Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13007


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Full Text
AMO XLIA. MMLKO 182
AMA A CAPITAL K I.UGAMES OVOK W Mi PAA PORTA.
Per tres mezos aitiaiitados................ 89000
Por seis ditos dcn........ .......... 12JJ000
Por ufu atino dem ....-...'........... aUJOOO
Cada numero atutso.................. 320
SABMDO 9 DE AGOSTO DE 1873
4 PAMA IIK.\TMO B FHA 1>A PMOVISIA.
t tret %ezes aottantailos............... .
Por eis ditos idem. ,................
Por nove ditos ideut.................
Por ib auno idcm..................
750
18*00
0150
179000
;
fPROPRIE0ADE DE IUHOEL FICUEIR0A DE FAMA 4 FILH0S.
--
<* Sr<. Gerardo Autonio Alves Filhos.no Para; Connives Pinto, no Maranhio; Joaquira Jos de Oliveira &Filfao, no Cear; Antonio de Leu* Braga, no Aracatj ; Joio aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Joa Jastio
Pureira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peua; Belarmiuo dos Santos Bulcao, em Santo Autio ; Domingos Jos da Costa Braga, em Piazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Jou Autonio Machaco, no Pilar das Alagdas ; Al ves d C., na Bahia; e Leite, Cerquinho & C. no Rio ,do Janeiro.
PARTE QFFICIAi.
MuIttM*0 lio lll|M'-0.
I* seajiio. Ui.i de Janeiro, mu 23 de julho de
1873. -lllm. e Exm Sr. -('. >iupiitando-sc os votos
obtidos por varios cida.];uis na eloican a que su
proceden em seinotnro d i anuo passado, para ve-
n-adores da cmara municipal da cidade de S.
Paul" do Muri.ih, e para juizes de paz d > Nanee*
livo disiriot a do da Ua Familia, veriliea se que
formo apurados 2,930 alus pira vareadores, 1,033
para juizes de paz do dislrielo da eidale e 278
l>ar us do dislrieio iia Ita Familia, i-orrespon-
dendo os pinenos a 32'i cdulas e mais .') votos,
os segundos a j.'s cdalas e ra us 1 voto, e os lar-
antros i M cdulas e mais 2 votos, donde te se-
gu que elleelivaincnie apuraram-se $SJ cdulas.
1) -elarand -se, pur n, na acta ipie foram rece-
bidas Mi cdulas, bao se discriminando quautas
0 foram para vareadores e inanias pan luisa de
paz, mas duMHlft.se unrutueate ipie -iW perten-
<;iain a paro.-liia da ci lado e pie erain Ti as reee-
tti'las para juizos de paz Jo dstricto di Boa-Vis.
la, corto 'pi'1 houva mu excesso de 18 ce hilas
se as i (i e.-am para veread ires ejuze< de sai 00
Ueixtr.nu de ser apuradas 2I se esse numero
oncete a nina s i-tajea*, havendo igual numero
de cdulas para a oulra
Aaldieode 218 votos oii a i-limiinco de 2 ti
no computo d a apurados, jnflue necessarianeote
no resultado da eleieao e de mulo Dfttavri, por ter
iiisiguilieautt,- a diRerenea di dtaco obtida pelos
cidadaos alertos e seus mum-diatos.'
E" essene al a irregularidade de qne se trata e
importa a rUMUMacio do processo eleiloral : nao
assim a falla do assignatiin dos quatro inemliros
da ui; na-duas Ja apuraran, sobre a ipiai foi V. Exc
oin-ulta lo pela cmara municipal da referida ei-
dale, visto estar Jeclarad o n s mesmas actas que
os quatro membros osiiveiam presentes e assigna-
BalB, inferin lo que a falla .M-correra por descuido
<* nAo fu ir ausencia d is nie>mis ou por duvidas
entre lies suscitadas.
E porque nao conlni a inaioria do.- votauies do
unmicipio a par. eliia da dita cidade, cumpre que
ah se proe. da nova elei.ao de juizes de paz
Uuicauteiite, n->s l.-roios da legislar;.lo nm vigor ; o
<|ue deetMM a V. Exc. em resposta ao ollio:o n. 59
dr- 18 do mez |* ixinio fiassado
Deas guarde a V. K\<: Joo Alfred< Corrii de
OUcira. -Sr. proiden'e di provincia de Menas-
Uawai.
liio dt' JaneiiM. em SJde junlio de 1873
lllm. o Exm. Sr. -Om eflteie n. 10 de 7 de fe
vcr.'iro ultim, f'ram firesentes ao govenio impe-
rial as acta-i a varios documentos eooeeraentes as
olei.oes effeotuadas em setembro do anno pa-sado
para vere.vlores e juizes de paz as freguezias de
Man ios, CuJaj i-, Tana aes-assii, Canunian, Borha
c Ma'iicor. bjob eon-litue n > municipio dessa ca-
pital, beui c iiii-i o acto le i > de dezembro do mes
iu i asno, p do qual V. Evc. deClarou validas as
ii'icoes Jas quairo prinieiras fregueuas a .nullas
a-= de Barba e Haneor.
O Korarao unjiarial, tenilj em eoasidera^io os
fundamentos d > acto de V*. Exc, e as oceurrencias
do proc'-sso Jeslas eleicj. 'es, constantes das actas e
d icuaieut is sobreditos, re.-olvea conlinnar e mes-
uio acto, salvo na parte em que declaia valida a
el "icio da freguezii da Eanuin iu.
as freguciias d; M.nii, Cujajis e Tananas-
sasa o pr.eesso ileiljral corren regularmente.
As allegcdei do fabideago no- livros das actas
das eleico-'s de Cudajs e Tauape.-sass, e de iu-
empetencia do jub de paz que presidio a eleicao
il.sta ultima fregnezia, trio pievaleceui vista do
resultado do ex ame judicial feo naquellej livros,
e da prov.i tshilnda p lo reL'fido juiz do paz, da
qual v-se que o mesni i fuii nao perdura o cargo
p.di ac Mta.aodi! posto de oDcialda guarda nacio-
nal, como se pretenden, turquauti deixara o exor-
ccio quando presin jiirameoio e toinou poste do
poMo, nao sinilo este o caso do aviso ti. 27 de 13
de Janeiro de I8tid.
as eleiedes de Itorba, Manioor e Canunian, as
i ; sis parocliiaes (oran illegalmenle constituidas,
inquinandi de uullida lo o prueesso destas elei-
Ivu Barba 0 uix de paz mais votado, nao obs-
UuteoadJ presidencia! de 13 de julho do '870
oae reduzio a doui o numero dos seis eleitore^
desla freguezia, passando os outros quatro para a
de Mauieor, des.uembrada daquella, convocou os
seis uliitores e seus sn, leales, para a fonnacao
da junta de qualilicaQo reunida o anno passado,
procedendo diversamente no acto da eonvooacJU)
para a fonnacao da mesa fiarichia1, visto que para
tal iiin cbamou os quatro eleitores mais votados e
entre os seis, os dous prinielros como taes, e os
ituinediatos como suopleates, dnio quer que se
oonsidere este procediinenlo, cerlo que ficou il
Icgaliqeute represenjada a (urina dos supplentes,
e da I) que a-sini na fra, ha vera llegalidade na
1 ama;ao da junta de qualiicacao, trazendo quer
e.o urna, quereiu Jtitra hypjtliese, a nulli lado da
cleicio faila pela qualiflcacao do anno passado.
Em Manicor loram Horneados meinbros da me-
sa parocbial e funccioiiaram como representantes
da lurnia de eleitor-s, os cidadaos Firmino Anto-
nio do Souza Coelhe e Theodoro Rodrigues de Fa-
rias, que reconbeoeu-se nao estarem qoalilicados.
Em tanuman, v-se da acta ro.-pectiva, apezar
paz presidente da inesa parocbiai nomeara os m-
sanos Antonio Simaode Alneida, los Antmio da
Crui e Krancisco Jos de Carvallio, ignoramlo-se
como foi eieilo o mesario Uygino Antonio IVreira,
que se acna assignado como tal as actas subse-
queutes. liouve, a bem di er, nc*te acto inobser-
vancia de lodos Di pree-ilos legaes que o rcgulam.
E visto que a eli.-ninaeao dos votos dns eleicoes
das freguezias de tiorba, Manicor e Canuman, ora
aunull idas, nao inllue no rosui.ado da votaco
."ral para vereadoies da cmara municipal, cun
pro que se trcela nicamente a nova eleieao Je
juizes de paz as ditas freguezias, o que couimun-
co a V. Exc. em resposta ao snpracitado ollleio.
Deus guarde a/V. Exc Joao Alfredo Canea
Ae UHveira. Sr. presidente da provincia do Ama-
zonas.
pois que. 3' ainda fallaran) 220 ; ou esta 3" cha-
mada nao se fez em oulro da depois da 2", como
expressamente determina o art. 48 da le de 19 de
agota de I8i6.
Quanto eleieao de Macap :
1." A urna foi abandonada peL.s mesari s e tu-
multuariamente i'onduzida para fra da matriz por
ueeasio de u:n disturbio qno necorrera no da 9
de seteniliro, quaudo se Iralava de verificar a iden-
tdade de um votante.
2" No ultimo da dos trbanos (12 de setembro)
inicioii-se e coucluio se a aswicao de lodas as ce-
dulas recebidas, sendo 737 para vereadores, 513
(ara. juixes de pu do t di-tnctu. e 2ii para os
do 2', ao lodo 1,474 cdulas, proiodendo-se ainda
ajres sorteios para o desplpate de alguns cida-
daos igualmente votados, escripia da acta res-
pectiva e aodemais actos linaes da eleieao. E'
evidente a impossibilidade de execularein-se em
un s da todos estes traballios se as cdulas fos-
se o abertas. examinadas e apuradas urna por urna,
como manda a lei.
O que declaro a V. Exc. para o effeitos legaes
e eui res|iota ao ofcio n. 42 de 8 de Janeiro ul-
timo.
i
Itio de Janeiro, em 29 de julho de 187:1.
lllm. e Exm. Sr. Menearan approvaca > os ar-
los dessa presidencia em virtud dos qua'es foram
aunullaJas as eleicoes a que se proceden em se-
tembro do anno passado para vereadores e jatees
de pa/ as fregnezias da villa do Vizeu e da cida-
de de Macap, pelas seguinl.v razoes :
?llanto eleieao de Vizeu :
instar da acta o recebiinonlo das cdulas la-
brada no da 7 do setembro que Jl'cl' chama-
das se effectuaram nesse mesino dia, concluindo-
se a 2* s 12 horas do dia e leudo comecado a i'
As 11, hora em que terminou o acto da fonnacao
da mesa parochial; e verificarse, entretanto, da
acta lavrala no dia 8, que oeste dia proseguir a
S* chamada, seguindo-se em acto successivo a '',
que terminou ao meio dia.
Sio actos discordantes, e, ou se considere ve-
rdica a asseveracao da acta do dia 7, e, portanlo,
inexacta a da do dia 8, ou vice-versa, certa a
oceurreneia de urna das seguimos irregularidades
Insanaveis : ou foi tumultuario o processo da 1*
e 2* chamadas por ser materialmente impossivel
que no curto espaco de urna hora fossem procla-
mados eom a devida pausa os nomes de 673 vo-
tantes na Ia chamada, e de cerca de 230 na i',
Deus guarde a V Exc. -Todo Alfredo Corra de
Otict'ira. Sr. presidente da provincia do l'ar.
lliajst cio lia justi;-a
Por decretos de 2fi de julho :
Furan noiiieidos pora a guarda nicional :
lenle Antonio Francisco Pinheiro, major
ajiilaiile de ordens do commando superior do mu-
nicipio de Ali aniara, da provincia do Maranhlo.
Os majoiv- Francisco Alvos Maciel e Joao da
Porciiincula Val-a.a. ajudante do ordens do com-
uiandi superior do municipio de Cantara', da pro-
vincia de l'ornambucn.
Fui reformado a pedido :
Ciiilderico Cicero da Gama Leite, major ajuian-
le de ordens do commando superior da eapital da
provincia das Alagas, no posto do tenente-co-
rouel.
Por decretos de 23 f >ram creadas lugares de
juizes municipaes e de orpliaos nos termos de Co-
rumb, e de Villa Mara, na provincia do Matto-
GrosM.
IV poilaria- de 28 de julho :
Foi concedido um auno de licen.a ao Ubellao
do lerna da Victoria, en i ernanibnco, Hellarmuo
dos Santos Bu I cao.
Foi arbitrada a cada un dos juizes muncipaes
e de orph ios, hachareis Francisco Hoooralo Jnior
e Fei.ipe ile Azeved Faro Jnior, a ajuda de cus-
i de 300J.
Declarou si- se n eir.to o decreto de 25 de Ja-
neiro ultimo, que nomeou juiz mnneipal e de or-
phais do termo do Chaves, na provincia di l'ar
o hachare! Antonio Saboia do S Lelao, visto nao
lar Mirado em ejercicio, nem sulcitado titulo den
to do proa legal.
Bia 30 de julho reeommendou-se ao presi-
dente.da refaci de Peraambuae que informe so-
bre o estado em que se acha a appella^o inter-
posta por Manoei de Souza Cavaleaate, cndem'na-
do pelo juiz de direito da comarca de Atalaia, nas
Alag is, a pena de 3 anuos de prisao com traba-
Iho, por crine de tirada de preso do poder da
justica.
Ao presidente da provincia do Rio Grande
do Norte i'oi dirigido i, seguinte aviso:
2.' seo.ao. Ministerio dos negocios da jusli-
?a. Rio de Janeiro, 26 de julho de 1873.
lllm. e Exm. Sr. Eji uulcio n. 23 de 20 de
marco ultimo o antecessor de V. Exc. suhnietteu
consideradlo do govern imperial o facto, sobre
que representaran o delegado c o subdelegado do
polica de S. Gencalo, de. continuar no exen icio le
escriy.io do juiz de paz o individuo de nome Pe-
dro Casimiro de Souza, ipie fra demittido de es-
criva i do subdelegado, e nao haver quem queira
servir este olco separado daquelle.
Sua Uagestaii o Imperador, oavida a seceo d >s
negocios da justica do couselho de estado, manda
declarar a V. Exc. que, sondo inconveniente ao
servico publico a separara > dos oficios, deve o juiz
do direito d i comarca, na conformidade do aviso
circular n fio de 28 do fevereiro de I8ii, a que
se refere o de a. 120 do 21 de nano de 1853, can-
sar a autorisacie concedida ao juiz de paz do S.
Gonealo para ler escrivao tSpeeil.
O quo V. Exl\ far constar ao mesmo juiz de
direito.
Deus guarde a V. Exc. '-Manoei Anlomo Dnar-
le de Azetedo.
Ministerio da fnzeiidn.
- Por ttulos de 25, 26 e 30 de julho, foram no-
meados: Antonio Marques da Costa e Francisco
da Costa Freir, pralicantes da thesouraria do
Piauby ; Alfredo Nicolao dos Santos.dito da thejon-
raria do Marauho Alfredo Ulysses do Souza e
Joaquim Fracsco do Nascmcnto, ditos da alfande-
ga do Maranho ; Agripno de Ahreu Fialho, 2.'
escriplurario da thesouraria do Cear, 3. da de
Pernambueo.
ngricultiii'a.
Miiiisterio da
Por decreto >. 5,335 de 23 do passado foi con-
eedida a Joaquim da Cunha Freir, Jos Joaquim
Cnneiio e Francisi Con ral ves da Silva permisso
fura exploraren) urna mina de chumbo outros
metaes no lugar denominado Araracaxinho, com-
prehendido na comarca de Fortaleza e Maranguape
na provincia do Ceara.
Por decreto n. 5,347 de IC do crrenle con-
cedeu se privilegio por 10 anuos a Eduardo Be-
nest Shaw banesi, para fabricar e vender no im-
perio o apparelho de sua iuven.o, para dar mov-
merlo s chaves dos trilhos das lianas urbanas.
Fui concedido, por decreto n. 5,343 de 16 do
corrente, privilegio por 5 asnos a Jos da Silva
Nunes, para fabricar bisas e chafarizes, t-egundo
um systema de sua inv,ncao.
I'or decreto n 5,341 de 16 do corrente, foi
conced o privilegio por l(t annos a Americo Sal-
vatori, para fabricar e vender no imperio o appa-
relho. de sua invenco destinado a descascar e bru
nir o eaf.
Concedeu-se por decreto n. 6.344 de 16 do
corrente privilegio por 10 annos a Francisco Soa-
res de Andrea para construc: ao, i so e appiieacao
de um apparel o de sua invencao, destinado a dar
automticamente signaos de incendio
Por decreto n. 4,343 de 16 Do corrente foi
concedido privilegio por 10 annos a Angelo Bollo
i5[ C, para usar de um* apparelho do sua invengo
denominado llal flt e destinado a facli'ar o mo
vimento de trcelo d qualquer vo.iculo.
A Christovo Augusto Witzl-ben foi concedi-
do privilegio por ti aanos para a machina de sua
invenca>, destinada a descascar mandioca,
Concedeuse por decreto n 5,354 de 23 do
correute, privilegio por 10 annos a Antonio Jos de
Oliveira para o uso e venda na provincia do Rio de
Janeiro, de um apparelho de sua invencao para
amassar barro. "
A Manoei Antonio de Souza foi concedido,
por decreto n. 8,355 de 23 do correte, privilegio
por 8 annos para o fabrico e venda no imperio do
apparelho de sua invencao. denomimdo Contador,
destinado a differentes trabalhos mchameos e in-
duslriaes.
Ao Dr. Guilnerme Schuch de Capanema, foi
concedido, por decreto n. 5,337 de 23 do corrente,
privilegio por 10 annos para usar no imperio de
um processo de sua invencao, para extinguir for-
migas sativas.
Por decret o. 5,353 de 23 do corrente oram
approvados os estatutos Ja assxiacao de soccorros
mutuos Liga -Operario.
Esta associaeo formada pela reuniso d todos
os operarios e artistas naciouaes ou estrangeiros,
quo se quizerem submetter aoe estatutos.
Os fins da associaeo sao :
Io prestar aos assciados necessitailos lodo o au-
xilio e material de que puder dispor; 2* procurar
todos os mews ao seu alcance, molhorar a serte
das elasses operaTias, introdnzindo mellioramentos
em todos os ramos do trabadlo artstico e indus-
trial ; 3', propagar I insirucc.to, como o meio mais
afleas do eselare-er. quer o operario, quer o artis-
ta tanto na invencao, como na praea do Irabalho.
A associaeo constar d^ Ilimitado numero de
socios, que perlencerao a urna s casse, a de so-
cios effe:tivos.
Em nortaria de 31 de julho foi exonerado, a
seu pedido o bacharl Orlos Conrado de Nie -
meyer do cargo de chufe da traeca i da estrada de
ferro D. Pedro II ; sendo aneado, por portara
de igual data, para o cargo de chele das oflleinas
da mesma estrada.
INTERIOR,
lliulstei'io da Mai'iuha.
Foi promulgada a lei u. 2,321 de 21 de julho
ultimo, lixando a forra naval para o anno finan-
ceiro de 1871 a 1875 ; suas disposicoes sao as se-
guimos :
Art. I." A fon;a naval activa para o anno linan-
ceiro de 1874 a 1873 constara :
1.* Dos oTi.-M da armada, e das demais elas-
ses, que for preftso embarcar nos navios de guer-
ra e transportes, conforme suas Intac5es. e os dos
estados maiores das esquadras o divisos na-
va es.
2.* Em circiimstancas ordinarias de 3,001
pracas de marinhagem e de pret ibis corpos de ma-
risma, embarradas, a de 6,000 pracas em circinns-
lancias extraer linarias.
3. Dos corpos de importaos marnheros, das
ciimpanhias de aprendizes marnheros, creadas
por lei, e do batalnao naval continuando a anto-
risa^o para eleva los ao seu estado completo.
Art. 2.* Para preencher a brea designada no ar-
tigo antecedente governo aulorisado a dar gra-
lilcacoes aos voluntarios que se apresemaivm pa-
ra o servico, a contratar nacin es e estrangeiros,
mediante emee-so de premios, e a recrutar na
forma da lei.
Em 22 de julho antoriou se o Dr. cirurgiao
mor da armada, como propjz. a nomear o l.'ci-
rnrg) honorario, Dr l.uiz l'ienlzenauer e o 2.
cirnrRo Dr. Joaquim da Molla Silva, para serv-
rom, o primeiro na escola demarinha, o o segun-
do a bordo do vapor Amuzmis.
Em 23 ao nssinn, apfirovando a firoposta
que fez do t.* cirurgiao Dr. Joaquim da ('osla
Anlunes para delegado de saude di forca natal em
Montevideo; tirando sem elleilo a nomeacao dada
ao mesmo cirurgiao fiara servir na otilha Jo Al-
to Uruguay.
_ Em 24 expedio-se portaras, nomeando o ca-
pitaotenente Antonio Ferreira de Oliveira para
commandar o transporte nliauma, sendo exone-
rado daquelle cumulando, a ou pedido, o capilo
lenle Jos Luiz Tcixeii".
iliiiistei'io dos estrangeiros.
Foi expedida a>segun!e circular ao eorpo diii-
sular hrasileiro : 1873 a 1874. 4." secQo. -Hio.
de Janeiro Ministerio dos negocios estrangeiros,
26 de julho de 1873.
Tendo entendido alguns cnsules que \ es com-
pete haver de qualquer quanta que roeebem por
eonta do governo imperial a commissao de 1 por
canto de que trata a tabella de emolumentos an-
aexa ao decreten. 4,%s de 2i Je uni de 1872,
communico a V... para sua utel,juncia, que
aquella commissao e deviJi smente no cafo de
elTecluar se a cobran;a de dioheiros pertenceutes
ao estado poreSfureM e diligencias dus cnsules.
Reitero a V. f.\.\, etc. V'ucmA* dt Carato!-
Ins.
liovei'iia da provincia.
DESPACHOS DA PBBBBMRCU D: 7 K AOOSTO D3
1873.
Aun'' Hara da Cinceic,~io. Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de nannha.
Antonio Caetano de Oliveira. -Sin, com rcc'bo
o nao bavendo inconveniente.
Antonio Januaria da Silva. Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca do S. Bento.
Eliziaro Banks da Silva Reg. -Informe a junta
emancipadora desla capital.
Feippa Joaquina de Lvra. -Infirme o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Flix Los Cavalcante. Deferido com officio
desta data junta emancipadora desta capital.
Henriquela Mara da Conceica A* junta eman-
cipadora do municipio de Nazai eth, para tomar ua
cousderacao que merecer.
Ignacio Ferreira dos Santos Pinentei -Informe
o Sr. commandanle superior da guarda nacional
do municipio do Bonito.
Joao Baptisla de Athayde Siqueira 0 offlcio,
cuja certido pede o supplicaute, reservado, e
por isso nao Jide ser passada ; quanto providen-
cia que reclama, s poder ler lugar depois que se
receber informacoes do juiz de direito de Cim-
bres.
Commendador Joao Pinto de Lemos. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoei Crrela de Araujo. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Tenente coronel Sebistio Antonio do Reg Bar-
ros. -Forneca-se.
Secretaria da presidencia de Pernambueo, 8 de
agosto de 873.
O portejro,
SUoina A. hodriguts
ll>|itti-lt;o da polica.
!.' necean. Secreiaria da polica de Pernambueo,
8 de a g. irto de 1873.
N 1391.lllm. eExm. Sr.Segundo consta das
coinmunicacoet recebidas liojo, f*ran liontem re-
colhidos casa de delencao os individuos segnin-
tes :
A' orden) do subdelegado do I." dstricto do S.
Jos, Va ero, scravojfc Miguel Quintciro, dispo-
sieso do Dr. delegado da capital.
A' orden do dos Afogad>s, Joo Flix de Albu-
querque e Valerio Francisco Reges, por opanca-
inento.
Pelo Dr. delegado me foi communicado que, no
no da 3 do correle, uo dstricto de S. Jos, Vital
eseravo do baro de Muribec* ferira, gravemente
a guipes de faci a una tua parceira, que o res-
pectivo subdelegado fez a competente vistoria e
prosegua nos Urmos do inquerito.
Que, no dia 5, no mesmo dstricto um fulano
Santos ferio coro diversos golpes de faco a Do-
mingos Jos Lessa, e qne a tal respeito procede-so
nos termos da lei.
Finalmente, a ordem e tranqullidade publicas
nao soffreram alteracao.
O que ludo communico a Y. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henrique Pereira de Luceoa, dig-
oissimo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Francisco Corrtia it Araujo.
< wrrespundencia do Diario de
l'einiiniliiicii.
CORTE, 31 DE JULHO E 1873.
Os debates na cmara dos deputados tm ltima-
mente assuuudii o interesse, do que tm e.-tad i
despidos nos das anieliores u que devido ao
sj'teuia Je inlerpeliaco :s, que parece va i sendo
ntoda
Ha jiouco foi o Sr. ministro do imperio utcrpel-
lado pelo Sr. Iguacio Wartins, deputado liberal por
Minas, por ter concedido ao commendador Fer-
nandas l'mhi'iro a empreza do airazameuto dos
morros do Castdlo b Santo Antonio. Aps seguio-
se oulra do Sr. Ferreira Vianna ao Sr. ministro de
estrangeiros relativamente prorogaco, por mais
seis mofes, do praso das couven^oes consulares.
E finalmente veiu a seguinte do Sr Silveira Mar-
ti ns, i|ue leve lugar boje, e que mais que nenluiina
nutra lem excitado a curiosidade geral e (.rendido
o espirito publico:
Reigii.-iro iiue se marque dia e hora para iu-
terpellaj^ao Sr. |residente do couselho sobro os
seguinles pontos: o
1. Quaes os meos com que conta o governo
para solver a erise creada pela atlitude retolucio
nnrio, assumida |ielo hispo do Olinda contra o po-
der civil ?
2,*,'Se o governo julga esses uieios suulcientes
para coagir os bisos obediencia sem quebra
dos dirohos do estado e sm enqirego de ineios il-
legaes contra os bspos?,
NoUend i lempo hoje para alongar-me sobre
esses B>es assomptos. dirni ajienas, quanto ao pr-
nnuro, que o tuierpellante, reconhecendo alias uti-
lidade ca medida, nigou- ao uinisterio do imperio
competencia e. poder para fazer a euncesau nos
termos em que ella foi concebida, parecendo-lbe
que deveria ser o ministro da agricultura o com-
petente, mediante autorisaQo legislativa mais am-
pia e explcita do que a de que se servio o governo.
Responden o Sr. ministro do imperio, justificando
a legitimidade do sen acto e a competencia para
o pralicar. concluindo po; declarar que havia na
cmcesso certas condicoes, que licavam dependen-
tes do aurpo legislativo, a rujo rotihecimento seria
submettido o uegucio com todos os documentos
que o esclarcela.
Sobre o segundo falln tongamente o respectivo
interpellante. 1,-liKnJando que o governo. em vez
de acompanhar os seiitimeiitos da uacao e acabar
com as taes ronveneofcs, quando a occasio se otfe-
recia, ainda fosse proroga-las p-irseb notes, o que
fazerer qui nsteni negociados para que ellas
jam ainda renovadas.
Responden o Sr. ministro de estrangero-, dando
as razoes por que nao deniui 'iou desde j as ron-
venenes, sendo certo que o governo nao est com-
promettido a renova-las no lim de novo praso.
Quanto terceira, que realmente despertou a
atteneao de mcia cidade, visto uo |ioder dar-lhe
tima noticia lo completa quanto fra para desojar,
normen>\: ivferiqiu-se ella dirt-cUmeule ao dioce-
;ano d:;ss.a provincia. Direi, entretanto, ifgeira-
iiienie os pontos em que tocou o interpell -.nte.
Dando a razio por que dirigio-se ao Sr. presi-
dente do conselho, e nao ao Sr. ministro do impe-
rio, que tambeiu ministro do culto, e a quem a
em oulras occasies se tem diligiJo, declara que
nao qniz com sto desconsiderar o segundo; ma>
pie, comquanto a qassUo nao seja de partido, nem
como tal deva jamis ser encarada, com ludo
IIU slao poltica que affecta grandes inti-re.-ses da
sociedade e conteude om os drcitos 3j estado;
[ior isso o presidente do conselho, como director
c centro da poltica do gabinete, quem inelior pJe
satisfazer a anciedade du paiz, expomlo o peusa-
inento do governo a raspeilo da qnestao.
Dito islo, i.si-te nas opinioes que j tem cniilli-
do acerca da epar.i(.ao da igreja e do estado,come
nico meio de evitar os conflictos que se est)
dando, e bao de refietir-se, o que o orador procu-
ra provar, fazenda a historia da marcha do ebria-
lianisoio, do falseamento da doutriua de Chri-to,
das lutas do poder (.'eclesistico com o civil, con
clumdo por declarar que no ponto em que se acha
a treasaccao establecida pela tonslituico entre o
estado e a igreja, nao ha independencia para
aqaelie. nem para rata,
pisebrre acerca das allegaces que fazem a res-
peito dos difanos, c observa que estes, con o ca-
rador de imposto*, nao podem ser cobrados pola
igreja, e sim pelo estado, para satisfacao dos en-
cargos pblicos.
A greja nao tem impostos, tem os donativos, as
oertas espontaneas dictadas pe i f, para manu-
tenco do culto, que acto da ronscienca; e
ueste ponto lamenta que o itosso governo nas ulti-
mas escullas dos prelados tenlia procurado como
condcin para nomoario de bis jo aquido que de
via ser precisamente tnn motivo de inhabilitaco,
sto o aferr s ideas de Roma; de modo que o
gabinete na luta cm que se acha com o hispo de
Pernambueo victima do erro que commetteu.
Decapa se com a quesjau do placel, analysando a
resposta dada ao governo pelo Sr. D. Vitai, o qual
n) I e parece es ar de b>a f, pois diz que' acei-
tando o cargo que exerce com a condi^o de ob-
servar a constituirn, fizera resiricijes mentaes,
procedendo do mesmo modo porque procedan) os
meinbros da companhia de Jesuss. e dando assim
um mo exemplo ao seu rebauho.
Entretanto nao acha o interpellante ue o go-
verno estoja legalmeute armado dos precitos motos
para conter e reprimir os bispos em seus excessos;
nao pal lilha a opinio do Sr. marnuez do S. Vi-
cente, manii'estada em um folheto ltimamente in-
press'; comba!e-a : Em primeiro lugar apcua de
responsabilidade insignificanlissiiiu e nada vale;
o que fiea?
As violencias e o arbitrio nilo quer o orador,
nem mesmo contra os bispos, porque aberto o pre-
cedente, pode amanha ser applicado contra qual-
pier cidado ; alm de que o hispo, no fundo do
carcere fica sagrado pela aureola do martyrio,
aiquire maior m;>ortancia e forra.
A deportadlo e defnaluralisaQlo permiltdas
pelas chamadas temporalidades, nao cabem uo
caso.
Essas Ick antigs, pmprias dos lempos em que
os reis reuniam em si todos os poderes da na.o,
nao podem ter apfdicaco nos paizes eonstituco-
naes representaiivos coni poderes dsiinctos e iu-
dependentes, gyrando cada um na csjihera de suas
attribuicoes.
I'or lim trata do casamento civil que sustenta
muio uma neeessidade e exhorta ao Sr. presidente
do conselho para que o leve a effeito.
Mais de hora c meia consumi o Sr. Gaspar
nesse seu discurso, alias moderado na forma e
importante no fundo.
Coulie a palavra ao Sr. Rio Branco, o qual prin-
cipia dizendo quo, com quanto ti .'esse sido solicito
e prompto a acudir ao convite que Ihe fra feito
pelo presidenta da casa, ara responder nter-
pellacao, Julgava antes de tudo dever ponderar
que lhe nao pareca curial, que tendo assento na
cmara o ministro per caja parte corre o negocio
de que se trata, se rifase a elle o iiluslre depu-
tado pelo Rio Grande, cujas inieneoos respaila e
cuja ooderacao louva, agradecendo o apreciando
o apoio que lhe offerece na questo verleale;
cumprind, porm, notar que nio tendo o gabi-
nete sobre a questo sanao uma opinio em que
sao solidarios iodos os raiaislros que se acham no
maior accordo, nao ha razio para se dar prefe-
rencia ao presideate do conselho sobre os seus
collegas; quando aquellc aao uma entidade crea- revolta o por a ferros os seas autores, menos Ires,
da por lei, e sun por acto do poder executivo, que tudo coufessaram, mostrndose arreaendi-
para regular as rela'.es dos diversos ministros dos.
cum a cora. ... A Mongol havia arribado anteriormente ao nosso
Isto posto, pondera que a opmiao do governo porto a 29 de marco, quando segua viagem de
sobre a materia da interpellarao conhecida e foi Londres paraXalho, afim de reparar avarias sof-
mauifestada no recurso concedido mediante o pa-. frdas no mar.
recer do conselho de estado : esse recurso lem j Tendo perdido parle da sua tripolacao com a
for^a de senteuca e obngatorio; do que resulta epidemia da ebre amarella, o capitao eoniratou
que desobedeceiido-o o hispo, incor* em falta marnheros para completar a apupagem de 19
pela ijual sena regular sujela lo a julgameuto pessoas, indispeiisaveis para o servico de bordo,
peante o supremo tribunal de justica; mas com- Alm de marinheiroi franceies, recebeu outros,
piehende fe quanto a questo e grave e quanta sendo um sueco, oulro hes-panhol, ainda outrr.
deve ser a prudencia e circunupeccao com que o tioliandez e varios inulezes. O piloto, assim como
governo deve obrar I os uulros revoltosos, segundo nos informan), sio
Sena prematuro apreciar desde ja os meios que desta ultima nacionaldade.
o mesmo governo pode amoragar e quaes a efll- _. jg .
cacia delles. Hontem, ao meio da, a convite do Rvd. padre-
roiga que o dlustre mterpelb-.ntc reconheca que mestre Jos Goncalves Ferreira, na sala da redac-
a quesUo nao de partidos, que ntere>sa a todos, j cao do Apostlo, eflecluou-se a primeira reunan
e lodos devem esforcar-se par^ que tenha ella a I da associaeo catholica, cujos fins foram expostos
tnel orsoluco : nao se antecipem, pus, discus-.p,.|0-nVd. padre-meslre Ferreira e vivamemte ap-
Deixem ao governo inteira lberdade, para provados por todas as pessoas presentes.
que lhe fique tamben) inleira responsabilidade:
elle ha de fazer retiieitar a eonsttuieao
As reformas lembradas pelo nobre inlerpcllante
sao de tal gravidade e rerlamam Uo meditado cs-
tudo, que elle proprie se fosse goviruo nao se
animara a apreseuta-las ueste nomento como a
melhor soluvo. Se o guVcrnO nao tivesse antros
Em seguida foi acclamado presidente o canse-
Iheiro Z.icai'ias de Gees e Vascoocellos, que to-
inou a cadera da presidencia, convidando para
! secretario o Dr. Antonio Ferreira Vianna ; e assjiu
I ficou constituida a Jn eeen provisoria.
O ctmsolhciro presidente nomeou membros da
commissao incumbida de formular as bases da as
meios, nao seria de certo por medidas do occasio, soeiaeao : o Dr. Francisco de Menezcs Dias da Cruz,
sobo dominio das paixcs na luta das opnes, conselneros Autran e Figueira de Mello, Guilher-
enconlrada:-., que so havia tomar a resoluco me Moricy e Dr. Ignacio da Cunha Galvo
que mais conviesse e melhor concilasse os gran-1 Q sr. Tarquino prupoz que fossem considera-
dos Interesaos que se acham em j>go. dos socios insialladores aquelles que at a segun-
0 governo cunta anda nos meos diplomticos (da reUnio cuinparectssein a assignar o livro dos
e pretende entender -se com a corla romana, nao Rocos, o (|ue foi approvado.
pararesolve asdifttculdadipresentes, o quesera' O conseIheiro presidite marean, nova reuniao
larde, mas para as que possam ainda solrevir no \ para o domingo seguinte, 3 de agosto.
A ejuimisso incumbida de "formular as bases
futuro ; e ueste ponto dir que nao te.c rasiu o
nobre deputado interpellante, quando manifestou
anda como j todia feito em oulra occasio a sua
admiraeio por nio ler o governo expedido os pas-
saportes ao iulernuucio apostlico, que alias ne-
nhuina re.-pousabilidade tem nos factos occorridos.
Conclnio, finalmente, lindo e olTerecendo aos
prelados brasderos um trecho de um escripto de.
um hispo catholico (creio que da Allemanha) que
aconselha prudencia, inudcraro, respeito e obe-
diencia s leis do estado.
Sendo obrgado. a guardar toda a reserva, a
calma qne a gravidade da questo exige, nao
poda o Sr. Rio Branco ir alm. A inaioria apoiou o
vivamente.
Toinou em seguida a palavra ( Sr. iogo de
Vaso neellos. O oven orador cnineca declaran-
do que nao se animara a intervir no debate se nao
repiesentasse a multo cath diea apostlica romana
provincia de Minas: se tem sido ministerial, e
ainda ba pouco den um voto de con llanca ao ga-
binete, boje impellido pela fe de catholico, votar
contra o nobre presidente do consol o.
Orando com calor e desembaraco, passa depois
a oceuparso com as doutrinns do Sr. Silveira
Marius, e nota que seja aquellc que todos os dias
grita contra Cezar, a quem proctn a enfraquecer,
que lenta hqje aniquilar a nica loria, o nico
poder que Cezar nao conseguio ainda avasallar.
Entra lamban na historia do nascimento e des-
envolvimento do christianismo, e nio. ira os erros
e as falsidades odiosas com que se tem procurado
desmoralisar a igreja e enfraquecer a le.
Voltando questo vertente, acho que os bispos,
lem cumprido o seu dever.
Falln ainda o Sr. Silveira Martins, reponiendo
aa Sr. presidente do conselho e tongamente ao
precedente orador.
Quanto ao primeiro, declarou que se S. Exc. ti-
vesse declarado que havia inconveniencia om dar-
lhe resposta, elle teria retirado a mterpellaCfto.
26 DE JL'LHO k 1873.
A cmara dos deputados, hontem, apprjvou a
acta da sesso de 2o do corrente, depois de. algu-
nas obscrvaees do Sr. Ignacio Martins, (tiendo
tamben) algumas consideraces acerca do expe-
diente o Sr. Correia.
Em seguida appmvou sen debate duas redac-
tes e o seguinte requerimento :
Requeiro que se pecam infi.rinai;oes ao gover-
uo sobre a somma que o estado tem deixado de
receljer cm consequencia de ijencio de drciais
concedidas por actos legislativos. M. Francisco
Correia.
Depois fun lamentou o Sr. Martinho Campos o
seguinte requerimento :
a Requeiro que o -r. ministro da Justina infor-
me com urgencia porque motivo conserva sus-
penso di exercico do seu posto desde 31 de ago-
to de 1809, o coronel comman tanto superior da
guarda nacional do Juiz do Fra, na provincia de
Mi na--(i. Toe-, sendo documentadamente provada
a falsidade do motivo allegado para esta sus-
penso.
Papo da cmara, 2fi de julho de 1873. Marti-
nh i Campos.
Oraram os Srs. ministros da justica o do impe-
rio, Martinho Campos, Correia, Cruz Machado,
Hurta Barbosa e Silveira Martins, Picando a discus-
sao adiada pela hora.
Refere o Monitor Campista de 21 :
Communicamnos que na Travessao de No-
gueira, um e.-cravo pertencentc ao Sr. Francisco
Kodrigues Ferra, de nome l'ru'ttencio. esmagara
com uma mi de pilo a cabe; i de una sua par-
ceira de nome Carolina. >'3o contente, porm,
com isso, para requinte de perversidade, accuniu-
lando algum bagaco sobre o cadver, no?-lhe fogo,
uo couseguindo, p)rm, queimar seuao as cxas
e a barriga, por estar o bagado um pouco hu
mido.
Consta que o malvado se evadir, e que a au-
lordade proceder a eorpo d delicto.
27
As corridas de hontem do Jockley Club, estivo-
ram assaz concorrdas e em geral foram lPin dis-
fiutalas.
As t* e 5' que eram ligadas, foram ganhas pelo
Mis, cavado castanho de 8'aunos, natural de Mon-
tevideo, e propriedade do Sr. conde de Herzberg :
a 2' felo Vanan, castanho de S annos, natural d5
Rio de Janeiro e propriedade do Sr. Carvalho ; a
3" entre cavallos inglezes, foi ganha pelo Zephiro,
zaino de II annos, propriodade do Sr. Dr. Jos
Calnmn da Gama ; a 4' |iela Marip sa, pintada do
6 annis, nalural do Montevideo, propriedade do
Sr. Francisco J. Calmon da Gama; a 6' pelo Sullao,
castanho de 10 annos, natural do Paran e pro-
priedade do Sr. commendador Fonceca Telles. e a
7* pdo ttolflnho, tordilha, de 5 annos, natural do
Rio da Praia e propriedade do Sr. Dr. Carvalho
Mascan.
No iutorvallo deeidio-se uma aposta entre o pe-
quira rozilho Tiriba, do Sr. commendador Fonce-
ca Telles e o pequira russo Brinquink-J, do Sr.
Francisco Xavier Calmon da Silva Cabral, vencen-
do o primeiro.
Correu todo o divertimento seu\ inculcte, nota-
vel.
Arribou hontem pela msnhi ao nosso porto a
galera francesa Mongol sabida daqui em 8 de iu-
nho Indo, com destino, a Callao de L,im.
Achava-se a galera em 43 t' de lattitude e
59 de longitude de Pars, quando o piloto e mais
dez marnheros se sublevaran) e quizeram as-
sassmar o capillo, afim de tomaren conta^ o
U eapUo, porm,' auxiliado pela restante da
ifipolavao, coaseguw a otait^ cusi suffocar 3
da associaeo, cniiiecou iminedialainciitc a oceu-
par-sC de seas trabalnos. ,,
- 29
Na cmara dos desalados, hontem, depois do
expedanle, o apresenlada a seguinte inlerpella-
cao, para cuja discusso loi marcado dia 31 do
corrente a 1 liora da larde :
Requeiro que se marque dia e hora para in-
terpell ir o Sr. presidente do couselho sobre os se-
guinles pontos :
l." Quaes os meios com que conta o goveruo pa-
ra solver a crise creada pela atlitude revoluciona-
ria assumida pe", hispo de Oliuda contra o poder
civil ?
2." Se o governo julga esses ineios suflkien-
tcs para coagir os hispas obediencia sem quebra
dos direllos do estado e sem emprego de meios
illegaes cootra os bispos ?
Paco da cmara dos deputados, 2 de julho de
1873.Silveira Murtius.
Em seguida approvuu a cmara en 1." e 3."
discussau os projectos ns. 407 o 44i de 1873, o
primeiro dos quaes concede um anno'de licenca
com ordenado ao Dr. Pedro Amcneo de Figueiro-
do e Mello, lente da academia das bellas-artes, e o
segundo augmenta o patrimonio da cmara mu-
nicipal da Villa da Fcira de Santa Anna, da pro-
vincia da Baha, com as trras dos Encapellados
de Santa Anna dos olhos d'Agua e Sania Barbara,
da dita provincia.
Depois oceupouse a cmara com a discusso
da inierpollacao do Sr. Ferreira Vianna ao Sr. mi-
nistro dos negocios estrangeiros. acerca das con-
venenes consulares apreseutadas a 23 du cor-
rente.
Oraram os Srs. Ferreira Vianna, ministro dos
estrangeiros o. Duque-Estrada Texeira, (cando a
discusso adiada pala hora.
Foram nmiiSflihii para a deputago que tem de
felicitar hoje Sua Magestade o Imperador, por ser
o dia do an ni versa rio natalicio da serenissima
priueen imperial Sra. D. Isabel, os Srs. Pinto de
Campos, i ainiiha, Miranda Osorio, i ario de Pe-
nalva, Elias de Alkuquerqtie, Gusmo Lobo. Car-
dso Jnior, Leal de Menczes, Azevedo Monteiro,
Xavier de tirito, Carlos Peixot), Cruz Machado,
Salatbiel, Wilkeus de Mallos, Gomes do Amaral,
Flores, Texeira da Rocha, Rodrigo Silva, Olympio
Galvio. Fiel de Carvalho, Brusque, Borges Mon-
teiro, Candido Murta e Escragnolle Tauoay.
Foi sepultado honUim o 2. official da secretara
da agricultura, major lieinardmo Haplisla.Brasi-
leiro, tendo fallecido com 6i annos de idade e
mais de 3(1 de servico publico.
Deixa sua familia cm extrema pobreza,, legando-
lhe nicamente um nome honrado.
Seus companheiros da secretaria resolvern) to-
mar luto por olo dias, como demonstra?*) de
pezar.
- 30 -
Solemuisou-st llantn o 27." anniversario nata-
licio de Sua Alteza Imperial a Sra. princesa D.
Isabel.
Por occasio do cortejo no paco da cidade, fo-
ram proferidos os seguinles discursos pelos Srs.
senador visconde de Nitheroy e deputado monse-
nhor Joaquim Pinto do Campos, como oradores
das depui.icoes das duas cmaras legislativas
c Senhor. -O anniversario natalicio de Sua Al-
teza Imperial a Sra. D. Isabel, assignalado nos
fastos do imperio pelo mais grato e auspicioso dom
concedido Vossa Magestade Imperial e naco,
hoje saudade com reconhecimento das grandes
esperanijas realisadas.
a 0 Brasil ja experimentou a alta capacidade
da exc do ; vio e admiroii no esplendor de todas as vir-
tudes a augusta iilh i t.io digna do seu augusto
pa ; e agradece Divina Providencia a sorte
propicia de ler junto ao throno imperial la* pr -
coso penhor.
Abundando em taes sentimentos o senado,
ueste du festivo, tras a homenagem dos seus res-
petosos cumprimentos e fclicitaces a Vossa Ma-
geslado Imperial e a Sua Magestade a Imperairiz,
e faz fervorosos votos para que, dilatados e prospe-
ras annos corram, em que Vossa Magestade I.
receba as saudacoes deste faustoso anniversario,
e que lodas as heneaos do co recaiam sobre a.
augusta princeza e o seu inclyto esposo, o Sr. con-
de d'Eu.
Sua Magestade o Imperador dignra-se res-
ponder :
Agradepo inuito cordiaimeote ao senado as
congralulaces que me dirige.
Senhor. Envis-nos a cmara dos deputados
para exprimir ante o throno de Vossa Magestade
Imperial^ os seus seu lmenlos de rapeResa con
gratulado pelo feliz anniversario que esta dia com-
memora.
Autes de ludo aos progenitores da excelsa
princeza que os nossos votos se dirigen- Se o
amor, depoi| de ous, o nome mais caro quo
pode desprender-se da lngus humana, o amor
paterno de todos ornis puro, o nus santo, o
mais profundo.
(i Gracas Providencia que, se sujeitou a duras
prpvac/jes o corceo dos soberanos brasileiros, re-
servou-ihes sobre compensacao na pessoa da filba,
nica em numero, nao menos nica nas mais ra-
ras qualidades que possam adornar o mais vir-
tuoso dos entes.
c Esta fasta, senhor, baos pode denomnsx-se
de familia, que nao a improprio, em taes casos,
considerar familia de Vossa Magestade Imperial
o povo, qne tambem venera saos principes
airelo filial.
Mas nem s porque a' princesa imperial an-
che de jubilo e consolacio os dias de seus pas,
que a naci toma parte nas instas manestoOeH
#"



