Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13008


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Full Text
AiVXO XLIX. MllEft 183
v ,
i
Poi
Cad
* -A 4 CAPITAL
mzes adiantados .
tos idem .
anuo dem .
noro avuiso .
E
rw
r^im
dji nur
LIG4RK8 OSE ff_ SE PACA PORTE.
........... 99&Q
......... ..... liaooa
............... tM>00
*............ 120
D0MI.\(,0 10 1>E AGOSTO DE 1873
9 --------------------------------
PARA lE.\THO
Por tren mezes adiaiitados. .
Por e ditos idem
FBA DA PROVINCIA.
v
Por..nove ditos idem
Por um tumo idem.
750
t;&oo
to*a*o
tTWKH
DE PERNA
'PROPRIEDADE DE MANOEL FICEJROA DE PARIA & FILHOS.
0. Srs. Gerardo Antonio AI ves & Fhos, no Tara; Connives Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de OKveira d Fillio, no Ceara; Antonio de Leiuu. Braga, no Aracaty ; Jote aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da SUva, no fetal j Jos Justin
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peuua; Belarmino dos Santos BulcAo, em Santo Antlo ; Domingos Jos da Costa Braga, emNaznretfe}
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das AlagOas; Alves d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
~ *' -------------------------------------------------------------------------,________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
PARTE OFFICIAL
"vi-nii. da provincia.
Ml'tDIKNTK DO da 20 n M\IO PF. 187!
1." -Virti.
Aflfu :
O presidente da prorlne, atteadend < tfl que
requerou Luiza Elias da Paixo, resolve conceder-
ihe tcenla para ir au presidio de Femando de
Norouua, nu primeiro vapor que para alai seguir,
levando oomagn os geuann constante
jimia, as-aguada |'lo secretario desta presld"uc*
OS quaes ii i pu lera i ser dase abarcados sem que
por parto eoaiaian.ianie dontosini presido se
proced a exam aliin ild se verilear si lia aguar-
dente nu ouira quilqu;r beb 1a ospiritu ij.l.
Orados :
Ao irijii^ir. r i.a nm11 u. l.u W ais.
&rvs*se V. Exc As dar saa* rdeas para que Ii >
je s i !i iras da tarde M a -iie i isl.ida e i> f reato
aa arsenal do marraba u u.i guardi com msica a
InuaVira,alim de az-r as huurasdevi.lis ai Exm.
Mvni. D. Lino Deud.ilo de Camino, hispa da
que para Ii ird do vapor /'a/vi.
A) mesmo. -Sirva* V. E.xr. de mandar por
era liiierJade u rerala J->A Gomes dos Sanios,
qae provnu iseneo l''?'l
Ao mes no. -A' vista do resal ido dj proco*
so de investigara i annexu a i seu ulll'iuda 21 do
i: ifreiite sol) a. iiO, a ijue se proceden para onh i-
c* do proceilimentn r.l pelo inaj >r graduado do
'> Oataluio de in.'aniaria.lloaio Luit da Gaina, QUO
se arh iva de estado ai liar ao nspeetivo ijitariel
co:a retereacia aos aMiiliviaicntos | ie s deraai
no Ootl'tgta de S. Kraaeisiro Xavier a i tarje do da
U do eorreate, luah) a diznr a V*. \i\>; i|Ue na-
de por eai KberJadfl o refer le niajor, e tranca
a Caiu letenle noti.
- Ao ai-san. -Tiaasaiio a V. Kx:., para sea
oali'.-iai-ato o aiiai iroVid MCiara l\spoi'.0,:i carta
i^H-luia por'cpia qaeao sup 'rinteadeatii da estra-
da de nrrq do Keeife ao >. Francisca dirigi o
cuofe d)lra'egt>da a;esiai e_-trada, relativaiieate
ai iirot-ediaieal) lid. pir um oilleial do liata-
l.i.i) de inhalara, viudo de Una nos trena do da
it do rorreato, eoainaadindi una escolta.
Ao inesaio. l'rans.aitto a V. Kxe.. para la-
7. -r ciie/ar as aUos da ex-tenente de voluntarios
da patria los Mina M ir.pies Ge*ar a sua inclus i f
(! aflei i, p.issala pelo eom liando d) ti' liatiliilo
d.- inr.iataria, a iuo iierieaeeu.
Ao oapit&o do porto. Sobr'esteja V. S. aa
rauteaaa para a corte, ate ulterior deliurracao des-
la presi leucia, do reerata Maaoel Paulo d)- Sal is
Ao eageaiieiro das obras aiihtare* Sendo
tUnodl A'iloai) Teixeira, antro o piMpoaeaies i
caladura e pintura do hospital miniar, o que aio-
Jwr. vanlageiu ulereee lajeada, visto cuno $0
lucuiube da execa.o desse servico pela quaatia
da t:3()0, poda Vmc. ueste sentido celebrar
CO elle ore peetivn coat.acto. QoaOtO obra da
c.ili ie.ie.io d; uai aiip.irellio id pop) do i|aaiteldo
9* bataihjl > d..- luliara, eomo ae doterininou em
II di corrente, h na do referido hospital, coafor
me ludan v"iiic. e n seu o.'Ticio de 21 deste mas,
ti*a!i> a dizer-ihe que chame aovamentj a coasur-
tea'la para essa obra
Actos-
O presidente da provincia, attondeado ao
aud rei|uerau Lnii Francisco Rodnguei Franca e
Me.! l alTeres d i batallia > n. .10 d i guarda naci-
a do municipio Je Cabrob, o vista da infor-
ni.icao do coiaaiaadante sunerior respeetivo em
utleio n ">8 de *> d i c urente, resolve que se ihe d
a gjiHi de que Irala o art. Y6 do leereto n. 1,130
da di de anreo de 1853 para o Recite, unJe Gsofl
aa residencia.,
O presi ieuto da provincia, altea dea lo ao que
r j leca Flix Jos da Silva Goawi, alteres do ba-
lalaio a. iO da guar la naeioaal do municipio de
Ipojuea, e vista da informacao do respoetivo
eoiaaiaadaate superior em o:Iicio n. 57 de 5 do
r. irrento, insulra que t Hie .1) a guia do que ira-
la o art. 45 do decreto n. 1,130 de 12 de maro.)
dj 185J para o d i Reeila, ondo Bsou a san resi-
dencia.
O presidente da provincia resol ve conceder
ao hachare! Folix Je rigueira Paria a demissio
I :e pedio do cargo d promotor publico da co-
nniva do II niito, iioniear para sabttftui-Io o sa-
chare! Jos Mara de Ara ti jo.
O presidente da provincia, .-mentando aoqne
requeren Manoel Jo* da Motta, escrivio do civel
deMa cidade, resolve conceder- Ihc seis mezes de
ieenca para tratar de saa saule.
l o cioa :
.ao l)r. chele de p .licia iateriao.Acensan lo
0 re;.i!)iineuto do ofHeio de V. S. n. 96i de i3 do
corrento, acompanhaado copia de nutre do del.'ga-
d i do termo do Cabo, em que pede para sereai
substituidas por entras as armas do aestacamen-
1 da guarda nacional alli existente, lenho a dizer-
I e em resposta que por ora nao pode ser attea-
di! i esse pedido.
Ao aiesmo. Acensando o rocebimento do of
De i de \. S. n 165 de 13 do corrente, acompa-
nb ido d; copia de outr i do d -lega lo do termo de
Cabrob, sobre a destacamento de polica all exis-
tente, e que por orden dosla presi luncia de 10
deste mez, foi mandado retirar, tenho a dizer-lhe
em rcs,i isla qae na mesma data or.lonei ao c mii-
iii unante superior daipiclle municipio para subs-
tituir por pracas da guarda nacional o dito desta-
rau ento.
Ao eoaiinan Jante superior do Cabo Mande
\. S dar ao ah'eres do halalhao n. i') da guarda
ii icional d i municipio de Ipojuea, Flix )> da
Silva ti enes, a gu:a de que trata o art. fcS do de-
creto u. l.|:.;- de 12 de marco de 183:j [.ara o do
Itecifc, oaJe, segund liaformou V. S. em seu olfi-
fi-i n. 57 de 5 do corrale, lixou sua residencia
Ao m esia iMande V. S. dar ao : Iferes do
liataluat D. -luda guarda nacional desse uiuaici-
jii i, Lnh Francisco Rodrigues Franca Melio, a
j!u:a de que trata o art. Vi do decreto n. 1,(30 1
aegunde inforuton V. S. cm *vi otBcio n. 58 de 5
d Brrense, xou sua residencia.
Ao coiuiuandante docorpo de p!:cia. )lm
de Vine substituir o actual commandante do des-
taca nento do coroo siib sen coaunaii lo. existen-
te em Taearatd. pelo capito Fernanlo Pacifico
de Aguiar Monlarnivos. qne presentenieate com-
miada o de Villa-Bella, ordoaanlo qnelle com-
in.tad inte qae informo sem perda de lempo acer-
ca da fuga do criminoso Ca^.
3.* KCfrtO.
Odiaos :
i Ao inspector da llusoiiraria de fa'ze 11 a.
Pevolvo a V. S. a retocan em duplicata que veio
aa.ievi a sua informadlo de 21 do correte sob
n. 93i, serie C, relativamente despeza feila na
iiuporUncia do iSji'XK) com 5 roer tas, que, vio-
ltos do termo de lagazeira, foram tomados do po-
der da escolla em cndano, alim de que solicite do
governo imperial o crdito preciso para ler lugar
o pagamento devalo, cerlo de que nesta data vou
dar sciencia ao Dr. ehefe de polica desta minha
delibericio.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. para os devi-
dos Sos as 3 inclusas ardeos em duplcala, sob
as. 934 a 936, expedidas pela reparcao do al-
dante general em 29 de abril ultimo e em 6 e 12
do corrente.
Ao mesmo Ten jo nesta data ameritado o
engenheiro das obras militares a contractor com
IHiaooJ Antonio Teixeifa, pela quaatia de i;39s),
a candara e pintura do hospital milirar. oreadas
od 1:7.)i7(51), asim o couviiunico a V. S. para
os fias convenientes.
A o in-ipocl ,ir da llnsouraria provincial. -
Ini-iralo do ipiaiilo expnz V. S. em sea o.Ilcio de
21 do corrala sob n I0>, acer>;a da reda^o to*
mala pelo Dr. Silvino Cav.ilcanle deAlbaqu'erque,
de desistir da compra que pretenda faz.-r totea-
da provincial do sitio d >s II mu -dios, tenho a dizer
que anule aaaunjiard: nvo venia do iiiii-
cioaad > sitio.
Ai ans ni.Altea leu lo ao qae exp'aleu o
bach.ii-.'l Manoel Pereira de Maraes Piahein nr> ia-
clus) reluu-imuto, aut'iriso V. S. a miniar pa-
garaosnpplleantsa gratilicaeo relativa ao mez
de l'eveiviro deste anuo, por ier substituido, cm
virtu'le le designadla d i Mga 1 ir do gv naasio pro-
vinral, a 1'Cadoiradeguographia e historia da-
qui'll est ibeleciinoato, na amencia do Dr. Manoel
da Kgaeir'n Paria
Aom-sim C>.nmunieoa V. S. para osde
viJos ni que a 2i do corrente enlrou no exere-
ci< d i cargo de rogador interino do gymnasio pro-
vincial o Dr. Augusto Cirueir-i Monliro da Silva
Santo*.
Ao m um >. Hemetto i V. S. para sen to-
nheehnento a devida eieeucao copia Ja lei n.
1,0)2 d i 2i do crrante, abralo u n crelilo sup-
pleanataras veriasdi le d> orerma'. vigente
na importancia de ll':712*lo.
Ao inesmo. Ailendend i ao que expiz--
raai Cao n \ vanla ao iii-laso re la^rim-nlo, au-
liiriso V. >. a manjar aaenher dos tupplie.tntea a
qnantia de 7-iliS ', pie oler.ceram pira as obras
do hospicio de alienados, e'recolher aos dessa the-
si.ir.ni.i ar 2.' ordeai da presidencia.
4.' serritn.
Actos :
i) pr 'i lente da provincia, alten lando ao que
requeren Ktonterin Ribarto Pirares di Bspirito
Sia'.o, [irofessor di iastruncVi primaria da cade-
rada povoa.'iii de tlthoei,e lolieai visti a in-
l'oiai:i;4i dedirectir geral interino di iaslruccao
publica, d.i 19 Jo corrate e a olleio sob n. 147,
resolve .mu :e lar-1 lio 3) dia* 4e lieenen con ven
cimea! is ni fr.na di lei. para tratar nesta cilide
de negocio; de sea puticular interesse.
O presi late da provincia, attendenlo aoque
re.|aereu AiliM Clementiai deSouza Darros, e ten-
d em vista n informacao do director geral interi-
no da iast uecao publica, de 19 do corrente, em
aflbio n. ll, resolve conceder Iba 30 das deJf
eenoa com venalnnntos ni fr.na da lei para tratar
nesta cidade de negocios de sea particular inte-
resse
i-ios:
Ai Exm. Sr. bisno di leosano.Ka vista do
qae resolreu a asseaibli legislativa provincial e
consta d i offlcio junto p ir copia do respectivo I."
secretario, qneira V. Exc. omittir novameale o j-.i
parecer sobre o proiecto a. 8 i deste anuo, que re-
gula o* limite das fregaezias de Pao d'Alho c
Gloria de Gaita.
Ao mesan.Acc n> a reeepeSo do olllcio
d-la data, em qae V. Exc. Ilvma. declara lor de
seguirs tres horas da larde pan a saa diocese o
Rxm. o Rvm. Sr. bhvpj Je S. Paah, D Lino Deo-
dato Rodrigues de Carvalho. Eai resnosla cbe-
me dizer a V*. Kxc. Rvmi. q 10 fieam expedidas as
nec '.-sanas ordena no sentido de aeharem-sc pos-
tadas n, caes do arsenal de marnha as horas ia
dicadis, nao so a guarda desuada a fazeras hon-
ras devidas ao mesmo Exm. Sr. hispo, como t.im-
bem a galeota qneodevo eondnair at bordo do
vapir i|ue luje 1-argi pira o sal.
Portaras :.
A' cmara muaicipkl da Recife. Declaro
liim.i. cmara municipal di Rocife, en resposta
ao sen oilicio de 21 do c irreal-, qae approvo a
comprado barraeaasitua-lo no largo di Corpa
Santa, contracta lo com o procurador do viscoale
J' Suassuna pela qnantia do 8:0 lOAOOO, sendo qua-
tro ao paasara respectiva'escriptura, dous a praao
de 12 mozos e 2 a de 18.
'. aue por portara desta data foi concedida ao
bacharel Flix de Figneira Paria a exonerago
que pedio do cargo do pn.no|or publico dessa co-
marca, e noineou para substituido o bacharel Jo-
s Maria de Araujo.
4.' seceo.
Ollicios:
Ao I" secretorio da assembla legislativa
proviucial,-N 139.-De crdem.de S. Exc. n Sr.
pr dente da provincia, paso s mos de V. S.,
aiiai de seren pie-entes assembla legislativa
provincial, a peticao e mais papis annexos, que
em olicio de l d crreme foram enviados ao
mesmo Exm. Sr. pela cmara municipal do Red-
fe, relaliv.imeate a urna representado da Boeto'
dada Amor a beneficencia dos talhadores de car-
nes-verdes contra os marchantes desta capital.
Ao mesmo. ?i. 110. S. Ele. o Sr. presi
dente da provincia, a (mam foi presente o seu olll-
cio desta data, sob n. oi,' manda declarar a V. S.,
para fazci constar a essa Ilustre assembla, quc|
amanh a una hora da larde receber a eom-
missio que tem de apresenlar alguns actos legisla-
tivos (anecio do mesmo Exm. Sr.
Ao Dr. Bernardo Pereira do Carino Jnior,
secretario da presidencia da provincia das Ala
tea. Com o ociosa exempiar impreeso do regu-
lamento do cemterio publico desta capital Oca sa-
tisfeita a requisiyao de V. S., contida em seu olll-
cio da 21 do corrento.
_? ___SS ?"S!" mmc" e',m a fojniaidos os membros das differentes commi?s5es da. A colleccao dos pianos, clavecins e outrns ns-
ar, lando dais portas, janellas com vidros expos.ca DESPACHOS DA PHKSIDKNCIV 1);; S l)K AUOSTO D3
1873.
Augusto Jos Fernra. -Indefemla.
Antonio Vctor do S Barreta. Deferid > com
offlcio desta data a thesouraria provincial.
Antonio Victor da S BarretaPasse portara
eoneedepdo o prazo improrogivd de ima'rd me
zes.
Antonio Maria Moreira da Silva. (ufarme o Sr.
nrovedor da Santa Ca*a de Misericordia
Caetano Francisco D irSes -Passe portara.
Ha-menegldo Editarlo 4o Reg Monteiro. -Re-
niellido ao Sr. capito do porto pira, qae delira ao
supplicauie, u na vez qae ':q>.vi o'niotivo qae o
iaipedio a couceJer a licenca, c iai i declara o sup-
piieante.
Bacharel Hennogeues Scrates Tavares de \'as-
concellos. Como requer.
J laquim Francisco da Paula Estoves Clemente.
Informe o Sr. inspector da nesanraria de fa-
londa.
Joo Pereira Chaves. Infirm" o Sr. inspector
da ihesonraria de fazeada.
Joo Krancisca de Sonta. -Pa ma d) estylo.
Maria ugu ce loado 6) das de licenga
Rita Francisca .1 is Aojos Chacn, -t'asse parla-
ra concedendo 3 mezes.
Waldetru les Primitiva da Foaceca Telles.Pa-
se portara concedendo 2 mezes de licenca.
Fr. Venaneii Mara de Ferrara. -Deferido com
ollicio di'.sta data ao Sr. thesoureiro das lote-
ras.
Vicenta Ferreira di Pcrciuncaa. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazend.i.
Viconto Prandsoo da Costa. -dem
Secretara da presidencia de Pernambuco, 9 de
agosto de .873.
O porteiro,
SUc-ho A. /WnV/Mi'.
"EXTEMOE.
Cari'e.vjiamleacin particular lo
Bbiiiro -< &*eriiitmbiico.
O.' SCCCHO.
Oili -ios:
Ao engenlieiro ehefe da renartico das obras
publicas. -Sciente do aue expe Vai. em ontoio
ile 2> J i corrente son n. 219, lenho adiz-ir-lhe em!
resposta que deve exigir da oompanhia RiGife\
Dni'niii-i a llanta approvhda par esta presiden-
cia, ali ii de verificar s a exocuclo das obras foi
ou uto alterada. Essa planto Javo ex stir en po
dar d i mencionada eompanhii ; p irunanto na >
erivel qoe toaba ella desapparacido, oai i ae nite-
ceu com a qae havto na secretaria do governo
Ao eagenbeiro encarregada das obras ge-
raes. -Para cuuipnuientodo aviso do ministerio do
imperio, do 16 do corrente, haja Vmc. de fazer um
oreamento da doapen uecossaria para a limpeza
da caes, na parte froateira ao aneouradora desta
capital.
Poriaras :
Do Srs. agentes da eompanhia de navega-
transporte corte,
marmlia, no vapor
ca i braatleira mandem dar
p ir coala do miuisterio da
Para, aos reerutea, Manoel Paulo do's Santos e
Joo Baptista Monteiro.
Os Srs. agentes da eompanhia de na-egacao
brasileira minlemdar transporte para a corte ni
vap ir Pac, por coala do ministerio da guerra,
aos remitas constantes da inclusa relaco nomi-
nal, e bom assim ao soldado da 9' batalhao de in-
fantaria, Galdino Fraucisco das i.hagas, que leve
transferencia para o i* da meama arma.
RglacSo qtu sr. refere a portara supra. An-
tonio do*Santos, Francisco ae Assis RocIki Ban-
deira, Francisco Antonio dos Sanio-, Francisco
Ferreira de Lima, Jos Vierad) Mello, Jo- Fran-
cisco Alves, los Lufa de Franca Segundo, Justino
Francisco de Salles Alves, Joaquim Jos de Sania
Amia, Locadio Antonio Meirclles, Mauocl Laurin-
do dos Santos, Manee Jos Javencio, Manoel Pe
firo Desiderio, Manoel Jos dos Santos, Manoel
Jiaqumi Je hvira. Manoel Jos Celctino, Fr-
niiao Praneiaeo de Lima.
EXPKDIKNTK DO SKCUKIAIU).
1.' sera'io.
O Rdos:
A o director geral da secretaria de estado dos
egi?r is da guerra.De ordena da S Exc. o Sr.
presidente da provincia, restituo a V. Exc. a n
clusa caria confidencial, que por eugano veio pa-
rar maos do mesmo Kxm. Sr.
A brig.ideiro commandante das armas. -S.
Exc. o Sr. pie* dente da provincia manda deca
rar a V. Exc. qae licam expedidas as conveni-n-
tu- ordena para seren transportados corte uo va
pii Pira, ni i SO OS recrulas constantes da retocan
aaaexa ao seu olicio n. 5 7 de 2i do corrate,
mis tamben) o de nome Firuuno Francisco de Li-
ma e u soldado Galdino Francisco das Cnagas, de
que trata o offlcio desta data sob n. 5V7.
Ao capito do porto. S. Exc. o Sr. presi-
denta da provincia manda declarar a V. S. que
nesta data exped a necessaria ordem, alim de
serem transportados corte no vapor Pfir os re-
crulas, Manuel Paulo dos Santos e Joao Baptista
Monteiro, de que trato o seu offlcio de hoje sob
n. 114, que julgo assim respondido.
2.' seceo.
Offlcioi :
Ao Dr. ehefe de polica.-0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. qoe
nesta dato autorisou a thesouraria de fazeada a
solicitar do governo imperial o crdito necessario,
alim de peder ser effectuado o pagamento da des-
peza de que trato o sea offlcio de 19 de margo
deste anuo.
Ao juiz de direito do Bonito. O Exm. Sr.
presidente da provincia manda commuaicar a Y.
Vienna WAustria, 3 dejalhjdti 187i.
(Conclusao )
Jullto 12.
Hontem. noilo, liouvc uo VoUugarlm (j.irdiin
do pavo ) um esplendido concert musical promo-
vido pelo maestro E Srrauss. Fui muto concur-
rido pe! > mundo elegante de Vicua. As 8 horas
da noite alli apparoceu a nossa princeza imperial
l). babel passeando, apoiada no braco do duque
de Cobourg-Gulta : o cunde J'Eu dava o braco
sua ta, a limpieza de Cobnrgo-Qelta.
Ao ver a augusta princesa do llra-ul o maestr
Str iiiss, rompen o bymno brasileira, locado pela
orchestra, que elle regia, e frenticamente appl.iu-
ddo pwr inuitos brasileiros, que all estovam reu-
nidas.
O concert era executado por duas msicas, una
militar c entra de orchestra. O jardim, que lin
dissimo, estova inulo bem Iluminado, e repleto de
espectadores.
Oi delegados do comincrcio de lnglaterra
deram honlein um jamar de 70 talheres no restan-
rant Kviease, e presidido pelo Sr. Qwen.
0 harao Schwm, dueclor geral da exposicao,
faza parle desta reunan. Levaotou elleura brinde
ranha de Inglaturra e ao principe de Galles : o
Sr. Owen agradecen, hiendo um brinde ao impe-
rador d'Au.-tra, cuja solicitada se deve o bom
resultado da exposigao universal actual.
Continan) os suicidios :
Vicenta llegadus, caxa do caminho de ferio do
norte Hngaro, e que havia das linha desappare-
cido, deixaudo a <.aixa com graude desfalque, fui
encontrado incrto em um lugar ermo de Ofcn. O
infeliz suicidara se com um tiro de pistola.
Um rapaznho de Pesth ( Hungra ) de nome
J. Sleuitz, sendo reprebenJid pelo pai por esira-
vagancias, que lazia, Union suicidar-se disparando
em si una pistola, quando com oulros dava um
paaseio em carruagam.
- Da um jornal que aqu si publica extiabi-
inos o segninte, acerca dos thesouros do Slicab da
Peraia, que lo admirado esta seu Jo em Pars :
Os thesouros do Shah datam da conquisto, ou
antes da dissoluco do imperio Mogol por Tiah-
luasp-Kouli-Kau.
o O ehefe per.-a nu cunsento que o imi)erador
licasse testa de seus estados seno depois de
Ihe havia- litado quatro provincias e tuda quautu
aquelle niouaicha c o theso.uru publico, assim
como as prlncipaes cidades, lenhain accumulado
em joias, diam aites, pedras priciosas o em QUro.
Delhi fui lilteralineuie arruinado.
Calcula-se o prejuizo ean>do ao Mogol por
esta depreda..-o dos persas ua fabulosa somma de
125 inillics de libras ste'rliaas ( qusi a somma
que os fraucezes pagaram aos prussianos por
iudeumisaQao de guerra) sem contar o val ir qne
reprsalavaai as joias e os despojo* do palacio.
a S o palacio do imperador do Mogol encerra-
va thesouros inestimaveia : a sala do ihrono era
toda forrada de laminas de ouro : diamantes im-
mensos oruavam o tocto : doze columnas de ouro
masftoo, guarnecidas de perulas, e de pedras pre-
ciosas formavam tres lados do throno, cujo docel
representa va a figura de um coloss.il pavo, que es
tendendo a cauda, e abrindo as azas cobria o mo-
narcha. Os diamantes, os rubis, as esmeraldas, to-
das as pedras, de qne este prodigio de arte se
compunha, representavam as cores de que este
passaro ornado.
As mais bellas joias.as mais estimadas do thesouro
do soberano actual provem da conquista do Mo-
gol.
J qne fallei sobre o thesouro do rei da Per-
sia, darei tombem urna ligeira noticia dos thesou-
ros dos'sultoes, expostos no palacio da exposicao
universal desta capital.
Esto ellas collocadas em um compartimento es-
pecial entre as galeras turca e persa. ET um
de cures, e copula com o cscenle do rstame
O interior denle kv'sque esto ornado com mulo
gusto 6 moda oriental. O thesouro do soJlo esto
expuslo dentro delle em cio armarios, devida-
mente resguardados contra a demasiada ctiriosida-
de de algum habilidoso virilante. Cinco lampeScs
seme idos de pedras preciosas esto susfieusos no
meio da cpula.
O objecto que mais atlrah a attenco d publico
o lliron i histrico d i shah Nadir, collocado uo
ceiiiro do kiosque.
Bata liiruuo |ierteiiceu oulr'ora ao referido so-
berano, e que o perdeu depois de sanguinolentas
derrotas que Ihe deu o sulto Acmed lil.
E' incontestovehaente um mnvel riquissimo : so-
cuente o throno do lirio-Mogol Ihe poda fazer com-
pateada. *
O asseiilo de madeira, espaeoco, repoosa
sobre quadr ps baixos e grosseiros : circulado
pur una balaustrada encaixada em urna tonmea
de ouro, semeada de pedras preciosas. Os ara-
bescos, em estro persa, que formam estas pedras,
eiilre as quaes se, veem pedras de im.nenso valor,
sao iioiaveis pelo seu desenlio e bom gosto. Us ps
desta exquisita eadeira sao lambein cuberas de
pedras linas, notando n entre ellas perulas, rubs
e esmeraldas de tamanho enormes.
Avaliam-se em 12 mil as pedras linas, que fo-
ram empregadas para omamenar este movel; e
em dezenas de tnilhoes de francos o seu val ir in-
Irisico. Tan i ico c valioso traste niotem valor
pelo lado d arle.
Ao lado deste thruna v-so a ariiiidura histrica
do sultn Mourard I qae fiiudou o primeiro do-
minio otlomaiio na Europa, e pie fui assas-inalo
em 1389 por um rapaz lilho da Servia, de|iois da
batolha de Kosspwu-Pota
Esta ai alad na devia t jr sido feila por um .'ir-
lisla, que na? arles orientaes oernpasse um lugar
anlogo ao que na arle italiana da renascenca ec-
cuiiou Benvcnnta Gellini.
A referiJa ariiia-lurn, a espada, ou alfange, a
'tiussa, e a uiachadiiiha que pertenceram ao gran
da conquistador, e.>too decarados com lima rique-
za toda oriental, isto, com brilhaiiies, peredas fi-
nas, turquezas, e rub, cujo valor representa a
somma de inuilos iiiilhes de francos : o trabaiho
fina e exquisito ; e as ornamentacoes em ouro e
pedras preciosas engastadas em ac polido produ-
zem um eireito deslumbrante. 0 estylo destas ar-
maduras iiuurisro, e muito semelhante ao dos
Sarracenos nos taaos das cruzadas.
O capacete de Mourard I, de ouro massieo, e
cuizeliJj com inaila re, da um valor fabu-
losa
O throno de Nadir, c a armadura de Mourard I.
constiluem as duas prucinaes pecas do thesouro
do- Milloo ; ludo o mais que se ihes segu de
valor Interior archcologco, arti-lico e material em
cumpa; acio com o destes dous ob'ocios.
A cullec.ao de porcelanas antigs, ehJnesas c
japoiiezas, que o su 'o Soliu I trono do Egypto
bstanle curiosa, mas ha inelhores nos muzem
europeiis : nu raccede o mesmo com a coUecco
de videos o CfYstics.
Os quatro aitiiari-is qne acenpm os nichos das
lalas contom qnalro eotteegoes distncias: ar-
maj.de fugo : armaduras: yalagauns, punliae :
em fin objectos de uso domestico.
A colleccao de armas de logo umita rica, o
conten ipedinens da iodos os tamanhos o de to-
dos os gemios. Todas estas pe .as s.ao i eamcnle
Irabalhaaas, e ornadas : alguinas esli eobertos
de pedias li'nissimas. c da incrns'a.aies magnificas
de iiiarliiin, madreperola, a coral.
Notase cutre lodos um polvariiiho de ouro, era-
vejado de brilhanles de urna agua maraviliiosa, e
que prodnz um efleitoaliuiravel.
A cullcc.-aa de armas brancas parece anda
mais rica, a conten) taml-eai spec nens de todos os
tamanhos e gneros, lufi.-lizuiente os objectos que
a cuiiipem uao foram bem esludadus sob o ponto
de vista archeologlco, eo e.taiogo nio os define
alisfa.'toiiainent.'.
Assignalareaos quatro careases eobertos de bii-
Ihanles o esmeraldas, assim como mallos tinteiros
de serpentina (pedra), de laplazzul, e de tur-
queza.
- A pe.a mais uipoi taute um punhal, cujo cabo
fornudo d'- tres esmeraldas, das uaes duas sao
do tamaito de urna noz, c a terceira do tamanho
de um ovo de gallmha.
A collecciui le armas de guie (cortantes) cono
tem umitas pecas de subido valor hislorco : entr-
illas v-se a espada qne Mahomet Ii Iraza na lo-
mada je C onsiantiiiiipla.
Nao se deve cunfudir esta espada com a
famosa espada do propheta,que os sult-s irazeni
no vto de seren coro idas : a |ue esto expasta
de ac de Damasco, e apparelaada muito simples-
mente com mariim.
A culleec.io do vasos, bilhas, garrafas e pratos
de ouro, e de prata dourada conten amitos objec-
tos not iveis sub u ponto de vista artstico e archeo-
loitico. S o sobre lado notaveis os servicos para
caf em liligrma, os lebibuks cm niarfim, e m-
bar, e o lavabo < lavatorio ) de campanha do sul-
to .Mahomed IV, em cauro e estanto de una or-
namentacSo lina e origiml.
Este thesouro, de immenso valor material.artis'.ico
B archeologico, coiistitue una das mais bellas e ri-
cas olleccois do m ndo. Era apenas conhecido
por vagas desenpeoss le alguns viajantes : a sua
vista era apenas perniittida a algum privilegiado,
que alc.uicava a custo a grande honra de obter
um firmn do sultao para visito lo.
Hoje, grapas bandado do actual suito, s?ni
firman, sem dlkuldados, qaalquer pessoa seja
qaal for a sua posicao social, pode verificar al
qae p aito a realidade rorresponde ao que a phan-
tasia oriental n-s tem contado a tal respeito.
/n//0 13.
A e< avte do Bario Sbwaoz director geral da
exposieb, fo-am hontein quasi loJos os membros
Ja jury geral fazer urna excursio aos montes Alr
pes Semmering.
As dez horas e inca da in.uilia, dous trens ex-
pressos da cuiinno de farro di sul recberam para
mais de 3o0 convidados, que se acliavam reunidos
no Pratei, ao lado da grande galera das machinas
do palacio da exposicao.
Percorreudo a linha aiaMurzzuschlag locaran!
os trens nos segrales pontos : Nuuladl, Gloggnlz.
Payerbach, Klamom, Breittenstein, Semmering o
Sp'ii.d.
Os panoramas que se daseuvolvem de Payerbach
at o ponti em que finalisou a excursio sai cto
urna belleza admiravel.
As obras que naqucllas montanhas se. fi/.eram
para por ellas passar o caminho de ferro, sio ver-
ladei os prodigios d'arle. Do citado ponto Muz
zuschlag fizeram quatorze tunis, dos quaes quatro
dj grande extensio.
Em alguns pontos sente-se arrepar os cabellos,
quando se observa os despenhadeiros, beira dos
quaes pastan* os trilitos.
Na ultima eslacio foi servido um jamar ligeiro,
no qual alguns brindes foram feitos entre os con-
vivas ao som de urna excellente msica militar,
que alli se acbava postada. A's seis horas da
tarde voltoram os trens-, chegando capital s 11
horas da noute.
A commissio superior da exposicao nao pou-
fa esforeos e despezas para oflerecer aos seus
ospedes occasiSes de divertimentos e de instruc-
tivo recreio.
No palacete do Bario de Gargen, em Lands-
trasse, ha todas as segundas e qmntos-feiras ex-
ceUeales#flirf, para os quaes sao convidados to-
eompanhia, da qn:d fazem parte os homens mais gresso que se tem feito evidMtissimo. *
notaveis Jeste paiz, honrando-a com suas presen- Os panos amigos linham ahorma de urna mesa
ca o archiduque Regoier e oulros principes da quadrada, apoiada sobre quatro ps anuito fin, e
rasa Imperial, bem como o ministro da agncultu- continham apenas de 4 a S oitavas: o asen era o
ra o alguns do seus collegas de niinisterio. I de nma guifrra ; nao linha analoga conros sons
Como sabe, esta a trra do fanatismo rel- harmnicos e grandiosos dos pianos modernos,
gloso : aqu o clero, adiado pelo governo, domina, Entre os pianos antigs, que alli esto expostos,
> espirito do povo. Pois bem, aqu a maconana notam se alguns da grande valor histrico, por
ii.tb.ilha rranc.imenle, som a menor opposicio dos exomplo, o piano do Mozart; o de Havdn, e o
hispas e d seu clero. que a cidade de Paris ollreceu em M a Bee-
Nodiall do crranle deram elles um grande tbowen.
jaular em um dos principaes botis desto cidade,
e que foi descripo por urna Mha diaria nos so-
guales taruma:
o Os francmaroes rennram-se pela segunda
vez no ostabelecimento Diwischowisky, no Prater.
Um janlar fraternal, lembranca dos aaligos feslins
dos primeiros seculos da nossa era, foi dado 120
membros Jas diversas lojas representadas na ex-
posicao.
O Sr. Schneberger, presidente da lija Huma-
nitas, levantou un toasl ao imperador Francisco
Jos (magesla le apostlica ustentidor do papa)
que fui frenelicaniente applauddo.
O Dr. Riegel pnnuuciou em lingua ingleza
um speerk, que muito agradou. Bcbeu a paz e
lib.Tilade. (Freedon and liberly).
Um italiano, M. Mrchese, fez una notavel
eOtuparafao cure a Italia c a Austria: enlre ou-
tra's consas, disse que a pennsula itlica, ape/ar
des estfeos inauditos do obscurantismo, hoje um
dos paizes que coala mais espiritos esclarecidos na
classe media, e inas firmes defensores dos dreitos
do honirio na classe superior.
Um suisso, M. M.irel, fez um discurso, em
que mostrou urna erndic^ao pouco cumaiuin. Di-
rigise aos italianos, aos fraucezes, aos allemes
e aos lindases, a cada um ca sua bngua, e com paciencia sao de encamar pela delicadeza da exe-
rara lacilidade. Cuc.o e finura dos desanos.
Nq da I.- de agosto prximo lera lugar outro Tambem se vem photograpbias Utocadu por
iianquele j mulheres, e outros nuiiios trabalhos vindus de fa-
Julho lo.
GoBMCOJ fallandolhe sobie as variacoes da at-
Todos estes instrumentos fo de unra construc-
cao lo frgil que bastara que qualquer de aossos
modernos pianistas nelles tocassem por einco mi-
nutos para qne ficassem completamente arruina-
dos.
O piano fraco e lyrico do siulo XVIII nao pe-
dia ser tocado senao por um Mozart ou Schubert,
melanclico e sentimental, entretanto que os pia-
nos actnaes te Herard-Pleyell, e to Bosendorfer,
parecem feilos para Hercules da forra de Wagner-
Liszt-Thalberg e ontros.
O fabrico das raberas, violoncellos, violos e
outros instrumentos do mesmo geuero nao tem fei-
to pngresso. A colleccao de violoncellos, harpas,
guitarras, muto interessanle e digna de ser estu-
dada.
I'^ia parte da galera em que esto os objectos
sobre que teulio fallado, foi destinada exposicao
dos trabalhos das mulheres.
Alli enconlram-so esplendidas iinitocoes das an-
tigs rendas italianas c flamengas, bordados sobre
o brim, sobre o lnho e sobre a seda, trabalhos de
crochel, llores artificiaes, e entre outras, um so-
bel ba ramal hele de llores fetas com azas de in-
sectos.
Tudas estes pequen is chefes d'obra de gosto
mosphera desta Ierra, e acabo dizenJolie que de-
pois de quatro das de ianopoortavel calor, e in-
cnniaiadativa poera, temos hoje um da de in\er-
uo, acompanhado de Irovoadas.
Nao so tem mais reproditzido casos de cholera
morbus, ao menos que se saiba.
Hontein, s 9 horas da manh, parti para
Gaslein Sua Alteza a princesa D. Isabel e seu au-
gusto esposo.
Suas Altezas foram receladas na estacao do ca-
1 brcas em que smenla ellas trabalhaia.
Entre outras fabricas manejadas to smente
por nuil eres, sao mais notaveis as de fiar, fabri-
car porcelana, na qual os desenlies sao tombem
trabalha das mulheres, fabricar agulhas, alfincles
e perulas artificiaes. lm destas ha militas ou-
tras, em que as mulheres encontrara os meios de
honestamente vverem co.n um certa b m-estar e
independencia.
Fico aqu por hoje, at que nova oeeasiao
se me olTereca de remetter-lhe.- as minhas toscas e
mal ainhavadas linhas, as quaes todava procuro
DIARIO TElN_ittBOiX)
nuil o de Ierro pelos membros da coimnissao bra- ser sincero, cingindo-mo iuvariavelmente a ver-
silciFa da exposu;ao, leudo vmdo da casa da sua dade.e sem espirito de deprimir nnguem.
residencia acompanhadas pelos Duque e Duqueza .4. de A.
de Coburgo Guita, Duque ae Saxe e ma irmS, e
ministro bra-leiru e seu secretario.
No dia anterior Sua Alteza dignou-sc receber as
despedidas dos brasileiros, especialmente do3 mem-
bros da tommisso da exposicSo, que, cora suas ni?ripp in itfl AfAQTii np i7-t
familias ae dirigirn! casa de 1residencia do m- _, J-Ut-b. 10 DE AGOSTO DE 187J.
nistro do Brasil, lugar parosle lim designado por i noticias do norte do "'ipcriu.
Sua Alt za. Amanheceu honfeni cm nosso poito o vapor
A's tres e meia horas da larde, reunido crescido, braslleiro Cruzeiro d.) Sul, trazendo dalas : do
numero de brasileiros, chegaram Suas Altezas, jl'ai' 1. do Maranho 3, do Cear i, do RioGran-
aeompanhadas do Sr. Duque de Saxe e Barao de, de 6 e da Parahyba 7 do corrente.
Santa Isabel, e foram recebidas ao som do hymno para'.*
orasleiro, locado par urna musir ali poslada a Contmuava em seus trabalhos a.assembla pro-
convile do Bar3o do Porto Seguro, nosso ministro, vincial.
A todos ilexou Sua Alteza penhotados pela ama-1 Na Seasio de 19 de julho o Sr. deputodo Dr.
hilidade com |iia se dirigi a cada um de per si, Lobato mandn a mesa urna niocao, que foi ap-
sera s etiquetas to usadas nesta trra da mais provada, lembrando assembla geral a erearo
nsupportavel aristocracia. (de una escola de marinha na cidade de Belm.
O barao de Porto Seguro convdou Sua Alteza Depois de ter descarregado ludo quanto ra-
para tomar urna ligeira refeicao, coiiduzindo-a para zia para o Para c parte do qne conduzia para o
a mesa com toda a ceremonia do rituario diplo- Ceara, conseguio safar se do baixo oude encalbou
maUco ; mas Sua Alteza clispensou o massaute ce-; ao demanar a barra de Bclm, o vapor inglez
remonial. c manduu coevidar a tolas as scnlioras Paraense, da Red Cress Une, de Liverpool.
e eavalheiros presentes para Ihe fazereni eompa-
nhia.
Kisto que ligo nao va i censara, ao" cslmavel
Barao, que nao fez mais do que cumplir o seu
nerer.
Dizem, que a alia aristocracia daqui, nao gosluu
nada da sem ceremonia com que nesta trra se
portn o nosso Iiiqieradr, iue alias deixou excel-
lente impresaao no povo austraco; e que tambera
crilieava a Ihaneta c smplicdade da nossa prin-
ceza, que risca segu os exemplos de seu bom
pai.
0 Conde d'Eu mostron-se muito amavel c deli-
cado para coai os Brasileiros, que o vislaram,
agradecendo a todos a prova de estima e canside-
ra,o qua procuravam dar-1 he.
16 de julho.
Ante-hontem. ao meio dia, cliegou a esta capital,
viudo em trem especial do caminho de ferro Im-
peratriz Elisabclh. o prncipe Carlos I, re de W'ur-
temberg."
Um pouco antes da chegada do trem compare-
ceu na estacSo o imperador Francisco Jos, encon-
(ran lo j alli reunidos os archiduques, os membros
da conimissao allem da exposicao, os expositores
do Wurtemberg, M. Weiss (ehefe do polica), M.
Conrad, governador da Alta-Austria, o Dr. Felder,
bourgme-lre da cidade de Yienna, e os ministros
de estado Auersperg e Andrassy.
Una guarda de honra, com baudeira e msica,
estava formada cm frente otario.
O rei Carlos trajava uniforme de coronel de um
regiment auslriaco, e foi recebido com muita ale-
gra pelo imperador Francisco Jos. Immediato-
mente subiram em urna carruagam da curte e se-
guram para o castello da Burg.
No jantar olTerecdo ao re, oeste mesmo dia, no-
tou-se que havia certa alegra e expansi entre
os augustos eonvivas; o que nao muito cora-
mura nestes jamares de etiqueta da corte Je
Vienna.
Depois do jantar sahio o re a dar um passcio
no Prater.
Aqui os jamares cometan) cedo, o leva-se pouco
lempo mesa.
Vou fazer una ligeira descriprao da seccao
destinada, no palacio da cxpoMfao, aos objectos
concernentes historia do trabaiho e das desco-
bertas, ou inventos; e que consttuem um mnseu
de antigudades. O que alli se v, dizem, tudo
de procedencia auslnca e alterna.
ao entrar, a altcncio do visitante logo presa podcraui entrar,
por nina nterossanle colleccao de vestuarios dos'
seculos pasaedos, entre os inaes ba alguns exom-
Tambem conseguio safar-se de btfxo do Py-
racambuna o lugre americano Wkile toing.
Aimla se conservavam encalhalos, nos bai-
xos das Salinas a barca ingleza .tf. Jf. Ililer, c 110
Cayl um oulro navio.
Em Viga eomeeava a declinar a varila.
O banco Commercial eslava pagando o 6.'
dividendo, razo de 5 por cada accao.
Tinham chegado 700 toneladas do pedra
para o calcamento da captol
De agosto em diante comecarie a funecionar
tres vapores mensaes enlre Liverpool' e os portos
do norie do Brasil, sendo as partidas de Liverpool
a 7,17 e 27 de cada mez, e o primeiro porto de e s
cala o de Belt'-m.
Corra que,a directora da eompanhia Hrba-
na da estrada de ferro Paraense ia substituir por
ananaes as machinas de vapor, de que actual-
mente se serve, por causa dos repelidos sinistros
havidos.
Em Ohidos falleceu o raajor Mariano Au-.
gusto Gomes de Caslro, natural do Maranho.
A alfandega rendeu no mez de julho.......
363:9214410.
0 cambio regulava sobre Londres 2a 3/4 a
26 d., sobre Pars 358 a 364 res.
Esiavam carga : barca portugueza Domo
para o Porto, barca franceza Minerva para o Ha-
vre, e hiale americano Luizita para New Y'ork.
Lomos no Dirrio do Gram-Par :
Hontein (23), s 6 luras da manh, por occa-
so da abrir-se o cscriptorio da eompanhia de
Na/egaco a vapor do Amazonas, limitada, verli-
cou-se que na noite anterior houve urna tentativa
de roubo no estabelecimento, onde, como se sabe,
funeciona tambera o hinco Mau i C.
Avisado o Sr. major delgalo de polica para
se proceder ao respectivo corpo de deiicto, recc-
nhecou.se que os laaroes vieran) do hotel de Roma,
airavessaraui o telhado da casa onde funeciona a
luja raaconica Cosmopolita, e passando por urna
escada de man, que foi encontrada, para o telhado
do predio da 1 ompanhia do Amazonas, arrumba-
rain urna janella do sotan, as portas do terceira
andar e do escripiorio central, e a gaveta de urna
mesa, o finalmente, toreando a porto do lado d
rio na ra de Belm, por ella se evadiram, sem to-
rera, felizmente, feito maor daino.
t Os ladres, pois ha vestigios de ter sido mais
de um, chegaram at s portas oxtoriores da the-
souraria do Banco, onde pela sua segoranca, nao
piares magnficos, e de subido valor artstico e has
torico. Esles vestuarios, de cores variadas e rica
mente bordados cora ouro e pedras preciosas,
o 'erecein assuuipto para o estudo das moditica-
coes successvas da moda na sociedade moderna.
Nola-se que, quanto mais amigo o vestuario,
mais sumptnoso e mais apurado, e que quanto
mais nos vamos aproximando da nossa poca, vai
elle modificando-so, simplificando-se, tornando se
mais modesto, at tomar a forma da nossa prosai-
ca casaca. Isto pelo que diz respeito ao vestuario
masculino : quanto, purera, ao vestuario das mu -
lhores, estes tm sofTrido muito menores modifica-
poes; e qaasi que se pode dizer, que as modas
mais extravagantes dos nossos das sao apenas
paludas copias das dos seculos passados.
A colleccao de chapeos e calcados grande e
interessanle. ao muito originaes os chapeos do
tempo da guerra dos 30 afinos.
Entre os innmeros objectos expostos neste mu-
seu da moda e do gosto, torna-se notavel a collec
A polica proseguo as diligencias conve-
nientes.
Com esta tentativa de roubo, que j a tor-
coira que a imprensa annuncia, verifica-se que o
banco Mau ponto objectivo das machinatoes de
todo o sujeito que se sent capaz de ronbar. Este
fac 1 e a importancia daquelle estabelecimento,
obrigam nos a repetir a reelamacao j aqu feito
de urna patrulha as immediaooes do mesmo esta -
belecimenlo.
Regressou hontein (27) ao nosso porto s f
nhoneira da marnha do guerra nacional Henriqaa
Das, que liaba ido ao Amazonas empregada pelo
Sr. 1* lente Jos Marques Mapcebo no servico d
phares que ao mesmo Sr. lente foi commennlo
pelo governo imperial. A Hem-ique Das ro ato .
Manos. Effectuarau-se trabalhos de Bausa em
Serpa, Obidos, Ssnlarm, Gurupa, Furo da Jarar-
ca e oulros lugares para collocacao de phares.
f Sao previdencias acertadas as como a de qua
tratamos, tendem a faoUitor a aavegaco porque
dotara o commercio com mais seguranca para os
seus emprehendimentoa." A^ navegaclo do Ania-
cao de pioveis, que prova evidentemeutemento o tonas, que j relativamente creseida, tende a
movimento retrogrado da moda actual. Pde-se' augmentar com o augmento da jiopulaco e com o
afJQrmar que os artistas marcineiros, e entalhado-1 desenvoivimento que este augmento trar dos ele
res modernos, nio fazem outra causa que naolmeptos de riqueza amontoados nesta fsracissinia
seto copiar liitoralmeuie os movis auligds, f^iSo. Mas as providencias cono as de que ira-


