Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13009


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Full Text
AMO XI
JVOUIIO 184
PARA A CAPITAL K LlflAREl HSDE Si SK PASA POBTB.
Por tres metes adianU'los *............. 4*000
Por seis ditos idem...........% 1S&000
Por una auno dem........ fff..... Si|K)00
Caxli numero valso............F. ..... 320
TERCA FEIHA 42 DE AGOSTO DE 1873
~
PARA UEXTIOE FRA DA PROVINCIA.
Por tres meies achantados............. .
Por seis ditos idem.......... ^.....
Por doto ditos dem.........'. ."......
Por una aono dem...............
2MW56
DIARIO DE PEMAMBUCO
'PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEJROA DE PARIA & FILHOS.

Os Srs. Gerardo Autonio Al ves d Filhos, no Para; Gon$alves d Pinto, no MaranhSo; Joaquim Jos de Oliveira d Filho, no Ceara; Antonio de Lena* Braga, no Aracatj ; Joio fia Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no fetal; Jos J ostia
Pcreira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Buido, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emlfazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas; Alves C., na Baha; e Leite, Cerquinho d C. no Rio ,de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Gov
-.
-

r.
erno da provincia.
le n. lias.
O baeharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rusa, javalheiro da de Clirislo. juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Paco saber a lotos os seus habitantes (|UC a assembla legislati-
va provincial, sob proposta da cmara municipal da villa da Pao
d'Arae, decretou as seguintes posturas:
C.tPITI'LO i.
Rdificny'io e aliahutwnlo tliis ntat.
Arl. I. .Ninguein poder edificar ou reediliear qualquer edili-
C*o dentro desta villa e povoacao de seu termo, sem que uhtouhs
para tase lieenca da cmara :* os infractores pagarlo a multa de
10*0:0. B
Arl. 1* Os uovos predios e os que de nove furem odileados te-
rao as freu'es li palmos de altura, contados da sol-ira ao freehal:
os infractores pagar i a multa de 10*1 oo.
'Art. 3.* Os postigos o rotulas dos predios edificados no arma-
mento abrirn para dentro das casas: os infractores ncara a mul-
ta de 10*100.
Art. 4 Todos us predios que so edificaren! o os j edificados
terao calcadas com C palmos de largura : os infractores paitar a
multa de 5*000.
Art. .V Os terreiros da< casas qno diiitarem :h frentes para as
prncas e larg.is ler.io 23 palmos de exteuso, > as casas que forma-
reni ras a metade delles.
Art. ti.' A cmara marcar os predios as ras edificadas, que
servir para regular o tuntuniento para novos predi*, e para
nquelles que tivercm de ser concertado-, cujas frentes terao a mesma
duiens, alinliaiiient) esymetria.
Art. ". As casas que se fizerem de novo ou se reedificaren!
tiesta villa, nas principie* ras, lera a frente de lijollo, e uas demais
povoaces podern ser feitas de taipa, guardando o alinliamento e
dimen>e<: os infractores paga rao a multa de 20*000, e a obra ser
demolida sua custa.
C.UMT1L II.
Arl. 8.* Qualquer edificio que ameaoar ruina ser examinado
pm fiscal, o iu.il avisar ao dono e marcar um prazo para que
*ts o concert, lindo o qual mandar o fiscal demolir a parte ar-
ruinada a cus* do don > e o multar em lOiOOO.
Art. 9.- Ninguem poder fazer e cavacoes nas ras e estradas :
os infractores seno multados wn 5*000. "
Art. I. As p-ssoas que, sem licenoa da cmara, depositaran
eutullio de areia ou outr qualquer material na ra, privando o
transito publico, serio multadas em 5*000, removido o material
-custa dos donos.
Arl. II. Al ptatoas que deportaren! lixo nas frontes de suas
cusas e que nao (iteran seus quintaos cofa asseio seo multadas
em 2*000.
Art. II ;s pess as que nao caiarem as frentes de suas casas o
pinlarem as suas portas no mez de setembrooutuhro de cada auuo,
nesta villa, serio multadas em 5*000.
ArL 13. Os largos e paleo* das feiras serlo limpos por cont da
cmara, dtscoutaudo-se os 5 palmos que pf.rtencnreui aos donos
das caas.
Art. li. Os proprietarios das casas dosta villa e povoaces do
seu termo serao obrigados a tratar dos muros e oitoes que fizerem
frente para as ras, beccos ou iravessas, trazcndo-os caiados, sob
pena do seren multados em 5*000.
Art. 15. As casas que se fizerem em frente da estrada, cnamada
do gavera, que nao forem de pallia, serao feitas com lieeuca da c-
mara e com as dimensocs dos arls. 2.* e 3..
Art. 16. A cmara ter o s?u cordeador, o qual ter por cada
cordeae/io dentro da villa 1*000, fura 2*000 at mil bracas, d'atii
-para mais 3*001.
CAPITULO 111.
Art. 17. As feiras deste municipio serao nos lugares marcados
pela cmara municipal.
Arl. 18. Os Oseaos serao obligados a conservar as feiras, sepa-
rando os gneros para melhor Ncalisar, a removendo os cavallos
para Tora do largii da feira para (car livro aos compradores u in-
jresso : os que se opp eran a esta medida pagaro a multa de
2*000.
Art. 19. Os almocreves n.io poderao entrar ou sabir das feiras
montados nos cavallos que tiverem cargas : os infractores pagaro a
multa de 20>0 pela infraecao.
CAPITl'LO IV.
_ Arl. 20. Nao se poder lor casa de negocio nesta villa e pn-oa-
^ es da Luz, Gloria o Uosarinho, e mais povoados deste municipio,
sem ucean da cmara municipal, sob pena de 2 *000 de multa.
Arl.l. Todos os que compraran e vendercm em grosso ou a
retamo deverao lor suas bataneas, pesos c medidas aferidos no mez
de Janeiro e revistos em junho de udos os anuos, pelo que passar
o aiendor o competente bilbete de aferico e revisio e com todas as
deelaradJes.
Art. 22. Aquellos que comprarem ou ven lerem por medidas,
pesos ou oalan.-as nao aferidos, pagaro a siulia de 10*000, e pelos
que nao tiverem sido revistos pagaro 2*0u0.
Art. 23. Aquellos, cujos pesos, bataneas e medidas, depois de
ln m- r,'v,st:)S' acliarem-se inexactos* pagarn a mulla de ...
2i'#001 e diag de priso, e o duplo destas penas na reincidencia.
Art 2i. Oaferidur nao far aferieao de pesos que levarem ar-
gola ou gando, sem que oslejam soldados, fa eudo no bilhete jue
passar menco dos pesos que levarem argolas e ganchos: a mesma
disposicao se faz extensiva s balancas, sob pena de 19*0)0 ad afe-
ndor.
Art. 25. Os donos de balancas, pesos e medidas, ipie os falsifl-
20*000 e 8 dia3 de pnso, e nas reincidencias em 60S e 3J dias do
prtsao.
Art. 2G. O aferidor que aferir pesos ou mididas con> mais ou
menos do marcado por esta cmara ser multado em 10* e 5 dias
de prisa, elevando-so ai multas nas reincidencias at 50* e 30
das de priso
Art. 27. O fiscal far revisa) ditas vezes no anno, e nos acou-
gues quatro vozes no anno ; pela inrraccao ser multado em 5*.
Art. 28. O repesador estar lodos os sabbados nos acougues,
liara cnuesar a carne de quem o exigir ; tendo de menos, o fiscal
multla o vendedor em 2*000.
CAPITULO V.
Art. 29. A pessoa que arrematar o imposto de repeso do ajan-
gue ser obri'.ada a tratar do asseio interno, pelo que tora em'seu
poder as chaves diaijougue, -pie devora estar aberto 7 horas do
da e.n qun e ooalVDa lalhar carne, sob pena do ti* de mulla, incur-
ren lo na mesma peaa si as tarimhas e ce.ios nao oslivorem limaos
Art. 30 Os liscaes ssistir> malanga, que ser feita s 6 ho-
ras do da, tendo em vista que nao v ao mercado gado doenle, ou
merlo antes da* horas marcadas : aquetles que iufringirem este ar-
tigo serao multados em 2* e o fiscal que consentir inconer oa
mesmi pena e perda do lugar.
Art. 31. O fiscal examinar a exactidao dos pesos, inipmdo aos
infractora as maltas co:nmina las nos arta. 22, 21, 2i, 25 e 2.
Art. 32. O m irehante que mandar malar qualquer re para o
consumo antes das 6 horas do dia ser multad em 10*, e si coas-
'.ir ao fiscal que a rez sufre qualquer mal a mandar retirar e en-
terrw si^obrevier a mirle ; o pie se far c:i-t do dono da re.
Esti disposigii extensiva a-is animaes, cahrun, ovelhum e.suino,
sendo a imilla de 2M)W e priso p ir iS li )ra>.
Art 33. Fica iolciramente pnhioido o uso le :niciiado para ta-
piar carne exposta vend nos a^mgucs desta villa e pivoa^es,
devendo os talhadores servir-se para este flm de facas e serra9
proprias : os infractores pagar-te a urda de 8*00).
Art. 3i. Ninguem poder matee rez para o consumo, sem licon-
<^rem retalhar suas rezes.a quem o pr-ieurador conceder a licen;a:
os infractores pagaro 8*000 de mulla ao .procurador, antes de
lhar.
i CAPITULO VI.
ArL 33. As pessi>as que venderein gneros solidos ou liquidj'.
estando falsificad' ou corrompidos, deuois de verificados pelo tiscal
< duas testemuuhas, serio multadas em'8*000, e na reincidencia no
duplo e em oito dias de priso ; sendo em ambos os casos taes gano-
ros consumido^ ou enterrados nos lugares desaguados pela cmara.
Art 36. Os liscaes, nos dias que bem lhes parecer e tiverem
-denuncia, visitaro qualquer estabelecimento que use de pesos e
medidas, verificando si estes e o estabelecimento estao timpos
asseiados; assim como si os gneros estao era bom estado, mul-
tando os infractores no primeiro caso em 2*000 e no duplo na rein-
cidencia, e no segundo na conformidade do art 35.
Art 37. As lieencaj para ediReacio oa demoliclo serao dadas
uas proprias petii#es depois de ser ouvido o respectivo fiscal : os*in-
fractores sofrerao a malta de 3*009.
Art 38. Os donos de cocheiras serao obrigados a conserva-las
limpas e com esgotos que nio eseorram para dentro das cacimbas
oa riachos d'agna potavel: os infractores pagarSo 3*000 de multa e
d duplo na reincidencia.
Art. 39. Nao se peder osta'ielecer salga I oirs de c uros dentro
desta villa opovoaces deste municipio, sen uuoseja ma lugar para
isto destinado pela cmara, sob pena de seren os lufraeteres multa-
dos en t-i*WI.
Arl. 40. As pesoas que quizerem usar da barracas nas feira3
deste municipio s poderao fazer, cobertas de panno, couro ou en-
corado e no lugar designad > polo fiscal, )bteuio Hcenoa da cmara :
os infractores pagaro a multa de 53;O0.
Art. 41. Nao poderao conservar nas feiras deste municipio
cavallos que tragam geioros ao in^roadj : os infractores pagar > a
inulta de 2*0X1 e o duplo na. reincidencia.
Art. 4'.. A cmara municipal fornecer carraos a todos os que
venderem gado e t ilhaivm enrne para o consumo publico, pagando
o dono da r.-z 800 rs. pe|* carral u 101 rs. pr cada cabeca.
Arl. 43. Nao se peder criar sollos nesta villa e povaedes gado
vaceum, cabrum e taino, sob pena de 5*00* de multa por cada ve
que for encontrado ; assim como lambem lica prohibido pastoral- -
se gadi vaceum dentro dos rio* desta villa o povoacScs : os infrac-
tores pagar.io ji multa de 10* >00.
Art. 44. c' prohibido expor a sol couros dentro de.-t villa e
povoacocs : os infractores pagaro a multa de 5*000.
Ari. 45. Quem lizer alaridos e vozerias fra de horas deutro
desta villa o puvoaO&es ser multado em 2*000. .
Art. 46. Sao obrigados as padarias a conservarlo maiorasseio e
li.npeza na manufactura do pao e Rodepositi, e a fabrica-l enn fa-
rinlias sis : o infractores pijaro a mulla de 12*000 e perder
a Bulaba que estiver arruinada.
Art. 47. E' prohibido turbar-so pocos e tinguijar nos rios desta
villa e povoaroes, assim como fazer lapagem nos riachos, sob pana
de serem multados em 20* aquellos que infriugirem ete artigo.
Art. 48. Ninguem poder deilar caroeos i: algoio eu outra
qualquer materia sujeita a apodrecer e causar ituMuunodo saiide
publica sean em lugar designado pelo fiscal: os infractoras paga-
rn a multa de 20*0 H) e o duplo na reincidencia.
Arl. 49. Todos aquellas que foreui encontrados pescando, a ns
ser linha, lavand roupa, baoliandose ou banhando cavallos nao
fontes e acodas onde o povo costuma a prever se, sero multados em
20*000 o oito dias de cadria, o n duplo na reincidencia.
Art. 50. A cmara ter um livro rubricado pelo seu presidente
para nelle se copiarem todas a< peticSes c termos de mult, e ter o
secretario por cala policio ou termo 1*000 pag.is pelas partes.
Ki'-.iui revocadas as' disposicos em conlr trio.
Maml i, portante, a tedas as autoridades a quem o conhecimen
to e execu;o da presente resoluco pertencer que a cumpram e
faeam cuuiprir to inteiramente como nella se eentm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 18 de juuho de 1873, o2.*
da independencia e do imperio.
L S. Henrique Pereint de Lucena.
Sellada e publicada a presente resoluro nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 18 do junh de 1873.
O secretario interino,
Adotpho Luinenh Lms.
LE N. 1126.
0 baeharel Henriquo Pereira de Lucena, commenJador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito o pre-
sidente da provincia de Pernambuco:
Fago saber a todos os seus habiteutes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resotaejao seguinte :
DESPKZAS.
Art. I. A despea das cmaras miinicipaos, especificadas nos
arts. 2 a 27 da presente lei, no anno financoiro de 1873 a 1874,
orgada em 239:697*937.
Art 2.a A cmara municipal da cidade do Recite autorizada
a despender durante o exercicio de 1873 a 74 a quantia de.....
17u:231*3U0 com as segainies verbas :
SKCJIRTARIA.
1. Y encnenlos do secretario, sendo 1:800*
de ordenado e 800* degratiQcacao........2:600*000
dem do oUV.ial-maio.-, 1:400*000 de ordenado e
600* de gratilicacao.............2:000*000
dem de dous amanucuses, ten lo cada um 900*
de ordenado e 60J* de gratificarn....... 3:000*000
dem do amanuense que serve de porteiro lo jury,
tendo l:0H)* do ordenado e de gratilicacao 600*. 1 600J00O
.dem do con.iuuo que serve de correio. 1:000*000
CONTADORIA.
2. Vencimentos do contador, sendo 1:6)03000
de ordenado e 600*de gratificarn.......2:2OJ*O0O
dem di amanuense,iMiO de"ordnalo a 6 0* do
gratieaeo...............1:500*000
Porceiitagem do procurador, na razo de 4 poi-
cante das rendas que arreuadar........6:097*500
IMPRI-GAUOS BXTUUfO*.
3 3. Ordena lo do advogado da cmara.... 50 >*0O0
Gratilicacao annual do a-tual advogado dos pre-
sos pobres, de 500*, e de 3 0* ao solicitador dos
inesmos................. 800*000
Ordenado do solicitador da cmara...... 400*000
dem do offlcial de uslica......... 300*000
Vcncimentos dos Bscaea das freguezias do Recite,
Santo Antonio, S. Jos e Boa-Vista, leudo cada um
800J da ordnalo e 700* de gralilica.i.....6::00*00)
dem dos liscaes das freguezias de ossa Senhora
da Grca, Poco da Panolla e Afogados, pereebendo
cada um 603* de ordenado e 609* de gratiticac 3:600*000
dem dos da Varzea, S. Lourenco da Malta, Muri-
beca e Jaboato, sendo para cada um 240* de orde-
nado o 240* ite gralificaco........1:920*00)
Ordenado de 13 guardas liscaes a 720* cada um. 9:360*000
dem do medico............1:800*030
Vencimento do engen eiro cordeador, sendo.....
1:600500) de ordenado e 800* de gratilicacao. 2:400*000
Ordenado do administrador do matadonro do Poco
da Panella................ 720*000
Vencimento do administrador do matatourn pu-
blico, sendo 800* de ordenado e 400* de gratili-
cacao.................. 1:200*00
dem do amanuense aposentado Candido de Souza
Miranda Couto.............. l:0i0*nO0
dem do liscal aposentado Joaquim Jos Bello. 700* 06
A dous cobradores do imposto de 300 rs. para
limpeza da cidade 8 0/0 do que fallar arrecadar dos
exercicies lindos.............. *
DESPEZ.XS GBIIABS.
S 4." Expediente o impres.des. ......... 1.800*000
Jury, eleicoes, asseio da sala da audiencias da i'
entrancia, inclusive 3 0\ para seu expediente. 2:450*000
Despezas judieiaes...........1:000*000
Desapropriaces.............20:O00t'OQ
Concerlos dos predios municipaes...... 300*000
Conservado do ni itadoum publico......2:000*"00
Limpeza e asseio da cidade........4' :000*D00
Obras novas, inclusive os juros do emprestimo con-
trahido para a eoasiruecao do mercado pahlico. 22:000*000
Casias dos procesaos em que decahir a justica
publica, inclusive as devidas a Franceliuo Olympio i'e-
reirade Oliveira, escrivo da subdelegara de S. Fre
Pedro Gongalves na importancia de i5*900 e a Mar-
celino Goncalves Salguciro..........4:6f000
Eveotuaes e dividas passivas......... 4:600*000
i:kjiitkiii j rkcife.
5. Orden ido do administrador.......2:400*000
dem do capello..........->- 1:200*000
dem do sacristao............ 600*000
dem do pori-iro............. 800*000
dem do jardiueiro a 1*600 diarios..... 584*000
V encmenlos de um guarda, sendo 800* de orde-
nado e 2 0* de gratificado..........1:000*030
dem do amanuense, sendo 1:200* de ordenado e
400* de gnitincaco............. 1:600*000
dem de 11 irab tinadores a saber: 3 coveiros
a 2* diario-, 7 serventes a 1*600 e 1 pedreiro a
4*000..................7:738*000
CKMITKRIO DO POCO DA PAMKLLA.
S 6.* Ordenado do administrador...... 600*000
Vencimentoa de um servente a 1*189 diarios. 467*000
CEM1TBEIO DA VARZEA.
8 7. Ordenado do administrador....... 300*000
Vencimento de um servente a 1* diarios .... 365*000
CBMlTBRIO DI lAtOATAO.
1 8. Ordenada do administrador....... 300*000
Vencnentos de um servente a 1* diarios. ... 363*000
CEMITBBIO DB 8. LOUBKNCO OA MATTA.
| 9.* Ordenadojdo administrador....... 500*000
Vencimentos de um Cserveate a 1* manes 381*000
P 0. Eventuaes para oscemiterios ..... 1:000*900
"'.....
170:M1*W
Art. 3.a A cmara municipal da cidade de Olala
a despender com as verbas abaixo especificadas a <
9:765*974.
I." Ordenado do secretario........
i II) ii do portein..........
3. dem d ajuJante do perteiro......
4.* dem do tiscal da treguezia de S. Pedro Mar-
tyr.
S.
i.' dem do lis,:al do Carato da
" 'i." dem do de' Maranguape........
5 7> dem dj de Beberibe.........
< 8.' dem do advogado..........
9. dem do admiuis'rador Jocomiterio .
i 10. Diaria Je 1*600 para o coveiro.....
g II. Expediente e asignatura do jornal ollicial.
S II Custisem que decahir a justica publica. .
s 13. Agua e luz para as prisa js.......
jj 14. Jury e eleicoes.........
| ti. Obras do municipio, iaotusive coucertos dos
predios e limpeza la cidade.........
3 16. Aluguel d paco da cmara......
j 17. Eventuaes e publicacos de i-ditaes. .
3 18. l'orcentgem do procurador na razo do 6
por cento do q e arrecadar..........
autorisada
luanlia do...
800*000
400*00)
203*000
300*000
300*000
230*000
250*0 K)
480*000
700*000
584*OO
120*000
600*001
130*000
200*000
3-141*416
400J000
300*000
580J55S
9:73)*97i
Art. i." A cmara municipal da villa de Iguarass tica autori-
sada a despender com as seguimos verbas a quantia de....
4:330*00).
I. Ordenado do secretario....... 701*1100
2.- dem do liscal da villa........ 200*000
I.' Mein do liscal de Itamarae...... 200*000
4.* liltm do purleiro.......... 130*000
3. dem d i contiuuo. ,...... 100*003
.* Poroeniagem do procurador; na razo de 6
por ceiite do que arrecadar.......... 259*SO
i 7. Agua e luz para a cadoia....... 50* 00
5' Jury e eleicoes........... 70*000
i'.* Kxpedi.m'te e assignatura do jornal olDcial 7*000
| 10 Cusas em que decahir a justiea publica 200*000
3 II. Mvei> para o pac da cmara..... 300*000
3 12. Cairamente, limpeza das ras e obras d
municipio, inclusive a d> cemilerio...... l:90*2i)0
i 13. .Compra de pesos e medidas decimaes. 100* hK)
li Bveatuaes............. 50*000
Art. 5.* A cmara municipal da cidade da Victoria
sada a despender com as seguinte". verbas a quantia de
jj l." Ordenado do secretario.......
S 2. Ideai do porteiro..........
3 3.* dem do liscal............
| 4* Mem do zelad i.- do a^ougue.....
")." Porceniageiii do procurador na razo de 6
p ir cento do que arrecadar..........
3 6.' Expediente e assiguatura do jornal ollicial .
i 7* Impostes genes, foros e impressoes .
S 8.' Jury o eleicoes...........
9.' Aluguel da casa da cmara......
10. Agua u la para a cadeia. ..'....
; 11 Cusas dos processus em que decahir a jus-
tica publica, inclusive as que sao devidas a Bellarmi-
no dos Santes Bulca Fd .o..........
12. Limpeza dos fateos Ja feira......
SIL Juraiivo dos pre-os pobres e enterramentos
tMas desvalida*.. .-........
14. Ordena tu do advogado........
lo." Ooras manicipaes, inclusive a do cemilerio.
16. Eventuaes............
das
4:330*000
fica autori-
5:900*000.
700*000
20050 0
iO1*000
8'*000
300*000
60*000
200*"00
100*000
2i0*000
130*000
1:000*000
100*000
100*000
200*000
2:000*000
90*000
5:900*000
Art. 6.* A cmara mauicipal da villa do Bom Jardim fica auto-
risada a d-.pender toa as verbas abaixo especili.-adas a quantia de
2:771*170.
l." Ordenado do secretario........ 500*000
I i." dem do porteiro......... i0J*0'X)
% 3." Mein do ajudante do porteiro..... 50*000
$ 4." dem do liscal............ 100*000
8 5. Porceutagem do procurador na razo de 6
por ceulo do que arreeadar.......... 163*170
6.* Luz e agua para a cadeia....... lo0*<00
i 7. Expediente e assignatura do jornal ollicial. 60*000
8." Aluguel da casa da cmara e da que serve
de priso................. 28**030
9.J Limpeza das ras e arrugue..... 100*OoO
3 i'. Custas em que decahir a justii-a publica. 2n0*0:)0
3 II. Jury e eleicoes........... 60*000
3 12. Obras do municipio......... 1:000*000
% 13. Eventuaes............. 50*000
Art. 7. A cmara municipal do Biejo fica autori
pender com as verbas seguinles a quantia de 1:000*000.
L* Ordenado do secretario.......
3 i-* Ide.n do porteiro..........
S 3.* dem do ajudanle do tnesino......
5 4. dem do fiscal...........
5." Porcentagem do procurador na razo de 6
por cento do que arrecadar.........
6.* Jury, eleiciies e expediente......
8 7.* Custas em que decahir a justiea publica. .
3 8." Pagamento de loros. .........
8 9." Assignatura do ornil offlcial......
3 10. Obras do municipio........
11. Luze agua para a cadeia......
i 12. Eventuaes............
Arl. 8.' A cmara municipal da villa de Pao d'Alho
da a despen.ler com as verbas segrales a quantia de 6:
l." Ordenado do secretario.......
dem do porteiro..........
dem do fiscal da villa........
dem do administrador do cemiterio publico
di
de
i
villa
5.
*
tinta.
7-'
dem do servente do mesan cemiterio .
dem do administrador do cemiterio da Gloria
Porcentagem do procurador na razo de 6
por coto do que arrecadar..........
8 8." Expe tiente, jury e eleic&es......
| 9. Lnz para a cadeia.....*.....
3 10. iasiguatura do jo; nal offlcial. .
8 11. Limpe/.a das ras e acougue.......
i ii. Custas dosproeessosera que decahir a justi-
ca publica inclusive as devfdas ao offlciil de Justina An-
drade Lima, ao escrivAo Rangel e contador Bessone. .
13. Ordenado do administrador do semitono da
Luz.............. "...
14. Obras do municipio, inclusive a ponte no
riacho -Itahiba. ,.........
3 11. Eventiraes............
2.771*170
sada a des-
2.50*000
60*000
30*000
50*000
63*000
60*000
40*000
70*000
27*000
223*000
90*0 0
40*003
1:000*000
autorisa-
887*0 0.
4004000
250*000
300*000
300*000
200*000
150*000
300*000
100*000
80*000
27*000
150*000
400*000
100*000
4:030*000
100*000
6:887*000
Art. 9. A cmara municipal da villaje Cabrob autorisada
a despender com as segamtes verbas a quantia de 922*750.
I.* Ordenado do secretario.
2* dem do porteiro...........
3." dem do liscal..........
4.* Porcentagem do procurador na razio de 6
por cento d que arrecadar'.........
S> Jury e eleicSes...........
6.* Expediente e assignatura do jornal offlcial.
7.* Agua e luz para a cadeia.....
8.* Castas em que decahir a justiea publica. .
9.* Obras do municipio ,.......
10. Eventuaes.............
200*000
36*000
30*1100
53*000
30*008
40*030
80*000
60*000
338*000
36*750
922*780
Art. W. A cmara municipal da cidade|de Nazareth fica autori-
sada a despender comas verbas abaixo declaradas ja quantia de
1. Ordenado de secretario." 300*000
t.'Mam do porteiro,......... 200*000
3 3.' idem do do cemiterio........ 200*000
jj 4.- Idem do fiscal da cidade........ 201*000
j 3 dem dos liscaes das freguezias..... 200*000
3 6.* dem de um guarda do acougue....., 100*000
i 7." tem do advogado.......... 200*000
8." Ordenado e mais dividas dos annos anterio-
res, inclusive a Joio de Arauj) Cesar...... 1:253*357
J- 9.- Porcentagem do procurrdor, na razio de 6
por cento do que arrecadar.......... 360*000
10. Expediente e assignatura do jornal ofllcial 60*000
H. Jury e eleices ..........'. 150*000
12. Custas em que decahir a justica publica 200*000
13. Limpeza e melhoraiuento das ras. 609*0 0
14. Obras do municipio......... 2:104*918
15. Agua e luz para a cadeia....... 150*000
16. Curativo dos presos pobres....... 200*000
jj 17. Medidas para u mercado publico .... 150*000
18. Impostes sobre os aceugues...... 82*000
8 19. Movis para o paco da cmara...... 200*000
S 20 Eventuaes............. 205*000
7:3 '5*275
Art. 11. A cmara municipal da villa de Tacarat lica autori-
sada a despender com as seguinles verbas a quantia de 877*000.
1.* Ordenado do secretario........ 1-tO*000
S 2.- dem do porteiro.......... 40*000
8 3.- Mein do fiscal......., 30*000
8 i.* i'orceutagem do procurador na razo de 6 por
cont do que ai-recadar........... 32*000
g 5. Jury e ele.;oes........... 60*00o
6.' Agua e luz pira a cadeia....... 30*000
$i 7.' Limpeza das ras e fonlcs ....... 60*')00
8 8.* Custas em que decahir a justica publica 101*030
8 9.' Dividas do exercicio lindo .'..... 37*000
8 10. Obras municipaes.......... 100*000
8 11- Eventuaes, expediente e assignatura do jor-
nal ofllcial ................ 98*000
8 12. Compra de urna casa para acougue .... 50*000
877*000
Arl. 12. Continuara era vigor os arts. 19 e 29 da lei n. 1,063 de
13 de junho de 1872. relativos (amara municipal de Floresla
Art. 13. A cmara municipal da villa de Ipojuea autorisada
a despender com as verbas seguinles a quantia de 903*000.
8 l. Ordenado do secretario........ 230*000
8 2.' dem do porteiro.......... 50*000
S 3-'dem do fiscal......... 40*003
8 Porcentagem do procurador na razao de 6
por cento do que arrecadar.......... 54*000
8 5. Expedante............ 2u*ooo
S 6." Jury e elec5es ,......... 70*000
S 7.* Agua e luz para a cadeia........ 30*O0'J
8 8.* Cusas em que decahir a justica publica 100*000
g 9. Obras municipaes ........ 271*000
S 10. Eventuaes............ 20*0:0
905*000
Arl. 14. A cmara municipal da villa do Cabo lica autorisadi
a despender com as seguinles verbas a quantia de 3:232*000.
8 I." Ordenado do secretario........ 500*000
8 2." dem do porteiro.......... 100*^
8 3." dem do fiscal........... 300*000
8 4." Idem do administrador do cemiterio. 120*000
8 o." dem do porteiro do niesmo, que serve de
coveiro................. 300*000
8 6.* Porcentagem do procurador na razio de 0
por cento do que arrecadar.......... *-"^9?.^
8 7. Expeoiente e assignatura do jornal offlcial. 60*000
8.- JurVe eleicoes ......... 30*000
3 Limpeza das ras.......... 100*000
8 10. Custas dos processus em que decahir a jus-
tica publica .............. *00*000
11. Agua e luz para a cadeia....... 100*000
8 12. Dividas dos annos anterior s...... 127*968
8 13. Conservacio do cemilerio....... 200*00)
5 14. Obras municipaes.......... 800*003
3 15. Eventuaes.......... 74*032
3:232*000
ArL 15. A cmara municipal da cidade da Escada _autorisada
a despender com as verbas seguinles a quantia de 3:770*000.
1. Ordenado do secretario........ 500*000
8 v dem do porteo.......... 200*000
8 3. dem do liscal............ 403*000
5 4." dem do advogado"....... 200*000
8 5." Porcentigein do procurador na razao de 6
por cento do que arrecadar.......... "'^
3 6. Expediente e assignatura do jornal offlcial. 60*000
8 7." Custas dos processos em que decahir a jus-
tica publica inelisuve as dividas ao escrivo do jury
Hilario Urbano da Silva e a Jesuino Archanjo de Al-
buquerque Pimcntei.......?..... 300*000
8 8." Jury e eleicoes........... 190*000
9. Aluguel da casa da cmara......." ^0*000
8 10. Agua o luz para a cadeia....... 70*000
8 11. Movis para aasa;da cmara.....'. 200*000
S 12. Obras municipaes ......... 1:173*800
13. Eventuaes............. *00000
3:770*000
Art. 16. A cmara municipal da villa de Bezerros fica autori-
sada a despender com as seguintes verbas a quantia de 1:100*000.
| 1 Ordenado do secretario......... ^^IXa
8 2." Idem do porteiro.......... 60*000
i 3." dem do fiscal........... 60*000
8 4. Porcentagem do procurador na razio de 6
por cento do que arrecadar.......... 66*000
3 3." Expedient e assignatura dojornal offlcial 80*000
8 6.* Agua e luz para a cadeia ....... 100*000
8 7." Movis para a casa da cmara....... 168*000
8 8." Jury e eleices........... 30*009
S 9." Custas em que decahir a justica publica. -100*000
8 10. Obras municipaes.......... 200*000
i 11. Eventuaes............ 36*000
1:100*000
.
Art. 17. A cmara' municipal da cidade de Caruarii aulorisa-
sada a despender com as verbas seguinles a quantia de 3:000*000.
8 !. Ordenado do secretario......-. 09*^
8 2. dem do porteiro........... 200*000
8 3. dem do fiscal........... 230*000
8 4." Idem do administrador do cemiterio.^ 450*000
8 5." Porcentagem do procurador na razao de 6
por cento do que arrecadar ........ '^0*0(
6.* Expediente e assignatura do jornal offlcial .
7." Agua e luz para a cadeia....... 130*000
8.' Jury e eleicoes.......... 100*000
9. Custas dos processos em que decahir a jus-
lica publica................. ^'sS
| 10. Limpeza das ras.......... ,52
3 11. Obras municipaes. ......... 800*000
l 11 Eventuaes, ~....... 80*000
3:0OQJ00O
Art. 18. A cmara municipal da villa de Salguciro autorisada
a despender com as verbas abaixo declaradas a quantia de 1:150*.
~ 1." Ordenado do secretario........ 150*)00
2. dem do porteiro........... 40*000
3.* dem do fiscal......... 70**u
4.'Porcentagem do procurador na rataodee1/
do ae arrecadar.............. f**fi.
8 5.'Expediente e assignatura lo jornal offlcial. *Sti2K
le.'Jaryeeleicdes. ......- *MW
5 7. Custas dos processos en |n deeaWr j"W'
tica publica..............,-. 50*000
| 8.* Pagamento la 2.* prestacio da casa do mer-
cado. .. .............. 833*jl3.1
9.* Obras municipaes.......... '"/JbW
10. Eventuaes......... '^tm
Art. 19. A cmara municipal da villa de Barreiros auto-



:^


j
li


enr
5T8I afro^i ii i i
timada a despender con SfgHlitef Verba* a qttittia.
rdenado do cerda-rio. ..%.-...
em do porteiro.
*WtP _Brcentagem do
"arrecadar.
Aluptiel da casa da cmara.
lente tiMnanatUG^ do iaraal offleial
decanir a jus-
Jlir -----r .' ===== fek---*t-
osCo de 187$. >; -.#'
*
toiooo
5Q0(}u
Tl AtiMlRjMlNPm M vigor P*ra *s cmaras mnncipae?, nao
(di-jilas na presente te, w ltimos or^moulns approvad-
llllie
i rtafab a'><0jiM9 u *'
F......- -m* 50*0^ pupipudrt ipiiiuripoJikl*iynt,jii.*-4w*o .ilv
....... "T-. loOOO fiscal do RioForaio,s
o procurador na razio de 8 "Arr. 29". Ficam WeiJlil -is m.*js13feiinits
.'.'...'..... 6ti030 \ 1" A' cmaro) municipal dtfWnlafr pa
Ruado do fecal d.
M*a importan-M'
**
100(KM)
SiQCW
45OJO
autorisaeoes
para pagar 'pela
rustas judiciaesa quantia do 30 i(*t0, por conla do que est de-
If ndo^ao^crivao ki Pautiap Vjc^Jg Mello.
A' camzJKmuniciIal 000
rUO
1*780.1
Judenles, que al Bsente ftev
g li.* A i'amacsnfciuniem '
deve. a Primo FolJMlfa, roma
S 4." A' cmara mune
. lo deve al o preneotc de cu
- verba votada para a cpnsti
1:080 $780 | 5. A caniHp mujiit'i.
estradas de rodagem do teu i
--o para n g|r tudo guae-
r na>s, e fi'dR for precito,
do 'cmiterio. pulseo da villa.
K-i-al.i para cobrar peajiii' uas
ipin. exceptaados ot prwpnciaes, .
rv.i.io delias o produ-lo do mes-
i de Petrolina autorisada applicando exclusivamente a <
i tjnaulia de (TO/SOTl. mo pMagfo
Ordenado do secretario........ 2.>p000 0. A' cmara municipal do Hio Formoso para despender as
dem do porteiro.......... 6DMW0 Jobea do sua r%ci'ita ana a tonsir&v-in de Ipna rila par'sBas ses-
' dem do fiscal......... 5u*00 sc ou4ara,zjereadf.
V* Porcentagein lo procurador na razao de 6",'. 7. A'cunara municipal de Scrinliaeui para despender atea
qaf~Smmtufr~'. 1 ." ". T*T '. 39JCTO importancia de SOfrsOnrl com teira jndicrae*, para a nrreradnrao
30*000 de suas rendas, e bem assim para ortmrmar mseunm de au rwmlfi
iOiliiiOO na cnnlruccao de qualquer obra de tOMado* nflfeicifto.
'i'iO0O i 8. A' cmara muru'ripal da eimtjA d.i.vJ:tort* para aitender,
."WiOOO si jnlgarjtt 80*000 raz eoutros arrenvtantQB dos irpnsloyirwmVipaes.-
JOOOOO r.Zctftk.
o.l'J0 Art. 30, As cmaras iniini apaes 'da provincia ficam aolorisadas
------------a arrecadar no anuo finanecir> d-187J .J87t, 5 rendmento dos
993iiiOO impostos creados por teja anli-riore5,ri)riffnao'foram expresamente
revogados, e dos especificados as paragraphos segulntfis :
I.' ^Iiiguid dos predios mnnicipasK.~'Z.""_7.-"_.'.
5 .* Foros e laudcmios dos tern-nos.
S .* Afericoes de pesos e medida*'- '" !':i '" '
g i* Licencas para ediQcaces c'oncertris dos predios, ajado
as cmaras a cordeacao. -
S S.* Ilepesos dos acougues.
5 fi* Taxa de 3J000 paga annualmente de cada I cenca que tira-
rem as boocteiras para venarem deniro do municipio ; de 64UOO
ite pelos masatus quv negoeftirerri nos mn-
"I !i. Ex|iediente e assignatura do jornal nlficia!.
j (> Alugael da casa da cmara.......
7." Jury c ejaitfes...........
8* Gustas fadicFaes dos proeessos decahidos. .
$ 9.* Agua n liu para a odeia.......;
g 10. fibras municipaes...........
s II. Bventaaes.............

