Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13012


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Full Text
^**
AMO XLIX. MUERO 187

<
i
PARA A CAPITAL E K.FGABES OVE ffAO HE FAA PORTE.
Por tres mozes diantaxlos.......... rmoa
Por tei dos idetn................'.'! SaaI
Por um uno klem.................. SSoon
"Cada numero .vuL .................. jmk

#..

SAMADO 16 DE AGOSTO DE 1873
PABA l)K.\TUO FBA DA PROVINCIA.
Por tre. mezes .diantados............
Por seis ditos dem..............'
Por noTe ditos dem...... .......! ]
Por um anno dem........
6*750
119600
20*250
7*000

DE PERM
PROPRIEDADE DE MANOEL FGEIROA DE FUUA & FILHOS.


~
0. Srs. Geranio Autonio Alv*d Hlho%-o M, Goncalves d Pinto, no Maranhao; Joaqun, Jos d. OivrnPho. no Ce,,.; Anton. e UrM Br^a, no Ar.catv ; ^ .ra Julio Chaves, no Assu; Antonia Marques da Silva, no Satal; Jos Jorti,
Forera d Almetda. em ll.numgu.pe ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes. n.VU. da Penh.- Belarmin dos" Santo, Buido, em Santo Antao Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em GoyatM.; Joo Antonio Mach.eo, no Pilar das Alagdas; Al ves 4 C., na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no BJo.'de Janeiro.
PARTE 0FFICAL
(verno la provincia.
N. 605 serio I). -Pernambuco. Thesouraria de
fazenda, eui ti de julho de 1873.lllm. e Exm.
Sr. -Nada tendo que cereseenlar i iuforinai;ao
por copia juma, do inspector da alfatidejta desta
proviuca, acerca do assuni|.to que fez ubjecto do
offlcio que V. Exc. me dirigi mu 10" do coi rente,
ubme tiendo i Ilustrada preciaran de V. Exc,
tenho eunipridu a sua ordeni conlida no j referid"
ifflcio. -Iieus guarde a V. Exc. -lllm. e Exm. Sr.
I Ir. Heurique I'oreira de Lucna, presidente desta
provincia.-O insuector, Emilio Xavier Sobrea
de Meti.
N. 21. Serie A. Alfaudoga de Pernambuco,
l de julho de 1873. lllm. Sr. -Onnprindo a por-
tara de V. S., datada de 17 do correnle, pause i
dar as informa., da provincia lobre a ..elidi dos dados e.-taisti-
eos da entrada e expirtaeao do algedao nos anuos
liuaneeiros de 1870 a 1871 e de 18;I a SU. cons-
bata* do artigo publicado palo Di. I.ourenco lie
zorra Cameiro da Cimba no Jornal do Hecife da
IMMM data, que incluso devolvo a Y. S. V. S.
>abe que esta alfandega nao tisealisa a entrada do
aiged 10 para o mercado desta ciilade, e que, pelo
que respeila sua expoliarn, os ttossos quad-os
estalisticos so registam o peso das quautid-des ex-
portadas sem referencia do- volumes; e seria ae-
(iinlmente diflleil, enadmiho e demorado, seuo
inipossvel por falta de pcssoal disponivel, orpani-
stf um quadro do algudo exportado em lio longo
periodo, turnando por base a' unidade de volume
em vez da unidade de peso. Mas, para apreciar a
fxaciidao dns dados em que o l)r. Carneiro da
Cuuha fundamenta a sua argumentara.,, nada distu
necessario ; pulque sao elles falliveis, ipie so
pr descuido poderiam Iludir a urna intelligeucu
tao perspicaz.
Fuadado nos dados que Ibe furam fomecidoa
pela assoeiaeao omnniercal e pelo consulado pro
uncial, liuiita-se elle a subtrahir o numero das
-arcas exportadas do das entradas, e conclu; que
a dilferenca foi exportada por contrabando.
Anda que sejam exactos os referidos dados sub-
minislradus pela as>ociac > eommercial, que pres-
ta sem duvida um servie,. imporiaiitissiui a esta
praca; embora se ache louge da perfecao por de-
uVieucia los meios ao seu alcance; anda que se-
jam da matar exactido os dados fornecinos pelo
msulado, relativamente ao numero de saccas de
algodao exportadas dentro de cada anno ; nao se
pode deduzir mesmo aproximadamente que a dif-
fereniji eulre o numero das saccas entradas e o
dos exportados foi extraviado dos direitos.
Para que fosse legitima esta conclusa), fura ne-
cessario addicionar ao numen das exportadas o
das que lean demoradas as prensas e depsitos
ara serein exportadas n anno seguinte, espera
de nielbor pre.o ou de eiiiharcacao, ou mesmo de
beewin pelo mo estado em que chegam do inte-
rior.
Xem baslava esto addiciunameuto, visto como
parle das saccas entradas do inleriur si" aqui
d senfardadas e transformadas, de mudo que duas
e tres sao reduzidas a urna de maior peso, e asalto
exportadas.
Na entrada para esta cidade o peso das sacc;.s
varia de 50 a 80 kilogrammos, segundo a distan-
cia do lugar donde procedem, e assim sao pela
maior parle exportadas depois d-; lijeiro benelUio
ras prensas coinmuns; mas existem dous estabele-1
cnenlos com seis prensas bydrauli-as, as quaes
muila sao desmanchadas e prensadas de novo
em grandes saeeas, Cuta peso varia de 180 a 220
kilogranmios.
B, pois, manifest que s procedera a argu-
u.oii;a.;o si ao humero das exportadas fosse aJdi
cionad o das que licain em deposito e idas que
dosapparecem na exportado pela :rausf irmacao
operada as prensas aydraulicas.
Estou beiu louge de concluir daqui que nao le-
na i liuvido algiim extravio nos direitos de expor-
' kjao, senao que isto nao se ada demonstrado no
arlitfo alludido,-cuino lira exposto. E' pOssivel, e
t ilyex provavel, ijue se tenham dado extravos m
nui >r ou menor escala, poiem nao basiam os da-
ilw em questao para demonstra lo, e nem pareee-
lae pitod que podetaem eui cala anno attingir a
18 ou '2 mil saccas, porque sera preciso julgar
corrdmpidoa quasi todos os cncarregados das con-
ferencias de embarque o da polica lisca!.Deus
suarda a V. S. -lllm. Sr. commendador Emilio
Xavier Sonreir de Mello, inspector da tliesouraiia
de fazenda.-O inspector, Fabio Alexundrino de
l'.nnalho Res.
N. HI.-lUm. e Exm. Sr Km observancia da
urdom de V. Exc, de 16 de julho ultimo, cumpre-
nie.subuietter i consideracau de V. Exc. o se-
guinte :
SI exacto que nos exercieos de 1870 a 1872
furam importaos*, nesta provincia por mar e por
trra o numero'de saccas de algodao mencionado
lio artigo publicado no incluso Jornal dj Reeife,
guudo a exporlacao, como se diz nesle artigo,
resultou um cousideravel numero destas saccas,
cutaVeIino anda desconheeido, visto na ha ver
DOaUtanade consumo de algodio ; si o desampare-
eimento destas sacias devd iinldelidade ne
peao; si deram ellas imporlante desfalque na renda
dos respectivos direitos; si este desfalque foi calcu-
lado pelo preco medio do algodao nos ditos exer
i'icios e pelas laxas dos direitos das provincias a
.; o as mesmas saccas pe lenclam ; si o prejuizo
pertence s a Pernambuco, e nao partilham as
oais provincias; si, anal nent-', almdeste prejuizo,
o Uro se deu na mesma renda, por se ter ainda
furUido l/i ta no peso de cada sacca expoliada;
s o autor do dito artigo pode explicar, pois nao
uic possivel, sem conlieeimenlo dos dadoi preci-
sos edos fados denunciados, cliegar a laos resul-
tados, ou demonstrar ijue sao files exactos.
Din-i, porem, a V. Exc. que, segundo o mappa
.'seJBe ach.isj ann.'Xu a meo relal >ri i da lo
eo [anwo d i correnle auno, a etporUcio do al-
KOOW JW-esercicio de h70 a 18"! foi de 2,21i
i.iros o !)H,7J saccas ; mas declara o administra-
dor do Con todos estes vuluimu impurtam em 103,257 saccas ;
c cc-oio do mesmo mappa consta que o peso destas
?;c:asloi de T:?\ffl kilugrammos ou 520,700
i' (#endo cada urna arroba igual a li,68y6 kilo-
gramtnoi), as saccas exportadas deviam ser..
|0i,l'8, si fnsscm de 5 arrobas cada urna, como
sao importadas.
A differenca, pois, de 901 para mais destas sac-
cas, etn ii-lacao s que se exportaram, prova que
f.iram incluidas .estas algurnas fabricadas por incio
da prensa hydrulia que existe nesla cidade, e
couseguinternente de peso cada urna superior
pela verificacao das que exislissem em deposito
podia eulao ser conjjecida, e nao agora.
Concluindo, informo a V. Exc. que, para evitar-
se o contrabando e a falsilicacao uo peso dos g-
neros exportados, e consegumtemente a defrauda-
<;ao dos respectivos direitos, acham se as dispo-
sicoos do regulamento do consulado as necjssarias
providencias. -Deus guarde a V. Exc. -Thesoura-
ria provincial do .Pernambuco, C de agosto de
1873. -lllm. e Exm. Sr. commendador Manrique
Pereira de l.-icena, di^nissimo presidente da pro-
vincia. O inspector, Jote Hedi da Silva.
lllm. Sr. Em rumprimento ao despacho de V.
S., de 17 do correnle, rocebido em 21, acompanha-
do da copia do offlcio do Exm. presidente da pro-
vincia, mandando que informe si sao ou nao exac-
tos ns dados estatisticos apremiados pelo bacha
re Loorenco Kezerra Carneiro da Cimba no Mr-
n i do Reeife de 16 desle mez, acerca da entrada
do algo'lao e sua exportadlo, bem c ,mo si houve
defraadaedo dos direitos provinciaes de que traa
o mesmo bacliarel em sua correspondencia, tenho
a dizer a V. S. que, nao leudo esta reparlico os
didos estalisticos da entrada de todo o algodao, e
somonte do de fora da proviacia, nao pole afllr-
mar si sao ou nao verdadeiros os que apresentou
aquclle bacliarel. Apenas posso informar a V. S.
que no anno inanceiro de 1870 a 1871 exportou
esla provincia 10.t,2">7 saccas, e no de 1871 a 1872
I69,12i) saccas, e que, segundo consta do livro de
entrada, vieram de outras pro/incias 76,183 sac-
cas, das quaes furam exprtalas 07,21) no anno
finaneeiro de 1870 a 1871, c no anno de 1871 a
1872 a entrada de outras provincias foi de....
133,771 saccas, e as despachadas 131,368.
Sendo a sabida do algodia para fora da provin-
cia liscalisada por esta repartigao e pela da alfan-
dega, nao sel como possa dir-se a defraudado al-
iudda.
E'isso oque tenho a informar a V. S. -Deus
guarde a V. s. Consulado provincial, 29 de julho
de 1873.lllm. Sr. Jos Pedro da Silva, inspector
da thesouraria provincialAntonio Carneiro Ma-
chado Rio, administrador.
Cesar Paes Barreto, commaudanle do destacamen-
to do 3 batalhao de artilharia, o sargeulo do mes
mo, Camillo Goncalves de Oliveira Mello, com um
ten i nen lo que atravessava do pcito s costas, feito
por sabre-bayoneta, pelo soldado Joao Ferreira do
Nascimento, que havia sido preso pelo sargento
por ter ospancado um seu amarada. Ininudia-
mente dirig me com o alferes Paes Barreto *
quartel, afiui do provideuciarmos a captara do cri-
minoso. Ao chegarmos no corpo da guarda en-
contramos algurnas pracas da mosma, quo proeu-
ravam prndelo, fe r i das gravemente; vista dis-
so inandei formar o destacnenlo, afim de distri-
buir patruhas por todos os pontos.
0 alferes Paes Barrito, dopois de formar to-
das as praeas e fazer saliir as patruhas, eolloeou-
se na porta da companhia ; poueo depois o sida
* i f\ mi A^mikk.i nt.-. av ^.^ t .&__l .a____ a _~* w* a _
juiz
d;:sp.ciios da piiesidkxcia dk 13 k aoosto de
1873.
Florentino Carneiro da Silva. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de l'azenda, ouvmdo ao
denunciado.
Francisco Ferreira dos Santos. Nao tem lu-
gar o que requer.
Francisco Apolonio Beterra e Silva. Somonte
esta > sujeilos laxa os escravos que residirem
dentro dos limites da matricula, e nao os que ha-
bitaren! fura, por quauto a residencia de que tra-
ta i regra 2' do art 2 d> regulamento n. 4,129,
de 28 de marco de 1868, a dos escravos e nao a
dos senhores. Se o supplicante, pois, foi indevi
damenle colleotado, deve recorrer nos lerm s da
regia 2 do nico do art. 16 do citado regula-
mento.
Jos Antonio Pereira. -Informe o Sr. Dr.
de direito da comarca de Palmares.
Joaqun) Francisco de Paula Eslavos elemento.
Eucainiu'iose.
JaSo Carneiro Litis Brrradas. Deferido com of-
flcio desta data ai Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Lydio Gomes Porto. -Indeferido.
Thereza Maria da Conce'.-ao. -Hequeira ao go-
verno imperial.
Verediuia Carolina Soares.-Deferido com of-
ficio desta data ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Fr. Venancio Maria de Ferrara. -dem.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, ti d-
agosto de '873.
O porteiro,
S0I0 A. Rodrigue*
IKepui'tcitu la pulicia.
t' soccao.Secretaria da poltcta dePeruambuix.
li de agosto de 1873.
N 11 il.lllm. eExm. Sr.Participo a V. Exc.
que, das coiiimuuca<;o; receidas boje, consta
que lun) hunlem recoibidos casa de deteneao
os individuos seguintes :
A minha ordeni, Cosme Jos de Santa Anua,
com alienado ; Antonio Jos da Silva, e Mauool,
escravo de Joao Maia, o primeiro como remita, e
o segundo por andar fgido.
A' ordeni dj sublelegado do 2." disliielo deS.
Jos, Loureuco, escravo de Justino Epamiuondas
d'Assump^ao, a requerinento deste.
do Nascimento, protegido pela escuridao, vem de
sabr em punho e tracoeirameiitc atira sobre o
alferes Paes Brrelo nm golpe le pona que o va-
rou abaixo da oostella inferior do lado esquerdo
s costas e corre para casa de V. S. para pi a'.icar
igual crime ou peior, segundo a sua pbrase : u bo-
je acabo com o mund >, hei do mostrar que sou
honiem, sendo preso na occasiao que voltou da
casa de V. S.
Foram feridos gravemente, aim do alferes
Paes Brrelo e sargento Gamillo, os soldados Que
rio Jos da Cruz, Pedr > Evaristo e Belmiro de
Souza Puntes; e levemente Manoel dos Beis c Luii
Valeriano de Sant'Anna.
Temos a lamentar a perda do soldado Queri-
no que 12 horas depois falleeeu, em consecuencia
dos ferimeutos.
Cumpre notar que o soldado Nascimento har
via premeditado praticar todos estes crimes, porr
que tinba o sabr amolado, guardado na cabecei-
ra da cama, resistido prisao depois de se apode-
rar do mesmo; provocado e epaueado o seu ca-
ntarada, espera va a hora em que chegoQ o vapor
Peruano, julgan lo que fosse a lancha em quo V.
S. tiuha ido ao Capacete, por ser V. S. urna das
suas victimas escolhidas.
Eis tado quanto tenho a dizer............
No exTcicio de 1871 a 1872 v-S tambeni do
referido mappa que exportaram se 1,928 fardos e
163,161 saccas ou, como o diz o administrador do
consulado, 169,120 saccas que, pesando 12:576,960
kilugrammos, dariam 109,87* saecas de 3 $ cada
urna, -i assim fossem oxpjrtadas.
A differenca de 75i saccas destas ultimas para
ajuellas prova lambeta que no dito exer :icio se
exportaram saccas da preusa hydraulica. 0 mes-
mu devia ter acontecido com a exportacao do al-
Sadio de outras provincias, e por isso o numero
e saccas exportadas devia ser menos
importadas.
Podia nio se ter exporta lo dentro
ercicios tantas saccas quantaa se
mas a exactidJo d difTerenca, com
as saccas provenientes da prenb^ h
A' ordem do do Poca da Panella, J-s, escravo
de Joo Itaptista de Paiva, puf suspeitas de andar
fgido.
Em data de 12 do correnle communicou o de-
legado do Cabo, que chegando ao conhecimeuto do
subdelegado daquella villa, que Luiza Alaria do
Espirito .-anlo e Auna Maria de Jess, ha dous ou
tres mozes tiiiham mono a um recem uascido, fi-
Iho da primoira, proceder s necessaras ndaga-
goes, e destas verifican que Luza Maria tenlra
matar a um seu filho de tres meses de iJade,
abandonando-o em uoite de rigorosa chuva entre
uns caunaviaes, onde felizmente fora encontrado
dous din depois, aiuda vivo, por urna pessoa que
all loi amarrar um cavallo ; em consequencia do
que lez recolher a deliuquenle prisao e iustau-
ruu o competente iuquerto, o qual leve logo o de-
vido destiuo.
Finalmente, a ordem e tranjullidade publicas
nao soffieram alterago.
0 que ludo coinmunico a V. Exc, como me
cuiapr.e.
Deus guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Heurique Pereira de Lucena, dig-
oissimo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Francisco Carreta de Araujo.
No da 13 tivera lugar em Manus a eleicao
primaria, sem que, apezar do exaamento dos es
pintos, houvesse desgrana alguma a lamenlar-se.
Veuceu-a o partido conservador.
Sob a epigrahe Felicitueo, c.-creveu o Rio-
.\egr.i de 20 :
Os distinctos commerciantes desta praea, re-
presentados por nina commissao romposta dos te-
nente-coronel Jos Coelho de Miranda Eea., com-
mendador Francisco de Souza Mosquita e .Dr.
Carlos Antony, foram no dia 17 do cinvnte a pa-
lai-io eomnritnentar S Exc o Sr. Dr. DomuigH
Monteiro Peixolo, agradecer os importantes serv-
eos que tem prestado ao conimercio e provine a,
quer pelo lado moral, quer pelo lado material, e
pedir licenca para offerecer S. Exc um baile
no dia i de agosto vindouro, seu anuiversario na-
talicio, como nina prova solemne e publica, embo-
ra exigua, do alto pcece em ipie tem os relevantes
servidos de S. Exc. e a considera;.\o que prestan
sua pessoa >
- Estabeleceu-se urna enfermara para trata-
monto dos variolosos na roeinha do Sr. MarcaJ,
Goncalves Ferreira, praga de S. Sebastiao.
Continuava a funecionar a assembla provin-
cial.
Na sessao de fi do correnle, o Sr. Cruz apresen
tou o seguinte projecto :
t Fica o goveruo da provincia autorsado para
pagar premios de 4 pontos de reis por kilmetro
de estrada de ferro construida conforme os precei-
tos de taes eonstruceo s, na estrada de Braganca
e seus ramaes a Cintra e Viga, comecando dj
marco de legua.
Vae mesa a seguinte indicaeao, a qual re-
metti la a commissao de agricultura, commcrcio e
artes.
Indicamos i|ue esta assembla represente ao
goveruo imperial sobre a necessiJade de prohibir
o corle de borracha nos terrenos naconaes, quer
desta provincia, quer na do Amazonas, e pediudo
providencias para que estes terrenos com serio-
gaes sejam divididos em lotes e vendidos na forma
da lei.
Paco da assembla, em 6 de agosto de 1873.
Guilherme Francisco Cruz.- Manoel R que Jor-
ge Ribeiro. -Dr. Marcello Lobato de Castro. Mi-
guel Lucio de Albiiqueruae Millo Filho.*
A' bordo do vapor Man s seguir para o
DU1U0 DE PEiJNiaiHUU
RECIPE, 1G DE AGOSTO PE 1873.
olieias da Imerica c do Para.
Amar.heceu quinta-feira em nosso porto o va-
por americano Mtrrimack, (rateado datas : de
New-York 2J e do Amazonia 28 do passado e do
Para 7 do correnle.
Nada adianlam as noticias dos Estados-Unidos
s que recebemos por va da Lisboa.
amazonas.
A varila continuava a flagellar a populacho da
capital. Por indicacao da administradlo da pro
viucia resulveu acamara de Manos nomear coin-
aiissoos de ciJadios para Soccorrerem as classes
necessitadas que forem acconunet idas pela peste.
Adiamos n'uma fulha de Manos publicados
os seguintes trechos da parte dada pelo tenonte
Itamiro de Souza Gaslao ao capilao Ernesto Itodri-
gues da Costa, ambos de artilharia, acerca dos
horrorosos crimes praticados por urna praca do
d.' Joao Ferreira do Nascimento. Tem triste inieres-
se este documento, que transportamos para nossai
columnas :
t Fronleira d Tabatiuga, I de juiho de 1873.
Ilhn, Sr.-Curopre-me levar ao conhecimento
de V. S os fados desagradaves acontecidos nesta
fronleira. na noute de 29 de junho ultimo.
kwcToudo v- S nesse dia sabido em urna com-
\j ao Capacete, flquci como mals #ra*iado
espon'l,euda pelo com mando da referid^ ron-
s it horas da noute pouco mais ou menos,
os.que vollei da visita de bordo vapor
^^Epsasentou-se em casa. $o alferes Ismael
Amazonas o Sr. coronal Hermenegildo de Albu-
querque Porto-Cvreire, commaudanle das armas
para all horneado.
No dia 2 do correnle falleeeu, em Belm, a
Sra. D. Maria Florencia de Camino Penua, com
80 annos de idade.
J tinham comerado os espectacubs do circo
ameri cano, que ba pouco esteve nesta provin-
cia.
Diz o Diario do GramPar que as duas pri-
meiras noutes lu elle concorrido por cerca de
5,000 pessoas.
As febres perniciosas, que grassam ha algum
lempo em Cairary, recrudesceram ltimamente.
A alfandega rendeu de 1 a 16 du crrente..
49:266j266.
eorporacao o producto de um espectculo dado por
alguna de seas membros no theatro Santo Antonio,
apenas com a condiedo de encarregar-se a junta
da Santa Casa de passar os bilhetes, allin de ser
mior o resultado.
A junta, na sessao de quinta feira, nomeou una
commissao coinpnsta ds Srs. inordomos loiquim
Felippe da Costa, Francisco Amonio da llosa e
Manuel Joe-ikw Sauloa, para nao s agradecer esse
acto de generosidade e de amor do prximo, como
iara promover quanto em si eoubor a prompta rea-
i saca- do espeelaculo.
Actos semelhantes muito ahonatn os sonlimentos
oobres e elevados doa membros dessa sociedad.,
patenteando que, bem que jovens, j sabem elles
avahar os soffrimentos da humanidade, e compre-
hender o grande principio de soccorrer ao seu se-
melliante.
Juntamos os nossos aos louvores pblicos.
Dinheiru. O vapor Merrimack trouxc pa-
ra :
Antonio Joo Furtado > 36:6V9050
Pereira Carneiro 4 G 8:392*100
Beltrao, Oliveira C. 1:713*860
Amoriui Irmos ^ C. i:286670
Jos Rodrigues de Souza i:078780
Joaquim Jos Gongalves Beltrao &
Filho 3:000000
Silva A Cselo :3i2j790
Joao Martins de Barros 1:5814000
De nossa praca levou esse vapor para a do
Rio de Janeiro 7:000*000.
SerSf'pe e AIgfoas.Chegou hontem ao
nosso pullo o vapor brasileiro Gequi, Irazendo
datas: do Aracaj o e de Maceta 13 do correnle.
Em Sergipe foi nomeado inspector da the-
sonraria provincial o Dr. Thomaz Diogo Leopoldo.
Por deliberaco da presidencia da provincia foi
adiada para 12 de onlubro prximo a elei^io de
membros da assembla provincial.
Fallecer, na capital, o commendadjr Manoel
Moreiu de Souza Macieira. *1 \
Lcmos no Jorn Ido Aracaj :
. Acha-se convenienteinenle montada j func-
cionand.) a escola regimental da -companhia de
infamara desta cidado, sob o coiamahdo do mtel
ligente e dedicado capiti) TheodOmiro de Mello
Barreno.
Gomp*ese aquella escola creada pela le or
gante, dos corpos de exorcito, das seguintes disci-
plinas : I.tura, escripia, calligraphia, arithmetca
al rae.;5e ordinarias e decmaes, systema mtri-
co de pesos e medidas, escripturajio e estudo da
legislado militar, doulrina clnisli e exposigao dos
deveres do soldado, lano em lempo de paz como
de guerra.
* 0 ensillo dessas materias est a cargo de um
h.bil oflcl d*uiesina companhia, sendo scalira-
do pelo sea digao commandanle.
k O Sr. eapitao Theodomiro, de quem j temos
fallado por vezes D'-ste jornal, ineansavel na pro-
moeao de todos os meios de mclhorar um corpo
encontrado em verdadeiro estado de deleixo e des
inauleta, acaba de conseguir a pratiea de mais
urna medida contlQCente aquelle fliu, a qual nan-
ea pode aqui ser usada entre us. "">-
t Toma se, por tanto, digno de mais algurnas
palavras de louvor, pelo interesse que sabe sem-
pre ligar ao bom e liel desempenho dis attrbu-
'.oes que le sao conferidas. >
Das Alagi-as apenas consta dos jumaos terem
sido absolvaos, no jury da Imperatriz, presidido
pelo Dr. juiz de direito interino Nascimento Falto-
sa, Lucio Soares de Albuquerque, vigario Antonio
^a Pureza Vasconcellos, Jos Camello de Freilas
Sueca, Prescliauo lavares de Mendon.a Sarnien-
to, e Manoel Ferreira da Silva Soares, prncessados
como mandantes e mandatarios do assassinato do
lente coronel C irreia, depois de urna sesso que
durou cerca de (0 horas seguidas.
Jurv du Reeife.-Na quiuta feira foi sub-
mettido a julganiento o reo Alexandre Jos da
Silva, pronunciado no art. 201 do cdigo criminal,
tendo por defensor o Sr. bacharel Jos Maximiano
Alves Civalcaule. Servio de promotor publico o
companhia, a pretexto do quo a mesma companhia
nao Ibes dando dinheiro miud) para tal, a isso os
aulorisa.
Essa delibora'.'io pul; estar nis conveniencias
da companhia, mas do publico que com certeza
nao est.
Ou exija-so a entrada o pagamento da passagom,
oujobriguem o passageiro a descer, no caso de nao
realisar elle o pagamento na moe.ii da compa-
nhia. O mais violencia.
.vll (lesna turada. -Chegando ao conho-
cimento do subdelegado do f>bo, qne no districto Hintlm i
de sua jurisdieco, Luza Maria do Espirito Sanio USTS^Sl"^ft-
e Ann. Maria de Jess, havia dous ou Ires meses StSSff^^JS^
aquelle lempo, Luisa Espirito-Santo tentai >ss:is-
sinar a um seu lilho de tres mozes do idade, ateo-
Leal e D. Maria Bernardina Monteiro.D se a
eerlid.o requerida.
De Carneiro Nogueira de fi, pedindo seja elimi-
nado do registro das nomeai-Vs de seus caixeires
Joaquim Alves Pinto Das. Gomo pedem.
De Jos Antonio Moreira Das, para darse ba-
xa no registro das nomeac'ies de seus caixeiros
aldino da Silva Marlins e'Joaquim Ignacio Pes-
soa.Na forma requerida.
De Santos Sobrinho. trazendii registro a no-
i" *;.'" un,'f ,,e i"11 c*M*b Hsnorio Graciano
a iiomeacaii juata
provaram a allgala
que nao provaram ser brasileiro, como dizem,
o ciixeiro nomeado. .
donando-o, cm nuite muito chuvosa, n;m'cana- meiVS0 nSr\^S0 regilr0 d *"*'
vial, onde, (felicidade espantosa !) foi dous dias .?, C7 'r '* i i- a
dep.is ene mirado ainda vvo por una pessoa que ,!lT*? rGomes RrlslJe'r? Aniorim.
VftKswrs a al da L. sH^FIS
Exist:^ presos 3, entraran, 6, sahiram 8, l^%^to^^-
Aaaliar-' | vasso.-Como requer.
Como requerem os supioicanles, que alleaaram,
mas nao provaram a natonaldade brasileira dos
J
SaMMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Matricula de Tallaadore. Acerca
dessa questao foi expedido pela presidencia da
provincia o seguiute offlcio cmara municipal do
Recita:
t Palacio da presidencia da provincia, :2 de
agosto de 1873.Communico a I lima, cmara mu-
nicipal do Reeife que nesta dala deliro a peiicao
dos negociantes de carnes verdes, a que se refere
a sua nformacao de 23 de julho flndo, espa.ando
a malricula dos tal adores, da qual sao excluidos
os escravos, para quando ndar-se o contrato de
arrendamonto dos tainos, como foi determinado
as posturas ltimamente approvadas pela assem-
bla legislativa provincial, das quaes nao tinha
conhecimento esta presidencia quando em offl o
de U de junho lindo, determnou que a referida
matrcula vigorasse desde logo, sendo no entre-
tanto da maior conveniencia publica quo essa
lllma. cmara, desde j procure arredar, das di-
versas industrias da capital o servlco escravo,
propondo nesle sentido as medidas que entender
mais a lequadas. Pelo recenseamenlo que acaba
do se proceder, vericou-se que mais de quinze
mil escravos existem, com prejuizo da lavoura,
nossa principal fon te de renda, aglomerados na
cidade e empregados em servicos que podem ser
melhonnenle execulados por bracos livres.
t Em vista disto, prestar esta I tima, cmara
mais um servico relevante lavoura da provincia,
com as referidas medidas, para eujo objecio chamo
a sua attencao. -Henrique Pereira de Lucena.
Guarda nacional.Por portara da pre-
sidencia da provincia de 13 do corrate, foi no
meado eapitao da 1.a companhia do 28
batalhao
de infanunado municipio de Garanhuus, o lene-
nenie quartel-morPedro do Rega Chaves. ,*-.~v ., ,. HU. ., p.o6..u .,.....,
Multo louvavelNao havendo n.o.hospi vio os conductores receber delta o pagamento da
Sr. bacharel Celso Tertuliano Femaudes Quiniella.
Em vista das respetas aos questos, foi o reo
condemaado um mez de prisao simples e malta
correspondente inelade do lempo.
Hontcmencerraraiii-se os trabalhos da sessao.
Medico.Viudo da Babia, sua provincia na-
lal, acha se de residencia entre us o dbtincto
medico, Dr Americo Vespucio Moreira de Almei-
da. Formado ba alguns annos j o Sr. Dr. Ame-
rico lem a offerecer ao publico desta cidade a ga-
ranta derivante de urna pratiea nao pequea dos
misteres da sciencia, a qual de bem succedida em
seus casos importantes, de sobejo o recommenda a
nossa cous leraeu.
Em quanto nao obteh urna casa em que possa
estabalecer sou consultorio, o Sr. Dr. Amaneo est
disposicao de quem o queira procurar no hotel
Oriente, a ra do Baro da Victoria.
Festividade religiosa Telebrou se
honiem com pompa a de Nossa Senhora do Para-
so, tornando-se digna de men.-o a ornainantai;ao
interior do templo, a qual consista em linios res-
loes de flores arti-ticamente dispostos e combina
dos, Irabalh este das menores expostas e que alli
sao educadas por irins de cariiade, sob as vistas
da junta da sania Gasa.
Suciedade Iliteraria e auxiliado-
ra da instruccao secundaria. -Domin-
go (17) haver sessao extraordinaria as 9 horas
da tnanha, ( 2." discussao dos estatutos.)
Anuiversario. Fazcm amanha 219 annos
que se ferio a batalha na campia da Casa-Forte,
em Pernambuco, entre os exereitos brasileiro e
hollandoz, no anno de (ti i.
Vapor Puno. -Tendo sido adiada do dia 10
para 17 do julh-i ultimo a sahida do Calho de Li-
ma do vapor inglez Puno, da'linha d.) Pacifico,
segundo cartas vindas pelo vapor Humlnlil, s de-
ve elle c egar ao nosso porto de 21 a 22 do cor-
rete.
Piarlo de Pernambuco.S? chegarem
hojo os vapores portuguez Julio Dmiz o iuglez
Luzitanin, da Europa, distribuiremos amanha
nosso numero de segunda-feira.
Club acadmico. Funccionou hontem
esta sociedade.
Teve lugar a sessao do jury presidida pelo Sr.
Arlslides David Madeira, sendo promotor o Sr.
Joao Gabriel Baptista, e advogado o Sr. Lirino Au-
gusto de Holjanda Chacn.
Pela decisao do conselho foi o roo condemnado
no grao medio do art. 193.
Procedendo-se ao sorteio para a sessao vindou-
ra, obteve-se seguinte resultado : miz de di-
reilo. o Sr. Bandetra de Helio ; promotor,
o Sr. Lino Themudo ; adv igado, o Sr. II idrigues
de Andrajo e escrivao o Sr. Agostiuho Bezerra.
Club dos bachnrels em direito. -
Sabbado M do correnle haver sessao ordinaria,
oclas sea horas da tarde, ra do Crespo n. 18.
Vede providencias-o procedimento de
alguns conductores de bonds. Em um destes l-
timos dias o conductor n. 7, do boad n. 23, da li
nlu de Santo Amaro, a exemplo do oulros seus
eollegas, repeli a desagradavel scena de que ha-
vemos sido testemunha por diversas vezes.
E' o seguate: sendo franca a entrada dos bonds
s pessoas quo nelles querera transitar, s muito
.Distante do ponto em que o passageiro o toma,
Alimentados a anata dos cofres puhlieos 286.
Movimciitu da eafermaria do dia 13 de agosto
de 1873:
Teve baixa :
Jos, escravo do viscoude de Suassuna, cephalal-
gia.
Passngeiros.Viudo* dos porlos do norte,
no paquete americano Merrimack :
Jacob Kasielloiu, Julius Fraenkei, Joao M. de
Barros, Jos Piulo.
Sabidos para o sul, no mesmo paquete :
F. F. Suland, Dr. Ignacio A. Vello*, Francisco
de A. Lins.
Viudos dos portas do rol, no vapor Giqui :
Dr. Eugenio da Silveira Pontea, Francisco Xa-
vier II. Codillo, Manuel Dias C, Antonio Carneiro
06 Athayde, Jobem H. Bolmell, Johem II Conel- .
ley, 11 praeas de polica, 1 preso, 3 mulheres das j0<
pravas.
Sabidos para o norte no vapor brasileiro Pi-
rapama :
Arcadio Rodrigues Blanco, Jos Fernandos Pe-
race, Fabiano Jos Furtado dos Beis, Benlo Pi-
oheiro da Cosa, Antonio Palhares, Dr. Domingos
Jos Rodrigues, Olimpio Dias Machado, Joao \\c-
torino Ferreira obre, Francisco Luiz Belm e
seu filho, Ernesto Deocleciano de Albuquerque.
Camello Baptista de Menczes e2 ftlhos, Jos Lucas
Ferreira, lenle Coronel Casimiro Pinlo Nogueira,
E. Felicer, Nicolao Ambrosio, Isabel c seu lilho,
Francisco Fructucso Dias, Alexandre Pereira Ca-
minha e 1 criado, Francisco Primo C.valcant da
Albuquerque, 1 fllha e I criado, Joaquim Francis-
co Cavalcanti, Joo Baptista de Carvalho Luiz Ma-
noel Fernandos NelD, Joo Antonio de 0. Chacn, rera
Manoel Pinto, P. Leite Pinto. William II., Svm-
phronio C. Paes Barreto, Aroq, Calor.
Sabidos para a Eurepa, no vapor iuglez La-
tunde :
Euzebio Baphael R ibello e sua familia, e Ro-
ben Leight Bowne.
Sabidos para o sul, no vapor nacional Mam-
daku :
. llosa da Soledade Amelia, Joaquim C. Leal
de Barro<, Miguel P. Vieira, FraociCO de As.-is ,
Baptista, Leopoldino Teixeira AlbnfUerqoe e Auna buual
Ferreira Catao.
Ceinitcrio nublico.Obituario do dia 13
de agosto :
Manoel, branco, Pernambuco, 18 dias, Sauto
Antonio ; convalsSes.
Rosa Maria de Amorim, pirda, Pernunbuco,
6 i annos, vi uva, S. Pedro Martyr; paralysa.
foseaba, eseravs, preta, igaora-se naturalida-
de, 22 annos, solteira. Boa-Vista ; varilas.
caixeiros nomedo?.
De Moreira, Halliday & C., lamben para que M
ordene o registro da inclusa iioineafao de caixeiro.
Na forma pedida, sendo jue nao provaram os
supplicanles a allegada uacionalidade dos caixei-
ros Horneado*.Nao voto, o Sr. olinto Bastos.
De Jos Antonio Moreira Das, pedindo o regis-
tro da nomeico de caixeiro que deu a um seu
filho. Regis[re-se a nomeacao junta pelo suppli-
canle, que nao provou ser brasileiro, como allega,
o caixeiro nomeado.
De Braga & Cosa., para rnandar-se registrar a
nomeacao junta.Proceda-sr ao registro reque-
rido.
De J s Joaquim Carneiro, impetrando o regis-
tro da nomeacao de caixeiro que dera a Vicente
s do Couto.Junte o supplicante nomeacao
por elle .asignada ou a procuneao, em virtude
da qual foi assgnada por Jos de Souza Carneiro,
a nomeacio apresentada.
De Joao Bias Martins, solicitando seja registra-
da a escriplura anti-nupcial junta.Seja regis-
trada.
De Bento Jos da Silva Magalhes na conformi-
dadedo art 893 do cdigo CLinmercial, impetran-
do sua rehabilta dj o processo ascrpto pelo cfllcial Telesphore, o
tribunal manda que se d vista ao Sr. desembar-
gador Bacal.
De Motta Jnior & C, para cenilicar-se-lhe ae
houve alteracio no registro das nomeai;oes de seus
caixeiros. -Cerlilique-se.
De Clementino de Parias Tavares e Justino Pe-
de Faria, registro do contrato social em
commandita que celebraran). Vista ao Sr. desem-
. bargador fiscal.
De Paulo Jos Gomes e Manoel loaquim Loba-
to, para proceder-se ao registro do contrato so-
cial junto.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Joo Fernandos Lopes, juntando cm dupl-
cala o distralo da sociedade Silva Maia & C, em
saisfacao a duvida da secretaria. Seja cumprido
o despacho de 31 de julho prximo passado, nina
vez que se acha satisfela a exigencia desle tr-
Amelia, parda, Pernambuco. 7 anuos, Moa-Vis-
ta, hospital Pedro II; varilas confluentes.'
Maiioel Pereira Freir, pardo, Pernambuco, 38 D.'
annos, solleiro, Boa-Vis! i, hospital Pedro 11; ane- da lirnia
mi..
Angela Mara das Dores, pardo,
anuos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II; gao-
ra-se a molestia.
Manoel Matheas, preto, Pernambuco, 28 annos,
solleiro. S Jos ; ignorase .1 molestia.
Jos A relino Sobreira de Mello, pardo, Pernam-
buco, 13 annos, solleiro, S. Jos; hvpertrophii do
coi apta.
Vietoriaa, parda, Pernambuco, 3) dias, Santo
Antonio; febre.
Maria Romualda da Fonceca, branca, Pernam-
buco, 51 annos, vuva. Afogados; cancro no
tero.
coa o ruiEcmi iiscal.
Petic5es :
i De Bemardino loarte Campos Joaquim Duar-
le Campos, Antonio Duarte Campos Jnior o
Joaquim Femaudes da Silva Campos Jnior, re-
gistro do contrato que juntam.Nao tem lugar,
j vista do parecer fiscal.
De I). Maria da Silva Campos Guimaraes, Fran-
cisco Jos Alves Guimaraes e Autonio Jos Cor-
deiro Smes, registro do seu contrato -Regs-
tre-se o cun(ra.o nos termos do decreto n. 4.394.
Maria. bnn:a, Pernambuco, 2 anuos, Bia-Vs-
ta ; bcxigr.s.
tal Pedro II, cargo da junta administrativa da
Santa Casa de Misericordia do Reeife. um jar lim
para recreta dos dientes all recoibidos, com as
coramodidades exigidas, os membros da sociedade
acadmica Cluk Democrtico, composta de alum
passagem
ro miud i
mas se porventura.4 falta de dinhei
que 6 geral/o passageiro da-lhes a
trocar para se pagarem urna sedula de 10JOOO,
entendem os conductores que devem flear com a
sedula em deposito, obrigando o passageiro a ir
iHnOMCi nmmum.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 11 DE
AGOSTO UE 1873.
PRKSIUEMCIA DO EXM. Sa. CONSKL1IEIHO ANSELMO
KIUNCISCO PEItKTTI.
A's 10 horas da manha, presentes os Srs. de-
pulados secretario Olinto Bastos, Lopes Machado e
os Srs. supplentes S Leitao e Alves Guerra,
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente declarou
aberta a sessao.
Foi lida e appruvada a acta da precedente
sessao.
EXPEDIENTE.
Offlcio do presidente e secretario da junta dos
eorretores, remetiendo o boletim das colacoes
offlciaes da semana de 4 a 8 do correnle.Man-
dou-se ar; ivar.
Opposifao de Francisco da Rocha Passos Lins
moratoria impetrada por Antonio Joaquim de
Vasconcellos.Sobre a mesa, al que venham os
papis relativos diligencia a que se mandou
proceder.
Jornaes offlciaes de ns. 171 a 17o. Para o ar-
chivo.
Distrbuiram-seos seguintes livros :
Copiador de Monteiro Gregorio & C, dito de
Jos da Costa Ameran.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Joe Gapistrano de Oliveira & C, pedindo
que se certifique se est ou nao registrada a no-
meacao de seu caixeiro Angelo Pinto Romano de
Oliveira. Gertiique-se o que constar.
Oe Francisco Ribeiro Soares idem quanto no-
meacao de seu caixeiro Angelo Custodio Rodri-
gues Franca Juntar. Deferido.
De Aurehano Lui< Alves, idem quanto a de
Joo Luiz Al'es. -Coim pede.
De Moreira Monteiro & C., idem quanto a de
Joao Carneiro Lins Soriano Jnior. Siffl
De Duarte 4 limaos, idem se houve alteracao
no registro das nomeaedes de seus caixeiros.
Cerlifique-se.
De Alberto B. Gheny, idem na mesma confor-
midade supra.Passese.
De Angelo Dias da Silva Gardeal, para certifi-
car se-lbe a nomeacao de seu caixeiro Manoel An-
tonio Flix.Passe-se certidao do que constar.
De Monteiro Guerreiro A G, solicitando certidao
da clausula pela qual os supplicanles sao succes-
sores da firma Rocha Leal & C, a vista do con-
trato celebrado entre Manoel Jos Monteiro, Jos
ye Manoel Joaquim Pereira, idem do contrato
Pereira Irmos. -Seja registrado odis-
I trato de cunformidadoxom O decreto n. 4,394,
">. De Correa & C, idem de seu coulrato incluso.
i Registre-se o contrato na forma do decreto
I n. 4,394.
De Autonio Martins Moreira, Jos Joaquim Gon-
calves Bastos e Joao Antonio di Silva Bastos, idem
do seu distralo.Proceda-se a o registro, segundo
i o disposto no decreto n. 4,394.
De Francisco Jos Ferreira Guimaraes e Au-
, gusto Octaviano de Souza, iegstro do seu con-
trato.-Faca-se o registrs nos termos do decreto
n. 4,394.
Da companhia ingleza Union Marine, registro
dos seus estatutos.Junte a supplicante docu-
mento que prove ter sido com procuracao igual a
exhibida, que furam registrados os estatutos da
mesma supplicante na Bahia c no Rio de Janeiro,
e que foi justamente com tal procurarlo que seu
agente solicitou e obteve o decreto imperial.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o. Sr.
conselheiro presidente encerr i a sessao ao meta
dia.
RESUMO DOS BALANCETLS DARECEITA
E DESPEZA DA CMARA MUNICIPAL
DO RECIPE, NO TRIMESTRE DE ABRIL
A JUMO DE 1873.
Exercicio de JS72 a 1878'.
RKCi:iTA
Saldo do mez de marco pr-
ximo lindo.........16:0039361
Rcccila arrecadada nos mezes
de d'abril a junho .... 37:528772
53:5329133
DESPEZA
Importancia despendida nos
mezes' d'abril a junta. 34:0089666
Saldo que passa para o mez se-
guinte........... 19:5239467
53:5329133
Cmara municipal do Ratie, 14 d'agosto
de 1873.
O procurador,'
Jos Simplicw dt Sd Esteve*.
PARTE POLTICA
PARTIDO i l*\Hb II\ ADOR
RECIFE, 16 DE AGOSTO DE 1873.
Os homens da Provincia como que j vio sen-
tindo o estylete do despreso publico em qne tem in-
currido pela insensatez e dubedade de suas apre-
ciaedes incongruentes sobre a questao religiosa
Dominadas de um odio tieego quanto injusto
pescado benemrito cdadf6 que preside actual-
mente os destinos de Pernammeo, teem os Ilus-
tren redactores do orglo oppcsicionista olvidado
nos da F^culdado de Direito,, offereceram quell^ Ijav'k o troco restante da nota no escripetorio da I Joaquim Guerreiro, D. Maria Bernardina da Rocha completamente, nao s o que devem sua ppopria.
i
}




