Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13010


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Full Text
K*
M.\0 XLIX. NUMERO W
PAMA A CAPITAL E LIGARES OXBE S*0 SE PAGA
f or Uto motes adiautado................. 69000
Cor sois ditos idein.................. 189000
f<* ara iuh dem.................. 149000
Cada numero avulso......... .... o. ... 830
fllARTA FEIBA'13 DE AGOSTO DE 1873
PAMA HESimO B FBA DA PB VISCIA.
Por tre meiea adiantados. ".. ............. 097W
Por seis ditos idom.................... 13M00
Por nove ditos dem.................. 109350
Por tira ouo idem.................... 379000*
DIARIO DE PEMAMBUCO.
'PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIR0A DE FARIA & FILHOS.
*
0 Srs. Gerardo Antonio Alies d Filos, no Pari; Goncalies Pinto, no Marauhio; Joaquina Jos de Oliveira & Filtio, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Arncatv ; Joao ra Julio Chaies, no Ass; Antonio Marques da Silia, no total; Jote Jnstin
Pereira d'Almeida, em Mamanguapo ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjb* ; Antonio Jos Gomos, na Villa da Peuha; Belarmino do* Santos Buieao, em Santo AntAo ; Domingo Jos da Costa Braga, emNaiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das AlagOas; Alvos d C, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio,de Janeiro.


X.
*
PARTE OFFICIAL
Covei*MO la provincia.
BXPEDIKNTK Di) MA 27 DR MU-) DE 1873.
1.' sereno.
Cilicios :
Ao brigadero commandante das UMS.
Cun esle sera aprosenladoa V. Etc., para ser alis-
lado no exen-iio, o guarda <1-> '> halaltiu do mu-
nicipio de Olinda, I,ni/. Alvo* iluiuiarars, que para
e*ae flu me 'ni renittiJo pelo raspeen o comuian-
dante interino.
Ao eugonluro da- obras militares. Man
r os conccrtes
de que carnee unta parededa cavallari.a. que del-
ta Dar o pateo interior do -ju.nU-l da compaiihia
de cava'iaria, vist. torera as ultimas ehuvas arrui-
nado i:i .i paredc, a |miiiIo de roeciar-se o seu des-
abamento o rom elle n da cubera da mesina ca-
vallarica.
Ao ni'sm i. Mande Van. azer eora urgen
ca os rf'iiar.is de Que predsa o calamento da en-
trada do arsenal de Hierra, na impoi tanda do ...
(iiH'iO secundo u nreamenlo annexo no seu nhT
ci de 3 do eorreute.
2 seceda.
Arlos:
-- O presidente da provincia, vista do ofllcio
d.i Dr. rinde de polica interino, n. '77 do 2i do
carrate, resolve conceder ao l>..ohaiet Juaqnim
Murdra Pinto a exorn-raciio que pedio do tarto
de subdelegad i da frrguezia do Poro da Panclla.
O presidente da provincia, conformando-so
com a propone do r. elide de polica en ofllcio
n. 977, do 21 do crranlo, resolve nomear par o
cargo de subdelegado da (reganta do Puco da Pa
nell o actual i- supplenlo Sebas'-ao Alfouso do
llego Barros.
OIBcios:
Ao Exm consdhero presidente do tribunal
do eommereio. Tomando ua devida considera
jjAo as razdes que V. Exc expoe em seu llieio de
i'.i dn eorreute, c.ibe-me dizer-lhe i|ue nesta data
e .-em |>r.jui>"i de ininlia ultima docsao relaliva-
ni .ate an Slew l.ondon anl Brnsiliam liank Li in-
te I, pass i a submetter a materia aprociacio do
goveruo imperial, alim de i|ue ti dadera inlacprotaciu da iei.
Ao commandante superior interino do Recite.
Informe V. S. sobre o objecto do anonymo jun
ti, em orjgmal, o ipial iqc devolver c un a Ma
Oiformacao.
Ao juiz do direilo do Rio Konuoso. Aceu-
saadu o recebimi-nb) do ofllcio de Vmc datlo uo
O dn correte, eoin n-laeao ao senteuciado Sebas
tiao Accioly Sanli.igo Ramos e oulros, leubo a di-
aardbfl em rtspMta <|ue trate do respectivo julga-
uuato com a mxima brevidade, devendo pro vi;
aleii-iar para que a forma.o da culpa ciotra os
iodici. dos de uue trata o sea dito offleio nao se
demore.
Ao juiz de direilo de Tacaratd. Accusau-
do o reivbiniento do olBcio de Vmc. datado de i
do eorreute, em que communica as diligencias
i'uipregadas para a captura do criminoso Jos Ge-
raido de S Pao Ferro, que se evadi da cadeia
dessa villa, teulio a dizer-lhe om respt.sta que con-
fio que c- ntitiuar na persegnicao effl -az que fa/.
aos criminosos de que trata em seu dilooflcio, e
de outros que infesian essa comarca, e principal-
joaeote o tormo de Floresta.
- Ao C' di Vmc. eugajar nj eorjxj sob o seu conreando,
sendo idneo, o paisano Manocl da Silva Brasil,
que, segundo seu ufflcio n. 201 de 26 do correnle,
foi julgado apto para o servien.
Ao promotor publico do Rio Formoso. Ha-
vendi-nie couiiiHiuicado o juiz de dirc.to des-a
e-iuiarcj ter rteionninado a Vine, que, preenchi-
8as as formalidades lagaet, iaMaurasse contra
Franeeo de Paula CordeiiM Hinlra c Ifaaoel de
Barros Wandci ley, o eompetenle processo pelos
erme< deque sio aecu-ados, recominendo-llie que
providencie de lUQ-Jo a *cr isla feito com a maior
Jir'vidade possivei.
3.' scrnhi.
OHlcios :
Ao inspector da Ihasoararia de fazenda.
Seada le argente aecessidade reparar-se uoanto
ules o calcamcnt i da entrada do arsenal de gucr
i a. detiTOMiio nest.i dala au engenlieiro das obras
ui,litares que mande con p: edea fazer esse ser-
v^-ii, d'jsieudeiido com elle a iiuantia de 62830,
cujo pagamento (--a v. S. antorisado a mandar
lie- luar subminba resiousabildade, visto no ha-
ver crdito para elle segundo a sua informar.)
de 2i do corrente sob n. W5I, sene C.
Ao mesmo. Represenlando-nio o brigadei-
ro commandante das armas em offlrio de hontem
I Ua i-i sob o. .Vio que, com as cnuvas cabidas
uestes ltimos da', meaga desaliar ama paredi
da cavallarica que deita para o pateo interior do
uuartd do r.aiHpo das Prinuzas, e com elle a co-
berta da mesma c bvailariea. determino nesta data
%i angenheiru das obras militares que mande sem
p rda Je tnupo fazer os reparos que forein neces-
narios a evitar o desmoronamento daquella parte
do inferido quartel ; o que couimiinico a V. S
pa-a seu conliecimcnto, previuindo-o de que a
despeza com e.Nse servig i deve ser oppoi tunamen-
te eTeetuada sob responsabilidade desta presiden-
cia no casa de nao haver ua corapeU-nle rubrica
crdito que a comporte.
Ao ius;'Clor da Ibesouraria provincial. At-
tendendo ao que expoz Antonio loaquim adiado
agente fiscal na eidade de Goyanna no incluso re-
querinv'iito, auloriso V. S. nos termos do art 33
da le do orcamemo vigente a mandar abonar-lhe
t juan'ia do 5Di como ajuda de custa para seu
transporta drta capital aquella eidade.
Ao mesmo. Transmiti a V. S. a cunta
junta diicumentada que me remetteu o Br. chefe
de palela eom o:icio de 15 do coi rente 6>b n.
9ii, alim de que mande pagar ao respectivo for-
i-cedor a despeza fetto durante o inez de alud ul-
i..uo, Cim o sustento e dietas dos presos pobres
da provincia re-dhidos e isa de detenco, segun-
di irdica a referida couta.
Ao ni'sino. Em vista do incluso pret em
dapli-ata, mande V. S. pagar a Lourenio Ju>li-
mano de lidian la e Souza os venciineotos do des
la 'amento da guarda nacional da villa de Agua
l'reta, relativo ai mee de abril ultimo, conforme
solicituu ) respectivo commandante superior Ute-
rino em ofllcio de 3 do torrente.
Ao mesmo. Recommendo a V. S. que
vista do certilicado annexo ao incluso roqueri-
mento mande pagar ao tenente coronel Severiaoo
Monteiro Leite, arrematante da obra do acude de
Pesqueira a quanlia de 1:623*597, que lem di-
reilo em virtude de seu- contrete.
4.' MCfrtO
Actos :
O presidente da provincia, em cumprimento
do aviso do ministerio do imperio de 13 do cor
cente, resolve nomear as coramissues abaixo decla-
radas, afim deincumbirem-se da acquisicao de do-
nativos para a eonstrucco de casas apropriadas
onde funecionem as e>cous de instruccao primaria
. das respectivas freguesias.
Fregueiia de Nona Senhora fio Rosario de-Gw-
anna.Baro de Goyanna, o coadjutor Manoel da
Silva, Dr. Beilarmioo Crreia de Ollveira Andrade,
Dr. Honorio Fiel de Sigmarinda Vay Corado, Dr.
Joaquim Tavares de Mello Brrelo. Leadegario Cor-
reia de Olivelra Andrade, conego Manoel Marques
Barbosa, mar Jos Cesar de Albuquerque, Joa-
ijtilm Jorge Figueira da Silva.
Frtgmia Rom SenMra io C.-Vjgario
Lourenco de Albuquerque Loyola, tenente-eoronel
Antonio Guedes Gondim, Seraphim Vellio Camello
Pessoa de Albuquerque, tenente coronel Joaquim
Jos Gomes de Oliveira, capilo Joao da Costa Iti-
beiro Couto, eapitao Paulino Pereira de Albuquer-
que, Franci-co lavares de Mello, tenente Manoel
Preire de Andrade, Manod Joaquim Cesar.
Freguesia de S. Lourenro de Tttjicupapj. -Viga-
rjo Manoel Jos de Oliveira Reg, tenente coronel
Jernimo Correia de Albuquerque, Antonio Fran-
cisco de Moura, eapitao Joao Rilieiro Gaupos Vas-
concellos, lente, coronel Bento Arcbelo Val Cu-
rado, Dr. Francisco de Paula Rodrigues d Al-
meida, major Francisco Xavier de Albuquerque
Mello, Manuel Viriato Bezerra de Menezes, Febx
Jos Cesar de Vasconcellos.
Odiaos :
- Ao Exm. Sr. presidente da provincia de Es-
pirito Santo, t'ecebi o olllcio que V. Esc. me di-
rigi em 3 do crrente, ao qual vieram aim.'Xos
dous exemplares impressos da falla cun que V.
Exr. abri a .-essao extraordinaria da assembla
legislativa dessa provincia no dia 2 deste inez.
Ao director geral interino da iastruc(o pu-
blica. DhvoIvo a V. S. de conformidade rom 0 que
preceitua o artigo 13 das instruceyes de II de ju-
ulio de 1839, as provas escripias das caudidatas
que se submotleram ao eoncurso havido ullima-
menle para pruihnento de cadeiras de prinviras
letras e de que tralam m ollicos de V. ., de 10
de {aera ultimo e II de mar/o fin Jo sob n. 72.
Portara :
A' cmara municipal da eidade da Vicio: ia.
Declaro cmara municipal da eidade da Victoria
para os lins convenientes' que, tomando em con-
sideracao o que expoz o arrematante do imposto
de affericao desse municipio na petcao que nesla
data deliro, lenho a r. commendar-llie que at o
dia 30 de j uI lio viudouro sao tolerados os pesos e
medidas empregados actualmente, devendo dessa
dala em dame ser usados os do novo systema
mtrico decimal, os quaes seru alen los por qnem
esliver as condi<;6es das insirucces que opor-
tunamente ser) remetlidas, comnetindo at aquel-
la dala ao actual afendor aferir lodos os pesos
que forein empreados para venda de qualquer
genero.
KXPKIMKNTK I>0 SKIIHETARIO.
/.' aeecde.
Olcio:
Ao director interino do arsenal de guerra.
S. Exc. o Sr presidente da provincia, tendo dad >
as necessarias urdens para ser reparado o calca*
ment da entrada dosse arsenal, assim o manda
commumear a V. S. em ro'peeta ao seu oIBco de
24 de abril ultimo s b n. 401.
2." scalo.
Otllcios :
Ao Dr. chele de polica interino.-Transmiti
a V. S-, de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, o titulo unto de nomeaco do subdelegado
da fregueza do Poco da Panella, de couturmidade
com o seu olllcio n. 277, do 2i do corrente.
Ao mesmo.-O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda aecusar o recbimento do olbcio de
V. S., de 19 do eorrenta n. 912, a que acompa-
uliou o do ajDdante servindo de administrador da
casa de detencao, dando a rasao porque nao foi no
dia 18 celebrada na dita deteneio a missa do eos-
tuine.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que nesta data ex-
pedio ordem ihesouraria provincial no sentido de
ser paga ao respectivo forneeedor a despe*a, de
que trata o seu olli :io de lo do eorreute sob n.
\)it.
Ao commandaule superior interino d'Agua
Preta e Barreiros.0 Exm. Sr presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que a Ibesouraria
provincial tem ordem para pagar a Loureuco Jus-
tiuiano e Suuza os vencmenlos do destacainenlo
da guarda nacional, le que trata o seu olllcio de
3 do correnle.
4' seccao.
Olidos:
Ao i." secretario da assseinbla legisla iva
provincial N. 111.De ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, transmiti a V. S., para terem
o conveniente deslino, os inclusos originan* das
resoluces de ns. 1092 e 1093, sanecionadas om
2 i do corrente.
Ao tnesmo.=N. IMtte ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, passo s maos de
V. S. alim do serem presentes assembla legisla-
tiva provincial, as mfonnaedos que, em olllcio de
21 do eorreute sob n. 2 0, foram prestadas pela
thes)Uraria provincial acerca da petcao, que de-
volvo, de Joao Evangelist da Silva. Fica de*te
modo satsfeita a resolu;ao da mesma assembla
contida n-i offleio de V. S., do 29 de abril ultimo
sob u. 46.
5* seccao.
OlDcios ;
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recife a S Francisco. De ordem do Exm Sr.
presidente da provincia, mando V. S. dar pasa-
geni de ida e volta nessa estrada de ferro, no trem
de amanba, da estaco das Cinco Ponas at a de
Una, ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas, Jos Tburcio Pereira de Magalhaes e
JOStiniaoo los da Cesta ; eorrendo essa despesa
por sonta da provincia, caso estejam preeochido<
os lugares gratuitos, de que dispe o governo.
- Ao agente do correio de Santa Mara da-ftua-
Vista. Recommendo a V S., de ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, a prompta remessa
dos seis rateos de papis, comeado os elementos
originaos do recenseamenlo dessa parochia, -os
quaes foram ah entregues pela respectiva commis-
so censitaria, segundo fai ver em seu offleio diri-
gido por essa mesma agencia. Outrosim pode V.
., para effeetnar melhor a remessa desss papis,
tratar com pessoa idnea, mediante urna paga ra
soavel.
EXPHOIENTE PO DIA 28 DK MAIO DE 1873.
/ secciio.
Ofllcios :
Ao hrigadeiro commandante das armas.
-irvase V. Exc. de dar suas ordens para que bo-
je s 4 horas da lar Je se ache postada em trente
ao cemitero publico a forca ureciza para fazer as
huoras fnebres devidas ao tinado tenente gra-
duado da armada Joao Francisco Pardclhas, corto
V. Exc. de que o director do arsenal de guerra
lem ordem para foruccer o necessario cartuxa-
me.
Ao mesmo.Pode V. Exc. mandar por em
liberdade o recruta Jos Pacheco de Lyra, visto
ser elle incapaz para o servico militar, segundo o
termo 3e inspucpio annexo ao seu offleio de 27 do
eorreute sob n. 552.
Ao mesmo.Podo V. Exc. mandar por era
liberdade o recrula em deposito Joaquim Benigno
da Costa Mello, visto ser incapaz para o servico
militar, por de ser iraca constiluicao e soffrer de
palpitacoes tumultuosas do curacao, segundo o
termo da nspeccio annexo ao seu offlcie de 21 do
corrento sob n. 544.
Ao inspector do arsenal de marinha.Auto-
riso V. S, como sociti em seu offleio de 26 do
corrente sob n. 622, a comprar no mercado, inde-
pendente de propostas, 50 arrobas- de oleo de li-
nhaca para diversas obras a cargo desse ar-
senal.
Ao director interino dD arsenal de guerra.
Mande Vmc. fornecer a quem se apresentar auto-
risado pelo brigadeiro commandante das armas o
cartuxame preciso para as honras fnebres que se
tem de fazer ao cadver do 1* tenente graduado
da armada Joio Francisco Pardelhas.
Ao mciino.Mande Vmc satisfarer o pedido
incluso om doplicata, que faz o coinmmdaiito da
companhia de operarios militares de pecas de far-
damenlo nara pagamento s respectivas pracas do
quartel, Vencido em 30 de abril ultimo.
Ao engenheiro das obras militares.-Maude
Vmc. sem demora reparar diversas goteiras que,
com as cliuvas cabidas n'estes ltimos das, appa
receram as cobertas da secretaria e outros
compartimentos do edilicio do hospital militar.
Ao mesmo.Tendo na noite de 23 do crren-
te desabado o teeto de um dos' compartimentos to
quartel do deposito dos reerotas, tecommeuito a
\ me. ifue sem perda de lempo me aprsenle o or-
Qameuto da despeza a fazer se c>Mn a collocacao de
novo tecto..
2* seccao.
Actos :
O presidente da provincia, atteudondo ao que
requereu Francisco de Panla Bezerra Cavalcanle,
labelbo publico do judicial e nulas, escrivo do civ-
el e crime do lermo de Caruar, resolve eonceder-
Ihe 6 inores de liecnca para tratar de soa
saude.
O presidente da provincia, atlendeudo ao
offleio reservado do Dr. chefe de polica, sob n. 991,
de 27 do rn-reiite, resolve dcmitlir a bem do ser-
vipo publico o eidadao Alexandre Xavier de Al-
meida Lima do cargo de 3' supplente do subdele-
gado do 3' dislriclo do termo da Escada.
O presidente da provincia, vista do offleio
do Dr. chefe de polica, sob n. 993 de 27 do cor-
rente, resolve exonerar o alfcros Jeroninio Alberto
Maia do cartro du subdelegado do dislriclo de Pi
inenteras do t-rnio do Bonito.
O presidente da provincia, conormand -se
com a proposla do Dr. chefe de polica em offleio
n 993, de 27 do corrento, resolve menear o alfe
res do corpo de polica Flix Antonio de Alcn-
tara para o cargo de subdelegado do dislriclo de
Pimenteiras do termo do Bonito.
O presidente da provincia, vista do offleio
do Dr. chefe do polica, sob n. 992 de 27 do cor-
rente, resolve exonerar o capilo Manoel do Reg
Cavalcanle do carro de delegado do termo de Ilam-
b, por uo ter acceitalo o dito cargo.
O presidente da provincia, conformando se
com a proposta do Dr. chefe de polica em offleio
n. 996, de 28 do corrente, resolve nomear o eapi-
tao do corpo de polica Antonio dracindo de Gus
mo Lobo para o cargo dt delegado do termo de
[lambe
Ollki is:
Ao commandante do corpo de polica. -Em
rrsposta ao seu ofllcio, n. 9:il de 23 do corrent*,
ttiiiio a dizer-lhe que o commandante do destaca-
mento, que deve ser mudado, o da Floresta e nao
o de TaCarat, como foi ordenado por _e ta presi-
dencia a 26 deste inez; devendo aqnelle ii com
mandar o de Villa-Bella, em sabstitaicao do capi-
lo Fernando Pacifico de Aguiar Montarrovos. Ou-
trosim deve Vmc. mandar ouvir ao actual com-
mandante da Floresta, como tambera j Ih? foi or-
denado, s hre a fuga do criminoso Cas.
Ao" mesmo.Pode Vmc. engajar no corpo
sob seu commaade, sendo idneos, os paisanos
Jos Soares de Mara e JoaoCordeiro da Silva que,
segundo seu ofllcio n. 292, de 26 do corrente, fo-
ram em inspeccio de sade julghdos aptos para o
servico.
3." seccao.
Acto:
O presidente da provincia resolve nomear
para as eolleetorias provinciacs de diversos muni-
cipios os cidados abaixo mencionados.
R'cife. Fiscal interino, major Antonio Mr.racs
de AlbuquerqneOivatosntc; coUeetor, capillo Do-
rindo da Cunta Lima ; escrivo, Turiano Nunes
do* Reis Campello : cobrador, Poneiano Cantillo de
Siqueira Cavalcanle
Bnm Conselkn. riscal, Or. Mainel Jos Men les
Bastos; collector, Mannel Carneiro Ominante de
Albuquerque Lacerda; escrivo, AMeftco Jos Ma-
rnho Falcan ; cobrador, EsperidiAo Gomes de
Araujo.
Garanhims. Fiscal interino, lencute-ooronel
Antonio Viclor Correia ; collector, Etilalio Epipha
nio de Freitas V'ella; escrivo, Jos de Barros
Silva.
Bonito. Fiscal, bacljarcl Jos Mara de Araujo;
collector, Tolesphoro Marques da Silva ; escrivo,
Jos Polycarpo de Freitas Jnior.
Caruar. -Fiscal, o promotor publico bacharel
Elisiario Augusto de Moraes; escrivo, Migad Ar-
chanjo de Mendonra Jnior; cobrador. Jos Ro-
drigues Jacobina.
Bezerros. Fiscal interino, Manoel Bezerra dos
Santos; collector, Francisco Apo'onio Bezerra de
Vasconcellos.
Patullas. Fiscal interino, Cesario Benevides
Falcan: collector, Arsenlo Cordeiro Ribero Cam-
pos; escrivo. Peregrino de Souza Magalhaes;
cobrador, Wenceslau Florentino dos Santos.
Brejo di Madre cu.Fiscal, o bacharel Marco
Tullio dos Reis Lima.
Ofllcios :
Ao inspector da thesouraria de fazeuda.
Commuuico a V. S. para os us convenientes que
a licenca concedida por esta presidencia ao Dr.
Joao Capistrano Bandeira de Mello Filho, lente
catbeJratico da faculdade de direilo, deve ser con-
tada da data de sua apresenlacao ineflW facul-
dade e nao da mencionada na respectiva portara.
Ao mesmo. Ponderando-me o inspector do
arsenal de marinha a urgente neeessidade que
tinba de oleo de linhaca para diversas obras a
cargo
a comprar
do referido
os filis convenientes.
Ao mesmo. -Tendo nesta data expedido or-
dens ao Dr. chefe do polica e mais autoridades,
alim do ser averiguada a verdadeira condi.o da
prvula'Mara, de que trata o seu olllcio de hon-
tem datado sob n. 992 ; assim o declaro a V. S.
em respoata ao seu citado olllcio.
Ao mesmo. Transmiti a V. S. o incluso
piel em duplcala que me remellen o Di. chefe
il p .! na com cilicio de 26 do corrente >ob n.
983, aii.n de que mand) pagar ao tenente Au
gulo Jos de Souza e Silva a qu.mtia de o94 >00,
era que importou a etapa fornecda ao desertor di)
exercito Hoaoralo da Cosa Araujo, que fugira
com diversos criminosos da cadeia do termo de
Onricury, a contar de 14 de Janeiro a 2 de abril
deste aun o, segundo indica o mencin ido pret. r
Ao inspector da thesouraria provincial.
Tendo nesta data antorisado o engenheiro chafe
di repaiti.ao das obras publicas mandar faser
as duis puntesinlias oreadas em .2:6184 Pra
substituir as duas bombas que dosabaram a es-
trada da Escada, e sobre que versaram os seus
ofllcios de 9 e 24 du corrente ; assim o declaro
a V. S. para seu conhecimento e fins convenientes.
Ao mesmo. Em vsU da Inclusa cunta
mande V. S entregar ao porteiro da secretaria
da presidencia, Svino Antonio Rodrigues, a quan*
Ua de l:U9a30, alim de pagar a osla Irmao
dt C, diversos objeetos por elles fornecidos
mesma secretaria para o respectivo expediente,
devendo essa entrega correr por conta da verba
Eventuaes, em consequencia de aehar-se esgo-
tada a consignacao do rl. 3* 2* da (el do orea-
mente vigente.
Ao mesmo.Expeca V. S. suas ordens no
sentido de ser paga ao eapitao Jos Firmioo Pe-
reira do Lago, vista da relaeio e conta junti,
a quanlia de 62/400, proveniente da despega rea
com o sustento dos presos pobres da cadeia do
termo de Ouricury no mez de abril ultimo, se-
gundo requisitou o Dr. ebefe de poli*!* em ofll-
cio do 26 do crreme sob u. 984,,
Ao mesmo. -Providencie V. S. no sentido do
ser paga, vista da rela-.-oo e conta juntas qie
me reuieiteu o Di. chefe de polica com ofllcio
de 26 do correlo sol n. 982, a quanlia de
43USDO despendida duran os mezes de Janeiro
a abril deste auno cun o sustento dos presos po-
bres, da cadeia do termo do Caru >rd, segundo se
deprehendn daquelles documentos.
Ao niesntu.A Firmiuo Antouio Rodrigues
mande V. S. pagar a importancia de 4-'i, prove-
niente de 3 mez- a de aliiguol da casa que uo
dislriclo dos Afog.ulos seiio de quartel ao res-
pectivo destacamento.
- Ao inesinu.Couiinuuico a V. S para seu
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, l j&j um% 0Dra 0 Estad, mas urna nsrituic.ao
eommunicoa V. S. para seu cenhecunento que puramente parlicnbir, e moJetiinente empregada
por acto desta data o mesmo Exm sr. nomeou-1 Ha ducacao popular, a velba sociedade randada
o presidente da commissao encarregaila de exami- era m;^ ^ a proteccio do principe Atoerto, com
o nome de Home am colonial soeieif.
uar os appareihos da companhia Recife Drainuge,
eiu siibstitui.;o do Dr. Joaquim de Aquiuo Fou-
seca.
couhecimento que nesta data nomeci para as
collecioiias provinciaee de diversos municipios
os cidados constante i da portara junta por co-
P'a-I
Ao mesmo. Hommendo a V. S. que,
vista da cunta junta que me oi remetida pelo
commandante do corp de p dicia coin olllcio de
24 do corrente sob n. 288, maude pagar ao ne-
gocame Antonio da Fonceca o Silva a quanlia
d 9:782, proveniente do fornecimento de far-
d.imontu ao mesmo curpo, em virtude do con-
tracto celebrado a 23 de selembru do auno pr-
ximo passado com o mencionado negociante.
Ao mesmo. Auloriso V. S a mandar pagar
atis empresarios da illuminaco publica desta ei-
dade, vi-la das cuntas annexas ao incluso re
quoiimeiito, a quanlia de 20U600 em que impor-
tou o gaz consumido durante os meies de outu-
bro do auno prximo pausado a marco deste
com a illuiiiiuaeo do quartel de polica o guarda
da ribeira, como se v das refer las conta>.
Ao mesmo. Providencie V. S. para que seja
recolhida aos cofres dessa reparticao a quanlia
de 4:O0 que foi presentada pelo Baro de Ja-
boato, com destino edificaeao de urna M
onde funecionem as oselas de instruccao primaria
da villa do Cabo, a qual puder ser levaulada
pela' commissao que esta presidencia nomear,
alim de ua mesma villa agenciar donativos para a
dita obra
- Ao mesmo. Trau-mitlo a V. S. as inclusas
relaooes e amias que me remetteu o Dr. chefe de
polica com olllcio de i-> de abril ultimo sob n.
800, a que allude sua informacao de 23 do cor-
rente n. :03, atim de que a quanlia de 243*2 -0,
em que importaran! as despezas feita* pelo le
legado do termo de Bonito durante os mezes de
lezembro do anuo pausado a marco desie com
o sustento dos presos pobres da respectiva cadeia,
seja levada em eonla da de 245 por quanto se
aeh i debitado nessa repartieao o mencionado de-
legado
.' seceso.
A co :
O presidente da provincia resjlvo nomear
o Dr. los Zacbariai de Carvallio presidente da
commissao enea negada de examinar os appare-
ihos da cimpanlua Hrafe Drnaje, em siib-ttui-
c,o do Dr. Joaquim de Aquiuo Fouseca.
O-fioios :
A oiigonheiro Francisco Pereira Passos, em
L mdres. Em respo>la ao seu ofllcio de H do cor
rente, tenlio a dizer-lhe que, de acord com o pa
recer junio por copia do engenheiro chefe da re-
particao das obras publica?, de houteiu datado,
opino peljs pilares de cantara e pela largura des-
cripta na planta, queja Ihe oi remettida. Outro-
sim pie Vmc. fazer as modillcaces que entender
convenientes, sem prejuizo da largura e solidez e
dos plales de caularia ; visto como trata se de
urna ponte de grande transito.
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Para satisazer o que no olfkio junto
em original, que me sera devolvido, solicilou o ins-
pector da ibesouraria provinial, informe \iuc.
qual o valor do coulricto celebrado por esta pre-
sidencia cum Justino Jos de Souza Campos para
o abastecimento d'agua p davel na eidade de Goyau
na, liem com i o da respectiva liauca.
Ao Mesmo. Pode Vmc. mandar fazer as
duas ponleziuhas, oreadas em 2:618*00-), para
substituir as duas bombas que dcsabaram na es-
trada da Escada, nos lugares denominados Pao
Amarello e Inltunin, e sobre que versaram seus
ollidosde 31 de uaivo, 14 de abril ltimos e 2i
do corrente.
EXPEDIENTE DO SECRETA 1110.
1.' scalo.
Olllcics :
Ao brigadeirocoininandanle das armas.-S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. Exc, ora resposta ao seu olllcio desta data sob
n 53i, que se niandou reparar as goieiras existen
tes as cobertas da secretaria e outros comparti-
mentos do hospital militar.
Ao mesmo. S. Exc. oSr. ptesideute da pro-
vincia, tendo por despacho desta dala aulorisado o
fornecimento companhia de cavallaria do arma-
HMOto, e luipameuto, arreios e utensis, constantes
do pedido annexo ao seu ofllcio de hontem datado
sob n. 533. era sub>tiiuicjio de guiesobjeclos que-
foram dados em consumo ; assim o manda com-
mullicar a V. Exc. era resista ao citado ulllcio.
2* secado.
OA ios: v o
Ao Dr. chefe de polica. Transmuto a V. b.,
de ordem do Ex ni. Sr. pjesdente da provincia, o
titulo junto de nomeaco do eapttto do corpo de
polica, Antonio Gracindo de Gusoao Lobo, para o
cargo de delegado do termo de Itamb, de coiif ir-
midado com o seu olllcio n. 996, de 28 do correie.
dome-mi arsenal," autorisei-o nesta data Au mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
lirectamjute no ni.-realo 5l arrobas dente la provincia, tran.-raitloa V. S. o titulo tan-
oleo ; o que commuu-co a V. S. para to de noineacao do subdelegado do dislriclo de ri-
menteiros do termo do Bonito, de conformidado
c;m o seu ofllcio u. 991, de 27 do correte.
Ao mesm i. O Exm. Sr presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. qne por portara
desta data, e de conformidade com o seu olllcio
reservado u. 991, de 27 do corrente, foi demittido,
a bem do servico publico, o cidado Alexandre
Xavier de Almeida Lima do cargo de 3.' supplen-
te do subdelegado do 3" districto do termo da Es
cada.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, remello a V. S., em satisfa;ao
dj que solicitou em seu efllcio de hontem datado
sob n. 990, os inclusos exemplares impressos dos
regulamentos expedidos para o servico dos bonds
e da illmniuacao publi-ia desta capital.
Ao uiesuio.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que exped > or-
dem s thesourarias geral e provincial, no sintido
de serem pagas as despezas de que tratara os seus
olflcios de 2 deste mes sob ns. ^80, 98 e 984.
Ao mesmo.-De ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, cyinmunico a V. S. que a thesou-
raria provincial foi nesta data autonsada a levar
era conta do delegado do termo do Bonito a quan-
lia, de que trata o seu ofllcio de 26 de abril ultimo
n. 800.
Ao commandante superior de Serinhaem
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda cora-
muoicar a V. S.' qne a 18 do correte expedio
ordem Ibesouraria provincial no sentido de se-
rem pagos os venciraentos dodestamento de guar-
da nacional de qne trata o sen offleio de 15 deste
mez. .
- AO oommandanto do corpo de polica.-S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S. que a thesouraria provincial foi
nesta data aatorisada a pagar ao negociante An
tonio da Fonseca e Silva a quanlia, de que trata o
seu offleio de 24 desle mee sob a M8.
5' seccao.
Offlcios <
Ao Dr. los Jacharlas de Carvaino. -De or
DESfACHOS DA PHESIDEKCtA DE 11 DK AGOSTO DK
1873.
Anna Mara da Conceicao.Nao ha vaga para
ser aduiiltido o tilbo da supplicante.
Francisco Cesar de Moura.Reuieltido ao -Sr.
cirurgio do corpo de polica para inspeccionar o
supplicanle e euviar-me o resultado.
Fr. Flix da Nalvidade Baldaaha.Informe o
Sr. inspector da thesouraria proviucial.
Francisco de Si pieira Cavalcaule. Informe o
Sr. com mandante du cupo de polica.
Honorata Francisca de Oliveira.Informe o Sr.
Dr. chufe de polica.
Hemeterio Y Mal do Negreiros.Seja trnsferido
para o 2* balalliao do servico da reserva.
Irmandade do Santissimo Sacramento da matriz
de Santo Antonio desta eidade.Deferido com of-
licio desta dala ao promotor publico desta ca-
pi:al.
Joaquim Laiiriano dos Prazeres. -Seja transfe-
rido para o 2* batalbo do servico da reserva.
Luiz Bao da Costa Maria. Rejueira ao juiz
competente.
Luiz Jos da C )*la Amorim.Informe o Sr. en-
geaheiro direelor das obras publicas, uttvindo o
gerente da companhia Draiuage.
Tenente-coronel Mano-I Francisco de Souza
Lean.Deferido com odlcio desta dala Ibesou-
raria provincial.
Manoel Joaquim de Aquiuo Mello. -Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Luiz Paz da Silva.Informe o Sr. r.
befe de polica.
Manoel Luiz Paes.Informe o Sr. brigadeiro
commandante das armas.
Mauoel dos Santos l'imentelInforme o Sr. ins-
pector da ibesouraria de fazenda.
Manoel Antonio Ferreira. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Placido Marques de Oliveira.Indeferido.
Salvadur Henriqne de Albuquerque. Informe
o Sr. conselbeiro d'rector da Faculdade de Di-
reilo.
Tbomaz de Ca valho Soar s Branda.) Sobrinho
- Deferido co.n ofllcio desta data thesouraria
provincial.
0 mesmo. Informe o Sr. engenheiro director
das obras publicas.
Tbomaz Rezcnde de Oliveira. -Indeferido.
Secretaria da presidencia de PernaubucOj 12 de
agosto de l73.
0 porteiro,
Silvino A. Rodrigues.
Re|*iirttlo la polica.
i.' eceao. Secretaria da polica de Pernambuco,
12 dcagosto de 1873.
N. 1410.lllm. eExm. Sr.Segundo consta das
cnmmunicacc* recebidas hoje, faram hontem re-
colbidos casa de delencao os individuos segra-
les :
A' ordenid-. r. juiz de direilo especial do com-
merco, Jos Maria deCarvalho, por estar pronun-
ciado como incurso as penas du art. 263 do c-
digo eommercl.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Marianna Olindina da Concejal), gueda Mara da
Conceieo e Sonhorinha Maria da Conceco, sem
declaracao de motivo.
A' ordem do da Magdalena, Antonio, esclavo do
baro de azareth, a requermento desle.
Nesta dala communicou-me o Dr. delegado da
capital que pelas 9 horas da noite do da 10 do cor-
rente, na rna Imperial do 2." dislriclo de 8. Jos,
Antonio Joaquim Maneel de Araujo espincou bar
tatamente a Fortunata Maria da Cencecio, e em
seguida tentn assassnar M respectivo inspector
de quarteiro Izidio Gomes de Macedo, que em
soccorro d'aquella se apresentou no lugar do debe-
le, sendo preso em flagrante dep is de tenaz re-
sistencia, da qual re9ultou sabir levemeute brido
com um Uro de rewolver desfechado pelo dito ins-
pector, segundo deca a o mesmo Araujo; que fez-
so as competentes vistorias e proesde-se nos ter-
mos do inqnerito.
Finalmente, a ordem e tranquilizado publicas
nao soffierara alteraeo.
O que tudo commuuico a V. Exc., como me
compre.
eus guarde a V. Exc. -lllm. e Exm. Sr. cora-
raendador r, Henrique Pereira de Lucena, dig-
aissimo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antouio Francisco Correia de Araujo.
INTERIOR.
RIO fM. JlVIIlll
26 DE JLHO DK 1873.
Factos o nSo inlavras
Os trapeiros Iliterarios do intitulado orgo re-
publicano nos haviam pelido fados que podessem
ser contrapostos philantropia yankee.
Indicamolos ora grande copia sem outra pre-
tendi que a de provar esses pedmos de contri-
buicoes v luntarias que o amor da humanidade, si
uraa nobre paixo, nao urna virtude puramente
republicana. Alleyne, Lawrence e Thackeray va-
lem bem Gerard e Cooper.
A repugnancia de fazer penca de urna erudieco
fcil que iienhum ledor de revistas c jornaes
defeza, nos liuha aconselhado a poupar a citacao
de lacios.
Nao o izeuios senao por formal intima;o do or-
gio dito republicano que nos dissera pela manhi :
S com actos se responde fados
Os que Jpor este modo mostraram nao conlie-
cer este lado caracterstico da vida ingteza, va-
riara hoje de tora para dizer-oos com mperUirba-
vel serenidade que nunca puzeram em duvida a
existencia de philantropos na Inglaterra como os
pJu haver em toda parte do mundo.
N5o basta que o ten liara confessado em termos
calculadamente vagos. A Icaldade que pode ser
esperada de qnatquer adversario os deve obrigar a
reconhecer que os menarchistas do Reino-Unido
somante se tem deixando vencer pelos yankees na
excentricidade com que estes buscara antes de tu-
do fazerem se lembralos de um povo ingrato para
cora os seus homens illu-tres, por Uto mesmo que
um povo somonte preoecupado do dia de hoje,
e que pela sua constante reuovacio tem em pouoo
preco as rradic(l,6es nacionaos,
Nao ha
talvo no muuilo urna associacau qne memores
frurtos tenha produzi lo. Antes que dos Estados-
Unidos se reconbecesse a influencia educadora da
mnltier, a sociedade patrocinada pelo illastre prin- .
cipe forraava educadoras as esrolas norma es e
as salas do asylo.
A National Soaettf, a Sociedade wesli/ana, a
Britth and foreing Societg. nao s*o assoeiacoes
mamidas pek) thesonro da Gri Bretanha, mas pela
bolea generosa do clero e dos philantropos mglezes,
como nao o tambera a sociedade dos Misionario*
da eidade de Londres, a H.ig/M schools Vuion, que
realsaram a ousada idea do instruir e dar asylo
aos meninos vagabundos de ambos os sexos, rece-
bendo-os i escola quando l querera ir, dando-Ibes
de cerner quando tera tome, veslindo-os quando
e-lito mis.
Isto faz-se, sem o apparato ostentoso das con-
strneedes colossaes do genio yankee, em salas e
asves modestos.
E' nos campos, es<-reve Mr. C Hippeau, que o
amor da educacio dos lllhos do povo manifesla-se
d) modo mas louvave!. Nao ha uraa so paroba
rural, em qne as familias ricas nio se preoecupem
seriamente de-te problema.
A iniciativa particular creou e mantera escolas
de manufacturas Mechank's Instantes, escolas do
desenlio e de sciencias apphcadas. O nome de
lord Brougham lcou honrosamente associado a
primeira deslas inslituicoes.
Quando a Repblica hnuver sommado com o
seu habitual esirupulo quanlos milhdes de libras
piden subir estas doacbes, sonimaremos nos os
nnlhoes de dollars que a philantropia yankee tem
louvavdmente despendido em boas obras.
Ter a Inglaterra levautado una estatua ao cele-
bre Peaboy prova, ao ver do ergio republicano,
que os actos de generosidade uto sao cosluraeiro
e da ndole dos poVos raonarehcos.
Por pouco serio que esle argumento se nos ali-
gure, nao o deixaremos sera ura justo reparo.
O faci invocado i-bona tanto mas o carcter e
as virtudes do povo inglez, quanto os norte-ameri-
canos sao dignos das severidades da historia pelo
pouco preco em que tm os seus homens Ilustres,
lela ingratidao que volara s mas honradas me-
morias, pelo esquecimento e abandono desse rico
patrimonio das tradiegocs nacionaos, que foram era
todos os tempos vivos padriles e nobres estmulos
ao amor da patria.
Antes que a Repblica nos Intime a Indicar fue-
tes, antecipamo-nps a Indica-los.
0 general Harrison, depois de ter-prestado gran-
des servico? militares aos Estados Unidos, depois
Je ter sido governadnr de nm estado, senador no
congrosso e ministro plenipotenciario, sentio-se em
tal penuria de mi*, que Foi obrigado a aceitar as
funches do escrivo de urna justica de paz em
Cincinn.di. ,
Gallatin.outro eidadao illu-tre, que fura por doz
annos ministro das ranlas, e depois embaixadcr
em Franca, estivera a ponto de raorrer Tome, se
alguns amigos Ihe nao abrssem um lugar na vida
do conimcrcio.
Jefferson, o Ilustre Jefferson, sentio se em seus
velhos diasem tal estremidade.que foi obrigado a
vender a sua bibotheca, una das mais rieas dos
Estados-Unidos.
Monroe, outro presidente da Uniao, foi reduzdo
a pedir ao congresso meios para viver.
A vuva do heroico general Ganes nao pode ver
approvada pelo congresso-essa peusao de 600 dol-
lars. que solicitara um premio aos distinctos servi-
qos Je um Ilustre esposo.
Esse mesmo congresso, accrescentou a este pro-
posito um jornal de Washington, que nao hesitara
era votar 300.000 dallars para a mpressao de al-
guns papis do estado, recnsou um dollar a viuva
de u.n bravo general i|ue combaleu tao denodada-
mente pelo seu paiz I Este mesmo congresso ti-
nlia admitldo por ura bil de 1836 cinco mil vinvas
como pensionistas d i thesouro americano l
Mr. Chavier Evraa janla a este proposito : -A
popularidade qu nos Estados-Unidos toma propor-
rfip.s colossaes, quando se liga a um hornera quas:
nio dura, alm do terapo em que delie se precisa.
Certas individualidades que, em momentos dados,
foram litleralmenie deificadas chairam a pouco e
pouco no abandono e no mais profundo esqueci-
mento.
A ingratidao de todos os tempos e de todos os
paites : mas singularmente implacavel as de-
mocracias. Nos Estados-Unidos, a ingratidao po-
pular tem este carcter, porque a populacao se
augmenta, anco por anno, pe'a agglomeracao de
individuos inleiramcnte estranhos ae passado do
paiz, a quem os servieos prestados pelos i omens
da geracao precedente, por mais gloriosos que te-
nhm sido, sao de todo em lodo indifferentes.
Tal rpidos traeos urna das razdes pelas
quaes Peabov mereccu urna estatua Inglaterra, e
aos Estados Unidas nio mcrecem taes honras os
seus grandes homens, os seus Ilustres bemfei-
tores
Disse mstress Trollops que, por mil razoes, vale
apena visitar os Estados-Unidos :- no vcenlas e
noventi e nove destas razdes sao fundadas em
causas que merecem atteiicio e o resuelto; a
mllesima razio, que se licar satisfeto de seu
p*i*. i .
O povo, a que debaldo se recorreu por subsenp-
Qdes de toda natureza, por bailes por concert?,
por espectculos theatraes, para reunir os fundos
n-cessarios a resgalar Mount Vernon o converlelo
em propriedade nacional; o povo, que custosa-
mente elevon um monumento a Henry Elay, e so
decorridos 27 annos depois de sua morte, retirou
os ossos de James Monroe de sob urna humilde
pedra era um dos cemiterio? de Noy-York ; nio
nem pode ser ura povo typo que se inspire ao
mundo por modelo de amor da patria.
(Naco).
DURlODEPERNiMBOO
RECIFE, 13 DE AGOSTO DE 1873.
\olidas do niiI do imperio.
Chegoo hontem pela manha do Rio de Janeiro
pela Baha o vapor uglez Hutnboldt, d'uma das li-
nhas de Liverpool, trazendo datas: do Rio da Pra-
ta 27 e do Ro Grande do Sul 26 de julho, do Rio
de Janeiro 3 e da Baha 9 do correnti. Eis o que
colhemos dos jornaes:
REPBLICA DO PARAUAI
Contra todas as nforniaQdes anteriores sobr*
ajuste satisfactorio da qucsiaVcom o Paraguay-,
O carcter austero do povo inglez suscita aos ,palhouse era Buenos- Ayres a noticia de que re-
seus bemfeitores urna outra poltica de benefleen- leusando aquella repblica ceder a liba do Cerrito
cia. Os mih5os de dollars que o yante? despende e qualquer porcao do Chaco ao norte do nou -
em construcoes magestosas, que sublituam pelas mayo, e sendo apoiado ne^ta recusa pelo Brasil,
iroporc3es colossaes a memoria fugaz de urna grave conflidose suscitara na Assumpcao entro as
ade egostica, o aristcrata e o industrialista legacoes brasileira e argentina,
da Gr-Bretanha derramara modestamente na bolea Accresceotava-w que em virtude desta eraer-
da instruccao, da educacio, di caridade e da pro- gencia o diplmala argentino dirigir urna coramu-
pagaoda religiosa. nicacao urgente ao seu governo, que para miliar
0 orgao republicano afflrma hoje com urna sen- a resposta que devia dar-lie deraorava a pama*
tencioe* enloaeio, que era nenhurn paiz do mundo do.vapor. ,,
se tera dado exemplos do philantropia tio numero-! Dande esla noticia, accrescenu o Jornal ao vom-
sos e Uto notaveis como nos Estados-Unid (8. mtrcio do Rio de Janeiro: ..
Nio tomaremos nossa conta o confronto. Mas Nao porm, tudo isto noticia para acreui
seja-nos licito aeereseentar do passagom as so- r-se de leve, mrmento em te po da> wip .
gnintes indhsasoes s que honter, dMxamos reais- ^que se forjara os boatos man- wnniai para cu
t-adas a ns espefees. Cumpre, po19. !wraw mi
l
-*