....
....
Arl. 2!. Acamara municipal da villa de Granito autorisada a
despender com as vertas soguintes a quaHtia de 1:6075988.
S 1 .* Ordenado do secretario........ IGOiOOO
S 2.* dem do porteiro. .
i 3. dem do I-ch da villa.
3 4.* dem do do Eki. .....
5." Ex sediente e assignatura do jornal offleial. 44)5000
.* Jury e cloicSes. ...:...... WJKM
7.' Agua e lu pan a cadeia....... SOiOOO
\ 8." Aluguel da casa da cmara .. ..... 605000
(.l." I'orceiitagem do priruraiinr na razao'de 6 */
do que arre adar....... :...... 755000
8 10. Obras iminicipaes ........... 700000
\l[. Oustasdos procesaos deca idos, inclusive as
que sao devidas a Joto IVreira da Costa Miranda tOiOOO
J 12. Eventuaes..........'... 92 988
1:6075988
Art. 22. A cmara uiiinicipalda villa da 8. Bonto fica autori-
sada a despender com as verbas seguintes a quanlia de f:$S0i"i)O Pr inrraccao de posturas.
$ \." Ordenado do secretario........ 3005000
g 2. dem do porteiro.....:.....50500)
i 3.' dem do fiscal.......... 1005' 09
g 4.' 1'oiTenUigem (hi pnicurador na razo de 6
por cento do que arrecadar...........
I '6' Expediente e assignatura do jornal offleial.
6." I.iuipeza das roas..........
I 7.-A'.'na e luz (tara a cadeia.......
8" Costas dos processos em quedecnhjr a justi-
pulilica...............
g 9. Aluguel da casa da cmara......
b 10- Obras monWpaes, inclusive a do cemiterio.
SU. Eventuaes.............
nicipios do interirr e de 305000ni dn Recite, sendo suieilas as pri
metras rpulla.de 105000, de 205000os segundos e de 305000 os
tercelros, sempre que forem encontrados no uso de seu com'mereio
sem a competente licenca em vigor.
7.' 120 rs. por Carga de qualquer produelo ou genero exposto
venda nos ulereados pblicos, sendo as cmaras obligadas a for-
necer nos vendedores os pesos e medidas adoptados, sendo de agur-
dente 800 rs.
8.* Taxa de 35000' de cada engenhoca.
* 9. Taxa sobre passagem dos rios.
%tk Multa, segundo o c digo criminal c niais ki em vigor, e
H. Dizima de gado cabrun e ovelhum.
<2. 500 rs. por cabeca de gado vaecum, 200 rs. por suino,
ovelhum e rabrum, talhados nos acougues pblicos ou panicn-
lares.
1O05O00 '3. O imposto sobre fabricas de figo de artificio, pagando o
."50500:) duplo os que esliverem estabele^idos as proximidades das cidades
.,.-.
30 i 10
305000
130J000
SiOiOOO
8005090
SO 5000
!:6iO50-'O
Arl. 23 A cmara 1111111 c:ial da villa do Bonito lira autori-ada
a despender culi as verbas seguintes a qtiantia de 1:2005000.
I Io Ordenado do secretario
*, 2.- dem di porteiro..........
S 3. Mein do fiscal...........
g tn'oreentagem do procurador na razio de 6
pr cen 1 do que arrecadar.........
S Expedienfe e assignatura do jornal olficial.
,? B. Jury o rk'icru's .........
". Agua e luz p na a cadeia......
i 8 distas dos procesaos em me dseahir a justica
publica, quo si.i de vidas do exeroicio lindo aos escrives
Joan Gomes da Suva e Patricio Gomes da Silva. .
S 'J.' Obras iuniripa.-s o eventuaes.....
4005000
80 805000
1W50 0
5000
(0500)
7050:10
200^ (H)
I845(-M)0
I:S0IM)
Art. 24 A enmara municipal da villa de Panellas lea autorisa-
da a despender com as seguintes verbas a quanlia de 811 000.
...... 200500)
% \." Ordenado do secretario.
S i." dem do porloiro...........
S 3. dem do fiscal........'
i 4. Porcentagem .lo procurador na raz.lo de 6 por
cenlo do que arrecadar.............
8 5." Expolien!- (. assignatur do jornal ofliciai .
6." Jury o eleicoos.............
g 7." distas dos processos en que decaliir a jusli^a
pnb.ica. ,............
8." Agua e mi para a cadeia........
s Obras municipaes...........
g 10. Eventuaei.............
405000
O5OO0
485060
.80|000
SOiOOO
705010
605000
2005000
5340
815000
Art 2-i. A cmara municipal da villa Je Itamb fica autorisada
1 despender com as verbas seguintes a quan ia do 3:0075000.

i .'
I 3-
I i'
|f
I I
Oideuailo do secretario
[dea do porti'iro. .
I lem do fiscal da villa. .
Id 111 do de Timbaba. .
Expediente, jury e oleicoes.
Luz e anua para a cadeia. .
4005000
12 '5000
e villas.
14. 45000 p.r cada casa de negocio as ridades, villas, su-
burbios e povoa';5es.
lo. O imposto sobre curracs para apan' ar peixe.
16. 60 rs. por cada p de coqueiro que der frucl 1, exceptua-
dos 10 para uso do proprietario.
8 17. lien limemos dos coniiierios pnblicos.
g 18. Imposto de 25300 is. sobre cada eslabele-imcnto que
vender espiiios alm .la laxa do 14
g 19. dem sobre os Tornos je ral.
20. 320 rs. |ior cada carga de assucar, carne secca, baealbo
e uniros peixes que orem expostos venia nos mercados pnblicos.
-21. Taxa de 105000 porcada liecnca para sollar fogo de vis-
la, o 55OOO para fogo do ?r.
22. dem de 305000 sobre fabrica de fogo de artificio que
qnizer vender logo do ar, livre dj imposto do paragrapho antece-
dente.
I 23. Unn sobre cada earroca empregada nos servi.o das
ciJades, villas e |iovo:icoes. inclusives as de vender agua, exceptua-
das as empregadas na avonra.
4'. 100 rs. por cada palmo di terreno dentro da ridade do
Hecile e seos suburbios, que nao esteja edificado 01 cultivado, em-
bola se conserve murado.
S 18- I 5000 porcada taaa.de sobrado na cidade do Recife,
eon-ervar varanda 011 sacada de madeira.
26. 105OOO porcada casa de sobrado, cujo exler3r se con-
servar estragado, e 5OJO por cada casa lerrda em' iguaes circunH-
(anclas, sen-I 1 litas taxas repetidas annualmehre"."
27. t050H) por cada casa de sobrado as h'ias queja foram
cal cadas, que nao Ifrerem os passeios a ella correspondentes, feitos
ncMiiesmo nivelamento e aliiiiiamciit idos que jtiveremsido excuta-
dns de coiiforniidade en as posturas mmitCipaes, e f>0O) |ior cada
casa terrea as mesmas eondieoes.
28. I0000 por cada casa di sobrado, cojos quintaes dellem
para outras ras e nao eslejam mirados al o respaldo do pavi-
mento terreo em forma exterior de eiilkio, e 55000 por cada casa
terrea e ideatieas eircumslam-ias.
29. 60 rs. pir palmo de terreno nos povoados da Magdalena,
apunga, Chacn. Casa Parte, Poco da Panella, ("aldeireiro, Monlei-
ro e Apipuco, que uo estiver mralo ou cercada
g 30. 40 1 s. por palmo de terreno em toda a extencSo da e(-
dule do Hecife a Apipacos, que n- esliver murado, exeeptoando-se
os terrenos que tiverem coreas nativas em bo:n esla'lo de consor-
vacao.
31. 2O5OOO por eiia balsa .le capto} deotro da cidade do Re-
cife.
32. 55000 por cada machina de di-scarocar algodao as ci-
dades, villas e povo.icoes, c 105000 porcada machina a vapor non-
____que
0:11
)j 7. Limpeza da ra do Commercio......
I 8." Assignatura do jornal offleial......
9." Aluguel da casa da cmara.......
g id. Poreenlagera do procurador na razao de 6 por
o do que arrecadar............
su. obras wnniiiaa..........
g 12. Ordenado do advugado..... .
13. Reparo da casa da cmara. .
g 14. Eventuaes.......
Art. 2b. A cmara municipal da villa de Agua Preta 6 autorisa
da a despender com as veibas seguintes a uantia de 4:8fl '0 0.
g t> Ordenado do secretario......... 00
2. dem do porteiro...........
S 3." dem do fiscal da villa. ......
g 4." dem do fiscal dos Montes......
g o." dem do fiscal do Fri.....
fe 6." Porcentagein do procurador na razo de 6 por
r.tnto d que arrecadar.........
S 7.- Expediente e assignatura do jornal offleial! '.
g 8.* Jury e eleices.......
g 9. Aluguel da casa da cmara. '. '.'.'.'.'.
8 10. Limpeza das ras da villa, luz e agua para a
caueia.................
S 11. Cusas dos processos em que decahir'a justica
publica...............
g .2. Obras muuicipaes 3 compra'de casa nos Mon-
tee paj-a o mercado publico.......
13. Ordenado do administrador do ceuiilo'rio! .
g 14. Eventuaes. .....
art. 44 da le
21 e32
0005OOO
1205010
1305000
2405000
100000
a,.nLr7" A ca,n:ir1a municipal da villa do Buiquo autorisada a
Atender -.om as verbas seguintes a quanlia de i:i00000.
waeaado do secreUrio *sfiri
secreUrio
fe ." dem do porteiro.......
i 3.* dem do fiscal da villa. .
g 4 dem do da Pedra ......'.'..'.
% i Porcentagein do procurador na razio de 6 por
) do que arrecadar.......
5 6/ Agua c luz para a cadeia. .'.'.'.
g 7." Limpeza das ras e acudes. .
i, 8. Jury u eleices........
6 9 Expediente e assignatura do jornal offlciaL '.,
5 iu. cusas dm processos em ine decibir a iustioa
publica.................... 505000
g II. Movis para a casa da cmara." .' 1005000
I 12. Aliujuel da casa do acougne....... 60.5000
I
13. Obras municipaes. .
14. Eventuaes. .
1205000 tada na cidade do Ueeio para (HUiqaer misler.
12059:10 fe 33. Oez por denlo pela in I-vio 1 detencao das rendas moni-
80 000 cipaes.
1O05OOO DESPZAS OMINK.
60500) Ar'- 'T- dinlinuam cm vigor as disposicoes j
2758IK) n. 963 de 1871).
3J05000 Art. 32. Continuam em vigor aadisposiefiM dos iris.
da le o. 1 063 de 13 de junlio de 1879.
114 000 Art. 3 Fica autorisada acamara municipal da cidade da Es-
3305'KX) "da a con i rae lar com quem melhores vanlagens offerecer a cons-
jiOlhOOO lruccode urna casa de acougue e mercado publico, podendo para
6005000 isso contrahir um emprestimo sob as bases estabeleeidas no art. 31
06iOOO da lei citada no artigo anlecedonts, .'cando os contraclos dependen-
---------------t? da approvacao do presidente da provincia.
3:0075000 nico. Nao haveodo licitantes poden a mesma fazer ditas
---------------obras por administrado.
Art. 34. As cmaras municipaes nao poderte dar licenca, para
inaseaiear, a individuo algnm sem que este aprsente oonhecimento
de haver pago o imposto provincial a que esto sujeitos os mscales.
Art. 35. Ficam revogadas as disposi'.oes em contrario.
Mando,j>or tanto, a todas as autoridades a querco conhecimen-
lo e exocucio da presente peatofla pertenc^r que a cumpram e
fafain cumprir tao interramente como nella se conten.
O secretario interino da presidencia desia provincia a faca m-
3005000 primir, publicar e correr."
605000 Palaio (La presidencia de Pernambuco. 18de junho de 1873,52.
805- 00 da independencia e do imperio.
2405000 !-- Henriquf Perda de uceni.
Sellada e publicada a presento lei nesta secretaria da pre-
1205000 sulencia de Pernambuco, aos 18 de junho d 1873.
O sccrelario interino,
6005000 Adolpht Lnmenha lint.
LEI N. I 27.
^^n bacliaro1 "nrique Pereira de Lucona, commendador da m-
]fi\ lew, p, or(,ni dl Rosa' cavall|eiro dadeCliristoJuiz de direito epne-
izuuoo sidente da provincia de Pernambuco :
Paco saber a todos osseus habitantes que a assemlda legisla-
tiva provincial decretou e cu sanecionei a resolucao seguinte:
Art. I. Os escrivaes do civel, orphaos, coinniercio e provedo-
na desta eidadp, servirao d'ora em diantc perante os juizes crimi-
naes, conformo fr designado por acto do presidente da provincia.
Art. 2." No term de Iguarass haver smenle dons escrivaes,
que servirao de tabelliaes do publico, judicial e notas, cando ex-
melos os offlcios que eram exereidos pelo serventuario Praucisco
Xavier Cavalcant.
Art. 3. Os ofcios destes escrivaes serio exereidos de confor-
midade com o decreto de 30 de Janeiro de 1834.
Art. 4.* Ficam revogadas as disposieSes cm contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execueAo da presente resomcao pertencer que a cumpram
e facam cumprir tiio inleiramente coio nejla se conten.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicare correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco. 18 de junho de W73,5>.
da independencia e do imperio.
L-p- Htnrique Ptpira de Lricena.
Sellada e publicada aprsente resolueap nesta secretaria da
pcsldenefa de Pernambuco, ao 18 de junhode W73.
O secretario interino,
Adolpho Lamenha Ltns
4:85050 0
205O00
60-000
1001000
255000
90*000
901000
1205000
565000
50*100
3005000
8550*0
1:4005000
do reforma elcitonl, o Sn ^tt|4ilf QK^ai
de si para si ler lefio o dcsci'lrimenlo da
s doenigma, que o ws in.icao di um ddia'.e |pljial'aiiceia 1. pait
^ni que fundan com ratau a sias mais caras
fd^perancas quanios ven no rearmen represeitalivo
o ideal de um goverao livrft-*
O adiamenio da discussao desse profundo plaso
^ nao exnryn^ajni|ft do ScIbAUibo
1 simples yitagU seiii^fcangjili-
sim o inl(Ko der qflooJ|Bi-
hos da fleif.io d)r*'i;i#|M dii *la-
naiz sem d4ncpo de -partidos e*ci
* nnanrns, e {i neCestidade da dil-o
lnau.da*amara lempifan, edida bievitavei de
ninralidai' publica 110 momento em que para a
es -ulkflds legisladre# fosse adoptado proecs-u
diverso #pielle peta qual livese sido eleita a c-
mara reilrmadora.
t)s qn"aconipanham com atgunia atleneo o
seguimento dos negocios pblicos, nao recusaran
ao gaWneie 7 de merco a siirceridide do empeob!
coiu que teu procurada deseuipaatiar-sn daa pro-
messas em nome das quaes mantem o poder.
Insto 000 quizesse ser, o 8r. Thenphilo Ottoni
nao recoliieria dos fados outra impressAo.
O peiisainrnt*'la reforma clcitorai nao urna
idea nova. Aspirai;.j de lodos as partidos o suas
nangas, o generoso intuito de corrigir os defeitos
da lei de ejeicoe foz-se desde rauilo uoia verda-
deira preocci'ipacao nacional
'" esta nobre inbicao n*o poda ser cslrauho
A'
1 dis,*peco a V Eic. que se digno desculpar-me
de Bao podbr presofltsiMcVite eencontP com quan.
lia mais. avtwada.
Aqu mcJHfr V. E.xc. pronipio para cumprir
Hclihonfe asHts ofdes. -siuf cen a maior con-
sideraclo c aftpco- de V. Exc. amigo rsped dor,
obrigado a enado, Jos Rufino Bezrrra Canal-
cante. ^m^_ r
Oabina da me sideacia, em 8-de a gofio de 1873.
Illm.Sr. Jos Rutina Bezerra Cfvalcanie. Ac-
cuso receWda a carta d v. s., de 5 Jj corrente,
acompanbando a quaut dt :')0>001 para as obras
do a~\lo des alienados
Em reaposlacabe-me agradecer a V. S. esle
donativo e louvar-lhe pelof >entiinento de patrio-
tismo e caidadeque ele exprime. De V S. ami-
go atlcnemso, venerador O criado, Henriqttt l'erei-
ni de Luemn.
Recife, 7 de agesto de 1873 '
IJIm. E.xm. Sr. Henrique Pereira de Lucena.
eorrespQndende carta de V. Exc, que hontem
reeebi, incluo nina nula-de 2005000, para serem
empregadas na eonstruccao do asylo de alienados.
Assgno-me com a maior coosiJeracIo, de V.
Exc inenor criado, Joo Ignacio de Medeiros Reg.
Gabinel; da presidencia de Pernambuco, 8 ie
agosto de 1873.
Illm. Sr. Joao Ignacio de Medeiros Reg. Ac-
cuso recebida a caria de V. S., do hontem datada,
remeltendo a quantia de 2005000, para as obras
do asjlo de alienados,
Agradecendo a V. S. esta offerta, o louvo pela
P
o pairiuiico gabinete, "que nao duvidon roislir
una grande somma de interesses representados
por distibetos caracteres de seu partido para con-
sagrar em acto o mais atrevido tentamen da actual
gerarao.
Em 1871 comeen 1872, como em t873, mereceu
a grande idea da reforma eleit-iral distiucta men-
cAo na folla do throno ; e a falla do throno, todos
o saben, o documento polloico cm que os go-
vemos'exprimen e accetrtuam as ideas que se
propoom a realisar.
ve at boje ainda a reforma urna aspiraeilo,
nao a inercia do gabinete, mas a causas muito co-
nhecidas e muito justificadas deve ser este resul-
tado all iliuido.
Ningoem que as conheca as julgara de outro
modo
Em 1871 nao foi somonte urna razio apparente.
cu at certn ponto attendivel como ao Sr. T. Ottoni
pareceu, a que inOuio para que a reforma cleito-
ral nao fosse resolutamerte emprehendida.
Foi nesse periodo legislativo que so pelejou
aquella gloriosa peleja parlamentar de que o chefe
do gabinete devia sahir sagrado, para servirmo-
nos de urna expresso que empregou o joven es-
cripior liberal no nioiLcnto em (|ue o eiithusiasmo
por urna grande idea f-lo esquecer as paixoes
parlidarias para ser justo (liante de um grande
vulto nacio.ial.
Nao foi urna razao at certo poalo altcndivel,
mas 11111 interesse social, como nao o ha maior, o
que em Wl dcsviou a aitencao do governo e do
parlamento do asfnpptoetekoral.
A dissolueo de 1872 adiou o problema.
Reanima a nova cmara nos ltimos das desse
anno, nao ha ahi quem ignore em quecircum>ian-
cias e entre quaes acontecimentos correu a pri-
meira sessao parlamentar da actual legislatura.
Atravessando urna quadra excepcional de dolo-
rosa alteracao da saude publica, a cmara man-
teve, reto, o seu posto de honra com urna nobre
dedieacao pelo bem do paiz. Mas era humana-
mente impossivel que Ihe so' ras.-e lempp para a
dtocnssan de jictos de reforma.
A verilicacao do [toderos ; o voto de gracas; as
leis ananaes; ontras providencias mediareis :
seriam assnmpto sobajo para oceupar toda nina
sessao legislativa ainda mesmo un tinta dessas c-
maras unaiiiincs de que a nossa historia polilica
recollieu lao amarga experiencia.
Logo que as leis annuaes noderam ser voladas,
os Srs, mini-tros do imperio e da juslica nlTerece-
ram os projectos de reforma da lei de oleicfies c da
guarda nacional.
Antros actos de inconlestavel importancia, taes
como sao o que regula as pron ocoes da armada
nacional, ja convergida em lei do estado, que crea
tribnnaes de segunda entrancia e estabelere novas
incompatibilidades dos magistrados", o que garante
grande e pequea lavoura melr oros condicoes
nos emprcslimos hypothecarios contrahidos e a
contrahir com o banco do Rrasil, occiipavam en-
iretanio a attenrao do parlamenlo.
A reforma da guarda nacional, um acto que por
sua natureza devia proceder qualquer tentativa
de meihorar o rgimen eleiloral, pende neste mo-
mento da cmara vitalicia.on'lej objeveo parecer
da commisso, a cujo estudo fui commetlida.
O nrojecto da reforma eleiloral nesle momento
o objocto de anidan esludo de urna i'.iusire com ,,"Winb*na"da nontes de Afojtalos e
raissaoda cmara temporaria que seguramente lomb, e mu especialmente da celebrrima
nao se demorara alem de Juila medida em offere- tonga, de eternas luminarias.
cer-*?a- USO*" E' preciso vigilancia e represso, quando nao,
Querer-se-hia (|ue cm tratando de assumpto que se contmuarem taes bravatas, pos-ivel que una
diz lao intimamente com as bases do rgimen re-; das [wdras cause ainda a morle a algnein, maxi-
livo, ao estudar um importante projecto ,e se se atrender a que os empregdos em ques-
tao nao sJo nenhum Goliath, que todava pereceu
irova de patriotismo e de caridade que ella reve-
a. De V. S amigo altencioso, venerador e criado,
Hfnrique Vertir de Lucena.
Recife, 7 de agosto de -873.
tilLP- c E.xm. Sr. Descjaudo coneorrer ao ap-
pello que me fe,z V. Exc. para o fin humanitario,
in que ju>t.imente se empenha de fcgar a esta
nobre proviucia mu hospicio para os alienados!
tomo a liberdade de offerecer a V. Exc., para o
mesmo um, a insignificante ipianlia de 2005000, de
que V. Exc. se dignar aceitar. Sou com ledo
respeiUi de V. Exc. aliento venerador e criado,
Jbsi Antonio Ptmra.
Gabinelo da presidencia de Pernambuco, 8 de
agosto de 1-73
Illm. Sr. capitn los Antonio Pereira.Acenso
recebida a c.rta de V. S., de hontem datada, re
metiendo a quanlia de 20050 0, para as obras do
asylo de alienados.
Agradecendo a V. S. este donativo, o louvo pe-
los senlimentos de patriotismo e caridade que elle
revelaDe V. S. amigo atiento, venerador e cria-
do, Henriquo l'ere'na de J.iimii
Exm. Sr. connnendador Henrique Pereira de
Lucena Em renosla caria nbe V. Exc. dijr-
nou se dirigir-me, lenho a honra de offerecer a V.
Exc. a quanlia de 1005000, para auxilio da obra
do asylo dos alienados, que V. Exc. lao patritica-
mente euipreliende.
Permita V. Exc. que me subserevaeom a mais
perfeila esliuia e Jistmela consideraco. Do .
E.xc. alenlo venerador e aiuig abrigad >, Antonio
Goncalies da Silva.
Fragoso, 4 de agosto de 187!.
Gabinete da presidencia de Pernambuco, em 8
de agost de 1873.
Illm. Sr maior Anl mi 1 G mcalves da Silva.
Acenso rece ida a carta de V. S de 4 do corren-
le, remellando a quantia de 10)5000 para as obras
do asylo dos alienados.
Agradecendo a V S. esle donativo, o louvo pela
prova de patriotismo c de caridade que elle -e-
vela. De V. S amigo atlencioso, venerador c
criado, Henrique Pereira de Luana.
Jateado de Paz de Susto Antonio.
-Por ser dia santificado, o de sexlafeira da se-
mana crreme, Boira transferida para odia se
gumle a audiencia desse juizo.
Con a uoEicia. Bec.-inmeudamos mui
instantemente attenejh do Sr. Dr "befe de po-
lica, para que o faca notar aos subdelegados de
S. J.ise d-j Afogados, o seguiu!.' facto que alias
reclama providencias no sentido Je csstr o cri
miosa nrocudiineAto que rerella :
Hontem, na occasiao em que desoa para as
(anco Ponas o tren do carga da va frrea do
Recife ao S Francisco, ao passar em Afogalos, al-
guns malvados atiraran podas sjbro os empre-
gados do mesmo irem. Urna d'essas >?dras, lia-
leudo no rosto de um empregado do Irem, arre-
bentou-llie o nariz de furnia ta! que foi de misler
cozer as duas parles em que cou dividida urna
das ventas.
Nao a primeira vez que se dao factos taes, o
nuil de un emprogado da via frrea do S. Fran-
cisco Haz no corpo os signaos indeloveis d'esaea
actos de selvagismo que cumpre extirpar.
s autores d'essas gentilezas, sao moradores
Mocoto-
mui especialmente da celebrrima Ca-
lo di[4\m- censelfco-TiarothilJ da VmU*, o qual firra a*-iw\
constituid jeajpgildo Eduard d>*-'
liego Sforithiro; vic'e presileiite, FranciscoAogU"-
tvd'AiuuMa ; secretar o, Jos kiilonl de Piolio
Horges; tlsdroira.'(JoaePerelra d'>s Santos Fa-
tol'a; coa^AliW'--, -'x- AUWw d-licito basto.
Man .el I/nireneo de altos e Joao Hermencgi!d>.>
Xavier do Salles. _
O cnuselin uiierioiMrcse^mrrtc *e abra corres
pondencia com o novo conselitv parochial, a quem
secumprimenle.
Finalmcnle teve seiencia o epnselho superior de -
que ha 2 deslo mez t era lujar a inslallaoao di-
urna eseela, de ensillo primado |>ara meninas na
(regttezia da Boa-Vista, a esptnsas do respectiva
eonsuiho parocbiaL x
O cimselho su|>erior, receb#do com salisfaci"
tal 'oiiiiiniatcaeii), retuve queseja louvado o dito
conseibo pafAjal.^* ^m.
O Sr. Dr. Pinto Jnior communica ao conseibo
que nao nodera ler lug; r a 3 deste mez a reunio
da asseinbla gcral por falta do compareciment"
de numero suluciente de socios, deliberando o con- "
seibo que btta convocada a reunu paxa.o.ilia 28
do corrente. s 6 horas da tarde, na eseoia or- "*"
mal, exigindo-se dos conselhos parodiiaes existen-
tes listas dos socios que tiverem pago suas joias c
nien.-aiidades, sendo es .es os que peden volar e
ser volados, ainda que satisfacain taes conlribui-
efles mesmo na occasiac da assembla geral, para
o que se pedera o comparecimento dos thusotre-
ros parochiaes ou de pcssas por elle autoriza-
das
O dito Dr. Piuto Jnior coiiuHuaicoii ao coasclh'/ "
que algumas senh/iras, cujos nomes por einqTian'-
deixava de mencionar, tencionavam em lempo <
lugar que o conseibo superior juigasse mellnr,
expr .era lellao objeelos por das feilos di
agenciados, e bem assim um cpncerto vocal e 11--
irumanlal, sendo o predurte do um e ontro em
beneficio da instruc.ao |iuWica empregado ptk>
mesmo conseibo.
O coHselho recebe con) espe ial agrado urna Ul .
noticia, que confirma aiiida urna vez o palriotism"
e pbilaiitropia que anima o bello sexo ds.quem a so- .
ciedado muilo e muito .--pera, e .10 qu d louva
agrade-e, e delibera que logo que seja possirel f.
realise Uo bello qu.io mil pensamento.
Piialmenle o referido Dr. Pinto Jnior commu-
nica que as segifinles Exmas. Sras. se dignaran
insereyerse no numero d> socios: D. Zilia So-
phia Carvalho de Lucena, esposa do Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena; D. A*ig Coutinbo, esposa do Sr. engenliein Abilw Manoel
de Souza Coutinbo Pereira c Menezes ; D Cordoli-
na Lins d'Almeida, esposado cr. Francisco Mame-
de d'Almeida ; D. Amalia da Silva Lima Frago-o '
esposa lo Sr. Francisco liarlos da Silva Frag.iso
D. Amelia Augusta Vaz de Oliveira, irma do Sr.
Justino Jo-e de Souza Campos; I. Carolina de -

)"
zevedo Carvalho Siqueira Varejao e D. Clementin.i
d'A/.evislo_Carvalho Siqueira Varejiio', lilhas do Sr.
1"'
que nao se limita a retocar a lei de eleices, com ta .
preiendiam faze lo os gabinetes da situado liberal, enbTeelndn"peTra qn"c"loTogo David'.
mas; modica prVuodameatoo- svstwa eleitiral, Dinlieiro.-0 vapor Cuniript^trouxe para
desde a qualilicacao at ao ultimo tramite do pro
cesso da reprcsentacAo da soberana popular, nao
dispozesse a cnnmissao do tempo indispensavel ao
desempenho de seus grandes devores ?
Trabalho este, convenha ao Sr. Thcopbilo
Ottoni, em que o sacrificio do lempo pode ser lar-
gamente compensado. Nao corre o tempo, escre-
ven Marmontcl, quo utilmente empregado.
Os nossos como os vetos do Sr. Theopbilo Ottoni
devein dirigirse oulro lim. Possa a Ilustre
commissao collabor.ir com sinceridade e palriotn-
mo na grando obra da regeneracao do systema re-
presentativo ; volva para ete nobre enipenho as
energas de suas conviccoes ; e o paiz nao ver
urna que-lao de lempo na que c antes do ludo
urna quest.io de futuro.
Esta justificada demora na apresenlacao do pa-
recer nao impressiona o Sr. T. Ottoni,cnao porque
o joven escriptor julga o gabinete possuido da in-
tencao de evitar suploslas diffleuldades.
O pronuticiainento de que urna cena parto da
impronsase tem feito orgao cm favor da cleicao
direata, nao atiesta seguramente urna suprema as-
pira'.-ao do paiz, um anhelo de todos os partidos.
Oade o como se manife^ou essa aspira;\o ? Na
imprensa? Mas a imprensa divide-ss sobre a
auesto. Na tribuna ? Mas atribuna nao se fez
invariaveloicnte o eebo de urna opinio.
O Sr. Tbeophilo Ollonio concordar sem esforco
que ningnem lem o dimito de confiscar em pro-
veito de urna idea a< aspirares do paiz para se
dizer por urna bella manh o seu nico c exclu-
sivo interprete.
A opinio tem os seus orgos n ii 11 raes, os seus
orgos legilimos ; emquanto estes nao se bou ve-
rem pronunciado, um verdadeiro lugar-commum
o aitribuir ao espirito publico o que apenas a
aspiracaode um partido pobtieo, seo .
A necessdade da dis-olic.-a 1. ainda quando a
theoria do ir. Theoplilo Olloni devesse ser aceita,
nao seria um escolho capaz de terrincar o gabi-
nete.
O governo quapianeja una reforma sineera,
profunda e eflicaz nao pode ver um embaracp. na
necessdade, que podesse sobrevir-lbe, de propor
corda a dissolucao da cmara reformadora.
Cmara e governo nao recuariam diante das
naturaes consequencias de seu .pmprio- acto.
Veliz a silpaco. que offerece ao primeiro que
passa a chave dos. enigmas I
(Da Xafo.)
3:0005000
1:0 175000
do nos-a
2:2035670
16:6005000
para o thesoaro
***ii9 sa paesiDBNcu as y de agost de
1873,
Auna Clementina Fres.-Deferido com offlcio
Ifsla dau a (unta emancipa lora da capital
Aureliaao Augusto de Oiiveira.-Idem
Oomiagos I s Pereira.-P;isse portara, conce-
londo a lcaeraeo pedida.
Domingos Fraacjsco Darles-Informe o Sr. tas-
|iejtor da I esouraria de fazenda
BachareiMaqoel Ferreira da Silva. -Informe
Sr. engen-eiro fiscal da companhia Recife Dra
Governo Uo !u.itlo.
S. Santidade Pi IX, a pedido dp. conseibo da
f/unST0, p<,|* resc"Ptosde21o ,'! 1 de maio,
eelebraco, no mundo inteiro da um
preces e actoa de penitencia am de
autorisou a
triduo do
applacar aiusti^a.divina.
le rnareou os das. 12, .13 e 14 do cor
l/c,ouvinde o gerente, gqe dever desde logo pro- garem dentro do trid
idenciar em ordom a-uzer cetaar os ineonvenien- ou denlro daorlavas,
tes apon>(ldps. para ao que_em
Secr
agosto
i ouiniMiitlo da* antea*.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMA^
DE PERNAMBUCO, EM 9 DE AGOSTO DE
1873.
rt .-6r4ea da f' O brigadeiiv cujnmandapfe. da* acniaa declaro
para o am convenanle, j|ue a, presidanoia con-
sebre ins-
. ao Sr. ta-
l cmoiriarjdapte da f'trtajeia d IJrum
"e Zotmir,0. T09 d,a$r *" "'^W ?(M*> 8n aaode. lre,.mfei! HR
en- ou dentro da otavas, i
naria aos que em cd;
Manoel Rodr^iesdaSrtraPilho.-Comorequer, ladainha e cnmp'rirm
inorando a licenca do d|a oiq queIzer-a viagem S. xc. Btfma. o Sr.
vap -i
Fernandes & Irmo
braga, Gomes & C.
O finar Cruzeiro do Su!, levofl
prac para :
Babia
Un de Janeiro
sendo desta quanlia 25:0305 WO
nacional.
Feslividade reglosa.-Sexta-feira (lo)
festeja se com toda a solemnidade, na igreja do
convento do Carmo de Olinda, a Assumpeao de
Nossa Senhnra, sendo orador da fesla o Revm. Sr.
D. abbade de S. Bonto. A' tarde haver ladainha.
A imprensa.Acaba de sahir luz o 2.c
numero deste jornal, dedicado a illuslracao da
classe artis$ca.
Companhia de seguros l'tilitlade
Publiea. Houve hontem reuniao da assem-
bla geral, e sahiram eleitos para a cornmisso de
que trata a disposc.io transitoria dos noves esta-
tutos, os seguintes rs.:
Joo Jos Itodrigucs Mondes.
Miguel Jos Alves.
Francisco Joaquim R de Brito.
Excreicio. Honre lnnlem i
co d'arma do iufantaria no campo
Manobrou o 2." batalhao de linha \
do do tenente coronel Fras Villar.
de ostendef linhas e formar quadrado o batalhao
portou-se bem, tendo-se em vista a pouca insiruc-
cao que pode elle ter, mais ou menos atropellado
com o servico de guamico cidade, que presta
com o 9.a da mesma arma.
.\avios encontrados No dia 5 do cor
renle, ua latitude 2.' O' 3. S.. longitude '!.' 4T
W.. fallou o capilo do patacho americano Frun-
cs Jane, com a galera ingleza Sirah gnett, que
contava 40 das do viagem, procedente de Liver-
pool, com deslino a Calcula.
Pelo capi'.ao do patacho americano Flora
Goodale, sabe-se haver esse capitio communicado
no dia i6do prximo passado, na latitudo 30. M.
e longitud 41." \V. com a barca americana f?jex,
quede Boston segua sua derrota para Canlao, na
China.
tarde exerci-
das Princesas.
ob o comman-
Nas evoln'.'.oes
Joaquim Jos de Carvalho Siqueira Varejao
Xovo Partliciion. No da 6 do corrale,
reunise esta soriedade em sessiio ordinaria, sol
a presidencia do Sr. Tiiomaz Chaves.
O Sr. segundo secretario leu as actas da sessiio
antecedente da extraordinaria, as quaes on|m.
sem discnsslo approvadas.
Foi adiada a primeira parte da ordem do>dta,
em virlude de nao ler comparecido o t. Medeiro*
Correa,sorteado para defender Ihese: o tti
deve ser astalariad pelo estudo f
Passando segunda parte o Sr Napoleao de Oli-
veira desein'olveu a Ihese : Foi justainente]I.utz
X17 ao cadafalsa t
Oraran os Sr;. B tu irlo de Menlniei, Inven-
tino, Seabra uinor. Tilomat Chaves, Aineriso de
Carvajno e Jos Porto.
Achando-se a Inra a lantada e havendo diver-
sos seiihoivs nscriiilos rom a patarra, a casa de
cidio que a thesc licass.; adiad; para a sessao vin- ,
donra.
Foi sor.eadoo Sr. (uijao Sobrin o, que esc -
llieu a segninie these : Qual a fundamento d.i
propriedade ?
Feriinento.Km trras do engenho Caj-
bnss, do dslricto de Aiariba, terimi do Cato.
Luz Eugen.o Vieira, ferio gravemente com diver-
sas faeadiS a Mara Jos Jeroaiina ; sendo pre-o
cm Oagranto.
Pianista. No vajior Cruzein do Sitt v o
do norte do imperio o Sr. Hugo Ba-sneyer, *
quern a opinio da imprensa, nao s do Brasil, eo-'
mo ds;Esiadjs-L'nidos, elogia c recommenda con>
artista nolavcl.
D'entre os diversos ji.Tnaes que tratam do r.
Ru-smeyer, oscolhemos os dom seguintes trechos,
o primeiro do [foto Mutilo, de new-York, e o se-
gundo da Constituicao, do Cea ni:
Ha poneos mezes noticiamos que o muito re-
tejado artista deste Dome pretenda fazer urna se-
gunda viagem ao Brasil. Elle segu este mez pa-
ra o Para no paquete de mala regular, e, seguu<>
somos informados, pretende demorar-se seis me-
zes no J$rail. percorrendo suas prncipaes previo-
cias martimas at o Rio de Janeiro. Mr Buss- .
meyeroecupa em New York um excellente posi-
fo como artista, e prevemos que lera um bom
acolhimento dis bra-ileiros. Elle conla cerca trinla annos e nasceu em Brunswick. Foi disi-
plo do celebre pianista e compositor ingle? Henrv
Ulolfe. De I8S0 -67 ol viajou pelo Brasil, CT"-
le, Peni c alguna paizes da Europa, passando o in-
vern de 186768 em Pars, onde seus concert
foram muilo festejados. O finado Goltchalk muito
aprecia va ouvi lo locar s suas ftxuposicoes.
Alm de excellente pianista, Mr. Bussmeyer <
um compositor de mrito.
0 Hugo Bussmeyer revelou auto hontem, em
seu concert ao escolhido pessoal que .>e achara
nos saloe? do club cearetse segredos de execncan
que al hoje eram desconhecidos aes poucos indi-
viduas que entre nos teem algum goslo iwla sut.'
me arle de Rossini, Mayeber e Mozart.
a A execucaodo distinclo pianista, que com ra-
zio reputado rival dos Litz e GoMhalk deixoa a
todos deslumhrados Dir-se-ba um luibilhao de
harmonas inundas; Sob a mo qnasi invisivel d"
maestro parece que o instrumento, dcil e do-
minado por magia inexolicavel, transformndose,
ammava-se para produzr os mais sorprendente*
ell'eiiiis miaviis, que ja foi dado arte humaaa
arrancar da morta natureza.
o Os clamores do de-erto, os rug tos do lean, o
perpassar das caravanas, o silvo dos ventos, o tri-
pudiar do africano em seus migares grotescos.
montona o as vezes lgubre toada de seus cantos
acompanhados do urro orulal do bonjo que os di-
rige em seus batuques, ludo emfim quanto su"-
cept'el de una intsrpretacAo qualquer, transpor-
tou-se para o piano com urna aerfeco pas-
mosa.
t O Banjo, dansa selvasem de africanos, com
posica desse engenho ai lericaoo de lao sandesa
memoria, autor de Morte e io Tmulo, electrisou
nos de um modp singular.
A attitude alvar'e discordante do negro. f
seu canto guttural e desentoado, o grosseiro
brutal acompanhatueato do tambor, acham-se ah
tao engenhosamente combinados, que dir-nos-hia-
mos Ibgo entre hordas barbaras da selvagens
presenciando as suas.dansts vertiginosas e chei?K
de horror.