\
'



v-
T.Ul'M i)\MM m ill mlfSBfamo de Pernambuco C'sabbado 16 denosto de 1873. TH! ORiW # II
diguidad Ante o compremisso de IumACJuBt trahiram ao acyurj
como ojpaciaWSil
ennobrecem aQlMM*
r^rarom-se ein eseriptoi'es pblicos, e desnaturando lodo o sen passado. E isto ludo Jio do remedio proporcionar UmllivM^M
nmii# as mascalas-tradices quoJ polque ? Porque- o Juiuiilde-luir. imfeff**'1**' ieo VrlwidNWtoT''
QMMdde uiu pavo licrjico c briiv. Gqvanpa, perseguido porque ou's sjr grande un ...\o.M>Mee4iH de Imitar on f^i*$lpj
sj, que tem atfMiftie dio ser Iludido, mxime
por aquolles gflB jt_*"|'|"'' con o privilegio de
fallar em asmeniimerdade.
Conheecsa que o* Ilustres publicistas da Pro-
tincia mm ao mMtir^RertftiMRftasr.ollttdos
meios que emproj(B pantoforift-.st; do lahyin-
tho por clles incsftee tecido, t.il :i onafuso em
oae laborara sna| is entro o desespero de cau-
sa que as perturba, o < laffiot ntnihado que as
corrompe.
Beviam contar ootn o tiao popular-qwm se-
wa ventos cnlktiimiefltjdes.
A psiciy|!saMft eit 4a parte seja dafr-pulagao, foi t >mUa por tules
mesinos, enMlados na amliir.to utiedera'* do
poder, de que nunca usarain, senii para abusar.
As puguas de nteresse publico, come sao as
do* partidos inllitHiites no syslema constitucional,
correm entnente perigo ein mos de pleiteantes
Jialiaa.dfi4Jftlfialismoe do crticas firmes, un tea
rea motriz deevoluedes e deseiivolvimcntos bom
combinados.
Os illisiics redactores n Pronnoia perdem o
teuto uo meto o i turbilho de suas v>opnas con-
tradicces *e incoherencias.
Fallando em uorae de partido t*jor,d, que um
ni hora condescenda era taes poden'-, ei-Tos re-
pudiados pelos liberaes do principios austeras,
para quem as ideas sao ludo, menOi o monopolio
indecente de comllijs ;i|iaxun:idus c sem a*io-
turnia
Desorientados entre o foge de cruceta que os
inetralha dos proprios acampamentos, ci-tos que
entam salvarse om busca ilo bom aucoradouro
no esealer doidi-teJhiiv a ftepublie com a qudl
entretanto se dicew eiu>radical antagonismo !
_Ah I Srs. da Provincia, miando todas os or-
aos de ideas atonarchkas, na aUKtasa ou *
"tuina, vos abandonara, e.-Jiideuinaiido alia epo-
sivamcnte o voso pwcediniento eutoutendo-r.a
ouagna questao, que a lodos impresiona, vos, os
fulhmios das lberdades nioiiarclweo-eonsiftu-
cionaes, vos >;ls repletos de satisiajao.por
eneuutrudes cCor-do de plano estovAacict) or-
gao repblica-no "coaira a actual sitoac'isoJi-
lica !!...
E-tareis colloorfdis no mesuw pealo cm| que
>t i a Rtpmlttiea??
S assiai .lutej de 1111 atteaiei, sensores.
A* R'ii'iV<-i pt:iiM OU iridt i:.i ola que do-
niinein liberaos ou conservadores. Quaado fr-
desjt'ivenii, t-'.'.i rara contra vs o qoehojeap
plan lis cou tru es c.mser valores. O sea grande
iMefee d de- rjlisar os partid is, *a-4ouUcu-
los di lhri,>.yi;;ti.i que dis ciuta. da men&rchia
pjssain brj.'ar as liasteis dd u:a< Bom edosoo-
nUecid.i arvire soclil.
ApropagaRdarepublicana aio 6 i:r>n te ; oais vc> o sow, e sois-I. d^-a-tradim'Mite
juanJo a ;.v. s ajs ijuatro ventos di publicidad
as seaiates ulivii- la Provincia, i 12 do coi-
rente :
Na ijuf--.) religiosa assumim is, em quaato e
Sr. L'iceu.i sere-i.ve a tiein cuBfr^^, i le;- i\<
paiz, a saftagaarJar aord-m civil graveineole
a:neacad:i pela invaso ruan;, p.si;ao t!e
Observ.iI ires activ is, de /?/< ./( Ifiinuyi.
A W/ci' 'Jca do i.) profundamente coaveocid
daoiuv.;aij:ieia e ncoessidadj dessa attilude enr-
gica o digna (') e a niais conduscente aos fius d i
ibenrade n crise difflcil que atravessa o paiz, es-
creve as (egaiqtes linhas, que apoiam okosso
modo de ver a lata religiosa uest provincia.
O3it (U nuil definir ix rrsptcltvus sitm
iSet, a da iijreja t a il> imgerie, dtptit te pr
jirrn'l: ftim j embate, restn mu a /i.- olurrrv
mperlptciai, npplauiinio onrepnwaiul-t M fon
ieniues, eonforme tea celas raidri.
Se o nosso cdleya intnifestase assiui com re*
laca > queitao religiosa no paiz, cem poleria-
nios no* -(sie !i nos inauife.-tar snh o procoa.-ula-
do di Sr. Lucena, sobre o dominio das vial i rias,
^.is bravata*, das injurias edasJe vialidades i Que-
r.-na i ? inte presidencial que na questao religro-
si. a 'o u* grava qae se suscita presentemente,
Vmmhs teiva < cigar ao Sr. MCtmaf
Nao preciso mus claro. Ah est atnfel de
h t> m;-: ifa ;: i i p 11 > para onde a eonsba pesa :
o* incauto* que se regufein por ello.
Hflilobem, Se*, di Provincial direilo natural
il i naufrago ajirrar-se a primeira taboa de sal-
vaeae que enemtra
Os lili'cii'- m i-i ir ''listas na boa t i hhs con-
vic.o a di d ViT 19 i|;ts f
(}'.' imputa A RipaMkQ ponsa eoavesco.
Va<-:: cirit-!ii;i iiario< initute
cumprimento do seu devor, coiu cs.-au talo dos sejw
inmig'os, tomn cbnt*daadm"inislracao da provi- dqntiije, os erid mai avancadus de db
cia que o vio nascet* o tem sabido ser um grautft M sdar elaiwaoaToinposicilo nto
cidadonum graude presidente
Todo* os los da VHla^iuWiea 04 # I,r "
nque de Lucena tata sido tftMdc^M'nprenr
Ufn- KfOV^ft^HiM) niq aos leti: elTeiti
un o desputi; sue as pi
, ellos u-am da tiv.'.s e .
m tanta iiifoei- las.
mmuciosamente dttidos. Mas conlt ? Em
de impareialidado, lies faBan com_a despuu;
?m vez da an^Uso conscienciesa
valuinni- l'.rpe do iileive ; r com
dadetecm procedido 4ue todas as mus aecusa
ces dispensam rcfutacoife, ponrae, ao con4ro
dos axi Uiaiaaram criminoso o delegado de Ouricury e
romiM ViTgonbo.-oinento xlesnieutidoj paj bjoaress
tarta_o insu?peito Sr. consclbeiro l'aes Brrelo,
estadista pobre e honrad cluuiaup criipinoso
o juil inamcipal de fieyonna e fcraia desrijiutidos
pe+o juizo do iususpotto Sr. coiiselheiro afkria
UUctara lanxar a iniustica sobro o actes de cej
fe de policia do Cesr, por. m foram vergonhosa-
mente rechacados rea eloqnencia dos factos, elo-
qnencia fatal que ramaga o anniquila.
A aecusaco, pts, alom di dedeakiade de que
tem dado as pravas mais solemnes tem perdido
palma palmo um terreno, que tcia-llie -sido pal-
mo i. palmo conquistado.
Nao s isw ; uao se liwitam o passudo, e
noproprio presente pioeuram mentir em face dos
nietos, aliiu de accanvtar o odio sobro o Sr. 'Dr.
Lacena, mas nao attendem i que sao qnotidiana-
menle desinenlidos.
Ao mesmo lempo que as*giiain aquplle culehre
leando protesto, burlesco aa lorma e no l'uado.
eslou certo de que se o assigneram nu foi por
espirito de partido ou porque .cedorum conside-
raefies pessoaes, e, no interior de-sua eonscicucia,
quaiitos nao eslaro aiTopendidos daquclfe seu
procedimeuto ?
Oque prove isto ? que a epposioao inonli-
rosa.c qne ella nao campre o seu devor; que
faila-se por invefa e souieulc nf;r invoja.
Proclamain tollos os dias que o Sr. Dr. Lucena
c culi irlo polo doaarqsu publicu, que cercado
apNOBS poc vis iu'dranienlo*, c enlrelanto saliem
oue ainda ui*to ningueui os acrediut Ginsta-nos,
con: elfeito, que luembros do direclono, wtaRJ a
is. Exc Stima e svui|)itbia, e o i|ue oais fro
iiuifioi-n'd e procaram-u'o. Sera isi > mentira 1
lles que digaui Consta-nos qne, h.iiem poucoe
das, o Kxm. Sr. liarn de tiuaiarape, cujo libe-
Mlisato nin.'uem de certo pora em duvida, cuja
independencia de carcter
>u", aleui do mais, e um
abastado visitou S. Exc. e esta sua espontanea vi-
sita nao indicara pi veatun aue es ver.Uidtiros
liberaes consagram estima e syiupalliia ao Esin.
Sr, l(r. Lucena A" sor wrdadeiro o faci poder
ncm acido
ma otra
. compostj
de unw a
pr
I
antimano
11
Acaba
os
.. 1 nal pos-
veis e cura
maravilla'-
ao
)-otelo que a
wiiru
UVKUl'OOL &
INSURANCE
Agente*
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resfirv
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xa. IX .Uiuain U^'ty- ,1- yi'iidoica,ai;uuselliada
^MjvoH $\ibePtMf>jor sfaMinUMida* a
seas iliretlos, jue obrjjja-nie reyoduzr o que a
respeito j disse.
Entretanto,^^sw|tBitIlc&pKem qoc esta ,
scnliora ligur.r ne-s veTL'onTi ,vn neporio, ugo
iRiiito aproposilo wrnar aexpr este negeio, e
reproduzr as niesmas assseveracoo em que estou.
Hr ni'Jte do f). Froi, nwi d* tni regau Ue meo, 7 1
marido, vivendo este com a teuda o inantcda -
'oiitituio-se devettor atinada t Fres no res-
licetivo inventario ; este supp ta e falso debi-
to era oriundo dos alugjieis do jredio do mea
casal qee serr de iialacio do go*mw qne meu
marido recobia ; e para dwa)e quantia de
tnut.i ; tantos eolitos deris coiaaraui juros de
juros,como estuu muito informada de tolo, o si
quizesse pedera o testcuiUHlu> e juramento do
honrado negociante o Sr. Antonio Teixeira do
Agueai ; feito este orranjo oarinaram o debito ;
mas tiveram a cautela de iuteirar a barregan de
meu marido ein lodo jaedio qne ligura-camo per-
teroeodo aquella tinada, e paite o tal.debito, sen-
il o dada a inaur parte delle a Sra. Almerinda.
Peilo isto, meu marido aceitou duas leltras do Ierra
urna a favor de ?ua larregaue a outra a favor da
Sra. D, Aluii.riiila, iiiua,laijueli.i. Erara nego-
cios feilos bino luteresse Jos lierdeiros. que meu
marido instituir,.e para projndicar o meu diroito,
mas eram feilos u* iniutu ausnacia, n quando
presente eu eslvesse iguardar nie liia para a op-
pjrtunidade.
Falleeeudo mea marido, os herdeiros disseram-
111.' que taes dbitos aao appareceriam, o aniitas
\-ezes o Sr. Dr. Jacintho Caes Moreira
2dsf0:OO|00
8,000:OOOOC
vrites,
ls LathnmC.
RA DA CRUZ N. 38.
AA4.H Mf> otrjCUm 8AIB0S
'No dial a 13...... 16.16
Prtmclra porta ii'dial't ? IrJi
Segunda porta ...-. |ii'
Tiirceira porta ....... 182
rrapiebo Coneefao ... 73J
' _^ 17,383
SERVjgo BAhlTIHO
Alvarengas descarregadas nn trapiche
da alfaoonca no da 1 a 13. 32
Ditas ditas no dia ti......
Navios atracados no trap. da alfandega
AJvarengas........
\'o trapiche Gonceicao ....'. 3
lrn
1!
s na imprensa
f.inlemnain e mallizem o vosso proeedimento de-
zaodo na magna iraestao, e o julgam ORconve-
ii!<'ii!i-*:r'i 1 oria-i;nl neme aos crditos do partido
a .('*'' di/ci portencer?
9ra hilas! Ds r>publicaiMS achara gao Ides
mnile t; !. ei q tanto basta pirt esentargode
rwri. i,"i 1.
O jijvo 'nanif>s(a-e leseootonte e fro ante a
exp!).>;) de <..s-d* olio* pessoaes em puro prejui-
co da cinsa qne 1 iviois il fon lor com pat.ioiisino
beixo
Gritados f N;n ao menos saben) fazer urna re-
tirada h mrosa. ex le'.ite <|ue muitas exea re-
babib:a a um general infeliz.
1) desden pnWieo ibes seta leve.
e nbnegaca 1 '
E' que ij povn ni sab: que estaes di
da egida repubi MOl . .....
ue Mrnd'iti
lodos recAialiectiii, e I 51 a.-severuu-uie isto, certilicanditme de que esse
agricultor bupeaW c Otffnpngso u*gocfo nao wria 4 W E 110 i iteres-
se do i|uo lal cousa nao apparecesse, iiropucurain-
me a t-d cessio da quinta da Laueira, nerte
sentido eontraaram com o mesmo Sr. Dr. Jacio
Um Moreira, eutfu mea procurador.
Depois que apauharam a tal escriptara, e se
[u'garam seguros, faltaran) a eondicao imuofta ;
om vista do que o meu ex-pra-urador o Sr. Dr.
Jacintho Moreira retiroc a colpa que fiz dos bens
para a minlia meiarao e declarou seni effeito a iil
escriptura de cesso. Dahi Jatuti a luta feia e
vergonhosa que urmoveram cunta o meu dito
ex -procurador, e Ja qual o publico desla provin-
cia e-t.i iut-.'irad i por ter lido nos ornaes.
Estatn'lecida a luta pediram por parte de D. Al-
merinda o pagamento da tal fra e nao da ou-
tra ; os herdeiros de mea liuado marido anuui-
rara a que se pagn*-e, mais o meu exprocura-
I dor oppoz se, e euto o juiz do inventario remet
leu o negocio para o uteio ordjnajio.
Foi proposla acQ*i ommurcial contra mim s,
para pagar inetade do falso debito, visto que os
herdeiros, que s.ao o< proprios interessado*, nao
pozeram duvida no pagamento, do que nao paga
van ; live sentenca contra na primeira instancia,
appellci para o meritssimo tribunal do commer-
cio ; e oiitom j i harta lido noticia de que o mea
aJvogadd, em Purnamboeo, o Sr. Dr. Aprigio Gui-
maraes ombargou o respectivo accordo.
opp isieo adejar, e quando dahi se afasia, a 1 p- Confio qm o meritssimo tribunal reconsideran
osieao extra-legal, illcgitnna, injusta e iui:n > a s:ia decfsao para me fazer justi.a, e qnando nao
tara, o pie na 1 6 de esperar, atiento a certo* do-
eununtos q::e Ihe serao apresentados, tenho anda
o recurso da revista. E quando a justica me fal-
te com a *ui decisao, pretendo oppr-rae na exe-
cuclo com lauto que heide disputar palmo a pal-
mo i ni'm diii'it para nao pagar o que nao deva
ser de outre moda traducido?
O que prova ainda isto ? E' que a opposica e
mentirosa, que ella nao iradirz sentimo.ito agnni
confossavel, que es verdadeiros liberaes. os lo-
meiis de neni com a opposi.fio iqetainal, que par moio da iin-
prensa s tem feito a S Esc.
l-t 1 tu lo enclie de indignacaa lodo aquelle que
e*tima v. d.ideii'aiueiite q seu \mi, e queselo o
seu cora,ao palpitar ebeio de amor da patria
Ser por ventura este o papel de urna op|io*i;i>
|ue se presa e que sabe qual a regra 00 pro
ceder que llie iracala no gorerno represeu:.i-
livo ? Nao, mil votes nao, isto o a inversio de
todo* os principios, isl > aiiarcbia, deuiag gia,
tillo quanto ha de fei e imiural, porem op-
posicao nunca !
as sociedades m i lemas, o direit i le jiscussao
e p.T e nsegnime de oppomjao a alma dos go-
veruos representativos, parea) ha e jBvo baver
um p mo ein lomo do qual elle gyra.; no mun-
do 111 nal, be;n como eiu pAiSici, o movimento
sappoe um ponto immoveL Pois bora, esle poulo
e a verdade o a ju*t-a, ein torno das quaes aeve
a
P
ra
Ella, quando wrdadeira, npojao poder a obri-
jfaco de velar aUentamenie sobre todo* os seus
actos, e pod;-se de algn m. a sua salvaguarda. O pi.ler >erve-se della
cutio, para inarcliar om sjguran; ; atteud |
aUBLICACOS k PEMDft
.% iniprcnMa o|>po.*iieoHta.
lnteiramente desacostumado as hitas da impren-
>a. sem ter gosto neni inelbiacao ilgnma pelas po-
lmicas principalmente quando ellas tomara a cor
partidaria, poique quasi sempre lenbo observado
que degenerara c se reduzem ideas de exclusivis-
mo e exageracAo, teuho acompanhad > apena* de
longe o movimento ila imprensa de rainha pro-
uincia na quadea anormal que airavessamos.
Quizera conservar-me sempre n i poste que tenho
at agora guardado, quizera continuar a manier o
meu silencio, porm son forcado a quebrado, nao
porque cntehda que a minha peona venha prest r
iidevaiites serviles quem quer que sea, pois re-
coaheco-i sera prestigio e sem forra, mas porque
quando se trata do beiu publico, nao se quer saber
seo contingente trazido grande ou pequeo;
cada cidado tem o dever de pOr ao servieo de
seu paiz tudo aquilte de que pJe dispor.
Almejando sempre pela feliciJadede minha pro-
vincia, enchi-me de catisfacSo quanlo soube que
tiuha sido nomeado, para dirigir os seus destiuos
o Exin. Sr. Dr. Henrique Pereira ie 1 ucena. Co-
obecendo sen carcter probo, o* seus honrosos
precedentes, a su vida em manchar o seu potrio-
tismo emfi, eu desde Jogo augurei bem da sua
administracao.
Qual nao foi entretanto o mea pesar quando vi
a maneira desabrida com a qual foi aqu rceebi-
do te symplhico cavalheiro 1 Ainda elle nao ti
nha chegado e j o Liberal, no estylo burlesco que
todo* Ihe reeonhecein, atirava-lhe o insulto e a
calumnia ; mal elle desembarcava c a Provincia,
que se di-, ergio le um partido e "que entretanto
tio mal lera cumprido a sua tnissao, assacava os
mais injustos improperio*. Tudo isto causou-me
d, assim conw encheu de indignacaa, todos
aquelles que tiuhaui o prazer de eoutieeer S. Exc
Pouco depois a tempesta le, que tj furiosa se ti-
nha levantado, serenou por algum -lempo.
Era que o Sr. Dr. Lucena soube tao bem ba-
ver se n.) exercicio do espinhoso cargo que Ihe fo-
ca e nfiado que aqueties mesmo* que tanto ole-
resse tinham em depriuii-lo, tiveram pejo de con-
tinuar no mesmo sentida. Muiaram de ruma, e
'orno om tinham grandeza d'alma bastante para
fcuor a jnatica que era de vida ao* seus a -.tos, cal-
laram-se, e o seu expresslva silencio foi a maii exa
la traducca da completa confusao em que tinham
litado, e do desmentido solemne que tinha sido da-
- da verdade e a impotencia da injustica !
Mas esta paz nao durou muito tempo ; era mis-
ler desencandear o* ventos e dar saluda ao* odios
pariiUari, que fenneniavain em animo* ambicio-
sos, e rodo* pela inveja e senthnentos inconfesa
veis. Rido.iizeram. talo iramaram, traustorna-
ram indos os priBeipios. desnaturaram todas as
intences, inverterara e proeurarara fazer ver por
pessimos prismas todos i>s actos pne*idnaiao>, e
ninguem ignora -que! le-i> *i*j o papal d impren-
ta QpposciiiQiia,ila Peruaiuoiwo, depuisdoi aoou-
teoummios de maiu.
^0 se limitaram' oo-ibrira verdade, e a nar-
rar os aetos como ejlas nao tinuam lido lugar;
wain adiante, laiia/am mao de toda as armas,
'uelhia suggcri.i urna tct.ca infeliz, rodearan)
wne circumstanciasqiw nao tinham tido, pro-
curaran) denegrir todas as inteoedes de S, gxc, e
levados por urna raiva hj lroyhobiea a(irra-sc
*3f>re a sua vida, com a maior aos seus reclamo* o s suas criticas; toma a
como ponto de apoio. Des le porem que a oppj-
sicaj cega-se pelo espritu de partid e pela am-
bicio ; de* Je que ella una oapesicap mentirosa
e falsa ; desdo que ella faz ti.ubre era mutilar
a verdade e levantar altares mentira, que m-
rito tem se nelhante opposgao, que ap jo p ide
prestar apiillo que u olferece rosistpcia ?
A arma da mentira e di calumnia nao deve
ser empregada por uuii opposico que se pre*a.
Os caracteres honrados do partido, que combato
S. Exc, devera-se lembrar de que a opposlco
do boje ser governo amanh, e enifn paderio
queixar-se se forem empregadns as moamas ar-
mas (i Sr. Dr. Lueen.1 nao merece as aecusa-
foes inseosatas que Ihe teem sido feitirs. Sea sujeit is boje ao onus
oppnsicao continuar cono tem ilo at agora, ne-
nlium sorvico ella prestar provincia. Todos
conhecem a probidadu e honradez de ,S. Exc. e
entretanto vem a maiiidra pela qual illas sao
atassalha la* pela imprensa opposicioiiista. Pois
bem, quanlo vier esta provincia um presidente
que n.to saiba cumplir os seus deveres, -se a fa-
lalilade assim o permiltir, que liuguagem po-
dera mais empregar a opposicao ? Ningum a
;i'o. litar ento e os seus esfori;os serlo perdi-
dos. E, por outro lado nao ser daqui por di-
ante qualqner elogio da opposicao urna circums-
tanda aggravante: atienta a sua conducta at
boje ?
O Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira de Lucena
pode continuar tranquillo na sua administrara..) ;
o? pernambucanos lenes e sinceros, os liomens
de bem de todos os partidos, que nicos doveni
ser procurado*, todos votara a S. Exc. estima 9
consideracao, todo* s teem para S. Exc. amisa!.'
e syinpathia. Einquant a esses afeiros que S
Exc. tem ene.nitrato em seu caminho, elles s
eoncorrem para de-moralisar o partido Jiberal, a
provincia de Pernambuco e a impreoaa, que,
em nossa provincia, est reduzida ao estado em
que j eteve na Inglaterra, no reinado dos don*
primeiros Georges. A -lies podera S. Exc. ap-
plicar aquellas palavras que Erskine Mav poe na
bocea do Sir Koherl Walpole : sou indifferent
aos ;>ta*|ues da imprensa, a iespreso Obancfipto-
res polticos i|ue me injuriam, porque sao ca-
lumniadores prfidos, e nao merecen) considera-
cao alguma.
Lembre-se sempre S. Exc. de que nesse ardor
genoroso que o levou coneepcio de levantar
um asylo para os infelizes alieuados, intento de
certo grandioso e difflcil, todos os verdadeiros
peruambucan is teem proeurado S. Exc, e era
um s o abandonou.
Voltarcraos, se nos for possivel, questao re
giosa.
Recife, S de agosto de 1873.
Um pernanibucaao.
Os abaixo assignados, summamente penboradoi.
pela attencao eom que faram tratados pelos Exm.
(?residente do jury, o Sr. desembargado!- Loureuc 1
Jos da Silva Santiago, e o Sr. Dr. promotor Joa-
qun Jos de Glivera Fonceca, vecm em publico
manifestar sua gratidio c respeito, confiando que
esta manifestacio natural nao r offender o ca-
rcter dos raesraos.
Sala do jury, 15 de agosto do 1873.
Manoel Joaquim de Barros Rogo.
Jos Joaquim da Costa Fajozes.
Jos Candido Viegas.
Gandido Jos Lisbdi.
Joo A. Pereira Rocha.
Ignacio do Nascimento G. da Luz.
Manocl Pereira da Cunha.
C-lso Tertuiiano Fernandes Quinlella.
Angelo (Custodio Rodrigues Franca.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Joaquim Tranquilino de Leraos Duarte.
Joaquim Antonio Carneiro.
Joaquim Salvador Pessoa de Siquira Cavalcanti.
Lino Antonio Gonealves Penna.
Joo Gonealves Pires Ferreira.
Ant nio Machado Pereira Vianna.
Jos Duaruue Lisboa.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Tnslao Francisco Torres.
Franeisco de Paula Clemente da Silva
Minervino Augusto de Souza Leo.
Henrique Alfonso de Miranda Loa).
Joau Fraaejsco Antones.
Tltom Rodrigues da Cunha.
Dr. Jos R. B. 9 S.
Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cuoh) Miranda.
Fiiuem cortos di*to
Ora, dado i*so, fazcm a Sra. D. Almerinda pres-
tar se a protestar por segnranca c re-alva de di-
reitos, parque eu z una esci-iplora de hypothe-
ca em favor do meu credor o Sr. commendador
Manoel de Vascoacellos para garantir a este hon-
rad 1 o digno negociante o meu grande debito,
que tenho sido forcada a contralor j por snppri-
nieu* >s feitos a minha fabrica de engenho de fa-
zer assu-ar, o i;i por emprestrnos para acudir as
minhaj gran.les despiezas que tenho feito para po-
der ha ver os bens da meiacao do nun casal.
J sevd que a Sra. I) Aiuierinla nao tem. jo*
m re, nada, nada absolutamente tem com os raeus
ben--, os quaes esto Kyrea c desembargado*, e s
da hypotheca que volunta-
riamente z, poeque podia e devia dar ao meu
credor todas as garanta*, tanto porque quero re-
sumir as minhas transajoes somente com esta
casa, (Manto porque tenho nolla um crdito aber-
to. o tenho contado em todos os meus vexames
com a referida casa commcrcial do Sr. commen-