I
'
Mrtlflb
(eir 13 de Agosto de #73218 ttf'JKJ/ JV iiflk ,
leHoros mftrmac^cs; Innto mas^^fcM**a*Wr#*Wi 4f
nhanios anteriiMPIpie nada deixavam prever f. poza f-r. F/t.-hm r'oinr. .
reapefto de. sera Hte Conlliew. Tewo pedido .1 patawaer.S*
Sin gravas iWrtlIiil aquellas eoiiaia*. .iTnixeira liemt a disciwao aliada.
O NactonaMUr&rtnsa (te Bu,enos-Ayre\don,un-.
ara perigo HHf#plr pura a paz do continente
aoestado'deTrades entre o's p1onipt!hciYio#
tirasileiroe argentinMio^Paragua]
Natas rea?'
lie /^a Prensa^
achara-se em gr
O Brasil ,
du tratado deli
u plenipotencia
rldades surg
0 governo
raer entra
do Charo
ilaa do Ce
ca*
ertW.
quer dos cas**, de un visto do gerente
ida eoiitju: a lanc ki lid pis%~l
uftfo- Tdrtcgraph
. gado da ixiifljjn: u
a.' Titfli <. r.iii [tiantu 11*1 TTj
i> inawirtl' ww&iMdJf tctu ud'.;iai a dl
A tsto accrespeuta a fepubtk* la orte:
Esta difflofl emerge ncia (Batiros tima, commu-
Maoao orgeif.e do diplmala argentino ae seu go-
vatro, etfle fsi itomftmr 1 manida d wird Erc.rett, para responder.
Segundo outras informaees n.ne temos, o mi-
nistro Je estrangoiros est preparadlo urna nova
exttflM ceninviaicara pera.' ertilnttxader argen-
tino.
kpubmca MalannatS
Relativamente fierra civil na provine*, ar-
fentiir. de Entre Mas aponns havia notlciis em
lrma de boatos. t* estes, mu dizia qne as for-
^M mens, se concentran m sobrejv-cif&dTritiT'TiTani,
--^aiWUJfeva^l^f^M^^r^ tomada felos re-
'heli. 0 que padece evi 111 que a lutaalli amea-
cava prolongar-s e eu>.tr juito aligue e dinhei-
TiL UUia se la em une governo do Ruenos-
Ayres maixlara chamar o general ftivas para con-
fiar-lito o colmando Ha* spaa torcas eui Entre-
Bios, o osta mudan? e generaes indica quasi
sempre que. ascuasas nio vio bem
Quaoto a cidade da oureHjao ilo Uruguay con
tiauava sitada pelos reU'kles^ h dia-se une moi-
to eslreitamente.
Na |inviei de Mendoza coceiava-se, lainlteni
uaa rovoluQ^ jwr motivo eluiloraos. Para prin-
cipiar tinliam di-^rado contra o gnvyruador \'il-
lanueva iras, '| tt*ani-Rii fainilii em varios p'Mitos numerosos as-
sas^iiiatfs udiUhws.
O Nackmui de-Buen.is AyiM diz que p->r pes-
soa nuito eontjifnja sabe ipic so trata de uin
concbavo ''tro os revikeionarios e ogovonm, e
que para slo-Lopez Juniao tfulia nm emis-ariu 0111
Bui'ti'is-Ayri's.
T.iu.liom tm li'ixa do 1er importancia o fado do
forjtccedor argHuUno safcroeaUf na nTinssa do ve-
n*T'i para o xcrdto ocoupado em Entn'-ili.i;.
Em Tucuuian as transaocoi-s conunerctae* tem
afnusaJ.! |).-Im recew le una crisc monettra.
Os indios ii/ciM'n unta |ii'|ii'iia iuva-ao na fron-
teira <1 Bunio* Ayiv- c levaram urna Cavailtada
lnauM-'iu-so a linlia leegrapliit a do Buenos-
AyresTucuuim.
j.-1 i-i.i.i-. V OI.I7.NTAL.
Iam ser convoiaila* extiaordiiiariamente as ca-
tnaras do "Estajo Orieulal para resolverem sobra
lariis ;ts>uni|ii'>s iun.' nao liiihain podido ser dis-
cutido- na so.-so ordinaria. -
Cominaa rrise moiutaria a causar graves ef-
feiuis.
Qnebrm o Hinco Oriental caganlas casas mais
03 menos imii.if-tanles.
OIiscptuu-sh no dia 24. 110 pyrja de Montevideo
mu a hi xa-mar ti grande i]iie os joiaifis a ipta-
liSeaoi t:' |)liL'an:noiial. Milito- navios ticar.un em
seiv.o.
0 conpresso internacional da salebridade publi-
ca QUfKSluio as -uas couferencia, cajos resultados
nao f-iram air.da publicado*.
Naur.ipiu na imsI.i de iai7.m a gnleola ingleza
QtHVU Em nacen] do Montevideo paraJXiliires inecn-
(linii-so o navio orienal M ioda a caifa. A l;ip. lacili s.Ivon se
RIO QRASDK OOSl'L.
Co:n assisteiicia di iiresidente da provincia'fra
naagara&i no dia 19, no muitieiplo de S Jfcrotiy-
o, a viacao forrea ipic deve sorVir para transpor-
tar ai pofia do oiubar i'.ie o ca vao extrahido das
nutrs do Arr.iio dos RaHitr.
Devhim ter seaido pan o Rio da Prala, no
dia 26, as rahonetras Ypirang, rcdft. c Brn no!, que all hiviam BHegSdo no dia 20, proceden
les d.: 8a' ta t'atharina.
.<'uma carta pobReada^no mirlo de Prlottis
V.-se :
A colonia aliena, anu residente, prepara nina
bonita ovara 1 para a chegada da canhoneira ;d-
Icina .tltmtr s, que pretende visitar a nos*a pro
linda, n
Diz o Mario do Rio Grande que as follias de
-rosjtera, reeebidas de Pelotas nada accrescentam
een-a do ennfltcto maeonico que K've lugar na-
quella cfd ule. motivad 1 por algnns dos irmaos
H por qualijiin- motivo, forail coberlo, a bem
da regulandade di- ferreos na loia mnciinra Ar-
Mata.
Eallereraru : na barra o tcnento Josquim
-arria, ex-i^ommandinte do vapor AafMiTflB c ul-
ttaamaatQ eoui'uandante interino da barra ; 0 em
Porto- -.legro o dentista Gustavo Huger Schenditz.
S. MOLO.
O Rvd bispi dWcwano dirigirase para a ct-
d- de CaOTfim.is, onde cheg.tri a 26 de jullio
aeaiKjiinliail'jde sen secrelario o Rvd. padre 'an-
Cianto lomesili hwb, d) padm-uieotn Constan-
tino C, mesAs Mtos u mais da cournissao que o
fura Imcar a & Patria, comBom, dns^Sra bario
de Tres Ros, ionipiim turnia de Mello e I)r. Fran-
cisco-tiwr+tio desHtantns.
Acompandaran! Uimbeni a S. Exc. Rvma. os
Rvdn. vigiriosde S;intos e Jundiaby.
Ao encoathi do digno prelado foranr militas au-
tori raeetjHa na estacan *lu eankthg de ferr pela c-
mara municipal.
l'ma larca ido dattacaroento cnmnundada por
m alferes, lizera as Imnras do estylo. A banda
do Sr. cowimend.Kior'Villela e a orchestra campi
neira tocaram eseoUlias pera.
Depoi, como estava |fOMicado, S. Exc. fora pa-
raraeMarai e fazer oracao na matriz nova, se
guindo d'alti procmkiMlinentc al igreja di Ro
sario, acompahado nao so de muitos funeciona-
rios pubiics, romo de arando concurso de |>ovo.
Na igreja do Rosario celebraia-se o Tt-Diim
em acopio de:gracas fwt feliz cnegada de S. Exc.
itvma., d'|i' do que ara o diocesano para a ca-
sa do Rwd Sr vig.irm laa joaquim de Soaza B
Oliveira, onde se chava tiospedado.
No inesuio dia da chegado, o Sr". vigaria Sonza
p Olivira offerecera a S. xc. Rvma. um jantar
que fra tnuitocancorrida.
Referiado-se s outras ^demonstracoes de ju-
bilo, ilz a H'izrta4e Campia* :
u A nossa i-nlade illuunnou-*e toda per Ices aoii-
tes seguidas em signal de contentament nela'
taila eii're us do >r. bispo D. Lino D. II. de Car-
vaiho. A Aug.-.4L.t-'- Independencia prestou
igualmente a .sua hoiiienagem de sreneracAo ao dis-
tincto hospede e aprettentandi a ua casa nin as-
pecto Imdissimo e de lauio elfeito, alm da t ar-
vorado na frente "o pavilhio bra*leiro, entre tros emblemas de seus adornos. >
A alfandega de Santos rendera no exercido
de 1871 a 1873 :l.8:4iM#i"6.
No qninqeannio de 1863 a 1868 o turnio medio
do rendimento fui do 1,860: *35i75t, e ao de JH58
a 18::j foi n> 2,72S:462t201.
II10 O. li.NKIKO.
Na sesso do simado do 1 do cirrenle o.Sr. Sil-
Tem Lobo justiicMn e manduu mesa o -guinte
requenmento :
Re-pieiro qwe.se pecatn ao governo ns se^uin-
tes informadles.
" I' Hor'qnanto crmtratm o governo a compra
do um archiva pertncentn a um rnetabro da ea
mar Ju Sr. deputadus:
a 2.* Por quanto, afina', o dmo dosse archivo
offerecea-o, e-*e foi aceito pelo-governo,
Foi lidor apoiado o posto em disirosaoj a qual
fi'ou adiada, por haver pedido a palavra Sr. se-
nador Paes de Mandunea.
Na gwiao de 2 do cor rente da cmara dos
epatados dapoi di expediente e dealguinas oh
Krvacaes dos Srs. Lmiar 1 Btzerra e ministro do
imperio, fundainenlon o Sr. Perreira Vianna o<
doi seguiaies roijuerimentos :
Q ie o govermkinfinno cota os documentos.
s n lorem rerv tes :
O Sr. Cv Jos Mpntoiro Gnininia><,. hl'-jyi 'imwjtjij' WiA" eido no Rio do Janeiro, podio ao'go'erui ''''P^r'^l^^recnanLi** Loc
pr1Wgio"|iara a eontrucciio' de" unta estrada ferro desde apraiulu di l'eixc, na capital da Ba- rabalde de ItapagQM
Pj^Vfo j,o fwii depata 11 a qde se
7Mi-i'tf t)a praviocia de Mlaa--
reeiwhimealo da vagadeixada eto
leiii htido \xHos nos ejMuios
cii, llagagem,'.laros; t*rao "
oaSrs. :
Ht. Jaqiiim Pedro de McUo
Dr. 'aaopWo Uuaai
Padre Modesto Caldeira
faUam apenas os
teres), Jannaria (36[
- No dia 1- d* efJrMiti^wiilo
jud
luiotora lii itana,
occasiao das fe -las do r
e nos dias de sextas-feiras
sabinar!
Ue*jo-os de que o publico y lendo diariame'j-
nAIuvimcuto do servicn d.VtiMPrsao do eabfl
- lekgwpbico co^rriro^lo nottnU^Mif encarrapaliis
il/yr servios, huido do v.iqid(m8|vz lloopert eu:
e^rn aRm lelugra-iinias a respeeti^jcstavao do liecife.
qu iremos publicando prnporcao que frem
chegaudo.
Desde as 9 horas da man lia faned
xu masculin e'i do se.o (eninino.
verao as vagens da nouu
e na.injnrui)
idasHl^lqB

ao de ora
dtt." a* tues-
t IHKito terflii-
. rdeua, poriaato. juu. ueste sentido se ex-
ionaram as a.u- fie-amas uacessanas communicacoes.
ias, comparecendo II alumnos dos quaes 6 do se- o Sr. PCjjflfr'prgfJeJf/ Ss^fPrviriwMacnaa-
ido-se autori^lao pelo 5 7r do art." S* oa ierro
,i A"s 7 llora* da noate fpraoi imingarado* (api
bem os Cursos Iteres, proferindo o Br. Miguel Vei-
r tVrroira un untavut discurso.
O agente do consulado portuguez em Saata
Victoria, proWncia de S. Pedro, escceveu o se
guite : _
. .o Jia-Biuiede 12 de jollio oi^w'assassinados u
roubados o subdito pnrtnguez" Antonio Barbosa,
sultoiro, de 23 anno< de ida le, sucio de J .a Cus-
Mu de Andrade Janior, estabelcci lo com casa de
soceos o molliados aeeU praca, na esquina da so-
tea de Justina Faustino Correa, sol a lirma social
!< .\11J-ad. 4 Barbosa, o subdito bespaaliol Pe.
ilrotjiierong.-to, tiinbein soiteiio, de 28 anuos de
idade, estibelecido com forrara na me;ma.solea.
t Estes daos mocos moravam juntos na casa do
negocio, e Andrade dorma na casa da familia.
Acredita- se que honre araban de Tlguein, por-
que ambos foram assassinados dormindo, na mes
mesilla cama, Barbosa com domatra tacadas e
Pnro com qiusi oulra lautas Os cobertores os
tocan clioios de finse o quarto alagado em
singue.
Os assassinos quis segundo k presume, nao
si-riam menos de tres, arn mbaraui um bah e
unta gaveta, e roubaraui da casa de negocio quasi
dona contos de ris. o d.: Pedro, cerca de tres con
tos e varios papis do imiortancia, inclusive um
recibo lambe de tres cuntes de ris.
Poraut encontrados em cima de nina mosa
um rewolvw o una carteira, tres copos com vi-
nbo, un queijo e urna latt de doce ; deixaram
abena urna porta qae deite p;u-a o [lateo, mas re-
tiraram-se saos e salvos pela frente.
O juiz de paz proceden ao iuto de eerpo de
iklicto, o continua en ndagaces; mas, ao que
no consta, nada tem desenberto.
Entretanto, no dizer do Jornal de Commereio do
Pelotas, ja estovan) presas dezesete pessoas, a u
socio da casa, visto uao apiiarocrem os livros. u
que faz suppor nao ser ello completamente alheio
ao fado,
- IL a lista dos premios maiores da 3* lotera
concedida para contiuuaco das obras doUospici
de Pedro II e manutenc.o dos alienados.; exlrabi-
da na corte em 1" de agosto:
2357. -.......
J7H.........
2811.........
*i08).........
k< liO e 5261......
150, OO, 21:12, M38. .
151, 172, 812, 3072, 5112, o210,
22o, 5266, 5698, 8.i. .
665, 961, 1251, 1911, 2**87, 2322,
30.5, 3 27, 3158, 3238, 3i2",
3726. 332, 'i03!t, 1638, 1615,
4715, 1765, 490!), 5123 .
101, 147, 330. 212, II", 536,
538, (Si. 691, 881, 883, 980,
1015, 180, 1233, 1218, 1105,
!i3l, 2216,
2(il7, 2668,
3199, 325",
3589, 3607,
3969, 1026,
i.313, 4161,
5120, 525",
5631, 5708,
20:0-:10000
10: HJ'JJOOO
4:000i O)
2:i:003000
1:0 'OiOOO
80')30t0
2003000
1O93O00
Se o n'issa ministro no Paraguay inlerveio
e de jne modo, no ultimo conllicto ire o gres i-
dente daqued 1 repblica o -.partidoia.lverso T
2 .Se Utfris instr 1 foi s movido pe-
las cjrctnaiitoBieiaa nccurrenes 1
3.' oe a repblica do Paraguay fjelebrou'os
ultimo* traiado* ewo a Argentina, e se nestes fl
caraai salvos 1 Grao-Chaco e a uta de.Cerrito ?-
Dr. Ferrara rV * Que n govern informe :
it i.'' Quanto se gastou as exeauJas em snlfra-
gin da alma da unperatrlz viuva, anqueza de Bra-
gan^ 7
t.i6, I' 71, 2107,
2259, 2312, 2613,
2810, 3039, 3087,
3279, 3346, 3462,
3703, 3781, 3910,
4031, 1045, 1199,
1611, 1787, 051,
5290. 5i40, 5337.
5822, 5888 e 5991 .... 10*0 0
Eis as noticias comincrciaes das ultimas da-
tas :
Montevideo, 3f de jutko.Vendeu-se hontem
una carga de carne secca, que tem de ser embar-
cada no Amalia
De assucar de Pernambuco consta a venda de
1,300 volumes que tem de ser reexportados para
o Rosario de Santa Fe.
O cambio sobre Londres lira a 51 ',{ di, taxa
a que se passaram hoje sommas regulares na to-
talidade do Ib. 16,000. Sobre Franca saccaram se
frs. ?3,00 1 a 5.43 e 100,0 0 a 5.43 e-5.45 por peso
e-trente.
Iti Grande, 25 de jutko.-O cambio sobre
Londres 23 ,' d. bancario, 25 5/8 e 25 3/4 d. par-
ticular ; sobre Franca 362 a 36'i rs. por franco :
sobre o llio de Janeiro 1 7, do descont.
n Oitanios asoncas a 3035U0: os soberanos a
9 200 c o ouro nacional a o e 6 por cento de
premie.
Os frates do Rio de Janeiro 400 rs., Hahia
50o, Pernambuco 600, por arroba; Canal or-
dem, couros 42/6 e rima a 3u s.
a Santo, 31 de ulho, *s noticias senipre des-
favorav.ds |ue recebamos da Europa e America,
nlaiivamente posicao do caf, dimmuiram consi-
deravehnenle o movunento do mercado, sem ipie,
eomtudo, os procos siffresseui altaraeio, gravas as
pequeas entradas do interior e do deposito, que
boje nao excede a 7,00(1 anean. As vendas desde
0 dia 17 fornm do 10,000 sanas.
O mercado lecha apatbico, mas os precos esto
ti rmes.
Colamos: maeliiua uno 93600 a 9*800 ; bom
92 0 a 13400 ; terreno superior 93400a93600 ;
bom a 93, a 932O0; regalar 836OO a 838OO ; or
dmario 7 i 600 a 83200 por arroba.
Tambern foiam desfavoraveis as noticias qne
receliemos do algodo, ma* os possuidores, apesar
disso, longe do cnlerem de snas pretenves, con-
servaraiu se extremamente exigentes. A necessi
daoe de dar uni|irimeiito as ordens dos mercados
consumidores obrigot algnns compradores a rea-
1 sArivn transaccoes aos pi-ee.is de836'tl a K.t>00
e mesmo a 93, a que f.ram vendidos cerca de
1,600 fardos; A existencia hoje de 56,000 fardos
limitados a precos superiores aos que os compra-
dores podena franca monte pagar.
Exji.rtaram-s" durante o mez lindo 17,655
saccas de cafe 18,313 fardos de algodao.
Rio de Janeiro, 2 de agosto.O mercado de
cambio conluriou hoje a mostrarse pouco activo e
muilo frouxo. Os bancos sacaram sommas insig
niticantes sobre landres a 23 ] d. e conservaran
a taxa de 21 % d. para saques sobre acaixa ma-
triz.
Em soberanos nada se fez. As apolices Re-
raes de 6 % tiveram uovinieato regular a 1.0153,
1:01K3, 1:0173 e 1:0483 a dinhelro. Negociaram
e 95:- 00 em apolices de 5 / razan de 84 /,
No nercado de aefles s avultou o moviraen
to das do Banco Inaustrial e Mercantil a 52", por
an;a 1 a dinheiro e a 543500, pagamento eeuircga
uo ultimo da de transferencia. Urna partida de
aecdas da companhia de carns de ferro., de Lisboa
obtere 1603 cada urna a uHheiro. Ng^iaram-se
lwatein aecdos da eaiiiipanbia de carris de ferro da
Viito J-sabel a 110ji e da eotnpanhia da estrada de
ferro Sorocabana a 814 para o priraeiro dia do
pagamento do dividendo do semestre lindo.
a No mepcado de productos s eonslaram peque-
as vendas de assucar para consumo. Em caf
nada se &.
Saliiram taubem para consumo crea de 6
mM arrobas de carne secca.
Nao nos eonstou fretamonto algum.
baha.
Pela presidencia da provincia forana expedi-
dos os dons seguimos actos:
O Dr. vice-presideot da provincia, alienden-
do reclama'/io auc fes coiupanhia de vehiculus.
econmicos em relaep ao regulamonl gera de 1
de marfil do crreme, c especial de 29 de main,
confeccionados para a execncio da> le provjnckil
u. 1218 e 26 de maio do anno prximo pafsade,
depois do ou vi r a nhfiro Baeal da companlia, o tendo em visja con-.
rgaaninto vigente n;'ir-4* de 30 de junio ulti-
mo, a remover o aylo de mendeidade para os
commiiiiiM dsspauivis doedcio da quina dos
lazaros, edesejanda lovar a Cfeito essa remoco,
piiti qti't-da centro d.i eidaie aesappareca o qua-
rWJ triste e repugnante, que todos os dias presen-
ceiase a pola e circiiiHvisinUanea do actual
asylo, tti-anhadoc in-alubre, resolve, certo dns sen
limeirtps philartlhropieos e humanitarios'da popiir
lacio sia provincia, nomoM urna eomnMsao
etnnposta do Dr. Manoel Teixeira Soares, e dos ne-
gociantes Theodoro l'eixeira Gomes, Lino l'oifirio
da Sil ".i. I'edio Augu.-to Catear e Mnnoel Antonii
da Cunba, ci lataos dotados de palriolismo o cari-
dude, afnn de agenciar donativos para o cstabele
rimen!-) e u:anu(onc.ao do dito asylo.
< Ordena, |rtanlo, que neste sentido ,;o espe-
cam as Maaaanriaa communicaeOes
LeiiK)S,no />/:
A eiuoara munlcijial resolvu appliciu' o pro
ducto liquido da recita, que foi generosamente
posta a sua disposico pelo artista nacional Auto
un) Cirios do 1'trino, digno director do Cir:o E-
qaestre, em favor da soeiatMe libertadora Sote de
betombro. >i
t as folbas de ergipe lemos a noticia de ter
tallecido no dia 18 de judio, na cidaje de Maiuiui,
o cominendador Mawoel Mureira de Santa Maciei
ra.
t Consta que ne di 1 15 sahira da corte o bata-
Ibiio 16 de buba, o qual vem serv' na pniaarjlo
desla capital.
ConMa tamiiem que o quinto do ar til nar a
que a pii actualuieiiie se acha, seguir rara o Pa-
ra.
t No dia 27 de juliio leve lugar na axenda Ca-
uabrava, dtotfjnla des Alfligidos, termo da Cachuei
ra, o segiiinle fado :
Tend* Manuel Nery dos Santos do aquella
fazetida com o l'nu de ver se venda a parte que
aii. tiulia, na occasiao em que se retirava, vendo
que Francisco Duu.iugues, com quem tiuha tido
urna altercarn, o persegua armado com um fuei
ra de carro, para bater-l :e, vollou-se para elle, e
Jos.mi Tego'i lite a pi.-tola que le va va, cuja niuni
cao eiiipregandu-llie sobre o peito esquerdr, f-lo
calnr moito.
ci Nesie momento acluindo se prximo delles La
dislo jiuingaes, descirregou e clavinote que trazia, emprimando se a inunicaj no-
centro d > oliio direilo, calundo o dilo Nery uns
vinte passos distante do cadver de Praocisco Do
inmgucs, '. expirando piucos momentos de-
pois.
O subdelegado respeelivo iirocedeii ao c impo-
tente corpa do delicio, o [rosegue no inquerito pn
licial e mais djJlgeBOiS determinad is por lu, aliui
de que p nwa ser ins:aur.i lo o proass pela auto-
ridade co ipeleule, u lonia lugar a prieio do cri
lllilloSI).
No dia 3 de ullio, no lugar denominado
2 horas
Poreira
Qunriel Vellw, da villa .le Belmoule, pelas
da. larde, foi assassinado Andr de Souza
por Francisco Celestino de Carvalbo.
O assassiiio .-vadi'j so logo que cunmetteu o
delicto, e a autoridad)) respectiva procedo as dili-
gencias nocessarias para a inslauragao do proecs-
Si
Est actualmente reinando nesta cidade, e pa-
rece ir em progressivo augmeoto, uuu epidemi 1
de varila, tendo liavido ja uuinerusos casos fe-
laes.
1 No dia 6 seguio para colonia Momz, em Com
niandatiiba, 1 barca ingleza Etizabeh, cou) 360
colonos ebegados da Europa. 1
Fallecen, nasla eidade, o ex negociante desla
piaca J. s Fmlunato da Conba.
O cambio regulava sobre Londres 25 1/2 a
23 5/8 d., sobre Paria 366 rs., e sobre Portugal
1:2 por cento.
mm
REVISTA DIARIA.
(ikarda. nacional.Por portara da prc-
sidencir da provincia, de 11 do correne, foram
transferidos para o servido da reserva, a sea ped
do, e mandados aggregar ao 2a batalhao, do mu-
nicipio do Recife, os alferes do I" batalhao de in-
famara dente municipio Hemetero Vital de Ne-
greiros c Joaquim Lauriano dos Prazcres.
Jury.Foram submctUdos a julgauonfo os
reos Tiburtino Jos dos Santos e Severiano Rodri-
gues Teixeira, acensados como autores do homici-
dio platicado em fevereiro de 1869 uo lugar deno-
minado Jacar na estrada que segne para Beben-
be.
A' vista das respostas dadas aos queslos, foram
ambos os reos (o primeiro dos qu'aos confessou o
eriuie) condemuados a gales perpetuas ; sendo
pelo Exm. presidente do tribunal lulerposta a ap-
pellaco nacassaria, de conformidade com a lei.
Arreinatauocs proviuciaes. Pean-
te a 1 una da ifiesuuraria provincial vao pra^a
ainaubi, por lempo de um anno e pela quan'.ia oe
2.8243603, os mpostos proviucaes da comarca de
Flores ; no dia 11' de selembro prximo, pela
quantia de 5:t'i3000, os reparos de que precisa
a ponto sobre o rio Goyanua,, devendo o contra-
ante eo nocar a obra no prazo de vi.itd dias e ter-
minar no de quatro fczes.
Vapores esperados..De 14 a 15 do cor
rente, o portuguez Julio Dtniz, da Eumpa, o. o
ingli-z Pi/o, do sul do imperio ; de 16 a 12, o ib.-
glez NC#a*tf da Europa ; e de 22 a 23, o bra-
sileiro Mrquez de Caxi$, da Babia e escallas.
Vapores a salili'. A 14 do corrate, o
Pirapama para Aearac e escalas, o Mundah
liara Araeaj o escalas; a 15, o Paruhyha para Hio
Formoso e Tamandai..
Tbeatro Hauta Vnbuio. Este theatro
cobre-se boje de galas para receber o distinelo ar-
tista Batiia, cojo merecimento est provado pela
acclainacao do publico que o applaude e aprecia
A sua figura imponente, a sua. lutelligeoc.ia escla
recida, c-sobre ludo o seu acrysolado amor arte,
sao ttulos que o rcomunendam sy.npathia pu-
tolica. Quaodu isto nao baslasse para abrilbantar
a festa que hoje tbc preparam os seus amigos, o
arlisia abia tinia ain-.la para dispr urna grande
fmaja de syufatba pelas suas quididades pes-
soaes.
A' eliegada deste artista, consta-nos que foram
logo 'j 11 lados muitos camarotes ecadeirasde pri
uieira ca se.
Segundo o anhnncjg que va i publicado na sec
cao competente, a empreza repetir o metalo es-
pectculo no sabbado prximo, para satisazer a
minios pedidos que lein de camarotes.
Soeiedade litteraria e aitxlli adora
da instru'rao seeundartas. Sexta-feira
(15), haver sessao nesta aoeiedadn para contiaua-
co da Jeitura e disrusso das seus estatutos.
Pede-6e enearecidamanje aos" Ss. socios, que
queiram comparecer rua do Coronel .-uassuna
n. 144' 1 andar.
Cong-resso Htterarl*.Ananbi havec
aeno ordinaria desta sociedade, s 4 bocas-a M
lugae do c.siume.
Ordem do d inUrivel a separaco nutre a reja, e, o .estado? ET
liuguapoi tugue a lilia da launa? O desenvol-
ediar o interetse-nublieo-eoin osda ttiupreza,, re-
solve laaer as modilic e.'jes sefuintea nps citaiis.
regula meatos:,
1 1" Ao 13" do art. I do reaulamento g/ml dv-
fli da palavra admtUdo, dlga-se: eom' tanto
que apreseutem a importancia exacta deum bilhe-
te,.ou eutao a relativa a urna carteira
a 2." Alm da disposico do $ nico do art. 26
do mesmo regulamento se observe qne quando as
malas do currpio geral nao exeederein em volunte
ao qne pele art 42 purmittido aot passageirue,
sejam conduzidas nos bods, sendo em caso con-
trario nos vehlculot de carga dependendo em qual-
seguid
lelegr
m.Ex
receid
imillas
ir inconven
' OUnda e Bb^ribe;
MOVIilKMO J1V CAIXA KM.RF.S1 MO UA COMPJV- .
niu.v iki& riULiuis .Uftjuxoa noiuxtiriA
OLINDA, RELATIVAMENTE AO MK DE Jl.HO
DE 187JTTt'iABKftiMj "
M ^N Enfadas.
Ileceita :
Bilhetes
Assignaturas
Carga e jastr 1
1ensherlciriis, ap-
pellala e/11 o, Di^una Selles do Meimc*
(esri'and 'i", desembarga-
dorllira.i
V 1 Jioraaald miaiaosiida tne foi encerrad:
a scs.-au.
ll:G9f*855
hipeara
ranina
comm
vapor Wkr era 11 de aguato.
Cento e Irinta duas milhas j collocadas com toda
tfelicidadp at au raekj Jia. Tnr1'"! Iinnt 4 bofdo.
s >mataa^is its. oiforvH flraenii
fraude virtbpr Si WlInHd Tlibnis man*'
ao major Wood para ver se coasegue que a_P-
raensc os acuiiipaulji at a altura do Maranh|o.
W. C rtm, cainiB*ndaale.
t Burdo do vapor II oper, 12 de agosto aomeio
du.Duzentas a sessento raillia> j collocadas com
felicidade. Todos bons a bordo. ir. Carlule.
Liquidadores saicaes Hontein a lar.'.e
foram elles ao primeiro andar do predio n. 9, do
pateo de Carvb, e depois de arroiubarem urna
ca- leira d'onde tirarim o que havia, 80 a 100*3000,
tuna coiTL-nte de [.elogio com cacpleta de uro, e
mafs natros obje:tos, pozeram-sc ao fresco^'
Nada ntais suinniario ; poriuv taubem, nada
mai.s ntderavel.
E nao ha de haver um termo a isto t
1".' o caso de diaar [laiodiando : guarde-se quem
ttdder.
Comarca de Ss.uto Vnlo Recebe-
mos o Corroa de Santo nto de 9 do crrente,
do qual extritliimus o seguiute:
No dia 5 do correlo loi brbaramente as-
sassiuado com um tiro do pistola, ra dos Fer-
reros, desta cidadn, o infeliz Jos Severino, conhe-
eido por Jos Menino.
11 O crime deu-se lo seguiute modo :
Jos Menino, reeolhera se casa de sua ama-
zia naquella ra depois das 9 horas da noule do
referid* da 5, e quando tinha de sentarse cria
posta ao chao, o assassino que o esprelava por
um buraco existento na parede, desfeuliou-lhe o
tiro sobre o peto, fazeudo-o victima inslaulauea-
uionte.
a lato foi cousa do um momento, de maneira
aos visinhos nao podorein recoiiliccer o assassino, e
nem to pouco a mulher que, diaute de si tinha o
cadver de sen amante.
t Essa mulher foi infiel ao seu marido, o cons
um tal Bello, perpe-
la que elle de parcena com
Iraiam o crime.
1 O >r. alferes Castro, rcspeilavel subdelegado do
1." diitnoto, dispoz de toda a sua actividade para
caidurar os criminosos, porui, nao Iba fui possi-
vel, urna vez que, quando ao seu conbociniento
chcgoii a noticia, j era lempa de sobra paia que
elles tivessem tomado bom refugio.
A cmara municipal, usando de atlribuicoes
concedidas por lei, creou, arequerimento de diver-
sos eidados, duas feiras, urna em u lugar deno-
minado Cha pande, a mais de 6 leguas desta ci-
dade c Ura em S. J0.10 dos Pombos, com 4 de
distancia.
A medida ser de grande proveto se nao ver
offeudci- a importancia do uosso mercado nos dias
do sabbado.
e As novas feiras deverao ter lugar aos domin-
gos, e a cmara nomeou es respeitivos licaes
para zelar de seus interesses.
< Tendo epubeciu)euio o alferes Castro de que
Florencio Ferreira, marido da mulher que origina-
ra o assassinato de Jo Menino, achava-se no en-
genlio l'edreiras. foi anle-liontiui quelle lugar, e
o trouxe, recolhendo o cadeia.
Gojanna. Escrevem-nos desta cidide cm
data de 3 lo cor rente:
Durante a semana que lindiu, a paz e tran-
qullidade desta comarca nao foram alteradas, e,
ao contrario, quasi que llie posto assegurar que
bsa foi urna das semauas em que a polica nao
leve o que fazer, seno as rondas necessaras c
do costuras, nao obstante esperar se grandes des-
ordens imitativas das que houveram o anno pas
sado contra os pjrtugaezes, no dia Io de agost<>,
o que, segundo so espalhava, iam ser solemn-
sadus com iguaes fados uo dia-de seu anniver-
sarlo.
O povo gjyannense quiz assim mostrar que
uao pode ser responsabilisad i pido procedimento
de coiUis estonteados, com quaoto queira nos pa
recer que pura Isso conoorreu muito a eliegada do
reforco de 1 i pracas para o destacamento da eidade.
Consta-nos que esse reforco val :er retirado,
o que sem duvda, para lastimar, porquaiito
esta cidade nao pode eixar de ter sempre um
destacamento de 10 a 50 pracas: entretanto es
paramos que o digno Sr. Dr. chufe de polica, ze
loso cuino nao prniitlir que tal aconleca, e
polo contrario lia de fazer permanecer o actual
destacamento como una necessidade de que se
rsente este lugar para seguranza da ordetn e
tranquilizada publica.
.10 d>a 2 do correnle e na npvoacao de
Goyanninha, Guilhermino Figueira de Mendonca
espancou a Adolpbo de Araujo Lima, resultando
disto ter sido hoje o meante Guilhermino por sua
vez tambera espancado por Leonillo do tal, cai-
xero do estabeleciineuto cominercial de Joo Ro-
Jriques Ceura.
Continan; os trabalhos da junta de classi-
licaco de escravos.
t as cliuvas tem sido um pouc abundantes
nestes ltimos dias.
t Nada mais por hoje.
Lotera. A que se acha a venda a 62.*, a
beneficio da rinaiidado do Sonhor dos Passos do
Corpo Santo, a qual corre no dia 14.
Lcilao. Hoje. effectua o agente Martins, o
lelo de urna armacao, diversos gneros, vinhf de
caj em pipas, can ocas, oarrinhos de mo, um por-
Uto uovo de ferro e oulros rauito* objoctos : s li-
beras do da, na casa n. f, da ra da Senzalla
Nova.
Casa de deteneo. Movimeuto do di
11 de agosto do 1873:
Exisliara presos 243, entraram 5, salram 4,
jxislein 344.
A saber :
Nacionaes 24*6, mulheres 9, estrangeiros 41
escravos 42, escravas 6.Total 344.
Alimentado a custa dos cofres pblicos 290.
Moviinento da enfermara do da 11 de agosto
de 1873:
Tiveram baixa:
Joaquim Jos do Nascimento, gonorrba.
Francisco Jos do Arauj paaariuio.
Antonia Joaipiim Jos dos Santos, embaraco gas
i trtico
Tiveram alta :
Jos Rufino Pereira.
Mainel, eserave de Jos Ignacio de Mello.
Berilo, esexavo de Joo da Cunba. Regs.
Hospital Pedro II. O moviinento deste
estabelecimento, do 4 ao dia 10 de agosto de 187:),
foi o seguiute: existiam 308, entraram 38, sahi-
ram 21, falleceram 7, existen MS, sendo : 206 hu-
me ns e 112 mulheres.
Advertenria.
Foram visitadas as enferraarias uestes dias : as
8 i|2, 9,9, 8 i|2,8 1|2, pelo Dr. Beltro, na au-
sencia do Dr. Ramos ; as i 1|2, 12 i|2, 1 i|2, 1
l|2, 10, 2, pelo Dr. Sarment ; as 9 1|3, 9 1|3,9,
9, 9, 10, 9 1|'. pelo Dr. Malaquias.
Mfaridat.
CaeUna Mara da Conceieao ; uleeras c eaeLexia.
Jos ; eaclMKa.
Guilberrue Jots das Noves ; peritonite aguda.
Anua Joaquina do Resano ; varilas confluentes,
auna Manada Conceirao ; varilas confluentes.
Jos Luiz Francisco Ribeiro tubrculos pulmo-
nares.
Luiz de Franja (eaiou raorto); urna hernia es-
trangulada.
PassajcelroVeio da Baha no vapor iu-
gle Humh-hU-: C A. Hraemer.
Ceuiiterii paaiica ObitUBEo do da 11
de agosto :
Mauoel Jos dos Anjos,. cun Jaaquiu Mara do
Espirito Santo.
.itamiel, branr/i, Penaanibuco, 18 inezes, Boa-
Vista ; cunvulsoes.
Auwiiaj panda i Peraambiieo. 6- dias, 5. Ja.se ,
HpiKinaM. braav Hfmrindiweo,.! nwzes, B"*-
Vista; siica
Anua Mr* daCoaaaici, HMr/V Rio Grande
, Boa-Vista, Itpital
vmeutadaipftmejra> comppte^u 8/. A. Maraubao
e oda segunda.a- SrM.yieira'da^Ova.
..;_A*iui vaUimnL.. awmH** uai npvialMip pfpoun. ajfiartse. .dV,forrne
de marinha margem do no CfpiDariDe no.pontoJ
^rrwpondaBterW.C^cA.flaTfaiiMzia/doPooViorte, 5" anos, solleira
da Pauella, fadtn U + varialaa,
No nluilo da <*uiar urna vasta ba-ia-aJag^a. r .Han Antonia a^Cuteeto* parda, Pernanu.
para plantas, da captro, ao qne- 9* enireil..taii fmfi% t-aaaaa, viuv, Boa-rista, ,,osniiaJ Peilru
avanoado. wnMu*irpa>.at4 a pajnA- navefd a -r h*mitot*
vel do rio,,, cera, prejaiw toimvm ani ha, que b-nde^ amura a lesapparecer, depr. Joaio .wavtini&M.
ciando as propriedades que Ihe ficam muKn.
O; fisco e a poiieia devem^nveatigaf a retpeito
do denunciado.
Matenaes, vculidos,
uiciramecte iouti-
lisados
Ferranientai pagas
pelos trabajadores
ilultas imposus a em-
preados S-
Wrdtos tetiinides \s
la alfandega
Aluguel da casa que
serve de quartel na
Encmzilhada
;>873680
1130
11*000
1153933
503000
Deposito dos
gados
empre-
Saldo do mez de junho ultimo :
Recebdo_ do ex-the-
soureim Santos Por-
to 2:6563780
Era poder do nioiiuo 2il3"2i
2823033
2693000
12:2193888
2:8985501
15:1183392
Saludas.
Ordenados e ferias :
Moviinento
Vigas
Estacoes
Carga e lastro
Conservaco
~
OIMcmas
Escriptorio
e foro
1:9618311
306542)
1:2283600
KI63925
1:0833725
1:8733503
U03167
Obra nova:
Ferias
Despezas diversas :
.Materiaes.azeile, com-
bustivel, e Objeclos
de expediente para
escriptorio, alu-
gueis du casa e ou-
iras despezas
Pagamento de dep-
sitos -a enipregados
demittidos
Saldo quepassa para o
mez seguinto
dem em po lee do ex-
tbesourero Sanios
Porto
6:8223671
2733M
'.7013675
l::i403O22
24U721
12.6113646
35S3000
12:9663646
2:1813746
15:1483392
Escriptorio da companhia de ti ilhos urbanos, 11
Je agosto de 1873.
0 thesoureiro,
Luiz Jos Pinto da Costa.
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di KOMI A Jl lii/IRM .
a IKIHUV ai, DA lll- u_ i
SESSaO DE 12 DE AGOSTO DE 873.
BgSi'jKNCU 00 EXM. SR. CO.XiSKI.HKU!'"1 CASTAO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelhc.
As 10 horas da manila, presentes os Srs. des-
dinbargadores Almeida Albuiuorque, Regueira
Costa, Araujo Jorge e Neiva, o Exm. Sr. consc-
Iheiro presidente declaro 1 que nao podia Haver
sessao por falta de quorum.
i'iiiuiial lo ciimaieicii
SESSAO JUDICiAdUA EM 11 E AuJSl'O
r^r
Pur&fOLmci
i-Airnoo e
IllXUT, 13
v.%nK
DE 1873,
cjaridade, a ds-
am-se na obscu-
DE 1873.
PltESIDKiXCIA DO ESM. Stt. CO.NSKLIIEIRO AXSILLHO
FnAMCuco it.iikt n.
Secretario interino, o ojftciat Torres.
Mi-ia hora depois do meio dia, reunidos os Srs.
desembaroadores Silva Guuiiares, llcis e Silva e
Accioli, os Srs. duputados 1 liuto Bastos e Lopes Ma-
chado e os Srs. supplcuies S Leto e Guerra,
S. Exp. o Sr. eonselbeiro presideule abri a
sessao
Foi lida e approvada a acia da sessao de 7 do
corrente.
O protn-lio do esenvoo Albuqueiquelmenciona.
ter sido feito sob n. 2902 em 8 do corrale o ubi-,
mo protesto de letlr* qu lavrara em sua semana
e o Jo escrvo Al ves de Unto o n. 2810 en 5.
ACCORDAOS.
Foram assignados os proferidos na prxima pas -
sada sessao nos feilos entre partes : recorreuto a
compinha de Seguros Garanta, recorridos Joa-
quim Pereira do Farda; appellante embargante
Gertrudes Germana dos Passo, appellado embar-
gado Manoel Eduviges da Silva.
JULOAMk.TTuS
Proposlos os fetos entre parles: appellante em-
bargado Manoel Rodrigues Teixeira, appcllados
embargantes viuva e herdeiros de Henriquo de Mi-
randa Ilenriques, o tutor do menor e o curador ;.
appellaule embargante Domingos Pinto de Freitas,
appellado embargado Antonio Pereira Braga. -Nio
puderam ser jdlgades em viude de haver pedido
adiameato dous dos piizes eomuicrciantcs.
DIA. ASSIG.NADl).
Sendo a pedido do Sr. desembargador Rcis e
Silva assignauo o dia de hoje para ser julgadp o
feito que pende de ar.pelUc.ao entre parles: ap-
pellante a eurapanhia The Liverpool aud Globe
Insurance Companj-,, represntala por seus agen
tes nasta cidade Saunders'Trothers & C. ; appella-
do Josu Materno de Azovedo Santos: fei.o u sor-
toio dos Sis. Ounlo Baslus e Guerra, deu-se ada-
ment a pedido de um dos ditos Srs. 3eu.!o tara
bin apianado u dia de boje, pedido do Sr. des-
embargado* .V-cioli, para o jtilgamen:o da appcl-
la<;r> em que sao appellante Amonio Duarte Car-
neiro Vicua,, aupeltados Jbio Baplista Genes
rena e Antonio Cliuiaco Mureira Temporal, como,
adminslrtior d sua mulber : procedido o sor-
\>> dos Sr* Lopes Machado e S Loito,
do o julgaiueulo a pedido de ura dees.
A^SAUEJI.
Do Sr. deaembargador Accioli ao Sr. .
Sador Silva Guiraaraes. Appellante Sa Aumnia
1 C, appelUdo alustiana Senenano Mauricio
Uol'iP'la.
Feito que permanece sobre a mesa.Appellante
\ verdadn precuTra
cossao. 0 erro; a ""'
ridade, no silencio.
A 'rulada (juiniriiiii Jat^ir as Ireras que
ella mesma crea para seu deltite : a sna poltica
f o obscuro, o inystero, para nao dizer a men-
tira.
Ah esto os acontecimentos dos dias 14 e 16,
eltbillio desentoado de ludas as sua>. cajBliifi0a.s
a dar inequvoco lestemunho da exactidao Jo nos-
so asserto. Sobre elles j a opiniao profero o seu
vol.
E nao ha recuzal o, petar das eslilla* e im-
prudentes apreciadles da imprensa do libera-
lismo.
Que os liberaos andaram, e ah air'ain, rata
de boa saluda que oa resguarde do desprestigio e
ignominia a que Se votaram,._o que a Provincia
nao poder esoonder.
Comn qner que soja, a Pr rinda nao rraPrTnn-
fessar o sen peccado, nem mostrar arnpendimn
to, e aUra-so era desespero soba) o Kxin. Sr. Di*
l.ucena, rujo! crditos de amrlnistrador intclli-
gente e probo procura a lodo o transe mactilar
E, eolio nao serian avtNnlasi m feomeus da
Piuiincia si so mostrassem arrependidi.s, e guar-
dassem esse silencio a que se sujeila o horaem
que coromelle um erro do qual nao pode seria-
mente desculpar se ? !
Enlretan'o, derlinam de si a re-q"rmhilidade
daqiiclles desastrados acontecimentos, affectam in-
nocencia, santillcam-sc, faaem mnita bulha, ineol-
cam-se os h'imens da pa/., para chama rema noto-
ria o Exm. Sr. eoinnwudador Lucena, a quem res-
ponsabilisam pelo decahimento do seu partido no
neneeiin dos homens prudentes de todos os cre-
do?.
Qjein ha abi ignorante da nobre e elevada atli-
tade em que dignamente sonde coHo;ar-e o iHn"
tre administrador ?
Deveria elle cruzar 03 bracos e assistir indfc-
renlc, como do alto de nina navem, a* desordens,
da anti'ino calculadas, mas desa>ada>ieiite postas
em eanipo pelos hroes dos dias 14 e 16 ?
O Exm. Sr. Dr. Lucena, em seu emnenlio de
respeitar as lele, e nao embarazar as boas pra!-
eas liberaes, eonrcnlio as reuni6es que auiecc-
deram a >s acontecimentos dos ibas 14 e 16 !
Mas, apresent ivam ellas carcter pacifico, e ef-
fecluavam se em nome de um direito mnil" res-
petavel, que garantido pela nossa caita consti-
tucional.
E deveriam de ser, e foram acatadas e tolera-
das pelo Exm. presidente em resucito e obedien-
cia a lei.
C"Otestal-o-ha a Provincia ?
O* Meemos dos dias 14 e 16 de maio estilo
muito debat los e discutidos, c desnecessaro in-
sistir si-bre elles e ttazer a autora os Sr. Drs
Jos Mariano e Garle Real...
.Nao temos a inlenco de aDreciar, nem de sa-
hir terreiro para embargar quelles Drs os fo-
ros de bons guias e directores da opiniao. J
foram sagrados martyres, reis e mnita consa mai
do povo.
Resneilam >s as jerarehi.is.
Nf nlium ridiculo involvem as nossas palavras,
nem mesmo contra o papa qne o sagrou. Bttft
todos em sen direito.
Deemns, per, no imimo d'alma ver o jungue
fro com que os da Prorincia atiram apodos e in-
jurias ao Exm. Sr Dr. Lucena, e jn ves tem contra
os me'horcs caracteres.
Nao vira ao caso aquillo de La Bcaumelle :
C'esl que ca se rende.
Sao servidos para futuras recompensas.
?oon a hora em que todo cidado deve trazn
escripia na fronte a palavra de sna convier h>
acerca dos negocios pnWico?. Se disto nao fosse-
raos convencidos nio externaramos boje o nosso
modo de ver e apreciar as qnestes do dia, aflroii-
tando as iras e odenlas qualilica 6>s da Provincia
que divisa em cada defensor da ndniinisiraro do
Exm. Sr. Dr. Lucena um faminto, um pri.
Pouco nos inquieta o juiso da Prorncia, qee
nao d. nem tira cnnceilo a ninguem.
im.uant' sentirmo-nos bem com a prnpria
consrienc.ia, pouco nos importa que a Prormria v-
insul'ando o senso commum e (erindo a justica,
em falta de meios decentes para defender a sua
rauza.
A Ptocincia alimenta serias apprehcnsdes pele
sen fularo. e esta desgoslosa do sen desazo.
E esse desgosto leva 11 desasoeego at a cons-
ciencia dos seus directores.
A questao religiosa converten-a a Provincia,
om questo polilica, para servir de protexto as es-
|ieeulac6es partidarias : suas palavras destillam
fl
Os seus melhores argumentos sao a zombaria. o
in-ullo. a calumnia. Zombem, insultem, caluin-
niem como qtiizerem, e nu conseguiro ntmea
alastar o Dr. Lucena da norma de conducta qui-
se tem tracado.
O ridiculo urna arma perigjsa, que fre quasi
sempre aqudle que nao a sabe manejar.
Conven^a-so disto a Provincia I
Nao vem os defensores do Sr. bario de Villa-
Bella, qne o seu i 1olo nao se unir bem compa -
rado com o Exm. Sr. Dr Lacena ?
Deixen-se, pois, de confronto?, e procuren acer-
tar loilhor camnbo.
A injnslica como a areia movedica sobre a
qual nada se edifica de solido.
Nao v a Provincia, que cham;m sobre si fu-
nesto ridiculo, buscando amesquinhar os eredifs
do Nao achara irrizoro Aqueccr o presdeme,
para chamar a discussao o rx-juiz municipal
,de Goyanna, de cujabonestidade e intelligencia pro-
ferio inequvoco icstemunhb o conselheim Zacha-
rias?
Estudcm e apreciem os actos do Sr. Dr. Lucena
pelas normas do justo, e nao nvertam os tactos,
para ageita-'.os aos seus ineptos coramenta-
rios.
Deixem em paz o seu idolo que de barro
muito quebradieo, o nao o exponham assim ao li-
denlo que pode trazer suas confrontacSes estultas
e. disparatada*.
QUe o Sr. bario de VMta-Belle vive anda
hoje sob a pressao dos renroros do seu acto d
snspensSo an integro ex-joiz municipal de Goyan-
03, bem o demonstra a insistencia da Prorinc/n.
em innocentar aqueflc acto de inepcia e torpeza
administrativa.
a Provincia, orgo de um grupo exprime exac-
tamente n pensamento estreito e mesquinho d'esse
grupo afferrado aa Sr. Yltla-Bella.
.......
.fSLieACHES # CEDIDO
SiM'.IKDAItr. AJIO ENEFICGNCtA DOS TA-
LHADORES BE CARPtKS TERBES F. OS SWS.
MARCHANTES.
Sob o ttulo -O pareceres do Sr. Dr. Lobo .Hos-
coso acere da m-triculi dos talh 'dores fi pu-
bli -ado nm artigo em o n. i89 do Jornal da Recite
de 5, do crrente, o qual, mundo urna flagiante
coatradiccAo eniro dous pareceres aoresentados
pelo Sr. Dr. Boscoso, como membro da commiss do maladouro, um de IV do maio e ouiro de 23 de
julho, tudo do anno corrate, acerca da preteoca
ilos talhadores de caraca, qua pede ni en n une da
ilignidade da clfiso e da moratidade publica a
crea o de urna matricmlia eom exclusao dos es-
cravos ale.'hoje admitUdns a tal servico; prelen-
leu concluir anda urna vez (i 1-pela sem razio
de tal pre'eaoao e pelo direito dos Srs. marebao-
tes, ipie combaten) i^iMiadamente aquella )Ust a-
pracao.
Sem curar-nio- d: exaltar a profligada contii-
dcclo do ilbistre veradr, pois somento- S- S. o
podra cabalmente fazer; dieenjus apenas q.ae,
quanto ios c quanto i opiniao de muitus, o se-
gundo parecer, coutradictand uriuieito, mas di-
mais claro, mais ampia o i>ais Deseado, sup-
'fiStt um mejbor iis/jaifo econsegjiinteiUiHc uW..pe-
llior onhecitoentu da questj.
Urna contradlcfJo aqMeJJas- pode dizer loa-
tissao e^flflla^ea q_ jf):i8.- le un tftb de
vista, d
prucui
um i
nio pode sigiii
anoaao abjum >
Q que poruL.
l^M fV dnfls Un.
que qppertun
O-i critttt >
> que
nao signflear
articJi'la
tlenle a on-
^que asee -r-
e onlro occulio;
'

