Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13014


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Full Text


BI
(
AMO XLX NHEll 189 "
.jt- ___________
r ABA A CAPITAL E LUGARES 0\DK ffifo SE PAGA PORTE.
Por tres rnezes adiantados................ 9000
Por Mis ditos idem................... 11*000
IPor mu armo idem................... 14*000
Cada numero avulso.................. jj^o
TERCA FEIRA 19 DE AGOSTO DE 1873
nv '"
PARA I>i:\TBO E FRA DA PROVINCIA.
Por tras meses adiantados. %,.......... .
Por seis ditos dem....."J*............. .
Por doto ditos idum..................
Por um anuo idem............... .
#*
6*750
15W0
10*M0
17*000

DE PEMA
'PR0PRIEDADE DE MAN0EL FICEIROA DE FARIA & F1LH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Gon$aives & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Lea** Braga, no Aracaty ; Joio aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Sata!; Jos Jostia
Pereira d'Alraeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomos, na Villa da Peuha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emlazareth;
Antonio Ferreira de-AguIar, om Goyanna; Joo Antonio Maohaeo, no Pilar das Alagas; Alves d C, na Baha; e Leite, Cerquinho PARTE OFTICIAL.
Gsverno da provincia.
F1PKDIEKTK W) 1>U 3 M JUflHO DK 187!.
1' acceda.
Olflcos :
Ae brijaJein- ooiinnandaiile das armas. ~
hovidencie V. Exc. san que dVa em diaalu se-
j.i postada unta seulneila ui (rente do .Inicio em
\ue funecioua o Euglsli Bank, das seis Ilotas da
larde s seis da ni inh, a <|iial deve sor tirada da
guarda do arsenal de marinha.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exc:. de, .)in sals
faco au i|ue sulicituu dirsclor interino do arse-
nal de guerra no ollicio junio por capia, mandar
examinar dous fardos e irinta a seto caixcs con-
teado eali,-ado e fardanieiito viudos da corle no va-
por Pura.
i SMpSs,
Actos :
O presidente da provincia, de eonorriii lado
coin a proposla do I)r. chefe de polica, em ollicio
do il do inei proxi.iw passado, n. I.iii'i. resolve
ciuerar, a pedido, do cargo de suptente do
subdelegado da fregiiL-zia da Itoa Villa tiesta ci-
dade o cidad.io Jos de lanos Cumia Selte.
llidos :
Ao Ex n. procurador da cora. Sirva-se V.
Km-, deeiniltir o seu parecer sobre o Utiloso taque.
nuiento da soeiedade Amor a Bcnelicencia dos la
lltadores de carnes veriles, o qual devolver.
Ao Dr cliefede pdicia. AeetlMO recebinieu-
lo do ollicio de V. S, de l do mes prximo pastado
n 939, ein que solicita a approvacao da propona
que acompaiihon o de n. 8 do dito UMZ sob n. 837;
lespondeudo aqi-'lle. lenli i a dizer Ihe que este
uao etiegou a esla presidencia como suppoo V. i.
Ao mesoio'. Ao ollicio de V. S., de .'U do
ine prximo passado n. 1,020, deixou de aeoiu-
pauliar a informarn a que alinde, ministrada pe-
lo subdelegado do I. distn'ct > da fregjeza de .
Seaiuca da Grasa, o que Ibe coiuinunic i para os
lins convenientes.
Ao uiesmo. H<-presenlaiido-ine o i:iigeuliei-
lo fiscal da Mirada do ierro do Hecile a Caxaug
cootra o procedituento de algumas prara* que se
Cuan destacadas mi freguezia do Po.o da l'anella
de quererein trausitar nos trens da referida estra-
da soiu o respectivo passo, recouuueudo a V. S.
quo providencie de modo a que sejaiu ellas muni-
das de p;isse da autoridade competente, se:uire
que iivereui de andar pela inencionada estrada.
Ao cominaiidanle superior de Palmares, i
T.;ndo se reunido o consellio ile revisa-, da quali-
lie tea j da guarda nacional do municipio de liar-
re ros no dia 18 do nata prximo pastado, e nao
loado funceionado, alem do nutras razoes, por tal-
la de livro* proprios para o laut;ainetilo das acias
e qualilicacAo, recommeudo a V. S. que faca o ye-
dido daqueiles livros e marque novo dia para a
reuuio do con-elho, sali Ibe cumpr i visia di disposto no arl. 10 t." do
decreto n. 1,130 de 12 de maaco de 18.53, e arl. I.
3 26 do decrete n. I,3>4 de t de abril de 1854.
Aocjo.ioiuiJi.miu superior ue iiambe. ue
(B9S do ofBci de V. S. de 31 do mez ultimo soli-
citando armamento para o destacamento ah exi>-
teute, e que seja elle pago pela collecloria desse
municipio, lenlio a dizer-lbeem respo-la que aca-
bo de expedir ordeui tltesouraria de fazenda no
sentid i dala reclamara i e que qnauto ao arma-
Htenlo deve o dito desiacmenlo ir usando do que
liver, i' r |n.i:i! i no arsenal de guerra nao o ha
di>|ionivel.
3. ssecs.
Odicios :
Ao inspector da tliesouraria de fazenda.
Para os lins convenienles, rominunieo a V. S. que
del-gado do termo do Rnm Omdlm contractoa
cora o negociante Luii Tenorio de Albnquerque
Mello o furueciuiento do sustento dos presos po-
!ir-- da respectiva cadria, segundo participa o Dr.
chafe de polica interino ein ollicio de do mez
prximo passado. n. 1,010.
Ao meste. Devendo a ilespeza coin a
gnarda nacional destacada em Itamb ser feila
por essa Ibemuraria, expeca V. S. suas ordens,
alim de que o dito de-tacainento seja pago pela
ollectoru daquelle municipio como soiictou o
i wuedivo c.iininandanie superior em ollicio de 31
do mei prximo lindo.
Ao mesimt. Inteiradode quanto V S. ex-
poi em seu ollicio de 31 de mao ultimo sob n. 43,
serie I), acerca da falla de credilo que ha na ver-
ba toccorros pblicos para ser abonada a coin-
iniasio encarregada do tialamento dos indigentes
ac^cmmettidos de varila no termo de Garanlinn<
a quanlia de 20 >i e bein a-sin para pagar-se ao
inspector da saude publica a de 30 J proveniente
de tima carteira bomenpatiiica destinada ao nies-
iii" trataincnto, lenho a di?er que mande elTectuar
!- >'.- pagamentos sob a rcsponsabilidaJe da pre-
sidencia nos termos do decreto 2,884 do t" de fe-
vi tiro de 1882 alenlo achar se esgotada a con-
signaco da mencionada verba.
ao mesino Coinmuuicaudo a V. S. que o
Rvm. vgario de S. Caelano da Raposa, Gildino
Kirmino da Silveira Garateante, em ofBcio de 24
do mez linio offereceu 10 por canto'de sua eon-
B lia no espado de nm auno, para a< obras do asy-
ln de alienados, recommendo-llie que, feito o res-
peetivo descont, recolha o seu producto thesou-
raria provincial
Ao inspector da thesouraria provincial.
(jommunfes a V. S. i|ue nestadata recomm-m
do ao inspector da tnesouraria de fazenda que fa-
ca recouter aos cifres dessa reparlirai 10 por cen-
to da congrua do vigario de 8. CaetaOQ da Raposa,
Galdino Firniuio Silveira Cavalrante que p>ts es-
pa.o de nm atino offereceu para as obras do asy-
M de alienados.
Ao 101010. Mande V. S. entregar ao the-
soureiro da repartifao das obras publicas a i|uan-
I de 2:ul8 solicitada pelo respectivo engenhei-
ro em ofllcio de 30 aiin de aceurrer as disneas coni as obras das
Unas poulesinlias em subs'.iluieao das duas bombas
que desabaram na estra la da Escada, nos lugares
deuoiiiinaJos Pao Amarello e Inhaman.
Ao mesmo. Annuindo ao que solicitou o
teuenle coronel command-inte do coriw de polxia
ni ollicio de 31 de maio ultimo sob n. 302. auto-
nsi, V. S. a mandar abonar ao capitn daquelle
teres Flix Autouio de Alcntara que vo desta-
car em diversos nonios da provincia, dous mezos
de vencimeiitoi a contar do deste mez, e bem
ao-iin a quanlia de 40* para ambos como ajuda
de custo de ida e volla.
Ao mesmo. Em vista da inclusa conta em
duplcala que me remetleu o Dr. cliefe de polica
cam ollicio de 30 de maio ultimo sob n. 1,018,
mande V. S pagar a qiuutia de 4'>*5tiU, despen-
dida nos inezes de marco e abril de-te annn com
fornecimenlo de agua e luz a quartel do desia-
ca.uento do termo de Santo Anto.
4.' fcco.
(Mficios :
Ao Eira, e Rvut. Sr bipo diocesano-Ein
resposta ao offlcio de X. Exc, de 17 de abril ulti-
mo, sobre o qual nformou a (lima, cmara muni-
cipal do Recite mi daU de 98 do mez lindo, lenho
a Juer-lhe que nesUoccasiaorecommendo mes-
ina camira que se ab>tenha de impedir que o
apellan do cemitero cumpra as ordens de V.
Kxc. Rvma. quanto bencao das sepulturas, ma.
teria toda espiritual, e portante de competencia de
Y. Exc, bem como que ccassar a que oi dada
naqnclle sentido, e contra a qual V. Exc. Rvma.
reclamou em sen alludido ofllcio.
Ao juiz de paz presidente da junta de quali-
licacao de votamos da paroeltia de Rarreiros,
Tendose reunido no dia 18 do mez prximo pas-
sado o conselho de revisan de qualilieaeao da
ttuarda nacional desse municipio, e dcixando de
funcionar porque nao Ihe forain remellidas as
relaciHis recoiniuendadas pe'o disposlo no art. M)
do decreto n. 1,130 de 12 ila marco do is.">3, baja
Vine, de satisfazar o que Ihe imposto pelo | 2.*
do citado artigo, ministrando a retacan a lempo de
ser entregue antes do I." dia de reunio do dito
oouselnn.
Portaras :
A- [Unta, cmara municipal do Recite De-
claro lllma. cmara municipal do Recife, em res-
posta ao seu ollicio de 28 do ti"7. Ando, que nao
procdeiu as razoes ein que se funda para impe-
dir qae u eapelio do cemiierio obidega a deter-
minacau do Bxin. bispo diocesano, quanto ii bencao
das sepulturas, porquinto nao pode nem deve essa
llluii cmara obstar a que o dito apellan rece-
ba directamente ordens de seu prelado e as cum-
pra, quando esta* se referen a objecios do seu
ministerio, late, quando brotn puramente espin-
tuaos. O laclo de ser o capelln empregado da
cunara tan d a esta direito para expedir ao ad-
ministrad >r du ceinifrio urden) na piello sentido
ponpae si desse, eutau nao podera tambem o Exm,
prelado pelo meso) principio dar ordens aos pa-
nidios, sera ser por intermedio da presidencia,
visto como estes sio lamben considralos einpre
gados pblicos. E sendo, pois, urna tal dnuihna
contrara Ubcrdade e independencia da igreja,
cumple i|uc essa lllma. cunara se ahstenha de
assim proceder, fazendo cassara ordem alludida.
A' mesina. Em resposta ao ollicio da lllma.
cantara municipal do ltecife.de 28 de maio ultimo,
lenho a declarar que concedo a autorisavao pjr
ella solicitada em data de 7 do mesmo mez, para
despender mais a quanta de SOOiOOO pela verba
-t'veuluaos-com os ceiniterios pubiieos atiin de
ocuorrer s despesas mencionadas no ofllcio que
respondo.
A' cmara municipal da villa de Inoiuca.
Em 1 e-posta ao ollicio da cmara municipal de
Ipojuea, de 19do mez linio, tonhoa recoinmendar-
lito que cmplele as inl'orinacocs que Ihe l'oraui
pedidas em 19 de abril ultimo, declarando einquau-
t > monta a sua receila total do ultimo quiuquen-
nio e qual a applieaeao que teve.
A' cmara municiptl da villa de Barreiros.
Em rssp Uta ao <>:iic villa de Rarreiros, de 24 do mez Iludo, lenho a re-
coinmendar Ihe que complete as iiiformatfoes que
Ihe firam exig las einjoilieio de 19 de abril ultimo,
declarando a nnp 11 taucia total de sua receila do
ultim 1 quni|iicnnio e qual a applicaro que teve.
5.' tsofdo.
Acto : .
U presidente da provincia, atlenlendo ao que
re. 1 aeren Jos de Morjc Gomes Ferreir.i, arre-
matande do 4. Unco di ramilicacao da estrada do
sul, e leuda um vista a inorinayo io eugeuheiro j
chele da repartejn das obras publicas, de 14 del
dio ultimo suu ii. z>)/, resoive prorogar llie p ir ('.
inezes o praso marcado para a conclusao das res-
pectivas obras Esta ser a presenta, la as esta-
cos competentes.
BXPKDMMTB DO SECRETABIO
2." secado.
Ofllcios :
Ao r. chele de ptlicii. S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. que
r tltesouraria provincial foi nesia data antorUada a
pagar a despea 1 de que trata o seu ollicio de 30
de maio ultimo sob n. 10lt.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda acensar o recebimonlo do oiiicio de
V. S.. de 31 do mez prximo passado n. 1022,
coniuniniind o-llie que por portara desta data foi
exonerado do cargo de 3' supplente do subdelega-
da freguezia da Ra-Vista desta cidade o cidado
Jos de Itarros Correia Sette.
Ao co.nuiaudante do corpo do polica. O
Exm Sr. presidente da provincia minia declarar
I V. S. que nesla data expeJio ordem a thesou-
raria provincial 110 seutido de seren feitos os abo-
nos, do que trata o seu ollicio de 31 de maio ul-
timo sob n. 302. sendo que a ajuda d casto foi de
104 para ambos os oIRciaes a que allude o citado
ofllcio.
3." sirro.
O'licios :
Ao inspector da thesouraria provincial. De
ordem de 3. Exc. o Sr. presidente da pro 'incia,
transmiti a V. S. copia do ollicio do engenheiro
chefe da reparuVo das obras publicas, sobre o va-
lor do contracto celebrado coin Ju-iiin Jos de
Souz.i Campos para o abastecimenlo d'agua pota-
ful na cidade de Goianna, bem como da respecti-
va funga, e sobre que versju o seu olHcioi de 24
de maio ultimo sob ti. 238, que lica assim respon-
dido.
5' aseado.
Ao engenheiro chefe da repartico das obras
publicas. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S., para seu conhecimento e
lins convenientes, que nesta dala se expedio ordem
ao inspector da the.-ourana provincial, alim de ser
entregue ao thesiureiro dossa repartico a quanta
de 2:018*00), para o Hu a que allude V. S. e;n
seu ofBcio de 30 de maio ultimo sob n. 225, que
lica assim respondido.
Ao engenheiro fiscal da companhia dos tri-
litos urbanos do Recife a i^axang. S. Exc. o Sr.
preidente da pnvincia iianda declarar a V. S,
em resposta ao seu ofllcio de 2 do corrente, que
nesta data ii mu expedidas as convenientes ordens
ao Dr. rhefe de polica, aflm de que sejam as pra-
eas destacadas na freguezia do P050 da l'anella
munidas de passes da autoridade competente, sem-
pre que lenham de transitar por essa estrada de
ferro.
desta dati ao Sr. inspector da thesouraria def a-
zenda.
Racharel Manuel Jus Mendes Rastos.Certifi-
que.
Pedro Reinaldo Teixeira. -Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenla.
U mesmo -Eucatninhe-se.
Pereira Vianna & G. D se.
Segismumlo da (Josta Viello. lndeferidu.
Thomaz de Aquino llosa. -Inilefeiidu.
Secretaria da presidencia de Pernamuuco, 18 d'
agosto de 1873.
O pnrleiro,
SilviiM A. Hodrigtet
Hfjinfifuo da uvlieia.
!.' cecao. Secretaria da polica de Pemambun.
18 de agosto de 1874}.
X 1450. lllin. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que, das comniunicaeoet recebidas hoje, consta
quo fsram reeoUtidoa casa de detencao os indi-
viduos seguales :
No da 16 do correte, minha ordem, Jos
Antonio de Lima, viudo de Gamelleira, como indi-
ciado em crirae de furto de cavallus ; Eustaquio,
escravo do Joaquim Pedro arneiro Leo, e Reue-
dicto, oscrav Je Jos de tal, por fgido.
A ordem do subdelegado de Santo Antonio, \a\,nin publicista auacliroico anda cano
Agoslinho, escravo do desembargador rranciscoi ........;___ ..... j.____1____
Doiuingues da Silva, a re |unrimento deste.
A' ordem do do I. dstricto de S. Jos, Manoel
escravo de Manuel Paulo de Alcuquorque, a re-
qoerimento deste.
A* ordem do da Roa- Vista, Caetano Tnorau de
Aquino, |>or disturbios.
No dia 17, minha ordem, Manoel Mend s,
como criminoso no termo do Itonito.
A' ordem do subdelegado d) 2.' districto de S.
Jos, Pedro Celestino de Mello Lins, Antonio Jos
Lnirenco, Jos Aaloni 1 Pereira e Selso Malteus,
por iogea prohibidos
A ordem do do Po.o Ax Panella, Mara da
'".oncecao do Annr Divino, p.1* embriaguez e of-
feasss m ral publica.
Nesta data communicou-me o subdelegado da
Vanea que os ladroes penetraran! na casa de
Jlo Gorreia Loureiro, naquellc districto e ron
Inram a quanlia de seiscentos mil res, em.d-
nheiro, e mas algnns objeclos que fez a compe-
tente vistura e prosegua nos term >s do inque-
rilo.
Finalmente, a ordem e tranjuillidade publici? cia piibQca.
nio soffr-ram allerafao.
O q 10 ludo coin.nunco a Y. Exc, como me
cumpra.
eus guarde a V. Exc. Illin. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henri pie Pereira de Lu.vna, dg-
nissimo presidente desta provincia.O cliefe de
polica, Antonio Francisco Com' a de AniHJj.
EXTERIOR.
DKSIMCHOS 0A PHKSIOKXCIV DE IG DK AGOSTO D8
1873.
Renigno Rodrigues Lins.Revendo a desposa
de que o supplicanle pode pagamento ser paga
pelas thesourarias geral e provincial, isto niela-
de por aquella e metade por esta, mister que
sejam tiradas duas coutas, sondo urna para cada
thesouraria, alim de ser autorizado o pagamento
solicitado.
Companhia Utilidade publica.Passe portara,
ua forma requerida.
Esmeria Francisca JustinaDeferido eum oIB-
co desta data a thesouraria de fazenda.
Emerencana Mara da Piedade. -dem.
Francisco Jia juim de Mello Tavares. dem.
Florencio da osla Velloso. Informe o Sr. bri-
gadero commandante das armas.
Francisco dos Santos Silva. -Sim, com recibo.
Francisca de Paula.Deferido com ofllcio desla
ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Honorata Francisca de Oliveira. -Indefcrido.
Francisco Raposo da Cuoha Reg. Deferido
com ollicio de.-ia data ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
Joaquim Domingues da Costa. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Lucio Lins. Como requer.
Jos Afves da Silva.Informe o Sr. provedor da
-aula Casa de Misericordia.
Luiz Yaz Salgado. Deferido com offlcio desta
data ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Mara Augusta de Carvalho.Indeferido.
Manoel Luiz Paes da Silva.Indeferido.
Manoei Correia de Araujo. -Deferido com offlcio
LISBOA,
Portugal.
.\ooiyro
la-ru
Cliegou lioiitcui de Liverpool o vapor
(novo) Arbttrator. Salte Luje Nao escre-
vi por elle, por ser le carga e Jever atii
chegar mais tarJuo que o Luaitania.
Forain Loiilem intimados o coronel (Jor-
ges, bario de Piintarinho (PinautaJ Vascon-
eellos e inais ollioiaes que so acltam a bor-
do da fragata 1). Fernando surta no Tejo,
para campareeerem no da 11 do crrente
agosto no castullo de S. Jorge, alim de se-
ren julgados em conselho do guerra pela
OUmpcidaOjQ quelites foi attribuida 110 ce-
lebre processo da revolla le que teuhoop-
portunamente dado minuciosas noticias aos
uossos leitores.
0 novo paquete Julio Diniz, da com-
pauiia portueuse Progruto Martimo, que
em primeira viagem dever sabir d. Porto
um d'estes dias.l eva correspondencia minha
para o Diario.
0 paiz goza Je completo socego. e os
fundos sobem. Sao asss lisongeiros para
nos os parallelos que a imprensa ostrangeira
tero feto do estado, prospero de Portugal e
das fatalidades successivas era que a guerra
civil tein precipitado e paiz viziubo n'essa
quasi geni conllagrago.
A ordem do dia, aqui em Portugal, sao
ca:iiiiilio.s de ferro : do Douro, do Mi-
nho, da Beira, aug.neu o do do Sul, e tno-
vmento das bubas do Norte e Les e. Os
primeiros estao em accelerada cous ruci;o;
o da Beira era adiantadissimos estuJos;
falla-so nos ramaes ji .1.liantados do caminbo
de ferro do Sul a Kxtremoz e a uutrs pon-
tos importantes do Alemtejo ; na couces-
so de caminhos americanos [tramuiys)
pelas estradas raaedamisadas, que setao o
verdadeiro sustentculo das vias frreas.
O carlismo por ventura procurar ra-
railicar-se ou alliar-se de u o modo mais
positivo com o partido chamado legitimista
de Portugal, mas tudo isso cream que nao
p issar do campo das contemplaos do
ea'turrismo, porque para o terreno dos factos,
da irjsurreioao e da guurra civil, nao o presu-
mo, porque a Uberdade c hoje n"este paiz
urna uecessidade indispensavel gara o des-
envolvimento e conservado da sua riqueza.
Os intemacionalistas, o demagogos de
todas as castas digam o que disserem alguns
peridicos Id fra, perdom aqui o seu latim,
se que o aprenderam, porque o bom settso
portuguez, depois da meraoravel lig&o da
Mara ia Fonte, repelle quera o incitar
revolta. O nosso povo j sabe de cor e
salteado quanto custa unta nsurreiao e
quera tem que perder nao se mette em re-
bullioes que teria de pagar at ao ultimo
ceilil.
Falla-se agora aqui e com muita in-
sistencia da projectada compra de duas ou
mais fragatas, pois itossa marinha est fa-
lha de navios, eutna narao quo possue co-
lonias tao importantes como ainda sao as
nossas, nao pode fazer a polica dos seus
portos cora os poucos vasos de alto bordo
que nos restara.
A nossa riqueza mineira toma coosi-
deravel incremento. Muitos proprietarios
e exploradores de minas tem enriquecido
em poucos airaos. 0 trafago com que essa
explorarlo anima os nossos catniuLos de
ferro sobe j a urna cifra espantosa.
Torna-se a fallar outra vez da consolida-
gao da divida fluctuante, por meio de urna
operaedo vantajosa coin alguns capitalistas
iuglezes, segundo os peridicos de Lisboa o
tem affirmado. Sejam ellos de que nacio-
nalidade forem, ora tanto que a operando
se rea I i se nos limites das leis, e que o paiz
se veja livre por una vez das usuras judai-
cas da tal divida fluctuante, que aindi mui-
to consideravel apezar de ter o governo bai-
lado a taxa do juro respectivo, o que toda
a gente seria tora de applaudir, se o minis-
terio actual o realisnr, como se tem por c
auiiunciado.
O mais sao maravilha- polticas que vo
poniendo a significiieo e a importancia.
Aquellas fastidiosas polmicas de jornal
para jornal sobre origens e nobiliarchias
partidarias, sobre as contraili^es dos bo-
inens punlicos e valor pessoal d cada um,
coitfroutos descortezas, retoliagdes verrino-
sas, e toda a deiuais farragera de ba viute
anuos, vo acabando como por encanto. Se
urna vez por outra em invadir as columnas
do seu jornal com essa feira da ladra de
safadissimos doestos, ao menos passa pelo
desgosto de ser lido nicamente pelo revedoi
das provas.
Nao Ibes faco idyllio. E' um facto ; as
formas envelltccidas da discusso descabel-
lada, o das personalidades brmaes vo dan-
do lugar aos debates da outra ordem de Id-
lerosses*
Vio-se um bello dia que todos os nossos
homt'iiste estado, baralhadas as situaces
u bem misturadas .is figuras mais salientes
de todos os naipes da poltica interna Java.n
de si, usta de varias incoherencias pes-
soaes le pouca monta, sempre unta e a
mesma Escola de tolerancia, de liberdale
plena e le plenissima bonestidade na gereu-
No conquista, uo aspira incoroparavel lho, foi de grande gala, por serem os anni-
delica de ser conquistado, consom todo o'versaros do juramento da carta constitucio-
scu petrleo em tirar nsnodoas da sobre- nal da monarchia, e natalicio do Sr. infante
casaca ou no can lieiro ta casa de jantar, o D. Affonso. llouve cortejo no paco da Aju-
dispensa as loiras petroleiras, as pesadas da, e noute as Iluminares obeiaes deter-
juntas de salvaco, os cantos, os bombar- j minadas. O Sr. infante foi agraciado neste
deamentos, as guerrilhas, um miniserio da cora a bandadas ordens deCbristoeS.
para cada provincia, tira cdigo para cada Thiago. Inofensivas prendas Umbem.
conselho. e todos os innocentes accessonos N'alguns lyceus do reino ua occaso
com que a malfadada llespanha so est dos exames ftnaes, tecra havido disturbios,
agora entreten lo com lastima universal. por parte dos estudantes, contra os professo-
Basta de conversa, e ahi vo noli- res das respectivas circu.nscripges, que os
cas.
vao examinar.
ConhSEdo s*lo de que parece terse duvi-
da lo aqii por tantos anuos de discordias, e
lcscomJasturas, o que succode ?
V'.'in i cmara as opposicoes como ele-
mento liberal e mola indispensavel para que
o mecariismo paramert ir nao se enferru-
ge ou ettiperre.
As opposigoes por isso mesmo que sao
irais pequeas que as uaiorias, traze n vi-
dros de augmentar e de cada affUairo fa-
zem logsJ* um civatleiro, nao enxergando
ja iiais a tranca nos olhos dos seus, mas fi-
giiraniJ(^S*tUlteitrave a mais pequea aresta
que divisara nos olhos do proxi o 1
D'ahi, os attritos, os patenos conflictos
oratorios, as tempestados nos copos de agua
que se engole n desalmadamente as cortes
para agujar o timbre d'esas rethoreas
provincianas que os crculos itidilTereutes
expellem de si em das de eleiedes com a
sem ceremonia com que nos maudariam c
para Lisboa, por pequea velocdade, os
mais inafados productos das suas hortas ser-
tauejas.
Tudo iss) barafusla, bebe litros d'agun
fresca, bate murros seceos as pobres ca tei-
ras de S. Beuto, peile mil cousas urgicas
para a sua turra, e rogressa com muita ba-
solia aos penates comrcaos, cuidando que
viera salvar a patria 1
Kuganarain-se to redondamente como
redondos sao gran le p.trte dos seus planos e
salvaterios dalgibeira.
Quera salvou a patria forara as circums-
taucias especaes ou providencialissimas da
nossa posico geographica, da ndole paci-
fica e rauito dcil do nosso povo, e o bom
juizo pratico de urna duza de influencias
que na capital armaran) paulatinamente as
pecas do xadrez, jogaram a partida, cal-
cularam, meditarara, vram um pouco mais
longe, e nao deixaram comprometter as s
tuaces por amor de quatro gongorismos
das constituidles de 1820 que esses seuho-
res desenfardaran) dos seus alforges porta
dos Irmos Unidos ou t o patamar carun-
choso da Ponba d'ouro de vetusta e relam-
boria fama I
Ficam-se, pois, muito anchos ; voltam
ainda mais mpavezados do que foram para
a provincia, mas o certo que ao volta-
reln na segunda ou terceira sesso da legis-
latura, acham em S. Bento a papinha feita,
e vo noute ao theatro de S. Carlos des-
forrar os castos ouvidos das serenatas com
que l na trra os mimoseou duzias de ve-
zes a phlarmonica do siti urn grande
gandi do rapazo e nao men os consumo
de foguetorio.
Como os gabinetes nao sao eternos, e se
0 fosse n deixariam de significar a progres-
sivi.dade, gastara se, amollece-lhes a espinba
dorsal e urna bella manija vo-se trra
cora pastas e tudo.
A opposicio, isto a gen e que v ao
longe e guava a minora, apanba as pastas,
melle-as debaixo do braco e vai ter com o
dono do palacio da Ajuda para homologar
ocaso.
Jl'esse dii veem-se reunidos uns gru
pos de ociosos de luva de pellica e ba-
dine um tanto mais animados. Ksgo-
tam-se all todos os cancans da vespera,
devoram-se alguns miranhdes mais, por
conta e risco dos novos ministros ; mas uas
ofiicinas a no soio das familias nem se deu
por tal ; as cousas continuara no mes.no pe,
os empregados pblicos continan! a man-
dar pontualmeote os seus agiotas no princi-
pio de cada mez receber o ordenado que j
nao seu, os sinos da Lisboa vio tocando
1 tola ahora para as suas novenas c a ma-
china vai sudando que mesmo um gosto
v-la.
Ora isto, amigos leitores, a historia,
ha 30 annos d'um paiz que tem a fortuna
de nao ter successos.
As praias dos arredores da cidade do tN'alguns. tem sido preciso recorrer l'or-
Porto csto sen lo vigiadas cora o maior <;a publica.
cuidado, por se receiar que tenha lugar o Tem dado lugar a essas irregularidades,
desembarque de armamento o mullicos 0 curaprir-se o novo regulatnento de exames,
para os carlistas, lia muitos das que per- pe|0 qual os examinadores nao poden ser
manucom pouco .listantes da barra dois na- escolbidos dentre os professores dos lyceus,
vios hespanhoes.
queeusinam particularmente.
As Ibas denominadas Flores e Corvo, que 0 gevemo resolveu annur ao ultimo
fazorn parte do archipelag dos Acoras, vo- pedido da ssociaco promotora da expsi-
to) despovoando nota vel .mente, a ponto dse gao portuguesa no fio de Janeiro, obrigan-
receiar abandono completo. Tudo devido do-se a rometter por conta do estado, todos
emigrar-So dos homens aptos para o ser- os productos quedo Portugal forera enviados
vico militar, por nao quizerem sujeitar se aquella exposico.
aquello servico Falla-se na modificado da i Portugal fui convidado a tomar parle
lei do recrutaraento, era relae oaquellas n'uma exposit;o que se vai realsar em Phi-
ilhas,
les.
para seren evitados maiores ma-
J nao veiQ ao porto da Lisboa a espe-
rada embaixa la aponeza. 0 representan-
te de Portugal era Pars, dirigi ao ministro
dos negocios estrangeros um i.flico, que
acompanliava una carta do embaixa lor ja-
ponez, em que dizia que senta nao vir pres-
tar homeuage 11 ao redo Portugal, por ter
recebido instrueces do seu governo para
regressar inmediatamente a Vedo.
0 commandante das forcas de Portu-
gal, deslacadasna Guarda [Beira Alta), pren-
deu junto fronteira, em Aldea Dona, um
hespanhol tpic andava alciando gente para
os carlistas, offerecendo-lhcs 320 rs. da-
ros.
0 Sr. infante D. Alfonso, no dia dos
seus annos, assentou praca em artilharia 11.
1. Foi a 31 do passado.
Manfestou-se incendio no vapor inglez
Coromandel, quj cntrou na tarde de 25 do
mez prximo lindo procedente de Java, coin
carregamento do tabaco, caf e outros g-
neros. O fogo come;ou no porao, e i
horas antes do vapor entrar em Lisboa. A
carga pertenee a urna companhia hollandeza,
e parece quo nao est segura. Depois d'um
trabalho de quarenta e tantas horas, conse-
guirara salvar alguma carga. A sua pro-
cedencia era para Amster.lara. Pertenca
companhia North Shields. Conduzia 2i
passageiros, compondo-se a tripolaco de 40
passageiros. Alinal depois d'uma vistoria,
foi resolvido que o navio poda seguir ao
seu destino sem concert. Rocebeddo,
pois, toda a carga que desemliarcou, parti
110 dia 30.
0 vapor Pennsula, viudo do Londres,
trouxe 8,000 libras sterliuas para o banco
de Portugal, e 2,000 para a casa commer-
cial de Joaquim de Oliveira i C.
Parti para Cdiz a corveta de guerra,
portugueza, D. Htnriqm. A bordo vo
fazer tirocinio 6 guardas-marinhas dos me-
Ihores classlicados nos ltimos exames fei-
tos.
Correado no astrangeiro alguns boatos
do agitaco e.u Portugal, o Times publicou
ha tlias um desmentido solemne sobre tal
noticia, acompanhando-o de considerares
muito lisongeras para Portugal.
< Foi determinado pelo respectivo minis-
terio que os telegrammas tanto officiaes
como particulares, expedidos pelo cabo te-
legrapbico submarino entre Lisboa e as i I has
da Madera e Cabo-Verde, sejam considera-
dos internacionaes, tanto para o processo e
escrpturago, como para o pagamento das
tovas. J funeciona o cabo entre Carcave-
los (Lisboa) e Vigo (Hespanha). A taxa de
quaiquer despacho de 20 palavras, de una
estatjo portugueza para a Hespanha, de
1^300, augmentando de 650 rs. por cada
fracr^o de 10 palavras, alm das primeiras
vinte.
No dia 27 do prximo lindo mez de
julho, houve urna brilhante regata, feita pe-
los catraeiros do caes do Sodr. Houve
grande concurrencia e distribuirn)-se mui-
tos premios aos vencedores.
Brevemente saho do Porto para os por-
tos do Brasil, como disse mais cima, o
novo vapor, da companhia Progresso Ma-
rtimo, Julio Diniz. Mede 1,168 tonela-
das, e demanda apenas 8 ps d'agua, sendo
movido a hlice, e arma em brigue. Tem
bellas accommodagos, e at luxo as
suas cmaras. Tem capacdade para 30
passageiros de i.'classe, 20 de 2.* e 'iO
de 3.a A tripolaco portugueza, sendo
o capto Contente o seu commandante. A
carga para a primeira viagem j est com-
pleta.
0 imperador da Allemanha offereceu ao
Sr. infante D. Augusto as gran-cruzes da
Aguia Negra e da Agua-Vermelha, reuni-
das.
E' a cousa mais inoffensiva deste mundo,
quo o Sr. D. Augusto receba destes brindes
o figure de general as paradas.
Estao j funecionando as estacos tele-
grapbicas dos differentes quarteis de Lisboa,
para o quartel general da divisao.
Em todos os vapores eato entrando
muitissmas familias hespanholas, que se
acolhem a Portugal, fugindo aos horrores
da sua patria. Este ingresso de capitaes
hespanhoes deve ter grande influencia breve-
mente oa shuago financeira do paiz.
0 dia 31 do prximo Ando mez de ju-
adelphia no auno do 187G.
< A muuicipali lade de Braga (capital do
MinliOj comprou por 9:5003JOO), urna pro-
priedade urhaua d'uma senhora daquella
cidade para construir o novo tribunal de
justit;a.
A coramisso portugueza que tem por
(ira coadjuvara elevaco d'um monumento
ao grande chimco allemo Justus Liebig,
fallecida ha tres inezes, publicou o seu pro-
gramma para a subscripeo internacional
que se vai tentar, afim de*jr erigida urna
estatua ao famoso prolessor. A subscripeo
foi encarregada pelo chefe do estado, el-re
l). Luiz. Projectara-se conferencias Litera-
rias e sciontficas que se devem iuaugurar
em outubro prximo. Esto j inscriptos
os professores-Corvo, Bocage, Aguiar, Lapa
(mir.stro da marinha e negocios eslrangei-
rosj, Dr. Loureneo e conde de Fialho.
Foi approvado o novo typo de carris do
systema Vignole, de 37 kilogrammas, para
serem adoptados no caminbo de ferro do
norte e leste.
governo de Portugal, a concesso proviso-
ria para a construeco d'um caminbo de
ferro do via estreita, em leto separado,
que ligue Vianna lo Castello cora Lindoso,
atravessando Ponte de Lima, Barra-Arcos,
Orense, e outros pontos nao menos impor-
tantes.
< Continan) com grandsima activida-
do os trabalhos do caminbo de ferro do Mi-
nho. Continuara cora igual actividade os
estudos do restante da liaba, at ao seu ter-
minas.
1 Brevemente vai sor entregue ao publico
a nova scelo do caminho de ferro Larman-
jat, tle Lisboa a Torres Vedras.
L.
PEMAMBCa
REVISTA DIARIA.
Guarda nacional.Por portara da Pre*
sidencia da provincia, de 16" do corrente, foi refor-
mado no posto de capitn. Jos Lncio Lins, len-
te agregado ao 2." batalhao de infantaria do mu-
nicipio do Recife.
Autoridades pulieiaes. l'or port%rias
da presidencia da provincia, de 16 do corrente, fo-
ram nomeados : eposiano Cavalcante de Albu-
querque, L supplente do delegado do termo do
Bom Conselho ; Severiano Rodrigues de Albnquer-
que Filho, 3.* supplente do delegado do termo de
Aguas-Bellas; Jlo Lucio Leito A* Albuquerqutt
e Antonio Paes Cavbante de Albuquerque, i.* e
2." supplentes do subdelegado de Assurema.
Ponte da Boa-Vista.S.Exc. o Sr. com-
mendador presidente da provincia recebeu domingo
o seguinte ofllcio:
12 Groway Road, Westbourn Groad W., Lon-
dres, 29 de julho de 1873.-Illm. e Exm. Sr.Te-
nho a honra de communicar a V. Exc. que, vista
das ultimas ordens do V. Exc, tralei de completar
o projecto para a ponte da Boa-Vista, e, logo qne
estejam concluidos alguns detalhes que faltan), o,,
depois de feitas as necessarias cpecificacoes e
clausulas para a arrematado, sero chamados os
concurrentes execucao da obra.
< A largura da ponte entre os passeios lateraes
ser de 7 metros e 70 centmetros, como no dese-
nlio que veio de Pernambuco, e os pilares sao pro
jeetados de cantara, segundo as ordens de V.
Exc.
a A demora que tem havido por causx do
grande numero de folhas de desenlio que tem sida
necessario preparar; mas, espero que nestes quin-
ze das esteja tudo prompto.Deus gotrde a Y.
Exc.Illm. e Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira de
Lacena, digoissimo presidente de Pernambuco.
Francisco Pereira dos Passos.t
Utilidade Publiea Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 16 do rorrete, foi dis-
pensado, compaa de seguros Utilidade Publica,
o intersticio de sessenta dias da lei, para poder
proseguir em suas openees, alteadendo a adiar-
se ella desembarazada pelo tribu.al do commercio
desta provincia do registro da reforma de seus
estatutos, os quaes foram publicados na capital do
imperio e aqui por mais de quinte das. .
Soeiedade patritica Dase de Sc-
teiubro.Amanha, as seis horas da tarde, deve
haver sesso desta soeiedade, no lugar do costme,
alim de Iratar-se de negocio urgente.
.Isjio de alienados.Dos ofllcios qua
abaixo publicamos, vr-seha que o Sr. Dr. Pedro -
de Athayde Lobo Hoscoso acaba de compr um
hymno da caridade e de offereeer ao Exm. Sr.
presidente da provincia para com elle obter-se
mais um bolo em favor desse asylo.
Noticiando o facto, dispensaran-nos de o com-
mentar, porque disto escusa-nos o conhecineakr
pleno qne tem esta provincia de* elevados sent-
montos patriticos o humanitarios do Sr. Dr. Mof-
ese.
t Illm. e Exm. Sr. eomraendadnr Dr. Haarique
Pereira de Lucena. Animado de vontado de
coadjovar a V. Exc. no carldoso empenho de do-
tar esta heroica provincia de um uyio para oa la-
feliu alMaados, lsmbrei-me de corapor um hym-
no caridade o offerece-lo a Y. Exc, para cora
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8i 3(1 O'lr/. M t AJI['ff)h>||a|e Pcrnaiubuco Terca, feira 19 de Agosto de 1873. al O.ItfJA ./.U/ .".
4-
ee se obtMMirai csmola daqucllcs amor do prximo o principal fundamento fia fe-
lifo. wr* .
A masica <'jpl o bcm cultivadas so-
mente por aiueiiffejUMivcm tranquillos cn' re-"
pc-usu d'alma c p!ajKJb entrcgafn-sn 'phanta*
sia : os iiiv,T)s*TwSrs que pesan sobre mim
nao me dio lempo nem de dia nem do neite para
estar desoccupado.
(Se espere V.
Oiartt ma peca
im unicimcnte u
de ser uiiI .ios meu
' Se V. Exc. di
a leinbranca pe.
muito mais penhoral
go e admirador. -
Motcso.
Gallineto
de agosto do 18
Pedro de Athayde Wbo Misero. Acenso recebi-
d'i a sua carta, olTorecendo-mc mu hymno de sua
composico, afim de eom eHc obter-se esmolas
para a< obras'doasylo dos alienados.
fttMfBMo 6 BWflffniMflo de V. S., iigi'iJccm
Ihe mais e^te concurso que prest realisacao da
idea p-dlantrupiea e generosa a que elle se des-
tina.De V. S. amko altoaeips. venerador e.
criado* /ftnrlque Pei'ettK de LteHi.
Tele^raiiln suliniai'iuku costeiro.
Teem sido recelados os sfcgiiintcs tetc*r;m-
nai :
i Servieo telegraphio do vapor lltwper, ih de
agosto K- IH":!. -Ao 9r. major Wood. Qninlientas
e de*w*t multas de cabo estao laucadas m mar
com felicidade.
45 du agosto de 187.1.-Seiscentas e SMMntt
eatt! militas da cabo j esto lanoadas sera o me-
nor incidente.
IR do agosto de 1873. -Oitocaotas e nvenla
e seto millias oslan 'aneadas ao mar sefli o menor
inconveniente.
Tudo va i bem. Thomson i Jenkin
Agesto 17, ao moio dia. Njvccentas milhas
-cerneadas. Tudo vai b;m.
Excretlo lie tingo.O nr.no batallio do
infinitara de linha fz honiem. na [iraca cm fren-
te ao quario' du Hospicio, ex'Teicio de fogo. As
manobras .'ize.-.uu-se regalariBente. & Kxc o Sr.
brigadeiro cominandanto das armas assislio ao
eknreleto.
Vivn Partheaail. -Na da "4 lo corren-
te, rtunio-sc KMa Manda le ein sessao ordinaria,
ob a presidencia do Sr Thoniaz Chavea
U s. i' seeretarig nao lea, por nSo estar
prompti, a acta da sessao antecedente'.
AimIm.I) o expeliente, passoa-se I" pane da
ordo o do din. O Sr. Uedeiroa Correia desenvol-
vej thoso : o clero dect s-) jsm' r'alo pe'i
iilil Or.ir.un os Srs. IIvjuo M il >, bernardo do
i^^,#1'ftfe^^H,,^^Bl,>i.al#'(Pllflifr' perMcilo juvenil dos bracos e dos
dVoro|v?n>an*o os ndvos cranos pioiJO^fsenT Jnhora multo gord^,
p^ssiv^l, je a.coipmis/ao.aqluw \ sija nuMWt
de Ver as (ousas, prondr oslabelccimontodas
trtbui'.-OLsdir'ecti's para i artho /le 18:V,*si:n mIii-
prchender os-centlmos addioionaes, *aates da pro-
raga ci da cmara........
Segundo vemos, alguas membros da commissao
coinbateram aqiidla wojosta, sen lo. emeonse
qnerjKssotisciiradfMt
Fallenulas. ) artigo monetario do
.Ven.-*dta-que efcan'.aram credoree os *s
SwatMrsuid So, com fabrica d,a
do Nlancfcesior.
flalcnla-s-j o passivo om IHO.OOfl librar
llitein que entro 700 a 800 operarios sal d
didos com esta qui'bra.
bltQfilustre Morreu en) \twi\ o Sr.
Philaretf r.hnlas o bem ooaheddo profesor do
'. >iiM>gin- do Fr.uiifl. Tintta nascTO" *m lTWw1!**
consegiinle contava 75 annos de idade.
O siah ein pedAA (-1 Cfnt.1" Jag dos Rebutes que estati|J4s*refles f npcjjpm
do pedestal do busto do shan da Persia, que tnha
sl*j cuilucdu tiu frniitesp cto du paiat:iu d indar
i dara
ifferpc
as ipil
^pe-
n, pelo nonlrariq.
**.* vmrn?Ht'>s traje ; aKm dJ
ao x!o non lum, e de bom g
. HflMlii banho, es. olher .
Ulj4>ide>A)iaiKJindBl de cores nao muito
e de fazendas de l que quando estao molhalas
*.o o'"
.is M
Tam
nel, efi
tabello
Bonito ca
I dtixairi
B'csia pt
helio ; o
ni ehei
cabei
Hcl
ar.
tria, escapon das maos que o romoviam e vindo
parar ao solo, se fe em mil pedacos.
Honra merecida. Fui eleit membro li
da acadcrtfia'das seiendas <\ ParN.'o *r Per-
dinand de Lesscps, o iniciador da grandiosa pm-
proza da abertura do canal de Suez.
Ha va dous candidatos, lif. do V'sseps e Mr.
Bregue'. Este Xen i\ votoe aquello -
Suissa. -Segundo icloBrammas de Geflebra,
consta que o sltali c'ieoau as S horas da tarde de
21 a Vevey no Yinkelried.
I'oi anolhido com enthusiwmo. Assistio nesse
mesinodiaainn jaiUjr de rincoenla tallleres. O
rei da ibdlanda eslava sentado eni frente do
s ali.
O regreso a Genebra leve lugar ? 9 horas da
