortimento
as mais lindas lazinlias transparentes com
arinbaS, bordadas, tendo de todas os cores
xnclusivul rocha propria para viuVa, e ven-
S.a pelo baratissimo prego do iOO rs. o co-
Vtdo. E' pechinrha, na toja do Pavo ra
A Imperatriz n. GO.
LAS MODERNAS.
O Pavo vendo um bonito sortimento de
iuhas listradas sendo das mais modernas
:>"'' :n vin 1 lao mercado, peloba-atissirao
"iflO o (0!) .o rs. o covado. E" pe-
nda, na loja do Pavo ra da Impe-
2 i!. 00.
4.CAS I AVR \DAS A 610RS. 0 COVADO.
<".!tegou para a loja do Pavo um elegante
;; i lis mais lindas alpacas lavradas
"i > as cores mais molernos que
i.) pira vestidos, e vende-se polo ba-
i >' ;>;<) de 6'0 rs. jo covado. E'
!ij) do l'avo.
iS KRVNCRZS A 600 EOiORS. O
METRO.
a-1 um magnifico sortimon-
H i la cassas (ra) ezas, do cor,
::iis Imtoa desenh s miados e
i ln pa Ires escuros e outros que
ni ;. ic.i hito, e ronde a 600 e 610 rs.
ii 360 o 'iOO rs. o covado.
LAS WOSERNAS COM LISTRA DE
SEDA A OVOrs. e 15200.
O Paro recebeu um elegante sortimento
- eom Itstrasde seda assetinada, sendo
tais modernas quo tem vindo ao merca-
So e coiii as mais delicadas cores, e vende
baratos preens de OVO rs e 13200.
ira como outras muito bonitas com istras
: ser de seda,que vende a 500, 6i0 o 800
-Ts., todas estas las sao mo lomissimas. E'
ha, na loja do l'avo.
'i')34.3MO,S90n3QOrs.
O tvwVi recebeu um grande sortimento de!
tas de lores ftxis, que ven !e pelos bara-
; s de 240 e -2S0 rs. o covado. Ditas
iras fazenda- muito superior, com novos
oes a 320e3H0rs. o covado.
Ditas inuiti tinas pa Ires claras em teci-
le (realas, com barra de cor ao lado e
i lia a 860 e 400 rs.
Ditas prota* com tecido de crcione, fazen-
DMtO siirerior a 3.0 e 400 rs. o co-
do.
Ditas lo eores, miudinhas, proprias para
1 ianras a 360 rs. o covado. E'
, ua loja do Pa-vo. '"*
! s a SOO rs; avnilo.
< i..-.t i recebMi um elegante sortimento
- ;fth modernas baptistas de cores com
ires niiudinhos e grados sendo proprios
t vestidos e roupa de crian^a.-peio bara-
;.o !i"codo 500rs. o covado, alianran-
......ande lO'-hincha I
?- i! cinmlirala. ultima no-
vi*!aile,n 9^000.
lo roftoheu pelo ultimo vapor de
, cortas de cambraia branca com ba-
"icamonte bordados, tendo (acenda
U3 vestido de qualquer modelo,
istes vestidos sJo'os mais" modernos quo tem
siado ao mercado, e pola sua escessiva ba-
rtezatornam-se rcomrmmdaveis s sr-nho-
ras debom gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
aros le babad s a 95O00. E' grande pe-
r.:,ncha, no Bazar do PatSo ra da Impe-
r~ilr\T n. 60.
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
O Payao recebeu os mais ricos cortes de
Tsmbraia branca bordados pera vestido, que
JWndfi pido barato' progo dte20JJ o 30?t000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
'firaia branca cora listras assetinadas que
aaeade pelo baiato pre,;o de 65000.
Ditos cim listras de cores, tendo 8 varas a
319 e 55000. E' -pechincha.
ESPART1LHOS. .
O Pavo recobett um grande sorraeiUo
e eeparlhos tanto para suiihora como para
menina, que veifrle polo barato
15000.
Ditos riraitoftBos a 45 e 9000. S o ees-
'^aais raoloruos qu e lera vindo ao mer-
cado.
CAMBUAtAfitRIAS AJ5 E tWOOO
O Pavo *butira elegante sortimento' tonenilras
Pegas de finissima silezia com 30 jardas
a 355000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 25000 a vara.
Cairas do casemira.
O Pavo tem um grande sortimento de
cairas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
(igurinos e em fazenda, dos mais finos e
mais notos que tem vindo ao mercadQ, a
vonde-se por barato preco para apurar Ji-
nheiro, assim como calcas de brim Dranco e
de cores, por precos muito razoaveis.
LENCOS ABAINUADOS A 15800 E 25000.
O Patio vende duzias de lencos brancos
abombados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 25000 a duzia.
Ditos tambom .abainhados, com boira de
c> a 15800.
Ditos grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 35000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 35G00
ME1AS CREAS A 45 E 55000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiascruas, ia-
glezas pelo barato prego de 45000 e 55000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 65000, 75000,85000 e 105000,
e um grande sortimento de racias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
proco muito commodo.
MADAPOLO FRANCEZ a 65000 E 75000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que semprese vendeu por muito mais
dinheiro o liquida-se pelo baratissimo prego
G5000 e 75000, por ter fcito urna grandf
compra. E' pechincha.
AlgoditoKnho a 5000.
O Pavo vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
45 e 55000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas e lenges a 65000 e 75000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 2J?500
35000.
Pegas de dita muito fina, cora 10 jarda,
tapada como transparente a 45, 55 e 65000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARACADEIRAS.
0 Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas de guarnigo e para so-
f, que se vendem muito em conta.
COl.XAS DE CROCHET A 65 E 85000.
O Pavo vende colzas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 65 e 85000.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo de co-
res o brancas, pelo barato prego de 46000.
E-grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de cbiU, qua vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SALAS
a 45000.
0 Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 45000. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 55000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereda da Silva & Guimaraes receberam
pelo ultimo vapor do Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeites decdr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qua.lidade,
por terem sido remettidas por um doarar
Ihores fabfiicantes de Paris, e tende-se pelo
barato pVrgo de 65, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 5$, 6,J e 85000.
0 Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratsimos
pregos de 55, 65 e 85000.
ftias de um panno s e com muita aodas
guarnecida de pregas, pelos haratos, prego,
de 25000 e 25500.
Ditas com guarnigo de pegas e borda-
dos a 35500. ____
Algoriito enfeataulo a l5GO hi
vara.
"O Patio vende algode americano enfes-
pre; del-tado e muito encorpado, proprio para toa-
Iha e len,-oes, pelo barato preco -de 15000 a
wra.
Dil) franoei sendo trangado e muito en-
corpdo, pelo barus6mo prego de 5280 oj
.meti.
este mal ; porque est ben prvida 'des meltaores
falles e franjas de todas as cores, onde pode es-
e*er-6* VOntfo sobreshlUilo entre Ms as
ernas franjas mesaicas, quepefii sUa'tariti*
lene) cores, flea bem era quasi todas as fazendas.
\ ella antes que se aoabem.
Bolas de borracha;
. Vendem-se de todps os tamanhos ma Duque
"de Caxias n. 63, ria Nota Esperanga-
CabeRos irtmemstem^uer
)
Canias n.
de Des
que r
Caxia
quer
A Nova Eperanca ra Duque
63, aeaha le receber a, verdadefra li:
nous para ungir os cabellos, o qu
(empremni*i -a) 'coiv' multa' fafII da
motivo, cabellos brancos s tia quem quer.
Esto na moda
Os craturSes d couro, proprios para genlioras,
recebeu a Nova Esperanga ma Duque d
ias n. 63, cstao/8m sIo*t, eswnrm oda r
Se queris tor bu reuafar um *-aital*te de
cheirosos era vos brancos para o vosso casammito,
ou para estro flin apropriado, necessario ir
Nova Esperanga i Jua Duque de Caxias n. 63J
que aili encontrareis os melbores porls acuquis
que se pode desejar.
Agua florida, .de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Casias n. 80,
aeab"a de receber nova remessa da apreciavet afua
florida para fazer os cabellos prctos. O bom re-
sultado colhido por quem tem Wto uso dessa
inoffensiva preparagao a'tem altamente coticeltna-
do, e por isso apeaas se faz lembrar a ^jum no-
vamente della lirerle e queira se apovioitir de
sua titilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido para o mcsrtio uso, e to apremiados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra-do Duque d Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossos ; Ijofan-s de cores, o como serapre conti-
nua a vende-las por prego commodo.
Novos diademas dourados e
tadrBarfl dn Victoria n. 2.
Carnoii'o Viiiniia.
JUf
com
pedras.
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Collecqoes de traslados ou
normas para screver-se.
A aguia branea, ra Duque de Caxias n. 50,
recebe novas collecgoes ou normas para as crian-
cas aprenderem a escrever por si mesrao, faieje to
usadas as aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por pre.o commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
' A' osle granule ostabejecimento tern che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de lodos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
9&0 garwrtias por um anno, c tendo um
rfeito artista para ensinar as mesmas, cm
halquer parte (lesta eidatle, como bem as*
# ciMisgiie jim concerta^las pelo tempo tambem d'um
r eie'anho sem dospendio algum do comprador.
Neste esMblbcimento t mbom ha pertengas
,para as mosolas machinas e se suppra qual-
quer pega auo seja necessario. Kstfis na-
ebinas tfabalham com toda a perfeigo de
um e qualquer costura por fina que *s>ja, seus
pregos sao da.seguinto quali'laile : p-ra tra-
b*lhar a mao de 305000, 40500o'. io5000
e 505000, para trabalhar com o \> sao de
805000, 905000, 10050OO, 1IO5OOO,
1205000, 1305000, 1509U00, 20:>5000 e
2505060, emquanto aos-autores nao ha al-
terago de pregos. eos compradores podero
visitar esto estabelecimento, que muito do-
tero gostar pela variedade de objectos que
ha serapre para vender, como sejam : cadei-
Vras para viagem, malas para viagem, cadei-
ra s para salas, ditas de balango, ditas para
crianga (altas),- ditas para escolas, costurei-
ras nqoissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, detonas as qualidades, camas
de forro para homem e criangas, capachos,
espolhos dourados para sata, grandes e pe-
queos, apparolbos de metal para cha, fa-
qneiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avusos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas do
aramo, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objoctos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aborto de-de as 6 horas da ma-
nh at as 9 horas da notite
Ra do Baro da Victoria n.
2%
as *aak uas oaraWfcaus
ierdadas para vestido, que vendo pelo-bifrao' ?
wege de 95 o 10500Ookmm-18, 4ndo fazenda
J"*1* para vestida V peenraaba, mi loja. ^am-M 1
.^B#iavo i^fcdirapnratriz owt.
O
pre I
a 5000 e 5000.
cortes de casarair frnce-
muito superior que' sem-.
' dinhtirro, e Ug*-
Ditos & 65000.
