Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13017


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Full Text

'

i
^______AMO XLIX. AtUEIJO 192
WAIX A CAPITAL E LUGARES OffDE \l 1E P16A PORTE.
Por tres raeies .amados.......... g^^
Por seis ditos datn........ i*oo *
Por um anuo dem ... ..........'.'.'. \ '. '. f^OOft
numoro miso...... ........; $
SEXTA PEW 22 DE AGOSTO DE 1873
"--------------------------.-----------*.__________;________.____________-'
- ^PABA DENTRO E FBA DA PROVINCIA.
Por tm meSAKUagados..............." ? *
Por seis ditos Mam...........
Por doto 4t*s Por um.anno dem, *.......
7W
1500
0J>250
171*000
m
'PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE PARIA & FILHOS.
* fc* ***!! Hta,..!*,, Gonces 4 Pinto, ? ,*, Jo.quim. Jos< o. FHho. uo C,. i A*** L. ,., Ar.,*, **, .,. Jolio o,*. S5 ^o Mar,*, da M, o M -M ta*
Pereira d Alme.ua, n lamai,8u,pe ; Augusto Com di Sil... u P.rahyl Antonio Jos Gomo., oUTO d. Pean,; Belmnin dos Santos Buleio, em StntoAntio Domlnu. Jos da Costa Braga, emIWeth;
Antonio Ferreiri do Agolar, era Gojanna Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Aligoas; Al.es -
PARTE 01TICIAL.
averno da proa lucia.
KXPEDIK.NTK DI DIA (i : JWtHO DX 1873
J.* sarao.
IMBfios :
- Ao brigadeiro commandante das amias.
Mande V. Exc. dar baixa, e entregar ao sea so-
nhor Joaquim Rodrigues Duro de liveira, oes-
cravo de nome Paulo, que nssenlou Braca vuliui-
lata no 2* batalho de nfantaria; cuiiiprind > que
a fazenda nacioual seja pfeviafiiento in.leinnisada
4a despeza teita com o referido escrnvo.
Ao inspector do arsenal de inarinlia.De
f rindo o reijuerinienlo de Jos Lab Multo de
Mendonca, auloriso V. S., Ros tormos de sua in-
formaco de hontem daiada, sob 11. 6)7, a conce-
der um me* de iieein.-a seiu veociineutos, confor-
me dispoe o aviso de 2 de m ivemlir i tic 186'J, ao
nlho do siipplieanlo de igual neme, avalso da
ompauliia de aprepdizes artlleos, aliui dj Ira*
>ur-se eiu casa de seu pai..
2.' secr.
Actos :
O presidente da provincia, altenJendj ao
que roquereu Francisco de Paula Cavalcaute La-
a rda de Alaieida, promotoi' publro da comarca
de Iguarass, resolve conceder-lhe oto dias de
lieenca com todos os veiiciinentus, na (rala da
lei, para vir a esU cidade tratar de seus inte-
resies.
O presidente da provincia, de conf .rmJade
com a prap.su do Dr. chof de policia em olllcio
Je 8 de maio ultimo n. 879,;resulve exonerar o ci-
.iado Christovao Dent do Reg Barrete do car-
t) de suDdelegido do districto do termo de
arreiros, por nao ter prestado o respectivo jura-
mento.
O presidente da provincia, de conformidado
usa a proposta do Dr. chefede policia nj offlcio
de 8 de maio ultimo n. 879, resolve minear o al
feres Jeao Marinho de Darros para o cargo de
subdelega lo do districto do termo de Barrei-
ros, e para o de l*suppleiite que occupava aquello
o cidado Joao Flix de Albuquerque.
O presidente da provincia, atlendendo ao
qae requereu o capitn Jos Dezerra Cavalcante
Vaciel, aggregado ao batalho u. 5o da guarda na-
cional do municipio de Agua Preta por portara
de 16 de fevereiro ultimo, resolve, vista da m-
l'ormacao do respectivo commamhiite superior, de
14 de dezembro lindo, que o mesmo eapitao tenha
iffuctividade na companbia do referido ba-
ra'.bao.
(MBcios :
Ao commandante ajajriar de Olinda.Paa
-atwfaier o que solicitPl) brigadeiro comman-
tlanle das armas no oIBcio desta data sob n. 580,
sirva-se V. S. de exigir de major commandante
nterine do 9 batalho de infamara sob seu com-
oitndo superior, que declare o dia e lugar em que
Xoi capturado o desertor di 2 batalho de infan-
i-ida doexercito Manuel Francisco dosAnjos.'o
qual, ua qualidade de guarda do referido batalho
com o sui>psto nome de Luir Alves Guimaraes,
me foi mandado apresentar pelo mwmo major
coa destino ao exercito, acompauhalo do seu o:'-
lid' de 26 de maio prximo lindo.
Ao commandante superior d'Agua Preta.
l'endo por portara desta data resolvido queflijue
eoruidends como etlectivo na companMa do
balalhao n. 53 da guarda nacional sab o seu com-
mand > siiperiitr o capitfw aggregado Jos Dezerra
Catakaala Maciel, asim o coramunco a V. S.
para os lins convenientes.
Ao juiz municipal do termo de Panellas.
ienaado-M vago o cartorio de orphaos desse ter-
mo, recommeiido a Vmc. que, na lrma da lei, o
:; :i!.:i tm concurso.
Ao commandante d Curpo de policia. Sen-
il i a;to para o servico militar o paisano Antonio
Tli iiuaz Salarno, pJe Vmc. engaja-lo no corpo
mh o seu commando, como solicita em olHeio de
4 do corrente n. 309.
3' seod).
'Xlicos:
Ao ins|)ector da thesnuraaia do fazenda.
K.u vista da conta junta em duplcala que me re-
metteu o inspector do arsenal de marinha com
.Qlcio de 3 do corrente sob n 631, mande V. S.
pagar empreza da illummacao publica desta ca-
pital a quanlia de l:2oo2.*, em que impurtou
a canaliacao do gai na nova casa daquella ius-
peMvfia.
Ao mesmo Expcfa T. S. suas urdeJU no
sentido de ser indemnisado o ministerio da mari-
nha pelo da fazenda da quanla de 362JJ16, em
que importaran! diversos materiaes para a cens-
iraci.o, no arsenal de marinha, de urna catraia
destinada ao servico da afandega desla capital,
segundo se deprehende da Inclusa conta em du-
plcala, que me foiremettda pelo iuspector da-
'juello arsenal com olllcio de i do corrente sob
n. 636.
Ao mesmo. Transmuto a V. S. a inclusa
.unta em duplcala que me remetteu o Dr. ins-
pector da sade publica com olHe-io de hontem,
aim de que mande pagar a Augusto Cors a
quantia de tiOjOOO, em que iinportou urna eaixa
cora medicamentos homeopathicos para o (rata-
mente dos indigentes accommeliidos de varila na
villa de Garanbuns.
Ao mesmo.Espeja V. S. suas orden?, para
q-ie ossa thesonraria ajuste contas e passe guia
de soccorrimento, tendo em visla""o disposlo no avi-
so do ministerio da guerra de 2 de maio ultime ao
2- cirurgio do corpo de saule, Dr. Jos Mar-
ques da Silva Bastos, que por portara do minis-
terio da guerra de 2i de marco ultimo foi man-
dado servir na provincia do Rio Grande do Norte,
< bera assim ao alferes Antonio de Darros Teixei-
ra, que estando addido ao 2" batalho de infan
laria deve reunir-se ao seu batalho 5* da mes-
'ii,i arma.
Ao inspector da ihesourarla provincial.
Remeti a V. S, para seu conhecimeuto e devida
UacacAo, copiado acto pelo qual relevei a Joaquim
Virissimu do R^go Barros, arrematante dos re
faro da cadeia da villa de AguaPreta, da multa
em que acorreu por nao ter registrado as re:
parti.oes competente* a portara desta presidencia,
que Ihe coucedeu prorogaco de prazo para a
>.uclusao das ditas obras, e obre o que versou a
sua infurmacao de 4 do corrente seb n. 226.
Ao mesmo.-inteirado de quanto expot V.
S. era seu olllcio de 13 de maio ultimo sob n. 180,
impugnando o pagamenio do aluguel da casa que
na Gapunga serve de quartel ao respectivo desta
(amento, tenho a dizer ]ae procede a duvida da
contadura dessa thesourana relativamente ao
mencionado pagamente, devendo nesta conformi-
ada mandar pagar o qne for justamente de vi do,
rima vez que nao houve alteracao alguma ao pre-
(0 do dito aluguel.
Ao mesmo. Atlendendo ae que expoi Au-
gusto Pater Cesar, fiscal desta provincia na cida-
de de Penedo, no incluso requerimento a que se
refere sua informaco de i do corrente sob n.
23, autoriso V. S. a mandar pagar ao supp-
eante, como ajuda de custo para sua vagem, a
importancia de urna passagem da r nos vapo-
res da cornpaohia pernambucana at aquella
eidada.
Ao mesmo. Recommeode a V. 8. que i
?Uta do documento junto em|duplicata que, remet-
teu o Dr. ehefe de policia com olllcio d hontem
sob a. Wi, mande pagar a Miguel Antonio Hy-
poHw ou a seu procurador a quantia -de 72 proveniente de 6 meza de azogoe), vencidos eta
marco deste anuo, da casa que no termo do Rio
Formoso serve de cadeia e quartet ao respectivo
destacamento.
Ao mesmo.-Remello a V. S. o incluso pedi-
do na importancia de 10:oi0, afirn de que mando
entregar ao Ihesoureiro da reparteio das obras
publicas essa quantia para oecorrer as despezascom
as obras a cargo da referida repartidlo, conforme
solcitou o ruspectivo chufe eiu olllcio de 2 do
corrente sob n. 229.
Ao mesmo.-A Manoei Feruandes Mascarc-
nlias mande V. S. pagar, i vista do incluso prcl
em duplcala, os vencmeulos das placas da guar-
da naciuiial destacadas na villa de Barreiros, rea
ti vos ao u\ti de abril deste anuo, conforme solci-
tou o commandante superior interino do munici-
pio de Agua Preta em oillcio de 19 de maio ulti-
mo.
Acto
5.* aaajte.
presdeme da provincia, atlendendo ao que
requerou Joaquim Virissimo do Reg Darros,
arremtame dos reparos da cadeia da villa do
Agua Preta, e tendo em vi-la as informieoes do
engeuheiro ehefe da repartilo das obras piili
cas e do inspector da thesouraria provincial, de
19 de maio ultimo o 14 do corrente, sob ns. 119 o
226, resolve releva lo da multa em que iucorreu,
por nao tur dado sciencia e registrado as repar-
tieres competeutjs a portara que Ihe eoneedeu a
prorgacao de praso para a coaclusio d:is ditas
obras.
Ollicios :
A' comiuisso encarregada di desapropria-
Qo do terreno destinado ao passeio publico. -In-
(ormein Vv. Ss. quaos os terrenos de marinha be-
neficiados, que se achara comprehendidos dentro
da rea de-tinada para o passeio publico que se
projecU construir.
Ao Dr. Jos /..i -barias de Carvalho, presi-
dente da coinmisso nomeada para examinar os
apparelhos da compauhia frcife Draina/Je.Re-
mello a V. S. para os devidos lins todos os papis
e mais documentos que cstavam em poder do Ur.
Joaqnio) d-j Aquino Fonseca, relativos ao exame
dos apparelhos da companhia Recift Drainagc, de
do para indemnisaco do pagamento companhia
Recife Drainage dos do respectivo contracto, nao
pode ter lugar o que requer o supplicante, qae,
entretanto, fica relevado da multa de 6 0/0, e.n que
incorreu, por nao ter pago era lempo os refridos
apparel ios c animidades.
Looreneo Jusliniapo Tavares de Hollanda.-^In-
forme o Sr commandante superior interino da
guarda nacional do Recife.
Pedro Pesada de Siqueira Campo*.Infirme o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Thomar. do Carvalho Soares Drandao Sobrinho.
Informo o Sr. engenhoiro ehefe da reparticio
das obras publicas.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 21 de
agosto de 1873.
O porteiro,
Siltino A. Rodrigues.
que se acha encarregada a cominissa da qual
V. S. o presidente.
Ao engeuheiro ehefe da reparlicao das obras
publicas.Remello a Vmc. para seu onhccimenlo
e devida execucao copia do aclo pelo qual relevei
a Joaquim Viriss'mo do Reg Barros, arrematante
dos reparos da cadeia da villa de Agua Preta, da
mulla em que incorreu. por n.io ter registrado na
repartico's competen tes a portara desta presiden-
cia, que Ihe eoneedeu a prorogacao de praso paia
a conclusao das ditas obras, e sobre que versou a
sua (.formarlo de 19 de marco ultimo sob n. 119.
Portara :
Os Srs agent s da companhia de navegado
brasileira rai.ndi'iu transportar para o Rio Grande
do Norte, por canta do ministerio da guerra, no
vapor que se espera do sul, o 2." ciruagiao do
corpo de sade, Dr. Jos Mirques da Silva Bastos,
que por portara daquelle ministerio de 2i de mar-
go ultimo, foi mandado servir ua nwaeioaada pro-
vincia ; e para a do Maranho'ao alferes Antonio
de Barros Teixcira, que estando addido ao 2." ba-
talho do nfantaria desde 8 de abril lind j va ret-
nir-sc ao batalho o da mesma arma.
EXPEDJKNTg DO SBCRETARIO.
l.'jecgo.
O:icios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. Exc, em nsposta ao seu olllcio de hon-
tem datado sob n. 577, que nesta data se mandou
satisfazer o pedido de vassouras de piassava com
chapa de ferro para o servico da fachina d) quar-
lel do 2' batalho dt. iafaataria.
Ao mesmo. De ordem de sua Exc. o Sr.
presdeme da provincia, declaro a V. Exc, em ros-
posta ao seu oIBcio de ."i do corrente sob n. 378, que
nesta data fica expedida a conveniente ordem
para seren transportados a seus destinos no va-
dor que espera do sul o 2J cirurgio e o alferes
do que trata o seu citado olllcio.
Ao inspector do arsenal de marinha. S.
Exc o Sr. presidente da provincia man la declarar
a V. S. que nesta dala expedio ordem thesoura-
ria de fazenda no sentido de serein effectuados os
pagamentos de-qae tratara os seus ofilcios de 3 c
i oeste mez sob ns. 63* e 633.
2' scccio.
om-ios
Ao Dr. ehefe de policia.O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
autorisou nesla data thesouraria provincial a pa-
gar a Miguel Antonio Ilypolito ou a seu procura-
rador a despeza de que trata o seu offlcio de hon-
tem, sob n. 1,054.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda aecusar o recebimenlo do offlcio de
V. S., de i do corrente n. 1,043, remeitendo o de
8 do mez prximo passado, n. 879, propondo para
o 1* districto do termo de Darreiros as autoridades
policiaes, cujos ttulos transmiti inclusos.
Ao commandante superior dos municipios de
Barreiros e Agua-Preta. -S. Exc. o Sr. presidente
da provincia manda communicar a V. S que ex-
pedio crdem thesouraria provincial no sentido
de seren pagos a Manoei Fernandes Mascare-
nhas os veijcimenlos das pracag da guarda nacio-
nal de que trata o seu oIBcj de 19 de maio ul-
timo.
4.' secao.
Ollicios:
. Ao inspector da sade publica. S. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. que nesta data expedio ordem thesouraria da
fazenda no sentido de ser paga a Augusto Caors e
quantia de que trata o seu offlcio de hontem da-
lado.
Ao presidente da cmara municipal do Rio
Formoso.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda acensar recebido o offlcie de V. S., de maio
ultimo, cummunicando haver designado para o dia
8 do corrente a reunio da junta emancipadora
dos escravos, que deixara de ter lugar em lempo
competente por falta dos respectivos livros.
Oflieio : ^
Ao eneenheiro ehefe da rcpartic.ao das obras
publicas.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda coramanicar a V. S. qu nesta data fica a
thesouraria provincial autorisada a entregar ao
thes ureiro dessa repartiyo a quantia que se
refere o seu olllcio de 2 deste mez, sob n. 229.
AMBCO.
DESPACHOS DA PRBSIDRKCIA DK 20 DE AGOSTO DE
1873.
Albino da Silva Leal. Sim, pagos os foros de-
vidos e satisfeitos os direitos nacionaes.
Adelaide Gil de Mallos Lemo.-. -Satisfaca a sup-
plicante a exigencia da thesouraria de fazenda.
Auna de Santa rsuladem.
Claudina Mara do Reg. -Deferido com offlcio
desta data a Santa Casa de Misericordia.
CaristovSo Gomes Coimbra Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Plorencio da Costa Veiloso.-Seja posto em l-
lierdade.
Hemeterio Vidal de Negreiros.Informe o Sr.
commandanto superior da guarda nacional do Re-
cife.
Herminio Ferreira da Silva.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joaiioim Elias de Carvalho Moara.-Deferido
com omeio desta data thesouraria de fazenda.
loa Pedro da Rocha Perelra.Sendo preco
dos appar %os de latrina e das annujdades cobra-
REVISTA DIARIA.
Tefegrapho submarinlio eoHleiro.
Telegramma expedido de bordo do vador Hooper, e
chegado hontem s 3 % horas da tarde, diz que se
acha esse vapor na emboccadura do no Amazonas.
espera da anegad* do vapor inglez Great. Nor-
thern, portador do cabo que deve ligar esse ponto
com a cidade do Kelem no Para.
Gastan d'Orleans.Por telegramma de
Maceio, datado de hontem, entrn all s 7 horas
da manh desse dia o vapor brasileiro (instan i*
Orleins, da companhia Bahiana, o qual deve hoje
amanhecer em nosso porto.
Manta Casa de Miser realisar-se no dia 1.* de seterabro o esp rucul >
dado pela sociedade Club Dramtico, para ser o
seu producto applicado ao eslabelecimento de um
jardim no hospital Pedro IT
<'amura municipal.-Na seceso compe-
tente adiase publicado um edita! chamando con
crrenles ao contrato da construccao de kinsques
nesta cidade. para o que est autori-iada a cma-
ra municipal do Recife.
Asylo de afinados. S. Exc o cr em
mendador presidente pa provincia acaba de rece
bor o segaiule oerecmento para as aovas obras
do asylo de alienados :
Promotoria publica da comarca de Villa-Bella,
2 de agosto de 1873. Illm. e Exm. Sr. -Chegando
meu conheeimento, pela leMura dos joruaes*
achar-so V. Exc a bracos com a grande empresa
do hospicio dos alienados, senli-me preso do -
sejo de concorrer tambera na razao de minhas
forcas para reali fim
A principio assa!lou-me a mente o acanta*-
ment revoltante da nequenhez da offerta, mas
afina! venceu o eoracio, e resolvi-me a por dfe
posi>;io de V. Exc. o 0/0 de meas ordenados, a
vencer deste mez em diantp.
Eu sei, Exm. Sr.. que quas nada o meu
olTerccimento, iras ao mesmo lempo me alala
a idea deque, qtfm empreieniten, e alratezdos
matores embaracos procura realisar obra de tanta
utilidade para a lium.midade solTredora tem bastante
grandeza na alma, pois no enchergando em meu
procedimento outro muvel que nao seja o sentimen-
to, consentir que deite tambera eu urna pedrinha
no grande edificii que tem de levar seu nome, j
tao recomraendado pelas virtudes cvicas a'.s nos-
sos vinloiiros..
Grandes sao os meus desejos, e a nao ser as
difflcaldados que se anlolham ante minha vida,
<|ue comeci, a poseAO peculiarissiina em que me
acho collorado, em urna comarca do centro, onde
a inerte do foro me reduz exclusivamente ao exi-
guo ordenado que me di o governo, oulra seria
para com V. Exc. minha lingiiagem, porque eu
saberia crear dreito ao menos a ota lugar de se-
gunda ordem na grande festa de liberdade, de que
V. Exc to digno iniciador.
a Disne-se, pois, V. Exc, aceitando minha limi-
tada offerta, mandar significar thesouraria a mi-
nha vontade, afim de all serein descontados men-
salmente os por centos offereeidos, e ao mesmo
lempo aceitar os protestos de minha alia conside-
rado, respeito e estima pessoa de V. Exc, a
quera Deus guarde.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Henriqne Pereira de La-
cena, dignissimo presidente da provincia.O pro-
motor publico -Fiel Vieira Torres Grangeiro.
a Palacio da presidencia de Pernambuco, em 19
de agosto de (873.
Acenso recebido o offlcio de Vine, de 2 do cor-
rente, offerecendo 5 0/0 dos seus ordenados, a
contar deste mez, para as obras do asylo dos alie-
nado?.
Aceitando e agradecendo a sua offerta, o lou
vo pelos sentimentos de patriotismo e de caridade,
que revela este seu procedimento.
Deus guarde a VineHenrique Pereira de Lu-
cena. Sr. promotor publico da comarca de Villa-
Bella.
Arsenal de marinha.Neste importan-
te estabeleciment publico naval realisou-se
hontem, pelas 11 horas do dia, a dupla esta an-
nuncada -da mauguracao do hospital de marinha
e do batimento da primeira cavilha de urna lancha
a vapor, que vai ser all construida para a prati-
cagem da barra e da bahia de S. Marcos, no Ma-
ranhao.
Prsenles o Exm. Sr. comraendador presidente
da provincia, os Exms. Srs. generaes commandan-
te dis armas c Bruce, o Dr. ehefe de polica, e
muitas eutras pessoa* gradas e de distincQio, e
bera awai numeroso concurso de povo; S. Exc o
Sr. commendador Lucena bateu a primeira cavi-
Iha da lancha, segundo-se-Ihe varias outras pes-
soas nesse honroso misler.
Aps este acto, e em quanto os esforcados ope-
rarios do arsenal se dedicavam em armar todo o
cavername da lancha adrede preoarado e predis-
posto, todos es convidados da festa e o demais
povo se dirigirn) para o novo hospital, e ahi as-
sislram urna missa, resada pelo capello do es-
labelecimento dos menores do arsenal.
Fin la a missa, forara franqueados os salees do
hospital ao exame das pessoas presentes, que to-
das foram a cordes em tecer merecidos louvores
ao digno inspector do arsenal, o Sr. Slepple da
Silva, cuja actividade e intelligente zelo se 5o
fartam em promover e realisar uteis melhoramen-
los para o eslabelecimento sujeilo sui Ilustrada
administraco.
Effectivaraente o novo hospital, estabelecido na
grande casa que outr'ora servia de residencia ao
inspector do arsenal, posto que nao seja um mode
lo no genero, offereee as precisas garantas ao tra-
tameuto dos doentes, e realisa medidas hygienicas,
de'de muito reclamada* em sementantes estabe-
lelecimenlos, e que faltavam co i pletamente no an-
tigo hospital do arsenal.
Por emquanb o numero de lei tos, existente no
novo hospital, pequeo, mas o bastante para
o movimento dos doentes que all slo tratados ;
elle se presta, porm, um valioso e considerave
desenvolvimento, visto como o numero e a vasti-
dio dos seus saldes garanto perfeitaraente o sea
futuro incremento.
Aps a missa e o exame do hospital, veltaram
todos os convidados da festa para o estaleiro onde
ae acabara da bater a primeira cavilha da laneha,
e ahi ia encontraran, todo o cavername desta as-
sentado e consolidado, pasmando todos ante to
portentoso lance, que, ae era preciso, mais revaiou
atnd* o esforc intelligente dos operarios do ano-
na/ e mui especialmente do Sr. Stepple da Silva,
a quera principalmente cabe o maior quinho de
gloria.
Era seguida essa visita, o Sr. Stepple da Silva
com aquolle cavalheirismu que o distingue e enno-
brece, conduzio os seus convidados para a casa
de sua residencia no arsenal, e a. Ibes ollereceu
um profuso, suculento e delicado alm >co, durante
o qual foram erguidos generosos e cnthusiasticos
brindes, terminando pelo tont de honra a S. M o
Imperador do Brasil.
Depois do ahinco, S. Exc." o Sr. presidente da
provincia, aeompanhado pelo referid. Sr. inspec-
tor e por muitas das pessoas presentes, percorreu
diversas seceoes doarsen:.!. demoran lo-so as offl-
cinas de inac .inas, on lo c?i sendo construido o
machinismo para o vapor que deve ser assentado
na lancha em c mstruccao.
Este ultimo faci, d conslruc;io do apparelho
motor da lancha, mais um valioso titulo de be-
nemerencia que conquista o Sr. inepector do ar-
senal, ao mesmo lempo que crea maior renome
para o estabelecimenlo naval, confiado aos seus
mtetl.gentes cuidado?.
O hospital em qnstto e bera assira o estaleiro
da Lincha, duran'e grande parte do dia de hontem,
enverara abortos a franquead s ao exame dos cu-
riosos, que foram muilos ; send) que de continuo
all tocou a msica dos menores do arsenal, que
tambera fez as honras mareiaes da dupla festa,
exeeutando variados e escolhidos trechos.
Instituto Areheolusieu e Geogrra-
phico Pernainbueauo. Reunise non
tem o Instituto Archiologieo sob a presidencia do
Exm. conselheiro monsenhor Muniz Tirares e com
asasteneb dos Srs. Drs. Soares de Azeved), Soa-
res Branda), Paula Sales, Aprigio Guimaraes,
Baptista Reguoira, Aff-mso de Albuquerque, Sara-
paw, e os Srs. lente coronel Fras Villar, Augus-
to Cesar, Torres Dan Icifa, conego Lino e majores
Codeceira o Salvador Henrique.
E' lida a approvada a acta da antecedente.
O Sr. secretario perpetuo meuciona o seguinte
exivediente:
Um olHeio do presidente de Minas Geraes, offer-
lando um exeraplar d > relatorio com que o Sr. se-
nador Godoy passou a administraco J.i | i.-ll.i pro-
vincia ao 2 vice-presidente Dr." Francisco Leite
da Costa Bolera Inteirado, sendo recebida a offer-
ta com agrado.
Outro do Sr. Antonio de S raza Braz, offertando
um retrato a oleo, de Catharina Paraguass.In
leirado, sondo re--hila a offerta com especial
agrado.
O mesiiii. 8r. secretario perpetuo d conla das
segnintes offertas:
Varios nmeros do Diarh de l'niwtnco, pelo
consocio Dr. Figneroa.
Alguns n un.-ros da Provincia, Lan'erna e Jor-
nal de Aracaty, pelas respectivas redaccoes.
Um exeraplar da obraSystema Propmionul
por graos sobre as eieicSes, pelo Dr. Nabor Dezer-
ra CavalCante e pelo mesmo offertado.
Una granada viuda do Paraguay, offeiiada pelo
Sr. tenante coronel Joaquim Jos da Silve ra.
Vem me-s urna proposta para socio corres-
pondente. A eommiss respectiva
O Sr. lente wronel Fras ViHar propo; para
socios corres|wndeuies os Srs. brigadeiro Manuel
da Cunha Wanderley Lins e eapitao Tiburcio Hila
rio da Silva Tavares; e verbalmente requer ur-
gencia pfra a votacao.
Estando presente a commissio de aduu'ssao de
socios, d ella o seu parecer e sao aquelles seuho-
res apjirovados socios eorraspoudenles.
Em seguida, lido o parecer da mesma corarais-
sao, relativamente ao Sr. contigo vigario Jos Mar-
tos Alves de Carvalho, este Sr. elelo socio.cor-
respondente.
Estrada de ferro do Reetfe ao S.
Francisco.Para que os nossos leilores pos-
sam bem julgar do incremento que vai lomando
de dia para dia, esta va frrea, e possara julgar
do quo pode ella vir a ser daqi a alguna poucos
anuos; aqui Ihe apresentamos um "apanhido do
balanco das suas receitas e despezas, nos dcs
quinquennios ltimos, di 1863 a 1867, e de 1868 a
1872.
escravos 4, eserav* 4.Total 343.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 282.
Movimento da eufermaria do dia 20 de agosto
de 1873:
Tiveram ba.xa :
Damio, liberto, ferimentos.
Marcos Gomes da Silva, idem.
Joaquim da Cosa, idem.
chkomm jrmnm.j,.
Tribunal do coianaerclo.
ACTA DA 3KSSAO ADMINISTRATIVA DE 18 DE
AGOSTO DE 1873.
PUESIOBRCIA DO EXM. SU. CONSELHEIRO ANSELMO
loJAttCtSflQ l'EHET'ri.
A's 10 lloras da mantia, presentes os Srs. de-
puiados secretario Olinlo Bastos, l^pes Machado e
os Srs. sup|lenles S Leito c Alvos Guerra,
S. Exc. n Sr. cinselheiro presidente declarou
aberta a sessio.
Foi Jida e approvaJa a acta da preceden!
sessao.
EXPEDIENTE.
Offlcio do presidente e secretario da junla .les
eorretores, remettenilo o luletim das oacoes
olllciaes da semana de 11 d) corrente. Man-
dou-se ar: ivar.
livro da correspondencia olcial egularmente
escripturado at on. li.
Foram mandados rubricar o; segnintes livros :
Copiador e diario de Davia Fernandes, diario de
Anionio Jos Leite Dastos.
DESPACHOS.
Requerimenlos :
De Dallhazar Pino de Gouveia, pedindo o re-
por entregar destruicao e morte a mais bella
estrella das vinte que illumiiiain o pavilbo auri-
verde.
Sin, Exm. Sr., a cmara ranniciptd do Recife,
confiada no civismo do pernamhucan Ilustre que
tilo inconcassas provas de seu zelo administrativo
tem exhibido em toda a parte onde o invern im-
perial tem se dignada chmalo cumprir a alta,
honrosae dilDcil misso de prestar soas impor-
tantes servicos, eonscla da dignidade n>m que V.
Exc. tem sabido preencher o sen subroe dwer.
certa das inequvocas provas re amer sua pro-
I viucia natal e dedieacao aos seus irmSos que V.
Exc prodigalisa lodos" os dias ^in sua sabia adnji-
nisira-ao, vem resolutamente deoeitir as inlbs
I de V. Exc a defeza do mais sagrado direilo que
tem o cidado saude e vida, e'certa est qne
nao tardarao a appare^er sabias medidas que so-
mente uniera emanar daquelle que leve a cora-
gem de primeiro expr a apreciaco publcaos
I mysterios da companhia Recife Drainage, que,
' prometiendo endientes de asseio, limpeza, comn-
. didades. e a exlinc^ao dessa necessidade ea jaao
' habito de se derramaran por t.>dos n cantes a?
materias fecaes o as aguas de lodo o servico, s
nos tora dado em cada casa um foco nnamovivel
(e irrenvedravel de podrido e do morte, por toda a
parle o niiasma ptrido, os gazes uiepliiticos, o*
princioios destruid res da nossa existencia, o des-
j consolo o o aborrecimenlo da vida,
1 n A cmara municipal do Recife, faltara ao
mais santo dover de sua missao, se tardasse um
; s momento em vir perante o primeiro magistrado
da provincia protestar contra o estado de insalu-
I bridade dos apparelhos que esla companhia, que
i se esquece dos mais sagrados direitos inherentes
1

,
*?
dadeTra o eoVrae pe^'aof seus fedorenlissimos
e insupportaveis apparelhos de. latrina c aniquila-la
. com suas mortferas exhala^oes.
Exm. Sr.: a portara de 18 de dezembro de
1863, leve por base a mais louvavcl intencao de
4." on-NQi'KNNio.
Jtoeaito.
183........... 380:90U43U
1861........... 429:2824318
1865........... 542:55 U9)
1866........... 647:25U65(i
1867.......... 599:3344645
Somma
1863..
1864..........
1865...........
1866..........
1867...........
2,599:3J2029
Despezas.
402:011*2C0
356:21660i
352:824 954
MI: 134*259
414:772*537
So mma
:i,889:959*53i
2. QINQUENNIO.
Receita.
SS........... 615:636*390
1869........... 848:798*900
1870........... 867:044*540
871........... 720:718*172
1872........... 934:347*6U)
Somtna
3,986:545*642
trieulado Jos Alvos Pereira.Deferido.
De RoJolpho Francisco Noves, subinettendo a
registro a nouieaco de eaixeiro por elle conferi-
da a Manoei Jos Pereira Caldas. -Seja registrada
k noineacao apresentada pelo supplicante, que
nao provou a all.gada nacionalidale de seu eai-
xeiro.
De Jos da Costa Dispo, subinellendo a registro
a que conferir a Monoel Jos Soares Guimaraes.
orno ro|ucr o supplicant-, que nao provou
ser brasileiro, como declara, o eaixeiro Horneado.
De Mello & Maccdo, registro da nomeacfto de
seu eaixeiro Marcelino Gaaealves de Macedo. Na
forma pedida, nao tendo, porm, o supplicante
provado ser brasileiro, como allega, o eaixeiro no-
meado.
Da companhia dos trilhos uroanos do Recife a
Ohnda e Beberibe, registro dos reas estatutos. -
luforrae a secretaria.
De Joaquim Paulino Nicas Munz, certido de
estarcm ou n;lo registradas as nomeac,oes de seus
caixeiros Danto Campello de Albuquenpie Galvo,
loa. Ferreira da Crui, Oclavano le Gusmo Lyra
rerreira:Como requer.
Do Joo Alves de Oliveira, eertidao no mesmo
senlido quauto ao seu eaixeiro Joo Manoei Pinto
Chaves. -Passe-se a certido requerida.
De Ladislao Rodolpho do Araujo Cesar, cerlidao
tambcni de estarem ou nio r.-gisiradas as no-
ineagoes de seus caixeiros Jo > Augusto da Fon-
ceea e Antonio de Barba Ciutinho. Cerliti-
quese.
De Jos Joaquim Soares, eertidao de estar ou
nio registrada a iioiiieaeo de seu eaixeiro de
nomo Jos Joaquim 'Mks Sobrinho.-D-se a
eertidao do que constatar
De Carvalho e Mollo.rcertido de estar ou nao
registrada a noraeapao de seu eaixeiro Rodolpho
Pires de Carvalho, e se ha alguma nota em con-
trario.-Como pedein.
Summario ex-ollicio instaurado contra 1). VI-
cencia Espndola de Headoaea, armadora do hiale
Hata-fome. Procedase de confonnidade com a
exigencia do paiecer fiscal.
Nada mais liarendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conselheiro presidente encerrou a sessao ao meio
dia.
Despeza.
1868...........
1869...........
1870...........
M71...........
1872...........
Somiua
431:375*6X11
526:122*785
50: 180*012
457:260*609
449:798*026
2,370:737*033
Do confronto da receita dos dous quinquennios
resulta que o segundo excedeu ao primeiro de
1,387:223*1)13 ; e de igual confronto entre as
despezas resulta que o excesso do segundo sobre
o primeiro foi apenas de 480:777*479 ; Isto ao
paseo que a receita angmoutou 53,36 0/0, o acres-
cimo de despeza apenas limitou-se 25,43 0/0.
No primeiro qunquennio a receita media an-
nual foi de 519:8644405, e a despeza media la ra-
bera annua de 377:9*1*911.
No segando qunquennio, porm, essas medias
foram, para a receita, 797:309*128, e para a de
pea 474.147*406.
A relacao media annoal entre a despeza e a re-
ceita foi, pois, no primeiro qunquennio de 72,71
0/0, ao passo que no segundo qunquennio essa
relacao desceu a 59,47 O/u ; e Uto constilue o mais
elocuente teslemonho do Incremento que tem to-
mado a estrada de ferro do Recife ao S. Fran-
cisco.
Lotera. A qae se acha i veada a 63.*, a
beneficie da nova groja de Nossa Senhora da Pe-
nha, a qual corra no dia 13.
Le i l*o -Hoje. s II horas do dia, effecta o
agente Martin* o das dividas da massa fallida de
Araujo Campos A C, no artnaxem da ra do Im-
perador n 48.
Ao meio dia effecta o mesmo agente o lei-
lao de cha e hesperedina, no armaiem do Anuos.
Cana de detemeao. Movimento do dia
20 de agosto de 1873 :
Bxiatiam presos 343, entraram 5. saturara 5,
exiatetaSlA
A
kciooaw 246, moHieres 6, estrangeiros 43,
CMARA MUNICIPAL.
3ESS0 EXTRAORDINARIA AOS 13 DE AGOSTO
DE 1873.
PRESIDENCIA DO Stt. RKGO E ALUl'OUKRQUE.
Ao meio dia, acliando-se presentes o Sr. pre-
sidente Itego e Albuquerque e os Srs. vereado-
res Gameiro, Dr. Muscoso, Ncves, Cunha Guima-
raes, Theodoro Silva, Reg Barros e Loyo Jnior,
o Sr. presidente abri a sesso, e, lida a acia da
antecedente, foi approvada.
Leu-sc o seguinte
EXPEDIE.YTB
Oilicio do Exm. presidente da provincia, de 12
do corrente, communicando ter deferido a peticoj
dos negociantes de carnes verdes, informada por
esta cmara em 23 do passado, espacando a ma-
tricula dos talhadores, da qual sao excluidos os
escravos para quando lindar-s o contrato do ar-
rendamcuto dos talhos como foi determinado as
posturas ltimamente approvadas pela asserabla
legislativa provincial. Inteirada.
Outro, do mesmo presidente, Je 12 do passado,
aecusando a reeepcao da represenlaco qne a c-
mara dirgio-lhe contra o servico feito pela com-
panhia Recife Drainage, e a qual S. Exc. toma-
ra na devida consideracao. A cmara iicou in-
teirada.
O Sr. vereador Cun'ia Guimaraes, obtendo a pa-
lavra, requereu e foi approvado, para que fosse
inserida na acta e publicada, nao s a representa-
cao de que trata o offlcio cima mencionado, como
tambera este offlcio, os quaes sio os quo se ge-
guera :
a Illm. e Exm. Sr. A lei do 1. de mimbro
de 1828, que creou as cmaras municipaes, im-
pe a estas o rigoroso de ver de promover tudo
quanto for bem do commodo e da saude de seus
municipes.
A cmara municipal do Recife, conscia do de-
ver que Ihe impe a lei ; certa da obrigaco in-
declinavel que contrahio, aceitando o sublime e
honroso mandato que os seus municipes confiaram
sua guarda, vem respetosamente pedir V.
Exc. as necessarias providencias contra as cala-
midades que to de perto araeaeaui esta cidade,
contra essa fatdica nuvem negra que encobre o
horisonte, contra esse presagio de peste, de morle,
de dr e desolacao que irainente e cora todos os
seus horrores amedranta a heroica populaco des-
ta invicta patria de tantos hroes qae com seus
feito- valiosos escreveram mmorredourw e bri-
livrar a p>pula<;o da bella cidade do Recife de um
dos maioras incommodos que ella soffria, o a pre-
sidencia da provincia, quando assignou essa mal-
fr.dada nnuvaco do contrato eslava persuadido
deque te iara collocar apparelhos ce latrina des
mais aperfeicoados, semelhantcs aos de Londres,
prvidos de completo e de abundante suppriinento
(Tagua, donde emanara urna fon te do asaeio, de
limpeza o de conforto; dos quaes brotariam inces-
sanlemente ns mais fecundos elementos do salu-
bridade publica, de que tonto nece-sita a popula
Vio desta cidade, mas cmara municipal do Re-
cife falta a coragem c o valor para descrever o es-
lado dcsolador era que se achara quasi tedas as
casas desta cidade : rara aquella em que nao se
sent desde a porta da ra o mais repugnante
cheire ; certas horas do dia preciso correr-se
para as janellas para nao se morrer sulocado, a
casa por mais limpa e asselada que seja, logo que
condemnada a receber o maldito beneficio da
Companhia Drainage, torna se nhabilavel por sua
demasiada infeceo, em vez de apparelhos iguaes
aos de Londres, collocaiii-.>e oulros que tecm bolas
cheias de ar para de proposito impedircm a entra-
da da agua e limita-la a urna lio diminuta quan-
lidade que nao bastante para lavar a baca, que
em dous on t/es dias lira coberta de materias fe-
caes resequidas, quanto vais para obriga-Ias a.
tran-ipor o profundo sypbao ; por toda parte, Exm.
Sr., lepetem-se os arrombamentos dos canaes, cu-
jo dimetro nao pode dar sabida as materias fe-
caes e as agua servidas das cozinhas que sempre
levam corasigo pequeos corpos que facilitara o
entupimento dos estreitos canos, que nao sao suf-
Ocieates para o osgto para que foram destinados.
por toda a parle se quebrara esses canos que de-
veriam ser de grez vidrado, fortes como eramos
primeiros que collocou a companhia Cambrone, e
que a empreza Drainage tem substituido por ou-
lros muito mais fracos, do que os que se fabricara
no paiz, e que era lugar de vidrados, parecem ape-
nas unlr.dos de urna frgil e delgada carnada de
rclicato, ou cousa que o vallia; por toda parle
canos de ferro que deixam-se atravessar por gaze?
o lquidos infectos. por (oda parte a mais imper
doavel falla daguae por conseguinte falta deasseio,
de limpeza e de commodo, e em seu lugar a po-
drido, a molestia e a morte nos aineacando com
todos os seus horrores.
Exm. Sr. presidente, Ilustro lilho de Pernam-
buco, acamara municipal do Recife nao pode ser
iudifferenle ao clamor que se levanta de todos os
ngulos desta cidade; o soffrimento do velbo,
do moco, do menino que precuram um lenitivo, e
s o esperam encontrar naqueile magistrado que
ousou primeiro levantar.um brado contra a com-
panhia que nao tem cumpriao nenhuraa das con-
di'.es do seu contrato ; o proprietaro que v
sua casa estragada pela mais dcleslavel administra-
cao do urna empreza que s deseja lucrar; o
inquilino que se v obrigado a mudar-se de um
momento para outro, quando em sua casa ou na
do visinho, como acontece hoje to irequentemenle
comecara as materias de toda qualidade, mistura-
das com a agua salgada, e no mais adiantado estado
de fermentaran, ptrida a derramar-se pelas ca pelos quinlaes e pelas ras, ameacando de morle
ignobil e vil a aquelles que tem a infelicidade de se
adiar em suas proximidades; e a familia, Exm.
Sr., que sempre viveu recalada e recolhida no in-
terior de sua casa e entregue s uas honestas oc-
cupacoes e v de momento a momento invadido o
pacifico lar, e a paz domestica incessan teniente
perturbada por urna chusma de trabalhadores de
toda a especie, possuidos da insolencia e atrev-
ment natural ao esliangeiro que euteude nio de-
ver respeitar as leis do paiz que Ihe prodigalisa a
raaos largas a.mais protectora e urbana hospitali-
cia Je : e nao raro ver-se urna turma desses tra-
balhadores entrar, percorrer .as casas e d'ahi a
pouco com a mais completa descortezia se retirar
dizendo que nao Ibes compete o servico e vir outra
substitu-la no mesmo gosto: e tal o terror que
esses trabalhadores teera incutido na maior parle
da ptputacao pacifica e por demais paciente desta
cidade que, quando delles se presente o tropel,
Sarece que um fri mortal apodera-e de seus ha-
Untes que transidos de terror, eutregara-lt.es as
casas para devassa-las e afecciona-las; e tao ave-
saaos e contaminados esto elles por essas qualida-
des que Ihes tem sido communicadas, que os pro-
prielarios ou inqudinos, que (tendera nio dever
supportar esse descomedimento e'descommunal in-
solencia, lera sido obligados a laucar mo do revolver
ou da espada para conte-los e obriga-los a arripiar
carreira.
.