I QTttttM i (M/Ul/Kario de Pcrnambuco gibado 9 de Agosto de 1873. v-fcl itfOTI
-V-

de sement anmver adquira j pocsi os oais fjrmosos HiaS ii'ai mai ir Pirto pajsm aThguiar ert cont
jrratido pe
fwaro.
c Bem
sontarse
Ausencia n
nao de receio;
avaliava o pa!
estado.
Nuuca em
gil sexo, mine,
vio, no u?o
persc verairte
40, mate )n
4lnottSWO.
Rcvet
(ninerid
sobre to<
toa, (Nslinguift-
lo snhliine que
s n-Hsa seraneas pelo
Magostado Imperial, ao att-
mpo de?txs'plagas,"qu Ma
ser origem do saudades mas
poraue, melhor que ningiiem
w*ou
Iteza
l'or
"es -
psTTt;, senimlfclH"
abrange todas es sen ti montos, e
cuja praticam viola vel basta de por i para conso-
nan* a pinna dr un reinado. pr
c Praia o eco que longo va o* a H^2.csse iH
tiraco ttrntc'mpune o seeptro:; mis ]!W4o e h- ar
rito arite-wr qti" torrentes de beneficies con:inna-
*ao t manir da -nmarenia, representada portal
lilba, cono o lora -sJi [km- lu |i.
A amara dos aVpntaBV, assocandosc a
Vossa Magosta lo Imperial e sua nug'4-ta
liosa 3pnsa, forma votos,' por que ost eja, no tao de dilatados nnos, festejado pelos
tnais telizns don sais, pela maisdigna das Atlas,
ola mais diosa das naces, que.encerrar* cm sou
*ei (5o sagrados prtrhores de estabilidade, ordem
eberdade
9ua'Hagestade. e?niprador dgnou-se'respou-
Utr:
u AgraJeco mato cor_diaime,ute cmara dos
depurados as eowjhjIacbVs'rtue niedKlgo.
Sob a preslicncia do Exm. Sr. Dille Ja Estrel-
la, renniram-se' ho'ntem >ra 'aascrirb?6af'g,ril 31 ac-
wrttartno 6'i v..tos. Srvlram di! secretario os Srs
Dr.-M.tM-l Jos In aienezes Prado eTtaphacl Lele
rVjrtilra da Silva.
Dispensada a ieirara lo itfitor) da directora n
parecer da rourtrifeso de etaWe;, n Sr Teixelrn de
que satisfaz o Sr. director Erevan 1 ** da Silva
Val arriesa. firmad r pola inaiora dos accicnHas
presentes, um voto de louvor e gradecimento ao
Sr. conde da Estrella.
O Sr. T.-iieteira do Carvalho, abundando as
jMasHerayes dcste voto, propon que se Ihe de. pn-
Wieidade no Jama! rf> Conmcrcio, c a assemblea
assim o resol re.
Prrmgdeniin-so elei/ao de um director obtevo o
i;ii'idio los da Silva 66 votos. A eonvnMao
exa/bo instiUa lleou eoiutimida cotti bs 8rs.
AiKmio da Os!' llamalho. lftito pir ."5 votos;
?ietor flose, rechitp p ir oi c loao Antonio dos
"Santos Brlaa, rcelelto por.S'i.
- :il
A cmara d >s diputados approvon hontem, fin
do o oxpsdi.Titc, dnv redacc.tes e o projecto n.
W!) de Hl'.l, pe npplic.i aos empregados da so-
entaria d i conselho navai a tibidla annexa ao d
crcto n. M7i de 6 de ittalo de 1853 e supprime
dou< lagares de oSciaes la dita secretaria, rejei-
tndo em seguida un requenmnto verbal de ur-
gencia do Sr. Ti'ixeira da Bocha, acerca Je nego-
cios das lagas.
Oeciifnu-se depois eont a 1* dlseussSi do pn-
ji'ci i n i-<3) deste adno, que approva as posturas
da camiri m iictpal da cHc, de 27 de abril do
aunflnd.i. Orn o Sr. Sobral Pinto, ficando a
4ttraa*to ailiada.
Eutrtuilo coi discusso as e.ne.adas do senado a
lei do oreameuto geral do imperio, susciton-se urna
Itmzi questo do orleni bnt Me timaram parto o
9/9. R-nriqnes, Pereira disSantis, Florencio Jo
Abren, Cornia. ijrur. Milnd i, rVretra da Silva,
Ferreira Vianoi, Ecrfrasiii Corro. l.".-:ndro Bezer
ra o Snque-H-tr.ida T ix-ira. F.ii aporovado um
rei|ui>riinenlo verbal iln Sr. II !i'|.u,s pira que a
dsr-is>an seja em globo, fi r.-oa lo otldSr.'"Pi*re-
j-ado* cantos exigindo dii-n-sn especial para a
finala que proroga o orcamdito itt ao CSerccio
de87ial8-;.
Proseguindo o debate, orou o SrMartinho Cmi
pos.
Fui apre-cutado o segaiotc re.juerimenlo:
Roqneiro que as emendas J i senado sejam re
melitlas commissao de constituiy.ao e poderes,
afn Je dar parecer sobre a legimidade da emen
da prorojiando o orcamenti at ao exercicio de
1S7 a 1875, e decidir se tal emenda conforme
constftniran do imperio e :\- prorogativas desta c-
mara
Sla das sess6s, 30 do jollii do I87H. -Mnrti-
nho Cmpas.
Oranrnt os Srs. Henriques e Duque-Estrada
Teixoira, QcaoJo a discuso adiada pela hora.
Di relatorio da directora do Banco do Brasil,
que deve se sementad i h >e aos respectivos ac-
cionistas na asseinhii geral .[lie so aeha convoca
da, extrahioiis o see^itnte :
O cupiai do h ni'' i nio tere alteraean depois
caixa m rt...'. e luaos ful, porem, modificada do
modo seguint- : e.ia matriz l't",7i? acefies re-
presenuno 29,lit:i00|; oaixas Tiliacs da Bahia, de
nroamanso. d Maranbio, de S. Paulo, do Bio
tiran ie d i Sol o i p.ir in.l'iS acces, represen-
tando 1831 t ttj : tital KiVOtO aeces o;i.......
:, ii.flrt) m).
Durante o anoo lavraram se na caixa Matriz
1431 Hies para transferencias de 193,72't acedos,
e o iiume.-o ile aceionistas, que em 28 de junlio
do I87 ora -I I.t 8. fiVou representado cm 3 >
de JMii'o eronini,) p.issad por I.537.
A enlacio da ac.o,;s nscdlou entre2381 e 2623.
fechndose o mercado a 231 300.
A emissan geral do banco em
28 de imito do *, era if :IV,200:00()JOOO
A amortizaco dentro' do anno
(irtsgate annual), foi de 2,28O:0OOi*(IO0
Keou reducida em rv)dejadlo
ulliinoacmissao.i 3|,92O:0000:>0
Sendo :
ten Mttrt 2i,q80.6OO3 ; Olmn filiaes da Ba-
ha I,926:810 ; de Pernambuco 2,781:7301: de
Maranh*iu '28:06!)J ; do Para 198:>< ; do Rio
Granifedo Snll6l:O703: de Oun-Preto 3il:270;
do S. Paulo !HH:78a. Total 3l,92i':0f>ii000.
A omma Mlal das operacTes effoctnadas dti
rauteoanao bancario foi le 28,I'iO:8I2&j7,
liortoucendo ao | semestre !3't,577:25')59 e ao
2-semestre li9,363:36 *93l ; e endo : por en-
trada na caita commorcai W,V1:(V)\ 5418 : em
na hynotheoaria 6.902:447* 62; total.........
142,339:178"60-: por anidas da caixa cuinan -
Cifll I'l3,i37:39li0i6e Da livpoihecaria.........
ti,3i3:942i72l ; total H!,80::333767.
omparando a smnma total das operacSes do
anno de 1871 a 1872, qno foi de 21),882:713*402.
com as do anno de 1872 a 1873, resulta a favor
4este ata augmento de fi',258:IOi)l23, ou quasi
-tfmta por eento.
O saldo da ca-ka commreial em 28 de iunho
da t87i era de t.l94:K*3**!8, foi recebida no
semestre a somm.i de 61,8 1:3871396 ao
t' a do_7l,56.!fe6i4*la; total !.33,377:0311498.
Foi paya no semestre, a smnma de.. ..
i,7IV:i77*;i63 e no S-a de 70,742:913*4S3;
tota! I33,437:3IM6.
OsftMn.nr(r4e jonho de W73 era de......
4^13i74*970.
r O sallo da eaixa bvpothecaria.em tHdejonho
le 1872, era. de 77:.t!l>35. Fot reeetida,-no I*
semestre, a Mama de 3 3W:960lO9, e no V de
*851:487*l3; Utal 6tii:447*2. Foi patrono
1" semestre i,740:4if*58, eoiv" 3,003.5473183:
total 6^43:9433721.
O saldo em 30 de inulto de 4873*em de.....
95:896*006.
O valor da earteira commercial era, cm 187?,
jnlho 3t,H,.|2.9IV:i!IJl87, amsti 31,-de.......
12,365:499*556': mxrfim 3f:5le I3,l'*3tl92ll04;
otrtubro 31. de ,815:967*217, novombro 30.. .
: deiemhro 31, do f2:3i:07r*9"
R i i-arflas "i0 ntovimenvi \iroiiurctia*!ma1flt
CiliJ.jde ;to r.oinoi.Tcio, s'ai quebta d is d"vi^i
segu-anca* para o bai:e.
Ds de cbitMis das liUrlt domituiviaol, am
oionad.n-c hyihrtbecarias, realisadas ni anuo ban-
cario do"i87a 1873 regularam as laxas e-xtie
manilo 4 n* o lo U|U ;Ajgia
73 m s. fista meta a^Benfl
aMROtt-iul .-trjppoibjJa.ria : mae,w:o
aiaente as.'letra> i)jaMperc,a>!% a m
as. ^alvaleale.a cinco cvninjes do
potpJegaf'iK's'.e nfivitaeuto dnratue o a
* jWs Moiis devSdnrea das etjntbs
ara^i das (emprostanos a jaros) farai
de 1 s, t3):7()23*M e t-f- de..
,17.0
uas
lJ,ti2.37* 91) ; os mas walitain^ ho
" Toiuandoa media dos salde* capital
ulii-IIJ.
U ti
,vs iiou|r^
: fi w (aiftic#ii
preseniaoJo
'i j"
'qprj
na
=*
*
. i. -
ti///,
I,*7*I5?*H8
37*
ii.Vafr
noutro, re-
864:377*127
V:6K00Oi
IliJ39[l6a4
'i,j^|4lll
l,23|(iSl
3*3/781 TOS
Aflk nos com) entruustrjudhus lu setnprc
..riawltnonte sogui I^.VS^P "so cbiisa-
^A iulcipe-Ilac' Je hohie/n quo ao Sr. Co-
sario Alvira parecera prmeira vista de in-
~.w J*.
til' Ml.l I').- i'lll-"' imj^iwmwm v 1
MI|lf^'i*i5WtaffAFs
-titui'.io e poderes, roconbecend
[nitito dimcTj eTelloW da pfarl
r deseinkufadoriliniiijpm! Jarge eW
ando-so f^setHe-WinolFasseato.
res 37,882:1193991
so ao os juros
pon lem laxa
le capital medio. O confroniacao do sallo
"vllor eit~SR"de ju'ah de !872 TT?fr3:"m^S214
com o do 30 dejunh 1 de 4873 de I9,4\:397*590,
resalta que Imuve augmento Reste anno banca-
rio nos emprestimos conlrahidos de 4,3'.l:3ol*376
' O saldos a debito das |iTovihci;is por etrtjirej-
o7:f7f ti
tioius um conta correaje com garanta eram os se-
guintos em 31 do iunho de 1873 : provincia do
Pari93l:35533i0, da Prahylia do Norte U:0W3
de Pern.imlr.ico 1,580:811*, do ltio erante de
Norte 90:0013862, do Panhv 109:680 ; total
i,943:?81*401
- Em 14 do oiToirte me/, de julho firmn o
lan 1dj Brasil o contrato pira um empr-tmo
p'.Mvmcia de Scrglpe at a concurrencia do
f >: K) l*,'nor coala dos quacs ja fez rem'essa-d*
100:000*. As coadi(;0es deste contradi >So as
mesmas adoptadas para os ernpresfimos as outrs
provincias do imperio.
O saldo das contas correales (depsitos a ju-
ros) era ao lint do Io semestre de l'l,iH:3l'i330 3
e no do. segunilj de :8i9:873*090 ; a seminados
juros aonados foi no uriineiro s'eriistre de......
181:7*831:13 e ai segundo de I8,):4ii0i7.
lo,liarlo da saldo dos capit >s moventes
!0,23l.'t(6'n03 a media, ou -04|fi 7'85051, vo-
ri lica se que os juros aniados 365:192* 180 cor
respmJem ta^a media de 3,609 0|> no anno
sobre auueHo capital Confrontando o saldo g.ual
em 2S de junh> de 1872 9,0i8::t8i*58l com o
de 30 de junho de 1873 9,999:5*7I37. e subtra-
bindo os juros abonados 363:1924180. vti-se que
ouve um augmento de deposito noste anno ban
cario de 583:9193 76.
E01 30 de junho ul'lmo o saldo de letra' a
pagar por diakeiro a premio era dc4,')n4:923<933.
A importancia dos premios de desenlos, que pas-
soti-se para a cotila de gatillos e pealas, foi no
priinciro semestre d; 470:8185037 e 110 segundo
de 133.12)3106.
A d is juros de hyp dhecas e descontos de le-
traa rceeSer da earteira hvpotbecaria, quo no
ij seinostra passop eonta de ganhos e berdas,
de 630,39 363 e no segundo de 57*iOi 903.
0< lucros lio \" semestre foram de.....
2,"8l.lllt;87o do segundo de 2,9"0:139*316 ;
n uros e oais desnezas no r semestre de.....
135.8813519 c no segundo de 118:137*635. O
liquido fui asalta distribuido :
No I1' semestre :
Para o novo fundo de reserva 38i:U53r'30
38- divi leu lo do 105,030 ac-
roe.s'a 8000.......... 1.320:0)030 0
Porcentagem administra.-ao do
bine, .............. 31:0003000
Reserva especial.......... 406:1053138
.\o 2' semestre :
Para o novo fundo de reserva 139:1173913
0 39" divlondo do 165,010 ac-
5t.< a 800)......._____ 1,323:010tOOD
Pdroentacem administracao do
banco............m.."...... 3!:0003o01
!t serva especial ..."..... 739.903J968
Os dividendos foram na raza 1 de 8 OjO do va-
lor nominal das acciJo.
O sallo do novo fundo de reserva era cm 30
de junli 1 ultimo de 727 909 609. por ter sido de-
bitado por ttulos em liquidacao e prejuizos em
hvpitli'cis e bens do raz na importancia de
2,11)9:716,i 798.
A reserva especial importava em 30 de junho
em 3,til:5633H2.
t Na cotia de (lulos em liquita;ao fai creib-
tada durante o anno a somma de 4,867:541 005,
l^laqnal carteir.i commercial coubc 2 100:493*477,
c hypothccaria 8,767:015*528. Uednztda aoj:
esta verba a 7,129:299*113 em ambas as cartel-
ras, podemos banir todo o receio de quo o pre
joiro, mesmo total, nestes ttulos venha a compro-
inettero capital do banco. Os lucros provenientes
da alca dos ttulos da divida pnhli-a, que possue,
c os scus fundos de reserva, oflcrccem garanlias
sobejas para tranquillisar OS nimos mais timora-
tos.
Grac as a prosperidade, sempre o rescente, do
pala, ao bom estado das financas publicas, dcvldv
naturalmente ao grande incremento noi productos
d 1 iraaalho, a administracao do banco v aproxi-
mar-so a poca em que ter de dar por terminada
a liquidara 1 da enorme somma de titulo;, quo re-
preseiilavanj um capital estragad 1 cm ofjtfas ni
pela diipacao das Torcas productivas, illia do
aburo do crdito
a 0 moriment.; das hypothecas 110 anno banca-
rio Ando em 30 de junh ultimo foi o seguiute :
Existan e;n andamento 13 propostas do anno
prximo findo, representando pedidos para em-
prestimos h\pothecaros na Importancia de___
601:9003; reprosentaram-se 1")9 propostas para
p ilidos de emprestamos na importancia do ...
3,293:OO03'O0, sendo : pa a conservacoes de ti-
ittlos das carleiras hypolhecaria e commercial
336:011*280 ; para emprestimos noros......
3,398:883*720 ; reali-aram se 33 emprestimos na
i nnrl.uica de 2,318:311*000, sendo : conversoe;
de earteira hypitheeara 331:7363929, da earteira
onvaercial 131:270 i7l I, emprestimos novos la
otira 1,391:313536), emprestimos urlnnos___
238:0 03000.
O fundo da earteira hvpothccaria cm 30 de
junho (Indo era de 26,686:312*713, a saber :
Eoi hypothecas realiza-las
Em letras.......
Em apatices da divida publica
(W-).......
coi titules de liquidacao .
Em dinheiio. .....
18.237:171*600
90:1553883
1.190:270*128
3,ll:2M*l8s
695:8961'06
I o
3', do 13.OI!:916*W7 ; juaho 90, de...........'
' J ,"'8f:4*W2.
f No vfor doSlaCi'rteira ;n .lOdejun'io 'Oguram
-* as letras de dOa* ou mais firmas pola sonma do
" -I,W3 538*132, sto inaisl 2f>*:ii57l73 do quo
reprcscniava o balando em 28 l [urxo do auno
jiass-du. .
Di n rajis por
-fliao' 10 no
- ^tetras na
__ mais 2,813 letras cm auaotidade o il.*^-?-'
t%a'-aaaa!dolfliie nwWfifn ^B--
Citmpro >obsirtii
(etfllOft* o hMM^a>
a i tif*tmr
momo -
/untid-ide. e i*>iS3>64>1
A* letras 4e cap*
,acreial pola ataa de073:73j;n>euos
26,086:312*713
0 fundo da sartalra hytjatMcaria foi coust-
tui.lo em 30 de setembro de 1*67 co.n ttulos de
divida representando 31,999:9033335, relir;.-di>s da
earteira do banco dos mais aproprrados para se
rom convertidos em hypothecas, segundo foi pros
triplo ni 2" do art. da lei n. 1319 de 12 de
setembro de 18^6, c do que so vos dfiu conta no
rclatorio de 1868.
t Em 30 de junho de H"0 aehava-so aquello
fundo redtizido a 33,'!3:123*tl5, d's quaes
9.000:501*270 figuravam na verba Ttulos em li-
quida^so-; nos subse|iiemcs halancos conlinuou
a earteira hypothccaria a soffrer redu^cd^s qae
c irrespondiam aos prejuizos verifloalis naqa'lies
ti Hilos.
tEste resaludo eslava previsto : o* 35,000:000*
de ttulos roiirad 15 da earteira do banco anua ape-
nas elementos para so formar fundo real da caixa
hyp^lhooaria, pois a convorsao dosses titulas 0111
hypothecas, como preceiluava a le* do 12 de setm-
bro de 8% dependa necssariamento do um uro-
cesso de liquidacao sujeito a preiuizos.
t Ultimada, porm, aijuella liquida^ao, Uta i,
representando o valor da earteira soVnonta hypo-
tliecas realisadas, ttulos da divida publican m. o-
da crrente, todos os prejuizos que occorrercn as
suas operacos teem ue ser pagos pela caixa com-
inercia!, onde se vilo encorporar as roserv*s dos
lucros do banco ; e desla.fonna, como el delibe-
rado, pela aelual adminislraciii, so coaservar,
sempro integrado o capital oqa raaltar da linal li-
quidacao dos 33,0 0:0003 de litulis Qom que fOra
originariamente creada a caixa hypotliocaria.
1 Conlinuam a'mda em atraso d- juros e amorli-
taeao alguns devedores hypotbecjpjos.
As (iypothe;as realisadas uede
a cr jacao da reparlica-1 foram
ir, r'vrosentando ,. 9,03 13**183
KXMtom aetualmantc 330 hvpo-
th.'a.ieprosoiiUiado. .ltM37:!J 1*696
, Qtfkroaa. .
Ost|.131W33579r-vn1os
eproentam :
ir&.'tMn-f
Paga ocio a
la
Ste 30
ieradas
72. .
antacipado de liy-
l.quidadas na anno
1 findo era'3 d ja-