'
v
.
.
.
\
1


.RMo''ttet4tagjiunfeiiG0 '-'-* -QuAfc feim 13 -d<:AgutfaU<fUi.
3 *

?
i
i
foso, o i#pTb arta'fWrsr
.4ir a freiw/ivacu pelas
quase a conde:
Inor ( por que
cwpora(lo por certo
pwros -de seus
ve Arocb
Alm m Wli
Moseoso^tshsti o ai
iioi lis acensa^
diseusslo, aos t,
membros da
B-*petic/es
urna vez por-
jogadas ao ti
Mas
na "i?
da amargura s
ou me-
isir urna
Igjjim ou alguns
Rellarniinft Al-
adas ao Sr, De.
correle da* ama-
o principio desta
oa par oatra aos

mea* Bornuis de
re convertidas era p'xo
tlunJe ahiram, |a
nao temos yqae vos responder.
Cora qajpngenuidade, para nao diaermos com
que despinte pretenden o articulista de o do cor-
renl*4rMr , ti o de 12 de julho ultimo, quando filiamos Jo e-
ahorque estimula ou obrjga seivs escravos W;
tirem*\em ec, ffawft' bfeMoV?' Pois' 'ffa'tbra srdo
isla bastante trauspareuto comprehenso doSr.
:>rticlasUk- 11 ,
Mas nao ka tanda que o foi a do publico, a da
amara e, a J o presidente da provincia.
0 i\ ;ihnr t.-m e:n vista manter a tolo
transe a perpetuidade do captivt-iro de seus os-
envs, etn beni dos seas mtre*se;; nas mao
no actfcugue, no trahalho que o* quer hem vestidos
e cateados, nao; ah preciso que elles estojan)
Iraplhos e .eminus corno todo*, primeiro porque
ha affWeBienn'a etn manter a antrga 'relaxa?*) e
depravamento do costumes, afim de que os qe
tentam n>ge:wrar a elasw e sans costumes nada
eonsiaam, nada possam e inseguir porque aomeio
daii'lfflla pfoltilscultradc hedionda ningocm ir re-
conlrtwr oWftffW'friiri'rteitsimiado n nobre ; se-
gundo, por que o tronco n d> escravo presta-se
mais a atea.-u da chibata, por que suinmamen-
te loorausaoor a tlasse do< tdthadores a sceoa re-
petidas veres dada, de um meinbro escravo em
planrr-punlico, n meio de seas cotlegas de oficio
vergastado e esbofeteado 1
Nao. Quer-se o escravo talhador, por que est
no interese de al'jntm que o acotigue continuo a
ser um foco de lodos os vicio, de todos os desaca-
tos, 4a depravarn oh todos os pontos de vista ;
' mister que acouguo continuo a ser o paJro
da injuria, da toda a inimoralidado. Nao se ad
initte mesmo moa mtidanca de nome : talhidorde
rarni um n>mo qne nao serve. Quer-se por
ludo a com antigi isto o carntcetro.
1 -i si ni o tradiecioaal arniceiro, por quo qnan
di se dista, Ua bem pe ac lempo anda, e rnieei-
ro ,-era o mestao que diter ladran, ansapsiao, ho-
mem perdilo, seo) alma, sem familia, sem elra
aem beira, sem nada, n'nma palavramisersvel
nialfeitor I
Mas isto havia de acabar, e ha de acabar; havia
de balis a liora de regeneracao para essa classn
infeliz eivala dos victo* inais repugnantes dos lem-
pos obscuros d'ondo vinha, e bateu.
A'-uinecau com os talhadorcs o qne ttm acn-
t.vi !o e lia d acontecer a todas as classes.
Sufgio om da rtm grnpo de horneas, IIHloi I
educidos em un raeio s/jcal miis MtlNui) e*o-
rali^Mv|mr a procurando {jio quelle genero de trabalho. R-
pido, poriu,c.inhecem que, sealli hatim paoaga-
nhar, todava elle am pao que difama quelle que
<> come; horrorisim-ie, mas o que fazer ? Re-
caar? Na uma aocao de <>omem 1 Transigir
com os vicios e a corrupeao da classn preexistente ?
Nao o podiam fa*er, eram Inmeni de outros senti-
mentos, e, eedendo a lei fatal dacvolueo humana,
t irnaram-se, conspirando contra erso estado de
atusas, sera o saber se os reformadores dos vellios
costomes.
Associaeo, cneorporam se, estabelecem um c-
digo di penas e garantas, crenm se doverus e di-
reit i- reeqWocos sem prejui'.o de ntltrem e ferem
ataloa decisiva contra a depravara o loeaiisada no
apilge c ano sanceiooada pilo tempo ameacava
ser eterna.
Urnas das primeiras medidas a tomar era a ex-
clasao dos ecravos da classe; visto como, antes
de ludo urga que eila coata>se semeote horneas
responsaveis, pessoas jurilicas. que ostivessem no
i iso de responder por scoj actos, alim de que po-
desse r-i la uia mviter as novas relacoes de direi-
i,se deveres legatmente estaMoctias.
Isto f| i, p 'is. a Ai^or a betteeateh dos talbado-
n's do carne- verde?; a sociedade lunera appiau-
dio s apilando seta intuito*, o guverno prolefe-a ;
somonte o Sr. Meilarmino Alvos Ar.iciu marUan-
te 'i1-." ni ais es.-ravos paasue como tal adores, ar-
rimado em tres ou quairo eollegas ^|ue por cansi-
derapes de amisa le o acoinpairiiam, e os quaes
eotretanl, sem querer tal vez, o Sr. Bellarmino sa-
crifffa, protesta e Mloeta !..
Pallae na Consiituican, fallae no voa?o dir.eito de
propriedade, repet o que qnizerdes; os talhado-
e- l.vres triiinipliaiite.-ser.io -urna victoria da ci
visaeil i. Porque o grande aconlecrmeotb dos
ltimos lempos qne os peqii?n s, os freos, os
ignorantes eollaboram igualmente para a obra do
futuro.
A segunda parte do artigo de 5 do correte, pu-
le n i n. 191 do mesmo Jorn il do trufe de
K desle inez, ainda uma nova edteo da velha
argiimenla desde o priocipi do debate ; preleudendo sempre
eein inaui'est) iusuceaso, jugar a legislacao jomo
il ipnlta contra a apretencao dos talhadorcs
is: deixamos de respndela por nao trazer
nada de novo, e par ja tenaos discutido de sobejo
; u eila ontin do velo; a nao ser assim os
nossos artigos mo teriam lim.
Temos conlrahi Jo um compromisso para com o
publico, |>ara com o arliculista uo i mal il'> RNSlfe
pan com m i ulytem ; mas empregaremos
ainda a muderaeo de preferencia aos meios vio-
lentos, a que nao chegaremos senao constrangida-
raedte, c so .piando a medida de chei'i natural-
mente transborde.
lisiamos seguros da posicao e do bote mas me-
hor que a Amor a beneficencia possa apanhar a
corda de sua TietoHa com a mao tiinpa, a quo
o teuha de fazer com ella enlameaia do tremedal
em que parece, quererem ooriga-la a manosear
alim le levan'ar luz do sol poirides sem nom*.
Sioi, pirque a Amor a beneficencia naopriva
que seus mc-mJ*KK (os. que nao polem) matera
porcos, paca aue n-io venuam (sem poder) a matar
bois (quer dner : furtar)porque, nao entra pelo
i. tugue grande a chtbatear os seus membros ;
/: ir pie nao os fu jejnar at que tonham vendido
a carne que Ibes tocou; -pirque Dio os obriga a
pagar a cusa do publico a queora de peso quefor-
i ncHle se d entre o da carne viva e fresca, que
receben, e o que apresenta n > dia seguste a carne
murena e enchuta ;poique quando aliiem des-
falca ella paga integralmente por seus cofres o des-
fal,|ueaaprejudicado; atas nao obriga o criminoso
a iniemnm-lo, elle proprio, fjrQandoo a entrar
rom uma diaria extorquida do incauto comprador.
K nais podar"os dizer acata gyria.. .
iAuirD{a-se, pois, o Sr. lietlarmino Aroelia que
'i que a sociedade dos talhadoreslivres quer re-
pellir para f ira do acougue o escravo, esse cle-
n-uto prejudicial do pUMdo e que vae de encon-
tr as noval ideas; porqao o escravo, por isso
que nao um hornera, nao su^eeptivel de re-
forma nem de ape.rfeicamento; o que sen se
nlijr quizer que elle soja, e um ser nestas con-
diCtfea nao pode permanecer sern flagrante m--|
c aveniente em corporacoes de seres livres, los
da graa.le cadea aaaiaJ cujas relic.tes intima
c vitaos nio pode tolerar a ingerencia do es-
cravo.
Nao contra a proprelale de um hornera que
Al talhadorcs livres se opp9e; mas sim conlra
..-turnes caducos t perniciosos.
Elles uio monopolisam um tSeiu ; pelo contra-
rio, queiem dar-lhe digaidade, querem nobilita-lo,
pi !i*em frauquea-lo a lodos, querem tornali
assim etpaz de efferecer um meio de subsistencia
ao hamem do boto que posse escoll. sem ter
de qu<* en ve; goulia r-M'; querem que o potoettre
no acougue com a mesina seguraucae boa f com
que entra na loja, na taberna, no cafe,em nutro
mente retirar para sempre da face da sociedade
eua cou-a horrivel que te chaina oc*rniceiro -
o hornera trapilho e semi-n enlameado de aa-
gue, com um fac%j a mo aTroatando.. cu e
Lora, com a blea casia senpro de pragas e de
,n-ult)s, e substnuMeMo taVildVir Iffre e,ue
hornera, e que como MI precisa de reputaco e
dignidaue para vlver, coasas jtte o eseravo aao
ouhnee, aem mesmo os do Sr. liellarmino.
Dizais qie os tttihadnros -merem esta^deeer
uma erpora^ao de o18ci< e deeembainhaos contra
elles um artigo da CoasiHnleo.
I^irv'i perfersrtfl, nao sbanos o que ?oi
J'ois jMdir a e^eacin d laalricola para mal cor
jmiaeio *e fleto com eondicao de prmada nabi-
lilac para esercoH) moaopolisa-la? Ifib
t-nie isto a moraiidade da mesma eorfora^ie, e
s permittir qne a e la perten^ara os que- toerece-
rem ; mxime ijuaada -a** coipracajs como a
de que se trata, cue^d a u.9> poato.de-iksijredilo,,
que i|U44i que eitclue da sociadade OaquMm a
Jesaventura de a etta porreaieremT
A questio, parea, alo i a matricula,^ sin a ex
mditos eseravoiofBftrBjafos nease .(rabalte
Aqui licaremos'pw M)0 e fardmlermhia"-
mos acabaremos servaidp-nos das paravras #>
S.fcx o St. jirestdehie da pTvmein, prbrerifl!is
sobre a questao;, y, ,
O interesse privado d/ff contratantes dos talhos
nao priepVitatKtr sobre o inters^ frl.
At quando qurifam.
' ;mn^. -1 mi
r Mentira f1clbraad. Id
Aredaccio da Provincia faz,, timbr (la men-
lir t-
li fallar a verdade, para ella, fo maior peacado
de quantos Icvamtao/inferno.
faz bem e tem necessidado de menr. ^
Meatindo, tem mullo com'me enhfii' guas co-
lumaas, sempre vasjas de $ps e paupofritus1
de'principios.
Mentindo, desenipenha.o.programma dos incu)^
cados liberaes de l'eraambtl'co, cuja ba&deira tem
sidb at agora, hojo e parece ser sempre a,^
inojitira.
ph 'a meotira realmente nma grande auna,
um ptimo racurso para os especuladores politi-
MM,
Ella a alienado do bro, da vergoaba o,da,
dignidad.1 : mas que ha nisso f
1 Que ha nisso, se o orgo do grupo do Sr. Vitya-
Befa preoisa de materia para opposico I
Qual bro o qtial dignidade Os redactores sio
lUieratod, e elles leram este verso de Garrel as
Vfores sem fruto : m
a lftas se a mentira to linda l
E paraphrasearam :
< Ora, a mentira e tan boa >
E' difficil de saber qual mate mais dos redac
lores da Provincia.
Mas, justica se deve, e o novo chronista desse
Seriodico, se nao o que alamores mentiras ebgeo-
ra.parecc, ao meaos, ser o mais activo c mais fr-
til de entre os outros.
i Querem a prava ?
E' lr qualuaer de mas chroaicas.
Peguemos do a. 9i da Provincia, paisomos os
blbos pela chronica, ahi leraos sob a epigra-
pho :
Espaldciradas nos cofres. Iaforraam-aos que
realisou-e, um desses escndalos administrativos,
s na altura da moraiidade dos lempos actaaes.
a Traase de ubi importante coutralo de estra-
da de ferro com garaatia.de juros da-7;por ceato
em que >e aehain envolvidos amiges intimes e pa-
rales prximos do Sr. H. de Lucena, presidente da
provincia o coBsoJheiro Joan AUredo, nunistri do-
imperio.
t Nio queremos declinar noaats, mas e lac-
lo corre de bocea em bocea nesta eidade, que
cemiaeata-o cheio de pasmo e transbordando de
indignaban.
E nao havia de ser conservado o Sr.-H. de Lu-
cna.......
t E houve espirites simples que conjecturaram
que o Sr. II. de Lucena seria exonerado por suas
gentilezas de I i, 16 do raaio el rellana \
a E' uma estrada de ferro cuja crear-So se nao
explica, sen m polo intuito de sarvar alguma em-
presa arruinada e dar lucros 'aquellos indivi-
duos.
E' uma empresa de que em tempo arredaram-
se os concarrentes pela certeza previa do um que
se tinlia em vista.
a Proh pudor I...
Lomos a nda :
t Ao que temos chegada -Pessoa oireumspec-
ta, de posicao social e que nao militante em po-
ltica, dizia, ba dous dias, em conversaqao pro-
posito dos ltimos contratos da adininistracao pro-
vincial :
t Temos nesta provincia rias eompanliias do ti-
ro ; uma das quaes estabelecida no gabinete da
presidoacia.
a Que dcploravel situaco, esta que d losar
Uto triste concert, cuja exactidaodeixamos con
sciencia publica.
E appella para a consciencia publica, o chronis-
ta impudeule !
O' imfe pudor das almas que nao mentem, tu
deves ter fgido para longe desta trra !
Ora, qnsl foi o escndalo administrativo, qual
foi o contrato de estrada de ferro fet tpelo Sr. i)r.
Lucena com seus parentes e com os do conselhei-
ro Joao Alfredo
Pois a Provincia o sabe e nfto tem a coragem de
dizer ?
Pois o facto corre pela cHaie de bocea em bocea
e a Provincia -anda o denuncia com meias pa-
la vras f
O Sr. II. de Lucena, anda nao fez um s con-
trato de estrada d' ferro I umsnao fez I
E-t, sim, em concurrencia o de G yanna
Timbnbn, mas ainda as propostas nao vie-
ram informadas pelas repartieses a que foram en-
viadas.
E quem foram os concurrentes !
Duas propostas foram apresentadas :
Ha
_ o so-
ndo ao
psssa de
que Ih'a
Urna do Dr. Miguel de Figueira Paria.
rtnli' iln Hrj lomBiA imnallo Paulo J
Outra ilos Drs. Gervasio tampello e
Olive ira.
Nem um prenlo do consellieiro Alfredo ou
do coramendador II. de Lucena.
Apenas o Dr. Geranio Campello o da Exm.
senhora do actual presidente da provincia.
Mas o nome s do Dr. Gervasio Campello uma
garanta ueste negocio contra o escndalo phanta-
siado pela Provincia !
Tanto o -;r. Dr. Gervasio, como n Dr. Paulo de
Oliveira, at hoje leem mnstaado carcter elevado e
integro, e os liberaos seus correligionarios levem
dar testemun o da probidade de ambos I
Mas ellos non mentir sabem : sao de tal arte
desasados que onvolvem seus amigos as leias que
locera !
Anda na) ha contrato, sao os proponentes
pes-ius maito eonliecidas nesla capital e fradella:
e os t es redactores poum-se logo a ladrar c mira o
ministro c o presidente, sem lhes itnportrr morder
dous seus correligionario que pelas suas qualida-
des nutro procedimento Ihasdevia merecer!
Tao louge os leva a paixao pela mentira e o odio
pess.ul!
Quanto a pessi circumsp'ct* de posicao >ocial
que foi denunciar redaecao da Provincia a exis-
tencia de duas campanillas do tiro, dizendo qae
ama existe no gabinete da presidencia, quem tiver
qual juer pequea dse de bom sense regeita essa
plala mal dourada !
Pessoa circumspecta nio diz d'aquillo I Daquil-
lo s diz pessa sera criterio.....
Ou clao essa pessoa esqueeeu a data : parece
que qurz referirse aos bellos lempos progressistas
etu qae por meio de bilhelinhas- se abriam os co
fres para arraojos particulares !
Sem duvida aquillo foi uma cacoada feita com o
chronista, que nao a entendeu :
A pessa circumspeet i referio-se qnelles saudo-
sos lempos em que se fizeram contratos clandesti-
nos e espildeirou se Uto a prazer os cofres p-
blicos.
O contrato Mornay. feito em vista de uma lei es-
pecialmente amajada, remendado e concertado
depois por modo que ficassem certos e fra de du-
y ida os I u ."ros do empreiteiro e do seu socio oc-
culi'.
E sabe-se isto -juanto eustoii aos cofres. Pato-
la insigne!.....
Era mesmo de trazer agua bocea I ..
Contratos de obras publicas arranjados a capu-
cha, verdadeiras melgueiras I
Dinheiros pblicos distribuidos a maos largas
pelos felizes da rompnhia a pretexto da recolucae
de Pao d'Alho, acontecimento esto de pequea
monta que fl eram avultar e dar cores de fazer
lo grande mdo ao estroina do Sr. Silveira Lobo,
que nao s se fez cercar pola frente, de (breas de
mar e trra, e per traz, de escalieres tripol -dos.mas
tambom, para so vr livre do pesedello o ftcar em
paz e serenidade, abrir os oords da bolea da na-
ci, dar milito dinheiro, e mais nao deu porque fo
ram aiuda conscienciosos os taes felizes,i\ae era vez
do sug irem centenas de contos fariaram se com
-imples dezenas.
feto que foi mita idcira de fartar I
E l entre os ciiromstas da Provincia nao se en-
contrar (quem sabe I alguns dos venturosos d a-
qnelies bellos tempos, e Uo venturosos que aeeu-
mularam montes de "plices, assim como orara
construidos montes de cafe ?
Islo que foi espaldeirar o cofres pblicos is-
*> quo foi mesmo empalma-los!
Ifto e muita outra coasa mais.
Apaiees, predios e ongenhos se coa^iraram en-
Mo eern o dinheiro *a provineia e do estado) E
sS'factos tnuilo recentes.
S as famosas ajadas de eu.Ho aos depotados de
peito Foram ajudas de culo-/lor, pirque sahiam
Ib jirJim de palacio.
A Provincia anda mal avisada e peuea pruden-
te dessa ventado ge attribuir aas ooiras o que
obra de sua gente.
FJ quanJo conversar o ebronista com a tal pes-
ie ctrcumeptCfO, peca loe explique (visto que
\o uio dase ) qual a outra corapanhia do tiro:
E eulao oa o sea homem de pjsicao social ass?
far o equivoco quanto a poca em quo existi a
cnpanhia do gabinete, por meio de uma rectifica
cab a buarque de-mac^iL(t\ siaiplesm.'nte -laflAgtra fas amas compnnhias)
Cm voces n^niHVWsystentn Jjs fcllppe)
s da Prtfl
i isso d
o mi
\n obre campan,.
a? Eos assigalil^/ditwbif
decam epa^ueav >
gora diga-nos o chronist|lque chrysmou esta
E antes de escTevey*dddra*os rendosos o
fallara i^,'*born*ri?rnTlr^^ '"-
tilfeiros, consultando.a^st. TdlaBella para as
cousnsremfju'osdam. Ole reunir- o'conaelbo
privado; o tuspifadono seaacoeasiHr qae autori-
daBe de tstri4s, a tuda aa faret'uienlai com
prndenota. qae o que ooneerva o-fovwno. Quem
tem tethan de t/dro-aaa atora.*ttlra no vliten.
rao boa genio-uete tor'baRvao meiaosia aquel-
lo K'erseto de Lafontatne :
mus netrouvons que trapale mngeurs ici bas*
fe nesto assumplor^KMpHg dalpijott de rlrc*m*p^a%e|^^a^KwTwimmcn-
dar ao chronista nrMa a.WtaTrifljmu qaando
nio, metta a rHHa na boea.
K,illiAI.Kl;l','BB'A*t|TWMSfll.
Baferadm d ^epiUnta.
.-O Cearense,que teiik,ai4u guiapio estranho ios
principios do direilo, WmrkttiM luz da boa
razan, apsesentou te uontein cotu ares do juris-
consulto tonsunmado a querer dar Utoes de ju-
rlspruaijnca a8r. OliveHa IJaoiel.
Prevalecondo-se do acto de .&.. JExc que cum)
deron nullo o oxercicio de juiz de direilo da Vi
gosa, ua comarca da Tela, aaatigou o acremente
por ter commetlido n'm otSso de anloridade. >Pdr
ia isto invocou o principio dabonafide -que-em
direilo legitima os actos praticados por auloridade
incompetente, e depois de dar largas sua prova-
da erndicii conclu ainrttando que S. Exc. com
aquello seu acto havia commetlido erro de offl-
cio.
Sentimos deveras que o Ceaienm ainda desta
vez tenha digerido mal a sua vasta sciencia, con-
fuadiado a regia com as aaas excepces.
Nmguem contesta que os actos praticados* He
boa f por uma aatoridads incompetule lejam
validos em direilo, em >quanto nfto forem pelos
moios competeiios revondos.
Esse principi.j7aii!ni"o ser frajinttlte aceito
por todos os jurisconsultos, acna-sc consagrado
em nossa legislacao.
Mas o que se noga, c nao podemos adrfiltir
que esse principio invocado possa ter a applica;o,
que pretenden flar-the o' Ctaftnke;relativamente
ao'aclo d S. Exc^ que coiisiderou nullo o cxer-
ck'o do Dr. Franco,]oa de d-eilo da Vicosa, na
novissi na comarca da Telha.
E' o que^atnes(dtkai*irar. t
E' principio absoluto etn direit, e qne rfinguem
ousou ainda contestar, que tbdo o acto'-praticalo
coBtra lei expressa- aullo, assim como nullas.sao
Wdas as suas consequoncias; salvo se esse acto
hoiiversido pratcano de boif, porque "nestoca
so sao validas todas as suas Aonseiraeacfos. Ora,
o ejercicio de um juiz de drreito em urna comar-
ca dilTerente daquella f|fin1lie'-fui det'ala pelo
poder competenle, e contra lei espressa ; logo
ex-vi logs diwe olle sernecessarinmente nullo,
embora nao o sejam os actos que dorante Ue
houverein sido pralieados, se por ventora a esse
exercicio deauloridaJc tivar presidido a boa f.
E" esla a duulriua-.gura!iaVnte aceita e que mais
se cimpadece coai.real.- o a boa raiao, a qnal
se acha expressamente consagrada no aviso n.
33 > de 28 de agosto do 18G8, cajo ieor o se-
gninle :
Illm. e Exn. Sr.-Deolaro a V. Exc que vista
do art. 3o do decreten. 2,012 de i de novembrode
1837, i nntlo ojurtmeta -que o 1 snpplente do
juiz municipal de Jagiti'ao, o baeliarel Henrique
Francisco d Avila, pre-lou perante o juiz de direi
to da comarca ; e nao pudendo clre mais ritinca-
lo dentro do prazo, pereu o lugar na forma do
art. 2o do cit; do decreto.
t 'Quanto aos actos quo por ventura haja prali-
cado lima fide o dito fnnecionario, sio validos em
diroito ; comjiClindo, porm, nessa parte, ao poder
judiciario ronhecer decs- e; determimr os seus
effeitos legaes.
Assim fica respondido o officio n.'97, de 24
de abril lindo, em que um dos antecessores de V.
Exc. podara a conveniencia de ser ratificlo o
juramento quelle juiz, vista das diffictildades
pralicas que resultaro de sua destitui.o, inte
nrmenle ordenada por essa presidencia, e de-
pois considerad i sem elfeilo.
Daqui. portante, se v claramente que, se fosse
vOfdadeira adontrina seguida pelo Cearense, lon-
ge de ser considerado nullo o juramento daquelle
juiz municipal, prestado com a melhor io via pelo contrario, servlle ratificada
Conse luentemenle mui regular foi o procedi-
mento do Exra. Sr. Oliveira Maejel, considerando
nullo o exercicio do)r. Franco, juiz de direilo da
Vicosa, na comarca da Tulla, e mandando que o
juiz de direilo do Ico continuasse a exercer os ac-
lis di sua jurisdiccao naquella comarca,.visto nao
estar ella anda installada com o exercicio daquel-
le juiz.
E nem se diga que por se haver annullado
o exercicio ddprecila-lo juiz, tenha-se ipso (acto
annullado todos os seus aclos, porque, se nullo foi
o referido exercicio, sao comtndo validos todos os
mais actos praticados bona /ile pelo juiz do direilo
allndido.
Se da nullidade do acto principal deccorresse
forc/tsamentc a anuullac.o dos oulros, que Ibe sao
accessoros, como pretende fazer crer o Cearense,
devia tambora da nullidade do juramento fulmina-
da pelo avi-o citado contra o 1 supplenle do juiz
municipal do Jaguaro, decorrer a invalidacao dos
chuis actos pralieados por aquello juiz ; o que
eflectivamenle nao acontece, em virtude da boa f,
como expressamente est del-irminado no mesmo
aviso.
Se o Dr. Franco nao tivesse exrciflio cargo de
juiz de direilo na Tellia cora a mais evidente boa
f, S. Exc, luirge de ler simplemente" considera-
do nullo o sea,'e*tfef'eiio, feria, Ordenado a sna rs-
ponsabilidade pelo crime previsto no arl. 127 do
Cod. trlm.
Eis, pois, a que lica reUuzida toda coartada do
Cearense, que, ou argumentou de ni f ou dan-
dicou crassamente.
(Da 'Constituictio)
lidian du.aujmai^
nhia de Hieribe
(de Leo^un An^rWniT-'o'nceeaj.lXceo -
amentos, na qt'ia? se pede iflft (flafr-t eod ict>ot
fc qnb se te&fih Fut&*>W*tfmM*~-^a Landres a UUd,. 23 :,,tt d. o *LtL%2^^^ d
em.aea*hameroTitte e^WoteriJriro n- 7,8 d, e do ban.: a l|2 d. or 4*We, 'SS,0^ :,'M uarM ma
14
u&
fe um ailm!a^T^We', Hheflo e offen-lvo-, I* \ rw\h
da sociedade idrato LIvro; Popular de- ambio^
ados timbera osdocumeatas
imo
\wm*om:x
que cxnibio Jos
Je
indrt/JlTO'cVinbo, d uma sociedade denominada
i22i2J,e. ?u,ts''**a-mtirjonica do eirwcial ito
briBen*3l(*orai^iikjvre,Pe*ilar, que sta sfMpH
dafle ffi InstsRada arrieriorYrJem oulga di que
fazem parte o- signatarios dajjejljfcv do
duas ( LeopoJdiiio Antonio da"Z hatM) quo i
ilfhiiripnfVHm vi seWfl 'BaipiBII MirRnT
da;p>fiBv3,,'c fcranvfcreafWw ttovasoedadoj-
que as reunios da primitiva anterior sua iott
reate o qual se Tei pBfeto, If Jque seus tiasnab
erm oppor-su ordeik wettlj \mm a forma do
goferno, que sua nsuOW^oUoi'Mia publicamen-
te com litero l**r'i>a dMHNMIJifoinas
qulnift,) -e mmuawaio ao juiz4a.|aMasL)ec^vo
( documento a folhas dea^Mj* ).m,iH'io officiq de,
auiica^aose declara-ij'.sau m...poltico, i
sutteaUr.a aiiarchiac4j*ftucjqnal, r a rellgo
Bilestado, r
:.'.jadiruentr
dem do du
*
, que esta sociedade teni funeconado pd-,
biirameate.-epmo se ve do anaaneio do Diano de
Pef-nambuohr!t- folhts' rjirtifo, e Hhlmameate fez
sessao magna pelo regosija^ao feliz renresso de
Suhs MafMeaes amaterms^i rvmMhftm uA*x*
roaa,;aepd|- para.esse Jinrtu>^lado,o sidente da provuicja o Exai.-Con-ellieiro Junquei-
rj'( documnro'htiitlero TKnt*7
Pw^Wdas e.aas Tizoes, e porque a sociedade
nubre e aagnssa casa maromea dafcespecial rito
brasHeirooracao 'Livre Popular, nq est probado
ter per Om a ortica de atMMp.i'cima na forma
os artigo* 8ie 18,1 do'caa%o criminal ; nem
-mesmo se protou-que esta Wn-dadade (enlia |ri-
vado a ostras do gozo fle algtni direito ou dover,
sendo qae a sociedade de que fazein parte
os signatarios da peticio de til has duas
(l*ODoldino Anloaio Ua Foneeea) c ama
fracc-ao daquella, caja dspersameato so requer,
e por mais moderna aao pode se julgar pre-
judicada pelo mais amiga, nao cosidero illegal e
Qffensivo dos direi'os de terce.ro a reunio que
az a sociedade nobre e augusta casa maconica do
especial rito hrasileijo Cerae,ao Livre Popular, que
no ntanto deve apresentar a autori Jade compe-
tente seus respectivos estatutos, e assim iodeferida
a peti^io de folhas duas de Lcopoldino Antonio
daVnneeea. teoife.A'e Mnai187^.Pedro de
Albuqutriueiitran. RiokiIs so'ao continha em
dito despacho, tille -tdlnieiite '.Copiado\\ oonf >r-
midac om original que me reporto na' forma do
esiylo Hecife, 7 de mai*Hk W72. ''Rz escrever,
snbscrevo eassigno. llex-ite, 7 de mai de 1872.
O escriao da politia.-Aiiiiio .Caulas de Al-
meida.
t'crlilico qite l^enpollmo Antonio .la FotiOeca, e
Theotoniode fanos e Silva, foraiu rntirnaaos do
des*peho, ano **4&rA ddbgalo prbMiro sttppieiite
em exercicio desta 4atMl4* PB"fK' nos autos
de peiicao, requerida pol..s joa-smws ( Loopoldiuo
fSntuaio da F-mceca ) com religo sociedade
Coraco Livre Popular. Don f. Kecife, 8 de
thaio de 18/2. escrivo de polica, Autouio Car-
Ib's'e. Ahneida.
Hecife, 8 de agosto de 1873.
Jus Firmo X.vier.
Joaquim M a noel itu Silva Meridrs.
l'ncu i-st Vuic. ilitMii.i (nsse?
Esia pergunta feita diariamente cora benfica
sulieiludo a milliares de pessoas. u no enlanto
muito melhor seria se os perguuianlcs indicassem
o meio de conseguir um ailivio umediato e segu-
ro, recommendando aos seus aiiiigos eufermos, o
Perfora/ ie Anuc ihiu'la de emp, porque ainda
mesmo e embora que o paleoonte uouvesse estado
soffrendo durante semanas int-pj d; uma tosse
violenta ou de uma constipacao f.n lissima, este
soberano remedie para todas as enfennidades pul-
monares, o< alliviaria o euraria dentro do curto
espaco de 2i horas.
Os nativos do Mxico oaheciain pjrfe.tainente
ai extraordinarias virtudes medicinaos da arvore
da ipial se exlralie esta maravilliosa praparago, o
era o seu grande remedio favorito etn todas as a-
fermdades da garganta e dos pulmes.
0 Peitoral de A nacahiiita, nao tem seu igual
entre todos os pulinoiiieos da materia medica, e
por isso podo-so-llie chamar com toda proprieJi-
de c razo o nico remedio digno do oVime.
Coin ca agora
a poca das tosses c conslpac5es-e uniros ma-
les da garganta o peito.
Se lodos soubessem com que Cacilidade c certe-
za estes males sao remediados e curados com o
-PEITOHALDE GE|EM de Aytr, solreriam
muito menos do que actr.ahnente soTfreni

