Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13005


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AMO XLIX. MINERO 180


FABA A CAPITAL B LCC.4BBS 0\s> lio 8B PASA
V Ir mezes Sentados .7...............
Por seis ditos idetn $\W............ .
Por um timo dem..................
Cade numero rol..................
j*00
u*ooo
49000
330
WTA FEIRA 7 DE AGOSTO DE 1873
PABA K*TBO E FRA DA PROVIUCIA.
Por tree meses diMitedos................
for seis ditos idem..................
Por doto ditos idem
Por um tmio idem.
...
ISfSOO
10W50
VHQQQ
'PROPRIEDADE de manoel ficeiroa d paria & FILHOS.
O Srs. Gerardo Antonio Alvos d FUhos, no Tara; Connives d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Leu.,. Braga, no Aracaty ; Joan tria Julio Chaves, no Ass; Antonia Merque, da Silva, no Uta]; Jos Justiu
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos BulcAo, em Santo Antio ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth j
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joau Antonio Macuaeo, no Pilar das Alagoas; Alvos C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho A C. no Rio,de Janeiro. ,
PARTE OFICIAL.
<-ovtiii EXHKDI'STE D' IA 24 DR MAIO DK 1873.
/." srrnio.
Ofllcos :
Ao capitn de mar e guerra reformado Joa-
ouim Jos da Silva Pico seiente pelo seu offlck)
de honiem datido sob n. 113 de haver Y. S.
nesse dia entrado eni exerrino do cargo tn do porto tests provincia, para o qual fra re
movido por decreto de 5 do crreme de igual
empr.'gn que servil na 1e -ergipe.
Ao ti'ncnt -coronel Bocio de Aqultio Pouccea.
Fien inte rado pelo seu olllcio de hutitem sn'i n.
I ti de haver Vnie. n'aquella data passado ao
capitn de m.ir e guerra reformado Joaquim Jos
da Si"va o ejercicio da capitana do porto d'e.-ta
provincia, qne exercia porTurca da iei, na quali
dale Je secretario da mesma capitana. Por esta
occasio Inuvo os eus bons servicos e agradeco a
coadjuvacio que pre-tuu a esta administracio."
2.' seeco.
Aclis :
O presidente da provincia, altendendo ao que
requereu o bacharel Augusto Egydio de Castro
Jess juir niunieipal do termo de* Serinhem, re-
olve conceder Ihe mais 30 dias de licenea, na
forma da li i, para tratar de ana saude.
O presidente ta provincia, altendendo ao
3 ue requeren u lenle -coronel Manoel Francisco
e Souza Lean cnmmandaut' do 10* batalho du
infamara da guarda nacional do municipio de
Igualasen, resol ve conceder-lhe 6 1ne7.es de licenea
para tratar de seus interesses aonde Ihe eon-
vier.
Omcios:
Ao Dr. e efe de polica interino. Accusando o
rocebimento ilo ufflcio de V. S,n.942de 19 do cor
rente, sobre a necessidade que, segundo diz o
delegado do termo d'Agna Preta, ha de um desta-
camento em Una, lenho a dber Ihe em respusta,
Sie por eimpianto nao pode ser attendida a ic-
SBAadU daquclle delegado.
Ao mesmo. Em raspuda ao offlcio de V. S
n. 249 de 20 do correle, aeompanhado de cpja
de ontro do delegado do termo do Bonito, requi-
sitando forja para conduzir os presos alli existen-
tes para a casa de detencao, tenho a dizer Ihe que
deve o dito delgalo requisitnr a que julgar ne
cessaria para o dito din ao commandante superior
da guarda naci, nal daquelle municipio.
Ao mesmo. Em r spo-ta aa offlcio de V. S.
e 933 de 21 do correnle, no qnal tiaz ao meu
conhecimento a requisico, que faz o subdelegado
do 2.* districlo da freguezia de S. Jos desta pida-
de, de algumas armas para o serrino de rondas
aquella freguezia, tenho a dizer-lhe que por em-
quanto nao pode ser autorizado esse forneci-
n lento
Ao mesmo.Expeca V S. suas (rdens para
que me seja apreseatado rom a necessaria segu-
ranea no da 2b" do crreme a urna hora da tarde
Jos Magalhes da Silva Porto, preso na casa de
deteuco, o qual me requeren urna audiencia.
- Ao mesmo. Accusando o reeebimento do
l; o de V. S. n. 937 :e 21 do correnle, acoro
panhado de copia de muro do delegado do termo
d'Apua Preta s, bre o destacamento de polica ali
exigente, e que por ordem desta presidencia foi
mandado retirar, tenho a dizer Ihe em resposta
que na mesma data ordenei ao commandanie su-
perior d'aquelle municipio para substituir por
praeas da guarda nacional o dito destacamento.
Ao joiz de direito de Cimbres.Accusando
o receliimento do offlci de Vine, Jalado de 10 do
correnle, sobre a reclamacio que faz o subdele-
gado da freguezia de AJagOS le Baixo de aceres-
simo ilo resjie.-tivo de>lieamento, tenho a dizer-
llie em rastnsta que por falla de forca publica
dipouivel deixa de ser salisfeita a requ;i';ao
daquella autoridade.
Aojuiz de direito de Tacaratti. Accusando o
reeebimento do utlicio de Vine, de 26 do mez pro-
xim.) passado, sobre o destacamento de policia
existente em Floresta, tenho a dizer Ihe em re<
p ist i que nesUi dala expeco ordens ao comman-
dante do corpo de polica para sustar a delibera-
cao, tonuda a 16 desle mez por esta presidencia,
ie manlar recollier a esta capital o dito destaca-
mento.
Ao commandante do corpo de policia.Man-
de Van;, sustar a orden desta presidencia de 16
do correnle, mandando recollier esta capital o
destacamento de prayas d'esse corpo existente
na villa de Floresta.
4.' Meei.
Oaioios :
Ao legedor do gymnasio provincial. Com-
municu a vine, para os lins convenientes que, nos
termos de licdo de Candida de Sa Ayres, concedendo que seu
fllh i menor, Arthiir Cardoso Ayres, seja sdmittdu
Oesse e-italielecimento como ouviate, at que taja
vaga de aiumuo externo gratuito.
Ao inspector da sauJe do porto. Informe V
S, nos termos do final do aviso do ministerio do
imperio, por copia incluso, si a limpesa los caes
fionleiros aosnavios sultos no porto,reclamada pela
Associaco Commercial no offlcio tatnbem por co-
fia junto, necessaria ao melboraueuto do catado
aantarj >
A.i j'tiz de pa., presidente da junta de qua-
liflca.o da fregue/ia da Alagoa de Baixo.I>e-
volvo a copia da i|u.ilirieaglo dessa freguezia, en-
viada orn o olllcio da respectiva juuta, por engao
datado de 28 do corrent.;, afimde serem assigna-
das todas as suas folias. como determioa n linal
do artigo 2i da le de 19 de agosto de IHifi, de-
vendo acunpanha la. acta reconimeiilata palo
artigo 2 la lej citada e artigo 16 do decreto n.
1812 ile 21 de agosU d-i 1836.
Portara :
A' illustrissima cunara municipal do Itecif.
-Com as copias inclusas das nformacoes do com-
mandante das roas o do da fortaleza do lirum
flea respondido o olllcio da illustris.-ima cmara
municipal di tteesTe, de 30 de abril ultimo.
KXPKDIP..1TK no S CRF.TARIQ.
2.' stcco.
OBcb:
Ao con hu laate superior de Bom C mseliio.
Garanhunae Buique. O Exm. Sr. presidente da
nrovm -ia tnaoda declarar a V.' 8. qae nota dala
eapedin ordem theursria provincial no sentido
de serem pagos os veucunenlos da f nacional, de quj trata o seu nflcio de 17 de ab il
ultimo sub n. 23.
4.' uc5.
\ I.* secretan da assembla legislativa
provinsi:d. N. 138=xDo ordem do Exm. Sr. presi-
denle di provincii, transmilto a V. S.. aii.n de
eerem presentes a essa assembla, que tomar, ua
djvida consi-lerasao, a peticao e informaos jan
tas, relativas ao pagamento da quaatia de......
( I:000i0l') solici-aio pelo commendador Anto-
nio Joa |uim de Mello, para auxiliar a impressao
de nma obra san.
Ao Sr. Claudino Augusto Lagos. -Por aviso do
ministerio do imperio, do ti nado guo fize**: constar V. S que, para ser at-
endida a siu p.'U;ao de licenea para tur botica na
vHIa de B.im Jardim, se fas preciso que V. S.
prove eom tiestado de medico as necessarias ha-
wfitacfles para exercer a proflssao de pharmareu
tico, e oom aUestado da cmara municipal respec-
tiva a necessidade da botica naquella loealidade; o
Jue Ihe wnmnsjift para sna sciencia, de ordem
i S. Exc. o Sr. presidento.da provincia.
DKSPACIIOS DA PnESIDRfCIA DK 3 DE VO'JSTO D {
1873.
Coronel Agostinho Deserra da Silva Cavalcante.
-Informe com crgencia o Sr. inspector da thesoa-
raria de fazenda.
Alfredo de Andrade Paos Brrelo. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fa/.enda.
Anisio Olympiode Macedo.Nao ha actualmente
emprego vago, para o qual o supplicante possa ser
sproveilado.
Agnello Heraclito de Araujo Pernambuco. In-
forme o Sr. administrador do correio.
Antonio Ferreira de Almeida. Passe portara
na forma do esiylo.
Bernardinn Jos Patricio. Deferido com offlcio
desta data ao Sr. gerente da companhia pernam-
liucana.
Feliciano Baptista de Oliveira. -Concedo o urazo
de 20 dias.
Joaquim Pereira da Silva. Certifique.
Jos Ferreira da Silva Chaves. Deferid com
olllcio desta data ao Sr. gerente da companhia
pernambneana.
Jo.- Severino da Silva.Seja posto e;n lber
dade.
Joo Guedes Alcoforado. Deferido com
desta dala ao Sr. inspector da thesouraria
zenda
Major Joao Jos G)mcs Forneca-se.
Lydifl Mariano de Albuquerque.Sim.
Manoel Antonio Gomes Informe o Sr.
lor da thesouraria de fazenda.
offlcio
de fa-
inspec
Manoel Joaquim Airee dos Santos.-Seja aggie-
gado 1" companhia da seccao de cavallaria do
municipio de Olinda.
Mara Isabel de Mello Morcira. Passe portara
concedendo tres mezes de licenea.
Pereira Vianna & C. As dividas provenientes
de passagens a bordo dos vapores da companhia
brasileira so podem ser requeridas pelo respectivo
gerente na corte, por sso nao ba que deferir ao
supplicante. Quanto ao pagamento que tambem
pedeni, relativamente ao frete de dinheiro remet-
tido ao thesouro provincial da Parahyba, s pode
ser elfectuado por aquella provincia, visto per-
lenes* a ella semelhante despoza.
Padre Vicente Dehlippes. luforme o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Delfina Bolrigues do Desterro.Seja posto eai
liberdade.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 6 de
agoto de 873.
O porleiro,
SUvino A. Rodrigues.
Itepurf cito du polica.
i." ecco. Secretaria da polica de Pernambuco,
6 tte agosto de 1873.
N 1382.Ilhu. e Exm. Sr.Segundo consta das
comtnuncacde receida* boje, f*raro hontem re-
colhidos casa de detencao os individuos seguin-
tes :
A* minba oidem, Manoel Francisco da Silva,
viudo da* Alagas, como criminoso no termo de
Agua Preta.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio de
Araujo Leal, por disturbios.
A' ordem do de Santo Antonio, Minervino, es-
cravo de D. Felippa Cavalcante de Albuquerque, a
requerimento d'esla.
.' ordem do da Varzea, Carlos Marinbo Facua-
des, por embriaguez e disturbios.
Em data de hontem, communicou -me o subde-
legado dos Afog.idos que remetiera ao Dr. jaiz de
direito do respectivo districlo" criminal o inquerto
feto contra Jos Francisco Antonio pelos feri-
montos pralicados na pessoa de Cosme Jos Ferrei-
ra da Silva.
Por offlcio de 4 detle mez, communicou me o
subdelegado da drade da Victoria que capturara e
recolhira respectiva cadeia o celebre criminoso
Jesuino Bezerra de Menezcs Batalha.
Piiulmente, a ordem e trauquillidade publicas
na soSream alisraeio.
0 q;u ludo comuiunico a V. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
nieudador Dr. Henr |ue Pereira de Lacena, dig-
oissinio presidente desta provincia.O chefe de
poli,-.a, Antonio Francisco Correal de Araujo.
2. O presdante da provincia marcar em re-
unento quo sein prejuizo do execucao, tica de-
pendente da approvacao da assembla provincial,
o modo, lugar ou lugares em que o servico deve
ser feilo.
3. O pessoaj da reparlicao, creada as re-
feridas leis. [todera ser diminuido, se a exigencia
do servli-o o permittir.
_ Consta anda dos annaes (pag. 278) que na se*-
sao de 2t de junho, continuando a 2' discuss i do
pnjeete, foi subm rtlido a discusso e approvadoo
addiameuto cima tran-cripto, depois de orarem
sobre a sua malcre os Srs. Rufino de Almeida o
G. Drummonl, contra, e Mello Reg a favor.
O mesmo consta da acta desta se-sao nos se-
guntes termos:
Em seguida foi approvado o ..ddilameato que
crea a inspec^fiodo algodao. d-pois de rarem os
os Srs. Rufino, Gaspar e Mello Rego.i
Consta mais dos annaes ipag. 28) que na sea-
sao de 27 de junho entrn o projeelo em 3' dis-
cusso e foram-lbe apresentadas 14 emendas que
se acham integralmente transcriptas, cuncluindo
nos seguintes termos :
Encerrada a discusso, 'approvado o pro-
jeelo com todas as emendas apresentadas as ice-
roes vntrri'ire*, sendo rejeitadas todas as cima
mencionados.
Aqu principia a divergencia, por que dos au-
naes nao con-ta a aprsenla;o de emendas as
sessSes anteriores, nem poderi ser isto exacto,
aitendendo-se que o projecto eiitrou em 3* discus-
so nestasessao, e nella foi voladii: entretanto o
Diario de Pernambuco do dia segunte (28 de ju-
nho), fazendo o resumo dos trabalhos da assem-
bla no dia antecedente, diz na Rrvisla i ra :
Entrando em 3o discusso o reamento provin-
cial, ssfm approvadas diversas emendas, licanlo
dependente de uina vntaro., e sob a rubrica As
sembla Provincial publica diversas emendas,
em n. de 40, como tendo sido approvadas na 3'
discusso do projecto.
Sao sem a menor duvida, estas as emendas a
qus se referi a Itevista Diari i, a< qnaes tendo si-
do approvadas na 3" discu-so, firaro, na for-
ma do rcgulamento, dependentes do uina 2* vo-
taco.
A comnisso considera exacto o que publicou o
Diario, porque, se bem que nao enaste dos anuaes
nem da acia de 27 de jnnho a aprsenla" o dessa-s
40 emendas, todava, consta dos mesmos annaes
(sessao de 28 de junho, a pag. 289) e da acta da
sessao do mesmo dia que foram au la voladas
emenda: apresentadas ao projeelo
Dizem os annaes: a Enlram em discuss.) as
emendas offerecidas em 3" discusso ao orcamenlo
provincial e sao apprtvadas.
O mesmo consta do Din de l'ermm'mco de
29 (resumo dos trabalhos da sesfo de 28 na Re-
vista Diaria).
que bem poJia *er favoravd aos conlribuintes em
quanto nao eslvesse estabelecido o servido paca o
qu;d fora decretado o mesmo imposto.
Pondo de parle a ioserfo da palavra classi-
ficac.i8 feita pela conimssao de re laccao na
primeira conlicao ou J 1- .lo art. 46, por julgal-a
desnecossara, passa a commisso a a rociar, o
valor e al anee na palavra pe>o incerta aa
coiidgio di 2.* do mesmo artigo.
Tendo a assembla aoprovado a emenda do Sr.
depulado Cavalcante, como j ilcou relatado,
supprimindo esta palavra que eniio fazia parle do
i* do addilivo do Sr. Mello Rogo, se tivesse si
redigida a disposicao nos term n em que foi
lando o numero de ompregados sem marcar-lhes
o ordenado. 0 art. 46 f 4 da Iei n. 963 auto-
risou a dirainui-.o do referido pessoal. Ora,
sendo a verba que se supirimio, destinada para
ASSEHBLE4 PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE JU.MIO.
raasibEivciA do sr. febrkiiu de aguiar.
Ao meio da feita a chamaJa, achanuose pre-
sentes os Srs.;deputados Gomes Prente, Cam-
boim, Gameiro, Ralis e Silva, Ernesto Vieira, La-
cerda, Oliveira Andrade, Tolentino de Carvalho,
PiuD Jnior, Oiympio Marques, Tito de Barros,
Goiiijalves Ferreira, Aguiar, Mello Reg, Joaquim
de Araujo, Figueira, Ges Cavalcante, Antonio de
Araujo, Firuino de Novaos, Amaral, Vieira de
Araujo, Cunha Figueiredo e Pernambuco Filho,
abre-so a sessao.
E' lida e approvada a acta da antecedente.
O Sn. I." Skcuetahio l diversos pareceres :
O Sh. Gomes Pakentb pede que seja nomeado
um meinbro para a commisso de redaccao, que
com elle funecone, visto ter-se retirado o Sr. Gue-
des Gomlim.
O Sh. Presidente nomea, de conformidade com
o pdido, o Sr. Bats e Silva, o qual aceitn o en-
cargo.
O Sk. J. Couieia db Auaujo (I* secretario) pro-
p5e para o lugar de segundo official da secretaria
da assembla, vago pelo fallecimento do que exer-
cia, ao torciro dito Sebasto Manoel do Reg Bar-
ros e para o de 3* olllcial ao collaborador Elias
Agricio de Ralis e Silva.
Posta a votos a proposta aporovada.
O Sn I* Secretario em seguida l os seguintes
pareceres:
A commisio especial nomeada a requerimen-
to do Sr. deputado Mello Reg, para examinar o
projecto de Iei do orcam?nto 1870 a 1871, e verifi
car te foi ou nao o mesmo projecto de Iei alterado
oin sua redaego, passa a dar conta dessa incum-
benc a.
Nao existind no archivo desta assombla o
original do referido projecto, nem qualqucr das
emeuas que as discussocs da mesma foram
aprsenla Jas, ateve-se a C ao que cousta dos an-
naes, das actas e do Diario de Pernambuco, que
publica os trabalhos da assembla.
Em lodos ellos ba deficiencia quanto aos inci-
dentes e oceurrencias havidas as disciusdes do
projecto.
c Cou-ia dos annaes de 1870 (pag. 15a) que na
sessao d 7 de maio foi apreseulado pela respec-
tiva commisso, o projecto de le do orcamenlo
liara o anno llnanceiro de 1870 a 1871, contendo
o seguiute addilamento do Sr. deputado Mello Re-
g, membro divergente da mesma commisso:
Ao art. 10a-crescente-se :
f J 11. Inspecrjo do algodao-13:8404.
a $ 72. Expediente 2:000*.
Ao art. 16 accrescenle-se :
a i 60. 320 rs. por sacca de algodao, de con-
formidaJe com as leis ns. 607 e 710.
Art. A mspec{4o do algodao, craada pelas
leis 607 de 3 de abril de 1865 e 710 de 9 de maio
de 1867, ser reslabelecida com as seguintes mo-
difleaces:
t 8 1.* A nspecsao e peso do algsdio nao serio
obngatorios.
Entre estas 40 emendas acham-se a emenda e g
addilivo seguintes, apresentadas pelo Sr. deputado
Cavalcante:
Ao 7* artigo adlitivo, 7. Supprimase a pa-
lavra e De*0
addtivo. Para execucao da Iei n. 736 de ju-
nho de 1867, em eonlicoVs le melliores vanlagens
para a provincia e em igu.ddade de circumsian-
cias e garantas fica o preside ile da provincia au-
torisado a contratar to u Francisco de Paula Mel-
lo Barreto
Convencida a commisso pelas razoes j expos
tas de que esta emenda e | addilivo foram approva
dos ; tanto mais quant >, todas as demais emendas
coin ellos publicadas, foram incluidas ua respecti-
va le, torna se evidente que o additamenlo ao pro-
jecto, relativamente a inspecgo di algolo, licou
alteado ; e linlia a coininissij de redaocao de re-
digl-lo con orine o vencido.
Assun devia ser o addilivo redigido nos seguin-
tes termos:
Art. 10:
I II. In-pec;o do algodao-13.34 A-
c | 12. Expeditnte 2:000*.
a Art. 16:
a S 39. 320 rs. por sacca de algodao na confor-
midade das leis ns. 6 7 e 7.0.
Art. 46. A inspe.'ciio do algodao creada pelas
leis ns. 607 de 3 de abril de 186 > e 710 de 9 de
maio de 1867, ser restaboU-ida com as seguintes
iHodificacoes:
A inspecgo do algodao nao ser obriga-
toria.
3 2. 0 presidente da provincia marcar em
rcgulameiilo, que sem prejuizo da cxecu.o tica
dependente da approvacao da assembla provincial,
o nudo, lugar ou lugares em que o servios dove
ser feito.
3.* 0 pessoal da repartiese creada as refe-
ridas leis, p..der sar diminuido, ss a exigencia do
servico o permitlir.
$ 4.* Para exeruco da Iei n. 736 de junho de
1867 em condi^oes de incllnrcs vautagens para a
provincia e em igualJade de circumslancias e ga-
rantas flea o presidente da provincia antorsado
contratar com Praucisco de Paula Mello Br-
relo.
- Foi porm redigida do modo seguiute :
Art 16 59. 320 s. por sacca de algodao
que viei- ao mocado.
< Art. 46. A inspeceo de algodao creada pelas
leis n.607 de 3 de abril de 1863. e 710 de 9 de
maio de 1867, ser reslabelecida com as seguintes
modificacoes:
I." A classificacao e nspeccao nao-serio obri-
gatoras.
t 2.* O presidente da provincia marcarlem regu-
laraento, sem prejuizo da exec cao que fica depen-
dente da ipprovacao da assembla, o modo, lugar ou
lugares em que o peso e utitros servicos seo
feitos.
3." O pessoal da reparti.o, creada nos referi-
das leis, poder ser diminuido, se as exigencias do
>ervi;.o n permittirem.
t 4." Para exocu.ao di le n. 736 de 14 do junho
de 1867, em condicoes de melhnres vautagens para
a fazenda e em igualdade de circumslancias e ga
ranlias fica o presidente autorisadu a contratar coin
Francisco de Paula Mello Barreto, o servico da
capatasia, abrindo o preciso crdito para execucao
deste artigo.
Ha pe feita conformidade entre o autographo
apresentado pela commisso de redaccao e a res-
pectiva Iei que na coluegao tomou a numeraca
de 963, sendo que acha se o mesmo autographo
sem vicio ou cinenJa, assignado pelos membros
da commisso de mdacca.i os Srs. deputados Dr.
Fraucisco Domingues Ribeiro Vianna, ir. Igaacio
Joaquim de Souza Leo, e Joaquim Pedro Barreto
de Mello Reg, e rubricado em todas as suas fa-
llas pelo segundo dos mesmos senhores.
Do exposto resulta que bou ve alleracao na re
daocin do projecto no lugares indicados por sob-
babas.
Vejamos, porem, em que consisliram ellas e
qual o >eu valor e alcance.
O art. 16 59 em lugar de 320 reis por sac-
oa de algodao deitmformidade eom as leis n. 601
e 710, como foi rotado, ficou assim redigido : -
320 res por sacca de algodao que vier ao mer-
cad):
Ora, evidente que que o J como foi volado,
coniinha a decrctacao de um imposto addicional
sobre o algodao para o caso de esUbelecimenlo
da repartigo deste genero.
Como ficou redigido, porm, constituio um im-
post ordinario que, com quanto estivesse inclui-
do no artigo da reeeita da provincia e oevesse ser
cobrado, anda mesmo que tivesse sido .redigida
a disposicao nos mesm.-s termos em qus foi vota-
da, todava teria dado lngar a urna inlerpretacao
volada, licari.t a lnsi,:c;o do algodao sujeia ao
rgimen das citadas leis 6>7 e 710 que a orea-
rais).
Ambas estas leis dizem, com pouca dilferenpa
o mesmo.
Diz a Iei 6 7: .
Art I Fica o presidente di proviucia auto-
risado a crear urna reparti;o de inspeccao di al-
godao.
Art. 2" Esta repartidlo se nompor de um
InsMetor, um escriplurario, dous marcadores a
um porleiro.
Art 3. O inspector perceber o ordenado de
2:400*, o escriplurario e os marcadores percebe-
ro o de 1:2004 cada um, e o portelro 6004.
Art. 4.* Fica reslabelecida a amiga capatazia
do algodao com o respectivo imposto.
Dispoe a Iei u. 710:
Art. I." Fica creada a inspeccio do alg i-
do.
Art. 2. A reparticio se compor de um ins-
pector d ius escnplurarios, 4 marcadores, dous
liis de balanca e dous balauceiroe.
.*rt l. Fica creada a capatazia do algodao
que ser subordinada a reparlicao e restabelecido
o respectivo imposto.
Di/, ain/ia a Iei n. 763 a que se refere o% \*
addilivo do Sr. deputado Cavalcante :
u Art. I." Pica o presidente da proviucia auto-
risado a contrariar com Augusto Coelho Lete ou
com quem maiores ventaneas bfferecer o servico
da capatasia da iis|>eccao do algodao, alem de
nutras ipie julgar convenientes, sob as seguintes
ondicjies :
I.* O coiitraelante se obrigar a fazer todo o
servi;o que. , oapalaxia para a inspeceo, percebendo urna re-
tribuico nunca excedente a 500 por sacca.
2.' Fica cargo do contractate a acquisico
de snnaiens, bataneas, peses e pessiial necessarios
para os trabalhos.
3.* O contractanle se obriuar a ler o servico
dispo>i,; de forma que n"o dexeni por falta sua
de ser inspi'ccionadas as saecas de algodao no
mesmo dia em que forem presentes iuspec.o.
Se do eMalielecimeiito de nalanceros e balan-
eas de que tralam estas Iei* e que implcam ne-
cessariameiiie a idea de peso se coligo como en-
leude a inaioria da coinuiis.-o que no rgimen
dolas o peso do alg.xlo era obrigatorio, e que
dev.a ser assim nlerpetiaio o peusamento da as-
seaibla quamlo aparovou a j mencionada emen-
da suppressiva da palavra peso, desnecessa-
i ia era a acervad desta palavra na Iei que se ti-
nia de ivdigir, e nesta hypothese uenliuiiia im-
portancia f' n ella, por superfina.
Pen leis o peso era obrigatorio, nao s pela razio que
j deu como porque disprnido uina dellas, a de n.
610 art '.". |ue ieava reslabelecida a antlga ca-
patazia di algodao com o respectivo imposto, esta
a com.iii-so informada de que na anliga cpala
lia era obrigatorio o pe-o.
A ultima alteraco cousisie em que, leudo a as-
sembla v,.|,ido a despesa de 13.8404 com o esla-
bekcimento da inspeceo, a c'inmisso de redac
{n oinittio esla disposicao, sulis.ituiudo-a p ir urna
autiirisagao presidencia para abrir o crdito ne-
cosario a esta dWpeta.
Poj--mais rasiavel que fasse a intencao da Bom-
uiisso de redaccao, seria mais acertado redigir a
disposicao de accordo co.n o vencida ou recorrer
a assembla, com i preeeitua o art. 123 do regi-
ment, caso eiitendes.-e que havia iacoher.ncia
as disposi.ocs votad is.
Dispoe u citado arligo :
rtduplado defintivaiiicnle o projecto, ser elle
remettido aeommi-ds) de redaccao para o redigir
na devida loma. Esla redaccao ser depois sub-
meltida approvacao da assembla, e bem que a
discusso della dever versar sobre estar ou nao
conforme ao vencido, comludo, quando pelas re-
llexoes Ja commisso, ou de qualquer deputado
se recoiihecer que o vencido iovolve incolierencia
contradici.ao ou absurdo manifest, poder-se-ha
entrar em discusso da materia para de-fazer tal
embaraco.
E de facto, havia uina certa incolierencia, por-
quanto o passo que a Iei n. 607 lixava o nume-
ro dos empregados da inspecgo e os respetivos
ordenados e a le n. 7 0 fixava-o tambem, porem
auginentando-o e creando empregos novos, nao
Ihes maroava, entretauto, os respectivos venciinen-
to- ; ecouiquauto su auloiisasse laiulnui a dimi-
minuieo do pessoal da reparlicao, se o servico o
permitUsse, essa iuc ihereucia poderla dar lugar ao
aboso de exceder o presidente o crdito votado
pela assembla.
E' verdade que, autorisada a creaco da repar-
licao por tal forma e.-em lixar o uumero dos em-
pregos e os respectivos ordenados, nao tiuha a as-
sembla base certa para limitar a despeza, como
fez ; e ento seria mais curial uina autorisaco
mais ou menos ampia, tanto mais quauto esta s
-e referia ai pessoal da repartigi e nao a capa-
tazia, ciijo serviyo se (aria por contracto; mais
anda assim, deveria ser acto exclusivo da asse i -
bla, e seria de melhor aviso que a commisso de
redaccao recorresse citada di.-posicao regimental
para desfazer o embarace.
Oa.crescimo uas palavras serw;o da cajiata-
zia uo leai importancia, por ser este servico
decretado na le n. 736.
o exoosto, cunclue a commisso que houve
ment volado e evitar urna incoherencia. Diz este
O presdeme da provincia marear... o modo,
ugar ou lugares em que o servico deva ser ei-
.o.a A' vista da alteraco de I I o servico nao
occorrer ao pagamento do pessoal, e nao sendo poda ser nutro senao o da inspeceo-, se a pa-
este oerto, e ao contrario dependente do'presi- favra-peso nao fosee reslabelecida.
deiito da provincia (a queni se autonsou que di- Se a assembla supprimindo no g I." a palavra
miniiisse conforme as exigencias do semen; e -peso-qniz lorna-lo obrigatorio, como nao se
. ani que nao hav.a base certa para Jixaraquota, pJe contostar, o seu pensamento sosera fiel-
alom de que a commisso de redaccao nao poda ment redigido, consignndose no 2 a palavra
K.2!!Scre,l? 'lUe "VeSC de Ser a.KT' P^*0 Pa nao haver duvida de que continua-
mese alem do votado, urna vez que o pe-soal de- va a subsistir dito servico
i ser naturalmente diminuido. fe g 4.. que fo i0).inili0
ronc80
que foi formado do addilivo do Sr.
J*Jft*eBI>do?*.W'*fftofe Cavalcanli, consignen a commisso -Servico da
a'cann? Z i-1 1*$ Be1,,,l,n v:,i?\.,m capntasia-e collocou a autorisaco de crdito
Meneas em As leis a que se refero o addilivo para a execucao do artigo
en. "i7,i ^ J222 '1:i C0n.mif de. ri'Z0"da As Palavr;,s ""'W eapatasia-foram lira
^S^^^t,%0aS3^^tSl d:iS d0 ar'- da>'n 7:16, para determinar o
ao mnr.2, T? r" "'g0<^0* q"e 2? ^rvi-0 ,|ue maudava "K e que a amen-
e L? i T L 'fe UlT f"'- vreCT'' mPiU,< d; n;o designava, mas fazia referencia a le. Aqui
-mo uid.ea-lo com referencia as leu que o res- tambem nao ha atesada do pensamento vo-
laiieieceraiu. Urna vez consignado o imposto no lado.
art da reeeita, quer de um, quer de uutro modo,
a cobranca deveria ser invitavel ; e nem se
diga que prestan lose no segundo caso inler-
pretaeoes, podena haver reluctancia por parle
dos coiitribuntes, par. o pagamento do imposto,
porquanto em nenhuma das leis referidas se en-
conira a condieco de s ler lugar a cobranca,
depois da creacao da reparlicto. E so tal re
luctancia podesse ap|iarecer originada polo modo
porque foi redigido o addilivo pelo seu aut >r, anda
assim a commisso de redaccao alterando a frase
prestou um grande serviee a liscalisaco das ren-
das, porque aclarou um ponto da le que pode-
ri ser siphisuiado pelos coiit.ibuntes.
Quanto ao ultimo ponto. Desde que fica reco
n ecido que a* alteracoes de palavras follas pela
commisso de redaccao na 1 alteram em nada o
pensamento di que fui votado o vencido, deveria
o parecer concluir isto mesmo, mas de um modo
claro e positivo.
Feilas estas restriccoes ao parecer que assigna-
ram, veemse os abaixo assignados obligados a
dar a razio porque nao acceitaram o parecer, que
vai separado, do membro da commisso, o Rvin.
conego Pirmino de Novaes.
Os abaixo a-signados e tambem o dignatario do
parecer o Sr. Olympio Marinos procuraran!, sem
a 11 inima prevenjo e coin inteira imparcialidade
estudar os papis existentes na secretaria refe-
rentes a materia, e formar urna opino justa e
digna de a r Irazida esla assemblia.
Foi assim que chegaraui a conviiicerse de
que nao licito dzer-se que a le n. 953 rl. 46
est classilcala.
Como pondera o parecer, a le foi redieida tal
qual como esta publicada, foi escripia desde o Io
art. da reeeita al n lim par um dos membros da
commisso respectiva, (o Si. Ribeiro Vianna) e
rubricada por uutro membro o Sr. Dr. Ignacio Joa
quim, em todas as paginas, o que nao prpva-
vel que tivesse feito, sem que, se desse a un Ira-
ballio de conferencia. N'u referido trabalho da
redac.o, em relaQao ao art. 46, nao se enconlra
emenda, raspadura ou vicio algum. Pelo que
evi lente que a redaccSi tal qual se aclia na Iei,
que a copia fiel do iraballin da eommissao, foi
approvada pela assembla.
caco.
Resta rer se a commisso de redaccao fez o que
nao Ihe era permittido pelo regiment da casa.
A redaccao da Iei n. 963, confrontados o pro-
jecto trans;ripto nos annaes com as emendas pu-
blicadas no Diario de Pernambuco de 28 de junho
conten alinenos, diminui.es ou accrescimo de
palavras em diversas partes : no art 10 6 fo-
ram suppriinidas as palavras respectivo e escriptu-
rapio ; no art. 19 % 7" en vez de producto de r-
recadacfcs l-seda arrecadacao desse imposto.
O art. 2 tambem conten alteraco, como
este, outros. Logo as alteracoes notadas ao art.
46totam, como a dos outros, feilas por conve-
niencia ua redac.-o.
Convm que nao fique a duvida que se depre-
hende do voto em separado, sobre a a|iprovaea.)
Diz, porm, o \-oto em separado que a autorisa-
co do crdito autorisou tambera despeza com a
capatazia, o que uo foi votado.
Esta dedirv.io uo est contida. nem no arl. 46,
nem na Iei n. 756. Esta dispoe que o contraanle
faca a acquisico do material sua cunta, e s
perceba 50o res por sacca de algodio; aquel le
artigo diz que o crdito para sua execucao. A"
esta execucao a despeza que se deve fazer ni-
camente com o pessoal, e nao com a capatazia.
E' ciaro que a autorisaco s pode ser entendida
em rela.o ao pesseal. "
.\este ponto o vot em separado confuso, e
nao deixa bem conhecer a argumenlacae e a in-
tencao de sen autor.
Besla
anda registrar que o servico da capata-
zia, como diz o voto em separado, noeonstitue
um servico novo, desligado do da inspeceo. 0
peso e. inspeceo sao servicos feitos igualmente na
capatazia, assim como que o imposto de 320 ris
por sacca, nio tem nem nunca leve applicacio ao
preparo das mesmas saecas, todo renda da pro-
vincia.
A' vila de ludo que ponderaran), entendem os
abaixo assignados que, nao podendo subscrever
no todo o parecer cima lancado, pelas pequeas
restriC; oes que lizeraui, e nao concordando abso-
lutamente coin o voto em separado pela argumen-
ta ;ao improcedente com que apreciou a questao
submettida ao exame da commisso, entendem ser
do seu dever eonciuir estas consideraces asseve-
rando que a respeito das alteracoes'.feilas pela
commisso de redaccao, alteracoes que foram ap-
provadas pela assembla e eram necessarias para
a clareza das disposices cuntidas nos artgos e
emendas votadas ; nao transformam e nem modi-
ficara o pensamento que presidio a votaco das
emendas o projecto que con.-tilue a Iei n. 963.
9 de julho de 1873, Goncalces Ferreira. -Ama-
ral.
Voto em separado.
A' pagina 15o dos annaes de 1870 v-se o
proiecl i do orcamenlo provincial, que em 17 de
maio daquelle anno foi julgado objeclo de delibe-
ra cao.
O mesmo projecto, como se v pagina 159,
Logo nao existe alsi- f(>i acompaiihado de alguns artigos addilivos, olfo-
recidos por um dos membros da respectiva com-
misso, seudo enlre ellos os seguintes :
Ao art. 10 accrescente-se :
8 U. Inspeceo do algodao -1384O50OO.
$ 12 Expedi-nto-2:00040(0
I 6 1. .121 ris por sacca de algado, de con-
formidade com as leis ns. 607 c 710.
A's di-poscoes permanentes, augmente-se :
Art A inspece 1 do algodao, ereada pelas
leis ns. 607 de 3 de abril de 1860 e 710 de 19 de
maio de 1867 ser es abelecida com as seguintes
iiiodillcaco-s :
1.* a inspeceo e o peso do sisadlo nao se-
rao ohriialorios.
i i." O pre-idenle da provincia marcar um
regnamenlo que, sem prejuizo da execucao. fica
dependente da npprovacao da assembla provin
duas alt.'rayjfies na redaejao do project) de orca-
inento que depois fi: a Iei n. 963 de 23 de julho
de 1870, a qnaes, comquanto nao importassem
em sua essencia disposicao contraria ao quo foi
votado, todava pretorirain Ihe a forma, re-ullan-
d da primera um augmento ua reeeita ordina-
ria da proviucia, se bem que injustamente obtido,
o neuhuin inconveniente tendo resultado da se
gunda, porquanto, alem de que o abuso seria ape-
llas possivel e uo provavel, aiula nao foi usada
a autorisa.o concedida.
Sala das commissoes, 7 de junho de l!73.
Marque da Silva. G-ncalves Ferreira, com
reslnccoes. Amaral, idem. Firmiao de Ato-
vav, com voto em separado.
RtstriccSes a 1 parecer.
Os abaixo assignados acceilam o parecer
cima em suas generalidades, mas nao podem dei-
xar de divergir d'elle nos seguintes ponto* :
1* no uu diz respeito sup,-,ia:.-.-ao da quota,
(que se v no adJivo apreseotado ao projecto
do orcamenlo) pela inclusio da faculdade para
ser aberto o crdito preciso.
i" no que se refere alteraco feita na redaccao
do art 16 $ 39 da mesma Iei.
3* na parte relativa coudusao do mesmo pa-
recer.
A autorisaco para abrir crdito em substitui-
do da quota que foi supprimida, nio alterou
em cousa alguma o pensamento do que foi vo-
tado. E se nao vejamos. As leis ns. 607 e 710
orcaram o pessoal da repartico da inspeceo,
marcando urna os veacimsalos e a ouira augmen-
Uas quarenu emendas publicadas no Diario de cial, o modo, lugar ou lugares em que o servico
Vernambuco de 28 de junho, approvacao que se deve ser feilo.
prov. esa priuieiro lngar porque todas eslo fa- j 3.' O pessoal da repartico creada as re-
zenuo parle da le n. 9b3, e ao depois porque dos foridas leis, podera ser diminuido, se a exigencia
annaes consta (a pagina 286) que 110 dia 27 o pro- do sorvipn o permitlir.
jecto fot approvado com todas tu emendas apresen-! Era tlo quanto em taes addilivos exista em
raaos bus ejSSSftfS anteriores, sendo regettadas as relaco inspeceo do algodao.
cima mencioindas. donde se v que houveram Na segunda discusso do orcamenlo, edepois
emendas approvadas, embora nao vissem nos mes- de votados todos os seus artigo?, entraram em
mns annaes transcriptas; o que anda confirma discusso os addilivos relativos ajinspeccao do al-
as palavras que se liu pagina 28il dos annaes. godo (pagina 268), e foram approva los, som que
Entrara em segunda discusso as emendas olfc- alguma emenda tiuesse sido apresentada, raodii-
recidas em teiceira ao on.ameuio provincial, e s) cando-os.
approvadas. Em 27 de junho enlrou em terceira discusso o
Logo o additKo do deputado Cavalcanli que es orcamenlo (pagina 286).
lava incluido as quarenta emendas, foi apresen- ViSem-se nos annaes 14 emendas sfferecidas ia
lado e approvado pela assembla, assim como fo-' mesma terceira discusso, neuhuma das quaes diz
rain approvadas as outras emendas em numero, respeito raspense,
de 31, que todas fazem parte da le 11. ?63. No Diario de Pernambuco de 28 de junho, sob
Contra semel ante evidencia nada importa o a epigraphe -Assembla Provincial-, pdblicouse
acto de ler o addilivo sido impugnado pelos Srs.! urna lista de emendas, entre as quaes a segrale,
Buliiio e Gaspar Drumtnood, e nao somera emen- nica relativa aos addilivos :
da do Sr. Cavalcanli impugnacao alguma. t Art. 7.' addilivo g 7. Suppriraa-se e peso.
Verifica se dos annaes que a discusso versou ; addilivo. Para execucao da Iei n. 736, em con-
especialmente sobre a constitucionaiidade da idea, diodos de melliores vantagens para a fazenda, e
e nao sobre os seus delalhes. Passado em segn- gualda :e de circumsiancias e garantas, fica o
da discusso o addilivo, e nao conseguindo os seus presidente da provincia autorisado a contratar
impugnadores faze-lo cahir, nao se preoecuparam com Francisco de Paula Mello Brrelo.Cat>al-
naturaluieute mais com o modo por que elle seria cunt
convenido era Iei. E' esla a historia de muitas, Tendo sido o orcamenlo approvado em terceira
los, e aiu Ja este anno o projeelo sobre carnes ver- discusso no dia 27 de junho, e sahindo esta
des sofrou em seguuda discusso urna impugna- emenda na lisia que o Diario de 28 publicou,
cao vivissiuia por mudos das, e passxu em tercei-' de suppor que a mesma emenda e as outras da
ra sem o mais ligeiro reparo. E, a prevalecer o lista livessem sido apresentadas e approvadas na-
tal argumento, poder dizer d'aqui a alguns anuos, quelle die 87, e publicadas no dia 28 para fae-li-
quen) nisso livor iuteresse, que o projeelo a que dade da seguuda e ultima volaco ; e que, con-
forme o regiment, licain sujeilas as emendas
aprnseutadas e approvadas na terceira discusso
de qualquer projecto.
Nos aunaes foram transcriptos, das emendas
nos referimos nao f i votado em terceira discus-
so, porque os oradores que o combateram era se-
guuda, uo fallaram em terceira.
As alteracoes encoutradas no art. 46, lenas pela
commisso de redaccao, sao qualro, e nao cinco, apresentadas em terceira discusso, todas as re-
como diz o voto em separado. A suppresso dos ieitadas e numero de 14, a nato ramente neo fo-
|J 11 e 12 du art. 10, uo pode ser considerada rara mencionadas as approvadas naquella occa
seno como urna alteraco, porque ambos tra- jso, por terein sido publicadas em separado, como
tavam do crdito que foi convertido em orna au-, ficou dito,
torisaco. j Por is-o pagina 286 declara-se que, sendo
A palavra-inspeceo-no vol em separado encerrada a discussau, foi approvado o projeelo
empregada por diverjas vezes como comprehensi- (de orcamenlo) cora todas as emendas aprsenla-
va do peso e classificacao do algodao. Distiogua- das as sessoes enleriores,sendo rejeitadas to-
mos : inspeceo, determinndose uina reparlicao das as alli mencionadas,
que faz u peso e a classificacao : mas inspeceo, As actas de 21 e 27 de junho em neuhura ponto
determinando um servico -quer dizer, ou euteude- contrariara os annaes.
se -pelo servico de furar a sacca de algodao, ex-! Entretanto, dando como approvada a emenda
Irahir a amostra e classificar a qualidade. Peso publicada no Diario, a redaccao da Iei palenta,
o meio enipregado para verifiear-se a quanti- nao obstante cinco alleracSes notaveis.
dade. j Vejamos.
E visto, pos, que a inspeceo, como servico, 1 No addilivo diza se :
no pode compreneuder a verifica.; ao da quabda- u A iospeceo e o peso do algodio nao serio
dade- e da quaolidade, cousas entre si distinctas. obrigatorios.
Por esta razio o addtivo tratando na primeira Attendendo-se a emenda deveria ficar :
parle de reaarlicoedeclarou : A inspeceo A inspeceo do algodao uo ser obrigator.
creada pelas leis n. 607 e 710, ser estabelecida Entretanto l-se :
com as seguintes modifica.oes. Na seguuda parto, u A classificacao e a inspeceo nao serio obri-
tratando do servico, dividi a inspeceo epeso gatoiias.
oio sero obrigatorios. 1 Passemos segunda. Dza o addilivo :
Suppnmind>i-se deste $ a palavra-peso -nin- 0 presidente da provincia marcar em regula-
gera duvidari seriamente que o Qm da suppres- ment que, sem prejuizo da execucao, ca depen-
sao foi torna-Io obrigatorio. denle da approvacao da assembla provincial, o
A palavraetassipeuca) que foi accrescentada modo, lugar, ou lujares, em que o servico deve
ac mesmo |, nio o prejudicou, parece que nio pas- ser feito.
sou de urna formula de redaccao para wnservar Na redaccao l-se:
o plural do resto do j. Classificar e inspeccionar,! ... em que o peso e outros servicos deven ser
no caso vrteme, importa o mesmo. i feitos.
< 0 accrescimo da palavra peso no 2.* era Passemos terceira e quarta. O addtivo dizia :
absolutamente necessario para firmar o penas-1 Ao art. 10 accresceaie-M :