f
'
REVISTA WARIA.
ouforme.-O n
1 lUma. paroehs apiojados:dos.'eonven6s que an-
rtfti *res'<,eacia' a Pernaral)UCJ- il ** nuocem aos fiis esse triduo, e ponham em pra-
' '>** tijaemeuaamalrizes e jgfejas a devocao cima
O porteiro, recommendada.
Stfoino A. Rodrigues. Cmara episcopal, 11 de agosto do 1878 -adre
Joaquim Graciano a~Araujo\ vigario geral.
IISTEEDE

Asylo de alienados.MaisoflerUs como
ios oficios abaixo publicados:
Re**, 8 de agosto de 1873.
Ulm. e Exm. sr. Dr. Henrique Pereira de Luce-
na.-Respondendo caru de V, Exc, inclusa re-
metto a quantia de 10AOOO, para ser appHcada a,
eonstruccao do asylo de alieuados.
dgnese V. Exc. dar-me suav ordens, para no
cumprireentodeHas mostrar que sou com e mabir
re8peito. De. V. Em. niuito atlencioso, venerador
e obrigado, Manoel Francisco de Souza Ao.
Gabinete da presidencia de Pernambuco, fl de
agosto de 1873.
UlnWSr. tenaatotcorenak Atanoel Praiwincoje
Souza Leo. -De posse>dfcrtaJl V: Si-, de 8 do
antenlr, e da quantia de I00< 000, que. me- re-
i;metteu.cara ser applicaa *oeBstrucco.do*sjkv
J^t^jLa^aL^ 'n"doe,resu.me.k-uwM afradeeer-Neessa
' W^WV to er EpMimde patriotismo e caridade. De V: a amigo
AHeiWJWo, venerador adiado, Mmrique. Prrtir* 4e
Lucena.
[ Uag nbo, Serra, 6 de agosto,de.tSti.
i Illrt. e E m. Sr. eeaooieadadnn r. Henrique
araintde Ucena.-Muito-aprento a saudade V,
Mae., de ana Bxma. familia. Pelo meu amigo o
fNn. Ar.iBr. Antonio Herculanode Souza Bandei-
*a> renettea- V Exc. a quantia de 303*000, que
epois de impressoes scmalhanies difBcl .*
ria conservarmo-nos em slencio, esquecendo o no-
mino c (ariilaile.- rnformam-nos n,e daquelle, que tao deliciosos momentos no*
proporeionou arrebatndonos ao alcacar da poe-
sja e das artos.
lllii-,t-.i\-ai Hespanhola e Anori-
cana -Acaba de chehar .i respectiva agencia,
ra do Gmmerco n. 18, primeiro andar, o v.
26 deslo importante jornal de Madrid, que se re-
commenda pelas suas bellas gravuras e pelos in-
teressanles Irabalhos lilterar.ios.
Vapor 14dador.--No dia 15 do passade
parti de CardilTpara o aosso porto, com escala
pela Iha dos Arrjs, o vapor brasileiro Lidador,
no quaj deve vir grande numero- descolnos para
esta piovincia e para o sui do imnero.
Santa C*sa de Misericordia. Pes-
soal dos enfermoso educandos rwolhidos aos e-
tabelecimcntos a cargo da. Santa Casa, no roez de-
jalho passado:
H'splial Pedro ,Ii;
que o Exm monsonhor Muniz T3vares acaba de
offerecer igreja de Nossa Senhora do Terco, um
rico altar com sacrario, que mandara construir,
destinado ao asylo de convertidas, que sua alma
piedosissima ainda pode sonhar erigir entre no?.
Segundo nos infirmara, a obra de valor supe-
rior a dons contos de res, inclnindo um bello qua-
dro de Sanli Mara Magdalena unginda os pea do
Senhor na casa do Pliariseu, que o completa
Hoje, neste lempo, vinha a ponto deste facto di-
zer tanto, que......resolvemos por nada dizer.
Deus o recompensar.
Sociedade Propagadora da los
Iruev'n Publica.-A 7 do correpte leve lu-
gar a 20' sesst* do constlho superior da socida-
d Propagadora da Instrucclo, presentes os Srs.
Drs.-Pmto Jnior, Portells, Jos Soares, Dirriz, Ja-
cobina, Silva Santos e-Drummond, e os professe
res Vicente de Montes e Libralo.
rendo sido approvada a acta, foi lido o seguinte
offteo do concerno parochial de S. Jos, datado d<3
O4 do mez prximo passado, communicando a aber-
tura n aquella parecida de urna escola primaria e
de urna aula de francez, esta regida gratuitamen-
te pelo bacbarcl Manoel PranCisco de Barros Reg
e aquella pelo nrofessor Aoacleto Publio de Motc;
-OaiWarhOi larabem gratnllamente, o ambos socio?,
funccionanjlo a primeira as segundas, qnarias o
sextas feiras, e a seg-unda as quintas, e
sabbados, ambas na casan. 177 daruaFtnperi.il.
Oconselho superior fohjB onm-tao.auspieirsa noti-
cia o delibera que se letrve responda a dito con-
selho-parochial.
1 Teve o cpuselho. superier tamhcm commnrrica-
cao do do parochial d Hossa Senhora da Oraca
d ter sklo.aberta a 18 do mez prximo pass
Um escola: nacturpa na EnrrruziJhada O cons
Iho resolve que seja leaado o, conseibo paree
per mais essa prov de seu zelo e inleresse.
Igualmente que a 23 do dito mez fon cleito <
Finios de en'ermos
Hdspital dos lazaros
Asyio de mendicidade
Hospicio de alienados
Oillepio dos Qipbaes
Dito das orplia
Casa dps exporto*
Meninos em criacao
300
11
M
95
81
9
160
95
75
9it
Accidente. Um Riora.dor la ra Imperial
lornia nos que bonte s 6 l/S horas da tai-
qf6rabastante-maltralajlo o preto. Albino, es-
vmvo do Sr. Jos Maria. I n. 13, e sto
devido ao pouro ouidadn d'A,boJieirp respectivo,
i; a^ssirt conven que o competen!* conheca da
tarta d^e-se empregado, tara fue delle reclama
teveres.
Prcfnrrtas l'-inra dus na matriz dt
Santo inrmio- no dia tO de cerfenie, os s#-
guinles:


#-. -.
-


Mrfei ftngftbQo-> Uer^fetta- ^WAgoitf $8*

nac
horcza de
Ubi-
M
j
,

Francisco T_
Jetas dt Figueiredo Santiago.'
Lina Francisco Con?, jia Laica Joo iiioo dos
loio Marirmo os Santos Lrma, Com Antonia Ma-
ra do Riera mente.
Jdimua Prancieo.fladella, cora Julia dos Pra-
zerea-twteira.
Joj Piptij Bahia Mifilhocet, coni Anua Mara da
- Glora Ranios.
Bacharel Jnanuim Moreira do meros Oliveira
Lana, com D. Lfrurt Lciza de giralda Sera.
Antonio Anue* Jtaofiie, co^Hfl|B das Pra-
'zeres.
Sevoriano Barbosa da Silva, cora Baria Engra-
ca deCarrho.
Joaquim Luiz Gwicilv: s l'ohna, com Izabei Can-
dida ,te Miranda Cabo.
DoaanBs Lvn:h do Amaftl o Mello, com D.
Aans Francisca Cesar de VatOuneeHos.
- os Beinardno Rosas, cent Albertina
Leite.
Soveriano Benlo /os de Souza, com Mara Ber
nardiu di Couceicao.
Manoel Gimes da Sllv% cora Crjspilana Maria
da uonceicao.
Caldino Jos Pedro, com Francisca Maria Xa-
vier.
2' denunciadla.
Manoel de Souza Oliveira, cora AtaxonJrisja Bella
< ornes.
' Joo Pacheco de Queiroga, cora Marcemira Ma-
fia da Gmceicaodo Almeld
Ago*linho Albino Becerra, com Josepha Florida
le Jess Pereira.
Leonino Joaqum de Lima, com Josepbiaa Ade
laide ttoiAranjo.
Luic Antonio Aires da Puriliraeo, com Agosti-
aba TuJ.'uiia de Oliveira.
Joto Antonia Pereira Jnior, com Antonia Au-
. <-ela francisca de Farias.
3- denunciado.
Alfoces J s Por sin da Silva Gurnanles, com
Maria Aianlia de Lyra.
Vicente Forreira Lima, com Joanna Gervasia de
Souza.
Lotera A que se acha venda a 62.', a
beneficio da irniandade do Seuhor dos Pasaos do
Corso Santo, a (mal corre no dia 14.
Hospital Portuguez le Peaeflcen-
!; .Mivimento das enfermaras do mesmo na
una do dia 3 a 9 de agosto :
Existala 32
Entraran) 8
i Sa iram jurados 11
Falteceu 1
Pican ers tirulo 28
lisia de semana o Sr. mordorao Antonio Jos
Gomos.
Caa de deteap ao. Movimento do dia
10 de agosta de 1873:
Existiam presos 312, entraram 4, sahiram 3,
x;steuj 3:t.
A saber :
Naeionaes 216, mulheres 8, estrangeiros 40.
.. r-T.ivos 12, escravas 7.Total 313.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 289.
Movimeato da eufennaria do da 10 do agosto
de 1873:
Tiveram baixa:
Antonio J. Manoel de Araujo, fermentus.
Mantel Anuncio L. Cabral, aslhma
tntomo FeKppe do Figueiredo, syphilis.
Man isl J. llama do Espirito Santa, febre.
Tero alta :
William Bell.
Passagetros. Sabidos para os portea do
' >u na v.ipur Cruzeiro d> Sul :
Jos Joaqum Estoves, Dr. Antonio do So.ua Car-
r valh olllciaes de fazenda Candido X. M. e Jos
Francisco do Carvalho' Cesar do Oliveira, Dr. Fran-
< i li Je Carvalho o l criado. Candido V. San-
tos e stia familra, lente Joaqum C. de A guiar e
Soaza, Dr. Miguel Gomo-. Riguttatdo, lente Per-
petuo Felicito Marlins, 16 pracas o 1 criado, Dr.
Flix na iry, Jos Manoel Bpfjsta, Joo Antonio
Machada, tenento coronel Selia-tio Jos l. P. e
filho, Jos Gm;alvos Torres Jnior, Leopoldina
Meirelles e I criado, Dr. Francisco Assis Rocha,
Manoel Martina de Miranda, Vasco M G. Millo.
Manoel Baptisla de Freitas, D. Mirada Gloria
"de Araujo, Pompeo E. da Piedade c sua familia,
Basa Mara da Conceicao, Maria Rosa, Fiel C. An-
cos! i Jo Oliveira Bastos, imperial marinheiro Jos
Francisco Carvalho, Ladislao Souza Barbosa, apren-
da J.is Primiero, preso jVicemo e 2 pracas de
polica, Leoncio, Jos Antonio Pereira, africano li-
vre Jos Liberato, 15 escravos a entregar, 31 re-
erntas, Carmo los Castro, Joaqnira Marques da
liosa e Joaquina Antonio dos Res Jnior.
Sahid a para o nonti no vapir Btkia
Dr. FranetMO los Mcira e sua familia, Antonio
Fernaodes Je Paria. Bernardo Jos Pereira, D.
locadora Joaquina S raza Braga e 1 criada, Banal
. Cadirc, tenento Joao Capue'nieho, Augusto Hamos
Y.my, os Francisco A. de Mello, Dr. Antonio
tonio Francisco Sautos Paleto, Joao E. Guima-
raes e sua familia, Jos Goncalves Nofranira, Joao
Francisco da Silva, Francisco D. Carvalho.
Vio lis da Europa na barca porlugueza Nova
Sjmpulkia :
Manoel Ferreira Nuaai Manoel da Costa,Olym-
pi Jos de Paria Salgado. Joaqum Francisco dos
itos. Antonio de Azevedu Manara, Antonio do
RegO Romaric).
-"- Vin I de Ma-nanguape na vapor Ccvttripe:
Gabriel Jorge, AlTonso Athinazi), Vicen'o Jorge,
rargino Francisco da Rocha, Joaqum G. da
Koeha, l.ui/. da Silva Moreira, Manoel Seve Filho,
Manoel P. de Sonsa, Miguel li. de l'reir, Boaveu-
dn Silva, Antonio F da Silva.
FaawlaWin pulilieo. Obituario do dia 9
de agosto :
Maria, branca, Pernainbnco, 9 metes, S. Jos
ignora.so a inolesiia.
ii I ttiilo Romano de Oliveira, branco, Per-
nambneo, 22 timos, solteira, S. los varila.
Olympia Maria .la ConeeieJo, parda, Pernambu-
\ M anuos, solteira, lioa-Yista ; tubrculos pul-
01 mares.
Vnna Maria d i CoMlipio, parda, Pcrnambuco,
SO ataos, Boa-Vista, ho>piVil Pedr II ; va-
:a.
10 -
lagarto Rodrigues Bello, branco, Portugal, 26
anuos solioiro, Graca; febre perniciosa.
Maria Magdalena de Sant'Anna, parda, Pcr-
nambuco, 31 annos, solteira, Recife ; cancro no
ntero.
\ nna Joaquina do Souza Barros, branca, Per-
...-.albuco, 26 annos, sollera, S. Jos; bex-

Floriaia Mello da Concedan, parda, Pernambu-
O aimoj. casada, Poqo ; gastro cnterite.
, Mara Bertholeza da Concei'.ao, parda, Pcrnain-
buco, 31 annos, solteira, Boa-Vista ; phtysica.
lote Luiz Francisco Rilieiro, pardo, Pernambn-
o. 36 annos, viuvo, Boa rista, hospital Pedro II;
obereuk s pulmonares.
Angelo Jos Dias, branco, Porlugal, :ij' annos,
SOlteiro, Boa-Vista ; escurburto.
!. iz de Franca, preto, ignora-se a ilaJe, otado
natnraldade, Boa-Uista, hospital Pedro 11 : her-
rnia estrangulada.
]ao, ja m'ejudieada, de tWWI'tU fe Mas Imli-
vidps pelo honrado eintegre ?* j#is inunicipa! de
THESOL'RARIA DE FAZEXDA
11 de agosto.
Foram remetiidos ao Sr. thesourelro para se-
ren pagos.
OfDcios :
D.i presidencia, mandando pagar a Tbomaz An-
tonio Macel Manleiro Jnior, a quant.a de. .
2803(000.
Da naesma, mandando pagar a Osear Destibeux,
n quantia de 3I0S0 > >.
Da mesma, mandando pagar aos empresarios
lia illuminaciu publica a quantia de 911^030.
Do inspector do arsenal do marinha, com as
oitas das despezas feitas pelo agente comprador
no mez prximo passadn, na importancia de. .
1133121.
Do mesmo, com as contas das despezas feitas
pelo enfenneiro Antonio Francisco da Costa Per-
nanibnco no mez prximo lindo, na importancia de
1 1410 i.
ti juizo da orphaos dosta capital, requisilaudo
.i entrega da quantia de 23*827 ao orpbo Joo
J.is rfejft*
Bequerimentos:
De 4,ibaBio Prezidio de Carvalho.
)>" Joajuim Francisco de Msdeiros.
Secretaria da thesouraria ide-fazcnla de Per-
aanibuco, II dp agosto de 1873.
O secretario da junta,
Sesvlno Rodrigues Caldoso.
*ao preteniltjiu.s tratar msjB*l a5flajsto ;
publica nao tenvum so fact menos flUboroso, que
se Iho posjw iraputar, certamente so Ha de indignar
de (ao atroz caFumnla. '
Mas nao deixaremos, sem uma breye resposta o
articulista quo so tm tceipade dejta Ingrata la
refa.
A honra, a probdade do- mslre Sr. Dr. Luce-
na, como a mulher de Cesar, nen se i|uer de ve
ser suspeitada ; um tbesOuro sagrado quo mos
impuras e sacrilegas nao pJem tocar.
Digam o que qnizerem ; invertam, adulterem,
injuriem ; mas ferir a reputa.ao de um juiz, que
um ornamento da nossa magtstratnra, demais,
intoleravel.
Quem escreveu o artigo, quo ora respondemos,'
ou foi juiz; consalto por um momento a sua
consceneia e um remorso pungente, acabrnnha
dor, lerritel o lia de atormentar.
O espirito partidario lem momentos lucidos
nestas occasies conhece o miseravel e degradante
papel que representen, calumniando o seu adver-
sario.
E' assim quo os perversos detractores do honra-
do Sr. Dr. Lacena um dia tero de orar perante
os homens honestos; um dia se envorgoanaro
dauto da victima que na tranquillidado de sua
consceneia, os olhar com aseo I
Cusas indevidas I
Mentira, respondo a populacao intelra do(Goyaa
na, os juristas, os magistrados, os tribunaes, os es
tadistas, inclusivo o Sr. conselheiro Zacaras, e fi-
nalmente a lei.
Mas o nosso refractario antagonista nada v, a
nada allende; i preciso colluca-lo eni seu lugar.
Segundo o direilo, quem allega deve provar
O que allegou o arcnl>ta para provar que o
honrado Sr. Dr. Lueooa vesse tecabidocustas in-
dividas ?
Absolutaiueuie nada; sophysmando, adulteran-
do, inverlendo os faclos c as questoes, contradi-
lindo-se a cada passo, chegou serapre a conclusSes
desparatadas e fallas de senso jurdico.
Pois lien i : anda uma vez trataremos de$la
qaestao, que alias ja est soberanamente iulgada
pelos tribunaes superiores do paiz. *
O poder jndiciario, nico competente para co-
nbecer e decidir na rrateria, j pronuncioa o seu
certdict; deciso esta que nao teve discrepancia,
a eteepcio de um so voto, o do Sr. desembargador
Souza Leo, que foi vencido em parte.
Mas iiuerer o articulista dizer, que liouve erro
judiciario na decisao ?
A insistencia com que voltou a tratar desta
questio bera o revela; mas nao adduzio em sua
nova argumentadlo um s faci, urna s prova,
um so fundamento em defeza de sua doutrina.
O juiz, di: ) articulista, nao pode ser avatiador,
logo, recebendo cust a, nesta qwilid'de, preearicon.
E' o idem per idem ; responder a qu^slao com
a mesma quesiao.
Mas porque o juiz niio podo ser avaliad'T ?
As leis, que Bacon chama as ancoras da rep-
blica, pao raminham ao accaso, propagando o er
ro e o absurdo ; idispensavel quo os juizes que
as tem de applicar aos casos occarrentes, I lies
deem uma interprelacjio da pal nao resalte o ab-
surdo, o canos.
Vejamos, puis.se o jui? de orphaos ou nao
avaliador nos arrolamcntos das pequeas li rau-
cas.
Si no ha dnvida algama que, tem direilo
aos emolumentos marcados no regiment das
cusas adietaras a que se refere o Dec. de 3 de
marco de 18\"i.
J em nosso artigo auterior mostramos que os
praxistas dizem, que o juiz avalia, devide e sen-
tencia nos arrolamentos, e que conseguintemente
exerce as suas funecoes proprias, c as de partidor
c avaliador.
De feito, os ofOcios de partidor e avaliador sao
impresciodiveis, quer nos inventarios ordinarios,
quer nos arrolamentos, por que em quaiquer caso
se avalia e se divide.
Mas, como, a lei teve sebreludo em vista os inte-
resses dos orphaos, como nao podera ella querer
(jue a pequea heranca fosse absorvida com as
despezas que necessariamente acarreta um inven-
taro ordinario, permtlio o roeio de arrolamento,
onde as despezas sao consideravelmente meno-
res.'
E'assm, que sndo o arrolamento um procosso
suminarissimo, sem formla de jolso, eviiam-se as
cusas de certidoos, notlicar;oes, mtfantedej, ju-
ramentos, os salarios de partidores, de curador
e finalmente de estada ecaminho dos avaliadores
c oulras despezas.
Mas como no arrolamento se avalia, para se de
vidir, por que nao se pode devidir sem so saber o
valor dos bens, e n.lo admittindo os praxistas o
commutaJjres da Od. ds L. 3 lit. 88 a interven-
fao de outros funecionarios, senao o juiz, evi-
dente, que este exerce as funcfoes de avalia-
dor.
O sanador Candido Mondes apoiandoso na auto-
risada opinito do nolaveis praxistas susteala
esta doutriua na sua obra Cod. Phippino.
De feito, Guerreiro nos seus quatro tratados do
Muere Judiis Orphanorum diz oxpressamente
que, nos arrolintentos ojaiz aviad i:
Pava e Pona Orphanologia Prtica, Susano,
Cdigo Orplimul gico, citado por .zamhuja, sus-
tcntam a nesma doutrina
Nao ha, pois, a menor sombra de davida de que
o juiz avalia nos arrolamentos das pequeas he-
rancas; e senao, diga o articulista quem, nestes
processos summorisinos, avaliador ?
Esta doutrina tant > mais racional e legitima,
(punto se considera que o cargo de avaliador no
oliicio de ju-tica, cono decidiram os avisos de
21 de abril de 1832 o 30 de agosto de 1858.
Nao se pode, pois, dizer que ha usurpacao de
jurisjicao por pane do juis.
O regiment de cintas nao creou o oflicio de
avaliador; marcoit simplesmente o salario para
quera qner que exercesso taes funecoes, e assm se
o juiz avalia, nos arrolamentos, nao ha razao para
que deixe de recber as custas inherentes a essa
funreo.
O rticulista entende que ha verdadera ncom-
patibilidaile entre o ofucio do juiz e de avaliador ;
mis nao atiende que o juiz somente exerce as
func.oes de avaliador por exeepco, nos arrola-
mentos excepcao est, fundada no legitimo inte-
resso dosorphos
O decretoj 30 de agosto de 18o \, que regulou
o modo por-iue nos impedimentas temporarios,
deveai ser substituidos os serventtiaros dos offlcios
de justif a e outroi empregad is della, determina
que, as gratillcagoes e emolumentos concedidos a
quali|uer dos offlcios ou empregados designados
regiment de custas serio percebidos por aquellos
que efeclivamente os exercerem.
Portanlo, quando o juiz de orphaos exerce
funeces de avaliador deve p*rceber os seus sala-
ros.
deia), sem tmnim
rece^iacusUdeoualqtter'atureza ou rece-lproeesso haverem qatro 'tesiemunhss de
somennYfflferade fio contaab. cuji|S nomes fabulosos apenas eram referid
#erW de .ivaliador (i^orllamcnM,,e(|e se tem
enf Tis|t obreluBr/bitrteresse 'doi orphaos?
Mas o qu est frt de quesiJo, nos o honra-
do Sr. Dr. Lui'ona nfto pz m pratica os arrola-
melos no districto tle" sua juHsdieejo, para pro-
mover interesse pees Jal seu. Neste ponto o arli-
cul sm nao capaz d* provbr.o contrario, primei-
ro lorque as suas custas nos" arrolameulos eram
mu to inferiores a aquellas que pereebia toe n
vei tarios ordinarios; segunqo, porque, em regra,
n< -
bit]
j e o articulista oner nos eoafjndir, pmt que
nao fallamos a veraade.
II' netas cendicSes que o escriptor dat -Provin-
cia nao recuou em chamar prevaricador ao inte-
gro e ilhiatrado cx-juiz municipal de Goyanna!
Ou nao sabis o que o cod go criminal chama
prevaricado, ou ento nio passaes do um misera-
vel. calumniador.
O homein de hem esl quasi sempre snjetta as
emboscadas traicoeiras de entes despreziveis!
Que falaldade! I
Kntretanlo, resta-oos a esperanaa de quo o es
prjto forte e elevado do honrado Sr. Dr. Lucona
nao licara abatido por essa gnu desesperada
de homens despeitados, u continuar prestar a
esta provincia os importantes sef vicos quo de
esperar de um talento superior.
Temos a mais inabalavel cenrie^o^ue o Ilus-
tre Sr. Dr. Lacena ver coroado seus ineessan-
tes exforcos pela prosperidad* de sua provincia
natal, e que esta epptsicas ega.o aoaixoavida e
seus deeaffectos. qo o deanover do einpanho com
que tem promovido os .mais vitaes nteresses em
todos os ramos da aOministrago publica.
Nao pense o articulista quo estabelecemos pa-
ralf los entro a actual administracio e o Sr. baro
de Villa Bella ; podo Qcar dcscancado a este res-
uelto.
O raro mereeimento que destingue o actual ad-
ministrador desta provincia, as suas honrosas tra-
dictes, os relevantes serveos j prestados ao paiz
nao pode ser posto em ooipararao com caradores
negativos a lodos os respeitos.
j i
quede
Soinpre a injuria e a mentira.
A Provincia desccu posicao do pasquim ; m-
devida e indecentemente continua a revestir-se do
titulo de urgo de um partido, que se quer ter na
conta do serio. Altn da boiras provas disso, aca-
bo u ella ile exhibir mais uma em seu ultimo nu-
mero de 8 do correte, (piando teve a cynica ou-
-adia de dizer que havia nesta provinciaduas com-
panhias do liro, uma das quaes se achava no ga-
binete da presidencia.
Bem podamos e com algum fundamento, retor-
quir-llie por dHolicos termos, recotdando-Ihe a
adiiiiinsirarao do Sr. Villa-Belia com todas as suss
proezas finaneciras ; mas nao queremos usar de
represabas em to torpe terreno ; aborrecemos o
tafiao
Quem tem vtrganJia,'mo faz ven/onka,; isto
quer dizer, senhones da peovincia, qu quem rabe
o que val o o ipie casta a honra, o brio, a reputa-
cao, nao diffamn, nao ahHiinia, orilleando, aos
que s tem por crme havorem inctrrido no seu
desagrado. Esta que a vera te.
Como tem a Provincia apetulancia de fazer una
acousacao de tal ordem sem decliimr tui i'aet >,
sem produziruinai'azo? Mas que a Provincia,
que{estalaria antes de poder adiar fundamento para
a injuria, que vomilou, derrama o seu veneno
sem se sentir, mesmo como ama estuka quo assim
como nao mede os actos alheios, nio modo os pro-
prios.
O que nos vale que isto urna verdade intuiti-
va, que cala no espirito dos mais simples. O des-
prezo publico nos vingar, cobrindo a Provincia e
os seus redactores, que parecem haver jurado cul-
to mentira e odio verdade.
Em apoio desta asserejtu offere(;emo alna) o
mesmo numero da Provincia de 8 do correte uma
prova, que consiste na afflrmacao todajeheia do
aleives, de haver sido feito o contrato da via-ferrea
para Timhauba, quando lal contrato anda nao se
effectuou, aehando-se as proposias na thesouraria
provincial para seivm informadas.
As dnas propastas existentes sobre a fallada via-
ferrea ala, urna dos rs. Gervasio Campello e
Paula de Oliveira e oulra do Dr. Miguel de Pi -
gueira.
Fazendo a Provincia a afflrmacao de qae falla
mos, ptreoe ter tido em vista dirigir-se ao Dr
Gervasio Campello, que dos concurcntcs o nico
chegado em parentesco ao Exm. Sr. Dr. Lucena.
Mas o Sr. Dr. Gervasio liberal e altn disso in-
capaz de patelas e bandalheiras, atiento o seu co-
nhecido carcter, c o Exm. Sr. Dr. Lucena est a
respeito de semelhantc aecusacao no caso de dizer
Provincia o que diste uma vez Guissot no par-
lam uto francez a um de seus accusado'res: As
OOitus palacras uein se quer chegam altura do
meu desprezo.'
'J3U0ACGES NMM
agosto.
Biiiqtic, 4 ilo
Causou aqu grande admiracao a publicacao lei-
ta no Diario de Pernambuco de 22 de julho pas-
sado, na qual querendo-se elogiar o delegado de
Pesipieira pelos relevantes servicos que lem pres-
tado comarca, mencionam-se as prisoes dos cele-
bres criminosos Antonio Cariry eJos Redondo, que
(team parte do grupo do Manoel Chico, de Mo
choto.
Nao possivel deixar pastar desapercibida cssa
noli;a tto nverosiirel, quanto c falt) de verdade
o seu autor, porque Antonio Cariry foi preso na
fazenda Pinta, do Dr. Luiz da Silva Gusmo, por
renommeodaoao deste e do delegado do Buique l-
ente Joao Pires Ferreira, que relevantes servicos
lem preslado, e Jos Redondo pelo inspector Joo
de Souza Barboza do N'asciraento, por iguaes re-
commenda Jes.
No vernos a ac/So da ititordade de Pesqueira
em Mochlo, onde al hoje; a contar de dezembro
do anua passaio, nenliuma diligencia lem feilo
contra aquello grupo autordado alguma da Pes-
queira.
As prisSes follas tem sido communicalas ao
Exm Sr. presiden'e e Dr. cliefe de plida com o
cunho da verdade. O majar Satyro, a quem se
elogia por ler feito semelhanles prisOes, creta que
nao querer arrngar-sc do semelhante servieo, e
esperamos que venha ao puhh'co fazer semelhantc
declaracao, do qne nao se eximir, para assim
licar o publico e o governo conhecedores de taes
servicos.
Basta por hoje.
I9 66C ne> M.lai'nj|*J|faffJrn por
. desfefXdu ni Cso quasi .dentio*- g.*sfe*5on-
lecito em urna- das-comarcas da provine ile Ml-
*;( que pelo nome njo perca ); o qa1 passamot
a rferirda mesma forma porque o ouyiios ile nra
fiwdo magjstrNib, q( jaz eom-fMnV. S-lo':
Cerlo sufeHo, toado perpetrado o crjme, de homici-
dio, foi preso, proeessalio, e flnal c^ndehinado i
pen|i capital -pela,jug competentft ( ribnla ifal-
a Jiro va, apesar d constar do
liM Me vista,
referidos nos
aulas ; mas qne nio se sabia que n eram ellas,
onde moravam, e, por conseguinle nio tinbam sido
ctalas, por ho tet^m encontrada em pari al
guma. Eram tampirs que esvoassavam to so
mente de nonio, e acoutavam-se de dia em regijo
fabulosa, aimM-quo elstica como a c niscieni do
celebre juiz. Este, porm, rbula mestre,ees
pertalhao consumado as alicantinas do fru (como
es ha tambem entre ns ; verb. g. corno os Pin-
tos e ontros), aseiro e viseiro em toda casia de tra-
tMtice que elle deopmjnava-im/oj cuntete hon
rimas por onde se galga poic5es cimsideraA'ois,
queallingem A estima de sils collejas- roncldadaos,
peta brilho des Jamejoll?.' que Ilude, mas nao
convence a respeito do verdadelro mrito ; depois
de liayflr laviJo a Sentenca eohdWihatoria do
reo, vrtven os autos ao oirregdr da 'cornaTca,
eomo era entao costme. Bsft, compulsando os
auts, e vendo o disxoJaw do,(U'oc!!s>a,nptual
o tal juiz se Jim jAmffmteitMitt; ine-
Ihor se mostrhva do jtargldy'r, iS> podeudocoftter-
se oin vieta du dis|uraud..iietl3i*<*, dflU: o djlo
por nfio.dtU); aqnii|lurj. ido o^mcesso, pez O reo
na ra, e-pasjou u.na et.'ovadella foanidavel ao tal
juiz da rog que o deitou por trra 1
O rio, a quem o z havia prouieltido livra ta,
quando soube ter sido condemnailo- utorte, e ro-
meUido,s os autos ao corregedor, lcv'u aara nao
alrer, pensando jiqu-j o bajrapo do.ajgoz Uie e^tran-
gnlava a garganta, e, lvido de m,*|o, trpiiendo
como varas verdes acensara o jniz 4e m'oouaz, de
traidor, de falsario em li n de ladran I'... Vas o
}o4z, mais versa lo as Irtat, qae na* letlrds, ape-
nas se vio desciiibaracado da comedia, corre ca-
deit para dar as al viraras ao seu cendemiiado
pela despronuncia e-,solttu. Em vista do que,
reanimndole o reo, abraca-o juUiloso, desdizen-
do-e de ludo quanio lhe havia i'njpiUado, e lamen-
tando-se ainda de.ter sido a canso da escos-adella
do corregedor. Ao que rospondeu o jujz :. cala-te
tollo I Que te importa a escovadella que leve, uuu
vez que conseguinos o Um que almejava.ios ? '
Applico el cont.
O Justiceiro.
CapiUil,
Puii(1
11Corpo &tf*t>*-rtJ
INORTHERL
ERRATA ao artigo sob a upigraplie -A opposi-
cfto publicado no Diado de .8 Jp, corrate.
Em lugar de -motivo plausivel c se-le h er-
guer-lea-semotivo plausivel (e se-lo-ha ) de
erguer.
Era lagar de -o pova que porgoa-la-seo
povo que pbraoO.
Em lugar deas tondas ultramarinas -lea-se-
as tendas ullraiimutanas.
Em lugar de -fals'JS peregrinos -la-se falsos
pregoeiro.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal e do coininerrio.
Diz Francisco Correado Melba, qno a hem de sen
direito precisa que V. S. -mande por seu respei-
tavel desnaclw qiieo osorivao re-peclivo :e d
por cerlidao a sentehea do Sr. juiz de direito
desta comarca, dada eni ttano 'sentene deste
juizo, na juslilicaoo que ello supplcante deu
sobre urnas lettras le Manoel de Souza Ciriieiro
Pimpa,o cminercianle na praea de Pernambuco ;
pelo quo, pedo a V. S. lilm. Sr. Dr. jniz municipal
e do commei'cio, se digne manjar dar a cerlidao
reqaerida.-E li. M. -Francisco Correa de Mello.
D-se-lhe. Mamanguape, 3 de julho de 1873.
luvenal da Silva.
Ignacio Ferreira Serrano Sobrinho, secretario
vitalicio dos offlcios de escrivao do geral, cvel
e annexos ne.-ta cidade de Mamanguape e seu
termo, por S. M. o Imperador, a quem Deus
guarde, etc. etc.
Certifico em face dos aatos respectivos que a
sentenca de que traa a petic/io retro do theor
seguale:
Vistas ele Que Manoel de Souza Carnero Pim-
plo a 27 de fevereiro de 1S69, fls. 29;
Que a Icitra transcripta a lis. 26 sacada a prazo
de 4 mezes de 29 de abril 'le 1871;
Quo fra obtida por transa.^o entre o appel-
lado e Pimpfte, tffirmttt as lasteaiunhas priueira,
segunda e lerceira;
Que isso ouvlra do proprio appellado, cujos
depoimentos sao anda auxiliados com os docu-
mentos de fls. 9 c 10, firmados por dous homens
distincios;
Que os bens do Pimpao em propriedade, let-
tras e vales foram apprehenddos em abril de 1869,
fls. 19 e verso ;
Que dacombinacio de dita terecira testemuuha
com o que diz o coronel Jos Gomes, a foi has 9,
resulla a prova de que, segundo o mesmo appel-
lado, a-transaecao se verilicou depois da declara-
ra da quebra de Pimplo.
Isto postor segue-se que Pimpao tendo fallido
em fevereiro de 1869. nao poda efL-ctuar a trans-
tocto em 1871, sem que livesse subtrahido da
massa, e em prejuizo desta, a lettra em qutto.
Porianlo, vistos os autos, reformo a_senlcuQa ap-
pellada, para.julgar procedente a jus'lificacao con-
tra o mesmo appellado a quem condemno as
custas.
O escrivao cumpra a lei de seu regiment.Ma-
manguape, 16 de outubro de 1872. Victoriano
do Mego Toscano Barret .
E nada mais se contna cm a sentenca supra:
dou f.
Cidade de Mamanguape, li de julho de 1873.
O escrivao,
Ignacio Ferr ir Semino Sobrinho.
Desoarivgatu hoi* 12 Je agosto de 1873
Barca ingleza-Eduaii Herbert- mercadorias. para
alfandega.
Barca ingleza/cAs v( Sutheiland -mercado-
ria* para alfandega.
Patacho americano Fise-Goodale -mastros para
o ira lidie da alfandega, para despachar.
[-Patacho americano John Ros varios gneros
para o trapicho Couceico, para des-
pachar.
Barca porluguozaNoca Sgmp ilhiafarelo, ba-
gagein e mais gneros para o trapiche
Conceico.
Patacho nglez Qneen of Beantg bacalho j
despachado para o trapiche Conceico.
Patacho americano Francs Jane farinha j
despachada para o caes do Apolle.
Barca mgleza Miranda machinismo e ferro
para o caes do Apollo.
Polaca hespan'.ola Tlwreza xarque j des-
pachado para trra.
Polaca hespanhola -Juanita -xarque j desp-
chala para trra.
BmK>ria<;uo.
Terra-.Nova, patacho inglez Queen of Deauty,
consignado a Johnston Pitar S C, manifestou :
Bacaliio 2,317 barricas aos consignatarios.
Agua
le
A
singular