dador Manael de Vasconcelos.
Portento, pJe a Sra. D. Amerinda fazer quan-
tos protestos quizer, salvo o onus referido, h' de
dispor dos meu* bens como eu quizer, sem fazer
caso algurn do wppmto dimito da Sra. D. Alme
rinda ; e para qne nao estejam illudindo, e nem
s.ipponham ijm nao estou informada do meu di-
reito, declaro que a Sra. D Almerinda obtendo a
causa sabejamente julgada a seu favor, ter apenas
contra mim um direPo, mas nao contra es meus
bens; e que pois os seus protestos e nada, sao
una o a tnesma cousa. Esse protesto teria lugar,
se fosse'lniciada aexeeucao: e cu, 'para defrau-
dar a pxecnean, lizesre aiVaces; mas estou ain-
da muito longe disto, e espero em Deus nao ser
necessario illadi- a exoeucio, porque a jaica ha
de triumphar e como tem trinmphado contra
todo* os meios ardilosos que se tem empregado,
para que eu nao tcnlia a meiacao dos bds do meu
casal, e espero ainda nao chegar a isto, porque
antes disto hei de reivindicar os bens do meu ca-
sal que figuram ao inventario e partilha da fina-
da Maria Avulina de Mendooca, em poder de
quem estiver.
Esperara o julgamento das partllhas para poder
tratar deste meu direito, e por isso previno a to-
dos que nao negocien) tae* bens, porque elles nao
sao dbitos forjajos.
E o que por ora digo.
Eugenbo Oriente, 19 de julho de 1873.
Baronezu deJaragit.
NillTUIOS
CONTRA O FOGO.
Acompaiiliia Indemnisailora, estabeleciila
tresta pmga, toma segaros martimos sobre
navios e seus cnrrcgninantos o contra fugo
em edificios, inercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
31
llRCEbEDOlUA DE RENDAS INTERNAS GE-
(RAES DE WrtNAMItUCO
mdimentododia I a 13. 21:330*888
andimento do dia 1 a 13.
'deni do dia IV. .
12:2594646
31:790*33)
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a
dem do dia 14.
y
RECIPE
Hend 11 n-ni" do dia 1 >.
dem do dia ti. .
13.
DRAINAGE.
3:747*919 \
1:533*373
23:281*292
5f>8#n90
168*711
733*811
4ngust9 f. ffliveira l C.
A casa commcrcial o bancaria do Augusto
F. d'Oliveira & C.*., ra dsCommercio n.
*2, encarrega-se de execuco de ordens para
embarque de productos, e de todos os mais
negocios de commisso, qur commerciacs,
qur baucarios.
Desconta lottras, e toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca vista, e a
prazo, vontade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Laiuli*c8.Sobre o unin bank of
london (de responsabilidailo Ilimitada) e
varias firmas de 1 .* elasse.
Pars.Sobre os Srs. maucuakd Jttf-
ou & c.'c gil, e a. tiACQUe vignal &
C* IIANQOEIKOS.
HanihurgSobre os Srs. joAo scuu
BACK & FILI10S.
UbbeMUi Sobre os Srs. fo.nsecas, san-
tos & VUNNA, e SERVSTlAO JOS d'aBRE.
Porto.Sobre o banco i-xi\o do roR-
to, e o Sr. joaquim pinto da FON'SECA.
P*m*.Sobre o banco commikcial bo
para, e os Srs. FRANCISCO CAUDENCIO DA COS-
TA FILHOS.
If aranho.-Sobre o Sr. jse ferrei-
ra DA SILVA JNIOR.
Ce*r.Sobre os Srs. j. s. de vascon-
ceiaos & S0N6.
Bahin.Sobre os Srs. marinhos tic*.
Ro de Janeiro.-Sobre o banco in-
dustrial E MERCANTIL DO RIO DE JANEIRO, e
O BANCO NACIONAL.
PIUCA DQ RECIFE II DE AGOSTO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Cotacoe* oflBciaeai.
Algodao-do Pernambuco e Mamanguape 8>200
l'.'i lo kilos, huntem.
Acro da eompanbia de seguro indenin sadora
330 por cada iuux
(arabio sobre Londres a 90 d,v. %> 0j8 por
I 000, boje..
Dito soltre dito a 90 drv. ib 3(3 e 2o 1(2 d. por
i A, boutein.
CambiosoU o Lisboa a 90 djv. 109 0(0, de pre-
mio, hontem.
Cambio-sobre Paiis a 90 d| 367 e 368 rs. por
franco, hontem.
Cambio sobre Hamburgo a 90 d|v. 470 rs. por
R. M., do banco, hontem.
Oaouurcq
Presidente.
Gonzalo Jos Alfonso
Pelo secretario.
.tendimento
o-'iu do dia
ALFANDEGA
do dia 1 a 13. .
14.....
453:464*63
32:219*769
Cotneca agora
a poca das tosses o eonslipac,dcs -e ontros ma-
les da garganta e peito.
Se todos sonbessera com qne facilidade e certe-
la estes malos sao remediados o curados a>m o
-PEITORAL DE CEREJA de Ayer, sofireriam
muito menos do que actualmente soffrem.-
MOViMENTO 00 *vn
Navios entrados no da 14.
New-York por S. Thi-mai e Para-22 dias, sendo
do ultimo porto 6, vapor americano Mcmmack,
de 2,00 toneladas, conimandanle \V. Weir,
equipagem 63, carga difierentei gneros: a
Henry Forster A. C.
Aracajii e (Mirtoa intermedioso dias, vapor na-
cional Qiquid, da 221 toneladas, commandante
Martins,. e(|uipagom 2i, carga algodao e uutro^
gneros ; corapanhiii Pernambucana.
Nati s sahidos no mesmo ta.
Granja e portos intormedios vapor nacional
Pirapama, commandante F. F. Ferreira, carga
varios gneros.
Aracaj e portos intermedios -Vapor nacional
Mnmlahn, couiioandantc 1. G. da Silva, carga
differentes gneros.
Rio de Janeiro Patacho americano Francis Jane,
.capitao W. H. Harvcy, carga parte da imo trou-
xe de Baltiraore.
Rio da Prata Barca brasilera Aurora, capitao
Jos Rodrigues Cuco, carg.i asquear e agur-
dente.
Rio de Janeiro e BabiaVapor americano ferri-
mack, commandante W. Weir, carga parte da
que Irouxo dos portos do norte.
Liverpool por Lisboa Vapor inglez Lalande, cora-
mandante Oweq NVilliams '-'^rga algodo e ou-
tros gneros.
Navios entrados ni dia 15.
Rio d) Janeiro 7 dias, logre inglez Edita Mary,
de 228 toneladas, capitn John Navio, equipa
gem 8, era lastro ; a Reller > ft.
Terra-Nova36 dias, briguo inglez Trusty, de 153
tonchidas. capitao William Kehoe, equipagem 10,
carga 2,211 barricas eom bacalho; a Saunders
Brothers 4 C.
Rio Grande do Sul31 .lias, patacho brasilciro
Fortuna, de 271 toneladas, capitao Frederico
Jos Frates, equipagem 10, carga 11,500 arro-
bas de carne ; a Silva A. Casco,
Navios sabidos no mesmo dia.
New-York Patacho nacional Jaboatelo, capitao
Cunha, carga aSsUcar, raz do carrapicho e ou-
tros ceneros.
crmfedti do ch (fiiHicaSAdsl para vire eiTer-
tuar o p^g.imculo das referidas, mulla, ob pena
Se se proceder a cobenui-a excclllva. a saber :
todo Bnlinrrdo SOuza HajiHvftcs, mu-
ador- na> fcrfueda da Varteii, mul-
.-*
da
Silva, na de Jaboar
tado 0111
Jos Ferreira
Marao" Pefelflf Cab,
Agua-fria em
Joaquim Narciso da M
a residencia), *ra.
O bacharel CbrislovSo Xavier
ora se a residencia) em
O Dr. Flix Moreno Br idfn (igor-rase a
10*0O\>
M9ii-. 10*000
m;od
104000
OOOO
*SP!
EDITAES.
4o:8i*39i
Descarregam hojs 16 de agosto do 1873
Barca iaglezaEduari llerbeit- mercadorias para
alfandega.
Barca ingleeaOucltess u( Sutheiiand mercado
rias para allandega.
Patacho an)ericano Flora Goodate -varios gene-
ros para o trapiche Conceicav, para des-
pachar.
Patacho americano Um Ros varios gneros
para o trapiche Couceicao, para des-
pachar.
Barca portugueza Nova Sympithia vinho
para deposito no trapiche Cunba.
Vapor portuguer Julio Diuiz -(esperado) mer-
cadorias para alfandega trapicho Con-
cei?ao.
Importacito.
New-York, vapor americano Merrimack, consig-
nado a H Forster k Clmanifestou :
Farinha de trigo 500 barricas a Phipps Brothers
4 C.
Objectos de estrada de ferro 14 volumes Street
Railway Companv.
MMERC10.
COMPAMIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritknos em mercadorias,
(retes, dinbeiro a risco fioalmente de qual-
quer natureza, era vapores, navios vela ou
barcadas, a premios muito mdicos.
RA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro eMnrfiM
COMPANHU
__ t
asB'iniL "til. .1.
Jk |litv!ica circuiuclusia.
Nao so se curar radicalmente mediante o uso
do Peitanal de AmcaltaUa deKemp, todo os ca-
so ordinarios de toase ebronica, broocbites, ca-
tharros, astluna, ele., mas sita lambeio mesmo
qnando a molestia baja affeeudo seriaraeuto os
orgios da respiragio, seus prdfresso* pedera se
seguros mapitmos e terres-
tres estabeleeida na Babia
em 15 dejaneire CAPITAL i.OODaOOOJJOOO.
Toma seguro de mepcadorias e dinheiro a
1*0 martimo em navio de vela-e veneres
para deotro e fra do imperio, assim conw
contrajfog* sobre .predios, gneros e li-
rondas.
Agente:
rifa do
le: JoaqTjirne^OncarreS'BfeWlo,
Cojnmerflitrn. 5; 1*andar.
DESPACHOS DE EXPORTaCA NO DI A 13 DE
JULHO DE 1873.
Aura os portos do exterior
No vapor inglez Mlande, para Liverpool,
carregaram : Adamson Howie t C. 197 saccas com
15,650 kilos de algodao; Gonealves Irnio 4 C
106 ditas com 7,304 ditos de dito ; B. Oliveira &
C. 214 ditas com 14,899 ditos de dito ; J. O. C
Doyle 2 barricas con 24 abacachis.
No patacho hespauhol Themoteo III, para
Barcellona, carregou : J. G. Ferreira Seve 202
saccas com 14,497 kilos de algodo.
No navio allemao A. Gestna, para o Havre,
carregaram : Keller A C. 148 saccas com 11,046
kilos de algedao.
Na barca portugueza Despique II, para o
Porto, carregou : L. J. Marques de Araujo 712
saceos cora 53,400 kilos de assucar mascavado.
Para os portos do interior.
Para o Natal, no vapor brasileiro Pirapama.
carregaram : B. Oliveira 4 C 3 saceos com 225
kilos de assucar refinado. Para o Caer, J. Bruno
O barricas com 3,094 ditos de dito. Para Acarara.
Fernandes a Irmao 1 barril com 96 litros de
agurdente. Para o Cear, M. A. Senna 30 barri-
cas com 1,909 kilos de assucar branco.
Para Macei, no vapor nacional Mandah,
carregou : A. P. Barbosa 1 volume com 13 kilos
de doce.
Cara o Aracaty, no hiato brasileiro Flor do
Jardn, carregou : L. J. Marques de Araujo 10
saceos com 780 kilos de assucar branco.
Para o Para, na barca portugaeza S. Maria,
earregiram : P. Vianna 4 C. 6 pipas com 2,180
litros de aleool.
Para Maco, na barcaca Ajfd, carregaram
Faria 4 FNm 1 pifia com 480 litros de agurden-
le, e 4 barricas cora 286 kilos de assucar refinado;
J B. de Carvalho 9 ditas com 636 ditos de dito
branco Para Mossor, Nieves Irmao 4 C. 4 pipas
com 1,920 litros de agurdente.
Para Parahyfca, na barcaca Umbetma, car-
regaram : BarMwlomen 4 C. 1 barril com 80 li-
Iros de aleool.
Par Alagoas, na barcaca & Franeisco, car-
reiar*;: "Neves hwio BrC. 1 pipas com 960 li
tros'de agurdenle*
Pare e Rio Grande do Norte, na barcaca
Vrmmpho do Reeife, carregaram : Pocas <% C. 2
barricas com 126 kilos de assucar refinado. Para
Mossor, A. Quintal 4 C. 4 ditas eom 319 ditos de
iVto branco.
umXJI*. DA AIWDGA
tendiaente Mera dedil 14. .... 783*983
0 Dr. Scbastiao do Pi"gi Barros de Lacerda miz de
direito especial do commercio da cidade o R'.-
cife de Pernambuco, por Sui Magestade Impe-
rial que Deus guarde etc.
Faco saber polo presente que o bacharel Amaro
Joaquim da Fonceca d- Albuquerque, por seu
procurador, me dirigi a peticlo do ihcor seguintc:
Petiao. Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.-O
bacharel Amaro Joa (iiim da Fonceea de Albuqu.T-
que, Ihe sendo devedor Bartholomeo Teixeira Fa-
ina, morador na provincia da Baha, da importancia
da inclusa lettra do torras da qaantia de cenlo o
cincocnla mil reis que c-t vencida ha inuilc, elo
cando a prescripcao, para interrnpcjo da qual o
supplicante refper a V. S. Be digne mandar tomar
por termo o sou protesto para ser intimado ao
mesmo que se acha ausente, e para provar a re-
ferida ausencia, o suplicante espera que V. S-
marque dia, hora e lugar, tudo na forma da le.
Nescs termos. P. a V. S. deferimento. B. R. M.
Recife, 29 de Janeiro do 1873. Hermenegildo
Eduardo do Reg Monte10.-Eslava urna estam-
pilla do valor de 200 rs. inulilasada cora a data
e asignatura supra. Despacho Distribuida. -
Sira. Recife, 39 de Janeiro de 1873. Barros de
Lacerda.
E uad 1 mais se continha em dita pet.ao e des
pacho aqu fielmente copiados, e por forca do meu
despacho, o respectivo escrivo Ernesto Machado
Freir Pereira da Silva a quem foi distribuido a
respectiva policio, piasen o termo de protesto do
theor seguintc :Termo de protesto Aos vinte e
quatro de julho de mil oito centos e setenta e tres,
nesta cidade do Rocife em meu cartorio, perantc
mim e as testemunhas infra assignadas compa-
receu o supplieante por seu procurador Manoel
Silvino de Barros Falcan, e por este foi dito que
reduzia a termo a petizo retro que oflerecia como
parte deste em que depois de lido assignou. Eu
Ernesto Machado Freir Pereira da Silva, escrivo
escrevi. Manoel Silvino de Barros Falcio, Fran-
cisco Xavier de Sosa Ramos, Manoel Martins da
Cruz.
E nada mais se continha em dito termo de pro-
testo aqui fielmente copiado, e tendo o suppli-
cante produzdo suas tpstemunhas que deposeram
convenientemente acerca da ausencia do suppli-
cado o respectivo escrivo, fazendo sellar e prepa-
rar os autos, mo os fez conclusos, nelles dei a sen-
tenca do theor seguinte : Sentenca.Procede a
justificaeao da ausencia do supplieado de folhas
duas, a .juein mando se intime o protesto d j folha
por editaes com o praso de 30 dias afflxados e pu-
blicados -Custas ex causa. Recife, 30 de julho de
1873. Sebastiio do Hego Barros de Lacerda.
E nada mais se continha em dita sentenca aqui
fielmente copiada e por forca da mesma o respec-
tivo escrivo, fez passar o presente pelo theor do
qual chamo, cito, e hei por citado ao referido
supplieado Bartholomeo Teixeira Palha, para que
dentro do referido prazo de trinta dias compare:..-!
neste juizo allegando e provando o que for abem de
seu direito jui-tica sob pena de revilia. Por tanto
toda e qualquer pessoa prenles, amigos, ou co-
ndecidos do mesmo supplieado Ihe faro sciente
de todo o expendido.
E para que chegue ao conhecimento do todos
mandei pssar o presente edital que ser affixa-
do nos lugares do c stumo e publicado.pelos jor-
nacs.
Dado 8 passado nesta cidado do Recife de Per-
nambuco, aos 6 dias de agosto de 1873. Eu Er-
nesto Machado Freiro Pereira da Silva, escrivo
subscrivi.
Sebastio do Reg Barros de Lacada.
O Illm Sr. inspector da thesouraria pn-
vincial em cumprimento da ordem do Exm. .Sr.
presiden!" da provincia, de 30 de julho pnixim-
passado, manda fazer publico que no dia 11 de
setembro prximo vindouro, perante a junta da
duenda da mesan thesouraria vaem a praca para
ser arrematada por qnem por menos fizer os ; -
paros de que precisa a ptate sobre o rio Goyan -
na, oreados em 5.126J00O e sobre as clausulan
especiaes abaixo transcriptas
as pessoas que se propozerem a essa arrema-
lacao comparecam na sala das ses>sdes da referi-
da junta, no di cima mencionado pelo meiodia
? competentemente habilitadas.
E |ara constar se mandou publicar e presente
pelo jornil.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernan:-
buco, II do agosto de 1873.
Clausulas especiaes.
1
Ds reparos da ponte sobre o rio Goyanna -
executados de conformidade com o orcamenlc e
planta approvados pelo Exm. Sr. prcidento ;\
provincia, na importancia de 5: 26000.
2.'
O arrematante dar comeco as obras no pnio
de 20 dias e as concluir no de 4 mezes.
2.'
O pagamento da importancia do contrato sera
realisado em tres preslaetes iguxes, correspon-
dendo cada urna a terca parle da obra.
4."
Para tudo mais que se acbar especificado n,-.-
presentes clausulas se observar o que dispoe o
regulamonto de 31 de julho de 1866.
O ofllcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira
i^LARACOIS.
O Illm. Sr. inspector desta thesquraria, em
cumprimento do que Ihe foi ordenado pelo Exm.
Sr. presidente da provincia em officio de hon-
tem sob n. 110, manda fazer publico que est
aberta a concurrencia para o fornecimento do
objectos de expediente neeessarios s repartieses
prov'mciaes, pelos modelos aqui existente, que
sero franqueados a qnem os queiram examinar.
As pessoas que se quierem propor a contra-
lar dito fornecimento, deverao comparecer nesta
reparticao pelas 11 horas da manda do dia 18 d
setembro vindeuro
E para que ebegue ao coa^rrmento de todos,
se mandou afllxar o presente nos lugares mais p-
blicos desta capital e pnbliear pela imprensa.
Secretaria da thesouraria provincial do Re-
Grande do Norte, 2 do agosto de 1873.
O offlcial
... Joo.Penetra Nobrejnnier.
- O administrador da recebedoria de redas
internas geraes. em virtude da regra 3' doart. 33
do decreto n. 2486 de 29 de setembro do 1859 t
do art"74 do reglamento 2251 de 17 de marco
do 1800, avisa ?s pessoas abaixo mencionadas, mo-
raduras, na* fregueiias de fra da cid-de e em lu-
gares Ignorados, e que Ibram multadas por infrie-
1 cao do regiilaraeplo 11. 4835 do 1 de dezembro de
}J:6005436' 1871, que Ibes fica marcado o prazo de 30 dias.
Imperial sociedade dos artis-
tas mchameos e liberaes
de Pernambuco
Scienlifico aos alumnos da aula de desenbo do
lyceu da mesma sociedade, que ella funecioaa om
dias de quinta- feira das 7 s 8 horas da noite.
O secretario
_______________________P. P. dos Santos.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura em Pernambuco.
Assemblia geral.
De ordem do Illm. Sr. presidente do eenselho
deliberativo, convido aos Srs. socios effectlvos pa-
ra se reunirem em assemblca geral ordinaria no
prximo domingo 17 do crreme s 11 horas da
manha na ?ara das respectivas sessOe ; aim d-
tomarcm conhecimento do que dispSe os estatu-
ios no art. 43 e seus .
Secretaria do consclho deliberativo, aos Vi de
agosto de 1873.
Boavenlura Rodrigues de Amorim.
1.* secretario.
Parante a cmara municipal desta cidade,
eslaro em hasta publica nos dias 24 do corrate,
e 4 e 18 do mez de selernbro prximo vindoaru,
para ser arrematado por tempo de um aooo, por
quem mais ofiereoer, os Muguis do sobrado sito
no largo do Corpo Santo do Recifajpor 7IO*0UO,
e das casinhas da ribeira por 8oifXW ; e os ioi-
postos de 60 rs. por p de coqueiro de prodoe-
co, exceptuando 10 ps para uso do proprietano
por t:00iAO00; catira de planfa por 634*1.00;
500 rs. por nabeca degadj vaceum por 45(4000 ;
mascates o boceteiras por 90|0l)0 ; luO r. _nor
cabeca de gado recolhido ao cucral por 58*000 ;
120 rs. por carga d quaje uor producto ou gene-
ro exposto venda no mercado publico por 24a ;
200 rs. por cabcci de gado saino, ovelbum e ca-
brum por 11*000; tepeso do ajqugue por 8| ;
e 320 rs. por carga de peixe exposto lambe, a
venda no mercado u.ublici) por '5*001.
Os pretendentes oeverJo comparecer com sejis
fiadores competeniemenlo '"labMados.
Pago da cmara municipal do Oliada 7 do
agosto de 173. .
Ra-Jo da Tacaruna,
Pre*ideuto.
Marcolno Dias de Aranto,
Secretario.
I
residencia), em
ioaquim Dominruis directa (tenora fe
a residencia), |in 10*000
Hei .-iiedoria de Pernambuco, -#4 de agosto de
1873.
Man el l'arieirode Souza Lacerte.
O lr. Manuel Tertuliano Thoina/. Benri-
qUei. |UZ ik ili'eitn da 2J. v--" fivol
(esta liikiile do B^cife de Peruainbuco,
por sua BMgttrtttte o Imperador, etc. ote.
Faco*aber pelo pr isent-, que no di 16 do
correte, se ha de anematar ein hasta pnblica,
linda a audiencia deste juizo, do respectlw dia,
tima mobilia de jacara.nd em bom estado, avaha-
da por iois, a qual foi ptmhorada a \ntonGon-
ealves da ''Iva, por exe.iMv'io de Joaquim Severia-
no Nugueira. _^^ -
O Dr. Joaquim Corri'-a de Oliveira mirado, juii
substituto da provodoria de capcll.'LS uesta cida-
de de Santo Antonio lo Recife e san tormo, pro-
vincia de i'ernainbuco, por 3. M. I., elt.
Fa.o saber aos qne o presento edita! viren) e
delle noticia tiveceiu qne. cm.cumpcqnento do
aviso do miisten-i do mperio de l de junho r)t
< orrente anno, muV baixou em con.vi|uearia da
resnliu;o imperial, tomada wbie c msulta do oon-
selho de estado, dando |iroviuiento ao recurro
para o mesmo interuosto pea rinandnde d Ss
Sacramento da matriz de Santo Intento desta ci-
dade, contra a sentenca pola qnalo Exm. tiiy,<
desta diocese a julgou interdi.-la pela raza por
ella dada, de nao ter a tnesma irniandade iIIiibii..
do de seu gremio os ir naos macona ; e que por
copia me foi enviado pido Kxm. presidente da pro-
vincia em seu ofBcio d; 8 do miz passado e inti-
mado ao Exm. Bis|to I), frei Vital M iria Goneal-
ves de Oliveira, no da 23 do mesmo mea prxi-
mo passado ; como quer quo nao tivesse elle da-
lo ciiuiiirimento a resohicao imDcrial no pttWf
de 30 dias. toe Ihe foi marcado pelo governo, de-
pois de tur expirado (Uto prazo e intimado xrn.
Bispo em noine e auioridnde leste juizo, para ira
tu lo cumprir a predita. resoluco imperial, que
ex vi do art. 24 do decreto n. 1911 de ?8 de mal-
eo de 18-'i7. vale como rcntenca judicial : mandei
passar mandado de levanlamenlo do interdicto
pelo diocesano fulminado contra a irmandade re-
crreme e as nutras as mesmas condic*es, e
seudo-1 he este intimado, bem como as rmanoa-
des para sua sciencia e execucao, acha-se efle-
tivamente levantado o interdicto hincado subre as
irmandades do SS. Sacramento da matriz de San
to Antonio, das Almas da mesma ipreja, da Or-
dem Terceira de S. Francisco, do Dirino (spirito
Santo do Collegio,' do S-s. Sacramento do S. Jos<\.
de Nossa ^enhora da Soledade da Boa-Vista,
do Bom Jezus da Via-Sarra da igreja da San-
ta Cruz, de Sanl'Aiina da mesma igreja, das
Almas da matriz da Boa-Vista, de S. Jos de
Agona do convento do Carmo, do SS. Sacramen-
to da malriz da Boa-Vista, de Nossa Senhera do
Livramento, do Bom Jess das Dores de S. Gon-
calo. de Santa Hila de Cassia. de Nossa ^cnhoia
da Soledailo da igreja do Livrainenlo. e de S.
Chrispira do convento do Carmo, e as referidas ir-
mandades na pawe de lodos os seus direilos reaes
e pessoaes, funecoes c regalas, declarando como
declaro nos termos dos arts. 13 e 14 do decreto
de 19 ae fevereiro d) 1838, nullas, e como se nao
existissera, as censura- sobre ellas laucadas \ 1 1
aquelle motivo prohibiudo e obstando sob as pe-
nas da le, que a protesto dellas se lhes faia-
qualquer vionaeia; pocedendo e responsabili-
tando na forma da le os desobedientes e que re-
cusaren) a execucao.
E para que cheque ao coahecimont de todos,
.naiidei passar editaos, que serao publicados pel.i
iiii;.i'en-a e altixados nos lugares publico?.
Dado e passado nesla cidade do Recife, aos 13
de agosto de 1873.
Eu, Domingos Nunes Ferreira, escrivo, es-
crevi.
Joaiiuim Correa de Oliveira Andrad.

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BMriobdet*taBfl)ue6 8y&a4> -i&tfr.gtet 4tffl$.