*
litantes paginas para a historia nacional.
E seria, Exm. Sr., urna injustica acreditar que Exm. Sr, a companhia Recife Drainage na
hoje nio se encontrasse urna pleiade de pernara- \ ouer de maneira alguma meihorar o estado putri -
bucanos, em cajos eoracoea nao pullulassem de do de seus apparelhos, e para obfer-se um grande
tropel esses nobres sentimentos que Unto os inso-1 melboramento nelles, afimde funeciooar bem, nSo
berbece ao recordaren-se das facanbas de seus | se faz necessario mais do' que supprimir as bolas
antepagados, cada um dos quaes era um terror, i cboias de ar atmospheried, cuio fim somente li-
era um assombro, era um poder sobre-natural,
cuja vista somente hastava para dettar por trra
o miraigo desta ahencoada porcao de trra da
Sanu Croa.
E um dos deseen lentes desses varos Ilustres,
cuja bravura, coragem e herosmo eaosava inveja
s mais poderosas nacSea do globo, sem duvida
o administrador actual desta provincia, a quera a
o, cuto nm
mitaraquantidade'dagua, eco-Mocar ama vlvula
ou torneira em cada um desses apparelho
A compannia eonheee os seus intvresses melhor
qae ninguem, e pde em pratica os meioa mais
deshonestos de Iludir as condiedes do contrato e
augmentar a ana renda r se a eempanbia corrigir
os apparelhos ter de sefrer dous grandes prejui-
zos: primeiro, levar maior quantidade dagoas
v u,i,iu..-m ^.. wm> piuiiut/ld, m miKJlU A .V3 pfUUUIIU, aova. WM U'WIWaiB HW^HJ ai
Divina Providencia escolheu para, as criticas cir-. torres; segundo, privar-se do grande loen que
cumstancias em qae nos adiamos, como aojo sal-, tira em vender o palmo de cano de
vador, vencer o aojo exlerminador, o- genio do i raeia pollegada de dimetro a sete
mal que com sea semblante pavoroso esforca-se coente reia, alem da pouca......
chaaabod
t cin-
que d
casto* ecii
com qui
\

_j


i
\


Wktc Pcnimi^jp Sexta; foira 22 d Agosto de 1873.
pratica a Coinpatibja. Rotifc Drainage.
Exm. Sr, a cmara, municipal do Recite de-
posita a mais |>!,<\3 fonlianca uo rulo e 5.\bedorr
coni que V. Kxc. tont gc-rido os negocios dcsta
provincu, carrt) seu jfio*viJicadtt.e nimiamente
uvcresssdo pMo s:'.u'.Jmg jwn njfterial o moral
como a mais s*la 4 rojra-ta Jraitia dito se pode
desojar para o inipro- ciu^Mnielito da <-ei, o, le-
vado por ess L .. C/Ufcrn quo se acham
os nimos jd, aU cidade quo 1 ni
Citan doscanr aaV. ruin 110 V. Kxc.
tea il>'s<:!!t,it-ijpH^^KjVSdi(l<~il ruissSo, es-
pera uno V. Exc. 11 lorar-era dar as mais
acortadas ccs&tcajuirovidencia para.ouecesse
a antuMia e MMsalm'. cjj que so arhajn os ha-
hitantes do-1: ridadcToJemnados a viver ein um
fci de imimuii -ia c a respirar urna atmosplicra
ptrida que difusa instante para outro pode con-
verter-se em perniciosos dmenlos do destruicao.
<2 haUitiu o desla Catado eonliain no Todo
Poderoso, e fanm fervorosos rogos para que en-
cka' de beneficias a %#Ciddfl a V. Exc, qae
mi tardar era Irvrar seu$ innocentes comprovin-
cianos da podriddo, llegue est) sondo victimas
vj d 1 injrto que"o meaja. Deas gaara a V.
JExc~1llin.eE$m. Sr. Dr. Henri-rao Poreira io
Lacean, digim presidente da provincia. Mfanoel
Joacptim d< llego Alba merque, presidente. Br.
Pedro de Aihavtle L ibo Moscoso. -J 0-0 da Silva Lavo
Jnior.-Jo.to i!.i Caoba Soarea Guiraaraes. ..s
Pedro du lcvig. iJWIanntao do Raga Barras.-
o> Hara reiro Gamciro.
Palacio 4a |:r**id.iacia Jo Permaimeo, era 12
de agosto de 1873 Acensando.recebida a repre-
senta ;o que ate dirigi a Illma. enmara muui-
cip-l do Uocife contra o sejvicp fe i lo pola com-
jiauhia Rirife Drainage, lenlio a diera- Ibo era
resposta que tomarei na disvida coaaldoracAo a
su* justa reciaiiiac/w, cena da que a mesura
cni^aiiliia ii.ise recusar polo sen proprio in
teresse e obrigacao qae I be corre, a executar
itm > iitolb afmenlos que a experiencia b au-
nar acossoiua lo, para que os appaiellms possam
funcri-aai- s"i os inconvenientes quo notam-se
actualmente, o que do algurna (arte juslilieam o
chin a- evunttdo contra essa empreza.
I.-to posto, nao posso deixar de l"u.var ossa
lili.i. miara poloseu patritico lelo do quo tura
da! 1 i 1 oxbuiorantes provas, piomovendo o noai
estar dos seus umuicipos. llenriquc Partir de
Lucarna.
O litio do adinisnstralor do eeiniterio publico
d.-i.i cidada. dat.ido le liojo, participanJo qao
jer>-a.so Pires Foiioim, nomeado para substituir
a> uuuuiisc ib |uc'le cemiterio, Alvaro Pereira
d,- i entrara em xoreiciu desde o da 9 do cor-
rente. -A aunara Gcaa scieute e mandou qno
se tjzosM- constar eontadoria.
Oiim do procurador, datado de Inje, remet-
tcad 1 a iilacao das inultas arrecadadas do 7 al
hbje, aa imnortucia i(u 1254.-Juteirada.
it -. ijji a mult is rrapostaa do G a i:J do cor-
ro:ii^, pul is aseaos das reguatias do S. Frei Po-
dra (oucalvo d 1 Iteefo, S. Jos, Bna-Vista o Ali-
ga1a> ; o 1* na importancia de (H)>, o i' de M,
0 > de |QQ o o i de 6. A cmara lieou
latMiada.
Oificio do li-cal da freguezia de S. Frei Pedro
(oKj.iiv.'s, leinottendo um tormo do vistura foita
d.i inorado 11. 'ti da ra da Uosiauraeao, do pro-
ptdado de Frarisco J.,s Ri>galo Braga, bein
como orlarasili ler entregue .10 procurador da
raaiara 11:11 termo de infraccao erntra a corana-
ala p 'inamli i.;ana. A cmara licon inlcirada,
tuasii 1:1 q:i-! a resp-iiu da visloria o liseal pro-
c*fd.'-so a.i luiaia das posturas eai vigor.
O.itro 3o iws.no fiscal, cominuoicand que a
pia.i de Pedro I, designada para nelfc so lanzar
li\ 1 a casas u pas nao so podo mais prest-ir
para o>se uiislor. Maai.ia a cmara quo o li-cal
amase -i > -1 r-n- e lix 1 jasit > ao caes na mesaia
i:.i..i iiaasi-r dihi ro'ivjo cora mais aeiKdadej
p.jr canias paraos >alroslugares tamberadesjna- auiin
do*.
lar.ir..:a.ao do li- repivseuUrao du si.bn-i.'gado da aiesina fregiieiia,
relativa ais iiicanibw t:;n frente ao quartel do
Hajiick). Mandn-se temettci'por copia ao Exm.
presidonle da prov acia.
Forara apresoul.d;s c lilis os pareceres so-
guiutes :
A coramiss) do piticSo examinando a de
fre Felippe de S. Lail Pain, que pedo licen.a
para e-tabolocer ara carral de apanbar peiSe no
lagar-Focinb) lo Uoi, en'.cnli! queso Ihe pode
ser coni'e lida a ucenca, apresetaodo a desisten-
i*ia feita ior HerrnonejRldo E luardo do Reg Moa-
tairo, como elle mesmo ca saa pelicao declara
ter bavido. Paco da cmara municipal, 13 de
Mosto do 1873. os da >. Loyo Jnior.Jos
aria Frciro Gameiro. Foi approvada, e de
eonfor-aidade com ello foi despachada a peticao
do dito frei Felippe e llermcnegildi.
A coiuinissao de p.ilici?, tondo examinado os
balaiio les da r.oeeita e despeza desta Illma. ca-
jiiara nos inezes de junlio e ilho do corrate
jmno, aohou-os conforra., sendo o saldo do niez
-de jando de l.l'i'MUV,a dejalhode 18,(W77i,
vli que de 1 iree r qae soja dada ao respec-
tivo procuradora qnilaso ordenada pola le.
Paro da cmara municipal, 2 de agosto do 187:1.
- Jos Pedro d is .% es. -Tu sodoru Hachada Frei-
r Pc-ieira da Silva.Foi approvado mandou-se
lir quitado.!
Toado Joo Hatbeus, ja [allecido, nblido li-
cenca dcsta i. liara em i dejanho de 1860, para
edificar del cas s en nal terreno que possuia
ra da Concordia, jauto travessa do I mteiro,
deu ciiaise.i as euiticaocs levantando as pandes
que dividom c,i la ama, o, por motivo que nao
sao eonbecids, licoa a obra paralysada.
Jiivioo Bauleira do Mello, sea liorleiro, em
dala de 18 de janbo desle anno requeren esta
cmara para qae I be fosao concedido servir-sc da
Jjeeoea que Coi passada aquelle, visto ler tido a
obra eomeco no prazo determinado na lei, mas
anda fazo-las pela forma porque foram prinei
pi.-.das, quo vem a ser : nove casas de 22 palmos
s ama de ;10.
A eoraraiss)doedifiea;4o,a quem fui re-
mellido o rOi|oerinmiito para dar sea parecer,
eabe-lbe osa priineho layar informar cmara
que procurou entrar no conhecimento das allega-
* prodiuid.is por Jovino BanJeira de Mello em
sen citado requerimeofo, o, crn segundo, verificar so
-haviain motivos para Ibe ser dada a licenca na
1 ir na requerid*
* ElToevamente as 0diiic.1c.0es liveram eomeco ;
ac'iam-se as paredes levantadas na altura ttlvez
de 10 palmos mais ou menos, e cada urna das ca-
asfdividi las iuteri jraienle, de maneira que, sup>oe
a eomraisso, seria arbitrario determinar-so a de-
inolieao do qae existe j foito, quando as posturas
ultimauent'j etabeiecidas ;issirn o exigissem, prr
quant 1 parece injusto que concedida urna licenca
n m termos da lei. c salisfeita ella, se quoira mais
tardo por ter sido alterada ossa lei, obrigar-se a
execula-la, sacrilicandu-so interesses que devem
ser garantidos pela mesma lei.
Em segando lugar, ulga a commissio quo
na 1 dove ser negada a licenca de fazerem-se as
casas de 2 palmos no lagar ein queslao, visto cosno
a _seus mii'iicipes desfavorecidos da fortuna, nao se
vejam privados de ler hab taches, cujos alaguen
estejara na razo do suas poss'es.
E* o qae pMU a commicsie. A cmara re-
solver o tfne Ibr de justiea.
Paco da cmara municipal, 13 do agn-to do
187.'t. Jos da Silva Loyo Jnior o Joaoda Cunha
.-oaros liiimare-.F i approvado, deforindo-se
i: eofiforml lado com o parecer o requerimento do
referid Jovino.
ffcfigam .is'iM'na.lre-, desoobreqt.se as re1
U^fjjpjWOUV! I is d'. .s.l.-l -ll -r. o deixj!
fflW v.mPt si- v,- Ua; f-!
|-* r. Joao Uda se\e, W G.:a da S:W, osj *.$*&* w *-l. vniIr? p A i,jJh^ Sto*tu.i1 s.jli?;i
Rodrigues do Amorira, Joanna Mana dos Praz- offi idecnunt-'i Oos*Ea iV^UJjewli.'lan
res, Jos Antonio Tinoco, l.uiz Emlgdio RodriRes deraaio -n* pcrgunn feit.\ ^aipaniento gentb
X!?'.,na' Manoel Antonio Uoncalyes, Moracs 4"G., da /Voracoi -e pa qn*ugWatlti
iCii'.rojantM groa^^BneJBb ttPcl
-,!kons-vr a inultido na aujeccg^-grrtis
oalre-1 veili
mr--;-.. -.
Militano dos Santos Jorae, -Prudencio Sabino
Tiiuade, Prisper LogoBo o Vicente Oom"s
Safitos.
Nada mais houvv, a tratar-so, e o Sr. pi
l-fvadou a sessis^as 2 horas da tardo.
Eu, Podro do Albuquorquo Autran, secrot irlo
a escirbvi.
TheodoraHachado Freir Pemra HttSihi, pr-
preitdonte. -los Maria Freir Gitmeiro. Jote
ia Silva bayoJuiiiur. Jos Pedro.dos Mece*.
Ucllai-ininti iln Heyo Bonos -Jado da CunlmSta
fes Tnimaraes. Dr. Pedro deAlmMgs Imo Sht-
cosa. n
c|iti-^
vWal Qft.^^ra a curia roin\.'iajan;i|lvoj(Hr.i om no-
tno a.igVeja. n"w so limil-iuJ!) sux,ijP>o, irtroiiioltoalo so nj.i|aa paranWflti!
f^Mn^lanenr a excommihii sobre a macomia e
todos"os boraens que Ihe pertenttem", contra a raa-
conaria cajo lim puramonto poltico social.
4 Rocifo-Ui -
*'J AttNdNfrgttf Helio.
THESOURARIA t FAZENDA
21 de agoste.
Parara remcldos ao Sr. thosoureiro para so
Ofcios :
Da presidencia, mandando pagar ao soldado do
orpo de polica Antonio Gucdes do Nascmento a
qaaaMa de 8JU00.
Uo inspector do arsenal de marraba, com acon-
ta da lavagem de roupa da cumpanliia de a;i.o-
dizes artitiecs no mez de iulho ultimo na Impor-
tancia de 20 3 W.
Do Biesmo, com a coata da lavagem do r*r,ipa
da enfermara ni dito mez na importancia de. .
(ioiGto.
Roqaorimentos:
De Sceundino Jos Barbosa.
De Frederico Ulysses de Almeida c Albnquer-
que.
I o Manoel Estanislao ia Costa.
Do Jo.- Paulo do Reg Barreto Jnior.
De Cornolio Carlos Peixoto de Alencar.
Do Jos Antonio da Silva Lcmus.
Do Jos Ignacio de Freitas.
Do Francisco Antonio dos Santos.
De Manoel Bezorra dos Santos Jnior.
De Manoel Rodrigues Franca.
De Antonio Jos do Nascimento Cataaho.
De Augusto Pereia da Cunha.
Do ^oaquini Francisco de Medoiros.
Secretaria da Inesoararia do faseaia do Per
uambuco, 21 de agosto do 1873.
O secretario da junta,
Jesninu UodrijHcs Caldoso.
di'ticia da fairjjlia.
A- -lusas princijiio jfx*&ktrrn[u e it
ja por canudos ;n nio w ilcrikdut, 1 ts o
J aarecu safio.
(1 Sr. Twra fallou bonito e coa artfce/. Mo.
trou, animo fon* corcaram softegv em alia-
galo.
\aj aconicueu gjnastHo com ojttros. L'm lillio
do finado e dfstineto ier.il Fcl e iajuriado uo^nKSineMia, nw mesino-jernai, na
mesma pagina cin.qste um ginro do mesmo fina-
o catbolieo, apostlico, romano Austregesilo
f "
imt, 1
d;
cscrevia um voSM adlu il^r^Mvi oa^/y
assrm o Sr Corra
as ba jas de re/* o
PRTii
M
Fiji adiado areiuerimento doSr. vercador Thco-
doru da silva, contra os votos dos Srs. visreado-
res Dr. Moseoso e Neves, o seguinte projecto de
do postura, apresentado por este :
ArL !.?' Fica prohibido desro j em qual pier
dos eslabelecimentos da eamara municipal o servi-
eo Idtb por escravos.
Art. 2. Fica igualmente prohibida a matricula
dos escravos para excrcercra a profissao de car-
roreiros e boiieiros.
A cmara resolveu autorisar aos fiscaes das fre-
uezias de f<>ra do cidado a receberem as multas
impostas aos inascates o mais individuos sujoitos
a ellas, que transitaren polas ditas fireguezias, re-
colheudo ao cofre todos os sabbados a importan-
fia arrecadada durante a semana.
Miadou informar a petieoo de Libanio Candido
Aibeiro, enviada pva eSse lira pelo Exra. presi-
oento da provincia.
Mandou igualmente iafviuur, eom u quo cons-
tasse da secretaria, a de Bernardino Josa Rodri-
gues.
Foram ao ngeubeiro para informar a de Ha-
noel Ansobiw Correia eaofiseolada Tito Fran-
cis co du MkUu.
Fom iivdeforidas as do Bellarmino Alves At^
xa o Companhia Pernarabucana, e deferidas a de
Autow<*4aie Rodrigues de Sonza, Aotouio Jas
Bantas-, Aalonio Jos de Souaa Carral' o, Antonio
Ferreu-a Alves, Alfredo Gybson, Braga & Pimentel,
RECIPE, 22 DE AGOSTO DE 1873.
Em falta de assumplo, quo dd pasto a scu odio
(ipposunista; em falta do OCIA do digno adminis-
Iradordcsta provincia merecedores de censura;
a Provincia {jornal) ora apparece armada como
Pallas, .-iinoaeaudo guerra o destruicao a tudo, ora
eudoiisando s actos reprobos da iugloria situacau
do nrogressismo.
E' assim que era seu numero do lo do Crrente
islla fulmina raios cuiilra >s rei-, estampan Jo em
sua prmeira columna em caradores bem sensi-
veis as pocas seguintes : IG88, 1780 e oulras. v
Que a Provincia em falta do meios e recursos
para subir e ler o psazer de ver os seus decanta
dos cheles einpolgarem o poder, seria capaz de
dosejar urna revuluco, acredam.is ; mas que
ella teiilia (breas e utoralidado para dcilar por ter
ia um govorno calmo, prudente o imparcial, como
o que ora rege felizmente os destinos do paiz, eis
o que nao acreditamos.
Pensar a Piwweta que apontanTi-flis aa po-
cas. Jo que fe monca), ariaedo o inocular no
do governo algom-iiocus tirrorl Es:
engaaada Si i luviana, podo coiiUir desde ji que
o grande partido conservador tcia pira os levia-
aos urna pbrase muito poderosa Pnfer, dcmtllc
illis Si est possessa, porque o guVcrnoea posse
'los cofres nu Ibes esto as mao-, queixe so do
si e dos seus que nao podiam sa'isfaz:r as aspira-
ojies do paiz, nem tao pouco engrandece lo e feli-
citado.
Nao julgue a Provincia que o paiz acredita no
patriotismo de seus redactores e de seus iSo da-
cantados chefes ; si nu qaor admirar a pruden-
cia e o criterio de seus adversarios, (ale-so, mas
nao os censure 11'aquillo em que lies sao dignos do
lonvor, pois que consuraudo-os, mostra une in-
veja o desespora-se por nao poderem nem sborein
os seus realis.r o que, cora applaus.) do paiz, 11-
eiro, o partido conservador lem rcalisado ao Bra-
sil.
Si a Provincia com sua co/era e m ventado
pretende olfuscar a gloria de quem Uo justamente
cuiiquistou-a, est perfeilameuto Iludida ; suas
censuras injustas, sm odio immerecu.) bao do
ser aemprc desfeitos luz da verdado.
Nao aunegreeendo, Srs. da Procinco, os actos
de um governo sensato e de um seu delegado jus-
lceiro qae procurareis Justilicar \ 13 de vussos
erros passados.
Emba le procurar a Provincia nma justifica-
pao possivel para o espancament) vandlico de 2G
de abrii de G7 ; embalde, porque a /'<" vincia falla
no mesmo tbeatro, ein que leve lugar essa 1 Ktv
vcl scena.
Si olguma vez em sua vida de paiz ivre c in-
dependente, o Brasil senta necessidade de sacudir
um jugo ferronho, desptico, fui por eerto nes-as
pocas em que as mas mais publicas desla capital
foram lestcmnuhas de cspancainentos barbaros,
como os que se lizeram contra oestudante Por-
tugal .Borgos daFonce.a ; e a >oni ra earaive-
i ia dosto ultimo parece anda I ovan lar-se do t-
mulo para estigmatisar a Provincia e substituir o
seu noine por -mentira 1
Nao pude chamar a lei em sua defesa aquello
que foi o sou niaior verdugo.
Piquera os redactores da Provincia cortos do
que suas aine.icas, ue.n a lembranca do pocas,
como as quo aponlou, jamis (ario hesitar aquel-
los que Uto prudentemente dirigom < paiz o que,
nido grado a grita dos adversarios, vio salisfazen-
do todas as reformas qae a opunao pub ica re-
clama.
Que importa que a Provincia se lenha eacarre-
gado da infructfera larefa de criticar ;: reforma*
realisadaa pelo partido conservad..r Porque os
amigos da Provincia o aquelles a quem ella tolos
os das teco apotheoses bauacs lem sido sordos
as nec ssidades da uacio f
Dir a Provincia-nao estamos no poder : Sim
e o que lizeram os liberaos as divor.-as pocas
em que dirigirn) o Brasil f
Nao sabemos. E pouco nos importa que a
Proviwia nos apppeliide logo do ignorantes ;
acceiamoa de boa grado o eptnelo
Um dia, sera duvida uonliuma, o partido liberal
( si nao continuar a o.-tragar-se) lera do subir ao
Poder; e esperamos que nessa bemavenluiaJa Ope-
ca os falaslrees de boje realisera algum beneficio
em favor do paiz.
Pode ser que anda tentamos de porgan-
lar a to sabios e tcticos administradores ;-
Rodadores da Provincia, o que loi:o do que
nos proaietlieis das columnas de vosso jornal ? Es-
quecesles-vos das vuss;is prnubas ?
Si nao podis e sois impotentes-para beneficiar
nosso paiz, nao venhais por obstculos aquellos quo
com l.lo boa vontade o tem dolado, com a pru-
dencia devida, daquillo que mais necessta.
Por ora cabe-nos dizer-vos, que sabis, den ilir,
mas uo edificar.Fazc melhor si poder 1 vs.
firciiit do um rtf, rencgnn
de Britj, qae assnnio agora
lean da fbula !
Ha 0111 verdadrt grande.desraantcllo no da familia da gerigonca O seu .orgo, destinado
exclusivamente s descomposturas, d para a di-
reiia e para a es pierda a duas mos, e nfio pou-
pa nem os proprios amigos e correligionarios!
Um dia o bario da Sotedade, outro os Srs. Ger-
vasio e Paulo de (bveira, os .srs. 'Pavera. Fotosa
0 tirito I
Mas nao quer isto ilizcr cousa alguniacada um
segu a sua surte.
destino fadou mal os liboraloes da olygarchia
leonina dtn-lhes a sortc di trari, qae cune sea
prenle.
E' pordm de triste effeiloe pessimo exeraplo po-
lico o que acontece au Sr. Correa de Brito.
Apozar de rnlha, hornera de dedicacao e tra
balho, e fez ao partido que se appellida de liberal,
servio os qae no-devorara ser fcilmente esqueci
dos; o aoje, porque se arrufuu cu porque quer
toar minio, coriam-lhe asaza-, e at um pato velbo, aos apodos da metra to detesta-
da polo honrado Sr. Dr. Fijueirodo I
Admira, purera, que o Sr. Jos Mariano, ainda
lia pouco, mt-ro pernvnbucqno, sagrado pelo Sr.
Briiu.NMrgr rei fi? peofosse um dos que sabisse ao encontr
do Sr. B.ito !
EMe pnp apeilrejado apro;entou rui Club Po-
pular a mocio do rebelda ao conseibeiro Zicba-
rias, condemsiado pelo patriota Silveira Martins
como veliio [anitici. Esta moQ.io loi app, ovada
sem reclnnu.-.ao, e mandou o presidente decl.rar
na acta, que a approvaco fura unanim?, i todos
os assislenles dessa parlo licaram de bocea cal
1 'di.
Temp-js corren), c o onsejheiro Z.icliarias, en-
viudo no senado dizer o honrado Sr. Uclwa Ca-
vaJoanb, que o Sr. Jos Mariano fallara ao puvo
trepado n'unia carroca, com aquello ferino sar-
casmo, que Ibe proprio, acudi qaen trepa em
oaTOCa, carrcr,eiro. ,
Bastn sto para ganhar aquelle conselbeiro a
adhes do rei sagrad}, o o Sr. Correa de Brto
que. o s iffra I
E eis o illu'tre Sr. Rilln na pisieo de barata
em terreiro do gallinha E os Srs. Austregosilo,
Jos Mariano e Nobro fazem na comedia o papel
de galliiihas I
Nao digno desmoralisar-se assim un amigo.
Mas assim o quero e-lradcira......., isto o
correspondente da Ref rin 1.
Mas, sirva isto de Ir 1 ao Sr. Brito : queai o
mandou deixar o seu partid) pira so melterem
tal caravana ?
Agora que faca do gralha metlida entre os pa-
vo-s, jeja em piedado depennado.
Nao lia nada como um da atraz -lo outro. Nao
desanime o Sr. Urito, crea ca iious o iij futuro
quo oa abati-, quo i.oje Ihe rasgar ai entra
ribas, aminh rasgaro com maior cruel lado as do
Sr. Villa-Bella o outros ex-conservajjres.
Por 0111 i'ianto lea e eatretens.a-se com a faliula
do veUio ledo.
O estujiefticlo
Um voto de gratiao.
Desdo ailae de oilo das-,que fn aceomraotti-
do d'tiras OJNuape cnferinidadc nosolhos, quo, nao
obstante o* grandes esforcos que oppuz a sua nao
inlerromphta =e precipitada marcha, nao delxou
cora tudi^nVpbsiiaadainonte persegair-me al os
42 a 11 nos, tto-hoje cont do idade.
Informado por alguns amigos, de que se acba-
Vain nesta cidade os dous Ilustres, hespanhes, os
firs. Drs. Mascar y D..mragaei, dei quam algumas
pessoasj tinham rocebido sinceras provas de plii-
lantropa, olles dirigi-me narrando del ilhada-
mento todo o meu encoramodo, que depois de te-
ron, eoai a de vida lataneJosHade, observado, de-
termlnaram-me o dia em que cu devia compare-
cer para ienlar-se remover aquello mal.
De acto, no dia aprasado anresentei-me e sub-
imuti-uie a urna operai;ao dolorosissima, succe-
dondo gravdade da dor, das Oepois, o immeiiso
prazer do compUo reslabelerimeuto de rainba
vista, de ijud nao me restaran mais esperancas I
Aos Ilustres amigos da sciencia, verdadeiros
amigos da pobreza, venho publicamente manfes-
tar-lUes o meu sincero e alto reeouhociincnto de
gratido pelos deveres quo.muito bol contrabido
para cora Ss. Ss., j por ler adquirido rainba per-
fota vista, j lampera pela generosidado do que
coslumam dispor.
Aceitera, pois, os Srs. doutores, verdadeiros pbi-
lautropos, os protestos mais solemnes do leal esti-
ma o subida gratido ein coinpensaeao de tao con-
sideraveis finezas.
Agosto 21 de. 1873.
Quintino da Assamprdo Pires.
Um brado de conscieucia.
Encei Tou-se a sessao do jury, creio qae ase-
gunda deste anno, nina das mais importantes que
tem bavido uesta cidade pela gravdade dos do-
lidos jalgados. Al o de outros c'riraes importan-
tes como o- do roubo, ferimentos, etc., etc., foram
julgados sete*de homicidios, coraprehendenlo oilo
mandatarios o um mandante. A excepcao de dous
desles delietos easuaes, cinco foram dos mais hor-
riveis pelo cynisrao cofn que foram perpetrados !
E lanienlamos que no numero destes fosse absol-
vdo o reo quo o perpelrou, por falla do prava
sulllcieule para o levar condeinna'.o ; apozar do
quo cromos ser elle punido devidamenlo se. o tr
bunal da rolacao, para quom o prosidento do jury
appellou, o mandar a novo julgameiil), como snp-
pomos ofar. E para qunJique isto bom esiaai-
iado na raoraoria de tolos quautos o bouverem
de jnlgirde novo, direrais |ue este criminoso
o que ass.issinou o infeliz Civalcanti, guardado
coaiierio e iuspector do quanoirao do distriot 1 d
spgjaluar.prevoniTn, so recorre imprensa I (larca M|k)U farg baonUjo j despacsVi
oagibiectas ...ublrahi I nara o trarcho Concoe i.
r^twa ,
u*f* HveF- sosoejp)jectos subtrahdos ?
B) parid algifna, onlo-a polieia vigihnte,
Co.iWjiiie sor, rasillas v. -ios a -. ase ella do posse
dos objoclos subtrahidos primeiro qao os roabadoa
o salltjfm, e us deliuquentos postos bom recado
fgnalment.
Nasfolhas oublicas denenhum paiz morigerado,
onde as Icis sao temidas, e a polica perfeilamonlo
montada, nao e enco'itrafD desses pasquins, ae
denotara asss a degradadlo das lus o a perversao
dos coslumes do urna n;i.ao!
Concluimos qior dizer.aos nos-os conoidad.los e
aos djsniciliaris desla Ierra, seja qual for a ori-
g*m de sua procedencia, qae confiera na punicao
dos criminosos toda a vez que ellos forera levados
barra do tribunal do jury, o qa 1!, apezar raosmo
da de quasi tudas r.s classes da sociedade, o escodo
mais inexpugnavel, com que podein contar com
c-rteza", ue sua dvsaffroata. Tolavia recommen-
damos Ihes toda a cautela, afim de ropellir as ag-
liressoes dos malvados quotentareai contra suas
vidas e bens.
Assim o pensa e desoja
O Jusliveiro.
para o trapicho Concecaj.
Esi'tWi lgl-'za-//.( ilbnoj Fespas aub
par. o liaidclie Ouifiein.
Barca ingleza -miicss uf Suthuiful Biaehin'w-
mo j despacBad-j para o cara do AaoHe.
Patacho austraco-Piu S.-faribba j despachad
nara o caes do Apollo.
Bares poriugnaia -Voui Smnthi para deposito no ir.ipicisj Cuaba.
Vapor nacional Param-(espea>do) gneros na-
cionaes para, o tiaplcneV da companbia
peraambueana.
Vcpor nacional-tiatiom de Qrkans (esperado)
gneros nacioaaes para Ctrapiebe Dantas
u 10 se
ha ver .
Os jesutas, a niaconaria c os
solloces do estado.