nonti, apresentando o lago um qwauro surprehen-
d-nte.
A Miald.i.i que conoorreu ao caes era immen-
sa. Os foaos d arlilicio, as salvas de artilliaria e
n us pliaiuail'is losfmiifi de piain para visitan pera-seu eainoiro.Seja fegwtfwla a nom-acao
de manha, ou nam in>|rraajifij|r8rri|^|nnr^ia UUJta aclo suuiiiante,ue,n4 provou a allegada
uieias de cores, 0fluiM Mo^m^Mm iMwmdzflatfiiMrro nntado.
escossia, estao em
timdr,com aor
Meo 1 inc i, Tu un iz (!'iav,;s e Porto.
Niii:u-:o miis p'linha palaviM. I'n envrr.idi
a discus.-ito.
l'ass.iu|i>.ji; i' parte le.oitinui.'io ila discos-
sai da lioso: fin jitslaiWiite tu : A"7 *t >. (! i
fatt**) oraram os Srs. j-nn Jmi-ir, Rernardo
de Moni oh; i. Miras Hef", laeintho de Mon Im-
ra, Rsperidiae Filli >. Cabral de Mello e Naiuloi
le Diivioia.
I o sequila oeeapou, poli segunda ve/., a t i-
bun.i o Sr Soalira Jaotor, o. depois Je hngos de-
batos, ftii encerrada a disciissao.
Aeftaiilo-so a llora a-lianlada, i'oi adiada para
a sessao YMidoiira a tliesa dj Sr. Gurjio : Q.uil o
/uuilamtnto da propn'ed ule '
rei'sortead i o Sr. Ainirim Salgado, qne oseo-
lima efuiftie these: O q** libtrA\i eeott
enroca m exmteneii '
Nada ni lis navonJo a tratar, o Sr presidente,
de.ios de d'-ignar a ordeai do dia para a wssaj
scfninte, levantoua s.^o as 9 hias da notto.
A I ii-irivi-:i -Acaba de sabir luz o n. .1
de jornal mprens'i. dedicada illmlracio da
cla-i.st ..i'lisca, trazeodo arligos sobro philologia,
geograghia e geometra,bem como um resum de
historia do Brasil escripto pelo Sr. Raogel de Sara-
pai >.
Ubi ao nielo 41a.Tove principio ante*
ha^ea, na groja de S. PeJro.aO meio dia, a mis-
si iiuii a sociedade Uniao Citlhoiict deliberou
un lar rezar nos domingos dias santificados
ajo'-lla hora.
Cjlnbr, na um religioso capuohinho, eor.tioaan-
do a celbrala do domingo prjimo o Itvm. Sr.
Iir. vigario gora!, que a is.-o so presta sem remu-
neras, o.
Clii'i ilo-s Kicoaris ca Dircito.-
N. .ili'ulo, lti lo correnle, houve sessao ordi-
naria desia s icied ido, sob a presidencia djSr. Dr.
Au^'.-I i II -nri.pies.
L'xii lid.-i o .i:i;i:-.i'.,ada a acia da soo autcrior.
Do i is do'itxjK'dieiit-', entrn em diseussao a
Ihe-ii -egaiuto : Bmaerodi Uberd'ie, che no
turar- privilegio de foro de que trata u Ord.
da i. : t. f
Falluan sobre olla Os Srs. Ozorio, Olvmpio
Mar.|.w;, i..- UuiluMw; fstJoWn.f; tTOttie Paren-
te e J ts !);iiz.
As : li iras di o ijte, o Sr. presidente levanten
. iessi, mareando o dia :;i! Jo e irouto para a
sefuinte :
Ordo u 11 di-.. -Contituia a dieussao da laese
aeoiii i! das natas ja airesei!adas.
I i A :j:-1-i:i palica. Por edital da di-
reetoria gral foi ir.iiufisrido o exame de verilicv
fio de capacidad' prof.'s-i mal para o magisterio
priniiri) di.- .o ;',! iiiai'.i i pira o dia 11 de se-
ten.br. prximo vinlouro, pelas ti horas da
maulia.
A inseriptjlo para o referid) exame dever ler
lugar at o di i Kl do mesmo mi'z.
R>iih;> e milis ronoo. -A freguezia da
Varzoa, siijudj queixosaraentese nos commuui-
ca, est sem polica, pelo que o crime vai-se
acantoand) ali. Hi poneos uiasf i ali Nonada a
taverna loHe-iripio Pereira da Silva c antes de
hontem reproduiios-e a scena em casa de Joao
Correia Liurciro, onde penetraraui os ladr.tes e
conseguirn! roubar lia em dinhoiro e alguns
objeclos niais.
Arrematarn provincial.- Foi irans-
forida para quinia-feira ,l i a arremataeao dos
imposto provinciacs da comarca de Flores, ava-
dados ein 2:8U605.
Porto do Funclial Lemoa n'um jornal
dessa ilha :
O vapor inglez Chlnujer, que anda numa
expedicao Mentido* de (resanos, sabio deste par-
to do Funclial a 18 de jullio. Vai sondando da
Madeira at as ilnas do Cabo Verde e de l at o
Brasil.
Carece cuidado.- Times poe de s.liro-
aviso todos os commerciaiites e casas bancarias
contra uns sujeilos que so uililulam Mailiesan o.
Cy de George Street, Towei-bill, porque esla firma
nao figura na Directory Ladon. Os taes sujeitos
-usaiu de uns sellos iguaes aos da acreditada casa
de Slaitiason .Si C.
Ineitaiueutn ao bem. Os membros do
jury que fnnccionoii no tribunal de Seine-et-Oiso
miel viudo no julgamento do um ladran, que no
aclo da captura molestara gravemente um gen
darme, uraliearam um acto proprio a incitar o
bom aervieo dos coros de seguran;.!. 0 gendar
me praticara naquella diiigoncia actos do verda-
deiro valor. O jury depois de proferir o sen ve-
reiielum condemnatorio fez entre si una snhs-
cripcio que produzio duxenlos francos, para com
etles ser comprado um ivlngio, tendo urna inscrip-
cio commemoraliva, e mimosear assim o dedicado
agente policial.
Franca--i ministro da fazenda, Mr. Magpe,
apresenlando-se na eoiumissio do oivamento, an-
nunciou-ilieu plano do governo francei para che
gar ao equilibrio das receitas o das despezas do
orcamento de I87'i. Estos esclarecimentos sao j
eonhecldos na sua maior parte, pelo que sobre o
assumpto eserovem os jonujs.
Mr. Magoe pode ohter dos scus collegas econo
mias que montara soturna de 4',57d.tW franco i
e que se dividem do seguinle modo: 13 milhoes
pola guerra, i inilho e td ',0<)0rancos pela raari-
nha, 6 milboes e meio p3las obra publicas. 7 mi-
milbaoe 700,0(1 trancos.peto commercio, SWI.OOO
francos pela fazende, e 7-".o.M> p -ios negocios es
trangeiros. Mas o ministro redama 38 mitaoes
$68,000 francos da eedilos hotos, sendo : Fran-
cos 33,608:000 para oeeorrer ao pagamento das
garantas de juros dos eamiabos de ferro ; 2 Oiih-
tro milhoes para a annuidale de-tinada sil-
demnisaeoes; 3. Novecentos e sessenta e oo rail
fraucos para a dotaefio da caixa dos depsitos.
Alm isso, o nova governo, retirando a le so-
bre a materias primas, e abandonando o eenli-
mos addicionaes,' propostos pio antigo governo,.
eneotrou 93 miihdes para substituir o prinietrO
imposto, e 3* i/i milhes ara sobetituir. oseoin
do. gatte/Au propoe. pois, L*i,'20 ',000 raeos
de kJiojkU nevo?, diriidos ikttte modo :
Direitos de aecise sobre os lecidos 60 milhoes^
de a^OM-bMiasiftatnrias que nao So tenidas,
liwilWw i diBtoidftntCisto, 8mhos ; im-
liostQSftbreosjornaw; W-inimdf-; assiuidlik^o
a letra dceanhit dos ckeouw* ?aados. n'am*
prai.a obre Qutra, 10 inilhoes direitos davotnai
teja.;
1fu
o Pires Fcrreira, sujcitai
i junta Je sen caixeiro.!
aoel Pertiira de Carval||Q(pyi proceder;
listro da Romeado d^,aou,aixeru llo-
L'heca dos Santos.I'ncefi^ ao regis-
Lebre & Reis, tambem regittru das nomea-
edes concedidas a Jos Joaquim Martins da Cruz e
joo Paes Pereira da Silva Jnior, -jeiam
traa*
Ir* m
alidd
oao
)i*eii
aedes a
ivaram
i seus ca
ci da
listre-se.
ps Gomes
I registro
Imes &
Indo ejei
aprevena
Paulo Jos.
cantes um
n e om
in qu
Por cima da coifa deve pi\r-se um chapeo I segunda via ou segundo exemplar
y 5 7. do chxTeto b. 4MS.
Joaw Manuel de Franca,tiazoalo a registro a
ac.io ipie dora a I.uiz Cecihano de I-Vanea
servieo os sapalos com solas demetar
s Sim
i te
en-
Wwtrajo; sad
maisaeradaveis do que >s brapeas que Gcaui .
xa ralbadas hia bora dejiriisqtitt ai senfiroras safem
de ca--,i, principalwenlp qqajido levam os sapali-
nlms*de entraoM'VarxS, nitritoTrn rirotn este^ataio ';
estas meias nao so parecem nada com as que ve-
mos. i;.\|ihhd i runda nas_"tiirinas das loju. c"1
Lisboa, sao ricamente bordadas no peijo do p
at* n altura *i tortozelk), fiminmlo bontma, e.
os fogos de Bengala refectiaift-se as aguas coin
um effeto maravilhoso, por i as eaibarcacScs veneziana, que su aciuvam,no
lego.
O -hall teneio'ia visitar os Upes,
Representaran poliglota. Em S.
Francisco da Colifornia esUi se representando o
Huberto di Biabo, por forma tal, que bem e-tra-
iih.i lia de parecer aos uossos leitores. O thea-
tro lyrico daquella ra ulcrna cidalo boje um
dos mais vastos c sunipluosos que ha no mundo, e
frequentado por milhares do est.-angeiros; por
isso cada papel cantado e:n l'iagoa diloreiue :
lUimb ault em iancez, BtImoi en allemao, e Ali-
co em inglez.
Pelo .po respeita aos coros, ca la corista canta
ni ling'ia que mais Ihe apraz: entre ellos ha .pa-
to cbiius, que por entre a> mais esplendidas vi-
luaooes do una voz de aliundo tenor, iniuioseiam
as, bellezas da Imgua m uigolica, is forraosas tu-
ristas das margeos do Tamisa, e o publico cosmo-
l>ol ta comprohende o papel cantado no idioma que
llio ridativo. E' nniarepresontaga) verdad'ra-
mono polyglota I
iiraude incciiio eni Kalliznore.
Sobro o grande incendio acontecido em liallimaro
no dia 2f> do jumo, diz 0 segtliitte nn lelegramoia
mandado de Pbiladelphia, pe i corresponde lie da
Times, naquella cidade.
Em Bltimore o fogo manifeslou-se no entro
da cidado, prximo das dea horas, n'um grandees-
t .helerimento de serracao em Clay Street, junto a
l'ark. O vento soprava rijo de" sudoeste o as
eiiaumas rapidamoote se alongaran!. Ao meio
.lia IDO ediii'.i.aVs estavam ardondo na rea limi
tada :i oeste por Iloivard-Stree!, e ao sul por Lo-
xinv".)-i-S'roet, a leste por I. bort -Streete ao nor-
te por Mulh-rry Street, comprehendendo estabele-
oimentos industriaes, casas de habitacao o quatro
grojas.
Todas esta-e lilicacocs feram total ou parcial-
mente eJi liradas.
Perderm-se mutas vidas
' A'- 3 horas julgava-se o f"go restringido
aquello perkuetm.
Un niii eiigano-Cinta um jornal de
Londres, que um proprietario prximo de Sbrevfs
bury, lendo lido desavenca com uns jornaleiros
irlandezes, tomeu-se de que ellos Ihe zessem al-
guoia violen : ; e por isso tratan de oble: dous
g lardas i'e polica para Ine tondarem a habi-
ta co.
ilois rapases empregadosem casa do irmaodo
dito pnprietario foram licar era casa do calilo-
i .so proprielario, tambem no proposito de o de-
fiulcr.
Afta neute, oslando rs (aos mancebos de viga,
obsjrvaram qoedeusvaltos crazavam cinstaoio-
mate em frente das jan lias. Nao teodo lido
provenidos pelo d moda casi, .le que dous p,,ii-
i ias joJ.ivam ,-iili por sua cunta, os rapazas, to-
mando-os por malfeilores, dispararam sobre ellos,
?rndo um dos policas gravemente.
O acannainento quo o proprietario levo do di-
zer aos rapazes que j tinha as costas anales,
antes mesmo d'olles chegarcm, oceasionon aquella
desfraea.
.S'otieias de Roma. Nos jornaes do Pa-
rs du dia 27 de julho, se encentra um telcgramma
de Boma, datado do 2o, o texto do qual diz as
sim :
O papa celebrou um consistorio e nomeou
vinte e dous bispos, des qoaes cinco sao para a
Italia e cinco para a Franca; a saber:
Aix, Chambry, Tarleu, Nevers, Amiens.
i Os outros san os bispos de Buenos-Avros, de
Szallima'" e do Fran, na Hungra ; Guadeloupe,
l'erth e Adelaida, na Australia ; de Waterford (Ir-
lauda) e seis i paiiihus nfeilelium.
a O papa priueipiou una aUqcafio, no decurso
da qual, fallando da suppressao das ordena religio-
sa*, assegnroa que essa lei contraria ao direito
nacional e humano : reeordoD as censuras fulmi-
nadas pela igreja em taes casos; recommendon
por ti i ii a oracao para obter que Deus fa<;a cessar
os males da igreja.
Modas.As ultimas de Paria sao assim resu-
mida pelo jornal do Commcrao, de Lisboa:
ln Paris as fazendas ornas, ou a cor que as
mita, alliada s cores vivas dominara nos estofo?
os mais ricos; as tnicas de Monde de seda cor
de trigo, com riscas de setim rewdtt, ou azul cla-
ro, sobre saiasde faillescarabe, com florinhas cor
do lirio tocidas na fazenda, s.ao da mais alta dis-
trae.ao.
t As senhoras de cerla idade usara saia (sem
tunisa) de grenaflina pi'ela, bnente, com vieses de
setim guarnecidos cora rendas estrellas ; o que
forma urna toilette da maior elegancia, e das mais
roame il aut: o mantelet echarpe deve ser guar-
necido com una larg_a renda de Cbantilly: o cha-
pu de palha de rnror durante a presente esta-
o, mas com a copa mole de ronda preta com
Pmi* echarpe de renda e grinalda de flores de
malva pt sta como diadema, por diante da pane
parisienses.
Urna eomhinacao muiti economice posta em
voga pejas senioras mais elegantes do Porto, a
que a primo ira sociedade de Paris est adoptando
pasa usar durante a estacAo; a reunan de duas
cores ; havana, per exemplo, do diversos tons, as
verde e preto, eu azul e cor de linho cru, ele,
para os costumes de manha, para passeio, ou vi-
sitas sem grande ceremonia : isla permitte poder
misturar o vestuario e variar as comhinacaes sera
discordancia! com B stxenrro de um oojtuwif de
('Hile preta, e de urna tnica de musselina branca,
parece que se possue um numero de trajos mais
consideravel do que na realidade se lem
t As saias enfeiladas em avental, com lacinhos,
ou botdej aos lados e sem tnica, sao a novidade
mais rcenlo, e va o adoptando-so entre certa roda
que nao sabe o que ha de f?er para se distinguir
dos outros.
Dizem nos que se tem eneommendndo, para
Par?, lndissimos trajos para banhos de ma'r que
hao de figurar as elegantes praias da Foz de
Porto e da Figueira. Tambora das proviooiaj (i-
rara pedidos muitos falos para entrar n'agaa; as
neqnisiedes dirigiram-se aos armazens do Louvr'c
por iuterrencao de correspondentes bartteula-
res
a Hoje em todas as nossas, provinciaetiate.ex-
traordinario luxo. Parece-nos, portanto, op'pr-
tuno dar-lhes alguraas exnliracoe?, que a resnejio
de trajo para entrar n'agtia nos ehegtim de Wigit
adoptado nao sbelas senhoras daHautpshtre, mas
pelas elegantes de. Lond/es : Prineipions f n-
curtar pouco a pouco a saia da tuoka dq fatoapara
entrar n'.ngna, at ao [ionro d n5Thi}:flfi^nao
urnas abiill?. Ao prfnctpo grit il -se mtto con-
tra a fretmiidao de/semettate ajoj dtpois. as
inu,rmui4f|ures aastijniiM:a,#,sfl.a eje, que defin-
tivameole,') q adoptado em parte pQrue nem
todas as senhons ppdofli seguir conve$em'mente
esa moda.
' A iaaieru usa a sajan deseando. maia ^ckn*
abaixa do jcwjho, fmqpa^tq-.a# nuw*mM :
tevello larg3?, e kvanla
bros, e as calcas franzi
. Jim cealear, #in>ije o pifcr f-enna nad-qne *
d'ahi para tiinaijquo sao as risoais ma orisontot
e da cjJr itominauio di) trajo. ,.H .^.,
Comtudo po sao a,ipta|as com os vestidos
de cauda que neeessitamd'esa'ras branas para se"
trazorem as sata
Para lindar esta describo i& s^ecialtdade
intimado trajo de bllo fexo, diremos que as muias
de seda cor de carne, nao sao admitalas de ma-
noira alguma. As brancas bordidas em anorto
fazeiu parte da toilette de baile; .mas fiara-o* bai
los de Casino, com n cutidieao le uo usar sapalos
blancos, saopenmuidas ioas baaca^, bordadas
de seda da cor do ve-lido.
Itlovo Mundo. A' livrara franceza, ra
i'rimeiro de Marco n. il. acaba do chegar 6 nume-
ro 34 do importante jurual -titeo Uiutda,ouo se
publica cm .Now-Y.rlv, liazendo grav'uias repfi-
sontando : a cachoejra do Paulo Afl'onso no Oca-
sil, a pinte do lliallo ora i encza.'os ehfns enqire-
gads na .igrlculluradns Estados-Unidos.
Lotera. A .pie.se nena a veuda a 63.% a
beiii.-li -io da nova igre a da .Nossa Sonbuia da 'e-
nlia, a qual cone no dia'21
Hospital !*.>u^ai-/. de Rcncflecn
els Sorimonto das enfermaras .lo mesmo ira
sonrana do dia 0 a I do agosto :
Exlsliam 28
Entraram ti
Sailram snruos S
Fallcceram 2
I'icarn exitimlo 81
Estado semana o Si. uiiiJonn Loureuoi Ri-
bi'iro la Cunba Oliveira.
Casa de detencao. Movimento do dj>
17 de aposto de 18":t
Existiam presos 341, entraram 6, sabiram 5,
exislem 3iJ.
A saber :
Nacionaes 2iS, m:;lheres 6, estrangeiros 44.
osera vos 41, e.-cravas 3.total 342.
Alimentados a enfila dos Cofres perdios 282.
Movimento da enfermaria do da 17 de agusl"
do, 1873:
T, .
ove baixa :
Franeiseo Jos je Fr.'itas febre.
Geuilterfo puWieo. -Obiluart* do dia 16
de agosta :
Jai), preto, Penmi^ucj, 22 m-jzes, Boa-Vista ;
varilas.
Francisca, paVli, Per;:arabuco, II mozos, Ueci-
fe; convuls's.
Ilorleucio Jos de Souza, pardo, Pernambueo, 18
annos, ^gnora-se a rosiddBfiia) n'il'-u", Doa-Yisla,
varilas confluente-.
Lydio," preto, Pernambuca, ."V3 mezes, S. Jos ;
hexrgas:
Haria Hita do Naseimento, parda. Ceara, (ignora-
se a dado) saltini, Boa-'i.-ti, H-s,)i:al Pedio II;
tubrculos pulmonares.
Mara, parda, Pernambaco, 3 miz-js, S. Jos ;
espasmo.
Maria, pr.-ia. Peraambuco, 24 horas, Sanio Auto-
nio; espasmo.
Muza, ram-a. ro n.i ab io, 8 mezes, Jecife ;
:onml-oes.
- 17 -
Gandid ), p-irdo, IVrnanib.ie.ii JLazuv?. Jos"
enterte.
Jos, nardo, Pernambu-:\ 2 annos, S. Jos ; be-
xigas
Miiuelina, escrava, pela, Afr^a, 80 annos, sol-
tona, Afogados; paralysia.
Benedicta Quiuliano d! annos,
solteiro, Santo A-ntouio ; epilepsia.
Mathllc Maria do Carlita; parla, Peraambuco,
60 annos, solteira, lloa-Visla; erysipela.
Manoel Jos Latirontno, pardo, Pernarabnco
annos, casado, Boa-Vista; anazarca.
da tirina
U|'|)ll-
, sendo
tados, o }tm ilociaraei > dn^pid
co se w\wWrmBrndo-)Sc rta
a disposto n
Nada mais havondo a desnaciiar, S, Exc. o Sr.
censelhelro presidente etieerruti a sessao ao mein
dia.
PARTfiFOLITKA
40
Trihiiiinl do coiiiinerei...
ACTA DA SF.SSAO ADMINISTRATIVA DE li W.
AGOSTO jE 1873.
PIIRSIDE.NCIA 00 EXM. Sa. CO.tSELHElRO ARSBX1H
KIUNCtSCO PERETTI.
A's 10 horas da manha, presentes os Srs. se-
putados secretario Olinto Bastos, Lojies Machado e
os Srs. supplentes S Letao o .\lves Guerra,
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente declarou
aberla a sessao.
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessao.
F,XrEDIE.NTE.
Officio da lrecca da AssociacSo Commercial
Uenellcente desla cidade, communicando ter-se
procedido no dia '> do eorrentte a eleicao dos uo-
vos funecionaros quji loetn dediligir as liabalhos
da mosma associacao no crrente anuo social.
Mandou-se aecusar o recebimento e agradecer a
communicacao.
Distribuirain-soos seguintes livros :
C.piadur de Joao Pereira dos Santos Ka rola o
diario de Amaral Xapuco o C.
DESPA-UOS.
Reqnerimentos :
Da Antonio Jos Fernandos, pedindo por coni-
dio a procuraQo pela qual Gailberme Carnero
da Cunha Iba cuqferio poderes para negociar em
scu nome no eswBelecImenlo da ra Pnmeiro de
MarQo n. 20. Certiique-se.
De Avilla Irmo & C, para dar-se-lbes oerlidio
se hauve altofagao na norAeacio de sena caixei-
ros,Deferido.
De Francisco Jos Gdrinano. para certificar-se-
Ihc a nomea.;ao do seu caixeiro Leopoldo Gadout.
Como pede.
De MontBiro Gerreiro & C., soljcUanila que-se
coriifique, vista do seu contrato, se tiles sao ou.
ao successores da flnna Rocha LcaJ & CNa
forma roquerila.
De Manoel Tcixeira de Andimdo, tambem certi-
dao das nomeaeqes de sen* aueireaAntonio Fa-
ra de Andrade e Victorino Faria deAudrade.
Passe-se a certido requerida.
De loaquim Ferreira da Costa, pedindo que se
Ihe certifique estar ou nao registrada a uoraeaco
de seu caixeiro Max.miauQ Ferrcra da Cos|a.
Certfique-se o que constar.
De .loaquim Nicolad wrrerra, no mismo sen-
tida respectivamente a de sea oa+ero Jos Ger-
mn i Bezerra. Paasa-se certido do que cons-
tar.
De Costa $ Soares, tambera no mesmo sentido
qnanto a Joaqnlm Jos" Lnhr de' Sonra.-D-se
certido do qu constar.
De Ferreira Jnior & Rodrigues, chainando-se
o caixeiro Joaijiiim, Padrq.da Aau(o- Qertjfl-
que-se.
Di P?aac Efcmntry, idem dem Sebastlao Pe-
reira Pinto. CiMiflqna-se aqnu eonsttr.
De Franrico do Assia Castro o..Sti/19, tecn dem,
dec|arando-ne-lhe q,ual o.nomi da qaixeio.-Cer-
til'iqtie-se o que cinstar.
De Jos Lft de' Wclb, para daNse-fte cerfidito
da nomeaeao de sea oahteiro Viceaie-Monrei.
Deferida
aberra Juftft *\m>Wimte1tiaNlllHii4..
da Mfa <3osu,' flcaodo a respeaona >aplai
nao lia vendo Moarenit-j, rt ,uU
nomeacSo d Seu'calxeTro'ao
pedinda %Ox*ti8'Htk* o Wid%
4)3 Santos.Nz forma pedida.
&*&? '
anameacaqde.w atan
*- Gomo reqaerem.
VAUTI|> <}9XMivil % 5 i>il
KECIFE, 19 DE AGOSTO DE 1873.
Ataba S. Exc^ o Sr. eommendador Lucena de
prestar um relevantissimo servieo a provincia, cu-
ja administraoao Ihe foi conftada.
Kst 10 alinal feitas as inodiRsaces do contrato
da estrada de ferro do Limoeko em eondicoes to
vant.ajosas para a provincia, eomj raioavlmante
Bio se poda desejar mais.
L'm dos raino"s da publica sdministracao, o des-
enviirvimento de vias de communieagSo, melbora-
ment polo qual clamara os interesses da lavoura
e do coininercio, foi sabiamente attendido pelo z-
loso e intelligenle administrador.
S. Exc, ontre aquella m-tdiiicaco.^s, soube com
o tino que o caraclerisa, incluir as clausuias da
croafio de um fu.ido de amoilisaco para indem-
nisacao do capital empregado ni empieza, bem
como a reverso desla para a provincia, sera onus
algum. lindo o lempo do privilegio, ja estando
amorsado o capital eiupregado.
Analisando um contrato d-u cslr.ida de ferro
felU) 00 llio do Janeiro, disso o Sr. conselh"iro
Chriatiauo Otloni, autoridade iasuspeita. o so^uiu-
le : t faiec reverter ao estado, apenas completa
a amorlisacao,til o principio fecuudo que a
provincia do dio de Janeiro ensaia desde o anao
passado. >
to ffeilo s.ia.ii aos olbos as vaulagens que
nesnllam da adop;> de-ie principio, qjier para os
Cipilae* emoregados as emprezas, quer para a
provincia, ou o estado quo s luesmas coucode
privilegio por prazo mais ou menos longo.
Al'jumui dnzenos de anuos, accroscunla o m s-
1110 conscl >eiro, sao nada na vida das n \Q$*t.
E' pralicando actos desta ordem, desvellando-se
pelos inlercsses inoraos e malerues da provincia
que o Sr. cominondadir Lucena, ha de confundir
seus ferozes detractores.
Mas como quer que soja, faca embora prodigios
o zeloso administrado ; levanto o espirito publico
ablelo poia- ingiorias adinidislra.^k dos tempos
/alalis.-iiuos do doiiiiuio projtreisisla, fazeudo a po-
pulacao .bastada conorrer pressurosa para a
ceji^irucco do um odilicio to uiil humanitario,
como a de um asylo do alienados ; zelo cuida-
doso e providente o emprego das rendas publicas,
anida assim nao inipor silenea 1 una opuosico
lodesvairada, quo freuelica c apaixonada.
Kealinonte, como distinguin d'tmtre a vozeria
insensata, que levantara os bomensquo se inspiram
itn Sr. Villa Bolla, ou inspirara a censura justa e
cabivel do a iodo grosseiro f
Nao, elles, os delractoi es, nao censuran, porque
nao tem o que censurar, pautados pola Justina, co
rao sao, os acUis da adraini^lraco ; e:n rev incite,
perm, mordem como bydropholncos.
Urna ooposicao do homeus illuslrados e bem in-
tencionados instrue a communhao solno ainarcha
goverualiva, carrise os governos, prepara e educa
o corao.10 e a intelngencia do cidadao : ao contra-
rio, a calumnia mil vejes esrnagada e oulras tan
Uis vezes reproduzida, qual a liy.lra da fbula: o
deprimir incessante, a zumbara insulsa no que ha
de serio e nobre ; em gamma, lud.v que o espirito
de faeco po em psatica para galgar o poder...
abastarda .' v-Jan". nrisnjw, om vez do
car, envilece a imprensa, provoca aseo o nojo.
E* justamente es'a a opposico que tem feito
administra ao a gente da Provincia.
.Os lioniens serios, aquellos que nao estao eiva-
dos da paixao partidaria, perguntaiu : porque est
om diseussao a pessoa, o nao os actos do presi-
dente ?
A rosposta 6 simples: quo esses actos sao
bons, e porisso nao inuurrein em censura plausivel.
Espirilos demeulados pelo odio, os leudas do Sr.
Villa Bolla e elles proprios podem ferir ; evocara as sombras
do passado, e o passado contra ellos !
Coitados I urnas vezes sao estultos, oulras ferozes!
Se os houicns que cercara o Sr. Villa Bella e de
quem fazem uina especie de rei barrote, nao esli-
vessem desvarados pela paixao poltica, nunca se
alrevcriam a tr.zer a disoussao fados, como o da
suspensao do Dr. Lucena, quando juiz municipal
de Goyanna, decrelada pelo accessor do Sr. Villa
Bella, por ler aquelle integro juiz procedido contra
um eserivo venal, sogro do sogro do yo, o des-
pachado contra figuras proeminenles do progresso
naquella localidade.
Nunca tambem empreslariam um homcm de
posico social e Cora das lutas de partido palavras
como estas ha duas companhias do tiro, sendo
que urna est em palacio ; lembrar-se-hiam da-
quelles ominosos lempos que Deus permita nao
voliein mais I
Mas, que importa honra e boa reputacao aos re-
dactores da Prefnela, cuja moral poltica c social
a mais elstica possivel ?
Continuem, vibrem coa forca seus golpes.
A arma embora perversamente agucada em|)ot,v
r na conraca de civismo e moralidado de que esl
revestida a administraco do Sr. eommendador
Lucena.
A opioio esclarecida ah esl para aquilatar
cerlos mereeimentos, e fazer comparaoos, das
qtiaes s puder resultar a coudeninaco de cer-
tas figuras asss conhecidas, que felizmente acre-
ditamos, s por fatal'dade voltarao a scena, lo
gastas est}.
0 publico conhece-as, e sabe perfeitamente que
em muilas deltas se reunem proverbial inepcia e
equivoca moraldade.
'iJBUCACOES A PEQIDQ
Groioza du priauipios oorigaem, medinnlc
irrua'opposhjao* (li^nt, as rjue'estao fio po-
drir a (lireifl no" paiz "us inollioraitioiitos'de
qtie precisa; o a caso Dcfo possattf, a ceJe-
rem-ilieso poder miis esn conprehenso
exclue necesariamente a paixao eolio, qae
"o'ngo de beijalclifcei-n o paiz lovana-no'af
bjsmo ero ibystno, acaJjan lo por sopi-
-lo.
Sob o dominio deaias venlada, mu i bem
exprimi um eicriptor nps sojjuinp^ ter-
)s:
1 Nao ha nada mais cousrari/> aos ins da
$nciedade, qut as j)aix.')93 polticas. A so-
ciedade foi instituida para arrir-os* liomens ;
e as paxoDS polticas sao 3^ forras quo as
Jasa acia ; sao as tempestades que us dis-
persam n
Megnilica carapiKja para os Monta tem-
berts da Provincia !
Entretanto, grabas ao bom sonso de uosso
povo e ao bem coidiecido Libcralixiuo da
olygarchu do Sr. Villa-Bolla, a Provincia
lem si lo mal succodida om sua missi, e de
dia a da va adquiriniJo uwis descrdito.
0 I'eitor qne principia, des le a primeini
|>agiiiii da Prooimin at a ultima, a ene Mi-
trar smenle arligos, em que se injuria o
Exm. Sr. Dr. Lucena, a si mesmo so inlor
ruga : -ser possivel que um bomem admi-
nistrando urna provincia s tenha merecido
descomposturas?
Para salisfazer a esta porguuta, o leitor
uecossaria.neute tem de oucontraro odio, o
deapnito e a inveja, como causa da opposi-
cdo que a Provincia move ao Ilustrado ad-
ministrador ; e, portanto, os homuns da
ra du Queiinado iiiconeiii no despreso e
condemnaco publica.
Islo poslo, comprolionde so logo a im-
portancia e etieito do artigo quo dobaixo da
epigraplie lo Rraursov da siluaijo vum pu-
blicado na Provincia de 15 do c/urenle,
Ahi, a gente do Sr. Bario de Villa Bolla,
pretende julgar toos por si, o acha que a
autorisac^ao. que a assimbla provincial deu
ao honrailo e benoinento i)r. Lucena para
roformaras repartieoos, para melhor regula
risar-sc o Iraballio, e economisar-so dinhoi-
ros pblicos, urna autorisaca) ampia e
formidavc.l.
Se a Provincia pensa desta manoira, o
publico quo desde muito clama contra o
pessoal intil de algunui reparti^oes pensa
de modo contrario : ese a genio do Sr. Villa
Bella ollia essa nutorisaofio, como urna ar-
ma formi la'vel, o publico tem-ua como urna
medida financeira de grande mellioramenlo
o conliani;.i, da qual um presidente Ilus-
trado, honrado e justiceiro a to la prova,
como o Kxm. Sr. Dr. Lucena, Amis far
uso seuo cm bem da sua provincia natal.
Sua Exc. o Sr. Dr. Lueeuo tem bstanle
patriotismo o criterio para n:io so utilisar de
urna medida, tomada por u:na Ilustrada
corporacao, a quem scntimenlos patriticos
licliiram-na, sendo quando a razio e o censo
a dministrativo combina I isc>m o servieo pu-
blico exigirom.
.No pense a Provincia que o integro
magistrado proceda, nomo proco leu corlo
pulid q'ie, no dizer do Sr lr. Figueirodo
accessoriado, e, quando na presidencia,
titinba accessor.
Tal medida, diz a Provincia, faz sur-
gir pira os e.Tiprogados provinciacs urna
verija leira poca do terror, anda mais ag-
gravada dup*is que o Se. Lucelia foz conslar
(naturalmente foi a gente da Provincia
quem espalhou esto conslar) qne nao admit-
tia qu.j omnrag*rlo niihliro aljum censo-
raisp. actos da adiHinisttae.ao.
E' preciso nao cotihecer-se o caracler
honrado e justiceiro do Kxm. Sr. Dr, Lu-
cena, ou enlo estar- e afogado nodespeito
o odio, para avanzar-so ptopos!.jao de tal
ordem.
O empregado nao pode ficar aterrado,
desdo que tom eonsciencia de qwe sous ser-
vicos sao utois o necossarios a provincia, e
so algum lioa aterrado com a medida 1; por
que elle o primeiro a reconliecer que
intil, o que o dinheiro (joe a provincia
gasta com elle poderia con mais proveito
sor applicado a outaas despezas.
Ksse empregado pode mui bem favwrero
eom a gente do Baro. ^
A imaginaeo do povo da Provincia
capaz de tudo, at de suppor empregados
aterrados 1
V.' pena, que s um mez depois desanc-
cionada a lei, o Sr. Barao morresse do amo-
res polos empregados pblicos.
Se S. Exc. tem merecido encomios de
seus patricios, islo devido aos seus mere-
eimentos renes, ao sou tino e patriotismo ;
tino e patriotismo [tanto mais admiraves
quanto sao guiados por urna illust'acao e
onradoz, dignas do todo o elogio.
Se os amigos do Sr. Baro cscrevem no
orgo do Sr. Baro com a esperanza de
quando o Sr. Baro fr presidente llio dar
um emprego ou urna deputneo, nao tem
por isso o direito de julgar por si os defen-
sores do Exm. Sr. Dr, Lucena, que se o
defendem, o fazem por amor a justicia, e por
quejse indignam com o modo porque a Pro-
vincia se atira injustamente contra um ad-
ministrador que s tem direito a estima e
considerado de seus comprovincianos.
Este o movel dos defensores do honrado
Sr. Dr. Lucena.
Recursos A posieao bostil e injustamente aggressi-
va, em que a Provincia se tem mantido em
relacao ao distincto e honrado pemambuca-
no o Rxm. Sr. Dr. Henrique Pereira de Lu-
cena, prova demasiadamente que nao ha pre-
sidente em Pernambuco que se considere sal-
vo dos assallos de urna opposico infrene e
desarrazoada, e que por nossa infelicidade,
aspira por todo modo o nome de liberal.
A essa opposicaio, a que j a opinio pu-
blica deu o mencionado castigo, e que nos
seus ataques desbragados envolve al a hon-
ra do adversario, com vantagem se pode ap-
plicar estas palavras de Tliiers os ambi-
ciosos, nao teem honra; 09 obstculos os ir-
fita m. i)
A Provincia est longo e bem longo da
posigao a que deve sssumir um orgo de um
partido que desputa e quer o poder com dfg-
idade e decencia.
Ko pode pretenso orgao do partido 1-
iSuVq
pjlf-piwii Wwto-dpers3rtalidmfes.
1 Desgraceio do Brasil, se ojpartido liberal
* signiticasse a bugiganga da ra do Oueinia-
^ov^ desque a Prtvmei* ergio I
Sefiamos umapot^o di) brasileiros inf-
fis', quando emTentsinbueo os-redactares
oavrfga^W'(B*Jaiff' d Pmtken encou-
teiAi na opmio puMiei I Disto a
ropria Ptvvimrw' \mf MsteiW -eWcreri-
A ADMINISTRAg.lO DO DR. HENIUliUE I. DE
LUCBNA, A Ol'l'OSIIJAO E AS VERDADES AOS
MOMTES.
Estamos plenamente justificados, quando indi-
cavamos que o odio mai9 vehemente, a iojuslica
mais furibunda, as expressoes mais baixas, a in-
gratido mais repugnante, taes erara os movis
que arrojavam os personagens da Provincia (papel)
contra a pessoa e actos do dMineto administra-
dor desla provincia Dr. H. P. de Lucena.
Nao foi embalde que contestamos o liberalismo
dos renegados conservadores da Provincia, denomi-
nando-os de phariseus di ganancia do poder, espe-
culadores miseros e mesquinhos, ineptos, supina-
mente ineptos era aceSes e concepeoes, lanto no
presente eomo no futuro.
Os ltimos quatro numero da Provincia (papel)
acabara de revelar-se sublimes... at ao idiotismo,
incoherentes al a demencia, incongruentes at
a senilidade.
Se certo que o illustraiisstmo Sr. barao de
Villa Bella) amrma-o o Sirius) caneado de sua
iniraobilidade proverbial, depois de assignar a
carta monumento contra o honrado Dr. H. P. de
Lucena, que o seu povo applaudio boqui-aberto,
toinou gosto pola publiciiade; nao ha contes-
tar que os arligos de fundodos qnalro ltimos nu-
"E.i||*!*r| tai* '. JwiwMtu'e so redactor
da Yerdude du demt liemr, de esna-uladort A
dementa, *!*w,si*v**:ie^fo iinpetos, pelvr
jpie o yiuslre oil'uadolw ats;tuwe:.jbs:a rad.gna-
cao, d.ixon car,c*a 4viiiidq,vfirdftdi| aos inli-
tos, que a "Piji^^t^f.WUjieiie.
< Vos, smi,*^ m ft-oVh&ta, 'eia demonstrado,
especulis com a bandeira grandiosa qae nao
. do proprio editteid ..uo noiiBoey construste,
sois uns meros cttiore It'loifqBde Monulera-
b;rt, p tUivis ila trtp I
Fatalidade! Honiem fui .-mag|da o Ilustre
llarao no estylo epistolar, boje 10 e-tylo publi-
cista.
Honlom, tanta gravidide e jaotaoofc ao escajpeliw
da analyse e da lgica reiuzio tj^a epstola in
conveniente a sua oxpressao mais i-nples, nul-
lidade, a po; lude, lan'a iHfumailm^pru galge
o pinculo do poder, lano esforc e arle para
trepar, fulminada polas verdades aos raontes d<
Dr. F. i'avora !
E, emquanto nos e o publico sensato assistim.)
pasmos as l-voIuocs a.loudadaa Jos acrubatas da.
Provincia (papel), o honrado pernainbucano Dr.
H. I, de Lucena, grave, inspirado, pussuido do in-
tensa paixao pelo engr.iiidocimenlo iiioral e mate-
riaj de sua Ierra natal, vai iuscremiido oii nome
as paginas augustas la historia pciuarabuciiia,
euiprelieudemU) obras a melhoramentos ra ir
maieriaes do maior alce e proveito para csu 1 n>
viucia e para o progre-so do paiz.
E, o que mais anda roeoiunienda o digno e
honrado pernaiiibueaiio De. Peceira du Luceja, o
quemai-11 recoramendaaos olhos da npininriri pu-
blica justa e moral, -que aolepostiiwu adpi'ni-
traeiio a do imiuortalciD 1, aquella
esta em largueras oV vislas, em 'rtmifnnla .Lo
cofres pubhoos, era rosullados auspiciosos agrco-
las e inlusUiaos, em f.jcandua moral e civilisauora, em milhoes do beiic">
daquelles para quem a caridade e simiente a can-
dad.! fundo 10 la a eren -a era Jess.
Ein lao breves DDMat dr administraran, Ment m
presidenli con.-eguio jamis o que le, conseguido
o honrado iwcnimbueaiio : i-lo i ; fundar na ca-
ridade publica lao giganlesc. empreza. pial a do
asylo de alienados, agenciando quasi 10 :IKiOA(iHO
em poca do criso monetaria porque pas-a a pro-
vinc:.; animar e rasgar vias frreas d* lano iii-
turo, qu-es as da Uimeiro, Tmbaba e Jalm.
obten.lo t>>nfsse>e tao vantijosas, roe, a pruvio>
cia sem dispendio do um real, no futuro oralar
cora a propriedade "laquellas vas, e assim co n
um fundo do rendiinentos excepcionaes ; jorcar-
se por fundar na projeetada colonia uina MTaWn
agrcola deorpka 1 e desvalidos, os noM* de fu-
furo snprirau de fetoies e irabalhadores in'.otli-
geutes t amostrados, os engenhos e fazendas, quan-
do outrVa .qienas enciiiam as roas da cidado ora
olhVhs por deuiais tepeteda; insistir oa id'a de
dotar a capital de Itecilo, eom um pinetn mNk,
o qual, oreado em '():IMX),',0 i) somonte as desanr"-
priacdoa o em OOio.OiOOU os aterras, pelo lino,
irabalno, estado e economia de S. Exc, acaba d
ser radusldo a insianilicanlo qnantia de 40 cantos
BStW Ir.'iiaihos aecoss.irios ; erguer novo asylo de
m'iidiridvie, que o seu antecessor lli'o pmra.'.ira
e-I. roailo. para qus o porvir reconlieea noanKi
vale, quanto podo en animo viril e patritico, a
aspirar 1 (pie se funda em alma nobre junta a
enTgia de carcter.
Entretanto, lao magistatcas emprezas leva lai
avante pelo honrado e patriolico administrador Dr.
il. 1'. de Lucena, da l'rocincia (papel ) Mienta
teem merecido doesios e calumnias I Que importa?
Falle e grite pois a paixao freuelica e anarcbca
de cortos grupos polticos, cujos (actos estao no do-
minio publico ; oiga a impreesa insensata da Pie-
Vincia, ( papel ) do Liberal e oulras. lavas pho*-
phoresceiilos contra a verdade ; brame a ira par-
tidaria es'ndu a gritara contra o nobre e prest.-
inoso cidad >; une des|>eilo de ludo, a verdadv,
a jiisbea, o bem, S. Exc. o Dr. II. P. de Lu'-ena
tecerao encomios e applausos.
Quanto anos, repeinemos, essa guerra desabn-
da conira a pessoa do honrado Dr. Lucena. 1 use
grosso ebuveiro de epthetos incivis, esa febre fu-
ribunda conira tao benemrito cidado, servoin
apenas para demonstrar que o honrado pemam-
bucaoo vai se erguendo altura de estatua colos-
sl, a cujos ps runioreja, sem tom nem snn, (
sus-urr.is da turba multa ebria o perdida do puli-
li ros sera f. O rival do benemrito visconde da
Boa Vista, o Dr. H. I, de Lucena, na historia e
nos monumentos que ahi ergue, inscripto lem j
seu nome venerando 110 prsenle e no porvir.
1.
An Kx.m. Rviu. b5po. ao Exiu-
|iroai Ao 1. suppientc do juiz municipal, R6-
man Pereira Filgueira Sampaio, apresentpi
urna denuncia contra o vigario desla fregu -
zia, Antonio Joaquim Soares, como mandan-
te e seu fmulo, Caotano Soares BaMUease,
mandatario do brbaro espancamento na pes-
soa de uieu estimado irmo, Angelo FeKz&r-
do de Souza, e fui obrigadu a retira-la
porque o referido juizdisse-me quo nao po-
da despacbar sem primeiro consultar a.'
juiz de direito, e que desojando proceder
com juatica-, todo o qualquer passo que dsse
consultara aquelle juiz.
Um juiz quo nao sabe despacbar urna dc-
nuncia, e que por tao simples cousa mand*
ouvir ao juiz ile direito a 16 leguas desta
villa ; um juiz que estando no Cariry, ape-
nas soube que o vigario em desafrouta do
sua amasia, mandn espancar meu irm,
bate pemas a um cavallo e corro at esta
villa para assnmir o exercicio ; um juiz qu
disse sem rebufo a alguinas pessoas, no-
meadamente, Joao Benigno Correa de Mello,
tenente Manoel Caetano da Paz Fragoso e
Manoel Vicente da Cunha Jnior, que ou-
tras cousas se fazem, quanto mais despro-
nunciar ao padre ; um juiz que deve a esse
padre tres contos e seisecntos mil ris, e
que quer forma-lhe a culpa, nao pdese nao
fazer boa justica, e por contar com a justtea
do Sr. Rumio, retire a denuncia.
Nao se glorie, porm, o vigario Soares,
Deus justo e nfallivel em sua jos-
ta.
Salgueiro, 2-2 de julho de 1873.
Vcente Felizardo de Souza.
beral ser a expoesso. deste mesmo partido, meros da Provincia (papel) sejam imputlos &
4sx>^au*dtJ&ea(lllW-do1emried*' celera*)
.paos seus. numerosos discurso, quanto pelas
su as coneepcoes polticas.
El' lastima que a pena aipeslrada do Dr. F: Tf
vora rasgasse tao de subito as demenladas con-
eepcoes do arrojado Baro, denunciando a mais
equivoca, esquerda e ni*m^/*) epet te pisjrt. afundar, desnrn'slisaBdo 9morgao,
qual a Provincia I
Ha- posifoes que1, dif'^ipi be o iHTjsire-re-
-dactdr da, rerd/ide, mwiofse-otiamaratn posta:
"t (iuem heptem prodot\tt artiid e cenrtrb m-
alei^h crnz'-do- -palmo,1 est* agora demilmdo o
qae eonstrviFa -na-vspero '
Em ana fosta na matriz do Salgueiro. A
igreja eslava apinhada. Tratava-se fazer a
nomeagao dos devotos que deviam festejar o
glorioso Santo Antonio. Nao se sabia todo
o nome da Kxma. senhora do Sr Manoel Pe-
reira de Magalhes, foi urna pessoa sabe-lc,
mas o nosso vigario nao se dignando esperar,
levanta-se c grita : Comadre Maria como
se chama? faltando anda tratarse da
nomeac de urna juiza, torna o padre a
gritar: Quem quor se juiza de Santo An-
tonio alevanteo dedo parriba.
Em urna missa conventual na mes^na
matriz. Antes de ler os proclamas diz o vi-
gario : Quem tirou de mesa um peso de-
baixo com urna rosa lexandria dentro lev'
ao padre se nSo esl escommungado.
0 vigario quera dizer que Ihe res-
tituissem um peso para segurar papel.
O macaco que- lirn a manta.
A sociedade Amor Bsaefleenei
(tos tnlhariore* de carne verdew
e os Srs. marchantes.
Doslocaram a questo ; nSo importa : acea-la-
hemos em qnalqnef terreno.
Respondemos ao arligo qne sob o titulo desie
foi publicado no Jornal doRetift** fB do cor-
rente.
Qneni na diseussao dessa renhidissima qnesio
dos marchantes com a imr d Bene/kencia foi o
rimeiro a anasla-la para o campo nconvenjen-
ssimo das individualidades, dos tactos desairee,
das arcu*coes infamantes e das aHegaOes mise-
9 defensor dos matetiantes, o articulista olir-
uif Ao fiedfe. 8lm, desde o primeiro acto m
marchaniesj deeae sna: prtmeica itnpuguacdo u.
pretengio da.4t rd Boecnciii, a txeftti^das
escravos da classe do? talhadores"-que lodoso
memi>r*S dessa asmeiar-M foratp'aiarrdos |>i#
eeHegft ao pelourrrHiiV 4k ignoidWIa.
Ser'capa'.te n*&t4t>2- Set-epat de jaenix
^
\
u -.....__