A loja d'ngnia branca, ra Puqne de Caxias
n. 50, recebeu novo sorrimento daquellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vndelas por
precos commodos.
Veos ou mantirihas pretas.
A loja^da .aguia branca, na do Duque de Ca-
xias n. 50, receben bonitos veos ou mantinha
pretas de seda com nares, e outras a imitago de
croch, e vende as pelos baratos precos d 3j,
e 6090. A fazenda boa e est em perreito
estado, pelo que continua a ter prompta extrac-
go
Perfeita tiovidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Dnquo de-
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com her-
blelas, bezouros e gafanliotos, o quo do certo
perfeita novid de. A quanlfdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia bracea aria Duque de Caxias
- 50, receben urna pequea quaniidade de boni-
s e novas gollinhas, trab:.lho de li e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja da aguia branca, ruado Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ajo, e como.sompre conti-
na a vende-los por pregos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados^ para cabellos.
Veode-se na loja da Aguia Branca i ra do Du-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, i ra Baque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
ellica, pre)aij e do o^ijras cores._____________
Grande liquidado,
Na ra do Queimado n. 43.
Em frente a PraolBli.i.
Lazinhas de quadros a J40, 80 e 360; ra. o eo-
vado.
Chitas de cores seguras a 240 e 180 rs. o covado.
Madapolo bom a 43 a pega.
Alaodao T a 43 53 a pega.
Colzas de fusto, grandes a 34500.
Toalhos felpudas a 63 a duzia
Lencos para meninos, a Sf) rs.
Brim lona de pur-> linho a 13300 a vara.
Cortes de casemira de cor, a 6#.
E muitas outras fazendas por menos do gen va-
lor. S o 43, a ra do Queimado em freale i
preioha.
Silo ha mais cabellos
L'
TINTURARA JAPONIZA. .
S e nica approvada pelas academias de
sciencias, recouhecida superior a toda que
tem appaceido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia. do Recite, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharraacia e drogara de Bar-
tholomeii & C, ra harpa dosario o Rn. 34.
SEtiKEDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtera-se com o uso
DA
INJECgiO SH0ST
Unia, hygienica, radical einfallivol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluios de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada applicacio que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos bos-
pit'aes do Pars.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C., ra Larga do' Rosario n. 34. ______
Bom negocio.
Vende-se o engenho Camevozinho, copeiro e Dom
Bioedor, distante da estacao de Agua-Preta tres
legoas, pd-3 safrejar de 3 a 4.000 paes do assucar
e com boas matas de cxcetlentes madeiras : a
t'atar no mesmo, ou ne-ta cjdade ra Dnque de
Caxias n. 40, com Joaquini. da Silva Costa.______
Xarope d'agrio do Para
Anrigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchitos, asthma, etc.,
applicado anda cora ptimos resultados no
escorbuto.
Verdadeiras bixas hambur-
guezas.
As nicas chegads neste ultimo vapor francez:
na ra da Cadeia do Reeifo n. 51, primeiro an-
dar.
umiaraes
o mais barato que for possivel,
S DE BRIM'DE CORES A 1950]).
se cortes de brim de cores pa
1!?500 e2?000.
BOTINAS A 35OOO.
. Vende-JB botinas para senhora, a 8JW00
S&500, a*flas antes que se acaben*.
ROUPA FE1TA NACIONAL.
Vende-se camisas brencas, a 15600,
29506,39000 a 49000.
Calcas de casemrrasTtp eores, artt)r 69
79000.
f alitb dfe c^SMrfrr, 49J 9 e 9000.
Pnula a 1(3 a, 15600.
BrffM'DETORERA Wo RS.
end*-e hrim de4odas a cores a i4C
rs.o cnVado.
LENCOS BRANCOS.A 99000 A>DUZIA.
Vende-se a darla e lenco brancos,
de la de quadro a 800 29000. Ditos com barras de oore a 3900P
Ditos de linho a 69060.
f TOAJAS A 800 RS,
Vandt*sc toaih'a para rosto, a WG ts. #
19000.
GRAVATAS D SEDA PftETA A 500 B.
Venderse gravatRs de eda preta, a 5"r
rs. cada oma.
IMITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vtnde-se chita para eoberta, a 280 e 32*
rs ti covado.
RONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes par meninos, a 1950
E9FARTII.HOS PjMU SNOfiA A #950
Vhde-se esprfhos para Senhora.
39500.
urenco
declara a 9ens freguezes que tem resol vid o v
saber:
CHITAS A 160 E 500 RS. 0 dOVABO.
Vende-sc chitas francezas largas,com -1
que de avara, a 160 e 200 o covado. D-'calc,a,
Us lmpas a 240, 280 e 320 rs.. ocovado.
CASSA FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 1360 rs."
o covado. ,
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de core para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400', 500,
640e80rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1W500.'
Vende-se caberlas de ohkas de oeres, a
19600 e 29000. Ditas" de pello a 19400.
Colxas de core a 19200, 29500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Veode-se chalo
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49300,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias branca e de cores, par*
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500, rs. Chapeos de palha, pello e
masea, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vendo-se pegas de madapolo enfestado a
3900. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500, 59, G9000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vend-se pegas de algodao, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 1960O.
Vende-se bramante eom 10 palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAQO DE SABONETES 180 RS.
Vende-se urna grande porcAo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
ebeiro a 320 e 500 rs.
Agua de-colonia, a200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
(IAW
A 800RS. O COf ADO.
Vende-se granadnca col lsrtas'de soda,
para vestidos d*"ehora, a 8O0 es. e 15000
o covado.
C&LCHASWX&OC! A- 00.
Arende-se ricas colchas de crochet para ca
mas a 09000.
PANNOS DE CROCHET A 15500.
Vende-se pannosde crochet para cadeiras.
a 15500e 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se pegas do cassas para cortinados,
com 20 varas, a 109900 e 129O00*, e mitra*
muitas fazendas em liquidado.
GRANDE REDCC0 EM PREGOS
Atten^o. Atencao.
Na loja de Soares Leite limaos, ruatlo BarSo da
Victoria n. 28.
Caxa de lrnha de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 15200
Abotoaduras para collete, do todos os
gostos, a 200 rs.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa,a 19000.
Carrafa d'agua japoneza, a 19000.
dem idem divina, a 19000.
Duzia de pegas do cordo imperial, a
240 rs.
Frasco com tnico oriental do Kemp,
19000.
Duzia de haralhos francezes, canto doura-
do, a 35000.
dem iJembeira lisa, a 29200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
19000.
Caxa de botes de osso para caiga, a
200 rs.
Caxa de papel amisade, boira dourada,
a 800 rs.
dem dem dem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caxa de enveloppos forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toquo,
a 320 rs.
Duzia decarreteis de linha, 200 jardas, a
70O(M.
dem" dem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia detalheres cabe branco, 2 B., a
dem idem do pos chijez, muito bom,
500 rs. e 19000.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 2950-
e 35600.
Frasco com opiata muito boa, a 19000 ?
19500.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 29200.
a dem idem com flores, a 19500.
Duzia de pegas de traficas caracol brane
a a 400 rs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Sabonetes Olycerino transparentes.
800 rs.
Cato de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caxa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Loques do osso e sndalo para senhoras.
a 29000, 49000 e 69000.
Fita de velludo do todas as cores e largu-
ras.
dem dem de sarja idem idem.
Chapeos para senbpr.as. e. meninas.
Entremeios e babados tra/ispftreqtcs e ta
pados.
Botinas para senhoras, a-49000.
Retro! preto e de cir, cm carre-,
tel.
Lindas e elegantes caixiahas dos perfu-
rafsias E. Codray, Gell Prreso Rh-gor.
59O00
Mago do fita chineza, a 800 rs. ,elc- ctc-
Caixa detnha com 40 novellns, a 500 rs.' Quadros
Resma de. papel pautado, a 29800, 49000 das.
e59800. Espelhos de moldura dourada,
dem dem liso, a29600, 35300 e59000.. os tamanhos e pregos.
Coques modernos, a 39000. Garrafa de tinla roja extra-fina a
Caxa de pos para dentes, a.200 rs. i Microscopios (sem vista) a 29000.
com santos o eetarapas sopara
de todo*
19000
B0HEC4S.
Bonecas de'cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas eada
ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
objectos do porcellana, gaiollas de rame, molduras para qoadres, machinas para cos-
tura, transparentes para janellas, e un completo o variado sortimento 'do miudeza, que
se tornara longo mencionar.
Ra do Rarfto da Vicloria u. 28.
tlons terrenos.
Engeiho Periquito.
Vende-se uma parte no enjjwiho Pwio.uito, bem
como a rendas ^orresponienlea das safras do au-
ne de 1869 1 1873, em mo jlo eonsenhor do
No lugar denominado Salgadinho, e junto
a estago da estrada de ferro de Ohnda,
vendenvse bous terrenos em lotes ou peda-
gos a vontade dos compradores, cora a fren-
te para a mesma estrada c os lados para
outras, e-bem assirauma pequea casa de
taipa nelles situada.
Estes terrenos tem dfferentes arvores de
fruclo e sao ptimos de plantario e ven-
dem-se por pregus baratissimos. Os pro-
pendentes entendanvse na thesouraria das
loterifls.
Verniz do g&%.
liara vender na roa do Vipario n. 13, e na ra
do Amorim n. 14, a.retalho, ou em barris. A
companhia do gaz d*4)linda tem establecido seus
a______!-- smb Mnv.la Ait nA*r i An rrnv mam lnri
roeamo engenho Francisco Alonso de Mello : quem' deposito..AUW&llA le verai do gaz, nos luga-
pretender. dirija-e, ra do G#ui a9, p|iraeirores acia w*)> ","* Iflo.Recife.______________
Veen^e-saufloa balines de*mrello, sendo
um pintado e outro ara vornir, o uc. arm*c4o-
Doces trnca e jtoos.
Na ra da Cruz n' 6 tem sempre todos os dia^-i Ae jpiafio muito forte para aopmnvxkar (bmwm
atis, sorvete das !l hor3 em fliante. 'defroso :
na roa da Crox n. 6.
TASSOIRMAOS k C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de descaro^ar algodSo.
Machinas de nadara.
Putassa da Hussia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas em garrafSes.
Rhura da aJmaiea.
Vinhodo Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dio.
Vinho de Rordeanx, dito."
Vinho de Scherry.
Vinho df Madeira'.
Potes com Kngiias e dobradas inglezas.
Licores finos sortidos.
Cogaac Gaulbjer Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em aalmoura.
Mais val tarde do que
nunc.
Aviso implante.