PARTE POLTICA
I % H I HM < >\4KR\ IIBH
vrjdm, 12 de aoosyo de 1873.
Volta ainda o wglo opposicionista sobre a ques-
Segundo o nosso rgimen legal, nem sempre o
juiz simplesmente jui.; assim que os presi-
dentes das relatos o os do tribunal da commercio
saa destrihuidores dos feilos ciines ou cives que
sobem por appellaco; es juizes de paz sao conta-
dores cm seu juizo, e pereebem o salario marca-
do no regiment de cusias para estes funeciona-
rios ; os juizes dos feitos da fazenda sao contado-
res e destrihuidores, e como taes,pereebem cusas
Ora, se os lugares de contador e distribuidor sao
offlcios de justica creados por loi, se apezar disso,
os juizes exercem suas attrihuicSes, como o arti-
culista extranha que o juiz de or haos exerca as
ruoccoe3 de avaliador, que uo offlcio de jus-
tipt t '
Nao sophystica esla argumentacao, como pa-
recen ao nosso adversario; tanto mais proce-
dente qnanto se funda no sagrado interesse dos
orphaos, que a lei quiz salvaguardar evitando des-
pozas com dous ou tres avaliadores, com estada e
caminho (lestes a outros funecionarios, as heran-
eas de pequeo valar.
Nao ha, pois, anomala no exercicio simultaneo
das funecoes de jui? de orphaos e avaliador nos
simles arrolamentos.
Mas, para que nao se nos irrogue a injuria de
chiennista, o de incorrermos as penas da L. de
18 de agosto de 1769, impostas a aqwUes que do
a lei iniurpretacSes frivolas, concluiremos esle ar-
tigo com um argumento fornecido pelos avisos de
19 de oatubro de 1834 e 31 de outubro do !8o7.
O decreto, j citado, de 30 de agosto de 1831
reou os cilicios de contador e distribuidor; en-
tretanto, os avisos citados declarara que, smente
se considorasse existentes Jegalmeotc, para devo-
rara sor prvidos vitaliciamente, o pela furnia es
tundeada u'aquello decreta e no bre de I83J os offlcios do contador, distribuidor.
partidor e depositario, nos termos em que por lei
tiverem sido criados ; servindo nos oatros lugares-^
o proprio juiz.
Seo Juiz municipal,.ue serve aa mesmo lempo
a ara de orphaos, rjorToTca de?ses avisos dis-
tribuidor, contador e parttor, lugares estes que
sao offlcios. do justicia, porque razio nao podero
Caso
Compareceram barra do tribunal do jury, no
dia 6 do corrente, dous individuos para serer iul-
gados pelo crme de homicidio; nm dos qnaes j
condemnado a gales perpetuas por igual crme an-
teriormente comettido.
Pelo que parece, formada est a culpa de um
dos aecusados ; porque sem isto deixaria de subir
os autos ao tribunal ; mas sobro que bases assen-
ta a c ndemnaco do co-reo o qoe ignoramos:
suppomos mesmo nao existirem ; visto como j
a segunda vez que os acensados comparecem, e
pola mesma forma sio devolvidas dolencao por
nao se ter ainda recontiecido a idenlidade do co-
reo, pela falta^ de duas testemunhas, alias mui va-
liosas para ojulgamento ; as quaes nao foram ci-
tadas para a formarn da culpa por nao terem
sido encontradas em parte alguma, o nem mesmo
saberse quem sejam ellas nem onde exislem
constando apenas do procosso os seus nomes.
Como sabido, a prraeira cousa qne se procura
saber na formaeao da culpa a da idenlidade do
culpad* Sem esla nao ha culpado, e sem este
nada ha que processar ; por que seria absordo
conlcmuaajja Sancho, preso, s porque foi preso
por presnrrrpcofis, que a Martinho, aesapparecido,
verdadeiro coreo do crme.
Nao obstante perm nao se ter ainda provado
essa idenlidade do pessoa, em razao da ausencia
das duas tesiemunhas, nicas, que segundo allega-
se sao as que conhecera o verdadeiro co-ro do
crmoaje homicidio, foi processado o supposto reo,
que se ncha preso sem razio plausivel de o estar;
e assim foi alnado, maneira do buxa do peca de
arlilharia, ao baluarte do tribunal do jury, como
por discarte do juiz procesante, que incor-eu por
esta forma as penas dos traosgressores da lei.
fe forma que, nos parece, que, tanto o juiz
municipal como o de direito prestaran! pouca at
leucao esse proeesso irregular e disforme, o o
deram por contaminado, preparad e concertado
m -forma da lei com todas as etiquetas e palavrdes
judiciario*, qfts-sdeot ser pr*prii desjies actos ;
e lizeram-no assim subir osdegroe do tribunal do
jury, como sobem s regioes arias, por meta de
artlHeio, esses baMes. que se (tasiMrn da Ierra,
cuja luz epbemera nos deixam m conieu,do-
c*p.;ao apenas extinca 1
O Exm. presidente m n*t-attaet erros 4e ft-
aio; nem aeeita deseulpa beatos rjuo fnzom o nao
cramprimenio da tai, rosolvetv alrar o jnlgaraento fc
para hoje 12 do coTreule, mandtMa.kj que
sem as testemnmtao. para comparecerim. O re-
sultado disto ha. de ser, guapo 1 Prevemos Qe3dt4
i'ioi-i'':i le Mlirray
l.miitiaii.
Desde os mais remotn* das das 'ilescobertas hes-
panholas, o formse paiz da Florida, tem sido jus-
tamente afamado pela balsmico e odorfero aro-
ma do suas raras e florescentes flores e verde
jantes arbustos. Aqu temos pois o fluctuanto
perfume e inmenso de seus janlins agrestes e seus
aromticos e refrigerantes bosqnezinhos.harmonio-
samente concentrados e encerrados dentro de um
diminutivo espaco hermticamente fechado e sel-
lado. Esta Agua Florida deriva e recebe a sua
exquisita fragrrnca das frescas, verdejantes e
florescentes folhas de llores e plantas do trpico.
O seu sublime e delicado perfumo, nai desmere-
ce en nada, posto ein comparaco com aquelle
da mais lina -Agua da Colonia, e inlinilamecte
superior que se fabrica em Pars ; em quanto
que ao contrario o seu proco apenas a metado
do cust o do quaiquer um dos outros.
O?
GOMPAMl/V
Plieuix Pernatnbucana.
Toma riscos-marrtirnos cm mercadorias,
l'retes, Jinbeiro a risco o finalmente de.quai-
quer tiatureza, ca vaporos, navios vela ou
barcadas,.a premios tnuito mdicos.
IlUA DO COMMKRCIO N. 3i.
Segiii') coulra-fgo
COMPANlrlA
COMPAMirALLlaNlTA
martimos, e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAJ. 4,00:00ttj0a0.
Toina seguro de mercadorias e dmhoiro a
*,co raaritirao um navio de vela e vapores
pora dentro e fra do imperio, assim como
eontr| fago .sobre peedies, gneros a.M
rondas.
Agento: Jeaqaim JiMlioncalvosBeitrao,
rut do Commercio n. 5,t andar.
de reserva.
UUA DA
20,000:000500*
8,000:000O00
Agales,
Mlt Latham C.
CHUZ N. 38.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
Acompanliia Indomntsadora, estabelecida
nesta pra5a, toma seguros martimos sobre
natos e seus carregamentos e contra fogo
v edificios, mercadorias e mobilias: na
roa do Vigario ri. 4, pavimento tarreo.
WlACA DO BEGIFE 11 DE AGOSTO
DE 1873.
as 3 1/2 hobju oa tarde.
4 olacc* ufilciacM.
Gnmblo sobre Londres a UO d,v. 2'i 3|i d. e 2o
i 7p3 d., e do bateo 23 Spj d. por U000,
sabbtda.
Dito sorire dito a 90 div. 23 7(8 d., e do banco
2o 3)8 d. por li. boje.
Dauourcq
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
4XFANDEGA
Aetdimeuto do da 1 a 9 .
Mein doOis 11.....
28C:I0IM60
36:687*315
3l:788773
missa i caixa a Manoel A. Andr.a Je.
Obras de unta I eajxa a Ferrei.-a k C. ObjiC-
tos (fitersos 2 vojumes a J. Ilodri^ues Faros.
Rolbas 20 roupelras a Carvalho Moraes, 2 sar-
cos a Ferroira A f*., 14 a l)ra#i (lomes 4 C, 16
GueoY's de.Araujo.
SalpIcrJcg I' caixa a Prente V. k C, 1 af. da
Silva, li a Deltro & FillioJ^gMtfes de Araujo.
Sota Tardos a Draga Gomes t>
Urna de marmoto 1 a Parate vianna & C.
Vinbo 10/9 e lr>/10 a J. rfoirigies Mendes, 13
eaixas ao mesma. 1,'t di^s aftftjiro j C, 1 a J.
Pereira, 41 a A. Fernsn'des dta Santo?, a Gon-
caive* Ferreira, 30 a B. S. Cfta Campos, 20/5 a
Cunta Irmio & C, 1/3 a A.'L. RciaTl/IO a F.
Silva, 12/BaS. (timbra, 1/5-lf S.Pioheiro, i/T,
aSioueira i20 eaixas a Corma In nao 4 C., 83/5 e
oO/to aos mnsoios, I a Silva Mata. *{% a J. M. Fer-
reira, 100 eaixas a Rabello A C.,5 3 "Castro Mori-
r, 10/8 e 10/10 a Gnncolves Ton es, 23 eaixas a.
Ouedes de Aranjo, 5/3 c lf/lO ao mesmo, I cax
a Bellro 4 Filho.'
Lisboa.
Agua medecinal 3 eaixas Jrrtholomeu 4C
Azeite doce 20 eaixas a M de ffifiros Filbos 4 C-
Azeitonas 200 ancoretas a C. A. arbsa.
Batatas 50/2 eaixas a C. Marlins 4 C.
Cebollas 25 eaixas a C. Martins (, Q. Chourica
6 eaixas aos raesmas. Commhos 3' saceos a Soares
da Silva 4 C. Cal Slharris a GonraIvs Beltrio 4
Filbo, 200 a J. J. Ramos, 10) a J. F. Fonseca, 1(10
a P. da Cruz, 50 a Thomaz Thrtmrs, 100 a M. T.
Bastos. Cevada 6 fardos a Barthcl meu 4 C. Car-
vio 50 barricas a J A. Bala A mI-:-, 10 a J. A.
Cordei ro. .
Degros de pedras 2 a Oliveira Fd o i l-.
Farello 23 saceos a Tasso Irmo.4 C. M) a llo-
sas 4 lrmos, 50 a Carvalho Moraes, 150 a rVitro
4 Filho. FetjtO 12 saceos a 3. ?utb Flores
rnedicinaes 1 barrica a M. A- Da diosa. Dito de-
sabugo 3 fardos a Barlholpmeu 4 C.
Impressos 1.caixa a Bartholoujeu 4' C
Livro3 ele 1 caixa a Prente Vianna 4 C
Maeella 4 fardos a liartholomec A'C. Medica-
mentos 1 caixa a Ferreira Mala 4 C. Massa de
lmate 4 eaixas a F. Gongalves Bastos.
Pedras l.volume a'H. B. deOUvetra.
Rai?: amare lia 1 caixa a Barthalomen 4 C
Semeas 56 saceos a Rego-4 frmSos.
Toui'inho 4l barris a Costa Amorim 4 C.
Vinho 42 pipas e 25/5 a Fonseca 4 Suceessore!',
30 ditos e 55,5 a Beltrao & Filho, 6 ditos e Wf5*.
Cunha lamaos & C, 5/3 a M. S. Suprado, 30
ditos e 10/3 a Costa Amorim & C, 32 25/5 a Ra-
bello A C, 37/3, 4<>/i0, 12/20 a S. dos Santos. Dita
branco 13 a Rabello & C, 15 a Fonseca & Sneees-
sores. Vinagre 16 pipas o 50/3 a Fonseca A Suc-
cessores, 6 e 50/3 a Costa Amorim &.C-. 6 e 20/3
Beltro A Filho, 2 e 20/5 a Rabello A; C, 9/5 o
2/10 a J. S. Santos.
CardilT, barca ingleza Prestan, consignada a
Uenry For.-ter & C, manifestou :
Carvao de podra 387 toneladas aos consgnala-
nos.
New York, haie americano John Rose, consig-
nado a Tasso [roaos <& C. maufeslou :
Agua Florida 50 eaixas aos consignatarios, 10
a |f. Farias & Innao, 50a Luiz Antonio de Siquei-
ra.
llanha de porco 10!) barris a J. Costa, 50 a I.
Leito, 100 a Pereira da Cunha ri Irmaos, 100 aos
consignatarios, 50 a Lebre & Res, 100 a Guacal
ves Beltrao Filho. Barricas abatidas 1.550 vo-
'ornea a M. J. viager. Biscoitos 00 eaixas a Lebre
& Reis, 100 a Pereira di Cunha & Irma os. Breu
100 barris aos consignatarios, 10 a M. J. Mager.
Farinha de trigo 200 barricas a i. Q. de Agular,
200 aos consignatarios.
Kcrozem: 1,40 > eaixas a i. I. da Costa, 600 a J.
Leito, 300 a Pereira da Cunha & Irmaos, 400 aos
consignatarios.
Lagoslas 10 eaixas a Goncalves Beltrao & Filho.
Mazainc 100 eaixas a Pereira da Cunha A Ir-
maos. Machiua de costura 1 a Aguar.
Ostras 209 eaixas i Delirio 4 Filho. Oleo 3
eaixas a Farias & Irmao.
Pilulas 2 eaixas a Farias & Irmao.
Salsa 20 eaixas a Moreira Hailiday, 1 a Farias
A Irmao.
Tecido 2 eaixas aos consignatarios, 13 a Goncal-
ves Beltr-4 & Filho, 10 a L. Antonio de Siqneira.
Tnico 1 caixa a Farias & Irmao.
Verniz i caixa a Goncalve Beltrao & Filho.
New-York, patacho americano Flora Goodile,
consignado a lleury Forster & :'., manifestou :
Agua Florida 0 eaixas a Carvalho Guimaraes,
50 a Lopes Mahodo A C, 50 ordem.
Breu 200 barris aos consignatarios. Banha de
porco 100 barris a Souza Bastos A C. 100 a Fer-
nandos da Costa, 10:) a Costa Amorim & C Bar
ricas abatidas 7-3 volamos a Bailar Ohveira & C,
1,329 volumes aos consignatarios, 5,383 volumes
ou 9,200 barricas ordem. Biscoitos 100 eaixas
a Carvalho Guimaraes. Bombas-3 volumes a Cu-
nha & Manta.
Cha 10 eaixas a Pereira da Cunha & IrmSo. Ce-
vada 20 barris aos mesmos. Candieiros e pertencas
l caixa a S L. & oimbra. Carne salgada 30 bar-
rie aos consignatarios.
Drogas 5 volumes a Cunha & Manta.
Enxadoes i caixa a Cunha & Manta.
Farinha de trigo 500 barricas a Matheus Austin
& C, 100 S. do Amaral. Fogo artificial 50
eaixas a Barros Juuior A C, 30 a Soares do Ama-
ral.
Graxa 5 barris a Barros Jnior 4 C.
Kerozene 830 eaixas aos consignatarios.
Lagoslas 10 eaixas aos consignatarios. Leite
condensado 10 eaixas aos mesmos.
Mazaine lo eaixas a Barros Jnior 4 C. Mer-
cadorias diversas 12 volumes aos consignatarios, 1
a Cuha 4 Manta.
Pinturas 3 eaixas aos consignatarios
Tecidos 64 volumes aos consignaiarios, 10 or-
dem, 10 a Monhart 4 C. Tinta 1 barril a Cunha 4
Manta. Tnico 4 eaixas a Carvalho Guimaraus.
Sul, brigue bnucir Pirangy.
i!. Pinto Guimaraes, maiues-
Rio Grande do
consignado a F.
tou :
Coaros 45.
i.rnxa em bexiga (469 kilos.
Xarque 175,592 kilos ao consignatario.
Maeau, hiate brasileiro Oliuda, consignado a
Goncalves Bellro A Filho, manifettou :
Algodo 292 saccas.
Sal 330 alqueires a diversos.
Mamanguape, vapor nacional iururipe, consig-
nado a companbia l'ernamhucana, manifestou :
AlgodtO 260 saccas a Rabe Sclimnietlau & C,
130 ordem, 6 a B. F. da Silva
Couros 100 a Rabe Sciunmetlau .t ('., 90 a Fer-
nandes 4 Irmao.
Milito 180 saceos a J. P. Bolelho 4 C, 60 a Fer- -
nandes & Irmao.
americano Francis James,
Brothers & C, manife-
JVora Sym-
i C, maui-
seguros

S^w. fjutta-iig
llii;,LHSW001. & LOSHOJi GI.O
fi^AICEJ911PA
Porto por Lisboa, barca portgueza
pathia, consignada a Bailar Oliveira ;
festn :
Porto.
Azeitona 2 ancoretas a Reltrao & Filho, 2 a Sil-
oaMaia, 20 a Rabello-V C, l a Costa Maia. Azei-
te doce 2 eaixas a J Castro Moura, 5 a J. Rodri-
gues de Farias, 33 barris a Gucdes da Arauj >.
Albo 32 ctntstrts e um cesto a Carvalho S M i-
raes, 146 caoaslras a Braga Gomes & C Armles
5 pacotes a Carvalho Moraes. Arcos 1 volume
a Farias 4 Irmo. Acafates 24 volumes a Braga
G mes & C
Baga 1 barrica a Farias Irmao. Barras de
ferro 2, ditas de pao 1 a Silva Maia
Chumbo 100 eaixas a ordem, 40 a Carvalho
Moraes. Calcodo 1 caixa a Decio A. Rodrigues
da Silva, 1 a Miguel Jos Alves Camas de ferro
2 volumes a J. B. de Carvalho, 3 a L. Siqueira.
Cabos de vassoura 40 feixes a D. C. Ferreira.
Capachos 1 volurne a Carvalho Moraes. Cabo de
Itabo 20 pocotes a ordem. Cha 10 eaixas a Bra-
ga Gomes & C. Cestos de verga 280 e condee3
4 amarrados a Braga Gomes & C.
Espetaos e lavatorios 6 volumes a Miguel Jos
Alves.
Farello 150 saceos a Oliveira Filho & C 90 a
Gucdes de Araujo. Ferragem 31 volumes or-
dem, 113 a Rabello.& C, 9 a Costa Magalhaes, 2
a I 8. de Carvalho, 42 M. Jos Alves, 26 riuvt
de Fernandos da Cunha, 30 a Carvalho Moraes, 33
a Silva A Alvos, 50 a Parele V & C. Fogoes
de ferro 2 a Carvalho Moraes.
Impressos 1 volume a J. L. Goocalves Ferreira.
Linguica/fi oaixas a Goncalves Bellro & Filho.
Linha 2 caixa* i. !(aia, 2 i r tm. Linhaca 29
eaixas a Carvalho Moraes.
Miudezas 7 vulumes a Goncalves Ferreira, 1 a
Nelto Campos. Movis 170 volumes a Lima Bai-
rao, 7 a Silva Maia.
|ibra de ferro e suas pertoncto 2 volumes a L.
Au do Siqueira.
i Prezunto 2 eaixas a Gnnpaijjes Bellro 4 Filho.
lene i caixa aos mesmos. Palitos de denles 7 cai-
rlai Guedes de Araujo, 7 t Carvalho Moraos,.8
la Braga Gomes 4 C. Pepas de loof a 21 volumes
io.'dujk Hato 1 t Silva Mala. Paramentos do
Baltiniore, patacho
consignado a Phipps
tou :
Farinha,de trigo 563 barris c tGO/S ditas.
Descarrega B'JO e o resto segu para a Bahia.
0ESPACH03 DE EXPOUTACA NO DU ME
JULHO DE 1873.
Para os poros do extior
Xa barca nortagueza l'encccZora, para Lisboa,
carregtrtm: C Carneiro 4 C. 700 couros salga-
dos com 8,400 kilos.
Na barca pottojmeza Deapique II, para o
Porto, carregou : M. M. M-mteir.j 77 saccas com
6,141 l|2 kilos de algodaa.
Na barca brasileira Aunra. para o Rio da
Prata, carregou : F. It. Pinto Guimaraes 40 pipas
com 19,200 litros de agurdente.
Para os portas do inferior.
Para o Dio de Jann'ro, no vapor brasileiro
Cnutiro do Sal, ctrregtnot: teta Faulo l,0CO
cocos (fructa) ; J. T. Cordero & C 50 saceos com
3,0"0 kilos de assnear inascavado. Para a Bahia,
Amarim Irmaos & C 100 ditos com 7,500 ditos v
dito I. rail o.
Para o Aracaly, n i hiate brasileiro flor do
Jardim, carregaram : Fraga G Rocha 10 barns
com 960 litroc de mel.
Para Alagoas, na bareaca S. Francisco, car-
regaram : Nevos Irmao 2 barricas com 120 kilos
de assucar branco.
Para 0 Rio Grande do Norte, na bareaca
Tf amplio do Recife, carregaram : Fernandos 4
Irmio 8 saceos com 600 kilos de vanear branco.
CAPATAZIA DA ALFA2DEGA Reudimenlo do dia 1 a 9 8:53613(1 dem do dia 11 ..... 52693i
9.063*476
VOLniES SAHlBCfl Fruncir perla no dia 11 Segunda porta .... lerceira porta Trapiche Couceicao . 10,945 2.a* 363 I6i 683
12,404
SF.UV1CO martimo Uvarongas desearrogadas no trapiche da alfandega no da 1 a 9 Mas ditas no dia 11 Navios atracados no irap. da alfandega Alvarengas....... So trapiche Concoicio..... 24 1
25
RKCEIiEOHIA DK RENDAS INTERNAS G-
RAEA DE 1'EilNAMllCO
llendimento do dia I a 9 15:153*813
Idem do dia II...... 2:230*089
17:408*902
rtendimento do dia
dem do dia 11
CONSULADO PROVINCIAL
1 a9
11:434*528
8:272;Oo
19:706*530
R3CIPE
llendimento do dia 9 .
dem do da 11. .
DRAINAGS.
172*444
3il)4 6
512*850
Navios entrados no dia 9.
Terra Nova-36 dias, patacho inglez Queen of
Beauty, de 176 toneladas, capittci J. Dunn, equi-
pagem 8, carga 2,517 barricas com bacalho ; a
Johnston Pater & C.
Portes do norte 8 das, vapor brasileiro Cruzeiro
do Sul, de 1,111 toneladas, commandanta 1 te-
nento Guilherme Waddington, equipagem 60.
carga difTercnles gneros; a Pereira Vianna
&C.
Terra Noya -33 dias brigue nglez ChantecUer, do
280 toneladas, caoitao Thomaz Morrsoii, oqa-
pa};em 9, carna 2,073 barricas e 5J0 tioas com
bacalho ; a Joliustoi: Pater & C. Segnio para
a Baha.
Navios sahidos no mesma dia.
ParaCorveta nacional a vapor Paraente, com-
man Jante capitn de fragata Fraaeisoo Jos Coe-
lho Nelto, acompanha o vapor iazlez Hooper.
Rio de Janeiro, sondando a cosa -Corveta nacio-
nal a vapor Vital da Oliveira, co nmandanio c-
ptalo de fragata Luiz Maria Pequel.
Pa Vapor inglez Hooper, eommtndtole W.
Kdmgton, condui o cabo submarino e dtdiree-
cae ao mesmo.
S. Tnoniaz-Barca ingleza Maranltao, capitao T.
Pwall, em lastro- de arela.
Para s poTlos intermedios -Vapor nacional Bahia,
conunandanle capitao lenle Teixeirt, carga
difleaentes gneros.