. 11 iiuuu era o > oe ja-
"......
MUfa Oip- j Amorit/acfles operadas no affllo
ts 1,M(J:00()* l boticario findo efn SO 'de
3,S99:37U3i
2,423:154*086
appravn, de-
. euaiajiw i<
eonstitaicAo e poderes, roconhecendo depotado pe-
lo qnlnto disll-Tcto eTeitwa" dl provincia da Oahia
o Sr deseuiharfador"jloniii|nB Jarge ftebdlo? q
aeh
E o pgqida xpprovou em oganda e teroeira dis-
cn^sao o (irojeeto n.' 1*7 deste anno, que manda
aduiiitir matricula do segundo anoo da escola da
oannlia o estillante Clirstiano Bavontura da Cu-
ulu Pinto, 00111 as seguales emundas :
. Aa^eitihla gcral rsolve :
Art. 1.* O governo lica autorisado para man-
dar aJmiUir a oxa no vago das male.-us Jas aulas
que nao Wiim l'iaiuttnUio. alumno da escola cen-
tral Jos Je .\'j|H>les T.llesde Senozas, actualmen-
le niatrietffcaJo. abuL.-|iriiaaVui do torcero anuo o
na-secaadam-dn rnrarto, urna vez qae seja appro-
vado naiaellaaii^aAa^iitttfcalado no quinto
anno, se or apjiroyaov em todas as disciplinas do
quarto.
Art 2. Pican) sem effdto as diaposicOes em
contrario.
Paco :1o sanado, em lo do julho do 18.73.-
Vtsc mehiie AlbAquerqiv, secretario. -Bariio de Mu-
m'ingtHipe v secretario. Dr. Campa de iiedet-
ros.
Fica, 0 governo gualinoale autorisado a man-
dar aduitltir ao acto do sexto anuo medico da fa-
culdado de medicina da Babia o estudanto ouvnte
Julio Cejtar de Eiislro Jess. -Dr. Campos de Me-
deirs.
'Offereco como emenda o projecto apresentado
pela commissao Je marinlia e guerra em deferi-
meutopetieaodajstuJajid! da escola central JoJ
Horacio Oas de Faria, liin le que possa o gover-
no muida lo matricular no terceiro anno da mes-
illa escola, independeote do exatno de deseuho do
segundo anno, que prestara antes do acto do oita
vo.Vertir Frauc
t t li'autorisado o governo para mandar adunttr
no primoiro a:uw da escola de marnba. mu pra-
i;a de aspirante a guarda-marnba o estulantc ou
viuui do externa!., Addpho Joaquin Peana, indo
pendente de exame do historia, quo devora prestar
antes do acto das materias do inasmo anuo. Cruz
.Vichad'. >
Igual favor ao estudanto Francisco Ignacio de
Crvadi.j Sampao, para ser adiaittido a exame do
primoiro aun? da euro ,ne lico, levan lo-se-lhe em
conta o exame de historia /cito na esola de mari-
nha.-D. VsfpVXU.s. .
Igual favor se conceda a Joao Fernandas da
Costa Tibo, estudanto do segundo auno pliarma-
ceulico da e-cola de medicina do Rio de Jauoiro,
para"ser admitirlo a fazer exame das materias do
segundo anno medico, depois de haver Caito exame
de anatoma e ti 1 unieo preparatorio que Ihe falta.
Cinlta Ltttda.
Pica autorisado o governo a mandar matricu-
lar no quart anno di e-cola central o estudanto
Kawnuti.lo de Miran la usorlo e admitti Ij a exame
das mesmas, matitrias tto lint do corrate anno lee
livo, depiis 1I0 prj-taJj examo dos exoreicios pra
lieos, nnM materia d> ter:ero auno que Ihe fal
U.Tkomaz Coellia.
15' autorisado o govornopara mana- admt-
tr Finnino do Araujo Lima a exame do primeiro
anuo da faetildade de direito do Rccfe. depois de
mostrar-se liaoilitad 1 com o exatue de atn.
Sala das afeudes, 31 de julho de 1873. Dr.
Salath el. 3
igual favor ao estudante Randolpho Margaido
da Silva, otivinle do prjmeiro anuo da osela de
medicina da corte, depois de prestar exame de
geographia, unici preparatorio que Ihe falta para
nniricnlar-se no referido curso. Thomi: Coe-
Uw.
_ a E* atUorisido o govomo para miniar admiltir
Gregorio Magno Borge; da Fonceca Juaior mi-
tricla no pnmjre auno da faculdade de direito
to llecife depois que prestar os exaines que Ihe
fallam, levando-se-lhe em conta os exames de la-
tiiii e francez que ja fez.
i Sala das sessoes, em 31 de uho de 1673. -
Cas ih.
Igual favor se conceda a Jas Francisco de
Rrito, ex segundo teuente da armada, alim de fa-
zer na escola central os exames das materias que
Ihe fallam at o quarto ana a, ficando validos os
exames da osela de marinha -Fernando de Car-
callio KtuwpU feir. Alcoforado. Antonio
Prado.Finiendo de Abren.
O mesmo favor a Everaldiuo Cicero de Miran-
da, para inatrieulir se no segundo anu medico
da faculdade da Bahia, depois de approvado na-
materias do prmeiro anno e no exame de geagra-
phia, que Ihe falU.-.4/viHya Ges Jnior, t
gnal favor ao estudante Rand dpho Margar-
do da Silva para matricularse, depois de prestar
o exame de geographia, que Ihe falta. Cardoeo
Jnior.
Approvot tambera em terceira disjussio o pro
jecto n. 112 do 1873, qae manda admiltir 110 qua-
dro do exercito como prmeiro sargento graduado
eln arete*; o alferes honorario Antonio naymundo
IVreira do Lago, li-and) suspensa a pensao quo
ora rcbe dos cofres pblicos.
Occtip uKse depois cjm a discussao da segunte
interpellaj o, aposentada na sessao de 28 do pas-
eado :
Requeiro i|ae se marque da e hira para in-
terpollar ao Sr. presideirfe do conselh .1 sobre os
guintes pontos:
1" Qaacs os meioscom que conta o governo
para solver a crise creada pela altittidc revolu-
cionaria assamida pilo hispo de Olinda contra o
poder civil?
'2. Se o governo jtilga esse* moios sufJBcien-
tes para coagir os bispos obediencia sera qaebra
dos direitos do E-tado e sem emprego de moios il-
legaes contra os bispos ?
"ac da cmara dos 'dputados, 28 de julho
de 1873. -Silreira Mnrtins.
A'galenas, tribunas c recinto da cmara aeha-
vam-se repletos de espectadores.
Eneetoa o debate o Sr. Stlveira M irtns, o era
seguida Mnoa a palavra o Sr. presidente do con-
selho e pronuncioil o discurso que publicamos era-
a otava pagina' do presente numero.
Oraram mais os srs. Diogo Vasconcellos e Sil
teira Marlins, ficando a discussao adiada pela
hora.
Teve lugar hontom a prmeira reuuio ordinaria
da asseirtbteM geral dos accionistas da compaohia
A Papular Ftumiii/rnsr, administradora da asso-
eiacao de b meticios inutnas do raesine nome
Reunidos os accionistas, qae representavam.
"IJ90laceres, foi aberta a gessao',*Io presidente
ante importancia
o dislif
eu mar
quo)
biar e com mentar "b tnw
da opposiein liberal.
Vij vQr de S. lc. nnnbuma
las pr-
guntaiajp Sr. lgn|cio Marlins rcspoiiiteu a-
tisl'aclbiaimento o tlluslrt Sr. ministro lu
imperto. '- *^-
Kntrclaulo, nao ,qui/, o Sr. Alviui dls-
lcutir:pw'sa veza materia, oBiitentainlu-se
corr ttnfa vaga referencia concluyante e
-hebil Hemonstrao tine o ar despreten-
oiaso do iterfellauta nao pareeia pro-
tnetter.
Da seviira- srgumentn^o co.n que o il
lustrado ministro tirou-a ltiopo n sua com-
petencia e a legalitlailc do acto, um so fuu-
iaaveitto inereccu reparo ao Sr. Cesario
Alvina; e tiesto npnrtou-sc o joven
criptor, talvez sem industria, da fidelida-
de da uxposigilo que se (levem adversa-
rios leaos ao transportar allieio argumento
que avisam em refutar.
nanlos ouviram o nobro Sr. ministro
do imperio pode:n dar tesUmiunho de que
S. xc. nao defctidou a eslranlia tlieoria
que u Sr. Cesario Alvim julgou attribuir-
llie, o S. V.xc. nao disse que a competencia
deste ou daquelle roembro do poder execu-
tivo para a s 'lucao de uegncios a I huios
sua pasta, podo derivar-se de resoluco lo-
mada em conselho ministerial e, assim, ser
exercitada sem otTeusa ds leis. As mais
elementares noces da competencia pro-
testara contra este grosseiro absurdo que
seria injusto lancar conta de um espirito
de ordem superior como 6 o do Sr. conse-
Iheiro Correa de Oliveira.
Negocios ha que por sua natureza en-
tendem com vanos ministerios. No arra-
samento dos morros, por exemplo, si os
interesses da sa le publicp enlen-lem com
a repartico do imperio, outros lia que to-
cam rasparticoes estronlias. Neste caso,
deven io competir algum dos metnbros lo
poder executivo a celebraro do contra-
to, e. sendo impraticavol quo intorvies-
sem simultaneamoutc no acto todas as re-
partieres nteressad3s, a competencia in-
questionavelinente daquelle miiiterio a
que o servico toca mais de porto. Nesta
hypotbese ninguem dir que nao do me-
lhor aviso qno antiesl.i) da compotencia
seja estada la e resol vida em conselho mi-
nisterial.
Nom o intervir um mitiistro em um acto
em que reparlicdiss distinctas polem interes-
sar, importa exclui-las da lsealisagdo c su-
periuteudeiicia que llies possa caber na exo
euco de um contrato.
Sempre assim se unten leu e so praticou.
O Sr. OoMlo Alvim aiu la fez reparo om
que a Ilustre maiori.i, limitanJo-se a ap-
plaudir as" palavras artisticanv.nlc senten-
ciosato llustrado Sr. ministro do imperio,
deixasso inoecupada a tribuna depois de
dous discursos de opposico.
Hivian abandonado a tribuna, diz o Sr.
Cesario Alvim, para irem escrever as co-
"umnas de urna gazeta sera circularlo I
O joven escriptor, que em to boa parte
concorre para dar larga circulacao gazeta
liberal, inadvertio que a discussao era de
todo ponto inupportuna e antecipada. De-
penden lo de iipprovaco do poder legislati-
vo, o acto do ministerio do imperio tetn de
ser subnieltido ao cstudo e exame do parla-
mento a que sordo opportiiu.imente presen-
tes todos os documentos, inl'ormaces, es-
tudos e outros dados relativos ao contrato.
A economa do lempo como a regulari-
dade dos traballios pediam que se ovitasse
discutir incidentemente o que em lempo
p le ser discutido to amplamonte como
convenha.
Ksta consideracao explica bem a razo
pela qual a Ilustro maioria deixou de tomar
parte no debato de hontem.
As questes da incompetencia e legali-
dade tinliam si io alias conveniotitemente
explanlas e discutidas.
O Sr. Cesario Alvim seguramente nao
assistio i discussao; lixou provavelmenle
de inieis uoticiarisUis, que os lia sempre
dispostos a exagerar os mais iu>ignilieantos
acontecimeiitos, ao escrever aquillo do
unnimes appUwsos das galeras, no mo-
mento em que o Sr. Silveira Marlins vibrava
os uw golpes.
Os que assistiram sessao do hontem,
nao se recusaro a dar testemunho i verdade.
Os applausos quo o Sr. Alvim encarece,
parliram de um pequenito grupo de co-
nhecidos batedores, que de ordinario se
acantonara, em um lugar mvariavel da
galera a trocar com urna corta bancada
curiosos esgares.
Os taes unnimes applausos romperam
do mcio d'aquelle inconsciente grupo
quando o orador, em resposta a um aparto,
do Ilustre Sr. Kunapio Deir, tentou justi-
ficar veto >que prestara ao gabinete na
questo de coa llanca de 1 de julho.
ksta a verdade.
Antes de escrever, o Sr. Cesario Alvim
de ve mformar-se dos tactos.
pojAuil por urna pratic.a^rtanmntirjqaiM *f" flk^anW. dwi*4?e .lj**mitiVI*a
de mais de 3:0003, cora a inloncao de cunsegal-
rem a sua soltera.
" O Dr. chefs de.polica, a fiuein consUra isso,
acaba de recominetidar luda a' vigilancia sobre n
JlVSO.
Refere em ^22 do corrento o Marn de Min:*,
folha que se publica na cidade do Doro Prelo :
< Na pavrvio da Vurgem, freguwia de Mariana
sede do tjtyadatfallecatvwii pobre vclh, gando
a jus lilhos a ktgniiicantc qnantia de 10/SoOO.
SufMMUdo desolada faolia q:io coni essa
qnantia.podia o houictn ehegar ao co, ntandoa a
cidado convidar ora sarteroote para oncomuiendar
o corno tae, por esssa fafta, ortiva insepulto ha-1
via tros dias.
1 O esanecido portador, i^uoranle da gwamd
sacerdoiau|ue tanto assola a hunianidade, mo dts
se ao sunmhomem que a familia era pobre, o que
deu lugar a que, clisando all, exigisse pelo seu
rijalc U'.iImIIi a quautit insignificante de 30|,
sem o que nao exerceri* o seu ministerio.
A pobre fento^decla^ou-lhi que a nica som-
ma do que dispnnha eram os 10 que uloeciain,
ao que respndeu o santarro: Y->t essa qoan-
ta nao faco o responso, o homem nao se salva e
eu volto massadissrno com o iiicommodo que de-
ram-uie. >
0 M hroe safou-sc, e o defunt >, por falta de
20*, deixoj do salvarse ou ir para o lugar dos
ricos, que anda depois de morios sao chupados
pelas sauguesugas de sotaiua O. Vital, I). Vital...
onde esta o caminbo da salvacao destes pios ho-
iiK-ns que, al"in de infalliveis, 'clietram a sanio 1
S. I'AULO.
Aehava-so na capital, diz o Diario de S. Paulo,
de 23 dn correte, o Dr. Alvaro de Oliveirt, Mge-
nheiro encarregado pelo governo de asuntar I
litiba telfgraphica entre aquella cidade e a de San-
tos. Esta lint, quo tem de ser construida at o
liin do auno, ser prolongada, acouipaiihaudo as
estradas de ferro o ter urna estacan u. centro da
capital da provincia.
Os presos dos lelegrammas seraoinais baxos d
que os que actualmente se cobram. A colloca<,'ao
dos lios couie.ar no dia 22 na cidade de Santos,
sendp aproveilados os mesmo postes da linha in-
gleja.
Fora offerecida ao corpo de permanentes da ca-
pital pelo Sr. com nendadir Flix de Abreu Pe-
rei:a Coutinbo, agente consular potingue/, una
rica bandi'ira nacional.
O Indepen tente de 17, di* que na Iroguezia de
Miigyguass, Felislierto Gncalves Pradi desechara
um tiro contra Mara Joaquina de Jess, acertando
a carga em urna pama daquella infeliz. O delin-
quentc conseguir evadir se.
ncali.-ara-se cm Campias, a 20 do corrento,
urna reunan de subditos pottujtuezcs couvucada
peto Sr. F. Gmealvcs Fenvira Novo, agenle con-
sular, afirn de se tratar da fundaco de una as-o-
cai;ao da benelijencia para sorcoTer os desvalidos
daquefla nacioualidade. Depois dealguma discus-
s,i fora nomeada urna eommissao para, no prdsa
do l'i dias, apresenlar o projeeto e estatutos.
kspiuto nanro.
Le so no Espirito San.'ease de 22 de julho :
As ultimas noticias recebidas dizem nos, que
os colono- polacos, em numero de 1011, piuco mais
ou menos, vierant para o |iorlo do Cacliu.oro, orle
armados, em sua naior parte, amea;am perturbar a
urdeo na colonia.
Dislinguein-sc estes colon >s de ha muilo lem-
po por seu genio turbulento, m istrando-sc por de
mais exigentes: cuuipre, eulrelauto, nalar'ojue
nao tem tido falla de boui agasalho, ,-cudo certa
que ileu-se-lhes prazos, que foram pelos mesm >s
capricb isameulc recusados.
Os deoias colon *, entretanto, estao salsfei-
tos.
A' requisicao do director da colonia fez seguir
o Sr. presidente para all urna fm-.-a, atim de ser
tnantida a ordem naquelle eslabik-cimento
Em antro lugar diz a moma fuiha :
O ex director, Cunha Bastos, alojou a'gun
c lon.s polacos, dos ltimos ehegailos, na siUiajjin
de Goncalo Pinto de Amorim Muiado ; estes e
tregaudos embriaguez e ao rubo, pa-saram a
iifterino, oSr. eonselnoro Francisco Octaviano; o
qual, t.m lo de ler o relatorio da directora, foi pela
assemblea dispensado de.$se Irabalho, visto j ter
sido o mesmo relatorio publicado. '
mo,, BtaukiiuDd73.
A lrt ,.H jtfpttx fber^, jeappafBcou ,.iiuje i>.Sr.'.fii
1 sirio Alvim ilQ.p*m> O Uustfe scriptor neo foi, awMnto, mis
Me era suh no*n totti* d- sido as ultimas -conquistas- e feconqUnkii
era que de tmaoha stfariheza se reelou
DIaRLO E-PUILiMAMBUO
iacimuiudar tou.-alo, qii" leve di! reclamar da pre
sidencia e a retirada delles de sua pr.ipi ie lade.
' Em deferiniento a esta recama.-ao a presiden-
cia ordenou ao director da colonia que os tenio-
vesse da_ situacao de Goncalo. 0 director poz
dispaskio dos referidos colonos 30 prazos e am
barraeao provisorio para habitaren), em quantu se
preparavain setis prazos, o ordenou que se retiras-
som das casas de Guncalo ; mas os p.laco-, em
vez de obedecer. desaUenderain ao directo-, e de-
clararan! que nao aceitavam os prazis eneni sa-
ban) das casas de Goncalo; que queran) ser trans-
portados para a Europa, ameacatido fazeioin des-
odo, n 110 porto do Caclmeiro, 9 mesiiio vircoi
cidade.
Xe-tas circunstancias o director requisitou da
presidencia \' pracas comuiandadas por um of-
licial, par.t garantir a ordem naquella localidaJe.
Eis us lacios como se deram, sao questes de
oolacos ( felizmente em peiueuo nuintro) vicia-
dos, entreg es as bebidas alcoolicas, de costumes
to reprobados qua a grande populat.o allcina da
colonia nao qner neo manter relages com eiles.
Nesse mismo da 22 o presidente da provucta.
ac mpanhado do seu ollicial de gabinete, seguo
para a colonia, onde cliegou no da seguale ao
nieio di.i, encontrando aind.i a populado do Porto
lo Cachoeiro bastante sobresaltada, cm c;.:sequen-
eia daalt:tude dos ditos polacos.
O Espirito Santense accressenta, em data .de 26:
Fulizuiiiite, logo que S Exc. cliegou, e em
conse.paeoci.i das providencias que toinou, foi res-
tabelecida a ordem ..- ludo permanece ein paz
Parece quo a principal causa desla quesliio
est na rivaidade, e mesmo odio, que existe eutre
esu-s polacos e os allemae, com especialtdada da
Poinerauia.
10 l)K JANEIRO.
e lo auprovou, 110 dia 30 de julho, em
3.* diiAnsdo, o projecto croando mais sete relacoes
no imperio, e ia nenette-lo sanelo.
Nesse inesta.. dia eqoMeou a 2." discussao d.>
projecto da nova provincia de S. Francisco, tendo
apre-eulado o seguuile rcqueriinenlo :
H pi':iro que so pecara ao gevernoas seun-)
tes informacoes:
1.* Qual i linha precisa de limites que deve
extremar a nova provincia de S. Francisco daquel-
las de que c desmembrada, com suas dimensdes o
supeneie.
2 Qual a despeza provavel, geral e provin
TJhv bollo, que wu t^id' o caso o aandidato mais vo-
lado itc-la elciao para diputada pelo o> dislricie
eleitnral d.V bahia, 'coniAiissae de constituirn e
|i idcrw ile paft-ecr :
1 1" QuaiKjulg nuHaa*ota ao do collegi
eleitorai de Santo Antonio da Barra, tomada od
separado pela respetiva camarj apuradora, pelas
raio-s jlMPas neg |
s ja
2- Que^nlie-se:4 co
dos novos eleibovs da pa
Rio Preto tambe ii pelas raz"
3. Uoe so ipprov mm
deiu.iis coilegios do refer li
apura.ao feiti ji'la onarai
'< i." Que teja MMheel
do pelo o- disfricto rteiior:
o Sr. desei.
'' O III.IH
ento dos poderes
de Santa Hita do
j acuna i-xposs.
leic.es i'. todos os
trelo; conformo *
licipal respectiva.
deca nido depula-
provincia da Babia
adoi*Jlenrique Jorge 11'bello, que
na elWeio de- que se trata pelo
RECIFE, 9 DE AGOSTO DE 1873.
tatiuiMi alo Mil do mperiu.
Amanheceu hontem em aosso porte o vapor bra-
silero fiihia, irazendo tiatas : do Hiede Janeiro
i., da Bahia 5 edas Alagas 7 do corjeato :
Alem do quo damos-sob as rubricas Parte ef-
Bastos, Frenas llego e presidente injerino, -re veu-se que a- coinraissiio, qual fosse incumbido
o examj de coqtas, dsse tambera o seu parecer
sabr as providencias lembradas pelo relatorio da
directora.
Proeedendo-se a 'nofneaco da dita coramiss),'
foram para ella eleitos os Srs. Dr. Domingos de
Andrade FJgueira^com 3*9 votos, Amonio Yieira
da Cunha Com 3V9 e Juan OveIla,com'3ii.
Antes d fevanfar-se'a'.sesfi; 'resolWq-.e anda
tjue a dssetnbla geral- lorne a realr-s logo que
a r-ommlssao fle cohta "fenna lavrdo o seu pare-
cer.
sgue
MIXAS-0B8AKS.
A apuraeao dos coilegios di Patrocinio. Ba>-
gagens,'MonteT;iaros o Gro-Mogol, na eleico de
um deputado i assemblea geral pelo 7.* dstrict,
era:
Dr. Theopbllo Ottoni H
Dr. Joaquitn Pedro 63
Padre Modesto Caldeira 29
Reff'e o Pwio de Minas :
\Na tarde do dia ?2 de juulio pasado, na ci-
dale do Arax, Tneodoi}a Ribero oVCosla, vend-
se cercado por'JoioJAulonio de Maga!naos, que se
cima armado cora unta (ara, de.-fechou-lbe am
tiro de pistola na regio umbicujar, do qual fui
Iocau.mdajeguiflt. '
1 A respectiva aulonaade propadou a&uloue
OWBP_^dilii).uo-mor^o,ie.deu coniero ao nqieJ
'nw policial. Para a captura do assassina, que se
evadi fora ra dalas as necessarias providencias. -
.i K reqoTsfcau do Sr Dr. cliefe de u^liciajinfe
Jado ie poficia Francisco Sores
isa foi ijuem effectuou a prisao deste itiliaiw
autir da morte do Infeliz- lente Joao Chrysnsjo-
uio Fernande, subdelegado do distncto da Con-
ceicao do Turvo, da qual j demos noticia.
cial, cora o novo funccionflisuio legislativo, adm-<
uistrativo, judiciario e ecclesias'co.
3. Quant'is e quaes os municipios e fregue-
zias separados de cada provincia lmtroptie ': com
declaraco do sua populacho livre e esciava, qua-
lilicaeao de volantes, eleiUires e dputados geraes
o provinciaes ( se foruiam algum dislricio) bu ci
quo ilislriclo forera parle.
4." Qual aqueta com que cada um desses mu-
nicipios ou freguezas o>iK*orre para o thosouro'ge-
ral, provincial e municipal.
o." Que sejam ouvidas as respectivas ceniuis
s5es municipaes sobre a conveniencia dessa medi-
da, bem como sobre o commercio e industria do
municipio quanlo a seu objecto e valor. Caman-
sao de Sinmlni. T. Pompen.
Na cmara dos debutados, ao dia 29 de u
ihe, fui lido e mandado imprimir o parecer da
eommissao de poderes, que termina assim :
1 Isto posto:
Considerando a eommissao que nenhuma re
clauac.io se apresentou boje perantn ella, na rea-
uiio que para isto tere lugar e fora aununciada
pela imprensa, contra a eleicao do 5.* distrcto elei
loral da Baha para o preenchimenlo da vaga doi-
xadaoa cmara dos Srs dputados pelo couselbei
ro Joao Jos do Oliveira Junqueira e tambera ne
nstira protesto consta das actas examinadas pela
ouininissao contra as vola.oes apuradas dos ires
coilegios cima referidas pela cmara competente;
Considerando que bem proceden a eamsra
apuradora era mandar tomar em saparado a vota
ciado tollogio do Santo Amonio da Barra pelas
razoes j expostas
''onsiderando quo .{mbcm nao poda ser con
templada na aparaco feita pela cmara da fede
do distrioto eleitorai. a Toiacao do coMpio de San
ta Hita do Bio Prelo, em raza) de nao estaretn
jainia reeenhecidos. por esta cmara os poderes
dos novos eleilores do meneionado collegi-', em vis-
ta de ter sido adiada essa eleico de orJein da pro
sidencia da provincia, conforme o pedido que a
esse rcspeitu fez cmara municipal respectiva,
tr 4en aUgjdo |ne s>nl>atftude- conlidas as acias da i.' eleico, "Tftmettila* pela'
tmara do iiwtrfennio fin*, qn* aquella primfi-
ra elei cae portera t- r pido annullaila pela camaraf
dris Srs. diputados, como neon*9in, o irtie tndo
sforaeoiiMt |en.-lepes. n vista
do-ovbio.do m)H8tsni do imtwri- datado de 12
irrenre me 1- jirnmpto in
pede ouiVo-
IffBlHli' tti>|i4n*' '!-' 110 oiniieinso er
ac 1
Ooslente da B ...i;
i C
uleitores do cullo^rj' fie Santa Riu do Rio Prl'
nao exoede do numero de trala, os quaes vola-
districlo referido.
Sala das ccinmissdes, em 29 de ulho de 1873.
Joao A nlonio de Araujo Freitas Henriques. -
mantara da Silva.
Km as noticias eommereae* de nHime-data :
Poueo se fez hoje no mercado de cambio. A
laxa naneara sobre Londres conlinuou a ser
2' I/i d e o papel da praca foi negociado a 2 i 3/8
o. Sobro Franja passaram as peifuetia* sommas
a 374 [s. por franco.
Nao houvo vendas do sbennos.
i Notou-se menos aoatliia e mais algitma firme-
za nos precia das apolices geraes de 6 /, que fe-
charam de l:0i6j a I:09|, a diaheiro, conforme
o lote.
O mercado de acedes estove regu'armente ac-
tivo am preces : Banco lndu>lrial o Mercantil .">'.
p.ir aeeao para o ultimo da k; transfer'una .
companhia ue seguros Inuigridade 674. a Jinheiro,
1/idclidsde 27 e 28, e coinpauba Coinuiercio e
Lavotira a Mi, tinlhem a dnlteiro.
ll-nniram-.-c hije (31 ) em assemblea* gcral
os accionistas la compailhia de c irris de ferro de
S. Paulo, representando 2,210 aecges.
Foi acclamado pn-sidente da assemblea o Sr.
Ignacio Joao da Silva Porto, |tie convidou "Sr.
Augusto Fomm para servir de sefrrtaro.
rocedeu-se em soguilla leitnra do relatorio,
do gerente^ era S. Paulo, o Sr. Rie-emberger, e a
apresentafo das cmas d 1 directora.
Tratndose depois da rleico da eommissao
de exame de contas, oblireram maioria de to' -
s Srs. : Miguel Calogeras, Ignacio Joao da Silva
Porto e Augusto Fomm.
O 8r. presidente adiou a 3css5o para 9, e 11
qne a eommissao tem de apresenlar seu parecer *
A alfandga rendeu de 4 a 31 de Jalho
3,7i5:o'8.3*730.
BAHA.
Lemos no Jornal:
O patnele francez Ville de Rio de Janeiro foi
portador de algtimas peeaspara o uiomnnento quo
a Associacao ommercial trata de erigir na praca
de Riachuelo, alim de commemorar as v4etarias
dos exercitos alliados na guerra contra o Para-
guay
Falleccu o conego Francisco Barbosa da Cos-
ta, vigrio ailado da freguezia da Villa de Santa
Laa do Rio Real na provincia de Sergipe.
llouve honiii um laraeniavel desastre as
obras do desaterr do Desterro.
a Como se sabe, foi demolido o muro que fecha-
va o convento do Desterro pelo lado da ra que
communca o largo do mesmo nome com a ladeira
da Prata, para sr substituido por outro, dand. a
ru.i ronveni-nte largura.
O Ierren do convento est cima do nivel da
ra cerca de li palmos, e teve de ser corlado para
a abertura do fossu necessario factura do alicer-
ce sohn o pial deve assentar a nova muralha.
O fosso eslava quasi completo, com dez pal-
mos mais ou menos de profiindidario, e prestes a
recebar o alicerce. Dentro delle estavam hontom
ao meio dia varias Irabalhadores a liinpar osr;--
los de trra sola, qnando desmornou se, jnt.io
ao ngulo do muro, em frente da casa do .-.r cs-
en>bargador Almeida Couto, urna poreao da torra
3ue Oeava a cavalleiro, corlada a pruno, cimn ia
issemos, e sobre cuja beirada nvih estendiUa
urna carnada de podras.
D is irabaibadores que se aehavam dentro do
fosso dous ficaram sepultados debaixo Ja t rra ca-
bida : acudiudo logo todo o pessoal das obras,
conseguiram tirar cora vida, porm, milito mal-
tratado, o africano Matheus, que, segundo consta
se havia alfornado ha nn 6 meses, e apenas hon-
trra imlia entrado para aquelle servico, e morio
o africano Ado, eseravo do Sr. Antonio Jcs Pa-
checo, ijue ha muito tempe procurava ahignlo
naquelle servico, para o qual o infeliz s na ves-
pera havia sido admitndo
O Sr. Dr. chefc de polica mandou logo con-
iuzir para o hospital de Caridnde as victimas para
se proceder a corpo de delicio, e rereber o ferido
ips soccorros do que presisava, o ordenou ao Dr.
delegado do 1 distrcto que se drigisse ao lugar,
a!lm de fazer as diligencias em taes casos necessa-
rias.
O Sr. Dr. Joaquim de Azevedo Monteiro, ititz
da provedor.a e substituto da vara de orphao-
suspeudeu ante hoatem da cuiadoria de ausentes n
Sr. Dr. Francisco Marqies dos Santos.
No dia 21 de julho cncalhou a E. N. E. da
barra de Alcobaca, ao sul da provincia, a barca
ingleza Prest-n, cominandanle W. G. William,
procedente de Liverpool, em viagem para a Cal -
fornia, com carga geral.
Trata-se de salvar as mercadorias, e acautel-
lar os interesses da fazeuda.
Sob o titulo Monstro, d O Popular de Santo
Amaro, a segrate noticia :
Em dias da semana passada no arraial do ila-
curi, urna crioula por nome Julia, deu luz um
feto de 8 mezes, que tinha a cabera, m is e p> de
macaco, nao se podeado distinguir o sexo por ser
completamente desprovdo dos orgos caracteristi
eos: apenas no lugar correspondente ao anus
aprsenla va um orificio. Esse monstro, digno sem
duvida de figurar em um moseu, nasetm morto.
Hontem (i) reuniram-se em assemblea geral
os accionistas da Companhia Commercial de Segu-
ros Martimos, e approvaram os rclaiorios da dt-
receo eda eommissao de exames de contas.
Foram eleitos :
Directores. Os Srs. Lino Porfirio da Silva.
Jos da Cunha Marclim e Fernando Pereira da
Cunha.
^ Supplentes. Os Srs. Joajnim Luiz Ferreira
Santos, Jos de Souza Leo e Domingos Moreira
Dias Bastos.
Commissao de contas. Os Srs. Arnaldo Lojies
da Silva Lima, commendador Francisco Teixeira
Ribeiro e .Manuel Luiz de t'.arv iIIm.
Mesa.Presidente, Dr. Francisco Jos da Ro-
cha.
Vicepresidente, commendador Jos Lopes da
Silva Lima.
Secretarios: osJSrs- Antonio Barbosa de An-
drade cJoaquim Fernandos Ribeiro.
.1 A'sAhoras da madrugada do dia 3 do cor-
rente, fallecen repentinamente a bordo da cscOna
Anna o eapito da roesma, Manoel Rodrigues J-
nior, que Iwvia chegado este porto no dia 2, as
10 oras da noule.
Feitos os necessarios exames pelo inspector da
Miide, Dr. (aulo Malta, reronheceu c?te ter sid'i
a morte resultado de apoplexia fulminante.
A alfandega rendeu no inez de julho.....
693:736*0711.
O cambio rcgtilava sobre Londres 25 4/2 a
2o 5/8 d.
ALAOOAS.
Anda nao linha podido ser insultada tis-
sembla provincial, por falta de numero legal d<
dputados.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Autoridades pollciaes. Por porWria
da presidencia da provincia, 'de' 8 do correnw.'fo
ram momeados sabdelogado, l'e 3 snpplente9'do
'2o distrioto dr) termo de Serinhera -Joao ACeloli
Wandc-rley, Jos Joaqinin da tinha Xirneiles.tiae-
Uno Fernandes de Hollanda e Souza.
Meeeliedoria de rendas grrues -
Por niiiara da presid-ncia daprovhcia, d7do
correte, foi nomodn rratvriseo Honorio Bedrra
de Menezes cobrador da recebednria de rendas'in-
iartm, em substituido de Auto io Jes Mauricio-,
qenao feitou 'nntn'eelo
Honrosa maUffetfla^i^o. Os dignes 1-
Blntres a*enhetro* enWrrWSd* do assenfameD-
narinhe, une deve ligar o sl Rom
o norto'*) hnn^o.eit'eotn t Entope'o'mun-
Vlmeiro, oVsejanlo te^w#n1ttr M 'Rxm'." . eewmendador HedrMneTptWra e Lucens.es'fcle-
Mtos em lt tfiofRmio, Waduzldosno grMde uxrlio que S.lxc.
tem prestado figiMe empresa, que vem -atirir
nevo^4nHsonte#ae''IW; f*riflaram \ Ixc
pftft W m*pt *tim Wttor'tHdper tofo
sfcima o cabo teJeftapliieo, e eqeraraWTreeeber
S. Exc, com a proverbial galhardia brilanniea,
*F-
tiBKk
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i^ISBSTOTto.---
Diario de Pcntotttoa*- $ttb*M> fr d^^dm^^PIt^1
-""~ ,_~~ -S7" ~- ........------ -------^.____
3 *
no dia 3 do crrante.
* s- Ejw-i eO*c4iiuMiWSTaB"3W "Se- ..alirijfi na
da Itera aprazadu; mas infelizmente nao pudo
chegar at o vapor|Br*ie HM| nmoi o mar,
cajas furias H'-sHAi AI bal ^sombrada
Mallogrado cs>e pft#67(!WWniyBflttcia!iioi,
nio se desvanecern! todava! s nonres d
irtfifas,

-.:


lasire administrador a provincia, novlente con,-
* vidaram ,i S. Kx-'. para um Jauta r, que devia rea-
lisar-s na Caxang.
K#ta festa teve lugar cmt,,#*&} :t-IwiiUh.
jad,) S Kxe. o Sr. cdifiiMada&gLuiii^do Ro-
eife par a C;ixufii*nMc|Fd^9l te l|
horas da tarde, e lavando em su; qoaipanja
commaS^'ffi?flqo1^. twftffcl:
No hotel do Caxang aefl!rvaWS>rvda com pro-
fusile e delicadeza uini ^rairtt* Mesa* para >9 ta-
Hieres- em tdliWViassa mes fouaram ffcsanM
' utros tantos conviva-!, comeramlo o jant-ir k* 6 o
. 1|2 horas da tarda. M
Durante o se#iA ij* te lxflla|L rafou a
tiiais doce o frafcmfil lardikliidcf dlstEgutt -s
es autores da festa pela sua aniabilidado o corte-
zia.
Milito a btliusiasticus brinde.) foraai mitos
empresa do catM transatlntico, os'safts engenlici-
ros e emproteiros, s raariahas brailolit o mgle-
za, aosexoreitos brtsiteiro e inglez, ao coramercio
^inglez a varias das pessoa* presente, sendo que
< ainegaftm elfcs- pele ama dirigi o Sr. major. Weed
ao Eta. Sr. presdame da. provincia, e acalmara-
Eelo duplica brindo de honra : do Bxm Sr. B-r.
ueerts a Sua Magesta a Riinha Victoria, e do
Sr. majar WoodflWuaJtfagesBdoLO fayera-ter da
A fe.ti fai eijefcxa 8 ea horas da lauto,
rctirando-se osla! vira* en trem expieaeo que
parti da Caxang para o Recite s 9 horas.
% Essa bulla fasta faj umi honrosa mani festaca q
dos sentiuetftos dos dlgnis encSrregad ai do tete-
graplin transatlntico para com a Exra. Sr. cora
nien ladador Lacena, e serv ai mismo totopo co
mo para marcar o comeen das trbateos da porten-
tosa empresa, i|ue so iiieiimm>de Hgar por meio de
um lio os dous hi'misphi'rios do globo, pondo em
coramieaca a Amoricado Sul com a Europa.
Kjtpreiu tribunal de juslit/a. Na
m sessao de :| de julho foi julgada a :
Revista rommemal n. 8,311.Reconcilie, Joa-
quim Ja Silva Costa ; recorrido, Joo Rodrigue?
Cord aro. Jaizes, relator, o Sr. Cauto e revisores,
. Sis. Vflijra o baro de Montserrat.Relatado o
f ilo, or nogada a revista unnimemente.
- Na MMao do ii> houvon seguinte :
O Sr. censelheiro Veiga exooz os fundainen-
I -S (l.l
Revita civel n. 8.3G>.-Ro:orrente, a cmara
Municipal da ciilade da Fortaleza, no Cear; re-
L-orridiw I). Juana i Marcellina Sampaio e Tarcelli
Maiv iliai >aui|)aio.Feila a exposieao, passou os
autos ati Sr. con- O Sr. cmellieir) Mariani oxpoz os fundamen-
t.sda
- Revista rmnmereial n. 8,3H.Rocorrente, n
Kmm da Jrasii; roeairids Teiiiia.
Paita a tpoHpio, passou ao Sr. conselliciro Si-
Illcj.-S.
O Sr. cotiseHiciro Cerqneira Leite expoz os fun-
llamemos da
Revi-ti c i-.nmercial n. 8,370.Recarrentes, Se-
voriano liibeira da Cunlia -Se Irmaa; re^.irrides, o
unidor Iwcal da ai;i|s fallil do Marqnes, Rar-
i'"S cV C, e depais mas-a.
Feila a exposicao, passou a) Sr. conselheiro
II lili isa.
- laiiura temporariu AiVocfio.orgaodo
partido c inservador na corte, referiud.i-se talar-
jiellaeio que, a :tl da passado, fez o Sr. depulada
Silvera Martiu* aa uunialerio, propoeit da ques-
ii > religiosa, assim se exprimi, sob o titulo^
'i de luje : I
A sessaa de Uajo da cunara temporaria foi
urna das 11139 UWprttole da actual legisla-
lura.
Des..le a har do expediente todas os lugares
destinados ao publico rcgargitavan de especia-
dores.
Mais a iaipacieiiei.i. Dovia ser .li-cutida urna interpel-
lacao dirigida por uin hanrada meaibro da opa m-
rio liberal, ao lencrayel Sr. presidente da canse-
(no, a essa iuterpcllagao varsava sobra grave as-
sumpto que taca a todos os grandes iuleress.'.s da
eie i 11' brasileira.
[: urna feie.lj caracterstica das qoestSaa re-
.0 o; in-
!e sua ae-
luuftcs. X.u'e
! 5oj
iAiiuguiMuiaarfll.i ama ve a resoluta iutoa-
caogovernaneatal de cumplir eJazer cumprir a*
leis, o Sr. presidente do cooselhb toca a um grande
numerd quastes susciiadas pelo orad'* preceJcu-'
!<. exprime sobr cada urna as ideas e as xjstas
dosaisttiictotiflricamjjado.aotolegraplsubiu-, do gabtaeto-quo, nao ditifawando neniuma das
rinho>(quo, gratos aos bbseaulos rocebiJos do il- fuas respoosahiUdAde-, safWia delxar o-' podar


raario jinto Wjps, 1^ Macado, e Do Sr. deseml^rgadar Accio i'Xn d^^r-
CBdo ,.^praiarocido o ;vs. ^uppleoie? Joia Ferreira Rallar, appellados os adnitau
ligiosas que a niugueai sao ellas indilfeientes. A
que d is ltimos G mezas agita a noisa sociedade,
nao pa lia escapar esta re0-ra gcral. A tribuna,
a iiirpretisa, os ootniciua populares, todas estes
tu dos de m inifestacd de p nialueatO, assaciaram-
"Se asua inpiietac.io do espirito piblt :-> que, n
i.i mienta que,avoro;a todos uetbBisileiros desde
o oais altamente collocad I at dospreteitcioso habitanto dos c.i pas.
Siw) cooheJidos os ullinus fados que. altera-
rain a face primitiva .11 qu ta i religiosa. Apoia-,
da ni fir.vi iiiumI da cliefe iliustre da iniindi ea-
t iliaco, o hispa di diacoso de liiida nao Juviilai
tirar argumonla dasletlras ap islalicas que reca-
bara da Sania S'-. para oppor formal resistencia ao
ta do p i,ier civil que, sob consulta da cansa-
da lelil, resilvera dar pravaienta ao reeur-
s mterposto para a sua iu|uesti,mala auturidado
par una das irman lides interdictas.
'< Diante desia nava diillcnldaJa de naturesa
excepcional, unue.i m.uiifestaJa peranie tm go-
vern i) di lirasil, natural |iie a mus grave preae-
cupaeii laiba invalido o espirito publico.
<( So p ir um lado a trainjuillisa a justa confian-
za i io lli inspira u govero siueeraaiento pa-
iri itica, a graviJade da questai o imprassi m i por
outrolado ajusto titulo.
A* esta iaipa-ieneia nao foi estranho o" Sr. Sil-
veira Martins: tul foi u seatiaieuto gtfcl sexira-
inenta Iba aietoa a interpell.i^io que, com urna
linguagom inderada u e.u nais Je uai ponto coiu
levaba i d islas, acaba de justilicar n> momen-
to em uuc asersvem >s.
# ( Prote-tandii entrar na discussao, como em um
terreno neutra paixaes poltica', o Sr.$ifveira
Martm-x es/ofci'iU se par niaaler .i iseneia de es-
piril i Iu l'i" mbnua o assumpto.
D.'scavalvenJa e >ai u.ai I lavavel franque/.a
i sai pen-amento, S. Exc. declarou nao ver id r-
gimen actual d. lussa ogis^ac.lo mediJis a.lipii-
das a conjurar arriso o a faz ;r respatar as aitn-
liuipoesc >n-ttucioiaiHnairelaciies dos dais poderes
que, neste iiiaienta-e|p r urna estranha aberraclo
da ordeirt natural das cou cauflcTo.
i'ua Mica Slijcjo parece ao Sr. Silvera
' Martins predestin ida a re-i!ver as didhuldades
do presente o a acaulellar as do futura : -aa
limar a separa.-.aa da igreja o do estado, le-
van! ir urna barreira entro as duas (urisdicc^es
que Ibes tornara imppssivol toda o raracto, toda
a i 11 > h*0a a (teshurmama. i
O estala da piestao leligiosa paroive ao \m-
tre deputa lo rio-grandense o niie iirosporaa para
."ue seDo^sa empreliender e ievar' resalutaineale
i e.'l'ato granJes rei'armas qpe, cama a do casa-
iioiiti rivil, a crea.aa das registros, o recurso das
snspeWias, i infrmala conslieiit, tendera a
quebrarftai"a dwfprovehosa influcncii da jnrisai-
-ii eeelosiaslica em actos da vida civil.
N'aa confiand i de otinu/uaa ouWai m dida, o
Sr. Silveia Martin; faz v.l-,-.- para que o Sr. presi-
dente do c inseHio, eoMoaMd i se na vanguarda das
indicadas reformas raunamais nnv titulo ao que
o fazem recommendavel ao sen pan:
Nada menos qnc toda a quetap religiosa, com
o* seus embaracos e diflculilidcs, c.,m as impa-
ciencias e a ancitdado que naturalnente sisoil,
-lentoii se u'ura moraont supranwiaanta solem-
ne ao espirito superior d i grande cidada coi
|uem o paiz tcm razio i" depositar fnnlidacs-
-ji'ramws.
i Orgao do governo c interprete de seus eleva-
da; iiHMiea, o Sr. Visco 11 i Rio Ruano m*
-trou-aa mais urna v.'z aatsa tribuna.de onde podc-
rlevacm al a altaram qu l o ad'uirami amifos e
.i lv Tarii.is.
l'Alavra.djiaoKinspiradaOoweel.a.; raovrmen-
te x,iressiyo.; allitudc, eiwulpfeirai; todas e-las
eminentes qualidadea no fazem naf rfldoradar,
reune-as o Sr. Visconde do Rio Branos- om gr
levado.
Mas ni c o orador que neste iMrnanto nos
' faz impresso, sim o 04*ft*l qeaent em sua
alma as vibxafioes doreoauiio nacianal.
rt-qu-e* mVdl'zer na^ieWrribnnJj o illu>Ire pi e-
sidente utt no
*iaraento em que a sua existencia fosse incompa-
tivel co o,os gravas ,int>eas ila orden bu-
O discurso do Sr. Visconde da Rio Branca
Bosque nopodom ser extractados sera que se
Ibes supprtma nluitas partes de merecimonio.
O paiz devo Iranqulllisar-se com as doclara-
es que hale aecenluau na Iribnaa o Si-, pief^
ente Jo cojsclhi. |p
O gabmelo de 7 il^ marco sabara manter-s*!
na altura fe sua missao.
UlnlioiroO vapor Baha troixe para :
Barao de, N.uarolh 20:00000)
A. Hyvernal 4 C. 9:000501)0
Lehiiiin Fuaes 4:000i(XK)
Jas Rodrigues do Suiua i :U00lG:ip
l'V rna ndes da Costa 4 C. i\lf30O
O vapor francez Eiymanthe levou de tossa
praea para a do Rio de Janeiro 3o:00*SO().
li:n-io l> Pf-rnamliiii-o. So chejjpr
hnje o vapor Cruzeiro i< Sul, rtfsrtribrjrr^mo
amanliiia no^so numero de segunda-eira.
Visti Bahia Veio com effefto hontem, no
vapor B'thia, da previncia da Baha, o artista
dramtica Xisto Bahia, que vom fazer parte da
companliia dramtica quetrabalha no thealroSanto
Antonio. -
Os seus companheiros d'arto e niguas satis
.illeifiados foraui recbelo a caos Vmte o deus
de ovcmbrn, acompanhados do urna banda de
msica.
Tclrgrapno submarino. Cameebft
bonirm o assenlamento do cabo telegraphico sub-
marino, que devo ligar Pernambuco epoi o Rio de
Janeiro, prenden lo-se a pona do cabo estaco
do Maje deve o vapor inglez Hoopcr, comacar a
immersao do cabo, sendo acompahado nessetra-
balho pela corveta brasileira de guerra Paraense.
IlRgrinffoIartn. O peridico Provincia
tein accqsado a tudo o a todos de incoherencia, es-
pecialmente no locante quoslao religiosa. Esas
accusa<;i>es, porem, jamis foram acompanhidas
de provas, e peccavam e peceamsempre por fal-
ta de criterio.
Knlretanto um terrivel aecusad ir agora so |q
vaniou contra a Provincia, e fulniieati-a com os
documentos que juntou ao libello aecusatorio.
Julgnem os nossos letores, ( pelo qne vahos
traasarever, c da penna de um disiincto liberal)
do conceito que merecem as opinioes da Provin-
cia ; e qualitiquom a sua culierencia, a (ligara que
papel faz esse Jornal nesta trra.
las a transrrip o : -ao irechos de um artigo do
Sr. Dr. Franklin Tavora :
V circular do hispa Vital mandando expedir
OS macos das seios das irmadades, fora datada
de 28 de dezeailiro do anno patsado.
coincidencia ) quandoo orgao liberal so expri-
mi como o loitar j vai ver. Nem o tempo era
lio diminuto que n io podesse anda o collega ter
forma lo um juizo exacto sobre a crise, elle que
to con-cientee atiiado, nem to longo que jhou-
vesse fallado o Sr. Nabuco.
Diz a Prociiuia de 48 de fevereiro, juslicando
explicando o programla liberal :
a (i garantas efteclioas da liberdnd* de coas-
'< ciencia nao -o cauiirebeudem sem iqreja livre
ai eiluib) Itere, sem nahitendencia real do poder
civel e'do poder ecclesi s/ico ; aa q a seta o-rRCOiihecimento legal de todos os cuitas
^ que avullam ou pas;am avultar no imperio,
se.npre sleos os direi os civisc polticos de todo
n o cidaJao, qualqutf que seja ,a sua crenra reli-
' giosa.
Como so v, nio m>rrem aqu de airtioaos
Ilustres collegas pelo ttalu qno, o p>r canseguiu
te pelo beneplcito. PebJ eoatrario, diz eoiiiinu.m-
da, a Provincia de 28 de fevereiro: -
Para nos, que queramos a igreja livre no es-
to i livre, a garanta efectiva da couscienca
c de tola nial io, tempre tttt % IV do art. :02
da Constituif-ao un paragrapn i p ira ser ris-
culo qnalquer que teja o vencedor ; com Um-
be.n d ver salrar pr ifanla modi/ic icSo o art.
i ."> ; co no lambeai deveni ser rsanio o 3 do
.c art. Da. >
c Diz agora a Provnola do i do correte : .
0 que digno da seculo, o que digno do
Brasil, mmter a nossa vetha Itgislac), des-
do a lei que vada o ingressa aa jesuit?, al o
i placel canstitucional.
M So no- adanlasse nos leda j, as reformas, o
ultrauaiitanisaio cantara victoria. Fui eu,
dira ello e muid) bem, a cau-a occa sas tentativas reformistas; nao sustentan! opos-
o I o os hora ais deste paiz, aliand mam as trinebei-
tas, o levantara mitras: sa i fraaoa. u
Aqu os eollegas sa todas amares pelo statu
qau, achun que essa li do art. 102 da Consti-
tuicao nao tkoe ter rltcado, nem j deve soffrer
profunda modi/kaco o art. 8* nwi lamben deve
ser meado o ^ 3 da art. ila. D fi do asverero
ao Io de agosta, o orgo de um partido serio e de
cenia, da otestomuauo da mais formal coutradic-
ea as prineip es capitaes de sua bindeira. Oh !
discurso do Sr. Nabuco! Gibantes, nos I Cobar-
de-, vos.
Mas o |ue prima na-deceucia, no acert, nc
pruftindeza, a raaio que da s Provincia do lJ de
agosto para qa; uo se alire.a partida liberal s
refir.ois. Essa razad consiste nada mais, nada
man is, n i segrate : aultramontanismo dir-se-bia
a causa das tentativas reformistas, o os homens
deste paiz incor-reriaia cora razio na pecha de
fracosl Da Sarta (ru, podondo-se, coro a adop-
co de, una, duas ou tres reformas, corlar pela
raz una crise pavorosa, como a actual : poden-
d: se evit ir uaia diutarna lucia do anua-, do 9e-
culos (porque em qnaata existir o rgimen da har-
mona entro nos, a lula lia de ser tremen la, e
sem treguas entro o estala e a igreja) dovia o
partido liberal ser to egosta e to"fatuo que nao
0canse Jtisse para que o jesuta nao tonase ojos
tin'ui da dizer qna se ni i fora elle, as reorrais se
naOfariam, oque nofracos os hornada do paiz
ijuerque e \ aicno rran
3 o de agosto cou-enle,
da |al
eomi
Les*.
P^Isao.Por criane de eapananeatu Iforara.
Tiresbs, Joao Flix da Albiiquerque e Valerio Fran-
cisca RegU.apdtslJictde "'
Cbmo np ^fflke
chronica do seu u. 91 de .
sob a titulo do C<*0ii/^,flperiadioaom-
nia, noticiando que a sociedad Unido Catholira
dirigir urna feliritar.o aos sen >d tres e amatados
qm tomaram a defeca da idea* e pianos dos bis-
^m tivergiiii n%Mss UtaOo iivti.' esei-oven' s
seguintes memoraveis palavras :
f K congratulacao infelizmente assifnada por
t ttin grande numoro de pessoas, por muitos ami-
gas 'intimes do Br. Lacen* $ at por emme-
nados di tUrelafi*, *f prfai(/4cia. t
Estamos di lado dlqnoMes une combaten, V
doutrinas da supremaca da igreja sobre o esta-
da ; mas nem por isso levamos si aossa "lula at
pretender que a autoridade juperior imponha,sra
os
. te a autoridade raperior lmponha,i
tal assumpto, asa sou suballemos ta iaortsa d
seusiactos. r.rri a
Estava isto reservado a um org3o de publici-
datle que se diz liberal, a o que mais cabeca
dessa escola p?Itiea em Pernambuco.
No tom e as'palavrs-amigos do Sr. Lucenn'e
at empregados da secretaria da presidencia -,
maaintemente ha urna ooiVHira ; mas Curca cou-
Tessar que taes tonsuras. loBge molstarem,
pelo contrario, exaliam hojuelas a quem *o diri-
gida^.
Sem duvida a Pracimin, tiuereria que, como
x outros timpis, a .prosiii^nciaioipozesse aos seus
amigos e aos aipgada da lcrtar dSracco
que deviaui ter as suas vistas polticas e religiosas.
Esse sysiema felizmeuJ.ti,.porm j nao vigora ;
e a Exm. Sr. Dr. tucena, deixanda plena liberda-
de aos seus amigos caos e-npregarfos de sua se-
cretaria, d oroiva> iKjcntestaval do-sc espirito
reato e jusiicer'o.
O facto de ser empregada publico nio poe nin-
guera na contingencia de auscultar o coraco do
governn para palpitar com sa suas paipitacos.
Seassim pensa a Provincia, aguarde sua re-
daceo a sua vez de governar, para obrar como
pensa e como j ohrou ; mas 80 rtenos dexe que
nutras, melhor aconsebados, sigam a doulrina
que mais se casa i-oin a liberdado.
Gaaeta juriilLea.Acaba de chegar o nu-
mero, de 20 de julho doste importante jornal, con-
tend) :
Gaze'.ajnriiiCt: O modo absoluto pelo qual
a aossa le cimstitae o Jurado, nina insigne aber-
rac-lo das gorafctias que elige o interesse de una
boa Justina.
Jttrisdicfio civil :{, io-tituico de capella so
se d com a clausula expressa de inalicnabilidade
e quola ce'la e determinada ; *>, instiinic-ao d'al-
ma por herdeira nao so d queud-i a veria testa*
mentara encerra dous legados a titulo universal;
3', apatices nio sao bens inalienaveis. Penhora
em predio neiihania, sem eilae.lo para a acca^
o execuco dos adjudicatarios do uiesuio. Libur-
dade, par accordo anterior nter alios, nao pode
ser negada, quando conferida a quanlia em que
foi avahada. Nuilidades existentes em caOCUaco
veriiica la, nao podara ser decretadas, quando nao.
allegadas petas parios. Itevogaoo oa.-eionda das
parlaban enlra herdeiros na so concedo, trulaa--
do-se de preferencia a um ou oulro dos boas do
casal e nao de leso.
Jnritdicco cMune/cial: 1", ca.oaii-so mer-
cantil provada d quabdaih; decredordedmainio;
v, socio que foi, em noaia eollectivo, de linna so-
cial, emh ira dissolvida, nao pode ser crelor :
devador salidariauente respaasavel com a massa
fallida aos crodores delta. Contrato convencido
de dala, frauda ou simulaca nao d ao credar, em
falleucia privilegia abjura a respello da classilica-
cbyrogra-
ri..iida o approvada a acta da sessaVQe U
dejulao proxuno paisado.
EXFEDIRNTE.
Olido do presidenta a atetara da junta dos
corretoros, remaUoado o balen i a das colacoes
(aiclaes-aa semana de 8 de julho prximo uassa-
do a do correiiti\-jUiltf-MH ik-ar.
Dito, declarando o mttr'da* tranaccSes fe-
aK "dar.t^ttti +f*>
JoF-pacs fflcHies de n<. m, ta* ,470.r-,aiva
o archive.. (
Lvjo. da,.registro da corrospndencia offlcial
.egularmeote escriptBrada at on. H7.
Dwtribui#Hi-seo*jjegiiiniB3 h>s :
Cflpiadof de Lujz uprali o diario do Manat
JoarjjiiMN d* Fmios, ; .,, .
. MSPAiaoa
nequerimcnlos :
d Joaquim Antonio deiAt^J0,4;tV dolaran-
do que o socio gdfleBi.Ua.sua casa canmercial,
tenda assiimido a-g^oecM, o uioswu por ler re-
gressada-da Europa, pea> que fique sem fferto
a, pracurafeyaiivtiada r secrtarktKbta:tritai>
nal.-l-Coiiio requerem.
Bliofii
Franca"
tradores da
JIIHIIIATV.
O Exm. Sr. emnulbelrn presidente deu prvj-
(nAo ao aggTavii inierposto de juizo especial d.
comnivrio, enseriarles :
Afgravamc Francisco Rodrigues dos Sanios, ap-
graifeido Jos Goncalvos da Cruz.
EncerrYm-se a sesso 1 liara da tarde
tablo-llie i |daiiy.s <
inturifcses politu iij|Iu.- me
do bmentaveis conseque^cks ^a* um. en
-,,-fl la.ei, |iara o,qua| DaoBodcra haYar.oulr.i >
mia. i.'ue na seja o stygma severo d execra-
V is, scnbores- JitowntWtoit'Hic erro
fala aos crediios NFffl?**!} 'VWms confes-
sas <\i cnornw aitPirtad.1 c 1Z~M Toros fiSM"