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Banco 0(^^1111 fofer-
na&ibuco.
iMiirectoa do Basco Commercial do
ferMMkHed convida os Srs. accionistas a
rtagf-lifitQasamblea geral, no dia 10 de
-*p)ro"'vai]o'ur0, ao meio dia, na casi do
Ranea, rua di Vicario a. 1, para sereno
fM-rtentwlwo rtatorio e balando relativos
a pi6dbf-firtd( 4k\ 30 de junho prximo
pujada >
Aecife, 28 de jirao do 1878.
Os directores,
Joo da Suva Regadas.
- Avtmia jo** Leal n
fra ti. Pyir!IGt> Farreara Hakltin'.
-T&'fiscal oVn-epUpiia do A'ossa Snhra da
&K\ *h.-vkruide du arf 4." do titulo 6. das
postras, muiauaes de 30'de juaho d I8i0, avisa
aos oradores, ios. sitias da raesma freguezia, que
devera mandar aparar e dobrar as cercas de seus
sitiosy de mojo nuo nao .embaraceni o transito pa-
hcosob puna do tjtdUO-de mella.
Freguetia do Sossa SeoHdra Ja Graca, 13 de
.irof de 1871.
O fiscal,
Jos Miguel de Son. Magalhies.
~ (MPASHIA
SANTA THEREZA
wspessoas que desejarcm canalisar agua on
Cjz eui as casas, na cidade de Olinda, (|ueiram
'ateoder-se com a abano asignado, que acha-se
-lutorisado para cilitJr aflodoB a aaquisicao do
Caes melhorameifos, ajandaculo arer as cahalisa-
jes nos predios a cusa da companhia, mediante
oai aluguel mnsar nmrto mdico : a tratar na ra
d. Imperador K43, ou na fabrica do gaz, era
Ha, l* de agosto de 1873.
O gerente
iHStino J. de S. Campos.
ordem de lllra. Sr. inspector da thesou-
? aria ie fzcmla se t* publico para conhecimen-
to de nuera int'ercssar que, em virtude de ter fica-
di> aem cfTeiln o contracto ceebrado cora Thoraaz
<** garvaiio Soares Brandao Sobrinbo, ser no-
vaawote posta em hasta publica, perante a junta
da mesma thesoiiraria, no dia 4 de setembro vin-
doura, pelas duas horas da tarde, para ser con-
tratada cora quera melhores condi<;5es offerecer,a
conitrtifcao de \m armazem ou paiol para serrir
do ejwft1 de toda a plvora importada nesta ca-
p!^ coja planta se franquear nesta secretaria
nos pretenJentes, que deverao apresentar suas
propostas em cartas fechadas, devidaraente sella-
das e declarando alas a reidencia c nomes dos
nena ti a dona.
Secretaria da the'ouraria de fazenda de Pernam-
Inmo, 4\le agosto de 1873.
O secretario de junta,
_______________Jesuim Rodrigues'Cardoso.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Mima, junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
a sala de suas aesaeet, no dia II de agosto, pelas
:> oras da tarde, tora de ser arrematadas a quem
rnais vaatagens oflereeer, pido tempo de um a
anuos, as rendas dos predios em seguida
tarados.
ESTABELBCIVENTOS DE CARIDADE
Beeco do Abreu;
--'?fado V 4 andares n. 1 .... 4803QOO
Itua larca do Rosario.
Tereetro andar n. 2't......2303000
Ra das Calcadas.
i tu tm-tan. 3* '. 2200O0
t'ATRIMOXIO DS ORl'UOS.
Ra de Gervasio Pires.
Tosa terrea n. 2 ...... 1363000
Rua da Sonala-velha.
< lasa-terrea n. 16...... 209 00
Ucceo das Boias.
S toado i!. 18......421 000
Rua da Cruz.
'do n IV.......1:000*000
Rua de S. Jorge (Pilar).
i terrea n. 103...... 2063000
Os pretendeoles deverJo presentar no acto da
.:rreoiatacn as snas llancas, ou comparecerem
dos respectivos (adoros, devendo
Aviso
Nao havendo majs camarotes nem cadeiras de
prlmeira classe duponiveis para este espectculo,
recebe-se eneomnieDdas jiar a primera repre,-
tcnioelo drama phantastco em 6 netos :
UMODMIHill
que deve subir scena na prxima semana para
estra do artista
Eduardo A. da Silta
Sul.
ule o palha-
miYo, por ter Tguma carga tratada e para
'Ih 'fHa! trafe-eTm ^es WnsignatarteS'
Beltrflo A Pithe
Jt|ara o
Preteede si
bate fosila,
qne .
loeqnir! Jos GrtBenives
dd 6nlmereio n. B
a roa
Domingo. 17
S 8 HORAS EM PONTO.
Interessante espectculo em
toma parte o nrtisla
Bahia.
I'io^iaiiima.
I."
A jocosa comedia era 1 acto :
OS 1)1)1 S M'RMK.
e a phantasia lyrica, satrico e burlesca :
i RAfNHA CfllNOLINE
oro
(|ue
t
hft:
3
DAS NILHERES
Principiar as 8 horas.
THEATRG
II
;..rar .].,:: cia renda, o premio da quantia era
i-uro o predio que conliver estabeleci-
meatto eommerDaS, assim como o servido da lim-
e presos dos apparelhos.
Saeretana ( de jmnho de 1873.
O escrivao
Vedni Uiidriijues d Souza.
Santa casa da misericordia
do Recife.
JVIa secretaria da sania casa da misericordia do
s3o envidados os parentes das educando
illegio das orphs em seguida declaradas, as
ja c aipletaaa a sua educacao, para que
rara ao lxin. presidente da provincia a sua
ega, > m vista do que rosolveu a junta dmi-
, atura, de confonnidade com o que dispSe o
aft 48 do respectivo regulamento.
Candida das Cliagas delho e ionizia das Cha-
.'.- Ceelho, Ibas de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
lanada Ribelra, fllha de Leandro Jos Ribeiro.
. ra Magdalena de Mello, filha de Jos Tan-
Helio.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
Si nti -
Eudoca.
Pelippa.
Tliereza dos Santos Torres, tilha de Jos dos San-
toafor.es.
Sephi Mara da Conoeirao, exposta.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
:-. 27 dc-unho de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
CONSULADO PROVINCIAL.
i>e conformidado com a ordem do Exm. Sr. prc-
-.lente da provincia de 7 do correte, transmitti-
11 esta aJministraco por portara do Sr. ins-
pector da tliesouraria provincial de 12 do mesmo
raes hoje re-:c>l)ida, ada se de novo aberto, at o
no de agosto vindoum, o recebimento dos de-
provenientes dos apparelhos o annuidades
pelo servido da Recife Drainage Compuny, corres-
lente ao semestre findo em junho do anno pr-
jimo passado, cora a multa de C /.
Pelo presento sao, portanto, avisados os respon-
is essa contrjfcuicao, afim do e,ue curem de
saataseda as condifyes do edita! desta reparticao
.'i maio ultimo uubcado, evitando assim a co-
;t p ir via judicial.
Consulado provincial, 10 de jalao de 1873.
O admin-strador,
A. Cerneiro Machiulo Ros.
IMITO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
?abbado 16 de agosto.
alepeticao do espectculo da reen-
trada dos artistas
mm OVIDADE !
Onleiii das colisas!
Prepara se para a chegada do distracto e ter-
ceiro
Domingo 17 de agosto
a magnifica e galhofeira gaiatce que se denomina
comedia e que se divide era 3 quadros :
S. Goiplo de Ainaranthc
DistrbuiQao.
S. Gonzalo, frade dominicano Sr. Silva.
Anastacio, velho qne roas-
tiga tres vezos antes de fal-
lar Sr. Flavio.
Felippa, dem dem, de mais a
mais coixa do urna coxa que
nSo a coxa D. Maria.
Claudia, filha de Felippa e que
deseja ver a rai no outro
mundo D. Joaquina.
Felicia, idom idem, que ignora
se as mullierespodemou nao
tocar zabamba D. Henriqueta.
Lagartxa, criada vaporosa pla-
tnicamente apaixonada pelo
rochunclmdo sachrista D. Phlonila.
Rarnab, sachrista que pede
esmolas para S. Goncalo e
que passa vida de Lopes por-
que nao tera nada de es-
perto Sr. Thoraaz.
Rodolplio, criado de Lauren-
tino, grande espertalhio, com
lumacas a conquistador Sr. Penante.
Latrrentrao, favonio da escola
antiga Sr. Bernardina
Frederico, favonio da escola
moderna Sr. Correia.
Festeiros, povo, etc. etc.
Uenominacoes dos quadros.
1." Amor direito.
2." O amor torto
3." Os favonios e o mlagre.
Msicas !
Panderos !
Fogos cambiantes!!!
Dantas !l!l
Finalisar com o sempre apreciado, chorado e
lembrado
Fandango de roda
claridade do famoso
Fo^o de artiilcio
preparado pelo insigne pyrothechinico
Jos lves.
Ordena do espectacisle.
Juiz de paz da nn
comedia em 4 actos.
S. Goiif alo de iiiaranilie
comedia em tres quadros.
A's 5 1|2 horas da tarde.
imm MftBTiMOi.
COJIfWHU
DE
IVAVEGACAO BAfflAM
mm-
fiara Mac-i. lArM^i*. Arnrnjii
c IIala.
E'i esperada at o dia 23 Je correte' dos porto
ocima o vapor Mrquez de Canias, e seguir paraj
s mesmos no dia seguinte ao de sua chegada.
Recebe caiga, passageiros e dinawwo a frote : a
tratar cora os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Aaevtdo \ C, ruado Bou Jess o. 51.
Fura Lisboa
OJ_
d4 ouro de lei, lend]
.lasca, no centro l
Adas de pendas,
meralda quadrad;
tos, Malinas FerreFa. subjdl do becco que sahe
em S. Pedro Velho, rttadeS. BnjB iflrafentraita
do beeco Pono .Segffoldafu' a|At*lo|)ato*dl
Ribeira e ladeira da vwm\rolrsef lun achfr.
equerendo restituir, oirfjYs no oiff nlo*AmiaTCr
rasa grande, quntaaaui'>*rtao ao lado,-ou no
Recde, larM do.Pr4ip.n. 8.| ou ir andar,
qne se gratificara milito generosamente : pede-so
aos Srs. otirves, ou quaeqer outrn pessoa a
litnaeiTr I OF'W
nz 9mm ^ttg&Hg&r.
e lava-la a
r iir

Eretende soguir.com poaca demora a escuna por-
igueza Christinn, de 1" classe, capit&o Loureiro,
por ter a maior parte de sen carregamento enga-
jado; e para o rosto qne Ihe faha trata-se com os
eo nsignatarios Joaquim Jos Goncalves Beltrao 4
Fllli, rua do Commercio n. 5,'
Fllli, rua do Coramercio n. 5; ^
Lisboa e Porto
Vai sabir com brevidade a barca portugueza
Despique II, recebe carga e passagefw* : a tra-
tar com o consignatario Tito. LivkJ Soarps, rus
do Vigario n. 17
Je HFl
Barca Santa Mara.
Para o referido porto recebe este navio carga
rete : a tratar com Amorim Irmaos 4 C.
CASA DA 1WHL
aost 9Hm0m
BILHETES GARANTIDOS.
si* rua Primeiro de Maro (oulr'ora rua de
Crespo) n. 23 e casas do costme.
, O abaixo assignado tendo vendido nos seus lo-
mes bilhetcs, dous meios n. 2069 cora 300*000,
qnatro quartos n. 124 com 100*000, e outras sor-
tes de iOle 20* da lotera qrie se acabon d
extrahfr (81?), coAfila aos passuidore a viram
receber na conformidado de eosiutoc sem des-
cont alguna.
Acam-se yenda os fezes bilhetes garantidos
da 22" parte (Tis loteras a benefibio da nova gru-
ja de Nossa Senhera da Penda f&y, que se ex-
trahir no sabbado, 23 do crreme aier..
f
-PRECp^
itette1
Hilheto Inleff' 0*000
Meio,bilaeti a i 3(X)0
Qua'rlo r*300
em PoagAo de 1 para cima.
alRnSe 2jS
Quarlo 14:175
M-mvel Rtnrtis F/Kta
DE 1-0. PALMOS
Pacific Seam INavigaon Companj
Linka qiainzcnal
o paquete
mm um.
E
Hai'ia Babia
> /ama em 5 actos :
i
A polka phantasia :
SADMyO AO
' a comedia en 1 acto :
Im^xMHCim.
JMNjpiar s 8 IrS -iaoras.
Tendo sido transferida em Calo do dia 10 para
o dia 17 de julho ultimo, a sabida deste paquete,
aqu esperado at o dia 22 do corrente mez, e
depois da demora do costume seguir para Liver-
pool via Lisboa, para onde recebe passageiros e
carga.
AGENTES
WiisHii Rowe A C.
11RUA DO COMMERCIO-14
Companhia ftweezfi de Navega-
Linlm memeu entre o
Havre, Lisboa, Pernainbuco, Bahia,
Rio de Janeiro, (Santos, somente
na volt:) Montevideo, Bucnos-Ay-
res, com baldeacao asara o R'
sario).
sis:iiii:ik
I 'oininandaiitc Lcfvre.
E' esperado at 22 do corrente, e seguir depois
da demora precisa para os portos do sul cima
indicados, entrando dentro'do porto, quer na vin-
da da Europa, quema volla.
Relativamente a fretes, encommendas e passa-
geiros, para os qoaes tem excellentes accommo-
daoes por precos reduzidos, trata-se cora
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. 'OUVEIRA 4 C.
'2 Rua d CommercioEntrada pela rua
do Torres.
E ti AH PARA BAIXO
Sapotiseros muilo bonitos e sapoteroi en gran-
de quantidade e pre?o commodo.
Alm destas, as plantas de ornato e de fructo se-
guintes:
Jabotieaba
Laranja cravo
Lima da Persia
de nmbigo
Abatata
Alecrim
Ariticum p
Canclla
doraco da ludia
Carolina doprmeipo
Hgueira
noaboyant
FVucta-po
Qoiaba-branca
Jea
Jarraim laranja
E outras pUit.is tambera por prego commodo
naCapnnga, rna da. Ventura n. 20.
Limo francez
Oy cor '
Palmeira impeiial
Parreira
Pinbeiras
FNinranzeiras
esed
Rozciras
Perdeu-se a quantia de 240 n'um trapiche de
estiva no Recife, havendo toda a certeza da passoa
qjie os achou, por pessoa sensata que vio apnda-
les ; pede-se o favor de os entregar na travessa da
Madre de Dos n. 1, ou na rua do Fogo u. 20, que
se daro os signa?, e se recompensar generosa-
mente, sob pena de ver o sen nonie por extenso
ueste jornal.
liio de Janeiro
O brgue nacional S. Paulo sahir com brevida-
de para o porto cima por ter alguma carga en-
cajada ; e para o restante trata-se com Pcreira
Vianna & C, rua do Vigario n. 7.
Aracaty.
Segu para o referido porto cora pouca demo
ra o hiate Olinda por ter a n-.aior parte de sen
carregamento engajado e para o resto que Ihe
falla tratase com os consignatarios, Joaquim
Jos Goncalves Beltrao & Fildo rua do Com-
mercio n. 5
LISBOA l<: PORTO
A barca Vencedora, capita Oliveira. segu via
gem por todo o mes de agosto.
Recebe carga e passageiros : a tratar com o
consignatario Tito Livio Soares, rua do Vigario
n. 17.
Rio Grande do Sul e Porto
Alegre.
Para os referidos portos directamente recebe
carga a fretc o lugar portuguez Rio Grande : a
tratar com Amorim Irmo & C., rua do Rom Je-
ss n. 3.
Pitra Santos e Rio de
Janeiro.
Barca Claudia.
Este navio vai carregar para ambos os portos,
e recebe carga a fretc : a tratar com Amorim Ir-
mitos k C.
Bareaqa Bismarck
Vende-se a barcaca cima, do 500 a SOO saceos,
de ptima construccao, e prompa a navegar:
para ser examinada, no caes do Ramos, e tratar
na rua do Mrquez de Olinda n. 38, escriptorio de
Joio Pereira Moulintn.
0
Para
O patacho americano Je/m Rot, procedente de
New-York, e em descarga, segu para o Para logo
que a conclua; engajase carga a frete commodo,
para o que os senhores carregadjres devem en-
tenderse anticipadamente com os consignatarios
Taaso Irmes & C. rua do Amorim n. 37, por
quanto o navio nao se demorar a espera de car-
ga, segurado com aquella que estiver prompta, o
mais tardar ot o dia 18.
Pai;a a Bahia.
- Pretende seguir com muiaa breviade o palha-
bote nacional Joven Arthur, tena parte de san
carrecaroento egajado, e nara. resto qne Iba
fasta trata-ie coas os-' seos eonsifoauarios Aatoato
Ltafai da Oliveira Aievedo a a, a se escrapaario
rua do Bom Jeso* a. 57.
Pacific Steai \avijali;in (lonijtanv
Linlsa qninzcnal
O PAQUETE
UuftaAfa
espera-se da Europa aleo d^a 17 do corrente,
e depois da demora do costnm'seguir para o sul
do imperio, Rio da IVata e cosfc do Pacifico, para
onde receber passageiros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
Os agentes Wlson Rowe a C, rua do Coramer-
cio n. 14.
Aula particular de primeiras
lettras para o sexo femi-
nino.
Quitera de Almeida Bastos, profesora particu-
lar de primeiras lettras, autorsada pelo Exm. Sr.
presidente desta provincia, avisa ao respeitvel
publico e com especialidade aos pas de familias,
que abri urna escola particular de instruccao pri-
maria rua do Crespo n. 11, segundo andar, onde
recebe alumnas, tanto internas como externas e
ineias pensionistas, assegurando a aquelles que Ihe
oonliarem snas lilhas todo o interesse no adianta-
mento, quer das materias -jue eonstitu^m a sobre-
di'a ustrucfSo. nuer do que for conceraente aos
trabalhos de aguha.
% Consultorio edko %
Br. Hurllo.
M RUA DA CRUZ N. 20, 2.. ANDAR. Gf
Qf Recem-chegado da Europa, undo fre- fd
uJ quentou os hospitnes de Pars e Londre-, G
(5 pode ser procurado a qualquer hora do j
rj da ou a naute para objecto de sua pro-
r fissao.
P\ Consultas do meio dia s duas horas
Mi da t;irde.
'Sf. Gratis aos pobres.
Especia lid.d>.=Molestias da pello, de W
fji Emprega no traamento das molestias (jj
@ de sua especialidade as duchas fras e
r banhos a rapor, para os quaes trouxe
fe os apparelhos mais modernamente era-
Af\ pregados na Borona.
a. Tambera applica com grande proveito
3. no traaraenlo das molestias do ulero a
j( electiicidade, pelo processo do Dr. Tre-
pier. Cura por um processo inteiramente
[U novo as btennorrhagias e sobre tudo a
^Mgolta militar) dispensando as injeccoes.
DROGARA homkpthiga
DA
Viuvado Dr. Sabino O. Lud-

8
gero Pinho.
T^^ggjMI W*\9BmK!t>XX*9%
LEILOES
nuns
armaQov gneros, 1 cofre ifaucax, e mais
pertengas a taverna dai trajessa das Gru-
zes n. 6.
Terga-feira 19 do correte,
O agente Martn faa leBo, por conta e risco
de quem perteticer, da rinaco, gneros, 1 cofre
francez e mais pertencas da taverna da travessa
da rua, das Cruz.es n. (L, em um ou mais lotes,
conforme convier aos oorpradoDoe.
A's ll horas do dia cima,
imB&DVcRSOS '
43 lliiii do Ilaiao la \ t oiiu 43
Contina esta antiga casa a ter sempre venda
os melhores medicamentos homeopathicos em gl-
bulos e tinturas, tanto em carteiras como em~ ca-
xas, do diversos tamanhos, pelos seguiutes precos
fixos :
Era glbulos Em tinturas
1 carleiraou caixade 12
medicamentos IO 12
1 dila dita de 21 ditos 13* 244
I dita dita de 30 ditos 20 28
1 dt; dita de 36 ditos 2i 32
1 dita dita de 48 ditos 305 *0j
1 dita dita de 00 ditos 31 35
I dita dita de 120 ditos 30 804
Tubos avulsos de qual- -
quer medicamento
Vidros avulsos idem
Opodeldoc de Rhus,
matismo.
Uaoros lfaratidailcs de Olila, 'da- descorima nao s6 todo o ocano desde o
cabp de Sanio. Agoetiiilio at limito aleta da
PW^i'jTV^*1 coino' P'!' lacl0 ,,c
terrV'as IradaS paf6igi%. do'poente e sul ;
tflqdouua quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno raudo fr-
til ; urna cacimba (pojo) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potayel ;
!h!<' otiz quartos e tres ptimas salas, um
gruHile armazem o que pode servir de co-
xira ou do residencia de escravos, alm de
m sato, proprio para dormida ; muito ar
jdo.em toda a poca do auno ; com il|u^
minado gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada. Aclva se preparado oonvenien-.
temerrte, nBo sd dos movis ladispensavefs
qulquer familia, com da todos os apres-
tos de cosinlia e de mesa. Vendo-se a di-
nbeiro, ou como se ocha, ou retirando os
oujveis. Quem quizer ve-Io, pode procu-
rar a chave na mao do Sr. Luiz do Reg
ferros, regente do hospicio de alienados e
a tratar na rua da L'nio n. 49.
Joaquim Jos Goncalves
. Beltrao.
Raaido Co|iiperio n. 5, l. andar,
Sbcca. por todos os paqtwtes sobre o banco
d Minho, em Braga, e sobre i>s seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baccellos.
Bcja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mongo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna dofCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenga.
Figueira.
iHP** Convite.
Os seuhores abaixo declarados, sao encarecida-
mente rogados virera rua do Imperador n. 28,
a tratarem de negocios particulares que Ibes di-
zem respeilo :
Antonio Anacleto dos Sanios
Antonio Alfonso Moreira.
Antonio Pinto dos Santos.
Antonio Jos da Silva.
Antonio Jos Ribeiro de Moraes.
Benjamiin do i armo Lopes.
Domingas M. de Rarros Monteiro.
Deoclecio de Rrto.
Dr. Francis o Pinto Pessoa.
Elwm Wislig.
Emilio Jos de Moraes.
Fernandos de Azevedo.
Francisco Alves de Mello Tico.
Francisco de Paula Rorges.
Francisco Jos Carneiro.
Joaquim Quedes da Costa.
Joaquim Jos Maria da Penha.
Jos de Rrito Melle.
Jos Goncaives da Silva.
Manoel Antonio dos Nascimento.
Manoel Silvias de Rarros Falco.
Paulino J-.aquim Tavares..
Theotonio de Barros e Silva.
William Rawlinson.
m: nm
19- RUA NOVA19
Para a boaconj3ervaco
ii.
-:-.:
-'--

--:-
J. M. Leroux, cirur-
giao dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
: pera continuar a me-
recer a confianza dos
[ clientes da casabe do
S respeitvel publico em
;; geral.
Alfifi-se
o I" andar do sobrado n. 'O da rua do Bom Jess
(rua da Cruz), proprio para escriptorio : a tratar
comKeller & C, rua do Bom Jess n. 55.
sal
4
uoo'
, de Bryoi e

e l*
o 25
para rheu-
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovaco do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello urna preparacao ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e rfftcaz para
conservar o cabello. Por meio do seu uso o
cabello ruco, grisalho, e enfraqueeido, dentro de
pouce tempo revolve a cor que ihe natural e
Tlicsouru liomeopntbi o ou Vade- primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
in. bino O. L. Pinho, 3 edicao actrtsofitada* ma> de^so e a calvicie muitas vezes, posto que nao
Ceno guia h.ne|>a|h4 #fn- ^^IT?* neutr?liaa(ia-
do as indicaedes necessarias ara oemprego ,h* ^ue Pde n** cabello
dos principis remedios liomeopathicos depois dos folliculoe estarem destruidos, e aa
Fufcram do abafl anlwao^ra4#>nai{iaieo
do Carmo n. 9, no dia 12 do corres^, UMfr-
Vada na. mnasna, aada
aos 9r. wrlve tw
ella ffirecla
timo HF
Recit}, 1___________
iLauaJaikira.
Iis ^voathtaybtkii Ibe/ga, spranjpos, es-
afirlitaia), afoqi||avancr $ uin artigo sobre
erysipela, etc.
faeseripeo, hygicia* q Vraauiiento
_ da fetore auatu-rFUw
' 0 BACilAREL
Im (liiBClvcs ila Silva
adujjnisUativoi.
Aih.^aA m 4rte, a
ate & Pedro n OO.
So encarrega de negocios Jo,
iminislalivu^
Olinda.
Alaga.se ama casa na roa de
oom quintal cacimba
in. 37.
aSBatSSd

glandes cansadas e idas, mais se ainda restarem
alburas podom ser- salvadas e utilizadas pefe
Jpgoaco dqVigor. Libre de esaas substancias
elterias que tornam muitas preparaces de este
genero tam nocirs e destructivas ao cabello, o
Vigor somente Ihe e beneficia!. Em vee de
tjar- o cabelja ,e o faz copo e forte, etabellizaado o, impedindo a queda
e o tornar-se ruco, e por consequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nao ba nada mais a deee-
jar; nao contendo. oleo aem tintura, nao pode
mapcJiar, meeuio oaaaie alvo lenco de cambraia;
perdura no cabeQa> lbe d um lustre luxurioso,
e um perfume moito agradavel.
Para reformar a cor da barba, necessario
f4t t*"*!*ftle com cabe,lo> porm se pode
approasar o. effeito, envolvendo a barba de noite
coa um ten^o molbado no Vigor. 4
nzrxMADo ro*
Bp f^AAYEB A CA^ LowelL Maaa>,
>M f VlSaVtado* TJnidoa,
BOU
ga e sanidjde pelle d
Elle c na preventiva segure e certo contra
a caltie.
Elle d e restaura forca
cabei;n. m"
Elltrde promp4o faz cfissai a qucd;i prsma-
tura dos cabelles.
F-Uo-d grande rkjuexa do lustre aoa efe-
bellos.
Ellp doma faz preservar os cabollu*, em
qualquar forma ou posigdo que se dese-
je, n'um estado formse, lis e macio.
Elle faz crescer os eabeHo Imstos e compra-
dos.
Elle conserva a pelie eo cisco d.-i r,iLec
limpo e livre de trxa aesaecie de caspa.
Elle previne os cabo! loe du ev toriianin bran-
cos.
Elle conserva a cabera n'sm fufado de fres-
cura refrigerante e agrada?.;!.
Elle nao deinasiadatneuB oleoso, gorda-
rento ou pegadkjo.
Elle nao deixa o menor tinia*o# desagrada-
ve 1.
Elle o melhor artigo para o cabellos das
enancas.
Elle o meluor e o mais uprasivel artigo
para a boa conservado e arraiijo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle o nico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos seobores.
NENHUM TOLCADOR DE 9ENHORA SE
FODECOMrJlDEAH COMO COM-
PLETO SEM O
TONCO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se venda nos estolefacimntos de
H. Forster & C, agentes. E" em todas as
principaes lojas de perfumaras e beticas.
Triumplio da
i
Em tem pos modernos nenhiim descubri-
naeuto opeuromaior revoluQu no modo de
curar anteriormente em voga do que o
phtoial di \mm l
TANTO NO TRATAMENTO
M
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquido, Resriamenlos.
Rroncbites,
Tossc Convulsa,
Dores do Peito,
Expecturai;io de Singue.
Como em toJa a grande serie de onformi-
dades da Gargnta, do CVio e dos
Orgjtos ta Bo^jiaiiio. quo tauto
atormentam e fazein soflrer a iiiiiiiauidadc.
A maneira antiga de curar consista geral-
mento na applicagao de vesicatorios, san-
gras sarjar ou applicar exteiiormente un-
gentos fortissimos cempostos de substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;
eujos dilferentes mo seno enfraquecer e diminuir as forgas do
pobre doetite, coiiliibuindo por.esta forma
d"uma maneira maisi'acil e sata para a ou-
fertnidado a destruicao inivitavyl de sua
victima I Quam dillerente poifi o eeito
adiniravel do
FEI10BAL.D& SACASIIaI
Km vez de irritar, mortilicar e cajazar inau-
ditos sollrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a do,
Allivia a irritago,
Desenvolvo o enlendiniento.
Fortifica o corpo
e faz com que o sjs.ei.-ia
desaloje d'uma maneira prompta e- rpida
ate o ultimo vestigio da enferpiidade. Os
melhores votos em medicina da Eiiropq, gs
entos dos collegios de medicina de Lieriim)
testificam serem exactas e vcrdailcuas esta-
relac/ies analgicas, e alm disso ir expe-
riencia de milhares de pessots da America
Uespanliola, as quaes foram turadas com
este maraxilhoso remedio, sao mais que suA-
cienles para sustent.irem a oc inio do
PEITORAL DE ANACAHLTTA-!
Deve-so notar que este remedio se nilia
inteiramente sonto de venenes, tanto mino-
raes, como vegetaes, emquai to que akuns
destos ltimos, c particulariuente quejles
que sao dados sob a forma de opio, e aci-
do hydrocianico, formam a base da >iaior
[wrte dos Xaropes, com os quaes tao i'a-
cilmeato se engaa a credulidade do pu-
blico, A coraposico de ano calmita peito-
ral ocha-se linda e curioeaiaente ongarrafada
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, o como a dse que se
toma s d'uma coBier pequea, basta
geralmeute Aapplicato d'um, ou dous frs-
eos para a effectott^to de qualquer cura.
Acha-se a venda cm todas as bjticas.
H. Frosters ii,(L, agentes.
F5I0
Est|aigida o cabra acaLoclado de nonie Pru-
dencio, desdentado o os cabellos um pon
dos, andava cun uinacairuga coui-uiindo eslruui -
para ifra sitio, o mgio no doininsy> 6 do corruuie;
este eseravo ligeiramente gago, foi escravodo
Sr. Joaquun Juvencio da Svae baje pertence ao
barj de Naaarelo, que gratificara a quem o :
sentar. Elle representa SO annos, filbo de Goi
W*-____________________
AtteiKjao.
rdese ao Hhn. Sr. digno lasjuetor do arsaoal
de niarinha paa quo lance sua.* vistas co um dos
coaiieiros que subtraqe os alimentos dos doer
eos ianda levar para urna certa casa, de i!
assim de cumprlr oom suas obrigaedes.
do



3
de Pernambuco Sabbado 16 de Agosto de 1OT3.

AO 1
VAPOR FRANCEZ
N.
RA Df^aURO DA VICTORIA
7Otr'ora NovaBT. 7
Calcado
francez,
Para homom.
BOTINAS Je beierro, eordavo, pellica, lastre e
de duraqne com biqueira, dos tnelhores
fabricantes.
SAPATOES de be erro, do cordavio e de case-
mira.
SaPATOS de lustre con salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prio para banhos, sitios e jardins.
SAPATO* de pete, ctaarlot, castor e de tranca
ranceaes e portuguezes.
I'ura senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enlejiadas e bordadas.
SAP.tTI.XHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de odres dilTerentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor e de tranca.
Para lueuinas.
BOTINAS pretas, brancas e de cures differeutes,
lisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
' Para meninos
BOTINAS de bezerro, lustre e de rordavSo.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
Jjalidaries.
e tranca francczes e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a apuleo e a Guilherme, pcrneiras e
meias perneiras para homen c rneias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor franco-', ra do Bario
da Victoria ti. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de gucrnicoes,
sof?, jardineiras, mezas, c mvcrsadeiras e costu-
reirs, tudo isto milito bniu por serem fortes e
leves, e o mais proprios movis para slelas e ga
binetes de rccreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria n. 7, otr'ora Nova.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo-, dos mais notareis e bem
eonheeidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, o-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Faos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presents com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas c garrafas de dilTerentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem eonheeidos fabricantes Pivcr e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo- i?, otr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dilTerentes gostos e
pliantaztas.
Espelhos domados para salas e gabinetes.
I.eqnes para Manaras e para meninas.
I .uvas de Jouvin, de Bu de Escocia e de camurca.
Caitinhai de costara ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixint as con viilro de augmentar retratos.
Diversas obras de orno bom de lei garantido.
Corrontes de plaqu muito bonitas para relo-
gio*.
Brincos a imit.rao e botoes de punhos de pla-
qu
Bolsiuhas e cofres de scd3, de velludo e de cou-
rinho de corea.
Novos objectos de phnntazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de pfata douradn, de ajo e
de tartaruga.
Oculos de ajo fino e de tudas as guaraicoc?.
Bengalas do lti\j, caima, com castes de mar-
fim.
Bengalias diversas ern grande sortimento para
homens e menino?.
Chicolnhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito tinos, para limnar ca-
beca.
Escoras para roana, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinbas de me.lreperola para din' eiro.
Meias para homens e para meninos.
Grava'as brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de hagatellas, de do-
min e outros muitos dilTerentes joguinhos alie-
mies e francezes.
Malas, bol. as e sancos de viagem de mar eca-
rainhos do ferro.
Argolinhas de marfim para as enancas morde-
rem, bom para os dentes.
Berras de vimes para embalar crianzas.
Cetinhas de vimes pira braco de meninas.
Carrinhos de qnatro roda--, para passeios de
enancas.
Venerianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidroe avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para lluminaeSes de
festas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinha* e caivetes tinos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantcnas.
Tinteiros de lonca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j pmmptos com pavsagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muito artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar se. No armazem do
vapor rancez, ra do Barao da Victoria, otr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
JTA maior variedade que se pode desejar de todos
es brinquedos fabricados em dilTerentes partes
da Europa para entretenimemo das enancas tudo
a precos mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, otr'ora na NoTa n. 7.
Cesinhas para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez. ra do Barao da
Victoria (otr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleado bonitas e muito baratos, para-cima de
meza : no armazem do .vapor francez, ra do Ba-
rio da Victoria ontr'ora Nova n. 7.
FKDICAO DE FERRO E BROHZE
FABRICA DE MACHINAS
{ m do Barito d:> Trmnpho (roa l\ Itraiu) ns. 100 a lM
CARD0S0 & IRMAO
AVISAM nos Srs. de-engenho eoubico em gerl, qureceborarn da Euroi*
ratide sortimento de ferragens pnra ongenhos e para lavrmra.e quaesqu^r outros fsMif
e misteresda industria agrcola, o que todo vendem por presos rttdve.
Vapores horisontacs de 4, 6,8e 10 cavallos, os tnelhores qae rem no mercado.
MoenCiaS completas, obra forte e bem acabada. t
MeiaS moendaS nra assontnrem grades de madeira.
TaixaS de feTO ",n(''('(> e batido, de todos os tananhol e dos melberes fabri
^cantes.
KodaS d agua de diversos tamanho*.
itOaS dentadas Arados americanos de diversas qualidades.
c OniiaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
ConcertOS concerta.m com promptdo qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Man^am ^ Pr ncoromenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as ditas machinas, e se responsahilisam pelo bom trabalho das mesraas.
Ra do Barao do Triumpho (ruado Brum) ns. 100 a 104
FUKD1CO DE CARDOSO d IRMA O.