Z\Hl MI Ur \ i
WIMMrio de Prnanibuco. l^mingo 10 de Agosto de 1873.
ytiar.v b-
hi
amos, par
los i!
taes como
ros, oo usas
sepultadas M
lito pode ap
aperfeleoar Irs
vator incslimavet
tos. IVssoiI o
eoitimiaocs,
. talos.
Na eonh
reuniram-se
5 accionlas
represenistido
cimento do re.
omeslre d l.iito Ai
dorumentsWnpre
irem todo* os f#H***^>N#*s4rt*-eoivvr*'iaM*,va?lrt uNtaUfei Art 2 O deposito sor* desca coJna<->B>/ .ttraidian Bank Umited, 9-DkitiMH, A0iflAcdlina^ "t
i le mitras
i) deffiphias* -dndaYcn! di
estn taita*; m*< qne tetera
ni a granda publicUadu
rque ha de nulificar erros
alTias, (de valedo muito, fero
lo chegarem ser porfei-
;n#-itas Canguaretame c a da & Joto cora o .sanno de
ap o vt-
ala los,
arde,
en se,
t inhc-
I ro ao
o nitros
inferencia
du* contratos da dito companhia 'de navegacalT
a vapor do Amazonas, Imitada, cern autonsa<;ao
A Exm Sr. prciidente da provincia, de 30 de
iulao lido, foi moneado, por prosita de unt ac
com quom so aproseiifcir rucante o pros a anterior
i'r.Ainci:., eetu as bases qire tolom coftVe*W*T]rW->i
i imdp""
. i Crearaiii;se tres comarcas, una jjo Solido, cQmigoufj
a dcnominaeao de Jard/m, outra na Maioridadc to
tiiunicipio d" Pao dos Ferros c tfom esta dbnurrti-
oatio, a-terceira finalmente entre a comarca de
ni
aimj8l.ii tjSuPraacJacoamleac' Ja Cnaiajjarii desse faci casual
liguidatar.o dos haveres da lluvial Paraense, de-
sos de eifectuad* a sti fosao eom a do Amazo-
nas, limitada; fas* que ha de tor lugar no da I."
lANileifcf.. U'fR WWio.
Torain t.mbeit) orneados para a commfssao de
exame de cuntas o- Sis. Hrun Alvar* \l>, toa
qumi Luiz de tolva-e Joaquim Jos Basto.
Por ultimo 4tcnu igualmente rosolvMa que a
actual directora, no acto da entrega eempantua
do Amazonas limitada, d:stribnisse- pelos r-nt-
arrgado* da nvial Paraense, urna gratiriraeao ti
rada dos lucros nhtotos nos inezos da julhj e
agosto dos.tu anuo.'
* Segu ltaw.il.'') para. i. Rio de Janeiro, doeu-
le, om\ Ifenriif'c ScJk-J, ouduislor de i.* oiasso
da ei'tnmissao npcial uoineada para Sscafisar os
iranios di estrada de ierfj du Madeira m Ma-
raort O Sr. cheid adocou em nuUi Antmii >
com as Hbrcs (pie all gra^sam, e aqu Diesnio
leve diversui accessoi Ja terrivel niotesti*, que
dexa-Ikn uo.rostn. ilacerado pelo sou*ri(jifo, si
iiaes ''.videntes do seu raracter pernicioso.
0 Sr. uneid d a.iticiasJa estrada de ferro.
A cofona de engeuneiros e operario* ngfezod
aguarda ein SaiKo Antonio, a taulafUfeCefl anniio
ciada, clic^ada dos l,20 Irabalhadorcs bolivianos.
Prosejiutni os trabalhcs da picada intratada com
o Sr. Araos, e i]Uo ja tem algunias milhas de ex
lensao. s wglezes e indigenas vio bein. Mouvc,
routo Jinmuiciinos, criip^io da varila ein Santo
AdIoro, mas em escala muito limitada ; apenas
adK'rci'.iin iros I: 'livianos, dos nacs lons est*i
resta elucidos e mu moiren, frechado pelos indios
Oaripnnas, uuo assaltaraui a eaferuiwia on le ello
eslava.
_6.s nieuibiMs da i'oinniiss.io imperial leem
ofriJo das fjlires, qjc toinam-fe mais nlen nos roptfyk-ls do rio.
MllUMi.VO.
FalertVa em Oera, no Piauby, e Dr. Fenclon
Cesar lliirlamaipu', u,uo ddsde safoi matura lia
cerca de I i' anuos, ficou alienado.
A Sra. l.riiuiiegilda Rosa de Lcbao Miran-
da, tin regosijo pelo casamento de sua ttlh;i I).
Amelia Miranda, den libcrdadc ao seu escravo
Ajexandre, sem onus algttm.
Arribara eom avadas na appareio e vela-
nw, o hiato brasili.iro (ilhtn, que ia do Para
para a Parnaliybv
A alfandega rendeti no ihoz de ulbo......
20O:i')IiW.
i; KA HA.
Por conta .la provincia oraui allorrialos o
.in:ri passaJ i !I0 scravu-', a sahr : capital 19,
Orato 8, S ibral 8. Araeatj 7, S UerQardo 7. Im-
paratriz 7, Ico (i, Granja '.'U.itont ', Iji 5, uHa-
muns 5, >abuuiro i, Santa lima i.
A r-'ccita da Santa Casa do iserieordia su
ta no auu .-o nir<.mUs.,| ,{'. 1872 a I36:2l< 00
6 stta d.:spe/..i illontoll a 1 l':.:i .89S1, offefCCSOdO
OBI Id') d(^ l:83fi i.'
O capital do anuo passad i representa a ifra de
O in VS! e ,' dcstu mh I3n7l0/W.
O inovimenti das unfiiMiiiM no auno eompro-
inis-al passado, f,i o re^uinjo :
Exisiiam I.Mienfermos, re;i.-ileJ.'cvrani-se 1,379,
.fallecern! ISO, tiveiam .-.lia a pedido 7i, fugirim
do hospital :(7, ficaram em latameato 95, total
-i,7 Fallecen, em villa de !ata Vana, Cola 60
JB1BU.*, o Sr. fial'lino 6 unes da Yr itr.
() tacliygraplio ferroso ^'sito o seu con
rain para o spaunamoufo 4* debates da asscm
b!a provincial.
A rcada geral da provincia arraeadada no
arcii 4b 1871 1872 ImanMoa eui........
I,972:8'i?3!i2.'i e a do correte exwcicio at mar-
;> nliiii)') atavi-u a 1:6 0:3074814.
Durante o corrate do 18711876 renicltcse
Bara n tbesonro l,i2o:87l 3721 e pagou se.....
51:7784780 do letras sacadas pelo inesmo theson-
n a favor dt diverso*.
O saldo existente em caixa, em dhTerenles es-
l>ocies. de i:(:.),.l872:t.
f.jrrido ilo Io de juina do anuo passado a 30 le
abril ultimo |ui du 2,7(8:5714130.
Em igual lomuo dooxereicia de 1871 1872 foi
de 2,?o:):'.'il41S:l. h.iv.'ado pa- tanto um aecros-
. ma ae -:; uio, on .1 ilfi por eealo.
O valor da ex porta .'ao para o estrangeiro, nos
piioieiio; d'1/. niezaci do cortante exereicio foi de
4,i62:8(j2iiji.l em anal lempo, do exereicio ante-
rior, foi ile o.-21i:7V*ijS8<), sondo perianto inferior
o val ir da eip vtaeao neste exereicio em......
771:8*14^7 ou \'tj por canto,
Lecnoi na Constituir \:> :
Como tinliamos annu'ucialo,nodia 3, no cam-
pa da Am.-li.i, leve lagar a primeira experiencia
da iociniotiva Furt deza. (jincorreram de seis a
sete mil paaaaas, que impellidas por urna justa cu-
liosidad", i'orain applandir a festa do progresso e
da ciyilisa.ao. A locomotiva fex garbosamente o
pasfei prnmaHla, oa populacao com a autor sa-
titfaoan beta dina o ewra respeiiavel do patrio-
tismo cearense. Ja nao porlanlo urna utopia va
a ria frrea no Ceafa.
Acaba d sor proo polo delgalo de polica
de Maranguape o senten:iado Joaquim Jos dos
SjiiI.n. '|ue a.-lian lo se na caJcia J' sla capital em
cumiiriiuent; il.i sentenc de 11 anuos de prislo
^iin l"<, e-.|isegnira ser s dio por mandado falsifi-
ca lo pelo cscrivao das execucoea Miguel Bastos,
rattanaa-lbe alada 8 anuos de prisao para conqile-
tar a pena.
No dia 21 de julho, em um samba, em
osa de Mariana de tal, na villa da Imperatriz.
Pauio (Jomes da Suva foi morto emi ama tacada
jtor Antonio Pemaica Gomes, cnnliecido por Ne-
iiem, o i|ual |MIe evadise, O delegado pr.,ec-
deu logo as diligencias lgaos contra o dalia-
-luente.
No dia 4 do julho, no lu?ar Cajazeiras, do termo
da k, n es. ravo Jus, pertencente ao capitao los
-d- 8aaa Lima, disparan o casualraento urna es-
iBgarda, ferio morlalinente a Francisco Antouio
de Oliveira, o qual falleceu algumas bocas deK>is.
O delegado de polica procedeu logo ao eorpo
de deuda e inquerito policial para a competente
formaeao da culpa.
Acab.im de ser capturados palo commandante
nmrahcndeaao n muna-ijiio de Nova
erra de S. Benta e Santa mz da Cathoein
< Crearan se tamleai tres distriejos du
de paz nas suliddegacias de Gaamor, Flores
Barriguda. ju
No distrito de paci deu-se tima lament*Tcl
-nVrencia no dia 2o do me passado, Manoel
If, homem de boa ndole, casado, estandn a
incar cem mni espingarda, qne suppunha'dcs-
CMrc'n'^da, esta despaiouse, e sua nunifao fora
nprogar no InteNz Antonio Lopes, seu irmao,
que suecumhira iin4aiU*iieamt'Uto. >-. -
O subdelegaJu proceden as diji|enciia.da le
entregando-so vohiiWariamente prisa auter
do det-tacameiito do bavras, os criminosos aili pro
-nnnciados, Mauoil Alvos Banduira, pela mor te de
-um seu iriiiao; Jo;'u Pereira de Lacena, por feri-
raeot'is aves e Joao Alves i ereira, Caruiino Al-
< Barnoaa o Jos Simio, por homicidio. Roa
cotocUa lu et^a. o
rio !,ii\\): do Nwnm
Km 7 do crreme acerata nasa Boaaoapaa
"ate da capital:
< A ataecwMa provincial tem de eneerrar os
seu trabalhiM Hesles tres aVaa
* A s-juuda sessao ordinaria defle auno fi be-
nfica, c.heia e fecunda, corre-pondeado s vistas
da.pjclles, que tuilo esperavam dos digno; ropre-
scntaules da provincia em retaco sua prwsperi-
dade e engr^udeciiueiito.
A.-oi Je quatro orvaiuent-w, que furam vola-
do o boje ligoram nas c-illoceoes das iois yiova-
^iaes e inunieipae pava os execcicios correute c
luluro, muito* outros projactas so descutiram, e
ja se arham laiooem convertidos em leie; taes
como, un er-taado uiua esc-Ja norinai de iostfuc-
cio primaria uo alhenco ru-grandaose, e outro
utorisandti o presideato da Brovioeiia coutrabir
*im empresiiuio o> 400:0004J0Uv afim da seren
appiradoe a abertura de estrada* o da rio cear-
tijrnai, e a outros- aiclhrainent03 uaeessorioa
laviMura.
" lioa) oasaaramjm 3' disoiiasoo divera-is pro-
ji Bous d"sse* projoetos autori>am dms importantis-
mukh mellhjrameottw,. aaber: a ua-wgacaa d>v,
no J/o*&.-(i or utoio do J^.nctias a vapor, e una
-Si-Uada-de ferro qiw ligue asta capitul ao ninnici
4110 i.- Nova-Crut, passando polo Vall do Cpi
aibeiN do lac, villas do tioyaninha e Peiha, e
onfc qaedo S. Ju* se dirija ao Sendo e d'ahi
eomaroa da Maioridade.
6a..lua* m^rezas de.subido valor o alcance
saca a pr.n.Deridai]e dusta ierra : a Ia (navegapao
Fia Macahyba foram ronbadas dnas casas
conmierciacs, urna pertencente a Joaquim Chaves,
o a outra a Miguel Tavares. Os prejuizos naofo-
rain cousideraveis.
0 digno chefe do polica tomou as providen-
cias que estav.un a seu alcance, i'azeiido parfir
para aquello districto um destacamento, atim de
auxiliar a aoliiridado local no servieo da ptilieia-e
prisao dos criminosos.
'< Consta que amanba S. Exc. o Sr. presidente
da provincia tem de dirigir-?.- acs lugares Car-
lutiaiaia e Goaratoapas, ipie l'nam a 3 teguas do
rio Potingi cima.
S. Kxc. iiuor exami >ar por si a importancia
decae* dau* lugares tao fallados.
PXHAIIYHA.
Lomos no Junvit da Pur-lujb'i:
A cmara municipal do Uananeiras .acaba de
dirigir a S. Exc. o Sr. presidente da provincia o
ollicii seguate :
Illm. e xm Sr. A cmara municipal da
villa do Ranantiras faltara a um sagrado dever,
se 11.i1. manifes'asse por s em ame de seus inu-
oicipes a V. Exc. o seu profundo e sincero agra-
dec ment pelas promptas ee'l'eizcs providencias
dadas por V. Exe., p>r occasio de tor sido ac
eonmiettida esta villa do terrivel fl.-igello da febre
aiiiriilla, que tao desapiadadamente assolou aos
soas bat-itantes.
Osbananerenses, Exm. Sr,bemdiro sempre
o poma de v. Exc. que ci 111 as referidas providen-
cias vein liazer lenitivo e eonforto a todos os ha-
bitantes Jesla villa farnecendalhes soccorros me-
dieas de que todos se a-bavam baldos, e a salvar
a nao pequeo muere delles, de nao pereeerem
fome, quando eram alindo* ao leito da dor, pe-
la terrivel epema ; pas que a nao serian os soc-
corros alimenticios, que por essa occasio Ibes
eram fruecid is, teiiam do perecer, uns a falta
absoluta de alimento e outros ao uso de alimentos
nocivo* que aggr.ivaram ao mal, visto que Ibes
faltavam os meios pecuniarios par se proverem
do alimentos propon* ao estada da nv.-lestia.
- A cmara municipal, Exm. Sr., por si o em
ame deseas muaicipes, a me do V. Exc, faz vola* ao Allissiino para que
conservo por longos auno* a preciosa >aude de V.
Exc para ornamento da magistratura brasileira,
de que e V. Exc. lio digno membro, e para ga-
ranta iaquelle-i que liverem a ventura de ser por.
V. Exe. juri-diccionadas, quer como magistrado,
mier como administrador, era caja carreira tem
V. Exc dado inequivocas pravas de seu zulo e de-
dii-.icao ao RervifO publico e da niais elevado es-
pirito de jasiiea
A cmara municipal aia la por si o camn in
terpelre de seus launicipes na > so pudo birlar ao
rigoroso dever da fazer ebegar ao alto conbeci-
nicnlo de V. K\,-. n maneira Honrosa o superior a
iodo e qualquer elogio com que te honveram du-
rante a poca, em que tao desapiadadamente nos
assi 1111 artcrrivfl epidemia, o atual juiz de direito
desta comarca, Dr Antonio da Trindde Antunes
Meira Henrimiea, o o Rvm. vigario da freguesia,
Jo* Paulino do Borba Grillo, que se tornaran)
ncancavejs, este administrando o pasto espiritual
saas ovclbas com telo e actividade nao vulgar,
e aquella dando lulas as precisas providencias e
visitando [nssaalmenle a lados os aceommeltidos,
e jinbos platicando verdadeiro acto de caridad'',
dando assim nobres e edificantes exemplos, qne
foram, felizmente, imitados por diverja pessoas,
vindo assim a desapparecer o pnico, que se ti-
nba derramado entre a populaba desta villa, pa-
ra o que tambem eofleorreu poderosamente a che '
gada da Dr.. medico commissionado por V. Exc.
para tratar aos aceommeltidos e a solicitude no
de-empenho de sua commissao.
A cmara municipal de Uananeiras sa preva-
lece, da opportunidade para reiterar a V. Exc. os
seo* protestos de alia estima e consideraeao pos-
oa de V. Exc.
Den* guarde a V. Exc. Paco da cmara
municipal da villa de Uananeiras em seesio ordi-
naria de 21 de jiinbo de 187.1. Illm. e Exm. Sr.
Dr. Francisco Teixeira de S, digno presidente da
provincia ,1a Parahyba do Norte. Antonia din-
d'di> Taumaturgo dt Fartat, presidenta Joaquim
Barban de FaXint. Pedro Temolheo de Qmiroz.
-Firmino Florentino di Rocha. Alexandre Af
foimo de Albaquerque Est conforme. T. i.
MinHto. .
A administraeo do crrelo desta provincia
durante o mea de junho receben :
Papis do servieo publico...... 226
Cartas ;........... 1,091
Encoamieiidas.......... 15
Livros o outros impressos...... 'J
loroaea............. 1,078
Objeclos registrados com valor declarado 12
dem sem valor.......... 91
ulamenl 1.
i?t^ Salgar
fpMs necess.rig|
gara