^
-^.-_'.-
1

-0Mti%bl%i^j|ta^uM irt&^l fateAgatffil
8
'atJ|aarlto*li ! ftrt'/ ?i
ido. Vedel
ato este pv.it j
O i/ue temo
iiem!
Utidor lejl Wbiiuado a lodos os gneros de
combate, i npra H0 m?3ftfo Mm.
po e com as tas armas, o infla porni
micedcr oM-, dethk p'.irqiw bisfa q-ie
* tonfttmw mt Am emm tremedal, de ac-
corflo ; tturjulftssai que fosles vos quem nos
arraou pira Uif. Atirantes coi lama, com lama
XT arremeftetliu, porque nada mais natural que
soja Vencido Smlama quem com lama se defende.
Presums aorilenlura Sr. articulista do Jornal
do Reeife que vidaCoadeis aajos, em.manto nos
defendemos deabhlds Sois d>! un displante ori-
ginal I
mvencei-tw d* urna e-msa se me eomprahen-'
fi ni >r.01 "fr'ii Lazaros !
,w|s aa^M^ppflijrpJa U quesIS : o [amador
hvre^AWija^Aii'iii do publico e Jo marchante,
roern*, o imJhauto, eiufim m Lomen ique nao
un>r.>ee peram. elforee* tJiUt as garantas do iiunesdide
scgttww mpublico, porque leu um sonlior
para responder por elle; e.a>sim votis una cor-
pmaai *. riih*tns a urna perpetua cjiiJcho de-
gradante, e o (ycrtai a um eterno oaptiveiro, -ao
mete eterno,.
-\'s vas diremos agora : o taltiad Ranlo, dizeis. porcnie assim o teem querido os
>rs marchantes. Foi o marchante que fez o ta-
ina afir ; este a consequeqcia daquele.
Acpnteceq, perju, '|ue nao csftva previsto:
acjnsequetei reagio contra o antecedente, o of-
toito co.ub.ite a causa.
Oure aflelo, r. articulista do Jomil do Reeife,
-uiro-oulcw. .
O publico (ynhtce, ptrfeilmninta os talhadores,
iissestes.
X' direnJuparf de|can|o do fofs espirito :,
o publico nm tWcoulucinmnto algn do que sao
os Srs, mrchmntes. Ss. Ss. constitem tmmys-,
tena, nm tuij nm n tieaV o quesea.
Em o vosso- segundo e ultima naragrapho ha
das allusdes ridiculameute, cobardemente ambi-
cias. Aboccute*, mas nao ferradas os denles
ledo la! ;at de quobra los 1
Rom. Fipiijjaus p ir aqu, o publico est enjoa-
j < disto ; nos pealemos' alguma causa, vos, se
que gauhais, laza nos o "sacrincio desse ganho ;
i piemos aqu.
Deixai un paz a uossa penna, onossopunhul,
e o nosso rewolver, e nosso quiri, de que vos es
jueeestes, naturalmente; mus tambem nao vos
apreseiiuij ruis iefeudendo o aiortague d'aquel-
le S'iHh cujo usaie nao pronunciamos jaem at-
leafio avseaoSr. D Vital, E sobre tud > ao
'anlii Jizenio publicamente, que breve re-
S'iK-er a qmstio faca de pona.
Mis no iin.il das contas talo isto pheria I I
Ate naesma a faca de pona d'elle.
Fijarnos as ordens do collega do Jornal do Re-
rife.
M "iffouM sdp?Br9(iicr*ateri.tiirtik i t
'Co Harttino em navio de vela o vaprjrt*
para dentro e Tara do imperio, assim corap
contra]fogo.sobro predios genero* e fo-
rondas.
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ra do CommdKHo'fvr,^ f* andar.
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Fraseo* vi
Genebra
Mello &
100 eaix
do, 75 a
100 ditos
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>s a F. .Vi. Silva',
'arias 4 C.
'&C.
jto, 200 a J. T
|ra Lebro 4 llei^
-J9/^'- Axevet
,-unior, 50 a Silva Nevesj,
aGomesde Mattos Si
naCka|ttAsAoina
is J ClLKaUrt vcaixa
lOiftOO I Art 3. O contrato de que se ii&i po ai't. anu^'
ccdeHteier submeltido approt.rio do presl
RA DA CRUZ N. 88.
O
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
Acompanhia Indomnisadora, estabelecdsj
oesta prar;a, toma seguros martimos sobre
navios e suus carregamentos o contra fogo
em edificios, mercadorins e mobilias: na
ra do Viga rio n. 4, pavimento terreo.
laM 1 aa/9 3f Wat
a Ferreira Maia & C.
' ^rumentus cir^rgjcos cajx^ a, Ferrara Maia
Jarros de barro 4 caixas* Silva Npfes.
Lpulo 1 fardo a Ferrir* & (I Lfcor 18 cai-
xas a J. F. dos Santos Jnior. La Je bordar 4
UAs ordem- Lu?a J* gigos e 3 estas a Coa-
McOVt$^tWJrancsco Hamos, 10 a Paclie
co & Azevedo, 20 a J. fiamos 4 Machado, 2 a
Prisco Barbos^4rfito*Cirtni|. i a Soarcs do
Amaral & t. M^d^ 1 cata,a Nasas mes^s, l^a* a, Xm*iJ. Farias.
Papel 102 Tardos a Antonio t de C|rvalho, 200
a Lebra ^ Heivfi.a Fuancisoo. Ramos. iOft a tton-
tiro & Rocha, 100 a Fernanda & ..lmaos, 71 a
Ferreira dos Santos, 600. a Maualhaes & G, i pa-
Mi a.l. M. Palaieira. PImauww 10 aaixas a J.
t de flUod C !0 allSCX^bVe, Reis,
lo a J. Costa, 5 a Farrfa dos Santos, 3 a J, M.
Palmeira. 10 a Gome*. cuis Icaixa^a.at S. Faslf,. Plumarias 2caii
xas a Suya. Sevei 1 a Paraa y C. Pimeota
10sacas a JosT. Mello* ,C. Pinho 33 taboas
aos coaignataries.
Bea/^o I cataordeiu. Roiuw iwra baptisa-
do i ca xa a Prente V. 4 C.
Sardinhas i cajjs^ a F. dos Santos Jnior.
vulro 12 caixas
uw f^f Brtcls>4gnora je a
.. resKeneo), ^ c io*OO0
JoaqaimDo m oada da Gw (ignara se
I retrJeHcta), em lOCO*
^Kocebtfl&i'P*rc*i)lniM;.ll do agosto dT
iza Lacerda.
uraria provine
Exm. Sr. pre]
HMW
-* O film
eial, em cuir.,_
sidente da provincia, d
da fazer publico que
\l
torrente mez, man
a pi'.l<;a no dia 4 de se-
Tellias de
ista 4 Soares.
Sendo a gratidao a pndra de toque d:is almas
elevadas, faltara a um sagrado dever se nao vies-
- a imprensa agradecer sincera e honrosamente
ag lllm. r. Dr. Hurillo Vianiu, o relevante ser
vico que acaba de prestar me salvando das garras
da norte urna innocente crianza, minha filha,
que se achava no leit i da dor, a bracos com
urna rebelde molestia. Receba o Sr. r. Vian-
m a humilde prova de gratidao que Ihe tri-
buto, certo de que, nao pretendo ollender a sua
modestia, e s sim, dar Ihe um pequeo testemu-
Rli-t do a prego de que digna
Joao Gomes de Olivoira.
Ao publico.
Deparei com um artigo no Jornal do Reeife de
2o do crreme assignado pelo Sr. Luiz Schmalz,
na qual este snior manifestava ao publico ter
sido prejudicaJo com um varejo no migenho Ca-
pricho, do qual rendeiro, e felto pelo delegado
subdelegado do l. districto deste termo, isto
por ter eu denunciado, segundo diz o raesmo se-
nhor, a exigencia de um crime all praticado, la-
xando o proccoiincnto da polica de irregular, e
'onclmiido alinal que ludo era devido minha co-
Incale para me loeupletar dsBo tralnlho.
E de nieu fevi r declarar ao publico o que se
Qssoa ueste engenho com relacao ao fado a que
alinde o Sr. Luiz, para que se pos>a apreciar se o
esenpte de ibesrao senhor ou deixa de ser a
nanae.io (el do que se passou.
O tarto i; o seguinte .
Ko dia 2o do nioz de junho prximo lindo, di-
wersas pessoas residentes neste engenho diziam
ttr ouvido um uro na noitc de 2i do momo miz,
para o lado das plantas do Sr. Luiz, e que tinha
Mo disparado em una pessoa que i'urtava m-
raos na i li.-'ii'i impurtancia a essa noticia : eis
que no da 30 do referido mez o Sr. Andr Sol -
Maz dizia ter sid. verdade tudo isto, o nessa
mesma occasio diziam ter desapparecido do mas-
mo engenho um individuo de nomo Celestino, que
trabatyava ao suisso, deixaodo no rancho toda a
roupa.
fio mesmo dia, dous eompanheiros de Celes-
tmo dirigiram se minha casa cuno proprielario
que SOU desh) engenho Capricho, dizen lo-me que
sea companheiro Celestino havia desaiinarecido, e
pedjndo-me para que IScas-e com a roupa do mes-
mp, visto como ellos se ivtiravam.
a Tbta^desta narracio uos eompanheiros de Ce-
I Mino, do que se dizia neste engenho confirmado
peta sr. Anura, rocusei-me a receber a roupa que
iraziara os mesmoB eompanheiros de Celestiin, e
<-: seiencia de ludo ao subdelegado do I. dis-
neto o>r Dominga Alfonso Ferreira, o qual com
pro leocia o zlo no curnprimonto de seus
ere*, v, a este engenho, procurou indagar
do fac... chegando logo deoois o Sr. delegado, tiue
' -ve tambem scieacia do oceorrid ., visto que a
notiea n eslava espalhad.-i per diversas partes, e
auxiliando o intsm i subdelegado, ambos flzeram
as mvestiganjej precisas para descobrirem a ver-
dade, fazendo feterrogalorios a diversas pessoas
investigares aas plantas onde diziam ter-m dado
o tiro, e i-orno nada twesscui encontrado niquella
oncasiao de vefljf*o de er.me, ferimeuto ou mor-
.'. votaram para suas easas, teado em todas essas
i las diligencias proceli.lj regularmente, nao fa-
zendo violencias. E' esta a verdad'.
Ja v o respejtavel publico que mo fui en de.
n meante de rnme de ni irte, como diz o Sr. Sch-
maz, e que a polica nao foi violenta.
-Nao tenbo iuteresse em que os suissos rendeiros
a nieu cngeiho soffram pre|oizos ; nao tenho in-
t-resse em ficar Com seus trabalhos, e preciso
escenUir que ijuasi lodos foram por mim fe-
n> antes o arrendamentoj n.o tenho cobica, nao
te?;,. towulear-'iAa do.servieo amelo, pelo con-
rano soINre prejuizos nao cumprindo ditos ren-
MIW as condicSes d i contrato de arrendamcuto
e pr.nc.palmente a Oesobrta de um debito.
>.r. Schmal, eu me deienderei das accusa-oes
qM me faz injustamente, e depois vottarel "im-
prensa dando paUieidade de tudo quanto tiver
occorrido e de mais alguma censa que agora dei-
deckmsr.
Sr. Luiz, eu nao di>se ao Sr dulegado uue o
fgjff* W Sr- diz em laa "^rrespon-
Kique portanto o publico satindo que a noticia
Mala pelo .'Fe engenho, que en nao aesejo lo;iipletar-me
aos trabalhts dos ron ieiros do meu engenho, e
la a nolitia que corra acerca do tacto de que se
rrata.
hagenli, Capricho, 20 de jullio de 1873.
Joai/uim Jos* A.
ifga > F. d'Oliviii'! U.
A casa cominorcial e baucaria de Augusto
F. d'Oliveira 4C.a., ra d)Commercio n.
42, encarrega-se de exocuco de ordens para
embarque do productos, e de todos jos mais
negocios de commisso, qur commerciaes,
qur bancarios.
Desconta lettras, e toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaos, e saca vista, e a
prazo, vontade do tomador, sobre as se-i
guintos pracas ostrangeiras e nacionaes :
l.omlri's.Sobre o unin bank of
london (de responsabilidade Ilimitada) e
varias firmas de !. elasse.
Paris.Sobre os Srs. marcuard a-
or & C*P. GIL, C A. BLACQE VIGNAL &
C.a ItANQUEIROS.
Bamburso.Sobre os Srs. joao schu
back & FILUOS.
Lisboa.Sobre os Srs. fonsecas, san-
tos & Vl.VNNA, e SEBASTlAO JOS DAIIREU.
Porto.Sobre o banco uniAo do por-
to, e o Sr. JOAQUN PINTO DA FONSECA.
Para.Sobro o banco comuercul do
para, e os Srs. francisco caudencio da cos-
ta FILIIOS.
HaranliSo.Sobre o Sr. jos ferrei-
ra da silva jnior.
Ccara.Sobro os Srs. j. s. de vascon-
cellos & SONS.
Baha.Sobre os Srs. marinhos & c.\
Rio de Janeiro.Sobre o banco in-
dustrial E MERCANTIL DO RIO DE JANEIRO, e
O BANCO NACIONAL.
PKAQA DO ItECIFE 18 DE AGOSTO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cota roes olUciaes.
:Vlgodaode Penedosem inspeccao 75400 por 1.3
, kilos, sabbado.
Acclo da companhia de Beberibj 75*000
cada aecio.
Cambio sobre Londres a 90 dv. 23 li*
15000, banco.
DuAourcq
Presidente.
Goncalo Jos Atfonso
i'elo secretario.
h"--"?!" "" "'"'"i wtiAdS CqSt
Trata I caixa a Jos.M. Palmeira. Taxas 5 barri
cas a Duarte & Irmaos.
Vidros 10 calxSs a Antonio F. de Carvalho, 70
a Prente V. ^ C.,1 a Arminio Ailorem. 3 ht.
Maia & C, :j a Cerfa A Soares. Tellas stearinas
oO caixae a Fernandez Irraio, HO a J. F. dos
Sanios ft C,.Jio a MagMh ws & irmi, 10) a J
M Palmeira, 100 a Silva News, 78a J. M.-llo A C.
oO a J. Lotao, I a Antonio F, C 100 a Costa A-
monm Si G. Vinagr 75 anraRS'os a Jps M. Pal-
meira, Vfnho 2o caixas a Joo Ferreira aos San-
tos Jnior.
Terra-Nova, lugar inglez Leandre, owsiad a
Johnslon Pater A C. mallifesioo :
Bacalho 2,800 barricas aqs cons+gnataries.
Trieste, briguo hellandez Witliam Vander Noott.
consignado i ordem manifestou :
Farinha de trigo 1,929 fcarrie.
OESPACB03 DE BXPOTAfO.\ NO DI A 16 BB
JLHO DE r873.
Para os j>ortos do exterior
No navio francez Coligny, para o Havre,
carregou :Li jBni0t 8,000 kilo de jjo brasil.
Na tarca poritgueza- Demone di, para
Porto carregou : 11. J. da C. Sobnnlio 13 saceos
com n,5o0 kilos de assucar roascavado.
No patacho licspanhol Arthurito, para o flio
da Prata, carregou : J. G. Ferreira Seve 22
barricas com 2,815 i|2 kilos de assucar masca-
vado.
?ara os -porto do interior.
Para o Para, na barca portugueza S. Mara,
carregaram : M. J. Al ves o pipas com 2,i00 litros
de agurdente ; P. Vianna C. 5 ditas com 2.WQ
i !i^,n-e dit0 ; -Y Moreir;1 76' ''aricas com
47,79o kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho nacio-
nal Remfica, carregaram : B. Oliveira 4 C. 3o
pipas com li.O'tO litros de agurdente ; J. G. Fer-
reira Seve 2"i ditas com 1*,00D ditos de dito. *
Para o Rio Grande do Norte, na barcaea
Doas Amigos, carregou : J. C. Paes Barreto 6 pi-
pas com 2,880 litros do aguardjit". -^
Para a Villa da Penha, na barcaea tfmao do
Norte, carregou:: A. A._Jacame 3 barpicas com 1H0
kilos de assucar refluido.
"fowanai para ser arrematada ^wr nuera pot
menos ruer, a obra dos reparos da que precisa a
ponte do Desterro na estrada do Norte, Vervindo
de Dase o oreamento no valor de |:30U2 e a*
clau*tll etpeelacs abaixo transcriptas.
es*oas ifne se pnarjozerer:* sraarrmara-
ireanina saladas sessfies da referida
qfn aefma mencionado, pelo meio da e
temeftt fiabilindas.
constarle manfl-m pub\icar o presente
Pef
;a dthesdn'raria provincial de
; 18 -de agosto d 'T8f i
OofTlrialmaior,
l-ier;-Mro*iS Perrtra.
>
Miguel AiraA
ClaiftnlaV cspceiSei.
A^pbnte do Deirterr* ser oxcrrlada de confor-
ladeceiu,ci ornamentei e planta approvados'pel
inteiramcnlc como nella se conlem.
JfecretariB iiieriuo da preside*
vl^dla a laca deprimir, publicar e ci
Palacio Qa presidencia de Pernai
na,
^.presiaeate a provincia na imporlanc
2.'
O arrematante tkni 'eomc.-e s obras no prazd
de lo as e as ttonduir no de 4 ujezes.
amonto ser r-ffattuaup em tres prestai
toes wnaes, coTcespondendo cada nma a terca
par uTnrabarho etecltm
ftfa tadn o mats rjr frto ts! especifleado ttas
presentes elaosulas, se observar o que dispoe o
regula- ibViko de 3i do jeHio de 1866.
Conforte.St. A. Ferreira.
fidital ik a 9.
Pela inspectora da alf,.indega de Ternambuco
se intima,ao dono ou consignatario de doas esca-
leres pertencentqs a barca ingle a Ehnergy, au-
fragy.da.em 18?! a 2"> mimas ao norte da Parahy-
ba, os qvxaes conuzindo a tripnlafSo da mesma
barca foram recoihidos a esta alfandega em outn-
bro do masmo anno, para despchalos dentro do
prazo de 30 dias, seb .pena de Ando elle, serem
vendidos os mesmos eslieres por sua conta, sera
que Ihes Orpie compettn'jo allegar contra os effeftos
iesta venda, visto J se acliarem em mo e'stao
os referidos escaleres.
Airtinflega do Pernambu:o, 14 de agosto
lf/3.
O inspector,
Faoio'A. de Carvalho Reis.
de
eiUBACES.
CAPATAZIA DA AI.FANUKC.A
iteudimenlo do dia I a 16 13-.24.34870
dem do dia 18...... 982*233
14:8*5,8103
por
ALFANDEGA
dendimento do da 1 a 10. ,
dem do da 18.....
516:8064331
45:9264495
5(12:4124826
Descarre?am hiu> 19 de agosto de 1873
Escuna holl^adeza-Ca/Aanna-(atracado) ruer-
cadenas para alfaudega.
Barca ingleza Duchess of Sutherlandmercado-
ras para alfandega.
Patacho americano Flora Gooiale -varios gne-
ros |>ara o trapiche Coneeicao, para des-
pachar.
Lugar ioglez-rindiT-bacalho j despachado
para o trapiche Coneeicao.
Vapox portuguez Julio Diniz (esperado) varios
gneros para alfandega e trapicho Con-
eeicao.
Vapor nacionalfi/V/M/' gneros nacionaes para o
trapiche da cori:panhia pernambucana.
Patacho austracoPin S. farinha j despachada
para o caes do Apollo.
Barca inglezaEduard Herbert machinismo e
ferro para o trapiche Concedo, para
despachar.
Barca portugueza Nova Symptthia vinho
para deposito no trapiche Ctuha.
ALTERAQAO KA TAUTA DOS PttBQQS DOS GBXEROS
sonrros mrbitos de SiPORtAClo, x.v semana
OE 18 23 DE AGOSTO DE 1873.
Algodoem rama ou la 49 rs. o kilo.
Courosde boi verdes 370 rs. o kilo.
Carvao de pedra estrangeko, lonchada mtrica
344488.
Algodao -em carneo 20 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 16 de agosto de 1873.
O conferente-M. A. R. Pinheiro.
O 1 conferente-A. C. de Pinho Borgos.
Approvo.-Alfandega 16 de agosto de'1873.
o inspector da alfandega
Alejandrino de Carvalho Reis.
I suportar Ao.
Hio-Grando do SbI,: pakioho' brasileiro Amalia,
consignado a II. da Silva-Haia 4 O, manifestou :
Couros 45 aos consignatarios.
Milbo 1,000 saceos a P. Carneiro & C.
Xarquo 128,558 kilos aos consignataiios.
Trieste, patacho austraco Pa, consignado a>
Matlseu* Auslin 4 C, manifestou:
_ Farinha de trigo 2068 -barricas aos consigrular
ViOS.
VOLMBS BMffDOS
No dia 1 & 16......
Pnmeira porta m> dia 18. .
Segunda porta ......
Terceira porta ....
Trapiche Coneeicao .
SEItVICO MAIUTIMO
Uvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 16. .
Oitas ditas no dia 18......
N'avios atracados no trap. da alfandega
"Alvarengas........
Vo trapiche Couceicao.....
0T2
77
133
20,577
36
4
Sexiafeira 22 do correute mez, linda a. au-
diencia do Dr. juiz de orphSos, pelas 11 horas da
manhJ, til pra;a de venda o sitio de Beberibe,
denomnalo Olho d'Agua, na estrada d'Agua-Fria,
com casa de taipa e olaria *1 lijlo d; peJra e
cal, com alguma arvures de fructo, tenlo de ex-
tencao 830 paldlts de frente e fculo do nascento,
8o palmos do lado do poQte, 1,2(1:) palmos do
lado do sul e 4,200 palaoslo lado do norte, tudo
avahado em 4:3304 ; um terreno na ra de Olin-
da no mesuio lugar, lendo a frente para o sul com
180 palmos, e o mesmo para o lado do norte, por
2004003.
i I
Faco constar a quem convier que o lllm. Sr.
Dr. director geral interino transferio o exame de
verilicaciio do capacidade professional para o ma-
gisterio primario do sexo feminino para o dia 11
de setembro prximo vindouro, pelas 11 horas da
manhi.
Secretaria da instrucco publica de Pernambuco
18 de agosto de 1873.
O secretario
Aureliano A. I*, de Carvalho.
Assenhoras que quizerem prestar dito examc,
deverio inscrever-se nestasecretaria na forma das
iistrucfBes de 11 de juuho de 1839, at o dia 10
do mesmo mez.
CnsuiiiutMo xuporor.
Do ordem do I m. Sr. coronel commandanle
superior interino, faco scionte aos seuhores ofil-
ciaes c as pragas da guarda nacional, que roque-
reram ser inspeccionados do saude, que devejn
para csse fim comparecer nesta secrtJtaria no dia
22 do andante mez, pelas 11 horas da manhi.
Secretaria do coramando superior da guarda
nacional do municipio do Reeife, 18 de asoslo de
1873. b
O secretario interino.
Jos Marcelino Al ves da Fonseca.
f>crum alguu* medcoy.
= Todos os romedius do Dr. Av,:n .4) excel-
lentes, mais o i-ehomal r ckheja admiravel,
nao eonheeemos romejio melhor para tosses *
'Jeflnxos.
RF.CEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 16 34-.784437i
dem do dia 18 ... 4:8614534
39 .*6i 64328
CONSULADO PROVINCIAL
rtendimenio do dia 1 a 16 2fi:9i9j4:ii
dem do dia 18...... G.:io5763
33:4734197
RECIFE DIIAINAGE.
Rendimenlo do dia 16. .
dem do dia 18. .
733911
3774482
1:1113293
-----------1. -
'MMfRO.
.
COMPANHIA
----------