Dasoarreapi n t3ie agosto de I873
Carca ioglczaeditara- Berbei t inercadorias para
aandega.
8arca.wglezaDuchas of Suierlond -mercado-
rias para alfandega.
Barca portugueza Afora Si/mpatnia diversos"
Seeros para o trapiche Gonceico, para
espachar.
Patacho americano'4olin Ha*(?~ ario- gneros
para o trapiche Comrelrjao, para des-
pajar.
Patacho/atilricano floiv* Gotdale varios getie-
; rtm para o Irai itiie oncelcio, para des-
pachar.
Patacho inglez Queen of Beantij bacalhao j
despachada1 para-oa-apicUe Gouceico.
Barca franceza CoVgnytclhas do barro j des-
pachada* para o eaes do ."(pesio.
Barca ingleza Miranda inchinismo e ferro
para o caes do Apello.
Hiate oacional -Otin&a -gneros naeionavs pera
o trapiche Cunha.
^apor uacioual -rfiuruipe- gneros uacionaes
para u trapiche da companla pernan-
i'ucana.
5SPA':HOS DE EXPOHTACA $0 DU 11 HE
JULHO DE 1873.
Para os parlas do exterior
No vapor inglez l/tlanik, para Liverpool,
carregaram : Antonio Lnyo 310 saceos com 23,250
kilos de assucar mascavado ; Q. Neesen t C. 235
sacras com 16,037 ditos de agodao; Braga Son &
C, I caixa 12 garrafas pimentas.
Xo patacho brasileiro Jaboatiio, para New-
Vork, carregaram : H. Forster & C. 3,100 saceos
cora 232,300 kilos de assucar mascavado.
Na sumaca hespanh Va Manuela, para Bar-
eellona, carregou : J. G. Ferreira Seve 293 sacras
com ai,7i2 kilo- de algodo.
Na barca portugueza Vencedora para Lisboa,
carregou : J. A. da Silva Araujo 380 saceos com
28,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca brasileira Atrota, para o Rio da
Prata, carregou : F. R. Pinto Guimares 40 pipas
com 19.200 litros de agurdente.
No patacho hespanhol Arthurito, para o Rio
da Prata, carregou : J G. Ferreira Seve 30 pipas
com 2i,00o litros de agurdenle.
Paro os parios do interior.
r Para Acarac, no vapor brasileiro Pirapami.
carregaram : Fernandos & Irmo 11 barricas cora
819 kilos de assucar branco e 1 pipa com 480
litros de agurdente. Cara o Cear, J. F. Santos
Bastos 30 barricas cora 1,807 kilos de assucar re-
tinado ; Costa 4 C. 73 ditas oom 4,329 dilos de
dito.
Para o Aracaly, no hiate brasileiro // r do
Jardim, carregaram": J. D. Cunha Laces i harn-
eas com 2.7 kilos de assucar refinado ; F. J. da
Silva 8 pipas com 2,880 litros de agurdente.
Para Mossor, na barcaca Ayd, carrega-
ram : Naves Irmao A C. 8 barricas com G60 kilos
de assucar refinado.
Para Mossor, na barcaca Rtinhados .\njas,
carregou : J C. Figueira 200 garrafas com 128
litros de agurdente.
i.APATAZlA da alfa.nukga
endimento do dia 1 a II. 9:063*476
Meni do da 12...... 1:971-020
itfMMERGlB,
lo publico.
A sociedade Coraban LivVe Popular, instituida
nesla provincia/pelo cidado brasileiro Jos Firmo
Xavier, efti 1869, legalmenle recorrfiecida pela-
autoridades competentes, e fuaccionaudo sera in-
terrapcao e regalaridad, nao pode deixarr passar
desapercebidaapubuea.ru injerido no Janal do
Recije de 7 do riWeHi-, CM a epigfaphc (t>nbli-
cacoes Solicitadas ) o nome da rnesuia sociedade,
pOB s v a trmula mao do lilho desobediente !! 1
do Coraco Livre Popular, que oge,, pela dor de
saa consciencia, oceultando seu dom.
Com a publica^o abaixo transcripta o publico
julgar a ver.idade.
Documento
Illm. Sr. Dr. delegado de polica.Leopoldino
Antonio da Fonccca, e oulros, tendo requerido a
V. S. o que consta dos documentos Juntos, os
quaes subiram om conclusao ne-le Juizo co'ra ura
appeilso que fui mister tran-ferir para oulro car (
torio, blenlo dclle a ccrtid,"o ioclu-a, pois que'
apenas baviaiii servido perante V. S. para ciclare
cimento do facto sobre que requereram. K como
de presente peles documentos junios teiii os sup-
plicantes provado mais que po.le prnvar da Csis-
reneia de um ajonUmento illicito que se queredg-
noioinar coin um titulo que someate pertence
sociedade cujos sio os eupplicanles, o qneprovain
com os referidos documentos juntos, e-nao sendo
nem podeido ser adinissvcl que a lei ccofira
direitos serirque ahtorl-iatles cofr* e aevfer de
maate-laj, principalmente neste caso, em que bas-
laudo inforinacoes, os sodphcanles anas o lera pro-
vado ; vem or tudd tato a V. S. requerer que
abena nova conclusao no auloainento da respec- :
tiva pet^o, sirva se V. S. de proriienciar oom
de direilo. B. R M. Recifo, 2k, de de abril de
l#7l iieopoWino JmtoBio da Fonceca. Gomo
roqher. Recife 14 de abril do 1872. Albuquer-
tyie A al ran. Eslava dita pvtim de ridnieute sel-
teda cum. uma estampilha de 2 >0 ra. i
lespacho.Contauda aehH ducumenies-que se-
junlain,que este ptatameate illicito cuja de-per.-o
ao se^aer a folhas, e prasididu iror Jos Frrmo Xa-
vittf, o escrivo o intime para ettrv'idw e-quatro ho-
ras comparecer ueste delegauia, e cjtbibir os-titaja
,q*uio autorisama teSt esiaife)6ts. soti o^mto
serem tae* flhI5S" C6BStWad*S tH",-|eJ .p
eder na fdrrrfa, d tfti. TtMe, n .nihbri! (fe
71. Albuquerqut Aulran.
CUMI-AMIA
Plienix Pernatnbucana.
Toma riscos martimos om merca lirias,
fretes, dinheiro a risco o finalmente Je qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, a premios muito moiUeos.
RA O COMMKUCIO N. 34.
Segur, Ira-f p
K CO.MI'NHI.V
C0!PNftfALLIANC4
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4',0(Ki:0O09000.
Toma seguro ci mercodoTas e dinheiro a
.co martimo om navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, ssifn co'mo
elXitraj fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquim .to COnQatVes Belfriro,
raa do Cmmenio n. 5, 1* andar.
TttK |.IVEU1'00!.
cMilni-fogo
Seguro
IHSUR4HCB COMPANY
SANnERSBROtHEftS'd
11 f.orpo Santo11
C.
Capital
FiJniJo
INORTHERN.
.... 20,000:000j>000
de reserva. 8,000:0009000
Agvntes,
)lls Lalham & C.
RA DA CRUZ N. 38.
t
SEGUROS
uuumios
comea Eo to'OO.
*nesta prat-a. toma segtrbS 'rnaritimofr sobre
tiavrtjti e ecs tir'rfej-amentos
etn etific^iosY ihercdrias t
ru u Vigftci n. 4, pttl
o contra, ago
Vi M.
9UAQA DO M(ahHi-i# $
l)KwT3i .
3 J-f/rHfef'A^BA.Tiim*.
trtc*c jrjtr)iA-t->.
ALFANDEGA
Ao4feU 11. .
12......
rl,r"" 'i-ai li inaia do Jiu 18 i-
eeterpbw Jtodourq *m **"
lUiUS (Ht-
-apuni, e publicar im^" iuipreuK.
aDCretaTia na tnesourana iiruvjnciai do B
.....
r uuior.
34tif884TT3
56:60596,>
*99:395J7W
- O aiuinisirador a rwea-ioria a raoda*
leans fiaraes,e virfco aajtegra 8 doarL8;t
idocreto a.Ia86ilH|ttlsaataDihro ael8i
Oo art 7i- d te^ismnlo 1H\ deAl dewarr,-
de 1*0,ansa aa pttota ilihiai ffi ijinijatiii
radon s oaelncuMias dim*a* laaWae a-can iu-
gar^i|aaii*i, ^aHoiawaanaai;>alaw>w.-tBfra-
1.-10 4o-Mguirm-rto n. IMS^rie 1 "Tl-naatin-jln
1871, qnooa Oca fnaraa4eivivaaa< u *)**,
cmtaiie aa da mbikacao>nipi viran efec-
tuar o i>ag.waaaia das naenaM nuUas, li peaa.
tp se proceder cobrjnea xoaauivi.a tah/r :
Joao Bu lino de Sansa Mapaataeii, oto
ra4 aa trague ja da Varzaa,- mal-
taia em MM)iaM
Jos ferreira aa Suva, na de J.iUoa-
tao am lUOidOO
Mariano PaaaaYa Qateal, moraa r-eai
i|-aa-ria em tOjtttl
Joa<|Uiin Narciso da SNv* a reaMenna), fin 1UJH>,"
O aacoarel Cbristovo Xavier l*pee.+f-
a ira se a retMeneiaj, wn 10*000
O Dr. Kaiix Moreno tknm-t^non-an aarf ___
Jesidecia), em uivV^WWW
l'ion Hominguesl^la^tlltt* ''
a resideneiaL *ui ^,, IOi< QO
Rei-ebedaria da'I'eriiM)l>)K,'i,
ll:03iV'i9C
VOLUMRS SAiilDuS
No dia i a 11......
Praneirporta no lia 12 .
segunda porta.....
l'erceira porta
trapicho Oonceiclo .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregada* no trapiche
da alfandega no dia 1 a 11. .
Dita ditas no dia 12 .
Navios atracados no trap. .la alfandega
Alvarengas........
No trapiche Gmceicao.....
11,404
191
CO
165
1,114
11,034
M
30
ECEHEDOIHA DE ItENDAS INTERNAS GR-
RAES DE PERNAMBRO
Rendimento do dia 1 a 11 17:408.-9O2
'Bem do dia 12..... 1:317/664
I8:726.i66
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia I a II.
Mein do dia 12 .
19:7015*63'
2:398/615
22:103*250.
R SCI FE
Rendimento do dia II.
dem do dia 12. .
DRAINAGE.
30/V6
55*2W
3955646
tfGV'MENTB
Navios entrados no dia 12.
Baha -2 dias, vapor inglez Humboldt, de 1274 to-
neladas, commanJante Roben Yaxley, equipa-
sen) 41, carga assucar e algodo ; a Saunders
Brothers & C.
Montevideo -16 dia-, barca ingleza Zedora, de 237
toneladas, capito \V. Evans, e'uipagem 10, em
lastro; ordem.
Obseruacao.
Nao houve sahidas.
E6ITAES.
- O Illm. Sr. Inspector da lhesouraria?p ovni
cial em cumprime.nto de ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer pblico, que
vai novamenle a prai*a no dia 14 do correte, por
tempo de um auno, e pela quaatia de 2:824*60>,
os impostes proviucaes da comarca de Flores.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
lacao comparecain "na sala das sessoes da vfeii
da junta no dia cima mencionado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas. '
para constar se man'dou publicar o precnto
pe|o jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam
buco, 4 de agosto de 1873.
O offlcial-maior,
M. A. Ferreira.
Edital
0 Illm. Sr. inspector desta thesouraria, em cun-
primante do que ihe foi declarado pelo Exm. Sr.
presidente da provincia, em o'licio de hontem
sob n 112, manda fazer publico em additamento
ao edital publicado no periodioe Liberal sob n.
22, que o fornecimenlo das 222 calcas para as
prlcas da compnnhia de polica de que trata.o
referido edital, sao de brini blanco e nao de
nriin pardo como por engao foi ali declarado.
para constar se manJou allixir o pr sent
B0$ lugares mais. pblicos desti capital, e publi-
car (jelaimprensa,,,
Secretaria da taesouraria .provincial do Ro
Griaee o Narte, 2 de agosto da .873.
O Quicial,
loto ftrrrtra JYatWT iwitor.
Illm. Sr. iaepttbF tiesta tHsoufaria, em
primRo do rpe Ihe foi ordnalo pelo Exm.
presideale-, da provincia rem offlcJo de hon-
\ fazer tfljlco que ei
para o, forue.cmfi}U) do
s repai
ic qulzerem (ir ulra-
dto toraecimento, devero comparecer testa
l
187,3.
1
*+
Man el Dawi.'irolie-J^iawlta-erda.
inspector da i a aru-
cm cumprimento da ordem do Exm. Sr.
de..'!0 e jullio proxJnti
que uo 'flia It d.r
- O Illm Sr.
pela
presidente da provincia,
passado, manda Cazer pubci
setembro prximo vindouce, perante a junta da
fazenda da mesma thesouraria v'ai'in a praja para
ser arrematada |ior quori por ntenos lizer' os re-
paro < de que precisa a pAnie sobj'e o rio Goyan-
na, oreados em .5:126*000 c sutiic -as clausula*
especial!.-' abaixo tranecriptas
As o.'-Mias qur se |n'o|ioz.'ioni a essa arreuu-
tacSo eompareram ua sala ila sesses da- refer
da junta, no dia cima mencionado pilo mefRa
competentemente habilitadas.
E para eontr se mandou publicar presrat .
pelo jornil.
Secretaria da thesouraria provtf.ciil de Pernam-
bnco, II de agosto d iSW.
Clansutas espeeiaes.
!
Os reparos da ponte sobre o rio Goyanaa sern
exocutaaos de conformidade com o rramento
planta approvados pelo Enin. Sr. presidente da
provineia, na importancia de 5:126*000.
a.*
O arrematante dar eomeco as obras no prazo
de 20 dias e as eo.Tcluir'no de 4 metes.
2.'
0 pagamento da importancia <) contrato ser
realizado em tres preslacdes igu:\es, correspou-
dendo cada uma a terca parte da obra.
4."
Para tudo mais que se aebar cspecillcado as
prsenles clausulas se observara o que dispon ft
regula ment de 31 de jnlho de 1866.
O oleial-maior,
Miguel Aff.inso Ferreira.
0 Dr. Manocl Tertuliano Tlionia/. Ueini-
ques, juiz de direito da 2.a vara civcl,
desta eidade do Hecife de Pernambuco,
or sua iMpstede o Imperador, etc. etc.
I'..i; i saber pelo presente, quo no da 16 do
crrante, se ha de arrematar em hasta publica,
linda a audiencia desle juiz<\ do re>pcctivo dia,
uma mobilia de Jacaranda em bom estado, avaha-
da por 1.52, a qual foi pemWida a wiloniol'ou-
...alvos da Silva, por ex'ecuc'io do Joaquim Severia-
no Nogueira.
rpsotiri
Juizo dos eitos da fazenda.
Sexta-feira 22 do rorrete, depiis da audiencia
respectiva, s II horas do dia, ir praca por
venda o terreno em qne foi edificada a casa n. 62,
com 18 palmos de largura, I' 6 ditos de fundo,
avallado em 130*, para pagamento da execucao
contra a viuva e herdeiros deManoel das Virgen
Ramos.
dem a paite do seuradj n. Ii Ja ra do Amo-
riiu perteucente aos orplios filos de Jos da
Cunha, avahada dita parle em 2:000*.
Recife, 12 de agosto de 1873.
O solicitador da faeonda provincial
J. Firuiino Coi rea de Araujo.
Imperial sociedade dos artis-
tas mchameos e liberaes
de Pernambuco
Scientifico aos alumnos da aula do dusenho do
lyceo da mesma sociedad.', que ella funeciona nos
dias do ipiinia-feira das 7 s 8 horas da note.
0 secretario
_______________ P. P. dos Santo--.
O Illm. Sr. Dr. juiz de direito da prinieira vara
do civol faz scienlo pelo presente, que no dia 13
do eorreule, as II huras da ui.mlia, linda a res-
pecliva audiencia, vai em piat-a para ser vendido
em hasta publica, a quem.mais iler, o sobrado de
um andar n. 63, sito ra do Apollo, com 2portas
de frente, dous quartos, cozinha fora, com peque-
ao salan interno, cacimba propria, tendo dito so-
brado 20 palmos de largura, 48 de fundo, c qut"
fui avahado por 4:20o 00, e por nao haver
citanles, va de novo com o abatimento da 5.* parte
quem venia ser3:36 iOOO.
Dito predio vai prar;a a requerimento da viuva
o inventarame do Aado Jos l'erelra, D. AI--
xandrina Mara do Sacramento, para pagamento
dedespezas.
LNSPECgAO HO ARSrLN.VL DK
MAKLNHA.
Faz-se publico que a commssd de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamentu
annexo ao decreto n. 1324 de 3 de feverciro de
1864, s cascos, machina-', caldeiras, a pareluu,
mastreack'8, velames, amarras c aucoras dos va-
lieres Ptrapttma, Pardhyb ', Cunu-ipe e M-ndaha
da eonipanhia pernambucana de navegaco coslei-
ra, achou todos esses objectos em estado de po-
derem os vapores continuar no servico em que se
empregam
I'ispeceao do arsenal .le marinlia de Pernambu-
co, 11 de agosto do 1873.
Francisco Romano Stepple da Silva
Inspector.
I'cla secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que durante o mee de
junbo ulliino, foram archivados os seguntes con-
tratos c drtratos socaas.
Cou tratos.
De prorogacao da sociedade era commandia de
Jos Antoaio de Souza lia-tos, Mauoel Joaquim
Loureiro e Jos da Silva Arevedo, sob a firma
Souza Bastos & C, conliuuaudo a sociedade por
mais tres annes com o capital -elevado a 170.000*
sendo o fim da sociedade o commercio de gneros
de estiva e commissoes.
[le Joao da Silva Guimares e Alfredo Cadisln
Ferreira, com commercio de drogas e medica-
mentos, associados sub a (Irma Jos da Silva Gui-
maraes a duraco da sociedade de 4 annos.
lie Antonio Jos de Azevedo e Jos Cini, sob a
firma Jos Cini C., com negociarlo de gneros
e productos do hotel, sendo o fundo" social de
1:000* fornecdo pelo socio Antonio Jos de Aze-
vedo, que p capitalista, et) oulro socio de in-
dustria, com a durajo a mesma sooiedade de 6
an/ios.
lie Toaquim Pereira de Carvalho e Da'miao Ve-
reir d s Santos, associados sob a razo t'ar-
vaho & Santos, com o capilal Ue 7:67*lo9, for-
necido por amaos os socys, sendo a ura;io da
sociedade de 3 annos e o seu fm a compra e ven-
da de gneros nariona/s e estrajigeiro.
De Francisco Oorgel do Amaral.e 1 comnan-
ditario, qu tetn por obji-cto o commercio de fa-
zedas por espaco de 5 annos, sob a firma Gur-
el rio Araaral A C, senda- o ap*fe de.......
2:940*160, C<>racidos I3:1273*> pelo socij
Aaaral, o JQ WUSJPpelo cornniaadiurio.
(ai Joarfoim Antonio d; Vasconceltos.e Anto-
nio Joaquim de Vasconcellos, sob a razfio social
je \,iscouce!los di ln), sociedide que tona por
m ampiar e vender gneros de estiva por e&^
o d 4> amras, a eom o capital da U:80OJ0Bfr,
'brnecido p, De Jeronymo da Costa Lima e Uefodoro Fex-