Agencia lllaiidy-Telcgramma na ilha da Nadoira.
K' provavcl que a seceo entre Portugal e a ilha da Madeira, do Tolegrapbo Elc-
trico Submarino Brasileiro, esteja prompto para funecionar no mez d'agosto do corronte
anno, o a suprn mencionada agencia na referida ilha, offerece-se para transrnittir ao seu
destino quaesquer telegrammas que lhc forem remettidos em enveloppe fechado, sobres-
criptado Agencia Blandy- Telegramma, Madeira.
A linha telegraphica estabelecida na ilha da Madeira, pode transrnittir telegrammas
para todas as estacos telegraphieas na Europa, Asia, frica, America e Australia, custan-
do onda telegramma de vinte palavras 39300, em moeda forte, alm das taxas da estnco
de Lisboa.
As pessoas no continente da America do ul, quo quizerem utilisar-se da agen-
cia Blandy para a transmissAo de telegrammas, devero faw-los acompanhar de letras i u
cartas de crdito sobre Portugal ou Inglaterra, para o pagamento do custo dos telegram-
mas c das despezas da agencia.
Madeira, 15 dejulho de 1873.
Carlot R, Blandy.
Os precos para a transmissSo de telegrammas da ilha da Madeira, suppe-se serem os
seguintes :
Para Portugal
Gibraltar




Hespanha
Malta
Franca
Inglaterra
Allemanha, Hollanda, Dinamarca,
Russia, Norufga, Suecia, Blgica,
Austria, Italia, Grecia, Turqua, etc
Egypto, Portos do Mar Vermelho,
a 2* 0. 13. 8
0. 16. 0
< 0. 16. 0 a 0. 18. 0
1. 1. 3 a 1. 3. 3
0. 17. 3 a 1. 5. 3
1. 1. 3 a 1. 1. 8
1.
o.
I. 15. 0
Turqua e Rusia asitica, etc.
America do Norte, Antilhas, etc.
India, Penang, Singapoore, etc.
Java, China, Japn, etc.
Australia
Para mais informaciles, qtiem qnizer dirija-so aos agentes em Pernambuco.
Wihon Rotee & C.
Ra do Commercion. 14.
1. 10. 0 a 3. 15. 0
3. 15. 0 a 5. 5. 0
4. 10. 0 a 5. 10. 0
6. 10. 0 a 7. 15. 0
" 10. 0. 0 a 10. 10. 0
Attenco
O ronse.lho director da soeiedade Uniao Cathoii-
ca rthedoxa Pernambueana resol veo. mandar ce-
letirar em todos os domingo* e das santificados
urna missa na igreja de S. Pedro, a qual ter lugar
a hora lo meio da. em ponto. Os membros da
mesma soeiedade e mais pessoas que qni^erem as-
Mttir a este acto. |tndtfia cmiejirrer aquella ignja,
e a hora cima iudif ida, a comecar de domingo
17 do frrenle.
Pukeira
IVr l>u -fo. no di.-, fi do corrente, de.-de a ra No-
va al.i i'j-taWio ilo (argollo 'api*', ou at a c?ta-
7 io da T'iui.irincira.-aMiid^ wi se den pela fal!:i na
ceasiia do sinislro ijue bq|M un tieui das 6 iiS
horas da tarde, urna pulceira de ouro esmaltada
de ail,- com um dstico Souvenir de Veneie : ro-
ga-fe i qaem a tiver adiado o favor de mandar
entregar na ra do Apollo n. zO, qae se gratificar.
Escravo fgido
Est fngido desde c Aa 9, o wcravo Manoel,
de propriedade do Sr. Joo do Sonza Das Valla-
dio qti" se acha em Fumando ; o dito oseravo tem
os sipnaes segnintes : pardo escaro, barba cerra-
da e poura, tem o andar ov-caneado, ealieca
baixa, anda com camisa verde e ehapo de palha
preto. Quem o apprehendcr e levar ao largo da
Assenibla n. 17 ser tecompenado.
Offerece-se um criado para servico ae ama
ca?a. que copetro : na rea da Imperatriz n. (J.
Cerdeu-se em a noite de 9 do corrente na
travem de S. Jos ou na ra das.Calcadas, urna
pulwira de ouro com um pequeo camafeu de co-
ral sobre a chapa: recommenda- a quem a levar ra Imperial n. 3.
Aliiga-se
O sobrado n. 15, sito a ra Imperial
na. ra da Aurora n. 51.
a tratar
--'Jos Antonio Pinto pela presteza de sua via-
gem Europa, nao podendo despedir- se de todos
os seus amigos, o vem fazer por meio do presente
e offerecer-lhes o seu poueo prestimo onde se
achar.
Precisa se de um bom coziuheiro : ra do
Hospicio n. 33
Aliiga-sc.
O segunJo andar do sobrado da ra da Guia n.
62, grande, caiado e pintado de novo : na ma
da Senzalla Nova n. t.
Doces, fructas e flores.
Na ra da Cruz n. & tem sempre todos os dias
sorvetes, das II horas em diante.
Agna divina contra cancros syphiliticos
ra Nova n. 16.
na
Aliento
Quem precisar de boas anas seccas e de leite,
assira como copeiros, criados e jardineiros, diri-
jam-se ao largo de S. Pedro n. 3, loja.
OO* m O *-***&&
*
MEDICO-CHIliRGICO *
DO S
II. Curio
m
i
o

West and Brasilian Ttfrgnph
CoHipanv siled
103. Cannon Street. E
0,
Capital 2 1,350,000
n acc6(;s de '* 20 cada urna.
" 6jm ahtori em Dfbentiircs.
Presidente -*
John Hengi Usq.
Directores "
E. W. Barnelt f.. E.
Esq.
Ksq. H. P.
EsTj.
E>:q.
Esq.
Escravo fiigido
iby
Bu
M. P.
Natliaciel fiucliley
Willian PcDfbn
Jaioc.- Higgfnjs
Alfred Seymour
Banqieiros
Srs. Smith Payne & Smiths.
Secretario
Sr. James Sutherlahd.
Engenheiros
Sir Wiliam Thomson L. L.D. V R S.
Fleeming Jenkiii Esq. F. U. S.
GereBle do trafego
Sr. Robert M. Hyde.
Engenheiro em chefe
Sr F. A. Onnistoo.
Esta companhia est agora eolloeando cabos 'e-
legraphicos pela costa do Brasil e dalli por arcor-
do adquire o cali que liga o Brasil com Mon-
tcvidi.
Esta serie de linKas de communicaqio estable-
cida na costa, ligada por um arranjo feito com a
Brasilian Telegraph Company Limited, cojo cabo
ligar Pernamliuco com Lisboa, por outro lad
por aceordo fi-ito com a Central America Tele-
graph Company Limited, cujo cabo ligar o Para
com a ilha de 8. Tbomaz, as West Indies.
Como Lisboa est era commnnica<:io telegraphi-
ca com toda a Europa e com o Oriente, emqnanto
que a cemmun cario estabelerida com a ilha de
S. Thomaz para os Esta dos-Unidos da America,
pelas lindas desta companhia, nao s licarao os
dilTerentes portos do Brasil em eummunicacao te
legra phica entre si e com o Rio da Prata. como
tambem o imperio do Brasil o os estados do Rio
da Prata nVaro em immediata coramunicacao tele-
graphica com as principaes cidades da Europa,
Asia e America do norte.
coznherro par* hotel na ci-
a tratar no pateo do Terco
AKMAZKH
DE
FINAS
Dr. J.
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas as II da manha.
Chamados a qualquer hora.
ft
m
2 HMBWMBS 0O^O
No enpeuho da Sapucaia de Beberibe pre-
cisa-se de uin feitor.
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(otr'ora roa la C-adela)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima
Soeiedade Recreativa Ju-
ventude.
Por urdem do presidente convido aos Srs. so-
cios para se reunirem domingo 17 do corrente
pi las 6 horas da manha em assembla goral, aflm
le procederem a eleicao da directora para o an-
no de 1873 a 71, vi;t nio ter tido lugar no do-
mingo ultimo i'elo adiantaniento da hora.
Secretaria da Son-dade Recreativa Juventtide'
13 de agosto de 1873.
Francisco Vianna,
!. secretario.
LUIZ.
E:n 9 do correte mez deseppareceu do engenho
Mega de Baixo, feguezia de S. Lourenco de Teju-
cnpapo, o mulato I.uiz, que representa 25 annos,
mais ou menos, natural da provincia da l'arahyba,
tem ps grandes, nina costura de talho n um braco
e o signal bem visivel do dedo pnllegar da mao es-
quema cortado quasi ao meio, proveniente de um
golpe de foice descalcando nm coco. Quem o ap-
prehender e levar ao referido engenho ou nesta
praca ra do Bom Jess n. 30, ser recompen-
sado.
recommen-
em ter da$
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machina* americanas para algo-
lito, desde 10 60 erras, e havendo em todos ns tamanhos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido lescaroamento ; tornam-se dignas d.
serem vistas c apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontraran
tambem
mais :
Apurados vapores locomoveis, de forga
de 2*/s e 3!/ cavallos com todos perten<;as
precisos para trabal harem 4 machinas para
algodo, ou para outro qualquor mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e
ladei-
ra.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachos para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Tornos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cilindros americanos para padarias.
l'ertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Camos de ferro esmaltados.
Ditos de lito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
examinados.
Emfim muitos outros artigos, que savista e neste estabeleomoderoentp
s;i o
GRANDE
HOTEL DA INDEPENDENCIA
AMIBO ESTAMINET
'8 Una ilii li|iffiidiif 32 .
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
comprar e cozinhar para casa de urna familia
compacta de duas nessoas, pagase bem se agra-
dar : a tratar no pateo do Hospital n. 28, 1" e 2*
indares,
Garanhuns.
Na ra do Barao da Victoria n. 36, precia-se
fallar aos Sis. Pedro dw Hego Chaves l'eixoto e
Jos Paes diSva, a negocio de particular inte-
resse.
Urna senhora, capaz, offerece-sc para engom-
mar em urna casa de pouca familia; indo s 7
horas da manha e sahindo s 7 da mul. quera
precisar, dirija-s ra da Palma n. 90.
E-l para alagar o 2* andar do sobrado da
ra de S. Jorge n. 6 : a tratar na ra Nova n. 8.
Feilor.
Precisase de um feitor que entenda de servi-
co de hnrta e jardim : no Co legk) da Conceicae,
a ra de S. Francisco n. 7?.
Perdeu-se na quarta feira, s 9 horas da
noite, urna cassolela de ouro com as iniciaes
G. M. e un retrato de homem, desde a oonfei-
laria do Campos at ao Campo das Priocezas :
3uem a tiver achado e qneira. restitai-la a seu
ono, queira deixar no Campos da ra do Impera-
dor, ou no hotel Central, ra larga do Rosario
onde ser generosamente recompensado.
Para sitio
Precisa-se de om tratalhader para tratar de um
sitio pequeo : a fallar na rea Nova n. 19, pri-
meiro andar.
Almocos
Lunch
Jantares
Ceias e bebidas de todas.as qualidades a qualquer hora.
Limpeza e servico pontual e apurado com o qual ninguera pode competir.
Tem magnficos aposentos para alugar e
BO^S B11A1VUF.S
? O proprietario dispeD9-#e de elogiar o hbil e raro cozinheirq fraooe*. a res-
peito do qual podem ser consultados os verdadeiros gastrnomo*' que j apreciaram .
sua arte.
Pars. 36, Ra Vivienne, D'
IHSMHM 1IKDEC!\ spciu
AS ,:FEC{0BJ
DAS EHFKHM1II!
du SAIVG
PLUS DE
COPAHU
Os mais reaumido do rntredo.
PRESOS
S OBS SCXCAES,
ALTERA^OFS DO SANGOE.
I t.OOflcuras das inpi-
jens.pui'ulas. herpti,
irna, comuoei, aeri-
I monia, e allcrfoes. vi-
_}cioias do sungue, vi-
riu, eoUennoes a, mugue. (Xarope vegetal
sem merenrio). Beroratlvaa *e(etae
bambMS mnibam tnmao-se dons por
snaoa, segnindo o traciamenio Depurativo:
fmprcpailn as nesmas molestias.
I Este Xarope Qtraeto de
ferro de CHA BLE, cura
hmmdiatamenie qiul-
|iier purgacao, rela-
__I ra(oo, e debilidad*,
e uunueuie o >. e Mom tironeas das
aiBert.- tsta iuiccaobeeigna empregtsse
eom o Xarope de CU'aeto d*.ferro.
?"iPoiouda qu as cura eras dias.
^tt MTIHERPETICA
CjWfa: nuafftcfovt ruiamai fmixoet.
.!"" VEGETAE3 DEPURATIVAS
te w cune, cada rnseo mi aecumpabada
U na folheto. r
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cara eatarrkot, louti
leoqutUchet, irriaftu
atrvMM mi du bron-
,__J chioi $ Uatai doencu
----------
na colhe rchde dau uropo 1> rtmnr.
Dr- 11 HM, w Ttrlae, a.
9
RA PRIME1R01)'". MAI'CON. 7 A
E' esta casa, sem duvida, urna das me h"je pode
com prmazia apresentar aos spus freguezes nm
variadissimo sortimeato de fazendas linas para
grande oi/c//c,asMm como para o uso ordinario de
t.'dasas elasses c por precos vantajosos para o*
compradores.
Os donos deste importante MtebekdOMMO con
vidam ao respeitavel publico o paiticularmente
aos seus freguezes a darcn um passeio por seu
estabelecimento, a alim de verificaren! a veracida-
de de seus annuneio?, e com vantagem snpprirem-
se dos artigos oue Ihes forem mister, de cujos
fazem um pequeo resumo.
Mandara fazemlas s casjs dos pretndeme*,
para o que tem o pwsoal necessario e dao amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas ere, grosdenaples de
todas as cores.
Gorgurao hranco cpreto.
Selim Maco preto e de core*.
Velludo preto.
Grosdeuaples pretns e de core?.
Granailinede seda preta e com listras e palma do
cores, hndissimos padroes e (aseada de ultima
moda.
Fil de seda hranco e preto.
Hicas basquinas de seda.
Colxas de sed.t para noivos.
Mantas brasileiras.
Cortes de eambraias branca com linios bordados.
Capetlas e mantas para noivas.
Poupelinas de lindo* padtoes.
Reipiissimo sonimento de las com l'stras de eda.
Cambraias de coros, ditas mariposas brancas o de
cores.
Nansuck de lindos padroes.
Baptistas de padrScs umi delicados.
Percalinas de quadms pretos e brancos.
Brins de linho de cores preprios para vestidos.
FustSes de lindas cores.
Casaquinhos de l? de cores para senhora-i.
Salas bordadas para senhoras.
Vestuarios para mental is.
Ditos para baptisados.
Chapeos para ditos.
ToaIhas de carnbraia de linho com lindos bor-
dados.
Fronhas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homens.
Meias de odres para homens e meninos.
Chapeos com casto de marfim para homens.
Pilos para senhoras.
Merino de cores para vestidos.
Ditos pretos.
Casemiras, chitas, madapolcs, eambraias etc. etc.
na loja do Passo ru Primeiro de Mareo n. 7 A,
antiga do Crespo.
DE
Cordciro SintAes Quem precisar de um mogo ebegado lia pou-
eo da Europa para c.-.ixeiro de armazem ou venda,
dirija-se ra da Palma n. 19._____________
Por machina,
Pauta-se papel de todos os tamanhos. Risca
se por modello e a voutade do fregnez, papel para
livros, mappas, manifestos, follias de empregados,
tactoras, coutas correntes e de venda, despachos
e todo e qualquer trabalho neste sentido com
limpeza e prompiidao : na
Encaderaacao Brasileira.
estabelecida ra Duque de Caxias n. 21, onde
tambem encaderna-se livros em branco ou im-
pressos e doura-se sebre panno, papel, couro,
veludo, seda e pergaminho.
Garante-se a pessoa que honrar e cimento com sua encommenda que nao sahir
descontente : rna do Duque de Caxias n. 21.
Fngio do engenho Quite has, do termo de Ser-
nhjieui. ao amanhecor do na 7 do corrente, 6 es-
cravo Joaqoim, cabra, alio e oceodo eorpo, pouca
barb*, rosto romp ido, lejiresenta ter. 40 annos,
Jevou chapeo do Chile c aqueta de riscado de
brini; recoinmenda se -nt-ndades pnlicises a
capiries de ramp a :ippr-hen.ao do dito escravo,
rccebeai ama \> i gi"il|lleaee na occaaiao da
entrega, esta cidade ruadoBon Jess n. 61,
ou no dito engenho.
Cozinlieiro.
Precisa se de nm
datte di Victoria :
m. 81
- O coininendador tiuzebio Kaphael Habelr
aluga o seu sitio no Cald>reiro, eom grande casa
terrea e um sobrado pata grande familia, cosa
ptimas accommodaedes. Qaem o pretender di-
rija-se ao mesmo para o ver, e tratar no es-
criptorio, na rna do Trar irhe b. 48, primeiro ao-
dar. __^___________
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, cnsul portugus
te 2* classe e en 'arregad i que foi do consulado
de Portugal em Pernambu eo nos ltimos treze me-
zes, participa aos seus amigos, tanto n.icionaes
como portnguezes, que t ni o sea escriptorio na
ra Primeiro de Marco n. 23, { andar, antiga rna
do Crespo onde pode er meando lodos os
dias nao santificados, das ') horas da manhi s 4
da tarde. _________^^^^^^
MOFINA
Est encouratjado!! !
Roga-se ao lllm. Sr. Ignado Vieira de Vello,
scrivao na cidade de Nazarelb desta provincia, o
favor de vir a ra Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. *e eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
tlns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872,e nada enmprio;
e por este motivo de novo chamado pan dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negwio
de mais de otto annos, e miando o Sr. sen tllho
achava oesta cidade.
Casa.
Aluga-se a casa n. 123 no iminho Novo: a
chase est na venda do jnnto; tem bom qnintal e
liea nerto da estaoao da Soledad* da estrada da
ferro do 'Jaxang.
(i. 4. Schnorbnsch.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Hritanic:.
Regala Imperial.
Regala Real.
Hiaclmellos.
Demcratas.
Suspiros.
Concha*.
Operas.
Principe de Bsmarck.
Trabucos.
Bahas.
Deposito em Pernambuco no armazem de CnnJia
A Manta, ra do Mrquez de Olinia n. 23.
ALUGA-SE
o sitio de Bemti'-a n. 8 (Passagem da Magdalena),
com casa e solAo de grandes commodos para nu-
merosa familia, margem do rio Capibaribe, e
passando os trilhos dos bonds na porta : a tratar
com Jos Francisco de S Leitao, em Olinda, la-
deira do Varadouro, casa n. 22, e no Recife, roa
do Apollo n. 36, 2a andar, ou na ra do Commer-
cio, armazem ns. II e 13.
Offerece s urna arm nara casa de homem
solteiro, qne engomma ctitn perfei^ao ; a ra das
Cruzes n. 3. %
jC iiSBliorii) 'Tieo-cirnrgico
3 A. B. da Silva Maia.
ft\ Ra do V'iscunde de Albuquerqne
m II. ouu'ora ra da matriz da Boa-V
** n 11.
f Chamado a qualquer hora.
4 horas da tarde.
I
a. S
ne n. B\
1 i
1
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Maria Goncalves participa que se en:
carrega promover o bom sndamento de quaesquer
questoes judiciaes nos dous paizes cima mencio-
nados, para o que est habilitado com um pessoal
compelentissimo de correspondentes. Escriptorio
ra Primeiro de Marco n. 23, (antiga do Crespo>
Escravo fgido.

ATfE\TCA0
Pedc-so a todos os devedores da loja n. 48 da
ra da Imperatriz, de Paulo Guimares, que vao
saldar suas contas no praso de oito dias, e se as-
sim nio lizereni verao seus nomes por extenso, e
sem excepcio alguma.
Aluga-se
o armazem da rna do Imperador n. 27 .a tratar
na ra do Rangel |n. 7.
Sirop du
ORGET
Precisase de urna preta para vender doces,
bolos etc., e que d fiador da sua conducta, a tra
tar na Praca do Conde d'Eu n. 7, i. andar. Na
mesma casa enenrregase tambem de aviar qual-
quer encoromenda que se Irte faca, e tudo por
preco razoavel
Ao Sr. I. i. V. pede-se o favor de mandar a
casa n. 28, ra da Saudade, pagar o seu aceite
firmado no Rio Grande do Norte, e vencido no
dia :Q de dezembro de 8T2.D. H. O.
No pateo do Carino, sobrado n. 9, 2 andar,
precisase de pretas para vender bolos de venda-
gem. Na mesma casa armam-se bandeijas, e le-
cebem-se quaesquer cncoinmendas deste genero.
Na ra Bella n. t i se preeisa de urna preta
forra ou captiva, para vender ei taboleiro.
Petgunta se ao Sr. Jos Pacheco de Medeircs
se sempre realisou a compra da cscrava Anna eom
o Sr. Jos Martins da Cruz.
______ 0 observador.
Maximiano Lopes dos Santos faz scienie ao
respeitavel publico e com especialidad* ao corpo
rommercial que se acha estabelecido com loja de
fazendas na cidade da Bscada, ra do Comtner-
co n. 3, anga casa do Deo lato Laix Francisco
Montiiro.
e Aquino Fonseca & C. Successo
res, administradores da massa fallida -de Joilo Hy
gino de Souza, -coavidam peio presente aos credo
res daquePa massa, qne anda nao apre*entsraoi
seus titulo, o tacara no prazo d* oito dias, a cea
tar d* Imje, afiro de ser^m qualiGcados os credif
| respectivos. Recife, t de'agoste de 1873.
150^000 de gratificacao..
Ausentnu-se desde o dia 13. de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, do trinta e tantos annos,
crioulo e bstanle ladillo ; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro elhos grandes, j
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar) em S.
Louren^o da Matla, oiide consta ter parantes, foi
escravo dos Srs. Adriano 4 Castro, e do Sr, Jos
Joaqnim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senhores foi eozinheiro, tem
sido visto por pessoas qu? o conhecem dizendo
que est forro, assim ten) podido escapar de ser
prezo. Pedo-se a todas as autoridades e capites
campo que o pegando leve-o roa do Duque de
Caxias n. 91, loja de miulezas do Rival sem se-
gundo que receben a gratificado cima decla-
rada.
WWB
(hiero niaisfoiBijmdo'crcce?
lncontestaveliiK'ntc a loja de calcadojestrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidadc ao bollo sex, o PARS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razo ? a razio e simples :
um cavalheiro (amante do chique) por corto se
in mmmoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experimenta-la sobre um
pequeo e oneroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conheeer se
a botina re tica boa, pois. nao tem esparo para
experiraenta-la, ao megos oue nao a estrague dan-
do apenas um passo, que rhegarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao .icontece no Pars na
America, onde pode se passeor vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para
bello sexo, ento quasi impossivej. que urna se-
nhora (do bom iwni) qneira sujeitar-.e a experi-
mentar calcado ao lado de um balcao, onde en-
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o
Pars na America nao reseofe-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
xmas. que all podero estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminan) a^i as varitagens ou commodos
do Pars na America ra Duque de Caxias n.
69, primeiro andar, consiste taoibem no bom sor-
timento de botinas para horneas, dos melhores e
mais afamados ubhcantes da Europa, como Me-
lles, Suier, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chmellos- e sapatos, assim tambera nm lindo sor-
lim mto de botinas para senhora, e sapatmbos de
muitas qnahdades quepod*Tio satisfazer a esco-
lha da mais capiehsa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, (st claro qne a loj d
jaleado estr3iig*iro, que rams vanugens offerece,
o Pnris na Anttrc. res Dntiup de Caxias n.
f9, primeiro andar, antig: roa 9o Queimado
Aluga-s. i rjeu-o becco d* Pom-
W, cora groada casa cora nmitos commodas, caia-
a e puitada, com quaotidatla de arvoredo fruct-
1ero;..alraUr ISW 'o pr|iriettrio Jos Moreira
a Silva rna estreita do Posario n. 31.

i

1
i
X


m*2s&-:
\


Diario de Pernambuco Sabbado 16 de Agosto d 1873.
t T?'.' Vt' t* "**%
~il J p'Xr^
MEURON&C.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne qaizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o noma de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON a C.
= ftecfcn-M alugr orna ama de leite : a tra-
tar ua rua do Sol n H. __________________
Cbzinheira.
Precisa ee de unta au que 'ja permita nesse
snico k ijih' I unan boa f tidtirl : tratar- fw
Rautv Ait.ir.i iiu r-rvfiiit^'iUi a ra d'Aiiinra h.
i;i.____________ ,________
4 l|| (Tffoieee-su urna ama (criad)
VI A qvf v.ort eengomma rnup.
segundo andar.
flfni pequeo.
Aluga-se
nm excellcute sobrado de mu andar c cura extraordinario cwmxnodo. Bastante fresca, na
ra Form i.a, a do-* Fcrr.'ir.H ; ;i lra';.r .-..rn A'i! mi'. C. M. .Tem
! tu m-i( af<-i|.| tratar na ra da Penlia n. :t
E imtala e leva consieo um
Precia-e de umj. ama para cozinhar : na
rua da Penha n. 3, i andar.
Precisase de urna ama de leite sem
na ra da Penha a. 13, 1* andar,
falli
AMA
Na ra do Capibaribe n. M>,
precisa-se de nma ama para
cozinhar o diario de pequea
familia.
AMA*
Precisa se de ama ama que
cozinhar bem
[uspicio n. 5*.
na ra
Amo Preciw-ae de urna ana para cozinhar1
j\auo, i rua o B^rto d, victoria n. 22.
Precisa-se de ama ama de meia idade
para o ser vico interno e externo le urna
casa de dnaa petaoas : na ra do Coronel Suassu-
na (anga roa Augusta) n. 18._______________
Precisa-ie de duas amas, sendo
nma para cozinha e outra para en-
fommado, para casa de pequea fa-
milia : a tratar na ra do Bario da
Tictoria n. 38, (ontr'ora Nova).________________
A mil Precisa-sede urna ama, com urgencia,
amo pjfj jjjj e peqnena familia, prefe.e-s
escrava : na ra da Uniao n. 49
Ama
AMA
AMA
Preciaa->e de ama ama para com-
prar e cozinhar para casa de duas
peuoas, paga-te bem agradando : a
tratar na ra da Ponte-velba n. 1.
FNDICAO DO BOWMAN'
RUADO BRJI N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM \0S tibores de engenho e ontros agricultores, em pregado re de m
ttioismo o favor de rma visita a sen estabplecimelo, para verem o lovo tortimeolo
aompiet) qoe abi teto; se ido todo soperior em qoalidade e ortidSo; o qne com a ins
oacc3o pese al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FNDICAO
XFnnnrn* A -nda* A9Afr\l dos m8is mo,ernos 'y**" eea ta
T apuros u IvUas u agao: manbos convenientes para as diversas
circamstancias dos senhores proprietarios e pira descarofar algodSo.
Moendas de canna S^ 8 tamanb08'asrmelhore8 qae ,qai
Rodas dentadas para SDimae9'agoa e vapor-
Taixas ie ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
Hachinismos
Bombas
Todas as machinas
Faz qualquer concert de machiJi8mo>a pre* mai resnmd0-
fTirnlQ Ha fiftWA tem a8 melhores e msis baratas existeotea no mer-
1?rtn^mmonr1as iDcumbe-se de mandar vr qoalqoer mach'nismo von-
tlo JIUlUGlWtiS. ta(je .j8 dientes, lembrando-lhes a vantagem defazerem
mas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qnalqucr nec-ssidade pode
ie prestar aoxilio.
i&doB americanos "* **
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
para mandioca e algodo.j
e para serrar m Podeodo todos
'ser movidos a m5o
por agaa, vapor,
de patete, garantidas........ |oa animaes.
e pecas de qoe se cocuma precisar.
Escravo fgido.
Fu?io do engenho Po,o da comarca de Palma-
res do termo de Agua Prcta, no dia 28 do raer
passado, o escravo Antonio, crioulo. idade 38 a 40
annos, barbado e est j pintando de cabellos
brancos, meio beicudo, olhos um pouco braneos,
levou vestido camisa de algodo azul, caiga de
riscado, chapeo de bata parda; foi comprado
na cidade do Recito ao Sr. Jos Domingues Maia,
morador em Apipucos, julga-sse ter ido para Ca-
maragibe em Porto Calvo, no lugar Santa Luir,
d'onde antes de vir para o Recife foi escravo de
Manoel Lins Carneiro de Albnquerque, que o
venden ao Sr. Jos Paulo Rotelho e este ao j
dito Jos Oomingues Maia, ambos desta cidade :
quem o aprehender ou tiver noticia, leve-a ao
proprielario do engenho cima, ou no Recite a
Genuino Jos da Rosa, ra de Pedro Affonso,
antiga da Praia, que ser generosamente gratifi-
cada
!
Consultorio medico cirurgico
@ M $
X Dr. Ferreira
\g Antigo gabinete de se pai, ra larga Xff
~^, kr Rosaaio n. 20. 'j
Cura de hydrc celes sem injec^lo, ngp
e-jm |iucc';ito-capilJar. ~
Aben um de abeessos e extrac^o de t(y
,* derramamen serosos, peto aspirador *.
\tJ de PuUia :.(S?
Ahga-sc
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 28:
a trat r raa do Anmrim n. 37.
mmM%
T- cyvcTv -fsr ytjrr *\
A COROA W BRILIIAXTE
L,03\ HE JOWS
Esquina da ra do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabelecimento, tendo grande sortimento dejoias deouro de le,
resolveu vender muito barato 20 /o menos que em outra qualquer parte, as seguintes
joias :
Aderecos de brilhantes, de modernos e delicados gostos.
Ditos com rubios, esmeraldas e perolas:
Voltas de bonitas perolas e cruzes de brilhantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A Corda Brilhante contina a ter grande sortimonto de madalhes de coral, carnafeu
e nix com bouquets de perolas e diamantes, cassoletas de ouro e pedras pretas com lettras,
de 12?M 20000.
Cadeiaspara relogtos.
A Corda Brilhante recebe sempre quantidade de cadeias de ouro, de lai, para homens,
v 69400 a oitava, e tambero para senhoras.
Cassoletas para senhoras, com lettras, a 6 e 123OOO.
Brincos de variados gostos, para senhoras e meninas, de 9tf a 2035000 etc.
Anneis de amethysta com lettras de diamantes, de 6$ a 8^000.
Pince-nezs e trancelins emeaixinhas do velludo, para presentes.
Mdalhas milagrosas.
A Corda Brilhante tem mdalhas milagrosas e das Dores, de ouro a 73K)00, e prata
dourada a 1J5000. Tatnbem tem sortimento de pince-nez e oculos dearo fino e rattaruga,
chegados recentemente, e por precos mui commolos.
Convida-se as Eimas. familias visitarem a lojada Corda Brilhante, na ruado Cabu
g n. 11, a qual continuar aberta noite at 8 horas.
Garante-se o ouro e pedras preciosas.
HOTEL ~
Restaurant de Bordeaux
Ra Primeiro de Mar^on. 7 A, 1. andar.
Leoste perito cozinheiro francez, tendo tido a felicidade de agradar ao respeitave
publico desta bella capital (a vista da concurrencia que tem seu hotel) acaba de apromp
tarno 2. andar, qunrtos mobiliados com gosto e a preco muito razoavel.
Recebem-se assignaturas.
CTCLO TODOS *OS HWS.
AberlO desde s 8 horas d'amanba, at s 10 da noute.
PENHORES
Na travessa da na
dasQruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaos e pedras.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Aibiuo Baptista da Rocha, de
volta da Europa, continua a en
carre,ar-e d concertar e dou-
rar reluci?, bem como qualquer
outro objecto : rogando a seus
amigos e freguexes o obsequio de
procura-lo na trave sa da ra das
Cruzes o. 14, 1* andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, qne o encontrarlo prompto a garantir
aeus trabalnog e a (aze-los por presos mdicos.
Caixeiro
Precisa-se de nm eaixeiro de 10 a 12 annos de
idade, com ortica de taverna : na ra do .onde
da Boa-Vhta n. 87._______________
Verdadeiras bixas hambur-
guezas.
As nicas chegadas neste ultimo vapor francez:
na raa da Cadeia do Recife n. SI, primeiro an-
dar.
O 4a na da-t Lar^M.^i.-ir,,.- n. t;i
doli d.j mi!-:i|o.
VIKOAS.
Ii.ntt.ir.'. iih a-
: a XttilfS coui o
GUTILARIA AILEM.I
Ra de Mathias de Albu-
querque n 8.
(ANTIGA RL'A DAS FLORES).
0 proprielario deste estabelecimento declara que
est prompto a amolar, afiar e polir qualquer fer-
ramenta de ac, a saber: como thesouras, nava-
Ibas, facas e caivetes.
AVISO.
Os senhores dontores e cirurgioes por quaesquer
intramentos que precisem para os seus trabamos,
acharao o propnetario de-te estabelecimento sem-
pre prompto a consertar e por em estado novo e
perfeito.
0 Consultorio homeopa- f
thico

