Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13006


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Full Text
#
ANN0J1K. AUME0 181

-

riHA A CAPITAL
Por tres mozas adiantad.
Por seis ditos Mein .
Por un anuo dem .
Cada Harnero vutoo .
B I.CGABUS 0\E SB PAGA PORTB.
...... >
wooo
1S0OOO
34D000
130
'I
SEXTA FEIHA 8 E AGOSTO DE 1873
o.
PARA ItEXTRO Flll IA PROVINCIA. .
Por Ir raezes adiantados................
Por seis ditos dem...................
Por nore ditos dem..................
Por iim anno dem................. ?1**t
~ f
r-+
MANOEL FICUEIROA DE FARIA & FILHOS.
W"
1
Os Srs. Gerardo Antonio AlvesA Filhos,no Para; Gon^lves Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos do OuTwadMho, 110 Ceara; Antonio de Leuw* Braga, no Aracatjt Joao aria Julio Chayes, no Ass; Antonio Marques da Silva,noatal; Josa" Jwtin
Pcrcira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmno dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth| );
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanaa Joo Antonio Machaeo, no Pilax-das Alagas; Aires dC, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
i
PARTE OFFICIAL.
Gaveras I provincia.
Str-co 5". Palacio da presidencia de Per-
nanibucu, em 30 < jullio de 1873. 0 presiden-
te da provincia, attendeudu ao i|ue requeren o ba-
rl da Soledad, cuncessitmario da letrada le fer-
ro do Recife ao Limoeiro, e leudo em vista o ds-
posto no J 2.* do art. 31 da le n. 1,11 do 17 de
junho desle auno, resolve niodilicar o contracto
celebrado com o mesui i bario em 13 do julho do
1871 para a construcr/io da mencionada estrada
Jo ferro, molanle a* segumlos conJieoe* :
Artigo I." U contrallante, |wr.i ou pir molo do
urna companlna i|ua incorporara, obliga se a cons-
truir uina estrada de ferro desta cidade a villa de
liiinoeirj oro un ramal para cidade de Nazare-
t passaiido a estrada priucipal pul > pnvoado de
S. L .ureuco da Malla e villa do Pao d'Alho.
Arl. I* Na villa de Pao d'.tlhn a estrada passa-
r;i sen t'scpierda do no. dovendo Jesvar-se da
"'rada do governo, antes do chegar ponto de
*. iuo.
Ait. 3." Todas as alu-raees qne se fizoreui
0 >-. estulos .iprescn'ados e approvados serio
sahfflellidos i approvavlo do govoru.) autos de sita
execurau, tudo de acord com o art. 3.* do con-
tracto e seus J^, que conlinuam em vigor, salvo a
Ultima parle iln 5.* do citado artigo.
Art. i.* O ooatractaiito devera submetter ap-
prnai;io do governo as plantas Jos pontos que
Tivwera mais dir JO metros do vi...
Arl. >' Os declives loiuitudinjes da Imha, lias
distancias inferiores a 300 metros, podero altingir
a 3 por cenlo.
Art. ti O arl. 5.' do contracto, j alterado em
1 > de jullio J- 4871, fica substituido pelo se-
grate :
As locomotivas sarao de peso superior a 20 to-
neladas ineirieas. terao 3 ou i ataos c serio dos
modelos oais aper/eicoados.
Os carros de passageros e mercaduras serlo de
construyan e modelo ipie inellior convenia aos
paites quonles; os priineiros serio de 3 clas-
1*4.
Art. 7." 0 numero de locomotivas nao ser in-
ffnor a 10.
O arl. 8. dea alterado pelo seguinte modo :
A estrada e seu ramal si'rio aeompaohadas de
urna linlia telegraphira em toda sua extensio, a
qual dever estar prompia para funeciouar no (lia
.un que cala seccao for abarla ao tiafego. A li-
ola ser franqueada ao publico mediante o pro.n
estipulado en tabella approvada pelo governo,
que tara o direito de ulilisar-se dos postes tel<-
gr-pliicos para enllocar uui ou mais lios olcctri-
uti, asaeoiar o< respectivos apparulbos, e ter un-
ehiaaa o lelegraphistas nos escriplorios lelogra-
jmicos Ja empieza. Subsistein os 2." e 3. do
art. 8..
Arl. 8." Os procos do transposto do passageiros
a mereaJorias de .,ual(|uer especie serio doler-
mioados em urna tarifa organisada pela cumpa-
nuii de acord oni o governo ; devendo a Jila
Urifi ser elevada at dar um uro de 7 por cento
pira o capital da empreza, i|ue nio exceder de
7 mil conlos.
Art. I A tarifa ter a base establecida no art.
U. do contracto e na modificaba) feita a 13 Je
jiUode 18M.
Arl. 10. O i I. do att. 9. rica asslm m.Ji-
cado :
Podcr o BjOWnM rever as tarifas para reJu-
r.ilas logo que o lucro liquido do capital de 7 mil
motos exceder de 11 por cenlo ao anno, sendo
i por cenlo destinado amortisacao do capital.
Subsiste o disposto nos j$ 2. o 3. do art. 9.*.
Art. II. Logo que o rendiinento liquido Ja *
inda exceder de 11 oor cenlo ao anno, um terco
do oxcesso sera tainbem urn^i leraJo fundo de
amorsac o; ootro perlcncer empreza e ooutro
reyertara em beneficio la provincia, amia mes-
aio depois de paga a garantia e juros fasta.
Arl. 1. O fundo Je amortisacao ser converti-
do em apoUeei da divida publica ou em aeeSM da
i iii loliia, que sern depositadas na t'.iesoiiraria
provincial.
Arl. 13. Nos pont i onde os trabalhos Ja estra-
da Je ferro tiverom por tim alterar o nivel da es-
trada de rodagein, qmr em atorros, quer em ex-
caraeio, o contratante ser obrigado a nivelar to-
da a estrada e nrovel-a das obras necessnnas ao
pronplo escoamento das aguas plaviaes e outras.
Art. li. Nos lugares em que a estrada cruzar
qualquer via navegavcl serao as obras darte cons-
truidas de mo lo que nao ellerecain embarar-o al-
gum navegaeSo.
O art. 17 do contracto tica substituido pelo se-
guinte :
Njs lugares ds passagem a nivel navero guar-
das ou vigas, e si a estrada comp-irtar servido
ni'turno o conlractante sera obrigado a construir
casas para esses guardas ; nos pontos onde hou-
ver concurrencia enllocar cancella ou barreira, e
baa aasn Iho correr anda a obngacao de pro-
wr a estrada de lodos os signaos adoptados as
liabas frreas.
Art. 15. O art. 21 fica substituido pelo seguinte:
A estrada al a villa do Limoeiro sera dividida em
naco seccoes, sendo quatro na via principal e urna
uo ramal, que pojerao ser abertas ao tral'ego de-
pois de recebidas as obras pelo Gscal do governo,
c urna vez que a empreza possua o trem rodante
idi()eusavel para esse trafago.
Art. 16. A litiba frrea ser de via singla, mas
ton os desvos e linhas auxiliares que forem ne-
cessarios para o muvimento e manobra Jos trens.
Art. 17. A largura tota! do leito Ja estrada nos
torren ;s em boas condicoes de solid.tz nao exce-
der de i- a 4,-23.
Art. 18. A via frrea nao impedir o livre
transito pelos caininlios actuaes ou otiiros que se
ibrireni para commoJidade publica, nem a empre
ra K'r o Jircito a qualquer laxa pela patsagtmi
nos pontos de interseceo.
Art. 19. Tres mezes depois de concluida cada
sec.'o o contraclanle apresonUr una planta uas
nscalas mencionadas uo arL 3.* do contracto, com
natos rH-rtis transversaes quantos forera necessa-
rias, segundo a natureza do terreno, bera como
n.n orcauteotu letalliado dos raovimentos do
ierra.
Arl. 20. Dentro dos priraetros tres mezes depois
de entregue toda a liuna ao trafego d.'ver a em-
(: -/a remetter ao governo as planos completos e
una inciuoria descriptiva da estrada, conforme a
eiwcu;o.
Art. 21. Fica concedida empresa urna garantia
da juros de 7 por cento sobre o capital__ qne for
olf.Hitivamente empregado era cada seccao, urna
vec que-o kiloirelro, eomprebendidas todas as des-
^teeas, nao exceda da quanlia de 50:000^600
Art. 22. Para determinarse o cust de cada
tilomelrn se lera em vista o custo dos kilmetros
construidos na secc,ao.
Art. 23. A garantia de juros concedida por
seccjao de estrada, e a empresa s ter direito ao
aeu pagamento depois de aberta a seceso ao
transito publico.
Art 24. Si na execucia das obras as despetas
forera maiores do que as do mximo fixado para
cada kilmetro, o governo se aproveitar desla
redueco para fixaco da garanta estipulada, c
si esteederem correr o excesso pqr eenta da em-
presa.
Art 25. 0 governo ter o direito de fitcalisar a
execujao desle contracto e regulameotos respecti-
vos, a execocao' das obras de (oda a liaba e sea
ramal, e bem assiin toda a escripturacao e do-
cumentos concernentes a receita e despeza da es-
trada.
Arl. 2fi. As despetas da fiscalisa^o correro
por conta da estrada, para o que ella concorrera
animalmente com a quantia de 4:800*000, que
far rccolhor Ihesouraria provincial por triuies-
|re adianlado.
Arl.. 27. Era um regulamento especial ser
designado o modo de verificar-so a despezada
constniccao, do custeio o a receita realisada, bem
como as epoclia- e forma* do pagaraenlo do juro
garantido.
Art. 28. Logo que o rendiinento liquido da es-
trada eXOeder a 7 por cento o eteesso, ser desti-
nado ao pagamento do que for devido provincia
pida garantia que bouver pago.
Arl. 29. Em qualquer lempo podcr a empieza
renunciar a garanta de juros, estando quite com
a provincia, e ueste caso o pagamento da liscali-
sacio sera o estipulado as modilicacoes de 13 do
jullio, e ees-arito as obriga^es que sao impostas
em razio da garaulia, menos o que U)t relativo a
am cti-acao.
Ait 30. No caso do resgale, de que falla o arl.
3o do contracto, da prego em que for elle arbi-
trad o, se uduzir o tundo de amoilisac^ao que
cutio houver.
Art. 31. Piado o praso da eoneetsio, si j est-
ver amortisado o capital da empresa, passarao
para a proviacia sem indemoisacjto alguraa todas
as obras, o material lixo e rodante, e bem assim
os terrenos Decapados pela empre/.a.
Art. 32. Subsisten todas as disposicoes do con-
tracto e das modificarnos de 13 de juliio de 1871,
que naoforam espressantenl afteradas.Hcnriqae
PertirH de Lucena.
Conforme, Luiz Sulazor M^scosg da Veiga
l'esxtt
Uodificttfies dependen/es di approoaeia di assem-
blca Irijislalim pivcincial.
Art. I.* O contradanlo lica aulorisalo a estn-
der a linha principal desdo a villa do Limoeiro at
a villa do lircjo da Madre do Deits.
Art. 2,* Neste caso o lempo de durarlo do pri-
vilegio fica elevado a 90 anuos.
Art. 3.* Pica igu lmente atitorisado o conlrac-
tante a construir um ramal que, parliudo do tron-
co priucipal, so d rija villa do Uom Jai-Jim.
Art. 4." Para este ranal li;a cuncedida amesma
garantia dejaros kilomtrico* concedida para a
estrada principal e ramal de Nazaretli.
Art. 5.* Djus annos depois do conclu la a
buba at o Limoeiro devora o wutractaule apre-
seatar, nao so os ostudns do rainal ile Uom Jardim,
como os do proloogaraento al o povoaJo denomi-
na 11 Cheos, c dous auius depois de aprsenla
dos estes ealuds apreseaiara os e.-tudos do cesto
do proloapneato at o ItrajO da Madre Je Deus.
Art. 6* Quatro anuos depois do conclu ja a es-
trada ao Limoeiro e ramal de S'azarelh devora o
conlractante comerar as obras do ramal de llom
Jardim e do prolongaiujiito at Chaos, e conclu
las ota igual prazo.
Art. 7." Quatro annos depois de concluidas estas
obras o conlractante dar comeco ao restante do
prolougamento do Cheos ao Urejo da Madre de
Deus, u cinco annos depois de eomecadas devora
Conclui-las.
Ait. 8. Alm Jo que prescreve o art. 3. do
contracto, relativamente as plantas e orcamentos,
o contraclanle apresentar plantas do ranal de
llom Jardim e do prolongamcnto, cora tantos per-
lis transversaes quantos aojan sulllcientes para se
ajui/.ar Jo iiDCimento de Ierra na escala de um
para quindenios, plantas edetallies das obras dar-
la com ornamento e memoria jusiificativa.
Art. .i. As multas estipuladas no contracto serio
applicavcis no caso do naj serem eomecadas e
concluidas as obras nos prazos cima ditos.
Art. 10. Nio -'i.Ij eomecadas as obras, alm
Ja multa, caducar a conces'so, e o conlractante
perder todos os estudos, pelos quaes nenbuma
ndoraoitacio podcr reclamar.
Art II. Si a empreza renunciar a garantia de
juros concedida para a estrada do Ilccife ao Li-
moeiro e ramal de Nazireth, llie serio garantidos
no prolongamento tantos kilmetros quantos os
que se comprebendem entre o Uecife c Limoeiro.
Art. 12. K n tudo mais applicavel o disposto no
contracto do 16 de jullio de 1870 e as modi lea-
roes ora feitas, bem como as quo o forain em 13
do julho, menos a garanta de juros, que s pde-
la ser concedida ao pruioogaineoto do Limoeiro ao
Brejo, no caso do artigo antecedente. -Helrique
Ptrttra de Lacena. Conforme. Luiz Salasar
Moscos) da Veiga Pessoa
DKSPACHOS DA PBRSIDKNCIA DK 6 K AGOSTO DE
1873.
Abaixo assignados alumnos mestres da Escola
Normal. Informe o Sr. diroctor geral interino
da instruec.au publica quantas e quaes as cadei-
ras vagas.
Abaixo assignados residentes na villa do Cabo.
Indeferido era vista da informagio da directora
da Dslruccao publica.
Francisca Ludovina Hibero ltacellar. Passe
portara concedendo a lioeaca cora veiicmentos na
forma da le.
Francisco Pacifico do Amara!. Alera do que
conten o almanak que juntou e o accrescimo Je
que Irala a presente pelieao, dever o supplicaute
ad lirionar o recenseamento da populado com
Jescriminaei) Jos n unes, ida les, sexos, naturali-
dades, profissSes de cada um dos moradores
das diversas freguezias da provincia, todos os es-
tabilecimentos coininercaes, fabricas, etc., exis-
tentes em cada freguezia, as escolas e o* respec-
tivas professores, as inoradlas dos funeconaros
pblicos da capital, os regularaenlos das empre-
las e companbias, os do sello, o regulamento so-
bre compra e permuta de gado cavallar, me,lia ote
o auxilio de um cont de res, pago em duas
preslacoes, a i." quando a obra est ver no preio :
a 2.' (piando forera entregues os exemplares de
pie trata a le ; nio leudo o supplic.au! direito
inJenirisaci.) algmna, se nao apreseutar a obra
completa.
Joaquim Candido Pereira de Lyra. Nio len-
do a commissao censuara da paroohia de S. Vi-
cente proposto retribucao pecuniaria para os
agentes racenseadoros de Cruangy, Pindoba e S.
Vicente, nos termos do 4." do art. 9. do regla-
me'lo de 30 de dezembro do 1871, vi-to torera
prestado seus servicos gratuitamente nao pode ler
lugar o que requer o supplicaute.
Jos Augusto de Almelda Passe poriaria
concedendo seis raezes de liecnca cora lodos os
ven:iraentos.
Libanio Candido Ribeiro. Informe a Illra. c-
mara municipal da capital.
Bacharel Lauriudu de Muraos Pinheiro. A'
thesouraria de fazenda para passar titulo ao sup
plicante depois que este apreseutar a escriptura
de compra do terreno e satisfizer as mais forma-
lidades legaes.
Hara Amelia de Jioraes. Seja posto em li-,
berdade por ser menor de 18 annos.
Mara Joaquina da Escada. Provea suppli-
cante que 6 casada com o recruta a que se refere
e se tem filhos.
Tenente coronel Sebastiao Jos Basilio Pvrrho.
Passe portara concedendo tres meze de licen-
ca na forma da lei para tratar de sua saude fora
da provincia.
Secretaria da presidencia de Pernambueo, 7 de
agosto de 1873. #
0 porteiro,
Silvino A. Rodrigues.
Coiniuitiwla das armax.
lL'ARTEL ;K>KUAL DO COH.UA.NDO DAS ARMAS
t)K PKR3AMBUCO, EM 7 DE AGOSTO D
1873.
Ontrm do din H. 748.
O brigadeiro com man Jante das armas faz pu-
blico para sciencia da goarnig.ioe (los necessanos,
qu a 2J de julho prximo lindo nomeou o Sr. a*
pilo reformad'! do indinara, LUiz Francisco Tei-
xera, para commaudar interinaraente a fortaleza
de Tam andar em subslluico do Sr. 2.* toueato
tambera reformado los (tabello Padllia, que fal-
leceu em 23 Id ctaJo inez, e jue a 6 o correrte
nomeou o Sr. coronel honorario do exordio, Ale-
xanJre de Barros e Alhuquerque, para c.ivasn-
dar interinamente a fortaleza do Brura eiuquaato
nao segu para o presidio de Fernando, visto ler
dado paite de doeute o Sr. teneute coronel oo.-u-
maudaute da tnosnia f >it ile/.i Sebastiao Jos Ua-
silio Pyrrlio; declarando quo arabos as uomoace*
i'oram approvadas pela presi-ieacia em ofHcio do
hontum.
(Assgnado.) Mitwel da Cunk Lins.
Conformo.0 inajor Jos B. da Santis ler-
gulko, ajuJaute de orden encarregado do de-
talbo.
EXTERIOR.
Corrc>t|4ii(leneia pnrtieulitr lo
Diario do Periiambiico.
VteiiMi d'Aulria, 3 de julho di 1813.
Continan Jo sempre e cada vez m lis alaref ulu,
anda desti vez limitme a mau.larJl.ies algumas
notas e obforvacSes feilas s pros-s, se,n noniuiua
fi'irma de correspondencia.
Pee i-IIies desculpa c a s seus loitores polo Jes'
aliuho do que aqi vai, e para obtor o que peco,^
lime na consiJerago Jeipie smente desoj ser-
llus agradavel
Contina a fazer mil tmp> : chnvis de quan-
do em vez, ora fri, ora calor, o pie tem dado lu-
gar a alguns casi da clioior-i orbus, declarado?,
por ora esp radeos.
I'.beou hontem, as II horas da manha, a ra-
nha de \V'iirti;iu!).:rg qiie vera visitar a exposyi".
Foi recebida na eslaVio do caminho de ferro do
Oeste pela eorto, prsenles todos os archiduques e
as arclii luquezasSophia e Clotilde. Est h jspelala
no caslello de Uarg.
Couiecaram a chegar Je Allemanha artistas
de todas as classes enviados pelo governo aliemto
para estuJarem os apeicieoameut is dos diersos
ranos Je industria.
Estes artistas passaram por um exame de suffl-
ciencia antes de parlirem, esio obrigados a escre-
ver uina especie do relatorio sobre os estudos com
parativos de que cada un eucarregadi.
Seis senhoras j aqu ciiegaram sarta-las polo
referido governo, e esto estuJaulo as galeras
Jo palacio Ja expjsiejki as soceSosd >s bordad 11 >
e irabaMios de agullia.
J v porlauto, como o governo do imperio al-
leoiao anima e cuida das artes.
Do Brasil um sd artista nao foi enviado i expo-
scii. Quando nio ganhariam (e com ellcs a nos-
sa provincia) os dislinclos e talenlnsos artistas
pornambu.-auos, Durville, Bonvnnuto Seluc, Am o-
riin Litna, e m Utos outr.ii, so livessem sid coad-
juvailos pelo governo para virem at aqui esludar
os .l,:l'- entes rain isde bellas artes que cultvam ?!
Anda nio linalisaratn os trabalhos le ins-
tallacio de objectos destinados a serem expostos.
Por toda a parte se trabalha ; sanate boje come-
caa o eommissario da repabUea du Uruguay a
preparar a sua pequenini se-c.ioao lado da uossa.
Occupa apenas um espaco de 20 palmos em qua-
dro. Por ora smente apresemou iloze pequeos
frascos com amostras de corse*, um couro do bol,
tres mantas do carne salgada (Jas quaes emana
um chairo incommodativo) e a figura em gesso Je
um gaucho, em tamauho natural, na altituJe de
tomar urna pilada de tabaco.
Jullto 4.
Ilepetcm se aqui, de modo admiravel, os suici-
dios.
Ora um amanto contrara lo, ora un negocian-
te quem c irrer.vn mal os negocios ; e at um
advogaJo nolavel ultimara :nte lembrou-se de por
termo vida, porque na i foi feliz em uina do-
man i i !
A tropa era guarnicao nesta cidale leve or-
dem do governo para visitar a exposicio, dando-
se-lne all entrada gratis. Todos os das pela ma-
nha, Jas 6 s 9 : oras, una seccao de balalhio, de
lOO.pracas, com seus olciaes testa, visitou o
palacio da industria (como aqu chamara o pala-
cio da cxposicioj. .ogo qne nelle penetra, sub-
diviJe-se a seccao em tresou quatro, e leudo por
cicerones os offlciaes, visitan as galeras : dada
a h ira da partida, reoae u-s i todas ao som de um
clariin ou tambor. As galeras dos productos e
iuveneoos da arte da guerra sao as que raais
prendem a atleui;io desta classe de visitantes.
Todas as tardes, das 4 as 10 Ja naute, fo-
cara diversas msicas militares (e aqui as temos
excellentes) nos parques e jardn da exposi-
.4o.
Alera destas msicas, lia tambera concert?, em
que tomara parte os melhores musios de Vienna,
dirigidos amas Toses por Jacob OITembach c outras
por Johan Sirauss.
A concurrencia de espectadores immeusa as
tardes em que o lempo se m istra b un. O gran
des pateos, em me tocara as msicas, esto co-
berlos de cominodas cadoras, pelas quaes se pa-
ga d-i 10 a 2 J kreuses, (ura e dous tustoe da uos-
sa moeda).
AL'in dos concertos dados nos parques e jar-
dins citados outros se da> diariamente era diver-
sas pracas e jardins desta cdade.
Para solemnisarein o 97.* anniversario da inde-
pendencia dos Eslalos-Ujiidos, os americanos re-
sidees, ou de passagem nesta cdade, deraai um
esplendido Jamar nos saraos da Gartembau Goiells-
chaft (Rluraensalen)
A reuniao comei;ou as 4 horas, fazenlo as hon-
ras aos convidado-'urna corainssii composta dos
Srs. Lawis Leasingood, John G. Avery, G. W.
Howe e r. Ruppaner. |
D.'p.os de urna hora de conversa e passeio pelo
jardim, ao som de nina exeellente rausica, come-
gnu o banquete, no qual se nolava grande profu-
so, e se faz;a o servido Com inuita orlera,
Entre os convidados aclavara se o Sr. Jay, em
baixad >r dos Estados-Unidos nesta cdade, o ba-
rio Schwarz (director da exposicao). o Dr. Felder,
e muitos merabros das eomraissijes de dfTerentos
nac5es na exposiio.
0 Sr. Jay, embaixador da America, levantou um
toast uestes termos:
a Bebo uniao da Inglaterra e da America, tio
felizmente firmada peto tratade de Washington e
pelojulgamonto de Genebra, no qual se demons-
trou como dous paizes separados pela forma de go-
verno, podem unir-se no campo dos princi-
pios.
Este toast foi muito applaudido.
0 Boargmestre desta cdade Dr. Felder, tarabea
dirigi um brinde em ingle;., no qual muito elo-
giou a America do Norte, fallando sobre a lei elei
toral daquelle paiz muito seraelhante i lei austra-
ca : e proinetteu que Austria alo deixaria de
se fazer representar na exposicio americana, que
deve ter lugar no da 4 de julho de 70, centesimo
anniversario da sua independencia.
As 10 horas da nonio ciiegaram a esta cidade,
vindos do Pars. SS. AA. a princeza imperta! D.
li.al.el e seu esposo o Conde d'Eu.
0 nosso ministro, o bario de Porto Seguro, e o
seu secretario > Dr. Regs d Otvuira, os foram
esperar na frontoira .austraca, na estaca o de Siiu-
bacli
Na cstac/io de Franca, nesta aplal, os esjera-
vaiu muitos meuibros da familia imperial austra-
ca, o duque do Saxo, o bario de Carapebus e
muitos merabros Ja '< rami3si brasileira.
Su.is altezas bo-pj laram-se no palacio Jo sua
prima a Juqizeza (Sementina de Saxe-Coliourg.
Apenas .-o demoraran aqui oito dias, seguindo
Wff>i para as aguas inineiaes por conselhos de seu
medico.
0 archiduque Regnier leu hoje um concor-
rido SOtre em seu palacio, para o qual convdou
os merabros das corarais-oes internacionaes da
exposicio.
Por parte do Rrasil coraparecerara os seguintes
merabros: Dr-. Jos Saldauha da Gama, Bufino
d Alraeida, Caiiinho, Bulhoes e Franklin Gal-
vao.
Consta que o general Garibaldi acclou o
convite que Iho foi dirigido, para vr visitar a ex-
p ysicao, e que estar aqui por todo a inez d se-
tembro.
Julho 6.
A embaixada rusa nesta capilal deu um es-
plouJido banquete raiuba do Wurtemberg.
Como curiosidade reraetto-lhe urna eslatist-.
e \ da cervina coiisuiniJa era Vienna uo anno de
1871
Bobcu-se era Vienna Jurante o anno passado
137,071,700 litros Je c-rveja; mais l,728,000 li-
tros do que era 1871.
O. jauto se beber este anno ?
Na Austria pablicara-se 6V0 jornaes, dos
quaes se v ura numero na sec;'io Jo comraercio
austriaco da exposicio. Deslcs jornaes 448 sao
mpressos em allem.i, 84 na lingua bohemia, 47
em i Lilia no, 28 era polaco, 3 era hebreu, 10 era
rulbeno, 1 em russn, 17 era slavo e t era franecz.
Decididamente a galera das machinas a
parte raais nleressante da exposicao e para a
qual convergen! os visitantes que fazeiu justi.a,
cracordaii lo Lidas que all oxslem cousas dig-
nas de inleressc, invenciles utes o elementos de
progresso e aperfecoainento da iudustria hu-
mana.
No espaco de lempa da ultima exposicio
a industria paree.; que estaciouou um pouco,
mas a mecnica nio ; novas necessidades sobr'ex-
eitafan a intelbgenca humana, e Jeramluz no-
vas nvenyes, que se podem boje exaHUnar, gru-
padas e:u um so pimo ou centro commum.
Algum.is universidades da AJIcraanha, e esco-
las da Blgica e ll.illan.la mandaram cuniinisses
especiaes estudarera esses inventos e aperfetj.oa-
raentos Ja mecnica
Sabios, engenheiros, profesores Je diversas
sciencias e luvenlores, ebegaui a esta capital e
p-issain longis horas Jodia na referida galera, lu-
gar Je su:is proJilec;oe-s.
Ch"ou hoje a esta capital a exranha d
Hespanli.t. {label. Foi recebda tem ceremonias
por seu lilho, pelo profesor Murphy e pela prin-
ceza Je Girgeuli -. sua lillia.
Acoinpanh.ini a exsobarana as quatro infantas
suaslilbas ; M. Mafri. seu amigo lie! na adversi-
dade; e um joven jeula, que subsltuio o padre
Claret, seu director espiritual.
Julho 7.
O principe Je Sciiwarzberg convdou a todos os
meuibros das dilTeiviites seccoes do grande jury
para visitarem lioje as suas grandes propredades
ruraes na Bohemia, pondo a disposcao de seus
convidados um trem expresso no caminho de fer-
ro at a etaco de Wiuinga:i, e d'ahi al as suas
propredades era carruagens.
Ellectivaniente as 6 horas Ja manha 220 pessoas
de JilTereiitos nacin ildaJes partiram cora desli
uo estagio de Willngau, ouJe eliegarara as 11
horas e meia da raania.
Era cuninho pararain as 10 horas na estadio
do Graund, onde foi servido um liger abnoco.
Ha estacan de Wtttngau 57 carruagens de 4
lugares cada urna, puxadas por bellos cavallos,
receberaui os viajanles, e em orde n numrica (ca-
da carruagem linha um numero em algarisrao)
partirara para as dilferentes Cascudas ruraes do
principe.
Um lilno do prncipe, acompanhava o sequilo,
montado era linda egoa, e diriga a marcha das
carruagens por toques de clarius, dados por un
pagem que o acompanhava.
Sao inmensas as propredades, e nellas se nota
rauta ordera, o asseio : lindos rebanos de car-
ueiios das melhores ragas ; muitas vaccas, excel-
lentes bos, beliissimos cavallos de Una rara exis-
ten! as diversas fazendas do referido principe.
No araanho das trras, e na plantario dos diffo-
reules careaos, leguraes e arvores cultivadas na
quellas fazeudas, erapregara-se as machinas mais
modernas, movidas por aniraaes, agu< e a vapor,
secundo as condicoes de Ada fazenda.
as proxiinJa.les da cidade de Wittingau tem o
principo grandes moiuhos a vapor, e urna grande
padana, lambem movida a vapor, na qual se faz o
pi necessario s fazendas, e que gratuitamente
distribuido aos habitantes deltas empregados na
iavoura e criacio do gado.
Tambera so cria o peixe era grande escala na-
quellas propredades, haveudo para isso muitos
tanques, e pessoal apropriado.
Urna grande fabrica de cerveja existe na pro-
prielado raais prxima de Witthigau, e que forno-
ce qu si tuda a cerveja consumida ua Bohemia.
Foi nossa fabrica, era ura graude sallo de suas
cavas, que, as 3 horas e meia da larde, nos rvi-
rara ura bom jantar, na qual comemos sab- peixcs, e bebemos iuissi.nos vinhos, e goslosa cer-
veja.
Foiuos recebis sera a menor ceremonia pelo
priucipe e sua familia, quo procuraram captivar-
nos cora os seus repelidos obsequios.
Visitaraa> a cidade Wittingau, que nada tora de
nolavel, excepeji-) de sua pequea, mas nteres-
sanie bibliulheca de manuscriplos da idade media,
rel.uvus sua historia, o s propriodades de Sch-
wanemberg, que acabavamo de visitar. E' uina
cdade antquissitn i, e que nao acompanha o pro-
gresso, esmerndose era bera conservar essa sua
antiguidade e tradiccoes.
O imperador Francisco Jos, foi boje ao ho-
tel Victoria fazer urna visita a ex-rainha de Hespa-
oba prraceza Label.
Esta ex-soberana, depois de ouvir missa na
igreja de S Carlos, deu um passeio em carro des-
cubierto pelas principaes ra* desta cidade.
No palaci j do duque de Saxe teve lugar um
explendido jantar dado nossa augusto prin;eza
imperial O. Izabel, condeesa d'Eu,
Sua alteza j visitou a seecio brasileira na ex-
posieao, e mostrou-se muito satisfeita com o que
vio, eiogiandn o bom gusto que reiaou na colloca-
clo dos productos expostos.
Julho 6.
Sua magostada Francisco Jos, dgnou-ie convi-
dar para urna reuniao em sen palacio do Schorn-
brunn, a todos os membros do grande jury, e das
coraraissoes de todos os paites representados na ex-
posicao. Esta reuniao realisou-se nontem, s 8
e meias horas da anata, compareceodo a ella tam-
bera todo o corno diptomatico e consolar existente
nesta cidade, e muitos generaos de difiranles na-
cionalidades, elevando-so o numero de pessoas
presentes a mais de mil. Sua magestade, irajando
o uniforme de coronel de cavallaria ligeira, rece-
beu a todos com a maior affabilidade possivel, per-
manecendo longo lempa no meia dos seus convi-
dadas, aos quaes nterrogava, era dfTerentos fin-
guas sobre cousas de seus respectivos paizes.
Todos os membros da commissao brasileira esli -
veram presentes.
Depois da apresentacao e recepeo imperial foi
servida uina esplendida ceia, era que se notava,
sobre outras cousas, a profusao de lioissiinos vi- '
nhos de diferentes procedencias. I
No bello jardim do palacio, illumuado por tres
focos de luz elctrica, tocavam duas bandas mili-
lares, das melhores desta cidade, composla cada
una de 64 figuras. I
A proposito de rausica.
Hoje n^ute deve ter lugar um esplendido
concert musical era Gartemb .u (ura jardim ou
praca ajardinada das militas que aqui temos), or-
ganisado pelo applaudido lii das w Isas Johann
Strauss, e cuja receita destinada a ura acto de
caridade.
Estes concertos que aqui se repotem todos os
dias, sao muito concurridos; o a sua receita, pro-:
veniente umitas vezes de 10 ou de 20 kreuses,
pagos pelo uso Je urna cadera, eleva-se a milita-
ros de florius.
Jolho 10.
Recebemos noticias da corte at 14, e da'J
at 20 do inez passado.
Foi muito applaudida pela colonia brasileira
aqu reunida, e por alguns esdangeros notaveis,
a docis.lo dada pelo guverno imperial questao
masnica religiosa.
No seculo presente outr'a nao devia ser a deci-
sio.
Parabens ao nosso governo.
A raiuba de Wurtemberg retirou-S'* hon-
tem pelas 9 horas e raea la manha, sendo acora-
panhada at a estacan pelo imperador Francisco
los e pelos embajadores da Allemanha e da
Rassia.
Esperase no da 14, ao molo da, o re de
Wurlemberg, jun tambera por sua vez far una
visita oicposieao.
O imperador Francisco Jos parti hontem
tarde, sob o incgnito, para I>chl, donde ir
a Munich festejar o 17" aniversario natalicio
de sua lilha, a princeza Gisle. Deve aqui estar
de volia no dia 13 do corrente,
Hontem um violento incendio reduzo a
Cintas s-le predios era Lipoldau, perto de Flo-
risilorf.
O sigua! de alarma foi dado pelo vigia da tor-
re da cathedral de Santo Estevo aos difieren-
tes postos de bombeiros desta capital. Nao se
propagott o incendio a todo bairro pelos esfor-
cjs inauditos dos bombeiros, que trabalharam
por raais de oito horas successvas.
Hontem o archiduque Regnier presidio
abertura solemne da casa modelo de edttcacui ex-
posta pela Austria em um dos palcos do palacio
da oxposieao
Na verdade digna de ser apreciada c cstudada.
E t bera organisada, muito asseiada, alejada,
eniliin digna de servir de modelo.
A Suecia. Portugal e Estados Unidos tambera
expoieram modelos do mesin) genero e para o
racimo lira.
A. de A.
(Ci-ntinua)
arrastasse ao abysmo em que a Hespanha se es-
torce, este paiz tao digno dos dias de paz e prospu-
r i Ja le de que est rozando. -
Jury do RreitV.-Foi hontem submetlido
a juigaraento Jos Thora do- Santos, pronuncia-
do como reo de tentativa de morte.
O facto criminoso teve lugar em outubro de
1864, lendo ficado suspenso o processo por haver-
se ausentado o reo.
A' vista das respostas dadas aos quesilos, foi o
reo absolvido, nio havendo appellacao.
A cadera da defeza foi oceupada pelo Sr. Dr
Emygdio V'ianna.
Tele^rainoia, Huntorn s 7 horas da noile
recebemos o seguinte :
n Dos jornaes da curte, do que foi portador O
tuhia, o que ha de mais importancia o seguinte:
< No dia 31 de do pretrita interpellado o go-
verno por parte do deputado S. Martina, podando
esclareciinenlos acerca do | rocediraent t do go-
verno na qu.siao religiosa, .".o.-npareceu o presi-
dente Jo couselho, responJendi era um luminoso
discurso publicado no Jornal do Commercto do 1.
do corrente a essa inlerpellacao, dizendo :
Que o governo tomara em sera considera-
cao essa magna queslio, e que usara de comed-
ment para chamar a rbita de ;eus deveres aos
bispos brasileiros ; no caso de verdadeira obstina-
.;ao, a legislaco exslenlo tinba raeios da os cha-
mar responsab lidade perante os trbunees de
jiistica, o que muito sentira ; e que os delegados
do governo imperial linham instrucces a respei-
to e que o governo nao duviJar a dirigir-sea
(loria Romana para evitar a n pr duccao de casos
idnticos. Rerebido de Macei.i.
.Vivio do fii.-iT.i. -Brevemeule deve to-
car era nosso porto a fragata franceza Venus, cora-
mandada pelo Sr. Duperr Irazendo a seu bordo
0 contra-almirante L. du Quilhon, ciinraandante
da estaeao naval dos mares do sul do Atlntico.
Vapor Bahia. Proeedeale dos porloj do
* I do imperio, fundeou hoiiiem em Macei o va-
por liiliiii. Deve chegar boje ao n >sso porto.
S.M-icil:nl<- Kczeredo e Amor daOr-
il'ai Domingo s 9 horas e meia da manha
deve haver sessa" desta sociedaJ, afim dse pro-
ceJer a etilfij Jas JigniJade* o mais ofliciaos para
o futuro anno maromeo ;>874.
Vsylo de alienados. Conclusio do be-
neficio no circo.
Transporte 2:728/000
Justino Jos de Souza Campos, I ca-
marote 20*000
Luiz A. Pereira Franco, 1 reservad> 5*100
PERNAMBUCa
REVISTA DIARIA.
Autoridades polieiaes Por portaras
da presidencia, de 6 do correle, foram noraeados :
l. e 2. sapoteles do subdelegado do distrcto de
roangr, do termo de Itarab, Verissirao Correa
de Lyra e Virginio Barbosa Freir ; 2.* e 3." sup-
penles do subJelega lo da freguezia de Alagoa de
Babeo, do termo Je Cimbres, Joao le Squera lle-
zerta Cavalcante e Antonio Je S Cavalcante ; 3.
supnlente do subdelegado do l. districlo Jo termo
de Cimbres, Flix da Silva Cavalcante.
Guarda nacionalPor portara da pre-
sidencia da provincia, de 6 eo corrente, foram no-
meados :
Para o 12 batalhao de infantara do municipio
de Nazareth : eslado-maior : alferos secretario o
guarda Joaquim Jos da Costa Braga ; 1* compa-
nbia, lente o alferes Eduardo Ressoni de Alraei-
da, alferes o secretario Francisco Pinto de Souza
feeat; 2' dita, tenente o alferes Jos Antonio de
Arroda, alferes os guardas Francisco Pacheco de
Albuquerque Maranhao e Adolpho Bessoni de Al-
meida ; 3' dita, tenente o aggregado Isidoro Fran-
cisco de Siqueira ; T dita, alferos o guarda Menoel
Estellita de Oliveira Mello ; 8' dita, capilao o l-
ente Antonio Claudino Alves Gomes.
Para o 1* corpo de cavallara, dos municipios
de Villa-Bella e Flores : 2* companhia do Io es-
quadrao, capilao o tenente Manoel da Silva Perei-
ra, tenente o alferes Joaquim de Mello Mallos, al-
feres o guarda Francisco de' Mello Barbosa ; 4'
companhia do 2' es quadrao, capilao o tenente An-
tonio Livio de Campos ; 6* companhia do 3 es-
quadrao, tenente o alferes Joo Rodrigues de Cara-
pos ; estado-maior do 4* esquadro, alferes porta-
estandarte o sargento Joaquim \velmo de Vascon-
celos; 8' companhia desse esquadro, alferes o
guarda Manoel de Souza Montoiro.
Para o 32* batalhao de infatuara dos munici-
pios de Villa-Bolla e Triumpho : i" companhia,
capillo o tenente Francisco Manoel de Magalhes,
tenente o alferes Joo Pereira da Silva Nanea, al-
tores o guarda Jos Mendos da Magalhes Zco ;
4' companhia, teuento o alferes lexandre Jos
Nunes, alferes o guarda Luiz Pereira Ribeiro Vian-
na ; 5' companhia, tenente o alferes Joo Luiz de
Magalhes; 6' companhia, alferes o guarda Joao
Xavier Bezerra.
Noticias da Europa. Chegou hontem
o vapor francez Eryminthe, da linha de Bordis,
que sahio de Lisboa poucas horas depois de Cuz-
co, que tocou em nosso porto no domingo.
Nosso correspon lente de Lisboa nos escreve o
seguinte :
c Nada tenho a accrescentar ao que esta manha
escrev-lhes.
< De Hespanha, a mesraa auarchia. Alicante
de da era dia se proclama e declara can ti. inde-
penJeulc, no oulro faz arneude honorable e desiste
da sua autonoma federal inguem se entoade
Os fundos abaixo de 16.
i Dos nosras extornos, ha uina alta do 3/8, pois
veio telegramma de Londres de torem sido all
colados honlein a 43 3/8.
i Os nossos internos estio muito psrlo de 45.
Socgo em todo o paiz. Preparativos em grande
escala era Lisboa para a solemndade cvica e li-
beral do dia 24. Hoje foi na igreja dos Martyres,
a missa de rquiem por alma de todos os aue suc-
cumbiram, quer d'ura, quer de oulro lado.
a Urna depulagao foi nomeada para ir curapn-
mentar suas casas, amanhi os nobres veteranos
da liberdade marquez de S da Bandeira e cortse
lheiro Joaquim Antonio de Aguiar.
as provincias larabem se fazem preparativos
para a solemnidade liberal.' Contare! do que bou-
ver.
E' de crer que tudo se passe em perfeitssima
traoquillidade, porque ha muito patriotismo e bom
senso nos nimos de todas as classes, e quero crer
que em todos os partidos desta boa trra.
c Qualquer imprudencia de que os desorJeiros
S8 aproveitassem, pedia sor ura passo fatal que
Total
2:753*000
Desta quantia abatida a de 6 >04, em quanto
iniportarara as despezas do e-pectaculo, licou um
saldo de 2:123* em favor do asylo.
Instituto Archeologieo e Geogra-
pliieo.H-'iiiiin-s-j hontem. sob a presidencia
do Exra. monsenhor Muniz Tavares. e com assis-
tencia dos Drs. Paula Sales, Jacnlho de Sarapaio,
e dos Srs tenente coronel Fras Villar, Augusto
Cesar, Torres Baudeira, o majores Codeceira e Sal-
vodor Henriquc.
\-'.' iida e approvada a acta da antecedente.
Nao se tetando presente o Sr. secretario per-
petuo, o Sr. 2. secretario o substitoe e d conta
do seguinte expediente:
Um offlcio do Sr. secretario perpetuo, commu-
nicando que, por achar-se oceupado em servico
publico, nao poda comparecer a presente sesso.
Inteirado.
Oulro do Exra. presidente do Maranhao, offer-
t.nd um cxmplar do relalorio com que abri a
assemhla d'aquella provincia a 17 de maio ulti-
mo.Inteirado, sendo recebida a offerla com es-
pecial agrado.
O mesrao Sr. 2.* secretorio d conla das seguin-
tes offertas:
Varios ns. do Diario de Pernambuco, pelo con-
socio r. Figueira; alguns ns. da Provineia,
Luz, Liberal e Trabalho, pelas respectivas redae-
coes. -Estas olTertas sao recebidas cora agrado e
inradain-se archivar.
Entra em discnsso c approvada a proposta
do Sr. major Salvador ,com o seguinte additivq do
niesmo senhor
Proponho que a representado seja levada
por urna commissao ao Exm. Sr. presidente da
provincia.
0 Sr. presidente nomea para comporem a com-
missao os Srs. tenente-coronel Fras Villar, majo-
res Salvador Henrique e Codeceira.
Entra igualmente em discussao e approvado
cora o parecer da respectiva commissao, obalanco
relativo ao 1. trimestre de abril junho.
Vem mesa urna proposta para adrassao de
ura socio correspondente.-A'commissao de ad-
rassao de socios.
Club Acadmico.Hontem teve lugar a
sesso do jury d'esta associacao, produzindo a ac-
cusacao o Sr. Antonio Gomes Pereira Jnior, e a
defeza o Sr. Alfredo Alves Matheus. O reo, pro-
nunciado no art. 193 do cdigo criminal com a
modticaco do art. 34, em tace da resposla do
conselho, foi absolvido. Presidio o jury o Sr.
Agostinho Augusto Bezerra Cavalcante.
Procedeu-se ao sorteio para a sesso seguinte,
sendo sorteados: para advocado, o >r. Severino
Chacn ; para promotor, o Sr. Gabriel Baptista ;
e para juiz de direito, o Sr. David Madeira.
Foi approvado socio effetivo o Sr. Jos Bandeira
de Mello, tomando assento o Sr. Juventino Lins
Themudo, que sendo saudado pelo orador, agra-
deceu.
Associacao Coinuaereial Be-nefl-
eente.Na noticia que hantom demos da posse
da nova directora da Associacao Comniercial Be-
neficenle, houve o engao do ser mencionado
como director o Sr. Joaquim Francisco de S Le-
a quando o Sr. Jos Francisco de S Leitio.
Cmara municipal do Recite. Esta
coi porac.ao contrata por dous meses um sacerdo-
te, mediante a paga mensal de cincoenta mil ris,
para servir de capello do cemiterio publico.
Soeiedade dos A tintas Mecliani-
eos. Reune-se boje em sesso extraordinaria
s 6 horas e meia da tarde.
Estrada de ferro do Limoeiro.Sob
a rubrica Parte Oficial publicamos boje as modi-
ficacoes feitas pela presidencia Ja provincia no con-
trato celebrado com o Sr. baro da Soledade para
a constniccao e exploracaoda via-frrea do Recife-
Liomeiro.
Posauras muaicipaes do Recife.
No lugar competente vao publicados diversos arti-
gos de posturas, approvados provisoriamente pela
Eresidencia da provincia era 31 do passado, pro-
iblndo o lancar-se cisco ou qu ilquer obiecto sen
serventa as ras da cidade de Recife: daagaan-
do o alagado do norte do gymnasio, o lado do sul
da casa de delencao e a Praga .le Pedro I,no Reci-
fe paranelles serem toncado aquellos objeetos ; a
prohibindo o progamento de cartazos, annuncios ou
3ualquor papel, as paredes das casas da cidade>
o Recire, sob nenas, no priraeirq caso, do mu,lu ai,
' lOJfiOO,' no segundi de 39JJ000, e nO leroeiro di
10,1000.
Anniversario. Amanht fas 18 annos da
idade 5. A. o Sr. duque da Saxe.
(uestao religiosa.Eucetamos hoje em
nossa 8* pagina a publcacao de urna serie de arti-
go, escriptos na capital do Maranhao, pilo Sr.
major Joao da Motta de M >raes Reg, impugnando
a i irte substancial do discurso do Sr. senador
Candido Meades de Al meida, na sesso do sead.
de 24 de maio ultima. Chamamos para esse tra-
baio a >tliao jos leilores,
-..
f*