A mac ir.aria c os jesutas sao duas potencias
ini-
Itetroleiros.
Os petroleiros da Provincia (papel) j n2o tem
raios a medir no afanoso empenho de destruicao,
a que so dedicara, em mme da liberdade.
N'uin artigo editorial de li) do crrante deixa-
ram cahir da penna saturada esla quixoiada con-
tra o.systema de governo, que simulum 1 bracar e
defonder :
Mas por Dos I nao se diga qae os ostumee,
ipae viciam as nrnas sao do povo brasiieiro 1 Di-
ga so quo sao os rostames di govorno.da moaar-
chta, e ter-se-ha dito a verdade..
Apre I Oshomens vao de rota batida pelas nii-
ragens do pode-, sem escolha da oammbos, nem
de recursos do viagem.
Ainda nao houve republicano qnc dissesse me-
lhor contra a mooarcbia.
Tartufos ou mbeds&l
inimigas em luda pane podo se encontran
migas iinplacaveis, terrveis, nertaes.
O principio di prisneira nao DOdia provir se-
nao da necessidade de mutua defeza e pruleCQao
dos fracos contra os ataques dos poderosos, naqnel
les lo Spos om que os privilegios de urnas classes
f.tziam descer da dignidade do genero humano a
mnltido nao privilegj ida, como do tacto este esta-
do de cousas ainda continua, apesardo nivolaaicu-
to para lo los os bomens, que se i as modernas
instituiciles.
Por isla a inaconaria anda lera razao de ser.
Una associa^o de muUia defeza c |)roteccrio de-
ve coalar grande numero de adeptos, se cousegue
ua ortica os llns a i|ue se proproe; por que som
coata o numero dos que precisara oeste abrigo ; e,
so a mnltido nao porteo toda a inaconaria,
porque pira conseguir-so laes lins, precisa que
s liouions validos, isto p;sso.is d algum pret-
mOi que possam coucorrer defeza e protecfio dos
outros, a coniponham.
Instituida, porrn, para garanta dos direitos o
protecelo dos associado?, contra os ataques dos
privilegiados, nao poda a machinara deixar de ler
como seus nfmigoi 05 respectivos privilegios. Nao
liodia-pois so limitar defeza c pioleccao i|iim
diata de cada qual do seus inerabros, victimas ue
bes ataques, deixando de lado a causa dessos ata-
que.;, esses privilegios seus niingos.
Tevo ella pos, de combater esses 'uintgos) cora
caja destruijao loria ndircctaniente conseguido o
seu fin.
Deste modo a micmara n.o mil si, a seus
membros smento, aacqsianlo, sendo nico princi-
pal de seus lins a proteccao dos fracos contra os
ataques dos privilegiados, estos destrnidos, defen-
dida el a mnltido.
Josus Qinsto vien, pjrsii, pon) adivina mis-
sao do destruir todos os privilegios, nivelando to-
los os horneas, orno irm3s ; e, nao fora a obra
dos bypocritas, que em nomo de Cbristo, torturan-
do a sin doutrina, se uuiram aos privilegiados, a
ac{ o m coaica seria dispensada. Mas quando os
grande* do paganismo nao tivo-am mais soldados
ou verdogos para continuar a iersegaicao, o s
conversos a > chrstianisia, que se OBereciam ao
sacrificio, lizoram-se hypoontamente clwisUios, pa-
r continuaren! a entapar altos o baxos cargos.
Porm, verdadeiros pagaos, ioiraigos da doutri-
na do Cbristo que nivela os horneas como irmaos,
para continuaren a ser senbores da makido sua
escrava, se unirara aos privilegiados, combando
por dolar o hispo do Roma com um throno de
rei.
' Continaaram, pois, todos .os privilegios, come-
cando pelos dos res com toda a aristocracia, sus-
tenta los pela parte hypocrita do cloro, dp alto cle-
ro, que ficou na posieo de outros tantos privile-
giados sustentados pelos reis. f
A muliido tkon, prtanlo, com no paganismo,
cscrava de dous senbores.
A maconaria tevo, pojs, que fazor mais do que
dantos, e foi cll.i tamo mais oecesaarqi pela op-
prossao dos privilegiados, quanlo esta reerudesceu
na dado media, assim do clero, como dos reis,
partes ambas de raaos dadas, como eila se -desen
volveu e fez se grando e treraeiida potencia. Em
todas as revolotees quo dessos tompos para e se
tora levantado para libertar os pavos-d captivoiro
dos privilegiados, clero e profano tem a raiooaaria
sido grande, senao a principal parto.
Por ama tio poderoa soeiedaio qoiaacadoj os
privilegios, foi preciso crer-se -wutr ipi*. se Ibo
hiP ^
S PEMHa
CU velbo lcfta du I aUiU.
Nao nos temos querido envolver nos Ueomantel-
los n airufos que vao l pela familia da Provincia-
(pa|)el>, porque a discritao o a prudencia exi-
gam que deixemos correr, sem serem devassadas,
as brigas intimas da familia albeia.
puzesse em fenlo, OrlevaBlou-so a corapanhia,-de
Jess, v*rdadeira ioiaiiga de Jaaus, trabalhando
luz do da em seu nomo contra a sua, dnl/ja pe-
los motos que macbinam conra a.Btagoqarji.-'que
baba necessidade de oceultar-se, para fazerpro-
valacer aquella doutriq. J!*- IU>arlaAi) do, ho-
mem; as oceultas. diaemo. tyoto d'aaies tapibera
o lizeram em graodo-parte. os. (t^i^ioe, tf(flr
aind* nao contava a&pecwtaa-em son soto
A maconaria cemprehendeu a forea do exercito
que o* privilegios lancavara ooptia ella.o-fi oom
qup se leyanuva, dn.-esmaga^o uwa, s3Kar oamos-
nios privilegios, nue eirtiiacei^o^d^^aiaSr
laire revelado o Jasna triio, ^ ojo XLtH^er
dni4riaa plHlowphiea m^^m .a^^um
eaa. .
No emtanto, em nome da religiao do Cruxifloa-
do, que os proprios ministros de Jess solevan-
tara em immenso. esquadrp, para osmacar a- ma-
CODaria pelo fae* de pratendep knaniat o bwnem
da abjeecao.
D'ahj v^n as imprecices qu, senao nzo
nana, muitos maeOes levantam contra, uraa re-
giao em cujo norae seus ministros so oaattitiiem
jaitrmnentui dos privitogiads, e estes dos i.esaioa
c mais qaedes.avezsewilIcaSeorrao-!r3mst7^^
Sanio Amaro das Salinas, sobre cajo roo
prouunciou o jury, pro uom ciutra, 'por
empate na volaeao.
J islicoiro como somos, nao podemos deixar pas-
s.ir desqiercobid) esso deboto atroz, cercado das
circuinslancias aggravanles provistas 110 cdigo
criminal do pree litica e e al rada na esa di
victima alta noitecj.n sorpreza e ele.
A sociedad' i.npressi ana la pir esse quaJro hor-
rivel do .itr.icidades repugnaaus, que so dosveo J1
todos os das ora suas vistas sob a forra 1 do dra-
mas sanguinolentos, em que o puutul do sicario
domina sohre tijas as crasas; o outras vezes pe-
las astucias dis ideplos de caceo co:n) que por es-
earueo aliradas a sua face, espera, so uio o exige
do tribunal aupcrior adoeisodosse pleito do mor
le quo laucn na orii'iaud.i le miseras crianzas,
pela va vez di sua infeliz 1111. Sun.iroiisio a jus-
tiga publica arcando com a reprosslo dos crintes
cousegue a punicao do seus culpados, a sociedade
romo que vergaiia e op;iressa ateuto pela ruda
ca de seus aggressoros, levanti-so ioteira do seu
lelbargo e jubilosa prororape em seis appiau'os
om favor d'a juelles que a vingaraai, 111 >strau Jo-se
por esta furnia satisfeita.
Foi isto o que se dea e presenciarajs id tribu-
nal do jury por occasiao de ouviraios proclamar
a conJomnag;io dos tres reos, mandante e mania-
taras do infeliz assassinado Manoel Jos do Sacra-
mento. O applausos cora que foi vietoriado o tri-
bunal do jury a prava mais concludente do
quautj apreciada eslainstiiuicao papularver
dadeiro santelmo da sociedade o egde djs direitos
do hornera I A justica assisn vingnda por raeo
loase tribunal incorruptvel e conscioncioso, onde
vao esbarrar os prfidos culpa los e todos os seus
pretensos protectores, que alevosamente sulaiiara
as bases da formaco da culpa de seus laes clien-
tes, por meios alicantinas adrede cogitados contra
a justica, facu da qnal nao sa pejam de so uiis-
Ir,arem mercenarios; ajustija publicadizeinos elo-
va-se altura de sua rnissio gloriosa a socieda-
de, couscia de seus direitos postergados, confiada
na lidolidaJe de saos juuas, rep.msa tranquilla de-
pois da mais febril peiturbaco I De no.-sa parte
e como inembro da socodado otfenlida 110 que
Ibe mais sagrado, tambera npplaudinoso egregio
tribunal popular polo seu veredictam, cora o qual
mostrou-se cima dos raaiores elogios o ao nivel
de sua misso religiosa.
Possam os jurados quodlie soecederem trilbar
mesmo eamioho de honra o da fidelidad
que ihe inherente, desafronlar igualmente a so-
ciedade, que mereccro de seus irmaos os aplau-
sos que Ibes forera devidos. Da impunidad dos
crimes nasce a descren;a da justica, o um paiz
que se v aturdido continuamente por actos hor-
rorosos que se dao ora seu soio e a face de todos,
alo p.le de maneira algnma ser desojado por
ninguem, alera de ser considerado orno sel va-
gara. Os legisladores do Brasil querendo homo-
ganar a legislacio regalamen'.ar cmi a letrada
conslitui.'-io que nos rege, no ponto de vista de
fazer effeclivas as girantias in livjduaes do cida-
do, julgou talvez chegada a poca do conceder
aos culpados par meto da reforma judiciaria, pie
na liberdade de dofeza, na* coagida pela priso
preventiva, obstando por esta forma que a auto
ridade policial assim procodesse sera culpa for-
mada.
De forma que muitas vezes acontece, que o de-
linquonte, tomando todas as cutelas provistas
nara n.k> sor agarrado em flagrante, poe-se ao
fresco Donde Basas essa impanidade que todos
lamentan), e a impulam polica.
Era vista'.da consttuieo, assim o deve ser : mas
vista do estado actual da sociedade brasileira,
negamos a possbildade de una.tal coneesso,
desde j, a ura povo, como o nosso, ainda nao mo-
rigerado nem cvilisado, o que, por assim dizer,
apenas transpon os humbracs da educacao I Mr-
mente se considerarinos pelo lado de sua matara
composla de ragas heterogneas nao morigeradas,
que rcpelhm mutuamente por seus costuraes simi-
barbaros, quaes os das tribus indgenas dissemina-
las por esses centros incultos, onde ainda no pe-
netrou a luz do evangelbo civilisador, o os daqucl-
les que apenas libertados do um captivero de langa
data, sem o tuitivo da rizo, e quasi que no esta-
do natural de ignorancia completa de todos os de-
veres, sao outros tantos selvagens aptos igualmen-
te loda serte de crimes.
Era vez dessa liberdade genrica permittida sem
excepcao aos delinquenles quando nao colhidos
em flagrante, mais avisados andaran) os legislado-
res (e por cerlo mais seguro) sjo tivessem permuta-
do a prisdo custodial ate a aKerguaco uo eximo,
sicario, contando- como corto de ser preso era
qqalquer parte onde fosso encontrado, sem appello
um aggravo, nao se aflTouiaria de impuahar o
ferro homicida, aera a arcabuz do salteador das
raptas, para aggredir audaejoso, como o faz, as-
sim as paladea populosas, opino nos lugares me-
na* remotos, nao s propriedade com a vida do
individuo desapercebido.
Concurre para isto nao s, a certeza da iiapiini-
dade, pon meio da uzga, como iambem- a impoten-
cia d polieia nao oeganisada de maneira a acau-
lelar e prevenir os crilos, ostentando se pela sua
organsaco militar por domis visivel, que, por
assim dizer, facilita a fuga dos criminosos, que ..a
aspreitim; toado muitas. vezas do cruzar os bra-
jos mesmo em presenta des'ses espectculos, om
razo, da o-xigoidado do pesseal oom. que possa
mfW* polieia, -um de arregimeotada como contasse
com-carta auxiliar invisivel, ao senos uos lugares
pais, populosos.
Todos os das vemos registrados as folhas pu-
blica*, roubos, os mais escandalosos, perpetrados
01- pleno dia ueste eidadq,>o, aps elles-os anuun-
etos do roubados, nromettendo premios pecunia-
Saosgroprios ladoes, sob cautela do os nao
qociar, se Ibas fizar a enl/ega dos qbjactos
rppbadosT-l
^.Qm-iWU j*to..duar, sanio a descreaca mais
evidente das leu e da impotencia da polica r 1 Em
que parte do mondo, ondo a polica invisivel e
DUAS PALAVRAS PK.OFEIUDAS (a) PROFERIDAS
PELO PROFESSOR DE PRIME1RAS LETTRAS,
JOO JOS RODRIGUES, POR OCCASIAO DE
SEREM TRA5SFERID0S PARA SSU ULTIMO JA
EICO OS RESTOS INANIMADOS DE EMILIO XA-
VIER S0BRE1RA DE MELLO JNIOR, OFFERE-
CIDAS EM TESTEMUNHO DE AMZADK E DE
GRATIDO AO PAl DO MESMO FINADO O ILLM.
SR. COMMENDAOR EMILIO XAVIER S0BRE1-
RA DE MELLO.
Meus Senhorcs. Fazcm hoje dous annos e
sete das que Emilia Xavier Sonreir de Mello
Jnior sabio ao empyrio a receber o premio do
suas virtudes.... Era 11:11 joven esperanzoso o
que proraetlia ser ura graude tioraein .. Hoje,
esses osses que vedes o que viernes com o co-
raco partido de saudades] reunir aos de seus
avos...
Duas palavras acerca de sua vida.
Nascido nesla cidade aos 5 de dezembro de
18j', fallecea as quatn horas da Urde do dia
12 de agosio de 18" 1, quando centava apenas 17
nnos, 8 metes o 7 dias do existencia...
Principiara a suri earreira iliteraria aoi 6 aunas
e ineio de ida'le e, ao fallecer, eslava prumpto era
preparatorios, prorapto a matricular-so na acade-
mia de medicina, proQsso a que s ra Ilustre pa'i
o destinava, devenlo essa matricula ter lugar em
1871.
Dotado de nitavel talento, niniiaineale estu-
dioso e-modesto, soube seulpro fazer a felc.la-
de de seus carinhosos pais, aos quies nem ura
s instante deu o mais peqoenino desgasto!...
Estandi era Montevideo, alli adoeceu repent
menle era novombro da 187), correado seas
dias gravissiino risco.
Entretanto, forea do cuidados o desvelos,
pode conseguir tacs inellioras de saude, que lize-
ram couceber a todos a Ilusoria esperanca de o
verem completamente restablecido.
Nesse intuito e, oboJecendo s pre-cripcoes
medicas, volta ao Brasil, vem a Pernasnbuco,
onde aporta no dia 10 .do abril do 1871.
Dais dias dep.'is, no dia l, sonle-se peior...
Pintar-vos os patornaes aaliolos os molos the-
rapeuticos eraprerados. os extremos quasi che-
gados a insensatez, luga causa enfadanha e es-
cusada.
S nao os avalla qnamJUo 6 bomca, s os nao
aprecia dovidamente quera nunca foi pai !.....
Tudo foi perdido, tulo foi baldado I...
1-altiva nj co ora justo, c Dous resolver cha-
mar a si, o I1II10 <1j iiss) amigo...
Por consoqueiicia, dessa dia por (liante, sua
existencia fui a do enfermo que marcha a passoa
acceleradoa para a sepultara...
Quatro mozas durou a sua agona, qnatro me
z.ss de dores, pados'id is 0:11 a resignado de ura
anjo !___
Sim, senhores, esse mji que boje prantea-
mis, tondo lvalo a vida do nm justo, vio apro-
ximar-se cjm a serenidad de ura santo a hora
fatal que o devia separar para serapre d'ura pai
idolatrado, que devia pira serapre quebrar os
lagos quo o prend 1111 ao inundo I...
Tiii/j pila, if,i flni!. Nao poda inirrer de
ouiro modo ...
Sobre este assumplo ea hera quizera poler
ainda dlzer-vos algurai o vasa, alguma ottsa que
vos agradasse; tomo, parcra, inassar-vos, alem
de sor o primeiro a reconbecer, que me fallecem
aquelles requi-itas que estis acostu'raados a
exigir daquolles, q'io cosnnettera a tenieridade
de vr dar expau-) a s;us pcnsaincntos ante
vossas sabias presentas.
Eu be 11 quizera, acompiahuido onissoarai-
g o Illin. Sr. coraraenlador Emilio Xavier So-
brora de Mello, em sua justa dr, poder dirigir-
Ibe algumas palavras do consolarlo, dessas pa-
lavras que sab'in '."11 s.sionto proferir aquelles
que sao pai-, o que, omo eu, lera perdido li-
hos .
Quizera poder dirigir-lhe algumas palavras
que o aniniissein a srrer paciento essa prova-
(o, que Ihe envu o n>s^o basn e elemento Dous,
pondo-lbe bem patenta a seus olhos o que so'Tre-
rara os Jobs, os Tobas e a proprio Jess Christo ;
todos soirrendo por serem justos, por quere-cm o
bom da lumanidade, e lajas e;les louvanlo a
Dous petos soflrimentos pio Ibes enviava.
Eu quizera com inilhares de oxeraplos, exera-
pos que nos sobrara, poder bem e dignamente
provar-lho a iustaiilidade das cousas humanas;
trazar-roa i memoria essjj celebres palavras de
Comet na sua hora extrema, quando amarga
ment se queixava da ingratido de Lab XIV :
a Si j'avais fait pour Dieu ce quo j'ai fait pour
cet hoinme l, je scraissauv deux fois, tandis que
ue sais ce que je vais devenir.
Eu quizera multa cousa, se nao me laltasse o
talento e a illustracao precisa .
Nada toiibo, nada possu i, nada possa ; mas,
quando mesmo fosse urna alta capacidade, a dr
singela om si niesini, a verdadeira dr. nao segu
o raci cintos da lgica, desproza os floreios da
rhetorica, sabe calar, sabe dar lagrimas, porem
nao sal* exprunir-se
Urna lagrima p)is sobre esto jazigo queso vai
fechar .
Rccife, 17 de agosto de 1S73.
Jodo Jos Rodrigue*.
Disseraui alguiiH medico.*!.
= Todos os remedios do Dr. AlKR sao exce-
lentes, mais o I'eitoral de CEREJA admravel,
nao conhecemos remedio melhor para tosses e
defluxos.
PIlACA DO BECIFE 21 DE AGOSTO
DE 1873.
AS 3 1 i lloHAS DA TA1U1E.
Cotiu-ac -ofliciaes.
Assucar americano purgado e bruto superior
24OOO por io kilos, hontem.
Cambio sobre Londres a 90 d|V. 23 5|8 e 23
7|8 d. porUOO), hontem.
Dito sohre dito a 90 :dv. 23 |8, o do banco 23
1|2 d. por it, boje:
Cambiosobre Pars a 90 d|-'. 370 rs. por franco,
boje.
Cambiosobre Lisboa a 90 div. 112 0|0 de pre-
mio, banco, hoje.' 1
Dito sobre dito a GO o"|v. Ki9 0|0 de premio.
Leal Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lemos
\!o owcretaro.
AtLPAXDFOA-
tendimenlo do dia 1 a 26. ; 610:4294177
dem do da 21. .... 32:3404131
' 1. 1 .
69,2:7694628
Descarregam hofe 2 d agosto do 1873
Escuna bollandeza -CaMhafatracada)varios
' gneros para arfnndega.
Vapor in"toz -Arbltraior varios -gneros para
aifandega. e..carvo do sobresalentes j^
despachado para o estes do ApoHo.
Vapor francez-Fi'ifdc Santas- (esperado) varios
gneros para 6 trapicho Conceicn.
Vapor portoguer -Julio Diniz (esperado) varios
gneros para o trapiche ConcciQio.
Barca ingleza faiari Htrbtrt ferro para o,
traptebe Conoaico, para despachar.
Patacho americanoFlora Gooialevarios gene-
ros para o trapiche ConceiQJto', para des-
pachar.
Iiiiitorfioito.
Liverpool por Lisboa, vapor bajjlez Arbrilaloi*
consignado a Jolinsten Pater 4 P,. manifestou :
Lisboa.
Agua mineral I caixa a M. da Pilva Faras & C
Amendoas 3 barricas a Guedes de Araujo. Alho
5 caixas a C. I. Mendos, 10 a S. da Silva 4 C
Alpiste 1 barrica a P. More**. Abobra 1 caita a
S. da Silva & C. Azulejos l caixa a ItabeUo Si C,
32 a I.ebrc & Reis. Amostra i caixa a toncalves
Bastas.
Dtalas 30 inoias caixas a Silva Guimorjw, .'O
nieas a Goncalves Bastos, 2o0 meias a Amornri
Irmaos & C, 23 a'Palmoira, 30 meias a C Barbo-
sa, 20 a Prisco Barbosa, 7 meias a Joao P. Lima,
jO 4 meio a Lima c\ Silva, 8 40 meios a Guedes de
Araujo, 30 a Hbciro Guiraaraes, 28 a Saunders
Brothers 4 c.
Ceblas 112 caixas a lia bello & C, 3. a Lima
6 Silva, 20 molas aos mesuras, 0 e l)"h)eis a
Guedes de Ara uio, 3 a Hibeiro Guimarei :HWa
Silva Guiiniraes, IO a Goncalves Bastos, 50 a C.
R. vendes, 20 a l'almcira, 30 a C Barbosa, 20 a
S. da Silva A C, II) i 3 ,-i' V. Lima. Cb rariea ti
barnlmhos a Silva i.uimares, B>aJ. Morira,
23 anc rotas a Goncalves Bastos. Cibo do cairo
30 pocas a Delira-) & Pilho 41 a M. J. Asuiar. Ce-
vadaS barris a Silva (uiraarfio', i a (1 Amorini
& C. Conservas 7 caixas a Marims de Barrea Pi-
lilos & C. Cal 120 birris a Rabello 4 C, a S.
Araaral. Carvo 3 barra a RaMIo & C Galea-
do 1 caixa a J. J. Aievede, 2 a Oliveua <-uOru'.to.
Cera era vallas 10o caixas a Rabelto & C, *l a
Carvalho de Moraes.
Parebo 8,0 saeaaa a Dekro& RM. Eructas, 40
caixas a Guedes de Ara ajo, 4 a Lima e Silva.-
I{ivros 2 caixas a De Lailhacar, i a Antuneo
Guunartes, i a Verissrao F. Chaves Jnior lao
Ur. Drummand, 1 a Jos i\. de Souz.i.
Maca 1 eaixa a Jos P. Luna, 80a Silva Guiraa-
; 1 -s, 20 a l >s.is A Irmao, 3 a S. da Silva & C.
Massa de lmate 3).ixas a M. de iarros Piltoa
A C. Mciicam-nt s l caixa ao r. Jado Ramas,
aovois II volamos a A.B. V. de Car val-o.
Passas 3 ala-Ios a Silva Guiuiar es. Peras 4
caixas a S. da Silva & C 1 a J-is F. do Lua,
l'apel I caixa a J. B. de IMto, Palitos I caixa a,
Lima Silva, I a Saedeaiatl Araujo.
Sansas 600 mecas a Thomai de Aquino Foaje-
ca ci Succosaorea.
Toucinho 2 1 barris a T. Moreira A C, 180 a Ra-
bello & C.
VoMas sie.iriuas ii)i) caixas a Bielior & G Vi-
nho a: pipas o :() quintos a Anurim ^ C 13 e
II) quintos a S Bastos & C. 4 quintos a Saunders
Hroibers & C. 1 quinto a B. Botelho, i auuit; a
Si quoira. ,
Liverpool.
Arroz 100 saccas a J. F. Costa. 23 aBollr.*. H-
ilio, 100 a Silva Faras & C, 100 a Lebra & Deis.
Agulhas 1 caixa a Goncalves Beilro & Pilbi. A-
guilndes de engenho 18 a Cantoso & Inu.V). Ar-
laos de sella i caixa a C. Temporal, ac 4 cu-
libeles a S. 1>. Johnslon. Amostras divorss 5 sac-
l caixa a Adriano Castro & C. 4 a KolLr & C, 2
a Moahard & C, 2 a Cramer Frey 4 C.
Disaontos 2 caixas a Jos W. Alves & ., 2 a
Mraliard A. C. Barras de ferro, 1 ao banco com-
m-ircial do Pernarabuco. BarnHia 40 barris a V.
da Cesta.
Conservas I ca^xa a Olio Bahres & C.. I a D. P.
W ld VS; C, 1 ordera. Cha 8 caixas a Qardavo 4
Manas 8 1J. Costa, 2a Antonio F. de Carvalho,
1 a I. Leitao, 20 meias a Antonio Corga, 5 a A. M.
Monteiro, 10 a M. Barros Filh.is& C. SS a Beltr.a.
iV l'ilbo. cacao 3 caixas a Webster. Ccrveja "
caixas a Labra k Reis. Cavada 6 barris a Barra-
ra ft G, I a J. Ramea Machado. Cobre 14 vola-
raes a Birrica & Filbos. Cahjadis 1 caixa a M.
Lobo & C, I a Monbard J C. Cutdaria 1 caixa
a Goncalvja Ferrera, I a Samuel P. Johasloii, 3 a
F. Ilorbert. Chapeos J caixas a Montero S Silva
1 a Kelter Jfc (,'., i a F 1). Matbeu<, 2 a CliristiaM,
I a J. a nos Machado, 1 a Ferreira Mathoa,
dilo do s>l I caixa a M. Gregorio, 2 a J. Ramos &
Machado, 2o Ferrera 4 Matheus, 1 ordem, 2 a
Adriano Castro 4 C. Cartas de jugar 6 caixa- a
D. T. Bastos, 1 a Cunha 4 Manta.
Estopa lo fardos a Jos L. Goncalves Ferreira.
Ervilhas 4 caixas ordem.
Ferragera 3 volumes a Almeida & Vianna, I a
Ferreira a Sbaw Hwakes 4 C, 2 a M. HaUiday; 4 a B.
Johnsen, 2 a Drainage, 3 a Prenle Vianna A C. 2
a D. T. Bastos. Porro 10 barras a S. P. Johnslon,
216 a Cardozo 4 Irmios. Fu an I caixa a Asaa-
ralNabico4C, 1 a J. Christiani. Farioha de
railho 238 caixas a Simpson 4 C Folhas d*
Flanlres 100 cunhetes a Silva Barroca 4 Flho-..
Fios 6 fardos a Adamsoii Howie 4 C, 6 a S. P.
John ton:
Lio a 2 caixas a M. Haliiday 4 C., 2 a Prente
V. A C, 2 a S. P. Johnslon. Louca 1 caixa a 1.
Hamos Machado, 4 a Costa & Soares, 4 fardos a
D. T. Bastos. Lpulo t caixa a J. Christiansea.
Machinisrao 9 volumes a Ferrera & Matheus, 7
a Otto Bohres t\ C, 81 a P. R Waken, 1 a D.
J Costa. Miudezas 1 caixa a J. Ramos 4 Macha-
do, I a Rocha 4 C. Manteiga 25 barris a Car-
duzo 4 Martina, 30 a Costa Amorim 4 C, 8 cai-
xas a J. Costa, 6 a Correia Braga, 20 a SmiOBffPe
Beltrao 4 Filh, 3 a P ula Raaios,'8 a J. Azeve-
do, 4 a Gomes do Mattos4 Irmaos, i7 ordem,
13 ao baro do Reirfica, 20 a Silva Farias 4 C, 1
a Da\ le, 12 a Taaso Irrao 4 C. ^ a Costa 4 Ir-
mao, S a Rosas 4 Filbos, 7 a Magalhes 4 Iriuo,
8 a Ponceca 4 >ueeessores, 7 a Santos 4 Arau-
jo, 7 a Antonio P. de Carvalho, 23 barris a Fon-
coca 4 Successores, 50 a Saunde s Brothers 4 C.
Mcrcadorlas diversas 150 caixas oriera, 3 a Bas-
tos Oliveira 4 C, 8 a Samuel P. Johnslon. Ma-
chado I caixa a S. P. Johnslon.
Oleo de linhaea 10 barris a Rocha Lima 4 Oui-
maraes. Objecios do escriptorio I caixa a Bartht
bee, dito para g.v. 3 a S. P. Jobnston, dito de es-
trado de ferro 2 caixas a companha de Oiinda,
dito de esgoto 3 ditos a Drainage.
Presumi I caixa a Beltrao 4 Filho, 6 a Braen
Son, 3 a Correia Braga. Papel 3 caixas-a.S.
Agujar, 13 a D. F. Bastos, 1 a J. llamos Machado.
Perfumaras 2 a Va Jnior 4 C.,1 a M. Baarovo 4
C, 2 a^ Faras 4 Irmao. Provisoes 2 caixas a De-
nher, 5 ordem. Podras para tmulos 1 caixa a
F. Kenoworthey.
Soda 1 barril a ordem. Saceos de estopa vastos
10 fardos a H. Forster 4 C, 10 a Pbippa Brollirs
4 C, dito de papel 1 dito a J. J. Asevedo. Serras
I caixa a Samuel P. Johnslon.
Tecidos diversos 22 volumes a Adriano Castro 4
C, 2 a Otto Bohres, 10 a Burlo 4 C. 6 a Saun-
ders Brothers 4 C, 1 a Adamson Howe 4 C, 10
a M. Gregorio, 6 a Goncalves 4 Irmao, 13 a Bo-
drigues Irmo 4 Guiraaraes, 54 a Pbipps Brothers
4 C, ^8 a Caraeiro 4 Noguoira, 36 a Mills La-
tham 4 C., 9 a Leuden \V^>dman4 C, 47 a Al-
coforado Vioira 4 C 34 a Simpson 4 C., IOS a
L. A. de Si quena, 1 a S. P. Johnslon, 24 a Wiat,.
19 a Mes puta 4 Cardos. 90 a Ferreira Malheu-,
58 ordera, 9 a Layo Sobrinho, 3 a GonpWoe
Ferrera, 2 a Wild, 21 a Monhard 4 G 37 a Keller
4 C, 166 a Gramor Frey 4 G.
Vidro 1 caixa a Adour.
Rio Grande do Sul, patacho brasiieiro
Principe, consignado a M. S. Maia 4 C,
tnnni.fostou :
Catiro 75.
Xarquc 163,782 &k, aos coosignih-
rios. .,'
(a) EUio discurso deixoii por um incjdaate uu
pecorreu, do ser pronunciado : ion auWr. o pn-i
blica, porem, pedindo descuipa i modestia dai
pessa a qiem offerecldo.
Aracaty, liiote nacional lamilla, ooa&ig-
rij'lofi -'Arittfnio-A'.'da Silva .4guia,
Alj,'oilo 47 sacc/js..
Pal ha 800 mlhos, a divoraos.
r
Aracaty, hiato nacioaalffrocioaa, C005J5-
nadoa liartWoni^iC,, inanifeatou^' ..
Alajodae 8-mam+ aiwaoea.
Couros.56 ordem. t :.>
tesina cfb ngico l barril,. '^1^-
\fOS. *..
Sal 101 alquairas, 4 oraVan.
'Iriwir,' patacho hWlaridcz Ctttheri**,
.