*?
-

* i ,

*

*
i


agosto
*
t*'
NatiM entrados o dia iO.
Cardiff33 das, barca inglesa Presin, de 347 to-
neladas, oapito Mithuo Roso, equipagem i i,
carga carviu; a Henry Porster & C
LUltimore -43 dias, (talacho americano France Ja-
ne, de 119 tonelada, eapHo W. "H. Hervey,
oquipagetn 8, carga 2J63 barricas cora fariuha
de trigo; a Phppi, Brothers &
New-York (3 dias, Mato americana John Roso, de
2*2 toneladas, capitioHoweil, equipagem 7, car-
ga kO barricas coimkiha do trigo e oulros
gneros ; a Tasso Iruaao A C.
Rio Grando do Sul -Xdias,abrigue brasileiro Pi-
ran.jy, de 119 tonelada', eapitio Joao Dias B >r-
ges, equipagem 10, carga 79,310 kilos de carne;
a Manoel da Silva Mal C.
New-York 40 dias, patacho americano Fibra
Goodale, ejulpagem 8, carga farinha de trigo e
otros gneros; a Henry Forster & C
Lisboa36 dias, barca portuguesa JVoro Sympa-
thiai de 393 toneladas, eapitio Guilherme L. de
Soma, equipagem 19, carga diferentes gneros,
a Baltar Oiiveira, & C.
Navio salud no mesmo dia.
l'-irtosdo salVapor nacional Cruzeiro do Sul;
eommandante leaenle G. Waddinglon, carga
diferentes gneros.
Navios entrados no da 11.
Mainanguapo-12 horas v>por nacional Comrpe,
de 122 toneladas, eommandante Jos H. da Silva,
equipagem, 17, earga algodo, milho e outros
gneros, A cotnpanhia pernambucaoa.
Maco-10 dias, biate nacional Olinda, de 127 to-
neladas, eapitio T T. de lfoura, equipagem 9,
carga sal e atgodao ; a J. J. G. Beltro &
Filbo.
Navio sonido no mesmo dia.
Bio Grande do Sul Hiale portugus Sympathia, ca*
pifio Correia, cargaassucar e agurdente._____
EDITAES.
- O Illm. Sr. inspector da Ihesourariajp jvm
nal em cumprimento de ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fozer publico, que
vai novaraenie a praca no dia 14 do correte, por
lempo de un anno, e pela quantia de 2:8241601,
os impestos provinciaes da comarca de Plores.
As pessoae que se propoierem a esta arrema-
tadlo eompareeam na sala das sessoes da refer
da junta no dia cima mencionado, pelo mcio dia
e compeleuleiuenle habilitadas. *
E para Constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 4 de agosto de 1873. i
O oflkial-maior,
M. A. Fern ira.
Edital
Q-Ilho. Sr. inspector desta thesouraria, em cum-
primento do que Ihe foi declarado pelo Exm. Sr.
presidente da provincia, em o'Jicio de hontcm
sobo 112, manda fazer publico em additamenti
ao edital publicado no peridico Liberal sob n.
22, que o furnecimciilo das 222 caicas para as
pracas da companhia de polica de que Irata o
referido edital, sai de hrim branco e nao de
nrira pardo como por eugani fui ali declarado.
E para constar se man-lnu alBxar o pr sent
no? Inflares mais pblicos desli capital, e publi-
car pela imprensa.
Secretaria da tho-ouraria provincial do Rio
Gra.no> do Norte, 2 de agosto de i873.
O offlcial,
Joio Ferreira Nobre Jnior.
O Illm. Sr. inspector desta thesouraria, em
cumprimenlp do que Ihe foi ordena lo pelo Exm.
Sr. presidente da provincia e:n officio de hon-
tem sob n. 110, mana fazer publico que c*t
aberta a concurrencia para o fornecimento do
objectos de expediente necessarios as repaiticScs
provinciaes, pelos modelos aqu existentes, que
erao franqueados a quem os queiram examinar.
As pessoas que se quizercm propor a contra-
tar dito fornecimento, deverao comparecer nesta
reparticao pelas 11 horas da mani do dia 18 de
seterabro vindouro
E para que cheguc ao con' e-ment de todo?,
se mandou adlxar o presente nos lugares mais p-
blicos desta capital e publicar pela imprensa.
Secretaria da thesouraria provincial do Rio
Grande do Norte, 2 de agosto de 1873.
O offlcial
Jo<7o Ferreira Nobre Jnior.
i. cliul ii. 3?.
Tela inspectora da alfandega do Pernambuco
se faz publico que no dia 12 do crlenle, s II
horas da manha, se ha de arrematar porta desta
reparticao, livre de direitns,;. mercadoria, abaixo
mencionada, abandonada as mesmos direito? por
Prente Viamia & C.
Armazem n. i.
Marca I T S P V & G n. 3. Urna caixa com 20
kilos, peso nos envoltorios, de enrolopes de papel
completamente estragados por agua,' avahados por
125370, vinda do Havre no limar francez Jean
Baptiste, entrado em 10 Je fevereiro prximo
passado.
Alfandega de IVrnamhncn, fl de agosto de 1873
inspector,
Fabio A. deCarvalho Rck
O Dr. Sebastio do llego Barros de Lacerda,
juiz de direito especial do commercio da
idade do Recife de Pernambuco, por S.
M. o Imperador, n quem Deus guarde,
etc,
Faco saber pelo presente aos credores do com-
merciante matriculado Antonio Joaqum de Vas-
concellos, estabelecdo nesta cidade, impetrante de
moratoria ao merclissnio tribunal do commercio,
que pelo presente sao chamados para coinparece-
rem na sala das audiencias s 11 horas da ma-
nha do dia 23 do corrente mez, afim de observar-
se e dar--e inteiro cumprimento ao dmosto no
Art. 900 do Cid. commercal, de conformidade
com as dsposicoes dos Arts 8i, 844 e 847 do
mesmo cdigo, certos os ditos credores de que nao
sero admitldos por procurador sem que este
exhiba procuracao especial, a qnal nao poder ser
conferida a devedor do impetrante, nao podendo
outro sim urn s individuo representar por dous
diversos credores, e que ser l vido o credor
que nao comparecer como adherente s res'Jucoes
que tver a maiorla de votos dos credores qne
comparecerem, sendo neressario, para eoncessao,
que nella convenha a maioria dos credores em
namero que reprc-e nte dous tercos da totalidade
das diadas dos credores sin>itos aos effeitos da
niesiiia moratoria.
E para que !ieue ao conherimento de todos
mandei passar o prenota edital que ser afflxado
nos lugares do costume e publicados pelos jomaos.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 11 dias do inez de agosto de 1873.
Eu Ernesto Machado Freir Pereira da Silva?
escriro o escrevi.
Sebastio d > Reg Barros de Lacerda.
O administrador da reeebedoria de rendas
internas geraes, em virtude da regra 3' do arl. 33
do decreto n. 2486 de 29 de setembro de 185'J e
do art 74 do regulamento 2231 de 17 de marco
de 1860, avisa as pessoas afiaixo mencionadas, mo-
radoras as freguezias de fra da cid-de e em lu-
gares ignorados, e que foram multadas por infrac-
ao do regulamento n. VtJt de 1 do dzembro de
871, que Ihes fica marcado o prazo de 30 dias,
contado do da publicaran deste pan viren effec-
tuar o pagamento das referidas mullas, soh pena
de se proceder a cobranea executiva, a ?aber:
Joio Bufino de Sonta Magalhies, mo-
rador na fregu ia da Varzea, mul-
tado em 100 000
Jos Ferreira da Silva, na de Jaboa-
to em I00i0i(
Mariano Pereira Cabral, morad.r em
Agua-fria em I O000
Joaquim Narciso da Silva & C. (ignorase
a residencia), em 10*00
O bacharel Christovao Xavier Lopes (ig-
norase a residencia), em 10JOOO
O Dr. Eelix Moreno Brandao (ignora so a
residencia), em 104000
Joaquim Domingues da Cosa (ignora te
a residencia), em !0r00
Recebedoria de Pernambuco, 11 de agosto de
1873.
Man el arneiro de Souza Lacerda.
O Illm Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 30 de juibo prximo
passado, manda fazer publico que no dia 11 de
setembro prximo vindouro, iterante a junta da
azenda da mesma thesouraria vaem a praca para
ser arrematada por quem por menos fizer os re-
paros de que precisa a ponte sobre o rio Goyan-
na, oreados em 5:126*000 o sobre as clausulas
especiaes abaixo transcriptas
as pessoas que se propoierem aessa arrema-
tacJo eompareeam na sala das sossoes da referi-
da junta, no dia cima mencionado pelo meiodia
e competentemente habilitadas.
eoosfar se
-V
E para consTar se mandou publicar e presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, II de agosto de 4873.
Clausulas especiaes.
i.'
Os reparos da ponto sobre o rio Goyinna serio
ejecutados de conformidade com o ornamento e
planta approvados pelo Exm. Sr. presidente da
provincia, na importancia d#3:126*000.
O arrematante dar eenTeco as obras no prazo
de 20 dias e s concluir no de 4 mezes.
L-
O pagamento da impntntfa-do contrato ser
realisado em tres prestaees ignaca, correseon-
dendo cada urea a terca parte da obra.
4.-
Para tudo mais que se aebar especiikado as
presente clausulas se observar o que,di8pde o
regulamento de 31 de juMio de 1866.
O oBcial-maior,
________ Miguel Alfonso Ferreira.
DiECUBACOES.
COHPANHIA l
SANTA TflEftEZA
As pessoas que desejarem canalisar agua ou
gaz em suas casas, ja cidade de Olinda, queiram
entender-se com o abaixo assignado, que acha-se
autorsado para facilitar a todos a acquisico de
taes melhoramentos, mandando fazer as canalisa-
edes nos predios a costa da companhia, mediante
um aluguel mensal muito mdico : a tratar na ra
do Imperador n. 45, ou na (abrica do gaz, em
Olinda.
Recife, de agosto de 1873.
O gerente
Justino J. de S. Campos.
Emancipado de escravos.
A junta de emanepaco de escravos deste muni-
cipio faz constar aos senhores de escravos que S.
Exc. o Sr. |iesidente da provincia, por sen offle
de 7 do corrente, resolve,u prorogar por mais um
inez o prazo qae por edital da dita junta de 24 de
abril deste anuo foi marcado aos referidos senho-
res para a apresentacao da nota de seas escravos
afim de serem classflcadoy, na forma do art. 27
do regulamento que acompanbou o decreto n. 5135
de 13 de noveinbro de 1*72.
Para sciencia, pois, daquelles que anda n*o cum-
priram esle dever, declara a referida junta qne
contina a funecionar para esse fun no paco da
cmara municipal, das 9 horas da manha s 3 da
tarde.
Paco da cmara municipal do Recife, 8 de agos-
ta de 1873. .
O presidente da junta,
Manoel Joaquim do Reg Albuquerqne.
Hombro,
Man el Joaquim Sitceira.
Fiancisco Augusto de Almeida.
De ordem do Illm. Sr. inspector da Ihesoo
, aria de fazenda se faz publico para conhecmen
to de quem interessar que, em virtude de ter lira-
do sem effeit o cnntrac'o ceebrado com Thomaz
de Carvalho Soares Brandao Sobrinho, ser no-
va mente posta em hasta publica, peante a junta
da mesma thesouraria, no dia i de setembro vin-
douro, pelas dtias horas da tarde, para ser con-
tratada com quem melhores condi.oes offe.recer,a
eonstruecao de um armazem oa paml para servir
de deposito de i>da a plvora importada nesta ca-
pital, cuja planta se franquear nesta secretaria
aos pretendentes, que deverao apresentar suas
propostas cm cartas fechadas, devidamenle sella-
das e declarando nellas a re: idencia e nomes dos
seus fiadores.
Secretara da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 6 de agosto de 1873.
O secretario de junta,
Jesuta. Bodrigoes Cardoso.
' THKA1R0
flHUNjUMim
ESPIVSC\ Se PECANTE
rv
Terci-feira 12 de agosto
Recita extraordinaria.
IOjji favor lio profe.m^or da
Depois que a orcheslra tiver executado.uma de
suas melbores symphonias, subir scena o gran
de c apparaloso drama em 1 prologo e 4 actos :
No fim da peca o Sr. Antonio Martins, em
ohzeqnio ao beneficiado, executar urna de suas
mais dfflccis v.iracdes.
Terminar o ^espectculo com a linda comedia
em I acto:
Um quarto com duas camas.
na qual tomam parle os Srs. Flavio, Mximo e
D. Filonlla.
Nos nlervallos urna bania de msica execu
tara algumas pecas para mais brilhantismo deste
espectculo.
Os bilhetes podem desde j ser procurados no
bilheteiro.
Principiar s 8 l|2 horas.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
Quarta-feira 13 de agosto.
Grande festa artstica para solem-
ne recepcao e reentrada do
pri ineiro artista brasileiro
Xisto de Paula Bahia.
e da actriz
Uarii ilahia
. Urna reuoiao de 86 mocos acadmicos, dse-
jando manifestar ao muito popular e talentoso ar-
tista fMn'a o seu contentamenlo por velo de no-
vo fazeV parte da companhia Vicente, autori-
saram a direecao a mandar decorar o theatro
com todo o luxo, para que a rcauparico do dis-
tinelo artista, no palco pernambucano, seja urna
verdadeira expressAo do elevado aprejo em que
tido pelos seus numerosos amigos. O empreza-
rio, congratulando-se com semelhante prova de
estima e consideraco ao seu particular amigo
Bahia, tem a satisfacio de declarar ao Ilustre po-
vo pernambucano iue associa-se de bom grado
a tao honrosa manifestacao, porque emende que
nao ser demais todo o enlhusiasrao na recepto
demm artista tao notavel pelo sea talento a por
suas qualidades pessoaes.
Proframma.
Primera representacao nesta poca do magnifi-
co e entusisticamente anplaadido drama em 5
actos original do apreciado dramaturgo francez
Anicet Bonrgeois :
A MENDIGA
rTraduc^o do actor Julio Xavier.)
DENOM1NACES.
l. acto.Crime e semen ca, 2*9
.Q a Fogo do co I
3.* a Boubo de crianca.
4. M3iecgal
5. Aos pes do coufessor.
- DisrboicJo.
O artista Bahia desempenha o importante papel I
de Joio Paulo Bergbeo.
Margarida Bergbea
There* B^rgb*n
Leopoldina' de Stoberg
Brgida
Bosalba Dodudodonrinka
Lisbeth
Mara, menina de 7 anuos
Joio Paulo Berghen
O cura Everardo
Chrystiano de Renihorf
Zalm ',
Robin
Slimo w *
AlcJndor'""
Mam
Arate
Um offlcial
Um ferreiru
rj> "
D. Manuel.
" D. Joanna.
D- Emilja. m. --
D. MaraBahia.
D. Olympia.
D- Bernardina.
Joven Idaliua.
Sr. Bahia
Sr. P. Augusioy
$r. Santo.
Sr. Viooole!'
Sr. Florndo.
Sr. Julio.
Sr. Cmara.
Sr. Silva.
Sr. Philadelpho.
Sr Proropk.
Sr. Menexe>r
Operarios, eamponeaes, toldados.
A accao de drama pasia-se na Allcmanha.
O* acto em casa de Joao Paulo, em Marlen-
berg.
O 1* em Mnlrose, em cata de Margarida.
O 3.a na offlein ade Joio Paulo, era Dresda.
0 4.* n'uma estalagem perto le Leipzig.
O 5.* no presbiterio do cura Everardo.
Terminar o especiarulo eom as representa-
edet dapopulari'sima e serapre frenticamente ap-
plaudida comedia em i acto :
lima experiencia.
( Msica do maestro parense II. Gurjo. ;
O artista Bahia desempenhar o papel do ma-
rujo Jos Borrasca, o artista Viente o de lihris-
pim sacristio e a actriz Mara Bahia o de Marga-
rida.
N'ura dos inlervallos a orchestra exeoular a
nova polka phantastica :
SAUOACO no m\\
comDosico do hbil maestro
e por elle dedicada ao festejado artista
xivro baha
Principiar s 8 Ir! horas.
Entregara se desde j as encommendas.
o theatm estar decorado eom todo o esmero e
diversas bandas mames executarao nos inlerval-
los escolhidas pecas de msica.
Depois do espectculo haver trera para Api-
pucos.
Aviso
Est em ensaos o exeeente drama p!iaiita-t-
co cm 6 actos, de Tbtodoro Bauiere :
(! Wlt) II\ EI.IX01TE
para eslra do artista
Eduardo A. da Silva
j vantajosamente conhecido nesta capital, e che-
gado ltimamente do sul, o qual desempenhar o
importantsimo papel de
Vry Kerner.
Sabbado 16 de agosto.
* recita
em que toma pai le o artista
Bahia.
Em consequencia de nao ter sido pos>ivel satis-
fazer todas as encommendas de camarotes e ca-
deiras de prime'ua classe. para o espectculo da
eslra do artista Xisto Bahia, resolven a empreza
repetir o memo espectculo no dia cima men-
cionado, constando do mesmo programma de
quarta-feira.
As pessoas que desejarem camarotes pdem di-
rigir-se desde j ao escriplorio do theatro.
Aviso.
\ bem da fiscalisacao do theatro a direccae de-
terminou numerar todas as cadeiras, as quaes
d'ora em diante sern divididas da maneira se-
guite :
Primeira classe.-Ns. 1 a 72 300>
Segunda dito. -Ns. 73 a 180 2A000
Na venda das cadeiras de segunda classe s se
permittir a escolha de numero at s 6 horas da
lrdenos dias de es|iectaeulo,sendo desea hora em
diante vendidas seguidamente.
Para a Bahia."
Pretende seguir com ruuita brevidade o palha-
bole.nacional Joven Arthur, tem parte de seu
carfegamento engajado, e para o reto que lite
falta trata-se eom os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliyeira Azevedo A C, ao seu escriptorio
raa do Rom Jess n. 57.
- COMPANHIA PERNAMBLC4NA
DE
\'ave^;acilo coatelra a vapor.
RIOFORMOSO ETAMAKDAR.
O vapor Parahyba,
eommandante Pedro,, se-
guir para os porto*
cima no dra 15 do cor-
reuU, as 9 horas da non-
te. Hecebe carga, eucoin-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriplorio no Forte do Mallos
n. 12.______________________________________
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com muita brevidade e palha-
bote Rosita, por ter alguma earga tratada e para
a qne Ihe falla -trata-se com os consignatarios
Joaquim Jos Goncalves Bettrio & Filho : roa
do Commercio n. 5^________________________
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
Ynve^acAo costeira a vapor.
PARAHYBA, tATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA
TY, CEAR, MANDAHT' E ACARACD*.
O vapor Pirapama
eommandante Felippe,
seguir para es por-
tos cima no dia 14
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Itecebe carga al o dia 12 do corrente, encom-
mendas, at o dia 13, pasjagens e dinheiro a frete
at as 2 horas da tarde do dia da sabida : escrip-
lorio no Forte do Mattos n. 12.
VISOS MARTIMOS
E
LINIftttA K 1MIIITO
A barca Vencedora, capilo Olveira. segu via
geni por todo o mez de agosto.
Ruceo* carga e passageiros : a trali.r com o
consignatario Tito Livio Soares, ra do Vigario
n. 17.
t.
r-
Liverpool, Brasil tV Rivcr Pate
Uail Steanici'S.
Espera-se no dia 10 do corrente da Bahia, o va-
por inglez Humbolil', i< l,4o6 toneladas, o qnal
seguir com toda a brevi hule para Lislwja (haven-
do sufflcientes passageiros), do-contrario em direi-
tura para Liverpool.
Este vapor tem excellentes accommodaefies pa-
ra passageiros de Ia e 3' classes.
Para melbores informacoes, trata-se com os
consignatarios Sanadora Brothers Je C. Largo do
Corpo Santo n. II.

-'irn.fts?'
COSWMIIA
DE
NAVECACA0 BADIANA
LllllTADA
Para Macelo, Pencdo, Aracaj
e Bahia.
E' esperado at o dia 23 Je correnle dos porto
cima o vapor Mrquez de Caxias, e seguir para
os mesmos no dia seguinte ao de sua chegada.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Ol-
veira Azevedo A C, ruado Bom Jesns n. 57.,
Pacific Stean Smgali :n Compaq
l.inha qninzenal
O PAQUETE
Luzitmia
espera-se da Europa ateo dia 17 do corrente.
e depois da demora do costme seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
Os agentes Wilson Rowe & C, ra do Commer-
cio. 14.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.lavegaco eostelra a vapor.
MAMANGUAPE.
O vapor Coruript, eom-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 12 de
corrente, s 5 horaedaftarde.
Recebe carga, eojpmmen-
das,*psagens, e-Aneiroa
frete aa as 2 horas da tarue do da dhabida -
escriptorio no Forte do Mattor n. 12.
Eanpreza portuense le navega*
cito a vapor
O VAPOR DE i.' CLASSE ( R 103 NO HLOYDS)
JULIO DINIZ
Connuandante I. I. Rodrigues
Contente
E' esperado at 15 do Crrente; depois da indis-
pensavel demora neste porto, seguir para os da
Babia e Bio de Janeiro.
Para passageiros, carga, encommendas e valo-
res, tratase com os
AGENTES
E. II. Rabello A C.
48-Ba do Commercio=48
N. B. Os vapores desta empreza sahiro do Por-
to eom a possivel regularidade urna vez por mez.
Consiruldos as melhores condic/ies, com ex-
cellentes cmaras bem ventiladas o confortavel-
mente adornadas, com proporedes e forca para te-
rem boa marcha, offerecem aos passageiros todas
as comniodidades, tanto em alojamento como em
tratamento.
Toda a tripolacao portugueza, e em casos de
doenca ou em qualquer circumstancia, ser sem-
pre solicita em aitender os passageiros com todo
disvelo
Um facultativo competente, pago pela empreza,
tratar os passageiros, sem que por isso tenliam a
pagar despesa alguma, alem do preco da passa-
gem.
A comida ser abundante e variada, feita por
co-inheiros portugnezef, servndo-se vinho de me-
sa, escolhido no Douro, aos passageiros de todas
as classes.
Para Lisboa
pretende sognir.com pouca demora a escuna por-
fugueza Ctuistia, de 1* classe, capitn Louriro,
por ter a maior parte de seu cargamento enga-
jado; e para 0 resto qne Ihe falta trata-se com os
consignatarios Joaquim Jos Oooealves Beltro a
Filiio, ra do Vimoiercin n .">
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a barca portugueza
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar eom o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vigario n. 17 _____________
Liio de J aneiro
O brigue nacional S. P,:ulo sahr com brevida-
de para o porto cima por t-:r alguma. carga en-
gajada ; e para o restante trata-se com Pereira
Vianua & C, a ra do Vigario n. 7. ________
'"V
jirifie Sleam Unigafloi Goni)anp
liinlia qninzenal
' o paquete
espera se dos portos do sul at o da 15 do cor
rente mez, e depois da demora do costume, se
guir para Liverpool, via Lisboa, para cujos
portos receber passageiros e car a.
Os agentes Wilson Rowe A C, ra do Commer-
ce n 14.___________________________________
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouca demo-
ra o hiate Olinda por ter a n>aor parle de seu
carregamento engajado e para o resto que Ihe
falta trata se com os consignatarios, Joaquina
Jos Goncalves Reltrao & Filho ra do Com-
mercio n. 5
Para.
Barca Santa Mara.
Para o referido porto recebe este navio carga
frete : a tratar com Amorm Irmaos A C.
Rio Grande do Sul e Porto
Alegre.
Para os referidos portos directamente recebe
carga a freto o lugar portuguez Rio Grande : a
tratar com Amoriiu Irmio & C, ra do Bom Je-
ssIU3.___________________________^__
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\iivegncito costeira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJ'.
O vapor Mandah.
eommandante Julio,
seguir para os por
tos cima no dia 14
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas at
o dia 13, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do da da sabida : escriptorio no
Forte lo Mal tos n. 12._______________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
liavesaetlo costeira a vapor.
SOTAtntA.
0 vapor Parahyba,
eommandante Pedro,
seguir para o porto
cima no da 12 do
corrente, s 9 horas
da noute.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro rfrete no es aiptorid n Forte do Matto*
n 12.
LilLOES.
lodos os movis, iogos e mais utencilios
DO
hotel da Jaqueira
Sendo:
i Movis.
Um buhar,'! bagalellas, 1 guarda-louca. 1 eos-
morama, 1 mesa elstica. 1 guarda-roupa, ree-a-
para jogos, relogios ainericr.iios, cadeiras de ain.i
relio, ditas de pinbo, aparadores, banca* com
tampo de pedra, marquezas de amarello, ligunis
de porcellana, quadros, espelhos, jarros, caBliICs,
camas de ferro, ditas de lona, quartmheiras, laya-
torios, mesas de pinho, louca para almoco, dita
para janlar, rompoteiras, bolas de vidro, candiei-
ros, copos, cauces para vinho, ditos para champag-
ne, bandejas, sorveteiras, 1 machina para bmpar fa-
cas, 1 bomba americana, bancos, treni de cozinha,
e mais artigos existentes no mesmo hotel.
Gneros.
Duzias de garrafas de rerveja Noruega, ditas
nacional, ditas de champagne ditas de vinho
Cherry, eaixas de vinho Bordeaux.genebra, licores,
bitter, peixei em latas, conservas e diversos g-
neros que ettaio patentes:
Por intervencio do agente Pin' o Borges no
mesmo hotel, o qual principiar logo que chegue
o Iran que ha de conduzir (gratisj, os concur-
rentes do lelo, partindo da estarn do arco de
Santo Antonio s ll horas em ponto.
LEILAO
-' DE
*' obj&fos de urna taverna e movis
SENDO:
Urna armaco de venda em mo estado, 1 (r-
co de formas para fazer velas, 600 frasquefras
de vidro, garrafoes vazos, copos de vdro de boca
larga, pitearos de barro, tijolo*, bules, barris va-
rios, balanzas, conchas, carrinhos de mo, grades
demadeira, 1 sarrosa para boi, 1 prensa de es-
premer cajii, \ pipas com vinho de caj, 4 quar-
lolas com dito, e outros muitos objectos de urna
venda.
Urna commoda, 1 banca de meio de sala, 1 par
de concolos, 1 sof, 1 marquesa, 8 cadeiras, 2 me-
sas, fi cadeiras com astenia e encost de sola. 2
enrrocas, 1 dita pequea, 1 par de mangas de vi-
dro, 1 cama de armaco, 2 armarios, 2 caitas, 1
scllim, 2 jarros, 8 pipas e meia com calda para
vinho de caj, e outros muitos objectos com bas-
tante uso
Hoje
O agente Martins far leilao, por cunta e risco
de quem pertencer, dos objectos de venda e movis
existentes na casa n. 7. da ra da Senzella Nova.
A'Sll HOBASDA MANHA.
Leilau
DO
sobrado amarello de 3 andares e sotoda
ra da Imperntriz n. 88, em frente da
matriz da Boa Vista, e com ottio para a
ra dn Hospicio.
HOJE
s 11 horas
Por intervenco do agente Pinte.
Ba do Bom-Jesus n. 43.________
Leilao
DE
movis, louc.a, cnstaes eobjectos de prata
Hoje
A's 11 horas da manha
No armazem do largo do Corpo Santo n. 48.
O preposlo do agente Pestaa far leilao por
conta de urna familia que se retira para a Europa,
a saber: 1 piano franez muito elegante, mobilia
de Jacaranda, com tampos de pedra marmore, ca
mas francezas para casal com os competentes
cortinados, 1 muito elegante mesa elstica com 11
tabeas, 1 eostureira de uiogno, 1 flauta deebino
com chaves de prata, I rewolver de 6 tiros, mesa?
para jogo, alcatifas para salas, tapete-, calungas,
jarros pan cima de mesa, t-nfeites pira 'ditas,
guarda roupas, I rico aparador, obra do Remigio.
1 jardineira de mogno, obra bem acabada, cadei
ras avulsas e muitos outros objectos que esttlio
patentes ao exame dos compradores. Sendo que
nesta occasiao tambem serta vendidos diversas
obras de prata de lei contrastados, como sejam :
bandejas palleiros, salvas e 1 servico de mesa,
completo, terca-feira 12 do corrente, as 11 horas
da manha, no referido armazem. _________
DE
300 pecas de madapolo e 40 pe^as de al-
godo azul (avariados).
faje
s 11 horas.
Por intervenco do agente Unto
NA RA DO BOM JESS N. 43
Leilao
DE
1,000 chapeos do Chile
Hoje
lo icio dia
Por intervcncSo do agente Pinto, n* do Bom
Jess n. 43.
VISlftBVBSOS
- Ao Illm. Sr. Jos ilanoel Ponlual Jnior
lembra-se a promessa de sua carta do 22 de s -
tembro de 1870, relativamente a meaco de um
moro. .______^^__
Precisa-se
alugar urna aterava qncf cozinhe e engomme para
casa de pequea familia : na ra do Capibanbe,
casa n. 34 paga-so bem.
Engommadeira.?
Uva-se e engomma-se com perfeicao : na ra
D/reita n. 27.
Precisa se de um raixeiro de 12 a li annos
de idade, com alguma pratica de taverna : em
Santo Amaro, ra do capitn Antonio de Lima,
n. 32.______________________________________
Tanques para agua
de ferro galvanisa lo e de diversos lmannos, ha
para vender na ra do Imperador n. 45.________
O abaixo assignado fas publico que nesta
dala comprou ao Sr. Candido Jos de Magalh.tes
Soares, a sua taverna. n. 68, da ra de S. Miguel,
em Aiogados, com todas as suas pertencas; se
alguem se achar com direito de reclamar, apr-
sente se no prazo de tres dias, flndos os quaes,
estar firme e .abosa a mesma venda.
Recife, 8 de agesto de 1873.
Manoel Joaquim de Souza Tavares.
Acha-se fgido desde o dia 4 do corrente,
pela primeira vez, o escravo Nicolao, de naci
Cota, idade SO annos, com os signaes de talh'j na
cara, uso de sua naci, leudo urna coroa na"ca-
beea pela falta de cabellos por carreger agua, e
as mos grossas com bastantes calos por empre-
gar-^e no servico do trafico do porto, doscon lia-
se quo esteja acoutado em rasa de algum parcei-
ro, e protestase contra quem o tenha acoutado :
quem o apprehcnder leve-o ra de S Jorge n.
133, que ser generosamente gratificado._______
Precisa-re fallar com a Sra. Emilia Amorim
residente outr'ora no pateo do Terjo, a rna do
Imperador, segundo andar, por cima do Prato de
Onro, entrada pelo raes 22 de Novembro, ne-
g'i- de se interesse.
NDRTIMEHTO
MEDICINA
Preparado por
Lantnan & Kemd
, -^^v para thi si We
Jh^ toda a qualidadf
^__^ de doengas, quer
seje na garganta,
peito ou bofe.
Expressamente
esrolhidodos me-
lhores ligad os doe
quaes se extrahe
o oleo no l>anco
da Terra Nova
purificado cbiiD-
calmcntc, e soas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, emtodo
o frasco se garan-
te pe rfeit ame t>
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame mui-
to severo, pelo
chimico de ma*
talento, do go-
vemo hespanbol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a contar
MAIOR l'OBOAO DIODINA
do que outro qualquer olro, que elle tem
examinado
IODINO UMI'ODFR SALVADOR.
Em todo o oleo de figido le hacalho, e ne-
quelle no qual eontm a tnaior porc/io desta
invaluavcl propriedado, o nico mcio pera
curar todas as dceOQas le
GARGANTA, I'KI'I O, BOFES, FIGAD0,
Phtysica, bronchistos, asthm.i, catharrbo,
tosse, resfri.i tnentos, etc.
l'ns poucos bucos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e a todo o corpo. Neiihum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutimento aosystoina e incommodando quaai
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacAo tem sido des-
truida pelas afleccoes das
ESCRFULAS OU RHKUMATISMO
e todas aquellas, cuja digesto se acba com-
pletamente desarranjada, ilcvem tomar
o oleo defigado de bacalho
ii:
LANMA> & KEMP
Se que desejam vor-se livres e isentasde
entennilades.
Acha-se venda em todas as boticas e
drogaras. H. Forster & C, agentes.
~Q INEXTiNGUIVEL
PERFUME
E&SbP &
A ppleiire api Florida
- D
II! RIl.il tV I AMlt\
Urna pura distillae.io das mais raras Hie-
res dos trpicos. Contm, para assim di-
zer, quasi o odor odorfero das flores do
trpico da America, o sua fragancia quasi
inexhausta fonda mesmo por continuada
evaporaco e ililTusiio. N'este respeito
inconiparavi-I a qualqoer outro perfume
qne ha de venda para :
DES.MAI0S, ATAQIES NtRVOSOS, DOR
BE CABECA, DEBILIDADE E
HISTRICOS.
um certo e ligeiro allivio. Com o bom
ton, tem conservado sua influencia pare
cima de vinte e cinco anuos sobre todos os
perfumes, Das Indias Occidentaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianza o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambcm faz remover
da pello:
ASPEREZAS, EM POLAS,
QUEMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna urna
excellento mistura para banhar a pelle,
ando um arosca-o e cor clara a complei-
co nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritacao que geralmente
occorro, assim como tambem gargantendo-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ihora a condige dos dentes e gengivas.
Como ha militas imitaces, as quaes nao
possuein nonhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar smente o
o famoso perfume i cosmtico do sul da
America, chsm da:
Ail A FLORIDA
DE
US iCKIV Jfc L.tlIA^.
Se acha venda em todos odroguistasj
perfumaras da moda.
Nnutu Casa de Misiericordia
do Recife.
De ordem da juma administrativa desta Santa
Casa convido aos Srs. mordomos, mordomos sup-
plenles e em geral a to los os irmos para que se
dignein de comparecer pelas 10 horas da ma-
nha do dia lo do corrente na igreja de Nossa So-
nhora do Paraso, a'lm Jo assistirem festividade
da Padroeira da mesma Santa Casa que deve ter
lugar no dia o hora aciaa indicados.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 12 de agosto de 1873.
O ecivao,
Pedro Rodrigues de Souza.______
Precisa-se do urna preto para vender doces,
bolos etc., e que d fiador da sua conducta, a tra-
tar na Praca do Conde d'Eu n. 7, L* andar. Na
mesma casa encarrega se tambem de aviar qual-
quer encommenda que se Ihe faca, e tudo por
preco razoavel
Ao Sr. I. C. V. pede-se o favor de mandar a
asa n. 28, ra da Saudade, pagar o seu aceite
firmado no Rio Grande do Norte, e vencido no
lia :10 de deiembrode 871D. H. O._________
O abaixo ssignade,-leudo na America Illus-
ada de sabbado 9 d<>correte, no expediente,
urna noticia que di respeito h um Fonceca, pren-
sa ; vem oela inpretisa rogar ao mesmo redac-
tor o favor de declarar se se eotende com o mes-
mo abaixo assignado, visto ser elle o nico com
1 nome que commerci i nesse genero.
Recife, ti de agosto do 1873.
Rodolpno Xavier de Senz Fonceci
tal
Coziiiheiro.
Precisa-se de um coinheiro par hotel na ci-
dade da Vietoria : a tratar nn pateo do Terco
n. 82.
\-
i



Y
I
I
.