"retes, flinheiro'aVisco eTwaimenle de qual-
quer naturer|iiqp|esf lavios vela oju
l>arealas, ^PelHDs%fcrto nfedicos.
AH wmwmA *'>
Cardff, secuna ingleza Yonkg Dick, consignada-
ao barao do Livramenlo manifestou :
Carvao 228 toneladas, machinismo 871 pe^as-'ae
consignatario.
iiamburgo, escuna hullandeza Catliarinar.*o-
gaad a D. A. .Malheus, manifestou :
Ajiostras 1 caixa a Ferreira & C, 1 a Costa
Ferreira & C, 1 a Costa Auiorim & C, 1 a Paren-
te V. i C., 1 a Feruandes .Innao, 1 dita e ujri
paeote-a J.-F. dos Santos Jtmior, 1 dita e idits,a
Magalhies & Irflfcfc fllli)* jr? Leitio, l a J. M.
Palmeira, I ordftjialsafclv
de Mattos & Ir,
PhenixPernajlbucaiia.
Toma riscos maritinos em rm>road ,'*;. ^:Urvalho,.25 a Moateiro & Rocha. Armas, I
Ift filial. aiva a D,r.,nl \T. ** VtJTl .,.-L'j :
Leito, 1 a. k M-]
*r|Nevej, 1 a. Gomes
'.fie Mello &C. I-
mm\i AtuicA
cwsa a-Parente Vianaa d C. Alpiste-, 20 brri
''"'a^'arHaades&.IrmaOi. Aljfar l eaixa,op-
. Agihas i dita a ordem. Acto. oO sacci
i a Sv nieves.
{ Dtin^idiW Icaixaa Silva-laee* Be
I Pristo a Francisco Hamos. Bata*- de fj
aVon Schosten S C
e^pfl.niia^.W % tertB-
<.
mi
von acnosion a -
eerveja 180 eeinee-a Goncalvss Borio ^TOlt^
30 a Gomes de Hilpf^ftinios. Cognac 3 cai
us a Silva NovJNffni^ buMa 5 fardos alK.
Irmo. CordM "raras i ordem. Caeta
|gfe aiJ. F.des.S.4uH*P'1ta4eie4,td*
:Wa Annioio & Mereiiv
Jl caixa
" a Prisco Barbosa. Ca
wtflViMFNT fiOoBt;
Napios entrados no dia 10.
Trieste12i dias, bnguo hollamkz )VLkm
voiuier Voort, de 152 toneladas, oupitao
L F. Yaski, ecjuipdgem- 7, carga 1,9^1)
barricas com farinha de trigo; 4 or-
dena.
Kb Grande do Sl-r-21 dias, escuna nacio-
nal ,1 malta, de 186 toneladas, capiuio
Roberto P. de-Magalhaes, cquibogemU,
earga D.20D arrobas de carne e li,000
saccas -con milito ; a Maooei d* Silvia
Maia & C.
Torra Jova--if>tiras, briguo ingle* Wenj,
de 237 toneladas, capitao MVBurmari,
equipagomO, carga 3,048 barricas 'com
bacalho ; a Johnston Pater C^
Terra-Nova38-dids, escuna ngleza: Iteanrq,
de 138 toneladas, capitao W. r\0ber|,
equipagaa 8, carga 2s50O bawieas con
bacalho ;. a Wilson Rowe d C.
IIamburgo-74 dias, patacho holbuidiz
CatluiriiHL+di 18Q tonel^las, capitaq.D.
Ooeterai. eqwtpagemS, cang*. narie* ge-
neroft.? a.DoimogosAlves Malheus.
Observando.
im'ciuhI At'o de <7uhru o
iorcow
i manhi serio arrematados
diversos porcos e cabras, no largo da Ribeira, que
foratri hontein apprehendilos em correccao pelo
fiscal da fregnezia de S. Jos.
Banco Commercial de Per-
nambuco.
A directorio do Banco Commercial de
Pernambuco convida os Srs. accionistas a
reunir-se em assembla geralr no dia 10 de
selemb.ro vinlouro, no meio dia. na casado
Banco, rua do Vigario n. 1 para seren
apresi.'iUados o rea torio a Lwlaityo relativos
ao periodo (Indo em'30 de junlio prximo
pasado.
Hecifo, 28 de jutuy de, 1873.
Os directores,
Joao da Silva Megadas.
A nton io Jos Im Reis.
Francisco Ferreira Bailar.
Santa Casa de Misericordia
do ecife..
D ordm.-* lllm. Sr. Dr. provedor interine da
Santa Casa de- Misericordia do Rcife, faco saber
i|ne.. em cirmpriineTrio da le n. HSl de 1*7 de ju-
rmo do coi rente anno nik abef.a concurrenoia
para se confralar serWco merinario e de carros
fnebres, de conformidide coa s disposi^es da
mesma lei, iwebcndo-4e projiofcas nesta secretaria
ate. o da II de setemm'o as-" 3 horas da tarde,
paca ,-ereta. abe'las na sesseda junta aesse
dtfc. i
Os propeaettes irao de salmietter-se s dispo-
sicoes 4 oitadin lei e mais as-onmiegoes qa rao
abaixo transcriptas; devendp vwrsar as propostas
nicamente solaa-, n|t*fl|fff na iotalidade dos
Wiftw}i|I|eJbas tabellas abaixo
Nio'Jwuv^siiblas.

......"
mtm.
-
-
-"s-
-.- Oadaioistrafler da teeebenoria de e
mtwnas geraes, em virtiiafr e regra TJ-Tf
dr> decreto n. 2486 de f9 Ae-setembro de *88e
rwM-.w nas'frgBM* As tnt'MJid^iB'^Mn fu-
pMs'ifftomao,^ que foTam'imfliaAas pot infrac
io &> regulamenlo :a *JJ! 4e 1 dadeMakbnoide. lentes .neste
tt nitA IKnn Gdn noaul^. ._-..*>. c\r. ..I .1 K
1871, que Ihes Tica mar
contado do da publicaeo
>d 30 diks,
ra virwu eflpc
-----------------------,------_,(_ u^o.v yaia I1ICTU PUp- IUS uc ,illl>atm^ MM Will 10 UO COni
de se prtorOTry>Branca executiva, a'saber '. f> BanteiliM rae
eto feBCho.^TSuil.*tai8%l I06- m,^fole ae
def mjtfigamu da Vwaex,,i
tadoem 'IMfd
M
presos consigna
lambeBiiDublieadas ; seQe- preferido aquelle pr-
ponento qp malor-abate oferecer em htos pre-
oes. 1 .
SeM-tarta,Aa Sania Cas**) Miwioordia. do Re-
eife 18-de agosto da W73i Jl <
-O-e eriv)^
Mm'W^m^Souz"-
0i bacharrt igirnjuc- Pereira do Lucena, ceoi.-
aeautdorjteiiaiuriataafdaiii 'A* Jlos,H-aaihei-
K gawwbi^Afe tterpmiwo :
**l1* leAosoe-siHiih^Hamm^tm- a, as-
ronlW ka^slativa n>Kioia| tocwkJU: a.aaqc-
>inunv*relolj3(> aguintei:
! ArWi :W*b*b*M9Mcqmk ftiHa,U*a Oe
r ilItiPaaoHw o aaraicu juuMMtb ft:dmcnln-
,nebr*s desla cidailtt:
1 ;^^HW^W>>2mAV%WQte m-com
vtco, sob as sefum
eoutrato.
derrtais eftJ^H^
3. oaeftu riui
los de reta ann
ser-
^-anno. para o
dente da provincia,a quem fieaTgaljele Incum-
bida a revisao das tabellas, de prefos dos carros
fnebres.
Art. 4. Fiudo o emirato a Santa Casa conti-
nuar a fazer o slrvcA neUe ffipulado, respei-
lando seni|.re as laxas inuflielpafs e revendo as
tabellas no sentido de feratear o preco desse ser-
vico.
ArL ."i. Ficam rovogadas as disposicoes em
coolrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem
n conhecimeuio e execucao da presente resolucao
perteucer, que a cimipram e faram cumprir to
inteiramente como nella se conim.
teriuo da presidencia desta (|ro-
eorrer.
.. .jambufo, 17'de
;unho de 18.73, 52' da independencia e do imperio.
Henriqe Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente 'resolucao ne^ia
secretaria da presidencia.de Pernambuco, aos 17
de junho de t873s
O ecretarie interino,
Aiofyhi) Lmnenha Lins
CONDICOES PARA OTONTBATO DO SBBVigO MOBTUA-
nio e oa.cABfces funebb.
I." Durar.io do contrato por vinte annos, lindos
os quaes deveri o contratante entregar Santa
Usa, sem indemnisacao de naturea alguma, todo
o material empregado no servir.0 mortuario e d
carros fnebres, em perfeito estado de conser-
vacao.
I* Obrigacao de serem jpelo coniratante inem-
nisados todo* os eslabslecimenios de carros f-
nebres existentes nesta cidade.
3.* Satisfago da doaco annual de trinta con-
t de ifcis realisada do !. anno integralmeni
no aolo d.i celefcragio do contrato e as dos an-
nos seguintes em prestaoocs trimensaes pagas
adamadas.
4.' Offerecimento de llanca doea no valor
da dita doaco.
5.* Obrigarao de subraetler se o contratante ao
pagamento das laxas actualmente cobradas pela
iiiunicipalidade.
S-* Imnusiao de multa, que uao ser menor
que oiJOOf), nem maiur de 100000, sobre o con-
traanle noj casos de nsufllciencia de material ro-
dante, de animaes, de pessoal, em summa de ludo
0 que for necessario para que o servieo-contra-
tado se faga com prompudao, ordem e lim-
pexa,
As mullas seiio impostas pelo mentfcro da
junta da, Sania i asa encarregado da liscal.-acao
dess!_seiM.;o, haven.o recorso para a junta, e'da
decisao Ateta para o presidente da provincia.
7.* A imposifao de mais de dez mullas dentro
de nm anno, por qualquer um dos motivos ex-
postos dar lugar rescisae do contrato, rever-
tendo todo o valor da fianca prestada em benefi-
cio do cofre da Santa Casa, a qual far novo con-
trato, ou rcalisar por si mesma o respectivo ser-
vico, conforme resolver.
S.' Em qualquer dos casos ficar a Sania Casa
desde o momento da rescisao, na posse de todo o
material e accessorios respectivos, por lempo nun-
ca superior a seis mezes, pagando a titulo de alu-
gucl aquillo, que for arbitrado ; e no caso de re-
solver fazer essse servieo por si mesma, proceder
a acquisicao do dito material, se poder chegar a
um accordo com o ex-conlralante sobre o seu
valor.
9." O contraante fica obrigado a transportar
gratuitamente fornecendo atades de 6.* elasse os
cadveres das pessoas desvalidas e das que mor-
rereni quor nos estabelecimentos de cardade si-
tuados nesta cidade c sous suburbios, ouer fora
Selles. '
TABELLA-A
COXDU5AO DE CADAVECI -
^ld//os
! elasse. Carro puchadoja qualro cavallos de-
centemente ajaesados e cobertos de maulas de
panno prtlo orladas de galo e franjas ; caixo
caberlo com um grande panno de velludo preto
com borlas as pontas e orlado de galo e fran-
jas de ouro. 0 carro teca cpula c cornija sup-
portada por columnas de urna das tres -rdens
de architectura (jnica, corintlia ou composita)
com relevos e dourados, tO3'C0.
2' ciase.-Orro puchado a dous cavallos do-
cernemente ajaesados. cohortes de mantas de panno
preto, caixao coberto com panno de velludo preto
orlado de galo com borlas de prata. 0 carro
ser mais si:aples do quo o de 1' elasse nos re-
levos e dourados, com cpula, cornija e columnas
da ordem drica ou jnica, o000
3"_ elasse.Carro puchado a dius cavallos e
caixo coberto de patino de velbuiina com galo
ou franja de palheta falsa e borlas da mesma
qualidade. O carro ser semelhanle ao da 2'
elasse e pintado de preto sem dourados, 30*000.
4" elasse. Caito simples puchado a dous ca-
vallos e caixo ceberto com nm panno preto de
l, lendo smenle urna cruz branca no meio.....
10*000.
Alem dessas elasses haver carro dr lino a
aprazknento das partes, e cujo preco nao poder
exceder de 20(>, nctuindo o alugm'-l do panno ;
e carro de cardade cuja armacuo poder ser
em forma de urna pintada de preto.
Os carros para don-zedas surao iguaes na forma
e no preco, variando smenle as cores e rnalos.
Prvulos
! elasse.Carro semelliaote ao 'de Ia elasse
para adultos, sendo o caixao coberto de velludo
e galo de ouro e orrado de seti.'ii, tudo de cores
apropriadas, i>000.
2* elasse.-Carro semelhanle aos da 3' para
adultos, com cures apropriadas, sendo o caixo
coberto de velbuiina e forrado de setim 4e qua-
lidade-inferior ao de 1* elasse, tudo com as cores
apropriadas. Os caixoes desta e da 1* elasse po-
dero ser pintados c domados ou prateados, se
as partes nisso convierem, 30/JOOO.
3* elasse.Carro imples semelhanle aos da 4'
elasse para adultos, pintado de cor apropriada. e
bem assim o eaixo, lOiOOO.
Alem destas- tres elasses haver tambem carro
de luxo, cujo preco nao poder esceder de 100*.
01 carro da luxo e o de l* elasse, tanto para
adultos, eorao para prvulos, tero boleeiro e
criado, vestindo rica dur.
O prego da condueco e vestuario dos cadve-
res, quo se acliarem fora das freguezias ic Same
Antonio, Reeife, S. Jos e B>a Vista, ser augmen-
tado com 5 0[Oporcada kilmetro, a partir do
largo de Pedro II.
TABELLA- B.
AKMA*jM) UR K^AS
1* elasse.E;a com tres estrades cpula, li-
suras, emblemas, guarnico da velludo, panno
lino, galffes de ouro oa prata entrelios, trinas,
bordado a ouro e enfeiles dourados ou prateados,
orepes, penachos, 160*600.
" i" cliisse. E-;a com tres estrados, finuras, em-
bleinas, guarnico de velludo, panno uno, galocs
de ouro ou de prata eutreuos, irjaas, creps, 80*.
3 taase. Eca eoua dous cstodoti, gnarniciio
de velbuiina, fazenda de l, gatees de palheta,
trinas, volante, 4UBOt>.
4* elasse.Bes eom um estr&do guarnecido de i
hacia, volantes, galies de Itaixo prest, 1000.
Alem dessas elasses poder, o xmlrauile, a
japraziinenlo das partes, armar ecas ou ceuotapbios
de niaor pncoX __ _
TAPUXA-C
AJMA)jAII W! Il.'.U.1.\-
Prrmrira oanse
1.", Guarnieode 'velludo, panno fino, e galaVs
Memas, franjas de ouro e prata entrenaos m
^^aljlKfjakteUtteOOa
rl! DU'nis^*** mores 2*0l)0.
3." Ditaem.cada porta 6*0CO.
4." Ditam cada tribuna e pulpito, ineasive
colclia 9*H). "-
5.' Dita-no cio.-por cada colcha 3*000.
O fono das pareAS de igrejas, sera feito pelo
preco l|i|c qncArrefado da> funesil ajusfar com
o, cpntealanle-, alleufa a natnreza o qnaatidade da
tollft que se honver de applicar.
'9r9Md'i elasse
i.' Guarnigo. de volLulinn, fazcnda-le l, galeee
16*000.
Habito de morbji b/anco 7O0D.
irruii.
yesinano rico de S. Migut oa Santo Urbano ..
Dito de :"i otf."!!* 3o*eeo, ^.
Dito do msniw j-CO^OOO,
Os mesmos vestuarios' ,.:.do *s qoalidade inte-
rior por metade dos drtot-precos, e I?oJo de setim
ordinario com galo de mnela falsa peia (erra
parle dos mesmos mecos.
I.* Clase.Forro de p.iuuo lino preto guarmr-
cido de bordados "de meul. ilourado ou arakado
de galo entrefino com eribiemaf flWKuHS,..
80*000.
2." Ciaste.I'uUu co*a) aa prinwifa elasse, mas
de qualidade inferior A'SOtKL
3.* Classe. Foiro Je nanho preto aatamtdaAi
gaWes de pslhe, &mm onAatol 4*TO0/ *
4.a Classe.Forro de alpaca prela e gales ordi-
narios 205000.
5.'classse.-Porro-de mefnr I0JO8O.
0." elasse.Sitople uMdoirf* i seguintes
DeHo a Q-.80 3*0.0. *
De 0-90 a 1^30 4S0CH>.
De 1,40 a 1,80 69080.
Os ata'idcs de qualquer das dita lisses nio se-
rao progadoe, e teru UulKdo;so urna aldraba c
tranquea.
O alugiud dos caixOes para euVdiie';Jio dos ca-
dveres a mao-para o cemifrlo Wu 'dposita-Ios
em igrejas, ser de 4 a 16 mil res pan adultos,
confunne a orn^iuentaca'), e para pacvuic1 dcJ.
HiW I.
COMPANHIA
SANTA THE1IKZA
As pessoas que desejarem ranilisar agaa en
ga>z em suas casas a cidade Je Olinda, queiraro
entender-se com o abaixo assienadp, que acha-se
auforisado para facilitar a todos a aequisicS de
lacs meHrorameiHos, mandando fazer as -taualisa-
ces us predios a custa da corupanliia, medrante
umaluguel mensal multo mdico : a tratar na rua
do Imperador n. 45, ou na labrica do gaz, em
Olinda.
Reeife, 1* de agosto de 1873.
O gerente
_____________Justino J. de S. Campos.
Imperial sociedade dos artis-
tas mchameos e liberaos
de Pernambuco
Scientifico aos alumnos da aula de desenlio o
lyceu da mesma sociedade, que ella funeciona nos
dias do quiuta-feiea das 7 s 8 horas da noite.
O sefllt'tario
_______________________P. P. dos Santos.
No dia 20 db correntr. Onda a audiencia
deste jnz.o da l* vana do civel, ser de novo posto
em praca para ser arrematado p>r quein mais dor.
o sobrado n. 63 da rua do Apollo por 3:360*100,
preco este da adjudicacao.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria do fazenda se faz publico que Oca transferida
para quando for nov&mente aun miniada, a arre-
malario perantea junta da mesma lhesoura(ia,'do
barraco que servio de quartel eompauliia de
cavallaria, sito em Santo Amaro das Sallas. -
Secretara da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 16 de agosto de 1873i
O secretario da junta
Jesuino Rudrigues Cardoso.
Pela thesouraria provincial se iaz publico
que foi transferida para o dia 21 do corrate a
aiTomatac) dos impostes provinciaes da eomarca
de Flores, oreados annual/nente em 2:82i)5.
Secretaria da thesouraria prjvincial de Per-
nambuco, 16 de agosto de !H7:i.
O ollcial-maiar
______________Miguel Alfonso Ferreira._____
Obras inililam.
A' vista da autorisaco do ministerio da guerra,
ser posta em concurrencia a execufo dae obra
e concertos da fortaleza do Bru, na importan-
cia de 4:267*010, e a dos reparos, caladura e
pintura da casa, em que reside o director do ar-
sonal de guerra, oleados em 836*950'; sao por
isso convidadas as pessoas que quizerem encar-
regar-se de laes serviros, apresentarem suas
propias 22 do enfrente ao meio dia, na re-
partieo das obras publicas, onde scro eueoRira-
dos os respectivos orcamenlos.
Pernambuco, 16 de agosto de 873.
O eugenheiro,
______________Ghryssolito F. de Castro Cliav s.
De od m do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, se faz publico
para conheumentu de quem interessar que. fica
transferida par o dia 6 de setembro vindouto.
a arremataco em hasta pubjiea, do terreno prn-
prio nacional onde eslava edificada a casa terrea
n, 16, da rua do Nogueira, desta cidade.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, em 16 de agosto de 1873.
O secretario da".Junla,
_____ Jesnmo llodnxues Cardoso.
Obras punta.
0 lllm. Sr. engenheiro chefe desta reparl^vlo,
de confermidade com a ordem do Exm Sr.
presidente convida as pessoas- que quizerenvonn-
trafar o encanamento para illumincao a gaa do
edificio destinado para escola modelo de instruc-
co primaria a apresentarem< na mesma repurli-
gosua? propostas em cartas fechadas no da
3 do torrente ao meio din.
Na mesma repartirn se dar os eselareeiaMD'
los precisos para a execneao da obra.
Repartico das obras puteas, 16 de agi>sto de
1873.
O serrano.
______________FeHciana-Hmirigni-s da Silva.
Correigeral
Rekirco do* objertnt,rof]istmdo mcbtt&ci
na admmstrayat*.ik)s non-e io dotta >ro-
viruia, para as tensos abaixo chi-
radas : n >
Anonio Ribeiro da ilosta e Silva. Anattto T-
bureio deSant'Anna, Autouio Ferreira no-Glivc;-
ra, Augusto Pinto Awes Pequeo, llerrjainim F d .
Silva* Dr. Francisco Imite- Pessoa, C.nilheimft \' i
ra o,Canha. padre-Joaqitim Pereira PMm, loa-
qnim H. da Silva Fnigoso, Joao Francisco i iiicuo
da Silva, Lourenco-Jos de H. e -ou-a, Luiz Bap-
lista de Souza,-Nieido Machado Freir, Dr. Olio-
tbo Jos de Meiray Itlomaa Gomes da Silva.
Administracilo- Jo correo de Pernambuco, 13 le
agosto de 1873.
Jos Candido de Uanros
Encarregado do registro.
r o contratante ios
"ir1%s*fuW0fj e: i*-
imrJi;
de vinte e cinco
re do contraante, ora
WqfiEM
tlni
em 5 andos.
Mbrapas
Joaqui;
TIKATBO
SANTO MT0N1O.
EMPREPiV
wiibleiiias.'eip cada aliar lateral li*000.
!.*Wla! -as capolas mores 16*000..
. Dita'-em etidaiporta 4*000.
4.'Ditaem cada tribuna e pulpito, ini-fesive
eolcFa 6;A/,n""
**000.
.VKRKS
Habito de alpaca fc das, diversas ordens reli-
Ideal de'ai^nea de qnaWade .inferivr ;12*000.
dem de dita mais ordinati^ a*0tpJ.
i galoes e ser
tfit
feitq de
'dem^*ltt)RPe|cn pfr<< e rendas de pa-i
Quartarfeira 20 de agosto
Recita extraP(J*Rria.
em Dueficio do actor *
M. C. DOS SANTOS.
DepuMitife a orclieslra iive|xee^tado urna es-
ciilhida sj'iiiphona subir a scaa, em 9" repre-
sejitacie, o magnifico e sempre applaudido dram i
em -1 prologo e 6 actos :
u;
Sendo d.
Keller pela
MW^lAicc
e 0^^ Pai^je'^y^to^iP
Terminar
mSCOI
de Mara e Neeniia
linda comedia
(ienrapenJiada 9dfr\