POLTICA
IMKII1M i tfASltl AIIS
O que-wmvinha 114 ; o me pnali sW dHo ; o
que daviae-Ics S Exc. soube ditelo n.ni a mais
n-ihre-raafjuea/ iurdidas to* todas a - Se(a-tavei;a^d iaaluvel A10wLaa--niligir(
sa. >ea>a,wgi enegte qae se ratoiapan(< UM Birn
niezasd* fe, ha-bimbeu'Riifna pira na>araor da^airie.
a Xe.n as leis sao ine'B- Asasaa i todt
Oa! raza da funda o vasta poltica, j-azao nunp.
lembrada ais miis amstralos e idneos publicis-
tas, (pie, ao contrario, ac uitelham, cornija vimo>
que se aprovcitem at as jorcas disidentes em fa-
vor da* iias da actttalldade, comtauto que sejam
ellas realizadas psatisfeita a opiaio publica.
a Ol I cotitciencia, n-flexao, patriotismo, ausen-
cia absoluta de .especalacji, da Provincia do l
de agosto dianle da Provincia de 28 de fevereiro I
t Fallemos serio.
t o discursa do Sr. Nabuco veio por o partido
liberal em talas, mxime nosla provincia onde elle
trouxera valiosos subsidios (diga-se a verdade) pa-
ra a revolu.aa religiosa que as preoecupa, e at
fermento para a massa.
* la eiticoiro, atirado e chaminejthte o orgio
do pnrtido em Peanambnca. O 3r. .Vabucu-falloJJ
foi ana na fervura.
iE ei lo ahi anata na mais eqitivoM, e^querda
e liumilhanta das posiosasl Har i pos?oe> a que
melhor se chaiiiiirtsntqiostes.
Quem bantem prolnzia artigjs de' ccmtterio
ingUz, de ciz do pairojuiA agora se desdizendo,
demolindo o que cu-tasamenlo construa anda na
y io a gradaacaa de eu crdito :
p ha ro.
Jansdiccit) criminal: Aceusaco promovida
por promotor suspeito e julgamento (cito par juiz
igualmente su-peiio.so millos.
H beas-corpiu : -Nao so coucede aos que est a
ali-lidos como pravas dos corpapaaciaes; e o
presidente de provincia que assm faz maular a
disposioao da le, nao iucorre em crime de respon-
sabilidade.
Doulrina :Direito civil. Prava de filiac.ia na
tural. Lei n. 4'j.J de de setembro de 18.7 (con-
tinttaeo da pag. 223).
Difeito criminal: Cinminstancias aggravan'es
c attenttantes. Cdigo criminal, aris. tu, 17, 18,
i'J c 20.
Agqravos : i*, ntollgencia do art. 86i da c-
digo do coramercio ; 2, venda do activo e passivo
da massa fallida nao lieuidada.
Lotera. A que se acha venda 6 a 63.*, a
beneficie da irmandado do Senhor dos Passos do
Carpo Santo, a qual corre no da 14.
Casa It; letenuUu. .Moviineiito do di.
7 de agosta de 1873:
Existiam presos 3li, cnlrarain 3, sabiram 8,
existem 3 i 2.
A saber :
Nacionaes -244, mulheres 7, eatraageiros 40,
e-ciavos 43, escravas 8.Total 342.
Alimentados a rusta dos cofres pblicos 288.
Movimento da enfermara do da 7 de agosta
de 1873:
Tiveram baixa:
Jos RuQno Pereira, febre.
Mi noel CicWnlB il Nascimonto, febre.
Teve alia :
Joaquim Geraldo dos Santos.
Pas*a;reiros. -Viudos dos partos do sul
no paquete nacional tiihin l
Caeano da Silva Azevedo. Jounes Gordon Ede-
mund, II. L. Rasa, tenente Perpetuo T. Martins,
caramendador Antonio G. Netto, Henriqne B. de
Oliveita Jnior, Dr. Custodio M. da Silva Giiima-
rjes Jnior, Antonio A. de C. Veras, *> cadete A.
F. de Lima, [" ex-cadete Augusto R. Zang, 14 sen-
tenciados, l'J pracas, Joa mira R. Barbosa, Fran
ciseo I), de Castro, Francisco F. Dias, Theodoro
J Xisto ite P. Bahia, sua mulher e3 criados, Joao
Joaquim M. da Rocha, Dr. Americo B. Moreira de
AJmeda, Joao F. da Silva, Damio, Braulio da-
Santos Luna, s a seahora a 1 ftlbo, Patricio da
Costa, Tliamaz, Roberto N. Camitaa, sua mulliere
i lilh is, Aiitmiu H.-H. Cardeiro, D. Mari E. d
i,. Azevedo, Leopoldina F. de Albuqucrque. Jas
Antaaie do Oliveifa, major Mahoei L de Miranda,
Joaquim ai A. Maia, engenheiro Ricarda de
Oarvalho, Dr. Luiz do Azevedo. vhjaro Ja-j I.aiz
da Silva Reis, Joaquim Jos Ferreira, Carlos Jos
de Castro, Joaquim J. F. de Andrido Nordeste,
Antonia M. da Encarnacit, Dr. ) sua mulher e um Til io, Mano*! 1. dos Santos, 0;-
taviano Jos de Paiva, Paula M. da Cuncoieo, Dr.
Joaquim de P. P. Laeerda, ttnente Luiz R. Mnn-
teiro, Dr. Manoel T. da Silva,. Augusto V. Teixeira,
Carlos Soaeiner, Jos .Vi. G. Lero, sua mulher e 4
Mos, L dos Santos Fausto M. de Oliveira Lima,
alteres Antonio 1!. da Cunta, Antonio N. Tolenlino
Io tente Tbeoloaio C. C. d,e CarvalUo, Jos Joa-
quii Carnicero, desembargado!' Joo de C. F. Vie-
ra, Jos Vieira, 18 prasa* e 1 osarava a entre-
gar.
nECIKE, 9 Dt AGOSTO DE 1873.
O Hiisj juatilieam oh iiicoi.
A altltude qne assnmio a imprensa opposicianis-
ta,! aesta provincia, depois (Ja administrarlo do
Esm. Sr commendador Henriqne Pereira de Lu
cena, revela a confusio em que vive o partido li-
beral, e qne sem nma estrella que o dirija, perde-
se cas travas da noute moral qne o envolve.
Letenlodas moa a mais ratos o quanio tem pn-
Ijlicado aquella miprensa. e respondam, se nao
passam os sous escriptos da puras declamaces, o
fie HTguei LnR Sotrgpy.'pVdlndo prrmisso para *e teemonira nfericao inie nao seia a da lingna-
escnplurar nos livros que sVrvlrn|rt' "a firma Silva gem intollerane o violenta que os reveste.
& SaiigeyXa forma requerida: Pan tirar de tado partido contra a administra-
a Antonio JJaJum de Vtocojic6h'i>s, :cbmmer rae, ouiroaao tem sido at boje o expediente adap-
tado pela propaganda do liberalismo, seno rtVvir-
tnr sempre os fados o mvstilk-ar as circumsian-
ciasi.
Atraesaia desleal se le ostentado, aecusando
e pTolligando o poder por nquillo qnidevespora
aconsclha e insma.
Anda sfia a grita, quasi unanim-i da imprensa
liberal pela publicacao de um breve da santa s,
n.1o placitado, em um dos peridicos, que tem
circulacto na provincia, do mesma modo qiie con-
lima a ouvir-se o ncessante bradar dos falsos
pregoeiros das preregalivas da soberana nacional
pela .desobediencia da autoridade ecclesiastica i
decisno do governo imperial, proferida no recurso
que para este interpot a irni.indade d Sntissimo
Sacramento da matriz da Santo Antonio.
Entretanto, mais tarde, e quando menas espera-
va-se, os mesmoa agitadores, deixando cabir as
mascaras.apresenlam-se tas quaes sao, e, com o
mesma criterio cora que fulminavam o proe.di-
mento da autoridade ecclesiaslea. acensara e coq-
demnam o presidente da provincia, por so liaver
dirigido ao procurador da cora, suberaiiia o fa-
zanda nacional, aconselhando-lho a iaternosicao de
nm recurso legtimo pela iuvaso do poder espiri-
tual ; e por ler mais tarde oflkiado ao promotor
publico desta cidade, ordenando-lhe que procedes-
se contra todos quantos attentassem contra o jul-
gado, e reluctassem em obedecer senlenea ou
.mandado do juiz de capellas, que acabava de de-
cretar o levanlainento da interdcQiora que havia
incarrido a irmandade recrreme.
Nesse acto da autoridade superior nao encherga-
ram os seus adversarios, senio urna grave insinna-
cao, a que nio deviara obedecer aquclles dlgno3
tunceion.irios.
A insidia da imprensa da bppOBtcdd nesse ponto,
e em quoslao lo momentosa, qual a que hoja pre-
oecupa todo o paiz, suggere sem duvida as mah
graves consideraeo:s, e proporciona a lodos a vez
l vos-
cianle nrjtneulada, neding moratoria por nm,
dous e rresartMb?; pafa" poder pagar ntegrafmente
aos seus pretfires.-Send) home.iilo o Sr. S Lei
o seeretano akoc por lumedimento anterior-
menle declarado do* Sr. secretario tilinte Bnstos,
foi profer Jo o seguinte despcbo .- t Antoatfa
pelo amannense bacharel Luir, orh-igues Vinares,
designado para esrnvo deste processo, o tribunal
nomea os credores Silva Cascao e Manoel da
Silva Maia, afim de vcnlicarem a fexaclidio do ba-
taneo apreseptado vista dos papis e livros Uo
iui|ieiriite dos lrmos do art. 899 do cdigo
comaiercial, e manda que so expeca a urden db
que trata o referido artigo ao r. juiz de direito
cspccKtl do'coramercio para preceder s diligen-
cias de .pie faz menead o artigo a que se allude.
Jo Andr Blaaro, para certificar. nao registrada a numearito de'sed'eaNero Ma-
noel Materno da Silva." CertifJquc-sp o qm
constar, i
Do Joaquim Innaccncip. do Espirite Santo, tana
bem para cerlficar-se-lhe so* .i regis'tmda a na-
meac.io de seu caixeiro Mannei CelesBa uo Espi-
rite Sanio. Como pede.
Di! Jone Luiz de Mello, igualmente para dar-se-
Ihe par certido quaes sao os. laus caixaros no-
meadas. Sim.
Da Carvallio Nog'ueira & C., pedinda igual cer-
tnla i.Na forma pedida. .
Do Alfredo Garca seus eaxeiros uameados. -lorao.pedera.
Da Jos Antonio de. Macado Lapes, solicitando
certido da nomeaco de seu caixeiro Lhvlolplio
Luiz sipgey. -CeHlllqn-:-so q que constar.
Do Antonio lia), trazaido'a nmeacao de seu
caixeiro Francisco Gantes Martins, para ser rois-
traa. -Regstrese.
De Fran. seo da Silva Bfe-Vlka, offerecendo a
nomeaco de caixeiro que deu a Jos da Silva
n oH' ali,n dl'sor registrad i. -Deferida.
De Valdfljno Ribeiro da Silva, sujeitando a re-
gistro a nomeaco de seu cai eiro J.o Manoel
.Nepdinuceno.-Seja registrada a nomeaco ntt
re
vespera. Qttal a vossa caisciencla,vs que nos
charaasles inconscientes ? Inconscientes, vos f ci-
tadores balafas de Mantalembert a cada cauto, s-
menle por citar, agora o vemos.
femolidores, nos! Demolidores; vos, derao-
lidores do proprio edificio que cmnosco cons-
truisttH.
Oh I aspiracoes ou antes presumpcies de- su-
bir! ID samas no*1 o* eipxul;d>ret\ V,Vs, lm,
est demonstrada, especulis com a bandetr* gran-
diosa qoe na sabis manler sem a desairar.'
t Admira, apezir disso, que a mesma penna se
preste a lio ngijato m:er,
ILi d tu.te aliste isisero glbbo trm^uea.
< Recita, 'i de agaua-da 1873.
O qua ah fio eamclorisa perfeitaoonte a Pro*
vinti i, o nem so qu-r Iba deixa,enjarcias para
rastulegar.
O golpe foi dado com mi de meslre,,e,! a qne
imatei. oor quem contare bem aa. nrsnhas da
Provincia, e al s ao piMo serta All do suspeito.
Q_)e delingrotada par* a t^ifciat I
ancipayo*if<^i'avOsPor da-
Cr-iuitoiio pulien- Obituario do da 6
de agosto :
Antonia, pardo, fnuiihuco, 8 dias. ta-Vis-
ta ; espasmo. "n'| Tartra
Lilz Jos Marques, preto, Baha, 35 annos, ca-
sada, SJosa; hepMiitfagmti. / r
Mjwii, Winra, l%rnlnftutA), 2 dfee, Bba Via;
convulsoes. jJt, L f.
" Jos Corroa Peres, pardo, Prnambuc. 2Lan-
nw, soller.\ amo Antcnib} talgrcul^ pulir, --
n.iro-.
lbericio da presidencia di provincia, de 7. fio
irrnle, fo Mnoregd.i por awie'/iin metrupnzo
insudado para os senhores de escravos aprsenla,-
remirma relaaa ile-tw, aIIm de sefem,classiiiia-
d;s de coufofinidade Cout o art. 27 dregulain*.,
'swtnat cte swi
clatafco darespectiva-jutU,^,ecao competen-
te putblicada
1 fmti- SKyS **rt*>da^, reiigiesa de S. SeKraar; ua vaOtTOTO1
*^0*" Mftiti(ei-i'i WPV.^Sft'e
Qr iO-Bvangelko o Revi, vigato da raguazia-1 KttAnctsco
pelo snpplicame, qnc disse, mas naa provou ser
Brasileira o caixeiro Horneado.
i>e Sotiza & Guimarae-, requerenda o registro
da no;nea;a le caixeiro cancedida a Joo GoncaJ
ves da Obveira Jnior e Fernando Magalhcs'da
silva Proceda-so ao registro requerido.
Do Urbano Nunes Ma.aiaJo Aiunes, para ordo-
nar-si' o registro da nomeaead, qne Junta 8e seu;
eatxiros Amphilociilo Chinaco Forreira e Souza e
Manoel Hortencio da Fonceca.Na forma re-pie-
nda, nao rendo, porm, o suplicante nrovado
seren Bras|eihisj cetiu aHeg, as caixeiros no-
meados.
De Francisco Lacosle, para qoe se admita :i
gistra a nomeaca de sea caixeiro Francisco
Jase da Costa.Adinlta-se a registro a nomeaco
apresenta.la pelo supplieante, que provou ser bra-
sileira o caixeiro noineado.
De Domingos Bezerra do Oliveira. a|iresentando
sua tioini.acao di caixeiro da companbia do Cear
Gm Lmiitel, afim de regisirar-se. -Registre- nomeaco junta, nao esiaiido, porm, provado ser
o supjiicanto brasiloim, coma allega
De Joo Alvos de Oliveira, pedndo o registro da
iiomeaca. de seu caixeiro Joao Manoel Piulo Cha-
ves. taca-se o registra pedida, nao tendo, porm,
O supplieante provao a allegada nacionalidade do
caixeiro nomeado.
De Joaquim de Pontea Marnbo, dem da de
Benjamn Goncalves Rodrigues Franca. -Roistre-
se a nomeaco jaula pelo supplieaule, que ne-
iihuiiia prova apresentou quanto a declarada na-
cionalidade do caxeira nomeado.
De Ladislao Rodolplm de Arauju Cesar, idem da
Coulinlio. Dererido, nao leudo o supplieante
provado a allegada nacionalidade dos caixeiros no-
meados.
De Francisco Xavier dos Santos, idem da de
Jos Luiz do .-onza.Rosad... -Como requer c sup
pilcante, que nao provou ser brasileira, conforme
ilecl. ra, o caixeiro nomeado.
De Joaquim Jas da Silva Guimaraes e Antonio
Marlius Moreira, para mandara archivar o dis
trato junto. -Vi.ta ao Sr. desombargador fiscal.
Da eaipreza das obras e capalazia da alfandega
oes provincia, pedrada a registro da reforma do
contrate calibrado com o governo. -Vista ao Sr.
aesetnbargadnr fiscal.
Informa.o da secretaria, requintando um so-
gimao exemplar do distrato da linna Silva Maia
& L,., para pojer ler lugar o sou registro.-Pro-
cedo a duvida da secretaria.
COM O PAIUCEB FISCAL.
Requer aeptua:
De Tito Antonio da Baca, matricula de com-
inji-cimic^-Novameiite aliada por falta de tnfar-
macoes.
a Antonio Valentim da Silva Barroca, registro
do contrate da firma Pernambuco, Barroca & C-
Diga a secretaria.
N. la irais fiavcnib a despachar, S. Exc. o Sr.
consfclbeira prcsiJenlc eneerrou a sesso ao meio
da.
__________m_
98 SAO JUDICIARIA EM 7 DE AGOSTO
DE 1873.
l>nESI0F:.NCIA DO KXM. Sil. CI.N-SEMIKIRO A.\S"I.1I0
FnAKQUCO PKIIETTI.
Secretario interino, o oflicial Torres.
Ao meio dta e 20 minutas, reunidos os Srs. es*
embarradores Silva Guimaraes Rea e Silva e Ac
dali. os Srs. depulados Unto asios. e Lojies Ma-
cltailii e os Srs. supjnls S Leijio e Guerra,
S. Exc. o Sr. eonselfiiro
sessaaw-.<"*. mhmm
I'ai lida e approvada a
corente.
de bases, rcdazhft triwltJJHn Oaal
asmaos acriteps perjoras
Nem ao utoaos vos #em l-oifeoialalUgar eama
atteouaules a eohereinaa ittea o <:oheJ*o de
penmeatw,tm*Mrdos 'inspeaaarsjlidaaeoi,
inesaio simuladamente, profesa minalmonJi
co do falla an pmros a palavra^tficriptai -
Armando barraca em torno at^.a^testi re-
ligiosa, a {lustre .iiqiostaaoiasSestou bateras, nio
contra o jesnitismo, a qae entretanto finge rom-
bater e fpio real monto sarvt ; mas Contra a
pessoa lo benemrito Sr eemmendador Heni que-
do Ltieena, victima sempre ero bolocausto *> phan-
lasias indianas do directorio-
A questo eslava adecia ao nnvmm geni. Iwte
nao devta nem poda dar urna solo, o psecipitada
semelhauli! mateiia, tanto mais quanto, di.-lavam '
cimseUios de sabodoria goveruamental, que nao se
praKindias dos turnos ostabeleeidos na pratca e
nreccilos do noso direiioadininitraivo, para qiw
a deciso, qualqner que fossa,peria'Sio paiz fir- .t t,
madaeai apurada cstudo e madura r.jJJexia.
0 q;i lziaia cu lio os *uhof9*, I i fV. viuda f
Aocusavam o governo geral de oaiiiiveauTeom ir
jesuitismo aa mesnio tempo em quu ^*muv..ai a
animadverso pablica o Kxm. t, r^nje'.lal.r
I ucena, que dziam estar siibsrdii-% capri- ,
chas di hispo diocesano,
No entender das Ilustras estadistas di Propiu-
cia. S. Exc deveria ter i nconJtiieiiteiLxnMte te dio-
cesana ao ludibr.ia das exaltada, Mirando lije o
prestigio e auxilia, .que, ciim'o governo, jera olir- '
gado a dar; devena ter posto barra :. i'i'ua os pa
dre< jVsuilas, consentmdo que os fizassaai era "pos-
tas, se tivessem a velleidade de confiar a boa n-
dole e generosa hospitaUdadeune tantofeconiineu-
dam o p ivo hrasileiro- ,*"
Assim a reclamavam, n-7o no interese Ja mm-
tuo que ponto lites importa ; mas pira terenim* "
tivo pluustvel o s lo hia en/uer rozeria e fazer
furor contra a pessoa c administradlo da -I*m.
Sr. commendador Lucena.
E' que os homehs ardram na insania d (eer
degraos para o p der, fossem piles victimas, vfcs-
sem ellas donde viessem.
^ K-tava escripte no alcor.io.da directorio qdeS.
Exc. o Sr. commendador Lucena encontrassa es-
|i.nbas na marcha gloriosa em trae ia sna Wlu-
iradi e honesta administraco. Era preciso col-
loca-los, e os fiis dn Provincia nao jiouparara
ejforcos no religioso empenhe
. Allucrnar os animas po|iulares com sinstros
quadros adrede colloridos; embni-los em ade
exterminio, canetando-os torpe mpetiiosidade
4
-
de bem aquilataren a recudi dos espirites que a
dirigem, e que tudo envidara para conquistar o
poder.
Foram, porm, a tempo descobertos os planos
do liberalismo, e flearam sendo conhecdos os Tras
que linba elle em vista, disculindo as qnestois que
se agitavam.
A' principio pronunciou-ss toda a pro|iaganda
contra o poder clerical, vendo em lodos os seas
actos una inva-m; e nao cessava do acensar o
governo por demorar a deesSo do recurso nter-
posto, e que, pela niagnitnde do assumpto, a que
se prenda, nao devia ser arriscada sem medita lo
estudo o aturada nllexo.
0 exaltamento, porm, da linguagem de. que
servlam se os orgaos do partido liberal, e, mais
tarde, os aconteciinentos do dia li de raaio, vieram
trahr o pensamenlo oceulto que os.doniinava, e o
seu falso eiiipenlio na lula que coniecava.
Sorprehendi los com a decisao que proferio o go-
verno no recurso da irmandade recrreme, vendo
todos o> seus planos deroiados, e sentinda-sc sem
o concurso da opino, que acabava de protestar
sua adhesa ao poder, que lo generosamente tem
sabido inspirar-se nos verdadeiros sentmentos de
justica e patriotismo, sempre que tem de att-nder
aos legtimos e grandiosos interesses da commu-
nho brasileira, recuaram os orgos do liberalis-
mo, e depois vieram insinuar que a questao social
que fleje se debate, devia ser exclusivamente re-
sol vida pelos pa loros que a prpvpcaram, sem inter-
vencao do paiz, e ua revena!
Tal tem -id > n*i a .'.irgenoia a poltica msi
diosa ad'iatatap.'l. propaganda liberal. Mas ser
esta a pastean aiji qae dova manler-sa um partidD
que aspira o poder f
llontem, que a questo ainda se iniciava e ne-
nhum conflicto se iiavia dado, a abstencao da no-
va era um crime, e dava-se-ll o diraito de deci-
d-la por si mesmo se Ihe faltassem com a justica
que Ihe era devida ; baje, que j lia una decisa
proferida, consagrando e respeitando a invioiabNK
dadd dos direitos da povo, nao Ihe e permettdo ao
iiienus manife-tar so em favor d > poder que o pro-
tege.
E' quodos d'scursos proferidos as pra;as pu-
blicas, da iuvaiJ) do collego de S. Francisca Xa-
vier, d incendio da ra da Imperalnz o da assal-
to ao palacio episcopal, nao soriiram o< offeitos
que esperava este partido que nai sabe resignar-
se na adversidade.
E' que o partida liberal, esperando fazer da
qiiestao religiosa um degro para subir ao poder,
procura demorar a sua decisao, e provocar navas
reacfoes.
Assim que j vai t dorando o que if antes con-
demnava, nao v mais no procedimento do bisao
de Pernambuco um alternado s leis e consttu-
presidebte abri a
::,.......
de i do
Recurso do revista entre partes.
Bacorrnle; a ooiajKiia'ia Ale.seguros fiara'nti,
recorridoj Mqwnij Beeir de" Faria. Relatar, o
Sr. deseibliagdQr lUra Gtinares. HeX-isoes
5fSjs. desembargadores liis e Silva c Accioli.
Jftzs commerciantes,osx bra debutado Oliulo Bas-
tos i supplenles S Leilio dteifra.'-Boi julgada
igipiiicedente. a aceo,^ coade;nuadai^re^)rrldo aue repousava traa ui 11 a em sous sentimeiitos ca-
Jtas fuste*. '- v iholicos, abas sabejariwnte expandidos, veio so-
Il.ilalor o Sr. desembargadar Silva Guimaraes, bresa.llar aa consceucias na qne Ihcs mais inti
feyi*"- o Sr. desembr^iia-. JUus .e^ilva. Ap- rao e saarado, raovendo no seia das familias urna
Miria, panfe, Pernambuco, 1 dja.Sauto Aillo- -pellajite embargante Gerlrtides fortath dos pa.- agitaco coca do pecigpa para as crencas a des.
7'
. espasmo.
,.iFrancisca, eaegava, preta, Pernambuco, 18 an-
no*, ; solleira, S. Jas bcxigas.
i Avelina, branca', Perharabuco, 4 mezes, Boa^
Vista ; eiite*b.. '
o Lupicuo, branco, Pernamttto, 2 mezes, S. Jo-
I bexaoAT n-i. ?.? .ins<>4.|.
i Ana Joaquina do Rosario, JHtdii. Sernamb
17 amos,, solleira. Boa-}
bexiga'.
40 anriiis,, ciiado, Boa-1.^"1
perithnJte^aDfla
&,tlb'4oiiL,'prW
'ernambuco,
Pedro II;
cao do paiz, c insina que se invas,o ha, parte ella
da adminislracao, aue nio respeitando as prera-
gatvas e immunidades episcopaes, procura cor-
r S|H>oder-sc directamente com os parochos das
freguezias, e d ordens ao capellao do cemiterio.
Tem rapio o partida liberal, quanflo assim pro-
cede Perdeu a parada qu-indo ten'ou expr a
autoridade ecclesiastica a execra.;"io palmea, o
aconselhou a invaso do seu proprio domicilia.
Era preciso nao proseguir: recua :nao inju-
riar a autoridade episcopal: tolcra-a : coavinha
nao dar forja c governo : acensa o : retirar o
apoio da opinlto: procura afTasta-l.i.
Os flns justiflcam os metes.
Nao esquecam, porm, os chces do liberalismo
tfae a opiniao tem lambem conscicncia de si, e ha
de condemna-loscotn severiJade igual temerida-
de daqtielles que procurara dclla zombar e, escar-
necer.
Essa condemnacao tremenda j foi lavrada, e
us orgos rasuspetos das ideas liberaes, encar-;
regaram-se de intima-la.
1 opposlrllo.
A questo religiosa, tanto por sua nalureza,
oraQpclo carcter sombri u assustad ir de que a
la ai reyasj^ilp circumslancias extra ir linaria-,
ncote5tavelmeiito a mais transcendente e ineliu
drusa que se ha levantado em nosso paiz.
logada de diafro sobra ama populacao inteir,
da devastacao; preparar-Ibes a iinaginacao para
a vertigem febricitante dos desatinos foi a vereda
tortuosa, que a opposcio julgou dever seguir at
chegar ao degradante auto de f de 14 de
raaio.
Tudo islo faza a opposicao em nome. da liber-
ilade e p tr amor de tuna questao social, que, di-
7.ii, naopa-lenee a ete ou aquello partido, por-
que da interesse romnvim; do urna questao
que do povo e que sem a audiencia e inter-
vencaa do pava nao padia ser resolvda.
Ascim, a sombra de urna questo sera e mo-
mentosa envergara a eoaraca de politices desal-
mados a interesseiros, dando* impulso violento s
setlas envenenadas, com i\ne tentaram ferir sera
piedade e cayalheirsrao aa muito Ilustre e dis-
tincto adraiuistradar da pravneta ; o qaal sd
corametlen o erro ( grande erro!) de ter confia-
do e coaliada muito, nos"fidadaos que so acha-
vam a frente da reuoiao de H de maia, snppon-
do encontrar nenes nm garante paz e trau-
quiljidade publica.
Eis se nao quando o governo, competente e
devidameiile habilitado, resolvo a questao no sen-
til) das librdades patrias irarantidas pela coas-
titu.a do Impera > e luis vigentes : decisao tal,
qual era provocad i coiisianteineiiVi pela Ilustre
oppaso em artigas ehaawiaotaade fogo patri-
tico.
Havam innoceotes ime estteraraai ver a Ilus-
tre opposicao, ardendo ote santo e legitimo en-
thu-usuia, bater palmas aa veredictum da go-
verno, saudandoo na pessoa de seu representau-
te o Exm. Sr. comaiendador Lucena.
Engao! Illuso!
Os publicista-da Pr viuda, de Irouxa s cos-
tas annuncam fazer viagam para os sonfos fisga-
ra, deixando ao pavo o seguinte codicllo, que se
l no artigo dotorral lo n. 8< da Prunnciu de
!tf de julho alimo.
Desavind i rara o Sr Uispa diocesano (oHiem
que respeitoj e qnerend c-napr.r {> gjifo ne6-
so) a decisao d i ronvlln de e.t'ad i; o Sr. Lucena
como que .rata faltar-lho o terrena debaixo dos
P<.....
Rogamos ais nossos amigos que se furtem a
qualqner iraiifesta;o.
Entra o Sr. Lucena e o Sr. Vital, CBtfe i
o go-erno imperial e os tebJM, Infund bra-
c> a ir./ro, atada temos que vernos os liberaes.
nos os proscriptos. O governo diz que forte:
dexemo-lo desevolver a sna f jr-.-a
Isto nao se commenta I
E' uiaa dispasic do ultima vontade; o povo
que perda a traicao e dexe-os passar.
Propicios ventos vos canduzam as tondas ultra-
marinas, Ilustres peregrinus da ambieo, falsos
peregrinos da libordade *r
Nessa nava cruzada em que tea'ta >s a fortuna
em laucado polcr, nao esqnecaes nunca, mesmo
para nosso bem, estas nolaveis e insuspeilaveis
palavras de llautain :
. L'absnrdit en politiquftmfante pnsque toujour*
la cruaute.
uscaras 9s;ibxo.

aiipcUa^a^aspnfhjK-Bteaoai Bdftigts aal truidjira de unu.ipipitante eundicate de vida so-
_ Vtii'luniln n tf> .1!....tn,i.. \i:*^ S^.4nn ^* .:-l 1- _;._ ^ i^,_'l. 'til i.iJ A \^ >..... .-
.sos,
Silvat-sorteado o Sr. depuiaAi Olinto Bastos em
luga do Sr. Pereira. Cfs.-u, naandjiii-sjs proceder
un a diligencia reqberidi peHiMSwrgSilite-
A| pellaute emlxrrflwitc otnlngni Pinte de Fre-
tas, ppellaJo embargado Amonio Ferreira Bra-
|Ha. Sorteado o aaa 4ajtfsMdojMas(Mehado
e.n I ajar do Sr. CmnMl^U^Mm^iMo o
julg; nenta. ,...- ..,.,.
Aipclladte eietTar-^i; lahoBl'hoo%b4'TB>
xer. ,>upnmd>4 anbhrgan^e^iValmBllt'ir*!
I emTifua .Mlrnfliir ftenrtliafc,' rfltitaY-d
A.jaj)felliili d.i oligarchia 1 > Sr. de Villa Rellx
eslern papas de aranbas.
i Baro con aquella grvida le de lo d inglez,
deve andar da sala para a coaatta.
Deila vez desgraniaia l'uti'iea da ra da Quei-
mada.
Ab, Sr de ViBa BeHa, lombre-se do adagio po-
pular de quequem deve a Dcus paga ao dialn *
O senhor o sua caterva, que morrm de amores
pelo poder, noute e dia, irahalharo de balde r iri-
jusiaueuto para opiior troperas a administfacJtb
do Exm. Sr. Dr. Lacena; haje cstaa pagando
rom Ihigiia depalmo as iajusticas e injurias com
que agrediain a presidencia
Bera dziam que atraz de S. Exc. vra quem i
viugara.
A /mella e-ti mirgaii-Jo os seus peccados.
Eis ah o que .pieria o Sr. Baro I
Bolio com umitas podras e urna Iba veto a ca-
beca.
Qne Ihe valha rigama rectificacao do sen bom
amigo. .;ue sifi para nos) bui na brocha ;
g isla de i npingir omita pomada e assemelha-se
milita a um rato nglfb
0 anua de 7 tem sido bissesto paro o
nada Iho tem sido favoravel.
Mas ninguam tem culpa, porque essa a sarta
dos especuladores polticos, que para galgar o
pi^der lanco mo de ludo, nao respailam o adver-
sario, jiiio JiiftUfciii.dadaiaiiejas urina, ri^toii

'^th&MM^f^^
m^l
VfHbnMai aw
s* N
'-,|- iftrn sto Vieira,
9m no Texelr
'%'
oguer
Sr .dp^i^barfl
rgadr^ccidiM. ?
Kunes Parreira, a
rfilferg;
Iones Parreira, npeliad%einbargada% Cor .
Irmo, recebeii#^r1!aMfc PFomim^ o
cal J-a paz e tranquillidadc dolar domestico.
A f abajada em seus faulaia.-ulas tradiccaua.'.s,
os prricioios earJaaes'da religio christa entregues
ao azar d:i controversia apaixooada, a voz docen-
te da1 igreja averbada da suspeita em tildas as suas
presoriijc5qs, pu'uba,ilecda, coraYo zejo incoi'va-
niente. de extremo fanatismo, eis o quadra raada'
nho ue des Je loga se daseabou aos espiritas e
que iqfalizraeata tradu'.Iioje, urna tristissima rea
<*\%o nira e exrlusjvaiuente social, .camo ,
debites clculos partidarios, apoderaf-saj doy, da-
cutanla a^,ten-eaQKdo^l^.^ip pr jd
ftoA s de p^liada^-ai^.serura.os.(ios .oon
JoAi de urna s afi co'nsentahea com as
Ta vaadesTarte Bjalaaem nupao abrigo- a, har-
S1 sfflWeratt^
mas [ue teem ienaj^|^la|^d^,JA-afa telicida-
de d; ceinmunhapTMTsnei
leyVrabcor'e {Woas,- empres-
mmea.
inm
piDcalTdaJe coma sueco Jen conj o actj
nistrador. > |
Que presidente no dominio conservadbTlPhrtou-
se era relaco aos liberaes, jr Ibes fazendo jus-
tica e j Ihes fazendo favor, quando o eafeo' per-
miltia, como o Exm Sr. l'r. Lucena ?
Rai|ondara ao meneis*' eom sinceridade, f5r#.
liberaes-da BarHl |
Digam, hijo qde, j slhei arr
de liberal trae rmtoin aJwewl*
Exai. Sr. Dr. Lueena'pafa ser cal
uriado na Provincia ?
0 que parara ver-MtJ',*; d tequiis que
que bs liberaes siofnris,
com a oligarchia do llar''. sempre riji
procedimento ingrato 'nHgn'dV sh.
Dizetne com quem andas, eu te diris
nlias.
N.Dda assentataoto'ne'cftib Kl'BaVIiH*k*F^"
dib, |xipular.
Quem quizer contteedr s'ilM^^*,eoi
q redactor d um jornal que ntrWa.
fliesina Uarao cobras e lagartos : conlieca o
0> ingles qno, qtle
iconsrva lor ijuer o libea
E nueiem que, a luda
liberaes !
tdcm"qUearrd
meas?
ak
presii!
Slo lilidral
0 NabU'od niaudon dh'ersaa ai
da mTHF;',
4. Ktea.' -