. *
V
i *
/
^-

Diario de Pernambuco Terca feira 12 de Agosto de 1873.
Pagamento de dividendo
Paga-se o 39." divfaehdo Banco do Brasil, inscriptas na ctiucta cat-i
xa filial d'csta provitidi, razo ilo8f000|
|Wr accao ; 1 na do Vigarie n. 1.
Precisa-se de urna una farafci
fV. iiun familia
,tiva pan
Ai caramera.
Joao Jos de Camino Moqjes, tem transferido
seu escriptorio para a ra do Vigario, pavimento
torreo n. 1*.
i comprar o cozinlinr pare ca*
rompoh do duns
dar : tratar tw |
andares,
ALUPtA-SE
o sitio de ftejjaftca n. 8 (Passageo da Magdalena),
com casa e sotio de grandes commodos pare na
merosa familia, margen do rio Capibaribe i
passando os trilhos dos bonds na porta : a tratar
com los Francisco de S Lailn, em Olinda, la-
deara do Varadonro, casa n. M, e no Recife, ra
do Apollo a 38, S andar, ou na ra do Commer-
Ci, armaiem ns. lie 13.
Pos de Mme. Castellaa! contra a tosse, nico
e verdadeiro remedio, recebido directamente : na
ra Nova n. Mk
Olinda.
Alaga se ama casi a roa de Mathias Ferrei-
ra, com quintal e cacimba : a tratar ra do
Amoro o. 37.
fcOfterece-se urna ama para casa de hornera
solteiro, que engomma com .perfeicao ; a ra das
Cruces u. 5.
rConsullorioiiiedico-cirurgico
DE ft
A. B. da Silva Maia.
Ra do Visconde de Albuqnerque n.
H, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a qualquer hora.
Consaltas: Aos pobres gratis, das I as
4 horas da tarde.
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Mara Goncalves participa que se en-
carrega promover o bom andamento de quaesquer
questoes judiciaes nos dous paizes cima mencio-
nados, pare o que est habilitado com um pessoal
competentissimo de correspondentes. Escriptorio
rna Primeiro de Marco n. 83, (antiga do Crespo)
Precisa-se de um offlcial de barbeiro, ne sa
feo da roa das Larangeiras n. 19 : a tratar com o
iono do mesmo.
MEDICO-CIRURGICO |
DO W
, Dr. J. M. Cario $
Jtt Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri- *
2 meiro andar. y*
W Consulta das 9 horas as 11 da manha. W
^ Chamados a qualquer hora. Aluga-se
o terceiro andar da roa de Vigario Tenorio n. 20:
a tratar ra do Amorkn a. 37.
at ra-
il 2V, l < f
t djkH-.?ffital ti
(raranhuns.
Na ra do Bario da Victoria n. 36, precisaba
fallar aos Ir, Pedro d Reg Chavos Peixoto o
Jos Pae da Silta, a negocio de particular Me-
rcase.
Urna senhora, capaz, ofTerece-se para engom-
mar em urna casa de pouca familia; indo s 7
horas da manha e sahindo s 7 da ncute: quem
precisar, dirija-se a ra da Palma n. 90._______
Proleslo.
Alfredo Cu-
t nos l.'in n
Empresta se algom dinheiro sobro hypotheca
em predios nesta cidade : a tratar na ra Duque
deCaxias n. i i, ou na ra do Rangel n. al, se
gundo andar.
Aluga-se
ol* andar do sobrado n. 50 da ra do Bom Jess
(ra da Cruz), proprio para escriptorio : a tratar
com Keller 4 C, ra do Bom iesus n. 55.
Preeisa-se de um feitor que emenda de serv-
co de noria e jardim : no Co legio da Conceicae,
a ra do. S. Francisco n. 72.
O commendador fcuzebio Raphael Rabello
aluga o seu sitio no Caldereiro, com grande casa
terrea e um sobrado para grande familia, com
ptimas aceoniroodacdes. Quem o pretender di-
rija-se ao mesmo para o ver, e tratar no es-
criptorio, na ra do Trapiche n. 48, primeiro an-
dar.
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portnguez
de 2* rlasse e en 'arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
tes, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como portuguezes, que tem o seu escriptorio na
ra Primeiro de Marco n. 23, 1* andar, antiga ra
do Crespo onde pode ser procurado todos os
dias nao santificados, das 9 horas da manha s 4
da tarde.
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
JS AilX. -k. ~i gU j*J
FUGIO
Estjfugido o cabra aeaboelado de nome Pru-
dencio, desdentado e os cabellos um pouco ubico
dos, andava com urna barroca conduzindo estrum -
para um sitio, e fugio no domingo 6 do corrente ;
este escravo ligeiramente gago, fot escravo do
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e loje pertence ao
baro de Nazarelh, que gratificar a quem o apo-
sentar. Elle representa 50 annos, filho de Goi-
anna.
Joaquim Jos Gronqalves
Beltrao.
Roa do Commercio n. 5, andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, era Braga, e sobre os seguintes
ulgares de Portugal t
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mong&o.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
r^** At vir.
0 Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vez
rogado vir roa do Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse.
Preeisa-se, para servir a urna s pessoa, de
urna muiher idosa, que seja fiel lias compras e
limpa no servido da cozinlia : a tratar na loja das
Cestas, ra larga do Rosario.________________
MOFINA
Est encouragado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivio na cidade de Nazarelh desu provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fina de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fin, pois 5. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho *>
achava nesta cidade.
Constando nos qoe ioM> entinado
ilosj IV re ira '".U'.t vcmlrr o (pin v\>.
di: haver do inventario .k ?. t'.ni ao tonent-:-oo
inncl Jo n < arli's de Mi-mloit^a V.-itrniK-ellis son
ruiclii'iiria >|n~vi, pelo presente iOiUUUcki protesta-
inos pela validade de qualquer negocio que o
mesmo nosso eunhado Alfredo faca, seja com
quem for, na qualidade de nosso procurador, e em
virtude de procuraran que Ihe passamos para li
quidar a heram.a de noss finado nai Francisco
Alfonso de Mello, e por rasa forma ncam cassados
todos os poderes de qaajqoer proeoreca nossa
fiara o mesmo nosso eunhado Alfredo. Engenho
eriquito, (i de agosto de 1873.
Francisco Affonso de Mello.
Antonio Alfonso de Mella
Joa.jiiim SiHronio Affonso de Mello
Mariana Victorina de Mello.
_____________Manoel Simplicio Affonso de Mello.
Quem quer?
Dinheiro a juros em pequeas quantia*: na
rua.das Larangeiras n. 26, loja, se dir quem faz
este negocio.
. Aluga-se
um quarto e urna sala por plago commodo, prefe
rindo-se muiher, e es?a que seja desenipedida
de homem : tratar na ra do Padre Floriano n.
71, loja
6 009 &00$&0
O Direito.
Importante jornal de
noticias.
Publicase tres vezes por se-
mana.
!*o Po-to.
, Asignatura por anno I8S0O0
Seis mezes 9000
Tres mezes 3000
Recebe-se assignaturas ra do Cres-
po n. 10.
(E' reeebido por todos os paquetes.)
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
m
0
i
0
000*3:*0'0 0000 0
casa da mmk.
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' ra Primeiro de Margo (oulr'ora ra d-
Crespo) n. 23 e casas do costumv.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantido*
la 3 parte das loterias a henclicio da irmandade
do Sunhor dos Passos d5 Recife (62'), que se ex
trahir na quinta-feira, 14 do corrente nez.
PRECOS
Bilhcto inteiro 6000
Mciobilhete 3*000
Quarto U600
EM PORgiODK 1005000 PARA CIMA.
Bilhcle inteiro oiSOO
Meio bilhete f 730
Quarto 1*373
Manoel Martina Fiuza
LU1Z.
Em 9 do corrente mez deseppareceu do engenho
Mega de Baixo, fieguezia de S. Lourenco dp Teju-
cupapo, o mulato Luiz. que representa 23 annos,
mais ou menos, natural da provincia da Parahyba,
tem ps grandes, urna costura de taino n um brajo
e o signa! bem visivel do dedo pollegar da mo es-
querda cortado quasi ao meio, proveniente de um
golpe de foice descascando um coco. Quem o ap-
prenender e levar ao referido engenho ou nesta
praca rna do Bom Jesns n. 30, ser recompen-
sado.
CRIADO
Precisa-se de um de boa
na ra do Boro Jesas n 3.
induca l a tratar
G. A. Schnorbusch.
Os melhores charutos da
Balda.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachuellos.
Demcratas.
Suspiros.
Conchas.
Operas.
Principe de Bismarck.
Trabucos
lia Iras.
Deposito era Pernambuco no armazem de Cunha
& Manta, ra do Mrquez de Olinda n. 23.
200#000 de gratificado.
Po abaxo assignado, contina a andar fgida
a escrava Beverlna, de-de o anno de 1868 : qual-
quer senhor capito do ampo, apprehendedor de
escrav^s, ou uiesmn algum senhor particular;
pode pegar a escrava Severina, appre'nendendo
tudo que com ella aehar ou tiver depositado em
algum lugar que rczida, com toda a cautela e
prevenc.no. Se fielmente me entregar receber a
quantia de duzentos mil ris ; tambem peco a
Sualquer autoridade civil ou policial a captura
a mesma, nao admttindo nenhuma evasiva, ou
estrategia que se Ihe apresentar, seja qual for.
Os signaes da escrava sao os seguintes : crioula,
bem preta, pode ter 30 annos, e.-tatura regular,
olhos brancos, nariz bem chato, e curto, lwicos
bem grossos, dentes alvos e limados de ambos
os queixaes, tem signal feito com agulha no braco,
ladina, faz renda, labyrintrn, cose e engomma,
e costuma mudar o nome.
Villa do Jardim da comarca do Svrid do Rio
Grande do Norte.
Manoel Alves de Farias.
Escravo fgido.
Fugio dj engenho P;o da comarca de Palma-
res do termo de Agua Preta, no da 28 do mez
passado, o escravo Antonio, croulo, idade 38 a 40
annos, barbado e est j pintando de cabellos
brancos, meio beicudo, olhos um pouco brancos,
levou vestido camisa de algodo azul, calca de
riscado, chapeo de bata parda; foi comprado
na cidade do Recife ao Sr. Jos Domingues Maia.
morador em Apipueos, julga-sse ter ido para Ca-
maragibe em Porto Calvo, no lugar Santa Lnzia,
d'onde antes de vir para o Recife foi escrava de
Manoel f,ins Carneiro de Albnquenine. <-uo o
venden ao Sr. Jos Pnlo Botelho e este ao j
dito Jos Domingues Maia, ambos desta cidade :
quem o apprehender ou tiver noticia^ leve a ao
proprielario do engenho cima, ou no Recife a
Genuino Jos da Rosa, na de Pedro Affonso,
antiga da Praia, que era generosamente gratifi-
cado.
Escravo fgido.
150#000 de gratificacao.
AuscBton-se desde o da 13 de maio da 1872, e
preto de nome Alfredo, de trinla e Untos annos,
crioulo e bastante ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro olhos grandes, i
estere no engenho do Sr. Lul de Caiar| em S.
Lourenco da Matta, onde consta ter parantes, foi
escravo dos Srs. Adriano 4 Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senheres foi eozinheiro, tem
sido visto por pessoas qne o coohecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o roa do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificacao cima decla-
rada.
AO Pl'BLICt
Oiicn iiiis ctriiimudo derece ?
Incontestavelmente a foja de calcadojSestrangei-
ro que mais commodo ofterece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexe, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queima Jo) e a raza o ? a razao simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
in ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se toreado a experimntala sobre um
pequeno e pueroso |iedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao pudendo desta forma conhecer se
a botina Ihe fica boa, pois, nao tem espado para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, ipie chegarlogo ao immun-
do lad'ilho ; o que nao acontece no Paria na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se tica bom o calcado : para o
bello sexo, entSo quasi imprssivel, que urna se-
nhora (do bom tom) queira sujeitar-se a experi-
mentar raleado ao lado de um balean, onde en-
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o
Pon* na America nao resente-se desta falta ; tem
nnj bem preparado gabinete -reservado, para as
Exmas. que all podero estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao termioam a1 i as vantagens ou commodos
do Paria na America ra Duque de Caxias n.
39, primeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
lmenlo de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me-
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos, assim tambem um lindo sor-
timento de bolinas para senhora, e sapatinhos de
umitas quahdades .ue podero satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, rst claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens ofterece,
o Paria na America, ra Duque de Caxias n.
59, priim iro andar, antiya ra do Queima'do
Aluga-se
O sobrado n. 15*, Ato a ra Imperial
naru:i da .'.Mora n. ol
frf:M."Sts?>Ss
Major Bernardo Luiz Ferrei-
ra Cesar Loureiro.
I). Frane Capitulino Cesar Loureiro, bacharel Manoel Leite
Cesar Loureiro (ausente), D. Maria U. de Mello
Cesar L >ureiro, D. There/a it. de Mello Cesar Lou-
reiro, I). Luzia Cesar Loureiro e D. Anna de Ol-
veira Cesar Loureiro, rogam aos seus prenles e
amigos o caridoso obsequio de assistirem a urna
mis-a que mandam celebrar por alma de seu fi-
nado marido, pai e sogro, o major Bernardo Luiz
Ferreira Cesar Loureiro, no dia 14 do corrente,
s 7 horas da manl'S, 6o aniversario de seu pas-
smente, na igreja do convento do Carmo desta
cidade. __________________________
llar<|iicz e Harqueza do Recife
e 1. Thereza Waudcilcv P.
Brrelo \eltn.
Francisco Lihs Paes Brrelo con-
vida a seus prenles e amigos para
assistirem a celebracao de tres mis-
sas que sero rosadas na igreja do
Para izo, as 7 horas da manha do
dia 13 do corrente (i* feira) pelas
almas de seus pais e filha, e desde j fica eterna-
mente reconhecido a todas as pesssoas que com-
pareeerem a este acto de caridade christ.
TTTtT ^MWOMBW^aMMWW I 111
Cozinheiro.
Preeisa-se de um bom cozinheiro : o Iratar na
ra do Hom Jess n. 3.
Aluga-se a casa n. 63 da ra da Palma, fres-
ca e com boas accommodacoes para familia : a
entender-se com o Sr. Bernardino Pontual, na ra
da Madre de Dos n. 36.
Ca
xeiro.
Precisa se de um eaixeiro com pratica para ta-
verna : na ra do Rangel n. 3.
Aluga-se.
O segundo andar do sobrado da ra da Guia n.
62, grande, caado e pintado de novo : na ra
da Senzalla Nova n. I.
Doces, fructas e flores.
Na ra da Cruz n. 6 tem sempre todos os dias
sorvetes, das 11 horas em diante.
Agua divina contra cancros syphiliticos
ra Nova n. 16.
na
At vir.
O Sr. Jos Alves Machado Guimares pela se-
gunda vez rogado a vir ra do Imperador n. 28,
a negocie de seu interesse.
Aluga-se urna escrava perfeita cozinheira :
quem precisar diriia-se ra do Coronel Suassu-
na n. 187. 2 andar.__________________________
Perdeu se no dia 4 do Corrente. mez, da ra
da Uniao estacao dos trilhos urbanos de Olinda,
ou d'ahi at Olinda a quantia de 2504000 em 2
sedula?, a pessoa que achDu, se qnizer restituir,
dirija-se praca do Conde d'Eu n. 32, 2.* andar,
que ser geneosaumnte gratificado.__________
Joaquim da Silva Costa pede a seus devedo
res que quam antes wnham saldar seus dbitos
com o une evitaran desgostos futuro?.
$ 4? # $ 9 9 $ ft $
f'Consultorio .redice cirargico ^
DO <$
Uie. I-'erreVa ^
Anttgn gabinete de seu pai, ra larga QJ
Ar R'Saaio n. 20. ,*.
Cura de hydn celes sem injeccao, p
eora piiucco-capiilar.
Abertura de abeessos e extraeco de
derramarnen serosos, pete aspirador *
de Potain S^
AMA
Pr|ci#*e de aran ama par*
e>aprar eatinhar rwa casa de
pnuci 'familia : a tratar na na
da Roda n. 42, |. indar.____________________
*-- Pcccisa-c lugar una ana de Me : a tra-
tar na ra do Sol n II.
Coziu'beia.
AMA
Paeeisa-se de uina ama qae seja perfeita ness
servico e que Lana boa tundela :, tratar em
Santo Amaro em seguime-ito a ra dAurora n.
Precisa se de nina que co-
z'nhc o diarlo do urna casa :
na roa do Bario do Trium-
pho n. 78, antiga ra do Brum, armazem de Ma-
noel Jos de Sa Arante.______________________
Aii Offerece-se urna ama (criada)
W| \ que eoze, lava c engomma roupa:
l'l \ a tratar na ra da IVnba n. 3,
segundo andar. mulata e leva consigo um
fllho pequeno.
Precisa-se de ama ama
ra da Penha n. 23, 1* andar.
para eozinhar : na
Preeisa-se de urna ama de leite sem filho
I roa da Penha n. 23,1* andar,
AMA
conducta.
Na ra da Alegra n. 40 pre-
eisa-se, para andar com urna
menina, de urna ama de meia
dade, que d fiador de sua
AMA
Na na do Capibaribe n. 40,
precisa-se de nma ama para
eozinhar o diario de pequea
familia.
AMA
Precisase de urna ama que
saiba eozinhar bem : na ra
do Hospicio n. 50.
'Preeisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na roa do Coronel Suassuaa n. I.
A mn Precia-se de urna ama para eozinhar:
lAlia raa do Bario da Victoria n.' 22.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baplista da Rocha, de
voita da Europa, contina a en-
carroarse de concertar e dou-
rar relugios, bem cmo qualquer
outro objecto : rogando a seus
amigos c freguezes o obsequio de
procora-lo na trave sa da ra das
Cruzes o. 14,1* andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o encontrarlo prompto a garantir
seus trabalhos e a fazelos por precos mdicos.
Tres Mundos
POR
D. ANTONIO DA COSTA
Mundo Rai'liai'-fai Remano
Mundo christao.
Um volume ntidamente impresso
3*000
LIVRARIA FRRNCEZA.
AtteiiQo
Pede-se ao Sr. tenente-co-
ronel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerque, o favor
de vir ou mandar ra do
Coronel Suassuna n. 4r ne-
gocio que S. S. nao ignora.
- Precisa-se de urna muiher de boa conduct
para fazer companhia a urna pequea familia : na
ra de Hurtas n. 63.________________________
Condecoraces.
A coroa brilhante receben pelo ultimo paquete
da Europa as seguintes condecorares, de ouro e
prata dourada : commendas da Rosa e offlciala-
latos, commendas de Chrislo com as respectivas
cruzes, medalhas para cavalheiros das orden de
Aviz, Crnzeirc. Bosa e Christ. e juntamente titas
para as dila* condecoraqdes e da cainpanha do
Paraguay : coroz briihante, i -jri de jolas, rna
do Cabuc n. 11.____________________________
Verdadeiras bixas hambur-
guezas.
As nicas chegadas neste ultimo vapor francez:
na ra da Cadeia do Recife n. 51, primeiro an-
dar.
CASA DO OURO
Aos S:000#000
Bilhetes garantidos
Hua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. -63, e casa do costume.
O a baixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de lOOjflOO em
dous meios de n. 855, e quatro quartos de n. 605
com a sorte de l000;O, alem de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahir (61*, ; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pagos na forma do costume.
O mesmo abaxo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer | remo, como prova pelos mesmos
annuncios.
Achatn-se a venda os muito feli es bilhetes ga-
rantidos da 5* parte da loi ra a beneficio da ir-
mandade do Senhor dos Passos do Recife, que se
ex trahir no dia 14 do crreme mez.
1'recoN
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
Ife 1003000 para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 6 de agosto de 1873.
____________Joo Joaquim da Costa Leite
CAZA DA FORTUNA
RA 1.* DE MARCO OUTR'ORA DO CRESPO R. 23
ks 20: O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
fromptamente, como costuma, at o premio t
400*.
Precos.
Inteiro.......24*000
Meio........12*000
Quarto....... 6*0U0
_______________Manoel Maitins Fiuza.
Na ra do Hospicio n. 51, precisa-se dt um
criado para todo servico, preferindo-se o qu foi
captivo.
Os curadoores 6808**, no carcter de admi-
nistradores da maesa fallida de l ao Antonio P.r-
rcira, convidam ans credon-s da* apresentarem seus ttulos no prato de 8 dias, irn-
prnrogavch", alim de serein verificados c rla-si
Arados. A etreea dos tiiijlos dever $er feila lio
*tfidiriu data* n. f.1. !i;:-.-.4 di adia do
Deuj.
lUetfc, 8 .le ag.lj.tu le IR73. m
^ Consultorio hooieopa- %
Jf thico 91
9 Do Dr. {Santos Mello 0
*f- 41-------Ra do Impera !or-------41 MC
J Consultas lodos os dias das II I da S
K urde. 0
g Gratis aos pobres. <
2 Residencia ra Nova n. 7. segundo *
W andar, onde d consultas das 6 s 9 da JS
^i manha e das 3 as 5 da tarde. g<
Chamados a qualquer hora.
Oforeco-se um criado livre, de 16 a 17 an-
nos de idade : na ra do Coronel Suassuna nu-
mero 296.
Escravo rugido.
Ila iratifleacta.
Ansentuii-se a 30 de ianho ultimo n escravo
Martinbo, trajando calca de l.i escura, camisa de
madapolo, chapeo baixo de pello branco, c con-
duzindo um balaio de compras, com urna calca de
U enxadresada de verde e um par de botas. r>!e
escravo tem 18 annos de idade, cor parda ala' >
jada, cabellos um pouco rosos, testa larga, i t-
tura regular boa figura intelligente, bom copi.ro,
coziui a soffrivelmeilte, e deseonfia-s que w!.e ler
e escrever um pouco. E natural da Serra -> Mar-
tina do Rio Grande do Norte, onde tem f... ilia, e
resida o seu primeiro senhor. Consta q. (em ap-
paiecido no hairro da Roa-Vista e em logados, e
suppoe se que, como seja cozinheiro. ti uha-se con-
tratado com aguem em urna daqu lias frepui zias
Roga->e a appiehenso do dito e.-oravo, cndiuin-
do-o ra do Conde da Boa*Vista n. 61, ou ra
do Rom Jess n. 3, onde se gratificar generosa-
mente._______^___________________
Aluga-se
um excedente sobrado de um andar com solea, e
com extraordinario commodo, bastante fresca, na
ra Formisa, a qual faz esquina para a travessa
dos Farreiros: a tratar com Antonio C. M. Tem-
poral, em seu e-criptorio ra do Rom Jess n.
51._______________________________________
Na oledide sitj n. 27, precisase de um
criado.
MvMi 3"*.tmt.rnrir.- :-:;:iijinG
COMPRAS.
Compra-se acedos da companhia do
Bebeiibe; a ra IViineiro de Margo, n. 21.
-
[Hinia resinlo.
Laziihas escocezas.
20 Ra do Crcsltto 20
T'-IhI.i i:.r.it q>WIMI ;;d Uj ri-<*
"la -
ra acaliar ; baraliatitiio e iam se ; Algodau de I si ras
Algod:\o de listras'americano, com pequeno de-
feito, a 320 rs. o cofado : na rna do Crespo n. 20,
loja de Gu i Inerme k C.
Brins de cores
Brins de llnbo de eor do : na na do < refp) i. SO, loja de Guilhenne
k Companhia.
Alpacas.
Alpacas de listras, lindos padrees a 500 rs.
covado.
jGrosdenaples.
.Grosdenaples pretos a U80x' e 2j4 Colchas adamascadas a 4#.
Ditas hrancas de croeh a SI.
Cobertas de chila adamascada a 3*500.
Cobertores de I esctin a 2*.
Lences de bramante a 2|.
T iallias aleoehnadas a 6* a duzia.
Lencos de cas>a abainhados a 2* a duzia.
Ditos ditos com barra alia duzia.
Ditos ditos de esguiio a 34.'.00 a duzia.
Cambraia lisa a M c 4500.
Dita Victoria lina a 3*800.
Cortes de Cascmira fina a 54
Cretone, lindos padr&Vs a 440 rs. o covade.
Chitas rxas a 200 i> o covado.
Ditas verdes e de ,-res 240.
Cambraias de c"6res a 280 rs. o covado.
Rriin pard i a 400 e 440 rs. o covado.
Rrim lona, branco, a 14600 a vara.
S na ra do Crespo n. 20, loja d* Guilhertne
4 C.
Colchas.
Colchas brancas o de cores a 3*500 : "na ra
do Crespo n. 20. loja d-j Giiillienne k C.
Cambraia preta..
Cambraia preta com' listras e fli res brancac,
pmprias para luto, a 2V' rs o covado, barato :
na ra do Crespo n. ?0, loja de Guilhertne k C
Madapolo avallado.
Madapoln avahado de differentes precos : ra
ra do Crespo n. 20, loja de Guilherme & C
A (linlie iro
YMk%
Vinlio verde de Bastos,
superior
Em ancoretas e cateas de urna duzia, (era para
vender a preco commodo, Joaquim Jos Goncal-
ves Bellro A Filho : no escriptorio, ra do
Commercio n. o.
Bom negocio.
Vndese doze casnhas na ra imperial edifica-
das lia pouco e em slo proprio, que rendem ac-
tualmente iOOOO inensaes, rende se por um prego
admiiavol: na ruadas rrincheiras n. 34, ou na
ra de Santa Cecilia n. 18, easa em obra.
V'ende-se
ou aluga-se um pequeno filio hom plantado com
uina [iequena casa, com cacimba e banlieiro, por
preco commodo, no lugar denominado Fundan,
em RebenLe, rna da Esperance : a tratar na ra
do Cabuya n. 6.__________________________
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguesas qne rea) a e.;te mercado:
fia ra do Mrquez de ulinda n. 51.
- Vende-se4 canoas iberias que pegain de 80)
a 1,500 tijolos grossos : a tratar na ra do Coro
nel Seara n. 35.
Venda de terreno.
Um dos melhores terrenos da ra da Unio para
edificarse um bello predio : a entender-se com o
Sr. majar Porto Carrelro, no seu cartorio.
Vende-so duas escravas, uina de menor idade
e outra de 28 anuos, sadias e por pre.o commo-
do : a Iratar na ra da Saudade, casa n. 28.
n
1 averna
Vndese a taverna sita rna Imperial n. 181,
tem poucos fundos, por issojse faz recommendavel
para qualquer principiante : a tratar na mesma.
GRANDE
Pechincha
Ser possivel!
A rosa branca vende chitas finas de cores segu-
ras a 210 c 280 rs. o covado, a escolher.
Querem ver que lindos ves-
tidos !
Venhamrosa branca comprar granadinas bor-
dadas com flores e listras de cores, est queiman-
do a la o eovaJo; todo.= vendem por 1\0V.
Nova remessa
A rosa branca receben las finas com lietrat de
pura seda, e vende a 80o rs. o covado empre se
venden por HOi'.
Madapolo francez limpo
A rosa branca vende a pc;a a 7*.todos veodem
igual a 94, e quem duvidar venha ver.
A rosa branca recebeu um grande soriimento
de chaiieos de sol, e vende muito barato : na ra
da luiperatriz n. 50.
Vendse, um sitio todo arhorisado, cm 120
palmos de frente e 700 de fundo, tendo haixa e
una pequea casa de tellia, silo na roa do Pro*
gresso, do sitio do Fundi, em'Beberibe de liaixo:
narua das Cruzes n. 89, primeiro andar, ou no
mesmo sitio, a fallar eom Joao Caetano Nepomu-
reno. __^___________
Vende-se um piano de inca em bom estado
para aprender, por preco mulo commodo : a tra-
tar no Mondego, casa n. 61.
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel decore?, resmas grandes, sortidas a 9*.
Dito de dito dilas, assetnado e m ti i lo encorpado
0/000.
Dito de seda (mais conhecido por seda de o i-
Iho) do verdadeiro, franrez, a2460 o cartao de
10,0i 0 mortalhas.
Dito do linho fino de Barcellona, marca martel-
lo, \ 4000.
Dito de dito dito, marca balanca, 35O0 a resma.
Dito de trigo, resmas grandes, do verdadeiro de
Barcellona, 9* a resma.
No ariiiazein de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ruada .Wadro de Dens n. lO A, armazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumos em folhas, muito velho, cheiroso e forte,
para fumarse, da safra velha, e dos melhores lu-
gares de S. Flix, Naaretn, d> provincia da Ba-
ha, sao vendidos a dinheiro vista por precos-
muito reduzidos.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Alhos a 40 rs. a mounqa e gaz
a 5|800 a lata.
Xo armazem de Josl Domingues do Carmo e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem
do fumo.___________________________________
"SERA
NOVIDADE?
E sim senhora.
Nao ser por acaso novidade (e esta fresca) as
linda^ e fascinadoras fachas de seda, com as com-
petentes fivellas de tartaruga, primorosamente es-
maltadas de madrepet ola, que recebeu o Vapor
dns Novdades ?

sim senhora
Ser criv
el?

^B
9
CUT1LAR1A \\m\
Ra de Mathias de Albu-
querque n 8.
(ANTIGA RA DAS FLORES1.
O proprietario deste eslabeleciment declara que
est prompto a amolar, arlar e polir qualquer fer-
ramenla de a;o, a saber: como Ihesoui . lhas, facas e caivetes.
AVISO. ,r
Os senhores doutores e cirurges por quaesquer
inirumentes que precia m para os seus trabalhos,
ac;,ar5o o proprietario deste estabelecimento sem-
pre prompto a consertar e pflr em estado aovo e
perfeito.
Precisa se fallar com o Sr. Francisco Pe-
reira da Cunha, queira declarar sua mardia, ou
dirjase ra do Mporador a 67, loja de bahu
leiro.
No engenho
risa-se de um feitor.
1
Sapucaia de Beberibe pre-
Vende-se urna porcao de lenha para pada-
ria : na sitio de l^areerliuo Jos Lopes, na estra-
da do Arraial, pinto da Vfangalieira.__________
Venda de casas.
Vende-se urna casa terrea moderna, com gaz,
terreuo do marinia : na ra.da Concordia n.
133. Outra casa terrea tambem moderna e em
terreno proprio, na ra dos Coelhos n. 18 : a tra
tar com Ma'celino Jos Lopes, na ra do Monde-
gn, olaria n. 63.
Que se possa vender um par de botinas de du-
raque preto de canim altnpara senhoras por 8*''
sim senhora.
Coiiiviii advertir
que s no V.por das Novdades, ra da Im-
peratriz n. 36, onde se encuitram botinas de du-
raque tiren para senhora e em perfeito estado
por 4000, cassoletas de ac do ltimo gosto, gr-
valas para senhoras e o.utros muitos artigos de
fazer arrepiar pelle e cabell nao s pela sua
elegancia, como pelos precos 'porque sao rendi-
dos.
L isto
ra da Iiriperatriz n. 36.
S Leitao & 01 i veira.
Armazem do fpo
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazem a
ra da Madre de Deu5 n. 10 A, se a cha um com-
pleto sorlimcnto de fumo em fardos de patente I .*,
2.' e 3." sortes, dos melhores fabricantes da 3ahia,
e bem assim a flor de todos os fumos de corda
em rolos, pacotes, latas grandes e pequeas, tam-
bem dos mui acreditados fabricantes Torres 4
Araujo, Lizanr, Adolpho Schindt k C, Lizaur
Schmdt 4 C, Veigas 4 Araujo, Trindade k Avc-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garantido pelos
mesmos) e de outrus ainde nao conhecidos pelo'
publico desta capital. O annunciante declara que
todo fumo que for vendido em sua casa ser pelo
seu justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que pouco entenJam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annunciante
a longa pratica de 15 annos deste commercio.
Vende-se pos de pedra jaspe para calcar
botinas c urna frasqueira com fechadura de sc-
gredo : na rna da Senzalla n. 124, I andar.
a'i m : '
Ad*imst{o i FARIZ. ll, iQBUTmT Konuini.
PASTILHAS DIGESTIVAS fabricadas em Vichi
com os Saes extrabidos das Fooles. Sao de gislo
apadaiel e a sua arro e certa contra a Asia
e as digeiis difflceis.
SASfl DE VICHY PARA BANH08. Um ralo
ior um baiho, para a psoas qoe alo poden
a Viehy,
Poro evitar tu imitncei
exigir em todos as productos ti marca do
CmSU DS ESTaM FRMCEZ.
r;
Os productor de cima acido-te .
Em Pernambucn, TT88ET f'";-A RE60W).
VENDE-SE vi nte toneladas de carva
para ferreiro-: a Iratar na ra do Commer-
cio n. 2, armazem.
Hesperidioa
Verdadeiro biter hosperdina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Lrmos j(
C ra do Amorim n. 37______________________
Vende-se
Barr com carne d< vacca e de porco- salgada
ara mantimentos de navios : no armaiem de
asso lrmos & C ra do Amorim n. 37.
' Vende-se.
, urna casa terrea .na estrada de Joaa de Barro
u. 17, e um terreno na ra do Principe, com 14K
palmos de frente e 1'fOdeiundo : a iratar r.a
ra da Soledade n 54



ir
D&rfb' de Pemarabudf) L flrqa ftm 12 de Agosto de; 18ri3
di

Em fazenclas de gosto
NA '
LOJA E ARMAZEM DO, PAVO
N. 60 Ruadalmpemtriz N. 60
DE HJI
?
PEREIRA DA SILVA &
. Os lequos todos de madreperola,. branes o de
cores e que trazcm o dstico*UWAO m bufit
tambem tic madreperla em alto relev, tor-
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERAN'CA rea Bnqoe Caxias n. 63
(antiga do Quciiuado) quum os lea..
## o de fartantga
Ot brincos, broches, maios _aacrego?, cru/e,
OCncflB c cassoletw, que esto oxrostas boa
oteofti* das Exmas. (amantes do -chiqt vAjJtc A
n* Nova sjieraflft, ra Dun,u#4e Ifjasf
n. 63.
Os prupnetariosdoste importante estabelecimento, participam ao respeitavei publico
desta cidade e aos seus numerosos freguezes qtxe acabam de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, ara grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazeodas de gosto
e muita phautasia para vestidos de senhoras e meninos, assira como tambem um grande
sortimento las memores fazendas de lei, que se vondem por procos milito em esta, so
oom o fi.Ti de apurar dipheiro.
As pessuas que uegociara em pequea escala, neste estabelecimento poderlo fazer
os seus sortiaieatos, porque se Ihes vender pelos presos que compram as oasasestran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se leva* em
casa das Esmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aberto das 0 horas da matrtii s 9 da ooate
* jsaa ium o ,. u ravao recebeu pelo ultimo vapor de
A 1^00, i|oo, 800 e640rs. Europa) burnoos dJs mais ^^^
0 1 arao recebeu mu brilhante sortimento que at hojeso conhecidos e em reUgao
das man lnn as granadinos preta cora del- sua excessiva barateza, convidam-se as
cadas lstrasete cores e pretas, quo vende pelo Exmas. Sras. para verem o que ha de mai
barato pr^co de l5O0 o c ,vad;>. Ditas to- uovidade neste artigo,
das de Ores com hstrns miudinhas em urna BRAMANTES PARA LENGOES.
s cor a ?200 c 10000 o covado. Ditas o Pavao vende superior bramante de al-
.. pretas com I istias de seda roxas a 800 rs. Di- godo, tendo 10 palmos de largura, queso
tas pretas com listras brancas, ozues e ver- precisa de 1 1/4 wra para um leacol *
des a o 10 rs. o c vado.. Assim como boni- ijjgoo o metro ou 10800 a vara,
tas barej^s de seda para vestidos comas Dito de linho fino superior e muito en-
mais lindas cores a 19000. E' pechincha, corpado, com a mesma largura a 29400 a
na loja do ravao. vara
P0LPEL1NAS A19000 E 29000 0 COVADO. Ditos francezes muito fino* a 29500 e
O Pavao recebeu um elegante sortimento 39000.
das mais lindas poupelmas de seda com os peCas de Hamburgo e panno de linho, ten-
bonitas cores, do c m 20 e 30 varas para todos os pregos
e qunlidades.
qu
Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
vende a 19000 e 29000.
SEDAS I)K CORES A 29500 RS.
O Pava,, recebeu um bonito sortimento jardas, pel0s presos mais baratos que se tero
das mais lindas sedinnas de urna so eflr com visto.
delicados desenlio; niiudnhos, que vende a j pichinchas de finissimo esguiSo ou silzia
0>OOoc vado. Ditas com hstnnhas, mu- com 6 jardas a 79000.
E' pechincha, na
to boa fazenda a 29000.
na luja lo i'avao.
CAMBRAIS asertas a 99 E 109000
O Pava) recebeu um elegante sortimento
das mais Jias cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vendo pelo barato
prego de !);? e 109000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid1. R' pechincha, na loja
do Pavao ra da Imperatriz n. 00.
LAZLNUAS BOKriADASA 400 RS.
O COVADO.
O 'avo recebeu um elogante sortimento
das mais lindas lazinbas transparentes com
florionas, bordadas, tendo de todas as cores
bclusivel rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo prego de 400 rs. o co-
vado. '..' pechincha, na loja do Pavao ra
da liiiperaliiz n. 60.
LAS MODERNAS.
0 Pavao vende um,bonito sortimento de
lazintfas listradas sendo das mais modernas
quet'iti '.ni lo ao mercado, pelo ba-atissimo
i eOOO ore. o covado. E' pe-
i cha, um loja do Pavao ra da Impe-
.' I!. 80.
kll'.S AS :. Y VIUDAS A G40RS.U COVADO.
ou ara a loja do Pavao um elegante
. u i'uto das mais lindas alpacas lavradas
o lo as cores mais modernas que
vi ; i papa vestidos, c vende-se pelo ba-
rati: < ,i''',o de OVO rs. o covado. E'
pi< hincha, ua loja do Pavao.
CASSAS PRANCEZAS AG00 E 040 RS. O
METRO.
0 Pavn i"Cebeu um magnifico sortimen-
to da-, un ;iu as cassas fraiuezas, do cor,
com mais bonitos desenh s midos e
grados. t m lo padres oscuros c outros que
gervom uara luto, e vende a 000 e G40 rs.
o metro ou -.iw e 400 rs. o covado.
LAZO HAS IO'JER.YVS COM I.1STRA DE
SEDA A 640 rs. e 19200.
O 'avao recebeu um elegante soriimeate
de las cora lislrasdj seda asselinada, sendo
as ni iis 11 > lernas quo tem viudo-ao merca-
do e coiii as mais delicadas cores, e vende
s presos de 040 rs e 13200.
Assim forao unirs muito bonitas com stras
6em ser de se la,que vende a 500, 040 e 800
rs., todas estas las sao modernsimas. E'
pechincha, na loja do Pavao.
Wl:wi MO,38,3Oe3Grs.
O Pavao recebes um grande sortimento de
chitas do cores fixas, que yenie polos bara-
tos pro.;- s le 2 40 e 260 rs. o covaio. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padres a, :*-20 e 3G0 rs. o covado.
Ditas miiit 1 linas padres claros em teci-
flos dfe p reales, cora barrado cor ao lado e
sem-" fOe 400 rs.
Ditas pi-.-.vsc da muito --:; :- t a 3i0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de criaBfM 390 rs. o covado. E'
jechi icha, na toja do Pavao. -
ajiitfts ti 500 m. o covado.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
las mus mo lernas baptistas de cores com
.adroes miudinhose grados sendo proprios
ara vest los e roupa de crianza, pelo bara-
ssimo iri''}o lo O rs. o covado, aUiancan-
0 ser grande pechincha I
/Oi't.' vidade, a 39000.
O Pav ur.'|). i tos de cambraia branca com ba-
idinhos ricamente bordados, tendo fazenda
ffliciente .ura vestido de qualquer modelo,
tes v t.I is sao-os mais modernos que tem
^ido ao oineado, e pela sua eicessiva b-
Iteza torna 111-se recommendaveis-s senho-
s de hoin gosto.
;' < n bahados de cor, tendo 20 me-
js le babad s a 9j?000. E' grande pe-
incha, n > Bazar do Pavao ra da Impe-
^riz n. 00
rtes di: cambraia bordados.
Pavao receben os mais ricos cortes de
ibraia (ranea bordados para vestilo, que
ide pelo barate preco de 209 e-30J!000.
cour:s de cambraia ruanca.
Pavo recehou um lindo corte de cm-
ia branca com listras assetinndass que
de p lo batato prcvo |e 69000.
feos c mi Ii^ias4eoreMeao.8 vieras a
59OOO. f,' pcchinrtia.
E&PARTilUOS.
J^avo roceiiou um graade sortimeato
spartilhos tatito para senhora como para-
in.j, qne vende-jvdo liarato pre;o de
vs muito luios, a 40 e 39000. Sao dos
moderuos fmetem vmdo ao roer-
Pesas de inissima silezia com 30 jardas
a 3HJO00.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 29000 a vara.
Calcas do casemira.
O Pavao tem um grande sortimento de
calcas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos o em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vende-so por barato prego para apurar d-
nheiro, assim como caigas do brim branco e
de cOres, por precc-s muito razoaveis.
IMC0S ABAINUADOS A 19800 E 29000.
O Pavao vende duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego do 29000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit- s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 39000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a3jp600
MEIAS CRUAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meias cruas, ia-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000. \
Assim como ditas muito finas c muito en-
corpadosa 6900, 7JP000,8JJO00 e 109000,
e um grande sortimento de meias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLAO FRANCEZ a 65000 E 79000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que sempre se vendeu por muito mais
dinheiro e liqutda-se pelo baratissimo prego
3P000 e 79000, por ter fcito urna grand
compra. E' pechincha.
Algodaozinho a 4-aOOO.
O Pavo vendo pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
49 e 59000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas o lenges a 6J0O0 e 79000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 2>50
390OO.
Pegas de dita muito fina, cora 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 e G9000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
0 Pavo tem um grande sortimento do
pannos do crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas do guarmgo e para so
f, que se vondem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 6 E 89000.
O Pavo vendo colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 69 e 89000.
Ditas de fustao acolsoadas, sendo de ce-
res e brancas, polo barato prego- de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por precc-s
muito razoaveis.
CORTES DE PERCAI.LES COM DUAS SAIAS
a 49000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 45000. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & GuimarSes receberam
polo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
eiifeites decr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido romettidas por um dos nc
hores fabricantes de Pars, e vende-so pelo
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 60 e 89000.
. O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos prego,
de 29000 e 29500.
DiMwmsoarmeao dejrogM torda
dos a 9W50X).
VI-.Ao enr vRwm.
1