Z\%1 M >t tnsaeccan io sl^odao.
Impeliente
I II InsaeccJ
| l Cxpolie
Na rc.kic;JJ|
contraje no "
que nio foi
nliama amen
tamhein o a
Dii a redaccio:
$ l. Para a
junho de 18G7 e
gees para a fat|
taacias o garan
aatorisado a i
Mello Uarrl) (
Diario de 8
trario ) oservn
-wm^i^r^kWfmmm
.pparccca\; esfcs g, ipas.an-
i uina dsjsusir) diforento,
nao fm'auforisda por'no-
i de-tu ojofa drsposieSo ha
memo de algumas palaw as
mvciso pan
Kisa3.*Jfcm
i 60. JP;
Jormidadeco as
1,0-se lia relcelo :
a 3S0 re por lacea de algodo auc er #
wrcailo.
Cumprc sabor se estas eraco alterares eonsli-
coatido nas
nio se Ihcs
contrario.
O valor.
tenrrtipif mmi
diversas ie exprimir 0 ifensamenio
disp isic5es votadas ( e 'in tal raso
deve lijar muita auratoneia J ">' s :|' <
prtltfdfcm o ponsWnWlM,1 slgnflcci,
ti alcance das referidas disposic,cs
V-se dos annaes ( pag. 286) que. entraa* rm
discussao os addiu'vos. Curan combatidos ib dons
disearsos, e contra ellos manifestaram-se alguna
desalados cm apartes, nao obstante a claasnha le
jue a inspeccao e peso d algodio nasc-iam
hrtaatiirios. Naecassara depois $era a raai leve
impngnacao, pem *o mals simptes reparo, urna
'ajfeftda qne toraasse olirigatoriu frtjpcWd cbn feruHntivu; c qtv, a ra l.lo impugaado. Nao consta dos aunaos qu.
h;ii-'i depilado ijouvesse jamis preferido mira
ftalavra a favor-tlo peso obligatorio.
. autor dos ".ddiiivos phtpt que 9* estibe1*-
^ew-'e eain algumas modifleanVs a imtpteHn do
Ig-.ii^d cea* pelas leis ns. Ol le 3 de abril de
9K, e 7 0 fcCt de iH'iio de 1VS7-
Elle .pieria qne so sttBeieeesse nma Topar-
lie 10 destinada a examinar apesaro al. l in
m< den-Ihe simplcsment o nome co'tt que ella
M npro (Hil.orid.i : inxprrlo ds ahjn-lan. Nos-
tas palvrai so comprehendem um e oatru ser-
aje. Segundo as 'ais ns 6J7 e 710 (assim 00:11)
a li i. 7-(6 < que se refere a emofilal o* d-i'is
-": vieos si iiiscparaveis; nao o admissivol a
croara") ihf dnas rdiariioos indoponl-nto-, uom a
roarl de ama destinada s ao uxnwe do alg >
i>. Anda Hienas antas leis adimtein a creacao
de urna roprii;- capalasia nu balanza psiblioa.
cxoliisivamonii' desastada ao peso.
Pur osti ioso;iaralilid.'ulo, e pela Ngaifteacio
roiiijilexa das pattrra* iMftcei 4'4g ni cm-ifnvi nos a.ldilivos vorba para o sorvioo
di pcso, spbcifioadameule ; oiislpn.iu verba para a roiiartioao da nspecoao o
vorli 1 para bulannij poblicas. Iviteuleu se ser
lii-tant- dovrmin.i'r a qnanlia desnafla as d-'s-
pc.ta< da iiupKi'ii do ntijodi >.
Xa 'lsrus-ao havida nsoase seirpre das pala-
ym -iiupecfind nlyahii -ora si-'niliraiid.i a re-
ji.irli; 10 i|e ia sor destn*4l a' todo o sorvii-o ;
ora significando lodo o servoo a que o lgida-) ia
tirar stijoit).
Vajamos os aunaos.
o u Su. Rufino dk Ai.mrida ininifesta-seeaatra o
adlitiv.' 4o memliro dissidonlc da coiamissa do
ni^.nn Mt 1 pr 'vinoial, ipje maada por ffl oxorn
r.a> a le qno rdsiabaltMM a eiaeta ituvcoto do
a'giiii, o fti'ila a s',11 opposioo ... o Ginlisa o
*e 1 di-r irs.i uiostran'lo a inooaveniencia da mes-
illa le cim rotaca-i Uier-ii. que hostil ai '.-[tbelecinieiit da xtini:-
ta lotpeOm,
u S.i. LtUA IIkiii : Sr. presdele, quando
me resolv a submetter oon-ideraoi > da asa o
j 1 liliv.i quo trata da osecaelo das lei<, que eroam
a tiuptecft-ii alijMlo, tiofia os!ud> e cftnheei-
1:1. :! 1 da-ui.itoria.... a iwprc'ii > do alyad'w
un 1 pr ivid -iioia ife urgo ad.ipVir -w___ A i*$-
pr,\-'i)d nlgotl-l) nao 6 urna ropartioao nova ...
Irtai t.iriti foi a iiiipecr-ii > di aty-iitto rouni.la ao
11-1: i 11 ajara), e es?>.'cisa por motivos de eco-
n m i. ip.irimio a rop.artl^a') provincial, dcxan-
di je o c nsulailo rontinuasse a faier n tercio
o i n i d i fac i o fez, rol raivl >, afta obstante o im-
l> .-:.! la ea;iatasia. Con a i-xtineoo do eonsula-
d aeral flcau Um om rxtmola a in&pect-iio io al-
ijii \ > ... orearam itwpec&et.... contra essa in$-
/ vi i___;i iiupecc&o existe no Ceari.... nio
b;ii i'.niamUioo .juea totoeetio deve seria-
e.i;i<:iiri,inal ... dtsse que nao havia necessida-
d'.' 4 inxpeefih, etc., etc.
U u. 1'AV.vnKS d:-: VasuoICBU/B : Nao sei
p i qi'1 s"ja neeossaria urna iiupee^o para o al-
l 111., quando o asaltear, o feijao,' o niUao, etc.,
a.i: t''-iii iiupec^d i....
'i Su. Mi:: i.o fluoo : -___Crea-sc **Mpec-
r. i .ira i-vitar os abuso*, ella xistmdo ser
defr.iuJ.ido quem quizer.... lu concliiirei asso-
{.a^anao aja a laaaaayg) eai vez do augmentar
^eji'as a provioei.i, pradal renda que no con-
-vii.n do.iunajiii'.....
H ni so trata va de f*t; ooom couza distinrlh e
Matada, aMn de quo em face daV4cs ns. ti'i.i
710, a que se roforom os tdtMTu, a avista
dctos niesii is soria miiiissivel a creacao isnlad.i
lio aun i-apalasa, ou de urna Batanea publica ex-
tJ'.isivamente desuada ao ptt>.
I'.otmo era bastante oizer se :
A //n/("/-;ii di tilgjdo naV> ser obrigatoria.
A Kiipprcssio da palavra pe*o, determinada na
mi mi la. aiiMias evilava nina redun lacia.
A emenda or si so (sem o concurso de cinco
alletaajea nao autorisadas) luoililieava a redac;ao
de modo que fose admissivel a creacao de urna
intpecyui facultativa nm parte, e obrigatnria em
parle, f;u.ruluiiva quanto ao iiupecionam obrigatoria quanto ae peso ? A emenda autri;ava
(o que mais) a creadlo de balanzas publicas
obligatorias indopendentesda in
E claro que nao,
ra a lei redigida so com a emenda':
Art. 10 11 Inspeccao do algod i 13:4104
' 8 12. Expediente :0;*)j5
Art 16 59. 30 res por cacea de algodo
de c nformUude cim as Uh ns.607 e 710.
a Aj. 46. A inspecco do algodo crala pialas
leis ns. 607 de 3 de abril do MM e 710 de 9 de
maio de 1867 ser eslabelecida com as seguintes
Tnodilleaedes :
} \. A inspeccao do algodo nao ser obriga-
toria.
2." O presidente da provincia marcar um" re-
gulamento que, em prejuizo da exeeuc/io, fica de-
pendente da approvaQo da assemWa provincial,
o modo, lugar ou lugares om que o serrino deve
er feito.
o t\ O pessoal da repartirlo, creada as refe-
ridas leis, poder ser diminuido, se a exigencia
di servir* o permittir
14. Para a exacu junho de 1867 em condicftes de melhores vantagons
para a fazenda, e em gualdade de circumstam-ias
e garantios, 6oa o presidente da provincia auto-
risado a contratar com1 Francisco de Paula Mello
Brrelo.
Hnst.iuram-sc as leis que oroavam a i ni peceo
y algodo, f .lla-se do pessoal da reparlicao crea-
da uessas leis, destinase nma quaniu para a ins-
peceo do algodo ; decreta se o imposto que tem
de cor robrado de cmfori nidado comas leis ns.
6)7 e 710 (que crearam a tuspeccin do algod)) e
declara se que a inspeceo do agodao nio obri-
p loria.
Nao s nao se encontraran] aeftas disposicoes
(tacs comodeviam estar fielmente redigidas) a dis-
tinrcao de inspeccao facultativa e peso obrigat
rio, copo nao form modificadas as leis ns! 607,
710 e 788, ua parte om que estabelocia a subordi-
nado de um servico outro.
Vejamos agora as coniequencias das cinco alte-
rar-es.
Ao | 1 do artigo additivo. acejesce a palavra
clastificoco (sendo *t cscrptaem prineiro lugar,
isto antes da palavra inspecco.)
Ao 2* accroscea a palavra peso.
Dsta maneira tem lugar o scgojnte -rgu-
aiento :
A lei falla de tres cousas distipclas : dainea
rh, inspeccao e,peso, ora a le diz que as duas
prhieiras no serio obrlgatorias, logo a lerccira
ficon sondo ob.rigatora.
Mas estas duas alteraie?, nao obstante darem
loga' a-cste syfogismo, n.lo- bastavam pa-a que o
sea'.ido da lei fosse alterado.
t) imposte do 320 rs. por s.vc de algodo, de-
va ser obra/li de confvrmit'ade com as lei? ns.
60,7, 710 (ito i pelo .sarvjjgj cuipublivo d
peer^mamenti iie'alb'c'peso.i Mas
ceden lo (loar alterada tiesta parte, desanpare:efi
i. .fendaie:
t-t a redacto :
59. 320 rs. por sacea de alg^lo jjue vier, ao
Uii mal*'a lei, que o contratante se
tar o servjjo di-posto ic. forma qua nfto
par Tjl'isaa, de ser mspeccianaki as s
algodo, ao aiesmo da om ija<- forenv pre
iasper.-ro.
vas vi*-sc ni redaccao, quo a ornen I f>u aBes-
in\ ida cum estas patarras V ttn>ip cnpma-
SiaEstas palavws restrinzirao a eawada de un
modo patente. 7 nU I'! &
Tuda isto anda a^la*llailtel-CaPgn
do-so ama quaatia para a *specc8*_ do algodo
jna3?!ns,-nwneiras- ( ero 1a polas Iclsn. 607 e 7tO ) na fleava ago--
car*nas,iie, o preajdeoje ila |iroviiici.>a da jontractar com -Francisco do Paula Mella
Ilrrelu..- .......
Ora; em face da lei ir. 736 era absolutamente'
mpossirel cotlracUn especialmautc-o servico 4*
atazia independtnto da inspeccao.
tent mais quanto corrala i w
poahal que !o-e,ane x mi que
i M',;lo,f NoVaSS ,fa agu"* i
,. t) 3k. NtiaV.catK declara q
crastigHatl* par tres senhores depatades 1
bros da commssao o um addiutaenia conlcndo
ms faz :t:guma> v lay
nscodoatc 'H'aiaaa^*
Lira que cxisl ado all;
..i Hastie coraoracao, foi^MMala a^U^rrtM lite *c*aM*agferev*oSals, i I +&#&&+ AvaV d4WPIAaqaalle, qur raza..-
ifensse o se. bervasio Pires rerreira do injuria, ao insulto e a calumnia I Ihauara As.dii*rjiuni Ea un
iXiscirorgi.-naiiii^easi, +drictm. '
Villa ItelU rUcou o; principios uoilttcjaiu
amanuense
servinaVwt>jkjrtoini da met-
ra para o de aiaanajaaaai|o eemitcriu e
(tara aque1l o Sr. Ali^iuieaiiira de S.
aga.diria da thesaarsiria le f;i
Pagam-se hoje:'"hospital militare
_ae niio tiverem recebido
zenda
todos os faneaonarios
aspeccao
Basta ver de que modo (c-
veme autorisao a despender com aslabeleciiaen-
to de -imples lialangas publicas. Mas estao sup-
prmidoi na redacQo os 5 U e!2 do art. Ci e
na disposi^es pormanenles, tro (mntdo "% do;
ar. 46, de(ioi das palavras axcfespeula.das ser-
viro ua capatazia, accresceotc-se tambem urna au-
torisaeao para o presidente ua provincia nbrjr p
crdito qur fosse neessariopirnetecuedoto incs-
mo art. 4E.
Com esta autorisaao ampia e ndislincta, pre-
cedida das palavras .secpitf 4* CMat-'ZfyWr-
noa-se pos,-ivel ^ oslabclecimento de simples batan-
eas ptllicas.
De ledo o exposto resalta que, anda quanJo se
considere approvada a emenda publicada no Dia-
rio de,28 de .junho de 1870, a redaeeo da lei n.
Oli'l pxtentea ( na parte relativa ao ubjecto do tjae
se trata) cinco alterajoes; com as quaes ficou
altersdo o pensamento"cenlido as disposiciJes vo:
tadas.
15' este o met roto.
S;;la das eommissoes, 7 de jonlio de 1873. -O
eonego Antonio Jos Firmino de JVctc?.
U Su. J. u>: Mello Reg : -Peco a palavra.
') Sa PiiEsnuiNTK :Na forma do rcgiine.ito lica
aidi a discOiSa k
O Sr. J. db Mkli.o Rec> (pela ordem ): Ba-
uueiro nrgenda p*ra seren desde logo sm>nietti-
cl is a consiJeracAo da caza os paree res, cuja dis-
cilSSao declarou V. Exc. adiada na forma do regi-
ment. Posto a votos o rcqueriineiilo' appro-
vado.
O Sn. PaESiDK.NTK : -Tem a palarra o Sr. Mello
Rogo
O Su. J. de Mello Reo i : -Nao tomare milito
lemp a onza por ijue nio tenho em vista deseutir
os pareceres1, qae cstin sobre a moza. Quando
requer e me esforeci pola nomeaoao do urna coin-
nissao para examinar a le n. 63 e confronta-la
Mili a redaccao que llie foi feila ; n3._ tive por
l'ni pr irocar liscusso sobre a insinuar i de que
lora ella alterad i, mi viciada ; qiiiz apenas que
lieas-e averiguada c denmstrada de modo claro a
verdad.'.
Os pareceres, era geral. sao c.mf.irines na expo
sica i dos faetis; a di vorgen :ia oec uro sobre o que
puramente do apreciacSo. HivenJo conf.rmi-
dade un exame dos fados, nao me importa o mais:
o meo (i n reputo preenchdo.
Alera di-to, euteudo que nao devo tomar em at-
lencdo o que ha de eavilaeao o insidia.....
O Si. FnuiLNo DI Novaes : -MuitoobrigaJo pela
delicadeza
U .Su. P.csiDENTR :A exprosso de que se
serrn o nobre deputado nao parlamentar.
O S:. Mello Re;i :Se V. Exc entende assim,
nSo insistir!, retiro-a. Oirenome merece al-
tonoo os sophismas e mystirteacoes do voto em
separado.
Alem disto acresce que, anda que pretendes-^
discutir os pareceres, e apreciar (lvidamente oem
sejarado, d ins motivosmo velaiiaoi:
l. O ler sido h ijo, ultimo dia de sessao, ijue a
eommissao aprcsenloii os seus trabalho".
Pareceres fio estenjos e varios, nao os posso
eu examinar .na diSeossao, e de tiummto: era
preciso Id-los ao menos com vagar
i.a As regrat do earalleirisino exigein que no
se deem oulrot pelas costas.
Quero respetar estas r-gras, urna vez que
(i autor do voto em separado nao est presen-
te.. .
0 Sa. FianUfO de Novaes : -Nao est ausente ?
En e.-t), sou o autur do parecer.
O Sn. J. Mello Rbgo : E' certo, o nobre depu
lado assign m-o, e to.nou a responsabldade do que
ePe conten, mais en entendo que isto nao me d
ajuste de cantas com outro
loaquim Correia,
araBfftira
.veiaXAalrad
pa
Antonio Correia, Fi-
aWS$
calves Ferreira, (oes Gavacante, Olympio Mar-
Tinc"5;^Cho'i1^i'ratcanTB, enana figueirdo, Tito
de. Barros, L.%ta|>KViairad >Me^ki, Ganptfou, j.
contra o Sr Prmao N'flles, "acndo appr iva le
QMritfr por l vote coitr um ; proced^se
?ifaclo'dasTostrlc.o JosSrs. Amaral eCionealves
Feriara; vuLaiji^famlfp4e(nos senhores, ex-
cepTo o >r. OTy*mpio .Virques, ficandD preju.licado
U yuto^em sep,pid.
O Sii. R'vti's i: Silva (peta ordem) pele que se
declaro na acta quo n.lo toraou parto na votaco
paruolcr so acludo presente discus3o doi
pareceres
OS
i. Mello It^fi) (pela ordem) requer >
Impross'M o p:ire:er, restric^Ses owH
separado, no jornal da casa c inseridos ws annaei
<]UC
em
ufanara, do municipio do Reci
Anda isto nao seria bastante.
A emenda (que dou como approyada) dizia o se-
fultite :
u Para a execucio da le n.fW-de* 14 de unho
direito a entrar em
que nao seja.
Um 5k. DbtotaD3 : -Isto offencivo, o autor esti
prsenle.
i) Si. Mello Reco : -Bem, como em lulo que
digo, esto a djscobrir o'fensas, prescindrei deste
incidente,
Liniitar-mo-hei, pola, a fazer bem sensivel urna
assovoraca i dos pareceres, e at do voto em sepa-
rado, e que o art. 46 da le n. 963, que o ponto
da quest est incluido na redaccao escripia
pelo Dr. Francisco Domingues Ribeiro Vianna, nao
contendo emenda, raspadura ou alteracao de nato-
reza algu.na. D estes pareceres consta o fado de
estar tojas as paginas da redacQo da referila
le rebricada pelo r. Ignacio Joajuim de Souza
Lean.
D'aqui se v que o que loi redigido pela com-
misso a assembla approvou, e faz parte da lei n.
96'; que essa lei o resultado fiel da votacao
desta caza, e no pode ser argida de vicio ou a|-
teracao. (Appoiados.)
E' fra de duvida que na approvaeao da redac-
cao das Lis pode a assembla fazer alteracoes
ooriiiit dis pelo regimmto, e oque nessa occa-
si.) vota c o que ronstitue a lei (apoiados).
A vista disto eutendo que n> precisa entrar em
desenrofviinentos para fazer conhecer quem lica
melhor e.idocadj na qu-'stiio, so a commssio quo,
religio a citada Km, ou a quedes que malignamente
insinuaiam que eslava ella falsificada.
So houve alteracao na lei citali, foi a commis-
so de redaccao quem a fez, e por accordo entre
seus membros, ou enlao nicamente quem a re-
digio, como ass.'iitimento do tnembro que rubri-
cou a redaccao.
O Sr Sou*.a bofo rubricando a redaocSo, dex >u
estabelecido que a conferio com as emendas ap-
provadas. E tanto foi assim que lieou com taes
emendas em sen poder, e s dous anuos depois,
quando pensou que no haveria mais duvidas,
innutilisouas. Perianto, se o voto em separado
significa urna -ctta envenenada, com o Um de fe-
rir-me, sem atravessar pelo corai;o dos Drs. Vian-
na e Ignacio Joaquim, nio pode alcan;ar-ine
(apoiados).
O Sr. Fiumi.n i ds Novaes : -Eu nao quiz ferir
a uinguen.
O Sa. Mullo Reg : -E se o quiz a mim, se foi
esta a nteu^ao do autor do parecer, nao poderam
ferir o alvo.
Admira me entretanto, que o wbre deputalo,
pela posico de membro desta casa, pela sua posi-
clo de padre e padre graduado (c ineg.i), aceitas-
se um parecer destinado a desaggravar raivas e a
attenuar o mo effeito de asseveracSes falsas, quan-
do s a Justina e a imparcialidade o deveriam ter
preoecupado Era isto o que Ihe impunha a
consciencia de padre.
O Sr. FmMiN i db Novaes : E foi por amor a
justica e a imparcialidade, que dei o mcu parecer.
O Sn. Mello Reg :Nao, no parecer niio ha
jostica nem imparcialidade; ba o fim conhecdo de
mysttficar a verdade Se, como pouderei, o parece/
encerrar o lim oceulto de ferir me, pergantei
ao nobre deputadoque motivos tem para assim
proceder ?
0 Sn. Fibmik'o dk ?fnv.\F.s : -Nai qu;z molestar
onobre deputado-nem aningnjm
O Sa. Mullo Rkco :Alm de faltar a jastica,.
lembro-lhe que em gnairo annosque somos cqlle-
gas nestica e attenro...
O Sa. Firvino.de Novaes :E' verdade.
O Sr. Mello Reg : -... nanea o offendi, e.i
nobre deputado subscreve um parecer como o tre
que se trata I
0 S"- rmsWO o Novaes :Nunca me effen-
deu, mas agir dssjpedo-se.nestes tormos, otjm-
dendo-me.
O Sn. Mello Reg:.-Nao o offendo no que digo,
comento apena* um-facto. Vetev por- 1!m ser uiar|[a parn ,#
injusto para comgo Ihe.nvr4-Vide. todOfO.i^rJS.WH ^- ftla s><
Nao sou vinaanvo, mas se o fosse, ojo ^uereria 'Na'ruauO'Hdspfc o
do nobre depujado lirar of~
agnejla qae tass'e ,dps re/n >r
na r se nrare qirlzw, basiava-me o jaizo que c-
septm
soparuu, uy j
da' assembla, o que foi concedido.
0 Sa. PiiRSiDENTE nonua par* levar !cls san:-
.aoosSrs Freir Game'iro, Lacerda,'Eruesto Vieira.
Va i mesa e apoi-se o seguhile requerimento :
Requerom $ que esta assembla, por mcio de
seu presidente, nomeie nma commlssan composta
alim de felicitar
Alfredo Correia
de O'ivera, quem esta assembla applande e
louva como um eidalio Ilustre o benemrito,
pelus ncossantes e rdevantissims servaos presta-
dos ao estado e a esta provincia, iniciando e se-
cundando as sabias o importantes reformas com
iue o patritico gabinete actual tem procurado
dolar o paiz. Oonca/es Fcrreira.lmo Vieira.
Ue/'o Rogo.-A. Araujo. Padre Tito. Alba-
qiierque Lacerda. Ucltp\t Cavale;ai\tc.Figueira.
-G. Ptrente. Amaral. Gam'.iro.
Posto a votos, approvado.
O Sa. Gjnqai.vks Fe;irkiha (oela orlem ) re
qii'T que se consigne na aeta que o repieri-
monto foi appnvadn p ir nnanimidade
\ ai mesa e apoa-se o seguinte reqoerimento :
Requ Te;n is que se consigue na aeta mu voto
de louvor ao Sr. Dr. Aguiar, presidente da assom-
bla, pelo molo digio, justo e im'>arial com que
dingio as sos,foes do actual biennio.J. de Mello
liego. -fih'S Cava/cante.-
O Su. PaksiDKxrE |iassa a presidencia ao Sr. Oli-
veira Andrade, vico presidente, e posto a votos o
requonmento, foi approvado.
0 sa. Presdente volla ao seu lugar.
Sao lidis c approvadas as redacedes dos projec-
los n-. 34 e 70 De 1872 ; 2, 38, 40, 5, 51, 61 e 70
d'j correte anuo.
OlOEV do da.
Entram em 2.* dsjussio as emendas apresenta-
d.is em 3." ao projecto n. 62 deste anno, as quaes
fjram .ipprovdas, bem Cjnio o projecto.
Discussdo dis emendas offerecidis ao projecto
n. 6.1 deste anno; approvadas e passam com-
raissio de redac'i.
O Sn. Piikside.xte suspende a sessao em quanto
se redigo a acta e as redacees de outros projectos.
Continuando dopois os trabalhos sao lidas as
redaccoes1 dos projectos n;. 62 e 69 que foram
apnrovadpk.
O Su. Piisidexte manda lr a acta, c depiis As
approvada, dirige assembla una breve e elegan-
te alocuco de despedida e" agradecimento as at-
tencoes ipie ncobcu dos seus collegas o ao voto
de apreci que Ihe acabaram de dar, declarando
ou siguida -esfi encerrados os trabtitos legisla-
tivos di corrate anno. (Milito bem).
patos
to II i
(3i houv
ida pelo Sr. Bandoira
approvada a acta
es foffliHMBMtr-
i
ola des i a soelc-
de Mello.
da .aesao anleec-
|de alsviiadns. GoaUnuacio do
circo. \ ,
8:o6000
|or l.uiz
camarote e
GMealvesda Sil-
lo reservados 100*00
Joaquim P de Mello Rjgg, 2 id,em JM
fco .4ptcio de Mello, ldem SOOO
Antoaie Domingos Pinto, 1 dem 5*l.'00
Dr. Luz Salazar Moscoso, 1 idem 5|n00
Dr. ManoetBarbosa de Araujo, idem 55000
lr. A lulplio Lamonjia Lina, I idem 51000
Dr. Jeflerson Miraniii dasMercs, 1
idem 50d0
Dr. Olympio Marques da Silva, 1 idem 54000
Teoonte Antonio ,do Pinho. Borges, 1
idem 5000
JpsdeVasc-.nceJIijs, 1 idem 5 000
Jos iWilon Annes Pires, I idem 5'OOO
Silvno Antonio Rodrigues, 1 idem 3000
2:723OO0
Lotera. A que se aeha venda a 6i.', a
benofloio da irmandado do Senhor dos Passos do
Corpo Santn, a qual corre no dia 14.
Casa de deteu^at). Movimento do dia
' de agosto de 1873 :
Existiam presos 34f>, cntraram 4, sahram 10,
existem 343.
A saber :
Nacionaes 242, mulhcres 7, estrangeiros 41
escravos 43, escravas 10.Total 343.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 287.
Movimento.da enfermara do dia 5 de agosto
de 1873:
Tiveram alta :
Daniel Tavaros Coijlho.
Salustiano Francisco dos Sanios.
Cenritorio publico Obituario do dia 3
de agosto :
gueda Maria da Gonceico, preta, Pernambuco,
51 anno-, solteira, Boa-Vistaj a*>io, cancro ute
6 mozos, Graga;
HBVISTA DIARA.
Gu.trda iii-io;i.iI Por portaras da
presl lenca da provincia, de 5 do corrate, man-
loutte aggregar ao 9" batalhao de infantara 1)
m niL-ipio de Olnda, o tinente quajtal inestr* do
cupo u. 2 decavallaria, do municipio do Brejo,
Manoel Joaquim Alves dos Sanlis ; niandou so
dar gua de pas.sagoni para o municipio de Goyan-
na, ao alferes da H* eonipanhia do Jatalho_ de
do IJj
i fe, Lyoi
nno.
Cecilia, parda, Pernambuco,
convulsoes.
Rogerio Firmino dos Santos, ignora-se, Rio do
Janeiro, 22 nnos, militar, .Ba-Vista ; tubrculo
pulmonares.
A'jelade Rosa da Ginceicao Tavares, branca,
Pernambuco, 14 annos, sulteira, S. Jos; bexigas.
Josepha, preta, Pernambuco, 5 annos, S. Jos ;
bexigas.
Joc Antonio dos Rei*, branco Portugal, 85 an-
nos, soltiro, Recifc ; erysipela.
Gactana Francisca da Silva Lages, branca, Per-
namhuco, 45 annos, casada, Recife; apoplexia ce-
rebral
PAUTE PQUTiq
i'.vki'iii t i\si:uvvj:nt
lo Mariano
nilnha vin-
da Albuquerque ; foi nomeado alferes da i" com
panliia d i !l batalhao de infantara do municipio
de liiu la, o Io sargento Joao Jos da Silveira.
Jury. Deixou hontem de funecionar. nao ob
tanto lar-so reuniJo casa era numero de 41 senho-
res jurados, por que no compareceram as teste-
munlias do proc3sso dos rjs, incursos no art. 193
do cdigo crimiual, Tiburtino Jos do? Santos e
Severim R > Iriguss Teixeira ou Valeriano da C>s-
ta, pelo que foi transferido o julgamento para o dia
12 do errente, maodando-se notificar de novo as
testeoiunhas, para se reemhecer a ileutdade de
um dos reos.
Vssoi-iai-fio Cuimncreial. Tomou
hontem posse a nova directora deste malo erga-
uisada :
Presidente-Pedro M. Maury.
Vice-presdente -W Otto.
Secretario -Daniel C Ramos.
Tiiesour.eiro -Joaquim Lopes Machado.
Directores.
Charles Patlersra.
. Koller.
Joo Jos Rodrigues Mondes.
Luiz Duprat.
Joai|um Francisco S Leito.
Assembla |rovin<*l:il. -Tendo-nossido
fornecido, pelo Sr. trchigrapho encarrogado do
apanhamento dos trabalhos da assembla provin-
cial, a sessao de 9 de junho ultima, do crrente
anno, com inexactiloes seusiveis, publicamo-la em
onossonumero.de... do corrente Agora, po-
rm, papa satrsfazer exigencia da secretaria da
assembla provincial, publicamos de novo ,essa
sessi com todos 05 in;i lentos, e contendo os di-
versos documentos ah tidos, discutidos e appro
vado*.
A I iiiiiisli ira do crreloNo mer
de julho esta repartigao arrecadou 6:842480, sen
do de :
Sellos 2:6i9940
Cartas 2:417>590
Assignaturas 20OIO00
Multas W94O0
Emilumentos l 00
Extraordinaria 2I01O
Premios 274:00
Movimento de fundos 1:355JM0Q
Instituto VrrhroIisco e Geotjra-
phico. Heve reunirse hje, no lugar e hora do
costume, em sessao ordinaria.
Jurisprudencia. Abrimos hoje espaco
em nossa otava pagina a dous pareceres sobre
questes importantes do nosso direito criminal e
civil, que por seren momentosas devem interessar
a todos o* nossos lcitores, e -especialmente aquel-
los que se dedicam ao estudo de direito
0 primeiro, que versa sobre o ponto Tem a so-
ciedade o direito de tirar a vida do konem ? da
,penna de um joven acadmico, qne sabe apreciar o
estudo da sciencia do direito
O segundo,,que versa sobre o ponto de Ortica
civilAo* interdictos dever proceder ensato de
conciliaeo, sob pena dr mttlid ide ? da penna do
Ilustrado professor.de-nos^a Faculda.de de Direi-
to, o Sr. conselhercr Francisco de Paula Baptista.
Rccomniendamos a leitura desses trabalhos. *
Socieilade I.literaria e Vuxilfitilo
ra da Instruceo Secundarla -II >j;
bayer se.ssio desta, sociedade, paja a (Ijscussao
diis seus esputos, s-JO Jiqra? dq da.
Captara importante.-Pela subdelega
ca da cidade da victQriar'fbi era" 4'do corrente
iireso e recolhido respectiva cdeia, um grande
criri,iii:so deno:.pe Jesujuo Jezerra de M?nez;es
Batalha.
I'ii metra escola de instruoeo prl-
fSWFJIjWp^ rei
lUd'HMplCo, T tttt^rfja^^nvUat Sp-
SpwmV.^ymfc&ph a directo ds
^flktnh; Sra; 0. Carolips,
a directo da;
ana.de Caralhp.-^
se o fo fporips, de sua conscJen-l
):is[ava-me o jaizo que ca- que nuierera utilUar-s^dos.benecio^rodtean*-!!
.ja .um dos nossos collegas est agirt 'fazendu do silds pl socieade'Propagadora tlver^rafloe.
n ore deputado, para completar
ganca.
0 Sa. PRBsioRj?r*:-Bpec,i ao'potir.'tepuudoi
que so dirija a me., o lim parecer, se o quer discutir.
- O Sn. Mello .Rano :-Rem, nao quero ser Jn-i
onvantenie, ;nem revel M^bservaces ilcrV.Exc..:.
Wasi)ara na
eutenfler-aef^Bj
presidente dfl|
ajtlarp'arochia.
4a T
jr na.refi
' elfio da n
4a jp.Po|a,
rtjo^a.menj
da mesma soci?!
podem
de n'#
mcisa'^sdjfrteaiAntsh, fra
w|^i:Cm^hf,Ta,tajnl;
ra municipal. Em s'esso de hon-
REUFK, 7 l)E .VI10.STO M 1873.
Nao no terreno das individualida les que os
partidus devem iravar as pugnas pilitcs.: no
cadinho da dscussao da< i leas que os.prnci-
pios se-depuram e fructincam.
A poKliea que as'.enta ara odios e desabafos,
poltica bastarda que ostraga a pureia das eren-
cas e inuiilisa a -grande; i dos commetlimenios.
Nos pazes mais avantajados em civilisacao, c
onde o governo representativo tem altuigido ao
maior grao de aperfeicoament>, s' os partidos os
principaes cooperadores do desenv.ilvimento e
grandeza publica.: lies levantara as ideas, discu-
lem-nas e formam a opinio, que os altos poderes
do estado aceitam e proclamain.
A contrario, entre nos as ideas e reformas
quas sempre surgem de surpreza uo parlamento,
o governo as concebe, e o p iz as aceitbanles que
sobre ellas tenha o sen conceito formado.
Se nisto vai um mal, um desvirtuamento das
werdadeiras prateas dos governos de opiniao, nao
cabe a responsabldade sernlo aos noss>s pirlidos
polticos. Abandonanuo ao governo a iniciativa
das reformas e o dimito de arvorar as ideas, con-
Isonteni ellos toda a sua seiva no esforgo das dis-
eossdes improflcaas e no aSneo da dfamae) dos
individuos.
Neste andar desvailo. nosta aberracao dos no-
lir.-s Ins de um partido, nenhum lera ido aliante
da |u elle que ueste, pa z se envolvo no manto li
bar.
Faz consistir a sua grande misso nanegacaode
todo o principio de liberdade, na I cenca didis-
cussao e as etrava/ancias' dai theorias. Muve-
dico como areias d is desertos, as sua> ideas va-
na 11 de um da para outro.
Voluvel e ipconsequentc, faz aseada, para o po-
der pelo arrojo d is principios, pela .ambicio dos
comoHituientos; mis nao abe desear do gover-
no, senio pelo plano inclinado da violencia sem
nome do ferrenho absolutismo.
Por este vicio radicado no seio do partido libe-
ral, desde rpo!-asj-emotas, desde as pocas em que
os partidos entraram em sensivel enfraquecmento,
e o governo cresceu *de forca e prepotencia ; por
este__ vicio, dzemos nos, aineffjcacia dos meios de
aecao mutilisa todo o seu l lar pelo principio de
liberdade.
Em mais de trinta annos o partido liberal sobe
e desee do poder, sem deixar nos fastos d3 histo-
ria poiitica-do paiz o mais leve trago de sua pas-
sagem, o-mais insignificante servico aos principios
3ue Ihe servera de bandeira. Nesse periodo
e lempo, o partido que tem servido liberdade
e ao progresso, tem incontesiavelmente sido o
partido denominado conservador.
Mentindo, pois, o partido liberal durante quasi
meio seculo aos seus principios e as; devera ter-
se-Ihe formado a convc,eao,. nerarse e eorrigir os dffei'tos ne de ndole" ou
desorganisaco.enterpecemsuas aspiracese per-
vertera a sua missao.
Era, portanto, de esperar que por forca da ex-
periencia, ontro fose o seu modo de proceder na
pre-entequadra. em que o lio da prosperiJale e
grandeza nacional se desenrola presuroso.
Mas qual Os iiberaes de luje sao os mesmos
liberaes de outros tempos.
Em boa hora assumio as ameias do poder o ga-
binete de 7 de marco. Resoluto, corajoso e pa-
tritico, esse gabinete aventurou se a um grande
e nobre'Om : fez mira na prosperidade do paiz, e
na consolidcao da liberdade publica, e camlnha
com pas-sos firmes frente do progresso.
Tudo no imperio, sob o influxo de um grande
governo, cr.esce e prospera. As finan;as conside-
ra velmente estragadas por m gestio de gover-
nos anteriores, e por effeitos da guerra com o Pa-
raguay, em curto espapo rehabilitaram-se, o espi-
rito publico enfraqueeido e quasi extincto, desde
muitos annos, agitase e ganha elementos de vida;
a liberdade ace/case oe garantas, e o cidado
consegue segnranca e protecjio.
Assim, a frente de grandes melhoraraentos rao-'
raes e materiaes, iniciando reformas do maior al-
cance, o gabinete de 7 de marco muito j tem,me-
recido do paiz, quo njlte conna e deposita sua
mais caras esperancas:
Entretanto, esse gabineteajue devera ter por si a
adhesdo de tpdos ps partidos regularmente consti-
tuidos e ajeniados pelo patriotismo, lutaje debate -
se com cs'foidisantfs tjbaraes do Brasil I Reunidos a
elles, fioriservadores t(8fegos apiimados de ambi-
cies soflregas Jaubom q combaiem I
Has a provilencia das nac3es, o apoio da maio-
ria do pai.z. alentando a,si]a corajem e.civtsrao,
temfelo vlctprjqs a cjusa do 7..atj
a causa nacional.
Na grande luja que .est trayada, e em que de
um lado avultam os notres impulsos do patriotis-
mo, e do QUlro ingratas ambicoes, o.csforco ,dos
Msaltanlfis e mine.ros. jpo, Jja ..jonseg^db, gioja,
destrocos.
^'npi ..b,ejn t
Was, emquaoto no parlamento a batalha est
trayada,os 'jbe/aes de Pernarabucp! em cuja.Cren-
,te macdia como balisa o Sr.;Br3o de vOWtoJla,
fazem as saas sorlidas.
foi ser do pequeo i^ahTire e curto alcance a
sua ajlMaria, gue nor;.sto pjoi rujde metralhar
cpm.jjrovefto o iqimigo- une es,t longe; .faz foga
.cerrdouJo'dTgn i administrador' da provincia, ,a
yWuftftfl t 0-aioe.ntrarniT
F''lznl<,n!,, ; -zar de tJr reunido mais
umt' i as qainie dojnanifesto. de- !7 .de
nao tem podido, medrar. No des-
tjirtli orgapsajo, devora. piss:ic e.defender
abandonon a discussj das iJa?, e atirou se as
pftssoas Como o tigre prta, so:ho loo's poslas
de carne I
QuandojafiMesse estaaW de f#ae?% a-eiilra
em iiiiiTvaJkio liaaaVlos, eah no jogo d is palavras,
nas cnticaasoiiisainirmas e na-,banalidades !
E' certa Jue, secoinoopaosi^o leal e coaecien-
ciosa, craptalienilcsse a fisetlisario do? actos da
admininistrieo, a fortuna ni i a protegera p-r
quo quem governa respaltaBdo a lei, a justica o a
moralidada pao temo, nem re.'ca o ex ama dos seus
actos.
Mas fra deste terreno, om qce o assalto seria
baldado, aopposico nio andarla aiaI trazetido fc
discusso para o terreno dos principios e d is gran-
des ideas que se kvaiUaui..*' paiz.
Evita a Prwintia esta^mpo de batalha ? Para
elle a convfclanos. Abra de mi as pessoas, a
causa publica nao ganha com a deprocao,o dos
caracteres, nem som o desconceilo dos seus assi-
duos operarios.
A columnia e a draa.macio arma vil, que mos
dignas nao a devem mam-jar.
Cdliiiie se Provincia na vordadeira altura de
orgo Je um partido, faca poltica civihsada,
n.io poltica selvagom.
Da disejussio comedida, o, iseiila de odiJS que
pode sahir luz da verdade : a discusso incan
decanto e irritante leva os oontendores ao delirio, e
s produz a est.Tlidado.
Concurram, |K)s,os partidos para que a impren-
sa poltica da provnea laa da degrada.ao a que
tem chegado, assim se nublito o. moralise, c tu-
remos tod>s cumplido o nosso dever dejornalsla
c de homens politioos.
im*m?, > TflnffneiST'^ nvor iBjswrwa^iaqueiie, ipr razas--
^Tia ttf AdLlf r^u> Ej ua^iode iucumbir-se
o*doBdaT,.J ma conrtf BjjC 0 aHreDl.-t|fio 'S"Exc 'prorarava corr-
'U8UCAC0ES I fEOID
Cear.
FORTAl.KZX, 2.0 DI'. JILHO DK 1873.
Estamos condomnados a re iter tantos quantos
disparaos quoiram os orgios da opposleio atirar
sobre nos-
Depois que o Sr. sonador Pompen, orgo e unto
interprete na corto do imperio, atrevou-se a asaa-
verar no parlamento que o ex-juitjde direito A
Crato -o celebro Martins Pereira nao era liberal,
nao houve mais mentira revoitante que nao Uves-
se direito a urna sena sustentarlo
Est prov.nlo, pois, que s o infame pode u-ar
contra outrem da >rcha de infamia ; s o ment
roso est aulorisadu a laxar quem quizer de baldo
de verdade.
A exemplo do oerebrino nut-r de inverdades,
que hnje conspira no sena lo, nada inis natural
do que a arrogancia com que o Cnense e o Pe-
dro II sahoni-se de lauca era rste contra o relato-
rio do Exm. Sr. Dr. Macei, dizendo :
E' mentira
Atrozmente contrariados pelos factos, envergo-
nhados.por nao terem acliado nma saluda onde se
podessom eximir da responsabilidad? dos aconte
denlos de Misso Velha, recorren! ultima pa-
lavra dos cobardes, dos fracos, daquelles que nao
tpom razo, dos que emfm -o encontrados com a
mo sobre o delicto : enfurecidos blasphemam,
tentam embargar a voz a quem polo trahir-lhes a
verdade, e gritam como possessos : Ments I
Entretanto se, na oonfeccao do seu relalorio,
de algum peccado podesse ser S. Exc. acoimado,
este t.-ria sido por eert nao haver concedido a
narraco dos factos de Mssio Velha, toda aquella
latttu le de que erara suscrntiveis, em visto dos ir-
refragaves e in-uspeitos documoatos em que elle
se baseou.
S. Exc. foi parco e n'. atlenuon cs'crmes, de
que a opposicao so tnrnou oulr'ora naquelles acon-
tecmont'is, osi^rupilisanlo affirmar aquillomesmo
que ama inlinj lado de teste nuulias liberaos e dis-
sidentes se incumliram de a-severar, nao s em
poca- ofliciaos, como em nqueritos e mais infor-
ma ;oes ministradas presidencia.
Appollam hoje, nao obstante, para estes mesmos
documanlos.
A assembla provincial, segundo acalnm de in-
formar nos, solicitoifos por copia presiden-
cia.
Temos f que a verdade, nessa dscussao a que
a maioria foi orovoe.ida polos deputados da dis-i-
iloncia, ha de se tornar patento, a'despeno dos m-
prupe. ios a calumnias da opposiell, que faz tim-
bre em fivhar na olhos a toda a luz.
Ento veremos qual o nstema de qne se servem
os homens de honra, quanli querem amordaear
os caes que ladram em sua passagom.
O nnpulor ha de adiar um termo I
(Da Constituicao.)
t ou em igno-
entemento claro,
estado ; onde
tegem-se roipro-
iria urna decisao
se decidir sobre
ltos poderes da
de um presidente
esse manifestado
liar- o que a*'aV wiTeaa'lnef ranja da ia^eii^a>^iaaae*> episcopal. >
Esta proposiQio ou lilha davm ou da igno-
rancia da geute-dfrSr.
Sin ; fora.artcisu
rancia para oiefhr-s
Nas paizei
unipa igrej
camente, quao
de um presidente que P"r s*
questes que perieneain
naco I ?
-Que {iosi(io artiea nao
ariualmante, se ja ella se
oii favor do algara dos lados
tsiabeleeamas ama hypolhese :
Se S Exc. o Sr. presidente se ttvesse declarado
contra a maconaria e as irmasdades; podia hoje in-
cumbir-se da deciso de 12 de maio ?
i*il>( Iliil', *.* fHltMiaV, Itwf CCrfV t c t*"^^Q^^H^F^lUb'
coaaria. sera a primeira a declarar : S. Exc. em
estado de nio poder se encarregar de eumprir >
que fora decidido pelouoder couipcleote.
Sejielo contrario, S. Exc. se ttvesse maJifestadi
contra os ultramontanos, tambem poda encarre-
irar-se do somelliaule incwnbeueia, se a docs
fosse favoravel estes T
Nao, nao o podia pur cortlos proprios- ullrainon-
tauos nao se domorariam em griutr com razio :
S. Exc. o Sr. Dr. Lueena na pode se eneamgar
de cumpnr, o que fora decidido polo poder com-
petente, porque S. Exc. ja den* urna anwa de par-
cialidade, nao pode srf jiuxnata cansa.
Isto porem nao se d com S. Exc.eHo est icu
tode ter acojinado de pveul na importante qnes-
lo religiosa; as parles nao temn o quo dizor de S.
Exc. no cuDiiuiniento da lei, entretanto veem o?
estonteados da Provincia dzer que nest queslii'>
a posicio de S. Exc. impc^sivel I
Se a presideucu nao receben o roe irso no effei-
to suspensivo, est mais que provado u,ua > P?cs'"
dencia quiz tornar mais patente a sua imparciali-
dade ; de moilo nenhum quiz, sendo delegado do
governo nesta provincia pender para algn dos
lados, e iuipussibiliUir-ac para como juz cumplir o
ipie fosse decidido de aecurdo com a justica e a
razan.
Ora esta, pojs, mais que evidente que a .pi-i
cao do Exm. Sr. I ir. Heurquc Pereira de Lurena:
a de um magistrado que com o tino e crleri"
que s dao a illuslracao e o talento, cm hypstlkn
nenliuma sacrlica a justica e a ordem a aateres-
ses quaesquer que ellos sejain.
E um magistrado desta tempera, uizem os sec-
tarios do Sr. Baro, crea posicio imposivcl t
E insiste anda a Provincia na ques:o do ea-
pello do cemiliTo !
J nio as tem dito que S. Exc. o Sr. Dr. I.ncena,
em seu despacho na questao entro, a cmara e o
Sr. hispo sobre o capel la > disse apenas que oca"
pello pelo fado de ser empregado nao est priva-
do de se commuuicar directamente com o dioce-
sano, do mesma modu que nao esto os parochos,
sendo enipregados do governo ?
0 despacho de S. Exc ah esl ; os lionaen*
desiuteressados e despidos de pequeas ambice*
j o apreciaran!, e por tanto, a> calumnias da rra-
viucia nio euconlrarao eclios nos peitos Moceros,
e muito menos atlingirio ao dstincto adminis-
trador o Exm. Sr. Dr. Lueena.
Que molestia tendes ?
f.do marco, ^uo,
O chaveeo Provincia.
0 ehavaeo Provincia tendo a sua anillara en-
craoada arreen a bandeira liberal, para hastear a
neutra, alim de poder continuar na corso I
O chaveeo, porm, est conhecdo e tendo em
seus dias de tilaucia a'ir.rh com um damnado,
v-se agora mettitlo entre.tres fogos de inmigos a
quem provocou I
O chaveeo esl farado, tem agua que faz pina,
e j trata de botar escalercs ao mar para salvar-se
na Aire i de S. Pedro '.
A f o salvar, pois dos nrrependidos o reino
ilo ci I
Que o chaveeo arvorava falsa bandeira liberal,
todo sabi. m : -que elle procurava fazer banilho
mudo, para dizor que tinha muta gente -tambsin
sabido: mas quo tai depressa o cnaveco ar-
rojara a bandeira o que a mutos espanta I
E <|ue o corsario- s combate quando v ganho,
perdida a esperanza deste mosca-se I
A Provincia impagavel! demcrata n'um da,
descarrega todas as suai pecinhas n'ontro contra
os republicanos I n'um da furiosa contra Roma,
como ci hydrephobico, n'oulro dia ei-la bateado
nos peitos, a enrolar-se na capa do S. Padre e ata-
cando aquelles qjc defendem a liberdade de con-
sciencia I ||mim-i liberalei-la acombater as ideas
liberaes e aquellos que sustentan) a bandeira glo-
riosa da partido I
Para onde vai o chaveeo 1... fazor corso contra
o poleiro; mas varado, como vai, fazendo agua
por todas as juntas s buracos -o chaveeo se afon-
da a olhos vistos, e ento... o ocano da mise-
ria e do ridiculo o cubrir de todo I
Eheu I Eheu I Pobre Provincia I... Muda de
nome, sequeres Uzer alguma cousa I e se queres
umei lo Ultramontano.
Malagrida.
Psicao impossivel.
Sob este titulo l-se na Pivvincia de l. do cor-
rente um artigo, em que dividindo-se a questao
religiosa em tres periodos, proenra-se, mediante
falsas iliacoes, tiradas de principios tmaginados
pelos homens da Provincia e j '.antis vezes repel-
lulos pelo publico sensato c desinteressado, espa-
Ihar que S. Exc. o Sr. presidente acha-se impos-
slbiltado para incumbir-se da decisao do governo
geral.
' Posto que nada all mereja resposta seria, dUe-
mos todava alguma cousa para tornar mais fri-
sante a pwio trigte e dcsanimadora do Barao de
Villa-Bella e "de sua gente, que de dia a da vao
se lornaado mais conhecidos pela sua inepcia a
par de uina paixo poltica mesquinha.
Por mais esforcos que faeam os dedicados do Sr.
bario de Villa-Bella, nao conseguirlo de forma
alguama marear a brilhante e imparcial posicao a
que o Ilustrado e honrado Sr. Dr. Lueena assu-
mioaa questao religiosa.
Nio ha de ser com repet .oes epithetos s pro-
prios de quem pouco se prosa que se ha de desfa-
er a rputacio de um administrador qne em to-
das as quadras,ainda mesmo nas que Ihe dizem res-
peito, inspirando-se no alto preceito do direito
fhU justitia ptre-it ne pere,at mundostem feito
trinuiphar a causa do direito e da razio.
Em que se funda o articulista, (que s pela epi-
\graphe bem raostra o que ) para julgar que o
honrado e intelligente administrador nao pode
pranter a deciso ao governo'?
' Quo facto nos apres'entou em seu artij
tinnar a verdade .do sua assercao ?
Quera o articulista que em urna questao snsci
tada sub lege, se, lirasse a jualquer dos dous con-
tendores aqpillo que a propria lorlbe concede
;Qqeria anda que a presidencia, no principio da
gestas, em vez de jrpeu/ar, segundo.as;li?,- con-
ciliar o equilibrio e harmona entre o estadoe a
'greja'equilibrio e harmona lo precunlsados pelo
Sr. .Salmeo, em seu discurso pe-a, se pronnncisse
em face deste ou daquelle contendor ?
Isto.nio .entra no tino de quem Quer governar*
urna provincia.no interesse da ordem e justica so-
cial ; nio deve swyir de norma de; proceder ao
paiz Ilustrado o impajroial.
.Desde-,.que o Exm. Sr. Dr. Henrigue Pereira do
Laeena, como delegado' do governo, recebendo a
aueixas dos, que figuraram na lula, e com nma
imparcialidade rara e Invejavel remetteu-as ao go-
verno geral, nico competente para decidir, seni se
Centenares de variedades de molestias podem. se
attribuir ao eslomag Para cada urna ou todas
ellas, o sonso coiumum nos demonstra que a me-
dicina quo restaura aquella orgo ao seu estad >
natural de vigor, o verdadero remedio. Se o
seus i cominum desoja saber que retundi esse, a
exprencia responde -sao as pilulas a-socarailas
do Brutal. O quinao faltan s) calharticos, po-
rm a nonagesiiua parte, dalles s praduzeiu iun
allivio passagairo. e muitos dolas sao perigosos.
E' mil \is nijltnr deixar o livre curso dysoep-
sia, do que tentar cura-la com mercurio. E*es
remedios assim intitulados arruinam o dosote an-
da muito mais rapi lament, do que a propria mo-
lestia. J nio acontece a-sim com as pilulas as-
sucaradas de Urisiol, as quaes.deveinasuaemcaca
aos extractos vegetaes.. Se o fg.wJ nao est em
ordem, ellas prouiptamenta o regulan], se os iiite--
liuo se aciiam obstruidos, ellas remo van as ob- -
trueces; se o e>tomago est incapaz de uina per
feita digosto, ellas Ihe dao o necessario tom e vi-
vacidade. Ellas acham se meltidas dentro u\- l'ras-
quuhos, e por isso a sua conservacao .duravid
em todos os climas. Koi todas as m deslas ^ggra-
vadas mi provenid oles de impureza de sangu^,.
salsaparrilha de Brstol deve ser tomada con^unc-
.lamente com as pillas.
Declara^o.
O abaxo assiguado, negociante na villa de Ja-
I" ai 11, tendo constituido tegalmente seu baitante
procunidor a Joo Gomos dos Santos, oftical de
sapatero, e escrivo interino do juiz de paz do
mesma villa, para amgavel ou judicialmente co-
brar suas dividas, e como o mesmo Joio Gome*
nio tenha anda appareoido para prestar contas e
conste que se tenha ausentado para lugar nao sa-
bido, o mesmo abaixo assiguado vem por este niei-
chamar o dito senhor, alim de que lee preste con-
tas e Ihe entregue seus documentos que anda
existem em seu poder; outro sim, o inesrao aba-
xo assignado declara que desta data em diante
licara de nenhum effeito toda e qualquer transa-,
cao que o Sr. Jjo Gomes faca com os devedares
do mesmo abaixo asignado, sol pena da paitar.-:
segunda voz.
Recife, 4 do agosto de 1873.
Bernardo Goncalcesdus Sanios.
COMMERCie,
Seguro
THELIVERPOOL &
INSURANCE
coiilra-fogo
LONDONA GLOP
COVPANY
o para
.Igcntes
SAUNDERS BROTHERS & C
11Corpo Santo-li
GOMPNHIA
Phenix Peraambucana.
Toma riscos inaritiinos em mercadorias,
l'retes, dinheiru a risco e finalmente de qua-
quer natureza, em vapores, navjos vela ou
barpa^as, a premios inulto mdicos.
RA DO COMMERCIO >. 34.
Seguro conira-l{p
COMPAJtUIA
INORTHERN.
Capital..... ao.oootooojwoo
Fundo de reserva. 8,000:000?50ft0
Agentes,
Mills Latham & C.
RA DA CRU7.N. 88.
ARITIMS
i
CONTRA O *OGO.
A ooiapanhia Iadeatnismlera, estabeaeodVi
neata Jr*ac,a, loma seguros matitimes srAtt
nA%io3,.seus crregamentos oconlraifi^
9.'dificios, u^rea^orias e piabUias:, m
ra do Vigario n. 4, pavimento leraw.
GMPAIDi MAWk
seguros manimos e tenas-
tres estabeleciJa aa' Balw
ein 15 de janeiro.em;l 8130.
CAHTAI, 4,O#:OeW*0.
Toma seguro de meVcadorias e ditthr
, 1
i