*-
* J
!
Diario ie Pernambuco Sabba4o 9 de Agosto de 187S.
ilad*. e rom essas mascaras es Lies senhores an-
uam campando de liberar*.
Felizmente a do cidadao Correa de Brito, ja
esta quebrada ha mais lempo.
Tudo ninal ha de ficar aem mascaras.
COMMERCIO.
PKACA DO HECIEB 8 DE AGOSTO
DE 1873.
Xt i i/2 HORAS D\ TARDR.
Cotaotte offteinra.
Algodio-de Goyanna I" orle 8*000 por 15 kilos.*
Cambio obre Uadrwi a VO d,v. 25 1 \t d. por
II. do baen, bonlem.
^mbio-sobre Lisboa a 30 d[v. 112 O|0 de re-
io, hornean.
Cambio sobra o Porto a 15 >. 1 ii 0(0 de pre-
mio, hontetn.
DuDourcq
Presidente.
Leal Ser
Pelo secretario.
4LKANDEGA
rtendimento do d'a 1 a 7 .
dem do dii 8.....
198:541171B
66:046*741
264:5881466
Descaxregam boje 9 de agesto de 1873
Barca ingle Kivwi Uerbert mercadorias para
alffudega.
Barca ingiera Miranda mercadorias para al-
* fandega.
Barcalngleza -Duchas of Sulkerlcmd mercado-
rias para alfandega.
Patacho nacional Jaboalo varios gneros para
o trapiche Conreicao, para despachar.
Polaca hespanhola Tkereza xarque j des-
pachado para trra.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul genems na-
cionaes parao trapiche da companhia.
Barca francea-Co/ijH/vinho pan deposito no
trapiche Bar osa.
I tu por (tirito.
Porios do sul, vapor nacional Bakia, consigna-
do a Pereira Vianna & C, manilcstou :
Bo de Janeiro.
Alfazema 6 fardos a Fernandes Si Irmao.
Cal 100 saceos a Coila L-ite, 100 a uuarte d;
Figueireda, 100 a Rosas & Filhos, IDO a J. Rodri-
gues tiendes, 60 a Magalhaes & Irmios, 30 a Bel-
trao 4 Filho. Cigarro 6 barricas a Cunta &
Manta, 30 a D. A. Matheus. Chapas de ferro 1
caixa ao Dr. Teixeira de Macedo.
Fumo Iti pacoles, 45 lata;, 4 meios ditos a Jo-
s Mara Paluieira, 5 raixa* e 89 rolos aos con-
signatarios, 13 caixa* e Id pacoles a Cuulia 4
Mande, 30 eaixas a Silva & Casco,231 Idas e 113
rolos a Beltrao 4 Fitlio, 40 eaixas c 16 rolos a J.
Ramos 4 Machado, 123 rolos a Beltrao 4 Filho.
Livros I eaixa a Walfredo 4 Soma, 1 a Lailua-
car 4 C, I J. N. de Souza.
Mansas ilaiuuas 80 eaixas a Beltrao 4 Filho, 8o
a Roras 4 Fil!i >. Machinas de costura 42 eai-
xas a Pare iic Vianna 4 C Movis 4 eaixas a
Cromer Neesson & C. Msica 1 caixa a Antonio
J. de Azevedo.
Baha.
Alfazema 3 saceos a Fraga 4 Rocha.
Charutos 1 caixa a II. Lundgrecn, G a Cunda 4
Manta, 3 a D. C. Ferreira, 2 a S Letao 4 Irmios,
3 a D. A. Maf ens, caf 30 sacos a Soares do Ama
ral, 20 a Uellro 4 Filho, 13 a J. J. Rodrigues
Mendes. Chalos de sol 1 caix a a B. dos Santos
Lima.
Panno 82 fardos a Pinto Gumaracs, 43 a J. B.
Fars, 13 a M. A. Andrade.
Koupa I caixi. a Clare Sewel
Tecido 3 eaixas a Mouhard 4 C, 4 a Cramer
Frey4C
Baha, palhabote nacional Joven Arthnr, conso-
nado a Oliveira Azevedo, manifestou :
Azeite de pcixe 4 harria a Jos Joaquim Al-
ves.
Charutos lo eaixas a D. A. Matheus, 3 a Bel-
trao 4 Filho, 7 a D. C Ferreira. Cerveja 33 eai-
xas a Barroca & Filhos.
Pedras do ladritho 200 eaixas ao consignatario.
Pipas valias 92 a Beltrao 4 Fillio.
Roihas IDO saceos a BeHrao & Filho.
Vinho 20 eaixas a Batato 4 Filho.
DESPACHOS DE EXPOHTn.A NO DI A 7 DE
JULHO DE 1871.
Para os pulios do exterior
No vapor inglez lalande, para Liverpool,
earregaran : (i. Necsen 4 C. 2i saccas com 1,803
kilos de algodao; J. J. da Costa Leite 40 ditas
com 3,742 ditos de dito ; J. G. F. Seve 324 ditas
com 24,240 ditos de dito.
Na barca brasileira Aurora, para o Rio da
Prata, carregou : A F..Balihar Sohrinho 700 bar-
ricas com 78,798 kilos de assucar branco.
Para tis porios do Menor.
Para Mario, m bareaea Biimha dos Anjos,
carregaram : G. de Mattos Innins 3 barris com 480
litros de agurdenle ; ('osla t C. i barricas com
321 kilos de assucar retinado Para Mossor, J.
C Figueira 1 barril com M litros de mel.
Para o Natal, na baratea Constancia, carre-
garam : Silva 4 Casco 5 pipas com 2,400 litros
de agurdente..
Para Algoas, na barraca Amphitrite, car-
regaram : Neves Irmo 4 C. 1 baruca com 30
kilos de assucar retinado.
>aPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendiment" do itia 1 a 7 6:7814248
dem do da 8...... 1:237*649
8:0081897
VOLUMKS SAHIDOS
.No dia 1 a 7 .' .
Pnmeiraperuano da8 .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche onceico .
SEBVICO MARTIMO
Alvarengas desearregadas no trapiche
da alfandega no dia I a 7 .
Oitas ditas no da 8 .
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Couccic-io.....
6,926
236
I7-1
448
1,192
9,097
17
i
2
21
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia I a 7 11:196*113
dem do dia 8...... 1:0531480
12:2311593
CONSULADO PROVINCIAL
ftendimento do dia 1 a 7 8:8051902
dem do dii 8...... 1:0851241
9:891*143
MOVIMENTO 00 PBTP
ames entrados no dia 8.
Rio de Janeiro e porios intermedios7 das, vapor
nacional BaAio, de 1,339 toneladas, commandan-
te capitao tenente Teixeira, eqoipagem 56, car-
ga durereates gneros; a Pereira Vianna 4 C
Bahia-6 dias, palhabote brasileiro Joven Arthur,
de 96 toneladas, capitao Joaquim Mariano de
Sooxa, equipagem 7, carga varios gneros; a
Antonio Lmz de Oliveira Azevedo 4 C.
Bahia5 dias, patacho hespanhoi Jos Mario, de
187 toneladas, capitao Antonio San Juan, equi-
agem 13, carga 4,000 qointaei de carne ; a
eyo Filho.
favint sonidos no mesmo dia.
Mossoro Patacho sueco iordbon, capitao J. P.
Lendstron, em lastra
5. Thomai -Barca americana E. H. Tarrengton,
capitao Dell, em lastro.
O Ola. Sr. inspector da lhesouraria;p jvn
eral m cumprimeoto de ordem do Exm. Sr. pre-
sideote da provincia, manda faxer publico, que
vai ovaoeale a praca no dia 14 do correte, por
tramo de um anno, e pela quantia de 2:814*103,
os if setos provinciaes da comarca de Plores.
At pewoas que se propozerem a esta arrama-
tacan cnmparecam na sala das sessoes da refer -
da junta no dia cima mencionado, pelo mcio dia
c competentemente habilitadas. J
E para Constar se mandn publicar o presento
pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial do Pcrnara-
bnco, 4 de agosto de 1873. -1
O offlcial-maiur,
.', ______M. A. Ferreira.________________
A canura mnnicijul desta cidadu faz pubico
para conhecimento de seas municipes, a postura
abaixo transcripta, pprovada prtivisoriamente pelo
Exm. Sr. prsfamla da provincia em 31 dp juiho
prximo lindo.
Paco da cmara municipal do Becife, 6 de agos-J
to de 1873.
Tlieodoro Machado Pr.ire P.reira d> Silva,
Pr-prcscnfe.
Pedro de Albuquer ue Autran,
Secretario.
Art I. Ningucm uodc deiur na ra, cisco,]
obiectos sem serventa nem eousa algnma |ue
seta contraria ao asseio e limpeza das ras.
Art. 2. Os proprletarios ou moradores em cujas
portas ou frentes for encontrado quakiaer objeeto
di-sa qualidade sero multados em 10*000 e no
dobro na reincidencia.
Art. 3. Ficain designados, o alagado do norte
do gymnasio provincial, o lado do sul da casa de
detenco e a Praca de Pedro I no Recite, porto do
caes para nelles sercm lancados os cceos, clices
e qoaesquer oulros objectos sem serventa, seja
qual for a sua natureza, a excepeo de malerias
fecaes que continuarn a ser laucadas nos lugares
designados as posturas. Os infractores sern
multados em 30*000 e no dobro na reincidencia e
obligados a remover os objectos a sua custa ou a
pagar a despeza que se fizer com sua remocan.
Art. 4.* Fica prohibido o pregamento de carta-
zes, annuncios, aviso <>u outro qualquer papel, seja
qual fr seu assumptojou qnalidade, na parede ou
esquina. Os infractores serao multados em 10* e
no dobro na reincidencia e ongados a indeirni-
sar o damno que causarem alm de seren obri-
gados a despregar os papis ou pagar a despeza
que com isso se lizer.
Henrique Pereira de Lueena.
Conforme.- 13 Salaz ir Moscoso da Veigt
Pessua.
Conforme.O secretario, Pedro de Mbuquerqae
Aulran.
Edital n. 36.
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que no dia 11 s II horas da manta, se ha de
arrematar, lirre de direitos, porta desta repar-
tieAo, as mercailorias abaixo mencionadas, appre-
hendidas as 9 1[2 horas da noite do Io de jnuho
prximo passado felo guarda desta reparticao
Antonio Luiz de Ca valbo Medeiros.
Tres pares de botinas de conro de mais de 22
centimetMs, avahados por 17*280, II camisas de
flanell;. avahadas por 21*120, 2 calcas de panno
ahaetado, avaliadu por fitfiOO.
Tres cintos de flauella, avahados por I *200.
Alfandega de Pernambuco, 6 de agosto de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Caroaho Res.
A cmara municipal desta cidade pelo pre-
sente conviila ao? Srs. sacerdotes que queiram
exercer interinamente o lugar de capellodo ce-
muerto publico desta mesma cidade por tenpo de
d'iis mezes, mediante a qnaniia de 50* niensacs,
a eomparecerem nn pico de suas se;soes, das 9
da manli s :i da tarde, em dias nteis.
Paco da cmara municipal do Recffe, 7 de agos
to de 1873.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva
P. presidente.
Pedro de .Albuqnerque Autran
Secretario.
j>gyMiWt
Irmandade de Sant'Anna,
erecta na igreja da Santa
Cruz.
Nao e tendo pela segunda vez reunido numero
legal de irmos, conforme dispoe o artigo 40 de
nosso compromisso, sao de novo convidadus a eom-
parecerem domingo 10 do enrretif, as 9 horas da
manlia, no consistorio da mesina igreja, afim do
ni mesa geral se preceder ilcico da nova mesa
regedora para o anuo comproiniss.il de 1873
1874, conforme preeeitdaui os artigos 14 a 22 do
mesmo cotupromiss. Previne se aos nosso* ir-
mos, que. por aut.Tisaco do llhu. Sr. Dr. juiz
da provedoria 'e eapellas por despicho desta data,
a eloi.o ser eStecllva com o numera de irmos
que a ella eomparecerem.
Consistorio da irmandade, 5 de agosto de 1873.
Marcolino Jos Pupe
Secretario.
portugueza de beneficencia
dos empregados no com-
mercio e industria em Per-
nambuco.
Por ordem do Sr. presidente faco sciente aos
Srs. associados, que nao tendo lugar a a^sembla
geral no domingo prximo passado por falta de
numero com que podesse funecionar, foi adiada a
sesso para o prximo domingo 10 do correte
pelas 7 horas da manha.
Espero que os Srs. associados serlo pontuaes
para obstar a despezas e a incommodos su perlinos.
Urna hora depois da annuhciada aberta a stsso.
Recifc, 7 de agosto de 1873.
Salvador Jos Ferreira Guimares
Secretario.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARLNHA.
O conselho pr.imnve no dia 1 i do corrente niez,
vista de propostas receidas at as 11 horas da
manha, e soh as condcSes do estylo, a compra
dos eguintes objectos do miterial da armada :
BJECTOS.
300 kilos de arrihem, 1,000 agulha de lona e
brm, 500 agulhas de palombar, 12 handeiras na-
cionaes de 2 pannos, 2 handeiras nacionaes de 5
pannos, 4 bandeiras nacionaes de 6 pannos, 2 han-
deiras nacionaes de 7 pannos, 10 bules de folha
dobrada, 100 baldes d- madeira (amarello), 50
pecas de brim da Bussia, 20 barris de gal, 4
bataneas romanas, >0 duzias de broxas para caiar,
30 metros de correia do sola dobrada de O", 165,
300 kilos de sola da Bahia, 80 metros de chumbo
em lenco! com 1", I de largura, 80 pecas de cabo
de lnho da Bussia, 1,500 colheres de ferro esta-
nhadas, 100 chicaras e pires de folha, 200 cho-
nellas para o hospital, 500 camisas conforme os
modellos, 500 dedaes de repucho, 700 kilos da
es.opa de algodao, 200 kilos de estopa de linho,
400 kilos de estopa da trra, 30 litros de espirito
de vinho de 30 graos, 20 leaces de ferro do 3-,3
de comprimento 1",3 de largura e O-.011 de
grossura, 100 metros de fuelle sortido, 50 fecha-
duras de ferro de broca, 100 fronhas, 700 kilos
de raxa do Rio Grande, 13 kilos de gomma lac-
ea, 30 litros de kerozene, 200 lences, 500 kilos
de linha de barca, 10 kilos de linha crua, 20 lan-
ternas de patente, 50 paos de lacre, 50 lanternas
de vista, 400 kilos de linha alcatroada, 30 pecas
de lona larga da Rossia, 100 pecas de lona estrei
ta di Bussia, 10 duzias de lmatoes sonidos, 100
kilos de merlim, 300 kilos de mialhar para gaveta
de machinas, 12 na loes de O-, 15, 12 moitoes de
0",I25, 3,00i) kilos de oleo de lindara, 6 oculos de
alcance, 50 cadernos de pipel Rollan la, 120 pis
quadradas, 120 pas de bieo *i0 parafusos diver-
sos, 20,0 0 preeos ripares, 20,r00 pregos de batel
grande, 20,000 pregos de hatel pequeo, 20,000
pregos de assoalho, 5,000 pregos caibraes, 600
kilos de pregos francezes diversos, 180 pratos de
folha dobrada, 24 pelles preparadas para caixa de
guerra, 50 pelles de marroquim sortidas, 100 mo-
Ihos de piassava, 1,500 pucaros de folha, 100
raspas de ferro, 20 meios de sola da trra, 30
pecas de sondariza, 150 kilos de sebo em pao, 10
terrinas de folha dobrada, 50 garrafas de tinta de
escrever, 1< 0 ljelas de folha dobrada, 3,000 lij-
los de r Ivenaria batida, 500 lijlos ingezes, 10
duzias de taboas de plnho americano de 1 polle-
gada, 5 duzias de taboas de pinho da Suecia d 1
pollegada 20 duzias de taboas de pinho da Suecia
de 1 1)2 pollegada.
Sala das sessoes de conreino de compras de
marinha de Pernambuco, 6 de agosto de 1873
O secretario
Alexaudre Rodrigues dos Anjos.
Sociedade Uniao Commer-
cial Beneficente.
Nao se tendo reunido numero soflBcienle da so-
cio; no dia 3 do corrente para ser eletto o func-
cionali-mo da sociedade no anno social de 1873 a
74 o serem spp"ovada a* cintas da direeloria,
de novo sSo cnnvdadiis os Sr. socios para se reu
nirem no dia 10 do corrente, s 11 horas da ma
rih na ra do Bao da Victoria n. 63, sede da
srriedade Nova Uni3o.
Be eonformidade com o dlsposto no g 1 do art.
17 dos estatutos, a sesso ser aberta com o nu-
mero do socios presentes, urna hora depota da
marcada Sala dar^esSes da assemhla gral da Socie
dade Uniao Coinmrrcial Bencflcentc, em 7 de
agosto de 1873.
r) I* secretario,
A. J. Leile Bastos.
COMPANHIA
SANTA THEKKZA
As peseoas que desejarem canalisar agua ou
faz em suas casas, na cidade de linda, queiram
entenderse com o abaixo assignado, qne arha-se
autorizado para facilitar a todos a aeqoisico de
laes melhoramentos, mandando fazer as canaliza-
rle* nos predios a eusta da companhia, mediante
nm aluguel mensal milito mdico : a tratar na na
do Imperador n. 45, ou na labrica do gaz, em
Olinda.
Recife, de agosto de 1871
O gerente
. _______Justino J. de S. Campos.
Emancipacao de escravos.
A junta de emanepaein de escravos desle muni-
cipio faz constar aos senhores de escravos qne S.
Exc. o Sr. pesidente da provincia, por seu offlcio
de 7 do corrente, resolveu prorogar pr mais um
mez n prazo que por edital da dita junta de 24 de
abril deste anno foi marcado aos referidos sen llo-
res para a apresentaco da nota de seus escravos,
afim de serem classilicados, na forma do art. 27
do regulamento que acompanhou o decreto n. 5135
de 13 de novemhro de 1*72.
Para sciencia, pois, daquejlos que anda nao cun
prirain este dever, declara a referida junta que
contiiuia a fuocciouar para esse lim no pago la
cmara municipal, das 9 horas da inanh s 3 da
Urde.
Paro da aaaaare municipal do Becife, 8 de agos-
te de 1873.
O presidente da junta,
Manoel Joaquim do Reg Albuqnerque.
Meinbms,
Mam el Joaquim Silveira.
_______. Francisco Augusto de Altneida.
Companhia de seguros utili-
dade publica.
A directora de novo convida aos Srs accionis-
tas para se reunirem na segunda feira II dj cr-
reme, a I hora da tarde, em seu escriptorio na
|,do Vigaro n 6, cuja assembla fuuccinnara com
qualquer numero presente, de conformidad)) com
os seus estatutos.
Becife, 8 de agosto de 1873.
Os directores
Candido C. G. Alcofbrado.
Francisco J. ajnin Ribeire de Brito.
- De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
i aria de fazeuda se faz publico para conhecimen-
to de quem int'eressar que, em virtude de ter lca-
do sem effeito o contracto re ebrado, com Tliomaz
de Carvalho Soares Brandan Sohrinho, ser no
va mente posta em hasta publica, perante a junta
da me-nia thesouraria, no dia 4 de setembro vin-
douro, pelas duas horas da tarde, para ser con-
tratada cora quem melhores condi.es offerecer.a
eoiislrucco de um armazein ou painl para servir
de deposito de t da a plvora importada nesta ca-
pital, cuja planta se franquear nesta s- cetaria
aos preteudentes, que deveru apreseutar suas
propostas em cartas fechadas, devidamente sella-
das e declarando nellas a ^e^ idencia e nonies dos
seus dadores.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam
buco, 6 de go>|o de 1873.
0 secretario de junta,
Jcauii" Rodrigues Cardse.
L}:. Cap/. Scgredi e \m r da
Onlciii.
Pelo presente sao conviiialos toilos os
Oobr.\ desta Aug.'. Ollie.-. para que dig-
nem-se comparacercn nosso Templ.'. pelas
9 1/2 horas da mauh do 'lia 10 do corren-
te, para se proceder a leic,o das Dgn.\ e
mais 0(li.\ para o futuro anno mar;.-.
5874.
Trac,.*. naSecrot.*. da f.nj.-. aos 7 do
agosto ilo 1873, o.\ v.*.
O Secret.-.
Silvina Antonio Ho Uigues.
O Illm. Sr. Dr. juiz de ireitn da primeira vara
do civel faz sciente pelo presente, que no dia 13
do correte, as i 1 horas da iiianh, Iluda a res-
pectiva audiencia, val em praga para ser vendido
coi hasta publica, a quem mais der, o sobrado de
um andar n. 63, sito ra do Apollo, com 2 portas
de frente, dous quartos, enzinhi fora, com peque-
no soto interno, cacimba propria, tendo dito so-
brado 20 palmes de largura, 48 de fundo, eque
fui avahado por 4:2(J:' 00, e por nao haver
citantes, va de novo com o abatimento da 5." parte
quem vem a ser 3:36 000.
Dito predio vai praca a requerimento da viuv
e inventariante do tinado Jos Pereira, D. Al-
xandrina alaria do Sacrrmento, para pagamento
de despezas.
Fiscalisaco la freguezia da Boa-Vista, 2 de
agosto de 1873.
Por esta flsralisacao se faz publico para conhe-
cimento de todos os moradores desta freguezia
que se acha em execu<;o o artigo nico de pos-
turas adicional abaixo transcripto, approvado por
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, em 25 de
juiho ultimo.
Art nico. Fra prohibido terse soltas ou pre
zas as ras e mais lugares pblicos desta cidade,
quaesquer aves ou animaes nao especifica-
dos as posturas j establecidas, pena de dez
mil res de multa e do dobro na reincidencia.
O fiscal,
________________Jeronymo Jos Ferreira.
ADMINl-TRACAO DOS CRHlOS DE PERNAM
RUCO 9 DE AGOSTO DE 1873.
Malas pelo vapor Rubia da companhia
braslera.
A correspondencia qiki tem de ser expedida
hoje (9) pelo vapor cima mencionado para os
portos do norte, ser recebida pela maneira se-
gu ule :
Macos de jornae*, imprcsos de qualquer na-
tureza e cartas a registiar, al 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at*3 horas, e estas at 3 l|2,
pagando porte duplo
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Porciuncula.
MITRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Sabbado 9
Asi 1| harn esta poat.
^ E
Domingo 10
AS 8 HORAS M PONTO.
, SBAS2Z SUCCLSSC !
Ultimas representa(j6e8
da muilo applandida pkantasia lyrtca satyricn
t burlesca em 1 prolego (original) e dons actos,
RAINHa crinqline
ou
II
DENOMINAC":.
Prologo-Urna vagerh em bailo.
1/ acto.-O mundo s avessas.
%* acto.A emancipac,ao do bello sexo.
Pcawaal al* 40 Oraran!
Mawfeai de OtTembaick!
%'etanrlMS rlcjulaaitaaMM!
rrunrio lUusxaiQco !
Grande eamcaea !
Fsstjoat amblan(rs!
cCr. etc. ele.
Aviso
Depois do espectculo de sbado baver tretn
tocando em todos os pontos at Api pucos.
NA PRXIMA SEMANA
m?mi\ii\
no
Ptiniciro artista brasileiro
Xisto de Paula Bahia.
Esplendida fesla artstica
O drama em 5 actos :
A MENDIGA
e a comedia em I acto :
II
a experiencia.
No escriptorio do theatro rerebeni-se encom-
meudas para o resto dos camarotes e cadeiras.
THEATRO
I.VMNVSIO mVVMATUO
&Sk PH3EZ A
ESPWCA k P,N\NT
Em consequenca do mo lempo que promettia
ter a noute do da 6 do corrente, (ei transferido
o espectculo para sabbado 9 s 8 horas da nou-
e domingo 10 s o horas da tarde.
Grande e extrordinario
auccesso!I
Depais que a orchestra tiver executado urna de
snas melhores sympbonias, subir scena o gran
de e apparatoso drama em 1 prologo e i actos :
Este drama vai caprichosamente montado, ten-
do para isso a emprea mandado preparar o far-
damento todo a rigor e de accordo com o figulino
Os bilhetes podem desde j ser procurados no
bilheleiro.
4YIS0S- MARTIMOS.
CDMPANAIA ALLIANCA MARTIMA
LISBOA E PORTO
A barca Vencedora, capitao Oliveira. segu va
geni por todo o- mez de agosto.
Recebe carga e passageiros : a tratar com o
consignatario Tito Livio Soares, ra do Vigaro
n. 17.
Liverpoal, Brasil ti Rlver Piale
lluil Steaniers.
Espera-se no dia 10 do corrente da Baha, o va-
por inglez Hainlioldt, de l,'i (i toneladas, o qual
seguir com toda a brevidade para Lisboa (haven-
do sufiBcentes passageiros), do contrario em drei-
tura para Liverpool.
Este vapor tem excellentes accomirodaces pa-
ra passageiros de 1* e 3" rlasses.
Para melhores informacoes, trata-se com os
consignatarios Saunders Brothers & C. Largo do
Corpo Santo n. II.
rjffAMtt
DE
NAVEGACAO BAHNA
LIMITADA
Para Macelo, Penedo, Aracaj
e Bahia.
E' esperado at o da 23 Je corrente dos portos
cima o vapor Mrquez de Caxias, e seguir para
os mesrnos no dia seguinte ao de sua chegada.
Recebe carga, passageiros e dnheiro a frete : a
tratar com os seos agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C, ruado Rom Jess n. 57.
Paciic Sleam \ivip!i n Coiupan)
I.inlu qaiuzenal
0 PAQUETE
Luzitinia
espera-se da Europa al*o dia 17 do corrente
e depois da demora do costumu seguir para o sul
do imperio, Bio da Prata e costa do Pacfico, para
onde receben passageiros, encommendase dinhei-
ro a frete.
Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Commer-
ci n. i i.
COMPANHIA
DE
XAVEGACO BRASILEA.
Pertasi do sul.
Dos portos do norte esperado ate odia 9 do cor-
rente o vapor Cruzeiro do Sul, o qual depois da
demora do c stnme, seguir para os portos cima.
Para carea, eneommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra de
Vigario n. 7.
Pereira Vianna & C.
Agentes._________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
"iavegaefte eosteira a -rapar.
MAMANGUAPE'.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 12 dr
corrente, s S horas da tarde.
Recebe carga, eneommen-
das, passagens, e dmheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia, da sabida -
ascriptorio no Forte do Uattor n. II.
s %*Z
Para a Bahia.
Pretende seguir com multa brevidade o palha-
bote nacional Jaos Artkmr, lata parte de sen
carregamento engajado, o san o resto que Ihe
bita trata-se com os sene eoaiigualarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo A C, no seu escriptorio
ra do Hom Jess a. 57.
Aracaty
Vai sabir por estes dias para o Aracaty o hiato
Fl-.r do Jardim por ter a inoior parto da carga
prompta, e para o resto a tratar na ra do Vigaro
n. 33, com Jle Jos da Cunda Lages. ou no tra-
piche da companhia com o mesmo.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavegacae eonteira a vapor.
RIOFORMOSO ETAMANDARK.
O vapor Parahijha.
conimandante Pedro, se-
g n r para os porto?
cima no dia 13 do cor-
rente, s a horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e d-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattoi
o. 12.
COMPANHIA PKRNAMBICANA
DE
ftavegaetto costeint a vapor.
MACElo, PENEDO E ARACAJ'.
0 vapor Mundtih.
commandante Julio,
seguir para os por
tos cima no dia 14
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at odia 12, encommendas ale
o dia 13, passagens e dmheiro a frete al as 2 ho-
ras da tarde do da da sabida : escriplerio no
Forte lo Mal tos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavesaeSo eosteira a vapor.
GOYANNA.
O vapor Parakyba,
commandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
corrente, s 9 hora?
da noute.
Recebe carga, encommendas, passageiros e d-
nheiro a frete no es*rptoro no Forte do Mattos
n. 12.__________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegactto eosteira a vapor.
rARAHYBA, NATAL, MAOAO. MOSSORO', ARACx
TY, CEARA. MANDAIIU' E ACARAC'.
O vapor F ira pama
commandan'e Felippe,
seguir para os por-
tos cima no dia I i
do corrente, s 3 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12 do Brrente, encom-
mendas, at o dia l*, pasiageos e dnheiro a fete
at as 2 horas da tarde do da da sahida : escrip-
torio no Forte de Uattos a. 12.
Eiuprcza portiieitse de navega-
rito a vapor
O VAPOR DE L CLASSE ( R 10 J NO HLOYDS)
JULIO MIZ
Commandante I. I. Bodrigues
Contente
E' esperado al 15 do curente; depois da indis-
pensavel demora neste porto, seguir para os da
Bahia e Rio de Janeiro.
Para passageiros, carga, encommendas e valo-
res, trata-se com os
AGENTES
l. B. Babcllo A C.
48-Ra do Commerrio=4S
N. B. Os vapores desta empreza ahirdo do Por-
to com a possivel regularidade urna vez por mez.
Construidos as melhores condicoes, com ex-
cellentes cmaras bem ventiladas e cenforlavcl
mente adornadas, com prnporcoes e lonja para te-
rem boa marcha, offerecem aos passageiros todas
as commodidades, tanto em alijamento como em
tratamento.
Toda a tripolacao portugueza, e em casos de
doenca ou em qualquer circo instancia, ser sem
pre solicita em attender os passageiros com todo
disvelo
Um facultativo competente, pago pela empreza,
tratar os passageiros, sem que por isso tenham a
pagar despesa lguma, alen do pre-;.o da passa-
gem.
A comida ser abundante e variada, feita por
cozinheiros portugueses, servindo-se vinho de me-
sa, esculhido no ouro, aos passageiros de tolas
as classes.
Para Lisboa
pretende soguircoin pouca demora a escuna por-
lugueza CAri'itna, de 1" classe, capitao Lourero,
por ter a maior parte de seu carngamento enga-
jado; e para o resto qi.e Ihe falta trata-se com os
co nsignatanos Joaquim Jos Concalves Beltrao &
Filho, ra do Commercio n. 5.
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a barca portugueza
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vigario n. 17__________________________
Rio de Janeiro
0 brigue nacional S. Poulo sahr com brevida-
de para o porto cima por ti r alguma carga en
gajada ; e para o restante trata-se com Pereira
Vianna 4 C, ra do Vigario n. 7.
jai'ilic Slcjiii J\Tavi|*[nli<)n Coni)aiip
l.iulia quinzenal
o paquete
espera se dos portos do -ul ate o dia 13 du cor-
rente mez, e depois da demora do costume, se-
guir para Liverpool, via Lisboa, para cujos
cortos receber passageiros e car a.
Os agentes Wifeon Rowe 4 fi, ra do Commer-
:io n 14.
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouca demo
ra o hiate Ohnda por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e para o resto oue Ihe
falla, trata-se com os consignatarios, Joaquim
Jos Goncalves Reltrao & Filho i ra de.Co.Ti
mercio n. 5
Para o Rio-Grande do Sul.
Preteade seguir com muita brevidade o palha-
bote Rosita, por ter alguma carga tratada e para
a que Ihe falta trata-se com os consignatarios
Joaquim Jos Goncalves Beltrao & Filho : ra
do Commercio n. S
LEILOES.
LEILO
DE
urna armario envidradla propria para lo-
a de calcados, ou outro qualquer csta-
belociniento, gara4rocto-ae a clavo da
mesma casa, rua de Manilio Dios n. 11
(Outr'ora rua Direitn.)
A'w I I I.m-.i !,. tldllliM.
Por lnterveaiCa\o do agente Piano
Borgres
na mesma 1 ja.
Os pretendeotes podem desde j examinar a re-
ferida armacan.
AO
DA
Inverna sita i ru.i do Rangel ti. 25.
StGUNDA-FEIH II LO CORRENTK
AS 11 HORAS EM PONTO.
O prepnsto do agente Pestaa far lelo por
conta e ri^co de quem pertenrer dos eneros, ar-
ma.;io e mais pertcncas da tavenia sita rua do
Bangel n 2\ segunda feira II do corrente mex, s
11 horas em ponto. ____
todos os movis, jogus e mais utenciiios
DO
hotel da Jaqueira
Sendo:
Mi i veis.
Um billiar, 2 bagatellas, i guarda-mura. 1 eos-
morama, 1 mesa elstica, I guarda roopa, me-as-
para focos, relogios americanos, radeiras de ama-
rello, ditas de pinho, aparadores, bancas m
lampo de pedra, marqu.-zas de ainandlo. ligara
de porcellana, quadros, f spelhos, jarros, cabdes,
camas de ferro, ditas de luaa, quaitinheiras, lava-
torios, mesas de pinho. laawa para almoco, dita
para jantar, compoteiras, bolas de vidro, candei-
ros, copos, clices para vinho, ditos para champag-
ne, bandejas, sorveteiras, I machina para (impar fa-
cas, 1 bomba amcrieain. bancos, tr^m de cozinh.%,
e mais artigos existentef no mesmo hotel.
Gneros.
Duzias de garrafas de cerveja Noruega, ditas
nacional, ditas de champagne ditas de vinho
Cherry, eaixas de vinho Bordeaux.genebra, licores,
bitter, peixes em latas, conservas e diversos g-
neros que estaro patentes:
Tenja-feira 12 do corrente
Por intervenc,o do agente Fn'o Borges no
mesmo hotel, o qual principiar logo que rhegue
o triin que lia de condiuir (gratis), os concur-
rentes do leilo, partindo da estavo do arco de
Santo Antonio s ti Loras em ponto.
LEILO
DE
objectos de urna taverna e movis
SENDO:
Urna annacao de venda em mo e-tado, I por-
rao de formas p'>ra faa-r vela, 600 frasqueiras
de vidro, garrafoes vazios, copos de vidro W bo a
larga, pucaros de barro, tijolo, bules, harris va-
zios, balanzas, conchas, carrinh.'s de in <, grades
de madeira. I crnica para hoi, 1 preraa de es-
premer cajd, 4 pipas com vinho de caj, 4 quar-
tolas com dito, e otitros muitos objectos de urna
venda.
Urna commoda, 1 banca de meio de sala, 1 par
de concolos, I sof, I manpieza, 8 cadeiras, 2 me-
sas, 6 cadeiras com assento e encost de sola, 2
c-irrocas, I dita, pequea, I par de mangas de vi-
dro, I cama de armaran, 2 armarios, 2 caitas, 1
seilim, 2 jarros, 8 pipas e meia com calda para
vinho de cajtl, eoutms muitos objectos com bas-
tante uso
Torca-feira 12 do corrente.
0 agente Martins far leilao, por conta e risco
de quem pertencer, dos objectos de venda e movis
existentes na casa n. 7. da rua da Senzella Nova.
AS II HOBAS DA MANHA.
Leilao
DO
sobrado amarello de '.i .miares e soto da
rua da Imperatriz n. 88, edificado em
chaos proprios, em frento da matriz da
Boa-Vista, e com oito para a rua do
Hospicio.
TERQA-FEIRA 12 DE AGOSTO
s 11 horas
Por intorvcnijo do agente Pint"1.
Ba do Boin-Jess n. 43.
Leilo
DE
movis, louc,a, crystnes e objectos de prata
Terca-feir 1S do corrente.
A's 11 horas da manha
No armfizem O preposto do agente Pestaa far leilo por
conta de urna familia que se retira para a Europa,
a saber : I piano francez muto elegante, mobilia
de Jacaranda, com tampes de pedra marmore, ca-
mas francezas para casal com os competentes
cortinados, 1 muito elegante mesa elstica com 11
taboas, 1 eosturcira de mognn, I flauta de bano
com chaves de prata, 1 rewolver de 6 tiros, mesas
tara jogo, alcatifas para salas, tapetes calungas,
jarros pan cima de mesa, enfeites para ditas,
guarda roupas, I neo aparador, obra do Remigio,
1 jardineira le mogno, obra bem acabada, cadei-
ras avulsas e muitos outro? objectos que estenio
patentes ao exame dos compradores. Sendo que
nesta nrcasiao tan bem sero vendidos diversas
obras de prata de le contrastados, como sejam :
bandeijas paliteros, salvas e 1 servico de mesa,
completo, terca-feira 12 do corrente, as 11 horas
da manha, no referido armazem.
AVISOS OVthSOS
- Ao Illm. Sr. Jos Manoel Pootual Jnior
lembra-se a promessa de sua carta do 22 de se-
tembro de 187", relativamente meaco de um
muro.
Precjsa-se
alugar urna escrava que/ cozinhe e engomme para
casa de pequea familia : na rua do Capibaribe,
casa n. 34 paga-se bem.
ufforece-se um criado livre, de 16 a 17 an-
nos de idade : oa rua do Coronel Suassuna nu-
mero 296.__________
Precisa se de um caixero de 12 a 14 anoos
de idade, com alguma pratica de taverna : em
Santo Amaro, rua do capitao Antonio de Lima,
o. 32.
Para.
Barca Santa Mara.
Para o referido porto recebe este navio carga
frete : a tratar com Amorira Irmos Jt C.
Rio Grande do Sul e Porto
Alegre.
Para os referidos portos directamente receba
carra a frete o tugar portuguez Rio Qranis : a
witar rom Amrim Irmio & C, ma do Bom Je-
ss o- 3.
O abaixo assignaiio faz publico que nesta
data eomprou ao Sr. Candido Jos de Magalhes
Soares, a sua taverna. u. 68, da ma de S. Miguel,
em Afogados, com todas as suas perteneas; se
alguem se achar com direito de reclamar, apr-
sente se no preso de tres dias, (iodos os quaes,
estar firme e aliosa a mesma venda.
Becife, 8 de agosto de 1873.
Manoel Joaquim de Souza Tavares
Coziaheiro.
Prectsa-se de um bom cotinheiro : o tratar oa
rua do Hom Jess n. 3.
Precisase fallar com o' Sr. Francisco P-
rera da Cunha, quelra declarar ma maradia, ou
diiijase rna do Imperailor n. 7, toja de fcahu-
leiro______________________
Precisa-se hilar com a Sra. Emilia Araoru,
residente outr'ora ao pan do Terco, a roa do
Imperador, segundo andar, por cima do Prato 4o
Ouro, entrada pelo caes M de Novembro, ne-
gocio de seo inttrtsse.
-
S


~
Diario de Pernambuco ISabbado 9 de Agosto de 1873.
5


Terpsichore
Pela drrelr.ra desla sociedad? n convidad
s as "ciados para se onirc*i amanhii pilas II
duras to (ta, em n edificio ein que nin.vionnm,
para resolveren! sobro a qncstao adiada.
Pagamento de dividendo
Paga- o f9. djvideiiito das acedos do
Banco do Brasil, inscriptas na extincta cai-
xa filial d'esla provincia, razio de8?O00
por acco ; ra do Vigario n. 1.
Ao connercio.
Jlo Jos do Camino Morae?, lew transferido
sen escriptorio para a ra do Vigario, pavimento
tarreo n. 16.
Cavallo furtado.
Quarta-fera 6 do corrente, fortmm do sitio do
Severiano, em Olinda, uai cavallo alazn, com 09
dous pos e a mao direita cateados, com uma es-
trella na testa e uma malha branca no espinha-
fo direito ; roga-se s autoridades poltciaes ou a
Cem o apprehender o favor de o mandar con-
tir para o estabelerimento, ou ao armasen) do
Campo, ra do Imperador, que ser generosa-
mente recompensado.
ALUGA-SE
o sitio de Bemfica n. 8 (Passagem da Magdalena),
com casa e solio de grandes commodos para nu-
merosa ramilia, margem do rio Capibarbe. e
passando os trilhos dos bonds na porta : a tratar
com los Francisco de Si Leitao, em Olinda, la-
deira do Varauouro, casa n. 31, e no Recite, ra
do Apollo n. 36, 2* andar, ou na ra do Commer-
cio, armazem ns. He 13.
"Pos de Mme. C; siellani contra a tosse, nico
a verdadeiro remedio, recebido directamente : na
rea Neva n. 16.
Agua divina contra cancros syphihticos : na
rna Xova n. 16.
Olinda.
Aluga se urna casa na ra de Mathias Ferrei-
Tft, oiio quintal e cacimba : a tratar i ra do
Amorim n. 37._________
B Offereee-se uma ama para casa de homem
solteiro, que engomma com perfeicao ; a ra das
Cruzes n. 5.
Consultorio HiedicfKJflirgico B

DE
A. B. da Silva Maia.
Roa do Visconde de Albuqnerque n.
II, eotr'ora ra da matriz -da Boa-Vista
o. 14.
Chamados : a qualquer ora.
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 s
4 horas da tarde.
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Maria Goafalves participa que se en-
carrega promover o bom andamento de quaesqner
qaestoesjudicaes nos dous paizes.cima mencio-
nados, para o que est habilitado com uin itessoal
competeotissimo de correspondentes. Escriptorio
roa Primeiro de Marco n. 23, (antiga Precisase de um offlcial de barbeiro, no sa-
fio da ra das Larangeiras n. 19 : a tratar com o
dono do mesmo.
* **$# ***$$
MEOICO-CmilRQCO *
DO 9
Br. J. M. Cario
jf Ra do Mrquez metro andar.
Consulta das 9 horas s 11 da manha. W
Chamad a qualquer ora. d
Ama governante.
Na loja da ra da lmperatriz n. 10 se dir quem
precisa de uma ama que saiba mandar e fazer
todos os mieteres de casa de familia que nao tem
enancas.
*
Aluga-se
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20:
.atrat-r ra do Amorim n. 37.______________
Joaquina da Silva Cosa pede a seus devedo-
res que quanto antes venham saldar seus dbitos,
com o que evitaro desgostos futuros.
PENHORES
Na travessa da ra
as Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mee-
mos metaesepedras.
Precisare n uini ama f.-rra ou captiva para
,'oniprar e roziiiuar par, cusa te un i lamilla
ronipiiMa do duas |u-*>o:is, pa^'.l'*i liein Si a-.'ra-
dar : a iralar i:> a'iii do II spil il n. 2P, I' o r
andares,
Garanl
jaran nuns.
Na ra do Darn da Victoria n. H!, precisa-se
Tallar aos Srs. Pedro dn llego Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
liase.
Una seohora, capaz,oflerece-se para engom-
mar em uma casa de pouca familia; indo s 7
horas da manha e sahindo s 7 da noute: quem
precisar, dirija-se ra da Palma n. 90.
Precisa se de um caixeiro de 14 a 16 anno,
com pratica de laverua : no largo da Paz, em
A Togados, n. 23.
Empresta se algum dinheiro sobre hypotheca
em predios nesta cidade : a tratar na ra Duque
de Caxias n. 44, ou na ra do Rangel n. 4 l, se
gundo andar.
Os abaixo assignados tendo pago a sua
qnarta e ultima prestacao da reforma que ti-
nham obtido de seus credores, disso fazcm sciente
a quem possa mteressar, podendo quem se julgar
anda nao pago apresentar seu titulo. Recife, 4
de agosto de 1873.
Marques Santos 4 C.
Alllgii
u-se
ol* andar do sobrado n. 50 da ra do Bom Jess
(na da Cruz), proprio para escriptorio : a tratar
com Kelter 4 C, ra do Bom lesus n. 55.
Aluga-se a 1 ija n. 74 da ra de S. Jorge,
antiga Pilar, com 3 quartos, 2 salas, cozinha fra,
quintal murado, fresca e pintada de novo : a tra-
tar no segundo andar._______________________
O abaixo assignado declara ao ctmimercio
que deu soci dado ao seu caixeiro Francisco An
tonto Barbosa, em sua taverna, a qual tica gy-
ramn com a firma de Botelho 4 Barbosa.
Beberibe, 8 de agosto de 1873.
Joo Aff so Botelho.
Feitor.
Precisa-se de um feitor que Blenda de servi-
do de horta e jardim : no Co 4egio da ConceiQaa,
a ra de S. Francisco n. 72.