Aos meni'ms
e axiaa.
letpdeM-
tre ellas as
A Nova EfperOTiQft rita Duqne de
63,; acaba de receber um findo sortmei
nocas de mullas quatidades; vindo en
Sapadas bonecas- de borrncaa, assim latrtiem
pequea quantidade de bonecas pretas ya*
se tornam apreciada.pela.m& lovidaut!.
Ebemutil
A Nova Esperanga roa ,T>Uqua de Caxias n.
63, tecobeu verdaaeiro cimento inglez. prepara
ciopafo cowrortor porcofcna bem uljl.
Vestido 'perdido
Moias;ve>es 'um vestido loraa-oS. hhrtranlento
feio, isomente por estar mal enfeitado : a Nova-Bs-
peranja pa IMique de-Gaxiafi n. 63, remore
asto nal; parque est bem prvida idos melttores
galSes e ira*jas de; todas,as, eor-es, on^e pode-es-
colie r-se vontade sebresalit.a entre estas as
modernas franjas mosaicas, quo pela sua varieda-
de de cores, flea bem em quasi todas as (amato.*.
A ella antes que se acafcem.
Bolos de borracha
Vendom-sfldtvtodos 09 iauM*os ra Duque
de Caxiaa n. fi3, na, N(a Espemnea.
Cabellos brancos s tem querti
qaer
A Nova Espcranga ra tupe, de Caxias n.
63, acaba de receber a verdadeHra.utfura de Des-
nous para tingir ps cabellos, o que se consegne
(empregando-a) com muita facilidade, e por esto
motivo, cabellos brancos so Tem quem quer.
Edaonamoda
Os cintnroes de couro, proprios para senhoras,
Se recebeu a Nya Esperanga ra buque de
xias n. 63, estao, sim, senhora, esto na mofla !
Se queris ter o preparar um ramaftiete de
eheirosos cravos brancos pora o tosso casamento,
ou para outro lim apropriadm, necesario ir
Nova Esperanza roa Buque do Cajits n. 63,
que alli encontrareis os weinores ports acuquis
m
M\\\
Ra do Bttro a Victoria. 22.
DE
Garnoiro Viauna.
Agua florida, de Guislain,
parafazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. SO,
acaba de receber nova remessa da apr,ecjavel agua
florida para fazer os cbenos prcts. O bom re-
sultado colhido por quem tem fcito uao dessa
inoffensiva prepara(io a tarntakainonte eenceitua-
do, e por isso apeno* so fazilembrara-quem no-
vamente della precise e quena se aproveitar de
sua utilidado. Tambem vejo- ag-ia de topasio
oleo florido para o mesrao uso, etio acreditados
como aquella.
Voltas e'brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do Duque dj Caxias n.
a0, recebeu. novas o .bonitas voltas. e brincos de
grossos >ljofarosde cores, e como sempre- eontU
nua a onde-las, por prego eommodo.
Novos diademas dourados e
com -podras.
^ A aguia branca, ra do Duque de
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e cora
como para senhoras.
Colleccoes de traslados
Caxias n.
os diade-
pedras, tanto para meninas
OU
A' este grande cstahelcciment tem che-
gado um bom sortimento 4e machinas para
^costura,, de.todos os autores mais acredita-
dos ltimamente ua Europa, cujas machinas
-sao garautidas .por um asno, e tendo um
perfettGfiTtfetft.para ensmar as raesmas, em
quajlquer parte desta cidade, como bem as-
sinu concerta-las pelo tempo tambera d'um
anno sem despewo^ilgnm do comprador.
Neste estabelecittiento timbem lia pertencas
para as mesmas macliinas e se suppre qual-
quer pega que seja necessario. Estos ma-
obinastrabalham com toda a perfeigao de
m e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fina que soja, seus
pregos so da -segrale qualidade : para Uta-
balhar a mo de 305000, 4O900 459000
e 509000, para trabalhar com o p sao do
809000, 903OOO, 1009000, 1109000,
1209000, 1309060, 1509000,2009000 o
1509000, emqnanto aos autores nao ha al-
terago de pregos. eos compradores podero
visitar este estabelecimento, que muito de-
verio gustar pela variedade de objectos que
ha sempre para vender, como sajara: cadei-
raspara viagem, malas para viogem, cadei-
ras para salas, ditas de balango, ditas para
manga (altas), ditas para escolas, costura-
ras nqnissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, detodasasqualidades, camas
de ferro para bomcm e criangas, capachos,
esptlhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
ovueiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros pora sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrtr pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
siftiples, objectos para toilette, e outros mut-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarcm este grande estabelecimento
que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nh at as 9 horas da noute
Ra do Barao da Victoria n.
22,
BAZAR NACI.0I1L-
?Hii* Lourenco Pereira Heniles fiuipjaraes
Declara a seus freguezes queJeni resolvido vender o mais barato que for possivel,
saber:.
normas para escrever-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 30,
receben novas collecgoes ou normas para as crian-
gas aprenderem a escrever por st mesmo, hoje to
usadas as aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu novo sortimento da^uellas lao pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos coniinodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do buque de Ca-
xias n. 50, reeebau bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitaoao de
croch, e vende-as pelos baratos precos de 3i,
i e 6*000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
gao
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra Uo Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotoe, o que de certa
perfeita novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca re a Duque de Caxia
- 50, reeebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras estao de muito gosto
e inleiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos c rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e cotno.sempre conti-
na a vende-los por pregos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca -rua do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
Nao ha mais cabellos
TINTURARA japoneza.
S e unicaapprovuda pelas academias de
scieucias, reconhecida superior a toda que
tem appareeido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Rccife, hoje Mr-
quez de Girada, n. 51, 1. andar, e em
todas as bobeas e casas de cabellei-
reiro.
BICHAS DE 1MBURG0
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar
tholomeu & C, rua Larga dosario o Fin. 34
Na rua do Commercio n. 2 ventfe-se vinho
do Porto e Sherrey, de boa qualidade e barato, em
barriS;_________'________________________
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
IHJECCAO SHOST
nica, higinica, radical einfallivol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
oiereco como garanta de salutares resultados
a contmuada applicagao que sempre com a
maior vantagem se tem feito dell nos hos-
pitaes de Pars.
nico deposito- parra o Brasil,- Bartholo^ji^j
& C, rua Larga do Rosario n. '3i.
- Vende-se a arinagao e mais bemfeitorias da
loja da rua do Kaige n. 12 A, propria para
qualquer negocio : a tratar na mesma.
CUITAS A ICO E 200 RS. 0 COVADO.
Yende-sc chitas francezas largas com to-
que de a varia, a 100 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs:
o covado.
USimiAS A 200 RS.
Veado-se lasinhas dev cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A400R.
Vende-se alpacas par* vestidos a 400,500,
640 o 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 10600.
Vende-so cobertas de chitas de cores, a
10600 e 20000. Ditas de pello a 10400.
Colxas de cores a 10200, 20500 c 40$OO.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de la de quadros a 800!
rs. e 10000.
Ditos de merino a 20, 30, 40 e 50000.
CAMBRAIA BRANCA A 30000.
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 30, 30500, 40, 40500,'
50 e 60000.
SAIAS BRANCAS A 20000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 20000 e 20500.
BONETS A 500 RS.*
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
naens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello o
massa, a 20, 20500, 30000 e 40000.
MADAPOLO A 30000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
30000. Ditos inglezes para os pregos de
40, 40500, 50, 60000 e70000.
ALGODAO A 30500.
Vende-se pegas de algodo, a 30500, 40,
e 50000.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 10600, 20 e 20500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-.se urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes,cjm
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 o 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato
.
COATES DE BRJ.MmCQBf.S A.105.QO.
Venderse cortes de. brim de cores pan
caiga, a 10SOO; e-2*O00. -i
BOTINAS A SflQOO.
Vende-se botinas para senhoras, a 30000
30500, a ellas anVJs que se ncabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 10600, 2j.
20500, 30000 e 40006.
Calcas.de casomiras de orus, a 50, 60 r
70QOO.
Coleles de casemira,. a 20^. 20500, 39 ?
kMm.
Paltutede casemira; 8 40.-C0V80OOO.
Seroulos a J5-6106,00.
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as; cores a 44*
rs. o errada.
LESCOS BRANCOS A 20OOO A DUZIA.
Vepde-se a dozia do k-nt-s brancos,
20000. Ditos com(harras de cores a 30000
Ditos-de linho a 50000.
TOALHAS A 800 RS.
Vaade-se toalhas"para rosto, a 800 r?.
10000.
GRAMATAS DE SEDA PRETA A 500 RS.
Vede-se grvalas da. seda, preta, a 50C
rs. cada urna.
CIUTAS PARAC0BKR1A A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 32*
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 10500.
Vende-se bonetes para meninos, a 10500.
KSI'AlimiIOS PARA ENHO..A A 3i560.
Vende se espartilhos para senhora,
30500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 240, 520
400 rs.
PO'S DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caita, a 24C
rs., para liquidar.
ESVELUOS A240ILS.
Veade-se espelhos de diversos tamanhos.
a240 c 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos,
a320e500rs., para liquidar, e outroi
muitos artigos que se vende barato para b
quidago de facturas.
GRANDE REDUCgO EM PRECOS
o. Attenco.
Abotoaduras para collete, do todos os
gostos, a2o0 rs.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 10000.
Garrafa d'agua japoneza, a 13000.
dem idem divina, a 10000.
Duzia de pegas de cordo imperial, a
240 rs.
Frasco com tnico oriental de Kerap, a
10000. i
Duzia de baralhos francezes, canto dnura- Sabonolus Glyceriiio transparentes, a
do,a33>000.
dem idem beira lisa, a 20200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
10000.
Caixa de botoes de osso para caiga, a
200 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
i,l,
;m idem dem lisa, a 600 rs.
outras cores.
A loja da Aguia Branca, rua 'Duque de Ca-
xias n. SO, reeebou novo sortimento de lavas de
pellica, pretas e de outras cores.
. Mdico preco.
Vende se tim teirenn com 350 palmo e fren-
te e 600 a 800 de fundo, no Ingor de Aguazi-
nba e Beberibe. tendo algumas arvores de fruelo
e outras mnilas j em bom tamanho o de boa
A ma^onaria desmasca-
rada,
ou eollecgao dos artigos do Echo de Roma, anal y-
sando a circular do Cap. Pr. Federacao de 2i
de setembro de ; 1871, e aPranch.-. do Ir.-.
Gomes Freir aolr.- Otto; assim como a deste
Cav.*. R.-. f.'. Ven.-, ao redactor do Echo
de Moma, datada de Coimbra aos 16 de dezembro
flo mesmo anno, precedida de urna carta intro-
d'ncflo e annotada por um redactor do Echo de
fonn.
'Acabado chegar de 'Lisboa asta obra, e vende-so
na llvraiiaeoaimipa ao pe do arco de Santo
Antouio, preco IjtaOO._______________-______
Mf7a de SaniaTfcereza n. 60, taverna, ven-
de se unvterreno a 6 o palmo. Na mesma casa
vende-se uns trastes usaJos, de Jacaranda.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque,
a 320 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
50000
Mago de fita cbineza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
800 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem i.lem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados,* 500 rs.
Lequcs do osso e sndalo para senhoras,
a 20000, 49000 e 60000.
Fita de velludo do todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Chapeos para senhoras e meninas.
Entremeios e buhados transparentes e ta-
pados.
Botinas para senhoras, a 40000.
Retroz prefo c de cor, era carre-
tel.
Lindas e elegantes caixinhas dos perfu-
mistas E. Codray, Gall Frer*so Rieger,
etc., etc.
Quadros com santos e estampas separa-
Kesma de papel pautado, a 20800, 40000 das.
e 50800. Espelhos de moldura dourada,
dem idem liso, a 20600, 30500e 50000. os tamanhos e pregos.
Coques modernos, a 30000. Carrafa le tinta roxa extra-fina a
Caixa de pos para denles, a 200 rs. 1 Microscopios (sem vista; a 20000.
de todos
10000
BONECAS.
Bonocas de cera de todos os tamanhos, com camisolas encmente vestidas cada
ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas do todos os tamanhos, candieiros a gaz,
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas para cos-
tura, transparentes para jancllas e um completo e variado sortimento de miudezas, que
se tomara longo mencionar.
Rua do liinii da Victoria n. 28,
Bom negocio.
Vfcnde-se o engenho Camevozinho, eopeiro ebom
qualidade, muito boa agua para beber por ser i 'moetor, distante da.estaco de Agtia-Preta tres
sua nascente de urna podra, com urna excellente
baixa para capim, e prximo estacae 4o Porto
da Madeira : quem'pretenderlo pode- dirigir- se
rua do A'leerm n. A, que achara com qoem tra-
tar.
-H*
Grande lianidacao,
O tato fede slgofco amaricaio enl*- vr_ _,_ i^ tiLUi ^ jo
tado.imrrlo encorado, proTTio patatos Na TOE do-Quemado II. 43.
lha lenges, pelo barato prego de 10000 a .- fm ft:eu'e-i p!5tt?*-
vara^ Lazmhas de quadros a J4', l0 e 300 rs. o eo-
I)it*Jrance!8enioiiar$ado o irtaitoen- Chitas de ctkes segura*'* Oe 180 n. o corarlo,
corpalo, pelo baratissimo preco de 10280 o Madapalo hom a 4s V?fi-
tnetr. Alaadio T*| SI a pega.
f/inamirux n A.->AIMI UAM c"'!Cas de fustn' Pandes a 34300.
TV Lfv^ #" Toamoiapnoas a 6* a drala
O IUvo vende eortes de cosotnlra rauce- Lencos para melno&, a 80 rs.
a, sftido fazenda amito superior ^tte sem- Brim lona de {>ura linho a 1<500 avara.
Sp s vendeu por ruis dinheiro, e liaui- Corte8 de caeimra *e ror, a5;
m-ea 70000 o corte. K nmit^ottir^aiea^j>er-moBesae_9e--va;
DihMaMO.
lor. So o
pracinha.
43, a roa y QHeimado em rVeate' i
legos, pode sfrejar de 3 a 4,000 paos Ue assucar
e edrn boas matas de exeellentes madeiras : a
tratar no mesrao, ou ne-ta cidade ru Duque de
&hs n. 40, Com Joaquim da Silva Costa.______
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conc8itoado medicamenio para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
comoa phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escOrbut.
Vinho Bordeaux eni.barris, recente-
ttita chegado, wnde-se eai e*a do H.
I^ger, rua da Groz n. 68.
Bngenho Peri(|ito.
Vende-se urna oarte,no engenho .Periquito, bem
coai^ as reatas correspnileptes djs safras, d aa-
no de 86btT 1873, em mo do consenho.r do
esMi engaoho Francisca Alonso do Mello : quem
fn#t,r dirija se rua Jo Crux n. 59, prlmero
TASSO MAOS & G.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 31 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrlho.
Canas de barro para esguto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarogar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Rnssia em bail.
l'uosphoros de cera
Sagu em garrafSes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas em garrafoes.
Ilhuin da aJmaica.
Vinho do Porto velbo engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Cordeaax, dito.
Vluao de Scherry.
Vinho da Madeira".
Potes com linguas, e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos, .
Cognac Galbier Freres.
Latas de toucinho inglcz.
Barris com repolho eax aalraoura.
- Ofes'ao Ramos, na tarraga SHhtWa, ven-
de-se orna cgno pequea, de antarello, W vigas
de sapucaia flo 3? palmos, 5 ditas d 4, 4 prsn-
cHoes de amarello e fl jangadas, a tratar coui o
mostr da dita bareaca, ou cora o 9r. Eflai nodito
Arfar.
Mais val tarde do que
nuac.
Aviso iwrfante.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
SONHOS
acet-ipo delicirso que se preparava amigamente
NA CONFEITARIA DO CAMPOS
qne os propietarios daquellii' estabelecimento re-
soiveram nao s para satiffazer algf ns cncommendas, co-
mo para criar novos cansummi'iores.
E > nual. ser a familia tjue nao
mandar buscar alli, ao nveno
urna duzia de
SONHOS
par a sua sobremeza ?....__________________
Algalias
As algjaJtas de fabricante Bnoes Bxmlovard du
PMais, sao as-memores conhecidas, poisqfiecon-
sevvam-se perfeitaniente nos eUmas calidos, ebmo
a experiencia cottftameinirte o esti provamlo.
S2.0 rs. o covado
Caas d tni-o 4e paMroos mhTdos o cores fixas
a 3iO rs. o covado, loja dos Arcos : roa Pri-
tneira de Margo (. antiga do Crespo ) n. SO A. de
Hwrgel do Aman! ^
Vende-se urna
d Ro, em Swlo
ir mesma n. 39.
casa' terrea, na rna de Luis
Hmmda Salinai: atraur
C1
1

Na loja de Soares Leite Irmos, rua do Barao da
Victoria n. 28.
Caixa de linha de marca, a 200 rs. dem idem de pos chinez, muito bom, a
Garrafa de agua florida verdadeira a 10200 500 rs. e 10000..
Duzia de sabonetes de amendoa,a 20500
e 30600.
Frasco cora opiata muito boa, a-10000 c
10500.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 10900*
dem idem com flores, a 10500.
Duzia de pegas de trangas caracol branca,
a 400 rs.
Idwn idem lisas, a 210 rs.
\





-I
\
v
v. I'



w

frO

.


1
*. Diario de Pemanibuco. lW* Juerga eir**^* dei ^osto ut.l673.
7
=j--------------.
NICOS AGENTES
Ra d Barau da Victoria n. 28
As maissimples, as maisbaratase as rnelhores do mundo!
Na exposico de Paris, era 1867, fo concedido a
Elias Howe Juriir, a medalha'de ouro e a condecora-
ran da I.i'giao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. llowe Jnior, nos
Estados- Unidos por ser o inventor da machina de
tura. ^
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditan)
estas machinas.
eos-
A 908000
cor.'.panhadas cora 1 par de brincos seme-
ihante, tudopor2$50e.
Linha branca do 200 jardas era carrileis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a dtraia.
Dito de dita de Alexandre, numeraco a
gosto do freguez, a 1(5100 a duzia.
Hjademas dourados do 1#500 a 3JW0O.
Ditos de tartaruga com flores a 2J5OO0.
Ditos com borboletas a 5?500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 29O00.
Ditos dourados, tluzia de pares, a 1J5500
e 25000.
Voltas de aljofares com brincos, a 2?5O0.
Ditas do ditos com coracoes a 19000.
Ditas de ditos de comas com cassoletas; a
Cabe-uo o dever de annundar qu a companhia das machinas de Howe de Nova- gyt) rs.
York, estabeleceu nesta cidade roa do Baro da Victoria n. 28, uin deposito e agencia i losetas de plaqut a 1J c 19500 o par.
feral, para em Pernarabuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de eos- Grvalas de seda para senhoras de 15200
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela prtetelo de seu trabalho, > a -23000.
fmpregando urna agullu mais curta com a mesma qualidade de linlia que qualquer outra, j ,nrures cora 2 lacos para cabeca e peito
e- pela introducco dos mais aperuiuoados apparelhos, estamos actualmente habilitado^ a 8 35, t. 43)000.
offerecer ao exame publico as rnelhores machinas do mundo.
As vantagens clestas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
ciroutostancia do nunca terum apparecido no mercado machinas d llowe em segn
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fnecao entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra fcito inao.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu_-
uas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em caseraira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado cora a raaior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao come^ar nova costura.
mabcilio ms n; s.
Este cstabelocitent sniwpfo 4>hcito nti otfcrocer a concurrencia do rospeita-vat pu-
uiieo um completo sortimento de agudezas, calcado franco,'thapos e quiaquilbarias
presos es mais raztaveispossrvicis.-para o pria cncoimnenda da Europa e America, veto dar oubiiuidade > alguns rtigos por cuj
grecos bem so pode avaharos precos de outros rr.urtus que se tornara enfadonho pu-
blicar. '
MIDEZAS. MIl'DEZAS.
La para bordar, damelhor qualidade, 1 Brincos dito de dko por 2500.
libra por 55500. Dotoes de xUm. P^1055 e U6 C0T0S>
Agulhas francezas, fundo douradQ, a cai- re' * rinha com 4 papis a GO^rs., 240 -. Franjas branca* oesed* de todas as lar-
Voltas de fita de velUH com lijldos co- 8uras> a 19000 b l*M>ie metro.
-acoes fingindo maurepcrola, a 500'rs. I,,tas de cores Pas a800 rs. e 19000 o
Vohas para o pesede, lngindd camafe, me,!^- ,
(aloes pistos de seda, de muito gosto de
a 800
ntremelos c babadinhos bordados de 360
rs a 29400 a pega.
e de cores, de
toales de seda brancos e de
l J 15500 a 2?500a peca.
Ditos de algodio e seda, de 19 a 19400
s peca.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 45500.
Ditos de maderra imitando, a 29000.
Ditos de papelles a 19800.
Coques para senbora, a 39, 39500 e 49.
Aderecos fingindo coral, co.upondo-so. de
alfinete e brincos por 29000.
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRAHCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
455*0 o par. -
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, 69000.
Ditas cetas enfaitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita a 59500,
Ditas para meninos, prctas o de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
10 /0 do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Hicos chapeos do palha d'ltaliu, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 1(55000.
Completo sortimento do chapeosinlios para
meninas e senhoras, de 298W0 a 55000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 19000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 55&00.
DHos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfira a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino par* vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a G50 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 25000 cada um.
Ditos para sof, a 39 c 49000.
Toalhas de liuho para rosto, a 19300 cada
.
- %:e
8amuel Ptfwer Mn?-
toxi & C.
Ra do \->o!U> n. 38 40
F&icoi aciote aos seus (reguauu qu tent
mudado o sao deposito de machinas a va
v*Zj por, n>omds laxas da multo acredita Ja
i&fp) fabrica de Lowlloor para roa do Apollo u.
p^J 3H e 40, nade onnnuam a ter o tnasmo snr-
ags Faitiu Ecispi4 larotm qi e iem fsiui um
S*| arranjo'cora a fuodiejio geral, polo que pn-
?i pm ifFcrw.flr 9* para assamar qualquer
bachraiioio oirmuo turauu to.
O proprietarlw da (oitdtco reral* farerc
letaeiM M *DtoreB im tm%ta)tf- man
pc.i3oa>, que tefui tiabnecido ovn iir; ,
cao de ferro a brouze 'ua do Braoi, jnc- T
m a elacio q'ualqutT obra de eucoioioeoda eoru per'ni- ._,
fo e prompfidio.
Of uie^OHM regare *5 pMoa r>iie qjl-
ran flliU^ar ne 4i> u ervco* de *xa-
rm a nnrnmmxndas em casa dos Srs. Sa-
muel ivwcr Johaaton 4 C a ru Vi A*ol-
lo 11. 38 e 40, ude acbro beiac* c..;i-
tada .-iim qupm po?s*ni uteoder-M.
Apiri-ilio par* fabricar assucar, do systema.
WESTOH GENTREFGAL
Lbico!- agentes era Pernamooro 2.fiiDdica.i geral.
Para tratar era leu eaenptorio a ra do Apollo 0. 38 a U.
GRANDE DESCOSERA
m ;B1|*JJP;.IP
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
PELO
E' preparado este xarope de manac o mais algumas plantas indgenas do Amazonas,
nao conten preparado algum mercurial. Cura com rapidez rhetnnatismo, dores nos
ossos, erupc,es syphiliticas e da'trosas, escrfula e todas as molestias que dependerem
desses virus. A sua composico foi approva la pula junta central de bjgienc pu-
blica.
A cada garrafa acompauha urna eaplicaco para a forma de usar. Prc^o de cada
urna 35000.
nico deposito nesta provincia ra do Barfio da Victoria n.
Monlciro'A Silva.
38, chap Hara de
Oitava. Muitas coinpanhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e;
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi dcsconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderera substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias llowe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e boje nao allende a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccoes em portuguez.
A 9e>000 A 90d000
SOARES LEITE, IRMOS
A1
do Barao da Victoria n.
2 8.
1 urna.
Dito dito pretos por 29500. Ditas de> algddo alcoxoados, a 640 rs.
Ditos de plaqut, compondo-se de alfinete Colxas de crochet para cama de casal, a
e brinco, sendo de muto gosto, por 55000. 65000.
I
Pesos e medidas
O
naga.
Pesos de ferro e lato.
Medidas para seceos o molhados, de ferro, cobre e lata, de estanho e tuta-
1.
Vendem-se era casa de
SHAW HAWKES t C.
Ra doBom Jess n. 4.
k Predilecta,
fiepuuzes e
prover-se do
SOBERANA E INFALLIVEL
INJECC0
DO "
MATTERB
im.
E
Pode ohter em pooco lempo com o oso do melhor dos'licorea aff^mada
IESPEKIHJM
F?z oito aauos que conbecido este prerioso inico, e (ifficil achar orna paiac
qne, ton>io experimentado pessolmecte, nao filie em seu favor, j com< bB: estomac
e ipetiasdor, timando ora calis deila antea de jatiiar, un como facitadjr da digeit*
tomaodo-aa depois.
A BASE
da HESPF.RIDINA a LAKANJA AMARGA, nao fea om bahitante dJ BRASIL (a tari
especial oas araejas) qne rae cooheca as propriedadea Didicio.es da dooiada troco
ora bem, a '
Da feciiliade de medicina de Paris, cavallieiro da Legio (.'honra
A bletmorrliagia, ou purgaco, urna inflammago dolcanal da uretra, occasiona*
da a maior parte das vezes pela communicaco impura. Nao urna affecco geral, qu*
i logar, como a syphlis a accidontes secundarios. E' uraa affec^ao puramente local-
Cfectivameute, os medicamentos que ha muito teem sido applicados interiormente con-
tra este mal, taes como a copahiba, cubobas etc., ii3o produzem effeito senao communi,
cando s ourinas algumas das suas composices, que, pela sua passagera atravez do eanal-
Je tornam urna verdadeira jnjecQo.
Para que ser necessario carrogar o estomago com essas preparares nauseabundas a
repugnantes? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua aec irritante ? Ares-
posta simples :Nao se linha anda descoberto urna mistura que, introduzida directae
mente no canal, produzisse os mesmqs effeitos sem temer mos resultados. As injecc,e-
to hiladas at aqui, conseguem fazer parar a purgaco, porra pela irritaco consecutiva
que produzem no canal, sao urna ameaga permanente de aperto, affecco muito mais ter-
rivel qui o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte dos mdicos, querecu-
sam, com razao, de as empregar.
Presentemente, osle fundado temor nao existe. A injeceo que nos apresentamos ao
publico, que conta diez anuos de bons resultados, nao nterrompidos, nao irritante. E'
uiUi-bieuitot rhagka em toda a extenso da palavra. Queremos dizer, a causa do nial,
<)ua ella destroe decorapoodo os e.lemtntos da purgaco e tonificando a mucoza c as
glndulas donde provm. a sua arigem. A sua applicago nao dolorosa, e se urna U-
geira impresso se segt* sua introdcelo, essa impresso de pouca dura, e segue-Ihe
uraa seusago immediala e nao desagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhum
utro auxiliar para fazer parar em muito poueo lempo as purgagoes, ainda as mais re-
ledos.
Quasi sempre basta um so fiasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
gaco que resistisse ao etnprego de dois.
Aiim de chegar a urna prorapta cura, o doente devora seguir o seguintc
III 4.1 li I \ :
1. De dois em dois, das, toaaiur um grande banho, e permanecer nellc du?s horas,
sondo possivcl.
2. Lavar tres vezes por dia a parto doente com agua fra.
3,0 Dar tres injec^es. por dia: do manh, ao meio dia, e noile. Apertar ligei-
ramento o orificio do canal, afim de conservar nelle o liquido um minuto.
4." Usar um suspensorio.
5. Abster-se do uso de bebidas espirituosas, ou alcoolicas durante o trata-
mento.
NBNHOBJkS.
Ha muito temp>iqe as,fl6res brancas, leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
senhoras como causal, a conslituco anmica, que na linguagem vulgar lhes chamam
paUidus coz-es,.quando Uas sao ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
dosangue. Dahi provam o erro que rauitos mdicos commettem ainda, de tratar do
estado geral, em logar- deuid*ndo astado local, que a causa dos symptomas geraes.
Nao logar proprio este de tartarmos theoricamente o facto que avanzamos, mas acredi-
tamos que basta aponta-lo para que todj o medico consciencioso o reconheca o seu
valor.
A nossa iii,|cQo teede sampre a suspender esses corriinentos serapre rebeldes a qual-
quer medicamento; rm pora, ohter osee resultado preciso que seja dada com o maior
cuidado, a (pie penetre at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
da muceza.que e&M a causa da aflicto, Nos convidamos as pessoas que recorrerem
n06sa injeceo,. a servirem-se, de preferencia a outra qualquer, da seringa direita, forma-
da d'uaa lubodervidro dQ^qMftlaojitremidade redonda tem alguns buracos. Eslas se-
ringas tem sobre as outras a vwtutagem.d'abrir largamente a vagina, e por toda a muco-
za, em contacto, con, tadiqutdo. injeclado, condico indispensavl para cura.
Duas colberewie'Sflpada nossa injeojo lanzadas n'uma quantidade d'aguasufficieqte
para encher a seataga, bastam, par urna injecclso, que deve ser repetida tres veaes
' por dia.
A iMm..i(ityWQ.#wkyUlk**, isto evita o mal. Unja s injeceo basta, depisj
duin C4niUctospeit0i,:pii>ipr ao abrigo de todo o receio de doenga.
NA
PHARMACIA E AHOGARA
PE r
em seo estado natural km om gesto pooco agradavel, e o mrito da Heepenrko tnt
aisle em rater anas boas propriedfdes, e ao iecsjdo lempo .pr6&cDlo-U como
EXQUISITO LICOR
A HESPER1DINA como INDUSTRIA NAQ0NAL nao lem nada que iiivejar *
mebore8 importac^es entt 8er gOBtcsas, porm'a Hesperidina a combinaco perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para preva di que nm artigo no qual pde-se ter iettra coofiaaK*,. por 3r pw
e iQoceDie, basta dizer-se que foi plenamente approvada e autorizada pela
JUNTA DE HYGIEKE
do Rio de Janeiro, permitlindo sua livm elaboraco do. imperio; oalra
BO.% PKOA
a acceitacao geral qne tem em todas as partes oae aprsenla da. Em t84 eaiat
leceo se a primeira fabrica em Bueuos-Ayree; em f869 asegoedr em Montevideo ;
no dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR 4naugtiron-se a fabrica cp -aclcteent
irabalba na corle. Em Valparaizo e em toda a costa do Paeffico tem fcoa aeceitac*'
tanto que rara a casa qae considera complete sea aparador sem ma garrafa do
0 bjGac-m velho toma Hesperidina par obter
II
BARTHOLOM^U &C,
Ufiua hug&. do .^toato-^p'4
O bomem demue loma Hesperidina para obter
O bomem ieh toma Heaperidioa para obter_____
Nos bailes as donaella e or awcos tewam a Heaperldin para obter be cOr
aoimaco daraute ca loncos gyroe>,da
BARROS JNIOR & C.... roa do VigArie'eaoiMvft,,?,,..!0 aadar, (kuiui,
grande especifico, e veDoem-no nw,.dep9toa.*guilte4.:
Joaqun Ferreira Uobo roa da Imperatnz.
Zeferino Cirneiro, ra do GBMBftro-,
MarpeJiBo,Jos4,Gocal,vea.^a w\hjw 4a,-fideia *.*.
Antonio Gomes Pires & C, ra de Cadeia.
Antook) G"toes Pirra 4 C caes 22 de. Noemlio.
Gomes & IrmSo hotel da Passagem.
no eniptnli de'bcm servir aos seus
ao publico em geral tem procurado
que ha de ni'-tn.r e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-lo aqui venda, car-
tos de que as seus arligos scrao bem apreciados
pelos amantes do boni e barato ; passa a ennu
inerar alguus d'entre clles, como sejain :
ALBU-NS, os mais ricos que tem vindo a este
increado, com capas de madreperola,
tartaruga, parinn, velludo e cbagrio.
ADERECOS pretos c voltas proprias para luto ;
assiin c.mo, um bon.to sortimento de
ditos do plaqu, obra tina e muito bem
acabada.
BOTES para puuQof, o que se pode desojar de
meluor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLEAS de velrudo, seda, pallia e chagrn,
ha de mais moderno c 1 ndas.
BliOS de seda e de algodo, lauto blanco como
preto, de variados desenbos
CASSOLETAS pelas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXIXHAS faca costura, muito ricas e de di-
versos forra-tus, cora msica e sem
ella.
COQUES a imitafo, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEJUS, reste genero a Predilecta apre-
se-uta mu grande e lindo sortimentu
ca; de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUET de madreperola, marfim e sso,
este um objeclo indispensavl s se-
nhora.- do bom tem, afim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rera as delicadas mos.
PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cuu-
dray, Gosnes e Rimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se na
posibilidad de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mensidadtt de artigos, afim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di
rigir-se ra do abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurguro
se Ja
LOJA 00 P
RuaP
meiro de Mirco
n. 7 A,
outraora do l respo.
Os propriotarios actuilmente dcsit- Importante
estabelecinienl, teudo procedido a urna rMapuHa
r forma em precitado eslabeleciment,,, i ecr.-cios
de ser elle um dos mafa bem lortidos priuripab
mente em artigos de moda e aria BnTMaiw, peden)
ao respeitavel publico a em particulM a> s >eus
numerosos fregue&s a bondade de inuaicui a
depositar em sua tuiianca, garanliudc sures L :..
servidos e por precos tiimiamcnlu bar;'.o.. Ve-
nham pois todos comprar novas e lindas fazen-
das, de cujas damos um pequeo resumo para
que vista delle possam 5 preciar.
Velludo preto, setim nnco prcln e tranco, gor-
gurao de seda, grosden; pie pret,. r >\i lindas cu-
res, la com listras de scua. camr^ni.i ivntUfia,
nansok de lindos padroes, cniniza> I ;'rn;n;;,'- :;.i
homem, vesinarios para criancas. chaj* .. para
baplisado?, manas brasileiras, ineias de cires pa-
ra homem c meninos, elupos de caWu da mi
Sara sol, granadme, fil do seda, r<-,\- bas. '-'
e seda, fil de Hnho, bramante, raoiania*, !:.-
tas, caasemiras, etc.: na teja do rso, ra Pn-
mireo de :arco n. 7 A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas para senhora.
C rtes de vestidos brancos bordado? para se-
nhoa r
Merino' p'elo e de cores.
Capellas e mantas para noiva.
Ricos cortes de seda de cores.
Vistuarios para baptisados.
^.Chapeos para baptisatk>s.
Colxas de seda para noiva*.
Ditas de l.
Toalhas bordadas de cambraia de liuho pera
baptisado, com dous emblemas.
Na loja do Passo, ra Primeiro de Maree, ana-,
gammtc Crespo, n. 7 A.
Eroiiomia domestica
NA
Loja do barateiro, ra Io de
Marco n. 1. defronte do ar-
co de Santo Antonio.
Agostinho Ferreira da Silva ~v-.il
A Companhia.
Lzinhas escosseras, fazenda fina e bonitos gos-
los, a 280, 400, 440 e 480 rs. o covado.
Ditas com listras de seda, fazenda fina, que .-em-
IMENSYETTOS. Ricos vestimentos para meninos, precuslou U a 500 rs o covado
Bapnstes com barra modernas a 460, \*.> e o rs. o covado.
Chitas escuras e clara, boa qualidade e bonitos
por baratissimo preee.
PLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flore ao alcance.'
de qualquer bolea ainda que nao es- padroes, a 260, ^jJPJi^covad^
i D
MadapoUo francez muilo fino a 7*000, c kmpre
vendeu por9f.
Toalhas alcochoadas a ,l a duzia.
Ditas felpadas- a 8 e 84500.
Chapeos de sol oglezes ragon) por 8* e 9*.
Lencos com barra a 15 -i a dmia.
Ditos de linlio brancos atiinhados a 350'1 e i
leja bem replecta de dinheiro.
FITA?. E j bem sabido do publico que s na
Predilecta qHe podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tifea, velludo, liuho e de algodo, por
commodo preeo.
GUAMPOS de tartaruga, imitaco destes, pre-
tes e de cures, o que se pode tosejar |
de mais moderno e bonito. ja diim- ....
GRAVATAS de seda e de carabraia para senhora,! Rrinide corsa e pardo trancado liso, pi >pno
lieos e gofinhas de bonitas cores, tam- para calja. e palelot, tanto parahome.n orno para
bem tem um bom sortimento te gra- memnos a 490, 440 e 500 rs. o eovsdo.
vatas a regatas para homem. | *******, *~F9**!a
J.\RROS de porceUna e da vidro muito InmitM, -^oOO, 45,5< e U a peca.
para ornatos de sala. Espartilhos parajenhor bordado, que sempre
Mei s de seda, ele la e de algodio,, pa-
ra senhora, meninas e homem.
Victoria a 31300
LEQUES. RieosJequeA de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
Luslvam 6|, a 3J500 tn
I Alem dstes outros. mnttos artfgosquedexamc>f
mencionar por julgaFutes d5Snecessario.
por barato nrec LUYAS de peluca, de seda e de algodo,
para
hmum e senhora
LIVROS para missa.. a PredileotaTapresenta as-
couw, do respeitavel publico um belk
Nirtiineuto destes livros cora capas de
tpadreperola, tartaruga, marfim, sso.
Kltwwi e chagrn, por precos mi
' -ttZDftvei?.
.......'i' *
do Corpo
' 'C'nJ A Maula vendem oonsunteaeijie: em
%ava388a
QNrto'N. 25.
*
;
Vapores. locon>Qva8ideJirca,4< j 4vava|lo
Cerreia>.p.aratnftcJna8.
Polia de diversos tamanhos.
Taquetafl para cobertos de carro.
Mas s lustro para guanfcv *..
fontas do lanca.fafiicajltoy ;>tM tii
acotes para*carro.
fiaffiea largo e estre-to para carro.
Mfes W -tttey* fle marm, Mem.
'o seit armazem a ra
mero 23.
Mh* hampagoc
V.
do Mrquez de Olioda nu.-
Roerer (Carte blanclw)
DitoBmirgftp, dem.
m*Sk>meamm.
Dtlo,^ Estepto- Ml|in,
Dito St. Emllten, dem.
Drto^terty IdMn.
Dito MuUihu, wa
Cognac, Martell (verdadeiroi, idcax
VtaW|*rapf't line*, ilem.
jmntrlr J-^ itJ- fino. dem.
C^r)M* Arara; aO-aa. latas ,_ .
Venda-se una mesa tosttea^-ora ftrfjoa,
I muito nova, e de .raarerlo : para ver e tratas, "a
IruadcMarsilio Diasn, 88, 1 andar, -davt'JMMis
ida tarde Joaquini Jos ron Belteao & Fillus
Tee para veador no aen escripturio a rua *
Cowuereio n. 5 o seguidle :
AGURDENTE de cat: caixa de 12 garrafas.
c da lantn'a, idem dem,
ARCOS de pao pam-;varMl.
CAL de Lisboa, recenteraento ckNgada.
CHAPEOS do sol ..fiara iomem e senhora, cabo
de ruaron e teso.
FETJPCS de ferro, para porta.
FIO de algodib BkMa, da fafertea de-eommen-
mnjader Podrtixo.
USttA OB^S de pali-eca,
PANNO de-^godSo da Babia, da fabrica do com-
mendador Pediozo.
KHMDZ d toda aaqaalKladBa, das fabrica;- d
p^-ee Wuartiv MWao.
JAS #**t* d*:Wtte-- tamanhos.
VINHO engarrafado do Pirto, caixas.de.4S gar-
ralas.
ito Moacatal do Douro, idem idera.
ito Setubat, caixj.s de i e 2 diuia.
lia enfarra ado, ctixas 4* 4
nafaay
R da Italia eofram 'ado, canas te 4 gar-
c
9
dft^Haaaa.aoferi'r. omMwMa<
MarrasS diVDoaro, ca&a com II gar-
rafas.
Orava-aaUaerl