Ef81 3(1 OTMKII. SU H mH IMlftlc Pemambuco Sc>a feira 8 de Agostle 1873. (81 IJtfM ILDZ/Jl
titiieidio -fcn 1 do r irrentfJMHKT |4fctfl *""' JIJlN**''*"!" AnP^tfM>ilCWM<
nardo ScTra Ji.Mi coi seta fara-las :i si>a wwt'.ondo a registro arto phj^taejes Juntas
;i:u l'egfelNtita*. .*.'. .H-f-BUI
1 >fi|^|l>l,
propriamalheCTlHwiam da Gensica*, \i* lugar
Timbo, do *stt*WB4Capoe(ia4, tarn >.o Ronjw.' l.ta J.o- vive* PedrozA ,aprr*enJauJo
O deKn|0nie taMtnfvadir-se,. mas a polica fo- a noiiieaca-i de caixeto ijciusa.o
txdeu como MMrf diligencia sur. captura, '
F'rtiuentft.3p?ts ? ln.ris *i nouter de 30
de jnPio ultimo foi levemente ferido por um deseo-
nhceido o viga da
fe ao S. Froin-r
Captura. -
Alves, conheciif
o termo de Ou
tno capturado
mandante do n
CuqftresHi
essa o anfinaijja
polo Sr. Cumk
PrcodetflP: a
rior, os'la pasta
dbale.
RntranoVsr- na ordcni do *a, o Sr. Bezem lu-
rior desenvaine a*ese : ftr jusli/kacCto <* Cflftfet -,,',, -
ersoYleadb o Sr. Vieira Ib Silva, qu eaedtlie a
these :-T a Ittgua Portagneza /Uha da Latina''
KM aillo
I re ler G.vurirn
I ni.I mis do Rxil)
iHHMia i
H*i*2 *foQ qfei
nomeaca
registro peludo, nao estando
ro,-comn se allega; o eai*eiro>i_
Do Tassn Irmao & C, idem na eouformidade
t. Sejai>xn^^adafA "'MiMii?''* inl
'ipplflptcsPiar niopnvaram a a1fc.g|
ijfcjde di; neulioiu dos laes caixeirosj
Jai
po '. ftdlItiMrador c
p> f,i TW nee-urusse a tM.
iMUllenJ'
.....iend...
daveres, como S. Exc. mesmo ja decidi cm olllcio
*cst
Iuete.7 de marca, ftet Jff>rf*OM ^f^ **# :W*vnuRJj, procedealc
eanij
Irlidiwl- publira. Nao se tendo reu-
nido umaro illiqitmt accionistas da cumpa-,
nhm de seguros Oltliinee Publica, para s rali-
sar-a assembta geral, f.i adiada a, rouoiao. pasat
Tudi-feira II do enrronn?.
ar sal di imperio. Cera rene-
ti dos en mssw paria, tova o ruminthe I'JO ps
geiros, cut
frant+rAytra o AI-;-ar t Hi> I Iwir i.
Beslo dr bridar.-Pe cjflo da sfguinte :
'Chamamos a iten;o da polio para uwa ca-
jiidia da ra da* Trin^lieiras, ajno d^MHiuda le
prmdonor inculta a visinlinnra mr. pal.ivrss Inde-
foas, airrontando a DMrai'% rmMica. au
*ati tar.de pert. as fras de stns ili'-affeifoa'las, poJun-
do iss.) trazer serias rnu^nu-wir^.
LitterM. A ipje se acia v.nda 6 a 6J.", a
b?hefi>d da-irraaodaili! do Sefllwr dos Passns do
.Coruo Santo, a mirt. corre no . J.
Casa de delenyao.- Jloviiwnto do di:.
de agosto de 1873 :
Existiam presos 3:t, cutrarnir *, existexn :iii.
A saber
Nacionaes 2'ii, mulheres 8, cstrangeiros 41
sfravos 11 caer i LTotal ;!li.
Alimentados a rusta dos cofre.- pablico' fS6.
Mavimonto da ehrertnarta 'o da 0 de agosto
de 1873 :
'Tiveiam aira :
Francisco Karoalhn da Silva.
Vicente, escraVo du Manuel Fefreird Leil.
Pa^sa^riros. -Entra.!>s ti Bttropa no va-
por franci'7. Kniimmthc :
Feliciano lose (Jomes, Jos Vital de Ncgreiros c
fft emigrantes italiana.
-abid'S para os porto do snl no vapor fran-
cci Erymivi'h:
Augusto E'ras. Joanaiitl Jos Rodrigues, sna mu-
l'ir < t lilli i d ti anuos, Constantino Lopes
(lUimaraes.
Sahilos paraaliiliia e parts intermoJi)8
ni vapor iifa-ilciro Prneio :
Ja<|ti -s D. Biniiifin, Jij6 JiJHji\fH Dias Braga,
. S. finarte e sua nuilh-r, OUviano Wontciro
MUado, sua mulher e I tli i. Augusto Pater
Oar,ioo A HhcI'II r prac.is 1j pihcia.
Si idos ira o Mi) Grandj do Sal m btgue
Arrmo M lh:
loao Baptista Martins de Preila? Jnior e uin
escravo a entregar.
3o.iottoiviittao G. |e AhVuiwiiH?
o u registro da lAnea^Ao do sen ca.;
Ivs da i'.osta Ajwy.nnas. Begsln;-se \
iwaciio apres.mada peltj fuvou ser brasileito, eotfo ai lega, caismo
uiado. _,
^WanoeL^eiTeira lSrtha alhairo, rnj
nrovada kcIT*^^^ registrada a nomeacao junta
licire da Silva.-Faca-ja o
teno porcino su|>plGtgto {tr<
CMoalidadi .- s"tii*-ttM\i.
\) '.ini.la Irmao. sajeitamlo a registro a inclu-
sa nnuieacao 4c sen caixer Jos Itaroo^t" 901
4ero. Begisti-se a nomeae^io junta, nao teoM
us suppeartes prevado a aHegada ucionalidad
i juma a< lainm
nao
a na-
x
do catmro.^
!).; Joaijui Ferreifa Batos, idein quinto Re-
uitnciio de Jeronyato Jos Corroa,^ia,,, forma re-
querida.
De llenry Wiliiey, idum, rc,CertueU se neraca-
co de Benvnnto le Suaza Travaso e Francisco
Ojipae- una eompaiiiiia lytic.a de Lyra. -l);-lVrido.
I>^ Manoel J..s dos .viiitu, ignalineiite. suiuiet
tea lo a resjsira a oomeajio de Jos di Costa
Ikgii, e peflmdo baixa no registro da de Manoel
Banxos do A41mquen|ih) Marankao. Comorequcr,
nao tendo porm o sappiiraute provado a allega
da tiuc'oaaidadc do caixuir uouieado.
De Lenidas Tito Lonrefro, taoilieni registro da
ii mea.-ao do Joaquini Himz da Costa Rks, liaixa
no registro da de Antonio Quirino da Silva Cha-
ves c certido da de Daniel Franci-coUibeiro.
Como requer.
Do Leitao Fonceca S C.: trazendo a regis-
tr< a nomeacao junta.Sjm.
De Lyra d Vianna, pedido ccrlitlo das no-
mcaeoes de seos caixuiros. Como rcqiicrcm.
INFORMACOliS D.\ SKl'IIKTMllA
Ciimpriiido o despaelio de2H do corrente. pro-
ferido na |>etie5o de Francisco & Santos, o deca
raudo estar a inesmaTuina sujeita a apreseoiir o
iisJruinet de scu distrato,Procede a informa-
cao da secretaria.
Sidire o que requeren Mannel Cardso Ayres,
que jutitou prova da iiacioualidade de fOUS cai-
xi'ir.is. Proceda-se de eouformidade eom a in-
fonnae.o, puid que o tribunal iguorava a cireiims
tancia referida pela secretaria.
Pedindo q'ue se mande formular era termos, a
nomeacao que parecen querer dar Jus Paulino
Lopes de AJmeida a Francisco. Tei.xeira de l'arias,
para scu caiv r.Proceda-so de confonuidade
eom a pre-eute informaca i
QUI OPAltf.CEH KISCAL.
Pcliees :
He T!to Antonio da Rocha, -natricula de eom-
ni'.'rciante.-Adiado.
De uiympio Goiicjlves Rosa c Joo Baptsta da
Cruz, regiftro do inciuo distrato. Regstrese,
nos termos do drereto u. 4 3;ii.
De Maij-iel Jos Monteiro, Jos Jiaquim Guer-
reiro, Hara Bernardina Moni ro e llaria Bernar-
dina da Rocha Leal, reji^trd no ?eu contrato so
cial.Proceda-se ao registro pedido, na forma do
decreto n. 1,304.
I)' Jvao Fcniandes Lopes, registro do distrao
Oj^o dumesme ptflcurajor..tn;diuda ji cunara
lrgufll(KiMMcaiaJbjJw%ip.i littti
I tWWolpi^aL^gueJiVfnFetlro^ii-
ctlves do Recite, visto eslarein impedos o I. o 2
c haver tiiH-e-vidade de ]ntz para darawitgtneiHu n j
alguns l'r'^'-^aS|^y*T prestar mraniento uo dia 6 do vindoure, *<\ paco
prestou juramento,
presidente afielaron
LtittLMli if TrilHiual .
AGA DA SKSSA .v.iMSrp.VTIVA DR.'l] DK
Jl'Litf BE tM
MCSIftgNCU DO KVM. s:. C e.--l.UKiao ASSKUIi
Ki.A.N.a-ro i-i:..; ;r.
A's lo horas da iflkinlii, p .-.entes os Sr<. de-
putadis socrotirio Oiiulo Uastos, L.t,is Machado u
us ira. supplentes S bttan Aires Guerra,
TJalJienu sulHtitiiin 11 Sr. depntad.i Candido
Alcolorado, e tea lo comparecido o Sr. stiiwlente
Egidio de Figuurcd.i, que
S. Kxc. o Sr. consellieiro
Wla a sessao.
Foi lida e approva.l;i a aeti da precedente
esso.
exped rntr.
Oflleio do seeelirio int-ri I o do tribttnal do
-ouioi.'ivio da Babia, renfeitdnda a rebelo d ts
commerciaijtts allt mairiculados do I. de'Janeiro
de 1873 ao ultimo de janho prximo passad i. -
Fieou sciente.
Olticio do -r. d-puta lo snpplente Silva Barroca,
convidado para se (Ktdar dar andamento ao re-
Hieriiueiito de Au:., ni, Jiaquim de Vaseonce||os,
respmleudo nao poder co;u wr etr por ter de se-
guir para a Europa, -lnteirado.
Uflcio diSr. suppleMeJwri Mirciino da Rosa,
imnmnniwdi) u u p> ler eoaiparooer ao tribunal,
Bpait ora cimvid.ii.i pjhs motivos cnstanlea do
dito otB -io. o ti ibanai .i un eiento.
Jumaos iffieia i- d n-. IM a 167.Para o ar-
chivo.
Di-lriljuirai.r-,,- iegaiotes livros :
Copwdord i Fia*; i fi i; i h i, diario de Barroca
A'', 6 Biii livro som deciai'afJo de lim, de Jos
Bernardo di M ia.
0'->l'A; IImS.
Be lueciiueiil.- :
De foliad ln; i, cuoiprinlo o des-
pacho do inbuaol'de 7 do expiraste mea, proferi-
da na pelie.ij que pe lio o registro de seu contra
i >. vista ao r. de-em!:.v.':raJor fiscal.
De Corre a fc c., peJiadu o registro, annotacoes
c jeiidicacoes necessarias d i sea oontrato social.
Visi.i Sr. deeasaargcdir Hseal.
IKi i), faria da SHea Campos Gai./m.los, Praa-
eis<-o Jos Alvei (. ii ii ir es o Antonio Jos Cor-
deiro Simoes, vg sm do contrato junto.Vista
aaj&r. desembargad r fiscal
o Antonio Joaquim de Vascon :ellos, conimcr-
ciaute malricoialo e eslabelec.ido neota cidade
ra de li.iiao do riuii.-oho, imptrando Urna mo-
ratoria por um,aluna e iros anuos.--Nio pode ter
andamenio, pqrqua ; ti suppieiitej convidados s
.mipareecu o'Sr. Hermino Kgidio de Figueiredo.
Resolveu o tribunal queso riinaitMOJai os sup-
plentes que -e aeguirem, e sendo lodos de hu so
voto, foriui sorteado os Srs.'Joo Cirysostomo
iaagalras Rosa e Rrancoo Joiqutm itibeiro dej
irrito, os sjuaee o tramoJ mandn que fos-em
roBMdados, atim de coaparecarem na prxima
teeam administrativa.
De euientmo dos Santos S.L.. para certifi
car-se-IJii a noinuac"w de seu cai.xciro Amo-
nurino dos Santos Silva Vieira. Certiti-
quo-se.
De Manoel da Costa Cordeiro Lima, idem de
Jos dos Passos da Costa uia.-Stm.
le Manoel Ferreira Pinto Malheiro, solicitando
*luninaeao do registro da nomeacao de seu cai-
Jtcirn Domingos Firderico da Rocha Mello.-Defe-
rido.
Dn Joao Floreotino l'avsleauti de Albuqnerque
Jnior, certido se t'oi oa ij registrada a no-
meac*) de seu raWOsr* Laiz Ignacio Maciel. -Cr-
UMw-ee.
Do Arroda A- Irmao, para que flque seu cTeito
o registro o. 3,l*>3. -Como rpipierem.
Dos metimos, certido. das nomeaeoes por enes
onc-didas a Jos ^L'^r:a de Mascarenlias Rosado,
.uz Justino Peretra e Flix de Arroda Lima.-Na
forma pedida
De Hemeierio Maeiel da Silva & C, dem de
wiis eaixiros r quaes os eus nomes. Certifiqe-
se O que constar.
, De Maaoel Ctemenfmil Dibeiro, idem na eon-
fonndade siipra. lh\-?e a ecrtilV do que
coBstar.
De JoSo Facumlo de Ca^tr* Mcnezes, idem na
mesma conformidade.Orlilique-se o que cons-
tar.
DwJoSofrearisco-Flerretra Jnhior, ignalmen!.-
^ewtdao da nomea^ie je deu a Antonio Lmjs de
AlMi^ierqae. Slm.
De Andrade 4 Athajde, idem, sendo o caixeiro
de que las mcrioto, Augusto da Sirva Athavde -
raeecertido do qneeonstar.
De Jos Manoo Perpetra Guimaroes, dem, eha-
mando-se o aixeire Rutino Muniz de Souza.
D De Hortulano Jadib de Medeiros, tanjlwm para
darselhe per certido a nwieacao de I>oureneo
Aoii de'Honra. Dse a entidao do que
mstar.
!) Paono Onofre Nones, idem de seas caixei-
ros .fcw-Oop^s detdjaiXB-da lyMarioo PeMira de
T* ('J!rt,"1110'^ o-* Dei Itoiio Fuuceoxt C, idem do seu eaiui
r.i Jorge Hesrique Confi -Deferido
Di Manoel' Jos'Warlia* das Noves, sertidaose
UVoohtLaii da Cnoha, Mauoel Fcrnaudes Bibeiro
Jnior e Hanoel Jo Martins das Nwes Jnior
so eaix-iros do supplieaote. -Certifiqu.-
lirtU
tn
m rare
Iduc
Sein
irm,
ae o
lou so i
[funebj
para
lira
rara)
Mo]
nissi*
curadofjjwdindo
senain*-
dac
e acioaaes, con a illiitracto o palnotis-
opViteom orfinlh. *wafjco, propondn
ia da gtiard; nacioiinhfptfOjU'iU cnrnprir
das auspiciosas llfMtoua4 eom que
ou o geral apno ^cdhlraiica naio-
ftefurmada a nstimicaoaqueal'.udimos, do con
o pen
ssumir
nossa
ao seu
governl
tfdo de liben
ie, prepan
e deve se ussi
rajl
ypr
"rsinal no.
qa*JV
piano,
syslemai
A refi
da guar
oral,
eleitoral
cioiial coi
paawatoso jago,
e abs sogero
mt.-ir a rtiorraa do ooso
ge a anteieJente reforma
ii icAe garaatidora do
vre exrrcirlo do direftodo voto.
A guarda^ nacional_comq esl orgaijisada pela le
IVk ,859i .tisprigosaariiia-de qae infelizmen
{ ttdisfJ|sa4iMi#asasin|nendntpwticas para o
falseamento di verdadeira expressao da soberauia
nacMnat;
da lirina Silva Mai.i A; C.Facv-se-o registro pe-
dido, segundi o .is|iosio no decreto n. 4,3(Ji.
DoGaerii j| Fernandes, igualmente registro do
contrato social que juntan). Regislre-se o cou-
trajo .unto, nos termos do decreto n. 'i.lUli.
Nada inais liiveudj a despachar, S. Exc. o Sr.
c u-el!i ro presi.lale eacerrou a sess-io ao"m?io
dia.
nm\M MUNICIPAL
S3SSA0 EXTR VORDIX >.RIA AOS 30 DE JULIL)
DE 1873.
P3SSID5XCIA DO SI. UKC.0 \LBUQOKRQUJt.
Ao nii'io dia, prsenles os Srs. Reg Allmquer-
que, prosiil.ito, o creadores Gameiro, Loa o Ju
nior, Ciiiiha Cuimar.les, Naves, l)r. Hoscoso; Tbeo-
duro .-ilva. R.;go Barros e Souza Leo, foi aberta
a sessio, lida e approvada a acta da antece-
dente.
0 Sr vareador Gameiro, obt-n lo a palavra pela
ordem, reclamou contra as licencas dadasa alguns
individuos para estabalccerem talbos em cortos
cantos na ribeira la Boa Vi-la, por entender que
devia ir praca o arren lamento desses cantos, e
requeren, pie assim se procedesse. -Foi uii'nime-
mente reprovado.
O Sr. vercador Theodoro Silva participon ver-
b dente cmara que na quaiidade de pro-pro-
-ileoie tinha ordenado ao procurador que remet-
i -se ao director do banco do Brasil a ordem de
2:00 U'JOO. jur is do semestre da 2a preslac.ao da
(planta d 3>:0O0SiHP, tomada por emprestimo
aquelle banco, o que se elfectuou, expedindo-se
nesse sentido nfflcio ao resprctivo director. nt-i-
rada.
Denota do que len-se o segninte
KXPKDIKXTE \
Um oileio do Esm. presilelo da provincia," de
19 do corrente, declarando cmara que, cm vir-.
lude de seu olliei de 23 do vigente, havia naquel-
la data olliciado ao director da companhia de Be-
benbe para facer desapparecer o foco de insalu-
briJado existente na ra de Vidal de Negreiros,
oeeasionadu pelas aguas eslagnadas provenientes
dos concertos feitos no ehafariz da mesma ra.
luteirada.
Uutro do mesmo Exm. presidonte, do igual dita,
autorisando a cmara a mandar proceder nina
do ta.iamento dos beccos das ras do Vi gario Te-
norio e RaetaaraeSo, arrematada por Joaquim l>o-
mingas Ferreira. -luteirada.
Dutio do secr-Hario da mesma presidencia, de
29 do corrente, rcm-'ttendo, do ordem de Si Exc,
copias dos actos que ap.roaram provisoriamente
deas artigas do posturas aJlicionaes remettidas
pela cmara para aquelle lim.Mandon-so fazer
publico, por e litaos, as referidas posturas e remet-
ler copias aos liscaes.
Parecer do doctor advocado da cmara sobre o
ofli -io do fiscal do Al'ogados, acerca do damno que
Francisco Ignacio da Cruz e Mello est Bajando
estrada publica que do Bn vai ter Piranga, e
Obigando a fazor-sa o transito por oulra estrada
particular em terrn i de sua propriedide.Resol-
vea a MaUra que Praneisco Ignacio se obligue,
por um termo o Ihnca, a dar a estrada particular
que lizera e por onde actualment-t se transita coin
as mosmas dimensocs o as mesmas condicoes
da artiga, de eouformidade eom o parecer do en-
gunlieiro ; n neste sentido foi deferida urna peticao
do mesmo Francisco Ignacio.
Oficio do engenheiro, remetiendo a tabella das
roas desta cidado consideradas de prineira or-
dem. -Mandou-se ao contador para os devidos
fms.
Informacfies do engonbeiro:
Sobre a- potioao do Manoel Martins Fiuza.Foi
concedida a licenca pedida.
Sidire a da junta administrativa do Hospital Por-
tuguez do Benelicencia. Concedeu-se a licenca,
assignando termo eom as mesmas clausulas do
que assignou a mesma junta em 24 de abril do
corrente anuo, de cojnruiidade eom o parecer do
engenheiro.
Sobre o coqtedo do officio do fiscal da fregu-
zia de Afogados, do 7 do Crrenle, e de um abaixo
assiguado de moradores daquella freguezia, repre-
seniando conlra o acto de Luiz'Gomes Silverio, ta-
paudo eom urna cerca a estrada publiea existante
entre o sitio denominado Allemao e o eugejino
Ibura. Mandou-se ao doutor advogado para dar
parecer.
Sobre a de Francisco Ferreira Tarares, pedindo
ieenca para construir urna casa de tlpa lio sep
terreno st> no boce do EsjnHm, freguezia de
Nossa Senhora da Graca. -Pfcon adrada at serem
remettidas cmara as posturas ollimsinente ap-
provada pela assembla provincia!.
O iiei i ilo adaiinistrador do cemiterio publico
Jesta cJdade oumrnonicando cara ira que, teqtl >,
em euHjprimento da ordem do Exm. presidente da
provincia, de 24 do eorrete, ordenri'jo ao eapellao
Jo mesmo ceiniterio que eucomn -ndasse o eorp
da canwa,--BS lt horas.
Oulro de inesuu procucad-n", remetiendo a re-
lacilo dastnultas Impostas pelos tSscaes.de 28 a 30
Oulcies dos liscaes das freguez-ias de S. Fre
Pedro Gonealves do Recire, Santo .AJUanln, BbtB
Vista < Nossa Senhora da Graca, remetiendo a re-
laco as multas injjosts de 23 36 do corrente:
n i. :a importancia'de i7(j<, o" de 7Sit)J,
o 3. >'24 e o 4" de 3<>J00t. -- Imeirda.
Uutro do fiscal da Doj-Visla, cotnuinnicaBilo
que.tendo mnliado a eompan'iea Heclfe Drainage
por ler mandado levantar, sem ser de confonuida-
de rom as posturas, parte do muro de sua otile na
na do Gervasio Pires, derruhado por urna das
suas carrosas, e sem previa brenca, respondeu-
Ihe o engenheiro da companhia que nao precisava
de licenca. A cunara ordenen que o procurador
lizesse elTectiva a multa pelos icios em vigsr.
Foi lido o segninte parecer acerca da petifiio de
Manoel Paulo de Albtiqnerque e Manoi-I Joa mim
Ferreira Esteves :
A coinmlssao do matalouro a quem fot pre-
sente o re lucriineuto de Ma"oel Joaquim Ferreira
Esteves, pedindo licenca para establecer lalhoi
dentro do acougue da lida-Vista de parecer que
se Ihe conceda, mediante a paga econdicoes a que
os outros doiiri se sujeitaram.
Paco da cmara municipal do Recife, ein 30
de jiilliQ de 1871. Dr. Pedro de Athayde Lobo
Hoscoso c Joan da Cunra Soare-. Guimarcs. i
Foi approvado o parecer e de confonuidade eom
elle (>i deferida a n-spectiva pelicAo
Foi roncedfda ao capellao do cemiterio publico
de.'ia cidade padre Francisco Luiz de Carvalho,
ntua licenca de dous nenes para tratar de sua
saude eom metade do or leado, na forma do art.
8.* ? 12 do repectivo regnlamento c nomeado
l'.ara substituido no rer impedimento, e porindi-
caco do Sr. vereador Noves, o Rvd. Joao Baptista
doCs|iirito Santo.
0 Sr. presidente Reg e Abuquerque, por in-
co.iiiiioda:lo, retirou-se da sessao, assuuundo a
mesma presidencia o Sr. Theodoro Silva.
F-ram lidas a informacAo da cmara sobre a
(-represeutacao do Dr. Hoscoso pela licenca con-
cedida a Joo Baptista Sirndes para dentro do ira-
prorogavel prazo de seis mezes mudar sua oicina
de ferreiro da ra da Ponto Velha, e urna reprc-
sentaco croitra o modo porque feito o servido
di couijianliia Becile Drainage na collocaco dos
canos e apparelhos uas casas particulares, bem
rom sobre o melhiramento desejavcl nos niesmos
canos e apparellios para evitarse o estado de in-
salubii lade que ja vai surgindo. A cmara re-
niet'ou as ao presidente ua provincia.
Foraui ao engenheiro, para informar, as petiees
do Jos ngusto de Ara'ijn e Francisco de Mello
Garateante de Albuquerque.
Fmam indeferiJ.is as peticScs de Bernardino
Jos Rodrigue!, c JoAo Francisco da Silva Braga.
Foram deferidas as de Antonio Jos Nunes, An-
lm)0 Ju lloi.'rigucs de Souza, Francisco Antonio
Sarai.a, Ca Olynipia, Filipp Jacome da CosU, Francisco An-
tonio da llosa, Galdino Themistocles Cabral de
Wasconcflllos, Joaquim Baptista Nogueira (2), Joa-
quim Desiderio da Silva, Joao Maturino, Jos Sal-
vador Percin Braga, J.i"?o Ignacio de Medeiros
Rogo, Luiz da Casta Santos, Manoel Jds da Costa
Cabrd, Manoel Gomes Viegas, Marcelino Jos
Gonealves da Fonte, Pedro AugnsM, Ricarlo Pan-
taleao la Cmara Santiago, Vctor Prialle e Joa-
quim Cavalcante de Albuquerque.
Lvantoa se a sessao depois das 2 1/2 horas da
tarde.
Eu, Pedro de Albu merque Autran, secretario,
a escrevi.
Theodoro Much'dn Freir PeretradoSUta, pro-
presidente. Jos Maria Freir Gameiro. Jos da
Silva Uuja Jnior.Jos Pedro das Neces.r.
Pedro de Mliayde Lolio Moscoso.
.r"eMe o elemento repre-
seii'.alMo de nossa f>rma de governo e salvara a
verdade de nbs'sa istiiuifites polticas.
U gabinete 7 de nur;o eujpenliando se pela re-
orma da guarda nacortal vem a convencer os po-
lUiooa incrdulos da,siiceiidade da auspiciosa re-
forma do mecnailrsmo eleitoral.
Dep lis da importante refurna da guarda nacio-
nal vira a ictiroia eleitoral.
Nao se impaciente o. espirito publico c-^n a rea-
lisacao das idis ipie reclama.
O govenio nao deve tratar de tao melindrosissi-
mos assumptos sa:n a paciento awditac/io que o
caracterisa.
A elaboracio de reforma de. lois que aneciara
graves interesses sociaes nao pode ser precipitada-
mente resobada, e se nio coticeJcr-se ao governo
o preciso tempo para convenientemente estudala,
teremos em resultado reformas incompletas e de-
fectivas
Nao foi som pesado e profnelo estud > qun o
actual gabinete (em cumprldo grande parte das
promesas cuntidas era seu graudioio o fecundo
programla.
Clame embora a opposiciio liberal proclamando
que situacao poltica dominante est realisando as
ideas professadas pelo seu partido, sem considerar
que oppondo essa sitacli se mais tenaz resis-
tencia, tornase ftlagica, contrariando suas pr prias
ereneas.
As ideas liberaes nao sao monopolio de^te ou
daqnelle partido.
Todos os partidos trabalham pelo bem estar so-
cial, e eom esto generoso intuito nao podran ser
indiferentes s ideas reclamadas pelo espirito pu-
blico como indeclinavel conlicao da fecidade na-
cional.
Os programmas polticos nao sao dogmas; mo-
dilicani-.-e e Jcausoima.n se, obedecendo a natural
e irresistive. firea das careouisUacu- que doini-
na ai lio pata. '
odiante se o partido liberal na evangelsacio do
suas fervorosas crencas para que nio tenha" mais
ligar asga ivasi pie boje lauto o prcoecupa e
incomnjojja, para que os. adversarios nio alean-
cera os seus preciosos arraiaes.
Reforme o seu programma poltico, que em gran-
de parte ja caducou, procure consolidar as suas
forcas, que cada dia se enfraqueccm pelo continuo
desacord dos seus chefes, e descance que o ga-
bnele 7 de marco tem bastante patriotismo para
bem dirigir" os negocios do paiz.
o coa-anuaaiM da pjrp3lenl i nuturi lile, apro-
veit ewi lomp '-|Hi 1m< aitiiuos u liio roe-lava
em ouvir do ponjjyfci a 84 presos roeojldui .a
ca |ei i, r,iti> .vlebrou o sant i sacriflcio da rawsa c
ciac^io'casar a dios desses 'presos, qai ?e
achain-prestes -a concluir as respectivas seuteocas;
sendo acoraiianhado nesse acto loimvel pelos in-
cansaveis paitae-dgaipiiWiJa,, Jta.sconouUog- c Gons-
tanci i 1a C*u m" /
Nes-e inessno dia vonsegnli aiiidniobtef do pi-
vo ak'umaa a? olas, q id dLdi nitia pr tpj'rcional-
mente dtmoS nfalires presos, que por s ia vez
co-npartlharaui explicada pelo virUtoso capaiiuh >.
Na penltima uoule tratou o digno minislro de
Lhristo le oSpeud-c a ioutriiu alunen le ao dog-
ma da infallnlid ide da groja e pontliea, em cu-
ja exposicao-aao se sabe se antes se devera admi-
rar a palavra eom > que inspirada do apostle, uu
se acoavicji;) m-.jj.injjetn que parecen deixar
alisfirto o auhtorio.
*oi_a unaeiM e.Hciicmi qae, pelos princi-
pios do Kvangellio e pelas iraagens de que usou
sonbe prend t as attrififoos e esclarecer os pontos
ca pitaes de sua these.
Ilontem dia em que annuncou ser o ultimo de
sua mssa eom o povo pela man -ira atteneiosa e urbana eom
que se portara, duspeoo se delle, em cujos cora-
c'ies deixa um cuito, que s a virtu le e o saber
polein crear e co icluio coiiv.damUi-o a ouvir urna
missa e um Ti-U/m era aecS do gracas ao Tojo
Poderoso, ao que assisliu u-ti imineasu concurso,
concluindi d:.>t'arte o virtuoso ministro do So-
nlnr a sua ardua taiefa
p>r v da Ja i) e ,'' horas da manbaa.em-
^8CAC0U
i ptnm
leu nuin-,
O/ferecida Exm? Si? D. R. E...-
Teu neme doce, que o prazer inspira,
Na nimba lyra despertando vem ;
Suaves nulas, de amoroso canto
No seu encanto repetindo alera.
'I'. .
bareou-se em o vapor Ipojuc eom destino a cida-
de de M issor, onqv som duvida cora sua palavra
autorisada colher novos fructos, sendo acuinpa-
nhalo um o seu tnjeclo at o porlo por urna nu-
merosa inaltidio de posa tas de tolas as elasses e
que ao it-spe lirera-.so davam-llie as proras mas
signincalivas de respailo e eonsiloracao.
Era um especia:uloini|iouenio, que commovia
a quera o teste.inmiiava I
Mil louvores,. p lis, ao (Ilustrado o virtuoso
sionario por tan importantes bens realisados
a mais acrisolada abuegacao e caridade.
Agosto 2, de 1873.