Si aporcocs utrLt)or
ifil ciminteTcifnft praea.
ArL 3. Hecolhios os gneros serio innie
zem de deposito
Somnia...... 2,a21
Exnortou :
Papeia do servieo publico....... 470
Gana*............. 1,014
Livros o outros impressos...... 2
Jornaes............. 867
Objeclos registrados com valor declarado. 12
dem sem valor.......... 15-:i
Somma......2,527
Eaiitiiram-se 10 vales pastaos n.t importan-
cia de 941 701).
Acha-se organisada nina etnpreza cam o lim
de edificar em a nos-a capital um theairo, com a
denominae-io de Santa Cruz, cuja direccio
compoe-se ios Sr*. accionistas :
Presidenta Commendador Dr. Lindolpho
Jos Corroa das Revea.
Vice-presidentc. Dr. Flix Antonio Pereira
Lima.
'< SeTetario. Jos Pedro Bautista Gon.al-
ves.
k Tiicsourcim. Vicente do Rogo Toscano de
frita.
Procurador. Francisco Primo Cavalcante
do Albuquerque.
No da 3 do corrente leve lugar a collaeacao
da primeira podra do edificio, coa* grande appa-
ralo, comparecendo S Exc. o Sr. presidente da
provincia, Dr. cefe de polica, chefe de repar-
tida) e grande numero de enneorrentes.
Hor essa occasio o presdeme e vice-presi-
dente da empreza, e o director da sociedade -
lauta Cruz profuiram discursos anlogos ao
assumpto.
ti mte houve espectculo no theatro Phe-
11.xpela referida sociedade, levanlo scena o
apjiaratoso drama ara 4 actos e 6 quadros 0>
autores de um padro ou a inquisifAo em Roma,
em signal de regosijo, por tao importante mel 0-
ramento de que lia muito carece est capi-
tal.
O espectculo correu perfeitamente bem, ha-
vendo grande concurrencia.
Foi publicado o regulamento que altora o
servijoda arrecadafo dos direito desta provin-
cia, sobre os gneros ah importados, de conar-
milide com a ordem expedida pelo ministerio da
fatenda, n sentido de ser a alfandega da a exo-
nerada desse servieo.
Do i. de Janeiro vindouro era diante a arreca-
dagao tem de ficar a cargo da agencia fiscal, me-
diante um deposito para os gneros, como o ni-
co meio de flsealisar a pro.cedoucia delles.
Eis o regulamento:
2.a secoo. -X 4 4. Provincia da Parahyba
Palacio do poverno, em 26de juloo de 1873.-
0 prosnlente da provincia, usando da autnrisacto
da an. II da lei pr .vincwl n. 352 de do feve-
reiro do 1870, e para dar curaoriiaeniiv ao'avj*o
do muusterio da fazenda d&2de abril do corra-
la anuo, resolve alterar o raguJamento das agea
cias Iheacs, na parto *,u se refere Ja cidade do
Recife ; c manda observar as soguinte des:
. Art. I. Os gneros de prodcelo desta; pro-
vincia que entraen na cidade ix> tocifeTpara con-
sumo "n exportajo, sUjeitds cntribuicaode di-
reitos pravincl.es, serio racolbldbs a um depo.-ito
aijjuojjpmcttdii. e rubricadas pelo
tliMiiri ou ptl ottef* de*ec*a"o da
eita*>)fia, panrtitmi\aiMMive.saiiipiM-acai carga g descarga d >$ valumos, segando o syste-
ma dos annazens alfandegados, ciimprindd que do
inesmo livrij*texlr#Min a hrueeanr ao agrille
fiscal as notis*o*8,"laiT5aniWltos-*diarios, para sc-
reai pm_.-lias ?Bferidus o calculados os despa-
chos. Esses livros serlo recol idos ao thesouro
tenuitiadn o exercioiu
Art. 6o O deposito licar sujeito a inspecca
e lis.aisacio do ihesnjro/que,sejiupro que jalgar
convenienie, poder coinmlssionar um empregado
seu liara q examo da ccripturacaa dos annazens
c da mais servieo qns p-tr eltcs correr. O agente
fiscal coiainunioar iiaaie lial iiiieiiic aquella re-
paricao qnalquer abuso 011 irregularidado que m
der, atim de seren applicadas as multas ao res-
poiisavel peto deposito. Para este a 11 podara ei-
gir que se llie mostr t du a escripturac.io dos li-
vros, semlo-lhe permit ida a entrada nos annazens
para qunlquar avi'riguacao ou syndicaneia que
julgar convenienie,
S nica. As referidas mullas serao de vinte
por conlo do valor do dihno para o dono da ge
ero e de outro tanto para a fazenda provincial,
imposta e arredilada pelo thesouro, com recurso
para o presidente da provincia.
Art. 7.* Os goneros recolbidos aos armazens
de deposito, licarao abrigados arinazciiagum de
uso o costume da prac-a do Re:ife.
Art. 8." Ineiifrerao nas penas do art. 22 do
legulameuto 11. II do 16 de ai,a-;a de 1870 os do-
no* on conductores Je gneros qne deixarem do
lites dar entrada no d^ioslo, atara de Rearen su-
jeiios a iinlemnsar a provincia da importancia dos
1 irei'.os que nao forem arrecailados, e que serao
cobrados exocutivaiuuute com a base da mximo
pmco do intr-a lo no dia da entrada, conforme o
calcula feito pelo agente fiscal e iransmttklo ao
tho-ouro.
Art. 9. Os ropansaveis.pelo deposito presta-
rlo una liaaca arbiU'id 1 pelo mesino thesouro
de accordo com b presidente da pr.ivincia.
Art. 10. Alem das Jspojico.s do presente rc-
giilanienlo, Ikarao sujeitos os mesmos respansa-
vei* a observar as itistruccoes que Ih.es forem
transmittidas pelo thesouro e a outras obrigacoes
que poasam ser-Ibes impostas na contrato, se e^te
fr a meio adoptado para o deposito.
Art. II. Ao agente fiscal, alm do que lhe in-
cumbo pelo citado regulamento, compele :
I." Fazer recolher ao deposito pelos meios
a seu ale neo os genero* de prodcelo da provin-
cia, sujeitos M pagamento dos direitoj.
2. Arrecadar e tor sob sua guarda e rea-
ponsabilidade a renda proveniente dos mesmos
dircitos e observar quanto ao processo dos despa-
chos a d'iaposifao do art. 10 % 2.' IV do sobrodito
regulautento. ^.
i< A va do despacha entregue ao despachante
nos termos da ine-aia disposie.io cimsliluir o
desembaraco a que se refere o art 4.* desle regu-
lamento.
% ; Escripturar ein livro proprio aberto, nu-
merado e rubricado pelo inspector do thesour 1 a
recaita iba ia da igcncia coafoinie o modelo o sys-
teraa determinado por aquella reparti;ao.
' Remettor at o dia 10 do cada mez o
certifica.o exlraludo do livro da receita relativa-
mente a MiTrcadaco do mez anterior acampanha-
do das secundas vas das despezas para as dovi-
das conferencias na thesouro.
\ 'i." Rocollier por quinzena ao thesouro a im-
porlaucia da renda i|ue tiver sida arrecadada, re-
inettendo jontamente a respectiva doniimstrai.ao.
A demora de 0 da* alm do prazo marcado su-
ji-ilar o agento fiscal perda do sua p.ircentigeui,
salva motivo justificado.
t Art 12. O agenlo li-cal pretar uaii flanea
pranla u luaaoufo, do valor de !8:ODJQ03.
Art. 13, O presente regulaineulo na parte re-
lativa arrecadacio da renda pelo agente fiscal
enmasar a ter exeeucio do 1." de janeiro vin-
d-.uro em diante.
Art. 14. Ficam revogadas as disposi^es em
contrario.- L. %.Fraudsc> Teixeira de S.
cWMu o cordial apaia, olTuaneendo-lliv. ledos as
iajolpjnecessarios rcalis.ilWW cmprez-i
Ti forloaiena; auxiliaO.tfSdtrov.'itau.to-.sj
||WE(fW[a e da* muilos e i apaantes elaiihtalzj* p islas aos ai
dell^ cxpiTf';*^'fr "'Tlsp.',,-, t-, ,j quo niais c, disiujaumda-se, como j
disjemos, pela sua actividade p intelligentes cui-
dados, n;lo poda o Sr. major Wood deixar do
yoc. miguajj- os scu^estorcos; e pos^devMgar
to *> sen ojp'ridicadi
a4 os. bfcileiros jT^Uic toims ri>eihcd aspmpNBtUque S. S-rearespatav icios benefieis
que na n>' de vir do thqjgapti 1 aubniai alie*
C.ikMr |iMiis:illaat. Auto liontea
cuotnu asta cid ole, vindo di Uo S. Scbastiod 1
Rio do'. Janeiro, o Su Jamas Bordan, represen-
tante da risilinn Subnarine Trlegrnfh i'ompu-
ny l.hnite.
E* es& leompanhia que deva con^tfnir o eolio.
car o cabo submarina, que tem de ligar o Brasil
com a Europa, sendo o* seu* puntas extremos
S. Fraficieo) e L^ba.
.tlarta litv:wet. -Constando ao Ktrtr.' SrJ
as as leg-
actores mi
xtrabida
a, oca-
mesmos generas.
coril j|rau titiilis de de-
estii^Bjas na ticcasiia) da
s'lei'a laipir omaisla
tetUcat
" 'io hajer a cada arma
livro de entrada e sahna
te sentido, oslara prevj-ia 11 > r intrata eom 0 go-
vern, ca ctini|Tanlria uv.au dos*aefli direiio'.
E' oertoi pmm, que ni lempo c-lipulado
aenar-sa-ha a capital da Brasil era panunnnicacsi
lelegraphica eom a Earojia ; prosegulndo em se-
guida a immersaa da eafi 1 deslina la ao Rio Gran-
de, o qual, como sabido, operar ah a sua june-
Montevito, Ig*mrto-sc"*s8m
s cara p telegraplio trancan-
cao com a JMnU'-de
todoaesiot Irajeatas
dina.
i Parece que o cabo de Peiuamlnco ao Ri de
Janeiro, sedda mais longo, x'gc cm alguma? par-
tes maion* minuciosidades de confeeeao, motivo
pela qiial, fiara avilar a parta Jo tempo'.se recor-
ren ai expediente da" nao de.norar mais o assenti-
mento da linli 1 do Para.
r.ointug, estas ultimas nformacos* nao sao
offlciaes ; eonstjlucm apenas o que a ste respeito
corre como mais averiguados ein Londres.
< Conformo ja.se dissa, o lloi'pcr a primeira
eaiboreag! eomtfide oV-pn pasito para a execu-
cao de en*meir>meTit.Ts iltesta ardem ; tendo sido
brigadeiro commandante das armas, Manuel da nestes termos objeclo de repetidos esludos, parece
tfAMHGG.
REVISTA DIARIA.
liirj-.-Enirnu em julgamentaJ. aipuim Livino
' eal ile Uarros, ac.-usado : 1." de ter em 10 de fe-
vereiro do corrente anno roubado 05000 ealguns
ubjectas de miro na casa u. 71 da ra da Duque
de Caxia* ; 2." de ter tentado roubar alguns ob-
jeclos da casa n. 20 da mesma ra, em 14 do mes-
ino me* o anno.
O jury negoii o primeiro facto, e reconhecou
o segunda, bem como a concurrencia de circums-
tancias attena.intes e agrr.v antes ; pelo que VA o
roo condemnado pena de 3 aunas de gales.
Fai prama ida a defeza pelo Sr. Dr. Flix de
Figueira, que nao se conformando com a decisao
do Jury, appelton para o tribunal da relacao.
Tciegi'aphu submarino. O vapor
llooper, cujo bordo se acha o cabo elctrico,
que deve ligar esla com a provincia do Para, sahio
hanlcm p?!a manli. acompanhado da corveta
brasileira Par- ense para o iim de laucar ao mar
0 referido cabo.
Durante quasi todo o dia de sextafeira a gente
de bordo do vapor llooper, grandemente auxiliada
pela marinbagem e praeas da corveta e bem assim
pelos operarios da arsenal de marin a, esteve
ocenpada em trazer o mesmo cabo de bordo para
trra e em .imarra-lo convenientemente aos ap-
uarelhos de ante-mSo dispostos na casa do antigo
laboratoriopyrothechnico,pista a disposiaada res-
recMva enlnreza pelo digno adminis'rador da pro
.yincia
O vapor H.ioper targou deitando quatro milhas
por hora ; e lal 6 a marcha que os eacenueiros
da empreza calculara que elle deve ter allm de se
poder levar a bom termo a bella empreza tao
galhardamente encelada.
Sendo assim, e dando alguna dias para qnaes-
quer contrateinpos, e de crer qne at o dia 30 do
corrente mez e-leja o Hooper no Para, e fique es-
tahelecida a commnnicaco lelegraphica enlre essa
provincia e a a> Pernambueo, no mximo, al o
gtoriofo dia 7 de seteinbro, de tao gratas recor-
daces para o Brasil.
L"go que esse servido esleja -.oncluido vellar o
lio per a Pernambueo, e logo dcpols tratar-se-ha
do lancamento do cabo' que de-ve coinmunicr
esla provincia com a corte e provincia do Rio de
Janeiro; e, so ontio, tori concluido os seus tra-
balhas a Weatern and 'JBratiVmn Telegraph Com-
piny Limited, cuio representante neste imperio,
o Sr. major Wood, devenios todos o irmos gozar
brevemente do importante melhoramentoquc hoa-
tera come.nu a ter a sua manilestaco pratica.
O Sr. majar Wood, pela sua actividade, energa
intclligenie dedicjjr, consegnio em pouco
d Mowor) foi dada eai privilegio a os Paulino [especial, allm de se farer elecva a arrccada'cfc
al Castro Medeiros, ou a quem raelhores vanla-1 dos mesmos direltos.
ajcacar
dias o que talvez nao conseguisse em mezes, to
nio fosse dotado das qu3lidades que o distinguem
e re:ommendam.
Aos seus osforros devese, em grande 00 na
mxima parte, a realisacao da idea que at bem
poueo pareca sondo on cliimra; mas releva pon-
derar que o Sr. major Wood eneontrou o roettior
'aeiilhimeoto n'csta provincia, onde todos, gpverao
0 particularos, prouuraram, auxilia !o o mais que
1 es foi pdsMve!.
Foi aishn que S. Exc, o ST: presidente da pro-
vincia nao trepidau um minuto em por asna
dispo-icao a j.i citada casa onde se acha a o la
bmatorio pyrolHeeTinlco, e bem assim tomou ou-
tras cuersas c valias. medidas no mtulto de
auxli ireza.; tal assim tambem qne na:
parte di nassa marifltia ohtPTff o ftr. nrajar W6.f1
'auxilio* iHiport^ntisstmo^espirtabnent'' da enrvata
brasireira Parame,'elija dislincta offitlalidadese
disiimtoio e val dStmgoltido em vallo' ia a^.-inl tinaJuieule u^iie, ainda ante-hontf m, oote-
ve o r:erido ~*r. mtjor Wood a cooperacaa dos
operarios dV arenal do marirroa e do reapeetTof
lusperinr o Sr. Steple, cojos importantes servaos
ns represo tantos, da empreza ntttetxm e
louvam.
Cunha Wanderley Lias, qdb resida nesta cidade,
envcompleto oslado' de miarria, 0. Mara Guedes,
malar de 70 anuos de ifarte, infli do tennte coro-
no! Gabriel de -iouza lim'los, mora 110 coutbate d*
Itoror na ultima campanha do Paraguay, d'pois
de grandes foitos ile. heroeoidade, visto le o gpv*f>
no imperial concedido pensad snumie vuva e
-tillioe laque;le uftieial; enteaduu S. Esc. que nao
devia viver na miseria a mi de um to bravo e
distincta olcal, e promaveu entre a ofilciadade
dos carpos em guarn So nesta provinci, por in-
termedio d'.s ri-speu-livs coiiimandaalos. nina sub-
scrip.-.io quo deve praduzr mensaliirente. de 4"'J a
GOj, quania c >m que se p ..lera manlcr a dita sc-
nhora com a devida deceneia
Sao actas desses que elevam os hamens, e que
os rccomnieudam con-id rae/m de seus cautein-
por.ineos cadmirai-io da posteridad'*.
Arsenal ilc luarinlia. Tendo o Sr. ins-
pector deste arsenal enviado as guarnieses da re-
parlgao c da vapar da draga para auxiliarein a
trabalha da colloeaco do cabo submarinna, a Sr.
major Wood quix gratificar o servido que presta-
rain esses empregados, mas ellas recu-aram, de-
claranda-se milito salisfeitos par terein auxiliado os
priaieiros trabalhas desse grande melhorainento.
Dinkeiro. (i vapor Cruzeiro do Sal trauxe
para :
Bank of Ro do Janeiro. 32:350*000
A. Hyvernat C .... 4.3 -OiOOO
Joaquim Jos G. Reltrao & Flho 2:0:)0'!0
Domingos Ferrera Maa. I:3'i04> 0
Manoel da Silva Sampavo l:300JO00
Ciirvalho & .Voguera. ". I 2i0 -00
Joao Ramos I Machado. l:20f*000
Pereira (larneiro A C..... 1:0175000
J. O. C. Doyle....... i:0)0000
Draga Son & C...... 534J0M
- O rapar Otikit lovou de nossa praca para a
do ear i:000000.
IVavios de guerra. Sahiram com efleito
hornera as crvelas brasileiras Vital de Oliveira o
Paraense ; esla vai acompanhar o vapar inglez
// o/i-r al o Para, na coaimissao d; immersio do
cabo subinarinho costeiro, o aquella vai sondar a
cosa do sul al o Rio de Janeiro, oond i/.inlo a seu
bordo acammisso de engonheiros inglese* encar-
roada desse servieo.
.Vnsii versara.E' amanh o dia aniver-
sario da adhesao independencia do Brasil pela
provincia do Para.
Ouzc de agosta Com msica c discursos
soleuiiiisiiu hontein amocidade acadmica o anni-
versario da iivstalla perio.
A' nouto reunida a corporacao o com grande
aconipanhamciilo do povo, den passeia'.a pelas ras
da cidade, cumprimonlando de passageai as res-
ppetivos Ionl0* em suas casas.
Por ema occasio, entro outros, oraran) os Sr-.
acadmicos Campos de Carvalho, Celso de Maga-
Ihaes, Gaspar Orununond, Adriano Nanos o Bar
lino de Miranda.
Illuuiiiiayaa de Olinaa. A cmara
municipal de Olinda na sessad de quinta lera pro
lima passada, designan os respectivos li-caes das
freguezias da S e S. Pedro, para inspecc-marcn
a illumnacao publica, que pas.-au a ser, caino
d'antes, fiscalzala pela mesma cmara, em virlu-
de do resoluta) da asseuibla provincial em sua
ultima ses.-ao.
S.ti'ieilaile [.literaria e Auxilia-
dora da lastriierai Secundaria.
Amanba haver sessao nesta sociedade para con-
linnapao da leitnra a dueuaaad dos seus esti-
mtos.
Pedo-se aos senhoros socios que se dignem com-
parecer ra do Coronel Suassuna, s 8 )4 horas
da manha, sobrado n. 144. 1* andar.
O Trabalha. Recebemos o n. 8 desse pe-
ridico Iliterario, que de numero a numero vai-se
tornando mais credor sympatbia publica.
Diz o suramario des te ultimo numera : O Sr.
Alexandrc Hercnlano e a ivaecia. \ decadencia
de Portugal e o Sr. A. de A. na expa na. Aleximdre Manzoni o seus nneraes. Os Ja
suilas no Ilrasil. A poesia popular raslera.
Erasma e a igreja romana Felicia. Dozc anuos.
Caixa pa.
tlissiim irii eapuehinlia. l.'inas no
Boa, do Maranhao :
Acha se nesta cidade o missionario apostlico,
o Sr. Fr. Seralim de Catania, >x-|irei'eiio do hos-
picio de .Nossa Senhora da Penha, em Pernambu-
eo, ondo prestou valiosos servidas reliitiao, e
bem a-sim nas provincias da Par hyh.i, Rio Gran-
de e Ceara, na* quaes missionou por vanas vezes,
com zelo c proveito dos. fiis.
E' um sacerdote digno da maior venerapio e
respailo, b
Tele^raaaii traasatlantier. Una
correspondencia de Londres diz o seguinte :
O vapor Ho per, ha poueo cons'rnida pela
companhia lelegraphica do inesmo nome, tem es
lado a tomar a bordo urna extenso de I, 83 mi-
lhas de cabo confecionado pela me-ma companhia
o des.inado buha brasileira. Presomea que
este vapor sahir amanba, 20, de Ptymouth em
direccao costa la Rra-ul, atim de dar comeco s
operacocs ilu immerso do respectivo cabo.
11 Times de 14 do corrente occnpiu-se com
este objecto, d noticia desle empreen bnenlo a
dos elementos coadunada* para a sua roaUsaeio.
O cabo em qaesto, conforme expende, difie-
re os-nncialraento em 11111 ponto especial dos cabos
transatlnticos do norte, todos manufacturados pe
la Tetegraph Cmstructiou Compan/. Esta dille-
renca consiste em que o fio das cabos desta ultima
companhia solado por meio de carnadas de gut-
ta-percha, emiuanioquc a companhia llooper em-
prega pera o mesmo lim a gmima elstica ou bor-
rocha. A guita-percha tem ueste mi-ter provado
sempre bem, como se pode colligir da longa im-
merso em estado satisfactorio, dos cabos soplen-
triouaes.
Veremos se a gomma-elastica mantm estas
qnalidadbs e suidenta a concurrencia que susci
tou.
A extenso dos cabos, cuja itfflnerslO vai ser
operaila pela presente cxpedire, affecta, segundo
informa o r, diversos typos ; e podem este
sentido ser divididos em tres especies. Com effci
lo, a camposicao das extremidades differentcs da
constiluicao do cabo intermediario em geral, que,
f r seu turno, na parte destinada s maiores pro-
undidades, tem tambem attributos peculiares.
Era todo caso as diversas seccoes sao revesti-
das de urna couraca de rame de cobre sete vezes
repetida c solada por meio de um revest nento de
gomma-elastica, conforme o proesso llooper para
o qual esta companhia oblevc privilegio nao lia
muito.
Em certas partes, comtudo, o cabo protegi-
do mais particularmente por um involucro {de lio
de ferro homogneo, galvanrsalo, sobrepondo-se
nove a doze ve>es, e aehando-se cada urna destas
carnadas envolvida em outra de estopa molhada
em alcatrao. Emllm. preparada a linha nestes
termos e unificadas as suas differentes partes,
ainda embocada com aspitaito e diversos silicato*,
antes de se proceder immerso; sondo as extre-
midades destinadas ao litoral proporeionalmente
mais fortes e reslente.
n B* este o cabo que tem do ser mergulhado ao
tongo dY costa do Brasil, no s de Peruamboco
ao Para; como do Retire ao sul, formando as'bases
das enmmunicaces teleiraptricas entre aEnrnpae
a America do Sul, o a chave do sy-tema telejrra-
phi.eo brasileira. l'o Para ser* lineado S. Tho-
maz, nas ArrtrHx.
' fi'at prarovef "pie mwHo- fmrremmte novas
lirrhas dcseuvoivam cada vet mais esta rede" em
di versas mreceftM, no- que j-iqnl se cngftn. O
Iraiectoentre o Para e S. Thormtt prbmctte mnito,
e comTmmri de uma maneira Importante para osJ
progressosno fien* w Imperio; posto que em nina
direccao excntrica do mercado do Rio de Ja-
neiro. ^m
Com a geral ispalanva serS a seccar> de Por-
namotreo ao :PHr4 qire s htaugarar pflmeirtj, e
1 llRDMlA ^l iA .
TMWtmil* at>\ IIFI, \t io
SES.iO DP9 DE AGOSTO DB 1^73.
'nao a de Pernambueo parao sTd,'cmocpareceque| ?a8si9KsciA do kx.h. sr. consklhiiro oaat*!^
caiifirniar-e a opiniao de que com effeilo, para o
lim a que se propde, roune condicoes especiaes,
nunca anteriomMOte combinadas.
Este vapor movido a blico o a sua vclocida-
de acha-se calculada em 8 l|2 milhas por hora :
ei.a!qanio n 1 acto de ioimer-a dos cab .s que
conuver nao deva deitar mais de 3 milhas.
A sua lolacaa de 3|00 lolBladas, o com to.
da a carga a barda demanda 23 ps de profundi-
dade, doslcaudo 1,300 toneladas d'gua.
No in'.eriar este navio offererc a viva repre-
sentaeao do 11 m microcosmo industrial, pois 1110
lia una s de suas parb-s quo nao seja aproveita-
da neste sentido. As machinas locomotoras sao as
mais puifeilas quo tem podido al agora pr>duzr
a udu-diki modern 1. A embarca-o, obedecendo
ao sou impulso, ple avancar na relroccder von-
tade o com a maior facidade.
Ha at disposi.oes, que, solando a farca mo-
tora, do apparolha da locoinoco ordinal a, que lie
propria, a adajitain aoulro maeliinisina que pro-
porciona ao navio urna verdadeira perambula.'
a flor d'agua, e sobreludo le faculta tomar um
raoviinento de iluetuai.-ao dos mais convenieules
em caso desinisirodo cabo une se inmerge. As
caldciras sio miltitubularos, o de qualquer explasaa. O oylhidro de alta pressiio
tem 32 pollegadas de dimetro e o de boina pre>so
1)2. Sem qu3 isso projudique a qual pier ouiro
postulado, ha conituda espafiO para una cmara
inuita eorfortovel, em que sobresali um salan dos
mais elegantes.
< Para up lins da prsenle expedieau o -H-oper
tem de reeelter 1.200 toneladas de car vio. Assuii-
dagens vo desta vez etTeciuar se. por meio de um
apparelha do rame uno, inventado polo Sr. Hooper,
e quo se tem verificado ser o mais apropria lo a
laes tra'ialhas em grandes profundidades. O Sr.
Franca, chele da secuto do pliysica da campaiihia
Haoper, acha-se a bordo e dirige .1 parle scienlili-
ca Ja eniprobeii Jimento.
O Grait X.rtliem, vapor tambem a hlice,
pertencente a me-ma coui ladas o couimandada polo capitao Mur> II. acompa-
nha o llooper. O Urea! Northern tem a avado 3
nnllias de extremidades do cabos, destinadas e<-
taijao do litoral.
0 m leninismo existen'..; na Boopee para o lim
de inmergir 011 suspender o* cabos, pouea mais
ou menos o inesmo que se tem usado al agora,
e que corresKiide pe ieilamento a osle intenta.
As aiterapaea ratroaudas *io insigaificantcs, e
dojondem mais da eonAguroeVo do navio, do que
de qualquer modilcae.i\> da apparelho em si. Ao
sabir dos respec'ivos compartimentos, o cabo gyra
sobre diversas roldanas, cujas moitoes so acliam
coilocados era ordem succeasiva, c cujo movimen-
to dirigid 1 pola sacio do uma roda a que a torca
motora Iransmitlida por urna cinta que lhe serve
de regulador.
Pas-ando por um c\Iludi de sai* ps de dia
metra a linha lelegraphica, a parpaasando por cy-
lindro mais pequeo, anta > iinmorge-se pela popa,
onde um dinaiuamelro indica cada instante a
tensad la cabo. Quanto ao apparelho de suspea-
sao, acha se colloeado nas versas e aiiccioua do
mesma modo que o do iuim ;".,>, sendo, porm,
movida por uma machina propria, do grande
torca.
O gabinete dezmado aos liabalhos do electri-
cidade acha-se BuHaeado quasi no centro do navio,
sob a primeira coberta, o easerra um completo sor
timento do tudo (|uaito podo ser necessario para
tarefas desta ordem.
As pilbassao preparadas conforma o niothoda
do Sr. William Thomson, correndo o li(|uiJo para
as respectivas collulas per raciq da vasos, cuja
longo eolia ven, pela sua extrjmidade, adaptar-s.!
a orificios correspondentes no apparelho. Trans-
mille-se o fluido proparcioaalniente, olecluaiido-se
a sua exeudacio poi acefu cepillar.
0 conjunclo deste ultima apparoUio affirma
ae que fuacciona perfeitamonte, produainde gran-
de oconamia a todos as respi los, polos seus re
sudadas. Ao gabinete de pliysiea, sob o convez,
correspondo outro mais oequeno, na mesma posi-
pSo sobre a coberta, conmunicando-se interior-
mentid um com o outro.
Em toda a oxten-ao da navio fonsena uma
pequea linha lelegraphica qae permiti Iransaiit-
tirem-so qiiaesquer avisas da um para outro
lado, em qualquer parle em quo s esteja collo-
eado.
O cabo dupla da companhia lelegraphica
oriental, do Cornwall para Viga e Lisboa, enmeca
a fiiuccioiiar d. sde o dia Io de julho, s- mo que a
contar desta data o proco do cala lelegramma do
20 palavras da Inglaterra para Liaban baixar de
10 s. G 1!. para 8 shillings.
Honroso Leaios na Constituiciio :
Hontein (2), pelas 3 horas da tarde, dirigi
se a Arronchos, afim de cuniprimentar ao mu
di>tnclo e Ilustra lo rerense, conselheiro Jos de
Menear, que presentemente se acha all a ver so
cousegue o restabclecimenlo do sua preciosa sade,
um crescido e escolhida numera de amigos con-
servadores, entre os quaes figuravain o Exm. pre
silente da provincia, l'r. cliefjde polica, secrc-
lai o do govorno, commendad ir Joaquim da Cu-
aba, presidente da cmara municipal, e quasi
todos os deputidos da assombla provincial.
(i Foi um acto do bem merecido apreco e con-
sideraeao, quo se- tributou ao parlamentan ds-
tincto, que com sua palavra ejoqaento o aulorisada
tem elevado a hera alto a lianra o gloria desle
vasto e rico imperio ; ao lilierato profundo, o les-
tejado, cujo mrito se tem revelado com lano
fulgor, que com justica ha sida objecto do admira-
cao e respeito em todos os paita* ,na* civilisalos
da Europa.
Compartilhando dos sentimentos dos Ilustres
visitantes, nos, que vemos no di*tracto cearense
uma das glorias de nossa cara patria, e nina do
suas mais bellas esperanzas, nao podemos deixar
de, do alto da iinprensa rigir lhe timbera os
nossos rospetosos eumprnentoa, e felcta-Io pola
honrosa homenagem quo acaba do recebor.
Latera. A que se acha a venda a Si*, a
beneficio da irmaudade do Scnhor dos Passos do
Corpa Santo, a qual corre no dia 14.
Letlta.Amanh eftVclaa o agente Pinto em
seu eeriptorio ra do Rom Jess n. 43, o leso-
de fazendase chapeos do Chile, sendo s II ho-
ras, faaandaa, o ao maa di;., chapeos, conforme
est annunciado no lugar compleme desle Dia-
rio.
Casa de detencao. Movimento do du
8 de agosto de 1873 :
Existiam presos 342, entraram 8, sahiram 4,
xistem 345.
A saber :
ffacionaes 246, nmlheres 7, esirangeiras iO.
escravos 45, escravas 7.Total 345.
Alimentados a custa do3 cofres pblicos 28(5.
Movimento da enfermara da dia 8 de agesto
de 1873 :
Tiveram baixa:
William Bol, gaslrite.
Joao Francisco Crrela, i'ebre.
Manoel, escravo de Jos Igniria de Mello, rhenm.v
tismo.
Te ve alta :
Joio de Oliveira c Silva.
Oinitcria publien Obituario do da 8
de agosto :
Mara, branca, Pernambnco, !> dia?, Grasa*; t-
tano.
VanoeL pardo, Pernambueo, 5 annos, 3. Jos;
variolar.
Lnariana Paula Regrrrdra Pereira dos Santos,
hranrra, Pernambueo, 6" annos. casada, S. tose;
hydropesia.
Francisco de Assis Pereira Pinto, brauco, Per-
nambueo, 29 annos, casado, S. Jos ; fes* valvu
hrr do corato.
As lo ltafasi(f:lmTitViV te* os Sr. icgadoni* ^Iraeida .1/ larifiie. Doria pri-
cural MiaiinjJ' Uva, Aranjo Jor-
ge c Vi,* r.il'.idicoir cat, a os Sis. desembar-
gadores Luiirenfo Soatiap.i. pr. Itccil'e o Uegui'ira Costa: abiH*->o a sessao.
JLGAUKNTOS.
Rceur-pj Ciimes.
De Garanhuns. DeditobmA) juizr, rerorTid:
Joaquim .VvesdosSaol'is. Jui's 1- Srs. desein-
barjadares DniningnasR: buquerquee Ara uto large. Mprocedente.
Keeorrenti o juise, leeonidta Ignacio Ferrera
da Silva. Juizos o* Sr* d'Mmargadorcs Dorain-
gues Silva, AraujaJorge, Xcni e A. Albuqner-
que. -Improcedente.
Da bnperatrit. Recprreate jp juzo. reeorridc<
Manoel Eugenio Miiniz. Juiae os Srs. desembar-
gado re j N'civ, Atmeida Albnqnrrque, Araujo Jor-
ge e-Dominguns Silva. Improcedente,
'rorogao.ao do inventario,
Concedeu se o prazo a Joao F'rancisco Paredey
Porto.
PAS^CF.tS.
Do Sr. desembargador Almeida AlbiK|uertue a>.
5r. dcscinliargador Domingues Silva :
Appellavoes crnios.
Do Recift.-A; pcllant; Mari.uina Jacnltio dos
Sanios, appcllado Pedro Pereira Lomos.
De Missao Velha. Appellantes Francisco Gob-
calve* avaleanii e outros, appella la a justica.
De Garanhuns Appellanle Joao Vicente Perei-
ra Luna, appellada a justica.
De Cainaragibe. Appollante o piaoT appetid"-
Francisca Antonio dq Na-cuneutu o pulcjs.
Da Imporatiiz. -Appobanto O lup^mppcllrd
Antonio Gomes da Silva.
Ira Sr. desembargador Doria m Sr. descral'.'r-
gador Domingues Silva 1 ,. Im
Appella(-i}p.s'cfyeis.
Do ReeifB. -Appellaute Kusp Inno, appelIauV
Joo Vasco Cabral.
to Donito. Appellanle Francisco Po da Siha
Valonea, appellada l) Jj-epba Joaquina Uesen.
de Mello.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ) Sr.
desembargador Rcgueira Cosb:
Dojuiza municipal da Cal.AppclbuHe q^iv
eo, appollada William Scott.
Do sr. desembargador Araujo Jorge ao Si. 0>*-
embargador >'eiva .
Appolla.ao civel.
Da Atalais. Appollante Fehppe da Cunua. la-
ma Malaiaca,appellado Manoel Joaqun) linari-
Ijuimaraes.
Appellacoes criraes.
Do Ca appellada a justiga.
Do Pao d All), appellantc o jnizo, appeiJal
Joaquim Jos de Menezes e autro.
D) Cabo. Appellanto o juizo, appellados Ad d-
pho Manoel da Silva e outro.
Da Calo. Appellanto Salusbano Pereira Isaia,
appellada a ju-lica
D'Agua Pela. Appellanle o preto Cesara, por
sou curador, aapeil.ula a justica.
Defioyanna.AppeUante Jos Alasanra Fer-
rera, appell.ida a uslii.-a.
Ao Sr. desembargador Almoi !a Albuipierrpif :
Appellaeao civel.
Da Cabo.Appollante i). Mara do O* fe Jess
Barreb. appellada D. Maria Paz Teixeira e se
filhos.
Do Sr. desembargador Xeiva ao Sr. ttosemlx-t -
gador Almeida Albuquerque:
Appehacoo* crimes.
Do Aquiraz. -Appellanle Raymundo EstevSoRo-
drigues, appellada a justi.ja.
De Baturit. Appellanle Paulo Joaquim O. -
rea, appellado Gabriel Geraldo de Car ai o.
De 'ao A"Albo. -Appellanle o piizo, ap|iel^d~
Joaquim Jos de Menezes c outro.
Diligencia crirac.
Ao Sr. desembargador promotor da justioa :
Do Recito. Appella ite Jo5o Ferrera dos San-
loa Jnior, appellado Uaoocl Jos Guedes de ".;a-
galhaes.
Da Impoialriz.-Aupcllante o juzo, appt'Lla,i-
Fran< seo Josti Dias.
Da Parahyba.Appellanle Olegario Sara iva d
Carvalho Xeiva, appellada a justica.
Do loiiilo.Apiiollaute o juizo, appellado J.
Lu/. Pereira dos Santos.
Appellaeao civel.
Com vista ao Dr. curador gerl :
Do Recite.Appellanto Francisco Lui dos San-
tos, appellados herdeiros do mesmo.
Assignou-se dia para julgamonto dos ffeilo?
segrales:
AppellaciR's crimes.
Da Sobral. Appellaute Quitoria Flix Barbasa.
appellada a justica.
Do Poinbal.AppeUante o juizo, appellad'.i Pe-
dro liezerr.1 de lirito.
De Camal agibe. Appellanle Juia Francisca de
Almeida, appellada a just <;a.
AppenaeSes eiveis.
Do Crato. -Appellanle o juito, appelladc* o par-
do Manoel.
Do Recife. AppeUante Jo ma, por seu curador, appallad i Antonio JoafQim
Fernandes da Silva ; appellantos berdeirea de
Bernardino Jos Monteiro, apgellada Mara A. }>
Carmo Rocha Costa.
DisTnmmgoES
Appcllarjoes crimes.
Ao Sr. desembargador Almeida Alhuquerqu*- :
Do Recife. Appellanle o juizo. appcbado Ma-
noel, escravo do coronel Honriquc Pereira de Lu-
cena.
Ao Sr. desembargador Domingues Sil va :
Da Imperalriz. -Appellanto o juzo, appella I
Porfirio Jos de Santiago.
Ao -r. desembargador Reguera '"ceta :
Do Cabo,---Appellaute Joao Paca Barrete de La-
cerda, appellado Jo> Carneiro Carvalho daCunl...
Ao -r. desembargador Aran ja Jorge :
aTelha.Appellanto Paulino I/.idro do Dom-
lim, appellada a justica.
Ao Sr. d'sembargadar Noiva :
Da Beciie. -Appollante Manoel Felippe dos San-
tos, appellada a justica.
Itecursos crimes.
AoSr. doseiiibarg.idor Almeida Albuquerque
Da Parahyba.Bocorrente o juizo, roeorrieV
Anloni 1 Joaquim da Silva.
Ao Sr. desembargador Domraguc- Silva :
Da Parahyba.Recorrente o juizo, rec&n.-:
Zenobia Ferrera d >ilva.
Ao Sr. desembargador Reguera Costa
Do Recite.Recorrente Joao Luiz Ncpomucim
recorrido o juizo.
Ao Sr. desembaigador Xeiva :
Do Macei. Recurrente o juizo, recorrido ba
charol Antonic Jacintho de Sjiupaio.
Appellac5s eiveis-
Ao Sr. desembargador A. Albuquerque :
De Jaguarbo. 'AppeUante Jo- Sulpino IV-
Botao, appelkid 1 Otilio Pae Botan.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do Recife. -AppeUante Joo Gregorio Goucal-
ves. appellado Andr de Souza Umbelino.
Ao Sr. desembargador Reguera Costo :
Do Roci.e.-Appollante Feliciana Mara (Hyiti-
pia, appellado Antonio Ma aira Dias.
Ao Sr. desembargador /.raujo Jorge
De Garanhuns; AppeUante Joaquim Lourenv
de Mello, appellado Podro do Bego Chaves.
Ao Sr. desembargador Nciva:
De 01 nda. Appellanto a juzo, appellada Per-
tuna ta, escrava.
Carta testenauhavel.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque
Do Mente. Aggravante Manoel Ignacio .das lle-
ves, aggravdo o juizo.
Ao Sr. desembargador Doria :
De Olinda. Aggravante Antonio da Silva Peu-
tos Gumares, aggravdo o juizo.
Ao Sr. desembargador Darniug es Silva :
Do Becife.- Aggravante Joao Alves da Cras,
aggravdo- o juizo.
Ao Sr. doscjubargaier r.ogueira Costa :
Do Recite.Aggravante Luiz de Paula Loprsr
aggravdo o juizo.
Kncenou-se a .sessao ai- meto dia.
Tambem o Sr, major Wc'off" encontrn por p^rtefamsctffaTl*m nao- a* as conretiiftncias, como oil
Ido Sf. W, rtayoe*; 5%no.gWantei IWi^ndWmterestw da compitoWa. A alternativa, porm,[
SA!T1A00.
ftwr?*r? Dr. VirotU Ootlho.
Tribunal do eommeirii
ACTA DA SESSAO AWHWSTRATIVA DE 7 m
AOOSTODB H7*
fnPSIDKKCIA 1H> VtM. SR. CONSLBlflO ASilUM"
iaucisco nmam.
As 10 horas da manria, presentes os9rs: eV-
putados PeCMarkl Olite liaetns, Lopes Macha* ir
da Srs. snpnlentes S* LeMo e Alvos Guetva.
S. EteB. o Sr. conselheiro presidente oVeTahr-ri
aberta a sesso.
Pbi lida e appron*hr acta da ses*i fV :u
de jumo prximo paseado.
wunnit.
Odtoio de conservada^ neomm*rrm de- Menio,
remetiendo a retoca dos livros sellados oa aWn-
oVgi e rutrieadns m eatisemtonn aanceltoNii-
dade. Para o archivo
fitMfnajad exif* pe! presi'lenfia d* provfn-
flia sobmoqno IWrfentteten a cmnpanWa de'se
gwes 'dirnlde Ptfl**> tribunal, a juam to*
(
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*>*
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* <*a|andl mi itaaifrini'ir Jangua .-*!.
pmafcaavhfc *. ,ttaA'>rtjvauel gna* con-
TMtja.fac teta (pedida -peto New Londoa ana
Bra^aWjBarik Limited.
Becttnafe de .Francisca da Rocha Passj- Lu*,
>ob:a luurU'tm upetf&da por Antonio Joa-
.juin-dto V*sconce1b)e-|el enligw>ae Sr.tiup.-
ptoeatab* Lelo c+rao o uaieo presente d'outro us
quUOt -nenaias d* tribuual que teem de daeidir
a pnieecae du WMru Aaumio Joaqoim do Vas
coneeMos.
imMMk
Bafteriraenlos'.
Uejffjaji(ia> Bedel, peodo eertidao da nomeaoao
deseas eaixtvoaltoruardoLilid da Rocha o Tlio-
me Jee Mitrques:.-Fase-se eertidao do que eons-
ur.
De jd^.JkluwidafrvC.j jprcientanJo a re.
fwiro TMnietiau fle ti vjr.rxcfro Bento do Reg
ttafMD-'4BB|iu*rai. -+ Comq re pierem os suppi-
cune/y que ai pniearom a allegada nactonaida-
'le duca caixeiro.
fl Augelo Dapsta do Naseimeato, snbmellen-
ila i nomeacao de caixeiro que den a Antonio Bo-
llicia de Vercosa. aftm.de ser registrada.Royis-
tre-se a nomcactffeppsen|nfa pelo iqppleante,
que allega, sem Ua alguaa, |cr brasileiro o
ijseiro aomeado. \j
tte Miind Mead IR silva, requerendo o re-
istro da nmiieacao nu Joaqdim Mendos da Silva.
Gomo jiede.
De ioaquim Paulino Xioaa Muniz, sujetando a
registro a nomeac-io de seas caixeiros Beuto Cara-
pdlt m Albuquerquo Ualvio, Joo Ferrara da
Ouj Ojtaviau de Gusmio Lapa Poreira.Seja
regisicaibi Aaomeacao junta, depuis de reconhe-
eida^L respectiva liruia.
Dajuuteiru Gregorio 4 C, trazendo a uomea-
<*n dj seas caixeiros, aliiu de ser registrada. -
"roqeja-se registro 4a nwmeacio junta felos
s'jpplTcautes, que nao apresentaram prova alguma
di allegada uacioualidade dos caixeiros nomea-
dos,,
Of Autouiu Augusto dos Santos Porto, cora-
mereiaute matriculado, pedindo o registro da pro-
rurqrao eulorgada por Jos Joaquim Goncalves de
lt.trr< FiHio. -Soja registrada.
ie Ttio^ai Uodrigues Ferreira, registro da pro-
ruracao junta que o autorisa a gerir a casa com-
mereial di Barros 4. CXa ferina requetiJa.
fe M'guel Ferreira de Mello, registro do con
nato ante-nupcial celebrado com D. Mara Gandida
Ferreira.lieg i stre- se.
Da oinuahia dos trllhos urbanos do Recite a
Oliuda e Beben'uo, pedindo o registro da reforma
le seus estatu)*.-Vista ao Sr.-desembargador
riscal.
Repica de Ot'o Batiros, para registrarse as
nimoarjlm de seos caixeiros. Registrem-se as
n>ia,eacoes juntas pelo supplicante, que nao pro-
viw aeren brasileiros, como allegam, os caixeiros
u anteado*.
laformaeao da secretaria, ministrada em obser-
vancia ao despacho de & do correte e declaran-
d i age em face do decreto n. 1,487 de 13 de de-
uro de 18$4, oio pode ser adrailtido a regis-
tro o contrae da firma Pemimbuco, Barroca*
z(l -Volte esm vota ao Sr. esembargador fiscal.
De Tito Antonio da Rocha, matricula de com-
merci inte.Resol vea o tribunal que so otficiasse
:* i conservador do commercio do Gear, re |uisi-
i-iido i.ifunnicao acerca da prctencao do sappli-
cante."
Nada !ini< Im-enlo despachar, S. Exc. o Sr.
e Kueiheiro presiJente saeorruQ a ssno ao mcio
'lia.
<|ilc se ciia*ifinTiue^ Miados da Provincia o alguus mais, nao podem
diNudAcoieiSjar.quOiilJixui.ir. UkAm^oai^
sabido paular seus actos pel^s ciroainsUucia-
e
cohvenien
houve
ctlx telectrico,
WWflOiittida a
Exc. senio
a'tata, restaanloa > eada um
os sfeu' inc(estt^*e^s direKos,
TfvSOrRAKIA DE FAZENDA
8 de agosto.
i-'oram remotlidos ao Sr. thesoureiro para se-
rea pagos.
Offlniu :
Ot jJHfMBUir da all'auliga, com a canta da des-
fu feita pul j respectivo porteiro ao mez de ju-
lh<>.
esmo, oom a rela?.o e documentos das des-
I^-^s (ellas cora o servico interno e externo no
tu escalo nioz.
Do chefe de polica, com a conta da despeza
fita pelo porteiro com o expediente da respectiva
*vretarii no mei ultimo.
Do presidente da tribunal da rela;ao, com a con
la da despeza foita pelo continuo cora o asseio do
i; -m i tribunal id mu ultimo.
Do alminisirador da receboora, com a conta
da despeza leita pel respectivo porteiro com o
xuediente relativo ao mez de julho.
Do administrador dos crrelos, cora as coatas
us impfin tollas no mez ultimo pelo respectivo
thesoureiro.
Di c.oaimandaite d> forte do Banco, cora a
i di firaeciinento dagua ao inesmo f>rt 00
W6I prximo passado.
Rqncrimenlos i
lie Henriqw Soares de Aievedo.
De Jko RodolphoGim-s.
De Jos (Joncalves de Albuquerque.
De Man i'I J i M|iiiai de Miranda e Souza.
Seeretaria da tliesouraria de fazenla de Per-
nambaeo, 8 Jo agosto de 1873.
O secretario da junta,
Jesuiuo Rodrigues Cuidoso.
ijue ua
cr. Rx
PARTE POLTICA
F.1R'B30 COER1MDOH
REGIFE, 5 DE AGOSTO DE 1873.
RESPOSfA A'MOriNCtA.
1
.Na Provincia, orgo liberal de eternas lumina-
rias, qaando se trata d> Exm. Sr. Dr. Lacena, dis-
linctissm i palinuro, q 10 dirige o leme da grande
nao pernanilmcana, hombreia sempre a falsidade
das aecasaeOes com o vulume de m vontade d'a-
qaeM que a escrevem.
lm seu n 92 de 1 docorrente, esse jornal, posto
ia -i'vioda bilis do Sr. Villa Bella e seus
- uazes, do que ao das ideas de um partido, res-
?utnbrando a paisao cega e o odio inexoravel, se
i vuaa da queslao religi>wa e da attitude ne!la as-
miaida pelo Exm. Sr. Dr. Luccna, e adulterando
os fado-, mal interpretando os acontecimentos e
in fi:rando-se em mitivos inconfessaveis -novel
r'iruvado de toda a gritara que se tem (cito c se
c liitina a fazer contra a brilhant* administiacao,
qu i tantos tido e felizmente continuamos a ler -
ra ver contra Jicfies onde so m coherencia,
fraqaeza on le s ha prudencia, inepcia onle s ha
tmo e ilustrada aptidao.
Mas ser este un raeio licito de fazer poltica,
s-r isso batalhar cora bravura e galhr.rdia som-
lira da bandeira do um partido, que se intitula
gratula e nobre, por que sedi o partido da liber-
didi ? Por certo que nao
Nao nos aprsenla o partido libera! luta poltica
grandiosa c santa ; nao usa de patritica defensao
d.' fireitos, qae reputa sagrados; sim nos offerece
o triste espectculo de recriminacoes odiosas, mo-
rejo e insultos, jogados pela mo herclea de uina
vontaJe e de um sede de viuganca, que ianlo
ten de grande quanto de injusta, tanto de in'leni-
v.'J, quanto de infundada.
A' cousas, pois, na questao religiosa, como em
lulo o mais, se tem passad de um modo maito
dillerente do que pinta a folh.a liberal e nata hon-
roe* para aquello a quem p ir f irca se qner fazer
.-icrediar que ellas llcam mal. Desgranada ina-
nia !
Levantada a grande o gravissima ijoestao raU-
gi isa, que sobre lulo se tornou lal na s.ia ultima
pitase, j se achava frente da admioietracio des-
ti provincia sempre dislmelo Sr. Dr. Lucena, que
graras sna Ilustrada intelHgcnca, a seu tino ad-
ministrativo e fino tacto, es l nm escripi ir inglez, leveu sempre as cousas
at o dia de hoje com o naior criterio e bom seji-
o, ejoe esejar e podeda que solemne tesle-
mutho a maioria da opinilo e portanto a opiaiao
justa* despida do paixdes e prenMceilos, que o
apoia, maita embora as inglorias intrigas da Pro-
nucid, que s vive de ser pequea, resmelenga e
menma.
As eii-cuiuslaiieias no.p.jdiam tirar meloor par-
do do que torera o Exm. Sr. Dr. Lucena para
onaiebenie las e Jirij-las. Ha alguna cousa do
proiuuencial nos governos humanos que faz cora qile
senjwe a urnagrandepocacorresponda um gran-
1>- liomeiu e a um grap.de a contedme rito presida
tamben cen seu saber, seu criterio e seu merec-
snento, um grande cllado. A historia anda nao
desaxeao essa brhiuiie verdade, que a Provincia.
teri. por inabalavel,.ae se dr ao trabalho de com
pulsar as sna pagina nIniMioutes.
O Exn. Sr.fr. Lacona ro talliad* para o me
a$iW^tflo lie wwsas, que atravcsQ-ri);. A
mi prudencia com a sua energa, p seu criterio
ui en fine acto, lera sido um-uboa de salva-
ao para os que se tan yjelo wkagos as tem
(Hades sapradas pew bWheebiW'da Exm. Sr. D.
VitjjJ, poderoso Kola abr-iqd^ft. instancias e a sup
iiims da'*ainfet cari i romaK,
Todo que tem acuuipauliad os acontociinw, roma-ia ?
j*tgrarieu proceder pelas veraadeiras
cas. o principiar a luta sem
aquellaeirttsfwpeeeo, que Ihe
ares de victoria ao iocc:
quer' facer acreditar a
de ven maonaria, i\m
combate. ^~-
E remo deveria entao1 proceder
asim t Travda
dos omtiatenfcs _
dispensando a um e a outro aquella imp&relalinde,
que sua posirao ihe dictava.
henda o desfeche da batalha, o xito da causa, da
afta e sabia deeislp do gi.veruo imperial ell
havia vir a palavf de derrota ou do victoria, fie
perd ou do g mho para-din'flbs contendores Era
o god'rno-iinpaml o supromo juiz, aujo conho-
oimonto se achava aindi sujeito o conflicto Ora,
em tal caso niio cempetia ao Exm. Br. J>r. Jceri
porlar-se, como portou se, sem ver at ontao ven-
cedor nem venc lo? Por corte que sim. E para
que vera i Provincia a diaer que o Exm. Sr. Dr.
Lacena fot causa conunum oom o bispo antes da
decisao do governo imperial, que a elle apoiava e
sustentava, c que tomou partido contra os perse-
guidos ? .
E' para mais ama voz trahir-se, dando a cmhe-
cer qua os vergonhosissimos acontec montos do
dia li de,maio,-,q erara logar os *Uen
tes, toram ebra 'ua. '
De facto.ee a l'ruriivia nao estiveste Jeiiliiica
dacom aquelles acontecimentos, se nao os ap
plaudisse, viria jamis deduzir datatlitudo, que
nelles assumio n Exm. Sr. Dr. Lucona, que este se
pozera a servi;o do hispo e da u/tramoata-
nismo contra as liberdades ckis Por certo que
nao.
A reprovacao, qae entio exprimi o Exm.
Dr. Lucena contra os acohtecimsntos de li, qrte
liveram pbr victima os jesnitas c a trpigraphia ila
Unia honra os seus sentimetrtOs e nao deidmira
a sua posicap, nem o denuncia saspeito de jesui-
lisnoe ultramontanismo. Era do mister que_o
selvagisrao de alguns iresloucados estimulados nao
eneontrasse nem sombra de apoio na primeira das
autoridades da provincia, apando esta autondade
nao era o Sr. Villa-BeHa e sim o Hxm. Sr. Dr. Lu-
cena.
De um senielhanto proceder s pdem tirar a
consequencia, que tirou a Provincia, os autores
dos acontecimentos de 14 ou seus cmplices de
qualquerospecio.
Anda fo a Provincia encontrar pasto sua fu
ma de aecusar o Exm. Sr. Dr. Lucena no modo,
porqucesle se exprimir em sea relatorio com
rclafo questao religiosa. Quereria a Provincia
que S. Exc. nao dissesse frr procttmdo manler-se
em p isirio conciliador:, empregando todos ut unios
posfiveis para sustentar o equilibrio e harmona
entre o estado e a igreja, como se R. Exc. para di-
rgir-se devesse inspirar-se nos concilibulos da
Provincia ou receber orculos de alguna Egena de
calcas, como o faria o Sr. Villa-Relia.
no entretanto a Provincia chama o Extn. Sr.
Dr. Lucena de violento e arbitrario; mas quera
em urna questao religiosa, por amitos litlos me
lindrosa e anda mais melindrosa n'aquelle lempo,
por ser possivel ter urna solucjio pacifica c satis-
factoria, levadas as cousas oom geito, assume o
papel conciliador, que assumio o Exm. 6r. Dr.
Lucena, pode ser chamado de inconsiderado, vi
lento e arbitrario Mas que a Pi ovincia por ludo
aecusa. Seria lio estulto aquelle, que quizesse
agradar-Iue, como o rustico, que com o seu burro
quena agradar a quera o va.
a Provincia faz capitulo de acensado ao Exm.
Sr. Dr. Locena de nao ter emittido opiuio franca
sobro questao religiosa por occasio de dirigir-se
asserahla legislativa provincial. Mas pode ha-
ver mais franqueza em emittir-se urna
que d;zer-se, como fez S. Exc, o modo por me se
estava encarando a luta e os meios qae se. havia
emprecado para chegar-so a um propici i e fcil
desenlace ? a Provincia em sua sapiencia diz
que nao.
A Provincia entende que S. Exc. devia ser afo-
gueado e esquentado, como Aquelles que origina-
rain os desastrados acontecimentos de li, e em nao
o ler sido que esl sea crime, assiin como estaa
em ser precipitado! se nao tivesso sido prudente o
pensado.
O II
Ainda faz-seao Exc. Sr. Dr. Lucena resjionsavel
por quanto se passou depois da interdiccao fulmi-
nada pelo diocesano contra algumas igrejas e ir-
mandados por nao ter receido o recurso cora,
por urna deltas inlerposto, no olfeito suspensivo.
Mas essa aecusacao improcedente. Se
certa que S. Exc. devia ter recebido o recurso in-
lerposto no cffeto suspensivo, o que na verdade
se niio den, em parle pelo desaso de questoes de
semelhanle natureza entre nos, onde ellas nunca
foram suscitadas, e em parte por urna tal ou
qual dubedade nascida do confronto da lc cora
a especie, a que ella se devia applicar, e a prova
c que os sabichSes da Provincia, nunca fizpram a
menor censura ao proceder de S. Exc. neste ponto
ionio depois da Inninosissima consulta do cons-
llio de eslado, o que em idnticas circunstancias
pelo mesmo nodo proceden o presidente do Para,
todavianem de Isve se pode por a cargo do Exrn.
Sr. Dr. Lucena os effeilos di uterdic?ao lancada
pelo diocesano, porquanlo esses elfeilos sempre se
dariam, como se estn dandi), a despeito do effeito
su-pensivo em que tivosse sido recebido o reeuro
interposto pela irmandade nlTendida.
A prova nos a temo* debaixo dos olhos e que
havendo actualmente mais que um simples re-
cebimenlo de recurso em offeito suspensivo, que
havendo provimenlo a esse recurso mediante urna
luminosa e procedente decisao do poder compe-
tente, o culto contina extincto em mnitos igrejas
interdictas e a animosidade tem chegado ao nonio
que ltimamente attingio, sem ser isso debido
ignorancia i desidia do Exm. Se. Dr. Lucena, ou
a sua m fe e c nnivencia nos planos do episco-
pado.
E o que diz a isso a Provincia ?
Ainda volta es e peridico, delicias do Sr. Villa
Bella, sedieainernpacao ao Exm. Sr Dr. Lucena
de tor sido incoherente c contradictorio em seas
dmis offlcios dirigidos cmara municipal c ao
administrador do cemiterio.
As cousas mais simples e que entrara at pelos
olbos dos rayopes, a Provincia explora om sua ce-
gueira, para" dallas tirar partido. Triste situaeao
de qnem nao tem a que se apegue !
A decantada contradirn evaporase ao mnimo
calor de alinelo e bom sonso. O Exm. ?r. Dr.
Lucena, e.n seu ofHcio de 3 de junho cmara
municipal resol vea que ao diocesano competa
transmittir directamente ao capellao do cemiterio,
sem embargo de ser esse funecionaro da mu-
nicipalidade, ordens no tocante ao espiritual, o
que decidi inuto bem, nqm nunca a Provincia
prevou o contrario; e era seu offlcio de 21 de
jullio prximo lindo ao administrador do cemj-
terio, mandou que este lizesse constar ao capellao
respectivo qae por decisao do governo imperial se
acliava levantado o interdicto das mndales e
que por consegulnle haviam desapparecido os
cffeitos proprios dessa pena, j nao existente, po-
dendo por isso ser perante a irmandade do Espi
rito Santo encommeudado o corpo de Zefenno Mo-
reira.
Em que consiste, digam os desapaixonados, a
contradirn sonhada eewc'.irwflia pela Provincial
Onde sta a incoherencia e a opposteao entre as
duas delorminacioes do Exm. Sr. Dr. Lueena? S
a Provincia o sabe.
Mas a Provincia maliciosamente torce todo, n-
vefte a ordem das cousas, levanta falsos, com tanto
que encherguo urna contradifo, e diz que o Exm.
Sr. Dr. Lucona, cmtra a sua portara de 3 de ju-
nho mandou que o capeMn do unitario benzesse
sepulturas e encommendasse cadveres. Oh I que
desapego verdade II
Ainda nao satisfeita com Untas falsidades, diz a
Ptovincia que S. Exc. o Sr. Dr. Lucena, mandan-
do que o procufaaorda eora interpozesse o com-
petente recurso da publicacao do breve de Po IX.
nv plactado, desaprumado nao participou ao go-
v*no essa medida, tanto que o Exm. Sr. conse-
'Ihtiro Joan Alfredo, Interpellado no parlamento
nao den della conhecimento aos representantes da
Mc*e. Qnanto isso pueril
BlUMilom oflettteleciinento do
(lurfendo que por kilo lifehse sido
notirra f
Drsseotos qna *.* ExcAff Sr. Dr. Lacerta anda
n havia lomado a medida, de que falla a Pro-
i*, fr nao lefvhegadt) a occasio de toma-la,
den liarte-, do ancorrido con relacao
hreve ao govorao imperial e por certo
assim. foi, porque ao ipwcuradot da cotia -
corria o dever de inlerpor o recursa do aclo
diocesano, pelo que deveria Exwdx?r qu
es o-sesee-e s depois de nao have-le-Bito, pee-
stios dias, .para,iuie .nao decorresso a prazo da
M foi que o Bxtn. Sr.' Dr. Lueepa wmbrou-lho
qup o fizesse, chamando a sua atteuo para o que
se havia dado.
Mas que em todo o caso deve flear a Pro
vieta sahendo que o Exm. Sr. Dr. Lucena nao
administra a provincia, tomando per modelo n Sr.
Villa Bella, sempre grave e sempre ornado de dotes
singulares.
Termina a. P/teinea a sua l^da|nha,dn Jat^usa-
joes pela expresso do seu fcrdente desojo e fr-
vida supplica da retirada do Exm. Sr. Dr. Lucena,
ia adminislracao oirerecc autre ouiras urna
prova exuberantisiuia de brilhante a imparcial' c
nao estar agradando ao Sr. Villa Bella e aos de
sea grupo; que alias antes dos dias li e 16 Ihe,
aadavam a murmurar elogios.
Pobre Proviucia, esta a -sua mana Gomo
urna mania innocente, bem pode nolla ooiijnuar.
Assim diz qufi o partida onseAndor ainda tein
homens, que eto na aKfa "de corresponder
alta missao de-rager os destinos desta provincia
e bem tmpreJMAder ;\* viatas do fcwerno impe-
rial, dando cabal eumprineoto a snn decisao
mas quizesse o partido onarervador tor a vellei-
dade (le ouvir a PtotlnM c perobrreese o catalo-
^pi|de seu hoaiens mais eminentes, mandndoos
ra c, e eotao Veri* que a Provincia baveria de
Ira todo lnadar, como tem hradado contra o
xm. Sr. Dr. Lucqna os apie Ihe tem precedido,
Verdade das verdades /
As manlus j sao mu conhecidas ; desde longa,
data que sabido que se esconde a serpe na
re va lalet anguis in herbis. A Provincia nao
faca uso de seu engodo jesutico, que a mais nin-
guem Ilude. Mude de dapel, qne este, alm de
nao Ihe licar bem, nao Ihe aproveila.
O Exm. Sr Dr. Lucena, hera naereceao do
governo imperial pelos seus reaes servidos e sabia
admidistrario, bem cono la pTfdlncia Ipelo Be-
nfico impulso, que4ia$Wdo imfrimir-llie, reali-
sando muitos de setis reclamados melhor.imentos,
ha de ser conservado frente da admiftistraco,
como depositario dedicado da conflanea imperial;
e tanto mais assim succeder, por isso que, tomo
ueelaren no parlamento o Exm. Sr. ministro do
imperio, ha para a questao religiosa ira olueito
ua lei.
E achando se o governo -imperial resoluto a
fazer respeitar s nstiluicfas do paiz, nenhum de-
legado mais >as condiees de corresponder s
snas vistas do que o Exm. ir. Dr. Lucena.
A Provincia que abra a bocea e faca cruzes
para vur assim aassa melhor e tempo, do qae
encasillando aienjaras e petecas. Sao acha bom
o conselho ?
5 de agosto de 1873.
Xristides.
----------------1
UECttE, 11 OE AGOSTO DE t878.
Na sessao de 11 do junho proounciau M senado
o Sr. conselheiro Nabuco, notavel estadista liberal,
um importante discurso, ao qual cumprenos fa-
zer respeitosas obiervacoes no sentido de mostiar
a inconsistencia de algumas assercoes nelle cou-
das na parte en que se oceupa da poltica ge-
ral.
Nao val Disto desconsider .gao ao reconhqido
raor.'Cimento deste ilustre estadista.
Ao lermosjo discurso quo alradnos, dolornsas
apprehenses assallarain o nosso espirito foitemen-
opiuio do te, aggravadas pela magistral e severa eloquencia
da autorisada palavra do grande publicista li-
beral.
Nao conarainadosdosse sceplicismo, de que ral-
lou o nobre senador, acredilavamos que S. Exc.
o patriarcha dos chefes liberaes, fallasse sempre
ao paiz a linguagem ungida do verdadeiro a i or
da patria eisenla daprevenc:.o mal aconselliala
pelo espirito de partido.
Meditando, porcm, sobre essa tao importante
pega parlamentar, prodnsida pelo nobre senador,
nos convencemos de que S. Exc. gravemente ata-
cado deesa enfennidade moral, a que cha mam
sceplicismo, niln ao paiz sem m intenrao, tal-
vez com a parcialidade do partidario intole-
rante.
Disse o illutre senador:
Kssa indilferenca poltica, isto a que l-m
contribuido para qu>- a opinio publica seja suos-
titui la pelo espirito de partido, procede do scepli-
cismo, e a razao porque o povo nao er e rom
razo nao ere em reformas liberaes commettidas
ao partido conservador.
Destas decisivas palavras concluimos nos, cm
nossa humilde obscuridade, que contrario sensii
o povo er e com razao er em reformas liberaes
commettidas ao partido liberal, e por tanto nao
existo a tal indilferenca, que procede de sceplicis-
mo e que tem contribuido para qae a opinio
publica seja substituida pelo espirito de par-
tido.
Kssa inlifferenea poltica, esse sceplicismo que
tanto amedrantara o Ilustre senador, nao pas-
sam de engaadoras visos, que nao arrumara a
correnle das opinies dos uossos partidos poli-
ticos.
Se o povo nao tem creneas polticas, se os parti-
dos esto arruinados, como declarou o nobre ora-
dor, o qae reprsenla o Ilustre senador na cma-
ra vitalicia 1
O que significa o to fallado programma do par-
tido liberal ?
Se para mostrar-se a nacionalidade de um na-
vio, servindo-ms da liuguagem figurada ds Ilus-
tre senador, nao basta arvorar no maslro grande
a bandeira que se quer, preciso ver os papis de
bordo, entendemos igualmente que nao basta o
partido liberal, apresontar um programma liberal,
preciso examinarse os seus papis, e entre cl-
les se encontrar o discurso do Ilustre senador,
que chefe di partido liberal, cmquo diz, que a
publica est mona e os partidos estragad >s !
Com esto profunda senlenca o Ilustre senador
fulmnou o proprio partido de que digno chefe .
pois bem, viva o Ilustre senador eos liberaes lam-
ban AirAo-Ate Nabuco, moritiiri te salutant.
O nobre senador devia mostrar ao paiz, este
povo sceptico a razao por que as reformas libe-
raes sao incompativcis com os principios, com os
hbitos do parlido conservador.
O paiz nao se compoe de homens talentosos e
instruidos como S. Exc. elle tem necessidade de
saber a razao cm que se assentam asserc.coes de
lamanha gravdade.
O nobre senador que disse que a indilerenea
poltica procede de sceptieismo, por que nao de-
claro, os motivos da incorapatibilidade das refor-
mas liberaes cora os principios e hbitos do partido
conservador ?
S. Exc. sabia que, quaesquer que fossem os mo-
tivos que apresentasse, elles se enfraqueceram
ante a potente furea da evidencia dos fados.
As reformas do oslado servil ejudcaria se le-
vaniariam para victoriosamente refutar o Ilustre
senador e o paiz, que comprehende c applaude
mais a singela e posi'iva liuguagem do tactos do
qae essa brilhante metaphysica de deas, que vi-
vera no mundo das abstraeces, tomara o pensa-
do expediente de nao se dexar arrastar pelos se-
ductores atractivos da lgica de S. Exc.
Neste paiz em que os cidadaos nao so dW'dem
ei repugnantes classes, em que todos nos somos
povo e nobreza ao mesmo tempo, e constituimos
urna s familia unida pelas mesmas 'ambicoes e
sentinienlos, em iine'os cidadaos s te dilTere-
cam pelos seus tenlos e virtades, nanhum parti-
do poltico pode er principios e hbitos incmpa-
tiveis cora as ulas liberaes.
Concluir-se-haue tudoisio, que a nossa poltica
mema rofunde-se em urna excepcional originan-
dado.
Seja assim, mas nao se aUribnia ao partido
conservador qualidades inconsiliaveis cora os sen-
timentos do nesso pove. cajo patriotismo se inspi-
ra na benfica influencia do sol americano.
Os dnus partidos eoastiincioaaas, labcuja aegao
funeciona a nossa OfganisacaOj poltica, se distan-
descrianam em virtude do cremas e
paMIo acab* V fealisar eajl*fc^'e^TfclllrTHib-SrftWe'do Siri.
refrAas evidenloToente lib-raes f
As%eformas taitas e realzadas a ^^ko
serrador -foram e sao exif/Ma*' W^^BMIb 3re'
llo de longos anuos de e*periecia o reformas
assbhireclamadas podem e detrtn- aecireasada
pelotpartido conservador, que .. o partida, da re-
tlexio, da prudencia o do moderado ex ame das
necMttdades publieas,
O ilustro servidor apesar de declarar no princi
pi do seu discurso, que nao fallara da poltica
yersl, por nma beih engenhona pretert?o W-
lando.auhre essa poltica, e disse mais talvez do
que- pat-se della. ; ,
Dsso ainda S. Bxc : l>
i O ministerio caminha illnfliqlo as reformas,
$er realmente para o jlfiistie senador'tima illu-
sao as reformas judiciaiis e do esirJo servil ?
Foi S. Exc. quera prucianioU; l/m iljf Ja.tribui-
natque honrosamente oceupa. no scadJ, quepo
Brasil nao nascem mais estraves '
Se as reformas illudid^prjjdtjiem dpsles ben-
ficos resuhados, o paii pc.qonicrita cni .esr.is re-'
forrnas.
tucraojop naji com estas reformas.da-fluo com
as elaboradas no mundo das abalracqes, asquaes,
.parecem'ts'af condemn*lns r o eW#iw:rdeTif
do partido estragado de ^ue befe O Ilustre se-
nador.
As "^animadoras patarr-iwcnm cpie. Bxc. des-
creven-a nssa poffiea' gerat W5o tiWiqufeeetan o
grande (r sincer *pdt binete 7-de msV$e,:fne!UM*tefs*ldetriBi pelos ra'es
interesses da causa publica.
CoWltn'mo*, -pttiV w*n ns in^speiths palavras;
publicadas -peta PrornUdfJoiwlJ'de'M de julho
em J*Terrttwao importa quo a V!>doqnente do-Pitt hrasileiro fle
nuncieiwB -toarMas franjas aveWadeira fonte do
mal?
. Sua vez peTdb-sc no esjo^'-eamo a deS. JoSo.
.ao deserta.
- 8' ilpSI '(!# agurdente,*
de 'esMfito, 30 saceos c
1,795 Mricas de asentar B.
e 7*8 barrica* de M. *
Asoeiacao Commeida Borteflcnte, 9 6r agoslo'
V :K7.
/. V. Ferreira Ijtpes.
Arehi vista.
dia 18 de
r.ento de todo?.
I
PBACA DO RECIPE 9 DE AGOSTO
DE 1873.
AS 3 1/2HORAS DA TAI10K.
Cotacdes offlciaes.
Cambio sobro Londres a O d,v. 25.3{4 d. o 25
1)2 d., o do banco 25 li d. por 14.
Dito sobre dito a 90 dp/. 25 3|i d., e do banco
!5 i|2d.por 15, bontem.
Bto sobre diio a 90 d|v. 25 7|8 d. por l, letras
de fura,
lambi-sobre Livcpool, pagavcl om Londres, a
90div. 233|i d. por 15.
Cambio-sobro Lisboa a 30 d|v. 109 0|0 de pre-
mio.
Daoourcq
i Presidento.
ueal Seve
secretorio.
s rcpatti
provinciae-, pelos n que
serio 'franquead ainioar.
As pessas q a contra-
tar dito Bjrngfunenl cr uesto
reparliOao pelas 11 noTasB!
scXmbro ,vindpura
15 para que 'cnegu'c ao c
so mandou afllxar o presente no^ lugares mais p-
blicos desta capital, e publicar, J ela iraw-eosa.
. Secretaria da IheeWaria | rovincial do Rio>
Grande do Norte. 2 ae agosto (e 1873.
Ooflfcial
Joo Ferreira Nobre Jnnior.
A cmara municipal desta cidade pelo pre-
seata convida aos Srs. sacerdotes que quetrar
eetter interinamente o lugar tic capellao do-ce-
milorio publico desta mesma cidade por tempo de
doiis mezes, mediante a quanlia do 505 meiisae*.
a comoarecerem no pa da manila s 31 da tarde, em dias uteis.
iaco da cmara municipal do Hecife, 7 dtf agos
to do 1873.
Theodoro Machado Rreirn "ftereira >ihf
P. presidente.
Pedro de Albuqueique Autran
Searetaao,
*XFANEG*
Mndimonto d i 2Ci:.'i885l66
21:5124994
8t:10l4if>0
BLCAOiS PEnDC
A proposito ve o escripto do Yelho catkolico
de Nazardlh, inserto no""Diario de hontem n. 181,
junio ao do .inspector Belchjor Miguel dos Santos.
O publico jndicloso combine-os, es)eci;rimente a
1. interrogaco do i trecho d'aquefle com o ex-
posio nesse e avalie-os...
9 de agosto de 1873.
Outro velho catltolico, velho e conservador amigo
4a Justina.
Porque que a pitillas assu-
< aradas de Briatul iiiuuuisv
dieiuu popular ?
E' porque ellas alliriam o estomago, regulara o
figado epromovem o vigor gerW'do systeraa, sein
produaireui o uus leve int'imtnmilii ou ur. Por-
que a sua accao nia seguida do augmento de
priso de ventre, o da'nelessidade de maiores
doses. Porque ellas sio ara catharlicbseguro para
o< mais fracos ; ei|quaiit<>-que, aa laesmo tempo
sao insulllcientemente activas para relaxar as
vias iatosliaaes dos mais fortes. Purque ellas
promotem oiapifetite u vrvileain as energas men-
taes. Porqne nenhnm ngrdiimte mineral con-
tamina as puras substancias egetaes, anlibiliosas
e aperientes deajueso compostas. Porque ellas
obrara de harnou!a com a natureza, e sem a mi
nima violencia. Parque at hoje ainda nao houve
urna s pessoa que as tomase e que so achasse
dessastisfeita com os seus elTeilos. 15, linalmente,
porque ellas sao urna medicina propria para o
uso de familias, para cujo fim nao tem igual.
Ellas acham-so metlidas dentro de vidrinos, e por
isso a sua conservacao dusavel em todos os
climas. Em todas as eaermidides aggravarWs
ou provenientes de impureza de sangue a Salsa-
parrilha de Brisad deve ser; tomada oonjancta-
mente caui as-pialas.
Dscarreaan huje ll'de agosto de 1873
Barca ingleza -Bduard Htrbert- mercadoiias para
alfandoga.
Barca ingleza Manda mercadoriaa para al-
fandega.
Barca ingleza -'Dnehess e/ Suthcrland -mercado-
ras pata alfandega.
Pittacho nacional Jaboato varios genero para
o trapicho Concoieao, para despachar.
Patacho n-ancee A ndr carvoj despachado
para o caes do Apollo.
Barca franceza Cirt/jnyvinho pan deposito no
trapiche Barbosa.
Hiate nacional Joven Arthur -varios gneros na-
cionaes para o trapiche da companhia.
ALTEnAQAO NA PAUTA DOS PMQOS DOS (IC.NRROS
sweitos ranerros de 8xporta UE 11 A 16 DK A0OST0 DK 1873.
Algodoem rama ou la 483 rs. o kilo.
Carvio de pedra estrangeiro, tonellada mtrica
3i5'88.
Algodio era caroco 20 rs. o kilo.
Alfandega de Pernanibueo, 9 de agosto de 1873.
O 1- conferenteJ. Itibeiro da Cunlia.
O I" cjnferento-Jos Amancio do Outeiii.
Approvo.-Alfandega 9 de agosto de 1873.
v) inspector da alfandega
Alexandrino de Carvalko Reis.
Importacilo.
Babia, patacho liespauhol Jos Marta,
consiguailo a Loyo & Fillio, manifes-
tou:
Xarqtie 4,000 quintaos ou 187,500 kilos,
aos consignatarios.
FUuldade de direito