Avisa se aos amantes ota apreciadores dos
SOMOS
. acepipe delicioso que se preparava amigamente
I .NA COXFEITARIA DQ*AMPOS
que os proprlelarios daquelle estabelecimento re-
solveram de novo fabricar ** tleciosa maajar.
nao s para satisfacer alg'tmas eneommends, co
mo para criar oovos Cinsumuy lores-
i
E qual ser a familia que nao
mandara buscar alli, aa menos
urna diizia de
SOKHOS
para a sua sobremeza ?....__________________
Algalias
Ai algalias do fabricante Bnoei Boulevard du
Palals, sarf as melhores conhecidas, pois que eoa-
ser^v^MfMyneate pps,cli caJjdos, como
a exixrfonfo coadan|cinea|e o e/iti provando
------
Yende-se.
uma casa terrea na estrada de Joao de Barros
a. 17, uoj'terreno ua ra do Principe,; cota 148
palmos de frente e tO de fundo
roa da Sotedadraro^
Veriatleiro biter besperidina, apenor e_acre..
dado: venda no armazem de Taiso irmios *S
CCrai do.Amorim n. 37
-mo em Belem
Jacaranda
Vean
V 'tratar oa ,'-6 flad**rfi e uma
ma de Christovo
1
I
J
..'
i



-
IRMAOS
UMGOS AGENTES
Kuad.Barao da Vidoria n. %
. .
As rnaissimples, as maisbaratas e-as melhores do mundol
Na expsito de Taris, jera 1867, fui cuueedido a
Elias lluwe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
do da Legio de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do retundo.
A medalha de our, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser onnventor da machina de cos-
tura.
A medalha d% ouro na exposico de Londres acreditara
estas machinas.
A 90S000
C be-nos o devar de auuunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
lork, estabeleceu nosta ciilade ra du-Baro da Victoria n. 28, uin deposito e agencia
eral, para em I'ernambuco e mais provincias se venderom as afamadas machinas de cos-
tura de llowe. lisias machinas sao justamente apreciadas pela poroivo de sou trabalho,
rapregando urna agulha mais curta com a mesma qualidado do Imbaque qualquer outra,
t pela introducriio dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados n
lerocer ao eiame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as segmntes:
Primeira. 0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
eirc-umstaneia de nunca terctn apparecido no mercado machinas d Howe era segun-
da mi.
Segunda.Contera o material preciso para reparar qualqner desarranjo.
Tcrccira.Ha nellas menor iric-co entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
Ruarla.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Pe'rmitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nSo consegu
urs outras.
Serta.Fazem ponto miado em casemira, atravessando o fio de ubi outro lado,
logo em seguida, sem modilicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
5na.
Stima.O eompressor levantado cora a maior facilidade, quando se tem de muda
4e agulha ao comecar nota costura.
Oitaya. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
d-*cadencia. Machinas oulr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir: entretanto a companhia das machinas do Howe
tloptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem> constantemente
i jgmentado o seu fabrico, e boje nae atfende a procura, posto que faga 600 machinas
i*>r dia.
Cada machina acompanha libretos com instruccoes em portuguez.
A9>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS .
A'
do Bar a o da Victoria n. 2 8.

Nehuma machina
Singer legitima se
nao levar esta marca;!'
fixa no braco da ma-
china.
Agustinho I'eireia. la Silva
A. Couiuanliia.
Lazinhas escossezas, fazenda fina e bonitos ios-
lo, a MO, 400, Me e 4 rs. o covado.
Ditas con} listrai dfseda, fazenda fina, que se-
pre cutou i j a "00 rs o covado.
Bapltes cora barra modernas a 460, 480 e 500
nf .. -i,
iMyi i >rurv* > cl'ia., oo< qualidade t I- n.l< j
f: .'<..> U,i>. irO .TtM rs. o eatvlo.
V., !j|ioL.' Ii.iii.iiiiituliiioa 7o0, eseai|ire
ve' li u j,ur!'5.
T'-.fli:: ali-.iclnwda- a 6 a duzia.
Hiu> lel|Mi.las a 8/e-8*WM. '
'ii>i'm r: no |yv *' p i'*.
! ,'ii,-n> rom l'arra a c i a duzia.
I' i rfl J!nl;o broncos abanhados a 3J5TOJ c 5
a ii izm.
I!.h>iI.; eurel o p.rio liunc;i'l< liso, proprio
f. cai.a.i- patoiui, lano para nomem' como para
iin iitos a V 'i. tiO e -t00 rs. o covado.
''itirrii.K rr<''n*pnr>nto00.
faCCOOS nOtem-Se bem 'kspartilY's'para uSn bordados, que sempre
stavam 6, a 3*50011!
Alen destesoutrO' muitos artigos que deixamos
mencianar por julgarmos desnecessario.
i
t
eyitaj contra-
i
todos osdetalhes da
marca.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro & Filhos

machinas de cosfdra
amachina
DE
HjtpPACTWp C0HP
Machinas vendidas em 1871. 181,260!
Excess s;lelulas as oniras cjaipiliiiis. 32,?3
De certo os nossos 1<>lores bao de pergontnr so stu no jactancia e ostonta^o.
A isso responderemos que estes algnrismos e o dudo baixoso recompilados sob jura-
mento, pois foram tirados dos relatorios ulficiaos dos di,vor$os fabricantes de mnchinas do
costura nos Estados-Unidos.
Em 1870 ven-lena *n-r MiHif'xcliirin CniM|Hiiv.
426,' 67 mauliinas mais do que a companhia. Xarhora.
BAZAR-DA RAD1REITA
125,413
121.73
122,027
118,921
113,260
110,173
98,831
9,831
70,431
52^677
44.2t






a



<4
K



(i





Finhle e Ivon
l)es machinas imperiacs.
Anliia.
Gol I Modal.
American liulton hule.
Eloisneo.
o Wiicot iV (iibbs.
I Waeil.
Grover *fc Baktr.
Howe.
Wtttilcn & Wilsnn.
o
Teem para veidor no seu escriptono ra de
Conimerciu u. 5, o seguiute :
- AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
de larana, ideiu dem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenteinuiilc chegada.
CHAPEOS de sol, para hnmcm e senhora, cab<>
de nianim e sso.
FKIXEb de forro, para parta.
FIO de algodo da Babia, da fabrica do coramen-
mendador Pedno.
LIXIIA de rom.
0811 AS de pnbeta.
I'AN.VO do algodao da Dahia, da fabrica do con1
inondador Pedrizo.
ItETItOZ e todas as qnalidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Mililao.
-ROLHAS proprias para b tica.
SALSAPAHUILHA do Para.
-ELA> de cera de lodos os lanianb.,?.
V1.N1I0 engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
a dito Moscatel do Douro, idem idem.
' dito Setubal, caixas de. I e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixa? de 6 gar
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
o de caj, caixas de 12 gar afas.
Malvasia do Douro, cai: as com 12 gar-
j rafas.
Carcavellos, idem idem.
RA PRIMEIROOE MAUCt* 7A
la lasa, sem duvida, ama das- que boje pdk
priinazia apresenlar nos seus ln%mm& oa
vitiadissimo sortimew de tazendas ms* j*t&
i;rande toUette^sslm atok, pra')U*B ordiaai>*i
i. idas as classes e por f*n'os vajnajosos p.ra ?
compradorTs. ^ Wfr
Os denos deste iiiipflrl|:ilejiabelccjtnent'> raay-
vida) ao respeiiavel .publa^e particidiuBi
aos si'us fregueies aareiu um pasdjV^hr
c#!*b. lerjmeui... a a.l'n.
de do seni :'Bnmino<. < r hti vantug
se dos artigei que H*s ilhrem ni
fazein um peques i esnu^uK I^^Bh
llaiidan fa/endas a.OTf
para o que lem o pe-soil^ffib-ario e-
tras medanle penhor.
SEDAS
|Gortes de seda de Hilan eore
todas as corea.
Gorguro biauco c pret^
Si'liin Macan pTel c darre*.
Velludo pelo.
Grodfn.tph?f preKs e brauaihm-.i la e com lislras o aliuas dt
core.-, ImJissImos p^.lu'': o faz.ui.tn de iiiici.
moda.
Fil de seda brane e pret
Ricas basijuinas do seda.
Colxas de seda para noivos.
.Mantas brasileiras
Cortes de cambraias branca com lalos bordad .
Capolas e mantas para noivas.
Poupelinas de liadoi pad[W.
RetpiisMnio soriiiuento de las eom listra de s*-_
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e i*
core-.
Xansuck e lindos nadrcs.
Raplistas do padrees mui delicados.
Percalinas de (|uadros preos ebramos.
Drins de linho de cores proprios para vestidu?-
FuslSes de lindas cores.
Casai|uinlios de las de cure* para senhoras.
Saias bordadas para senliuras.
Vestuarios para moniao*.
Ditos jiara lapli-ados.
Chaprt para tus.
Toallias de cambraia de linho com lindes I
dados.
Frniilias bordadas.
Colxas de l.
| Cortinados bordados.
Cami>as bordadas pan hemens.
Meias de cores para hmams e menino?.
Chapeos eom casly demartim para huinei.v
Hitos para abofas.
Merino de cores para restidos.
Ditos prelos
Casi'iniras, chitas, matopolSc?, cambraia* etc. ti-...-
na luja do t'asso nm Primeiro de Marro o. I A..
a"tga do Crespo.
DE
Cor!ofro fentccs A C.
A Predilecta,
, no empenho de' bem servir aos seus freguezes e
: ao publico em geral tem procurado prover-se do
i (pe ha de mclhor e da ultima moda nos merca-
i dos de Europa para expo-lo aqu venda, cer-
tos de que os seus artigos serao bim apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
i il^ai'iMiiu qii'ai^i.a preseniiiut i>.iiHi.^tm'a ,a |>iioii,.i vula o raaraviinoso merar alguns d'entre elles, como siam
H0.1K
MARQ1L10 DAS
N. 51.
Este cstabclucmonto sempre solicito o;n oTurocor a concurrencia do respcitavcl pu-
blico um completo sortimento do miudozas, calcado francoz, chapeos e quinquilharlas a
presos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pria cncommenda da Europa e America, vein dar publicidad de alguns artigos por cujos
pre$os bem se pode avahar os precos de outros muitus que se lomara enfadonho pu-
ocar.
MIL'EZAS. MIUDLZAS.
1.8 para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 29500.
libra por 53r30Q. Botos do setim pretos e de eflres, a 800
Agulh.is francezas, fundo dourado, a cai- rs- e 1JW00 a duzia.
imha com 4 papis a 60 rs., 2n -. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita de velliH com lindos co- Kuras a 9000 e 19400 o metro,
racoos fingnlo madreperola, a 500 rs. 1)itasde cores eprctasa800 rs. e 19000 o
Voltas para o poscojo, fingindo camacu,
coiApanhadas cora 1 par de brincos seme-
'bante, tudo por 29500.
Linha branca de 200 jarlas en carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Aleandre, numerario a
gosto do freguez, a 10100 a duzia.
Diademas dourados de 19500 a 39000.
Ditos de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borboletas a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos da plaqut de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de paras, a 19500
e 25000.