k n o ji;:.'. rs-
M SILVl
mis-
cora
I- Z-ferino Rodrigues-HonHn, aeontpanhado da
irmandade do JsNpinio Santo e do -mesmo tjiodiv
procedesse para cen> os aeompanbados |elas ou-
lra* irmandades yislqn,ti! o interdicto que peaava'
sobro as irmaodades c e^fenfia" dest i cidije, fur i
levantado pelo doter.proOdr de cpelas,- rece-
Lera, posterior mea te a essa ordem, mitra, verbal,
em contrario, do Exm. diocesano, pelo que v-se
era embaraco em lal con unclura e deseja saber1
desta cmara qual deva ser o seu procedimento,
urna vez que em 4 do paseado-recebera da mosm-
camara un uBlc > ordenndosele que oeapellio'
^continuase a recebar directameole da Exm. dio-t
m Wdro Gonealves Pereira Cascan, irazende a cesano ordens no que fosse onceraente ao espri-
registro aprocurac5ojiinla.^Re|sire.*9. laal.-Mandoa a cmara, sob'iodicacao do sTre-
PARTE POLTICA
PARTID CONSERVADOR
11KCIFE, 8 DK AGOSTO 1)F. 1873.
A dolorosa experiencia de 23 annos radicou
no espirito publico a indeclinavel necesddade da
reforma da lei da 19 de setembro de 185o, qce re-
organisou a guarda nacionil, e o actual gabinete,
cotnpcnetran/J i-se de sua elevada e honradaraiasao
para satisfazer essa prudente exigencia do paiz,
i tf recen abedoria do parlamento uin pmjecto
de le, qnc benignamente modifica aquella lei, que
passada a sua poca, actualmente tao compres-
sora da liburdtde individual.
A cmara temporaria patriticamente inspi-
rada nj amor do bem estar social, acolheu eom
as mala slgniflcativas deaionstraQoes de sincera
adbesao s ideas di prsjeetn reformador, que bre-
vemente se couverter em mais urna lei dmeos-
trativa da bimelica existencia do gabinete 7 de
marco, que nos tem plenamente convencido nao
poupar esforcos para bem reahsar as generosas
ambiedes naconaes.
A reforma da lei da guarda naci mal mais
urna poderosa o indefectivel prova de que a sl-
ludcao poltica dominante nao nfensa ao salutar
desenvolvimentu das liljerdades publicas.
.Nao para contrariar os justos nielamos da
opiniio que os governos sao organisados.
E. pdis, quaudo-urna idea moderadamente re
flectida se couverle em urna ambieo nacional,
cumpro ao governo aceitar essa idea e satisfazer
essa ambicio.
Assim piocedem o governos, (jue como o ac-
tual llrmandose no definilo apoio da opinio,
pmenram eom fervoroso empenho corresponder a
eoniiauea do paiz.
O gabinete 7 de mareo comprehendendo a gran-
deza dos sacrificios, que sen justa causa pesam
sobre os cidadaos pie honrosamente conp8em a
guarda nacional, nao podia deixar de iniciar a re-
tornia da lei de 19 de setembro de 1830 o eolio-
car essa patritica milicia em posi -ao mais eom
pativel co:n o systema poltico, que nos rege.
Nao commungando as ideas de exagerados op
posicicnistas, que pretendem abolir essa milicia
de Mudaos rom llagrante injusticia de swa his-
toria brilbantomente minorredoura pelos seus de-
votados sacrificios durante longo periodo da
campanha do Paraguay, c respailando ainla
precedo constitucional, qne dispoe que todos os
brasileros sao obrigados a pegar cm armas para
sustentar a independencia e integrklade do mpe-
no, o defende-lo dos sens iniraigos internos e ex-
ternos, o gabinete 7 de marr-o, eom o projecto que
boje oceupa a atteocao do parlamento correspon-
den abasta- medida das exigencias do paiz sobre
essa importante reforma.
. Emancipar a guarda nacional da violenta foTca
de urna sobordmacao qne a desnatura, secun-
dar liaste modo as natnraes inclinaeoes do eida
dao as *rer.-as pplieaciJes.do tribalho. sem
wida.ma meMa deurande e'efflfai alcance
F-' bello e grato, seductor e. lindo,
Meu goso inundo snguiar prediz ;
Resume lisio mil can (Oes divinas
Gentis (toninas de um viver feliz
Heigo e sonoro, qual de elivo da,
Doce harmona do raiar do alvor ;
Perfume lento, que o jardra exhala ;
No peito calla commocoes de amor.
Singelo e santo, que nest'alraa expande,
Tao alta o grande perennal paixo ;
Deenlevos pleno, jovenir* poema
Leosa algoinaque na> prende a ralo.
Som mavioso, que escuto aquieto,
Meu predilecto d'entre os gosos uieus,
Aura querida bafejada apenas,
Das mais amenas locuces de Ueus
Cebsio e puro, que a brisa acensa
Na paz inmensa de aubtil vigilia;
Bondoso e leruo, mil pesares soine
Teu doce mime de R....ilia !...
grande e/racaz alcance
fiara nossa almejajla prwjjeridadp
A reforma da lei de 19 aV>"setembro vci
perar as foiras da actividade individual que boje
mais que iimca o instantemente reclamadas
pela asriratun rjn, j prepara para- sult-
air otrabalhodo teMMW-f&-"to'h&
livrc em virtude da-*
(.eemv^roTa. ""
Recife 23 de julho de 1873.
V. L I). M.
Rio Grande do Norte.
Misses na cidade do iSatd.
Aportaram no da 3 de julho prximo passado
nesta cidade os Rvms. capuebinhos fre Fidelis de
Fognane e frei Carlos ; o primeiro dos quaes co
megou seus trabalhos apostlicos no dia 5, tendo
colindo abundantes fructos c vrenles loaros
Ha longo tempo que nesta capital se fazia sen-
tir a necessidade de um missionaro que, explican-
do a doutrina do Evangelho, derramasse um sua
populacao o influxo Ja palavra sagrada, tai mal
comprebendida e sophystcamente interpetrr.da
nestes ltimos tempos.
O espirito publico, quo pouco a pouco se ia. des-
viando do verdadeira caminho do bem, tem dado
provas de qae muto podem as tr dicSes da igreja
no dcsenvolvm.ntodasrelacOos sociaes e no excr-
cicio dos deveres inherentes a um povo catho-
lico.
Nesta parte lera o Ilustrado frei Fidelis presta-
do importantissimos servicos a causa publica e o?
benficos effeitos de sua fcil e flaente palavra j
se. ha feito sentir de um modo admiravel.
Um numeroso concurso e sem distinc;ao do pes-
soas tem diariamente afudo de todos' os pontos
da cidade e circumvisinhaneas a ouvir ltenlo a
palavra convenicente do douto missionaro, que
asiim ha captado a estima dos homens' de bem, e
feito a geral adrairacao daquelles que do pertoo
communicam.
Um consideravel, numero de fiis, transviados
do caminho da verdade, dominados agora pelos
sentimenios de profonda eontricao, tem procura-
do, na unio conjugal, consorcir o dever de cida-
dao eom os saos principios da moral e da religiao
qu professamos.
Centenares de fiis tem concorri.lo pressurosos
a mesa da communhao e como'por encanto, bem-
dizera unisonas a hora feliz em que o venerando
sacerdate, attingindo as plagas natalenses, encetou
a sua obra, procurando eom a palavra c eom o
exeraplo restaurar a f que varilla, c reaccender
como jdisse alguera, essa bizque nunca so ex
tingue de todo, mas que mutas vezos esmorece
pelos desvos da hujnanidade fraca e rebelde.
Apostlo zeloso e dedicado ao caito divino, so-
brepuja eom rosta calmo o sereno todos os incora-
modos pessoaes, para satisfazer os deveres de sua
ardua tarera no confessionario c no pulpito.
Neste tempo de agitacio em que o espirito do
impiedade tanto se'osfprca por supplantar as ver-
dades do cataolicismo e olTuscar o seu esplendor,
taes serricoi sao de um valor consideravel, por
que exprnem pm verdadeiro sacrificio.
Cu"idad.Qso era extremo cm nao ofender suscep-
M.bjjdadp.pe.soaes na e,xposilo da doutrina, que
constitne ti deposito sacrosanto da groja Je Jess
Christo, zurzia an mesmo tempo os erros, que se
propagam contra o cnsino das verdades ha longos
seculos.propinadas e seguida pela,mesnu igiea
e eom uipad^ce.^) adraravc| aJoa>ya o luiinenaa
afudltonp qu', attentp"f;.(nivf' rom religioso \Ui-
do e pronunciada RnntemnfaMo
pr.-mupclada contempfa^o.
.arante, quasi qm mczde constante* e assiduoS
trabalb-is, adstriewdia e nono ao cdnfissiopariu
e as praucas do juJto, o incaosavel missionario.
auxjlia^o palo digno coadjutor pro-parodio desta
frafue?nu o .ftvjn. padre Joaqaiim Fraacisco da

ssij^ fniancjpcap;ia
"Era pe, elieguda a opportanidade de melliorar
a sorto do .guardanacional dar.-rhe ,is-|egttrmas
franqiierasmyeldadao. b '
*J?.Jamu .S.^P*nH*o ,srriiosl|Vasc"onceliisie j>|0S padres Artas, romlaacio>co.
t&feSL^w,.. jt?J^BPfe ^'Carlos o o ligarlo Antonio
.e-ii^'l i!^JaLJen,!S *^raRWdes,qpe. relavantes servi5os.pres-
p^ K'fflft-,*^itaram "OTta 'lra m:M para o povo iuu-
'SLA^fl 3?^3!F!ffP|0V ,,en*e' Wnse|aio fazei; o^gar a mesa da commu-
iivZ l^Z ^ "T**mrm PH cerca de 3-ninpswas o realisar trinla e
i^-r
CEAR.V.
rogTALBZA, 20 dk jia.no de 1873.
Veni, vidi, v !
Realisou-se a nossa previaio Jo hontcm, quando
diziaan.- que os documentos era que se aseara a
presidencia ua eonfeccao de seu rotatorio, seriara
era sua simples e franca expjsc&o a uns comple-
ta d -rrola dos opp isjcjonista-.
Nao ha mais queni possa d.ivi lar da veraeida-
dedos factis que assauerainos eom rclaco aos ne-
gocios de Mis-ao-Velha.
liiUauralo o processo peante o tribunal da
opiniau sensata, que 0.1o desarrazoa, temos certeza
do yerdiel, que era sua nfallivel sabedoria fulmi-
nar os apaniguados lo Sr. coronel Alves Pequeo
e amigos do Exm. Sr. Migue! Xivier, como os
nicos causad.ires dos desastres all bavidos,
desde o desrespeito aut.nJade, fonte de to
da a urdan e Iranquillidade, al o desbarata-
mento da prop edade e 0 nfaij assassnato.
Destes criines nanea m.ns SC l.ivaro os nossos
desleaes adversarios !
Tomando bonlera a palavra na assembla pro-
vincial, o nosso amigo e coiregionario deputado
Prxedes, eom aquella eioqueucia que sempre
o distingue e Torca do lgica urCislivel, dcslruio
um por uin os pontos de apoto sobre que procu-
rava estrivar-.se a defeza la infeliz parcialidado
opposia.
Armado do nexoravcl bistur da analyse, o in
telligente orador, com perfeito anatomista cci-
rurgi.io coiHumraado, desseceou o cadver dessa
opposicao pbrerietic.i, que de delirio rm delirio
anijuilou-s c descarnando a cbaga, o cancro
qne deu-ll.e a morte, in islrou, na la niaisdeixando
a desejar, quaesjas verdad -iras causas d) mal 0 os
seas consectarios.
Provou-se que o Sr. Maciel fra em seu relato-
rio o mai- del interpreto d > juiz i q ic as autorida-
des do lugar eomniumcarani-llie acerca dos acon-
tocimentos de 2 de malo,
l'romu-se a insuspeicSo do juiz de direilo, an-
da alheio s paitos do logar, e de mais a mais
elogiado em sua iraparcialidaiie pelos mesmos op-
posieionistas.
Provuu-se ainda que o promotor publico, por
cuja interferencia e so'o enja Ikca'lsac^) correram
os injueritos puliciaes, em quj dep.zeram insig-
nes Miembros do partido do Sr. Alves Pequeo,
devta ser o mais uteressado cm defender a causa
da justica, desde que esta favorecessc os nossos
adversarios.
Nao podendo entretauti negar que estes inqvie-
ritis viuliam revestidos de todo o cuitio de venia
de. pois que foram procedidos perante antoridadQ
do credo liberal, |ropostas e inajiendas as tesle-
inunbas por um prom itor circunspecto e da mes-
mi parcialidade poltica ; desesperados, alm de
tu.lo, pela expressa declaraeSo do mesmo promo-
tor, que assevera cm seus oJJcios qae um grupo
de criminosos da opposieio acastaados sobre u
patamar da nalriz da villa de Missao Velha fura
quem prov,cra todos os disturbios, atirando sobre
gente que se apr-oximava da igreja, julgando ser
sobre inimigos, onaudo eraih esles capitaneados
pelo Sr. Antonio Luiz Alves Pequeo, e afinal ag-
greliraa torca que interviera alim de restab leccr
a ordem bat lis aliual no scu ultimo reduelo
pela Coiifrontaco das pe^as officiaes e mais docu-
mentos contra os quaes um s nao foi apresenta-
do, para que liaviam de recorrer os Srs. deputa
dos da opiiusicao, que o Pedro le o Cearense con-
siderara a cada passo os luzeiros dos tempos mo-
dernos ?
Coufessam o tactomirabill dlctu Confessam
u facto Aeeitaai a narrativa dj prometer do Cra-
to como exacta e verdadeira, e, cora pasmo de to-
dos declarara que o Sr. Alves Pequeo affrontra
a autoridade, mandando Jesicata-la pelos sensca-
pangRS, porque assim era preciso, afim de dar-se
alli urna prova de que o partido miudo liberal nao
vive por-galvanismos, sabe bater-se na arena como
um leo, e repelle eom enei'gia toda a olygarchia
que nao fr dos Yieiras cu dos Pequeo*, tao dis-
tmetos estes pela grandeza da perrersidade. quan-
to distantes aquelles da intelfigeiiria do celebre jo
suita.
Sr. Paulla foi o primeiro a Jeclarar que nao
aeompanharia o deputado Prxedes nos pontos
ventilad is, porque rceeiava nao poder sahir desse
labyrinlho.
Admira que a causa Justa encontr tanta diffl-
cuidado em defender-se I
PossuiJos entao da inaiir sorpreza, vimos eom
pesar, o Ilustre representante da familia cure, mi,
assumindoumaposicao sybilina, cneter-se de urna
colera, de urna irrita
mos capaz, e declarar que (appelL..
discurso) o acto de estar em M'--ao-Vc!li o cjpi-
UoCarolinoH-il'var de Araripe Sticup ra como Je
legado de polica, era nm revoltante desaforo do
Sr. Maciel, e que esle desaforo se devia ter como
resposta os alternados que alli se deram.
O que se sfcguio a esta heresia foi um completo
delirio. O Sr. Paulta, nos paroxismos do furor,
escamudo sangue, eom os olhos- em logo, de que-
ja era queda, foi afinal afogar-s; na theoria dos
conimunistas.
Pregou eom todas as forcas dos seo? pulmoes a
revolucao.
E anda pretenden elle e os se ij mieos os fo-
ros de partidistas da ordem !...
Erguendo-se exhausto deste taita do Procusto,
croado pelo despeito e raiva qae se aninham em
seu peito, o iracundo orador dir-se-bia um disc-
pulo de Harat a pedir sangue e s sangue.
Reeeiinos at que o Sr. Paulta, Andando a sua
sanguinaria oraen, nao exigisse pata completo
tnuraplio de sua causa a cabeca do presidente da
provincia.
Acreditamos, perm, qne o nobro diputado dis-
sidente nao tenha sentido de coracao as patarras
que proferio.
A eujbriaguez das paixocs c as docopc(5es
politicas saoem tambera proluzir hirrfvefs il-
lusSes.
S. Exc. foi vielima de hu pesadlo tremendo :
e estamos eertos que, aranas se bouver feito a
digestao dessas materias heterod txas lio desastra-
damente Ingeras, suai faculdlles von irao I
turnada |uiettide, e, pensando mclhor o nobre de-
putado se arrependera,do qne dis-c
.Prefer oos tafer-lbe esta justjea : do contrario
viriamo-hos obrigados, ein vista do SeU discurso
da sessao d h.-ntem, casO qiizessemos tomar o
serio suas palavras, a,dar-llie a mesma classifica-
cao que se-tambrou o autor dos Contemporneos
de applicar ao ex-par de Franja Vteennet, o ho-
rnera mis pretencioso a quem j cabrio o cao da
patria do Rassini e Bossuel.
0 Sr, Pjfll'a seria o Napnleo io ridiculo !
fDa ConstituirCto.)
Stanta
Fii\,s>:^;;i
* i'sSfl,8 I
ii:ac,.v.
I ai u o ca*earianaii)iiHcoci 'bubli-M, se na*
acre litasse ^^ymoule^uc enkra prestando ao
meu paii e especialmente a esta |tr. vico relevanl- em denunciar;os abuso1* escandalo-
siiJ^iiiiiatidj^jDj^lo^MpBra?^ juiz d..
i' Hnntjerco dest.
lsdie.
Victima por mhiliaxve* de um-ile-se- golpes ex-
eepejoaaes, em cujo enapreio %juiz a qnu alludo
ueiro e vezoiro iroBSirn*iJ>iimgueiit que en
me compnizacm astigoglai' aQsav i- iiriciilados
o temivil escblh que compre [trn lentemenle evi-
tar.
Pr.iinetii publicar os dncitra^ajtas relativos ao de-
licio de UMllitiva llrt |vt do tfWF r.i <> jui/. do
commorcio desta capital, ra-to-bei precedendo-os
ou antes eotando-os das observacoes que comporta
o estupendo caso.
Mas aulas p rmtlam-me assignalar oJestranlK
c singular (ipisuJde-quo analta ilwfor Ibualan o
juizo do comniercio desta illn-trada cidade. Ha
nao menos de sete semanas qne o Dr Sebasliao
Braga nao preside a urna so audiencia, ora pretex-
tando molestia, ora fazt-niki amntnciar i-tpressa-
mente este ou aquello impedimento tu* lo paran
lira de evitar a loffura daqnelle- celeb es artigas
de siiqieieao, de que trn lei eu una das minbas
prinieiras publicagOts.
Para obrtar a este insignlAcanle tropeeo, nao po-
da o juiz do oOBWOteio |tr em pratica o amos
expediente, do qua! alias tao I tora resultado nau-
rira na (-dnbrada eom Manoel lirgf Gronixeli de
quera os arlig.ts de sO<|*,ho In-am invstei iosa-
inente abafados pelo [amgefadb Juiz essa arclii-
famos.i pendeiicia.
Nao-, o Sr. -ehas'no Itrara. anda irna surdo ao
menos escrupuloso estimulo, liavena de ouvirjtas-
si-ar-lbe ante a consciencia ei yslasada a lft<.>ria
do Indecente atletado, de que fora vctima o Sr
Custodio Belchi ir, para jnlgar o qual b seu udi''
tenaz e insanavel Ihe aconselbava a persistencia
desliado eom acenlua io wgura nos artigas i!
suspi-icao, que eu formulara e aos quaes o unit"
destino possivid fora o. legal, norqne eu vigjava
eom assidua atten;ao ; esse juiz, digo eu. lera de
ainda urna vez sentir o peso ao latero da ndigna-
co publica, se nao honvera bonieni dia de sna
audienciade onde tantas vetes fiigira rom estra-
nha cobarda, passado a jiirisdir.ao a sen substi-
tuto e assuroido o gozo de urna licenca de trinU
dias que o seu prospero estado d saiide nao cori-
portava, c de que antes de ludo rejamos expl-
citos -un' restos de amor a dignidad-' pessnal eao
decoro lo cargo, que tile t o singularmente* avil-
ta, deveram-no aTa-tar, come sendo expediente in-
digno d i niasi refinado galopim I
Como traer que seja, os artigos desuspeica
sngela pnatbgraphta do recente escndalo Ihe se-
rn presentes como n solemne attestado da formal
recusacao que, em n-nne desta aocielbde Terida, eu
quero uppr siia jurisdicco ominosa e ao sen
repugnante lirocimo de nia^istrad-i, sob as dohras
de cuja loga se aninham as mais con leninavci-
paixoes do envolia cora os mais sombros atienta-
do*, dbanlo revestidos das augustas e solemnes
furnias do direito.
Eu hei de cn.mer dianto dessa consciencia qne
o crime nao assiistou jamis, o fnebre e cornpie-
xo especiando das innmeras victimas de sua cy-
nica e feroz perrersidade :tema elle ao pienps
o desgos'.o do se Ihe avivar na memoria remissa
os nomes dos infelizes de que se conipoe ofunebre
cortejo a cu a frente campea a sinistra sombra de
nm velho que contra a deeiso do jury do Brejo
o magistrado absolver para appcllando depois-
feri-lo entao de cetteiro golne^!
Quem ha ah que nao tenha' mpresso na raerati-
ria era traeos indeleveis o atletado conlra o es-
erivao de p iz Manoel Jorga Groinweir posto cm
execucao bel-i boje juiz de diroito do commercio
Sebasliao Jos da Silva Braga !
Foi para mais aceriaineriti) ferir cssi victima de
sua pers-'gnicao gratuita e ariiitosa c para promo-
ver ineonfessavel nteresse pessoal que esse o.a-
gistra lo coamietieu o delirio revol'.ante de tentati-
va de peitu, cora relacao tcsleuiunlia a liberu
Bosa Ilar>a Rocha Vianna, que depoz peante si e
no seu mesmo juizo.
Est julgada por sentenca do juizo municipal da
2" vara desta cidade, ontao presidido pelo Dr.
Braulino Candido do llego Mendes, a justificacao
concernente ao delicio, e nu m -nos de cinco tes-
teinunhas, raaiores de toda a excepcao, juraram
contestes que o juiz de dilo Sebastian Braga e
dirigir noole casa da testemunba Rosa Mara
e Ihe prometiera oitoecntas miljris ipie leava em
sdalas e e cumpnmento do legado do testamento
doenra Rocha Vianna. se ella se accommodasse a
jurar a falsdade do testamciito que fazia objerk)
da pendencia judiciaria.
Cabe aqu una triste reflixao de onde sahjo >
dinheiro olTereeido ? Ii' presumpciio de direito que
da bolsa do interessado, c como podera o Dr. Sr-
bastiao Braga fazer boa a |>romessa du rumpri
ment do legado, se nao cstvera mam-ommunado
cora a |iarte que pleilcava nos tribnnaes pela fal-
sdade do testamento do cura Rocha Vianna i
Palpa vel eyideaca... o juiz caparle erara co-
reos no crime de tentativa de pitamas o jai/.
reeebia da parteas sedulas para animar i leato-
munha a depOr falsamente...e as sedulas nao lie
queimaram as maes...
equerimento p ira a jusli/kacao... 2o tem.. -
que a mulata liberta Rosa Maria da Bocha Vian-
na...
Que o dito justificadoSebastian Jos da Suva
Braga a procurara ora cena noule para pedr-tb
que losse jurar em juizo contra o justifcame e os
desasta indiciados, declarando ser falso o mesina
lestamento.,.. prometlenio Ihe em recompensa u
iit 'iilia de oitocent s mil re em sedulas que U-
eara c moslrou. alm de garantii-lhe que se Uir
pug 'ria o legado que lite fra deixado naquelO
testamento...
SK.NTBNg\ kDH JLIZ.
Julgo por nmtaapa aprsente justificacAo m-
canunte na parte relativa av segundo artigo (o da
tentativa da peita) visto como nao foi prvido n
deduzido nos outros artigos....
USPOIMKNTOS.
Teslemunha Francisco do Assis Ribeiro do Ama-
ral.
Disse que o Dr. Rocha Vianua e o Dr. Sebastin
Brasa vivera em iutmidade....
Elle testemuiiha estando em urna occasio jia
casa do Dr. Vieira da. Silva, alli apparecen a li-
berta liosa Mar a e doeiarou ao mesmo Dr. Vieira
da Silva que o justificado (Sebasliao Araga) tinha
ido casa dola era certa dia a carro, cora oatro
sujeito que nao se apean, eness occasio o justi-
Ocado tentn
smtuz-ia para ir dept'ir como teste-
munba e declarar... que. o justificado declarou-
l'ie que mais larde, se arieitenderia, depois de-Ib*-
arao, de que nao o ralgava- ,ttr "^w"" tuan"a de nocentes mil res pa-
ar que (apellamos liara scu k Vlbt> 8ena Pa00 '"
Teslemunha Man el Gonnakss da Suca.
... Que estando ella tostemunha em orna occa-
sio na cadeia vio entrar urna cafusa alta, eom
falla de denles.... dizendo aae o justkado,
acompanbado de outro homem, foi ter sua cas,.
acurro, apeando-se so-o justificado, pedio a ella
qua fosse jurar sobreo testamenta de Rocha Vian-
na, declarando ser falso, para a que promet m
quau'iu de oilocento&ni! ri.<.
Tesltmnnha Aniceto Botelho.
... Que estn do .em casa do Dr Luiz Antoiin
Vieira da Silva, vio.entrar a mulata Rosa, de qae
se traa, e declarar... quooSjustitieado pedira-Mw
que fosse jurar acerca do processo da testamento,
declarando ser falso ao que, so negando ella, o
justificada (Braga) repliceu q je ella se arrepende-
na...
Teslemunha Manoel Macario Caleo.
... Que estando alia testemunba a oadea,
uma occasio abi declarou a mulata Rosa tervide
o justificado em companhia de mutni Uouct.i .-
casa della, pedirflha.quc fosio jurar sobre a {aui-
dade do tesuimento Rocha Vianna... Iba ler.|>
fa-tiwdo iiTeiecido >>uocent>a un res e garu
tir-lhe que Ihe seria pago o legado deixado a^Qa
jvtse tesianjcnlo...
Tsstemunita ttu>nte Castro.
Aq primeiro, disse quo.o justificada mauin)>b>-
l.iQoes eom o Dr. Jus Antoio da Uwlu Vuw-
nao sabe so estrellas, pelo r divxsa-
vaaes cora o mesmo Rocija Vi.ima, quautii aowtPJM
deste itera, nada disse, por n.-lo-aabar.
Ao segundo, que .sataa^ir Bw Jvor dito paca
J i i, cm presenta Jo iversis ps**^ a "ti.Lb-
ficado lm uina.nom*. iujo a tj-
ra outra pessoa, se apeara porta iloj^*
casa o procurara.,ajlk|(tad;,/.piwtiej|dOfKa
quantia de oiloccntfls jL(ejpaa quo
siigunda te5lknjupha,oanirai',a ao 'ii[""irvlVll-
S"ida Itafba Ti nina. Sm
buido do falso.
Nada mais diste". '
Ao lerceirt), dwse.acf cesto qu^> JustiSaad^iiul
ille tttwufltta,.uoja ao.ito^aV ra.tkawk
cuna, ihe dissera, que boba pozar iMltr w
tcatemuaua no procoeso insliurado contra o se-
(Pa Constituidlo.)
. *
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(
V'
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I
1'
i
1



Dtrfe nudotfUr
V
ha Viaa- ri da
2f
. irli, dis-'o mfo lov.igaoc
quffTflianiio o despacho de ppm unca profe-
tafieto jatfiltrMtotu ievou a > cartorio da3cri-
Tvia^aM
anatpeifiu do Or: IVocha Viamia, pedoido erti-
Jilo da ine Njja.aaiv
Epor na Ja luajs ser [jerguil! i!), nem respond-
lo, dtiu.se por tiulo e-t'i dep imieiiU), ilep U de
lie wr lido e a.siiar conforme, a-signa coat o juiz
f procurador dojustmeairt Ri, Jos Candido Visira Martin, tabeltio do
judMat, que escreVi nej Menam.'t*3o:K Curios
Ptt*a'4f6ssfro>-.Eie ftefeita tul^mlin-.
__
I
Duas palfvras no Sr BMnwiia Braga :
Eu mewrphnHoaMaa desliar rwr miado ou-
irts raanliaj-rcoiiio--itar,i lembtuuca do S. S". o-
lare desde jVa* arreclid*}W> do HhltoVCidro,
-pMifo seguircm.
Bmuwtio sjlemiuiiuoiite ; juu do comiuorcio
u^io. odas as acensantes., quo lite tivor de Calor
nada, perito eoaio ^urtua aguada* m doouuwuivs
irrocusavos.
E-pira que uenbuiua duvida subsista a respoi-
"lo que vwiho do publicarpode ser visto no
nunociivo cirio rio o traslado do autos eni orig-i
naldocumento que tem fe puliltaa.
Frttmtco-ik Pima U*I4)t Uuiu-te..
li'iniKlatk I* fektnt fttMtMio Sa-
cramento lo H**if*
Pergunra-srv ao Sr. eserivao ailhoc deta ir-
mnima juan tf.trunu) juiz 14110 o aulon.w a>
tiutoaiviar 4oeja, gtal.e'SJ o procurador gara
leli (he o'IQcura dzendo, que ao acetnva t
.-itoi
> >l o .4 ttmiwooiniw.
lent
w
. O faci expoit
coinmeulario.t; o
quanto aos seus
civil e moral, dig
vido Mnellf (reglen.
Agoaraamos prer
quj
eres.
h im

tumi
A uluiiuii> lo Dr. II. P. de
Lneenac a p|o.*icik.
Aopposicao, representada pela Provincia, (pa-
' 'I) est a reclamar iuslaue reeieicao MU sua
rejcelo, e delirada posici ein sua bandeira.
Seja proposita! traii;io em alguna de seus re-
dactores, soja nimia crtela de v.st, em sua che-
fatura, ou seja dssabor profundo de planos malo-
grados : o que certj, (|ue a Provincia (papel),
pela-abandono das questes mais vtaos do paiz,
pela indifferenca na discussao do que importa ao
partido e suciedade, c pela descada- sbita no
torrea ilas inractivas. doestos, injurias o diflarm-
<-oes contra as pesjoas dos adversarios, demouslra
as cliras qnan'o tera-se inergulhadc no descrdito
aversao de toda opinio justa e sensata.
A ProLiiicLi, (papel) e a opinio poltica que diz
representar, carao que flucta fecao de cliaveco
destastreada e sem leine, a tona de vagas revol-
as. A sua bandeira, feila em bastillas, voou as
azai do talar ea mnrinhipem(sua rcdae;ao) Mto,
0 l(* dorhaw.m para diri^ilo ao porto, sem a
bandeira para nortalo, om tumulto vocifera, es-
braveja, revelase, e;nhfMga-fe, embebe-se toda
n 1 espectculo repulsivo do tumultuosa revo-
' luco.
Ora, um gremio poltico que, como o que pre-
s'ime represciiiar a provincia, altingio a esse es-
1 ido de diss"lu.b, nao serve |ra otilra cou*a
mu*-, soiie para insultar e dilamar no* adversa-
ria^ emliora sejam elle* pres'.iiiiosos e honestas, e
diartainente deem copia do seu patriotismo e mo-
l'alidad.
E' por isso que, coui sunuuo desprazer vemos
na Provincia, desde o primeiro at o ultimo artigo
alassa litada a pessott, e smenle a petsoa do dis-
tincto pernamburano Dr. II. Pcreira do Lucena.
A assoeiat>to comiaercial benecente applaude os
actos de tao nvUvel cidadao ; o club dus propria-
larios urbanos do Hecife o lottva ; a agrieul.ura e
estima reconliecido ; a industria c arles o reco-
nhece benemrito ; o gymnasio consigna-lhe um
voto de lotivor c pratidao ; todas as associafus
0 impostas de cidadaos independentes, siiitJus, ho-
neslos, o eslimam e applaudem-lhe os aelos, e s,
tan somenl'j a Provincia ( Je papel) apenas, ora
actufaoliada pula Unido, se o:cupaut ioglorias no
porsisleiitu alassilltar a pessoa do Hnralo e pa-
frioco pernaoibueaiio r. llenrique l'ereira de
Lacena.'
Mas se constderarmos lgicamente que ni> ser
possivel enganarem-so tantas assoeiacoes benem-
ritas e iitil'ij)oiiJ Provincia e sita assr-'chfo ; vd-se que esta ni-
miamente injusta, pafciaj, inconveniente na apre-
cifcan da pessoa e arlos administrativos do hon-
rado Dr. l\ de Lucena. Se a Provincia por tanto
jiroseguc na miseranda senda cnt que se apraz re-
volver, ser euto que, coma ja o disse nos, sua
r -ilaocao ocusa proposal trai.-io, corteza de vis-
tas, 01 ipiando motos faral decpeeao coi clculos
inconveuienies frustradas, talvez, pela auspiciosa
adminlstraeao lo Dr. I', de Lwena.
B,'para que .nimia mais jusliiiqnemos a propo-
. io de qno a redac.o da Provincia insta por
uina neleieao mais condigaa de seu gremio ; de
que reclama p isi^-ao delinila em sua bandeira,
basta que cotejemos as Provincias ns. 88, 89, 90 e
'.)}. Nos dous primeiros nmeros, a redaceao da
Privinci: proclama ao seu povu, que nao se im-
n can dr torU 'i/tjuwi na migna quesillo que se
v-rno nacional c o Sr. bispo, entre a consliluicSo
< o Kyllubv*.
Em o n. 'JO. a Provincia (papel) reconhecendo
era parte a sua inepcia, desculpa-se da? primeira*
prOchrmaeSes, usatrto dafalsidade. iuando diz que
catmn djs tlcpuludos nem consenlio as publi-
cardes da% pelicoes populares; c mamlm-as ao
bi*po, cmo nm verdaleiro escarneo Km o n. 92,
porem, feita a nteia conlissSo do seus erros de pro-
funda inepcia poltica dos numero* anteriores, ins-
tigada e fulminada pela opinio intima e-lranlta,
l-Tema lumo una terceira opinio envulta na
toga lo eonsemeiro Nabuco de Araujo, em rela-
<.V) ao mesino assumpto polilico-religioso.
Em quftstao tao momeniosa pois, a redaceSo da
Provincia (papel) rom sorpresa do publico per-
nambucano e mxime de seus correligionario?,
nao obstaBte os estmulos do toda a imprensa, ac-1
.11-a-so de inepta, ignorante, traidora aos brios o
pensares de seus correligionarios. Isso triste e
ridiculo ; 1; indigno e misero ; attenthlorio de
l"do bom senso e patriotismo
O chaveco, a Provincia, sem mastros, sem lento,
seta bandeira, sen norte, apenas marinhada por
trijJolacSo rgnoranto e amotinada, reclama com
mtancia nova gente em quanto se nao esp :daca
n^s cacbopos_ da costa.
OSr. de Villa-Helia, mirando e copiando os ac-
tos adminisirativos do honrado Dr. Lucena, e ap-
phcando-os 'sua insubordinada tripolapao, e ao
vQ povo tran-iviado, inscreva ent seu brazo a
regenerarSo de saa grei.
E' o que espera pelos meno aquelle que julga
impossivel a miseranda pOiicao da Provincia e sua
redaccio, em face do bom soaso e da liberdde.
Um liberal.
Oai jcvnitn
Propondiamos pa
jesutas, quo diriga
Xavier, eran strauWaos.acU do bispo dioce-
sauo, n* lula com a macoaana, e al mesmo qui-
zemos acreditar que-estivam eltes desgost isos cetn
eesa lula, porqnanto; attribuiudo.se mes errada-
mente grande influencia sobre o espirito de S.
Bxc. firma., eram-o IvodAndijnacio pubHcaj ao
posso quo viverant em santa paz e passando quasi
desapercebidos durante o lempo em que (ocupa-
ra m a sede olndense os tinados bispos D. Ma-
noel e D. Francisco
Real taes ideas, nossa reprovajao aos acontec
rnentos de I i do maio foi anda mar do que a
daquelles que tinham diverso pensar.
Itctirados para S. Lourenco os reverendos pa-
dres, pensavamos nos que, gratos as provas de
consideraao, que recebiam.se conservassera allteios
grave qnestao que se debate entre o episcopado
brasileiro c o poder civil. Dessa illuso. lirou-
nos, porm, um amigo, que de passagem por S.
Liourenco, avistou-sc com os padres jesutas. Sa-
bcudo que esse cavalheiro vinba, do Hecife, per-
Ifuntantmlhe se a imprensa anda se oceupava
milito delles, e sem mais prembulos, pronuncia-
ram-je-em favor dos actos do diocesano, censura-
do acremente o govorno, o sustentando calorosa-
mente as ideas que Ibes sao geralmente altribuidas
Que os reverendos padres tenham urna opuao so-
bre a cltamida qnestao religiosa muito natural,
estn hi sou direiio ; mas-qno a mamfesian pu-
blicamente c facam propaganda, sem duvida,
muito o muito eensuravel.
Como qor os reverendos padres nao compre-
hendem a inconveniencia, os pongos de 119 tal pro*
cedimento ? Xu sabem que um dos indachnaveis
deveres do cstrangeiro respelar e acatar a-le-
Bislaco do paiz em que vive ? Ignoram acaso que
sua posicao no Brasil milita especial, porque pela
legislaeao em vigor nao |>o le existir entre nos a
sua compmltta, e al raesmo, semiado mu! auto-.
risadas opinio-s, cssa prohibicao eve se entender
com os jesutas indvdoalmento ?
E nao verdadeque dogove rno nao teem os re-
verendos padres, ate hoje, motivo algum de quei-
xa T Como pois, que esquecidos do como te.iin
sido traitfos, censuram publicando os artos des-
se governo, atacando o nosso direlo consiituido, e
ferindo dosta arte as susceptiblidad-js naciouans ?
O que queris ? O que vos falta ? Tendes em
S. Lourenco para vos proteger um de-taamento
de vinte pracas, alm de mujtos homens do povu,
competentemente armados, que ao primeiro sigoal
de perigo, corrern em vosso auxilio. Tendes ca-
sa para vosso collegio. Gracas proteecaode urna
seila, o numero de vosssos alumnos augmenta to-
dos os dias.
O que ipieivis 7 O quo vos falla ? Poupai a esta
nobre trra, que vos acolbeu sem prevoacoes, ser-
nas como as de 1 de maio.
Velho catliolico,
Xazareth, 2 de agosto de 1873.
la e
assim oomo
eros e a-
un 7
Jos Gon^alves Beltro,
'5j( l^adar.
7 D AGOSTO ,
.DE 1873. vt,
AS 3 f/Z HORAS. DA TAJU1.
Cotncicx onictac*.
Cambio sobre Londres a 90' aY. J3 5|8 d. por
14. hontem.
Dito sobre dito pagaVel em Parri a 9(TdivC7|
rs. q franco, do bancot hontepj
dente da pfotlucja.^iliua {jizcrlublico, que
novameme a Jft*l<41do|orrente, or
mjKJ de um aon, 1'VlI JiafJIl! di 2:84*605,
imposto provnciaes da comarca de Flores.
As pessoas que se propzerem a esta arrema-
xmpai^m iu ala jiasaesfieid referi-
Secretaria da rnesowrirl provRrctf e Pernam-
- \ O olchl-maior.
:"- '. M- A', mreir.
"^"^~ara7ai5r-----------
M inspectora a alfandega da PernaHibueose
psnti*,
los feguintes o
Cambio-sobre taris'a S ].jm't$. franco, o
"a0C0' Dunourcq'

