Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13016


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Full Text
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AAIKO XLI\/AIIUEKO 191
w
-.-
I

x

PARA A. CAPITAL B LUGARES OSDE SiO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantadoa................
Por seis ditos ktera..................
Por um auno idem...................
Cada numero avulso........... t
?000
129000
itfOOO
820
QUINTA FEIRA 21 DE AGOSTO DE 1873
PARA DENTRO E FRA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados.................
Por seis ditos dem..................
Por boto ditos dem.............k. ;
Por um anno dem. ..........
rrso
12J*HH>
2W&0
179000
PER1VA
"PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA & FILHQS.
0. Srs. Gerardo Antonio Al ves & Filuos, no Para; Goncalves d Tinto, no Maranhdo; Joaquim Jos de Oliveira d Filho, no Ceur.; Antonio de Uuu. Braja, no Aracatj ; Jlo aria Julio Chaves, no Assu; Antonio Marques da Silra, no Natal, Jo* Justi
Percira d Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Tul* da Penha; Belamioo do. Santos Bulcio, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Joo Antonio Machaco, no Pilar das Alagoas; Al ves d C, na Babia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICAL.
Lioverno XPEDIEMK DO DA o l>B It.Mrt i DK 1873
/. secc'io.
Arlo :
0 presidente da provincia, tend B visia o
o ollicio do brigaleiro r0111.au1I.111i.; las ar.nas,
datado do 3 do orreaie >>: a. '"3. referente a re-
presentaco di teaente-eiruael eo amanlanle da
2.' batalhao do infamara, resolve Romear urna
eeouaiswj eompusla d.j lenle-coronel Sebastian
Jos Basilie Pyrrao e dos capilios Tiburcio Hila-
rio da -Uva Tavares e Chryssoliti Ferreira de C.n-
tro Chavos, aiiai de examinar e dar o seu parecer
acerca da qualidade di calcado Diurnamente vin-
do da corle o distribuido a> referido b.italh.o.
Ao brigidein cjm.iiiada.ile Ja- armas. -
Tomando em eonsideracoo queexpns V. Etc. em
seu_offlcio d: 3 d.i corrale, referente represen-
tacao d<> leoenle*curuel emninandanta do 2.* ba-
i.il.'ii i de inaatana, mmoei nesta data una eom-
missao composta Jo teaea'e o miad Sebastian Jos
Basilio Pyrrho e dos eapiles Tiburci i Hilario da
Silva Tavares e Chry.-sohto Perreira de Castra Cha-
vos, aii:a de examinar o dar o seu parecer acerca
da qualidade do calcado ltimamente vinlo da
corte para o referido batalhao ; a que eoninuaieo
a V. Exc, para que se sirva de assim u fazer cons-
tar ao lente-coronel nomead,, para a deviJa
execuei na paite me Ihe leca.
Ao mosmo.Male V. Ese. idr em liborJa-
de, visto terem sido julgados neapazes do servico
dn KKtqM!iHiiu orn-Ia do termo aaaexo ao leo
offlcio do i .|.i corrente soto a. 37, os reerntas
Benedicto Francisco de Lima e Josa Antonio Silva Vieira.
Ao inspector d. arsenal de mariulia Ue
conformidade coca o pie solicita o Exm. viee-p:e-
sidente da provincia do Rio Grande do N re cin
OlBcio de 2 do corrate, compre V. por coala
do rninisteri.. da fazenda,para ser remettida aquel-
la provincia, no primeiro vapor da compaaliia
Saruambucana que para alli seguir, una baleira
l* qoatro rom is can os neccss.iriis apparcllios
(praucha, toldo, cabo etc.), alim de stremprega-
da no servico da mesa de renda*, creada ni porto
de M NMurt por decreto de lo de fevereiro deste
anuo.
Ao director do arsenal de guerra.Expela
Vine, suas orden-, aUiu de que Mjara reeebid is
nejse arsenal para coa eriar triata e einco ai na-
de projriedade nacin u, que Ibe serio remeUidas
por parte do juii de daeitt da caara Je (tamb.
Ao nesmo. -Em satisfazlo a-i que solicita o
Exm. pre-idente da Parahyba em oflfcio de 3 do
corrate sob n. 14">I, artive Vmc. a resaesaa para
alb das pecas de fardaiiituto destinadas respec-
tiva compauhia do iufantaria li^eira, eoustantes do
SediJo eaviid) a esse arsenal em II de outubro
o anuo pausado.
Ao eng! nliei.-o das obras militares. Hesti-
tuiuli as pr-ip tatas que vieram aaaexas ao seu
olfieij de 4 di corrale, dos lieiiautes a arremata-
r das obras da cullocaco de nm appirellio para
paxar aga no qaartel il t 9* batalhl > de iufaiila
ria i> doecoaeerlis e culea-uent.i da entrada do
.ir oa,iI de guerra, antoriso Van. a preferir, coaio
niais vaaujosa, a de Manuel Firaiino Ferreira, ,\
se incumbe de faaor a pri neira da- mducionadaj
otiras pela qa.uitia do H.ea sesrunJa pelado
62#tK)0. 6 '
Ao capitio Tibureio Hilario da Silva lava-
ros Tend aeeU data aoiaeado una eoinmissao
composla de Via-., da huteutai coronel Sebastiio
los Basilio Pyrrii. e eapitiide oagoiiti-'irisCbrys-
sobto Ferreira do Cistro Chaves, aiim de exami-
nar e enuitir u sou parear aeerea da qtialidade
di i-al, i J i liim i rioiu-r vial da corle o dislri-
baido ao I. lj.italli.il do ni.'aatjria, assim o coin-
niunioo a Vine, para sen o-m eeimentn >, exeu-
V-1" Igual ao eapito ChrysslitoPerreira de Cis-
tro Cliaves.
2.' .VCiVid.
Aclis :
presidente da irovaria resolve, de con-
formidade cota a proposta do nr. cliefe di polica,
datada de i Jo crrente a. 10J6, crear utn dis-
tado policial a,i lennu d'Agna Preta eoui a de-
nomiiiaciu de Riacho d i Maltu, o qual ser o se*
timo dl-quelle termo e compielieaJei o- terrenos
2ue caa da Barra do Riach i di Macaco, Barra
i) Riacho-Secco, Toe i di Canoa, Trompe, a eucoii-
trar a divisa) do 1/ Jistnoii, e da prim ira Bar-
ra ao rio Jacuipe, a limiiar cun i freguezia do
II mito.
U presidente da pAviacia, de conformidade
coto o arl i'J da lei n. 80j de i'J do setembro de
1830 e arl. 73 do decrel n. 72 do o de outubro
do mes-no anuo, resolv.' designar o capillo da 2.a
companhia do baUlbao n. 57 de infantaria da
guarda nacional do municipio de Paoellas. Jos
C ndeiro dos Sanios, para exercer as (uaecues de
fiscal do me.-in i balallio.
O presidente da provincia, de conformidade
din o arl. i9 da loi a. <02 de 19 de setembro de
1830, e arl. 73 do decreto n. Ttl de 15 de outu-
bro do. inesniu anuo, resolve designar o capitao
di l.' compauhia do kitalhao n. 58 de infantaria
da guarda nacional do municipio do Bonito, Ha-
noel aterra dos SauM Jnior, para oxercer a-
fuac.oos de fiscal do mesan batalhao.
presidente da provincia, de coaf irmidade
coui a proposta do Mr. chele de polica em ollicio
de 2 do corrate n. lujo, resolve Hornear para
exentar os cargue de subdelegado e dos respecti-
vos supplenies, no distneio potfaial en lo por
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Atiendcndo ao que expiz a eommisslo censuara
da freguezia de Granito om ollicio do de maio
ultimo, recommetrdo a V. S, que, nos turnios do
regutamento de 30 de dozembro de 1871, art. S- i
i', man le pagar aos agentes recenseadores daquel-
la freguexia, JoSo Napomnconn de Araujo Albu-
iiaeroo.-. Cimillo Carlos Poixolo de Aiencar Filho,
Francisco Cordeiro d i .\ iscneRtO, Jo Reis Bap-
teta, HarlinianoLopes Mchalo, Pedro Manuel da
Lrox, Simio Cernido de Canralho, Raymuiido '.v-
riaeu de Carvallm, Jo- Peixoto e Silva, Autellano
l'eixot de Aiencar,
Antonio de Oliveira
Nove-, ao l' a planta do 8jO 0 e aos do i ais a
de >i000 a cada um, assim como a Jo.o Bap-
lista R.drigne^ da Silva a de 00tOOO pela con-
duceaH tos elementos originaos do roceoseamcalo
di refer la freguezia para a secretaria desta pre-
s Juncia.
Osario do Souza Leo, Jos
e Juaqnim Geraldo Ferreira
Ao mosmo. Annuiudii ao que solict m a
commissio eeasitaria da fregnesia do Ex em olli-
cio do de maio iilinno, antoriso a V. s. ajnafl-
dar pagar aos agentes receusendores da mesina
freguexia, Lnix de Uedeiros Rano, Looruoco Jus.
tmiano da Silva Peixoto, Absalao Mareira da Costa,
Juliao dos Santos Ferreira Martina, Alejandro Ge-
raldo le Canralho, Baymundo Florencio do Aien-
car, Joio Silverio de Aiencar, Manocl Florencio de
Aiencar, Aristides Nstor Saidanlu de Aleucar, Se-
voiia.i da Silva Das, Antonio Jos de Carvalho e
Joaquim IVreira de Soura, a l a quaatia de___
|i>0*0 0 e aos deniais a de 10 ii)0>> a cada un, e
li.'iii a-sun a Joao Baplista Rodrigues da Silva a
de o0| iOO pola conducen) dos elementos origiaaes
do recenseameulo da mencionada froguezia para
a secretaria da presi >eoeia.
\'i iiusiii i. Transmiti a V S. os inclusos
piis em daplicata que me reaietleu o coinman-
danto superior dos municipios do Brejo c cios de 21 de abril e 4 de maio ltimos, alim de
que mande pagira Morena & Braga os vencimen-
tos das pracas da guarda nacional destacadas na
villa de Pesuueira, a contar de 21 de feverriro des-
te anno a 23 do leerido me/, de abril, segundo
indieam os mencionados prejs.
Ao mosmo. -Mande V. S adianlar a o almo-
xarifo do hospital militar, de conformidade rom o
podido unto, a nuantia de 300i.00 para eccorrer
as despozas mudas daquelle estabeleciirento no
andante mez, inclusive o da la>agem e concertos
de Dupi, visto nao ter anda apparecido qtiem
se propona a contrastar ceses servieos.
Ao inesmo.-A' vista do que solicitou oKxia.
Sr. presidente do Rio-Grande do Norte em ollicio
de 2 do correte mez, autoriaei nesta data o ins-
pector do arsenal de inarinha a comprar por conta
do ministerio da fazenda, para ser renietida aquel-
la p-oviacia na primeira opportunidade, urna
baheira de quatro remos coin os respectivos ac-
cessorios, alim de ser empregada no servico da
mesa de rendas, creada no porto de Mossor pelo
deeruto de l' de fevereiro deste anno.
Ao inesmo. Attendend i ao que expenden
Candido Emygdio Pereira Lobo, offleiai da secre-
taria do arsenal de guerra ao incluso reipiennion-
to a qne alinde sua informado de honiem sob n.
81 serie antoriso V. S. a mandar pagar ao sup-
uHeante, depois de provar que exerceu interina-
mente o lagar de secretario do mesmo arsenal, a
gralilicacao que Ihe competir na forma da M.
Ao mosmo.Toado autonsado o engenheiro
das obras militares a contracur coin Manuel Fir-
mino Ferreira, as obras da Bollocaeao do u*n ap-
panino para puxar anua nu poco do quartcl do
Hospicio e os colicortos do cr-icamento da entra-
da do arsenal do guerra, aendo a primeira das
mencionadas obras pela quantia de 163000, e a
segunda pela de 623000, assim o comniunico a
V. S. para os lias convenientes.
-- Ao mesmo. Para os lius convenientes com-
munico a V. S. qne, leodo o juia de direito Luiz
Corroa de Queiroz Barros sido dispensado dacom-
inissao dt' ebefe de poiicia desta provincia, dccli-
roo em olii -o de do corrente acceitar a comarca
de Nazareth que Ihe foi designada para nena lor
exercico.
Ao inesmo. -Commuaico a V. S. para os de-
vidos lins qne nesta data foi exonerado, a seu pe-
dido, o padre Herculaao Marques da Silva do car-
go do censor do gymnasio provincial.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Tmiando em considera^ao o que expz no incluso
re |uen nenio Sevenauo Vieira da Paz, alferes do
corpo de polica, autoriso a V. S. a mandar abonar
d>> snpplicaotfl a quaulia do iOOOO, como ajuda
do onsio de ida e valia desta capilal cidade de
Nazareth.
Ao mesmo.Em vista dos certificados atine-
xi.s ao incluso requerimenlo, man le V. S. pagar
ao tenenio-coroiiel Manool Francisco de Souza
Lei '. arrematante da estrada deGoyaana a Pedras
d> Fugo, a V prestacao na importancia de.....
9:716lo0, a que lem direilo em virtude do seu
contracto, como se v dos mencionados* certifica-
dos.
Ao inesmo. Recommendo a V. S. une vista
incluso documento que, me foi remettido pelo do
l)r chele lepolicia coin ollloio de 3 do correte
soo h. 1038, mande pagar ao subdelegado do dsiric-
lo de Cruaagy ou a seu procurador a nuantia de
60KI, proveniente de 1 mez de aluguol, vencido
em 17 de maio ullimo, da casa que naquelle distrie-
te serve de quartel ao respectivo destacamento.
_ Ao procurador liscal da tnesourara provitt-
cial.Eai respj>t:. ao seu offlcio de 29 do maio
aliao sob n. U), propoudo para o lugar de aju-
dinie desea proenradoria fiscal na comarca de
Olinla o promotor da uiesma. bacharel Braz Flo-
porUria desta dala, com a deuominaoo do Riacho reniiao llenriques de Souza, tenho a dizer a Vine.
do Mallo, no leraio d'Agna Preta, os cidadaosse
guintes, aa .irdem em que vao collo-ados : Sub-
delegado. Mariano Jos bautista ; supplatttes, Ale-
xaudte J>s de Oliveira Cidrao, Joio Francisco da
Cunha, Antonio Francisco Canuto Jatoba.
Dulcios:
Ao ciinsellieiM presideaM do supremo tribu-
nal de justiga. Como me compre, cu nunico a
V. Kxc. qne o juiz de direito Luiz Correa de Quei-
UM Barios participou em i do crrenle que, lendo
silo por decreto de 17 do mu prximo passado
dispensado da commissio do ebefe de polica desta
provincia, aeeoiu a comarca do Nazareth, de 21
entrela, que Ihe foi designada para nUa ter exer
CiClu.
Ao commandanl'' superior de Pao l'Albo
Accuso o recebimenlo do ollicio de V. S, de 20 do
nioz prximo lindo, participando que nao reuni-
se coaselho de qualili a.ao di guarda nacional
no da 18 de maio ultimo, por causa das chuvas o
endientes do rio. Hespondendo-ihe, recommendo
a V. S. que designe novo dia para a reunio de con-
glho. como Ihe cumpre m vina do disp.isio no
art. 1' j 26 do decreto n. 1351 de 6 de abril de
1851.
Ao juiz de direito da comarca de Itamb.
Mande V. S. entregar ao director do arsenal de
guerra, alim de serem concertadas, como nesla da-
*a recommendo, as 3o armas de propriedade na-
cional, que se acham como miliasadas uo quar-
tol do denlacamenU) existente uessa villa, e dos
quaes trata em seu officio de 28 do mez prximo
pascado.
AOvCommandanle do corpo de polica. A"
vista do que informa eiu seu officio de 4 do cor-
rente, acerca da peticao de Manoel Domingos dos
Prazeres, pode Vmc. eliminar do eorp* sob o seu
ominando o genro daquelle, soldado Pedro de
Souza Santos.
3." iecfao.
Oficios :
que, a vista do art. 33 d.i regulamenlo de 30 de
abril dosto anno, os liscaes das collecloras serviro
de ayudantes do procurad.ir liscal, inJepen.Ieute de
umeaeao.
4.' secco.
Acto- :
i presidenle da provincia, altenJondo ao que
re piereu o paire Horculano Marques da Silva, re-
Slve oxoaoia-lo a seu pedido do cargo de censor
do gymnasio provincial.
O presidente da provincia, altoudendo ao
qne requereu Anua Igaoz da Silva Ramos, profes-
sora de msirucco primaria da cadeira de S. Jos
de Ingazeira, resolve, de conformidade com o art.
23 da lei h. 3w8 de 13 de maio de 1861, remove-
la para a de Panellas
0 presidente_ da provincia, attendendo ao
que reqnereram Joo da Cunha Magalhaes e An-
tonio Jos da Silva do Brasil, resolve, de conformi-
dade com o arl. 3s do compromiso da Santa Casa
de Misericordia desta cidade, exonralos dos car-
gos de mordomos da mesma sania casa.
Olflcios :
Ao Exm. e Rvra. Sr. bispo diocesano. -Trans-
muto a V. Exc Rvma. as copias inclusas do otil-
en do inspector da thesouraria de fazenda e dos
pareceres que o acompanham, em vista d s quaes
ver V. Exc. iivma. que nao podem ser pagos pelos
cofres pblicos os vencimentos dos substitutos para
as cadeiras do seminario episcopal do Olinda, cu-
jas portaras de nomeafie reinetto a V. Exc. Rvma.
devendo considerar sein elfoito os despachos aellas
lancados.
--- Ao director geral interino da inslrucco pu-
blica.Em i esposla ao offlcio do V. S., de 8 do
mez fiado sob n. 131, tenho a dizer Ihe que nesta
data rem. vi a prefessora da cadeira de S. Jos de
Ingazeira para a de Panellas, por ter fallecido a
proprietai ia, como me couimunicou em data de
20 deste mei.
Ao inspector da saiide publica. -Accuso re-
celado o offlcio de V. S, datado de 3 do corrente,
acerca da ataatofao ptrida] de que cada vez mais
se- resente o apparelho di comoanhia Recife
Drainuge, collocado uaca.-ade Joaquim Rodrigues
Tavares de Mello, ama Duque de Caxias n. 81 ; e
em resposta, tenho a dizer-Nie que nesla data me
dirijo eommissao encarregada do examinar
aquellos apparelhos e ao engenheiro liscal da re-
ferida companhia, afim de iudicarem as providen-
cias que convem tomar-se a respeito.
Ao prove >r da Santa Casa de Misericor a.
Coimnunico a V. S. para os dovidos lins iuo
uesta data exonerei a pedido Joio da Cunha Ma- .,',
galones e Antonio Joso da Silva Brasil, dos cargos
de mordomos dessa santa casa.
Ao 2- juiz de paz da freguezia do No-sa Se-
uhora do O' de Goyanna. Designo a 3.' domiqua
de agosto viadouro pira a reiniao da junta de
qualucacao dessa paroc.hu. cuj;i convocacao para
o dia anteriormente marcado foi irregularmonte
feita pe.) 3 juiz de paz, nao leudo comoco os seus
trabamos ptr motivo de moleitia deste, com ludo
me eommuuicou em ollicio de 6 do mez lindo,
hontem recebido. 0 exercico do cargo polica
que Vine, oceupa na i o iuliibe das presidencia*
das mesas paroebiaes, ua qualiJale do juiz de paz
mais volado dessa freguezia, no impedimento do 1,
porqnanio asas fune.-oes, nos termos dos arts. 2
e 19 da lei de 19 de agost i -de 1319, preferem a
outros quaesquer. Tenho |> iv muilo recoinuien-
dado a v"rac. que por motivo- idnticos naodei-
xo de reunir a referida junta id dia supra indi-
cado, visto como este acto j esta pjr domis
protellado.
Ao 3 juiz de paz da parochia de N'o.-sa Se-
nh ira de O' de Goyanna. Em resposta ao seu
ollicio de 6 do mez lindo, hontem recebido, le
nho a dizer-lho que ao 2* juiz de paz, na falta do
I", e nao a Vmc, compela, ns tertn s do art. 2*
da lei de 19 J; agosto de 1816, fazer a respectiva
convocacao e presidir a junta de qualicacao dessa
parochia ; porquanto esse acto deve ser presidido
pelo juiz de paz mais volado, nao o exmndo dixa
o exercico de outro qualquer cargo. Nesta disto
ollicio ao 2' juiz de paz designan lo novo dia para
a reunido da mesma junta, que uo leve lugar
no anteriormente marcad pelo- motivos constan-
tes do seu alludido ollicio.
Ao commissario vaceinador R-metta Vmc.
secretaria desta presidencia 3 tubos capillares
com pus vaccinieo, e bem assim os que foram pe-
dido em data de 30 do inoz fiado com destino
villa de Garanhuns, os quaes, apelar da urgencia
com que foram exigidos, anda Vine, nao en-
vim.
5.' secano.
Portara:
Os Srs. agentes da companhia de navogacao
brasileira mandein dar transpone para a curto
por coala di ministerio da fazenda, uo vapor
que se espera do norte, ao 1- escripluraiio Jos
Gomes da Silva, o qnal foi removido da tbescu
raiia de fazenda do Ro Grande do Norte para a
do Paran, e bem assim a mn seu eseravo de
nome Benedicto.
tfun orra do saoaauM
1'. seclo.
Ollicio :
Ao brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. o Sr presidente da provincia manda de-
clarar a V. ibv., eni resposta ao seu ollicio de 3
do corrente sob a. .'72, que nesta data -ajpori-
sou o inspector da thesouraria de fazenda a adi-
anlar ao almoxai ifado do hospital militar a quan-
lia de 300, alim de occorrjr as despezas uiu-
das daquelle e.-tabelooiinoato no andante mez.
2." secco.
Quicios :
Ao Dr. ebefe do polieii. O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda traasmillir a \. S. a
poilaria por copia, desla dala, creando um dis-
trelo policial no termo de Agua* Preta e os t-
tulos das autoridades Humeadas para eile, le Con-
formidade com a prop s'a de V. S. em ollicio de
2 do corrente n. 1,036.
Ao mesmo -0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. s. que expe.lio
ordem thesouraria provincial no sentido de ser
paga ao subdelegado do disirclo de Cruangy ou
a seu procurador a quantia, de que trata o seu
ollicio de 3 deste mez sob n. 1,038.
Ao commandante superior do Brejo e Cim-
bres.0 Exm. Sr. presidente da provincia inania
declarar a V. S. que nesta dala expedio ordem
thesouraria de fazenda no sentido de serem pagos a
Morora i Braga os vencimentos das pra.as da
guarda nacional, de que trai.ua os seus olflcios
de 21 de abril el de maio ullimo.
Ao bacharel Luiz Correa de Queiroz Bar-
ros. 0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
acensar o recebimento do offlcio de V. S, de 2 de
corrente, em que participa acceitar a comarca de
Nazareth, que Ihe foi designada para nella ter
exercico, do que nesta data deu-se conheciraento
ao. governo imperial.
4." secco.
Olflcios :
- Ao Dr. direclar geral interino da inslrucco
publica.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, comtnunico a V. S. que por porta-
ra desta data foi exonerado sen pedido o pa-
dre Horculano Marques da Silva do cargo de
censor do gymnasio provincial.
Ao Dr. regedor interino do gymna*io pro-
vincial. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, commnnco a V. S. que por portara
nesta data foi exonerado a seu pedido o padre
Herculano Marques da Silva do cargo de censor
desse eslabelecimento.
5.' seccao.
Olflcios :
A' eommissao encarregada de examinar os
apparelhos da companhia Recife Dranage. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, trans-
muto a Yv. Ss. copia do officio que a 3 do cor-
rate Ihe dirigi o inspector da sande publica.
co.n relavan aos apparelhos da companhia Recife
Dranage, existentes na casa n. 81 darua Duque
de Caxias,
Lucinda llus-ulin la de Mello. -Passe
Manuel Anues (acorn Pires. Sim.
Manoel Qiintiuo de Siquoira.lufonne a com
missio censuara da parochia do B.ejo qaal o
verdaleiro nome do agente receaseador,constante
desta p.?iir o.
Secretaria da presidencia de Peruambuco, 20 de
agosto de 187.1.
O porleiro,
SilV'ito A. lio ciliar:*.
<'o.u.imikIu. <1h uivnas.
vllJAKrKL GENERAL DO UOHMANUO DAS AK.UAS
DE PERIMMMCO, EH 20 DE AGOSTO DE
1873.
Qi'tem dn da a. 752
O brigadeiro commandante das armas determina
qne, para se dar inteira exocu;.io a-i que se acba
determinad i na ordem do dia da reparlioo do
andante general, do exoreito, de 22 le maio de
1861, sob n. 26 relativam-mte aos xercicios, os
seahores coaiaiauJ.intes de Corp is e companliias
soladas reaiellain ao quartel general pedidos para
baiiiloirolas o alvos.se porveiilara n:io tiverem taes
objeclos.
(Assignado.) Mi-el da Cmihn Wtimkrleg
Lins.
Conforme.-0 maiur Jos B. ds Sint.s Jfc-r-
guilu'w, ajudanie de ordena encarrogado do de-
bilite.
Repart^km dn policiie.
!. seccao. Secretaria da polica de Peruambuco
20 de agosto de 1873.
N 113.^.Illm. o Exm. Sr.Participo a V. .Exc.
que, das c-imiuuuicacde* receidas haje, consta
que frain h<>nt>>iu recolhidos casa do detencao
os individuos seguimos :
A' minlia ordem, Joaquim e leronymo, escravos
de D. Anna Theresa de Jess, roquisico do Dr.
juiz municipal do termo do Bonito.
A' ordem do subdelegado do Sanio Antonio.
Joo, eseravo de Jos Hygino Goncalves Guerra,
requerimenlo deste.
A" ordem do da Capunga, Vicencja, escrava d-;
Jos Teixeira Bastos, a reqaeriiuento d este.
Fmalmenle, a ordem e tranquillidade publicas
alo solTreram alleracao.
O qne ludo comiuunieo a V. Exc, como mo
cumpre.
Deus guardo a V. Exc. -lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Heuri |ue Pereira de Lucena, dig-
oissimo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Francisco Corma de Araujo.
portara, i res dessa linha as paredes da frente dos predios Em sitUacio tao angustiosa se passou quasi toda
uis do Bjiii Jo-us e Thom de Souza, e nio a nouie, e ao despontar e dia, a mestra loraoa
em postos no meio da ra, evitando assim futuros
euibaracos.
Theatro trymiinsio Iraiiiatico.
Dave realisar se hoje noute um espectculo dra-
mtico, nesle theatro, para ser o seu producto ap-
plicatlo s obras da igreja do Divino Espirito
Santo.
b ten duvida digno de apoio e concurrencia
publica semelhanle es|iectaculo, nao s p -lo lim
pi que se do.-lma o seu producto, como porque
vira elle dar grande impulso s novas e impor-
tantes obras alli om execucao.
Tlirailru l>r isil.-i.i. (iii >iu;tt bra luusu -E' > titulo de urna como lia em
cinco actos di reputad i llerato brasileiro Dr.
Joaquim van el de Maco lo. a quil foi ullimimcn
le publicada B se a rha venda na livraria frau-
c<-za.
Dizen lo se que tal produc.-ij' do laureado au-
tor das Victima* AJgotu e da Corteir i de inm lio,
e que constitue ea urna e-pirilu isa critica de
euetumw fliamienso-, cromos t la devidameate :
rooomiamOalo aos anuales di litteralara nacional. c
Vapor Iliiitpi-r. Depois que lurininar a !
eommissao do eslaoelecimont.i leiegraphieo sub-|fais:a elctrica de barricada
marinhoe.ure Pern buco e o Para, o vapor in- 'aquella procisso matutina de
glez Mpsr deve seguir para a Europa aflm de pra-,-a de Sanio Agostihho, respe'itada pel mais
receber a pore.io de li i nece.-saria para a eoinmu- profundo silencio, e sabio para > camp > pela ra
nica.ao entre Peruambuco e o Rio de Janeiro. J da Casa Branca.
Mciliila eoa veniente. -Tendo o governo Casa de letenca. Movimenlo do dia
dos Eslad'is-linidos mandado un vapor de guerra 19 de agosto do 1873 :
proceder soudagera do mar entre New York c I Exisliam presos :ii3, entrarini i, sahiram 4,
S. Thomaz, euus'a-nos que a companhia do cabo existem 313.
urna menina nos bracos e apiesentou a ao des-
venturado Albor, dlzendo-lhe :
Abra-mo passagein ; preciso que as im-
nhas meninas saiam daqul ; quero talva-las, e
salva -las-hei.
A senhora e ellas correin a una morte car-
ta, e en declino toda a respon-abilidade se sahi-
rom ma, responden Albors :
E eu aceito para mim toda essa responsa-
bilidade, porque levo por gula a Mi dos Desam-
parados.
Abrise a pona do estabelerimento, postndo-
se atraz delta quatro municipaes com as armas
propaladas ; um delles quiz fagir c levantando
urna urna menirna nos bracos, disse :E' esta a
bandeira que nos lia de salvar.
Naquelle momento supremo, D. Dolores Ra-
mrez arranca-lne a enanca, eolloca se na frente
e ccibriudo-as a todas com o seu corpo, exclama .
Se disparam calo, nao saiaes ; se fico de pe, se-
gu-me.
Sabio !... e atraz dola as meninas, agitando
todas os seus lencos.
Alto alto 1 era a voz que corra como urna
i- a barricada, o
a njos atravessou a
riRNAMBCtt
REVISTA DIARIA.
DESPACHOS DA PBKSIDKNCIA DE 19 DK AGOSTO DE
187.1.
Coronel Agostinho Bezerra da Silva Cabral. -
Em vita da nforma.o do inspector da thesoura-
ria de fazenda, neg pronmeato ao recurso do
supplieaule, que devera comparecer nova praca,
si assim lbe aprouver.
Antonio Leonel de Aiencar.-Encaminhe-se.
Candido Jos Ges Telles.Informe o Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
Candido C. G. Alcoforado.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Domingos Jos Ferreira.Informe o Sr. com-
tnaudaule superior da guarda nacional da ca-
pital.
Bacharel Ernesto Vieira d$ Mello. -Sim.
Fraucisco Figueira Cavalcanti. Deferido com
officio desta data ao commandante do corpo de
polica.
Francolina Brgida Soare3 Monteiro.Informe o
Sr. provedor da Santa Casa de Misericordia.
Francisco Jos Leite. -De-se.
Tenente coronel Joaqnim Cavalcanti de Albu-
querqne Bello.Forne^a-se.
O mesmo. dem.
O mesmo.dem.
O mesmo. dem.
Jos Pedro de Castro.Requeira pelos canaes
competente*.
Bacharel Jos Climaeo do Espirito SantaPasse
portara.
Visita presidencial.-S Exc. oSr. co.n-
mend i lor presidente da provincia visilou hontem
a csta-.o lelograpliica da companhia do cabo sub-
marin'w c wieiro, no isthmo de Olinda.
Por essa occasio trocaran) se os seguntes te-
legrammas :
t 0 presidente da urovincia cumprimenta ao
residente da associacao coaimercial beneflcenle. o
A diretnria da assecia^o commercial beneG-
cen^ em sesso, agradece e felicita ao Exm. Sr.
presidente da provincia pelo grande melhoramoii-
lo que acaba de. inaugurar se." >
Vapitr Liilailo'r. Procedente de Cardiff
polas i lilas do Fayal, Terceira e S. Miguel, che-
gou hontem o vapor brasileiro Lidador, de 1,208
toneladas, trazeudo a seu bordo '46 imaiigranles
porlnguezes, dos qaaes licaram em nisso porto
.1, si-guiado os outros para o Rio de Janeiro.
. vcroicln de fuj^o.-O nono bataiho de
iu'antaria de linha, do eommando do Sr. tenente-
coronel Helio, fez hjiitem exercico de fogo no
largo du Hospicio. 0 Irabalho correu regular-
mente.
TeIe;(i*pho submarinho eo.s(eiro.
Nenhuin lelegramma veio no dia 19 nem hon-
iem. Suppoe-se que seja a demora de communi
,eao9es prodndia pelos irabalhos de unio dos ca-
bos terrestres com o martimo, e preparas do ap-
parelho para poder funecionar na cidade de Be-
lai. Veremos se hoje vea alguina cousa.
Mullo louvavelPor sua vez tamben) a
associaco Portugueza de Beneliceueia dos empre-
gados noeoinmercio e industria deala provincia,
supplicam do S. M Imperial a eouimutacao da pe-
na de morte imposta ao sida lo do-9" batalhao
de infantaria Joo Raymnndo.
Publicando abaixo a respectiva pelico, temos
n um mudo simples, mas exuberante de exprs-
sao, maaife-lado anda urna vez a adheso sincera
que ^restamos a acto to magnnimo do senli-
metito popular.
Combatamus todos contra essa monstruosidade
qne se chamapatbulo, quer sob a forma cu-
lidio, qoer sob a forma -frca, quer sob a forma
fuzif, quer sob a forma -guilhotina, quer sob a
forma ogueira.
SENHOR. -A associaco Portugueza de Bmcli-
cencia J .s einpregados no commercio e industria
em Pornambuco, representada na co nmisso sig-
natarja da presente supplic.a, compartilhaodo dos
senlituentos de caridade que teem movido outras
corporac5es, a deperem aos ps de V. M. Impe-
rial una supplica em favor do i ifcliz soldado
J0A0 Raymundo pedinio a o >inmaii;.io da pena
de morte a que foi condemnado em conselho de
guerra, vem por sua vez^ escudada no magnni-
mo coragJo de V. M. Imperial, implorar a mesma
graca.
Esta associaco, Senhor, recentemente nstalla-
da, lera cousc enca do pouco que vale em outras
eventualidades, quanto mais na especie que ora
se o;cupa, mas, em eontraposicao, resta-lhe a cer-
teza de que aos ps de V. M., e em seu generoso
e magnnimo corayo, tanto accesso tem o gran-
de como o pequeo, e isto, Senhor, deixalhe a es-
peranza do que, fazendo echo com as demais so-
ciedades ter sna parle no acto de clemencia que
tainbein impetra de V. M. em fa-or do desgrana-
do a quem a fatalidade eseolheu para alvo de
ain drama de sangue, qne a moderna sociedade se
esforca por evitar, substitundo por castigos que
nao repugnando natureza humana, fazem mili-
tas vezes, de um grande criminoso um bom e
til cidadao.
Assim, pois, esta associaco, cujos membros ad-
miram as excelcas quadades que tanto distin
guem o Monarcha Brasileiro, a cojos ps depoe a
presente supplica e os protestos da mais sincera e
espontanea obediencia e respeito, e espora que V.
M. acolber benignamente o seu appllo.
Nestes termos solicita o defer monto de V. M.
Imperial. E. R. M.
Recife, 19 de agosto de 1873.Assignados
n Ginralves da Silva Brito. Jos Rodrigues
da Silva Rucha.Antonio de Souza Neves. -Jos
Joaquim Salgado
Postes telesraphieos.Em virtude da
noticia por nos dada ha dous dias sofera o mo ef-
feito da collocaco de postes telegraphicos as ras
da freguezia do Recife, deciarou-nos o Sr. major
Wood, encarregado dos trabalhos io eslo tele-
graphico submariulio costeiro, que s assim prali-
cou depois da liceoca concedida pela cunara mu-
nicipal do Recife, e qne aguarda da Europa pos-
tes de ferro elegantes para substituir os actuaos.
Cr o nosso informante que bem pode a cma-
ra municipal obler do Sr. major Wood, visto a
sua boa vootade, queaejam coUocados os solado-
lelsgrapliico submarinho sai c istas do Brasil, pe
dio ao governo imperial para mandar um vapor
da armida brasilea proseguir naquelle irabalno
entre S Tioanz en Par, auxiliando assim a ter-
mina.-ao de se.aolhiut) m-Mhoramento. Cremas
que o governo imperial ueiilurii ob.-laculo pora.
Coiiiare.i Municipal d- 9 a 16 do corrate :
Pelo subdel'iMdo da edade foi preso o desertor
d 1 9. bitallio de infantaria de linha, Joaquim
Ignacio de Azovedo.
Vapor da Europa. O ArhilnUor, che- nos, solleiro, Boa-Vista,
gidi hontem, nada adianla em noticias por ti r rilas.
sabido de Lisboa no mesni) dia do Luzilanhi, que
loeon domingo em nosso porto.
Lancha a vapur. A qne vae ser cons-
truida nos estaleiros 11 arsenal de marinha, para
1 praiieagem da barra ebahia de S. Marcos no
M irauho, e da qual deve ser hoje pela manh
bat la a primeira cavilha, da forca de 13 caval-
los nomnaos, marcha media de 8 milhas e meia,
A saber :
Nacionaes J16, mulberes (. estrangeiros 43,
es-ravos ii, escravas i.Total 3i3.
Alimentados acusta dos cofres pblicos 28i.
Movimento da enfermara dn da 19 do agosto
de 1873:
Te ve alta :
Benedicto, eseravo do viseando rleSuassuna.
Cemiterio publico. -ODifuario do dia 19
de agosto :
Angelo -os ^alaquias, pardo, Alagoas, 22 an-
hospit.il Pedro II; va-
Manoel, branco, Pornambuco, i mezes, Santo
Antonio ; entero colite.
Rotulo, branco, Peruambuio, 10 dias, Recife ;
convulses
Luiz G.mzaga, pardo, Pernaiiibuco, 76 annos,
viuvo, Boa-Vista, hospital Pedro II, bronchile
astiiiiiaiico.
'Maria da Concei.ao Lins, branca, Alagoas, 53
comprimeiito na linha d'agfia cincoeata e cinco anuos, vi uva, S. Jos ; ulcerac uterina,
pos ingle es, bocea moldada d izo ps o quatro Julia, baan^a, Peruambuco, 7 mezes, BOa-Vis-
pollegadas, pon tal cinco ps e nove pollegadas, ta ; convulses.
mando d'agua earregado quatro ps e sete pollo- __-_
gadas. E' riscada polo m indador da ollicina de C AMAR i HUMflPl
carpinteiro, Francisco Gomes de Figuciredo. ,'o.o<;n BXJl ,ku.^x. ,, Vn- .V. .,-a Faculdadc de direito. A engregacao,S,tS,A "-XTRAORDINARIA AOs 6 DE AuOsTO
dessa faculdade re?olveu que os hachareis inscrip-
tos para defeza do Ihescs fo-se:n admittidos a es-
col er os pontos na respectiva secretaria, come-
Pli:SIDKNCI.V DO S. THF.OD)BO SILVA.
Depois de meio dia, presentes os Srs. vereado-
res Tlieidoro Silva, pre-l.lente, Gameiro, Loyo J-
nior, Neves e Dr. Moscoso, o Sr. presidente abri
a rataaoj e, lida a acta da autvcedente, foi appro-
vada.
Foram nonieados os Srs. venadores Dr. Mos-
coso, Ne/es e Loyo Jnior para rnembros de urna
eommissao permanenie encaregada do examinar
as obras do mercado publico.
Prestaram juramento, de 4.* juiz de paz da fre-
guezia de Itecife o Sr. Joaquim .-'-.gripino Fnrlado
de Mendoaca, de 2 da freguezia da Boa-Vista o
, major Joo Francisco Atitunes. de 2.*, 3.* e i. de
Ijuniaya. -C.maiunicam-.vsque eja.nsup !2Jdis(ri,.(i( (]os Af $ ^ (> RoJr
?>ELttmTZZfvt a..Chf"n"i i? .r^^Campello, Dollia, Lin.s Cavalcante Pessoa e Joo
exigente na ra do \ isconde do Pelotas n. 3, pela ,{il.[r ,,_ (l, L;il.trd d 2 u 3. d dslrjrt0
aneadla M incomaiodad.ss.ma a v.s.nha.n;a : re-da |Ue,ma fr,.guozia 0's Srs tonente-coronel Fran-
cisco Carneiro Machado Ros Jnior e Joo Chry-
so-iomo de Albuqucrque, depois do que leu-se o
gando pelo primeiro incripto bacharel Demostlie
nej Constancio Avelno, no dia 23 do corrente e
seguindose os demais com o intervallo de dous
das de um a outro pola ordem seguinle : Jos de
Oliveira Campos, Elyscu de Souza Martins e Jo'io
Vieira do Araujo.
Pugadoria de fazeuda. Por ordem
competente achi-se alterada a tabella q/ie regnla-
va os pagamentos Teitos por osla ostac/io, pelo que
com a precisa autecedmeia ser publicada a nova
tabella.
Sommenda.i ola ao respectivo fiscal.
Inslrucco primaria.Acha-se aborta
urna aula particular na ra I." do Marro n. li,
segundo andar, sob a direceo da Sra. \). Quiteria-
de Alinala Bastos.
Nova matriz, de Palmares. No
hado 23 larde ter lugar a ceremonia da ben.ao
da nova igreja, que vai servir de matriz da villa
de Palmares. No domingo haver m9sa solemuo,
sendo ceiebranlo o Rvm. capuchinho Fr. Caclauo
de Mossin 1 Sobrin o, e orador do Evaagelho o
Rvm. vigario de Gamelleira, Floriano de Queiroz
Continuo.
As bandeiras novas.Um jornal fran-
cez, a proposito da revista de todas as tropas de
Pars, realisada em honra do shah da Persia es-
creveu un artigo plangente, poiido-lhc a epigra-
phe que uesta noticia aloptaihns.
.Manifesla a tristura que de sua alma se apode
rou .ao ver desfilar lautos regenlos e de todas
as armas, levando, nao os estandartes, as bandei-
ras, que pela sua doterioragao reeordavam os ac-
tos do valor t>rabeados para as defender as ba-
talhas mais afortunadas que as da ultima guer-
ra, mas outras novas e nao perfmalas com o fu-
mo da plvora.
As bandeiras de Alma, de Inkerman, da Italia,
jazem hoje nos mtiseus militares da Allemanha !
Dous mil metros de seda tricolor Dastaram a
substituir aqueiles trophus, em redor dos quaes
lauto sangue foi derramado, para que na > calas-
sem em poder do inimigo. Depois as capitulares
de exercitos numerosos, entregaram do enrolla com
um innumeravel material de guorra, todos eases
estandartes gloriosos, sem que os inimigos ao
apoJerarse delles, houves-em de espargir urna
gota de sangue.
A quem sent palpitar vivo o amor da sna p*-
fria, impressionam profundamento aquellas dolo-
rosas expensos, aqueiles lastimosos gemidos, ao
meditar as tamannas calamidades que humilha-
ram um povo to cavalheiroso e che de recor-
dacoos histricas que to alto le van tata o seu
nome.
li.tus criuies. Um jardineiro ao servico
de ama familia na ra Hurel, em Pars, assassi-
nou brbaramente urna rapariga, servcal na mes-
ma casa. Os ciumes foram mais urna vez o mo-
tor de lamanho erime.
0 de-gracado logo que commettcii o erime. foi
ao subterrneo do referido pre lio e ah se justicou
a s proprio, enforcando-se.
O desvariado desapparecera e todos julgaram
que fugira para longo e nao houvera attentado
contra sua propria existencia.
No dia immediato, o douo da casa, desccu ao
subterrneo e, como o cadver do jardineiro te-
cava com os ps no chao, imaginan estar o assas-
sino vivo, concorrendo para isso a pouca luz que
no recinto havia, e coinecou a desandar Ihe utna
tremenda descompostura, dirigiudo-lhe quantos
eptthetos affrontosos Ihe occorreram. Nao o sor*
prendendo que tivesse a cabe.-a pendida sobre o
peito, eslranhou que ao cabo de lanos segundos
o vulto nao llzesse o mais pequeo movimento,
aproxmou-se mais e ento reconheceu que linha
estado a escompor um homem morto e que um
delgado cordel Ihe rodeava o pescoco.
Lance commovedor 0 Parte Diario
de Alcoy refere um lance commovedor sobre os
aeonteeimentosdaquella povoaco. Ao roraperem-
se as hostilidades, achava-se reunida a escala de
meninas dirigida pela Sra. Dolores Ramrez no so-
tao das casas consistoriaes. Todos os esforcos que
se flzeram nos primeiros momentos para salvar
aquellas chancas, foram inuleis. Os intemacio-
nalistas comecaram a inceudiar o edificio, e sen-
do impossivel a fuga, as meninas reuniram-se to-
das em redor da mestra e comecaram de orar.
seguinle
KXPBMKirri:
Um oflicio do Dr. chefe de polica, de 29 do pas-
saI,"!sado, cobrndo por copia o do subdelegado da
freguezia da Boa-Vista e maadado pelo Exm.
presidente da provincia cmara para informar
acerca do aldeiamento do mocanibos de palha em
fr inte ao quartel aJo Hospicio, hilutados por mu-
Iheres de pessbno coniportamento, entFe as quaes
1: os soldados do 9." batalhao de infantaria do-se
sempre d sordens. -Pcdio-se ao liscal informacoes
a respeito.
Outro da secretaria da presidencia, de 31 do
passado, remetiendo copia do acto de approvacao
provisoria de um projecto de postura addiconal
remettida por esta cmara. Mandou-se fazer pu-
blico por editaos a referida postura, e remelter
copia aos liscaes.
Outro do administrador do cemiterio publico
desta cidado, cominunieando flear sciente de haver
a cmara concedido dous mezes de lieenea ao ca-
pellao daquelle cemiterio.-Inteirada.
Oulro de Frei Joo Bapli>ta do Espirito San-
to, comniuuicando nao poder aceitar a nomeacao
interina de capelln do cemiterio publico, por
haver-se contratado com a Sar-la Casa de Mi-
sericordia para ser c seu capello A cmara S-
cou inteirada, e mandn que se convidasss pelos
jornaes a algum dos Srs. sacerdo'es que queiram
aceitar a capel'ania interina.
Parecer do Dr. advogado da cmara acerca do
facto do ter Luiz Silverio Gomes tapado a estrada
publica existente na Ibura, freguezia dos Alega-
dos.-Resolveu a cmara mandar que o advogad
promavesse pelos mejos pormitirdos em direito a
mannteocao' do uso publico da referida estrada,
e que o respectivo fiscal iinpoztsse a Silvcrio a
multa que no caso couber.
Parecer do mgentieiro acerca da peticio de
Jos Augusto de Araujo, arrematante da obra do
mercado publico desta cidade.b'o remettido
commissio respectiva.
Outro sobre a pelioo do Francisco de Melle
Cavalcanti de Albuquerque.Deferio-se, em vista
do mesmo parecer.
Outro acerca do requerimento do eoronel
Agostinho Bezerra da Silva Cavalcanti, pedinda o
aforainenio de um terreno de marinha sito a ra
ImperialRemelteu-se presidencia da provincia
com a planta, documentos e peticao do mesmo co-
ronel ao Exm. presidente, devidamsnte informada,
nos termos do decreto n. 4,105 de 22 de fevereiro
de 1868.
Ollcio do procurador da cmara, remeUen-
do a relacae das multas impostas pelos Ibcaes des-
ta cidade, de 31 do passado a do corrente, o
arrecadadas na importancia de 96*000. Intei-
rada.
Oulro do fiscal de S. Loure ico, nmetteudo
o nuppa dos enlerramenlos feiloi naquejla fre-
Suezia.Foi remetdo commissio de cemiterio
e foca.
Offlcios dos ftscaes das freguezias de S. Frei
Pedro Goncalves do Recife. S. Jo;i, Boa-Vista e
Nossa Senhora da Gra^a com a r* lacio das mul-
tas niposlas de 30 do passads at esta data : o
primeiro no toUl de ftiJiOOO ; o sejnndo de 83* ;*
o torceiro de 4*000 e o quarto de i|;ual quantia -
Inteirada.
Outro do fiscal de S. Jos, participando a c-
mara ,ue os canos geraes de esgoi.o na ribeira de
S. Jos acham se em tal estado d< ruina, que em
dias de chova flea a mesma ribiira inundada o
quas ititransitavel.A cmara raindou remelter
copia deste offlcio ao Exm. presidente da provin-
cia, solicitando providencias de modo a desapparo-
cer le grave inconveniente.
*