FUMO
EstffofUo o cabra araboclado de nome Pru-
dencio, desdentado e os cabellos um pouco ubico
dos, andava com uma carroca conduzindo estrum -
para um sitio, c fugio no domingo 6 do corrente;
este escravo ligeiramente gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje pertence ao
bario de Nazareth, que gratificar a quem o apre-
sentar. Elle representa 50 annos, filho de Goi-
anna.
Aluga-se o 2* andar do sobrado n. 9, sito
ra Duque de Caxias : quem pretender dirija-se
ra Nova n. 7, que achara com quem tratar.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Rna do Commercio n. 5, 1.a andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Va.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
CorUbi.
Faro.
Guarda.
.Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Moncho.
Ponte de Lima.
Porto.
Ttwa.
Vapassos.
Vianna do|Casteilo.
Villa do Conde. I
O comniendaJor tuzehio Haphael HabeMo
aluga o seu sitio no Caldererro, com grande casa
terrea e um sobrado para gran.le familia, com
ptimas accoiiimudaces. Quem o pret-nder di-
rija-se ao mesmo para o ver, e tratar no es-
criptorio, na ra do Trapiche n. 48. primeiro *n-
dar.
Manoel Jos Fernandes
Barros.
Felippe de Figueira Fana, D.
Marcionila Barros de Figaeira
Faria e Man el Jo? Fernandes
Barros, rogam aos seus parentes
e amigos o caridoso obsequio de
assistirem s missas que mandam
celebrar por alma de seu finado
sogro e pai M.inoel Jos Fernandes Barros, pelas
7 t|2 horas dia 11 do corrente, 1.* annrversario
do seu passamento, na igreja do convento de San-
to Antonio desta cidade.
Recife, 6 de agosto de 1873. _____
D. Caetana Francisca da
Silva Lages.
Domingos Jos da Cunta Lages, filhos, sogra,
cunhados, mao e concunhado, vem por este
meio dar o mais solemne testemunho de^eu pro-
fundo o eterno reconhecimento a todas as pes-
soas que se dignaram, no dia 5 do corrente, as-
sistir na matriz do Corpo Santo, aos ltimos suf-
fragios e acompanhar sepultura o cadver de
sua prezada esposa, mi, lilha, irm e cunhada
D. Caetana Francisca da Silva Lages.
Rogam ainda a todas as pessoas de '-a ami-
sade e prenles da finada o caridoso obzequio
de assistirem s missas que pelo descanco eterno
de sua alma, mandam celebrar na referida Ma-
triz, pelas 7 |2 horas da manha de segnnda-
feira 11 do corrente mez, stimo dia de seu fal-
lecimento ; por cujo acto de earidade e religio
prestado memoria da finada gravaro mai nm
penhor sua mais intima e cordial consideracao
Candida Lins de Barros Mo-
reira.
Capitio Jos Candido de Barros convida a todos
os seus parentes e amigos para assistirem a uma
missa que manda resar na segunda-feira ii de
agosto, s 7 horas da manha, pelo fallecimento de
sua muito estimada irma Candida Lins de Barros
Moreira, pelo seu primeiro anniversario, na igreja
da matriz da Boa-Vista ; confessando vivo re:o-
nhecimento e gratidau. ___
Aula particular.
Fausta Keli-ia da unha Ho*al faz .ciento aos
S"s. cIhTcs I- familias que tetn :.li--ito desde i
dia 12 de jul'io ii cutTnii] anuo uma aula par-
ticular de iii.-lni'-e" piiniaria. em ua r>i.leil-
ei : u> l^-iiiijii Ver.le, ra do* .So-ejn n. Ki.
Lina ritouia ijuu salie cizuitiar e eiuommar
oilercce-se para ama de casa de homem solteiro < l
de pouca familia : a tratar na ra da Concordia
n. 07.______________________________________
Aluga-se urna casa terrea nova, bastante fres-
ca e com commodos para familia, na ra do co-
runel Seara : a tratar na mesma rna n. 35.
O abaixo assignado vem por meio desto par-
leripar ao rcspeitavel publico que despedio desde
o da 3 do corrente, o seu caixeiro o Sr. Manoel
Loi/. de Sena, e que nao se responsabiliaa por
qualquer cousa que o mesmo tomar em seu nome.
Recife, 7 de agosto de 1873.
________________________Gustav MalUU.
Cidade da Escada
A moralidade de algnns habitantes desta cidade
pede a cmara municipal, que lance snas vistas
para actos tan immoraes, praticados pela plebe,
que stin nenhum resneito as familias que transi-
tan! pela estrada publica (a ma'gem do no Ipojuca)
hanhau-se no mesmo rio todos descomposlos, isto
cuntinuadamente das seis horas da manha s seis
da tarJe ; com gritos epalavradas deshonestas, a
ponto de nao se poder passar para a missa e nem
to pouco ao banho.
Por isso pede-so tambem ao Sr. delegado de po-
lica que ao menos, fundado na earidade, d pro*
videncias a respeito : assim se espera.
6 de de agosto de 1873.
O tapatetre.
Protesto.
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portnguez
de 2' classe e en 'arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treza me-
tes, partiera aoa seus amigos, tanto nacioaaes
como portuguezes., que tem o sen escriptorio na
ra Primeiro de Marco n. 23, 1* andar, antiga ra
do Crespo onde pode ser procurado lodos os
dias nao carnificados, das 9 horas da manha s 4
da tarde.
Precisa-se, para servir a uma s pessoa, de
urna muiher idosa, que seja fiel as compras e
limpa no serv.-o da cozinba : a tratar na loja das
Cestas, ra larga do Rosario.
MOFINA
Est encouracado!! !
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
esc h vio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rna Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desie jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
Bm, |>ois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de eito atmos, e quando o Sr. sen filho se
achava nesta eidade.
i^F^ At \r.
O Sr. Jos' Alves Machado Guimares pela se-
gunda vez rogado a vir ra do Imperador n. 28,
a negocio de seu inleresse.
i O Direito. S
& 0
$ Importante jornal de g
noticias. 0
Publiea-se tren vezes por se- 0
mana, A
Xo Pulo
Assignatura por anno 184000 5R
Seis mezes 9<000 A
Tres mezes 5#C'0
Recebe-se assignatura* rna do Cres- 9
pon. 10. m
(E' reeebido por todos os paquete;.) 9
I000W0 000 000^0
Precisa-se de um eaixeiro qne tenha prati-
ca de molhalos, de 12 a 14 annos e que preste
flanea de sua conducta : na ra da Moeda n. -9.
Constando-nos que nosso cimbado Alfredo Car-
dos j Pereira quer vender o que elle e nos tem >
de haver do inventario de S. Cruz ao tenente-co-
ronel Jo o Carlos de Mendonca VasconceHos sem
audiencia nossa, pelo presente annuncio protesta-
mos pela validado de qualquer negocio que o
mesmo nosso cunhado Alfredo faca, seja com
quem for, na qualidade de nosso procurador, e em
virtude de procuracao que Ihe passamos para li-
quidar a heranca de uoss finado pai Francisco
Alfonso de Mello, e por essa forma ficam cassados
todos os poderes d qualquer procuracao nossa
para o mesmo nosso cunhado Alfredo. Engenho
Periquito, 6 de agosto de 1873.
Francisco Alfonso de Mello.
Antonio Alfonso de Mello.
Jila.jiiim Sinfrono Alfonso de Mello
Mariana victorina de Mello.
Manoel Simplicio Alfonso de Mello.
Hesposta a* protest de Fraa-
cNCO. e de D. Hariauna Victorina
de Mello, no aDiario de 5. O e
9 do corrente.
Em 9 de marco de 1870, fizeram os protestan-
tes c outros um contrato, pelo qual autorisararo
Alfredo Cardoso Pereira a proceder na liquida-
cao do acervo de Francisco Atronco de Mel o,
como procurador m causa propriu a no caso de
o contrariaran pagar o que atsim proceder, a
multa de 8:00'li 00, que reverter em beneficio
dos outros contratantes. J vee n os protestantes,
que j incorreram na multa, e qne nao es ao de
boa. Protestamos pela parte que nos toca, con-
tra o procedimento irregular de quem nos offen-
de, sem causa.
Recife. 2 de agosto de 1873.
_______________Alfredo a Barbosa Jnior.
Contra protesto.
Alfrerlo Cardozo Pereira declara que ja-
mis procurouj vender ao tenente-coronel
Joao Carlos de Mendonga Vasconcellos, o
que-os seus cunhados teetn de haver do in-
ventario doS nta Cruz, porque anda
nao- sabido o que 'hes -ser partilhado.
Outro si:n, declora que em 9 de marco de
1870, fizeram seus ditos cunhados utn con-
trato, pro mullendo conservar tod i a har-
mona comsigo na liquidarlo de lito inven-
tario contratando para que fusse elle, o
prori.rador eme tusa propria, e na caso
de ii contrariaran), por qualquer forma,
paga-'- o que owm proceder^ a multa de
<: 05>. que reverter em beneficio dos ou-
tros contratantes Dos seis contratantes, s
elle uto protestouj invoca oiestemunho de
Sr. tciiente-coronl Joan Carlos p-ra quede-
claro, te, na accomaeodf;o que tem-se pro-
jectoil'), nao attendeu aos iuteresses de seus
cunhados: Joaquim Simfronio, Francisco
Affonso e 1). .Maanita, e de accor-do com
os seus deveres ?
Hoje, porm, para vender o que Ihd
pertence (nao o que tenha a herda" do
inventario de seu sogro '. Francisco AiTonso
de Mello), mo precisa do consentimenlo de
seus cunhados; porque nao tem admi-
nistradores.
Recife, 8 de agosto de 1873.
A 11 i Precisa-se de rima ama para
!\1 A comprar e eotinhir para casa de
til l\ pouca familia : a tratar na rna
da Roda n. 48, i.: andar._____________________
Piecisa-se alugar una ama de leito : a tra-
ta ruarua do S'd i) ti._____________
Cozinhcirn.
Precisase de urna ama que. s ja perfeila nesse
servico c que tenha boa omluela: ^.tratar em
Santo Amaro em seguinicnto ra d'Aurora n.
171.
Precisa >e de uma que co-
znhe o diario do uma casa :
na rna do Baro do Trium-
pho n. 78, antiga ra do Bru, armazem de Ma-
noel Jos de Sa Araujo.
AMA
Offerece-se uma ama (criada)
\ Ifl A l"e eoze>,lVa een0II"na roupa:
n. lTl ti. a tratar na ra da Penha n. 3,
segundo andar. E' muala e leva consigo um
filho pequeo.
Precisa-se de uma ama para cozinbar : na
ra da Penha n. 3, andar._________________
Precisase de uma ama de leile sem filho :
na roa da Penha n. z3, andar,_______________
AH i Precisa se de uma ama para
VI \ casa de pouca familia, que co-
l'l Jl zinne e engomme: na ra da
Restaurarlo, eutr'ora da Guia n. 8
AMA
conducta.
Na ra da Alegra n. 40 pre-
para andar com uma
de uma ama de meia
idade, que d fiador de sua
A
A Na ra do Capibarbe n. 40,
precisa-se de uma ama para
cozinbar o diario de pequea
familia.
AMAS
duas pessoas.
Na ra Direita n. 8, primeiro
andar, precisase de amas, tanto
para cozinbar e comprar, cio
para engommar, para familia de
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
volta da Europa, contina a en-
carrejarse de concertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
outro oDjecto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na trave sa da ra das
Cruzes n. 14, andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o encontrarlo prompto a garantir
seus trabalhos e a faze-los por precos mdicos.
Tres Mundos
POR
D 1VIOMII IA COS A
Mundo Barliaro-Mondo Romano
Mundo christao.
Um volume ntidamente impresso
IfHO
___________LIVRARIA FRR.NCEZA.__________
Escrava fgida.
Fugio no dia 29 de julbo prximo Ando, uma
escrava de nome Vicenca, com os signaes segnin-
tes : parda, cor de canella, alta, gorda, cabellos
meio carapinhados, rosto redondo, tem falta de
dentes na frente, levou vestido de cassa, chale de
varias cores e lalvez botinas, filha de Macei,
onde tem um irmo chamado Vicente, em cuja
companhia esto dous fimos seus, pode ter ella
fgido para all, mas ha quasi certeza que esteja
nesta eidade do Recife acoutada por um certo se-
nhor doutor, a quem se pede que a mande voltar
para casa de seu senhor, sob pena de publicar-se
todo o seu nome por extenso nos jrnaes, e proce-
der-se contra sna senhora. Roya se s aut Mida-
Ana policiaes e capilaes de campo a captura desta
escrava, e que a conduzam ra do Baro de
Triumpho (antiga do Brum) n. 92, que sern gene-
rosamente gratificados
Sociedade Recreativa Ju ven-
tude.
De conformidade com o que dispoe o art. 19 de
nossos estatutos, scieatifico aos senhores socios
que esta presidencia deliberou ter lugar domingo
10 do corrente, pelas 6 horas da manha, a reunan
da aseembla geral ordinaria, atim de ouvirem a
leituca do rclatorio e pareeer de exame de contas,
e eleiiorem a nova directora para o anno finan-
ceiro de t873 1874.
Outroau, a presidencia chama a attencio dos
genitores ocios para o art. 8 i* e art. 20 2o de
nossa lei.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
6 de agosto de 1873.
Francisco A. F. Vianna,
1* secretario._______
Na ra Bella n. 11 precisa-se de uma preta.
forra ou escrava,yara veader um Uboleiro.
Desencamiihou-se
Hontem, s 2 horas da tarde, sahindo urna pes*
wa com um portador, conduzindo este uns Hvros
em branco, da rna do Duqne de Caxias para a
do Llvrameato, detappareceu o tal portado; quem
o encontrar oo seubr, pode levar rw do U-
mtnento. loja do Sr. Antonio Goncalves do Aze-
Kedo, a que tratifiar,
Na ra do Hospicio n. i, precisa-se de uiu
eriado para todo servjco, preferindo-se o que foi
captivo.
Governante
Precisa-se de uma senhora de 36 annos de ida-
de, pouco mais ou menos, para governante de
casa de pequea familia que nao tem menores :
na ra da lmperatriz n 10.________
Casas para alugar no Mon-
teiro.
Vicente Alves Machado aluga dnas casas, jimias
ou separadas, para passar a festa ou por um an-
uo, na estrada que vai para o Monteiro, defronle
do sitio do Sr. Manoel Jos Carneire, e na roa
nova de Santa Rito ns. 31 e 33, serrana a vapor.
Quem quer?
Dinheiro a juros em pequeas quantia?: na
rna das Larangeiras n. 26, loja, se dir quem faz
este negocio.
Hotel guia d'Ouro.
Pornece-se comida com promptidio por cora-
modo preco, nao s para mandar em casas par-
ticulares, como tambem se encontrar papa, das
6 as 7 horas da manha : na ra estreita do Rosa-
ra n. 23.
- Aluga-se a casa n. 54 rna de S Joo, coui
2 sal.is, i quario, eosinha fra e quintal, e preco
de ItJ .nensal: a tratar na ra e-treita do Rosa
rio n. 17. andar, das 19 s 2 horas da tarde.
AttenQo
Pede-se ao Sr. tenente-co-
ronel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerque, o favor
de vir ou mandar ra do
Coronel Suassuna n. 4, ne-
gocio que S. S. nao ignora.
Quem precisar de um administrador ou fei-
tor, para enganho ou sitio, casado, com muiher e
Glhos, dirija-se ra do Baro da Victoria n 6.
que achara eom quemtratar.
- Precisase de uma muiher de boa conduct
para fazer companhia a uma pequea familia : na
rna de Horta n. 63. _______________________
Condecorares.
A coroa brilhante receben pelo ultimo paquete
da Europa as seguintes condecorares, de ouro e
prata dotiraJa : commendas da Rosa e officiala-
atos, eommendas de Christo com as respectivas
cruzes, medalhas para cavalheiros das ordens de
Aviz, Cruzeiro, Rosa e Christo, e juntamente fitas
para a< ditas eondecoracoes e da campanha do
Paraguay : coroa brilhante, loja de joias, ra
do Cabus n. 11.
Engomma-se eom toda limpeza e perfeicao
ronpa de homem e senhora : ra Duque de Ca-
xias n. 39 hotel.
Verdadeiras bixas hambur-
guezas.
As nicas chegadas neste ultimo vapor francez:
na ra da Cadeia do Recife n. 51, primeiro an-
dar.
Eu abaixo assignado declaro que tenho jus-
to e contratada a taverna sita na roa da Penha
n. 6, pertencente ao Sr. Januarios Goncalves Per-
reir Peixoto, livre e desembarazada de qualquer
debito qne possa apparectr.
Reeife, 8 de agosto de 1873.
Jos Pire Barroso.
COMPRAS.
Trastes. 1
Mdico proco.
Vende se um te/reno com 3-.0 palmos de fren-
te o 600 a 800 de fundo, no lugar de Apuazi-
nha ie B-herbe tendo algumas arvores de rucio
e ontras muias j.i ern l.ni lamapha c de hem
qualidade/ muitu Ik-i fig!ua -ara ftier ; r fft
s:.a NtefciPc da orna ( lea, e >oi -, n,i ntc !l":'
haixa par cap;,-:, < prnxirn.i isi.-i'mi di l'mli.
da Madcira : quem pie.ende-l'i p.i l dir:^ir so a
na do Alucriiii n. 4, que adiar com ipieiu tra-
tar.
Engenho Periquito.
Vende se i ma parte no engeiiho Periquito, bem
como as rendas correspondentes das safras do an-
no de i86*> a 1873, em mo do consenhor do
mesmo engenho Francisco Alonso de Mello : quem
pretender dirija se ra do Cruz n. 59, primeiro
andar._____________________________________
Novidades
Na padaria alleni de Maternus LetU, rna da
RestauraQio n. 54, tem para vender o seguiste :
Presuntos de Westphalio.
Krvilhas verdes inleirar.
Ditas ditas partidos.
Ditas amarellas ditas.
Lentilhas.
Feijo braneo grande.
Sevadnha.
Sag Uno.
Ameixas seccas.
Cerejas ditas.
Maces ditas.
Biscoutos hamburgnezes.
Sal am miaco para ns padeiros.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro & Filhos
Teem para veader no seu escriptorio ua do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 ; --rafas.
de laran a, dem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, rcentemente ehrgada
CHAPEOS de sol, para homem e. senhora, cabo
de inarliiH e sso.
FF.IXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Baha, da fabrica do commen-
mendador Pedroxo.
LINHA de rorz.
OBItAS de pab eta.
PANNO de algodao da Baha, da fabrica do con
mendador Pedrozn.
RETR0Z de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militan.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
> ELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caxas de 12 gar-
rafas,
a dito Moscatel do Douro, idem idem.
< dito Setubal, caxas de i e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caxas de G gar-
rafas,
' de Collares superior, emancoretas.
de caj, caixas de 12 gar afas.
t Malvasia do Douro, caixas cora 12 gar-
rafas.
Carcavellos, idem idem.
Novidade.
A Predilecta, rna do Cabug> n 1 A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinlios de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, goll-
nhas e punhos tambem bordados e de phantazia,
saias bordadas, ditas com entremoios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
per barato preco.
Vcnde-se um boi manso u feto no servico, e
nma carroca em bom estado : quem pretender
dirija-se ra do Visconde de Goyanna, antiga ra
do Mundego, n. 72, taverna.
Vende-se
A taverna da travessa das Crures n 6, propria
para principiante, cora poucos fundos: a tratar
na mesma.
Calcado do Porto
Tamancos e chinellos, sapatos de tranca para
hornera e senhora, grandes e pequeo-, ludo de
superior qualidade, chegados pelo ultimo navio :
na ra da Senzala-nova n. 1.
Vende-se
um escravo de 17 a 18 annos de idade, de bonita
figura muito sadio. proprio para bolieiro ou co-
peiro, de que tem bastante pratica ; para infor-
raacoes dirijam-se ra do Baro da Victoria nu-
mero 20.
Vende se um blcao de ama relio por barato
preco : na ra do Commercio n. 38.
VENDE-SE Tinte toneladas de carvo
para ferreiro : a tratar na ra do Commer-
cio n. 2, armazem.
CAZA BA FORTUNA
RA I .* VI MARCO OUTR'ORA DO CRESPO R. 43
Aos 2:U0(WK).
0 aUo assignado tem sampre exposto -venda
os Hilos b-ieies do Rio de Janeiro, tfaaaud
promptamonte, como cusluma, aa* apramlo aV
l:00>#.
Inteiro ....... lU^OO
He........t&aOOO
Qoarto....... CiOttO
Manoel Martn Pigza,
g-. Compra se e vende-se trastes novos &
e usados : no armazem da roa do Im- 3?
aerador n. 48. -
>
Compra-se acedes da companhia do
Beberibe; a ra Primeiro de Margo, n. 21.
VNDAS.
Vinho verde de Bastos,
superior
Em ancoretas e caixas de uma duzia, tem para
vender a preco commodo, Joaquim Jos Goncal-
ves Beltro St Filho : no escriptorio, roa do
Commercio n. 5.____________________________
Vende-se pos de pedra jaspe para calcar
botinas e uma frasqueira oom fechadura de se-
gredo : na ra da SeazaBa n. 124, !. andar.
Vende-se a casa terrea com um pequeo si-
lio no Monteiro, freguezia do Poco, logar denomi-
nado Umario; a tratar na roa Direita n. 1.
Muito barato
leadeie uma annaeaa e leaeros de molhados,
tor 5U, no barro, fregueila dos Afogados, lugar
la praca do Capim : a tratar na mesma.
VENDE-SE
a taverna da ra do Leao Coroado n. 2, propria
para principiante, e vende-se porque o dono quer
retirar se para o mato a tratar de sua saude. A
dita taverna bem afreguezada._______________
Vinho Bordeaux em barris, recente-
mente chegado, vende-se em casa de H.
Leger, ra da Cruz n. 68.
SERA
NOVIDADE?
E sim senhora.
Nao ser por acaso novidade (e esta fresca) as
lindas e fascinadoras fachas de seda, com as com-
petentes ivellas de tartaruga, primorosamente es-
maltadas de madreperola, que receben o Vapor
das Novidades i
E sim senhora.
Ser crivel ?
Que ze possa vender um par de botinas de du-
raque preto e de canno altopara senhoras por Si?
sim senhora.
Gomvin advertir
que s no Vapor das Novidades, a ra da lm-
peratriz n. 3, onde se encontrara botinas de du-
raque preti para senhora e em perfeito estado
por 4*00), cassbletas de acp do ultimo gosto, gra-
vatas para senhoras e outros muitos artigos de
fazer arrepiar pelle e cabelt >, nlo s pela sua
elegancia, como pelos precos porque sao vendi-
dos.
L isto
ra da lmperatriz n. 36.
S Leitao & Oliveira.
Armazem do fumo
Ilufl da Madre de Dcus n. 10 A.
Jos l'cmingncs do Carrao e. Silva participa aos
mmis fn niii'ti's i- .iiiiir-c-- o,- no i.-u ,irjiia/.i-u a
ma d.i Mailii! ih" l'i'ii* n. til A, -i- i ;,a um 'Vio-
tirio il.- pal -,
z.- u :.; :(-. -lo-.....rlmrfe fabrijanU? da L:aia,
e tem a.-iin a llor de Indos os fiMBU de corda
era n l, pacolcs, lata- gfai Ips o i-equcn.-.s, tara-
I ni ilos mu ai'P'iliatl"* Lio i aillos Turres 4
Araujo, l.izaur, Aduiplio Schnidt & C, Lizanr
Schmidt & C, Vegas 4 Araujo, Trindade & Ave-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garantido pelos
mesmos) e de outros anide nao conhecldos pelo
pubtii-o desta capital. O amiuncianle declara que
lodo fumo que for vendido em sua casa ser pelo
seu justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, seta sincero, mu particularmente
com as pessoas que pouco cntenlam da materia ;
pois para bem servir a lodos, tem o annunciante-
i ionga pratied Je lo anuos deste r:,mmercio.
Mais val tarde do que
nunc .
\vis i:iij)(Tlane.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
S0.MIUS
acoiipe delicioso que se prepara va amigamente
NA CONFEITAHIA DO CAMPOS
que os propriclarios daquclle estal.clecimento re-
solveram de novo fabricar tao delicioso manjar,
niio s para satisfazer algumas encommendas, co-
mo para criar novos cnisuininidores.
E rpial ser a familia que nao
mandar buscar alli, ao menos
uma duzia de
RONHOS
para a sua si bremeza ?.... _________________
TASSOIRMOSIC.
Ern seus armazons ra do Amorim
ii. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos enramados sextavas para ladrilho.
Canos de barro para esgolo.
Cimento Portlaud.
Cimento Hydrauliec.
Machinas de dcscaroear algodio.
Machinas de padaria.
Potassa da Hussia em barril.
I'hosphoros de cera.
Sag" era garrafSes.
Sevadnha em garrafSes.
Lenti'has em garrafocs,
Rhuin da aJmaiea.
Vinho do Porto velho engarrafada
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordean!, dito.
Vnlio de Seherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas c dol.radas ngleza.
Licores finos sortdos.
Cognac Gaulher Freres.
Latas de toueinlio inglez.
Bar s com repeino em salmoura
1.a e 2.a series.
Vendo se uma assignatura das cadernetas do
Diccionario Portnguez de Fr. D. Vieira, j pagas a
1" e 2* series : ra Duque de Caxias n. 7J.
Las, ultimo gosto
A Rosa Branca vende las de gostos muito boni-
tos a 800 ris o covtdo.
Las de qaadros a 320 ris o
covado.
Chegaram mais las pelo baralissims pre^o de
320 ris.
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas de padres muito
delicados, e e;l qneimando.
Atoalhado.
A Rosa Branca tem o que ha de melhor e de
ricos deseuhos.
Novas cambraias pretas.
A Rosa Branca tem os mais rcogostos em s
cambraias pretas : dao-se amostras de todas as
fazendas, trazehdo penhor.
Xarope d'agrio doPar
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgcls respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
As nicas verdadeiras.
Bichas hamhurguezas qne vem a este mercado:
na rna do Mrquez do, olinda n. 51.
Caes do Ramos, na barcaca Simpathia, ven-
de-se uma canoa pequea, de amarello, 43 vigas
de sapucaia de 32 palmo?, o ditas de 45, 4 pran-
choes de amarello e 6 jangadas, a tratar com o
mestre da dita bafcaca, ou cora o Sr. Elias nodito
lugar.
,VQ
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmios z
C. ra do Amorim n. 37
A dinheiro
Vende-se nm piano francez de meio armario,
em perfeito estado e de excellentes vozes, assim
como urna pequea raobilia e ou.ros trastes de
casa : i rna Volha n. 94. _____________
Vende-se 4 canoas abertas que pegara de 800
a 1,500 tijolos grossos : a tratar na ra do Coro-
nel Seara n. 3o.
320 rs. o covado
Cassas de nno de padres miudos e cores flxas
a 320 rs. o corado, 4 loja dos Arcos r ra Pri
meire de Margo ( antiga do Crespo ) n. 20 A, de
gorm| dp Ajnaral 4 C.
Casa e Ierren.
Vend-se ou aluga-se a casa de ferro e terreno
sito em Sanf Anna, junto da cstacao : trata-se na
| roa do Bom Jess n. 4, armazem.
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel de core?, resmas grandes, sortidas a 9<.
Dito de dito ditas, assetinado e muito encornado
9,000.
Dito de seda (mais conhecido por seda de mi-
Iho) do verdadeiro, francez, a UwO o cartao de
10.01I0 mortalhas.
Dito de linho fino de Barcellona, marca marlel-
lo, 4000.
Dito de dito dito, marca balanca, 34500 a resma.
Dito de trigo, resmas grandes, do verdadeiro de
Barcellona, 9/ a resma.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ra da .Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumos em folbas, muito velho, cheiroso e forte,
para fumar-se, da safra velha, e dos melhores lu-
gares de S. Flix, Nazareth, da provincia da Ba-
ha, sao vendidos a dinheiro vista por precos
muito redolidos.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem da
fumo.
Alhos a 40 rs. amoun a 5|800 a lata.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ra da'Madre de Dos n. 10 A, armazem
do fumo.
Grande liquidado.
Na ra do Queimado n. 43.
Era fronte a Pracinjh.
Lzinhas de qnadros a 240, 280 e -300 rs. o co-
vado.
Chitas de cores seguras a 240 e 280 rs. o covado.
Madapolo bom a 44 a peca.
Algodao T a 44 54 a peca.
Colxas de fustao, grandes a 34500.
Toalbos felpudas a 64 a duzia
Lencos para meninos, a 80 rs.
Brim lona de pur-i linho a 14500 a vara.
Cortes de casemira de cor, a 54.
E multas outras fazendas por meaos do seu va-
lor. S o 43, i roa do Quemada em frente
pracinha.
Vende-se.
urna casa terrea na estrada da Joao de Barros
n. 17, e um terreno na ra do Priaeliie, eom 14i
palmos de frente e 120 de fundo <> tratar la
roa da Soledad n 54.
/



6

Diario e Peraaibaeo Sb&tdo 9"*te'Agot! de bbW

^r
lT
>.
Em fazendas de gosto
NA ,. ,'..

A 19500, 19200, 800 e 640 rs.
0 avo rwohw ura elegante sortimeuto
das mais linas eambraias brancas abenas,
bordadasp ira vestido, que vende pelo barato
prec,o de 99 e 109000 o corto, lando fazenda
bastante para vestid''. E' pechincha, na loja
o Pavao ra da Imperatriz n. 00.
LAZI.N'HAS BORBAASA 400 RS.
OCOVADO."
0 Pavio receben um elegante sortimento
das maislindas lazinhas transparentes com
iorinbas, bordadas, tendo de todas as cores
inciusivel rocha propria para viava, o ven-
de pelo baratissimo prego de iOO rs. o co-
rado. B' pechincha, na luja do Pavao ra
d-\ Imperatriz n. 00.
LAS MODERNAS.
O Pavao vendo um bonito sortimento de
lazulitas Usuradas sendo das mais modernas
que tura w'vloao mercado, pelo luratissimo
pi ,i le 560 el) o rs. o covado. E' pe-
chincha, na lujado Pavao ra da Impe-
MA AS i. V \'lt 1 HAS A 040 RS. O COVADO.
Cli u para a loja do Pavo um elegante
... m n.\;.i> du mais lindas alpacas letradas
1 rdns sendo :is cores mais modernas que
i :,i viudo pa vestidos, c vende-sc pelo ba-
ratrsstm > prago de 640 rs. o covado. E'
(>( ,iineli,-t, ua loja do Pavio.
i. SaLS FRANCEZAS A (00 E 640 US. 0
METRO.
0 Pavao receban um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fian czas, do cor,
ramos mais bonitos desenh s miados e
pandos, tendo padroes cscuros e outros que
servom para lulo, e vendo a GOO e 640 rs.
o metro ou 3<>9 o 400 rs. o covado.
LAZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 6'iOrs. o 19800.
0 Pavao .ocebcu um elegante sortimento
de lis cera listrasde seda assetinada, sondo
asmiis madamas- que, tora vfbdo ao merca-
do a co o as mais delicadas cores, e vende
-pelos baratos presos He 640 rs e 13200.
Assira como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 o 800
rs., todas estas las sao modernsimas. E'
pecbncba, na loja do Pavao.
Chitas a 3.. 8 M>. S o 0 rs.
O Pavao receben um grande sortimento de
chitas do cores fivas, que ven lo pelos bara-
tos pree s de 2*0 c -280 rs. o cova lo. Hilas
asearas hienda muito superior, com novos
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muiti linas padroes claros em teci-
4oa de percales, com barra de cor ao lado e
seno ella a 36:) e 400 rs.
Ditas pretas com leudo de crctone, fazen-
da muito so; ertof a 3;0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cures, miudinhas, proprias para
roupa de enancas a 360 rs. o covado. E'
peohiirh.i, na loja do. Pavao.
Baplintis a 500 rs. o covado.
O Pavao recebcu um eleganto sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padroes miu linhos c grados semlo proprios
para vesti los e roupa de crianca, pelo bara-
tissimo proco de 300 rs. o covado, affianc,an-
do- s'-r grande pechincha !
CJort'.s ilccambraia. nltlmano-
viilade, a 99000.
0 Pavao recebcu pelo ultimo vapor de
Europa, cortos de cambraia branca com ba-
badinho* ricamente bordados, tendo fazenda
saflicientc para vestido do qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
viudo a > mcroaro, pela su a excessiva ha-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras do bom gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 05000. E' grande pe-
chincha, no Haear do Pavo- ra dn Ilhpe-
ratriz n. 60
CORTLSDEGAAMrVAlA -BORDADOS.
0 Pavao recebcu os mais ricos cortes de
cambraia baamca bordados para vestido, que
rende polo barato precio de 2015 e 303000.
CO!\Ti:s DK CAMBRAIA BRANCA.
0 Pavo recebeu m linio corte'de cirl-
braia branca coer4irtras assetinadass que
rende polo baiato pre.;o de"J909O.
Ditos ora listras de cores/rtndo 8 M-a*.* -tara.
49 e 5JP000.-Vl'ijttehirtcha.
. JSPXtfTIfofOS.
0 Pavao-neabbeu 'Bint grande srtimento
Minina, que vende pp!o
31000.
alj rdjs$r
ando.
'Barat'' pre.o 3e
cr I9e-!IP090.
Wro rindo
' SSo dos^
ao. mer-
a 353000.
Atoalbado adamascado com 8 palmos de
lar
LOJA E ARMAZEM DO PAVAO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUIMARS3
Os proprietarios deste importante estabelecimento, partiaipam ao respcitavel pnblico
desta cilaclo e aos seus numerosos freguezes que aeabam de aeaeber pelos ultimo* rapo-
ros-de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambero um grande
sortimento das melhorcs fazendas de lei, que so vendem por procos muito era conta, so
com o lim de apurar dinneiro.
As pessoasque negociim em pequea escala, neste estabelecimento podero fazer
os seus sorti.nentos, porque se Ihes tender pelos procos que compram as casas estran-
geiras ; de tolas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se lerar em
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Esto estabelecimento est constantemente aberto das 6 horas da manh s 9 da neute
BURNOUS A 169000.
O Pavao recebeu pelo ultimo vapor de
'Europa, burnoos dos mais lindos gostos
O Pavo recebeu um brdhanto sortimento que ate hoje sao conhecidos e em relacao
das mais linas granadinos prcta- com dch- sua excessiva barateza,- convidm-se tas
cadas listrasde cores opretas, que vemle pelo Exmas: Sras. para verem o que hade mais
barato pr. co de 19500 o c .vad >. Ditas to- novidarle neste artigo,
das de cOrej com listras miudinhas em urna BRAMANTES PARA LENCOES.
so cor a li?200 o 5000 o covado. Ditas o Pavao vende superior bramante de al-
pretas com listras de seda roxas a 800 rs. Di- godo, tendo 10 palmos de largura, queso
tis prate com listras brancas, azues ever- precisa de 1/4 vara para um lencol a
des a 640 rs. o c -vado. Assim como boni- ljj600 o metro ou 19800 a vara.
tas barajes de seda para vestidos comas Dito de linho fino superior e muito en-
mais hutas cores a 19000. 1" pechincha, corpado, com a mesma largura a 29400 a
na loja do Pavao. vara
POPELINAS A19000 E 29000OCOVADO. Ditos francezes muito finos a 29500 e
O Pavao recebeu um elegante sortimento 35000.
das mais lindas poupohnas de seda com os: Pecas de Hamburgo e panno de linho, ten-
mais lindos desenos e mais bonitas cores, do c m 20 e 30 varas para todos os precos
que vende a l-jliO e 2--5000. !e qualidades.
SEDAS DE CORES A 29500 US. dU,s de bretanha de puro linho, tendo 30
0 Pavao recebeu um bonito sortimento jardas, pelos presos mais baratos que se tem
das mais lindas se Iinbas de urna s cor com Visto.
delicados desenlio; miudinhos, que vende a Pechinahas do finissirao esguio ou silzia
2950iioc, vado. Ditas com listrinhas, mni-' com c jardas a 79000.
to boa fazenda a 29000. E" pechincha, nal Pecas de finsima silezia com 30 jardas
na loja do Ptvo.
CAMBRVtS ABERTAS A 93 E 105000
gura a 29000 a vara.
Calca* lo casemira.
O Pavao tern um grande sortimento de
calcas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem rindo nos ltimos
figurinos o em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
veode-se por barato proco para apurar di-
nneiro, assim como caigas de brim branco e
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 19800 E 29000.
O Pavao vendo duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato proco do 29000 a duzia.
Ditos tambera abainhados, com beira de
cor a 13800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
totlos brancos a 33000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 3-3600
MEIAS CRIAS A 43 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duaiasde meiascruas, ia-
glezas pelo barato prego de 4900O e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 63000, 73000,83000 e 103000,
e um grande sortimento de meias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAP0LA0 FHANCEZ a 69000 E 79000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que semprese vendeu por muito mais
dinheiro e liquida-so pelo baratissimo prego
69000 o 75000, por ter fcito urna grand
compra. E' pechincha.
Aigoilaocinlio n 45000.
O Pavao vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
49 e 53000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas e lenges a 63000 e 79000.
CAMBRA I AS.
0 Pavao vendo cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 23500
33000.
Pecas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 43, 59 e 69000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CllOCUET PARA CADEIRAS.
O Pavao tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
bataneo, para ditas de guarnigo c para so
f;l, que se vendem milito om conta.
GOLXAS DE CROCHET A 69 E 83000.
O Pavao vende colxas do crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 63 e 83O00.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo do co-
ros e brancas, pelo Iwrato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SATAS
a 49000.
0 Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas wias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. B' pecbncba na- loja o> Pa-
vo ra da Imperatriz. n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor do Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeit.s de-flOr, proprias para senbora, garan-
tindo-se sorem das mnis modernas que ha
no morcado, assim como a boa qualidade,
por terom sido remettidas por um dosmr
Ihores fabricantes de Paris, o vende-se peto
barato prego de 69, na loja do Pwvo.
SAI AS BORDADAS A 59, '65 e 89000.
0 Pavo vende saias ricamento bordadas
de 4 pannos cadar urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 699000.
Ditas' de nm panno s oootn taita fodas
guarnecida de puegas, pelos barafros, proco,
de 29000 e'&S00.
Ditas com guarnigo de pregas a borda-
dos a 39500.
AlgtMlfto enfesmla n l?OfM> m
vara.
O^Tarao' vende' afgdao americano L!'Wnes-
tado rthito encor'pdo, proprio para toa-i
Ma o lenges, pelo barato prego"de;49000 a
iti francez sendo trancado e- mtito enJ
cQrtHdor pelo baratsimo prego* desaso o
adtro.
.Gm-stouMeaty'
Os lequos todos de madreperota,. brancos o de
[rtins e quo trarem disOcoI'NIAO em le Iras
tambem de madreperla cln alio relevo, lor- h
nando-se por isto aproprados par nivas, a NO-
VA ESPERAXCA ra buque de Caxias n. 63
(anliga do Queunado) quem os lem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, rucios aderegos, ernzes,
coragdes e cassoletas, que esto osostas A boa
escolha das Exmas. (amantes do duque) nde
na Nova Espcanca, ra Wtpe 'i