Hanimeiiie da da
(dem do dii 7
?e!o secrelario.
ISV8.HW?
.....m 43;716*^8/
fiz public quo n* da 8, as 11 horas da manlt, a
porta dosta reparja, .se ba de anemntar a uir-
eadorias, abaixo moucipuadas. abaiidonadas a
ditetlos par Soaza e & Armazera:a. t.
Marca.S S44].n. 7tt-4-eauta viada do Hvre
no-navio francea Fidtiit, entrado em 7 de-abi
proxitH* pascado, centeao as seguanttia iBercado-
rias ajetriadas :
ii k1et peaeinSOBvalturios do,biiwiteria de
cobren stcUigaa, MuMadvs por 14Mwi-
4 ditos idem de citatws.de ferro para relogios dit
aiitibeira. avaliadns i.nr 38i16.
.. it algidao, av.-t-
Ibdas por 3^^"
& kilos de*0Yfaha em obra n*. rlassiflcada,
Descarreflaminai* 8 de aposto de- 1S7 3
_
laSioilAjo- avahados por 3HO0O.-
Alfandega
agosto de 1873.
Ajjuu B'lri3it lo iliirj-ttv e
liBiiiMaii.
Km eonseqnencia da sua grande o vasta popu-
laridade c justa celcbi la le em lodos os mercados
da America do Sul c das Antilhas, para o uso de
cujos pazes, ella fi>i exclusivamente mannfaclura-
da, ha nias do vinte annos ; a mesura tem sido
extensivamente imtala o contrafeita neste paiz.
Porm presentemente o artigo original foi introlu-
zido, e em virtude do mesmo apreseatar a distine-
ti va marcacommerci.il dos proprietarios, pode f-
cilmente ser distinguida pela sua apparenca exte-
rior dessas nutras simuladas e fraudulentas com-
xc-i.-oes.
Os sguaes internos de perfeta genuidade sao
muito menos fcil do engaito, porquanlo a agu 1
Florida de Murray e Lanman, tem o desenvolve
o aroma propno das frescaes e ilorescentes flores
e plautas *i trpico, das qaaes ella deriva a sua
bella o exquisita composico, e a expsito ao ar,
em lugar de diminuir, augmenta a delicadeza de
souJino aroma, em lugar de produzr urna ema-
nacao acre ou urna certa etfluvia desagradavel, co-
rno acontece com esses perfumes e aguas de clte-
ro as quaes sao preparadas c compostas com eleos
baratos e fortissimas de essenrias.
Ole puro meilii-iiial de libado de
bacullio le Lnniuan Je Kcmp.
Qtundo os orgos da reapraejo sao desmasa-
do debis oara expelhr a mucosidade engendrada
pela enfermidade inflammaioria, nio lanos arca-
nos da scencia medica, nada que se possa compa-
rar como tnico, ao oleo de ligado de bacalho.
Porn._ ouvimos dizer que os resultados da sua
qperaco variam. Algumas sao compostas de ma-
teraes rancosos, mitras adulteradas, emquanto
que urna grande parte das composic'ics que lo-
mam o mesmo nome sao completamenie espreas.
Volvendo de todas esta--, o oleo puro medicinal de
ligado de bacalho de Lanman o Komp, nelle te-
mos um especifico de prima face e de urna repu-
taco universal, que al hoje nnnea desmentid as
esperancas dosdoenles. Os me jicos o recommen-
dam, poniue a sua eflraeia est mais que prova-
da, nos peiores casos de aflereoes pulmonares e
e-crafulosas Uutros leos de figado de bacalho
podem ser puros, porm, este indisputavelmente o
. Como seja um objecto da maior importancia,
para aquelles que padecem dos pulmoes e da gar-
ganta, aquelle que for senhor do unta prepara-
Qo legtima,' rara bem em confiar se unicamoate
na de Lanmm & K>mp, a qual pode ser compra-
da em toda a parte do mundo, em todas as princ-
paes Iqjas de drogas e boticas.
Cl Para o llim. Sr. prcsiU^ntc la
provincia Icr o piaovi Kelcf.ipr Miguel dos Santos, inspector do 47
qaarteirao da fregueza de S. Jos o residente ha
nove annos no predio n. 82 da praia do Caldeirei-
ro da mesma fregueza, perteneente ao portuyuez
Jos Manoel Fu reir Guirnuraes, que o eopiprou
em 17 do mez prjimo pascado, foi hontem as 3
horas da tartfe- publicamente na frente do sua
casa atacado o injuriado pelo referido Guimarcs,
porque tendo e?te mandado um homem invadir a
cas para Hell'i recolluir madeira, o referid.) ns-
(lector seoppoz, porque nae s ra obliterado
seu conscnlimento, como j-linha sido citado para
despejar acasa no prazoido j4 horas, apezar de
ter feto nella Demfeitams autorisadas pelos ex-
proprietaros, ter ali ofiooot de marcicera o nada
dever I
Celcbior Miguel dos Santos, victima do alaque e
instila preaOeB i Giiituvies irdowt do respec-
tivo subdelegado, a quem immediatamenle p;tr-
ciptl; e leudo o subdelegado mandado duas pra-
'.is.para trazur sua presenta o preso, eis que
voUando urna dellas diz. que o Sr. Dr. delegado
<:o*l uiaudava chamar ao iuspector eet acom-
panhado do subdelegado o Sr. Sement dirigirn^
se a casa do porlan (finiuiaraes, onde encon-
traram assentados e em perfeUa harmona o Sr.
Or. delegado e Gutrnares!
Jeilavcircumstaana o Sr. subdelegado disnea-
sou (Mniares da pnsao, em.virtua dq interesse
que mestrava o defegfdo por.atuieUe senhor, es-
forcanto-se em muaienta-lo e. conduindo por en-
trega ao subdelegad* urna cari dizeudo-lhe com
olhosjfnidos h : -esta carta fajara dht mandar,
mas, recelando nao ser alteniUdovim petmlmente.
O sufee>lega.i &&, fHZ.|he actHU.a -pibidade
d)msppcler,.aiaia>fque loe aasiatiao liiulisou:
diiatMo-Ae, est sefiid.H..
Bis a que ejt fnjlto um cidaio encarregado
U polica, e do receuseamento em sua freguezia.
Seguro conlra-fogo
THEiLIVERPeOL & I.O>'l)ONS GLOB
INSURANCE COMPANY
Agentes
SANDERS BHOTHERS C
11Coqo Santo11
COMPANHIA
Pheiiix Pernarabucana.
Toma riscos maritirnos em mercadorins,-
fretos, dinheiro a risco o finalmente de qual-
tjuor naturoza, em vapores, navios vela ou
barcadas, a premios muito mdicos.
RA DO COM.MLRUO N. 3i.
Seguid Cffllra-fi)gd
COMPAMIIA
NORTHERN.
r*P'tal..... 20,000:0003*00
lAwdo de reserva. 8,000:000^000
Agontos,
Mills Latham&C.
Rl'A DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
UIITIHOS
Vajior iraucez. En-mantlie aiereadorras para
alfandega e bagageos para o trapiche.
Gonce cao.
Barca nglea Renard Herbert~ mercaduras para
aiiMaflpta
Barca uigleza. Miranda mercadorias para ,al-J
fandega..
Barca ingleza-Ihxhest 1 vf Suiht>i ras para alfandega.
Patacho nacional /aboatovarios generes para
o tranichc ConceicJo, para despachar.
Baroa frn|n;zi|-Co//nyvnho para deposito no
trapic Banosa.
Polaca hespaabola /aitta-xarque j despa-
chada para trra,
ft'apor nacional BaA/o (esperado) ^eneros na-
cionaes para o trapiche da comuanliia.
-------------?
luiportacilo.
Uordeaux, vapor trancez Eigminthe, consigna-
do a Harsmandi 4 Labille, manitestou :
A iriii mineral 25 ca xas a Jotuislon Pater & C
Amostra 1 voluoio a Crauaer Frey A ti, 1 a Pinto
da Silva & Cascao. Artgoa da chapeos de sul 1
caifa a Manoel Maestrali.
Cerveja Kt caixas a Klain Frres. Chocolate 4
rauas-a Paula llamos. Couser.a 7 caixas a Cra-
mor Frey Si C, i-.ordanu. Gouro 1 caixa a D.
T. Bastos. Camisas 1 caixa-a P. Ja Silva 4 Cas-
cao. hapos 1 caxa a S. Castro A Almeda, i a
J. Chrsaoj. Dito de p*lha i- fardos a Phipps
Brothers *<:. Dito do sol -I cansas a Ifopes ta
diado k C. Calcada t caxa a Arantes, 2 a L. de
Siquera, 7 a Ly.ra & Viapiu, 1 a Christiani, i a
Vaz 4 Leal, 7 a Oliveira.Sobrinho, 1 a Mendos L9-
:-,o 4 C.
Fumo 2 caixas a H. Nuesck.
Jotas 1 caixa a Hyvomai.
Livros 1 caixa a Walfredo 4 Souza, 1 a De La-
Ihacar. Ditos ojornaes 1 dito aa mesmo.
Manteiga 20 caixas ordem, '50 barris aos con-
signatarios. Morcadorias diversas Ivolnme a M.
Gregorio <& C., 1 a lluarque de Maeedo, i a Ama-
ral 4 Nabuco, 1 a Wild 4 C, 1 a Vaz Jnior 4 C,
4 a J. N. do Souza, l a Prente Viauna 4 C, 1 a
1. Machado. Miudczas 1 caxa a D. M. Martins, t
a Parhs 4 Irmao, la Carvalho 4 Guimiraes, 1 a
A. Santos Porto, 1 a J. Ramos 4 Machado, 2 a B.
de Scmil, 1 a S. Castro 4 Ahneda, 1 a P. da Silva
4 Caseto, 1 a Pereira Smiles 4 C.
Papel 1 caxa ao bispo dcsta docese.
Qunqulharia 1 caixa a Tuomaz T. Bastos.
Queijo 16 caixas 'ordem; b* a J. Alves, 18 a J. J.
Costa, 11 a Corga, 23 a S. Bastos 4 C, 23 a Beltrao
4 I'ilho.
Sardiuha 50 caixas a M. de Farias 4 C San-
guesugas 1 caixa rdem
Tecido 20 volurnes a Cramer Frey & C, 1 a
Mendos Lobo 4 C, 2 a Monhard 4 C, 1 ordem,
2 a P. da Silva Cascao, 1 a J. Ramos 4 Ma-
chado.
Vinno 4 barris ordem, 1 a Cramer Frey 4 C,
2a Turpin, I a Crofs, 5 a I^hmam 4 ., 2") a
Klain F.-res, 2'i caixas a Caris Pluym, 2 pipas a
C. Si mpson 4 C.
A ca _
paraxouUuciiucnlo
se ns luuuicjpes,
kpuhico
postura
abatfo traujia-ipU, anuriivaili pc*i.vsoriamenle pelo
Exai..Sr. presleule 04 provincia.em 31 de juluo
proKifna fiado.
Paco da' cmara municipal do Recfe, C de aiws-.
to *b> i*.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva,
r TA Pro-prient*
Pere de Alhuqner.ue Aatran,
Secretario.
Art. 1 Niitguem podo deiiar na ra, cise,
objeetos sem servemia nwn eousa alguma que
seja-Iedntraria ao asseio e limpeza das roas.
Art. 2. Os proprielarios ou moradores em cujas
portas^tu frettlaa^ur fac*n(rad- ikvsa ifialdjie- serao mullados em 10d00 e no
dobro na rencidench.
Art. 3." Picara designados, o alagado do norte
do gymnasio provincial, o lado do sul da casa de
detengo e a l'raja de Pedro \ no Hecife, peno do
caes para nelles serqni Iancad03 03 ciscos, clices
e quaesquer ouiro? objectos sem serventa, seja
qual for a sua naturezj, a cxccpcio de materias
fecaes que continuarao a ser raneadas nos lugares
designados as posturas. Os. infractores serao
multados em 30,00 q 110 dobro na reincidencia c
obrigado9 a remover os objeetts a sua custa ou a
pagar a despeza que se lizer cem sua remociio.
Aft. 4.* Fica probibido o pregamento de carta-
zes, annuncios,' aviso 011 oulro qualqoer papel, seja
qtwl fr seu. assuniplojou tpialidade. na parodo ou
esquina. Os infraetnres sar.n maltados em lOs e
jio dulwo na reiacierwia.e,oh*gados a indeirii-
sar o damnoque cansaiem aiut de seren obli-
gados a despregar os papis ou pagar a despeza
queom isso se lizer.
Umrique Pereira tic Lucena.
Conforme. Lniz Salaz ir Moscoso di Veig
Pess'ia.
Conforme.O secretario, Pedro de Mbnqnerqac
A utrnn.
Edita! 11. 30.
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que no da 11 s 11 horas da manila, se ha de
arrematar, livre de direitos, porta fiesta repar-
tido, as mcrea'toras abaixo mencionadas, appre-
hndtdas s'J 1|2 horas da noile do Io de junho
prximo passado velo gnarda dcsta repanicao
Amonio Le de Ca valito MeJtiros.
Tres pares de botinas de couro de mais de 22
centmetros, avahados por 17M), U camisas de
llancll.', avahadas por 2ll2i>. 2 calcas de panno
abaetado, avaliadis por f-*340).
Tres cintos de ftauea, avahados por 15200.
Alfaftdega de IVrnamhnco, 6 de agoslo de 1873.
O inspector,
Fnbio A. de CarvaUo feis.
DK MAHIJHA.
O>eonellw:pronrave no da tt do soL''eJe mez,
vista do propostas recebidas at as 11 tiaras da
is qpdtcOes do estjlo, a ctnttpra
-t# (HPijP>|War1la armada :
300 kilos de >TmWwilMWMi#~ de lona c
rim, 500 agulhas de palemnar, 12 bandeiras na-
onaes de pannos- 2 andeiras. nacionacs de
lacionaes de 6 pinos, 2 bao
tobrada, iflC R.-fldA 0 maer?(anSa?ello),50
jas de bri.ni da Russia, 20 barris de gal, 4
lancas romanas, ^0 duzias de broxas para calar,
JO metros de eorreia dasoU tobrada do O", 163,
|00 kilos de sola a Bahia, 80 metros de chumb
tm ttncol conH^^MI llrgtra O peias de cabo
d teiuo ds tussia, 1,500 coBieres do ferro esta-
8 hadas, 10) taicaras e pires de filia, 200 eko-
teUti pan o liof pital, 606 -camisas conformo os
modelloj, 680 dedan de repucho, 700 kilos da
e.opa de algodao 206 kilos de estofo, de tinao,
400 kilos de estopaba trra, 30 litros doespirtb
de vino de 36 graos, 20 leuccs de ferro do 3n,,3
do comprimanto i-,32 de largura e O",011 de
3Matura, 100 metros da fuella surtido, O fecha-
uras o-e ferro de broca, 100 fronhas. 700 kilos
de praxa dqJtikGr|ude, tt jos efe gonma lac-
ea, 50 litrodte kerocene, *r lenctes, 90 kilos
do linha de barca, 10 kilos de lnha crua, iO lau-
iemas de patente, ,50 paos de. lacre, 50, lanternas
(| vista, 400 kilos de lnha alcatroada, 30 pecas
de lona htr"ga da Bob; 100 pecas de lona estrei-
ta di Bussia, 10 dunas de limaioes sonidos, KM)
kilos de merlm, 3'0 kilos-do mialltar para gaveta
e machinas. 12 nwitoes de O-, 15, 12 moitoes de
",125, 3,000 kilos de oleo de litihcn, G oculos de
ajeance, 50 cadernos de p^pel llolln 1a, 120 ps
qriadr*l#, 120 (tas de bko, 30d parafuscw diver-
sos, 20,O O pregos ripares, 20, grande, 20,000 pregus.-dt hate|| pequeo, 20,000
pregos de assoalho, BJfJoa pregos caibraes, OO
kilos de pregos francezes diversos, 1-iO pratos de
flha dobrada, 24 pelles preparadas para Kiixa de
guerra, 50 nelles de marroquim sortidas, 100 mo-
(nos de prassnvn, 1,506 pucaros de folha, 100
raspas de ferro, 20 muios de sola da ierra, .0
pecas de sondariza, 150'kilos de sebo em pao, 10
ten iias de fulla dobrada, 50 garrafas (teftiatatde
eserever, It 0 ljelas de folha dobrada, 3,0t!0 t.jo-
los de rlvenara batida, 500 lijlos inglezes, 10
duzias de taboas de pinito americano d 1 polle-
gada, odjriasdtaboas de ptaho da Suecl do 1
pollegada 20 duzias u'c taboas de pinho da Suecia
de i 1|2 pollegada.
Saladas sessoes di conselho de compras de
marinha de Pernambuco, 6 de agosto de 1873.
O secretario
____________Alexandre Itodrigues dos Aojos.
Irniandade do SS. SS. do
Recite.
Nao tendo comparecido numero legal para em-
possarse a nova me#a regedora, o ha vendo o ir-
mao procurador geral renunciado o lugar para o
qual fra eleito ; do ordem do irmao jiz convido
a todos-os irmSos para em mesa peral, no con-
sistorio da innandade no dia 8 do corrente pelas
3 horas da tard e,eleger-se o irmao que tem de
servir de procurador geral, e bem assim em acto
e mtinun ser empossada a nova meza para o que
sao tambora convidados 11 o s os rmfios que fa-
zem parte desta como os da quo termina.
Consistorio da nmandade b de agosto de 1873.
Joo Joaqum Alvos,
Eserivao a dltoc.
S
O lllm. Sr., m. |u \ ^diMBriineira var.i
do civcl faz sciftitef etVi #ifc)rnlJr|oV no dia i:t
do crreme, as i horas da manh, linda a res-
pecliua audiencia", vai rfttujs, ca ^a er vendido
em Jwsta jmflioa, a quarn aiau Ur,.o sobrado A
uijj.tadarn. 63, ario a wi do Apollo,.com 2porla
d>.' I'renle, dous juar
to soto interno, ea
brado 20 oalmes Ai
to't avahado por 4:
rtanles, vai de
oucm vem a ser 3^
Dito predio vai a
e inventariante
xandrina Mara do
c despezas.
Soziaha foi a, flom.peqnc-
" t"' '*k todo dito so- i
r, 48 d> fundo, eqo"
:i por nao haver
^mento da b.' parle*
ento da vuvm ^
ira, D. Ale-
ara pagamente
umii mmmm
___r 'S
Km eiMeeoiicaia tooe h iaf iae-proncltia
ter a nouie do do.do currtaiit, Ini.l/ansferid
o espectculo para sabhado 9 as liibras da nou-
0 dotiiiugo t) as 3 luirs da tarde.
<-i-au!o > e(ror
Dopuis qno a orchesKn tive>enM-tHad. itina de
suas melhores symptMMias, >M|I(W sftC"a o gran-
de O apparateso draaut en actos :
Esto drama vai caprichosamente montado, ten-
do para isso a empreza manda Ja preparar o ar-
damento todo a rigor e de accoidacom.ofigviaaw
Os hilhetes podem desde j ser procurados no
bilheteiro.
SANTO ANTONIO.
)E JLHO DE 1873.
P.tra os ortos do exterior
No vapor inglez jOlande, para Liverpool.,
carregaram : G. Neesen 4 C. 3!>3 fardos coiri
71,670 kilos de algodao, e 48 saccas com 3.272
ditos de dito.
Na barca brasileira Aui\m, para o Bio da
Prata, carregou : F. B. Pinto Guimares 150 cas-
cos com 3.00 litros de agurdenle.
Na barca portuguza Despique II, para o
Porto, carregaram : II. J. da C. Sobrnho 2*0
saceos com 18,750 kilos de assucar branco e 610
ditos com 45,750 ditos de dito mascavado ; J. B.
Morcira 201 couros espchalos com 1,407 kilos.
Para os portas do interior.
Para o Bio Grande do Norte, na barcaca
Constancia, carregaram : Fraga 4 Bocha 3 bar i-
cas com 2i 7 kilo* de assucar banco; Fernandos
4 Irmao 18 saceos cora 1,35) ditos de dito; B.
Oliveira 4 C. 4 dito3 com 300 ditos de dito.
UAPATAZIA DA ALFANDEGA
rtendimeuto do dia I
dem do dia 7 .
a 6
5:750*945
1:001*111
6:751-5050
VOLUMES SABIDOS
No dia 1 a 6......
Primeira puna no dia 7 .
Segunda porta.....
Verceira porta.....
I'rapicho Coaceicao .
SERVrCO MABITIMO
.VJvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 6 .
Oilas ditas no dia 7 .
Navios alraeadosno trap. da alfandoga
Alvarengas ... .....
No trapiche Concecao.....
4,589
214
147
137
839
6,926
; A cmara municipal de.-ta cidade pelo pre-
sente convida aos Srs. sacerdotes que queiram
esercer interinamente o lugar de capelliio do co
mtero publico desta mesma cidade por lempo de
dous nietos, mediante a quanlia de 50 ntensaes.
a enmoarecerem no piro de suris sessoes, das 9
da manha s 3 da tarde, em das litis.
Paco da cmara municipal do Hecife, 7 de ac*
to de 1873.
Theodoro "lachado Freir Pereira da Silva
P. presidente.
Pedro de Aibuquerque Aulran
____ Secretario.
dUiUCGK,

17
RECEbEDOIUA DE BENDAS INTERNAS GE
BAES DE PEBNAMBCCO
Rendimento do dia 1 a6 10:90IH1
Idm do dia 7...... 295*002
11:196*113
CONSULADO PROVINCIAL
llendimento do dia 1 a 6 .
dem do dia 7......
7:4!8|fifi2
1:3874340
8.8064002
OTVSMENTH W POfiTfc
F-
CONTRA O FOG-O.
A comunnitin Indemiusadora, estabelecide
nesw-praQfli tonm soguos maritknos aobre
navfos e seus carrogainontos o contra fogo
em edificios, morcadorias a mobilias: lia
fila do Vigario n. 4, paifiaMrito terreth
CaMPANHIA-'USUfr
Seguros martimos e tetrs
Navio entrado no dh 7.
Bordeaux e porlos intermedios-i7 dias, vapor
francez Erymanthe, de 1343 toneladas, comman-
dante Boubec, equipagem 93,- carga fazendas e
outros gneros : a Harismandy.A Labeiie.
Nnvins sakidos no mesmo dia.
Bio Grande do SulBrigue brasileiro Arroh
MallOi capitaa Vital Jos da Molla, carga as-
sucar.
Santa casa da misericordia
do Recifc.
Pela secretaria da saeta casa da misericordia do
Recife sao convidados os prenles das edueandas
do collegio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja completaran! a sua edacacao, para que
rci|ueraat o Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que rasolveu a jauta admi-
nistrativa, de confurmidade com o que dispoe o
3' art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chagas Coelho e Dionizia das Cha-
gas oelho, lias de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
Ignaca Bibeiro, filha de Leandro Jos Ribeiro.
Alaria Magdalena de Mello, filha de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Sanios, filha de Vicente Ferreira
dos Sanios.
Endeeia.
Felippa.
Thcreza dos Santos Torres, filha de Joto dos San-
tos Tor es.
Sopliia Mara da Concecao, esposla."
Secretaria da santa casa da misericordia do Be-
cife, 27 de unho de 1873.
O eserivao
______Pedro Rodrigues de Souza.
Irmandade de Sant'Anna,
erecta na igreja da Santa
Cruz. .;
Nao se tendo pela segunda vez reunido numero
legal de irmaos, conforme dispoe o artigo 4( de
nosso compromisso, sao de novo convidados a com-
parecerent domingo 10 do correata, s 9 horas da
manha, no consistorio da mesma igreja, afim de
em mesa geral se.preceder a eleicao da nova mesa
regedora para o anno compromissal de 1873
1874, conformo prceeilain os artigos 4 >22 do
mesmo compromisso. Previno so aos nossos ir-
maos, que. por autorisacao do lllm. Sr. Dr. jnz
da pmvedoria te capeilas |ior despacho desta data,
a eloi.o ser elfeciiva com o numero de irmos
que a ella comparecerem.
Cousistorio da inuandade, S de agosto de 1873.
Marcobno Jos i'upe
Secrotariei
__
Acuno to-se recolhidos a rasa do detenco
os escravos, Francisco, do Dr. Antonio de Nene-
zes Vaaeoncellos de Drummond, Francisco c llosa,
do Dr. Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha, Fe-
lippa, de Pedro M. Maury, fflaloino, do Dr. Joa-
qun) de Aquno Fouceca," Ignacio, do loao Gon-
lves Bodrigues Franca, Isabel, de Francisco de
Carvalho,-Jos, de Jo.io Fehx, a disposicio do
juiz de ausentes ; Joaquim, ccravo de Antonio de
tal. Ludovina, escrava de Manoei Ignacio de Ai-
buquerque Maranhao, Mara, de D. Emilia liezer-
ra Carneiro Cavalcante, Marcolino, do vigario Jos
P. M. Lima, Querino. de Jos Antonio de Brito
Bastos, Raymundo, de Amaral de tal, Vicente, de
Manoel Teixcira Leal. Vicente, do Man el Tinoco,
e Vicente, de Herminio Nogueira ; o Dr. chele de
polica manda por meo diste edital convidar aos
supraditos enhores, a virem reclamar nesta re-
pariieoa en'rega de ditos escravos, medante, do-
cumentos probatorios de seu don.no legal, den-
tro de 48 horas, a contar da publicaejio da pre-
sme sob pena de seren ellos po-tos em liberdade.
Secretara de polica do Pernambuco, 7 de agos-
to de i873.
Pelo scen-lario.
________________Francisco G. da F Barroso.
Sociedade Uniao Commer-
cial Benefieente.
Nao se tendo reunido numero suficiente de so-
cios no dia 3 do corrente para ser eleito o func-
cionali-mo da sociedade 110 ann> social de 1873 a
74 e seren approvadas a< eantafl da directora,
de novo s:lo convidados ot Sr. socios para se ivu-
nirem no da 10 do corrente, s II horas da ma-
nila" na ra do Bario da Victoria n. 63, sede da
sociedade Nova Uniao.
De confurmidade com o dspo'sto no 1 do art.
17 dos cstatntos, a sessao ser iberia com o 1111-
nvro de socios presentes, una hora depois da
marcada.
Sala das sessoes da ass.niibla g ral da Socie-
dade Uniao Comrjicrcial Benecente, em 7 de
agosto de 1873.
() 1 secretario,
A. J. Leite Rastos.
EMPREZA

Sabbado 9
As S 11*5 horas eiu pouto.
E
Domingo 10
S 8 HORAS EM PONTO.
_ Um SCCCE3S0 '
Ultimas repiescntac,oes
da muilu applaudida phanlasia lyrica salyrict
e burlesca em 1 prologo (original) e dous actos,
A Rlfl CAHOLIHE
ou
TT1
rtlf
DENOMINAC0"S.
Prologo Urna viagem em balao.
1. acto.-O mundo s avessas.
2. acto.A emanciparan do bello sexo.
55 isriN!
PcwNoal 1<* 4
Musi>i le OrTembaek l
a'e.lintrio r|iiii. Scunaro lungnittco !
tb>i'iilo eancnn !
J'ngos cambiantes!
ce. et. e',
Aviso
Depois do espectculo de sbado baver
tocando era todos os pantos at Appucos.
Ireui
VI PHOXHIA SEMANA
DO
Primeiro ai lisia lirasileiro
Xisto de Paula Baha.
Esplendida (esta anistica
O drama em o actos :


Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mchameos e Li-
beraes,
O abaixo assgnado, secretario da Imperial So-
ciedade dos Artistas Mchameos e Liberaes, por
ordem do director, convida a todos os socios a se
reunirem .cm sessao extraordinaria no dia 8 do
correnle, pelas 6 lv2 horas da tarde, na sede da
sociedade, aflm de resolver se negocios tondeo'vs
a mesma sociedade.
Pedro Paulo dos Santos
c ,t comedia em 1 acto
lina experiencia.
Nf escriptorio do theatro re cebera se encom
mondas para o reslo dos camarotes o cadeiras.
I
i
iVISOS- Ji?ST!M0.
COMPANHIA
SANTA THKIIEZA
As pessoar que deso^rem canalisar agua ou
gaz cm suas casas, na cidade de Olinda, queiram
entender-se com o abaixo assignado, que aeha-.-e
autorisado para facilitar a lodos a acquisicao do
taes melhoramentos, mandando fazef as canalisa-
coes nos predios a custa da enmpanhia, medante
ura aluguel ntcnsal muito mdico : a tratar na na
do Imperador n. 45, ou na fabrica do gaz, em
Olinda.
Becife, de agosto de 1873.
O gerente
i ~- _______Justino J. de S. Campos.
COMPAUU ALLIANCft MARTIMA
C
L
I.J-HE5t 1 I P1IIITO
A barca I 'enredara, capillo Oliveira. segu via-
gem por todo o ntev. do ago-i >.
Hecebe carga e passageiros : a Irater com o
consignatario Tilo Livo Soares, ra do Vigario
n. 17.