0
0
m
BfrJ %f^ 523
Cozinheiro.
Freeisa-se de um bom cozinheiro : o tratar
ra do Bom Jess n. 3.
na
CRIADO
Precisa se de nm de boa conducta
na ra do Rom Jess n 3.
a tratar
Parece qne por eassuada tem saiiido no Jornal
do Recife venda por parte da fazenda nma casa
de cem palmos de frente, avallada por 800*, quan-
do essa mesma casa j esteva arrendada de alu-
guel por l:200# ao anno, e em nma visteria e
avalia.ao judicial estavstiada em 8:000|000; nes-
te mundo agora tudo assim. Admira entre-
tanto que nem se diga quem o dono I Essa
casa nao portence a ninguem, e se sao capazos
digam quem elle Valha sem sello ex causa.
Aos dez uiil covados de asiijjins
Na bja do Pavao.
LZINHAS A 300 RS.
IAZINHAS A 300 RS.
LZINHAS A 300 RS.
O Pavio recebeu um grande sorti'nento
das mais lindas lzinh.is para vestido de se-
nhoras e de meninas, com delicados padrees
miados e grandos, quo vende pelo baratissi-
mo prCQO de 300 rs. o covailo, por havir
grande porgo. E' pecliinchn, na ra da
Emperatriz n. 60, loja do Pavo.
NOVOS VESTIDOS A' 2 DE JLLIIO POR
123000.
O Paveo recebeu um elegante sortimento
dos mais lindos e moJernos cortes de cain-
braia para vestidos, sendo a uso da corlo e
2 de jullio, com os mais bonitos mleiU-s, e
tendo bastante fazemia : assim como baila-
dos, reudas, recifliz e entremeios, sufficien
tes para as guamir-'S, e vende pelo bara-
to prego de 129000 cada coito. Na luja
do Pavao ra da Imporalriz n. 60.
E* UM)!!!
Liquidado dinheiro
Na ra da Cadeia do Recife, loja que tem tuna
banleirola com este titulo, e eto vendendo fa
zendas muilo baratas : quem quize.- fazor ecuqo-
mia deve ir comprar antes que se acibeui, pois
quem arremaUB a loja tem deentrega-ia pur esUa
dias.
Vende-se nina casa terrea na na. dos l:r-"
gos n. 15, tem 2 salas 2 quai los. eozfnha fr;i e
quintal, chao proprio: a tratar na ra da -anta
Cruz n. 1, tqnalijner lura do dia.
Vinho verde de Bastos,
superior
Em ancoretas e caixas de urna duzia. tem para
vender a preco rominodo, Joaqnim Jos Goneal-
ves Bellro Jr Pilho : no escriptorio, rua do
Commercio n. 5.
Vende-se
ou aluga-se um pequeo riti !>cm plantndu com
urna pequea casa, com cacimba c banheiro, por
preco commodo, no higar denominado Fundo,
em Reberil.-e, rua da Esperanca : a tratar na nn
do Cabug n. 6.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vein a e. le mercado:
na rua do Mrquez de alinda o. St.
Venda de terreno.
Um dos melhores terrenos da rua li Uniao para
edificarse um bello predio : a entender-se com o
Sr. majar Porto Carreiro, no seu eartorio.
P
GRANDE
echincha
Ser possivel!
fcriik
Precisa-pe de nm criado pira easa 1e familia, e
que seja de boa conducta, {tara fazor ns compras
e todo a servigo necossario : na rua da Irapratrii
n. 15, t* andar.
Cozinheiro
At vir.
O Sr. Jos Pereira Lomos pela Segunda vet
rogado vir raa do Imperador n. 38, a negocie
de seu mteresse.
- Precisa-se de urna inalher de boa conduet
Preeisa-se de um cosinhefrl, j raa do Cordnhf para fazer compajmia a urna peqoena familia: na
p. I, Porte o Vattos. raa de Hortas n. 63. -
CASA DO OURO
Aos 5:0009000
Bilhetes garantidos
Wua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 8O0J000 em
quatro quartos de n. 1650, e dous meios de n. S70
com a sorte de lAOjOOO, alem de outras sortes
menores de 403000 e 20/000 da lotera que se
acabou de extrahir (6*i; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serio
pagos na forma de eostnme.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixaro de
tirar qualquer i remio, como pro va pelos mesmos
annuncio*.
Acham se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 21' parte da lotera a beneficio da
Bova igrejada Penha, que se extrahiri no dia 22
o corienje mez.
Pre$o
Intairo 6#000
Meio 3/000
Qnarto 1/500
De 1009000 para olma.
Inteiro 5/500
Meio 2/750
Quarto 1*375.
Recife, 6 de agosto de 173.
Joio Jeaqmm da Cotia Leite.
Alaga-te a casa terrea da raa do Coronel
Lamenha n. 20, timpa, com quintal grande e ar-
berisa*), tendo 3 quartos no quintal e vm gaHi-
nbeiro, portao para a rua do Jasmim : a tratar na
roa do Bom Jess n. 31.
Do Dr. Santos Mello
41^-Rua do Imperalor------41
Consultas todos os dias das 11 1 da
Urde. 8
Gratis aos pobres. fi
Residencia rua Nova n. 7, segundo g
andar, onde d consultas das 6 s 9 da Sk
manh e das 3 as 5 da tarde. f<
Chamados a qualquer hora. IB
Escravo fgido.
Ba iratiflcaeS*.
Ausenton-se a 30 de iunho ultimo o escravo
Martinho, trajando calca de la escura, camisa de
madapolao, chapeo baixo de pello branco, e con-
duzindo nm balaio de compras, coin urna calca le
l eRxadresada de verde e um par de botas. Este
escravo tem 18 annos de idade, cor parda alaran-
jada, cabellos um pouco respos, testa larga, esta-
tura regular, boa figura intelligente, bom copeiro,
cozinha soffrivelmente, e desconfia-se que sabe ler
e escrever um pouco. E' natural da Serra do Mar-
tins do Rio Grande do Norte, onde tem familia, e
resida o seu primeiro senhor. Consta que tem ap-
parecido no bairro da Roa-Vista e em 'fogados, e
suppoe se que, como seja cozinheiro, tenha-se con-
tratado cora aguera em urna daquellas freguezias
Roga-*e a apprehenso do dito escravo, c^ndiuii-
do-o rua do Conde da Roa-Vista n. ol, ou rua
do Rom Jess n. 3, onde se gratilicar generosa-
mente.
Os curadoores fiscaes, no carcter de admi-
nistradores da massa fallida de Jcao Antonio Fer-
reira, convidara aos credores da referida massa
apresenlarem seus ttulos no prazo de 8 dias, im-
prorogavels, afira de serem verificados e classi
ficados. A entrega dos titnlos dever ser feria no
escriptorio da casa n. 12, travessa da Madre de
Deas.
Recife, 8 de agosto de 1873._________________
SHERRY KINA
(VINHO DE QUINQUINA HYGIENICO
PREPARADO COM OS MELHORES V1NHOS DE HKS-
PANHA DA FIRMA
CALVAIRaCA.G. C.DESEVILHA
f0rneced0r da sa macfstabe a rainha
d'hkspanha.
POR
THOMHERET GLIS
Pharmaeeutico
EX-INTERNO DOS HOSPITAES DE PARS
O SHERRY-KINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade o
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicagSo nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procurara nos productos desse genero em
que MUITAS VEZES SSACRIFICAM AS CUALIDA-
DES TAO ESSENCIAES QER DO VINO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da ESPECUtACt (Ver Guia das Aguas
Mineraes. Do Dr.^ONSTANTIN JAMES,
'"UNIOO DEPOSITO ,
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE ,|
BJLRTHOLOMEU & C.
Rua Larga-do Rosario n 34
A rosa branca vende chitas finas de cores segu-
ras a 210 e 80 rs. o covado, a eseolher.
Querem ver que lindos ves-
tidos !
Venham rosa branca comprar granadinas bor-
dadas com flores e listras de rores, est quciilian-
do a 14 o covado; todo- vendein por l'iO'.
Nova remessa
A rosa branca recebeu las finas oom listras de
pura seda, e vende a 800 rs. o eovjftlo ; sempre se
vendeu por 1*200.
Madapolao francez lirapo
A rosa branca vende a peca a 7J,todos venden)
igual a 9, e quem duvidar venba ver.
A rosa branca recebeu um grande tortmento
de chapeos de sol, e vende muito barato : na rua
da Imperatriz n. 56.
Venda de casas.
Vende-se nma casa terrea moderna, com gaz.
terreDO de marinha : na rua da Concordia n.
133. Outra casa terrea tambem moderna o em
terreno proprio, na rua Jos CoelhOS n. 18 : a ta
tar com Marcelino Jos Lopes, na rua do Monde-
go, olaria n. 63.____________________________
Cal de Lisboa
Vende-se a 2*500 por barril
bo, largo do Corpo Santo.
no trapiche Bar-
Mobilia *
Vende-se nma mcbilia grande dejacarsnd, com
Punco uso e l>em conservada : na rna do Barao
do Triumpho u. % (ontr'ora do Briim).
Boa
nova
Vende-se o sobrado n. 29 sito rn.i da Moeda,
com dous andares e mAd ; um dito na rua do
Apollo n. W, com tres andares e soto ; urna casa
terrea na rua do Fugo n. 30 ; urna dita no Areal
do Forte n. 14 ; um pequeo cofre de ferro e ea-
xas com vinho fino do Porto : l tratar com Joa-
quim Alves da Sita, na rua do Gorontl Suasjuna
(an'iga de Hortas) n. 17^_____________________
U1:m re.shpo.
LlziiiSias rtttns.
e.-te r .i; .. i.d rv. ; 2u M u (ovado, pa-
hai -. iv ::.,.i h -,.i, stras.
AkiXKlfio dqsras
AlgddJo ilo -tras amerk-nno, com pequeo de-
leito, a 3z1> rs. o covado : bu rna do Crespo n. 20.
loja e Guilherme 4 0. '
Biins de cores
Brins de linho He w.t a 'O e 440. r-. o cota-
do : na rua do irespo ri. 20, loja de Guilhcrme
& GomfMtnhia.
Alpacas.
Alpacas de lislras, limlo< padroes a 500 r.
covado.
,Grosdenaples.
firosdenaples pelos a tiNuV e 2*400 o corado
Colchas adamascadas a 4*.
Ditas hraiica de croch a 5*.
Cohertas ile chita adamascada a 3*?)00.
Cobertores de li esenrm :. 5*.
Lentoes de brainaiite ili.
Toalhas alcochnada? a fi a duzia.
Lencos de san* abainhadi i a 2* a duzia.
Pitos ditos com barra alta duzia.
Di'os ditos do esguiau a 'IJoOtl a Juzia.
Camliraia lisa a i* e 44303.
Dita \ irt'-ri.i lina a 3i800.
Lurtes de. filcitfM fiua i M
Cretone, lindos padriVt a 440 rs. o covade.
Chitas rusas a 200 rs. o t jvado.
Ditas verdes e de -ores 240.
Camhrai-is do cores a 80 rs. o covado.
Biim pard i a 400 e 410 rs. o covado.
1'riin lona, Inanco, a 1*W'0 a vara.
S na rna do Crnga a, >, ioja de Cuilheruie
C.
Colchas.
Colchas brancas e de cores a 3*500 : na roa
do Crespo n. 20, h ja de Guillionue 4 C.
Cambraia preta..
Carobraia preta coa Mms e flores brancas,
pn.pi i.is para lulo, a 24< rs o covado, barato :
na rua do Crespo n. zO, loja de Cuilherme & C
Madapolao a variado.
Madapolao avariado de diferentes precos : na
rua du Crespo n. 20; loja de Guilherme St C.
A (iieiro
Aos senhores- fabricantes de
cigarros.
Papel de coros, resmas grandes, sorlidas a 9*.
Dito de dito ditas, assetmado e n.uito encorpado
9, 000.
Dita de s.da (mais conhetido por seda de nj-
Hi 'i do verdadeiro, francez, a 2*6i0 o cartao de
10/K0mortaliiss.
Dito de Hubo fino de Barcellona, marea martel-
10, 'i 000.
Dito de dita dito, marca laianca, 3*500 a resrra.
Dito de trigo, resmas grandes, do verdadeiro de
Barcellona, i'* a resma.
No armaran de Jos Doiningues do Carmo e
Silva, ruada A/adre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumos em fbttiaa, muito reino, cheiroso c forte,
para fnniar-se, da safra rama, e dos melhores lu-
gares de S. Flix. .Vazarelh. da provincia da Ba-
ln, sao vendidos a diiiheiro vista por presos
muito rcduzidos.
No artnazcm de Jos Doningues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dos n. 10 A, armaran do
fumo.
Alhos a 40 rs. a niounca e gaz
a 5$800 a lata.
No armazem d.; Jos Di.mingues da tormo e
Silva, rua da Madre de Dees n. 10 A, armazem
do fumo. _______
Armazem do tumo
Rua da Madre Je Oeus n. 10 A.
Jos Domingties do Carino e Silva participa ;. s
seus hvcuezes e amigos que no sea armaran a
rua da Madre de Deus n. 10 A, se .cha um '-":n-
plcto sortimento de fninoem fardos de patento l.*,
2." e 3." sorte?, dos melhores fabricantes da Sabia,
e bem assim a flor de todos os Tumos de corda
cm rolos, pacutes, latas gran les e pequeas, tam-
bem dos mui acredtame f.bricantes Torres 4
Araujo, I.izaur, Adulado S.-liuidt & C, Lizaur
S -hund & C, Veigas 4 Ara ijo, Trindade 4 Ave-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garantido pelos
mesmos) e de ontri s ainde nao contiendo?, pelo
publico desta capital. O aai uncante declara que
todo fumo que tor vendido ein sua casa sli pelo
seu justo vaW, e que quamlo garantir a respecti-
va qaalidade, seta sincero, mui paiticularmente
com as pessoas que piuco entenlam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annunciante
i tonga pratica de IS anuos leste commercio.
-Per-,

Nova remessa de cha, funio
e rap.
Amara!, Nabnco A C. vendem cha preto e ver-
de, fumo inglez para cigarro e cachimbo, e. rap
francez e nacional : no Bazar Victutia a rua do
Barao ria Victoria n. 2.
^
Cha verde c preto.
Contina a ler sempre na luja de livros da rua
estreita do B. sario u. 12, cha de todas as qualt-
dades, verde, preto, p' nta branca, e padre ; como
vinho do porto superior, a caixa de doze gana-
fas por l6jUO0, ou a retalha._____________
VTEIAO
Vende-se tres hyputhecas de pequeos valores
em predios nesta cidade, toda? vencidas e dupla
mente garantida! : a tratar na rua do Rangel nu-
mero 37.
Joaquina Jos da Silva
Santos.
Ha rna do Vigario n. 7, andar, deseja-se fallar
aoSr. denooe cima, para negocio de sen ime-
reese.
VENDE-SE vitite toneladas de carvo
para ferreiro : a traliirrarua do Commer-
cio n. 22, armazem.
Yende-se.
una casa terrea na estrada de Joio Ce Barros
n. 17, e um terreno na rna da Principe, com lis
palmos de frente c 1 0 de fundo : a tratar na
rua da Soledade n o4. _________________
Vende-se duas escravas, urna de menor ma
e outra do 28 annos, sadias a por preco conxrao-
do : a tratar na rua da Saudade, ci*a n. 28.
PeitoraTde Cereja
do Dr. Ayer.
Para Molestias da Ocrganta, PeitO,
Palme ai. taei oomo Toases,
Constipa iea, Defluxos, Ooque-
luohe, Bronohitis, Abthma, Con-
iumpca ou Tsica pulmonar, *c.
Antes de appareeor o PSITOBAX nunca a historia d
medicina vira ureparaco alpun! que lio nmversale profun-
damente eankasse a confianca de genero humano, como esta
excellentissimo remedio para inf< rmidades pulmonares, du-
rante longa serie de annos, ente quasi todas as rocas do
homens vai gozando cada vez a mais alta reputacao e re-
nome, como o melhor protector c ontra eatas molestia.
Ao passo que se adapta perftit miente as formas mais bran-
das dns molestias, e as crianciiS a menino, e, ao mesmo
lempo, o remedio mais afficax quj se pode prodazir para im-
pedir o progresso da Titlea tnclpUmU e todas as perigoeaa
ffeccoes do peito e pulmoes. Cjmu antidoto contra attaque
repen'nos de Cr.up, todas as fuuilta .dweater_em ua
cazas ; e em geral, como todos ffto sujeitos ""uP,yw e
tosses 6 bom estar-ae sempre prevenido cosa Bun poderoso
Pot^que a Tilica Decan da e tid*comOm cura,
haporauto grande numero da .iaos em fte esta molestia
pweciasar declarada, mas que ts m curado radicalmonte
pelo uso d'este PBITORAL US CERBJA.
MUhares de casos de Molcttict da Garganta e pnlmoae
que tiiiham baldado todas as excedientes da pereca humaua,
teem cedido a influencia do PITORAL DE CEREJA.
Os Cantor o Oradora acnaAo o Peitoral um ex-
ccliente protector contra moteada, a de grande serveDti
para ajuda a voz.
Sempre allivU a Aiihma, e freqnentamente a faz desap-
parecer inteiramente. *
Em doaas pequeas e repeioas, regularmente cura a
MronchUU. _
Para ComHpaeSc* e tanta nio oaslvel encontrar-se
milhor remedio. Toma-se em doeas pequeas trex veze
por dia, e a noiU nm escalda p, ata a curar a n*"**"*"
Para os Defiuxa; quando eecUm a garganta, aevo*e
fazer o mesmo. ,______
Para a rUM-MaM oo *,**, U-ae em pequea
dote trea ou quatro vezes por dlaw __.
Par o Ctaip, doaes grande=i e repettda, at M venoar a
moles tfcV ^_ n 0
EffiKtiTamente nemfcnma fa ai* deve. paaaar sa oHI-
TOBAL, para se defender cenan os attaque. "Pen^l
^oks'tiaTcim rn.asknad.-jO ara ? po, multas vezea poapai* m I Amo nlH aoiWeanMee
SSrlgos que occorreriao se ttrea. MJS'J^ oX
Pee e maaa, ooneervae eiM retMdto aempr e oaaa.

i-

praeiosas se vee podean >atvar,
XoonWidas, qui'waiapenaamoa de P"^TJ2S
ilio.
Vida
%*$<
aawasnnr ao publico q toa tktodts qae Ka pee
, sempre ae oonaervario.
mepabado toa
J. C. Ayw C., loweD, Mass., E.V.
ywxrxxa ibb por


.--Ateto de Peuambua --.garfeado 16.4 Jkgeftwide 1#T8.
ofiANDES NOVIDADES
Em fazendas de eosto
NA
b
LOIA E ARMAZEM DO PAVO jas
N. 60 Ra da Imperatriz 2ff. *0
DE
P1REIRA DA SILVA &___________
Os prupnetanos (leste imprtante estabelecimento, partfcipem ao rospeitavel pnWico
desta cniadc e aos scus numerosos freguezes que acabam de receber pelos ltimos vapp-f
res de Curftpa, um grande sortimento das mais liadas e mais modernas.- fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambera um grande
sortimento das ntefbores fazendas de lei, que se vendem por procos rauito em conta. r
com o.fim de aperar dmheiro. **
As pessoasque negociam em pequea escala, neste estabelecimento poderao (azar
es seos sorti.nentos, porquo se lhes vender pelos pregos que compram as casas estran-
geiras; de todas as fazendas se dSo amostras, deixando penhor, ou mandam-se levar om
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est coustantemonte aberto das 6 horas da manha s 9 da noute
COMO SO LINDOS! I
lii
A 13800, 13200, 800 e 640 rs.
BRNOS A 1CJP000.
O Pavo recebeu pelo ukno vapor de
Os leqnes todr. d madrepcrota,_ crneos c de
cares e que irazem o dsticoL'NIAO em lellraa'
lambem do madrcpcrola em alto relevo, tor-
nando-se por isio apropriadoa para eoivas, a NO-
VA ESPERANZA ra Duque de Caxias n. 63
(antiga do Quoiaiado) queuiostem.
Sao de tmiarwgq
neos, broches, meios adcregoa, ejruzes,
coracdes e cassoletas, que estao oxposlaa ba
escolna das Exmas. (mants do chiaue) vende-sc
na Nova' Esperanza','raa Dpquf de .Casia.-
.b
rrunw '
A Kova E^iraga i ma^Dudo- e-Caiias n.
6J, acaba de recffyir ubi Uodo aqrtimnto dkio-
necas de limitas qaaljsjades, jrioaV ere elfej as
engranadas bonecas de borracha, .stsii taflcm
um pequonit quantidado 4
se tortmWrw pb-i
fe pth"f'Bovid|: -mf, i
bemutM # IfiJF
A Nove Esporsncaritt D*|ii d* Qixia n.
83, lecebeu veradeiro iuenlp-niglo/.. puepfrfc
ea para conccrtar-norcelaoi^ tem mil
Vestmo^mr(o
Multas vezs m\esfid tro-so foftoraene
fie, somanta por estar mal enfilado : a NovaTU-
perancWa ra Dttqa^ae-Cirxit* -8^63, i
este mal; pdtcfflmii ieW^forMa mflli
gaiaes o fra#U*fe*W^}*>co*;>ofllfe
colKer^se voWra(MJ,sBr8ttlfc*) tm c bfas
0 lili
BAZAR
Ra -da Imp
Lourenfo Fereir

maraes
o mais barato que for possivelJ
O V,IT* .J1.i,r,f um um! c,+''s- Europa, burnoos dos mais lindos gostds modernas franjas mosaica; ^frpeW'snaVailei*
Pavao recebeu um brabante sortimento que at boje sao conhecidos e em relaclo cr*9' flea "m on ***** ,od hzendas.
das mais lindas granadines preta com deli- ua
excessiva barateza, convidam-so as
C^^^^SSSTS''l^in^l0 Exraas' Sras- P^averem o que ha de mais
barato **> do 19500 o c -vad). Ditas to- novidade neste artigo,
das de cores com hstras miudinhas em urna liUVMW'l'l s par tt?ntiyf
s cor a 19200 19000 o covado. Ditas o P.rto"endeTujerio Santedeal-
pret,,-eom hstras de seda roxas a SOOrs. Di- godo, tendo 10 palmos de K^gara, que sd
tas pretas com hstras brancas, azues e vor- precisa de 1 1/4 vara nara um bX
des a 640 rs. o evado. Assim como boni- ^600 0 ^'iJ'&oFS **** '
tas bwys de seda para^ vestidos com as Dito de linho fino Vuperior e muito en-
r?otma pechincba, Trdo'coia a raesraa***"a *^"
POLAINAS A19600 E 29000 O COVADO. ^Di'tos francezes muito finos a 29600 e
O Pavao recebeu um elegante sortimento 39000 -
das mais lindas poupehnas de seda com os I Pecas de Hamburgo e panno de linho, ten-
r^SRwS bmtaSC,,,reS' ?4$ PParatodososPreCos
Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
jardas, pelos precos mais baratos que se tern
visto.
Pechinchas de finissimo esguio ou silzia
SEDAS DE CORES A 295O0 RS.
O Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sodinhas do urna s cor com
delicados deseabos miudinhos, que vende a
29300 o c vado. Ditas com listrinhas, mui-! m^Ttas *1So7.
to boa Etna* a 29000. E' pechincha, na
na luja do Pavo.
CAMttMAlfi ABERTAS A 99 E 109000
O Pavo nicebeu um elegante sortimento
das mais linas eambraias brancas abertas,
bordadas pira vestido, que vende pelo barato
prero de 09 c 109000 o corte, tendo fazenda
bastanto para vestid-. E' pechincha, na loja
do Pavo A ra da Imperatriz n. 60.
LAZI.MUS BORHADASA 400 RS.
O COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lazinhas transparentes com
flornlias, bordadas, tendo de todas as cores
iuclusivel rocha propria para viuva, e ven-
do pelo barassimo prego de tOO rs. o co-
vado. E! pechincha, na loja do Pavao ra
da Imperatriz 11. 60.
LAS MODERNAS.
0 Pavo vendo um bonito sortimento de
.1 mitas listradas sendo das mais modernas
viudo ao mareado, pelobaratissimo
' )''>'.) e (00 o rs. o covado. E' pe-
, na lujado Pavo ra da Impe-
r: iz 11. 60.
Al.iA AS LVVH\DASA640RS.O COVADO.
ou para a loja de Parto um elegante
timento das mais lindas alpacas lavradas
sendo as cAres mais modernas que
le .. vin lo pira vestidos, e vende-se polo ba-
1 proco de Gi rs. o covado. E'
liincha, na loja do l'avo.
t.ASSAS FUA.\CEZAS A 600 E 640 RS. 0
METRO.
0 PavSo reeebeu um magnifico sorlimcn-
lo das "iis linlas oassas fian ezas, de cor,
comosMiiais bonitos desenh s midos e
>, ten lo padrOcs escaros e outros que
8 ri .11 para luto, c vende a 600 o 6i0 rs.
' ou 360 e 400 rs. o covado.
! \ !>*- MOBEKNAS COM L1STRA DE
SEDA A GiOrs. e 19200.
0 ; ave raeebau um elegante sormento
"1 i c n lislras de seda assetinnda, sondo
asmis modernas que tcm viudo ao merca-
doe .nais dedicadas cores, e vende
pelos baratos preeosde 640 rs e 19200.
Assim como outras maitobonitas com listras
sem ser di' seda, que rende a 500,640 e 800
rs., todas estas las sao modernissimas. E'
Pecas de finissima silezia com 30 jardas
a 359000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 29000 a vara.
Calcas de casemira.
0 Pavo tem um grande sortimento de
calcas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
igurinos e em fazenda, dos mais finos e
mais noves que tem vindo ao mercado, e
vande-se por barato prego para apurar d-
nheiro, assim como calos* de brim branco e
de cores, por precos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 19800 E 29000.
O Pavao vende duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato proco de 29000 a duzia.
Ditos tambora abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit--s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 39000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 39600
MEIAS CRAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vendo duzias do meiascriras, h-
glezas. pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 69000, 79000,89000 o 109000,
e um grande sortimento de meias nglczas
francezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLO FRANCEZ a 69000 E 79000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que sempre se vendou por muito mais
dinheiro c liquida-so pelo baratissimo preco
69000 e 79000, por ter fcito urna grand
compra. E' pechincha.
Al^odaozinho a l'MM>.
O l'avao vendo pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
A ella, ante que se aeabem.
*
Vendom-se dri'tbflds os 'ta/ta'flnos i'rHa Dufue
de Caxta9 n. 61,'na'Noia Esperanga.
Bolas d borfttcJta
i-se de"tftfldS osJtafinos a rur
n. 63, na'Nota Esperanga.
ObeUos brtmoos-sfem'qtiett
A Nova Esperanga rea Duque- de Caxias n.
la ft4ai3o da Victoria n. 22.
DE
A' esle^Jrande estabelecimento tem che-
%ado ma hom sortimento de machinas para
postura, d todos os autores mais acredita-
dos' ulfinaeffcentotia Europa, cujas machinas
sai)1 g*amHas' pof um anno, c tendo um
perfeit 63, acaba de receber a Vcrdddrz tintura de Des- qulquflr parte dsta cidade, como bem as-
nouspara tinMr Esto na, moda
Os cintaroes de canro, pwprios para senhora?,
Se recebeu a Nova Espera nga ra" Duque 6>
Kias tt. 68, estto/siin/seabwra, "e*offt.fnoOa-f
Se qnereis ter on -prepavw nflT-ranWlheW de-
cheirosos eraros braatos para o vose oasamesw,-
ou para outrb llm apropriado,- necessario ir a
Nova Esperanga ra D^ae-ie Caxias n. 63,
que all encontrareis-> os melwres ports tonquis
49 e 59000.
pechincha, na loja do l'avo.
f*'Vs.t*4:i3 4tO.SSQ.3'03ttOrs.
O Pavo receben um grande sortimento de
<:itas de cores fixas, que ven le pelos bara-
i ,)!: s de 240 e 2S0 rs. o cova lo. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
h ':. 3 -Ge 360rs. o covado.
finas pjidres claros em teci-
les, com barra de cor ao lado e
.: 1 : iJ e 400 rs.
: is com tocido de cictone, faaeft-
rilo S'i ... lo.
Ditas de 1 Ares miudinhas, proprias para
roana d 1 c i incas a 300 rs. o covado. E'
pechi icha, na loja do l'avo.
Bnwlit;! u 5ift v. o covado.
O Pava > receben um elegante sortimento
das mais mod 'rnas baptistas de cores com
mi;: linhos e grados sendo j>roprios
pira vestidos e roupa de crianga, pelo bara-
tissimo prego deSOOrs. o corado, afliangan-
do ser grao le pechincha l
Cort.rd cambraia. ultima no-
. iiladc. a 996OO.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de-
Eurwp, cutes de cambraia branca com- ba-
badinhos lioapente bordados, temi fazenda
sufliciente parvestido de qualquer modelo,
estes-vusli4|fc sao os mais modernos que tem
vindo a > merua4b, e pela sua excessiva ba-
rateza t -inoin-se recommendaveis s sciibo-
ras de bom gosto.
Ditos com liabados de edr, tendo 20 me-
tros d- babad s a 99000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato prego do 209 e 309000
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O l'avo recebeu um liado corto do cam-
braia brinca com listras assetinadass que
vende polo bato.pie#r de 69000.
Ditos c >m listras d-cOres, tendo 8 varas
49'e-5?00-. E'peebincha.
ESfARFILirOS.
O Pava i recebeu irm grande sortimento
deespartilhs tantoparsenhora como para
netrfn'a, qtre v^nde
8900:
Ditos muito fiuos a 49 e 59000. Sio dos
mais wiieruos q e tem vindo ao mer-
cado.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalbas o lenges a 69000 e 79000.
CAMBRAIAS.
O l'avao vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 29500
39000.
Pecas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 e 69000s
ate 1 mais fina que vem ao mercado. *
PA,.Y\OS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas re guarnigao e para so
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 69 E 89000.
O Pavo vendo colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 69 e 89000.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo de c-
r's e brancas, pelo barato prego de 46000.
E%rande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vendo por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SAIAS
a 49000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo faztnda de muito gos-
to a 49000, E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do l'avo ra da Imperatriz n. 60.
Perciba da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeitos decdr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidaJe,
por terem sido remettidas por um dosmr
Ihores fabricantes de Paris, e vende-se peto
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 60 e 89000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s o com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos preco,
de 29000 e 29500.
Ditas conj.guasnigo da prefas^ e brda-t
dos a 39506.
Algodaa; entestado a* lfiDOO a
vara*
: O Pavao vendo algodAo anwicaiio en fus-1
lado e muita encorpado, proprio para to**
lha e lenoees,. pelo bareto.prego-d#9P0q
tara. I
Dit 1 franeez sendo trangado e muito en-
carpador paJoOiaratia^no-ipreco dM28q o
netro. Si
< a^cnlraa .Mffr m ^#OOr '
O Patn ve^e cortes deaaaiwwkr^ncfe
l^fl, sen lo'faaeuila muil om-
pre se vaadiu por nu. e liqnP
dam-sea 79000 o
Ditos 69000,
Agua, fluida, d Guiskifiy
para fazer oa cabellos pre-
tos.
A aguia branca; ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de reeeber nova remes a apreeiavet ag
florida para' fazer os-'caballos preins.' O bom re-*
sultado colhi*> por qni tem-felt use dess*
inoffensiva preparar3o a4em aftatHeble eoaceita-
do, e por aso apenas se faz teutbrai a quem no-
vamonte deua preefee e qnlra, so aproveltar d-
sua utilidade. Tainbvm veio agua de topasio e
oleo florido para o mesni uso, c tt areditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de edres.
A aguia branca, ra do Duque Caxias n.
30-, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossos aljofares de cores; e como sempre cootf-
nua vende-las per prego commodo.
Novos diademas doupados e
com pedras.
A aguia branca, ra do Duque d Caxias n.
30, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e cora pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca* ra Duque de Caxias n. 50,
recebe novas collecgdes ou normas para as crian-
gas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje to
usadas as aulas e collegio; e como-sampre ven-
de-as por pre.o commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas esenboras
A loja d'ngnia branca, ra Duque de Caxias
n. 30, recebeu novo 6ortnolo danuellaMo pro-
curadas meias cuias para.tsenbora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
pregos connuodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Daqae de Ca-
xias b. 50, recebeu bonitos veos ou wantiulias
pretas de soda com flores, e outras a imitagao de
croch, e ven da -as polos., baratos pzco de 3,
le 64OOO. A azeoda boa e est em per'eito
estado, pelo que contieiia a ter prompta extrae-
gao
Perfeita novidade
Grampos com borboletas; bezouros e gafa-
nhotos dwiredos e coloridos.
A loja da aguia branca, rna do Dique de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com her-
blelas, bezouros e gafanhotos, o que de oerto
perfeita novid de. A qnantidae pepaena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gellinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'agaia branca re a Duque de Caxias
pendi algum do comprador.
Neste estabelecimento timbero ha pertengas
para as mestnas machinas e se supprc ([ual-
quor j>ec>a. que seja necessario. stas ma-
cbiBas*hW)albam com toda a porfeigo de
um e itens pospontos, franze e borda toda
quelquer costura por fina que sija, seus
pregossoda seguinteqoalidade: para tra-
balliar a m3o de 305000, 40900i>. io^Ooo
e 509000, para trabalbar com o )>' sao de
809000, 908000, 1009000, ) 109000,
120P000, 1309000, 150C000,2009000 c
2509000, cmqnanto aos autores trae ha al-
terago de prego, e os compradores podero
visitar este estabelcemiento, que muvlo de-
gt gostar pela variedade de ohjeetos que
baseBipre para vender, como sejam : eadei-
ras para viagem, malas para viagem, eadei-
ras pera salas, ditas- de balango, ditas pora
crianza (altas), ditas para escolas, costurei-
ras- riquissiraas, para senhora, deepensaveis
para criaftgas, detodaaasqualidades, camas
de ferro'para hometn criangas, capachos-,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
drtos arslsos, collieres de metal fino, condiei-
re para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampes para cobrir pratos-, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
SHnplos, objectos para toilette, e outros mul-
to* artigos que muito de vem agradar a todos
que visitarern este gratule estabelecimento
que se echa aberto de-de as 6 horas da ma-
nh5 at as 9 horas da noute
Ra do Baro da Victoria n.
__________22.__________
Mola mais cabellos
brancas.
TINTURARA japoneza.
S e nnic*ap|rovala pelas acad'jmias de
seienciaa, recen.il-i svperior a toda que
tem apparecido ato uuje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do- Uecife, hoje Mar-
quez de 01inda,.n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
re.ro.
. Declara a seus frogezes'que tara resolrido ?
saber:
GAITAS A 160 E 200 RS. O COVADO. I (TOTES DE BRIMDE CORES A 15500
Vende-sc chitas francezas largas com to- v'etjk-sc cortes de brim do cores
que do .avaria, a 160 e 200 o covado. Di-1 caiga, a 19500 e 25000.
^ limp^.a02V0, 2? e 320 rs- covado- BOTINAS A 39000.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS. Vende-*botinas para senhoras, a 390
Vende-ee cassas francezas a 320 e 360 rs. 3J5500, aellas antes qne se acabem.
o covado. ROUPA FEITA NACIONAL.
LAMN11AS A 200 RS. Vende-se camisas brancas, a 15600,
Vendo-selasinhas de cores para veatidos, 29500, 39010 e 49000.
a 200, 3G0, 400 e 500 rs. o covado. Caicas de caseritas \!e ctres, a,
ALPACAS A400RS. 79000. -
Vende-sc alpacas para vestidos a 400, 500,- Coletes de casemira, a 4*9, 2^o.
640 e 800 rs. o covado. 4,5010
COBERTAS DE CHITAS A 19600. ?IfittfaVcasemira, a^iMfeSflOOO.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a SeroUlas a 1 e 19600.
19600 e 29000. Ditas de pello a 19400. BRIM DECOAfiS A i4* RS.
Colxas de cores a 15200, 29500 e 49500. Vende-se brim de todas as coros a 4
CHALES DE LA A 800 RS. rs. o covab.
Vende-se chales de l de quadros a 800 LENQ0S BRANCOS A2900OA DUZIA.
rs. e 19000. Vende-se a duza de lencos brancos,
Ditos de merino a 25, 35, 45 o 55000. 25000. Ditos com barr
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 45, 49500,
55 e 65000.
(
\
SAIAS BRANCAS A 2500O.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 25000 e 25500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
roassa, a 25, 29500, 89000 e 45000.
MADAPOLO A 35000.
Vendc-se pegas de madapolo enfestado a
35000. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500, 55, 69000 e 75000. '
ALGODAO A 35500.
Vende-se pe^as de algodo, a 395D0, 49,
e 55000.
BRAMANTE A 15600.
Venderse bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAQO DE SABONETES 280 R9.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tas inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 c 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para- liquidar, e outros extractos
muito barato.
_ d cores a 390
Ditos de linho* a 55000.
TOALHAS A 800 RS.
Vande-se toalhas para rosto, a 8T) rs
19000.
GRAVATA DE SEDA PRETA A 800 II
Vende-se gravatas de seda preta, a 3
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes para meninos, a 19500
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 9500
Vende-se espartilhos para senhora,
39500.
PE1YIES A 3*0 fc&
Vende-se pontos de alisar, a 20, 320
400 rs.
PO'S DE ARROZ A SaO'lS.
Vende-se pe fle hrrof em'caMa, a 2r
rs.,"para liquidar.
EStatHte' A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversea tamanhos
a240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos
a .1-20 o 500 rs., para liquidar, e outro
muitos artigos que se vende barato para b
quidagSo do facturas.