"

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'
-
i
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Otefid^dc Pcrnambuco Quinta fcira 21 de Agosto de 1873.

4


->

Foi reme vid.) i amanuense scrvindo de.partciro
da cmara Gervasio Pires Ferreira para o mesm)
lagar de amanoS do cemiterio- publico desta
caado, e Alvaro Pereira e Si deslc para o logar
do priiiiero, sendo oeste sentido attndida a petl
ci do mesmo Pereira de S
Foi indefinida a pfigao de Bernrditio ros Ro-
drigues, e deferidas as do D. Anna Carolina do
Reg Dantas, KornajrfrnU Perera Ramos. Bernar-
do Gurin, Domingo* Jo^ Martips, Francisco de
Mello Leva!, Francisco Ferrete Tivares, D. Fran
colina Mara dos Santos, Francisco Antonio da
Rosa, Jos Salvador P.-eira Braga, Jo5o Baptista
da Silva, Joao ErtMnanuel PimkII, Joaqoim Ber-
nardini de Castro. Ros, Joo Cbristiani, Jeaqnm
Jaeintlio de Alireii e Mello, Joaqiiiin Baptiza No-
gueira, Jos de Sanlpaio Olho, M a noel Jos da
Costa Pe eifaf} Manoel Joaquim Hamos e Silva,
Raphael FoSendes wanlr*, e UTestern firasilian
Telcgraph (ximpany limted.
Nada mais honvo a tratar-se, c o Sr. presidente
levanten a ssao s duas horas da tarde.
Eu, Pedro de Albubuerque Aturan, secretario,
a ese-revi.
Manoel Joaquim A Reg e Albuquerqne, presi-
dente. Jos Mura Freir Gam'iro. Jos Pedro
das Nev*. Titead >r> Machado Freir Pe re ira da
Sil*.Bel/armio do ego linios -Dr Pedro de
Atkayde Lobo Moscoso. Jos da Silva Logo
Jnior.
PAUTE POLTICA
iMi&riift < <>\*i;\AlUOit
REC1FE, 21 DE ACOST DE 1873.
Se os partidos politices, reguiarmente constitui-
dos, c representados, foram e:n todas as poeas
Bina condieo de vida e urna garanta de ordein e
de estabilidade para os governos, nao menos cer
lo une teeni sido tambem o elemento malipof-
uicioso c fatal da anarcliia e a amcacamais frmi-
davel s leise institugoes dos paites, sempra que
degenerando era faeres, dtxarara do racimar
uin principio, devivor de urna idea, de estatuir um
programma eile arvorar una bandeira, sombra,
dai|iial ea niuhasse.
Esta ultima siiuacao actualmente a do partido
liberal desta provincia.
Sem mu pen-amenlo poltico a realisar, uein
urna msala que o dirija, na vastidao dos mares
JM se aura, movj-se o partid librala discripgao
dos ventos desencontrados que o soprara, sea des-
cubrir noespa;u una estrella amiga que o Bondosa
toaorloi que dereja abicar.
Argonauta temerario, ssluzdo pelo ouropel do
poder, nao medrado os p rigos da viag ni que em-
pretHode, lera seuipro sossobradn, nao legando i
hi>to ia unlr-is reliquias, a leal d >s destrozos, en-
contradas espireas a beira do mar, e que servirm
apenas para altes tar a impericia do palinuro que
o diriga, e a simplicidade da tripolaco que o ma-
na > a
Os c.-:ilha.os J quadros que expiraba m a
eontemplaeao dos liis o busto veucrandd de-sos
santas nardo, verdaderas glorias do ckristianis-
id, e fin recordani asmis augustas virtudes e
o .-eiilimeulo da mais acrysolada piedade, espa-
ciad i pe i p irtieo do collegio de S. Francisco Xa-
vier ; as paredes deste edificio, anda humectadas
de sangue do alguns dignos e respeiiavi-is" sacer-
dotes, que ,-e appieain a educarn da infancia ; e
AtubN me, a foguera acosa na ra da Aurora, cu-
jas clii.i.mas f>ram aleadas cora o petrleo ocr-
rantado So re o material e mais pertencvsde urna
Gliriiia que imprima um dos jornaos de grande
circulacio ne-i.t cidade, sao uniros tantos vestigios
do naufragio moral que euvolve a laego opposi-
etdnisia.
Bsealando o poder para subir o p">dcr, sem
preosopar-se do futuro d i paiz, e do incremento
pr.igressivo de snas inslituljoos, nao aspira a pro-
jiaginl.. do liberalismo outra musa senoa de-
ineiir.10, e implantar no animo do todos o mais
eonpl.'ti scepticiirpo.
N.i i leudo um inoinonto d i resgnagao para ex-
piar oser.os que eommetti'ram, e scntinilo-se ao
le-mlempo ir.icos paraconfessa-los, niotnedein
is etaefOs da aceo liberal o fundo do abysmo eu)
que se preciptalo, nao calulatn a altura das bas-
tidas que teni.im superar, e assootaui mesmo que
acto de detestavel covardia recitar' um passo
no manejo las arnns, qu pOort) seu servco
para a iealisac;ao do seos designios.
'abi csse descoraedmento, os desvos e exage-
races di jornalismo liberal, e a protervia de lodos
t.s .-eos es;nptos.
Appellamos para a provincia, e ella que respon-
da se a loqnensa ntrenos j desceu lo baiso,
MM na quadra que atravessamos.
Nao diseutindo urna idea, isrespeilando os prin-
cipios, nunca se preocupando COQ) os melliora-
iieii-ios nioiaes e materiaa.- da |irovincia, e guar-
dand' sempie o mais profundo silencio sobre as
BM-, que se debatem, <, se tera oceupado a
UKpreos.i .ii >sn-i..nisi;i dos nomes proprios e das
iiidiv,iL.>lii!aJes ; e ienliuma reputara >, por mais
bem ttrma la que soja, loo lem escapado aos botes
insid.osos da maledict.'icia.
ieai um ponto de apoio, sem um pensamenlo
poliii.o que ciiseutain, os org.v>sda opposi^ao con-
vene u itaariaraente a imprensa ein pelourin o da
honra, o extorcan-se para sobresabir na aggressao
pela petulancia da bogaagem, virulencia da
pfkraaa que costuraam erapreoar.
Tire se s .rte qoalqoer desses jornaes, orgio
d liberalismo, e unguem dir quo pura deela-
maci) o qoe esereveiBOS, e que julgaiuos com in-
ju>ti,a e demasiada severdade os nossos adversa-
rio- pobleos.
Tentando semprc expr a autoridaJe, nao can-
sara de alfronta a, nem de diminuir o prestigio
que deve cerca-la.
Leam todos o que publicou em sua chronica a
Provincia ( papel) n. 94, eterao a prova do tacto
|de se deplora.
I>enuneia-se all a priraera autoridade, malba-
ratando os diuheirus pblicos e dando guarida a
uma qua lrilia de salteadores I.' Diz-se que o
presi lente da provincia espaldetra os cofres pu-
ilicus e acouta em seu gabinete urna companhia
do tiro!
Infelizmente cm todos os lempos se tem abusado
da irapiensa ; mas nao |foi* ella ainda to prosti-
tuida, como est sendo agora pelo jornalismo da
opooMcao.
Acorapanhe se todo o raovimento da imprensa,
nesta provincia, me-ino em pocas anormaes, e
terao lodos a prova de que nunca foi ella tao avil-
lala eto dilTamatoria, era tamanha a hediondez
de seus escriptos.
Quando e em que poca ds-e um jornal, orgo
de Um partido, que o presidente da provincia iio-
misiava em seu gabinete urna- quadrilha e que de
paera cora ella assaltava os cofres pblicos ? I
Se as limitadas proporcoes deste ligero artigo
perrmiltissein accumular novas referencias to-
dos os factos veriam ainda denunciar o estado
de proslraio que lera al iugido o Jornalismo
da opposieao; mas o appello que fazeraos, suf-
iciente para conderanar o procedimehto desssa
impreusa deseafreada, e mostrar de quanle sao
<:apazes os seusscriptores. .
Para avauUjanno-nos na respnsla, bastava lem-
Jirar a Provincia (papel) os idos lempos do pro-
tresso, e dizer-lhe era mais era menos que essa
companhia, que aude ella emana chronica nao
se acoula no gabinete do actual presidente, ma
que erra boje desfareada sob a libr de quera a or-
^anisou, a espera de melhores lempos para novos
assaltos
A represalia neste pnnto nao seria uin crime,
possuidos de una juta indignacao poderiamos
retor'piir nos mesmos termos, e levantar a luva
qoe atiram adversarios tao desleaes ; mas prefe
rimos antes registrar gmente o facto a incorrer
oa falta que roprovamos.
A provincia ialeira que julgue aquele proce-
diraento do orgo prineipai do partido liberal, e
possa por elle recoohecer ajtempera dos seus re-
dactores, e os flns que teera em vista, quando tao
despejadaniente deturpam a verdade.
Escalar o poder para subir ao poder a nica
poltica da fcc,So libere] desla provincia. Maspo |
dera aspirar o poder o partido que nao tem ideas
nem principios; que so vive da arabice-, do odio
e da contradic.10, que desacata o poder, fenta
avassalar a autoridade e aeabw con todo o pres-
tigio, que deve cerea-la ?
Se os partidos se represeniam pelas ideas e
estas naoifestam-se pela imprensa, o partido libe-
ral d*esta provincia, que serve somente a ura ho-
mem, est fatalmente condemnado e nao pode as-
pirar o poder.
O poder ? se mantm pelo principio da auto-
ridade, e esta pela consideraban, respelo e obe-
diencia qoe toaos Ilie devem.
lepas da Pracinci, na acwalidade, c qoal o que
r mtinnar a aw.
Q e-i\Io o Imiicnt, j o tinha dito a expe/iea
i ia iiuiit antes dv Bull'oii, o por sto alravcz do
artigo descobrimos logo a pssoa do seu autor.
Mas, dcsta vez a sua imngem apreseniou-se-tia;
demasiado descorada ; pareca nos qne o Ilustre
eferiptor pisava a cada momento em Wrreno falsjJ
tinha mede de si proprio e das ideas qne emilia ;
voitava a cada instante s anteriores a-.-erc.des,
como que para assegurar-se da verdade dellas, o
desconfiando de si o da causa que defenda, de
miando era quando, vovia os olhos snpplieantes
(.astellar, nveelivava Piala, e fallava ao Cesante
Sedan e aos Cesares de Suetono.
Causounos vrdadeiro ineommodo a Icitura do
artigo; a pallidez a mais completa earacterisa-lhe
as phrases e as ideas I Fasia-nos do vr como o
birlador se osforcava, o como ao mesmo teme
caba impotente, porque Ihe falta va una couvicco
sincera. Pareca-nos convi rs'ar eom imi naacara,
e afllgurava-sc-nos que, similhanea desso perso-
nageijj caricato, o articulista unplava a cada ins-
tante de toui, e pergunlava-nos se o conheca-
OKM.
Rio ; elle nao fallava dominado por urna con-
ricoao sincera, elle nao eslava posspdo pela ver-
dade, o ao terminar a sua propria autopsia, fica
era duvida se deve considerar sua paluda opinao
como verdade ou como erro.
Se erramos com o coiiselheiro Nabueo, o con-
selheiro Sabuco e~ra rom Castellar.
Singular cooclosaol
Que riesvairamento completo as ideas !
ignoramos que cada um de nos tenha o direilo
de errar porquo erra com o Sr. Nabuco, ou com
o -r. Castellar. O noina de u.n grande hoineui
nao justifica um erro, era da-lhc o direito de c-
dade.
A verdade domina s por si, sem carecer de
auxilio humano ; o erro, porm, por mais pu-
jante que seja o auxilio, que se Ibe. oreste, conti-
nuara a ser erro, e mostrarse ha semprc como
Md ser, como a gralha no nieio dos paviVs.
O erros do Sr. Nabuco e do Sr. Castellar podem
apenas provar que ambos elles errara mas, nao
ponera justificar o erro d^ articuli.-ta, se por ven-
tira tiver cabido cm algum.
Maso arlcul-ta consilera-so como reo con-
fesso, procur,.u urna taboa de salvaeo, o foi ejta
a primeira que encmtrou.
Elle e o seu con-tituinte, o Sr, Nabuco, dizem-
se ambos liberaes, e anib^s esfarraparam a ban-
deira do seu partido. Qaerem agora acobertar-se
rom ella, porm atravz dos rasgoes v-so e com-
plela nudos do ambos.
0 partido liberal tem escrpto no seu program-
la, como dogma "uiidaiiiental: a sepanifo da
igrja e do estado. O partido liberal de todos os
lempos e de todos os pases pugna pela liheojade
^cultos. Entretanto o Sr Nabuco e o sen oalli-
do defensor repudiara a separacao da igreja e JJ
estado, a liberdade de cultos.
O Sr. Na'uco o disse, e seu defensor o repeli '
ttnhomedil Palavras fataes I Elles lm medo,
e entretanto o medo o peior dos conselheros.
Elles tii.n medo da liberdade!
Os liberaes pronMIeni ref.roas radicaes, elles
dizeai qoe temos punen liberdade, e entretanto no
momento da lula, quando se aproxima a occasio
d nerigo, |uaado se espera queeHes facara ouvir
os seus votos pelo progivs-o, como soldados Co-
vaides que logem do combate, elles dizem : tenho
medo I
Elevara incens a deusa, e tem medo d'ella f
O Sr. Nabuco tem medo da liberdade, o Sr. Za-
rliarias tem mojo do progresso. Os liberaes tui
medo da liberdade que proclamara, o portadlo sao
nienlirosos quando se dizem lib raes; e por sto
nao lerem n o direi.o de dizer que temos medo do
partido liberal ?
Onde esi a liberdade que proclaman) ? Qae
liberdade esta de que tom medo ? Ja se v que
era bem grave a culpa ; a defesa porm foi antes
aecusaco, porque peioron a posifo do culpado,
e de veras o Sr Nabuco nao tera o que agradecer
aos redactores da l'roiincit- Eucarregados da
tarefa ingloria de aecusar o munl) intero, na
sede da aeconeo, elles aceosaiu o seu parti-
da, as suas i leas, eaceusam-se si proprios,
nfira
Nao faromos longos c immeatarios ; reproduz-
remo- apenas dous perodos que resuraem toda a
argumeutacao.
- Por bem da Uberdide. tem med qne o e. da.sm o compromiso reciproco d'is leis ac!u en,
qne at h ntem tas ratirant a hirmonia, vejase
ohrigath reagir contra as e.cajer iroes jesuticas
(que h viam ile crescer), ate qae nos pie srp?s da indtffeienea e ia impieinde : a Itberdul'
nao {mltaria com isto.
Me.litem-se bem e-tas paLvras ; atindase a
qu segando o articulista, antes da liberdade ha-
va harmona (ate h-mtem), e cora a liberdade a
harmona pode cessar ; e sera a c raso pieecia $ue
nada se ganbar ernn a liberdade. Fals is apostlos
que repudiam suas creneas! Cineros que len)
medo do liberdade e dizem que nadi so ganha
com clia I
Por be;n da liberdade, tem medo que a greja
licre, is!'> o jesuitismo, enm sea lireito de pro
priednils, sen soberano estrangulo, sita Ierarchii,
sua ora ni sarao forte p:la unidad'", pela disciplina,
peta in/liencia qne exerce as consciencias e as
m issas fanticas, enutitita um p irtd KAKI theo
erada invencivel, assombrosa, formidaoel. cn'ra
's liberd idee publicas : a liberdade perdera tud>
cm isto.
Alteada-se bem a que os liberaes dizem que
igrea l-vre quer dizer jesuitismo t Atienda se
bera a que elles entsndem que s podem dominar
a propaganda jesutica com a for.a f Attonda-se
a que elles duvidam da ferea moral da idea ver-
dadeira. que dizem sustentar, e da qual entretanto
teera medo I Attenda-se que elles dizem que
a liberdad-' perdera tud > com a liberdade I liis-
cipulos ingratos, porque duvidaes ?
A Provincia, poi-, tem me !o da liberdade, por-
que o coaselbeiro Nalrae i lem-no ; e este tem mo-
do oorque Castellar tambera tem. E, pelos mee-
mos motivos, a Provincia diz que nada se.gan'ia-
ra com a liberdade, e pelo* contrario coin ella
tudo se perder.
Eis, por eonsegoiote, 711a/ e quil continuar
a ser o liberalismo te ella far todo o transe guerra liberdade,
como alias tem feito at hoje. A Provincia r
conessa.
Nao tara agora o paiz o direifo de dizer : Timeo
Daaos el don 1 fe re ules ?
rttJ.V DO COMMEftCIO N. 35
COSflfelA" ALLIAN?\
so-guras maritimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
fii HNTe
HAPlfA
.1870.
Tuina sea|ro ildlBeivadorns e dinheiro
.co ni.tritirno cm nv.> do vla o vaporea
para (loatro e Tia do'i:nperio, assinreoiac
coiitrojfoajn sonto pie los, giiiorus e fa-
rondas.
Agunte : Joaquim fos Goo'.alvos Uekro,
ra do Commerc n. 5, Pandar.
dem do da Jt.
!: M*333
17:3113771
cunto
VOLUMES SABIDOS
No da I a 19. .
Primeira puria no da 20 .
segunda porta.....
Terccira porta.....
Trapiche Gonceicad .
SERVICO MAH1TIMO
vlvarengas descarregadas no trapiche
, da alfandena no lia 1 a 19. .
Uitas ditas no da 20.....
Vavos atracados no trap. da alfandena
Alvarengas ........
V'o trapiche ConceQo.....
23,018
Seguro
ME LIVEqSWL i
INSURANCE
Acontes
SAU!t!KKS ftfVyTHKhSft C.
II Unpo %nto11
liRN.
Capital. .'-. 0,0!)0:O003K)Ut-
Fundo de reserva. 8,fO:000$000
Agvnles,
Mills L'alliam & C.
ROA DA CUUZ N. 38.
SEGUROS
43
2
2
47
GE
KECEEUOKIA DE HENDAS INTERNAS
RAES DE PKRNAMRUr.0
Rendimento do da i a 19. 40:594*831
dem do da id.....' i: 175*666
41:770*317
rtendimento do da 1
dem do da 20. .
CONSULADO PROVINCIAL
a 19
39:873ifi33
3:664 >.039
43:3374694
CONTRA O FOGO.
A coinpnnhin Iivlemuisailora, estabelecida
nesta prnca, toma seguros maritimos sobre
navios seus carregamentos e contra fugo
}em edificios, nercadorias p mobilias: na
ra do Vigario a, 4, pavimento terreo.
PIlACA DO HKCIFE 20 DE AGOSTO
DE IS7:.
AS 3 1'21I'1RAS DA TARDIt.
CotacSe* olflcinni.
Vlgodaode I* sorte8#"p0 par 15 kilos.
Carv o de pe Ira iLancashunbert SUara Cool
30J por tonellada, dinheiro, hontem.
Descont -de letras 10 OO ao anno.
Leal .-eve
Pelo presidente.
A. I', de Lemos
-?e!o secretario.
ALFANDEGA
tendimenlo d>i da 1 a !9.
Mera do dia 20.....
6Ii:279231
26:1504246
C'i0:i29477
5,,r
UBUMCOfs- nmm
OS LIBKtiAB* A LIBEHOADK'
A Pro.einciu de i de agosto (n. 97) entre cu-
tra^ffoneeicyCT qne-ganniuroj no seu pn
itifoedieMral, dizemwn catliegonco:
K astim o nosso liberalismo, e cssim conti-
nuar a i.
Fex-noi especio este depoiment ai perpetuam
j.ei memoriam, c ch ; le passamos a Jer
Oh curados aos iloentes. Enfermi-
dlade do flgado. Alguns factos os raais-no-
tav is relativamente inccmparavel elllcacia das
pillas assucaradas de Bristol, as molestias do
ligado, foram recentemente publicados. O Sr.
A don iran Sedgwhk, de Hartford, faz sciente que
ellas o curaram de urna congestaodo ligado (obs-
tando a ictericia) e ,to dentro em tres das. R
chard M. Pheips o bem conhecido machinista de
t'ittsburgh, Ohio escrove : a Os doutores rae ti-
nliain como ura caso desengaado, quando prnc-
piei a fazer uso das almiraveis pillas anti-bilosas
e alterativas de Bristol Elles cliamaram a rainha
molestia degenerado do ligado, e eu senta gran-
des dores do lado direito, o qual so achava mella-
do, prisao obstinada do ventre o perda lotal do
anJMtita Um curso das pillas restabeleceram rai-
nha ade, e hoje acho-mo perfeilamenle Dora ;
eu as recommeudo lodos os que na lecera igaaes
incommodos. A Sra. Sarah Jane IJeraingda cda-
do de Jersey, conclac assiin a carta dirigida ao
Di. Bristol. o S vossa medicina (as pilulas as-
sucaradas de Bristol) que devo o resUbeleeiraen-
to de rainha sade depois de ha ver sollrido d'uma
iL.aneira a oais cruel, durante o espaco de 3 me-
te* de urna febre biliosa e sezes. As pilulas
aham-se medidas dentro de vidrinho', e por so
a sua conservac/io duradoura cm todos os di
mas. Em todos 03 casos aggravados ou prove
mentes da impureza do sangue, a salsaparrilha de
Bristol deve de ser usada coojunctainente cora as
pd ulas.
Descarregam hoje 21 d.-. agosto de 1873
Escuna hollan-leza -Catharna -(atracada) raer-
eadorins para alfandega.
Vapor ingles Arbitralor raercadoras para al-
fn lega.
Barca inglesaDuches uf Suturland -machnis-
mo j despachado para o caes do Apollo.
Escuna Ingteza Young Deck carvSo j des-
pachado para o caes do Api lio.
Escuna ngleza -Bita i -bScalhija despachado
ar.i o trapiche Omeeicao.
Barca i:iglea t.wj hieai'o ji despichado
para o trapiche Gonceieai.
Patacho austriac i -P'a S. -farnna j despachada
para o caes io Apollo.
Patacho aaiericano-Flora Gwdale -vari is gne-
ros para o trapiche Conceij-ao, para des-
pachar,
porlugueza Soca Sgmpilhia vnhQ
para depisito no trapiche Cuuha.
i agiota Eui>d Herbeit-- machinsmo
para o trapiche Conceicto, para des,ia-.
char.
Barca
Barca
Dlarserana alguns bumIco..
= Todos os remedios do Dr. Avi n sao excel-
lentes, mais o peitohal de ckhea admiravel,
no conhecemoi remedio iiieibor para toases e
defluds.
1JJ Mil !!
MM
ffl

Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em meTcadorias,
fret^, nbeiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcadas, a premios rnuito mdicos. "
Iiupnrtaco.
Lfeipool, barca iugleza Da/phin, consignada a
Sonasen C- nnnifestou :
Arroz IDO saceos a J. J.' Leitio, 10) a Souza
Bastos (St C. A;;i 30 con heles a Samujl P. Johns
ton. Adelas 3 Biscoilos 6 caixas a P.upps Brothers l G.
Gervej.i 30^. barricas a Santos & Arawjo, 20 a
Carioso & Martins, 50 3 Sauza Bastos & C., 90 a
Antonio P. de Carvalho. Cli 3 caixas a J. J. Le-
tao. Canos de chumbo 4 caixas a S. P. Johnston.
Cnumbo 8 barra aos mesraos. Chapas de ferro
11 caixas ao mesmo. Carvo 102 11/20 tonela-
das a Friend & C.
Estanho 1 caixa a S. P. Johnson.
Ferrag:.n 3 volames a Silva < Alves, 6 a S. P.
Johnston, I a Johnston Palor A C, 3 a Shaw Haw-
kes & C. Formas de assucar 144 volumos a S. P.
Johnston. Foles 12 ao mesmo. Ferro 2i8 volu-
bles ao mesmo.
Loucas e pecas 135 volumes ordem, 60 a Cos-
ta Amorim & C., 23 a Aq lino Fonceca 4 Succes-
sores, 40 a Braga Son, 73 a E. C Friend & C.
Lencol de chumbo 11 rollos a Shaw Hawkes & C.
Machinsmo e penas 74 volumes a Samuel Power
Johnston. Mercadorias diversas 30 v.damos a Shaw
Hawkes &.C.
Plvora 200 barra a J. J. Carvalho Moraes, 104
caixas ao baro do Henifica. 1,40 > ordem.
Tecid i 1 vo'ume a Johnston Pater & C, l or-
dem, 2) a E. <:. Friend 6 G. Tubos 12 caixas a
Samuel P. Johnston.
Vi Iros 4 caixas ordem, 3 a Shaw Hawkes d
C. Vassouras 1 caixa a S. P. Johnston.
Zmco 2 caitas a S. P. Johnston.
Ilha dos Acores, vapor brasilero Udador, con-
signado companhia pernambucana, manfestoo :
All i 1) saccas.
Ceblas 15 caixas.
a$S e batatas 2 caixas.
Peixe 15 barrs e 7 caixas, tudo a Joaquim Pa-
checo da Silva.
)ESPA':H05 DE EXPORTACA NO DIA 19 DE
JUDIO DE 1873.
Para os portos do exterior
No navio allemo Mina, para Liverpool, car-
regaram : M. La ham 4 C 629 saccas com 48,410
1)3 kilos de algodao.
No patacho hespanhol Themoteo II, para
Barcellona, carrego : J. G. Ferreira Seve 173
saccas com 11,118 kilos de algodio.
Na sumaca hespanho'a Manuela, para Bar-
cellona, carrego: J. G. Ferreira Seve 3 saccas
com 1,030 kilo- de algodao.
No navio alleraio A. Gesina, para o Havre,
carregiram: Keller 4 C. 253 saccas com 19,077
de algodao.
Na polaca hespaahola Atrevida, para Barcel-
lona, carregarara : P. Carneiro k C. 279 saccas
com 20,558 1)2 kilos de algodao.
Na barca portugoeza Despique II, para o
Porto, carrego : H. i. C. Sobrinho 300 couros
salgados com 6,i>00 kilos.
Na barca portugueza Vencedora, para Lisboa,
carregaram : B. Olveiradi C. 20 couros salgados
com 240 kilos.
Para os portos do interior.
Para o Para, na barca portugoeza 5. Mara,
carrego : A. Cordeiro 250 barricas com 18,898
l|2 kilos de assucar refinado.
Para o Rio Grande do Snl, no patacho nacio-
nal Bemflca, carregaram : B. Oliveira i C. 90
barricas rom 10,198 Ii2 kilos de assucar bianco
250 ditas conj 32,171 i|2 ditos de dito mascavado.
Para o Ro Grande do Sal,,} lugar nacional
Todos os Santot^eMTta/avu : Amorim rmaes
G. 400 barricas eom f5"78 tilos de assucar
branco o 40 ditas com 4,738 1(2 ditos de dito mas-
cavado.
Para Patahyba, na brcaca S. Joao, carre-
go : M. J. Soares Guimaraes 66 tabaas de ama-
relio.
BCIFE DHAINAGE.
Kendimento do dia 19. .
dem do da 20. .... .
1:976487
3 2:30843(7
nglez
Navios entrados no da 20.
libas do Fayal, Terceiro e S. Miguel14
dias, vapor braSileiro Lidador, de 1,208
toneladas, comman Jante Guilherme do
Castro, equipageni 47, em lastro ; or-
dem ; traz 460 emigrantes.
Bahia -3 dias, patacho dinamarquez /. P.
Lassen, de 193 toneladas, capito N. K.
Jenson, equipagem 7, carga carne; a
- Luiz Duprat.
Liverpool via Lisboa17 dias, vapor
Arbitralor, de 813 toneladas, commau-
danlc W. Wallace, equipagem 29, carga
dilTerentes gneros; a Johnston Pater & 0.
Rio Gran lo do Sul 3 das, patacho bra-
silero Principe, de 216 toneladas, capi-
to Alfredo A Gadr, equipagem 9, car-
ga carne; a Manoel da Silva Maia & C,.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroVapor nacional Lidador,
comman J.mte Guilherme de Castro, com
o mesmo lastro e parte dos passageiros
que trouxe da Europa.
Antilhas talacho nglez Queen of Deautij,
capito Dunn. em lastro.
Consulado provincial
Para Alagnas, na barcaca Vneta, carrega*
rara : B. Gomes k C. I caixa con 18 kilos di
doce.
UAPATAZIA DA ALFANDEGA
nendimenlo do Oia 1 a "9 .' 13:988*438
Para scencia dos conlriboiroes do Imposto da
decima urbana e oa cfeilos lgaos,em seguida pu-
bheain-se as altera;.oes verificadas no lancamento
do mesin imposto no corrate auno linauceiro de
1873 a 1874, leaudo aborto o praxo s reelaiua-
coes, que por ventura possam ter a fazer os inte-
ressados na forma da le e regulamentos respec-
tivos.
Consulado provincial, 19 de agosto de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
AlteracOes feilas no lancamento da dcima ur-
bana da freguezia de Nossa Senhora da Gra.-a. no
exercicio de 1873 a 1874 ; pelo lanzador Izidoro
Theodoro de Uatlos Ferreira.
Paysand.
N. 2 Clementina Theodura da Silva,
um teliieiro que serve de garapera
cora 7 quartos, arrondado ludo por 720030
N. 16 Antonio da Costa, una casa ter-
rea arrendada por 120G00
N. SO Dr. Joaquim Jos da Fonceca e
outros, terrea por 7000 0
N. 21. Baro de Campo-Verde e ou-
Iros, urna casa ierre i avahada por 6i)0a000
Ns. 34 e 36. Antonio da Silva Azovcdo,
urna e meia agua dividida era 13
quartos tudo arrendado por I:608jf00
Travessa de Paysand.
N. 5. Dr. Ignacio Firmo Xavier, casa
terrea dividida em 8 guarios tudo ar-
reudado por 7860J0
Beeco da travessa de Paysand.
N. 2. Dr. Jos dos Santos Nuncs dli-
veira, urna asa terrea arrendada
dor iG800)
Visconde de Goyanna.
N. 163 A menor Justina Carneiro de
Ai.neida, urna casa torrea arrendada
por lii.io.ii
N. 183. Mara de Jess Teixeira Fran-
co, uina casa terrea arrendada por 400 00
N. lol. Albino Jos Ferreira daCunha
urna casa terrea arrendada por 3600)0
N. 203, O raesrao, uraa casa terrea ar-
rendada por 3jO>000
Ra das Crioulas.
N. 22. Candida Emilia d'Alineida, urna
casa terrea por 420*000
N 1. Manoel Carpint8ro da Silva,
urna casa terrea arrendada por 800*000
N. 13. Joo Martins Caparica, uraa ca-
sa terrea arrendada por 1684000
X. 13 A. Bemardino Jos Leitao, urna
casa terrea arrendada por 2404000
N. 13 B. O mesmo, urna casa terrea
arrendada por 2i0000
N. 23. Victorino Gomes de Almeida,
urna casa terrea arrendada por 1442000
N. 9. Manoel Carpinteiro da Silva,
urna casa terrea arrendada por 3O040O0
N, 43. Joaquim Jos da Fonceca, urna
casa terrea por 192iOOO
N. 47. O mesmo, urna casa terrea ar-
reodada por 1920J0
Ca punga.
N. 6 A. Francisco d'Oliveira, urna casa
terrea e urna meia agua avahada
por 2003000
N. 3. Antonio Jos Rbeiro de Moraes,
urna casa terrea arrendada por 300*000
>'. 13. Francisco de Freitas Gamboa,
uraa casa terrea arrendada por 2100.0
N. 15. O raesrao, urna casa terrea ar-
rendada por 240*000
N. 17. Viuva de Jos Germano do Es-
pirito Santo, urna casa terrea arren-
dada por 192*000
N. 19. Francisco da Freitas Gamboa,
urna casa terrea arrendada por 300*000
N 21 O mesmo, urna casa terrea ar-
rendada por 300*000
N. 23. o mesmo, urna casa terrea ar-
rendada por 300*100
N. 27. Jos Antonio de Lima, uraa ca-
sa terrea arrendada por 144*000
N. 29 A. Juao Jos da Cuaba Lagos,
urna casa terrea por 420*0 0
N. 29 B. O mesmo, urna casa terrea
arrendada por 420*000
N. 33. 0 mesmo, ama casa terrea ar-
rendada por 180*001
Baixa-Verde.
N. 4. Antonio Alves Pacheco, urna ca-
sa terrea arrenpada per 1O*000
N. 6. Pedro Secuodino Versulrao de
Paola, rae eas* te*re* arrendada
por 131*000
N. 11. Francisco Jote Raposo, orna ca-
sa terrea arrendada por 180*00.)
N. 24. Viuva de Conrado Antonio do
Espirito Sao, urna cesa torrea ar-
rendada por 120*000
N. 26. Joanaa Francisca de Barros,
urna casa terrea arrendada por 1680000
N. 11. Manoel Carpinteiro d Silva,
ama casa terrea arreodada pw 144*000
N. 13. Manoel Carpinteiro da Silva,
orna eaaa terrea arreodada por 192*000
N. 15. Roruao da Cruz, urna casa ter-
rea arrendada por 264*000
Pcrnambucanas.
N. 10. Norborta Antonia da Silva, ter-
rea par 264*000
N. 30. Luisa Hara dos Santos, terrea
por 300*000
N. 52. Justino da Silva Boa-Vista, ter-
rea or 300*000
N. 9. Bernardina de Senna Muir, ter-
rea por 540*000
N. H. Antonio da Silva Ramos, terrea
por 540,1000
N. 17. Maximiano da Silva, terrea cora
soto por 800*000
N. 25. Dr. Antonio de Araujo Ferreira
Jacobina, terrea por 480*000
N. 25 A. Bernardo de tal, terrea ava-
hada por 96*000
N. 23 B, O mesmo, terrea avahada por 84*000
N. 25 C. O mesmo, terrea meia agua
avahada por 60*000
N. 28D. Vicente Ferreira de Sant'An-
na, terrea por 72*000
Ra do coronol Francisco Jacntho.
N. II. Paulo Guelpue, terrea avahada
por 300*000
Arazade.
N. 6. Mara Felicia da Concebir-, terrea
por 144*000
N. 22. Antonio da Silva Ferreira, ter-
rea por 16:1*000
N. 3. Jos Francisco deS Leitao, ter-
rea por 108*000
N. 40. O mesmo, terrea por 192*oOn
N. 3. O mesmo, lerrea por 1685000
N. 5. O mesmo, terrea por 168*000
N. 17. Joaquim Francisco das Chagas,
terrea por 360*001
X. 2'J. Francisco Ferreira da Silva,
terrea por 216*000
N. 31. O mesmo, terrea por 240S0O0
N. 33. O mesmo, terrea por 210*000
N. 39. Luiz Jos da Costa Amorim, ter-
r.-a por 192*000
N. 47 Jos Antonio Ferreira Vinhas,
terrea por 240*000
Joaquim Jos Leitao, terrea avahada
por 700*000
Ventura.
N. 9. Joaquim Jos da Gusta Fajjzes,
terrea por
Prmero becco da Ventura.
N. 5. Xurberto de tal, terrea meia agua
avahada por
N. 7. Serapbim Jos Lopes, terrea por
N. 2. Manoel de tal, terrea em obra
N.i. Luiz AntonioGcDiaga,terrea por 48*000
N. 6. Bernardina Mara iuefle, terrea
por 7 2 OJO
Becco do Jaeiiitho.
N. 4. Jos Vicente de Lima, terrea p r 144*000
N. 3. Jaciutho de Ahneida Silva, terrea
por HOiOOO
N'. 5. Maximiano da Silva, terrea por 144OOO
N. 7. O mesmo, terrea por 144*000
Ponto d'C'oa.
N. 16. Joaquim Piulo Lapa, torrea por
N. 28. Dr. Augusto Frederico de Oli-
veira, 1 rasa terrea com 1 sobrado
no fundo, tudo avahado por 1:300*000
N. 36. Luiz de Moraes Gomes Ferreira,
1 sobradopor 1:300*000
N. 38. Joao Jos Rodrigues Mondes, 1
sobrado por 1:400*000
N. 3. Libano Cindido Rbeiro. terrea
por 192O0O
H. 11. Eduardo Galoiit, terrea por 1:200*0 0
N. 17. Jos da Silva Loyo, 1 sobrado
com 1 meia agua ao lado, tudo ava-
hado por 1:700*000
N. 27 A. Companhia dos trilhos urba-
nos do Reeife Casanga, I telheiro
com 1 quarto ao lado que serve de
etaco, avahado por 9fi*0"0
N.4I. Dr. Jos Bento da Cuuha Figuei-
redo, terrea por 1:300.000
N. 57. llosa Candida Goo.-alves Fer-
reira, i sobrado com 1 telbeiro ao
lado e 1 quarto que serve de pada-
ra, tudo arrendado por COOiOOO
Becco ala Cruz das Almas.
X. 2 A. Jos Jacome Passos, terrea ava-
hada por 400*000
Tamarneira.
N. fi. Jorge Jacome Tasso, terrea arren-
dada psr 400*01
Beceo da Tamarneira.
X. 4. Mara Florencia da Conceioao, ter-
rea por 1203000
Afflictos.
X. 14. Viuva e herdeiros do Dr. Joao
600.SOOO
72*000
7000
ISOiOOO
Diminguesda Silva, terrea por
X. 8. Joao Goncalvcs de Oliveirs
i vira, ter-
Scnna e outro,
iOJOO
200*000
rea por
N. 38. Flix Jos de .
terrea por 300*00
X. 40. Jos Marques, terrea por 400*00 i
X. 44. Adolphu Koap, torre, par 360*000
X. 5. Antouio das Xeves de Souza Bra-
ga, terrea por 240 5000
X. 19. Pedro Marlyr Maury, torrea por 700*000
Encruzilba la de B.:ln.
N. 3. Romo Rodrigues, terrea por 300*001
X. 5. O mosmj, terrea arrendada por 20000
Estrada de, B'L'm,
X. 10 A. Francisco Antonio Perera de
Brito, lerrea por 114*000
X.. 3 E. Pedro Pessoa Velloso da Silva
terrea por 20^*0^0
X. 3.Candido Viera Chaves, tener, por 6 0*000
X. 7. Antonio da Silva Pontos Guiraa-
roes e outro, 1 casa terrea avahada
por 240^000
X. 7 C. Bartholomeu Francisco da Sil-
va Jnior, lerrea por 72*000
X. 7 A. Luiz Cabral de Medeiros, ter-
rea por 166*000
X. 7 1). Velloso de tal, terrea por 96000
Campo Grande.
X. 2 A. Caetano Marante, terrea por 60*900
X. 2 B. Recolhinento da Gloria, ter-
rea por 60*000
X. 3 A. Bernardina de Overa Cora-
geni, terrea por 18jW
X. 8. Juao Ferreira Tavares, terrea por 72*00
E-tr.ida do Rosarinho.
X. 15. Marceliiua Anglica de Castro
Afolar, terrea arrendada por 144*000
Estrada de loo de Barros.
X. 6 A. Jos Soriano de Souza, terrea
avahada por 500*000
Becco do Espnheiro.
X. 5. Jovno Jos de Mello, torrea por 240*000
Becco de Santo Amaro.
X. 14. Anna Joaquina Rbeiro Macha-
do, terrea por 200*000
Ra da Hora.
X, 2. Antonio Jos Luiz Peres, lerrea
por 120*000
X. 2. Caliste Jos de Me lo, terrea por 180*000
iv- 2 E. O mesmo, casa torrea por 240*i'00
X. 2 F. Calislo Jos do Mello, terrea por 210*000
X. 7. Antonio Francisco da Silva, ter-
rea, por 84*000
X. 13. Saraiva de tal, terrea, meia-
agua uor 240*000
N. 13 A. Jos Francisco Dinz, terrea
por 240000
X 13. Pedro Alexandrno Machado,
terrea por 180*000
X. 19. Jacntho de tal, terrea por 94*000
Ra do Baro de Itamarac.
X. 4 Joaquim Arcelino de Santa Anna,
torrea pur 96*000
X. 8 Elias Avelino de Barros, terrea
por 144*000
Ra do Desembargador Xunos Machado.
X. 2. Jos Francisco de Mello, terrea
por
X. 4. O mesmo, terrea por
X. 6. Joo Jos da Silva, terrea por
X. 10. Pimentel, terrea arrendada por
X. 12. O mesmo, terrea arrendada por
X. 14. O mesmoj terrea arrendada por
X. 16. O mesmo, terrea arrendado por
i.' seccao do consulado provincial, 19 de agosto
de 1873.
O chefe,
Antonio Witruvio Pinto B. e A. de Vasconceos.
180C00
180*00(1
600*000
192*001
192*000
240*000
240*000
Santa (Jasa de Misericordia
do Reeife.
De ordem de lllra. Sr. Dr. provedor interino da
Santa Casa de Mi>ereordia do Reeife, faco saber
que, em curaprimento da le n. 1121 de 17 de ja-
neo do 001 rente anno esta aberta concurrencia
para se contratar o servico mortoario e de carros
fnebres, de conformidade com as disposieoes da
tnesma lei( recebendo-se propostas nesta secretaria
ate o da 11 de selembro as 3 horas da tarde,
para ser abortas na sessa< di-junta nesse
da.
0$ proponentos terao de. submetter-se s dispo-
sices da citada le e mais as oondicedes que Sp
abaleo transcriptas; levendo versar as propostas
nicamente sobre um abale na ictalidade dus
precos consignados como base as tabelfas abaxo
tambera publicadas ; sendo proferid) aquello pro-
poodnle qoe mator abate oncreeol' em diiospre-
1 taria da Snnla Lasa do Misericordia do Re-
eife, 18 de agosto de 1873.
O e-crva),
Pedro Rodrigues dr Souza.
LEl X. ltl.
O badiarel Henrique Perera de Lucena, co;n-
mendadur da imperial ordem da Rosa, cavalbei-
10 da de Christ, juix de direito e presidente da
provincia do Pernarabucn :
Faco saber a todos os seus habitantes que a as-
sembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionci a resolucao seguinte :
Art. 1." Fica sob a direc^-ao da Santa Casa de
Misprcorda o servico murtuari e de carros fn-
nebres desta cidade.
Art. 2. A mesma Santa Casa poder contratar
com os que actualmeuto fazem este servico oa eom
quem melhores vantagen- offerecer o referido ser-
vic-i, sob as segundes bases .
1.' Prazo minea maior de 20 airaos para o
contrato.
2 ObrigacAo de indemnsar o contratante aos
demais establecimentos de carros fnebres exis-
tentes ajeatt cidade.
3." Doaca- nunca menor de vnte e dnco coo-
tos de res annuaes, por parte do contratante, para
o im de seren applicados s obras dos e-tabele-
cimentos da mesma Santa Casa e espeeiahncnie
ao asylo de alienados.
4." Precos de carros fnebres laxados em onia
tabella, que dever ser revista de 5 em 3 anuo*.
5. Hespejto total e completo dastaxas cobradas
;.'Ciualiiienio pela muncipalidade.
'f6. Obrgaco restricta de, ndo o contrato, en-
tregar o contratante mesma Santa Casa lodo o
material do- seus establecimentos em p-rfeito es-
tado de conservaeao c sem nenhunia indemni-
safo.
Art 3. O contrato de que se trata no art. ante-
cdeme ser suhmel do a approva.o do prest-
dente Ja provincia,a uuemfka igua/menle iucuui-
bida a revisio das tabellas de preeos dos carros
fnebres.
Art. 4." Findo o conlrato a Santa Casa conti-
nuar a fazer o servico nelle estipulado, respe i -
lando sempre as laxas nvanicipaes e- revendo as
tabellas 110 sentido de baratear o preco desse ser-
vico.
Art. 5. Ficam revogadas as disjios^oes em
contrario
Mando, prtanlo, a todas as autoridades a quem
o eoiibeciineiito c exeeu.o da present resolaeao
perteneer, que a comprara c faram cumprir lo
nteiraraeote como nclla se coauam.
O secretario interino da presidencia desla pru-
vineia z laca imprimir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernanibticv, 17 do
junli 1 de 1873. 52' da independencia e do imperio.
L. S.
Ii arique Perera de htrrn 1.
Sellada e publicada a presente resolnriio nesta
secretaria da presidencia de Pernainbuco, aos 17
de iunho de 873.
O secretario nt'rino,
Adolpho Uimeuhi l.ins
CONUICOIS I'AFA O CONTIIATO DO SRVlCO MOUTiA-
IIIO K DR CAUROS FlINRBP.hX
1.* DuraQ.io do contrato por vnte "anno*, findaQ
os qwies deveri o Contratante entregar Sania
Casa, sem inde:nnisac.ao de. natureza alguma, todo
o material empregado no servico raortuario e de
carros fnebres, era pereito estado do conser-
vaeao.
2.' Obrgaeio de seren pelo contratante indem-
nsados todos ns estabileenieiitos de carros fu-
nebres existentes nesta cidade
3.a Satisi'aco d^i doafo annunl de trnta con-
tos de nos realisada a do Io anno integralmente
no acto di celebracao do contrato o as d>is an-
n is segoinles em preslaQies trmensaes pagas
adiantadas.
4.a OITeivcimenlo de fianza idnea no va! r
da dita doacan.
5.' Obiiga.o de submellerse o contratante:o
pagamento das laxas actualnienle cobradas pela
muncipalidade.
8." Imposlco de mulla, que nao ser mevr
qne 5'aOO), nem maior de lOoOOO, sobre o con-
tratante nos casos de nsaracieneta de material ro-
dante, de aoimaes, do pessoal, em summa de tudo
o que for necessario para (pie o servido contra-
tado se faca com promptido, ordem e lim-
peza.
As multas sera impostas pelo memoro da
junta da Santa asa enearregado da liscah.-acao
dessi servico, baven .0 recurso para a junta, e da
deciso desla para o presidente da provincia.
7.a A imposicao de mais de dez multas denlro
de um anuo, por qualquer tira dos motivos ex-
polias dar lugar resciso do conlrato, rever-
tendj todo o valor da iian;a prestada em benefi-
cio do cofre da Sania Casa, a qnai fara ivo con-
trato, ou realisar por si mesma o respectivo ser-
vico, conforme resolver.
8." Em pial quer dos casos ficar a Santa Casa
de;de o momento da resciso, na posse de todo o
material e tecessorios respectivos, por lempo nun-
ca superior a seis 1111 zes, pagando a ttulo de alu-
guel aqailo, que for arbitrado ; e no caso de re-
solver fazer e.-sse servic<) por si mesma, proceder
a acquislco do dito material, se poder ehegar a
um accordo com o ex-contratanle subre o seu
valor.
9." O contraante fica obrigado a transportar
gratuitamente fornecendo atades de 6." classe os
cadveres das pessoas desvalidas o das qae mor-
rerein quer nos establecimentos de cardade si-
tuados nesta cidade e seus suburbios, quer fera
delles.
TABELLA-A
I O.VDUgAO K CADAVERKS
Adultos
I* classe.Carro pucliadoja quatro ca vahos de-
centemente ajaesados e cobertus de mantas de
panno preto orladas de galn e franjas ; caixo
caberlo cora um grande panno de velludo preto
com borlas as ponas e orlado de galo e fran-
jas de ouro. O carro tera cpula o cornija sup-
portada por columnas do urna das tres orden*
de architeclura (jnica, corinthia ou corapusiia)
com relevos e dourados, 10 '*' 00.
2' elasse. C*no puchad > a dous cavallos de-
centemente ajaesados, cobertcs de mantas de panno
piel 1, caixo coberlo cora panno de velludo preio
orlado de galo cora borlas de prata. O carro
ser mais simples do que o de 1* classe nos re-
levos e dourados, com cpula, cornija e columnas
da ordem doiaea ou jnica, 50*000
3' classe. -i'arro puchado a deas cavallos e
caixo coberlo de panno de velbulna com galio
ou franja de palheta falsa e burlas da raesma
qualidade. O carro ser seraeUianto aoda 2'
class e pintado de preto sera dourados, 30*000.
4' classe. Carro simples puchado a dous ca-
vallos e caixo coberlo com um panno preto de
la, ton lo somente urna cruz branca no meio.....
10*000.
Alora dessas classes haver carro de Inv a
aprazinienio das parles, e cujo prego nao poder
exceder de 200*. ncluindo o alnguel do panno ;
e carro de cardade cuja arinacao poder ser .
era forma de urna piulada de preto.
Os carros para donzellas serio iguaes na forma
e no prego, variaudo somente as cores e ornatos.
firrnoiai
1' classe.Carro seraelhante ao de 1* elasse
para adultos, sendo o caixo coberlo de velludo
e galo de ouro o orrado de setira, lude de cores
apropriadas, 50*000.
2'. classe. Carro seraelhante aos da 3' para
adultos, com cores apropriadas, sendo o caixo
coberto de velbulna e forrado de selim de qua-
lidade inferior ao de 1' classe, tudo com as cores
apropriadas. Os caixoes desta e da 1* classe po-
dero ser pintados e dourados 00 pratoados, se
as partes nisso convierera, 30*000.
3" classe. -Carro limpies seraelnanie aos da 4"
classe para adultos, pintado de cor apropruda e
bem assim o caixo, 10*000.
Alera destas tres classes baver tambem carro
de luxo, cujo prego nao poder exceder de 100*.
O carro de luxo e o de 1' classe. Unto para
adultos, como para jaarvuloa, terao boleeiro o
criado, vestindo rica libr.
O prego da conduccao e vestuario des cadve-
res, que se acharem fora das freguezas le Santo
Antonio, Reeife, S. Jos e Boa \ isla, ser augmen-
tado cora 5 0|0 por cada kilmetro, a partir do
largo de Pedro II.
TABJ3.LA-B
ARMAftAO DI KgAS
1* classe.-Eca coas toes estrados, pala, li-
guras. emblema, guarnieta de veUade peono
lino, galoes de ouro ou prata entrefino^ trinas,
bordados a ouro e en fel te arados oa prateados,
creps, penachos, 100*0U).
2' elasse. -Eca com tres entrado, fparasy em-
blemas, guarnioio de relindo, aaone lino, pi. -
de ouro ou de prata entrefino, traas, erepea mt.
3-classe. -Eca com dous estrados, guipo
do velbutina, fazenda de i, galoes de palheta,
trinas, volante, 40*000.
4.* classe. Ega com um estrado, guarnigo de