-



4
~*--




fo *fe ,ft**amtoc tti -Qwaiifciai hfante&tooieoin.
vW mnrl
ara dsaitr
oatra
rondad >
Agente : Joao.
ra do CommerrS
AS 3 1/2 NMM DA TAXI.
< o t ua*es aJBr iac .
tombio ?oba.|Updreaa 0 dv. 45 Iri d. por
l, (Jo bajico.
DaDonrcq
President.
'""i" Peo, 8 w "iE? urjbw naWaBemarf Am AeW.Jdcarregada
'
Onento do ailW^
'do da 6......
i"tHlI ti il
56:85U35fl
58:168*938
Desearregara ho|* 7 de agosto de 1873
Barca ogluza Binar Herbert- mrcadorias para
aSatUpa
Barca mgleza Miranda mrcadorias para al-
, faudega.
Carca ingleza Ducltess uf Sutherland mercado-
ras para alfandega.
PaUch francea A*dr -ferragci j despacha-
das para o caes do Apollo.
Qirci iftfuw ? Cofyiiy,vinuu para deposito ao
trancha Barbosa.
Importara*
Uta Grande do Sul, brigue brasileiro Prvvjdmeia,
Mttsiimailo a Aiuorim Irniaus & ('., manfes-
lou:
Couros "O. Colla 8 cortos.
Graxa em toexiga 8,87$ kHes.
Sebo 330 barris.
X arque 343,713 lulou* eojuignat arios.,
Blo GraHJe do Sul, barca franeeza Intrepide
Cae, consignada a Olheira Filhos A C. mamfes-
iou :
Grasa. 10 pipas.
Mijho" 20^ i saceos.
Sebo 303 barris.
Xarque 14,714 kilos a di ve; sos.
em 6 de dezmbro do 1812 e consignada a Baslos
& Silva.
dem B S c A .\ dC, n.
em 10 idem ; ignora^ ro;
dem J A A & C, n ?
Hambnrgo no navio allemo Alrine, danearregada
em tO dem o consignada a J. A. de Araujo & C.
dem B I & C, ns. 12 e 18. Dnas ditas vindas
de Hamburgo no navio inglez Nicolim, dosenrrega-
das eovlO de dezmbro de.,l87i e consignadas
Bamos & Pelxofo.
dem D & S, ns. 93 e 9i. Duas ditas idem idem
a Baslos & Silva.
dem C G & G, n. 34/38. Cin:o ditas idem
dem a Carneiro Guimaraes <& C.
dem diamante, no centro A & M cporbaixe
Pedroso -, n. 1 Urna lata vinda de Londres
no navio inglez Ecliftik, descarregada em 28 de
dezmbro de 1872, o consiguada a Arminlo & Mo-
reir.
dem idem, n. 4. Urna caixa idem idem 1em.
Alfandega de Pernambuco, 4 de agosto de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Res.___
A cmara municipal desta cidade fai publco
para eonhecimento de seus municipes, a postura
abaixo transcripta, approvada provisoriamente pelo
Exm. Sr. presidente da provincia em 31 ile julhq
prximo Cndo.
Paco da cmara municipal do Recife, 6 de agos-
to deMW.
Theodoro Machado.Freir.Perora da Silva,
MtS H4BBU-
jagel
me*
jtnipregado Jias /uarra^oes e-aasaaia*-
$ navios d*P4>d porto, 'da Recife.
Patrio...................
Bamadpr.................
At 1* hoyas de tra-
bafco. y(]
*
#i*9H
tIMt
4*000
Porlniafs de It fiara*
twrrm
ttrftfcaittca a cera rio* !
I T
I
I'
Secutarla magnifico !
b
10*080
7*080
MATEBI^
________________________________________ ''.
~vmm
_
Lancha,, pe servico. de au.rnn: < ,sqaBiarrar pin navio...;..........
Ancora por um da.......... ..^.................,.,
Ancorte.....................................fo*VtW..........}
Virador pelo pri 0101ro. da.......................................,../
Por cada dia alm do primeiradia...............-...................
Espa, por servico durante a atna#a?ab ol desmarrario, 00 par-caVduk
Amarra por cada dia...................
...
_
Sala das sessfas.do.co
Assignado. Joaqoira
_
_,'A