'
GRANDE REDUCTO EM PREGOS
Atten^o. Altenco.
Na loja de Soares Leite Irmos7 rua do Barao da
Victoria n, 28.
(


BICHAS. DE HAMBURGO
As mais Feoeutes e melhores.
Vendem-se na. pliarmacia e drogara de Bar-
tholorneu &C, ra Larga dosario o Rn. 34.
N.raa do Commercio n. 2 ver>Je-sc vinho
do IVirto e Sherrey, de bea qualidado & barato, cm
barris.
- 30, recebtiu nina pequea quanlidade de boni-
s e novas gollinlias, trabalhc de l e seda, en-
neitadas com arminho, obras estaa de muito gosto
e itciramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja da aguia Jjrwca, ruado Duqu ,
Laxias n. SO, recebeu novamente bonitos gram-
pos,. brincos e .roletas, douraflos ; assim como
novos diademas do afo, e como:sempre conti-
na a vende-los por pregos razoaveis
Caixinlias com pos dourados
e prateadosrpara cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas dq pellica pretas e de
SEGRKDO ECONOMA E CEI-ERIDADE.
Obtem-so com o uso
DA
INJECCO SHOST
nica, hygieuica^radical e infullivol na cu-
ra das onorheas, flores brancas e Husos de
toda .especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutarcs resultados
a continuada applicago que sempre com a
maior vantagem se tem fetto (Julia .nos hos-
pitaes de Pars.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
C, maLarga do Rosario n. 34.
Caixa de linha de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 1?200
Abotoaduras para collete, de todcs os
gostos, a 200 rs.
Lamparinas gaz, dando urna luz rauito
boa, a 1J000.
Gerrafa d'agna japonezay a 19000.
dem idem divina, a 15000.
Duzia de pegas de cordo imperial, a
240 rs.
Frasco com tnico oriental do Kemp, a
19000.
Duzia de baralhos francezes, canto duura-;
do, a 39000.
dem idem beira lisa, a 29200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiror a
19000.
Caia de botes de osso para caiga, a
200 rs. .
Caixa de papel amisado, beira domada,
a 800 rs
Idem idem dem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs
Caixa de cnveloppes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque,:
320 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 30O rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
59000
Mago de fita chineza, a 800 rs.
dem idem de pos chinez, muito< bom, a
500 rs. e 1J6000.
Duzia de sabonetes de amendo, a 29500
e 3SG00.
Fra6co com opiata muito boa, a 19000 i-
1?500.
Duzia de sabonetss de-anjir.no traaspann
tes, a 25>200.
dem idem com flores, a 19500-.
Dusia de pegas de trangas caracol branca
a 400 rs.
dem idem lisas, a-200 rs.
Sabonetes Glycorino Irarsparentes,
800 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs".
Caixa de cnveloppes tarjados, a 5-00 rs.
Leques doosso e sndalo para sefthotas,
,
todas as cores e larpu-
a 29000, 49000 e OyoOO.
Pila de velludo do
ris.-
dem idem de saiga idem idem.
Chapeos para senhoras e meninas.
Lnlremeios e babad os transparentes e ta-
pados.
Botmos para senhoras, a 49000.
Retroz preto e de cor, em carre-
tel.
Lindas e elegantes caixinhas dos perfu-
mistas E. Codray, Gell Frrese Rieger,
etc., etc..
Quadros com santos e estampas- separa-
- Vende-se a artuacao e mais bemfeitorias da
loja da ra do Itangel n. i2 A, propria para
qualquer negocio : a tratar na mesma.
outras-cores.
iii
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. SO, rocebeu novo sortimento de- lovas de
pellica, pretae e de oulras cores.
Gramle lipaeaft,
Na ra do Queimado n. 43.
A.. raac,onaria desmasca-
rada,
ou coHecgao dos artigas do Edto de Roma, analy-
sando a circular d> Cap.". l'r. Federagao de 2!
de selembro de 4871, e aPran-h.-. do Ir.-.
Gomes Frqire ae Irt- Oj ; assim como a deste
Cav.#. R.. ~.-. Vea.-, ao redactor do Echo
de Roma, datada de Coimbra aos 1G de dejembro
do mesmo anno, precedida do urna carta intro-
duccao e annotada por um redactor do Echo do i
Roma.
Aaba de chegar de Lisboa esta obra, e vende-se
na livraria econmica ao p do arco do Santo
Antonio, prego 1*500. _________
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
Resma do papel pautado, a 29800, 49000 das.
e 59800. j Espelhos de moldura dourada,
dem dem liso, a 29600, 3$500e 59000. os tamanhos e pregos.
de todos
Coques modernos, a 39000.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
Garrafa de tinta roa extra-fina a l0QO
Microscopios (sem visla) a 29000.
BONECAS.
Bonecas de ce>a de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
urna em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
objectos de porcellana, geiollas de rame, molduras para quadros, machinas para eos
tura, transparentes para janellas. e um completo e vanado sortimento de miudezas, qui-
se tornara longo mencionar.
lina do Bardo da Victoria 11.28.
Na ra de Santa Thereza o. OO.taverna, ven-
dc-se um terreno a 65 o palmo. Na mosma casa
vende-se uns trastes usados, de Jacaranda.
Bom negocio.
V*nde,-.oo engenho CamovQzinbo, copeiro ebom
Km frente a Pracinlta. moedor, distante da estacio de Agua-Preta tres
Lazinhas de quadros a 24", 280 e 300 'rs. o eo- le6as,pode.carrejar de. 3 4,000 pies de assucar
com boas, matas, de expelientes madeiras : a
't
vado.
Chitas de eres geguras a 240 e 80crs. o ovado,'
Madapolo bom a 4 a pega.
Ataodao T a 44 S* a pega.
Colxas de fuslao, grandes a 3J500.
Ibos felpuda-; a 6j a duzia
sos para inaainos,. a ,80r. /.,,,.
a lona le pb. linlie a 145C0 a fara.,
s de casemira de cor, a u'.
muitas oulras fazendas por menos do seu
L S, o 43, ra da :Qae*|d| ara frente i
va-
Sal) d A bordo dojiiate Otinda ao p^.do trapiche Com-
. H Vcndfi-gfl nma norfSb'dl'IWb
t>afc Caxia n. 40, com Joaquim da Sirva Costa. j
"Jarope d'agrio do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cu relas molestias dos orgJos respiratorios,'
como a phtysica, bronchites,, asthma, etc.,'
appjicado ainda com ptimos resultados no'
escorbuto.
Vinho Bqrdeat em barris, recento
mente chegado, vendo-se em casa de II.'
Leger, ra da Crnt* 68.
TASSO IRMOS&G.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos cominelos
Tjjolos enramados sextavos para ladrpho:
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas e desafoear algodSp.
ifachinas depadria. PTT
Pptassa da Russia em barril.
Tiosphoros de cera.
S^il em garrafBes'.
Setadirrha em garrafSes.
Leaiha, em garratoes.
Rhum da aJmaica.
V nho do Porto \elho engarrafado.
Vnho do Porto superior, di o.
\lnho de Bordean!, dito.
V nho de Scherry.
V nho da Madeira.
Pates com linguas e dobradas inglezsa.
Licores finos 9ortidos.
Cignac Gauthier Freres.
L^tas dsioqcinbo Mrt,,,
rriso* leplho ej tlpoura
Mais val tarde do que
nunc.
Aviso importante.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
SONHOS
, acfipipe Joji'ioso que se preparava amigamente
NA CONfElTARlA QO CAMPOS
os proprietarios daquclle cstableciruenlo re-
erain tie novo fabricar taodeli'ios< Anjar,
s para satisfacer lgpr^as J-afionmidls, co-
. i
ifazej _
i para criar noves car
lores.
\ E uaL sera a fani^ia que nao
mandara buscar afi, ao meno^
nma duzia do
SONHOS
para a sua sobremeza ?.,.
a- Vcudese nina porei) d. llja para nada-

as
As algalias do fabrjeante Bnoes Roulovard du
Palats, slo as welliores tonheeidas, pois que con-
servam-Bo parlaitamente nos climas calido?, 00190
n experieocia ooasUntciaente. o est, poxaado
I
L i
I
li
Engenho periquito.
Vende-sannia MriJio^eafienhoPai.iquito, bem m"T ^""ISn
com asjajMlaajuuxBS]iaadSIkjU&.>airaa do aB- ^"'^S,
no 1 rCaSM; etn irteitla eontenhon' o J
a nada- mesma engenho Francisco Afnso da MeBo : qnem : _
feret a%-ep aa^tta.sa njfaoclpna.tavarna, para aprender, po*
m
(arde em di ante.
rsa,sma mesa elstica com.fi tahoaa,
e e,fctnreli : para ver e.tratsr,v na flii
lllo DTal. 9$; lndar, das 4 hora* C.
Verdad sir biter hesperidiua, vwr&r aMe-
itadn: vanda bo arniaieis|*3|i'arJ
C^rna do Amorim n. 3!
-Vende-se- um psna dej
trpm esjado
fp.: a tra-
? '


I

I

Diario do PeimMbu^^^^a^^^f^i^fet^^^STS.
SOARES LEITE, IRMAOS
NICOS ASENTES
A'
Roa do Barae da Victoria n. 28
4e mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Pars, em 1867, fo concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha do ouro e a condecora-
do da Legiao.de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha do ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
^fH A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
BAZAR M fifia MEtTA

Sft.
Este estabelecmente'^mpreselito em olJareowr a eoneorrencia Jlico um completo sortimento-de mimlzas, calcado francei, chapeos e rjtiinqurlharfcs a
>recos es mais razoaveis possivois, farn o que'Mwebonijgai todos os seus arligos de pro-
ana encommenda da Europa e Amrica, vem darpubfcklade doalgtms arrigosporcujos
grecos bem se pode avaliar os procos ide outroe fir.altuB que se lomara enfadonho pu-
blicar. r
MIUDEZAS.
La para bordar, da melhor qualdade, 1
libra por 5J500.
Agulhas francezns, fundo dourado, a cai-
nha com 4 papis a 00 rs., 240 ,
MIUDFM9.
Hrincos dito de dito por 29500.
BotOes de setim pretos e de cores, a 800
rs. clJWOOadirzia.
Franja 'brancas de'seda de todas as lar-
Voltas do fita* de vclhi-' com lindos co- 8urRS> 1-3000 e 1&400 o metro,
rajos fingindo ma* imperla, a 500 rs. ),tas de cores e.preta9-ae0 rs. e 1&000 o
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu, me^-
Cabe-nos o derer de annunejar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
fork, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito ^e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem ns afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de seu trahalho,
--mpregando urna agulha mais curta cora a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico saboque ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circumstancra de nunea terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mi.
Segunda.Contera o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fncco entre as diversas percas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fora feto mo.
Quinta.Permiti que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se n3o consegu -
ias outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, som modificar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr 6 levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir s entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
lugmentado o seu fabrico, e hoje ne attende a procura, posto que faca 600 machinas
por da.
Cada machina acompanha livretos cora instruccSes em portuguez.
A 9fe000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Baro da Victoria n.
Ha mmm de loftpn Lopes Hachad
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de torea de 2 a 4 eavallo?
Gorreias para maenas.
Pullas de diversos tamauhos.
?aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
ftmtas de tonca para carro.
unientes para "carro.
aloes largo e estreito para carro.
iTegos com cabeea de raarCm, idem.
corspanhadas com 1 par de brincos seme-
'hante, tudo por 25500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandro, numerajo a
gosto do freguez, a 10100 a duzia.
Diademas dourados de HJ300 a 33OOO.
Ditos de tartaruga -com flores a 2#000.
Ditos com borboletas a i?>500.
Brincos encarnados i par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2#000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1JJ500
e 2^000.
Voltas do aljofares com brincos, a 25500.
Ditas do ditos ora coragocs a 15000.
Ditas de ditos do contas cora cassoletas, a
800 rs.
losetas de plaqut a 15 c 15500 o par.
Gravatas de seda para senioras de 15200
i 25000.
"arures cora 2 lagos para cabeea e peito
35 c 45000.
Kntremeios e babadinhos bordados de 300
rs 25400 a pega.
cales de seda brancos e de cores, de
15500 a 25500 a pega.
Oitos de algodo e soda, de 15 a 15400
1 pefa.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marlim a 55 e 85000.
Ditos de sndalo a 45500.
Ditos de madeira imitando, a 25000.
Ditos de papelldes a 15800.
Coques para senhora, a 35, 35500 o 45.
Aderegos fingindo coral, cooipondo-se de
alunte e brincos por 25000.
Dito dito pretos por 25500.
Ditos de plaqut, oompondo-se dealfinete
e brinco, sendo de milito gosto, por 55000.
Cales pretosile seda, de muito gosto de
800 rs. a 1500 o metro.
CALCADO FRACEZ.
Botinas pretas gaspeadas, -para senhora, a
45500 o par.
Ditas ditas de duraqne, gaspeadas, canno
alto, 55000.
Ditas pretas enfaitadas, ultima moda, a
65000.
Ditas dita de cores, canno alto,enfetadas,
a 55500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
35 e 45000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Chftrlt, tapete e tranca', mais barato
10 % do queem outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 115000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 165000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e seiihoras, de 25800 a 55000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 16500.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 55500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 65000.
Ditas dito cabo de marfim a 95000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadme para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a G50 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 15800
e 25000 cada um.
Ditos para sof, a 35 e 45000.
Tealhas de linho para rosto, a 15300 cada
urna.
Ditas de algodo alcoxeados, a 640 rs.
650 00.
It Seems
5.
BIS
madamh.
Shaspere
SINGER
POR
80,000
A CASA AMERICANA
10 RA DO IMPERADOR 45
GRANDE DESCOSERA
fflJWHJ H-l W.llil) I MSpl
Composto do ihanac anti-rheumatico e depurativo
PKI.O
"MR.. MJUDMJM.O.
F preparado estexarope domanac o mais alguraas plantas indgenas do Amazonas,
no contm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dorrs nos
ossos, erupgessyphiliticas e dartrosas, escrfula c todas as molestias que depond-rein
desses virus. A sua composigo foi approvada pela junta central de hygicno pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicagao para a forma de usar. Prego de cada
urna 35000.
nico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria n. 38, chapellaria^de
Monteiro & Silva.
Pesos e medidas
DO
Pesos do ferro e lato.
Medidas para seceos e molhados,
naga.
de ferro, cobre e lato, de estanto 8 tuta-
Vendem-se em casa de
SHAW HAWKES & C.
Ra doBom Jess n. 4.
sm
Economa domrslica
HA
Loja do barateirb, ra Io de
Manjo n. 1, defronte do ar-
co de Santo Antonio.
Agostinlio Ferrcira da Silva I.cal
*. Cotnpaiiltia.
Lzinhas esro-se/as, fazenda liria c bnti.3 ros-
tos. a 280, i< 0, 410 e 48 rs. o enfado.
Ditas com Jistra< de oda, fazenda lina, que Sem-
pra custou l a NO rs o ovad.
Bajitistes com barra moilernas a Ul. ti i 800
rs. o covado.
Cintas escuras e claras, boa qualiJaJe e bonitos
padree, a 260, 2>0 e 300 re. o covado.
MadapoUo Irauccz muito fino a 7|00, e seniora
vendeu por9|.
Toalhas alcocboadas a 03 a duzia.
Ditas felpudas a 8 c 8o00.
Chapeos de sol inglezes de seda Iran.nl.i (l'a-
ragon) por 8i e 9i.
Lencos rom barra a i n J a duzia.
Ditos de linho brancos abanliado; a 'otid e 4 J
a duzia.
Rrins de cores e pardo trancado uso; propri
NOVIDADE?
E sim senhora.
Nao ser por acaso nr.vidadc (e esta fresca) as
lindas e fascinadoras fachas de seda, com as com- j
pelentes fivellas de tartaruga, primorosamente es- |
maltadas de madreperola, que recebeu o Vapor
das A'ovMadcs f
E sim senhora.
Ser cri vel ?
Que se possa vender um par de botinas de du-
raque preto e de canno altopara senhoras por 5?
E sim senhora.
Comuii advertir
que s no Vapor das Novidades, roa da Ira-
peratriz n. 36, onJe se enconiram botinas de du-
raque cre) para senhora e em prrfeito estado para caiga.epaletot,'tanto para'lunnmi eotr para
por fcjttO, cassoletas de a<;-o do ultimo gosto, gra- meninos a 4! 0, 410 o 300 rs. a covado.
1800,
00, cassoletas de ac do ultimo gosto, gra- i meninos a 4!0, 4i0 o 300 rs. a covado.
iara fcnhoras c oulros muitos artigos de' Cambraias irousparintes Victoria a-36(
vatas para
fazer arrepiar pelle
elegancia, como pelos prego*
dos.
L isto
e cabeil >, nao s pela sua 3800, l o c 7 a pera.
porque sao vendi-

ra da Imperatriz n. 36.
S Leito & Oliveira.
Joaquim Jos Gongalves
Beltro & Filhos
Teem para vender no seu cscriptono ra do
Coinmercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
de larana, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, reeontemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de mar fin e sso.
PEIXES de ferro, para porta.
FIO de algodo da Baha, da fabrica do commen-
memlador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de pnlteta.
PANNO de atgodio da Baha, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de toJas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARR1LHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamaitos.
VINHO engarrafado do Porto, eaixas de 12 gar-
rafas.
b dito Moscatel do Douro, idem idem.
< dito Setubal, eaixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, eaixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de caj, eaixas de 12 gar afas.
o Malvasia do Douro, eaixas com 12 gar-
rafas.
Carcavelios, idem idem.
empro
Esparlilhos para senhora borJados, que
cuslavam 63, a33C0!!!
Alem desles outro* muitos artigos que deixa;:. -
mencionar por julgarmo* desnece^-sano.
Cunha & Manta vaadsot cowu>iteoMta e\
o seu armazem ra do Mrquez d1 Olinda ca-
mero 23.
Vinho champagne Roderer (Cartc blancbt-
gigos,
Dito dito V. Clicquot, gigos.
Dito Chambertin, eaixas.
Dito Bourgogne, idem.
Dito St. Jnlien, idem.
Dito St. Christoly, idem
Dito St. Estephe idem.
Dito St. Rmilion, dem.
Dito Sherry idem.
Dito Mtdoir?, idem
Cognac, Martail (vcrladeiroK idem.
Dito Hennessy (dito), idem.
Cidra Champagne, dem.
Vinagre branco lino, idem.
Azeite doce retinado fino. dem.
Cho'olate Menier fino, 10 kilos.
Araruta ingleza. latas
'iaverna
Wiiio-sc a Iaverna sita rua laiperfel n. 184,
tem piaros fundos, por isso so faz racen BMttdave
cara quaiqui r prinripante : a tratar na mesma.
Vende-se
Barris com carne d vacca e
ara mantimentos de navios
de paren "algaJa
no armazem de
Tasso Irmaos & C. ra do Amorini n 37.
>'ende-se por preco commodo tres bancos
proprios para marcneiro ou carapina, em perfeito
estado : na ra da Imperatriz n. 10.
62
n
DOS PREMIOS DA U PAUTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 370, A RENEFICIO DA IBMANDAOE DO SENIIOR BOU JESS DOS PASSOS DO RECIPE, EXTRAHIDA EM 14 DE AGOSTO DE 1873.
NS. PREMS.
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7
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90 809 92
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46 39 46* __
51 41 48 .
52 44 54 .
55 48 56 9m
1 49 59 el
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89 70 67 w
97 ~ 75 68 __
700 40,5 85 70
1 60 92 73
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54 _ 75 53 .
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33 M 59 44
37 ^^ 60 52
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86 J 89 74 60
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' 6 ^- 6 W
9 ___ T - '98
13 10 8000
T

Al



8

Diario de Pemawbuco Sabbatfo 16 de,Agosto de 1873.