,1


mmm
DJati<> de Pefl3UC6 Quinta feira 21 nenda do. la com imples adorno %c volantes
galio de pailita falsa :0i000
O classe.Era com uiu estrado guarnecido de
baeta, volantes, galoes do bax'o prego, 10 J00.
Aleo dessas classes poder o contratante, a
aptarimento das partes, annar ocas ou cenotaphios
deihalor preco.
TABELLA-C
ARMAQAO DE I8MUAS
Primita ciaste
1.*Guarmcao de velludo, panno tino, e gal8es
bleuias, franjas de ouro e prala entrefinos em
em cada altar literal 18*000.
1' Dita as candilas mores 24*000.
3." Dila-em cada porta 6*000.
4.* Ditaem cada tribuna e pulpito, inclusive
colcha 9000.
& Dita-no coro por cada colcha 3 000
.0 tarso das paredes de igrejas, ser feito pelo
pco^a que o encarregado do funeral ajustar com
o eualraUule, atleuta a nalureza e quautiade da
t'Ua que se houver de applicar.
Segunda classe
V Guarnioao dv velbulua, azendado la, galoes
c emblemas em cada altar lateral ljtOOO.
2.a Dita -as (-apellas mores 16*000.
a.' Dita em cada porta 400.
4.' Ditaem cada tribuna e pulpito, inclusive
colcha 6 000.
5.' Dta>-no cauro cada celcha 2000.
. TABELLA D
VESTIARIOS DOS OADAVERKS
Adultos
Habito de alpaca fina das, diversas ordens reli-
giosas 16 000.
dem de alpaca de qualidade" inferior 12000.
dem de 'dita mais ordinaria 9000.
dem di; metim 7000.
Vestuario da Conceico ou da Soledado, feito de
seda com galoes e rendas entrefinas 60000.
. dem de setira papel com galoes e rendas de pa-
lli. 23000.
dem de cambraia com galoes de pall ata.....
d(XN>.
Habito de morim branco 7000.
Parvuls.
Vestuario rico de S. Miguel ou Santo Urbano...
eoto.
Dito .le S. Jh-i ou S. Joao 30OJ0.
Dito Ou ilumino Deus 20000,
Os mesmos vestuarios .sendo de qualidade infe-
rior por melade dos ditos precos, e sendo do setim
ordinario com galio de pallieta f.ils.i pela terca
liarlo (La muraos precos.
TABELLA-E
Atades
!. Classe. Forro de panno lino preto guarne-
cido de bordados de metal dourado ou pratoado
de galao entrefino com emblemas mortuarios...
80flH).
2.' Classe,1-Tudo corno na primeira classe, mas
de qualidade inferior 60000.
V Classe. Forro de panno preto guarnecido de
gatees de palketa, sim[)les ornatos 40OO.
i.' Classe. -Forro de alpaca preta e galoes ordi-
narios 2)3000.
.').' elassse, -Forro de metim 10*003.
6.' classe. -Simples madeira cornos seguintes
lamlnuos :
O',;; aO-,80 .1*0 0.
De 0*110 a 1,30 4 000.
De 1.4-1 a 1,80 6 000.
Os al i5des d qualquor das ditas classes nao se-
rio pregados, e terao dobradicas e urna aldrabae
ti ." |U< 11.
0 aluguet dos eaixdes para eonducco dos ca-
Aawes inao pan o cemiterio uu depostalos
en igrejas, sera de 4 a 16 mil reis para adultos,
conformo a ornanieutarao, e para prvulos de 2 a
W.________________
Alfandega de Fernambuco.
JKtlital Coau nriuo l* U. 31.
Pela inspeetorii da alfandega de Pernambuco se
far publico que, acliando-se as mercadorias conti-
Jas nos votamos abaixo mencionados no caso de
serena arrematad* para consumo, nos termos do
cap. do tit. 3" do rcgulamento de 19 de setena*
Lro de 1860, os sous doiios on consignatarios de-
verao despachadas no prazo de trinta dias sob pe
na de, lindo elle, seren vendidas por sua conta,
em que Bies lijue competmdo allegar contra os
eflitos de.-ta venda :
Armazcm das amostras.
Arca P H T n. 201)8/2107. 1 latinha vinda de
llamburgo no navio allemiio Margaretli, descar-
regada em -."i de julho de 1872 o consignada a
Domingos Alves Mamen*.
dem M J n. o'7/61. 1 dita idem dem dem a
Araiolo i c.
dem M & J sem numero. I caixa idem dem
idem a Magalhes & Irmo.
Id mu J s a sem namero. 1 dita idem idem idem
a J. Soaivs A natal
dem A- C n. 2. 1 dita idem no navio inglez
Aielta, descorregada era 10 de jullio de 1872 o
consignada a Arminio & C,
dem M & 1 n. 155. I pacote idem idem idem
a Mafalbaes & Irmao
Idem (.' A C n. 771,772. 1 dito idem idem idem
a I.uiz los da Costa Amoriin & C.
dem A 1' U n. 81/81 1 dito idem idem idem a
Alfredo P. barbosa \ C.
dem J I C. n. ti. I dito dem idem idem a J.
Iguaeio da Cosa.
dem diamante P T no centro e O no lado n.
29/3i. 1 lito viudo de Liverpool no vapor inglez
>l>ident, descarregado em 2 de julho de 1872 e
consignado a J. Pater A C.
dem triangulo G B no centro sem numero. 1
dito idem no navio ingle/. Kodron, descarregado
effl M de julho de 1872, ignora se a eonsig.iacaj.
1 tem diamante 11 E no ceir j n. 30 1/2. 1 bar-
rica dem idem idem, ignora-sc a conMgnaeao.
Uem diamanta S \I no centro n. 398/407. 1
pac de idem idem idem.
dem J & G n. 2. 1 dito vindo do Havre no na-
riofraacez Colligm/, descarregado a 31 de julho
de 1872 e consignado a D. P. Wild & C.
dem 0 F S n. 11/12. 1 dito viudo de Liverpool
oo navfc) inglez Gladiator, descarregado em 26 de
aillo de 1872, ignora-sfl a consignacao.
rdem travessa i B n. 48/62. 1 dito idem idem
idem.
Uem Cramer Frey & C. n. 29/34. 1 dito viudo
de Sjjuthampton no vapor inglez Uouro, den ideal
a Cramer Frey & C
dem II L & G n. 26. I caixa vinda de Ham-
burgo no navio dinamari|uez Varing, descarregada
em 6 de agosto de 1872 e consignada Rocha Lima
& Guimaraes.
dem A A L n. 300. 1 pacote idem idem idem
a Ant.mio Alves Lcbrc.
dem triangulo M no centro n. 3. I dito idem
idem idem a Porp iro Machado
dem Henry Forsinr & 0. sem numero. 1 caixa
vinda de Trieste no navio italiano Gizela, descar-
regada em 22 de agosto de 1872, ignora-se a con-
signacao.
i [em T J Crepp n. 3. 1 pacote vindo de Liver-
pool no navio inglez Olinda, descarregado em 30
iie agosto de 1872, ignora-se a consignacao.
dem Bastos 4 Silva n. 29. 1 caixa idom idem
idem.
dem Joao Ignacio da Costa n. 14. i pacote idem
idem idem.
B.iStos A Silva sem numero. 1 dito viado de
Liverpool no vapor inglez Student, entrado em 9
de aetembro de 1872 e cousignado a Bastos &
Silva.
lie ir Menteiio Gregorio & C. sem numero. 1
dito idem idom idem a Monteiro Gregorio & C.
dem Bastas (Si Silva sem numero. 1 dito vindo
de Bordea jx no vapor (cancel Gironde, descarre-
gado em 9 de setentn de 1873 e consignado a
Bastos e Silva.
Idom dem, i dito viudo de Hamburgo no na-
vio allemao Poihemope, descarregado em 25 de
setembro de 1872, ignora-se a consignagio.
dem C A 4 C u. 131. 1 caixa idem idem idem
a L. Jos da Costa Amorim & C.
dem A F C n. 21. 1 pacote idem idem idem a
Augusto Ferreira de Camino.
I lem M & I n.10%. 1 dito idem idem idem a
o jraija dem idem iilnm a S Letio & Colmhra.
I dem T U n. 12. 1 pacole idem idem idem a Ra"
[
i dito idem idem idem a
I dito idem idem idem a
Magalhaes & Irmao.
dem J M P n. 21/2?.
Jos Maria Palmera.
I*ro A& M n. 1/7.
Armiuii & Moreira
dem Wild A C. sem numero. 1 dito vindo de
Liverpool no navio inglez Jurist, descarregado em
24 de setembro de 1871 e consignado a D. P.
WM&C
Idem-X L V nos lados n. 18. 1 dito idem no
navio inglez- Gassenii, 18 idem, ignora-se a con-
sgyco.
dem II n. 09. 1 dito dem idem idem.
dem L L o. 18 1 dito vindo do Havre no na-
vio francs Veridiana, em II de setembro de 1872
e consignada a D. E. Wild & C.
Idem C A & C n. 190/199. 1 dito vindo de Ham-
bofgb no nato allemao Jatularurem, descarrega-
do'em 30 desmembro de 1*72 a Lt Jos da Costa
Amorim 4 C.
dem A P contra marea S L & C. n. 228P. 1
mo Peixolo A C.
dem S & N contra marca L D sem numero. 1
dito idem idom idem i ordem
dem E-C M n. 1O0. 1 dito idem idem idem a
Estovao da Costa Medeiros.
dem A & C rt. 151. 1 dito idem idem idem a
Lnii Jos da Costa Amorim.
dem R E contra T n. 2625. I caixa idem no na--
vio inglez Charlotti;, descarregada em 21 de setem-
bro de 1872 e consignada a Keller & C.
dem R R contra marca C H sem numero. 1 pa-
cote idem idem ordem.
dem L A T contra marea C H 7/8 1 dito vin-
do ele Bordeaux no navio francoz Gambitr, desear-
regido em 6 de ontubro de 1872, ordem.
dem Goncalves Irmaos & C. sem numero. 1 di-
to idem idom idem a Goncalves Irmaos 4 C.
dem V 4 C contra marea A C sem numero.
1 dilo idem idom idem. ignorase a consignacao.
dem Amoprons Preres sem numero. 1 dito
idem idem idem" a Amourons Frres.
dem M D n. 31. I dito vindo de Liverpool no
navb inglez Olinda, descarregado em 8 de novem-
bro do 1872, ignora-se a consignacao.
dem B Whcsbourn sem numero. 1 dito idem
idem idem.
dem C T A C n. 378 I dito idem idem idem.
dem LW4C contra marca 6 P n. 687. I dito
idem idem a Linden, W & C.
dem Goncalves Irmaos & C. n. 641. 1 dito vin-
do de Sonthampton no navio inglez JVero. descar-
regado em 26 de novembro de 1872, a Goncalves
Irmaos 4 C.
dem idem n. 114. 1 dito idem idem idem.
dem Alcoforado Vieira 4 C. sem numero. 1
dito dem idem idem a Alcoforado Vieira 4 <
Idem M P A C n. 64. 1 dito vino de Hambur-
go no navio alternan Maia, descarregado em 21 de
novembro de 1872, ignorare a consignacao.
Idem idem n. 37. 1 dito idem idem idem idem.
dem J M n. 101. 1 caixa idem idem a Joo Jos
Rodrigues Mendes.
Idem D. P. Wild 4 C sem numero. 1 pacote
vindo do Havre no navio franrez Rioul, descarre-
gado em 4 do novembro de 1872.
dem D T S n. 13/19. 1 dito vindo de Liverpool
no ni vio inglez Jurist, descarregado em 24 do no-
vembro de 1872, idem.
dem diamanie O no centr e P ao lado n. 50
1/2. 1 barrica idem no navio sueco Diadema, des-
jarregada em 26 de novembro de t872, idem
dem diamante G A no centro sem numero. I
dita, ignora-se a procedencia, navio e consignacao.
dem 0 B n 5571/3572 I caixa vinda de Ham-
burgo no navio allemao Nicoline, descarregada em
9 de dezembro do 1872, ignora-se a consignacao.
I 2.
1 ombrulho idem idem
1 caixa idem idem idem
dem idem n. 306
idem a Otto Bohres.
dem R P 4 C n. 23.
ignora-se a consignacao.
dem Jos Dantas sem numero. 1 embrulho vin-
do di Londres no navio inglez Ecliptie, descarre-
gado em 28 de dezembro de 1872 idem.
dem D. P. Wild & C. sem numero. 1 dito vin-
do do Havre no navio francez S. Lui: descarrega-
do em 12 de dezembro de 1872, idem.
dem R C Corfield sem numero. 1 dito vindo de
Liverpool no navio ingtez Gladiator, descarregado
em 23 de dezembro de 1872, idem.
dem E R Kabello 4 C. sem numdta. 1 caixa
vinda de Liverpool no navie inglez Jurist, descar-
regada em 3 de dezembro de 1872, idem.
dem Adriano Castro A C sem numero. 1 paco-
te idem idem idem idem.
Idom Ferreira 4 Mathcus sem numero. 1 dito
idem idem idem.
dem D. Pedro Maury sem numero. 1 dito idem
idem idem.
dem Cramer Frey A C. n. 72. 1 dito vindo de
Southampton no navio inglez Boune, descarregado
em 20 de dezembro de 1872, a Cramer Frev 4 C.
dem CT4 C contra marca P n. 1696 1/2. 1
dito idem idem idem idem.
dem S 4 A n. 31. 1 caixa vinda de Liverpool
no navio inglez Moyfield, descarregada em 28 de
dezembro de 1872, ignorase a consignacao.
Id:m Izidoro Bastos 4 C sem numero. 1 dito
idem idem idem idem.
dem Johnston Pater 4 C sem numero. 1 dito
idem idem idem idem.
dem Jaroy 4 Rola sem numero. 1 dito idem
idem em 3 idem idem.
dem B O C contra marca Clin 23. 1 caixa
idem no navio Crysolite, idem idem. I
dem M D n. 39. 1 dita dem idem idem idem.
dem Gon.alves Irmaos 4 C sem numero 1 pa-
cote vindo de Bordeaux no vapor fiaucez llio
Grande, descarregado em 9 de dezembro de 1872,
consignado a Goncalves Irmaos 4 O
dem Carioso 4 Freirs sem numero. '1 dito
idem idem idem idem
Alfandega de Pernambuco, 12 de agosto de 1873.
inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Secretaria da presidoneia de Pernambuco, em
18 de agosto de 1873.Edital.Por esta sccre
tara se faz publico aos que interessar possa que,
tend'i o Exm. Sr. presidente da provincia de dar
execueao lei n. 1099 de 18 de maio ultimo,
a liante transcripta, fica marcado o prazo de ses-
senta dias para sorcm aprosentadas a3 competen-
tes proposlas, em cartas fechadas, para o contrato
de que trata a referida lei.
O secretario interino,
Adolplio Lnmcnha Lins.
LEI N. 1099 DE 18 DE M VIO DE 1873, A QUS
SE REFERE O EDITAL SUPRA.
Art. 1. O presidente da provincia, ten lo em
vista o contrato de 26 de abril de 18>0 e o que
dispfie o art. 2.' da lei n. 386 de 27 de junho do
mesnu auno, contratar com quem memores van-
tagens e garantas ollererer, a construyo de urna
ou mais fabricas de gaz de illuminacao (hydroga
neo carboretado) para o iim de "foruecer esse
combustivel nao s aos edificios e casas particu-
lares que o queiram, mas tambem aos combusto-
res pblicos do Recite e de seus arrabaldes que
nao estelara eomprebendidos no contrato citado,
de conlormidade com a referida lei n. 3y6.
Ait. 2. O contrato ser laviadj sob as seguin-
tes bases :
1.' Privilegio por tempo nunca maior de tfin-
ti anuos, durante os quaes nenhuma outra em-
presa do mesmo genero se poder estabelecer
para o mesmo lim.
2. l'reco por p cubico de gaz, nunca maior
de seis reis, nao podendo o consumo ser superior
a cinco ps por hora para os particulares.
3.- Preco nunca maior de trinta reis por hora
para os combuslpres panucos, com tanto que a luz
desttt seja correspondente de doze velas de es-
permaceti, consumindo cada urna li4 graos de
espermacete por hora.
4." Duraeao na illnminacao publica de seis
horas, termo medio, por dia.
Art. i.* Fieam isentos do todos os dircilis pro-
vinciaes os edificios o dependencias da fabrica por
espa/o de dez anuos, contados do scu acaba-
memo.
Art. 4.* .0 presidente da provincia solicitar dos
poderes geraes dispensa dos direitos de importa-
cao para tolo o material da einpreza me vier do
estrangeiro.
Ar. o. O presidente tambem poder ceder por
aforamento ao contratante ou emprezario quaes-
quer terrenos devoldtos ou de marinhi de "jue
elle possa carecer para estabelecer os edificios e
dependencias da fabrica.
Art. 6 No contrato se regularan todas as cun-
d cues technicas e as demais que forem necessa-
rias para o exacto andamento da empreza.
Art. 7. O contrato tica dependente do appro-
vaco da assembla provincial.
Revogamse as disposicoes em contrario.
EDITAL.
Sccqo o.'-Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 18 de agosto de 1873. Por esta se-
cretaria se faz publico que, tendo o Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de dar execueao ae art. 6.*
da lei n. 1101 de 18 de maio uliiuu, abaixo, trans-
cripta, convida a ouem quizer contratar a eons-
trnecio de um matadouro e a aequisicao de ter-
renos para logradoons, onde possam ser reco-
ihidas as rezes destinadas ao consumo publico, a
apreserrtarem uas propostas no prazo de sessenta
das, a contar da presente data.
O secretario interino,
Adolpho Lanunha Lins.
Lei n. 1101 de 2S de mtio de 1873, a que se re-
fere o edital tttpr*.
Art. 6. Fica tambem o pr-widente da provincia
autorisado a contratar, mediante privilegio at
vinte annos, a construccjlo de um matadouro e a
acqaisicao de terrenos para logradonros, onde
possam ser recebidas aa rezes destinadas ao con-
curso publico, sob as seguintes condicoes :
S 1.* O .contratante comprar terrenos para lo-
gralouros nos lugares em que forera indicados.
2." O matadouro ser construido segundo a
planta que para esse fim fr dad: pela reparlico
das obras publicas, e approvada pela presi-
dencia.
3.* 0 contratante receber dot mil rts por
cada boi i\ I ira e talha-
do para o consumo publico.
J4'. Findo o privilegio, os lograjlouros e o ma-
nare Picarlo periencendo cmara municipal,
independentemente de qoalquer retribuicao.
- O Illm. Sf. inspector da thasouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 8 do correte mez, man-
da fazer publico que vai a praca no dia 4 de se-
tembro prximo vindouro. perante a junta desta
thesouraria, para ser arrematada porquera por
menos fizer, a obra dos reparos de que precisa a
Sonto do Desterro na estrada do Norte, servind >
e base o orcaraento no valor de l:504229 e as
clausulas especiaos abaixo transcriptas.
As pessoas que se propozerera a. esta arremata
cao comparei;ara na sala das sessoej da referida
junta no dia cima mencionado, pelo meio dia e
competentemente habiltidas.
E para constar s6 mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per
nambuco, 18 de agosto de 87t.
O offli'ial-maior,
Miguel Alfonso i erreira.
Clausulas especiaos.
t.
A ponte do Desterro ser executada do confor-
midade com o ornamento e planta approvados pelo
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia,
de l:o04229
2.'
O arrematante dar comeco as obras no prazo
de 15 dias e as concluir no de 4 mezes.
3.'
0 pagamento ser effecluado em tres presta-
cues iguaus, correspoudendo cada urna a terca
pane do trabalho executado.
4."
Para tudo o mais que no vai especificado as
presentes clausulas, se observar o que dispoe o
regula- ment de 3t de julho de 1866.
Conforme.M. A. Ferreira.
ade,. contra a
esta diocese a
Edital n. 39.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco
se intima ae dono ou consignatario de dous esca-
leres pertenoenles a barca ingle a Emergy, nau-
fragada em 1871 a 23 milhas ao norte da Parahy-
ba, os quaes cnduzindo a tripolaci da- mesma
barca foram recolhidos a esta alfandega em outu-
bro do mesmo anno, para despacha los dentro do
prazo de 30 dias, sob pena de findo elle, serem
vendidos os mesinos escaleres por sua conta, sem
que Ihes fique competndo allegar contra os elTeilos
lcsta venda, visto j se acharom em mo estado
os referidos cscaleres.
Alfandega de Pernambajo, 14 de agosto de
1873.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
O tenenle-eoronel Antonio Carnero Machado Ros,
commnndador da ordem da Rosa, juiz de paz da
fregueziada Boa-Vista, em virtude da lei, etc.
Fapo saber que por parte de Alheiro Oliveira 4
C, me fui feita urna pelicao pela qual me pediam
que os admllisse a justificarla ausencia e incerte-
za da residencia de Jos Muniz de Souza Borges,
Francisco Avelino da Costa Bezerra, Manoel Eu-
genio da Silva, Francisco Ferreir de Ahueida,
Joaquim Jos Ferreira Jnior, Anastacio Alves
Nobrega, Jos Joaquim Freir, Jos Joaquim Fre-
re Jnior, Candido Joaquim Correia e Silva, J ao
quim Raphael da Cruz, Manoel Joaquim Ferreira
dos SanDs, Feliciano Joaquim do Aguiar Costa,
Albino Ferreira de Azevedo Brasilero, Laurentino
Jos de Siit'Anna, Joaquim Raphael Silva Cruz,
justificando quanto baste, Ihes mandasse pa-sar
cartas de editos para serem citados, afnn de virem
na primeira audiencia deste juizo, que eu fizer,
passados trinta dias para so eonciliarem oeste jui-
zo Jos Muniz de Souza Borgea, para amigavel-
meate Ibes pagar a qunla de65280, importancia
de ama letra j vencida de scu aceite, a Francis-
co Avelino da Costa Bezerra, por urna letra da
quantia de 1:0494770, Manoel Eugenio da Silva,
Francisco Ferreira de Almeida, urna letra da quan-
tia de 379^040, Jos Joaquim Ferreira Jnior,
urna letra da quantia de 503*105, Anastacio Alves
Nobrega, urna letra da quantia de 2935720, Jos
Joaquim Freir, urna letra Ja quantia de 7128190,
Jos Joaquim Freir Jnior, urna letra da quantia
de 1448180, Candido lose Correia e Silva, urna le-
tra da quantia de 261 36 >, Joaquim Raphael da
Cruz, urna letra da quantia de 3005000, Feliciano
Joaquim de Aguiar Costa, urna letra da quantia
400ji 00, Albino Ferreira de Azevedo Brasilciro,
urna letra da quantia de 31 i 130, Laurontino Jos
de Sant Anna, urna letra da quantia de 22">/20,
Joaquim Raphael da Silva Cruz, urna letra da
quantia de 32600 e Manoel Joaquim Ferreira
dos Santos, una letra da quantia dc2.j79S0.
E porque justiflcaram o deduzdo em sua peticio
Ihes inandei pastar a presente minha carta de edi-
tos de. trinta dias, pela qual cito, chamo o requei-
ro aos mencionados devedores, afim de que ve-
nbam primeira audiencia deste juizo que se fizer
lindo o dito termo, sendo as audiencias s quartas
e sabbados de todas as semanas em casa de miaba
residencia no lugar dos Cocidos de.-ta freguezia.
E para que chegue a noticia de todos inandei
passar a prsenle que ser adlxada nos lugares
pblicos e do costume.
Dada e passada negra freguezia do ?antissimo
Sacramento da Boa-Vista da eidado do Recife de
Pernambuco, aos 14 dias do mez do agosto do an-
no-do nascimenlo de Nosso Senhor Jes-"-Christo
1873.
Fia, escrever subscrevo e assigno. O escrivao
Alvaro Paulo Noblato.
________.lfomo Carneiro Machado Ros.
0 Dr. Manoel Tertuliano Tliomaz Henriques, juiz
de direito da 2.* vara civel, deste termo do Re-
cife, per S. M. o imperador a quem Deus guar-
de etc.
Faco saber peio presente que no da 23 do cor-
rente, linda a audiencia deste juizo, se ha de ar-
rematar em hasta publica c por quem mais der,
urna casa terrea na estrada dos Remedios da fre-
guezia dos Afogados, n. 20, com duas janellas e
urna porta de frente, eom trinta palmos de vo, e
cincuenta o quatrode fui, duas salas, tres quar-
tos,'duas janellas no oito, o com cem palmos de
quintal, c o terreno da frente em solo foreiro,
avahada per4:00u000.
Outra dita contigua a de cima e no mesme lugar
n. ::!. com duas portas e duas janellas de frente,
com quarenta e qualro palmo; de vo, cincuenta
e um ditos de fundo, com duas salas, dons quartos
com communicago pra a casa junto, avahada
por 2:000*000 ; ditas casas vo praga por exe-
cueao de Manoel Correia de Meuezes, contra Ma-
noel Antonio Ribeiro c sua mulher.
Almas, da matriz da Boa-Viita, de S. Jos de
Agona do conventy do Caruio, do SS. Sacramen-
to da matriz da Boa-Vista, de Nossa Sonhora do
Livrmento, do Rtii Je$qs das Dores de S. Gon-
Sj!, de Santa Rita de Cassa, de Nossa Senbora
a Soleda'le da fg'rej do Llvramento, e d S.
Chrlsplm 36 cdnrr-nto dn Carme, e as referidas ir-
maniftdes na pbssfe de todos' os seus direitos rea.es
o pessoaes, funcjSes e regalas, declarando como
declaro'nos ferinos dos arts. 13 e 14 do decreto
de 19 de fevereiro p> |838, aullas, e como se nao
existissem, as censuras obre ellas Lineadas por
aquelle motivo Drohttrindpe obstando sob as pe-
nas da lei, qne#\ meteioy oVlla* se Ihes faca
qualquer violen&l nocflarhl e responsabili-
sando na forma dVPgfas desobedientes e que re-
cusarem a execueao.
E para que chegue. ao coriheeimeiitv de todos,
nandei passar cditaeJ qu se rao publpados pela
im.rensa e ajlrxfbs lol ligar* pabliens.
Dado e pasaivo'ne'lirciiidifdo Pteclfe, aos 13
de agosto do 1873.
Eu, Domingos utes Ferreira, escrivao, es-
crevi.
_______Joaquim Corrade Oliveira Andradi*.
O Illm Sr. insiiecior da thesouraria pro-
vincial em cumprimento'da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 30 de julho prximo
passado, manda fazer. publico q'oe no dia 11 de
setembro prximo vrndoriro, perante a junta da
fazenda da mesma thesouraria vacm a praija para
ser arrematada por quera por menos fizer os re-
poros de que precisa a ponte sobre o ro Goyan-
|na, oreados h 3: |260U0 e sobre as clausulas
especiaos abaixo* transcriptas
as pessoas qu&yseTpramrarao) a essa arroma-
lacao comparecan na sala d da' junta, n i dii acuna mencionado pelo meio dia
c, coiiipetentetiief kafcililailas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, II de agosto do i873.
Clausulas especaos.
|.
Os reparos da ponte sobre o rio Goyanna serao
execntauos de conformidade com o orcamentri e
planta approvados pelo Exm. Sr. presidente da
provincia, na importancia de 3:1265000.
Faculdade de Direito?
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino, faco publicas as faltas nao abonadas dos
alumnos desta faculdade, com re lacio ao proxinu
findo mez de julho, conforme foi julgado em sesso
da congregae.no de 18 do eorronte mez.
Terceiro anno.
N. 6.Jos Gomes Coimbra, 4 faltas inclusive
1 sabbatina na 2." cadeira.
N. 7.Jos de Castro S Barrero, I sabbatina
na I. cadeira.
N. 14. Francisco de Siqueira Cavalcanti, 4 fal-
tas inclusive l sabbatina na I." cadeira.
N. 19. Francisco Jos Gomes Brandio, 4 in-
c'usive 1 sabbatina na 1.* cadeira, e 5 inclusive 1
sabbatina na 2.".
N. 21.-Isaas Guedes de Mello, 3 na !.\ ca-
deira.
N. 23.Joao Baptista de Castro Rabello Jnior,
4 inclusive 1 sabbatina na !. cadeira e 3 iaclu-
sive i sabbatina na 2.a.
N. 25 -Helvecio Xavier Lopes, 3 inclusive I
sabbatina na 1." cadeira e 2 inclusive 1 sabbatina
na 2.'.
y. 26. Gaspar de Menezes Vasconcellos de
Drummond Filho, 4 inclusive 1 sabbatina na 1.*
e 2 inclusive 1 sabbatina na 2.'.
N. 28.Melchades Corrikt Garcia, 3 na 1.' ca-
deira e 5 na 2.".
N. 32.Francisco Cesar de Andrade, 3 inclusi-
ve 1 sanbatina na 1." cadeira.
Quarlo- anno.
N. 59.Ernesto Augusto da Silva Freir, 3 fal-
tas na 2.* cadeira.
N. 37. -Jos BentoVieira Barcellos, 7 idem dem.
Secretarla da Facaldade de Direito do Reeifr,
20 de agesto de 1873.
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
H
Exm. Bspo
a razao por
lia dada, de ^CjF^eeM rlanladc ilumna-
lo de seu tnm\9%nfmmrw^i>\^; e que por
Copia me foi enviado pelo fhm. presidente da pro-
vincia io seu ofllcio de 8 do mez passado c inti-
mado ao Exm. Bispo D.-frei Vital Maria GonuaiI-
ves de Oliveira, no d a 23 do mesmo mez prxi-
mo passado ; como quer que nao tivesse elle da-
do cumprimento a reagudo, imperial no prazo
de 30 dias, que lhe foi marcado pelo governo, de-
pois de ter expicad*dild" pmzb o intimad o Exm.
Bispo em nqme e atoridade deste juizo, para era
rudo curaprr a predita- esolucao imperial, que
ex vi do art. IMrdldlfto*ii. 1*911 leHf de mar-
eo de 1857, *zale,corao ^eajeofa judicial: inandei
passar manda o de levantamento do interdicto
pelo diocesano fulminado eonlra a irmandade re-
corroote o as outras na mesmas condicoes, e
sendo-!he este inxltnado, bem como as innanda-
des para sua scienM d e+ecn^Sh, aeha-se elfoc-
tivamente levantadlo interdicto lanzado sobro as
crarmmU da matriz de San-
,s dalnmraaJreH da Or-
ancfcoj| do*Mvin Si^araiuento de S. Jos,
solcuad da Boa-Vista,
Jezus da Via-lftra da igreja da San-
de Srail'Auna. d*J ntesma Igreja, das
irmandades
to Antonio,
dera Tercei
Santo do
de Nossa
do Bom
tn Cruz,
Carlos Magno da"?ilv.i, diversos negociantes desta
praca, diversos umpregadas da recebedoria de
renaas desta provincia, Estevio CavaiCaml de Al-
buquerque, Francisco Raphael, Francisco Antonio
de Souza, Francisco Correa de Mat[os, Frmno
Casado da CnrihaLima, Francisco Marinho Falcio
da Silva, Firraino de Oliven a Mello, Francisco
Lopes Cardira c Haiocd Antonio Ribeiro, Fran-
cisco Paulino de Almida Albuquerque, F. II.
Caris, Francisco de Asss Percira Rocha, Francisco
de Asss Penna, Francisco Cavalcanti de Albu-
querque, Flix Amado da Silva*Francisco Ma-
thas Pereira da Costa, Francisco Alves da Cruz,
Gregorio Riveras, Horacio da Rocha e Silva, Hora-
cio Alves Feitosa, Herculano Geraldo de Souza Ma-
galhaes, Hellodoro Jos da Silva Pereira, Jacintha
Francisca de Barros Mello, Jos Jacharas de Car-
valho, Jos Guilhorme de Souza, Jos de Barros
Pi/es ftjlcio. Jos Caetano de Albuquerque e ou-
tros, Jtfao Cnrysostomo Pereira Soaros e Adolpho
Carlos Harms, Joo da Costa Carvalho Guimaraes,
Joao foaqdlra Fonceca de Albuquerque, Joo
Francisco Xavier Paes Brrelo, Jos Felico de
Souza Guido, Jacomc Geraldo Mara Lumachi, his
Elias do Moura, Joao Jos de Luna Freir, Jos
dos Santos Torres, los Behsario Marinho Palead,
Jos Felismino da Silva, Jos Mues do Vale, Jos
Roberto do Nascimenlo, Juo Bernardo do Reg
Barros, Jos Lourcnco da Silva Milanez, Jos Ur-
bano de Souza, Joaquim Jos Silveira, Jos Fran-
cisco da Costa, Jos Felipp de Muraes e Silva,
Joio Alvares Pereira Lyra, Jos Maria Marques de
Carvalho, Joaquim Marques da Porciuncula. Joa-
(juim Francisco de Arruda, Jos Vicente Godi-
oho, Joaquim Elias de Albuquerque Barros, Joa-
quim Roberto Pereira, Livino Lopes de Barros e
e Silva (3), Lauriano Jos Pimcnta, Luiz Francisco
de Paula Albuquerque Maranhu, Laurentino da
Silva Ferreira, Luiz de Menezes Vasconcelos de
Drummond, Luiz Paulo, Julio Puech e outros,
Luiz Schmalz, Manoel Antonio dos Santos, Manoel
Carlos de Sa, Manoel Luiz das Res (4), Maria
Joaquina de Almeida Albuquerque (2), Manoel
Mein-lio Pinto, Manoel Das de Toledo Jnior, Ma-
noel Parias de Andrade, Miguel dos Anjos Barros,
Marcolno Ernesto de Oliveira, Manoel Alexandri-
no de Albuquerque Pita (i), Manoel Elias Themu-
do Lesea, Manoel Brasil de Oliveira, Mano*l Sim-
plicio Correa Leal, dilon AusteduUM Braymc,
Paulo de Amorim Salgado Netto, Pedro Alves
Teixeira, Rufino Jos da Cuuha, superintendente
da estrada de ferro, Symphronio Olympiodos San-
tos, proprietarios e moradores no termo de Ham
b, lysses Agnello Pereira Cunha, Cornelina
Francisca Bandeira de Vello.
Administrafo dos carreios de Pernambuco, 20
de agosto de 1873.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Porciuncula.
2."
O arrematante dar comeco as obras no prazo
de 20 das e as concluir no de 4 mezes.
2.'
O pagamento da importancia do contrato ser
realisdo em tres prestafoes iguaes, correspon-
dendo cada urna a ierra parte da obra.
* 4."'
Para tudo mais quo se acbar especificado as
presente? rlansulas se observar o que dispoe o
rcgulamento de 31 de julho de 1866.
O offlcial-maior,
_.___________Miguel Affiiso Ferreira.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico, para conherimen-
to de quem uercssar que, em virtude de ter lica-
do sem elfeito o contracio ce obrado com Thoraaz
de Carvalho Soaros Braudo Sobriuho, ser no-
vamente posta era hasta publica, perante a junta
da mesma thesouraria, no dia 4 de setembro vin-
douro, pelas duas horas da tarde, para ser con-
tratada com quem melhores e eonstrucco de um annazem ou paiol para servir
de deposito de toda a plvora importada nesta ca-
pital, cuja planta se franquear nesta secretaria
aos pretendeutes, que deverao aprescutar suas
propostas em cartas fechadas, devidamenle sella-
das c declarando ne'las a re-ideucia c noraes dos
seus fiadores.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 6 de agosto de 1873.
O secretario de junta,
JesUirK Rodrigues Cardoso.
Perante a cmara municipal testa cidale,
estarn em hasta publica nos das 21 do corre le,
e 4 e 18 do mez de setembro prximo vindouro,
para ser arrematado por tempo de um anno, por
n em mais olYerecer, os Muguis do sobrado sito
rio largo do Corpn Santo do Rpcife, por 71080 0,
e das casinhas da ribeira por 838U03 ; e os im-
postos de 60 rs. por p de coqueiro de produc-
cao, exceptuando 10 ps para uso do proprietario
por 1:001000; caprn de planfa por 63'i(00;
500 rs. por nabeca de gado vaceum por 4318000;
mscales e hoceteiras por 908000 ; li'O rs. por
caheca de gado recomido ao curra! pnr 58 *>000 ;
120 rs. por carga de qualquer producto ou gene-
ro exposto venda no mercado publico por 24 *>;
20o rs. por cabcca de gado suino, ovelhum e ca-
brum por 1UOO0; tepeso do acougne por 8J ;
e 320 rs. por carga de pexe exposto tambem a
venda no morcado publico por t500'.
Os pretendemos deverao comparecer com seus
fiadores competentemente habilitados.
Paco da cmara municipal de Olinda, 7 de
agosto de 1873.
Bario da Tacaruna,
Presidente.
Marcolino Dias de Araujo,
Secretario.
CtAi
-.. ^.-I
O Dr. Joaquim Cortea de-Oliveir Andrade, juiz
substituto da provedoria de capeltas nesta cida-
de de Santo Antonio de Recife e sen termo, pro-
vincia de Pernambuco, por 3. M." I., etc.
Pac saber aos qua o presente edital virem e
delfe noticia tiverem que, em cumprimento do
aviso do ministerio do imperio de 12 de junho do ibba
jrrente annv que baixuu em consequenca da '
selho de estado, dando providente- ar>, reeuW
para o tnesmo
Sacramento da 'tmtm. M-sri*** A**Jf desta cf-
Sexta-feiva 22 do eorronte mez, (inda a au-
diencia do Dr. juiz de orphaos, pelas 11 horas da
manila, vai praca de venda o sitio de Beberibe,
denominado Olho'd'Agua, na estrada d"Agua-Fria,
com casa de taipa e otaria do lijlo de pedra e
cal, com algunas arvores de fructo, tendo de ex-
lene" 830 palmos de frente e lado do nascente,
890 palmos do lado do poente, 1,200 palmos do
lado do sul e 4,200 palmos do lado do norte, tudo
avahado em 4:3303 ; um terreno na ra de Olin-
da no mesmo lugar, tendo a frente para o sul com
180 palmos, e o mesmo para o lado do norte, por
200000.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura em Pernambuco.
ASSBMBLEA GEMAL.
Nao se tendo-reunido no dia 17 numero legal
de socios para que podesse ter lugar a assembla
3eral annunciala para es.se dia ; de conform-
ade com a jetra dos estatutos, convocada outra
rt'uuiao para o dia 2i do eorronte, s lt horas da
manha,' que funecionar com o numero de socios
presentes.
Secretaria do Gabioote tortffuez de Lelura em
Pernambuco, 20 de agosto de 1873.
II. R. iTAmorim,
I* secretario._______
Pela adininistra.ao dos correios desta pro-
vincia prevue-se s pessoas abaixo declaradas
<|ue venhatn ou mandem pagar o porte de seus
interesses particulares existentes na mesma admi-
nistracJo, aflm de poderem seguir os seu3 desti-
no* :
i Antonio Jos Rodrigues das Custias, Alexandre
Barroso de Souza,. Augusto Catulino Goncalves
Lessa, Antonio da Costa, Angelo Lopes Pereira, Antonio Joaquim
de Moraes, Antonio Augu-to da Silva Cunha, Ao-
ionio Gandofphi, Alberto S-jares de Azevedo, Ama-
dor Ferreira" do Espirito Santo, Alfredo llames
Chaves, Af nello Jos Goniaga, Antonio Par-de
.^.Brrelo, Amelia Januari de AnJrail* (2A An-
tonio. Jos de Andrade, Antonio Jos Pacheco da
Silva Augusto Cesa da Vega Pigneiredo, D.
do mosleko. (le S. Rento desta cilade. Braz
Jbs dos- Reis, Beraardiao Pereira da Brito, Bra
zlina '
desta
Jos-1
Catmjo
resoluco imperial, tomada sobre cors1 do con- xilina Augusta Lamachi de Jlollo, corretores
'), dando provlnlnld at> reeurso desta praca compnhi "fle Beberibe, Candida
iaterpest pela irmarutade do SS. Jos-Tavares, QffldidS Franefe*a da Costa Re, f
proposla* 22 do corrate ao meio dia, na re-
p'articau das obras publicas, onde sero encontra-
dos os respectivos orcameulo?.
1 Pernambuco, 16 do agosto de (873.
O engenhelro,
_________ Ghryssolrto F. de Castro Cluv'9.
- De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, se laz publico
para conhement de quero interessar que. fica
transferida par? o dia 6 do seteruuro vindouro.
a arrematacao em hata publica, do terreno pro-
prio nacional onde estava edificada a casa terrea
n, 16, da ra do Nogueira, dista cldade.
Secretaria da thesouraria. de fazenda de Per-
nambuco, em 16 de agostado 1873.
0 seorvterlo da junta,
Jesumo Kodrigaas Cardoso.
TRIBUNAL DO CMMERQO DE PER-
NAMBGGO.
Por esta secretaria se declara, era reclifieacjio
ao que foi publicado com relaco a sociedade corn-
mercial de Cordeiro Simoes & C, que somento
socio responsavel da dita firma Antonio Jos Cor-
deiro Simoes, sendo commanditarios todos os ma s
que a compoem.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 20 de agosto de 1873.
O olcial-mainr interino
______Innoccncio Antunes de Farias Torres
Faculdade de direito
Do ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino, faco publico que a congregado em sesso
de hontem resulveu que os hachareis inscriptos
paradefeza de theses, sejam admittiJos a e3colher
os respectivos pontos nesta secretaria, comecando
pelo primeiro inscripto. Bacharel Domoslhenes
Constjicio Avelino no dia 23 do crrente, o se-
guindo-se successivamen'e os demais inscriptos
com o interv.allodc dons dias de um a outro a sa-
ber : Jo> de Oveira Campos, Eliseu de Souzi
Marlins, Joo Vieira de Araujo. Aquel'o dos ins-
criptos que nao comparecer no dia que lhe com-
petir, perder o lugar na ordem da in.-cripcao,
sendo admittiJo o que immcdiatamente se lhe se-
guir, com tanto que comprela a lempo de poder
defender theses dentro do espaeo. que decorre de
15 de ontubro, em que se ence.raui as aulas, at
antes do comeco dos actos. O que nao conc irrer
porm a tempo de defender theses no predito es-
paco, so o poder fazer em outraestaco.
Secretaria da faculdade de direito ilo Recife, 19
de agosto de 1873.
O se:retaro
Jos Honorio B. de Menezes.
Juizo dos eitos da fazenda.
Sexla-feira 22 do correte, depois da audiencia
respectiva, s II horas do dia, ir praca por
venda o terreno em que foi edificada a casa n. 62,
com 18 palmos de largura, P*6 ditos de fundo,
ra de S. Miguel dos Afogados, avahado em
150400, para pagamento da execueao eonlra a
viuva c herdeiros de Manoel das Virgens Ramos.
dem a parto do sobrado^ n. 11 da rna do Amo-
rim pertencente aos,orphaos filhos de Jos da
Cunha, avahada dita parte em 2:000,2.
BRecife, 12 de r-gosto de 1873.
O solicitador da fazenda provincial
J. Firmino Correia de Araujo.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico que d'ora em dian-
te os pagamentos a cargo da pagadoria tero
lugar nos dia) desgnalos na nova tabella, que
ser com antecedencia publicada, licando sem
efieito a que regulava na mesma pagadoria.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, em iO do agesto do 1873.
O secretario da junta
Jesuino Rodrigues Cardoso.
Consulado provincial,
Por est repartiyao so faz sciento aos contri-
buintes dos apparclhos o annuidades pelo serrino
da Recife Drainagc Company do semestre findo
em junho do anno passado, a resolacio tomada
pelo Exm Sr. presidente, transmitida a esta ad-
ministracao por portara do Sr. inspector da the-
souraria provincial, datada de hoje.
:opia. 3." seccao. Palacio da presidencia de
Pernambuco, em 14 de ag sto de 1873. Alten-
dendo ao que requereram os devedores do im-
posto creado para o pagamento do3 apparelhos
fornecidos pela companha Recite Drainage, na
inclusa pel^o que devolvo, e tomando em consi-
dera.o a sua informaco datada de 11 do cor-
rente, sob o n. 332, mande V. S dispensa-los da
multa de 6 0(0 em que ncorrvram, podendo ser
effectuado o pagamento at o dia uliimo de se-
tembro prximo futuro em que termina a liquida-
cao do exercicio prximo findo, ao qual perten-
cem os mencionados dbitos. Deus guarde a V.
S.. Henrique Pereira de Lucena. Sr. impector
da thesouraria provincial. Conforme. Miguel Af-
fonso Ferreira.
N. 349. O inspector da thesouraria provincial
rccoirrmenda ao Sr. administrador do consulado
provincial, que na conformidade da resolucao do
Exm. presidente da provincia a constante do ar-
ricio por copia junto, mande annunciar o paga
menlo dos dbitos dos apparelhos, annuidades
do servico prestado pela coinpanhia Drainage oo
semestre lindo em junho do anno passado, deca
rando-se que Dado o mez de setembro ficar en-
cerrado o exercicio a que perlencem os ditos d-
bitos, e por isso obrigados us contribuinles a pa-
gar a multa de 9 0|n, como pagam os contribuin-
tes dos mais impostes laucados. Thesouraria pro-
vincial de pernambuco 18 de agosto de 1873.-
Jos Pedro da Silva. Cumpra-sc e reiristre-se. -
M. do consulado provincial, 18 de agosto de 1873.
Carneiro.
Consulado provincial, 18 de agosto de 1873.
Antonio Carneiro Machado Ros,
Administrador.
COMPANHA
SANTA THERKZA
As pessoas que desejarem can alisar agua on
gaf em suas casas, na cidade de Olinda, queiram
entender-se cora o abaixo assignad que acha-se
autorisado para facilitar a todos a aequisicao de
raes melhoramentos, mandando fazer as canalisa-
e5es nos predios a custa da companha,- mediante
ora aluguel mensal muilo mdico : a tratar na ra
do Imperador B. 45, ou na fabrica d> gaz, efn
Olinda.
Recife, 1* de agosto de 1873.
O gerente
_____________Justino J. de S. Campos.
Obras nrililares.
1 A' vista da antorisaCo do ministerio da guerra,
ser posta em concurrencia a eiecu.o das obras
t coneerlos da fortaleza do Brum, na importan-
cia de 4-.267f.030, e a dos reparos, caiadura e
pintura da casa, em me reside o director do ar-
senal de gUerra, oreados em 836050; sao por
b* envidadas as pessoas que quizerem encar-
Jos'da Foncec*,- Olrm) iM oiftV.fegar-se de taes servifos, apreauntarem roas
Obras jniblcas.
O Illm. Sr. engenheiro chefe dsto repartic,.*,*,
de conformidade com a ordem do Exm Sr.
presidente convida as pessoas que quizerem con-
tra far o encanamento para a HlnmlnacTio a gaz do
edificio destinado para escola modelo de instrnc-
co primaria a apresenlarem na uiesina reparti-
cao suas proposlas em carias fechadas no dia
23 do crreme ao mel "dia.
Xa mesma reparticao se dar os esclarccimen-
los precisos para a execueao da obra.
Reparticao das obras publi :as, 16 de agosto de
1873.
O Hecretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
INSTTUTO HRCHE0L8EIEO t CEO-
GRAPHICQ PERtWMBUCANO
llavera sosso ordinaria quintar ira, 21
docorrnte agosto, pelas i {lloras da ma-
nl..
ORDEM DO MA.
1. Pareceres e maistrabalhos decommi-
ses.
2.* Palestra Iliteraria.
Secretaria do Instituto, 18 de agosto de
1873.
J. Soaiies Azevedo,
_j_______ Secretarlo perpetuo. .
Sahbado 23 do crrente, linda a audiencia
do Illm. Sr. Dr. Juiz de direito da segunda vara,
vao novamente praca os movis penhorado a
Antonio Goncalves da Silva, os quaes foram ava-
hados por 1320f'0, por execuclo que lhe move
Joaquim Severiano Nogueira.___________
O fiscal da freguezia de Nossa Senliora da
(iraca, em virtude do art. 4.* do ttulo 6 das poa-
luras municipaes de 30 de junho de 1849, avisa
aos moradores dos silius da mesma Ireguezia, qne
devem mandar aparar c dobrar as cercas de seus
sitios, de modo que nao embaracen) o transito pu-
blico, sob pena de 4 *>0U0 de mulla.
Freguezia de N\ S. da Crac i, 20 de agosto da
1873.
O fiscal,
Jos Miguel de Souza Magallies
"*
THEATRO
&SVW1A ic P,ft\NTE
Quinta-feira 21 de agosto.
Graulo '*|ictacuo
em hcuclcio da rmundade do
lO'ijsrlo Naiito.
ftepresentar-sc-ha o muilo applaudido drama
em 1 prologo e 4 actos :
JOCELI!
OU O
tiarinheiro da Martinica.
Terminar o espectculo com a scen a cmica
representada pelo artista Flavio :
O Sr. Domingos tora do serio
Principiar s 8 l|2 horas.
SALAD
DE
f. 32-Hna da bpera(rizN, 12
Quinta-feira 21 de agosto
I'riiuero concert.
DE
iil'o iHi:vi:w.
B'i'oga'mtiiiiu.
Trovatore, grande paraphrase Bnssmeyer.
Rigoleto, grande phanlasia dem-
Hvmno brasilero, grandes va-
riacoes dem.
O desperador do Leio Kontsks.
Ultima esperanza, medilaeo Gottscbalk.
S*) Banjo, cappriuio americano Idem.
Ave Maria, Schubert.
Marcha hrngara Liozt.
Principiara s 8 horas da noute.
Dilhetes 5000, a venda na livraria Pranceza
e a porta da sala na noute do concei to.
() O Banjo urna imitaco dos cancos e das
danzas dos negros nos L'sldos-Undos. E' a pti.a
mais difcil que Gotifischalk escrevea.
1
<:
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
^-*yr>("fgiT-gi^r*nhq"i*rg>c=r>
SaWjado23 de agosto
Estrs do artista
Ediiar) A. da Siiv:s.
i.'1 rcpi*eseutiito
neste theairo, do magnifico c apparalosojfcpiu
phantastico em 6 actos : 4-r'J
(i m u m\\ me
Original francez do escriptor
Theodoro Barriere
astor das Mulheres de Mormjr e outros dramas
de merecimento.
(Traducij do actor Julio Xavier./
Mise-en-scene a capricho.
Scenano pintado por Mr. Chancho.
\'estuario carcter.
O programmma minucioso sera publicado ni
vespera do espectculo.
Recebe-se encommendas, para o resto de cama-
rotes e cadeiras.
EM ENSAiOS
para subir sceua no dia
Sete de setemhro
o drama original brasilero em 4 actos :
SOLDADOS BRASlLEfR#S
esCrtpt a proposito da guerra entre
0 BRASIIW O PARAGUAY.