Voltas de- aljofares com'brincos, a 29500.
Ditas de ditos cjm coraces a 19000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas do seda para senhorals de 19200
a 29000.
^arures com 2 lagos para cabeca e peito
b 39 e 49000.
Entremeios e babadinhos bordados de 360
tf. 29400 a pera.
ales de seda braneos e de cores, de
19500 a 29500 a peca.
Ditos de algodao e seda, de 19 a 19400
a pefa.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pe$a.
Trancinhas de. cores, a 100 e 500 rs. a
pec^a.
Leques de marfinj a 59 e'89000.
Ditos de sndalo a A95H0.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papcfloes a 19800.
foques para Si&or, a 39, 39500 e 49.
Aderemos fingindo coralT c'mpondo-se de
a!linete e brincos1 por 290*.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqoet, cbmpondo-be dealfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por 59000. 'B9000V
metro.
Galcs pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FUANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
45500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enditadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, prctas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
10 % do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Dos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 169000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
. Granadino para vestidos, feaenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vad.
' Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
Toalbas de linho para rosto, a 193Q0 cada
ruma.
Ditas de algodao alcoi^ados, a 640 rs.
Colxas de crochet'para cama de casal, a
-<
e medidas
Diga
'eorde' ferro' e Tu tac
Medidas para seceos e molbados, de ferro, cobre e
atao, de estanho
tuta-
Vendem-se era casa de
SHAW HAWKES Rtta^doBooL Jess n. 4.
rr Mimo.! tM < l. t Sing r Mamlfnctiing C'iiupanvj'^inwir.i }< tu bis <>s s u* itji.s lca>-
ram innito atraz il.dl-s, ii-qtM a fuma n 'poptteriilMiitoaljipMaiat ra Miman cres-
rc:, i n estn Ion lo se mais i mais. "'
iNo i1 p'tssivel llegar ipio esta superiiridailp nas mmM dovi.La A suptrioridado in
coiiU'stavol' dostas machinas, porque o puhcn. o juiz mais imparaiai ni*sta materia, sabe
Ifgu disoeNiir ujnaclun.i su)km<>i< das ineeiir.s^)il*i,iwlaet)oa.
Ninguem recusou a est-ts machinas urna grnn lo supuriuridado, porm muitas casas
de machinas tinham por coslir.io*diz-r que-wlai saone>m para faUricus o qno nao erara
pr (-.ras para ensluras de familia. K' nm orro manit\isto : singer, Mauufucluring iC,
Ia!'iioai miis devinte qtialida les de knafWnaA) do*b>a,maclMiia-quc Irabalba a mio e a
p i!h aquella que serve para mais fmte Irlbalho de selleiio c correerro.
A OMchioj de costura lu f.unia ton' sido o utaior triumphoua vitracya tao grande que boje \cndem-se ellas por 809000, quasi a mutade do prego por que foram
vendidas o anno passado.
Hoje a Singer Manufacturing Company fabrica 5^000 machinas por semana, e^,
grabas a esta grande fabricacAo, qu ella p lo afije satisfazer as importantes encommen*
das que Ihe s3o dirigidas de todas as partes do mundo. Pk? Bmsil istom numerosas
agencias que a ella s constituc um mportantissimo ramo de nogooio.
NICA AGENCIA
m
ALBU^S, es mais ricos que tem viudo a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga, marni, velludo e chagrn.
ADEKEC0S pretos e voltas proprias para luto ;
asata r ni.-,, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para puuhos, o que se pode desojar de
melhor em plaqu;, tartaruga, madre-
perola, maifim e sso.
BOLCAS de^relludo, seda, pabia e chagrn,
ha de mais moderno e Indas.
BICOS de suda o de algodao, tanto branoa como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de Biadrcpe-
rola.
CAIXIMI.iS para costura, mullo ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imita',o, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
A CASA AMERICANA
45 RA DO IMI'liltAUOR &
A COROA m BRUJANTE
FITAS.
\&x\ \m JOVVS
Esquina da ra do Cabug n.. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ, DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabelcciinento, tendo grande sortimento dejoias de ouro de lei,
resolveu vender muito barato 20 "/o menos que em outra qualquer parte, as seguintes
joias:
Aderecos de brilhantes, de modernos, e delicados-gostos.
Ditos com rubins, esmeraldas e perolas:
Voltas de bonitas perolas o cruzes de brilhantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A Cora Brilhante contina, a ter grande. sortiraen,to.de n).dal,hoes de coral, camafeo
e nix com bouquets de pendas e diamantes, cassoJeta,s deouiu e podras pretas cora ettras,
de 129 a 209000.
Cadeiaspara rebgws
A Cora Brilhante recebe sempre quntiJadede cadeias de ouro, de fei, para homens,
b 69400 a oitava, e tambem para senhoras.
Cassoletas para senhoras, com ettras., a 69 e 129000.
Brincos de variados gostos, para senhoras e meninas", de 59a 209006 etc.
Anneisde amethysta com ettras de diamantes, de 69 a 89066.
Fince-nezsctrancelins emeaixinhas de velludo, para presentes.
Medajhas nijiagrpsas..
A Cora firilhanie. tem madalbas milagrosas e das Dres^ de.ouro a 390^0,, e-prata,
dourada a 19000. Tambera tem sortiraento dq pipce-je? e oculoa deago, fino ejatlaruga. i
chegados recenteraente, e.por 5 commodo?; \ y^-^ S^^S^SS^SSSU^
Convid*-se as Exmas. lrtinihas .visitaran a loja.da Cora Bnlhanto, na ruado Cabu- marfim e de sso, os mis meamos e
t bafa(o preep.
DEADEMAS, nesle genero a Predilecta apre
seuta um grande e lindo sortimento
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
PORT-DOUQCET de madrcperola, marfim e sso,
este um objeeio indispensavel s se-
nhoras do bom tom, afim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
ren) as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
tu sortimento de perfumaras d uno
i odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Pivcr, sociedade hvgienica, Cou-
j dray, Gosnes e Rimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se na
possibil i, lado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
measidade de artigos, mi ni de nao mas-
i sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeiiavel publico em di-
rigir-se ra do < abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
1 seda
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meninos,
por baralissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol.a anda que- nao es-
teja bem repcela de dinheiro.
ja bem- sabido, do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de fitas da setim,
tafel, velludo, linho e de algodao, por
commodo ^"^
GRAMPOS de tartaruga, a imitacao destes, pre-
tos e de core.-, o que se pode (tosejar
I de mais moderno e bonito.
, GRAVATAS de seda e de cambraia paraseobora,
lacos e golinhas de bonitas coree, tam-
bem tem nm bom sortimento de gra-
vatas e regatas para homam.
JARROS de,porcelana e de vidro muito bonitos
II 4i
Ra do Qucimado, -em fren-
te pracinha.
l" barato !!
Madapolao fino, largo, com pequeo sujo, a %.
IjUOO eoapeca. *
Alpaca de cores finas a 'lOOris o co\;.di
Lencos abanhados, braneos, a l 60) a iatbt.
lziohos de bonitos padres a 880 e ;i2Wri
covad.i.
Chitas de cies a iO rus o (ovada
S o n. 4'f ra do Quemada, loja de Gaer-
*S Fernandes.
Attencjo
Vende-se urna partida de 88 Icmq d<
byrintho, de muito gj sto e hom trabth
ra do Mrquez de Owla n. 39, primei
escriptorio de Luz Gonjalvos da Silva & Pinto.
MM"Hi
Vende-se tres hypothecas de poquenos ralorfs.
em predios nesta c'idade, todas vencidas e docu-
mente garantidas: a tratar na ruado Raugei aa-
mero 37.
Angolas legtimos.
^Vende-se em casa de Okel Bindlcws &. C, m
ra do Bom Jess n. 11, os verdadeires anjfoIa.
que foram da casa dos Srs. T. Joffcries C.
Ufil ROLO
DE
Calino de ciiuinb
POR
0500
Para encanamento de gazou agua :
americana, ra do lmpcra.lor-n. 45.
Por 4003000 ve busto, com um pequeo defeito nos ps que srr-
patenteao comprador, barato :ja ra ae &.*
tas n. W. Na mesma casa ha outros etc?.
para vender-se.
a ca
m-
A (iiniieiro
i
Sira ornatos,de sala,
ei s de seda, de la e de algodao, p*
g n. 11, a qual continuar" aborta noito at 8 horas.
Garante-seo ouro epedras preciosa.

E--------
GRANDE
Composto, do mauac^aaii-rkeuHiaiieoec^pura/tivo
1 PELO
L preparado este xarpe de manac e mais alg^m^^ij^.iftfcta.^do. Amainas,
nao contera preparado algum mercurial; Cura cora rapide* rbeffraa^smo^ dares nos,
ssos, eriigccssyphiliticas e dartrosas, esorofula etodassmolestias que epen(reift'
desses virus.' A sua coranosicAp fi aoprovada pela iuqte coptrai d^ byg^e pu-
Preijo de cada
blica.
> A cada garrafa acompanha urna explicacao para a forma de usar,
unw 3p00.
nico deposito nesta provincia ra do Brao da Vrclria n. 38, chtpsllaria\de
Monteiro^ilva. t*w*!
, (i uaiu iwtyi. v- .
I LUVAS. de pellica, de seda, e de algodp, para
honiem e senhora.
LTVIH)S j^a missa.^Tredilectalapreseufe ea^
eiha 00 respeitavel publico um bello
sortiinecto deskis yros aon capas de
I madrejesola, Urtanga, marfim, ssa
velludo e chagrn, por precos rw1
razoayeis.
1 i '----- I ... I ..
Arnmciii do fumo
Ra da Ma/lre de Dtyt^.-n. ft>A.
Jof Domingues do Carmq c Silva partipipa aoi
seus treguees amigos que no seu annaaem a
rea da-SJadra^Dmiia. JQtA,<. s&aeha um com-
nIeiq.soitirmnl1dA fiu;enj (ard^^ipatfnte |
l',,e.3." sorles, (jos memoras fabricantes da. Sabia,
e bem assim a flor de todos os fuios de corda
em rels, paeotes, lata grandes e pequea?, tara-
bn ctos uiui acreditados fbriaantts. Turras &
Schmdi A C-, Llxaur
Arauio,. Trindade *^Aye-
Portelh (garantido pe*
rfennos} de outros aradenao conhecidos peto
poalreo desta capital. O annunciante deelr* que
todo fumo que for vendido enj sua ca
seu Justo valor, a que quando garantir;
va. qualidade, sera sincero, mui parlii
oom M pesaoas que pouoo eotaodam da materia;
pois. para bem servir a todos, tem o fflnmwianfr
a lona pratica de i anuos des* "touunercio.
Aos saiib Vs fabricantes di
agarros. .
Papel de core?, resmas granito*, surtida a 9.
Dito de dito ditas, assetinadu e muito m 1
9/000. .,..