*


,
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino se faz publico a lista das faltas nao abando-
nadas, dos alumnos desta facujvade, com relacao
ao prximo lindo mez de juifllo, Wnforme foi]
gado era sessao da congregarlo, du '' de
ultimo.
Terceiroannq. __
S. 14 Francisco de Siunem-fitAlBH' faifas
na 1" cadeira ; n 19 Francisco Jos Goinr* Bran-
dan 3 idem ; n. 21 Ignacio Gnedes ib- Mello 5
dem ; n. 23 Joao Bapiista de Castro llebeHo-Jn-
nior 3 na f cadeira e 4 na 2" ; n 28 Molchidc
Correia Garcia 4 na I" cadeira c 3 na 2* ; n. 3*
Francisco Cesar de Andrade 4 uai- cadeira.
Quarlo anno.
X. 12 Joaquim Francisco i'eixeira perdeu o anBw
por excesso de faltas na 2- cadeira ; n. t* Fran-
cisco Frederico da Bocha Vieira.idem idera ; n.
6 Jo''' de Queiroz Mattosft flfielfo o faltas dem
Secretaria da faruldade de direilo do Retfe,*
de agslo de 1873.
O sccittario
Jos Honorio Bezehadc Menezes.
lilital li. >.
Pela inspectora da alfandega de Pernambnc
se faz publico que no da 12 horas da manha, se ha de aneioatar .porta desta
repariicio, livre de direitos, a mercadoria, abaixo
inencionadar abandonada aos mermo direitos por
['.rente Viahna & C.
Armazem n. I.
Marca 1 T S P V & C n. 8. Urna caixa com 2
kilos, peso nos envoltorios, de nvotopes de papel
completamente estragados por agua, avahados por
l-3370, vinda do Havre no lugar francs lean
Baptau, entrado em 10 de fevereiro prximo
passado.
Alfandega de Pernambiico, 9 de agosto de 1873.
O inspector,
Falli A. de Carvalho Reis.
l'ortus do norte, vapor nacional
ro do Sul, consignado a Poreira
C manifestou :
Manteiga 20 burris.
Salsa 20 rolos, a diversos.
CntZ'.i-
Viauna *v.
mmmm
Seguro coiilra-ogo
ME .UVEKPOL fe I.ONDON& GLOB
1NSUR4NCE COMPNY
Acontes
SALNDKllS BROTHERS & C.
11 Corpo Santo 11
COMPANHIA
Phenix Pemambucana.
Toma riscos martimos om mercaduras,
fretes, dinlieiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, a premios muito mdicos.
RA 1)0 COMMERCIO N. 34.
Segura cmnra-bgd
COMPANHIA
INORTHERN.
QtC!
.li-PA:il05 DE XPOIrfACO.V NO DI\ 8 DK
JUCHO DE 187 1.
P Na barca portugueza Vencedora, para Lisboa,
carregou : X. da Costa Moreira 300 saceos cora
42,000 kilos de assucar mascavado.
Para os porlos do interior.
Para Maco, na barcaca Riinha dos Ans,
carregou : J C. Figuera lo'barriscom 1,410 litros
de mel.
Para o Maranhao.no vapor brasileiru Hahia,
carregaram : A. F. Ballhar Sobrinho 40 barricas
com 3.09S kilos de assucar branco o 2o dilas com
2,i6i ditos de dito mascavado ; Carvalho & No-
gueira 45 dit.s com 5,104 ditos de dito branco e
20 ditas com 2,189 ditos de dito mascavado ; B.
Oliveira 4 C 30 ditas com 2,587 ditos de dito
branco c 3'i ditas com 3.23S ditos de dito masca-
vado ; B. Jnnior & O 10 ditas com 795 1)2 ditos
de dito branco o 60 ditas com 5,818 Ir2 ditos de
dito mascavado; A. Quintal & C. i<) ditas com
l,:tl7 ditos de dito branco ; L. J. Marques de
&raujo 10 ditas com 2,728 ditos de dito e 30 sac-
eos com 2,250 ditos de dito.
Para Mossor, na barcaca Ande, carrega-
ram : b. Gomes A; C. 5 pipas com 2,400 litros do
agurdente.
i.APATAZlA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a 8 8:0.188(10
dem do dia 9 517*651
Capital.
Finido de reserva.
20,000:000-3000
8,000:0003000
Apatas,
Mills Latham & C.
UUA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
E
CONTRA O FOGO.
A companhia Indemnisadora, eslabelecida
tiesta pca, toma seguros .naritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, merendonas o mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
seguros
VOLTJMES SAHIDOS
No dia 1 a 8
.-'rimeira porta no dia 9 .
Segunda porla.....
IerceiYa porta
Trapicho Coiiceico ...
8:5363512
9,097
250
105
31
460
0,913
21
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no da 1 a 7 .
Oitas ditas no dia 8
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Couceigao.....
UECEBEDOIUA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNA.MBUCO
lendimento do dia i a 8 12:251*59.1
dem do dia 9..... 2:907220
15. II58 813
CONSULADO PROVINCIAL
ciara e se uesenaunam em
H^irnTe"s'tara desaprumado o Exm. Sr. Or. Lu- principios que Ibes sao peculiares, as essas cren-
c**ia, mestre pedreiro da provincia? Voseo nivel cas e esses principios nao bostilisam rs ideas aoe-i
COMPANHIA ALUAHCA
mritimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:000000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro a
i o martimo em navio de vela e vapores
para dentro c fra do imperio,, assim como
contra! fqgo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Bettro,
pa do Commercio n. 5, 1* andar.
Praca# do Recife.
Movimento e transaccoes com(Berciae3 da
praca do Hecife, na somaua de 4 a 9
de agosto de 1873.
Cambios.
Cambios. Sobre Londres a 90 o/v, 2o 3/4 e do
banco 2o 1/2, 2> 5/8 e 7/8 particular. -
Sobre dito pagaseis cm Par a 90.d/v. 37*
rs. por franco bao-.
Sobre dito 3d>v. 377 rs. i aera dem.
Sobre Paws, *d/v3?7 por franco, do banco.
Sobre tinadas cttd/v, 111 /..
Sobre drta, a 90 d/v 109 /..
Sobre o Porto a 3 d/v li't 'lo.
Kendimento do dia 1 a 8
dem do dia 9 .
9:891li:
1:513/385
11:4315528
ws
EDITAES.
Mpde ac ar orumo^em torres do Pisa.
le o Exm. Sr. cofelhoiro ministro do imperio
a; o deu, quandb repelalo, notiaa a :camara
?i medida tomada bIo Exm. nreeidenia desta
ni ivincia, notoi une este n3o me tivwse parti-
ci ado o que fez', mas sin que ao tempo da in-
tt peibveiD ;mda no bavia chegado s nos do
m. con>ij|heiro a participacao expedida sobre a
m dida e pouco tomada..
uer eria a P-oticiu que S. 'Bxo o Sr. Dr. Lu-
ce ia communicasse a gpwjroo imperial ter toma-
da urna [hedida, que de Tacto ainda nao traba to-
.hegado a ocoasijo de,
- O Illm. Sr. inspector da thesouraria'p jvui
cial en cumpriraenlo de ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que
vai novamente a praca no dia 14 do eorrente, por
tempo de um anno, e pela quanlia de 2:8245605,
os impostos provinciaes da comarca de Flores.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tacao comparecam na sala das sessdes da refer
da junta no da cima mencionado, pelo meo da
e competentemente habilitadas. C
E para constar se mandou publicar o presente
^Secretaria da tliesouraria provincial de Peinara-
baco, 4 de agosto de 1873. *
O offlcial-maior,.
M. A. Ferreira.
raies. suprema egide da vida dos povus.
'Jao e,.s AparAido liberal qe advftp a^oausa
dos verdadeiros ihteresses naajanaw. Todos os
partiilos se conslitueiu govi ao pela uastiuicpaal
dolegacu uaclonl, quo vemaser a abaraa uia;
nifestacio da vonlade do po-vo, qne legltitna os po-
deres pblicos.
.Numn pode peaifmw rt^eowwnc d> paido polilico.paraintaar assna creneas eOs T
seus principios, que s. pod n, ser cerneci m
vdlnnnria manifestaato *> tensflipelee us
aotos. Coawpols^asseviprar^e ao peiz que-e par-
do ennservaflo tam MSftv 'e ptiactpifls -neon
Seeros vendidos.
Algodo de Byaona, primeica soete ftQQfk
Plidn porque nao havia chegado iw
- Qu tal ? t Outarla a Provincia to-1 paliveis com ae refbrraa& libera/<1V0
ift-neros (entrados.
Assucar t,24fc acnes.
Algo,iio-l,!l saetas.
4bnaK>s exportados.
S. Mfuak'^ *a* f'pas de aguardeate,('U
barricas de assucar B e 134
daM
omedo^8 pifiM Ai afuar*amL
Edital
O Wm. Sr. inspector desta thesoucari, em cnni-
prinumie do que Ihe foi declarado pelo Exm. Sr.
presidente da provincia, era offlcio de hontem
sob a 112, manda-fazer publico em addttamento
ao edital publicado no peridico Literal sob n.
42, aue o fornecwnento das 222 calcas para as
Macas da companhia de polica de que trata o
rewldo edital, sao de brim branco e nao de
brim pardo como-por engao foi ah declarado.
E-para constar se mandou altear o pr-onte
aos lagares mais pblicos desU capital, e pubh-
Wr pea imprensa. -
iSecreUria da thesourana provincial do Rio
ande do Norte, 8 de agosto de 1873.
O omeial,
j i JoOo Ferreira Nobre Jnior.
Edital
_ Sr. taspecto* desta Ihasoararia, em
nenio do ajie- loe foi ordenado'pelo Emx.
paesidenle da provincia em oUMo de hon-I
sob n. IM^ manda fazer publfeo que est I
h wnaawincia>ara o foraaalnento dos t
CONSELUO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINtiA.
O aansclb) proraove no dia 11 do eorrente mez,
vista de propostas reccbiilas al as 11 horas da ,
inanbi, e sob as condicOe d estylo, a compra
djs feguintes objectos do mitcrial da armada :
BJECTOS.
:i00 kilos de arriben, 1,000 agu ha* de lima*
brim, 300 agiilhas de pali.mbar, 12 bandeifas na-
c raaes de 2 pannos, 2 baadairs uacionacs de 5
pannos, 4 bandeiras nacionaes de 6 pannos. 2 ban-
deiras nacionaci de 7 pannos, 10 bules do folha
dobrada, 100 baldes d nia3cira (amarello), 50
pepaf de brim da Russi.a, 20 barris de galo, i.
balancas romanas, 0 duzias de broxas nara caiar,
30 metros de correia de sola dobrada ue Om, 165,
30) kilos de sola da Rabia, 80 metros de churcbo
em leii'-ol com l,u, i de largura, 80 pacas de cabo
de linhi) da Russia, 1,500 eolberes de ferro esta-
nhadas, 100 chicruas c pires de folha, 200 chc-
nellas para o hospital, 500 camisas conforme o*
modellos, 500 dedaes de repucho, 700 kilos da
es.opa de algodo, 20D kilos de estopa de linlio,
100 lulos de estopa da trra, ;;0 litros de espirito
de vinho de 36 graos, 20 lenccs de ferro de 3",3
de comprmanlo 1"V2 de Isrgura o 0-.011 da
grossura, 100 metros -i filellc sortido, 50 fecha-
duras do ferro de broca, 100 fronhas, 7.'0 kilos
de graxa do Rio Grande, 13 kilos de gomma lac-
ea, 50 litros de kerozene, "200 lenccs, 500 kilos
de linha de barca, 10 kilos de linha crus, 20 Lin-
ternas de patente, 50 paos de lacre, 50 lanternas
de aula, 400 kilos de Hnba .leativada, 30 pera
de lona larga da R ssia, 100 pecas de lona estrel-
la d. Russia, 10 duzias de Ibnatcs sortdos, 1PO
kilos de merlim, 3u0 kilos de roialhar para gaveta
Je machinas, 12 nwitoes de 0-,l >, 12 moitoes de
0"',I25, 3,000 kilos de oleo de Unhaca, oculos de
alcance, 50 cadernos de p-pcl Hallan la, 120 pas
quadradas, 120 psde bico, 3"0 parafnsos diver-
srs, 2>,0 0 pregos iijiares, 20,' OJ presos de batel
grande, 20,000 pregos de batel pequeo, 20,000
pregas de assoalbo, u.OcO pregos caibraes, 600
kilos de piegos francezes divei-sos, 150 pratos de
ful ha dobrada, 21 pelles preparadas para caixa de
guerra, 50 pelles de marroquim softidas, 100 mo-
Ihua de piassava, 1,500 poearos de folha, 100
raspas de ferro, 0 meios de sota da trra, 30
petas de sondariaa, 150 l.ii a de sebo em pao, 10
terrinas de folha dobrada, 80 garrafas de tinta de
ver, 10 ljelas de folha dobrada, 3,000 lij-
los de rlvenaria batida; 800 lijlas inglezes, 10
Juzias de taboas de ninho ameneaao de t polle-
gada, 5 duzias de taboas de p;nho da Suecia de 1
poHegada 2D duzias de taboas ile piuho da Suecia
do A|2 pollegada.
Sala das sessoes do con-eiho de compras de
marinba de Pernambuco, 6 de agosto de 1873.
0 secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
SAjNTA THEIUZ/V
As pessoas que desejarem can ilsar agua ou
gaz cm suas casas, na cidade de nda, queiraui
entender-c com o abano asslgnado, que acha-e
autorisado para Lcilitar a tolos a acqusicao de
lace melhoraincnt is, mandando fazer as canalisa-
Cdes nos predio> a curta da companhia, medtala
Tira aluguel mensal omito mdico : a tratar na ra
do Imperador n. 45, ou na fabrica do gaz, era
01 inda.
Reoife, 1' de, agosto de 1873.
O gerente
Justino J. u S. Campos._____
Emancipacao de escravos.
A junta de emanepaco de escravos deste inuni-
cioio fas constar aos sentones de escravos que S.
Ese. o Sr. pesidente da provincia, por seu offlcio
de 7 do crrente, resolved prorogar per mais um
mez o prazo que por edital da dita junta de 2i de-
abril deste anno foi marcado aos referidos gento-
res |iara a apresentaco da nota de seus eserav
aiiin de serem classiticailos, na forma do art. 27
do regulamento que acompanliou o decreto n. 513
di 13 de novembro de 1872.
Para sciencia, pois.daquolles que anida n*0 euni-
priram este dever, declara a referida junta que
contina a funecionar para o cmara municipal, das 9 horas da manha as s d*
Paco da cmara municipal do Recife, 8 de agos-
to de 1873.
O presidente da junta.
Manat Joaquim do Reg Al**-<1*-
Membnis,
Manrel Joaquim Silvemt.
francisco Auausto de-Ahntida-
De ordem do lilm. Sr ."Inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico para conhecimen-
to de quem interessar que, .'m virtude de tor fiea-
do sem effeito o contracto ce ebrado com Thomaz
de Carvalho Soares Brandio Subrnho, seta no-
vamente posta em hasta publica, perante.a junta
da mesma thesourana, no dia i de.setembro Yin-
douro, pelas duas horas dn tarde, P^ijtr con-
tratada com quera melhores Condi;ues offerecer,*
eonslruccao de um armazem ou paiol para servir
de deposito de toda a plvora importa nesta oa-
pkal cuja planta se franquear nesta secretaria
aos 'pretendentes, que devero apresentar suas
pwaostas em cartas fechadas, devidananle sella-
das'e declarando noUas a Difidencia o nones d#s
sebe-fiadores.
-Sacretaria da ihesouraria de fazenda de fernam'
bino, 6 do agosto de 1873.
Oaemaartvde junta,.
Jesuiwftodrignes Cardlo,
BPP