/ -

Diario de Pernambueo Quinta feira 21 de Agosto de 1873.

VISOS MARTIMOS.
hk SleaiH iVavigalion C'inipanj
l'iuhft quiazcnul
O PAQUETE
Tendo sido transferida em Calo do da iO para
o dia 17 de julho ultimo, a sahida deste paquete,
4 aqu esperado at o dia 22 do corrente mez. e
depois da demora do costume seguir para Liver-
pool via Lisboa, para onde.recebe passgeiros e
carga.
AGENTES
Wflswn Rnwe C.
14RUADO COMMEUCIO-14
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir emn maita brevidade e palha-
lile Rpiita, twr ter algonu carga tratada o para
a que Ihe falla trata-se com os consignatarios
Joaqulm Jo&e G.mealvos Delirio & Filho : a ra
do Commercio n. 5
Para Lisboa
pretende sngui^com ponca demora a escuna por
lugueza ehrittina, de I" ciarse, capitao lxjurein>.
por ter a malar parle de seu camgamento enga-
jado; e para o resta q e llie falta trata an nsigiratarios Joaquim Jos Ooncalves Belirio 4
Filho, ra do Cnnunerrin n 5.
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM-
PANY
rinha quinceual
O PAQUETE
Xa-se da Europa at o dia 31 do corrente,
. os da demora do costume seguir para o sul
do imperio, Rio" da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passgeiros, eucommendas e dinhei
ro a frete.
OS AGENTES
Wilson Rnwe A C.
1HUA DO COMMERCIOii
O
Para
Lisboa e Porto
Va i sahir com brevidade a barca portugoeza
Despique II, recebe carga e passgeiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vigario n. 17_______^_____^^^_
Para.
Barca Santa Mara.
Para o referido porto recebe este navio carga
frote : a tratar com Amorim Irmos & C
O patacho americano John Ros, procedente de
New-York, e em descarga, segu para o Para logo
para o que os senhores carregad >res devem en-
tender-se anticipadamente com os consignatarios
Tasso Irmos A C. ra do Amorim n. 37, por
quanto o navio nao se demorar a espera de car-
ga, seguindo com aquella que estiver prompta, o
mais tardar at o dia 18.
Para a Baha.
Pretende seguir com milita brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthur, tem parte de seu
earregamento engajado, e nara o resto que lhe
falta trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio
ra do Bom Jess n. 57.
COMXIHA
DE
NAVEGACAO BAHIANA
LIMITADA
"ara Murci. Penedo, Arncnj
e Baliin.
E' esperado at o dia 23- Je corrente dos portes
'Cima o vapor Mrquez de Caxias, e seguir par.i
s mesmos mi dia seguinte ao de sua chegada.
Recebe earg.->, passgeiros e dinheiro a frete : a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo k C, ra do Bom Jess n. 57.
CUARfiEl'RS REl-MS.
Hiipi.nliia Fraoceza de j\avoga-
CA) a vapor
Linha mensa! entre o
Havre, Lisboa, Pernambueo, Babia,
Rio de Janeiro, (Sitntos, Minente
na volta) Montevideo, Ruenos-Ay-
res, (fimi baldeafao para o Ro-
sario).
STRtlIER
WAAJL W SANTOS
Com mandante I. efe re.
E' esperado at 22 do corrente, e seguir depois
da d'inura precisa para os porto*do sul cima
indicados, entrando dentro do porto, qner na vin-
da la Europa, quema vulta.
Relativamente a fretes, encommendas e pass-
geiros, para os quaes tem excellentes accommo-
dacoes por prego* rediuidos, traase com
OS CONSIGNATARIOS
A UGUSTO F. D'OLIVEIRA A C.
12-Ra do CommercioEntrada pela ra
do Torres.
LEILO
m
urna parte do sitio da travessa do Caldei-
reiro n. 1. que fui do finado Domingos
Jor Marques.
Hoje ,
s 11 horas
NA
iiiiu si:nt\ti
-16na io linjier.n ..r ti 16
O agento Marti a'utorisado por Amonio Juvi-
no Martille-, eon-euhor do una liarte do sitio uo
Caldeireiro, un valor de l:4a7t2, ondese acliam
residindo os Srs. Lchmapn Freres.
LiiI
* DI
10 caixas com cha grosso superior, e diver-
sas oaixas da verdadeira bespermlina
SEXTA-FEIRA SS DO CORRENTE
O agente Martins far leilao, por canta e risco
de quem tertencer, de 10 caixas- eom cha grosso
superior e diversas caixas com verdadeira i.espe-
redma, ltimamente chegadas e muito bem acon-
dicionadas, em lotes de um caixa de dazia, para
ebeg ir a todos.
Na porta do armasem do Anaes, defronte da
aliandega.
AO MEJO DIA.
TOBASES ZUrOSTSTSS
PILIILAS
' VEGETAES
Aracaty.
Segu pan o referido porto com pouca demo-
ra o hiate Olinda por ter a rraior parte de seu
earregamento engajado e para o rosto que lhe
falla trata-se com os consignatarios, Joaquim
Jos Goncalves Beltro & Filho ra do Com-
mercio n. 3
iliMli Mlffi
PORTUENSE
LISBOA i: PORTO
A barca Vencedora, capitao Oliveira. segu via
gem por todo o mez de agosto.
Recebe carpa e passgeiros : a tratr com o
consignatario Tilo Livio Soares, ra do Vigario
n. 17.
Emprexa portiiense de navega-
cao a vapor entre Portugal e
Brasil
O NOVO E MAGNIFICO VAPOR RE PRIMEIRA
CLASSE (A 100 NO LLOYDS.)
JULIO MIZ
Conimaiidaiite J. J. Rodrigues
Contente
E' esperado at 22 do corrente; depois da'indis-
pensavel demora neste porto, seguir pan o* da
Bahia e Rio de Janeiro.
Para passagens, e fretes de carpa, encommendas
e valores, trata-se com os
AGENTES
i: R. Rabello rt C.
48 = Ra do Commenio=48
Rio Grande do Sul e Porto
Alegre.
Para os referidos portos directamente recebe
carga a fete o lugar portugus Bit Grande : a
tratar com Amorim Irmo & C, ra do Ron Je
SUS II. 3.
Rio de Janeiro em direitura.
O vapor Ldador, rapitao Gui-
Iberme de Castro, que aqu deve
r chegar nestes dous ou tres dias
dos portos da Europa, seguir
para o Rio de Janeiro remedia-
clie.ada, recbenlo nesie porto
primeira a segunda classe a 80
lamente sua
passgeiros de
e 70 cada um, cuja passagem 'dever ser paga
no escriptorio da roa do viga rio n. 10, no mes
mo di i da ehegada do referido vapor,
LEILAO
DE
dividas
na importam la de 6:1669775, massa falli-
da de Araujo Gapos & C.
Sexta-ffita 22 tle a^.-lo
O agente Martins far novamente leilao por man-
dado do tHm. Sr. Dr. juiz de direitu eupecial do
commercio das di i idas activas da maisa ullida de
Araojo Campos & C. na importancia de 6:1064775.
em lellras e contas de livros.
No armazein da ra do Imperador o. 48, s I!
horas da inanli._______
Grande e vanado
LEILAO
DE
movis em bom estado, crystaes, lou?as,
porcellana, um rico apparelho novo para
almoc.0 de electro pUtfl e outros muitos
objectos.
Por ordem de urna familia que se retira para
a Europa no prximo vapor, sendo :
Um piano foite de Bord, urna mobilia de jaca-
randa tampo de pedra, composta de radeiras de
guarnico, 2 ditas de oracos, 2 ditas de halanc<>, 2
consollos, umajardineira, 1 sof; i mobilia de faia
composta de 12 cadeiras de guarnirlo, 2 dilas de
bracos, um sof, urna jardineira, 2 consolas; es-
pelhos grandes, quadros, urna cama para casal de
pao setim, mesas para jugos, camas de ferro, ber-
co para rrianca, urna rica mesa elstica com 5
taboas, qnartinheiras, mesinhas, cadeiras avulsas,
guarda roupa, apparadores, marquesas um lindo
vapor apparelhado, venesianas, malas e outros mo-
vis.
Um apparelho de electro pate, garrafas, loucas
para jantar e ai moco, copos, clices, fructeiras jar-
ros para flores e bandejas.
TERCA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A m I i horas ti* inMiha
Por intervencao do agente Pinho Borges, ru i
do Bom Jess n. 50 !. andar ( outr'ora Cru)-
0 mesmo agente acha-se autorisado a alugar o
dito andar.
HRISTOI
l.ns bfes sadios e s(s
Urna digcstiiii vigorosa,
Um excelente appetito,
sao alguns dos benoiekn quo so podem ile-
rivar, l'azemlo so um uso regular das
Pilulas vvgctnea ,|,. Bristol.
l'ma cura certa e ellicaz dos intestinos,
Lu remedio admiravel para os rins,
Um tnico poderoso para o estomago,
Sao as inapreciaveis qualidades medicas
que se podem encontrar, usando-se das
Pilulaa vegetae* de Bristol.
Urna moilicina que nao prod.uz dores nem
clicas.
Um purgante que nao debilita nem en-
fraquece.
Um laxante que nao causa a menor
nausea.
Formam urna das mu i tas virtudes que
possuem a s
Pilulaw vegetnc* de Bristol.
Um medicamento suave e favoravel para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regularidades.
Sao os efleitos sem falta, resultantes do
us e emprego das
Plalas vegetaes de Bristol.
Urna compleigo clara, al va e transparente,
Uina pelle raacia e delicada e um
Hlito doce e agradavel.
Sao os resultados certos e infalliveis, de-
pois do se
haver tomado algumas dses deste
melhor dos
Kemedios as
Pilulas vegetaes de Bristol.
Em todos os casos de molestias d'uma na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou syphilitica ;
ou quando a massa do sangue se baja tor-
nado turva ou viciada pelo uso de ferro,
mercurio, ou por outra qualquer substancia
mineral a
Salsaparrilha de Rristol.
dever ser usada de conjuncto com as pilu-
las, e assim obrando-se, em restricta con-
formidade com as direcces inscriptas no
envolto; os doentes podem ncar certos que,
urna vez usada conjuntamente urna com a
outra, nenhuma enfermidade ou molestia,
por mais severa ou arraigada que se ache,
nao poder resistir ao combinado poder se-
cretorio e sanitario destes dous
,. Precisa sq de um bom eozinhciro : ra do
Hospicio n. 33.


*
0
MEDICO-CIRIRGICO
Dr. J.

Curio
Ra do Mrquez de Olhid,i n. 25, pri-
meiro andar.
.Consulta das 9 horas s M da manha.
Chamados a qualquer hora.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
comprar e cozinhar para casa de urna familia
composta de dnas pessoas, paga se nem se agra-
dar : a tratar no pateo do Hospital u. 28, t- e 2-
andar,
Garanhuns.
Na ra do Barao da Victoria n. 36, preei?a-se
fallar aos Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte
resse.
Ao publico.
I Domingos Maris Gui^alres, cnsul portugus
de 21 classe e en iTeyadu que foi do consulado
de Portugal em Pernambueo nos ltimos treza me-
tes, participa aos seus amigos, tatito nacionaes
como portuguezes, que tem o seu escriptorio O*
roa Primc-iro de Marco u..23, <*an lar, antiga ru*
do Crespo onde fiue ser procurado lodos O
dias nao santillcadvsi, Hm '.' horas da iiiauhis 4
la larde.
1
Es encoura^ado l! f
Koga-se ao Hito. Sr. Ignacio Vieira de Mella,
dscrivo na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir ra Duque de Caxias a. 36, eo-
clnir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
reaiisar, pela terceira chamada deste jornal, ea
tlns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a tevereiro e abril de IK72;> nada cumpr;
e por este motivo de novo chamado para dito
lim, |K)i> S. S. se deve lembrar que este negocio 4
Je mais de o aunos, e quando o Sr. seu nlho
u-hava uesia cidade
Feilor.
Precisa-se de um feitor que enlenda de serv-
co de borta e jardim : no Co legio da Conceicae,
a ra da S. Francisco n. 72.
Aula particular de primeiras
lettras para o sexo femi-
nino.
Quiteria de Alnnida Bastos, prof.-ssora particu-
lar de primeiras lettras, autorizada i elo Exm. Sr.
presidente desta provincia, avisa ao respeitavel
publico e com espocialidade aos pas de familias,
que abri nina escola particular de instrucciio pri-
maria ra do Crespo n. i i, segundo andar, onde
recebe alumnas, tanto internas como externas e
meias pensionistas, assegurando a aquelles que lhe
conflarem suas filhas todo o inUresse no adianta-
ment, quer das materias que constituem a sobre-
di'a instruccao. quer do que for concernente aos
trabalhos de guila.
Fugio
< OfSPVMIIt
DE
NWKACiO BR.4SILE1RA.
Portos do norte.
Ate o dia 22 esperado dos portos do sul o va-
por Paran, e seguir para os portos cima depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores, passageiro9
e mais informa.fks, dirijam-se ra do Vigario
n. 7, escriptorio.
Pereira Vianna i C.
Agentes.
Para o Porto.
Acha-se proposto para seguir com a maior bre-
vidade o brigue portuguez Uniao, para o que re-
cebe carga, e trata-e com os consigna tirios T. de
Aqufho #onceca C successores, na ra do Vi-
ario n. 19, i.' andar.
C0MPANH1A PERiNAMBUCANA
DE
!Vaveg;acito eosteira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Mandah,
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 28, encommendas al
o dia 29, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da Urde do dja da sahida : escriptorio- no
Forte do Mallos n. 12.______________
C0MPANHIA PERNAMBUCAIU
DE
NavcgaeJto eosteira a vapor.
tARABYBA, NATAL, MACXO, MOSSORO', ARAC*
TY, CEAR, MANDAHU' E ACARACU'.
O vapor Ipojuca,
commandante Moura.
seguir para es por-
tes cima no dia 30
do corrente, s ho-
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 28 do corrente, encom
mendas, at o dia 29, passagetu e dinheiro a frete
at as 2 non da tarde do dia da sahida : escrip-
jorio no Forte do Mattos a 12.
Pitra Sanios e Rio de
Janeiro.
Barca Claudia.
Este navio vai carregar para ambos os portos,
a recebe carga a frete a iratar com Amorim Ir-
mos i C.
CO.MPA.NUIA PERNA.\1BUANA
DE
HavegneJo eosteira a vapor.
MAMANGUAPE.
O vapor Contripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 de
corrente, s horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
da tarde do dia "da sahida
do Mattos n. 12.
frete at as 2 horas
escriptorio no Forte
AVISOS OVOSOS
PAIA TODOS
Paula & Mafra, com casa
mortuaria no pateo do Pa-
raizo ns. 10 e 12, declaram
ao publico que apesar das ta-
bellas publicadas pela Santa
Casa de Misericordia, conti-
nuam a incurabir-se de en-
terramentos, e mais ofticios
fnebres, como costumam,
isto com sinceridade pon-
tualidade e commodidade
em presos.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Euro-
pa" o vapor inglez eca, commandante H. Rax,
o qual depois da demora do costume, seguir
para Buenos-Ayres, tocando nos portos da Bahia,
Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos de
sul o vapor inglez /Jotro, commandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume, seguir para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia.
ra do Commercio n. 40.
Barcada Bismarck
Vende-se a barcaca cima, de 500 a 600 saceos,
de ptima eonstruccao, e prompta a navegar:
para ser examinada, no caes do Ramos, e tratar
na ra do Mrquez de Ohnda n. 38, escriptorio de
loio Pereira Moutinh).
LEILOES
LEILAO
DE
bons movis
louca e quinquilbaria
Hoje
NA
1 EIRA SEMANAL
16-Ra h Imperador16
Ann-Zem.
O agente Martins por conta de diversos vende-
r bops movis, lonca, cryitaes e murios obiecto
do uso domestico-
CASA DA FOITOA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
i" rizo Primeiro de Margo (outr'ora ra dt
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe
llzes bilhetes, dus meios n. 2059 rom 300*000,
quatro quartos u. 124 com KiOrfOO', e outras sor-
tes de 10* e 20* da lotera que se acabou de
extrabir (62"). convida aos nossuidores a virsm
receber na conformidade do costiune sem des-
cont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
la 22' parte das loteras a beneficio da nova gro-
ja de Nussa Senhora da Penna (63'), que se ex-
trahir no sabbado, 23 do corrente mez.
PREQOS
Bilbete nteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM POKgAODE lOOrOOO PAKA CIMA.
Bilhete inteiro S*500
Meio bilhete 2*750
Quarte 1*375
Manuel Martins Fuza
Hl III lIOS
Ambis estas medicinas acham-se venda
em todas as principaes boticas e
lojas de drogas.
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Forster & C.
______________AGENTES.______________
Tem sido aprescnlada ao publica
Durante o espado
DE
4 0 A N N 0 S.
DE
RBISTOL
do engenho Bento-velho, em Santo Antao, em dias
do mez de julho prximo passado, o escravo Ha-
noel, de 40 annos de idade, preto, bem parecido,
falla mansa, dentes perfeitos, e barbado ; fniescra-
vo do Dr. Isbello, em Limoeiro, e de Juo de An-
drade Lima, em Malhadinha : a pessoa que o cap-
turar e levar ao dito engenho ser generosamente
recompensada Se fur preso perto desu cidade
pode ser entregue aos Srs. Alvaics Quintal & C.
ra Baro do Triumpho n. oC
FUGIO
Est{fugido o cabra acabnrlado de nome Pru-
dencio, desdentado e os cabellos um pouco ubico
dos, andava com nina crnica rnnduzindo eslrum -
para \m sitio, e fugio no domingo 6 do corrente ;
este escravo ligeramente gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje pertence ao
haro de Nazareth, que gratificara a quem o apre-
sentar. Elle representa 50 annos, filho de Goi-
anna.
Olimla
Aluga-se para passar a festa o sobrado da ladei-
ra da S n. 2, perto do banho salgado, com cm-
morios para grande familia : a tratar n Varadou-
ro, sobrado n. 2.
Criad i.
No betel Alianca ra estrena do Rosario n. 10,
precisa se de um criado.
Boa gratificacao
25^000
Perdeu-se hontem (13 do corrente) na cidade de
Olinda das 6 para 7 horas da tarde, urna pulseira
de ouro de lei, tendo a fita arrendada com urna eflr
fusca, no centro tem om iaco cojas ponas sao cra-
vadas de pendas, no centro delle urna grande es-
meralda qnadrada, acompanhada da cada lado
com urna parola ; perdeu-se a mesma do oitao do
Amparo em seguimento a mesma ra, Quatro Can-
tos, Mathias Ferreira, subida do becoo qne sabe
em S. Pedro Velho, ra de S. Bento at a entrada
do becco Porto Seguro, dahi ao voltar ao pateo da
Ribeira e ladeira da mesma : roga-se a quem achar
e querendo restituir, dirija-se ao oitao do Amparo
casa grande, que t Recife, largo do Paraizo n. 28. ou 2 andar,
que se gratificar muito generosamente : pede-se
aos Srs. ourives, ou quaesquer outra pessoa a
quem fflr offerecida, faca o favor de apprehender,
e lava-la a qna Iqner um dos lugares indicados.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS !
A SAFSAPARR1LHA DE BRISTOL puri-
fica a massa do sangue, expelle Mira fura
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secreces, d vitalidade e
energa a todos os orgos e d forca e vi-
gor ao systema afnn de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitucional. Elle
nunca distroe afim de poder curar ; porm
constantemente assiste a natureza. Portanto
em tudas as doencas constitticiomies e em to-
das as molestias locaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfeito do systema em ge-
[ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha de
Bristol um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Ulceras,
Cbagas antigs,
P.NFERMIDADES SYPHILITICAS
F.RYSI PELAS,
RHEUMTISM0,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto renome .1
Salsaparrilha de Bristol
por tulas as partes do universo, sao to so-
mente devidas
NICA LEGITIMA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
H. Forster C.
AGENTES.
_______NA PHARMACIA CENTRAL_______
Casa para alugar
Aluga-se o I e 2 andares da casa na travessa
da ra da Cruz, (Praca do Commercio), no bairro
do Recife : a tratar na loja do Passo, ra Primeiro
de Marco, antiga do respo, n. 7, junto a arco de
Santo Antonio.
O administrador da massa fallida de Hostron
Rooker & C avisa aos Srs. abaixo mencionados
para virm receber seus dividendo* : banco Novo,
thesouraria de fazenda, Muiihard C, Augusto
F. de Oliveira, Joaquim JosSilveira & C, Rodri-
gues da-Costa Ctrvalbo. John RMehoagh,James Con-
r>, Maison & Stark, William Richardson o Sons
W. W. Ronuie. lunes & RicbankoB, Geo Burn. 11
A C. e Bruce Gunstnn C.
G. A. Schnorbusch.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Rritanica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachuelos.
Demcratas.
Suspiros.
Conchas.
0|>e'ras
Principe de Bismarck.
Trabucos.
Bahas.
Deposito em Pernambueo no armazem de Cnnba
& Manta, ra do Mrquez de Olin !a n. 23.
Ansentrm-e ha dias o escravo Antonio, coa
os signaes seguinte : cxo de nina (terna o cga
de um olho, cora defeho na voz, e regula ter 40
ansos : quem delle sonber pode levar a roa da
Imperatriz n. 20, que ser gratificado.
j4C;insnBori.iiiedico-cirurgico
d A. B. da Silva Maia.
3 Ra do Viscohde de Albnquerque n.
11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
f n. M.
J Chamado : a qualquer hora.
O Consulla.-: Aos pobres gratis, das 2 s
1 i horas da tarde.
negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Mara Goncalves participa que se en-
carrega promover o bom andamento de quaesquer
questes judiciaes nos dous paizes cima mencio-
nados, para o que est habilitado com um pessool
competentissinio de correspondentes. Escriptorio
roa Primeiro de Marco n. 23, (antiga do Crespo)
mi\
100)1000.
Gratiica-se com esta quantia a qualquer pes-
soa que agarrar urna muala de nome Balbina,
estatura cheia do corpo, rosto curio, tendo urna
pequea cicatriz na sobraneelha de, um dos olhos,
cabellos caxiados c ralo, une tendo sido cortado
ha tempes presentemente amarra, tem urna cica-
triz pela parte de dentro em nma dae mios que
nao pode bem abr la, foi amasiada com um sol-
dado do 2., foi preza na fortaleza das Cinco-Pon-
tas e j andou em Goyanna, intitulada forra.
EKGOAIMADERAT
Para casa de pouca familia, paga-se bom
aluguel por urna escrava que engomme bem
e seja dj conducta : em S. Jos do Mangui-
nd sitio n. 2, muro cinzento, defronte do
do Sr. Gadoult.
COMPANHIA
DOS
TRILITOS URBANOS
DO
Recife i Olinda.
Esta companhia recebe at ofirn do mea
d'agosto, proposta para a collocaco d'uma
linha telegrapluca,.da csta^o d'Aurora at
a do Varadouro, em Olinda, e da Encru-
zilhada at Beheribe. Para informaco se
entenderao os proponentes coma respectiva
gerencia.
O gerente interino,
Laurentino Jote de Miranda.
A pesoa que annonciou no Diario de hon-
tem precisar de um eoulu do ris juros dando
garanta, dirija-se a esta typographia que se lhe
dir_eom quem deve tratar
Est uara alugar o 2 andar do sobrado da
ra de S. Jorge n. 6 : a tratar na ra Nova n. 8.
As pessoas que tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoluto que fica nos fundos das
casas ns. 18 e 20 da ra da Florentina, onie exis-
te a fabrica de serveja, rujo terreno hmia-se at
ra de Santo Amaro, podem entender-se com o
propietario na ra do Hospicio n. 35.
D. Maria Carolina Magner de Azevedo e Vas-
cellos, aut> risada por seu marido Joo Duarte
Costa e Vasconcellos, residentes na cidade de Lis
boa, remo de Portugal, i onstandolhe que seu pai
e sogro Manoel Antonio de Azevedo, se ausentara
deste reino para o imperio do Brasil com o fim
segundo notorio) de ir vender diversas pivprie-
dades sitas na cidade do Recife de Pernambueo,
e bem assim accoes de differentes bancos all exis-
tentes, vem por este meio fazer publico que nin-
guem contrate com o referido seu pai e sogro,
pps se acha anda pendente no juzo da primei-
ra vara civil desta cidade, esr.rivao Coimhra, o
inventario orplianologico a que se procedeu por
bito de sua mai e sogra D. Maria Carlota da Con-
ceicao Costa Azevedo. na i podendo seu pai alienar
cousa alguma sobre pena de nullidade em quan-
to nao se ultimar o inventario. O que fazem pu-
blico para os devidos eflbRos.
Lisboa, 5 de agosto de 1873.
Assignados : D. Maria Carolina Magner de
Azevedo e Vasconcellos. Joo Duarte da Costa
Vasconcellos.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
De ordem da presidencia, convido novamente
aos Srs. socios a comparecerein domingo 24 do
corrente pelas 6 horas da manha, para em as-
sembla geral elegerem a nova directora.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude
21 de agosio de 1873.
Fran'isco Vhnna,
1.* secretaria.
Desappareceu a 5 ou 6 dias o ruoleque de
nome Antonio, cabra fulo, de idade de 13 annos,
mas representa ter mais, levou vestido calca de
brim pardo ordinario, e camisa de chita branca
miudinha e chapeo de couro. Este moleque che-
gou a 8 dias do centro da comarca de Flores, ten-
do na viagem queimado-se na testa, signa! este
para ser logo condecido. Pede-se s autoridades
policiaes e capios de campo a sna captnra, de-
vendo ser remedido para a.loja da ra do Du-
que di Caxias n. 41, ond* se gratificar por se
mellante servico.
Furto.
Furtaram da casa do abaixo asignado um re-
logio de ouro, patente suisso, de oumeraco 11,074,
meio cbrunomelro c coberto, cora 29 rubis, dous
mostradores de horas, um dito de dias e outro de
segundos, um ponteiro grande alm dos das ho-
ras, contendo a capa do machi airmo a firma de
Germano, niijoeiro estabeiecido nesta cidade, a
i|uem f'ira o mes-no comprado ; ao dito relogio
se achava pendente urna corrente com cas soleta
tambem de ouro. er generosamente gratificado
quem o Irouxer ra do Palacio do Bi>po n. 83 *
Dr. Joo Maria Site.
Cozinheira
Precisa-se de urna escrava para cozinhar e com-
prar : a tratar na ra Primeiro de Mareo n. 23,
loja.
Aluga-se
nma escrava para cozinhar e comprar
I na ra da Concordia n. 14a.
a tratar
A pessoa quo annunciou por este Diario
precisar da quantia de 1:000*000, dirija-se
ra estreita do Rosario a. 10.
O IHra Sr Dr. Octavian* Cabra! Raposo da
Cmara, actualmente nesta provincia, rogado a
comparecer ou mandar eu preposto casa n. 28
ra da Saudade, para negocio urgente contra
hido no Rio Grande do Norte.
Irmandade
de Sant' luna, erecta na Igreja
i da Maula Cruz
Contrata-se um sacerdote pira capellie desta
irmandade : trata-se na ra do Barao de S. Borja
n. 84.
O secretario
_________________Marcolina Jos Pope.
. Lava-se e eugomina-se toda qual idade de
roupa, tanto para hornera como para senhora na
ra da DeteVao, confronte a casa do gaz.
Gaixeiro.
Precisa-se de um caixero (menino) de boa con-
ducta, nacional nu eslrangeiro : na confeitaria do
Campos, ra do Imperador n. 21.
Troca se um sobrado de dous andares e
sotao, chao propiio, por um de nm andar, ou mes-
mo por casi- terrea- que sejam em boas mas e
que nao estejam desconcertadas : a uessoa que
Ine eonvier o dito negocio dirija-se ao pateo do
Carino, sobrado n 16, segundo andar, que achara
com quem tratar o dito negocio.______
Aluga-se
a sala da frente do 1" andar da ra do Vigario Te
norio n. 1, onde ltimamente funecionou o banco
commercial de Pernambueo : a tratar no escrip-
torio dos Srs. Balthar Oliveira 4 C
Olinda.
Aluga-se nma casa na roa de Mathia Ferrei-
ra, com quintal e cacimba : a tratar ru do
Amorim n. 37.
Na ra Velha n. 82 lavase
coro pereicao por barato prepo.
Fugio no dia 18 do crrante, do engenho-
Para, do termo de Ipojnca, escravo Raymundo,
natural do Rio Grande do Norte, de 30 annos de
ida Je, estatura regular, pe.- pequeos e achatados,
usa de barba a Cavaignac, anda sempre limpo e
ti az o cabello pentea-'o, levou urna rede envolven-
do diversas calcas de -brim branco e de cor, ca-
misas francezas, botinas, meias, lencos e um cha-
peo de palha preto, alem de ontro de feltro ; re-
zidia nesta cidade, donde foi mandado para o dito
engenho no da 17, presume-se que foi acompanna-
do por dous pret s do mesmo engenho, Jas e
Paulino, o lr de 45 annos de idade, feio de feicoes,
p rnas algum tanto tortas, sutura regular, e tem
alguma* cicatnzes as costas; o 2* de 40 annos
de idade, alto, magro e de cabellos vermethos :
quem os apprehender e leva-Ios ao dito engenho
ou nesta cidade ra Direita dos Afogados n. 6,
fer generosamente gratificado.
Contra protesto.
Joanna Damascena iympi.i Itaptista, residente
actualmente na cidade da EscaJa, declara termi-
nantemente a seu irmo Sergio Rutiniano Olym-
pio, e a quem mais interessar possa, que o sitio
e as ra^as do Barro a que alinde o dito seu irmo
no protesto inserto no Otario do I.' do corrente,
sao de sua propriedade e nao esiio sugr-itas a in-
ventario algum, e muito menj ao de sua falleci-
da iu.il Maria Francisca Olympia Bautista, pois,
alm dos ttulos que tem, todos sabem que taes
beus sao seus. Serve este definir protesto e da
aviso para que- o dito seu inn io procure autra
romo, com as suas imaginarias berancas.
- A Ponte d'Cchna n.~37, venda e padara',
existe nma vitella desde o di 5, qnem f-rseu
dono, dndoos signaes, node vir tomar conta no
prazo de tres dias e lindo ralas r para o de-
posito.
- Na ra do Visconde de Inliauma, outr'ora
I_ roa do Rangel o. 9, precisa-se de urna pessoa
para fachina ; e na mesmo vende-se um par da
rodas para cabri)et e duas portas de amarado.
1

1






Diario de.Pernambuco Quinta feira 21 de Agosto de 1873.
MEUR0NK.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e tieios botes,
pois que os ha de rap de ontra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlie se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON & C.
FUNDICAO DE FERRO
o
A rua d liara i d> Triinnpho (ra doBniiii) ns. 100 a NM
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterrii completo sormento de ferragens e machinas para en-
fenhos, asmis modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
Vapores de forca de 4, 6,8 e 10 cavallos.
L/alQeiraS de sobresalente para vapores. N
M-OendaS lUteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui veio.
laiXaS IlinaiClaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
JXOQaS Q aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
rtOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0g0S e apitOS para vapores.
xJOmDaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
r Orillas para aSSUCar grandes e pequeas.
ConcertoS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
FnOOmmfndaS mandam v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se corresponden! com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
RuadoBaro do Triumpho (ra do Bram) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMA O.
Alnga-se
o tereeiro anclar da rua do Vigario Tenorio n. SO:
trat r rua do Amorira n. 37.
PENH0RES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
m
.at Cozinheiro.
Precisare (le um bom cozinheiro : o tratar
rua do Bom Jess n. 3.
na
CoEnheira.
Precisase de una ama qoc seja perfeila nesso
servido e que terina boa r duela : < tratar mi
Santo Amaro en siruiiriiti) rua d'Aurora n.
AO PUBLICO
Quero niiseliminadorflcrecc?
Incontestavelmente a loja de calcadojjestrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello eexe, o PaRIS NA AMERICA
a rua Duque de Casias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimaio) e a raiao ? a razio simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
ineommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se toreado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conhecer se
a botina he tica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do laVilho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desla
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impossivel, que uuia se-
nhora (do bom kmi) queira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balcao, onde en-
tra quera quer, anda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alli poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminara ar i as vantagens ou commodos
do Paris America rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan. Lera no bom sor-
mento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados fabricantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos, assim tambera um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
murtas qualidades qne poderao satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que fica expendido, fsl claro que a loja de
calcado estrangciro, que mais vantagens offerece,
o Paris ta Ameria, rua Duque de Caxias n.
89, primeiro andar, antiga rua do Queimado
At vir.
O Sr. Jos Pereita Lomos pela segunda vez
rogado vir rua do Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse.
Engommadeira.
Precisase de urna para duas pessoas, paga-se
bam : a tratar na rua da Matriz da Roa-Vista n.
2o.
Carros de luxo.
E" inque.stionavel que a cocheira da rua do Bom
Jess n. lo, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
leras e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentps
parelhas de animaes, arreos luxuosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo scientifi-
car-se da verdade do que deixamos dito, cerlos de
que nao encontrarte pomada, e sim realidade e
commodos procos.
Roga-se a algum dos senhores que arrema-
tarara em leilo na casa n. 6 da travessa da rua
das Crines diversos objectos, o favor de levar
mesma casa urna charuteira, encastoada em ouro,
com as iniziaes E L C, que por engao, sera du
vina, acompahou os mencionados objectos.
Urna escrava que quer libertar-se precisa
de l:uu0000 para este lim e contrata os seus ser-
vicos mediante o prazo que se convencionar : a
escrava eozinha bem, engimma soffrivelmente e
faz bolos: a tratar na rua do Imperador n. I i, i.*
andar, que dar as informa^des necessariw.
Ao Sr. I. C. V. pede-se o favor d mandar a
casa a. 28, rua da Saudade, pagar o seu aceite
firmado no Rio Grande do Norte, e vencido no
da 30 de dezembrode 1872. D. H O.
Boa acquisicao.
Perseu dono ter Je retirar-se para
Europa, onde vai residir algum
lempo, vende-se um ptimo predio
de um andar e soto, n'urai das me-
Ihoros localidades de Olinda, da qual se
descortina nao so todo o ocano desde o
cabo de Santo Agostinho at muito alem da
poirta de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagens do poente e sul;
tendoumquintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous anuos, terreno muito fr-
til; urna cacimba (poco) d'agua para o gas-
to diario, c urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
grande armazem o que po le servir de co-
xeira ou de residencia fle eseravos, alem de
hii soto, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a op cado anno ; com illu-
minaco gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada.' Adiase preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se acha, ou retirando os
ocoveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave ua mo do Sr. Luiz do Reg
Barros, regente do hospicio de alienados e
a tratar na rua da Uniio n. 49,
MOLEQUS.
Para servico de cf um molequo ou cabrinba de 12 a 14annos :
em >. Jos do Manguinho, sitio n. 2, muro
cinzento. antes da rua da Amisade.
CASA DO OURO
Aos 5:000?000
Bilhetes garantidos
Rua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 800000 em
qu.iiro quartos de n. 1650, e dous meios de n. 370
com a serte de HOOO, alem de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera qne se
acabou de exirahir (62';; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
orar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer iranio, como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 23" parte da lotpria a beneficio da
nova igreja da Penha, que se extrahir no dia 22
do crreme mz.
IVeeos
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1009000 para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 6 de agosto de 1873.
Joan Joaquim da Costa Leite.
Aluga-?e por festa o palacete contiguo a
igreja do Rorafim, em Olinda, e o sobrado n. 19,
rua de Mathias Fcrreira, este com gaz e agua
do encanamente, urna pequana mobilia e grande
quintal murado ; e aquelle com mobilia completa,
ou sem ella, jarlim, arvored s de fructo, cacimba
abundante e casa de banhos, com commodos para
grande farariia, ambos bastante arejados e pouco
distantes do litoral ; alm destes, mais tres boas
casas terreas as mesma rua de ns. 18, 36 e 39,
com sufficientes commodos : a tratar na rua Nova
n. 18, ou no mesmo palacete.
Licoes de piano.
Urna senhora portuguo/a, ch^gada ltimamente
de Lislna, oiferp casas de familia e por pre.o razoavel : podenda
dirigir se ruada Aurora n. o. primeiro andar.
Moldadores
Na /ondicao de C. Starr 4 C precisa-se de dous
ou tres aptos moldadores.
Dinheiro
Pre^isa-se de 1:000* por seis a oito mezes, pa-
ga-se o juro de I6 por mez, dando-se garanta a
contento: <]uem tiver annuncie aonde eleve ser
procurado._______________________
A' cocheira de carros de aluguel, de
Antonio Domingos Pinto,- rua de Santo
Atnsro n. 1, acaba de chegar de Franca, o
mais bonito e elegante carro Landou, nico
que existe nesta cidad. Os Srs. noivos e
mais pessoas que desejarem alugar um carro
de bom gosto para casamentes, baptisados,
ou visitas de cerimonia, sao convidados a
virem ver e desengaaren! se com seus pro-
prios olhos. Na mesma cocheira ten* bo-
nitas calecbes, victorias e carrosabertos para
alugar. por presos razoaveis, com toda a
pbntualidade, para o que tem muito boas
parelais, arreios novos e bolieiros decente-
mente fardados e moralisados, o que bem
raro nesta classe.
Maximiann Lope- dos Santos faz sciente ao
respeitavel publico e com espeeialidade ao corpo
commercial que Be acha estabelecido com loja de
fazendas na eidade da Escada, rua do Commer-
cio n. 3, antiga casa do Oeodato Luiz Francisco
Sfonteiro.
Escravo fgido.
loOOOO de gratificacao.
Ausentou-e desdo o dia 13 de maio de 1872, u
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bastante ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro olnos grandes, i
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar.i em 5.
Lourenc/i da Matta, onde consta ter prenles, foi
escravo dos Srs. Adriano A Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalveg Bastos, negociantes desta pra
;a; de todos estes senheres foi cozinheiro, tere
sido visto por pessoas qne o conhecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o rua do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificacao cima deca
rada.
0 BACHAREL
Joa Goncalves da Silva
Mnlarroyos
Q? Advocado na corte, a roa
de S. Pedro n. 9.
' Se enearraft d nefocios forenses e
fui administrativos.