---------
porfeugueza de beneficencia
dos empregados no com-
mercio e industria em Per-
nambuco.
-nV
Por ordem do Sr. presdeme faro scieme aos
Bie-Grande do Sol Brigue naeional Amelia. c\- Srs- asociados, que n'n terkW Mugar a assenrbla
w\'.t.\.t unnnnl n J- d.^^-.-__, i diralBA. .Inmin^. .>pnbn. n.4----u r-j_ j.
pilo Manoel P. de Figtelreda, cat assucar e
e agurdente.
RIO da Prata -Polaca hes'panhola Jmpha. capilSo
Joan Marisfan}', carga atroardente.
S. ThomazpHa Baha-Patacho arjtrtato CtirhS.;
eapitSo B Hoecovich, em lastrb.
Farmowth -Rrlcho aflemao Ahnonth CattiarinnA
< capiuo fflflmann,. carga caf.
, Portos do sulVapor frincwiflrywm/A, rom-
i mandante Boubee, carga -parce'da que trouxe da
, Arepa/
s* oliIBtaU*8.,ipi|i, ^(fc^^v.^rtOH.
gwalno domingo -prximo pasado por faifa de
numere; coia.ijue podesse funecionar, foi adiada a
sessao pan o prosimo dominge- l& do corrente
peh .7 horas da raanh.
1 EepflW qa; es Sn>asseoiaios serio pontuaes
V ^tor a^dosnoae ;a inaotmnodoe superfluot,
L na hora depot.t da nmnci*la aborta a eetaao.
) Beeife, 7 de agosto de 187:1.-
Sak-ador Jos Ferroira-Gbimarte1
*MNmc
Vieiraj.carpp finta
.Joso
Mawtfc'tl
tres estabeeeida, na.-Btia, tJ$!S!&tt%$ >
t
I De ordem do tiln. Sr. ibspecm* da ihesou-
de fazeuia se faz publico', OjwRca; tranife-
Wra o dia 1C do1 corri' arrdmtt,
fc a junta d mcjraa theasuraria. da barra-
ranlo Amaro ds-Salinas, que.ser-
'naet compantta ddcawlJaVlar
WcM dathe^ura^^faZ^&i^rWkni-
* aiStflf teltp*.
(Wecrtftario'aa Jdtrta,
Jeciido Jtodrigues Cardozb.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico para conhecimen-
to de quem interejgar que, era virtude de ter fica-
do sem eleilo o contrae to ce ebrado com Thomaz
de Carvalho Soares Brandan Sobriuho, ser no-
vameute posta em hasta publica, peranle a junta
da mesma ihesouraria, no dia 'i de setembro vin-
douro, pelas duas horas da larde, para ser con-
tratada com. quem melhores condi.;oes oh*erecer,a
construccao de um armazera ou paol para servir
de deposito de tuda a plvora importada nesta ca-
pital, cuja planta se franquear nesta secretara
aos pretendentes, que deverao apresentar suas
propostas em cartas feohadas, devidamente sella-
das e declarando nellaa a rejidenciae nomes dos
seus dadores.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 6 de agosto de 1873.
0 secretario de junta,
Jesuine Bodrigues Cardoso.
Lj.'.^\ Segwta c kmt da
Pelo presente sao- convidados todos os
Oo1>h\ uem-se coraparacer em nosso Templ.-. pelas
9 1/2 boraoda mauh do dia 10 do corren-
\, parase proceder a eleioio das Dign.-. e
mni9 48i.i.- para o fuiur artn--ums.K
. TS*g.\ u Sucre!,.-, da Lnj.-. aos 7 de
Hgiilii OSecret.-.
SitotntrAhtmio HoM$ws.
,
< 1M iVIllt
DE
XAVEb'ACAO BRASILEIRA.
Portos lo swl.
Dos port is dj uorle esperado ato o da 9 do cor-
rente o vapor Cruzeiro dn ShI. o ipiai- dejiois da
demora do c slume, seguir para os portos cima.
Para caica, encopimenrias, valoras e pasagei-
ros, dirijam-se a eseriptorftr da genela, rita do
Vigario n. 7.
Pereira Viarma 4 C.
Agen
l.inJia quincenal
o paquete
espera se dos portos do >ul at odjji litio cor-
rente mez, e depois da ilpiwirn dn ertrUie, se-
gir pira Liverpool, va; Lisboa, para cujos
morios recober passageiros a ca' a.
Os agentes Wlsoa Itowe 4 a, rUa do-CoraOuu-
co n. l\.
companiiia raiXA^aicACIr
DE
l'nvc^neilo co^deiru a vapor-.
HIA.VCUAPE.
O vapor Carnripe, com-
nnrtdMno- Si i vacar ^ara
opino acn.ia no da^i d^
correntaiB 5 horas datarte.
RwAkHc! rga, encommen-
"7^"^ ** P*ea|eii e dinheiro a
frete ate as inoras da escriptorio no Forte do Uutos o. 11



- I -
Bario de Pernambuco Sexta feira 8 de Agosto d 1M&

Va sahir por mm i as para o Tiraeatv o hiate
w do Urm por ter a motor paria da carga
prwjpto, 0 para o resto a tratar na roa do Vigario
n. M, com loao los da Cania Lages. ou no ira
pree da campanhl con h aesmt>.
COmA\HIA
'UmiClOBASILEIRV.
Porta da narte.
Ato o dia 8 esperado dos portos do sul o va-
por Baha, a seguir par os portos cima depois
da demora do csame.
P Irfa, >aadas, valore passageiros
e mais informaedes, dirijam-se ra do Vigari
n. 7, escriptorio.
*ereUa Vanea 4 C
Agentes.
CMPAlMjt PERNAMBtANA
DE
Navega^ caateiraa vi
MOFORSMO ETAMANDAR.
O vapor Parakyba,
eommandante Pedro, se-
'- gnir para os portos
. arima do dia 15 do cor-
rente, as 9 horas da non-
te. Recebe carga, encora-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
B. 11________________________
COMPANH1A PKKNAMBICANA
DE
Navega)?** castalra a vapor.
MACE1, PEWEDO E ARACAJU'.
O vapor Mandah,
eommandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia l
do correHte, s S
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas at
o dia 13, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte do Mattos n. 12.____________________
OOMPANIIIA PKRNAMBUCANA
DE
Wavegacito co*leirn a vapor.
GOTANNA.
O vapor Parahyba,
eommandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
0 gente Pinho Borges vender em leillo a cata
cima declarada, p tencer ; no seu escriptoriV a na do Rt.m Jess
n. 53-, andar, i* onde tamhem darse- ha qualquer
informacao.
LEILAO
DE
dividas
NA IMPORTANCIA DE 2;921^500
Hoje
A'b lf l| hora.
O agente Pinto levar novamente a leilo, por
mandado da Illm. Sr. Dr. juiz especial do eomtner-
Cio, das dividas activas da masaa fallida de Joao
Antonio Ferreira, na importancia de 2:921*800;
os pretendentes podero desde j examinar os t-
tulos e documentos perteneentes s mesmas divi-
das. O leilo ter lugar s 11 i|2 horas de dia
cima dito, no escriptorio do referido agente,
ra do Boni Jess n. 43.
LEILO
DE
O acedes da companhia de Santa Thereza e 10
ditas da companla dos trilhos urbanos de Olin-
da e Beberibe.
Hoje
A'S 11 HORAS DAMANBA
Por intervenco do agente 1'into
Em seu escriptorio, ra do Rom Jesns n. 43.
Leilo
DE
movis, louea, crystaes o ohjectos do prata
Terra-felra t da correrte.
A's 11.lloras da manh
No armazem do largo O preposto do agente Pestaa far leilo por
tonta de urna familia qne se retn para a Europa.
s saber: 1 piano franca imito elegante, mobila
de Jacaranda, eom tampos de pedra inarmore, ca-
mas franecias para casal cena, os competentes
cortinados, I muito elegante mesa elstica com 11
fciboas, I eosturrira de mogiw, I (lauta de bano
com chaves de prata, 1 revolver de4$ ros, mea*
para jogo, alcatif.is para salas, tapete, ealunpas,
jarros par cima de mesa, enfeites para dius,
urda roupas, I neo aparador, obra do Remigio,
I jardineira de mogno, obra bem acabada, eadei-
ras avulsas e muitos outros ohjectos qne esttro
patentes ao ex ame dos compradores. Sendo que
nesta occasio tambera serio vendidos diversas
obras de prata de lei contrastados, como sejam :
bandeijas paliteirps, salvas e 1 servico de mesa,
completo, terca-feira 12 do correte, as 11 horas
da manh, no referido armazem.
FUHDIGAO DE FERRO E BSOHZE
? FABRICA DI MACHINAS
raa o Bario da Tnuii.|*e (fu >ftnim) as. 100a M
k*
&
Leilo
corrente, as
da noute.
9 horas
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no ts*riptorio no Forte do Mattos
n. 12.
COMPANHIA PEIINAMBUCANA
DE
\uve;'nlo castteira a vapor.
raRAUYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACx
TY, CEAR, MANDAHU' E ACARAC".
O vapor Pirapama
eommandante Felippe,
seguir para os por-
tos cima no dia 14
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12 do corrente, encom-
mendas, at o dia 13, pas*agens e dinheiro a frete
at as 2 horas da tarde do dia da sabida : escrip-
torio no Forte do Mattos o. 12.
DE
fazendas avariadas
HOJE
as 11 Ij9 hora em ponto.
Por intervenco e no escriptorio do agente Pin-
to, na do Rom Jess n. 43.
DE
2,000 chapeos do Chile
SEXTA-FEIRA 8 DE AGOSTO,
s 10 1|2 horas.
Por intervenco do agento Pinto, ra do Bom
iesus n. 43.
MISOS DIOIS0S
ATTENCO
Precisa-se de ama ama forra
comprar e cezinhar para casa
composta de dus pessoas, paga se
dar : a tratar no pateo do Hospital
andares,
on captiva para
de nma familia
bem se agr-
n.28, e *
Garanhuns.
Na ra do Baro da Victoria n. 6, precisa-se
fallar aos Srs. Pedro o- Reg Chaves Peanlo e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
rea*
LEILAO
DE
Empreza portiienae lo uavega-
cao a vapor
0 VAPOR DE l." CLASSE ( $ iqi NO HLOVDS)
' JULIO DIE
Commaiiuanlo -1. 1. Rodrigues
Contento
E' esperado at 15 do Curente; depois da indis-
Sensavel demora neste porta, seguir para os da
ahia e Rio de Janeiro.
Para passageiros, carga, encommendas e valo-
res, trata-se com os
AGENTES
Iv R. Rabello tft C.
48=Ra do Commereio=48
N. B. Os vapores desta empreza sahirao do Por-
to com a possivel regularidade urna vez por mez.
Construidos as melhores condiees, com ex-
cellentes cmaras bem ventiladas o confortavel-
mente adornadas, com proporedes e forca para te-
rem boa marcha, offerecem aos passageiros todas
as commodidades, tanto cm alojamento como em
tratamento.
Toda a tripolaQao pnrtugueza, e em casos de
doenca ouem qualquer rircumstancia, ser sem-
pre solicita em altender os passageiros com todo
disvelo
Um facultativo competente, pago pela empreza,
tratar os passageiros, sem que por Sato lenham a
pagar despesa alguma, alcm do preco da, passa-
gem.
A comida ser abundante e variada, feita por
cozinheiros portuguezet, servindo-se vinho de me-
sa, escolhido no Douro, aos passageiros de todas
as classes.
na importancia de 6:16tJJ775.
Sexta-feira 8 de aKo^to
O agente Martins far leilo por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commer-
cio das d idas activas da massa fallida de Araujo
Campos C.. na importancia de 6:1664775.
No armazem da ra do Imperador n. 41, s i I
horas da manh.
DE
14 rolos de salsa, com deleito.
Hoje
Por intervengo do agente Pinto.
Em seu escriptorio, na do Bom Jess n
53.
LEILAO
armacao e fazendas da loja sita ra do Mrquez
de Olinda n. 43.
Para Lisboa
pretende soguir.com pouca demora a escuna por-
lugueza Christia, de { classe, capitao Loureiro,
por ter a maiur parte de seu carregamento enga-
jado; e para o resto que lite falta trata-se com os
consignatarios Joaquim Jos Goncalves Beltro 4
Fillio, ra do 'kimmercio n 5.
Lisboa e Porto
Vai sabir com brevidade a barca portugueza
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vinario n. 17
o
Rio-Grande do Sul.
Recebe carga a frete mdico o patacho brasilei-
ro Bem/ica : a tratar com Ballhar Oliveira A C
Rio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo sahir com brevida-
de para o porto cima por ter alguma carga en-
gajada ; e para o restante trata-se com Pereira
Vianna 4C, ra do Vigario n. 7.
LEItOES.
7
urna casa depedra e cal bem construida,
tendo 2 salas, 2 quartos, cozinha fra,
em terreno proprio e tocando com propor-
Qo para edificar, situada na ra da Praia
de S. Francisco, em Olinda, n. perto
da establo dos trilhos urbanos, e com o
saudavel banho do mar em frente d<*
mesma casa, a qutl est desembarazada
do qualquer onus.
Hoje
sll horas.
s 11 horas da manh
O preposto do agente Pestaa far leilao por
mandado do lim. Sr. Dr. Juiz especial do com-
mercio, e por conta e risco de quem peMencer,
da armacac e fazendas da loja sita ra do Mar
quez de Olinda n. 43. da massa fallida de Fran-
cisco Antonio Pereira & C. ; o balancn acba-se
em mao do referido agente, e o leil.V)' lera lugar
sexta-feira 8 do corrente mez, s 11 hora? da ma-
nh, no mesmo estabelccimento.
AO COMMERCIO
Os abaixo assignados tendo comprado ao Sr.
Luiz Ferreira de Almeida, o seu estabelecimento
da molhados sito ra Imperial n. 196, livre e
desembarazado de qualquer onus; quem se
julgar credor do referido estabelecimento queir
apparecr ao supracitado estabeleeimcnto no
prazo d.' 3. dias contados desta data, fiado os
quaes nao aUenderao rerlamaeao alguma.
Recife, 6 de agosto de 1872.
Francisco de Paula Almeida Cruz.
____________Pedro lv Cavalcante__________
Urna senhora, capaz, olTerece-se para engom-
mar em urna casa de pouca familia; indo s 7
horas da manh e sahindo s 7 da ncute: quem
precisar, dinja-se ra da Palma n. 90.
Precisa se de um caixeiro de 14 a 16 amos,
com pratica de (averna: no largo da Par, em
A fugados, n. 23.___________
Empresta se algmn dinheiro sobre hynotheea
era predios nesta cidade : a tratar na rua Duque
deCaxias n. 44, ou na rua do Rangel n. 41, se
gundo andar.
Os abaixo assignados tendo pago a sua
quarta e ultima .prestacao da reforma que ti-
nham obtido de seus credores, disso fazem sciente
a quem_possa inleressar, podendo quem se julgar
ainda nao pago apresenUr seu titulo. Recife, 4
de agosto de 1873.
_________________Marques Santos 4 C.
Alagase
o I" andar do sobrado n. 50 da rua do Bom Jess
(rua da Cruz), proprio para escriptorio : a tratar
com Keller 4 C, ma do Bom Iesus n. 55.
AMhAM a.os Srs. de engenhos e ao publico em gernl, que receberam da Europa
i.itusteresda industria agrcola, o quetudo vendem por presos rezoaveS.
' aP^eS Iwrisontes de 4, 6,8 e 10 cavallos, os melhores que vem ao mercado.
AlOendaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS mOendaS para assentarem grades de madeira.
TaxaS de feTO rundido batido, de todos os lmannos e los melhores fabri-
cantes.
Rodas d'agUa de diversos tamanhos.
KoaaS dentadas de diversos tamanhos equalidades.
Arados americanos do diversas quaiidades.
Formas para assucar grandeS, pntadas e gaivanisadas.
ConcertOS concert"m t promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Mandam vr Vr encommenflada Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Baro do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
FUNDICO DE CARDOSO IRMA O.
Aluga-se a I >ja n. 74 da rua de S. Jorge,
antiga Pilar,-com 3 quartos, 2 salas, cozinha fra,
quintal murado, fresca e pintada de novo : a tra-
tar no segundo andar.
O abaixo assignado declara ao commercio
que deu soci dade ao seu caixeiro Francisco An
ionio Barbosa, em Sua (averna, a qual flea gy-
rando com a firma de Botelho A Barbosa.
Beberibe, 5 de agosto de 1873.
Joo Aff >nso Botelho.
DE
2o caixas com vinho tinto do Porto, marca A &
I, 9 barris de 4., marca T & D e 1 dito de
%, do Porto, 100 caixas de vinho Bordeaux, S.
Julien, e 1 caixa com salmdes em latas.
s
11 horas
Por intcri eneao do agente Pi-
nho Borges.
No armazem do Annes, defrente da alfandega
LEILAO
DE
urna armado envidracada propria para lo-
ja de calcados, ou outro qualquer esta-
belecimento, garantindo-so a chave da
mesma casa, rua de Marcilio Dias n. 11
(outr'ora rua Direita.)
Sahbado 9 de agosto
A's 11 horas da manhfi.
Por intervenco do agente Plnho
Borgres
na mesma l"ja.
Os pretendentes podera desde j examinar a re-
ferida armacao.
LEILAO
DA
tavema sita rua do Rangel n. 5.
SEGU.NDA-FEIRA 11 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS EM PONTO.
O preposto do agente Pestaa far leilao por
conta e risco de quem pertencer dos gneros, ar-
mario e mais pertencas da tavema sita rua do
Rangel n. 25, segunda-feira 11 do corrente mez, s
11 horas em ponto.
Feilor.
Precisa-se Je um feilor que entcnda de servi-
co de horta e jardim : no Co legio da Conceican,
a rua da S. Francisco n. 71.
- O comineniUJur huzebio it;u>tiaei Rabello
aluga o seu sitio no Caldereiro, eom grande casa
terrea e um sobrado para grande familia, com
ptimas accorimudacoes. Quem o pretender di-
rija-se ao mesmo para o ver, tratar no es-
criptorio, na rua lo Trapiche n. 48. primeiro an-
dar.
Manoel Jos Fernandes
Barros.
Felippe de Figueira Faria, D
Marcionila Barros de Figueira
Faria e Man el Jos Fernandes
llarros, rogam aos seus prenles
c amigos o caridoso obsequio de
assistirem s missas que mandam
celebrar por alma de sea finado
sogro e pai Manoel Jos Fernandes Barres, pelas
7 1|2 horas dia II do corrente, !. anniversario
do seu passameuio, na igreja do convento de San
to Antonio desta cidade.
Recife, 6 de agosto de 1873.
Hyginio Ferreira da S-Iva cordeal-
mente agradece a todas as pessoas
3ue lh lizeram o caridoso obsequio
e asistir os ltimos suffragios fei-
tos sua querida mi D. lgnei The-
reza de Jess e acompanhar seus
restos mortaes ao cemiterio publico, de novo con-
vida a lodos sens prenles e amigos e as mesmas
pessoas de sua amisade para que se dignem as-
sislir a missa e memento que manda celebrar sah-
bado 9 do corrente, stimo d a de seu fallecimento,
na igreja de Nossa Senhora do Livramento, s
6 1/2 horas da manh._____
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
Rua Primeiro de Margo n. 7 |, 1. andar.
Lacoste perito cozinheiro francez, tendo tido a felicidado de agradar ao respeitave
publico desta bella capital (a vista da concurrencia que tem seu hotel) acaba de apromp
tamo 2. andar, quartos mobiliados com gosto e a pre?o muito razoavel.
Recebem-se assignaturas.
&HI TOBOSAS HL\S.
berto desde s G horas d'amanlia, ata s 10 da noute.
Agencia BlaadyTclegramma na illia da Madeira.
E' provavel que a seceo entre Portugal e a ilha da Madeira, do Tolegrapho Elc-
trico Submarino Brasileiro, esteja prompto para funecionar no mez d'agosto do corrente
anno, e a supra mencionada agencia na referida ilha, offerece-se para transmittir ao seu
destino quaesquer telegrammas que lhe forem remettidos em cnveloppe fechado, sobres-
criptado Agencia Blandy Telegramma, Madeira.
A linha telegraphica estabelecida na ilha da Madeira, podo transmittir telegrammas
para todas as esta$es telegraphicas na Europa, Asia, frica, America e Australia, custan-
do cada telegramma de vinte palavras 3&300, em moeda forte, alm das tajas da estarlo
de Lisboa.
As pessoas no continente da America do ul, que quizerem utilisar-se da agen-
cia Blandy para a transmisso de telegrammas, devero faze-Ios acompanhar de letras ou
cartas de crdito sobre Portugal ou Inglaterra, para o pagamento do custo dos telegram-
mas e das despezas da agencia.
Madeira, 15 dejulhode 1873.
Carlos R. Blandy.
Os precos para a transmisso de telegrammas da ilha da Madeira, suppe-se serem os
segnintes:
Tara Portugal
Gibrallar
Hespanha
Malta
Franja
Inglaterra
Allemanha, Hollanda, Dinamarca,
Russia, Noru'ga, Suecia, Blgica,
Austria, Italia, Grecia, Turqua, etc
Egypto, Portos do Mar Vermolho,
Turqua e Rssia asitica, etc.
Aula particular.
Fausla: Me|ajla .Hnfia Rcaal faz sciente aos
Srs. ehefes d familias que tem aberte desde o
dia 12 de julho do eorrente anuo urna aula par-
ticular do fnstruccao primaria, em sua reidea-
cia no Campo Verde, ru:i do Socego n. 57.
Urna crioula que salte c<*inbar e ngommar.
oflercce-se para ama de casa de hooiem (.Iteiro o
de pouea familia : a natac na roa da Concordia-
n. 97.
Aittga-se uuu i-j.-a hirfea nova, hastante fres-
ca c com cemmodo* par familia, na rua do co-
ri.nel Seara : a tratar na oiesmi na n. 33.
O abaixo assignado rein por aioio dcsle par-
teeip.v o respeitavel publico que drspedio desde
i iba 3 do crrente, o seu caixeiro o Sr. Manoel
Lgiz de Sena, e qne nao se responsabilisa par
qualquer cousa que o mesmo tomar em seu uorae.
Recie, 7 do agosto de 1873.'
_____________Gustav Mollete.
Cidade da Escada
A moralidade de algn* habitantes desta cidade
pnlo a cmara municipal, que lance suas vista
para actos ti. mmoraes, praiieados pe'a *,
qne i m nenhum resneiso as familias que trami-
tam pela estrada publica (ima'gem dorio Ipojiiea)
hanham-se no mesmo rio todos descomposios, isto
continuadamente das seis lioras da manh as seis
da larJe;_c(i gritos epaiavradas desboneetos, a
ponto de nao se poder pas tao pouco ao banho.
Por isto pede se lamben ao ?r. delegado de po-
lica que ao menos, fundado na caridade, d uro|
videncias a respeito : asm te espera.
6 de de agosto de 1873.
. O snpatetro.

a


2* O 0. 13. 8
0. 16. 0
0. 16. 0 a 0. 18. 0
1. 1. 3 a 1. 3. 3
0. 17. 3 a 1. 5. 3
1. 1. 3 a 1. 1. 8
llespoftta no protesto le I rn-
cmc* tffonno de Mello Jnior
e de D. Marliannn Victorino,
de Mello, no rHilarion dr 5. tt e
1 de cerrente.
Em 9 de marc/j de 1870, fiaeram os protestaa-
les e outros um contrato, pelo qiwl aulorisaram
Alfredo Cardoso Pereira a proceder na liquido,
jo do acervo de Francisco Adunco de Hela,
etno procurador em cauta propria e n caso ie-
o eonirariarem pagar o que assim proceder, a
multa de 8:00()i 00, que reverter em b.'uelick.
dos outros contratantes. J vee n os protestantes,
que j incorreram na multa, e que nao e- ao de
boa f. ProlesUmos pela parle tra o proeedimento irregular de quera nos offer*-
de, sem causa.
Recife. 1 de agosto de 1873.
^ __________Alfredo & Barbosa Jnior.
Precisa-se de um professor para leceonar
primeiras lettras: na traversa do Mrquez di Re-
cife, antiga travessa d<> Ouvidor, a. I.
- Olferece se una ama para casa de hoinem
solteiro, que engoiiima com perfeiso ; a rua das
Cruzcs n. 5.
Sociedade Recreativa Juven-
tude.
De conformidade com o que dispSe o art. 19 de
nossos estotutos, scientificj aos senhores socios
que esta presidencia deliberan ter logar domingo-
10 do corrente, pelas 6 horas da manha, a renuio
da a?sembla eral ordinaria, alim de ouvirem a-
leitura do relatorio e parecer de exame de contas,
e elegerem a nova directora para o anno finan-
ceiro de (873 1874.
Outrosim, a presidencia ehama a atlensao do
senhores socios para o art. 8* 4* e art. 20 2o de
nossa lei.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude.
6 do agosto de 1873.
frantitco A. F. Vianna,
! secretario.
Na rua Bella n. 11 precisa-se de urna preta-
forra ou eserava, para veoder nm taboleiro. \ \
Na rua do Hospicio n. 81, precisa-se do um
criado para todo servico, nreferindo-se o que fo
captivo.
Por 6005 e por motivos justos, vendes
urna preta de 35 anuos, engomma, cozinha e lava,
barato : na rua de Hurtas n. 96 : na mesma
casa ha mitras escravas cora habilidades e setn
ellas.
1. 5. 0 a
1. 15. 0
a
% 1. 10. 0 a 3. 15. 0
etc. 3. 15. 0 a 5. 5. 0
etc. 4. 10. 0 a 5. 10. 0
6. 10. 0 a 7. 15. 0
10. 0. 0 a 10. 10. 0
America do Norte, Antilhas,
India, Penang, Singapooro,
Java, China, Japn, etc.
Australia
Para mais informacoes, quem quizer dirija-se aos agentes em Pernambuco.
Wilson Rou-e&C.
Rua do Commercio n. 14.
Pesos e medidas
LEllll
DE
todos os movis, iogos e mais utencilios
DO
hotel da Jaqueira
Sendo:
Movis.
Um bilhar, bagatellas, 1 gnarda-lousa. I eos-
morama, 1 mesa elstica, 1 guarda-roupa, rae-as
para jogos, relogios americanos, cadeiras de ama-
relio, ditas de pinho, aparadores, bancas com
tampo de pedra, marquezas de amarello, figuras
de porcellana, quadros, espelhos, jarros, cabides,
camas de ferro, ditas de lona, qnartinheiras, lava-
torios, mesas de pinho, louca para almocp, dita
para jantar, compoteiras, bolas de vidro, candiei-
ros, copos, clices para vinho, ditos para champag-
ne, bandejas, sorveteiras, 1 machina pare Iimpar fa-
cas, 1 bomba americana, bancos, trem de cozinha,
e mais artigos existentes no mesmo hoteL '
Gneros.
Duzias de garrafas de cerveja Noruega, ditas
nacional, ditas de champagne ditas de vinho
Cherry, caixas de vinho Bordeaux, genebra, licores,
bitter, peixes em latas, conservas e diversos g-
neros que estarao patente:
Terca-feira 12 do corrente
Par intervenco do agente Pitido Borges do
mesmo hotel, o qual principiar lego qne ebecae
o trem qne ha.de condusir (gratis), os concur-
rentes do leiSo, partindo da estacao do areo de
Sanio Antonio s 11 horas em ponto.
D. Caelana Francisca da
Silva Lages.
Demingos Jos da Cimba Lages, tilhos, sogra,
cunhados, iimao e concunhado, vem por esle
ineio dar o mais solemne testemunho de seu pro-
fundo o eterno reconhecimento a todas as pes-
soas que se dignaram, no dia S do corrente, av
sistir na matriz do Corpo Santo, aus ltimos suf-
fragios e acompanhar sepultura o cadver de
sua prezada esposa, miu, Allia. irm e cunhada
D. Caetana Francisca da Silva Lages.
Rogam ainda a todas as pessoas de sua ami-
sade e parentes da nada o caridoso obsequio
de assistirem s missas que pelo descanco eterno
de sua alma, mandam celebrar na referida Ma-
triz, pelas 7 l|2 horas da manh de segnnda-
feirall do corrente mez, stimo dia de seu fal-
lecimento ; por cujo acto de caridade e religio
prestado memoria da finada gravarlo mais um
penhor sua mais intima e cordial consideracao
9tfft*itMMM* Jwg*aH^efeSj|Hp|fttq
Candida Lins de Barros Mo-
reira.
Capito Jos Candido de Barros convida a todos
os seos parentes e amigos para assistirem a urna
missa que manda retar na segunda-feira H de
agosto, s 7 horas da manh, pelo rallecimento de
sua muito estimada irm Candida Lins de Barros
Moreira, pelo seu primeiro anniversario, na igreja
da nutriz da Boa-Vista ; cenfessando vivo rfij-
nhecimento e gratidio.
DO
Pesos de ferro e lati.
Medidas para seceos e molhados,
de ferro, cobre e latao, de ostanho e tuta-
Vendem-se em casa de
SHAW HAWKES & C.
Rua do Bom Jess n. 4.
Boa acquisifao.
Pagamento de dividendo
Paga-se o 39. dividendo das aceces do
Banco do Brasil, inscriptas na exncta cai-
xa filial d'esta provincia, razo de 89000
por acc,o ; rua do Vigario n. 1.
Governante
Precisase do urna fenhora de 36 annos de ida-
de, pouco mais ou menos, para governante de
casa do pequea familia que nao tem menores :
na rua da imperatriz n (0.
Casas para alugar no Mon-
teiro.
Vicente Alvcs Machado aluga dnas casas, juntas
ou separadas, para passar a lesta ou por um an-
no, na estrada que vai para o Monteiro, defronie
do sitio do Sr. Manoel Jos Carneiro, e na rua
nova de Santa Rita ns. 31 e 33, serrara a vapor.
Pi r seu dono ter de retirar-se para
a Europa, onde vai residir algum
tempo, vende-se um ptimo predio
de um andar e soto, n'uma das me-
lhoros localidades de Olinda, da qual se
descortina nao s todo o ocano desde o
cabo de Santo Agostinho at muito alem da
ponta de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagens do poente e sul;
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fer- Quarta-feira 6 do corrente, furtmm do sitio do
til; urna cacimba (poc,o) d'agua para o gas- Severiano, em Olinda, u.\i cavallo alazao, com os
to diario, e urna cisterna de agua potavel; dous P6*
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode servir de co-
Quem quer?
Dinheiro a juros em pequeas quantias: na
roa das Larangeiras n. 26, hija, se dir quera faz
este negocio.
Offerece se una ama (criada) que cose, lava
e engomma roupa, mulata e leva corasigo urna
filha pequea: a tratar na rua da Penha n. 3,
1 andar._______________________________
Hotel Aguia d'Ouro.
Fornecese comida com promptidio por com-
modo preso, nao s para mandar em casas par-
ticulares, como tambera se encontrar papa, das
6 as 7 horas da manh : n: na estreita do Rosa-
ria n. 23.______________________________
Aluga-se a casa n. 54 rua de S. Joo, com
2 salas, 1 quarto, cozinha fra e quintal, e preso
de 141 mensa!: a tratar na raa estreita do Rosa-
rio n. 17, 1* andar, das 10 s 2 horas da tarde.
Ao commercio.
Joo Jos de Carvalho Moraes, tem transferido
seu escriptorio para a rua do Vigario, pavimento
terreo n. 16.____________________________
Cavallo urtado.
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um sotao, proprio para dormida; muito are-
jado em toda a ep ca do anno ; com illu-
minac,o gaz ; e em vesperas de ter agua
caiialisada. Acha-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como do todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se acha, ou
otuveis. Quem quizer ve-lo,
es-
trella na testa e urna mlha branca no espinha-
co direito ; rogase s autoridades policiaes ou a
quem o apprehender o favor de o mandar con-
duzir para o estabelecimento, ou ao armazem do
Campos, rua do Imperador, que ser generosa-
mente recompensado.
Proleslo.
rar a chave na mfio do Sr. Luiz
Constando-nos que nosso cunhado Alfredo Car-
dos} Pereira quer vender o que elle e nos tem s
de haver do inventario de A. Cruz ao tenente-co-
retirando os ronel Jo'o Carlos de Mendonca Vasconcelos sem
pode procu-1 audiencia nossa, pelo presento annuncio protesta-
I_ j- n. mm nela validarte de. nnalaner m>crnpn une a
do Rogo'mos Pe,a va,1,,,ue de qualquer negocio que o
. i mesmo nosso cunhado Alfredo fa a, seia com
Barros, regente do hospicio de alienados e
a tratar na rua da nio o. 49.
Yende-se
ou aluga-se nm pequeo sitio bem plantado com
urna pequea casa, com cacimba c banheiro, por
preco commodo, no lugar denominado Fundo,
em Reberie, rna da Esperanca : a IrAlar na rua
do Cabug n. 6.
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, consol portuguez
de 2' classe e enarregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
tes, participa aos seus amigos, tanto nacionaet
carao portnguezes, que tem o seu escriptorio H
rua Primeiro de Marco n. 23, 1* andar, antiga raa
das Cruzes, onde pode ser proenrado todos as
dias nao santificados, das 9 oras da maohiie 4
da tarde.
Bom negocio.
Vende-se o engenho Camcvoziobo, copeiro e bom
moedor, distante da estafio de Agua-Preta tres
legoas, pode safrejar de 3 a 4,000 paes de assucar
e com boas matas de excedentes madeiras : a
tratar no mesmo, on nesta cidade rua Duque de
Caiias n. 40, com Joaquim da Sifva Costa.
Algalias
As algalias do fabricante Bnoes Boulevard du
Palais, sao aS melhores conhecidas, pois que con-
servam-se perfeitamente no clima calidos, como
a experieacia eonstanteraente o est provando
(Mnala.
Alaga-se urna casa na rua
ra, eom quintal o cacimba
Araorim n. 37.
de Mathias Ferrei-
: a tratar rna'do
quem for, na qaalidade de nosso procurador, e em
virtude de precuracao que lhe passamoe para li-
quidar a heranca de uoss finado pai Francisco
Alfonso de Mello, e por essa forma fleam cassados
todos os poderes de qualquer procurarlo nossa
Para o mesmo nosso cunhado Alfredo. Engenho
eriquito, 6 de agosto de 1873.
Francisco Affonso de Mello.
Antonio Alfonso de Mello.
Joaquim Sinfronio Affonso de Mello
Maana Viclorina de Mello.
____________Manoel Simplicio Alfonso de Mello.
ALUGA=SE
o sitio de Bemflca n. 8 (Passagem da Magdalena),
com casa e solio de grandes commodos para nu-
merosa familia, margem do rio Capibaribe, e
passando os trilhos dos bonds na porta : a tratar
com Jos Francisco de S Leito, em Olinda, la-
deira do Varadouro, easa n. 22, e no Recife, rua
do Apollo n. 36, 2 andar, ou na rna do Commer-
cio, armazem ns. He 13.
Simeo.
No dia 23 do corrente ausentou-se do engenho
Repouso, cidade da Escada, o escravo Simeo, pre-
to fulo, crioulo, 41 annos de idade, secco, cabeca
pequen i, testa grande e de cantos, cabellos um
pouco pegados, espadado, maos e pernas mal
feitas, muito cantador e tocador de viola, tem um
defeito em um dos dedos mioimos, junto a unha,
proveniente de um panaricio, e urna cicatriz em
um dos lados do nariz que chega aos beieps, pro-
veniente de nm talho, carreiro e tem bastante
pratica de licitar fogo cm vapor : qnem o appre-
hender queira leva-lo ao dito engen o, ou rua
do Imperador n. 77, que tora recompensado.
Pos Mime. G.stellan contra a tosse, nico
e verdadeiro remedio, recebido directamente : na
rua Nova n. 16.
Agua divina contra cancros syphiliticos
rua Nova n. I.
ha
CAZA DA FORTUNA
UVA 1. DE MARCO OUTROKA DO CRESPO N. 3
Aos 20:(r0!l$000.
0 abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
pn impamente, como costuma, at o premio de
4:000*.
Prcc*.
nteiro.......H*000
Meio........O00
Quarto....... 6*000
Manoel Martins Fiuza.
DROGARA HOMEOPATHICA
DA
ViuvadoDr. Sabino O. Lud-
gero Pinho.
43 Rua H Br*o Ja Victr 43
Contina esta antiga easa i ter sempre venda
os melhores medicamentos hoineopalhieos em gl-
bulos e unturas, tanto em carteiras como em cai-
xas, d? diversos tamanhos, jielos seguintes oreos
Baos :
, Em Robalos Em tinturas
1 carteira ouu'xa'ile It
medica raen tos
dita dita de 24 ditos
dita dita* de 30 ditos
dit dita de 36 ditos
dita dita de 48 ditos
1 dita dita de 60 ditos
I dita di Tul'os avnlsos de qual-
quer medieamento
Vid ros avnlsos idem
Opodeldoc de Rhuf^ de
racismo,
10* 12*
11* 24*
20* 2H*
24* iU
30* 40*
34* M*
50* 80*
iOOrs. e 1*
1*090 e 1*
Bryoni e para rheu,-
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Diario de Peniambuco Sexta feka 8 do Agosto de 1873.
5 P
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:.N

MEURON&C

AVIAM
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qiizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de METTRON & C, e a desig-
napo de REA PRETA.
MEURON ft C.
FUNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRUH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM \0S leoborea de englobo e ontros agricultores, eem pregado res de m
cinismo o favor de orna visita a seo estabelecimento, para verem o iiovo gortimiote
wmplet qae abi tem; seado todo saperior em qaalidade n fortidao; o que com a ios
p*c$io pesn al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SA FNDlCO
Vannrfli a rnrlflq A^nfrat dos mais mo!ern"s *y fapvioa xuuao U agua manbos convenientes para as diversas
rearastandas dos enhetres proprietarios e p ra descarocar algodao.
uT06ndaS dQ Canna de.lo(los os tamanhos> a^mclbores qae aqai
Rodas dentadas p"*-^^-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
Maehinismos
Bombas
para mandioca e algodSo,]
e para errar madeira.
Podendo"todos
^ser movidos a mi
por agua, vapor,
de patente, garantidas........ jou animaes.
Todas as machinas e pe?as de q,1 ee C0SlQma prccisar*
de macfciuismo, a preco mni resomido.
Fas qualquer concert
Formas de ferro
Encommendas.
no mer-
tem as melbores e mais baratas existentes
cado.
Inoombe-se de mandar vir qnalqaer macbinismo i vod-

PENHORES
Na travessa da na
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual fora quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Al PUBLICO
Qnesi rfais tmm4>mferoce ?
Incontestnvelmente a loja Je calcadojTestrangei-
ro que mais cunimodo uffereec em geral, con espe-
etolidade ao lidio sexs, c o PaBIS NA AMEK1CA
a ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do (Jucimajo) e a razo? a razo simples :
um eavalbeiro (amante do chique) por certo se
huonimoda quando, para comprar um par de bo-
1111?. v-se forrado a experimenta-la sobre um
pequeo i pjicroso pedaco de tapete (systema ma
ac
tade dos clientes.lemferando-lbeVa vantagem de"facerem can. nic.) nr.o po.tehdo esta .forma conhecerse
... .j-> i B j i j i botina Inu ic;i boa, uois, nao teui atoaed uara
reas compras por intermedio de pessoa entendida, e qae em qnalqoer necesstdade pode experimenta-la, ao menos que nio a estrague dan-
Ules prestar auxilio.
e instrumentos agrcolas.
Arados americanos
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
At vir.
O Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vez
rogado vir ra do Imperador d. 28, a negocio
de seu mteresse.
Convite.
Os spnhores abaixo declarados, sao encarecida-
mente rogados virem i ra do Imperador n. 28,
a trataren de negocios particulares que Ihes di-
xem respeito:
Antonio Anacleto dos Santos
Antonio Alfonso Mereira.
Antonio Pinto dos Santos.
Anfouio Jos da Silva.
Antonio Jos Ribeiro de Moraes.
Benjamim do 'armo Lopes.
Domingos M. de Barros Monteiro.
Deocleeio de Brito.
Or. Fraaes o Pinto Pessoa.
Ebom Wistig.
Emilio Jos de Moraes.
Remandes de Azevedo.
Francisco Alves de Mello Tico.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Jos Carneiro.
Joaquim Guedes da Costa.
Joaquim Jos Mara da Penha.
Jos de Brito Melle.
Jos Goncalves da Silva
Manoel Antonio dos Nascimento.
Manoel Silvino de Barros Palcao.
Paulino Joaquim Tavares.
Theotonio de Barros e Silva.
William Rawlinson.
*
*
*

HEDICO-CIRURGICO
DO
Dr. J. M. Cari*
25,pri-
Ra do Mrquez de Olinda n.
M meiro andar.
W. Consulta das 9 horas as 1 i da manhi.
Chamados a qualquer hora
? O OOOOOO *****
Ama governante.
Na loja da ra da lmperalriz n. 10 se dir quem
precisa de uraa ama que saiba mandar e fazer
todos os mistares de casa de familia que nio tem
crianeas.__________
Alagase
o terceiro andar da ra do Vgarw Tenorio n. 20:
a tratar i roa do Amorim n. 37.__________*
Joaquim da Silva Costa pede a seos devedo-
res que quanto antes venham saldar seas debitas,
como qob evitarao desgostos futuros._________
Caixeiro.
Precisa-se de nm de 18 a 16
com ortica de taverna ;, na roa
15.
annes de idade,
da CasaFerte
V '
Joaquim Jos Goncales
Beltrao.
Ra do Commercio n. 5, 1.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, era Braga, sobre os seguirtes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
M ir andel la.
Moncao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueir8.
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun
do ladrilho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-sc se fica bom o calcade : para o
bello sexo, entao q uasi impossivel,' que urna se-
nhora (do bom tom) queira sujeitar-se a experi-
j montar calcado ao lado de um baleao, onde en-
I tra qutm qnor, ainda mesmo para comprar : o
Pars na America nao resente-se desta taita ; tem
nm bern preparado gabinete reservado, para as
Exiims. que all poderao estar em perfeito commo-
do para a esculla do calcado.
fcao terminam at.i as vantagens on commodos
do Pars na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tambem no bom sor-
lmenlo de botinas para homens, dos meihores e
mais afamados tabncantes da Europa, como Me-
lies, Sujcr, Polak, etc.; etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos. assim tambem nm lindo sor-
timeato de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades que poderao salisfazer a esco-
lha d.. mais capichosa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, fst claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Park na Amrica, ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Queimado
Aluga-ee o f' andar do sobrado n. 9, sito
ra Duque de Caxias : quem pretender dirija-se i
roa Nova n. M, que achara com qnem tratar.
Negocios de Portugal e Hes-
panh
a.
Domingos Maria Goncalves participa qne ?e en-
carrega promover o bom andamento de quaesquer
questoes jodiciaes nos dous. paires cima mencio-
nados, para o que est habilitado com um pessoal
compotentissimo de correspondentes. Escrptorio
ra l'ritieiroflc Marco n. 23, (antiga do Crespo)
para engommar : a ra
Offerecese urna ama
das Crnzes n. 5._________
Dr. King retirndose provisoriamente para
* Europa, deixa em seu lugar o Dr. Tarquinio Villas
>oas. Qualquer chamado deve ser por escripto
entregue .ra da Aurora n. 5?, I- andar. Ao
mesmo tempo despede-se de seus amigos, pois nao
o pode fazer pessoalmente pela rapidez de sua
vlagem.
Precisa-se de um offlcial de barbeiro, no sa-
leda ra das Larangeiraa n. 19 : a tratar com o
do*) do mesmo.
|j*CBsnllorirt medieo-cirurgif o g
Precisa-se de um caixeiro para taverna
roa dos Coelbos n. 10.
P
i
0 BACHAREL
Joo Goncalves da Silva
M'Hilaiwos
Advocado na corte, a na
de S Pedro n. 69.
Se encarrega de negocios forenses e
administrativos.
H
FUGIO
Eetaffngido o cabra acaboclado de nome Pru-
dencio, desdentadoe os cabellos um pouco ublcol
dos, andava com urna carroca eonduzindo estrum -
para um sitio, e fugio no domingo 6 do correte ;
esta eacravo ligeirameate gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvenck) da Silva e boje pertance ao
buao de Nazaretb, que gratificara a quem o apre-
Elle representa 50 annos, filho de Gol-
tentar.
1
DE
I
Chamados : a qualquer hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 s
4 horas da tarde.
i
0^Xv> r*v>>ix^ #

A II i frtrifafe de urna an
iWI A '**!r* *codnJ'ar pata
IU IVpunca fcnBliat' tratar
da Roda n. 42, I. andar
Urna ama para
casa de
na rta
fe Precisase aloga? urna ama de leiio : a tra^
lar na roa rto S i| n 11.
Oo-zinheira.
Prefisa-w de uin.i ama qu'1 ja perl.iit.i jio.-e
servieo e que tenha boa ci-mlurta : tratar era
Santo Amaro em srfuinieiilo roa d'Anrora n.
Precisa ,e de urna que co-
z niic o diario de una casa :
na roa do Bario do Trium-
pho n. 78, antiga ra do Brum, armazein de Ma-
noel Jos de Sa Araujo. ___________
AMA
segundo andar.
lho pequeo.
Offerece-se urna ama (criada)
que coze, lava e engomma roupa:
tratar na ra da Penha n. 3,
E' mulata e leva consigo um
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na
ra da Penha n. 23, 1 andar. ___________
Precisase de urna ama de leite sem filho :
a roa da Penha n. 23,1* andar,_____________
Precisa se de urna ama para
casa de ponca familia, que co-
zinhe e engomo: na ra da
Rettanraco, eutrora da Guia n. 8__________
Na ra da Alegra n. 40 pre-
cisa-se, para andar com urna
meuina, de urna ama de meia
idade, que d fiador de sua
AMA
AMA
Novidades Arniazcn do liimo
i
Na padaria alloma de Malditas [enx, ;i ra da
Restanrac.io n. .%4^lein para vender n sfgiiinte
staiirac.io n. MaIpui para
'n-slllil.i. f.f \\sl|.h ,!:>.
r.|vi|;i;i-i \N.

conducta.
Relojoeiro e douradr por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
voita da Europa, contina a en-
carre,Tar-se de coscertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
outro objecto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na tra ve sa da ruadas
Cruzes n. 14, andar, per traz da prara da Inde-
pendencia, que o entonlrarSo prompto a garantir
teus trabalhos e a faze-los por precos mdicos.
MOFINA
Est encouracado!! 1
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazaretb desta provincia, o
favor de vir a ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passoa a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seo tiiho se
achava nesta cidade.______________^^^
PP^ At vir.
O Sr. Jos Alves Machado Guimares pela se-
gunda vez rogado a vir na do Imperador n. 28,
a negocio de seu interesse.
Fugio do engenho utigi, freguena da Esea-
da, o preto de nome Sabino, alto, bem prcto, rosto
comprido, bei;os grossos, foi comprado ao Sr.
Manoel Quintine, do Riacho-Doce, termo da Madre
de Dos : quem o apprehender leve-o ao referido
engenho, ou no Recite ra do Visconde de Ita-
parica n. 2i, que ser generosamente gratificado.
D.
Tres Mundos
POR
ANTONIO DA COSTA
Mundo Barham-lliinilo Romano
Mundo christao.
Um volume
ntidamente
3/000
impresso
LIVRARIA FRR.NCEZA.
Escrava fgida.
Fugio no da 29 de julho prximo findo, urna
escrava de nome Vicencia, com os sipnaes segiin-
tes : parda, cor de canella, alta, gorda, cabello!
meio carapinhados, rosto redondo, tem falta de
denles na frente, levou vestido de cassa. chale de
varias cores e talvez botinas, filha de Macei,
onde tem um irmao chamado Vicente, em cuja
companhia estao dous filhos seus, pode ter ella
fgido para alli, mas ha quasi certeza que esteja
nesta cidade do Recife acoutada por um certo se
nhor doutor, a quem se pede que a mande voltar
para casa de seu senhor, sob pena de publicar-se
todo o seu nome por extenso nos jornaes, e procc-
der-se contra sua senhoria. Ropa se s autorida
des policiaes e capitaes de campo a captura desta
escrava, e que a conduzam ra do Baro de
Triumpho (antiga do Brum) n. 92, que serio gene
rosamente gratificados
l>ila< dit.s lartiil
Ditas unan lias daas.
Lentilhat.
Feijaolir.nir.u grande.
Sevailiiifca. ,
Sag.i lino.
AiiK-ixas seccas.
("orejas ditas.
Macaes ditas.
Discoulos bamburguezes.
8ai amoniaco para os padeiros.________^^
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao & Filiaos
Teem para vender ns seu escrptorio roa do
Commercio n. 5, o seguintc :
AGURDENTE de caj caixa de 12 garrafas.
de larania, idem dem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenlemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e scnlmra> cabo
de marlim e taso.
FKIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Baha, da fabrica do conmien-
mendador Pedroio.
LINHA de roriz.
OBRAS de pal .eta.
PANNO de algodao da Baha, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidailes. das fabricas de
Peres e Eduardo Milito.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAl'ARRIIJIA do Para.
ELA^ de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Duuro, idem ido-i.
i dito Setubal, caixas de 1 e 2 dio w.
da Italia engarrafado, caixas do 6 gar-
rafas,
de Collares superior, em nncoretas.
de caj, caixas de 12 gat afas.
Malvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
< Carcavellos, idem idem.
Riin dn M.t'ln; de Dous n. 10 A.
qa BMIn^nes do Catino e sv.i pfitiffpa a<-i
ihm !n L'ii'7 ii amipus c|tw no --< illa i.i Minie >:.' l'HOT ii. III A. : ..cia i-ji .;,;.-
. : lf|ii s.iiiuiii'iii.i >lf f-in......11 ni i|e palw re ,
2.- i- i.- viir-. ,...- HK-ilinn'< tal li.-autas u L'abia,
e bem a-siiu a Bor em ufc, pacotc-. Iaa- gnu lw e |' li. ni di' mni .irmtftai.iiK ;..i;icai;:fs lor1 ji
Araujo, uzar, dolubo ichindt k C, Lizanr
Schmidt C, Veigas A Ar;ujo, Trindade & Ave-
lar, Teixeira Pinto & Puriclla (garantido pelos
memos) e de ouiros ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O animnciaiita declara que
lodo fumo que l'or vendido em sua casa ser pelo
seu jusio valor, e que quaed i;nrantir a respecti-
va qaalidade, scia tunero, mni paTticularmcnic
com as pessnas que ponen ontenlam da mati-ria ;
pois para bi ni servir a lodi.s, Icm o anuuiicante
a ionga pralica de 15 annos deste ctninen-io.
Mais val trele do que
nuuc .
Uis i ipertanfe.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
SUMIOS
acet-ipe delicioso que se preparav.a amigamente
NA C0NFEITA1II \ DO CAMPOS
que os proprielarios daqne'e establecimento re-
solverain lo ivivo fabricar lao delicioso manjar,
nio s para .-atisfazer algorras encommendas, co-
mo para criar novos ciiisuiriaiidores.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabug n. 1 A, acaba
de re:eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sorliuiento de corpinhos do caa-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phautazia,
saias bordadas, ditas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinlios
e transparentes para meninas, que udo vende
per barato preco.
MlpMMNaMpMiMa *M"5>3ic.-.-"wjre*ojc-
1 Trastes.

9
m
X Compra se e vende-sc trastes novos
>K e usados: no armazcm da ra do Im-
3j erador n. 48.
5# 8 9 -"
Compra-so aceces da companhia do
Beberibe; a ra Pri-neiro de Margo, n. 21.
Vndese um boi manso e feilo no servieo, e
urna carro.;a em bom estado : quem pretender
dirija-se ra do Visconde de Goyanna, antiga ra
do MonJego, n. 72, taverna.
V ende-se
A taverna da travessa das Cruzes n 6, propria
para principiante, com poucos fundos : a tratar
na mesma.
AtteiiQo
Pede-se ao Sr. tenente-co-
ronel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerque, o favor
de vir ou mandar ra do
Coronel Suassuna n. 4, ne-
gocio que S. S. nao ignora.
Quem precisar de um administrador ou fei-
tor, para enganho ou sitio, casado, com mulher e
filhos, dirija-se ra do Barao da Victoria n 6.
que achara eom quemtratar.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro para taverna com
bastante pralica e d fiador sua conducta : na
ra Duque de Caxias n. 20.
- Precisa-sede urna mulher de boa conduct
para fazer companhia a urna pequea familia: na
ra de Hortas n. 63.
Condecorares.
A eoroa brilhante recebeu pelo ultimo paquete
da Europa as seguintes condecoracoes, de ouro e
prata dourada : comineadas da Rosa e offlciala-
latos, commendas de Christo com as respectivas
cruces medalhas para cavalheiros das ordens de
Aviz, Cruzeiro, Rosa e Christo, e juntamente fitas
para as ditas condecoracoes e da campanha do
Paraguay : coroa brhante, loja de joias, ra
do Cahuc n. 11.
Calgaclo do Porto
Tamancos e chinellos, sapatos de tranca para
homem e senhora, grandes e pequeo-, tudo de
superior qualidade, chegados pelo ultimo navio :
na ra da Senzala-nova n. 1.
Vende-se
um escravo de 17 a 18 annos de idade, de bonita
figura muito sadio, proprio para bolieiro ou co-
peiro, de que tem bastante pratca ; para infor-
maes dirijam-se ra do Baro da Victoria nu-
mero 20.
Vende-se um baleao de amarello por barato
proco : na ra do Commercio n. 38.
Vende-se urna mesa elstica com 6 tabeas,
muito nova, e de amarello : para ver e tratar, na
ra de Marsilio Dias n. 88, Io andar, das 4 horas
da tarde em diante.
VENDE-SE
a taverna da ma do Leo Coroado n. 2, propria
para principiante, e vende-se porque o dono quer
retirarse para o mato a tratar de sua saude. A
dita taverna bem afreguezada.
SERA
sim senhora.
Nao ser por acaso novidade (e esta fresca) as
lindas e fascinadoras fachas de seda, com as com-
petentes fivellas de tartaruga, primorosamente es-
maltadas de madreperola, que recebeu o Vapor
das Novidades ?
sim senhora.
Ser env
el?

Engomma-se com toda limpeza e perfeico
ronpa de homem e senhora : ra Duque le Ca-
xias i. 39 hotel.
Consultorio medico
D0
Dr. Hurillo.
RA DA CRBZ N. 26, 2.. ANDAR.
Reeem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os bospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro-
nsso.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
spec crianca e de mulher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua especiatidade as Juchas fras e
bankos a vapor, para os quaes trouxe ^
os apparelhos mais modernamente em- n
pregados na Europa. m
Tambem applica com grande proveto A
no tratamento das molestias do tero
w electrieldade, pelo procesao do Dr. Tre-
8
V. pier. Cura
i
Brocesso inteirameote w
Mafias e obre rnde a O-
V(gotta militar) dispensando as iajeccoes. *
ir nm processo inteiramenta
jd boto as hiennorrhagias e sobre tudo
Que se possa vender um par de botinas de du-
raque preto e de canno allopara senhoras por 5?
sim senhora.
Comvm advertir
que so no Vpor das Novidades, ra da em-
peratriz n. 36, onde se encontram botinas de"du-
raque preti para senhora e em perfeito estado
por 4*000, cassoletas de ac do nltimo gosto, gra-
vatas para senhoras e outros muitos artigos de
fazer arrepiar pelle e cabcll j, nao s pela sua
elegancia, como pelos precos porque sao vendi-
dos.
L isto
ra da Imperatriz n. 36.
S Leitao & Oliveira.
Vende-se um piano francez de meio armario,
em perfeito estado e de excellentes vozes, assim,
como urna pequea mobilia e ou.ros trastes de
casa : ra Volha n. 94.
E qual ser a familia que nao
mandara buscar alli, ao menos
urna duzia de
SONHOfl
para a sua so!Terneza ?....
TASSOIRMOS k C.
Km seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. +7,
tem para vender por pn.-cos commodos
Tijolns encarnados sexta vos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Porllaiiil.
Cimento Hydiaulicc.
Machinas de desrarocar .il(;odo.
Machinas de padaria.
Potassa da Rsala em barril.
PknBpQoroa de cera.
Sag em garrafAe.
Sevadinha ein garrafoes.
Lenti has em garrafoes.
Rhuui da aJmaica.
Vinlio do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaax, dito.
Vinho de Scheny.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradaa inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhicr Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barrs com rcpolho em salmoura __________
1." e 2." series.
Vende-se una assignatnra das caderneta? do
Diccionario Portugus deFr. D. Vieira, ja pagas a
1* e 2* series : ra Duque de Caxia* n. 73.
Las, ultimo gosto
A Rosa Rranca vende las de gostos muito boni-
tos a 800 ris o covido.
Las de qwadros a 320 ris o
, covado.
mais lis pelo baratissims prego de
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas de padroes muito
delicados, e est qneimando.
Atoalhado.
A Rosa Rranca tem o que ha de melhor e de
rico* desenhos.
Novas cambraias pretas.
A Rosa Rranca tem os mais riengostos em s
cambraias pretas : do so amostras de todas as
fazendas, trazendo penhor.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conecituado medicamento p3ra
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a e;te merca lo:
na ma do Marqodl do olinda n. SI.
Caes do Ramos, na barcaca Simpathia, ven-
de-se urna canoa pequea, de amarello, i3 vigas
de sapncaia de 32 palmos, 5 ditas de 18, i pran-
choes de amarello e 6 jangadas, a tratar com o
meslre da dita barcaca, ou com o Sr. Elias nodito
lugar. ______________
Chegaram
320 ris.
Hesperidina
Verdadeiro bter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmos &
C ma do Amorim n. 37__________^__^__
A dinheiro
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel de cores, resmas grandes, sortidas a 9 J.
Dito de dito ditas, assetinado e muito encornado
9/000.
Dito de seda (mais conhecido por seda de roi-
Iho) do verdadeiro, francez, a 2J6C0 o cartao de
10,0110 morlalhas.
Dito de linlio fino de Barccllona, marca martel-
lo, 4*000. "
Dito de dito dito, marca batanea, 3*503 a resma.
Dito de trigo, resmas grandes, do verdadeiro de
Barcellona, 9i a resma
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ruada /adre de Daos n. 10 A, armazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes d
charutos.
Fumos em folhas, muito velho, cheiroso e forte,
para fumar-se, da safra velha, e dos meihores lu-
gares de S. Flix, Nazarelh, da provincia da Bar
hia, sao vendidos a dinheiro vista por preco*.
muito reduzidos.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e-
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Alhos a 40 rs. amounc,a e gaz
a 5#800 a lata.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem
do fumo.
Vende-se 4 canoas abenas que pegam de 800
a 1,500 lijlos grossos : a tratar na ra do Coro-
nel Seara n. 3o.
320 rs. o covado
Cassas de linh.o de padroes mindos e odres fixas
a 320 rs, o covado, loja dos Arcos : ra Pri-
raeira de Marco ( antiga do Crespo ) n. 20 A, de
Surgel do A mar I 4 1.
c terreno.
Vende-se ou aluga-se a casa de tato e terreno
sito em Sant'Anna, junto da estacao ; trata-se na
ma do Bom Jess n. 4, armazem '*
Grande liquidaeao.
Na ra do Queimado n. 43.
Fin ii-eate a Praeinha.
Lazinhas de quadros a 240, 280 e 300 rs. o eo-
vad).
Chitas de cores seguras a 240 e 280 rs. o eovad*.
Madapolo bom alia peca.
Algodaa T a 44 5| a peca.
Coxas de fustio, grandes a 3/1500.
Toalhos felpudas a 6/ a duzia
Lencos para meninos, a 80 rs.
Brim lona de pura linho a 1#500 a Tara.
Cortes de casemira de cor, a B#-
E muitas ontras fazendas por meaos do sen va-
lor. So o>43, ruado Queimado em frante a
praeinha.
Vende-se.
nma casa terrea na estrada de Joio t Barre*
n. 17, e um terreno na ra do Prineipe, eom 148
palmos de frente e 120 de fundo a tratar na
I ra da ikiledade n 54.
LlHZi


L


DifiiMide>toaai*m&) 'Sektoftfta 8 tiV 1
--
lili ANDES, MMMIJHS
Em azendas de gosto

LOJA E
X. 60
^uJSM DO
Ra da Imperatriz K
DE
PAVO
60
mmsao unhob ia /
CJequcs iolif de madrcpcrein,,. braceos e de
lese (ne trazcffl o dsticoKIAQ cid le Iras
mbem to umkmwvhi em alio ruievo,' lr
PERIIRA DA SILVA & GUIMAHSI
u proprtetanos ueste importante ostabeleciment, participara ao respeitavel pvblico
desta faje o aos seus numerosos fregu* que acabam de recebar pe''* oltimos Vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas laaenda* de goslo
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assirn como tambem um grande
sortimento das molliores fazondas de lei, que se vendem por precos muito em couta, s
com o tiro de apurar diuboiro.
A? pessoas que laagseiasn em pequea escala, neste estabetecitnento podertov faaer
os seus sortt,lientos.porque- se llies vender pelos precos .que comprara as casas esttan-
geiras; de to las as azendas se do amostras, doixando penhor, ou mandam-sc levar em
casa dad Lxmas. familias pelos caxeiros.
o*e:
tambem
nando-sc por istu apropmde para ivas, a NO
VA ESPEHANCA ra Duque de Caxias n. 63
(antiga do Qnelmado) quein os lew.
Sao de tarttmtga
Os brincos, broches, meios adereso?, crur.es,'
coracSes c casaolelas, que estilo oa posto bC
escolha das Exims, (amantes do cliue) mUe-si
nal NmrEapeaaea, rua DudJnVdeT laxial
Aos meninos-k
A Nova Esperanza' ra Duque d CaliA n. I
63, acaba e receber um Jimio sortimento IdTbo-jf
ecas de muilas qualidade, vindo en^r eUa* as
engrapadas boneeas de borracha, assim tambem
lina pequea ijuanlidade de boneeas pretas que
se tofnanf'aprecladas pelo sua" nvHblfe.'
Ebem til
... *.
A Nova Eperanca a roa Duque de Caxks n.
63, i ecebcu verdadero cimento rmjtcz. prepara
cao para concertar ooYcehroa bem otif. '(
Vestido perdido*
.'O
A 15500, 1^200, 800 eC'iOrs.
O Pavo rocebau um brilliantu sortimento
su cor a iuo c tjuuu o covado. Ditas O Pavo vende superior
preUis.ouihstrastbsedaroxasaSOOrs. I),- godo, tendo 10 palmos fl
ta, partas com hslras brancas, azues ever- precisa de 1 1/4 vara na
des a 0, rs. o evado. Ass.m como boni- i^GOO o metro ou asof)
BURNOUS A 165000.
O Pavo recebeu pelo wltimo vapor de
Europa, burnoos dos mais lindos gostos
cadas licitas de crese nietas aue vende nflln i-me c =, ctniviun-ne as
b,ira;o -j. ue m atta; 53-SLSr" **ha dem*
das do cures com listras miudinnas em una BIUMANTIX PIRA T vstf\v
5i UM* c (O*, o cova.fc, BUas o S^ 2* *
de largara, que s
ara um lencol a
tasbarejesdeseda para vestidos com metro ou WO a vara.
mais lidas cores Uo.TllSh en! 1 T'0' ""^ *"'
na loia .lo PavaO. pecincna, cornado, com a mesma largura a 25400 a
^^vl^^00^!?^*^ Wtosfrancezes muito finos 25500 e
O Pavo receben um elegante sormento 35000
das mais lindas poupehnas do soda com os I Pecas de Hamburgo e panno de linho ten-
^&!ss?szbomtascres'bullir0 va^ P^-pC
SiiVS DE COitES A 25500 US. ^M(le brelanha fc H d
as .i'.'ii', eiCesMi,!Hm,b0mt0 Sr',,r,nt J'lraas' Ho precos raais baratos quesetem
aas mais nudas sedinhas do urna s cor com visto
deUcados ,le^uh3; miu.lmhos, que vende a Peebkelua -le finissimo esguio ou silzia
15500 o c vado. Hitas com1 hstrinhas, mu- com 6 jardas a 75000.
to boa fa/enda a 25W0. E'pechincha, na
Muiug vezes um TestidV torna-o TriteiranKlte
feio, somsme'pot'etar mafeaftflado : a Nova-Es-
Lste e,Uelecinientu est constantemente aberto das 6 horas da manila s 9 da noute raBfa i roa naque ffe fJnrtK-'n. 3, remote
es-te mal; jKimae estf f>em pnyrMi Jos mejores
falCes e mfnjai'e rtdfl#'s eoiw, dhfle pwes
colfcer-se i vootade sobresahlndo entre estds'as
modernas iraa^is mesaicaa qu? pea- st varieda-
de de' edres, a Mnt kMqwasi' toda' ** fezenu.
A ella antes qne se acabem.
Bolas dborfaea
Vendem-se de todos 9 tamaahos raa Mqae
de Caxias n. 63, na-Nova Eipereoca;-
Cabeos bremeos siem qtma
qaer
A Nava Ei[M?ranfa ra Duque do > Casias a.
63, acabar de receber a Verdadeira tintura de Res-
noitt paia tingir os caHeltos, o que. se eoneegue
(empreKamlo-^) com Tiroffl" faciHdadeye por estfe-
mevo, eabello brancos- re- ten> qucmfjnar.
Usto na" moda
.
na luja du Pavo.
CAMBH US AHLItTAS A 95 E 105000
0 Pav-i receben um eleganto sormento
d.s mais Unas cambraias brancas abenas,
borda las para vestido, que vendo pelo barato
prego de 95 e 105900 o corte, fondo fazenda
bastante para vcad\ E' pechituhn, na loja
do PavAo ra da Imperan i/, n. .
LZINHAS BOKbADASA 400 US.
(H.VAI)O.
- O Pavo receben.una eteganto sormento
das mais lidas ia/.inhas transparentes corn
Doriiibas, borda las, tunde do todac as cores
' : rocha pr .pria para viuva, e ven-
de pelo itaratissinjolpfeco de --oo r.s. o co-
v:,i-- pechincha, na bija do" Pavo & ra
da Imperatriz n. GO.
' \S MOTiKHNAS.
i Pavi vend um bonito sorttonento do
, i !i->lnid:is senda das mais mu lernas
nndoao mercado^ pelo ba-atissirao
.i li'. .*<>'.) e600 olts. ooovmlo. E' pe-
t>)ja I P-vo rea da [rape-
I
: -
Wl'i>ASA(V0ltS.OL(jVAI!0.
i toja do Pavfl um elegante
ais lindas alpacas lavradat
res raais modernas que
ni para vestidos, e vende-se pelo ba-
para
i is
.1
a
c!.
E'
0
irj<.o de 'n) rs. o covado.
cha, na loia do Pavo.
i.i AS ;'r:\Ni:i'/\s a OO E640RS.
METRO.
0 Pav receku um magnifico sormen-
to las nais lindas cassas fran czas, de er,
b is desenb s miados e
grados. -11 i1' pdroes escures e outros qpe
serv.un para luto, o vende a G00 e 00 rs.
0 met 111 3fi9 e 'iCO rs. o covado.
LAZMAS MODERNAS COM UST1U f)E
fEDA A 6'iOrs. e lv'20i).
O l'avo ivcebn um elegante sortimento
: strasd seda assetnada, sendo
. que tem vindo ao merca-
rtais delicadas cores, e venda
1 li 5 1 >- de (VI) rs e 15200.
ico :'i "itras muito bonitas com stras
s ..: ser do seda.^ue vende a S00, 840 e 800
rs., todas estas las silo roodernissimas. E'
pechincha, na loia do Pavo.
Cl:'lnwl6,80,3*0c800rM.
O Pava., recebeu uingranle ortimento.de
chitas de cores tixas, que ven le pelos bara-
tos pree, s de 2V0 e 2S0 rs. o covalo. Hilas
escoras.fazenda muito superior, com novod
pa lr a 320 e 3 Ditas rrfuf! 1 linas padroes ataros em tecfc
)s de pi. al s, com barra de cor ao lado e
tem Je iOrs.
liit.is preiS com tecido de crctone, fazen-
da muito superior a 3.0 c 400 rs. o co-
\ ido.
Ditas de cores, miudinbas, proprias para
roupa de (oras a 864 rs. o covado. C
.i icha, na loja do Pavao.
lijli t:i.<* a &OO i*m. o covado.
O Pavo recebeu um elegante sormento
das mais mo 1 arrias bapstas de cores com
padrOps miudiuhos c grados sendo proprios
para'vesiilos e roupa de crianza, pelo bara-
tissimo preeode 500 rs. o covado, alfiangan-
do s>'r ..laude pechinolia 1
Cortos de cambraiu. itltiuin no
-(infle.a reo.
0 \\i\ io recebeu pelo ultimo vapor de
! 11 pa, 1 o-les de cambraia branca com ba-
ba liihos ricamente bordados, tendo fazenda
S'jfici' ;i r nra vestido do qualquer mudlo,
sao os mais modernos que tem
viudo a mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tiirnam-se recommendaveis s senho-
ras de bmn gosto.
Ditos com babados de cor, toado 20 me-
tros d babad -s a 95000. E! grande je-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 00
CORTES DE CAMBRAU BORDAIWS.
O Pavao receben os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato preep de 205 e 305000.
CORTES D CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com-listras asselinadass que
vende p >lo baiato prefif) de 65000.'
Ditos c im listrasdlo -cores, tundo 8 varas a
45 e 55000. E'pflimanchii.
KM'AIVril.HOS.
O "Pavfo rc'.bcu um grande sortimento
de esparlhos tanto para senhora como para,
menina, que venda-,pelft} batyVVb pre;o de
3500J), .-
Ditos muitO'Ufioaa 4$ e 55ODO. %p dus
Pecas de finissima silezia com 30 jardas
u 355000.
Atoalbado adamascado com 8 palmos de
largura a 25000 a vara.
'aili;.i< de cnsemira.
O Pavo tem um grande sormento de
calcas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
Bgurtoos e em fazenda, do niois finos e
mais no vos que tem vindo ao morcado, e
vnnde-se por barato prego para apurar d-
nneiro, assim como calcas de brim braneo e
de cores, por presos muito razoaveis.
LENCOS ABAJN11ADOS A 1580 E 25000.
O Pavao vende duzias de lencos brancos
bainhados, sendo fazenda muito boa,pekn
barato proco de 25000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, cem beira de
cor a 15800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
lodos blancos a 35000,
lito de cambraia branca, sendo em peca
a 3,7600
MEIAS ( Bl'AS A V5 K55000 A DUZIA.
0 Pavao vende duziasde meiascruas> ia-
glezas pelo barato prego do 45000 e 55O00.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 65000, 75000,85009 e 105O0O,
e um grande sortimento de meias ingloaas e
francezas, para senhoras, que se vende por
preco muito comiendo.
MADAPL.VO PRANCEZ a 65000 E 75000.
O Pavao vendo pegas de madapolao fran-
cez, que semprc se veudeu por muito mais
dnheiro e liquidarse pelo bratissimo pre^o
690O0 o 75000, por ter feito uma grand
compra. I" pechincha.
Al'.;oilfioxinho a 45000.
0 Pavo vende pegas de algodaozinho,
muito bou fazenda, pelo barato preco-de
5 c 55000.
Dilo largo muito encorpado, proprio para
loalhas e lences a 65000 e 75000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende corles de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 259
35000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 45, 55 e 65000s
at a mais fina que vem ao-mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
0 Vavao tem um grande sortimento de
pannos do crochet proprios para cadeira de
balanco, para ditas de kuarnico e para so
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CI'.OCIH'.T A 05 E 85000.
0 l'avao vende cofias de'crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 65 e 85000.
Ditas de fustao acohoadas, sendo do co-
ros e brancas, pelo barato proco do 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
crctone e do chita, que vendo por precos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SAIAS
a 45000.
(fe-cinturita le couro, preprlw para' enliorasj
Sue receben a- Nora Espenca ra Dotpie fle
axiae n: 83, esfo, sim, senara, esto na moda !
Se queris tter ou preparar um ramal3et de
cheirosoB- cravos areos para o vosuo casaraento,
ou liara ontn) fim apropriado,' necessari-ir
Nova esperanza ra Daquer e Caxias n. 63,
que alli encontrareis os melbcre ports Ji,uwtts
que se pd desejar.
RKiddBarJlA da Victoria n.22.
metro
Ddclira aaeos figuezKHelEiaTroiVido vender
saber :
CHITAS A l*0Ea0R'aiCOV'AD0.
VenMC i'1 litas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e 200 o corado. Di-
lle limpas a 240, 300 e 320 rs. o covad*
CAMAS FRANCEZAS A 32A RS.
Yende-se cassas fnmeczas a SVf e 360 f] 355
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vend>selasiiihade cores para vastiet,
a 200, 300, 400 o 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vcnde-se alpacas para vestdosa 4f)0, 500,'
640 e 800 re. o covado.
COBERTAS DE CDrTAS A 15600.
Yende-se cobertas d chitas- de cares, a
15600 e 85000. Ditas de pelTo a 15400.
Colxas de cores a 15200, 25500 e 45500.1
estiuiDiaraes
o mais barato que for possivey *
GDtTESDE BRIM'DECOHESA 15500.
Veatie-se cortes de brim de cores pa*''
calca, a 15500 e 28000.
BOTINAS A 35000.
bolinas para senhora:
illas ante que se acabem.
!AL.
a v96O0,
a5>,6f
Veiuaa-s bolinas para senhoras, a 35000 r
OO^ftll
ROUPA FE1TA NACIONAL.
Yende-se camnm branca, a 45000, 9f.
9M,' wm*mm.
Calcas de casemiras de cores.
75000. j|#
Coleles d casemira-,- a !Rf, 25?5W, 3F*
Palitfe d casemira, *W, 65"e 85000.'
Serooias l e 4A0t\
BRmw:OTmM/wKs.
Tende-so-^bvim d*iodar- aa>' corea a 4Ar
A' este grande estebelecimento tem cho-
gado hb bom sortimento de machinas para
costuHf, -de todos os autores mais acredita-
dos ultniufoertena'Europa, cujas machinas
ad garantidas por unr auno, e tendo uw
perfeito artista par* ensmar as mesmas, em
rs. e
Ditos de merino a 25, 35,49 c 69000.
CAMBRAIA CHANCA A 35000.
Vende-se peras, de-cambraia branca tran*
'i 55rent6l0e00.Pada' *' m' ^ ^0'
SAIAS BRANCAS A 25000.
Yendo-se saias branca e de cores-, pera
senhoras, a 25000 e 25800.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretes de seda para hc-
CIIALES DE LA A 800 RS. Ira. o covado.
Vende-se chelea de l do- quadros a 800! LENCOS BAANCOS A 2j# A DUZIA.
15000.
sm concevva'las pelo tempo-tambem d'um
anno vem dspeodio algum' do comprador.
Neste eatabeici'rnento t-.mbem' b.s pt-rtengas
para as meSmas machinas esesappre qual-
quer peca qoe seja necessi-K-'n. P.'stas ma-
chinas trabalbam com toda a perfec^o de
mais moderaos
cado.
q# o4em vindo o e^i damse a 75000 o corte
Ditosa 6501W.
O Pavao vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo faztnda de muito gos-
to a 45000. E' pechincha na loja do Pa-
vao ra da Imperatriz o. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 55000.
Na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Pereii-a da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa om elegante
sortimento debonasl prctas e com,delifcldos
enfeit'is de cor, proprias para senhora,;garan-
tindo-se screm das m-iis modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualida le,
Fior terera sido remettidas por um dosmr
hores fabricantes de Paris, e vende-se peto
barato prego de 65, na loja do Pavao.
SAIAS BORDADAS A 55, 6,5 e 85000.
0 Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada uma, pelos baratissimos
precos de .55, 05 e 85000.
Ditas de um panno s o com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos prego,
de 25000 e 25500.
Ditas com guarnigao de pregas e borda-
dos a 35500.
Hgodffo eufestado a JOOO a
vara.
0 Pavo vende algodo americano enfes-
tado e muito encorpado, proprio paja toa-
lha e lences, pelo barato prego de>l|O00 a
vara.
Dit francez sendo trancado e muito en-4
fcorpado, pelo baratissimo prego de 15280 o
metro.
Ci%*^-inliA.i o O9OOO p 95000.
Pavo TP7jf^,*J*y|e i|sap>jrftmce-
za, sendo faze^k'mmto^p^ioVqtre'sem-
pre se vemleijjipor maia. dinheiro, e liqui-
Agua florida, de Guislaia^
paraazeros cabrios pres-
tos.
A agaa brutea,' ru* Duque -Ca*fae n. SO1;.
acaba de receber nova rnnessa da apreeiafel agua
flortita <)ara f.aer os ea*el)o3 prea* O bom re-
sultaaV comida- pr'(paeni tem feito- uso dessa
inoffensiva preparar a tem al lamente eooceitaa-j
do, a por isso ".penas se faz Icmbrifa qufin no-
Tainete della picise- e- nieira se apjoveitar de
sua ulilidade. 'iSimbein- velo agua de topasio e
oleo fforid para o-mesui nso, e ti acreditadas
como aqnea.
Voi^as e ferincoede grossos
aljofares de cores*
A a guia branca, -na do Duque d (':. a:.v< n.
50, recebeu nova* c-hnn-voltas e- btincm de
grosso? 1 Ijofares do edres, p como sernpre conti-
nua a vende-las pt^ pre< eooumdo.
Novos diademas dourabs e
cora gedras.
A agtia branca, rnn do Duque dte Cxi* n.
50, recebeu novo sorfmwwlo de bonitas diade-
mas doorados e com pudra, tanto pera menaus
como para senhoras.
Colleccoes de-traslados ou
normas paras ejcrevep-se.
A aguia -branca, i ui niRpie de Caxias n. 50,
recebeu novas rolleececj-otnievmas pa-raas-cti-
c^s aprefldorem a escrever per si me usadas as aulas e coHegios; e como swnpre vea-
de-as por pre.o comme^e.-
Meia*-croas filias para mem-
rias. csenboras
A loja d'a^uia branca, usa Dnqeetde Gan
n. 50, recetv :i novo sortimenti daiueHaarto-pru'
curadas-muia crnas para seafeora; vindo ifpm}-
mente para meninas, c- oona a vande-li pur
preQOi* eosaiiiodos.
Veos ou niaatinhas pretas.
A loja da aguia branca, roa do>a(pw dp a-
jcias n. %9i,- recebeu bonito reos u maal'*bas
pretas da seda com Hora?, e oatras-a imtela* de
croch, e vende-a? petos baratos pneeoa de 33,
\$ e 6sOfiO. A faien*i -boa e es* ca pcr'eito
estado, pJi qne conlix. a ter pna-aat:;. exirac-
?ao
Ferfeita aovidad^
Grampos com horboletas, bezsuEoa e gata-
nliotos iloirsdose coloridosi.
A leja, da aguia brama, 1 a ra da Dujne de
Caxias n. 50, recetiea nevos, grampns eooi bar-
boletas, bezouros e g." Canboins, o que te eerto
perfeita novid de. A (uanudada- pepuena, e
lior iso em brewe seatafcari.
Novas goiliohas oreadas com
pelucia ou arEasbo
A loja d'apnia brsaca arca Duque de 4'axiai
- 50, recebeu nina pequea (juaotidado de boai-
s e aovas gollinhas, trabalho de la e- anda; ea-
neitadas com armtoho, obras s&tas dr- muito gcato
e inteiramente novas. 1
Grampos, brincos e rozetas
dooi-ad^s.
A loja da aguia branca, A raa. do Dtiqie
Caxias n. 50, rucebeu noxamen bonitos gram-
pos, brincos o nozetas dBUados ; assim, como
novos diademas de jiro, e como^sempua conti-
na a vende-lii* pai^races,aaaaavehM.
um e dous pospente*, franae e bovt" toda rae!,s. a 0O rs. Chapeos de pallia, pello e
qoalqa^r costoper fina fie s*r seus m^'^l^1\^!tt^m-
recossodasegriitquali.la(>j: ,nr tra- MAUAPLA A J^IO.
boihar a mao de 3t5Ot)0, 405W '. 45p000 Ven e 5t)50OO, para tr*bar com o *s*i de W00- Ditos inglezes para os prejps-de
80500Or 90800O, 1005000, ll50O0,
12#5O0O, 1305OOX.1 IWCOOO/abOSJN* e
25#00Or eraquairt11 aos autores Ja k )-
tr?O-de prev;os.-e-os et>if>pYad(*re'po'!iC!iio
visitareste-estabelecimeBSo, quirmoito* de-
verfiofostar pela variedade do objectos que
ha sempre pera vender; cwtjo seja:: cadi-
ras para-viagem, maba-Mn viageoiy cadei1-
ras-pa**solae, ditas d-bcbui^o, ditas para
jbrianca [altas); ditas para escolas, costuren
ras rt(|Bssme, para senhora, despensa veis*
gira criiui^ae-, de todaa-as q^walidade, comas-
de forre papa homem a oria*i5as, c^paehosv
eaplho doua*)os para sal, grandes c pe*-
tenos, appaaelhos de-raeta para eh fa-! muito barato.-
qneiros eom ebo du sietal e de mar-lim,.
cfitosavuiGss, esiheresdO-meftaJfin,eondiei-
rca paa salav jarros, guanla-comidas do
rame, lampas- para cofcrir jcatos, esleirs
p;>ra forrap-seta*, lavaterios- ewnpete*, ditos
simples, ohjecte* para toilette, e outros mui-
tos^^rtigos-quo muito devemagradar a todos
que visitarem este graailo estebclccimonto
que se acha alwrto de-de as O horas da ma-
nbaV at as-3 botes da acuto
Ra do-Baraockc Victoria^ n.
45, 45500j 55, 05000 o 75000.
ALGODAO A 35S00.
Yende-sc pe^as de algodo, a 35500 r 45,
e 550U9.
BRAMANTE A 15000.
Vende-se bramante com 10 palmo* de
largura para leneol, a 15600; 25 e 25500 o
metro.
GKAXDELIQOIDAeODE SAEONETES 280 RS-
Vende-se urna grande pore,3 de sabone-
tes inglezes,- a 200- rs. Ditos-francezes cjm
cheiro a 320 o 500 rs.
Agua 1 b colonia y 200, 320 e 500 rs. o
frasco para- liquida, e oiUros extractes-
Vcnde-se a dtizia' de lencas brancos, #
25000v I >itea eom barras de core a 35000
Ditos de linho a 5500tT
TOALkMS A 800 At.
Vafide-sc tafcas"'pafarosto, aHOOrs. c
15000
C.RAVA7AS DFTSEDA PRETA A B0"0 RS-
Vende-se g-ravatoe de seda preta, a 50O
rascada uma.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS. '
Vende-se chita para coberta, a 280 e 310
rs. o covado. ___
BOWE FAft& 51E06 A i500.
Vende-so bonetes para meniaos, a 15600.
ESPARTTT.SOS PATTt SF^mORA A 35500
Vende se esparlhos para senhora,
?00.
PBNTES S 380IRS.
Vende-se pents de alar, a 240; 30
400 mf
P0'S*Dafa1IlRA 140IS.
Vehde-se pt tarrw em eaka, a 240
rsv, para liquidarr
rSPRtH8 A240RS.
Vende-se espelhos dediverses tarmmhes.
a240 e 320 ts.
TES0RAS **20RS.
Yende-se tesenras de diversos tamanhos.
a 320f e 500 rs., para Kqu*dr, e entro
muias artigos queso -vende barato paca, h-
\l:. 'U'-'l.t fia l-lTz-ll-flJ
;}iii--/Mjti de faetures.