*,
**\
T----------~~


" %
m

O Hara Babia i
Principiar as 8 lr2 he-
6 beneficiado espera 6a publico ^Miy^
ta capital a proteeci n.CU!,,"aa,a dispensar eos
artistas afadecj **: p sinceramente.
THEATRO
Par*, 0 Rio-Grande do Sul.
PreteHdajji^'jbom muita brevidade o palha
bote Itcsila, por ter aisruma carga tratada c para
a que Da falta trata-se com d* eonsignaiaries
Joaquim Jos Goncarvts Bcltro & Filho : i ra
do Commercio n. 5
Para Lisboa
'REZA
;-! :, i:
Quinta-feira 21 de agosto.
fraude eaprctuculo
-ti beneficio d Irmtindade lo
Espirite* unto
Representar-se-ha o rauito applaudido drama
em 1 prologo e i actos :
JOCEUH
ouo
Marhiheiro da Martinica.
Term'uari o espectacalo com a scen a cmica
representada pelo artista Fiavio :
O Sr. Domingos f ora do serio
Principiar as 8 i horas.
AVISOS MARTIMOS
Pacific Slfaiii \t>iiiliiu Compan)
l.nlia qunzeunl
O PAQUETE
E
Tendo sido transferida em Calo do da 10 para
u dil 17 de jnlho ultimo, a saluda deste paquete,
aqu esperado at o da 22 do corrente mez, e
depois da demora do costume seguir para Liver-
pool va Lisboa, para onde recebe passageiros e
carga.
AGENTES
Wilsori Roe A C.
1 iRA HO. COMMERCIO -14
Para Sanios e Rio de
Barca Claudia.
Este navio va i carregar para ambos os portos,
e recebe carga a frete a tratar com Amorim Ir-
mos > C. _________________________
Barcada Bismarck
Vndese a barcada cima, de 500 a 600 saceos,
de oprima construccio, e prompta a navegar:
para ser examinada, no caes do Ramos, e tratar
na ra do Mrquez de Olinda n. 38, escriptorio de
Joo Pereira MoutinhJ.
i
P
ara
O patacho americano John Ros, procedente de
New-York, e em descarga, segu para o Para logo
rae a conclua; engaja-se carga a frete commodo,
para o que os senhores carregad ires devem en-
tender-se anticipadamente com os consignatarios
Tasso Irmaos 4 C. a ra do Amorim n. 37, por
quanto o navio nao se demorar a espera de car-
ga, seguindo com aquella que estirar prompta, o
mais tardar at o dia 18.
Para a Bahia.
Pretendo seguir com muita brevidade o palha-
note nacional Joven Arthur, tem parte de seu
earregamento engajado, e uara o resto que lhe
falta trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luis de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio
ra do Bom Jess n. 37.
preteaie sognir.com pouca demora a escuna por-
lugneza Christina, d 1* crasse, rapito Loureiro,
por ter a maior parte de seu earrt gamento enga-
jado; e para o resto qre lhe falta trata-se com ot
co ruignatanos Jciatiuiii Jos Goncalves Beltrio A
Filho, rua do kmmierein n 5.
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a bares portngnea
Despique II, recebo carga e passageiroi : s tra-
tar com o consignatario Tilo Livio Soares, rus
do Vigario n. 17__________________________
Para.
Barca Santa Mara.
Para o referido porto recebe este navio carga
frete : a tratar com Amorim Irmios C
I6=rua do Imperador n.r16.
^Oager.te Martn* aotorisrtdo por Amonta. Ju vi-
uu Marques, conseafcor de nina parte do sitio no
Caldeireiro, no valor de 1:0944782, onde so scham
reslindo os Srs. Lehmann Frres.
CHARfiEFRS RUMS.
Coiiipaiiliia l ranw.a de Navega-
(tel vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambneo, Babia,
Rio de Janeiro, (Santos, somente
na volta) Montevideo, Buenoa-Ay-
res, (coiii baldeaco para o Ro-
sario).
MI %HI It
YI___ W_ S\?TOS
ConiHiandantc Lefvre.
E' esperado at 22 do corrente, e seguir depois
da demora precisa para os portos do sul cima
indicados, entrando dentro do porto, quer na vin-
da .la Europa, quema volta.
Relativamente a fretes, encommendas e passa-
geiros, para os quaes tem excellentes accoramo-
dardes por precos reduzidos, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
A UGUSTO F. D OLIVEIRA 4 C.
4-2 Ruado CommercioEntrada pela rua
do Torres.
* l-------
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouca demo-
ra o hiate Oltnda por ter a maior parte de seu
earregamento engajado e para o resto que lhe
falta, tratase com os consignatarios, Joaquina
Jos Goncalves Bellro & Filho rua do Com-
mercio n. S
LISBOA E PORTO
A barca Vencedora, capitio Oliveira. segu via
gem por todo o mez de agosta
Recebe carga e passageiros : a tratir com o
consignatario Tito Livio Soares, rua do Vicario
n. 17.
Rio Grande do Sul e Porto
Alegre.
Para os referidos portos directamente recebe
carga a frete o lugar pnrtugtiez Ra Grande : a
ti-nt.'.r com Amorim Irmio & C, rua do Bom Je-
sus n. 3._____________________________
Rio de Janeiro em direitura.
O vapor Lidador, capitio Guilherme de Castro,
3ue aqui dever chegar nestes dous ou tres das
os portos da Europa, seguir para o Rio de Ja-
neiro inmediatamente sua chegada, recebendo
neste porto passageiros de primeira e segunda
classe a 80 o 70 cada um, cuja passagem de-
ver ser paga no escriptorio da companhia per-
nambucana no mesmo dia da chegada do referido
vapor.
W*f
LEILOES
h8-I D
DE
armario, gneros, 1 cofre francez, e mais
pertenc,as da taverna da travessa das Cru-
zes n. 6.
Hoje
C0JP4SIIIA
DE
MVEGACAO BAniANA
LIMITADA
Para Macelo, Pessedo, Aracaj
e Baha.
E' esperado at o dia 23 Je corrente dos portos
ocima o vapor Mrquez de Carias, e seguir para
s mesmos no dia seguinte ao de sna chegada.
Recebe carga, passageiros e draheiro a frete : a
iratar com os seus agentes Antonio Luiz- de OH
-veira Azevedo k C, rua do Bom Jess n. 57.
PROGRESSO MARTIMO DO PORTO
Knsprcza portiiense de navega-
c&o a vapor entre Portugal e
Brasil.
o NOVO E MAGNIFICO VAPOR DE PRIMEIRA
CLASSE (A 100 NO LLOYDS.)
JULIO DINIZ
Conansandante J. I. Rodrl-uc
Contente
E' esperado at 22 do corrente; depois da indis-
peneavel demora neste porto, seguir para os da
Baha e Rio de Janeiro.
Para passagens, e fretes de carga, encommendas
e valores, trata-se com os
AGENTES
E. B. Babello C.
48-Rua do Commercio=48
*
ll'WUIA
DE a
Y\VEt\(iO BI4SILEIR4.
Piortaa do norte.
- Ate o dia ti esperado des portos da suJ o va-
por Kmati, e seguir paga os partos cima depois
4a demora cesturM.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
<: mais informaron, dijSJam-se rua do Vigario
ji 7} eseripiorio.
Pertifa Vianna C.
Agentes
?0 agente Martin far leilao, por conta e risco
de quem pertencer, da armacao, gneros, l cofre
francez e mais pertencas da taverna da travessa
da rua das Cruzes n. 6, em um ou mais lotes,
conforme convier aos compradores.
A' 11 horas do dia cima.
LEILAO
DE
movis, louc,as, vidros, 1 piano de Jacaran-
da em perfeito estado, machinas para
costura,
Quarta-fcira 20 do corrente
AS II HORAS DA MANH.
O preposto do agente Pestaa far leilo por
conta e risco de quem pertencer, de urna mobilia
de faia com lampos de pedra, urna dita de junco,
urna dita de amarello, um piano de jaca-
randa, guarda-l..uca e guarda-roupa secre-
tarias, camas francezas de amarello, ditas de Ja-
caranda, ditas de ferro, commodas, toilett de jaca-
randa, ditos de megno, marquezocs, marquezas,
espriguicadeiras, cadeiras de bataneo, earteiras
bureos, machinas para copiar e outros mnitos
objectes avulsos, quarta-feira 20 do corrente mes
n* armazem a rua do Vigario n. 11 as i 1 horas
da manh,
LEILAO
DE
bons movis
lou^a e quinquilharia
Quinta-feira 21 de agosto
NA
FEIRA SEMANAL
Kta Ji Imperador46
Armhzem.
O agente Martina por conta de diversos vende-
r bons movis, louca, cryttaes e amitos objecto
do uso domestico-
LEILAO
DE
urna parte do sitio da travessa do Caldei-
reiro n. 1. que foi do finado, Domingos
Jor Marques.
Ouinla-feira 21 d> trrale
s 11 horas
NA
FEIBA EMAIVAL.
0
Grande e variado
LEILAO
DE
movis em bom estado, crystaes, Iobv**,
porcellana, um rico apparelho novo para
almorz le elertro pl--te o mitros muitos
objfCtus.
Por ordem de uiua lamina que se retira pata
a Europa no prximo vapor, sendo :
Um piano forte de Bord, urna mobilia de jaca-
randa tamp de pedra, composta de cadeiras de
guarnidlo, 2 ditas de bracos, 2 ditas de balanco, 2
consollos, urna iardineira, 1 sof; I mobilia de faia
comporta de 12 cadeiras de guarnico, ditas de
bracos, um sota, urna jardineira, 2 ronstJwe ; es-
pelhos grandes, quadrot, una cama para casal de
pao setim, mesas para jogos, camas de ferr, bar-
co para crianca, urna rica mesa elstica com S
taboas, quartinheiras, mesinhas, cadeiras avulsas,
guarda roupa, apparadores, marqueza, um lindo
vapor apparelbado, venecianas, malas e outros mo-
vis.
Um apparelho de electro pate, garrafas loucas
para jantar e a! moco, copos, clices, fructe i ras jar-
ros para flore* e bandejas.
TERCA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A's I I horas Por intervenfo do agente Piuho Burgas, rua
do Bom Jess n. 50 j. andar ( outr'ora Croi).
O mesmo agente acha-se autorisado a alugar o
dito andar.
Boa gratificacao
Perdeu-se bontem (13 do corrente) na cidade de
Olinda das % para 7 horas da urde, urea pulseira
de ouro de lei, tendo a fita arrendada com urna cor
fusca, no centro tem um laco cujas pontas san era-
vadas de perulas, no centro delle urna grande es-
meralda quadrada, acompanbada de cada lado
com urna perola ; perdeu-se a mesma do oitio do
Amparo em seguimento a mesma rua, Qoatro Can-
tos, Mathias Ferreira. subida do beceo que abe
em S. Pedro Velho, rua de S. Bento at a ed'rada
do beccu Porto Seguro, dahi ao voltar ao paleo da
Ribeira e ladeira da mesma : roga-sea quem adiar
e querendo restituir, dirija-se ao oitu do Amparo
casa grande, que wm nm portan ao lado, ou no
Recife, largo do Paraizo n. 28. 1* ou 2* andar,
que se gratificar reuito generosamente : pede-se
aos Srs. ourives, ou quaesqner outra pessoa a
quem fr efferecida, fa.a o favor de apprefaender,
e lava-la a qns Iqner um dos Ingares indicados.
Cozinheira
Preeisa-se de urna escrava para cozinhar e com-
prar : a tratar na rua I'rimeiro de Mareo n. 23,
loja.
AVISO.
Furtaram do ahaixo assignado.nmrador no pateo
du Carmo n. 9, no dia I i do corrnte, urna cor-
rente grossa de relogio com urna cacoleta de ouro,
tendo esta urna pedra preta com a letra R cra-
vada na mesma, ludo obra do Porto ; pede se
aos Srs. ourives ou penhoristas ou a quem for
ella offerecida que aapprehenda e leea sea legi-
timo dono que ser generosamente recompensado.
l'ecife, 13 de agosto de 1873.
Manoel Luiz Rilelro
BMW HIT IHtm i
D. Mara Romualda da Fon-
seca.
Simplicio de Barros Alves da
Fonseca, Mamede do Reg Barros
Fonseca, Olimpio de Barros Alves
da Fonseca {ausente), Adelaide Ca-
rolina Alves da Fonseca, Rita de
Hastia Alves da Fonseca, Jola
Francisco de Sant'Anna, Francisco
Delphino de Sant'Anna, Senborinba Amelia da
Fonseca, Clementina Ferreira Pinho da Fonseca,
eordialmente agradecen) a todas as pessoa, espe-
cialmente a innandade do Divino Espirito Santo,
que se dignaram acompanhar ao ultimo jazigo os
restos mortaes de sua prezada mai e sogra D.
Maria Romualda da Fonseca ; e de novo convida
a todos ca seus prenles e amigos ao caridoso ob-
sequio de assistirere as missas que por alma da
mesma tinada mandan) resar as matrizes do Afo-
gado e Capuuga, e no convento de .Y S. da Gloria,
s 4 horas l|2 da madrugada e 7 horas da ma
nha, terca-feira 19 do corrente, stimo dia do fal
lecnnenlo ; e por este acto de religiao e cardade
desde j se confessam summamente gratos.
ni un wKmmmsmmamammmB
Antonio Joaquim de Araujo
Guimaraes.
O abaixo assignado convida tanto
os seus amigos como os de seu pa-
trae e amigo o Sr. Luiz Jos da
Silva Guimaraes, a assistirem a
nma reissa que manda resar no dia
O do corrente, s 9 oras da ma-
nila, na matriz do Corpo Santo, por
alma de Antonio Joaquim de Araujo Guimaraes,
fallecido na cidade de Lisboa em 25 de julho pr-
xima passado, rogaudo-lnes encarecidamente a sua
assisiencia a esse pi e religioso acto.
Antonio de Albuquerque. Mello.
I Os filhos do tina
M- Os filhos do finado major Joao Baptista Paes
Barreto eonvidam aos seus prenles e amigos para
assistirem algumas missas que mandam resar por
alma do mesmo finado, s 7 i oras da manh do
dia 25 de corrente, primeiro anniversario do seu
passamento, na matriz da Boa-Vista.
Trocase um sobrado de dous andares e
solio, chao proprio, por um de om andar, ou mes-
mo por casae terreas que seiam em boas ras e
que nao estejam desconcertadas : a pessoa que
lhe convier o dito negocio dirija-se ao paleo do
Car no, sobrado n 16, segundo andar, que achai
com quem tratar o dito negocio.
Na rua do Visconde de lnhamna, oatr'ora
rua do Rangel n. 9, precisa-se de urna pessoa
para fachina ; e na mesmo vende-se um par de
rodas para eabrblet e duas portas de amarello.
\lnga-sc
a sala da frente do 1* andar da rua lo Vigario Te
norio b. 1, onde ltimamente funceloncu o banco
commercial de Peraaabueo : a tratar no eecrip
torio dos Srs. Balthar Oliveira Al C
Escravo fgido.
No dia 14 de correte mez fugio o escravo
crioulo, de noroe Domiagos, com os sigues se-
guintes: bem preto e mooo, nio ten barba, le-
vou vestido camisa e calca de algodo listrado :
quem o pegar dirija-se a casa de seu senhor que
BartbolorneB Lourencp, na rua do Bario de S
Borja n. 49. on roa da Madre de Dos n. 2, que
ser bem recompensada Suppoe-se estar mesmo
por esta anea e-oodido
Para o Breio da Madre de Daos precisa-e
de um caixeiro brasiletro de 16 a 20 annoa, com
pratiea de loja de faaendas : a tratar na rua da
Aurora n. 63, 2* andar.
Urgencia.
Precisa-se de ama ama que tenha bom leite : a
tratar na roa do Caldeireiro a. 66.______________
Olinda.
Aluga-se uma casa na roa de Mathias Ferrei-
ra, cora quaul e cacimba : a tratir i rtfs do
Amorim a 17. ___________
Casa para alugar
Aluga-se o e f andaras 4a casa na travesea
da roa da Cma, (Pra$a do Commercio), no balito
do Recite : a tratar na loja do Pasao, rus Primeiro
'i Mareo, aatig de (.raspo, a. 7, juito ao arto fle
W
rf^k
sttSS
AO ARMAZ]
BO
VAPOR FRANCEZ
KUA DO BARAO DA VICTORIA
K. 7Outr'ora NovaN. 7
CalnMlii
francez.
Para homem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, pellica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de beerro, de cordavao e de case-
mira.
S a PATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamaneados com sola de pi, pro-
prios para banhos, rtios e j.iruins.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca
francezes e portugnezes.
Para enhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
*AP^NHOS de phantaia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para menina*.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugueses.
Para menino*.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavio.
ABOTINADOS, e sapa toes de bezerro, da diversas
qualidades.
SAPATOS do tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Rolas a Napoleo e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para homen e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor franco*, rua do Baro
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guernicSes,
sofs, jardineira?, mezas, conversaderas e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e s mais proprios movis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, rua do Bario
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Aeabam de ebegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes, como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel WoltT d: no
vapor francez, rua do Bario da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Faos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilele,
divina, florida, lavande, pos de arrez, sabonetes,
cosueticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para Dresent-s com frascos de extractos, cai-
xinhas sortijas e garrafas de differentes taa-
nnos d'agna de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, rua do Bario
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artgn phantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de caraurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinbaa com vidro de augmentar retratos..
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Orrentes de plaqu muito bonitas para relo-
gio*.
Brineos a imiUcio e botoe9 de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de eou-
rinho de cores.
Novos ohjeetos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de aro fino e de todas as guarnices.
Bengalas de luxo, canna, com castdes de mar-
fim.
Bengalias diversas ra grande sortimento para
hornea e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diverws.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Di ios de marfira rauito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinreiro.
Meias para home;s e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differentes joguinhos alie-
mies e francezes.
Malas, bol. as e sancos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marlirn para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Centrabas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Veuesianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoraraas com escolhidas
vistas.
Lanterna9 mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
fes tas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Mach as de varios systemas para caf.
Espanadores de palh e de pennas
Teseurinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantenias.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros ji proroptos cora paysagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias diffieis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, rua do Bario da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das eriancas tudo
a precos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rua do Bario da Vic-
toria, outr'ora rua Nova n, 7.
Ceslinhas para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez. ma do Bario da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleado bonitas e muito baratos, para eiina da
meza : no armaaem do vapor francez, rua. do Ba-
ria da Victoria outr'ora Nova n. 7.
0 Ilim Sr Dr. Oetavjan* Cabral Raposo da
Cmara, actualmente nesta provincia, rogado a
comparecer ou mandar erj preposto i casa ti. n
i -roa da Saudade, para negocio urgente contra-
hido no Rio Grande do Norte.
Pardee-ae em a noite de 9 do corrente na
travesea de S. Jos ou na rua- das Calcadas, uma
pulseira de ouro com nm pequeo eamafeu de co-
ral sobre a chapa : recomtneriaa-se generosamente
a quem a levar rua Imperial n. 2.
Aiuga-se
: a Iratar
O sobrado n. lo!, sito a rua Imperta
na'roa da Agrura n. .11. A
Precisa se do uio.bam cuinndirn : rua do
Hospicio n. 33.
Doces, fructas e flores.
Na rua da Cruz n. C tem sempre todos os das
sorvetes, das II horas em diante.
Escraw fngido
Fugio do engenho Quilcbas, de termo de Ser*
nhiera, ao amanheccr do dia 7 do corrente, o es-
cravo Joaquim, cabra, alio o seecodo corpo, pouca
barb, rusto comiuido, repreaeeta terWannee,
levou chapeo do Chile e jaqueta de riscado de
hriin : rexommenda se as : capitaes de campo a .ipurlit-n>>aodo dito escravo,
recebeudo uma b i yr.-iiili<:aeJM na oecaslao da
entrega, nesta cidad rua Jo Ron Jess o. 51,
ou nu dito eiigimho. ^__^______^_^__
Agua dn'iua contra cueros s>pluhticos : na
rua Nova n. 16.
* e tse 0oe
i CONSULTORIO *
* EDICO-CiltlRClCO
W DO
0 Dr. J. II. Curio $
j Rua do Mrquez de Olinds n. 25, pri- Uk
25 meiro andar.
W Consulta das 9 horas s 11 da manhx. t9.
0 Chamad js a quaU|uer hora. 0
LUIZ.
Em 9 do corrente mez deseppareceu do engenho
Mega de Baixo, .eguezia de S. Lourenco de Teju-
cupapo, o mulato Luiz. que representa 25 .innos,
mais on menos, natural da provincia daParahyba,
tem ps grandes, uma costura de talho n um nfac>>
e o signa! bem visivel do dedo pollegar da mi es-
quema cortado quasi ao meio, proveniente de nm
golpe de foice descascando um coco. Quem o ap-
prehender e levar ao referido engenho ou nesta
praca rua do Bom Jess n. 31), ser recompen-
sado.
AliENCO
Precis-1 de uma ama forra ou captiva par
comprar e cozinhar para casa de uma familia
composta de duas uessoas, paga se bem se agra-
dar : a tratar no paleo do Hospital n. 28, Io e 2*
andares,
Garanhuns.
Na rua do Bario da Victoria n. 36, precisa-se
fallar aos Srs. Pedro d Bego Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
resse.
Feilor.
Precisa-se de um feitor que enlenda de seryi-
co de horta e jardn) : no Co legio da Conceicia,
a rua de S. Francisco n. 72.
Perdeu-se a quantia de 240j n'um trapiche, de
estiva no Recife, havendo toda a certeza da pessoa
que os achou, por pessoa sensata que vio apanha-
los ; pede-se o favor de os entregar na travessa da
Madre de Dos n. 1, ou na rua do Fogo n. 20, que
6e daro os signaos, e se recompensar generosa
mente, sob pena de ver o seu nome por extenso
neste jornal. *___________ _____________
Aula particular de primeiras
lettras para o sexo femi-
nino.
Qniteria de Almeida Bastos, professora particu-
lar de primeira* lettras, autorisada i elo Exm. Sr.
presidente desta provincia, avisa ao respeitavel
publico e com esperialidade ao9 pas de familias,
que abri uma escola particular de instruccao pri-
maria rua do Crespo n. 14, segundo andar, onde
recebe alumnas, tanto internas como externas e
meias pensionistas, asse^uranJo a aquelles que lhe
conflarem suas lilhas todo o interesse no adianla-
inenlo, quer das materias que eonstituem a sobre-
d'a Instruccao. traer do que for concerneate aos
trabalhos de guila.
AO COMMERCIO
O abaixo assignado faz publico que venden nes-
ta data, ao Sr. Jos Antonio de Oliveira, seu es-
labeleeimento de molhados sito rua de Marcilio
Das n. 72, livre e desembaracado de qualquer
onus.
Recife, 16 de agosto de 1873.
Sebastio Jos Bezerra (avaluante.
Molina al ser punido.
Chamamos a allenco do Exm. Se presidente e
da lllma. cmara municipal para o espertaliio
que tem aproprlado-se dos terrenos de marinha em
vista da consolidade das leis, art. 52 %% 2a art. 54 e
notL respectivas, que acaba de cercar uma gran-
de parte da margem do rio navegave], e um por-
to logradouro publico, para plantario de capim
na freguezia do Poco da PanelI.i, no lugar Cane-
co, este espertalho acaba de ser impedido de fa-
zer o muro do seu sitio, por ter-se apropriado
de terrenos pertencentes a tres proprietanos seus
vizinhos e fazendo muro sem a competente licen-
ca, pois digno de uma boa correco para des
cont de seus peccados, e assim o espera.
Os moradores do Monteiro.
O abaixo assignado declara que tendo pas-
sado uma procuratao bastante ao Sr. Adelino
Theodoro Alves, e nao lhe convindo acontinuacio
da procuradoria desse Sr., pelo presente retira lhe
os poderes que lhe havia conferido e desde j
considera millo lodo e qualquer negocio ou trans-
acolo que dito seu procurador fizer em seu nome.
Recife, 16 de agosto de 1872.
Jos Ramn Blanco.
G.M.
Perdeu-se na quarta-feira s 9 horas da noule
uma casaoleta de ouro com as iniciaes (i M. e
nm retrato de homem, desde a confeitaria do
Campos at ao Campo das Princezas, e quem a
tiver adiado e queira restitui-la a seu dono, quei-
ra deixar ne Campos da rua do Imperador, ou
no hotel Central, rua larga do Bosario onde ser
generosamente recompensado.
Fugio
do engenho Bento-velho, em Santo Antio, em das
do mez de'julho prximo passado, o escravo Ma-
noel, de 40 annos -te idade, preto. bem parecido,
falla mansa, dentes perfeitos, e barbado ; foi escra-
vo do Dr. Isbello, em Limoeiro, e de Joao de An-
drade Lima, em Malhadinha : a pessoa que o cap-
turar e levar ao dito engenho ser generosamente
recompensada Se for preso perto desta cidade
pode ser entregue aos Srs. Alvares Quintal aCi
rua Bario do Triumpho n. 56
ttengo.
Pede-se ao Illm. Sr. digno mspecur do arsenal
de marinha para que lance soas vistas em ura dos
cozinheiros quo subtrahe os alimentos dos doentes
e os manda levar para uma certa casa, deixando
assim de cumprir com snas ehriaces.
FUGIO
Est(fugido o cabra acabocrado de nome Pru-
dencio, desdentado e os cabellos nm pouco nbko
dos, anda va com umacarroga mnduzindo estrum
para t*n sitio, e fugio no domingo 6 do crrante ;
este escravo ligeiramente gago, foi escravo '-
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje perteoce _.
bario de Nazaretb, que gratificara a quera o apre-
sentar. Elle represente 50 annos, Hiho d* Gol
auna.
Olinda
Aluga-se para passar a festa o sobrado daUdei-
ra da S n. 2, pejio do baaho salgado, eos am-
roedo para grande' familia : a tratar n Var>.tn-
re, sobrado n. I.
Cozinheiro.
Precisa-se de um cozinheiro para hotel na ci-
dade da Victoria : a tratar un pateo do Terco
n. 8i.
0 coinmendador Kozebio RaprialRabel'
aluga o seu sitio no Caldereiro, com grande car
terrea e um sobrado para grande familia, com
ptimas accommodac&es. Quem o pretender di-
nja-se ao mesmo para o ver, e tratar no es-
criptorio, na rua do Trapiche n. 48, primeiro an-
dar.
Ao publico.
Domingos Maria Goncalven, cnsul potingues
le 2* classe e en -arregado que foi do consmado
le Portugal em Pernambut-o nos ltimos treze ma-
tes, participa aos seits amigos, tanto nacionaw
romo portuguezes, que tem o seu escriptorio na
ma Primeiro de Marco a. 23, 1* andar, antiga roa
do Crespo onde pode ser procurado todos es
das nao santificados, das 9 horas da raanbi s 4
da larde.___________________^__^^__
MOFINA
Est encouracado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Melk|
escrivio na cidade de Nazareih desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
rins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
pa e por este motivo de novo chamado para diu>
ti m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
ichava nesta cidade.
G. 4. Schnorbusch.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachuelos.
Demcratas.
Suspiros.
Conchas.
Ojieras.
Principe de Bismarck.
Trabucos.
Bahas.
Deposito em Pernambuco no armazem de Cunte
& Manta, rua do Mrquez de Olinda n. 23.
ALUGA-SE
o sitio de Bemfica n. 8 (Passagem da Magdalena),
com casa e snto de grandes commodos para nu-
merosa familia, margem do rio Capibaribe, e
passando os trilhos dos bonds na porta : a tratar
com Jos Francisco de S Leito, em Olinda, la-
deira do Varariouro, casa n. 22, e no Recife, rua
do Apollo n. 36, 2 andar, ou na rua do Commer-
cio, armazem ns. Me 13.
Auseiitou-se ha das o escravo Antonio, com
os signaos seguintes : cxo de uma perna e cgo
de um olho, com defeito na voz, e regula ter 40
annos: quem delle souber pode levar roa da
Imperatriz n. 20, que ser gratificado.
KSOQ&SQQB; COaXX3j
j'Cdisnllori Kedicu-rinirgico g
S de
5 A. B. da Silva Maia. i
jL Raa do Visconde de Albuquerque n.
M. II. outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
2 n. II.
\g Chamados : a qualquer hora.
Q| Consultas: Aos pobres gratis, das 2 s
(fl 4 horas da tarde.
JHOEKSSIOOOO OeQSQO,jf
e^ocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Maria Goncalves participa que se en-
earrega promover o bom andamento de quaesquer
questoes judiriaes nos dous paizes cima mencio-
nados, para o que est habilitado com um pessoal
competentissimo de correspondentes. Escriptorio
ma Primeiro de Marco n. 23, (antiga do Crespo)
__ Aluga-se o sitio do terceiro beceo do Pom-
bal, com grande casa com muitos commodos, caia-
da e pintada, com quantidade de arvoredo fruct-
fero : a tratar com seu proprietario Jos Moreira-
da Silva rua estreita do Rosario n 31.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
Ksta compauhia recebe at o ftrn do mez
d'agosto, propostu para a collocaro d'uma
linha telngraphica, da estaedo d'Aurora at
a do Varadouro, em Olinda, e da Encru-
zilhada at Beberibc. Para in(ormario se
entendero os proponentes coma respectiva
gerencia.
O gerente interino,
LawentinoJos de Miranda.
Rreposta ao observador.
O abaixo assignado deixoa de realisar a com-
Era da escrava Anna com o Sr. Jos Martin? da
rz, por nio lhe mostrar este os documento?
completos e nio querer deixar duvidas futuras.
Jos Piriieco de Medeiros.
Est oara alugar o 2* andar do sobrado da
roa de S. Jorge n. 6 : a tratar na roa Nova n. 8
As pasaoas que tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoluto que flea nos fundos das-
casas ns. 18 e. 20 da rua aa Florentina, onle exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limita-se al
roa de Santo Amaro, podem entender-se com o
proprietario na rua do Hospicio n. 35.__________
Desapparecuu a 5 ou 6 das o moleu.ua df
nome Antonio, cabra fulo, de idade de 13 aanos,
mas representa ter mais, levou vestido calca de
brim pardo ordinario, e camisa de chita branca
raiudinha e chapeo de couro. Este ronleque che-
gou a 8 dias do centro da comarca de Flores, ten-
do na viagem quetmado-se na testa, signa! este
para ser logo oonhecido. Pede-se s autoridades
policiaes e capities de cr.aape a sna eaptnra, de-
vendo ser remettido para a loja da ras do Du-
que de Caxias n. 44, onde le gratificar por se
methante ser rico.
Furtaram da casa do abaixo'assignado um re-
logio de ouro, pateute slito, de numeracAn 11,074,
.Tieio ebronometr a cofce?to, cor* 29 rubis, dous
njosr^dore? de- horas, aui dite de- ras e outro do
eguiMl^. l* pootefto grande alee dos das- ho-
ras, comeado a capa do machl'wmo a Irma de
yrtsput&savss
JieraT trouMr roa do Ptaeto do Bispo a. 53

A
I

r
li


Diario do Pfambuco Terga feira 19 de Agosto de 1W8.
f

i


MERON&C
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de ontra fabrica e nome diver-
so, e oom papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores que qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de METTRON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON t C.
FNDICAO DO BOWMANl
RA DO BRUH H. 52
(Paseando o chafariz)
PEOEM AOS senhores de engeoho e ontros agricultores, eem prega do re de m
afc:nisao o favor de orna risita a sea estabelecimento, para veretn o dovo sortimenlo
aomplet) que ahitera; sendo todo saperior em qaalidade e fortidio; o que com a ios
UeccSo pese jal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTEN^OAO NUMERO E LUGAR DE SA PUNBfCAO
VnnnrAft A rodas d9SL&aSL dl1* mais mo'erD(,s wiem3 la
TttpuOs U luuaa u. agua manhos convenientes para as diversas
rcnaisUncias dos senhores proprietario e psra descarocar algodSo.
Moendas de canna JJ2? 08,amaDh08> a8:me,bore8 qoe *
Rodas dentadas para 8nime8-**"**
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos ^SSE^'
ffOmDaS de patente, garantidas........
Todas as machinas *****
Faz qnalqner concert de machLiismo'a preco mni re90ffiido-
17m*mao rio ftarTrt 'em as melheres e mais baratas existentes no tner-
Pnn\miM4HlQB Incumbe-se de mandar vir qoalqoer machinismo von-
E.HC JmmDU'liiS Ulje ,s dientes, leaibrndo-4hes a vantagem de fazerem
4uas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qoalqoer necessidade pode
iie prestar aoxilio.
Arados americanos e <-*>sMn-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Podeodo todos
'ger movidos a m5o
'por agaa, vapor,
loa animaos.
Escravo fgido.
Fugio du engenho P;o da comarca de Palma-
res clu termo de Agua-Preta, no da 88 do mez
passado, o escravo Antonio, crioalo, idade 38 a 40
annos, barbado e est ja pintando de cabellos
brancos, meio beicudo, olbos um poueo brancos,
levou vestido camisa de algodo azul, calca de
riscado, chapeo de bala parda; foi comprado
na cidade do Recife ae Sr. Jos Domingues Maia,
morador em Apipucos, julga-sse ter ido para Ca-
maragibe em Porto Calvo, no lugar Santa Luiza,
d'onde antes de vir para o Recite foi escrave de
Manoel Lins Carneiro de Atbuquerque, que o
vendeu ao Sr. Jos Paulo Botelbo e este ao j
dito Jos Domingues Maia, ambos desta cidade :
quem o apprehender ou tiver noticia, leve-a ao
proprielario do engenho cima, ou no Recife a
Genuino Jos da Rosa, ra de Pedro Aflbnso,
amiga da Praia, que ser generosamente gratifi-
cado.
Consultorio medico ciromeo
Sa n sJ
DO Q
a Dr. Ferrelra Z.
xjf Antigo gabinete de sen pai, rua larga xpjf
: kr Rosaaio n. 20. jg
fig0: Cura de hydrc celes sem injeccao, *5J
eom puiio.-io-capillar. ^s
Abertura de abeessos e extraerlo de ^
derramamen serosos, peto aspirador f.
de Pota 111 \&
Alagase
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20:
a trat r ra do Araorim n. 37.
Por machina,
Pauta-se papel de todos os tamanhos. Risca
se por modello e a vontade do freguez, papel para
livros, mappas, manifestos, folhas de empregados,
facturas, contas correntes e de venda, despachos
e todo e qnalqner trabalho ueste sentido com
limpeza e prompiidao : na
Encaderna establecida ra Duque de Caxias a. 21, onde
tambem encaderna-se livros em hranco ou ira-
pressos e doura-se sobre panno, papel, couro,
veludo, seda e pergaminho.
Garante-se a pessoa que honrar ete estele;
cimento com sua encoramenda que nao sahir
descontente : roa do Duque de Caxias n. 11.
At vir.
O.Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vez
rogado vir i roa do Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse._____________________________
- Precisa -se de urna raulher de boa conduct
para fazer corapanhia a urna pequea familia ; na
roa de Hortas n. 63.
Aluga-se
o armazem da ra do Imperador n. 27: tratar [i
oa ra do Rangel jn. 7.______________________
Preem-se de urna preta para vender doces,
Mos etc.. qne d fiador da sua conducta, a tra-
tar na Praja do Conde d'Eu n. 7, 1.* andar. Na
mesma casa encarrega-se tambem de aviar qnal-
qner eneommenda que se Ine aea, e tudo por
reco razoavel______________________________
Ao Sr. L C. V. pede-se o favor d mandar a
casa n. 28, ra da Saudade, pagar o seu aceite
firmado no Rio Grande do Norte, e vencido no
dia 30 de dezembro de 1872.D. H. O.
No pateo do Carmo, sobrado n. 9, 2 andar,
precisase de pretas para vender bolos de venda-
gem. Na mesma casa armam-se bandejas, e re-
cebem-se quaesquer encommendas deste genero.
Maximiano Lopes dos Santos faz cente ao
respeitave! publico e com especialidade ao corpo
commercial que se acha estabelecido com loja de
fazendas na cidade da Eseada, roa do Commer-
ci n. 3, antiga casa do Deodato Luiz Francisco
Montelro.____________________________ .
mm Thomaz de Aquino Fonseca 4 C. Suceesso-
res,administradores da massa fallida de i 1 II v-
gino de Souza, convidam pek) presente aos credo-
res daquella massa, que ainda nao apresentaram
eeus ttulos, o facam no prazo de oito dias, a con-
tar de boje, afim de serem qualificados os crditos
respectivos. Recife, 16 de agosto de 1873.
ATTENCAO.
1008000.
Gratifican oom esta qnantia a qualquer pes-
aos que aparrar e trouxer a osa do Sr. Joaquim
Luiz Goncalves Penna, no Caminho Novo, ou
ra de Visconde de Goyanna u. 89, urna mulata
de nome Balbina, que auvnion-se de casa desde
o dia 12 do correte, levando toda roupa ; esta-
tura baixa, cheia do corpo, roste curto, cabellos
caxiados tendo sido cortados I lempo e presente-
sent os amarra, j estevetfugfin com nome de
Har.___________________,
Dinheiro
Precka-se'de 1:000* por seis a oito xoezes, pa.
jp.se o jaro de tCa por mes, 4ando-se garanta a
contento: qnem tiver auauac* aonde deve ser
procura do.
9.
Precisare de um criado para casa de familia, e
que seja de boa conducta, para fazer as compras
e todo e servieo necessaro : na ra da Impratriz
n. 15,1* andar.
Engommadeira.
Precisa te de urna para duas pessoas, paga-se
bem : a tratar na ra da Matriz da Roa-Vista n.
25.
f and Brasilian Telegraph
Company Limited
103. Cannon Street. E C.
Capital a 1,350,000
em aeces de 20 cada uma.
Com autorisacao de emiltir 250,000
em Debentures.
Presidente
John Heugh sq.
Directores
E. W. Barnett C. E.
John Bebby Esq.
Nathaniel Buchley Esq. M. P.
Willian Fcnton Esq.
James Higgings Esq.
Alfred Seymour Esq. M. P.
Banqueiros
Srs. Smith Payne & Smths.
Secretario
Sr. James Sutherland.
Engenheiros
Sir Wiliam Thomson L. L. D. F. R. S.
Fleeming Jenkin Esq. F. R. S.
Gerente de trafego
Sr. Robert M. Hyde.
Eigeuheiro em chefe
Sr. F. A. Ormiston.
Esta cempanhia est agora collocando cabos te-
legraphicos pela cosu do Brasil e dalli por accor-
do adquire o cabo que liga o Brasil com Mon-
tevideo.
Esta serie de lincas de communicaoao estabele-
cida na costa, ligada por um arranjo fetto com a
Brasilian Telegraph Company Limited, cujo cabo
ligar Pernambuco com Lisboa, por outro lad
por accordo feito com a Central America Tele;
graph Company Limited, cujo cabo ligara o Para
com a ilha de 8. Thomaz, as West Indies.
Como Lisboa est em commnnicaco telegraptii-
. ca com toda a Europa e com o Orient, emauanto
que a commuaxa^ao estabelecida com a llha de
. S. Thomaz para os Estados-Unidos da America,
'pelas liabas desta iMmpnnhia, nao so ficarjk) os
difterentee portos de Brasil era comrnunicaco te-
j legrapbica entre si e com o Rio da Prata, como
tambera o imperio do Brasil e os esudos do Rio
' da Prata fleario em irawediau communicacio tele-
graphicacom as princlpaes cidades da Eampa,
Au e America do norte,
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Cozinheiro.
Precisa-se de um bom cozinheiro : o tratar na
ra do Bom Jess n, 3.
CASA DO OURO
Aos &:00090 Bilhetes garantidos
Ra. do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo asignado acaba de vender nos seas
inuito felizes bilhetes a sorte de 800000 em
quatro quartos de n. looO, e dous raeios de n. 570
com a sorte de 1004000, alem de outras sortea
menores de 40^000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahir (62*/ ; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serio
pagos na forma de eostuiae.
O mesruo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publieo para vir ao sea estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixaro de
tirar qualquer tremi, como prova pelos mesmos
annuncios.
Acbam-se a venda os muito feliies bilhetes ga-
rantidos da 23' parte da lotera a beneficio d
nova igreja da Penha, que se extrahir no dia 22
do crreme mez.
lateiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*800
De IOOCOOO para do.
Inteiro 5*800
Meio 2*780
Quarto 1*375
Recife, 6 de acost de 1873.
____________Mo Joaguim da Caga LtUt.
Precisa-si de um oficial de barteiro, ae sa-
li da ra das Laraageiras n. 19 : a tratar com o
dono do rnesmo.
Aluga-.e por festa o palacete contiguo a
igreja do Bombn, em Olinda, e o sobrado u. 49,
ra rie Mathias Ferr ira, este con fas e agua
do encanamente, ama pequana mobilia e grande
quintal murado; e acuelle com mobilia completa,
oa sem ella, jardiai, rvored s 4 flracto, cacimba
abundante e casa de banhos, Com comtnodoe para
Srsnde familia, ambos bastante arejados e pooco
isunles do litoral; alm deste, bm* tras boas
casas terreas as mesma roa de m. 18, 31 e 3*,
coro suffleieates eooMBodoe: a tratar na raaNova
p. 8, 00 no meoaao aalaette,
.Cakeiro
Preciase de um caixeiro de 11 a 1* auno de
idade, com pratiea para uvaras, pratarnao-aa por-
tugnez na roa do Rasgal, Gao Iraaao, i. 3.
=* Prccisa-so aiugar uma ama de le!'
tar.ua rus do Sol n H.
Cozinheira.
Prccia-e de nn ama pie -ja perfuiw nesse
scrvirr, t. ntm liwha lci f-n.!nrtn : tratar m
Saiiiu Amaro' ertt'i-'i?mn*Mii roa Min'ia u.
fl.
*-.-.....------
Precase d ujna iV para coziuTar : r.3
roa da Pewt n. ti, I andan_________________
Precisa-oe lie urna ama de leite sem Olho :
na ra da Peuha a. *3, I- andar,
A
AMa ra du Capiliaribe n. 40,
preeira-se de uma ama para
euzinhar o diario de pequea
bJnilia.
AMA
Precisa se de uma ama que
saiba cozinhar bem : na ra
do Hospicio n. 50.________
\ ttiq Precisa-se de uma ama para cozinhar
-1JIld' roa do Baro da Victoria n. 22.
Amo Preeisa-se de urna ama de meia idade
-i 1 tld pjfj 0 utrvicp Bterno e externo de uma
casa de duas pessoas : na ra do Coronel Suassu-
na (antiga roa Angaata) a. <88._______________
A rvj o Precisa se de uma ama, com u rgencia,
-Lilia pjjj gjjj q peqmna familia, pree e-sa
escrava : na ra da Duio a. 49.
AMA
Precisa-se de ama ama para com-
prar e cozinhar para casa de duas
pessoas pagare bem agradando : a
tratar na roa da Ponte-velha n. 1.
4MA
calcados.
Precisa-se de uma ama para cozi-
nhar, paga-se bem, sendo boa : na
roa do Livramcnto a. 11, loja de
Ama
se escrava.
Na ra do Apollo n. 31 precisa-se de
ama para engoraruado, preferindo-
Precisa-se de ama ama : na roa Direita
n. 61.
vm
pequea familia:
Precisa-se de duas amas,
aendo urna para engoramar
e fazer ontros ervicos do-
msticos, e outra para co-
zinhar e lavar, em casa de
na roa do Caalbaribe n. 40.
Ofierece-se uma ama para casa de pouca fa-
milia, ou homem solteiro, cozinha com perfeico,
a muio fiel: quem precisar dirija se ao becco
do Sarapatel n. I, primero andar.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino BaptisU da Rocha, de
voita da Europa, contina a en-
carrelar-se de coacertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
outro objecto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na trave sa da ra das
Croxes a. 14,1* andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o encontrarlo pmmpto a garantir
seos trabalbos e a faze-los por precos mdicos.
*e;* 00003 000
0 0
$ Consultorio homeopa- $
# thico *
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Dr. Santos Mello
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Consultas todos os dias das 11 1 da ^
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Gratis aos pobres. Q
Residencia rna Nova n. 7, segundo g*
andar, onde d consultas das 6 as 9 da 9
man ha e das 3 as 5 da tarde. 20C
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Chamados a qualquer hora.
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Escravo fgido.
Boa sratileuro.
Ausentou-se a 30 de iunho ultimo o escravo
Martinho, trajando calca de l escura, camisa de
madapoln, chapeo baixo de pello hranco, e con-
duzindo um balaio de compras, com uma calca >le
l enxadresada de verde e um par de botas. Este
escravo tem 18 annos de idade, cor parda alaran-
jada, cabellos um pouco Tt-spos, t-ssta larga, esta-
tura regular boa figura intelligente, bom copeiro,
ooziuf'a soffnvelmeiite, e desconfa-e que sabe ler
e escrever um pouco. E' natural da Serra do Mar-
tins do Rio Grande do Norte, onde tem familia, e
resida o seu primeiro senhor. Consta que tem ap-
paiecido no bairro da Boa-Vista e em focados, e
suppde se que, como seja cozinheiro, tenha-se en-
trataco com alguem em uma daquellas freguezias
Roga->e a apprehenso do dito escravo, c nduzin-
do-o na do Conde di Boa-Vista n. 51, ou 1 na
do Bom Jess n. 3, onde se gratificar generosa-
mente.
- Os curadoores liscaes, no carcter de admi-
nistradores da massa falliJa de J' o Antonio Fer-
reira, convidara aos credores da referida massa
apresentarein seus ttulos no prazo de 8 dias, ini-
prorogaveis, afim de seren verificados e clari-
ficados. A entrega dos til u los de ver ser ferta no
escriptorio da casa n. 12, travessa da Madre de
Deus.
Recife, 8 de agosto de 1873.______________
O abaixo assignado participa ao respeitavel
corpo do commercio qne nesta data comprou ae
Sr. Custodio Jos de Oliveira, sua taverna sita a
roa Imperial n. 94, com todo activo e passivo.
Recife, 16 de agosto de 1873.
_________________Joo Maceado Evaogelho.
Casa.
Aluga-se a casa n. 123 no Caminlio .Novo: a
chave est na venda de junto ; tem bom quintal e
tica perto da esfe^ao da Soledade da estrada de
ferro da Caxang.
O abaixo assignado participa ao respeitavel
corpo do commercio que .testa data vendeu ao
Sr. Joo Machado Bvangelbo, sua taverna sita a
roa Imperial n. 94, com lodo o activo e passivo,
conforme concordaram seus credores.
Recife, 16 de agosto de 18T3.
________________Custodio Jos de Oiiveira.
Uma senhora, capaz, offerece-sc para engom-
oiar em urna casa de pouca familia; indo as 7
horas da manh e sahindo s 7 da m ule: quem
precisar, dinja-se a ra da Palma n. 90.
Talho para aiugar
Aluga-se o bem conhecido acmgue do pateo do
Paraizo, com balco de pedra inarinor, com cepo,
balanzas e pesos : a tratar na roa Primeiro de
Marco, antiga do Crespo, loja do Passo, junto ao
arco de Santo Antonio a. 7.
Na ra do Imperador n. 5*, precia-se de
ama mnlher de idade, qoe saiba comprar e cozi-
nhar.
OuYreee se uma ama para casa de homem
solteiro, que engomma cora perfeicao ; a ra das
Cruzo u. 5.________________________________
i^gT* At vir.
O Sr. Jos Alves Machado GuinarVs pela se-
gunda ves rogado' a vir roa do Imperador n. 28,
a negocio e san interesse._____________^^^
Joaquim Jos da Silva
Santos.
Na roa do Vigario n. 7,1* andar, deseja-ea fallar
ao Sr. de nome cima, para negocio de seu me-
rcase.
Ahipi
ji-se
ol* andar do sobrado a. 50 da ra do Bom Jess
(roa da Cruz), pmprio para escriptorio :' a tratar
cnmKpMe A C. roa H" B DOt CAS
Ch'ALBKRT
bmu, iBoavc* a aaanu lo
MKN AUdUOM.i OatrtiaaBtOBi..
1 aatigea orai branoas, ceras paludas. |
, JS,s.T