- Preri-a-.-e iV un a ama ^r.i ridiitial : na
rua d I'puIm n i.'l, 1" an.l;ir. __
PriHswa-se de nna anu de Itte srin lilho :
na rua di IVnha n. H, I* anflar,____________
ma HT'ria-se d .villa, p^p^ g^-vj^,, imerii e entumo Je una
casa de uas p^Moa* : na ma do Curonel Suas>u-
na (antiga rua AuguaU) n. i88._____________
Ama Precisa sede ama ama, rom urgencia,
Aiitai p,ra Cin g pequea familia, prefe.e-s
escrava : na rua da Uniio n. 49.
Precisa-se de urna ama para com-
prar e cozinhar para casa de duas
peooas, paga-se bem agradando : a
tratar na rua da Poute-veiha n. I.
AMA
Ama S* rua do Apolle n. 32 precisa-se de
- vina nnu ^ para engonumdo, preferindo-
se escrava.
SI BB M Precisa se de duas amas,
m l /w %ef>o "ma i)ara ''"""umr
#m 1 II ifk e faxer oulrn* sl'rviV'0S do-
W% i II /ffW me*r"<- e uulra Para fn
-ff'"i u=g=' ISral unhar e lavar, em casa de
pequea familia : na rua do Capibarbe n. io.
Offerece urna ama para casa de pouca fa-
milia, ou humeni solteiro, eozinha com perfeicao,
t muio fiel: quem precisar dirija se ao becco
do Sarapatel n. 1, primeiro andar.
AMA
rua Nova n. II, loja.
Precisa-se de urna ama pa-
ra comprar e cozinhar para
3 ou i pessoas : a tratar
AMA.
tetro.
a rua Nova n 6 precisase
urna ama para comprar e co-
zinhar, em casa de hornera sol-
Na prar* da Independencia n.
nma ama
para 3
A II Na prar* da Independer
jyl A 17 e 29, precisa-se de nm
i"l ix para comprar e cozinhar,
pessoas.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Bautista da Rocha, de
voita da Europa, continua a en-
earre.ear-se d eonceriar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
ouiro objeeto : rogando a seus
amigos e fregnezes o obsequio de
procura- lu na trave sa da rua das
Cruzes n. 14, I* andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, qne o encontrarlo prorapto a garantir
seus trabalbos e a faze-los por procos mdicos.
**$***$$* *8000
0 Consultorio homeopa- 0
thico 0
*
Do
0
Dr. Santos Mello
41------Rua do Impera k>r------41
Consultas todos os das das 11 i da
Urde. 9
Gratis aos pobres. jgt
Residencia rua Nova n. 7, segundo i
9 andar, onde d consultas das 6 as 9 da
manii e das 3 as 5 da tarde. MC
X Chamados a qualquer hora.
#00009 00000 000
Escravo fgido.
Boa gratifleacito.
Ausentou-M a 30 de juuho ultimo o escravo
Martinho, trajando calca de la escura, camisa de
madapoln, chapeo baixo de pello branco, e con-
duzindo um baiaio de compras, cora urna calca de
l enxadresada de verde e um par de botas. Este
escravo tem 18 annos de idade, cor parda alaran-
jada, cabellos um pouco respos, testa larga, esta-
tura regular boa figura inteligente, bom copeiro,
cozin a soffnvelmente, e dosennfia-se que sabe ler
e escrever um ponen. E' natural ila Serra do Mar-
tina du Rio Grande do Norte, onde tem familia, e
resida o sen primeiro senhor Consta que tem ap-
paiecido no bairro da Boa-Vista e em togados, e
suppoe se que, como seja cozinheiro, tenhase con-
tratado com alguem em urna daquellas lre:uezias
Roga->e a apprehenso do dito escravo, c nduzin-
do-o rua do Conde da Boa-Vista n. 51, ou rua
do Bom Jess n. 3, onde se gratificar generosa-
mente. __________
Talho para alugar
Aluga-se o bem conhecido ac. jugue do pateo do
Par.>izo, com balco de pedra inannore, com cepo,
balanzas e pesos : a tratar na rua Primeiro de
Mareo, antiga do Cre-p loja do Passo, junto ao
arco de Santo Autonio n. 7.
Com pra-se um escravo que xa iba le
de tatioeim, prefere se que rau seja m !:
tar n praca da Independencia n?. I'J c 21.
[
r-KM.
At vir.
O Sr. Jos Alves Machado Guimaraes pela se-
gunda vez rogado a vir rua do Imperador n. 28,
a negocio de seu interesse.
Quem annuni'u pre isar da quantia de
1:0005 a premio, dando garanta, queira deixar
carta nesta typographia sob as iniciaes A A.
.Na rua da Santa Cruz n 18 lava-se e en-
gomma-se com perfei;o, tanto roupa de hornera
como de senhora, quer por peca, quer por mez,
sendo para hornera, camisas a ICO r., calca a
240 n. colete a 60 rs., paletot a 400 rs., e por
mez 2000U ; para senhoia ,-e far ajuste por
mez conforme a roupa.
Aliento
Quem achou um bilhete da lotera do Rio de
Janeiro de n. 1803 da 4' lotera (465), e quizer en-
vegar pode vir rua do Rosario n. 13, que ser
bem recompensado. ^^^^
- Aluga-se barato urnas meia-aguas, novas,
na travessa das-Barreiras, becco do Aquina : a
tratar na rua do Cotovello u. 25.
Precisa se de um eaixeiro que teuha pratica
de taverna : na rua da Aurora,1 n. 33._________
- Thomaz de Aquino- Fonseca 4 C. Successo-
res, administradores da massa fallida de Jo) Hy-
gino de Souza, convidam pelo presente aos credo-
res daquel'a massa, que anda nao apresenlaram
seus ttulos, o facara no prazo de oito dias, a con-
tar de boje, a lim de serem qualicados os crditos
respectivos. Recite, <6 de agosio de 1873.______
Afogado
Roga-se ao Sr. Tito Francisco de Mello o espe-
cial favor de vir rua do Conde da Boa-Vista n.
87 a negocio de sen interesse.
\'-nli---i' i:.,:.-: ;-;i-., ',.!'- nS r, a di ll,r
gosn. 15, tein 2 sala*. 2qu.iilos c .. i'.;i lorie
quintal, chao proprio: a tratar na r:;a ra "an!:i
Cruz 11. 1, quilquer lufa i! 1 ili.
Vinho verde de Bastos,
superior
Em ancorelas e caixas de urna diuia, tem para
vender a preco eonunodo, Joaquim Jos Geneal-
ves Bellro & Filho : no escripturio, rua do
Cominercio n. 5._________________________
Verdadeiras bixas harabur-
guezas.
As nnicas chegadas neste ultimo vapor francez:
na rua da Cadeia do Recife n. 51, primeiro n
dan_________________
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vera a este mercado;
na ra do Mrquez do tiliuda o. Si.
Venda de casas.
Vende-se urna ca-a terrea moderna, cora gaz,
terreno de marinha : na rua da Concordia n.
133. Outra casa terrea tambem moderna e era
terreno proprio, na rua dos Coelhos n. 18 : a tra
tar com Marcelino Jos Lopes, na rua do Uonde-
go, olaria n. 63. ___________________
Mobilia
Vende-se uma mobilia grande de Jacaranda, cora
p..uco uso e bem conservada : na ma do Baiu
do Triumpho n. 96 (outr'ora do Bruin).______
Boa nova
Vende-se o sobrado n. 29 sito rua da Moeda,
com dous andares e soto; um djto na rua do
Apollo u. 45, com tres andares e soto ; uma casa.
terrea na rua do Fogo n. 30 ; uma dita no Areal
do Forte n. 14 ; um pequeo olrn de ferro e cai-
xas com vinho fino du Porto : a tratar com Joa-
quim Alves da Silva, na rua do Coronel Suassiina
(an'iga de H >rta>) n. 17. ____________
Nova remessa de cha, fumo
e rape.
Amaral, Nabnco 4 C, venden cha preto e ver-
de, fumo ingle/, para cigarro e cachimbo, e rau
francez e nacional : no Razar Victoria rua do
Baro da Victoria n. 2.____________________
Vende fe o sobrado do um and ir so na
rua Imperial, "auto da travessa do Lima, prximo
ao chalariz, o qual esta situado era lugar muito
apropriads para estabelecimento commercial, a
que se tem sempre prestado, V>m bom quintal, ca-
cimba etc., e tambem e arrenda. A tratar na
rua do Hospicio 11. 3b, das 7 s 11 horas do dia e
das 3 as 6 da tarde.______________________
Angulas legilintos.
Vende-se em casa de Okel Bindloss A C, na
rua do Rom Jess n, 11, os verdadeiros angolas,
que finara da casa dos Srs. T. Jeffrries & C.
Bom negocio
Vende-se o hotel n. 30 da rua das Larangeiras,
bem afreguezado : a tratar no mesmo.________
Vende-se duas moradas de casas, senda uma
em Tigipi e outra no Barro, fregnezia dos A toga-
dos, ambas em solo toreiro : a tratar na rua de
Santa Rita-velha n. 14, andar.
Mi na ivs IiK'io. -j
Kis eswzas.
20 -K:;p >, CY-pr, 20
['i : i! :. !",;; :,. ,-,-. e.j'.s
1 -ti : r ?i :.-. 11 <-.v.ul.i. pa-
ra ..ealiar ; l-.u ..-no. di:> w. ain airas.
Algodao <\c listras
Algod.io de 'i-is aineri.aii'i, com pequeo de-
feitci, a 3o r?. o corado : rja roa do ''respo n. 20,
loja e Guilherrae k II
Brins de cores
Brins de linlm de core- 1 4*'fl <> 440 r. o cova-
do : na rua do respi n. o, loja de Guillierme
k (lompaniia.
Alpacas.
Alpacas de lis'.ras, lindos padrocs a 500 r?.
envadn.
Cotehaa adama.ccadaa a 4j.
Ditas hranraa d crocit 1 5j.
C.olierlas de chita adamascada a 3J500.
(Mierloros de la nsenrna a 2i.
l.enfiM's de bramante a 25.
Toalhas alcoclt"adas a r> a duela.
l.pne"s i!e ca*>a ala+nhadm .1 24 a duzia.
Pitos ditos com barra a l a duzia.
Ditos diras de espnilo a 'li'CO a duzia..
Cainliraia lisa a l e UtOO.
Dita Victoria lina a 3.'800.
fortes de 'tasemira fina a 51
Cretone, lindos padrffn a 440 rs. o covade.
Cliias rxas a 2ihi rs. o rovado.
Ditas verles e de ores MU.
CauriVaias de cores a ?8il rs. o corado.
Hrim p.ird a 400 e 440 rs. o covado.
Brim luna, hranco, a UOOO a vara.
S na run do Crespo n. SO, luja de i7uilherme
& c.
Colchas.
C lebas brancas o de c'ires a 3<"i(iO na rua
do Crespo v. ?0 li ja de Guilherme 'I.
Cambraia preta.
Camlir.iia preta rom listias a res brancas,
proprias para luto, a 24" rs n covado, barato :
na roa do Crespo n. 20, laja de Guilterme J C
Madapol.ao araado.
Madaiud.io avariadn de diffrfrntes preroi : na
rua do Cres|io n. 20, luja de Gtfi'hernM A C.
Camisas inde/as.
Camisas npJeras fniRida9. com ae'-to ilc linho,
pelo diminuto rern de uSiftfHi a dozii p 35-O
cada uma : na rua do Crespo n. 2li, loja de Gui-
llierrne & C.
A
dinheiro
Para noivas.
. Pillar das Alagoas
Na rua do Conde da Boa-Vista n. 87 precisa-se
fallar com o Sr. Venceslao Jos Baptista a negocio
de seu interesse.
Aluga-se uma casa terrea com sotao dentro,
no becco dos Burgos n. 23 : a tratar na rua do
Vigario n. 33, com Joo Jos da Cunta Lapes.
Aluga-se a casa terrea da rua do Coronel
L-imenha n. 20, limpa, com quintal grande e arbo
risa do, tendo 3 quart is no quintal e um ga Dinhei-
ro, e portao para a rua do Jasmim : a tratar na
roa OOENCAS SECRETAS
Gh.ALBERT
. VUH0 DI aatMFtMlUH : Imntgena,
alpofca, bortmlhaa, nlceraa, vicloi del
I sangne, dabilidade, tamora.
OLOS iBMUnoe 1 Commentoi recentes I
I ou litigo; flore brancas, cores paluda* I
Part, 11, r. MontargotU. Volbeto gratt* I
Deparito em Ptmambueo, A. RKQORD. |
^"tf .
-NiBoa Vista, rua da Couccrtion 33, compra-
se uma c^sa (erra Coiu cuinojoJo.s n<>u familia,
ou 1 teirei-.o i.oiu propoi(espa.a .Jioear-se uma,
porm ao 1UB.M110 baino e com pretereiieia as
rua* da Concei(*ao, dos Pjres, do Jebo, etc.
53-Rua Duque de Caxias-53
Augusto Porto recebeu novo? vestidos de blond
ricamente bordados, com sombra de fiiperior se
tm branco e flores inissimas para noivas, o que
tem, vindo de mais gosto. .Xo mesmo estabeleci-
mento se encentra tndo o que necessario para
enxoval de casamento, como sejam : colxas de
seda, ditas de l eotn seda, cortinados bordados e
de crochet, fronhas bordadas, sedas prela e de
cores, popelinas brancas e de cores, ricas chapcli-
nas e muita variedade de fatendas que vende por
commodes prejos.
^ Fazendas baratas.
0 Run lo Crespo 11 f O &
A Chales de-cores a l-j'i >. Xj
2 Cambraiasde cores a 240 rs. o covado. ^
fl Saias bordadas a 64OOO I... W
Vestuarios de fustio liara meninos a gj
_ 4v oj. at
9. Grosdenaple 0. gorguro do seda preta%
m a 1 tino e 3o0i>. ,-;..
Hadapolo bom a >.
Algodo largo marca T ;. '. 3 Kt
%*. Algodo azul americano a 320 rs. i%
*[5 Saceos vasios para assucar e fariuha ^"
0 a 320. 9
AttenQo
Veude-se uma partida de 88 lencos de la-
byrintho, de muito gesto e hora trabalho : fina
ra do Mrquez de Olinda n. 39, primeiro andar,
esciiptoiio de Luiz Goncalves da Silva & Pinto.
Vende-se tres hynothecas de pequeos valores
em predios nesta eidade, todas vencidas e dupla-
mente garantidas: a tratar na ruado Hangel nu-
mero 37.
II 45.
Rua do Queimado, em fren-
te pracinha.
1/ barato !!
Madapolao fino, largo, com pequeo sujo, a 4.
4^500 e M a pe<;a.
Alpaca de cores finas a 400 ris o covado.
Lencos abanhados, brancos, a l60J a duzia.
Lzinhos de bonitos padrocs a 280 e 320 ris o
covado.
Chitas de cores a 240 ris o covado.
S o n. 41 rua do Queimado, loja de Guerra
& Fernandes.__________________________
Farinha de milho
Vender farinha de milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos procos seguiutes : grossa para
migunz a 100 rs, dita para ang, pinto e passa-
nnhos a 100 rs., para cangica e pao de provenca-
a 120 rs, epara ensena a 140 rs., era arroba
mais barato : ua rua do Cutoveilo n. 2a._______
Vende-se cocos com casca para embarque :
na rua do Bario da Victoria, outr"ora rua Nova
n. 49._______________________________
Vende se carvao para ferreiro : na rua do
Brnm n. 79.
Doces fructas e flores.
Na rua da Cruz n 6 tem sempre todos os das
uteis, sorvete das 11 horas pra diante._________
Verniz do gaz.
Para vender na rua do Vigario n. 13, e na rua
do A mor m n. 14, a relalho, ou em Larris. A
companhia do gaz de Olinda tem estabelecido seus
depsitos para venda de verniz do gaz, nos luga
res aoima indicados, muito prximo ao embarque
no Recife.
Aliento
Vende-se algodo da Baha em f*rdos. a reta-
Iho: roa Primeiro de Marco n. 8, loja
Vende-se um carro 'de alfandega em per-
feito estado : na rua do Conde da Boa-Vista n.
32, antigo Camiaho Novo.
Aos senlores fabricantes de
cigarros.
Papel de core?, resmas grandes, aortida a 9j.
Dito de dito ditas, assetinado r n.nito ecorp&do
9 000.
Dito de seda (oais conhecido por seda de mi-
lho) do verdadeiro, francez, a 2t o o eartao de
lO.d o ni irtalhas.
Dito de Hubo lino do larcellona, marea martil-
lo, '< OOO.
TOtn de dito dito, marea Manea, 3a>30" a resma.
Dito de trigo, resmas grande-, do verdadeiro de
Bareelkma, a resma.
No armazem !c los Pminpue? do Carmo e
Silva, ruada I/adre de Dos n. i0 A. armazem do
fuma
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumos em folhas, muito vrlho, cheinso o forte,
para fiiinar-se, da safra velha, c dos melhores lu-
gares de S. Flix, Xazarelh, da provincia da Ba-
ha, sin vendidos a dinheiro i vista por prejes
muito reduzidos.
No arman m de Jos Domingue? do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dos 11. 10 A, a.-;nazein do -
fumo.
Alhos a 40 r. a niounc^a e gaz *
a 55800 a lata.'
No armazem de Jos D- mingues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dees n 10 .\, arciazem
do fumo. '_________
GlApE
'echincha
Ser possivcl!
A rosa brinca vende chita- finas de cores srga--
ras a 240 c 280 rs. o covado, a cseoUter.
Querem ver que lindos ves-,
tidos !
Venham n-a branca comprar granadinas bor-
dadas rom llores e lis'ras do rores, esta rmeimait-
do a 1-5 o eovalo; lodo- vendem por U40".
Nova remessa
A rosa branca receben las finas" com liatraa di
pora sed;i, e vende a 80o re. o cavado ; sempre se
van lea por 1520!'.
Hadapolo francez limpo
A rosa branca vende a pe.a a 7,todos vendem
igual a 9i, e qem duvidar venha ver.
A r a branca reeebeu um grande sortimento
de chapeo de sol c vende muito barato na rua
da hnperatriz n. 86.
Bois.
No enpcnhn Boa-Viafa, do Cabo, vende-se
bois refaitos, assira como, mansos para earrocas.
Peitorai de Cereja
do Dr. Ayer.
Par Molestir.s da Oarf!nt, Poito,
6 Pulmoes, taes como Tosses,
Conspaccs, Defluzos, Coque-
luche, Bronchitis, Aathma, Con-
Buicpcao ou Tsica pulmonar, c.
Antes de appsrecer o PEITORAL nnnea a historia da
medicina vira pi-eparaco alguma que tao uniersale profun-
damente ganhasse a coufianca do genero humano, como esta
exceUentissimo remedio para infermidades pulmonares. Du-
rante longa serie de annos, entre qnasi todas as racas dos
humen vai gozando cada vez de milis alta reputaco e re-
nome, como o melhor protector contra estas molestias.
Ao passo que se adapta perfeitamente as formas mais bran-
das das molestias, e as enancas e meninos, e, ao mesmo
tempo, o remedio mais eficaz que se pode produzir para im-
pedir o progresso da TUica insipiente e todas as pengosas
affccces do peito e pulmes- Como antidoto contra Maques
repentinos de Croup, todas as familias devem o ter en snas
cazas ; e em geral, como todos sao sajeitos eonsopseoes o
tosses e bom estar-se sempre prevenido com Um poderoso
remedio.
PosUMjue a Tiiiea Declarada e tida como sem cura,
ha portanto grande numero de casos em que esta molestia
pareca ser declarada, mas que se tm curado radicalmente
pelo uto d'este PEITORAL DE CE BE JA.
.Milhures de casos de MolettUu 4a Garyahta e pnlmes
que tiuham baldado todas as expedientes d pereca humana,
teem cedido a influencia do PEITORAL DE CEREJA.
Os Cantor e os Oradore* acharo o Peitorai mu ix-
oelleute protector contra molestias, e de grande serventa
para ajudar a voz.
Sempre allivia a Atthma, e frequeotamente a fiu desap-
parecer uteiramente.
Em doses pequeas e repetidas, regularmente cura a
EronehltU.
Para ContHpadr e totmei, nto poesvel encontrar-se
milhor remedio. Toma-se em doces pequeas trez vezes
por dia, e a noite um escalda pea, ato se curar a molestia.
Para os De/twmi, quando enectam a garganta, deva-se
fazer o mesmo.
Para a ToaM-etyana on CoaueIi(A, da-ee.em pequeas
dones tres ou quatro vezes por da.
Para o Croup, doses grandes e wpstidas, at se vencer
molestia.
Bflkctivamente nemhuma familia lleve pastar tem o PEI-
TORAL, para se defender contra os Maques repentino
das molestias cima mencionadas. O ten emprego com tem-
po, multas vezes poupari ao.infcrno muito soariraejito e
peiigos que occorreriao se tivesse de esperar para outrb aux-
ilie. Paes e maes, conservae este remedio sempre em caza.
Vidas preciosas se vos podara talva-.
As virtudes d'esta preparacio Um te tornado Um vul-
garmente conhecdas, que nos dispensamos de pubeat so "i
attestadoe de algumas de usas grandus curas, a aos limitamos
ttsegurar ao publico que estas virtudes que o potree
sempre te conservario'.
rBEPsatno roa
J. C. Ayer & Ca,tLoweU, MaaSn E.V.
VSOTDS 8K FOR
fy
*
I-----
--


6
Diario dePornambuoo Quinta feira 21 de Agosto de 1873.
===
>

Em
T~
S NOVIDADES
fazendas de gosto
LOJA E ARMAZEM DO PAVAO
N. 60 Ra da mperatriz N. 60
ii<:
FiaSIRA DA SILVA & GUIMARS3
Os propnetarios (leste importante estabelecimento, participara ao respeitavel publico
desta cid.i'lo e aos seus numerosos freguezes que aeabam de receber pelos ltimos vapo-
res de F.uropa, um grande sortimento das raais lindas e mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de scnhoras e meninos, assim como tambera um grande
sortimento das melhores fazendas de lei, que se vendem por presos muito em conta, s
com o fi.n do apurar dinheiro.
As pcssoasquo negociara em pequea escala, neste estabeleciraonto podero fazer
os seus surt.nentos, porque so Ihes tender pelos procos que compram as casas estran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deiando penhor, ou mandam-se levar em
casadas Kxraas. familias pelos caxeiros.
500 rs.
Na loja do Pavo.
LAZISAS A 300 HS.
iZINHAS A 300 RS.
LZINHAS A 31)0 US.
O I'avao recebeu um grande sortiinento
Este estabelecimento est coustautemente aberto das 6 horas da mauh s 9 da noute
Aos dez fil eovad >s de lsinhas' 0 p,vanB^0L's VT00,
O I'avao recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, burnoos dos mais lindos goslos
que. at boje sao conhecidos e em relajo
sua excessiva barateza, convidam-se as
Exmas. Sras. para verem o que ha de mais
novidade neste artigo.
BRAMANTES PARA LENCOES.
O Pavo vende superior bramante de al-
dasmais lindas lzinhas para vestido de su- godo,tendo 10j>almos de largura, queso
nhoras c de meninas, com delicados padres Prec'sa de i 1/4 vara para um lenc,ol a
miados o fraudas, que vende pelo baratissi- "6M o metro ou 1JJ800 a vara,
mo prego le 300 rs. o covado, por ha ver Dito de linho fino superior e muito en-
gran le por<;o. E' pechiucha, na ra da corpado, cora a mesma largura a 2JP400 a
mperatriz n. 60, loja Jo Pavio. vara-
HOVOS VESTIDOS A'2 DE JULHO POR Ditos francezes muito tinos a 2JJ500 e
125000. ,331000.
O Pavo recebeu um elegante sortiinento Pea de Hamburgo e panno de linho, ten-
dos mais lindes e modernos cortes de cam- do c ,in 20 c 30 varas Para todos os preces
bicia >ara vesliJos, sendo a uso da corte e.e qualidades.
2 de jnl'io, com os mais bonitos cnfeites, e Ditos de bretanha de puro linho, tendo 30
tendo bastite hienda : assim como baba- jardas, pelos precos mais baratos quesetem
dos, reas, recifliz e ntremelos, sufflcien- v'3l-
tus para as guarnie,es, e vende pelo bara- I'echinchas de finissimo esguio ou silzia
to prego do 12-5000 cada corte. N& loja C(>m 0 jardasa 7JS000.
COMO sAo iwm! \
Os lequcs iodos de madrcpcreu,. trancos e de
cores e que razan o distico-NIAO ein lemas
tambera do 'madreperla em alio relevo, un -
nando-se por isio apropriados para noivas, a O-
VA ESPERANQA ra Duque de Caxias n. 63
(antiga do Queimado) quem os Jera.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, mcios aderecos, cruzas,
corac5e8 e cassoletas, que esto oxposta ba '
escoha das Exms. (amantes do chique) vende-se
na Nova Esperanca, /ua Duque do Caxias
a. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanfa a ra Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um liado sortimento de bo-
oecas de militas qualidades, viudo entre ellas as
engrasadas nonecas de borracha, assim tambera'
urna pequea quantidade de bonecas pretas que
se toraam apreciadas pela sua norMnae.
Ebem ut
A Nova Esperanca ra Duque do Caxias n.
63, leeebeu verdadeiro cmwato glea, prepara,
yo para concertar porcelana-re ul.
Vestido peromb
Muitas veees um vestido torna.se inteiramente
feio, gmente por estar mat enfeitado : a Nova Es-
peranca ra Duque de dixias n. 63, remove
este mal; porque est hem prvida do$ melhores
galSes e franjas de todas as cores, pnde pode es-
ooiher-se vouiade sobiesahlndo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pe)| su varieda-
de de cores, dea bem em qasi todas as fazenda*.
A ella antes que se aeebe m.
Bolas de borracha
Veodem-se de todos os tamaitos ra Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
Cabellos breos s tem quem
quer
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
-
do IV. .o na da linperatriz n. G0.
LZINHAS BORBADASA 400 RS.
O COVADO.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das_raais indas lzinhas transparentes com
loriabas, bordadas, tendo do todas as cores
inclusivel rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo prego de +00 rs. o co-
vado. IV pechincha, na loja do Pavo ra
da mperatriz n. (io.
LAS MODERNAS.
O Pavio ven Je um bonito sortimento de
lzinhas lisiradas sendo das mais modernas
tjoetam triado ao mercado, pelo baratissimo
preco de 500 e G00 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
rtir u. 60.
AI.I'A AS LIVRIDASA640RS. O COVADO.
Cbegou para a loja do Pavio um elegante
S" das mais lindas alpacas lavradas
di f>r '.s s u lo as cores niais modernas que
Uiii vi lo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissi-iiti prece de (10 rs. o covado. E'
! i, a toja do Pavo.
I1ASAS r'RANCEZAS A G00 EG10RS. O
METRO.
O rvSo r ceben um magnifico sortimen-
; ais liadas cassas fran ezas, do r,
ii mais liiniitus diMonfa s
Pegas de lnissima silezia com 30 jardas
a 35S>000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 2JJ000 a vara.
>. ali-as do caseuiira.
O Pavo tora um grande sortimento de
calcas de caseraira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos e em fazenda, dos mais finos e
mais dovos que tem viudo ao morcado, e
vende-se por barato preco para apurar d-
nheiro, assim como cairas de brim branco e
de cores, por presos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 1J?800 E 2#000.
O Pavio vende duzias de lencos brancos
abombados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 29000 a duzia.
Ditos tarabem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 3#000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 35JG00
MEIAS CRIAS A 4 E 50000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meias cruas, ia-
glezas pelo barato prego de 419000 o 5JS000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa G-2000, 7^000,8^000 e 10000,
Una do llanto da Victoria n. 22.
DE
Garnoiro Viainia.
A' esteagrande estabeloeimento tem che-
gado um bota sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultima fuente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anuo, c tendo um
perfeito artista para ensinar as raesmas, om
63, acaba de receber a verdadeira tintura de Des- qnalquer parte desta cidade, como bem as-
BAZAR NACIONAL
Ra ta mperatriz n. .72
DE
Lourenco Pereira MendcsGuiuiaraes
Declara a seus fregueze^quo tem resolvido vender o mais barato que for possivel,
saber:
CUITAS A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria-, a 160 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
nais bonitos deseah a midos e e. um Sran,,e sortimento de meias inglezas e
leudo padres oscuros e outros que j francezas, para senhoras, que se vende por
Sum-vohi para luto, e vende a G00 e 640 rs.
< metro i ; 364 e 400 rs. o covado.
LAZLNHA'S MODERNAS COM LISTRA DL
A A 64.0. e 15200.
o ''va i receltcu um elegante sortiinento
de li com listras le seda assetinada, sendo
as i tas que lera vindo ao merca-
do e com v> mais delicadas cores, e vende
pelos 1> itos priscos de 640 rs e 15200.
A,. como oulras muito bonitas com Usuras
sen. ser .1 se la,
rs.. i- las e tas
, <.'' vende a 506, g;u e 8oo
i;"is sao onodernissiinas. L*
per i r, na loja do Pavio.
Ol'i.. i recebeu um grande sortimento de
ehajas le >res fixas, quo ven le pelos bara-
tos )> le 2*0 e 280 rs. o covado. Ditas;
aras fazenda muito superior, com n'ovos
padrdes a :;2 e 330 rs. o ovado.
.Dita muit i finas pa Ires alaros em leci-
4is de peri ales, com barra de cor ao lado e
i a :i0 e 'i0.) rs.
p tas com tecido de crctone, fazen-
da muito i| erior a 3.0 e 400 rs. o'co-
vido.
Ditas edros., miudinhas, proprias para
r id ii i: auras a 300 re. o covado. E'
| '.;>. im loja do I'avao.
I fl.iM a 500 rs. o cavado.
aben um elegante sortimento
d is modernas baptistas de cores com
i mi ihos 6 gradossfcndo proprios
para vestidos e roupa de criaece, pelo bara-
tsimo prego do 500 rs. o covado, afancan-
do ser gr.iii.ie [iccbiucha !
Curien 4c caiubraa. ukiiua no-
*;'ac5<. a J-OO.
O Pavo recebeu pelo ltimo vapor de
Eoriipa, cortes do cambraia branca com ba-
badinlis ricamente bordados, tendo fazenda
Oficente para vestido de qualquer modelo,
estes vest los sao os mais modernos quo tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza toniam-se rceommendavois s souhc-
ras d> h un gusto.
Ditos com baba los de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 9$000. E' grande pe-
chineln, tu Bazar do Pavo rua da mpe-
ratriz n. G0.
CORTES BE CAMBRAIA
O Pavio recebeu os mais
cambial i ,.ranea bordados para yesticlb, que
vende pelo barato preco de 20-5 e 30J000.
COR rES DE CAMBRAIA BRANCA.
O l'avo receben um lindo corte de cam-
braia branca com listras assetinadass
vende pido batato pre.;o de 6JJO0O.
Ditos o im listras de cores, leudo 8 varas a
4JJe 5$000. E' pechincha.
ESPART1LHOS.
O Pavo recebeu um grandq sortimento
deospar'jios tanto para senhora conio para
menina, que vend pelo barato pre.o de
39000.
Ditos muito finos* 45 e 53P000. Sao dos
mais moderuos qu e tem vindo ao mor-
cado.
CAMBUAIS ABEUTA8 A 99 E lOWOO
O Pavo receutiu um elegante sortimento
das mais linas cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vende, pelo barato
preco de 93 e 1OJP0O0 o corta, tendo fazenda
bastante para vestid". E' peehiachaua loi*
do Pavo ru di. mperatriz n. 60.
BORDADOS.
ricos cortes de
que
preco muito commodo.
MADAPOLAO FRANGEZ a 62000 E 7JJ000.
O Pavo vende peras de raadapolo fran-
cez, que semprese vendeu por muito mais
dinheiro e liqutda-se pelo baratissimo prego
0J5000 e 73000, por ter feito urna grande
compra. E' pechincha.
Algadaozinho a 4cOOO.
O l'avo vende pegas de algodozinho,
muito b,ja fazenda, pelo barato preco de
i? ti "i-ooo.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalbas o lencdes a 63>000 e 7jf00.
CAMBRAIAS.
O l'avo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 2^500
3-5000.
IVras de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 4$, 59 e GjSOOOs
ate a mais lina que vem ao mercado.
PAXNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de"}
balanco, para ditas de guarnico e para so
f, que se vendem muito em conta.
COI.XAS DE CROCHET A 69 E 89000.
0 l'avo vende clxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo preco
de 69 e 89000.
Ditas de fuslo acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 460Q0.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DEAS SA1AS
a 49000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da mperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
.Na luja do Pavo ra da mperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e cora delicados
enfeites de cor, proprias para senbora, garan-
tid! a-se sercm das mais modernas .que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terom sido remettidas por um dosme
Inores fabricantes de Pars, e vende-se pelo
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 6# e 89000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
precos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos preco,
de 29000 e 29500.
Ditas com guarnigio de pregas e borda-
dns a 39500.
Algodilo entestado a ltyOOO a
vara.
nous para tingir os cabellos, o que se consegue
(emprejraado a) com muita faeilidade, e por este
motivo, cabellos brancos tem quem quer.
Estao na moda *
Os tinturos de couro, proprios para senhoras,
?ae recebeu a Nova Esperanca ra Deque de
axias n. 63, ostao, sim, seabora, estio na moda !
Se queris ter ou preparar-um raraalhete de
eheirosos cravos brancos para o voseo casamento,
ou para ontro litn apropriado, necesario ir
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 43,
que all encontrareis os melhores portt 'tovquets
que se pode desojar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-j
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado colhidu por quem tem fcitp uso dessa
inoftensiva preparacao a tem altamente concoitua-
do, e por sso apenas se faz Icuibrar a quem no-
vamente dclla precise e queira se acroveitar do
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido para o mesmo uso, e to acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do Duque dj Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas -voltas e brincos de
grosso >ljofares de cores, e como sempre conti-
nua a vende-las por preco commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, ra DiKjrte de Caxias n. 50,
recebeu novas C(Ucec.oes ou normas para as enan-
cas aprenderetn a escrever por si mesmo, hoje* tito
usadas as aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por preso commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'agnia branca, ra Pnijue de Caxias
n. 50, recebeu novo sormentu daquellas ta pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos conimodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, o- outras a imitado de
croch, e vende as pelos baratos procos de 3,
ij e 6000. A fazenda boa 6 est em perTeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrae-
cao
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantjdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'agnia branca re a Duque de Caxias
- 50, receben urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l e seda, en-
neltadas com arminho,' obras estas do muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como.sempre conti-
na a vendo-Ios por precos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e pratcados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que de Caxias n. 50.
sim concerta-las pelo tempo tambera d'um
aano sem despendi algum do comprador.
Neste estabelecimento t-.mbom ha pertengas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pega que seja necessario. listas ma-
chinas trabalham com toda a perfeigo de
um e dous pospontos, Tranzo e borda toda
qualquer costura por fina quo sija, seus
pregos sao da seguinte qualidade : para tra-
balbar a mo de 309000, 409000, 139006
e 509000, para trabalhar com o [< sao do
809000, 909000, 100900"0, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000, 20;)9000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
terago de precos, e os compradores podero
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedado de objectos que
ha sempre para vender, como sejain : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianga (altas), ditas para escolas, costuren
ras riquissimas, para senhora, despensavois
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros cora cali de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fin i, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros min-
ios artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nh at as 9 horas da noute 1
Eua do Baro da Victoria n.
_________22.__________
Nao lia mais cabellos
brancos.
TINTURARA JAPONEZA.
S e nicaapprovada pelas academias de
sck-neias, reconhecida superior a toda que
tem apparecklo at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do liedle, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1." andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
rea-o.
"BICHAS DE HASSBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-senapharmnci.'i e drogara de Bar
tholomeu & C, roa Larga dnsano o Un. 3.
SE.'.RBDO ECONOMA E CKI.ERIAE.
Obtein-se cora o uso
INJECCO1 SHOST
nica, hjgienica,radical einfallival nca-
ra das gonorheas, flores brancas e (luios de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
oflerece como garanta de salutares resultados
a continuada applicago que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
nico deposito parao Brasil, Bartholome'j
C., ra Larga do Rosario n. 3i.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 3C0 rs.
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 300, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a
19G00 c 29000. Ditas do pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CUALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales
rs. e 19000.
Ditos do merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
B0NETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
raens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500', 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodo, a 39500, 49,
c 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE L1QUIDACAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-so urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cjm
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORTES DE BRIM DE CORES A 19500.
Vende-se cortes de brim de cores par
caiga, a 19500 e 23000.
BOTINAS A 39000.
Vende-se botinas para senhoras, a 390C
39500, a ellas antea que se acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-sc camisas brancas,- a 19600, %9
29500, 39000 e 49000.
Caigas de easemiras de oores, a 59, 69
79000.
Palitts de caseraira, a 49, 69 o 89000.
Seroulas a 1(5 e 19600.
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a 44
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-so a duzia de lengos brancos,
de l do quadros a 800 2900O. Ditos com barras de cores a 39000
Ditos de linho a 59000.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas para rosto, a 800 rs.
19000.
GRAVATAS DE SEDA PHETA A 600 RS
Vende-se gravatas do seda preta, a 10*
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e M
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes para meninos, a 19500
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 59500
Vende-se espartilhos para senhora,
39500.
6I.\\AMMS

A80OBS.O COVADO.
Vende-sc granadinos cora listras do seda,
para vestidos de senhora, a 800 rs. e 19000
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 69000.
Vende-so ricas colchas do crochet para ca-
mas a 69000.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende-sp pannos de crochet para cadeiras.
a 15300e 29000.
CASSAS PABA C.OBTINADOS.
Vende-se pegas de cassas para cortinados,
com 20 varas, a 109000 e 129000, c outras
muitas fazendas emliqudago.