u-3..
i-axi;i>
os menmos
de espartilhos' tanto para senbora como^pNrV Otuemiraa a g9Jf9tftt9
\^mx&
J Pavio ven
z&, sendo fajd&WiitPW sapemu sem-
pfe se vendeu por mais dinheiro, e toqui?
datf-seaJZM0-c4rt%
! Ditos a 69000.
A Nova Eperanca na Duque de Caiias 1
63, acaha de raeeber um lindo ortfmenfctle l>-
necas de rmiMis qnalidadc engrapadas bonecs de borrach, assim tamlmm
urna pequea quantidade de bonecas pretas que
M lornam apreciadas pela aua novidade.
Ebem til
A Nova Esperanca ra. Duiuo de Caxias n.
63, lecabcu verdadeiro cinienio inglez. prepara'
cao^ara MHcerur poreelaaa*j bem mil.
Vestido perdido
Muitas vetea emvestrdo' torna'> iniinmnle
feio, eaneat por estar mal eafeitado : a Nora Es-
peranca ra .buque de Caxias d. 63> remove
este mal; ponino est'ltom provida dos tnelhora
galoes e franjas de todas a eoro, onde, pode es-.
colher-se vonlade sobresahindo entre estas as
modernas franja mesaicas, que pela sua varieda-
de de cures, flea bem em qaasi todas as fazenda.
A ella antes que se acabem.
Bolos de borradla
Venden-se da (do' o tananlios ra Duque
de Caxias ti. 63, na Nova'-Esperanca. 1
Cabellos breos stem quem
quer
A'Nwa Esperan? na Duqne de Caxias-a.'
63, acaa de receber a verdadeira tintura de Des-
nouspara Ungiros, cabellos,o que se consegue
(empreaando-a) cora imiita fstoilidade, e por este
motivo, cabellos brancos-s teui quem quer.
Estao na moda
Os cinturoes de couro, proprios para senhoras,
Se receben a Nova Esperanca ra Duque de
xias o. 63, estaof skn, senbora, estao na moda I
Se queris ter ou preparar um rawalbete de
cheirosos travos brancos pora o vosso casamento,
ou para outro lim apropriado, necesario ir
Nova Esperanca roa Duque de Caxias n. 63,
que alli encontrareis o melores ptls ^vmptels
que se pode desojar.
Agua florida, de Guislan,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de reeeber nova remea> da apreciavel agnn
florida para fazer os cabellos pretos. O bom ?e-
sultado colhido por quem tem fcito uso dessa
inoffensiva preparado a lem altamente ceneeitua-
do, e por isso (penas se faz lembrar a quem no-
tamente deila- racUe e qneira se-apraveitar de
sua utilidade. Tariecm veio agua de topasio e
oleo florki* para o mesmo uso-, e tao acreditado
romo aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cres.
A aguia branca, ra do Diajue t Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de-
grossof >ljofarele eres, e* eomo serapro conti--|
ma a vende-las por proco comreodo. 1.
Novos diademas dourados e-
com pedrasv.
A aguia brancas ra do Duque do Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de- bonitos diade-
mas dourados e eom pedras, tanto-para meninas
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas colleccoes ou normas pata as crian-
gas aprendorom a cscrever por si aiesiao, hoje tio
usadas as aulas e coHeyios- e como sempttr ven-
de-as por pre;o' commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A>loja d'aguia btanca, ra Pnquede Caxiaa-
n. 50, receben novo-sortimento (te^ucllas tae pro-
curadas meias orna para" senTiora, \1rtdn igual
mente para meninas, e contina, a vende-las per
preeos commodos.
Veos ou mantinhas pretas,
A loja da aguia branca, ma do Duque do Ca-
xias n. 50, recebeu benitos ves ou mantinhas
pretas de seda cun flores, e entras a imilacao-de
croch, e vcmb> as pelos baratos precos de 3,
it e 6000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo qu contina a ter prompta ex*ac-
cao
Perfeita novidade.
Grampos com horbotetas, hezouros o gafa-
nhotos dourados e- coloridos.
A loja da aguia branca, i ra do Duque Caxias n. 50, recebeu noves grampos' com bor-
boletas, bezouros e gafanltotos, oquedeeerto .
perfeita" novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas eom
pelucia ou arminho
A loja d'aguat branca re a Duque* de Caxias
- 50, recebett umar peqiieft qn&Aeade de boni-
s e novas gollinhas, traba'Hro de- la e seda, en-
neitadas com arminho, obras'stas de muito gosto
e inteiramente novas. ,
Grampos, brincos e rojetas
dourados.
A Toja da agliia branca, V'ru do Duque
Caxias n. 50, recebeu novament bonitos gram-
pos, brincos e'"recetas'' dourados ; assim domo
novos diademas de ac, cdmo.sempre Conti-
na a vende-los por precos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, pata cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn
que de Laxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e d
puteis ores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
sias n. 50, recebeu novo 'sortimento de luvas >
pellica, pretas e de outras ceras.
-.--------------------------------------------k--------------------
HiIRSAL
llii-nl Karaii da doria n. 22.
DE
0
sabor:
CUITAS A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas eom to-
que de a varia, a 160 e 200 o corado. Di-
tas limpas a 2i0, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vnde-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e800 rs. o covado.
COBLRTAS DE CHITAS A 1500.
Vende-se cobertas do chitas de ceres, a
13600 e 2-3000. Ditas de pello a 1JS400.
Colxas de cores a 19200, 25oO e 4JJ500.1
CHALES DE L A 800 RS.
Veodc-so chales de l de quadros a 800 !
rs. e 19000.
Ditos de merino a 23, 3JS> 43? e 55POOO.
CAMBRAIA B1UNCA A 39000.
Vende-se pegas de cambraia branca traos-
qalquer parte desta cidade, como bem as- ,BJ25pada' 'm' **' m'
sim concerta-las pelo tempo tambem d'uroi e c,.'lc nnir*c o*nn
enno sem despendi algo do comprador. I v SAIAS- ^J2 f^
Vende-se saias brancas e de cores,
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
Lourciico Pereira Heniles Guimares
Declara a seus freguezes que tem resol vido vender o mais barato que for possivcl, #
Carrieiro Viamia.
A' este grande esttrbeleciirftmto tem cite-
gado um bom sortimento de machinas para'
costura, de todos os autores mais acredita-1
dos ltimamente na Europa, cujas macbmasj
sao garantidas por um auno, e tendo um i
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
Neste estabelecimento t mbom ha pertenras' ~" ~~ ama uui
para as mesmas machinas e-so sopprc qual- enll0ras' a S5JRJ1,<
querpec,a que soja necessarw. Estas ma- bu.imsahwhs.
chinas trabalham com toda pnrfcifao de Vende-se bonets pretos de seda para ho-
um e douo pospontos, franze c" borda toda a 50 rs- thapeosde pallia, pello o
qualquer costura por fina que ja, seus roassa, a 29, 29500, 3Jf00O e 49000.
precossio-da aeguintoqualidaie-s swra ira- MADAPOI.AO A 39000.
Vende-se pegas do madipolo enfestado a
balhar a mo de 309000, 40900", 459000
c 5H900O, para trabalhar com e- sao de
809000, 909000, 1009000, MO9OOO,
1209000,1309000, 1509000,21)09600 c
2509OOO, emqoanto aos autores into lia al-
terayao de presos, eoscompradcws-podero
visitar este estabelecimento, que- muito de-
vero gostar pelo variedade de okgpetoa que
ha sempre para vender, como sajan r cadei-
39000. Ditos inglezes para os presos de
49, 49500, 59, 69000 e '79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pec,as de algodo a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19800.
Venderse bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 1960O, 29 e 29500 o
ras para viagem-, mons para viag^mi cdei-' meJr0- mmm>f*n np .ro"^^
ras para sala^, ditas de balan?0, tns para GRANDg WOW^ DE SABONEI 280 RS.
crianca (altas), ditas para escolas, Gosturei-! Vende-se urna grande porcao de sabone-
ras nqirissimas; par senhora, despensa veis tes ingleses, a 200 rs. Ditos froneezes cjm
para enancas, de todas as qualidades,. camas cheiro a 320 e 500 rs.
de ferro para homem e crianzas, capacltos, I Agua de colonia, a 200, 320 e
espolhos dourados'para sala, grandes e pe- frasco para- liquidar, e ouros-
qyenos, appanelhfts de- metal para cha, fa- i muito baratOv
queiros com aalio de metal e de marlim,
ditosavulsos, co'.lieresfje metal fin >,eondei-
ros para sala, jarrosy guarda-co.'flidas de
rame, tampae-para cobrir pratos,esteiras
para forrar salas^ lavatorios complet8s ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos quomuitodevemagradar atodos
que visitare este grande estabeleaimento
que se acha aberto de^de as 6 hora&da ma-
Oha al as 9 horas da aoutc
Ra do Barao da Victoria n.
_________22__________
Nao ha nmis cabellos
\M-A

Diversas
71 RA .D^OC'B wj n\wm.~>\i.
Pecas de lgodo largo encornado a 2|o00, ditas
Ot
Samuel Power MffiCfr-
tm & C.
apollo n. 3 e 40
CORTES DE BHIM DECIRES i 19500.
Vende-se oortes de brim de cores parr
calca, 19500 22000.
BOTINAS A 39000.
Vende-se botinas para senhoras, a 39000
39500, a ellas antes que so acabem.
ilOUPA FEITA NACIONAL.
Vde-se 'Carnea* brancas, a 19600, 29.
29500, 89000 e 49000.
Oleas de easemira de eores, a t, 69 p
79000.
Coletes do casemira, a 29; 19500, 39 '
4*000.
FaWts de casemira, a 49; 9 0 89000.
Se rulas a 1(5 e 19600.
VUIftL DECORES A 440 RS.
Venre-9e''''bTnid todas aa ores a Ai
rs. o envado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA -
Vende-se a duzia de lene^ brancos, r,
29000. Ditos com barras decores a 39000
Ditos do lraho a" 59000.
TOALHAS A 800 K&.
Vende-se toathas para rosto, a 800 rs. *
19000.
GRAVATAS DE SEDA I'RETA A-600RS
Vende-se grafatas de seda preta-, a 50t
rs. cada urna.
CHTAS PAM COBERTA A 280- RS.
Vende-se chita'para coberta, a 280a 32
re. o covado.
EfONETS PARAi MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes- para meninos, a 19500.
E9PARTILH0S PARA SENHORA A 39560.
Vende se espartilhos para senhora,
39500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 240, 320 *
400' rs.
POS DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz era caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESrKLHOS A-20RS.
Venderse espelhos dwdiverses tamanhosv
a24O'20 rs.
TESOURAS A'320RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos.
a 320 e 500 rs., para liquidar, e outros
muitos-artiges que se vende barato para li-
quidare- de facturas.
p?F3
500 rs. o
extractos
co
vast
^? F>> soieote-aos seus fregeie quewets
S5a5> ttud.vtn o :'ft deposito de rranhinxs a vn-
0.';':- for, rooradas e laxas da didk ivnmtt
yjp. fabrievde.LowMwr para ra tej) 38 e W onde conauam a lcr nmeso. sai'
'Jfe\ incesto i? eWMkne.
Patuw sefeaw tmbfin qea em fe** ws
arrasjo enm a SindieAo geni. p*lo (: v>-
dera offereesr se para IBiiurwa qwh|MV
niaraiai'mo asnesmo garanS-le.
m
%
m
te
ApaarM** pnrx fabricar atracar, cVs s^si-ma.
WWPOtf CMTREFfiASi
ftnert ?tDie? ero Pernainiiuto fuaiiieao jaral. _^
?rn iraSfr eia mu esertjiorin 1 n dp 'Apr.-o n. ?M v>.
O* prepMetario d fandi<;5 y>T?A tuna &
scieo!-.^ aes wateres' de ergstioo 9 :aais ^j
pesoa, sen tee^itabpiec.il^ um can de *to o-bi.i-' a ra do-DnsBn jun- ^
m a e-:'.>;;"ie do* hou'ls, en ^ apr.'tario 5i -
qntqner o* e eocoaioend.* cfiai perfei- f.^.
lo e proGis*dSe. t&
fl-i .iWMHiaa rf-j > pe, rm iiii.-sr-.-H deseos sereos do_d*>aa- s
"tm tnnMMfe^afli em esi'a ika-An, Sa-
muel I'n^nr Jotwot'D A f, Apol-
0 i. 1 ocV aehfrar pa-.- aabili-
ta u-il ji"i;t> rmerAnT :*.
S e nica approvada pelas academias de
sciencias, revonhecida- superior a tJa que
tem apparecido at neje. Deposito princi-
pal ra daCadeia d Recife, hoje Mr-
quez de Onda, n. 5>1, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Jl
de seda esm toquo da mofo a 800 e i 060 a cova-
do, para acabar : aa ma do Queimado n. 43,
dao-sa amostras.
Cassas avariadas a 240 rs.
* o covado.
0 Pawao venda Saissimas cassas- (rancezas do
cores eem os mai delicados padroes-, por terem
um peqne.no toqu de avaria de agua atoe, pele
barat* preco do daze vintens o covado. pechin-
cha : na loja d Pavo, ra da. hnperatriz o
61.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes melhorcs,
Vendem-se na pharmacia e-drogaria de Bar
ttolomeu A C, na Larga dosario o Rn. 34
Na raa do Conmiercio u> 22 vende-se vinho j
do Porto & Sherrcv, de boa (nwlidado e barato, em i .
barrj ,fiio contem preparad) algum mercuna
SC
clres enm barra e os competentes enfeites o figurinos a CJOO.
bastaste largas e com barra para fazer os enlitcp, Tafeada mo-
Lindos cortes de
Superiores sultanas lisas
derna a 1 000 o metro. ,
Kftlluja das Columnas, de Antonio Correia do Vascencellos, a ra Prirneiro-do Mateo, ao
tiga (Vj.Grerpo n. 13.
GRAND

m
wmimmw
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
PELO
E' preparado estexarope de manac o mais algumas olantas indgenas do Amazonas,
contm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rhcuincrtismo, dores na^
HKal./>MfvMiei-riiBiiuru- : ossos, erupcoes syphiliticas e dartrnsas, escrfula e todas as molestias quo dependerem
AK^i o^ n i desses virus. A sua composi5ao foi approvada pela junta central de hygene pu-
UIit0lTl~SO CCi O USO .
IHfigAd" -shost s
nica, hygienica, radical einfalli val na cu-
ra das gonorheas, ftores brancas e fluxos. de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
dfferece como garanta de salutares resultados
a continuada appkea^ao que sempre eom a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
ditaes de Paris.
oico deposit para o Brasil,' Bartholomeu
A C, rn a'Larga do ResaTio n.'34.
- V.-nde-sft a armneaoe mais Aemfeitrias da
leja da rui do Ranget n. 12 A, propria para
ojnalquer negocio : tratar na mesma.
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicado para a forma de usar. Prego de cada
urna 39000.
nico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria n. 38, chapellaria^de
Monteiro A Silva.
A C010A m BRUJANTE
Esquina da ra do Cabug n. II
CONFRONTE AO PATEO DA !n*ATR!Z DE SANTO AMOWO.
Este importante estabelecimento, tendo grande sortimento de joias'de ouro' 8e lei,
resolveu vender muito barato 20 /o menos que em outra qualqaer, parte, as seguintes
jbias:
Aderecos de brilhantes, de modernos e delicados gostos.
Ditos com rubios, esmeraldas e perolas
Voltas de bonitas perolas e cru7.es de bflhantes para noivas.
Medalhpes de coral.
A CoraBrilhante contina a ter gran sortimento de madalhWs de toral, Kamafeu
-ando' fcfcuE di SI Pr .PederaVSe 22 e - de ferro galvanisalo o de diversos umanhos, ha
* piara vender na ra do Imperador n. 4o.
Tanques paTa agua
o galvanisa lo e de diversos aman
nJer na ra do Imperador n. 4o.
A itrac,bti!aria de'smasc'a-
rada,
de setembro de 1871, e a Pranch.-. do Ir.-, de'29 a 209000.
Gomes Freir ao ir. Otto; assim como a deste
. Cav. R. f. Ven. ao redactor i do Edio
de madapoln camispf |RW.iar[n.!a.**W,0, de itori,*atadade Goinihra aos 16 de dezembro; A Cora Brilhante recebe sempre quanti
5*. 53i;0e 6vdito fraeez a1
e rtjras. escuras,, cl.1r.-i-,
'r^yertv^ol9'^ de T^ "fW'' b W0 a oitnva, o tambem para senhoras,
, roxas everfles 4Ots. ,dUCc5o e annouda por um redactor do Echo de ., ^ '_ ,u,_. _i .._.. i
cova-do^olchas- afatascaiJas .a^j, damasco de fairia.'
lgVIdaVeom (WaV-'largtfa 'a 1W0 o covado ''dito [ | Aealfa Hes crfegar'de Lisbba esta\)bri
delao a3JSj,0,-Calfia.(le merino liso litio afntfrafi eod*onfica & Cadeias pfjjxi r elogios.
e de cadeias de ouro, de lai, para JuMteas,
por un
_.', vende-so
_ aire' do Santo
2 ditos eslai>d33WfK> e U. toaltes-' fe+- Lionio, preco A*60i>. -,i*- ..
lSdilXtai !f?*X!El te ."- Vende-s urna mesa elasBca'Vfn ti tabias,
aSfl?^^!^iWr'^nimtlo v per*-**tratar, na
,tA'.<
ranee- vrdeaTir/rs.
*i0 rs. o par, cKr^yJb^WThW*i
edcMMQpdito uiia Miwwlwia *tu*#4
KisMnin itaM,"a1pMa-4areathwraV
* i*W n. o covo.
Escocia a
raneo e de
Cassoletas para senhoras,"com lettras, WQ9 e 129000.
Brincos de variados gustos, paca sonttous e meninas, de 59 a 209000 etc.
' Atinis de amelhysa com lettrflr Pmce-r.e7.se traTrrolfns etti caitrnhas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
A Cora Brlhiit'tem m'edalhas milacrosas e das Dores, de ouro a7909A ^PyaLi
, dbu'raAt a 19J),00? "Tambem tom sArtlrhe^W), de pince-nez e oculos dencoTinTe fttaH^a,
cagalos .racst^nente, e por p><^sm^twrtodos. .
As algaliartfcbrfTnte Bnoes Bonhaard du Convidare as Ewiaa. Miat%piailiRi Moja da Cora Brilhante, na ra 0 Op.
liis;'sao ^**lore conheridas, polsdte con- g n. H, a qtial crnltinuart abena *noHt 8 horas.
h^5Sa^^ i i; Chuftatw< eM^pedras preciosas.

* roe"wn diante.
*




/




Diari de Pftteaibueo ^Wbafa**li*toklt> cte 13.

r



\
*m
tifflffla
7

SOASES LEIIE, IRiAOS
NICOS AGENTES
A'
fina da Bario da Victoria o. 28
s mais simples, as mais baratas e as melhores domundol
Na exposico Elias Howe Jnior, a medalha gao da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha do ouro> conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditara
estas machinas.
A 90S000
Cabo-nos o detr de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleoeu tiesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, un deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamailas machinas de cos-
tura de Howe. -Estas machinas sao justamente apreciadas pela pnico de seu trabalho,
.Tipregando urna agulha mais curta coin a mesina qualidadedelinhaquequalqucr outra,
pela introdcelo dos mais aperfeicoados npparulhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exaine publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as segumtcs:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circutastancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor iiecao entre as iliversas pecas, e menos rpido estrago
lo que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fora feto mao.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
uas outras.
Sexta.Fazcm ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
a logo cm seguida, sem modificar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
tina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova cosuira.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'era populares, sao hoje quasi descon heridas, outras soffrerara
mudanzas radicaos parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas dti Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, c hoje na atiende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acnmpanha livretos com instruc^des em portuguez.
A 90>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A*
do Baro da Victoria n.
HOJE
MARCIUO DAS N. W.
fisto esUbelecimento sor pTir solicito em olereeer a' concurrencia do respeitavel pd-
alioo unt'completo sortimetao1 df) miu'teKas, calcado francez, chapeos o qunfluilha*ias
presos os mais razoavets popsivois-,'para o que recebe quasi todos os scus artigos de.pro-
pria encommouila da Europa o Amcntaf vem *dar odhicHladc dealgnns artigos por cojos
?rocos bem se pode avahar os presos de outros muit'os qo se tornara enfadonho pu-
Httoir. .
MiUDEZAS. MJUBEZAS.
L para bordar, da mcllior qualidade, 1
libra por BjSOQ.
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai-
linha com 4 papis a CO rs.. 2*0 .
Voltas de fila de vel'u uora lindos co-
rnedes fingindo maareperola, a 300 rs.
Voltas para o pesclo, fingindo camfcu,
cor.-.panhadas com i par de brincos seme-
jante, tudo por 2$500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alcxandre, numerado a
gosto do freguez, a 1?100 a duzia.
Diademas dourados de 1?>500 a 3&00.
Ditos de tartaruga com flores a 2
Ditos com borboletas a lrOO.
5000.
Brincos dito de dito por 2JJ500.
Butes de setim pretos e decores, a 800
rs. e 19000 a duzia.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a ljwoo 19400 o metro.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 19000 o
metro.
('.aloes pretos .c seda, de mu i to gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
c\m;\im) fhancez.
Botinas.pretas gaspeadas, para seuhora, a
43600 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfoitadas, ultimo moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto,enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
10
Brincas encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaquct de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500 i3* e *W>00.
e 29000 Completo sortimento de calcado de case-
"Voltas'de aljofares com brincos, a 2500. J. Charlt, tapate e tranca, mais barato
Ditas de ditos om corceos a 19000.
Ditas de ditos de .comas com cassoletas, a
809 rs.
Hosetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 19200
a 29000.
f;'arures com 2 lagos para cabeca e pelto
a 39 e 49000.
tntremeios e babadinhos bordados de 360
<-s- a 29400 a pega.
baldes de seda brancos e de cores, de
19500 a 29500 a peca.
titos de algodo e seda, de 19 a 19400

sARIO UMEi&AL
DE.
E
"i
SOBERANA E INFALLIVEL
INJEGCAO
no
MATT.ERRE
I>R.
(honra
do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Hicos chapeos de palha d'llalia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 29890 a 59000.
Chapeos de sol do seda, ingle/es, cabo de
marfim a lt9000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mul-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS AMIGOS.
Granadine pera vestidos, fazenda da ulti-
ma -moda, com lislras de seda, a 650 o co-
ivado.
Pannosdecrochtpara cadeiras, a 19800
je 29000 cada um.
foques para senhora, a 39, 39300 c 49. Ditos P"ra ***> a e 4,MK)0-
Aderecos fingindo coral, compondo-se de' Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
alinete e brincos por 29000. i urna.
Dito dito pretos por 29500. Ditas de algodo alcoxoades, a 640 rs.
Ditos de plaqut, compondo-se dealfinete Colxas de orache* para cama do casal, a
e brinco, sendo de inuito gosto, por 59000. 69000.
1 peca.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
peca.
Loques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelles a 19800.
. MU- A MOCIDADE DE'AMBOS OS SEXOS, AS MAIS DE FAMILIA, AOS
PBOFESSORKS, AOS DIRECTORES I. DIRECTORAS DE COLLEGIOS, AOS
ALUMNOS ULE SE PREPARAN PARA EXAMES.
Contando o mais essericial da sabedoria humana
toba a mm sucTiKAaasm inucivn u Limm
1.''-. Ie e.
onbeciraento edireoeo dos caractores, faculdadest defeitns, mritos e oplidfles.- Reli-
.fio, moral, ipiiilo6opbia.-L< gica, rhetorfca, potica.Litteratura, pedagoga, ci-
vdidade, escriptores antigos e modernos.-Agudezas, proverbios, ma\imas, epi-
grammas, etc.
*.De iiislnicruo priniArka
Leitura, escripia, clculos, problemas, formulas, systema mtrico, moral religiosa.
Liogua portuguesa, orthographia usual o graminotical, redaeeo, estylo epistolar,
liomonyinos, synonyroos, raizes, etymologia.Methodos.'isciplina, meios praticos
deexecugo.Historia universal de cada seculo, va roes iniigijes, deseobi mritos e
fados assignalaveis. Geographia descriptiva, cidades principaes, ndole e eostum^s
e productos de todos os paizes, monumentos celebres, paooramas, euriosnlades de
toda a especie.--Noticia das sciencias usuacs, artes, mistelas pprofisscs, etc.
3.*lii*!liicnio .(-<-iili(lirH.
Liuguas : portuguoza, fracceza, latina, hespanhola e ingleza.Geologa, mineralogia,
botnica, zoologa.Physica, chimica, astronoma, mechanica.Arithmetica, alge-
bra, geometra.Industria, hygiene, desenho, agrimensura, commerw, agricul-
tura, etc.
SEGU
DICCIONARIO ETYMOLOGICO DE TODAS AS PALAVRAS TECUCAS
PROVENIENTES DAS LINGLAS GREGA E LAUNA
Tudo simplificado ao alcancemos alumnos epessoas meramentedesejosas de instruc-
co, coi elucidarGes to proficuas aos mcslres quanto proveitotm no (ralo das familias.
HEDIIDO COM A COLLAD0RACO DE ESl MPTOUES PECULIARES
,. M, \kp\i^,
DIRECTOR DE CU.LEGIO
Trasladado portuguez.
l'OH
CAMILL0 CASTELL0 BRWC0
I
AMPLJADO PELO TRADUCTOR NOS ARTIGOS DF.FIC1 ESTES EM ASSUMPTOS RELATIVOS A
PORTUGAL E BRASIL.
A obra constante de 50 cadernetas ser terminada no correr de; 1873.
A asignatura d razo de 300 rs. a caderneta, divide-so para maior facilidade em
duas seres, ca la urna do 25 cadernetas, ou 75>500. As 10 primeras cadernetas entregam-
se desde j.
LIVRARIA FRHACEZA-
A
;ia,
no empenlio de'bem servir aos seus frepueze* e
ao publico cm gcral tem procurado prover-se do
3u lia de nttlbov e da ullima moda dos mrca-
os de Euiitia para expo-lo ujui veuda, cer-
los de que i> seus artigos serio bem apreciados
pelos amantes do boiu e barato ; passa a eouu
pastar alguns d'entre elle?, como sejam >
ALBU>S, os mais ricos que tem viudo a este
mercado, cun capas de madrop Ra Primeiro de Margo
n. 7 A,
outr'ora do '. respo.
Os proprieiarios actualmente desie impottanle
ep|;ibelecimenl tartaruga, uiarlim', velludo e chagrn: forma em precitado estabelecimento, e conscios
vi illa* nmnri.T. n:ir:i lnfik UG ?t
i
I
Pode obter em ponco lempo tora o aso dn melhcir dos licores-.1 ffjmdi
'^"IllllIN,
Faz oito anuos que conbecido este precioso tnico, e 'diffidl acar nma pao
qoe. leudo experimentado pessoalmeote, nao falle em seu favor, j com-' botn estomac
9 apHtiitilor, tomando om calis della aoteB de jsntar, uo como faciiiad ir da digett*
lauadiMB depcis.
A BASE
da HESPER1DINA LARANJA AMAftGA, Dio ha um.6 habitante du feRASU. (aiarr
especial das !ar3njac) qoe i-Ro conbeca as proprindades mc-dicinaes da domada froct
ora bem, a
LGVTE
Da feculdatle de icdicina de Pars, cavallieiro da Le^io
A blenuorrhagia, ou purgacSo, urna inflamma<;ao do canal da uretra, oceasiona"
da a maior parte das vezes pela communicagao impura. Nao urna alTeccjio geral, qu-
Jj logar, como a syphlis a accidentes secundarios. E' urna affec^ao puramente local-
F.ffectivamente, os medicamentos que ha muito teem sido applicados interiormente con-
tra este mal, taos como a copabiba, cubebas etc., n5o produzem effeito seno communi,
ando s ourinas algumas das suas composicoes, que, pela sua passagem atravez do eanal-
Je tornam urna verdadeira injecc^o.
Para que ser necessario carregar o estomago com essas preparagoes nauseabundas a
repugnantes? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua acca irritante? A res-
posta simples :Nao se tiuha anda descoberto urna mistura que, introduzida directae
mente no canal, produzisse os inesmos efltitos sem temer mos rosultados. As injeccoe-
tio falladas at aqui, conseguem fazer parar a punjago, por.n pela irritagao consecutiva
que produzem no canal, sao urna amcaga permanente-de aperto. afTecciio muito mais ter-
rivel que o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte dos mdicos, que recu-
san), com razo, d as mpregar.
Presentemente, este fondado temor nao existe. A injeceo que nos apresontamos ao
publico,.que conta dez' annos de bons resultados, nao interrompidos, n3o irritante. E'
an-blennonhagica em toda a estensfto da palavra. Queremosdizer, 6a causado mal,
que ella destroe deeompondo os elementos da purgafo o tonificando a mucoza e as
glndulas donde provm a sua origem. A sua applicago mo dolorosa, e se nina li-
geira impresso se segu sua iritrolucgao, essa impressio de pouca dura, e segne-lhe
ima sensago immedata e n3o desagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhum
entro auxiliar para fazer parar em muito pouco tempo as purgac/ies, ainda as mais re-
beldes.
Quasi sempre basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta qnehouvesse pur-
Karao que resrstisse ao emprego de dois.
Afim de chegar a urna prompta cura, o doente devora seguir o seguinte
fll <.lIII V :
1. De dois em dois dias, tomar um grande banho, c permanecer nelle duas horas,
sendo possrre!.
2 Lavar tres veZes por dia a parte docnto com agua fria.
3." Dar tres injecc,es por din : do rnanh, ao meio dia, e hoite. Aportar ligei-
ramente o Orificio do canal, afim de eonsrvar nelle o liquido um minuto.
4.* tlsar'Urn suspensorio.
o." Absterge do uso de bebidas espirituosas, ou alcoolicas durante o trata-
mento.
mi :\iioit i*.
Ha muho tempo que s'flores brancas, leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
senhoras como-caUSid, a cfjhs:tuirSo anmica, que na Hnguagem vulgaT Ihes chamam
pallidas edrts, qtarido"ellas sao ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
dosangue. IPaW ptovem O erTO-que muitos mdicos commettem ainda, do tratar do
estado geral, erh logVrdcaidr do estado local, que e a causa dos symptomas getaes.
N'o logar pr^pro este dtrfrtafmos theoricamente o facto que avancamos, mas acredi-
tamos que Basta apofita-lo para que todj o medico consciencioso o reconhega 0 seu
Talor.
A nossa ifrjectjSO tende-sempre a suspender es5es corrimentos sertpre rebeldes a qual-
quer medieahieHto'; mas para cAter esse resultado preciso que seja dada com o maior
cuidado, e qWpfenbtrc at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
da mucoza qde'wrt a causa da lTeco, .Nos convidamos as-pessoas que recorrerem
nbtesa injerj^ao, 'a scrvirem--se, de preferencia a outra qvalquer, da-seringa direita, forma-
da d'um tbo'de-viitrerdo'.qul a cxtremldade'redonda tm dlguns buracos. Estas se-
ringas tem sobre as outras a vantagom d'abrir lar-gamente* vagina, e por toda- a imnco?
ia, em contactb com o liquido injertado, oondicdoadispensavel para cura.
Duas colheres de sopa da nssa injecc,aolaucadas n'wma quantidaded'aguasufioietrte
para encher a seringa, r/dstam .para urna iBJecga, que dte ser uspatida irea 'vckw
por dia.
.1 no3sa ifacM pproph viatica, isto evita mal. tima s njec$io basta, depjofc
d'urn cohtacto'StrspeftO1, i/;fr;i oft^ao abrigo de todo o receio de doeoca;
NA I
em seo estf-dn.natural tem nm gosto pouco agradavti, e o Berilo da Hefpend'n tr*
giste em reter snas boax propriedsdes, e ao mesmo lempo preaia-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPER1D1NA como INDUSTRIA NACIONAL n5a tem Dada que iBVjif ,
meihores importacqes eoropas de caibegoria semelbaote. Estas, quaDdo muito, podat
er goslosas, porm' Hesperidina a conibmac.ao perferta do
AGRADVEL SDAVEL
Para prova de que nm art'go no qnal pde-se ter mlira conflaofa, por 8r por
e 'Dnocente, basta dizer-se que (oi plensmenie apprtada e aotwadi pela
JUNTA DE HYGIENE
do H'o de Janeiro, permitndo sna livre elaboraco do imperio ; outra
BOl pao VA
a acceitaclo geral que lem em todas as partes ondo&apreaentada. Em i-864 estab
leceose a primeira fabrica em RneDos-Ayres; em 1869 a segnnda em Montevideo ; 1
no dia da ebegada de S. M. IMPERADOR inangaron-se a fabriea -q?e artualroent
rabalba na efirte. Em Valparaizo e emtoda a coat flo Parfico lem bna aceitc*f
tanto qoe rara a casa qoe considera completo seo aparador sem rmj eirth de
!1
,!
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLi ii&G
34Roa Larga do Uosario34
K
0 bomem velho loma Hesperidina para obter
WGOR
O bomem doente toma Hespendii para obter
O hornern dbil toma Haiperdioaipara obter____
orones
Ncs bailes as donzellas eos motos t imam a rTe*prdca. para .nhier-boa coi.. .
animacSo dorante os loucos gyro* da
BAflROS UWIOR-'dG.''rBtuo|Vigar!oTeDorio,tr.'7, f.Ddar, recbrim aai
grande espeeflco,"e'vewiero-nom)a >depositos segniafep:
Joaquim Ferreira Lob,"ro d"Imperalriz. ,.
Zfriwr BtroWro, roa doJCtrmmeicio.
MarceHnoJos Gencalves-da'Fowe, roa da Cadea n."l.
. Aetom'o Gbmes Pires C, -roa da Cadeia.
Antonio'Gomes Pires'AC, eadi'1^ de Novembro.
Gomes AVlrmlo hotel <* Paiagem.
---------------------------------------------------------------------------- _--------------.r.H-vr- ,< '>'w >''" "i"------
\i
ADEREMOS pretos e voltas pr.ipras para luto ;\M **r "" "> mais bem wrtidos principa!-
un luu:ti sortimento de'nicnle em "iigus de moda e alta DOTidaae, nedem
publico e em particular aus scus
assun ci un, .
ditws de plaqu, obra lina e muito bem ao respeayc
acatada.
BOTOES para ponMaa o que se pode desojar de
mcllior em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e dsso.
BOLEAS de velludo, seda, pallia e chagrn,
La de mais moderno e 1 odas.
BICOS de seda e de algodo, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas ue metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos forra tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitaco, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADE^S, neste genero a Predilecta apre-
* acata um grande e lindo sortimento
* capa* de satisfazer os caprichos de
qualquer seubora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQl'ET de madreperola, marfim e sso,
este um objecto indispeusavel s se-
nhoras do bom tom, alim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou manclia-
peaa a> di liradas mos.
PENTES de tartaruga, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, suciedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade eleganto da
Europa, e por tanto, acham-se na
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA dcixa dn enumerar urna im-
nicnsidail'' du artigos, afim denjunus-
sar aos leitores e se pede a Baevo-
lencia do respeitavel publico era di-
rigir-?e ra do abug n. i A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assnn coreo:_
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurguro
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo prece.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol. a ainda que nao es-
teja bem reptela de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setn,
tafet, velludo, linho e de algodo, ;por
commodo preco.
GUAMPOS de tartaruga, imitaco destes, pre-
tos e ie cores, o que se pode dwsejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de -cambraia para senhora,
lacos' e golinhas de bonitas cdres,-tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e re natas para bomem.
JARROS de porcelana e de vidro milito.bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de l e de algodo, ,pa-
i ra-senhora, meninas e bomem.
L(Mi$-.Rieo8lei|uesde madreperola, Urtarnga.
marfim e por barato preco.
LUVAS fle pellica, de seda e de algodio, .par
homem e senhora.
JiVROS inara i mina < a Pn-dilecu'apresenta es-,
colha do respeitavel publico um blfi
nnmerosos fregnez. s a bondade de con'.iuuarem a
depositar em sua confian?, garanlindo serem bem
servidos e por procos ni'iiiaincnlo baratos. Ve-
nham pois todos oouuTar novas e lindas hien-
das, de cujas damas um pequeo resumo para
que vista dellc possam apreciar.
Velludo preto, setim inaco preto e branco, gor-
guro de seda, grosdenuple preto e de lindas co-
res, l com listras de soda, eMOfcraia maripoza,
nansok de lindos padiocs, carnizas bordadas para
homem, vestuarios para criamjas, c!i;i| eos para
baptisados, mantas brasilcias, ineas decores pa-
ra homem e meninos, chapeos Je cato de marfim
Sara sol, nanadtno. fil do rada, ricas basquinas
e seda, fil de linbo, Iirapianto, cambraias, ch-
tas, caasemiras, ele.: na Kja do Passu, ra I'.-
mireo de "arco n. 7 A.
Setim maoo de cores.
Saias bordadas para senhora.
C rtes de vertidos brancas bordados para ?e-
nhna.r
Merino preto c do coros.
Capellas e mantas para noiva.
Rieos cortes de seda de cores.
Visluarios para baptisados.
Chapeos para baptaades.
Colxas de seda para noivas.
Ditas de la.
Toalhas bordada. do nmhraia de Snbo para
baptisado, com dous einlilrii.-is.
Na loja do Passo, ra Primeiro de Mareo, anli-
gamente Crespo, n. 7 A.___________________
lliiia res:!iii;ao.
20 Ra do Crespo 20
Tendo grande qnantidade de Qualuia eseoceza*
asta resolvido a vender por 2i0 rs. o evado, pa-
ra acabar ; baratissimo c dain-so amusti as.
Alpacas.
Alpacas de listras, lindos padroes a 300 rs. o
covaao.
^Grosdenaples.
Grosdenaples pretos a 1800 c 2^100 o et va I).
Algodoes avariados.
Algodo avariado de difTerentes procos e qua-
lidades.
Colchas adamascadas a 3-
Ditas brancas de croch a 51.
Cobertas de chita adamascada a 3 j'OO.
Cobertores de l escuros a 2.
Lencdes de bramante a Sf.
Toalhas alcochoadas a a duzia.
I.cn.'s de-cassa abainhados a 2 a duzia.
Ditos ditos com barra a l a duzia.
Ditos ditos de esguiao a 3,l'i00 a duzia.
Camhraia lisa a 3* e 4*300.
Dita victoria lina a 3*800.
Cortes de t'aseroira fina a 53
Crelqne, lindos padrfies a 410 rs. o eovad.
Chitas raas a 200 rs. o covado.
Ditas verdes e de .ores 246.
Cambiaias de cores a 280 rs. o covado.
Brim pardo a 400 e 440 rs. o covado.
Rrim lona, branco, a tlWp a vara.
Sna ra do Crespo-n/w, laja do Gtiherm-3
C.
Cloiias.
a ra
^iwiiMe n de Joafltw' RtyN tincM 4C;

'TfaTee^l do Corpo
8amM)N. 25.
Vapores locmoovel de forcade.2 a 4'|Vjdtos.
GoTraiag para maeWaas.
Folias m ajrerm amanhos.
T^qatua.para cohartos de caiToe.
SoUs.fdeJstnorpara guarda hma.
-tom* de lanja-paPaicarro.
Chieotes f*n arfo.
Galoes largo e esteito par-a carro.
Pregos com cabeja-de marfim, Wem.
Cinchas brancas e de cores a 3*500
aumento =lrvro7m ZPZl ^> **... 20. toja-d. fluiltarm.-* C.
Cambraia preta..
umbrala -preta com' |I?tras o fl res brancas.
proprias paro1 luto, a 240 re o covado, abarato :
na ra do Crespo ti. 20, loja de Guilherroe A C.
Madapoto avariadd.
Madapoiso avariado-ayruWerpntos pre{M : na
roa do Crespo- a IO toji*de GmTfcermei C
madreperola, tartaruga, marfim, sso.
velludo e chagrn, por pregos nmi
amaveis.
, Cnha A Manta vendem eonstanteraenlo' em
osearmaieni rna do Mrquez de Olinda nu-
TOer.>*83.
Vinho oehanipagne I Rodarer (Carie Manche)
itdidito V. ClicquQUgigos,
ilt'Chambertin,,caixas.
'<>itdkBeargoguc, idem.
OltoT4tiJiilBtii]era.
Dito St. Christojf idtm
Dito St Esffiphe idem.
Dlto.St.'E'nufion, fdm.
DitoSherVy dem. .
Dito liadarvem
Go4SMC,Manlrt.4vai>sl*Jeb), -idem.
Dito Hennessy (ditoj, idm.
Cidra Champagne, idam.
Vngr tranco flnL-,,Mcm.
Aieite doce rdinadr tino. dem.
C*vo:oUteMfiniar fin, IQJkUog,___*
Ararnta Irfgtpzi, lata'
Barris com carn d* vacca a de porco salgada
Sara mantimontos de navio? : no armazem de
asso Iraifias & C. i fa doiAninriiii n. 87.
se "
Qu.ahjga-se-ut*ffliipg silio bew pUjW.a> cora
Ulna peucna -"a Rbauheiro, poi
nominado rn
um K. b.r.i o, na d* Esperauea : a tratar a ra
i do Cabula n. G.
i terrea, pa ra do LnU
mivr\ ilit a-ilinis -i I
Bom negocio.
iho Carne rozinho, rop-iro e bom
1a eslatao de Afrna-prpta trea
Vende-Be urna
do RegO, em Santo Amaro das Sillines j a tratar
na mesma n. 30.__________ ,, ,iP ( { ^ioo pS"*'|!*'S>ucar
Pfa'rua de Santa-tVreza"n. fio,tav#rna! 'ven- '- de amellantes maderas :-*
de-se um terreno a 6* o.palrao. Na mesma casa tratar no ihmiiio, .ou ne.4a eidade ra Dfljaue "e
vende-se aos trastes usados, de Jacaranda, Caxias n. 40, com Joaquim da Silva Costa.