L


-^
Diario de PTBainbuco Quarta feira 1* andes da Gnu ora que m distraa a soeiedade
que tinham no trapiche alfandgado Conha c
que gyroo sob a tina i Lima & Cruz, flcando a
cargo do I distratante a Uquidacio do activo e
passivo social, retirndose o t* distratante pa-
go e atisfeito da tea capital lacros na impor-
Uocia de I.OOOtfOO.
Be Theotonio Lopes Pereira e Jos Francisco
Gome, distraUndo-sa a soeiedade que gyrava
nesta precia sob a Inte Pereira Gomes, pas-
sand-j a pertoncer a Loo* Pereira acure e pas-
ivo 4a oeiedaV, afeando eahoaerado o socio
Gome* da toda mateuer responsaMHdade, ton-
do receido iOOWfJO a eu* lacros soces.
De Machado & Alekla, dissolvida amigavW-
mentc, dispono-se pao o estabelecitneMa social
ficam pertenoaado a Mato Silvina Haaoet da
Costa Mchate bao como lado o activo a pasivo
da cxtincia aoeiadada, ratirando-se o socio Manoel
Rodrgaos te AbneMa, pago e satisfeito te sea
capital e lucros na knaortancia de lili 190.
De Joaquina AI ves te Silva & C, firma dissol-
vida tambem aaigavekaaate, deelarando-se que
adundo-se ella quila eora a praca, passavaa
pertoacer ao socio laaqaim Alvos da Silva o nsta
belecimento social coi* lodo o san activo, retiran-
do-se a socio Antonio Jos dos Santos cora a qaan
lia de 5 70147*) te aau capital e lucros oom
diretto a percepeo te melad- que se liquidar das
dividas activas na iaaaortancia de 1:5901720.
Secretaria do meritissimo tribunal do commer-
cio de Pernantbuco, II de jaldo de 1873.
O oftteial maior interino,
tenoceaeio Antunes te Parias Torres
COIPAMA
SANTA THEREZA.
A p.ssoas (|ue desejarem canalisar agua ou
gai cid suas casas, na cidade de Olinda, queiram
entender-se com o abaixo assignado, que acha-se
autorisado para facilitar a todos a acqnisico de
taes melhoramentos, mandando fazer as caalisa-
c5es nos predios a casta da companhia, mediante
nm aluguel mensa! muito mdico : a tratar na rna
do Imperador n. W, on na fabrica do gaz, em
Olinda.
Recite, 1* de agoste de 1873.
O gerente
______________Justino J. de S. Campos.
EmaDcipacao de escravos.
A junta de etnanepacio de escravos deste muni-
cipio faa constar aos senbures de escravos que S.
Exc. o Sr. pestilente da provincia, por sen ofOcio
de 7 do correte, resolveu proregar por mais um
mez o preso que por edital da dita junta de 24 de
abril deste anno ro marcado aos referidos senho-
res para a apresentaco da nota de seus escravos
alini de serera classilicadus, na forma do art. 27
do regulaoieoto que acompanhoii o decreto n. 5135
de 13 de noveuibro de 1H72.
Para sciencia, pois, daanelles que ainda nao cura
^riraro este dever, declara a referida junta que
contina a funecionar para e cmara municipal, das 9 Leras da mauha s 3 da
'. Urde.
. Papo da cmara municipal do Recife, 8 de agos-
te de 1873.
0 presidente da junta,
Manoel Joaquim do Reg Albtiqttenjne.
Membros,
Han el Joaquim Siloeira.
___________Francisco Augusto de Mnenla.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda se faz publico para eonhecimen
to de quera inleressar que, em virtude de ter fica-
do em effcito o contraen ce ebrado com Thomaz
de Carvallio Soares Rrando Sobrinho,-ser no-
vameDte p da niesnia thesouraria, no dia 4 de setemhro vin-
douro, |>elas duas horas da tarde, para ser con-
tratada com quem melhores condi.oes offerecer,a
eonstruecao de um armazem ou paiol para servir
de deposito de teda a plvora importada nesU ca-
pital, cuja planta se tranquear nesta secretaria
aos pretendentes, que deverao apresentar suas
propostas em cartas fechadas, devidamente sella-
das e declarando nellas a residencia e nomes dos
seos Dadores.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
fcueo, 6 de agosto de 1873.
O secretario de junta,
______________Jesuii*. Rodrigues Cardoso.
SANTA CASA DA MISERICORDIA 1)0
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 14 de agosto, pelas
3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens ollerecer, pelo tenipo de um a
tres annos, i s rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECI 'ENTOS DE CARIDADE
Bacco do Abreu;
Ssbrado de i andares n. 1 -48Q000
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar n ti......2304000
Boa das Calcadas.
Casa terrta n. 36..... 220Oon
PATRIMONIO DOS OltPlIAOS.
Ra de Gervazio Pires.
Casa terrea n. 2 ...... 136*000
Ra da Sen/ala-velha.
Casa terrea n. 16...... 209*006
lieceo das lima-.
Sobrado n. 18 ...... 421*000
Ra da Cruz.
Sobrado n. 14 .......1:000*000
Ra de S. Jorge (Pilar).
Casa terrea n. 103...... 206*0ik>
Os pretendemos dever'o apresentar no acto da
arremata?! > as suas Danta, ou comparecerem
acorrpanhados dos respectivos Madores, devaste
pagar alera da renda, o piemio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeleci-
ment commercial, assim como o servido da lim-
peza e presos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de jranho de 1873.
O escrivo
______ Pedro Rodrigues le Souza.
, Manoel Francisca de Soma.
Depois que a orebestra tiver exocntado orna de
suas melhores symphonias, subir cena o gran-
de o apparatoso drama em I prologo e 4 actos :
Terminar o espectculo com a seena cmica
palo Sr. Penante:
Um Jesuta na garganta.
Principiar s 8 f|2 horas.
A entrela Espiuca & Penante, tendo cedido
esta recita em favor de Manoel Francisco de
Souza (hoje fallecido) julgou sustentar a mesraa
cedencia, em favor da infeliz mai do fallecido,
que perden em seu filho o nico amparo que Ihe
restava no mando.
Louvores a tao nobres e desinteressados senti-
mentos.
TI,
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Quarta-feira 13 de agosto.
Grande f*'st artstica para solem-
ne recep^ao e reentrada do
prlineiro artista brasileire
Xisto de Paula Baha.
e da actriz
(lili
Urna ren-Mao de 86 mocos acadmicos, deso-
jando manifestar a) muito popular e talentoso ar-
tista Baha o seu contentamento por velo de no-
vo fazer harte da companhia Vicente, antori-
sarain a aireccao a mandar decorar o theatro
com todo o luxo, para que a reapparico do dis-
tincto artista, no palco pernambucano, seja nma
verdadeira expressao do elevado apreso em que
tido pelos seus numerosos amigos. O empresa-
rio, congratulaudo-se com semelhante prova de
estima e consideracio ao seu particular amigo
Rahi.-i, tem a satisfarn de declarar ao Ilustre po-
vo pernambueano que associa-se de bom grado
atao honrosa manifestacao, porque cntende que
nao sera demais todo o entbusiasmo na recepto
de um artista tao notavel pelo se i talento a por
suas (anudaJes pessiaes.
Pro^ruiiimu.
Primeira representarn nesta poca do magnifi-
co e enthusiasticamente applaadido drama em 5
actos original do apreciado dramaturgo francez
Anicel Bonrgeois :
A
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife sao convidados os prenles das educandas
do coHegio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja complotaram a sua educacao, para que
requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista dn que resolveu a junta admi-
nistrativa, de eoofuriAMlade com o que dispoe o %
3* art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Ciiagas Coc lio e Dionizia das Cha-
gas Coelho, ninas de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
lgnacia Rilieiro, lilha de Leandro Jos Ribciro.
Maria Magdalena de Mello, filha de Jos lava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
Eudocia.
Felippa.
Thereza dos Santos Torres, filha de Jos dos San-
tos Tories.
Sophia Maria da Conceico, exposta.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
cife, 27 de unho de 1873.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
(Traduc^ao do actor Julio Xavier.,'
DENOMINACES.
I." acto. Crime e sentenc'a,
2. Fogo do co !
3.a a Roubo de crianca.
4." c Mi e cga I
5. i Aos ps do confessor.
Distribuicao.
O artista Babia desempenna o importante papel
de Joo Paulo Berghen.
Margarida Berghen D. Manuela.
Thereza Berghen D. Joanna.
Leopoldina de loberg D. Emilia.
Brgida D. Maria Baha.
Rosalba Dodudodonrinka Olympia.
Lislieth D. Bernardina.
Maria, menina de 7 anno Joven Malina.
Joto Panto Berghen Sr. Rahia.
O cura Everardo Sr. P Augusto.
Chrystiano de Renihorf Sr. Sanios.
Zali Sr. Vicente.
Robin_ Sr. Floriudo.
Solimao Sr. Julio.
Alcindor Sr. Cmara.
Blum Sr. Silva.
Frantz Sr. Plnladelpho.
Um oflli-ial Sr Proeopio.
Um ferreiro Sr. Menezes.
Operarios, camponezes, e soldados.
A acete do drama passase na Allcmanha.
0 1 acto em casa de Jote Paulo, era Marico-
berg.
O 2. em Malrote, em casa de Margarida.
O 3. na offlein ad'e Joo Paulo, em Dresda.
O i. n'uma estalagem perto de Leipzig. *
O o." no presbiterio do cura Everardo.
Terminar o espectculo com as representa
poes dapopulariasima e serapre frenticamente ap-
plaudida comedia em I acto :
lima experiencia.
( Msica do maestro paraense H. Gurjo. )
O artista Bahia desempenhar o papel do ma-
nijo-Jos Borrasca, o artista Vic?nte o de Chris-
pira sacristao e a actriz
rida.
N"uru dos intervallos
nova polka phantastica
Para a Bahia.
de sen
Pretende sentir com umita brevidade o
bote nacional Joven Artkw, tem parte
carregamento engajado, e nara o reto que loe
falta trata-se con os seus consignatarios Antonio
Lniz de Oliveira Azevedo & C, no sea escriptorio
ra do Hom Jess n. 57
COMPARHIA PERNAMBICANA
D
Havcaja^a mstelra a vapor.
11IOFORMOSO ETAMAHDAA.
O vapor Prtante,
commaiMiante Pedro, e-
guir para os portos
cima im dia 15 do ror-
rente, as H horas da aul-
le. Recebe carga, enoom-
mendas, passageirue e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Matto*
o. 11
COMPANAIA Vm MARTIMA
POflTEMSE
LISBOA B PURIO
A barca Vencedora, capito Oliveira. segne vis
geni por todo o mez de agosto.
Recebe carga e passageiros : a traur com o
consignatario Tito Livio S n. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
lavexacia cavtrira a vi
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA
T, CEAR, MANDAHC' E ACARACU'.
O vapor Pirapana
eominandante Felippe,
seguir para as por-
tes cima no dia 14
do correte, s 5 no
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12 do corrate, encom-
mendas. at o dia I', pasiagens e dinheiro a frete
at as 2 horas da tarde do da da saluda : escrip-
torio no Forte do Mitins o. 12.
NAfECACAi BAHNA
LIMITADA
Pnra Haccio, I'enedo, traoaj
e HaiiM.
E' esperado at o dia 13 Je corrate dos porto
ocma o vapor Mrquez de Carias, e seguir para
s mesmos no dia seguinte ao de sua ehegada.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os sens agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C, ruado Bom Jess a. 87.
Pacific Meam XaiigalLii Companj
liiubn (|iiiiizcnal
O PAQUETE
Luzilmia
espera-se da Europa ateo dia 17 do correte,
e depois da demora do cosUime seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receben passageiros, enrommendasc dinhei-
ro a frete.
Os agentes Wilson Rovo A C, rna do Commer-
cio n. 14.
West si Brasilia! Telegraph
fjihpanv Limited
103. Gannoii Street E C.
Capital Sf 1,350,0*0
em acuds de 3r? 20 cada urna.
Com autorisacao de emittir SO.000
em Debcntures.
: John Heugb *?**
Directores
E. W. Barnett C. E.
John Beltbv -Bsq.
Nathaciel ftuchley Eso, M P.
William Fenmn Es/.
James Higgings' pq.
Alfred Seyftour Bsq. M. P.
Banqueiros
Brs. Smith Paj-ne & Smlths.
Secretario
Sr. James Rufherland.
Eiigenheiros
Sir Wiliam Thomson L. 1-. D. P. R S.
Flceming Jenkin Esq. P. R. 8.
Gerente do trafego
Sr. Roben M. Hyde.
Fngenhciro em chefe
Sr F. A Ormistofl.
Esta companhia est agora collocando cabos te-
legraphicos pela costa do Brasil e dalli por accor-
do a dq n i re o cabo que liga o Brasil com Mon
tevido.
Esta serie de linhas de Cminuncac.o estabele-
cida na costa, ligada por um arranjo feito com a
Brasilian Telegraph Company Limited, cujo cabo
ligar Pcrnambuco cora Lisboa, por outre lad
por aceordo feito com a Central America Tele-
graph Cimpany Limited, cujo esbo ligar o Para
com a illia de S. Thomaz, as Westlndies.
Como Lisboa est em communicaco telegraphi-
Para a boaconservaejo
DE
TOSSO CABELLO
Maria Bahia o de Marga-
a orchestra executar a
Nauta Casa do Hisericorilm
do Recife.
De ordem da juma administrativa desta Santa
Casa convido aos Srs. mordomos, mordomos sup-
plenles e em geral a todos os irmos para que se
dignem de comparecer pelas 10.eras da ma
nh do dia 15 du correte na if reja de Jiossa So
nhora do l'araizo, a*im de assistkem festividade
da Padroeira da mesma Sanu Casa que deve ter
lugar no dia e hora cima indicados.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 12 de agosto de 1871.
O escivo,
___________Pedio Rodrigues de Souza.
THEATRO
fiVMXASH DRAMTICO
1SV1I3CA k VENiVWKE
Quarta-eira 14 de agosto
JReeUa que a. empresa comee-
dea gcncraanmcnle a
comDosifo do hbil maestro
e por elle dedicada ao festejado artista
XISTO BAHA
Principiar s 8 1|2 horas.
Entregam se desde j as encommendas.
O theatro estar decorado com todo o esmero e
diversas bandas raarciaes executaro nos interval-
los escolhidas pe;as de msica.
Depois do espectculo haver trein para Api-
pucos.
Aviso
Est em ensaios o exceilente drama phantasli-
co cm 6 actos, de Theodoro Bauiere :
(1 A\J0 DA HA \m
para estra do artista
Eduardo A. da Silva
j vantajnsamente conhecido nesta capital, e che-
gado ltimamente do sul, o qnal desempenhar o
importantissimo papel de
Ary Kerner.
Sabbado 16 de agosto.
.* recita
era que toma pai te o artista
Bahia.
Em consequencia de nao ter sido pos-ivel satis-
fazer todas as encommendas de camarotes e ca-
deiras de primeia classe, para o especUculo da
estrea do artista Xisto Bahia, resolveu a empreza
repetir o me*mo espectculo no dia cima men-
cionado constando do mes.no programma de
quarta- fera.
As pessoas que desejarem camarotes pdem di
ngir se desde j ao escriptorio do theatro.
Ayiso.
A bom da fiscalisacao do theatro a direcce de-
terminou numerar todas as cadeiras, as quae*
d'ora em dianle sera divididas da maneira se-
guinte :
Primeira classe. Ns. 1 a 72 3jK)01
Segunda dito.Ns. 73 a 180 2i000
Na venda das cadeiras de segunda olasse s se
permittir a escolha de numero at s 6 horas da
tarde nos das de espectculo, sendo dessa hora em
diante vendidas seguidamente.
Empreza portueuse de navega
do m vapor
O VAPOR DE 1." CLASSE ( R 101 NO HLOYDS)
JULIO DINIZ
Coiiiiimnilantr I. I. Bodrigneaj
Con I mi Ir
E' esperado at 15 do crrente; depois da indis-
pensavel demora nesie porto, seguir para o da
Bahia e Rio de Janeiro.
Para passageir.is, carga, encommendas e valo
res, trata-se non os
AGENTO
i: II. Ka helio a i
48 Ra do Commerrio=48
N. B. Os vapores desta empreza sahiro do Por-
to com a possivel regularidade nma vez por mez.
Construidos as melhores cundieoes, com ex-
celentes cmaras bem ventiladas e c- nfortavel-
mente adornada-*, cora prnporces e forja para te
rem boa marcha, offerecem aos passageiros todas
as coinmodidades, tanto em alojaento como em
tratamento
Toda a tripolaclo portugueza. e em casos de
doenca ou em qnalqer eircumstancia, ser sem
pre solicita em altender os passageiros com todo
disvelo
Um facultativo competente, pago pela empreza,
tratar os passageiros, sem que por isso tenliam a
pagar despesa alguma, alem do preco da passa-
geni.
A comida ser abundante e variada, feita por
coinheiros portugnez, servii;do-se vinho de me-
sa, esedhido no Douro, aos passageiros de toJas
as classes.
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a barca portuguesa
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vicario n. 17
P
ara.
' Barca Santa Maria.
Para o referido |>orto recebe este navio carga
frete : a tratar coui Amorim Irmos A C.
Rio Grande do Sul e Porto
Alegre.
Para os referidos port>s directamente recebe
carga a freto o lugar portuguez Rie Grande : a
tratar com Amorim Irmo & C, ra do Bom Je-
ss ii. 3.
_aciic Sleaiii Vavigalioii (miipain
Julia Cjiinxenal
o paquete
esliera se dos portes do sul at o dia 15 do cr-
rente mez, e depois da demora do costume, se-
guir para Liverpool, va Lisboa, para cajos
cortos recelar passageiros e car a.
Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Commer-
ci n. 14. _____________________
COMPANHIA PKKKAMBUIXNA
DE
\avesacito costeira a vapor.
MACEI, PF.NEDO E ARACAJU*.
O vapor Mandah,
commandante Julio,
seguir para os por-
tes cima no dia 14
do correte, s 5
horas da tarde.
Decebe carga at o dia 12, encommendas at
o dia 13, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ra da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Porta do Mattos n. 12.
Hio de Janeiro
O brigue nacional S. Piulo sahir com brevida-
de para o porto cima por t r alguma carga en-
gajada ; e para o restante trata-se com Pereira
Vianna 4 C, rna do Vigario n. 7.
ea com toda a Europa e com o Oriente, emqnanto
que a ccmmun celo estabelecida com a ilha de
S. Thomaz para os Estados-Unidos da America,
pelas lindas desta companhia, nao s Gcaro es
differentes portes do Brasil era eommunicaco te
legraphica entre si e com o Rio da Prata, como
tambera o imperio do Brasil e os estados do Rio
da Prata (Icario em immediata communicacao tele-
graphica com as principaes cidades da Europa,
Asia e America do norte.
AKM4ZEN
DE
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouca demo
ra o hiate Olinda por ter a maior parte de sen
carregamento engajado e para o resto que Ihe
faha trata se com os consignatarios, Joaquim
Jos Goncalves Beltrao & Filho ra do Com-
mercio n. 8
Para Lisboa
pretende >.guiracom pouca demora a escuna por-
lugueza CArafrM, de | ciarse, capito Loureiro,
por ter a maior parte de seu can\ gaiente enga-
jado; e para o resto q e Ihe falta tratase cora os
co asignatarios Joaquim Jos Gonealves Beltrao 6
Fi'lio, ra do 'lommercio n 5.

...-/ iimi a* *-y--***-
LEILOES,
Coinp; nhia iaHceza de navega-
C;> a vapor
Liriha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambueo, Bahia,
Rio lf Janeiro, (Santos, somente
na volta) Montevideo, Buenos-Ay-
res, im:o bnldcayao para o Ro-
sarlo).
* 11: un:it
VVULE S.\l\TOS
ConiinandunCe liefevre.
E' esperado al ?2 do corrente, e seguir depois
da d'mora precisa para os porto* do sul cima
indicados, entrando dentro do porto, quer na vin-
da da Europa, quema volta.
Belativamente a frotes, encommen la e passa
geiros, para os quaes tem ezcellentes accommo
dafocs por precos rednzidos, traia-se cora
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. 'OLIVEIRA i C.
12 -Ra do CommercioEntrada pela ra
do Torres.
diversos movis, urna armacio de taverna e diver-
sos gneros.
.\a casa n. 7, da rna Ja Senzella Nova.
O agente Martins far leilao, por conta e risco
de quem portenrer, dn cadeiras. sola, mesas, ar-
marios, carrinhos de mo, carrocas, 1 annaco de
taverna, looea, frasqueiras, formas de fazer velas,
I portad de ferro, diversas portas, grades, pipas
com vinho de caj", 1 porcao de tijolos, e outros
muitos objectos para liquidar.
A'S II HORAS DA MAN'H.
visas martimos
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com. umita brevi.lade e palba-
bote Rosita, por ter alguma carga tratada e para
a qne Ihe falta trata-se com os consignatarios
Joaquim Jos Gon?alvos Beltrao di Ribo
do Commercio n. 8.
Companhia aiuerieana c Lrasileira
de paquetes a nmu
At o dia 15 do corrente esperado de New-
York e S. Thomaz, o vapor americano Merri-
mack, commandante Weis, o qual depois da
demora do costume, seguir para os portes do sul.
Para fretes e passagens trata-se com os agen-
tes Henrv Forster 4 C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^laveaiacSo costeira a vapor.
GOYANNA.
O vapor Parahyba,
commandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
torrente, s 9 horas
da npute.
Recebe carga, eneomm.ee.das, passageiros e di-
ifi Mattos
MS0> QVMjSOS
4 Fragata Amazonas.
A loja dessa denominaQo
traspassa-se as melhores
condicoes. Quempretender
estabelecer-se em urna boa
loja e bem localisada, apro-
veite a occasio, eeatenda-se
como socio gerente da mes-
ma, o qual de desfaz della
por ter de fazer umaviagem
aque o obriga o seu mo es-
tado de saude.
I
RA riUMElRO DT' MAHCON. 7 A
E' esta casa, sem duvida, urna das que hoje pode
com primazia apresentar aos seus freguezes um
variadsimo sortinieuto de fazendas linas para
grande foi7ett?,as.sm como para o uso ordinario de
todas as classes e por precos vantajosos para os
compradores.
Os donos deste importante estabelccimenlo con-
vidara ao respeitavel publico e particularmente
aos seus freguezes a darem nm passeio por sea
estabeleci ment, a aflin de verificaren! a veracida-
de de seus annuncios, e com vantagem snpprirem-
se dos arligos que Ihes forera mister, de cujos
fazem um pequeo resumo.
Mandara fazendas s casas dos pretendentes,
para o que tem o pessoal necessario e do amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Corte* de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorguro branco e preto.
Selim Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pre.tos e de cures.
Grosdenaples de seda prela e com lislras e palmas
de cores, lindsimos padrSes e fazenda de ulti-
ma moda.
Fil de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasileiras.
Corles de cambraias branca cora linios bordados.
Capedas e mantas para nnivas.
Poupelinas de lindos padrees.
Reqnissimo sonimento de las com listras de seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
Nansuck de lindos, padrees.
Baptistas de padrfies mui delicados.
Percalinas de quadros pretos e brancos.
Brins de linho de cores proprios para vestidos.
Fustes de lindas cores.
Casaquinhos de las de cores pnra senlioras.
9ias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisados.
Chapeos para ditos.
Toalhas de camhraia de linho com iindos lar-
dados.
Frouhas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homens.
Meias de cores para homens e meninos.
Chapeos com castao de marlim para hnmen.
Cintos para senhoras.
Merino de cores para vestidos
Ditos pretos.
Casemiras chitas, madapolSes, cambraias etc. etc.
na loja do Passo ru Primeiro de Marre n. 7 A,
antiga do Crespo.
DE
Cordeiro fiiinioes Elle um preventivo seguro e certo corftr
a ealvice.
Elle d e restaura for^a e saruVIatle peile da
cabera.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos tabelles.
Elle bellos.
Elle doma e faz proservar os cabellos, ero
qualquer forma ou posicAo que se dese-
je, n um estado fonroso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compra-
dos.
Elle conserva a pelle e o casco da cabec
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren) bran-
cos.
Elle conserva a cabera n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Ello nao dcm;isa renti ou pegadizo.
Elle nSo deixn o menor clieiro dopagrada-
vel
Elle o melhor artigo pare os < aludios da
crianzas.
Elle o melhor e o mais apresivel artigi
Cra a boa conservado e arranjo dos ca-
llos das senhoras.
Elle o nico artigo proprio para o penteay-
do dos cabellos e barbas dos senhoras.
NENHLM TOLCADOU DE SENHORA SF.
I'ODECONSIIIKUAR COMO COM-
PLETO SEM O
TOM',0 ORIENTAL
qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se venda nos estabelecimentos de>
U. Forstur i C., agentes. E em todas a
principaes lujas de perfumaras e boticas.
Triumpho da
M4
?
Quem precisar de um moco chegado ha pou-
co da Europa para caixeiro de armazem ou venda,
dirija-se ra da Palma n. 19.
Por machina.
Pauta-se papel de todos os taraanlios. Bisca
se por modello e a vontade do freguez, papel para
livros, mappas, manifestos, folhas de emnregados,
facturas, contas correntes e de venda, despachos
e todo e qualquer trabadlo neste sentido rom
limpeza e prompdo : na
Encadernacao Brasileira.
estabelecida roa Duque de Caxias n. 21, onde
tambem encaderna-se livros em branco ou im-
prossos e doura-se sobre panno, papel, couro,
veludo, seda e pergaminho.
Garante se a pessoa que honrar e-te estabele-
ciraento com sua encommenda que nao sahir
descontente : ra do Duque de Caxiasn. 21.
Acha-se fgido desde o dia 4 do corrente,
pela primeira vez, o escravo Nicolao, de naci
Costa, idade 0 anuos, cora os signaes de talhe na
cara, uso de sua naco, tendo urna corea na ca-
bera pela falta de cabellos por carreger agua, e
as maos grossas com bastantes calos por empre
gar-se o servico do trafico do porte, desconfia-
se que esteja acontado era casa de algum parcei-
ro, e protestase contra quem o tenha acoutado :
quem o apprehender leve o rna de S Jorge n.
133. que ser generosamente gratificado.
Precisa-se fallar com a Sra. Fmilia Amorim
residente outr'ora no pateo do Terco, a ra do
Imperador, segundo andar, por cima do Prato de
Ouro, entrada pelo caes 22 de Novembro, ne-
gocio de seu interesse.
ATfE\TCA0
Pede-se a todos os devedores da luja n. 48 da
ra da Emperatriz, de Paulo Guimares, que v3o
saldar suas contas no praso de oito dias, e se as-
sira nao fizerein verao seus noraes por extenso, e
sem exrepyao alguma. ____________
a-se
o armazem da rna do Imperador n. 27 : a tratar
na ra do Raugel ,n. 7.
AVISO.
rna J nheiro a frete" o eacrintorio n Porta
I. 12.
Soeiedade Recreativa Ju-
ventude.
Por ordem do presidente convido aos Srs. so-
cios, para se reuoirera domingo 17 do corrente
pelas 6 boras da manh era asserabla geral, alim
de procederem a eleico da directora para e an-
no de 1873 a 74, virio nao ter tido lugar no do-
mingo ultimo pelo adianlamento da hora.
Secretaria da S> ci daJe Recreativa Juventude*
13 de agosto de 1873.
Francisco Vianna,
___________________I. secretario.______
Casa.
Alijfa-se a casa n. 123 no Carainho Novo: a
chave est na venda de junto; tem bom quintal e
fica rjerlo da estaco da SoMade da estrada de
ferro da Gaxang.
Um moco s offerece a ser cobrador nesta cida-
de e seus arrabaldes das lujas commereiaes, com
o pagamento do eslylo, ou da quede que ajmtar,
apresenta (ador sua conducta, e de t ,da quan-
tia que receber, fianca idnea de um proprietario :
quem pretender procure na ra. do Mondego, ola-
ria n. 33, porlo.
Precisase de uina preta para vender doces,
bolos etc., e que d fiador da sua conducta, a tra-
tar na Prava do Conde d'Eu n. 7, 1." andar. Na
mesma casa encarrega se tambem de aviar qual-
quer encommenda que se Ine faca, e tudo por
prego razoavel____________________
Ao Sr. I. V. pede-se o favor mandar a
casa n. 28, ra da Saudade, pagar o seu aceite
firmado no Rio Grande do Norte, e vencido" no
dia tO de dezembrode '8:2.-D. H. O.________
O abaixo assignado, lendo na America Ilus-
trada de sabbado 9 do corrente, no expediente,
urna noticia que diz respeito un Fonceca, pren-
sar ; vt-m oela imprensa rogar ao mesmo redac-
tor o favor de declarar e se cntende com o mes
mo abaixo assignado, visto ser elle o nico com
tal nome que comirtfercia nesse genero.
Recife, ti de agoste do 1873.
Rodolpho Xavier de Souza Fonceca i
Em tem pos modernos nonhum descubri-
inento ope uromaior revoluto no modo d
curar anteriormente em voga do que o
PHMU DI
TANTO NO TRATAMENTO
DA
Tosse, r.rupo,
Asthma, Thisica,
Roitquido, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores du l'eito,
F.xpectur.icAn de Sanguo.
Como em toda a gratule serie de enfermi-
dades da Gurgantu, du Peito e dos
OrgtloA da reHpiracAo, que tanto
ntormentam e fazem soffrer a huinauidade.
A maneira antiga de curar consista geral-
mente na applicacao de vesicatorios, san-
gras sarjar ou npplicar exteriormente un-
gentos lorlissimos compostos de substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolhas -t
cujos dilTerentes modos de curar, nao faziam
sciio enfraquecer e diminuir as forjas do
pobre doonte, contribuindo por esta forma
d'uma maneira maisfatil e certa para a eD-
fennidade a destrui^o inivitavel de sua
victima I Quain diffrente pois o effeito
admiravel do
rEITQM SE ANACAHUIIA!
Km vez le irritar, mortificar e cauzar inau-
ditos sol rmenlos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irniai.o,
Desenvolve o entendimento.
Fortifica o corpo
e faz com que o svstema
desaloje d'uma maneira prompta e rpida
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os-
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim)
testlicam seren exactas e verdadeiras estas
relaces analgicas, e alm disso a expe-
riencia de mudares de possoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este marax'lhoso remedio, sao mais que sufli-
cien'es para sustentarem a opiuiao do
I'LITORAL HE ANACAHL'ITA I
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente isento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, emqiianto que alguns
destes ltimos, e particularmente aquelles
que sao dados sob a forma de opio, e aci-
do hvdrociauico, formam a base da maior
parte dos Xaropes, com os quaes tao f-
cilmente se engaa a crodulidade do pu-
blico. A composi^o de anacahuita peito-
ral acha-se liada e curiosamente engarrafada
em frascos da medida de cerca de meio
quartilbo cada um, e como a dso que se
toma s d'uma colher pequea, basta
geralmeute applicacao d'um ou dous fras-
cos para a effectuacAo de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas as b iticas.
H. Frosters d C, agentes.
Escravo fgido
Fugio do engenho Qi lebas, do termo de Seri-
nteoi. ao ainanhecer do dia 7 do correte, o es-
cravo Juaquim, cabra, alio e sacoo do corpo, pouca
barb-i, rosto compiido, represanta ter 40 annos,
levou chapeo do Chile e jaquela de nscaiki de
brim ; recomrnenda se a autoridades policiaes e
capites de campo a apprenenso do dito escravo,
recebondo urna boa gratificaca na occasio da
entrega, nesta ckhde roa do Bon Jess n. 31,
ou no dito engenho.
No pateo do Carino, sobrado n. 9, 2 andar,
precisa se de pretas para vender bulos de venda-
gem. Na mesma casa arnnm se bapd-ijas, ere-1 dada'da Victoria:
rebeii-sequaesquer encommendas deste genere, 'n. W.
Coziniiro.
Precisa-se de um cozianairo pan hotel na el-
a tratar no pateo do Terct'
*
* "

-
i

%


!
J
Wrie de Pe^hmbuco Qart felra 3 de Agosto de 1873.
Pagamento le dividendo
Pag-se o 39." iliiidVnilo das ac$4..'i do
Banco to Brasil, nscrtpt.-w'wr entnela H-
xaiial d'esta provincia, razio do 85000
por acc/io ; >ua do Vigarj )'<*-________
\i cninercii.
Joao Jos da Camino Moca, le tras sierro
eu escriplorio para a ra do Vigario pavimento
terreo n. 16.

P il
sitio de Bemnca 8 (Passageui da Magdalena),
cora casa e solio de grandes commodos para nu-
merosa farau, raargem do rio Capibaribe.
passanJo os trunos dos bonds na porta : a tratar
com Jos Francisco de S Leitio, ero. Olinda, la-
detra do Varartenro, casa a.M> no Recife, na
Op Apollo n. 36, andar, ou na ra do Commer-
cto, armatwn ns. lie ti _________________
Pos de Same. C-utellaai contra a tosse, nico
verdaeiro remedio, receaido directamente : na
ra Nova n. 16.
Olinda. -
Alaga se urna casa fia roa de Mathias Ferrei-
ra, com quintal e cacimba : a tratar ra do
Amorim n. 37. ./
M Offereee-se ama ama para casa de hornera
aplteiro, we eagomraa com perfeicao ; a ra das
Cruzes a.$. ~
rCflusuorio mcdicKinirjico B
X. B. da Silva Maia. I
Ftu do Viscoade de Alauquerque n.
M, cutr'ora roa da matriz 4a Boa-Viste
. II.
'Chamados : a qualquer hora.
^Consultas : Aos pobres gratis, das 1 as
* horas da tarde.
Negocios panha.
Domingas Varia Goaeaves participa que se en-
tarrega premever o bom andamento de quaesquer
fucstocsjuilK-iaes nos deus pases cima menoio-
mados, para-o que est habilitado tom um pessoal
competentissimo de correspondentes. Escriptorio
roa Primeiro de jhfjg n. 83, (antiga do Crespo)
Preaisa-se da na offloial de berbeiro, no sa-
lao da-na das barangeiras n. it: a tratar com o
4ono-do mesina
MEDK-CIR[GfC0 *
DO 9
r.J. M. Caria Q
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri- Qf
meiro andar. y%
Consulta das 9 'horas as ti da manha. W
Q Chamadjs a qualquer hora. d
* t *-** 0 *#
Aluga-se
e lerceiro andar da ra do Vigario Tenorio m. 20:
a trat r a ra do Aiiiorim n. 37.
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
.qaalfora quanta.
la mesma easa
eompra-se os iues-
mos metaesepedras.
ATTEKCAO
tndjfeV'
PftSciase de ihbs ama forra un captiva par*
compra/ c cozinhir para caja .e um i laru.tiu
ini'KWla do duas |>e>siKi% papL.je bjrui St tgra
li.il.u no [a.-- f > I',is\:al B. St>, t" e 2"
__________ i y r >
Garanhuns.
Na ra do Bariw da Victoria o, 36, precito-se
Tallar ao gr* rVdro 41 Hego Ota ves Peixoio
Jos Pues da Silva, a negocio de particular inte
relie.
Urna senhora, capaz, otferece-se para engom-
mar em urna casa de pouca ramilla; indo s 7
horas da manha e sahindo s 7 da ooute: quera
precisar, dinja-se a ra da Palma n. 90..
Empresta se algum dinheiro sobre hypntheca
em predios trcsta cidade : a tratar na ra Duque
dn Caitas a. 44, ou na ra do Rangel n. al, se
gundo Mar.___________________________
Ataga-se
ot* andar do sobrado n. 80 da mi do Bom Jess
(roa da Cruz), proprio para escriplorio : a tratar
cora Keller C, ra do Bom esus n. 58.
Precisa-se 90 de borte jafrdiui : no Co legro 4a Conceigae,
a ra d* S. fram*() n. 71
O commaadador Kuzebio 'Hamhael KabeHo
aluga o seu sitie no Caldereiro, com grande casa
terrea um sobrado para grande familia, com
ptimas acconmodav5es. fjum o pretender >di-
rija-5 ao m?sino para o ver, e tratar no -es-
crifftorio, na ra do Trapiche 'n. 48. primeiro an-
dar.
Ao pwbKco.
Domingo*. Mara Geaclves, cnsul pofiuguez
de 2* cfcse e en^arrcgauo que foi do consulado
de Portugal em Peraambucn ros ltimos tKze me
tes, participa aos seus migos, tanto nccionaes.
corao portugueses, que tem -o seu escriplorio na,
ra'Primeiro de Morco n. 23,1'anJar, adtiga roa
do Crespo onde -poae ser procurado todos o.
das mo santificados, das 9 Loras da manha s i
da arde.
MOMA
Est encoura^ado'-I! !
P.-ga-se ao llhn. Sr.bmacio Vieim de Mello,
eecrivo na idadode Naaareth desta provincia, o
tevcr de vira na Duque de Caxias o. 36, con-
ctnir aquelle negocio que S. S. se conjprometteu
resiisar, pelatsrceira humada tiste jornal, em
nos de dezertbpo de 1871, e depois ipora Janeiro,
passou fewereiro e abril e:|or este motivo de ovo chamado para dito
Sra, pois S. S. oe deve iembrar que este negocio
demais de olio annos.e guando o Sr.-oeu nlho se
aofaava nesta cidade.
Aluga-se
um quarto ama sala por proco commodo, prefe-
rmo-se -raalher, e e*?a que seja desempedkU
d homem : a :;ratar na- ra do Padrel ioriano n.
71, Joja
? sa 0**&***$*
0
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ODreito. I
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0
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FGIO
Estfufido o cabra acaboclado de nome Pru-
dencio, desdentado e ns cabellos um pouco ubico
dos, andava com urna carroca conduzindo estrum -
fiara utn sitio, e fagio no domingo 6 do earreote ;
este escravo ligeiramente gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvenci da Silva e hoje pcrteuce ao
bario de Nazareth, que gratificar a quem o apre-
sentar. Elle representa 50 annoe, filho de Goi-
anna.
Joaquim Jos Gonfjalves
Beltro.
Ra do Com.wercio o. S, t>* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minbo, em Bra.^a, sribre os seguintes
olgares de Portugal s*
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
MonQo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenga.
Figueira. ______ .
Importante jornal *de
noticias.
0 JPubllea e tres rozos por /se- 0
mana. A
\< Po o
Assignatura por aaao '18^000
Seis mezee 9000 ^S
Tres mezes 5*000
Slecebe-se assignaturas ra do Gres-
pon. 10. M
{ E' reeebido por todos os paquete*.) ***
*&3 u $ m 00 0000 0
(1. A. Schnorbusch.
Os uielhores charutos da
Baha.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
Retalia Real.
Riacho ellos
Demcratas.
Suspiros.
Conchas.
Operas.
Principe de Bismarck.
Trabucos.
Balitas.
D^pasito em Pornambueo no armazem de Cunha
4 Manta, ra do Mrquez de Olinda n. 23.
2O^00Q de gratificado.
Do abaixo assignado, contina a andar fgida
a escrava Svverlna, desde o anno de 1868 : qual-
quer seobor capito de rampo, ^pprehendeJor de
escraves, ou mesmo algum seubor particular,
pode pegar a escrava Severina, apprehemlendo
tudo que eom ella adiar ou tiver depnsiiado ,?m
algum lugar que rezida, com toda a cautela e
prevenijo. Se fielmente jne cnlreg&r receberi a
quantia de duzentos mil ris ; tambera peco
3ualquer autoridade civil ou policial a captura
a mesma, nao admittindo oenhuma evasiva, ou
estrategia que se Ihe apresenlar, seja qual for.
Os sifnaes aa escrava sao os seguintes : crioula,
bem prela, pode ter 30 annoe, sutura regular,
olhos lirancos, nariz bem chato, e curto, b-sicos
bem grossos, denles alvos e lunados de ambos
os queixaes, tem signal feito com agulha no braco,
ladina, faz renda, iabyrintho, cose e engomma,
e postuma atudar o nome
Villa do Jardira da comarca do Syrid do Rio
Grande do lente.
MauueJ Alves de Farias.
Protesto.
Constando uo Bn ii"Ssr> nmha^Li AfnMo Car-
diw.i Pereira qut ile haver do ItWHlaiMi de S. Cruz lncri!i.--v"-i
i'>ii'l la 11 ( mI-.i de Mo*hwc VaM"onci:lli< Kn
nudlciicia iio.-?a, pelo prsenlo auuuncio proU*ta-
mos pela vaiidade de qualquer negocio que o
mcsniu noso cunhado Alfredo faca, seja com
quem for, na qualidade de nos viilude de piMcuracao que Ihe passamos para li-
quidar a lionnioa de uoss finado pai Francisco
AITons" de Mello, e per essa forma lcam castados
todos os poderes de qualquer procorarAo nasja
para o mosmo qosm cunhado Alfredo. Kngenho
Periquito, 6 de aROsto de 1873.
Francisco Alfonso de Mello.
Antonio Alfonso de Mella
Joaquim Sin:rom Alfonso de Mello
Mariana Victoria* de Mello.
___________Manoel Simplicio ABonso da Mello.
Quem quer?
Dinheiro a jaros em pequeas quantias: na
ra das Larangeiras a. t6, loja, se dir quem faz
este negocio._______________________________
Escravo fgido.
150#000 de gratificarn
Auseatou-se 4esdc o da 13 freto de nome Alfredo, de trmta e tantos Minos,
rrioulu e bastante ladino; este prto ^erfeito
-eozmlieii'o, atura alta, magro albos grandes, ja
esteve no eagenho do Sr. lul de Caiara^ en S.
Lourenco da Matta, onei'ons'ta ter pranles, foi
escravo dos Srs. Adriano joaquim 'Goocalves lla^tn<, negociantes -desta pra-
ca ; de ledos estes sechores foi cozMheiro, teta
sido viste por pessoas que o eonhecem dizendo
que est forro, asslni tem podido escapar de ser
prezo. 'Pede-se a todas as autoridades e capitaes
canipo{|ue o pegando leven) ra do Duque de
Caxlast. 91, loja de mludezos do Rival sem se-
gundo que recbela a gratificado cima decta-
rada.______________________________________'
S Sil
|h mas cminodo o crece ?
lacn testa veimonte a loja de calcadojfestrangei-
ro que mais commodo offeroee em geral, com espe-
cilidade ao bello sexe, o "PaRIS NA AMERFCA
a ra Duque de Caxias n. 89, primeiro andar (an-
tig doflueiowdo) e a razse* a razao simples :
um eavallieiro (amante do chique) por corto se
hi -umiiioda quando, para comprar um par de bo-
linas, v-se feroado a experimenta-la sobre um
pequeo e puerosopedavo de tapete (syslema ma-
canenieo) nao^Kidendo oosta forma -coBliceerse
a botina Ihe rica boa, pois, nao lem espaco para,
cjperiinenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um-passo, que Jhcgarlogo ao immun-
do ladrillio ; o que nao acontece no 'naris na
America, nnde.pde se passear vontade e desta
frma conhecer-se se fica bom o calvado : para oj
bello sexo, efao quasi impcssivcl, que urna se-
hora (do bom tom) queira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um baleao, -mide en-
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o
Pars na Amrica nao re-uute-se desta aka ; tem
um bem preparado gabio Exmas. que allipoderao estar em perfeito commo-
do para a escolto do calcado.
9U0 terminam ai i as vantagens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Otxias n.
"39, primeiro andar, consiste tambem no bom sor-
limento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados fabricantes da Europa, asmo Me-
lles, Su ser, Polak, etc., etc., egrande variedade de
chiaellos e zapatos, assim tambera um liado sor-
limento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muias qualidades >iue poderSo satisfazer a esco-
Iha da mais eapiehosa senhora (do bom .gosto);
pelo que fica expendido, *st -claro que loja de
eajeaoo estraafeiro, que mais vantagens offereee,
o Fari na jtmerjci, ra Duque de Caxias n.
S9,f rimeiro aoaaf, antij:a ra do Queimado
Prcc.4-se alucir uffil *ia de (elle : a Ir.
Cozinheira.
Prpeisa-w it una ama quo seja pi-i fclta nesee
M>rvirn e ijne tr-nlm hna nnlnctn : 1 Iraiar V
Santo Amaro mu cr.iinwnlo roa d'Aurora n.
ill.___________1 ______ ___'____
OlTeTec-sc lima ama (criada)
que Cte,1axn e eagomma r>upa:
- a' tratar ta ra na Penlia n 3,
segundo andar. E" mulata e leva consigo uro
tubo pequeiio.
AM\
Ha
- Preci4a-sc i*e Urna ama para cozinhar
ra da Penha n. 13, 1 andar. _____^____
Precisa-se de ama-MnaTda leite tem lilho :
na ra da Peana n. 13, 1* andar,__________
Na ra da Alegra n. i0 ore-
eisa-se, para andar com urna
meuiaa, de urna ama de raeia
idade, que d fiador de sua
AM As
conducta.
AMA
Na ra do Capibaribe n. 40,
precisa-se de urna ama para
cozinhar o diario de pequea
familia.
AMA
Precisa se de urna ama que
saiba cozinhar hem : na ra
do Hospicio n. 50. __
At vir.
0 Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vez
rogado vir ra do Imperador n. 18, a negocie
de.seu interesse.
LUIZ.
Em 9 do crreme mez deseppareceu do engenho
Mega de Baixo, fieguezia de 8. Lourenco de Teju-
eupapo, o mulato l.uiz. que representa 15 annos.
mais u menos, natural da provincia da Parahyba,
tem ps grandes, urna costura de taino n um braco
e o signal bem visivel do dedo pollegar da mi es-
querda cortado quasi ao rneio, proveniente de um
golpe de foice descascando um coco. Quem o ap-
t prenender e levar ao referido engenhe ou nesta
praca ra do Bom Jess n. 30, era recompen-
sado.
CHIADO
Precisa-se de um de boa conducta
8a roa do Bom Jess n. 9.
a tratar
Escravo fgido.
Fugio do engenho P;o da comarca de Palma-
res da termo de Agua -l'reta, ao dia 18 do mez
passado, o escravo Amonio, ensillo, idade 38 a 40
annos, barbado e est j pintando de cabellos
brancos, meio beicudo, olhus un pouco brancos,
levou vestido camisa de algodo azul, caira de
ria-ado, chapeo do bata parda; foi comprado
na eidade do Recife ao Sr. Jo* Domingues Maia.
morador em Apipucos, julga-sse ter ido para Ca-
maragibe em Porto Calvo, uo lugar SanU Luiza,
d onde antes de vir para o Recife foi escravo de
Manoel Ltns Carneiro de Albuquerque, uue o
vendt-o ao Sr. Jos Paulo Botelho o este ao j
dito Jos Domingues Maia, ambos desta cidade:
quem o aprehender ou tiver noticia, leve-a ao
propri.lano do engenho cima, ou no Recife a
Genuino Jos da Rosa, ra de Pedro Alfonso,
antiga da Praia, que ser generosamente gratfi-
cadu.__________
Joaquim da Silva Costa pede a seus de vedo-
res que quanto antes v.-nlum saldar seus dbitos,
com o que evitarn desgostos futuros.
S& Consultorio medico cinirgico^
DO
Dr. Ferrelra
Antigo gabinete de seu pai, ra larga
hr R-taaio n. 10.
Cura de hydn celes sem injeecao,
eom puncrio-capillar
Abertura de abeessos e extractan de
derramamen serosos, peto aspirador
de Potaiu ,
\lii!a-se
Otaabrado-D 'iS'., si:o a ra Ju:|ieri..l : a tratar
narv. da \--. -.,> i. 51.
Major Bernardo Lihz Ferrei-
ra Cesar Lourero.
D.Fianc sc.i Jacintha Cesar Louneiro, tenente
CapituUio Cesar Loureiro, bacharcl Manoel Leite
Cesar Loureiro (ausenta), D. Maria de Mello
Cesar Luureiro, D. Thare'.a U. de Mell Cesar Lou-
reiro, D. Luzia Cesar Louneiro e D. Aana de Ol-
veira Ceear Loureiro, rogam aos seus prenles e
amigos o -caridoso obsequio de assietirem a nina
mis-a que mandara celebrar por alma de seu fi-
nado marido, pai e sogro, o major Bernardo Luiz
Ferreira Gtsar Loureiro, no dia 14 do correte,
s 7 horas da manli, 6o auniversario de seu pas-
smenlo, na groja do convenio do Carmo desta
cidade.
asVHBMHMHBHHMHHPnnBHMMI
Mrquez e Marquesa do Reetfe
e D. Tltereza Waaderley P.
JBarreto \e((o
Francisco Lins Paee Brrelo ron-
vidg a seHS prente* e amigos para
asMSlirem a eelebra?ao de tres mis-
sas que serio resadas na igreja do
Parawo, s 7 horas da manha do
dia 13 do corrente (4* eira) pelas
almas de seus pas e filha, e desde j fica eterna-
mente ree itiheeido a todas as pesssoas que com-
parccereiu a este acto de earidade christ.
aman mi 111 m'tira'iiimuMiiniiii'iMiin'
Sendo |u*uta-feira 14 do corrente mez o pri-
meiro anniversario do failecimento de Joaquim
Goncalves Casco, os filhos e genros do mesmo
convidam as pessoas de sua amizade para assisti-
rem as missas que, em suflragio a alma daquelle
finado, raandam celebrar s 7 i|i horas da ma-
nha daquelle dia, aa igreja matriz da Boa-Vista.
Precua-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na rna do Coronel Suassnna n. 1.
A tyi Precisa-se de urna ama para coziirhar
AUAa a roa de Bario da Victoria b. U.
A rna Precisa-se de urna ama de raeia idade
rvtiid pjjj 0 servpj jBterr>0 e ettenw le urna
casa de duas pessoas : na ra do Coronel Suassu-
aa frntiga roa Augusta) n. 188.__________
Precisa-se de duas amas, sendo
urna para cotinha e oulra para en-
gommado, para casa de pequea fa-
milia : a tratar na ra do Bario da
Victoria n. 38, (oBtr*ora Nova).
Os curadooree fiseaes, no carador de adnm
lustradores da masa fallida de J<8o Antonio rYi
rc-ira, convidam aos erednn-s da referida inassa a
aprecentarcm seus ttulos no praao do 8 das, M11-
prorogaveis, afim de seren verificados e ^rlassi-
rirados. A entreva 4>s liiohAdever -nr 4iLi <:>
C-Cliiitolio i|.it,i|u 11. 'i ':!' ->.. dr. adni d4
QOH,
Rerlff, 8 de :!;-! d,- is::.
i
Aiiiganse
mis pxi'elMn! Mitrlo de n' indi* rom s dea, e
com extraordinario r.MHHMiwk lia i.-.u'.c Brrca, i.a
ra Forra 'sa, a qual faz esquina para a traversa
dos Ferr i ros: a tratar com Antonio C. M. Tem-
poral, em seu e criptorio ra do Bom Jess 11.
* ^ -
gM}T" At vi r.
0 Sr. Jote Alves Machado Guimares pela se-
gunda vez rogado a vir ra do Imperador n. 8,
a negocio de seu interesse. '_
Aluga-sc urna escrava perfeita euzihbori:
.uem precisar diriia-se ra do Coronel Suassu
na n. 187, 2" andar.
Caixeiro
Proeisa-se de nm caixeiro de
tdadp. com pratica de taverna :
da Boa-Vista u. 87.
10 a 11 annos de
na rna do onde
VNOAS
AMA
Rrelojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
voita da Europa, continua a en-
earre.Tir-se de eoaoerUr e dou-
rar relogios, bem como qualquer
ontro objepto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
precara- lo na trave-sa da ra das
Cruces u. 14, aadar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o eccontrario prompto a garantir
seas irabalhos e a fazu-los por precos mdicos.
Tres Mundos
POR
D. 4MOMO DA t OVIA
Mundo Barham-Mondo Romano
Mundo christao.
Um volume ntidamente impresso
3aOQO
UVBARIA FRRNCfiZA.
AttenQo
Pede-se ao Sr. tenente-co-
ronel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerque, o favor
de vir ou mandar ra do
Coronel Suassuna n. 4, ne-
gocio que S. S. nao ignora.
Cozinheiro.
Prefisa-se de um bom cozinhejro : o tratar na
ra do Bom Jess n. 3.
Aiaga-e a casa nT63 da ra da Palma, fres
Ca e com boas aceommodaedes para familia : a
entender-se com o Sr. Bernardino Puntual, na ra
da Madre de Dos n. 36.
- Precisa-se de urna mulher de boa conduct
para fazer corapanhja a una pequen* familia : na
ra de Hortas n. fi3.______________
CoHileroraM's.
A corte brilbante recebeu pelo ultimo paquete
da Europa as seguintes condecoracOea, de ouro e
prata dourada : commendas da Rosa e offlciala-
latos, coimnendas de Chrsto eom as respectivas
cruzes, medalhas para cavalheiros das onlens de
Aviz, Cruzeirc. Rosa e Christo. e juntamente litas
para as dita- condecoracoes e da campanha do
Paraguay : i coroz brhante, luja de joias, ra
do Cabug n. 11.
Verdaderas bixas hambur-
guezas.
Aa nicas chegadas nesta ultimo vapor francez:
na ra da Cadeia do Recife n. 51, primeiro in-
dar.
CAZA DA FORTUNA
RA 1. J> JURgO OiriVORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilaetes do Rio de Janeiro, pagando
Eromptamente, como costuma, at o premio de
:000.
Precos.
Inteiro.......14*000
Meio........11X0U0
Quarto....... 6*000
__^__________Manoel Martins Fiuza.
Na ra do Hospicio n. 51, precisase de um
criado para todo servico, preferiudo-se o que foi
Captivo,
Vinho verde de Bastos,
superior
Em ancorelas e caixas de urna duzia, tem i ara
vender a preco commodo, Joaquim Jos f .ical-
ves Beltro & Filho : no escriptorio, ja do
Commerco n. 5.
Bom negocio.
Veude-se doze casinhas na ra Imperial edifica-
das lia pimpo c em slo proprio, >iue rendein ao
taalmente lOjOOO niensaes, vende-se por ura prego
admiravel: na ra das Trinrhciras n. 34, ou na
ma de Santa Cecilia n. 18, casa em obra.
Vende-se
ou aluga-sc ura pequeo sitio bem plantadH com
urea pequea casa, com cacimba c hanheiro, por
prec/) commodo, no lugar denominado Fundan,
em MeberiL-e, rna da Esperanca : a tratar na ra
do Calmi n. 6.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguesas qne vem a este mercado:
na ra do Mrquez de ulinda n. ol.
Venda de terreno.
m dos melhores terrenos da ra i.t Unido para
edilicar-se um belVo predio : a entender-se com o
Sr. majar Porto Carreiro, no seu carlori j.
Vende-se duas escravas, urna de menor idade
e outra de 28 annos, sadias e por preco commo-
' ido : a tratar na ra da saudade, casa n. 28.
Taverna
Vende-se a taveraa sita ra Imperial n. 184,
te poucos fundos, per isso se faz recummend.ivel
paca qualquer principiante : a tratar na mesma.
GRANDE
Pechincha
Ser possvel!
A rosa branca vende chitas Coas de cores segu-
ras a 210 e 280 rs. a eovado, a eseumer.
Querein ver que lindos ves-
tidos !
Venham rosa hranea comprar granadinas bor-
dadas com flores e listra* de core?, est queiman
do a 15 o eovado; todo- vendem por 1':0.\
Nova remessa
A rosa branca recebeu las Son com listras de
pura seda, e vende a 80) rs. o eovado ; sempre se
vendeu por I 100.
Madapolo francez limpo
A rosa branca vende a peca a 73.todos vendem
igual a 9/, e quem duvjdar ven ha ver.
A rosa branca recebeu um grande sertimento
de chapeos de sol, e vende muto barato : na ra
da Impeatrir. n. 56.
Vende-se um sitio todo arborisado, cim i20
palmos de fenle e 700 de fundo, tendo baixa e
nma penuena casa de tena, sito na rna do Pro-
gresan, do sitio do Fundo, em Beberibe de Uaixo:
narua das Cruzes n. 89, primeiro andar, ou no
mesmo sitio, a fallar com Joo Caelano Aepoiiiu-
reno.
Ca
xeiro.
Precisa se de um caixeiro com pratica para ta-
verna : na ra do Rangel n. 3.
Alnga-se.
O segundo andar do sobrado da ra da Guia n.
62, grande, caiado e pintado de novo : na ra
da Senzalla Nova n. I.
Doces, fructas e flores.
Na ra da Cruz n. 6 tem sempre todos os das
sor vetes, das 11 horas em diante.
9