Dito de seda (mais conhocdp por sWa i-"
Iho) do verdadeiro. francez, a 2G ftAcil';!.
104X10 raortalhas.
Dito de linho ffho de Barcellona, marea jiar
lo, 41000.
Dito de dito dito, marca"balanfa, 3*JNP a rtO.
Dito de trigo, resmas grandes, do vrt^Ji ir de
Barcelloua, 9a a resma.
No armazem de Jos Domjpgue? j# C.iriao 1
Silva, ruada Madre de Dos trWS A. armazi de
fumo.
Ao? senhores fabrksautes de
charutos.^ .
Fumos em folhas, muito velho, cheiroso c ferv
para fumar-se, da safra vello, e dos melhores la-
gares de S. Flix, Nazaretb. h provincia da Ba-
bia, m vendidos a. dinheiro i vista por pre$qe-
mnito rtduridos.
No armazem- de Jos Dcraiugues do Ctmo f
Silva, ra da Madre de Deo a. 10 A,armaeui do
fumo.
Alhos.ar40.rs. amounca* gar
a 5#800 a lata.
No armazem de Jos Domingues do Cara
slva, roa da Madre de Dos n 10 A, lwaze= -
do fumo.
V
.*'
J^ra' liquidar.
Vendase, mobias deiacarafldd-^jwawtllo.
e aofficiaaque oulr'ora portencea-ao finad V-
:eule Moreira da Silva, sita ra de Hurtas n.
'W, tu*r ou a reulho por barato prepo tratar
aamwaaaaa.
--------------
Azeite de> coco
Vede- tu bania-dn Hr, de superior qoaf-
Liada., por pwo, em. cont ; na roa do1 Baan aso?
roulr ora da Croz) n. 7 1* aadar.
P
Graade liquidac^ao
Na roa da Imperador n. 01, venaem-i
tendas de todas as qnalidades. a par o
ara definitivamente acabar.
iaco de ta?ema.
Vense a arma^ioda tavcrai>$*A*'rZ
Us Cruzea n. 6 : a tratar waa *>"* ** ****
atreitt do Rotario n.


8
=**
Diario de P^ipbuct Terqa.
JDWSPR0D2BC-1
O S6U l.SU'IlptO
cuitoso, ou se a pentia,
' 'iTi^ran lo nomeada c
U>*>of littln o Sr. Di- Into-
nio uttin thc.ve juril*u.
I
Na mposta ua passo a nWfo .trinquen
Sr. Di Anloni i 4-u milou I puLilU#M nos
mos do 18 oittP eorru.n.-. uie*esfor-
carei |ioi .rjfoii'npies lacnico, por
'!"" --|jy^|'f a^ piinlieje.'S^rolixas nem
sempreTo IjJi ^1|p||Mt W
que s oscrojfo, go-a
aocLtarau, rcquites que Libara quanto
minha pessoa.
A tliese, so'.nt que versa a nossa diver-
gencia, 4 a seguate :
w Morto un frtho natural suin descendon-
<< tes, ser sen herdeiio, coai excluso dos
irmos dellc, o pai uu a mi, ou sero
u ambos, su o vorora reconhecido 1
A sonsulta, de ceja rosposta resultoa esta
contravorsia, o que fui repulida no Diario
d 512, suppoz a lilho.recenhecidu por am-
bos os pas ; nolla nao "so fe/, restricto al-
guma, alias desuecwsaii i, como moslrarei
quanto acFrecoulteeiuieitto por parto da ini,
para o qual basta a pro va resultante da ccr-
tiilao ik baptismn.
tm -neu primeiro artig ) susleutoi o con-
tinua '-i a ^sustentar a alfirtnaiiva da dita
these cono as segrales 'cousideracos :
1.* qno base ni lo-s as |.s de succossao
ras de consinguiui 1 a le, deviam ser prefe-
ridos, cuno herderos, aquellos, cujos lacos
de parentesco osseiu uiais prximos e mais
dilectos; sendo que ueste caso su aeii a u pai
era relami a seu liliio mesmo u;itural, entre
os quAes as liga;,ooa consanguneas sao por
corto mais intima do que as ipie se do entre
o tilho natural o seusmnoS', .tanto a*sim
que a successao (ios ascendentes foi Sempre
contemplada no segundo grao o chaina la
directa, ao passo que a dos iioios figura
no terceiro grao rom a (iono'.ninaco do
Iransvfcsal; e p is
2." Se mais racional e mais ju-to que
n.i successao de mu tillio sej.i o pai preferido
aos irmaos desse, tratan l'-;e da successao
legitima ; nao ha razo alguma, mesmo de
conveniencia social, para que, sendo natu-
ral a successao, semelhaiite regia seja res-
tringi la em favor dos rmeos com o\clnso
dos pas do fallecido, tanto mais quanto
3." K' u:u principio juri.lico gcralinonto
.invito, que o direito de succossao dece ser
reciproco, pelo que se, pela lei de 2 tembro de 1847 um lilho natural, devida
e opportunameiito reconhecido, succedo aos
pais, preterindo aos irmaos destes, da mes
ina maneira os pais dizem succeder ao lilho
natural excluiudo os irmaos do mes;no fi-
ll.o.
4." Tenlo asseverado o Ilustrado Sr. Dr.
Antonio Drummond que sua doutrina era
gernlmente retahila oque s Lobo, notas
a Mello a contrariara, proposico esta agora
tambem ausntala por outro nao menos il-
lustrado collega, o Sr. Dr. EpainiuonJas,
eu mostrei (|ue, alm de Lobo, muitos ou-
tros jurisconsultos a itnpuguo, o al acores-
centei que inuilo estimara se mo citasse um
s em favor da opinio do Sr. Dr. Antonio
Drummond. Infelizmente nao foi atlcndido
essejneu anhelo.
Alm de Lohao, notas a .Mello, Coelho da
Rocha, 3i-2, assim se exprime :
Os ascendientes succeJein aos desce-
a denles Megilimoi nos mesmos casos em
que estes Ihes sueco leriam, por que o di-
reto de s'tcci'smo -i reciproco.
Correa lelles, Uig. I'ort., depuis do dizer
no tomo 2 art. f>63 que o dircilo de succes-
sao reciproco, accrescenta no art. 80i o
seSuinte :
Por esta reciproci'hde assim
fiiho natural snecede asen pai,
o pai succede ao lilho.
0 oonselliuiro l>r. Loureiro Inst.
Civ. Bras. ^ 432 exprime-se nos termos so-
gui'itos:
Faliecendo 'pois algue:, testado sem
descendente legitimo ou natural reconhe-
cido por escriptura publica ou testamento/
a sua horau^a ou pelo monos is dua ter-
rasparles della, no caso do ha ver testado
da terca, de col ve. a seus acceiidenles, se
os tiver, com exelnso dos mis irmaos
germanos.
l'egas, ad rd. L 2, pag. 71. n. 170
emitle a nesina odiniaj e enuncia se por
esta forma :
Quia in suncessione illigitiinorumna-
< turuliamalescendeiilium abinteslato sic
prenles succedunt Hiis, sicul hiabin-
tstalo parentibus, reciproca cnim inter
a Mo est successio.
Este trecho latino vertido para o portu-
guez correspondo aosep Ho \.por que na
succossao dos illegith laturaes quo mor-
rem ab intestado os pas, succedem aos filhos
da mesma maneira que estes succedem pais, por quanto entre elles a, successao
reciproca.
Borges GarneiroL. 1, tit. 22, 198
confirma tambem a opiuio precedente ci-
prina indo se assim :
O,direito do successao c reciproco, se.,
quando lguom ou deixa de ser succes-
sirel a outro, este ou deixa le ser-lhe
successivel a elle.
Por tanto l.**-opo, o mi e outros
ascendentes Ilegtimos sao successiveis ao
filho e aos outros descendentes illogitiraos
" sempre que estes o sao aquellos.
Acerca da reciprocidade do direito de
successao, o Rep. das rd. tomo 2 pag.
481. verb,ftlho espurio, nota, depo9 de
dizer que o pai uto pode succeder' ao filho
espurio do mesmb modo por que este nao
pode succeder aquel le, assim se exprime y
Piamjus successioms etl mutuumet
raciprocum, ita ut, si qu non admitta-
atitrad successionem meam, etiam ego non
afimiltar ad successionem Ulitis, isto ,
pois que o direito de successao mutrrtkf
reciproco ; e assim se alguem nao ad-
mittido minha successao, eu tambem
a nio seja admittido successao delle :
Gerreiro, Trat. a de divisin. L. 3, cap.
3, n. 2 diz o seguinte: quia successio
inter eos est reciproca=et quolies iflegili-
u mato filio successiocompet m bonispa-
tris, ?osque patri in bonis filii competer
debtl, isto por que a successio entre
estes reciprocae todas as jezes que
ao filho Ilegitimo compete a 6uccesso
nos bens do pai, ella compete igualmente
ao pai nos bens do filho.
Finalmente o Direito Romano em sua
Novel la 80, cap 13 consagra a mesma dou-
trina uestes termos :
In quibtu vero casibus naturales lib-
ros ad successionem vocavimus, in tllis
<( el ipsipatribus naluralibus gratitudinem,
l'unoupir l'autre, isto a successao
do lilho natural, fallecido sem posterida-
co:no O
tambem
do Dir.
S*
.*..*
servent, eadenque mensura,
qun]jmrentes liberis nalur^libus secun-
duut legem nostram prospiemnt, ipsi
quoqu-c paitntet tjios vtivt snccessi tive altntontist sicut de Mis sacivimus,
remunrente isto -
Naquelles casos, eiu que chamamos i
a successao os lilhos naturaes, guardem os
mesmos gratido. co.no convem, aos pas
naturaes, o da mesma maneira por que
os pais proveem aos lilhos uaturaes, se-
gundo a nossa lei, os mesmos tambem
relribuam aos seus pais, quer quanto a
successao, quer quanto aos alimentos,
como temos ordenado acerca delles.
5. Invoqnei ainda em favor da opi-
niao, que adopto, disposicoes oxpressas de
cdigos civis de nafdes modernas o fran-
co/ e o portuguez, este promulgado a bem
poucus.annos. Eis o quo diz o Cod. Civ.
Port. no art. 1994 :
Si o filho MegUimo fallecer sem pos-
teridade o sem consorte sobrevivo, devol-
ver so-ha sua heranra por iqteiro aos
pais quj o hjttvrern reconltectdo.
Si porm, (art. 1995j ao filho illegiti-
mo fallecido sem posteridade, sobroviver
consorte, haver esto, emquanto vivo for,
0 usofructo di motado da horanQa.
0 Col. Civ. Francs no seu art. 765 le-
gisla por esta forma :
La succession de l'enfanl naturcl dce-
'< (/<*' tan* p>sterite est d vole an pre au
< la mire quita rtconnu, aupar moi-
t d tous les deux, s'tla t recoma par


de, si-rd devolvido ao pai ou a mi, que
o reconhecercm ou na metadu a ambos,
a si por ambos foi reconhecido.