8
Mj-io de Pernambuco ~r Sabbado 9 de Agosto de 1873.
VRIEDADE
m


tiellas mor o par Dvid.
Tnlo assim que nunca ninguom o vio
as ras tomando gargarejos. m visto,^
sim, algumas votes cavaqueur de p na
ra, de carao a carao, como quem diria de
cara a cara, com urna dama que eslava
jauella de ura torcairo andar. E tambora
' se diz', arralando a aza a corla donzolla,
quo viva em uhi priniciro andar, travava
coro ella os sous dilogos nocturnos sentado
no macadam, de pernas cruzadas como os
alfaiales, e descoza-su em umabtldaJes
J nao ino I
Vesta gigantescamente. Nao se pode di-
zer elegantemente. Capacete de cobre ;
couraca de cobre ; botas 'le cobro ; escudo
de cobro ; e lauca, cuja basle, segundo a
versa.' de Theodooiou, era como um mas-
tro de navio. E tuJo isto pesava creio que
oito a nove arrobas.
Era muito comino lo vosluario. Anda a
gouto agora do estabelocimento da viuva
Roxo para o astabeleci ment do keil, de
casa d'j Keil para a casa do fiaron, e da
loja do Barn para a loja do Stelpldug ; o
se segujsse o figurino de Golias, nao preci-
sava ite'.ter mais do que tornecedur : um
caldeireiru I
Curia o anno 2912 fia creag.io do man-
do. Um ejercito do philistltuus o ouiro
dos lilh s de Israel eslavam ac upados vit
0 vis para se estriparem e extirparen). E
aquello latagao, que ora praga do primeiro
exordio, oquon*m por modestia podia di-
ter-seo adato dos seus soldados, lembra-
se d" sabir ao campo e pedir aos inimigos
um que se batesse em combate singular
coca le.
1'' mais ou raeuos exprossou-sc do
mol' oiotei Saia um c para loro, se
capas Se elle me der cabo do canastro,
seremos nos vossos escravos ; mas se eu
1 lie for s ventas, Acaris vos c debaixo
doi nossos gadanhos.
Passavase isto no valle de Therebintho.
Ouaronta das, las vozcs cada dia, se
lhe ouvirain aquellas palavras ; e oitenla
vozcs pjrtanto'lrerailhicaram as peinas aos
israelitas.
A' octogsima vez que as proferio titdia
do de Belom para o campo dos israelitas,
o quarto fillio de Isai, por nomo Davi 1, le-
var a seus irmos uns pastis do f.c e
urnas apadas do Jos Romeo.
David, um rapazote de quatorze a dczas-
scis anuos, ouvio o discurso, que c o que
tem ti lo ma>: edicoes desde que lia orado-
res ; oirvio mais que o que espatifasse o
homem receberia isto, aquillo, aquell'outro
e tal el calera ; punsou que em defeza das
ovelhas que pascent va j liaba desqueixado
alguns lees e nao poucos tirsos, o. que po-
derla ser mais urna vez ursiclacoii gran-
de gloria para a familia o bastante proveito
para si, e declarou, alto e bom som, quo
titiha rnuto gosto em su medir com o
oonstro.
Dava-lbe Sal as suas armas, porm o
poqueuo, que nao podia com ellas, recu-
sou-lbea concesso ; pegou da seu caja.lo;
foi-se a urna torrente, apaiihou cinco po-
dras, e metteu-as no surro ; tomn urna
funda na mo ;e avante contra Golias !
Este, vendo que viuha contra si essa mi-
galba de gente, nao fez casod'ello: ese
nao o tratou com o mesmo desprczo que
um cao da Terra Nova ou um cao do mon-
te S. Bernardo dispensan) a um bull-dog ou
a um canito da Havana, foi por nao que-
rer parecer-so com o symbolo da GdeJdade;
mas at lhe disse : seu criangola, voc
imagina que eu sou alguin cao, queseja le-
vado a pao ?!
D'aqui umdizo tu, direi eu em que
a polica nao interveio.
.Nao acabava, quando David carrega a
funda, d-lhe o impulso conveniente, e pas-
pe,, com urna peJra no meio da testa de
Golias. Este cabe de ventas no chao. E
aquello corre, lanca-se sobre elle, tira-lhe o
espadago, e corla-lbe a cabega.
Os philistheus, vendo morto o mais va-
lente dos seus, fazem volta cara e dao ca-
nela.
Parece-me que devo aproveitar o ensejo
para o ponto final.
E acabo este folhetim como un prato de
arroz doce, com canela por cima.
E' esta a historia do combate entre David
e Golias.
Gasino da Foaseca.
O amor livre.
0 amor livre urna especie de cao som
colleira. e sem dono, a quem todos podem
deitar a rede. N'este 06390 soculo de liber-
dade ao ar livre, e em que as liberdades se
engatam as libertades, como urnas dentro
das mitras as caixinhas de papelo das
pharmacias, o gatuno chama ao roubo li-
quidago social, e o infeliz no matrimonio
appella para o amor livre, especie de affecto
canino, para que o magano do Ovidio
nao deixou preceitos, nem encontrou rimas
decentes a chusma de poticos erticos do
seculo XVIII em Franca.
O chamado amor livre, no homem, nao
urna nnovacSo dos pensadores squenta-
digos dos nossos dias. A velha Roma das
bachanaes e das orgias dos circos, conhe-
ccu-o p, ticamente pela tabella dos emolu-
mentos que as Aspasias recabiam das inSos
senis dos argentarlos, ou da voluptuosidade
insaciavel dos descendentes degenerados dos
antigos republicos.
A liquidago ocial da mulher nasceu
com a fundacio de Roma, no rapto das Sa-
binas. Os romanos t'oram os inventores do
amor queima-roupa, que dispensa o ace-
ito do lenco brauco, a epstola ardente e
sem orthographia, e, nos nossos dias, o an-
uuncio alambicado, mas correcto, por coa-
la e risco do revisor do jornal.
A brutalidade dos cumpanheiros de Ro-
rnulo, e a resignago marital dos Sabinos,
fado nico da historia para que boje po-
dem appc lar os histries do amor elstico
aquecliamam livre, com a mesma razo
com que no nosso Minho se chama ao caval-
lo burro, e a este gerico, sem licencia do
dicciouario de Moraes.
A ni) ibologia, que era muilas cousas foi
tula, entre ellas em metter Mercurio no
gremio dos corretores, n'outras foi avisada,
como quando cegou o amor, erabora lhe
pozesse tambem asas para voar, o que co-
mo diz o nosso annexim, dar Deus nozes a
qaem pao to.v-denles.
Jpiter, que foi o nai dos deuses e dos
bomense quem d'elle descender pode sem
inconveniente envergar a farda de fldalgo
caValleiro, e pdr-lhe por cima urna venera
qua^uerse algumas vezes tentn deixar-
ge ii atraz do amor lirre, desarcou-se urna
vez em chava, e outra leve de se dosfargar as suas faces paludas depoz
em louro, mascarada a que ninguem se ar- Unas pequeas aoaas.de carmiitv
risca no seculo, nem mesmo no carnaval. Aespedujis colirio eom p d'arrolj ,
O amor livre, que as caudelarias um piumuT>& soBnjraos de nlnkim. **
phorismo da scianaia, e na scita dos Nor-
mons um dogma dos livros sagrados d'estes Attrahente de falsa gentileza,
insignes parifes, toro as sociedades orga- Esta mulher infajne pretenda
nisadas o pequeo contra de Br o filbo lora Corrigir o rigor da natureta,
expoliado a corteza legal e matara! de que
filbo de sua mi. vesta com toda a elegancia
O amor livre mal comparado como d- Ppdendo assim dar Ioh ao grande tota,
zeta os saloios, urna especie do foira da ladra
onde tudo se compra o vendo em segunda
mao. e onde a par do sapatinbo que foi o
eulevo do centonas de h.isbiqnes, se encon-
tra a bota ferrada do borda d'agua, que
descascara um bfalo se Ibe assentasse em
cWoio as patas.
Julio Simn, o profundo pensador que
diriinio e cxaltou todas as liberdados, esque- ,
ceu-so da liberdade do amor, nu nao a7cei- ^n1de ** entrou bem ou ventura,
tou por ver que urna linha do cambraia a Valentina lineando olhar ardente
si-parava do cdigo criminal, antes mesmo
de a distanciar do sensoommum, e da mo-
ral.
O amor que os Ouasimodos querem fa-
zer livre, na esperanca de pescar as aguas
torvas e de serem aceilos ao menos urna
vez na vida em nomo de um direilo imagi-
nario, oseravo por natureza, e em o ser
se compraz e se afadiga. i
O priineiro inventor da tlieoria do amor
livre, foi por certo algum pobre diaboque
quiz dizor amor mesmo sem o adjeclivo e
nato! lhe cliegou a lingua para tanto ; ou
algum d'essesursosqioasinulhen'srepellen).
porque Dos nflo creou as esmeraldas para '
os bracos dos sineiros informes e tartamu-
dos, nem, como a II ir ni i o rifo (os rifos
sao arsenai's abortos para estes casos difliceis)
mel para a bocea do asno.
A selvtica theoria do amor livre, posta
em circulacAo por a gum carcunda e anno-
tada por algum zambo de ambas as pernas,'
[irecisava, para convertu -se em cousa pra-
tica, do sulfragio de todas as mulberes bo-
nitas do globo, e da excluso sistemtica do ]
corpo eleitoral feminino, de todas as que'
passarem dos quarenta anuos, e pesa rom as |
sete arrobas que de eslylo pesarcm os
porcos do Alumtejo.
A mulher bonita rio podo querer nem
aceitar o amor livre. Veda-lbo a sua pro-! A(J I)(.us a extravagaucia ^ us aUares
pr.a belleza, a consc.cncia do seu podero, Amanlt do cyn.s.i.o adoro os lupanares,
e da sua d.gn.dade. A quo val a meio ca- K g^ n;|S tavemas ."
miaba do macrobia, essa est no caso da Ellcalro seJucs0eSt ferventes alegras
bota do borda de agua que descasca o bufa- g bacilll,RS( n8S infrnaHS orgias
lo. e ve.n por fim a servir de espentalbo yu(J f ^ ,
ligueira perseguida dos pardaes.
O amor nao nem ha de ser nunca rou-' o vinho u bom Deus, a adega seu santuario:
pa de francezes. | not0 as baces n'as contas d'um rosario
O homem o eterno requerente do amor ( fj(n prova d'homenagem.
da mulher. Se lhe indeferem o requerimen- E nobrilha outra luz, uem outra f se extrema
lo, resigna-se, e nao so poc a ladrar como No livre peito raeu, que tem por lei suprema
A lei da vadiagem I
Exbalava d'aromas a fragancia,
Aromas... que comprara no Baro-i.
Depois, ella sentada n'um sof,
Escolhou attilides provocantes,
Imitando as sultanas d'um pacb...
E d'asia arle esperava os seus amantos.
De cornean to duro e to descreme
Ao grupo sensual d'uma pintura;
Par'cia no grao da vil osala
De grossoira e febril devassido
A esses tamales do quo a Biblia falla
Blancos por fura e dentro podrido.
INGENUA I
Disse um dia a urna bella
| Ouo tinlia quasi triuta annos :
Amol com louco amor ;
Onecis saber o que disse olla
Do peito abrindo os arcanos *
Corou c>m vivo pudor
E recejando o pap
Balbiiciou eom temor :
P'ra casar eu sou menor.
Meu noracio, virgem s't.
E cheia de confuso
Biixou os nlhos burguezes.
Aos honequinbos chineze-
Do seu loque de charlo.
Mas apenas a deixei
Ficar s, a tal menina
Correo chamar dajanelln
O merceeiro da esquina...
Oue pai de tres tllhos Folla !
CNTICOS DE UM BOHEMIO.
P'regrino dissoluto meu nico amor
De vinho um ocano crguerdo com s'tridor
Vermelbos escarceos ;
E quando embriagado, a luz das lamparinas
a sombra das esquinas,
Ent eu subo aos caos I
um maslim p> rta da dona dos seus pen-
samentos.
Notem de passagem os pregoeiros da blas-
phemia do amor livro que o homem que
talla da dona dos seus pensamenlos por
esta simples phraso se constituo voluntaria- "; qu.ii.io emurwSa
mente escravo, a nao anda a saltaricar co-Me ta ~J* '^m
mo um palpavo em roda de todas assaias'
bales que j foram moda, ou de todos os' HOvrm
vestidos de cauda que se usarn agora. |0 ,,0nom ^ ^ C(JS0 Qlhe,0i
Os que querem fazer do amor livre um 0u Uam|et descrente> sem a f .
corolario abrigado da l.berdade commer- E'tambem muits vezas Sganaiflla, '
cial demonstrara s.mplesmente que nem se Uidiculo como praprio Triboulet.
quer prestam pan guardas a cavallo de urna r
alfandega da raia. .... .. Ou Saint Preux pelas ancias torturado,
Samsno, que foi o symbolo da forca, dei- 0u u.nTasso uo ,eit0 de hospital,
xou se losquiar por Dadla ; Jacob a imagem PranlM como um Deus opprobriado,
do reqnestador pactante andn quatorze ar.- E sorri coin 0 rt0 do maL
n^s atraz de Rache! ; o Orplieu foi anda
alera d'esfa oxenplar do bem querer, des-! Aia ,y de5|)enuaja das aUuras,
cando aos infernos era demanda de Eundice, Verme ,: ,0 CQi0f
que eslava pouco d.sposta a dar-lhe trola, Bebendo om negro calix d'amarguras,
ou, como boje dinamos, 8 aceitar a corte .ebalde trste cbor, e r e,n yO !
iio infeliz lia Jtista, se era com cuello (lauta
o instrumento em que elle primara.
Se o amor bvronao fosse, como urna
conseque. ia da liquidarn social, que
abrange na sua theoria de rapias os bens
movis a 08 tai movis, atirantando o velho
direito de propriedade, entorilo eu, salvo1
mellior arbitrio, que toda a regra tenloex-
cepeo, o amor livre devia ser permittido'
ao marido da mulher que tomasse rap, ei
por equidade mulher do marido que
adivinhasse charadas.
Afora estes dous viciosos, que os quehram
perantc a razan, os lagos do matrimonio de-
vom ser indissoluveis, e o amor livre ser
con -dorado como um attentado s mximas
mais rud i montares de pudor, ou como urna
armalilha boa f do sexo forte.
A guerra de Troya, que teve tantos e to'
variados episodios, nao deixou nenhum'
mais instructivo para a nossa poca de que'
o protesto de Helena contra o amor livre, I
n'aquellas teias nterminaveis, que fazia c
desfazia prudentemente, como que para lan-
zar agua na fervora aos requebros dos seus
admiradores, em proveito do seu crdito e
da dignidade de Ulysses.
A poesa de amor exige que quem o tem
nao deixe entrar na vinha ao rabisco, nem
que a protesto de lag rtar se bula na parra
que resguarda o cacho. Urna conquista
amor-sa sempro o resultado de urna cara- j
panha regular, que nao admittea guerra de
guerrillas, nem os aboletamentos forcados
em casa do cidade.
Tanto o amor nao livre, como preten-
den) os pseudos reformistas do nosso seculo,
que data do Paraizo castigo inflingido ao par
culpado que se deixou tentar pela serpete.
O amor livre transformara o homem em
caudongueiro de affectos avariados, e n'este'
desabar de realezas tirara mulher a que
lhe pertence, com mais direito do que a Hen-j
rique IV, pelo duplo direito da conquista!
e do nascimento.
E' principalmente, quasi exclusivamente
em proveito da dignidade da mulher, que
nos fulminamos esses brutamontes sem de-j
licadeza que sejulgam com o direito dea
empalmar como um relogio em aperl&o da'
igreja, arremessando-o para longedesiao
presentir os passos da polica civil.
Se fosse physicamente possivel, afirma-
ramos que os propagadores da bernardice'
almohada de amor livre nunca tiveram'
mi, ou que foram ao nascer atirados para
o desvio de ama escada. j
Finalmente a nossa opinio que o'
amor livre apenas pode servir de rotulo a
u ma ou outra casa a que o estado por da-'
cenca exime do pagamento da contribuido '
industrial.
ASSEMB; U GIBAL
> Por berco tendo as lagrimas d'infante
Mais tarde por abrigo a bacbanal,
Espera sob a dr dilacerante
O descanso da lousa sepulchral!
GOLPE CRUEL
Estremec de alegra
Ao ver-te a primeira vez,
De certo nao presuma
Que mais bolla do que odia
Fosses tu, gentil Ignez I
Na fronte paluda, bella,
Qual lamina crystalna
A tua alma se revela
To innocente e singella
Como as pet'las da bonina !
Nos olhos suaves, puros
Que me voives com languor
Leio os caracteres seguros
De mil segredos futuros
E mil poemas de amor.
O que m'encanta inda mais
E' esse talhe elegante,
Superior mesmo ao de Lais.
Urna tranca igual assim
Inda nao vi, com franqueza,
A nao ser l em Pekn
A d'uma bella cbneza
Amante d'um Mandarina.
O leu p ninguem dir
Queseja pe fueoo, Ignez;
Outro deleito nao ha ;
Mas ninguem confessar
Que elle seja um p iuglez I
P'ra dizer (peco licenga)
Sem palavras lisongeiras ;
Que p'ra sentares te bem
Com essa touVnure immensa,
Sao precisas tres cadeiras t
Quando ao ver-te na janella
Meu coraco foi rendido,
Sent que o peito era Trido
Pelos teus olbos, donzolla.
Que se settas de Cupida.
Amei-te com forca, emfm ;
E pr'a veres quanto pode
A paixo quesinto em mim,
Por teus labias de carran
Daya as guiaf do bigode.
{.;:
L. A. Palmeirim.
(ancea da decadencia.
VALENTINA.
Em frente do crystal d'um toucador
Valentina mirava-se orgulbosa,
Collocando as trancas com primor
Uio lacinbo de fita cor de rosa.
Mas nao resisto tal vez
Ao rigor d'esta pelja ;
Meu coraco j lateja
Por ouvir dizer, Ignez,
Que bebas mais cerveia
Que um beber rao bollandez I
Joo de Souza Araujo.
CMARA ROS DEBITADOS
eucuuse do sh. pkesiqnte do co.ns^luo,
NA SESSAO DE 31 DE JUL1I0.
O SR. VISCO.NDE DO RIO BlUNCO (ure-
sidenie do consol lio ; moviuienlo do atten-
co) :Sr. presideul -.-, obeducuudo prorap-
tamenlu ao viso de V. Exc, que chamava-
me para respou ler boje a esta niel peliacao
do nobro deputid* poli provincia de S. Pe-
dro da Rio Grande do bul, eu tenhu de-
monstrado o grande resp.lo que tributo a
V. Exc, acamara dos Srs. dupula los e ao
llluslre autor da iulcrpidlag.ij. llevo, po-
rm, a mesmo temps,- o creio que rae ser
relevado, resalvar um principio do orden)
legal, que titeressa uaos ao rgimen dos
nossostrabalbos parlamentares, mas lambem
dignidade de cada um dos ministros do
|oJer execulivu.
Respedo as iulcngOes do nobre deputado,
e seu discurs i nio produ/.io em mim senao
a mais agr.ulavel iniprcssn S. Exc. nao
fallou como oppOsicionista, falln como bra-
sileiro, convencido de u.ua graudo necossi-
dade publica, en arando a luz de suas
conviec;, e indicando os meios que Ibe
parece.n mais acertados para solver as dilli-
culdad-s que aprceim.
Mas, Sr. presi lente, as altrihuieoes dos
dillerentes ministerios estao lixadas por
lei.
A solidario a le ministerial das coodi-
ces de nossa forma de goveruo, e os minis-
tros actuaos, os inembros do gabioeto ile 7
de marco, procurara mante-la p conlianca, unio o concurso que mutuamen-
te so prestam.
O Su. Pinto de Campos :Apoiado. O
Sr. ministrado imperio j liaba diio quanto
bsU va.
O Su. Visco.MiE DO Rio BaANCO (presi-
dente do conselho :A soli larieda le minis-
terial, porm, nao exclue a competencia, e
com ;i competencia a responsabil. lado sin-
gular iie ca la um dos ministros, aleuda
raspansabiiidada moral, que comraum a
lo los.
A presidencia do conseibo nao anda
tntida le legal, creagao do pudor execuli-
vo, para facilitar as relag s dos ministros
entre si e destes com a cora. Logo, cono
presidenta do consolho, nao podia eu ser
obrigado a comparecer parante a cmara
dos Srs. deputados para responder a ama
interpellago sobre materia que competo ministerio do imperio e dos cultos.
O nobre deputado oxplictm o son pera-a-
mento, e eu o aceito do muito bom grado ;
mas sirvara estas breves o attonciosas obser-
vages to sement para que se nao .liga em
lempo algum que o presidente do conselbo
actual deixou eslabdccor-se um areslo que
pode offerecer mais do un inconveniente em
nossa vida poltica.
Senbon-s, a opinin do governo quanto
ao pracuJ i-nenio do reverendo prelado da
s de 01 inda con lie la. Est no dominio
do publico a deciso limada em recurso A
corda, por causa dos actos praticados pelo
chee da igreja pernambucana. Ninguem,
poi?, desconiece que o governo v nos actos
daquelle protado diocesano urna offeusa
gravea constituico do imperio (apoiados),
soberana nacional, aos direilosdw estado
(apoiados), s garantas que a mesma oaas-
tituigo prometi a to-los os cidadlos bras-
leiros, (apoiados e nao apoiados) a todos os
habitantes deste p.iz. (Apoiados.)
Negar o direito do beneplcito, direito an-
tiquissmo e consagrado expressa e termi-
iiaulemente em nossa lei fundamental ; ne-
gar o direito nao menos antigo, o quo
tem os mismos fundamentos, do recurso
cora contra os abusos das autoridades ec-
clesiasticas, antopor a tudo a jurisdegao
espiritual, postergar inauferiveis eossen-
ciaes direitos do estado. (Apoiados.)
O Sr. Pereira dos Santos : -- E' querer
annullar o estado.
O Sr. Viscond:: do Rio Branco (presi-
dente do eonsetho) :Esta opinio do go
verno est assaz manifestada: ella assenla
sobre urna deciso quo tem forga de sen-
tenga, e que foi mandada cumplir em Per-
nambuco pelas autoridades competentes.
Coiiiiemos nessa exetugao e demos tempo
a quo o processo siga os seus termos lo-
gaes.
Depois deste acto do governo veio a res-
posta do reverendo prelado ; resposta quo
constristou nos, porque, sem duvida algu-
ma, acorre em seria censura, nao so pela
sua forma, soufto tambem, e principalmen-
te, pelas doutrinas em que ello se mostra
pertinaz. (Apoiados).
O goveraio imperial nao podia deixar de
considerar alternamente este acto, e ha de
.proceder em desaggravo da constituigo e
dos direitos do poder temporal, to necessa-
rios ordem social como os direitos da igre-
ja. (Apoiados.)
Usa Voz :Elle mesmo foi quem procu-
rou a luta.
O Sr. Visconde do Bio Branco (presi-
dente do conselho) :O governo, Sr. pre-
sidente, ha do desjmi>enbar se deste dever ;
espero que nao Ibe faltar, nem a coragem,
nem os conselbos dos mais doutos, uem o
concurso de todos os homens desapaixona-
dos, para que possa chegar ao fim que
todos nos desaj-unos, que a paz e harmo-
na dos dous poderes (Muito bem.)
Mas, senhores, cumpre reconhecer que as
relagoes entre o estado e a igreja consti-
tuem hoje era toda parte questes da maior
diflieuldade, o que nesta materia, mais do
que em qualquer outra, o governo deve sor
muito prudente, nao deve dar passo que
nio seja muito ruflectido. (Apoiados;
muito bem )
Talvez supponbam alguns que ha timi-
dez da parte do governo, ou desattengo
gravidade da conjunctura creada pelo reve-
rendo prelado de Pernambuco. Nao. o
governo est muito atiento ao seu dever
e hade cumpri-lo com firmeza. (Apoia-
dos.)
O nobre deputado pergunta quaes os
meios de que podemos dispdr para chamar
os prelados observancia de seus deveres
como cidados e altas dignidades da igreja
brasileira, no que respeita aos dogmas
da lei constitucional e a leis civis deste es-
tado. Pelo segundo quesilo quer aaobre
deputado saber se por ventura entend o go-
verno que a legislagio vigente lhe ofierece
meios suflicientes e efficazes.
Sr. presidente, j manifestei ao nobre de-
putado, e elle o coubecia antes da sua in-
terpellago, quaes as decisdes tomadas pelo
governo em recurso corda, quaes as or-
den* expedidas ao delegado do governo im-
perial em Pernambuco para a execuco
dessa senlenca proferida com pe ten temen-
E' tambem claro e creio que o nobre de-
putado o rccobecew, .que o governo proce-1
der legalmente se sujeitar o hispo de Per-
nambuco, por sennddantos actos, omquan-j
to isto muito Ide peso, ao julgameutoj
pelo supremo tribunal de justiea. (Muito
bemj .Jt
MM,5r. pr/isidorrte, nao psso acon)pan-
har ao filustre interpoliante no exameeapre-
Ciacfto de lo lo e qualquer meio do que o
governo possa dspor IcgaWnentoft eoiKidere;
elficaz para reivindicar o respe-it > cons-
titiiigo e s leis dtmuperoi'em rdigio a*$
prelados que proco I m como tem proce lirio
o de Puruambuco.
To illustrado com i ti nobre d*putado
nao ple deixar de recoobecer qu'nonhum
g;verno c obrigado a- diz-r o quo lia de fa
zer amanh ou depois, dentro dos umitas
de suas prnpn s attribuicdes, em materia de
tanta gravidade. (Apoiados.)
Na espbcra do poder executivo tora o go-
verno urna independencia e liberdade de ai -
gao, que lhe devom. ser respailadas, para
que seja lamben) plena e intoira a res-
ponsabililade que se derive de seus actos
(Apoiados.]
Apreciar desda j todos as alviires possi-
veis, sua legalidailee sua eilicacia, t ua una
disc.issopromaturaeinconveniente. (Ap ia
dos.) O nobre deputado devo convir co-
migo era que nao s direito do governo,
mas tambem sou dever, abster-se de id de-
bate. Assim, pois, responderei ao nobro
deputado ([ue, dentro da sua rbita legal, o
gOVOrno espera adiar meios ellicazes para
mover os bispos ao recoubecmento de prin
'pos socies quo nao podem ser jiitis
postergados. (Muito bem.'
Quando as intengoes do governo ou suas
didiboracOes se traduzam em actos, ento
cabera o exame do acerlo ou desacert, a
censura, a rcspousahili la le moral e legal.
Entretanto deve so deixar ao governo iu-
tera liberdade de acgo, para que elle pro
ceda, Omo muito convm, com a mxima
prudencia ; > ueste proce li-tiento nosso
empanda mostrar aos prelados que ellesde-
vem tambem bavei-se com a mesma cir-
cumspeccao, a mesma screnidade eoiuesino
escrpulo.
Senhores, se as opinio -s que o nobre de-
putado euuncioo, a resptito de noesa legis-
lacao criminal e civil, com relago a esta
crise, fossi-m monleslaveis, S. Exc. nos te-
ria declar a do o prova lo que nao lia soluco
possivel que nao estoja lora dos meios lgaos
e ordinarios.
O ris'.ar-se a e^copc&Oex infrmala
o'insci'-nliado decreto de 2 de marro de
1837 seria bstanle ?
Nao, porque o beneplcito um direito,
o recurso cora tambera, em cortos ca-
sos, de direito iiicoiiteitavol, o nos vemos
que o prelado de Pernambuco os tem des-
coiiliecido < violado.
As outras reformas que o nobre deputa-
do imlicou c que por certo dominaran) o
seu espirito uo exame rpido que fez di
nossa logislagoapplicavcl ao caso variante.
sao de tamaita gravidade e to etican l-
cenles, que o nobre deputado mesmo, com
toda f.irya de suas conviegoes, nao po lo-
ria levantadas ueste momento perante as
cmaras. (Muito bem ).
E seguramente nao seria o casamento ci-
vil, nao seria mesmo, Sr. presidente, se pu
dessomos chegar a urna reforma to radi-
cal, a separadlo entre a igreja o O estado,
que nos p> loria lvrar de UeS conflictos.
[ Apon dos.)
Stiibores, cu Crea que a constituigao do
imperio foi muito saba, respeitando a rull-
gio de nossos antepassa los. (Apoiados'}.
.Nao creio que esta unio, osla allianga en-
tre a groja e o estado seja un) porigo ; ao
contrario, creio que urna condico do or-
doui c do prog'.esso. (Apoiados).
A separago traria muito mais graves
inconvenientes, e com ella nao ceasarinm
os coullictos, porque o estado teria sempre
de velar pola sua consoiv.go ante um po
der tao forle o la i radicado no paiz. ( Apoia-
dos. )
Sr. presidente, eu j disso e repito quo o
govorno julga ter na legislago vigente
meios baslanlo para resolver a presente cri-
se, proceden o com a mxima rollexo e
prudencia.
.Mas so nao fosse assim, se pelo contrario
fosse corto o que nos disse o nobre deputa-
do pela provincia do S. Pedro do Bio-Gran-
de do Sul, com a lucidez do seu espirito,
e com a erudigo qne hoje lhe admiroi
mais do que de outras vezes, o nobre debu-
tado teria revolado, Sr. presidente, que es-
tamos em situagSo muito dillicil, porque
nao por meio de providencias legislativas
de occasio que se cousegue resolver ques-
tes to melindrosas o importantes.
Providencias loma lascm laes circunstan-
cias, e para taes casos, nao podem deixar
de excitar as paixes, e, sob os impulsos
encontrados das opinioes adversas, esses
providencias quasi sempre ou ullrapassam
ou ficam muito quem do seu alvo.
(Apoiados.)
O Sr. Eu.napio Duro' : V. Exc. prefe-
re as providencias de occasio, do poder
executivo ?
O Sr. Visco.nde do Ro Branco (presi-
dente do cmselho) :-O nobre deputado
nao me ouvio, seno me pouparia este seu
aparte.
O Sr. Cardoso Ju.iion : Apoiado.
O Sr. Viscohoi do Bio Branco (presi-
dente do conselho) : -J declarei cma-
ra que o governo julga ter m nosso direito
constituido os meios necessarios e eflicazes
para resolver a difiiculdade que todos con-
sideramos e que a todos inquieta.
OSr. Pereira da Silva :Sao provi-
dencias fixadas om li, pode se dizer.
(Apoiados j.
Sr. Visconde do Rio-Branco (pre-
sidente do conselho ) :Os nobres deputa-
dos obrigam-me a repetir que o governo nao
pode aceitar urna discusso previa sobre
seus actos. (Apod-dos).
OSr. Eunapio Deiro' : -Cerlamenle.
O Sr. Visconoe do Bio-Branco (pre-
sidente do conselho) :Neo pode aceitar
urna discusso sobre a legalidade ou prefe-
rencia deste ou daquelle alvitre (apoiados),
que uo teuba adoptado e que porventura
nao lenba do empregar ; preciso deixar
ao governo a sua liberdade de acgo como
lhe fica inteira a sua responsabilidade pe an-
te as cmaras e perante o paiz. (Apoiados;
muito bem).
O Sr. Pereira da Silva :Ninguem
contesta isto.
O Sr. Eunapio Deiro' : O que se duvi-
da quo baja as leis os meios; fcil
indicar quaes sao.
O Sr. Visconde do Rio Branco (pre-
sidente do conselho) : Manifestando ao no-
bre deputado que o governo attenta com o
maior escrpulo para vosta grave questo,
que ba de proseguir nos meios lgaos para
cohibir quaesquur exoessos quo desgragada-
mente continulo a apparecer por parte dos
prelados; tendo j assegurado quena opi-
nio da govorn-ne de autoridades milito
competirnos, quo tem silo ouaidas, temos
na iejislago pisvuleiicias afiieazes par
esse fim ; s leudo a iccrescenlarque, al.im
desses (asios, que nossas leis offerecem, e cuja
exocui/lio <:alu s .autoridades nacionaes, o
governo nao descuidaj^ u,ro.;urs<) diploma-
tico junto Santa S, nao para resolver a
risa actual porque o remedio dessa origom
nao edegatta a tmK>, mas para prevenir a
repetigan de casos somcldantes, e outrosim
para evitar as mais graves consequencias
que podem provir da emergencia actual.
(Apoiadi ; rauilo ben>. )
Sao era poisivol. Sr. presidente, quo o
governo livosse, para rom o rapresentante
da Santa S nesia cirio, piecediuiento
que Iba assignalou o nobro doputndo. S.
Exc foi, sem o querer, injusto ; nao creio
que o respoitavi'l iti.oinuiif'io t.-nlia part*
no procedimento do prelado de Pernam-
buco.
Tambem nao desesperemos, desde j", do
que seja posiivel um accordo com a Santa
S a oslo respailo.
O Su. Pisto de Campos :'potado,
O Su. Visco.\di: do Rio Brinco (pre-
sidente i\o onsolho) : -Esse breve que foi
iu lovi.'ameuio publicado ara Pernambuco
' apoiados e nao apoiados), nao nos da jui-
zo defiiitivj do santo padre sobre o estado
dista questo no Brasil. Nao se pdeeo-
nlieuT em Boma o u SO paiz como : 0
conhecornos .
O Sr. Pinio M Campos : Apoiado
O Su. Visconde uo Rio Bra.nco (pr>!-
sidente do conselbo) :...nao se pode
julgar urna queseo tao grave o to comple-
xa nicamente pido que, diz urna parte n-
teressa la.
Senhores. concluitido, rend > ao nobro.
depuli. lo pola provincia de S. Pedro do
Kio-Grau le do Sul sincero agradecimento
prla direeco que deu a esle debate, pelo
terreno uwvado e neutro em que o col-
locou, pela cooperago Ilustrad i que offere-
co ao governo de sai paiz, para que posea-
mos estabelccer a harmona nocossara en-
tre a igreja o o estado, para que so restabe-
laca o imperio da constituigao a das leis...
O Sr.. Martiniio Campos :Apoiados.
O Sr. Viscosde do Uio-BrancO ( presi-
dente do conselho) : .. .que nao obrigam
somonte aos seculares, mas tambem ao
claro, o sobretodo aos prelados de nossa
groja ( apoiados ; muito bom ) : sim, sao
os prelados, os principes da igreja, os pri-
mnos que devein dar o exemplo do respei-
to ao chote do eslado, constituico do im-
perio, aos po leros legtimamente constitui-
dos, s uslituigoes nacional ( Muito
bem.}
Aos nossos prelados, Sr. presidente, diri-
girei anda algumas palavras, que lia dias
li, proferidas por notavois bispos calbolios
da Allemanba, em reproscntigo ao seu
monareba :
Continuaremos a prooncbor com fideli-
dado o conscioucia incorrupliveis nossos de-
veres para com o poder temporal, a socio
dado civil e a patria ; nao esquecendo jamis
que nao a luta e a discordia, mas a paz
e a Harmona, que devora regor, segundo
a vonla le do Dous. as relages entre os
dois poderes instituidos, por Elle para o
bem da sociedado humana.
Nio queremos que se coulesletn e des-
prezem as leis existentes, porque abalar a
autorida le da legislago abalar as bases
do estado, a protecgo dos direitos de
todos.
Ce Ion lo a prolongues Ilegitimas, suscita-
das recenleinonte, depois de longo tempo de
repouso, nao queremos ver aleado e eterni-
sado um conflicto fatal entre o estado e a
igreja no imperio da Allemanba, cujo ben-
fico desenvolvmento, em nossa qualdade
de allomaos, esperamos com dovogo o sa-
crificio do todas as nossas forgas.
I" este, Sr. presidente, o conselho que
me animo a olTorecor s luzes o ao patrio-
tismo dos prelados brasileiros I
Vozks :Muito bem Muito bom 1

UTTERATUrlA._.
Aci mt* uatitiiieSea Ij Suiasa
Um estudo completo sobre a Suissa, nossa
visinda de sto, nossa alliada natural, nossa
bemfeitora durante a guerra, e uosso mo-
delo na pratica da lilierdade exigira muitos
volumes: nenhum outro paiz possue urna
historia mais c implicada em seus detaldes,
se bem que de urna grande siraplicidade de
tragos em seu todo. Nenhum paiz ha me-
llior reproduzido en suas instituigdes o ca-
rcter e distinctivo (saiitant) das obras de
Deus :a variedade na unidade. A Suissa
a este respeito, mais que a grande repbli-
ca americana, um phenomeno inimitavel.
Tudo lhe vera de seu slo moutauhoso, de
sua pobreza relativa, de seu contacto inces-
sante com a natureza, de sou affastaraento
da corrupgo das gran les cidades, e, por
conseguint', da soberana effectiva mantida
em cada urna de suas cidades, que d a
seus habitantes n sen tmente de seu valor e
a indestructivel necessidadedo Selfgoverne-
ment. Ha 596 annos que a Suissa livre.
Ella o era mesmo autos de possuir um nome
como nago, e-cbora existisse no estado de
cantees alba.los e soberanos, ura dos quaes
o de Scbwytz. deu allianga seu nome,
seu genio e seu estn iarte.
A confoderago, que, se chamava ento
a liga, nao se compunha no'principio seno
dos pequeuos cantes de Scbwytz, d'L'r,
d'Unterwald e Lucerna. Zuricb e Bere s
mais tardo para ella entraran).
E' um pouco da historia da Italia mo-
derna foro adade annezacoes succassivasfei-
tas a um eslado que no principio nao era o
mais poderoso; com a dfferenga que, os
cantes suissos team conservado sua sobe-
rana e suas instituiges primitivas, ao passo
que as autonomas italianas teem se perdido
na grande unidade roal da casa de Saboia.
sta soberana dos cantos, anda to
completa, apesar da cesso que ella tem
feito de algumas de suas prerogativas au-
toridade federal, que oxislem e.n realidade
na Suissa, qualro especies de governos mui
differentes uns dos oulros. O grupo de
cantes mais importantes, entre os quaes fi-
guran) Genve, Vaud, Lceme, Fribourg,
Blle-Ville, Argavi,ata.,pratica a democracia
parlamentar.
Continuar-te-ha.
TVP. DO MARIO BVA DUO.UB DflCAXJAS
'#
r



,
\
/


Full Text
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