Aluga-se
um excellente sobrado de um andar com solea, u
com extraordinaria romuiodo, bastante fresca, na
ra Form^sa, a qual faz esquina para a Iravussa
do* Ferr^inti^: S Tr:iI: i o \nt.n..' C. M. Ti.-ni-,
I', til eui 1 :' -t4 !\
>
C0MPEI1
NafimtnVia, rua da Cooccica >fi 33, conq.'ia-
se uma casa terrea com coutinodos para familia,
ou i terreno eom proporedes para editlcar-se uma,
porm no mesino bairro e com preferencia as
ras da Cunceigo, dos Pires, du Sebo, etc.
VrW0AS.
Vende-se uma casa terrea na rua; dos Bur
gos n. 15, tem 2 salas, 2 quartos, cozinha fra e
quintal, chao proprio: a tratar na rua da Santa
Cruz n. 1, a qualquer hora do dia._____________
Vinho verde de Bastos,
superior
Em ancoretas e caixas de uma dnzia, tem para
vender a preco cnminodo, Joaqun Jos Goncal-
ves Beltro 4 Pilho : no escriptorio, rua do
Commercio n. 5.
Verdadeiras bixas hambur-
guezas.
As nicas chegadas ueste ultimo vapor francez:
na rua da Cadeia do Recife n. 51, primeiro in-
dar._______________________________________
As nicas verdadeiras
Bichas hamburgaezas qne vem a este mercado:
oa rua do Mrquez de olinda n. 5.
, VENDE-SE vinte toneladas de carvo
para ferreiro : a tratar na rua do Commer-
cio n. 22, armazem.
Venda de casas.
Vende se uma casa terrea moderna, com paz,
terreno de marinha : na rua da Concordia n.
133. Outra casa terrea tambem moderna n em
terreno proprio, na rua dos Coelhos 11. 18 : a tra
tar com Marcelino Jos Lopes, na rua do Moude-
go, olaria n. 63.
Mobilia
Vende-se urna mobilia grande de Jacaranda, com
p^uco uso e bem conservada : na rna do Baro
do Triumpho n. 96 (outr'ora do Bru).
Boa nova
Vende-se o sobrado n. 29 sito rua da Moeda,
com dous andares e sotan; um dito na rua do
Apollo n. 45, com tres ailares e sotao ; uma rasa
terrea na rua do Fogo n. 30 ; uma dita no Anal
do Forte n. 14 ; um pequeo ofre de ferro v, cai-
xas com vinho fino do Porto : a tratar com Joa-
quim Alves da Silva, na rua do Coronel Suassuna
(antiga de Hortas) n. 17.
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amaral, Nabuco & C, ven lera cha preto e ver-
de, fumo inglez para cigarro e cachimbo, e rap
francez e nacional : no Bazar Victoria rua do
Barao da Victoria n. 2.
Vende e o sobrado de un and ir sito na
rua Imperial, canto da travessa do Lima, prximo
ao chafariz, o qual est situado em lugar muito
apropriad- para estabelecimento commercial, a
que se tem sernpre prestado, t"ni bom quintal, ca-
cimba etc., e tambem se arrenda. A tratar na
rua do Hospicio n. 35, das 7 s: II horas do dia e
das 3 as 6 da larde. ________________
Angolas logilimos.
".Vende-se em casa de Okel Bindloss i C, na
rua do Bom Jess n. 11, os vrdadeiros angolas,
que foram da casa dos Srs. T. Jeffcries & C.
"lljlaa res
temm eswezas.
20Rua d (Yospo 20
I. 11 I .r..ll I .|',;ili*l. .id .' I;i/,:.!i:i- -
fi; 1 lvi.i-i i vip'.r |,r* xjj) i>. .1 o.w.i'j, pa-
ra ;jealps : li.irati.-ino r.-.
Agodilo distias
MgoHao de ihiras aoiuri.-ano, un peqn .> de-
leJto, a :i'i rs. o covado : na n;a lo Crespo n. 2t>,
loja i!e Gti Inerme & (.'.
Brins de cores
lirins de lin'ii] de jures a U 0 e V40 rs. o cova-
do : na na de ire-pi n. 2u, loja de Guillienne
i Conipanhia.
Alpacas.
Alpacas de listras, lindos padro ,a 500 rs.
covado.
(Grosdcnaples.
Grosdenaples pretos a I 80. e 2*400 o Covado.
Colchas adamascadas a ti.
Ditas branfas de croch a 34.
Cobertas de chita adamascada a :500.
Cobertores de li alcuros a 2.
I.ences de brananje a 2.
Toallias aleodloadae a 0 a duzia.
Lencos de cassa abajnhadoa u i a duzia.
Pitos ditos ciin barr alia duzia.
Ditos ditos du esguio a 3J500 a duzia.
Cambraia lisa a i e i'i00.
Dita Victoria lina a .'U800.
Cortes de ('.asemira lina a 54
Cretone, lindos padro -s a UO rs. o covade.
Chitas raas a 200 rs. o covado.
Ditas verdes e de ores 240.
Cambalas de cores a 280 rs. o covado.
Iliim pard'i a 400 u 410 rs. o covado.
Hritn lona, hranco, a tififlO a vara.
S na rua do Crespo n. 20, loja de Guilu rn.e
& C.
Colchas.
C.lclias brancas e de cores a 3*500 : na rea
do Crespo n. 20. lija d'- liuillierme & C.
Cambraia preta..
Cambraia preta com listras c 11- res brancas,
proprias par;, lulo, a 24'1 rs o covado, barato :
na rua do Crespo n. 0, loja de Gniliierme Jt C
Madapolao avariado.
Madapoln avariado de duTercntes |irecos : na
rna do Crespo n 20, loja de Gnherrne A C
A dinheiro
Caibros.
Vende-se 300 caibros de mangue, muito bons
e baratos, todos ou a retalho : na travessa da
rua uo Imperador, armazem da holla amarella.
Engenho Periquito.
Vende-se uma parte no engenho Periquito, bem
como as rendas correspondentes das safras do an-
no de 1866 a 1873, em mo do consenhor do
mesmo engenho Francisco Alonso de Mello : quem
pretend r dirija-se rua do Cruz u. o'J, primeiro
api*-
GliNMMS
A 800 RS. 0 COVADO.
Vende-se granadines cot listras de seda,
para vestidos d-i senhora, a 800 rs. e 15000
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 655000.
Vende-se ricas colchas de crochet para ca-
mas a 69000.
PANNOS DE CROCHET A 1?500.
Vende-se pannos de crochet para cadeiras,
a 10560 e 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se pegas de cassas para cortinados,
cora 20 varas, a 10D0OO e 12JS000, e outras
muitas fazendas em liquidacAo.
Bom negocio
Vende-se o hotel n. 30 da rua das Larangeiras,
bem afreguezado: a tratar no mesmo. ____
Vende-se duas moradas de casas, sendo uma
em Tigipi e outra no Barro, fregaezia dos Afoga-
dos, ambas em solo foreiro : a tratar na rua de
Santa Bita-velha n. 14, andar.______________
Para romas.
53-Rua Duque de Caxias-53
Augusto Porto recebeu novos vestidos de blond
ricamente bordados, com sombra de superior se
tim braueo e flores flnissimas para noivas, o que
tem vindo de mais gosto. No mesmo estabeleci-
mento se encontra tudo o que necessario para
eaxoval de casamento, como sejam : colxas de
seda, ditas de l com seda, cortinados bordados e
de crochet, frnnhas bordadas, sedas preta e de
cores, popelinas brancas e de cores, ricas chapeli-
uas e umita variedade de farendas que vende por
commodes precos.
^ Fazendas baratas. B
0 Rua do Crespo alO 0
m Chales de cores a ltt>0. m
X Carbbraias de cores a 240 rs. o covado |2?
# Saias bordadas a 64OOO t... bw-
Vestuanos de fustao para meninos a fe
4*000.
9t GrosdeoapJe e gorgurSo de seda pretal
mf a 14600 e 34r>00.
Madapolao bom a 5*.
W Algodio-largo marca T a 4*. W
Algodio azul americano a 320 rs. f
Saceos vasios para assucar e frinha ^
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel decores, resmas grandes, sortidas a 91.
Dito de dito ditas, assetnado e n.uito encorpado
9' 000.
DilO de seda (mais conhecido por seda de n i-
Iho) do verdadeiro, francez, a2(i; o cartao de
iO.OUO mora I has.
Dito de liulio lino de BareaHona, marca marte!-
to, 4*000.
Dito de dito dito, marca balanza, 3500 a resma.
Dito de trigo, resmas grande-, do verdadeiro de
Barcellona, o* a resma.
No armazem de Jos' D:miingues do Carmo e
Silva, ruada J/adru de Dos n. 0 A, anoazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Pomos era fainas, muito velho. ebeiroso e forte,
para funiar-se, da safra velha,- e dos melhores lu-
gares de S. I'i.'in, Xnzarelk. da provincia da Ba-
bia, sao vendidos a dinheiro vista por preces
muito reduzidos.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Alhos a -AO rs. amounca e gaz
a 5#800 a lata.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dees n. 10 A, ainutzcm-
do fumo. ^______
GRANDE
Pecliincha
Ser possivel!
A rosa branca vende chitas lina- de cores segu-
s a 240 e 280 rs. o covado, a escolher.
Querem ver que lindos ves-
tidos !
Venham rusa branca comprar granadinas bor-
dadas coi llores e listras de cores, est queiman-
do a 13 o cova.lo; lodo- vendem por IjjO .
Nova remessa
A rosa branca recebeu las finas com listras de
pura seda, e vende a SO'1 rs. o covado ; sempre se
venden por lfO.
Madapolao francez limpo
A rosa branca vende a pe.a a 7*,todos vcodem
igual a 9, e quem dovidar venha ver.
A rusa branca recebeu um grande ortimento
de chapeos de ol e vende muito barato : na rua
da Impratriz u. ."(.
Vende-se tres hypothecas de pequeos valores
em predios nesia cidade. todas vencidas e dupla-
mente garantidas : a lr.:tar na ruado Il3ngel nu-
mero 37.
PeitoraJ de Cereja
do Dr. Ayer.
1*
Para Molestias da (Hrgants, Fetto,
e Putaees, taes como Toases,
Conatipaooe, Defluxos, Coque-
luche, Bronohitis, Asthma, Con-
sumpoa ou Tiaioa pulmonar, &c.
Attengo
Vende-se uma partida de 88 lencos de la-
bvrinlho, de muito g' sto e bom trabalho: na
ra do Marques de Olinda n. 39, primeiro ai dar,
es.riptoi 10 de Luiz Goncalves da Silva & Pinto.
Camisas inglezas.
1 musas inglesas forradas, com pello de Imito,
ptJ^feM^iilo rec os 38*000 a duzia e ;i508
u^a : ua rua do Cresjn u. 20, ioj* de Gui-
fterme 4 C.
Bois.
No engenho Boa-Vista, do Cali, vende-se
bois refeitos, asim como, niausvs para carjMfas,
Antes de apparecer o i-eiTOHAZ nunca a historia da
medicina vira preparaoao algnma qne tao univertale profun-
damente ganhasse a confianca Jo genero humano, como este
excellentissimo remedio para infermidades pulmonares. Du-
rante longa serie de annos, entre quasi todas as racas dos
homens vai gozando cada vez de mais alta reputacao e re-
nome, como o melhor protector contra estas molestias.
Ao pssso que se adapta perfectamente s formas mais bran-
das das molestias, e as crlancas e meninos, ao mesmo
tempo, o remedio mais efficaz que se pode produzir para im-
pedir o progresso da TUtca itmipUnU e todas as perigosaa
aflecces do peito e pulmos. Como antidoto contra attaques
repentinos de Croup, todas as familias devem o ter emsuas
cazas ; e em geral, como todos sio sujeitos k constipaces e
toases e bom estar-se sempre prevenido com taro poderoso
remedio.
Posto-que s natas Dteluradm e tida como sem cura,
ha portento grande numero de casos em que esta molestia
pareca ser declarada, mas que se tm curado radicalmeEta
pelo uso deste FKITORAL DE CEREJA.
Milhares de casos de MoleHUu dm 6*rguntm e putmoes
que tinham baldado todas as expedientes da pereca humana,
teem cedido i influencia do PBITORA DE CERF.ja.
Os Canfores e os Ormiirm aohario Peitoral um ex-
cellente nrotector contra molestias, e de grande serventa
para sjndar a vos. ,
Sempre allivia a A*thmo, e ftequentamente a u desap-
parecer inteiramente.
Em doses pequsoas e repetidas, regularmente cura a
BnmchitU. _.
Para Co~po> e loases, nio e possivel encontrar-es
mllhor remedio. Toma-se asa doses pequeas trez vezas
por dia, e i noite um escalda pea, ato se curar a molestia.
Para os Deflum, quando enVctam a garganta, deve-ee
fazer o mesmo.
Para a Tesas ssfsw ou OeauelweAe, da-se em pequea*
doses tres ou quatro veres por da.
Para o Croup, doses grandes e repetidas, at se vencer a
raolestia.
Eflectivamente nemhuma familia deve passar sem o PMI-
TOSA.L, para se defender contra os attaques repentinos
das molestias cima mencionadas. O seu empresto com tem-
po, muitas veres poupars ao inferno muito soiqmeotoe e
perigoe que oocorreriao se tlvesae de esparar para outro aux-
ilio. Pses e maes, conserrae esto remedio sempre em asa.
Vidas precio se vos pc-dem salvar.
virtudes d'eeto preparaolo tm se tornado tam vuW
nto oenhecidas, qp nos spansamos de publics-
dos de -'"". de isas grandes curas, e sos limitan
gurar ao puaitrn qoe estos virtudes que ora poBi-,
asnsirsM conserratio.
ntriiiMr
J. C Ayer A Ca., Lowell, Mass^ E.U.
vszfDx rae por




1
ll*fc de Pfcn^Ui^ fa j^fa
C RANDES NOVIDADES
Em azendas de gosto
LOJA E ARMAZEM DO PAVO
N. 60 Ruadalmperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUBfRAS
Os proprietanos deste importante estabelecimento, participam ao respeitavel publico
desta eidade e aos seus numerosos freguezes que acabara de receber pelos ulmos vapo-
res de Luropa, ura grande sortimento das mais linda e mais modernas fazeadas deaosto
e auto phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambera un'grande
sortimento das melliores fazendas de lei, que se vendan par precos muito em conta s
wb o km de apurar dinbeiro. '
As pessoas que negociam era pequea escala, neste estabeleeimento podero fazer
os seus sorti.nentos, porque se Ihes vender pelos precos que compram as casas estran-
; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se levar era
as r,xmas. familias pelos caxeiros.
COMO S\0 LIKHOS! i
I O lequcs todo ai'rtMfcfoarata'. brancos e de
cores e que 4rzn o dioicoWilAQ -.ew lettras
tamben) V madreperla cm alto, relevo, tor-
nando-se por isio apropriauos para noivas, a O-
VA ESPERANCA ra Duque de Caxias n. 63
(antiga do Queitnado) quemos.lera.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderemos, cruces,
coracoes e cassoletas, que eltaa aapbstas boa f
eecolna das Exmas. (amaatej do chique) vende-sc
aa Nova. E^aiaofa, .ra Puque dfe > Caxias
Aos TnmikS-
A Nova Esperar ra, Duq* A Jhi*n.
63, acaba do receber urn.Irado MH^'mm'dmfo-
necas de multas ijualfdaaes, viada entre ellas as
engranada? boaeras aV borrr1*i assim lawtou
urna pequen quaiftidacb 4e Penecas pretas que
se torna apreciadas aoh aua.anviadc.
ajaras
casid
5Mrs.
Na loja do Pavo.
LZINHAS A 300 KS.
LZINHAS A 300 RS.
LZINHAS A 300 RS.
O Pavo recebeu um grande sortimento
lir '
Este estabeleciraento est constantemente aberto das 6 horas da aianhi s 9 da no uta
Aos fa hiI eovads de lasinhas 0 Pa, BLUN,0LS A, 16feo
'a I O Tavao recebeu pelo, ultimo vapor de
Europa, burnoos dos mais lindos gostos
que at boje sao conhecidos e em relajo a
sua excessiva barateza, convidam-se a
, Exmas. Sras. para verem o que ha de mais
novidade ueste artigo.
BRAMANTES PARA LENCOES.
O Pavo vende superior bramante de alr
tas mais lindas lzinhas para vestido dse- godo, tendo 10 palmos de largura, que s
nhoras ede meninas, com delicados padres preeisa de i 1/4 vara para um lencol a
malos e graudos, que vende pelo baratissi- I9C00 o metro ou 19800 a vara.
mo prego de 300 rs. o covado, por haver Dito de linho fino saperior e muito en-
gran le porcao. E' pechincha, na ra da corpado, cora a mesma largura a 29400 a
Imporatriz n. 60, loja do Pavo. vara-
ROVOS VESTIDOS A'2 DE JULHO POR Ditos francezes muko fiaos a 29*00 e
123000. 139000.
O Pavo rocebeti um elegante sortimento Peas (,e Hamburgo e panno-de linho, ten*
dos m.iis linios e modernos cortes de cara-, do c;m 20 e 30 varas para todos os precos1
braia pan vestidos, sendo a uso da corto e e qualidades.
2 de julhn, cora os mais bonitos enfeitos, e!, Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
tendo bastante fazen!a : assim como baba- jardas, polos precos mais baratos quesetera
dos, ron las, recifliz e ntremelos, sullicien-1 rto.
tes para as guarn$6es, e vendo pelo bara- Pechinchas de finissimo esgui ou silzia
to preco do 129000 cada corte. Na loja com 6 jardas a 79000.
prepara
Etenvvt
A Nova Esperanza mu
63, recebeu verdadeiro cu _.
Siopara concertar porcelana'CMUTo^l.?
Vesido periSm
Multas tewff- am vesiOo- wnso intefcaaiente
tero, somente por **tr'ml enfeftatiD: a N'pta Bs-
peran?a ra Duque ** Paulas a. #3, renifve
este mal; pera* s4lr aam arda***1 dbs ntelhoVes
gates e franjas, doitod*&,aS:*ara% ede pode es-
ooUier-so i votade..*)bi!iaJii(W entr| Alisas
modernas franja*; me**ic-*#, fliWpala. sife ftei-
de de cores, flea bem em quasi tosas as fazeadas.
Aeha antea que se aeabem.
Bolas de' bor racha
Yendemrsede todos os tamanhos na Dnqrre
e Casias a. 63, na Nova Espennca.
Cabellos b^tmcos-stm^auem
BAZAK
R# da
NACIOSAL
Im|eratriz n. 72
nx
Lonreirfo tercira Mend*s-G4imara
o maisbarato que for possifel,
momu.
Mi) \kik da Vktoria h.22.
A Nova Etperajica ra I
63, acaba de roceber a verdad
nous para Ungir os cabellos.
do I'jvdo ra da linperatriz n. 00.
LAZNHAS BORKVDASA 400 RS.
O COVADO.
0 Pavio receben um elegante sortimento
das m:.U liinlas lzinhas transparentes com
lormhas, bordadas, tendo de todas as cftres
inclusivl rocha propria para viuva, e ven-
df; pelo baratissiino prego de 400 rs. o co-
vado. r pichincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. GO.
I.AS MODERNAS.
O Parto vende um bonito sortimento de
linnhas lislradas sendo dus mais modernas
faetem viudo ao mercado, pelo baratissimo
prr-00 de 560 e 000 o rs. o covado. E' pe*
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. GO.
ALPACAS I.AVR UAS A G'rORS. 0 COVADO.
* ;.o!i para a loja do Pavo um elegante
las mais lindas alpacas lavradas
- niJo as odres mais modernas que
lo para vestidos, r> rende-sepelo ba-
prego de G-0 rs. o novado. E'
loja do Pavo.
as.-vs i!a.m;i:/.\s a ooo egors. O
METRO.
0 avio r ceben um magnifico sortimen-
is lindas cassas fran ezas, de cor,
inais botutos desenh s midos" e
tendo pi I roes esc 11 ros e outros que
i para luto, e vende a 600 e 640 rs.
3G0 e iOOrs. o covado.
UZINUAS MODERNAS COM .1STRA DE
REDA A 840rs. e l?-2()().
O Pavio receben um alegante sortimento
de las eurn listras de seda assetinada, sendo
modernas qne tom viudo ao merca-
do e com aa mais delicadas cores, e vende
6 Jwratos preoos d 640 rs e 1-3200.
no otrtres muito bonitas com listras
sem ser i.: S'sla.que vende a 500, GiO o 800
rs., todas estas las sao modernissimas. E'
'".. na loja do Pavio.
Chil .-. 3l5,SO,330i.*?6rs.
O. cebeu um grande sortimento de
es fixas, que ven 1e pelos bara-j
' de40 e 280 rs. ocovalo. Ditas
ila inuitn superior, com novos
padroi.-s a ^20 e 360 rs. o covado.
- r 111 i 11 Ras p i Iroos claros em teci-
di de percales, com barra de cor ao lado e
senr 300 e iOt) rs.
Dm pretas com tecido de crctone, fazen-
m itl i ui frior a 3:0 e 400 rs. o co-
Dita
res, miiulinlins, p'roprias para
opa do i-naneas a 360 rs. o covado. E'
ha, na loja do Pavo.
s 500 ra. o covado.
; -v < receben Um elegante sortimento
. n idrnas liaptistas de cores com
3 miu linhos e gradaos sendo proprios
para veslidns eroupa de manra, pelo bara-
r simo ; rec i '/ 500 rs. o covado, allian,aii-
1 ser gran h pechincha !
Qirir-i canthrnin. ultima no-
infle, a 5--MM.
O Pavio recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
iMinliOi ricansaote bordados, tendo fazenda
suflic; i; para vestido dequalquer modelo,
estes vest los sao os mais modernos que tem
rindo aa apeado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornam-se n?commcndaveis s senho-
ras de bota gOSto.
Dit s com babados de cOr, tendo 20 me-
tros de baaad s a 9-3000. E* grande pe-
ehindia, no Razar do Pavio rua da Impe-
ratriz n. 60
CORTES DE CAMRRAIA RORDADOS.
O Pavio receben os mais ricos cortes re
ataabnua l.ranea l>ordados oara vestido, que
aeode polo birato pfetg de 205 e 30JW00.
cok n:s di: cambraia branca.
O Pato recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com listras assetinadass que
vende pelo bai ato prevale 69000.
Oitos cim listras de eOres, tendo 8 raras a
49 e 55000. E' pachucha.
ESPART!f.OS.
O Panaa rooabeu um grande sortiuwnto
deespartdhos tanto para vnliora como para
menim, que ven le pulo barato prajo de
3$000.
Dit. muito finos a 4 e S9000. Sao dos
aaais uyj.Ujruos qu etem vmdo ao rnep-
Pecas de finissima silezia com 30 jardas
a 355POOO.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 25000 a vara.
'alcas de easemira.
O Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casomira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos e em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao murcado, e
vende-so por barato preco para apurar di-
nhoiro, assim como caigas de brim branco e
de cores, por precos muito razoaveis,
LENCOS ABAINHADOS A 19800 E 29000.
O Pavo vende duzias de lencos brancos
abainliados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato preco de 29000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Ditos grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 35000,
Dito de cambraia branca, sendo em eca
a 35600 r v
MEIAS CREAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiascrua9, ia-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e touito en-
corpadosa 69000, 79000,89000 e 105000,
e um grande sortimento de meias inglezas e
francesas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLAO ERANCEZ a 69000 E 79000.
0 Pavo vende pegas demadapolio fran-
cez, que sempro se venden por muito mais
dinheiro o liquida-se pelo baratissimo prego
05000 c 79000, por ter feito urna grand
compra. E' pechincha.
AlgoilOnznho a 45000.
O Pavo vende pegas de algodozinlio,
muito boa fazenda, pelo barato preco de
49 e 55000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas e lenges a 65000 e "9000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 29500
35000.
Pegas de dita muito fina, com
e Caxias n
efltak-
. jo, que M-.conscgue
(eBpreaet-a>C(>m m+U facilidad, e por este
motivo, abolir* braueos se fea qucwuaer.
Estona.maa
Os cintur5es d eonro, propvios para- Mirtwraa,
que recebeu a Nova Eiperanca ra Duojne t
Caxias-n. 63;-estaa,'sktt, seBlora'i eMieaa fMoaal
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos bnmos ptT o vosso casamento,
oo para Nxaao m aaropriada, necessaxio ir
Nova Esperaaga ra Duque de Caxias n. 63,
queaUi eneoatrareis as nelaares poHkiomuels
que ae pode aaNjaa
Agua florida, de Guiskin,
para fazer os cabellos prer
tos.
A agota branca, i raa Ooqne doCixia; n. la,
acaba de receber nova remessa da apreciavel ;igtta
florida para faier os cabelles, prttos. O bom re-
saltado colrrrdo por tfuehv tem' (Htb"no deiu
iaoffensiva preparacaa a Xetfi-allamente conceiiua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
vamente deHa preciee eqaeira -se pfoveitar de
sua utilidade. Tambem toio agua de topasiae
oleo florida para o mesmo oso, e l* acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca), ruado Duque di Caxias*.
30, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossos aljofares de coresj e eorao sempre cea-
nua a vende-las por prego* eonrmOflo.
Novos diademas dourados e
DE
com pedias.
CAMBttAIS AKERTAS A 99 E I-09B6D
O r>vo rweben a mais'fiiuu eaoiatais bre, >tlisi
Bordadas pa vestido, que5mft'peh>4!He
prego Wauap*afand-: s: ymhmkA,**i>\n
ib Pavao tas da raaeratokvn. 60.
10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 e 69000s
ate a mais fina que vem ao mercado.
P.V.YxOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
batanen, para ditas de guarnigo e para so-
f, que so vendem muito em conta.
COI.XAS DE CROCHET A 69 E 89000.
0 Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo preco
de G5 e 8C000.
1 titas de usto acohoadas, seado de c-
r^s e brancas, pdo barato prego de 46000.
fi. grande sortimento de ditas de damasco,
cretona o de chita, que vende |>or pregos
muito razoaveis.
CORTES DI! PEttCALLES COM DUAS SAIAS
a 45000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito go*.
to a 45000. E' pechincha na loja do Pa-
vao ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, a $9900.
Na laja d Pavo ra da Imperatrir n. 60.
Pereira da Silva & Guimaraes receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e cora delicados
enfeitos docr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim come a boa qualidad,
por terem sido remetidas por vwi dosmr
Inores fabricantes de Pars, e vende-se pav>
barato prego de 69, na loja do PavSo.
SAIAS BORDADAS A 69, 6 e 89000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos banilissimos
pregos de 59, 69 e 89000.
Ditas de ura panno s e cora muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratas proco,
de 29000 e 29500. qj
Ditas com guarnigo depregas e borda-
dos a 35S00.
Vl-o.luo Yara.
O Pavo vende algodo americano enfes-
tado e muito encorpado, proprio para toa-
Iba e lenges, pelo barato prego de 5000 a
vara.
Dit) francez sendo trangado e .muito en-
corpado, palo bat^Us6na.padooiaVl9280 o
metro.
Cnscurran n aftP^O a- t9JOO.
O ParS thde corts "fle casdmiri franca
za, endoaienda rmnto. supertor-qe sern-
pre se vendeu por as^inheiro, e Uqut;
dam-ae a 79O00 o corte.
ittitWW.
A aguia branra, ra do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diadas
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Colleecoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
receben novas cullecges ou normas para a crian-
gas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje Uo
usadas as aulas e collogios; e como sem^e ven-
de-as por (fraga commodo.
Meias cruas finas para meni^
as e senhoras
A loja d'nguia branca, ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu novo sortimento dafuellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninae, e conrista a vende-las por
precos commodo?.
Veos ou mantiuhas pretas.
A loja da abala branca, rn.i do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mautinhas 1
pretas io seda com flores, e oulras a imitacao de.
croch, e vende-as pelos baratos praaM de 3s,
'tt e 6/000. A fazenda boa e wt n perfeito
estado, pelo ouo ccwtina a ter promptaexfrac-
cao
Perfeita novidade.
ariioiro Viaima.
e grande estabeleciraento tem che-
gaw^un bora-sortiment de machinas para
coUura, de todos os autores mais acredita-
dos ulrananentena Europa, cujas machinas
sao gaantidas* por um anno, e tendo um
peWta aisla para ensinar as mesinas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sira oaacert-las pelo tempo tambem d'um
ana-sam despendi algum do comprador.
iS'eWe estabelecimento t mbem ha pertengas
p aswmesmas machinas e se supprc qual-
quer faga que seja necessario. Estas 111a-
clanas trabalham com toda a porfeigo de
ura'deus pospontos, franze e borde toda
qualquer costura por fina que Sfja, seus
precossoda seguintequalidado : para tra-
balhar a mo de 309000, 40900.'. 455000
e 509000, para iral>alhar com o ni sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000, 2009000 e
8609000, emquanto aos autores nao ha al-
ter8c8o de procos, e os compradores podero
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero goslar pela variedade de objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagenr, malas para viagem, eslei-
rs para salas, ditas de balango, ditas para
criauga (altas), ditas para escolas, costura-
ras riqaissimas, para senhora, despensaveis
para nangas, de-todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espedios dourados para sala, grandes e pe-
queos, appareUto de metal para cha, i'a -
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arante, taiapas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mul-
to artigos que muito devemagradar a todos
que visitaren) este grande estabelecimento
que se acha aberto de^de as 6 horas da ma-
no! al as 9 horas da non te
Ra do Barao da Victoria n.
22.
corea pan
Daclara a faas istguauaque tora revolvido nJer
saber:
CHITAS AIWE 200 RS. O COVAD0. | ORTES DE BRIMDE CORES A 19^f
Vende-sc chitas franceaas largas com tr> tende-se cortes d"e brira de
que de avana, a 160 e 200 o corado. D ralea, a 19500 e 29000.
tas hmpas a 210, 280 e 320 rs. o covado. BOTINAS A 39000.
CASSAS FRAIfGEZAS A 120 RS. VoadB-sc botinas para senhoras, a 38000 #
Vande-secassMrancezasa 320 e 360 rs. 39500, a ellas antes que se acabem. ^
o covado. ROUPA FEITA NACIONAL.
LAjiriUAS A 200 RS. Vende-se camisas brancas, a 19600, If
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos, 29500, 39000 e 49000.
a 200, 300 400^o 500 rs. o corado. Calgasda casentiras de coras, a 59,4*
ALPACAS A 400 RS. 7900".
Vende-sc alpacas para vestidos a 400,5*0, Cteles do casemira, aJBL 2K00 8
640 e 800 rs. o covado. 4$000
COBERTAS DE CHITAS A 1*600. Pautte de-tuemftau ,*9, 69 e I90f0.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a Seroulas a 10 e 19600
19600 e 29000. Ditas do pello a 19400. BRIM DECORES A 440 M
Colxas de cores a 19200 29500 c 49500. Vende-se brim de todas as cores a 44
CHALES DE LA A 800 RS. rs. o oaaado.
Vende-se chales de l de quadros a 800 LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA
rs. e 19000. ^ V I Vendase a dutia de fcngos branoos, ,
)itos de merm a 29, 39, 49 e 59000. 29000. Ditos com barcas da cores a 3#00C
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-ae pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29IO0.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonete pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 29, 29500, 39O00 e 49000.
MADAK)LO A 39000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para os pregos de
49, 49500, 59, 69000 e79000\
ALGODO A 39500i
VenrJe-se pegas de algodo, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos da
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQU1DACA0 DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francozes cora
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Ditos de linho a 59000.
TOALHAS A 800. RS.
Vande-se toalhas para rosto, a 800 rs.
19000,
GRAVITAS DE SEDA PRETA A 500 RS
Vende-se gravatas de seda preta, a &0
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 34
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 15500.
Vende-se bonetes para meninos, a 19500
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 39*00
Vende-se espartilhos para senhora.
39500.
PENTES A 120 RS.
Vende-sa pontea de alisar, a 240, 320 >
400 rs.*
PO^DE ARROZA M0 RS.
Vende-so pa de arroz ata caixa, a 2f
rs.,"para liquidar.
ESPES.H0S A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos
a240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-sc tesouras de diversos tamanhos
a 320 e 506 rs., para liquidar, e outro
muitos artigos que se vende barato para li
quidacao de facturas.
GRANDE REDUCTO EM PRECOS
AtteiiQo. Atten^o.
Na loja de Soares Leite Irmaos, rua do Barao da
Victoria n. 28.
Caixa de linba de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
l\o lia mais cabellos
LJ
Grampos com borboletas^ bezouros e-gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de,
Caxias n. 50, recebeu novos grampos cmn bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de eerto
perfeita novid de. A qosatKlade pepoena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'agu branca rea Duque de Casias
- 50, recebeu urna pequea quantidade de boai-
s e novas gollinhas, trabolho U* l e soda, e-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja daaguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, receben novamenre Kroios gram-
pos, brinco* e rojetas dourados ; assim eamo
novos diademas de ano, e comasempre ooati*
ntfa a vende-las por precos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, par, cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do D4.
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A lojaidaApuia Ufanta, raa Duque de Ca-
xias a 80,rectbe> mro sortimento ie havas de
iienica, Dretas e de mitras enres.
TiNTUBARPA JAPOHEZA.
S-ounicaaparovada polas academias de
scicticias, racniV'cida seprio a toda que
teta apparecido ate tioje. Deposito princi-
pal 1 ua da Cadeia do Rccife, hoje Mar-
qoea de Otaida 11. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
rcjro.__________
BICHAS W H&MBDRGO
As mais rtcotes e rnelhores.
Vendera-se na.pbarmaciit e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga dosario o Hh. 34
SKREDO- ECONOMA E CELEKIDADE.
Oblem-se cora o uso
DA
INJECtJO SHOST
nica, hygieaica, radical einfallivol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e uxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta desalutares resultados
a continuada applicaSo que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
Upico deposito parao Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga Abotoaduras para collete, de todos os
gostos, a 200 rs.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa,a 19000.
dem idem de pos chinez, muito oom, n
00 rs. e 13J900.
Garrafa d'agna japoneza, a 19000.
dem idem divina, a 1900O.
Duzia de pegas de cordo imperial, a
240 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
19000.
Duzia de baralhos francezes, canto doura-
do.a 39000.
dem idem beira lisa, a 29200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
19000.
Caixa de botos de oss para caiga, a
200 rs.
Caixa de papel amisade, boira dourada,
a 800 rs
tnom idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de euvcloppcs forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque,
a 320 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
700 rs.
Duzia de sabonetas de amendoa, a 2?50O
e 3-3G00.
r rasco cora opiata muito boa, a 19000 e
1^500.
Duzia de sabonetes deaniinho transpon
tes, a 29200.
dem idem com flores, a 1500.
Duzia de pegas de trancas caracol branca
a 400 rs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Sabonetes Glyrerino transparentes, /
800 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Laques deosso e sndalo para asiiboras.
a 29000, 49O00 e 9000.
Fita de velludo de todas as cores e largn-
ras.
dem dem de sarja idem dem.
Chapeos para senhoras e meninas.
Entremeios e babados trarisparen tt-s e ta-
pados.
Botinas para senhoras, a 490O0.
Retroz preto e de cor, em carre
tel.
A maoonaria desmasca-
rada,
ou collecclo dos artigos do Echo de Soma, analy-
sando a circular do (,ap. Pr. Federaeao de 2*
de setembro de 187*, c al'ranch.-. do Ir.-.
Gomes Freir ao Ir. Ott 1; assim como a deste
Cay.*. R.1. >;.-. Ven.-, do redactor do Ktko
'ie Roma, datada de Cftimbra aos 16 de detombro
#8 mesmo ann, precedida le ama carta-intro-
ducfiif e anotaSa por um redactor do Echo >
Berna.
Acaba de ehagar de Lisboa esta obra, e vende-se
na livraria ecpnomica ao p do arco de Sato
Antonio, preco \ 1500.
**" 'r> 1--------~'";~r,-----'~r
oom negocio.
Vende-se d eiigenh Camevoziniio, copeiro e bom
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a Lindas e elegantes caixinhas dos perla
59000 mistas' E. Codray, Gell Frrese Ricger.
Maco de fita chineza, a 800 rs. |ec- clc-
Caixa de linha com 40 novellos, a S00 rs. Quadros com sostos e estampas separa
Resma de papel pautado, a 29800, 49000 dasv
o 59800. Espelhos de moldura dourada, de todos
dem dem liso, a29000, 3900e59000. os tamanhos o pregos.
Coques modernos, a 39000. Carrafa de tinta roxa extra-fina a 19000
Caixa de pos para deates, a 200 rs. Microscopios (sera vistaj a 5000.
BOHECAS.