at>n
1
* 1.
*> t .
1
.....
't *
-----------._
-880i
1488
> 1 M
8f08J
6*800
4*08
1*0
Una viagein em baiao.
.0 naval lo fa maio de 1873.
Jl de OHver Figfli|adofc BapUaal. Ibwditt de, M*ra Valla, L
relator, Herraenfigddo Antojo.Barbosa de Almefa, e JosedaCoau '
Confqrn*.- Luis Salaiar da4Veiga Pessoa.
Eil conformft.Tpae^ivio, .De^} ,de. Aqpino Fonceca.
*
e' el>
l'r-nrsideute.,
Vfb
Montevideo, barea brasileira S. Jos, consig-
ai.l:i a Liyu i Kilha, manifestou.:
Xarque 19."5,6'J kijos aos consignatarios.
OgPACHOs DE EXPOUTA(.:A NO D\.\ o DE
JULIIO DE 187 i.
Pura os parios do exterior
.\a barea portugueza Vencedora, para Lisboa,
Miregoa : F. B Pinto Guimaraes 1,19-1 couros
salgados com 14,292 kilos.
Xa paluauotu |>riuguez Novo. S. Lowenco,
(>ara a liba de S. Miguel, carregou: M. A. daj
-,v,i 80 borricas coiu 8,508 kilos de assucar mas-
vivado.
Para os por!os do interior.
Para 9 Rio fraude Jo.Sul, no palbaboto por-
jjuez Sympiithia, caxregaraia : P. Vianna 4 C.
4) barricas com 1,497 kilos de assucar refinado ;
Amorim (raos 4 C 303 ditas com 27,707 1|2
ditos de dito bnaneo e 39 ditas com 3,537 ditos de
dit nuscavado.
Para Macp, na barpaca Riinha dos Anjos,
arregaraui: Costa 4 4 barricas com 411 kilos
J, assucar branoo ; G. de Maltos Innos 1 barril
in OWitros de agurdente.
Podro de Albanuer (uo Aulran,
Secretario.
Art. I." Ninguem pode deitar na ra, cisco,
objectos sem serventa, nein ousa alguiuaqu^L
seja contraria ao asseio e limpeza das ras.
Art. 2. Os proprietarios 011 moradores em cujas
aortas ou frentes for encontrado quakjuer objecto
lena qualidade serao multados em 10*000 e no
dobro na reincidencia.
Art. 3. Fi*a designados, o alagado do nortf n*sI8l ^ l*9*r^
do gyinnasio provincial, o lado do sul da casa de 1 rceirp a P-*2. _... .
detengao e a Praga de Pedro I no Recife,
SANTA CASA DA MS^aiCOftWA DO.
UG1PE.
A Hlaja-jiu^Uadi
lisoricordia do Beci
nasab desuas s hora^ da tan^, tem .da^e af^fW^das.- (niem
mais vaa,tagens olierecerj pelp. tempp de uin a
tffs anaos, as' redas Jos predios em seguida
declarados.
EfT^BlLECIUEXTOS DE CARIDADE
Becco do Abren:
Ssbrado de 4 andares n. 1 '.
Ra dos Pescadores
iCasa terrea n. 11 B

peM 7 fiprw. da.jaajiM.
Espero que os Srs. associados serio pontuu;s
mcommodos superfluos.
srvddorTosd Ferroira GuunarJes ,; Grande folia e
Secretario.
ttendiineaio >i>
Idem do dia 6
i.aPATAZIA DA Al^AXURGA
da 1 a 3
VOLUMES SAHIDOS
So dia 1 a 3......
iVirtiejiaprta 110 dh 6 .
:vgiitla porta.....
''(-revira porta......
Trapiche Conceicao .
4:985SS383
766*362
5:7o 1*913
3,373
3;
51
8
816
4,389
SBB-VU UAtttTUiO
Airaiengas descarregada? no trapiche
la alfandega no da i a 3 .
m ditas no dia 6......
Navios atracados no trap. da alfandega
Aivarengas....... .
S trapiche Omceieao.....
10
18
HRCEIDORIA HE RENDAS INTERNAS GE-
RAE5 DE PERNAMUIJCO
<'-.dirnento do dia 1 a 5 .' 9:130*367
lien do da 6...... l:780*5ii
10:911*111
K-n lmenlo do
i<:n do dia 6
CONSULADO PROVINCIAL
a 1 a S
4:873*772
4:544*890
7:418*662
BF.CIFE
iiIiriieHto do dia 6 .
mt.UNAGE.
172*444
wviMono da mu
Navios eitrados no dia 6.
Muatevii.'-o18 di.is, barca brasileira S. Jos, de
397 toneladas, capilao Francisco Marlins Costa,
'liiipagem li, carga 4,230 quintaes hespanhes
de carne; a Jo da Silva Loyo <& Filho.
Hie Grande do Sul -19 das, briguj nacional Pro
ridenr.ia, de 306 toneladas, canito Carlos E.
Merry, equipagem 10, carga 249;200 kilos de
rarne ; a Amorim Irmo & C.
A'r/o sahido no mesmo dia.
it tilia e portos intermediosVapor nacional Pe-
nedo, cominandaiite Francisco Pereira, carga va-
rios gneros.
. perto do
caes para nelles serom laa?ados os ciscos, clices,
e quaesquer oulros objectos sem servejijia, seja
!|ual for a sua nalureza, a exeepcao de materias
ecaes que conlinuaro a ser laucadas nos lugares
designados as posturas. Os infractores serao
multados em 30*000 e no dobro na reincidencia e
obrigados a remover os objectos a sua cust$ ou a
pagar a despeza que se lizer com sua rciuv^io.
Art. 4." Fica prohibido o pregamento do.rtirta-
zes, annuncios, aviso ou outro qualquer pajiel, seja
qual fr seu assumptojou qualidade, na parede ou
esquina. Os infractores serio muHados era 10* e
$0 dobro na reincidencia c obrigados a indemni-
sar o daino que causaran alm de serem obri-
gados a despregar os papis ou pagar a despeza
que com isso se fizer.
Henriaue Pereira de Lucena.
Conforme.Luiz Masar Hoscoso da Veiga
Pinina'
Conforme.O secretario, Pedro de AWrujuerqae
Autran. ___________________
Edita! n. 36.
Pela Inspectora da alfandega se faz publico,
que no dia II s 11 liaras da inaiiha, se ha de
arrematar, livre de direitos, porla desla repar-
tido, as merca lorias abaixo mencionadas, appre-
hendidas s 9 l[J horas da noile do Io de junho
prximo passado pelo guarda desta repartiyao
Antonio Luiz de Ca ralbo Medeiro*.
Tres pares de botinas de couro de mnis de 22
centimeiros, avahados por 17*280, 11 camisas de
flanellr. avahadas por 21*120, 2 calcas de panno
abaetado, avalladas por 6*400.
Tres cintos de flanella, avahados por 1*200.
Alfandega de Pernambuco, 6 de agosto do 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carcalho Res.
480*000
242*000
250*000
220*000
Ra das Calcadas.
Casa terrua n. 36......
PATRIMONIO DOS ARPAOS.
Ba de terva/io l'ir^s.
Casa terrea n. 2 ...... 136*000
Rpa das Cinco Ponas.
Casa terrea n. 94 .. '. '. 300*000
Ba da Scnzala-velha.
Casa terrea n. 16...... 509*006
Beceo. dasJJoias.
Sobrado, n. 18 421*000
Ba da Cruz.
Sobradq n. 14.......1:000*000
Ra da S. Jasge (Pjlai,..
Casa terrea n. 101. 206*000
Os pretendentes devero apresenlar no acto da
arremalacao s suas flanjas, ou comptfrccerem
acoirpanlados dos respectivos nadares, deveadu
pagar alen) da ronda,,, o ,preno da qu^itia em
que for seguro o predio qu contiyer. eMabeleci-
menlo commercial, assim coiuo o servico da lim-
peza e presos dos apparemos.
Secretaria da santa casa da misericordia da Re-
cife, 21 de jambo de 1873,
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
De ordem do Tllni.Sr. inspector da tliesou-
raria de fazenja se faz publico, que fica transfe-
rida para o da.16 do corrnte a arrematado,
peranie a. junta da 'mesma thfl36rara, do barra-
cao sito em Santo Amaro das Salinas, que scr'-'t
vio de quartel comoaii|yavde cavallaria
Secretara da ttlesouraria Je fazeuda de Pernam-
buco, 5 de agosto de 187^L,
0 se^fotario da junta,
_____________JesuiBO. Rodrigues .Cardozo.
Irmandad do SS. SS. do
NSotend* comparecido quinero legal para em-
possar-se a nova mesa, rejeaora, c lia vendo o ir-
nao procurador, geral renunciado o logar para o
qdal fra elcijo ; de ordera do i'nnao juii convido
a todos os innos para em mesa geral, no con-
sistorio da irmandad n di,a 8 do crrente pelas
3 horas da tari ,elcger-?e d irmjo que tem de
servir de procurador geral, bem assim em acto
continuo ser mnossada a nova meza para o que
sii IJrh'bem, convidados no solos irmaos qne fa-
zem parte' desta como os da nuo termina.
Consistorio da rmaudade 6 de agosto de 1873.
J0S0 Joaquim Alve?,
Escrjvao.adhoe.
Praia puMis de. uma cidade qUalquer, ode
i ao caaneotas as- machihas aereutaticae.
poca a mqsrna en fue vivemos.
1 iluta, Mupiiv popular. Tru.s pomadi*las do mo
chaia. Discursos eloiijieutissnos em todas as lio-
fuaeanortas e vivas. Modos de arraajar a vida.
MoraUtlode.-lt buscar la e sahir tosqueado.
^.' acto.
O munj|o m avenaos.
Na ilha dai^majonas. A ala, do couselho no
especie. Urna seaucTora e um sednziao: A rai-
ha galanteadora. O coflselho de eslado. Justi-
na oxemplar. Urna granadeijra s direitas.
Uoralidade.Jiao facas aos oulros o que para
ti nao queres,
~ 2. acto.
1 eiuatlclpacft* 4* bello aexe.
l'ma galera e jardim no harem da rainha Cri-
nolwe.
O hoiuens molheres.
Coosas do.arco da velha A correspondencia
secreta. O favorito da ra alia mai. Os prepara-
tjvos do noivado. O lenco anacrentico. Projec-
ts de conspiraejo O noivo interdicto. Avante,
mu povo Salvase quen.poder! Preso para
favorito. Bernarda masculina. Bases da nova
Oonsuiicau. Paz e concordia. Casa tudo ainal I
Moralidtle. -Quem o aiheio veste na praca o
<:OMr\iIHA HNUiflAlUVCAXA
BE
^vegueflo eoMtera vapor.
RIO FtRilOS iy-*tauh~t*r*fr.
fcdnWedro
ra para os 1
nlieiro
ro, au-
pa rT" os porto
o .da 1S .d cor-
* noii-
ISSJEj-oe e di-
uile do Harto
wm
m
ACKI, l'F.NKHO. I. aiUOAJ'. ; *
O vapor Mat>ih%,
c-.mmaHarmr nHi>7
i'UiF iw uin
ima no dia 14
oriente, as 5
a larde.
encomineodas at
frete ato as 2 ho-
: escriptorio do
Becebe carga at o di
a dia 13, passagens
ras da tarde do dia
Forte do Maltos n. 12.
o dia, 12, 1
mu
Epiloaro.
canean linal Iluminado por
"riaiiiinas aiultiuntes
o. 12.

INSTTUTG
GflAPHICO
A
CHEOLOG
[fiNJM
or
i>C
e
um.
- O Illni.Sr. inspector da tbesouraiiajp jvm
cial em cumprimento de ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publijo, que
vai novamente a pra.a no dia 14 do crrente, por
tnpo de um auno, e pela qnanlia de 4:824*60.),
os unpostos provneiaes da comarca de Flores.
As. pessoas que se propozorem a esta arrema-
Ueio compareearn na sala das sesses da referi-
da junta no dia cima mencionado, pelo uicio dia
<- competentemente habilitadas. J
E para constar se mandou publicar o preientc
pelo jornal.
Secretaria da thesourara provincial de Pernam-
buco, 4 de agosto de 1873. 3
O oflh ial-maor,
____________M.. A. Ferriira.__________
-:.Iiil m, :5.
Pela inspecloria da. alfandega da Pernambuco se
faz publico que no dia 8, s 11 horas da manha,
porta desta reparlicao, se ba de arrematar 35 mer-
adorias, abaixo mencionadas, abandonadas aos
direitos por Souza e Sfc C.
Armazem n. 1.
Marca S S 4 C n. 270 i caiw viada do Havre
no avio francez FidelUe, entrado era 7 de abril
prximo passado, conlendo as segiuptes mercadu-
ras a va riadas :
12. kilos, peso nos envoltorios, do. biioulerja de
cobra e suas ligas, avahados por 144*666.
4 ditos idem de chaves de ferro para relogios de
ilgibe-a, avahado* por 38*^16.
20 duzias de camisas de. tecdo, de algodao, ava-
hadas por 337*200.
4 fcilos de borracjia em obra, nao classificada,
avahados por 5*000.
AUandega de Peruambuco, S de agosto de 1873.
Falda A. de. LarValho tes.
Arremataco
s
Jiiizo do civel le Alinda.
No dia 7 d agosto de 1873, dermis de fin la a
audiencia, vq pra.a para seren arrematados
por venda os bens seguintes : urna casa de taipa
coberla de tdha, solo foreiro no lugar do Rio Doce,
com 1 porlao e 2 janellas de frente, 2 quarlos, 2
salas, cozinha fra, estribara, avahada por 4t:0* ;
outra de lapa, coberta de palha, em mo estado,
avahada por 25*1 ; urna po-se de curral, de fundo
urna rede e una jangada, avahada per i60* ; um
escravo preto, crioulo, com idade de 40 anaos,
avahado por 500* ; de que se receber proposta
em carta fechada para sua ven Ja, cujos bens vo
praca por exocueao de Mathias Ferreira Lima
contra Manoel Marlins Lopes. Escrivao Hermillo
pagas.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife sao convidados os prenles das educandas
do coegio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua educacao, para que
requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resol ven a junta admi-
nistrativa, de conforniidado com o que dispoe o
3* art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chagas Coelho e Uionizia das Cha-
gas Coelho, filhas de Vital das Chagas Coelho.
Maria Emilia.
lgnacia Ribeiro, filha de Leandro Jos RibeJro.
Maria Magdalena de Mello, filha de Jos lava-
res de Mello.
Valeriana dos Sanios, lilha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudocia.
Felippa.
Thereza dos Santos Torre?, filha de Jos dos San-
tos Tor es.
Sophia Maria da ConceiVao, exposta.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 27 de unho de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souzi.
Sociedade Recreativa Juren-
tude.
Do conforoidade com o que dispie o art. 19 de
no: sos estatutos, scientilico aos senhores socios
Ene esta presidencia deliberou ter lugar domingo
10 do corrento, pelas 6 horas da manha, a reuuiao
da assembla geral ordinaria, afira de ouvirem a
leitura do relatorio e parecer de exame de contas,
e elogerem a uova directora para o auno finan-
ceiro de i873 1874.
Outrosim, a presidencia chama a atlenQao dos
senhores socios para o art. 8" i e art. 20 2" de
noss i le.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
6 de agosto.de 1873.
Francisco A. F. VUmna,
Io secretario.
Achando-se reeolhidos casa de detenejio
os escjavns, Francisco, do Dr. Antonio de Mene-
zes Vasconcelos de Drummond, Francisco c Rosa,
do Dr. Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha, Fe-
lippa, de Pedro M. Maury, Gal.iino, do Dr. Joa-
quim de Aquino Fnnceca, Ignacio, de Joao Gon-
.alves Rodrigues Fram., Isajiel, de Francisco de
Carvalho, Jos, de Joio Flix, a disposicao do
juiz de ausente* ; Joaquim, eoavo de Antonio de
tal. Ludovina, escrava de Manoel Ignacio.de Al-
buquerque MaranliSo, Maria, de D. Emilia Bezcr-
Ilavcr scsso ordinaria quinta-fuira, 7 ra Carneiro Cavakante, Marcolino, do vigario Jos
P. M. Lima, Qucrino. de Jos Antonio de Brilo
Bastos, Raymundo, de -Amara! de tal, Vicente.de
Manoe! Teixeira Leal, Vicente, de Man el Tinoco,
e Vicente, de ernardp Nogueira ; f> Dr. chefe de
1. Pareceres e mais trabalhos decommis- polica manda por meio deste cdital convidar aos
s5es. supradilos enhpres, a virem reclamar nesta re-
.t'o d.._. .. -j m.\. parfo a en'rega de ditos escravos, mediante do-
2. Eiarae e approvacao do balancete .urant05 .,rb^or0j dc 5CU ,,om;'n0 al den.
apresentado pelo thesoureiro do Instituo, iro de 48 mras, a contar da publica cao da pre-
perteiieente ao trimestre dc abril a junho de sonto sob pena de serem elles po?tos em liberdade.
i73 i Secretaria de polica de Pernambuco, 7 de agos-
to de 1873
11 horas da ma-
je agosto corrnte, pelas
uli.
OR.DEMDODIA.
Pareceres e mais trabalhos decommis- polica manda por
Secretaria
1873.
do Instituto, 4 de
agosto
J. SOARES AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
Pelo secretarlo.
Francisco G. da F Barroso.
Companhia de seguros utili-
dade publica.
A direceao desta companhia havendo obtido do
governo imperial prorogac'o por mais 20 annos
para continuar a funecionar nesta cidade, e de-
vendo principiar suas operacSes em 1 de selem-
bro prximo futuro, convida aos senhores accio-
nistas para se reunirem na quinta-feira 7 do cr-
reme, em seu escriptorio ra do Vigario n. 6,
a I hora da tarde, afim de ter lugar a eleicao da
commisso de que trata a disposicao transitoria
dos novos estatutos.
Recife, 4 de agosto de 1873.
Os directores
Francisco Joaquim R. Brito.
Candido C. G. Alcoforado.
Sociedade Unio Commer-
cial Beneficente.
Nao se tefido reunido numero sufllciente de so-
cios no dia 3 do correte para ser eleito o func-
cionali-nio da sociedade no ann> social de 1873 a
74 e serem approvadas as contas da directora,
de novo sao convidados o> Sr. socios para se reu-
nirem no dia 10 do corrnte, s 11 horas da ma-
nhi na ra do Baro da Victoria n. 63, sede da
seciedade Nova Uniao.
Be confurmidade com o disposto no 1 do arl.
17 dos estatutos, a sessao ser aberta com o nu-
mero de socios presentes, urna hora depois da
marcada.
Sala das sesses da assembla g ral da Socie
dade Uniao Commercial Ueneflcenle, em 7 de
agosto de 1873.
O 1." secretario,
A. J. Leite Bastos.
i*lt-il>ii/iin lit peca.
Personagens do prologo.*
Roflelpho, rapaz para quemo
mundo grande Sr. Vieente.
Heroar,do, dem idoiu Sr.P. Augusto.
Jacob, idem. idem Sr. Julio.'
Lourenco, pai da patria em
miniatura Sr. Florindo.
Juliao, idem idem Sr. Silva.
Povo de todas as classes, idades e qualidades.
Personagens dos dous actos.
Grinoline 1.*-rainha das Ama-
zonas D. Olvmpia V.
Herminda, ministra do interior
e presidenta do conselho D. O. Augusta.
Tulipina, majura das guardas e
ininiira da guerra D. Joan na.
Argentina, ministra da. fazenda D. Emilia.
Severa," ministra da justica
Anazia, capitana das guardas
Mercurina, pagem da rainha
Ministras, ofilcialas e soldadas.
Rodolpho, viajante aereo
Bernardo, idem idem
PhHomeno, joven.seduzido
Mimoso, antigo favorito e cr.efe
do harem
Borboleta, cozinbeiro
Favonio, odalisco
Adonis, idem
Narciso, idem
D. Bernardina.
D. Josephma,
D. Cecilia.
Sr. Vicente.
Sr. P. Augusto.
S. Cmara.
Sr. Pinto.
Sr. Julio.
Sr. Philadelpho.
Sr. Menezes.
Sr. Emiliano.
Donzellas e odaliscos do harem.
A peca fui ensaiada e posta em scena pelo ac-
tor Julio Xavier.
O scenario do ultimo acto que reprsenla u
harem da rainha fui executado a capricho pelo
scenographo L. hapelin.
Os vestuarios e aderecos sao todos novos e pre-
parados sob a direcro do actor Pinto.
Os accesorios sao tambera novus e apropria-
dos.
Finalmente a direceao esmerase para apresen-
lar dignamente esta peca, que tem feito tonga
carreira nos theatros onde tem sido representada.
nos
Edita! n. 33.
I
Pela inspectora da.alfandea- de Pernambuca
se fax. pnWicq so de serem arrematadas para consuma, nos ter-
mos do cap. I. n M. 3 do regulamento de, 19
desetembr de H860, .ns.se dasus ou consigna-
torios deverle .deapaclii-las ao prazo de, JO dias,
Hob pena de^jonda elle, serem vendidaa sor sua
eoata, sem qulhes fique coropetindo,j}fer con-
tra os effeitos deata /eada -
Pela thosouraria provincial se faz publico
que foi transferida para o dia 7 de agosto prxi-
mo vindouro a arrematado do sitio dos Reme-
dios, servindo de base a arremataco o preco
de 3:750a000, porquanto foi adjudicado a"fazen-
da provincial.
Secreiaria da thesounria provincial de Per-
oambuco, 29 de julho de 187,3.
O offlcial-maior,
M. Affonso Ferreira.
'Associacao dos praticos em
, Pernambuco, 4 de agesto-
de 1873.
De ordem do Illm. Sr. capitao de-mar e gnerr
e oapito do porto, e em cumprimento aos avi-
sqs do ministerio dos negocios da niazipia n .13jBi.
de 24 de dezembro de I8j f n. IM7 do. Io d
jillho de 1873, faco constar a quem possa inte-
J^ssar a presente tabella dos iornaes e alugul
ae devam pafar os navios peonessoal e tr-
lefia I da praticagem, quando empregado na^ amar-
ragoes e desaraarra^^dca.aavjos dentro, do por-
to, .i Recife, mandada observar sua execuc n<>
lok rferia*aties. '
TIIILHOS URBAiNOS
DO
Reeilo Olimla.
Esta companhia contrata com quem me-
lhores comli^ries aprosentar, a eollyeagao
d'um telegraplio elctrico, partir da esta-
5o d'Aurora Olinda, e da Encruzilhada
Beberibe.
Para informacoes se enlendero com o
respectivo gerente no escriptorio da tama
companhia.
O gerente interin,
Laurentino Jos de Miranda.
SULIPAS.
A' companhia dos trilhos urbanos do Re-
cife Olinda compra sulipasde oiticicas, com
9 palmos decomprimento, 9 polegadas
de largura e 4 ditas de grossura.
L. J, de Miranda,
, ____________Gerente interino.
Irmandad de Sant'Anna,
erecta na igreja da Santa
Cruz.
Nao se tendo pela segunda vez reunido numero,
lega, do irmaos, conforme dispoe o artigo 40 de
nosso compromisso, sao de novo convidados a com-
parecerem domingo 10 do correle, s 0 horas da
manha, no consistorio da mesma igreja, afim de
em mesa geral se preceder a eleicao da nova mesa
regedora para o anno compromissal de 18.73
1874; conforme preceitam os artifoa 14 29 do
mesmo compromisso. Previnevse aos nossai ir-
maos, que, por autor*acao do; illm. Sr. Dr. juiz
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mchameos e Li-
beraes,
O abaixo assignado^ secretario da Imperial So-
: ciedade dos Artistas Mchameos e Liberaes, por
; ordem do director, convida a todos os socios a se
rcunu-em em sessao extraordinaria no dia 8 do
correte, pelas 6 l|2 horas da tarde, na sede da
socieladp, afim de resolver se negocios tendeD'es
a mesma sociedade.
Pedro Paulo dos Santos
Gobinete portugus de lei-
tura.
Conselho deliberativo
De ordem do Illm. -r. presideute do conselho
convido os senhores conselheiros para se reuni-
rem em sesaao ordinaria, quinta reir 7 do cor-
rente, pelasfi horas da tarde, na sala i
tivas sessoes.
Secretaria do conselho deliberativo,
agosto de 1873.
Boa .entura Rodrigues do Amorim
Io secretario.
EMFRRZA
ESPkTCl A PENAMTfi.
Quinta-feira 7 de agosto.
Granito c variado espectculo
concert em beneficio da
Joven Rio-gramlensc
FRAMCiSGA EUDQCJA DA C. BELEM.
PROGHAIlH.i :
1.a parte.
Depois que a orchestra tiver locado urna de suas
escolhidas ouverturas subir scena a Uiiiito ap-
plaudida comedia em 3 aclos :
ou
MARICAS
2.* parte.
Continuar o espectculo com a phantas'a a
piano pela joven beneficiada, extrahida da opera
abucodonosor.
Em seguida o maestro Francelino, que obse-
quiosamente se presta, far ouvir em sua so-
nora rabeca una das suas melhores phanlasias.
3.a parte.
Seguir-se-ha pelo actor Penante a nova scena
cmica de suc eomposico
iliavesaeito co GOT^CW
couuna.laiito I 'ro,
-^uu>. jiara o iH^rto
arima nw oia 12 do
arrwd.-. a.- 'J horas
. di. uwt".
Recebe carga, encommenda, p .s-..geiros e d-
nheiro a frete no escriptorio no Forte do Maiu*
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________.
i:*WA-NIA PfcHNAiMtiJelaini
DE =
Vavegacio coatteii a vapor.
O -viera Cm-uripe, com-
aiiiJaile.'llvA seguir para
V^orto'aeiau ao dia 12 do
crrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommea-
das, passagens, e diuUeiroa
frete at as 2 horas da Urde do da da saltida :
escriptorio no Forte do Mallos n. 12.
COMPANHIA .PKW^MBliCAIU
DE
\ tu c-^a cio coeiteira a vapor.
fAaAHYBA, NATAL, MAC.O, MOSSOftft', ARAQfc.,
TY, CEAI, MAMIAIU' E ACy\nACL'".
O vapor l'uapama.
con imandante Felippe,
sefiuir para ae por-
tos acirna no dia 14
do corrnte, s 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga at o-di 1) do corrnte, encom-
mendas, at o dia 13, paaiagens e dinheiro a frete
tarde Jo da da sabida : escrip-
12.
at as 2
torio no
horas da
Forie do Matio? o.

PROGRESSO MARTIMO 00 PAUTO
lOiupreza portueiise le uavega-
t'o a vapor
O VAPOR DE i.3 CLASSE ( R 10') NO HLOYDS)
JULIO DIN.IZ
Conimnndante I. I. Rodrigue
Contente
E"esperado at 15 do corrnte; depois da indis-
pensavel demora neste porto, seguir para os da
Babia o Rio de Janeiro.
Para passageiros, carga, eneommendas e valo-
res, trata-so com os
AGENTES
I'!. II. Halicllo rt .
48- Ra do Comniercio=48
N. B. Os vapores desta empreza sahirao do Por-
to com a possivel regnlaridade urna vez por mez.
Construidos as melhores condicocs, com ex-
cellentes cmaras bem ventiladas e cnfortavel-
mente adornadas, com propugnes e forca para le-
rem ba marcha, offereccm aos passageiros todas
as commodidades, tanto em al. jmenlo como em
tutaniento.
Tuda a tripolac,ao poitngiaza, e em casos de
duenda ou em qnalquer pre solicita em atteuder os passageiros com todo
o disvelo
I'm facultativo competente, p:igo pela empieza,
tratar os passageiros, sem que por isso tenham i
pagar despesa alguuta, alera do preo da pasea-
gem.
A comida ser abundante e variada, feita por
coiinheiros portugnezes, servindo-ss vinho de me-
sa, esodhido no Douro, aos passageiros de toaas
as c'as'cs.
Is pragas.
s respec-
aos 2 de
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
msmL mwm !
Seguir-se-ha pelo Sr. Candido lilho a phantasia
executada flauta sobre motivos da opera Lucre-
cia Borgia.
4.a parte.
A joven beneficiada tocar a aria extrahida da
opera
Belisario.
Terminando esta parte de concert, o Sr. Anto-
nio Marlins, em obzcquio beneficiada, executar
urna de suas melhores phanlasias cirmela.
Terminar o espectculo com a comedia em um
acto :
Para Lisboa
pretende soguir cora pouca demora a escuna por-
lngueza Cliristina, de l'cla-se, oapo Loi.reiro,
por icr a maior parle Jo sl-u carogameWo enga-
jado; e para o resto qi e Me falla tratase com os
co nsignatanos Joaquim Jos Goncalves Bellrao 4
Filho, ra do iIoRMnerio n B.
Lisboa e Porto
Vai sabir com brevidade a barca portugueza
Despiquell, recebe carga e passageiro> ; a ais-
lar cora o consignatario Tito l.ivio Snares, i ;.
do Vigario n. 17
0
Principiar s 8 l|2 horas.
Este espectculo couuerto tem por lim benefi-
ciar um genio que se desenvorve e quem o povo
pernambucano jamis deve abandonar desde que
est acostumado a prodigalisar aos artistas a sua
proteccao.
Magnificas representares
NA
iumMira 7,
da grande e apparalosa phantasia lyrtca satyrica
da provedora Jejca,^ por dospacbo-deaa^ fraduatt'livrenlnrlo'rrnKPr' ^ "**'
a,eloicao sera.elTecuva com. o numero de irmaos "*JU,ua "lTei 'e,rte. 0 r:
que a ella comparecern. I
Consistorio da irmandad, 5 de agosto de 1872.

Marcolino Jos Pupe
Secretario.
iatitalada
Valerio Carmino-
ao
pprtugueza de beneficencia
dp^ ewBpptgp-xios no eom-
mercio e industria em Per-
nambuco.
VISOSLMMETIMOS.
COMPANAIA ALLIANCA MARTIMA
LISBOA !: PORTO
A barca Vencedora, capillo Oliveira, segne via
gem por todo o mei de agosto.
Becebe carga e passageiros : a tratar com o
consignatario Tito Livio Soares, ra do Vigario
n. 17.
COMPA1HM1A
DE
'a
I
Hwealet.JotettoWgnesPintara narm
Prattr*A.mAn lsna 5
L'ratico-mr.
Laeso para o prosno doiaiogo 10. doxoaiatle V
YUEU(.\ft M4SKERA.
Ptortos do narte.
Ale o dia 8 e esperado dos-porlos do sul o va-
( Muaioa ao (Mfembaak )
estrahida das conhecida e populares operoUa
PaMnete Bauanatv,
Malte lllao
.^- _-a a>'IPa) Mqmamalmdpqt Mia, e segalr para os porto* cima denois
inMvmuUdaxe eosaada*^a1Kka^a*,la*ii1 demorado cojmme. '
amSe, pretal ^^m *m*<* niiaalfo,:btaaaBo t rv. carga, eucommeuds, valores nasageiros,
KV ^%* ,%A' aiainformafSes, dirij*jn-se a. cua do Vigario
eretkVnaui.&.
Agentas.
CO.Ul*A*UlA
DE
\AVEGACA0 BRASJLEIKA.
Portost do sul.
Dos portos ds norte esperado ale o dia 9 doeor-
renle o vapr Cruzeiro do Sul, o qual depois da
demora do c stume, seguir para os portos cima.
Paracarsa, encoaunendae, valorea e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra d
Vigario n. 7.
Pereira \ianna4 C*
Ageutes*
------------------------.-----^-----,.-------------
MESSAGERIES MAKITIMES.
At o dia 8 do correnta ui -z c-pera-so da Eu-
ropa o vapor franeei lirymanfie, o qul defs da-
demora d- costume seguir para Buenos-Ayn-,
tocando na Baha, Rio da Janeiro e Meolevidco.
Para condic^es, fretos e passajeas, trata-se na
agencia, ra.do Gommercio u.9- j_________.
jarilic Stm -Mtf.lioirGoBipaii C
Uiilm rjnhizenat
0 PaUJL'ETF
la^^Jt^^B-
ie^NM-aaa dos portas dasul- ao da if ow*