Diario de Pernambuco Domingo 10 de Agosto de 1873.
O procurador fiscal da tbesourana provincial de Pernambuco declara aos contnbum-
tcs do imposto sobre carros, carrosas e mnibus do exereicio de 1871-1871, que Ihes (lea marcado
o praio iiuprorogavet de 30 dias, a contar da publicado deste, na con/ormidado da lei n. 891, art.
53, para solieitaretn da seccao do contencioso as respectivas guias, alim de recolhercm seus
debito* provadBOtos do* mesmos imposto, certos de quo nao fazendo dentro deste prazo, pro-
eeder-se-ha a obranc.a judicialmente, publicando-se para isto a relaoao dos devedores abaixo
transcripta.
SeccT 0o contencioso provincial de Pernambuco. ti de julho de 1873.
O procurador fiscal,
Cypriano Fenelon Guedet Alcoforado.
Rehcdo eos deredores do importo ptr carros, mnibus e carrocas que deiraram de pagar irus
debitof m exeracio He J871 1873.
Manoel Xavier Caraelre da Cunba
O mesroj
O inesmo
Manoel Baptista do Naacimeoto
O msmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
mesmo
Manoel Francisco Corma
O mesmo
Manoel Tavares Correia
O mesmo
Manoel Goncalves da Cunba
O mesmo
O uetOM y
O mesmo
Manoel Coellw
O mesmo
O mesmo
Manoel Aanlonio Beltrio
O mesmo
Manoel Antonio de Paula Boa-Vontura
O mesmo
Mara Cardoso da Concedi
A mesma
Maluqu.as do Lago Ferreira da Costa
O mesmo
Marianna Pereira Branco
A mesma
Manoel Mara Monteiro
O inesmo
Manoel Custodio Peixoto Soares
Maa Camilla Espindola Ferreira
Dr. Malaquias Antonio Goncalves
Manoel Paulino do Nascimeiito
Manoel Cavalcante de Mello
Manoel llodrignes
Miguel Joaquim do Reg Barros
Manoel de Aducid Hapoco
Mariano Jos do Amaral
Manoel Juaquim Fernandes de Azevedo
Maria Isabel da Assumpcao
Maria do Carmo
Manuel Francisco dos Sanios
Manuel Juaquim de Saat'Anna
Manoel Gomes
Manuel Luu Antonio de Miranda
Maria Moreira da Concelcao
Manoel Jos dos Santos
Manuel Jos Fernandes Guimaraes
O BWflUO
Manuel Tavares de, Oliveira
Manoel Joaquim llamos
Mauuel Jeronymo Uclia Cavalcaute
Mauoel ds Exaltaco
Manoel Saraiva da Tiindade
Manuel de Azevedo Maia
-Mauol Tavares Ribeiro
Manuel Jos de Oliveira
Manoel Antonio de Medeiros ',
Manoel Joaquim da Costa Ferreira
Miguel da Fonceca
Humas Pereira di Reg
Manuel Jos voreira
Manoel Joaquim Rodrigues Ferreira
Miguel da Cosa
Maximiano Lopes Machado
Mauoel Francisco Jnior
Manoel Francisco do Nascimento
Manoel Yieira Rosa
Manoel Joa uim Gouealves V. Guimaraes
Mauuel Carneiro Rodrigues Campello
Manoel FTaneUc de Carvalho
Mariana Jacintha
Manoel Lipes Machado
Manoel Ferreira Guimaraes
Manoel C. dos Santos
Maria Francisca das Dore
Manuel Ignacio de Soma
Manoel Rodrigues Lima
Mauoel Jos Moreira
Manoel Gomes don Sanios
Manoel Anselmo Correia de Figueiredo
Manoel da Cruz Costa e Suva
Manoel Antonio Per. ira
Manoel Dnarie Rodrigues Piolo.
Manoel Gncdes de Parias
Manoel Ignacio de Lima
Manoel Antonio de Camino
Mariano Jacinlho dos Sanios
Manoel Gomes Coimbra
Manoel Felizardo Fernandes^
Maria Francisca da Cunreico
Manuel Raposo dos Santos
Maria Dellina
Mauoel da Silva Mendonja Vranna
Mariana Francisca da Conceico
Manoel Praneisea de Barros Reg
Manoel Francisco Leoncio
Manoel da Silva Rodrigues
Manoel da Suva Reis
Olegario Jos da Silva
Pinto Magnlbacs & C
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mes.no
Porlirio Antonio Fernandes
Pedro de Souza Tenorio
Paulo da Silva Bastos Jnior
Paulino Rodrigues de Almeida
O mesmo
Pedro Jos dos Santos
O mesmo
Pedro Antonio Sibaldn
O mesmo
O mesmo
Pedro Rodov.iio do Amaral
Pedro Raposo
Panlo Jos Lopes
Pedro Benicio CavalcaDi*
Pedro Antonio G.icdcs
Pedro Allem
Querbino Martins Gomes
Raymondo da Silva Gomes
Rosa Adour
A mesma
Rodolpho Celestino de Souza
Rabello & Blanco
Ramiro Jos de Oliveira
Raphael Baldel
Ricardo Jos Pereira
Ricardo H. Canelly
Raymundo Francisco de Souza
Santos 6i Pinto
Satyro Augusto Ferreira
San.uel Puw Johnston
Silvestre Pereira de CarvaHio
Silvestre Henriquc de Paiva
O mesmo
Serafim de Paula da Costa Monteiro
jilvino Bapsta da Silva Chaves
Serafim Leite Pereira
Tiiomaz Lins Caldas
Tertuliano Goncalves Pachi <>
Teixeira de Sampaio
Trajano Osias Gomes dos Santos
Tliouiaz Jos da Silva
Thomas Comber
Tiburcio de Luna Pereira Barbalho
Theotonio Jos Florencio
Thomas Payn
Thomaz de Carvalho Soare? Brandal
rsula de Lima
Visconde de Suassuna .
Vieetate Ferreira da Cosa
O mesmo
Virginio Horacio de Freita*
Virgilio Horacio de Freitas
Wenceslao Machado F. Pereira de -
Yicente Tiburcio Pereira Maia
Mi Carro de aluguel
33 dem
5 dem
SI dem
31 dem
183 dem
54 dem
55 dem
80 dem
220 Carroca
Sil dem
48 dem
(18 dem
340 dem
349 dem
474 dem
K8 dem
489 dem
494 dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
mnibus
dem
Carro para 4 redas
dem
dem
Carroca
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
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Carro de aluguel
dem
dem
dem
dem
Carroca
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
510
aso
718
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341
151
648
439
544
1
3
81
N
4
4
14
851
41
33
58
149
172
173
191
197
188
201
335
- 229
230
315
43
430
UN
215
194
270
291
294
299
323
318
338
363
367
416
498
519
551
561
564
566
568
583
522
301
597
615
532
. 626
627
637
658
681
710
716
726
732
736
747
752
76o
793
811
816
824
836
836 A
842
18
67
O
691
P
11
13
14
15
112
48
55
68
83
84
108
394
141
341
659
176
467
482
547
731
856
9
70i
R
76
3
549
164
334
385
667
734
826
835
*
dem
Carro de aluguel
Carro para 4 rodas
Carroca
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
Carro de aluguel
91 idem
10 Carro para i rodas
219 Carroca
433 dem
490 dem
386' dem
839 dem
283 dem
T
61 Carro de aluguel
11 Garrofa
40 dem
75 dem
73 dem
3!6 dem
537 dem
590 dem
638 dem
639 dem
l
227 dem '
63 Cano para 4 rodas
86 dem
339 Garrofa.
138 dem
478 dem
209 dem
3IS dem
a
S
3
O
30*
30*
30*
30*
30*
30*
30*
30*
30*
6
6*
6*
6*
6*
6*
6*
6*
6*

6*
6*
6*
6*
6*
6
6*
61
6
6*
6*
25*
2-5*
16
16*
16*
6*
6*
6*
6*
H
6*
6
6*
6*
61
6*
6*
6*
6*
6*
6*
64
6*
64
64
64
64
64
64
64
64
64
64
65
64
64
64
65
65
65
64
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6f
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6
65
65
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64
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64
64
64
64
64
64
64
64
64
65
64
64
304
304
305
304
304
64
64
64
65
64
64
64
6*
64
64
64
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64
64
64
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16*
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64
64
6*
6*
6*
64
64
305
304
164
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6*
64
4
6*
64
30*
64
64
64
64
64
64
64
64
64
2
24700
24700
24700
15700
2*700
24700
34700
14700
34700
4540
4540
45i0
4540
*540
4540
540
5540
4540
4540
4540
45i0
4510
554
5700
4540
4540
45.0
4540
4540
45i0
24250
242.50
1*440
13140
14U0
*5i0
*510
5540
4540
5540
5510
5510
5510
4510
4540
4510
4510
4510
5510
5510
5510
5510
5510
5510
5540
5540
5510
*540
540
5540
5510
5510
5510
510
5510
5510
5510
4540
5510
5510
540
5510
4510
5540
510
5510
5540
*540
5540
554'I
5510
4510
4540
4540
5540
5540
5540
4540
4540
5540
5540
4510
5510
4510
4540
5510
4540
4540
4540
4510
4540
4540
64 4540
25700
25700
25700
24700
257o0
4540
4540
4540
4540
4540
5*40
4540
4510
4540
4540
4510
4540
5540
5540
5510
4510
6* 4510
24700
14440
4540
5540
4540
4510
5540
5540
5540
4540
25700
257d0
15440
5540
5540
5540
5540
4540
4540
2*700
4540
4540
4540
4540
4540
4540
5540
4540
4540
64 5540

984100
1964200
135080
134080
244160
194630
135080
135080
135080
134080
13*080
17*440
175410
17*44'
65540
65540
65540
65510
64510
6451(1
6540
65540
64510
65540
65540
65540
65304
65510
6554o
135080
65's0
6*540
65540
64540
5*846
65510
65540
64540
65540
65540
65510
65540
65340
65540
6554o
6/5V
65540
6454"
65540
65540
64540
65 40
6 540
6534O
64510
65540
G5540
65510
65540
65540
64540
65540
65510
65540
65540
65540
65540
65540
65510
65510
65540
64440
65540
65540
65540
65-10
65510
65510
1350SO
65540
Vicente dos Santos Barros
Victorino Antonio Cha \ es
O tnesrao. ,
Vicente As Raimundo
Zeerina Josefa dos Praxeres
Zeferino da Costa Bastos
Mi
304
305
1
179
417
dem
dem
IJcm
dem
dem
dem
64 540 64840
65 5540
6* 4540 135080
64 5*40 64640
5
5
5540
4540
64510
64540
FcceJe do contencioso prosaacial do Pernambuco, 34 do jumo de 1873.
O 1* offlcial,
.....' Uortcfo Walfrid Peregrino da Sil en.
Companhia de seguros utili-
dade publica..
A directora de novo onvlda iros Srs accionis-
tas para se rcunirem na segunda-frira II di cor-
rente, a I hora da tarde, ein seu eseriptorio ra
do Vigario n 6, cuja assembla funecionara com
qualquer numero presente, de eonformidado co
os seus estatutos.
Recite, 8 de agosto de 1873.
Os directores
Candido C. G. Alcoforado.
________Francisco Ji agoim Ribeir de Brito.
Fiscalisacao da freguezia da Boa-Vista, Id*
agosto de 1873.
Por esta flsealisacao se faz publico para conhe-
cimento de lodos os moradores desta freguezia
que se acha em exeeucao o artigo nico de pos-
turas adicional abaixo transcripto, a provado por
S. Bxe. o Sr. presidente da provincia, em 25 de
julho ultimo.
Art. nico. Pica prohibido ter se soltas 011 pre-
sas as ras e mals lugares pblicos desta cidade,
quaesquer aves ou animaes nao especifica-
dos as posturas ja establecidas, pena de dez
mil reis de multa e do dobro na reincidencia.
O fiscal,
Jeronymo Jos Ferreira.
ADMIM TRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUCO 10 DE AGOSTO DE 1873.
Malas pelo vapor Cruzeiro do Su/da companhia
brasileira.
A correspondencia que tem do ser expedida
hoje (1") |elo vapor cima mencionado para os
portos do sul, ser recebida pela maneira se-
guintc :
Macos de jornaes, impressos de qnalquer na-
tureza e cartas a registrar, at 1 hora da tarde,'
cartas ordinarias at i horas, e estas at 11|2,
pastando porte duplo
As cartas e jornaes que se dirigirema o Rio da
i'rata, paparan previamente, aquellas a laxa de
300 rs por 15 grammas ou fraecto dj 15 gram-
mas, e estes a de 40 r por 40 grammas ou !rac-
eao de 40 grammas, na progressao estabeleeida
as tabellasG e D annexa as instrnc;5es do l
de dezembro de 1866.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Porciuncuh
O V em Mulrose, em casa de Margarida.
O 3> na ofucin ade J i.lo Paulo, em Dresda.
O i.Vn'uma estalagem peno de Leipzig.
0 5." no presbiturio d 1 cura L'vcrardo.
Terminar o espectculo rom as representa
coes dap:ipularisima o semprc frenticamente ap-
laudida comedia em I acto :
Urna experiencia.
(Msica do maestro paraense H. Gurjao.)
.0 artista Baha desempenhar o papel do ma-
nijo Jos Borrasca, o artista Vicente o de Chris-
pim saeristao e a actriz Maria Babia o de Marga-
rida. '
N'um dos intervallos a orchestra execular a
nova polka phanta^tica :
SaUMCIO ao baha
eeniDosicao do hbil maestro
e por elle dedicada ao festejado artista
XISTO IUIIH
Principiar as 8 l|2 boras.
Entregam-se desde j as encommeadas.
O theatro estar decorado eom todo o esmero e
diversas bandas marciaes executarao nos interval-
los escolhidas pe..:as de musita. 1
Depois do espectculo ha ver trem para Api-
pucos.
THEATRO
(JYMMIflJlAMATKlO
JBMPUmUk
espu3C\ & v^mivra
Terca-feira 12 de agosto
Recita extraordinaria.
Ena favor 4 relie* t i-a
JOAO ANTONIO.
Depois que a orchestra tiver executado urna de
suas melhores symphonias, snhir scena o gran-
de e apparatoso drama em 1 prologo e 4 actos :
Aviso,
Est em ensaios o excelente drama phantasti-
co em 6 actos, de Theodoro'Baniere :
II ANO DA MEIA
para estra do arti-ta
Eduardo A. da Silva
j ventajosamente condecido nesta capital, e che-
gado ltimamente do sul, o qual desempenhar o
iuiportanssimo papel de
_________Ary Kerner. ____
AVISOS MARTIMOS
COMPANAIA ALLIANQA MARTIMA
E
LISBOA E PORTO
A barca Vencedora, capilao Oliveira. segu via
gem por todo o mez de agosto.
Recebe carga e passageiros : a tratir com o
consignatario Tito Livio Soares, ra do Vigario
n. 17.
163i5o0
6J540
6540
6*540
13*080
13(80
1962
6540
6*540
6*540
6*540
6*540
6*540
6540
32*700
23*940
6*540
6*34o
6*510
6*540
6*340
6*540
6*540
32*001
324700
17*440
6*540
13*080
5.0
6*54c
6*540
32*700
6*540
6*540
6*540
6*540
6*540
6*540
64540
6*540
6*540
1# 1*440 17*440
16* 14440
6* 4540 234940
6* 4540 64*40
6* 4540 64540
6* 4540
4 4540 64840
No flrn da peca o Sr. Antonio Martins, em
obzefiuio ao beneficiado, executar urna de suas
mai* diffieeis variaedes.
Terminar o ^espectculo eom a linda tomedia
em I acto:
Ura quarto com duas camas.
na qual tomam parte os Srs Flavio, Mximo e
D. Filonilla.
Nos mlorvalos urna baiiia de msica execu-
tar algumas pecas para m.iis brilhantismo deste
espectculo.
Os bheles poJorn desde j s-.t procurados no
bilheteiro.
Principiar 8 Ii2 hora*.
TilATliO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
Quarta-feira 13 de agosto.
Grande festa artstica para solem-
_ ne recepta e reentrada do
primcio artista brasilclro
Xisto de Paula Bahia.
e da actrii
Marhi lialiia
Urna reuna') de 86 mocos acadmicos, deso-
jando manifestar ai muito popular e talentoso ar-
tista Baha o seu contentamunto por veto de no-
vo fazer Jurte da companhia Vicente, autori-
saram a direccao a mandar decorar o theatro
com todo o laxo, para que a reappari.o do dis-
tincto artista, no palco pernamhucano, seja urna
verdadeira exprsalo do elevado apreco em que
tido pelos seus numerosos amigos, o empreza-
rio, congratulando-se com semelhanle pro va de
estima e considerado ao seu particular ami^*o
Bahia, tem a satisacao de declarar ao Ilustre no-
vo pernambucano iue associa-se de bom grado
a tao honrosa mmifestacao, porque entenle que
nao ser demais todo o enthusiasmo na reccp;o
de um artista to notavel pelo seu talento a p .r
suas qualidades pessoaes.
Prograiiaitaa.
Primeira represenucao nesta poca do rnagnitl-
co e entliusiasticamente applaadido drama em 5
aetos original do apreciado dramaturgo francs
Anicet Bonrgeois :
A MENDIGA
(Tradcelo do actor Julio Xavier.}
DENOMINAf-ES.
I. acto.Crime e senlen ^1,1
2.
3.
4.'
5.
Liverpool, Brasil t River Pate
. llail Steamers.
Espera-se no dia 10 do corrente da Bahia, o va-
por inglez Humboldt, de 1,4 6 toneladas, o qual
seguir com toda a brevidade para Lisboa (haven
do sulDcientes passageiros), do contrario em direi
tura para Liverpool.
Este vapor tem excellentes accomrcodaces pa
ra passageiros de Ia e 3* classes.
Para melhores informacSes, trata-se com os
consignatarios Sanndcrs Brothers & C Largo do
Corpo Santo n. II.
: ;.:.'. -. ;.-;-. ,-( ,_
COMMIIA
DE
, \UEGACA0 BAIIIAjVA
LIMABA
Para llncei, Peitedo, Aracnj
e Bahia.
E' esperado at o dia 23 Je corrente dos portos
cima o vapor Mrquez de Caxias, e seguir para
os mesmo-i no dia seguintc ao de su a c llegada.
Becebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os seus agentes Antonio l.uiz de Oli-
veira Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 57.
PadBc Steaiii \avi;ali .*n Ctimpany
I.iihit qninzeiial
O PAQUETE
Luzit tilia
espera-se da Europa ateo dia 17 do corrente.
e depois da demora do costme seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
Os agentes Wilson Bowe & C, ra do Coaimer-
ci n. 14.
Fogo do reo I
Roubo de cnanga.
Vi e cga I
Aos ps do confessor.
Distribuirlo.
O artista Bahia desempenha o importante papel
de Joo Paulo Berghen.
Margarida Berghen D. Manuela.
Thereza Berghen D. Joanna.
Leopoldina de Stoberg D. Emilia.
Brgida D. Maria Bahia.
Rosalba-Dodudodonrinka D. Olympia.
Lwbelh D. Bernardina.
Maria, menina de 7 anuos Joven Idalna.
Joao Paulo Berghen Sr. Bahia.
O cura Everardo Sr. P Augusto.
Chrystiano de Rendhorf Sr. Santos.
Zalm Sr. Vicente.
Robin Sr. Florindo.
Solimo Sr. Julio.
Alcindor Sr. Cmara.
Blum Sr. Silva.
FranU Sr. Philadelpho.
m offlcial Sr. Procopio.
Um feneiro Sr. Meneaos.
Operarios, camponezes, e soldados.
A acgo do drama [assa-se na Allcmanhn.
0 1 acto em casa de Joo Paulo, m Marien-
berg
COMPA.NHIA PERNAMBG4NA
DE
%itvegaeilo costeira a vapor.
MAMANGUArE.
0 vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 12 d(
torrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
. frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida '
eseriptorio no Forte do Valtos o. 12.
Para a Bahia.
Pretende seguir com muita brevidade o palha-
: bote nacional Joven Arthur, tem parte de seu
' carregamento engajado, e oara o resto que lhe
falta trata-se com os seus consignatarios Antonio
: Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu eseriptorio
ra do Bom Jess n. 57.
Aracaty
Vai sabir por estes dias para o Aracaty o hiate
Flt r do Jardim por ter a moior parte da carga
prorapta, e para o resto a tratar na ra do Vigario
n. 33, com Joo Jos da Cunha Lages. ou no tra-
piche da companhia eom o mesmo.
COMPANHIA PERNAMBL'CANA
DE
.Havegacao eosteira a vapor.
RIOFORMOSO ETAMANDAR.
O vapor Farahyba,
commandante Pedro, se-
guir para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
----------mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : eseriptorio no Porte do Mattos
n. 11 _________________
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende sef uir com muita brevidade o palha-
bote Rosit; por ter alguma carga tratada e para
a que lhe falta trata-se com os consignataries
oaqnim Jos Goncalves BeltrAo & Fimo : roa
do Commercio n. 5.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
ftavegneao eosteira a vapor.
MACEI, PEKEDO E ARACAT".
O vapor Mandah,
commandante Julio,
seguir para os por
tos cima no dia 14
do corrento, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at odia 12, encommendas at
o dia 13, passagens c dinheiro a frete al as.2 ho-
ras da larde do dia da sabida : escriplqrio no
Forte 4o Mallos ri. 12.
COMPANHIA
iptor
PERNAMBCANA
DE
liavcflfaeilo eosteira a vapor.
GOYANNA.
O vapor Parahyba,
commandante Pedro,
soguir para o pono
cima no dia 12 do
corrente, s 9 horas
da noute.
Recebe carga, encommendas, pas.-ageiras e di-
nheiro a Qrete-no eseriptorio no Forte do Matto*
n. II '_______________________________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Vavegaeao eosteira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACn
TY, CEARA, mandahu' e acaracu'.
O vapor Pirapama
commandante Felippc,
seguir para os por-
tos cima no dia 14
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12 do corrente, encom-
mendas, at o dia II, pasiagcns e dinheiro a frete
at as 2 horas da larde do dia da sabida : eserip-
torio no Forte do Matto? a. 12.
eom
PROGRESSO M&RITIMD DQ PORTO
Eiupreza portueiise le uavega-
cito a vapor
O VAPOR DE C CLASSE ( R 10!) NO HLOYDS)
JULIO DINIZ
C ostiniandaiitc I. I. Bttdrigues
Contente
E' esperado al 13 do corrente; depois da indis-
Eensavel demora neste porto, seguir para os da
ahia e Rio de Janeuo.
Para passageiros, carga, encommendas e valo-
res, trata-se com os
AGENTES
E. B. Babello t C.
48-Ra do Commcrrio=48
N. B. Os vapores desta empreza sahirao do Por-
to com a possivel regularidado urna vez por mez.
Construidos as melhores condiefies, com ex-
cellentes cmaras bem ventiladas a c. nfortavel-
mente adornadas, com proporijoes e forca para te-
rem boa marcha, offerecem aos passageiros todas
as commodidades, tanto em alojamento como em
tratamento.
Toda a tripolaeo portugueza, e em casos de
doenca oucm qualquer circunstancia, ser sem-
prc solicita em attender os passageiros com todo
disvelo
Um facultativo competente, pago pela empreza,
tratar os passageiros, sem que por isso tenham a
pagar despesa alguma, alcm do preco da passa-
gem.
A comida ser abundante o variada, feita por
cornheiros portuguezes, servindo-se vinha de me-
sa, escilbido no Douro, aos passageiros de tolas
as classes.
Para Lisboa
iretende soguir^com pouca demora a escuna por-
ugueza Christina, de I* classe, capitao Loretro,
por ter a maior parte de seu campamento enga-
jado; e para o resto q-e lhe falta tratase, com Ot
co nsignatnos Joaquim Jos Goncalves Beltrao &
Fillio, ra do iSopwtercio n. 5.
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a barca portngucza
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, roa
do Vicario n. 17_________________________
Liio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo sahir com brevida-
de para o porto arima por t- r alguma carga en-
gajada ; e para o restante trata-se com Pereira
Vianna & C, ra do Vigario n. 7.
jacifle Sleam Navigafion Com^anp
Liiilia qiiinzeiaal
o paquete
T"
espera se dos portos do sul at o dia 18 do cor
rente mez, e depois da demora do costume, se-
guir pira Liverjiool, via Lisboa, para cujos
portos receber passageiros e car a.
Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Commer-
cio n. 14.__________
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouca demo-
ra o hiale Olinda por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e para o resto que lhe
falta, tratase com os consignatarios, Joaquim
Jos Goncalves Beltrao & Filho ra do Con-
mercio n. o
Para.
Barca Santa Maria.
Para o referido porto recebe este navio carga
frete : a tratar com Amorim Irnios & (1
Rio Grande do Sul e Porto
Alegra
Para os referidos portus directamente recebe
carga a frete o lugar portuguez H'm Grande : a
tratar com Amorim Irmao & C. ra do Bom Je-
ss n. 3.
LELOES
LEILAO
DA
tavernasita ra do Rangel n. 25.
SEGNDA-FEIRA II DO CORRENTE
AS 11 HORAS EM PONTO.
O preposto do agente Pestaa far leilao por
conta e risco de quem pertencer dos gneros, ar-
mario e mais pertencas da taverna sita ra do
Rangel n 2s, segunda feira 11 do corrento mea, as
II horas em ponto.
morama, i mesa elstica, I
para joros, relogrs amerlri
relio, ditas de pinito, apxradoN, bancas
lampo de pedr, marquezas de atnarello,
de porcellana, qnadros. tspelhos, jarros, 1
camas de ferro, ditas de lona, qiwrtmheiras, lava-
torios, mesas de pinho, locea para almoco, dil
para janlar, compoteiras, bolas de Ttdro, candfel-
ros, copos, clices para vinho, ditos para rhamptf-
ue, bandejas, sorveteira, I 11 ae.hina para bmpar fa-
cas, 1 bomba amcricin, banco', trun de eoiinha,
e mais artigos exist ules no mesmo hotel.
Generas.
Duzias de garrafas decerveja Nuruega, ditw*
nacional, ditas de champagne ditas de vinho
Chtrry, raixas de vinhuBi.rdeaux.gewhra, licores,
t.itier, peixes >tn hilas. <-onervas e diversos *-
seros que eslaio patentes :
Terca-feira 12 do corrente
Por intervencSo do agente Pinl-o Borges a
inesmo hotel, o qual principiar logo que rhepu
o trem que ha de conducir (gratis), os concur-
rentes do leilao, partindo da estacan do arco dt
Santo Antonio s 11 Loras em ponto.
LEILAO
DE
ohjectos de urna taverna e movis
SENDO:
Urna armacao de venda em mo estado, I nor-
fao de formas para fazer velas, 600 frasquerras
de vidro, garrames vazios, copos de vidro de bOi"
larga, pilcaros de barro, lijlo*, bule, barris va-
ios, balancas, conchas, oarrinhos de mo, grades
de madeira. I c.-irroea para boi, I pn-rga de es-
premer caj. 4 pipas com vinho de caj, 4 quar-
tolas com dito, e outros mnitos ohjectos de urna
venda.
Urna commoda. I banca de meio de sala, 1 par
de codelos, 1 so, I marqueza, 8 cadeiras, 2 me-
sas, 6 cadeiras com asenlo e encost de sola, *
carrocas, 1 dita pequea, 1 par de mingas do yi-
dro, 1 cama de arma-ao, 2 armarios, l c.iixas, I
sellim, 2 jarroes, 8 pipas e meia com cal.la par
vinho de caj, e outros mallos ohjectos eom bav
tanle uso
Terya-feira 12 do corrente.
O agente Martins far leilao, por conta e risco
de quem pertencer, dos objeflns de venda e movei
existentes na casa n. 7. da ra Ja Se-izella Nova.
ASM HORAS DA MANH.
DO
sobrado aiiurcllo lo 3 mulares o sulotlv
ra ila Iroperatriz n. 88, edificado ena
chaos proprios, cm frente da matriz da-
Boa Vista, e com oito para a ra do
Hospicio.
TERCA-FEIRA 12 DE ACOST
s 11 horas
Por intonrengio do agento Pint?.
Roa do Bom-Jesus n. 43.
Leilao
DE
movis, louga, crystacs e objectos de prata
Tcrea-fcira 1*5 do corrente.
A's II horas da man lia
No ann&zem do largo do Corpo Santo n. 48.
O preposto do agente Pestaa far leilao por
conta de urna familia que se retira para a Europa,
a saber : 1 piano framvz muito elegante, mobi.'ia
do Jacaranda, com tampos de pedra marmore, ci-
mas franrezas para casal com os competente
cortinados, 1 muito elegante mesa clstica com 11
taboas, 1 eostureira de inogno, 1 flauta de bano
com chaves de prata, I rewolver de 6 tiros, mesas
para jogo, alcatifas para salas, tapete-, calungas,
jarros pan cima de mesa, enfeiles para ditas,
guarda roupas, I rico aparador, obra do Remigio.
1 jardineira de mogno, obra bem acallada, cadei-
ras avulsas e muitos outros objectos que estaro
patentes ao exatne dos compradores. Sendo que
nesta occasiao tan.bem sero vendidos diversas
obras do prata de lei contrastados, como sejam :
bandeijas palileiros, salvas e I servieo de mesa,
completo, terca-feira 12 do corrente, as 11 horas
da manh, ho referido armazem.
DE
300 pocas de madapolao e 40 pegas de al-
godo azul favariados).
TERCA-FEIRA 12 HO CORRENTE
s 11 horas.
Por inlerveiir;".! do asente i into
NA RA 110 BU.M JESS N. 43
Leilao
DE
1,000 chapeos do Chile
TERCA-FEIRA 12 DO CORRENTE
Ao co dia
Por interveneao do agento Pinto, ra do Boro
Jess n. 43.
B5
avisos isvtKsos
- Ao Illm. Sr. Jos Manoel Pontual Jnior
lenibra-sc a promessa de sua carta de 22 de se-
tcinbro de 187^, relativamente mearlo de um
muro.
Prec^sa-se
alugar urna escrava quef cozinhe e engomme para
casa de pequea familia : na ra do Capibaribe,
casa n. 34 paga-se bem.____________________
Engommadeira.J
Lava-se e engomma-se cora perfeicao : na rna
Direita n. 27.____________________________
Precisa se de um caixeiro de 12 a l\ anuos
de idade, com alguma pratica ile taverna : en
Santo Amaro, ra do capitao Antonio de Lima,
B.31__________________________________
Tanques para agua
de ferro galvanisa lo e de diversos lmannos, ha
para vender na ra do Imperador n. 45.
O abaixo assignado faz publico que nesta
data comprou ao Sr. Candido Jo.*'- de Magalbies
Soares, a sua taverna. n. 68, da r ja de S. Miguel,
em Afogados, com todas as suas pertencas ; se
alguem se achar com direito de reclamar, apr-
sente se no praio de tres dias, lindos os quaes,
estar firme e .alise a mesma venda.
Recife, 8 de agosto de 1873.
Manoel Joaquim de Souza Tavares-
Cozinheiro.
o tratar na
todos os movis, jogos e mais utenc&os
hotel da Jaqueira
Sendo:
Movis.
Um buhar, 2 bagalellas, 1 gnarda-louca, 1 ees-
frecisa-e de um bom cozinheiro
rita do Bom Jess n. 3.
Precisarse fallar com o Sr. Francisco Pe"
reir da Cunha, queira declarar sua maradia, ou
dirija-se ra do Imperador n. 67, loja de bahu-
leiro.______________________
Precisa-se fallar com a Sra. Emilia Amorim
residente outr'ora no pateo do Terco, a ra do-
Imperador, segundo andar, por cia do Prato de
Ouro, entrada pelo caes 22 de Novembro, ne-
gocio de seu interesse. '
Acha-se fgido desde o dia 4 do corrente,
pela primeira vez, o escravo Nicolao, do na^ao
Costa, idade SO annos, com os signaes de talhe na
cara, uso de sua na^o, tendo nma eoroa na ca-
beca pela falta de cabellos por cirreger agua, e
as raaos grossas com bastantes calis por. empre-
garse no servico do tra6co do porto, desconfia-
se que esteja acontado em casa do algum parcei-
ro, e [irotesta-se contra quem o tetina acoatado :
uem o apprehonder leve o i roa 'le S Jorge n
133. que ser generosamente grati Icado.
Aluga-se urna escrava perfeita uzinlioira :
quem precisar diriia-se ruado roroael Suassu-
nan. 187. 2" andar.
Aluga-se
0 sobrado n. 151, sito n ra Imperial
na ra da Aurora n. Kf.
a tratar
t
\

?
-


Diario de Pernamtowo Domingo 10 de Agosto de 1873.
^3
Pagamento de dividendo
raga-se o 39. ilirMerolo das acrs lo
Banco do Brasil, inscriptas ira itiscta oti-
la filial desta provincia, i razo deJOOO
por gao ; i roa do VigaiKi n. 1.
4o eomnierao.
Joan Jos de Carvalho Manes, lera transferido
eu escriptorio para a na do Vigario. pavimento
terreo n. 16._______
Cavallo lurtado.
Quartafeira 6 do corrente, furt.iram do silio do
Severiano, em Oliuda, un cavallo almo, cun os
dous pos e a mi direita calcado*, com ama ts-
trella na testa e ama malha branca no etpinha-
eo direito ; rogase as autoridades policiaes ou a
aera o apprehender o favor de o mandar con-
uair para o estabelecimento, on a armazem do
Campos, ra do Imperador, que ser generosa-
mente recompensado.
ALUGA=SE
o sitio de Bemfica n. 8 (Passagem da Magdalena),
com casa e soto de grandes eoramodo* para nu-
merosa familia, margem do rio Capibaribe. e
passando os trilhos dos bonds na porta : a tratar
eom Jos Francisco de S Leitio, em Olinda, la-
eira do Varadonro, casa n. 22, e no Recife, roa
do Apollo n 36, 2* andar, ou na ra do Commer-
cte, armaiem ns. I t e 13._________________
Pos de Mme. Cstellani contra a tese, nico
a verdadeiro remedio, recebido directamente : na
ra Nova n. 16.
ATTENCAO
Precisa-se de nina ama liara (Mi captiva Pra
cMnrfar e corintia r (ira .isa i*h unn foinia
rotdpfft.ide duas i>ssuaa. pag* unu a agra-
dar ; a lr;.tar no |*ii do ll^s|*it:il n. 28, I" e *
*****> l ________
Garanliuns.
ra do Bario da Victoria rj. 3G, precisa-se
aos Srs. I'cdro A Reg Chaves l'eixoto c
rasa da Silva, a negocio do particular inte-
Na
fallar nm di iik
"Jos Pat-s da Silva, a negocio
resse.
Urna senhora, capaz, ouerece-sc para engoin-
mar em urna casa de pouca familia; indo as 7
boras da manh e sahindo s 7 da ncute: quem
precisar, dinja-se i ra da Palma n. 90.
Aula particular.
Fatuta Frlhia da nnha Ro*al faz ceme aos
S"s. clifcs di' familias quo ti m alierto Ji-mIb
itia 12 de julho do corrente auno urna ail par-
llcular de ni-tnirc.ii primaria, em mu rcniJen-
ci.i : no Camp Verde, rita ti' Son-p.i n. '-I.
Tina crlouta i|_s abe cozniliar e cngouiiuar
oflereee-se para ama de casa de homem solteiro 11
de pouca familia : a tratar na ra da Concordia
n. 97._____________
Aluga-se urna caa terrea nova, bastante (res-
ca e com romtoodos para familia, na ra do eo-
ruiiel Seara : a tratar na mesma rna n. 35.
O abaixo assignado vem por meio deste par-
teciuar ao respeitavel publico que despedio desde
o dia 3 do corrente, o sen eaixeiro o Sr. Manoel
Luiz de Sena, e que nao se responsabilUa por
qualquer cousa que o mesmo tomar em sea nome.
Recife, 7 de agosto de 1873.
Gustnv UaUttt.
Agua divina contra cancros syphilicos : na
ra Nova n. 16.
Olinda.
Aluga-se urna casa na na de Mathias Ferrei-
r, com quintal e cacimba : a tratar ra do
Aroorim n. 37.________
|g (Merece-se urna ama para casa de homem
solteiro, que engomma eom perfrico ; a ra das
Cruzes n. 5.
Cnsullorio medico-cirnrgico
DE Q
A. B. da Silva Maia.
Ra do Visconde de Albuquerqne n. m
11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. ti.
Chamados : a qualqucr hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 s
& horas da tarde.
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Mara Goncalves participa que se en-
carrega promover o bom andamento de quaesquer
questdes judiciaes nos dons paizes cima mencio-
nados, para o que est habilitado eom um pessoal
competentissimo de correspondentes. Escripto.-io
ra Primeiro de Marco n. 23, (antiga do Crespo)
Precisa se de um offlcial de barbeiro, no sa-
llo da ra das Larangeiras n. 19 : a tratar com o
dono do mesmo.
m
*
MEDICO-CIRRGICO *
w do m
Dr. J. M. Cari* 0
fRua do Mrquez de Olinda n. 25, pri- meiro andar.
Consulta das 9 horas s i 1 da manhi. W,
jffr Chamados a qualquer hora. <(
* & 000000 &$**$
Aluga-se
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20:
a tratr ra do Amorim n. 37.
Quem precisar de um administrador ou fei-
tor, para enganho ou sitio, easado, com mulher e
filhos, dirjase ra do Bario da Victoria n 6.
que achara eom quemlratar.
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os rnes-
mos metaesepedras.
FUGIQ
Estjfugido o cabra acaboclado de nome Pru-
dencio, desdentado e os cabellos um pouco ubico
dos, anJava com urna carroca conduzindo estrum -
para um sitio, e fugio no domingo 6 do corrente ;
este escravo ligeiramente gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje pertence ao
bario de Nazaretb, que gratificar a quem o apre-
sentar. Elle representa 50 annos, filho de Goi-
aona.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Ra 4o Comnaerelo n. S, 1.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
ulgares de Portugal
Amarante.
Arco de Val de Ve2.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimarfies.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastcllo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimio.
Villa Rea).
Vizeu.
V alenda.
Figueira.
At vir.
O Sr. Jos Pereira Lomo pela segunda vez
rogado vir ra do Imperador n. 28, a negocie
de seu mleresse.
Empresta se algum dinheiro sobre hypotheca
em predios nesta cidade : a tratar na ra Duque
de Caxias n. U, on na ra do Rangel n. il, se
gundo andar.
Alugii
a-se
ol* andar do sobrado n. 50 da ra do Bom Jess
(ra da Cruz), proprio para escriptorio : a tratar
com Keller & C, ra do Bom iesus n. 55.
Aluga-se a bja n. 71 da ra de S. Jorge,
antiga Pilar, com 3 quartoe, 2 salas, cozinha fra,
quintal murado, fresca e pintada de novo : a tra-
tar no segundo andar.
Feilor.
Precisa-se de um feitor que entenda de servi-
cp de borta e jardim : no Co legio da Conceice,
a roa de S. Francisco n. 72.
O commendador huzebio Rapbael Rabello
aluga o seu sitio no Caldereiro, com grande casa
terrea e um sobrado para grande familia, com
ptimas acconimodacdes. Quem o pretender di-
rja-se ao mesmo para o ver, e tratar no es-
criptorio, na roa do Trapiche n. 48. primeiro an-
dar.
Manoel Jos Fernandes
Barros.
Felippe de Fgueira Faria, D.
Marcionila Barros de Figueirfla
Faria e Man el Jos Fernandes
Barros, rogam aos cus parentes
e amigos o caridoso obsequio de
assistirem s missas que mandam
celebrar por alma do seu finado
sogro e pai Manoel Jos Fernandes Barros, pelas
7 l|2 horas dia i i do corrente, !. anniversario
do seu passamento, na igreja do convento de San-
to Antonio desta cidade.
Recife, 6 de agosto de 1873._____________^^