(ramlo. lu|iuii Na na do Qaekna^o, ,'<43.
L-t;jii
rracinia
. 80 e 300 rs. oto-
Em fi-eulc!
Lzinhas de quadros 5
vado.
Chitas de cores seguras a 14*N WO rs.
Madapolo bom a i a pega.
Algodao T a 4 S a pega.
Colxas de fuslo, grandes a 3 300.
Toalhos fqlpudas a 6 a^uza
Lencos para meirmon, a 80 rs. ,a*
Brim lona de pur-> linho a t|80aa vara.
Cortes de casemira de cr, a1H.
o eovckf
-:
O
tratar no mesmo, ou ne-ta cidade. ra DHo,ne de
Caxias n. 40, com Jyatjuiirj,d Sifva Cita
Bonccas de cera de todos os tamanhos, con camisolas o ricamente vestidas cada
ama em sua caixa, bonccas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz.
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, raaehinas para eos-
tura, transparentes para janellas. e um completo e variado soct'irnento do raiudezas, quv
se tornara longo mencionar.
lina k llarilo da Virluria n. 28.
Xarope: ^agrio do Para
Antigo e caawituado medicamento para
cura das molestias dos orair* respiratorios,
como a phtysiOia'bronchites, asthma, etc.,
applicado ainjfiaMbm ptimos resultados no
escorbuto.
----r-rr-wr-qp--------' ~r---------------------

*se
^eaeasa ^o-fef,ro, forrada de feltro e
sitptJht'Simt'Anua junto a esUcao : tra-
~
Kfjlirdac^ diririeiro
Narma a Cadeia da htoife, ^ja-qvwrea un1
amuleiolacoae9t4itiilv se eatao vondeode ta- I
wr r ecoae-
aaWaaa isacaaama arasi ^> 'i"*aM, pois
uem arremalou a lojaiagidp.liriala por aste*
TASSO IRMAOS & G.
Em seus arrnaaens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 4T,
tem para vender por pregos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladritho.
Canos -de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de dcscarogar algodo.
Machinas de paaria.
Potassa da Russia em barril.
PJphoros. de cera.
Sag em garrafoes.
Sevaduiha em garrafoes.
Leotilhas em garrames,
lihum da AJaiaica,
Yinlu do Parto,volho engarraado.
Yinho do-Porto superior, di o.
Vinho de urdeaax, dito.
Vmbode Sthwy.
Vinho da Madeira.
Potes comlijiguas.ejloibrada ioglaias.
Licores finas sonidos.,
Cognac Gaufluar Frere's.
ias de toucinlio raglez.
ri com repollo em salmoura.
Mais val tarde do que
mine .
\\m iij)!i;itl('.
Avisa se aos amaats ou aiircciadores dos
i so-viros
acepipo delicioso qne *e preparev aatitnuaaMe
NA que os praprielartds dafoelle eM:ibi4fchaanto re-
soheram de novtr ft*rit.fr o delitiea-Manjar,
nao ? para arrsfawr alfirmas encoramondB, eo-
mo iiara criar novm censnmmilores.
E
urna duzia de
para a sua sol
ll se a. faati I
ra iuscnr am,
lia que nao
ao menos
jmt
ti
n
Vendei-so.

rovifT .;
Algalias
As algabas do fabricante Bnoes Bonlevsrd dt
Palai.', sao as jiolhores cnhecida, pois que eon-
ervam,-sc nje'rfeitamentp nos clima? calido; con*>
fcexpiine^c^^c.Qpstantf^ente o cstS probando
-
Hi
Verdadeiro biter hesperidina. giraerior aafa-
ditado : vendaban annafeo* fe Tasso Irmaos &
B C roa do AmoriHtf.W'- ______________
m I.1 <- VWr* 'nfc%1r* aaatf>'-MiSad7t
"*a1allto oraraoao t -aaa>
I.



I ^


w-!r
Diario de Pentfknrfetacti -*il3tefljjiitim l&iuiAgrcio >e^I*f3.
.t

SOARES LEIE, IRIAOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do liarau da Victoria n. 28
tiq tup n r
tu
IHAS N. .f},
Estoestabclociiucnto scapra solicjt* >ien> oftiroa)r.,a,ooiwureniis do respeilavol pu-
alico um completo soiamento de mimitom oaleado rmicez, chapos e quiuquilharias
arecos es inuis raaos veis possivis, para -.evque redoli quaai-todo* oa.seus artigos de pwr
pria encomnienda jm daiflabijuniailuloaiguJis artigos por oujos
MQfoa bom so ptle avallaros uredos deuutros rriuitus que se wrnaria enfadonho pu-
blicar.
-
A.S mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na wposio de Pars, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a raedalha de ouro e a condecora-
gao da Legtao de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de
cos-
tura.
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditan)
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o dever de annuneiar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleeeu nosta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
eral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de eos-
vara de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
inpregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introduecao dos mais aperfeieoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
i jerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguinies:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova inconteslavel, a
iroumstancia de nunca tereui apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
ia mi.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor ricco entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que uas outras.
Quarta.Forruam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Pcrmitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se naoconsegu
u as outras.
Sexta.Fazem ponto miuJo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fi.iia.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
Je agulha ao comegar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
iecadeucia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desoonhecidas, outras soffreram
nudancas radicaos parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
lugmentado o seu fabrico, e hoje nao allende a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acomnauua livretos com instrueges em portuguez.
A 9>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Baro da Victoria n.
2 8.
SOBERANA E 1NFALL1YEL
HiJECCAO
do '
MAT1
im.
P 17

MIliDEZAS.
Brincos sito Botos do setim pretos e de cores,
806
miuui-zas. .
La para bordar, da melhor qualidade, 1
libra por 59500. otes Oe.'Bena pretos e de cotes, a
Agulhas franeczas, fundo dourado, acai- ri\? *M>adiiiia., *y-j ;J;
dnha com 4 papis a 60 rs., 240 --. hraat' ***-* da de tollas as lar-
Voltas de fita de vellud wm tmdc*tc-'8u.^^*^8 i940autre.
rages fingindo madreperola, a 500 rs.''' l,,tosde o6^P1"6*"5 a80ft *< e lW0
Voltas para o pescogo, fingindb camafe','' m*,(|; L ,
corapanhadas com 1 par de brincos seme- >'aloes pretos d seda, de muito gosto-de
hanto, tudo por 23500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerac&o &
gosto do freguez, a 1)5100 a duzia.
Diademas dourados de 1SJ500 a 3-?000.
Ditos de tartaruga com flores a 255000'.
Hitos com borboletas a 1$500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos do plaqut de 500 rs. a 2#000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 154500
e 23)000.
Vnltas de aljofares com brincos, a 2-7500.
Ditas de ditos om coracoos a 1!?000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Hosetas de plaqut a 1$ e 15500 o par.
Grvalas de seda para senhoras de 15200
a 23000.
"'arures com 2 lagos para eabega e peito
3$ e '.#000.
tintremeios e habadinhos bordados de 300
rs a 285400 a pega.
balos de seda braucos e de cores, de
l500 a 2^500 a pega.
.Ditos de algodao e seda, de l a 1$400
a pega.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
oega.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos do madeira imitando, a 29000.
Ditos de papellesa 19800.
Coques para senhora, a 39, 39o00 e 49.
Aderegos fingindo coral, compoudo-se de
alfincte e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, compondo-se dealiuiete
e brinco, sendo de muito gosto, por 53TU0O.
WKS.

Gomposto do manac anti-rheumatico e depurativo
TELO
J
E' preparado cstexarope de manac e mais algumas plantas indgenas do Amazonas,
nio coiitm proparado algum mercurial. Cura con rapidez rheutnatismo, dores nos
ossos, ecupces syphiliticas e dat trosas, escrfula e todas as molestias que depeuderem
deeses virus. A sua coraposigao foi approvada pela junta central de Lygieiie pu-
blica.
A cada garrafa acompauha urna explicagao para a forma do usar. Prego do cada
urna 39060.
nico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria n. 38, chapellaria.de.
Montoiro & Silva.
I'esos do ferro e lat"b.
Medidas para seceos o molhados,
naga.
DE
nwMkt niii
800 rs. a 19000 a metro.
CALCA&O FKANCEZ.
Botuws protas gaspeadas^ pera senhora, a
49506 o par.
Ditas, ditas da duraque, gaspeadas, canno
alto, & 59006.
Ditos pretas onfoadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita do coi6, eaono alto, enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meuioos, pretas e de cores, a
39 e 4900O.
Completo sortknentO'de calgado de case-
mira, t:i>arlt> topete o tranga, mais barato
16 /0 do que em outra qualquer parte.
CHAPtOS.
Iticos chapeos.do palha d Italia, para se*
nhora, a 115000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimeiito de thapeosinhos para
meninas o senhoras, de 298<*0 a 5900O.
Chapeos de sol de seda, inclezes, cabo de. -
~ c ,,.,,,. ttodasastlass.es e por prei-us
marfim a 1C-9000. comprad.,,-, s.
Ditos dito de menn, cabo de metal iui-
U hmito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo d marfim a 93JOOO.
DIVEHS0SARTI60S.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com lislras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de croclul para cadeiras, a 19800
e -2-roOO cada um.
Ditos para sof^a 39e 4^000.
' Toalhas de Hnho para rosto, a 19300 cada
orna.
Ditas de algOlo alcoxados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
090 00.
Pesos e medidas
DO
de ferro, cobre e Iatao, de eslanho e tul*-
Vendcm-se em casa de
SHAW HAWKES & C.
Ra do Bom Jess n. 4.
A
no iTiiperilio de'bem servir aos seus fregaeaua e
mi publico em gernl toni procurado rover-seda
que ha de uieliior o da ltima moda aos mei'ca-
dos d<: Europa para cxpo-lo aqu venda, eer-
IUIAPHIMEIUODE.MAI:CO.N.7 A los de uue os seus artigos sei-ao bem apreciados
E' esta casa, com primaria apraseatar aos seus freguezes uta inerar alguus d'ealre elles, cotuo sejam :
variadissimo sortimeHto de telendas finas para; ALIJU' S, os mais ricos que u.iu viodsa esto
grande fo<7e//,as.-im como para o uso ordinario de mercado, com capas de adfcperota,
ventajosos para os
iiivn:
Da PKiihluie de medicina de Pars, cavalheiru (ulegiao (i honra
A blonnorrhagia, ou purgago, urna inflammagao dosaal da uretra, occasiona*
da a maior parle, das vezes pea coinmuuicacao impura. No urna alfeegao geral, qir
i logar, eomo a syphls a accidentes secundarios. E' urna affcgo puramente local-
lfectivamente, os medicamentos que ha muito teom sido applicados interiormente con-
tra esto mal, Uies como a copabiba, cubebas etc., nao produzem effeito seno communi,
ando as ourinas algumas das suas composicoes, que, pela sua passagem atravez do eanal-
e tornam una verdadeira injeceo.
Para que ser neeessario carregar o estomago com essas preparages nauseabundas a
repugnantes ? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua accA irritante ? A res-
posta simples :Nao so tinba anda descoberto urna mistura que, ntroduzida directae
mente no canal, produzisse os mosmos effeitos sem temer mos resultados. As njeccoe-
liO filiadas at aqui, conseguem fa/.cr parar a purgado, porm pela irritago consecutiva
que produzem no canal, sao urna ameaga permanente de aperto, affecco muito mais ter-
rivel qus o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte dos mdicos, querecu-
sam, com ra*A, de as empregar.
Preseriwmente, esto fundado temor nao existe. A injecgo que nos apresentamos ao
publico, que conta dez annos de bons resultados, nao interrompidos, nao irritante. E'
m-blennorrhagica em toda a extonso da palavra. Queremos dizer, a causa do mal,
jue ella destroe decornpondo os elementos da purgago e tonificamlo a mucoza e as
glndulas donde provm a sua origem. A sua applicaco nao dolorosa, e se urna li-
geira impressfio se segu sua introdueco, essa impresso de pouca dura, e segue-lhe
urna sensaco immediata e nao dosagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhuin
utro auxiliar para fazer parar em muito pouco tempo as purgagoes, anda as mais re-
!>'ldes.
Quasi sempre basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
gago que resistisse ao emprego de dois.
Alim de chegar a urna prompta cara, o doonte dever seguir o segunte
nmcipinn
i.* De dois em dois dias, tomar um grande banho, e permanecer nelle duas horas,
sendo possivel.
2." Cavar tres: vezes por dia a parte doento com agu8 fra.
3. Dar tres injeegos por dia : do manha, ao meio dia, e noito. Apertar ligei-
ramente o orificio do canal, aftm de conservar nelle o liquido um minuto.
4.* Usar um suspensorio.
5. Abster-se do uso de bebidas espirituosas, ou oleoolicas durante o trata-
mento.
SENHORAS.
Ha muito tempo que as flores brancas, leucorrhas, etc., teemsido consideradas as
senhoras como causal, a constituigo anmica, que na linguagem vulgar Ibes chamam
pillidas cores, quando ellas sao ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
do sangue. D'ahi provem o erro que muitos mdicos commettem anda, de tratar do
estado geral, em logar de cuidar do estado local, que a causa dos symptomas geraes.
Nao logar proprio este de tartarmos theoricamente o facto que avangaraos, mas acredi-
tamos que basta aponta-lo para nModa o medico consciencioso o reconhega o seu
valor.
A nossa injeepoi tende sempre a suspender esses corr mentos serapro rebeldes a qual-
quer medicamento ; mas para obter esse resultado, preciso que seja dada com o maior
n lado, e que pene ir at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
da mucoza que est a cansa da atleefjio, N6 convidamos as pessoas que reeorwerem a
nossa injeceo, a awem-se, de preferencia a outra qualquer, da seringa! diieita, forma-
da d'um tubo do vidre-do> qual a extreraidide redonda tem alguns buracos. Estas se-
ringas tem sobre as outras a vantagem d'alwir largamente a vagina,- e por toda a muco-
za, em contacto com o liquido injeotado, condico iwdispensawl para cura.
Duas colhews de sopa da nossa injecgo langadas n'uma quantidaded'agua snflioiente
para encher a seringa, bastam para urna injecgo, que deve ser repetida tres vezes
por dia.
.i nosta- injee&io prophylatlo, isto 4, evita o mal. Urna so injeogo ba3ta, depoid
d'um contacto-*ueito, para por ao abrig'de. todo o reeeio de daeaoa.
PHARMACIA "e DROGARA
DE
BARTHOLOMEU & C-
84Ra Larga do Rosario34
I'OU
80,000 W.
A CASA AMERICANA
45 RA DO IMPERADOR
A COROA
Esquina da ra do Cabug n, 11
CONFRONTE A0 PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTQSHO.
Este importante estabelecimento, tendo grande sortifliento de joias de ouro
resolveu vender muito barato 20 /o menos que em outra quajquer.parte,
as
de lei,
seguintes
jotas
Aderegos de brilnantos, de modernos o. delcad.Qy gotQS.
Dilps com rubios, esmeraldas e perolas:
Voltas de bonitas perolas e cruzes de hrilhaotes para noiras.
Medalhoes de.eosal.
A Cora Brilhant contina a ter grande sortimento de madalhes do coral, camafeu
e nix com bouquetsde perolas e diamantes, cs*leta9'da:aroped pretas com lettras,
de 12 a 20^000.
Cadfiimttrar$Q,giQs.
A Cora Brilhant recebe seinpre quandaJc de uadeias 4e ouro, de lai,. para honjens,
6 6vi a oitava, e tainbem para-senho^as,
Cassoletaspara senhoras, conhletAmsi *,WW.lit>000.
Brincos de vaciados gostos, para senhoras e. inaninas, ,de^> a, HH&Q0 etc.
Anneis de amethysta com leudas, de dJamaatft.i4Wfca,- WWO.
Pince-nezse traucolins emcaixinhfls de vellnUiq, #u*WWtes-
Medaihae inlftgrosftfi.
A Cora Brilhant tem medalhas milagrosas e das Dotes, de otrro a 7WW1, e prata
dourada a ljfOOO. Tambem tem sorthflento de pince-npz e ocUlte'dea$p fino eTattaruga,
chegados recentemepte, e por pregos rauicomnlqos.
Convida-se asExmas. familias visit3rema roja da'Cort'Brilhant, na ruado Cab;
g n. 11, a qual continuar aberta 'Qdite>$t4 8'horas.
Garauie-se o ouro. e pec&^.prewofs.
Samuel fmev Joto-
ton &C.
Ra do Apalk u^8 <&4k

m
PatPtn seteotp aos eu* fregtwwqQe-leet pes^ti, (jfleHSe'
u:Bdadao.8#a.deposito de b^cOims a ?a- el* por; raoenttas a.Uaas da maito eraaltada lo ^.m^^^y^H'io 'mf-mhh'tfM' A
(abrirt de Lwd^jr. p.w. roa do Apoltp o, tmW>T 9mASwm*ty,'VB l'- mu
,3.8 e W. ode codtipnam a ter o mesmo sor- go e DrotaptWao.
timeMivp cotcrme. tJ^fte^tSHr'rogcfc *' pt
FaiatD MMnta U,tws m ten flto ttOt fWlmiI |Ht)iiii'
arraoio com a,oodico geral, pelo que pal reM-aeotloa
de oparacar,^ pata, a^eotar w^qm pl "
nuacbDitpo ameemo garant lo. lo n. 38 ej
lad
Apparelbo para kbrct.f-Wst, dift*^Vi,v .w *
laicos agent*s,.flt ^o|BaaieaQA (ufcd(fia#kl. ah o-,u
Para tratar,^ M^wm.p+l\tto tartaruga, innrni, vi:lluilo e cbagno.
ADEKE^OS protus e voltas propias para luto ;
Os donos deste importante stabeleeimento con- i assnn c. uio, um bonito sortimwito de
vida-nao nspeitavel publico e particularmente j ditos de plaqu, obra flya.a amito lw
aos seus fregtieies a areui um passeio por seu; acabada.
etaliilecimento, a alim de rerficarem a vencida-' BOT0ES para pnnho?, o que se pow desojar de
do de mus anuuiicios,ecom vaiitagnn sfpprirem- melbor em plaiiu,, tartaruga, niadre-
se dos artigos que lites (oran mister, decujesi perula, uiarliin e sso.
fazem um pequeo resumo. | BOLEAS de velludo, sida, paula e cbagrm,
Mandam fazeudns s casas dos pretendentes, "a de mais moderno e 1 Mas.
para o que tem o pcfsoal necessario c dao amos- BIC0S de seda e de algodao, tanto branco con
tras mediante penlior. pr-'to, de variados desenlies
SEDAS ICASSOLETAS pretas de meUl e de imdlH|M
Corles de seda de lidas cores, grosdenaples de; rola.
todas as cores. CA1XINIIAS para costura, muito ricas e de di-
Gorgurao branco c preto._
Sem Maco preto e do cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos e de core?.
Granaditiedo seda prela o com lislras e palmas de
cores, lindissimos padroes e fazenda de ultima
moda.
Fil de seda branco e preto.
Kicas basquinas de seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasileras.
Cortes de cambraias branca com linios bordados.
apellas e mantas para noivas.
Poupelinas de lindo-" padrees.
Kequissimo soriimeuto de las com listras de seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
Nansuck de lindos padrees.
Baptistas de padroes mui delicados.
Percalinas de iiuadros pretos e hrancos.
Brins de lialio de cores proprios para vestidos.
Fustoes do lindas cores.
Casaquinta de las de cores para senhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para incuinos.
Ditos para baptisados.
Chapeo Mar dito
Toalhas de cambraia de linho com lidos bor-
dados.
Frouhas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados.
Camisas borddas para homens.
Meias de taje* para boait-ns e meninos.
Chapeos com casto de marlim para homens.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestidos
Ditos pretos
Casemiras chitas, madapoloes, cambraias etc. etc.
na leja do Fasso ra Primeiro de Margo n. 7 A,
auliga do Crespo.
RE
Cordciro Mimles i C
a grande c lindo sortuneeM
caprnl.os da
mais exigente
salisftzer os
seuhora por
Ecoioinia doinesliea
NA
Loja do barateiro, ra Io de
Marco n. 1, defronte do ar-
co de Santo Antonio.
Ajrostinho Ferreira da Silva Leal
A. Companhia.
LSzinhas escosseas, fazenda fina e bonitos gos-
tos, a 280, 4C0, 440 e 48i> rs. o covado.
Ditas com listra* de seda, fazenda fina, que sem-
pre custou l a S00 rs o covado.
Baptistes com barra modernas a 460, 480 e 300
rs. o covado.
Chitas escuras c clara*, boa qualidade e bonitos
padroes, a 260, 2fi0 e 300 rs. o covado.
Madapolo francez muito fino 7*800, e sempre
vendeu por 9*.
Toalhas alcochoadas a 6| a duzia.
Ditas felpudas a 8 e 8*800.
Chapeos de soV inglezes de seda trancada (Pa-
ragon) por 8* e 9.
Leasos com barra a l c 2 a duzia.
Ditos de linho brancos abanhados a 3*500 e 4*
a duzia.
Rrina-de cores e pardo trancado liso, proprio
para caiga, e paletot, tanto para horoem como para
meninos,a tO, 440 e 500 rs. o covado.
Cambraias transparentes Victoria a 3?300,
3*800, 4a, oi e 7 a pega.
' EspartHhos para senhora bordados, que sempre
ustavam 6, a 3*300!!!
Alera destes oulros. muitos artigos que deixamos
mencionar por julgarmos desnecessario._____

Joaquim Jos Goncalves
Beltrao & Filhos
Teem para vender no seu escriptono ra do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGl'ARDBNTE-de e^: caixa de i garrafas.
t. da. lar aoja, ido iu dem.
S de p*o para barxii.
de Lisboa, recentemente chegada.
P0S de sol, para hornera e senhora, cabo
dw marfim e sso.
HBUB&.4e fem), para po*ta.
Plft de algazo da ItUia, da fabrica do comman-
mndador Pedrozo.
fclNHA" de rorix.-
PASJde palneta.
NO.de atgo4ao.da Baha, da fabrica do con,
meudador Padrote.
liB'Ii.OZ da toda* ag qualidadee, das fabricas de
Peres e Eduardo MllltSo.
ras para betiea.
' AiM
dj ca.d,todoa os luaauUo.
etuaurraada do portq, caiaaa de'U.f**
raras,
i ftto Sfoseatef-dtrDoBro, Idemidem..
, uto Setabal, oaiap *e fcetUdois.
n^(da;iWa..tari)aao, caiaa da &-gar-
de Collares superior, em ancqretas.
,"^de eajii, eaiws de garrafas.
^'".K-aia'dotftmn aaisas com 12 gar-
ufas.
eUoft ifkm dem.,____________^,
versos forra tos, com msica e s*aa.
ella.
COQL'ES a imitaco, o que pode haver de mai?
bonito e bota gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta ?pre-
teaia
capaz de
quulquer
que seja.
P0IVT-B0UQUET de madreperaia, marfiai e asc',
este um objecto uinpcnsavel as se-
nhoras do bom tem, fin do aspirar
o aroma das llores sem o uwantcai
te de noduarera as luvas, ou miBBBa-
i' ni as delicadas tnaos.
PENTES de tartaruga, de marfim o de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFMAItlAS. E' sabido do publico que a l're-
djlectt sempre coMHM um ioipufttB-
te sorliiueiito de perfumaras ue fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Ltihin, Piver, sociedade h\ gemca Co8-
dray, Gosnes e Rtrael, que lur.um-
bido da e.-coiha dos aromas mais 1001
acetoS l"-la to.ii dado elcgouMl *
Europa, c por tanto, acham-se na
possihilidada de bciH servir aos aniaa-
tes dog petftames.
A PREDILECTA deixa de enumerar usa :m-
men.-idade de u'tigos, aiini de n.i DU-
sar aos leitures e se pede a botiev;-
leticia do res|>eilavel publico era i-
rigir-se ra do l almg n. i A, pa-
ra convencer-se aonde pMe comprar
o que c bom e barato, a*sim c^ruo:
FACHAS ricas e moderuas de luquitn e gurgurio
seia
1MENSVETTOS. Ricos vestiiiK'ntos para meuibos,
por baratissiinu |NM0B.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
helio sortimento de flores ao alcance
de qualquer bolea anda que r.mea-
teja bem repcela de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem eoeoulrar cm.
grande sortimento de fila- de setim,
tafet, velludo, Knho e de algodao, per
commodo prefo.
GRAMl'u de tartaruga, imitaco deftsa, pre-.
tos e de coros, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda o de cambraia para senbnra,
tooaa e golinlias-de bonitas ci-s, tam-
bem tem mu bom sortimeuto de gr-
valas e rebatas pata liomem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algndio, pa-
ra senhora, meninas e hornera.
LEQUES. Reos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato proco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
L1VR0S para missa a Predilecta'apresenta es-,
colha do respeitavel publico um belio
sortimento destes livros com cavas de
madreperola, tartaruga, marfim <'>.
velludo e chagrn, por prec.<; mui
razoaveis.
Cunha & Manta vendem constantentente em
o seu armazera rua do Mrquez de Ohnda nu-
mero 23.
Vinho champagne Roderer (Carie biaricb*}
gigos,
Dito dito V. Clicquot, gigos.
Dito Chambertin, caixas.
Dito Bourgogne, dem.
Dito Si. Julien, dem.
Dito St. Christoly, dem
Dito St. Estecho, idem.
Dito St-Eminon, idem.
Dito Sherry. idem.
Dito Madeira, idem.
Cognac, Martell (verdadeiro), dem.
Dito Hennessy (dito), idem.
Cidra Champagne, dem.
Vinagre branco fino, dem.
Azeite doce retinado fino. dem.
Cho Mate Menier Uno, 10 kilos.
Araruta ingleza, latas
Armazein do fumo
Ra da Madre de Deus n. lo A.
Jos Dumingues do Carmo e Silva participa, a*
seus freguezes e amigos que no seu armaaem a.
ra da Madre de Deus n. 10 A, se a cha um com-
eto sortimento de tamo era srdes de patente t.%
-e *.?< sortea, des melborog. fabrican tes da.'iabia,
e bem assim a flor da tod>is os fhmos de curda,
em rolos, pacotes, latas grandes e pequen -s, tam-
bera dos mu acredroaBs fabricantes Torree 4
pAraujo. Lieaur,. Adotobo Sehrodt r- C, Limor
Sthmidt & C, V oigas A Artmiov Mulada a Ax-
ilar, Treixeira Pinto & PoHeila (garantido geA
mesmos) e de outros ainde nio coonecidos pelo
publico'desta capital. O annuclante declara rtdo fumo qoe for vendWo em sua saaa ser- peto
sea justo, valos, qu. quando. garantir a respec-
va, (uwliddp,. ss^siatiero, muj, partiqularmeitfl
com as pessas que pouco entenlam da na! i
pois para bem servir a todos, tem o annunaaf
a tonga pratiea de 13 annos deste commercio.
averna
u

Vande-se a taverna sita ra Imperial n. 184.
mpotpM ftodos, por aso se faz Mcwnmeodavel
'para qualquer principiante : a tratar na mesilla.
Cha vente e preto.
Continua a ter sempre.na loja de livros da fu
estreita *> Rcsart n. II, ca de todas as quab-
dader,, vedj > preto polla Mus, e padre, com
vianc de. parto s^itirifr a auca de doze gana-
os por iojwO, ou a roUll.
f ll
Bfe^Wb^M^^^v^aaM




i


Diario de Pemambuco Terga feira 19 de Agosto de 1873.