\


1 1
I

Diario de Peraambuco Quinta feira T de Agosto de 1873.
renle mea, #ab da demore do crtame, se-
guir para Liverpool, ra Lisboa, para cujos
orto reoiberi lumm^tirm o car, a.
Os agentes WLoa How 4 a, ra do Commer-
ci a. 14..
Rio-Grande do Sul.
Recebe carga a frete mdico o patacho brasilci-
r* Bfjfca : a tratar cum Halthar Oliveira Rio de J
aneiro
O brtf Motonal S. Piulo sahir com brevida-
OD para o porto atiau per tr alguma carga en-
gajada ; e para redante tratarse com Pereira
vtanna k C, a ra do Vigario n. 7.
LEILOES.
Leilao
DE
louca alguus objectos de ouro.
Hoje
Urna mobilta de jacaiamU a Luiz XV, 1 dita li-
za, i dita de amarcllu, com pouco uzo, i mesa
elstica, 1 guarda-vestidos de amarello, 1 guarda
Imrr, i aparadores de columna, 1 cama franceza
& jararaud, I dita de amarello, i marquezao de
amarillo, 1 trartraeza, cadeiras, mesas redondas,
cabides, tinartinheiras, louca de jantar, vidros,
jarros e outros amitos objectos que serio vendi-
dos pelo maior prego.
el gente Uarlius.
No artuazem da ra do Imperador n. 48, s i
horas lo dia.
LEILAO
DE
35 raizas ewn vinho tinto do Porto, marca A &
I, 9 barris de 4, marca I 4 Del dito de
% do Porto, 100 caixas de vinho Bordcaux, S
Julien, e 1 eaiza enm salmoes em latas.
Hoje
s 11 horas
Por interveucAo
ido Bordes
No anruuein do Aunes, defronte da alfandega'
lo agente
PI.
DE
.
2 caixas com alhos, marca A M, e 7 ditas mar
ca J B.
j
A'h 1 I horas i\:\ munh.
O prepoato do agente Pes'ana far leilao por
conta e risco de qtiem pertencer, de 20 caixas
com alhos, sendo : 2: caixas marca A M e 7 ditas
marca J B.
No armazem do Aunes, defronle da alfandega.
Qnintafeira 7 do correte mez. s II ha man ha
?
urna casa de pedra e cal bem construida,
teudo 2 salas, 2 quartos, cozinha fra,
em terreno proprio e ficando com propor-
(opara edificar, situada na ra da l'r.iia
de S. Francisco, em Olinda, n. .., perto
da estaba" dos trilitos urbanos, ecomo
saudavel banho do mar em frente da
niesma casa, a qual est desembarazada
de qualquer OBS.
Scvla letra H riocorrente
s 11 horas.
O agente Piubfi liorges vendar om leilao a casa
cima declarada, per conta e risco de qnem per-
tencer ; no ?eu escriptorio, na do tem Jess
o. 53, andar, 1 onde tamiiem darse ha qualquer
informacao.___________
LEILAO
dividas
NA IMPORTANCIA de2;9215?500
Sexta-feira 8 do corrente
A's 11 1 horas.
O agente Pinto levar novamente a leilao, por
mandado do Iilm. Sr. Dr. juiz especial do commer
ci, das dividas activas da massa fallida de Joao
Antonio Ferreira, na importancia de 2.-S2U500;
os pretendentcs podarlo desde j examinar os t-
tulos e documentos pertencente* s mesmas divi-
das. O leilao ter lugar s 11 t|2 horas da dia
cima dito, no escriptorio do referido agente,
ra do Bom Je^us u. 43.
dse Antonio Perelra A C. ; o bataneo acha-sef
em m; i do referido agente, e e leilao lera lugar
senvf, i;i << do crlenle mez, s II horas da m
!' .no esiabelccimentu._____________
LEILAO
DA
tavornnsita ra do Rangel n 2$.
SEGINDA-FEIKA II DO CORRENTE
AS 11 HORAS KM PONTO.
O preposto do- agente Pestaa far leilao p*
conta e risco de quem pertenwr los generas, ar
ma-e e mai* pe -rencas da (averna sita rtia do
Rangel n. 4\ segundar-feir.-i II do corrent'1 mez, s
II horas em ponto.
ill
DE
todos os movis, jogos e mais uteDcilios
DO
hotel da Jaqueira
Sendo:
Movis.
Um bilhar, 2 bagatellas, I guarda-louca. 1 eos
morama, 1 mesa elstica, i guarda-roupa, me-as
para jogos, retogios americanos, cadeiras de ama
relio, ditas de pinho, aparadores, bancas com
tampo de pedra, marquecas de amarello, figura
de porcellana, qnadros, spelhos, jarros, cabides,
camas de ierro, ditas de lona, quartinbeiras, lava
torios, mesas de pinho, lauca para al moco, dita
para janlar, compoleirae, tudas de vidro, randiei-
ros, copos, clices para vinho, ditos para champag-
ne, bandejas, sorveteiras, I machina para limpar fa-
cas, 1 bomba americana, bancos, trem de cozinha,
e mais artigos existentes no mesmo hotel.
Gneros.
Duzias de garrafas de cervej Noruega, ditas
nacional, ditas de champagne ditas de vinho
Cherry, caixas de vinho Bordeaux.genebra, licores,
bitier, peixes em latas, conservas e diversos ge
eros que e&taro patentes :
Terca-feira 12 docorrente
Por intervencSo do agente Pin'o borpes no
mesmo Iwlel, o qual principiar logo que chegue
o lrjm que ha de conducir (gratis), os concur-
rentes do leilao, partindo da estacao do arco de
Sanio Antonio s II horas em ponto.
Leil
ao
DE
movis, lou?a, crystaes e objectos de prata
Terca-feira 19 do correute.
A's 11 horas da nimba
No arm&zem do largo to CorpoSanto n. 48.
O prepoo do agente Pestaa far leilao por
conta de urna familia que se retira para a Europa,
a saber : t piano framvz omito elegante, mobilia
de Jacaranda, com lampos de pedra inannore, ca-
mas francezas para casal com os competentes
cortinados, 1 nmito elegante mesa elstica com 11
taboas, 1 fostureira de mngno, | flauta de bano
cun chaves de prata, I rewolver de 6 tiros, mesas
para jogo, alcatifas para salas, tapete-, ralungas,
jarros pan cima de mesa, enfeites para ditas,
guarda roupas, I rico aparador, obra do Remigio,
i jardineira de mogno, obra bem acallada, cadei-
ras avulsas e muiros outros objectos que estaro
patentes ao exame dos compradores. Sen Jo que
nesla occasiao tarrbem nrM vendidos diversas
obras de prata de lei contrastados, como scj.vn :
bandeijas patiteiros, salvas e 1 servio de m^sa,
completo, terca-feira 12 do correte, as 11 horas
da nianh, no referido armazem. .
O
DE
40 accoes da companhia de Santa Thereza e 10
ditas da companhia dos trilitos urbanos de Olin-
da e Beberine.
Sexta-feira 8 do corrente.
A'S 11 HORAS DA MANHA
Por intervencao do agente I into
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
Leilao
DE
fazendas avariadas
SEXTA-FKIIU 8 DE ACOST
s 11 l;' hora cni ponto.
Por intervencao e no escriptorio do agente Pin-
to, ra do Bom Jess n. 43.
AVISOS DIMtSOS
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000#000.
BIIJIETES GAIIWTIDOS.
1' rua Primeiro de MarfO (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e vasas do costumu.
Aeham-se venda os felizes bilhetes garantidos
la 5' parle das loteras a beneficio da irmandade
do Senlior dos Passos do Recifc (62-), que se ex-
trahir na quinta-feira, 11 do corrente ncz.
l'REf.OS
Bilhete inteiro 6i00
^feio bilhete 3^000
Quarto U500
EM PORgAODK 1005000 PAKA CIMA.
Bilhete inteiro o500
Meio bilhele 27o0
Quarlo 1*375
Minnrl Marti>is Fiuzn
Manoel Jos remandes
Barros.
Fclippe de Figueira Faria, D.
Marcionila Barros de Figueiroa
Faria e Manuel Jo.- Fernandes
Barros, rogain acs seus parentes
e amigos o caricioso obsequio de
assistirem s miagas que mandam
celebrar por alma de seu finado
sngro c pai Manoel Jos Fernandes Barros, pelas
7 l|2 horas dia il do corrente, 1.* aniversario
do seu passamento, na igi ea do eouvento do San-
t j Antonio desla cidade.
Recifu, 6 de agosto de 1873.
ATTEH(0
Preeisa-se de unta ana Torra o captiva pan
comprar e cnzintiar para casa, e mu familia
compota ite duss p**s, paira se hem< agra-
dar : a tratar uo pateo do Hcspital n. 28, I* e h
uidares,
xarannuns.
Na rua
fallar aos
Jos Paes
pi'sse.
do Barir. da Vieinria n. precisa^t
Srs. Pedro d Reg 1'utc.> rVhtito e
da Silva, a negocio d particular int-
A0 C0MMERGI0
Os ahaixo asignados tendo comprado ao Sr.
Luiz Ferreira de Almeida, o en estabeleciment
da molhados sito rua Imperial n. 296, bvre e
desembara<;ado de qualquer ouus; queui se
julgar eredor do referido eslabelecimento queira
apparee'er ao supraeitado eitabeleeimento no
praao de 3 das contados desla data, Ando os
quaei nao attendera reelamacao alguma.
Recite, 6 de agosto de 1872.
Francisco de Paula Almeida Cruz.
Pedro lv Cavalcante
Urna senhora, capaz, onerece-se para engom-
mar em urna casa de pouea familia ; indo s 7
horas da nianh e sahiudo s 7 da nmte. quem
precisar, dirija-se rua da Palma n. 90.
Precisa se de um caixeiro de 14 a 16annos,
com pratica de Uverua: do largo da Paz, em
Afogados, n. 23.
Empresta se alguui dinheiru Libre hypotheea
em predios neita cidade : a tratar na rua Duque
de Caxias n. 44, ou na rua do Rangel n. 41, se
gundo andar.
Os abaixo assignados tendo pajo a ma
quarta e ultima prestacao da reforma que -
nham obtido de >eus credore-, dis-o fazem sciente
a quempossa interessar, pudendo quem se julgar
ainda nao pago apresentar seu titulo. Recife, 4
de agosto de 1873.
___________________Marques Santos & C
Aluga-se
o andar do sobrado n. SO da rua do Rom Jess
(rua da Cruz), proprio. para escriptorio : a tratar
com Keller A C, rua do Ron lesos n. 55.
COMPANHIA
SANTA THE1UZA
As pessoas que desejarem canalisar agua ou
gaz em suas casas, na cidade di- Olinda, queiram
entender-!* com o ahaixo assignado, que acha*se
autorizado para facilitar a todos a acquisico de
tacs uiclhorament is, mandando fazer as canalisa-
roe- nos predios a cusa da companhia, mediante
um alnguel mensal muito mdico : a tratar na rua
do Imperador n. 45, ou na fabrica do gaz, era
Olinda.
Recife, I* de agosto de 1873.
O gerente
_____ Justino J. de S. Campos.
Na travessa das Cruzes, n. 14 2. andar ha
urna boa escrava para alugar-se para ama de lodo
servico de casa de familia.
CASA DO OURO
Aon &:OOOrOOO
Bilhetes garantidos
Rua do llardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e COM do co&tnrrie.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de l(X>000 em.
dous meios de n. 835, e quairo quartos de n. 605
com a sorte de 100*0 0, alem de oulras sortes
menores de 400X) e 2j< 00 da loteria que se
acabou de exirabir (61*, ; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente sero
pagos na forma de costme.
O mesmo abaixo assignado conv.da ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetos.qne nao deixarao de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham se a venda os muito eli e- bilhetes ga-
rantidos da 5' parte da lot- ria a beneficio da ir-
mandade do Senhor dos Passos do Recife, que se
extrahir no dia 14 do corrente mez.
Frecos
luteiro 6/000
Meio 3*000
Quarto 11300
lie lOO^OOO para rima.
v
Inleiro
Veio
Quarto
Recife, 6 de ag-isto de 1S73.
Jttao Joaqinm
5J500
2*750
1375
dd Cotia Leilt
DE
2,000 chapeos do Chile
SEXTA-FE1RA 8 DE AGOSTO.
s 10 l|2 horas.
Por intervencao do agente Pinto, rua do Bom
Jess n. 43.
LEILAO
DE
na importancia de 0:1609775.
Sexta-feira 8 de agosto
O aaente Martins far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commer-
ci das dividas activas da massa fallida de Araujo
Campos & C, na importancia de 6:166*775.
No armazem da rua do Imperador n. 48, s 11
horas da manh.
DE
14 rolos de salsa, com defeito.
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
Por intervengo do agente Pinto.
Em sen escriptorio, roa do Bom Jess n 53.
LEILAO
DA
armacao e fazendas da loja sita rua do Varquez
de Olinda n. 43.
SEXTA-JEIRA 8 DOoOr.RENTE.
s 11 horas da manh
O preposto do agente Pestaa far Jeilao por
mandado do llm. Sr. Dr. juiz especial do eom-
mercio, e pur conla e risco de quem pet tencer,
da armacao e fazandas da loja sita roa do Mar
quer deOliada d 43, da maesa fallida de Fran-
Hyginio Ferreira da S Iva cordeal-
mento agradece a todas as pessu?s
que lli'j lizeram o earidoso obsequio
de assistir os ltimos sullragios fei-
tos sna querida mai D. lgne- The-
reza de Jess e acompanhar seus
restos mortaes ao cemilerio publico, de novo con-
vida a todos seus prenles e amigos e as mesmas
pessoas de sua amisade para que se dignem as-
sislir a missa e momento que manda celebrar sal-
hado 9 do corrente, stimo d a de sen fallecimenlo,
na igreja de Noasa Seiihora do Livramento, s
6 1/2 horas da manh.
D. Carolina Francisca da
Silva Lages.
Domingos Jos da Cunha Lages, filhos, sogra,
cunhados, iirao econcunhado, vem por este
meio dar o mais solemne teslemunho de seu pro-
fundo o eterno reconhecimenlo a todas as pes-
soas que se dignaram, no dia 5 do corrente, as-
sistir na matfiz do Corpo Santo, aos ltimos suf-
fragios e acompanhar sepultura o cadver de
sua prezada esposa, mai, tilha, irm e cunhada
D. Caetana Francisca da Silva Lages.
Rogam ainda a todas as pessoas de sua ami-
sade e parentes da finada o earidoso ebzequio
de assi.-tirem s missas que pelo descanco eterno
de sua alma, mandam celebrar na referida Ma-
triz, pelas 7 1|2 horas da manh de segnnda-
feira 11 do corrente mez, stimo dia de seu fal-
lecimenlo ; por cujo acto de caridade e religio
memoria da finada gravarn mal um penhor
sua mais intima e cordial consideracov_____
- :.*:^&%^***K3SJIKMffMl
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portnguez
de 2* classe e en -arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me
zes, participa aos setis amigos, tanto nacionaes
como pnrtuguezes, que tem o seu escriptorio na
rua Primeiro de Margo n. 23, andar, antiga rua
das Cruzes, onde pode ser procurado todos os
das nao santificados, das 9 horas da manh s 4
da tarde.
Aluga-se a lija n. 74 da rua de S. Jorge,
antiga Pilar, com 3 piarlos, 2 salas, cozinha fra,
quintal murado, fresca e pinlada de novo : a tra-
tar no segundo andar.
O abaixo assignado declara ao commercio
que deu soci dade ao seu caixeiro Francisco An
ionio Barbosa, em sua (averna, a qual (ica gy-
rando com a (lima de flolelho & Barbosa.
Beberibe, > de agosto de 1873.
Joao Af ,nso Botelho.
Fcilor.
Precisa-si- de um feitor que entenda de serv-
50 de horta e jardim : no Co lfgio da Conceig,
a rua de S. Francisco n. 72.
DENTISTA K PARS
19- RIA iNOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar a me-
recer a confianca dos
clientes da casa_, e do
respeitavel publico em S
geral.

r
- *-
tu-
*

m
wf
-MSI
;-
FDHDICAO DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
i' na d Bari'i A) Trinmphn (roa dBraii!) bs. 10(1 a 104
CARDOSO IRMAO
AVISA.M nms Srs. le engriilios e ao publico m gral, que recel>eram da Kurop
znitolt-virtiuiwitt. rio (rrngens para eii!enlios e pnra lavoura.e qunesquor outros'sou
- misten da industria agrcola, oquutmio vondem por prbytM razoaveis.
V aporOS horisontaes de 4, 6,8e 10 cavallos, os melhores que vem ao mercado.
.VloenaaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS moenaS para assenUrem grades de madeira..
TaixaS de eiTO 'un("^ e batido, de todos os tamaitos c dos melhnres fabri-
cantes.
LOdaS d agua ,, diversos tamanhos.
ttOlaS dentadas de diversos tamanhos equalidades.
Arados americanos de diversas qualidades.
r OrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
ConcertOS concertamcom prompUdio qualquer obra ou machina, para o que leer*
sua fabrica bem montada, com grande e borri pessoal.
EnCOmmendaS ^'an<^,m T*r por encommenda da F.uropa, qualquer machinismo,
para o que se corresponden com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as litas machinas, e se responsubilisara pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
___________FUNDICO DE CA RDOSO IRMA O.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
Rua Primeiro de Marco n. 7 *, 1. andar.
Lacoste perito cozinhoiro francez, tendo tido a felicidade de agradar ao respeitave
publico desta bella capita (a vista da concurrencia que tem seu hotel) acaba do apr.imp
tamo 2.* andar, quartos mobiliados com gosto e a preco muito razoavcl.
Recebem-se assignaturas.
UVA.O TODOS OS MAS.
Aberto desde s 6 horas d'amanh, at s 10 da noute.
Agencia Blandy Telegramma na ilha da Madeira.
E' provavel que a sec trico Submarino Brasileiro, esteja protnpto para fuuccionar no mez d'agosto do corrente
anno, e a supra mencionada agencia na referida ilha, offerece-se para transmittir ao seu
destino quaesquer telegrammas que lhe forem remettidos em enveloppe fechado, sobres-
criptado Agencia Blandy Telegramma, Madeira.
A linha telegraphica estabelecida na ilha da Madeira, pode transmittir telegrammas
para todas as eslaces telegraphicas na Europa, Asia, frica, America e Australia, cusien-
do cada telegramma de vinte palavras 3J300, em moeda forte, alm das laxas da estaco
de Lisboa.
As pessoas no continente da America do ni, que quizerem utilisar-se da agen-
cia Blandy para a transmisso de telegrammas, deverao faze-los acompanhar de letras < u
cartas de crdito sobre Portugal ou Inglaterra, para o pagamento do custo dos telegram-
mas e das despezas da agencia.
Madeira, 15 dejulhode 1873.
Carlos It. Blandy.
Os presos para a transmissSo de telegrammas da ilha da Madeira, suppe-se serem os
seguintes :
Para Portugal 2
Gibraltar
tlespanha
Malta
Franca
Inglaterra
Allemanua, Hollanda, Dinamarca,
Ilussia, Noru ga, Soeia, Blgica,
Austria, Italia, Grecia, Turqua, etc
Egypto, Portos do Mar Vermelho,
Turqua e Russia asitica, etc. 1.
America do Norte, Antilhas, etc. 3.
ludia, Petiang, Singapoore, etc. a 4.
Java, China, Jnpon, etc. 6.
Australia a 10.
Para mais iif'>rmai;es, quem quizer dirija-se aos agentes em Pernambuco.
Wilson Itowe & C.
Rua do Commercio n. 14.
' 0. 13. 8
0. 10. 0
0. 16. 0 a 0. 18. 0
1. 1. 3 a .( 1. 3. 3
0. 17. 3 a 1. 5. 3
1. 1. 3 a u 1. 1. 8
1. 5. 0 a
1. 15. 0

10. 0 a 3. lo. 0
15. 0 a 5. 5. 0
10. 0 a 5. 10. 0
10. 0 a 7. 15. 0
0. 0 a 10. 10. 0
Pesos e medidas
DO
naga.
Pesos de ferro e lato.
Medidas para seceos e molhados,
i.
Vendern-se em casa de
de ferro, cobre e lato, de estanho e tuta-
:-:
O eoinmendador feuzebio Raphael Rabello
aluga o seu sitio no Caldereiro, cora grande casa
jerrea e uro sobrado para grande familia, com
ptimas acroiiimoda.des. Quem o preUnder di-
rija-se ao mesmo para o ver, e tratar tn es-
eriptorio, na rua do Trapiche n. 48. primeiro an-
dar.
- Precisa-se de urna mulher de boa eonduet
para fazer companhia a una pequeni familia: na
rua de Hurtas n. 63.
AJnga-se por So* a caa n, 6, siU roa do
Lima, era Santo Amarn, estrada j concertada de
novo : a tratar na rua da Resorncio jt. 84,
outr'ora Gala.'
SHAW HAWKES t G.
Rua do Bom Jess n. 4.
~ ICCtOiNARIO UMVERSAL-
DE
EDUCACAO E ENSIKO
L'TIL MOCIDADE DE AMBOS OS SEXOS, AS MIS DE FAMILIA, AOS
PROFESSORES, AOS DIRECTORES E DIRECTORAS DE COLLEGIOS, AOS
ALUMNOS OLE SE PREPARAM PARA EXAMES.
Contendo o mais essencial da sabedoria humana
tosa a sraciA ;::::::ArAiras afflicavel m mmw
1. De ediiccttno.
onhecimento e direcgo dos caracteres, faculdades, defeitos, mritos o aptides.- Re
giao, moral, philosophia.Lgica, rhetorica, potica.Litteratura, pedagoga, ci-
vilidade, escri|)tores antigos e modernos.Agudezas, proverbios, mximas, epi-
grammas, etc.
*.De iostrnccSo priniariu
Leitura, escripta, clculos, problemas, formulas, systema mtrico, moral religiosa
Lingua portugueza, orthographia usual e grammatical, redaeco, estylo epistolar,
homonymos, synonymos, raizes, etymologia.Methodos, disciplina, meios praticos
de execu;o.Historia universal de cada seculo, va roes insignes, descobrimentos t
factos assignalaveis. Geographia descriptiva, cidades principaes, ndole e costumes
e productos de todos os paizes, monumentos celebres, panoramas, curiosidades de
toda a especie.--Noticia das seiencias usuaes, arles, misteres e profissocs, etc.
3.*InstruccSo secundaria. *
Lmguas : portugueza, fracceza, latina, hespanhola o ingleza.Geologa, mineraloga,
botnica, zoologa.Physica, chimica, astronoma, mechanica.Arithmetica, alge-
bra, geometra.Industria, hygiene, desenho, agrimensura, commercio, agricul-
tura, etc.
SEGU
DICCIONARIO ETYMOLOGICO OE TODAS AS PALAVRAS TECUCAS
PROVENIENTES DAS LINO (JAS GR EGA E LATINA
^7udo simplificado ao alcancedos alumnos epessoas meramentedesejosas de instruc-
co, com ehicidafes tao proficuas aos tnestres qudnto proveitosas no trato das familia*,
REDEGIDO COM A COLLABORACO DE ESCRIPTORES PECULIARES
P6R
DIRECTOR DE CuLLEGl
Trasladado portuguez.
POR
CAMILL0 CASTELL0 BRAMO
E
AMM.UDO PELO TRADUCTOR NOS ARTIGOS DEFICIENTES EM ASSUMPTOS RELATIVOS A
PORTUGAL EBRASIL
A obra coustante de 50 cadernetas ser terminada no correr de 1873.
A assignalura 4 razio de S00 rs. a caderneta, divide-se para maior facilidade err. i
Desci-ipf *, hyajieae e trata ment *u,s ***>?* M ^ uQfde 25 cadernetas, ou 7#500. As 10 primeiras cadernetas entregara
DROGABIA UOMEOPATRICA
DA
Viuvado Dr. Sabino O. Lud-
gero Pinho.
43 Rua do Barato da Victoria 43
Coutina esta antiga casa a ter sempre venda
os melhores medicamentos homeopathicos em gl-
bulos e tinturas, tanto era carteiras como em cai-
xas, de diversos laman los, pelos segointes presos
lixos :
Em glbulos Em tinlnras
I carteira ou eaixa de 12
medica men los
wuw imxam
PILULAS
EGITAES
TI R 1S T0 L
Uns bufes sadins e aftua
Lina ilfst.i rigoma,
L'm cm elliitte appHte,
4o alguus dos beiielicios que se podem do-
rivar, fnzeudo se um uu rWilar das
Piliilas vegrtaea de Rristlol.
(Jma cura certa e effitaz dos intestinos,
Um remedio admiravel para os ria,
Um tnico poderoso para o estomago,
San as iuapreciaves qnalidades medicas
que se podem encontrar, usndose das
Puna egetaes de Briatol.
Urna iiiediciiia que nio prutb.z dores nena
clicas.
Um purgante que nao debilita nein eo-
fraquece.
Um laxante que nao causa a rnenoi
uausea.
Formam urna das muitas virtudes qoo
possuem as
l'ilulas vt'KrtiieiK de llriwtol.
Um medicamento suave e favoravel para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regularidades.
Sao es effeitos sera falta, resultantes do
uso e empregn das
Filalas vegetae de Bi-isil.
Urna compleigo clara, alva e transparente,
Urna pelle mat'ia e delicada c um
Hlito doce e agradavel.
Slo os resultados certoseinfalliveis, do-
pnis de se
haver tomado algumas dses deste
mclhor dos
Remedios as
l'iliilns vc^eles de Brliitol.
Em todos ns casos de molestias Fuma na-
tureza escrr.fulosa, ulcerosa nu syphilitica -T
ou qliando a massa do sangue se haja tor-
nado tnrva ou viciada pelo uso de ferro,
mercurio, ou por outra qualquer substancia-
mineral a
Salsnparrillia de Bristol.
devora ser usada de conjuncto com as pilu-
las, e assm obrando-se, em restricta con-
formidade com as direcc,es inscriptas no
envolto; os doontes podem I car certos que,
urna vez usada conjunciamente urna com a
outra, nenhuma enfermidade ou molestia,
por mais severa ou arraigada que se ache,
nao poder resistir ao combinado poder se-
cretorio e sanitario dcstes dous
RJEMGDMf.
Ambis estas medicinas acham-se venda
em todas as principaes boticas e
lujas de drogas.
Ach.i-se a venda em tudas as boticas.
H. Forster & C.
________________AGENTES.________________
Tem sido a|nvsei.tula ai publico
Durante o espado
DE
4 0 a.uo s.
SiULiSLPAAttlLllA
DE
RBIST0L

t dita dita de
I dita dita de
I dita dita de
I dita dita de
1 dita dita de
I dita dita de
11 ditos
30 ditos
3.ditos
48 ditos
Gt) ditos
120 ditos
104
1*
20*
24*
30*
34*
30*
12*
24*
28*
32*
40*
5?i*
80*
00 rs.
uooo
Bryoni e
14
e 24
para rheu-
Tubos avnlsos de qual-
quer medicamenlo
Vidros avulsos dem
Opodeldoc de Rtins, de
matismo.
Tbeouuro hoiaeipatl>iei ou Vade-
mcum do Homeopatlia, pelo Dr. Sa-
bino O. L. Pinho, 3a edico accresconiada e me-
I horada.
Pctiueno aruia homeopatilico, ponien-
do as indicaedes necessarias i ara- o etnprego
dos principaes r< medios homeopaihicos
DcKcripc&u e trtt(amento das febres
exonihematleai (bexiga, sarampos, es-
caria tioa*, acampaotiado de a tn .artigo sBe
erysipm, te
dav labre a na relia.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS I
A SAFSAPAKRII.m DE BRISTL pun-
lica a massa du sangue, expelle para fra
totias as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secreges, d vitalidad e
energa a todos os orgos e d torca e vi-
gor ao systema afun de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitucional. Elle
nunca dstroe afnn tic poder curar ; porm
constantemente assiste a natureza. l'ortanto
em todas as doenras constituciomies e em to-
das as molestias lome dfpendenle d'um es-
tado vicioso e imperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha hk
Bristol um remedio seguro e ellicassissi-
mo, possuindo inoslimaveis e incontestaveis
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfula),
Ulceras,
Chagas antigs,
ENFERMIDADES SVPHI.ITICAS
ERISIPELAS,
IIHEUMATISMO,
NEURALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto renome
Salsapariilha de Bristol
por tolas as partes -do universo, sao tao so-
mente devidas
NICA LEGITIJIA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
II. Fdrsler k C.
AGENTES.
NA PHARMACIA CENTRAL ___
Almra-se a casa n. 6V roa de S Joao, cero
2 salas, 1 quarlo, cotinba fra e quintal, e preco
de 14* mensal : a tratar na rua e-treila do Rosa-
rio n. 17, I* andar, das 10 s 2 hora< da tarde.
Simeo.
No dia 23 do corrente ausenton-se do engenho
Hepouso, cidade da Escad>, oescravo Simeao, pre-
tofulo, crioulo, 41 annos de idade, secco, caneca
pequea, testa grande e de cantos cabellos am
pouco pegados, espadado, maos e nemas mal
feits, muito cantador e tocador de viola, tem ura
defeito em nm dos dedos mnimos, junto a un ha,
proveniente de um panaricio, c ama cicatriz em
um dos lados do nariz que rhega aos beicos, pro-
veniente de nm tafho, e carreiro e tem bastante
Era tica de dettar fo)?o em vapor : quem o appro-
ender queira lvalo ai dito engen o, on rua
do Imperador n. 77, que -era recompensado.
se desde j.
CAZA DA FORTUNA
KCA 1. DE MARCO OUTR'ORA DO CRESPO N. 25
Aos 2:0!)i,$000.
O ahaixo assignado tem sempre exposto i venda
os Mizes bilhetes do Ro de Janeiro, parando
-romptamente, como eos urna, al* o premio >
KW04.
l*recos.
Inteiro.......4000
Meio........1J4006
Quarto....... 64OOO
Manoel Martins Fitna.
)
}

.


I
I


Dkri de PernambtlC Quinta feira 7 de Agosto de 1873.

(
i
MEURON&r,
, .. _.
tos compradores do bem oonhecido e acre litado rap
REA PfiETA, que reparem nos botes e meiog botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nomo diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores que q -izerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao seren engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e desig-
nado de REA PRETA.
MEUHON fr II
PTv-l
FUNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRUM R. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM \<>S aenborsa de eng-nho e ontros agricnltoros, e em pregada res de m
*iaismo o favor de ama visita aseo estabelecituentu, pira verem o &ovo gortimente
toaxv\tl> que ah tea; sejdo lodu superior em qaalidade e fortidn; o qne c;m a ins
oec?o pe8 al pode**e verificar.
ESPECIAL ATTENCOAO NUMERO E LlGAR DE SUA FUNDICO
> H.IJU. C rUUt U A% XA ma!b0! Coov arcutnstancias dos seobores propietarios e para descansar algudao.
MOBIld'lS de C^nna dd.lo(l08 ^lamanhos, a;melhore8 qne aqu
Rodas dentadas para 8lli0Me8'agua e vapor-
Taixas ie ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
Sfachinismos
Bomba*
par mandioca e algo lo.I Pudendo todos
para ferrar m "letra. I ser orto--idos a mo
por agaa, vapor,
de patete, garantidas........ fon arjimaes.
Todas as machinas *peCiS ,!e q,,J 8, ClWlnma precisar-
Faz qualquer concert d m,ohioisrao'a f,re? mni *-><--*-<-.
For^liaS dfi ferr tem M melh)lv'8 e miis bsr*las existentes no mer-
ff Hftlllit 1MJBI ftflfJl Iocumbe-se mandar vir qnalqner marhinisroo i
uuvvutuwil tt.o. lade do8 dienta, lembrfnl^lbes a vaniag?m de far.er:-;n
tu compras por intermedio de pessoa mtendiiia, e que em qsalqner ncvssidade pode
*.<* prestar auxilio.
Arados americanos tolro,MD,M srteote-
PENHOKES
Na travessa da na
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
%