GRANDE REDUCQAO EM PRECOS
Attenco. Attenco.
Na loja de Soares Lcitc Irmaos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
Caixa do linha de marca, a 200 rs. dem idem de pos chnez, muito bom, a
Garrafa de agua florida verdadeira a-19200 500 rs. e 19000.
Abotoaduras para collete, do todos os Duzia de saboneles de amendoa, a 29500
gostos, a 2oO rs. e 39000.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito \ Frasco com opiata muito boa, a 19000 i-
do cordo imperial,
oriental de Kcmp,
boa,a 19000.
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
dem idem divina, a 19000.
Duzia de pegas
240 rs.
Frasco com tnico
19000.
Duzia de baralbos francezes, canto doura-
do, a 39000.
dem idem boira lisa, a 29200. -
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
19000.
Caixa de botoes de osso para caiga, a
200 rs.
Caixa de papel amisade, boira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes forrados, a 700 rs.
Lnvas de pellica com pequeo toque,
a 320 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
59000
Mago de fita chineza, a 800 rs.
19500.
Duzia desabonte? de anjinho transparon-
1 tes, a 29200.
dem idem com Dores, a 19*500.
Duzia de pegas de trancas caracol branca
a 100 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Sabonetes Glycerino transparentes,
800 rs.
Caixa do pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa do enveloppes tarjados, a 500 rs.
Loques de osso e sndalo para senhoras.
a 29000, 49000 e 69O00.
Fita de velludo de todas as crese largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Chapeos para senhoras e meninas.
Entromeios e bnbados transparentes e ta-
pados.
Botinas para senhoras, a 49000.
Retroz preto o de cor, em carre-
tel.
Linda* e elegantes caixinhas dos perfu-
mistas E\ Codray, Gell Frrese Ricger,
etc., etc.
Quadros com santos o estampas
Caixa de linha com i0 novellos, a 500 rs. juadros com santos o estampas separa
Resma de papel pautado, a 29800, 49000 das.
e 59800. Espelhos de moldura dourada, de todos
dem idem liso, a 29600, 39500 e 59000. os tamanlros e pregos.
Madaitlao bom a 44 a peca
Algodo T a fc S a paca.
Coxas ds fttstio, {mudes a-330o\
Toallisialpiids a 6< a titula
Lencos para tlonios, a 80" rs.
Bi-mi luto de puiy JiiUib a< fJ30O<'a vara'.
O Pavo vende algodo americano enfes- Cortes la casemira de ei*, m,
Coques modernos, a 39000.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000
Microscopios (sem vista) a 29000.
BONEC&S.
A maQonaria desmasca-
rada,
ou coTleccao dos artigos do Echo de Roma, analy-
sando' a circular do Cap. Pr. Fedcraco de 2i
de setembro de 1871, e aPrancli.-. do Ir.-.
Gomes Freir aolr.* Otti; assim como a deste
^/?0*mflfdatdtde*Coimbra aos'leTdcembro Bonecas do cera de todos os tamaitos, com camisolas e ricamente vestidas cada
do mesmo anno, precedida de urna carta intro- j ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamaitos, candieiros a gaz.
duceao e annotada por um redactor do Echo do. objectos de porcellana, gaiollas do rame, molduras para quadros, machinas para cos-
flT"'. 1 u ,L t tura, transparentes para janellas, e um completo o variado sortimento de miudezas,-que
Acata de chegar de Lisboa esta obra, e vende-se ,. tornarii
na livraria econmica ao p do arco de Santo
Antonio, prego 1*500.
tado e muito encorpado, proprio para toa-
lha e lenges, pelo barato prego de 19000 a
vara. t
Dit 1 fruncez sendo {rengado e multo en-
corpado, pelo baratissimo prego de 19280 o
metro.
Ciucmfras a flMNM e 99000.
O Pavo vende cortes de casemira france-
za, sendo fazenda muito superior que sem-
pre se vendeu por mais dinheiro. e qni-
dana-se a 79000 o corte. -
Ditos a 69000.
Luyas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sorlimento de luvas de
peluca, pretas e de outras cores.
Gramk li<]uite~
Na ra do Queimado n. 43.
Eui frente a Praclnha.
Lzinlas de qumlros a- *a-, UO e- Me- a>*aq f pplicado ainda cora ptimos resultados no
Chitas Picores sagas a.4M d'180 rs; 6 covado_
E" barato!!!
Liquidarlo dinheiro
Ja ra da Cadeia do Recife, loja que tem urna
tandeirola com este titulo, e e?tao vendendo fa-
eridas multo baratas : quem quixer-lazar econo-.
aaia deve ir comprar antes que se -acabem, pois
Iuem arrematou a loja-tem de entrgala por estes
as.
Bom negocio.
Vende-se o engenho Camevozinho, copciro ebom
moedor, distante da estacao de Agna-Preta tres
legoas, pode safrejar de 3 a i ,000 pSes de asquear j
e com boas matas de expelientes niadeiras : a!
fatar no mesmo, ou ne-ta cidade rna Dnquc de'
Caxias n. 40, com Jnaquim da Sifva Costa. I
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conctfituado medicamento paral
cura das molestias dos orgos respiratorios, |
como a phtysica, bronchitos, asthma, etc.,!
lina do Burilo la Villora .11.28.
- E multas outras alendas ponawme doseu va-
lor. Sd o 43; nw do Qaatawto'em frenta
pracinht.
\...T... ,)--,..u '-" !
genho Periquito,
Vende-se urna parte no engenho Periquito, bem
como as rendas corresfoirtenfcs tas safras do aa-
no de 1866 a 187?,m mi do consenhor do
mesnwBngfTihoi'rancisca ATtonso de Mello : quem
preUaaer dirjase na do Cux n.,59, primeiitj
Gal de Lisboa
Vndese a 2<500 por barril : no trapiche Bar-
bosa, largo do Corno Santo, i
Vende-se urna ptelo de lenlia para pada-
: aa sitie'de1 Martellina Jos*bope, na estra
do Arraial, ponto da Mangabelra.
TASSO IRMAOS'&C
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de desearoc.ar algodio.
Machinas de nadara.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrames.
Sevaditilia em garrames.
Lentidias ora garrafoes.
Rhura da aJmaica.
Vinho do Perto vclho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dio.
Vinho de Bordeaai, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhler Freres. ,
Lata de toucinho inglez.
Barris com repolho em salmoura.
^ais val tarde do que
nunc.
Aviso itpftrlanip.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
I SONHOS
aceripe delicioso qne se preparava antigamenie
NA CONFEITARIA DO CAMPOS
que os proprielario daquelle eslalilecimento re-
solveram de novo fabricar tao delicioso manjar,
nao para satisfazer algumas encommendas, co-
mo para criar novos cansummidores.
ros.
Yende-se.
urna casa terrea na estrada deJIpao de Barros
Vendc-se 3t}0 caibros de mangue, muito bons a. 17, e um terreno na ra do
e baratos todos ou a rsulho : na traressa da palmos de frente e 110 de fundo
fu do imperador, armazem da bolla amarella. rea da Soledade a 54.
E final ser a familia que nao
mandar buscar alli, ao meno*
urna duzia de
SONHOS
para a sua sbremela ?.... ________
Algalias
As algalias do fabricante Bnoes Boalevard du
Plais, sao as melhores conhecidas, pois que con-
servamse perfeitmente nos clima, calido, como
a experiencia coiutantomeat o est provaido
m
Verdadeiro bter besperidina, superior e acre-
ditado : venda-no armazem de Tasso Irmios t
C ru;i do Amorim a. 37 "*....
Vende-se um pia^Q de mesa em boni estado
cipe, com 118
: a tfatar na p*ra aprender, por pretjo trtdlto ootnmodo: a tra-
' tt no Mondejo, ctf a 61.
f
\




Diario de -Pernambuco Quinta feira- tft< do Agosto- de 1873.
i
ZTZ
_.,Z
BAZAS DA RADREITA
COSTURA DE HOWE
SOARES LEIfE, IR10S
NICOS AGENTES
A'
Ra do Bardo da Victoria n. 28
A.s raais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a modalha de ouro e a condecora-
cjio da Legio de Honra, por screm as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposigo de Londres acreditam
estas machinas.
A 90S000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas 3 e Howe de Nova-
York, estabeleccu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, uin deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se vcnderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
-.rapregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
Merecer ao came publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as segmntes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
eircurnstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda,Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fric^o entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
uas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-sc a tenso da linha, cozem a fazenda mais
5na.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tcm de mudar
d agulha ao come^ar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tcm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhocidas, outras soffreram
uudanjas radicaos parapodcrem substituir: entretanto a companhia das machinas de Howe
idoptando a opinio de Elias Howe, mestre em arles mechanicas, tem constantemente
lugmcntado o seu fabrico, e boje ne atiende a procura, posto que faca 600 machinas
oor dia.
Cada machina acomnanha livretos com instrucccs em portuguez.
A 903)000 A 903)000
SOARES LEITE,
A'
do Baro da Victoria n. 2 8.
MARCILIO DAS N. 51.
Eslc estabulecimento scmpre solicito otn florecer a concurrencia do respeitavel pu-
3lico,um completo sortimento de midezas, cacado francez, chupos c quinquilhariaa a
oreos s mais rnzonveis possivcis, para o que recebe quasi todot, os scus artigos de pro-
pria encommcnl.i da Europa e America, veri) dar oublitidao df alguns artigos por cujos
jre^os bcm se pode avaharos presos de outros nciuilos que se tornara enfadonho pu-
olicar.
.U l II) 17. AS.
La para bordar, da melhor qualidade, i
libra por 59500.
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai-
tinha com 4 papis a 60 rs., 240 -r.
Voltas do fita do volli:-'- com lindos co-
ra^oes fingindo ia ureperola, a 300 rs.
a 800
Voltas para o pesclo, fingindo Gamafeu, wetro.
MIUDEZAS.
Brincos dito de dito por 29500.
Botoes de setim p re tos e de cores,
rs. e 190O0 a duzia.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a 15000 o *9iO0 o metro.
Ditas de cores cpretasa800 rs. e 1$000 o
SOBERANA E INFALLIVEL
Mi.
IN.1ECCA0
M%TRR
BOTE
Ci
Da fcnildadft de iediciua k Taris, eavaliioir da Lerfio dlionra
A blennorrhagia, ou purgaro, urna inflammago do canal da uretra, occasiona
da a notar parte das vezes pela communicaco impura. Nao urna aleceo geral, qu*
Effecti ve mente, es medicamentos que ha muito teem sido applicados interiormente con-
tra este mal, taos como a copahiba, cubebas etc., nao produzem effeito seno coramuni,
cando s ourinas algumas das suas composigdes, que, pela sua passagem atravez do anal-
Je tornam urna verdadeira injecgo.
Para que ser necessario carregar o estomago com essas preparaces nauseabundas a
repugnantes ? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua acra irritante ? A res-
posta simples :Nao se trata anda descoberto urna mistura que, introduzida directae
mente no canal, produzisse os mesmos effeitos sem temer mos resultados. As injec^de-
lo falladas at aqui, conseguem fazer parar a purgaco, porta pela irritacao consecutiva
que produzem no canal, sao urna ameaca permanente de aperto, affecgao muito mais ter-
rivel qu o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte dos mdicos, querecu-
sam, com razdo, de as empregar.
Presentemente, este fundado temor nao existe. A injecgo que nos apresentamos ao
publico, que conta dez annos de bons resultados, nao interro-npidos, nao irritante. E'
anti-blennorrhagica om toda a extenso da palavra. Queremos dizer, a causa do mal,
que ella destroe decompondo os elementos da purgago e tonificando a mucoza e as
landulas donde provm a sua origem. A sua applicaco nao dolorosa, e se urna li-
eira imprcsso se segu sua introduegao, essa impressao de pouca dura, e segue-lhe
urna sensacAo immediata o nao desagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhum
utro auxiliar para fazer parar em muito pouco tompo as purgaces, ainda as mais re-
beldes.
Quasi sempre basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
gaco que resstese ao emprego de dois.
Afim de chegar a urna prompta cura, o doente dever seguir o seguinte
se'.sin ^
i. De dois em dois dias, tomar um grande banhd, e permanecer nelle duas horas,
sendo possivel.
2. Lavar tres vezes por dia a parte doente com agua fria.
3. Dar tres injeccoes por dia : de manhii, ao meio dia, e noite. Aportar ligei-
ramenteo orificio do canal, afim de conservar nelle o liquido um minuto.
4.* Usar um suspensorio.
5. Abster-se do uso de bebidas espirituosas, ou alcoolicas durante o trata-
mento.
n F:\noit\m.
Ha muito tempoque as flores brancas, leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
senhoras corno causal, a constituido anmica, que na linguagem vulgar lhes chamam
fallidas cores, quando ellas sao ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
6.0 sangue. D'ahi provem o erro que rauitos mdicos commettem ainda, de tratar do
estado geral, em logar de cuidar do estado local, que e a causa dos symptomas geraes.
Nao logar proprio este de tartarmos theoricamente o facto que avancemos, mas acredi-
j amos que basta aponta-lo para que tod) o medico consciencioso o reconhec,a o seu
valor.
A nossa injecfao tende sempre a susponder esses corrimentos sempre rebeldes a qual-
quer medicamento ; mas para obtor csse resultado preciso quo seja dada com o maior
cuidado, e que penetre at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
da mucoza que est a causa ta affcecfo, Nos convidamos as pessoas que recoTrerem
nossa njecc,3o, a servirem-se, de preferencia a outra qualquer, da seringa direita, forma-
da d'ura tubo de vidro do qual aextremidade redonda tem alguns buracos. Estas se-1"
ringas tem sobre as outras a vatrtagem d'abrir largamente a vagina, e por toda a muco*
za, em contacto com o liquido injertado, cndilo indispensavel para cura.
Duas coHieres de sopa da nossa injec$o lancadas n'uma quarrtidade d'aguasufliciente
para encher a seringa, bastara para urna injecQo, que deve ser repetida tres vezes
por dia.
A nossa injacco prophjlatica, isto evita o mal. Urna s injecc>) basta, depois
4'uni contacto suspeito, para pdr ao abrigo de todo o receio de doen^a.
"iJi^iamc^o iieposito
NA
corpanhadas com 1 par de brincos seme-
1 Lauto, ludo por 23500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeracSo a
gosto do freguez, a lfJlOO a duzia.
Diademas dourados de 19300 a 33J000.
Ditos de tartaruga com flores a 2*000.
Ditos cem borboletas a 15J00.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos Jo plaqut de 500 rs. a 2*000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 155500
e 23)000.
Voltas de aljofares com brincos, a 23500.
Ditas de ditos com coraQes a 1J000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Hosetas de plaqut a 1$ e 13500 o par.
Gravatas de seda para seuhoras de 13200
a 23000.
"'arares com 2 lac,os para cabera c peito
33 e 43000.
*intremcos e babadinhos bordados de 360
rs 23400 a pega.
fealcs de seda brancos e de cores.de
13500 a 23500 a peca.
Ditos de algodo e seda, de 13 a 13400
a pega.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 53 e 83000.
Ditos do sndalo a. 43500.
Ditos de madeira imitando, a 23000.
Ditos de papellocs a 13800.
Coques para senhora, a 33, 33500 e 43.
A lfincte e brincos por 23000.
Dito dito pretos por 23500.
Ditos de plaqut, compoudo-se de alfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por 53000.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 13000'a metro.
CALCADO FBANCEZ.
Botinas prctas gaspeadas, para senhora, a
43500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 53000.
Ditas [iretas enfoitadas, ultima moda, a
63000.
Ditas dita de cores, carino alto, enfeitadas,
a 535O0,
Ditas para meninos, prctas e de cores, a
33 e 43000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Cliartt, tapete e tranca, mais barato
10 /0 do quo em outra qualquer parte.
CHAl'EOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 113000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 163000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 23890 a 53000.
Chapeos marfim a K3000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 53500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 63000.
Ditas dito cabo de marfim a 93000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadme para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 050 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 13800
e 23000 cada um.
Ditos para sof, a 33 e 43000.
Toalhas de linho para rosto, a 1*300 cada
UMM.
Ditas de algodo alcoxoados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
63000.
GRANDE DESCOSERA
rE.jM.jfa] i
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
PELO
E' preparado estexarope de manac e mais algumas plantas ndigenasdi Amazonas,
nao contm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo. clores nos
ossos, erupces syphilhicas o da.'trosas, escrfula e todas as molestias que desses virus. A sua composico foi approvada pela junta central de hygieue pu-
Wiea. 0 **?
A cada garrafa acmpanha urna explicaco para a forma de usar. Preco d5 cada
urna 33000.
nico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria n. 38, cnapellaria de
Monteiro & Silva.
Pesos .e medidas
____ DO
Pesos de ferro e lato.
Medidas para seceos e molhados, do forro, cobre e lati, de cstanho e luta-
naga.
Vendem-sc em casa de
SHAW HAWKES & C.
Ra doBom Jess n. i.
AHMAZEM
It See
ins
madam!
Shaspere
PARA
DE
SINGER
POR
80,000 RS.
A CASA AMERICANA
45 RA DO IMPERADOR 45
A COROA
BKILHANTE
Esquina da ra do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabelecimeuto, tendo grande sortimento dejoias de ouro de lei,
resolveu vender muito barato 20 /o menos que em outra qualquer parte, as seguintes
joias:
Aderecos de brilhantcs, de modernos e delicados gastos.
Ditos com rubins, esmeraldas e perolas:
Voltas de bonitas perolas e cruzes de brilhantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A CoraBrilhante contina a ter grande sortimento de madalhoesde coral, camafeu
e nix com bouquets de perolas e diamantes, cassoletas de ouro e pedras pretas 'com lettras,
de 123 a 203000.
Cadeiaspara relogios.
A Corda Brilhante recebe sempre quandade de cadeias de ouro, de lei, para horneas,
b 63400 a oitava, e tambem para senhoras.
Cassoletas para senhoras, com lettras, 8 63 e 123000.
Brincos de variados gostos, para senhoras e meninas, do 53 a 203000 etc.
Anneis de ametbysta com lettras de diamantes, de 63a 83000.
Pincc-nezs e trancelins em caixinbas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
A Cura Brilhar.ie tem medalhas milagrosas e das Dores, de ouro a 73000, e prata
dourada a 13000. Tambera tem sortimento de pincer-nez e oculos de ajo fino e rattaruga,
chegados receatemente, e por presos raui commodos.
Convida-se as Exmas. familias i visitarem a ja da Cbroa Brilhante, na ra do* Cabu-
g n. 11, a qual continuar aberta noite at 8 horas.
Garante-se o ouro e peoras preciosas.
PHARMACIA E DROGARA
DE
RARTH0L0MEU l C*
34Ra Larga do Rosario34
Samuel Power Joins*
ton & 0.
Ra do Apollo i!. 38 40
fuera sciente aos seus frtgnoie.^ que leerulpesoas, que leeot
> ftiufladu o tea deposito de mactoss a.v- ci de farro tito
ir, moeads e laxas da muito itreditaia
brica de LowMoor para ra da Apolla n.
38*s 40, onde soauouam a ter o rnasmoso-
timento do costume.
Fatem se lente tambera qf.e tet Mo' ttm
arratjo offi a ftmicio feeral, pel trae po
dem effeteeer-s para aaseotar qualqner
macbiDisao a meMBo garant lo.
O f*opriaurw* da lao*ie |val U'-en 1
scieates aos seabbres de eagenho 4 na '1
estabelecido oau fcmi-'
btoutt rafe da Bram, jan-
to a ewaoio do* baaiav aoie aprontara
qualqner obra de eneommeoda cao pwfei-
es e pionipiido.
0 mesmos rogam ai pestoas ana qael-
rarfi uttRsxT se de setas ervfts de fleixa-
rem1** eoeooMModlM^ uCdM Ira. Sa-
oaael Puwir Jehntn 4 G. a rma Apol-
lo n. 38 a 40, onde acuario petsea Babili-
sea
udacom qnem poseanr anteoder sa.
Apparelho para fabricr assnar, do sistema.
WBStON CBNTltUGAL
Umeos agentes m Pofaorot/Bo a fntltiafani.
Para tratar em sen escriptorio a ra do Apollo n. 38 40.
DE
rutiiis FIMS
ROA l'HIMEIRO DE MABCON. 7 A
E' li^la casa, sem davida, una das que faojo pode
com prhnazla apresentar aos seus fregnetCH uin
variadiaaima sortimento de fazendas finas para
grande loilette,uztn como para o uso ordinario de
i tudas as classes e por procos vanta|osaa para os
[ compradores.
Os dono? deste importante c>iabelecimenIo con-
vidam ao respeavcl publko e particularnienle
aos seus freguez^s a dareui um passcio par seu
cs;abelecimeuU, a aliui de verificaren! a veracida-
do de seiu annuueios,a rom vantagena supprirem-
se dos artigos que lics tanta mister, de cujos
fazem um pequeo resumo.
Jlandam fazendas s casas dos pretendentes,
para o que tem o patanal necessario e do amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cartea de seda de lidas cores, grosdenaples de
tudas as cores
Gorgurao uianco e preto.
Sctim Maco preto e de cores.
Velludo pete
Grosdenaples pretas e de cores.
Granadiriede seda preta e com listras e palmas de
cores, lindissimos padroes c fazenda de ultima
moda.
Fil de seda hrance e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de sed.e para noivos.
Mantas brasileiras.
Cortes de cambraias branca com linios bordados.
Capeas c mantas para noivas.
Poupelmas de lindes padroes.
Reqtiissimo soriimento de las com listras de seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
cures.
Nansuck d. lindos padroes.
Baptistas de padroes mui delicados.
Percalinas de qadroa pretos e brancos.
Brins de linho de cores proprios para vestidos.
Fustoes de lindas cores.
Casaquinhos de las de cores para senhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisados.
Chpeos para ditos.
Toalhas de cambraia de linho com lindos bor-
dados.
Fronhas bordadas.
Colxas de II.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homens.
Meias de cores para homens e meninos.
Chapeos com raollo de uiarim para homens.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestidos.
Ditos pretos
Casemiras, chitas, madapoles, cambraias etc. etc.
na loja do l'asso ru Primeiro de Marco n. 7 A,
autiga do Crespo.
DE
C'ortleiro SiinucN A t".
Economia domeslica
4

Loj
NA.
ja do barateiro, ra Io de
Marco n. 1, defronte do ar-
co de Santo Antonio.
Agostiitlto Ferreira da Silva L,eal
A Campanilla.
Lzinhas escossezas, fazenda fina e bonitos gos-
tos, a 280, it'0, 4 e 48>i rs. o covado.
Ditas com listras de seda, fazenda fina, que sem-
pre custou i a j00 rs o covado.
Baptistes com barra modernas a iCO, 480 e 500
rs. o ce>vado.
Chitas escuras e claras, boa qualidade e bonitos
padrSes, a 2C0,2i0 e 300 rs. o covado.
Madapolo francez muito fino a 73300, e sempre
vendeu por 9#.
Toalhas alcocboadas a fia a duzia.
Ditas felpudas a S e 850O.
Chapeos de sol inglezes de seda trancada (Pa-
ragon) por 8* e 9.
Lencos com barra a l c 2 a duzia.
Ditos de linho brancos abanicados a 3o00 c 4i
a duzia.
Rrins de cores e pardo trancado liso, proprio
para caifa, e paletot, tanto para nomem como para
meninos a 490, 440 e 500 rs. o covado.
Cambraias trompronles Victoria a 3300,
3^800, 43, 53 e 73 a peca.
Espartilhos para senhora bordados, que sempre
slavam 63, a 38S00!
Alem destes outros muitos artigos que deixamos
mencionar por julgarmos desnecessario.
Joaquim Jos Gon^alves
Beltrao & Filhos
Teem para veader no seu escriptorto roa do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafa
i de laran'a, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de martim e sso.
FEIXES de ferro, para porta.
PO de algod da Baha, da fabrica do coaimen-
mendador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
f ANM) de algodio da Babia, da fabrica do com
mandador Pedro.
RETROZ de todaa a* cualidades, das fabricas de
Peres e Eduardn Miuiao.
ROCHAS proprias para botica.
S^SAWfflMLHA do Para.
VELAS de cera da todos os (amantaos.
VLNHO tnearraiado do Porte, caixaa de II gar-
rafas. .
dito Moscatel' do Douro, dem dem.
dito Selubal, cxas d 1 e 1 dozias.
t da lUlia ettgarrafcdo, eaixas de 6 gar
rata
< de Collares superior, emancoretas.
de caj, eaixas de 12 gar a/as.
MaWasia do Douro, calzas com 11 gar-
rafa.
t Careavellos, idem idem.
T
averna
Vende-se a tatema sita roa Imperial n. 18-i
tem poucos fondos, por isso se faz recommendave.
para qualquer principiante : a tratar na mesma. 1
no empenho de'bem servir aos seus frepauUB e
ao publico em geral tem procurado pruver-aedo
que lia de melhor o da ultima moda nos merca-
dos de Europa para xpo-lo aqui venda, cet-
tos de quu us seus artigos silo ben apreciados
pelos almudes, do bum e barato ; pa^sa a eunu
morar alguns d'eBtre elles, nomo ^jan ;
ALBU/S, os mais rkros que Icfu mhJ a este
mercado, com capas de manceSe-rol,,
tartaruga, uiarim, velliulo t chagriu.
ADERECOS*pretus e voMaa propri.is para luto ;
assim cio, inn bou.t sortimento de
dilus de plaqu, obra lina e milito Um
acabad.i.
BOTES par a pnaos, o que se pode desojar de
nii'llior em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, uiarim e sso.
BOLCAS de vetludo, aria, palfia e car-io,
ha de mais moderno e 1 ua:
BICOS de seda c de algodo, Imito bronco como
preto, de variados deseulios
CASSOLETAS pelas de metal e de :;.drepe-
rola.
CAIXIXIIAS para costura, nmilo ricas : de di-
versos form tos, com msica o sem
ella.
COQUES a imittcio, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apic-
s'uia uin grande c liud<> sortiionto
capaz de satisfazer os capi.jl..- de
qualquer scuhora por mais txigente
que seja.
POUT-BOUQUET de madreperola, marfim c oss.',
este um objecto indlspeasavel s se-
nhoras do bom torn, afim do aspirar
o aroma das llores sem o in< ;n\euiea-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
ran as delicadas mos.
PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, i i-
ra alisar os cabellos e tirar bichos-
PERFUMARAS. E' sabido do jiublico que ai: -
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento .de perfmuarias de fino
odor dos mais afamados fabrteanles,
Lubin, Piver, sociedadcl.jgieuica, Cu-
dray, Gosnes c Rimel, que inaom*
bido da escolha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elefante da
Europa, c por tanto, acuam-M ca
possibilidado de bum servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa d.: enumerar ama ass-
mensidade de artigos, atim de au man-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel panuco em i-
rigir-se ra do I abug n. I A, pa-
ra convencer-se aonde r-'de comprar
o que bom e barato, as_3 como:
FAQIAS ricas e modernas de tuquin e liiirgurao
se la
IMEXSVETTOS. Ricos veslimentoS para meninos,
por baratiesimo preco.
FLORES. A Predilecta prima eur conservar um
bello sortimento de torea ao alcance
de qualquer bol a ainda qi>e nao e-
teja hem repcela de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encoiitra* um
grande sortimento de Ca- d setim,
tafet, velludo, linho e de algudao, por
commodo preejo.
GRAMP0S de tartaruga, imitacao deetes, pre-
tos e de cures, o que se pode dasejax
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para SL-ubort,
lacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regalas para horneo.
JARROS de porcelana e de video muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e do algodo, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Rieos-leques de rnadreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
LIVROS para missa a PnedilectVapi ;enta es-,
colha do respeitavel publico uro bello
sortimento destes livros com capas ^e
rnadreperola. tartaruga, marfim, 6sso,
velludo e chagrn, por precos mui
razoaveis.
Cunta & Manta vendem constantemente ea
o seu armazem rua do Mrquez de OHnda nu-
mero 23.
Vinho champagne Roderer (Car'.e Jtlancbe)
gigos,
Dito dito V. Clicquot, gigos.
Dito Chambertin, eaixas.
Dito Bourgogne, idem.
Dito St. Julien, idem.
Dito St. Christoly, idem
Dito Si. Estephe idem.
Dito St. Emilion, idem.
Dito Sherry idem.
Dito Madeira, idem
Cognac, Martell fverdadeiro), idem.
Dito Hennessy (dito), idem.
Cidra Champagne, dem.
Vinagre branen fino, dem.
Aieile doce refinado fino. dem.
Cbo -oate Menier fino, 10 kilos.
Araruia ngleza. latas
Armazem do fumo
Ra da Madre da Leus n. 10 A.
Jos omingues do Carino e Silva participa aos
seus freguzes e amigos que no seu armazem a
ra da Madre de Deus n. 10 A, se a cha um com-
pleto sortimento de ramo era fardos de pa lente I.,
2. e 9.' sories, dos melhores fabricantes da 'Jahia,
e bem assim a ior de todos os lames de carda
em rolos, pacotas, latas grandes e pequeas, tam-
bem dos mui acreditados lubricantes Turres A
Araujo .Lizaur, Adolnhq Sttamdt 4 C, Lizaur
Schmidt h C., Veiaas Arairto, Trtndade Ave-
lar, Teixeira Pinto" 4 Poflella (garantido pelos
mesmos) e de outros amde nao conbecidos pelo
publico desta capital. Oaimunciante declara que
todo fumo que for vendido em na casa ser pelo
spu justo valor, e que quando garaodr a respecti-
va qoattdade, seta sincero, mu particulannonte
com as pessoas que ponco entendam d materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annnnciatote
a tonga pratica de 15 annos deste commercio.
Cha verde e preto.
Contina a ter sempre.ni loja de livros *x roa
estrelta do Ri sario n, 12, cha de toda* as qnali-
dades, verde, preto, ponte branca, -e padre; como
vinho do porto superior, a caixa de dota garra
las por 16*000, ou a retalh.