Protesto.
Constando-nos que uosso cunhado Alfredo Car-
doso Pereira quer vender o que elle e nos tem *
de haver do inventario de S. Cruz ao tenente-co-
ronel Jo;"-o Carlos de Mendonca Vatconcellos sem
audiencia nossa, pelo presente annuncio protesta-
mos pela validade de qualquer negocio que o
mesmo no&so cunhado Alfredo faca, seja cora
quem for, na qualidade de nosso procurador, e em
virtude de procurarlo que Ihe passamos para li-
quidar a heranca fe nos? > finado pai Francisco
Alfonso de Mello, e per essa forma ucam cassados
todos os poderes de qualquer procuraco nossa
para o mesmo nosso cuchado Alfredo. Engenho
Periquito, 6 de agosto de 1873.
Francisco Alfonso de Melle.
Antonio Alfonso de Mello.
y >a,|uim Sinfronio Alfonso de Mello
Maana Vjctnrina de Mello.
__________ Manoel Simplicio Alfonso de Mello.
D. Caetana Francisca da
Silva Lages.
Domingos Jos da Cunha Lages, filhos, sogra,
cunhados, irmao e concunhado, vem por este
meio dar o mais solemne testemunho de seu pro-
fundo o eterno reconhecimento a todas as pes-
soas que se dignaram, no dia 5 do corrente, as-
sistir na matriz do Corpo Santo., aos ltimos suf-
fragios e acompanhar sepultura o cadver de
sua prezada esposa, mai, fillia, irma e cunhada
D. Caetana Francisca da Silva Lages.
Rogam anda a todas as pessoas de sua ami-
sade e parentes da finada o caridoso obzcquio
de assistirem s missas que pelo descanco eterno
de sua alma, mandam celebrar na referida Ma-
triz, pelas 7 <|2 horas da manha de segnnda-
feira II do corrente mez, stimo dia de seu fal-
lecimento ; por cujo acto de cardade e religo
prestado memoria da finada gravaran mais um
penhor sua mais intima e cordial consideraco
Miguel Angelo da Silva
Braga.
Roga-se aos seus parentes e pessoas de sua
amizade em obzcquia-lo com a caridade de sate-
tir a iri.-sa que manda rezar por alma do seu fi-
nado pai Antonio da Silva Braga, pelas 7 horas
do dia 12 do correte, segundo anniversario do
seu passamento, na matriz do Corpo Santo, e des-
de ja agradece humildomente a todos quantos se
diguaran a assisr esse acto de religiao e cari-
dade.
Ao publico.
Domingos Mara Gongalves, cnsul portuguez
Je 2- classe. e en -arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
zes, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como portuguezes, que tem o seu escriptorio na
ra Primeiro de Marco o. 23, andar, antiga ra
do Crespo onde pode ser procurado todos os
dias nao santificados, das 9 horas da manh s 4
da tarde.
Precisa-se, para servir a urna s pessoa, de
urna muiher idosa, que seja fiel as cempras e
limpa no serv-o da cozinha : a tratar na loja das
Cestas, ra larga do Rosario.
MOMA
Est encourac,ado 1!!
Roga-se ao film. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir roa Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
dns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou -fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu lho se
achava nesta cidade.
m
At vir.
O Sr. Jos Alves Machado Guimaraes pela se-
gunda vez rogado a vir ra do Imperador n. 28,
a negocio de seu interesse.
S O Direito. %
& Importante jornal de $
Resposta ao protesta de Fran-
cisco % Toiioo le Mello Jnior
e le D. llarianna Victorino
de Mello, no Diario dr&.ttr
9 do corrente.
Em 9 de marco de 1870, fizeram os protestan-
tes e outros um contrato, pelo qual autorisarara
Alfredo Cardoso Pereira a proceder na liquida-
cao do acervo de Francisco Alfonco de Mel,
como procurador em causa propria e no caso de
o contrariarem pagar o que assim proceder, a
multa de 8:00 >& 00, que reverter em beneficio
dos outros contratantes. J vee.n os protestantes,
que incorreram na multa, e que nao es o de
loa f. Protestamos pela parte que nos toca, con-
tra o proeedimento irregular de quem nos ofen-
de, sern causa.
Recife. 2 de agosto de 1873.
_______^_______Alfredo k Barbosa Jnior.
Governante
Precisa-sc de urna fenhora de 36 annos de da-
de, pouco mais ou menos, para governante de
casa de pequea familia que nao tem menores :
na ra da Imueratriz n '0.
Casas para alugar no Mon-
teiro.
Vicente Alves Machado aluga duas casas, juntas
ou separadas, para passar a festa ou por um an-
no, na estrada que vai para o Monteiro, de fronte
do sitio do Sr. Manoel Jos Carneiro, e na roa
nova de Santa Rita ns. 31 e 33, serrara a vapor.
Quem quer?
Dinheiro a juros em pequeas qnantias: na
roa das Larangeiras n. 26, loja, se dir quem faz
este negocio.
Hotel Aguia d'Ouro.
Fornece-se comida com promptido por com-
modo prei'o. nao s para mandar em casas par-
ticulares, como lambeta se encontrar papa, das
6 as 7 hora; da manha : na ra estreita do Rosa-
ra n 23.
loa aquisto.
P r seu dono ter de retirar-se par
a Europa, onde vai residir algum
ti'.mpo, vende-se um ptimo predio
do um andar e soto, n'umadas me-
Iboros localidades de Olinda, da qual se
descortina nao s todo o ocano desde o
cab'i lio Santo Agostinhoat muito alem da
pul'..i de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagens do poente e sul ;
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dons anuos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba 'poco) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
leudo oze quattos e tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode servir de co-
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um sotao, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a ep ca do anuo ; com illu-
minoco gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada. Acha-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se acha, ou retirando os
omveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave tiamo do Sr. Luiz do Reg
Barros, regente do hospicio de alienados e
a tratar na ra da Unio n. 49.
*
noticias.
jR Publica-se tres vezes por se- 0
Jp mana.
No Po -to.
X1 Asignatura por anno I8JO0O
g} Seis mezes 9000
Tres mezes 5()i 0
49 Recebe-se assignaturas ra do Cres-
i% po n. 10. js;
( E' reeebido por todos os paquetes.) ^
Precisa-se de um eaixeiro que tenha prati-
ca de raolhaios, de 12 a 14 annos e que preste
fianca de sua conduela : na ra da Moeda n. 29.
"CASA DA FOfiliA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Prirrieiro de Mar^o (outr'ora ra di
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se venda os felizes bilbetes garantidos
da 8' parte das loteras a beneficio da irnuidade
do Senhor dos Pasaos do Recife (62a), qne se ex-
trahir na quiuta-feira. 14 do corrente aez.
PREfiOS
Bilhete Inteiro 6*oW
M'io bilhete 3j0n(i
Quarto iiaoo
8M PORgiODI! 10O?K)00PARA CIMA
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2^750
Qnarto 1*375
Manoel Martins Fiuza
Escravo fgido.
150^000 de gratificacao.
Ansentou-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos.
crioulo e bastante ladino ; este preto perfeito
eozinli-iro, estatura alta, magro olhos grandes, ja
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar| em !>.
Lonri!iii;o da Matta, oi;de consta ter parantes, foi
escravo dos Srs. Adriano 4 Castro, e do Sr, Jos"
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senhnres foi cozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conbecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e cipitaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias n. 91, loja de mndezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificarlo cima decla-
rada.
(jueni iis ciiiiimiido ciferece 1
Incontestavelmente a loja de calcadojfestrangei-
ro que mais comraodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razo t a razao simples :
um eavalheiro (amante do chique) por certo se
n:ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se toreado a experimenta-la sobre um
pequeo e oneroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) uo podendo desta forma conheeer se
a botina me liea boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlngo ao immnn-
do ladrilho ; o que nao acontece no Pars na
Americi, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao qnasi imprssjvei, que uiua se-
nhora (do boin tom) queira sujeiiarse a experi-
mentar calcado ao lado de um balean, onde en-
tra qne ni qmT, anda mesmo para comprar : o
Par* na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para a-
Exu.ar. qun alli poderlo estar em perfeito eom mo-
do para a esculla do calcado.
Rao tenninam a i as vantagens ou commodog
do Par na America ra buque de Caxias n.
89, nrimetro andar, consi'te tari bem no bnm sor
tmente de botinas para homens, dos melhore e
mais afamados tabricantes da Europa, cuoio M
les, Suser, Polak, etc., etc.. e grande varlade d
chinelios e a patos, assim iatnbean iun liad-. sor-
luoul bvtoas par senhora', e apatinhos de
muitis qualnlades l(ue poderao satisazer a escu-
lla da mais capichosa senhora (do bom tosi);
pelo que fica expeudido, st claro que aloja d
calcado estrangelro, que mais vantagens ofcrece,
o Pars na Amerc-, ra Duque de Caxiaa n.
89, primeim andar, antiga ra do Queimado
*
JL

A 11 m Presa-fe de urna ama pal-a
vL\ A oomt>rar e eozinliar para casa da
1X1 i\ pouca amula : a tratar na roa
da Roda n. 42, 1. andai.
nii ---------------
-= Piecisa-se alugar nina ma de k-itc : a tra-
tar uarna do Sol n II. ^_____________
Cozinlieir.
Peisa-se de urna ama quv seja perfeita uesse
servieo e que tenha boa o.nducta : K tratar em
Santo Amaro em seguime:ito ra d'Aurora n.
1 -asr a Precifa se de urna que eo-
m II ^% z uhe o diario de urna casa :
**ii* X- na ra do Bao do Trium-
pho n. 78, antiga roa do Bruin, armazem de Ma-
noel Jos de 8a Araujo.______________________
i II Offerece-se urna ama (criada)
\ Wl A que eoze, Uva e engomma roupa:
lX LiM. IX a tratar na ra da Penha n. 3,
segundo andar. 8' mulata e leva consigo um
fllho pequeo.
Precisase de urna ama para cozinhar : na
rna da Penha n. 23, 1 andar._________________
Precisa-se de urna ama de leite sem filho :
na ra da Penha o. 23, 1 andar,______________
ir Na ra da Alegra n. 40 pre-
A \n \ cisa"8e> Para *ndar com urna
r\ VI /A rata'a> *uma ama de meia
* i"J- dade, que d fiador de sna
conducta.___________________________
Air Na na do Capibaribe n. 40,
A1 \ Precisa-se de uma a,lia Para
VI \ Clizinliar diario de pequea
l'x familia.
-. Na na DireiU n. 8, primeiro
A VI A \ an(*ar' precisa-se de amas, tanto
f\ VI /\ l i 'Mrr* cozin',ar 6 comprar, como
i-*-'-'-1- i-i-KJ pjfj engommar, para familia de
duas pessoas.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
mm Albino Baptista da Rocha, de
fjjR^a. voita da Europa, contina a en-
------ r relogios, bem como qualquer
outro objecto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na trave sa da ra das
Cruzes n. 14,1* andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, qne o encontrado prompto a garantir
seus trabalhos e a faze-los por precos mdicos.
Tres Mundos
POR
I. .4VrO.\l D.t CONT.%
Hundo fiarl)ihi-"Uui. Mundo christao.
Um volume ntidamente impresso
31000
__________LIVRARIA FRRNCEZA.__________
Escrava fgida.
Fugio na dia 29 de julho prximo lindo, urna
escrava de nome Vicencia, com os signaes segain-
tes : parda, cor de canella, alta, gorda, cabellos
meia carapinhadns, rosto redondo, tem falta de
denles na frente, levou vestido de ca-sa. chale de
varias cures e talvez botinas, fllha de Macei,
onde tem um irmo chamado Vicente, em cuja
companhia esto dous filhos seus, pode ter ella
fgido para alli, mas ha quasi certeza que esteja
nesta cidade de Recife acontada por um certo se-
nhor doutor, a quem se pede que a mande voltar
para casa de seu sennor, sob pena de publirar-se
todo o seu nome por extenso nos jornaes, e procc-
der-se contra sua senhoria. Roga se s autorida-
des policiaes e capites de campo a captura desta
escrava, e que a conduzam ra do Harao de
Triumpho (antiga do Brum) n. 92, que sero gene-
rosamente gratificados
Attenco
Pede-se ao Sr. tenente-co-
ronel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerque, o favor
de vir ou mandar ra do
Coronel Suassuna n. 4, ne-
gocio que S. S. nao ignora.
Precisa-se de uma mulher de boa conduct
para azer companhia a urna pequea familia: na
rna de Hortas n. 63.________________________
Condecorares.
A coroa brilhante recebeu pelo ultimo paquete
da Europa as seguintes condecorad-oes, de ouro e
prata' doarada : commendas da Rosa e olliciala-
latos, commendas de Christo com as respectivas
cruzes, medalhai para cavalheiros das ordens de
Aviz, Cruzeiro, Rosa e Christo, e juntamente litas
para as dita condecoracdcs e da campanha do
Paraguay : coroz briibante, loja de joias, ra
do Cabue n. 11.____________________________
Verdadeiras bixas hambur-
guezas.
As nicas ebegadas neste ultimo vapor francez:
na ra da Cadeia do Recife n. 51, primeiro an-
dar._______________________________________
Eu abaixo asslgnado declaro que tent jus-
to e contratado a taverna sita na ra da Penha
n. 6, pertcncente ao Sr. Januarios Goncalves Fer-
reir Peixoto, livre e desembarazada de qualquer
debito que possa apparecer.
Recife, 8 de agosto de 1873.
^_____________Jos Pires Barroso.________
CASA DO OURO
Aon 5:0009000
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de KiOiooo em
dous meio de n. 855, e quatro quartos de n. 60o
com aserte de I0OO0O, alem de outras sortes
menores de 401000 e 30*000 da lotera que se
acabou de extrahir (61*/ ; e convida aos pnssuido-
res a virem receber, que promplamente sero
pagos na forma de costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao sea estabelecimento com
prar os muito felizes bilhctes,que nao deixaro de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmos
ann uncios.
Acham-se a venda os muito feli es bilhetes ga-
rantidos da 5- parte da lotera a beneficio da ir-
mandado do Senhor dos Passos do Recife, que se
extrahir no dia 14 do crreme mez.
Preces
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*300
De lOO-rOOO para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 6 de agosto de 1873.
____________Jod" Joaquim da Costa Leite.
CAZA DA FORTUNA
Rl'A 1. DE MARgO OOTR'oiU DO CRESPO N. 23
Aos 20:M$0.
0 abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, cotno costuma, at o premio de
Preeei.
Inteiro.......- 24*000
Meio........19*000
Quarto ....... 6*000
.J____________Manoel Martins Buza.
. Na ra do Hospicio n. 8t, precisa-se de um
criado para todo servieo, prehrlndo-se o que foi
eaptlvo.

Os euradoores fiscaes, no carcter de admi-
nistradores da masa fallida de y o Antonio F. r-
reira, convidam aes credor* da referida nussa
apresentarem seus titnlos no prazo de 8 dias, im-
prorofaveis, aflm do erem verificados e cla^si-
(irado*. A enkeir.i dos luilos dfver ser leita n
i'.-criptorio dafc**n. I i, iraVt'fsa d. Vx'r- u>
D!|s.
rVrife, 8 0 si
Consuloro homeopa- ^
# thico 0


IK
0
Dr. Santos Mello
il-------Ra do ImperaJor-------iI
Consultas todos os dias das II i I da a
0 (arde. Q
mt Gratis aos pobres. Q
X Residencia ra Nova n. 7, segundo JJ
W andar, onde d consultas das 6 s 9 da
" manh e das 3 as 5 da tarde. ItS
Chamados a qualquer hora.
(ifforece-se um criado livre, do 16 a 17 an-
nos de idade : na ra do Coronel Suassuna nu-
mero 296.
$' tt#A
0 BACHAREL
Jiio Cancalves h Silva
M nlamivis
Advoeado na erlc, & ron 9f*
de H. Pedro n. H9. p"
Se encarrega de negocios forenses e .a'
al administrativos. .>>-,
I H.1TISTA DE PAEIS- |
19-HUA NOVA19
J. M. Leroux, cirur- |J
5 gio dentista, succes- H
m sor de F. Gauticr, es- t|
S pera continuar ame- \n
: recer a confianca dos
Armazem do fumo
llua da Madre de Dr.-us n. 10 A.
Jos Uoiuinpucs do Ca am
fi'T'lez^s t Hilaos qin un rn a
| ma da M.-nl.-e .'r I -1 ii. tu A. W^nsraii:
; : : i.. # itlitiu nl.i '! I.im i -
i < .- -nti-.Oio iiic.Iiiiivs ..l.ii.ii:. da Pililo,
e bem a.-slhi ;i l!ur d^ i dos os fuim s de corda
em iilus, pacnfc.-, l.il.i i_- I s o; tam-
liiin do> mu .icrcflitaiios f.iljiicantcs Torre 4
Araujo, Lizaur, Adolplio Schmdt A C, LJUr
Schinidt \ C, Velgas i Arau.o, Trindade A Are-
lar, Tcixeira Pinto A Prti'lla (garantido pelos
mesmos) e de outros ainde ido conhocdos ; elo
publico desta capital. O anniincianlc declara que
todo fumo quo for vendido eii sna casa ser pelo
seu Justo valor, e sjue quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mu particularmente
com as pessoas que pouco enteniam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o anuuncianle
a ionga pratica Je 13 annos. deste Cotmnereio.
Vendo se pos de pedra ja* pe para calcar
bolinas e urna frasqueira com fechadura do se-
gredo : na ra da ScnzaBa n 4, !. andar.
VENDE-SK vinto toneladas de carvo
pura ferreiro : a tratar na ra do Commer-
cio n. 22, armazi-m.
L'O
(I
--
ft clientes da casa, edo
respeitavel publico em %
geral.

mmmmmmmmmm
Joaquim da Silva Costa pede a seus devedo-
res que quanto antes venham saldar seus dbitos,
com o que evitaran desgostos futuros.
*Mt vsr* mfHwnttPHMBRBtwpwt
COMPRAS.
Compra-se MCAe da companhia do
Beberibe; a ra Primeiro de Margo, n. 11.
Vinho verde de Bastos,
superior
Em ancfcielas e caixas do urna duza, lem para
vender a proco eonunodo, Joaquim Jos Goncal-
ves Beltr.lo 4 Filho : no escriptorio, ra do
Conimercio n. 5.
Algodo de listras
Algodo de listras americano, com pequeo de-
feilo, a 3ii rs. o covado : na ra do Crespo n. 20,
loja de Guilherme & fl.
Mdico preqo.
Vende-se um terreno com 3,"0 palmos de fren-
te e 600 a 800 de fundo, no lugar de Aguazi-
nha ie Beberibe. tendo algumas arvores de fiucto
e outras miilas j em bom tamanho e de boa
qualidade, muito boa agua para beber por ser a
sua nascente de urna pedra, com urna exctdlente
baixa para capm, e prximo estaeio do Porto
da Madeira : qui-m pretende-lo pode dirigir-se
ra do Alecrim n. i, que achara com quem tra-
tar.
Engenho Periquito.
Vonde-se uma parte no engenho Periquito, bem
como as rendas correspondentes das safras do an-
no de '863 a 1873, em mo do consenhor do
mesmo engenho Francisco A onso de Mello : quem
pretend Vende-se
um escravo de 17 a 18 annos de idade, de bonita
figura muito sadio. proprio para boeiro ou co-
pero, de que tem bastante pratica ; para infor-
maces dirijam-se ra do Bario da Victoria nu-
mero 20. ____________
SERA
NOVIDADE?
E sim senhora.
Nao ser por acaso novidade (c esta fresca) as
lindas e fascinadoras fachas de seda, com as com-
petentes livellas de tartaruga, primorosamente es-
maltadas de madreperola, que recebeu o Vapor
das is'ovidades ?
sim senhora.
s
el?
era env
Que se possa vender um par de botinas de du-
raque preto e de canno allopara senhoras por 5*?
sim senhora.
Coinvm advertir
que s no Vupor das Novidades, ra da Im-
peratrz n. 36, onde se encontram botinas de du-
raque preto para senhora > em perfeito estado
por i.-OO1, cassoletas de ac do ultimo gosto, gra-
vatas para senhoras e outros muilos artigos de
fazer anepiar [.elle e cabell nao s pela sua
elegancia, como peina precos porque sao vendi
dos.
L isto
ra da Imperatriz n. 36.
S Leito & Oliveira.
Casa e lerreno.
Vende-se ou aluga-se a casa de ferro e terreno
sito em Sanf Anna. junto da estaeio : trata se na
ra do fi m Jess n. 4, arm-zem
k'i [A \ ii
AMoomitio i PAKit. ti, KwurfT Mmnuim.
PA8TILHA8 DIGK8TIVA8 (brcadis en Vichy
cum st Sm xtrabidnB dai Fonte. S4o de gosto
agradavsl w cc*o e certa cootra a Asia
t as 4igwi diCcvi*.
SAIS DB VICHT PARA BAJIH08. V rolo
Mr as ftMao, Ma m pwui qu do podem
w t Tteay.
Para evitar ai tmitofOt
exigir mi todos a producas a atarea do
ctUtusu do uttoo nunca.
Os producios m cima scble-M :
Em Ptrnamhato, TI6SET f-;-A. BJCORD.
ksVsHMHHHK-aWHHssWsl
Verdadeiro bter hesperidna, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Ta*so Irmaos 4
C ra do Amorim n. 37 ____________^^
A dinheiro
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel do cores, resmas grandes, sortidas a 9.
Dito de dito ditas, assetinado e muito encornado
9.000.
Dito de seda (mais conheciilo por seda de tri-
Iho) do verdadeiro. francez, a26'0 o carto de
10,0'0 mortalhns.
Dito de linlio fino do Barcellona, marca martcl-
lo, U000.
Dito de dito dito, marca balaba, 3S00 a resma.
Dito de trigo, resmas gvando-, do verdadeiro de
Barcellona, 9 a resma.
No annaem de J.is Dom ngues do Carmo e
Silva, ra da Ifodru de Dos n. 10 A. armazem do
fumo.
xVos senhores fabricantes de
charutos.
Fumos em folhas, muito vellio, cheiroso e forte,
para fumar-so, da safra volh.i, c dos melhores lu-
gares de S. Flix, Nazareth, da provincia da Ba-
ha, sao vendidos a dinheiro vista por precos
muito reduiidos.
No armazem de Jos Dom'uigucs do Carmo e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Alhos a 40 rs. a moune.a e gaz
a 5|800 a lata.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem
do fumo.
Grande liquidaei,o,
Na ra do Queimado n. 43.
Em frente a Pracinlia.
Lazinbas de quadros a Sin, 280 e 300 rs. o eo-
vado.
Chitas de cores seguras a 240 e 280 rs. o covado.
Uadapolao bom a i. a peca.
Algodo T a i j .' a peca."
Colxas de fustao, grandes a 3*300.
Toalhos felpudas a 6 a duzia
Lencos para meninos, a 80 rs.
Hnm lona de por i linlio a l5'.i0 a vara.
Cortes de casemira de cor, a fi*.
E inuitas outras i'azendas por menos do seu va-
lor. S o 43, ra do Queimado em fente
praeinna.________________
Vende-se.
urna casa terrea na estrada de. Joo de Barros
n. I", e um terreno na rna do Principe, com 148
palmos de frente o 120 de fundo : a tratar na
ra da Soledade n Si._______________________
Vende-se i canoas abertas que pegam do 800
a 1,500 lijlos grossos : a tratar na ra do Coro-
nel Scara n. 33.____________________________
Venda de terreno.
Um dos melhores terrenos da ra da Unio para
edilicar-se um bello predio : a enteuder-sc com o
Sr. major Porto Carrero, no seu cartorio.
Vcndc-se duas escravas, urna de menor idade
c outra de 28 anuos, sadias e por preco comino-
do : a tratar na ra da Saudade, casa n. S8.
Brins de cores
Brins de lnho de cores a 400 e 440 r<. o cova-
do : na ra do Crespo n. 20, loja de Guilherme
k Companhia. _________________
Economa domestica
Loj
NA
ja do barateiro, ra Io de
rc,o n. 1, defronte do ar-
co de Santo Antonio.
Agosttnho Ferreira da Silva Leal
A Coiupanhia.
Lazinhas escobetas, fazenda fina e bonitos gos-
tos, a 280, 400, 440e 8 rs. o covado.
Ditas com listras di- seda, fazenda fina, que sem-
pre custou 11 a 500 rs o covado.
Baptstes com barra modernas a 460, 488 e 500
rs. o covado.
Chitas escuras e claras, boa qualidade e bonitos
padres, a 260, 280 e 300 rs. o covado.
Madapoln francez muito Ono a 7 JuOO, e sempre
vendeu por9j.
Toalhas alcochoadas a 63 a duza.
Ditas felpudas a 8 e 8o00.
Chapeos de sol nglezes de seda trancada (Pa-
ragon) por 8 i e 91.
I.enjo- com barra a 1 5 e i a duzia.
Ditos de linho (raucos abanhados a 3*500 e 4*
a duzia.
Rrins de cores c pardo trancado liso, proprio
para calca, e paletot, tanto para nomem como para
meninos a 40, 440 e.500 rs. o covado.
Cambraias tmnsparntes Victoria a 3*500,
3J.S00, 4*, 5* e 7* a peca. '
Espartlhos para senhora bordados, que sempre
custavam 6, a 3550OI
Alem destes outros. muilos artig09 que deixamvs
de mencionar .por julgarmos de-necessario.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao & Filhos
Teem para vender no seu escliptono ra do
Commercio n. 5, seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12T garraas.
t de laran'a, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenlemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de mar tira e osso.
FFIXES de ferro, para porta.
FIO de algodo da Baha, da fabrica 6o commen-
raendador Pedroio.
LINHA de roriz.
OBIAS de pal eta.
PANNO de algodo da Bahia, da fabrica do eoro-
mendador Pedrozo.
RETROZ de tudas as qualidade), das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
BOLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
ELA^ de cera de todos os nannos
VINHO engarrafado do Porto, saixas de 18 gar-
rafas.
c dito Moscatel do Donro, idem dem.
dito Setubal, caixas de l e t duaas.
c da Italia engarrafado caixa* de 6 gar-
rafas,
.: de Collares superior, .em ancoreus.
c de caj, caixas de If car: afn.
rafas.
CarcaveUos, idi'm idem.

-M


6
t
M de PttaaabgBo JWaweo-lOofecAgHsi ^ tyjfc,
I AT
Ern fazendas de gosto
LOJA E
K. 60
IWWM DO P
Ra da Imperatriz N. <60
DE ollnir Mana il <>41
PmiRADASILVA&fiIMARiSS
os proprielarios (leste.importante estabelecimento, participam ao respeUavel publico
desta ciili.i.; a aossous numerosos freguezes que acabamdereceber pelosltimos vapo-
res de Europa, um grande sorUmento dasmais lindas e mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meniaos, assim como tambn um grande
sortimento das mdhoresfreeridas delei, que se vendara por procos murto om eonta s
com o h.u de apfaar dinheiro.
As pescas qne negociara em pequea escala, neste estabelecimento podero azer
os seussorumentos porque se llies vender pelos precos que compram as casas estran-
geras; Je todas as fazendas se dSo amostras, deixando penbor, ou mandam-so levar em
casa das tamas, familias- pelos caxeiros.
Este estabelecimento.est eonstantcniento aberto das 6 horas da manha s 9 da noute
uPS I B4ois a iajwoo.
O Pavao recebeu polo ultimo vapor de
Europa, burnoos dos mais libios gostos
das mais lindas granadines
!
O leques iodos de madreperla,-. bVae,-
cores e ifuu irazem o dtslicoWSfcAG em ieMStT
A 15300, 19200, 800 e 640 rs.
O Pavita recebeu uru brtlhante sortimpnfn
> que athojesao conUecidos e em,relac*o,
cadas li.tras.lo cores epretas que vende mo K ^T *"****> wvidam-se as
barato prvo de 13500%, c X DiusC SSuSTT" qW ^ ^"^
das de o,, com listras miudinhas erut '^'tSlRARA FJVPOF,
s cor a l?2J0 e 1^000 o covado Ditas n Df1*Ai>,iU\1L> PARA l.EJCOE;..
pretas com listras tasad, roxas a 600 rs D J^ndZoVZ"^ f""* ****
tas pretas com listras brancas, azues o ver- de ,/a^ n?1"8"", ^i*
des a ,0 rs. o c redo. Assim como boni- ?S o nWrom, Sn IB* ^ '
tas barejes Je seda para vestidos com as SLT. ?
ma.s Jimias cores a 1JJ000. ,?K,? ^ de linho fln<> super.or e mtito en-
na loja do Pavo. pecn.ncha, COrpado, com a mesma largura a 2*400 8
POITELLN'AS A 1*600 E2000OrOVAT)O Tan". r
ou^^^^^^.^9^9^^ finos 2W00e
Pegas de Hamburgo c panno de linho, ten-
tambera Ue tu.iJroperola cm I alta relevo, tor-.
nando-se por islo aproprtodos para pqivas, a IfO-
VA ESPFRANC.A a rua tinque daiaxias n. 63
(antiga do Queimado) q,uera os lem. t, a
Sao de tartaruga ;
Os brincos, brocha*, mcios adereces, cruzes '
raeoes e cassoletas, que estao spostas boa :
olna das Exmas. (amantes Nova Espeja,' roa ^q^dePfja^^
Aos meninos
j& Nova Gs|ecjna roa Duque de .Caxksjri.
W, acaba de receuer um lindo sorlimeo d#Jo-
oeca de muias qualidades, viuda ante ell*as
Bgracadas benecas de liorraaha, acinn tamban
Boa pequea quantidade de bonecas pretas ih
se tornam apreciadlas pela sua .iioviaide.
Eoemidil
A Nova Esperan? ra Dqque de Casias n.
63, locebeu verdadeiro cimento tngler, prepara
ci para concorttrporcdaaatera til.
Vestido perdido
Multas veae* ura voatido toraa-aa bteirameatc
ao, somente por estar mal enfeitado : a NoraiEs-
peranca raa Di^flue de Uaxias- n. 63, remove
este mal; porgue esta bem provida dea mellqtes
galaes e franjas de.tojas as cores, one pfaes-
balhjer-se i Vonade sobresahlpA}, na esi.as
modernas franjas mosaicas, que pela sua varieda-
da de edres, fies bei^iem quasi todas aa fa*nda
A ellit'ames que se acabetn. J\
Bofo&mhwxacha
:-Vpndem-se de todos os tamanhos ra Doone
a Gaxias n, 63, np Nqva Eperanca.
CabeU&s breos s tem qum
quer
A Nova Especanca ra Duque de Caxiaa a.
63, acaba de recebera verdadetralialura da Des-
nous para tintrir os cabellos, o que se ronsefljw
f

a io.arto da \ictriai.-2i.
BAZB- NACW-Mt
Bva^al^eratri*,.. 72-
Lourerifo Pereir-a Meade^^uimares
Declara a seus freguezes que tem resolrido vender o maisbarato que for dosbvel
saber: -ir.
[^^.^f^^.OCQYAHO. I (.ORT6(D,EBW^iri;COHESAA?aQ0.
Vende-sc cintas francijzas Jicgas cn,to- lide*a coates. daJwim de con mm
deavaria.a ICO e200 o cavado. ,Bi- ral
*
*
,