JORISPRDEBCUL
Jalzatlo do tlh-citt la ruoiarca
do f'i-ato. provincia do loar.
1873.
. (Conclusa')), f
Recurso ev-offtcio. Crato. Don provi-
mento no recurso ex-onViqi iiiterpstq do
despacho ;i 11 p -lo qual fui considerado
incurso naspenas do art. 201 Jo Coi. Cr. e
sujoito priso > livramenio, o- reo Mala-
quias Francisco do Naseimento, como autor
do ferimento que soffred o offendido .fos
Alvos do Nasoltuento, cimbado do re >, am-
bos preses e recolhidos na pristo das mu-
flieres ; pagas as cusas polo reo, cujo nome o
escrivao lauae no rol dos culpados, cum-
prindo no mais o sou'regiment. Crato,
28 de margo de 1873.
. Recurso ex-oflcio. Misso Velha. Vistos
estes autos, etc. Confirmo o despacho recorri-
do, pelo qual forain pronunciados ocursos
as penas do art 2 priso e livraiiioulo, os reos Joan Jos do
Oliveira Garateante, Jo> Raymundo Caval-
caute, Francisco Jos C ivaleante a Raymun-
do Calvacante de Albuquerque, aos .quaes
as testemuuhas inqueridas no presente pru-
eesso, atthbuem diflcrontes chinos de furtos
de animaos vaccuin c cavallar nos pas-
tos o duendas de chaguo. U escri-
vao lance os Domes dos reos no rol dos cul-
pados o expoga mandado de priso contra
ditos reos, que pagarn as custas c podoro
prestar lianga pola quantia de dois culos de
ris, cada mu, aleta do sello o u > mais o
tnesmo escrivao compra o sen regiment.
Crato, 2 de abril do 1873.
Recurso ex-Officio. Barbalha Vistos es-
l.'i autos, etc Coralirrao o despacho de pro-
nuncia do reo Honorio Jos Duarte, conside-
rado incurso as penas do art 10 da loi n.
-2,033 do 20 de setembro de 187 J, por ha-
ver dado um tiro na oftendida, a menor
Kachel, queveio a sucumbir em consequen-
cia prudoncia do mesmo reo, a qiiem condora-
no o pagamento das costas. 0 escrivao
recomend oreo na priso, o;a que so acha,
e lancpdue o nome no rol dos culpados, cum-
prindo no mais o seu regiment. Nao pro-
cede a materia da promogo a II. por quanto
loi guar lado o disposto nos arts. 88 e 1*2
do Cod. l'roc Cr. e nenhuma nullidadetrazer
ao processo a defeza verbal e desnecessaria
de fl pois essa defoza nao mudou o ora po-
da mular a natureza do processo cimmura,
cujas formalidades foram guardadas Crato,
7 de abril de 1873.
. Recurso exo/ficto. Barbalha. Vistos es-
tes autos, etc. Confirmo o despacho recor-
rido, pelo qual foram os reos, JosMessias,
Manoel Pedro e Jos Podro, considerados
ocursos as penas do art. 205 do Cod. Cr.
e SUJeitOS priso e livramento, por torem
fondo ao offendido Domingos Rodrigues dos
Santos, que soffreu gravemente em sua sa-
de. E bem assim confirmo ainda dito des-
pacho na parte em que considerou improce-
dente a denuncia de 11., contra o lente
coronel Joo CUiezado Filgueiras, que ne-
nhuma parle lomou iios fehmentos que
soffreu o offendido : sendo que certo evi-
tou ello fosse o mesmo oendido victima de
seus aggressores, visto o estado de exalta-
mento daquolles e desto. Expega-se man-
dado de priso contra os reos, aos quaes
condemno ao paga momo doa costase cojos
nomos sejam lanzados no rol dos culpados.
Crato, 8 de abril de 1873.
Copia. Juizado do direito da comarca do
Crato, 8 de Fevereiro de 1878. Cidadc do
('.rato. j
Illm. e Exm. Sr.Accuso recebido o olli-
cio de V. Exc, sem numero e datado de 20
do uioz passado, que me foi entregue, por
un; ollicial de fustiga, que o recebeu do de-
legado de polica do termo desta cidade.
Da le i tara de dito oflicio o da copia que o
acompanhou, liquei iuleirado da recommou-
daco para auxiliar ocumprimento dasor-
dens da presidencia, referentes posso de
voreadores e juizes ile paz do municipio des-
ta cidade, At esta data nada me constando
a tal rospeito, procurei saber o que resolva
a cmara, que anda funecioua, acerca do
ordenado por V. Exc.obtcndo em resulta-
do verificar que dita corporago ia represen-
tar a V. Ese., nao obstante, j bave-lo feto
de outra vez, pos a isso lvala, porque
acredita que, a sua primeira representa-
gao, em 20 de Janeiro, data do oflicio allu-
dido, em principio, nao tinha chegado ain-
da s inos de V. Exc., a cuja presenea jul-
gou a inesma corporago, como convenien-
te, fazer chegar urna exposgo fiel, e docu-
mentada do oecorrido, quanto ao supposto
processoeleitoral, que servio de base ao
acto do antecessor de V. Exc. Ponderei
entao que nao haveria inconveniente no cum-
priineuto da ordem de V. Exc, cuja deciso
ulterior, afirmei, nao poder deixar de ser
conforme a verdade deduzida do allegado e
provado; isto que a deciso de V. Exc.
nao ser mistificadora da mesma verdade.
Em resposta a taes ponderages foi-rae al-
legado que, se os individuos (que se dizera
eleitos vereadores e juizes de paz, em vir-
tude da supposta eleigo approvada pelo an-
tecessor de V. Exc.) se apresentassem titula-
dos, que nenhuma duvida haveria em ser-
lhes conferida a devida posse; mas que,
sem ttulos, entenda a cmara, era menos
regular o defermento do juramento aos sup-
postos novos eleitos; sendo que senta neo
poder obedecer ao quanto Ihe fra ordenado
por V. Exc. Entend quo nao poda ir alm
do exposto, atienta a minha posigo ofi-
cial, que considero um obstculo a qualquer
intervengo em actos de carcter poltico,
do que me tenho abstido nesta comarca, em-
bora o jornal oflicial me insulte e calum-
nie, eru quasi todos os seus nmeros, attr-
buiudo-me tactos que, repugna acreditar,
pratique qualquer magistrado, que tenha
amor a urna reputago a mais vulgar. E'
verdade que nao sou o nico magistrado que
ha sido victima dos excessos da imprensa
oflicial, em cujo contrato, feto por um dos
antecessores de V. Exc, foi incluida a pro-
hibigao de censuras aos agentes da admi-
nstrago, at os subdelegados, que sao pou-
pados -, entretanto que nao haver erro, d-
zondo-se que o pessoal da polica, nao
em ponto algum do paiz, superior ao da ma-
gistratura, que tem a honra de conter, em
seu seio, a V. Exc. e a outros cidados dig-
nos dosrespetos e considerages publi-
cas.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr.
Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, dig-
nissmo presidente, da provincia. 0 juiz de
direito, Luiz d'Aliuqtierque Martins Pe-
reir.
Juizado de direito da.comarca do Crato,
12 de abril de 1873. Cidade do Crato.
liim. e Exm. Sr.Hontem, sexta-foira
santa, dia em que a groja commemora a acbamos conveniente que u mathematicas
paixo e morte do martyr do Calvario, ric- sejam estudadas com pplicago astro-
tima da injustiga dos horneas, pelo delegado nomm, menanice bojJp^ysioa.
de polica do termo desta cidade, me foi en- 'rali *
trege o officit de V. Exc*. a mira dirigido, Chegados a este ponto em que podemos,
em 13 ilo mez ultimo, cuja materia verifi- dar por completas as oossas considtragdes,
queihoje, ficando por istoiuteiradodehaver resta-nos una questio i
sido removido desta comarca para a da Par- Devom os oxames feitos no gymnasio ser
nabyba, na provincia do Piatihy. Declaro vlidos as academias do imperio?
a V. Exc. une aceito a comarca para a qual Quasi que geral attribuir-se i falta d'esse
fui removido, por decreto de i de fevorei- privilegio, de quo goza o collegio de Podro II
ro do corrente anuo, com quanto do oflicio na corte, a decadencia era qne se acha o
do V. Exc, a que respondo, nao couste a gymnasio: por esta razo somonte que
quo entrancia portenga a mesma, acreditan- vraos tratar desta questo,
<\o ontretanto, que a segunda, por ter di- Permitta-se-nos a franqueza,
roito a semelhante. Nao tendo solicitado as condiges em que nos acharaos,
esse acto do governo imperial, todo espon- quando pouco se atiende ao merocimentu
taneo o considero, pelo que me confesso re- real; quando se aspira aos ttulos scientif-
conhecido ao mosmn governo que assim, eos somente para gozar de suas regalas;
me leva a accreditar, que tem em boa conta quando nao se tem era considerago quu
os poucos servigos por mim prestados nesta osses ttulos nada valein em si, porque nao
comarca, onde procurei esforgar-me no cun- supprem a falta de merec ment de quera
primento dos deveres espinhosos do meu ndebitamente os possue ; quando se prefere
cargo, cujo exercicio deixo nesta data, pas- a ignorancia titulada sciencia sem perga-
sando-o ao primeiro stipplente do juiz muni- minhos, fra aggravar um mal infelizmente
cipa I em exercicio no termo desta cidade. j muit > adiantado, conceder ao gyuuiasio
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. to perigoso privilegio. tjuem conhece
Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, dig- soiTrivelmente urna materia nao precisa de
nssimo presidente da provincia. 0 juiz de documentos que o attestera. A illustraco
direito, Lttiz /t'Albunuerque Martins, Pe- nao carece de passaporte, e como nao se
reirn. pode fingir, carece do diploma para podra
Juizado le direito da comarca do Crato, de toque.
12 de abril de 1873. Cidade do Crato. l Nenhum perigo podeprovrde nao gozar
Illm. e Exm. Sr.Em outro oflicio desta o gymnasio do privilegio alludido, e se al-
data, declaro a V. Exc., recebido por mo guma cousa ha para temer justimente o
do delegado do termo desta cidade, o oflicio privilegio, deque se poder abusar.
em que V. Exc. se dignou communicar-me O diploma, o verdadeiro titulo que o es
a minha romoeto desta i-omarca, para a da tudaute do gymnasio deve exhbir.em qual-
Paruahyba, na provincia do Piauhy, e neste quer parte oude se aprosente, devera st-r as
passo a declarar a V. Exc que dito delega- suashabiltagoes em grao tal que conquistem
do soHcitou-m recibo de semelhante oflicio,' veiieraco e renome para o esUbelecimeuto
ao que rae nao prostei, por entender que que o eJuc>>u.
ainda vigora o disposto no art. 22 do docre-. D o gymnasio o nobre exemplo de nao
to n. 687 de 2t dejiilbo de 1850. Accresce ambicionar outro privilegio que nao o de
a isso a soffreguido cora quetalfuncciouario formar alumnos verdaderamente Ilustrados
procurou fazer-me entrega de dito oflicio, eme de costumes illibados. Comece-se por
da tao respailado, o que em nada se parece' ah a substituir as babilitages aos diplomas,
com o acto pelo qual o governo imperial' que nada significara,
acaba de distinguidme. Ainda nao eslo perdidas as esperangas,
Deus guarde a V. Exc.Illm. eExm. Sr. trabamos coragem e chegaremos ao ponto
Dr. Francisco de Assis Olivora Maciel, dig-
nissimo presidente da provincia. O juiz de
direito, Luiz d'Albuquetque Martins Pe-
reir.
Cidade do Crato, 14 de abril de 1873. -
Illm. e Exra. Sr.Julgo conveniente decla-
rar a V. Exc que nao recebi a corarauni-
cacio deque trata o art. 21 do decreto n
687 de 26 de julho de 1830, e bem assim
qne boje deposito na agencia do correio
desta ciilade, pira soguirem a seu destino,
esta e mais dous oflicios, por mi-u dirigido
a V. Exc e datados do 12 do corrente, to-
dos registrados, afin de quo nao sejam os
mesaos deseoeaminhados, como acredito
tem sucedido a outros, dos quaes nao te-
nho ti lo cornrauncago' da secretaria, ac-
cusando-os recebi los, com quanto acredite
que o objecto dos mesraos nao seria indiffe-
rente a V. Exc, a quera Deus guarde.
Illm. e Exm Sr. Dr. Francisco de Assis
Oliveira Ma.iel, dignssimo presidenta da
provincia. O juiz do direito, Luizd'Albu-
querque Martin\ Pcreira.
LITTERATURA,
Insti-iiccfto publica.
A PROI'OMIU da r.i'.Ki n; ma no GYMNASIO.
(Concluso
VII
Resta-nos tratar do ultimo periodo da
i.istrucgo secundara, das materias quo
devem fazer parto do ensino no gymnasio,
da idade de 14 a 18 anuos.
At aqu eremos ter andado coherentes
com o principio que hoje domina a materia
de que nos oceupamos nos pansas mais adan-
lados. Demonstramos a desvantagem que
para os joveos educandos resulta de um
systema de instruego primaria, tal como
ainda infelizmente existe entre nos; a grande
poroto de tempo intilmente dispendida em
um estudo cojos fructos para logo desappa-
reccm, gragas a i methodo Ilgico e rotinoiro
com que feito ; fizemos ver que o que
compre sobre tudo 6 inocular no espirito
dos educandos ideas claras, firmes e de
cuja lixidez e clareza soja prova a facilidade
com que o alumno joga com os principios
aprendidos, fazendo applicago d'elles aos
casos que no decurso da vida so apresentam
exigindo urna soluco dependente d'esses
principios.
Fizemos sentir a vantagem do mesmo me-
thodo pratico no estudo das sciencias e das
linguas vivas, no estudo d'estas pelo recurso
inapreciavel que resulta de saber fallar as
linguas estrangeiras, no d'aquellas pe base
slida e inabalavel que langa no espirito o
conhecimento dos fados attestados pola
sciencia, dos seus principios fundamentaos,
c nao do theorias vagas e de abstraeges fu-
gitivas. Resta-nos agora levar a nossa tarefa
a seu ultimo termo.
O periodo de que nos oceupamos aquello
era que a razo j se acha ora pleno vigor.
E' a poca dos estudos que demandam racio-
cinio e grande tonso de espirito.
A algebra, a geometra e em geral as
sciencias philosophicas e mathematicas puras
ou applicadas solugo dos principaes pro-
blemas de mechanica ou physica, sao os
estudos que convm aos alunan s chegados
a este grao superior.
Mas, restam as linguas mortas, a rhetorica
e a litteratura, que vista de sua utilidade
somente para certas carreas, tem sido
questo se devem ou nao entrar como parte
integrante do ensino secundario geral. Nos
Estados-Unidos, adoptou-se o raelbor alvitre,
tornando facultativo n'este ponto o ensino
superior secundario pela bifurcaco da escola
superior ( high school) em ingleza e latina
(latim high scool, english high school), cada
urna das quaes dirige o programma de pre-
ferencia para os estudos luteranos ou para
os scientificos e positivos.
Tal fra o raelhor modo de solver a questo
relativamente ao gymnasio, se o gymnasio
nao estivesse destinado a presentar estudan-
tes completamente habilitados para, mediante
diploma conferido por esse estabelecimento,
serem admittidos i matricula em qualquer
das academias do imperio. Neste caso, por-
que o diploma confere a habilitago para o
ingresso era academias onde os estudos litte-
rarios se fazem precisos, cumpre que o
programma do gymnasio soja completo,
abrangendo e tornando obrigatorias taes
materias.. No caso contrario, porm, opta-
mos pela primeira das sologes apmo deix-
mos dito.
Sobre as rntehas da escola latina, nada
temos a dizer, quanto porm outra rarai.fi-
caco da escola ou melhor do curso sperior,
a que tem attingdo para gloria de seus
propugnadores a instruego publica na
grande nago americana.
Francisco de P. C. L. de Almeida.
JOO DE THOMMERAY.
POR
Julio Sandeau.
Foi no campo, porto dos bosques, nao
longo do Sena, no modesto recinto em que
eu contava acabava de envelhecer, quo a vi
pela primeira vez. Tinha apenas vinte e
dois annos. Algunas paginas assignadas
com o meu nome bastaram-me para capli-
var-lhe o coraco: apresentava se sera ou-
tra recommendago alm do seu semblante
syrapathico e do desejo de coohecer-me.
As syrapathias da mocidade tm attracco
irresistivel ; principalmente agradavel ins-
pira-las quando estamos s portas da ulti-
ma estaco. Acolhi-o o melhor que pude
e sem muito esforgo, pois realmente era
cheio de altractivos. Vejo-o ainda sahir-me
ao encontr no portao da casa, esbelto, ai-
roso, o rosto paludo sombreado pela barba
nascente, o nariz afilado, os olhos azues, a
fronte desanuveada, com formosos caballos
louros, as fon tes mais copiosos ; o porte,
o modo, a linguagera, a elegante simplici-
dade que o oruava, tudo dava nelle bom
testeraunbo do lar era que crescera. Esta-
varaos em um magnifico dia de abril; passa-
rao-lo junto nos bosques de Meudou as collo-
nas da S vres e de Bellevue. A pezar de to
crescido numero de annos que nos separa vara
conversa vamos dentro era breva como dois
amigos. Fortuna rara era urna poca em
que a mocidade do corago e do espirito so
em geral encontrava-se nos velhos, em urna
poca em que as saudades floriam mais que
as esperangas, era que as tardes tinham
mais chamina que as raanhs, fortuna bem
rara com effeito e que merece ser assignala-
da, este mogo era moco; tinha todos os
arrastamentos generosos, todas as santas I-
luses, todas as felizes paixos da sua ida-
de. Acredtava no bem, adrairava o bello,
sonhava o amor e a gloria. Escutava-o sor-
rindos e, s vezes, com certo pasmo. Don-
de vinha ? em que latitude vira a luz ? que
estrella luzira lhe sobre o berco ? Quem
era em summa esse Joo de Thommeray
que, ao cabo de urna hora de conversago,
nao havia ainda fallado era em muflie-
res, nem em cavallos, nem siquer as co-
tages da praga ?
Gragas as confidencias que nem era preci-
so provocar, cheguei fcilmente a conhecer
o phenomenoque tinha diante dos olhos.
O Sr. de Thommeray pai, de urna boa
casa da Bretanha, comegra a vida era um
terapo em que a ebriedade de tudo renovar
apoderava-se de todos os espirito. Estu-
dante em Paris, fra ah que atravessara os
ltimos annos da restaurago e os primei-
ros que seguiram-se revolugo de 1830,
formosos annos que o seculo nao tornou a
ver, nem tornar.
0 culto dos interesses materiaes nao ha-
via invadido os corages, a riqueza nao se
impunha como o alvo supremo do destino
humano : a patria e a liberdade haviam to-
mado lugar entre as musas, o brilhantismo
das lettras e das artes era tido como o mais
esplendido luxo que poda ambicionar urna
nago intelligonte e altiva. A nova gerago
que presencou esta aurora conservou-lhe
at o declinio da idade o luminoso reflexo,
e, se ainda hoje vale alguma cousa, por
se ha ver inundad o desses claros.
Henriquo de Tommeray partencia a um
grupo de mocos estreitamento unidos, todos
possudos do mesmo ardor, todos animados
de nobres ambiedes. Seus gostos e instwc-
tos arrastavam-no para o circulo dos ascrip-
tores e poetas -. entrara na intimidado dal-
les ; por ndole disposto ao enthusiasrao e
adrairago, abriram-se-lhe fcilmente to-
dos os santuarios. Arrestado por convic-
ges fundadas e pelo raovinaento feral, ha-
va, ao contacto eos honaens e das oousas,
deludo cahir um por um, como pegas de
urna armadura desparafusada, os seus pre-
coocei tos de casta, e, sem abjuraras tradi-
ges de honra da familia, entrara de velas
cheias na corrente das ideas modernas. O
verdadeiro amor nao era raro ento : since-
ro at nos seus desregramontos, longo
de abater as almas, eleva-as alada trans-
viando-as. O fidalgo bretao experimentara
toda a influencia da urna poca da flores-
cimento eexpanso universal. Amara com
um amor puro, extremoso, romntico, urna
moca pobre e bem nascida, de ogem ir-
lau'lez', que devia desposar mais tarde.
Eis como lizera o seu curso de direito.
Terminados os estudos, nao havia certeza de
quo o honvesso comecado, resolrera-se,
depois de muitas dilagdes, a voltar para pro-
vincia, aetirava-se em tempe, pois cliega-
ra a fccaso de Untas esperangas e pro-
messas, de tantas conquistas j realisadas
ameagarem-no de submergir-se em excessos
a tr.isbordamentos. Da sociedade que
deixava para nunca mais tornar a ella, vira
apenas a face esplendida, levava comsigo
farta provso de recordagoes encantadoras
e imagen iadeleveis. Algum to upo depois,
senbor do seu patrimonio e pudendo dispr
livreihente de si, desposava a moga a
quem amava. Quer um quer outro consul-
tara apenas a sua mutua inolinago, e que
nao parecer menos admiravel que ne-
nhum dos dois leve motivo par arropon-
der se.
0 dominio hereditario em que haviam
abrjgado a sua ternura esteudia-se em um
des valles mais alpestres e silenciosos da
velha Arraorica. A habitago erguia-se a
moa eucosta, e era enlre herdade e castal-
io ; un bosque de carvalhos protega-a
contra os ventos que sopravam das praias
proxi'iias.
O Sr. de Thommeray vivia como seus
antopassados, como fidalgo do provincia,
cagando, montando a civallo, visitan lo os
seus camponezes aggregados, dando valor
s suas trras, emquaut i a mulher, a for-
inosa irlandeza, como na torra chamavam-
na, entregava-se aos cuidados domsticos e
goveruava a casa com graga e auloridado.
Posto que acabasse por aclimar-se e crear
raizes na vida real, conservava-se no emtanto
fiel s predilecgoes da mocidade : a diferen-
ga nica era que euclausurara-se, por as-
sim dizer, na poca da sua estada em Paris.
Fechado no circulo das suas recor lagdos,
nunca saba delle; nada, fra dalii, existia
para elle : o tempo, que nao para, esque-
cera-o em caminho.
Conlieci ura completo genlknuin que nao
viajava sera levar comsigo a mobilia tola
do aposento que oceupava era Londres.
Apenas chegado alguma cidade em quo
contava demorar-se durante alguns meses,
fosso Roma ou aples, Cdiz ou Madrid,
(ienebra ou Lousana, metta-se na hospeda-
ra cora a sua mobilia, e s seutia-se abso-
lutamente satisfeito quauJo, depois dos mi-
lagros doarruraigo e symelha, consegua
ficar exactamente como em sua casa.
Dahi em diante, com animo tranquillo,
t ruava aos seus hbitos brilannicos, e nao
punha o nariz fra do aposento sino quan-
do a isso era forgado.
Nao sei porquel mas o Sr. de Tomme-
ray fazia me lerahrar este filho de Albiou.
Era Ionio delle tudo tinha a dala e o cunbo
do periodo do seculo ;em que se acastclla-
ra. Na cmara tinha urna amostra da ar-
te que florescia pelo fira da restaurago :
desenhos de Alfred e de Tony Johannot,
aquarellasde Devria, aguas-fortes do Paulo
Huet, inelalhes de David, estatuetas de
Barre e de Pradiuf, esbogos de Schefler o de
Delacroix, todo ura muzeusihuo que nao
trocara pe a tribuna dos o/pcios ou pela ga-
lera do Louvre. Os retrato lithographicos de
seus illjstres amigos forravara as paredes
do salo. Ah estavara todos, romancistas
e poetas. A biblio heca corapunha-se ex-
clusivamente das producres delles com os
competentes offerecimentos dos auctores.
As cartas que recobera de cada um delles
estavam collecconadas era um lbum rica
mente eucadernado, o que a seus olhos
substitua os archivos de sua casa. Nem
urna s dessas epstolas deixava de afumar
a mais profunda dedicago, e de respirar a
amisade mais exaltada ; alguns haviam at
levado a pulidez ao ponto de assogurar-lhc
a sua adrairago, posto que para mercela
nunca houvesse feito outra cousa mais quo
prodigalisar-lhe a sua. Gragas s arcas es-
esculpidas, s credencias e aos altos arma-
rios, gragas ao velhos ornatos de ferro de
que a habitago eslava sufficientemente
prvida, havia podido sem muita despeza
dispor os seus penates ao gusto da idade me-
dia, que a litteratura. nova acabava de tor-
nar a por era moda.
A' noite, no serao, relia cora a mulher
as obras que nao haviam cessado de encan-
ta-los, ou melhor, tomava a folhear com
ella o mais encantador de todos os livros. o
livro que haviam composto juntos, o poe-
ma de seus amores. A doce conformidade
de deas e de sontimenlos, a terna affeigo e
o constante respeito que tinha ura pelo ou-
tro, desmentiam solemnemente o moralista
que pretende nao existo casal delicioso, S
nisso apartavain-se do espirito de seu tem-
po ; a felicidade conjugal era nico anachro-
nsmo que se poda apuntar nesse vver in-
timo que p3rpotuavam-se as tradigos de
1830.
Erara seguramente felizes, praticavam o
bem, viam pouca gente e bastavara-se a si
propros. As rendas do dominio nao eram
to consideraveis que Ihes permitissem lon-
gas ausencias; necessidades e desejos nao
Ihes excediam os haveres. Emfira as hen-
eaos do co havam-se multiplicado em
torno delles. Tinham tres filhos, tolo
tres sadios e adorados : o ruido, o mov-
monto, festa do lar domestico.
Apezar do centro em que haviam nascido,
os dous primeiros nunca mostraram muita
iucliuago pelas delicias do estudo e pelos
prazeres da intelligencia. Changas eram
verdadeiros bandidosinhos m Lisurreigo
permanente contra o alphabeto, amigos do
ar livre, incapazesde tolerar qualquer freio,
exploradores das florestas e batedores de
raoutas, montando em pello nos cavallos da
herdade, galopando pelas dunas, o s vollan-
do ao ninho com alguma avaha. A ini ra-
lbava com elles, depois beijava-os, e no dia
seguinte recoraecavam ; no fim de contas,
os melhores diabos do mundo. Embora Ihes
modificasse os hbitos de independencia e
vagabundagera, a educago nocmseguira
chamal-os s cousas do espirito. Eram para
o pai continuo motivo de espanto pela pro-
funda indifferenga que mostravam para com
a litteratura. Quando este entregava-se em
fami.ia algumas dessas Icituras que abreviara
os seres de invern, aehavam sempre nra
pretexto para se esquivarem, si que nao
toraavam o partido mais coramodo de ador-
mecerem no canto da lareira. O Sr. Thom-
meray perguniava muita vez a si mesmo a
quera sahiam os dous esturdiosnhos
Em compensago, o ultimo, era Joo,
manifestara desde a mais tenra idade ins-
tinctos inteii ament contrarios e iuolinages
completamente oppostas. Henos robusto
que os dous irmos mais velhos, natureza
delicada, ura tauto dbil, crescera sob a
ma materna, que, ser preferencia declarada,
iva o no entonto oora inquieta e extrema
solicitude que qs dous irmos da boamv.Ue
dispensa vara, Mal sabia da infancia e era
j sensivel s bellezas e s harmonas da
creacto, Aos vinte annos devorara todos os
casa. Romances, poesas, pegas de theatro,
tudo havia lido e relido, ora ao" longo das
sebes, na encosta dos valles, ora em tace do
ocano, as praias marulhosas. Inebrira-
se com estas narrages ardontes e apaixona-
das, com esses dramas estranhos em que
brota vam a flux a sei va e a vida, cora esses
lindos versos que misturavam a sua msica
com o concert dos ventos e das ondas.
Sem esforgo naturalmente, j b-dbuciava a
lingua dos poetas. Comprebende-se a ale-
gra do pai, que sentia-se reviver neste fi-
lho. O Sr. de Thommeray nao caba em si
de contente. Suas recordagoes, um tanto
vollias, um tanto desbotadas, haviam read-
quirido o brilho o a vivacidade matrinal.
Os annos decorhdos, os costumes trans-
formados, a scena do mundo oceupa la por
novos actores, as revoluges feitas depois
que deixra Paris, tudo isto nada vaha:
voltra ao dia seguint; sua partida, e as
couversagoes cora Joo, conversages que
nao se esgotavam, tragava em raptos picos a
historia dos dias solemnes que alrovessara,
os lares celebres em que soiitra-so, as gran-
des amisades que haviam sido o lustro de
sua mocidade, as aspirarnos de urna poca
de ronovago e de reiiascimento, todos os
episodios, todos os incidentes da sociedade
brilliante e lettrada com que convivera, e
que aforinoseavam ainda as vises da |ers-
pectiva e os encantos da memoria.
O filho educra-se muito cedo as recor-
dagoes do pai: aellas alimentara os seus
primeiros sonhos o as suas primeiras espe-
rangas. Cumpre di/.el-o, essas pinturas,
essas vivas rasgeos nao eram proprias para
inspirar o gosto e o amor pela vida rustica.
O que sobresahia muito claramente das Ion-
gas confidencias quo fazia-mo o moa novo
(amarada, era que elle havia sido sempre
considerado pela familia como um objecto
de luxo; tinbam-no como cousa mpresta-
vol. Ao passo que os dous irmos mais
velhos, levantando-se sempre ao romper do
dia, oceupavam-se com o solo e dirigiam a
explorago rural, Joo la, scsmava ou
coinpuuha poeraetos brotos que a mi
fcomparava cora orgulho s melodas irlan-
dezasdo Thomaz Hoore, e que arrancavam
ao Sr. de Thommeray gritos de adrairago.
Os irmos presavam nelle a graga ura tanto
feminiua que pareca estar pe lindo a sua
proteegao, a belleza o a elegancia, lodos os
dons exteriorse, todas as sedueges de que
eram mais ou menos privados o de que a
natureza cumulara o com ralo prodiga.
Tem se notado que os filhos mais mogos sao
em geral mais formosos; sao, dizem, mol-
dados de um modo mais claro e accontuado.
Irmos, pas, amigos, roconheciam todos
que planta to rara exiga bastante sol, que
a changa Dio nascra para vegetar som-
bra, no fundo da provincia
Urna bella raanh Joo abragra os entes
queridos que choravam dizendo lhe adeus,
o vinte horas depois enlrava era Paris cora
todas as illuses com que o pai sahira.
Chegava sem plano assentado.
No pensament da familia devia elle tratar
de escolher urna carreira, e de preparar-se
amplamento para ella por nieio do exarae
serio dos diflerentes estados da sociedade.
Nao desa radara ao Sr. de Thommeray,
era, ao que pareca, a sua secreta ambigo,
que o lilho se Ilustraste no grande tliea-
tro em quo elle nao desempenhra mais que
um papel de comparsa. Quanto a Joo,
nao tinha programma definido. Eslava
impaciente por vi ver, impaciente por conhe-
cer a vida por todas as suas faces importan-
tos. A sociedade attrabia-o; afortunadas
lettras tentava-o; aspirava cima de tudo a
embriaguez da paixao; o corago freniente
estava-lho cheio de amor sera alvo.
. Cada epoea tem as suas expresses fami-
liares e um accento peculiar. Ouvindo-o,
eu estremeca algumas vezes; o mogo tinha
cortos torneios de phrase que recebera do
pai, certas notas na voz que retrahiam-me
do improviso e despertavam em mim mun-
dos sotterados. Recitou-mc alguns dos seus
poemtos brotos : tve com isso grande
prazer, o, prazor nao menor, pude louval-os
cora sinceridade : o poeta da Bretanha,
Brizeux, os houvera assignado. Assim ca-
minhavmos ambos por urna quente tarde
.de abril. As cercas, os vorgeis lloridos ex-
pandiam-se aosol: as quintas, despovoadas
durante o invern, comegavam de tornar a
encher-se, e, emquanto caminhavamos, em-
quanlo conversavamo, vamos por entre as
grades lindas changas corrorem em torno
dos pannos de rolva, na areia fina das
alamedas. Dias tranquillos I horas afor-
tunadas alguns annos mais tarde, s e cora
a morte no fundo da alma, eu percorra
esses sitios donde a invaso havia-me expul-
sado, e s restavam ruinas : lumiares deso-
lados, essas hiantes, lares saqueados, cons-
purcados, deshonrados. Que hospedes,
que vencedores I Nao menos maldicta e nao
menos execravel, a guerra civil completara
a obra de destruigo. S a natureza, posto
quo tambem mutilada, son a ainda como
outrora ej reparara os seus desastres: a
estupidez e a ferocidade dos homens nao
havia podido supprimr a primavera.
Correram semanas, mezes, Joo s voltou
no fira do outomno. Pareceu-me mudado ;
j nao tinha o enthusiasmo e a f que ha -
vam-me impressonado quando pela primei-
ra vez o vi, mas a perturbago, a besitago
do viajante que procura orientar-se, e que
nao roconhece os sitios descriptos no seu
itinerario. Havia-se apresentado em casa
dos Ilustres amigos de seu pai, d'aquelles a
quem a morte poupra ou a quem a vida
nao dispersara. O Sr. de Thommeray re-
petir lhe muitas vozos que nao tinha mais
que dizer o nome para ver-se acolhido por
todos e de sbito introduzido na intimidado
dos cenculos ; ebegra a recomraendar ao
lilho que uzasse discretamente do crdito,
do patrocinio, do interesse zeloso desses
bous amigos.
Joo, que folhera muita vez, sempre com
pi respeito, o lbum era que as preciosas
cartas eram conservadas como reliquias, nao
tinha a menor duvida 'lo que eflectivaraentc
se lhe abrissem bragos e corages para rece-
berem-no. Cada uraa das suas visitas fra
assignalada por uraa decepgo. Os cencu-
los j nao exstiana. Os genios que elle
imagnava cora urna aureola na fronte, f-
navam-se pela mor parte abandonados e
tristes.
Nenhum delles lembrava-se do Sr. de
Thommeray; haviam-lhe at esquecido o
nome. O maior, o mais glorioso de todos,
bem dhmo de ara fim melhor, debatia-se
mseraveimente sob as garras da mais dura
necessidade. Recorduva-se deque outr'ora,
na idade das chimeras. havia escripte al-
guns versos : delles fallava. com des Jera.
Aconselhou a Joo que cepunoiasse poesa
e so entregasse xda do ,corarnero|o. I a>
voluntequqoompunam a bibotheca dalmentava nS.o baver seguido esse caminho:
nao acertara com a sua vocago. Outro,
recolhido na sua torre, onde ofliciava anda
de longe era longe diante de pequeo grupo
de fiis, demonstrara-lhe coro muita cortezia
que nao havia lugar para os poetas na so-
ciedade moderna, qu nasciam fra da le
sob todos os regimense fatalmente destinados
sorte de Girlbert, de Andr Chaier ou de
Chatterton; era a sua these predilecta, re-
peta-a tanto mais fcilmente quanto per-
mittia-lhe tratar extensamente de algumas
das suas antigs obras.
Joo voltra as costas ao passado lamen-
toso e abatido, e puzera-se em relago com
a mocidade do dia e alguns dos bons espiri-
to qne a dirigiam, o seu carcter expansivo
e leal, a sua affabilidade, a sua generosi-
dad'', os seus modos afidalgados, haviam-lhe
prompamente criado religues de amisade
banal eru urna sociedade que se nao mos-
trava difllcl. Lina gerago abortada, al-
mas sera vida e sem iniciativa, coragoe*
soin odio e sem amor, a litteratura substi-
tuida pelo compadresco, uraa phlosophia
do antecmara, que consista era rebaixar
tudo quanto eniiobrece a natureza humana,
eis o que, no seu dzor, deparara nessa
sociedade sceplica e zombeteira. Era tal
a sua candna que Irequentra-a durante
inultos mezes sem aperceber-se, sem des-
confiar siquer, do papel que nella desempe-
nbava ; soubera-o na vespera.
Olhe, disse desJobrando um jornal que
tirara do bolso, c inlicaudo-ine com o dedo
o artigo que desojara que eu lsse; veja
este bocadiubo : tenho curiosidade de saber
o quo o sonlior pensa delle.
bocadinho tinha por titulo : O huro
d: iJun>irCorctin. Posto que Joo de
Thommeray nao estivesse ahi mencionado,
era evidentemente elle quo haviam querido
pintar; saltara aos olhos de quem quer que
o conliucia. Dividido em captulos como
o coulodeVollaire quesuggehra a idea deilo,
o artigo nao era mais do que una satyra de
principio a fim, mas urna satyra feita com
humoar, das que sao obras do arte e que,
pela propria exagorago dos tragos, tornara
mais saliente a realidade, e fazem-na por
assim dizer, visivel, e palpa vel.
O meu amigo Joo ahi estava deitado a
fio comprido. .Na idade de cinco annos en-
sinavam-no a lr nos romances neo-ehrstos
do Sr. Gustavo Drouineau. Faziam-lhe as
primeiras jaquetas de urna collecgo de
jomaos velhos que tinham a data dos ltimos
anuos da restaurago. 0 circulo em que
fra criado, a educago que recobera, a sua
sahida de Quiraptt-Qoraotin, asna ahogada
a Paris, as suas peregrinages em busca dos
cenculos, tudo era narrado ferinamente, do
modo mais phantastco e mais engragado.
Depois de urna serie de desditas cada
qual mais divertida, profundamente desgos-
toso com essa sociedade depravada, em que
as mangas de presunto, os grandes senti-
mentos e os vestidos curtos j nao estavam
em moda, o novo ingenuo torna va a tomar
o caminho de Ouimper-Corentin, levando
na mala o manuscripto dos poemtos, enro-
lado e amarrado como um salame de Arles.
A voita ao pombal paterno vinga^a-o de
todos os revezos que soflrra em Paris. Era
ciunpriuiontado sob um doce! de folhagem
por urna deputago de raparigas da tribu,
vestidas a moda de 1830. A noite, sobre
a relva, dous grupos de indgenas simulavam
um combate que dizia-se representar a luta
dos classicos e dos romnticos; por entre a
multido vagavam melancholicos alguns
bures em trajos san-simonianos. Quadro
final: din va de flores, bichas e foguetes,
gritos de Viva Lafayette, timbales e boin-
bardes tocando a Parisiense, e coreando
tudo, por cima da porta principal, magnifico
transparente no qual destaca vam-se era ca-
racteres do fugo estas datas gloriosas : 27.
28, 29 de julho, e esta declarar immortal:
a constituiedo terd de hoje em diante urna
verdade.
Nao pude deixar de sorrir.
Nao so constranja, senhor, nao se
constranja I exclaraou Joo, tomando a
cousa no tora de Alceste, o pasquim agrada-
lhe, ria-so; mas permitta que eu nao me
ria. Truquera esses sonhores entre si taes
amenidades, agarrem se alternadamente uns
aos outros e ofleregam-se era repasto aos
malvolos e aos tolos, cousa que Ibes
respeita, seu oflicio; eu nao fago parte
da equipagem, nao pertenco ao publico !
E' muito possivel que eu uo passe de um
parvo, e at coraego a comprehender que
nao sou outra cousa; mas at agora nao
dei a ninguem o direito de escrev-lo as
gazetas. Acredite-o, senhor, um acto de
deslealdade, ura indigno abuso de confi-
anga : era hospede delles, haviara-me aco-
lhido com agasalho. Porque metti-mecom
elles ? Porque nao fiquei onde estava ?
' Embora reconhecesse o que havia de le-
gitimo no fun lo de seu resentiraento, nem
por isso doixei de fallar-lbc como hornera
.,uo nao alhoio s praticas da vida lutera-
na, e que sabe de longa data a importancia
que se deve dar a estas cousas. De que se
trata va ? Joo nao era designado pelo nome:
a sua honra nao havia sido atacada. O
proceder era mais que loviano, o artigo em
si era inuffonsivo; o ferro nao penetrava
alm da pelle, nao rompa a epiderme.
O espirito tem as suas horas de desvario,
le tentnoo e de arrastaraento, a que nem
sempre possivel resistir; em todos os tem-
pos a imprensa ftil commetteu estas ini-
quidadesinhas. O que fazer ? Pode alguera
impedir que o violio novo farmontc e ferva
as cubas ? Pode alguera inhibir os merlos
de gorgearem ? 0 hornera avisado tapa os
ouvidos ou d de hombros e segu seu ca-
minho. Joo interrompeu a apologa.
Mas o senhor nao est fallando seria;
que importa qua meu nome uo esteja por
baixo do retrato, si qualquer pode pojk> ?
De que vale nao ser eu chamado pelo nome,
si a mascara bastante parecida para que
todos quantos me.'conhecem designein-me ao
vl-a? Hontem, ao levaotar-me da cama,
recib pelo correio vinte Humeros da folha
que o senhor tem na mo; contei-os, nao
sabia que tinha tantos amigos. Para attra-
hir-me a attengo, para poupar-ine o traba-
Iho de procurar, quasi todos haviam tido o
cuidado de marcar com tiut.i ou lapis a
parte alludida : requinte de delicadeza que,
na minha qualidade de hure eu nao ee-
nheoia.
(Continuur-se-lui.)
TYP. W WARID RA'DUQUB DE CAXIAS


f,



Full Text
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