LITTERATUEA.
MSCUISO lRONN0 M5LO SR. J0VINIAS0
DA COSTA MOXTKIRO, PROKKSSOIt PUBLICO
io rio formoso, por occasi.Vo po as-
SEJfTAMENT DI PKDRA ANGULAR 00 EDIKI-
o.io para \ fcscofcx i'UBUta dkssa cidai;:
'.ONSTRlINO IUi-.()ll)IISS\0
NOJIKAbA PEI-V PRESllllU&IA A PROVIN-
CIA.
Senhores. A empren mais grandi
seclo o m que Vi ierra t|i i < i o
nome do progresso o lia aspirado pnra o in-
finito se faz tyraunin-. Km ionio ilo lbaro
sagrado da Itocrdale cougregam-se todos
os povos, e os tyraunos cstremecern dos so-
lios dourados ao s ruido das vagas das
multides.
E que maior t\r.ninii, senhores, quo a
da ignorancia ? O pOTQ quo a supporla o
mais infeliz da torra. Alheiaudo do si as
inais simples uocos doben e do mal, des-
conhccendo a sua procedencia e a sua mis
sao nesle globo, oollocan lo a par da i d a do
verdadeiro Deus o iijolo informo e ttrico da
suparstico, substituidlo pureza o i rige-
nui'lade do amor osprazerus rpidos o li-
cenciosos da carne, entrega-so ao dominio da
oppressio ; adopte os vicios par deleites,
por sua religio o fanatismo.
A' tbeocracia e ao despotismo, assos dois
grandes flagcllos du povo, conven) umitas
fetos mergullia-lo na ignorancia, afim de
que elle deseouheca os seus drcitos e
os seus devercs: por nutro lado, po-
rm, os priacpaes amantes da libords.de,
e que senchergan na lluslraro do seus
subditos un realce mais subido ;i sua gloria,
um sustentculo duradouro do son throno,
rnpartem por ellos a mos largas os thesou-
ros do saber,brilhantes constellaces (uo
aelarni as vistas interioras da multido!
exemplo : o Br. D. Pedro l, o dosso mag-
nnimo Imperador.
De lempos a esta parle todo os povos cul-
tos do globo se convenceram que o inelbor
meto de t'-piimir os erimos era instruir as
massas; e dahi inscreveram as suas bao-
deiras este luminoso distico Emilio gra-
tuito e obri'jatorio.
cima de todo o mellioramento, cima da
locomotiva que desdcnlia os abismos o
zomba das distancias, cima da telegraphia
que avisinbou os continentes e den a rapi-
dez do raio conmuicaco da palavra, aci
ma do tudo isto colloquemos o verbo do ver-
dadeiro progresso, c tacamos da instruccao
primaria a nossa propaganda I
Si ni, da insnitrao primaria, porque
ella a porta nica e principal pdr onde se
penetra no vasto Panthcon de todos os co-
nbecimentos humanos. Para tero Torqua-
to Tosso recebido a apolheose no capitolio,
para tor Copernico descoberto o centro e a
ver la eir rcvoluco do systema planetario,
para ter Colombo dado por falta de un con-
tinente no mappa mumli, para ter Miguel
Angelo Ilustrado com verdadeiras maravi-
lha> da arte a Baslica de S. Pedro, foi ne-
cessario, senliores, que ellas tivcsscm passa-
do por esta porta estreita e singla dos pri-
meiros conbeeimenlos. Semelbantes a es-
sas magnificas cathodraes--vastas e rumen
sas moles de podra sao os genios, cojo ig-
norado alicoree a quasi dcsapercebida
sciencia do abe.
K' de justica, senhores, que ao penetrar -
mos naquelle singlo edificio de que vos
fallei, reparemos para o modesto o humilde
personagom, guia nico e solicito de todos
os viajantes montanha Iluminada do fu-
turo: quero fallar-vos do me si re escola.
Antecipa-me em dizer-vos que sou o pri-
raeiro a confessar-me como o mais obscuro
dos professoros, o mnimo entre todos os
meus collegas, urna sombra apenas desto
luminoso quadro I
A missao do instituidor primario um
verdadeiro sacerdocio, ella exige fortaleza,
esse escudo quo nos oflorcee a religio para
garantir-nos o bom eiito em nossa rudeta-
refa ; paciencia, essa forca dos traeos, esse
estimulo dos qiiesoffrem, que nos torna ca-
pazos de lutar com as maiores contrarieda-
des ; abwtjaco, esse desprendunent9 de
nos mesmos, pelo qual nos albeamos dos
nossos gozos en beneficio de nossos rmeos :
ella finalmente nos prescreve esse amor da
humanidade que nao se contentando em
chamar se philanlmpia, fez-se conhecido
pelo sublime epitheto de candado, Obrei-
ro la civilhaco o mestre-escola passa
desapercebido entre o tumultuar confuso e
infructuoso do ocano social. Semolbanle a
esse pequeo vermo que ignorado, humilde e
retirado, fabrica o fio de que se ostentam
depois em maguiticas telas os mais sumptuo-
sos artefactos, elle, o instituidor primario,
escondido nesse templo da puericia e da in-
nocencia, conhecido pelo modesto nome de
escola, construe o grandioso monumento da
felicidade futura.
Ahi recebe elle das mos de cada familia
a criancinha ignorante e que traz por nico
dote a innocencia,livro em branco no
qual le cumpre tracar todos os caracteres
desde o alpha at o omega, instrumento
donde devo tirar as mais doces e apraziveis
harmonas, estatua inanimada e fra, qual
convm cornmunicar a vida e o discerni-
mento.
Kilo tem de aclarar a essa intelligencia
obscura, gravar-lbe na consciencia os dicta-
mes da justica e da verdade, imprimir-lhe
no coraco o amor da virtude, animar esse
busto, inflammar esse astro, dar azas a essa
aguia.
E' este homem, senhores, quem na sua
pobreza, na sua impotencia sabe prodigali-
sar os mais necessariose imprescindiveis co-
nhecimentos, quem distribue o pao do espi-
rito como era distribuido o man entre os
israelitas por todos o indistinctamente, quem
espanca as trevas da ignorancia, da igno-
rancia, senhores, que conduz miseria., e
ao crime, que outra miseria maior ainda i
quem sabe aportar os lacos da fraternidade
humana pelo ensino da religio, quero di-
zer, por meio da educacao moral propria-
mento dita, quem, faz esse homem de ama-
nh conhecor os seus direitos e os seus deve-
res, llustrando-lhe o pensamento e forman-
do-lhe o coraco, estes dois grandes flns da
instrueco elementar.
E' necesario, porm, para que elle pos-
sa cumprir cora prospero, successo a ar-
dua tarefa que tomou sobre os debis
hombros que mos generosas o auxiliem,
ministrando-lhe os recursos que as mais das
vezes fallecem.
A's pohres criancinbas entregues aos seus
cridados faltam muitas vezes a roupa, o li-
vro, o ar, a claridade. Convm pois, re
pito, amenisar-lbes as horas do labor, dar
a essas mimosas e zumbidoras abelhas am
pa e bem preparada colmeia onde fabri-
quen! o seu mel e a sua cera.
Compenetrados desta verdade os prestmo-' Desde os flns do seclo passado que a
s cidados que vos todos conheceis, e cuja questlo de methodo no ensino publico |em
lieri aq vedes revoto, resolveram do-m sido eskidada a oceupa os pensadores mais
esta cidado com um edificio apropriado emiaen\es, todos os das se faxeni ansatos,
para nello funecionar a aula publica do se tentara applicacdes do que pensado no
liase dse mnumonto smgelo o magnifico que discussoas *dfe urna politii posso.il e
1 uiesmo lempo 1 angelo na^architeclura mosquinba. Entre nos ao contrario, dei-
rnas frtagnific era relgo ao^fim pira que im-se discripo do goveroo queste
o dostinaraiii. cuj soJuooo devera ser dada pelo publico
J^ra tempo, senhores, quo a iniciativa Ilustrado e sensato.
individual desinloressada e espontanease- Existem escolas entre nos, fezmente
cmi lasse os esfurcosdo govorno na roalisa- ellas se vb multiplicando de da para da,
cao de i leas momentosas e importamos como mas do-se s autoridades incumbidas de
sta. Grande rasgo de patriotismo se rev- sua nspec$*o ao trabalho de syndicar dos
la na espontanoidada desta aceflo :um jus fructos que taes eseolas tem trazido moci-
mcontestavel aos applausos dos conternpo- dade, do aproveitameuto real dos alumnos,
raneos, direito irrefrigavel gratido dos do maior grao de perfeico que ellas tem
posteros e niiegavcl justica s rocompensas feito tomaran a industria, o commeruio e
dos pblicos poderes tem o offerecimento era goral toda asociedade, e ento por estas
generoso ephilantropico que patria e e outras questes que intimamente se pren-
tiumanidade fizerara estes Ilustres e nota- dem ao objecto e fins da instruccao publica?
veis varees. Et affectuosamente e de todo O estado geraI do todos os ramos da n-
0 enracao os abraco, e nao se pejem do am- dustria, ascondiges em que se achata mes-
plexo fraternal do cidado obscuro, porque mo as classes lettradas em nossa trra, res
fallo em nomo do povo do cujo seio provin, pondera cabalmente a estas questes, e ne o
o traduzo ao mesmo lempo os sontimentos outro o tbermumetro por onda importa
da classe a quo pertonco, qual dove a.so- avalardos resultados da instruccao publi-
cie la le grandes o assignalados sorviivis. ca em qualquer paiz.
Tolerae, por compaixo' ao monos para' Nao so em chegado aos desojados resul-
coraa minhi pobre inlividuilida lo, quo eu talos; logoforga reconhecer que a ins-
ousaasso entreniear i harmona de v ssa fes- truccao publica deve tomar melbordirucgo.
ta pirasos dosconnexas, e cujo alcance fica-| K entretanto o Brasil inteiro, nossa
r hfiuto a quem da vossa erudioio : a provincia mesma nao foi mesqninha a na-
moelinha de cubro da pobre viuva no gi- tureza. Aqu a par de um solo uberoso
zophilacio do templo de Jorusalein: dei ludo creseem c vigorara intelligencias robustas,
quanto lnba. je a um como outro o arado e o livro, as-
A' nos que nos havemos dedicado doce, sim os dirigisse mo hbil, fariam brotar
mas singla, grave mas dospretenciosa a prodigios ; haja vista a incuria que aponla-
canvivencia dos meninos, seria loucura, pedir mos e as pi\iducco;s que a despeito de tudo
dscursosoloqu"nt''S,dissertaQesscentlicas, vosurgindo vividas e brilhantes dessa raes-
grinaldas do flores que nao medram em ma imperfeita cultura physica ou inteliec-
tual. Razao esta c po lerosissima para
utisarmos os beneficios com que nos do-
tou a Providencia, e nao consentidnos que
nossos cauleiros.
Parabens, senhores, parabeus aurora
do dia migestoso que se levanta para a nos- mingoa de intelligente esforco e traba-
sa patria I Ergamos bem alto a resplenden lho bem dirigido sejamos superados por
te aurflamma do progresso eda civilisago 1
Inda se faz ouvir, como nos primeiros
dias do Gnesis aquella voz, a cujo echo so-
mente surgi donde nada existia esse milhao
do estrellas quo bordara o firmamento : Fa-
ca-sea luz! A luz do espirito, a luz inte-
rior, senhores, a instruccao 8 o derrama-
ment dosso claro benfico a primeira
necessidado reclamada na ordem social.
Aos raios bemfuzojos desta aurora, os ergas-
tulos se quebram, abrem-se as cadeiases-
sas jaulas me lonhas onde habita a hydra
do crime, o homem toma posse de si mesmo
e reconhece que livre ; os abysmos se es-
clarcelo, o Infinito se avisinha e a propria
divindade que era apenas um raytho, toma
urna forma e faz-se couhecida pelo homem.
Prodigios da ipstrucco, a outras intelligen-
cias mais enriquecidas de saber s 6 dado o
comprchender-vos perfeitamente, a outros
labios que nao aos meus, cumpria relatar os
voseos beneficios I
Sim, senliores ; faca-se a luz! Disse-
mine-se por tolos os recantos desto vasto e
importante imperio a palavra evangelisado-
ra que falla em nome da educacao elemen-
tar.
Jorre em ondas caudaes estes regatos lm-
pidos dos primeiros conhecimentos, aliin de
saciar esta arderte sede de instruccao que
devora as entranhas do povo. Atire-se aos
quatro ventos cardeaes como a primeira se-
nta do progresso essa legenda to antiga
como o mundo, essa phraso pronunciada
or Deus, a primeira que Ihe ouviram os
.1:1 <>s e a qual os proprios anjos talvez de-
vam a sua existencia, essa hyperbole despre-
tenoiosa de quem podera a um s aceno
construir myriadas de universos como cons-
trio mvriadas do estrellas, esse grito de
enramando, essa palavra de ordem dirigida
ao nada, como se o nada existisse, e imme-
sea luz! Rio Kormoso, 20 de^julhode 1873
Joviniano Monteiro.
liisnicjiVi publica.
A PROPOSITO DA REFORMA DO GYMNASIO.
' I
Ser talvez fra de tempo chamar para o
assumpto de que nos vamos oceupar, a at-
tenc.io do publico intoiramente voltada para
o conflicto quo r.foliznvnto estamos presen-
cean lo entre os dous poderes a que ostao
conliados 03 destinos da sociedade. Senti-
mos amargamente que seja elle a qaesto do
iia ; que as discusses calorosas e anima-
dissimas quo se ouve por toda parte, versem
sobre urna materia que nao por certoa
quo mais nos devia actualmente iuteressar.
O espirito publico dormo, com pezar o di-
zemos, a respeito de questes, que altamente
cumpria estarem sendo discutidas pela pa-
lavra o na imprensa, questes, que entendem
com o futuro, o um futuro jabera prximo,
com o progresso, e quic com as primei-
ras necessidades de nosso paiz.
(Juando a lavoura, primeira, e pde-se
di/i r, nica fonte da riqueza do Brasil, es-
morece (pelo menos aqui na provincia),sem
se procurar indagar as causas dessa deca-
dencia ; quando a industria apenas em seus
primeiros ensaios, pouco parece prometter,
quando o conimercio vacilla, porque v de-
crescer o trabalho agrcola, que o alimenta,
quando as classes elevadas da sociedade
reina esse desamor ao trabalho modesto e
independente, prenuncio de grandes e im-
minentes males, nao admira que deixernos
de olhar com to grande interesse para a
questo que actualmente traz suspensos os
nimos, e chamemos para outras de maior
alcance essa opnio do publico, que folga-
raos de reconhecer sensata e judiciosa.
outros povos talvez em inferiores con ligues.
A instruccao publica, como hoje geral
mente se pensa, deve procurar tirar partido
das disposcoes innatas no individuo, bem
como das condicoes especiaes do paiz a que
se applica sera visar esse duplo escpo. a
sua aeco ser perdida e os seus esforcos vaos
e improlicuos, a se os poderes do estado
nao tomam a iniciativa no proposito de di-
rigi-la ueste sentido, ao publico compete
lembrar a conveniencia da medida.
II
O Brasil essencialmente agrcola esta
verdade tem inteira apphcacao nossa pro-
vincia, e, como para ella que escrevemos,
limitamos as nossas considerandos a esta pe-
quena, mais importantissima porco do im-
perio brasileiro.
Agrcola como a provincia de Pernam-
buco, pergunte se que ramo de industria
menos conhecido entre nos, quaes as scien-
cias mais em desprezo aqui, e a resposta
nao ser outraa agricultura, as sciencias
que dizem respeito agricultura. E in-
dagando pela escala das outras carreiras
adoptadas nesta provincia at chegarmos s
litterarias, teremos que se justamente estas,
as de urna necessidade menos immedata
ao paiz, sao justamente estas, dizemos, as
mais acorocoadas e protegidas. Mas como
estas nao dispensara o concurso daquellas,
do mesmo modo que o cerebro que pensa,
ni prescinde do estomago cuja funeco
nao to elevada, succede que o mosmo
desprezo pelo que material e positivo vem
por ultimo a trazer a paralisacSo e a mortc
do que embora de ordem superior, sujei-
to e adstricto ao que lhe est inferior em
cathegoria. Isto intuitivo e dispensa de-
monstraco ; nem preciso fazer a appli-
caco dessa verdade com a considerarlo de
que a abundancia de cidados improprios
pelas condicoes de sua educarlo e estudos
para dirigir a charra ou manejar o oseo-
pro, ha de necessariamente pezar como um
onus gravoso e mcomraodo sobre a outra
porco da populaco, que adoptou como
meio do vida um trabalho mais humilde,
porm, menos dependente e precario.
Nao ha que escolher em nossa trra :
quaesquer outras clsses que nao as lettra-
das jazem em profunda ignorancia, e esta
ignorancia arreda dellas quem quer que pe-
la carencia absoluta dos meios de vida nao
seja toreado, adopta-las. O que nobdita
as profisses, como o que d elevaco e no-
breza ao homem a par dos sentimentos
de virtude a illustraco da intelligencia;
tem razo pois os paos de familia que para
seus filhos educados no amor da virtude
procuram urna carreira em que as luzes de
urna verdadeira illustraco Ibes possara ser
distribuidas.
Assim veera as classes industriaos min-
guar de dia para da o numero de seus
adeptos,, votados como a antiga Roma
abjeeco e ao descrdito, e as carnadas supe-
riores da hyerarchia social desapparecer a
pouco e pouco a condicio sine qua non de
sua estabilidade e grandeza.
E' urna verdade manifesta ; a organi-
saco do ensino entre nos est constituida
de modo a dar-so a tal respeito, apezar da
multiplicidade de estabelecimentos de ensi-
no, urna verdadeira centralisaco.
Ao passo que em outros paizes tudo ten-
de para a iniciativa individual, era o nosso
at o ensino centralisado.
De feito, o ensino secundario na provin-
cia est inteiramente dominado pela Facul-
dade de Direito, todo elle para ahi conver-
ge, porqce quasi desconhecidas sao as mate-
rias que nao entram no prograrama dos
preparatorios exigidos para a matricula na-
Penctrando profundamente as causas do quella faculdade. Nao de estranhar pois
nosso atrazo era qualquer dos ramos de nos-
sa actividade, descobriinos para logo que
nenhuma outra influe to poderosamente
em nossos males como, digamo-locom fran-
queza, a ignorancia, a falta de hahilitacoes
que se observa em todas as classes de nossa
sociedade, salvas honrosissimasexcepces.
A falta de conhecimentos elementares,
hoje em dia umversalmente derramados,
mesmo as classes mais humildes dos pai-
zes cultos da Europa e America, e sobretudo
a ausencia de estudos technicos e essenciaes
sido e ser sempre a causa de nao progre
dirmoa e caroinharraos a par daquelles pai-
zes.
o numero quasi exorbitante de hachareis
formados, que povoam as nossas capitaes,
a mor parte delles sem meio de vida,
por que os estudos que fizeram e o mo-
do porque os fizeram,. inhabilita-os pa-
ra as profisses, que nao tem relaco Irame-
diata cora a carta, e nao outra a causa
porque tamanhas proporces vai tomando o
funcionalismo entre nos. E f irca que
aquello numero j to aventajado v cres-
cendo cada vez mais, porquanto, se o ensino
secundario, como actualmente exercido
aos diversos misteres da vida pratica, tem na provincia, para nenhuma outra carreira
habilita, ainda quando feito regularmente,
nao rauito que o moco versado nelle aspi-
re formatura, que polo menos acea um
E' verdade que a luz se vai fazendo, e a futuro talvez brilhante
instruccao publica chama a attenco e soli-
citude do governo e da nova e auspiciosa
Nao pura fatasia o qu' deixamos dito.
O ensino secundario no gymnasi como
ssociaco, creada nesta provincia; mas nao no collegio das artes e era todos os es{abe-
tudo crear escolas e sustentar collegios, se lecimentos deste genero aqui existentes,
nessas escola-, collegios o aprovoita- jacha se subordinado ao estudo de direito,
ment dos alumnos nao apparece sufficien-fe por tanto a instruccao publica secunda-
nte provado.
rias, como ella deve ser entendida, n5o
existe na provincia.
Ha era outros paites, verdade, cursos
preparatorios das principaes academias ou
-'oselas esp oaos coo sao alli chama-
das mas na Allemanha que existem as
escolas-reaet ( Raalschlem), onde so ensi-
na o que de primeira uocessida le para
ajuojquer profisso da vida pratica, e onde
9 eJtndo nao dirigido neste ou njquelle
sentido relativamente a urna profisso da la,
mas segundo um fim geral e, com vistas
era um resultado amol e comprehensivo.
Entre nos um s ostabelooimonto nao ha
daquo le genero. Ao passo quo na Alle-
manha, por*' exemplo, jalga-se improfi-
cuo para qualquer carreira que nao a do
clrigo, doadvogado, etc., o estudo da lin-
gua latina, entre nos por um 1 rotina inve-
terada e sem razao de ser, o latira entra co-
mo o protogonista, a chavo do ensino secun-
dario ; l conta se cora um demonio rauito
preciosoo tempo, aqui esperdiga-se o
tempo com a acqnisicAo de conhecimentos
inteiramente iuuteis profisso que se tem
de n loptar.
E est infelizmente to radicado no espi-
rito publico o habito de considerar coran
inst'ucco secundaria somonte o que apro-
veita ao estudo do direito, quo ao apparo-
cer a idej de reformar gymnasio, nico
estabelecimonto donde a provincia podara
colheralgum resultado, -ssim fosso execu-
tido risca o seu antigo regiment, o ad-
ministrador que nesse tempo se acbava
testa desta provincia julgou conveniente a
suppresso do alguraas cadeiras allicreada
por m-ro luxo de ensino[!'
Mas de alguma sorte ttnlia razio quera
assim pensa va, como eremos piameule tor
o digno actual presidente quando diz em
seu relitorioque o gymnasio ou collegio
das artes deve desapparecer.
Sim, n p em que actualmente correm
as cousas pelo gymnasio, quando o seu re-
giment lettra mora, e esse estabelecimon-
to, que t nta gloria conquista para seu be-
nemrito fundador, rende por sua voz bu
milde preito ao programis da academia ;
quando as disciplinas nao inclusas nesse
prograrama sao como se nao existissem, o
gymnasio, perdida toda a importancia que
lhe davam o fim, as vistas de sua institu-
gao, nao passa de um onus de mais para os
cofres ila provincia : ueste estado do deca-
dencia somos de parecer que ello dcsap>a-
reca transformado no collegio das artos, de
que actualmente um arremedo sem sg-
niligo,
Taes nao eram, porm, as vistas do be-
nemrito conselheiro Jos Dent da Cunba
e Figuoiredo elle de certo nao previa que
dotando e provincia de um estabelecimon-
to da ordem do gymnasio na la mais fizera
do que croar sol um outro nom a institu-
gao que j existia no curso preparatorio da
faculdale de direito : o programrna do es-
tudos do gymnasio bem claro o demonstra.
Para quem veo ideal do ensino secunda-
ria realisado no collegio das artos, cojos
utilissimos resultados sao bem condecidos,
o gymnasio com seu prograrama dilTeren-
te parecer por certo alguma cousa de dis-
sonante no accordo unnime era que se
achara todos os collegios e estabelecimentos
de instruccao secundaria na provincia ; nao
assim, porm, aos que verdaderamente de-
sejam ver o progresso scientifico e Ilitera-
rio de seu paiz, e nao se contentam semen-
t cora o ensino do direito, por mais impor-
tancia que tenha esta sciencia.
Que diro os que veem tao acauhadamen-
te, se lerem o programrna das materias en-
sinadas em urna escola dos Estados-Unidos
ou da Allemanha ? Nestes paizes, onde a
instruccao secundaria nao tem s por lim
fazer hachareis, ensina-so tanta cousa, que
se o quizessem ver os que acoimam de lu-
xuosa a instruccao dada no gymnasio, ere-
mos, nao achariam qualificativo com que
expressar tamauho esbanjamento de scien-
cia ; entretanto nos Estados-Unidos toda
essa sciencia dispendida nao em beneficio
de um futuro hornera de lettras, mas em
proveito do um caixeiro talvez ou de um of-
ficial de oflicio, em que se v um cidado,
moiros graos de instruccao. Ellas sao all
divididas em graos (primary schools,
graminary schools, high ichools}, cada
um dos quaes tem seu prograrama de estu-
do, sendo que em todos os graos adop-
tados o systeraa de si multa neidade das ma-
terias, hoje umversalmente recondecido co-"
mo o mais proveitoso. I \
O pensamento quo domina todo o systeraa
, como cima dissemos, a escola dos eo-
nhecimontos de nppliraco universal aos
differontes misteres da vHa pratica.
Tal tambara o pensamento, que deso-
javaraos dominasse a reforma que se projoc-
ta para o gyra.iasio provincial, acabando as-
sim com o espirito de centralisaco mosqui-
nba e prejudicial, quo converte ensino
em privilegio de urna classo nica em de-
trimento de todas asmis. Quizoramasque
a par do um methodo aperfeico;rdo, o gym-
nasio adoptasse urna organisaco fundada
naquelles principios, to lgicos e ricos de
benficas consequencias para o futuro da
provincia.
IV
Recejaros abusar da benvola attenco
dos leitores, o por isso que deixamos de
adduzir tolas as consideraces, que aqui
polramos fazer sobro o nielhodo a adoptar
no ensino primario, hoje incluido tambera
na lista do estudos do gymnasio, mesmo
porque temos em vis'a principalmente as
materias do estudo secundario. Observare-
mos todava, que leoi-sa pensado rauito e
discutido rauito no sentido de destruir os
antigos precouceitos dos quo so apegara ao
methodo rotinciro e estlido de sobrecarre-
gar a memoria das diangas cora tbeorias
e regias iuteiraraent inuteis se nao cora-
pressoras da intelligencia, que na primeira
quadra da vida procura desenvolver se e
medrar, a despeito mes-o da asphyxia que
lhe pro luzem essas mortferas estufas a que
damos d nome de escolas primarias. E' do-
loroso, supremaraeute doloroso ver com que
indifferenca tratada materia de to elevado
alcance l
A esto respeito lembramos as pelavras de
f rtebel, a quera a Allemanha deve a huma-
nitaria instituicao dos jardns de crianzas
[kindergarten] : Em toda educacao boa,
em todo ensino verdaderamente digno des-
to nome, a liberdado e a espontaneidade de-
vora ser facultadas aos educandos. O cons-
trangiraento e a averso s sao capazos de
matar-lhas a liberdado e o amor. Quando a
rava provoca a raiva c a sevorid le da ori-
gora fraude; quando a oppressao faz nas-
cera baixezae o rigor a letmosia, a dissiinu-
la^o e a mentira, toma-so nullo o poder da
edueacao, baldado o ensino.
Um methodo todo funlado na boa dreo-
eao dos sentidos, que procura tirar partido
dessa curiosidado innata as criancas, que
Ibes raoslra o objecto que a idea representa,
nao consentindo que o joven alumno passe
pelas palavras sem bem entendel-as; um
methodo que emprega um cuidado escrupu-
loso na escolha dejivros accommodados
coraprehenso daquellas verdes intelligen-
ca<; que procura principalmente dispertar-
lhes o interesse pelo quo aprenden, minis-
trando-lhes ao mesmo tempo lines de mo-
ral com exemplos as mais das vezes tirados
de factos que so produziram aos seus olhos;
mas tu lo isto rpido, em licoes curtas para
nao fatigal-os e frequentes para nao desla-
bitual-os, taes sao os meios geralmente cm
080 na Europa, nos Estados Unidos, e onde
quer que nao so considere os meninos de
escola simples uapagaiozinhos a quera o mos-
tr ensiua a cantilena quo vai ser material-
mente rapetida no dia seguinte.
A este respeito merecem seria rellexo
as chamadas lines de cousas [lessons on
objecls) j tao conhecidds ora todos os paizes
cultos.
E' irapossivel, nao hesitamos emaflirmar,
que sendo assim dirigido o ensino primario,
deixe elle de excitar o mais vivo interesse
da parlo dos meuinos, a quera todava
entre nos n mestre retrogrado e imbcil
inflige rigoroso castigo por nao repetirem
de principio a lim una lico que talvez elle
mesmo mostr lora incapaz de decorar, !o
e de quera nao sao exigidos 40$ mensaesa abstracto e fastidioso o assumpto.
troco de urna instruccao com tanta parc -
monia distribuida, mas a quem se faculta
o ensino secundario completo gratuitamen-
te, sem retribu cao alguma I
III
Nao de agora que pensamos em urna
organisago conveniente aos estudos do
gymnasio, que actualmente se pretende re-
formar.
Ha muito que formulavamos no espirito
um plano mais conveniente c adequado s
condicoes da provincia, e a Icitura que temos
feito sobre a instruccao publica na grande
naco americana, veio anda mais confirmar,
para grande contontamento nosso, o systema
que de alguma sorte j buhamos tracado
em mente.
Precindindo da questo da gratuidade do
ensino secundario, em que nao nosso pro-
po ito entrar, desejavamos que o gymnasio,
estabelecimonto, quo comprehendo boje os
dois graos de instruccao a primaria o a se-
cundaria, fosse organisado segundo o
plano geralmente seguido na Unio.
Nesse paiz, o ensino por excellencia,
onde a ylxucco publica esta ele-
vada al tu/a ob principal objecto da soli-
citudedo governo e das vistas de um publi-
co Ilustrado ; nesse paiz onde com o mate
rial das escolas se dispendemsommas fabu-
losas ; onde as casas de ensino sao verda-
deros palacios, e cujo estado de Nova-York
smente emprega as despezas do ensino pu'
blico pouco menos que a quantia applicada
para igual fim por toda a Franca ; nosso
paiz onde as necessidades publicas sao asta-
dadas para serem convenientemente reme-
diadas, tem-sc chegado a concluso de que
o modo mais proprio de propagar o ensino
em ordem a que este produza todos os fruc-
tos de que capaz, e de que possam tirar
vantagem os cidados collocados em posices
diverssimas na sociedade, constituido da
forma que, ministrando os elementos da-
quellas materias que mais imracdiatamente
applicaveis sao a todas as prefisses, possa
habilitar o alumno a entrar logo cora taes
conhecimentos na carreira que lhe aprouve
adoptar, ou ir posteriormente desenvolver
essas noces alimentares as escolas espe-
ciaes aos diversos ramos de industria ou s
doferentes profisses em geral. Dest'arte
chega-se alli a um duplo resultado : lauca-
se no espirito do alumno o que essen-
cial a qualquer carreira que tenha de abra-
car, e faculta se ao mesmo tempo o ingres-
so em escolas especiaes destinadas a desen-
volver os conhocimentos immediatameiite
uteis a urna dessas carreiras,
As escolas communs nos Estados-Unidos
[common-school?) abrangem materias que
entre nos se coraprehendem., nos dois pri-
A verdade, o verdade incontestavel
ques nos interesse o que comprehende-
mos, sil cora prebendemos o que se assi mi-
la e amalgama com as nossas ideas, s se
as siuila cora as nosssas ideas aquillo que
aprendido con methodo,tudo o mais
pura perda.
Compenetrem-se os mostrea destas verda-
des e procurem dar urna diroci;o mais in-
telligente a seros intelligentes. Sena rema-
tada loucura entregar tas mozinhas de
criancas de 8 ou 10 annos um volume de
Laplaco ou de Pouilletes, mas nimguem
julgiria louco o mestre quo fizesse a seus
jovens alumnos leituras como a Pluralida-
de dos Mundos de Fontenelle ou da interes-
sante obra Hittoire d'une bouclte de pain.
Quando de taes leituras nada podessein co-
Iber os educandos, teriara pelo menos adqui-
rido o- habito do encarar as cousas pelo seu
lado fcil e explical-as era linguagem cha,
rasteira, imperfeita talvez, mas illumiuada
do claro vivido e animado que s a percep-
c/10 da verdade sabe dar ; dest'arte vera-
mos simples criancas dotadas em tao lenra
idade de urna instruccao a todos os respei-
tos prefervel do muitos que por ahi bla-
sonam de erudico, gracas ao methodo sin-
gelo e natural com qne lhes foi inculida a
sciencia.
A macauica seria mais fcilmente com-
adla completo, e para certas materias nao
nos parece estar as mais lisoogeiras con-
dicoes.
O gymnasio cora a aula de priraeiras let-
tras que hoje possue, pode tomar um alum-
no em tewa idade eem doze -ou treze afinos
'tanto dura a educacao completa nos Estados-
Unidos) apresental-o inte .ramate preparado
para qualquer carreira industrial ou litte-
rarij
O easino primario pode ahi abranger a
leitura, a escripia, a contabilidade, o dese-
nlio, a historia a a geograpbia. Estas ma-
terias convenientemente distribuidas entre a
dade de cinco ou seis t a de dez annos
ser ensinada por meio de compendios espe-
ciaes, onde domine a clareza e simplicidad
das noyes. O professo" dar as explicares
convenientes, e far mesmo com que os
seus discpulos colhara mais da conversaco
com que ello os deve entreter, do que da
leitura feita nos compendios ; a' palavra
inscripta jamis pode produzir a impresso
da palavra pronunciada, oude tudo livre e
expressivo.
As primeiras noces de aritlimetica, tiradas
do alto da abstraego em que as collocam,
nada tem de difliceis, tudo est em faael-as
compronhender.
A historia sobretudo oflerece um attractivo
particular s criancas, quando narrada, nao
de um modo fastidioso e rido, mas colo-
rida e anim ida em ordem a fixar na me-
moria dos alumnos os tactos e os persona-
gons quo n'ello figuram, por meio do inte-
resse que o mestre ha de procurar despertar
em seusouviutes, dirigiulo-.se de preferencia
iinagiuajiu n'elles to vivaz e fecunda.
Sendo o segredo do ensino fazer nascer o
gosto pela materia ensinada, o mostr nao
descuidar-so-ha de recorrer a todos os meios
por onde o prazer do eslido possa ebegar
aos seus discpulos. Ser conveuiente
ha ver na casa urna collecco eompleta de
retratos dos personagens histricos para que
ao noue d'elles se junto mais alguma cousa
que os faca presentes memoria. Quadros
representando factos memoraveis da historia,
paisagens, vistas de cidides celebres, pe-
queas estatuas, globos e cartas geographi-
cas, um pequeo muzeu de curiosidades
histricas e ualuraes, tudo cm sarama que
possa iucutir-lhes no espirito o conbecimeuto
sob qualquer de suas formas, deve estar
presente vista dos educandos, como que a
provocar-Ibes a curiosidade o formar n'elles
um espirito investigador.
Toda idea que se origi.ia de urna simples
leitura, as mais das vezes t'jita de ra vontade
o sem attenco, frouxa, vacillante e leude
a desapparecer em urna idade, em que as
mpresses sao variadas e multplices. Assim
succede que as que tora n por esse modo
adquerdas, perdem-se, mal o menino trans-
pe as portas da escola o se entrega aos
brinquedos o passa-tempos. cujo gosto cedo
adquiro. A escola pareea-lbe urna sujeico
de que deseja vr-se livre, o no fundo de
sua consciencia aiada mal formada elle j
tem o criterio bastante para reconhecer o
nenhura proveito que lhes resulta de ces,
cujo sueco nao Ibes ficou, cujo resultado
neubuin Ao passo que o ensino adminis-
trado como actualmente nos paizes adian-
tados, torna-se um vivo deleite para as
crianzas; em sua razo que comeca ajuizar
das cousas, ellas percebem que ha alguma
utilidade era ir a escola.
VI
Na idade de dez annos deve comeoar o
estudo da grammatica nacional, das linguas
fanceza o ingleza, aprendidas praticamente,
continuar o curso de arithmetica, geograpbia
e historia, c elementos de botnica e physica
experimental
Estas duas ultimas materias, por onde se
poder encetar o curso do sciencias naturaes,
sao as mais proprias para despertar o gosto
por esse. genero de estudos em urna idade
em que taes estudos devem predominar.
Aos 10 annos a razo j se vai desenvol vendo,
o cumpre, sim sobrecarregal-a com estudos
de alta transcendencia, ministrar-lhe o ma-
terial em que ella se possa fcilmente exer-
cer, e a. tal respeito as sciencias naturaes
offerecem campo vastissimo.
Mais tardo completar-sj-ha o curso com o
estudo da mineraloga, da geologa e da
cbimica.
Estas sciencias, que se aprendem antes
nos gabinetes e laboratorios especiaes do
quo nos livros e compendios adoptados,
para as quaos a observarn tudo e as ex-
periencias sao indispensaves, requerem al-
guma despeza para seu ensino regular, nem
podero ollerecer resultado onde nao ha os
apparelbos o preparativos necessarios.
Quaesquer, porm, que sejam as sommas
dispendidas n'esse intuito, os beneficios
sero reaes e positivos em um paiz agrcola
o itidustrial.
Era falta de pessoa idnea para leccionar
essas sciencias, o governo poderia mandar
vir da Europa ou dos Estados-Unidos, um
professor habilitado ; nem fra obstculo a
ignorancia de nossa lingua quando seria at
do summa vantagem para os alumnos, habi-
tuados de lenra idade a fallar as linguas
vivas, que estas e outras materias fossem
explicadas em lingua estrangeira.
U estudo das linguas vivas, ensinadas
oralmente o pela pratica constante de fal-
al-as, torna-se inteiramente accessivel mes-
mo antes dos dez anuos aos educandos, que
deste modo as aprenderto inelbor do que
gastando tempo em estudal-as do modo por-
que se aprende o latim a o grego. O me-
prehendida por meio de explicaces occa- thodo gramaiatical no ensino das linguas
sionaes, dadas, por exemplo, a proposito vivas est com justa razo proscripto dos
do movimento do relogo, da funeco da bous estabelecimentos de educado. E um
auxiliar poderosissimo iistrucco o conhe-
cimeuto das linguas por este methodo natu-
ral o lgico. Professoros habis de diversas
nacionalidades podem nao s ser utilisados
com vantagem para o ensino das sciencias
como at para o das linguas. O alumno,
que aprende somente a traduzir francez e
inglez como so se tratasse do arabo ou do
snscrito, incapaz de receber ligues de
allemo ou de grego por um professor es-
trangeiro; nao assim o que apremie prati-
camente aquellas linguas. Elle far cora
desembarazo verses do allemo ou de grego
para -francez ou inglez e o mestre que com-
raetteria erros gravissimos era urna verso
portugueza, pode corrigir com elegancia e
belleza ama tradueco abo muito conformo
ao genio daquellas duas liuguas.
Dem ais, resu ta desse methodo ainda a
iucalculavel vantagem de compararem-se f-
cilmente linguas da mesma origem ou que
tam entre si analogas como succede a res-
peito do allemo e do inglez; do francez o
do italia 10, do portugu". e da hespaohol,
etc., etc.
Francisco de P. C l. de Almeida.
Continuarse-ha.
TP. DO DIARIO HA fqi^E DE CAXIA!>
machina a vapor, etc., do que pela exposi-
co em tora scientifico das leis do movimen'o
ou da acc.o combinada das forcas.
Assim seriam reveladas desde tenra idade
as mais obscuras Miros das sciencias, o a
recordaco dessas noyes bobidas na infancia,
daria novo encanto ao estudo das mesmas
materias nos cursos superiores. Ainda urna
vez, pois, protestamos pela emancipaco da
intelligencia to profundamente degradada
pela rotina. s
V
As materias que fazem objecto do curso
completo do gymnasio sao em sua totalidade
sufficientes para deixar o alumno que as
frequentou inteiramente proparado, nao
pois tanto relativamente s materias alli pro-
i'essadas, que deve versar a reforma que se
projecta, como principalmente sobre a me-
IhOr distribugo d'ellas, sobre o methodo
de ensino, fornecimento de material necos-
sario applicaco dos methodos modernos,
aparelhos para os gabinetes do physica,etc.,
e principalmente sobro a escolha do pessoal
competente para as fuucgos magislraes. O
corpo docente actualmente em oxercicio no
gymnasio conta pessoas. habilitadas e dignas
da alta posi^o que oceupam, mas nao se
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