>A' leale.graode astauelecimepto lem ebe-
gado um bom sorUmento de macbinas para
eostura, de todos os autores m8is acredita-
dos ottimementonaisuropa, cujas macbinas
sao garontilas por m anuo, e tendo um
perfte-artista para easinar as mesmas, em
qualfuw.perteHksta eidade, como-bom as-
sim, concerta-las pelo tempo tambem dum"
das mais lindas poupehnas de seJa com os
mais lu los ditsonhos e mais bonitas cores,
que wrde i 1"H>00 e 2-7000.
Si;)AS DE CttES A-2JJ500 US.
O l'.iv.U) recebeu um bonito sorlimonto
das mais luidas sedinlias de urna s cor com
delicados desenho) miudinbos, que vende a
SySApoc vado. Ditas com lislrinhas, mili-
to boa 'azeii la a 2P000. E' pechincha, na
na loja do l'avo.
CAMBftite ABERTAS A 93? E'iOJOOQ
O Taviu recebeu um elegante sorUmento
das mais linas cambraias brancas abertas,
bordadaspara vestido, que vende pelo barato
prego de U 0 W000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid'. E' pecliincba, na loja
do Pav.'o ra da Imperatriz u. 00.
LAZi.NlAS BORDADASA 400 RS.
0 COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sorUmento
das mais lindas lzinlias transparentes com
floriohas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusifcl rocha propria para viuva, e von-
de polo bnrassiino prego de *00 rs. o co-
do. E' pechincha, fia loja do l'avao ra
da Imperatriz n. 00.
LAS MODERNAS.
O Pavan rende um bonito sorUmento de
i'iaslistradasaaodo das mais modernas
qu< U'iii vin li>ao mercado, polo ba-atissimo
560 eGOO ors. o covado. E' pe-
li o lujado l'avao na da Impe-
i n. I i.
*l.l\V AS I.AVRADASAC40RS. O COVADO.
Cliegou para o loja do Pavao um elegante
itn das miis lindas alpacas lavraJas
t sendo as cores ;nais modernas que
: .i vtulo para veslidos, o vende-se pelo ba-
>"'" p: '';" de C40 re. o cavado. E'
p 'chincha, ia loja do l'avao.
kSSAS ERA.NCE8AS A 600 E 040 RS. 0
METUO.
O Pavao recfebeu um magnifico sortimen-
to das nai !in la- cassas fran ezas, de cor,
cornos majs honiios 'desenh s tnidos e
grados, tendo ptiroes oscuros e outros que
servem p ua luto, c vende a 600 e 6V0 rs.
o metro ou j'OO c 400 rs. o covado.
f > > i ;, il0!')i:UNAS COM I.ISTRA. DE
SEDA A OiOrs. e 1S200.
0 l'avo reciben um elegante sorUmento
de las com listrasBo soda asselinada, sondo
asmes i!, Hernas que tem viudo ao merca-
do o co.n as mais delicadas cores, e vende
pelos bar.itos-prc{094le8a0 rs e 1-r-Ot).
Assim co; i nutras milito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., to la estas las sao modennssimas. E'
pecbinoha, na loja do Perito.
Chitas a 84, 8, sOe S50 rs.
0 Pavao receto um grande sortiment de
chitas de edrea fixas, que ven le pedos bara-
tos pro.; a do 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda rnuito superior, comnovos
padrees a 320 o 360 rs. o covado.
Ditas mnit i Unas padres claros em toci-
nos de pe c-nles, rom barra de cor ao lado
^em el', sf.o 0 i00 rs.
Ditas -tas com tocido de crcione, fazen-
da muRo superior a 3i0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas cores, miudinhas, proprias para
roupa de crimcaa a 360 rs. e covado. E'
peclii -cha, na loja do l'avao.
iBaplistus a IO pS. o covado.
O I'a\o recebeu um elegante sorUmento
das mais iiiod^rnas haptistas'' de coros com
padroes m.udinhosegratdos sendo proprios
para vesti [ps e roupa de crianza, pelo bara-
ttssimo prtic-o-de 500 rs. o.co^ado, afliancan-
do si r iaiidepechincb !
CovtvH decambrai. ultima no-
vilale, a 9^000.
O Pava receben pelo ultimo vapor de
Europa, corfas de cambnaia branca eom ba-
badinlio.s i .'ament bonlados, tondo fazenda
sufliciento para vestido de qualqner modelo,
estos vesti los sao os mais modernos que tem
vin lo .i, -aereado, e.pela sua excessiva ba-
rateza tornam-se recommeiidavejs as senho-
ras de bom gusto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros d-hakid s a 9000. grande pc-
chincha, no Bazar do Pavao ra da Irace-
ratriz n. 60 r
CORTES DE CAMBBAIA BORDADOS '
O l'avo recebeu ps mais ricos cortes de
camhrata branca bordados para vestido, que
vende pelo barato preco do 20 e 30JOOO
COtTES DE CAMBRAIA BRANCA. '
0 l'avo recebeu um -lindo corto de cam-
braia branca com -listas assetinadass
ven.le pelo barato pre,v> de 6?9060.
Ditos o lra listras .de cores, tendo 8 varas a| Vara^
e 59^00. E' puchiacha. 1
ESPARTiLHOS. .
0 Pav.y, roo*l*n um grandesortimerilo
deespartilhos tanto para sedhora caajo para
do c m 20 e 30 varas para todos os presos
e qualidades.
Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
jardas, pelos precos mais baratos que se tem
visto.
Pechinchas de finissirao esguio ou silzia
com 6 jardas a 75JOOO.
Pe?as de finissima silezia com 36 jardas
a 359000.
Atoalhado adamascado com 8 palmoe de
largura a 2$000 a vara.
Calcas de casemira.
0 Pavao tem um grande sorUmento de
caigas do casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos c em fazenda, dos mais finos e
mais no vos que tom vindo ao mercado, e
vande-se por barato prego para apurar di-
nbeiro, assim como caigas de brim branco e
do cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABA1N1IADOS A 1^800 E 2$000.
O Pavao vende duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda mudo' boa, pelo
barato prego de 2000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo I
todos brancos a 3#000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 39600 *^
MEIAS CRAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiascruas, in-
glesas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 69000, 79000,89600 e 109000,
e um grande sorUmento do tneias inglozas
francezas, para senboras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAP0LA0 FRANCEZ a 69000 E 79000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que sempro se venden por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo prego
00 c 79000, por ter feito urna grande
(empreaando-a) cm rauita aciliado, e paf i I ^ Q ^ j m
motivo, cabellos braaeos s.tem qyem nuer. 8nno sem desPond'0 a'gum do comprador.
Estonamoda
Os tinturos de cauro, proprios para aenliorasv
!ne recebeu a Nava Espera ac ra Duque, ie
axtas n. 63, estao, sim, senic-ra, estao ha moda t
Se queris ter ou preparar um fllhete de
cheirosos cravos)raea|j|a o ws*) calamento,
ou para oulro flm apropriacfo, necessario ir
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
que all enconUareis os aetores port touqigs
que se pode desejar.
Agua florida, e iGnilain,
i para fazer os cabellos pre-
tos.
A agnia branca, r,ua renque de Caxias n. 80,
acaba de receberneva remessada &pcian)i agua
tlorida para fazer os cabellos paetos. O b#m re-
sultado colhido por quem tem feito uso dessa
inoffensiva preparagao a tem altamente conceitun-
do, e por isso apenas se faz lomlirar a quem e-
ramente deila precie e queira se aproveUar de
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido para o nwsmo.nso, o to acreditados
como aqvatla.
Voltas e brincos de^grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do Duque d Caxias n.
30, recebeu novas e hpnas voltas e brincos de
gro$o nljofarcs do cores, e como emprc conti-
nua a vende-las por prego rnmaanilu
No vos diademas dourados.e
com pedras.
que
menina, que, ven le. p
39000.
Ditos muito finos a -4 e 59000.
mais moderaos que tem vindo
eado.
to pre
Sfio dos
ao roer-
compra. E' pechincha.
Al^odozinuo a 49000.
O Pavo vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato preco de
49 e 59000. Y
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas e lenges a 69000 e 79000.
CAMBR.UAS.
O Pavao vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidas a 29500
39000.
Pegas de dita muito fina, om 10 jarda
tapada como transparentea 49, 59 e 69000s
at a mais fina que vem ao mercado
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavao tem um grande sorUmento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balanco, para ditas de guaraigao e para so
fa\ quo se venden muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A G9 E 89000.
O Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 69 e 89000. r *
Ditas de fustao acolxoadas, sendo de co-
ros e brancas, pelo barato prego de>46000.
E grande sorUmento de ditas de.damasco
rretonoodechita, que vende por preeo
muito razoaveis.
CORTES m PERCALEES COM DUAS SAIA?
a 49000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E" pechincha na loja do Pa-
vao; ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. feo.
Pereira da Silva & Guimares receberam
polo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimeato de botinas pretas e com delicados
enf.3it*s decr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remecidas por um dosmr '
Ihores fabricantes de Paris, e vnde-se pe,,
barato prego de 69, na loja dod'avo.
SAIAS BORDADAS A 59, 6 e 890(MK.
O Pavao vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratsimos
precos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s o com muita todas
guarnecida de pregas, pelos baratos preco,
de 29000 e 2&500.
Ditas com guaraigo delegas ^.i^o,
dos a 35300.
Algexlilo oofeaitiMlo a ti&H>+
vara.
O Paseo vtmde algo|o amecanli ,enf*-
tado e muito encorpado, preprio pera toe-
Ria elengas, pelo barato pre^o de WWPO'a
ra.- ,.r -
Difr fnpcw'gsodo trancado eolito
a^o, pelo 1 i'oJ
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas domados e cora pedras, tanto para meninas
como para sonhoras.
Collecces de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, i ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas collecgoes ou normas paraos crian-
cas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje tio
usadas as aulas o collcgios; e eomo aempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, rna Duque de Caxias
n. 50, receben novo sortimento daqutllas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, \1ndo igual-
mente para meninas,.e contina aj vende-las por
pregos commodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a mitaco d
croch, e vende as pelos baratos precos de 3/
ii e 6*000. A fazenda 6. boa e estm perfeit
estado, pelo que contina a ter proropta extrac-
gao
Perfeita novidade.
Grampes com borboletas, bezooros e gfa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca rea Duque "de Caxias
-Bieate. estabelecimento t mbem ha pertengas
para as mesaoas machinas e se suppre qual-
quer poa quo seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a porfeicao de
ume dous po.spontos, franze c'borda toda
qu4lquer costura por fina que seja, seus
precos sao da seguinte qualidade : para tra-
balhar a m3o de 309000, 40900', 459000
e 509000, para trabalhar com o |> sao de
809000, 903000, 1009000, 1109000,
12Q5000, 1309000, 1505000, 2009000 e
2509000, eraquanto aos autores nao lia al
terjgo de pfeoos. os compradores -podero
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedade de objectos que
ha sempro para vender, como sejam: cadei-
ras.para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para sajas, ditas de balance-, ditas para
crianga (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nquissimas, para aenliora, despensaveis
para oriangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
esperhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheros do metal fin->4 condiei-
ros, para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todo^
que visitarem este grande estabelecimento
que se acba aberto do-de as 6 horas da ma-
nila at ns 9 horas da noute
Ra do Baro da Victoria n.
22.
tas.limpas a 240, 280 e 320 rs.. o covado.
CA86AS FRANCEZAS A 380 RS.
Vende-sc cassas francezas a 320 c-300 rs.
o covado.
LSINHAS A 00 RS.
Vendo-se Usinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 o 500 rs. o covado.
ALPACAS A400RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, $00,,
640 e00rs. o covado. "
COBERTAS DE CHITAS A 1B800. !
Vende-se cobertas d_e oJpjas de ceres a
19600 e 29000. Ditas do nfllo a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CUALES DE LA A 800 RS.
Vende-sc chales de l de quadros a 800
rs. e 9000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA- BRANCA A 89000.
Vende-so pe^as de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 45, 49500,
59 c 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 25000 e 29500.
BONETS.A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda paca ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello o
raassa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pecas de madapolo enfcstado a
39000. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pecas de algodo, a 39500, 4,
e 590O0.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgo do sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
BOT!A&A89eo.
Vndese .botinas para senboras, a 39000
39500, a ellas iilts que se aeabtrq.
ROUPtfEITA MC1D4L.
VoiMlarwecaaisas .bramas, a. 19600. 2*
9500, 39000 > 49006.
Calcasde oasemrras de cores, a W, #? *
790Q0.
Coietes do casemira, a-89, 2OO, 3*
liOOOv
' PalittsJe casemira, a 4?, 69 c9OQ0.
Sertmlas a Me 19000.
BRIM #. CORES A 440 RS.
Vetjde-se -brtm de to^as as cores a.44t
rs. o evado.
:,LRNces-BRANees A29000-A wjm.
"Vende-se a duzia de ler,ros brancos, i
29000. Ditos em-barras de cores a 3900C
titi? do 1 inlio a a?00O.
TOALHAS A 8D0 RS.
Vonde^loaMias paca rosto, a 800 rs.
1P0OO.
GRAVATAS DE SJiDA PREIA A 500 RS
Vende-se gravatas do seda preta, a 50(
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 32
rs. o. covado.
UDNETS PARA MENINOS A 19500.
'Vepderse-I'pnptes para meninos, a 1950o.
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 39500
Veede so espardlhos para senhora, i
39500.
PENTES A 320 RS.
' Vende-se pente* de alisar, a 240, 320
400 rs.
PO'S DE ARROZ A 240 US.
Vende-se pos de arroz emcaixa, a 2*1
rs., para liquidar.
ESPELHOS AS40RS.
Vende-se espelbosve^i-verses tamanhos
a240e Std rs.
TESOURAS A820RS.
Vende-sc tesouras de diversos tamanhos.
a 320 e 500 rs,., para liquidar, -e outrui
muitos artigos que se vende barato para li
quidago de facturas.
I


Na lia mais cabellos
braucos.
tinturara japoneza.
;Se nica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olirida, n. 51, 1." andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
BICHAS BE HAMBURGO """
Asmis recentes e melhores.
Vendom-se na pharmacia e drogara de Bar
tholomcu & C, ra Lar^a dosario o Un. 34
Na ra d Commercio n. 22 vende-se vinho
d* Porto e Shftrrey, de boa qualidade e barato, era
Larris.
GRANDE REDUCCAOIM OTJQS
AttenQo. Atten^o.
Na loja de Soares LeiteL-maos, aruadoBarao da
Victoria n. 28.

J01
- 30, recebeu urna pequea quantidade'de bofti-
s e novas gollinhas, trabalho de li e seda, en-
neitadas cora arminho, obras estas do muito costo
e nteiramento novas.
Grampos, brincos e, rosetas
dourados.
Aloja da aguia branca, a: rna -do Duqne
Uxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos o rozetas dourados ; assim como
novos diademas 'de aro, e cumo.sfempre conti-
na a vendo-Ios por precos* rawaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Agnia Branca rfla de Du-
que de Caxias n. 60.
Luvas de pellica pretas e de
outras -cores.
A loja da Agnia Brsnra, ra Duqne de Ga-
xiasi n. 50, recebeu novo sortimento de luvas >
pellica, pretas e de outras corea.
SEC.REDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECCO SHOST
nica, hygienica, radical einfallival na cu-
ra das gonorhoas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
otlorece como garanta desalmares resultados
a continuadaapplcacao,quesempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
t'nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga Caixa de linlia do marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Abotoaduras para collcte, de todos os
gostos, a 2u0 rs.
Lamparinas a gaz, dando urna luz muito
boa, a 19000.
Garrafa d'agua japoneza, a l?00O.
dem idem divina, a 19000.
Duzia de pecas de cordo imperial, a
240 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
19000.
Duzia de baralhos francezes, canto dotira-
do, a 39000.
idem idem beira lisa, a 23?200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
19000.
Caixa de botoes de osso para caiga, a
200 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a G00 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppcs forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica compeemeno toque,
a 320 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
700 rs.
Idem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
59000
Mago de fita chineza, a 800 rs.
dem idem de pos chioez, muito bom, a
5O0 rs. e 19000.
Duzia de sabonetes de amemloa, a-29500
e39000.
Frasco com opiata muito boa, a 19000 e
19500.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 29200.
dem idem com flores, a 15500.
Duzia de pegas de trangaa caracol branca,
a i00 rs.
'lioiu idenJisas,-.a 200 rs.
Salionotes Glyueriuu trausparentas, a
800 rs.
Caixa da pennas Perry, a 8O0 rs.
dem idem, a-400 rs.
Caixa daenveloppestarjndos, a 500 rs.
Loques de osso e sndalo para senhoras,
a.29000, 4JJ000 e 69000.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Chapeos para senhoras e meninas.
ntremelos e babados transparentes e ta-
pados.
Botinas para senhoras, a 49000.
Retroz preto e de cor. em carre-
tel;
Lindas e elegantes caixinhas dos perfu-
mistas E. Codray, Gell Frrese Ricger,
etc., etc.
Quadros
- Vende'sc a armncSo c mai* bemfeilorias
loja da.nn do Hangel n. 12 A, propria
quafqtier negocio
icao e
el n.
a tratar na mesma."
da
para
b, ma^onaria desmasca-
rada,
ou eoJIeccio dos artigos do Ecko tle Roma, ansly-
sando a circular di> (^i|. fe. Federacao do 2
de sewmbro ^e. 1871, eaPranch.-. do Ir.-.
Gomes Freir aolr.- Otto; assim como a deste
Ctv. H. ~.-. Ven. ao redactor do Echo
de Roma, datada do Coimlira aos 16 de dezembro
o>oiesmo anno, precedida de urna carta intro-
uepo e annotada por um redactor do Echo de
fljfcfa.
"Acaba de chegar de Lisboa esta obra, e vende-se
na livraria eoanomlca ao p do arco de Santo
Antonio, preco l #00.
Vende-se'um piano francej: de meio armario,
em perfeit astado e de excellentes vozes, assim
como una pequea mobilia e cu.ros trastes de
casa ; ra Volha n. 9i.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 r.
Resma de papel pautado, a 29800, 49000 das.
e 59800. Espelhos de moldura dourada,
dem idem liso, a29600, 39500e 59000. os tamanhos e pregos.
Coques modernos, a 3JK)00. j Garrafa dotiutafoxa extra-fina a 19000
Caia do-pos para dentes, a 200 rs. I Microscopios.(sem vista a 29000.
com santos e estampas separa-
de todos
BONECAS.
.
Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas o ricamente vestidas cada
itna. em sua caixa, bonecas de borracha- e bolas de todos os tamantoa, andi jiros a gaz,
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, aehinas para cos-
tura, transparentes para janellas. e um completo e variado sortimento do miudrzos, que
se tornara longo mencionar.
Ba do Bardo da Villora n. 28
j Diversas fazendas^
71 RL> DUQUE D CAXUS 7i
^a ra de SaniaTbireza n. 60, tavenia, ven-
de-se um terreno a 6/ o palmo. Xa mesma casa
venile-se una trastes usados, de Jacaranda.
Bom negocio.
Vende-Be o engeaho Camevozinlio, copeiro eDom
jnoedor, distante da estfao de Agua-Preta tres
legos, podo safrejar de 3 a 4,000 uias do assucar
de
TASSOIRMAOM C,
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos commodos
Tljolos encamados sextaves para ladrilho.
Canos de barro para escoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algoda.
. ^^,1 ^. S'^odao ,'j ^o eBeorpadoa **500L ditas a tabeas matas d madejras :
na D
'Caxias n. 40, com loaquini da Sifva Costa.
l^^^^rH^^ti &
fixan, escuras, ctara\raxaseTerdes a iOrs c
m lo, colchas adnascada a M, damasco de L "^ V6nae-secnma "sa ^M rua de L"fe
Igoao com dua larauras a littW o 6MOnditl\o Re8 1ra^nt0 Amaro A" Salinas : a tratar
el fino a 3*3.4 chilesda,. #en4 liso too!a i^ma^;J9.,
tosesmpados a ^SD.a U, toalhas fel.

i
U di
O
""TfcS Xarope grim) do Para
quenos a a Antigo e;.coiu:eituado medicamento para
tvo vende,
vewAu
m oooo
l^alTS^aa^^^Ti,^11 aTcur *<#"'* oagos-reapiratorios,
Wi^^/fffKSW como
4*500, 5* e t**t*
ita da eV-a 340 rs, o
rdkaWrs. owado, diu fina do
;i328e4Wra, levas de fio da Bh
JA) branco e de *~
Jr a MUn, ditos dameia asemir*a t, Hk#M
ssutss
bordada a
resultados no
tfccyb

Vinho Bordaaux cm-barris, recento-
cjftgaloV'vende-se em case de H.
r, \ da Gruit u. 68.
Machinas de padaria.
PWassa da Husaia em barril.
Ptosphors de cera.
Saga em garrafoes.
Savadinha em garrats.
Lntidias em garrames.
Rhunvfla a*nalca-
Vinho do Porto \elho engarrafado
Vlnho do Porto snparior, diio.
vhiho de Bordeanr, dito.
Vlnho da Scherry.
Vlnho, da Madeira.
Potes com linguas e dobradaa inglezas.
Licores finos sonidos.
Cagnac Gaulhier Freres.
Litas de toucinho nglei.
Brris com renolbo em aalmoura
_"-{ Caes do RaBMeinaharcaca Simpatk, ven- ''
?sf urna cano peqtiona, eamareHo, ia-vijas
pucaia do 31 palmos, 5 ditaa dei3, i pran-
de amarelto a $ jangadas, a trater-com o
da dita barea, on com o Sr. BOm nadita
Mais val tarde do que
nunc .
Avs iipoi'liHllt1.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
SONHl
atepine delicioso que so preparava antraraento
NA CONFEITARU DO CaM/'OS
iiio os proprietarios daquelle establecimehto re-
solveran de, novo fabricar tao delicioso manjar,
iflnis para satisfazer algumas encun;mandas, co-
mo uara criar novos esnsummi lores. ,

E qual ser a familia que nao
mandar buscar all, ao menos
urna duzia do
SONHOS
ifar> a sua sobremeza ?....
Algalias
-
As algalias do fabricante Bnrres B mtevard da
Palas, sio as melhores CMbavtdas, pois que can-
s*v|im-e perfeitamente nos climas calidos, eotno
'a x^ericncia conslaotemente o est provano.
----------------------,------------________
f 320 rs. o covado
isas de t^ho de padrees mrodos t edrw ftxas
Iffi rs. 'jttydp Ima Jos/rcis: i rua Pri-
StfMiVf1*^1"''-80^*
Vende*** cas* terrea aam um iequeno si-
tio nh Mlora, Irefaaia.da Poco, lufrar denomi-
' nado Lamarao ; a tratar aa rta Direita n. L
')


>-
I -

'ML.
m
Diario de Pfemamb(^^l13Wnrg 7
7


COSTURA DE 1I0WE

SOARES LEIIE, IRMOS
NICOS AGENTES
Ra do Bario da Victoria n. 28
A.8 mais simples, as raais'baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de
I lias Uwo Jnior,
Pars, em 1867, fo! concedido a
a medalha de ouro e a condecora-
do-da. Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Ilowe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o iuventor da machina de
tura.
cos-
A medalha de ouro na exposico de Londres acroditam
estas machinas.
A 90S000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Ilowe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernarnbuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura do Ilowe. Kstas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de seu trahalho,
mpregando urna ajiilha mais curta com a mesma qunlidade de linha que qualquer uutra,
e pela iiitroduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vaniagens destas machinas sao as sgumies:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontcstavel, a
eiroumstancia do nunca terem apparecido no mercado machinas d Ilowe em segun-
da mas.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terccira.lia nellas menor friegao entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como so fora fcito mSo,
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os os, o que se nao consego
uas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem moditicar-so a tcnsao da linha, cozem a fazenda mais
na.
Stima.O compressr levantado com a maior fa-cidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras sofreram
mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Ilowe
adoptando a opiuio de Elias Ilowe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje ne atiende a procura, posto que faga 600 machinas
por da.
mm\w mt fr. m.
Este estabeleciineiito scfnpro solicito em offerecera concurrencia do respcitavel pu-
ilico^um completo sortimento de infldoza, calcado francez, chapeos e quinquMiarias a
precos os mais razoaveis possiveis, para o que recabe quasi todos os seus artigos d pro-
?ria cncommenda da Europa e America/vem dar ouhlicldade dealguns artigos porcujos
jroros bem so podo avahar os precos de outros muitus quo so tornara enfadonho pu-
MIUDKZaS. MTLDEZAS.
LS para bordar, d nielhor quaJidade, 1 ril>>s dito de dito por 2JKS00.
libra por 3JT500. Botesde setim prctos e decores,
Agulhas fiancezas, fundo dourado, a ca- rs-e I5>000 a duzia-
a 8o
tinha com i papis a 60. rs.,. 2iO .
Yoltas de lita de ve-llti'1 uxii lidos co-
races ingindo maareperola, a 900 rs.
Voltas para o pescogo, fingkdo camafeo,
cor.^panhadas com 1 par de brincos seme-
jante, tudo por 2?P30U.
Linha branca de 2t)0 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerago aj
gosto do froguez, a o 100 a duzia.
Diademas dourados de 15500 a 3JPQ00.
Ditos de tartaruga com flores a 25000.
Ditos com borboletas
Franjas brancas de seda de todas as lar-
garas, a l&OOOo 15PW8 o metro.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e JpOOO o
metro.
Cales pretos d seda, do muito gosto de
800 rs. a 15000 o metro.
CALCADO FRANCF.Z.
Botinns pretas gaspeadas, para senhora, a
45500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, conno
alto, a 55000.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
65000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 15500.
Brincas encarnados l par por $00 rs. a WoUU,
Ditos de plaqut do 500 rs. a 25000. D,tns Para meninos, pretas e de cores, a
Ditos dourados, duzia de pares, a 15500 ^ e WOO.
e 25000. Completo sortimento de calgado de case-
Voltas'de aljofares com brincos, a 25500. mira- Charlt, tapete e tranga, mais barato
Cada machina acompanha livretos com instrueges em portuguez.
A 9>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
\s&
gu *
,3*.
do Baro da Victoria d. 2 8.
Ditas de ditos com corages a 15000.
Ditas le ditos de comas com cassoletas, a
800 rs.
losetas de plaqut a 15 e 1550O o par.
Cravatas de seda para seuhoras do 15200
a 000.
"arures com 2 lagos para cabega e peito
9 35 e 45000.
tntremeios e babadinhos bordados de 360
rs. a 25400 a pega.
Uaies de seda brancos e de 'cores, de
15500 a 25500 a pega.
*>itos de algodao e soda, de 15 a 15400
i pega.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de coros, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 55 e 85000.
Ditos de sndalo a 45500.
Ditos de madeira imitando, a 25000.
Ditos dcpapclldesa 158O0.
Coques para senhora, a 35, 35500 e 45.
Aderegos llngindo coral, co.npondo-se de
alfinete o brincos por 25000.
Dito dito pretos por 25500.
Ditos do plaquet, compondo-se dealfineto
e brinco, sendo do muito gosto, por 55000.
10 /0 do que em outra qualquer parte.
Cr.U'EOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora. a 115000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 1G5000.
Completo sortimento de cbapeosinhos para
meninas e seuhoras, de 25800 a 55000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 1C5000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 55500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 65000.
Ditas dito cabo de marfim a 95000.
DIVERSOS RTICOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
Vado.
Pannos decrocht para cadeiras, a 15800
,e 25000 cada.um.
Ditos para sof, a 35 o 45000.
j
Toalhas de Imho para rosto, a 15300 cada
orna.
Ditas de algodao aleoeioados, a 640 rs.
Collas do crochet para cama de casal, a
65000.
I
YxIe nter oro parteo t^mpo com o nso do melanr dos liccresa afranjada
IISPElUlil
1 Vi.
['./. oito aunos que conbecido este precioso tnico, e cillicil sear ama peno
qne, led<1o experimentada pessoalmeote, Dio falle em seo favor, j coan bote estoma;;
a anetUador, '.(.mando om calis dalia Mttea de jautar, uu cont faelitad r da digeni
ijoiaaDlo-ie depois.
SOBERANA E INFALLIVEL
INJECC0
DO '
DR. MATTERRE
A BASE
Ida HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, Dlu bi tan rt> i*.3brtstite d:- BRASIL (i torr
especial das arsDjag) qne tSP coDbeg as propriedades mediemacs da doorada froc
ora bem, a
doiisa
occasiona
Oa feeiihlde k medicina de Pars, cavalheir da Ugiao
A blennorrhagia, ou purgagao, urna inflammagao do canal da uretra,
da a maior parto das vezes pela communicago impura. Nao urna affecgo geral, qa*
'.'' logar, como a syphlis a accidentes secundarios. E' urna affecgo puramente local-
KlTectivamento, os medicamentos que ha muito tecm sido applicados interiormente con-
tra este mal, taes como a copahiba, cubebas etc., nao produzem effeito seno communi,
i-ando s ourinas algumas dassuas composiges, que, pela sua passagem atravez do canal-
Je tornam una verdadeira injeego.
Para quo ser necessario carregar o estomago com essas preparages nauseabundas a
repugnantes ? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua acg irritante ? A res-
posta simples :Nao so tinha anda descoberto urna mistura que, introduzida directae
mente no canal, produzisse os mesmos eleitos sem temer mos resultados. As injeege-
to filiadas at aqu, conseguem fazer parar a purgagao, porm pela irritagao consecutiva
que produzem no canal, sao urna ameaga permanente de aperto, affecgSo muito mais ter-
rivel qu o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte dus mdicos, querecu-
sam, com razao, de as em pregar.
Presentemente, esto fundado temor nao e\iste. A injeego que nos apresentamos ao
publico, que conta daz anuos de bons resultados, nao nterrompidos, nao irritante. E'
anti-blmiwrrhagica em toda a extenso da palavra. Queremos dizer, a causa do mal,
'juc ella destroe decompoivlo os elementos da purgagao e tonificando a mucoza e as
glndulas donde provm a sua origem. A sua applicagao nao dolorosa, o se urna li-
geira impressose segu sua introduego, essa impresso do pouca dura, e segue-lhe
ima sensagao immediata o nao desagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhum
outro auxiliar para fazer parar em muito pouco tempo as purgages, ainda as mais re-1
baldes.
Qnasi sempre basta um s fiasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
gagao que resistisse ao emprego de dois.
Antn de chegar a urna prompta cura, o doente dever seguir o seguinto
ni :<-1 i i: \:
1.* De dois em dois dias, tomar uin grande banho, e permanecer nelle duas horas,
sendo possivcl.
2." Lavar tres vezes" por dia a parto doente com agua fria.
3.* Dar tres injeegoes. por dia : do raanh, ao meio dia, e noito. Apertar ligei-
ranientc o orificio do canal, afini de conservar nelle o liquido um minuto.
4.* Usar um suspensorio.
5. Abstcr-se do u*d do bebidas espirituosas, ou alcoolicas durante o trata-
mento.
Ha muito tempuque as Adres brancas, leucorrhas, ote, teem sido consideradas as
s^nhoras como causal a cons.ituigao anmica, que na linguagem vulgar Ihes chamam
pallidas coren, quando-ellas sao ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
do sangue. D'ahi provena-o erro que muitos mdicos commettem anda, de tratar do
estado geral, em logar de cuidar do estado local, que e a causa dos symptomas geraes.
Nao logar proprio Cite do tartarmos theoricamente o facto que avangaraos, mas acredi-
tamos que basta aponta-Io para que loJ-i o medico consciencioso o reconhega o seu
valor.
A nossa injecgWlende sempro a suspender essos corrimenlos sompre rebeldes a qual-
quer medicamento-, mas para obter esse resultado preciso que seja dada com o maior
cuidado, e que penetro at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
la mucoza que est a causa da affecgo, Nos convidamos as pessoas que recorrerem
nossa injeego, a swvirem-se, de preferencia a outra qualquer, da seringa diieita, forma-
da d'um tubo de vidro do qual a extremidado redonaa tem alguns buracos. Estas io?
ringas tem sobro as. outras a vantagom d'abrir largamente a vagina, o por toda a muco-
za, em contacto cor o liquido injectado, condigfio indispensavel para cura.
Duns colheresde sopa da nossa injeego langadasn'uma quantidde d'aguasuffciente
para enchfr a seringa, bastana pora urna injeego, que deve' ser repetida tres vezes
per dia.
k noxm injtiyh proph viatica, isto-, evita o mal. lina s injeego basta, depois
d'um i (ni- io spetO; pata p6t ao abrigo de todo o receio de doeflg.
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
em seo est?do natnral Um nm gosio ponco agradave^, e o mrito da He9perii*mi tm
sista em reter Boag boas propriedades, e ao mesmo tempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOE
A HESPERIDINA Coo INDUSTRIA NACIONAL uio tem mi que mvjar a
melbore im; orlagjes eoK'pas de cathegoria setnerhante. EsUs, quinde marin. po^t
ser gostosas, porm'a Hesperidioa a combmacio perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
P3ra prova de qna um artigo no qnal pde-se ter Dteira confianga, por ier pnr
e innocente, bast d'zer-se que loi plenaroeote approvada e autorisad pea
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo sna livre etaboragae no imperio; otitci
BOA PROVA
e a acceitagao geral qoe tem em todas as parteo oBde- apresentada. Em t#&& etiat-t
leceo 8e a primeira fabrea em BueLos-Ayres ; em 1869 a segunda em Montevideo ;
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR ioaogoroo-se a fabrica qoe KtsaipMH
irabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa iecftittfl<
tanto qoe rara s capa qoe considera completo seo.aparador sem orna garrafa de
*lfti
Sannit!1' fwer Joh-
n.ft & C.
na ilo \|x>I1o n. '4H i* 40
Ka*idneienio anR eua irn|aeiesi|uti icen
niadaid o ,-ea drpi>stU/ oi*i.ti.< a va
por, munida.- o laxa* da. muito acredita^.!
rabnca he Lowlln,r par xua u Apullu o.
88 e 40; onde eoiutoaam t'ter o tiiPi'ni'j 'io Cfn-iHiiic.
haux.it hum toatbtai gi a Umm tutu ao
O' tirrtpfioi.irioi 4x fnndicS'1 ff"! h*Hn
gCMMKM nii sf.uoro.* r Ogbll a OjiS
)>, niMt laem-eHUbtUicidc v.
de ferr. e bioui 3 ru.i do Ertue, j na -
x e-lacio dos bo'ids, mi a: r'->r..ario
,ua)qutr br le tucdJMnea4* c ir, .-.'c:-
r.to e prooipii-iio.
Os iuu-moi rocam a? p.-gioa* (1US HUW*
I.-imi utilizar -k dt- -tmii ?fivico- il ...!;.-
V^S arraaju coiu fui-clicao geral, pelo gac po-jTac a r.roT.mpadas em casa doa Srs. ja-
'> a,.m pf^MCHf xe "ara asseoiar qualquer)mirat Poww Jithnsion 4 C a iua io Ap^tJ.^
- -ti.oi.--o... ou .1110 [araau io. j ki u. .J3 40. ofci ac-uia.)-pr^ i <
Appareino para fabricar asswar, de jystemx. t^
WEST0N CENTRBPUGAL ^
lidos ageu'.es em Pcmml)ftio a fumHciueral.
Para tratar tu sou .Hcr.piono a ra du Apoilo u. JK iu.
$M$
GRJUIDE DESC03ERTA
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
PELO
E' preparado este xarope de manac o mais afumas plantas indigenasdo maznos,
nao contm preparado algnm mercurial. Ga?a com rnpitlcz rheumatismo, dores nos
ossos, cruproes svphiliticas o da trosas, escrufuh c todas as molestias que dejiendeiem
desses virus. A sua composigao foi approvada pola junta central de hyjrtohe pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicago para a forma de usir. Prego de cada
urna 35JOOO.
nico deposito nesta provincia rot do Barao da Victoria n. 88, cUapellarja;de
Monleiro & Silva.

Pesos e medidas
DO
-
iHK^l
Pesos do ferro e btao.
Medidas para seceos c molhados,
de ferro, cobro c lalo, ae estanto e tuta-
naga.
Vendem -se em casa de
SHAW HAWKES & C.
Ra doBom Jess n. i.
w\
KARTHLMEU 34Roa Larga do Rosario34
0 homem velko loma Hesperidioa .para obter
0 bomem doente tom Hespendioa para obter
)
O bomem dbil toma HeAperidina-para oi>tsr____
Ncs bailes a? donzelias eos mogos tomam a Hxsperidina para obwr boa cor
ar-jimago durante os loncos gyros da
BARROS JNIOR d C, amado VfganoTiiiorw b: T< I* ttir, rec#owi
grande especifico, e veno^m-oo bo deposites segnjjokf :
Joaqun) Ferrara Lobo, roa Zeferino CarDeiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fooia, ros da Oadea o. i.
Antonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Amonio Comea Pires & C, caes 2? iW N8Bbro.
FITAS. 1; ja beta sabido do publico que s oa
Predilecta que pocem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
lafe, velludo, liabo e de algodao, por
coniniod pre^o.
GRAMPS de tartaruga, i imitacao destes, pre-
tos e de Gires, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
lacoe e gr.liuhas de bonitas oore% tain-
bem tem uin bom sortimento de-gr-
valas e reuaias para noaem.
JARROS de porcelana e de vidro muito boaiws
Sara oruatos de sala,
le s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e liomem.
LEQUES. Rieos leques de madreperuta, tartaruga,
marfim e de dsso, os mais modernos e
por barato preco.
LUYAS de pelbra, de seda e de aJgodio, para
homwn e senhora.
LlVROS para ratea a PredilecU'apresenta i es-,
eolha do repeitavet publico nm bello
i nitimanto dn tra livms com capas de
madreperola, lartaruga, marfim, 6-so,
velludo e chagrn, por preces mni
razoave.
Gomes dVIrmao botel d BaMagem.
______________________,___________,__________ .___________. CanhaAantt wndem consUntemeiile em
_. t- m -m, .**' if j ^. >u annaaeux*ra, do Mrquez de Otada uu
\o mmm ile Jwpni Lops ladiado *t
A Predilecta,
no euipeiilio de' bem servir aos seus freguezus o
ao publico en geral tem procurado i rover-se do
que ha de uielhor e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
tos de que us seus arligus scro bem apreciados
pelos amante do bom c barato ; pasa a enim
inorar ajuns dehlie cites, como sejam ;
ALBU>S, os mais ricos que tem vinde a este
mercado, com capas de madreperola,
tarlaruga, niariim, velludo e chagrn.
ADEREMOS pretos e voltas proprias para luto ;
assim i: uiu, um hon.to sortimento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
B0T0ES para pininos, o que se pode desojar de, deP"-',ar em sua toiifianr;i, garanim. o mxui bem
melbur em plaqu,, urtaruga, madre- e Por Prcr^ niiiiiaiu.T.i bai;,to- Ve-
perola, marlim e Osso.
BOLEAS de velludo, seda, pabia e chagrn,
ha de mais moderno c I ndas.
BICOS de seda e de algodao, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS preda de metal e de madrepe-
rla.
CAIXIXHAS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica
ella.
COQUES a imitacao, o que pode haver de mais Para sol, granadme fil d> seda, rica liaaquic: '
bonito e iomgosuv de seda, filo de linho, bramante, ranAraias, en.
LOJA 00 PA8S0
Ra Primeiro de Mar^o
n. 7 A,
outraora do respo.
Os proprielarios actualmente dente iu.. Manle
estabelecimento, tendo procedido a nina impleta
r forma em precitado ert-ibelecii.oi:i., e eunseioa
do ser elle uin dos maU bem -i,ii:i..- prnripal-
mente em artigos de moda c alta n."rWatle. pedem
ao respelavel publico e em particular aun ^eus
numerosos freguez.s a bandado Ue couiui-aiem a
nhain pois todos comprar novas e lindas fazeu-
das, de cujas damos um pequeo ie-i.ii para
Velludo preto, setim macan preto e branco, gor-
gurao de seda, grosden. |de preto e de lindas co-
res, II com listras de seda, cambrair. i i|:z:,
nansok de lindos padioes, ramixa> bordadaj para
I bomem, vestuarios para eriasfu .!,.; ..r.i
a baptisados, manas biasileiras, melas d : pa-
ra liomem e meninos, chapeos de ca>o do marfil
gos
DEAUEStiS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimento
capas de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQL'ET de madreperola, marfim e sso,
este um objecto indispeusavel s se-
uhoras do bom NM, afira do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rem as delicadas nitos.
PEM'ES de tartaruga, de mai lm e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortmeuto de perfumaras de fino
odor des mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygenica, Cou-
dray, Gosnes e Himel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
acedos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se i a
possibUidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deua de enumerar urna m-
men.-idade de artigos, alim de nao mas-,
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rgir-se ra do abug n. i A, pa-
ra convencer->e aonde pode comprar
o qne bom e barato, assun como:_
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgnrao
seta .
1MENSVETTOS. Ricos veslimentos para meninos,
por baratissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar nm
bello sortiineiito de flores ao alcance
de qualquer bol-a anda que nao t-s-
. teja bem replecta de dinbeiro.
!' v*i h.in\ .-'.Ili.I i il.i itnKIinn m
ta, eaasemiras, etc.: na loja de Paseo, -ra l'ri-
mireo de are i n. 7 A.
Setim ma< >de cores.
Saias bordadas para senhora.
C rtes de vestidos brancos bordados pira se-
nhoa.r
Merino preto e de cores.
Capellas e mantas para nova.
Ricos cortes de seda de cores.
Vestuarios para baplisados.
Chapeos para Laptisados.
Colxas de seda para uoivas,'
Ditas de 13.
Toalhas bordadas de cambraia de linho pra
baptisado, com dous emblemas.
Na loja do Passo, ra Primeiro ee Marro, ami-
gamente Crespo, n. 7 A.
Miiia res Iwiii.
eseoceas.
20 Ra do Crespo 20

Travewa d Ctorpo
Santo N. 25.
Vapore locomoveis de torea al caniles
(Jornias para, machinas.
Poas de divwsog taraanho.
'aonetas paca Cffflertos de carros.
Solas Ae fusfro para guarda lama.
nti de t*ei pura caTro.
Ctatcetea para carro.
aldea lisia c eetreito pata cavo.
Pregos com ctela de marfim, dem.
p

Vinho champagne Roderer (Carte blancbe)
gigps.
Dodito V: Cliemiot; gigc*.
Dito ChaubertiaioaiMs.
Dito Bourajoemv dem.
DitoSt. Julien, dem.
Dito S(. Coristwly, idrtn
Dito Si. Esiaptt iem.
Dilo Si. Bmtftoa,. dem.
Dito Sherry dem.
Dito Mdeir, idam
Cognac, WarttH (ver*fd6iro),Wcm.
DitoHfnmssv (dito}, id mi
Cidra Omaipag, dem.
Vinagra i branco fino, dem.
Azeitt doce refinado fino. dem.
Cho-oiate Menier Uno, ir) kilos.
Ararat* ingleza, tulas
Tendo grande quantidde de lazinhas esco^eza*
est resolvido a vender por 240 rs. o aovado, pa-
ra acabar baratissimo e dam-se amostra*.
Alpacas.
Alpacas de listras, lind is padrocs a 500 i
covado.
^Grosdenaples.
Grosdenaples pretos a 1480i e 2j4o0 o povs ..
Algpdoes avariadfM?.
Algodao a variado de iHflerentes presos e fina-
lidades.
Colchas adamascadas a i 5.
Ditas brancas de croch a 'i i.
Cobertas de chita adamascada a 3E"i
Cobertores de la esceros a S*.
Lence de bramante a 2i.
Toalhas alc.oclio.idas a l a dnxia
Lencos de cassa abainbados a il a duri:,
Ditos ditos enm^barra illa durf
Ditos ditos de esguio a 3iMH> a drtri.i
Cambraia lisa a M e 42300.
Dita v icioria fhia a S80f>.
fortes de Casemira fina a o
Cretone, lindos padroes a i'iO rs. ajfovade.
Chitas rosas a 200 rs. o covado.
Ditas vfrdes e de rea 14.
Cambraias de cores a 180 rs. o ovado.
Brim pardo awO e 44(1 rs. o covade.
Rrim lona, branco, a t|600 i,vara.
S na na do Ucest a. 20, loja de 6'uilberae
& C.
Colchas.
Colchas brancas e de odres a 3*500 : na raa
do Crespo n. 20. loja de Guilbcrme & C.
Cambraia preta..
Cambraia preta com listras e fl res brancas,
proprias para luto, a 2iu rs o covado, barato :
na ra do Crespo n. 20, loja de Gtiil' erme 4 C.
Madapolao avariado.
Madapol.i avariado do diflerenies procos : na,
roa do Crespo n. 20, loja de Guilherme 4 C



Venderse
Barrennrcarne d v.icca e de poico salgada
para mantimentos do navios : no armaseis, de
Tasaliaiiti-.G.i mr.e Amortai n. 37.
Vende-se
ou alagase nm pequen) sitio bem plantado cora
urna pequea casa, con. cacimba e banheiro, por
preco commodo, no Inp-ar denominad Fundan,
em Reberibe, i ua da Es n-ranca : a ii atar na raa
de Cabuga a. 6. *
Vende-setima mesa elastiea com tafcea,
morto nova, e de kmarello : para ver tra:ar, na
roa de Mawllio Dias n. 89, andar, das 'I r.s
da tarde em diante.
Asutucaa verdadeiras
Bicha bamtmrguezas qne vem a*<v
na roa do Mrquez do olala n. 51.