22.
kraicik.
S*''Uiiie8-apprvada iioltis- acad^mifis^le
sctoaeias, raconiccida superior a toda que
tera-appumudo at ho3. Deposito p:i pat o-ua da/adeia do Reeife, hoje Mar-
quei-de Omla, n. 51, 1. andar, e em
toilas as botkas e oasaa de cabollei-
reiro.
Samuel Power Joiras-
:fiMtRn.k ,! \i-will<^ :\i f 4ft 0a *C5rietarios a fundi^ pera faem }
^-JYU. O ;ip>IIO i. .> e 4\> ^^.^ ^ ^abmrt esmalt a mais l..,
^ Fate2>-seient seus re^aiHi*'qu leen wi*.i(.a,-iBe lein e.'tafcfleot' m luodi
?P;' n.wa '> o sau deposite d-t nmte>i a va-
1 oor, rso'fw'.sN e uxas d. ui.uto acreditada
. fabrica v Lowfcor para rea .> Apollo o.
*^g? 38 n 4l nata continuaiu a let-otsasoiri >ir-
S5 iiiientci to eoakaiDe
Faieaa sciaoiM tambai qce &jen> feiio um
^rranjo com a (sndicao gi;r.>, felo que po-
' lem oBVecsr > paia asseatar qualquer
5--- macbmiimo e masmo garant lo.
rn u o un ac a iba w i-wai, juu* ^73*
i.-i^o dos bonds, om!:iii;Dlaro i-i't
r'>brs gao J .Vfto e bn.aie a raa to Bnun, jun- v
'a a >
naaUjanr
;i i pramo'idao.
Gr :*-m:)!i rofta.as peMxu- js aae- -f^
rra Rt!-k
TtiM as eoopB)(n4uaa-ai ct% e 3t. 3a-
Bne Pivvrer Jobc-;in & C a :-i.. n Apol-
, .o a. 3* e 40,.BJvi.'icbyarf' ^.wa habil-
!tnta s> ouc;U ic r .-.
Aj-idr-lha i>z>z W..zt .-s;iL-sr, Jo sVMeu.
W KSTO N CRvfnE PCO AL
Uaicoa isjeDtea em PerBamboco a (uut^u gel.
Para tratar em sea) scaletaria ^ ra tu Apomi n. 38 4?. ?%?
FZENDS DE GOSTO



Caixinhas coia pos douirados
e prateados^para cabellos.
Vcnde-se na loja da Aguia Branca ra do Ba-
que de (.axias n. ">0.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, i na Duque, de fe -
xias n. SO, receben novo sortiraeato1 de tovas de
pellica, pretas e de outras ores.
Diversas fazeudas.
de
71 RA DUQUE..DE.CAMAS 74.
Pecas de algodo largo encorpado a 2fy ditas
de madapoln canrtriru a li dit i largo,a 4*So0,
"),:o5i 0e (, dito franrez a 6.!0(), chilas tinas
e fix.-x, escuras, claras, rxase verdes a 140 ti. o
eovad, estrilas atkanaacadas a U, damarco de
algedi com duas larguras a ilO o cov^ido, dito
de fe fino a 3*SH0 chales d*-merino lisa fino h
2i ditos estampados *\3*3iO-e 4r toathaa fet-
pudasa 6* e 84 duna, leos? ifreambria oran.
ra a t i90ft-ft diuia, dit* de cor pequeos a 801
rsv. Jilos grandes a 12100, caiaeraia hranna fina a
' 4*vA*O0,s6-ei6|,a.pea,.dttai bordada a
, itad* cafe *a>M<>ca^.o eoaado,. Ih \m
24fliTs.-,,o.o<.vd^ dito Ana V diversas
3,afcv*ra-, lnvaa-^e m da.fioocia*
rrHJliFWl derfatfaa-aa-aarortv.de
00,.4|Dftdjara^aicaeMrata(t#V1iQa:a
de seda.coio.toqoe de mob a 8(00 e lOOOo-cova- k
do,, para noabor : na sua. do Queimaia a. 43
iLa>-sa a me Jiras. go
Cssas-avariadas a 24s0rs.
o coyado.
O Pa\sV>. vende finissima rassas franeezas- t>
eres cem os mais delieado^ padroes, por terew
um. peqoeao loque de avaria de agua doce, pok- \
barato paaca do dozo viotens o eovado. -pecliia-
cha. : na i*;a do Paviu, a rna da Intperalriz a
60.
IA J AaVMUUaWa
Lindos cortos de ossa de cores com barra c os rompetcntes enleites e (igurinos a G>Ooo
Superiores sultanas lisas bastante largas e com baria para fazer os enftilcs, fazenda ne-
a l((<) a metro.
Na loja das Columnas, de Antonio Corrcia de VascoacelWs, ,ruaePriwero de Marco, jn
do Crespo n. 13.

GRANDE DESCOSERA
k
BICHAS DE HAMBURGO
Asmnis recen tos 8 melhores.
Vendem-se na |)lv:nnaeia edrogariadeSar-
tholoroeu & C, niaJ-arga dosari o Rn. 34.
Casa, em lia..
Vde-se duas asgas bem construidas no- powoa-
o do Montes era Una, ra -Nova, com bastan-
tes-eommodos c eom terreno at o rio. c proprias
paca eommer:io : a tratar a rua.de Crespo n. 7
Av oo no mesme-povoadu, com iMagaihaes Bastos
4C
Na na du toinmercio n. vcnde-se vinho
do Parto e Shearey, de boa quiJIdade o barato, era
barris.
SE(i4AEDO C0N0M1A E CELIIDADE.
Obtcm-se cea. o, uso
1NJECC0 SHST
nica, hygianiea.radticaJeinfalli val na cu-
ra das gonorheas, (Iones brancas c fluxos de
toda aspecie.. rocwites ou clironicas; e que
offernce como garauAiadesalutaresresultados
continuada apnlica^o que sempre cosa a
rnaior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes-do Paris.
, Uncn deposito para o Brasil, Bartlattlomeu
^ C, ra Larga do Rosario n. 34.
- vende-se a arma co e mais bemlteitorias da
teja da r de Rangel n. 12 A, propria para
ualfjtjsjpjpJHBSjMilMlMMbMMIPJtlI
zah
|UtS
la lo e
IY*
ha
Iwartifos do -ana- IrUtMHk aB)flj
lat^Tj'p. Pi. PedentCa"
I'e .'
de ST, e' a !'ranciv-. da -Ir
Smko>m9 IwunQtte i mlai -cane>ast
"- M3mt
ama carta intro
ctW i anno, prece_
*,isbeta>obe,'*etide-s
.
.,,,

Ccmposto do manac anti-rheumaticoe depurativo
TELO
nra. :MimjmLjraow
i. preparado csto?mropc de manac e mais alguraas plantas iodigenasdo Aanatanas,
nao contm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rhtximatismo, dores- nos
ossos, erupes syphiliticas e da^ trosas, escrfula o todas as molestias que depsnderem
desses virus. A sua composicao foi approvada pala junta central de hygiane pu-
blica.
A\ cada garrafa acompanha urna cxplicoco para a forma de usar. Prero- da cada
uma 3t?iO0a.
nico deposito nesta provincia ra do Bariio da Victoria n. 38, chagellaria^de
Mouleiro ty Silva.
A COUOA
311
Esquina da ra do <^jtt)tig n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA -MATRTZ DE SAIWO ANTUMO.
Este importante estabeleciment, tendo gr.inde sortimento dejoius deorfro de le.
i
em oirtra qufflquor parle,
resolveu vender muito barato 20 % menos que
joias:
Aderjcos de brilhantos, de modernos e delicados gostos*.
Ditos com rubios, esmeraldas e pirlas:
Voltas debonitasiperolsocrases de bnlbantas para noivas.
Medlhes de coral.
as
segusetes

A -Corda Brilhante continua a ter grande sersoeeto- da madaahdas le eowJ, camafeu
e nix com bouquots do perolas ediamantes, cassollas de oto" pedrW prettla eot lpttras,
de 129 a 20$0Q0.
Gamas para relogios.
A Corda Brilhante recebe sorapre quautidadede cadeiaikouo,datei, s^ara homen6.
b 6?>480 a oitava, e tambem para senhoras.v
Cassoletas para senhoras. com lettras, a.W 'e 12JJ000.' ,1 #
Brincos de variados gostos, para senhora* meninas, de 5$ a 203666 He.
Anneisde aniethj^t'coMlf-as de diamantes, de?>a 8XW0.'
Pince-nezs e trinlil fem caixinhas de velludo, para presentes.
Mdalhaa milagrosaii.-.
A Corda Brilhante tem medalhs mrfajWsas le-dai-aras^ dAwfH.a TOOO;. e pMta
doucai.-a,W00. Tambem tw sortSmairo-d pince-nejt e oculos anaco hao e rlttiga,
cliegddo*-recentemente, epor precos.ra*w eotwnotios. #
Conakla^eae-Evaiaa, fomitiasiA vistwlina loja da Corda Brilhante, na ruado Cabu-
g.n. lt, a qual continuar aberttffrttoit a**>'bofs.
(Jrante-seo our\>>f)(> t- *
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Oiaiioida iBej^ambueo k*W1Smt^ifeim^de'fiAgdtote>irtW3.
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tWBBH BE flflf E

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NIGOS AGENTES
A'
Ba do Bario da Victoria n. 28
As maiasimples, as malbaratas e as memores do mundo!
Na eposc,ao de Paris, om 1867, foi oonoedido a
fHw-Howe Jnior, a- medalha de ouro e a condecora-
c,ao da LegiSo de Honra, por serem as machinas mais per.
eitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
i-
A medalha de ouro na exposigo de Londres acreditam
estas machinas.
MARCILIQ MAS N. 6f.
i Este'tale! olico um completo sortimento ele fHtifezas; a+^ofrafimz.-'drapeos e quinquilharias*
presos os mais razoaveis possrvers.'pah o jiitereieei>( qitwi todos os seus artigos de pro-
oria-encommiida da Europa e America, vem dar^unftihide-delguns artigos por cnjos
jre<;os hem se'pode avaharos prego deoulros muitos que se'ternaria enfadonho pi-
Mioar.
MUDEZAS. I 'MIVDEZAS.
L para bordar,, a'mjlhor quAdkde, I brincos dito dcdito por S50. \ '
libra por 5^500. BMocs-tf setim pretos e do cdres, a 800
" Agulhas franczas/fundo duurado, a ci- rs- n(m a ,,uz-
linha cora 4 papis a C0 rs., 24(1 Franja? brancas de soda de todas as lar-
Voltas de fita de velhH uom lindo* co- w.-a'ilOet) e 1**6* o metro,
rajos fingindo 'T^jreproja, a oO. rs. s (le cores ePretasiS^ re- e 15WH> o
Voltas para o pesclo, luigindo camafeti, ""^l .
coupanhadas com 1 par de brincos semc- ,Va,oes' Pretos de se,,a' de m,t0 80St0 de
ihante, tudo por 2jj500.
Linha branca d 200 jardas ora carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
A 90$000
Cabe-eos o llevar de aiiniinciar que a companhia das machinas de'Howe de Nova-
f ork, eatabeleceu nesta cidade ra do Bario da Victoria n. i8, um deposito e agencia
geral, para era Pernarabuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
00 rs. a 1(9000 o metro.
CALCVfX) PlttNCEZ.
Botiims pretas gaspeadas, pafa senhora, a
49500 o par.
Dito de dita de Alexandrp, numeraco a i ,)ifas ditas de duraque, gaspeadas, canno
gosto do freguez, a itflOO a duzia. j alto, a'S&OOO.
Diademas dourados de 1JJ500 a 3600O. | Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
Ditos de tartaruga com dores a 2#000. 6$00-
Ditas dita de cores, canno alto, enfoitadas,
a 9&500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
Ditos com borboletas a ij>o00.
Brincos encarnados 1 par por 500.rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2JW00.
Ditos dourados, duzia de paros, a ijj00i3*',0 *W>W>- ,
25PO00. Completo sortimento de calcado de case-
Voltas'de aljofares com brincos, aSOoO.!mira- !*ri Ditas de ditos ora coracoos a 4*000. 10 7 do qe em outra qualquer parte.
Ditas de ditos d comas com cassoletas, a
iiura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho.: a j^ooo.
800 rs.
Rosetas do,plaqut a 1$ e 1>500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 15W00
empregaudo urna agulha mais curta cora a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introducto dos mais-aperfeigoados apparelhos, estaraos actualmente habilitados a
offerocer ao exarae publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova iucontestavel, a
cirourastancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe cm segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Perraitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
oas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-se a tensan da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comegar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, lm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaos parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas do Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mochanicas, tem constantemente
augmentado o scu fabrico, e hoje ne attende a procura, posto que face 600 machinas
por.dia.
Cada machina acompanha livretos com nstruccoes em portugus.
e peito
"arures cora 2 lagos para cabega
b 39 e 49000.
tntremeios e babadinlios bordados de. 360
rs. 29400 a pega.
jaiui.-s de seda brancos e de cores, de
U5500a 29500 a pega.
)itos de algodo e seda, de 19 a 19400
a pega.
Ditos de algodo, a 00 e 500 rs. apega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 290O.
Ditos de papellesa 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49. |
CHAPEOS.
Hicos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e sonhoias, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol do'sda, ingleses, cabo de
marfim a 169000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
"Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS RTICOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada'ura.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
A 90l>000 A 90^000
SOARES LEITEJRMAOS
Aderegos fingindo coral, conpondo-se de j loalbas de liuho para rosto, a 19300 cada
elfinete e brincos por 29000. ama.
Dito dito pretos por 29500. Ditas de algodo alcoxeados, u640 rs.
Ditos de plaqut, compondo-se dealineto | Ccilxas de crochet para cama de casal, a
e brinco, sendo de muito gosto, por 59000. 69000.

DhTOiNAMO ITNIVESVL
di;
e
fcTIL MOCIDADE DE^AMBOS OS SEXOS, AS MAIS DE FAMILIA, AOS
PROFES80RES, AOS DIRECTORES R DIRECTORAS DE C0LLEGI0S, AOS
ALUMNOS QUE SE PBI.I'ARAM PARA EXAMES.
Contendo o mais essencial da sabedoria humana
E
1. lie oiluretlao.
oubecnenlo e^lireogo dos caracteres, facuT giSo, moral, pliilosopliia.A* gica^rhetorca, potica.I.Hteraliira, pe lagogia,- ci-
viUdad eacriptores antigos e modernos.-^-Agudezas, proverbios, matimas, epi-
graiainas, etc.
> 'i. Do iii.Mnir^ilo priiuaria
Leitura, escripia, clculos,.problema, formulas, systema mtrico, moral religiosa.
Liegna portugueza, orthograpbia usual e grammatinal, redacrao, sulo opiiiolar,
homonymos, synonymos, raizes, etymologia.Methodos, disciplina, meios praticos
de execiigao.Historia universal de cada scculo, vnroes insignes, aSonriinelitos e
factos assignalaveis. Gcograpliia descriptiva, cidados principaes, ndole e costuraos
o productos do todos.os paires, monumentos colehres, panoramas, curiosidades de
toda a especio.Noticia das sciencias odaes, artos, misteres e profissocs, etc.
8."IiMtraccito s(>cuii(larn.
Linguas: portugueza, fracceza, latina, hespanhola o ingleza.Geologa, mfnoriiogia,
botnica, zoologa.Physica, chiraica, astronoma, mechanica.Arithinelica, alge-
bra, geometraImlustria, hvgieno, desenlio, agrimensura, coramercio, flgricul-
tura.etc.
DICCIONARIO OTIWCO ofllS 4S PALAVRAS TEMOS
i'ROVEMEN'lls DAS JNGUAfi CHECA E l.ATLNA
Tudo simplificado ao alcance dos alumnos cpe.ssoas meramente deaejoaas de ittttmc-
cao, com elacidacoes ido proficua* aos mvslre.s tptanto proreitosas 110 ,'rato das/aiiMias.
REDEIDO CO.'I A COLLAIKDKAOAO BE ESCltlI'TOHES PECCIJAHES
DIDECTOR DE COI.LEGIO
Trasladado portusmez.
CAMH LO CASTELL0 NL4\C0
E
AMPL1A1>0 J'IXO TUAnUC.TOK NOS AHTIGOS DEFICIENTES EM ASSUMPTOS RELATIVOS A
PORTUGAL F. IRASIl.
A obra constante de 50 cadernetas ser terminada no correr de 1873.
A assignatura raz.no de 300 rs. a caderneta, divide-se para maior facilidade era
duas series, cala urna do25 cadernetas, ou 7#50>. As 10 primoras cadernetasentregam-
se desde j.
_LIVRAR1A. FRNACKA
A Predilecta,
A'
do Baro da Victoria h.
2 8.
SOBERANA E INFALLIVEL
INJECCAO
DR.
E
RR
E
I
Pe obter em pnnro lempo com o ojo do melhor dos licorea afrjmadi
llESPEliiUlNA
r'.'z oito anuos que coohecido este precioso tnico, e li.fliril achar ama petau
qoe, nnrfo experimentado pessoslmente, nao falle*m sen favor, j coj> n ertoaci
a apetiudor, lomando om calix delta antes dt juntar, ou cono facilitador d* digMi
tomando-ao (topn.
da HESPERIDiNA a LARANM AMARGA, Bao ba m i hat-itaole > URASJL (atan
especial das Uranias) que dSo conheca as propriedades mtdicraaes dj donrada froct
ora bem, a
DO
AT
LENYl
Da fefHhhule de medicina de Pars, eavalieiro da Le|iao d'honra
A blonnonhagia, ou purga^o, urna inllammaeao do canal da uretra, oceasiona-4
da a maior parte das vezes pela communica<,'ao impura. Nao urna affeccAo geral, qu*
de logar, como a syphlis a ucciJentes secundarios. Y.' urna alfocQo puramente local-
EtTectivamente, es medicanontos que ha muito toera sido applcados interiormente con-
tra este mal, taes como a copabiba, cubebas etc., nao produzcm etTeilo seno coramuni,
cando s ourinas algumas das suas composioes, que, pela sua passagem atravez do canal-
Jo tornara urna verdadeira injecc,ao.
Para quo ser nocessario carregar o.estomago com essas preparages nauseabundas a
repugnantes? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua ac^ irritante ? Ares-
posta simples:Sao se tinha anda descoberto urna mistura que, introduzi3a directae
mente no canal, produzisse os raesmos effeitos sem temer mos resultados. As injece-
to falladas at aqu, conseguera azer parar a purgaoo, porra pela irritaco consecutiva
que produzera no canal, sao urna ameaca permanente do apertb, affeccao muito mais ter-
rivel que o mal se pretendo curar. Eis aqu porque a maior parto dus mdicos, que recu-
sa m, com raza o, de as em pregar.
Presentemente, esto fundado tonar uo existe. A injecciio que nos aprosontamos ao
publico, que couta dez anuos de bons resultados, nao interrompidos, nao irritante. E'
anti-hlennorrkagica em toda a exte: siio da palavra. Queremos dzor, ta causa do mal,
que ella dcstroe decompondo os elementos da purgaco a tonificando a mucoza cas
glndulas donde provm a sua origom. A :sua applicarao nao dolorosa, c se nma li-
geira impressao se segu. sua introduccao, essa irapressao do pouca dura, e segue-lhe
urna sensato immediata e nao desagra lavel. O seu tratamento nao precisa de nouham
utro auxiliar para fater parar em muito pouco lempo as purgados, anda as rais re-
beldes.
Quasi sempre basta ura s frasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
gagao que resistisse ao eraprego de dois. -
Afira de ebegar a uina prompta cura, o doente dever seguir o seguintc
lilX.BMI \ :
i. fie dois em dois das, tomar um grande banho, e permanecer nelle duas horas,
sondo possivel.
2." Laar tres vetes por dia a parte doente cora agua fiia.
3. Dar-tres njeccdes par dia: de manh, ao meio dia, e noite. Aportar ligei-
amonte o orificio do canal, a im de conservar nolle o liquido ura minuto.
i. Usar um auapensorio.
5." AJteivse-o: u de bebidas espirituosas, ou alcoolicas durante o tratar
ment.
HNMMS.
Ua muito tempoqoeasiflres hraaeas, leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
senhora como caoaal, >a cons'.ituigao anmica, que na linguagem vulgar lhes chamara
pallidas cores, quaodo ellas sao ao contrario, a causa do enfrniiquecimento, e pobreza
do.saague. D'ah pwwn o rro que muitos mdicos commettem anda, de tratar do
estado geral, em iogar de cuidando estado, local, que oa causa-dos symptoma6 geraes.
Nao logar proprio este de tartarmos theoricamente o facto que avanoamos, mas aoredi-
tamos que asta aponta-lo para quetod; o medico ooosciencioso o recouhega o seu
valor.
A nossa injeccao tende sempro a suspender essescorrimontos sempre rebeldes a qual-
quer medicamento ; .mas para obter-csse resultado preciso que soja dada cora o maior
cuidado, e.que peootre at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
da mucoza que est a causa da aiuucjio, iNs convidamos as pessoas que recorrerom
nossainjaccao, a sefvirem-se, de preferencia a outra qualquer, da soringa direita, forma-
da d'um tubo de vidro do qual a extremidade pedonda ema niguas buracos. stas so-,
ringas tem sobro as outras a vanlagom d'abrir largamente a agina, e por toda a*muco-
za, em contacto com o liquido iftjectado, condijo indispesawel para cure.
Daas colhertwdt sfde nossa injecgoancadasn'uma quantidaded'aguasufliciento
para encbor a seringa, bastara para urna injecc,o, que deve ser repetida tres veres
por dia. *
A noatamjac^do 'propfeylitica, isto evita o mal. Urna s-injeceo basta, dcpos
d'um contacto sespeite.-pars pftr-ao hrlgo de lodo.o Taceio-dodoenca.
em seo estado natural tem om gosto pouco agradavel, e o -mrito da Hespendma eo*
siste em reter soas boas propriedades, ao mesmo lempo apresenU-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nio tem nada qne mvftjar *
melhores imrortacftes europeas de calbogoria semellianlc. Estas, quando muito. pod
ser gostosas, porto'a Hesperidina a combinado perfetta do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de que om artigo no qaal pde-se lerinteira confianfa. por ser pnr
e itnoceDte, basta d.zer-se qoe foi plenatneaie approvada a aotorada pfl
JUNTA QE HYGtEE
do Rio de Janeiro, permitlindo sea livre elaboracSo co imperio; ontr
jWO.% prova
a acceitaco geral que tem em todas as partes esde i presentada. Em 1804 esiat-t
laceo-se a primeira fabr.ca em Bnenos-Ayres; em 18(1 a jegoeda em Montevideo
no-dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR maogoroo-se a fabrica qne actnalmaot
irabalha na corte. Em Valparaizo e om toda a costa do 1 Pacifico tem boa rceitaci'
tanto qoe rara a casa qne considera completo sen aparador em nma garrafa O bomem vei'w tema Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem doente toma Hesperidina para obter
O hornera itot toma Heaperidioa par obrar
FmiCA
bailes as donzeilas e os-mo^os toam ateaperidiDa para obser boa cor
Ncs

PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTH0L0MEU tZ.
%iRa Larga do "Rosario34
animacao dorante os loncos gyros ,da
BARROS JNI9R.<4 C; i rn* do Vlgano Tenorio j. 7, I* andar,' recebaram mi
grande especifico, e vectrm-no uoa fleposltos.aiegairtee :
Joaqnim' Ferrcira Lobr>,iro1i'da rtnperalriz.
Zeferino Carne'ro, roa dd Commercio.'
Marcelino Jos Congarves da 'PoWe, roa da Cadef n. i.
Antonio Gomes Pires 4 C.,-roa fla Qadeia.
Antonio Smnes Pires drC, ces 2? de Noveobro.
Gomes rraiSo bote! r'^nsagem.

; ui'. 'hti "ui i"
-------------- j ---------_j_--------j--------------.---------------

:eJf..'

no empenho du'bem servir aos seus freguezes e
ao pubiicu em gurul iem procurado prover-se do
3ue ha de uielliur e da uiiiiuu moda nos mrca-
os de Earopa para expo-lo aqui vuuda, cer-
tas de que os seus artigos serio bem apreciados
pelos amantes do boni e barato ; passa a ennu
merar alguus dciilic etles, Como sejam :
ALDU>S, os mais ricos que tem viada a este
mercado, cun capas de madreperola,
tartaruga, marfim, velludo e chagrn.
0JA DO PASSO
Ra Priraeiro de Mar90
. n. 7 A,
outraora do < respo.
Os proprirtarios actualmente deal importante
estabcli'ciinenU, tendo procediilo a nina comjptota
r forma em precitado cstabefecimcnto, e coonos
ADERECOS pretos e voltas proprias para luto ; ,de str elle um dos mais bem surtidos prmcipal-
assim cmio, um bonito sortimento dc!'cnto em artigos de moda e a ta BOvWade, pedem
ditos de plaqu, obra tina e muito bem [*0 repeitavi 1 publu-o a em particular aos eus
acabada. npinerosos ircguczi s a bundade de BaoUnuaram a
BOTES para punhos, o que so pode desojar de depositar em sua confitnc^ garantindo serjeoa bem
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perob, marliin e sso.
BOLEAS de velludo, seda, pallia e chagrn,
ha de mais moderno c 1 mas.
BICOS de seda e de algodo, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CA1XLNHAS para costura, muito ricas e de di-
versos forn tos, com msica
ella.
COQUES a imila'.io, o que pode liaver de
. bonito e Ijoiii gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-
sep.ta um grande e lindo sortimento
cnfw de salisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
POHT-BOUQUET de madreperola, marfim c 6sso,
este um objecto indispcnsavel s se-
nhoras do buin tom, alim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou maucia-
rom as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de marfim c de bfalo, pa-
ra alrsar os cabellus e tirar bifhos.
PERFMAHIAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cuu-
dray, Gosnes e Ilimel, que incum-
bido da esculla dos aroma.-, mais beta
aceitos pela sociedade elegante da
Europa, e por Unto, acham-se na
possbilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA dexa de enumerar urna ira-
mensidade de artigos, afim de nao raas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do rcspeilavel publico em di-
rigir-se ra do abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aoudo pode comprar
o que bom e barato, lasna como:
FACHAS ricas e modernas de tuquini e gurguro
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestkncntos para meninos,
- por barassimo proco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol- a ainda que nao es-
teja bem ivplecla de dinheiro.
FITAS. ja bem saludo do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafet, velludo, linho e de algodo, por
commodo proco.
GRAMPS do tartaruga, imitacao de-tes, pre-
tos e e c6res, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda c de cambraia para senhora,
tafos e folinhas de bonitas cores, tain-
bem tem um bom sortimento de gra-
vatas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Kira ornatos de sala.
s de seda, 4e la de algodio, pa-
ra senhora, meninas e bomem.
LEQUES. Ricos leques da madreperola, tartaruga,
marflm o de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
honem a seahora.
LIVROS para miisa a Predilecta'apresenta es-,
colha do rcspeilavel publico um bello
sortimento destes llvros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, osso,
?eltodo e cSagrin, por procos mu
usareis.
Cxrima'ArManta vendem constantemente em
servidos e por procos nimiamente barato?. Va-
nliain pois todos esniprar novas o lindas basa-
das, de cujas damos um pequeo rtsui..o pata
que vista elle possam apreciar.
Velludo preto,setim maco piolo e branco, ger-
gurao ile seda, Rmsdcnapte preto c de lindas co-
res, la com listras fie seda, i-amli\-?ia marlpsna,
nausok de lindos padiocs, eanitas bordadas para
honirm, vesiuarios para eri.vc..-, el.apii> Mira
baptisados, mantas Inasilcias, mcias Jecre* pa-
ra bomem e nieiihms. chapeos le ea! o de ninirn
Sara sol, Bramdinc, lilt'i d.- roda, rlca binqninaa
e seda, fil de linho, bramante, cambraias, chi-
tas, caasemiras, etc.: na loja do l'asso, ra l'n-
mireu de .uto n. 7 A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas para senhora.
C rtes de vestidos brancos bordados para se-
ithoa.r
Merino pelo c de cures.
apellas e maulas para noivr.
Ricos cortes de seda de cores.
Vistuarios para baptisados.
Chapos para baptisados.
Celias de seda para nofYas.
Dilas de I*.
Toalhas bordadas de cambraia de linho para
b.ipsado, com dous emblemas.
la loja do Passo, ra Primeiro de Marco, ami-
gamente Crespo, n. 7 A.
20
ma res:
escocezas.
-Ra do Crespo 20
de Olinda nu-
blancbe)
Travess* do,,090'
*rto-W.

VI

l-eafc
0 Vapores bcomo'tis deiforja'fc'l1 tosifrios.
i 'Iteltajoascaieanas jiwfcaii
famSte !"
Cbicetes vAtim~ ,
JkI6es largor awcaito fmmao.
Pregos cm cabeca de marfim, i4em.
J

-"i.*"'
''"*-*^--
:-*.-
, r
o seu armazem a ra do Mrquez
snero'ld.
Vinba claaraftagoie Rederar (Carte
ps,
to dito V. CTicquot, ggos.
Dlto^riatTrberthii caitas.
Dito Baoiigogua, Meas.
DiloSt Julias tan.
Dito.St. Chrostolv, dem
DiW'St: EStffihe^iaem.
Dito St. Emilioo, idem.
Dito Silera en.
Diio-M'idoiraidMii.
Coguac, Martell .verladeiro), dem.
Dito Henness (alt), dem.
Iftraj'liatapagne, Bet.
VinagnaUBanconoj dem.
Aieite Cho:oiajc Jlenier rlno, 10 kilos.
Aranm ingiem. lMao
~ Vwde-se urna rasa terrea,"na ru de Luia
-ido-Reg, em Santo Amaro das Salinas: a tratar
Jr asesma n. 39.
Tendo grande quantdade de lziuhas escuceaas
est resolvdo a vender por 210 rs. o corado, pa-
ra acabar ; baratssimo e dam-se amostras.
Alpacas.
Alpacas de lislras, lindos pairos a SCO rs. o
covado.
.Grosdenaples.
Grosdenaples pretos a 1*800 e 2*100 o cavado.
Algodoes avariados.
Algodo avariado de differentes procos e qua-
lidadcs.
Colchas adamascadas a 4.
Ditas Uancas de croch a 5j.
Cobertas de chita adamascada a 3J55O0
Cobertores de l escuros a 2j5.
Lencoes de bramante a 2*.
Toalhas alcochoadas a 6 a doria.
Lencos de -cas-a abaiahados a ti a duzia.
Ditos ditos com barra a 1 a dur.ia.
Ditos ditos de esguio a 3*500 a dflzia.
Cambraia lisa a 3* e i*306.
Dita \i-;..ria fina a 3800.
Corles de Casemira fina a 51
Cretone, lindos padroes a 440 rs. o c .vade.
Chitas rosas a 200 rs. o covado.
Ditas verdes e de cores 240.
Cambraias de cores a 280 rs. o cyado.
Brim pard.i a.4O0 e 440 rs. o covado.
Brim bna, branco, a l600"a vara.
S na roa do Crespo n. laja de Gurtherme
4 C.
Ooichas.
Colchas brancas e de cores a 3*iWl :
do Grospo n. 20, loja de Omorme 4 C.
Cambraia preta..
Cambraia preta cora listras ? 'fiares brancas,
proprias para luto, 240 ts o cov.ido, 6 barato :
na ra do Crespo n. 20, Jojade Gallhqrme t C.
Madapolao avadado.
Madapoln avariado de differentes
Cre:
'
na Yu
w
na
'.Na na de Santa Therea n. .iperna, ven-
eVse om tarreno a 6* o palmo. ffMhesma casa
veud-se ana trastes usados, de Jacaranda,
1 .
Darris com carne de ivacca e ie porco salgada
para mantimentos. de navios : ne armazem de
Ta*so"fmtarts & C. TOa-div Amprim n. 3
urna taverna nos Afagadfcs. ra de S Migue!
n. W. propria para principiaato : quera preten-
der dirija-se mastna.__________"
. Muito barato
vendo-se nma arroacao e generas de mol nados,
Kr t^Oi, no barro, freguezla don Afogadus, lugar
praoa do Ca,pim : a tratar na mesma.
" Vende-se um sitio no TundSc, coiW'^WfmBOs
de fundo e 100 de frente, em tttn pr*prla, eem
urna, casa dentro : a tratar aa rtia-do Rangel nu-
mero 48,
JO


8
Diario de PernambfMjo SexU feira 8 de Agostado 1#T8.

mimiu czbal
CMARA DOS DEPLTADOS
DISC.inSO PROFERIDO NA SKSSAO
DE 1 DE JIXO
(Conclusio).
Em primeiro lugar dirio todas que, aos
olhos do legislador brasileo, o incesto e o
adulterio^ se nao sao actos lcitos, valem
todava (auto quanto a simples copula do ho-
rnero, solteiro com a mullier solteira, o que
j un' grande perverso moral.
Em segundo lagar, Sr. presidente, desde
que o proprio legislador dimite a logilima-
co dos filhos incestuosos e adulterinos,
destre utn dos embaracos postos, ao in-
cesto e ao adulterio, e nao ser de eSWWhar
que estes crimes se vulgarisem acorocoados
pela propria lei.
Eis aqui, Sr. presidente, as consequen-
cias a que naturalmente havomos do chegar,
se fr convertida em lei do paiz a doulrina
que impugno, consequencias que bao de
importar necessariamente o robaixamento da
moralidade as familias, e por consegrante
na sooiedade ratnira.
0 Sr. Alcoforado :A jurisprudencia
segu o contrario disto.
0 Sr. Takouipuo i>e Souza :Eu sei, Sr.
presidente, que ainda se pretende argumen-
tar, em favor da. idea consignada no pro-
jecto, com a innocencia dos tilhos incestuo
sos e adulterinos, dizendo-sc que elles nao
tito culpa de assira haverem nascido
Mas, Sr. presidente, este argumento, pri-
vando do inais, nao pro va nada; e na ver-
dade, se queris attender innocencia dos
tllios incestuosos e sacrilegos, deveis atten-
der tamhem innocencia de todos os ou-
tros, seja qual fr a sua origem, o nem de-
veis negar aos filhos simplesmente naturaes
os diieitos que concedis aos filhos le-
gtimos, porque os filhos na tu raes nao
tm culpa do haverem nascido fra do ca-
samento.
Acabai com as distineces entre os Albos
legtimos e Ilegtimos!
L'ma Voz :A questo a prova.
Sr. Taruuimio de Souza : Pelo que
acabo de dizer v V. Exc, Sr. presidente,
que r.izes de grande valia so oppem ;
adopc,o deste projecto, quo trar urna in-
novado perigosa nos nossos costumes, mais
urna grande dse deimmoralidade para der-
rama-la no seio da familia brasileira.
Nao esquecerei a opniao daquelles que
dizem : se a igreja consente no casamento
dos incestuosos e adlteros, concedendo-lhes
9 dispensa, sera a qual nao poderiam vali-
damente casar, pede a Justina quo so nao
recuse o beneficio da legitimaban o aos fi-
lhos que nasceram de urna uniao que aos
olhos da mesma igreja deixou de ser crimi-
nosa.
Senhores, mster nao confundir cou-
sas que por sua natureza sao mui distinc-
tas.
A autoridade ecclesiastica concede, em
certos casos, as dispengas de que se trata,
porque ella mira principalmente o im espi-
ritual, a salvaco eterna das almas que ltie
esto confiadas e por isso que, para arre-
da-los do peccado,concede a dispensa; isto,
porm, nao quer dizer quo aos olhos do le-
gislador civil as hypothescs sejaui iguaes,
que se concedam aos filhos iucistuosos e
adulterinos os mesmos direitos que se
concedem aos filhos simplesmente natu-
raes.
A igreja concede muitas vezes a dispensa,
verdade, mas ella mesma recusa o bene-
Gcio da legitmaco para os effeilos espi-
rituaes, como por excmplo, a ordena
cao.
Teremos. porventura, aqui a absolvico
dos culpadose a punico dos innocentes?
Nao, Sr. presidente, porque na legitima
cao por subsequonte matrimonio nao se tra-
ta seno de um favor concedido aos filhos
naturaes in speciey e es quo nao esto as
mesmas oondlooOs, os quo nasceram do in-
cesto e do adulterio nao podem com ra-
zo queixar-se de que se Ibes recuse o
esmo favor, porque ao favor ninguem tem
direito.
Nao quero por mas tempo, Sr. presi-
dente, abusar da bondade daq'ielles que me
ouvem, e por isso vou concluir as ligeras
reflexes, que julguei conveniente submet-
ter i consideraco da cmara, com as pala-
vras do Ilustre jurisconsulto Marcade, quan-
do. a proposito da questo que nos oceupa,
dizia : A mulher que tem em perspecti-
va para o filho, que pode nascer de suas
relacoes criminosa, urna vergonha indele-
vel, ser mais forte contra a sedueco do
que aquella que lobriga para o inesmo filho
as honras da legitimidade".
Eis aqui maisum novo motivo e urna
nova autoridade, para que nao consintamos
no projecto que se discute, e contra o qual
estou disposto a dar o meu voto, as-
sim nesta como na terceira discusso,
se infelizmente elle l chegar. (Arito
bem.)
procurou contestar as proposices principan ierpapk[<
enunciadas pelo seu Ilustre collega. vigi* *

)*-*Onl
no
desor
tem castigo o*
eUe te* entre-
:
dirigindo se ao
de promessas da
MERATURA,
QueatAei religiosa.
Tentativa de impugnaco aparte substan-
cial do discurso do Sr. Dr. Candido Men-
dos d",1Imeida, proferido no senado na
sesso de 24 de maio de 1873.
I
S. Exc, o Sr. Dr. Candido Mendes d'Al-
meida, Ilustrado representante do Maranhao,
na cmara vitalicia, proferto na sesso de 24
de maio deste anno um soberbo discurso
acerca da questo religiosa que, tendo tanto
agitado o paiz, della se ha oceupado as duas
casas do parlamento brasileiro.
S. Exc na louvavel intenco de sustentar
as ideas que anteriormente havia ahi emitti-
do em prol da igreja catholica, de salva-
guardar os direitos do summo pontfice, e de
justificar a conducta de alguns dos nossos
bispos, declarouno exordio de seu impor-
tante histrico discursoque vpltara de novo
tribuna, forcado pelo procedimiento de ou-
tro nao menos Ilustrado senador, pelo Ma-
ranhao, o Exm. Sr. Dr. Lufa Antonio Vieira
da Silva, que tomando o penoso encargo de
fazer um requeriraento somonte para ter oc-
easio de o refutar, proferir um notavel
discurso, na sessio de 8 do referido mezde
maio, tanto mais perigoso, quanto certo
que partir elle de um carcter honesto, do-
tado de urna excellente natureza,. e de um
bello talento.
Depois de explicar a causa do Sr. Dr. Lujz
Antonio, injustamente nutrir, contra a re-
ligio de seus pas, os prejuizos que mani-
festou em pleno senado, qual a de havarsido
educado em urna universidade protestante
Em verdade, S. Exc. elevou-se alturade*^Dntrs pijlendem,.
seu vastos con hec mantos, revelando talen- principe inancebo, o encl
to superior, erudico profunda,*fMAcatn?> sua amizade, so se quiz^sse unir com tic,
lien, como sempre. e seguir os seus conselhos.
Em muitos pontos estamos dir*accordo l'ns o outros,, te i vez, fallara a verdade,
com S. Exc, seguimos as suas ss doutri- porque do estudo reflectido da Historia se
as, e adoptamos completamente as suas conclue que Hildebrando, quando se torna-
orthodoxas opinioes. va necessario, sabia conformar i intriga e
Assim quando elocuentemente stygma- submisso com as ameacas e altivez,
lisa a propagarlo dos ruaos livros, origem da III
impiedade que nos suffoca, e a falsa illus- Ao elevar-so ao solio pontificio tomou
traco da nwssa mocidade, que indo i Bu- Hildebrando o iiotne d Gregorio VII, e logo
ropa procurar sciencia, engolfa-se nasdou- manifestou as suas tendencias e osee'sys-
trinas ant-ebrists. tema sobre o poder da curia romana.
Ojuizo por olle formado a respeito de Envolveu-se ero dous i usados eominctti-
l.uiz Napoleo, denle famoso hipcrita &i-, mentas; o; primeiro fazer todas as qacos
Ihado d Juliano, magnifico e de urna eiac- tributarias santa s, e o segundo, estonder
tidao histrica to veliemento, que a m4 semdistincoiora sua autoridade sobre tolas
f, ou o interesse em negar a verdade, po- as classes componentes da sociedado ebrista,
der con testa-lo. h sera exceptan dos res soberanos,
i** I Considerava o poder da igreja como nico
Mas S. Exc, o Sr. Dr. Candido Mondes, emanado de Deus, unio cujo exercicio era
no correr de sua luminosa discussdo, emittio legitimo e obligatorio aos bomens; reputava
proposices taes, que nao podemos concor- o soberano pontfice como depositario d'esto
dar oom ellas, pozar do respeito que tribu- Ilimitado poder, lugar tpente de Deus na
tainos aos seus conhecimentos histricos e torra, independente, absoluto, e superior a
aos seus profundos cstudos na importante ludo e a lodos.
materia do que to brilhantemento so occu A ssas falsas ideas que o prooccupavam,
peo. diz um insuspeito cscriptor orthodoxo, so-
Iteferimo-nos, especialmente, a esta parto bre a natureza do seu poder, se acbavam
do seu suceulento discurso : nelle unidas um respeito cios) de duaiinn-
Orarse S. Exc. nao tivesse do estudar cao, um genio ardento, urna grande appli-
Heidelberg, o nao se achasse to envolvido cai^o ao trabalho, que s poduria igualar-se
as nebulosidades germnicas, nao poderia com a sua extrema actividaJde, um valor que,
com fundamento dizer que exocutar urna cora os obstculos encontrados, augmentava
bulla da santa s entregar as sociedades prodigiosamente ; sabia aproveitar-se de
temporaes ao governo directo do papa. .todas as ciicinstancias oventuaespara con-
Que omnipitencia tiveram os papas ceber prnjects continuados, dos quaes nada
sobre o poder temporal? .0 fazia deslrahir : valendo-lbe milito urna
Em tfueterpol austeridade de costumes, quo o mesmoodio
E' tima these i/tte eu desejava ver sus- o a maligui lade respeitavaui ; um mor e
tentada. zelo infinito pida bem, e grande conheci-
Em nenhum lempo. i ment do direito cannico, uo qual tinha
Sempre a igreja respeitou a rbita do feito particular tsludo, e urna erudito vas-
poder temporal. 'tissima pira o seu seculo.
0 Sr. Silveira da Motta :No se- ARTIGO 2.
culo croio que XVI. I
a 0 Sr. Mendes deAi.meida:Etsar/uij Gregorio Vil, como j dissomos no nosso
como S. Exc., permita que Ihe diga, primeiro artigo, era de um carcter mflexi-
moslra to atrasado na historia da vel e peiseverante para levar a effilo um
igreja.
O
ser....
Sr. Silveira da Motta:Pode
plano qualqucr que houvesse concebido.
Possuid do pensamente de tornar as as-
edes tributarias da santa s, e de estender o
OSr. Mendes de Almeida :Poisqual seu polor sobre todas as classes sociaes, sem
foi o tempo em que a igreja brilhira, nao distincrao alguma, nada o al tora va, nenbuma
por influencia que ella quizase exercer des- \ contrariedade era capaz de o fazer retro-
poticamentesobre os reis esobre os pocos, ceder.
mas telas virtudes heroicas daquelles que a Abalou toda a Europa, empregou todos
dirigir.im e a serviam ? os rneios de que pode dispor para dirigir
0 Sr. Viscondf.de Souza Franco : seu talante as cortes, os conselhos dos prin-
De.ilexandre VII.... cipes, as dietas, e as assemblas dos bispos.
O Sr. Mendes de Almeida: Em 257 Dirigia-se incessantemente, por escriplo,
papas que tem havido, Sr. senador, encon- aos reis, aos prelados e aos grandes de toda
trar-se-ho qualro ou cinco, urna dezena^a christandade: exconaraungava, depunba
quando muito, que nao tenha merecimenlo, Jos pastores, celebrava concilios, chamando
que inesmo se macularam com vicios ecri- & si todos os negocios pblicos ; tudo isto
mes, mus nao ha dgnaslia alguma no mun- operava con presteza, quasi ao mesmo tera-
do que aprsente em tanta quanlidade, po, como se nicamente estivesse oceupado
homens tilo dignos e to respeitaveis.
* *
Com isso que, p*r maneira alguma,
podemos estar d'accordo com o Sr. Candido
Mendes.
E como S. Exc. deseja ver sustentada a
i hese tle quo os papastiveram omnipoten-
cia sobiv o pndir temporal, e que nem sem-
pre respeitaram a rbita desse poder, procu-
raremos satisfazo-lo com o auxilio do docu-
mentos autnticos, e Sb a autoridade de
de um s assumpto, e a elle pertencesse ex-
clusivamente a dirceco ou o governo do
mundo.
II
Gregorio VII, a quem nao se pode negar
qualidades eminentes e intences benficas,
viveu em contitma luta eom quasi todos os
soberanos que IV, imperador da Germania, foi contra
quem elle principalmente intentou mostrar
as suas atrevidas Dretenc,6es fulminando-lhe
e'o imperio, no seculo XI, a qual, por mais
de ama fez, se leanimou, causando-terriveis
est|go# la Europa.
\5evera-so que Gregorio Vil,' provocador
de semelhanle luta,. hora da morlo so
arrepen lera d'isso, e de haver multiplicado
tanto as excommunhes, servindo-se das
armas d igreja part' sustentar pret^ncos
exageradas o cbUaerias e pouco conformes
ao espirito do ovangelho.
Se este arrependimento foi sincero, sem
duvida este pontifico pJe fazer resplandecer
aos olhos de Deus o moiecuueii'.o das virtu-
des do quo era dotado, c este seria o melhor
fundamento em que se p xleriam apoiar as
honras, quo depois lhe fjiam feitas.
III
At aqui temos urna ou oulra vez, nos
auxiliado do abbade Svduvin Chfonologia
dos sununo* pontfices romanos^ Ed. de
1789 e sempre, com a mais escropulosa
lideli'lado, do abbitde Ducreaux=Ri&toriq
do Christi.atiixtm, desde o sen cslalteleci-
meoto. Ed. de 1783.
Y.' do urna autoridade irrecusavel em
face da infallibilhlade resultante do seguate
e re|wit.ivel documento, quo os rebivos
da santa igreja catholica, apostlica, romana,
nos ministrara
Ei lo:
PlO VI AO ABftADE DCREAUX,CONECO DA
IGREJA DE AUXERRE.
Da inesma carta, e plano da obra ve-
mos, quo excellente o designio, que
do todo o poder iemporal [Gregorio VII
Epistolar, 181 ).
Os ministros da igreja nio sao legtimos,
porque sao instituidos por bomens do mun-
do ; porque entre os ungidos do Senhor eu-
contram-se os desejos e as paixes com a
cobica das cousas' terrestres ( Epstola i*,
43). {
A igreja acha-se neste estado, porque
aquellos que a devem servir s tratam do6
inleresses do mundo ; porque servindo o
estado e ao principe, consonara so ostra-
nhos igreja.
A igreja dove, corntudo, ser livre por
meio do seucrele, pelo primeiro homeirr"
da christandade, pelo sol da f, que" o
papa. *#
O papa representa a Deus, cujo reino
governa na trra, sem olio Bao ha'rfinn,;
sem elle a monarebia submergida como]
um navio naufragado (Epistoia Ia, 7).
Se se pretende a pro>peridade da igreja
o do i nperio necessario que o sacerdocio
e 'a mouarcliia estojara inteirameute liga-
dos, e assocrem os seus esforcos para a paz
do mundo [Epstola l*, 19).
O inundo c alluraia le por dous lumi-
nares, pelo su: que maior, e pela la que
mais pequea. O pr.pa parece-so com o
sol, e o poder real assemelba-se com
a la. Assim como a la nao allumia se-
no por ntorven(;o do sol, assim tambera
os imperadores, os reis, e os principes nao
podem subsistir, seno am vi mi le do papa;
porque osle precede de Deus
Por este motivo, o poder da S de
VAMEDADE
lormastes de escrever a histona da rebg.o 1U)ma muitoraaior do quo o dos princi-
cbrisu, e seguro o cammho, que seguntos. e esl() s U)4 ao 0 ,hlJ diJ.
para descrevor todos os suecessos com exac- V|M1, 0|)e,|iencia [ Epstola l', 19 ; 2% 13,
tido o claresa, piutal-os com suas cores
naturaes, o segumo as leis da historia ; res-
tabelecer, recorrendo s fontes nais puras,
tudas as verdades histricas, que a audacia
e impostura de alguns modernos forceja ion
por alterar.
Cota asss rasao, pois; jul^ostos que
publicando a MMM obra, farieis glande
servico religiao ; a aos vossos le i lores
seris de todita utilidado, pois assim pode-
ro fcilmente descobrir os artificio dos
i rapios.
Da lo em Santa Maria-mainr, dobaixo
do anuel do> pescador, a 27 de seterabni te
1775, no primeiro anno do nosso pontifi-
cado.Benedictus Stay.

A fonte, potanto, que recorremos, Bao-
poda ser mais pura do que especi dente-
sabendo-so que Pi VI nao tem motivo al-
gum para ser levado essa d'zena de papas,
que so macularam com vicios o crimes,
que so refere o Sr. Dr. Candido Mendes de
Almeida no seu luminoso discurso.
*
escriptores insuspeitos, alguns dos quaes se- as mais torriveiseeosurasda igreja, no que
era muito fcil.
Essa guerra que excitou toda a Allema-
nha, e Italia; que collocou Henrique IV
en risco de perder o tbrono, e fez o pro-
prio filho seu antagonista ; que rebelln
parte dos bispos entra Gregorio VII, quan-
do a outra parte era a seu favor, e que nao
causou menores males igreja do que ao-
estado, tovt por fundamento, ou pretexto,,
as investiduras.
, por nos, textualmente copiados.
Em seguida demonstraremos^ue atim de-
zena de papas, que se maculuram com vi-
cios e crimes, de nova especie, o autorisa a
reformar-so o systema actual de numera-
cao, por que, em face de da los positivos,
incoulestaveis, ellos subiram a mais de cin-
coe.ita.
So ao coiicluirmos o nosso improbo tra-
bralho S. Exc, talvczcom razo, exclamar :
como se moslra atrasado na historia da
igreja / a f que lhe ficaremos agradecidos
pela honra e nos equiparar, nestes intrica-
dos conhecimentos, ao Ilustre senador, o
Sr. Silveira da Motta.
II
Por fallecimento de Alexandre II, que
deixou vaga a santa s em 1073, depois de
ter estado do posse do governo da igreja
pouco mais de onzo annos e meio, subi
Hildebrando cadeira apostlica, da qual,
por duas vezes, j havia disposto em favor
de oulros.
Natural de Saone, mongo de Sao Bento,
prior do Clur.y abbade de S. Paulo, eleito
cardeal por Leo IX, legado dos papas Vc-
tor ll, Estevo X, Nicolao II, Alexandre II,
fra educado no mosteiro de Cluny.
A sua erudico na litteratura profana e sa-
grada, costumes rreprehensiveis, intelligen-
cia admiravel, e firmeza de carcter, nao po-
diara dcixar de o fazer distinguir pelos seus
contemporneos

Ainda Alexandre II nao eslava sepultado,
quando o povo, na occasio de seu funeral,
se amotinou, e passando o nome de Hilde-
brando de boca em boca, foi eleito em con-
sequencia desta acclamaco geral, sem es-
perar-so os votos dos cardeaes, e do
clero.
Esta precipitada elec,o, suspeita de haver
sido promovida por seus espides secretos,
servio de fundamento s exprobaces, que
depois se lhe fizeram, de ter tomado posse
da santa s por meios Ilcitos; mas o seu
poder, muito legitimo, esta va bem estable-
cido, porque, o clero romano, habituado
dependencia delle, nao o abrigara, por
certo, a recorrer a semelhante artificio e
nem i amotinaco do povo.
Como quer que seja, Hildebrando espe-
rou para sagrar-se, que o Imperador Henri-
que IV da Germania consentisse na sua elei-
co.
Este principe tinha razo para recelar a
autoridade de um papa, que j se havia de-
clarado em favor de seu adversario, e o fize-

A cerimonia da investidura, de sua ori-
gem puramente civil, consista em apresen-
tar aos bispos e abbades, o bculo pastoral,
o o anuel para os raetter de posse das ierras
doadas s suas igre^is e mosleiros, a titulo
de feudo, do mesmo modo que das honras e
direitos temporaes a ellas annexas.
Os raperadoresdo occidente se mostravam
mais ciosos qu todos os outros monarelws,
em conservar este uso, que reputavam cerno
urna das prerogaiivas mais essencaes t so-
berana.
0 papa Leo VIII a tinha reconhecido e
approvado por um decreto solemne nocen-
cilio de Latro, no anno de 963, a favor de
Otho, o grande, e de todos os seus sacces-
sores; porm, como muitos destes prnci-
pes, mais que todos Henrique IV, abusas-
sem do direito da investidura para conferir
as prelacias a sujetos indignos, e muitas
vezes para as vender, Gregorio VII resolveu
prival-os do mesmo direito.
Para levar a effeito o seu projecto, pro-
mulgou um decreto, em que proscrevia o
uso das investiduras, como abuso tanto
mais criminoso, quanto sujeitava as cousas
espirituaes s potencias da trra.
Este decreto emanou do concilio que se
celebrou em Roma em 1074, sendo inti-
mado a Henrique IV pelo legado do papa
Gregorio Vil, com pena de excommunhao
se nao obedecesse immediatameute.

Henrique IV irritado por se haver pro-
nunciado contra elle urna sentenca sem ser
ouvido, nao obstante prival-o de am direito
heriditario, cuja posse achara estabelecida,
e sobretudo despertado pelo modo injurioso
e inconveniente de sua intimaco, entendeu
que a sua honra e a dignidade imperial
obrigavam-no a fazer a mais rigorosa resis-
tencia a emprenst do papa.
Assim procedeu.
Gregorio VII nao se fez esperar no era-
prego dos meios de que o havia ameacado.
Eulminou contra Henrique IV os raios do
Vaticano, to formidavais n'essa 'paca, ei-
r intimar, no ultimo pontificado, para com- commungando-o; desobrigou os seus vas-
parecer em Roma, am de responder pelos salios do juramento de fldelidade; sublevou
seus costumes e dar conta do modo porque' o imperio, e fez que todos os estados inter-
administrava os negocios que tinha rea- ferissem na lula, como propria.
cao com a igreja. Hanrique IV, por aeu lado, topou arma
Por outro lado, a situacaeem que se acha-' para reagir contra p pontfice, que na sua
va Henrique IV nao lhe permittia oppor-se a pessoa ultrajava a soberana dos reis; suble-
uraa eleico que, nao obstante toda a sua ra vou-contra ety parte aos bispos, fez desti-
vontade. seria definitivamente approvada e tuil-o em urna assampl^a de prelados des-
bem acceita por todo o orbe catholico. Se- contentes, e elegeu-se outro papa em seu
ra isso intilmente arriscar a sua autorida* lugar. Sitiou-o no castello de Santo Ange-
de, e adquirir um poderoso e irreconsilia- lo, obrigando Gregorio VI a fugir de
veLniraigo, a quemdeveria afogar. Roma e a raorror em urna especie de dat-
Alguns escriptores asseveram. que Hilde- Ierro no anno de 1085.
branaojscrevendo a Henrique IV, por oc-

Taes forara os principaes motivos d'essa
educado em urna universidade protestante casiao de sua eleico, lhe pedir que nao raes toram os principaes motivos d essa
da AUemanha, o Sr. Dr. Candido Aleudes, J consentisse nolla, porque se elle chegasse a guerra to funesta e dilatada entre a igreja
31,8, 21 e23):
Procedeiido o papa Jde Deus, todas as
m cousas lhe cstao subordinadas; negocios
< espirituaes o temporaes devem ser tratados
nos seus tribuuaes [Epistoia 1*, (52).
Lm vii lude ile sou poder o papa ple
instituir e depor os rois, coiil'erndo-se-lhe-
o poder, nao para sua gloria ; mas para &
salvaco Devem. portanto, prestar bumildo obe-
diencia A igreja, e serapro que se lancera no
cfininho do peccado, a igreja obrigada a
suspende-h s e a rcstitui-los no bon cami-
Epistola 1\ i, *, 18, 32, 5 ; 8a,
Vamos agora soceorrer-nos autoridade-
de um historiador, da nos* particular es-
tima ou predileegaeque, tom quanto pro-
lino, jamis poiJer-sor acuimado do sus-
peito groja catboUca, a[M>stolica e romana,
pois o seu mais deuodmlo campeio no
seculo.
Eis o que, no capitulo que se segu, em
relaco ao facto do suminos pontfices pre-
tenderen! chamar a si ou disputarem aos
soberanos da terrao poder temporal, delle
coihemos, applicavetao papa Gregorio VII.
IV
Gregorio VII frtil' em recursos, atiento
era tirar partido dos acontecmenlos, de
ama penetrado extremo^ era tao hbil em
onbecer os homens; como em os attrahir
e inspirar Ibes os seu proprios sentinieu-
tos.
Revelou o projecto que tinha concebido
guando os pontfices o escolheram para
conselheiro.
As abomiuai.L's que recentemento tinha
atravessado o pontificado convenceram-n i
de que todo o mal naseera de ficar aban-
donada a dignidade suprema eleico iute-
ressada ou corrompida dos poderosos ; ma
nao se pudendo abater de um golpe a pre-
tenQodos iraperadores> comecou por cor-
rgir o que tinham do excessivas as no mea-
cees regias, suoractten'lo-as reeleigo do
clero e do povo,

Para completar a tarefa c toruar-se inde-
pendente, fallava des-vk- a podra do escn-
dalo, isto, o direilaque se arrogavam os
senhores seculares de investir os prelados
entregando-Ibes o anoel e o bculo.
Como assim ? brabava Gregorio VII,
pois a mulher mas mseravel pode esco-
lher esposo conforme as leis de seu paiz,
ea esposa do Deus, como se fra vil es-
crava, ha de ser obrigada a roceber o
seu das mos dos outros ?
nbo.
21
Cumpre, pois, que a igreja so conserve
independente. f Epstola 2a, 12:
V
Em fnee do oxposto. nao podemos deixar
de aCastar-uns da opinio do Ilustrado Sr.
Dr. Candido .Mendos do Almeida quando,
no sou discurso, disse quo os sumuios
pontfices nunca tiveram omnipotencia
sobre o podes temporal, que a igreja
. sempre respeitou a orbito desse poder.
?
* *
Am 1.1 mais, nao podemos comprehender
couio semulbaitles proposices sahiram dos
labios de to erudito o conscieucioso repre-
sentante do Maranhao na cmara vitalicia !
Se S. Exc. iVancamenlo so collocasse ao
lado do grande (iregorio VII o pugnasse pe-
las suas ideas, ccplicasso os seus peusame-
los, arcasse em prol do seus principios,
comprend loriamos isso bellamente, o o
admiraramos, por certo [l] : eslava no ftuil
direito : sustentara urna doutrina ; declara,
va-so por uina escola ; alstava-se riebaixo
de uraa bandeira, que tora sido, por mais
de nina vez, soberbamento desraldada nos
magnficos torreos do Vaticano : advoga-
vafcOinfiin, urna causa j defendida por ca-
beras Ilustres, e esposada por talentos bri-
Ihantes e respeitaveis; porm, como syste-
ma de defz t groja romana, sustentar quo
esta, cu todo* os lempos, sempre tem res-
peitadoa rbita do poder temporal,, em
verdade cousa digna do maravilhar I
E note-se que as exageradas protences
do Gregorio Vil nao constituem um facto
solado na historia dessa igreja, pois quo
nao foi olio o nico papa que propagou
taes doulrinas, que concebeu projecto tao
arrojado ; outros seguirn! suas pisadas;
uo s no mesmo scalo XI, como uo sub-
sequentes.
. *
Em outros artigos o
om a maior evidencia.
S. Luiz do Maranhao, ti do julho
1873. J.daMaUa.
Forte, pois, eom a sua propria vonta-
de, e com a do povo, prohibi aos ecclesas-
ticos que recebessem das mos de um se-
cular a investidura dos beneficios, o aquel-
los de as darem, sob pena de excomrau-
abo.

* *
Se a igreja renuucassc os beus e os di-
reitos pelos quaes se da va a investidura, fi-
cava despojada de toda a autoridade tempo-
ral e dependente do principe, como hoje
acontece o clero protestante.
Se, pelo contrario, o conservasse, sora
carecer do pedir em cada vagatura a con-
firmaco dos seus poderes seculares tor-
nar-se-hia independente e estendera o seu
poder at tornar os principes seus vassal-
los.
Gregorio VII nao recuou dianto desas
consequencias .porque quorendo regeno-
rar a sociedade por meio do ebristiauis-
n mo, nao julgava poder consegui-lo era-
quanto a cadeira de S. Pedro nao fosse
elevada cima do throno dos reis.
D'ahi resultou a necessidade de intro-
trometter-se elle nos negocios temporaes
e no governo dos povos.
*
*
E' este um dos pontos mas espinhosos da
historia e do direito publico ; mas-, di- Ce-
zar Cantu, Historia Universal, tomo 6",
livro io, capitulo i7, de quem nos temos
servido quasi textualmente, pode discutir so
com toda a liberdade a questo 4a indepen-
dencia mutua dos poderes seculares a ecale-
siastico desde qua a corte de Roma deixou
de ter pretences, por direito divino e na-
o tural, a urna jurisdieco directa ou indi-
recta sobre o temporal dos prncipes.
* .*
Nao querendo seguir, accracenla o mes-
mo Cuar Cantu, aqui nem os panegerys-
taa, nem os detractores, deixaremos que o
proprio Gregorio VII exponha os seus pen-
samentos sobre este assumpto.
Ei-los: .
a A igreja de Deus deye ser iudeneuJMe
manifebtaremos,
de
I Justificasse o mesmo, po-is que para
o lazer, cm summa vantagom, o elevado
tlenlo do Sr. Dr. Candido Mendos encon-
trara um mauancial de recursos na monu-
mental carta que Gregorio VII, contristado
pela corrupeodo seculo, escroveu a Hugo,
sou abbade, assim substanciada :
Oxal que eu pudesse fazer-vos coinprc-
hender as tribulaces quo me acomraet-
tem I
Os cuidados incossantes que rae aflligem
cada vez mais I
Tenho pedido muitas veses ao divino Sal-
vador quo me tire deste mundo, ou que
rae deixe ser til a m commum. Uina
dr que nao posso explicar e urna profun-
da tristeza invaden a minha alma, vendo
a igreja no Oriente separada da f catholica
polo espirito das trevas. Devo volver os
olhos para o Occidente, para o Sul o para o
Norte 1 Dillicilmente descubro alguns sa
cerdotes que chegaram ao episcopado pelas
vas cannicas, que vivem como conve-
niente, que govemam o sou rebanho no es-
pirito de caridade, e nao com o orgulho
desptico dos poderosos da trra.
Entre os priucipes seculares nao conheco
nenhum que prefira a gloria de Deus sua
propria gloria, Justina do iuteresse.
Aquellos entre os quaes vivo, romanos,
lombardos, e normandos sao peiores do que
judeos e pagaos. So ponho os olhos em
mira mesmo, encontro-me de tal forma
opprimido pelas rainhas culpas que nao
vejo esperance de salvago seno no mere-
cimento de Jess Christo. Se nao tivesse
esperance em melhores lempos e em ser
til igreja, uo me conservara mais tem-
po em Roma, onde estou. Deus sabe co-
mo preso ha vule annos, entre urna dr que
se runova quotdianamenle, e urna esperan-
ca muito longiqua I
Accoramettido por mil tempestades, a
minha vida urna agona continuada
Urna yoz que somos obrigados a erapcegar
todos os nossos esforcos para reprimir os
mos, urna vez que somos obrigados, j
que os principes desprezum os seus deveres,
a defender a existencia dos religiosos, exhor-
to-te fraternalmente para que me auxil ea
pedindo e conjurando aquellos que binara
sinceramente Sao Pedro a que se tornen
seus verdadeiros filhos e soldados, que nao
lhe prefiram os potentados da ierra, que
podem conceder favores desprezveis. e tran-
sitorios, eraquanto^quo Jess, os prometa,
verdadeiros e eternos, [Grtgorio Vil,
>fyislllt49)>
tr
GoIIam man* pr David.
Parece que a especie humana tem ido *u-
colhendo do principio do rohddo para c.
Tal vez se deva o l'aeto a ter fido peque-
no o numero de autores de owginaes ops-
culos de hygeue e de moral em beneficio
da huiaanidade.
llsiirion lia cent o o eiucoenta annos apre-
suitciu academia d* bellas lettras de Fran-
ca urna escala de albn : Ado tinha tido,
na opinlflo delle,' lid jjs ; No 100 ;
Abra bao 28 ; Jfoyss 13 ; Hercules 10;
Alexandre 6 e Julio Osar 5.
E, seeudissesso que o sob rdito Hen-
rion tinha quatro ps^ era possvel que
elle, a sor agora vivo, se oscandalisasse,
apoza- de ao ihe ter tremido a mo quan-
do chamou a No centopeia I
Mas eu nao trato agora d'isso.
Dou-ine por muito feliz por nao haver
esperado, para uascer, o lempo em que,
nos calcules dos siarnezes os homens bao
de ter um p.
Em todo o caso tenho pe para dizer qcw
vom cortamente d'alli o chamarinos maio-
res aos que viveram antes de nos.
Yirliilibus majorum foi olerecido o
arco da ra Augusta, em Lisboa ; e n gu >ra me tira da oaboca que este lalinoro
obsequia os nossos antepagados, e nao os
majares, como quer um vizinho me. Nem
havia motivo para nos lembrarmos dos
majares primeiro do que des tenentes-co-
rontis.
Si ja coiao fr, a mea dos latages tem-se
ido pardeado ; a rardade dos seus corapo-
ueutes lom-lbes augmentado o valor : e am
homomzarro, quo outr'ora nao valia trirAa
ris, chama-se boje gigante, e chega a exi-
gir de nos, s para lhe pormos a vista em
cima, um tosto, e dous tostos.
As molheronas deixam-se ver por mo-
nos. Na feira das Amoreiras mostrou-se
oslo amo urna gigaine por melado de um
pataco : a outra metade proporcouava-rtos
o admirarinos urna bola de carne, que se
diz sua irra.
Era todos es lempos tem apparecido um
ou outro homem que pode comer as papas
na cabeca ao resto o genero humano.
Ainda assim nem todas as canecas servi-
riain pora meu pr to.
A biblia, entre outros, falla-nos de Og,
rei de Rassan, Galaad, e (lualainita.
E' d'esta alambasada creatura que os
rabes na Historia Sarracnica contara i
seguute : Og, que tinha posto no Trinta
Diabos Snior a calva mostra a Ne, por
cousas polticas, nao querendo sustentar
polmicas pela imprensa, para nao pagar a
sua litteratura- a tres vntens a liaba, andava
constantemente pilha do No, para Ihe dar
cabo ila pello. No escapava-rhe encafaan-
do-so em cavernas onde aquelle enorme cor-
pazil nao poda penetrar. E eom isto tanto
se desesperou um da o mostrengo que ar-
rancou as barbas (doloroso sacrificio l) a
zas, atirou-lh'as aos cajeanhares. As barbas
cobriram uina enorme superficie, um cam-
po grande. Cada cabello origjnou um ce-
dro. Ed'esses cedros, que formaran um
bosque, fui quo o justo No corjsruio a arca
do seu nome.
Nao s a Kscrintura Sagrada que nos
d gigantes ; tambem a raythotoga; eso
os historiadores ; os romancistas, etc.
Tenho debaixo da lingua un cento de
gigantes ; e poilia deixar escorrer dosbicos
da penna sobre o popel em quu estos ejere-
vendo esto fohetim, osnomesd'elles ; roas
arriscava-n e a assonhorear-me de todo o
espace da lolha era q^o vai ser transcripto ;
e os leitores nao poderiam cerlamente levar
a bora passar um dia sera saber dosbab
da Porsia, do sultao-do Atchim e da muitos
outros tigures.
Fallarei todava de alguns gigantes.
Os mythologos dorara-nos Titnio, que,
quando deitado, cobria a bagateila de nove
geiras de torra, urna cidade.
Este nunca podia deixar de estar em
mos lencos, ou tinha de fazer urna des-
pea incrivol e'ii leas.
Aqui para nos, o que lho vafea- era que,
de quando em quando, um ou outro arma-
zem deroupa branca fazia prorapta liquida-
clo, e vendia-lhe o linho eoalgodo pela
millesima parle do seu valor : fortuna que
nos tara bem, por philantropia de algura
negociante, temos desfructado s vezes nos
lempos modernos.
Encelado era "tal que, para se lhe tapar
a bocea, lhe foi posta em cima a serra da
Estrella ; e ainda esperneoo. E Polybotes
foi escarrapachado debaixo da Iha... das
Gallinhas. Masque duas rolhasI Eram ca-
pazos de tapar o gargalo a toda a gente
junta.
Dos historiadores, uns coutam-oos que a
tibia de Antheu, encontrada na frica, me-
da sessenta covados. Outros moncionara
3ue ura sapatinho de lago de Perseu tinha
ous covados de comprimento ; e passava
elle por nao ter o p grande. Outros re te-
re m-se a dentes caninos do tamanho de um
Ira le de pedra. E nao quero eu tocar em
Plinio, porque respeito muito a verdade,
e desconfio de que elle nao tinha muito es-
crpulo em pregar o seu carapelo.
Um romancista, se quizerem, que escre-
veu de Pantagruel, narra o seguinto : Mar-
chando o gigante um dia, nao sei para onde,
frente de um eiercito, composto do ao
sei quantos m bomens, desatou a ofaover.
Ninguem tinha um guarda chuva. Koque
ba de elle fazer ? Doita metade da bngua
de fra, s metade, estando a protectora
sobre os soldados e livra assim o exercito
de urna molha de se lhe tirar o chapeo I
L o caso em que sa nao pode diaer que
ter a lingua muito comprida ter m bn-
gua.
Basta porm de allegacas, para metter
em scena o assumpto de que me proponho
a rabiscar.
O primeiro livro dos Reis do Velbo Tes-
tamento, falla-nos de um philistbeu chama-
do Golias.
Era um homenntarro ; nio admita du-
vida.
Apurado para o servco militar, a cravei-
ra a que foi lavado para se ver que altura
delava, Qoou-lbe pela barriga da perna.
Deque modo o mediram nao sei, mas
indicou quatro metros a dezoto centmetros.
Nao se lhe podia chamar um grandsi-
mo.... gigante, mas tira certameote um gi-
gante.
(Continuar-st-ka/
:__________ .
TYP. DO DURpv W DUQUE. DE CAXUS
I)
:
.

.
j.
\



Full Text
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