0 cod. Civ do Cliilo, cujo art. 963 o
mou nobre collega se dignou do transcrever
no seu trabalho pablica-lo no Diario.de 18
do enfrente, lainlKn aeesita a iloutrina dos
prece lentes Cdigos, pois all se dispdc que
uiorto um lilho iiitural sem deixar des
cendeittos legtimos sua horanca so detirir
1." a seos lillms naturaes ; 2. a seus
pais, si otiverem reconhecido.
0 Si nao ha na legislacao nacional
urna lei oxpressa c positiva, quo consigue a
doutrina por mim adoptada, tambem nao
existo em sentido contrario, sendo que esta
doutrina sem duvida alguma encontra apmo
na jurisprudencia om geral e at na patria.
Digo na jurisprudencia em goral, porque
Ihe applicavel o principio jurdico da reci-
procidade no direito de succossao, principio
sitamente justo, fundado na razo e as con-
veniencias soeiacs, e sobre o qual com urna
ou outr.i modificando especial assentam as
lois de quasi todas as nares civilisa las.
quando legislam sobre succeesao. Emquan-
to, pois, nao houver urna loi 'patria especial
o positiva que restrinja o dito principio com
reiaco ao ponto contravenido, deve elle ser
respeitado ; por emquanto bem sabido
que nos casos omisSOS devem regular os prin-
cipios da jurisprudencia, Av. de 12 do outu-
bro de 1865.
7.' Si certo que a jurisprudencia pa-
tria resulta nao s do ostudo e combinado
das diversas disposicoes do nosso corpo de
leis, seno tambem do esludo e applicaco
deslasfontes, quc-constiluem legislacao sub-
sidiaria, eu ainla sustento que a jurispru-
dencia patria favorece a minha opiniSo.
Entre as uossas-Ord. s ha urna a do
Eiv. i, tit. 93 qu i restrinja ao pai o di-
reito do herdar do filho ilegitimo, para
dal o aos irmaos maternos deste; masessa
Ord. so refere nicamente ao pai e ao filho
de damnado e punivol coito.
Esta rostricQo, que nao pode ser amplia
da nem mi, netn aos filhos de outra es-
pecie, porque as leis excepcionaes nao se
eslendem, faz prevalecer a regra de que em
outros casos o pai succe le ao filho illegiti.no
mormento si se alten ler que a cit. Ord. in
fine manda nos outros casos guardar-se o
que por outr-as Ord. e Direito Commuin for
determinado
Sabc-se que o Direito Romano chamado
Direito commum, alcm do constituir a mais
rica fonto de nossa jurisprudencia civil, foi
declarado subsidiario para os casos omissos
no que for conformo boa razao Lei de
18 do agosto de 1769, 9.
Ora, j mostrei pela transcripgo feita
cima, que a Nov. 89, cap. 13, dispoz que
os pais succediriam aos filhos Ilegtimos as
mesmos casos em que estes os succe lessem.
Logo, a minha opinio se apia iu jurispru-
dencia patria se nao na nossa propria legis-
lara i, pois a cit. Or mandando observar
o. Direit.) Romano, conslituio o neste ponto
parte da legislacao civil
Para que se possa conhecer, que as leis
romanas sao conformes razo, deve-se con-
sultar o uso que de taes leis tem feito as
nacoe* modernas, examinando-se para tal
fin os seus cdigos e as < bras dos juriscon-
sultos mais acreditados. Sao regras estabo-
lecidas pelos Estatutos da Universidade
liv. 2, tit. 5, cap. 3. Coelho da Rocha
J tambem mostrei cima que eslo de
perfeito accordo com a c. Nov. 89 cap. 13
nao s grande numero dos mais acreditados
jurisconsultos portuguezes, sem que me
conste que algn outro opino em sentido in-
verso, senSo ainda diversos cdigos moder-
nos, aquellos mesmos om que o Sr. Dr. An-
tonio Drummond, ainda sue imprudente-
mente e talvez por equivoco, (perdoe-me a
cxpresso) baseou sua opinio.
Sao estes os .fundamentos com que justi-
fico miuba opinio.
Em outro artigo tratarei de apreciar as
considerares quo o Sr. Dr. Antonio Drum-
mond oppoz e pretendo, se Dous me ajudar
mostrar que minha argumentado subsiste
em/seu inteiro vigor.
Recife, 25 do agosto de 1873.
Inuocencio Seraphico de Assis Carvalho.
quelUMie (91) yjnas o principio
com um sacrificio devido i liberdade

j
r trinta lias, contados, da cocliiso^R^^H
_ cons- racaoj eutendou outrosim, fue do despa
tiluciotiSl (92) ; e Macaulav sustenten, em ebeqfeauuuflar aeloi-ou recurso deve ser,
1853, em um admiravel discurso, a incom- s4ift>Jo fiecess^irio, suspensivo,
patibili lade da magistratura. Provideyciou jjobre os vert^oro, e juizes
Km Franca, a questio ha si lo igualmente de paz do quatrioonio antoriof, afn de se
suscitida a bem da pureza da eltcdte e da" rem obrigados a servir Oinqusnio os o> os
iocompatibili lade dos representaules do po- eiotos noforem enpossadn*.' Teiu.se du-
vo.. Ha notaveis publicista que combaten! vidado dessa obrgaco ; a ooiminssao, |>or-
o principio sob tolas as faces eon> atienta- tanto, propoe urna providencia legal,
torio do direito de olegibilida lo e do direito Day incompatibilidades.A\n de algu-
aos cargos; algn, por.il, como Bastiat, mas um liticac.> pouco importantes; a com
reclamando embora precauiOes contra a in- missao indica quo soja inelhorala a disposi-
tervenco dos funccioiiarios pblicos, restrin- (.ao do art. b", no sent lo do tornar mais
gem-n'o iiicompatiblilade dos represen- segura a Jndepen lencia do depulado ; e,
tantes para a aceitaco e exercicio de car-
gos. (93j.
Arreglada da elei^o, por viada incompa-
tibilida le, a magistratura incubida de urna
uiisso seria egravissima. Alm de ntervir
nos recursos sobra qualiticaco de votantes,
considerando bem a doulrina do $ 3" do
art. 7", incluio tambem no art. 8" comoin-
compitibilidad > parlamentar a id.i all con-
signa la como iucompatibilidale cleitoral; o
addio ascoiumissocs retribuidas.
Sobre a materia do capitulo 6" do projec-
reetificando a at pelo processo extraordiua- lo houve divergencias no seio da comoiis-
rio no empo intermedio entre as revisoes sao: c especialmente, o relator entenda
bieun.K'.s. chamada a conhecer da vali lade que a incompalibili lado dos bispos, dos pa-
ou da nullidade dos respectivos trabalbos, roch s, o do varios fuiooiouario occlosiasl-
assim orno da validado ou da uullidado das eos, er,i a excluso quasi completa do doro
eleifr-s.le juize.-.de paz ede veroadores. E' para a representaco nacional,
urna uinovoac.o vautajosa, que resguarda Em coiiscquencia, suscilou *> a questo,
da pecha de parcialidade os julgamentos so- quanto ao art. 8", se o depulado, sacerdote
bre t es assumptos, e evita ao mesmo tempo deveria ser inhibido da oleic > episcopal; e
as decises escandalosas que os francezes venceu-se que, no citado artigo fosse tim
denominamonc/n'vv(ioe, quandosofavora- bem aberta essa exeepcao.
veis validado de eleices nullas (94) Disjiusices geraes.A couimissao cnteu-
A exucuco do projocto assignalar urna den que a pronuncia em processo po- eri-
poca no nosso rgimen constitucional A mes particulares dovo produzir lolososof-
transformaoo se far em beneficio das insti- batos, inclusive os polticos; e, pois propoe
tucis, porque o espirito poltico ter sido a suppresso doseguudo nio.nbro doarl. 12.
alent ido; cosi, reanimando ao mesmo tem Defacto, inconveniente equiparar, nosto
po a vida loe (I, consolidar a uni lade na-
cional.
A coto nisso nao julga necessnra urna
anal)'se mais minuciosa ; e perianto, res-
tringe-so ao que doixa relatad- O projecto
caso, os ermos particulares com
do resp msabilida le.
iS dolidos
MoticoA de itivergencM.
O relator, embora applauda n projecto
merece estudo lespreviiudo, tanto mais que como primevo passo a bou da ivpreseiit i
alguus defeitos foram siippriinidos pelas c,o das minoras, da qual propugna'
emendas que a commissao propo. oor convicto, hesita aceitado pelw motivos
IV seguintes:
JustificacSo das emendas. ExposicAo 0 processo da plurahdah simples
dos motivos de divergencia. realmente um processo fcil, so!) qualquer
Nao era possivol que o projocto nao offe- lOfltu do vista; mis, as objocco;s do Sr.
recessealguma lacuna.algum inconveniente, Ernesto Naville morecein examo, ou secon-
ou mesmo algum desaccordo. Tambem, a' te somonte com o individualismo, ou se
commissao nao p le seno louvar a beaevo-, cont tambem com as paixos e unios instinc
lencia, com que o autor do projecto discuti e tos do homem. E nao seria conveniente eo-
aceitnu as emendas propostas. freiar os desvos, que o processo pode ser
Quila fkacao de- votantes. 0 projecto arrastrado na prstica, eslabeleceudo o 7110-
mantinha o juiz de paz mais votado cuno cente, ou o mnimo de votos, abaixo d<*
"A'nossa eluOaco poltica favorece esta
ultima solugo. Um escriptor diz. das re-
publicas hespanholas, na America: u 1,'ini
longa serv lo, maniendo as populaces ni
ignorancia dos deveres que o mteresse com-
mum impoo a todos, donara aos pensadores
egostas urna forca excssiva (108). Ora,
igual foi.1 nossa sorlo', durante os tempo;.
coldniaesVe'Setenios escapad) agitafc
revulucionria, lepois d independencia na-
cional, o devemos mouarchia, o tambem
m bom sonso o ao patriotismo dos partidos.
Ainda assim, quantas rebellies nos primei-
ros trinta anuos? A instituico resisti s
teuip'.'stades, o nao pereceu Fluctual nac
moijilur.