1


8
Diario de Pemambuco Domingo 10 de Agosto de 1876.

VARIEDADE
A poesa a ijue ein seguida vamos dar
publicidade foi tra luziJa do um livro de
Cantares Gallegos de quo autora a Sra.
D. Rosala Castro esposa do uolavel histo-
riador, tambem, gallego, o Sr i). Manuel
Murguia. So a Historia d* (telliza do Sr.
Murguia quasi mua elega, o litro dos
Cantaren Gallegos da Sra. D. Rosala, Castro
raro deixa de ser un protesto, eloquentoe
melancola ), contra o abandono am que o
poder central tem constantemente Rentado
o litigo remo -la Gal fiza, transformado,
apezar de entraando amor ao Ira bal lio de
seus naturaes, em desvalida e desprezada
provincia Ja Uespanha.
No prologo da Historia do Sr. Murguia
leem-se esta* significativas palavras, que do
a medida do deslenlo mais quo fundado
do seu autor :
A Galli/.a um paz cuja historia clara-
mente nos mastra que as suas ^esgragas teera
profundas raizas e vem j de longa data.
Todo aquelle que a ame com cntranhado
amor de tilho nao podell assistir impass-
vol ao seu- largo e doloroso martyrio.
O prologo da Historia deGalliza do Sr.
Murguia termina d'este modo : Mais de
una vez, no fluxo e refluxo dos povos, tein
suoeedido fi.ar dominndoos que erain do-
minados, e escravos* que antes se uutrega-
vam a lodos os excessos do poder*
Com s libordadrs que a po'sia pennitte
como letbxoque Jo vivere do sentir po-
pular, encontraiu-so no livro dos Cantares
Gallego, alguna que roproduzein fielmente
as qticixas e os aggravos ile um povo pa-
ciento e lab iroso, como por exempo este,
ile que larubam brevemente daremos a tra-
durgo :
Castellanos de Castilla
Trtale bem os gallegos ;
Caulo van, van como rosas,
Caudo vem, vem como negros.
O Sr. I). Manoel Murguia, e soa esposa,
representara pois, cora outros escriptores
notaveisda sua provincia a reaeco Ilustra-
da o meditativa da Galliza contra o orgu-
Iho o sobraueeria do Castella.
O livro dos Cantares Gallegos inspirase
da Husma idea que den ronom e populari-
za lo a Traeba : d'oste j entre nos se co-
nbecera algumas das mais selectas poesas,
magistraluieute traducidas pelo nosso amigo
o Sr. Bulliao Pato. Nos, vamos trasladar
para portuguez alguns dos maviosos Canta-
res Galleaos glosados com um verdadeiro
instincto femiuil pela Sra I). Rosala Castro,
requena, quasi nenbuma importancia lute-
rana te'r o nosso traba 1 lio ; um fado bas-
tar para o demonstrar, glosario de
vocabulos gallegos quo se enconlra no im
do volume para uso dos leitores hespanhes,
foi completamente dtsnecessario ao traduc-
tor portuguez !
Encelan* s hojo com o Gaitairo que a
nossa estampa galliardamente representa, a
traduego de alguns dos Cantares Gallegos
irapressas em Vigo em 18C3. Nao nos
parece intil que em Portugal se conhega
a Galliza poralgumacousa mais do que pelo
trabalho material de alguns milharesde seus
fillios que entre nos gndara a vida hon-
rada e laboriosamente.
O Gaiteiro.
l'm anafado gaiteiro
De belbutina vestido,
Esbelto e bem parecido,
l'olgasao o galhofuiro ;
No bailarico o primeiro
E nos descantes sem par,
Tinha por uso cantar
Logo pela manhsinha :
Ao som da miaba gaitinha
As mocas hei de engaar.
Se no povnado entrava,
Crmo em trra que c-a sua,
Logo ao por o p na ra
No tambor se acoinpanhava : .
E se na gaita soprava
Era to meigo o soprar,
Logo pela manlisinha :
Ao som da minha gaitinha
As mocas hei de engaar.
E todas o adoravam,
Todas por ello morriam ;
Se o tinham perlo sorriam,
Se longo o tinham ch ravam.
Pobresnhas mal cudavara
Que era fingido o folgar,
De quem diza a cantar
Logo pela mauhsiiiha :
Ao som ila minha gaitinha
As mocas hei de engaar.
Camnho da ruinara,
Debaixo d'uma figucira,
Cantando, moga solteira,
Seu amor lhe promettia :
Mas elle. ..s responda
Na sua gaita a tocar...
Pois bem fizera em cantar
I.ogo pela manhsinha :
Ao som da minha gaitinha
As mocas hei de engaar.
* Eljas, louquinhas'l baila vam,
E ern volta d'ellocorriam,
Cegas... cegas que nojviam,
Os espinhos que as cerevam I
Ai I mariposas I huscavam
A luz qne as a queimar I
P. is ello ousara cantar
Eogo pela manhsinha :
Ao som da minha gaitinha
As mogas hei de engaar.
as festas que encantamentos !
Oue innocentes gargalhadas !
Todas, todas namoradas,
Todas u'clle o pensamento I
Hile s... de amor sedento,
Qu'ria a todas engaar ;
Q'ando as vio depois cborar
Cantava p'las manhsinhas :
NSo fossem ellas tolinhas
Em ouvir o meu tocar.
L. A. Palmeirim.
Misfte diplomticas.
SOBRE A GRAVE QUESTAO DO SER VICO DIPLO-
MTICO PUBLICA A <( PRESSE DE PARI8,
A SEGUIKTB COMMIIMCACAO RSCEBIDA DE
m DIPLOMATA QUE SE SABE SER LA GUERON-
NIERE.
O pessoal dd^orpo diplomtico deve cons-
tituir-se gradativamente, escolhendo-se em
geral para esta carreira, tao sement mocos
das raclhores familias. Sao estes com effei-
to os que ofierecem maiores garantas de to raros os Talleyrands, Nasselrods e os
urna oducaco desvelada, e raro que ao Metfernichs.
chegarem a urna certa idade neo reunara ao A diplomacia constitue indlsputaveknente
cjnhocirnento do direito, o de varias linguas urna fas setencias qne eligen mais profun-
estrangeiras. do e aturado estudo; pois que prjsliihttao
Estas hbilitages ho de ir sempra em mais alto grao o conhecimento do co'Mpo
f.ugiwmto, porquanto ao alcancarom o car- bu nano, o dn phlosophit, o da historia e
go de chefe de misso, estes individuos nao do direito.
te rao menos de 25 anuos de servico, espado MaBuseanJo os annaes diplomticos, ver-
do tempo duranto o qual torio residido as se ha que desdo lempos remotos os nomos
diversas cortos da Europa, tendo tomado que nelles sobresahem com maior distinc.
parte na dtecusso de todas as questes po- gao, sao os dos grandes philosophos e dos
ticas e commercaos do dia. Nesse mesmo moralistas os mais celebres. Nao dado a
intervallo tero collaborado em todas as ne- todos attingir na diplomacia a meta da per-
goeiages do paiz, bavendo, segundo as feico ; mas todo o diplmala de profisso
graduages do accesso que forem obtendo, adquiro sempre, mais ou menos, no exorci-
inais ou menos directamente cooperado na co das suasfuneges, moa aptido especial,
proteceo e na salvaguarda das possoase los que est longo de ser urna qualilicago con-
uiterosses nacionaes. genta. Dar o mando de um exercito a um
Nopossivel que tantos annos Ibes trans- advogado seria urna loucura; confnr, po-
corram dest'arto empregados, sem angarar- rom, a representado externa dos interes-
lhesalgum resultado, avantajando-os pelo sos nacionaes e do paiz a raaos bna-
menos, com as Icjs da experiencia e fazen- beis ou faltas de experiencia, anda o
lo-Ihes adquirir a pratica do expediente nwior.
proprio da sua profisso. E' at Ilgico A nissao do diplmala consiste menos em
acroditar-se que depois de um tal tirocinio, executar as instruci;es que lhe sao trans -
nao se achaio em ivgra mais aptos de que mittidas. do quo em proporcionar ao seu
um i'Strauho, a bem exercer as funeces de govoru os dados que devem servir a eli-
euviado diplomtico ; e muito mais qualili- bora-las. E'-lbe fcil a cada instante pelo
eavlos neste-intuito do que bornees, que por telegrapho pedir explicaces a respailo de
um lauco da f irtuna, olevados a taes posi- qualquor difliculdade ; nada, porro, res-
i;es, era sequer s vezes pertenceram ante- guarda a sua grave responsabilidade, se nao
riormeiite vida publica, achando-so como habilitou previamente a adminstraciio afor-
acontece sobretudo em quadras anonnaes, mar um juzo seguro a respeito das circuins-
telo faci de nwrts conveniencias pessoaes tancas do paiz em que reside, e que mais
ou .le partido, repentinamente collocados particularmente actuam sobre as rela-
eui urna .situarn das mais repletas de minu- ccs que se acha incumbido de culti-
L-iosas exigencias, se nao de responsabili- var.
dado. Com efteito, na occasio de qualquer ine-
0 chefe de misso quo pouco a pouco se dida decisiva, cuja execuQo se lhe com-
elevou a este posto, percorrendo toda a es- meta, as dire> <;t>s que neste sentido lhe l-
cala hierarchica da carreira diplomtica, con- rem pautadas, nao expriuiem souo o
la, como lica dito, pelo menos, 25 annos de resultado de um calculo poltico, cujos fac-
anliguidade : leudo tido necasio neste Ion- tores dever ter proporcionado. Assim pois,
go decurso de tempo, de conhecer as di- as instrueces que lhe sao transmiltidas nao
versas phases da mesma carreira, todo o devem encontrar nello um executor me-
pessoal do corpo diplomtico europeu. chauico, mcuinbndo-lhe apresenlar a seu
Junto a qualquer corte, o ministro de respeito, pois quera melhor as pode apre-
Franca, por excmplo, tem nos representan- ciar, as objecijes que se lhe suggcrirem.
tes de Inglaterra, da Russia c da Austria, De ou'tro modo, dando-Ibes alimpiemeiilo,
por collegas, os companheiros do seu tiro- fica dellas solidariamente responsavel ; nao
rinio diplomtico, os quaes conheceu nas podeudo as ordens que ueste intuito bou-
diversas gra Iuaces inferiores; entre uns e ver recebido porem-11'0 acoberto nra das
outros nao ha necessdade de alar novas re- exprobraces dos seus concidados, nem da
laces : persiste a antiga intimidado o con- censura da historia,
tina a conlianca anterior. | Dase isto justiticadamenle. Tratando-so
Quem conhece bem estas circumstancia, de resolin;es menos discretas, elle o pri-
sabe as grandes vantagens que resultara meiro lo dos successos que as motivaram.
desta ordem de cousas, eo muito que con- A sua niperfeieo lhe devida : que ob
trihue para garantir a posico de um diplo- servou sem retlectir, nao aquilatou devida-
mala recem nomeado, e facilitar-lheoadim- mente a situago ; nao assignalou as vanta-
plemento dos deveres de seu cargo. gens que della seria licito colher, ou os pe-
Esta verdade aqu expressa, poda ser il- rigos acobertados. Em todo o caso,
lustrada pela referencia de mudos casos in- correspondeu mal confianca do seu go-
dviduaes que a confrmam ; nao porm, vorno.
opportuno em taes condiges, citarem-se no- O diplmala que bem quer desempenhar
mes propros. A nao ser isso, ver-se ha as funeges que lhe ncumbem no paiz junto
com Irisantes exemplos, quanto diflicil um ao qual so acha acreditado, deve saner-lbu
agento diplomtico, de classe superior, a historia, tcr-lhe perscrutado os nteres
grangear favoravel acolhiraento por parle ses, econhecer-lbeas iustituiges, oshoraens
do elevado circulo em que tem de figurar, e a liugua.
masno qual apresentaiido-se inoninadamen-! Se "era vez de recoustituirmos e consoli-
te, sem .transigi ou precedentes conhoci-'darmos o nosso corpo diplomtico; de res-
dos, a costo apenas tolerado. tituirmos-lhe a conlianca em si o o pres-
Um ministro sabido dos quidros da car- tigo ; de o engrandecermos perante as
reir diplomtica, sentir-se-ha calmo e sem potencias para com as quaes ncumbe-lhe
constragment, sendo bem succedido era servir-nos de menlo de unio, cada dia o
nutos casos, nos quaes outro chefe de mis- desvirtuarmos mais ; se o nullilicarmos,
sao em circumstaucas oppostas, perder o destrundo a sua organisago, e aniquilan-
necessario sangue-fi io o a completa liberda- do o porvir dos membros que o compom ;
de de o-pirit'i; elementos indspensaves no se reduzirmos desto modo as nossas rela-
exercico do tao delicadas funeces da diplo ges polticas externas ao empenho de ephe-
inacia, bera como em todas as carrei- meras missos tlhadas de momento por
ras, ou antes mais do que em todas ellas, as caprichosas eventualidades, recolheremos
te*Jigoes c os ostjrlos tOm larga tsphcra de indubitavelmente o fructo do nosso des-
aego. ; acerlo.
A confianga com que uns aosoutrso' Viveromos com as outras nagoes ao em-
os representantes das differentes nag.'s bate das alternativas do dia, e oesdequo
se tratara entre si, repousa com par-' occorrer a primeira desintelligenca inter-
ticulari Jado sobre a igualdade de sentiraen-'nacional, ficaremos adstrictos a negociar
tos a que !1 lugar a habitual observancia'. cora as armas om punho.
destas praticas, formando ellas como que] Durante os tempos prsperos uo nos fal-
um tcito o mutuo accordo entro lodosos taro ineios de acgo : imporemos a nossa
membros do corpo diplomtico. E' fra do vontadtj.
diivida que para com um hsmem novo,] Na adversidade, porm, teremos, por nos-
que s de Nance apparece na carreira di-; so tumo, de nos sujetar tarabem a qualquer
plomatica, o pertenee a outros crculos, a imposigo. Em todo o caso, devemos des-
que tem Je voltar, ha era muito maior re 'de-logo perJor a esperanga de firmar
serva. Bastara para isso at somonte a no porvir o nosso futuro; cumprindo-nos
id de que nao tendo os mesmos interesses renunciar de antemo as solidas e dura-
do classe, nao teria tambem a mesma dscri-! douras alliangas que constituem a pri-
go a respeito de quanto houvesse presen-' meira garanta da paz e da seguranga das
de nossa agitada oca, a existencia' d'este defendera a neutralidade Mpeu tertitorio
ciado 8 ouvido.
Toda a escolha neste sentido, feta fra
dos respectivos quadro*, sempre dictada
por conveniencias de momento; cestas, urna
vez attendidas, promettendo repetir-se o
mesmo ensejo, ser isso causa de que a ex-
cepgao se con verter em regra : tornando se
cada vez mais os cargos do cheles de misso
sujeitos a continuas mudangns de pes-
soal, e sempre com os mesmos inconvenien-
tes.
Um ministro diplomtico, escolhido nes
nagoes.
,HTERATjU
Algumas u*tituu-o<> la Siilnsa.
(Concluso. )
Um outro grupo composto d'Uri, dos
dousappenzell.dosdoisLnderwald.de Glaris,
de Schwytz e de Zug, pratica a democracia
absoluta. Os de Grisons, Berne, Turgovie,
Le Valois, Blle-Campagne, e Saint-Gall,
tas coudigues, pde-se dizer que tem prazo aa0ptam a democracia mixta. S Zurich
tatal marcado anticipadamente duragodaJrepresenta a democracia pura
incges, sendo este o periodo de ex.s- To0 mundo sabei pei0 exerai)lo de Ge.
tencia do gabinete que o houver nomeado.
E elle proprio, couvencido da brevidade
nve, o que significa na Suissa, a. repblica
parlamentar. Ella tem por orgo essencial
com que dever expirar a sua misso, nao ura gran(le conselho eleto por todos os ci-
ter, pelas suas consequencias. a raes- dados maiores de 21 anni*. na razo de
raa sohcitude que se portencesse car- um representante por cada 666 habitantes.
reu"a' Este grande conselho escolhe de sea seio
Dando-se, porem, que por um conjunc-|Um conselho de estado de sete membros,
to de circunstancias fehzes consiga ver-se que entre s distribuem as pastas ministe-
bem aceito ; e serem coroados de prospero naes e exercom o pod^r executivo. E' este
xito os seus osforgos, tora sem duvida de 0 systema em vigor na cidade de Cal vino,
ceder logo o lugar a outro mais proteg Jo dep0s da revolugo de 1847, que lancou
occasio; privado assim o paiz de seus, por trra a sua velha constituigo feudal,
figos, quando mais apto se acha va a pres- a mimpam* im mnemn ..^ *,* a j
na
servigos, quan
ta-los.
Nao fcil esgotar a lista dos inconve-
A experiencia tem mostrado que nao de
nenhum modo incorapativel cora as grandes
fortunas, as altas posgoes sociaes a a exis-
nientes que decorrem do facto de %serem tencia de urna verdadeira aristocAea; pois
preenchidos os cargos de chefe de misso que a de Genve, onda figurara as deSaus-
com pessoas nao perteucentes carrei-; sure, os de Candolle, os de la Rive e as Pic-
ra ; e podoriamos ir ainda muito mais por'tet, una das mais Ilustres do mundo,
diante neste thema, a nao dever com par-j N'este modelo de repblica parlamentar
ticularidade ser por nos evitadas a pecha de o povo nao intervm seno para eleger seus
prolixidade. Comtudo para rematar; vto- representantes. O seu papel cessa ao sabir
mando es causas de mais alto, espende- da sala do voto, com esta reserva, todava,
remos ainda algumas palavras a esto res- que a liberdade da imprensa e o direito de
peito. ; reunio sendo inviolaveis, a opinio exerce
Nada mais frivolo do que considerar o urna pressao constante sobre os actos da
diplomata como ura noneco que licito por autoridad*. Na democracia mixta, o povo
em movimento por intermedio de arames, nao abdica depois do voto; elle se reserva
e que o respectivo governo, qdando en- o privilegio da sanecionar 00 rejeitar as eis
tende a proposito, agita por raeio de urna de seus mandatarios e, sobretodo, as que se
pilba elctrica. Mas ao mesmo tempo, nao referem a impestos.
menos irreflectido ojuizo daquelles que Na democracia absoluta, elle mesmo o
o d
suppem, quo para o bom desempenho dos legislador, o juize o distribuidor dos cargos
seus deveres nio carece um funecionario pblicos,- e esta simplificagao de tramites
desta ordem de outras habiltages mais do (rouages) obvia de um s golpe todas as
que o mero habito da sociedade e innata dis- questoes de imposto, de legislago e admi-
posigo a repetir, perante urna corte eslran- nistrago. E' a forma mais summaria do
geira ou um circulo determinado, discurses exercicio dos poderes pblicos.
que de longe lhe vem transcriptos. Se a! Ella ainda empregada nos seis cantos
profisso de diplomata nao necessitasse que foram o bergo da liberdade helvecia{ja Suissa podia porem p de guerra mais*de
de oulros predicados, n2o seriam por certo no dos espectculos menos Qteressantes'200,OOft terdadeires soldados e que- ella
governo tradicin il, exercen lo urna s- mera-*
na directa, sera nenhuma das coraplicagos
d"bs mais livras estado, e fazeivlo de cada
um de seus cidados um verdadeiro re.
O congresso d estes cidados se rene
urna vez por auno, em um domingo, ai
ar lvre, em um campo, em urna clarcra,"
(c'airiere) em um mercado. Os eletores
chegam armados ; munidos de seus ttulos
do cidado, para o casi em quo HTos con-
tostassem. Todo o canuto se dstribue em
communas, como um exercito em batalhes,
e cada qual vni tomar seu lugar na com-
muna de que faz pane.
Assim qie nenhum intruso so pode 11
sinuar nas filas d'aquelies que n nao co-
nhecem.
Cada eommuna fica garantida da honra
dez d'aquelies que ella recebe
O cbVf>> do esta lo chega enlo e toma
lugar soure um estado; depois abro se esta
sesso deum s di 1. Um porteiro (huissier)
l a lista dos issuinptos a discutir. Ha urna
le a mollificar, um empregado a noinear,
urna estraifa a ser aberta, um ro a aprofun-
4ar 'un torrent a en ligner) um imposto a
estab'decer para prqver a isto. Cada u A
toma a palavra por *na vez. As proposi-
tes do chefe do estado ou as de qualquer
outro cidado sao subinetti lasa votos, vo-
ta-so levantando < mo. A i|Hcis&0 sem
appello. A sesso declara-se encerrada quan-
do a ordem do du esgota la ( pous) e
cada pial volta pira a sua casa contente
do dia, e cantando arias patriticas.
A quarta lima de governo applicada na
Suissa,a da democracia pura, nao existe
seno em Zurich, e, cousa singular, ella
governa a ci lado mais esclarecida, a mais
Iliteraria o a mais activa da confeleacao,
a Alhenas helvecia.
Nao em substancia seno o systema de
Lri, e de Schwytz regularisado,o governo
directo dos cidad s exerci lo nao j urna
vez por anuo em urna especie do campo de
Marte, mas funccionaudo sem interrupcao,
e dando a cada necessdade do paiz um tri-
buno, urna torca activa e logo depois da
saneco da le.
Nao existe outro exemplo de una cons-
tituigo uto radical.
Mas o quo faz sobre tudo a gloria da
Suissa, sao suas escolas.
A escola entre nos urna funego secun-
dara, abandonada a agentes subalternos
privados de coiisideragao e do auxilio.
Ella na Suissa a preoecupago de todos,
a testa da familia, a primeira solicitud.; dos
poderes pblicos, e ella condal a Indo.
A escola polytechnica de Zurich o mais
bello edificio da confelerago depois do
palacio federal.
E' a escola que om cada aldeia (village]
o centro de todas as alegras o objectvo de
de todos os projectos de melhoranientos.
Para os meninos nada ha. mais bello.
Para os pais, nao ha sacrificios que ellos uo
estejam dispostns a fazer em seu favor.
Logo que fo decidida a creago da escola
superior de Genve, em 1868, o canto
subscreveu dous milhes, deixando ummi-
Iho para as subscripgoes particulares; l
ledemaia elle recobeu 100,000 francos de
ura genovez de urna fortuna modesta, M.
Revilliat. A escola, o alumno c o mostr,
diz M. Hepwarth Dixon, acham-se sempre
collocados em primeiro lugar 111 pensamon-
to publico. Os escolares circulam pelas
ras, de msica em frente, levando seus es-
tandartes, e cantando suas cauc ^s.
Todos os horneas abrem alas para Ibes
dar espago, todos os sadara, tolos seorgu-
lbam d'elles, (enorgueillisseni; tolos os con-
siderara como o producto mais esplendido
do estado.
Assim quo as instituces de 0ducago
publicas e particulares da Suissa sao son
numero. Genve, cidade de i2,000 almas,
conta pnais que I-yon, cidade de cerca de
400,000 almas. Alm de seus crculos lil-
terarios e artsticos, Zurich possuc urna aca-
demia do msica, e urna academia de bollas-
artes, escolas de sciencia o de direito, jardins
botnicos, bibliothecas publicas e nuisus,
urna sociedade de historia natural, urna mi-
tra de anliguidades, diversas sociedades
ecclesiasticas o mais lo cera collegios ou
esiolas, som contar a escoia polytechnica,
a de anatiina, a das artes praticas, quo
oceupa um palacio, e vinte escolas especiaes
de todo o genero c toda a grandeza.
Sabe-so que a pedagoga e sciencia hel-
vecias coulam reputaees europeas. Pde-
se dizer que na Suissa como na Allemanha
o titulo de professor o mais glorioso de
todos.
Cada qual ensina o que sabe. Todos
querera aprender o que ignorara. Nao se
comprebende a vida social sem o estudo.
A Suissa se tem dedicado a ensinar a lr
nossos pobres oblados do exercito de ste,
logo depois de os ter alimentado, vestido e
curado. Eis como o mais pequeo povo da
Europa occidental tera-se tornado um dos
mais notaveis.
0 segredo d'estes desenvolvmeutos pro-
digiosos a iniciativa particular e os devo-
tamentos que ella provoca.
Mas o estado representado pelo canto e
pela autoridade federal, nao exerce ura
menos importante papel na nstruegao pu-
blica.
O orgamento d'esta repartigo mais
importante do quo o da guerra. Ello subi
em 1870 a 10,447;367 francos ao passo
que o orgamento da guerra nao attingia dez
milhes, e a parte contribuinle de cada
fraego da soberana assim era distribuida:
Orgamento das escolas das
communas francos .
dem dos cantos .
Orgamento da escola fede-
ral (polythechnica) .
contra quem quer que o lentasse violar
Tros dias aps a deelarago de M. Grana-
mont, 35,000 homens, providas da art-
Iharia muito bem montada, ( a miwux
autile ) guarJatim a passagerado Rbaio.
( S. Economiste. )
--------------1-
JJnefttit rHijr;i><>i.
( Continuago. )
Tentativa >ie iitipwjnogo d parte ftnhstan-
tain alado discurso do St. !)r. Candido
.Vendes de Almeida, proferido no sena'
do, ua sessdo do dict 2'i de maii de
1873.
( ARTIO 8.)
Ao concluirmos o nosso segundo artigo,
dissemos quo as exageradas pretonepes do
Gregorio Vil nao conslituiara um facto so-
lado no historia da igreja carblica, apos-
tlica e romana, e que outros papas nao s
no serillo XI, como nos que se seguiram,
propagaran as suas doutrinas. eonaeboraai
eexecutaram o arrojado projecto de eleva-
rein a cadeira pontificia cima do throno
dos res, nos negocios lemporses.
Estamos na indeclinavel obrigacao de de-
monstrar isso, e o que agora vamos fa
zer.
II
Ouando morrn Gregorio Vil eslava de
posse de liorna o competidor que os bispos
1I0 partido d > imperador H-'iirique IV lhe
haviam dado, com o no no de Clemente III,
cha.nado Guiberto, e era arcebspo de Ra-
veua quando foi eleito para substituir
aquello.
Este antipapa vexou minias vezes a igie-
ja, desde o auno de l'>80, e ainda depois
da morte de Gregorio Vil oppo7.-->' aos pa-
pas Vctor II e Urbano II, porm, desterra-
do para forado Roma, tiraram-lhe a p ssi-
bi I idade de fazer mal.
Rogado Gregorio VII, pelos qne assisti-
ram os seus olimos momentos, pata indi-
car aquello que julgava mais idneo 1
substituido na ca leira de Sao Pedro, offe-
receii nina lista triplico enmposta do car
deal Disiderio, abbade de S. Bento, no mon-
te Cassno, Olio -hispo do Ostia, que de-
pois (o papa com o nomo de Urbano II-
e Hugo arcebspo de Leo.
Os cardeaes, por amor desta recoramen-
daco, elegeram o primeiro, que recusou
aterrado da melindrosa situago em que se
achava a sociedad clirist, e a exaltaco dos
espinos, tanto mais qur.ndo v3 que o ar-
cebspo Hugo, indicado em terceiro lugar
por Gregorio Vil, ficando despetado por
nao h-iver silo o preferido, declarara se
seu inimigo, o empregava todos os meios
ao seu alcance para perseguido.
Disiderio obstinou se cerca de um anuo
em aceitar a eleco ; mas constrangido pe-,
los caldeaos, e para evitar consequencias
prejudiciaes igreja, se deixou sagrar em
maio de 1086. O seu primeiro cuidado
fui excoTiniungar nao s ao ant papa Gui-
berto, como a Hugo, arcebspo de Leo.
que nao cessava do espalhar borrveis ca-
lumnias contra elle.
Este papa que sechamou Vctor III, ape-
nas governou a igreja quatro mezes, segun-
do a opinio de uns, e conformo a do ou-
trosum auno, tres mezes e vinte e quatro
das, pois quo morreu, 110 monte Cassno.
em 16 de setembro de 1087.
*
Otto, francez de naco.
natural de Ilens.
conego regular o hispo do Ostia, a quem
\ctor III antes de niorrer, recommendou
805 cardeaes com) o mais capaz de gover-
nar a igreja nas criticas circumstancias em
que ella se achava, foi eleito, para seu suc-
cessor, em 12 le maiodu 1088.
Este pontfice, quo estove de posso da ca-
onze anuos, quatro
deira de Sao Pedro
mozos e lezesete dias, seguio inleiramente
as pisadas de Gregorio VII, a quem procu-
por tudo, adoptando
rou imitar em tudo
os mesmos principios e sustentando iguaes
pretencos.

*
5.000;000
5,157;7o6
287;6l
10,i45;367
0 orgamento da guerra, por seu turno,
era assim distribuido:
Orgamento das tropas dos
cantos francezes 4,508;(J0l
tem federaos......5,486;396
Francos.
9,905;297
E entretanto, o exercito suisso, quo se
compe do lodos os cidados armados, ar-
regimentados e promptos de um dia para
outro a entrar era campanha, nao cede a
nenhum outro em organisago, material e
mobilidade, e possue alera disso um pessoal
de oUiciaes que rivalisam com os da Prussia
pela instruegao geral e conhaciraentos espe-
ciaos.
0 general Dufour escrevia ao governo
francs, no comego da ultima guerra, que
As omprezas do Gregorio Vil, diz o 1-,
suspeilo escrptor, que temos presente, ao
terminar as suas considerares sobro a
a igroja o carcter dos pontfices que a go-
c< vernaram durante o suculo XI que se
oncaminhavam a sujetar o universo ao po-
der da curia romana, om ralago aos neg
cos torr:puraes, talvez fossem mais nocivas
lo que proveitosas f catliolica.
Entre os papas, que so seguiram depois
dellc, muilos que nao tinham o seu espiri-
to e talentos, nem as suas benficas inten-
gos o valor, levados do seu exemplo, qui-
zeram fazer o mesmo que elle fizera, sem
examinar se as circumstancias erara idn-
ticas.
Aventuraran) varios lances gloriosos, que
pozeram em pango a sua autoridade, escan-
dalisaram os liis, irritaram os soberanos,
e pozeram a igreja em tal lesrdem que,
mais de urna vez, a sua ruina foi quasi in-
fallivel,
0 edificio que Gregorio VII construio so-
bre fracos alicorees, mal podia defender-se
contra a forga da tempestado, que continua-
mente o ab lavara, e s tove consistencia
quando se vio reforgado por mos robustas,
que o apoiarain sobre bases mais solidas e
duradouras (1).
III
Kntremos no secuto XII.
Pascual, chamado d'antes Rainer- ou
Rainerio, inonge de S. Bento, presbytero
cardeal gorio VII, oceupou a cadeira apostlica no
principio doste secuto; pois foi eleito era
12 de agost de 1099, tinha sido instruido
no pontificado de Gregorio VII, cujos prin-
cipios professava cem cnthusiasmo.
Zeloso da disciplina, hbil nos negocios,
soubo aproveitar as circumstancias, por ser
mais flexivel que seu meslre : como o
seu pontificado durou mais le dezoitos
annos, teve tempo para firmar, com a
pratica, as mximas que introduzio como
direito publico na Europa.
um concilio ou assemblea de grande nume-
ro de hispas, qne fez reunir.

Esto papa e seus successores Gelasio II e
Calixto II reputaraoi sempre offensiva dos
direitos da santa S sempre a prati-
ca dos principes seculares darera a in-
vestidura por/neio do bculo pastoral e do
aniiol aos bispos : empregarara, portanto,
tu la a activi lade do seu zelo e apparato de
censuras eclesisticas para obrig irem Hen-
rique V a renunciar semelhante prorogati-
va, quo elle so mottrava mais cioso dw
manler e conservar do que os seus prode-
cessores.
Os anathemas quo osles tres pontfices ful-
minaram contra-elle, a que procurou resis-
tir, sublevaran! parte los fidalgos e princi-
pes all&iiaes.
Ta*s desordens, pie poda ni occasionar
una revolugo geral, azarara convencer a
Henrique V da necoasiia;lo de reconciliar-
se con a santa S.
Convocou, p-'is, urna dieta em Wornu,
na qual renunciou, depois do coiiseutimento
dos estados, a nooieaco dos bispos e abba-
des, deixando aos cabidos o mosteiros a li-
bardade la eleco driles, prometiendo nao
nie'.ter mais os prelados na posse dos bens
temporaes: usando do bculo e a inel, mas
sira Jo sceplro, como testemunho de sorcm
osles bens rnercs do principe, que continua-
va a conservar o direito de suzerauo s-ibre
ellos. Por sua parte, o papa concordou
em que os prelados fossem eeilos na re-
sanan lo imperador, sem violencias, ne.11
siinonia ; que elles rocebessein deste, depois
da sn 1 vleigo, as regalas, ou, como boje
se diria, as vantagons temporaes quo o mes-
mo Ibes confereria la raaneira exposta ; o
que desempeuhassem para com o principe
os servigos que lhe erara devidos.
Feita esta conwni,o fo Henrique V ad-
mitlido ao esculo de |iaz pelos legados lo
papa [2).
Morreu o imperador em Utrechl em 11 5
com 44 annos de idafie e 19 de reinado.
IV
O pontificados Je Honorio II, Innocencio
II, Calixto II e Lucio II, foram breves, e
uo nos oflerecu materia para sobre elles
fazerm is observago alguma : ora relago
aos de Eugenio III, Auastacio IV c Adriano
IV, applicamos as consdcrai;es geraes,
quo ao diante verao )S IMBSOS leitores, ex-
postas pelo testemunho de um santo do-u-
tor.

Era 4 de setembro le 1159 subi a ci-
deira de Sao Pedro, Al;xand',e III, italiano,
natural do Sene, chamido Rolando, conego
regular, prosbytoro cardeal de Sao Marcos,
cancellario da igreja remana : eoceupando
othronoda Allemanha Fre rico I notas
lulas so abriram entre olles.
. *
Este principe, naturalmente altivo, cioso
de sua soberana, procurou inanter as pre-
rogitivas da cora, msmo aquellas que ti-
nham sillo desprezadas pos seus antecesso-
res, valendo-so de lodos os meios da polti-
ca, e terror das armas para sustenta-las.
Procurou sujetar os romanos e sub-
metter os papas sua dependencia : a alti-
vez com que se bouve em principio excilou
o descontentamente geral e nao poucassu-
blevages.
Heuovar.ira-se as antigs quoixas o odio-
sidades ; as novas injurias e olfensas, lem-
brarara as que j estavam perdoadas.
Alexanlro 111, lbulo do alma forte, ge-
nio vasto e potente, talento superior, mos-
Iro se digno do lugar que oceupava ; menos
severo e iuflexivcl 110 rigor da disciplina lo
que Gregorio VII, possuia, entretanto, tudo
quanto o carcter deslo pontifico teve de
estimavel o verdaderamente grande.
Tres car leaos nao cuncordaram em sua
elei;o, um destes, Octaviado, quiz tirar-lhe
a capa dos hombros, acudi certo senador
a evitar a violencia.
Octaviano fez signal a um dos seus par-
tidarios que lhe trouxosse outra capa, que
seraelbanto a do papa, so havia do anto-mo
preparado ; com a pressa a tomou e servio-
se della as avssas, cansando riso ao povo e
Jando nao pequeo escndalo.
Com forga d'armas Octaviara) se fez ele-
ger anli-papa, tomando o nomo de Vctor
IV.
Alexandro III e os $001 cardeaes estiveram
fechados na fortaleza do Sao Podre, e tres
dias na mais ostreta e rigorosa priso. 0
povo impaciente e justamente indignado os
fez s dtar.
Sagrado Alexandro nao quiz comparecer a
assemblea de Paiva, onde cincoenta bispos
eabbades o excommungaram, favorecidos
pelo imperador Frederco.
Alexandre, a seu turno, excommungou
tambera o imperador, o anti-papa, seus fac-
tores, e sectarios-
* *
Morto Vctor IV elegeram os schsmaticos,
em 1164,0 cardeal Guido de Crema, que
tomou onome do Pascoal III, que fugindo
para a Allemanha, caronisou o imperador
Carlos Magno.
*
* *
Henrique V daGermaniaprncipiou o seu
reinado em 1107, nao. annunciando i igre-
ja maior descango do que tinha tido no
tempo de Sou pai Henrique IV.
*
* *
Em luta com Pascoal II, tendo-o aprisio-
nado, consegu deste o que julgou conve-
niente na magna questio das investiduras ;
mas logo que o pontfice se vio fra de sua
presso, tratou de declarar nullo e abusivo
tudo quanto havia pflWiettido e tolerado
nicamente para peder ofcter a sua liberdade;
expedindo para isso um direto emanado de
(1) Ducrea
IV, parle II art.
QT
tom.
Joo, abbade do ^trume, so fez eleger
tambem anti-papa como nomo de Calixto
II, o depois seguio-se a eleigodo anti-papa
Lando, que se charaou Innocencio III
Em conjunctura, pois, to critica, tendo
inmigos asss poderosos, eraba-agado Ale-
x ndre III com um sebsma perigoso, que
olferecia plausivel pretexto aos que, ou por
interesso ou por vinganga, nao o queriam
reconhecer como legtimo successor d\ Sao
Pedro, fo, entretanto, o orculo e ver Ja-
deir arbitro da igreja romana.
Debalde lhe contestaram a sua dg.iidad
quatro anti-papas quo dispunhara da pro-
tecgo do imperador, e do rei da Sicilia ;
Je ba'do os direitos que se oppunham con-
tra o seu. forano solera no raen te reconhecidos
e autorisados por um decreto emanado de
numeroso concilio ; tdo isso elle destrio,
levando as cousas ao estado que to arden-
temente desejava emprcgando para o con-
seguir a sua ejovada paciencia e admiravel
perspicacia. ,

Alexandre III teve o prazor de ver os prin-
cipes, quo lhe negavam o norae de papa,
unidos aos que sempre reconheceram a ea-
nonicidade de sua elcigio ; e o ultimo de
seus rivaes, abandonado de todo o mundo,
langar-se seus ps, numilhado e arrepon-
dido l
__________________________________
(2j Ducreaux, citado. Cezar Cantu.
Hist. Unir.-tom. 6" liv. 11 cap. 18;
TYP. IH) W4W0 UA DUQUE. Dfi CAXUS
'

Y
r



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