Perdeu-se no dia 4 d) corrente mez, da ra
da Unio a eit^cao dos tnlho< urbanos de Olinda,
ou d'abj al Blinda a quanlia de IfiOjOOO em 2
sedulas, a pessoa que achou, se qnizer restituir,
dirija-se praca do Conde d'Eu n. 31, i.' andar,
que ser generosamente gratificado.____________
Na ?oledade sitio n 17, Drec9a-e de um
criado.
Agua divina contra cancros syphilitieos
ra Nova n. 16.
CHT1RIA JU.UU
Ra de Mathias de Albu-
querque n 8.
(ANTIGA RA DAS FLORES).
O propietario deste eslabelecimento declara que
est prompto a amolar, aliar e polir qualquer fer-
ramenta de ac, a saber: como thesouras, nava-
Ihas, facas e caivetes.
AVISO.
Os senhores doutores e cirurgiSes por quaesquer
intrumentas qne precisen) para os. seus trabalhos,
bano o proprietaro deste estabelecimento sem-
pre prompto a con-ertar e por em estado novo e
perfeilo.
No engenho da Sapucaia de Beberibe pre-
cisa-se de um feitor.
Vende-se una porga > de leuha para pada-
ria : na sitio de Mareioo Jos Lopes, na estia-
da do Arraial, p mto da Vlangabeira.
Venda de casas.
Vndese urna casa terrea moderna, cora gaz,
terreno de maiinha : na ra da Concordia n.
133. Outra casa terrea tambem moderna e em
terreno proprio, na ra dos Coelhos n. 18 : a tra
lar com Mareelin Jos Lopes, na ra do Monde-
go, olaria n. 63.
lliia res liu;io.
Laurins tsmh.
20 Rita do Crespo 20
rj'.y'-o .i:.;.!' urautii'sd d ltiiili.i' tcoem
u.-U (- rid* a vciiip'r |"-i iO i>. u oiVad'. pa-
ra :u-4bai ; c l;ai..lis.-inio e d.iin .e am .tras,
Algodo de listras
Algodo de listni americano, com pequeo de
ftilo, a 3211 rs. n cotado : ni ra Jt> Crespo u. 20,
luja de Gunhrnw 4 C.
Brins de cores___
Brlns de linho decores a 4ii0 e 440r?. o va-
do l na na do i rqffoin, 20, K>ja de GuilUrtine
Il CttmBanlita.
Alpacas.
Ajnacas de lisiras, lidu"j padrees a 500 re.
covdo.
Grosdenaples.
(i.isJcuaples preios a l^BK e 24:X) o Cuvadu.
Colchas adamascadas a 4.
Dis brancas de croch a fi|.
CxiberUs de chita adamascada a 3*500.
Cobertores de l euros a 2J.
Lencoes de bramaute al*.
Toalbas alcoehadas a ti a duzia.
Lencos de cassa abainhadoi *** a duzia.
Ditos ditos i- ni barra a l# a duzia.
Ditos ditos de esguio a 3*500 a duzia.
Camhrau lisa a i e 4-'li00.
Hila Victoria fina a 3*800.
Corles de Gacamiri fina a 5*
CreUne, lindos aadcdel a 440 ra. o covade..
Chitas rosal a 20U rs. o eovado.
Ditas verdes e do ."ores 240.
Carribiaias de cores a 28o rs. o eovado. .
liini pard a li) e lio rs. o eovado.
Hrm lona, lirauco, a 1*600 a vara.
So na ra do Crespo n. 10, loja de Guilhdrtn '
4 C.
Colchas.
C.lc.has brancas c de cores a 3*500 na ra
do Crespo n. 20. leja do Giiillierme 4-C.
Cambraia preta..
Cambraia prcta com listras e flores brancas,
proprias para lulo, a 14<) rs o eovado, barato :
na ra do Crespo u. 20, loja de Guiiherme 4 C
Madapolo avariado.
Madapolo avariado de dilTerentes pregos : na
ra do Crespo n. 20, loja de GuilheroM A C
A dinheiro
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel de cores, resmas grandes, sortidas a O.
Di lo de dito ditas, assetinado e ii.uilo encornada
9 000. F
Dito de eda (mais cunhecido por seda de i-
Iho) do verdadeno, francez, a 2*fk0. o cartao de
10,0(0 inorialhas.
Dito de linho fino de Barcellona, marca marlel-
lo.UOOO.
Dito de dito dito, marea balanca, 3*500 a resma.
Dito de Irigo, resmas grandes, do verdadeiro de
Barcellona, 9* a resma.
No armazem de Jos Domingues do Caneo e
Silva, ruada .I/adre de Dos n. l A, armazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Pumos em folhas. muito velho, cheiroso e forte,
para fnmar-se, da safra velba, e dos melhores lu-
gares de S. Flix, Nazareth, da provincia da Ba-
ha, sao vendidos a dinheiro vista por precos
muito reduiidos.
No armaztiii de Jos Domingues do Carino e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fnn.
Albos a 40 rs. a mounca e gaz
a 5^800 a lata.
No armazem de lose' Domingues do Garmo e
Silva, raa da Madre de De ^ n W A, armazem
do fumo.
Armazem do fumo
Ra da Madre de Deus n. IfJA.
Jos Domingues do Carino e Silva participa aos
seus ireguezes e amigos que no seu armazem a
ra da Madre de Deus n. 10 A, se acha um cuin-
plcio sertimento de funioera fardos de patente !.*,
i.* a '.' soites, dos melhores fabricantes da Dabia,
e bera assim a flor de todos os fumos de curda
em rolo-, pacotas, latas grandes e pequeas, tato-
bem dos tnui acreditados fabricantes Torres 4
Araujo, Lizaur, Adolpho Schmdt 4 C, Lizaur
Sc.hmidt & C, Veigas 4 Araujo, Trindade 4 Ave-
lar, Teixeira Pinto 4 l'ortella (garantido pelo?
mesmos) e de ootma ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O annuuciaiile dcima que
todo fumo que for vendido era sa casa ser pelo
seu justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que pouco enteniam da materia ;
pois para hem servir a lodos, tem o annunciante
i longa pratica de 15 annos deste eommercio.
Sal do Ass
A bordo do hiate Olindi ao p do trapiche Com-
panhia ; e para tratar n'i esciiptorio de Joaquim
Jos Goncalves Beltro & Filho ra do Commer-
co n. 5.
VENDE-SE viole toneladas de carvo
para ferreiro : a tratar na rus do Commer
ci n. 22, armazem.
Vende-se ou admit e-se uir socio na taverna
da rna Imperial n. 118 junto ao chalariz,
Vende-se por preco commodo tres bancos
proprios para marcineiro ou earapina. em porfeito
estado : na ra da Imperatriz n. 1*>.
B
oa nova
na
Alienes
Quera precisar de boas amas seccas e de leite,
assim como copeiros, criados e jardineiros, din
jam-se a l*rgo de 5. Prdm n 1, loja.
Ofterece se urna ama para cozinhar e en-
gomnur: na ra do Duque de Caxias n. 7, |,
andar
9
W Advoenlo na corte, a
gk de H. Pedro n. 69.
'*r' Se encarrega de negocios forenses ej
fiX administrativos.
0 BACHAREL
l.t (iiac'lves da Silva
M niirr j s
0
0 Consultorio homeopa-
thico
Do Dr. Santos Mello
M 41------Ba do Imperador------41
Consultas todos os das das 11 I da
Urde.
gf Gratis aos pobres.
Besidencia ra Nova n. 7, segundo
0

0
0
andar, onde di consultas das 6 s 9 da
0 manha e das 3 as 5 da larde. f
jjj Chamados a qualquer hora.
000000 00000 0 30
Escravo fgido.
Boa %r a t i II e a < a o.
Aui>entou-ge a 30 de iunlio ultimo o escravo
Hartinho, trajando calca de l escura, camisa de
madapolo, chapeo baixo de pello biauco, e con-
duziudo um balaio de compras, com um:. calca de
la eiixadresada de verde e um par de bolas. Este
escravo tem 18 annos de idade, cor parda alaran-
jada, cabellos um pouco wspo, testa larga, esta-
tura regular boa figura intelligente, hora copeirrf.
coziu a sofifnvel mente, edosronfia-se que sabe ler
e escrever um pouco. E" natural 'fa Serra do Mar
tins do Rio Grande do Norte, onde lem familia, e
resida o seu primeiro senhor. Consta que tem ap-
paiecido no bairro da Boa-Vista e em fogados, e
suppoe se que, como seja cozinheiro, tenha-se con-
tratado com alguera em urna daqueilas freguezias
Rogase a apprehenso do dito escravo, condutin-
ido-o ra do Conde da Boa-Vista n. 51, oa roa
do Bom Jems n. 3, onde se gratificar generosa-'
'mente. i
Vende-se o sobrado n. 49 sito ra da Moeda,
com dous andares e sola >; um dito na i na do
Apollo n. 43, em tres andares e soto ; urna casa
terrea na roa do Fogo n. 3 ; urna dita no Areal
do Forte n. 14 ; um pequeo ofre de ferro e ca-
xas com vinho tino do l'orio : a tratar com Joa-
quim Alves da Silv, na ra do G>roml Suassuna
(an'iga de Hortas) n. 17.
Para Molostiai da Garganta, Feito.
e Puimes, taos como Toases,
Oonatipacea, Definios, Coque-
luche, Bronchitia, Asthma, Con-
sumpca ou Tsica pulmonar, ftc.
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amara!, Nabuco 4 C, vemlem cha preto e ver-
de, fumo ingles para cigarro e cachimbo, e rap
francez e nacional : no Bazar Victoria ra do
Bao da Vicnri.i n 1.
(lli verde c preto.
Contina a ler sempre na loja de livros da ra
estreit.i do K sari n. 11. cli de todas as quali-
dades, verde, prei, punta branca, e padre ; como
vinho do porlo mpennr, a caixa de doze garra-
fas por 16*000, ou a loUw.
Vende-se.
urna casa terrea na estrada de Joo de Barros
n. 17, e um terreno na ra do Principe, com lift
palmos-de frente e 120 de fundo : a tratar na
ra da Soledade n 34.
- Vende-se 4 canoas abertas que pegam de 800
a 1,300 lijlos grossos: a tratar na ra do Con-
nel Sea i a n. 3o. ________________
Peitoral de Cereja
do Dr. Ayer.
Antes de apparecer o PBITOBJLimnrn n historia .'.%
medicina vira preparayo alguma que tio ur.iversa'.e profun-
damente gnnhassc a confiauca excellentissimo remedio pai infenuid:ules pulmonares. Do-
rante longa serie de anuos, entre quasi todas as racas dos
homens vai gozando cada vez de mais alta reputacio e re-
nonie, como o melhor protector contra estas molestias.
Ao posso que se adapta perfeitainentc s formas mais bran-
das das molestia", e as enancas e meninos, ao mesmo
tempo, o remedio muis efficaz que se ]>ode produzir para im-
pedir o progresso da ruieo inelpUnt e todas as pcigosaa
afTeccocs do peito e pulmdes. Como antidoto contra attaqnes
repentinos de Croup, tdas as famitins Uevem o ter em suas
cazas ; e em geral, como todos sito sujeitos a constipacoes e
tosses e bom estar-se sempre prevenido com tam poderoso
remedio.
Posto-que a Titira DeetermU e tida como tem cura,
ha portanto grande numero de casos em que esta molestia
pareci ser declarada, mus que se tem curado radicalmente
pelo uso d'este PEITORAL DE CEREJA.
Milhares de casos de MoleMtUu da Garyanta o pulmea
que tinham baldado todas as expedientes da pereca humana,
teem cedido influencia do PBITORAL DE CEREJA.
Os Cantare* e os Oradures achanto o Peitoral um ex-
cfllente protector contra molestias, e de grande serventa
para ajudar a voz.
Sempre allivia a islams, e frequentamente a faz destp-
parecer inteiramente.
Km doses pequeas e repetidas, regularmente cura a
BronchilU.
Para Conttipac** e toei, nlo i possvel encontrar-se
milhor remedio. Toma-e* em doces pequeas trez vezes
por dia, e a noite nm escalda ps, ate se corar a molestia.
Para os zte/iuxo, quando enectain a garganta, deve-M
fazer o mesma
Para a Tot*9-tunm ou Cofutlueht, da-se em pequeoaa
doses tres ou qoatro veaes por da.
Para o Croup, doses grande* e repetidas, at te vencer a
molestia.
EfTectivamente namhuma familia deve passar s*m o PEI-
TORAL. para se defender contra os attaquet repentinos
das molestias cima mencionadas. Osen emprego com tein-
po, multas veaes poupara ao inferno muito* sotfi "icntos e
perigos que oocorreriao se tiv*s* d* es)>erar para outro anx-
Dio. Paes e maes, eonservae este remedio sempre m caza
Vidas preoioaa* se vos podare salvar.
As virtudes d'asta preparacio tm se tomad* t**a vul-
garmente conhecidns, qne no* dispensamos d* pabiiear aqu
attestados de algumas de usas grandes cuna, nos Hmi' n*s
a,assgurar ao publico que tu virtud** que oro ; sempre se conservarlo.
pbxfababo roa
J. C. Ayer & Ca,, LoweK, Maes^ E.U.
VKNDK BB FOR



I
'
I



mWSb te PteathCQ iQuaito Jaira 13 do Ag(#o de A&i
G
X
J
J
Em taze ricas de gosto
NA
LOJA E ARMAZEM DO-
JS. m Ra da Imperatriz N. 60
_?
DU


PEREIRA DA SILVA &finiURftl
Os proprieiarios liaste imprtante ostabelecimento, participam ao respeitavel public*-
desta cidadn e aos seus numerosos freguezes que acabam de recaer pelos ltimos rapo*
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazendas de gosto
e muiti pliantasiacana.vestidas de senhoras e mepinos, assira como tambem um grande
sortimento das memort* fazendas de lei, que se vendem por precos muiro em conta s
om o'rn d-pwr dinfeero.
As pessoas que _i_gocia_n em pequea escala, neste estabelecimento podero fazer
os seus sortimeiitos, jorque se Ihes tender pelos presos que comprara'nj asas estran-
geiras ; de todas as iazondas se dio amostras, deiando penkor, ou mandan>se levar em
casa das Exmas. familias pelos caieiros.
Este ..stablecirnento est constantemente aberto das 6 boras da mauh s 9 da uoute
A i*;nn ionn non _._un._ O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
omo slo iwm! \ I
Oa lequcs Indos de._nidrpjwTMa,JfaSneos c do '
fcOres e-jet., irazwn o dstico UNLAO uujeuras
tambem d_ mndreperuid cm nho relevo, lr-
nando-sa por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPEHANCA a ra tiuque de Caxias n. 63
(antiga do Queiraado) qnem os tem.
Sao de tartaruga-
Os brincos, broches, meios adercijo?,
coracoes e cassolctas, que esto oxpostas a boa
escoma das Exmas. (amantes da chique) vende-se
a Nava fisnaraaos,- ra Duque de Casias
o. 63.
209 tH&TWP'
AINava.Eperaoja ra Duque _e Ca*tas-n'.'
3, acaba de rebeber um lindo soriimeiito da la>-
aecas de militas quafldailes, vTnflo ente ellas, as
angaacada, bonec'as de, borrar-ha, assiai larfifeni
urna pequena quantdado de bonecas pretas aue
se tornara apreciadas pela ana novidade. ^

IM^A


Ebm'ttflL
lirun Daqac do Cax
i de <
isoo, 15200, aoo
bou mu b
granadina
c C40 rs. Europa, burnoos dos mais lindos" gostos
O Parto receben um brtUiauto sormento que at boje sao eonhecidos e em rejacio a
das mais luidas granadinos oreta com de h- ... ___,_ i.............. .. "TV
preta com deli- Sua excessiva barateza, convidam-se
cada, hstrasde efires epretas.quc vende pelo Exmas. Sras. para verem o que ha de mais
barato pr,v-o de lateOO o c .vad... Ditas to- oovidade neste artigo,
das decores con tetras miudiuhas em urna BRAMANTES PARA LENCOES.
ocovado. )tas O Pavo vende superior bramante de -
s cor a l?200 e 15000
Pretas com tetras de seda roas a 800 rs. Di- godo, tendo 10 palmos de largura, que^
tas preta com tetras brancas, azucs ever- precisa de 1 1/4 vara -para L 4eLl a
des a 0.0 rs. o c >vado. Assnn rnmn hnn iaa __. ___orJT^ ..... w
25500 o b vado. Ditas com listrinhas, mui- W boa fazenoa a 23000. E' pecbincha, na: lL de finissima silo
na n)ia oo Pavo. o_.-_.nn
>l
CAMRRA1S ABERTAS A 95 E lOjJOOO
O Pavo receben um elegante sortimento
das nuiis linas combraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vende pelo barato
prevti de 9;! e 10$000 o corte, leudo fazeiula
bastante para vestid-. _' pecbincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LiZINHAS BORMAI USA 400 RS.
O COVADO.
O-'avao recebeu um eioganto sortimento
das mais lindas tibiabas transparentes com
Hornillas, bordadas, tejido de todas as cores
inclus.ivi'1 rocha propria para viuva, o ven-
de p lo baraussimo preco de *O0 rs. o co-
T_do. );- pecbincha, na luja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
0 Parto vende um bonito sortimento de
(zmms tislradas sendo das mais modernas
q i' i vindo ar mercado, pelo ba-atissimo
.> !e 560 e(00 ors. ocovado. E' pe-
i lia, na loja do l'avao ra da linpe-
: .. AS .A\ RADAS A G40RS.0 COVADO.
t'iugou ra a [aja do l'avao um elegante
lito das mais lidas alpacas lavradas
rres sendo as cores mais modernas que
vin U\ para vestidos, e vende-se pelo ba-
simn proco de 04-0 rs. o covado. E'
chincha, na loja do Pavo.
PSSAS ERA.NCEZAS A 000 EG40RS. 0
METRO.
l'avao receben um magnico sortimen-
to das Tiais Hados cassas fran czas, de cor,
cornos mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padrea escures o outros que
se rem para luto, c vende a 000 c G40 rs.
itio ou 360 e 400 rs. o covado.
LZIiNHAm MOI-)ER.NAS COM 1.1STRA DE
SEDA A 640 rs. e 13>200.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
le las com lislrasde seda assetinada, sendo
asm : lernas que-tem viudo aomerca-
eoin as mais delicadas cores, c vende
pelos baratos procos de 040 rs e 19200.
Assim como ooiras muito bonitas com listras
sena ser de seda, que "vende a 500, G40 e 800
rs., tudas estas las so modernissimas. E'
pecbincha, na loja do Pavo.
I luas a 340, 3 O l'avao recebeu um grande sortimento de
chitas de cores lisas, que ven le pelos bara-
tos pre.j s de 240 c 280 rs. o covado. Ditas
escuras f.izctida muito superior, com novos
padrees a 320 e 360 rs. b covado.
Ditas nniit tinas padres claros em teci-
1 s de pefcalos, com barra de cor ao lado e
sera ella a 3i e 400 rs.
litas prelas com tecido de crctone, fazen-
d i muito superior a 3i0 2 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, mjudinhas, proprias para
roupa de criancas a 360 rs. o covado. E'
pechiticha, nalpja do Pavo.
SBuptiMtti a dOO r. o covado.
O Pavo recebou um elegante sortimento
das rnais modernas baptistas de cores com
padrees miudinhos e grados sendo proprios
para vest los e roupa de crianza, pelo bara-
tsimo preso de 500 rs. o covado, affianc^an-
do sor grande, pecbincha !
Co'cm de caiubrala. ultima no-
vdad,a J-rOOO.
O Pavao recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badiqlios ricamente bordados^ tendofazenda
snffioiente para vestido dequalquar modelo,
estes vest los sao os mais modernos que tem
viudo aj mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tima n-se recommendaveis s sunho-
ras de bom gosto.
Ditos com baados de coi, tendo 20 me-
tros de baba! s a 95POOO. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOR,
O Pavo receben os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende polo barato prego de 209 o 30i>000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia bianoa com ristras assetinadass que
vende peto ba Ditos c >m liaras de cores, tendo 8 varas 3
4$ e 59000. W- eelHucha.
ES,P*RTI.0S.
O Pavo um grande sortimento
de espartbos tanta para senhora como para
menina, que vende | -to pre.-n de
3JO0.
Ditos uiuiofinosa 4J e ^?SM- Sao dos
mais mcal^ruo ,fu e tem viada ao {pe*
cado.
a o a) rs. o evado. Assnn como boni- 15600 o metro ou UNJOO^ vara.
tas herejes deseda-p^ra vestidos comas Dito de linho fino superior e muito en-
maishn las cores a 15000. E' pochincha, corpado, com a mesma largura a 20400 a
na loja doiavao. vara
POUPELLNAS A 1600E2J?000OCOVADO. Ditosfrancezesmuito finos a 2&500 e
O l'avao recebeu-um elegante sortimento 35000.
das mais lindas poupelmas do seda com os |c de Hamburgo e panno de linho, ten-
inais lindos desonhos e mais bonrtas cores, do c m 20 e 30 varas para todos os precos
que vende a 1^600 e 25000. e qualidades.
*E\s L CORES A aM0 RS. bitas do bretanha de puro linho, tendo 30
O Pavao recebeu um bonito sortimento jardas, pelos precos mais baratos que se tem
das mais lindas sedmhas de urna so cor com visto
senho; niiudinhos. que vende a Pechinchas de Gnissimo esguio en silzia
).
silezia com 3* jardas
a 355000.
Atoalhado adamascado com 8 pahnosde
largura a 25000 a vara.
* 'itlf-as de caseniira.
0 Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira, assim como cortes-os
mais modernos que tem vindo nos ohmios
liguriiios e cm faeonda, dos mais 'finos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vande-sc por barato prego para apurar dV
nheiro, assim como calcas de brim branco e
de cores, por-pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHAD0S A 15800 25000.
O l'avao rende duzias de lencos brancos
abainliados, sendo azenda muito boa, pelo
barato proco de 25000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 17800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 3500O,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 35600
MEIAS CRIAS A 49 E 50O A DUZIA.
O Pavo vende duziasde meiasewas, h-
glezas pelo barato prego de 45000*0 55000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 65000, 75000,85000 e W#000,
e um grande sortimento de meias inglesas e
francezas, para senhoras, que so vende por
preco muito cornmodo.
MADAPOLO FRANCEZa 65000 E 75000.
O Pavo vende pegas de madapoo fran-
cez, que semprc se venden por muito mais
diubeiro e iiquida-se pelo baratissim prec,o
(5000 e 75000, por ter feito urna grande
compra. E' pechincba.
ASgodloziiilio a Ir.
0 Pavo vende pegas de algodaozinho,
muito boa fazeuda, pelo barato pFe^o de
4$ e 55000.
Dito largo muito-encorpado, proprio para
toalhas c lcnces a 6^000 e 75000.
CAMBRAIAS.
0 Pavo vende corles de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 23P500
35000.
Pegas de dita muito tina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 45, 5?> e 65000s
at a mais fina que vera ao mercado.
I'A N -NOS DE CROCHET PARA \DEIRAS.
0 Pavo tem um grande sortimento de
pannos do crochet proprios para cadeira de
balango, nana ditas deguarnigao e para so
f, que se vendeni muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 65 E 85000.
O Pavo vende colxas do crochet proprias
para cama do casal, pelo baratissim o preco
de 65 e 85OOO.
Ditas do fusto acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento do ditas de damasco,
cretonc e de chita, que vende por precos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCA1XES COM DUAS. SAIAS
a 49000.
O Pavo vendo bonitos cortes de perealles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 45000. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 55000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereipa da Silva & Guimaraes receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeifis decr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa quajidade,
por terem sido remettidas por um dos-nr
horos fabricantes de Paris, e vende-se poto
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 65 e 89000.
0 Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos preco,
de 29000 e 29500.
Ditas com .guarnigo de pregts e borda-
dos a 39500.
Al#dau enfocado a $c4M>0 a
vara,
O Pavo yendg algodo americano entes-
tado e mujtp ncorpado, proprio pa|a toa-
Iba e lemjas, e]o barato ore^o dB'4|QQ0 |,
vara.
Dit 1 franp sendo trapeado o VMt0 eD~
corpado, Dlo bara.qssBio prego de.|12J0 q
metrp.
Ca^emlw a #%
O pavjD jen* cuartea ^.m^HJa^^1^'
,2^u .seudoteej da Hndu superior t)ise sem-
pre se venden por mm diteiro, > li^uA,.
dam-6e a f 90*0 o 6#i
Ditos a-9000.
imm mmu
J)E
.CMiPiro'Viaiiiia.
A Nora
63, lecheu verdaSeiro ciineas ia|te7.. p
to pm eoucorur -pocce|^oa-^ bem
Vest'do'per^idi
pitas-vezpsnm vestido terna-s-i
/oio,. 8omente,por es|ar mal etffettado: a'"fwv
peram^a ra Dmpie de Caxias n. '*9/ remore
Sffl'SPSSSiBSO M t toan *i Yitkm n. 22.
colher-se volitado jwhi-cwhindo, entre,-estas a?
moderna* fanjas rasaicas,.fliiejiila.sua rariaAa-
de da corea, fiea.hepi jn-, tpsi tofjas.324Tazadas.
A ella antes que se a cafetn-
Balas ebosrmcka
Yendem-se deleflos os Ismnaho raa Cufae
i Caxias n. ,63y na Nova *Eperanca.
abeUos breoste tem quem
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63 aca+ia de receber *Terdadr tintura de Des-
aous para tinpir o? eahelios, o qae se cons
(empreeaudo-a) rom mflita MSitUt, e
motivo, eaMIo brancorsc^teni qnem qm
Esto rm moder
Ordnturoes docouro, tpTDprras-pan aftihera,
Sne receben a Nova EBpertn^i wi Dbqne *
axja n. &t. man, sim, ntwwra, estaonu niodwf
Se queris ter on reKar um rnrstlhete *r
cheirosor eravos brancos para o vos casamento,
ou para ontro fim apropriado, necesgarin ir
Nova Esperan ca a ra -Bneoe de Caxn n. 63,
que all eacontraireis os meliores jmM&hvquets
qw se pod desejar.
Agua florida, -de- Guislain^,
parafazer os cabellos prec-
ios.
A aguia branca, na Deque- de Caxias n. SO,
acaba de receber nova remessa dh'apreciavel aqna
florida para TAzer os eabedos pr?t#i. O Ih.iii re-
sultado colhi por juem tem feito uao de?sa
inofensiva preparagao*. tenwiUamtnte Onnccitaa-
do,e por isso *p*s se hz.'le!i*SRa.Tiniein no-
vamente dei|a precise qneira se aproveitar da
sua utilidade. Tamben veio ag de topasii r
leo- Borido para o nvwrao uso, e Mte aorediladcA
enmo aquella.
, A' eje grande estabelecimento tem che-
gado m bom sortimento de machinas para
costo, idc.todossiantores maisacredita-
dos nhimwnemen Europa, cojas machinas
fgo garafrtidas ,por um auno, e tendo am
perfeito artista.para cn&Rer as mesma, em
qnalquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'nm
annn sem despffido,algara do comprador.
Nest estabeteeinaeilto tmibem ha pertenga
.para amesija#tnacRnas e rosuppre qual-
Xjuer pega que seja necessario-. stas ma-
chinas trabalbar com toda jterfeicao de
um e dcHis pospontos, ran/.e r bordtf. toda
qualquer costura-por fin que' BBJB, seus
presos shfyda segaikrtequalidade : f>fra tra-
balhar a ro de 3O9O00, VO&Wi*, 45*000
c 509000, para- trabalbar com CMisode
809000, 908000, 1009000, i-l-09000,
1209000, 130900, 150??000, 24>9000 e
;f 599000, eraquanto-aos autores r/te lio al-
tera^o de precos. eos compradores-pdente
visitar esto estabelecimento, que nuiito- de-
vera> gostar pela vanedatle de Objetft? qn
ha sempre paraTrcndcr, como sejam : oadei-
ras-pnra viage malas-jwtra viagemr eadei-
ras para salas, ditas crianza (altas), ditas-para escolas, cesturei-
ras nqpissimas, para senliora, despensaveis
para eraancas, de-todas as-qualklades, camas-
de ferro para horaem e enancas, capenos,
espehV*~dourado9para saJa, grandes-o^e-

BAZAE
Lourenco Pereira Me 11 desfi4piarles

Declara a seus freguezes que tem resolvWo vender
saber:
o mais barato que lar. pnaskel,
VoHaR P hrTTIOfm o- rrnqefva.q^n0srpparelhc* de metal para cha, fa-
eT ? ? S* ft',eir0s m,i cauo-d*rtal e de >Wi*,.
a1]0la6S C CESSw ditosaaisoft,colhereRtlemetalfin>,codiei-
A afmia branca, ndo Duque di Cixias-r. '">' P8 5*,a. 3***, guarrta-co'nidas-de
30, rettebeu no-a e beoias voltas e brincos de rame, tampas para'cobrir pratos, estniras
grosjos ^oare*dri drea e ftmfremf)c(iati4peTa orrar-*las,lavatorios-completos, ditos
nna a vende-las .porpre?o eommodo. Imples, bjeetos para toilette, e outros mu*-
Jxovos aiademas aoiiraaos e'tos artiga q muito nmignu a todos
r>rvm x^^paa 9ue 'isiiorem estegr.'mde estabelecinconto
wm fieutds. [. se aeha aberl0 (Ij3>tlo aft & ht)ras da m(h
A afma branc%a.ru do Duque do Caxias n. .L^,* atf; Ahora"; t t-
50,= recebeu novo sortimento de *onit. diado-111 te M-Jhoras da _noute 4
mas diwrados e rom pedrs, tanto ronaeninasijlua (JO BaraOUa VlCtOPia II;
como para senhens:
CQleccoe& de traslados ou^
normas para eserever-se. |
A aguia branca, ra Dnqne do Cixias n. 50,
reeobeu nvas rulluc^oes ou normas para, 35 crian-
cas apreuderem a escrevsr por si mesmo, hoje Uo !
usadas as aulas e collega; e come sempre ven-,
de-as por pre;o commodo.
Meias cru&s-fin&s para meni-
nas> esei^ora^
A. loja d"auia tranca,
CHiTAS A 100 glOORS.O COyADO.
Vende-sc chitas frpccias largas com to-
que de avaria, a 160 6 300 o eevado. Di-
tas limpasa 240, 280 e 320 rs. o corado.
CASSAS F1UNCEZAS A 320 US.
Yendff-se cassas francezas a 320 o M# rsj
o novado.
LSINHAS A a#0RS.
Tendo-se lsinhas de cores para'"vestidos-,
a 200, 360, 4t>0 e 500 rs. o corado.
ALPACAS A 400-JlS.
Vende-se alpacas para vestid* a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
C0BERTAS DE CUITAS A tfl&OO.
Vende-sc coberus de. chitas de oeres, a
H9O0 e 29000. Ditas de pefcV) a i40.
Coisas .de cores a 19200, 28500 eAgfiOO.
CHALES DE'ii A 800 RS.
Vende-se chales de l de quadros a 800
rs. e 1JJO00.
Ditos de merino a 29, 39, 4C e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas do cambraia branca trans-
parentes o tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 o 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se sarae brancas e de cores, par
senhoras, a 29000 e 29500.
B0NETSA500RS.
Vende-se bonet3 pretos do seda para ho-
mer.s, a 500 rs. Chapeos de palha, pello fr
maesa, a 29, 29500, 3900 e 49000.
MADAPOO A 30000.
Vende-se pecas de madapofio efestado a
3900O. Ditos ingleaes para os pregos de
49, 495O0, 59, 69000 e 7900O.
ALGODO A 39500'.
Vende-se pegas de agodo, a 39500, 49,
e 59000;
BRAMANTE A 19600.
Vende*se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 e 295O0 o
metro.
GRANDE EQIDACO DE-SABONETES 280 RS.
Vende-ae urna grande porijo de jabone-
tes inglezesi a 200 rs. Bitos franeezes com
ebeiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200,320 o SOOrs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORUS-fiE BRMB&CWtES*'tW>.
Vende-So cortes de bfim de cores par
calca,,a 19500 a21000.
BOTHSASA39O00.
Vende-se botinasjwro seiiboras, a SJOOt
39500, a Das ailfes'Que se acabem.
ROOTA 'ff-A NACIONJUt.
t enuo se oamioao oranoaPj^a 19600, 29.
29500, 39000 c 49000.
Calgas.de casemisas de cores, a-59, 69 '
79000.
Coletes de casemira, a 29, 29500, 3f > *
ftAktosxk cawmtwi, a iSeroulas a ifi e J5600.
Mtf1>M!8A-4?4B4lg: *"
cores a 44*. X
1\
as
I
.a
Veajdc-se brim de todas
rs.' otriTaio.
LBUCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se a diaia de Jenc/B brincos,
900%. Ditos wjm barras de cores a 390W
BTtos-o'!inho (.
TOAtlSS A m RS.
Vaodc-sc toalhas para rosta, a 800 rs.
19000.
(iRAttkTAS DE SEDA PRETA AUoDRS
Venlle-se gravatas de seda preta, a 50f-
rs. cada urna.
CH1 fU^.PAHA GOWriOA- A 280 AS.
Vende-se chi fs.-o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19800.
Vende-spd'0ef parameninos, a iflSOO.
RSPARTIL'HOSTARA SNBORA A IRttOO
Vende se icspartilbos para sonbor,
3^500.
PENTES A 890 RS.
Vende-se fntes-de alisar, *240, 3t0
400 rs.
PO'S DE ARROT A 240 18.
Vende-se pos deoarroi era caite, a 24o
rs., para liquidar.
ESRELHfS A 240 RS.
Vonde-se espfhos-8e diversos tamanbos
a2*0 e 320 rs.
TESORAS- A 320 RS.
Vende-sc 'tesnuras-6V diversos tamanhos
a 320'e500 rs., para liquidar, e qhbvoi
muites artigos que se ende barata-para li
quidaeo de facturas
22.
Nao ha mais- bellos
brancos.
mm JAPOEKZA. .
Sr'. e unitraapproviutti pelas academias-da-
5jsdencias, n^nhecid snperier a toda que
n. 50. icel)ii noTO-sor4to d.v|iMUa to pro- 'tem appar^cjdo ate hojg. Deposito pnnci-
analv-
de2i
de sewmbie de 1871, e aPranefc.-. do Ir.-.
Gomes Freir ao Ir. Oifcj; assitn. como a deste
Cav. R:.". f.'. Ven. ao redactor do Echo
dfRqmn, datada de Coijpra aos M o dezembro
Lvas de pellica pretas a de J^SadrSrtm^&X^6*
curadas metas crua^-aasa senhora, viniio iguat-
mente para meninos, e contina a veade-las ptpj
prejos eoniinodos.
Veos ou mantnia^pretas.
A loja da afnla braaea, roa dn-Hnqne de Ca.-
xiasa. 50, reccaaa: bwwlos veo ou mantinhas
pretas de seda esm flores, e outrss a rancio da
croch, e. vendo -as- pelea barato presos de '.liy
4* e 60O0. A auauk boa e ti em perfeito
"str.do, pelo que oonDa a ten prooipta axinus
aa
Perfeita novikde.
Grampos com bttcboletas, beaonr.os o gaa-
nhntos dourados e coloridos.
A loja da aguia. branca, rata do D^s d
Gaxias n. 50, roceteu novo graupns cmm her-
blelas, bezouros-o gafanhotqe, o quu de certa
perfeita nov'id de. A quanfcdtuie pepuena, e
por isso em brove se acabara.
Novas golliahasoriiQ|(Ja6K>m
pelibeia ou afiniutto.
A loja d'asuia branca va Duque da Caxias
- 50, recebeu urna pequea quantidade- de boni-
s e novas geilinhas, trabalfeo a 14' & sed, on-
neitadas cora arminbp, pbgas estas de omito gosto
e inteiramente novas'.
Graiapos, briaoos e. lozetas
dourados.
A lpja da aguia brca, raa-do Duque
Caxias a. 50, recebeu, novamente bonitos gram-
pos, bincos e roretas dourados ; assira como
novos diademas de ac, e' cimo.sempte conti-
nua a vende-los por pregos raaoaweis
pal ra da-Cadeia do Recife, hoje Miir-
quez de Aitbuda, 11. a-I*,. 1.u andar, e em
ttodas as- boticas e asas- de cabellei-
reiro.
Sgm DEBASBimGD
As niaiSJ'A.'centKS e inelhrwes.
VendKm-senaphariaacia enirogarialeBar
Iholomeu & C.. ra Larga losario o Rn. 34
,N rw* do Coiuib6co a. ti vonde-se. vinho
do Porto 3 Stoerrcy, de wa quaJidado e barato, em
harris.__________________________________
SGRES0 ECONOMA CELERDADE.
Obtern-so cosft o uso
DA.
mjEcgio shost
Uni^a, hygienica,radiealenfal_ivol nca-
ra das-gporheas flores brancas e (luios de
toda especie, recentes o_ chroicas; e que
offsnfl ooino g;Hrti_rle sal uta res resultados
a continuada applicaejao que sempre com a
mai.r v;.uta$__ su Win feito dcla nos 1...-.
pities do Pars.
Unicndepos's-O.paraoRrasil, Barthr>k>me>i
& _., ra Larga alo Rosario n. 34.
' Vende-sc a.arinacio e mais beinfcitorias da
laja da rm do- Itange n. 12 A, propria, para
qualquer B_gs_s : a tratar na mesma.

GRANDE REBUCg EM FBEQB
Attenco. Atten^o.
Na loja de Soases Leite Irmos, raa^BarlodE
Victoria n. 28.
Caisa de linhade marca, a 200 rs. Idem-klem de ps-sb-inez, rnitito boa, a
ttarrafa de agua florida verdadeira al<3_00 500 rs. e _000,
Abotoaduras para collete, de todo os; Du__s>de sabonetes de amendea, ^215500
getos. a 200 rs. e 33000.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito Fraseo om opiata i____.it> hoa, a 15000 e
be, a 1900*. 1J5500.
Garrafa d'^aajaponeza, al-rOOO. Diraa-destboiictes _eanjiriho'trawpar.n-
blem idem divina, a 130CO. tflSj a _VE-2oo.
Dzia de peeas de eonlao imperial, a i,iem lem com ftf>s, -a IJSvO.
A maqonaria cSesmasea-
OaYnhaS PC\m r___. dmirnr_rv_ eneollecca doaartigoado__fco _v>.'io, 3/
\jai__-im___l_i 1-U1U pb UUUra-UOS -an(]0 a cir_Jr do Cap.-. Pr.-. Fed.rneio
e prateados, para cabellos^
Ycndc-se na bja da Aguia Branca ra do 9a-
que de Laxias b. 50.
2i rs.
Frasco core-tnico oriental-de Kemp, a a
iooo.
oza *>s franceses, .cante donra-
dsa3J000.
dem idembeira lisa, a 25200.
irasco core oleo Oriza verdattetro, a
000.
t_aixa de botoes de ceso para oalca, a
200 rs.
Cavia de f ;pel amisade,. beira degrada,
a, 800 rs
idwn ideja>idem lisa, a 600 rs.
dem idem _(_e_o, a 400 rs.
Caixa de ekvdoppos forrados, a TOO rs.
l.ii vis de pellica coro pequeo toque,
a 320 rs.
Duzia de-carreteis de ttnba, 200 jardas, a
TOO rs.
dem idem 60 jardas, a 300-ns_
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
59000
Duz_a de pecas de trat-sas. caracol branca
400- K.
'lem idem lisas, a 200 rs.
Salim.t.'-ies lilyc I 800 re.
Caixa de pennas 1 ___*y, a 800 rs.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopgvss tarjados, a 5-SO rs.
Leques de osso sndalo tara sM_horas,
a 2B000, 45000 e $J000.
i Kitade velludo de todas as cores oltrgu-
r.s.
Mem idem de sarja idem idem.
Chapeos para senhoras e meninas.
Sntremoias e baados transpare*_se ta-
pados.
Botinas para senhoras, a 4-5000.
Retroz ,preto e de cor, em carre-
tel.
Lindas e elegantes cajxinhas dos perfu-
mistas E. Codraj, Gell Frres Rieger,
ote., etc.
Majo d&ftta ehineza, a 800 rs.
Caixa do linha com 40 noveflos, a 500 rs. Quadros core_santos e estai__ivs6 separa-
Besma de papel pautado, a 25800, 45000 das.
e 5J.800. Espelhos do moldura dourada, de todos
dem idem liso, a_#600, 3&500 e 5000. os tamanhos c-precos.
Coques-modernos, a 35000.. Garrafa de tinta rexa extra-fina a ljfOOO
Caixa.de pos para.dentos a 200 rs. Microscopios (sera vista) a 35000.
outra
odres.
Rgmi}.
Acatos de hegar d Lisboa sta obra, e vende-so
ao n_- do arco de Santa
A loja da Aguia Branca, roa Doq__> da Ca- na vraria cconnmira ao pe- do arco de
xias n. SO. redebeu _ro nertimeato d. _v_j de Ajjfconin, prego J fSSP-___________________
pefflea, pretas e de oatias coree.___________^ rNaTa" Se'Santa fhert n. <*V, taverna, ven-
Mdico
pre^o,
Vfnde-se nm, terrimo com 30 pahpos de fren-
te e 600 a 800 de fpndo, no tugar de Aguazi-
nba le Brberibe tendo algumas arvores He fructo
outras muias j em' bom tamaito e de boa
BOREMS.
Bonecas de ora do todos os tamanhos, eom camisolas e ricamente vestidas cada
ama em sua caisa, bonacas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
objoctos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, achinas para cos-
turo, transparentes para janellas, e um completo e variado sortimento do miudi_asque
se ternaria longo mencionar.
Ra do Bardo da Victoria ii. 28.
dn-se am torren a 0.1 o palmo. Na mesma casa
vaade-se uns trastes usadas, de Jacaranda.
Bom negocio.
a Vepde-sa'o engenho Camevozinho", copeiro e bom j
qualidade, muito boa agua fiara beb^r por ser a maedpr, distante da ^M Je ^fia-Preta tres
sua naaceale de urna pedra, *QJn urna exoeUetle efoa., pode safrejar de 3 a IJK pas de assucar
baixa para capim, a proxinap estacao do Porto e con> noa9 ma,as de exfiellentes madeiras : a
da ttadeira : quera Dieteode-lo apd diriaiisse t'ata m "ief"no' o" e*1 c,lla(le a "ia Dn(1,lc
,ntt.do Alecrim n. i, (js achara oom Jftir. tra- Caxias n.40, eom foaniiim da Sirva st_,
Xjarope d'agrio do Para
Antigo e concaituado medicamento para
anta das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado amela com ptimos resultados no
escorbuto. _______
_ nho Bordeaux etti barris,
mr.
Grande liquidaelo,
Ha ra do Queimado n. 43,
Em freje a Praiaha
f-Ltztibas de ijuadtos a 4u, 160 e 300 rs. o co-
vado.
Chitas de coras seguras a M_) e 180 rs. o covado.
Maday -leo bara a 44 a peta.
Mgam T a 44 S_> a paca.
rTxa* de toato, pr______ a dtfOC.
loares fatendM a 6_ a ___a
para ___ai__is, a 00 ra.
___._> pv4__a*a -4M0ia vara.
dft oaaomir de c r, a 5_L
raiiitas. outr,s fazandas a. aseaos aV> san va-.
rcente-
(sa de H.
mente chegado, vende-se .em
Lfiger, H da Cruz n. 68. ______i
"Sg^bo feriiMito.
feade-te urna pattsno enfabe Pepinaijo, bem
as __tedas srrespendeflis-da afras do ao- de-ae urna casos fequsaa, de aaiasdio, m vifas
t^P a 1873, em mo do cojBseahw do dejaawsia de Mctalwoa,-8 dUaa _e____>
TASSOIRMAOS k C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos coramodos.
Tljols encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto,
Cisaento Porand.
Ciipento Hydraulicc.
Machinas de descaro^ar aljodo.
M.vobinas de padaria.
Potassa da Kussia era barril.
Phosuhoros de cera.
Sag em garraffles.
Sevadinha em garraf5e.
Lentilhas em garraoes.
Wmtn da aJmaica.
Vijho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vijho de Bonleanx, dito.
Vinho de Scherry.
Viaho da Madeira.
Pobs com lnguas e dobradas inglezas.
Licnres finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Lafes de toucinho inglet.
Barris com repolho eA salmoura.
Caes d Mais val tarde do qqe
nuuc .
Aviso iiiipfiHan!k.
i Avi-a se aos amantes on apreciadores dos
SONB06
aceoipc delicioso que se preparava antigamsnte
NA CONFEITAM. DO CAMPOS
que os propri^urios daquelie estabJccimen re-
solveram do novo fabricar- tao delicioso manjar,
nao s para sa|isfarcr alan fias encommendaa, co-
mo fara rriar novos cansumsiilsres.
E mandar!, buscar all, ao menos
urna duzia de
soispr_$
para, a sja sobremeza ?.....
ilganie
As akilias do fabricana Vfoc Boulevard du
Palais, sao __ oiel_i_s conhecidas, pois que cos-
_Kvam-se perieitaqicnle nos climas calido, como
a axyeriencia ftpntj>t.meptft o est privando. _
.de Om a i 73, .
_s___b_dswrenho Francisco A"on.o de Mello : quem ci||fes,de amarelk) e d^snfadas, a trndon sem.
TT .____._____ __. j. /__.. un .._;,:- ,_..__ a. 4U hn._o_ "nn nm n <_p ______ __\__r>_
1W [| o 43, i ruado .Qneiaiiito m frente ^ p*_Sd.^d^>k sna iVs Cfw a. W, primeire mare da Uta bar4, ou eom o Sf. MMOl parJ35S&Pca
deiro biter hesperidlna, superior e acre-
4 venda no armazcm de Tasso Irroioa &.
do Amorim n..3P
Veae estado
a Ira-

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-




.)
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Diario de Bernaniblicoi -+- Quwtfct feii&ii8ndev.i%c5ouik! m
Be i
SOARES LEIiE,
UNIGQS AGENTES
A"
lina do Barao da Victoria 11. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Taris, cm 1867, fo concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
do da Legio. de Houra, por serem as machinas mais per.
fritas do mundo.
A medalha do ouro, conferida i
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
DffilfTA
HOJli
MARCIUQ DAS N. 51.
-
E. Howe Jnior, nos
da machina de cos-
A-medalha de ouro na expsito de Londres acreditara
estas machinas.
A 9OS0O0
Cabe-nos o dever de annuuciar quu a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidad ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para era I'ernainbuco e mais provincias se verulerem as afamadas machinas de eos-
aira de Howe. Estas mactiinas sao justamente apreciadas pela perfeirao de seu trabalho,
empreando urna agullia mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
* pela introdueco dos mais aperfei^oados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
iferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Priraeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
r.ircuinstaucia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contera o material preciso para reparan qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friclo entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Pennitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu -
tas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outru lado,
e logo em seguida, sem modicar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi dcsconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio do Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
lugmentado o seu fabrico, e hoje ne allende a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acomnanha livretos com instruccoes em portuguez.
A 9fo000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
.B6te estebelecrmentosempre soHetto em otlerecero concurrencia do-respoilavel pn"
alico um completo sortitaento de itiiudezas, calcarte fwmcez, chapeos e quinquilharias i
precos- es mais razoaveis possiwiSi para o que recebe qjiasi todos os seus-artigos de pro
pria eucommenda da Europa e America, vem dar oubfieidade de alguns artigos por cujos
preoosbem so pode avaharos procos de outros nuiitos quesc tornara enladonho pu-
blicar.
MIUDEZA8. MUEZAS.
L para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito do dito por 2JW0O.
libra por oJKSOO. Botoesdesetim-pretos e decores, a600
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs- e ^OO a duzia.
linha com 4.papis a 60 rs., 24(1 -s, franjas braoew de seda ile Wdas as lar-
Voltas de fita de vciH cora lindos co- 8a1"8* -1*000* j^OO^o metro,
racjfies fingindo maaruperola, a 500 rs. Dltas de ore$ e Preta8 a 8O0 rs. e ,190*0 o
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu, me^-
Cales pretos de seda, de muito gosto de
cofcpanhadas com 1 par de brincos seme-
jante, tudo por 2^500.'
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre,. numerario a
gosto do freguez, a I$100 a duzia.
Diademas dourados do 19300 a 3JS000.
Ditos de tartaruga com flores a 2#000.
Ditos com borboletas a lJJoOO.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2?W00.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
e 29000.
800 rs. a 1JW00 o metro.
CALCADO PKAgCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49800 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enditadas, ultima moda, a
G9000
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 o 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
Voltas do aljofares com brincos, a29500. imira- Charlt, tapete e tranca, mais barato
' 10 % do queem outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha nhora; a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapcosiuhos para
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol do seda, inglezcs, cabo de
marlim a 1(9000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas de ditos com corages a 19000.
Ditas de ditos de coutas com cassoletas, a
800 rs.
losetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 19200
a -29000.
<"arures com 2 lagos para cabeca e peito
39 e 49000.
Kntremeios e babadinhos bordados de 360
<* 29400 a pega.
baldes de seda bramos c de cores, de
19500 a 29500 a peca.
Ditos de algodo e seda, de 19 a 19400
a peca
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papellesa 19800.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS RTICOS.
Granadme para vestidos, fazenda da ulti-
| ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
Toques para senhora, a 39, 39500 e 49.
Aderecos fingindo coral, compondo-se de
alfinete e brincos por 29000. ma.
Dito dito pretos por 29500. Ditas de Algodo alcoseados, a 640 rs.
Ditos de plaqut, compondo-se dealfineto, Colxas de crochet para una de casal, a
e brinco, sendo de muito gosto, por 39000. 69000.
Pode obter em pouco lempo com o uso do melhor dos lcr,re*-a fraimdi
A'
do Baro da Victoria n.
2 8.
SOBERANA E INFALLIVEL
1SJECCA0
DO *
MATTERli
im.

i.i:\ti;
Oa fecukiade de medicina de !*aris, cavalheiro da Legiiio d'hoiira
A bienuorrhagia, ou purgago, urna inflammacao do';canal da uretra, occasiona*
da a maior parte das vezes pela communicaco impura. Nao urna alTecco geral, qu-
d logar, como a syphlis a accidentes secundarios. E' una affecedo puramente ocal-
fCffectivameute, es medicamentos que ha muito teem sido applicados interiormente con-
tra este mal, taes como a copahiba, cubebas etc., nao produzem effeito seno communi,
ando s ourinas algumas das suas composices, que, pela sua passagem atravez do eanal-
e tornam urna verdadoira injeego.
Para quesera, necessario carregar o estomago com essas preparagoes nauseabundas a
repugnantes? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua acca irritante? Ares-
posta simples :Nao so tinha ainda descoherto urna mistura que, introduzida directae
nente no canal, produzisse os mesmos efleitos sem temer mos rosultados. As injeege-
'.o filiadas at aqui, conseguem fazer parar a purgagao, porm pela irritago consecutiva
que produzem no canal, sao urna ameaga permanente de aperto. afleccao muito mais ter-
rivel qui o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parto dos mdicos, que recu-
sara, com razao, de as em pregar.
Presentemente, este fundado temor nao existe. A injeegio que nos apresentamos ao
publico, que conta dea annos de bons resultados, nao interrompidos, nao irritante. E'
unti-blennorrhagica em toda a extenso da palavra. Queremos dizer, a causa do mal,
que ella destroe deeompondo os elcuwntos da purgagao e tonificando, a mucoza e as
glndulas donde provm a sua origem. A sua applicagao nao dolorosa, e se nina li-
geira impresso se segu sua introduego, essa mpresso de pouca dura, e segue-lhe
urna sensagSo immediata e nao desgradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhura
utro auxiliar para fazer parar ch muito pouco tempo as purgagoes, ainda as mais re-
incides.
Quasi sempre basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
ago qae resistisse ao emprego do tlois.
Afina de chegar a urna prompta cura, o doento dever seguir o seguintc
t." De dois em-dois dias, tomar ura grande banho, e permanecer nelle duas horas,
vmdoposavel.
2.a Lavar tres vezes por dia a parte doento com agua fria.
3. Dar tres injeegoes por dia : de manlii, ao moio dia, o noite. Apertar ligei-
ramentq o orificio do canal, alim de conservar nello o liquido um minuto.
4%" Usar um suspensorio.
5.* Vbster-se do usode bebidas espwituosas, o alcoolicas durante o trata-
meno.
Ha muito tempo qu* as flores brancas, leucorrhas, etc., taem sido consideradas.as
senhoras como causal a consa'tuigo aumica, que na lioguagem. vulgar, lhes chiiraam
pqllidas curess(marido ellasso ao contrario, a causa do enranquecimeuto, e pobreza
do sangue. D'ahi provem o erro q,ue rauitos medios coaimctteni anula, do tratar do
estado geral em, logar de cuidar do estado local, que a causa dos symptomaa geraes*
Nao logar proprib est* de tartarmos theoricamonte o factoque avanijatDoa, mas acredi-
tamos que basta, aponta-lo para que lod > o medico oonaciencwso o recoaheca o seu
vtlor.
A iwssa. injcao hjade sempre a suspender esseacorriraentos.semperbeldfi*aj qual-
quer medicamento ; mas para obt^r esse resultado preciso que soja dada- cora o maior
cuidado, e (me penetre at as mais pequena6 pnegas da, mucoza, poia qua ao fundo.
uoss ipjecgab a seryirem-se de preferencia a.cwtra quaiquer, da seringa^eita* fiocmi-
la d*um tubo de. vidro dQ qual a cxtremidle aedonda tem alguns buracos., Esta se-
ringas tem sobra.as ouU-as a frantagem d'abrir largamente a,vagina, e portada a.Bauco-
M, em contacto cgm oliqujdo injectado, goiuMo indiepenaavel para cura,
Duas colheres de, sopa da nos'sa injeegio la*gdafta'uia quantidade d'aguaisufficient
para enchT a seringa, bastam gara uma-iJQ&s*>. que devo ser repetida tres veze
por dia.
A nosy,tinJiectftL rophjlatip; Uto vita aml lima, s dura, contacto Usoeito, haw por ao abrigo, d* toUt* 0. receio de **&*.
fIKSPE
Faz oito anoos que ronhecido este (irecioo tnico, e diffieil acliar una peo
qoe, tfndo experimentado pes80iltnerte, do falle em son favor, j coro'' boa eatomc-
B apesador, iumimd um caiis deH emea de j-titar, on como faciiadur da digeti
tomando-ae depon.
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nfio bamn bat.itaote j BRASIL (a ten
especial das laranja) qoe t5t cooheca as prcprMdades medicinaes doorsdi froct
ora bem, a
em seu esudo natural tem om gosto pouco agradavel, e o mrito da lltiparidiiii u
stste em reter soae boas propriedads, e ao mesmo lemno apreaeota-la como
EXQUISITO LICOE
A HESPEUIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada que luvjar *
melbores huportc^es eoropas de cathegoria smelhaote. Estas, quando nwta, poda
W gostosas, porm a Hesperidioa a combinacao perfeit do
AGRADYEL E SBVEL
Para prova de qne um artigo no qoal pde-se ter inteira conftanca, por sar por
e iooocente, basta d:Zt:r-ae que oi pleoameite approvada e autorizada -p-?l
HYGIENE
do lvio de Janeiro, permitndo sna vra elaboragSo no imperio; oatr.
BO% PRO-FJL
a accestacao geral qne tem em todas m partee oqde .apresentada. Em 4864 eitao*
lacese a primeira fabrica em Bnenos-Ayr.es ; em 1803 segouda em, Montevideo ;
do dia da chegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabriea qoe actoalnwnt
irabalba na corte. Em Valparai? e em toda a costa do Pacifico tem boa a>-ceiuc
tanto qae rara a casa qoe considera completo sen parador tm cma garrafa de
mu
O homem velho toma Hesperidioa para obter
YtGOP
O bomero doente toma Hespertdioa pars-oHtr
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOMEU t G,
34^-Riift Larga do Rosario34
0 humea dbil toma Heaperidma ^u*<-ohir,
Ncs bailes as doozellas eos mocos tornam a rJesperidica- pan- obter boa cor
aaimagio dorante os loncos gjros1 da
BARROS JNIOR 4 O., roa do tigwio feoorio 7? t" DdaP. netbonm mi
grande especifleo, e vendm-no no deposito sagaiote* :.
Jiaqkn Ferreira-Lobov cqa.da Impereri.
ZeferinoGaroairu, ruado,QmUMMVI
Marcelino Jote. Goocalvea uai Foalo, roa da Csdet* ti
Antonio (Comea Piwa. G:; roa da Gadefi
Aotowo:Gometittres;V C, eae*2fe de Novabw.
Gomes & IrmSo hotel, d Passagem.
\o aruiuem e Mwfmi Lopes. IteMo. M
L.25.

Samuel, Power Jobns-
tea.*. i
Ra do \$tt ti 38 e 4(1
F*j*ul tab m seub ire^iKae mudd o seu dej^Mlu d^ mactiinas a va-
por, momda;- e laxa da moito acrodada
i fabrica de Lowiaor para ra do Apuliu n.
38 e 4U, ond rontmuam a ter o mesmu sor-
Uuif'iio dOiCuMomo.
Fazem scieuju latBbgw 4- ti teui faiui uui
'arrsaju cora a fuodigo geral, pel i|Uf po-
de! oflerecer m para asseoiar qn-iiqner
machiDMiiu e iuhsujo narauti lo.
' OTM-oprieiaenuda funio feral txcvp
scwwe ao st liberes de epfentH' o
pessoas, qne teem eatabtlec.do nnia uc-..
cao do ferro e brouze a ma du Bru, jun- ^*
to a e.tacio dos bppda, onde ai>> ptajo vv|
qualquer obra de Biicun.ineoda ccru pertei-
'd e prornpiidi.
li me-iiHM riyam as pejsoa.* i|u. qiiHi-
r uii jlili:-ai sb .-eu sexi^ui iir oir.a-
rem h* ni'roa.uendaa eru ext do -Srs. S-
rooel Power Jobnsi'io & C. a ra dr> Af.ol
lo n. 88 e 40, gue atjiar&o pexaua no ,;-
5JT
uda eom quem poMamt amnidirT-M.
Apnareibo para tabrirar assu< ar, do -Vatenia.
WESTON CENTKEFOGAL
Umcos agecie^ era Peraambuo a (uuaican geral.
Para tratar em .ou eacripuirm a ra do Apoilo a. 39 40.
a

GRANDE DESCOSERA
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
PKLO
E' preparado este xarope de manac e rnais algumas plantas indgenas do Amazonas,
nao contm preparado alsum mercurial. Cura com rapidez rhoiiHiatismo, dores nos
ossos, erup^Oes sypbiliticn* e da-trosas, escrfula c todas as molestias que .lepeiiderein
desses virus. A sua cmposicSo foi approvada pela junta central de bygione pu-
blica.
A cada garrafa acompanha una explic.io para a forma de usar. Proco de cada
urna 33D000.
nico depositonesa )ro\iiici i ua do Baio da Victoria n. 38, cha* liarla de
Monleiro & Silva.
Pesos e med das
DO
r
Vj
Pesos Be ferro c latao.
Medidas para seceos o molhados,
naga.
do forro, cobre e lato, de estanto e tuta-
Vendem-se em casa de
S11AW HAWKES & C.
Ra doBom Jess n. i.
A Predilecta,
IJ
AE?
E sim seirhora.
das .Novidades 1
sim senhora.
Ser cri vel ?
Que se- posa vender um p.ir de botinas de du-
raque preio o de canno altopara senhoras por ?
E sim senhor;i.
Ciiivui advertir
que s no V- por das Noviilades. ra ii.i hi
peratriz n. 36, onde se eiicoi.U'ain bolinas de dj-
raque prel para senhora c em pt-rfeito astado
por 4.00o. cassoletas de ac >lo uliinio gasto, bra-
vatas para senlioras e outro.4 muilos artigos de
fazer arrepiar pclle e eabell nao s pea sua
elegancia, como pelos preeo porque sao veu-
dos.
L isto
ra da Imperatriz n. 36.
S Leito & Oliveira.
no cmpeulio de' bem servir aus seus freguezes e
ao publico em geral leu procurado pruver-se do
ue ha de uitllior e da ulluua moda nos mrca-
os de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
tos de que os seus arligos serio bem apreciados
pelos amantes do bom e barato passa a ennu
merar alguns d'eutre ellos, como sejam : >o s^ra por acato novidade (e e-la fresca) as
ALBUAS, os mais ricos que tem vindu a este "indas e fascinadoras fachas de seda, coro as com-
mercado, coui capas de madreperola, ptenles fivellas de tartaruga, primorosamente es-
tartaruga, marlim, veliudo e cliagrin. nialtadas de madreperola, que receb. u o por
ADEHECOS protos o voltas proprias para luto ; i'
assim c, mo, um Lomlo sortimento de
ditos du plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para punhof, o que se pode desojar de
nielbor em plaqu., tartaruga, madre-
perola. muxiiiii e sso.
BOI-t'^S de velludo, seda, pallia e chagrn,
ha de mais moderno e l ndas.
BICOS du seda e de algodo, tanto blanco como
pretit, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal o de madrepe-
rola.
CAIXIMIAS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica e sera
ella.
COQUES a imita..-.'ni, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADE&L'.S, neste genero a Predilecta apre-
sen ta um grande e lindo sortimento
capas de satisfazer os caprichos Ue
quslqutr senhora por mais exigente
que seja.
POHT-BOUQl'ET de madreperola, marfim e sso,
este um objecto mdispeusavel s se-
nhoras do bom tem, alim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as linas, ou mancha-
ren! as delicadas rnaos.
PEN1ES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cbenos e tirar bichos
PEB'UMABlAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubiu, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Bimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, aeham-se na
possibHidado de bem servir aos amau-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mensidade de artigos, alim de nao raas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do abug n. i A, pa-
ra coavuncer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:_
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
se Ja
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por banalsimo preco.
FLORES. A. Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol a ainda que nao es-
Mj* bem repcela de diuheiro.
FITAS. ja, bem, sabido do publico que s na
Predilecta que pocem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tlela, velludo, linho e de algodo, por
commodo prega
GUAMPOS da tartaruga, iniitaeao des tes, pre-
tos e de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senbora,
la eos e goliuhas de bonitas eres,.tam-
bem tem um bom soriiinenj/), de gr-
valas e retalas para homem,
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de l a de algodo,. pa-
ra senbora, meninas e horneo).
LEQUEJJ. Reos leques de madreperola,. tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos
por barato preco.
LUYAS de peluca, de soda, e o> algodo, paca
homeR e senhora.
LIVROS para missa a Pn'dilecta'apresenta a es-,
col ha do respeitavel publico um bello
sortimento uestes livros eom capas de
madreperola, tai-taruga, marflm, sso.
seldudi. o. coagrin, por preep; nuu,
razo^Keis,
Economa doiiiesfira
NA
Loja do barateiro, ra Io de
Marqo n. 1, de-onte do ar-
co de Santo Antonio.
Agostinho Ferrrira da Silva Leal
S 1 o ni |i.ini. i i.
Lazinhas escosse. as, fazenda fina e bonitos gos-
tos, a 280, 4t 0, 440 e 48" rs. o covario.
Ditas com listra* <> seda, fazenda lina, que sem-
pre euslou i a o00 rs o covado.
Baptistes com barra modernas a 460, 48 e 300
rs. o eovado.
Chitas escuras e clara*, Loa qualidade e bonius
padrees, a 260, 280 e 300 rs. o covado.
Madapolao francez muito fino a 7f00, B *am
vendeu por 9 i.
Toalhas alcochoadas a 64 a duzia.
Ditas felpudas a 8a e 8*500.
Chapeos de sol inglezes de seda tran.ada (l'a-
ragon) por 8a e 9*.
Len-.-o- com barra a lie 2 a duzia.
Ditos de linho brancos abanhados a 3|W c i
a duzia.
Rrin* de cores e pardo trancado liso, proprio
para ;dr;a.e paleiot, tanto para homem coiiu para
meninos a 410, 440 e 300 rs. o eovado.
Cambraias tronsparantes Victoria a 3*300,
3*800, 41. 51 e 7 a peca.
Esparlilhos para senhora bordados, que sempre
cU!4vMi6i.a3SMIII
Alem destesoulrus muitos artigos que deixamos
mencionar por jujgarmos desnecessario.
Guirhft '& Manta
i .< |
Vapores locomoveii de. tovpt 1- a 4, ^talrSf,
CorMjaa para machina*,
Taqudtts para, ^1
Solas' ^'Ihstf par
aataa de hwfa^inri-oabi-
Ss largo e ealre
FTegos Com cabeca de tri
vendm coustantomenta em
o seu.azn}awi ira do.Marques de Oi)oda nu-
wr*W;
VipJw.chanipimae Rodocar. Carta Waacbej]
fio dito V. Clicquot, gigos.
toCtiaoiliertiD, caixas.
OitOAHUngQgae,, id.an],
rMto^,ffslp^e'ldcuf<"
Dito S. Anitta, dem.
fctftShesrj. uli-m.
Cujiac, Martell (varladeiro), dem.
DiW Hennessy (dito), mi* '
Cidra Oampafn, idehii
Vanfrje branoo fino, ideal,
' dt*o refinado fino.iidem.
^ate Itonjer riov, 10 k;
ta ingleza, laUs
Joaquim Jes Qonqaives
Beltrao & Fhos
Teem para vender no sett eanriptono ra de
Commerco n. 5, o seguinte :
HGUAHDENTfi de cajii: oaixa da ti pu rafas.
% laf*n>a, idaoMitem,
ARCOS de pao, para barril.
CA db, Lisboa, recentcmente chegada
CHAPEOS de sol, par honww e seaho, cabo
de macan e aw.
FKIXESd* fe/ro, para perla,
FIO de aigodip da. Rabiada fabrica do comnien-
. mendador Pedrozo.
LINHA de ronr,
OBRAS de pabeta.
PANNO de algodo da Baha, da fabrica do cou>
nieBdador Padrou,
EJiTROZ d toda^ as qpajiade?. das fabricas de
Peres e Eduardo Wifitao.
FOCHAS proprias para botica.
ALSAFARRrLItA do Bar.
uffluAS da,cesa d Wdoi} o tamanho% ,
VW engasraaflo. ip. Poeta,, ca*a* de 11 gir-
rafas,
i dito Moscatel do Douro, dem dem.
deSetubal, oi i e *dajias.
i da Itel aagamfcdo, atuad 6 gar-
rafas,
de Collaxes superior, emaocoretas.
i d8 cajtl, caixai de gar fe.
Malvasia do Douro, caixaa oam si gar-
rafas,
Carcavellos, idem idem.
Vende-se urna mpsa
ra, e de amaretto
krslllo Das n. m>,
em oante.
elstica com r>tbOa9#
Bara ver e tratar, na
* andar, das 4 horas
Yeade-se
Barr eom carne d* 'neo e> do pono talgada
?ra mantimentos da navio*.: noi aMMrism d
uso Irmaos di Q. ra. do Mm*A ^
1




8
UTTERA
TBA,
Piarlo de Peraambuc..-- Quarta eira 13 de Agosto de 1873.
m mi.....
I
frsu ala> relilo**.
Tentativa de impugnando a parte substan-
tancial do dtacurso do Sr. Ur. Candido
Mondes de Alnieida, proferido no asila-
do, ua sesso do da 2V de mato de
1873.
(Conrlnsao
Por -norte 'le RicarJo, de Inglaterra, su-
bi ao tlir.mo Joto, denominado geni teva,
porque Henrique II lhe nao fizera patrimo-
nio; pretenden lo, porm, a corea Arthur,
o mogo, du'juo lo Bretanha, allegando o
direito de representado, pois era flilio Jo
un primognito de Joan.
Era Franja, ondo o direito feuJal tinlia
mais forja do que ni Inglaterra, nessi; paiz,
onde Philippe \ugusto tinha nteresse de
enfraquecer um poder concorrentc, vio Ar-
thur deca rar-se emscu favor .4n/oit, Maino,
e Tourena.
Depois de uma pequea accommoilago,
seguio-sa uma guerra de exterminio, desde
que Philippe Augusto julgou que nada tinha
a rocear de Innoceucio III.
Oexcicito fraucez sahio victorioso, o du-
que de Bretanha per>leniio uma decisiva ta-
taib,* cabio ras mos de sen lio, que bar-
bara o cobir (envate o m in 1 ni assassi-
nar.
*
* *
o vs estados da Brota -
rei di- Franca jiedindo
justica, comosuzerauo dalle.
Citado para responder pranle a corte dos
pares, Jen m de comparecer, n foi llie con-
fiscado tuJo quinto possuia.
Entretanto, ou a conliscaeo lo tantas
provincias fosse legitima, ou Joao, conforme
o 'direito fea la! s levesse sor eondemnado
a [lerder a soberana da Brotanba, a senten-
3 do tribunal dos pares s poda ser eje-
cutada tote d'armas.
l'hilippo Augusto tirou vantagem da pro-
verbial fraquoza do rei de Inglaterra, que
olhava in hiforeutemento para as suas cou-
quist is, assonhoreoii-se logo da Normandia,
do Mame, Anjou, Toitrenn e Poitu, deixan-
do-lhe nicamente Giii'nua.
A mai de Arthur
nha recorrern] ao
o descontentamiento, e a indignadlo dos n- guntou misteriosamente;
glezes, que chegaram ao ponto dedepolo, Luii, s ttt T
passando acor Luiz (ilho de Philippe |m, BlauMo* \ /wtou bastante n-
Augusto. () cmmo la Jo e me feblho antas Jo coSluroe.
V Tambera" rnami se recolheu seo
Se tudo qnanto temos exposto, nao pro- qtnrto lia alguss lempo, e eu eslava lando
va, Je uma maneira que se nao pode coa- quando o sent se toj.
testar sem offensa do sensocomraum, a om- E i proposito. Dina, techo necess-
ipotmeia que os pontfices remano exer* dade de-te fallar mai* de espado.
ceram sobre o poder temporal, que nem Entio sai. pela janeila do telhado, e
semprerespeitaram rbita deste poder,
ento o Ilustra lo Sr. I)r. Can lido Mendes
de AlmeiJa est no seu direito e tem todo o
fundamento para sustentar o que sustentou
no sen magnifico discurso.

No artigo suguinte concluiremos a narra-
rao do frtil e prodigioso pontificado de In-
nocencia III, que no anathema lanzado ao
eu te esporan.i em raeu quarto.
Concordo.
Pois a leus, que me parece que ouco
rumor l dentro.
E a linda joven cerreu com grande cui-
dado a janeila do seu quarto; entretanto
Luiz pro curava mu receioso a porta inme-
diata, que era a sua
Por fjm gento passos, e uma vellia sobre
infeliz conde de Tolosa, deu anda sobajas ,..uj0 an fixavam uns enormes ocutos,
lemonstrages do sou dominio lempo
ral.
S. Luiz do Maralo, 18 de julho de 1873
Joao da Motn.
O unja hm.
I
franquoou entrada ao desventurado man-
cebo, atraz Jo ijual penetrou iivisivel seu
arijo Custodio.
Momentos depois, Luiz, mudando de facto,
estava sentado em uma cadeira no seu
quarto, e seu anjo reclinado em um caire
perto de sen protegido, pens-ava no meio Je
Luiz de Maraes era um joven a quont Uvralo do perigo que to eminentemente o
falta va mui poic > para ser completamente ameagava.
feliz ; porm havia soffrid > desde o bergo, i)ft repente abri se uma janeila do SOtto
uns apds mitres, vinte e cinco anuos de prmirno, a appireoeu meio envolla em um
rigor isa pobreza, e nesses vinte e cinco m,,,-,, de invern a nossa conheeida Blan-
annos. fa mi lian son-se com todos os vicios din.i, que elle familiarmente chama-va Dina.
que entre a gente de posicao s pastan por j.z saHn ruido J'aquella janeila-, eurreu
necessi lades. e que- em cortos casos podem a sala a prestes desappareceu.
r.ui bem aceitar-se como recursos. Luiz, o wijo bom soguio aps o maiiceb pelo
beba, fumava, conhorto lodos os jogos, in- telha.; porm, seja que este nao lite ins-
ctusivo os .le prendas, e nao Ihe era iiidilfe- pjraSSt riwinpn. seto que ternera presa i-
rente o trato com o bello sexo. Estes qna- cjar espt-vtaculo pituco grato aos shs
tros polos de sua vida, faltos da attracco costumes, drr uma ilespediJ amorosa, o
O; deva unil-os entre si, brigava-o a caso e que ijuviudo a veilia criada de Luw

Joo sem trra solicitou n protocolo de
Innoceoeio ll, que se constHuio imnioJia-
mente jui Ja causa.
Man ou, por diversas vezes, quo se po-
sase termo guerra, sob fundamento Je
que uSo julgava ila queslo do feudo, po-
rm conhecia da materia do peecalo.
Exeellente e commodo sophisrna, para
arrogar A s o exorcicio do po ler temporal
em to los os negocios do mundo !
Philippe Augusto, porm, pouco cabedal
lign s amoacas do papa, e respondeu-lhe
que as conten las dos soberanos nada t-
nham que ver com a autordade da greja.

*
Subsoqueiitemente, Joo sem trra incor-
rou no odio de Innoceucio III por causa do
car leal Langton a que este pontfice, contra
gosto daquolle, elevara cadeira deCantor-
berjr, e tal disputa se desenvolven entre am-
bos*, ,|-i toda a IngLitena ficou interdicta,
Joao sem trra excommungndo e deporto,
nao achando, em to lo o reino, entre seus
subditos, um defensor, por sehaver tornado
aborrecido .e odiado geralmentc por causa
de suas faltas, ihinsticas e crueldades.

* *
Dispoz Iniocencio 111 do throno da In
glaterra em favor de Philippe Augusto, a
confessar-se o homnm mais desventurado
da trra. ,
A' ilespeito, porm, de toas estas con-
trarieilades, Luiz tinba o seu anjo bom.
O anjo bom de Luiz era um ser quo o
tumi. Este de;eogano enchen a melid.i do
seu soffrknento, e aleando o vo, abanlouou
s-'u protegido, 4equem nao receben mais
que SeVrons.
Emquanto ao desafo, nao produzo outro
resultado que o anterior. O adversario,
que araava Dina, e que por isso buscou um
pretexto para provocar a Luiz, desisti do
seu empeubo Je batee s.-, apunas son!) que
elle abandonavf a corte.
Com affeito, Luiz vive em una de uossas
prncipaes proviinias, onde tem conquis-
tado grande fama de tscrjn|or, o onde, ao
roferir aos seus amigos a cana do seu des-
afie, conta, mostrando urnas pennas, que
para fazer ver sua babili lade ao sou con-
trario, disparou o tiro prop'>sito sobre
uma aguia que cruzava os are.
O sen adversario fl >j-; inillar, e ha al-
i\im mezes casou-so com Dina, a vi/.inb i
que foi Je Luiz, e quo segundo Jizom, o
nava muito anles de seu JtHIo com este.
Dina, em to Jasas partes admirada por
sila belleza e su is virtudes, gragas ao arijo
que < propoz nao tiiitro netter se eio nego-
cios aiimios, o sobre ludo nos co Luiz,
quem baria prestado ha pouco uftimd
favor, remlhendo a alnr; de sua criada, ojim
uorr!u Jo uma eottstfpRQfto, e levando a
para a lugar dos escolhiilos.
t/uauJo' ao repassar a lista dos amigos
ausentes,. qnem nao vimos ha alguns
anuos, si; prcxMtnca o nomc Je Luiz, au
falta1 quem diga, ai referir sa:w tonauras, e
pensarle em seu brilhante |jmrvr :
fjur mudwiCiK Vi i notavel Preciso
cones-H* que atm mancebo osR? protegido
por untanjn bom,
F. i. da *JonJ.a.
correu j.uiell*, e a ak^gre viznha fez o
mesmo, o geniol;mfeitor cjouservou-se sobre1
o telhado dan.lu passeios, applicando o ou-.
vido una outr* vez por* ;? habtai;ao de |[
Dina, e baten I com as anaplas a/..is, nao
JflRBPKflDERCH
havia amado no mundo, e queja no mundo unto para saccmr a ebuva (fue caba, se-
havia tomado par sua conta a delicada mis- nRO pa.a espanta o- fri que acoutava as
sao de velar por elle. Sl,as espaduas mal nbertas por Sao llusor s
Urna noite jogava Luiz em um caf dos vestidos,
mais ignorados da corte. Havia perdido su
em successivas paradas, quasi todo o di-' Hviam j soad> seis bousda manh
niieiro que nesse da constitua toda a sua quando I.uiz pode voltar ao sei tjuarto.
fortuna ; e paludo e febricitante, com os ca- i Senlou-se dofronle d sua mesa .te pinho,
bellos desgrenhados e o olhar desvairado, e depois de escrever por um curto- espaco,
com mAo convulsa apertava uma ultima cha;nou pela sua criada.
momia de ouro, nica tabua de salvai-o do Seuhora. disse elle ao vVaJ antrar,
naufragio de sua fortuna. O anjo. entre-'V(5S \m\^ sido para mira, uma segunda
tanto, triste o pesaroso, paira va sobre as a- ma#
becas Jos concurrentes ao jogo, afogado pelo Coio, senhor?
fumo dos fumantes e tintas do vivo rubor j Srm; vos me sondes-alimentado e
as delicadas faces. A' este tempo uma re-! servido com o nteresse mais temo; tendes-
peniina inspirac.io faz brilhar os olhns de'me acCudirO s minbas-aecessidades, anda
I.uiz, e a inoeda ca depositada sobre un!^ e dcsattendia s vossas; tendes feto
sota, que foi derrotaJa i*do corte Je um S* por mm twlio quanto tem estado em vossas
de uros. j mitos, esealgumas vezes-me tendes pedido
I.uiz, nem se quer deu um suspiro; ple-dJnheiro, tem sido por absoluta preciaao
vou ao co seus olhos j apagados de brilhoy' e\\t-
liii/iiiln de direito la comm'cn
lo Crrfav jiro lajasfa lu l ciini
1873
Hir.iirso ex-officio. Crato. Vistos tstes
aatos, etc. TOSM coiiheciwiento do reeur-
si>v- pra reformar o despacho recorrido e
considerar ao reo Uenovato- los da Silvo-,
ncurso as penas-Jo art. 2'^Jo Cod. Cr.,.
em vista do auto da exame il sanida le. a
e sem Juvida os seus olhos so encontraran!
com os de seu anjo, porque se vio desusar
em seus labios descorados um sorrso melan-
colico.
Dons on tres amigos o rodeiavam, tra-
tando de consolal-o, e algum houve que o
aconselbou n voltar a experimentara fortun*,. mesa, denrubou O
pedimlo dinheiro emprestado; o anjo, po- 'nascrip*.os>
rm, o a lentamente conduzindo porta da I se isto succeder, proseguio o man*
sabida, e elle estava demasiad-.mente aba-.leb0> qUf>ro que conservis de mm algumai
tido para poder oppor qualquer resistencia Jcousa infls.Jo que a recordaeo das minbas-
J tocava quesi os humbraes da porta>'r.avallarias.
E' verdade.
Pois beia; chafada- a- hora da re-
compensan Dentro em pouco devo empro-
benJor tuna viagem, Ja qual tal vez nao
voltarei..
O1 anjo estromeceu,. e- ao- apoar-se na.
nteiro sobre os m
quem conceden a indulgencia das cru-
zadas.
Vio-se, por esta occasiao, o mouarcha
francez n'uma porigosaodilfioil alternativa :
aceitando a cora da Inglaterra, era reco-
nhecer no papa o direito de a dar, e expor-
se tambem, mais tardo ou mais celo, ao
risco >.le ser destbronisndo, por uma bullada
curia romana ; recudan lo seria isso nao s
desagradar ao papa, como proporcionar o
apparecimento de algum outro concurrente
perigoso liara os seus proprios estados.
Por um lado, deixou se dominar da am
bQo, e por ontra confiou assaz no sen po-
der, e resolveu a questo, aceitando a co-
ra, e o commuiiicoun Innocencio 111.
Preparava-se j a conquista da Inglaterra,
por meio do uma frota de mil esetecentas
velas, quando o sen plano de engradecimen-
to foi completamente burlado pela astucia
da caria romana I
*
Man'f 'stou, por esta occasiao, a corte de
Rom lauto era prfida o desleal a sin po-
litic;. nonstrando. que quando se tratava
de se. roveito e elevacao, nao recuava ella
ante, meio algum, por mais reprovado que
fosse.
Ao passo que Innoceucio ll offereca a
cora delnglaterra a Philippe Augusto, tendo
este aceitado-a, mandavaelle asoceultas, o
legado l'andidpho tratar com o excornmun
gado Joo sem trra, Jos meios Jesua reha-
bilitago, nropondo-lhe, entre outras, as
duas seguntes essencaes condses : 1.* a
aceitado no reino do cardeal Langeton, com
quem se deveria reconciliar; 2.a declarar-se
publicamente vassallo do pontfice romano,
c sujeitar a Inglaterra a pagar a santa S nm
tributo perpetuo Je mil marcos Je prata por
anuo.
O desgrac/do nao trepidou em annuir a
tudo quanto Jelle se exiga I

Duas vezes solemiusou o vergonbeso cou
trato, que lhe foi imposto ; a primeira na
greja de Deuvres, e a segunda na de S.
Paulo em Londres.
Ah Joo sem trra depondo a cora, a
recebeu depois das mos do cardeal Pan-
dulpho, legado de Innocencio III,' que de-
clarou o faza em nome epela autordade do
pontfice romano: aquelle confirmando as
bases do convenio, recenheceu-se subordi-
nado santa S e a Inglaterra na obnga-
oo de pagar annualmente o tributo im-
posto I
Abatido na presenta dos grandes e do
povo, por effeito de tainanh' subserviencia,
que desbonrava ao mesmo tempo a autor-
dade publica, como o carcter particular do
individuo, dahi por diante Joo sem
trra foi o objecto do desprezo de toda a na-
co.
Os seus baroes se rebellaram contra elle
< o obrigaram a assignar as duas famosas
cartas, que serviram de fundamento liber-
dade da Inglaterra, boje conbecidas pelos
no mes :
a Titulo das liberdades ; Mulo das flo-
restas.
.%
Babalde o desgranado Joio sem trra se
esforcou para revoga-lasf defealde Innocencio
III, a quera elle recorreu como suzerano, as'
declarou nullas e lan^ou anathemas ; todas
estas teoiativfts s gorvifajii para augmentar
quando so ouvio n.iia voz no meio do salo :
Esta moeda falsa !
Es all seu dono, que vai fugndo,
e\rlamou nutra voz.
E Luiz pz' sobre a mesa successivamen
te:
Urna penna, presente de urna actriz de
: ieatro caseiro, adornada com. muitos ave-
l.uz vacilou por um instante, porm iwo |or0 e iloresinhas imitando pensamentos-;
tardn om responder, erguendo a cabera ; j,na comedia emdous act06, sem msica.
Essa moeda nao minha ; mente intitulada. Traballwt de Hercules, cujps-
quem n diz.
Eu o.aseguro.
versos imitavam tambem pensamentos;
Uma pistola de dous canos, desarranjada
Ven ha sustentar a sua alirmativa em 'com unas iniciaes que nao correspondem-
outro sitio.
l!m serlo rumor, preludio de uma tor-
menta que todos creram prxima, aeolbau
ao seu nome
Uma. caixa de tbapo, dentro da qual
se viam om amav*l desordemk lenQOS^ pa-
as palavrasde I.uiz. Seu adversario, porm, 00tes de cartas e-varias istas de stereos-
no se moveu ; sorrio-.se con ar de mr>fs oCp0 ;
entregou o seu carto de visita um los- u
amigos de Luiz.
Poucos momentos depois, no entanto que
o arruinado joven se diriga para sua casa,
qnatro homens discutiam em urna mesado
caf, o meio mais seguro o mais fcil para
que um ao menos dos dous aggravados dei-
xasso de existir.
ecurto rv-officio. Crato. Vsl03 estes
autos crimes em que sao, autor o Dr. promo-
tor publico e r Joanna de tal, cogitan mia-
da Caeo, confirmo o despacho reconilo,
que eonsi lerou a mesma r incursa as pe -
as do ar 204 do C id Cr. por conforme
a direito, por quanto est verificado deste
processp haver a r pratieado na pessol do
offendido Loureng^ AI ves da Costa um fci
ment penetrante, com iiutrumeoto per-
furo rorlmte, o que causouaomesmaunen-
dido grave incornmolo de saude e o nha
bilitou do survico por mais de um rrtez :
pagas as costas pela r. Pmceda-se a uxa-
me de sam lado na possoa do ollendido. e
seja lancado o nomo da r no r. I dos cul-
pados, cumprindo o escrvo o seu regi-
ment. Crato, iO de Janeiro de 1873.
Recurso evofluio. Barbulla. Vistos
estes autos, etc. Tomo condec ment do
recurso para confirmar o despacho recorri-
do, ni parte em que considerou ao reo Ma-
no.'I Pereira, incurso nis penas do art 205
do Col. Cr. e sujeito pristo o livr&mento,
por haver feilo, na possoa do offeu lido Ma-
nuel da Silva e Suiza, o i rmenlo constan-
te do auto de corpu de delicio ; pagas
pelo mesmo reo as cuota a que u condn
no. E bem aasiin. confirmo anda dito des-
pacho na parte, em que julgou improcedente
a denuncia do Dr. promotor publico, qua
to ao reo Antonio Ja Cliaga, cmlra que.
nada exista uestes autos. O escrvo lance
u nome do rQ no r il Jos c.dpados e no
litis- compra o seu regiment. Grato, 10
Je Janeiro de 1873.
Recurso tx-o/Jiciu. ftirball*. Vistos
cafes auto, etc. Por conforme direito
cowftrmo a ilespacho rec^rri io, pelo qual
foi o po-Mairocl Sarava de Mouray prouuu-
ciauV) incuiso nis penas do art. 93 Jo
Col. Cr.,por lia-ver feitoiu pessoa doolen-
dido Francisco tionstanlinc/ o ferrWnlo,
cuostopatb do auto siiccumbio o mosmo olTeudido : cOuderiuio
ao reo ao-pagamento das coataot
0 escrivao lance u nome do reo no foI
dos culplos e cumpla o Jisposlo no art:.
15') ilo R'3R. u. 120 Jo 31 de Janeiro dh
18i2. C*bs;pvo ao yMx da cul[w-que dos-
autos au consta tivessc sido cumpndo o*
ar. 13 da lei n. 2,033 do 20 de setembro
do 1871, pois nao pode ser rocoltudoa -ca-
li., orlo oual icoif-veri icadc aaver oolten-., ..i
' r '. ........(Jeia preso algum, sem o>lem por escripto ;
E um retrato de mulher encerrado em
uma medalha de- cobre, que se conhecia
oue nao era a primitiva.
O anjo sorro tristemente ao ver este-re-
trato, que tinha uma perfeita semelbanca
com. seu rosto.
Eis-aqui, disse o mancebo, reuninJo
aqaelles differentes ohjectos, com que vos-
didoro preto Bento, escravo do queixoso
Miguel Jos Falho j s-lftido pravo ncom-
ino-lo e saude, ein-conscijueni ia das oll'eii-
sas ph^icas, que soSfrea e foiwofeitas pelo
reo, as- quaes o iulwblitaram do servido
por mai>Mlo um meaj pagas a> justas pelo
reo a que o condemu.
0 esciS'ax lance o nome Jo reo no rol
Jos culpwtos, recoinnumde-o aa priso om
que se ac!w, e cumpra o disposto no art.
159 do Kbf. n. 120 Je 31 de jaiMiro de
18i2, que devj ssmfm ser observado.
Crato, 2 do-Janeiro de 1873.
Recurso ex-o/ficio. Grato. Confirmo o
despacho iccorrido o pe4) qud, eiaivirtude
Je denuncia-do Dr. promotor publico, foi
o reo Antonio de tal, cgaomiuaJ- Dca,
pronuncia lodncurso na* penas do art. 205
do Cod. Cr.,.por haver ferido gravemente ao
offendido l'edru Rorno da Costa ; fragas as
cusas pelo i4o a que o coiidemuo.-
U escrvo lance o no-ne do reo no> rol
dos culpados-e no mais cumpra o seu regi-
ment. Cratfrj 2 de Janeiro de IftXSi.
36." Wrt'Wj. de habea*corpu$. Vistos
estes autos nos-quacs se encontrara rtsdocu-
meutos por certido a IL e II., comcujo
contelo funJameute o provimen'oa- re-
curso igual interposto, peanle este juizo,
por Jos Itboiro dos Sautos, (jue fe preso
as mesraas eosdiotos do mpetranto; neste
presente recurso ; sem embargo falta de
informadnos solicitadas das autoridades do
termo de Misso Velha,. desde o dio. 30 de
dezembro ultimo, as quees at o presente
naosatisfizeran somelbiMitesolicitMja : dou
provimerito ao deduzido"na paticto de fi. ;
visto cerno permanecem-.os motivos que au-
torisarama soltara do Jos Ribero-dos San-
tos. OrJenoiao escrivao quo, incontinenti,
passe alvar Je soltar* para ser o paciente
Jos Paos Ribeiro relaxado Ja priso em
islo por mandado, um 'los exernplares
do-qual devesser junto ros autos r.as con-
Jiyes previstas no mesmo art., nao .bsian-
av o recibo a nato aa-culpa a II. o oQlcio
til, Jo que s-i ileprsbiNlda ler sido a- pri-
so em fl.igrane delicio. Crato, 11 da'ja-
neiro de 1873-
Recumo ex-o0kio. Cratu. Visto (tes
autos, etc. Ha>wtilo materia sifiiciente,.ua
coasWmidade ito'disposto aoaart, 144>da
CoL Proo. Cr. eart. 285 Jo-Reg. n. K80,
para> a pronuncia Jos reos era crime Jo
tentativa do homicidio, reformo o despacho
recorrido, para, Jando nova ci&ssilicacao jos
>! 'I: .!n dos ro^.proiiunca-les incursosius
penasdo art. 19C>doCo 1. O .sendoquan-
to ao reo Manoel )lartins de tfttveira, com-
binadlo com o art- 3i e quanto tfo reo Leaa-
dro Jos do Souza combinadocom o art:
35, ambos do mesmo Cod., viatocomo est
verifjcalo (lestes autos, a nteucao do r*
Manuel Martins deOliveira de assasSIBarna
ollerulido, o que wo realisou ior-CrcuiU*>
Uetas independaalesMle sua voatod, seiw
do oisso-aiixiliado Je um molo activo e di
recto pele 'rao Leandro Jos .lo Souza.
Oescrve lauco o nome dos- reos no r*
d s idpados, o si jamexpelidos BOTOS mait
dados .para a capawa dos inesauts ras, aa*
quaes-coudeinuojo-pagamento das castaSk
Crato. 1V de Janeiro de 1873.
(hutas ila eitpe~Ua de S. 1 ~<*xirte. Vito
tos estes autos d contasda receita.e despe-
sa da eapella iSS~Sr. Vicente, as julgo |*r
prestadas. Miuulo que observe o segoia*
to :. I* o administrador ter um lvro, para
no mesmo seii;milancados o acto da nsial-
lacao da ijjrej.. os ttulos do patrimonio-da
irxsma, devendo constar do Jilo lvro ojotas
os objectiH rapareciveis perlcHcente ao
patrimonio, cam mencao especial das cou-
^ n dicoas dessos abjectos 2o toas lancameatos
queseacUa.seporalnO(est,verpreo ea. J JJ
tavor Je que pagara, o erce.ro. suponte fj ^ J^
,Jo aetetada.do termo de Missao Velba,,. a,.(nillisll,lll()r. 3 ,le \Vl^ |vro
Um dos quatro discutidores era o que presenteio, qualquer qfie seja a miaba for>
havia dalo I.uiz a inoeda de onro falsa, lufla> para q^e se rtaMNSB alguma- vez Je-
ao trocar-lhe uma nota de maior valor. nim ; quanto ao mais,. neste papel esto es-
II IcrDtas asminhas intenees.
Quando I.uiz do Moraes cliegou portal E (|eu uma carte fecaada veMja criada,
de sua casa, era j dada meia noite. Chovia
em torrentes, e com tal tempo e taes horas,
poucos erara os transentes ivas ras da
cidade.
Durante o transito de Luiz, para ebe-
gar sua casa, rail pensamentos, qual deHes
o mais sinstro, se debatiam em sua imagjnn-
o enferma. Porm, a esperaQca, essami
commum dos pobres, nao lhe havia aban-
donado de todo, e aquelles tristes pensa-
mentos se iam desfazendo por si mesmo,
como se Jesfazem nuvens que obscure-
ciam o sol, apparecendo este mais radiante
que nunca.
E' verdade que Luiz era orphao, e sem
parentes; viva quasi que solado no mun-
do ; verdade que o pouco que lhe renda
os romances francezes, que traduza, e as
comedias que dava por suas, nao bastava
para um passadio regular, e muito menos
para seus vicios; porm, Luiz, coma mui-
tos outros, nao desesperava de poder obter
uma rica herdeira, ou conseguir uma psi-
to de importancia em um da menos pen-
sado, pela generosa intervenijo de um
amigo.
A nica idea, por conseguinte, que pre-
que sahio da habitago com lagrimas nos
olhos, murmurando;
Pobre infelielieu houvea querido e
esperava morrer sou lado.
Seriara sete horas quando os amigos de
Luiz se apreseutaram era sua casa.
Em marcha, disseram i uma voz; o
coche nos espera.
Ah I axclamou Luiz om certa ale-
gra :^ varaos em coche ?
Oh r. murmurou o anjo, subiodo
traseira do carroeu o salvarei.
s sete e meia horas para va a carruagem
no lugar apresado, ah achaado-se j o con-
traro e seus padrinhos.
Cavalheiro, disse Luiz dirigindo-se ao
priraeirn, em quanto as testemunhas pre-
paravara as armas; seja qual fr o resultado
deste lance, quero que conste que a origem
desta questo uma calumnia.
Basta I gritn um dos padrinhos; j
sao demais as explicages.
E eu, aecudio o adversario de Luiz,
f de Christo, declaro que, anda prescin-
dindo de nossa disputa da noite passada,
tenho motivos mu poderosos para levar
Joiiquim ikiberto Correa-, as custas em.
tres dobro. E bem assiin recoitiieco no pa-
raeao
constar u.hs os obiectas perlencenles a.
cien e Jos.-Paes lUl^iro o d.reHo de ha e^ J ^ ^ ^ ^^^
da dita aiaondade urna justa uidemnisasao,.
pela vi leticia coutja s prat'.cuda.
0 escrivao extrabindo
por .diante minha resolucto.
oceupava a Luiz quando cneaou sua casa, ,r g^ dsse outro do8 pjdrinhos,
foi a desse desafio que o esperava, que nao: apresentando as pistolas carregadas.
poda deixar de ser termal, e, a nao menosj rlujz e MU a(lversario encontraram-se
desagradavel.de haver a chuya deixado facfl fftCe Era a primeira vez que se
imprestavel o seu elegante chapeo, resto das ,T mai6 inda, nao ae haviam visto
suas passadss grandezas, o qual lhe erainv,nu nwn M viam t8o pouco nggt occa.
possivel substituir por outro, que nao s-flo
possuia.
Luiz, porm, exagerava a sua desgraca
Antes de chegar o momento supremo, o
neste ltimo ponto: o anjo bom segu.a-o Jo bm de Uo, abno as azas e se collo-
serapre, sem jamis o damparar?e se.* ^ nt os '?**'. ^u &m *
chao estava inclume, porque suas azas oj^tt-e braco do adversario do seu prole-
ao disparar o
fr uma, desgraca.
uro, evitando d'este
f ntretanto os padri-
haviam protegido, mais anda do que pode-'
ra fazer o mais ampio chapeo de chuva.
Embebido em taes pensamentos, subi o nhos convefsavam, e a idea de uma accom-
nosso here quasi s escuras uns noventa modaco nao estova-langa do pensamento
degros da eicada de sua casa, e baten de uma ou outra das testemunhas.
porta do seu quarto. Antes, porm, que o1, De repente, e sem quo houvesse precedido
abrissem, e antes mesmo de-p'ensar em bater' nanhum signal, soou um tiro, ouvio-^
de novo, entreabrio-s urna janeila de um gnto. e vieram ceh.r no cbio uma por^c
quarto prximo, e urna,vozWnina per-^^pennas cornee perdi^^Otiro^haW
se um
porco
avia-w-
capado de Luiz; a victima havia sido o
(C) Cesar Cantu, Abbade Ducreaus, Abba-' anjo, que recebeu a bala em uma aza,
de de Millot. Obras citada* devendo o nao caliir, su* forc^i sobrena-
um certido da
senteuga dada nos-autos de igual recurso,
interposto. poB Jos Ribeiro. dos Santvs,
.ajunte a estes autos antes, de subirem ao
superior tribunal da relacto, para o qual
recorro Calo, 3 de Janeiro de 1873.
Ilecitfsu ex-oflicio. Crato. Vistos estes
autos, etc. Nao cabendo a denuncia om
crime de furto, por nao tersido 0 denuncia-
do preso em flagaante, ao obstante o auto
de Q. que est plenara*.-ute destruido pelos
depoimentos das teslemunhas, que referem
de um modo todo preciso as condenes da-
das as quaes so achanm a autordade quo
predeu ao denunciado e o Dr. promotor
publico, contra oque deva esto ler reque-
rido, pois nao caba a priso do denuncia-
do Simplicio Pereira Je Magalhes, que leu
do feto entrega voluntaria Jo Jinheiro que
tirara para si, depais Je enterrado e passa-
do tempo p.>r Jomis sufficiento, para que
nao fosse cabivel a coufecgo Jo auto a fl.,
e muito menos a priso do denunciado,
victima da violencia do subdelegado desta
cidade, que o nao poda preuder, porquau-
to nao o tinha encontrado commettendo o
crime de furto, que lhe attribuido e rae-
nos em fuga, perseguido pelo clamor pu-
blico.
Dou proviniento ao recurso para declarar
nullo o presente processo por incompetencia
de autor, e ordeno que seja passado alvar
de soltura em favor do denunciado ; pagas
as custas pelo cofre da municipahdado, a
que condemno.
0 escrvo tire certido da auto a fl.,
do mandado a fl. e dos depoimentos do to-
das as testemunhas, que depozeram neste
sumraario que me apresentar. Crato, 3
de Janeiro de 1873.
Recurso ex-o/ficio. Crato. Vistos estes
autos, etc. Deduzndo-se dos depoimentos
das testemunhas, quo o reo Joo Nicolao
de Silva, fra o autor do ferimento que
consto do auto de corpo de delicio, fra an-
coni ado na pessoa do offendido Joo Bapts-
ta da Silva; tomo conhecraento do recur
so ex-officio, interposto pelo juz da culpa,
para o hm de confirmar a pronuncia do dito
reo, doolarando-o incurso as penas do art.
201 do Cod. Cr.f e sujeito priso e livra-
raento, pagas as custas pelo roo, cujo nome
ser lancedo no respectivo rol de culpados :
rentes opiuarem, para o que expeca se es-
cripto de prega; 5.* seja igualmente exped*
do escripto de proca para o aforamento dos
terrenos da dentro da povooaco, que nao es-
t aforados e que devem ser applicados
ediic.icao. Crato, i de iaacfo e 1873.
txeayo d seUfta : ixeqOente, Ray-
imido Pereira Lista e sua mulher, execu-
tados, Francisco Filguera de Olvera e suj
mulher. Vistos estes autos, etc. Nao sendo
embargos execucio remedio de direito,
para illudir a acgo, julgo nullo o processo
de fl. emdiao eenand*. que. subsista a
senleii(,aaiy ontinuaailo' a execugo da
mesma, em seiis respectivos termos, at fi-
lial, visto como na peteo a II. requereram
os embargados executados vista dos autos
para embargos exeeuco, no que forara
a Hendidos, nao obstante fra do prazo, en-
tretanto que os embargos i corrtm mate-
ria estranba forma da exeeuco; pagas as
custas da caus-a pelos embargados ejecuta-
dos. Crato, 23 de Janeiro do 1873.
Acedo de demarcaeo. Crato; antora,
Francisco Ferrcira de Mello e sua moHwr,
ru, Jos Das .aiimares e sua routoer.
Vistos estos autos em que o* autores pedern
jara os reos condcmiiados a consentir na
collocago de marcos que precisara os lum-
ias entro as trras do sifio Santo Antonio,
propriedwle dalle* aulore* e as trras per-
lenceiftes-tfos reos, que a* bouteram pjr
comprif a Vicente -Ferreira Kirbosa, a cujo
pediilo se opf6e os mesmos ro, allegando
ajereiu coiiheri.li taes limitesr }uw foram
sanrpra rtraaustaiiBt petos aiit-possu*li*is.
tonsi ler?niii> quanto est allegad) pro-
va Je ranlfr mrrm-. quer pelos dspowuent'js
das lestemunlms, cfinr pelos dwuusentos
offerecidus, j polos olores e j pelos os
quo pela vislora a- 8. ConsideraeJo-tafcis
que a pretenco dos-aot'>re nao pde'serat-
tendidav pois do proprio titulo a fl. seve qaw
nao sao swihecidosos Irmiles das trras qne^
se comprpliendem imis;estremas Jos sitios-
Santo Entonto o S. fi tosas, entre um B 'ou-
tro. ConsideranJo anda que nao lessi-
vel tomar se como ponto, por com<,oJa'
demarcagao-o marco nVioafcirfl de ama-
nillo, maneianado na vistoria- e encuniMdo*
eetos loa vados das partoav paf nao constar
isso de acto Itfalisado: Gonserando tara*
Sem quo s pwlera ser temado dito marco;
sonso ponto, pera comee*' da demarcago,
se por ventura psllvesso provaro que tal
murco havia si'to'col locadb; onde- encontra-
do;, om virtude Je um ac' legaeedo, o
que nao consta deste ferio. E, astes, no ti-
tulo-a fl. e:t pnjrisHdoqne-hft'ewiusSo de
limites entro as extremas dos- srios- Santa
Clara' e Santo Antonio. CossHleraadb- final-
inenlequa nao ci*e, pelo .-dlega do DOS autos, precisar-so quees-as estremas
dos sitk Santa Claro- e Santo AMMsfo, e
por qttat dos lados dever ser pfeeneldo o
nomero'de bragas dado ao sitio Sant* Anto-
nio, se-tal numero er verific;do nao- existir
as trras de que escodo posse-os autows. E,
por tude-isse, seo fundamento o-pedido
dos uwshms autoresv aos quaes-julgo oarece-
Jres Ja direito qin--se sappi>,.da sei pre-
cisado,, como ponto ^ara comrgo daJemar-
caoio, o marco alloiid a a serem Ofr reos
obragado* a ver ele*aalores *0Hpletarem,
enitenaslells ros-,;isduzentes-bragas Ja-
das ac- sitio Santo Antonio, peles antipos-
suidows no.titulo fl., seis, embargo
falta detranscripcixtos tilulos- Jas reos, 0
que os-inV>exclue da.ihtfeza Jo-direilo^que
tem, de-se opporeii>f>retengaodosautrs,
que nao .podem c.om>j tar o lionero de brawi-s indica o no j. refe-
rido titua;, pois a L-a do pr;enahimcnto
da foruMUdade da triaiseripgo do titula de
acquisic-Mlo immovel, nao aJuz ausencia
de prevo de domii:* contra, aquelle que
deizotado preencburtal for.nlidade, assiin
e.i:n(K o mesma jI'ji nao trasv a perda de
Jireitcsailqueridos-; visto couioa pret3ni;o
dos autosas deduzJa de titulo a fl. s nao
da falta. Jo transcripifo dos titules dos-reos :
paguemos autores-A> custas Jo feito, a que
o-condemno. me*>iquantos JavLstora, a
cajapegamento sou himno os-autores.e reos
repaBMdainento. Crato, 28 Je j;vaeiro de
lICS.
ILi.Hino n aflato. Misso Velba; reo,
Aijionioloaquimtialvao. Nao sendo cabivel
o prooBdimeutoas-officio, por parl Ja au-
teridade urocessaato, pois-se uto.pde dl-
Mr, do-sa as.ospeci.es previstas-nos ^ o.*
7.0doart. 15 da le a, 2;033 de 20 do
depois Je realisaila a testa do pidioeiro, no .sotembro Je 1871, amullp. o presante pro-
mez de feverciro de cada auna. Cratov|:uosso por tal.e mais porque nao foi obsrva-
lo de Janeiro de 1873-
Aepufcaa ex-afficUu. Baebalha. Vistos,
estes anios, etc. Tamo conhecmento do
recurso ex-ollicio, interposto do despacha
da pronuncia a fl., para o reformar, pois
est -evidentemente provado, quer pelo de-
poimontoda priraeira tustemunha, e quer
pelo crescido numero do ferimentos. { sais
fricadas, alm des ferimentos nos dedos da
mao esquerda) que lia ofendida Josepha
Mara dos Santos, conhecida por Josepha
(lomes, fizera o reo, o proposito deste do por
termo existencia daquolla, o que nao le-
vou a effeito por circumstancias independen-
te de sua vontade, sem lo causa da nao rea-
lisago do homicidio o co upareciment
inesperado da primeira testeraunha, no lu-
gar do delicto, devi lo isto aos gritos de soc-
corro levantados pela ffendida e onde che-
gada, vira ao reo que abandonava a sua vic-
tima o so a oceultando nos mallos, a que
tudo coiistitue uma vordadeira tentativa, pe-
lo quo reformo o despacho recorrida, para
considerar ao reo Jos liornas dos Reis in-
curso as penas do art. 193, combinado
com o art. ;"4, ambos Jo CoJ. Cr., e o su-
jeito priso e livramonto, expedindo-se
nove mandado ou carta* requisitoria, qual
couber: pagas as custas pelo reo, a qu o
condemno.
' 0 escrvo anee o nome do reo no ro|
dos culpados o no .nais cumpra o seu re-
giment. Crato, 22 do Janeiro de 1873.
Contas da capella do Joaxeiro. Julgo
boas e por tomadas as presentes coritas e
mando que se observo o seguint : 1." inti-
me-se aos foreirosdos terrenos do patrimo-
nio da capella, para assignarem termo de
aforamento no juizo, que ser lavra lo no
cartorio respectivo e no lvro Jo tombo da
capella; feito o que se lhe d o competente
titulo de aforamento, com mengo do nume-
ro de palmos e do quantum do foro ; %'
promova-se cobranga das dividas, com
urgencia e a dos foros devidos, cuja cobran-
ga dever ser annual; 3. proceda-se ar-
reralagio dos ga monio da capella, para o que publque-se
edita!, devendo ser afnxado, na porta d
mesma capella, um exemflar, afim do ser o
producto appticado a->s concertos deque
carece a mesma capella ; 4." sejam aforadas,
doodisposlo no art. 88,do,Cod. do Proc.
Cr.: mando por tSOlev que cjin urgencia
sejam apresentodos os.autos originaos cora
estes ao Dr. promotor publico, para reque-
rer quanto fr a bem dos intoresses. da justi-
ga ; pagas.as cusas.p, la cmara municipal.
Crato, 8 de Janeiro de 1873.
Recurso ex-o/Jk-io. Barbalha ; Jenuocia
do Dr. promotor publico, reo Raymuodo
Nanee Vianna, ofiemliito Jos Verissio Sal-
vador ; Cr. art. 20S do Cod. Cr.. Vistos
estes autos, etc. Por conforme a. direito,
quanto dos tatos eo-ista, confirmo o despa-
cho recorrido, pelo qual foi o too conside-
rado incurso as penas do art. 305 do Cod.
Cr., como autor dos ferimentos de que foi
victima o offondido, que soflrou gravemente
do sa lo o ficou inhabilitado do ser vico, p .r
nais da um mez, segundo se Jeprehende,
quer Jo auto Je corpo ile delicto e quer do
aula do exama Je -uiilado, a que mandei
proceder. 0 escrivao tonca o nome do reo
uo rol dos culpados e no mais cumpra o seu
regiment; pagas as custas pelos reos. Cra-
to, 27 Je Janeiro de 1873.
Recursoex-o/fioio. Barbalha. Vistos es-
tes autos, etc. Confirmo o despacho recorri-
do pelo qual foram os reos Antonio Gongal-
ves de Araujo Espanga e Antonio Ferreira,
considerados incursos as penas do art. 205
do Cod. Cr., sendo como autor o primeiro
e come cmplice o segundo, que poder
afiangar se pela qusotia do oitocentos mil
i os, alem do sello, aproveitando' assm o
iisposto no art. 35 do mesmo Cod.; pagas
as custas pelos reos, a quo os condemno. 0
escrvo lrice os noraes dos reos no rol dos
culpados e no mais cumpra o' seu regiment.
Noto-se neste processo algu mas irregularida-
des, as quaes, se nao influem na marcha or-
dinaria do processo, denotam squeciraento
de deveres, por parte dos respectivos func-
cionarios e sao as seguimos : 1.* o auto de
corpo de delicto foi submettido a concluso
do delegado, em cujo poder estove treze
dias; 2.* a denuncia datada de 25 de no-
vembro do anno el lime, foi despachada a 5
de dezerahro, dez dias depois.
no mais*cumpra o escrivao o seu regiment, em praga publica, as torras da nlautago,
Grato, 4 de -aoeiro de 1373. 'era lotes, confgrmer* concut
(Continuar-u-ka/
H
TYP. DQ WAtUO -i WlA DUQUE DE CAXIAfi
*
<






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