SSj *+R zl
l\l PUBLICO
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
At
vir.
O Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda ve
rogado vir ra do Imperador n. 18, a negocie
4e seu interesse.
U-F* Convite.
Os senhores abaixo declarados, sao encarecida-
mente rogados virem ra do Imperador n. 28,
a tratarem de negocios particulares que lhes di-
tem respeito:
Antonio Anacleto dos Santos
Antonio Aflonso Mereira.
Antonio Pinto dos Santos.
Antonio Jos da Silva.
Antonio Jos Rilieiro de Moraes.
Benjamim do armo Lopes.
Domingos M. de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
Dr. Prancis o Pinto Pessoa.
Ebom Wtslig.
Emilio Jos de Moris.
Fernandes de Azevedo.
Francisco Alves de Mello Tico.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Jos Carneiro.
Joaquim Guedes da Costa.
Joaquim Jos Hara da Penha.
Jos de Brito Melle.
Jos Goncalves da Silva.
Manoel Antonio dos Nascimento.
Manoel Silvino de Barros Falcao.
Paulino Joaquim Tavares.
Theotonio de Barros Silva.
William Rawlinson.
& m *-* *&****$*
MEDICO-CIRURGICO
do m
0 Dr. J. M. Curio
f Boa do Mrquez de Olinda n. 25, pri- Jjfc
meiro andar.
W. Consulta das 9 horas as 11 da manha. W
L Chamados a qualquer hora. A
* ******& *****
Ama governante.
Na Joja da ra da Imperatriz n. 10 se dir quem
niecisa de urna ama que saiba mandar e f;izer
vio? o* mistares de casa de familia que nao tem
r riancaa.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Rua. do Coimnerclo n. S, t. andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre os seguimos
ulgares de Portugal:
Amagante.
Arco de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mongio.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalidlo
Villa Nova do I'ortimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
Aluga-se
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20:
a trat r i rua'do Amona a. 37.
Joaquim da Silva Cota p>e a seus devedo-
rs que quanto antes venham saldar seas dbitos,
.31 o que evitarlo desgostos futuros.
Caixeiro.
Preciaa>sa de um d 15 a 16 annos de idade,
com nralic le averna : na roa da Casa Forte
i. 15. 144
Aluga-se o 2 andar do sobrado n. 9, sito
ra Duque de Canias : quem pretender dirija-se i
ra Nova n. 7, qne achara com quem tratar.
Precisa se de um caixeiro para taverna : i
ra dos Coel os n. 10.
;@@$
0 BACHAREL
hh Giin^lves da Silva
M nlarroys
Vf Advocado na corte, a ra v
fQfe de S. Pedro n. 9
(te Bahf^ni :iu-lmel
IiUMUlesUvelinoiite a luja de caK'adoj estrangei-
ro que mai o.mniiodo olerece em geral, rom espe-
eialjdade ao bello exs. o PABIS NA AMERICA
ra Do<|ne de Caxiaa n. S9, primeiru andar (an-
tiga rio Qneimado) e a razio T a razan simples :
um cavalheiro (ainante do chique) por certo se
in.'onimoja qnando, para comprar um par de bo-
tinas, v se firmado a exj)erinienta-la sobre um
pequeo e pneroso pedaco de tapete (systema ma-
I can-unco) au pudendo oesta forma conhecerse
: a botina II.e iici ba, pois, nao tem espa..u |iara
: experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
| do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
I do ladnlho ; o que nao acontece no Parts na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecerse se fica bom o calcado : para o
' bello sexo, entao c quasi impcssivel.'que uiua se-
nhura (di boin t>ni) queira sujeitar-se a experi-
mentar ralbado ao lado de um baleo, onde en-
tra qin m quer, ainda mesmo para comprar : o
Pars na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem |>reiarado gabinete reservado, para as
Exilias, que alli poderao estar em perfeito comino*
i do para a escolha do calcado.
Nao terminan) a' i as vanlagens on commodos
j do Puris m America ra Duque de Caxias n.
: 59, pnnieiro andar, consiste tan.bem no bom sor-
tmenlo de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me-
lirs, Suscr, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos, assiui tamben) nm lindo sor-
timtmto de bolinas para senhora, e sapatinhos de
muitns qnalidades <|Ue poderao satisfazer a esco-
lha d mais capichusa senhora (do bom gosto);
pelo que lica expendido, isla claro que a luja de
calcadu estraogeiro, que mais vauUgens offerece,
oParistii AmerC",TOA Duque de Caxias n.
59, priiiieiru andar, antiya ra do Queimado
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Maria Goncalves participa que se en-
carrega promover o bom andamento le quaesquer
questoes judiciaes nos dous paizes cima mencio-
nados, para o que esta habilitado com um pessoal
compeieutis-iimo de correspondentes. Escripto.-io
ra 1'rineiro de Marco n. 23, (antiga do Cre-po)
Offerece-se una ama para en^ommar : a ra
das Cruzes n. 5.
Dr. King retirndose provisoriamente para
Europa deixa em seu lugar o Dr. Tarquinio Villas
>oas. Qualquer chamado deve ser por escripto e
entregue ra da Aurora n. S, arriar. Ao
mesmo lampo despede-se de seus amigos, pois no
o pode fnzer pessoalmente pela rapidez de sua
viagem.
- Precisa se de um oficial e barbeiro, ne sa-
lo da ra das Laran^eiras n. 19 : a iratar com o
dono do mesmo.
Ktt&fiSKSCSSa iQ5!iCSKSOOi!3K
J5*Cfinsiil!rii H.edic-firurgiro
B BE
5 A. B. da Silva Maia. fi
W Ra do Visconde de Albuquerqne n. V,
II, outr'iira ra da matriz da Boa-Vi-u
O n ii. C
(g Chamados : a qualquer ho*a. O
Q/ Consultas: Aos pobres gratis, das i s C
K M K i
Predsa-se de urna ama para
cmn|irar e ciihihir para ca-a de
"mu familia : a tratar ft roa
(li-i"'''1 "*..'"dar._______________
f= Precisase lifgar urna ama do leiic a tra-
tir na ra l'oziilidn:.
Precisa se do nina ama que M'ja perlila nese
servi*o e.que icuha Uu einducta : tratar em
Santt Amaro em sefuimenln ra d'Anrora n.
171.
rrccis.t >e de urna que en-
Snite 0 diario de uuia casa :
- na ra do Bario do Trium-
pho n. 78, antiga ra do Brnm, annazem de Ma-
noel Jos de Sa Aranj.
AMA
A 11 1 Offerece-se urna ama (criada)
VM\ \ q" i-" (1 a tratar na ra da Penha n. 3,
segundo andar. E' mulata e leva consigo um
fllho pequeo.
Precisa-stj de urna ama para cozinhar
ra da Penha n. 23, andar.
na
Precisa-se de urna ama de leite sem Clho
na rtu da Penha n. 23, Ia andar,
Precisase de urna ama para
casa de pouca familia, qne co-
zinhe e engomme: na ra da
Restauracio, eutr'era da Guia n. 8.
AMA
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
voita da Europa, contina a en-
earre.rar-se de concertar e dou*
rar relogios, bem como qnalqner
outro objrcto : rogando a seus
amigos e fregueses o obsequio de
procralo na irave sa da rua das
Cruzes n. 14, f aodar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o encontraran prompto a garantir
seus trabalhos c a fazc-lus por precos mdicos.
MOFINA
Est encouracado 1!!
Roga-se ao llltn. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
trivio na cidade de Nazareth desta provincia, o
asen
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, i con
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou revereiro e al.ril de 1872, e nada eumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
Um, poi. S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de Hito annos, e qnando o Sr. sen tilho se
achava nesta cidade
SP^ At vir.
O Sr. Jus Alves Machado Guimaries pela se-
gunda vez rogado a vir roa do Imperador n. 28,
a negocio de seu interesse
Fugio doengenho utigi, freguezia da Esca
da, o preto de nome Sabino, alto, bem prcto, rosto
cooiprido, beijos grossos, oi comprado ao Sr.
Manoel Quintine, do Riacho-Doce, termo da Madre
de Dos : quem o apprehender leve-o ao referido
engeuho ou no Becife rua do Visconde de Ita-
parica n 2?, que ser generosamente gratificado.
Tres Nundus
POR
D. IVIIIVIIIIIKIMV
Mundo Barharo-Mund'i W-www)
Mundo christao.
Um volume ntidamente impresso
34000
____________LIVRARIA FnnNCEZA.___________
Esi'rava fgida.
Fugio no dia 29 de julbo prximo lindo, urna
escrava de nome Vicencia, com os signaes segiin-
tes : parda, cor de canella, alta, gorda, cabellos
inein carapinhados, rosto redondo, tem falta de
denles na frente, levou vestido de easaa, chale de
varias cores e tal vez botinas, filha de Macei,
onde tem um irmao chamado Vicente, em cuja
cOmpanhia estao dus filhos seus, pode ter ella
fgido para alli, mas ha quasi certeza que estoja
nesta cidade do Recite acoulada por um certo se-
nhor doutor, a quem se (Me que a mande voltar
para casa de seu senhor, sob pena de publicar-se
todo o seu nome por extenso nos jornaes, e procc-
der-se contra sua senhoria. Boga se s autorida-
des policiaes e capitaes de campo a captura desta
escrava, e que a conduzam rua do Bario de
Triumpho (antiga do Brum) n. 92, que serio gene-
rosamente gratificados.
Atteiigo
Pede-se ao Sr. tenente-co-
ronel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerque, o favor
de vir ou mandar rua do
Coronel Suassuna n. 4, ne-
gocio que S. S. nao ignora.
Aluga-se
o pavimento terreo da casa da rua da Aurora n.
85, completamente muhiliado, ou sem mobilia : a
tratar na rua do Rom Jess, outr'ora da Cruz n.
57, priinciro andar.
Quem precisar de um administrador ou fei-
tor, para engaito ou sitio, casado, com inulher e
filuns, dirij i-se rua do Bario da Victoria n 6.
que achara eom queintratar.
Se encarrega de negocios forenses e
/TX administrativos.
i
Q i horas da tarde.
i.1- VVno O^T^^X^X^
Est|fogido o cabra acaboclado de nome Pru-
dencio, desdentado e os cabellos um ponco ubico
dos, andava com urna carroca conduzindo estrum -
para um sitio, e fugio no domingo 6 do corrate;
este eseravo ligeiramente gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje pertence ao
bario de Naaaretb, que gratificar a quem o apre-
sentar. EU represenu 50 annos, fllho de Goi*
anna.
oain
ASfnlnUrrHjIo FAKIZ, ti, kovleru t Monlnuirt. P
MMK-iaiUt. AS du Tlu dlfiUTM. otatruefiM o Irid* U uOx,
ojtemjM tImvim, eoaer*cef emlnlkH < WT l
MPITU. Afecftu dh tIm dlrattvu, kob-
**-* "-, dlfettlo diflell, IMPHMMU,
MtrlfU, tfwiit.
CtLESTIM. AteofOM dM ri.1, da bn%s, mlM,
,3'?J"''rtam' n.*a, i*5rta.
WTUIK.-. AfMTftw m itai, te tait. mim,
tmatUm te> tvtau, -m, tMttm, tltaminrt. |
niGA-U '
t non m rom M cakdla
Caixeiro
Prcisa-se de um caixeiro para taverna com
bastante platica e d liador sua conducta : na
rua Duque de Caxias n. 2".
Condecorares.
A coroa brilhante receben pelo ultimo paquete
da Europa as seguintes condecoracoes, de ouro e
prata dourada : commendas da Rosa e officiala-
latos, commendas de Christo com as respectivas
cruzos, medalhas para cavalheiros das ordens de
Aviz, Cruzeirc. Rosa e Christo, e juntamente litas
Kra as ditas condecoracoes e da campanha do
raguay : coroz brillante, luja de joias, rua
do Cabug n. 11._____________
Engomma-se com toda
roupa de homem e senhora :
xJas a. 39 hotel.
0>.HX0JOOO OvkXOOOSJ
Roa acqisifio.
P r seu iloiio ter a Kui t4tl|>U| Il1.--se lili ..|ii idi |,[o.l|,
*'.> um aii ;>';.. |i ni'ia .lis M.i-
Ihori.s lo.aii.la.k-s ,|,; Olw la, .la i,...il Sl-
ik-scdijii^a nfla s )du u nwoiin disib o
cubo 'It'jSaiilOAyosliiiho ;.li: muiin alem 1nU 4)Ihii|.-i, Ih-ii, n.i.i, pelu la.loik-
trra, as lindas paysagtns do poerrto o su I ;
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fr-
til ; tima cacimba (poyo) d'agua para o gas-
to diario, e una cisterna do agua potavul
tendo onza quartos e tres ptimas salas, um
grande armazcm o que pode servir de co-
xeira ou do residencia de escravos, alejo de
um soto, pro[rio para dormida ; muito are-
jado em toda a cp ca do auno ; com illu-
minaco gaz ; c em vesperas de ter agua
canalisada. Ada-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis iudispensavefs
qualquer familia, como de todus os apres-
tos de cnsinha e de mesa. Vendc-se a di-
nheiro, ou como se acha, ou retirando os
ouiveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na mo do Sr. I.uiz do Hogo
Barros, regente do hospicio de alienados c
a tratar na rua da l'niao n. 49.
Os abaixo assignados declaram pelo presentf
annnncio que retiram todos e qnaesqm r poderes
concedidos em procuracoes passadas a Alfredo
Cardos Pereira ou a Alfredo A Barban Jnior, e
protestan) contra qualquer acto praticado p;r es-
tes senhores desde a data de sua procurae.ao pas-
sada ao Dr. Pedro Alfonso de Mello. Es'peranea
ou i eriquito, 28 de julho de )873.
Francisco Alfonso de Mello.
___________Mariana Virtorlna de Mello.
Pagamento de dividendo
Paga-se o 39. dividendo das aeces do
Banco do Brasil, inscriptas na exlincta 'ai-
xa filial d'esta provincia, r.izo de 89000
por acyo ; rua do Vigario n. 1.
Ao commerao.
Joo Jos de Carvalho Moraes, lem transferido
seu escripturio para a rua do Vigario pavimento
terreo n. 16.
Oiinria.
Aluga se urna casa na rua de Malinas Ferrei-
ra, com quintal e cacimba : a tralar rua do
Amorim n. 37.
K-.v*,.';a'a(i*- ->-.* iiii> ni iai il
Arinazeiii do tumo
llua da Madre de Deus n. 10 A.
Jiis l'omingnes do rarsnn Silva panicipa aos
r. .!!.-/*< i niniK o,,, no || rinazem a
da .;. M.i.Im- .' Ifcsiid ii |u .\. .- cf-a un .'.!.;-
. !,(., wii.|uii.'h; i .1. :fii.. r i inri..- .ali-iile ,
i.' i- : .i: ,>i* i:,!m'I. al ri-antes ua l'aliia,
C bem Banhu a !' i iU1 Indtf n- fon)"* de corda
em reos, pacoti<, lata- gran les e |i'.|'i."i.-. iam-
l.eiu .tus mu ^riiiiii.u'iis l..l.ii.-.inU"- Turte* 4
Aranjo, Liz-inr, Adohtho Schmdt 4 C, Lizaur
Seliniidl c C, Veigasi Ar;mjo, Trindade A Ave-
lar, Teixeira Pinto & l'oii.lla (garantido pelos
mcsmos> e de outr..s aind.- nao conhecido pelo
publico dc todo fumo que for vendido m sita casa ser pelo
seu justo vnlyr, e que qnando pamiiir a respecti-
va qnalidade, ser smecre, mui particularmente
com as pasmas que pmm. enfen lam Ja mat. rta :
pois para bem servir a toib, lem o annunciante
a tonga pralica de 15 annos deste commcrcio.
Mais val tarde do que
nunc .
Uisi Importaste.
Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
SON HU.
aceoipe delicioso qne se prepara va amigamente
NA CONFEITAJU \ DO CAMPOS
que os propriciarios daquelli. cslablecimento re-
solveraiu de novo fabricar lao delicioso manjar,
nao s para satisfazer algumas encommeudas, co-
mo para criar novos cniisnnunilores.
COMPRAS.
I Trastes.
*s Compra se e vende-sc trastes novos
-g e usados : no armazem da rua do Im-
Q. I erador n. 48.
Compra-so acedes da ompanhia
Beberibe ; a rua Pri>neiro de Marc/), n.

do
21.
H9
ur
:.NBAS.
Vcnde-se un boi manso e feito no servico, e
urna carro-a em bom estado : quem pretender
dirija-se rua do Visconde de Goyanna, antiga rua
do Mondego, a. 72, taverna.
Yende-se
A taverna da travessa das Cruzes n 6, propria
para principiante, com poucos fundos : a tratar
na mesma.
1 E qual ser a familia que nao
mandar buscar alli, ao menue
urna duzia de
SONIIOS
para a sua sobremeza ?....
TASSO IRMA0S& C
l.m seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. i7,
tem para vender por precos commodos
Tijotos encarnados sextavos para ladrilho.
Lanis de barro para esgotn.
Cimeuto Portland.
Cimento Hyraulicc.
Machinas de descaro^ar aifod-io.
Machinas de paitara.
Potas** da Hussia em barril.
I'hosphoros de cera.
Sag.: em garrames.
Sevadinha em garrafTie.
Lenli'lias em garrafSes.
Khum da aJma.ca.
Vmlio do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordean!, dito.
Vinho de Seherry.
Vinho da Madcira".
P.ites com I inguas e deliradas inglezaa.
Licores linos sonidos.
Cognac Gaulhier Frcres.
Latas de toncinho inglcz.
Barris com repolho em salmuura
YENDE-SE
urna typographia montada com urna machina boa
e um prelo, a vontade do comprador, pelo mdico
preep de 4:000 : quem pretende-la dirija-se
rua do Torres n. 12, 1 andar, e-criptorio.
Vende-se um sitio no FundaTcotn 400 palmos
de fundo e 100 de frente, em trra propria, com
urna casa dentro : a tratar na rua do Rangel nu-
mero 48.
Cal de Lisboa
Grande e variado sortimento deste genero, a
nica nova no mercado : na rua do Apollo ns.
14 e 16.
A mac,onaria desmasca-
rada,
ou colleccao dos rticos do Echo de Roma, analy-
sando a circular do Cap. Pr. Federacao de 22
de seieinbro de 1871, e al'ranch.-. do Ir.-.
Gomes Freir ao Ir. Ott >; ssm como a deste
Cav. R. -;-.-. Ven. ao redactor do EcAo
de Rotna, datada de Coimbra aos 16 de dezembro
do mesmo anuo, precedida de urna carta intro-
dcelo e annotada por um redactor do Echo (fe
Roma.
Acaba de chegar de Lisboa esta obra, e vende-se
na livraria econmica ao p do arco de Sauto
Antonio, preco .
Vende se um balco de ama relio por barato
proco : na rua do Commercio n. 38.
Vende-se urna mesa elstica com 6 taboas,
muito nova, e de tmarello : para ver e tratar, na
rua de Marsilio Dias n. 88, 1 andar, das 4 horas
da tarde em diante.
limpeza e perfei ?ao
rua Duque de Ca-
medico
!?!*
m:
i-a.
, MO.-MI
f
i
0. pregados na Europa. 'W\
m. lambem appliea com grande provoilo M
jL no traiamento das molestias do tero a m.
electrcidade, pelo processo do Dr. Tre* 5f
pier. Cura por um processo Integramente Q
jr novo as blennorrhafias e sofcre indo a Q
V(gotta miliur) dispensando asinjeccoes. 2
10
DO
Dr. Murillo.
RUA DA CRUZ N. M, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da i,u da noute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Fpcca//d'.ife.=Mole8tias da pelle, de
crianca e de mulher.
r mpri'iu no tratamento das molestias
de sua especialidade as duchas fras e
banhis a rapor, para os quaes troiute
i appnrelhos man modernamente em-
VENDE-SE
a taverna da rua do Leo Coroado n. 2, propria
para principiante, e vende-se porque o dono quer
retirar se para o mato a tralar de sua sande. A
dita laverua bem afreguezada.
SERA
NOVIDADE?
E sim senhora.
Nao ser por acaso novidade (e esta fresca) as
linda- e fascinadoras fachas de seda, com as com-
petentes lvellas de tariaruga, primorosamente es-
maltadas de madreperola, que recebeu o Vapor
das Novidades ?
E sim senhora.
Ser crivel ?
Que se possa vender um par de botinas de du-
raque preto e de cannn altopara senhoras por tyt
E sim senhora.
Gomviii advertir
que so no Vupor das Novidades, rua da "Im-
peratriz n. 36, onde se encontram botinas de'du-
raquepret) para senhora e em perfeito estado
por 4 OO', cassoletas de ac do ultimo gosto, gra-,
vatas para senhoras e ouiros mnitos artigos de'
fazer arrepiar pelie e cab'ell., nao s pela sua
elegancia, como pelos precos porque sao vendi-
dos.
La isto
rua da Imperatriz n. 36.
SLeitao^Oliveira.
1." e 2.a series.
Vende-se nina assignatura das cadernetas do
Diccionario Porlnguez de. Fr. D. Vi.-ira. j pagas a
1* c 2" series : rua Duque de Caxia* n. 71.
Las, ultimo gosto
A Rosa Branca vende las te gostos muito boni-
tos a 800 ris o covido.
Las de qwadros a 320 ris o
covado.
Chcgaram mais las pelo baralissims prego de
320 ris.
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas de padrdes muito
delicados, e est queimando.
Atoalhado.
A Rosa Branca tem o que ha de melhor e de
ricos desenhos.
Novas cambraias pretas.
A Rosa Branca tem os mais ricogostos em s
cambraias prelas : do se amostras de todas as
fazendas, trazendo penhor.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
As nicas verdadeiras
Bichas hamborgoesas qne vasa a este mercado:
ia ntl do Mrirqnez de (diada n. .11.
Caes do Ramos, na barcaca Simpalhia, ven-
de-se urna canoa pequea, de amarello, 43 vigas
de sapucaia de 32 palmo?, 5 ditas do i!5. i pran-
choes de amarello e 6 j ngadas, a tratar com o
mostr da dita barcaca, ou com o Sr. Elias nodito
lugar. ______________
Hesperidina
Verdadeiro bter hesperidina, superior e_acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmao 4
C, na do Amorim n. 37
A dinheiro
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel de cores, resmas randas, sortidas a 9 J.
Dito de dito ditas, assetinado e muito encorpado
9. 000.
Dito de seda (mais conhecido por seda de rri-
Iho) do verdadeiro, francez, a 2*600 o carto de
10,000 morlalhas.
Dito de linhoflno de Barcellona, mar-a martel-
10, kiOOO.
Dito de dito dito, marca balanca, 3#S03 a resma.
Dito de trigo, resmas grandes, do verdadeiro de
Barcellona, i' a resma.
No armazem de Jos Domingues do Carino e
Silva, rua da A/adro de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumos em folhas, muito velho, cheiroso e forte,
para fumar-se, da safra velha, e dos melhores lu-
gares de S. Flix, Nazareth, da provincia da Ba-
bia, sao vendidos a dinheiro vista por precos
muito reduzidos.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Alhos a 40 rs. a mounqa e gaz
a 5#800 a lata.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dos n. 10 A, armazem
do fumo.
Grande liquidaeo,
Na rua do Queimado n. 43.
Em fronte n Pracinha
Lazinhas de quadros a 240, 280 e 300 rs. o co-
vado.
Chitas de .ores seguras a 240 e 280 rs. o covado.
Madan.jlo bom a 4* a peca.
Algndo T a 4* 5i a peca.
Colxas de fusto, grandes a 3&)0.
Tualhos felpudas a 6a a duzia
Lencos para meninos, a 80 rs.
Brim lona de pur- linho a 1^800 a vara.
Cortes de casemira de cor, a 84
E muitas outras fazendas por Menos do seu va-
lor. S o 43, a roa do Queimado em frente
pracinha.
Vende-se.
urna casa terrea na estrada de Joao de Barros
n. 17, e um terreno na rua do Principe, com 148
palmo* de frente e 120 de fundo : a tratar .na
rua da Soledade a 84.

J


6
OArio e PbniMiihttccH Qiiklacira 7 de-iAgosi do Jdf3J
/5 GRANDES NOVIMDBS-
Em fazendas de gosto
LOJA E ARMAZEM DO PAVO
N. 60 Ra darlmperatrz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUIMRS3
-P proprietanos (leste importante estbelecimento, participara ao respeitaVel publico
esto cidado e aos seus numerosos fregueaes que acabara de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazendas de gost
* nuitit phaotasia paca vestidos do senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das niel ores fazendas de lei, que se vendem por precos muito em conta, so
om o lira de apurar dinheiro.
As pessoas que negociam em pequea escala, neste estbelecimento poderlo fazer
samis sortimertos; porque se Ihcs tender pelos presos que comprara as casas eetran-
awns; do todas as fazendas se do amostras, deixando peuhor, ou mandam-se levar em
ensa ,!a$ Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estbelecimento est constantemente aberto das 0 horas da manh s 9 da notrte
f.iAYAHS
A 15300, 13)200, 800 e 6i0 rs.
BURNOUS A 16&000.
0 PavSo rocebeu pelo ultimo vapor de
Europa, burnoos do3 mais lindo gostos
O 1..;. to i cochea um brilhante sortimento- que at boje sao conhecidos e em rehuso
asma: lm las granadme* preta com deh- sua excessiva barateza, convidaran as
a^IUrasdccdrescpretas.queveDdepelo Exmas. Sras. paraverem o que ha do mais
barato prrcp do lfeOO o c arado. Ditas to- novidade neste artigo.
7 ,2* l's sedr a .5200 e 15?000 o covado. Ditas O Pavo vende superior bramar*ede al-
pretastoml^GasdesedaroxasagOOrs, Di- godo,tendo 10 palmos de largura, que s
^|tas co,al.stras brancas, azuosc ver- precisa de 1 1/4 vara para um lencol a
\a 64d rf' c,,va,|- Assim como bom- ijjGOO o metro ou 1&800 a vara.
tas l^s .de seda para vestidos cora as Dito de linho fino superior o mute'en-
"t-"!lo S pochracha, corpado, com a mesma largura a 240 a
KUm VSS a15600 E 2?>000 O COVADO. "* Dhos fraacezes rauito finos a iKSftO e
O Pavao recebeu um elegante sortimento 350OO.
das mais lindas poupelinas de seda com os Pecas de Hamburgo e panno de tinto, ten-
mlindos-desmtog e mais bonitas cores, do cm20e 30 varas par* todos o precos
ame vende a 1 bOO e 25000. e qalidades.
COMO SiO LINDOS |fl /!
. Qalequos todos de madreperla, brancos o de
core* e que tmem o dioicoUN AO rm lettras '
tambem de madreperla eih airo relevo, tor-
nando-se por isto apropriados parapoivas, a.N0-
VA ESPERANCA roa Pntjoe deCaxasTw
(antiga du Queimado) quem os tem.
Sao ce tariantga
Og brincos, broches, meios adereeo,' cruzes*
coraefles e cassotet3s, que estao pxposjasj boa:
escolha das Exmas. (amantes docbjjue
na Nova Esperanca, ra Pap.
di 3.
Esperanca, a ra
os menbws*--
i
A Nova Esperarla ra Dmrhe de Casias n.
W.aeaba de recebeV om lind sortimento dt bo-
necHsde mnll!'qnaiiMfle!, vind* entre dr3 a
eafrScadas'boneas'd* borracha,--assim- tamberm
utia pequea quantidade de bonecas pretas se tornan apreciada pela-sua ovldado.
Ebe.ittvt
A Nova EsperancaSraa Duque, de Casias n.
63, letebcu verdaaeiro- cimerifo inglbz, prcara
(^tia.- concertar tftratfbtoa^ bem til. f
Vestidaperdfd
Muitas vezes um vestWe' tortflpsa rnterraMiWl
Telo, smente por estar mal enfeitado : a Nova Es-
ranc*" ra1 Bnqu^'de Caxias a. <63/* retrivo^
te mal; porque est bem provida dos melnores
j|a15es e franjas de tod; oores, onde pode es-
co|her-se vootade- Bobresaoted* entre estas as
modernas franjas mesaicas, que pela sua varieda-
del de cores, liea bem om quasi tedas as ffeendas.
A ella antes que se acaben
Bolas deborrachcf'
Vendem-se de todos os tamanhoe ra Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
plffi t- TV)
Ruanda Im
Loureiifo Pereira Mendes
^n vende a 15000 e 25000
SEDAS DE CORES A 25500 RS.
O Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sedinhas de urna s cor com
Micadoe desenos raiudinhos, que yendo a
SSOO j c vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazeiula a 25000. E" pechincha, na
aa (oa lo- Pavo.
CAMBRAiS JERTAS A 95 E 105000
O [Mvao recebeu um elegante sortimento
das mas.fiaas cambras brancas abertas,
torda (las para vestido, que vende pelo barato
precodu i)5 e 105000 o corte, tendo fazenda
bastante para vcstiih. E' pechincha, na loja
o Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LAZINHAS BORBADASA 400 RS.
0 COVADO. .
O Parto recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinhas transparentes com
fiorinhas, bordadas, tendo de .todas as cores
iih.lusiVid rocha propria para \iuva, e ven-
de pelo baratissimo prego de iOO rs. o co-
cido. E' pechinch, na loja do Pavao ra
da [mperairk n. 60.
LAS .MODERNAS.
?1 Pavao vendo um bonito sortimento de
l&nnas istralas sendo das mais modernas
; .1'..!!a vi nao mercado, petobaratissimo
jf-.-i; i ih) 300 eOO ors. o covado. E' pe-
fhincha, na lujado Pavo na da Impe-
rairiz 11. 60.
4J.i'.. .: LV.VIUDASA 640RS. O COVADO.
Ctogpu para a loja do Pavo um elegante
1 lira !Qtf das mais lindas alpacas lavradas
di* r'ii q son lo as odres mais modernas que
tura w; 1 para rostidos, e vende-se pelo ba-
Eatisstn) pfi;o de &40 rs. o covado. E'
;> iii- 1 i, iia loja iId Pavao.
LsAS i'i.UuCZAS A 600 K 6+0 RS. 0
METRO,
O Pav.la r. cebeu um rnagniGeo sortimen-
;< das lais liulas cassas frau ezas, de cor,
amos mais bonitos desenh s midos e
pados, tendo pa lides osearos e outros que
Brrem para Lulo, e vende a 600 c 640 rs.
.metro ou 3(> e 400 rs. o covado.
LAZINUAS HODERSAS COM I.ISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 15200.
O Pavo receben um elegante sortimento
de \ 'n listrasde soda assetinada, sendo
tsmu; modarnos que tem vhvlo ao merca-
dr>o 60 n as mais delicadas coros, e vende
pelos ii i,... >s procos do 60 rs e 15200.
Assim como oulras muito bonitas com listras
ssm
Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
jardas, polos precos mais baratos que se tem
visto.
Pechinchas do Pinissimo esguio ou silzia
com 6 jardas a 75000.
Pecas de finissima silezia com 30 Jardas
a 355000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 25000 a vara.
Calcas de casomira.
O Parlo tem um grande sortimento de
caigas de casomira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos e em fazenda, dos mais finos
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vonde-se por barato prego para apurar di-
nheiro, assim como caigas de brim branco e
de cores, por precos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 15800 E 25000.
O Parto vende duzias de longos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 25000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 15800.
Dit> s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 35000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 35600
MK1AS CRLASA45 E55000 A DUZFA.
0 Pavo vende duzias de meias croas, ia-
glezas pelo barato prego de 45000 O#5000.
Assim como ditas muito finas o manto en-
corpadosa 65000, 75000,85000 o 105000,
e um grande sortimento do meias inglezas 0
franoezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MAAP0L0 JRANCEZ a 65000 E 75000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
eez, que sempre se vendeu por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo prego
65000 e 75000, por ter fcito urna grande
compra. E' pechincha.
Al^oduozinlio a 45OOO.
O Pavo vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
45 o 55000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas c lenges a 65000 e 75000.
CAMBRA IAS.
O Pavo vendo cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 25500
35000.
Vttbettos brtmeos siem quem
qwr
A Nova Esperanca s ra LUiqjne.- .Caxias n.
63, acaba de retraer vrdadira tinflim de Des-
nous para tingrr os cabeflos.-f eme $e eonsegue
(emprcoabdo-a) com, muila facilidad*, 9 por este
motivo, cal)t*lro< braneo so* tem qnetn qoer.
Estdonanodja
Os einturSes de eouro, proprios para senhoras,
qn recebeu a Nova Esperaca ra Duque de
Caxiat B.63, esto; sim, senhora, esli na moda I
Se queris- ter oo preparar um ramalhete de
cheirosos- erares brancos para o rosso casamento,
ou para outro llm apropriado, ncessaro ir
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 3,
que all encontrareis os melbores porfj 'ijvjuels
que se pode desejar.
Declara a seus freguezes ajueiem resalvido fjader o mais barato que for possiveL >
saber:
CUHPA8 A ICfrC 10>Ri. O COVDOl \ CORTES DE BRIM DE CORES A 1550^
Veads-fc chhas francezat largas coan to-j Vebde-se cortes de brim de
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di- caiga, a 15500 e 2J000.
cores pjB
Agua fbrfa^ i de Gislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de receber nbv remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. 0 boiri re-
sultado eolhid por quom tem feito uso dessa
inoffensiva preparacao tem altamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem ao-
vamente della precise e queira se aproveitar de
sua utilidade. Tambem veio agua de topacio e
oleo llorido para omesmso, e lo reditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de i cores.
A agnia branca, ra do Duque d Caxias n.
80, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossoa > Ijofares- de eres, o como sempt-e conti-
nua a vende-fas por prego, commodo.
Novos diademas dourados e
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda
m ser de seda,ano vende a 500, 640 o 800 tapada como transparente a 45, 55 e 65000s
., todas estas las sao modormssimas. al a mais fina que rom ao morcado
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pari tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios paracadeira de
baianco, para ditas de guarnigao e para so
f, que : vendem, muito em conta.
GOLXAS DE CROCHET A 65 E 85000.
0 Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 65 e 85000.
Ditas do ftisto acolxoadas, sendo do cd*
ros e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de.damasco,
cretone o de chita, que vende por pregos
mu i ti 1 razoaveis.
CORTES DE PERCACLES COM DLAS SAIAS
a 45000.
O Pavao vende bonitos cortes do percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 45000. E' pechincha na loja do Pa-
vo- ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, a 55000.
Na loja do Pavo ra da.lmperajjriz n. 60.
Pereira da Silva (fe Guimares receberam
pelo ultimo vapor do Europa- um elegante
sortimento de botinas prctas e com delicados
enfeit'^s docr, proprias para sen hora, garan-
t nd-t-so serem das mus modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
rs
peehinrha, na loja do Pavo.
Chitas a M, 2S*,3Oe3eO rs.
1 Pavo receben um grande sortimento de
abitas decores (isas*, que rento pelos bara-
tos prec, s de 20 e 2.S0 rs. o covado. Ditas
acaras fnzehda muito superior, com novos
aadrdos a :i20 c 360 rs. o covado.
Ditas mnit 1 linas padres claros em teci-
4os de perealfltj com barra de cor ao lado e
vjr, nl!a a 360 c 400 rs.
Ditas pelas com tecido de cretone, fazen-
d'i muito superior a 3i0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cures, miudinhas, proprias para
roopa de criBrujas a. 360 rs. o covado. E'
foctii icha, na loja do Pavo.
iSiiplMCas n .5>t >.. o covado.
O Parto rcv.i'liou um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padres rniudinhos e BJMdos sendo proprios
ftn resti los e roupa de crianga, pelo bara-
ftsBrao prego de 500 rs. o covado, afilangan-
o soc gran u pocJainoha !
C*rtcm ifa <*nmbraA. ultima no-
vitladc, a 95OOO.
O Paro recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes do cambraia bran< a com ba-
hadiiih')s iii;i,iii!iitc lardados, tondo>fazenda
sediciente para vestido de qualquer modelo,
estes vi-sti'tos sfio os mais modernos que tem
rindo no mercado, e pola sua excessiva ba-
ratan toroam-se recommendaveis s senho-
ras lo bom gosto.
Ditos coro babados de cor, tendo 20 me-
tros de iMrbad s a 95000. E' grande pe-
bincha, no Bazar do'Pavo 4 ra da Impe-
ratriz n. 60
CORTES DE CAJIRRAi BORDADOS,
O Pavo recelteu os mais ricos cortes de
tarabraia branca bordados para vestido, que
rende pelo barato prego de 205 e 305000.
COHI'CS DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lind corte de cam-
Jraia branca com- stpas as.setinadass que
rende pelo baiato prejgo de 65O00.
Ditos c im listras d coros, teiido8 varas a
* e 550 00. E' pecHiftrfM-.-
ESPAK'rU.H^S.
O-Pa*5o rticokeu um,grau/lg sortiraeto
afcespartiHtos tanto para senhora cenno pata
aaenirw, qrni remlaporo. haratp pre;o da
30000.
Drtre? muito finas* 4$ o500ii io das
aoV.*
moderaos qqe jera rfedO' ao mar- dfm-se a 750Q0 o corte.
por terem sido remettidas por um dos.-nr.
Inores fabricantes de Pars, e vende-sc pe,
barato prego de 65, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 55, 6 e 85000:
0 Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada ua?, pehw barajtissimos
pregos de, 5^, 65e8000.
Ditas de uro, ganpo s e com mtiitajjrodas
guarnecida de pregas, pelos baraos prego,
de.25000 e 25*00.
Ditas com guarnigo de pregas e bordar
dos a 35500.
Algodhlo enfoatad* av IrOOO a
vara.
0 Pavo vene'faltodo af)CfiC|B^j.effes-
tado e muito encorpado, proprio para toa-
Iba e lenges, pelo barato prego de-19000 a.
vara.
Dit\ fraficez sendo..Uaa.g#K e ,muitOi,on*
corpado, pelo baratissimo preeo de.l52# O;
inetra.
Caomira^ a #94
0 Pavo vende cortes, do casajnira france-
1. lo fazenda muho supariar que sem-
pro so reade* per-rtaiadraWlo.K o Itojaj-
com pedras
A agnia brsnea, ra =do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo wrmento de boniloa diade-
mas dourados. acom pedral, tanto para meninas
como para senhoras.
Clleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branra, ra Duque de Casias n. 50,
recebeu novas coHecges ou normas para as criaa-
?as aprenderem a escrever por si mesmo, hoje to
usadas as aulas e collegios; e como sempre vea-
de-as por preo commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras,
A loja d'agnia brarxa, rna Duifoede Caxias
n. 50, receben novo sortimento da^ueHns to pro-
curadas meias cruas para enhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
pregos cominodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da agnia branca^ i ra do Dque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinbas
pretas de croch, e vende as pelos baratos precoa de 3,
41 e 6^000. A fazeuda 6 boa e est m perfeito
estado, pelo que ontinda a ter prompta extrac-
o .
Perfeita novidade.
Grampos com borboetas, bezouros e gafa-
nhotoa dourados.o. coloridos.
A loja da aguia branca,, ra do Doque, de
Caxias n. 50, recebeu. novos grarapos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantidade, pepuena, e
por isso em breve se acaljaw.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca re a Duque de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiraroente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja da aguia branca, na do Duque
Caxias n. 50; recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas donrados ; assim como
noVos diademas de ato,, c como-sempre conti-
nua a vende-los poepregos razoaveis
Oaixinhas comlps acurados
e prateados, para cabellos.
Vende-ae na loja da Aguja Branca ra da Dn-
que de Caxias n. 50.r
Lvas de pellica pretas e de
outrae cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de.Ca-
xiasn. 50, recebeu novo sortimento de-luvas de
peBia, preta? u de :outras cores.
Ruado Bardo da Victoria n.22.
DE
(Jarneir Viaima.
A' 06to*graQde estbelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos tritimamntdti Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anuo, e tendo um
prfeito artista para ensinar as raesmas, em
qualquer parte tiesta cidade, como bem as-
sim o\)noerta-las pelo lempo tambem d'um
anno"sem despendi algum do comprador.
Neste estbelecimento t-.rabera ha pertencas
para as mesmas machinas c se suppro qual-
quer pega que seja necessario. Estas ma-
chinan trabalham com toda a perfeigo de
um e dous pospontos, frauze e borda toda
qualquer costura por lina que si-ja, seus
pregos sao da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mo de 305000, 40500, 455000
e 505000, para trabalhar cora o p sao do
805000, 005000, 1005000, 1105000,
1205000, 1305000, 150O0O, 2009000 e
2505000, emquanto aos autores nao ha al-
teradlo de presos, e os comproduws podero
visitar este estbelecimento, que laufto de-
vero gostar pela variedade de objeetos que
ha sempre para vemkr, como sojam ; cailei-
ras para viagem, ra)asrpara viagem, cadei-
ras para salas,' ditas de balaogo, dita* para
criarla (altas), ditas-para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para-crianoas, de todas-as qualidadesy camas
de ferao para hornera o criangas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queo, apparelhos do metal para cha, ta-
queros com cabo de metal e do raarfin,
ditosavulsos, eolherosde metal fin^, cendiei-
ros para sala,, jarros, .guarda-comidas de
rame, lampas, para cobr?r pratos, esleirs
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objoclos para toilette, c outros mui-
tos artigo que muito devernagradar a todo
que visita-rom este grande estbelecimento-
que se ach aberto de-de a G horas da ma-
nh at a 9 horas da noute
Ra do Barao da Tictoria n.
22.
tas limpas a 240, 280 o 320 rs. o covad4-
CJiWAS FIUNCEZAS A 320 RS.
Vene^e cassas frtmcezfls a OTO e 360'.
o covado.
LASIN1IAS A 200 RS.
Vendo-se lisinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 US.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 15G00.
Vendo-se cobertas de chitas de coses, a
15600 e 25000. Ditas de pello a 15400.
Colxas de cores a 15200, 2j0 e 45300.
BOTINAS A 35000.
Vende* botinas para senhoras, a 350lcYi
35500r,*J'ellas antes que se acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 15600, SV -
25000, 3^OO0e45WM).
Cags de' casetfilfaVde cores, a 55, 0$ *
75000..
Colets detasemira, a 25,' 2#5t)0, 3$*
4|JOO0.
ralitft de caemiraT r*t, 6^e 8500O*
' Sefowlas.tl^ejlJWjM.
BRfSI DEmMES'A 440 RS."
Vende-se- brn do tadas- a -oras a Mt>
E' ar
, a 1101 vos.
Que tem na ra do Bom Jess (outr'ora Cruz)
n. 15, berliodns, calessas, meias ealecas c victo-
rias, com um e dous bolieiros,. e parclhas com
arreips do metal principe, tudo preparado com
luxo e elegancia, c por pregos muito commodos.
Osmesmris.vebJcu,l()S scrvcM tamaem para baptiza-
dos, visitas e, actos, oa academia. Assim enmona
mesma casa lia calegas anda ho servidas, que
?e vendem por commodo prefo, preparadas com
luxo, para uso particular.
CUALES DE LA A 800 RS. rs. o cuvado.
Vende-se chales de l de quadros a 800! LENCOS BJUNCO& A 29100 A DUZIA^
rs. e 15000.
Ditos de merino a 25, 35, 45 e 55000.
CAMBRAIA BRANCA A 3500-.
Vende-se pegas de cambraia branea trans-
parentes o tapada, a 35, 35500, 45, 45500,
55 e 65000.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 25000 e 25500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
naens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 25, 25500, 35000 e 45000.
MADAPOLO A 35000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
350OO. Ditos inglezes para os pregos de
45, 45500, 55, 6500O e 75000.
ALGODAO A 35500.
Vende-se pegas de algodo, a 35500, 45,
e 5500O.
BRAMANTE A 15800.
Vende-se bramante con 10 palmos de
largura para lengol, a 15600, 25 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAQO DE SABONBTES 280 RS.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 o 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Vende-so a duzia de lertgos brancot*,.*
25000 Ditocom bar-tas* >corea a 350ffO
Ditos de linho a 55000.
TOALHAS A 800 N3.
Vande-so toalhas para rosto, a 800 rtf*
1500*.
GRAVATAS DE-SEM: PRETA A 500 US.
Vende-se grvalas' do seda preta, a eX>0
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.*
Vende-se chita para coberta, a 280 e 120
rs. o covado.
BONETS PARAME!HN09A*55tO.<
Vende-se bonetes pera meninos,-a WdflO.
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 35900
Vende se eapartilhos para senhora,
3*500.
PENTESA 120 S.
Vende-se pentes de afiser, a 240, 320
40*.
PO'SMRRMA tttRS.
Vade-se pos -le araoa em-eaixa, a 240
rs., pora liquidar..;
ESPELrfOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos
a240 e 320-1-5.
TESOURA8 A3SORS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos,
a 320 e 50Ors., para I liquidar, e outro
mu i tos artigas quo se vende barato para li-
quidadlo* de facturas.
jal mudado o sc-u deposito de machina a va-
;'!"'.; por, raoendas e laxas da muito acaediUda
J-;'; fabrica de Lowtlbor para ra do Apuilo n.
f5Pj 38 ft 40, cride eciiuuacu a ter o msmo sor-
Nao ha mais eakllos
brancos.
TIIIMMA Jirltii.
Se nica approvada peks academias de
sciencias, Feconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Reeife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e orr
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
9*4
m
tSffi
m
m
W
m
lidenlo do eoatume,
Farcm scisBie tambem qre team fsito nro
arranjo com a /undigo gcral, pe ime pu-
dem offereeer M para- asseciar qualquer
maehini^mo aaMMBa garant-io.
fOAHfiO WLM
|g Samufll Power Johns-
fe ton &C.
R^Rua (Jo Anollo ll 38 e M) PrnPr6tr'09 mnJi^> rral tren
Fawai 3cies*e IM senn fregnems qie teem aesisca, que Jeera es!abeleciilo>u /i. >-
gao de ferro 9 brouze a ra do Brjm, jan: '.'*
t-i a estacad dos bonqjL, oaJe a>.raiario ^,-
qoalquer obra de encotnmenils com prr'ei- f?f
go e promptiao. rt^
Qi iiie-n;:i rogara as pv.isnas qae qnei-, JlS
r?m Dlilisar sa de seos rervigos de deiza- ij>
rem n< eDcomawndas em casa do 3w. *' fc;-
muel Power Anston 4 C a ra da Apof v
lo n. o) e 40, ende aclyr. ^a.-oa aahi-
lada cora ouec poslam enaedr-.
Aop.iTfi'm) j.-ara fabricar assoor, lo svstHtna, 'V ?
WE3TON CENTKEPIHiAL jg
Uniera agentes em Pe/gamboco a loadicio geni. t
Para iniar -'in son eseriotofio a raa d Apollo n. 3X 40. I
FAZENDAS DE GOSTO
Lindos corles de eaasa de
Superiores sultanas lisas
srna a lOOO o metro.
cures rom barra e os competentes enfeites c fignrmos a 6#0<)O
bastante largas e com barra para fazer os enfeites fazenda mu-
de seda eom toque de moto a 800 e 1*000 o cova-
do, para acabar : na, ra do Ouciraado n. 43>
dao-sa amostras.
Cassas a variadas a 240 rs.
o covado.
O Pavo vendo linissiaias cassas francezas do
cores com os mais deeados padroes, por. terem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pelt
barato preco do doze vintcns o covado. peehin
cha : na l^ja do Pavo, ra da Imperatriz n
m
rTaloja dw Columnas, de Amonio Corroa de VascoaaelLis, a na I'rimelro Marco, an
liga do Crespo n. 13.
GRAMD1
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogaride tar-
tholomeu & C; ra Larga dosario o Kn. 34.
Casa em Una.
Diyersas fazendas.
71 RBA IMiOVE- DR CAXIAS 71.
Peaas dfl-'algoda larg encornado 2*500, ditas
de maaapolo camiseirp a j*. dit.) laraoi.a JSt*),
5*jVBwe 6*, dito francez a 6*" 00, fllltas flnns
e ftj%, escuras, claras, rxase ya/des a 210 rs. o
cova*, colchas adamascada* a %f, damasqo. de
algodlp Com dtijKjargUras a U?00 q covado^ *
liso n
Vndese duas cajwis bem construidas no,povoa-
dodos Montes em Una, ra Nova, co'm ostan-
tes commodos e com terreno at o rio e proprias
para commercio : a tratar a roa de Crfespu n. 7
A, ou no mesmo povoado, com Magihaes Bastos
AC.________________________________
Na ra do Comroercio n. 23 -eiide-so,vinho
doiPorto e Sherrey^ de boa qualidade e barato, em
barr?.
mi^fii mi
Composto do manac anti-rhetimatico e depurativo
PELO
E' preparado estexarope de manac e mais algumns plantas indjgeaasdo Amazonas,
nao contera preparado algum mercurial. Cura com rapidez rbeumatismu, dores nos
ossos, erup?oes syphiliticas e dartrosas, escrfula o todas as molestias que depeuderem
desses virus. A sua composicSo foi approvada pela junta central de hygieue pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicado pora a forma de usar, l'reco de cada
urna 3O00.
nico deposito nesta provincia ra do Barao da Victoria n. 38,. chapellaria^de
Monleiro & Silva.
A COKOA
SEGEDO ECONOMA E CELERIDADS.
ObtemTse com ,o uso
DA
INJECgAO SHOST
nica, hygienica, radical einfallival nacu-
^camni^s;^au^
utyre^psuUaddf
) corar
L'ilj.de.JJa, .no^., hoi>
chales d, Wrln
dijo
no a
4a|aq a 3*500.,
l#jd*tos estampados a 3*500,6 A*, roalhas fe|-
laqdaaxa fli e 8* a dona, lencos de.ambria bran-
Ditosa LJMO,
fia a i** a duzia, di
m., dos grandes a f
,, 3*500, 44-4*500. JfAA
1 *' ilfrM iB&m cor a
^ o 5'ovai
eorfe'a #,fe m.J*,r 1
Ors.o par, cotes Kb
rasmira fi
Urna
i^,decoi: riecweno? a ^
),rattitirAtanf arica fina
dito bor^di a
eo,vado, H lisa
"a d llvers
a^RBesij .Batibolean e*
i.A^Riojaja.^ja/i
a.tralar < #, mcswifc.....
irfffif*vifw*")ri
. .varii.'e
im^aaaanai i iDa*aii Jk^rraew*
se uns trastes ujH4MK|acarand.
m
Esquina da ra do Cabug n. 1T
COriFltMB AO..PATEO..D MATRIZ DE SAfl^ .AfflfWQ.
Este importante estbelecimento, tendo grande sortimgpto. de-joras depuro de lei,
resolyeu yeniler muito barato 20% menos que em outra.qulquec pa,nje- 'aL, aofliutes
joias :
Aderemos de brilhaotes, de modernos o delieados gostoa.. .
Ditos com rubins, esmeraldas c peroras:
Voltas debon^a perwlaa,a cmjes de brilbanUjs para noivas,,
Medalhoeg, (6 coral.
A CoraBrilhante contina a ter grande sertioionto d^qi^daihjo^le. coral, caawfeu
o nix com bouquetsdo perolas^.diamantes, cassohtas de ooro e pedrxs'prctas com lettras,
de fW a 205?00O.
Cadtoas para rebgws.
A Corda Brilhante recebo.sempro qu,ajitdadfiBde cadeia dauoueovdbi, para hoanans,
b Gj>400 a oitava, e tambem para senhoras.
Cassoleja* para senlwras, cora lettras,- a 6?>e 12JW00.
Brincos de variados gostos, para-senhoras e meninas, de 5$ a 40?>060'rt';.
Anneis de ame/hjf tf c^ OTras. de diamantes, detift a MKld
Pince-nezsetifiopijtiSiDfiiitinhas devellado, para presentes-
Mcdilhas milagfosiafi.
A CoTd* BriHwne tem medalhas milagrosasi das. t)fymf dPopro a 7^1100, o prata
dour^da^a IWW: T%mbem tem sortimento ,de pince-nez e oqu^s QOp firo c rattajwga,
chegadojj -roftenAemcnte, o pv.ptfius.rawi tiorajjoodos.
Co*widiaf*easEimas-, familias vi*Venha foja da Coroa Brilhante, na ruado Cabu-
g n, ll^a^jal-continuar*berta^fleite atfeihwaa.
(^trante-se o ouro-a9*pedas.^recosas.