8
Diario de Peroambuco Tercja feira 12 de Agosto de 1874.
VARIEDADE
A\... *
Amo te inulto, querida
Amo-te inuito, bein vs!
E como ou l .lino ua v S p le amar-se urna vez
Mas tambem que culpa a mmha.
Se o destino traicoeiro
I)u teu olhar feiticeirn
Me fez captivo, rainha ;
Se em tua voz carinbosa
E em teu mgico sorriso
Minh'alma julgou, vaidosa I
Ter achado o paraso?
Uto, nao pode aos teu; encantos
Furtar-se quem tem no peito
l'fii corceo sempre affeito
Ao que o divino... sao tantos 1
Sao tantos que onuraera-los
S por si fra loucura.
Tinba o outro essa ventura,
Eu vivo s para ama-Ios.
Mas que amor! Nem sei pint.iv -te
A paixo que me devora;
S ver-lo foi quasi amar-te,..
Perda dizer-t'o agora.
Agora, sim, que entro as llores
De tua infancia graciosa
Hei pousado em cada rosa,
Louco, perdido de amores.
Ai tu iimn sabes, querida
Cono hei te amado em segredo
Nao t'o digo; tenlio mdo
De te ver entristecida.
Mas que n ama dove ao menos
Ter no peito urna esperanza :
Basta urna phrase, crianza
Desses teus labios amenos.
Hasta urna pbrase pjedosa,
Urna patavra lalvez ;
Eu irei nulber formosa
Dcpor a vida a teus ps.
('.punga, 9 de agosto de 1873.
UTTEMTUM
Quesillo religiosa.
Tentativa de impugna-gao d parte substan-
tancial do discurso do Sr. Dr. Candido
Mendes de Almeida, proferido no sena-
do, na sesso do dia 24 de maii de
1873.
(Continuaco. )
0 momento mais glorioso de Aloxandre
III foi por certo, esse em queosoberbo
Froderico, prostado ante si, desistindo de
todas as suas pretenges, confess :>u-se reo
do culpa grave, imploran e recebeu a ab-
soivi<;o publica, sob juramento do que
d'essa data em diante reconheceria no pon-
tfice romano o direito de interferir na poli
tica do imperio II
* *
E nao serd tudo isso omnipotencia dos
papas sobre o poder temporal ?
Bem pode ser, todava, que estejamos
atrazados na historia da igreja romana !
V
Para se poder, por um lado, avallar da
omnipotencia que noste seculo, os pontfices
exerceram mesmo em relago aos negocios
temporaes, e por outro, da corrupeo que
lavrava em Roma, necessario lcr-se nao
s as cartas que Sao Bernardo escreveu ao
papa Eugenio III, como os seuslivros da
CoMidtrafo dirigidos tambem a elle.
Este santo doutor pinta, com as mais vi-
vos cores, a voraz ambicao de urna multido
do advogados, procuradores, cscrives e
oficiaes, que viviam a custa dos que vi-
nhatn de todas as partes do mundo cliris-
Ido defender os suas causas no tribunal do
papa.
Expoe as trapazas e vexagos, que eram
o nico estudo d'essos funecionarios ; repre-
sentando, ao mesmo tempo, os clamores, o
moviinento, o tumulto, e a confuso, que
reinavain. Descreve a multido de patro-
nos e solicitadores, que cercavam o pontfi-
ce, e dos que elle encarregava do cuidada
dos negocios de todas as especies.
Mostra o santo doutor todas as paxoes
activas o horrorosas, que so agitavam, e se
cncontravam urnas com as outras, tomando
todas as formas, e se acommodavam em to-
dos os sentidos, para conseguir forca, ou
ardilosamentc," o que ellas desojavam.
Do exposto conclue que Roma era um
lugar de desordena, o theatro da inmorali-
dad", onde a intriga, o intense, a venalda-
do, e a m f renovavam, todos osdias, as
scenas mais odiosas ; n podendo o mesmo
santo doutor deixar de lamentar o seu dis-
cpulo por ter abandonado o socego do re-
tiro, para vivcrn'uma corte onde a innocen-
cia e a caridade eram to estrauhas, como o
desinteresse, a modestia e a probidade.
VI
Depois do Gregorio VII, o objecto prin-
cipal de todos os papas, sem exceptuar os
mais Ilustrados o- virtuosos, foi o augmento
da santa S, c a conservaco dos direitos
de que os scus antecessores se haviam apro-
piado. (Ducreux. Hist. do Christ. tom.
5. art. 6 part. 2.)
Occupando a cadeira pontifical vares su-
periores em luzes a maior parte dos sobera-
nos, que reinavam nos diversos estados da
Europa, diz o historiador citado ao con-
cluir as suas consideraces sobre a carc-
ter dos papas que estiveram de poste da
igreja no seculo XII, devia essa potencia,
j respetada pela religio, elevar-se sobre
todas as eutras.
( ARTIGO 3.*)
Asimago das coasas, curso natural dos
acontecimentos, ara encaminhando os pa-
pas, como desoja vam, ao ponto dever-seao
mesmo tempo os orculos da christandade,
e os arbitros da sociedadepolifica no occi-
dente.
Tudo contribua para isso, e ellos o pro-
curavam constantemente desde muitos secu-
los, valendo-se de todos os recorsos que o
acaso, e o estudo lbe tinhara subminis-
tro.
Chegaram, emfim, a conseguido no meio
de contrndiges e embarazos, porque sou-
beram espreitar os momentos lavoraves, e
aproveitar-se d'elles, segundo o tempo e as
circuinstancias, e recobrar de urna parte, o
que pareciam ter cedido de outra.
Era, pois, impossivel, que opodertem-r
poral nao v# unirse ao espiritual na
mo dos pontfices romanos, e que um eou- Ao passo que to cruel e deshumanamen-
tro continuamente nao se augmeutassem. te assim proceda o summo pontfice roma-
* o, o clero de Liega eoudezia-se de urna
Entretanto oillustrado Sr. Dr. Candido maueira to nobre, nessa quasto, que ele-
MonJesd'Almoida, no seu iuteressante dis- vou-se A posteridade.
curso, assegura -que os papas nunca ti- Sendo sempre os bispos de Cambrav e
veram omnipotencia sobre o poder tempo- Liego a favor de Henriqva IV, t pasa ras-
ca/; que a igHja sempre respeitoua rbita coal II resolvw o conde de Flandres a to-
d'esse poder I mar armas contra elies, tendo em seu auxi-
** lio as iuvoctivas dos monge*.
Em outros artigos provaremos que o ae- Mas o clero de Liego, n'uma carta que
culo XII, que acabamos de deixar, anejar dirigi ao* horneas de boa vonlade, justifi-
co quo fica oxposto, nao foi o em que os pon- cou a obediencia dos vassalk, demous-
tfices romanos se tornaram mais omnipo- trando a injustica do pontifico romano, e
lentes no ejercicio Ilegitimo do poder tem- assim se exprimi :
poral, cora proterigo do* soberanos da Se o imperador hernge, sentimos isso
trra ; subsecuentemente, o abuso subi de muito ; mas quandu elle o seja, em vez de
ponto, e aspaixoes ruins, em alguns dos levantar-nos coutra o seu poder, julgar-
succossores do S. Pedro, so desencade3ram nos iamosobrigadosa obedecer-lhe, o a orar
de urna manoira to espantosa, que faria Dous pela sua converso.
doscrer da Providencia, se outros nao vies- D'omle vem ao papa o poder de des-
sem logo com o balsamo da caridade e do embainhur urna espada fratricida, e dizer
evangelho sua visar as feridas do corpo so- ao conde de Flaudres ; Esta guerra vos
C'M'- ordenam>s para remisso dos vossos pec-
(artico 4.) codos ? /
I Ficaram os ligienses excommungados, e a
Por amor da brevidado da narrago temos igreja osobrigou s calamidades da guerra I
omitido nos tres precedentes artigos nao pou- U
eos tactos da historia da igreja romana, com- A autoridadedos pontitices romanos, que
probatorios nao s da omnipotencia que os uos seculos anteriores tinha, em materia re-
papas exerceram sobre o poder temporal Jigiosa, ultrapassado os justos e rasoaveis l-
desde o pontificado de Gregorio VII ateo de miles, no seculo XIII, no qual vamos pe
Alejandro III, seno tambem da audacia, nutrir, attngio a proporges eleradas, raes-
unpiedade e perfidia d'alguns d'elles. mo ajustadoras, quanto ao temporal.
Agora, porm, razes mui particulares no
domuvom, antes de percorremos o seculo Depois de Gregorio* VII todos os papas
XIII, a consignar ueste trabalho, d'entreessa que dispunham de algum talento e tinham
abundante serie de actos de verdadoira im aptido para a poltica, dominados du ain
moralidadc, os dous seguintes e importantes bicao do mando, trabalharam constante e
aconteotmentos. assiduamonte em submotter sua dependen
**, cia tolos os estados christos, faxendo-se
Em um concilio celebrado em Roma no juizes e arbitros de todos os direitos quo se
anno do 1080, havendo o altivo Gregorio agitavam no orbe.
VII deposto, pela segunda vez, a Henrique *
IV de throno da Germania, prohibi a todo O juramento dado em todas as eonveu-
o christo. seu vassallo, que lhe ohedecesse, ces, de que as emprozas e actos pblicos
condemnando-o d impotencia nos combates eram ento acompanhados, de urna ou de
em que entraste, e a ser constantemente outra parto, servia de protexto curia ro-
dmrotado.... mana para chamar si o couhecimento dos
Soessas as proprias .palavras do decreto pequeo* negocios,da mesmi forma que dos
do inlerdicco que contra elle fulminou, o mais importantes assumptos.
apostrophaudo S. Pedro e S. Paulo, assim *
concluio: i Os interesses dos chefes das nare- e dos
MoUrai a todo o mundo que, se podis particulares, da sociedade toda, pleitcavam-
ligar o desligar no co; podis tambera sobre so era Roma porante os papas, ou na pre-
a trra tirar, ou dar a cada um, segundo os senca dos commissarios, que estos, a seu ta-
seus mereciineutos, OS imperios, os princi- talante, nomeavaiu.
pados, ducados, marquezados, condados, eo [ Os prelados, os senhores, os bares, os
que possuem todos os harneo.... maturos principes e .-.oberanos, eram inces-
Conhegam, pois, agora os res, e os prin-' santamente chamados a esto tribunal, nao
cipes do seculo o vosso poder; tremam de s por effeilo d'appellaco das partes, como
desprezar as ordns da vossa igreja! a arbitrio dos papas, que considerando-se
Pratique se a vossa justiga som tanta superiores a todo o poder humano, arro-
promptidac sobre Henrique, quo muguen.' gavam si o privilegio de julgar todas as
possa duvidar que elle cahe per virtude do causas, sem que para isso o requeressera,
vosso poder, e nao casualmente (1). | privando desl'arte dajurisdicco natural os
*'* monarchas e juizes a quem pertenciam a
Pascoal II, excommungande tambem ao decis&o deltas.
mesmo Ilenrique IV, empregou todo o ar-j assim constituiram-se os succesores de
tificio do que pode dispor para que Honri- s. Pedro suprenos magistrados de toda a
que, o moyo, lilho deste, se armasse contra christandade 1
o pai, sob pretexto de defender a igreja, el *
assim o conseguio. Os seus legados, residentes as diversas
Absolveu o do juramento de fidohdade quo partos do mundo, instruiam-n'os, cora o
havia prestado ao imperador, como so isso|mats escrupulosa fidelidade, de tudoquanta
podesse attenuar a immoralidado resultante So passava, e aguardavara suas instrueces!
de um acto reprovado, e contrario proprial As pretences dos soberanos, uns cora os
natureza, qual o de um filho laucar mo do outros, as disputas que se moviam entro el-
annas contra o autor do seos dias. j les, as emprezas que intentavam contra seus
0 pai escrevo urna carta enternecedora vizinhos, a interferencia que toraavam nos
ao filho rebelde, convidando-o ao arrependi- pleitos de seus subditos ; as leis que promul-
mentojeste, uiuonciado por Pascoal II, gavam ; apoltica, a marcha governamen-
este; tomai armai a favor deste futro ; rece-
bei beniyn unente uto*; protgelo quanto vos for pos i i ve! na
execnco das orttens que lhe consig lamjs, e
cumpri exactamente o que elle vos determi-
nar da nossa parte. (3}

* *
lhe respondo que nao conhecc nern um pai
o nem um rei excommungado !
E havendo combinado com o pontfice ro-
mano nos mcios de apoderar-se de Henri-
que IV, avisa a este para que se achasse
em certo o determinado lugar, que indicou,
dando a entender que eslava disposto a con-
ciliar-so com elie. o arrependido do passo quo
dera.
A iofame traic,3o consummada.
No momento em que Ilenrique IV appa-
reee no lugar cmveiicionado, preso a falsa
f, e forjado a renunciar o throno I
Seu filho, que depois se chamou Ilenri-
que V, foi coroado em Moguncia, perante
os ministros do papa.
Henrique IV nunca chegou a alcanzara
absolvilo.
Toado podido evadir-se da priso, fez
levas de gente, porm infructferamente,
porque lhe faltavam os recursos indispensa-
veis para acudir as despezas da guerra.
*
* *
Re.luzido i miseria, pedio Henrique IV
aos bispos de Spira urna prebenda para po-
der subsistir, representando ser capaz do
tal interna das cortes, que seguiam, a pro-
pria vida intima, em urna palavratudo
estava subordinado fiscalisacAo e exarae dos
delegados do pontfice romano 1
Tudo se escreva, tudo estava filiado; e
tudo se apreciava em Roma I
. *.
Os monarchas viviam inteiramente sem
aeco nos seus estados, porque, quando me-
nos o esperavara, recebiam letras apostlicas
de papas, que muitas vezes acaba vam de ser
seus vassallos naturaes, intimando ordens
do modo o mais insolento e absoluto pos-
sivel: por exemplo :
Fazei pazes com tal principe ; nao to-
quis naquelle outro ; dai liberdade a tal
prisioneiro; restitu a tal igreja ou mos\
teiro o que lhe tomastes ; declarai guerra a
Tal ora o estylo ordinario los rescriptos,
quedimanavam da auloridide pontificia ;
e todas estas ordei.s orara acompjunadas de
ameaca do censuns, q'i logo se fulmina-
vara, havendo qu; Iquerembaraeo ou demo-
ra no cumprimenlo das or leus expedidas
Pelo que, no seculo XIII, os interdictos
e as excumrauuhosforam infinitas ; os reis
eram proscriptos, os seus vassallos desabri-
gados do juramento do li lelida le, e os esta-
dos otlerecidos a outros principes !
De um e outro extremo d.i Europa nao
houve um s reino, que nao fosse umeacado
ou ferido do raio, que constantoineule ri-
borahava junto ao throno do pontfice ro-
mano, e qu j, a cada momento, surga para
submeUer eesmagar aquellos a quem o suc-
cessor do S. Pedro qualificava do rebeldes I
Alle.nanha, Inglaterra. Franca, Italia, Cas-
talia, Arago, Portugal, Dinamarca, a Gre-
cia, om suui'iia todos os slalos da cliris-
tandado forain abrasados do incendio qut
i fachuda igreja atoava sobro ellos I
Era nocossario ceder, ou disputase a sor
aniquilado por tuna guerra, tanto mais tor-
rivel, quanto se nao liraitava s armas es-
pi ilutes I
* #
Em o seguran artigo, tu lo isso compro-
varom s com facto:.eexemplos extrahi los d.i
historia.
E entao se roconh-icer, de urna vez por
todas, que osystema de que lansou mo o
Sr. Dr. Candido Mondes de Almeida, sus-
tentan lo -qim os papas em todas as pocas
sempre rttpettaretm o poder temporallon-
go do ser fav ora vel igreja romana, lhe
sobreaianeira prej idicial, porque patontoia,
quot) Ilustrado quo incansavel paladino,
nao a pode justificar de outro modo, e nem
destruir as robustas provas de sua condom-
naco a respeito.
( artigo 5. i
I
No principio do seculo XIII subi ca-
deira pontificia, tomando o nomo do Inno-
ceucio III, Joo Lothario, da illustre fami-
lia de Signa, lento de caones era Paris,
conogo regular da igreja do Latro om Ro-
ma, dicono cardeal de S. Sergio, eleito em
12 de Janeiro de 1198, tendo 37 anuos de
idade.
Era um vigoroso e briliante talento,
igual aos maiores que govornaram a S
apostlica (1), e havendo nesta rep esentado
um grande o importante papel, delle nos
devemos oceupar com summo e particular
cuidado.
0
ir.
*
* *
Innocencio III, na opinio commiim dos
historiadores, hombreou porfeitunente com
o gran le Gregorio VII, quer as boas qua-
lidades que ornavam o seu carcter, e quer
nos prnpros defoitos.
Professando os mesmos principios sobro
a natureza e uso da auloridade pontificia,
neuhuin papa, nem mesmo esse Grogoro
VII, quem tomou por rao lelo, o exceden
na observancia o applicrco das mxima* e
doutrinas consignadas as falsas decretaes,
e na collecco de Graciano.
* *
servir de chantre ou leitor; mas tudo
foi negado.
lhe
* *
Emfim norreu em Liege depois de ter
enviado, era II0G, ao filho rebelde a sua
espada e cora.
E para quo o horror subisse de ponto, o
deshumano filho fez desenterrar o seu cada-
ver, por ordera terminante do papa, sob fun-
damento do quo cumpria perseguir um rei
excommungado at a sepultura (2) 1
(I, Abbado de Millot. Hist, Universal,
tom. VI. cap. III, ed. de 175*.
Observemos:
Aqui Gregorio VII diz mui terminante-
mente : Conhecam os reis. e os principes
do seculo o poder do successor deS. Pedro,
Oiiando se diz ao nobre senador que os pon-
tfices romanos nvadiram o poder temporal,
S. Exc. responde: iYdo, nunca invadiram.
Examinemos os exemplos que S. Exc.
trouxe em defesa de sua negativa.
Uando o pontfice romano depoz o im-
perador da Alleraanha, Henrique IV, S.
Exc. diz que o fez, porque estava autorisado
pelas leis. Logo, primeira concluso, estava
autorisado pelas leis temporaes a exercer
poder temporal.
Nao haveria invaso, quero admittir
para argumentar, mas havia exercicio de po-
der temporal, o que prohibido igreja por
Jess Christo, que disse :
Regnummeumnon est de hoemunde,
0 Sr. Candido Mendes :Dehoc mundo
que nao teve origem neste mundo.
0 Sr Visconde de Souza Franco :
5. Exc. at o latim Iraduz a sua feicao.
(2) 0 Ilustrado Sr. Dr. Candi.io Mendes
de Almeida para poder justificar o pontfice
Pascoal II em relago a perseguido que de-
senvolveu e cima fica exposta, da parta que
tomou para resolver Henrique v a proceder
e as ordens da igreja. Pratique-se ajustica
sobre Henrique IV de mannra que ninguem. to criminosamente contra seu pai, e da ira-
possa duvidar que elle cahe por virtude do piedade de mandar desenterrar o cadver
poder da igreja e nao casualmente. deste, ha de ter grande difOculdade de o fa-
Entretanto o Sr. Dr. Candido Mendes d'Al- zer, a menos que se nao soccorra, e que nao
meida no seu discurso, que procuramos com- possivel em face de sua reconhecida hones-
bater, defendendo Gregorio VII da aecusa-
co de exercer omnipotencia sobre o poder
tidade, a esses tratados de moral escriptos
pelos casusticos raembros da amiga compa-
temporal, sustenta o contrario, exprimimdo- nhia de Jess, em muitos dos quaes se le
se nos seguimos termos: \ : entre outras, esta estupenda e horrivel ma-
Nao era isto resultado da^ei ecclesias-. xima.
tica, era o resultado da lei civil do impe-\ Vdo ha lei alguma positiva ou natural
rio germnico, que lodos acetavam e obe- que nos ordene e obrigue a dirigir todas as
deciam; nao ha influencia ao espiritual noisas acedes a um fim naturalmente bom
sobre o temporal / / le honesto ; isso seria um insupportavel e
CoBseguintemente, era divergencia com-, durissimo encarge-incompativel com a /r-
ptala com Gi-egorio VIL' hade o Sr. Dr. queza humana.
Candido Mendes permittir que nos, pelo. Bufferote. These sustentada no collegio
respeito que devenios guardar a to elevada, de Seuz, em 18 de julho de 1712, paginas
autoridade, tenhamos mais fna infallibili-j 8 a 16.
d.ade das palavras do summo pontifico roma-1 Cabrespine. These sustentada no colle-
no do que as de S. Exc, embora muito
competente para discorrer magislralmente
em assumpto sobreraaneira intrincado.
Anda mais.
Na sesso de 26 do referido mez de maio
K
de Rbodes 16 de margo de 1722 pagina
Mahoel de Sd. Aforismos, edico de
1590, verbo Simonia, paginas 342 e 344.
Francisco de Toledo. Instrucijo de sa-
S. Exc, respondendo em pleno senado, ao cerdotes, edicto de 1601, liv. 3.*, cap. 90,
illustre Sr. senador visconde de Souza Fran- paginas 838 e 839.
co que impugnava o seu monumental dis- Valerio Reginaldo. Praxe do foro da
curso, confirmou oque havia anteriormente consciencia (que consciencia t) edicto de
dito, como se deprehende do segrate tre- 1620, tom. 2/ liv. 23 cap. 11, n. 140, da-
cho: graos 237 e 339.
i 0 Sr. ViscosDfi he Sowia Franco:. Emuitos outros inda I l
Elle consi lerava-se monarcha universal
e absoluto do orbe catholico, querendo
que todos os negocios estivessera sub mu-
dados sua jurisdiccAo. Tudo quanto se pas-
sava na Europa e na Asia Iho porporcona-
va ensejo e motivo para roalisar e cstabele-
cer as suas ideas.
Tratava os soberanos como verdadeiros
subditos, e os bispos como simples vigarios;
impondo que uns e outros so sujeitassem
inteiramente sua vontade, e oxecutassem,
sera a mais leve observaco, as ordens que
expeda, qualquer que fosse a natureza c
importancia dellas.
II
Todas as socos do Innocencio III so en-
caminlrivain a consolidar a ennpetencia
que a curia romana apregoava ter sobro o
poder temporal; nunca o seu plano se distra-
hio do fim que tinha em vista, embora
fossem, como muitas vezos succodeu, fataes
as consequeBcias, no (pie igualmente imita
va o proceder de Gregorio Vil.
Vkarius Jesu Christi, successor Pe-
tri, Chrisltis Domini, Deut Pharaonis, ul-
tra Deuin, ultra hominem, minor Veo,
major nomine.
Assim defina elle o papa, possuido da
doutrina de seus canonistas de que sendo a
trra seta vezes maior do que a la, o o
sol oito vezes maior do que a trra, resul-
tava que o papado cincoenta e seis vezes
superior ao imperio ; elevando Larenlius o
pontfice mil e solcenlos e quatro vezes
cima dos imperadores e dos reis 1
Os elementos doste phantastico calculo
sao ignorados at pelo insuspeito o ultra-
montano Cezar Cantu, como olio o declara
na sua Historia Universal tom 7o, livro 12,
cap. 7. (2)
) partido lparial era representado,
era Roma, pelo preJwfb, a quera o impera-
dor da va a investidura cora a espada ; exis
lia tambera una senado desde o tempo de
Arnaldo de Brostia ; porn, a sua autori-
dade tinha sido concentrada pelo povo em
um s magistrado, ostranho cidade, e que.
com o lime do senador, chote supremo da
justiga, dos negocios civis e da torga arma-
da, se achava no centro doguverno.
Innocencio III, logo no di i soguiule ao
da sua posse, obxigou ese profeito pres-
tar lhe liomeuagtin regia, recbenlo o
manto do sua mo, c:n jeramento de re-
nuncia-lo no momento em que fosse reque-
rido da parte da igreja.
Roduzio o senador a exercer a sua auto-
ridade, nao mais em no me do povo, porm,
era uome do papa, ao qual jurou nao ar-
mar citadas, ao contrario de mantelo nos
direitos pertencentos a S. Pedro, e de pro
ver a seguranca tanto dos cardeaes, como
das pessoas u/fectas san casa (3).

(3) Abbado Ducreaux. Hist. do Christ.
tom. VI art. IX..
Cezar Caut etc.
(1) Avenel, no jornal dos Sabios, pu-
blicado em Franca, no anno de 1842, ci-
tando a passagera em que Huter, na sua
Historia de Innocencio III, chama a este
pontfice um dos maiores talentos de que a
Italia pode vangloriar-se, exprimio-se nos
seguintes termos:
Nao apologa; porm, juslica mode-
rada, ainda por um sentimento tnilo be-
nvolo.
(2) Devemos confessar que os princi-
pios de Gregorio VII e dos papas que o imi-
ta rara nao sao menos pergosos, que ph.m-
tasticos.
Procedem em opposico manifesta a
escola da antiguidade, que sempre despro
zou as pretences que ellos suscitaram e os
violentos procelimentos que tornaram, em
prejuizo da f catholica, e descrdito da
igreja.
E' ventado que as falsas decretaes nao
contribuiram p meo para os seus desvarios,
porm, igualmente certo, que nos mxi-
mas errneas, que dellas tirarara excederarn
os limites do tudas as ideas recebidas antes
deltas.
a Nao obstante a confuzo em que poze-
ram as antigs noces, era com tudo fcil
reconhecer ainda os limites postas pela na-
tureza, suggeridos pela razo entre o sacer-
docio e o imperio, os quaes Jess Christo
consagrara, a religio fortalecer, e os rae-
Ibores seculos da igreja sempre respeita-
ram.
Nio era necessario mais do que 1er o
Evaogelbo, consultar a Historia, e couside-
Depois de ha ver assim destruido a aulori-
dade real, assenlioreou-se de Ancolia, Spo-
leto e de outras praeas.
Lgou-jo contra o imperio com as prii.c-
paos cidades da Toscana ; restringi a lega-
ch da Sicilia, conceden lo a investidura ao
joven Froderico, filho de Henrique VI oda
rainha Constanca, aceitn a tutora deste
principo, ainda em tonra idade, nao com u
iitonco de protege-lo, mas sim com o desojo
de oppri.ni-lo ; pois que nao tardou em re-
velar o odio que vola va casa de Suabia.
eip extremo poderosa que consideruva ini-
miga latural da sania S '4;
* *
Pertencia a cora imperial a Froderico II,
pois ainda no berco havia sido acclamado rei
dos romanos.
Seu lio Piilippe, duque do Suabia, de
Franconia, e marquez de Toscana, tinha
cargo a r.-goncia.
0 papa Innocencio III aborreca extraor-
dinariamunte ao mesmo Philippe, porque
lando sidoexaommungado por Celestino III
desprezara, com insultante apparato, as cen-
suras da igreja. Por esta razo suscitou
coutra elle um enrgica cabala, da qual
resu tou a eleico do imperador Beltoldo,
inimigo declarado da casa do Suabia.
Pli ilippe omprogou o meio que julgou
infallivel para supplantar o pontfice roma-
no, finando que beltoldo desistisso do direi-
to que lhe fora contando, mediante onzo
mil marcos de prata, que recebeu : represen
lando, depois, aos estados que a menor ida-
de de Pre tarico ora urna circunstancia para
favorecer as intensos cavillozas do papa, fa-
zendo ver, ou p .r ambigo pessoal, ou para
montar a cora na sua familia, a necessidada
de sor elle oleito, e de tacto o conseguio (5).
III
Em breve, porm, Philippe, duque de
Suabia, levo de lularcom um novo concur-
rente e do sentiros efieitosdas iras do suc
cessor do S. Pedro.
0 arcobispo do Colonia, executor das or-
dens terminantes do papa, poz todo o paiz
era agitago, empregou todos os neios ao
seu alcance, ainda os mais arbitrarios, con-
tra aquelle; fez reuiiir urna pcqueiia dieta,
de elementos esparsos que polo encontrar
dos estados da Suabia, da Saxonia, de Na-
viera, de Franconia eda Bohemia, o foi elei-
to Otto do Brunwich, conde de Potu, sobri-
nho de Ricardo, rei do Inglaterra, o tercei-
ro lilho do duque de Baviera, Henrique,
denominado olea, cujas travessuras foraui
reprimidas por Frederico barba-ruiva.
Ao dinheiro do Ricardo deveu Olto o
seu triumpho.
*
Submettido o negocio ao couhecimento
de Innocencio III, o resultado j estava
previsto, nao poda deixar de ser do confor-
midado com as suas nstruccoes, com os
seus desojos, e feicao do seus interesses.
Excluio Frederico do throno, sob o fun-
damento de sua juvei'.'ule, e do precarie-
dado de urna regencia at attingir a maior
idade ; roprovou Philippe, duque do S a-
bia, consideran lo-o incapaz do oceupar o
mesmo throno, pelos voxames a que tinha
exposto a igreja na qualilade ita duque do
Toscana, mesmo porque ainda conservava
prisioneiro o hispo de Salormo, o a familia
real de Tancredo ; fez, emfim, um ponpo-
so elogio e encareceu as aprociaveis quali-
dades de Otto; declarando, porm. que a
eleico deste resentia-se do vicio do peque -
no numero de suffragios por elle obtdo,
que o embaracava em dar-lhe eonlirmaco.J
Nesta triste e perigosa situaco, creada -
sem a menor necessidade pelo pontice
romano, os dois rivaes appelr m para o
nico recurso que hav.i nessa poca, langa-
rain mo das armas I
0 duque do ftuabia augmenteu prodi-
giosanwrale os suus paludarios, por meio
de donativos que protligalisou ; mas o pa-
pa decidise, por ultimo, man lando um
legado excommungar Philippe e declarar
Otto imperador legitimo .
Se o houvosse tallo antes, teria poupado
muito sangue que se, derramou ora pura
peda da humanidad.!, c evitado as justas
qoixas que apparooeram contra a igreja.
* *
ilo maior prazer e em
Otto, possnido
agradecimiento, prestou, era 8 de junho do
1201, perante tres legados do papa, um ju-
ramento huinilhantissiino, que foi objecto
do viva e geral exprobago dos allemes, no
qual sesubordinou inteiramente i vontade
da curia romana 1

Entretanto o partido do mesmo Otto ia
em constante decadencia, ao passo que o do
duque do Suabia, alliaudo-se ao rei daFran-
g.t, uresceu de importancia, prouunciando-se
toda a Alleraanha por ello; pelo que, foi
necessario qutdle recorrer Roma para se
tratar de una accommodago em ordera a
por termo anarchii que reina va em
todo o imperio e de* urna maueira aterra-
lora.
*
Philippe, tendo oblido a ubsolvico de In-
nocencia 11, que com elle se havia con-
graca lo na esperancade'OMQf sea sobrinho
com a i.lha deste principe, coucluio treguas
com Otto ateo dia de S. Joo do 1208;
mas quatro dias antes que o prazo expi-
rasso, outro Otto, o de Witlel bach, duque
Ue Baviera, assassinou o por viugauga pes-
soal, pondo assim fim a guerra civil, depois
de dez anuos de combates.
* *
Todos os sulTragios se mauiestaram ento
a favor de Otto de Brunswich que, temi-
se casado com Beatriz, filha do duque de
Suabia, reuni as duas casas dos Welf e dos
UoheusUutau, e se dirigi Italia para ser
coroado.
*
* *
Innocencio III veio ao seu encontr at
Vilerbo, aondo o corou ; mas o imperador
e o papa pouco tempo viveram em harmo-
na.
*
* *
A arrogancia alloma posava aos romanos, e
alguus caldeaos, conservaram-se hostis ao
partido do Olto.
Este principe depois de terpromettido, se-
gundo o coslume, recuperar o que o impe-
rio tivesso perdido ; por conselho de varios
jurisconsultos, envidoii os seus esforgos
para reconquistar Vilerbo, Montefiascone,
Orvieto, Perugia e Spoleto.
Innocencio III tambera nao se deraorou
em tancar contra ello a arma favorita e ater-
radora desse lempo, excommugou-o, des-
obligando seus vassallos do juramento de
fidelidade; mas Otto proseguio no seu in-
tento impvidamente, pouco so importando
do juramento que humilhanlemente havia
prestado, perante os tres legados do papa, e
j se preparaba para passar a Sicilia, quan-
do as sublevages suscitadas na Germania,
em conseqnoncia lo anathema do pontfice
romano, o iizeram retroceder.
Por esta occasio, succedondo a morte de
Beatriz, sua mulher, foram desatados os
lagos que m untara iacgo suabia.
innocencio III nao deixou de aproveitar
to bello ensejo para delle tomar a vin-
ganga que desejava : oppoz-lhe Frederi-
coll.
*
*
rpr a conducta que os pastores do todas as
cathedraes maiores o particularmente os pa-
pas liveram at ento nostempos mais cala-
mitosos, e a respeito dos principes mais ex-
postos aos interesses da f.
Nao era possivel, depois deste exame,
e das reflexes naturaes, que delta resulta
riam imaginar que o papa, como successor
de S. Pedro, e cabega da sociedade catholi-
ca, formada por Jess Christo, tivesse a
menor autoridade na ordem civil, politiea
u temporal, o muito menos que lhe assis-
tisse o direito de depor os reis, dispensar is
vassallos do juramento de fidelidade que os
liga os soberanos, dar coras o tirar-las de
um para outro, segundo os seus caprichos
e ventados.
Todas estas pretenges que a curia ro-
mana formentou co n tanto ardor, e sus-
tentou com t infelizes esforgos, sao por-
tanto, destituidas do menor fundamento.
Nao se p le attribuir tudo ist a outras
co isas, seno ignorancia dos verdadeiros
principios, confuso em que todos os gover-
nosse achava n, e persuaso em que se es-
tava de que o chefe da igreja, honrado por
lodos os soberanos e por todas as nages, era
0 nico que podia sor o arbitro (los interes-
ses geracs, o o centro coraraum, d'ondo de-
viam emanar a ordem o a harmona.
^uem assim se exprime, nao por certo,
noiihum pensador livre eu reformador sus
peito ; mas sim um. respeitavel merabro do
clero, um escriptor orthodoxo, que foi at,
por um breve apostlico de Pi VI, como
j o demonstraraos no nosso segundo artigo,
elogiado merecidamente, por haver na
sua Historia d scripto todos os successos
da igreja cora exactido e clareza e resta-
belecido, recorrendo as fontes mais puras
todas as verdades, que a audacia eim-
postura de alguns modernos forcejam por
alterar.
Quem assim se pronuncia em fim,
Ducreaux. Hist. do Christ. .tom. 4* art.
VI.
(3) Ducreau. Obra cit. tora. VI. art.
IX. Cesar Cant., idom tomo VII liv. XII,
Antonio Vtale, Storia di S*nal
ma. SecXIII.
(4) Ducreaux cit. Abb. de Millot. Hist.
Univ. tomo VI. Epoch. V. cap. I.
(5) Ducreaux, Millot. Obras citadas.
0 joven principe foi, em Roma, acolhdo
com grandes honras por Innocencio III, que
lhe deu a sua hengo, e o raandou para Ge-
nova as suas proprias galeras.
.?.
Frederico foi coroado rei da Germania
em Aix la Chapelle, e de conformidadecom
as convenges taitas com o pontfice, confir-
mou todas as prerogatvas e dominios da
corte de Roma ; prometiendo recuperar, em
proveito da sania S, a Sardenha e a Corse-
ga, de que os Psanos estavam de posse, e
de lhe ce ler a Sicilia, logo que fosse impe-
rador.
Quando chegarmos no pontificado de Gre-
gorio IX manifestaremos o papel importan-
te quo este principe represeutou em rela-
go ao assumpto de quo nos oceupa-
raos.
Seno obstante o quo temos demonstrado,
e Sr. Dr. Candido Mendes d'Almeda conti-
nuar a sustentar, como fez no seu lumino-
so discurso, que os papas nunca invadiram
o poder temporal, e que a igreja, em tois
as pocas, sempre respeilou a rbita deste
poder : porque tudo isso nao foi resultado
d i lei ecclesiaslica, mis sim consequencia
da lei civil do imperio' germnico que au-
tor is iva os pontfices romanos a procederem
da maueira exposta, logo que os imperado-
res se afastavam da communho catholica ;
desojaramos que S. Exc. nos respondesse,
com a mj era sua consciencia, se as leis
civis do outras parles do mundo davam aos
successores de S. Pedro igual faculdade para
so haverera do mesmo modo, a contra gosto
dos povos. que eram sempre massacrados,
por exemplonos paizes de que varaos agora
nos oceupar.
IV
Franga e Inglaterra eram o theatro
das scenas as mais pungentes e aterrado-
ras.
Ahi Innocencio III. com suas bullas, ana-
theraas e legados dispoz de tudo, como se
fosse o supremo arbitro dos turnos e da hu-
manidade.
Tendo Philippe Augusto repudiado a In-
gelburges, filha do rei de Dinamarca, moti-
vou seraelhanta divorcio um interdicto ge-
ral no reino, posto que dous legados de Ce-
lestino til tivessem, sob a infalhbilidade
doste, declarado nullo o casamento em ra-
zo do prximo e prohibido parentesco.
Dosta maueira o parentesco annullava, e
nao annullava os casamentas, regulando-se
a materia peles interesses eventuaes da corte
de Roma, e nunca se saliendo quando esta
proceda regular e cannicamente I
Philippe Augusto, em principio, deu mos-
tras de firmeza de carcter e energa de ac-
eto, punindo os que inquieta vam o estado
no cumprimento das ordens do papa; mas
cedendo, pot interesses polticos, restituio a
'V'rf jr'' ,n89',,ar8e8 o titilo de ramha, deque tris-
temente gosou n'uma clausura.
fCsntinuar-ss-kaJ-
TVP. 00 DIARIO R0A QUQUS DE GA\UJ>
-
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i.


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