Sao varias as leis eleitoraes como varios
os costumes dos ditferentes povos : assim,
cada paiz possue um modo pr.itico de elei-
cao (109;. Taes leis sao de um inmenso
alcance poltico; e por isso que nao ha
assumpto mais debatido e em que as diver-
gencias mais so produzam. lia pouco to.n-
po (20 de maio,j o Sr. Thiers, ainda ontj
presidonleda repblica lianceza, ponderava
asse:nola nacin ;l o seguinte : Em mu
paz, como o nosso, onde a soberana nacio-
nal delega la, onde o systcma representati-
vo nao sinonli aeonselha lo pela razo,
mais tambem imposto pola necessidade,
ndispensavel que lois precisas reguiein as
formas e as coudoes de delegaeu, os di-
reito respectivos do representante e do re-
presentado: esta vordade ainda mais evi-
dente quando a dolegacao nao se opera seno
pelo voto do todos os c la lOo.*....As insti-
luicoos sao como os lio.iiens: a ua primar
pal frt; estd mi SOft/i'iltCI que ellas inspi-
ra m. (110)
P>>r isso, aceitando a idea do i>mjecto,
julga todava neccssario que o processo seja
completa lo com molidas adequadas: o qiut-
ciente una dolas, o urna lula, quo embo-
ra nao seja depositada pelo eleilor, como
iiielhor si-ra, o siui o seja polos chufes de
partido 1: p -los candidatos iudepeii lentes,
sirva de bandeira ao eloitorado. Nao ha
quem, tratando de realisar pralicamoiilo o
problema da representaco das minoras, nao
presidente das juntas parochaesh a commis-
sao, porm, entendeu que retirando a esse
empregado judicario as fuuc<;oes eleitoraes,
reerguer d<> actual estado de abatiinento
aquello cargo. De facto, os partidos ele-
gem, nao os homens mais aptos para distri-
buir justica na parochia, .as os homens
adextrados para o pleito antea urna. Jul-
gou, todava, de alta conveniencia manter-
Ihe as funegoes quanto'aostrabalbos prepara-
torios ; devendo, porm, a juutaexistir cons-
tituida tres das antes do fixado para o corne-
jo de suas sesses: indispensavel que a
autoridade eleitoral seja conhecida antes
desse da.
Idntica providencia foi tomada quanto
s mesas paroelnaes.
Rejeitou a idea de envolver na organisa-
e3o das juntas e nesas os dez rnaiores pro-
prietaros, nao so.nente porque seria difficil
apura-los, seno porque importara o re-
conheciuiento de urna classe privilegiada 110
meca 1 is no eleitoral.
Em consequencia provdenciou sobre a
eleicodos membros das juntase das mesas,
instituiudo ainla ahi o voto singular, man- dahi a forte reorgnisaco dos partidos. Di-
qual ningueni se devora considerar eleito f
Em favor do quociente. pronuncain-se mui-
tos (95) ; o mesmo entre nos o examo da
sua influencia salutar vai-lho crian lo pros-
litos (M).
No systema novo, o quociente o, co i
effeito, a base da proporcioualida le. Foi o
duque de Richmond o prineiro que cogi-
tou da sua alta conveniencia (97) ; mas, in-
felizmente, o involveu com um to gran lo
nomero de providencias eleitoraes e parla-
mentares, que o bil por ello proposto, foi
julgado absurdo einop|K>rtuno, e immodiata-
mente rej-itado sem preceder votaeo I (98).
Nao se contesta quo liberdade eleitoral
que cala um votoem paz, como oenten-
de e em quem Ihe aprmver (99) ; o voto
singular realiza perfeitainente esse ideal.
Mas lambem ncoiitostavel quo o intuito
individual carece de correctivo, sob pena
de sor estril ou funesto, deixan 1 i-so absor-
ver pela foroa que opprime 011 pela terca"
que conspira (<00). Esso correctivo ser
encontrado na instituico do quociente, que
impor a coheso ou mismo a coaliso, e
ASSEMB1E4 G JAL
CMARA DOS DEPUTADOS
Parecer da commissao especial e projecto
da reforma eleitoral.
(Contnuaco.)
All, a simples excluso relativa; aqu a
excluso rbsoluta, salvas as excepces im-
postas pelas altas conveniencias polticas.
A questo das incompatibilidades as
sumpto que prende geralmonte a attengo
dos homens polticos. Em Inglaterra, em
1768, pretendeu-se at tirar a funecionaros,
do fisco e a outros o direito de voto (90) ;
masa iocompatiblidadeeleitoral ea incom-
patibilidade parlamentar he sido conquis-
tadas, desde 1700, sob diversos reinados,
jora sorte varia. Ainda uestes ltimossonos,
a incompatibilidadeele'|ffcf' MMfbatida na-
(90) Th. Erskioe M Tfl ^onstitucio-
naj historj' of Engl
%
toudo a intervenco dos supplentes dos edi-
tores, attribuindo aos vereadores a organisa-
V'o da junta municipal, e acautelan lo o in-
conveniente da fdt.i dos me obro* eleito* OU
da falta absolucta de eletores e supplenles.
Em rolaco ao processo da qualiticaco,
alm de emenda de menor valor, reclama
que o contrato, mencionado no art. 2" 4
III 11. 3, exist previamente transcripto no
livro de notas ; e accrescentou que os recur-
sos sobre nullidades e irregularidades dos
trabalbos das juntas sejam interpostos, pe-
rante o secretario da cmara municipal, trin-
ta das dopois de concluidos os mesmos tra-
balbos.
Diis eleitores.O projecto nao cogitava
dos supplentes de eleitores ; a commissao,
purera, os mantem, considerando que, dada
a falta ou o impedimento legal do eleitor, a
parochia seria prejudicada por nao haver
supplente.
Lembra ainda a commissao outras provi-
dencias secundarias.
Daeleico para depulados.Para os ca-
sos de vaga em geral, e de eleices comple-
mentares, a commissao adoptou a regra da
maioria de votos entre os votados.
A razo do decidir foi que, ao inverso do
caso subsequente, nao se tratava aqu da
reeleic,o de determinado individuo, sim de
supprir urna vaga; a maioria, por tanto,
devora reassumir os seus direitos e as suas
vantagens.
Ao contrario, nao estando previsto o caso
do art. 29 da constituido poltica do impe
rio, entendeu a maioria da commiso que
se devora abrir urna excepeo, determinan-
do que bastar que o ministro obtenha na
reeleico o mesmo numero de votos obtidos
na eleico : a razo de decidir foi que o de-
putado da minora em urna provincia fi-
car impossibilitado de ser ministrse hou-
ver de exigir-se-lhe, na reeleico a maioria
de votos.
? lava no projecto o facto de depender do go-
verno a fixaco do dia para a eleico de se-
nadores ; a commissao, portante, propoe
3ue o presidente do senado far ao presi-
ente ila respectiva pr vincia a communica-
co da existencia da vaga, e tres mezes de-
pos de recebida essa communicacdte proce-
der-se-ha eleigo primaria. Igual com-
municaco noder ser feita pelo governo im-
perial ; ou mesmo o presidente da provin-
cir poder ter noticia certa, independente-
mente de taes communicaces : desde ento
correr aquello prazo. Se a eleico prima-
ria esh ver feita, o prazo se entender para a
reunio dos collegios.
Da eleico dos vereadores e junes de paz.
Attribuindo o projecto aos iuizes de direi-
to o conhecimento da validado ou da nul-
lidade das eleices municipaes, ainda mes-
mo sera preceder re. lamaco, entendeu a
commissao que os referidos magistrados de-
veriam decidir somonte sobre reclan.ac.o de
interessados, apresenlada dentro do prazo de
(91) Th. Har, obra citadaT Conde Grej,
idem. *
(92) Th. Erskine May, idem.
(93) Bastiat, incompaUbilits parlaraen-
taires.
(94) V. d| LangedortT, Leblanchissoge
lectorale.
zia Napoleo I, quando ainda era pruneiro
cnsul, eo dza pora ule o consolb de es-
tado :
Vejo, om verla le, um polor legislativo
c um polor a Iminislratvo ; mas, o quo o
resto da naco ? tiraos do ar i.
/ Os partidos s as ancoras do rgimen
Constitucional representativo ; elles se trans-
formaran! para o aperfeQoamonto, mas em
todo o caso sao os melhores guias do eleito-
rado, sao una garanta do ordoin e do esla-
bilidade (101). Como acontece em Ingla-
terra, a divisan da naco en partidos, ba
seada sobre a dilToreuga das tendencias con-
servadoras e das tendencias liberaes, o
neio mis enrgico de consol lar definitiva-
mente o rgimen constitucional (102). 11er-
damos as ideas revolucionarias e nao se pode
deixar de contar com ollas o tambem com
as paixes quo as originaram ; e so as ideas
polticas do nosso seculo sao furtos o au-
daciosis, as ideas moraes sao tracas e inacti-
vas (103).
Ora, a segurilale nao s nenie a tran-
qullidade dos nteresses materiaes, tam-
bem e sobretodo o calino desenvolvimiento e
a pacifica^o dos nteresses moraes (104).
Seo egosmo nao enfreado pela disciplina
que elle proprio se impor reconheceudo-a
necossaria, ser um grave mal, porque o
egosmo nunca fuudou cousa alguma (105).
Nao dir que o plano do projocto pro-
duza inevitavelmente a dissoluco dos parti-
dos ; e, alias, des lo a base eleitoral, que
a eleico primaria, cogitou-sede acautelar o
facto, facultan lo-se a orgauisaeu de turmas
de votantes, que ple.ter muitos inconve-
nientes sob o ponto de vista da liberdade do
voto, embora sob outras retacos offereca
indubitavelmeute algumas vautagens. E
nao seria pru lente acautelar o fado ainla
com outras providencias ? Urna multido de
homens solados um mon o de graos de
ara que um spro de vento agita e dispersa
(106) : se os partidos, por causas previstas,
mas que o processo adoptado no projecto
poder originar, forera enfraquecidos, o cor-
po eleitoral ser arrastado por duas tercas
puramente materiaes, urnaprenhe de ex-
citaQes demaggicas, outradesalentada
e incapaz da energas (107); e, pois, aquel-
la predominar se o poder nao der a mo
a esta.
(95) 11. Uruon, Le suffrage universal et
la loi lectorale.
.(96) lavares Bastos, Reforma eleitoral e
parlamentar.
(97) Tb. Har, obra citada.
(98) Th. Erskuio May, idem
(99) E. irardin, Le vote universel.
(100) Balms, Le protestantismo compar
au catholicisme.
(101/, ALaugel, Les Etats-nis pendant
la guerra. (18611865.)
(1OS) Midy, Le regime constilucionel.
(103) Matter, De 1'affaiblissement des
idees et des tudes morales.
(104) Duque Decaaes, La libert et les
couservatours.
(105). Foblant, Les tats gnraux et la
monarebie francaise.
(106). Bautain, La plulosophe des lois au
point de vue chrten.
'(107). Chauffard, La science et l'ordre
socialo.
cogite 1111 mediatamente do escrutinio do
listo (111) para evitar que o numero dos
eloilos nao fique abaixo do que for fixado ;
e nao cogito final mente do quociente para
evitar a dispersan dos votos. Isto to
essencial, que p lo-se, repetir o que diz um
notavel cscriptor moderno : Nao por na
balanza um contrapeso qualquer em favor
da ordein, da civilisaco, da justica, o
suicidio do rgimen constitucional repre-
sentativo. (U2y
0 processo do voto uiiinominai com o
vol transferirel parece satisfazer aquello
intuito. Basta a sua applicaco eleico
secundaria : quanto a primaria, nao ha in-
conveniente algum, e al til quo seja
aceito o processo da pluralilade simples,
mas sem organisaco do liirmas, e tambem
som o voto ohrgatorio, visto como na pa-
rochia ha muitos lacos naturaes que liga-
rn os cidados. Como se v, o mesmo
principio do pr..jecto, mas esguardado pelo
quociente o pela lista. Os partido? se
mantero. E as couzas eleitoraes ho de
estar merc dos partidos, sem embargo de
um'contrario ideal (113), como o tem asa-
do : se nao forem partidos regulares, as
paixes crearn nutrs em substituido;
d'alii a conveniencia do manter Muelles.
Con lemnan lo o voto obrigatoro ( e
Disto foi acompanhado pelo membro da
commissao, o Sr. Heraclito Graeaj, e lam-
ben a organisaco de turmas do votantes,
nao pode deixar de expender atilda o seu
juizo sobre as incompatibilidades. Parece
quo nao so obtem o fim desojado, por
que nao se impede a permuta, e eis por-
ta uto interossalo o funecionario no xito
eleitoral : especialmente, a incompatibilida-
do do clero, na sua quasi totalidado, nao
acto justo ; essa classe confundo se at boje
nos partidos, sem apirai;es proprias.
Nao parece conveniente manter o prin-
cipio do art. 29 da constituc,o poltica do
imperio, segundo o qual o depulado Hornea-
do ministro, deixaria vago o seu lugar, pa-
ra sujeitar-se reeleico. tm principio
basa-se em urna fiego ; e ha mor vanta-
gem om que o ministro esleja se npre presen
to na cmara dos depulados, para o escla-
recimento dos negocios. Alm dsso, o
ministro nao deve sacrificar o prestigio do
seu cargo, solicitando votos, E quaulos
nteresses de ordem elevada nao sao bara-
teados nessa grave emergencia t Feliz-
mente, esta opiuo mais ou monos aceito
no paiz. (114)
Na divergencia exposta, nao ha um
plano de hostilidade; apenas acto de
conscieucia, de loaldale e de patriotismo. Li-
mita-se, portante, s considerages foitas ; e
olTerece o projecto substitutivo, para ser im-
prosso e publicado com este parecer da com-
missao.
V
Concluso.
A loi eleitoral tem sido em todos os paizes,
e sempre, do urna' importancia capital.
Basta meditar sobre a historia poltica da
Inglaterra e da Franca. Na primeira, as
lulas no parlamento, ha quasi seculo e
meio, sao outretidas com as reformas eleito-
raes. Na segunda, a rcvoluco de 1830
faz-se em grande parle contra o systema de
eleico que a monarchia impunha por de-
creto ; a revoluco de 1848 tona por ban-
deira a necessidade da extensao do voto : o
golpe de establo do 1851 procure justificar-
se, instituiudo o suffragio universal com o
plebiscito ; ainda agora a loi de eleices o
que mais preoecupa a assembla nacuma
ponderan lo-se a alta conveniencia de ser
regulamentado o sulfragio universal : pde-
se mesmo asseverar que a revoluco de
1789 origiuou-se do facto de ter sido dos-
couhecido o direito electivo e do nao haver
urna organisaco parlamentar mais harm-
nica con as necessi la es da poca ; e, em
verdado, anteriormente a essa data memora-
vol, as [irincipaos contestac/Oes entre os se-
nhores e as communas, ou entro os res e
estas nao tiuham outro motivo seno o di-
reito de eleico dos magistrados municipaes,
(108). H. Passy, Des formes de gouver-
nemejit.
(109) .'Mrquez de Biencourt, Les cham-
bres bautes.
(110). Expos des motifs sur le project
de loi lectorale present par Mr. Thiers,
prsixdent de la republique francaise, et par
M. J. Dufaure, gardo dessceaux, rainis'rade
la justice.
(111) Nabor Cavalcanti, Direito eleitoral
moderno.
(112) Conde de Champagny, De la loi
lectorale.
(113( E. Naville, Le fond du sac.
(114) lavares Bastos, obra citada.
T "---------------------------------
ora magullo, ora retirado (ll), e uli.- ,;-,-
se dimuto, assim cmo o je reunirse om
assembla geral eraiu antigs e existiam des-
de as Gallias (116), como a historia a tes-
liJ. N7)\
V'o-sa, pois. quo immenso o nteresse
que os povos ho ligado ao principio elec-
tivo. E'. durante vinie secutes, a dberdado
poltica alfirmando^ e dontiticaiido-sc
atim do impedir o cenltslisiuo, que a ab-
sorpgao do toda a aego social'* que por-
unto aasphixia de todas as liberdades par-
tcula ros em nomo do estado ou do nteres-
s publico.
Na Inglaterra confuudiram-se nobres e
plebeus para salvar a antinomia das com
muas ; a luta foi forte e som treguas Em
Franca a nobreza sopara-so do povo, c
por sua vez divdese; os estados geraes
nao dnvidam, desde Luiz XI, abdicar as
mans da realeza todos os seus direitos
e telas as suas prerogativas, so!) o co-
barde pretexto de nao ser fcil a sua-
reunido; em summa, todas as classes,
cogitando somonte dos propios nteres
sos, perdein at o amor das liberdades
geraes : houvo algumas vana luta entre to-
do ao mesmo lempo, inclusive e realeza,
mas luta Iraca e provisoria, e portante o
centralismo installou-se fcilmente, e tima-
una arrogancia adquiri que Lui/. XIV po-
de proferir as sempre memoraveis palavras:
O taludo sou eu (118) A cloco das
communas hava-se tornado des le muito
lempo una coujesso emanada dos res e
dos senhoros em represalia mutua (119,,
doix.111.lo de ter o exercicio do um direito
antigo Entretanto diz um oscriplor, hnu-
ve um feliz periodo, durante o qual un
poder hbil teria podido organisar e.n Fran-
ca, com* o concurso de todas as orden,
um overno mixto, tal como a naco dese-
java (1-0). Outro escriptor faz idntica
censura a nobreza (MI).
A prmoira dossas naces lira da doscen-
tralisdco toda a sua orca (122) ; e assim
que tem podido manter o bil dos direitos
de 24 de fovereiro de 1009.
A segunda, ao contraro, foi mpellida
para a soluco oppusta : na tula dupla, e'al-
gumas vezes alternativa, cora o po ler e com
a revoluco, a autonoma local foi sempre
victima da lorca ou da astucia (123).
Em iuKl.it''ira, consolida-so a unidade
poltica sobre a base da representaco das
communas o da ventado expressa de todos.
Em Frauda, institue-se a uuidade legislativa
sobro a baso da soberana de to los e da ven-
tado exclusiva du um s.
O "stu.li 1 lo principio electivo, das suas
formas, e, ao mesmo tempo, das queste*
quo so preudem a um e a outras, tem mag-
na importancia. Para o homem de estado,
esso estudo, sob o ponto de vista complexa,
eonstituo, para assim dizer, a biologa po-
ltica. 0 cidado, porm, se na pratica d
mais valor s formas, reconhecer intima-
mente que o principio ludo, porque
propria 111 en te a vida poltica
0 processo eleitoral, certamente, vale
muito, nao sement por si mesmo, mas tam-
bem porque at certo ponto influe de modo
indirecto sobre os costumes populares; o
principio, porem, vale muito mais, porque
decorre a liberda le poltica, d'ahi o homem
tira forras para reagr contra as oppresses.
0 principio o direito ; e, som o direito
de eleger, nao ha povo realmente livre, por-
que a eleico significara urna pura faculda-
do. 0 processo apenas o modo do exer-
cicio do direito, J Montesquieu o dizia :
As leis que cstabelccem o direito de suffra-
gio sao leis fundamentaes. (124)
felismento, o povo brasleiro pode orgu-
lhar-M de possuir tima das constituirles
mais liberaos : em todas as in-tituicoes, cujo
movimento vital nao po loria deixar de ser
attribuda ao principio electivo, oeste asso-
gurado.
Senado, cmara dos depulados, assem-
bla provinciaes, comaras municipaes, to-
das essas corporaies polticas provm das
urnas, inclusivo os magistrados pamchiaes
denoumiados juizes de paz : exercem func-
eos legislativas e ju liciarias, mediante o
voto popular.
Nao pois, o principio electivo que nos
falta. Este est allirmado para as corpora-
les o fun"oionarios, que, em um bom go-
verno representativo, sein ser eleg veis ; o
a allirmaco sem reserva alguma, e na
possivel extenso.
A eleico leixa, sim, de investir deter-
minados poderes e funeconarios ; mas, sao
estas, cuja oscolha e nomeaco nao se pode-
ra sensatamente e sem perigos serios con-
fiar ao escrutinio popular.
Nisso, deve-se admirar anda mais a sa-
bedoria do legislador ; nem ha ahi restriegan
alguma do principio da delogafo nacional.
[lorque esta pura e simplesmente funda-
mento das funoces, ao passo que a eleico
a designaco dos individuos que devaro
exarce-las em corpora^o ou singularmente.
O quo falta o desenvolviraeiito do espi
rito poltico, mo liante um bom systema de
instriicco que, promovoiido a cultura in-
toiloctual do povo, fo talega concurrente-
monte as suas crencas religiosas. Nao bas-
ta que o cidado tenlia conscieucia dos seus
direitos ; ainda necessario quo reconbeca
deve.res correlativos. Se a ustruccao escla-
rece a iutelligencia, smente a educa^o en-
Ireia as ruius paixes e abranda os costu-
mes. Os conflictos sociae, iiascem sempre
da ausencia de suhordinaco do homem a
Dos, do direito ao dever, da razo f ;
esta suhordinaco, o homem nao a repudia
sem se abater. (1251 A luta da liberdada .
rom a autoridade nao tem outra origem e
outra explicaco. A distineco do bem e
do mal afastadi como arbitraria, Ou ento
como d >utrina eslrauha poltica. (12tij
(Continimr-se-ha).
(115) A Desjardins, La nomination des
maires dans l'ancieuue Franco.
(116) Renouard. Histoire du droit mu-
nicipal en France.
(117) Cb. de Ribbe, La famille e la so-
cit en Frauce, avant la revolution.
(118) Rathery, Histoire des tats gne-
nux.
(119) Tailliar, Rcueil d'actes des XII et
XIII sicles:
'120: Picot, Histoire des Etats Genera 11 x.
(1|1) Conde Carn, Du governement re-
presentatif en France et Angloterre.
(192) Franqueville, Instltution de l'An-
gleterre.
(143) Guizot, Essay sur l'histoire de
France.
(124) Montesquieu, Esprit des lois.
125) WCollard, Raison et loi.
(126) Ferrari, Histoire de la raison
IjJ'tat. .
TiT, DO WAWO R0A.DUQUE DE CAJUAS
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