1


Diario <&- Jtenambuoi4- ^Quiife feiw i1f denAgbsto d497 3.
7
)'
i
I
.1
Este estabelccimento scra|)re swicrto
: pltnu^m
A'Mleda, MkW
NSt,
t lo-MIflMM' de*nem iervlfaos us fregnexe e
as tuMieo- mx toral u-u procurado provr-ie (to
ana tu de mellior e da ultima moda aos ulerea-
dos de Europa para expo-l aqu venda, cer-
1 tos- de qeosseris artigo*''*rao bcni apreciados
petos 'mants do boni e barat ; passa a ennu
** tf ^uf^t^tfo^lWitntel pu- ^-J ^*aT?%
lico um mpleto sorlirnento d m44Kle03;'l;*drt francez, hftffos e'qalnquilhtfljs a
SOARES LEITE, MOS
NICIOS AGENTES
: Ra do Bario da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundol
Na expsito de Paris, era 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de oaro e a condtora-
ro da Legio de lloara, por serem as machinas raais'per.
feilas do mundo.
A medalha de ouro, confunda a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de
ALUUNSj o mais ricos que Ichj vinde a este
mercado, cora capas de madreperola,
jrocos fwmaiS fazoavew fmssiveis, para o ^"^c^be quhsi Wlos' tw seufartigos'cW'pro- 'tartaruga, marfim, velludo e'cbagiin.
jria eticommenda da Europa Amertert, VefrMArtiabrieUlauc deblgtttiraftigos pctr'eujos ADHIB^S pretos e voltas proprias para luto ;
iremos bem se pode avallar os'-prdptt te Wrfti Wtiftos '?JWs^VrlIrria efifadonho:' -po- Sd7a^ob7IL^'SKS
pilcar. I acabada.
MIUDE5AS. MTU&EZAS. BOTOES para prnhos, o que s pode desojar de
'
corcpanh'adas cbm l par de brincos serte-. ihant. ludo por 2*500. .800 : a 00 t **"'
Linba branca de 200 jardas em carritos, l
CALCADO FRANCEZ.
cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditam
estas machinas.
A 90*000
..,-. rhtCds'ditodfciitrj'pfS^OO. melltor em plaqu,, tartaruga, madre-
tibP!? danieU,0r 9UaU1 B^de-*l.*rtJ.^^o..-l.BOe ^JSFXVS-.***.
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs. e 1&000 a duia. ha de mais moderno e Indas,
tinha enm i na no U i f,0 rs 240 -- Franjas brancas' dft^eda de todas as lar- BICOS de seda e de algodao, unto braneo como
raides fingind rnadrperc-la, a' 5t)0 Ts. imade cores aprietas a 800 rs. e lflOOO o ^
Voltas para o poscoco, fingindo camafa, m^rt?; Al CAIXLNHAS para costura, muito ricas e de di-
.* fiAlrfte n*W ella.
COQUES a imitaoao, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
propria para costura de machina, a 800 rs. i otrtias preta?gaspeadas, para senttora, a DEADEMAS, ueste genero a Predilecta apre-
uSzia. WOOopar.
Dito de dita de Alexandre, numeraco a, D,las. !ft*s de draque, gaspeadas, canno
gosto do freguez, a 1)5100 a duzia.
Diademas dourados de 1#500 a 33JOOO. (
Ditos de tartaruga com flores a '2*000. 63WOO.
Ditos com borboletas a i?o00. *tW c0reS' mM a,l0enfeitadas-
a 5?.j0(,
Ditas para men?nos", prCtas e de edres, a
85 o 4*000.
Completo sortmehtde calcado de case-
rna is barato
arte.
Cabe-nos o.dever jd*annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleoe nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em- Pcrnambuco e mais provincias se vemlerem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciada* pela perfeiro de seo trabalho,
;mpregando urna agulha mais curta com a mosma qualidadedelinhaquequalquer outra,
e pela ntroduceo dos .mata operfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao eiame pubiico-aamelhores machinas do mundo.
As vmkagensdestas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 pblico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
cireumstancia de -nunca terem apparecido no mereado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frieco entre as diversas per;as, e menos rpido estrago
lo que as outtas.
Quarta.Forraam o ponto como se fra fcito mo.
Quiuta.Pcrmitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
oas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
logo em seguida, sera moditicar-so a tenso da linha, cozera a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comejar nova costura.
Oitava.Muitas conipanhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaes parapoderem substituir > entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a piniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado ose fabrico, e hoje ne altende a procura, posto que faca 600 machinas
por da.
Cada machina acompanha livretos com instrueces em portuguez.
A:9fo000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
scp.ta um grande e lindo sortimento
capaa de salisfazer os caprichos de
qutquer senhora por mais exigente
DMs prtas" enaitdas, ultima mdda, a poRT-BOUQUEl^de madreperela, marfim esso,
este um objecto indispensavel s se-
hhoras do bom tem, aflu do aspirar
Brinc js encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2*000.
' Ditos dourados, duzia de pares, a 15500
*2VoiUs\le aljfares com brincos, a*2*500>i; Ditas do ditos com corajes a' 15000. % <>o que em outra qualquer p
Ditas d ditos de contas com cassoletaSi a L,*1,',;,.,. ,
;j00 rs> '' Rico chapeos de palha d Italia,
Hosetas do plaqut a 15 e 15500 o par.
Gravitas de seda para senhoras de l?2O0
h 22000.
arures com 2 laros para cabera e peito
3* e 4*000.
tntremeios e babadinhos bordados de 360
rs. 2*400 a peca.
'Vales de seda brancas e de cores,-de
15500 a 25500 a per;a.
Ditos de algodao e seda, de'15 a I?'i00
i peca.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pee,a.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
peca
Leques de marfim a 55 e 85000.
Ditos do sndalo a 45500.
Ditos de madeira imitando, a 25008.
Ditos de pnpelloes a 15800.
Coques para senhora, a 3*, 3J5500 e 45.
Aderecos fingindo coral, compondo-s'de
alfinete e brincos por 25000.
Dito dito pretos por"25500.
Ditos de plaqut, compondo-se deajfinfete
e brinco, sendo de muitcvgosto, por 55000.^6*000.
para se-
nrrtjr, Ml 1*000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 105000.
Completo Sorlrmcnto de chapeosiiihos para
meninas c senhoras, de 25830 a 55O0.
Chapeos ile sol de" seda, inglezes.'eabo de
tnMth a 1X15000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 5??500. !
' Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a '65000.
Dit;.s dito cabo de marfim a'0*000.
DIVERSOS ART1G0S.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
jma moda, dom listras de seda, a 650 o co-
rvado, i
Pannos de crochet para cadeiras, a 1*800
;e '25000 cada um.
Ditos para sof, a'35 c 45000.
Toalhae de linho para rosto, a1*300 cada
urna.
Ditas de--algodao leexeedos, a 40 rs.
Goixae de oroehl-para eama de1 casal, a
A'
.
do Barao da Victoria n.
2 8.
So-aniiazein de Joaquini Lopes tetado t,
Travessa do Gorpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de for^a de 2 a -4 cavallo?.
Correias para machinas.
Poiias de diversos Umanhos.
7aquetas para caberlos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
Pontas de lanca para Carro.
^hicetes para carro.
Cales largo e estreito para carro.
fregos com cabeea de marfim, tita.
Joaquim Jos XJoiicalves
Beltrao & Filhos
NoTidades!!
Teera para veader no seu escriptono ruaidoi Na padaria alleia* de Maternus Lenz, ra da
Commereio n. 5, o seguinte : Restaurado n. 54, tem para vender o seguinte :
AGURDENTE de caj'. caixa de 12 garrafas. Pre*wrtos< de-WoStphalie. ,
c de laranja, idem dem, I Ervilhas verd sinteiraf.
ARCOS de pao para barril. Dis ditas partidas.
CAL de Lisboa, recentemente chegada. DUas amareUas dita?.
CHAPEOS de sol, para homem e senlrora, cbo ; -Lentrttias.
de marlim osso. i' PeiiiWi bra
FEIXES de ferro, para porU.
FIO de algodao da Rahia, da fabrica do coramen-
mendador Pedrozo.
LINHA" de roriz.
OBRAS de palheta.
PANNO de algodao da Baha, da fabrica do com-
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas !fle
Peres e Eduardo Milito.
R0LHAS proprias para botica.
SALSAPAR1ULHA do Para.
vELAS de cera do todos os tamanhos.
Ferj3rt brand gra-nde.
Sevadialia.
Sag fino.
Ameixas sceas.
Cerejas ditas.
Majaes ditas.
Risroutos hainburguezes.
Saf amoniaco para os padeiros.
o aroma das flores sem o inconvenien
le de nodoarem as luvas, ou mancha
rem as delicadas niios.
PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta senipre conserva um importan-
te surlimento de per&unafias de lino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Don-
dray, Gosm-s o liiincl, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, aeham-se na
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa d<; enumerar urna im-
meosidade de artigo*, alim de no mas-
sar aos leitores c se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em d-
rigir-se ra do aboga n. I A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim cornos
FACHAS ricas e modernas de tuquin e lurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimn preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer boba ainda que nao es-
teja bem replecta de dinheiro.
FITAS.' j bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
eommodo pre^o.
GRAMP0S de tartaruga, mitacao destes, pre-
tos o "c cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
layes e golinhas de bonitas cores, tam-
bera tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodio, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Rieos tapes de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
! LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa [a PredilectaJapresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola. tartaruga, marfim, 63so,
rertedo e chagrn, por precos mui
razoaveis.
Ra Primeii o <
n. 7 A,
outr'ora do < respo.
Os proprietarios actualmente (teste imparl
estabelecimento, tendo procedido a un-1 c r forma em precitado esUbetecnieiito, e comeas
de ser elle um dos mais bem sdrtHfr* princiaal-
mente em artigos de moda e alta novi.'aie, poden
ao respeitavel publico e, em B>r*';nir *J*a>
numerosos freguez s a bondade de coniinuarea
depositai'em sua confianca, garautinJ ?erem btoi
servidos e por precos indamente baratos. Ve-
nham pois todos comtirar novas e liiida- wea-
das, de cujas- damos uin pequeo resunta pan
que vista delle possam apreciar.
Velludo preto, setm maco preto e braneo, fer-
guro de seda, grssdenaple preto e de lindas ca-
res, 15 com listras de. seda, eainbraia n-arjtijta,
nansok de lindos padrCcs, amizas bordadas para
homem, vestuarios para criaucas. eha|i< par*
baptisados, mantas fu asileiras, nieias de c<'.res pa-
ra homem e meninos, chapeos de cal" de'otarte
para sol, granadine, fil di^ seda, rica-- laqninas
de seda, fll de hnho, bramante, chin*H*us, Ai-
tas, caasemiras, etc.: mioja do raHyrua Pn-
mreo de Ha reo n. 7 A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas para senhora.
C rtes de vestidos brancos bordado para se-
nhoa.r
Merin preto e de cores.
Capellas e mantas para nova.
Ricos cortes de seda de cores.
Vistuarios para baptisados.
Chapeos para bautisade*.
Colxas de seda para nvivas.
Ditas de la.
Toalhas bordadas de cambraia de buha para
baptisado, com dous embl-mas.
Na luja do fasso, ra Priraeiro (!e Marco, aot-
gamente Crespo, n. 7 A. ^^^^______________
yOBoin negocio.
Veode^e o engenho Gamevozinho, copeiro ebom
moedor,' distante da estapao de Agua-Preta tres
vil engarrafado do Porto, caixas de' 12 gar- legoas, poda safrejar de 3 a 4,000 paes de assucar
rafas. e cora 'boas- Tiratas de' ewellntes madiras : a
dito Moscatel do Douro, idem idem. fatar no asmo, onrtesta eidade ra Duque de
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzia- Caxias n. 40, com Joaqnim da Silva Costa.
da Italia engarrafado, caixas de 6;gar-, ^7j\T
de Collares superior, em ancoretas. Xl'vi'
a de caj, caixas de 12 gar afas.
. Malvasia do.Douro, caixas com 12 gar- A ^^.^^^ ^ ^^ n ^.^
Carcvellos dem idem "*** f^ftltimo paquete chegado da Eu-
larcavellos, mem laem._________ ,mp^ ira, bello sortimento de corpinhos de eam-
1 Minian 11 -braia bordados-para senhoras meninas, golli- j
A lgvtllao nhaa e pjonhos tamfeem bordados e de phantazia,
As algalias do fabricante Rnoes Boulevard du salas bordadas; ditas com entremeios para senho-,
Palals, sao as melhores conhecidas, pois que con- ras, -btmHas caleidhas de' versos tapadmhos
servam-se perfeitamentc nos climas calidos, como: transparentes tara meninas, que ude ende
a experiencia constantemente o est provando upar barato'prefO-
?VI
Cunha & Manta vendem constantemente em
o seu armazem ra do Mrquez de Olinda nu-
mero-23.
Vteho champagne Roderer (Carte blanche)
gigos,
Dito dito V. Clicqaot, gigos.
Dito Chambcrtin, caixas.
Dito Boorgngiie, idem.
Dito St. Julien, rdem.
Dito St. Ghrstoly, idem
Dito St. Estephe, idem.
Dito St. Emifion, idem.
Dito Sherry, idem.
Dito Mide ira, idem
Cognac, Martell (verJadeiro), idem.
Dito Hennessy (dito), idem.
Cidra Champagne, idem.
Vinagre braneo fino, idem.
Azeite doce refinado fino. dem.
Chocolate Menier fino, 10 kilos.
Araruta ingleza, latas
Lazinlias escoeeias.
20 Ra do Crespo 20
Tendo grande quantidad* de lazinlias escucezas
est rcsolvido a vender por 210 rs. o corado, pa-
ra acabar ; baratissimo e'dam se amstras.
Alpacas.
Alpacas de listras, lindos padrees a 500 r?.
cov:-.do.
.Grosdenaples.
Grosdenaples pretos a l*80i- e 2V 0 o covair.
Algodes avariados.
Algodao avariado de differeutes precos c qaa-
lidades.
Colchas adamascadas a 41.
Ditas brancas de croch a 5*.
Cuberas de chita adamascada a 3*JO0.
Cobertores de 14 esenros a 2.
Leles de bramante a t.
Toalhas alcochoadas a fia a duzia.
Lencos de cas>a abainhados a 2 a duzia.
Ditos ditos com barra a 15 a duzia.
Ditos ditos de esguiao a 34-MKl a duzia.
Cambraia lisa a M> e 4JO0.
Dita Victoria fina a 3800.
Cortes de Casemira fina a Si
Cretone, lindos padroes a 4i<) rs. o covade
Chitas rxas a 200 rs. o covado.
Ditas verdes e de .ores 240.
Cambraias de cores a 'J80 rs. o covado.
Brim pard i a il'O e 440 rs. o covado.
Brni lona, braneo, a IJ600 a vara.
S na ra do Crespo n. 20, loja de Cuilher:s<
&_G_____________________________________.
Colclias.
O-lchas brancas e de cores a 3J5O0 : na raa
do Crespo n. 20, loja de Guilherme & C
Cambraia preta,.
Cambraia preta enm listras e fl-r-'s branca*,
proprias para Into, a 21) rs o covado, e baraiu
na ra do Crespo n. 20, loja de Guilliermo & C
Madapolo avariado.
Madapolao avariado Je difterentes precos: aa
roa do Crespo n. 20, toja de Guilherme & C.
Vende-se
de porco salga, a
no armazem de
Tasso Irmaos & C. roa do Amorim n. 37.
Barris com carne d vacca e
para mantimentos de navios
Vende-se urna casa terrea, na ra de Luit
do Reg, em Santo Amaro das Salinas : a tratar
na mesma n. 39.
YENDE-SE
urna taverna nos Afogadcs, ra de S. Miguel
n. 68, propria para principiante : quem preten-
der dirija-se mesm.____________________
Muito barato
vende-se urna armacao c gneros de molhadoa,
Sor 2505, no barro, freguezia dos Afogad., lugar
i praca do Capm : a iralar na mesma.
DOS PREMIOS DA
21/
(>1
u
v

PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LEl PROVINCIAL N. 946, A II!! M lIQ^i 1GRBJA-OE NOSSA SENHORA DA PE.NHA, EXTHAHIDA EM 6 DE AGOSTO DE 1873.
f
--- 'r KS. PREMS.lNS. PREMS. ' S. PREMS. I ^S. PREMS.,|NS PBEMS. ! iS. PREMS. 1 S'S. PREMS. SS. ---------** PREMS. KS. PREMS. NS PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS.
y 8d' 146 6A 370 t 618 60 805* * 996 U 1199 10 1354 t T577 M 1768 fe 1915 6 2136 60 2295 60 2504 60 2659 60 2824 "60
13 49 84 6* 19 7 U 1005 i L201 *:) 64 .85 - .71 16 40 97 10 71 26 ~
18 50 ,_ 414 25 8 6 Hrt 4 6,5 70 *8 - >76 24 _ 44 2302 _ 11 72 33 ^*
19 57 19 . 26 25 9 __ 8 72 4*1 i^l ...-. 77 29 * 49 26 44 73 pi 38 *""
a _ 59 .^_ 24 30 _ 29 M mtm 9 , 74 ia n 81 33 51 48 18 i 76 42 m
23 63 mmm 38 38 30 12 --- 15 86 .95 92 39 59 51 47 ' 46 44 0
25 H 66 . 43 . 46 56 io> 26 __ 17 95 ?mi VM ._ 94 -it 46 67 M -jL. 28 87 45 40
30 -r 9 47 _ 50 60 U 34 . _i. 18 1401 .**- m 4 95 -~ 46 M. 68 59 58 90 >8
32 ow 76 _ 52 52 61 40 _ 29 6 - 10 _ 98 * 57 - 70 62 63 2703 57
33 85 --- ,57 64 63 ,^_ 47 __ 38 - 16 ( 99 *** "58 --- 79 63 64 . 43 aa 61 ^mm
40 n --- 66 . 70 66 . 55 --- 45 48 ry"i -" i r 1G6 ^ 59 45 70 - 65 16 63 70 *^^
41 IW 95 79 .- 75 69 __, 64 m^ 47 .23 ti* 45 ...*u- 14 0 89 74 70 18 mm*
43 m 805 *** 83 81 -_ 75 _. 67 t 59 1 w 9 -i 89 86 75 H '52 * 34 42 16 77 -i- 92 83 76 26 H 73 1
t ,9 92 94 87 40 83 56 - .38 i m 20 j 94 -----1 46 86 87 -i-# 27 83 M
70 __ 1 *f 95 S6 m 91 6* 88 o 57 *8 6 .25 KM 45 1 2803 **. 98 * '92 38 "* 84 91
72 ^. 22 .T 04 . 704 ,_ 97 90 m i70 4j] 40 i, 32 4 46 '10 2400 *- 99 0 53 - i0
79 __ 40 6 ^~ 44 M 902 . 92 60 "18 .+M 48 Jt '85 >r 2009 11 - 1 i0 2605 60 54 hfl '96 61
85 46 . 7 16 ^^^ 5 a^_ 1106 _ 64 75 ti, "74 . "B 37 tm 43 16 15 0 7 61 ^^ 97 '
86 4 -V --- 12 18 6 10 _ 78 - 84 4 il , T 80 u 50 19+ 83 18 8 85 66 67 ilm. ni **9 2911 84
88 - M Rj| 16 29 42 _ 11 88 --a -46 * -58 M 45 85 fc- 40 !0 T ^
89 T- 42 m- SM pJ 30 W, ao 12 . -"84 43 *^ 92 La 78 P 28 f* 42 43 __ 15 . a __ 97 l 99 _J? 42 ^ 57 IV 43 32 ~~ 83 * 50 TW 27
93 2 .^6 --- 34 44 41 19 __ RWO JJ m - 4{ 63 59 ih 44 i 35 24 s2 T-a 4- 19
9| s 45 46 g- A5 40> 24 ,84 6 *-. ~T 5 '. 43 '*! y j 47 85 42 T- 34 4O0
90 .-- m *m ,50 . IW 49 54 6 26 r-m ^86 r-r A - 7 am : M 46 KLt '50 i* 43 HB 26 63 5rO0 *1 40 40
102 ..*- * 1 .w- .60 mm 65 - 42 1 -w^ 1802 1; 24 J*Jr n m _ S5 49 7 ~n 1 ' 83 __ '89 "
6 7 25 54 1 57 __ 62 H 66 68 -ri j 48 50 i ' 9' 10 25 29 '31 36 37 T, *4 -T! ") 54 46 , 85 3.5 4W 92 41 51
4* 'Of .fr 58 , I"" 72 - .78 53 J| JA i. (0 9m ,39 r- m *- M . '-68 -o- -M m __l 94 _' 98 - M 59 V ""
li 40 - m MM 78 81 73 1 77 *4 8J 63 05 40-'I"11 8 MI 22 - 45 54 38 .43 ..- rwo 2494 3 '57 60 M 43 - 1
18 fe t 85 78 85 S*Oi / 67 24 .58 ; *~ \ 46 - 2 6 7 73 2803 vi 6" ~
19 86 .80 86 6.! l 70 26 - di <^i ! 47 4 10 85 78 w 49 49 6| 69 72 78 MM
23 54 91 -84 w\ 89 78 33 l * . 6 ! 14 59 + 6 2 86 80 ti 50 _' 21 y ** """
-SI - 59 - 602 . 81 m 90 81 37 -67 ** "60 7 m 1^ ' 89 84 m 55 m^
30 - 66 tm ! 5 i#o, \ 91 91 82 48 70 4 '65 14 6,5 32 92 89 60 56 35 *a. 9 "*"
31 - 4* + M 6? |l 303 '-f "92 *i 97 80 l#i ("TI 8 1 I
* 1 i a W 1 - -