)


"V
~v
f-

--
consignado a PJpps Bruicrs C, manifes-
tou :
Fkruha'Ji) irlgo 2,488 barricas, aos con-
signatarios. -

Baha, patacho dinaraawuroi J.P. tea-
JtK*. rioBigruo a I.uiz Jhiprat, manifes -
tou:
Con ros 00.
Sebo'50 barris.
Xarquc lVJa kilos, aos consgnala-
rios- l\ rjj
j>E5PACfl0S,
NO DlA-'gODB
7
jT"1!! os porfoj lj fl.o i?n?n!? CWff; para o Havre,
tfU : Jluiisnwi.:1? 4 babille I.OOJ couros
Jas Cm 21,109 kilos. ..
- fifo bario illemo .Wim, par* wwpw. car-
iran: M. La'l&ui i C. 139 saccas com 10,31*


JIJim diamanto II E no ceatr^jiu 'M l/i.d bar-
rica idem dem dem, iguora-ae.a cjmsiuaei*.
Idom diamante S M no centro n. 3<>8/i7. 1
pecte dem dem dem.
dem J & ( n. 2. i dito viudo do Havre- no m
vio fraucez Colligna, descarregado ayll do juta
& algell).
- 5a pauca he,*panli ola Atrevida, paf* Barcel-
lona,eirre|aram r p. Carneiro i C 171) ;.*c:as
com 13,408I|S kilos do algod-ao.
.Na barca portugueza Vencedora, para Lisboa,
carregaraia: 11, OfveiraiilC. ) barricas com 113
kilos do B$saear3|raaeo e barril com litros Je
el. *" Tr^
r Para os pertos do interior.
-a-Para 4*ar, na barca portugueza S. .Varia,
cirregou : A. G. Ferreira $eve 15 barricas com
6,U)l kilos de assucar branco; M. J. Aires 80
ditas com 6,095 ditos de dito.
Para o Para, no patacho americano John
Rote, earregou : F. A. F. de Novaes 30 pipas com
11,tOO litros do agurdente.
Para Rio Grande do Sul, no patacho na-
cional Rio Grande, carregarara : Amorim Irroiios
& C. 3"i cseos com 11,88) litros de agurdente.
Para o Itio Grande do Sul, no lugar nacional
Todo* es Santos, carregaram : Amonm Irmaos 4
41 440 barricas com 41,019 kilos de assucar
brinco e 30 ditas com 3,429 ditos do dito mas-
avado.
Paca o Rio Grande do Sul, no patacho naci-,
nal Bemfiai, carregaram : B. Oliveira & C 140
barricas com 11,413 kilos do assncar bianeo.
Para o Rio de Janeiro, na barca brasileira
Claudia, carregaram : Amorim Irmaos 4 C 2,580
MCcos rom 15-7,500 kilos de assucar mascavado.
Para o Ancaty, no hiale brasiletro OUnda,
firregsran: G. de Mattos Irmaos 10 pipas com
4.301 litros de agurdente c 11 barris com 1,03*
k|s de mel; Carneiro & C 5 pipas com 2,409
litros do agurdente. Para Macio, J. F. Braga 1
bawil com 9G litros de agurdente. Para o Araca-
ty,J I. da Costa 24 barricas com 1,51o kilos de
auprar retinado.
- Para Mamanguape, nabarcaca Marta Isabel,
earregm : J. de Carvalho 3 barricas com 778
kilps de assucar branco.
Para a Villa da Penha, na barcaca Uniao do
Norte, earregou : M. J. Rodrigues 1 barrica com
."8 kilos de assucar branco.
de 1872 e consignado a D. P. Wifd & C.
dem D F S n. 11/18, l di(u vita de liverr
no navio inglez GlaMtor, desea rfcgado em 26,
jumo de 1872, ignora-se a consignacao. ^
dem travess) 8 n. 48/62. 1 dito idem id
idea,
Mem Cramer Frey 4 C. n. 29/34. 1 dito vindo
de Southampton no vapor ingle Dowo, dora idem
a Craraer Frev & G
dem R L 4 G n. 26. 1 caixa viada de Ilam-
tatrgo no-naria dinamarquex Varing, descarregada
em 6 do agosto de 1872 e consignada* Roe lia Lima
(S Guimares.
dem A A L n. 300. 1 pacole idem dem dem
a Antonio Alves Lebro.
dem Inangnlo M o centro n. 5. I dito dem
dem idem a PorpWro Machado
dem Henry Forster i C. sem numero. I caixa
viola de Trieste no navio italiano Gizella, descar-
regada em 22 de agosto de 1872, ignora-se a con-
signacao.
Iden T J Cropp n. 3. 1 pacoto vindo do Liver-
pool no navio inglez OUnda, desoarregado |m 30
(1 agosto da 1872, ignora-se a consignagto.
dem Bastos & Silva n. 29. 1 caixa idem idem
idem.
dem Joao Ignacio da Costa n. 14. 1 pacole dem
idem idem.
Bastos & Silva sem numero. 1 dito vindo de
Liverpool no vapor inglez Student, entrado em 9
de selembro do 1872 e consignado a Bastos t
Silva.
dem Monteiro Gregorio & C. sem numero. 1
dito idem idem idem a Monteiro Gregorio l C-
dem Bastes & Silva sem numero. 1 dito vindo
de Bordcaux no vapor francez (ronde, descarre-
gado em 9 de setembro de 1873 e consignado a
Bastos e Silva.
Idom idem. 1 dito vindo de Hamburgo no na-
vio allemo Palhernope, descarregado em 25 de
setembro de 1872, ignorase a consignagio.
dem CAiC n. 151. 1 caixa idem idem idem
a L. Jos da Costa Amorim & C.
dem A F C n. 21. 1 pacolu idem idem dem a
Augusto Ferreira de f.arvalho.
Uem 11 & I n. 206.
Magalhaes & Irmao.
dem J M Pn. 21/22.
1 dito idem dem dem a
1 dito idem dem dem a
1 dito idem idem dem a
(.APATAZIA DA ALFAiNDEGA
Rudimento d dia a 30 17:3ll771
Msm do da 21..... 1:120200
18 411*971
VOLS1KS SABIDOS No dia I a 20...... tT:ioir porta no dia 21 Segunda porta..... Tfereeira porta Trapiche Omceicao . 23.018 538 170 94 1,525 2",3lo
SMV1C0 MARITIMO
Alvarengas dcsqlneeadas tm trapiche
da alfandet-a no dia 1 a 20. 47
!'.:.;- ditas n i dia 31......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvareu.kis........
Ka trapiche Gonceicao..... 5
RECE3EDORIA DI5 URNDAS INTERNAS GE
RASd DE PEHNAMBUOO
R-'r.dimento do dia 1 a 21 41:770/317
idem do dia 21. .. 356/104
42:1165621
tUniimento dn dia 1
I do dia 31. .
CONSULADO PROVINCIAL
a 2)
43:5375694
3:9*7*538
47:463*132
BSCIFE D.VIN'AGE.
Ren,limento do dia 20. .
di'ii dodia 2!......
2:50833(7
1:5063436
4:0143973
Navios entrarlos no da 21.
Trieste102 ilias, patacho hollandez (.'.-. he-
ri,i", do 191 tonoladas, capitao E. F.
Hulder, equipagem 7, carga 2,488 bar-
ricas com farinha de trigo ; a Phipps
Brothers Observaco.
Nao houvc sabidas.
Eonm
Edital n. 40.
Pela inspectoria da alfandega sa faz publico que
as II horas da natM do da 26 do crreme,
porta dcs'.a reparticao, se ha de arrematar livre de
(KnM, a mercadoria abaixo declarada, abando
nada aos mesmos diroitos por Lyra & Vianna.
Armazem n.....
Marca L c V n. 10 Urna caixa vinda do Havre
no vapor francez Ville de Rio de Janeiro, entrada
em 22 de julho prximo find", contondo 31 ps de
botinas de couro do mais de 22 centmetros, ava-
llados por 98*, e 8 ps de botinas de couro at 22
oeniimolros, avallados prr 8430.
Alfandega de Pernambuco, 21 de agjsto de
1R73.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
Alfandega de Pernambuco.
Kdita9 cohi prazo de Irinla das.
V SI.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco se
ar publico que, achando-se as mercadorias coMU
dts nos volantes abaixo mencionados no ca?o de
serem arrematadas para consumo, nos termos do
cap. G do tit. 3o do rcgulamento de 19 de setem-
bro de 1860, osseus dono< ou consignatarios de-
velo despacha-las no prazo de trinta das sobpe
n\ de,' findo elle, serem vendidas por sua conta,
sm one Ihes fi po competindo allegar contra os
effeitte desia venda :
Armazem das amostras.
Marca P H T n. 2198/3107. 1 latinha vinda de
Hamburgo no navio allemao Margareth, descar-
regada em 23 de julho de 1872 e consignada a
Domingos Alvos Matlieus.
Idem H 1 G n. 57/01. 1 dita dem idem dem a
Arminio 4 C
dem M & J sem numero. 1 caixa idem idem
idem a Magalhaes k nnao.
dem J S A sem numero. 1 dita idem dem idem
a L Soares Aiia/al
dem A C n, 1 1 ilita dem no navio inglez
A Ma, descarregada "em 10 de julho de 1872 e
consignada a Arminio A C.
lien M & I u. loo. 1
a MagalUJes & Irmao.
Ideal C A.C n. 771/772. Mito idem idem idem
a I.uiz Jos.da Costa Amorim & C.
Idem A P B a. 51/oi i dito idem idem dem a
Alfredo P. Baflfcrta it C.
Idem J.I C. n 31. 1 dito dem idem idem a J.
Ignacio da Costa.
dem diamante P T no centre e O no lado n.
t/34. I dito viudo de Liverpool no vapor inglez
Slmleuf, desearregade em 2 de jubo de 1872 e
('.aigoado a f. Paler & C.
idem triaagalo G B no centro sem numero, i
diu idea no navio inglez Kodron, descarregado
a 23 de juloo de 1872, gera-ae a consigoacao.
pcete idem idem dem
Jos Mara Palmeira.
dem A & M n. 1/7.
Arminio & Moreira.
dem Wild & C. sem numero. I dilo vindo de
Liverpool no navio inglez Jurist, descarregado em
24 de setembro de 1872 c consignado a D. P.
Wild Si C.
dem X L V nos lados n. 618. 1 dito dem no
navio inglez Gastenii, 18 idem, ignorase a con-
signacao.
dem B n. 99. 1 dito dem idem idem.
dem L L n. 18 1 dito rindo do Havre n3 na-
vio francez Veriimna, em 11 de setembro de 1872
e consignada a D. P. Wild & ('..
Idem C A & C n. 190 199. 1 dito viado de Ham-
burgo no navio alteado Insulanerem, descarrega-
do em 30 de setembro de 1872 a L. Jos da Cosa
Amorim & C.
dem J A P contra marca S L & C. n. 2289. 1
caixa dem idem dem a SLeitao & Coirabra.
dem T B n. 12. 1 pacole idem idem idem a Ra-
mos Pcixoto &- C.
dem S & N contra marca L D sem numero. 1
dilo dem idem dem ordem.
dem E i M n. 100. 1 dito idem idem dem a
Estevao da Costa Medeiros.
Mem A & C n. 151. 1 dilo dem dem idem a
Lniz Jos da Costa Amorim.
dem R E contra T n. 2625. 1 caixa idem no na-
vio inglez Charlotte, de bro de 1872 c consignada a Keller & C.
dem 11 R contra marca C II sem numero. I p-
cele dem idem ordem.
dem L A T contra marca (". 11 7/8 1 dito vin-
do de Bordcaux no navio francez Gambier, descar-
regado em 6 de outubro do 1872, ordem.
dem Goncalves Irmaos & C. sem numero. 1 di-
to idem dem idem a Goncalves Irmaos iV '
dem V & C contra marca A C sem numero.
1 dito idem idem idem, ignora-se a consignacao.
dem Amourons Frres sem numen), i dito
dem idem idem a Amourons Frres.
dem M n. 31. 1 dito vindo do Liverpool no
navio inglez OUnda, descarregado em 8 de novem-
bro de 1172, ignora-se a consignacao.
dem U Whesbourn sem numero. 1 dito dem
idem idem.
dem C T & C n. 378. 1 dito dem idem idem.
dem L W & C contra marca O P n. 687. 1 dito
idem idem a Linden, W cv C.
Ideat Goncalves Irmaos & C. n. 641. 1 dito vin-
do do Southampton no navio inglez era, descar-
regado em 26 de novembro de 1872, a Goncalves
Irmaos & C.
dem idem n. 114. 1 dito dem idem idem.
dem Alcoforado Vieira 4 C. sem numero. 1
dito nltiii idem dem a Alcoforado Vieira & f..
Ide n M PAC n. 64. 1 dito viudo de Hambur-
go no navio allemao Mata, descarregado era 31 de
novembro de 1S"2, ignorare a consignacao.
dem idem n. 37. 1 dito idem idem dem idem.
dem J M n. 101. 1 caixa idem idem a Joao Jos
Rodrigues Mendes.
dem D. P. Wild & C sem numero. 1 pacote
vindo do Havre no navio francez Raonl, descarre-
gado em 4 de novembro de 1872.
dem D T S n. 13/19. 1 dito vindo de Liverpool
no navio inglez Jnrist, descarregado em 24 de no-
vembro de 1872, idem.
dem diamante O no centr o P ao lado n. 50
1/2: 1 barrica idem no navio sueco Diadema, des-
jarregada em 26 de novembro do 1872, idem
dem diamante G A no centro sem numero. 1
dita, ignora-se a procedencia, navio e consignacao.
Idoii O B n 5571/5573 t caixa vinda do Ham-
burgo no navio allemao Nicoline, descarregada em
9 de dezembro de 1872, ignora-se a consignacao.
dem idem n. 306 1/2. 1 embrulho dem idem
dem a Olio Botares.
dem R P & C n. 23. 1 caixa idem dem idem
ignora-se a consignacao.
dem J is Dantas sem numero. 1 embrulho vin-
do de Londres no navio inglez Ecliptic, descarre-
gado 801 28 de dezembro de 1872 idem.
dem D. P. Wild & C. sem numero. 1 dito Ta-
do do Havre no navio francoz S. Luiz descarrega-
do em 12 de dezembro de 1872, idem.
dem R G Corfield sem numero. 1 dito vindo de
Liverpool no navio inglez G! uliator, descarregado
em 23 de dezembro de 1872, idem.
dem E R Rabello & C. sem numero. 1 caixa
vinda de Liverpool no naris inglez Jurist, descar-
regada em 3 de dezembro de 1872, idem.
dem Adriano (astro 4 C sem numero. 1 paco-
te idem idem dem idem.
dem Ferreira & Mathens sem numero. I dilo
idem erc idem.
dem D. Pedro Maury sem numero. 1 dito idem
idem dem.
dem Cramer Frey -Se C. n. 72. I dito vindo de
Southampton no navio inglez Boyne, descarregado
em 20 do dezembro de 1872, a Cramer Frev & C.
dem C T & C contra marca P n. 169C 1/2. 1
dilo idem idem idem dem.
dem S & A n. 31. 1 caixa vinda de Liverpool
no navio inglez Moyfleld, descarregada em 28 de
denmbeo de 1872, ignora se a consignado.
dem Izidoro Bastos & C. sem numero. 1 dito
idem idem dem idem.
dem Jobnston Pater & C sem numero. 1 dito
dem idem idem idem.
dem Jaroy Si Rois sem numero. 1 dito idem
idem en 3 dem dem.
dem BOC contra marca G H n 23. 1 caixa
iiem no navio Crysolite, idem idem.
dem M D n. 39. 1 dita dem idem idem idem.
dem Goncalves Irmaos C sem numoro. 1 pa-
cote viudo de Bordeaux no vapor fraucez Itio
Grande, descarregado em 9 de dezembro de 1872,
consignado a Goncalves Irmaos & C.
dem Cardoso & Freitas sem numero. 1 dilo
idem idem idem idem
Alfandega de Pernambuco, 12 de agosto de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
on m.-iis fabricas do gax de iUunimac3o /UyJwje-
>eo earboretedu) para o. lira do ornecet a>se
combustircl na oTo edificios o casas particu-
lares que o queiram, mas tambera aos combusto-
res puBlices do Recife e de setls arrakaldes que
nao estojam comprehenddos no CotUrato citado.
de cooformidada eom a referida lei n. $6. ^,
Art, 3.'" O contrato sera lavrado son as segu*r'
te bases ;
1." Privilogio por lampo nunca maior do trin-
ta auno, dorante os quacs nenhumauwtra em-
preza do roesrao genero ge poder estabelecer
para o niesrao lim.
S Preco por p ubico de gaz, nanea maior
ao seis reis, nao podando o consarao ser superior
a cinco ps por bora para os parliouraree.
; 3.' Preco nuuca maior da IrDta ris por hora
para oacombustpres pblicos, com tanto que a luz
destes seja Correspondente de doze velas de es-
permacete. consnmindo cada urna 114 graos de
esperniaccte por hora.
4. Duracao na lluminaco publica de seis
horas, termo medio, por da.
Art. 3. Picam isenles de todos os diroitos pro-
vinciaes os edificiose dependencias da-fabrica por
cspaco do dez bnnos, contadas do seu acaba-
ment.
Art. 4." O presidente da provincia solicitar dos
poderes geraos dispensa dos dtrcto cao para todo o material da empreza que vief do
estrangeiro.
Ar. 5. O presidente tambem poder coder por
aforaraento ao contratante on empreario ijuaes-
quer terrenos davolntos ou de marrana de quo
elle possa carecer para estabelecer os edificios e
dependencias da fabrica.
Art. 6 No contrato se regularlo todas as con-
dicCcs technicas e as denuis que forera necessa-
rias para o exacto andamento da empreza.
Art. 7.* O contrato fica dependente do appro-
vacto da assembla provincial.
Revogam-se as disposicoes em contrario.
EDITAL.
Seccao 5.'-Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 18 de agosto de 1873. -Por esta se-
cretaria se faz publico que, tend) o Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de dar execucao ao art. 6.
da lei n. 1101 de 18 de maio nltim), abaixo trans-
cripta, convida a guem quizer contratar a eons-
iruccao de um matadouro e a acquisicio do ter-
renos para logradouros, onde possam* ser reco-
ladas as rezes destinadas ao consumo publico, a
apreseniarem suas proposlas no prazo de sessenla
dias, a contar da presente data.
O secretario interino,
Adlpho Lamenha Lint.
Lei n. 1101 de 28 de maio de 1873, aqne se. re-
fere o edital tupra.
Art. 6." Fica tambem o presidente da provincia
autorisado a contratar, mediante privilegio al
vinte annos, a construelo de um matadouro e a
acquisicao de lerrenes" para logradouros, onde
possam ser recebidas aa rezes destinadas ao con-
curso publico, sob as seguimos condicScs :
* I.* O contraanle comprar terrenos para lo-
gradouros nos lugares em que forem indicados.
2. O matadouro sera construido segundo a
planta que para esse fim Cor dad: pela reparticao
das obras publicas, e approvada pela presi-
dencia.
3 O contratante rereber d)iis mil ris por
cada boi que fr reeolhido ao logralouro e tallu-
do para o consumo publico.
4." Findo o privilegio, os logradouros o o ra-
jadouro ficarao pertencendo cmara municipal,
independentemente de qulquer rciribnJcao.
O Illtn. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 8 do correnle mez, man-
da fazer publico que vai a praca no dia 4 de se-
tembro prximo vindouro. perante a junla desta
thesouraria, para ser arrematada por quem por
menos fizer, a obra dos reparos de que precisa a
ponte do Desterro na estrada do Norte, serviouo
de base o ornamento no valor de l:30i*229 e as
clausulas especiaes abaixo transcriptas.
As pessoas que se propotercm a esta arremata
' tattio doHego Barros d$ Lacen
t- Sexta-feira t
raanb.1, va praT./3B^n^l o' fao de Ueberibe,
denomnalo 0|lia'd'Agua, na eslrao-' d'Agua-Fra,
comea dAtpajelarl'de Ufot* fcedrae
Sil, com algumas ar.vor3s de fruclo, lendo d ex-
mao 8.)0 palmos de fieqre e lado Jo nadante,
850 palmos do lado dii poenle, 1,200 palmos do
lado di sul e*4i|00 palmos do lado do norte, fjido
avalAtge||fliO|( um -tarAirw na tififflli-
da no mesmoingar, tend a frente para o sul com
180 palmos, e o mesmo para o iado do horle, por
200*000.
Guilicrnic-Alv*>,da Silva
orto da Roeba e Silva
, apio de Gusmao Collw
sidro Miguel GirSo
; ^anuario Francisqp-Carneiro
|Jonna Baptista de-Jefas Noves
Joao Jos da Silva
kJoO Lucas de Salles
rrjfefoet, finda a aa- fJoo Manoel Pcreira d< Abreu
lioei
iota
>ft0
fas i* horasda jio|o Mauriolo Jos dea Santos
ni
bi:beiib
Os Srs. accionistas dsta cmpa'nhia, quo
desejarecn apreciar a; rclatorioi e mais pe-
gas o elle appenses, rotativos no biuiinio que
termlnoiii em 90 do abril ultiiuo-, ilirijarn-su
secretaria da referida compan|br ata ,iib
Cabug ii, 16, que Ibes setka furneei-
dos.
Rscriptodlo da companhm do Deberibe,
21 de agostado 187J>
O secretario,
____Luiz Manoel ftoriques Valenta.
praca, diversos empregadas da recebedoria de
reBdas desu |iniviucia, Estevao Cavaloanti de Al-
ermeomparecara na"sia"'ias"sess5ea da' iferdar)^*1V0nlae> Pranci-co Raphacl, Francisco Autonio
junta no dia cima mencionado, polo raeio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da tbesouraria provincial de Per
nambuco, 18 de agosto de 873.
O ofMal-maior,
Miguel Alfonso !'erreira\
Clausulas especiae.
I,
A ponte do Desterro ser executada de confor-
midade como orcamento e planta approvados pelo
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia,
de 1:504 $229
2.*
O arrema ta o dar coineco s obras no prazo
de 15 dias c as concluir no de 4 mozos.
3.'
O pagamento ser efTectuado em tres presta-
eoes iguaes, correspondendo cada urna a terca
pane do trabalho executado.
4."
Para ludo o mais que nao vai especificado as
presentes clausulas, se observar o que dispoo o
regula- metilo de 31 do julho de 1806.
Conforme.M. A. Ferreira.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, em
.18 de agosto de 1873.Edital.Por esta secre-
taria se faz publico aos que interegsar possa que,
leudo o Exm. Sr. presidente da provincia de dar
execucao lei n. 1099 de 18 de mate nltimo,
a-liante transcripta, fica marcado o prazo de ses-
senta dias para serem apresentadas as cempeten-
les proposlas em cartas fechadas, para o*contralo
de que trata a referida le.
O secretario interino,
Adolpho Lamenha Lina.
LEI N. 1099 DE 18 DE MAIO DE 1873, A QUS
SE REFERE O EDITAL SUPRA.
, Art 1* O presidente da provincia, tenia em
vista o contrato de 26 de abril de 18>6 e o que
ttispoe o art. 2.* da lei n. 386 de 37 de junho do
mesmo auno, contratar eom quem medrares .van- L
tagens e garantas oSerccer, a coas truecan deuiBvaJuramentado e escrevi.
O r. Manoel Tertuliano Tliomaz Henriques, juiz
de direilo da 2." vara civel, deste termo do Re-
cife, por S. M. o imperador a quem Deus guar-
de etc.
Paco saber pelo presente que na da 23 do cor-
rente, linda a audiencia deste juizo, se ha de ar-
rematar em hasta publica o por quem mais der,
urna casa terrea na estrada des Remedios da fre-
guezia dos Afogados, n. 20, com duas janellas e
urna porta de frente, com trinta palmos de vao, e
cincoenta c quatrode fundo, duas salas, tres quar-
tos, duas janellas no oito, e com cem palmos de
quintal, e o terreno da frente cm solo foreiro,
avahada per 4:000*000.
Ontra dita contigua a de cima e no mesmo lugar
n. 2, com duas portas e duas janellas do frente,
com quareuta e quatro palmo de vao, cincoenta
e um ditos de fundo, com duas salas, dous quartos
com communicaejio pra a casa junto, araliada
por J:00j000 ; ditas casa vio praca par exe
cu^ao de Msnoel Correia de Menezcs, contra Ma-
noel Antonio Ribeiro e sua mulher.
A cmara municipal desta cidade, do
novo manda publicar para conhecimento
do quem interossar possa, o artigo 33 da lei
n. 1,063 de 13 dojunbo do anno passado,
abaixo transcripto, e convida aos nteressa-
dos a aprosentarem suas propostas no prazo
de trinta dias, contados da data desto.
Art. 33. Fica a cmara municipal do Ile-
cife autorisada a contratar com Guilbcrme
de Castro, ou com quem melhorcs vanta-
gens olTerecer, a construcg,io do pequeos
kiosques tiesta cidade, para o fim de serem
nelles vendidos jomaes, livros, fructas, do-
ces, charutos, cigarros, miudezas, cafe re-
frescos.
1.' A coucesso ser feila mediante as
coiidicoes que a cantara julgar necossaria.s
com tanto que os kiosques nao inpecam a
servido publica.
2. Aos concessionarios fica concedido
um previlegio exclusivo por trinta annos,
p8ra explorar os referidos kiosques, os
quaes findo o prazo do previlegio, roverte-
ro a municipalidade, sem indemnisacao al-
gutna.
l'a?o da cmara municipal do Recife, 21
de agosto do 1873. Tlicodoro Machado
Freir Pereirada Silva, pro-presidente.
Pudro de Albuquer'/ue Autran, secre-
tario.
Gabinete Portuguez de Ler-
tura era Pernambuco. __
ASSEUILEA GERAL.
Nao so tendo reunido no dia 17 numero legal
de sacio< para que podesse ter lugar a assembla
geral annunciadajpara cs>c dia ; de conformi-
dade rom a letra dos estatutos eonvofRda outra
reunan para o di 24 do crreme, s ti horas da
manha, qqe funfcieiur-coa o nnmem de socios
presentes. *<
Secretaria do Gabinete Portujuez de Lcitura em
PernaBibuco, 20 de agosto de 1873.
B. R. d'Amorim,
_________________I. secretario._______
Pela adininistraiao dos correios desta pro-
vincia previne-so s pessuas abaixo declaradas
que venham ou mandem pagar o porte de seus
interesses particulares exisientes na mesma admi-
nisiracio, afim de podercni seguir os seus desti-
nos :
Antonio Jos Rodrigues das Custias, Alexandre
Barroso de Souxa, Augusto Catulino Goncalves
Lessa, Antonio da Silva Chagas, Antonio Francisco
da Costa, Angelo Lopes Pereira, Antonio Joamim
de Moraes. Antonio Augtiito da Silva Cunha, An-
tonio Gandolphi, Alberto Soaresde Azevedo, Ama-
dor Ferreira d- Espirito Santo, Alfredo Hamos
Chaves, Agnello Jas Gonzaga, Antonio Paz de
S Brrelo, Amelia Januaria de Andrade (ij, An-
tonio Jos de Andrade, Antonio Jos Pacheco da
Silva, Augusto Cesar da Veiga, FUueirodo, I),
ibbade do m.isleiro do S. liento dcslajci lado, Braz
Jos dos Reis, ll;inardino l'orcira de Brilo, Bra-
tilina Augusta LumaChl de .Mello, correteros
desta pra.a, companhia de Beben!)., Candido
Jos Tararea, Candida Francisca da Costa Heis,
Canuto Jos da Fonceca, Clarindo Jos Soares'
Carlos Magno da Silva, diversos negociantes desta
O Dr. Sebastio do Reg Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do ommercia nesia cidade
do Recife de Pernambuco, por sua Magestade o
Imperador, que Deas gnarde, etc., etc.
Frtco saber pelo presente que nos termos do af
ligo i.* do decreto" n. 1,6*5 de 13 de setembro da
1869, dentro do prazo de 30 das, contados da pa
blieacao deste edital, receber este juizo-propo-tat
por cartas fechadas paraarrematacao por rea do
escravo de nome Francisco, com quinze annos de
idade pouco mats ou menos, crioulo, som otHc*
sem aehaquss, avaliadv por 8H01000: O qual a-
cravo pertencente massa fallida de. Magalhaes
Irmaos, e se aeba dito escravo em poder de Lua
Goncalves da Silva & Pinto, administradores- d
referida massa fallida.
B para constar mandei passar o presente qoe
sera publicado pela imprensa e afflxad. nos luga-
res do costme.
Dado e passado nesta cidade do-Reeife, aos- 18
de-agosto de 1673.
Eu, gecondioo Heiiodaro do Souza, Francisco Correa de Mattos, Firmino
Casado da CunliaLima, Francisco Marinho Falcan
da Silva, Firmino de Oliveira Mello, Francisco
Lopes Cardim e Manoel Antonio Ribeiro, Fran-
cisco Paulino de Almeida Albnquerque, F. II.
Caris, Francisco de Assis Pereira Rocha, Francisco
de Assis Perina, Francisw) Cavalcati de Allm-
querque, P. lix Anudo ja Silva, Fn*.sco Ma-
tilias Pereira da Costa, Francisco Aires da Cruz,
Gregorio Riveras, Horacio da Rocha e Silva, Hora-
cio Alves Peitosa, Herenlano Geraldo de Souza Ma-
galhaes, Heliodoro Jos da Silva Pereir.i, Jacintha
Vrancisca de Barros Mello, Jos Zacharas de Car-
valho, Jos Guillierme de Souza, Jos de Barros
Pires Falcio, Jos Caotano de Albuquerque e ou-
tros, Joao Chrysostomo Pereira Soares e Adolpho
Carlos Harnts, Joo da Costa Carvalho Guimares,
JoSo loaquim Fonceca do Albuquerque, Joao
Francisco Xavier Paes Barreto, Jos Felicio de
.-onza Guido, Jaeome Geraldo Mara Lumacln, J)?
Elias de Moura, Joo Jos de Luna Freir, Jos
dos Santis Torres, Jos Ilchsario Marinho Falcao,
Jos Felismino da Silva, Jos Nunes do Vale, Jos
Roberto do Naseimeuto, Joao Bernardo do Reg
Barros, Jos Lourenco da Silva Milanez, Jos Ur-
bano de Souza, Joaqun) Jos Silveira, Jos Fran-
cisco da Costa, Jos Felippe de Moraes e Silva,
Joio Alvares Pereira Lyra, los Mara Marques de
Carvalho, Joa |uim Marques da Porciuncala. loa*
qnim Francisco de Arrui', Jos Vicente Godi-
nho, Joaquim Elias de Albuquerque Barros, Joa-
quim R iberio Pereira, Livno Lopes de Barros e
e Silva (3), Lauriano Jos l'imenta, Lniz Francisco
de Paula Albuquerque Miranbao, Laurentino da
Silva Ferreira, -I.uiz de Menezes Vasconcellos do
Drummond, Luiz Paulo, Julio Puech e outros.
Luiz Schraalz, Manoel Antonio dos Santos, Manoel
Carlos de Sa, llanoal Luiz dos Reis (i), Maria
Joaquina de Almeida Albuquerque (2), Manoel
Menelio Pinto, Manoel Di as de Toiedo Jnior, Ma-
nuel Parlas de Andrade, Miguel dos Anjos Barros,
MaiTolino Ernesto de Oliveira, Manoel Alexandri-
no de Albuquerque Pita (2), Manoel Elias Themu-
doLessa, Manoel Brasil de Oliveira, Manoel Sim-
plicio Corni Leal, Oililon Aastediaao Braynie,
Paulo de Amorim Salgado Nello, Pedro Airea
Teixeira, Rufino Jos da Cunta, superintendente
da estrada de ferro, Symphronio Olympio dos San-
tos, proprietarios o moradores no termo de Rara
b, Ulysses AgnHIo Pereira Cunha, Urabebna
Francisca Bandeira de Mello.
Administracao dos carrcios de Pernambuco, 20
de agosto de 1873.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Porciuncula.
Joao Moreira de Jess
!/o!to Pereira de Lima
Joao Soares da Fonceca Vell zo
Joio Teixeira de Lemos
Joaquim Gatdencio de Sant'Anna
Joaquim os de Sant'Anna
Joaquim Pereira; Afacambira
Joauuim Tavarerdo'Eshirfto Santo
ioi Alvej Barbosa
Jos Alves Machado
Jobo Belchior Ferreira da Costa
Jos Del fino da Silva Carvalho
Jos Dominara* da Silva
Jos Antonio Caetano
Jos Francisco das Chagas
Jos Francisco dos Santos
Jos Francisco Soares
Jos Goncalves da Hora
Jos Joaquim de aut'Anua
Jos Joaquim da SHrtt
Jos Maria Ferreira da Cunha
Jos Martins do Bomfim
Jos Pialo. Wioiano
Jos Redrigues Miguel Mani-
jse Sabino de J.vra
Jos Thcotonio Iliha effia
Jos Florenllno da Fonceca Leo
Jbvilfo Antonio dos Prazeres
Justo Jos da Cruz
Lourenco do Amparo
Lourenco Justiniano da Silva
Lucianq Alfonso da Silva
Luiz Jos do Naseimento
Luiz Jos Ramos de Oliveira
Luiz Jos da Silva
Manoel Amaneio do Jess
Manuel Djiinguesdu Nascimento
Miguel Ferreira da Cunha
Manoel Francisco da Silva
Manoel Ignacio da Piiritieacao
Manael Joaquim do Nascimento
Manoel Joaquim Xavier Sobreira ( her-
doiros ) 16#139
Manoel da Hora do Nascimento 29JI20
Manoel Jos de Albuquerque Jnior 29JI20
Manoel Jos Mauricio 295120
Manoel Jos Vital 29JI20
Manoel do Nascimento de Jess 29I20
Manoel das Nevos de Sant'Anna 29*120
Manoel Sabino de Lyra 18290
Manoel Teixeira Lopes 174*600
Manoel Vicente da Trindade 39*130
Manoel Soares de Albuquerque I53$< 00
Marcelino Barbosa da Silva 30*940
Maxiraiano Ribeiro do Aguiar Montar-
royos 148*655
Miguel Francisco de Sant'Anna 29*120
Miguel Emiliano da Franca 100*000
Pedro Antonio do Espirito Santo 30*94"
Pedro Antonio Roma 29*120
Pedro Jos Raymundo 75*910
Philadelphia Honoria da Silva Rabello 216*000
Quartel-inestre do commando superior
da Boa-Visto 955000
Dito de Garanhuns 65O90
Quirino Pereira de Almeida 932610
(uintiliano Teixeira de Souza 340*500
Ricardo Caduff 6*720
Secundo Jos Francisco 37*800
Severino Pereira da Silva 57*020
Silvano Pereira de Almeida 75*910
Tertuliano Pereira da Silva 29*120
Tliomaz Comes dos Santas 340A500
Thoinaz da Silva Qaeijo 29*120
Tibureo de Paula Machado 206*000
Trajano Tarquinio t Moura Rolini 29*120
Victor Pereira Ges 29*120
Secretaria da thes mraria de fazenda de Per-
nambuco, 21 de agosto de 1873.
O secretario da junta
Jesnino Rodrigues Carduzo
30*940
i>7*933
268*569
29*120
30*940
33*935
9*I2(
391130
6<66t;
194110
9*600
39*120
653*184
17*700
29*120
19*520
73*320
29*120
37*480
29*120
39*i 20
325*488
29*120
38*120
29*120
294120
29*120
29*120
24*320
6*210
125*000
370*500
29*>2d
30*940
75*910
29*120
12*065
29*120
29*120
60*300
29*120
29*k0
29*120
29*120
62*000
29*120
294120
29*120
20*120
888*000
32*940
da thesourari provincial. Gmfonue.-Miguel .\f.
funso Ferreira.
N. 349. -O Inspector.4thesourari provincial
rccomnienda ao p^T ^dowiisirndor do consolad
provincial, que na conformidade da r* lucao d
Exm. presidente 'da provincia, a rdibUuio do ef-
jicio por- copia junto, maMe annunciar o paga'-
mento dos dbitos dos appardlios, aaaaidadett
do servico prestado pela companUia rainage uo>
semestre findo em junlio do ano passado, decU-
rando-se que lindo o mez drseteiforo flear en-
cerrado o exercicio a que perteooem os ditos d-
bitos, e por- i-so obrigados i contribaintes a (la-
gar a multo do 9 Wfa, como papara o contiiknm-
!s d1 mais impostes {meados. Thesourari pto-
viocial de pr.nambuco 18 ds agosto de !f7&-
Jos Pedro da Silva. C::.moe 0 registras
M. do consolado provincial', 18 de ago^) de. 1873.
rCarneiro.
Consulado provincial, 18 de agoSto de 1873*
Antonio Carneiro Machado ni*.,
I______ AdDhistrador.
Otas militaros.
A visto da uutorisacio do miHfeterio da guerra.
serk posta em eoncurrepeiam ejeaurao das obra;*
c coneerlos da fortaleza do Brum, na importan-
cia de 4:267*03, o a das wparos, SBiadarse
pintura da casa, em ijue resido o director do ar-
senal de guerra, oreados cm 836*950 ; sao pur
sso convidadas as pessoas jue quizerem encar-
regar-se de toes servicos, apreseniarem suas
propostas 23 do crrante ao inen dia. na re-
particao das obras publicas, oude ecim encontra-
dos os respectivos orcamentos.
Pernambuco, 16 de agosto do 187.:
O engenhoiio.
_ Gbr>-solito F.'aY Casin,i Cha.a.
r- De ordem do IHm. Sr. ru<|ie .la uiesou-
raria de fazenda desta provincia, -: az pnblk
para conbejimento de quem n'.eiusaar'qae ca
Uansferida par o dia 0' de seiemhro Mtidduro.
a arrematacao em hasta pub ica, do terreno pm-
prio nacional onde estova edUIcad a cas* terrea
n, 16, da roa do Nogueira, desta cidade.
Secretaria da thesonraria de faznija de Per-
nambuco, em 16 de agosto do fR73.
O secrel.irio'da'-'anta,
_______________Jesnino Rodrigues Cardoso.
#
Obras pulilicas
De ordem do Tiln. Sr. inspector Sda thesou-
raria do fazenda desta provincia se faz publico
para conhecimento dos interessados que o tribu-
nal di) tliesouro nacional autorisu o pagamento
de dividas ue exercicio fin Jos, cujos credores sao
os segu ntes:
Albino Jos da Luz
Alexandre Dias de Oliveira
Alexandre Rodrigues da Silva
Aoiaro Fi-rnandes da Costa
Andr Itampk
Anna Cordeiro Goncalves Moreira
Autouia Loal Ferreira
Antonio Alves das Neves
Antonio de Barros Teixeira
Antonio Dias do Monte
Antonio Fructuoso Lopes
Antonio Francisco d'/issiuocao
Antonio Francisco Segundo
Antonio Moreira da Silva
Antonio Ribeiro d Araujo
Antonio Ribeiro da Silva
Antonio Vieira da Silva
Bencdict i.Fram-keo de Lima.
Bernardo Pereira de Alencar
Candido Jos Camello
Gandid Jos do Espirito Santo
Capitalino Antonio Xavier
Claudmo Jos da Costa
Clan liso d,s Santos
Clemente Jos Rodrigues
Clemente Jos da Silva
C*mpanhia da lluinioaeo.do gaz
Coruelio Carlos Pexoto de Alencar
Cnane Manoel 4o Naseimeuto
Delno Jos Pnhero
Emigdio Jos Pereira Mendes
i
Feliciano Pereira de Lyra
Fernando Poeillco de Aguiar Moataeroyo
Worencto Jos do Naacimonto. ^
Floriano Goncalves Jos
Fortunato Rodrigues de AmVade
Francisco Joaquim Gafaos daySilva
Francisco Jos de Amorim
Francisco )sfttdaJPaz
Francisco JsfdaJwa~5
Francisco Luiz deSeixaf-.
Francisco da Paz-Lima
Francisco Vieira de Paula''
Francisco da Siqueira Cavalcante
Gal dio Jos Franciscodo Eapiruo auto
Galdino Pereira de Almeida
Galdino Pereira de Castro
Geminiauo Thomaz da Assumpcio
IJ
29*120
35*990
37*520
381*300
20*000
539*852
132/854
2:i*120
900*000
17*700
17*700
29*120
29*12'
29*120
in*2ao
56*090
29*120
29*120
57*620
93*610
29*120
28*800
31* 2!*i20
169*500
30*940
3961100
934130
39*120
37*520
39*120
180*775
33*608
2**120
2U120
29*120
29*120
304OOO
3)4940
29*120
39*130
30*940
18*380
80*800
44&10
17*700
29*120
39*130
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PER-
NAMBUCO.
Por esta secretaria se declara, em rectificacao
ao que foi publicado com relacao a sociedade cora-
nwreial de Cordeiro Simoes & C, que somente
socio responsavel da dita firma Antonio Jos Cor-
deiro Simoes, sendo commanditarios todos os ma s
que a compiiem.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 20 de agosto de 1873.
O oTicial-maior interino
Innocencio Antunes de Parias Torres
Faculdade de direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino, faco publico que a congregagao em sessao
de hontem resolren quo os hachareis inscriptos
para defeza de Ineses, sejam admittidos a escolher
os respectivos pontos nesta secretaria, comeeando
pelo primeiro inscripto. Bacharel Demosthencs
t-onstancio Avelino no dia 23 do crrante, e se-
guindo-se su'cessirameale os domis inscriptos
com o aterrado de dous dias de um a outro a sa-
ber : Jo> de Oliveira Campos, ElUou de Souza
Martins, Joao Vieira de Araujo. Aquelie dos ins
criplos que nao comparecer no dia ue lhe com-
petir, perder o lugar na ordem da inscripto,
sondo admittido o que wrr ': nte se lhe se-
guir, cora tanto que cora, .juipo de poder
defender Rieses dentro do es] 150. quo decorre de
15 de outubro, em que se encerrara as aulas, at
antes do comee dos actos. O quo naoconorrer
porm a terapo de defender theses no predito es-
paco, s o poder fazer em oatra estacio.
Secretaria da faculdade de direito do Recife, 19
de agosto do 1873.
0 secretario
Jos Honorio B. de Menezes.
O IHm. Sr. ongenheiro chele desta reparin,
de conformidado com a crdera do Exm Sr.
presidente convida as (essoas qee quiaerein con-
irafar o encanamento para a illuminap a gaz do
edificio destinado para escola raodlo de instroc-
i.ao primaria a apreseniarem na mosma reparti-
r) sua> proposlas em cartas fechadas no di*
3 do torrante ao mcio dia.
Na mesma reparticao se da r os esclaruciineu-
los precisos para a execucao da obra.
Reparticao das obras publicas, 16 de agosto de
1873.
O secretario,
________________Feliciano Rodrigues da Silva.
Sabbado 83 do arrale, Iluda a audiencia
do Illin. Sr. Dr. Juiz do direilo da segunda vara,
vao novaraente praca os movis penhoradus a
Antonio Goncalves da Silva, os quaes ioram ava-
hados por 152*0 0, por cxecu.ao que lhe nieve
Joaquim Severiano Nogueira.
O fiscal da freguezia do Nata Scnhora da
Orara, em virtnde do art. 4." do titilo 6. das pos-
turas municipaes de 30 dn junho de 1849, avisa
nos moradores dos sitios da mesma fregnezia, ue
deven) mandar aparar e dobrar as cercas de seus
sitios, de modo que nao embaracen) o transito pu-
blico, sob pena de 4*000 de multa.
Freguezia de N. S. da Graea, 20 de agosto do
1873.
O fiscal,
Jos Miguel de Sou:a Magalhaes

THEATRO
SATIGO
IV
l!i.
Siihhuilo 3 lo corrente.
Beneficio do artista
Representar-seba o drama tni a actos do nim-
io disiincto escriptor portuguez Mendes Leal :
Juizo dos eitos da fazenda.
Sexta-feira 22 do corrente, depois da audiencia
respectiva, s 11 horas do dia, r praga por
venda o terreno em que fot edificada a casa n. 62,
cora 18 palmos de largura, 106 ditos de fundo,
ra de S. Miguel dos Afogados, avahado em
150*000, para pagamento da execucao contra a
vuva c herdeiros de Manoel da3 Virgens Ramos.
dem a parte do sobrado n. 11 da ra do Amo-
rim pertencente aos orphaos filhos de Jos da
Cuaha, avahada dita parte em 2.000*.
SRecfe, 12 de agosto de 1873.
O solicitador da fazenda provincial
J. Firmino Correia de Araujo.
De ordem do Illm. Sr. inspector da ihesou-
raria de fazenda se faz publico que dora emdian-
te os pagamentos a cargo da pagadoria tero
lugar nos dias desgnalos na nova tabella, que
ser com antecedencia publicada, licando sera
cffeito a que regulava na mesma pagadria.
Secretaria da tbesouraria de fazenda do Pernam-
buco, era O de agosto de 1873.
O secretorio da junta
Jesuino Rodrigues Cardoso.
COMPANHIA
SANTA THERRZA
As pessoas que desojaren) cap alisar agua ou
gaz era suas casas, na cidade de Olind.i, queiram
entender-se com o abaixo assignado, que acha-sc
autorisado para facilitar a todos a acquisicao de
taes melhorameotos, mandando fazer as canasa-
5oes nos predios a custa da companhia, mediante
um aluguel mensal muito mdico : a tratar na ra
do Imperador n. 45, ou na fabrica do gaz, em
Olinda.
Recife, de agosto de 1873.
O gerente
_______ Justino J. de S. Campos.
Consulado provincial.
Por eta reparticao se faz sciento aos contri-
buintes dos apparelhos e annuidades pelo servico
da Recife Drainage Company do semestre findo
em junho do anno .passado, a raaoluco tomada
pelo Exm Sr. presidenta^ transmitida a esta ad-
ministracao por' portarla do Sr. inspector da the-
souxaria provincial, datada de boje.
Oopia. 3.' seccao. Palacio da presidencia de
Pernambuco, em 11 de ag isto do 1873. Atten-
dendo ao que requereram. os devedores do im-
posto creado para o pagamento dos apparelhos
fornecidos pela comnanhia. Recife Drainage, na
mc-lua-petfao que devoivo.e tomando em consi-
deragio a sua iformaco datada da 11 do cot-
#mJ*|| a 33j, naukde V. S dispensadlos da
multa de B-t>|0 im que ineorreram, podendo ser
effectuado o pagamento at t dia ultimo do se-
tembro prximo futuro em que termina a liquida-
ci do exercicio prximo findo, ao qual perten-
eem os mencionados dbitos. Deus guarde a V.
S..-Henrique Pereira de Lucena. Sr. inspector

Personkgens.
D. Maria de Rczende I). Philomeua.
D. Joanna 1). Filonilla.
D. Eugenia D. Henriqueta.
Urna vuva D. M. Carolina.
Una criada . Joaquina.
Conde de S. Thlago Thomaz.
Francisco de Atbayde Flavio.
D. Jeronymu Bernardina
D. Jos Augusto Braga.
D. Jos Correa.
Manoel Maria Mximo.
1.* requerenle Taurino.
2. dito l'aiva.
3.o dito Silva.
Criado do conde Lyra.
Pedro Penante.
Terminara o espectculo com a seiiitii'c fes
scen3-coniica:
0 jesuta na garguuta.
Principiar s 8 1|2 horas.

pomposas
esieja-
0 beneficiado nao teudo mais bilhetes de cama-
rotos e cadeiras para o seu espectculo agradece
s pessoas que to franca e cavalheirosaraento ae-
ceitaram o seu convite. Nao annuncia.os lanreis
da sua fefto darte, porque todot ellas derivara
da expontaneidade do publico pcrnap'bucano de
quem j o beneficiado tem rocebido r* 1
ovacSes.
Grato ao acolhimcuto que tem cid?, a.-segura
ao respeitavel publico que sem tru-i lar a arte,
hade semprc por meio do trabalho honesto, ele-
var-se at a altura do nome de artista quo mo-
destamente possue e que lhe Foi outhorgado pelos
povos de todas as provincias onde tcm traballi.. lo
e altestado o seu comportamento.
Nao sem fundamento o que fica dito, pois
tende calcar aos ps o zoilo vil e baixo de in-
fame denunciante ao governo da provincia con-
tra o theatro e seus artistas, &<. cuja empreza faz
parte o beneficiado.
Mais tarde entraremos nessa qoestao, alias beta
melindrosa, pois sem recuar um passo do terreno
da honestidade desmascararemos a hypocrit > e
infame nzurpacao de direitos legaes, dcixando Sf-
parecer a descarnada cara do egosmo.


SANTO ANTONIO..
EMPKBZA
Estra'do artista
Eduardo A. da Sliva,
Sabbado 23 ^JgpBto
S8 HORAS
AS 8 HO
GRANDE
i
* repi*osonl.a^t*
do magnifico i apparatoso drama
1
neste theairo,
phantaslico em 6 actos
(i \m u m sb
Original .francez do escriptor
Theodojo Barriere
(Traduc^o do actor Julio Xavier.;
DENOMINARES.
1.* acto.O medico dos pobre.
3.'
3.
O pacto com a morte.
Os sapatos do defamo.

( >JBM 1


4)V*Ni

^
Diario de PornaiiiBwo Sexta feira 21 de*Agosto de 187$.
Ve
CarcUa
Shebel
Rutter
Jos*
\jm meodjgo
Margan la, t Strauberg
GfjJurinaYceaw
SUBurm
Mar
4 i -8apo-aiahaz
5* A espala e a (buce.
<>. O anjo da raerte.
DMribuitao.
A estatua....-}
O escrevente. i rt w ,
Oamjr....../ Oanjo D.Manuela.
A Carvoeira..)
Dr. Anr Kceraer Sr. Eduardo.
O baro de Lawbeth Sr. Rabia.
O conde do Stsaaherg Sr. Florindo.
Karl de Stramberg Sr. Santo?.
: rtaus|cli Sr.lulio.
mn -9* $r. Cmara.
Se Silva.
Sr. Metieres.
Sr. P. Augusto.
Sr. Emiliano.
Sr. Proeopio.
Sf. PWladelpho.
Sr. Antonio.
D. Mara Bahia.
D Joanna.
D. Oi> mpia.
D. Jo-ephina.
L'm pregador de editaes, um barqueiro, um tt-
keilio, estudantes, mendigos, mascarados, con
vidados, etc,
ersonsgeas do baile mascarada
Bwneralda.
D. Quixote.
Apollo.
Baecbo.
Opbelia.
Um pagem.
Etc. etc.
A aeco do drama passa se em Munich, na na-
viera, o principio do presente secuto.
icenario.
4.u acto.A casa do Dr. Koarner.
! acto.A ilha de mestre Krapht sobre o rio
lsar. Effeilo de luar.
3.*acto.-Um lio no palacio do conde de
Stramberg.
4.* cto.-Uma rica galera e ala de baile no
mesnio palacio.
5.s-acto.-Uraa paysagem de invern nos arre-
dores de Munich. Effeito de nev.
6.* actaO atrio da eapella aVs Conde3 de
Stramberg, appanjeendo depois o interior da ca-
pilla, preparado para a eeletiracao do consorcio
de Arv Kcerncr e Margarida de Stramberg.
Deslumbrante ijuadro final, Iluminado por fo-
fos. *-.
As deeoraces do 2. e 5.* act s-sao completa-
mente novas, e ejecutadas a capricho pelo perito
seenograpbo,
L. CHAPELIN.
O vestuario a carcter e preparado pelo mes-
tre do guarda roupa, o Sr. Pinto.
Os aderecos e accesorios sao todos novos e a-
ptopriado.
A peca foi ensaiada e est posta em scena com
lado esmero.
Domingo 24
As 8 hnras em ponto.
5- representaco do
Anjo da meia nuite.
N. B. As representares desta peca principiaro
semprc s 8 horas da noite em poni, por causa
das mudancas do seenarie e para que o espee-
laeulo possa terminar meiaaoile.__________
TVlSOFMRITMOt
Pacific Steam Navigalion Coinpanj
Linlia quinzenal
o paquete
j*MLJT%
Tenia sido transferida em Calo do dia 10 para
odia 17 de jullio ultimo, a sahida deste paquete,
aqu esperado ate- o dia 22 do corrente mez, e
depois da demora do eosluine seguir para Liver-
pool via Lisboa, para onde recebe passageiros o
carga.
AGENTES
Wflmi Roe & C.
liRA HO COMMERCIO-fi
steam mm
w
LInlia quinzenal
O PAQUETE
ILLIMANI
spera-se da Europa ateo dia 31 do corrente,
e depois da demora do cosame seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, cncommeniasc dinhei-
ro a frete.
OS AGENTES
W ilsnn Rime a C
14UUA DO COMMEIICI014
COMMIIA
DE
MVECVCAO BAHIANA
LIMITADA
Para Macelo, Pencdo, Ara caj
e Baha.
E' esperado at o dia 23 Je corrente do9 porto
ocima o vapor Mrquez de Caxias, e seguir para
s mesmos no dia seguinte ao de sua chegada.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
\elra Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 57.
PRQGRESSO MARTIMO DQ PORTO
Emprea parisiense de navega-
cao a vapor entre Portugal e
Brasil.
O NOVO E MAGNIFICO VAPOR DE PRIMEIRA
CLASSE (A 100 XO LLOYDS.)
JULIO DINIZ
Com mandante- J. J. Rodrigues
Contente
E' esperado al 22 do cnente; depois da indis-
pensavel demora neste porto, seguir para os da
Baha e Rio de Janeiro.
Para passagens, e fretes de carga, encommendas
e valores, trata-se eom. os
AGENTES
K. B. Babello 46=Rna do Commercio=48
Para o Porto.
Acha-se proposto para seguir com a maior bre-
ridade o b.rigue portuguei nUio, para o que re-
cebe carga, e trata-se cum os consignatarios T. de
Aqulno ronceca A C. successorv, na roa do Vi-
cario n. 19, !. andar.
Para
fe
iwftJIo*
I o Rio-Grando,do.^1#
* ana^ milla k>Ak4Aa?a.
r*P=
I
0 patacho americano John Rae, procedente de
New-York, e om descarga, sogue para o Pai logo
que a eonclna; engaja-sc carga a (reto ommoJo,
para o que o sennores oarregad>res devem en-
tender-so anticipadamente com o* consignatarios
Tasso Irniaos a C. ra do Ainorim n. VL, por
juanw o navio nao se demorar a espera de car-
ia, seguindo com aquella que esliver proinpta, o
uais tardar ale o dia 18. -
^-iitaUguir com muitt brevidaS*
iotilfi, r.or teralguma eargt,r*^V-ara
_ qne lite /alta trata-se com ^1* PJ
Wquim Jo GontaWes B^i^gW'
do Commerclo n. 5. ** *"'"
a roa
Para a Bahia.
Pretende seguir com muita brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthur, tem parte de sen
carregamento engajado, e nara o resto qne Ihe
falta trata-se com os seas consignatarios Antonio
Luia de Oliveira Azewio & C, no seu escriptorio
ra do Bom Jess n. 57.
^*Z^.
mz
l'OMP.lniA
NAVEr.Af\0D|RASILElRA.
Portes do norte.
Ate o dia 2 esperado dos portos do sul o va-
por Paran, e seguir para os portos cima depois
da demora do coslume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais nformacfles, dirijam-se ra do Vigario
u. 7, escriptorio.
Pereira Vianna A C.
Agentes.
COM PANHIA PEIINAMBLT.ANA
DE
liivrsueAn costeira a vapor.
H.VCEI, PENEDO E ARACAJ".
O vapor Mandak,
eommandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do crrente, s S
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommendas at
o dia 29, passagens e dinheiro a frete at as I ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte rto Mallos n. 12.
COM PAN IIIV PEUNAMBUCANA
DE
avegaeito costeira a vapor.
>ARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACK
TY, CEAR, MANDAHU' E ACARAC'.
O vapor Imjuca,
eommandante Moura.
seguir para os por
tos cima no dia 30
do corrente, s 5 no
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 28 do corrente, encom-
mendas, at odia 29, paswgcnse dinheiro a frete
at as 2 horas da larde do dia da sahida : escrip-
torio no Forle do Mallos a. 12.
Coinpanliia Franccza de Navega-
ba vapor
Liriha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambuco, Bahia,
Rio de Janeiro, (Santos, somente
na volta) Montevideo, finnos A y
res, (com baliteaco para o Ro-
sario).
STI'.ilBIlK
TCLLB BU S\^iTOS
Commandante Liefvre.
E' esperado at 22 do corrente, e seguir depois
da demora precisa para os portos do sul cima
indicados, entrando denlro do porto, quer na vin-
da da Europa, quema volla.
Relativamente a fretes, encommendas e passa-
geiros, para os quaes tem excellentes accommo-
dacCei por procos redolidos, traia-se.com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. OLIVEIRA A C.
2 Hua do l'oinmorcioEntrada pela ra
do Torres.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Euro-
pa"; o vapor inglez .Vea, eommandante H. Rax,
o qual depois da demora do costume, seguir
para Ruenos-Ayres, tocando nos portos da Bahia,
Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos de
sul o vapor inglez Domo, eommandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume, seguir para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commcrcio n. 40.
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouca demo-
ra o hiate OUnda por ter a maior parte de seu
carregamento engajado o para o resto que lhe
falla, traa-se com os consignatarios, Joaquim
Jos Goncalves Beltrao & Filho rija do Cem-
mercio n. 5
COHAIA ALLIANQA MARTIMA
LISBOA E POBTO
A barca Vencedora, capitao Oliveira. segu via
gem por todo o mez de agosto.
Recebe carga e passageiros : a tratir com o
consignatario Tito Livio Soares, ra do Vigario
n. 17.
Rio Grande do Sul e Porto
Alegre.
Para os referidos portos directamente recebe
carga a frete o lugar portuguez Rio Grande : a
tratar com Amorim Irmio & C, ra do Bom Je-
ss n. 3.
Rio de Janeiro em direitura.
O vapor Lidador, capitao Gui-
lherme de Castro, que aqu deve-
r chegarnestes dons on tres dias
dos portos da Europa, seguir
para o Rio de Janeiro hrmedia-
lamente sua chocada, 'recebando nesie porto
passageiros de primeira e segunda elasse a 804
e 7Qf cada um, cuja passagem dtver ser paga
no escriptorio da ra do vigario n. 10, no mes
mo dia da chegada do referido vapor,
Para Lisboa
pretende soguiracom pouca demora a escuna por
lugueza Christina, de i* elasse, capitao Loureiro,
por ter a maior parte de seu earr*gamento enga-
jado; e para o resto qoe lhe falta trata-se com os
co nsignatanos Joaquim Jos Goncalves Beltrao A
Filho, ra do Gommercio n 5.
Lisboa e Porto
Vai sabir com brevidade a barca portogneza
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vigario n. 17
Barca tSaitaMaria,
Para e vderido porto recebe e-te navio carga
A freie : a tratar cum Amorim Innaos C.
Pira Sanios o Rio de
Janeiro.
Barca daH.
Este navio vai earregar pare ambos os portos,
e recebe carga a frete a tratar com Amorim Ir-
maoa* a
COMPANHIA PEHNAMBUCANA
DE
favcgacAo cesteira a vapor.
HAMANGUAPE.
O repor Corurpe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 d<
corrente, s 8 horas da Urde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 9 horas da tarde do dia da sahida
escriptorio no Forte do Matto? n. 12.
Barcaca Bismarck
Vende-te a barcaca cima, de 500 a 600 saceos,
de ptima construcclo, e prompta a navegar:
para ser examinada, no caes do Ramos, e tratar
na rna do Mrquez de Olinda n. 38, escriptorie de
Joo Pereira Moulinh).
LEUDES
10 caixas eom cha grosso superior, e diver-
sas caixas da verdadeira hesperedina
Hoje
O agente Marlins far leilo, por onu e risco
de quera pertencer, de 10 caixas eom cha grosso
superior e diversas caixas com verdadeira bespe-
redina, ltimamente chegadas e muito bem acon-
dicionadas, em lotes de urna caixa de duiia, para
chegir a todos.
Na porta do animan do Aunes, defronte da
alfandega.
AO ME10 DIA.__________
LEILO
DE
dividas
na importancia de 6:1665775, massa falli-
da do Araujo Campos dt C.
Hoje
O agente Martins far nevamente leilo por man-
dado do film. Sr. Dr. juiz de direito especial do
commercio das dividas activas da massa fallida de
Araujo Campos C. na importancia de 6:166*775,
em lettras e conlas de livros.
No armazerri da ra do Imperador n. 48, s 11
horas da manh.
Leilo
DE
1 caixas- com papel azul de peso, 1 dita
com papel de cores, 1 dita com botinas
avariadas para senhoras, e mais artigos.
SEGUNDA-FEIRA 25 DO CORRENTE
s 11 horas.
Por intervencao do agente Pinho Borges, em
seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53, priraei-
ro andar.
LEILO
DE
um sobrado de 2 andares, soto e pavimen-
to terreo, sito ra do Amorim n. l),
em chao proprio.
SEGUNDA-FEIRA 25 DO CORRENTE
As 11 1(2 da manila
ao correr do marteUo. j
Por intervenefto do agente I*i-
iiho Borges.
Em sen escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primeiro andar.
Os pretendentes podem desde j examinar a re-
ferida caa.
?
utencilios da padaria da ra Dircita n. 40
Terc,a-feira 26 do corrente
' O agente Martins far leilao por conta e risco
de imem pertencer, dos utencilios da padaria da
ra Direita n. 40, constando de 2 cylindros ame-
ricanos, i bataneas grande e pepena, maceira,
tendedeira. cabido, caixdes e mais pertencas da
padaria cima, es quaes sero vendidos ao correr
do martello.
A's 11 horas do dia cima, na mesma padaria.
Grande e variado
LEILO
DE
movis em bom estado, crystaes, loucas,
porcellana, um rico apparelho novo para
almo.(o de electro pUte e outros muitos
objectos.
Por ordem de urna familia qne se retira para
a Europa no prximo vapor, sendo :
Um piano forte de Boro, urna mobilia de jaca-
randa tampo de pedra, composta de cadeiras de
guarnicao, 2 ditas de bracos, t ditas de balaneo, t
consollos, urna jardineira, 1 sof; I mobilia de faia
composta de i2 cadeiras de guarnicao, 2 ditas de
bracos, nm sof, urna jardineira, 2 consolios es-
pelhos grandes, quadrot, urna cama para casal de
pao setim, mesas para jogos, camas de ferro, ber-
oo para erianca, nma rica mesa elstica com 5
tabeas, quariinheiras, mesinhas, cadeiras avulsas,
guarda roupa, apparadores, marqnezas, um lindo
vapor apparelbado, venesianas, malas e outros mo-
vis.
Um apparelho de electro pate, garrafas, loucas
para jantar e almnco, copos, clices, fructeiraa jar-
ros para flores e bandejas.
TERCA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A's 1 1 horas da nuuiha.
Por interveneio do agente Pinho Borges, ra
do Bom Jess n. 80 1.* andar ( outr'ore Crui).
O mesmo agente acha-se autorisado a alugar
dito andar.
firande
LEILO
DE
bons movis, crystaes, louga de porcelana,
objectos de eectro-plate, e outros muitos
bice tos em perfwto estado.
0 SEGUINTE:
Sala de visltae
Um prano de Pleyel, 1 mobilia estufada, con-
teni 1 sol, 1 cadeira de hraats para senhora, 1
dita de ditos para hornern, 1? ditas de guarnicao,
1 dtti para piano, 1 mesa oval, 1 dita pequea ro-
diziada eoberla de marroiiuim> I dita dita com 3
ps, 1 esprcfuicdeira, l cadeira de braco* cober-
ta de marroqnim, Buean, 1 estante para msica,
1 mesa de costaras, t espethos com molduras
douradas, snhre concnlo, com tampos de marmore,
2 etagews e. mogno, 2 ditas pequea, vasos para
flores, caiMieiros a gas di 2 pavios, estatuas de
jaspe, 1 coberta de li para mesa, pinturas em
quadrosttim molduras douradas, jarros de crys-
tl. canchos de pie de arneiro'tinturados, i ai-
mnfa** para sof, 2 tianqoinhas, 1 espelho oval,
1 Imleiro em prato dourado.
Gabinete.
Urna escrivania com estantes pan livros, 1 es-
tante para livros. 1 cadeira do bracos, 1 dita
de lalan'.o, de Ierro, 2 ditas com a&senio de tapete,
1 mesa de mogno de abrir e fechar, 1 dita peque-
a, jogos para enancas.
Sala de entrada.
Um porta-chapeos, 2 cadeiras de carvalho, 1
capacho grande e 1 tapete.
Quarto principal!
Camas de ferro, coleho, travesseiros, almofa-
das, mesas de mogno, commodas, guarda-roupa,
guarda-vestidos, sof de ferro com coleho de
molla, cadeira de ferro, jardineiras com tampos
de marmore, cadeira de vime, estantes para bolas,
cadeiras, tapetes, frascos para extractos, perten-
cas de lavatoris e casticaes com mangas.
Sala de jantar.
Urna mesa elstica de rosca, 2 cadeiras cobertas
de marroqnim, 1 rico guar.la-louca (grande! 2
aparadores de mogno (obra do afamado Remigio),
I candieiro com globo pintado, 2 ditos de cryslal
para 2 pavios, 3 pinturas, 1 mesa redonda com
tampo de marmore, 1 reogio inglez de parede.
capachos, venezianas, t machina de costuras em
Iierfeito estado, 1 coherta de la para mesa elas
lea.
Objectos prateados.
Um servico para cha comeado 2 bules, 2 cafe
teas, 2 leileiras. < astucareiro, 1 estante dourada
para pies, 1 galheteira, 1 mostardeira, salvas,
casticaes, conchas par sopa, ditas para molbo,
12 ditas, 18 ditas para sopa, 18 ditas para cha,
6 ditas paraoos, 6 ditas para sal, 1 dita para
mostarda, 24 garios grandes, t8 ditos pequeos.
12 facas para peixe, 3 pares de trinchantes, 24 fa-
cas, 18 ditas pequeas, 1 porta-biscoutos, 1 ser-
vico para jantar com 96 pecas, 1 dito para cha,
completo, 2 estantes de porcela pintadas para bu
les, garrafas, copos, clices de champagne, de vi
nho do Porto, Chery, verde e para licores, garrafas
lapidadas, grandes e pequeas, conchas de crys-
tal, pratos para (nietas, ditos para conservas, sa-
ldrs, descancos para facas, tijcllas para assucir,
copos, calice e enfeites para flores.
Quarto de enancas.
Camas de ferro com colxo, almofadas, I sof
grande, I Bidet, 1 lavatorio com espelho, I guar-
da roupa, porta-toalha?, e espclhos.
Sala e quarto dos criados.
1 guarda louca, mesa redonda, cadeiras, jarra,
filtros, hacas grandes, candieiros, camas de ferro
com colxdes, meainhas. lavatorios e espelhos.
Quarto de engommar c despenca.
1 machina para lavar e engommar, taboas e
mesas, escadas americanas, lanternas para azeite e
gaz, ditas para polica, machina para limpar facas,
escovas, armara s, banheiros e armaco para des-
pencas.
Cozinha.
Fogao americano, mesas o bancas de pinho,
guarda comida de rame trem de cozinha, limas,
candieiros e moinhos.
Jardim.
Carrinhos de madeira, utencilios para jardim,
grades e portas de ierro.
SEXTA-FEIRA 29 DO CORRENTE
Tendode seguir para a Europa a familia do Sr.
F. B. Bloxham, por sua ordem far leilo o agen-
te Pinho Borges, dos movis e mais objectos exis-
tentes na casa em qne reside a Torre.
Os referidos objectos sao rocommendaveis por
serem de gosto e pouco usados.
As 10 4 horas da manha partir da estacao do
arco de Santo Antonio um trem expresso que
servir de conduccao gratis aos concurrentes.
O leiltto principiar II horas.
AVISOS OVfcRSOS
PARA TODOS
Paula & Mafra, com casa
mortuaria no pateo do Pa-
raizo ns. 10 e 12, declarara
ao publico que apesar das ta-
bellas publicadas pela Santa
Casa de Misericordia, conti-
nuara a incumbir-se de en-
terramentos, e mais officios
fnebres, como costumam,
isto e, com sinceridade pon-
tualidade e commodidade
em presos.
i).
No hotel Alanca ra eslreita do Rosario n. 10,
precisa se de um criado.
Boa gratificacao
25#000
Perdeu-se hontem (13 do corrente) na cidade de
Olinda das 6 para 7 horas da tarde, urna pulseira
de ouro de lei, tendo a fita arrendada com una cor
fusca, no centro tem um laco cujas ponas sao era-
vadas de perolas, no centro del le urna grande es-
meralda quadrada, acompanhada de cada lado
com urna perola ; perdeu-se a mesma do oitao do
Amparo em seguimento a mesma ra, Quatro Can-
tos, Mathias Ferreira, subida do becco que sahe
em S. Pedro Velho, ra de S. Bento al a entrada
do becco Porto Seguro, dahi ao soltar ao pateo da
Ribeira e ladeira da mesma : mga-se a quem achar
e querendo restituir, dirija-se ao oitao do Amparo
casa grande, que t Recfe, largo do Paraizo n. 28. Io ou 2o andar,
que se gratificar muito generosamente : pede-se
aos Srs. ourives, on quaesquer outra pessoa a
quem for otTerecida, faca o favor de apprehender,
e lova-la a qna Iquer um dos lugares indicados.
Aluga-se
urna escrava para coznhar e comprar : a tratar
na ra da Concordia n. 145.
Lava-se e engomina-se toda qualidade de
roups, tanto para homem como para senhora na
ra da Detencao, confronte a casa do gaz.
A pessoa que annunciou por este Diario
precisar da quantia de 1:000*000, dirjase
ra estreita do Rosario n. 10.

DO
Dr. Murillo.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Reoem-chegado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Pars e Londres
8 pode ser procurado a qualquer hora do
i da ou da noute para objecto de sua pro-
^' fissao.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
pecia/id'.'oVs.=Moletias da pello, de
erianca e de mulher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua especialidade as duchas fras e
banlws a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
,dos na Europa.
ambem applica com grande proveilo
no tratamento das molestias do tero a
electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
pier. Cura por um processo Inteiramente
novo as blennorrhagas e sobre ludo a
(gotta militar) dispensando as iajeccSea
pregad
Tai
- Precisa se 4g um bom cozinheiro : ra do
Hospicio, n. 33,
MEDICO-CIRURGICO *
- do m
0 Dr. J. M. Curio Q
t> Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
^ meiro andar.
~ Consulta das 9 huras s II da manha. 19,
f Cliamadjs a qualquer hora. ft
Precisa-se de urna ama forra- on captiva para
comprar e coznhar para casa de urna familia
composta de duas pcssois, paga se bem se agra-
dar : a tratar no pateo do Hospital n. 28, 1* e r
andares,
Garanhuns.
Na ra do Baro da Victoria n. 36, precisa-sc
fallar aos Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
resse.
Feilor.
Precisa-se de um feitor que entenda de servi-
co de horta e jardim : no Co legio da Conceica<,
a ra de S. Francisco n. 72.
Aula particular deprimeiras
lettras para o sexo femi-
nino.
Quiteria de Almeida Bastos, professora particu-
lar de primeiras lettras, autori^a(la pelo Exm. Sr.
presidente desta provincia, avisa ao respeitavel
publico e com especialidade aos pas de familias,
que abri urna escola particular de instruccao pri-
maria ra do Crespo n. 14, segundo andar, onde
recebe alumnas, tanto internas como externas e
meias pensionistas, assegurando a aquellos que lhe
conliarem suas filhas todo o interesse no adianta-
mento, quer das materias que constituem a sobre
d'a Instruccao. quer do que for concernente aos
trabalhos de agultia.
Fugio
B
do engenho Bento-velho, cm Santo Antio, em dias
do mez de julho prximo passado, o escravo Ma-
nee!, de 40 annos de idade, prete, bem parecido,
falla mansa, dentes perfeitos, e barbado ; foi escra-
vo do Dr. Isbello, emLimoeiro, e de Joo de An-
drade Lima, em Malhadinha : a pessoa que o cap-
turar e levar ao dito engenho ser generosamente
recompensada Se for preso perto desta cidade
pode ser entregue aos Srs. Alvares Quintal & C.
ra Baro do Triumpho o. 36.
FUGIO
Estjfugido o cabra acaboclado de nomc Pru-
dencio, desdentado e os cabellos um pouco ubico
dos, andava com urna carroca conduzindo eslrum -
para ulm sitio, e fugio no domingo 6 do corrente ,
este escravo ligejramente gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje pertence ao
baro de Nazarcth, que gratificar a quem o apre-
sentar. Elle representa 50 annos, filho de Goi-
anna.
Olinda
Aluga-se para passar a festa o sobrado da ladei-
ra da S i), i, perto do banho salgado, com com-
modos para grande familia : a tratar ni Varadou-
ro, sobrado n. 2.
O administrad't da massa fallida de Hostron
Rooker & C. avi
para virem recebar seus dividendo* : banco Novo,
thesouraria de fazenda, Mimhard & C, Augusto
F. de Oliveira, Jiaquim JosSilveira & C, Rodri-
gues da Costa Carvalho, John Ridchough,J n, Matson & Stark, Willlam Ricbarason e Sons
W. W. Ronnic. Iones <^ RichirdiOB, 6eo Burnctl
& C. e Bruce Gnnston C.
RA DO COMMERCIO N. 46.
ENG0MMAE1RA.
Para casa de pouca familia, paga-so bom
aluguel por urna escrava que engomme bom
e seja cb conducta : em S. Jos >Jo Mangui-
nho sitio n. 2, muro cinzento, defroote do
do Sr. Gadoult.
D. Mara Carolina Uagner do Azevedo e Vas-
cellos, aut'^rsada por seu marido Joao Duirte
Costa e Vasconccllos, residentes na cidade de Lis-
boa, remo de Portugal, constando-lhe que seu pai
e sogro Manoel Antonio de Azevedo, se ausentara
deste reino para o imperio do Brasil enm o fim
(segundo notorio) de ir vender diversas proprie-
dades sitas na cidade do Recifc de Pernambuco,
e bem assim accjjes de dilerentes bancos all exis-
tentes, vem por este meio fazer publico que nin-
guem cdnlrale com o referido seu pai e sogro,
pois se acha ainda p2ndente no juizo da primei-
ra vara civil desta cidade, escrivao Coimbra, o
inventario orphanologico a que se procedeu por
bito de sua niai e sngra D. Mara Carlota da Con-
ceigao Cosa Azevedo. nao podendo seu pai alienar
cousa alguma sobre pena de nullidade em quan-
to nao se ultimar o inventario. O que fr.zom pu-
blico para os devidos effeitos.
Lisboa, 5 de agosto de 1873.
Assignados : D. Mara Carolina Magncr de
Azevedo e Vasconcellos. Joao Duarte da Costa
Vasconcellos.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
De ordem da presidencia, convido novamente
aos Srs. socios a comparecer domingo 24 do
corrente pelas 6 horas da manha, para em as-
scmbla geral elegerem a nova directora.
Secrclaria da Sociedade Recreativa Juventude,
21 de agoslo de 1873.
Fianiseo Vimna,
1." secretarU1.
c
aixeiro.
Precisa-se de um caixeiro (menino) de boa con-
ducta, nacional ou estrangeiro : na confeiUria do
Campos, ra do Imperador n. 24. ___
Troca se um sobrado de dous andares e
soto, chao proprio, por um de um andar, ou mes-
mo por casas terreas que seiam em boas mas e
que nao eslejam desconcertadas : a pessoa que
lhe convier o dito negocio dirija-se ao pateo do
Carmo, sobrado n lo, segundo andar, que achara
com quem tratar o dito negocio.
Alusa-se
a sala da frente do 1" andar da ra do Vigario Te-
norio n. 1, onde ltimamente funeelonou o banco
commercial de Pernambuco : a tratar no escrip-
torio dos Srs. Balthar Oliveira A C.
Olinda.
Aluga-se urna casa na ra de Mathias Ferrei-
ra, com quintal e cacimba : a tratar ra do
Amorim n. 37._______________________
Na ra Velha n. 8 lavase e eugomma-se
com perfeicio por barato preco.______________
Irmandade
lo Nant'.Anna. erecta na jsreja
da anta Crac
Contraia-se um sacerdote para capelln desta
irmandade : trata-se na ra do Baro de S. Borja
n. 54.
0 secretario
Marcolina Jos Pupe.
O Illm Sr. Dr. Oclavian Cabral Rapos da
Cmara, actualmente nesta provincia, rogado a
comparecer ou mandar .eu preposto easa n. 88
. ra da Saudade, para negocio urgente contra
0XC*OX5X!' >OQOX!Jjj> ijido no R0 Grande do Norte.
L ^^^^
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, coma! portognei
de t* elasse e en rarregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze n-
zes, participa aos seus amigos, Unto nacionaee
como porluguezes. que Iwn o sen escriptorio n
ra Primeiro de Marco u. 23, 1* andar, antiga roa
do Crespo onde pode ser procurado todos o*
dias nao ramificados, daic horas da manbs*
da larde.
"MOPINA
Est cncourac,ado !! I
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
dscrivo na cidade de Nazarcth dasta provincia, o
favor de vir ra Dnqne de Caxias n. 34, i cav
luir aqnelle negocio que. S. S. se compromet** a
realisar, pela terecira chamada deste jornal, a
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada enmprio;
e por esto motivo de novo chamado para dito
'un, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de uM annos, e qnando o Sr. sen nlho
irhava nesia cidade.
G. A. Sehnorbuseh.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regalia Britnica.
Regala Imperial.
Regalia leal.
Rachuellos.
Demcratas.
Suspiros.
Conchas.
Operas.
Principe de Bismarck.
Trabucos.
Bahas.
Deposito em Pernambuco no arrnazem de Cnnha
& Manta, rna do Mrquez de Olinda n. 23.
Aur-entou-^c ha dias o escravo Antonio, coa
os signaos segointes : cxo de nina perna e cco
de um nlho, cora defeito na voz, e rrgula ter 40
an'os: quem delle soub^r pode levar roa da
Imperatriz n. 20, quo ser gratificado.
''ConsulloriDMiedico-firurgieo
a de
5 A. B. da Silva Maia.
Ra do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das i s
4 horas da tarde.
i
I
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Mara Goncalves participa qne se en-
carrega promover o bom andamento de quaesquer
quesloes judiciacs nos dous paizes cima mencio-
nados, para o que est habilitado eom um pessoa 1
compelentissimo de correspondentes. Escriptorio
ra Primeiro de Marco n. 23, (antiga do Crespo}
COMPANHIA
nos
TBILH0S URBANOS
DO
Rccife Olinda.
Esta companhia recebe at o fim do mez
(1'agosto, proposta para a collocago d'uma
liaba tolograpluca, la estatu d'Aurora ate
a do Varadouro, em Olinda, e da Encru-
zilhada at Bcberibe. Para informafo se
entendoro os proponentes cora a respectiva
gerencia.
0 gerente interino,
Laurtntino Jos de Miranda.
A pessoa qne-a^innonii n on Diario 6e hon-
tem precisar de um coiio du r juros dando
garanta, dirija-se a esta typographia que se lhe
dir com quem deve tratar
Est pan alugar o 2" andar do sobrado da
ra de S. Jorge n. : a tratar na rna Nova n. 8.
As pessoas que tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoluto que tica nos fundos das
casas ns. 18 c 20 da ra da Florentina, onde exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limila-se at
ra de Santo Amaro, podem entender-se com o
proprietario na ra do Hospicio n. 35. ______
Desappareceu a 5 ou 6 dias o moleque de
nome Antonio, cabra fulo, de idade de 13 ancos,
mas representa ter mais, levou vestido calca de
brim pardo ordinario, e camisa de chita branca
nominilla e chapeo de couro. Este moleque che-
gou a 8 dias do centro da comarca de Flores, ten-
do na viagem queimado-se na testa, signa! este
para ser logo coiihecido. Pede-se s autoridades
policiacs e capiais de campo a sua captura, de-
vendo ser reoiellido para a loja da ra do Du-
que de Caxias n. 44, ond se gratificar por se
mediante servico.
Furto.
Fnrtaram da casa do abaixo assignado um re-
ogio de ouro, patente suisso, de numeracio 11,074,
meio chronomotro e coberto, com 29 rubis, dous
mostradores de horas, um dito de dias e outro de
segundos, um ponleiro grande alm dos das ho-
ras, contendo a capa do machioirmo a firma de
Gennano, relujoeiro eslahelecido nesta cidade, a
quem fura o mesaio comprado ; ao dito relogio
se achava pendente urna corrente eom cassoleta
tambem de ouro. Ser generosamente gratificado
quem o Irouxer rna do Palacio do Bispo n. 81
Dr. Joo Mari Si ve.
Fngo no dia 18 do corrente, do engenho
Para, do termo de Ipojnca, o escravo Rayraundo,
natural do Rio Grande do Norte, de 30 annos de
idade, estatura regular, ps pequeos e achatados,
usa de barba a Cavaignae, anda sempre limpo
traz o cabello ponteado, levou urna rede envolven-
do diversas calcas de brim branco e.de cor, ca-
misas francezas, botinas, meias, lencos e nm cha-
peo de palha preto, alera de ontro de feltro ; ro-
zidi nesta cidade, donde foi mandado para o dito
engenho no dia 17, presmese que foi acompanna-
do por dous pret s do mesmo engenho, Jas
Paulino, o 1* de 45 annos de idade, feio de feicoas,
peinas algum tanto tortas, estatura regalar, tem
a (guias cicatnzes as costas; o 2* de 40 annos
de dade, alto, magro e de cabellos vermelkos :
quem os apprehender e leva-Ios ao dito engenho
on nesta cidade na Direita dos Afogados n. I,
ser generosamente gratificado.
Contra protesto.
Joanna Damaseena Otympia Baptista. residente
actualmente na cidade da Escada, declara termi-
nantemente a sen irmo Sergio Rullniano Olym-
po, e a quem mais interessar possa, qne o sitio
e as casas do Barro a que allude o dito seu irmio
no protesto inserto no Diario do I.* do corrente,
sao de sna prnpriedade e nao estn sugeitas a in-
ventario algum, e muito menos ao de sna falleci-
da mii Mara Francisca Olympht Baptista, pois,
alm dos tirulos qoe tem, todos sabem qne taes
bens sao seus. Servo este do. contra protesto 4
aviso para que o dito seu irtno procure ontro
romo, com as sitas imaginarias herancaa._______
A Ponte d'Ucha n. 37, venda e padaria,
existe urna vtella desde o dia 15, quem for seu
dono, dando os signaes, pode vir tenar canta no
prazo de tres dias e (indo estes ir para o 4a-
pnsito.______________^_^_^_^_^_
, Na ra di) Visconde de Inhaoaa, outr'ora
rna do Rangel n. 9, precisa-se de ama pesso*
para fachina ; e na mesmo vendo-'se nm par de
rodas para cabriole! e duas portas de amarello.


X
* c
}



gpsto
g
MEURON & C.
os compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlie se pode
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores que qoizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ftC.
Cozinheira.
Prici.1 se de urna ama tme -Ja ncrfcita nesse
servia c ijue lenha boa onduela : Iratar fin
Santo Amaro em sepiimento ra d'Anrorn n.
\n.______________________" "
l'n-'-i-ii-!< Ae n.i-.t nina |wr. o-/iot:ii : m.
na'* ivuiu i_ f, i- jnuijt.
Picci.-ase de um.t ama lo feite tftiu l.llio :
na roa da PmUa u. H, ailar,
A Trio Preeh>a-fr> dn nina orna de inoia idade
.vina p^n 0 svrv^.0 j,nt.|j. c externo *j urna
ra*a de tinas pessoa*: na ra dn Coronrl Suassu-
na (antiga ma Augusta) n. iH8.
Precisa sede ama ama, eom urgencia,
para casa de pequea familia, prefere-s
eserava : na roa da Unio n. 49.
B<
Ama
AMA
Precisa-te de urna ama para com
prar e cotinhar para casa de duas
peMoas, paga-se bem agradando : a
tratar aa ra da Ponte-velha n. I.
A1111 *<* Ru ^ AP" n ** precisa-se de
asua ama ama para engoramado, preferindo-
se escrava.
pequea familia
Precisa se de duas amas,
sendo urna para engouimar
e faier oulros servico* do-
mestico*, e outra para co
rinhar e lavar, em casa de
na roa do Capibaribe n. 40.
Offerece-se urna ama para casa de pouca fa-
milia, ou homem solleiro, cozinha rom perfeico,
e muio fiel : qnem precisar dirija se ao becco
do Sarapatel n. 1, primelro andar. __________
Precisa-se de ama ama pa-
ra comprar e cozinliar para
3 ou 4 pessoas : a tratar
AMA
roa Nora n. II, loja.
FUNDICAO DE FERRO
o
k' m do Rara di Triumplio (na dita) ns. 100a 104
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e melhorobra quetem vindo ao mercado.
Vapores de forrea de 4, 6, 8 e 10 cavnllos.
V/alueiraS de sobresalente para vapores.
AlOenaS mteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui vcio.
I ai Xas undlClaS e batidas, dos melhores fabricantes.
KodaS agua cora cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
IVOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios eapitos para vaporeS.
J501I1 DaS de ferro, de repuebo.
AraQOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e pequeas.
CoiKjertOS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOIMliendaS mandam vir Pr encommeuda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
6 com uro dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMO.
Alnga-se
j terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. SO:
i irai r ra do Aniorim n. 37.
Quem
AO PUBLICO
milis coinmodo ^Acrece ?
inconteetavelmente a loja de calcadoSJestrangei-
re que mais commodo offerece em geral,com espe-
cialidade ao bello sexe, o PARS NA AMERICA
a ra Duque-de Caxias n. 59, primeiro an lar (an-
tiga do Queimado) e a razio 1 a razao simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
incommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de lapete (systema ma-
carrnico) nao podando aesta forma conhecer se
botina llie fica boa, pois, nao tem espa?o para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do ladrilho; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impessivel, que una se-
nhora (do bom tora) queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao fado de um bako, onde en-
tra 'que m quer, ainda mesmo para comprar : o
Taris na America nao resente-se desta falta ; tem
tun bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all podara estar em perfeito commo-
do paca a esculla da calcado.
Jw> terminam ahi as vantagens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tambem no bom sor-
timento de botinas para horneas, dos melhores e
mais afamados fabricantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., ete., e grande variedade de
hinellos e snalos, assim tambem um liado sor-
timento de botinas para seohora, e sapatinhos de
muitas qualidades que podero satisfacer a esco-
Iha da mais capichosa sen hora {do bom gosto);
pelo que fica expendido, est claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
c, Paris na Amrica, ra Duque de Caxias o.
S9, primeiro andar, antiga ra do Queimado
vir.
0 Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vez
rogado vir ra do Imperador n. 28, a negocio
de seu mteresse.
Eugommadeirau
Precisa se de
bem : a tratar na ra
25.
PENHOEES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Cozinheiro.
Preeisa-.-c do um bom cozinheiro
ra do Bom Jess n. 3.
AMAs
n.
pessoas.
a praca da Independencia
e 29, precisa-se de urna ama
para comprar e cozinliar, para 3
oa acquisi^ao
Traspasan-se nma loja, ptima pira qualquer
pinero de negocio, iwis ifir tem a iwfcsarb'af-
iio-ki. ni .i ila liNptsr: trit a. : i|'i-'in :i utr-
l.nlei .lie j,-.(; .isii >!' Cni'- ivc> n. \i,
I,, l.i .!. I"'.!;..,
Amelia Hosa (Javalcante de
Albuquerque
Preeisa-se de ama ama
mero 81.
na ra Direita nu-
AMA
126,1* andar.
Precisa-se de urna ama pa-
ra o servico de ama pessoa:
na ra da Senzala-velha n.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
vulta da Europa, contina a en-
carre,7ar-te de concertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
outro objecto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na trave sa da ra das
Crures n. II, i andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o encontrarlo prompto a garantir
seus trabalhos e a faze-Ios por precos mdicos.
Joaquim Cavalcaute do AiLu
querque, D Mirla Joaquina Caval-
cante de Albuqntrque, Joo de 5
Cavalcante de Albuquerque, loa-
quim do Si Cavalcante. de Alia
qnerque, D. Joanna Jannaria Caval-
cante de Albuquerque, Sil vino Ca-
valcante de Albuquerque, Dr. Eslcvao Caval-
cante de Albuquerque e D. Emilia Amalia de
Hollanda Cavalcante de Albuquerque, pais, lios c
tas, agradecen) as pessoas qne assisliram as exe-
quias de ma lilha e sobrinha Amelia fo-a Caval-
cante de Albuquerque ; e de novo as convidara
para nma missa do stimo dia, as 8 horas da ma
nb, na matriz da Boa-Vista, no dia 23 do cr-
rente. ____
Jos Narciso t amello.
Andr Avelino Sobreira de Mello, convida a
todos os seus parentes e amigos e as do seu fi-
nado av, o advogado Jos Narciso Camello, para
assistirem a urna missa que por alma do dito fi-
nado manda celebrar no dia 23 do corrente, sexto
anniversario de seu passamento, na igreja de N.
S. do Carino, s 8 horas da inanha.__________
Pergunta innocente.
Pergunta se a alguns dos Srs. socios da so.-ieda-
de Luterana e Auxiliadora da Instruccao Secun-
daria, a razio porque teem deixado de comparecer
as suas sessdes nao obstante aeren annunciadas
por este jornal ? ser porque j vai cheiraudo
dinheiro T
_______________Um espectador das sessdes.
Shaw Hawkes <& C, ra da Cruz n. V, tm
para vender machina de corlar fume e machina
de picar carne.
Ui:na rts. tacto.
lizinliiis escorozas.
20 Rui do 'if*rt 20
l.'i: :l:.l.l- .| .O,:,-::;.! .1. l\t |,. ..(-,>,;
:!:: i- l-;i... v. i..', t |,| ii >. ., c.,\.;lo, pa-
ra araba > ImijI-inii iI.-uh M mu .-.
Asiduo dolisteis
Algodu i!<; tiras auieri.;uif>, cuD) pequeo 4e-
fcilo, a 'M rs. o eovado : na na l Crespo u.-O,
loja e Guilheniie i C.
Brns de cores
Brins de liplio tic roces a ',''0 e Ufl i-, o eova-
do : na muio .resp n. i, luja ie Cnilbcra)
i Coiiijianliia.
Alpacas.
lindos paJroov
> "iU'rf.
ITIMI.
*
m
m
m
0
0
0
Consultorio homeopa-
thico
Do
Dr. Sanios Mello
41-------Ra do Impera lor-------41
Consultas todos os das das 11 1 da
tarde.
Gratis aos pobres.
Residencia ra Nova n. 7, segundo
andar, onde d consultas das 6 s 9 da jH
manh e das 3 as 3 da Urde. K
Chamados a qualquer hora.
O
0
0
0
0
0
0
o tratar na
Lines de piano.
Urna senhora portugueza, chegada ltimamente
de Lisbia, oft'erece-se para dar li^Ses de piano em
casas de familia e por prero raioavel : podendo
diripir-se ra da Aurora n. 5, primeiro andar.
urna para duas pessoas, paga-se
da Matriz da Boa-Vista n.
Ao Sr. I. C. V. pede-se o favor de mandar a
eaaa a. 28, ra da Saudade, pagar o seu aceite
firmado no Rio Grande do Norte, t veneide no
dia 36 de dezembro de 1872.D. H. O.
Boa tequsimo.
Por seu"dono ter de retirar-se para
a Europa, onde vai residir algum
tempo, vende-se um ptimo predio
de um andar e sotao, n urna das- me-
lhoros localidades de Olinda, da qual se
descortina nao c todo o ocano desde o
cabo de Santo Agostinho at muito alem da
ponta de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas naysagens do poente e sul;
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (poco) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode servir de co-
xetra ou de residencia de escravos, alm de
hu sotao, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a ep ca do anno ; com illu-
minaco gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada. Adiarse preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cesinha e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se acna, ou retirando oa
otareis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na mao do Sr.' Luiz do Reg
Barros, regente do hospicio de alienados e
a tratar na ra da Untio n. 49.
Carros de luxo.
E' inqueslionavel que a cocheira da ra doBum
Jess n. 13, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
leras e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas do etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
parelhas de animaes, arreos luxuosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesrao scienfi-
car-se da verdade do que deixamos dito, certas de
que nao encontrario pomada, e sim realidade e
commodos pregos.______
Roga-se a algum dos senhores que arrema-
taran) em leilo na casa n. 6 da travessa da ra
das Cruzes diversos objectos, o favor de levar
mesma casa urna charuleira, encastoada em ouro,
com as iniriaes ELC, que por engao, sera dn
vioa, acompahou os mencienados objectos.
I'ma escrava que quer libertar-se precisa
de 1:G00000 para este um e contrata os seus ser-
vicos mediante o prazo que se convencionar : a
escrava cozinha bem, engjmma sofJrivelmente e
faz bolos: a tratar na ra do Imperador n. 14,1.
andar, que dar as infonnacoes necessariw.
M0LEQU8.
Para servido de casa paga-se bem por
um moleque ou cabrinba de II a 14 annos:
em S. Jos do Manguinho, sitio n. 2, muro
cinzeuto. antes da ra da Amisade.
Escravo fgido.
150$000 de gratificacm
AuseBtou-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
prcto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bastante ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro olhos grandes, j
estove no engenho do Sr. Lulii de Caiar| em 5.
Lourenr^o da Matta, onde consta ter parentes, foi
escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ra ; de todos estes senhores foi cozinheiro, tora
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a lodas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificacao cima decla-
rada.
rnmMmmmmmmmm
MifTISTA DE PARIS 1
00000 $0000 00
Escravo fgido.
Boa grattflcacio.
Ausentou-se a 30 de iunho ultimo o escravo
Martinhq, trajando calca de la escura, camisa de
madapolo, chapeo baixo de pello branco, e con-
duzindo um balaio de compras, com urna caica de
la enxadresada de verde e um par de botas. Este
escravo tem 18 annos de idade, cor parda alaran-
jada, cabellos um pouco respos, testa larga, esta-
tura regular Ma figura intelligento, bom copeirc,
coziu' a soffrivelmente, e deseonfia-se que sabe ler
e escrever um pouco. E' natural tina do Rio Grande do Norte, onde tem familia, e
resida o seu primeiro senhor. Cousla que tem ap-
paiecido no bairro da Roa-Vista c em fugados, e
suppoe se que, como seja cozinheiro, tenha-se con-
tratado com alguera em urna daquellas freguezias
Roga-f-e a apprebensio do dito escravo, c nduzin-
do-o ra do Conde da Boa-Vista n. 51, ou ra
do Bom Josus n. 3, onde se gratificar generosa-
mente_____________
Talho para alugar
Alnga-se o bem conhecido a? jugue do pateo do
Paraizo, com balco de pedra marmon, com cepo,
bataneas e pesos : a tratar na ra Primeiro de
Marco, antiga do Crespo, loja do Passo, junto ao
arco de Santo Autonio n. 7.
pr* \t
vir.
:s-
rS-
m-
~.-
W-
&


19-RUA NOVA19 9
J. M. Leroux, cirur- S
giao dentista, succes- J
sor de F. Gutier, es- g
pera continuar ame- 2
recer a confianza dos 3
clientes da casa, edo 2
respeitavel publico ejn 2
geral.
Moldadores
Na fundico de C. Slarr & C precisa-ee de dous
ou tres aptos moldadores.
Dinheiro
Precisa-se de 1:000* por seis a oito mezea, pa-
ga-se o juro de 16a por mez, dando-?e garanta a
contento : quem tiver annuncie aonde deve ser
procurado.
A' cocheira de carros de aluguel, de
Antonio Domingos Pinto, ra de Santo
Amaro n. 1, acaba de chegar de Franca, o
mais bonito e elegante carro Landou, nico
que existe nesta cidade. Os Srs. noivos e
mais pessoas que desejarein alugar um carro
de bom gosto para casamentos, baptisados,
ou visitas de cerimonia, sao convidados a
virera ver desenganarem se com seus pro-
prios olhos. Ma mesma cocheira tem bo-
nitas caleches, victorias e carros abertos para
alugar. por precos razoaveis, com toda a
pontualidade, para o que tem muito boas
parelhas, arreios novos e bolieiros decente-
mente fardados e moralisados, o que< bem
raro nesta classe.
Maximiano Lopes dos Santos faz sciento ao
respeitavel publico e com especialidade ao corno
eommercial que se acha estabelecido com loja de
fazendas na cidade da Esrada, ra do Commer-
cio n. 3, 'antiga casa do Deodato Luiz Francisco
Montelrc.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Ra da Commerelo n. 6, I.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, era Braga, sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
. Baroello9.
Beja..
Chaves.
Coimbra.
Covilhi.
Faro.
Guarda.
Guimaries.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monjo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicio
Villa Nova do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
O Sr. Jos Alves Machado Guimares pela se-
gunda vez rogado a vir ra do Imperador n. 28,
a negocio, de sen ulerease._______
Quem annunciou precisar da quantia de
1:000 a premio, dando garanta, quena deixar
carta tiesta typographiasob as iniciaes A A.
Na ra da Santa Cruz n 18 lava-se e en-
gomma-se com perfei;ao, tanta roupa de homem
como de senhora, quer por peca, quer por mez,
sendo para homem, camisas a 160 r?., calca a
240 rs. coleto a 160 rs., paletot a 400 rs., e por
mez 20*000 ; para senhora se ar ajuste por
mez conforme a roupa.
100#000.
Gratifica-se com esta quantia a qualquer pes-
soa que agarrar urna muala de nome Ualliiua,
baixa, cheia do corpo, cabellos cacheados e ralos
tendo sido cortado ha tempos, presentemente
amarra, rosto curio, com una pequea cicatriz
em urna das sobrancelhas e outra em urna das
raaos pela parte de dentro ue nao pode bem
abri la, e tendo sido amasiada com um soldado do
2.*, foi presa na fortaleza das Cinco-Pontas, e an-
dou fgida em Goyanna Igoarwad e Itamarac
com o nome de Maria : quem a pegar leve ao Ca-
minho-novo em casa do Sr. Joaquim Luiz Goncal-
ves Penna, ou ra do Visconde de Goyanna nu-
mero 89.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de boa conducta com
pratica de fazendas ou molhailos : a tratar na ra
Direita n. 86, loja Novo |>ival.
Cozinheira
Precisa-se de urna escrava para cozinliar e com-
prar : a tratar na ra Primeiro de Marco n. 23,
oja.
Precisase de um caixeiro que teuha pratica
de (averna : na ra da Aurora, n. 33.
H^* Convite.
Os senhores abaixo declarados, sao encarecida-
mente rogados virem ra do Imperador n. 28,
a trataren) de negocios particulares que Ihes di
tem respeito:
Antonio Adelo dos Santos
Antonio Alfonso Mereira.
Antonio Pinto dos Santos.
Anfonio Jos da Silva.
Antonio Jos Ribeiro de Moraes.
Benjamim do (armo Lopes.
Domingos M. de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
Dr. Francis o Pinto Pessoa.
Ebom Wislig.
Emilio Jos de Moraes.
Fernandos de Azevedo.
Francisco Alves de Mello Tico.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Jos Carneiro.
Joaquim Guedes da Costa-
Joaquim Jos Maria da Pcnha.
Jos de Brito Mello.
Jos Gongalves da Silva.
Manoel Antonio dos Nascimento.
Manoel Silvino do Barros Falco.
Paulino Joaquim Tavares.
Theotonio de Barros t Silva.
Williara Hawlinson.
COMPRAS,
JJaBea-Vista, ra da Conceicn n 33, compra-
se urna casa terrea cora commodos para familia,
ou 1 terreno com proporcoes para edihear-se urna,
porm no mesmo bairro e com preferencia as
ras da Conceicao, dos Pres, do Sebo, etc.
Compra-se um escravo que saina (rabalhar
de tanoeiro, prefere-se que nao seja moco : a tra-
tar na praca da Independencia ns. 19 e 21.
Aliento
Qnem achou um bilhete da lotera do Rio de
Janeiro de n. 1803 da 4' lotera (463), e quizer en-
tregar, pode vir roa do Rosario n. 13, que ser
bem recompensado.__________________
Aluga-se barato urnas meia-aguas, novas,
na travessa das Barreiras, becco do Aquina : a
tratar na ra do Cotovello n. 25.
' > Tbomaz de Aquino Fonseca & C Successo-
res, administradores da massa fallidi de Jo a > Hy-
gino de Souza, convidara pelo presente aos credo-
res daquella massa, que ainda nao apresentaram
seus ttulos, o facam no prazo de oito das, a con-
tar de hoje, afim de serem qualiflcados os crditos
respectivos. Recife, 16 de agosta de 1873.
Afogado
Roga-se ao Sr. Tito Francisco de Mello o espe-
cial favor de vir roa do Conde da Boa-Vista n.
87 a negocio de seu interease.
Pillar das Alagoas
Na roa do Conde da Boa-Vista n. 87 precisa-se
fallar cora o Sr. Venceslao Jos Baptista a negocio
de sen intoresse. ___________________
Aluga-se urna casa terrea com sotao dentro,
no becco dos Burgos n. 23 : a tratar na roa do
Vigario n. 33, com Joao Jos da Cunta Lages.
VNDAS.
Alpacas (le lisiras,
aovado.
Colchas allantase*)** a l.
Ditas brancas de croe I u'- a ".
Gobertas ile chila adamascada a 3*300.
Cobertores do la osciims a 1*\
Leoeefl di> bramante a ti.
TonAtai alc.oclioailas a (i* a duzia.
Lencos ile t$tm >ba&fhailM a i a duzia.
Ditos ditos cora barr illa duzia.
Ditos (IKos dn esgniao a :iAM!0 a du/ia.
Caiulirai.i tis.i a M o iiaOO.
Dita Vietnria lina a 3/800.
Cortes de i!aseinira fina a 52
Cretmc, lindos paires a 440 rs. o ovada'
Chitas roxas a 200 rs. o eovado.
Ditas venios c ilo 4rw 240.
Cambalas do cores a 280 rs. o eovado.
Ilriin pard i a 400 e 440 rs. o eovado.
Rrim lona, (tranco, a I 600 a vara.
S na roa do Crespo ij. 20, loja de Gullierrae
Colchas.
Ci.lebas brrfhcas c de cores a 3jS<)0 : na za
do Crespo n. 20. leja de (Juilherme A C.
Cambra i a preta..
Camliraia preta cora listras e fl-res brancas,
proprias para luto, a 2io rs o eovado, i; barata :
na rua do Cres|Ki n. 20, loja de ilui crine 4 C.
Madapolo avariado.
Mada|ii.lo avariado de dirrmtes |ire?os : na
rua do Crespo n. 20, loja de (uhennc & C.
Camisas iqgiezas.
Camisas inflezai forrada*, cora paito de Iinlio.
pek) diminuta proco de :'.r00d a iluz cada nma : na rua do CrosjK) n. 2">. loja de Gui-
Iheniie & C.

B
oa nova
Vende-se o sobrado n. '2'.l sito rua da Hooda,
COtn dous andares e s,ila>; um iliio na ru i do
Apollo n 43, com lies nielares e solo ; urna casa
terrea na rua do l-'ogo n. 3i; una dita no Areal
do Fnrle n. II ; um pequeo olre de ferro e eai-
xascom rinho lino do Porto : a balar cora Joa-
quim Alves Ja Sllv, na rua do Coionel Snas>una
(an'iga le H irla-) n. 17.____________
Nova remessa de cha. fumo
e rape.
-'maral, Nalmco 4 C. ventera cha preto p ver-
de, fumo inatez para cigarro e cachimbo, e rap
francex e nacional : no Bazar Victoria rua do
Bario la Victoria n. 2.
- Vend se o sobrado de um and ir sito na
rua Imperial, 'auto da trave-sa do Lima, prximo
ao cliafaii/., o qaal est situado era lugar muito
apr-ipiiail-i para cslabelccimento eommercial, a
que se lora setnpra prestado, t -m bom quintal, ca-
cimba etc., e tambeM se arrenda. A tratar na
rua do Hospicio ti. :j, das 7 s. II hora- do lia e
das 3 as 6 da tarde. ,
Fnrinha de milho
Vende-te brinha de milho moida a vapor, dia-
riai.ente, pelos procos seguimos : grossa para
miant a loo ra, dita para ang, pinto e passa-
nnhos a 100 -s.. para empica c pi de prov.-nea
.i 120 ri.epara rusens a ii> rs., em arroba
mais barato : na ron do C tovello n. 2,*.'.
- Vende-ce cc"S com casca para embarque :
na rua ib Bario di Victoria, outrora rua Nova
11^40. _______________________________
- Vende se n.nio para ft-rreiro : na rea do
Brum i. 79.
Doces fructas e flores.
Ka rua da rux n
uleis, sorv le .las II



-
G tem sempre todos os dias
mras em dianle.
Verniz do
gaz.
Para vender na rua do Vigario n. 13, a na* rua
do Amorim n. U, a rcralh >, ou em barris. A
com^anhta do gaz de uliuda tem estabeleido sen*
dep isitos para ven.la do verniz do gaz, hO luga-
res cima indicados, muito prximo ao embarque
no Recife.
Atieocfto
i
Vende-se algodo da Baha em fardoa e a rea-
lho: rua l'riuiciro de Margo n. 8, laja.
Vende-
feito estallo :
e um carro de ah'andeg.v em per-
na rua do Conde da Boa-Vista n.
3, anliizo Caniinho Novo,
Vende-se urna casa terrea na rua. dos Bur-
gos n. 15, tem 2 salas, 2 quarios, cozinha fra e
quintal, chao proprio : a tratar na rua da Santa
Cruz n. 1, a qualquer hora do dia.
Vinho verde de Bastos,
superior .
Em ancoretas e caixas de urna duzia, tem para
vender a prego commodo, Joaquim Jos Gongal-
ves Beltrao A Filho : no escrptorio, rua do
Commercio n. 5.
Verdadeiras bixas hambur-
guezas.
As nicas chegadas neste ultimo vapor francez:
na rua da Cadeia do Recife n: 51, primeiro an-
dar.
Mobila
Vndese nma mobila grande de Jacaranda, com
poueo uso e-bem consenada : na nq di Baraj
do Triumpho n. 9 (tutr'ora do Brumj.
Bois.
No engenno Boa-Vista, do Cabo, vende-se
bois refeilos, assim Como, niansos par? arrogas.
Peitoral de Cereja
do Dr. Ayer.

i*
Par Koletftia* da Gareint*, Paito,
e Pulmea, teea como Totse,
Contipooos, Defluxoa, Coque-
luche, Bronohitis, Asthma, Con-
iumpca ou Tiic puJmonar, *c.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vera a este mercado:
oa rua do Mrquez de uliuda n. 51.
Venda de
gaz,
_ ATTENCAO.
Do da 23 do corrente mei de agosto em diaule,
haveri venda leite puro peto preco de 400 rs.
a garrafa, todos os diis as 8 horas da manha, no
becco do buhar dos arcos, junto a botica homcapa-
thica na roa do Imperador.
Garante se a qualidade,___________________
Aluga-se o 1. andar do sobrad. n 26
da rua do Bom Jess, tendo a sala da frente
forrada a papel ; a tratar no armazem da mesme
sobrado.
No becco das Barreiras n. 9 eoie-so toda e
qualquer costura machina. Tambem se encar
rega de tomar conta de roupa para lavar, engom-
mar e concertar, por preco commodo.
casas.
Vende-se urna casa terrea moderna, com
terreno de marrana : na rna da Concordia n.
133. Outra casa tenca tambem moderna e em
terreno proprio, na rua dos Coelhos n. 18 : a tra
tar com Marcelino Jos Lopes, na rua do Monde-
go, otaria n. 63.
Bom negocio
Vende-se o hotel n. 30 da rua das Larangeiras,
bem afreguezado: a tratar no mesmo.
Vende-se duas moradas de casas, sendo urna
era Tigipi e outra no Barro, fregaezia dos Afoga-
dos, ambas em solo foreiro : a tratar na rua de
Santa Bita-velha n. 14. 1* andar.
Preena-ae de criado ou criada que saiba co-
ilnhar, para casa de homem solteifo : a trtttr na
'rua da Gamboa do Carao n. 21, 1* andar,
Aluga-se por festa o palacete contiguo a
tareja do Bomtun, em Olinda, e q sobrado n. 49,
rua de Mathias Ferreira, este com gaz e agua
do encana mente, nma pequana mobilia e grande
quintal murado; e aquefle com mobilia completa,
ou setn ella, jardim, arvored s de fructo, cacimba
abundante e casa de banhos, com commodos para
mude fanslia, ambos bastante arejados c pouco
distantes do litoral; alem destes, mais tres boas
easas terreas nu mesma rua de ns. 18, 36 e 39,
oom luffleientes coaunodes : a tratar na ra Nova
n. le, oo no mesmo paace>, J
Bous terrenos.
No lugar denominado Salgadinho, e iunto
a estago da estrada de ferro de Olinda,
vendem-se bons terrenos em lotes ou peda-
eos a vontad dos compradores, coin a fren-
te para a mesma estrada e os lados para
outras, e bem assim urna pequea casa de
taipa nellos toada. '
Estes terrenos tem diferentes arvores de
fructo e slo ptimos de plantago e ven-
dem-se por precos baratissimos. Os pre-
tendentes entendanj-se na thesouraria das
loteras.
Antes de apparecer o PKTTOMA.X. nnnea % historia da
medicina vira preparaco olguma qne tto univenala profun-
damente ganhosse a conianca do genero humano, como este
excollentissimo remedio para infermidades pulmonares. Do-
rante langa serie de annos, entre qnasl todas as rafas do*
horneras vai gozando cada Tez de mata alta reputacio e re-
nome, como o melhor protector contra estaa molestias.
Ao passo qne se adapta perfeitamente s formas mais bran-
das das molestias, e as criancas e meninos, S ao mesmo
tempo, o remedio mais effica que te pode produzir para im-
pedir o progresso da TUica imeipUnt* e todas as perigosaa
affeccoes do peito e polmfies. Como antidote contra attaqnee
repentinos de Croup, todas as familias deTem o tar em snas
eazas ; e em geral, como todos sao tuieltos constipaces e
tosses bom estar-te sempre prevenido com tam poderoso
remedio.
Posto-qoe a TIHem Dtetmrmm e tMa como sem cora,
ha portento grande numero de caaos em que eta molestia
pareca ser declarada, mat qne te ttm curado radicalmeato
pelo uso d'este PEITOBAL DM CBMMJA.
Milbaret de casos de MoletHa* da Smrffmntm e pulmoes
que tiuham baldado todas as expediente* da pereca humana,
teem cedido influencia do PEITOJtAl DE CEBEJA.
Os Cmtort* e os Orodoret achario o Peitoral um ex-
celente nrotector contra molestia, de pande earventi
para ajudar a voz.
Sempre allivia a Aithm, frequentan-.Bte a iu desap-
ptrecer inteiramente.
Em desea pequeas e repetidas, regnlarroente cura a
BronchilU.
Para CtmHpae**, e *****, nio e pOMivel enoontrar-s*
milbor remedio. Toma-se em doses pequtoas trea ?*
por da, e a noite um escalda pa, ai* a* curar a molerfia.
Para os De/ttuee*, quando eflectan a garganta, deve-*e
fazer o mesmo. .
P Tone Mgmma oo CftutueM*, oa-* *m paquena*
OOtet tres ou quatro vezee por dia.
Para o Crowp, doces grande* e repetidas, ale te vencer a
molestia.
Eflectivamente nemhuma familia deve paaaar sem o PEI-
TOBAL, para 'se defender contra 01 attaquts repentinos
dat molestias cima mencionadas. 0 tra emprego com tem-
po, multa vezes poapaf ao Inferno inultos soflHmento* e
Erigos que oooorrernV) se tlvest de etnerar para outro ata-
o. Pees e mata, conserva* ettt renado saupre em cata.
Vidas preciotat te vos podern salvar.
Aa vlrtade* d'**ta [Mpmrmao tkm M toraade tato vul-
garmente ooafcMidaa, que nos dissenaainoa BaMItjtjr aqu
atteatadot de algumns de utas grande* curi*^e ao IjjtitttMt
a assegnrar ao pablioo
aemprt a* conaervarao.
que eetat rirtudee que **,
mrabado rom
J. C Ayer di Ca-, Lowe, mlsm.t E.V.
VBU41>B 8S POR
1
---------------------


0
P*M
GRANDES NOVIDAD-ES
Ern fazendas de gsto
NA
LOJA -E ARMAZEM DO PAVO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUIMAR
Os popnetarios desto importante ostabelecimento, participam ao respeitavel publico
desta cidade e aos seus numerosos freguezes que acabam de recebcr petos ltimos vapo-
re* de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas azendas de gosto
e milita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das melliores fazendas de lei, que se vendera por presos muito em conta, s
cora o i.ii de apurar dinheiro.
As pessoas que negociam em pequea escala, ueste estabelecimento poderao fazer
os seus suriimentos, porque se Ihes render pelos precos que compram as casas estran-
.geiras; de todas as fazendas se d3o amostras, dcixando penhor, ou mandam-se levar em
casa das Kxmas. familias pelos caxoiros.
Este estabelecimento est constantemente aberto das C horas da manha s 9 da noute
Ais hz n\ PmYiSs lo likinhaw burnous a iowoo.
Adi cl ulll CUhUHK* HL IdMUHdS O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
300 FS. Europa, burnoos dos mais lindos gostos
k-r y 7 r> & ; que at hoje sao conhecidos e em relaco
JS(l OJO, CO 1 VtlO. sua excessiva barateza, convidam-se as
LZINHAS A 300 US. Exmas. Sras. para verem o que ha de mais
LZINHAS A 300 RS. novidade nesto artigo.
LAZ1NHAS A 300 RS. BRAMANTES PARA LENQOES.
O Pavo recebeu um grande sortimento Pavao vende superior bramante de al-
das mais lindas lzinhas para vestido de se- gdo, tendo 10 palmos de largura, que so*
nhoras e de meninas, com delicados padroes P^cisa de 1 1/4 vara para um lencol a
miilos n grados, que vende pelo baratissi- ,5)G? metro ou HP800 a vara,
mo preco do 300 rs. o covado, por haver Dit0 de linho fino superior c muito en-
grande porcao. E' pecbincha, na ra da corpado, com a mesma largura a 23400 a
Imperatriz n. 60, loja do Pavo. vara.
NOVOS VL3TIDOS A'2 Di: JL'LHO TOR Ditos francezes muito finos a 2&500 e
129000. ,3-5000.
O Pav3o recebeu um elegante sortimento' ^^ de Hamburgo e panno de hnho, ten-
dos mais liados o mo demos cortes de cam-! (1 c im 20 c 30 varas Par todos os precos
braia para vestidos, seinlo a uso da corte e e qualidades.
2 de julbo, com os mais bonitos enfeites, c!. ,las do retanha de puro linho, teudo 30
tendo bastante fazenda : assim romo baba- jar-las, polos probos mais baratos que setem
dos, reas, recifliz e entremeios, suflicien-;vist0-
tes para as guarnios, e vende pelo bara- j Pechinchas do fmssimo esguio ou silzia
to pnvo de 1200O cada corto. Na lja com G jardas a 7JJ000.
#
do Pd i i ra da Imperatriz D. 00.
LZtNHAS BORBADASA 400 RS.
O ('.OVADO.
O Pa-.u recebeu um eleganto sortimento
das mais lindas lzinhas transparentes com
iorinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
de pei" l'aratissimo proco do OO rs. o co-
vado. E' pecbincha, na loja do Pavo ra
'da Imperatriz n. G0.
LAS MODERNAS.
O P.ivao vende um bonito sortimento do
lzinhas lislradas sendo das mais modernas
que i;:i viudo ao mercado, pelo baratissimo
proco de jij o 000 o rs. o covado. E' pe-
chincha, Da loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 110.
ALI'.A AS!.AVR\DASAG40RS.OCOVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
so- das mais lindas alpacas lavradas
ido as cores nais modernas que
ira vestidos, e vende-ee pelo na-
r ,o do 040 rs. o covado. E'
.i loja ilo Pavao.
\<::/\s a ooo i: 640rs. o
m!:tro.
O a c ibeu um magnifico sortimen-
; : lin las cassaa fran ozas, de or,
; > bonitos desenh s niidos e
pra mi i padroes escuras e outros que
SiWv u i iatu, o vendo a 600 e 040 rs.
.......u :ii o '00 rs. o covado.
LAZINHAS SOBERNAS COM LISTRA DE
- DA A GiOrs. e 15200.
O.i. >cebou um elegante sortimento
de las com listrasdo soda assetinada, sendo
as mais m lemas quo tcm viudo ao merca-
do e eo n f mais delicadas cores, e vende
. pelos bara. precos de GiO rs e 1J5200.
As-ini eorno outras muito bonitas com listras
sem sor : da, que vende a 501), 040 o 800
rs., tas Is o modernissimas. E'
ped ia loja do Pavo.
- *o,te,3ocsOm.
O 1 iivfi recebeu um grande sortimento de
chita. fixas, quo ven le pelos bara-
tos pr s ra 240 o 2S0 rs. o covado. Ditas
escoras fazendt muito superior, com novos
padroes a 9t0 o 3(0 rs. o covado.
Ditas mnit i finas padroes claros em leu-
dos de perc des, cora barra do cor ao lado e
sem oila a 300 e 400 rs.
Ditas putas com lecido do crctone, fazen-
da minio superior a 3:0 o 400 rs. o co-
vado.
Diti- 1 cAres, miudinhas, proprias para
imcas a 360 rs. o covado. E'
. na loja do Pavo.
m a 500 rs. o cova <.. i receben um elegante sortimento
mas :.odernas baptistas do cores com
:]: iinhos o grados sendo proprios
los, e roupa do crianca, pelo bara-
1 de 500 rs. o covado, affianran-
scr g'ranile pochiacba I
'rtca "-' cumbraiti. ultima uo-
virfjHfteya 9&000.
ivo rocobeu pelo ultimo vapor de
i tos de cambraia branca com ba-
:' iraonto bordados, tendo fazenda
tull.. [/ara vestido dequalquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tcm
vindo ao m rcado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornatn-sa recommendaveis s senho-
ras de b >:n gosto.
Ditos omo babados de cor, tendo 20 me-
tros de babad a 95000. E' grande pe-
chincha, do Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 00.
COKTr.S DE CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato prego de 20JJ e 30*000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com listras assetinadass que
vende polo baiato pre^o de 69000.
Ditos ora listras de cores, tendo 8 varas a
4$ e'50000. E'pecbincha.
-ESPARTILHOS.
O Pavo recebeu um grande sortimento
desparulhos tanto par senhora como para
menina, que vende pelo barato preo de
39000.
Ditos muito finos a 49 e 59000. Sao dos
mais moderaos qu e teai vindo ao mer-
cado.
CAMBIUIS ABERTAS A 9 E 109000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das*mas finas- canahraias brancas abortas,
bordadas para vestido, que vende pelo barato
preco de 99 e 1090O o corW, tendo fazenda
.bastante para vestuK B' pnfhmi^^iiil ijt
do Pavo roa d* Imperatra n. 0.
Peijas de finijsima silezia cora 30 jardas
a 359000.
Atoaihado adamascado com 8 palmos de
largura a 29000 a vara.
Calcas do casemira.
O Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurlos e em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao morcado, e
von.le-sc por barato prego para apurar di-
nheiro, assim como caigas de brim branco e
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 19800 E 29000.
O Pavo vende duzias de longos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 29000 a duzia.
Ditos tambom abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 3-rOOO,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 39000
M El AS CREAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de moias cruas, ia-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa G9000, 79000,89000 e 109000,
e um grande sortimento do meias inglozas e
francesas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
ADAPOLAO FRANCEZ a 69000 E 79000.
O Pavao vende pegas de madapolo fran-
cez, que sempre se vendou por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo prego
0*9000 e 755000, por ter feito urna grande
compra. E' pecbincha.
Algodaoziuho a 8-O>0.
O Pavo vende pegas de algodozinho,
COMO S\0 fiWMS 1 \
03 '
J
Os lequcs todos .de madrcjieroa,. brancas e de
cares e quo tnue'nl o dblicoUNIAO fin ledras
lambem do inadrcpcroU cm alto relevo, tor-
nando-se por islo apropriados para noivas, a NO-
VA ESPEHANCA rila Duque de Casias h. 63'
(antiga do Queimado) 6 quera os tem.
Sao de tafktruya
Os brincos, broches, mcos aderecqs, crua-s
coraedes e cassoletas, que cto oxpostss ba s
escolna da3 Exmas. (ainaiUes do chique) vende-so '
na Nova KH[H)iini.;a, ra Duque de Caxias
63- ^ V.iV A
Aos.Tnmmos
A Nova Esperaica ru* Duque de Caxia? n.
63, acaba de recoher, un linde sorliuii'nii do bo-
ecas de muilas qualtdadas,, viada entre .-l|.i< a
engracadas booecas da borrach, aeaiw lamhciti
Una pequea qnwifidade do bpnecas nrctas que
se toruam apreciadas pela^sua novia de. E
Ebem ut
. A Nova Espennra ra Duq
63, recebeu verdadeiro eiment
cao pare concertar porcelana i
Vestido per\
Muilas vozes um vestido loroa-so intpiramente
feio, semeoto-por estar nial enfeitayUt: a Nova Es-
peranza ra Diiquu da Casias a. 63, romove
esto mal; porque est, beia prvida dos melhores
galSes e franja do todag as' coces, onde pode es-
colher-se vontade sobresahlMo enlre estes as
modernas franjas mesaicas, que pa s^i ViodjL-
de de cures, flea bem em quasi telas ai fazendas.
A ella antes que se acabem.
Bolas de borracha %
Veadem-se de todos os taannos ra Duque
de Caitias n. 63, na Nova Esperenca.
Cabellos brancos s tem quera
quer
A Nova Esperanga na Duqua de Casias n
63, acaba de recebcr a verdadeira Jntua ie D-
nons para fingir os cabello?, o (fue se conseguc
(empregando-a) com muita facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos s tem quem quer.
Estao na moda
Os cinturoes de couro, preprios para senhoras,
Se receben a Nova Esperanca ra Duque de
xias n. 63, estao, sim, senbora, esto na moda !
Se queris ter ou preparar um ranaalhete do
cheirosos cravos braatos para- o vosso casamento,
ou para outro lita apropriado, necessario ir
Nova Esperanca a ra Duque de Gaxias n. 63,
que all encontrareis os memores portt towptels
que se pode desejar.
muito boa fazenda, pelo harato prego de
49 e 59000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhasc lenges a G9000 e 79000.
CAMBRA US.
O Pavao vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 29800
39000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 e 69000s
ate a mais lina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balasen, para ditas de guarnigo e para so-
f, que se vendem muito em conta.
C0I.XAS DE CROCHET A 69 E 89000.
O Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de G9 e 89000.
Ditas de fusto acolxeodas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento do ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregot
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SALAS
'a 49000.
0 Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E' pecbincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
ROTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeites decr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remettidas por um dos rae
hores fabricantes de Pars, e vende-se pelo
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 6# e 89000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 6# e 89000.
Ditas de um panno s e cora muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos1 prego,
de 29000 e 29500.
Ditas com guarnigo de pregas e borda-
dos a 39500.
AlgodOo enfoscad* a 19000 a
vara.
O Pavo vende algodio americano entes-
tado e muito encorpado, proprio para toa-
Jha e lenges, polo barato prego de 19000 a
vara.
Dito francez sendo trangado e muito en-
corpado, pelo'bara'ssimo prego de 19280 o
metro.
Casemiras a 09000 e 7?000.
O P.ivo vende cortes, de casamira france-
sa, sendo fazenda muito superior que sera-
pru se vendeu por mais dinheiro, e liqui-
dam-se a 79000 o corte.
Ditos a 69000.
Agua florida,, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Cujas n. 50,
acaba de receber nova rqmessa da aprcriavel agua
florida para fazer os cabellos prctos. O bom re-
sultado eolhido por quem tem feito uso dessa
inoffensiva preparagao a tem altamente conecitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
vamente della precise e queira se aproveitar de
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido para o mesmo uso, e to ai-roditedos
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, rea du Duque d-j-Caxias n.
50, recebeu novas o bonitas voltas c Brincos de
grossos >ljofares de cures, e como sempre conti-
nua a vende-las por pree commedo.
Novos diademas dourados e-
com pedras.
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
1, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras,*4anto para meninas
como para senhoras.
CollecQoes de traslados ou
normas para escrver-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. SO,
recebeu novas colleccoes ou normas pava as crian-
cas aprenderem a cscrover por si mesmo, hoje to
usadas as aulas e collegios; e come Sempre ven-
de-as por proco commodo.
Meias cruas unas para meni-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
a. 50, recebeu nove sorUmenlo da fuellas tan pro-
curadas meias cruas para enU ira, viudo igual-
mente para meninas, e contina a vemle-las por
pregos commodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da ajtuia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou antinha-
pretas de seda com flores, e outras a imitaco de
croch, e vende as pelos baratos presos de 31,
ii e 6J0OO. A fazenda boa e est rn perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
cao
Perfeita novidade.
Urampos com borbelatas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branea, 4 ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu netos grampos eom bor-
boletas, bezouros e gafanhefos, o que de eerto
perfeita novid de. A quantjdade pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia bracea rea Duque de Caxias
- 50, receben urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de U e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja da aguia branca, roa do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos c rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como.sempre conti-
na a vendt-bis por pregos razoaveis
Caixinhas coan.ps dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na foja a Aguia Branca ra do Du-
que de Caxias n. 50.
Luvas de .pellica pretas c de
outras cOres. '
A loja da Aguia Branca, ra Duque da Ca-
xias n. 80, recebeu novo sortimento de ivaa de
pellica, pretas e de outraa cores.
4 Bufan (b Victoria n. 22.
ab&LDE
arneiro Vianna.
A' este grande ostabelecimento teai che-
gado um bom sortimonto de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultima'Beato na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anuo, c tendo um
perfeito artista para ensinar as-mestnas, em
qualquei parte desta cidade, como bem as1
sim coarta-las pelo tempo tambem d'um
auno sem despendi algum do comprador.
Ncste estabelecimento t-nibcni ha intengas
para as mesmas machinas c >; sii|iiro qual-
quer peea quo seja necessario. listas ma-
chinas trabalham com toda a [leil'eigo de
um e dous pospontos, franzu c borda toda
qualquer costura por fina quo s ja, seus
precns sao da seguinte qualidade : i.ira tra-
balhar a mo de 309000, 40900;-. V59000
e 509000, para trabalhar com o i sao de
809000, 909000, 1005000, 109000,
1209000, 1309000, 150JOO, 2003000 c
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
terago de pregos. eos compradores poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
verio gostar pela variedade de objectos quo
ha sempre paravonder, como sojam: cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balango, ditas para
crianga (altas), ditas para escolas, coslurei-
ras rifluissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, detodasasqualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
3ueiros com cabo de metal e de marfim,
itosvulsos, eolheres de metal fino.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devein agradar a todos
que visitaren) este grande estabelecimento
que so acha aberto de>dc as 6 horas da ma-
nila at as 9 horas da. noute
Ra do Baro da Victoria n.
22.
Nao ha mais cabellos
brancos.
w
S e unieaappfovada pelas academias de
sciencias, recoiihecida superior a toda que
tem apparecido ot hoje. Deposito princi-
pal fcrua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
queede Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
BICHAS DE HAMBURGO
Un mais recentes e melhores.
Vendem-se napharmaciae drogara de Bar-
tholomeu & G., ra Larga dosario o Rn. 34.
SEGRfiO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECCAO SHOST
nica, hygienica,radical einfallivol nace-
r das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada" applicaco que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitacs de l'aris.
L'nico deposito parao Brasil, Bartholomeu
'& C, ra Larga do Rosario n. 34.
BAZAR
1
laa da Ira
Lonrenco Pereira 3lendcs Gaimarae
Declara a seus freguezes que tem resol vido vender o mais barato que for possn
saber :
CHITAS A 160 E200 RS. O COVADO.
K CiRTES DE BRIMiDE CORES A 195C
Vende-c chitas francezas largas cqra to- Yfnde-se cortes de brim
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-'caiga, a 19500 e 2S000.
de cores'
a 240, 280 e 320 rs. o covado.
S FRANCEZAS A 820 RS,
VenoVse cassas francozos a 3J0 e 36 r.
o covado.
LASINIIAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 o 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a
19600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 c 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
BOTINAS A 39000.
VemtMo botinas para senhoras, a
39500, a ellas antes qne se acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 19600
29500, 39000 e 49000.
Caigas de caserairas de cores\ a 89, W
79000, i
Palitts de easemira, a 49, # e 8800
Seroulas a U e 196ML ;
BRIM TE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZLf*
Vende-se a duzia de lencos branco*,
Vende-se chales de l do quadros a 800.29000. Ditos com barras de cores a 3900
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pegas do cambraia branca trans-
parentes o tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
raassa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para os pregos de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-so pegas de algodo, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-so bramante com 10 palmos do
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQLTDACO DE SAB0NETE3 280 RS.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 o 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Ditos de linho a 59000.
TOA I.HAS A 800 RS.
Vende-se toalhas para rosto, a 800 -
19000. -
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 800 Rs
Vende-se grvalas de seda preta, a 8
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS*
Vende-se chita para coberta, a 280 e 84*
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vcnde-se bonetes para meninos, a 19800
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 89800
Vende-se espartilhos para senhora,
39500. .
RS

MIYLMMS
,
A 800 RS. O COVADO.
Vende-se granadinos com listras de seda,
para vestidos di senhora, a 800 rs._e 19000
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 69000.
Vendo-se ricas colchas de crochet para oa-
misa 69000.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende-se pannos de crochet para cadeiras,
a l$560e 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vcnde-se pegas do cassas para cortinados,
com 20 varas, a 105000 o 129000, o outras
muitas fazendas cm liquidago.
GRANDE REDUCCAO EM PRECOS
Attenco. AttenQo.
Na loja de Soares Leite limaos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
Caixa do liaba de marca, a 200 rs. dem idem do pos chinez, muito bom, a
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200 500 rs. e 19000.
Abotoaduras para collete, de todos os Duzia de sabonetas de ameruloa, a 8950(1
gostos, a 200 rs. 'e 39000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito Frasco com opiata muito boa, a 15000 e
boa, a 19000.
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
dem idem divina, a 19000.
Duzia de pegas do cordo imperial,
240 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp,
19000.
Duzia de baralhos francezes, canto doura-!
do, a 39000.
dem idem beira lisa, a 29200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
19000.
Caixa de botoes de osso para caiga, a
200 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
Idem dem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes forrados, a 700 rs.
Luvas de polhca com pequeo toque,
320 rs.
19500.
Duzia de sabonetas de anjinho transparen-
tes, a 29200.
dem idem com flores, a 15500.
Duzia de pegas de trangas caracol branca
a 400 rs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Sabonetas Glycerino transparentes,
800 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Leques de osso o sndalo para senhoras,
a 29000, 49000 e 69000.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem dem.
.Chapeos para senhoras e meninas.
Entremeios e babados transparentes e ta
A maqonaria desmasca-
rada,
ou polleefcSo ils artigos do Echo ik Roma, analy-
bamlo a circular da liau. Pr.'. Federacio do 2
ile setenrBro de 187!, e aPranch.-. do Ir.-.
Gomes Freir aolr.- Otto; assim como a deste
Cav.*. R.#. f.-. Ven.*, ao redactor do Echo
de tema, datada de Coimbra aos 16 de dezembro
do mesmo aun ; precedida de urna carta intro-
duccSo e amolada por um redactor do Echo dv
Roma.
Acaba de chegar dJ Ijsboa esta obra, e vende-se
na.livtaria. ecopoiuica ao p do arco de Santo
Antonio, prego, toOO.
Grande lipta,
Na ruado Queimado, n. 43,
Em fronte a Praenfefe.-
Lzinhas de quadros a 4", S8 e 300 rs. o co-
vado. ,
Chitas de cores seguras a 240 e 280 rg. o eovado.'
Madapolo bom a 44 a pega.
Algtidao T a 4 51 a pega.
Cantas de fusto, grandes a 3J50O.
Toalhos felpudas a Gf a duzia
Lencos para meninos, a 80 rs.
Brim lona de pur* linho a 1 JdflO a vara.
Cortes de casemira'ide cor, x fl.
E omitas outras fazendas par menos o seu va.
lor. S. o 43, a ra do Qneimado em frente
pracinha.
Bom negocio.
Vende-se o engenho Camevozinho, copeiro e bom
noedor, distante da estatao de Agua-1'reta tres
legoas, pode safrejar de 3 a 4,000 paos de assucar
e com boas matas de excellentes madeiras : a
tratar no mesmo, ou nesta cidade ra Duque de
Caxias n. 40, com Joaquim da Sitva Costa. .
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc., |
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
pados.
Botinas para senhoras, a 49000.
Duzia de carreteis de hnha, 200 jardas, a Retroz prcl0 e de cflr em carre.
700 rs. t,,).
dem idem 00 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B a Lindas e elegantes caixinhas dos perfu-
59000 mistas E. Codray, Gell Frrese Rieger,
Maco de fita chineza, a 800 rs. ie,c-' elc-
Caixa de hnha com 40 novellos, a 500 rs. i Quadros com santos o estampas separa-
Resma de papel pautado, a 29800, 49000 das.
e 59800. Espelhos de moldura dourada, de todos
dem dem liso, a23600, 39300 e 59000. os tamanhos c precos.
Coques modernos, a 33JOOO.
Caixa do pos para dental, a 200 rs.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000
Microscopios (sem vista) a 29000.
B0HEC4S.
Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas do todos os tamanhos, candioirus a gaz,
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas para cos-
tura, transparentes para janellas, e um completo e variado sortimento do miudezas, que
se tornara longo mencionar.
Ra do liarHu da Victoria 11.28.
Engeuho Periquito.
Vende-ae urna parte no enfceimo Periquito, be
como as rendas correspondentes das safras do au-
no de 1W6 a 1873, em tr$b .do cotwenher do
mwmo engenho Francisco /rld!no.(de Mell : nwm
pretenfer dirjase rpa dfrtmt n. 50, primcTTO
api<*"
m Vende-se urna porcia
fia : na sitio de Marcallino -
da do Arraial, ponto da Mangabeira,
ha par paoa-
na estra-
E* liaralt)!!! "
Liquidago dinheiro
Na ra da Cadeia do Recifo, loja qne tem urna
bndeirola com este titulo, so estao vendendo fa-
andas muito baratas : quem quizer fazer cconu-
fma deve ir comprar antes que se acabem, pois
ntein arrematou a loja tem de entregarla por tos
Cal de Lisboa
L Vende.se a 2*500 por barril : no trapiche Bar-.
|Asa, largo do Corpo Santo.___________

Cibros.
sITASSO IRMAOS & d
Em seus armazens 'rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tljolos encarnados sextavos para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de desearocar algodSo.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrames.
Sevadinha em garrafSes.
Lentilhas em garrafees.
Rhum da aimaica.
Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dito.
Vinho de Bordeanx, dito..
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas nglezaa.
Licores finos sorudos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinbo ingles.
Barris com repolho. em salmoura.
t '
Mais val tarde do que
mine.
Aviso imporante.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
SONRQS
acepipe delicioso que ta preparava amigamente
NA CONFEITARU DO CAMPOS
quo os proprietarios daquelle estabcleokneiito re-
solveram de novo fabricar to delicioso manjar,
nao s para satisfacer algumas encommendasi co-
mo para criar nove censummidores.
E quat ser a familia que nao
mandara buscar all, ao menos
urna duzia de
B888K8
pan a sua sobremezy|... ______ ^
Algalias
As algalias do fabricante Bnoes Boulevard du
Palais-, sao as melhores conhecidas, pois que con-
servamse perfeitameute nos climas elides,- oaum
a. experiencw cnstant*RH|ite o est provamlo.
Vende-se.
Vendar* 300 caibros o maag^, muito bons n. ..
, baratos, ledos ou reUlho : na travesaa da palmos de frente e 120 de fundo
ra do Imperador, armazem da bolla amarella. ra da Soledade n. 54.
uma cas terrea na estrada de Joao de Barros
17, e unvterreno na roa do Principe, com 148
a tratar na
Vtrdadairo bter hesjieriUina. superiw. e ece-
dltado: venda no armazem du Taaso Irmlm &
C|rua.doAmonm.tt,3^
Vende-se um piano de oksa em bom estado
ira aprender, por proco multo commodo:' a tra-
r no Mondego, casa a. 01.
^
-

.

i
1


Diario de. PernafKbucc Sexta^'feira #2 xie .Agosto de 18! 3.
7
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-^r
COSTURA DE HOWE
BAZAR DA RA DIREITA
ft
SOARES LEIE, IRISAOS
NICOS MENTES
A'
Ra do Sarao da Victoria n. 28
A.s mais simples, as mais baratas e as melhores do mundol
a expsito de Paris, em 1867, foi concedido a
Klias Uowe Jnior, a raedalha de ouro e a condecora-
rlo da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feilas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. uowe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na eiposirao de Londres acreditara
estas machinas.
A 90$000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companliia das machinas de owe de Nova-
York, estabeloceu nesta cidade a ra do Bardo da Victoria n. 28, um deposito o agencia
geral, para em I'ernambuco o mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura- de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agullia mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introducQao dos mais aperfeieoados apparolhos, estamos actualmente habilitados a
jfferecer ao came publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova ncontestavel, a
ciroumstancia de nunca terem, apparecido no mercado machinas d Uowe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terccira.lia nellas menor fric<;o entre as diversas pec,as, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara, o ponto cqiho se tora fcito mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os os, o que se no consega
aas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo era seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozera a fazenda mais
6na.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se lem de mudar
de agulha ao comegar nova costura.
Oitava.Muitas corapanhias do machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaesparapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Uowe, raestre em artes mechanicas, tem constantemente
lugmentado o seu fabrico, e hoje ne atteud a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
CaJa machina acompauha livretos com instruc^es em portuguez.
A 9(h>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS j
A'
do Bar fio da Victoria n. 2 8.
MMGUO DAS N. 51.
Este stabelecimeiito sempro solicito em fferecer a concurrenciaiio respeilavel pu-
aiieo utn completo sorlirneirto de miudezas, calcado.francez, chapeos c quinqilharias a
presos es mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi lodos os scus artigos de pro-
pia ciicoirmn.ipla da Europa e America, vena dar ublicuJade.de'algn* artigos por cujos
precos bern se pode avahar os prec/js do outros rnuitus que se lomara enfadonho pu-
blicar.
MllTlKZAS. MIUDEZAS.
La para bordar, ,1a mellior qualidade, 1 j1"'"005, dil0.Je dit0 Pr ff|t OAA
libra por 5?500. Botos do setim pretos e de cores, a 800
Agulhas franczas, fundo dourado, a cai- rs-e 1?*000 duzia-, .
linha com 4 papis a 60 re., 240 s. FraJas ^>rancas Je seda (!e x as lar-
Yoltas de fita de veUiy'' com lindos co- 8uras- \15(>00 e **00 elr0- t^nlt
racues fingmdo maareperota, a 500 rs. D,tas de cores epretas a800 rs. e 19000 o
Voltas para o noscoco, fingindo camafeu, meir(?" ,
co.>.panhadaS com 1 par de brincos smo- AGa,5os P~to* de a*1* de mu,l S0810 de
hante, tudo por 2,500. 800 rs. a JJOOo Jj. ^
SOBERANA E INFALLIVEL
MI
LNJECCA0
no
n
*E
MONTE
a hi'\\\kii\ de luedicina de Paris, cavalliciro da Legio ti honra
A blennorrhagia, ou purgarao, urna inflammago do canal da uretra, occasiona"
d logar, como a syphlis a accidentes secundarios. E' urna affoce,3o puramente local-
Effectivamente, es medicamentos que ha muito teem sido applicados interiormente con-
tra este mal, taes como a copahiba, cubebas etc., nao produzem effeito senao communi,
ando s ourinas algumas das suas composicOcs, que, pela sua passagem atravez do anal-
Je tornara urna verdadeira jnjeccao.
Para que ser necessario carregar o estomago com essas preparares nauseabundas a
repugnantes? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua ac<, irritante ? Ares-
posta simples :Nao se tinha anda descoberto urna mistura que, introduzida directae
mente no canal, produzisse os mesmos effeitos sem temer mos resultados. As injeegoe-
to falladas at aqui, conseguem fazer parar a purgacao, porra pela irritacao consecutiva
que produzem no canal, sao urna anteaba permanente de aperto, affecco muito mais ter-
rivel qu o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte dus mdicos, que recu-
san), com razo, de as empregar.
Presentemente, este fundado temor nao existe. A injecgo que nos apresentamos ao
publico, que conta dez annos de bous resultados, nao interrompidos, nao irritante. E'
anti-blennorrhayica em toda a extenso da palavra. Queramos dizer, a cansa do mal,
que ella destroe decompondo os elementos da purgagao e tonificando a mucoza e as
dlandulas donde provm a sua origem. A sua applicaco nao dolorosa, e se urna li-
t oir impresso se segu sua introducido, essa impresso de pouca dura, e segue-lhe
nina sensaga immediata e nao desagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhum
eutro auxiliar para fazer parar era muito pouco terapo as purgagoes, ainda as mais re-
beldes.
Quasi sempre basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
gado que resistisse ao ernprego de dois.
Alira de chegar a urna proropta cura, o doente dever seguir o seguinte
iiecmien:
i.* De dois em dois dias, tomar um grande banho, e permanecer nelle duas horas,
sendo possivel.
2." Lavar tres vezes por dia a parte doento com agua fria.
3. Dar tres injeegocs por dia : do manh, ao meio dia, e noito. Apertar ligei-
ramente o orificio do canal, afim de conservar nelle o liquido um minuto.
4. Usar um suspensorio.
5." Abster-se do uso de bebidas espirituosas, ou alcoolicas durante o trata-
mento.
i:\IIOH4*.
Ha muito terapo que as flores brancas, leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
senhoras como causal, a constuigao anmica, que na linguagem vulgar lhes chamam
paludas cores, quando ellas sao ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
so sanguo. D'ahi provem o erro que rauitos mdicos commettem ainda, de tratar do
Ntado geral, em logar de cuidar do estado local, que a causa dos symptomas geraes.
eao logar proprio este de tartarraos theoricamente o facto que avangaraos, mas acredi-
amos que basta aponta-lo para que todj o medico consciencioso o reconhega o 6eu
valor.
A hossa injecgo tende sempre a suspender esses corrimentos sempre rebeldes a qual-
quer medicamento ; mas para obter esse resultado preciso que seja dada com o maior
cuidado, e que penetre at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
da mucoza que est a causa da affecgao, Nos convidamos as pessoas que recorrerem
ossa injeccio, a servirem-se, do preferencia a outra qualquer, da seringa direita, forman
da d'um tubo de vidro do qual a extremidade redonda tem alguns buracos. Estas se-
ringas tem sobre as outras a vantagera d'abrir largamente a vagina, e por toda a muco-
xa, em contacto com o liquido injertado, condigao indispensavel para cura.
Duas colhere de sopa da nossa injecgo langadas n'uma quantidade d'aguasuffieiente.
para eneher a seringa, bastara para urna injeccao, que deve ser repetida tres vezes,
por dia.
A nossa injeefao propnytatiea, isto ; evita o mal. Urna s iiijacgao basta, depoia
'um contacto suspeito, para por ao abrigo de todo o reeeie de doenea.
PHARAIACIA E DROGARA
., BARTH0LOME &C-
34Ra Larga do Rosario*34
4
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
s duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeragflo a
gosto do freguez, a Jf?100 a duzia.
Diademas dourados do 19o0a 3JJ0O0.
Ditos de tartaruga com flores a 2#000.
Ditos com borbolctas a 13500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos do plaqut de 500 rs. a 23000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 13500
* 23000.
Voltas de aljofares com brincos, a 23500.
Ditas de ditos com corages a 13000.
Ditas de ditos de comas com cassoletas, a
S00 rs.
Rosetas de plaqut a 13 e 13500 o par.
iiravatas de seda para senhuras de 130
a 22W0O.
"arures com 2 lagos para cabega e peito
33 e 4300.
lintiemeios e habadinhos bordados de 36o
rs. 23'tOO a pega.
balos de seda broncos e de cores, de
13500 a 2-3500 a pega.
)tos de algodao e seda, de 13 a 13400
s pega.
Ditos de algodao, a 100 e 500 r. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Loques de niarfim a 53 e 83000.
Ditos desndalo a 43500.
Ditos de madeira imitando, a 23000.
Ditos de papelles a 13800.
Coques para senhora, a 33, 33500 c43-
Adcregos fingindo coral, compondo-se de
alfinetc e brincos por 23000.
Dito dito pretos por 23500.
Ditos de plaquct, compondo-se dealfinete
e brinco, sendo de milito gosto, por 53000.
GRANDE DESCOSERA
D
n
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
rKLO
E* preparado estexarope do manac e mais algumas plantas indigenasdo Amazonas,
nflo cntm preparado aIgum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nos-
ossos, erupges sjphiliticas e dai trosas, escrfula e todas as molestias que doponderen
desses virus. A sua composigo foi approvada pela junta central de hygiene pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicogo para a forma de usar. Prego dcada
urna 33000.
nico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria n. 38, chap"llaria,de
Monlciro & Silva.
Pesos e medidas
Botinas prctas gaspeadas, para senhora, a
43500 o \a.T.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 53000.
Ditas prctas enfoitadas, ultima moda, a
G3000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 53500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
33 o 43000.
Completo sortiraento de calcado do case-
mira, Charlt, tapete e tranga, mais barato
10 /o do .ue enl outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 113000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 103000.
Completo sorlimcuto de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 23890 a 53000.
Chapeos de sol de seda, inglezos, cabo de
marfim a 1C$000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 53500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a G3000.-
Ditas dito cabo de marfim a 93000.
DIVERSOS RTICOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 050 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 13800
e 23000 cada um.
Ditos para sof, a 33 e 43000.
Toalhas de linho para rosto, a 13300 cada
urna.
Ditas de algodao alcoxwados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
63000.
DO
naga.
Pesos de ferro e lato.
Medidas paia seceos e molhados, do ferro, cobro e lato, de estanho e luta-
>.
Vendem-se em casa de
SHAW HAWKES t C.
Ra doBom Jess n. 4.
l

I MOG6, pbarmaceutlco, t,r. de Cantlf Uone, Parit, anleo proprlciario e preparador:
4A
llJI^U^V-i
DE
PEPSINA
DE
HOGG
1* Pllulas alimentosas de Hogg com pepsina acidula, proprias para molestias
gstricas djEpeptdcas, etc., e nos casos de digestfio ditficil 011 ira possivel.
2o Pilulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reduzido pelo hydrogeneo,
para molestias chronicas e as doencas que das mesmas resaltio (escorrimentos, fluxos-broncos,
menstruacOes difficeis) e para restabelecer as saudes debilitadas.
Pilulas de Hogg com pepsina e proto-ioduro frreo inalteravel, para molestias
escrofulosas, lymphnticas e sypbiliticas, para a tsica, a cachexia chlorotica e para as aSeicdes
atnicas geraes do corpo.
Em, frascos triangulares de 100 et 60 pilulas; precos indicados sobre os frascos.
Deposito em Peniambueo, A. REGORD, e as principaes pharmacias.
ffMHIMI M
fin
A COROA m BRILHANTE
Esquina da ra do Cabug n. 11
CONFRONTE AO TATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabelecitnento, tendo grande sortimento de joias de ouro de lei,
resolveu vender muito barato 20 % menos que era outra qualqner parte, as seguintes
joias :
Aderemos de brilbantes, de modernos e delicado* gastos
Ditos cora rubios, esmeraldas e perolas:
Voltas do bonitas perolas e cruzes de brilhantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A Cora Brilhante contina a ter grande sortimento de madalhes de coral, camafeu
e nix com bouquets du pendas e diamantes, cassoletas de owro e Detlras pretas com lettras,
de 123 a 203000.
Cadeias para r elogios. "
A Cora Brilhante recebo sempre quantidade de cadeias de ouro, de tai, para homens,
e 63400 a oitava, e tambora para senhoras.
Cassoletas para senhoras, com lettras, a 63 e 123000.
Brincos de variarlos gostos, para senhoras e meninas, de 53 a 203000 etc.
Anneis de amethysta com lettras de diamantes, de 63 a 83000.
Pince-iiczsctrancelins emcaixiuhas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
A Cora Brilhaute tem medalhas milagrosas edas Dores, de ouro a 73000, e prata
doura la a 13000. Tambem tem sortimento de pinco-nez e oculos de ac fino e rattaruga,
chegados recentemente, e por presos mui commodos.
Convida-so as Exmas. familias visitarem a loga da Cora Brilhante, na ra do Cabu-
g n. 11, a qual continuar aborta noite at 8 horas.
Garante-se o ouro e pedias preciosas.
DE
m\\\\% F1MS
RA PRIME1RO DE HABC0 N. 7 A
E' osla casa, sam dovida, una das que hnje pode
com priinazia aprescnlar ans scus freguezes um
variadissimo surtimeHlo de fazcmlas finas para
grande toilette,as*i todas as classes c por precos vantajosos para os
compradores.
Os donos deste importante clabeli'cimpnlo con-
vidad! ao rtspeilavel publico e particularmente
aos stus fregtiezes a darem um jiasseio por seu
esialielcciineiiln, a alim do verificaren] a veracida-
de de seus aimuncios, e com vantagem supprirem-
Fe dos artigos qao lhes forem mister, de cujos
fazem um pequeo resumo.
Mandam fuzeudas s MBU dos prctendentes,
para o que tem o pcssual necessario e dao amos-
tras mediante iienhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorgmao branco c preto.
Setim Maro preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos e de core?.
Gmnadinedc seda prela e cun listras o almas de
cores, lindissimos padroes o fazenda de ultima
moda.
Fil de seda branco e preto.
Micas basquinas de seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasileiras.
Cortes de cambraias branca com linios bordados.
apellas e mantas para noivas.
Poupelinas de lindos padnVs.
Requissimo sonimento de las com listras de seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
Xaasuck de lindos padroes.
Baptistas do paJroes mui delicados.
Percaliiias de quadros pretos e brancos.
Brins de 'linho do cores proprios para vestidos.
Fustdes de lindas cores.
Casaqninhos de las de cores para senhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisados.
Chapeos para ditos.
Toalhas de cambraia de linho com lindos bor-
dados.
Froubas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homens.
Meias de cures para homens e meninos.
Chapeos com casto de marftn para homens.
Ditos para solieras.
Merino de core para vestidos.
Ditos pretos.
Casemiras chitas, madapoles, cambraias etc. etc.
na luja do Passo ru Primeiro de Marco n. 7 A,
antiga do Crespo.
DE
Cordeiro Nmiocm tV C.
A dinheiro
* ^ef^^^*^*
Aoa senhores fabricantes de
cigarros.
Papel de cores, reamas grandes, sortidas a 9J.
Dito de dito ditas, assetinado e mtiito encorpado
9/000. y
Dito de seda (mais conbecido por seda de n i-
Iho) do verdadeiro, francez, a 2C0 o carto de
10,000 mortalhas.
Dito de linho fino de Barceilona, marea martel-
io,^000.
Dito de dito dito, marca balanca, 3500 a resma.
Dito de trigo, resmas graudes, do Terdadefro de
Barceilona, 9J a resma.
No armazem de Jos Domingaes do Carme e
Silva, ra da Jfadre de Dos n. ib A, rmazem do
fomo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumes em folbas, mnito vefto, e^eiroso e forte,
para fumar-se, da safra reina, e'dos metbores ro-
gares de S. Flix, Nazareth, da provincia da fiar
hia, sao vendidos a dhrteiro vista por preto
multo reduzlos.
No armazem ft> Jos Domines r]o Carme e
Silva, roa da Madre de Dos n. W A, armazem do
fumo.
Alkos a 40 rs. a moun^a e gaz
a 3X8Q0 a lata.
No armazem de los Domingues do Carmo
Silva, na da Madre de Dos n. 10 A, armazem
dorme.
i------------------------------------------------------------------------------------------,------------------------------------------------------------
I
*
*
m
5S Saceos
0 a 350.
Fazendas baratas.
Ra do CrrspM n. MI
Chales de cures a i*&0.
Cambraias de eres a 240 rs. o covado. -M
Satas bordadas a 6*000 1... W
Vestuarios de fust.io para meninos a A
de seda ore ta JK
f
Algodla largo marea T a \l.
Algodo azul americano a 310 rs. Ify
i<'0.
Grosdenaple e gorgurio
a 150eOe 3#O0.
MadapoHio bom a fi I
vasios para asucar e farinha
&9t> mm wmrmm*
rv Venda-w una partida de 88 lenca de la-
byiiolho, | d noito gesto e bun uabalho; |na
Fita ao-Maiaaajide Oqda n. ^39, primro andar,
escriptorio de Lniz Goncalves da Silva & Pisto,
Para floivas.
mmm
SrBua Ducjue do Caxias-53
Augusto Porto Teeiban no'vos t^stMes tie WoBd
ricamente bordados, oom sombra de superior se-
^ira braaco e flores flnfcsimas para notvas, o trae
tem vtndq de mais gosto. No mesmo stabeleci-
ment seencontra toda o que necessario para
enxoval de casamento, como sejam : codas de
seda, ditas de II rom aeda, corthiao bordados e
de crochet, fronhas bordtrtasj sedas preta *de
edres, popetnaa brancas e tie edres. tica chapeti-
as emana variedade de fazendas que -rende por
[ospregot.
Vende-s tres bmotbecas de pequeos valore
em predio aesU cidade, ledu veaeMea-e dupla
mnte garantidas: atraa* na ruado ftaofei a-
Otero 37.
Angolas legtimos.
pVende-se em casa il'OM Binlos t C, na
roa. de Bao lesna n. IL os verdaeiros angolas,
que foram da casa dos Srs. T. Jefferie & G.
Econoinia domestica
NA
Loja do barateiro, ra Io de
Marco n. 1, defronte do ar-
co de Santo Antonio.
Agostinho Fcrreira fia Silva Leal
A. Companliia.
LUzinhas esco>se/as, fazenda fina e bonitos gos-
tos, a 280, 400, 440 e 48n rs. o covado.
Ditas com listra< de seda, fazenda fina, que sem-
pre custou I & a 500 rs o covado.
Baptisles com barra modernas a 460, 480 e 500
rs. o covado.
Chitas escuras e clara i, boa qualidade e bonitos
padroes, a 260, 2e0 e 300 rs. o covado.
Madapolo francez muito fino a 75O0, e sempre
venden por 9?.
Toalhas alcochoadas a 6 a duzia.
Ditas felpudas a 8 e 8*500.
Chapeos de sol inglezes de seda trancada (Pa-
ragon) por 8/ e 9.
Lencos com barra a 1$ e 2| a duzia.
Ditos de linho brancos abanhados a 3|5O0 e 41
a duzia.
Rrins de cores e pardo trancado liso, proprio
para calca, e paletot, tanto para nomem como para
meninos a 4S0, 440 e 500 rs. o covado.
Cambraias tronsparentes Victoria a 3500,
31800, 44, H e 7* a peca.
Espartrlhos para senhora bordados, que sempre
stuvam 65, a 3*500!!!
Alem destes outros muitos artigos que deixamos
mencionar por julgarmos desnecessario._____
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao & Fi&os
Teem para vender no sea escriptorio ra do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
< de laranja, dem ideui,
ARCOS de pao Vara barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para horaem e senhora, cabo
de mrnm e sso.
FEIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Baha, da fabrica do conunen-
mendador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS eje paleta.
PANNO de algodao da Baha, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidade?, das fabricas de
Peres e Eduardo MiMo.
AS proprias para botica.
APARRILHA do Para.
S da cera de todos os tamaitos,
engarrafado do Porto, calas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem Mem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
3a Italia engarrafado, eaixas de (J
rafas,
de Collares superior, em aneoretas.
de ca], caixas de 12 gar afas.
Malvasla do Douro, caixas com 12
rafas.
Carcavello, idem idem.
4 Predilecta,
uo enipeuho du'bem servir aos seus fr.^uezes e
ao publico em geral tem procurad.) prover-M do
3u lia dj; meluor o da ultima muda no mrca-
os de Eoropa para expo-lo aqui a venda, cer-
tos de que o seas artigo seria bem apreciados
|ic!i s amantes do Lua e barato ; passa a ennu
inorar alguns d'oatre ellas, como sejam :
ALl.l" S, os mais ricos que tem >iu 1 \ a este
mercado, com capas de m&dreperola,
laitaiuga, uiarm, veliudu t i-iiagrin.
ADEREMOS protos e vollas proprias para luto ;
assim ci mo, um bonito sorumento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bein
acabada.
BOTES para pauboi, o que se pdde dasejar de
melhor em plaqu,, tariaraga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLQAS de vallado, da, pailia e chagrn,
ha de mais moderno c 1 ndas.
B1COS de seda e de algodao, Unto branco como
preto, do variados doseuhos
CASSOLETAS pelas de metal e de n.adrepe-
rula.
CADUNHAS para costara, muito rica:; e de di-
versos form los, com msica e sem
ella.
COQUES a imitaedo, o que pode haver de mais
bonito e boin gosto.
DEADEM-AS, neste genero a Predilecta apre-
sema um grande e lindo smlimento
capaz de Mtkfaxcr os caprichos de
qualquer scuhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOQUET de madreperola, marfira e 5,
esto um objecto indispensavel s e
nhoras do buin tem, aflm d spittr
o aroma das Qores sem o n nveiiien-
te de iK.doareui as tatas, i u manclia-
rein as delicadas maos.
PENTES do tarlaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e Ijrar bichos.
PERFUMARAS. E- sabido do pablic i que a Pre-
dilecta sempre conservj iihi importan-
te sortimento de perfumaras (ie fino
odor dos mais uMnados fabricantes,
Lubin, Pitar, sociedade hygienica,Cou-
dray, jOosnos e Rime!, que incum-
bido da eseoiba dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade ckgante da
Europa, e por lano, acliam.....-
possibilidado de bem s< rv.r .
tes dus perfumes.
A PREDILECTA dexa d enumerar i.ir.a im-
meusidade de artigo, alim de nao nia.-
sar aos leitores c se ;%de a benevo-
lencia do respeilavel nablirQ em d-
rigr-se ra do i alm^ n. 1 A, pa-
ra convencer-so aonJe pode comprar
o que bom e barato, assun como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e i-irguro
seta
IMENSVETrOS. Ricos yestimentos para m^uinos,
por baratissinio pre;o.
FLORES. A Predilecta prima em eonservar um
bello sortimento de flores so alcance
de qualquer lu a ainda que nao es-
teja bem reptela de diabeiro.
FITAS. E ja bem sabido do publico rjne s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas i setim,
tafei, velludo, linho o do algutlaa por
commodo preQO.
;.1LVMP0S de tarlaruga, imitacao du-tes, pre-
tos o de cores, o que se pide desejar
do mais moderno e benito.
GRAVATAS de seda e de cambr.iia para senbora,
la eos e guiiulias de bonitas n'ivs, tam-
bem tem um bom aortimonlo do gr-
valas e regalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonito
Sara ornatos de sala,
lei s de seda, de la e do algodao, pa-
ra senhora, meninas el ifltei
LEQUES. Reos leques de madreperla, tartaruga,
marfim e de sso, os mais moderno e
por barato preco. t
LUVAS de pellica, de seda e de algodvo, para
homem e senbora.
L1VROS para missa a Predilecta"apresenta es-,
colha do respeitavel publico um L II >
sortimento destes livros eom capas de
madreperola, tartaruga, marfim,
. velludo e chagrn, por precos mu
razoaveis.
Armazem do fumo
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Uomingues do Carmo e Silva parii.ipu aos
seus freguezes e amigos que no seu armxzea a
ra da Madre de Deus n. 10 A, se c!'a um com-
pleto sortimento de fumo em fardos d i alent i.%
2.' e 3. sortes.dos melhores (abrirn!' da abia,
e bem assim a flor de todos os fuuns de corda
em rolos, pacotes, latas grandes e peqaoms, tam-
bem dos mu acreditados Lbricrntes Toiros Sl
Araujo, Lizaur, Adoipho Schmdt & C, Lizaur
Schmidt 4 C, Veiga 4 Araujo, Trinad 4 Ave-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (gaaanlido pelos
mesmos) e de outros ainde nao ronhecidog elo
publico desta capital. O annunciaitc iJ; ,!:.ia que
lodo fumo que ior vendido em sua casa ser pelo
seu justo valor, e que quando garanlir a respecti-
va qualidade, seta sincero, mu partcula.-nenie
com as pessoas que pouco entendam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o aTmnncrante
a ionga pratteade !3 annos deste enmrtweio.
|V<
gar-
Ti
averna
Veada-te a taverna sita roa Imperial a. 184.
tan pouco fondos, por isso se faz recommndavel
par qualquer priacipiaate: a tratar na mesa.
Gb verde e preto.
Contina a ter sempre-Da loja de livros da roa
estrella do Riario n. 12, M de todas as quali-
dade?, verde, preto, pona branca, e padre ; como
vinho do porto superior, a eaixa de doze garra-
fa por MfOOfJ, oo a relaHio.
O 43.
Ra do Quekttftdo, em fren-
te pracinha.
B* barato"!!
Madapouq fino, largo, com pequooo so jo, a lf,
4500 e &t a peca.
Alpaca de core finas a i00 ris J covadu.
Lencos abanhados, brancos, a 'fOii a ipzla.
qiiiahos do bonito padroes a 280 e 320 rel o
covado-
Caita da-.*!o a.4&0 reis o cavado.
S o n. 43 i roa da QitauBada. toja de Guaira
t Fernandas,



8
Diario de Reroambuoo Sexip feira 22 f Agosto de* 1873.


JURISPRUDENCIA.
BripBxIn dada a artigo pnbli-
eada ueste Miarlo swb o titulo
Questtlo l<'oreuedo Illiu.
Mr. Dr. Inaoeeueio fteraphieo
de liii-* C/iirvaIn:i ptdo Rr.
Antonio de YumcuupcIIom ll-
neles de ICi*ii?is:ueii:i.
XVI
0 Sr. Dr. (nooceneio S,-r;ip!i o tlribuij anda
qaelie jurisconsulto Rnsileiip, ijue elm apenas
xige dsclarae.au tota Jw*l coitos nontis, d-
guns desle alia- a-loilniJ >s ja pela juxiprnrtiiii-
cia-patria, mas rpt.-na t-stiio firmado* e\i\ loi
Ipositiva, coraa -u il i tuceittu i dos a-ceiidrules l-
Ilegitimas
Que eonuss;i> mais explcita, e mals formal po lo-
ria fazer o Sr. Dr. Iiinori-ncio Seraphico do que
essa materia successo dos ascendentes illegiH-
MM,llont flrm tria.
Pois, nao fui istn mesmo po eu dss naqiteUe
mea parecer-? -23 -asaber que esta succestao
Ata ascendentes Ilegitimas ndjeslav r-gulada pu-
tei, para o que uzei das seguinles expresos :
a Em conchua), tanto esta mesmaa loutrin.i sc-
suida pelo direito patrio, nue o Sr. Ur. Perdigan
c Malheiro no Cap. 7 ns. 5 o 6 (pag. 139) de exrellonte otea Coweutario lei n !H}-I de 2
de setembro de 187 -indicanJo os detritus le-
la, nem OtlW a conveniencia de ijeclaraeio o
reforma, por oceasito da eonfec-;io do h*xo
Cdigo Civil, pinina a especie vertente, Iste',
que se ievera estatuir
i.'
:i.
4.
V -Fal'ecendoo natural, xeni ilrscendenles sur-
cessireis, tere* teut herdeiros o pas e neta ein
parles fuaes : aceptoo p, que tuto a Inwesse
reeon'iecido e.u f-m/i i hbil, e'c
Ln^o, ( da -iiiis palpitante evidencia, une o dis-
tinclu advocado Sr. lir. fnnneonrto Seraphico im-
plicitarnenle veio eonfosnr por aquellas suas tor
muanles patarras cima transcripta*--que nao ha
tei patria positiva, que regule n successo ios as-
cendentes itkgn-mis ; asmo lambemeu-diavia dito
naipi^lle mea parecer, que, nao obstante, im-receu
a sua impiifroaro.
Portante, apena* estamos na total divergen ia,
de que elle sustenta ocharse ess < successda admit-
tida t tratada pela jaiitprndenti patri>, uo pus-
so que afusila minha opmic. foi que peto direito
patria, nao admitUd i, nem firmada a mesm'i
successo.
XIX
Como a jurisprudencia ten dupla acrepeao, sto
, o c nlie.tuieiiti oit a scienda do imit-t (>y-
nonimo le direito) iuriemrudentia ett divinarum
atque humanirnm reriim mtitia itttti atqne ia-
jnsti scientin. Jnst. Liv. 1 Til. I | 1 ; ou mais ha-
bitualmeate a miiformid ule nao inlerrtsiapida
de dioertat iecitSet em*especies semelh'intes em
substiraieao, ou em supplemento natural da lei -
In am igailalibus rero q-ue tu leg-j peofiieun'ar
reram perpetuo simililer judtcalurum vim legis
blinet antmitas I.. S&Dig. de Lea ;nao tei bem
qual iL's-as acoepoBes se pretenden abroquollar-so
o Sr. Dr. Innooencio Seraphic .
E' mais natural, que o Sr. ir. Inooe^ncio Sera-
phico, considere a juri-prud-ncia patria, pie
elle se socconeu, na sentido do pr-prio DireUi ; o
que ainda assin se revolta contra a sua opiuioo.
E, pois,ti a jurisprudencia a ancora ou j con-
plemento da lei, com a lei a ancora do Estado,
segundo dia flacn (o depois dellc Portalis) -Ja-
dicia eum unclior ley,a] sut ett reipttbtcee,se-
gue-se, que as foutes subsidiarias da legislado pa-
tria deven) ser asmesmas da respectiva jurispru-
dencia, 1' e fttrttto Rmano, 2' o Direito Cano-
nice, 3' os Codign e !s mais acreditadas dat
Na/fies imdern'is, 4'as opi'd*s dos urisconsal-
tos ; em cujas fontos necessaria e exclusivamente
se pode adiar a venladeira d-mtrina, fun lada na
justi;a e eq.ii la le, gerahnente recebidas para ca-
sos n.io previstos ni; principios e regras que con-
tituem a lei, ou foram pelo legilador estabeleci-
das.
XX
Sendo assim, vejamosse a successo dos ascen-
dentes ilegtimos se acha regulada por algumas
daquellas fontos no sentiilo da opiniao que dofen-
de o Sr. Di. Innoceneio Seraphco, ou ni do meu
parecer.
Primeiramcnte, este distncto advigad) confes-
sou, quo pelo Direito Ramano (como eu dissej
os filhns naturiossa>) atemsid.Tado.s eomoM Mo
teettem p eooseqoeote que al accordou eommigo, (o que
muito agradece-lhe>sto qneo Direito Homuno
nnio i propicio aquella sua opiniao.
XXI
Em verdade, segundo o estudo, que tenho feito
no meu gabinete, por miin mesmo, e eom os pou-
eos livros, que disponho sobre Direito Romano,
viito como n i poca, em que frequentei o Curso
uridico de Olinda -Je i8io a l8i'J, nao ensinava-
so essa mateiia, o que geralmente sal-ido), pa-
rece me quo a histeria do mesmo Direito Romano
sobre a succ-so "6 intestalo dos lhos naluraes,
eflorece piatro phases, molitaoes ou pocas dis-
tinctas; isto comecou toda artipci'il, t baseiada
sobre o poder do p 'ter familias, e acabou toda ni-
tura/, ou fundada nos la? is de sanguc, e as af-
feicSes da familia.
/.' Excli'siio dos mesmos f!ho naluraes di fa-
milia pela lei das XII Tabeas, que s reconliecia
o direito de succeder ab tnlestalo msai he-
redes (isto os l'dlios actualmente sob o poder
dopater familias); depos aos agnados e aos
gentis ; proscrevendo-so assim toda raCMSSao ba-
seiada sobre a cognac.io ou vinculo de saugue, o
por conseguute os lhos nascidos fora do matri-
monio ; d'oude se seguia, que elles s podiam ler
por herdeiros ab inteslito, seu< proprios filhos, e
nao seus ascendentes e collateraes.Gaii -Com-
ment IIL2 '- i -Inst. de suecos. cogoaL (111
5.)
Este direito enerdeiros seusporm foi abrogado
pela or. 118, Cap. 1.
2." O parentesco legal entre efUho natural e sun
mai, assim c mo os parentes da linhi materna
pelo Direito Honorario, faes foram -!. Os Edictos
=Vnde cognali=io Pretor Romano; pelo qual os
ditos litio- naturaes obtinham a successo de sua
mai quando ella nao se achava sob o poder mari-
tal, e com a qual elles nao tinham parentesco civil
(agnatio ).
O Senatus Cansultus Orficiano ( sob o impe-
rio de Marco Aurelio), quo ampliou a base desse
parentesco natural, chamando os filhos sucees-
sao materna em primetro grao, o com excluso de
qualquer mitro herdeiro, ainda mesmo os agnados.
3.* O Edicto Pravinciul, pelo quat ainda mais
extensivo se tornou esse direito hereditario aos li-
Ihos naturaes, applicando Ihes as disposices do
Sealas Consultas Tertuliano e Or/tciano; pelo
que passaram o filhos Ilegtimos succeder a
sua mai e a outros parentes da hnha materna,
assim como a mai e estes parentes herdar delles
reciprocamente. (Princ. Inst. de Senat. Or/iciano
(III, 4 ) lp. XXVI, | 7 ; L 1 | -Dig. ad Sent.
Tertul. A Orflciano ( XXXVIII -, 17.) L. i e 4.
Dig. Unde cognati ( XXXVIII, 8.) Cod. Liv. 6-
tt. 57. Lei 5.'; por conseguate, nem os paes,
nem os prenles paternos berdavam dos ditos filhos
naturaes, nem estes qaelles.
4.* A successo ab inttstuto, estabelecida entre
o pai e seus filhos naluraes ltimamente pelo Im
perador Justiniano em suas Novellas i8-Cap. 5.
N. 89 -Cap. 12 | 4 6, isto sonjenle os filhos
naturaes nascidos do concubinato (liberi naturales
/trido sensu ) por serem partculas tTellaumus
fUii porti nem, e nao os jpurii en tuljo quasiti
que berdavam a stxta parte dos bens paternos,
-coojunctamente com sn mai, se elle nao tmha
esposa, nem descendeates, devendo essa heranca
jfit partilhada com a concubina; sendo que ao
.principio por diversas constituicoes tambem Impo-
naos s facultava-se aos paes deixar urna parte de
seas bens seus filhos naturaes na falta de des-
cendentes legtimos ; em seguida a duodcima par-
te desses bens. Or. de nat. lib. (V. 7 L. 1, 8
e9, etc.
XXII.
Do expendido se conclue, que o Direito Romano
em qualquer deseas suas pocas ou modificacoes,
nao favoreca a suecessio ab intestato, dos filhos
naturaes not bens paternos, e antes oscillou sem-
pre entre o rigorismo sobre o direito de herdar do
pai, e a indulgencia para bordar da mai.
L* E si anda pelo mesmo Direito Romano (Cod.
Liv. 6, T 57, L. s) os fimos naturaes passaram a
herdar da m3 em coocurso e com absoluta igual-
dada aos legitimo*, foi pelo especioso fundamento
de que o concubinato era=ci que nem por isso se poda deixar de enxergar que
era do immoral, quio impotico, por qoanto os
bons cosiomes, e o bem de Balado en geni mea
pwraitram^roe seattribuissem otMemos eneitos e
JifoHos Ubertioagein, ou i fragllidade simples
manta tolerada, como a santidade do matrimonio,
nica e verdadeira fonte, typo das familias ; consi-
deraces ralis valiosas, do que outras quaesquer
de pura vaidade, ou philantropia.
1' Entretanto, nao deiconhecido, diiem lodos
os lelos, que o mesma Direito Romano e o Direito
Cannico preslaram grandes servicos as naces
modernas, regalando estas rela(e* ; aquello com
raaior aspereza, desalen lindo completamente as
unios donde pirovinham os filhoi espurios, conce-
ilondo mu poitco aos naturaes, o procurando,
quanto era pussivel legalisar algumas unios, que
tinham principiado Wegies ; este deseuvolvendo,
quanto se poda harmonisar com a caridade evan-
Iss, cujos lacos forem mais prximos e nuis direc-
tos, ou cujo parentesco fr mais intimo, como sera
duvida d-so entre o pai e o fllno natural, e nao
entre osle e seu irmio, ambos naturaes; Unto as-
sim, que no segundo grao ao chamados sueces-
sio os ofendentes, e no terceiru os collateraes.
t 9.* Que assim como os filhos naturaes snece-
d''.n aos paes, com excluso do* maos distes, da
m ':u,i m.nieira os paes devem succeder aos filhos
naturaes, ena excluso dos i raos do fallecido ;
reciproniiade esto qe almente reconheclda p>r ser-
a miii asta, humina t mais racional.
3.a Que se pelo nosso direito o til to natural
devidamento reeouiecido concorre com o legitimo
gelica, a sustentculo dos bons costumes oo respeito successo dos paes, sem dfferenca alguma -Lei
pelas conveniencias sociaes daquellcs lempos, em de i do setemliro de 1817 ; igual direito nao dom
que serIlegitimo era na maior parte dos casos ge contentar aos pass para snecederem ao Hll
sitio do homem ou da gleba, e em que o oiio das natural, porque se esse direito lies fosse vedada -
gentes era maior do que o odio Jas racas. isso Importara urna odiosa e injustissima desigual-
XXIII dade, condemnada pelos dictamos da ratto ; t mto
D esta mesma variedade da Legu sobre a suceesso ab intestato dos filhos nituraes, raes sao mais favorecidos, que pela legislado das
originoa-se a que tambero se nota entre a das Xa- outras n icjtes antigs e modernas, o
#es modernas respeijo. i.' Q,lt para suslenUr aquella sua opiniao
Assim o Direito inglez (segundo Tumpsm verb Houvava<> no< jurdicos o luminosos fundamentos,
Butard); a Lei Russiana (Digesto da Russiaart; com que o film. Sr. Dr. Maooel Tertuliano Thomar.
6H1 e 08); os Cdigos Civis do Beiuo -art. 206. Honrique. apoiou sua senienca (na quastio que
Eribourg -arl 229 e seguiules-234, e Argovia olio defend), a qual foi por unanimidade conlir-
arls. 231,2*8, etc., apenas assegurando aos filhos mada pelo venerando tribunal da relaja i, que ago-
uaturaes a cJucagao, c os alimentos, privam-nos ra pend-; de embargos.
de succedor de nina mauera absoluta aos seus XXVI
ascendentes e sollateraes e aos doman prenles Sobro a primeira dessas eonsidei aijes, apenis
das duas linha?; sendo estes cdigo- tao rigorosas, tenho a oppr, que se fossem soraente os lacos de
que em alguns delles foi declarado formalmente emsigniuidade reguladores na successo natural,
quo os lilhos naturaes nao perteucem familia, (coma alias o sao na legitima), por corlo aquella
pier do seu Pai, quer de sua Mili.
Os cdigos d'Auslria -art. 734, e da Dinamar-
ca ar!s. 70 73, maiiliveiam essa excluso abso-
luta d is filhos naluraes acerca da suceesso dos
hens paternos, e aloptaram a i^ualdade completa
entre elles, o tu lilhos legtimos pelo lado ma-
terno.
O Cod. da Prussia -arl. 63") e seguinles, por
i^'u d eooeodo aos lilhos naturaes os mesmos di-
reilos dos filhos legilim sobre ,1 successo nialer-
n i, assim como noa Ihes todo o direito succes-
sa do quaesquer d-js parales d'esla mesma l-
nli.i.
Em sunm.i, a Jirailo commun ou o Direito Ci-
vil dos Paites Allomaos, que ainda nao possuem
'. outliorgha aos lilhos naluraes ludo quanto Ibes con-
cederatn as Novellas do Justiniano, salvo em con-
trario algn* Estatutos particulares, bem como a
Saxonia.
Pelo Cod. Civil da llaviera -L. 3-Cap 122-n.
II, os filhos naturaes suceoiera sua Mena
falta to legtimos, ao passo que iienhu/.i direito
em a successo materna, ainda iiiosmo nao ha-
feudo prente algum em grao successivel.
O t,'d. de Vaud. arls. 546 o 548 -s admilte os
i 1 los naturaes successo na totalidade dos bens
le Pae o Mae, si estes nao deixam (-rente algum
em grao succesivel, nem Esposo sobrevivo
O art. 7o do Cod. Civil Francs deelarou -que
nao sao herdeiros Je seus Pais, e apenas quandn
legislacAo quasi universal suprcitada, nao tena
deixado de adoptar esse principio, ou criterium,
para dirigir se, como pratcou por outras con-
sideraos s mais valiosas, taos foro as maioros ga-
rantas il-'iVn las familia legitima em relarao
Ilegtima, os mleresses sociaes mais niomentosos
para a primera do que para a segunda, o at os
motivos de gratidoresultante* do reconheci-
mento f>-lo pelos paos natnraes, segundo expli
cain todos os cjmmenladores dos citados cdigos;
pelo que nao ha pandado alguma entre a prefe-
rencia iuvoeada dos ascendentes sobre os cllate-
,- rencia s,im:mte determinada a respeilo da 1-
nha legitima.
Quanto segunda o ler."eir consderacoes ci-
ma expendidas e connexas, fra de duvida,que
na Ord. Liv. i, Til. 9i o na'lei de 2 de Setembro
do 1847, bascando-se expressamenlo a successo
dos filhos naturaes reeonhecidos por seus paos,
nos bens desles, -com excluso de seus irmos,-
nao pdeni e.sta< disposioes s<^r exteu-ivas a sue-
eessio dos ascendentes Ilegtimos, que nao reco-
, nheceram csses filhos naturaes, o quando e.-te
fallecam sem posteridad*.
Naquelle easo a lei providenciou positivamente
respoito, ao passo que assim nao pratcou com
relaco esta ultima hypothese por motivos espe-
ciaos e disiinctos, que cima j tive occaso de
apreciar ; tanto mais quanto aquello meu Ilustre
collega toi o proprio a cunfessar, que a respeito
recouheci Jos leem alguns direilos, sobre os beus, deste ponto era omissa a Legislarlo Patria, e j -
de seus Paes e Me; segundo o artigo seguinte, domonstrei que a jurisprudencia tambem patria
isto anotas partes; o quo levou o Orador S- n5o o lavoreca em sua opiniao.
mcon a di/er em um de s--us Discursos no Corpo. XXVII
Legislativo que o Cod. Civil di Franca niio hon- j Ontro sim, bem sabido, que s pela iutroduc-
rou os com o titulo de herdeiros, e mais ciara qJ0 d Christianismo, influencia d Direito Cano-
e fran amento explicou Itigot Pramenou -oque o,,nco,e o e-ubclccimenlo do principio definitivo
direito dos Sinos naluraes, sob a denominarlo da monogamia operou-se total mudanza nesse di
do ere lito (ou direito) era una parlicipaciio na reilo succo-sorio, collocando os ditos filhos natu-
succossao. raes na segn Ja linha, como nos assegura o Dr.
O Cod. Civil Neerandez-att 909 c seguinles Kanig-'warterem um luminoso arligoa respei-
abraoou as dispos>(8es do Fmicez, ampliando essa to -publicado na Revista Estrangeira e Franceza
successo aos parentes de ambas as linhas. |je legislarlo, e jurisprudenciaTora. 9 -1841
Pelo Cod. das Duas siciliasart. 674, o lilhOj A meu ver, cora {justificados raotivos, por quan-
surcedla sempre sua Mai, e quando reconhecido to em verdade ha grande inconveniencia em igua-
tera direito quilas parles nos bens paternos. I ir os effeitos juridicos das unioes provenientes do
Os Cdigos Cvis da Sardenha-art. 949; do matrimonio aos daquelles que nascem fra delle,
Grao-Ducado de Baile -art. 762; do Hayly-arts. visto como sso necessariamente promovera a ira-
608 e 609 ; os do Chile -arts. 989 e seguinles; do moralidade, dando occasiio diminuir os easa-
Portugal-arts. 1783, 1990, 1991 e 1992 approxi-; mentse a desconsilerar a soa digndade ; pelo
maram se do Francez, apezar de algumas modifica- qut devem-se marear pontos differen-iaes a respei-
Qoes salienles n'elles consagradas tj dessas unioes e dos seus effeitos jurdicos.
O Cod. daLusana (arts. 912 e 913) nao admitlio
essa graduacio de direitos entre lil os naturaes,
isto ou clijina-os totalidade da successo em
certos casos, ou apenas conceJe-Ibes alimentos.
A' par do tudo isto, a no-sa legislarlo foi mais
Logo, se por toda essa Legslacao universal, lal-
lecendo sem posteridade legitima o filho natura!
reconhecido por algum ou por arabos os seus paes,
bem como sen consorte, ou sem aquetle que o re-
conheceu, abre-se a successo ab intestato aos ir-
liberal para com os lilhos naturaes. poique a vista maos naturaes delle, que sobreviven), e, na falta
da Lei de 2 de Setembro de 1847, do harmona ainda destes-nun:a passa a heranca mi com-
com a Ord. liv. it. 92, nivclloii-os na successo 6 niUH)i que ^ no reconheceu, mas sim devolvese
intestato-de seus Paes, ao passo que no previo, ao Estado, nao possi comprehender como nao
nem providencian absolutamente, ou foi nteira- obstante, e nessa carencia absolute da Legslacao
monte omissa sobre a especie vertente, (como le- Patria a respailo, aquello meu nobre collega anda
nho plenamente demonstrado) a respeilo da qual prouuncia-so pela opiniao contraria, isto que a
regom principios mudo distinctos, sanio opposlos, m^c snecede ab intestato aos seus filhos naluraes,
como so evidencia de tala a Legisleao moderna (jUe nao reconheceu e at cem excluso de seus
das Xacors in lis cultas, que arima cilei. proprios irmos tambem naturaes que sobrevi-
S>, pois, esses tres syslemas, Ute ,-I.* que V,n. -Tolapila,tot sentencia t
nao da direito algum de .successo aos lilhos na- XXVIII
luraesnos bens quer paternos, quer maternos; Acerca do valor Jos fundamentos jurdicos da
2 oo que fal-os succeder smente nos bens de sua luminosa sentenca do Illm.Sr. Dr. juis de direito
Mae, c dos seus prenles maternos; 3. ou enilim da 21 vara Manoel Tertuliano Thomaz Henripues,
que, eolluea os entre os herdeiros de saugue pa- (a qual foi uuanimeraente confirmada pelo Supe
ra dar-Ibes direitos hereditarios ao bens de seu ror Tribunal da Relaco) que obteve e transcreveu
Pao, o de sua Mae, que os Jurisconsultos denoini- 0 Sr. Dr. Innoceneio Seraphico, apenas direi que,
o a in Germnico (ao 1.); Romano (ao 2.), e Na- j icspeitando todas estas decisdes -em subido pon-
furnf (ao 3."...). i to, nio rae faco cargo de reftelas, tanto mais
XXIV I quanto rae constitupatrono ex adverso, da cau-
Em segundo lugar, o direito canonice tamben) ga. a favor da qual foram proferidas taos senten-
no pode apoiar aquella opiniao do Sr. Dr. Inno-'taj a|m de que -Non exemplis sed legibusju-
cenco Seraphico. porque, como bem sabido esse dicandum.
direito nao subsidiarlo tm materias puramente ,Se por ventura o Supremo Tribunal de Justica
temporaes, qual a d-< successo, que tem effeitos do Imperio ainda no se acha por lei autorisado
meramente cvis, como deelarou a lei de 18 de estabelecer loutrinas pelos seus doutos julgamen-
agosto de 1769 19. tos, sobre o que tem havido longa, bril 'ante e por-
Em lerceiro lugar, quasi te-i ) os cdigos acre-1 na la discussao no Parlamento Brasileiro.com
litados das nacoes mais modernas sao oleosos' maioria de razo quaesquer decisocs das I* e 2-
aquella doutrina, que sustenta o Sr. Dr. Innocen- instancias, embora dignas do mais profundo aca-
cio Seraphico, por quanto ja vimos, que o arl. 763 ^amento.
e 766 do coligo civil francez, e os arts. 1994 e j Portento, o argumento que offereceu em prol
2002 do de Portugal, e art. 963 do do Chile, I he de sua opiniao o Sr. Dr. Innoceneio Seraphico,
sao contrarios, bem como o sao os das Duas Sici-1 fundado em taes julganvilos, talvez para indicar,
lias, art 680 e 631; da Sardenha art. 935 e 956,' qU(! foi ella vencedora, a olhos vistos -de urna
Xeerlandez, art. 916, 917, 918 e 920; o do Caulao fragilidade inaudita.
de Vaud, art. 549 c 331; Baviera Liv. 3 Cap. 12, j XXIX
n. 58; Lusana arl. 916 e 917 ; do Hayiy, art. Como o Sr Dr. Innoceneio Seraphico reconhece
616, 617, 623 e 625, ele......_ uiuitos favores legaes abastardia que alias a
Apenas conheco o cdigo civil da Suecia, que nossa legslacao denegou Ihe, a meu ver ; e confio
que pelo art. 8' do cap. B*, tit. (lildas successoes) em suas luces, creio que nao ignorar, que nunca
aparlou-se inteiramente do antigo systema consue- fu( ella lao protegida, como na actualidade pelos
tudinarin da dade media para equiparar a suecos- supracitados Cdigos', mesmo na especie vertente,
sao dos lilhos naturaes dos legtimos, por pian- |)o3 outr'ora havia o direito de bastarda (druit
to at a propria Austria e a Prussia, nos seus co-' g balardise, de formoture, de harescol segundo se
digos arls. 736 c636, liis ao systema do direito denorninava nos diversos paizes da Europa; pelo
romano onlhorgliara ao fillio natural o direito de.fjuaj ao pisco do respectivo Estado, competa a
succeder nicamente sua mae ; e a Dinamarca, suecesso dos filnos naturaes fallecidos sem pos-
an. V.-Liv. V.-2-72 e 73 considerara os filhos na- teridade, Cod. Gvil Francs art. 768-; do Can-
turaes exclusivamente como herdeiros de sua mae,jtj0 de Vaud. art. 551 ; Napolitano art. 648 ;
e dos parentes dessa linha materna. da Sardenha art. 962; Lusitana art. 923 ;e
Logo, a quasi totalidade dos cdigos civs das na Davera Liv. 3. Cap. 12 n. 10 da successo col-
c5es modernas e mais cultas prestara valioso apoio lateral de Portugal, art. 1969 g 6.; da Hespanha,
aquella ininlia opiaio, e fulmiuam i d'aquelle meu art. 783, eic., todos de accordo com o Direito Ro-
illustre collega. mano -Cod. Liv. 10 Tit. 10 Liv |.>=JnfcsfatortMi
Quaato opiniao dos letos e arestos, que tem- res, qui sim legitimo hmrede decesserint fiscinostri
bem poderio constituir fonte subsidiara do direito rati-nibus 1inda-andas.
patrio.no desconhecdo qual a sua variidadefiom- \ Apenas os Cdigos d'Auslria e Prussia, nio tem
plicaco e deficiencia em materias de direito civil; dsposicao especial, para que em nenhum caso
pelo que nenhuraa forea obngatoria teem, quando possa herdar o Estado.
se invoca a jurisprudencia nos casos omissos, ebs
euros ou deficientes da lei; tanto mais quanto ver-
sara sobre pura e incerta tradiccao; dependen) da
simitude de especies, etc. -Rerum perpetuo >m-
liter judicaturum auctoritatem Lei 20. Dig. de Le-
gibus, Resol, de 19 de jullio de 1813 e Portara
XXX
Tambera invocando eu a* apropriadas citacoes
da Ord. Liv. 4." Tit. 45 3.; Lei de 18 de Agosto
de 1769 g !.; Borges Carneiro-Introducto -
pan. 2. pag. 51 n. 31feilas por aquella respeita-
vel sentenc do Illm. Sr. Dr. Manoel Tertuliano
de 16 de julho de 1830 (Coll Nabuc); pelo que sao Thomaz Henriques, digno juix de direito da 1
de muito inferior valor jurdico, mxime no caso vara, isto que as leis excepconaes nio se
vertente, em que nenhum sdosProxis/o trataran) ampliara, suas restriccSes e excepedes compre-
especialraente desta especie; nem mesmo elles ja-1 hendem-se dentro das aisposifhes da mesma Lei:
mais foram criadores de direito, ou ramos do poder As determina<,oes da lei sobre um caso nio se
legislativo, mas sim, e nicamente interpretes das estendem a outro diverso; suas disposiQoes,
leis. Assento de 23 de marco de 1786; alm de quando se affaslam das regras genes do Di-
que no ha uniformidade ou unidade alguma de reilo nio se entendem; no posso deixar
julgamentos sobre suecessio dos ascendentes ille- de concluir, que as disppsic5es legaes da succes
gitimos e at mesmo rarissimos sao elles neste fd- sao dos filhos naturaes nos bens de seus Paes
ro, segundo me consta. que os reconheceram, nao devem ser applicadas
Logo, aquella minha humilde opiniao foi fundada suecessio dos ascendentes Ilegtimos, quando
na doutrina feralmente recebida ou admitlida por essas e outras quaesquer disposioSes da Legisla-
quasi todos os cdigos cvis das nacoes mais cul- ci patria foram inteiramente omissas neste mes-
tas ; de acerde com o direito Romano; com a ma especie,
opiniao do distncto Icto Brasileiro, Sr. Dr. Perd-. XXX
gao Malheiros, e vista da omissao da legslacao O Sr. Dr. Innoceneio Seraphico ainda disse rae
patria (segundo a propria eonfissao do Sr. Dr. In- < mais directos e mais ntimos sao o* lacos entre
nocencio Seraphico) porque os nossos Praxistas es-' os Paes e os filhos naturaes, do que entre
pecialmente nao se oceuparam da especie verten- seus irmos.
te da successo dos ascendentes Ilegtimos e.na fal-' Mas, S. S. me hade permittir que ainda neste
ta de posteridide dos filhos naturaes reconheddos pooto eu divlria de sua respeiuvel opiniao, por-
por umsde seus paes; em urna palavra aquella quanto semelhante doutrina, reconhece-se ser
minha opiniao ainda a mais robustecida possivel, mais applicavel, ao* parentes legtimos,
e tem duvida a mais racional e mais justa, como Os irmos nascidos dos mesmos Paes sao consi-
afflrmei n'aquelle meu parecer, ao passo que a do derados como urna s pessoa moral, em que a
raeu nobre collega a respeito. acha-se reconbeci- affeicio natural, nio reciprocamente, menos va-
damente em um isolamento deploravel e plenissi- liosa do gas para os ascendentes, tanto assim
ma sragularidade. o,1" os irraaos e irmaas devem excluir eempteta-
XXV I aaeote um Av, porque sem duvida alguma coas-
Concluio o Ilustre Sr. Dr. Innoceneio Strapbi- tituem objecto da mais seria affeicio, e at pelo
co aquella sua luminosa impugnacao ro meu pa- Cod. Civil Francez- admiuida a concurrencia dos
recer com as seguimos asserces. Uutatis mu- pais, eom os tanto*.. rasio de oue a afleieao
tunds 1 do homem s divistvet igualmene entre elles,
Que carece de fundamento o dito meu pa- como muito bem eosina Betrn, fulosophia do
recerjporque as leis da suecessio bazeiando-se as Direito, Tomo t, pag. 9ML
de eoasunguiaidaue, devem ser preferidos aquel- Aleo disto, ao caso daqueua coasulu tendo
vwlo os bens aos filhos naturaes reconheddos de
Jos, por heranca delle e nao por sua Me Mara
ressumbran a mais recta justtea o verdadeira
eqnidade que sejam asses filhos de Jes, herdeiros
recprocos, eno a dita sutwMe ; a qual neiihuma
par'e leve nesses bens, segundo o principio alias
suramamente justo e equi'ativo adoptado pela ju-
risprudencia quasi universal Paterna paternis.
matera 1 maternus.
Era vista, pois, de todas essas valiosas conside-
racSes coacluo, que aquello meu parecer base ra-
se na doutrina geralmente recebida, por ser a mais
racional e mais juste, isto na carencia da legista
rao patria, como oonfessou o Sr Dr. Innoceneio
Seraphico); e at aa do nosso direito patrio, como
exuberantemente demoastiei ; pelo que sem a
menor Juvida adoptada por quasi todos os Co-
dig..s Civis das nacoes modernas e mais cuites,
e tornase mais cousenlaiiea eom os dictemos d
boa Tasto, da justica e da o |uidado.
Por ouseguinle, tambera evidente a sem razie
einjsticj, com que aquello meu Ilustrad eolloga
quize procurou pulverisarodito meu humilde pa-
recer o que, se a vaidade nio me illude iuteiramen
to-nem de levefoi abalado por essaiua fragilis-
sina jrguuioniaci'i, mtrao melhor devero ajuizar
os nossos benvolos leitores e imparciaes Julga-
dores.
XXXII
Nem por Indas estas consderacoes deverei ser
ap i r juahficado inleiramonto infenso aos
diroiios d'is bastardos -porquanto, erabora eu sai-
ha que desde sua propri etym ilogia {bal -e -
tarde -U:\s-oermer, soudre, o em Primafilt de
bas, e fils lisce bem como na Allemanha, o em
ouiros paizes; ex tepeo da Suissa, onde sao co-
iihecid.s por nomes mais agradaveis, como filh s
bonitos, filhos do amor, e da Seandraovia filhos do
canto,d bsque.etc. segundo Michi.let -Onceas do
Direito Francez pag 68; assim como que elles sao
naturalmente infelizcs, e al de ordinario pouco so
brevivom ; talvez mesmo por serem considerados -
tem fam'lia, e quasi como excluido* d 1 saciedade,
tambem nao desconho;o quo a historia nos lempos
heroicos da anlguidade e da ineia dade, eflorece
algumas paginas notaveis a favor delles, ora como
fundadores de novas povos, quando a mesma so-
ciodade lera-Ihe contentado at a patriav. g, a
ida lo Parlheuopia, na Se ia, foi fundada pelos
basiardos de Esparta como diz Quelelet -Ensaio
dephisica sociall. pig. 23i), a Dynastia Nor-
manda na Inglaterra foi fundada por Cmilherme o
Batanlo ; ora por outros factos recominendaveis
que Ihes sao altribiudos, cuja narrarlo seria Ion
ga, panindo desde Hercules e Romulo at os bas-
tardos lambem descrtos por Sbasheapeare, nos
Keis Uire Jado, at a unois, de Francisco I, D.
IMniz, i). Joi I. Je Portugal, Mestro de Avia, lilbo
bastarlo de Pedro I; o que como diz o supraetado
Mich'-lot, (pag. 4'9) parece ser um protesto heroi-
co contri a ordem soci 1/, por hacer pruscripto o
seu nascimeno.
Pronuncio-rae nicamente contra a igualdade
de direitossuccessorios no intestato entre elles, eo
lilhos legitimes, porquanto sei que til doutrina e
hoje geralmente repelhda; a qual so altribuia a
concessao, po as leis'outr'ora faziam da plurali-
dade de mulheres, e vcio cessar -desde que o
principio da monogamia foi desrav.lvido com toda
severidade, e convertido em dogma pela igreja ca-
tholica, e visia de ou ras altas consderacoes so-
ciaes ; pelo quepassou tambera Lavcr urna s Es-
posa, e concubina, trae irse a separaeo total en-
tro os lilhos legtimos e naturaes e lornar-se mais
rigorosa a sorle d'estts.
XXXIII
Emfin, nao posso deixar de felicitar ao Sr. Dr.
Innoceneio Seraphico pelo glorioso triumpho pie
obteve por algumas decises na causa que defeu-
de, e anda mais desojo que ellas se tornera no*
traclaveis, como parece-me, que poder succedor,
sendo que ainda assim no me darei por conven-
cido de urna doutrina, que ellas c nsagram. no
por espirito de pertinacia que cm verdade nao
tenho, mas por ter profunda convieco sobre
aqnelles principios, que hei demonstrado, e ainda
mais vista do aphorismo jurdico, que n'o ces-
sarei de repetirNon etemplis sed legibus judi
candum.
Peco de novo a S. S. multas dcsculpas no s
pela prolxi lado leste meu trabalho inherente
raultiplicidade de importantes especies, que Ihe
sao relativas c de indispensavel aprenaco, se no
tambem pela demora na sua confecc.o e publica-
cao, em razo dos penosos servicos do Magisterio
advogacia, que me cercara, alera do estado mr-
bido em que me acho e outras oceurrencias;
pelo que muito natural que nao possa mais yol-
lar a carga, tanto mais quanto no tenho a mni-
ma esperanca Je poder convencer a tao Ilustrado
contradictor, era posso mais sugeitar-mo a sua
verdeira kmoTacao ueste Forode discutir pare-
ceres dos collegas que as partes mandan) publicar,
constituindo assim urna nova especie do defeza ile
theses ou de sabatina pela inprens 1; alias sem
alcance algunm, e s por offensa ao amor proprio
-em razio da opposico de interesses que pro-
pugna.
Era uraa palavra, se no correr da djseussto me
liver escapado alguma cxpresso menos soantc,
desde j asseguro que a retira re de bora grado,
porque o meu nico lim foi defender me d'aquel-
I. provocado formal do Sr. Dr. Innoceneio Sera-
phico, e nunca oliendo-lo pelo mais levo pensa
1853, quando admittiram a possibilidade d*duvda
ou oceultaedo da malernidade.
Hf>
Em conclusao tanto esta mesma a doutrina se-
guida pelo direito patrio quo o Sr. Dr. Penligo
Malheiro, rio cap. 7, ns. o e 6, pag. 139 de sua
excedente obra. Comraentario a L. n. 463 de 2 de
setembro de 1847, indicando ot deffeilos delta,
bem como a conveniencia ti* declonieo e a refor-
ma, pox ocrasiao da confeccao do nosso Cod. Civ..
apontou a espe:ie vertenle, iste que se dever
estatuir : f,\ que fullecendo o filho natural sem
descendentes suaessiveis, serem seus herdeiros os
pais ciis em parles iguaet, excepto o pai, qve*
niia h uiessereconhecidoem lempo hbil; 2, e na
falta des'es ab intestato seus irmdns naturaes ger-
manos ou os seus descendentes; nao os hacend,
os uniliiteraes por parle de mili, ou seus descenden-
tes ; e par ultimo os unilateraes por parte de pai,
ou seus desee mi- ules.
O mesmo eximio lelo brasileiro as notas 306 e
3 '7, procurou apoiar este sua respeitavel opiniao,
OU jus constiluendiim 1.' can o principio de que a
reciprocidade, que regula em geral as successoes
fundamenta esti delerminacio, e ora toda a jus-
tica ; 2." cora o cdigo francez, da Lu'.iana e ou-
tras legislacdes, assim como com a nosso Ord. liv.
4 tit. 93 pr. ea .Nov. 118, cap 3.
IV.
Entretanto, elle mcmo na nota 303 da dita sua
obra, re:onhereu o eoafessou expressainento que
o filho natural se reputa sem familia, por isso que
os direitos de.sta nao Ihe ciaupetem, donde se pode
concluir lgica e jurdicamente que excepcionaes
tornara se as circumslancias delles, mxime cm
relaco regia daquella reciprocidade cabivel es-
pecialmente successo legitima pelos principios
cima ponderados.
Domis, se aquella Nov. 118, cap. 3, e a Ord. liv.
4,11. 93 e til. 96 pr. (|ue elle apontou;,j con-
sagrassem o que elle indcou para ser estatuido no
nosso Cod. Chr., seguir-so-hia, que essa doutrina
j constituira parle integrante da legisleao pa-
tria, o por consegrante nada haveria a innovar a
respeilo, como alias elle anhela o indica.
Enlo seria o caso de bem dizer Legem habe-
mus Tollilur qaiestio.
Finalmente, a citada Nov. 118, cap. 3, apenas
disp 7. tobrt a succes'o dos collelaraes, isto que
na filia de ietosndonle* e ascendentes suecedemos
mesmos collateraes pela segu'nite orilem. ele. Os
iudos on trinas fermanat, t as filhos dos preiLt-
unios pelo direito de eepresealacao ; o que cla-
ramente se refere s a linha legitima e n)
a Ilegitima, na qual o proprio direito romano at
ooiisiderava01 filhos como se na> tnessem pai
quasi sine paire filii Inst. liv. I, tit. 10, 12,
liv. 3, til. 5, g 4, etc.
v.
Outro sim, a Ord. liv. 4 tit. 93, dispozsobre a
successooo inl'statorecproca dos irmos de
coito damnao, ou punirel (como os incestuosos
Adulterinos o sacrilegos), con excluso do pai ou
mi delles; bem como a Ord. liv. 4, tit. 96 pr.,
rcgulou a partlha des bens do conjugo predefun-
to ub intestato, successivamenio entre seus des-
cendentes. Ascendentes e parentes mais prximos.
Ora. no caso daquelles filhos de coito damnado
ou punicel nao estn por certo os filhos naturaes
propriamente ditos, isto de homem ?oltoiro com
inulher soltoira fe soluto et soluta), bem assim
estes no podera ser considerados d prior i na
elasse dos lilhos legtimos ou oriundos do justas
nupcias, tanto que elles procedem habilitado re-
gular para succe-so, alm daquellc reronheci-
inento solemne e legal Ord. n. 180 de 13 do ju
lhodel849; o que alias os legitimo* nao preci-
san] pelo principio pater ett quein justa nuptia
dmonstr .nt, para que na hypotheso figurada do
fallecmento de um dos conjuges entre elles darse
partilha, segundo a dila Ord. liv. 4. tit. 96 princ.
Logo, a meu ver essas, Ord. (liv. 4 tit 93 e tit.
96 pr.) invocadas pelo Sr. Dr. Perdigo Malheiros
para antorisar aquel le seu asserto, oreeein de toda
applicai'an para a especio vertente.
vi.
Era una palavra sendo o arl. 916 do Cod. Civ.
da Lusana idntico ao supraetado art. 763 do
Pr.bem se evidencia, que nenhum apoio podein
prestar queila opiniao lo mesmo Sr. Dr Perdi-
go Malheiros, como cima demonstrei cabal-
mente.
Assra pense, e opino, salvo melhor juizo.
Recfe, a de junho do 1873.
VT. Antonio de V. Menezes de Drummond.
Concordo cora o parecer do Sr. Dr. Drummond
Hecife, 20 de junho de 1873.
Francisco de Paula Peana.
Subscrevo o parecer supra do meu Ilustrado
collega profission.'il.
Recito, 31 de julho de 1873.
Dr. Vicente Pereira do Reg.
Subscrevo o parecer supra, como bera elaborado
c fundado era razos jnridicas, po acho asss pro-
cedentes.
Recito, 5 de julho do 1873.
Dr. Francisco de Paula Baptistn.
Opino, en resposia consulta retro, que Maria
no tem direito expresso em lei, para succeder
seu filho natural.
Invoca-se por parle dos que signem a afrma-
liva, o principio da reciprocidad. |ue fundamenta
a opiniad de Lobio e de Coelho da Rocha, que o
copin. Mas no npresentam lei alguma era que
ment, visto como enteudo ser esta a nica dis- se fundara, nem lao pouco a apresetem Lobo c
cusso admissivet entre pessoas de boa educaco ;
alera de quo sempre muito o tenho considerado
e distiguido, o que era rae lar mudar desse pro-
cedimento o facto do acharmo-Hos nossa total di-
vergencia sobre tao gravo quosto, era quo cada
um de nos enlrajcora a linnaia de suas convcoes,
e que talvez mesmo de minha parte sejam err-
neas -Indact in errorem perseverare.
Recife, I de agosto de 1873.
Dr. Antonio de Vasu>ncellos M. de Drummond.
Consulta.
Jos, soltoira, tuve de Mara, tambera soltoira,
dous filhos naturaes, que forana perfil hados legal-
mente ; falleceu Jos, leixando bens que foram de-
feridos seus dous lilhos ; falleceu um dos filhos
de Jos sem descendentes, quando j se achava ca-
sada Mara, e ento os bens, que pertencam ao fi-
lho fallecido de los, passaram para o sobreviven-
le sem opposico alguma. Hoje que sao decorri-
dos 8 annos, que esl de posse o nico filho de
Jos, dos bens deixatlos por seu pai, apparece Ma-
na, e quer haver por herauca de seu filho falleci-
do, a propriedade dos bens, que Ihe pertenciara
cora todos os seus reudiraentos, desde a data de
sua morte; lera direito *
N. 26 PARECER.
1.
Enteudo, que Mara, mi dos dous fihos naturaes
de Jos, no tem direito algum successo ab in-
testato de qualquer delles, porquanto, erabora esta
seja lixada para os ascendentes, na falta dos des-
cendentes, e na desses para os collateraes, com ludo
ella soraente applicavel, mando essa succss)
legitima e no natural Nov. i 18, Ord. liv. 4 tit.
96pr.
certo que, segundo Lobo notas a Mello (Liv.
3, tit. 8, g 13, ns. 18 e 19, iiags. 462 e 463), os
ascendentes succedem aos descendentes Ilegitimo!
nos mesmos c-uos, em que estes Ihes succederiam,
por ser reciproco o direito de successo; mas por
este mesma reciprocidade, dita Mara no poderia
succeder, visto como elles succedem aos seus as-
cendentes na linha respectiva.
E tanto aquella minha opiniio basea-se na dou-
trina geralmente recebida, por ser mais racional,
e mais justa, que nao s o Cod Civil porluguez -
nos arts. 1,994 e 2,002 abracou-a inteiramente,
dispondo que 1* se o filho Ilegitimo fallecer
sem posteridade e sem consorte sobrevivo, devol
ver-se-ha a heranca por inteira aos pais, que o
houverem reconhecido; 2* (tratando da suc -
cessio dos irmos) na falta de irmos legtimos, e
de descendentes herdario do mesmo modo os ir-
osos e seus Paes, fzno perfilhados ou reconhecidos ; bera como j as-
sim haviara consagrado (mutatts mutandis) os
cods. civis francez arts. 765 e 766. de Chile art.
993, etc.
Logo evidente, que s ua falta de irmos na-
turaes solemnemente reconhecidos por seu pai, se
dever adraittir que a mi succeda a qualquer del-
les p rede f untos.
n.
E com toda razio, porque nio s seria multo in-
justo, que ella partid passe das vantagens dessa
suceesso nos bens, que os ditos seus filhos natu-
raes houveram de seu pai, em razio do reconhe-
eimento legal, que espontneamente outhorgou-
lhos seno lambem, segundo a opiniio de alguns
Icios, a falte por ella commettida, ou a eircumsian-
ca de se Ihe altribuir a maternidade natural a
constituio em condicao menos favoravel, do que
aquellos imaot naturaes germanos legalmente re-
conhecidos por sen pai, ligados entre si por vincu-
lo duplo, e mais intimo de sangos, isto e, paterno,
j nao duvidoso pelo dito reconhecimento, e ma-
terno apenas suppotto ou presumido, a vista da
avidez e parto; pravas pbysicas de bastante va
oroi.
lor, mas nem sempre infalliveis, como reconhece-
ram o* arts. 341 e 342 do Cod. Civ. Fr., e os arts.
131 e 132 do do portofuea, e autorisou o aviso do
goveruQ imperial a. 79 de 17 de dexembro de
Coelho da Rocha.
Vejamos pie valor tem o principio invo-
cado.
E' corrente jue a successo nasce de dous prin-
cipios alopiados ou respailados polas leis -o do
sangue e o da reciprocidade.
Ambos passam inclumes, como regrasna suc-
cesso legitima : no ha queslio, porque a legili-
mida lo da unan abriga com absoluta gualdado
tanto os descendentes, como os ascendentes. E'
tambem expresa) na Ord. L. 4o Tit. 96, para os
casados. Rarissma, entre os casados, a excep-
cao da regra.
Nao sendo a successo legtima, no havenlo ca-
sados, o principio da reciprocidade soffre um gran-
de corte : j restricto quanto aos descendentes,
e absolutamente nullo quanto aos ascendentes.
E' restricto quanto aos deseendontes, porque es-
tes sendo naturaes j soffrera mais excepcoos, e
era sempre estao em iguaet vantagens aos legti-
mos. Mas, ainda aqu, prevalecen) como regra os
dous principios, para que a lei os apphcou na ge
neralidade dos casos. Ha lei expressa que man-
da devolver a heranca aos filhos : e descendente-
naturaes em escala ampia e com poucas excep-
tes.
Quanto aos ascendeutes Ilegtimos, desapparece
absolutamente o principio : a heranca se devolve
taes ascendentes com tantas restriegues eexclu-
ses legaes, que estas constituein a regra, e a raaio
ria dos cas^s a exceptar No ha mesmo le que,
mande como dsposicao geral passar a heranca
ascendentes Ilegtimos.
Lobo, nico que quiz amplamente estender
successo Ilegitima o principio da reciprocidade
da successo legitima, vio-se todava toreado a res-
tring- lo aos quatro casos que menciona po seu
19, citado no parecer retro, e sao os seguinles:
1. Quando o filho natural succede ao pai pedo,
este quelle.
2." Quando o espurio legitimado succede ao pai,
dem.
3." Quando o neto espurio nascido de filha iajtt'-
tim, os legtimos nascidos do espuria succedem a
av materna ; tambem as acs elles.
E por ultimo, interrogando sobre o av, respon-
de Lobo e consequentemente a av.
Pai, avs e avs receberam de Lobo o prin-
cipio da reciprocidade. A mai natural, no. Foi
expressamente excluida Com ella no leve pieda-
de o douto coramentador de Mello Freir.
Em que se fundam pois. os que invocara a opi-
aio de Lobo, quando este o priraeiro que ex-
clue a mi natural t
Fundam-se apenas na boa vontade que teem em
favor de Mara, s por que Mara um norae sa-
grado.
Ora, havendo lei expressa (Or Jeuaco) que man-
da passar a heranca de um irmao natural dos ou-
tros irmos iguaes ; e no havendo lei alguma que
mande devolver a heranca do filho natural mi
era caso nenhum; evidente que Mara, (da-
do o conflicto da suecessio) nio pode com o prin-
cipio da reciprocidade ter quinhio algum na be-
ranea, que a lei manda dar aos irmos do filho na-
tural de Mana, j fallecido.
Recife 26 de julho de 1873.
Antonio Epaminondas de Mello.
LITTERATUiU
JOO DE THOMMERAY.
POR
Julio Sandeau.
( ContinuaQo. )
Oe prazeres do invern prometiam prolon-
garle at o esli; era no meio do ruido oj
do brilho das festas que eu toruava a en-
confTl-a noite, e que me era dado trocar
com ella algumas palavras.' Seguia-a atra-
ve*z da multido, e quando afinal poda
aproximar-me d'clla, quando, cm uma
entreviste tomada de assallo e cujos instantes
estavain contados, ousava queixar-me em
meias palavras e cmbfar-lue discretamente
o que parocia haver esquecido, tinba para
comigo iugenuidades de cranla ou admira-
(00*M virgem quo embnrgavam-mo a falla
e desrhontavam-ine. Era para logo obriga-
do a ceder o lugar, o aCasteva-mo com a
colera no corado, sem saber o que mais
admirar, se a minha estupidez, se a minha
cobardia.
O esplendor de suas vestes sempre novas,
a inalteravel seren lade le suas feiees, a
sua belleza de estatua o o seu aspecto de
vestal acabavam de exasperar-me; havia
momentos em que eu sculia accenderetn-so
etn niiui appeliles de fra prestes a atirar-
so sobre a presa. Tinha ciumes, e no po-
llera dizer de quem nem deque. Igualmen-
te ndinVrente a todas as lioinenagens, tinha
h frieza do marmore, assim como a alvura
ilelle; mcuszelos debatiam-see consumiam-
sc no vacuo. Est vera vinte vezes para
retirar-me: o orgulho alternadamente a isso
mpellia-mo c retinha-me.
testava-me uma esperanza qual agar-
ra va-me como ao ultimo ramo. O mundo
elegante ia dispersar-se : restituida a si pro-
pria, Valentina voltaria talvez para nim,e
eu entrevia dias oforiunados.
Lina noite, na embuixada d'Auslria, etn
uma d'ossas testas presididas com tanta gra-
(0, o que renniam tudas ns estrellas de pri-
meira grandeza, aproveitei-me le um mo-
inenl) em que a deivaram s, e apanbei-a,
por assim dizer, no vdo; levei-a para o vo
le umajaoeila, o comecei por informar-me
dos seus projectos.
Alii est o esli, nao ha de passal-oeui
Paris : para onde ra ? o quo pretende
fazer ?
O que fai;o todos os anuos, disse.
Mandan) me lomar banhos de mar...
E vai lomal-os?...
Em Trouvillo.
Era Trouvillo exclames : pois a
Trouville que pretende ir !
Porque no ? Onde quer que eu v ?
A' Sahinia ou a>s desfiiadeiros do Monte
Cassino?
K poz-se a enumerar e a descrever a serie
de trujos que havia de levar corasigo. 9
granle artista exced;ra-se a si mesmo.
Vestidos da manh, vestidos da tarde, vesti-
dos da noite : tinha-os para todas as horas
lo lia.
Assim, lisse-lhe, tornar a encontrar
junio do mar a existencia que leva aqui f
A banhos como aqui, levo a existen-
cia de uma mulher da minha cathegotia :
que mal ve nisso ?
Instigado pela mperturbavel firmeza de
sua attitude e de suas respostas, deixei que
trasbordassem em exproba^es acerbas
todas as liiunilliaces que havia seis sema-
nas amontoavam-se-me no coracao. Zotn-
bava comigo? Por quem me tomava ? So-
ndara por ventura talo quanto pa.ssra-so
em Pisa? Seria a condessa de II... a mes-
ma quo eu Uvera em meus brart)s? Teria
apenas possuido a sua sombra? Tudo isto
era dito em voz baixa, em tom aggressivo,
com o sorriso nos labios : nao nos podiam
ouvir, mas podiam observar-nos.
.Nao sei o que tem o senhor, respon-
deu-nte sem parecer mais commovida com
lao vivo ataque. No deixei de votar-lhe
verdadeira allei;o. Nunca hei deesquecer
que se nao morri de aborrecimenlo etn Pisa,
ao senhor o devo. Empenhci todo o meu
esforco para elevar os meus sentimentos
altura dos seus. Infelizmente, o que era
possivel em Pisa, no o mais em Paris.
Tenho deveres para com a sociedade, para
com parentes e amigos, para com a minha
casa. Terei sempre muito prazer em vel-o:
de que se queixa ?
Achavamo-nos cercados, aportados por
todos os lados
A senhoiM, lisse-lhe com o gosto mais
gracioso, a senhora nao me ama, nunca me
amou e nunca amar;! ninguem: a senhora
no tem alma nem coraao. Pula minha
parle nao tenho idade nem dsposicao para
accomtnodar-me por mais tenipo com o pa-
pel de amante honorario. Consinta, pois,
que Ihe diga aqui torno adeus: nunca mais
a toroarei a ver.
E rclirei-me.
E' capaz de crl-o ? Ao cabo de alguns
dias via-me presa le incom mensura vel abor-
recimento. 0 amor no morre fatalmente
comas illuses que a gente engendra; vive
ainda pelas raizes muilo lempo depois de
perder a ramagem opulenta. Prometiera a
mira mesmo partir ; fiquei. Jurara a mim
mesmo no tornar a frequentar a sociedade;
a ella voltei com a esperanga no confessada
de tornar a encontrar a Sr. de R...
A sociedade esteva deserte, Valentina dei-
xra do mostrar-so nella. Procurei-a no
bosque, o bosque transformra-se em vasta
solido ; Valentina j'no ia ao bosque.
Informei-me discretamente em seu palacio;
a Sra. condessa viva encerrada e no recebia
pessoa alguma. A mim mesmo perguntava
com secreto regosijo so eu no linha parle
n'essa brusca mudanga.
Um dia errava em torno de-sua habitagao
quando encontrei a criada grave que levara
cornsigo a Pisa e que fra testemunha da
minha ventura.
Ah Sr. J0S0, no sei o que tem a
Sra. condessa; ha alguns dias no faz outra
ceusa mais que gemer e chorar.
Excedente creatura, com que prazer a
abragra I No tinha a menor duvida, eu
era a causa dessas lagrimas. Atirei-me no
encalgo da camareira, e entrei como um
louco na cmara era que esteva a minha
querida inconsolavel.
Hora cheia de promessas I ainda no me
possivel pensar nella sem um arrepio de
volupia. Apenas adornada com a sua belle-
za e tendo por nicas vestes um penteador
que envolva como uma nuvem de oassa.
esteva reclinada em um divn de brocado,
a cabega deitada para traz era um mont de
almofadas, os cabellos em desorden), as pal-
pebras inflammadas pelas lagrimas, o seio
entumecido pelos suspiros. Vendo-me,
ergueu-se com languidez e olhou para mira
sem colera: lagrimas abundantes deslisa-
vam-lhe pelas faces. Cahi-lhe aos pes, dei-
xei trasbordar o coraedo.
V
Continuarse-ha.
TVP. DO DIARIO RA DUQUE DB C4XA S
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