8
Diario de Pemambuco Quinta feira 21 de Agosto de 1873.
_L

"

/
/
JTTERATCBA.
J0.\O DE THOMMERAV.
POR
Julio Sdiiikaa.
. ( Continuadlo, j
Ap'-zar destes preliiujwres^as eousas pas-
saram-se m unos ti que eu pode-
ra esperar tt lad&, o jatrtar
nao ilcn ififide. Curaces e
almas dilend poucoe pouco. f.ivros
do em barago qlilhes .causea a minha visi-
ta nopporUwM, -H mors hospedes nao tir-
daram a co.iiprouen Ir que tambera eu au
estava cui in-nlitiiu Icito i le rosas, e, com
ura lactb de que llics sou grato, esforgavam-
sa d pnrfi.i^tr fazor-me osquecer o que a
minha posigo tinlia dedillicil o embarago-
sa. Cada qual concurren eo:u a sua parte.
Todos tralavam-nio como a una amigo que
. houvesse sido esperado.
A. Sra. de Thonmeray j nao era a for-
mosa irlaiuloza, tal inda como a vira cm
Paris. Os ultimos anuos que acabaran* de
correr haviaiu Apagado o que resta va nella
debrilho e do belleza ; mas era ainda a fbr-
mosa alma que eu tivera occasio de apre-
ciar. A historia de sua vida pedia resu-
mir-se etn piucas palavrns : baria sido o
nico amor de um homem de bom a quem
nicamente amara. Isto di/ tudo, e nao
vulgar.
Os dote lilhos, duus colossos, sem quo ti-
TOMUIB uma Si) das gragas do irm.io mais
mogo, nao eram no entanlo desprovidos de
toqp 0 encanto : possuiam o da candara uni-
da forga. Impivssionavam me principal-
mente deferencia e o respailo que teste-
munhava.n a-:s pais at iiasminimas cou
sas: DSSes hbitos de submisso, quotou-
dem cada vez mais a perderse as fami-
lias, tinham carcter peeuliarmenle tocante
cm mancebos que pareclam nascidos para
mandar. O espirito delles nao tinha ador-
nos, direi at, nao tinha quasi cultura, mas
a elevago de seos sentiinontus por isso
mesmo mais obresahia e falla va u com mili-
to criterio do tndo quanto pron la-se s
suas DcClipacoBS dialias.
Quanto ao Sr. de Th muriera) baria um
terreno em quo nos desdamos ueeessaria-
menle entender. Eramos da inesma ilade.
Estudantoem Pars, do uresrao tempo que
elle, eu assistira como ello resurrego das
lettras, s festas do renascimento; ambas
as nossas juventudes haviaai desabrochado
metras hora, sob n mesma luz. Aproxi-
mando as nossas recordages. viamos que
haviamos vivido ao lado um do outro, o
que mais de urna vez develamos ter-nos
acotovela lo. Era para elle, como para
mim, m tivo de admirago havermo-uos
conservado estranhos um ao outro, sem q:ie
as lionas >no3 se encontrassem. Bebera-
mos as inesraas "untes, experimentramos
as mesmas ebriedades ; mas o passado do
que fazia ouli'ora as suas mais charas deli-
cias, e:n que por tanto lempo encerrara-so,
na la mais Ib* di/ia: s fallava in lio- com
tristeza. Euvulhecera suavemente diante de
urna esplendida decoracao que tomava pela
rcalida le, e cis que urna tormenta cabi-
da no leehuio da dado tu lo arrebatara ;
como o lavrador que torna a encontrar a
sua herdade incendiada e o seu campo tala-
do, o anrio contemplava com olhar som-
bro ; o edificio de toda a sua vida fulminado
e reduzido a p.
Momentos havia em que, a despeito dos
nossos com nuns esforros, a conversaco ca-
ba ile repente e exlingua-se como a cham-
ma da palha. Fazia-se ento longo silen-
cio, mais pesado, mais acahrunhador quo o
vento do Sahara. Cada um de nos pensa-
ra em Joo, os olbos maternos pro-
curavam-no no seu logar vasio, e o nomc
que era prohibido pronunciar, que ninguem
pronunciar, esse nome proscripto en-
chia todos os eorages, opprimia todos os
peitos.
Depois do jantar, emquant o idalgo
camponez ia com osfilhos liscalisar a entra-
da da colheita, aSra. de -Thommcray, fi-
cando sos comigo, levava-me ao jardn).
0 da havia sido abra/ador. A tarde esta-
va inda quente ; ltimos offegos inoendidos
do dia; relmpagos allumiavam o hori-
sonte.
Apenas deramos alguns passos ao longo de
urna cerca, deixou-se cahr em um banco, e
ahi, cedendo ao constrangimento que aca-
bava de sotuer, deu livre curso s lagrimas
quesilTo.'avam-na. Sentara-me junto hi-
la, e tinha as suas maos as minhns Con-
servava-me calado ha dores que nao ousa-
raos interrogar.
Ento, disse afinal, o senhor Dio o
vio? Nada sabe de sua villa? Nada sa
be, de nada est ao facto Quando o se-
nhor entrn, suppuz, ao velo, que vinha
fallar-me dele, acreditei que trazia-me no-
ticias.
Vinha busca-las, minha senhora. Ale-
grava-me pensando encontra-lo aqui, feliz
no seio de sua familia feliz. Nada sei, de na
da estou no facto. A ultir. a carta que delle
recebiera datada de Pisa, e d*pois...
Ah fatal passeio I cidade para sem-
pre maldita I oxelamou com um gesto de
desespero; foi l que m'o tomararn, foi l
que roubaram-me mea filho.
E com voz febricitante poz-se a narrar-
me o quo eu j sabia, tudo o que eu igno-
rava anda, o encontr que tivera em Pisa,
suas relajos com a Sra. de R..., a paixo
de Joo que nao pudera prever, a pertur-
bado e o remorso que apoderara-se della
quando vio claro no coracao do filho.
Eu de nada desconfia va, nada me ba-
ria advertido do perigo. Essa moja pare-
ca to pouco feta para inspirar paixo co-
mo para sent-la. Nenhum exaltamento de
ideas, imaginaco muito calma, coracao
perfeitamente tranquillo, com isto um es-
tirito ingenuo, urna alma vasia e sem re-
olbos, mostrando candidamente a sua nu-
dez, muito satsfeita comsigo mesma para
recorrer a virtudes emprestadas, emfim
muita segurancia de si, e era sombra de
faceirice : era sequer dava-se ao trabalho
de procurar agradar. 0 proprio typo do
seu formoso semblante contribua para a
minha tranqullidade : faltava-lhe a scente-
lha divina, a chamma da intelligeucia. S
ria animarera-se-lbe2 os formosos olbos
quando incetava alguma narrago de festas
mundanas que haviam sido at ento a ni-
ca oceupaco de sua rida e que para ella re-
presentavam o nico lado serio do des-
tino.
Nao tinha lilhos, estimva nao t-Ios, e
fallava no marido apenas quanto era bastan-
te para lembrar de tempos em tempos que
era casada. As artes e a natureza interes-
savam-na bem pouco ; alguns iornags de
modas, que mandara que lhe enderecassem
de Pars, cQmpunham a sua nica leitura.
Eu obsorvava-a com curiosidade ; era Sr. de Thomraefay entregara o seu carto
para mi.n objecto de estudo, Nella o que de visitas a un criado, e voltara ueste mes-
principalmente me impressionava era-o rao da O senhor sabe o reato.
amor da roupae o genio do trajo. Fizera testaran) todas as relscoes entre os e
no vestir um orno que culto prestado i filho indigno ; nossos fmulos tem ordem
sua propra belleza. Pouco se lhe dava do -de nao pronunciaren) mais- o seu nome.
publico; enfeitava-se por enfeitar-se, por Pois beu l por raaU indigno que elle saja,
propra satisfaco oprazor pessoal. Postoque nao posso arranca-lo do meucoragio ; sou
doente o resignada apassar no retiro o tem- sua m, uieu filho. Pomos demasiado
po do exilio, chegira com um completo crueis, nao nos lembramosdas plavias do
carregainent i decaixas de roupas, como se Christo, nao ti sumos caridade. Para reer-
absolutamente so tratasse de passar o inver* gu-lo, nao era preciso talvez mais do quu
no*na corte. estn ler lhe a mo ; a honra intractavel, o
Recordme do quo urna noito fui eneon- implacaval orgulbo nao o quizeram. O
ira-la cm casa vestida como pira um baile senhor ir procura lo. Promette-m'o ? con-
Todas as velas esta vara accosas: estava s tiiiuou ella com^ voz supplicantc. Nao o
e nao espera va pessoa alguma. A's vezes, ataque de frente, procure antes, coininove-
hora do sero, no pequeo aposento que lo. O senhor conhoce a existencia que elle
eu oceupava na lcanda, cmquauto que eu para nos r-raou : era houtem, ser amauiA
trabalhava debaixo do bico de urna lampa- o que a boje. Conte-lhe o que vio, pouha-
da de cobre, ella entrava de repente como lhe sob as vistas o quadru do uosso lar
um tnrblho, ora vestida hespanhola, desolado. Elle nao mo ; diga-lhe que
ora bohemia, ora marqueza de Pompa-, anda o amo, e, por mais degradado quo
uour, esplendida sob todas oslas vestes que lhe parec, nao o abandone, procure o com
eram outras tantas recordares dos ltimos insistencia. O mal, como o bem, tem as
bailes a que havia assi>tido e quo descrevia- suas huras do dosacoroeoameuto ; para snl-
me com mais os minuciosos pormenores. var urna alma um perigo, para traze-la
Nao era s ftil, era futilidade em pes- margena, basta s vezes o ramiuho que a
s a. Pois bem 1 senhor, Joo adorava a. pomba atira forraiga que se afoga. Em
Descollara nessa bonita uinharia nao sei fim o senhor escrever-rae-ba ; nada rae oc-
quo victima das icio Jale, un coracao des- cuite, mas falle-rae delle ; saiba eu que elle
einparelhado, urna alma nao comprehendi- vive, snta-o viver, einbora com isso acabe
11, Adivinhava thesouros de melancholia de morror !
no aborrecimenlo mortal que a consuma. Eu esperara revelaefes dolorosas, e no
Essas apparencias de frivolidade eram ape- enlaiito, coufesso-o, estas conlidencias ex-
nas o disfarco de urna (lr de queni procura ceda.u a todas as miabas previsoes. Era
aturlr-se; presenta sob a graga dessas realiLeute de Joo que se tratava ? Porque
mentiras abysmos sem fundo de paixo con- plano indinado, porque degros este oim;o
ti la, de ternura o de poesa. Que sei eu descera das alturas era que eu o havia dei-
ainla? Era a mulher dos mus sonhos. xado ? Que olalo imprevisto pude-a lan-
Pde aviliar no entanto qual nao foi o ca-lonos antros de urna socedade cujo s.
raen susto quando abri os olbos. Se a Sra. contacto houvera outr'ora revoltado todos
de R... fosso livre, eu nao vera sem pa os seus iusliuclos ?
vor meu ilho atirar se de caboca para ba- Sem tor curca desto ponto nenhum da-lo
xo o.n semelhanle aventura. Era todo o positivo, u Sra. do Tiioin iterav, advertida
caso meu lugar j nao era era Pisa. pelo instlelo materno, o iislincto mais se-
A' cuate desupplicas e razos, consegu- gar, attribuia Sra. do U... a queda do
ra que Jlo partisse comigo. Partimos filho. Que(breosa coudessa livesse nisso
juntos, c anda agora quero crr que era alguma parle, nao estava eu longe de crer ;
sincero na rcsoluco de seguir-ine. la-me mas que essa bolhu de sabo pezasse cun
ufana e feliz por slvalo mais urna vez ; tainanho- peso sobre ura desuno, que essa
mas em Livuruia, na occasio de deixar- brisa inconstante houvesso arrancido pela
uios a hospedara para tomarmos o navio, raz a esperanza da uiua familia, desraante-
no p)de mais conter-se e a paixo rorapeu lado a h uira de urna casa, eis o que para
em gritos de revolta. Era elle, Joo, meu j mim nao tinha explicago. Minha razao
filho mais mogo, que em segredi eu prel'e- transviava-se.
ria aos outros dois, era elle que sacrificava-l la ticaudo tarde. Haviamos voltado a ler
me, a mi.n, sua mi, a quera e ao que, como Sr. de Thoimnorar no salo ; apertei
justo Deus Tudo quanto cu disse foi inu-ta mo aos nieus hospedes, demasiado gene-
til : ebegou a resistirs miuhas lagrimas. roso para leiitarein deter-rae, e afastui-mo
Continuei s.siiih.i a viage.n, ssinha entrei chcio de tristeza, recordando comigo tudo
na casa que nao devia mais tornar a quanto acabava de ver e ouvir.
ve-lo. I De volta a Paris tratei de desempenhar
Interrompeu-se por um inoinen o, e as sem demora a misso que rae estava con-
lagrimas curreram lhe de novo. i fiada ; masantes de obrar, deseja va saber
O que veio a ser essa ligago, como com certeza quaes erara os hbitos de Joo
viveu, como cabou, nao posso dizer-lhe. | e que existencia elle levava. Apezar de
Sei apenas que meu filho uella perdeu a quanto ferira-mc os olhos e os ouvidos, cus-
propria altivez de sua alma. J nao exis- tava-rae a acreditar o mal to profundo como
te o mogo que o senhor couheceu. Ahijo suppuzera a principio sob a influencia do
malaventura lo como a sua queda foi ra- circulo austero era que eu acabava de pas-
pida 1 !sar algurnas horas : tinha ompenhoein cer-
Deixava Pisa no fin do invern e voltava' tificar-rae se o Sr. e a Sra. de Thomraeray
a Paris. Devia ahi demorar-se apenas urna t nao exageravam involuntariamente o al-
semana, docorroraavmezes, e esperavamo-lo canco dos desregra montos do filho.
anda. Posto que estraubo ao mundo dos neg
Eu tudo dissera a meu marids. Ambos' cios, tinha entretanto uelle amigos: as in-
envelheceramos na f da uossa mocidade ; formages que obtive nao raedeixaram iu-
sempre nos parecer que o amor, o maior felizmente a menor duvida. Tudo era ver-
dos bens, era bastante rico de alegras e de,dade e patente : Joo nada oceultavade sua
sofTrimentos para bailara si mesmo : Joo vida. Nao se deve entretanto suppor que
incumbise do desilludir-nos. A Sra. de s se fallasse delle com desprezo ; possui-
R... arrastava-o em urna eorrente em que! mos thesouros de indulgencia para a corrup-
ta nossas posses nao lhe permittiam segu-gao elegante eprospera. Os seusbons ne-
la. Muito o haviamos amado ; primeira 'gocios na Bolsa, a sua felicidade no jogo,
resistencia mais seria, elle rehellou-see mor- davam-lhe na praga menos conteraptores
deu o freio. As objurgatorias do pai res-que iuvejosos, e, ao passo que a familia re-
pondia com azedume ; as exprobragoes dos pellia-o, havia mais de urna que de boa
irmAos conseguan] apenas irritarlo ; as mi- mente o adoptara.
nhas queixas mal o cominoviam. Manda- Ueraais, a opinio de seus eoutempora-
va lhe s oceultas tudo quanto poda ; esta- neos ora |uo bem ndifferente ; raro inos-
vainos exi.auridos, reduzdos aos ltimos trava oficio tamanho deserabarago. Vivin
"s- publicamente com certa creatura cuja apti-
l!m dia finalmente fez-nos chegar aos ou-
vidos de todos um grito pavoroso, o grito tomara celebre no turf parisiense,
de urna alma cuja vida aniquila-se ; re-
uunciavu a tornar a oceupar o seu lugar
no meio de nos, e, em um adeus supremo,
pedia que lhe perdoassemos. Volta, voltal
do e destreza en devorar os filhos familias
Piamet-
ta era o seu norae de guerra ; quanto ao
seu nomo de paz, ninguem o soube nunca.
A historia do encontr dos dous nao rae-
recera ser lerabrada, se nao se pudesse ver
eiclamuu a familia desolada. Siin, DOSte Dee ura dos tragos dos costumes de nosso
lempo. Um domingo, era pleno sol de es-
to, a Fiametta atravessava sozinha o jardira
do Palais-Royal. O desgarro do andar, o
carmn dos labios, o carcter de belleza,
ainda mais acentuado pelo brilho das ves-
tes, seriam bastantes para chamar sobre ella
perdoainos. Volta, meu filho 1 volta. meu
irmo A casa que te chora abrir-se-ha
para receber-te, e tambera nos festejaremos
a volta do filho prodigo.
Dest'arte todos o chamavamos, e no nn-
tan'o elle nao voltou. O lago Jalad pareca
roto, que outro encanto podena rete-lo ? todos os oliiares ; mas o que principalmen-
Puzera fim s suas exiguncias e fallava vaga- le ap0nt.iva-a curiosidade dos passeiantes
mente de um longo trabalho que empreen- era a massa enorme de cabellos presos era
dera;adiava a volta de mez para mez, uma re,i,j je se(ja que cahia-lhe do alto da
e esperamo-lo sempre. Era este o ponto, cab0ga at o meio das costas e que ella car-
senhor, em que estavam as cousas. S es- regava lateralmente como uma alcova. Nun-
crevia com longos intervallos ; havia no tora ca a orga 0 cabello fra levada to longe
de suas cartas nao sei que de secco e de ba-
nal que gelava-me o coracao.
J nao vivamos ; surda inquietago mi-
nava-nos lentamente. Os nossos dous fi-
lhos mais velhos am partir para inquerir
do seu estado e tentar para cora elle um ul-
A extravagancia desse luxo emprestado
despertara o riso, e nao tendo a moga em
sua pessoa cousa alguma que impuzesse res-
peto, estava dentro em pouco mettida em
um circulo de motejes. Cada qual dizia a
sua graga, a; mulberes inclusive. Hones-
timo esforgo, quando de sbito simstros tas burguezas a quera as rendas dos maridos
rumores, que havia algum tempo cornam apenas permit iam ura modesto cc, chato
na trra, chegaram ao nosso tecto.
Foi o cura da aldeia quem primeiro nos
avisou. Vira crescer nossos filhos ; era o
confidente, o consolador dos nossos pezares.
Dizia-se, affirmava-se cora certeza, que Joo
de Thommeray, nossoj filho, arrastava o seu
nome por uma roda da socedade era que
nao se chafurdam nem os nimos rectos nem
os corages honrados, que era tido era Paris
como um dos principes da mocidade ociosa,
quepossuia um palacio, que tinha cavadlos,
que o jogo alimentava-lhe essse luxo desfa-
gado. O co desmoronava-se sobre as nossas
cabegas.
como urna broa, acbavam aquillo escanda
loso, e vingavam-se assim dos rigores do
destino. A moga no entanto, cora o aspec-
to altivo e soberbo, conservava-se irapas-
sivel no meio da mu ti do que engrossava.
A arrogancia de sua attitude apenas ser-
via para excitar a vaia dos assistentes, quan-
do de improviso, sob o fogo cruzado das ri-
sadas francas e dos ditos malvolos, tirou a
rede em que a massa de cabellos estava en-
carcerada, e ellos, arrestados pelo proprio
peso, soltaram-se em ampiasmadeixas e en-
volvern)-na como um manto. Os risos
cessaram, um grito de espanto sanio de to-
J nao competia aos irraos ir ter com dos os peitos.
elle, mas ao pai. Vollou ao cabo de alguns Joo, que por ahi Dassava, fra testemu-
dias : os cabellos haviam-lhe encanecido de nha da scena. Aproximou-se graciosamente
todo. Vejo-o ainda entrando na sua habi- da bella a quera via pela priraeiaa vez, o
tago, onde dez gerages successivas haviam. cujo descabellado triumpho nao denava da
conservado intacto o culto da antiga virtude,, embaragar seu tanto,
onde aem um s hara fraqueado, onde em Minha senhora, disse lhe emtom mui-
todos os tempos o bom nome substituir a ,to cortez, o meu carro est a dous passos
riqueza. Veio a mim o disse-me: mulher daqui, e, se a senhora o permit'e, acompa-
restam-nos apenas dous filhos. E foi tudo. nha-la-hei.
S mais tarde sube o que se havia passa- j Sem hesitar a moga havia aceitado o bri-
do. Quando elle ia transpor o liraiar do go de Joo, e, desde esse da, nao se haviam
paladeen] que Joo nos fizera crer quo mais separado.
morara modestamente, um break, tirado ( Attracgoes da valla de lama I eterno oo-
por quatro cavallos, sahia do pateo ruidosa- der da putrefaego moral lessa moga de au-
mente. Dous lacaios empoados eagaloados vidosa belleza e de dade iocerta, to falba
oceupavam a trazeir^ do carro ; Jlo gover- de corago quanto provida de cabellos,
nava o trem/ sentada junto delle, uma exercia sobre Joo imperio absoluto Apre-
creatura insolentemente ataviada espalhava sentava se em toda parte com ella, no bos-
sobre as rodas as ampias dobras do vestido que, as corridas, no thealro ; era ella
fluctuante. Depois de harer vfsto o espec- quem lhe governava a casa, quem nella era
taculo da nossa vergonha afastar-se e per- senhora e soberana,
der-se na avenida dos Campos Elyseos, o' Por aqui pode-se formar idea da socedade
3ue o frequentara : mulheres desconsidera-
as, gente da Bolsa, autores pouco couside-
raveis, jornabstas pouoe considerados, ii-
dalgotes arruinados, e que, sera emprogo
ou recursos confessaveis, levavara vida ful-
gida e milagrosa, taes erara os edmmonsaes
habituaos da prara em que dispunha-rae a
penetrar.
O passo era dilficil, e nao contara com
resultado algum. Nao tinha nadado que
preciso para trabalbur frucliferameute na
cunverso de peccadores ; roas, alera de
oboJecer i Sra. de Tbouimeray, nao poda
forrar-iuo a um movimunto de co npaixo
para cora o mogo que me havia sido charo c
que eu condecora to digno de estima. Ha-
via no descarrilharaeulo do seu destino um
mysterio que rae attrahia. Senta inperosa
necessidado de interrogar o abysmi que o
havia devorado : quera dar-lh anda no
seu abatmonto, era falta de estima, uma pro-
va de interesse.
Coiiseguinteraciile uma inanli dirigi-rae
i casa de Joo.
O .son palacio estava situado 'in uma das
ras anda bstanlo desertas que terminan)
na avenida dos Campos Elyseos. A habita-
dlo compuuha-se de um unicojndar; o
laboleiro de relva que eslen.lia-SvV mame da
escudar ia, os raassigos de verdura quo mas
-caravain as estribaras e cuchen as, davara-
Ihe ura aspecto de casa de campo.
Um fmulo de caigas curtas ele casaca
frauceza lomara-me u nome: alguns ins-
tantes depois era eu iulroJuzido em um
salo de espera que con liria com u interior
de um palacio.
Obras de arte equadrosde Diestros, pan-
nos de damasco de seda, tapetes de Siuyr-
na, esmaltes do Renascimento, volitas fayau-
i italianas; urna bugia, destinada aos
fumantes, arda sobre uma mesa do mar-
chetaria coberta de jornaes, de brochuras e
de boletns com as ultimas transaeges da
praga. Joo segui.i-;ne de perto, no tive
o desprarer de espera-lo muito lempo ;
abri se uma porta e VOMi apparecer.
Dingi ,-se para mira cora a mo cstendi-
da, cu.o muito desembarago e desenvoltura,
sema menor perturbago apparonte, como
se o luxo no u.eio do qual eu o sorprenda
fosso o prego merecido de .um trabalho glo-
rioso ou honesto. Comegou por desculpar-
se de me haver por tanto tempo esquecido.
O senhor est desculpado de tudo,
disse-lue. Chego da Brelanha, tive ahi oc-
casio de ver sua familia, e, como sempre
allou-ine de seus pais com amor e respeito,
suppoiiho cumprir um dever viudo nairar-
Ihe o estado de alfiicgo era que os achei.
Part desse ponto para dar lhe conta do
espectculo desolador que presenciara ; mas
elle iiilurruinpendo-me quasi inmediata-
mente :
Pelo amor do Deus, senhor, nao con-
tinuo, disse-rae com grande calma e com
um toiii de completa urbauidade. Fago
justga s suas iutengoes, mas sei ha milito
tempo tudo quanto suppe ter de contar-
me, nao me dir absolutamente nada de
novo. Est entendido, o meo modo do vi-
ver para lodos os raeus um motivo de
perturbago e do escndalo. Meus irmos
reiiegam-rae, minha mi chora em segredo
sobre mira, meu pai j me nao conhece.
Fallemos francamente : sou o desespero e a
vergonha de minha familia. Pois bem 1
senhor, soja o :nou juz.
Queli/eu para provocar esse espectculo
de luto o essas demoustrages de rigor para
merecer perder a alfeigo dos entes que
amavam-me e para cahr to baixo na esti-
ma delles r So eu houvesso commettido
algura grande criine, nao seria tratado mais
severamente.
Ser culpa inhiba que meus pais, encer-
rados e murados na rocordago de sua moci-
dade, envelhecessem se.nropai ar no trabalho
.rae realisava-se em torno de si ? Ser cul-
pa minha que, depois de haver sido educa-
do como em um uiusteiro, embalado cora
Iluso s, alimentado com cootos zoes e far-
to de ideal, aeorlasse nina bella manila
diante de uinasodedade em que s havia do
verdadeiro o diobetro e quo desmenta com
o furor de sua cobiga todas as crengus,'
todos os sonhos com que me haviam re-
cheiado o cerebro ? Ser culpa minha,
emfim, que nesla trra da promisso a que
eu chegava com os labios em fogo e o co-
rago cheio de chamma, s encoutrasse fon-
tes seccas e brazeiros extractos ?
Eu nao era oenhum santo. Cansado de
correr atraz de chimeres, de s abragar
phantasmas e de deixar um pe ligo de mi-
nha carne em cada um desses bregos, cos-
tumei-me pouco e pouco realidade. Nao
podando pretender reformar o seculo, aca-
be por affeigoar-me aos seus costumes e
por envergar a sua libr ; afligurou-se-me
que, em uma socedade em que o dinheiro
era deus, nao ser rico era urna impiedade.
J passou o tempo das fortunas longa e
laboriosamente amontodas. Hoje tudo
vai depressa. J se nao conquista a rque*
za, sorprendem-na ou vio|am-na. Jogue,
nao me defendo disso : se fosse caso do for-
ca, muita gente estara dependurada. Pos-
suia audacia e calma, lance de vista promp-
to e acertado, deciso rpida, tudo me sor-
tio bera : onde est o mal ? Sustento por
meio do jogo a posigao que ojogodeu-me :
entre as fortunas de hoje quautas ceuta que
possara inrocar outra origem e que se man-
tenham por outra industria I Se o senhor
consultar a caderneta do meu corretor, ha
de ver-me em numerosa eboa cornpanha.
Meus pais viveram das paixes de seu
tempo : eu vivo das paixes do meu. Quo
acgo, no entanto, podem exprobrar-me ?
Enriquec em detrimento da honra ? Ser-
vio meu nome de taboleta a alguma empreza
duvidosa ? Sorprehenderara-me ao entrar
noute em alguma casa de jogo clandesti-
na ? Trabalho luz do dia e ando por toda
parte de cabega alta. Se minha riqueza
filha do acaso, legitimo-a e ennobrego-a pelo
uso que della fago. Gasto como um fidal-
ge, e o ouro que passa-me pela mos nao
tem tempo de macula-las. Quanto so-
cedade de que me rodeio, creia-me, chame-a
o senhor como lhe aprouver, nao vale mais
nem menos que a que se intitula modesta-
mente a boa socedade. Pode a gente sem
risco e sem perigo deixar-se cahir desta na-
quella : nao se cahe de grande altura.
Fique minha familia tranquilla, as peque-
as damas nao custam mais caro que as
grandes: tm a rantagem de saber-se im-
mediatamente o que se deve esperar de seu
desisleresse. Confessemo-lo, estas diversas
cathegorias da socedade sao apenas nomi-
naes : era fundo nao existen. Mais ou me-
nos grosseiros, mais ou menos hypocritas,
mais ou menos desfagados, os appetites sao.
por toda a parte os mesmos. J /o ha
almas; a materia que nos guia. A so-
cedade nao passa de uma imraensa bohe-
mia : de
odlonta,
um la lo a b momia remendada,
livejosa, que aguga os denles ees-
pera a sua hora ; do outro, a bohemia
dourada, que d-se prossa em viver e
gozar como se se sentirse arrastada fatalmen-
te para o cabo das Tormentas, como se
cada dia que decorre no-ostivesse certo do
dia seguinte.
Eis, soiih'T. a verdade verdadera : o mais
tudo sonlm e mentira.
Fazia pena ouvir o mogo exaltar a sua
queda e glorificar .i sua degra laco. Nao
o deixava com os olhos, e o exarae de sua
pessoa nao lhe desmenta a linguagera.
Nelle tudo Irania os hbitos de sua vida
nova. As vigilias, os excessos, asernoges
dojogo, haviara-lhe faado a cor, alque-
brado as tmporas e despojado a fronte. O
olhar, outr'ora to meigo e lmpido, toma-
va s vezes o retan azulado o o bnlno pe-
netrante do ego. A preciso do gesto, o
sora inet.illico da voz, o tora secco e vibran-
te, a firmeza e a ousadia que d riqueza,
l'aziam delle un dos ti-pos pereitos da so-
cedade que acabava d pintar.
Quando se fra para Pisa, dissera eu adeus
a um poeta, e vniha adiar ura homem de
negocio.
O Sr. euganoii-se completamente, re-
pliquei, quar.to ao pensamonto que trouxe-
me aqui. Nao lhe trazia nem queixas nem
sermes: nao tinha de que defenderse.
Vive como lhe couvm, nao tenho autori-
dade para apreciar os seus actos. Creio
apenas que nao forma idea clara o precisa
do estado de afiliccao em que sua familia
est morgulhada: c meu dever pintar-lh'o.
COnsinta pois que eu tome a tomar a- cou-
sas no ponto era que as deixci quando inter-
rompeu-me. porqae cumpre que me ouga.
Sorei breve, e, de-empenhado o uieu pa-
pel, o senhor nao.lera outro juiz alera de si
mesmo, deixalo hei s suas reflcvcs.
E se n detei -me com o gesto do impacien-
cia que elle nao pudera dominar, encetei
de novo a narragO da minha visita casa
dos pais.
Dirigia-me, ai do mira I a urna alma j
muito en lurcci la. Emquauto eu fallava,
elle ia e vinha ua cmara, torcendo e mor-
dendo o higo le, e lia-lbe no poiisamento
quo estava desejando que surgisse ura inci-
dertte que me obrigasse a deixa-lo. Quan-
do no entanlo fallei-llie de sua mai, quando
mostrei-lli'a ralada de pe/ares, quando re-
cordei-lho que havia sido o lilho predilecto,
quando allirmei-lhe que o era ainda apezar
de suas faltas e desvos, vi-o gradualmente
r mudando de expresso, coiitrahirara-se-
ibo as feigoes, alirou-se no divn em que
eu estava seuta lo o tomou a cabega as
mos. Havia tocado o ponto vulneravel,
mas, para ciiegar a elle, h ivia-me sido ne
cessario cavar em plena rocha, e no seu pro-
prio enternec ment senta eu anda nao sei
o que de feroz e de resistente.
Coutemplei-o algum lempo em silencio,
depois empuxei-o meigamente para mira.
E' o senhor, Joo, que venho achar
assim, o senhor que raostrou-ine uma alma
to nobre e to altiva? Nao, o senhor nao
est convencido dos sophismas e dospara-
doxos que ha pouco apreiOiiUva-mo. Um
grupo de individuos vivondo as garras do
acaso nao representa a socedade ntera :
est-se afogando em um pal, e aecusa o
ocano. E' o que o senhor mesmo chamava
outr'ora philosopha de antecmara.
Para que haja chegado a esto ponto, deve
ter se passado era sua vida alguma cousa
horrivel, alguma cousa rreparavel. Pois
bem I meu filho, um poeta o disse, a gente
consola-s queixando-se, e s vezes uma pa-
lavra livra-nos de um remorso. Em nome
da sympathia quo o arrastara para mim,
ora nome do serio interesse que nunca dei-
xou de inspirar me, coulie-me o segredo do
mal que sotfreu. J lhe conhego a origem.
As suas ultimas cartas me haviam revelado
o que tal vez o senhor mesmo ignorava en-
to. AmavaaSra.de U... Ficou s com
ella em Pisa, acompanhou-a a Paris. Diga,
Joo, O que so passou ? Fizeram-lhe no co-
rago um ferimento rauito profundo, mais
profundo do que o outro deque escapou de
morror. Se muito tarde para fecha-lo,
se nao me dado poder cralo, nao pode-
re ao menos anda esta vez Irazer-lhe uma
mo amiga?
AonoinedaSra.de R... o mogo estre-
mecer I estraubo sorriso esflorou-lhe os la-
bios. Foi u'um momento. Levantou-se,
enrolou entre os dedos um cigarro, accen-
deu-o na chamma da bugia, depois, com a
familiaridade do homem mal educado, poz-
se a cavallo sobre uma cadeira de ponto de
Beauvais, e com os bragos anotados as cos-
tas della, com tamauho desembarago como
se reforisse a noticia do da ou a auedocta da
vesper a:
Por minha vi la, senhor, se lhe pode ser
agradavel ouvir narrar essa extravaganca-
sinha, ahi lh'a cont. Duvido, a nada oc-
cultar-lhe, que corresponda sua espectati-
va. E' uma historia muito simples, e que
nao tem, no tempo em que vivemos, o rae-
rito da originalidade ; toma-la ha pelo quo
vale. Eis a cousa na sua graga ingenua.
Amava a Sra. de R...: ama va-a com
amor tmido e discreto. Nao me detinha,
como fazia minha mi, na apparenle frivoli-
dade de seus gostos ; algans suspiros mal
abafades, algurnas relexoes inspiradas pela
instabilidade dasaffeiges humanas haviam-
rae aborto sobre o passado dessa moga pers-
pectivas desoladas. Eu estava imbuido as
primeras Inituras cora quo a minha juvea-
tude havia sido alimentada ; via nella um
corago despedagado o quo s aspira ao re-
pouso.
Meu amor nao havia ainda ousado decla-
rarse, quando minha mi sorprehendeu-lhe
o segredo.
Desde ento nao teve mais que um pen-
saranto, arrancar-me ao perigo que presen-
ta, e deixar Pisa, arrastando-me comsigo.
Resist s suas admoostages, acabei por
ceder s suas supplicas. Eu estava de boa
f.
A Sra. de R... nada havia dito, nada ha-
via feito par acorogoar a minha paixo ou
para a confisso della. Suspeita-la-hia si-
qupr? Nao quizora affirma-lo, to morto
affigurava se-me para o seutimento que me
enchia a vida. O annuncio da minha pr-
xima ret rada nao a tinha ceramovido nem
perturbado ; nem pareca admirar-se disso
nem disso laraentar-se. Nao me desagrada-
ra ir sepultar na solido a eterna tristeza
de um amor infeliz : part sem pensar em
vollar.
No entanto, i medida que me fastava,
uma onda de pensamentos tumultuosos su-
ba-ene ao cerebro. Indiguava-rae contra
mim mesmo : aecusava-rae de imbocilidade.
Urna voz intima dizia-me que estava dei-
xando a felicidade atraz de mim : quo ti-
nha eu feito para apoderar-me della ? Re-
cordando o momento da daspididn, pare-
ca rao que seu ultimo olhar encerrava
uma repr ivago, qu'i o ultimo aperto de
sua mo tentara reter-me.
Em Livurnia, na occasio de deixar a
trra em que floresce a larangera, a tr-
ra era que u a havia conhocido, e tr-
ra quo eu a havia amado, conheci que
o sacrificio era superior s miuhas forgas :
escapei-nie dos bragos de minha indi e tor-
nri a tomar o caminho de Pisa. Apenas
cheguei, corr ao palacio em que habita va a
Sra. de R..., laucci-me a seus ps, cobr-lhe
as mos de beijos e de lagrimas, e creio que
deixou-so rommover por uma paixo to
meritoria, pois devu-lhe a instiga de dizer
que nao tardouem discernir me o premio
merecido.
Nao o nngo, conheci dias feli/.es. Em
amor, tanto como em materia do f, o que
importa crer, o objecto do culto cousa
secundaria ; tudo o que se er verdadei-
ro, e s verdadeiro aquillo era que se er.
Amava o era amado: meu sonho lizera-se
carne, palpitava sob as miuhas caricias.
Nunca loa de mel luzio com to puro bri-
lho. Eu viva em extaso, anda va as nu-
vens, frua em toda ,i su plenilude os j-
bilos c as ebriedades que collocam o hornera
a par dos deuses Estava prxima a hora
e.u que eu ia tornar a tomar o meu lugar
entre os mortaos. A primavera annuncia-
va-se apenas e j Valentina, era este o seu
nomo de anju, mostrava-se impaciento por
voltara Frang. Dispunha-rae a acompa-
nha-la ; den-me a entender que havia para
cora a socedade conveniencias a guardar.
Ao nies.no lempo aconsolhava-mo coji toda
ternura imaginavel, que Kiste passardous ou
'.res muzos era casa de meus pais: deviamos
ambos esti reparago a minha mi, insista
muito nisso. Eu eslava inquieto sera saber
porque ; experimenta va o surdo mo-cstar
que precedo o lira da felicidade.
Na vesperad.i partida, estando ella a ter-
minar os seus preparativos cora o ar or de
uma pensionista que aprompta-se para dei-
xar o convento.
Vai se i mim, vai disse-lhe. O
que ha de ser do mim sera a senhora ? Em
demasa o pres uto, nao nos lomaremos a
ver seno atravez de mil obstculos. Se
o quizesse, nao nos separaramos Sei que
ha na Sabinia ou as gargantas do Monte
Cassino Solidos encantadas fritas pura refu-
gio das almas que a socedade opprirao ou
menospresa : para l iramos viver ambos,
livres, ignorados, esquecidos do mundo que
nao digno de possui-la.
Por mais seductora que fosse. semellunte
proposta nao obtevo a aceitago que ou es-
pirava.
A Sabinia I o Monte Cassino 1 nunca
pensei nisso ; ha vemos de tornar a fallar
ueste assuinpto disse-me.
Esta respos'a que estava bem longe de
esperar, devera ter me aberto os olhos : a
dolorosa impresso apagou-se no enterneci-
raeuto da despedida. Eu tornava a entrar
era Franga alguns dias depois della ; mas
em vez de dirigr-me Brelanha, como ten-
donara, fui fatalmente reunir-raoa ella e.u
Paris.
Aqui, senhor, njudanga descuario I Es-
tava eu de volta havia cerca de ura mez e
ainda nao rao havia sido permitli lu contera-
piar a minha divin lado seno as suas ho-
ras de visitas, quando a corte e a cidade
formaran) circulo era torno della e deslila-
vara era seus salta. Lina palavra, um
olhar, ura sorriso, por toda alluso ao pas-
sado, um furtivo aporto de rao, tal ere o
rgimen frugal a que achava-me subraettido
depois de tantos dias de abundancia.
Alagara em um dosbairros mais retirados
e solitarios um pavlbo isola 10 no fundo de
ura jardira, onde embado esperava que
soasse a hora da ventura : como o urso que
durante o invern nutre-so da propra gor-
dura, minha felicidade eslava reduzida a
subsistir das suas reeordages Ultimo re-
curso, consolo supremo de amantes em dts-
ponibilidade, escrevia cartas que atrever-me-
lie a qualilicar de ardentes, e que pela mor
parlo tica vara sora rosposta.
Digamo-lo de passagem, fo nos perdendo
o habito das conversagos epistolares que por
rauito t"mpo fizeram as delicias de uma
socedade hoje extracta Em geral os bo-
inens s esorevem agora cartas acerca de
negocios, e a furia do luxo raatou as mu-
lheres o gosto e o genio da corresponden-
cia.
Valentina oceupava com o marido um
palacio na ra de Courcelles. Essa alma
opprimida apenas obedeca aos seus capri-
chos, esse corago despedagado nao mostrava
o mnimo vestigio de ferimento, esse destino
esmagado em flor e que eu me fizera cargo
de reconciliar com a vida espandia-se no
seio da opulencia como si eslivera no seu
elemento natural. Nao poda deixar de
reconhecer comigo mesmo que, si a Sra. de
R. era com effeito uma victima da soce-
dade, a sociedado tratava com extrema do-
gura as suas victimas.
Quanto ao marido, mal o vira: era urn
hornera do trinta anuos apenas, fatigado
antes de tempo, de aspecto elegante e fri,
e que de boa monte deixava mulher todas
as liberdades de que por sua vez osara am-
plainenle. Levavam vida folgada cada qual
pelo seu lado, e viviam sob o mesmo ledo
pouco mais ou meuos estranhos ura ao
outro.
Eis o lar que eu aprazia-me era encher
de tragedias burguezas, de epopas domes-
ticas. Todas as minbas ideas estavam por
trra. O anjo de Pisa esquivava-se e esca-
pa va-me por todas as puntas, e toda vez que
eu tentava tornar a apauhal o, ficavam-me
as raaos as ponnas das azas.
A resignago nao era o mou fraco. Irri-
tado cora os obstculos e dilliculdades que
doparava a cada passo, mou amor gauh'ata
de dia em dia carcter mais tenaz e utra-
tavel. Este amor, nascido em meu cerebro,
invadir todo meu ser ; a imagem das vo-
luptuosidades perdidas trazia-me presos o
corago e os seutidos. Postoque deoahido
le seu prestigio, o objecto delle era ainda
de bem alto prego para merecer ser dispu-.
tado ; como Henrique IV, puz-rae em cam-
po para reconquistar meu reino.
Todos os dias, s raesmas horas, percorria
a cavallo as alamedas do bosque, e tinha s
vezes a satisfagan de perceber a minha des-
humana indolentemente assentada nos co-
xitis do seu carro a distribuir em derredor
do lago sorrisos e cumprimentos familiares.
Recordava os longos passeios que junto
faziamos as tardes silenciosas pelas mar-
gens do Arnoou sob es carvalhos verdes de
Case i nes; rainhas reftexocs eram acerbas.
Travra relages que abriam-me as poras
da socedade pariziense.
Conlinuar-ie-ha^
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