8
Diario de Pemambuco Quinta feira 7 de Agosto de 1873.
JRISPRDEfiC.
A pena de morir.
Tem nciedade direito de ti-
rar a vida do homem f
Eis-ahi uns quegto em quo os crimina-
listas de boje se acham bem dividido, diz.
Ferreira Borgos jo mesmo dizem outrosque
tem escripto sobre esto direito.
Nos, prm, dizoraosnao, e vamos pro-
ItT.
Antes, porm. Je o fazermos, pedimos
aos letores muita bonigniidnde para as tas-
cas liabas que vamos trabar, visto como
n s faltando a precisa lltistrago, nos con-
fossainos ser o menos competente para Intir-.
mos convenientemente de urna to importan-
te materia, qual a da pena de mu te.
Vejamos o que diz Ferreira Borges' sobre
a pena de morte.
O Ente Supremo creando o homem irn
buio-lhe o coragocora o desojo de conser-
var-S", e deu-lhe por consecuencia o direilo
de defender as cousas quo adquir, e do
que se apropriou para a sua subsistencia.
Primo ir principio. Nascidos todos os lio
mens iguaes em direilos, ninguein receben
da natureza poder de dispor neto da pessoa,
nem das aeros dos outros ; lo los devem
ser livres. tolos tem portanto u direito de
datan lera sua liberdade. Segn lo princi-
pio. Masem que se tornariam estes dous di
reitus. de que serviriam, se o homem nao
tivesse o direito ile desviar tudo o que ten-
da sua destruirlo ? A propriedade e a
liberdailo tem s uin objecto commum, que
c a conservarn da vida do homem a quem
perteucein. Se portanto temos o direito de
defender a nossa liberdade e a nossa pro-
priedade, coin mais forte razio temos o de
defender a nossa vida. Terceiro principio.
0 direito de defender a propria vida tein
para nada individuo urna latitude propor-
cionada ao perigo, que a sua mesma vida
corre. Se, pois, a minha vida nao pode
snlvar-se sendo custa da do met aggressor,
eu tenho o direito de tirar Ih'a. Quarlo
principio. Cada individuo portanto tem,
em certos casos, o direito de morlo contra
seus semelhantes, e como entrando para a
sociedade lhe confere todos os seus direitos
para lhe drixar o exercicio delles, d'uma
consequeucia necessaria, que deve haver
tainhem casos em que a sociedade pode ti-
rar a vida a um homem, isto por outros
termos, que a sociedade lea esencialmente
o direito de matar um inimigo que ella nao
pode conservar sem perigo. Quinto prin-
cipio.
Acompanhamos as deas de Ferreira Bor-
ges at certo ponto, isto que todo o ho-
mem tem o direito, e at obrigago, de de-
fender a sua vida, a sua propriedade e mea-
nte a sua honra, ainda que para isto seja
preciso tirar a vida ao seu aggressor.
Assim, se eu fr assaltado em minha casa,
ou fra della, por-um ou mais lomens, e
que para salvar a minha vida, bens e hon-
ra, me veja forjado a tirar a vida ao meu
ou meus aggressoros, devo faze-lo ; mas s
depois de empregar todos os meios ao meu
alcance, de momento, para o fazerdouma
maneira menos violenta.
Sobre isto diz Couto as suas Lie. de D.
f.rim. p. 195 :
Segundo os pnucipios de direito natu-
ral, todo o homem tem direito conserva-
go da sua vida, honra o bens, e principal-
mente aquella ; o nao s direito, mas at
obrigago. Constituida a sociedade, encar-
reguu-se a autoridade publica dess i defeza,
cujo direito os membros della lhe cederam,
e por isso nao podem elles, sem ofensa da
constituigo social, arrogar-so de novo esse
direilo. Dada, porm, a bypotbese de qual-
quer nao peder conserw-se, senao usando
dos direitos que tinha no estado natural,
tal uso lhe devo ser permltido, porque de
outro modo secahiria no absurdo de querer
que perdesse os direitos, aquello queso en-
trou para a sociedade para raclbor os con-
servar. .Ninguom menor que Cicero expoe
este direito de defeza natural na oraco pro
31 done, aondediz, que este direito urna
lei, nao escripia, mas gravada no coracio
de todos os homeus : est igitur liceo non
scripta, sed nata lex ; quam nondidicimus
accepimus, leyimus verum ex notara ipsa
arripuimas, hausimus, expressimus.
Nao acompanhamos, porm, Ferreira
Borges, quando d o mesmo direito so-
ciedade ; por quanto, se um homem
fallecem recursos, em certos casos, para con-
servar a sua vida, honra e bens, sem tirar
a vida ao seu aggressor, nao os fallecem
sociedade, que tem recursos de sbejo para
se defender, e para prevenir a reproducen
do delicto por parto do criminoso com a
dolencao deste.
De duas urna : ou a sociedade leva em
mira urna vinganca matando o crimineso,
ou evitar a reprodcelo do delicto por par-
te deste.
No primeiro caso, offende a sociedade os
preceitos da nossa Santa Beligio, da Beli-
giao do estado, que prohibo a vinganca, e
que dizs a Deus permettido tomar vin-
ganca, que sabe como e quando a deve
tomar ; no segundo caso, absolu
lamente intil; por quanto, ah temos as
casas de detenco para a priso do crimino-
so, e, detento este, que pode mui bem ser
incommunicavel, que receios pode ter delle
a sociedade ?
0 homem no estado natural s tinha o
direito de defeza, e foi este mesmo direito
que transferio para a sociedade ; por con-
seguinte, preso o homem, nio pode ter lu-
gar a pena de morte, por haver cessado a
necessidade da defeza, visto como o homem
preso nao pode fazer mal.
A pena de Talio nada me.ios de urna
vinganca.
Que a pena de morte injusta, que, por
irreparavel, nao deveria serapplicada como
pena ; e que a sociedade, emfim, nao tem o
direito de tirar a vida do homem, provou-o
exhuberantemente o grande philosopho
Beccaria, quando assim se expressa :
0 direito que os homans se attribuem
de matar os seus semelhantes, nio certa-
mente aquello de que resulta a soberana
e as leis ; ellas nao sao mais do que a som-
ma das porgos de liberdade de cada parti-
cular, as mais pequeas, que cada um pode
ceder. Ellas representara a vontade geral,
que o ajuntamento de todas as vontades
particulares. Ora, quem que quiz nunca
dar as homeus o direito de llio tirar a vida T
Como que nos mais pequeos sacrificios
da liberdade dorada um pode acbar-se conv<
prebendido o da vida, o niaior de lodos os
bens T E se isto assim fosse, cerno ae ac-
cordaria este principio com a mxima, que
prohibe o suicidio ? Ou o homem pode
dispar da sua propria vida, ou nao pode mo necessidade de langar mo deste njeio
dar a outrem um direito que elle mesmo para saja defeza, depois da priso do eriroi-
no tinha. npso, passemos a demonstrar os ineonveiien-
Abundamos as ideas de Beccaria, e di- tes duormiss'urios da pena de morte.
zemos com um grande escriplor (ranea : A pena de morte irreparavel) de ma-
O grande pensamento dos legisladores, nera que ainda que venha a conhecer-ae a
a sua preoecupagio, tanto maior quanto innocencia do que a soffreu, o mal nao pode
mais se vanea na vida civlisada dos povos, remediar-se diz Couto. F. assim .
consiste em tornar os castigo?, neste mundo, Podamos epresentar muitos casos de pes-
mais suaves, para que a alma, dacondigao aoas innvenles terem perecido no cadafalso
da queda pelo criine, successivamentees- por crimes peiielrados por outras ; mas nos
clareada pela reflexo, possa tirar proveito limitamos ao succedido nos Estados Unidos
do castigo, e regresse definitivamente ao .com a pobre mulher falsamente aecusada de
bem. Kiso quo faz o homem em relaco complicidade na morte de Lincoln, presi-
aos outros bomens. Tende a abolir, cada denle dnquelles astados, e reconhecida in-
vez mais, os castigos extensos, inuteis para nocente, depois do enforcada ; e em Maran
o coudemnado, a abolir atea pena de morte, hio com urna escrava do tinado Jos Mara
queo acta da vinganca social conlra o Faria de Mallos, que depois de enforcada,
individuo, para dar ao miseravel, que der- appai ceu o verdadeiro criminoso, temi
ramou sango, longos annos de expiayo e esta confessado o crime, quando estava pres
do.arrependimento. tes-.a d, r o ultimo suspiro, Ha presenga do
S rito Ambrosio de Miln e S. Martinho referido Faria de Mallos-e de sua familia,
de Tours pronuneiaram-se contra a pena de por assim ter exigido o confessor. Este fac
morte, por occasio da execugo de Priscil- to pode ser attestado pelos lilhos daque.le
hano, bispo de Avila (C. Cantu.H. U. v. filiado, no numero dos quaes se cunta o mui
6 p. 373). condecido doutor em medicina, o Sr. Jos
S. Joo Chrisostomo, quando o eunucho Hara Faria de Mallos. O desembargador
Eutropio, valid > de Arcadio, que tanto san- Manuel Bernardino, da relami daquelfapro-
gue derramou, tendo sido por esto condem- vincia, hoje fallecido, cheio de remreos por
nado morte, so refugios na groja de San- haver dado o son voto em confirmago da
ta Sophia, no mesmo asylo aonde muitos sentones do jury, concorrendo assim para a
outros tinham em vo procurado recurso morte de urna innocente, nunca mais foi i
contra sua? persoguiges, em vez do o en- relajo.
tregar ao povo, que o persegua, como He, tanto nos Estados-Unidos, como no
urna fra, para o matar, subi ao pulpito o Brasil, nao existisse to barbara pena, te-
pronuuciou, di inte de urna multido im- riaui aquellas innocentes perecido de urna
mensa, urna homila, podlodo ao povo que, maneira to atroz como perecoram ? nao,
nao s nao derramasso o sanguo de Eulro- mil vezes nao I
po, como o acompanhavse, elle Joo A pena de morlo dispendiosa ; da
Chrisostomo, presenta de Arcadio, para morte nao resulta bem a ninguein : a so-
so lhe lanrar aos ps.eimpetrar i3dle o por- ce la le solTre dois maleso do delicio e o
do de Eutropio, que de facto obteve, com- da pena.
mutando assim o impecador a pena do mor- em se diga que temos o poder modera-
te na de exilio Nada do colera, nada de dor para conmutar urna tao barbara pena,
odio, antes supliquemos ao Dous do miso- pos acabamos de ver a confirmado da seu-
ricordia para prolongaros das de vida dos- tenca do soldado do 9. batalho de liona.
le desgranado, para o kffWMMP morte que e em mui breve teremos, tal vez, do presen
o amoai;a, afim do lhe dar lempo para ex- cear o horroroso opectaculo de sua mor
piar os seus crmes. (C. Cantu, II. U. v. te, feita asanguo fro,como se faria a
6 p. 280). um animal qualquer, e nao a um nosso se-
Santo Agostiuho, quando Honorio (impe- melhante, homem como nos, feito ima-
rador) promulgou urna le contra os dona- gem esemelbanca de Deusl...
listas e judeus, oscreveu ao procnsul, pe-1.............
dindo-lhe quo nao pronunciasse a pena de' Senhoreslegisladores, attendci ao seuti.
morte contra elles. For maior que seja ment da consciencia publica ; vede o alar-
o mal que se queira impedir, e o bem ao ma, o espanto e o horror, que tem causado
qual se aspire, mais nocivo que til cons nesta nobre e heroica provincia a n >ticia da
tranger os homens pela forga, em vez dos prxima execuco do miseravel soldado do
vencer pela persuaso. (Ep. 100). ,9.8 batalho de linha : e, conbecendo por
Quando muitos donatistas, que haviam este facto o estado de civilisago a que te-
derramado o sanguo humano, foram presos' mos chegado ; e, por conseguinte, da ne-
era frica, o mesmo Santo se apressou do cessidade de adogar-se as penas, baiii a pona
pedir ao tribuno Marcellino para os nao de morte de nosso coligo criminal, e com
condemnar morte. Juiz chnsto, pre'. isto tereis gravado os vossos nomes com le-
enchei o dever do um temo pai; em tua in-' tras d'ouro as paginas da historia, e tereis
digmigao contra o crime, lembra-te de ser feito um grande bem a humanidade.
humano, e, punindo os attentados dos cul-
pados, nao te deixes arrastar pela paixo da
vinganca.
Ainda o mesmo Santo mostra mui clara-
mente a sua desapprovago e a dos bispos
pena do morte, em urna extensa carta di-
rigida a Mace Ionio, vigario d'Africa.Nao
E quando se tratar de bens de raz, qual
ser eotlo o prooesse a seguir ?
F.is o que o decreto nao disso; ei urna
omissao evidente e que nao poda ser pre-
enchida em complemento ao pensamento do
legislador, seno seguindo-se o proceso de-
terminado pela leis e ensillado pela juris-
prudencia preexistentes, conforme a nalure-
za da causa,
Assim, por exemplo : quem q lizer rei-
vindicar urna propriedade de valor de i000,
deveri propr per inte o juiz municipal para
osle ii.ii au;o o diara : mas quem qui-
zer recuperar dentro do anuo o dia urna
posse do bens de raz daquello valor
40J?00 e da qual fra usbulhado, devora
faze-lo pelo interdicto recuperando com
o processo especial e anleriormenle eslabelc-
cido para lodos estes interdictos, etc., ate.
as causas at lUOOooO, da competencia
dos juzes do paz, o versar o litigio sobre
bous de raiz, m veis ou dinbeiro, nao altera
o processo summarissimo para ollas decre-
ta lo ; p irquaolo o citado decreto nao fallou
de lieos de raiz d ruspeilo destas causas, e
nem fez distiuogo iu oxcopgao do algumas
deltas. E o tundo feito as causas >lo mais
do 1 ate i 03? )'K', du competencia dos
juzes muuicipaes, foi porque quiz esta dis-
tiuegao do bous movis e de raiz somonte
para taes causas da competencia destes l-
timos juizos e nao a quiz para as da compo-
teucra.dos juzes de paz.
Us motivos disto, e um delles bem con-
vincente, qu os juzes muuicipaes como
letrados tem sobejos coiilieciinentos do di-
versas naturezas i ordous do processo, ao
passo quo os juzes de paz, sendo em geral
leigos, devem licar limitados a um processo
nico, do contrario errariam constante-
mente.
* Pemambuco, 1.* de agosto de 1873.
Apreciando como merece em elevado grao
o compendio de theoria e pratica civil, ulti-
,ma"iiente publicado pelo nosso talentoso
L'T/T" TirnS Pefa,' *' maS'lastre, lenlecath.draVo da Faculdade de
(estando b falta, experimentamos a pie- Direito ,h Recf conseiheir Francisc0 de
dade pelo homem. E como a correceo nao p.,,1. ii,;.,.. .!J____""_:___' 'ii__: j
so obtem seno nesta vida, nossa cari
pelo genero humano nos
., nossa canuaue viJas> diguou de responder-me, jul-
induz a interceder de [(l uUMd ^j e '*
pelos culpados, al.m de que o castigo desta lawote a os J^ no f JJJ
vida nao seja seguido danuella aue minis .......i..i. i__* v 7
C5ridade P*Uli Bipt8ta' a ^ue,n ProPul a,8umas du-
rceler
i desta
cbi^ sabia, que' deu
acabar. (tp. 15.1). aquelle pr. fundo jurisconsulto a referidas
Santo Ambrosio as Ep. 2 S e 26 recom-, duvidas-Ei-las :
menda aos junes, que depois le urna sen | ,#a Dllvi(Ja._ Aos inlerdiclot deerd
te or elles pronunciaba, se'..
absienham po
muito embora a pronunciem em obediencia i
a* le. A mesma recommendagao fez elle ao' V9a**->**f cod,* do Procosso
imperador Theodosio, quando este ficou j respect,
fr a !
ser por isso necess ria previa couciliago, o
;:".a do morto por elies pronunciada se;(< preceder ensaioaicvncilafdo"]obre'p
r algnm lempo da euchar.stia,! na de nMidad, ?n "* r
a pronunciem em obediencia j Resposta.-,egundo o cdigo do proc
ma recommendagao fez elle ao civil frailCez, aos juizes de paz que c
.eodosio, quando este ficou p,le os interdictose.iseus respectivos dis
r.ri 'i "m0' aT qUe e!"Ta tos, de qualquer faloifquea causa, a.
guerra justa, em razao do sanguo que der- Sl!r Il((r^c,/nftPAi4 r'nrau Z^MiJ
co n-
stric-
ramou.
v n.l ,,m mA^M i tIue nesta Parte passou para a reforma judi-
s, ciara portugueza.
0 nosso direito nosse ponto mui diver-
brilhanles do christiansmo, fon tes donde
emanou a civilisagao, ple-sedizer sem hy-
pe,!,ole,quodesaprovaramapenademorte; ?a.ao d(|sp0;i(.es estrangeiras ; assim o
i' so, e de naturoza a nao comportar a aunli-
-3 cagao dodispougoos estrangeiras: assim o
nao: abnn lo lustona l vemos a p'Hia imerrior T M S T "T^X ^ I UtraS M*. U'na U*Uliclo8pur.!
.mperador Tito, prefer.ndo elle dar a IQonte civil; ao passo que entre nos elle
g-op.av.da.at.ra-laaoulrem.. (C. Cantu tom seu fuilJamel m\n. m da ^
n. v. v. o. pag 1/3). tituigo.
0.mperador Antonmo repeta murtas ve- E ra btm fixarmos nosso peilsamoatu
m nT m io ni" ^ TSffVn ^ sobre toda importancia e extenjo da ten-
nuwr mil inimigus-(C. Cauto, I U. v. o. tativa de pre|imnar conclago. bastar
'Hender que o decreto u. 4,824 de 22 de
Creio que o Ilustrado preceptor explicou
satisfactoriamente o que de du vidas pedera
suscitar-so com relago aos ^ 21) a 34 do
seu saltio compendio na materia sugeita.
No enllanto entendemos que, apezar da limi
tago do processo dos interdictos perante os
juzes do paz?seria mais conformo a direito
e nossa situago social, que tao. juizes nao
fossem oucarregados de decidir questodota-
manha maguitude jurdica. Por corto nao
ser a diiniuuicao da quantia, nem a simpli
licago do processo, que oxcluam asdllicul-
dades d>s direitos sobro posses, diliculda-
des militas vozos invenciveis para os juizes
lettrados, quanto mais para os leigos juizes
de paz.
E' que a reforma judiciaria do 1871 ape-
nas attmgio palpitante necessidade de ap-
parocer o nao realulade das reclamages
da jusliga e do paiz I I...
Macelo, 28 dejulhode 1873.
Antonio Joauuim liuargue de Mazareth.
ASSEMUEl UAL
CMARA DOS DEPLTADOS
DISCI'IISO PROFEIUDO NA SKSS.VO
DK 1 DE JULIIO
p. 202)
Lm outro .mperador romano disse-nadaa(,vembroile i87l-a axjWen ^ arl.
mas fac, que tirar muas vidas ; mas nuH para as^mesmas causas summarssimas de
aue tire ""* "*&** ,OWOl)' ele piona jurisd.cgo dos
_,.*. juizes de paz, os quaos c nseguinlemeute
Podamos adduzir outros muitos exem-j figuram nesta causas primeramente
plws de imperadores romanos, homens pie- como amigareis compositores, para ao de-
dosos, e quo a historia os bem diz, que re-' pois officiarem com a jurisdiego contencio-
provararn e se mostraram avessos pena de sa que tem.
morto, e foram estes exactamente os mais j Devo, porm, dizer que na categora geral
felizes nos seus reinados, ao passo que um dos interdictos, os auto: es, fundando-se no
ero, un Calligula, um Claudio e tantos ou- direito romano, tem feito entrar algumas
tros apologistas da pena de morte, que ma-; aeges especaos e de natureza tal que s po-
tavam e mandavam matar por qualquer dem comportar ensaio de conciliago depois
cousa, foram os mais infelizes, sendo elles do tomada a providencia legal, que o caso
mesmos victimas do punhal e do ve-' reclama urgentemente.
MBO. | Assim que elles inclucm na classe dos
Chatheaubriand, esse immortal autor dos interdictos a acgo de embargo de obra no-
Martyres e do Genio do Christiansmo, em va, que segundo o art. 5." da disposigo
suas memorias, so mostra contrario pena provisoria admilte conciliago posterior,
de morte. j E' assim, que elles incluem nos interdic-
I-arnartne, o grande poeta de nossos tos a simples deiiunciago ao juiz de algu-
dias, na revolugo franceza de 1848, quan- ma turbago ou violencia com o perigo im
do no poder, mostrou claramente quanto mnente, o que na pratica chama se acfo
era inimigo desta pena. de embargos a primeira, na qual possa
Cesar Cantu, o historiador por eicellen- baver necessidade imperiosa de evitar se o
cia, na suaHistoria Universalpor nos j mal com urgencia, ficando a conciliago para
citada mais de urna vez, a pg. 373 do v. 6, ao depois, segundo o preceito geral do art
tambem se mostra infenso esta pena ; 5. da citada disposicio provisoria. Nestes
porque, diz ellesendo irrepara*el, nao de- casos de urgencia, que a citada disposigo
vera jamis ser applicada pelo homem, fal- provisoria exempliflcou alguns delles, eu
lvel por sua natureza. pens que ao esclarecido arbitrio e criterio
E, quemis podemos dizer nos I Ah dos juizes ficou entregue apreciar quando
Sim : busquemos no Gnesis algum caso, ha ou nao urgencia, nao para dispensar a
com o qual possamos provar, que Deus nao conciliago, mas para admitti la ao depois.
manda derramar o sangue do miseravel que A' vista da generalidade do art. 63 do ci-
derramou sangue. tado decreto, os interdictos at o valor de
Com effeito, logo s primeiras paginas, 1009000 ^o da| competencia dos juizes
lemos o facto de Caim matar ao seu irmo de paz, e o processo o seguir-se nao pode
Abel; e, por ventura condemnou Deus ser outro seno o tragado nos $$ desse mes
morte a Caim, ae primeiro homicida ? Nao. mo art, 63, nicoe summarissimo decreta-
Caim, o primeiro homicida, andou errante do para todas as causas da competencia da
na trra. Marcou-o Deus na fronte, e iaes juizes. Nos interdictos, porm, demais cdigo civil rancez, adoptando o' principio
nao Iho impoz para punigio do seu crime, de 1009000 at 50u$00Q j ento da da legitimago por subsecuente matrimonia,
seno o desterro longe dos seus. competencia dos juizes municipaes, o uro-
Ora, se Deus, a Verdadeira. Sabedoria, cesso a seguir o mesmo queja d'antes se
nao condemnou morte ao primeiro homi- segua no juizo commum.
( Coutinuago. )
Se consnltarmosa nossa ordonago do li-
vro 2.* titulo 35, jf i2.' havemos de ver
que o nosso legislador reate nge o benefi-
cio da logitimag.V) por subsequente matri-
monio aos tibios quo con direito pdem
ser legitimados, e dahi o que lgica e natu-
ralmente se p lo edevo concluir, que en-
tre nos ha lilhosque com direito nao p-
dem ser legitimados pelo facto do casamento
posterior de seus pas.
Quaes sao porm estes filaos 1 Es oque
nao est oxpressainento dito pela le, eis o
ponto Sobre que divergem os escrptores,
alguns dos quaes, es.pjecendo a restriego
feita pelo legislador, chegam a afirmar que
a legitimago de quo so trata, aproveita aos
lilhos espurios, como sao os incestuosos o
adulterinos.
Quanto a mim, Sr. presidente, entendo
qua a questo a que d lugar a ord. liv. 2
tit. 35 jj 12, versa apenas sobro o ponto do
saber se s nente sao excluidos do beneficio
da legitimago por subsequente matrimonio
os lilhos adultorinps o incestuosos, ou se
tambem aquel es cujos pas nao podiam ca
sir por haver entre ellos un impedimento
qual juer.
E com V'il'oito, senhores, alrn d i piren-
leseo e dos lagos do um primeiro matrim >
nio, impedimentos estes que alguns chamam
de direito civil, outros existem co-
mo por exemplo. a dispari I ido do culto,
que podem ser chamados de direito canni-
co. Besta pois saber se aquella Ord. quiz
negar o beneficio da legiti ag i a todos os
filhos, cujos pais tivessem entre si impedi-
mento, fo-se daordem civil ou cannica, ou
se smente aquellos, cujos pas no podiam
casar, em virtudede um impedimento sim-
plesmento de ordem civil.
0 Sr. Pekeuu dos Santos :Siimento.
0 Sr. Tarquinio de Souza :Como quer
que seja, Sr. presidente, a questo quo
este projecto procura resolver pode ser ro-
solvida de tres raaneiras, duas extremas e
urna media.
Por urna das soluges extremas, o legis-
lador poda acabar iuteiramente com a ius
tituigo da legitimago por subsequente ma-
trimonio, nao a adnittindo em caso algum;
e ento o nosso legislador seguira o mesmo
caininho trill.ado pelos legisladores da In-
glaterra e da Russia, os quaes nao admit-
an a legitimago per subsequens matrimo-
nian em caso algum.
Ha urna outra solugo extrema da ques-
to e a que foi adoptada pelo projecto em
discusso, o qual faz extensivos os effetos
da legitimago por subsequente matrimonio
a todos os filhos espurios indistinctamonte.
0 Sr. Pe i eir dos Santos :Menos
os sacrilegos.
0 Sr. Tarquinio de Souza :Estes
estao fra de questo ; desde quo os pais
nao podem casar, nao pode haver legitima-
go.
A solugo que adoptou o projecto aquel-
la que foi ltimamente adoptada polo mo-
derno cdigo civi: portuguez.
A solugo intermediaria, aquella que eu
julgo aceitavel, e seguida por quasi todos
os cdigos da Europa, ao menos os que to-
maram por base de suas disposgs as do
nos casos em que este '6 permitlido por di-
reito, comprehen le os filhos espurios, e por
conseguinte nao s o incestuosos, como
tambem os adulterinos: todos elle, esto in-
cluidos na letra do projecto.
O Sa. Perwa dos Santos dem estar porque os adulterinos nao podem
casar.
0 Sn. T.vruuinio de Souza :'orqjo
nao podem t
O Sr. Pereira dos Santos : S depois
de onviuvarem.
0 Sr. Taruumo de Souza iEst claro.
Digo anda, Sr. presidente,, que a opinio
intermediaria que eu adopto e que segui-
da por quasi todos us cdigos da Europa;
a quu tem por si o testemunho da historia
e o voto de legisladores quo nos devem me-
recer sempre a maior coiisiderago o rospoito,
que tem por si o voto do direito romano e do
direito cannico, ao qual particularmente
refera-se o nosso legislador, quando na or-
donago do Iivro 2', titulo 35 l restrin-
gi o principio da legitimago pr subso-
quete matrimonio aquellos til tos que com
direito pudessem ser legitimados.
Eu sei, Sr. presidente, quo se tom pos
to em duvid i so a palavradireito...
O Sr. Araujo Goes Jnior :Apoia-
do, esta que a questo.
O Sr. Tarquinio de Sou/.a :.. .empro-
gada pelo nosso legislador civil, relativa
ao direito civil romano, ou so ao direito
cannico.
Mas, alrn de que.Sr. presidente, quer a
ordonago se referiese a um, quer a outro
direito, o resultado da questo seria sempre.
o mesmo, porque nonhum delles amplia a
doutrinada logislago aos filhos espurios;
accrosco anda, e eu creio poder demonstrar
que a Ord. L, 2, til. 35 12 referio-se e
nem poda dexar de referir se particular-
mente ao direito cannico.
0 Sr. Pereira dos Santos : Nao
apoado.
0 Sr. Taroui.nio de Souza :Senhores,
a legitimago per subset/ens matrimonium
leve origera no lempo do imperador Cons-
tantino, quando esto mperador, inspiran-
do-so as crengas o deas chrsts que abra-
gara, procurou remediar a relaxago dos
costumos, e grande ni moral dade ecorrup-
go que allligia a sociedade romana.
Note, porm, E. Exc. o a casa, Sr. pre-
sidente, que Constantino, estabelecondo a
egitimagao por subsequente matrimonio,
como um meio da favorecer e acorogoar os
Desmenlos, restringin.lo-aaos filhos nascdos
do concubinato, que era naquello tempo
urna instituigo licita entre os romanos,
instituigo a que chamavam licita consae-
tade....
0 Su. Pereira dos Santos:E' ver-
dado.
O Sr. Tarquinio de Souza:...e que
entretanto era mu diversa das legtimas
nupcias, as quaes sinenle conforain aos
filhos nao s todos os direitos, ni ais ainda
todas as honras da legtimidade.
E, pois, Sr. presidente, se por direito ro-
mano, somonte os filhos nascidos do concu-
binato podiam sor legitimados por subse-
quente matrimonio, claro e manifest que
nem os lilhos incestuosos, nem os adulteri-
ii s podiam ser legitimados pelo casamento
posterior de seus pais, porque nunca as
leis romanas toloraraui o concubinato entre
prenles em grao prohibido, nem entro os
que esta vam ligados pelos vnculos malri-
moniaos.
Poueo tempo depois de Justiniano, Sr
presidente, a novolla 91 do imperador Leo
aboli o concubinato, e abolido esto, licaram
desde logo s m objecto e implcitamente
abrogadas todas as disposgs das leis ante
riores, quo oram relativas legitimago por
subsequente matrimonio.
So como acabo de dizer, Sr. presidente,
ao tempo em quo foi decretada a nossa or-
donago, Uvro 2 titulo 35 12, nao exis-
ta mais no direito romano o concubinato
como instituigo legal, o por conseguinte
haviam desapparecido todas as coosequeo-
cas que desta instituigo resultavam, cla-
ro que- o nosso legislador naquella ordona-
go nao podia referir-so a um direito que
j nao existia, o do quo s rosta vam remi-
niscencias histricas sein iucorrer na pecha
do ignorante; e se o nosso legislador uo
po lia nem deva referir-se a um direito, que
j ua i exista, anda claro, ao menos pa-
ra mim, que elle nao poda dexar de refe-
nr-se ao direito cannico, o qual, tendo
aceitado'a theoria do direito romano, rela-
tivi legitimago por subsequente matri-
monio, procurou anda amplia la a casos
em quo o direito romano nao a a 1 uittia.
Assim, por exemplo, Sr. presidente, sa-
bemos que por direito romano nao se logi-
tmavam os filhos quo uasciam de um ajun-
tamento casual e passagouo, a que os ju-
risconsultos chamavam estupro, ou em ou-
tra phrase Yaga-Venus; ao passo que | or
dreit i cannico estes lilhos podiam ser le-
gitimados polo casamento posterior de seus
pais.
Entretanto, ampliando assim o principio
da leg.timaco por subsequente matrimonio,
o d roito cannico longo de ad.niti-lo era
todos os casos, formalmente o restrigio
como disse a principio, quelles filhos que
uasceram de pas entre os quaes nao era
prohibido o matrimonio.
Assim, vemos pela decretal do papa
Alexandre III a qual se inscreve : Qai ii
sinl kgilimi, quo embora pela gruido for-
ga do matrimonio, se loniem legtimos os fi-
lhos gerados antes de contrahido o mesmo
matrimonio, ha todava filhos que nao go-
zara deste favor, como sao aquellos, cujos
pais ao tempo em que os tiveram, nao po-
diam contrahir matrimonio.
a nica aolocio racienal e justa da questo
que agora discutimos.
Quando na Franca se discuti aquelle c-
digo, que ainda boje norma e modelo de
muitos outros, assim da Europa como da
America, agitoa-se tamben, Sr. presidente,
a questo que agora oceupa a attengo da
cmara dos Sis. depuados.
Pretenderen algunf que a legitimago
por subsequente matrimonio devia ser am-
pliada aos filhos do inoasto e do adulterio,
mas felizmente prevaleaeu a doutrina de que
taes lilhos nio podiam ser assim legitimados,
o e*ta doutrina est eipressamente comida no
no art. 331 do cdigo civil francez, se me
nlo engaoa a memoria.
E quer V. Etc. saber, Sr. presidente, as
razos que levarara os autores daquelle c-
digo a nao permttirem que a legitimago
por subsequente matrimonio aproveitasse aos
lilhos incestuosos e adulterinos ? Contando
com a aermsao de V. Exc. passo a ler a
opuio dos autores daquelle cdigo, cha-
mando para ella a attengo da casa.
0 illusl'-ado voiiselheru de estado Bigot
Preameu dzia a este rospoito :.
Se o interesse dos costumes fez admit-
i- a legitimago por subsequente matrimo-
nio, este mesmo interesse oppoe-se a que ella
tenia lugar, quando os filhos nio tem nas-
udo de pai e rali livres. Os fructos do
adulterio ou do incesto nao podem ser
asseraelhados aos de um hymeueu legi
timo.
0 tribuno Lahrry, Sr. presidente, comba-
lendo a legitimago dos filhos incestuosos a
adulterinos, nao era menos enrgico deex-
presso quando por sua vez dizia no corpo
legislativo :
O incestuosos e adulterinos sempre fo-
ram considerados como urna tal monstruosi-
dade na ordem social, que alguns chega-
ram a negar-Ibes o direito aos alimen-
tos.
Em vil tude destas i leas ss (apoiados),
que foram expendidas no corpo legislativo,
vemos que no art. 331 do cdigo civil fran-
cez, ao mesmo tempo que se admitte a legi-
timago dos filhos pelo casamento posterior
de seus pais, nega-se o favor da mesma le-
gitimago aos filhos uascidos de um casa-
mento iucestuososo ou adulterino.
Sei que alguns dizem : se concedis o be-
neficio da legitimago aos filhos simplesmen-
te naluraes, quelles que nasceram fra da
nica uno legitima, o casamento, como
paris era meio do camiubo, como nao sois
lgicos, coi i ce-leudo o mesmo beneficio a to-
dos os outros filhos '
A semelhante objecgo, Sr. presidente,
respondo, perguutaudo por minha vez : pois
nao haver graos no crime, e poderemos nos
nivelar factos to divursos e to diversa-
mente criminosos, como sao a simples unio
do homem da mulher, entre os quaes nao
existe impedimento, e aquella eutra unio
que viola aqu os lagos sagrados do parentes-
co, o all os lagos amia mais sagrados do
casamento ?
Quem nao v, Sr. presidente, quem ha
ah to obrecado que nao descubra a gran-
de, a profunda differenga que vai de urna
bypotbese outra ?
Quem nao v que, se na primeira bypo-
tbese ha razao para conceder-se a legitima-
go em favor daquelles filhos cojos pas se
tom trau viado um poueo do camiubo do de-
ver, na segunda hypothese sao to graves os
primas, que o legislador nao pode mostrar-
se iudifferentc a elles som que de alguma
surto autorse o incesto e a violago de thala-
mo conjugal alheio?
Nao pense a cmara quo questo d
pequea importancia a quo agora se discu-
te ; nu pense a cmara que esta questa
o io c do numero daquollas que devem cha-
mar a attengo, o estudo e a reflexo de to-
dos nos; porque, Sr presidente, de nada
menos so trata do que daquillo que ha da
mais vital na sociedade, os bous costumes, a
moralidade e a paz do seio das fami-
lias.
Com effeito, Sr. presidente, se fr con-
vertido em loi u projecto que eu estou agora
combaten lo, quaesso as consequeucias qua
doli ho do ser tiradas ? Estas consequeu-
cias sao obvias.
Continuar-se-ha).
0 /
VABIEOADE
excepta, todava, dos beneficios della os
filhos incestuosos e os adulterinos.
Esta para mim a nica solugo raciona
cida, como que oe homens condemnam a A razio disto consiste em que, embora o que pode ter a questo, a nica que compa-
morte aos seus semelhantes? Nio Hevia art. 65 dcitado decreto bouvoss mandado
servir aquello caso da escriptura sagrada, seguir nostas causas o processo dos arts.
bem cerno o da poccadora do evangelho, 237; 24* do rogulamento n. 737 de 25 de
tantas vezes lembra lo, do norma aos ho- novemnro do 1850, todava este processo
mens? Entendemos que sim. Provado, para os casos em que se nio trate de bens
como temos, que a sociedade nao. tem o di- de ra
roito de tirar a vida do homem, e nem mes- assim
i
raz nao te'tratando de bens de raiz guez, porque elle eipressamente
ira exprimo-so o citado art. i5. ta legitimago por ^ubsequeiile
liv el cun os intoresses da ordem e da morali-
dade que devem reinar no seio da familias.
Disse, Sr. presidenta, que o projeoto em
discusso consigna a opiuu extrema, ulti-
nainente seguida pelo cdigo civil portu-
declara que
matrimonio
A decretal, a que venho de referir me,
diz assim : Tanta est vis natrtmon est
qui antea suntgniti, post contractum ma-
trinoninm legitimi habeantar. 'Si autem
vir,vioent uxore sua,alian cognoverit el
ea prolemsusceperit, licet post mortem uxo-
ris canden duxerit, nihi leminus spurius
erit filiuset abherediaterepellendus... quo-
niatn matrimonium inter te contrahere
non potuirunt.
Pica, pos, fra de duvda, Sr. presiden-
te, que pelo direilo cannico, neste ponto
abracado pelo nosso lireto patrio, os filhos
adulterinos epressameote, e os incestuo-
sos por identillado de razio, nao ficain legi-
timados pelo casamento posterior de seus
pais, nao gosam de um favor que nio lhes
seria appl cavel sem que o legislador abriese
espago immoralidado.
X autorida lo do direito romano reunida i
do direilo laiijuico tem j grande peso no
meu espirito ; mas quando observo, Sr.
presidente, que i autoridade destas duas le-
gislages vem ainda juntar-se a to cdigo
civil frailee*, inclinme muito a erar qua
se teui cucoulrado a nica solugo postivel,
MARINHA INGLEZA. Durante o anuo
econmico de 1.8731874 decidi o go-
verno iuglcz que seja concluida a construc-
go do monitor Fury ; quo se construa ou-
tro monitor do mesmo geuero ; que entrera
nos stalejros os navios Superb efemeraire,
e so assente a quilha de dous vasos cujo ty-
o anda nao est detorminado. Estas em-
arcages sern todas de cerca de 6:000 to-
neladas.
Acommsso constituida em 1871 para
estudar a questo da bliudagem, pronun-
ciou-se a favor dos navijs couragados e por
isso os que so vo construir sero prvidos
de laminas to resisteni.es quanto fr'pos-
si vel.
As laminas dos monitores tero 15 polle-
gadas inglezas de espissura ; e 12 as dos
navios de construego commum.
Os monitores sero artilhados com quatro
pegas de 35 toneladas. 0 Superb e o Te-
mentir tero, afora as pegas de 35 tone-
ladas, urna batera de oito canhdes de 25
tonel das, e ainda o Temeraire receber
duas boceas de fogo de 25 a barbete sobre
o con vez.
Decidio-se igualmente que os navios de
torre da classe do Mo,iarck nao tenhara
mastros. 0 naufragio do Captain fez com
que o almirantado inglez tomasse esta re-
sol ugo.
Para cruzar contra os corsarios inmigos
que em tem pos de guerra, causariam taraa-
n has perdas marraba mercante ingleza,
construir-se-ho grandes fragatas, de *:000
toneladas, possuindo, seja i vela, seja sin-
grando a vapor, urna velocidade sss rpi-
da, e serio armadas com doze ca lines de
grosso calibre. A Inglaterra possue j du?s
fragatas d'esie genero, a Inconttant e a
Raeigh, que foi lancada a agua no raez de
marco d'este anuo, em Chatam.
Sera contar com estes vasos, a Ingl trra
possue nos navios da classe do Yolage e do
Active (cada um dos quaes de 2:322 a
2-.G79 toneladas) e nos da classe de corvetas
de 1 ;400 toneladas, um suficiente numero
de excellentes navios de cruzeiro.
Estas noticias tomamo las de urna folha
pstrangera que muito -ria ecustuma es-
rever bem informada.
* ____________________
ryp. do i>ifwu auA duuue. 3 ca\us
- t






Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EP0EUI5IE_LPP3RM INGEST_TIME 2013-09-19T21:59:42Z PACKAGE AA00011611_13005
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES