Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13004


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Full Text
AAKO XLIX. NUMERO 179
PARA A CAPITAL K LUGARES O.f B ?A 8E PACA POBTB.
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis di* dein......... ...... 119009
Por um uno lem................... S49000
fiada numero avulso.................. 320
CUARTA FEIHA 6 DE AGOSTO DE 1873

PABA DKSTB H FBA DA PROVINCIA.
Por tre mezes adrantadoi.......-.........
Por s tutos ider..................
Por no-ve ditos idem.................
Por um anno idem.......... .
rr&o
139500
10M50
179000
DIARIO DE PERMMBUCO.
'PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA & FILH0S.
0 Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Pari; Gongalves Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oveira & Filho, no Ceatf; Antonio de Leu** Braga, no Aracatv ; Jlo aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Joa Justin
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emJiazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das Alagas; Al ves dC, na Babia ; e Leite, Cerquinbo & C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
I
(ovcnio la provincia.
BTPKblKNTK l'O 1)1 A 1) DK MAIO 1>K 1871.
1." MCCO.
Incita :
Ao brigadeiro commandante das arma*. -
Visto seremincapazc- do scrvieo miiilar, segundo
u termo de ins|)i!c;i> anuexo ad sou oBrio dn 2d
I enrame sob n. ">'I3, os recrutas Amaiirio Va-
leriano do Garvaltio e Podro Bernaido de Sosia,
pJi'. V. Exc matfela-los por em luerdade.
Ao mes o.Pela itirorui.tvilu juula por o-
I n, doin peclor da lhe>ouraria de fazeuda, datada
do i7 d') crrente sol) u. 83 U serie C, ver V
Kx: qtie.as contas d;is dtspataS eitas pelo ex-
almoxare do hospital militar, capitao .Joai|iiim
A^ripuo Portado de Meudoii;i, relativas BOJ ole-
res do ifciwwlir a mireo ltimos, a <|iie allude o
ffli'in il > sen nrinr nimi. de i de abril prximo
lindo nb n -li) i, a inda na turan pagas falla de
.edita ni rubricacorpo de sade e liospitaes -
que de ve ser elevada essi dcspeza.
--.ao mesmo. Mande V. -ixc. por em liburdule
c recruta Cartano Kernandes de Oliveira, visto ter
pro vado iseueu legal.
Ao mesmo. Tranquillo a V. Exc os neju-
sos pipis relativos as ex-prac.as do 9/ batalhao
de iufantaria, l. argento ralo Antonio de Sou-
za e soldados Clemente Jos Rodrigues, Jos i-
cunte Ferreira e Jos Beo lelo dos Santos, que,
allegando tereiu tirito a campan ha do Paragua
orno voluntarios da patria, peden pagatnenl) do
areniio de 9004, ali u de que, na forma do aviso
do ministerio da guerra de 13 do correte, se sir
v% de providenciar p ira que as escusas orignaes
dos supplicantes sajan jautas aos respectivos re-
querimentos
Ao mesmo. Determinando as nstrueeoes
de i i de Janeiro de 1861 que os pedidos do far-
dameuto, feitos pelos corpos do exercito e compa-
ninas de' guarn, o das provincias, sejatn acompa
n V. Exc. de providenciar nosentlo de seren e>ac-
l.tinunte observadas as ditas iustrueeoes, conforme
determina o aviso circular do ministerio da guer-
ra de 6 do correute.
Ao inspector do arsenal de mariuna. -Para
satisfarao do aviso do ministerio da marinlia de 10
do corrente, com referencia requisico do da
sricnltara, eomutercio e obras publicas, srvase
V. $ de dar suas ordens para que pelos peiitos
desse arsenal sejam examinados os vapores da
compauhia de na vega cao pernam!)ucana. Do que
iK'eorrcr devur V. S. darme couu, para ser com-
uiuuicado aquella secretaria de estado.
Ao director interino do arsenal de guerra.
Mande Vmc. satisfazer com urgencia os dous in-
clusos pedi Jos do comiiandaute da fortaleza do
Briiui, sendo o le n. I de objcelos necessarios as
salvas, e o de n. 2 de i cadeados grandes patentes
pira substitiiircm os que Iraucam a grade da
pristo, de una feubadura grande para a mesma
Xiade e de um annel de ferro para segurar o fer-
roilio da porta interna da sobredita prisao, visto
esteren arruin idos taes objectos actualmente exis
tfu;es.
Au mesmo, Mande Vmc. com urgencia sa-
tisfacer o iueluso pedido, que faz o cjmmandaut i
do forte do Buraco, de i00 capsulas ful ninantes
para carabinas raiadas.
- Ao mesmo. Em solucao ao uQlciu de Vine,
do 10 do corrente sob n. U, communican lome
a r -cusa do administrador do trapiche Adolho
Koup em nntregar-lhe os caixots com cal;ado para
o exercito, viudos da corle e recolliidos ao dilo
trapiche, sem preceder a pasza do frele e annaze-
nagein respectivas, tenho a dizer-lhe, para o fazer
c.iiisiar ao ref.-ndj ad ninistrador, que o paga
ii. ui) exigid i deve ser eiT-ctuad > na cVle.
Ao capitao do porto, interino.Mande Vmc.
por en liherdade o recruta demarinha Joto Eran
oisc.o do Nascimento, que provou iseuco legal.
2.' secano.
Actos :
O presidente da provincia, atteudeudo ao que
requereu hWU da 7' oonpaBuia do 8' bata-
lllto de infautaria da guarda nacional desle muni-
cipio, Carlos*da Suva Araujo, e ao que iiifcrmou
o respectivo coinmandante superior em offlcio n.
61J de l'J do convine, resulve que se lhe d a
guia de que trata o art. i5d) HCretO n 1,130
de 12 de marco-de IM*:) para a provincia de S.
Paulo, onde vai residir.
O oresidente da provincia, de conforraidade
com o disposto no decreto n. 4,668 de 5 de Ja-
neiro de 1871, resol ve Bornear para provisoria-
ente servir o offlcio de escrivao de capailas e
residuos do termo de G )yanna o cidadao Manoel
Eduardo Lius Waaderley, o qual eutrar logo na
serventa do dito olUcio.
- '< presidente da provincia, de conformidade
com o dispo>to no arl. I* | i' do decreto n. 4,668
de 3 do Janeiro de 1871, resoive nomear para pro
visoriamente servir os olflcios de escrivao do geral,
civel e crime e tabello do publico judicia' e no-
tas do termo de Goyauui o cidadao Joaquim Jos
Moreira de Aguiar, o qual entrar logo na ser-
venta d..s ditos olllcios.
0 presidente da provincia, attendendo ao
<|uc requeren Jeaquim Soares de l'iuuo, alferes
aggrcrad i ao i batalho de reserva da guarda
nacional desle municipio, e ao que inform >ii o ros-
(leetivu c mmandante superior em offlcio n. 616,
do 21 do correle, resoive que se lhe d a guia
de que trata o art. 43 do decreto n. 1,1-10 de 12
de marco de 183.1 para a provincia, onde vai re-
sidir.
O presidente da provincia, de conformidade
con o 2* do art do decreto n. 4,668 de 3 de ja
ueiro de 1871, resulve nomear para prorisuria-
nenfe servir os oficios de 2* labelliao do judicial
aotas e escrivao do rivel, erime e execu.oes do
lermo de S. liento o cidadao Jos Antonio da Sil-
va Lemos, o qual entrara logo na serventa dos
ditos o.hcios.
O presidente da provincia, de conformidade
com o art. 71 do decreto u. 722 de 23 de outubro
4e 1850, resoive designar o capitao da i" cumpa-
aliia do batalhao u. 37 da guarda nacional do mu-
nicipio de Cimbres, Salyro Ferreira Leile, para
exercer as fuuccoes de maior do mes...o balalhao.
Oflkioi :
Ad coinmandante superior do lle.ci.eMau-
lle V S. dar ao alteros aggregalo ao 1. balalhao
de reserva da guarda aaoual de-te municipio,
h* juiii Soares de l'iubo, a guia ile que traa o
art. 45 do decrlo n. 1,130 de 111 de marco de
1833 para a provincia do Para, onde vai residir,
segundo informou V. em eu offlcio o. 616, de
St do corrente.
Ao iuesin >. Mande v. S. dar ao lente da
7* compauhia do 3." balalhao de iufantaria da,
guarda nacional desle munieipi >, Carlos da Silva
Araujo, a guia de que trate 0 art 43 do decreto o.
1,130 de 1! de marco da 1853 para a provincia
de S. Paulo, onde vai residir, segundo informou
]/, S. em o.'Bcio de 19 do corrente. n. 613.
- Ao r.ommandante superior da guarda nacio-
nal do Brejo c Cimbres. -Teodo por portara desla
data, e de confurmidato ora o disposto no art. 73
4 decreto n. 722 de 25 de outubro de 18-H de-
signado o capitao da 4* compauhia do balalhao n.
37 da guarda Bacioaal do Municipio Ae Cimbres.
atyro Ferreira Leite, paute neresr a funecoes
da najor 4o aeamo Mtethio, assim o coinmunico
a V. S. para sea ooulie-iueote e fias convenien-
tes.
Ao jais de direito de Goyaaaa. -Teado por
rrtaria desla data, e de conformidade com u
2o do arl f do decrelo n. 4,668 d) 3 de Janei-
ro de 1871, nnmoado os cidados, Manoel Eduardo
Lins Wanderloy e Joaqu m J >s Moreira de Aguiar,
para provisoriamente serviren, este os olllcios de
escrivao do geral, civel e crime, e tabellio do pu-
blico, judicial e notas, e aquello o de escrivao do
capellas e residuos, ambos dessa cidade; assim o
comniunico a \'. S. para seu conhccimenlo c Ons
convenientes^ e afim de que o faca logo entrar em
exereido,
Ao juii de direito de Caruard. -Tendo por
portara desta data, e do conformidade com o f 1*
do arl. 1" do decreto u. 46G8 de 3 de Janeiro do
1871, Borneado para provisoriamente servir o ofH-
cios de 2- labelli > do judicial e notas e escrivao
do civel, crime o exeoucoes di termo de S. Bento
o cidadio J.is Antonio da Silva Leaos ; assim o
coinmunico a V. S. para seu conhecimento e lins
onvenimles, e alliu de que o faca loge entrar em
exercicio.
Ao commiadante do corpa de polica.Pode
Vine engajar B9 corpo sob o seu cominando, sen-
do idneo, o paisano Lucio Nunes Magilhes que,
segundo seo ollkio n. 28i, de 2 do corrente, fui
em inspeceio de saudo julgado apto para o servigo.
A Joai Florentino Goes Cavalcante, sublele
gdo do t- distrien de Santo Anto.Foram inex-
actas as noticias que ehegaram a essa localidade,
de haver a an irehia e o crime dominado osla ci
dade. Felizmente a populacao do Recife na i paclua
com as ideas de alguns exaltados, e muito menos
com os tristes e criminosos feitos dos dosordeiros.
Entreunto nao posso deixar de agradecer a Vmc.
e a todos o offreciment que lizerara de sous ser
vicos em prol da ordem e traoquilidade publica,
sendo que, s confiada no apoie dos boas cidados,
conta a autoridide burlar qualquer plano, que
possa haver de auirchia e desordem.
3.* secfo-
Actos:
O presidente da provincia, atten leudo ao que
requereu Francisco de Paula Pereda de Aodrade,
escrivao .la coilecloria de rendas geraes do muni-
cipio de Go anna, resoive, nos termos da informa-
Sao do inspector da thesouraria do fazeida. de 17
c marco ultimo so> n. 211 serie C, prorogar par
6 mezes *e>n vencimenloi a licen;a que fui conce-
dida ao supplicaule pela mesma presidencia a 16
de seto abro do auno prximo passado, para tratar
de sua satide.
O prosi lente da provincia resoive, nos ter-
mos do regulamento de 30 de abril ultimo, nomear
Antera Clem-ntin1) Leite collector das rendas pro-
vnciaes na municipio de Cimbros.
Olflcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -
Transmillo a V. S. para os lins convenientes as in-
clusas notas do g z consumido uas illuminacoes
dos quarteis e hospital militar no raez de abril pr-
ximo passado.
- Ao mesmo.Transm lio a V. S. a inclusa
c na |ue me remellen o commandante superior
iuterino leste municipio com olflcio de 'J do cor-
rente sob n. 613, aun de que mande pagar a Gui-
mares Si Oveira quantia de 26o000, prove-
niente de objectos por elles fornecidos aquello
comm indo para os conselhos de qualificaca > desta
capital.
Ao mesmo. Coinmunico a V. S, em cum-
primento do aviso do* ministerio da agricultura,
commercio e obras publicas, do 13 do correle,
qn.; em 27 de marco ultimo solicitou-se do da fa-
zenda a expedicao de ordens para ser essa thesou-
raria habilitada com o crdito de 1:0 OiOOO para
occorrer s despez-u com vencimentos que por
substituicao compelirem aos empregados docorreio
desta provincia no actual exerci. io.
Ao mesmo. Remetto incluso a V. S. o titulo
do baro de Jaboatao, afim de ser entregue a quem
se mostrar competentemente autorisado para rece
be lo, depois de pagar os direitos devidos.
Ao neano. -Transmiti a V. S. para os do-
vid >s iin- os 4 inalusos ttulos de aposentadoriai
de diversos empregados dessa thesouraria, e bem
assim 3 ordens, sondo 2 do lliesouro nacional, da-
tadas do 1. e 5 deste mez sob ns. 81 e 82, e 1 do
ministerio da guerrn, de 9 tambem do corrente.
Ao mesmo. Em vista dos inclusos recibos,
que me foram remeilidjs pelo Or. chefe de polica
com offlcio de 21 do corrente sob n. 900, mande
V. S. pagar ao delegado do termo de Floresta ou
a seu procurador a quantia de 3230), em que
importou o aluguel da casa que no mesmo termo
serve de quartel ao destacamento de cavallaria da
guarda uacional, a contar do 1. de oulubr do
anno prximo pateado a 13 de abril ultimo, segun-
do indicam os mencionados recibos.
Ao mesmo.Providencie V. S. no sentido de
ser paga eompaobia pernambucana, vista da
conta documentada annexa inclusa requisico,
a quantia de 2:701 "268, proveniente de passagens
e carga transportada nos vapores da mesma com-
pauhia por conta dos ministerios da guerra e jus-
lica, desta capital ao presidio de Fernando de No-
ronha e vice-versa.
Ao mesmo. Transmiti a V. S. a inclusa
cunta, que me fui re.netlida pelo inspector da
sade do porto com offlcio de 13 do correute, a que
alluie sua informacao de 21 n. 9 9, afim de que
mande pagar a Augusto Caors, sob a responsabili-
dad da presidencia, nos termos do decreto 2,881
do 1.* de fevereiro de 1862, a uuanlia de...
!:26 iOO. proveniente de drogas 'orneadas por
elle nos mezes de outubro do anno passado a abril
ultimo para a di-infeceo dos navios surtos no an-
coradouro desta capital, visto achar-se essa des-
peza comprehendida no J 1.* do art. 3. do mencio-
nado decrel i.
A inspector da thesouraria provincial.
Coinmunico a V. S. para seu Mohecimento e devi-
dos lins que por acto desta data resolv, em vista
da attribuicae que me conere o arl 7.* da lei de
12 de agosto de 1834, prorogar at o dia 31 do
corrente a presente sessao da assembla legislati-
va provincial. *_
Ao mesmo. -Tomando em consideracto o que
expozeram Horacio Walirido Peregrino da Silva e
Joaquim Lucillo de Siqueira Vareiao, 1 e 2* offl-
ciaes da sec no incluso requerimento, autoriso V S. a mandar
pagar aos supplicantes pela veroa Evenluaes ,
logo que (or aberto o respectivo crdito, o aug-
mento de vencimeuUs que obtiverain em virtude
da lei n. 1,077 de 24 de abril ullin".
Ao mesmo. Coinmunico a V. S. para os
lins convenientes que por portara desta data foi
designado o professor de geometra do gymnasio
provincial, Dr. Augusto Carueiro Monteiro da Silva
Sanios, para servir interinamente o cargo de re-
geJur dj mesmo gymnasio.
Ao mesmo. itecuinmendo a V. S. que
viste das relacoes e con las juntas, mande pagar ao,
lente quartel mostr do corpo de polica, Anto-
nio Jos de Souxa e Silva, conforme solicitou o Dr.
chefe de polica em olflcio de 21 do corrente sob
n. 961, a quantia de 3i J6J0 despendida com o sus-
tento dos presos pobres da cadete do termo de
Floresta, nos mezes de outubro e noverabro do an-
no passado e de 16 de Janeiro a 15 de abril deste
.anuo
4.' $tc Actos :
O presidente da provincia resoive designar o
professor de geometra do gymnasio provincial Dr.
Augusto Carnero Monteiro da Silva Santos, para
servir interinamente o cargo do regador do mesmo
lyaaski.
- 0 presidente da provincia, usando da attri-
buieio que lhe cooere o art. 7.* da lei de It de
lafobto de 1834, resoive prorogar al o dia 31 do
crrante a presente sessao da assombla legislativa
provincial.
Olflcios :
Ao Exm. Se. presidente da provincia das
Alagoas. Farei seguir a seu destino na primei-
ra opp irlunidado o offlcio dirigido por V. Exc ao
Exm. Sr. Dr. Manoel Sobral Pinto, deputado as-
sembla geral, como solicitou em dada de 21 do
corrente.
Ao director geral interino da instrueco pu
blica. Coramunico a V. S. que por portara des-
ta data foi designad o professor de geometra do
gymnasio provincial, Dr. Augusto Carueiro von
re da Silva Santos, para servir interinamente o
cargo di rogedir do mesmo gymnasio.
Ao l. juiz de paz do l.# distrieto da fregu-
zia d'Agua Preta. Em resposta sua consulta
em offlcio de 16 do corrente, tenho a dizer a Vmc
3ue nos termos do art. 113 da lei de 19 de agosto
e 1846, sao supplentes dos quatrj juzcs de paz
da parochia os seus inmediato^ em votos, e na
falla destes us juizes de paz do distrieto mais vi-
sinho, em vista do artigo 4' das instruccoes de
29 de junho de 1849.
Ao juiz de paz mais votado da fregueza de
S. Bento. Fica designada a primera dominga de
agosto vindouro para ter lugar a eleico de eleito-
res dessa fregueza; o que coinmunico a Vmc
para que faca a c-invocar" observan lo os prazos
e demais formalidades da lei.
Ao juiz de paz preside.ite la junta de quali-
fleacto da fregueza de Nossa Senhora da Con-
ceicao. Devolvo i copia da lista de qualiuVacao
dessa paroc ia que f >i coberta |>elo offlcio da res-
pectiva junta de 2* do abril ultimo, para seren
assigna fas as folhas que faltaui como determina o
art. 24 da lei de 19 de agosto de I8i6, dvendo
acompanhal-a a acia de que trata o art. 21 da
mesma lei, e arl 16 do decreto n. 1,812 de 23 de
agosto de 1856.
Portara :
A' cmara municipal da villa de S. Bento. -
Declaro cmara municipal >a villa de S. BeuU
que lica designada a primera dominga de agosto
vindoum, para ter lugar a eleico de eleit freguezias que cmstituem Me munieipi); o que
coinmunico mesma cmara, alim de que forne*
ca ao 1." juiz de paz o que a lei recoinmenda pa-
ra tal liui.
5.' se'cao.
Offlcio :
- A' commisso liquidadora das cuntas da es-
trada dn ferro do Recife ao S. Francisco. Anda
que tenham Vnies. salsfeito ltimamente o que
fai recouimendado em aviso do ministerio da agri-
cultura, commercio e obras publicas, de 19 de
abril ultimo, remetiendo em triplcala os docu-
mentos relativos tomada das coutas dessa estra-
da de ferro ; reitero igual recomineudaylo, uue
acaba de ser feita em aviso do mesmo ministerio,
de 15 do corrente.
Portaras:
Os Srs. agentes da compauhia de navegaco
brasileira manlem dar passagem de pia para a
corte por conta do ministerio da marinha aos sol-
dados da batalhao naval, Joo Francisco da Costa
e Antonio Caetea) Pereira, e bem assi u ao impe-
rial marinheiro, Ezequiel Francisco.
Os Srs. agentes da cunpanhia de navegaco
brasileira mandem dar transporte para o Para,
por conta do ministerio da guerra, no vapor Cru-
zeiro do Sul, ao alferes do IIo balalhao de uiUu-
taria Fenelon da Annunciaco Firmo, que leudo
oblido permissao para demorar-se atete provincia,
reuunciou essa permissao e quer continuar a sua
viagem.
EXPEDIENTK DO SEC.ETAKIO
/.' SKC'iO.
Ocios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. o Sr. presidente di provincia, tendo nosla
data autorisado a salisl'aco dos pedidos l'eilos
pelos cominandanies da fortaleza do ilruin e do
forte do Buraco, assim o manda communicar a
V. Exc. em resp*sta aos seu- olllcios de 2i do
c i rente sob ns. 538 e 339.
Ao capitao do porto. S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S., para o
f-zer coustar ao pralico mor da barra e porto
desta provincia, Joo Francisco Pardelhas, que, se-
gundo consta de cominunicaco da secretan i ae
estado d -s negocios da marinha, foi udeforido o
seu requerimento em que pedia a gradu;c,o do
posto de capitao'tcnenle.
Ao conmandante da corveta a vapor lecife.
S. Exc o Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S., em resposta ao seu offlcio de hoja
sob n. 395, que nesta data ticam expedidas as ne
cessarias ordens para seren transportados corte
os soldados do balalhao naval, Joo Francisco da
Cos i e a alomo Caelauo Ferreira, e o imperial
marinheiro E.equiel Francisco.
a.* secado
Olflcios :
Ao Dr. chefe de polica. -O flxno. Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. que
as ihesouraras geral e provincial foram nesta
data autorisadas, no sentido de pagarem ao dele-
gado do termo de F.oresla ou a seu procurador,
e ao lente quartel meslre do corpo de polica,
Antonio Jos de Souza e Silva, as despezas de que |
tratam os seus olflcios de 21 do corrente sob us.
260 e 961.
Ao commandante superior interino deste
munieipi i. S. Exc o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. que expedio ordens
thesouraria de faxeada no senli.lo de ser paga a
Guimares & Oliveira a quantia de que trata o seu
olflcio de 19 deste mez sob n. 615.
4.' ucqa:
Ao 1* secretario da assembla provincial.
-N. 137. illm. Sr.-S. Exe. o Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. para facer che-
gar ao conhecimento da assembla legislativa pro-
vincial, que por acto deste resolveu prorogar
al o dia 31 do corrente a presente sessao da
mesma assombla.
Ao inspector da sade do porto. O Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. que nesla data autorisou o Inspector da thesou
rana de fazeuda a pngar a Augusto Caors a des-
peza de que trata o seu offlcio de 13 desle mez.
Ao Dr. Augusto Carnero Monteiro da Silva
Santos, professor de geometra do gymnasio pro-
vincial. Coinmunico a V. S., de ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, que por portara desta
dau foi designado para servir interinamente o
cargo de reged r desse estabeleciinento.
8.' seceo.
Oficios : *
Aos agenles da compauhia de navegagic
brasileira. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aecusar a rec-pcao do offlcio de Vv. Ss.,
iHiuteui datado, no qual participan] que o va-
Critzeiro do Sul, chegado nessa data, proce-
dente do Rio de Janeiro e escala, seguir para os
por ios do norte boje s o horas da larde.
Ao Sr. Salyro Pereira Leite, presidente da
junta de emancipacao de escravos do municipio
de Pesqueira. Remetto iV.S, de ordem do
Exn. Sr. presiduute da provincia, um exemplar
impresso do decreto n. 5,135 d 13 de noveinbro
do auno prximo paseado, conforme solicitou em
offlcio de IU do crranle
BBST AtUOS DA PBBSIDBNCIA DC 4 08 AGOSTO D3
1873.
Bacharel Antonio Paulino Cavalcante de Albu-
querqueDeferido oom olflcio deste dala the-
souraria de fazeuda.
Augusto Pater Cesar. Deferido com offlcio
desla data thesouraria provincial.
Jos Francisco Carnei.o Muuteiru. Pioviden-
ciouojo no sentido um]q.ie requer o supplicaule.
Joo Carlos de Souza Santiago. Sm.
Tmolio Peres d'Albuquerque Marjihn
Preiuiliead)
Urania Nyinpha da Silva. -Passe portara con-
cedeiflo a prorogaeu requerida.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 3 de
agosto de !W3.
O porleiro.
Stic i no A. Rodrigues
8li'i.rlic,i,
  • ttoliota.
    t.' *et;eo. Secretaria da polica de Peniambuco,
    5 de agosto de 187.1.
    N 137'i.Illm. e lixn. Sr. -Pnticipia V. Exc.
    que das com annioa$6e< receiilis h>je, consta
    que frain hoiitem recolhidos casa de detenco
    us individuos seguintes :
    A'ardan lo sub I-doga lo Jos, Luizi, esoram de Joa|uim Jmuirio Nuues
    da Silva, e Tnenua, eserava le Gliceria Francis-
    ca Alvc, por olTeusas moral publica.
    A' ordem do da Boa-Vista, Joo, escravode Jo-
    s Ceciliano da Buch i, por an lar fugul .
    A' ordem d i de Belm, Velde/e, c.scr ivu de.
    Gratuliaiio do- Santos t'ital. O ir incultos pitru-
    Iha rondante ; Savorino Jos da Silva e Cos ne
    Alexan Ir de Lima, p ir eni'iri iguez. Angela Ma-
    ra da Cunee icio eGertruhs Marii Amelia, |iT
    embriaguez e nrimentua.
    Por olttci de 27 de jullu ultini i c.nn nuuicou-
    me i delegado de Bui Me, que ni da ti evalica-
    se darespectiv eadan o mamoso Jos Miga-
    Ihes da Silva Porto.
    Que endn se dirigid i ao lugar do Poco do B >i,
    e posto em cerou u n grupu d. cri-niuos is em nu-
    mero de 28, capitaneidis por Mimel Chico e seu
    sobrinh i Jua |uim Marques, e..mse/u.ra apenas
    capturar a .Man ..-I Gomes de Si jueira pprtien-
    der treta cavados furt los e y.i itro *ll k, resul-
    lando desta dHigisnefa a morw de Honorato de tal
    i! ferino it i crave de J Magalh-s, que segundo
    ss diz, fallecer dia depois, e o ferimenlo de una
    prava da escolta, tu lo em ei>nse-|iieneia da tenaz
    resistencia opnosta pelos sobre lii >s criminosos.
    Em data de II de julho ultim cummuiiicou-
    me o delegedo !) Dlinda que, ten lo os ladros aa-
    netiado m i e-c:iptori) di estaca i los trullos ur-
    banos desta aiuella c.idalo, sitin>lugir Vara-
    douru, onsegiiiram arrom'iar o resieclivo cofre
    e roubar mni pir;,i de bilhetes e a quantia de
    04 ali em cobre, e que a tal respeito prosegua
    nos tormos da lei.
    Filialmente, a urdem e (rail jailh l.i le publicas
    nao soffreram alleraco.
    O que lud-, coinmuiiieo a V. Exc, com > me
    compre.
    Deus guarde a V. Exc Illm. e Exm. Sr. com-
    mendador Dr. Henri pie Pereira le Lucena, dig-
    nissimo presidente desta provincia.O chefe de
    polica, Amonio Friiicttco Corre n de Aruuj).
    Sao estas, emtauto, as palavras em que o Sr. de Souza, e pelo subdelegado de Boa-Viagem, o
    Prado Pimentel entrevio por eutre uira ainphbrj- ^rt-ir do 14 batalhao de inf-ntaria Baymuudo
    INTERIOR.
    to, 93 de julho lo 1893.
    O SR. VISCOS DE DO UIO-IJKANCO LEVANTA f.MA
    POMA HA COIITINA.
    0 Ilustre Sr Prado Pinjwatel enbocoa hantem
    tula inanlit p elarui que appellda acmbate as
    hostes liberaos.
    Totnando a palavra a dissideucia conservadora,
    o jo>eii publicista procura por sua vez explicar o
    triunphi nnisierial de 19 de julho de nadeira a
    diiiiiuir o valor e a importaccia dessa honro a
    BtenfeetecA da Ilustre inaiori? da cantara tenipo-
    ria.
    Sem contestar a victoria do n un ro, o Sr. Prado
    Piuientel nao poda resignar se a ver na votacii
    de 19 de julho urna irrecusavel inoslra de dodica-
    cao ao gabinete do 7 de mareo.
    Chateaubriand julgava iasupporlavol o orgulho
    do vence lor; o Sr. Prado Pi.ueatel julga inssppor-
    tavel a nobre resigna.ao do vencido.
    Dahi a va tentativa de allribuir o trmnpho do
    gabineie um seutinnlo menos confesiavel.
    Vencestes, diz o Sr. Pra lo Pime .tel ; mas ven-
    cestes pelo medo, o tnico seutimento capaz de do-
    minar, segundo o conceilo de Cormenm, urna
    najara surda, inerle, rebelde e murmuradora.
    Vencestes, mas a rosal victoria nao das q te do
    honra. Feristes um cmbale desleal ; eis ah
    ludo.
    Assim que na opinio do Sr. Prado Pimeutel,
    a votado de 19 de julho nao levo liber.lade, nao
    nao teve independencia, nao leve espontanedade.
    0 que a cabala mais activa nao pode fazer, fez o
    Sr. Vsconde do Bio Branco com umo s pilcase, e
    phrase arrogante, com un argumento ad terro-
    rent: \ ameaca.
    Ei honra da cmara como em honra do nobre
    presidente do conselho, justo aferr o valor de
    Uo grave apreciacu.
    . A presenta do Sr. Vsconde do Bio Branco na
    tribuna da cunara temporaria comeeou por ser
    ama homenagem essa illustre maora de que o
    gabtiete de 7 de margo tira a principal razo de
    sua forca. Desde que a ideia da construrco de
    urna lnha de ferro estratgica lurnou em queslao
    de conlianca de que dependa a sorto do gabinete,
    cuinp/ia que o presidente do cooselho de ministros
    ibsses.su a ultima palavra por parte do governo.
    Os bons estelos do nosso parlamento como a licn
    d i vida parlamentar de estranhos dictavam ao Sr.
    Vsconde do Bio Branco que. em sua qualidade do
    chefe do gabinete assumsse perante a cmara e
    perante 0 paiz a grande parte de raspousabilidade
    que lhe cabe na dlrecce da poltica ministerial.
    Nem o Sr. Vise >nde do Bio Branco lmitou-se o
    formular expressa a questio de conlianca. Ligan-
    do ao gabinete o triumpho da grande ideia, o now
    bre presidente do conselho assignakm a largos tra-
    gos as altas conveniencias de ordem poltica e eco-
    nmica que justilicam o sacrificio imposto 4 fortuua
    jubli^.
    0 que mais se poda desojar em homenagem ao
    parlamento? O nobre Sr. \ isconde do Bio Branco,
    a? xar a questo no terreno poltico, nao depoz
    as armas de um combate leal, as da razo e da
    palavra, esses nobres instrumentos que, para usar
    de urna phrase do Sr. Piado Pimeutel escripia en
    oulro lempo, tomaram aquel le illustre cidadao em
    urna gloria nacional.
    0 Sr. Visc.inde do Bio Branco nao subi queba
    tribuna, i'onde conquistou tudo que o tudo que
    vale para hincar em urna das conchas da balanza
    os seos grandes prestigios, mas para discutir, para
    convencer, para dar ganbo de causa antes a ver-
    dade e aos nteresses do Estado, que vida do
    gabinete.
    Quanta era a forca da convccio a inspirar
    aquella festejada palavra de uue o nobre Sr. Vis
    conde do Bio Branco ten o direito de dizer com
    um olavtl orador que nunca se servia della seno
    para o pensamento, como nanea se servio do pen-
    sameoto suiao para a verdade e para a justica, Ira-
    duz-se rrecisavel noste eloqiieute periodo:
    < Nao direi, se a voiaco da cmara fr contra
    ra a esta idea, que o erro est da parte da
    maioria e nao do gabinete. Resignndose ao
    < voto da cmara que o voto do pala, o minisle-
    rio abandouaria o seu posto, as retrar-ie-Qia
    con a eonviecto de que a ideia vencida hoje
    terd vencedora amant; ser urna questao it
    t teippo.
    ga por domis transparente a audacia do valido
    que maneja como instrumento de arraujos parti-
    darios a mais importante e ao mesmo lempo a
    mais iierigosa prerogativa da corda.
    Sio estas, emtanlo, as palavras em que o Sr.
    Prado Pimentel entrevio una tremen la ameaca,
    tuna ameaca ousada I
    A razo e a imparcalilido abandonaran) o es-
    pirito do joven escriptor.
    Dizer de una grandiosa ideia que, boje vencida,
    ser amanh vencedora; ver urna questo de lem-
    po na reabsaju de um grande mellnnmelo na-
    cional sobre cuj i opportunidade os partidos cons- tubro a
    Utaeioaaw sentom-se em aceurdo; longo de ser ber:
    urna ameaca, ou um raigo de audacia, consa- Homicidios
    grar em urna liaguagem nobremente convencida Tentativas de homicidios
    o tnaxi no respailo l essa realeza do nosso lempo | Ferimentos graves
    Feriineutos leves
    Baptista do Nascimento.
    No dia 20 de julho foram presos pelo subde-
    legado do polica da Juba a, a requisicJe do juiz
    municipal de Maranguape, os reos Manuel Ferrei-
    ra Guedes Porlirio Ferreira Guedes o Joaqulh Mn-
    niz, como ocursos no art. 128 dq cdigo criminal.
    Fallecen no dia 21 do passado, o Sr. Luiz
    Xavier de Castro e Silva, em pregado aposentado
    da secretar a do governo.
    Segundo o relatorio com que o Exm. Sr. Dr.
    Oliveira Maciel abri a assembla provincial, pra-
    ticaram-se na provincia, no periodo do 1* de ou-
    15 de maio ultimo 232, alternados a sa-
    3ue se chama a opteiau revelar a mais profun-
    a couiian.a n itriumphi dos bous principios pelo
    jogo regular do mecbanismo poltico; render
    disliiclo preito asea eutiilade superior que se
    chana a rateo publica.
    Nada mais e nada menos.
    Hesistndo a grupos de amigos com urna resis-
    tencia do que a historia fez eabed.il pira decretar-
    lhe as honras de grande cidadao, o cmdo de Ca-
    vour nao lancava urna ameaca ao seu partido
    (piando apmtava para Boma 60 no para a futura
    capital ila Italia.
    I'oI s os grandes commeliimentos lem o seu
    periodo de prova, de in.leis; o, de experiencia. 0
    futuro tem a sua gestaciio. Tudo que grande
    n) escapa a esta lei; pode ser vencido hoje, ser
    vencodor amanh.
    Nao una questo de lempo a que reside no
    fundo de lodos os problemas Ja ordem soeiul e
    poltica ?
    Quem appeila para o tem io, appella para o des-
    envolv ment natural das deias, para o triumpho
    da opiuiap, a mais justa das influencias.
    Nem outrj interpretarn poden pre.star-se as
    nobres e confiantes palavras do Ilustrado Sr. vs-
    conde do Rio Branco.
    Vencida em um momento a idea de constituir
    71
    11
    i
    Besistencia 5
    Fuga de presos 13
    Tomada de presos a
    Moeda falsa i
    Furtos 14
    Boubo 1
    Tentativa de roubo 1
    Estupros
    Aborlo 1
    Ameaca i
    Armas defezas 1
    No da 27 fez experiencia a primera loco-
    motiva da via-lerrea de Balurit, denominada For-
    taleza, indo desde a rna da Alagon a at fra da
    capital.
    BIO GRANHK 00 N >RTl^
    Nada occorreu digno de menco.
    PABAHYBA.
    Em 4 do corrente escreve nosso correspon-
    dente da capital :
    t Honlem, as 4 horas da tarde, a sociedade thea-
    traj que aqu existe, denominada Santa Cruz, ce-
    lebrou com toda a solemnidade, presentes o Exm.
    presidente da provincia, chefe de polica e quasi
    todo o funcionalismo, ao acto do assentamenlo da
    prineira pedra de um theatro, que a mesma socie-
    um pideroso elemento de danta nacional uo ex- j dade pretende edificar, custa
    tre.no-sul do imperio resurgira naturalmente no esforcos e da coadjuvaeo que ,
    outro da : lia aspirajos que urna salucio brus- preS| a assembla provincial para to til em-
    dos seus proprios
    por ventura lhe
    o tempo nao tem sobre el-
    de as orlificjr e engrando
    ca nao pode matar
    las seno a virtud
    car.
    Disto ameaca nao vai una grande distancia ?
    E que alcanc torteaste supposta -imeac.a no
    momento cm que o partido liberal, rolas as suas
    filas, desorgauisado, ((o.^pedacados lo los os seus la-
    cus de eoheso poltica, mal onsaia retemperar se,
    alravessando um doloroso penlo de transforma-
    ci que nao acabou anda a sua prova ?
    O Sr. Prado Pimenlel to pouco fallou serio ao
    inferir urna anteara das palavras do nobre Sr.
    preza.
    A' frente deste profeca,
    que ja esta em come-
    Eode execuco, acham se os Srs. eommendadores
    lindolph.), Antonio Pereira Lima, Dr. Pelix e o ad-
    ministrador do consulado provincial Francisco Jos
    da Rosario, alem de outros caracteres impor-
    tantes.
    O arlo esleve decente e animador e Deus per-
    mita que a pedia vingue.
    A cmara municipal de Bananeiras acaba de
    dirigir ao administrador da provincia um offlcio
    em forma de voto de reconheciinento pelas provi-
    visconde do Rio Brauco, como ao repetir aquillo (encas que dru em soccorro dos indigentes d'a-
    de valids no sob o rgimen de restituieoes h-1 f|e||e municipio por occasiao da epidemia de fe-
    1TM. bres tvphicas que grassou alli ltimamente cora
    Nao. Nao ha validos neste imperio ; todos os mula'ntensidade.
    nossos estadistas sabem de prupria experiencia que i por aqj tambem j vo apparecoiido seus
    o chefe augusto la naci ni- te.n seno umi j casos, ainda que benignos, la outra epidemia /-
    grande paixao, e o amor da paixo ; nao tem j ,.,. ceicais
    aalra atpiraaio que nao a de realisar o typo do; q vg.irio de Campia Grande, padre Calisio,
    verdadeiro imperador constitucional. Poder pes- jesbandeirou-se e expello da matriz, em um dia
    soal: valdsmo.: lude late que abastarda ojsnvile-1 estes, algumas pessoas, que tiuham ido ouvir
    ce o rgimen siucoraniente c institucional, nao de n,js!aj pr seren, dicte elle, macons e excommun-
    nossa sociedade poltica, nao de nosso tempo, nao gai|,)St
    do actual reinado. j a 0 caso julgo que vai ser affecto ao juiz de di-
    Nao. i reilo da comarca, pois consta que o lal vigario
    O Sr. vsconde do Ro Branco.se um Valido, e houve-se por um modo descommunal, injuriando
    un valido da-naja*, de um grande paiz a cujo 0i individuos em quem assentou de fazer alvo de
    progresso deti todos os seus tlenlos, todas as sua< sua ra
    profundas convic-
    gi'ande eidadoWe
    energas, una grande alma
    coes.
    O valido de boje aquello
    que i Befurma escravea sto :
    Na vespera da Trafalgar, Nelsot diste a seus
    logares-tenentes : Amanh. conquixtarei urna ca-
    ietr a enmara dos lords, ou um tmulo em
    Wettemnster!
    t Gilpeand) de moite o estado 3ervil, tornan-
    do se o apostlo da emancipar), o Sr. vsconde
    do liio Branco, de ha muito chegado ao apogeo de
    sua gloriosa carrera poltica, adquiri um lugar
    no Pantheon da immortalidade.
    Ligando seu iiome historia desta grande
    transforinaeo social, o illustre estadista filiou se a
    essa pleade de homens que, na expresso de Mine,
    le Stael, pelo porto do seu merecmento, pelos rae-
    Dar-lhe-hei noticia do resultado desse negocio
    que nao dexa de ter interesse do aclualidade.
    t Estao em andamento as obras do pharol, que
    por tudo o mez de selembro, diz o engenheiro, es-
    tar lunecionando.
    ALAGAS.
    O presidente da provincia ia melhor dos incom-
    modos que solfria em consequenca da queda que
    deu no mez passado.
    - Anda nao se tnha podido installar a assem-
    bla provincial por falta de numero legal de de-
    pu'ados.
    A' esse respeito diz o Jornal das Alagas:
    Desde o dia 14 do corrente que esl aberta a
    assembla legislativa provincial.
    Os Srs. deputados que apoiam a administra-
    cao tm comparecido constantemente sala das
    sessdes. .-o elles os nicos que ahi se lem
    gos da audacia pos-oal, sao os contemporneos das
    geracOes futuras. adiado. A falla de um ou outro nos diversos
    Como Roberto Peel, o nobre presidente do dag que tem pereorndo de 14 al a presente data,
    conselho nao leve a prordade da dea, vio-a as- deV0 attribuir-se certeza quo tem elles de nao
    cer e acompanhou-a em seu curso ; jquando ella, haver sessao, pelo nao compajecimento dos mem-
    imt.liir.u*.lt t.Tih-i .I il.i na KkinuA it h.iniPiii i... i., iiniincipaii
    ainadurecida, tinha calado na opinio, o homem
    de estado ajpareceu, domiuou os obstculos do
    proprio partido e inscreveu-a no livro da le.
    Durante a luta inuitos dos seus paladinas ti-
    veram occasiao de desanimar, oulros fraquearam
    receiosos de conflagraco ; o chefe supremo da
    situ.v;o foi o nico que, forca de perseveranca
    Entretanto,' achamse nesta capiul todos os
    Srs. deputados jacinthistas, alguns dos quaes de-
    xaram seus cargos pblicos em differentes lugares,
    com o pretexto de virem tomar assnto na assem-
    bla provincial.
    Mas estes, mu proposilalmente, ainda nao pi-
    e tenacidade. nao esmoreceu, preparou o resultado ^pam um so dia no recinto das sessoe*
    que boje todos applaudimos. < Certos de que o governo ter maioria eque
    Os erros polticos de Jos Mara da Silva Pa- ssa maioria poder deliberar, negam lhe por
    ranhus nichegaro a poslerdade, elle est la-'esta forma os recursos que to necessarios se
    grado ; o levita da emancpacio ha de repetir-lhe |azem a 5^ marcha da sua administraco!
    o nome entre os de Buxton e Villierforce. o 1 Compre que a provincia aprecie e conserve
    O Sr. vsconde do Bio Branco tanto um valido em Jcmbran$a o procedmento iiregular que estao
    como o foi B iberio Peel, como Disraeh um val- tendo contra os seus legtimos e palpitantes Bte-
    resses esses senhores que nao ha muito tempo
    do do pov j ingle?.
    (Da Nacao)
    DiauOOEPElIN.vMbUJU
    RLCIFE, 6 DE AGOSTO DE 1873.
    foram honrados pelo suffragio popular.
    O que sobretudo sorprende e espanta o cy-
    nsmo com que de i x ara m os sens cargos pblicos
    sob o pretexto ofBcial de tomar assento nos traba
    Ihos legislativos, eraquanto que viven paleslrando
    pelas lojas o pelas esquinas no mais completo
    tiieiinspr so do lio mporlantes deveres!
    A nossa opinio que os Srs. deputados da
    dissidenca esto praiicando um crime perante a
    sua propria honra e dignidade nacional; porque
    se o emprego publico urna commisso do go-
    Vapmres conten*.
    Amanheceram hontem em nosso porto os vapo-
    ras Penedo, da compauhia bahiana, e Gequi, da
    companhia pernambucana, trazeudo datas : do
    Cear al 30 do passado, do Bie Grande at o 1*, verno, que nao se pode abandonar sem grave ras-
    da Parahyba e de Macei at 4 do corrente. ponsabildade, a cadera legislativa urna delega-
    CEAn. (o da naci a que nao se pode furtar o deputado,
    A a-sembla provincial approvou, no da sem quebra de sua honra.
    28, em -I" discusso, por II votos, o projecto subs- Nao por esta forma, que se myslificam os
    littivo, ao 11. 111 do anno passado, que autorisa o inleresses vitaes de urna proviucia, digna, sem du-
    governo da provincia contratar coni o Dr. Jos vida, de mais apreco e ennsideracao I
    Piauhylrao Mondes Magalhes e oulros, a factura t Ao deixaram seus empregos, os Srs. deputa-
    de urna va frrea econmica entre o porto do Ara- dos offlriaram ao governo ci-niiiliinicindo-lhe, que
    caty e a cidade do Ico, e bem assim urna emenda sto faziam por terem de tomar assento na assera-
    addiliva do Sr. Nunes de Vello, eoucedendo com- bla provincial.
    panhia da via frrea de Baturit. o prolongamento E porque nao comparecen) aos tralalhos?
    da mesma estrada at a eidade do Crato, passando 1 Julgam acaso que os seus compromissns para
    pelo Ico. oom a provincia, ao receberem o mandato, sejam
    - Lemos na Cotutituicao : de Uo pouca monta quo possam impunemente
    No di S do mez linao, no lugar Poco do tombar e escarnecer do governo e do novo T
    distrieto de Iboassii, sendo diligenciada a cap- 0> em nomo do voto que reeebesles, em
    tura do desertor do 14* batalhao de infantaria Luiz nome da provincia que vos eseolheu e queem vos
    Correia Lourencc, este resisti a ordem de pristo, confia, em nome dos seus mais palpitantes inte-
    ferndo gravemente a Rayraundo Firmino, que fal- resses, das suas urgentes necessidades, cumpn o
    leceu pouco depois. Este imprtente criminoso vosso mandato, reaJisae o vosso dever I
    acaba, porm. de ser preso no lugar Campos, do a So o nao nzerdes, toda a responsabilidade do
    termo da cidade da Parnahvba, para onde havia presente e dfflculdades fntura recabrao sobre
    fgido, e Ja acha-se recolhido na cadeia da eidade vos I >
    da Granja | Lemos no Jornal das Alagos :
    No dia 30 de maio foi capturado por diligen- O Sr. Dr. Bento CeciHano Sanios Baos
    das do ddegado de polica d 1 termo 00 Tamboril acaba de offerecer prbvinda um predio, qae de
    o reo. alfi pronunciado por crime de homid- proposito mandara construir para servir de aula
    dio Francisco Lopes Gal vo, con a acido por Cu- de instruefto primaria na viua de Santa Luzte da
    pin. loria.
    No dia 7 de julho foram capturados, pelo sub Com essa offerte leve a philantropieo Sr. Dr.
    delegado de polica do Quixad o ro de homici- Santos Ranee, cono se v de sea olido, qu
    dio no tormo de Qaixenunobim, Mtircolino Alvos abaixo transcrevwnoa, am duplo fin : xmcorrer


    " *i


    ]\ PjjKfjty -foPernambuco Quarta fera 6 de Agosto de 187a.
    .

    i
    qwp possivel para o descnvolvmento $tjfoatrae
    <;o publica Je sen paiz, -Je dar un* prora <1e
    respeito honestaATia admnblraeao d.o Exm. 1
    Sr. Dr. R nulo. ,
    Nio cowmoftHEiy' actn de generosidade
    que em prol da nstsV tn-lruc.ao publica pro-li-1]
    galitou S. S.; parirwfifcgio basla-ennncia-lo;
    Illm. Exm. Sr. Desojando concorrer o mais
    que. lr possivel para
    ruccao publica do
    respeito honesta
    Exc, offereco pr
    instrueco primaria
    villa, o que fiz
    fim ; a olTerU .
    desejo que tenho
    paiz na onrosa la
    edificios salu
    receba nsiruc
    para que desde ja
    isdeja
    a cae'Je Y?
    e aoU de
    ue lenh*,n*Csta
    ente para e-te
    llia do sincero
    overno do meu
    paz de nroenrar
    que a nocid,..le
    dar mas ordens
    a Tnstrtrefo pu-
    blica lome por se da minha humilde offerta. Tenho
    a honra de apresentar a V. Exc. os meus protestos
    le respeito e consdera^o. Villa de Santa Luiia
    to Norte, I de julho de 1873. D >us guarde a
    V. ElC.=tttm 1C*m $r. Df. fculz Rmalo Peres
    de Moreno, muito digno presidente desta provincia.
    Beata CeciUano dos Santos Rumos.
    Fallecen em .Wvi, o pr iprioterio do hotel
    Central, Francisco de Asis Pereira Freir, natural
    de Pemambuco.
    pela diregao c ima-
    da nava dire.-tori.a,
    PEMAMBCa
    REVISTA' DIARIA.
    < i r la nacional Por portara da pre-
    sidencia da provincia, de 4 do curente, foi no-
    meado o alteres do baialho 23* do municipio de
    Santo Aalo, Joto Carlos de"S iota .Santiago, para
    preeii.lir a vaga do inesino posto ex tente no
    ?V* hatallio de infantaria do" municjpiu da Es-
    i.ula.
    Autoridades pulteiaes Por portara
    da piesideueia da provincia, de i do correute, loi
    exonerado, a seu pediJo, Leodegario Correa do
    Oliveira AnJraJe de delegado de polica, do termo
    de, l ivanna, o foi Qomeado |iara o substituir o te-
    nenie do corpu de polica Man iel Apigio de Mi-
    rae>.
    Uivisao policial. Por portara da presi
    dejacia di provincia, de i do corrate, fo suppri-
    nu lo o iHsIriCte de subdelegacia de Carte, d
    tormo de Itamb, (cando o >eu terreno perien-
    eendo ao I." districlo desse lenno.
    Trihumul il< Jury. Em sesso de hoii-
    tem oto tril.uiial julgou a Paulo TotauJino ?igra-
    iiimiIi', pronunciado ao art. 193 do cudigo criini
    nal, pr ler morio em o timo panado, na Torre,
    sua sogra."
    Sm vista das respostas dadas pelo cou-eilio de
    juigain.'iiio aos quesitos formulados polo presi-
    dente do tribunal, e lendo sido declarado que o
    crin)' lora co nmetti lo por medo irreo'Mivel, foi o
    rita ab-olvido em vista da lei ; appellaudo da sen
    lenca o Sr. daserahargadur presi tentado jury para
    a rejacas do dislrieto.
    O veredictum di) tiibuml do jury assontou coi
    bas&i solida; e por itso de crer que a retacea
    desteprovincia, lomando cjulieciiiienlo do pro
    ceso e e-dudando as base- da eutanea absoluto-
    ria, confirme e.-sa decisao, (pie mais urna vez
    cuowbrece o jury do Recite.
    Assitciacar Citiiimcrcial. Presentes
    37 sucios, luuve liontem sesso de asseinola
    geral.
    I.i.lao approvada a acta da sc-so anterior, foi
    li lo o re'atorio apresentad >
    ni:)iemeu'e approvado.
    Pn.cedendo se eleieao
    saiiiram eleilos:
    Pedio Maurv.
    II. KidliT.
    Jo"m Jo- Rudrignos Mondes.
    ' Lu/. Hojira.
    Danul i>u Ramos.
    i a-- I"iiocm;o de S Leitao.
    ha |iiin I. loes Machado
    Para a i-oniii-sao Je contas :
    J ue tuil.'ierme Guimaraes, Joaqun) Gerardo de
    Ristono AdTripho Stoltzenbaek
    .\sylo de alienadosl uma reaiidade,
    K'^iidadede immenso alcance humanitario, cuja
    Aislen-ia p demos jubilosanente aoplaudir.
    A | liilaulropia conlina a stiaoura; veja se :
    S--rea ra da sociedade beneliceule Conciliatao,
    mt iVrnanibuco, 30 do juila i de ls73. Illm. e
    Exm aoreciau io em toda a plenitule a generosa da
    ih! V Rsc., de mandar e.lilicar nesta provincia,
    ii o a>vl i liara ormfeiuet alienad, s, resolveu, em
    " .i .lo ii nti.ii olT-recer a inclusa quantia de
    SMiOK), que V. Ekc. ser serv 11 destinar es-e
    ni ei iii-nto de venia -luir caridade evanglica
    l'-'li o i oferta ; pirm o e-tad i actual
    il s"iis cofres, senpre abertos huininilale sol-
    fre lora, Ihe ni i itennitte desde haver-se com
    a jii-'i philantropia qie Ihe dicta a eonscieneja c
    iird-.ian os o preeeitos. Interprete fiel dos sen-
    liana) w da e trpara^io heneflirnta, ufanme ter
    a honra de Rpresentar a V. Exc. os mais sinceros
    protestos de -simia r. consideraco pess ia de V.
    Exc, a qnein Dos guarde. Illm. e Exm Sr.
    eonvn-jndad ir Henrique Pereira de Lucena, dig-
    nssinn presidenta da provincia. 0 secretario,
    Joo \faiiinx d" Anirad*.
    Gabinete la presidencia de Pernambuco, em 31
    d-jilhode 187.1-Illm. Sr. Joao Martina de An-
    drade. accu o recebida a carta de 30 do crreme,
    eaa na V. S., na qoali lade -h secretario da so-
    'ielal' beneficate Go*Uigclt, reimlteu-me a
    qianiii de iH)sO>0, pir ella olfewida pira au-
    xiliar a c mstrucQV) da asylode alienado. Em res-
    pista eili'-'n; di er-llio que louvo e agradece, a
    mesma soeiedade par semelhante prova de seus
    smninentos tao patnet.cos quao humanitarios.De
    V. &,amigoattancioso, ven-irador e cralo -Hen-
    riiiu P*reir< de Lucena.
    Villa do Rrejo, 23 de julho de 1873.-Illm. e
    Efcm Sr. comnienda lor Dr. llenriquo Pereira de
    Lucena. Koi-me entregue a respeitavel carta de
    V. Exc, de i deJaneiro deste anno, em que me
    faz sentir a necessidade da edifleacao de um asylo
    para abrigar os alienados, e que expozesse aos
    meus parochianos a urgencia dessa obra, appel-
    laudo para os seus senlmentos p rilantropicos c
    earidoios para obter delles qualquer auxilio. A'
    esta-.ao da missa conventual puliliquei a carta de
    V. Exc. e fiz nma exhortacao, afimSle que nao ios
    se infructfera a pa lembranca de V. Exc. e oon-
    lieo da religiosidade dos meas freguezes, que elles
    tamben) accederio a esse appello.
    A' vista de to gratules bolos que J tem sido
    oCfereoidos para essa to humanitaria obra, hesiei
    por nao poder acompanha-los ; mas convencido
    que V. Exc, como fe* Salomao, apreciando a me-
    nor esmola detada por urna pobre mulher no
    phylaco para o leroplo de Jerusalem, tam-
    liein-uito desprezaria qualquer, que se desse, ani-
    nie-mc a dar cincoenta mu res, que Ihe entre-
    rar o portador dista, pedindo a V Exc. desculpa
    la ninhara:
    Appeteco a V. Exc umita saude e que continu
    a ter nm governo de pa* e tranqnillidade. Preso
    ser com respeto d V. Exc, subdito e obrigado,
    O conego vigario, Pedro Martnhr Faleao.
    Gabinute da presidencia d* Pernambaco, em K
    de agosto de 1873. Illm Rvm. Sr. conego nga-
    rro Pedro Marinh Pa'cao-. -Aeeuso recebida a
    arla de V. Rvma., de 23 de julho flndw, remetien-
    do a (piantia de cincoenta mil res para a> obras
    doasvls de alienados, e comminieandome ter
    appellado pira os sentimenlos nhilnntropicos de
    swh parochianos no sentido delles oncorreem
    para um lim to po.
    gradecendo a V. Rvma. a sda offeTla e os es-
    forijoj (|ue tem eir-pregado cm favor desta idea, o
    louvo pela prova de patriotismo e da caridade que
    -revela o seu prucedimento. De V. Rvma. amigo
    attencioso. venerador e criado. -Hehrique rereira
    de Lncena.
    IHm. e Exm. Sr..- Acorapanhando o genejoso
    reamiunato de piedade que detcraiinou a V. Bxe.
    a r-^irrer a caridade publica para a andaclo de
    um hospicio de alienados na eidade do Recife,
    lomo liberdade de offerecer a insigm'ncante
    quanta de ISOiOOO que a esta acompanha ; pe-
    civa V. Exc dcsculpa de minha pe^u^na offerta.
    Sou com a mais subida eslima c disUm-ta eonsi-
    deraejio.De V. fixc, criado e obrigado. Jos
    Pedn S'Ollveira. ,
    T.apuHiiiii, 3 de agasta" de IS7T.
    Gabineiftd* iirjsidcn'cia.d#.PerDaBil)ueo, 4 d
    agosto Je 1873.
    Illm. -r. Jos Pedro,, de jlirojra. -Acctii
    liiAli.a ilutara. a.hual.jcimnanha a ananxfade
    ^OKMk.'AilMa.
    lortngue/.
    Pnj,,do Rio. da Prata e escalas^ d? 7 a |il&,>
    inaie f.nzitanitt, da Baropa.
    Vapores a sabir A l o Goriflipe para
    Mamangnape; a ti o PtrapstM- para Aracaj-
    escalas, cMaudaki para Aracaj e.escalas.
    Vtilidade rubliea. manha, urna hora
    da larde, deve reunr-se a asscmbla geral da com
    pan a de seguros UttttMe P+ka, afha de i
    cederse a ctoi'do d* comialsalo transitoria,
    a ce ordo com os rovo* estatutos.
    Raatearente das ly|io;rachas A
    7 horas da tarde de aoje reunir se-ha esta ass'
    ricao, em a casa das suas sessflts, atim de coni
    UUIU
    c
    ilono
    3:066*010
    1:900
    B
    -nJA.AAil I
    1:000*000
    50010 ;0
    KOOlOOo
    3S0-000
    269tOO
    awioo
    Oi-00
    1364000
    tarde
    miar a diseussao dos respectivos estatutos,
    Dlnlif-iro.Os vapores Pira pama e Ptneo
    trouieram para:
    Alfreo Garca 4 C.
    A4iL*> A. de Sola Agrrlar
    Inspector d'Alfandega
    Pereira da Silva 4 Guimaraes
    Jcao Jos Rodrigues Mondes
    Soarcs Lete 4 Irrao
    Arherro, Oliveira 4 C.
    Gomes & Cardoso
    Julio Ccsa<- Paes Rarrcto
    Tasso Irmos
    W. Veesch
    Keller 4 C.
    Dr. Alvaro Caminha T. da Silva
    Gcminiano Joa uim de Hedeiros
    Joao Tavares Gordeiro 4 C
    Vapor Peuedo Deve sahir hoje
    para a Bahia pelas escalas.
    loa de Barros. Chamamos a attenco
    do respectivo fiscal para a estrada de Joao de Rar-
    ros, que breve ser urna nova Floresta negra, pres-
    tando-so a alcata de feras e salteadores, se nao fo-
    rero decotadas as arvores que a beiram, e cuja ra-
    maria folhuda j vai all assombrando pavorosa-
    mente o transito, principalmente noute. Por fa-
    vor, r., por favor mande cortar aquillo I
    Genio em Indo.Amarilla lera logar no
    lli atro Gynmasio Dramtico um concert piano
    em beneficio da artista que o oteroee a > publico,
    urna chanca, urna menina menor de oito anuos.
    Que 6 genio, prova-o o seu talento mnsical e
    artblho to precocemente manifest prova-o
    sobre nido o abandono de fortuna em que se v
    no mondo aquella organisao privilegiada.
    Pilha do Sr. Francisco Liiiz Bel.n. morador no
    Rio Gran le do Norte, Francisca Eudocia vem pe-
    dir nos, a mis Pernainbucanos, o ineio de instruir-
    se, de apcrfecoar-se.
    Eil-a ah abrlndo suas mosinhas, que sabem
    revelar os segredos da harmona: cnchei-lh'as de
    esperanzas. Ella nao quer somonte; ella recan-
    pen;a o'qae recebe: poder exclusivo do genio.
    A's assoeiacSes existentes na provincia, que ten
    por fim bemfazer, corre a obrigaejio nnira de coin-
    naarem saos sfureus no intuito de garantirem a
    essa uieuina os meios de vida e aperfeieoamento
    intellectii.il, de que digna pelo genio que a
    anima.
    O pnblico, esse, fiamos, que Ihe nao faltar ama-
    lia con seu valiosissimo auxilio.
    I" a 'lo "i da tliesourla de fazen-
    dal'ag.am se boje ns Seguintes folhas: navios
    da armad;) e pensionistas, tis funceionarios, com-
    prehendidjs as mencionadas folhas, quo nao com-
    parecer! ii ueste dia, s sero pagos do sexto dia
    em diante
    Club dos Hachareis cm Direito.
    No sabbado, 2 do correte, reunio-se osla socieda-
    de, sob a presidencia do tir. Nabor, na forma dos
    estatutos respectivos.
    Pf irogpu s pjr mais um mez o praso para a
    adinissao de sacio-, com isen.o do pagamento
    da oa de 5901). de que trata o art. 7." dos es-
    tatuto*; qual ficim obrigados lodos aquellos
    que -e iiisereverem deparS do lindo dito praco.
    Em seguida procJeu-se eleiijio d* commsso
    enedrregada 'Ij pnblieaedi dos escriptos; e foram
    eleitos o; Srs. Oliveira Fonseca e Genes Prente.
    Foram apresentadas as theses seguintes :
    i.* En aceio de liberdide, caoe ao c^cravo o
    privilegio de foro, de que trata a Ord. do I. 3,
    t. .V?
    2.*C immetteu o crime de redncca de pesja
    livre e.cravid\o, o juir. que em inventario man-
    dou avahar urna menor, nascida do urna oscrava,
    depois da lei n. 2010 de 28 de setembro de 1871"
    albora teto mesmo ss declare no desspacho ?
    3.*Em face da lei de 2 de selemhr) d-i 1817,
    a Imissivel para prova da (lliacao natural, o as-
    sento de baptismo com assignatura do pai e duas
    testemuu as presenciaes ?
    1."As notas promisoria* assignadas p>r com-
    merciaute na phrase do art 426 do cdigo com-
    mereial, prescrevem em 5, ou 30 annns ?
    8.*--En bes do 5' do art___ do decreto n.
    482i de 22 denivembro de IS71, competo aos
    ju'zes sub.-ttutos que exercem a jurisdievio par-
    cial, o preparo dos processos em crime de respon-
    saliilidade, dos euipregados pblicos nao privile-
    giados ?
    Nada mais havenlo I tratar, o reatar presiden-
    te levantou a sesso, marcando a primeira confe-
    rencia para o dia 16 do correute.
    Cangresso Lillerario.Amanh reunr-
    se-ha essa sociedade-em sesso ordinaria, no lugar
    c s horas do costumo. Ordem do dia : !. parle.
    diseussao da these: Ter justificacao o divorcio ?
    2.* parte, diseussao da seguinte these : Ser
    adn5Vil a separacao entre a igreja e o estado?
    A iTdeve ser desenvolvida pelo Sr. Rezerra J-
    nior, e a segunda pelo Sr. Maranho.
    V vo Parthenon. Hoje deve liaver ses-
    so ordinaria d'esta sociedade Ordem do dia :
    dis'-uss) das seguintes theses : O cleri deoe ser
    tutalariao pelo estado? Foi Luiz XVI justamen-
    te ao cadafaso ? Para a primeira fot sorteado o
    Sr. M. Carrea, e para a segunda o Sr. Napoleao
    de Oliveira.
    Asylo de alienados.Continuaco do
    beneficio dado no Circo Americano em favor desse
    BOTO Cstabelecimento :
    Transporte 2:3791010
    Raro dj Livramento, 5 reservados 50000
    Dr. Jos Augusto Ferreira Ja Costa,
    10 dem 501000
    Capillo Mareolino da Silva Villar, i
    reservado o 10 entradas 25*000
    Tenento Pedro Piulo dos Santos, 4
    reservados e 4 entradas 23i000
    J iB de Azevedo Andrade, i cama-
    rote 20*000
    Dr. Jos Tburcio Pereira de Maga-
    Ihes, 1 reservado 10*000
    Feliciana Rodrigues da Silva. 1 dem 3*0fX)
    neo i C.
    de OlwBlra, Joto A. da Silva
    m 0. de Mendooca, pr. rsrlo,
    s, Jo-e G. G. L. Jnior. Dr Oiinto
    criad/), Joto F. L. Lima e l escravo,
    Frote, Joiqulm Mxiiijiio fVrelra Vi.iana,
    senhora, 1 lillio e lescravos, AWafo Pureira
    MJWtnho. ((aiitai^vfa do Espirito Santo,Wi|ai
    ^Vulics, Kcstf t. Altjaqiiorqoe o .1 escravo*, Bst*
    va i Peni: 'li, Francisco Al ve- Oniuli >,
    )taHoeir'.'ftef4sMj'l;'Xut-iiiio Pereira GarcTaFi-
    laya, RaymuiKl i T. *. lUminha, Mauoel R. dos San-
    tos, Antonio K. Rraga, Fra-icsco F. de Miranda,
    D. F-jde MeJJo^ua senhora^ e i criada
    LeteTPinl*H Boel
    era,
    Auto
    ingo
    V*i
    rir,
    do,
    M. d
    J. de Meirao
    4:561 *8S Jnao V r' W're, Ataxaudf* V. do Hajeito"e
    -i e-r*vo,^Htonio-f. dSirveira Cmara, Manoel
    F. da Silva Correa, A. Cohon, Francisco Caval-
    ca|M4o|f." A. MaHo, Jota F. O.-deOieira.
    - Viuda !oa portos do sul no vapor, brasileiro
    PfHMf j.
    Edttardo-Alvesda SHva, Joaquim Maia-Sobri-
    nho, Felippe da Silva Parlo, Mara l'eroira da
    Conceico e I esajara, Casaili-i Alvos dos Santos
    >ouza, Joa iiiiiii da ("unlia Meirelles e sua senhora,
    Dr. Francisco los Meira, sua senhora, 4 filhos e
    4 escravos, A. lavares de Vt celo, majur Jos Joa-
    quim Esteres, Jos de Seixa?, Candido Venancio
    dos Santos, sua seniora e 1 fil i, e 2 pracas de po-
    lica,
    Cemitcrio publico. Obituario do dia 2
    de agosto :
    Merencia Maria da Conceico, preta, Pernambu-
    co, Mi antes, solteira, llj:i-Vista, hospital Pedro
    II; deperecimento geral.
    Manj el, parlo, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos ;
    caiarrho suffoeante.
    Deziderio Pinto de Olivaira, preto, Pemambuco,
    32 annos, solteiro, Roa-Vi.ila, hospilal Pedro II;
    caciexia.
    Hercuiana Guilhermina do Cannv parda, llahia,
    30 anuos, solteira, Boa-Vista, asylo ttano.
    Josepha Maria dos ;razeres, 30 annos, casada,
    S. Jos; tumor interno.
    Manuel Severino de Oliveira, parda, Rio Grande
    do Norte, 24 anuos, militar, Ba Vista; tubrculo
    pulmonar.
    3 -
    Jo de Mederos, br.niui, Portugal,. 22 aunos,
    solteiro, Boa-VjsUi;. earnouiunia gangrenosa.
    Polronilla, branca, IViiiaiiiliueo, 20 annos, sol-
    teira, Santo Aotonio; bexig.is.
    Mara encliola, eserav,i, preta, Maranliao, .55
    annos, solteira, Recife; hepalile .
    Benedicto, piot'. frica, 9oanuos, solteiro, Boa-
    V-ta, hos.-iiul Pedro,II comuiocao cerebral,
    Alfredo de Soma Santos, preta, frica, 35 an-
    nos, milita), uli-eraces sypliiuticas.
    Joanna, preta, frica, 74 anuos, solteira, Boa-
    Vista, hospital Pedro II; hypoema intertropicaL
    4
    Josj, urdo, Peni inihnca, 6 mezes, Boa-Vista,
    hospital Pudro II; cachexia
    Mara, branca, Pernambuco, 1 mez, Boa Vista ;
    varila.
    Ignez Thertza daJesus parda, 90 anno-, viuva,
    Recife; gangrena
    Antonio prata, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos;
    coiivulsoes.
    Cante na Maria da Conceico, parda, Pernambu-
    , 25 anuos, solteira, Boa- Vista, hospital Pedro
    ulceras na pqroa e cachexia.
    usaio.avfc
    KM 4 DE AGlLo
    Trihimal da c
    SE SAO JUDIC1AIUA
    DE 187
    ffcKKNClA III BXM. SU. I ajUMOJH ANSKLUq
    FBANCUCO l>eRRT,
    Secretario uterino, o o/fie (al "forres.
    Ao meio dia e 10 minutos, redmds os Srs. des-
    embargadores Silva Guimaraes e Reis e Silva, e
    linto
    entes S
    presiden
    rovada
    julho.
    O eaeriv,
    tasto d le(l
    J,8i)i ; e o
    sob o n. 1
    1 MacJiadu,
    rra,.fl Ex*.
    issan
    ao de 31 de
    uqnernue rqgUtfou o ultimo pro-
    a 28 do mu pastado, sob o n
    vo Alves defirito a i do andante,
    tWMf .s .ue *i-M Q |W'J^A,
    3 lrem os taes fe* por forca inipingi
    Mc,tanjalapfedji^Bs
    pingir rece!er.dnhciroque he nao nem pude ser de-
    n pcrfeilainenU} o lngltx !. du
    bom grado aua ingiriaj Fjrnninr jir {***%ailmpaifcl| i inq n i i i
    nao faitein a dade as obr.^^, ictn pxaptytaAj t-sa maldu.
    ACC0lAO.
    que sejavrari aos
    autas entre
    A-signou^e o
    partes :
    Appellanle3 embargantes Luiz Ribeiro da Cunha
    & Sobriohofc apjK'llad embargada B^Thereza Julia
    Botetfjo.
    PASSACKM.
    Do Sr desombargador Res e Silva ao Sr. des-
    embargad.ir Acciu :
    Appellanles Braga, Irmao 4 C, appellado Fran-
    cisco Bezerra Uurges.-Ficarain.sobre a mesa, em
    razio de nio se achar presente o Sr. desombarga-
    dor Acciol.
    DISTRIBUIDO.
    Foi pelo Exm. Sr. omselheiro presidente distri-
    buido ao Sr. desombargador Rcis e Silva os e nbar-
    gos infringentes en re partes :
    Embargante execulado Joo Chrstiani, embar-
    gados exequeutes (-arlos Pinto de Lemos & C.
    1 Aggravo de |iet;ao viudo lo juizo especial do
    connnercio.Aggravanle Jo- Maria Sodr da Mot-
    il, aggravado Mauoel Antonio Pinheiro.
    O Exm. Sr. conselheiro presidente negou prov-
    mento.
    Encerrou-se a sesso i hora da tarde.
    NEW LONDON & BRASILIAN RANK LIMITED.
    co.
    II
    2:500-0)0
    Evaso. -Da cadeia de Buique evadi-se o
    criminoso Jos Magalhes da Silva Porto,: no dia
    11 do mez prximo lindo.
    I.olera A que se aeha venda a 61.* a
    beneficio da igrej i de Nossa Senhora da Peuha.
    a qual corre rio dia 6.
    l-eilao Hoje effectua o agenta Martins, as
    11 horas do dia, o lelao de tres predios edificados
    na Casa-Forte, freguezia do Po;o : no armazem da
    ra do Imperador n. 48. ....
    E' hoja as 10 1/2 horas que deve partir o
    trem com os coneurentes ao leHo em Apipucos,
    casa em que morou o Sr. P. F. Needham.
    Casa de detencao. Movimento do di.
    4 de agosto de 1873 :
    Existiam presos 313, entraram 8, sahiram 2,
    Ljxistem 349.
    A sabor :
    Sacionaes 243, mulheres 10, estrangeiros 41
    escravos 43, escravas 11.Total 349.
    Alimentados acusta dos cofres puWicos 287:
    Movimento da enfermara do dia 4 de agosto
    de 1873:
    Tiveram baixa :
    Pedro Jos Humayt Caninrano-, febre.
    Daniel Tarares Coelho, odontalgia.
    Antonio Rodrigues Barbosa, cephalalgi.
    7Ta.v. S q:. -rjdb to generosn offerta,
    o louvo pl-is sehti-neWos i!e'pa!r1ntfsn1o e cari-
    da quo-fllta exprime.-De V.. S, .amigij alten
    venerador, o c ,ra /uma.
    Valores csgieradoS.-De cr-
    reme o nrasiliros Btha, do snf o imserio e
    raai 3 (i, f.i lleceram 9, existem ..tosiendo: 198 h
    mens e 110 muJeres.
    Advertencia.
    Foran visitadas as enfenniras nesta? dias: as
    9, 9, 9, 9 lli, 8 i0, 10,-9, peto Dr. BeltriO, na au-
    sencia do r. Ramos; as 12, II 1t2. |2,1, ttlil,
    12 jl pelo Hr Sarment ; as 9, 9 l|2,-9 l\% 10,
    9 1 [2, lo, pelo Dr. Malaquias.
    Fallecidos.
    Jos Anaslacto das Santas; cachexia consennlva.
    Lourcnco. Ramos Pessria ; varilas confluentes..
    Mana >'h-toriana_; tnbjBfealrf? pulgionaT^s-.
    dsaifla Maria iQjnt&ciiy ktire'tfifitoiie.
    J".ma'Ju'bertma da* Parto ; 'aBrwifs pufmo-
    DuJffriolMnto de*-Ollverra ; eacnexlai
    Mreucia' Maria da Coticeie.5o; deperecimemo
    ' goral.
    .Benedicto; rommocSo cerebral.
    nia intertropical -
    Pasailo*-Vldo do< partas -do p&1| /
    no por braiileiro PfrapiuiPi p i
    T-tome corone! Joo B.'d? Oanarn-a, Antonio
    nuoMtif JlilMCIABIl.
    TIUltUVlL lli III.!. i< i
    SESSaQ DE 5 DE AGOSTO DE 1873.
    RB.sl3KNi:iA 00 EXli. SR. i.xSKI.IKIRO CAETAN
    SANTIAGO.
    Secrcttrio Dr. Virgilio Coelho.
    As 10 horas da nianh, presentes os Srs. des-
    einbargadores Almeida Alljuiuerque, Doria pro-
    curaJor da coroa, lle.'ueira Costa, Araujo Jorge,
    Xeva e os jtiizes de direito Tiiouiaz. Ileuriques e
    Gon.alves L na, faltando o Sr. desembargador
    Lourenco Santiago, por estar na presidencia do
    jurye Domingues Silva, abrio-se a sesso!
    lljbeas corpus.
    Xegara:n soltura ao paciente Autanio Texera
    de Figuercdo Jnior.
    ludeferiram ao paciente fhniol T.ivares Coelho.
    Recursos crimes.
    le Bananeiras. Recrreme o juizo, recorrida
    Maaoel Peixoto do Nascunento Dantas. Juizes os
    Srs, dse alargadores A. Alhuquerque, Ueguei/a
    Costa, Tluniaz Heuriqu s e Neiva.eram pro
    vintn ta
    Recorrenle o juzo de direito do Cabo, recorr-
    do loaqnim Barbosa de Vasconcellos. Juizes os
    Srs. desenibargadores Ar.iujo Jorge, Regueira Cos-
    ta, Almeida Aiuquenqne e Gmealves LimaIm-
    procedente, mandou-se respous,bilisar a autori-
    dad'' que retarJou o aadaiueato do prpeesso,
    DeGaranhuns. -Recrreme o juiz*, recorrido
    Jos Florentino de M II i. Juizes os Srs. desem-
    bargadores Aeiva, II-gueira Costa, Gmcalves Li-
    ma e Tho:ni7. Konriqii'S.-Improcedoatelinindoii-
    se respousabilisar o subdelegado.
    '<& Appellaces crimes.
    Do Brejo. -Appeliante u juizo, appellado Joa-
    quim Gome- da SilvaImprocedente.
    De Nazareth. -Appeliante Vieente Ferreira da
    Qostt, appellada a Justina. Improcedente.
    De ainaragbe. -Appeliante Temaleo Ernesto
    Br?nco Bezerra, appellado Bernardo Antonio Cas-
    lello Branco. Improcedente.
    Da Imperatriz. -A|>pellanta Manoel da Fonceca
    Araujo Luna, appellada a jusiiga.Reformada a
    senienca
    Appeliante o juizo, appelladi Francisco, escra-
    vo. Improcedente.
    Da Escada.Appeliante Antonio Tenorio Caval-
    canil de Albuquerque, appellada :i justca. -Im
    procedente.
    PASSAQGNS.
    Do Sr. desembargador Almoida Albuquerque ao
    Sr. desembargador Domingues Silva :
    D) juizo municipal &<> Recife.Appeliante Luiz
    Ferreira da Silva, appellados os herdeiros de Joa-
    quim Correia de Araujo e outros.
    uo Sr. desembargador noria ao Sr. desembar-
    gador Domingues Silva :
    De Serinhem. Appeliante a preta Silvera, ap-
    pellado Manoel Felippe Wanderley Lins.
    Do Recife.^Appellante o vsconde de Suassana,
    appellados Francisco Luiz Cavalcanti de Albupaer-
    qire e outros.
    - Do Sr. desembargador Regaeira Costa ao Sr.
    desembargador Araujo oraje:
    Appehujoes cvois.
    Appeliante o jutzo, appellado o pardo Manoel;
    appjllante Vicenta Ferreira da Silva, appellado
    Antonio Qiririno de Simia.
    Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
    Appeliante Francisco das Chagas Salgueiro; ap-
    pellado Jos Jacome Tasso.
    Do Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
    gador Almeida Albuquerque:
    Do jury de Btante. Appeliante Vicente Fer-
    reira da Silva, appellada a justca.
    Da Victoria. -Appeliante Joaquim Pereira, ap-
    pellada a jnstica.
    De Serinhem: -AppeHante o promotor, appel-
    lado Floriano Marques da Suva.
    Do Sobral. -Appeliante o pronjatoD, appellado
    Vitalino- Honcalves de Soaza ,} ,A;<
    >. Ueii-^tnaragibe.-Appellanta Joaa Francisco de
    rViwe*da, appellada a justca.
    i Dniimperalriz.-Appellanta o promotor, appel-
    lada vigario Domingos Pereira de Oliveira.
    Diligencia crime.
    Ao Sr. desembargador promotor da justca :
    ' Apente o jaiio, appellado Manee! JTelippa de
    Azevedo Santiago; appellaqto Paulo Jos Ribeiro;
    appellada a justca; apaethmta o promotor, a
    pellado Ageo Correia da Sfa. .
    AppeHaeao civel.
    Com vista ao Dr. curador geral :
    Do Bonito,-AppeHante Jos de Azevedp Andra-
    Capital do Banco........... 1.(1 0.000
    subscripta.......... 900.' 0
    ^ pago............... 450.00'.)
    Fundo de reserva contra do-
    preciafo do capital...... c 40.000
    OALANCO D CAIXA FILIAL KM l'KRNAMDUCO EV 31 Di
    JULHO DE 1873.
    Activo.
    Letras descontadas,........ I 305:111*440
    Crditos diversos, outros bau-
    cos e caixas filiaes....... 947.665*150
    Caixa:
    Km moeda corremo......... 217:6lU90
    Passivo.
    Depsitos:
    Em cunta cor-
    rale......
    Visos e
    aviso.
    por
    Rs........
    345:1613870
    720:393*090
    2,471:388*510
    Crditos diversos, oulms bau-
    eos e eaixas liliaes........
    Letras par: lis.
    1,065:495*960
    1,405:393*550
    50o*0 JO
    1471:388*510
    S. E. O.
    Pernambuco, 5 de agosto d^ 1873
    James Darcy,
    Actg.cct.
    i 'i m i i i 1.1
    PARTE POLTICA
    PARTIDO t >\Si:tV\l)!t
    Hospital Pedro II. -O movimento desh-
    estabelecimenta, de 8 dejuiho ao dia 3 d g*ost de, appellado o curador geral o de aasea**
    foi o seguinte: existiam 304, entraram 49, sahr- Assignon-se dra para ,mhramento 4 '
    vguintes:
    feKo?
    Appellacdes eiveis.
    Appelh ite Jolt Warla* da -8Hva, appellad*
    aria da Annnnclaefo e eos- Amos.; appeHante
    Peippe Mena Calado da Fdneeea, appellade Ma-
    qoef Jos Martms das Neve<
    Appellavdes erimes. <
    Da Atalaja -Apuellanle o joijo, appellado Jos
    Joaquim Bastos d-CoMo;
    Da l'arahyba.-AppeHante'o juizo, appelladj
    ivmihd'aTraneisfrd^Oiivtefe,'-- B *
    SH21W-?''**&<#-** 'Ldureac' dr
    Be-Mazimh. -AppeHktdeVieiVjrinoJos da'Cos-
    i, appellada a justija.
    J Pe-texeira.-Appeliante Joaquim .Ignacio 'dd
    ^rttos, appeHadirtjostlea.' '
    Ho Brejo. -ApWHihe ojnizo, appeHadQ' Joa-
    qtnm G-imes ds-Silvi.
    Wi GiranhUns.-AppBffBt, Arjonie Fratla^
    ^fosi'appetftWa'a ldic. "
    ift!Tr-n- RECIFK, 6 DE AGOSTO DE 1873.
    De ordinario, entre nos, o principio poltico que,
    tendo gasto suas tarcas e esgoiado sua energa as
    ni;les ludas da iinprena, cinge, alinal a coran da
    vicioria, com a conquista do poder ; qner seja pe-
    lo aaacaao que manila do emprogo do grandes as-
    fore/is, quer por um impulso de ngratido, que
    logo depois traz tardo arrepondiin uto, esquece a
    funte quo Ihe deu a vida e doixa embotar-se a
    arma que he pmpnrcionou o triumplio..
    Nao isso um faci raro, Hem procedimentn es-
    pecial deste ou daquelle partido nesta provincia.
    Tolos, em matar ou menor grao, se acliam com-
    prehendidos nesse erro, c nao sabemos mesmo se
    ao partido conservador tocar, com razao, urna
    mais justa censura.
    E' que a puoso do mando, resuinindoi todas as
    vantagens, assegurando todos os gozos e garaur
    tindo todos os direito*, produz sempre o completo
    esqueciuiento das ditllculdades passadas.ecrea ri-
    sonhas probabilidades de seguranga, que multas
    vetea falham. Assim, pode dizer-se sem medo de
    errar, que os partidos quando no, poder, alarefa-
    dos cxclusivanioiiie em realisar o seu pensamenlo,
    nao vem ou nao querem ver todos os perigos que
    resultan), para quem governa.do imprudente aban-
    dono da imprensa.
    Nao exiluimos. como dissemos, de nossas ob-
    servacoes o parudo conservador de Pernambuco,
    porque quando a esta se nao podesse, com razao,
    auribur o pouco louvavel coslume de prescindir
    drts valiosos prestimos da imprensa as pocas de
    sua gevernaco, bastara atlender-se a auzencia
    completa de um orgo prprio que desse sabida,
    e, ao mesmo lempo, sustenlasse suas ideas, desde
    a su i usenaio ao podar em 1868 al agora.
    Esse grande erro e es-'e indisculpavel descuido
    tem dado lugar a qoe as grandes quesloes, quer
    polticas, quer sociaes, agitadas em nosso paiz des-
    de aquella poca at hoje, e que tornaram-se ob-
    jecto dos serios cuidados e importantes delibera-
    dos dos poderes soberanos do estado, nao hajara
    recetado do partido conservador de Pernamouco, e
    em ame desse partido, a mais ligeia observaco
    ou o menor signal que revele.de sua parte, assen-
    limenta ou re>rovai; io, ou ao menos que attesle
    nao achar-sb elle rondemnado a deixar de nter-
    vi r nesses m ivimeutos grandiosos que attaslam o
    progresso da naci.
    Etieerro e esse desmido, alm de inulilisarera
    a f e de arrefecorom a conianga dos sectarios do
    principio poltico, que actualmente governa o paiz,
    prejudrau, de urna maneina seria, a adminulracao
    da provincia, porquanio aggredida a todo o m-
    menlo, invectivada e, nao raras vezes, calumniada,
    em vao esp -r* que o partido em cujo nomo gover-
    na e cutas -interessos polticos pruirave, se apr-
    sente para rectificar os tactos, explicar o pensa-
    mento da administra..o, assiin delende-la, susl.-n-
    tando a curialidade e procedencia, de: seus actos.
    Quem nao v, pois, no arredamento da impren-
    sa em que se tem niaiitido o partido conservador
    desta provincia um grande mal
    lldo ?
    Est sobre o tapete, da diseussao uina questo
    seria e ingenie debaixo de tatos os pontos de vis-
    ta : exista urna lucia arpada e da natureza inelin
    dro's, sombra qual nao tan fallado ganhudor
    que se juigue autotisado a atiiar boles contra a
    consttuicao politicadia povo brasileiro : nao ha
    dia em que, ora a pretexta de poltica, ora a pre-
    texto de reUgio, o Ilustrado administrador da pro-
    vincia nao seja doestado, e mesmo chamado a res-
    ponder por actos que nao sao. outra cousa mais do
    que desenvolv me uto pralico das ideas conser-
    vadora", e entretanto, a vut da pariiou nao se tem
    feilo ouvir ao menos para protestar contra todas
    essas pretengSes I
    J lempo do cessar es indeffereulismo : j
    lempo de lindar esse arredajuealo. O partido con-
    servadnr de Peanagabuco deve tamar nos aconte
    cimentas que interesaam o pait a parla qoe Ihe
    loca, e deve prestar o seu apoio moral e o auxilio
    de suas.luzes da sua. foccas, udmioistracau que
    sy-nbu-l isa, dirige saxecuta o seu pensamenta po
    lilico. E oonvs actualmente,,.Ihe falte mu orgo
    exclusivamente san, para ah desenvolver as suas
    ias, defender e juslificar.os acto da administra-
    dlo, far-se-ha repraseular dora avante ata que
    nutra cousa nao seja daaibecada em algumas co-
    lumnas do decano-dos jornaes desta provaaia^ o
    piarlo de Per'jjnrcp -para aa quae chaipa se
    especialmente a attancao dus.memprps, do pari,idp
    Conservador,
    .. A Provincia ou os- seus redactaras devem Sobw-
    tpdo ser esurujiuluao* acnuliciaf Aas./caos.^ ,...
    Un orgao na.iiupnusxnia> leifcpi inbsaft ia
    AfanlaB bsteriaulauaaas-,: dnve indagitr ,o aota,
    esje publica que sab
    Concedemos-Ules de
    preteritto ; mas em compensacao
    verdade, sejain verdadeiros.
    Se alo taen o do:n de adevinhar, eomtudo pen-
    sem na possibilidade ou impossibilidado da exis-
    tepcia do faclo.^-^^
    Dexemo systema da querer p-ilgar o ad\
    felo Sr. barode Villa-Bella
    Que lgica I pois, porquo o barita faria tal ou
    tal couza.... segue-se que todos os outros presi-
    dentas facan o mesmo 1
    * Esta muito boa I
    Se o barao estivese na presidencia actualmen-
    te seria capaz de ir aconselliar-se com o Sr. his-
    po ; logo o Exm. Sr. Dr Hearique Pereira do Lu-
    cena pedio a S. Exc. Rvma. que Ihe aconsebasse
    o que devia fazer.
    Ass.ii, por e-te raciocinio, os liberaloes da Pro-
    riaii vio muito tange; parndo do baro, chega-
    rio at a eoncloso deque todos os pernambuca-
    nos sao de intellgencia ac;.nhadi e espirito sucep
    tivel de derrancamento.
    Dinam, por exemplo : o bario de Villa-Bella
    fraco de intellgencia, logo, todos os homens de
    Pernambuco fo destituidos de intellgencia.
    Ora, Srs. da Provincia, tenham mais juizo, pou-
    pem ao menos a gravidade do Sr. baro.
    Mas vollemos a historia contada pida Provincia.
    Disse a Provincia que S. Exc. o Sr. Dr. Henri-
    que Pereira L-jeena foi ao palacio da Soledade
    pedir ao Sr. bsp > que Ihe aconsebasse o que de-
    via fazer, e que S. Exc. Rvma. Ihe responder :
    levar a qtu-sto Santa S para deeidi-la,ou
    quando nao. deixar as couzas com) se achara.
    Basta ouvir-se esta historia para se Bear couhe-
    cendo de quanto sao capazes os homens que se
    deixam dominar pelas paixes polticas.
    Quem ouvb esta historia pira levar ao conhe-
    cimenlo dos taes Srs. da Provincia, pergunlario
    todos ?
    Pois possivel que S. Exc. o Sr. presidente, de-
    legado do govemo geral, em urna Inta entre o
    Sr. hispo e o mesmo goverao, roste pelir quclle
    coii-ellios para execugo da dedsfto do govemo
    sobre o interdicto das irmandades 1
    S. Exc. o Sr. presidente, (flpiem sabendo os ho-
    mens da Provincia, ja que fingen) ignorar) tem
    bastante tino, tem bastante Ilustra :;o e criterio
    para nio estar ao alcance das injurias e aleivozia
    da gente da Provincia. Nao pilge a Provincia o
    actual administrador de Pernambuco pelo que ra-
    zia o sr. Villa Bella.
    Antes, porm. de concluir, diga nos,a Provincia
    (i pergunta sem malicia) o Sr. baro anda se
    recorda do que contra elle diaia e pubheava a
    Opinio Nacional
    Ha de estar espiendo Se se recordare, nao
    consenteria cortamente que o orgo do *< direc
    torio se occuoasse tanto das pesadas, e fizesse uzo
    to continuado dos alr-ives'e da calumnia.
    U8UCAC0ES I PEDIDO-
    <'oilnii!,.r da respastii im<
    rticos .la jitrnal Pravincia.
    COLLOCAgA 1)B UM APPAHELUO EM CASA DO
    DH. MOSOOSO PELA RECIFE DRAINACE COM-
    PANY.
    O desejo de ter a minha habitadlo no maior
    asseio possivel para minha familia respirar uui ar
    puro e livre de miasmas, pois seaundo dziam os
    amigos a casa a sepultura da vida, lev u-mc a
    anleepar me a querer gozar dos promettidos be-
    neficios da companlua Dr.iiu.ige, e por isso dirig-
    me ao seu eseriptorio, onde a'inal eorblnamos em
    assentar um apparelho de segunda classe, cujo
    valor segundo o art. 11 da innova So. de 881,
    com a condicio, porm, de ser substituido por
    oulro mel or loo que se conhecesse que cile
    funecionava bem.
    Conh.'ce j o publico como se originon a ques-
    lao da ralta de prsalo e como convenc-me de-
    pressa que o apparelho auomalico igual aos que
    a companhia caprichosa c acntoam>-me est cal-
    locando em toda< a* casas, nao poda traba I liar
    bem, porque a Columna de agua nao erasulcien-
    te para comprimir o ar da bola e razer entrar
    basiante quantidade d'agua nella para depois ser
    Mocada tara por eiTeito da ela-ticidade do ar, pois
    na apezar da coragem com que o Sr. Law aflir
    na em um communi -ado sCu que corren) por ura
    73,000 litros d'agihi em desperdicio, (piando a
    matar parte dos apparelhos nao tem una golla
    dagna e que a companhia tem coilocalo cano-
    esmaltados, quando apenas tem usa o dos fund-
    nos e pintados de preto, e que deixam passar io
    so os gases como os liquilos, como se pode obser-
    varen) umitas casas, anda nao se aoimon S.'S.
    a afflancar a este povo, que ludo suffre com pa-
    ciencia evanglica, que a bola nao interrompe a
    pressao do cano que Ihe Birnece agua quando se
    .echa a vlvula que da passagem a ella.
    A censeqnencia disso tai a que naturalmente se
    devia esperar: nta tend o eu senao o inlcresse de
    evitar a continuaco de um servico desagradave o
    obter os commodos que em troca delle buscava,
    procuro a companhia para razer trocar o apparelho
    pr aquelle que o Sr. Blont preconizara como dos
    melhores : esl bom visto que eu nao procurava
    vender gatos por lebres, nem sustentar falsidades
    das quaes podessem vir lucros para mim e mono
    para os habitantes desta cdade. Ou o Sr. Rlont ou
    o engenheiro enearregado da obra aconselhou-me
    que era melhor assentar logo o apparelho de i*
    elasse, cuja diderenca de preco era apenas de 13jL
    pois custava I00, do que estar com dous tra'ba-
    Inos e assegurou-me que nao havia duvida algu-
    ma.que o apparelho funecionaria perleilamente.
    Comeffeito tem se realisado
    companhia, e aposte a cabera, uoa minha, a d
    aigum dos protectores d'efla, em como ingles
    mais flciigiualco se horrorisara de ver um appa-
    tavlho, per '- liiirtar. --^m*-- *ijmtr'~T que losse,
    quanto mais puiridino-o, c-mx eax-s da compa-
    nhia, asseulado ,ea uiua |aa de jant.ir, em unta
    coziaha, ni um quartu de dormir, como se pode
    ver em multas aas.
    Esse procedunesta passa as raiaa da mais io-
    quintada malvadeza l!!I E' milita abusar da nos-
    sa complacencia III
    Vamos ao obiacto da questao..
    Njo sei porque razan a conpanhia nao leve
    pressa em procurar receber importa d i apparelhi
    que collocou e;n minha- casa : depois de haver de-
    corrido um anno receta urna coula, e em vez de
    10.1.000, como me haviam dita que era o preco do
    mais caro apparelho, pede-se-ne tilM, slo ,
    132/200 mais do quo o que se havia convenci-
    nado.
    Lembrei-nie do oppor-n)e ao pagamento de urna
    quanta que suppunhu uo dever; porm quanto
    havia eu de gastar em desoezas judiciaes e quan-
    tos dasgoslos nao havia de eu solrrer antes que
    viiisse alinal urna docito inteiramente contraria a
    mim eso lavorarli companhia? Que prnlec.-u
    tem achado os proprielarios e os nxiradores contra
    o estado des-animador em que se aclum as obras
    da coiiip.iuhia 1 Ellas continuam sempre damesina
    tarnia: nao ha agua em parle alguma quasi, e ;
    que ha nao sullkieute para lavar (M a quinto mais para levar as materias recae.
    O Sr. Law vem do Rio de-Janeiro e com todo
    desplante diz quo a companhia collocou canos es-
    maltad ,.s, que ha 7:1:000 litros d'agua por h.ra em
    desperdicio, entretanto nao os encana para os ap-
    parelhos : a scalisayo continua a mesma sem a.
    minila dlferenca, e qual sera o resultado de todu
    esse abandono Appellar para a mi-crcordia di-
    vina ?
    Sita, ella infinita, e quando menos esperarmos,
    ella se amerciar de nos.
    Nio tardar quo a commissAo deincdicos e en-,
    genheir s. Borneada pelu Exm. Sr. presidente da.
    provincia para examinar as obrasen companlaa e
    suas f-inccoes, venha dar seu parecer fundado no
    acurado exanie e esludo que tem taita d'ellas ; o
    como eu nao faco parte da commissao. ningnem
    ter le se espantar do juizo que ella huver n
    einittir. Levado a esla questae unic mente peb
    dever a meas concidadaos e a meu p.uz, Iratandi
    de objectos que sao de todos conhecidos, n*i sen-
    do i ii II ne n.-Lu., por capricho nem exigencia de
    Desasa alguma, tendo por pharol uienl a vov-
    d ule. tenho r em Deus que a coramisso des.re-
    mi com multa mais feias cores as ni.si-rus.d
    emupaaWa Draiaaga, poripie loa) estudado mais
    miudamcnle as colisas, e eu apena vou ven-lo a
    que se me aprsenla ou alguem faz-ine o obsequio
    de mostrarme.
    A verdade nao tem duas races. A pmbidade
    urna, e os mentaros da commsso lesaa quaula
    as pode daaejar.
    Querendo poiipar-me a IrabalhoS e desguslos
    evitar alm de ludo despezas improlicuas, iu em
    inesino ao eseriptorio da RaaJb Drainage Compa-
    ny cumplir suas detirminacoes antes qne man-
    dass-! ella fazer-me rousa mais preiuJicial, como ar-
    ronihar me a casa, collocar um apparelho na sala
    de jantar ou na cozinha ou no quarto do taueador,
    como tein-n'o feilo por ah em militas casas sen
    que ningnem ihe va as mos, sem qne seja per-
    miltido ao menos um gemido, um queixumc, por-
    que o engenhero fiscal, quando urna imhre victi- ..
    m allega que o seu apparelho nunca fonecionou,
    da o.na infurmacao como a que se v no Diario
    de 19 do crrente, na peliCo de Jos Das da Sil-
    va Guinarcs; e quem v urna infurmacao da tal
    jaez, pode ter coragem de oppr- o a cousa aliiu-
    ma? Quem j vio o Sr. engenhero fiscal dizer
    que tmente um ou oulro apparelhu nao asta per-
    feilo, e depois m indar multar a companhia em 380
    apparelhos, s de urna vez, afora os nutras todo*,
    que estas no mesmo estado e que o Sr. engenheiro
    liseal nao havia examinado, pode animarse a cues-
    tionar com essa ci mpanhia ?
    V I. -ni o publico que a companhia, a era do*
    direlos que asa tem porquo nao eslo no contra-
    to, adquiri mais esta de multar a quem escree.
    contra o m .1 execuiado de suas obras, e como afc>
    tem corag ni de procurar amlharme por nutr
    modo, julgou quo com essa mulla faria calar-uie
    ou me iiitmiinava.
    Hasta Deus faz ludo para melhor : n rio
    que o-ico, des que tenho entcadimonlo e se confir-
    ma a cada passo da vida humana.
    A companlua anda teve compaixo.de mim, eu
    Ib'u a^i,oleen ; aindamis urna vez mostrou a sua
    nepiidAo cuna o fez na falslicaco do art. ii e
    na subtraccao da portara do Sr. Paranagu,., nao
    consumindo todos os nmeros d i Diario de 29 de
    dezembro dn 186) para deixar ura que eu achasso
    I para poder atovac Ihe qne o co))irato foi innovado,
    porque o presidente eslava como eu, aaata c que
    a nova empieza a dar -completo e abundante sup-
    primento d'agua, duas can disacoes e muito asseio
    e muita liiiqieza, e oulras felicidades mais.
    B um gusto mostrar ao mundo com se tea-
    portado comnosco aRecita Drainage Company -
    e a coragem que tem ostentado os seus agentes
    esta capital, armando-se de una couraca, nao de/
    cstanho porque esta resista muito pou;o e j esta
    muilo couhecida, porm de br.mze, para dizer-se
    que correm 73,'.Ou-----iLI 73,000 litros d'agmt
    p rkorn em pura perda, quando os apparelbos
    eslo tea agua, que ha cawoa esmaltad s, quando
    ha piulados de alcatro, e oulras falsidades
    deste jaez, que desejava nao ter necessidade de
    fallar nellas, para nao por patente o descrdito de
    urna companlua esiraogeira que nao tem trepidar
    do ante malversado alguma e que s quer ettor*
    completamente a
    asseveracao do Sr. Blont e dos seus subordinados,
    S.Ttvh yP31*"1 funecona at hoje muito bem j quir tabait^seri^cumiirid.) >^^^
    mtn fMM I seu.C))nU.at0
    para o mesmo par-
    e nao exhala -ino cheiro.
    Ora, vista disso, como que os Srs. gerentes
    da companhia querem forcar os proprielarios a
    pagaren) grandes sommas por apparelhos queestao
    nsupportaveliiiente podres o sem agua? donde
    Ibes vem este direito ? Do contrato, cortamente
    que nao : porque o contrato impe obrigacao de
    assenlamento de apparelhos inodoros, forneeidos
    de abundante e completo supprimenlo d'agua : o
    contrato feilo e bascado as vantagens que po-
    dem vir para a hygiene pablica : o contrato tem
    em vista o maior asseio e limpeza e toma por simi-
    le os apparelhos de Londres que tem a fama dos
    melhores do mando ; c ninguem dir quo um taca
    perenne de infecto miasmtica e de insupporta
    vel podndo em cada casa, seja conforto, asseio,
    lunp.za e salubri.lade : pelo contrario incommo-
    do, e repulsivo, deteslavel, mortfero. Procu
    rava-se um beneficio e estamos condemnadis a
    nao poder entrar em casa alguma, porque o man
    choro mro'nmoda ou causa immediatamente do-
    res de eabeca ou tontice.
    As fallas de cumpriineiito das condicSes do con-
    trato sao tantas e taes que a ninguem licito del-
    tas Envidar : entretanto quer-se obrigar os pro
    pnetarios a carem com suas casas estragadas e
    reduzdas a verdadeiros focos de infec ao, esque
    eeudo-se oquedisse o Sr. Dr. Manoel enarque de
    Siacedo, em seu relatarte :
    F prtCiM que. na hypothese prevista nao r-
    Ma o publico a soffrer, nem a retribuir um ser-
    vico que nao recebe, ou que se nao fa% como foi
    controlado, o
    Eia quanto nio se provarqne os apparelhos es-
    tao funecienando perfeitamente e com todas as
    condceshygienicas, nao Um a companhia direito
    algum de exigir pagamento daquillo que nao fet
    ou que est to psimamente feito, que longe de
    ser um benefisio, un) mal, cuja extenso a nin-
    guera licao calcular : os proprielarios nio hao-
    Ue, ficaseom suas casas estragadas e insalubre*
    como eslao e alm disso pagar o que bem qozer-
    a cMtrienbia : provado que seja que ama casa de
    aluguel esta nlubiiavel e despresada, porque nin-
    guem quer morar nella, nem de graea, por causa
    do fedito msupportavel dos apparelhos da cheirosa
    uramage, alguem deve ser obrigado a .indemoisar
    ao propietario e prejuizo causado pela companhia,
    urna vea quo lia nao-pode ser -competada a coV
    prir o contrato, ista a por ppurttikos in dorwcj
    tarnecdos da abundante
    ~ gir-pagamBto nem togunn obrifada a pagar-,
    a agua e satisfazenda as endites higinicas, noro file,, perqu ~
    qiw.vai puhlioar. deu-e*ou.nfl. ,-'
    Brocoder de oulro mado, mentir
    , ooranfej,a
    Pr iimau em suai cwam'ca do Io.do carrete.
    1 Quemoxe.metta tf-ahe a obrigacao de diier,vendada.
    i Nao tem, porem, aconleaid i assira com < lib-
    is da Provinvia : estos senbores que em seus
    criptas naoeoaaam e> tltipnaMtts'ftgtoes-'fBtv
    a sao pedames Ildavjam'Umbeni imitar a leal-
    . 7silrHla>los-m-
    tutu e*o*atals Jewto d* i
    OPan^iirio-qua-
    o pruprietario nao pedeicar tolhiao do uso-e gsto
    de sua propriodade : e se sso nao urna pura,
    verdade, que o contestara os entendidos.
    "Aqu que pode ter lugar a applicacao da
    axioma:
    Siux pypuli suprema lev.
    Traia-ae de livrar ama grande cdade duma-
    iiu-'repeliaas. oalamidades. t trata-se de sakap a; gpdo pete tribunal
    pT0iriedade iad{viduaj, e ha quem queira dar di- reir, aecusado del
    SKU-**iatk>mtt^SsP\<-t^tmmUmki fM4i
    daruta>^vJo^-aijaj^
    i.-.M a uAa c^ubn>estraBger~a de'estraiare tyi^W^nUms'**4>*vm:*H% aWalta
    jcada passo laaHIftbJ a matar parte-das casas de-orna cdade Sera va Maria, moradora nroxima da resrtenci
    epehndo o que d)sseralord hh4famf-um^rf1v\^wk o po^e-prtnaa-em-nlo cumprr ao! Z^.aBsaaaSSa,^S^JS^cafisa^SaKeS
    Nao deixarei de fazer urna descripeo da ina-
    neira por que tai feita esta pequea obra, a eolio-
    cacao do apparelho de ia trina em minha casa,
    para que os denos da companhia em Londres sai-
    bam como te tem gaste os seus dinheiros. Para
    se abrir um reg que tem eento e poneos ps de
    extenso- e um a tres de profundidade, a compa-
    nhia mandou para minha casa seis trabaihadores
    de piearta e pa, um pedreiro, um cumbeim, nm
    engenhero (ou o quer que seja, porque o Sr; Wifi-
    garl era engenhero, e. segundo se diz, presten
    muttos e iniportaniissimos servtaot companhia,
    e depois que se despodio tee. baixa do posta e
    foi arvoradu em cigarreiro) nm.sotaou ajudauu.
    Este povo esleve em nutia casa nove ou dez
    dias. O pedreiro traba I lio u n na dia quando se
    assentau o primeire apparelhs e oulro quando se
    assentau o segundo. O chumbere ou cknmbador
    trabalbou duas ou tres horas em um dia e oulras
    lauta em oulro. Os seis trabathadores de pira-
    reta abriram o reg, qoe un s era bastante para
    fazer esse servico, sm um dia ou taus, porque nao
    era possivel abrir *, ra antee que estvesse lulo-
    p rompi em easa, e depois repozeram a Ierra em
    seu lugar em urna hora. E' justamente o que se
    poderia dizer- dnzentos alfaiatet para matar nma
    arauha. O mais lempo, todo-esliverana contem-
    plando as estrellas.
    Tudo aineedo por bem pago, e agradece a
    Deus ter-me livrado da muito bemavenlurad*
    Hecire Drainage Cempany, e anda' mais ter
    evitado que ella passasse-pefc raen jardim cora c-
    seas encaoamentos para nao estar hoje com o
    apreciavel aroma qoe se desenvolve quando elles
    se arrorabam. )eus protege a innoconcia.
    Devo declarar que tao mal fuaccioaava o tal
    apparelho automtico-que lu ha a bota linttav
    da quanidadc d'agaa a ga lar. como funockma.
    bem a que a compendia coltaeoii depois, e que i-
    do modelo dos roelborss de Loadres, coma a com-
    panhia se ceuiprometleu aasseutaasm todas a
    casas, o que esta bem patente e especificado a>
    portara do Sr. Paranagu e que eu ti ve a ousdtu
    ou dej foro de publicar, para anda mata' provado
    ficar que a companhia nao tem cuinprido aasuanrAa:
    da coodMtas de seu contrato ; e que eisquanto
    nao assentar apparethoe coaae-o. mslboras. da
    Lpndras-e tarnecdos de abundams e compfeta*.
    .ssrtrawnto d'agua, nao teiw dtwitoahsum de ex-
    e coinplel* suporiniento
    - nao ha nada ftito as cendlts So
    a retirar osseus apparelhss pndfxa a pesilieotosy coatrate ; e pela contraria o- que est feito tao
    isio nao pode soffrer contestafao aljama : o di- ruta), que longe de ser im-bein ata -mal insup .
    ireilo de propriedade invioiavel, portanlo ou a pprtavel..
    passmWa proivmciai qae fez a lei obrigandoa Em onire artife faremos urna dasemioo jb4-
    Pr**>pem--a pagard-eompanhia o importe dos ap- noc4ta do ,mikramumlo^nt a eowpitaBta-adkftt.1 *
    reeAOUoo.PavJwtsrnoquf-pague, porque toa pava os -seos autotaat e cSsao ettas esta.-.
    fOnccionando.
    Qae omaanhia 11 Qoe eogeotaw>#.W
    da Sr. Law a do teu-*as c ;///
    bella; 'dejuHtoda tm.
    t/MMio-Moscso.
    )
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    i



    %kto
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    *
    traWWa jfl Rrtento |
    de Botiiio, usa
    Irregara agua, e favara-lhe
    oVwwVresente o assas-
    iwino. tambe/n des feriraen-
    n-ia, a^pdjNanofl-o a 11 an-
    gro nmlio ao artigo 193
    ando dcsU condeninacao o
    r, para o Mibuna supe-
    ftWantcs o^ me ncorreu
    wat
    o r* algaraas
    a casa.
    O jury
    sino de B.u!im
    tos grju^^
    no* 4 prsi simpl
    d Tbigo penal,
    aJrtugadu sen
    rior.
    As contradicJBss
    reo Peroiriij^raufco-daafarjl^ue reconhe
    ceu o reo $$0 m-u offcMor,. e positivamente o
    2l#l!l$fc

    alarmara n linterrogato. o a qiw t>ndeil, naV
    aeixaadoa menor duvlda ;oaa&ftt4smela com
    qw elle reo a ferira, deixando-oWtirraio na ca
    vijjle formada pelo osso iliaco 'do quadril, que
    d!f,?3.Je r$ir?,d1'?, :'ri rccaahccjio ser b..pro-
    Tin que o reo tttvn pedido em urna (averna'na
    iravessa do Co.-ta para matar un ratl); o lento en-
    ' wBMmtodo b^tpvda veosdoro, tinta dd (sao-
    Sjnp, outros muil"s indicios por demais vebemen
    les ijo-j revelavam ser o rJo o algot das victimas
    ''fmtnolads sem duvida em cumprimento de um
    aecordo paetuado entro elle, e sen mandatario,
    viMwcomo ro menor desacenca com a assassinada=4 nm mes- fe
    mo conliecetn ( ni) ou>tauto a ter servido em mul-
    ta* oc^asiSes), circunstancias estas mui valiosas
    Tara Ter considerado o reo execntor dos crines em
    vista *rt* parte desua afflnna'iva de nunc i k$
    tradictoria de a nao conhecer, nao obstante nave la
    servido ein dilTcreRtes occasioes ; tudo isto levaram
    "iWi coni'mnaco das penas citadas impostas
    .fwtmthbunal. Cao aqui observar que o Jury, com
    tnanu apreciador dos- (tulas, em virtude da lei,
    reconheeeu em Jos Bento Pereira o reo aecusado
    lojiaver praticado os delictos apontados, e, nao
    'Gbstante a ausencia, no processo, do numero do
    testemunbas de vista exigidas pela lei para .'-na
    i eoadeiiuiac,i.> no grao mximo, julgeu-o coac ien-
    ciosamente como o algot das victimas inmoladas
    ao furor, la I vez libidinoso, de seu mandatario, ein-
    bon ilo processo nao conste qual seja o incgnito
    autor desse atroz e nefando drama si mo per
    rcident, e eshu mesuios.io uiyterWsos e cnvokos
    em veo opac^P quasi impercepitivcl, que nada
    aprimen) em face da lei so nao presiimpeoes ;
    sindo que outra pena nao serla benr applicadaao
    reo se nao a queapplicou o"tribanal.
    A ausencia de pravas pionas e contestes, exigi-
    das pela lei alim de conhecr-so da evidencia dos
    fados, 6 i)or conseguinte firmar a condemna^o
    , lo reo, nio quanlo nos, causa snfficiente para
    supplantar no reccpaculo da conscicncia do jnlga-
    dor os impulsos inspirados pela nalureza, pela ra-
    zio, que a v i de Deus quando vibrada em nos-
    sa conciencia, e nos convence de qual seja o
    veriadeiro criminoso.
    Aus impulsa naturaes da conscicncia maguen
    n-r-le ; e imitas vetos sao elles de tal sorle con-
    nfiito>qi:e aberramos da lei ; isto deixamos
    aeumprir litlerulmente para os seguir.
    E por isso que umitas vezes acontece ser m
    despiezados pelus jurados processos informes, ca-
    jas pecaj sao oais para disfarcar a verdade, <|ue
    -.omprovar o crime; e o jalgamento conscieucio-to
    suppre, ne>te caso.as lacunas do processo, e o dis-
    fame do criminoso.
    Itesia pot, que o tribunal superior, ein vista da
    uuifounidade dpjulgamento, confirme a justa sen-
    cenga d jury, evitando por esta forma que volte
    para o ?eio da sociedade offendida, um nwnstro tal
    capaz de perpetrar oniros iguaes deltctos.
    .Nao eserevemos oslas linhas para aecusarmos
    a iinijiuem ; pois ignoramos quem seja o autor des-
    se drama ; e se vimos imprensa 6 somentc por
    applauJIrmos a desaffronta da sociedade por meio
    gio tribunal d jury.
    ApproveHamos a'occasio para dirigir nossos ap-
    jlausos ao Ilustre defensor do reo Pereira, pela
    brdhaute defeza que lbe fez. O exordio com que
    prcceJeu adefeza do reo foi alera da espectativa
    previ-te !
    Cowaveu o auditorio ; e eremos mesmo que con-
    iribuissC para a alloouaeao da pena de sou
    cliente.
    Coutuiue o Sr. Gavalcante (se este o seu nomo
    bcnienearrilhalo. Mo.o, e na flor dos annos.com
    a tlenlo que lbe congenito, e com a a erndicao
    adquirida, sem duvida pelo amor e applicacao dos
    estados, a si se honra, c academia do Recife,
    que se deve desvanecer de o ter por alumno.
    ao etmoreca Adianto, que a estrada por onde
    janhar a disliocao i|uo almeja, o Ihc merecida
    est aberta, e danquciada dos iouros, que Ihc hao
    de etagir a rronto I
    Entretanto imc assim o desejamos, permitame
    V. S. que Ihe diga que com mais calma se devera
    ier portado no1 insidente havido p*ir occasiao da
    reiilira do illustre promotor da juslica em contos-
    Ufio ao figurado ramalbete de llores da sua de-
    feza. Nao era i>so raza) para S. S. julgar-so of-
    fendido, e proromper em seus arrobos contra o
    <>rgo da justiett publica, e em face de um irib-
    Bal re-peilavel por todas as eonsideracoes.
    (s advocados captam toda a benevolencia e es-
    lima quandu se portara mais prazenteiros, que ar-
    iiiTados, em suas defetas,
    NiO querenos dizer enm isto que V. S. portou
    se dtnre-peitado para com o auditorio, que o ouvia
    >i!eiicioso, mas que o>tranhou-o pela pouca calma
    que procedeu na occasiao em que mais se io-
    ; ssava na defnza
    l)amos-lhe descont, por ser isto proprio da m.:-
    :nlade, mormente quando julga que a razio Ihe
    i-tsiste.
    C incluimos, rugando aos Srs. jurados, que cora-
    |xletn o tribunal na presente sessao toda circums
    prp^io na puni^ao dos criminosos, alim de que
    njsni elles pn nidos exemplarmente, no-s para
    satisfaga da juslica, como tambera para desaren-
    la di moral publica, e socego da sociedade offen-
    dida no mais sagrado de seus d re i tos, quaes sao
    os da vida, e da propriedade, que estao mercr
    dos assassinos eladroes.
    O usticriro.
    lulidade, s<* por acaso j nao esti
    le reconliecida pLlo testemunho
    Ihares de pessoas. A historia de
    ras curas so ac la inscripta e transladada com as
    innurneraveis certide* altestaeoe nvi
    todas as^partofi do^nuld* -iBWtav/ I en
    gran 'a^dggliilrigo fel tlstJnfcMs.lse
    hunde carias de eminentes mdicos, clrigos, legis
    ladores, oradores publico?, Dechpnieos aUvogado
    e letrados; n'nfna pafa\Ta d4 pessoas' pertehcelrts
    todas a? classes e'proluoes da vida. Todos (al-
    Um em substancia, que a tosse, as ronslipa{3*,
    os bronebites, as esquinencias e a astliflia, etc., s
    aiviam e enram mediante o uso deste adnii'avel
    e proligioso remedio, de un m^Jo jnfaltrvel
    ........1,11
    SB
    Aendiraenio do >
    dem do dia 5
    9MMERC6
    EGA
    de agosto prximo futuro pelas 2
    peranto a juma da mesma tt e-
    post em hasta publica, para ; >n
    arrematado por quem mais dor, em virtude lo
    avo do ministerio dos negocios dfi Jazenda de II
    de||t|iho|Mlll|ufo|b|ir;Kb |oe/elrio de qu; r-
    teifc**i)rial#(ii*M, sRfci Santo An a-
    ro das Salinas.
    ' Seltetaria: da, trjqsMraria dfe faxenda de Perl
    namWc, 1 d' jnlhr/dfe'mi
    O secri-tarwrda junta,
    Jesuino. Rodrigoes Gar4ny).
    Descarregar hi* 6rda
    . WtfWlBcf ffgaa ffigleza; v
    v'que l
    t:l.r*Wfi9
    rf-mereartofias rftri
    Bditaln.34
    Palk! Inspeetdrfcf la alfandega se faz publico que
    f M 4i'l9ra8Alar,i#0 d,a 6 do cbrente, por-
    ta des* repmlfiof M ha de arrematar, livre de
    diroilea, a mercadoi ia ebaJxo declarada, abando-
    nada aoa dirortoa por ioao 4a Silva llamos.
    Trapiche Coneeicao.
    ~), sem nunero. Duas caixas con-
    _ as de vidro ordinario que continham,
    gffa fgFta7 vindas de Lisboa no navio portu-
    guez Despique l, descarregadas em 31 demaio d',
    lolrenle aqno. \ l'
    IfanderfdiiPrnambucJ, Vlc toltodi S73-
    BSrca in'gleza EdnartfHerb*
    alfandega e trapiche Onceioo,
    ppehar.
    Barca mgleza Miranda mercajlorias para at
    fandega.4 }\>m
    Barca ingleza/>uc* of Sulh'imd-*
    ras para alfandega.
    Patacho nacional Jaboatovarios gneros para
    o trapiche Coneeicao, para despaehar.
    Vapor nacional -Penedo varios gneros uacio-
    uaes para o trapiche Dantas.
    Vapor naoionai Pirapamn varios genoros n
    cionaes para o trapiche da companhia
    periiambucana. ,
    Barca franceza Colignyvinho para deposito no
    trapiche Bar. osa.
    11 a portar lo.
    Babia e partos intermedios, vapor nacional Pene-
    do, consignado a Oliveira Azevedo, raanifestou :
    Azeite de coco 'i barris a Miguel Jos Alves.
    Charutos 4 caixas a Cunba A- Manta, 7 a Do-
    mingos C. Ferreira, 1 a D. A. lallieoB, 3 a Jv D.
    Papoula Colla 2 barricas a Barlholomeu & C.
    Cestos 500 ordem.
    Ferragem 1 caixa a Bourgard 4 (.'.
    Vinho 2 pipas a Rabello A C.
    ialuguel qi
    _i^_
    TMnmh' (Jro^ftiiafes e dugiiel me devem pagar os
    navios pelo pessoal e mfeifef, qaarido errtpregado nfts^aixarr4gw6 e deaamar-
    racoes dos navios dentrodo porto do Recife.
    -'---------.....----------------------_!_________I_____________________________________________*_______________

    I lt>



    !.................
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    -IMPORTANCIA.
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    hanehaj-ptu ner*ico de amarrar uir desamarrar
    ^ Ancora por um da.................
    Faoio'
    Sr. impeetor da thesouraria p jvii-
    cial em trfmprmend) de ordem do Exm. Sr. pre-
    sidente da Movincia, ^ntada fazer publico, que
    ral ovaiMM a prai;aVfdia 14 do crreme, pnrj
    teftpo emanno, efeMfquanlia de 2:824*605,
    os impostos provinciaes da comarca de Flores.
    As pessoas que se propoierem 'a esta arrema-
    tacao comparecam na Rila'das sessijes da referi-
    da junta no dia cima mencionado, pelo meio dia
    e competentemente habilitadas.
    E para constar se mandou publicar o. presente
    pelo jornal. "' *l '?'*"
    8ecrataria-dat^hesnnrantt.proviB8ial de-Pernan
    buciv, 4 de^goalo de 1873.
    * O ofcial-maior,
    M. A. Ferreira.
    ......*
    irador pelo primeira dia.................i..........
    Pofttjd'dfa alem do prltneiro da.................................
    ftpla- poreetvfjdiinmt s amarracao on desamarrafao, ou por cada da.
    Amarra por cada dia. .^............................'.............
    A' cmara municipal, ao
    Exm. Sr. presidente da
    provincia eao publico.
    Pedimos susponso de juizo sobre o arligo
    hoiitem publicado no Jornal do Hecife soh
    o titulo i-Parecer (lo Sr. Dr. Lobo Moscona,
    acerca da nailrkula dos Lalhadores, que
    seropportunamente contestado.
    O abaixo assignailo declara nao ter a honra
    de pertencer sociedaJe L'uiao Calbolicii
    Orlbodoxa de Pernambuco, nao obstante
    ter sido para esse m convidado ; tendo aue
    as prestado sua assignatura, para inanitea-
    4ju um voto Z'acarias de (ies o Vasconcellos.
    Hecife, 4 do agosto do 1873.
    br.Iguacio Alcibiades Velloso.
    Declaracjio.
    O abaixo asslgnado, negociante a villa ne Ji-
    Switi, tundo constituido legalmeute seu- bastante
    prucurador arJoAo Gomes dos Santos, offlcial de
    apateiro, e eserivao inlerino do juiz de paz da
    esma vfHa.-para amigavet ou judicialmente co-
    brar suas dividas, e como o- mesmo Joo Goawb
    ii o t -nlia anda appareeido para prestar cantas e
    conste que se tenlia ausentado pa;-.i lugar uao sa-
    1 ido. o mesmo abaixo assignado vera por este meio
    chamar o'ditosenhor, alim de qae Ihe preste cun-
    ts e Ihe entregue seus documentos qneaiada
    existem eni eeu poder; outro sim, o mesmo aba i -
    xo assignado declara que desta dala em diante
    licara de nerhuin effeita toda e^ualquer transao-
    <;it que o Sr. J io Gomes fien com os devedore
    segunda vez.
    Recite, 4 de agosto de 1873.
    temario 0onc-atvts4ot Stlot.
    ' IHKATRO S. MKit'Bv N^S AFOGABS.
    Per circunstancias Imprevistas deixam de tf
    tugar os especiaeulo annuO'jiados. licando trans.
    feridos para -abbado-edommgo iiupreterivelmeiito
    avaado ae sceua as Moieus i sangue urna
    wawda-, tendo lugar biWratoeate o espectculo ni
    oetlcio daire>a de S. Mifal.
    -'
    \ lH>4-a e pharaaaaeia da Matare-
    a. Se iMonntrain espeoilicus para a cara dato
    daa a* molenttas, se por aeao pedassera sar daaeot
    ertos.- Pones ao iacM.um,ioi'deaeaaai4oi>()
    ttitor/-d* AmutkuiU-4e Ktmp,.n axtea-
    dliaa-ida ama arvnM-battamicavkeadi"
    i.o-aBDVaaiutnral contra totiasa*
    -rtotestia* da gajp1i das aigios
    A eflkaoia de aus-aitaaies^ffiortei 'aeria m
    mais
    Liverpool, barca ingleza Edward Herberl, con-
    signada a Luiz Duprat, manifestou :
    i- Am,Z'50 aeeos a J. I. da Costa, 50 a CardoM 4
    Mai lins, t' 0 a Phipps Brothers a C, 100 a Sousa
    Bastos & C Amostra I volume ao coasignatario,
    l i ordem. Alvaiade 10 barris a M. Halliday
    Barrilha 90 barris a Santos k Araujo. Burras
    de ferro t a Moreira Halliday.
    Cerveja 100 barricas a CorrCa Braga. Clnimbo
    16) barrilinhos ao Barao de Bem-Fica. Cobre 2
    volumes a Prente Viann 4 >'. Dito emlencol 2
    volumes aos mesmos. Carvao 73 toneladas i
    ordem.
    Enchadas 50 alados ordem.
    Ferragem 8 caixas a J. A. de Araujo i C. For-
    mas 3 volumes ordem. Ferro 55 feixes, 120 fo-
    Ihas, 722 barras ordem, 10 toneladas a Starr, 42
    volumes a Bowman, 870 barras a S. P. Johnston,
    47 pecas a Bowman.
    Louca 84 igos ordem, 68 a D. Campos, 60 ao
    consignatario. Dita em pocas 75 volumes a or-
    dem.
    Machinismo 12 volume? a D. W. Bowmarf, 20 a
    Thomaz Cbrisllansen
    Objectos pira gas 49 v lumes a Simpson & C.
    Pas 101 feixes a J. A. Araujo k C.
    Tecido 4 caixas ordem, 5 Mills Latham
    4C.
    Verguinbas de fero 10 feixes a S. P. Johns-
    ton.
    Granja, vapor nacional Pirapama, consignado a
    Comp?nhia l'ernambucana, manifestou:
    Algodio 28 saceos a Jouan Busson,50a Keller &
    C, 58 a J. B. de Oliveira, 2 a Alheo & Oliveira,
    302 ordem. Altanado i a S Leitao 4 Soeces-
    sores.
    Couros salgados 17 a Alieiro Oliveira 4 C, 40
    Moraes 4 Irniao, 59 a J. B. Oliveira. Courinhos
    8 massos ordem. Carne 2 garajos a Alheiro
    Oliveira & C, 2 a Moraes & Irmao, 41 ordem.
    Carnauba 1 barrica ordem.
    Esleirs 34 massos ordem.
    Gomma fi saceos e 5 barricas ordem, 5 saceos
    a Alheiro Oliveira 4 C.
    Milho 100 saceos a Fraga 4 Rocha.
    Peonas de ema i sacco a Moraes 4 Irmaos.
    Queijo 1 caixa ordem.
    Sola 1,664 meiosa Moraes 4 Irmaos, 520 a Go-
    mes de Mattos 4 Irmaos, 423 a S. Leitao 4 Irmaos,
    889 ordem, 28 a Fernandes 4 Irmao.
    NSPACHOS E EXPOHT VCA NO DIA 4 DE
    JULHO DE 1873.
    Para os poitos do exterior
    Na barca brasileira Aurora, para o Rio da
    Prata, carregou : F. R. Pinto Guiniares 50 pipas-
    com 24,000 litros de agurdente.
    Para os partos do interior.
    Para o Rio Grande do Sal, no pnlhabote por-
    tuguez Sympathia, carregaram : Amorira Irmaos
    4 C 26o barricas com 28,651 kilos de assucar
    branco.
    Para o Natal, na barcaca Constancia, carre-
    isaram : A de Q intal 4 C. 8 banieas com 68o
    kilos du assucar refinado.
    Para Maco, na barcada R*inka dos Anjos,
    carregaram : G. de Mattos Irmaos 4 pipas com 1920
    litros de agurdente.
    Para Alagoas, na barcaea Deija Flor, carre-
    gcu : J. D. Almeid Castro 1 barril cora 36 litros
    de agurdente.
    aruaj&lje,}..;.!},;
    . ..
    Ancorte..................^.............
    Virador
    Sala das ssade
    ---------
    3000
    UOOO
    300
    8*000
    6*000
    4*000
    1*000
    "^TZ
    \*
    IFlamntuM amblantes
    t>Ufrtt>uic. da peV
    dea do conselho naval loidemaio oV 1873
    As&iajaado. toaqaiin' Manoel de Olivera-- Figuwredo, Rapbael Mendes de Moraes Valle. I.
    relator* Hermenegildo Antonio Raxbosa de Almeiia, e Josa da Costa Azevedo.
    Conforme. Luiz .Saiazar da Veiga Pessoa.
    Est conforme.-rQ secretario, Decio de Aqoino Fonceca
    iwlilal a. 35.
    Pela inspectora da alfandega da Pernambuco se
    faz publico que no dia 8, s 11 horas da manlia,
    forla daajeparticao, se ha de arrematar as mer-
    eaaorias, axaixo mencionadas, abandonadas aos
    direitos pofSouza e S 4 C
    Armem n. 1.
    Marca S S 4 C n. 270-1 caixa vinda do Havre
    no favjo francez AaVite,-entrado *m 7 de abril
    praxini) passado.^ohtnde as seguihtes mercado-
    ras avariadas :
    12 kilos, peso no envoltorios de biiouteria de
    cobre e.mas ligas, avallados por 144*666.
    4 ditos idem de" chaves de' ferro para relogios de
    lpiheira, avaliados porSIBle.
    '20dueias deiaimsas'dei taeldo-de algodio, ava-
    hadas por 337*200.
    4 kilos de borracha em obra nao classifcada,
    avaliados por 5*000.
    Alndega dvPernaimjuco, 5 de agoste de 1873.
    O inspector,
    Fabio A. de Carvalh Reis.
    Editl n. 33.
    Pela inspectora da alfandega de Pernambuea
    se faz pdico que; achando-sc as niercadorias
    coudas nos vofomes abaixo mencionados no ca-
    so de serein arrematadas para- consumo, nos ter-
    mos do cap. 6. do tit. 3." do regulamento de 19
    de setembro de 1860, os seus donos ou consigna-
    tarios deverao' despaehi-las no prazo de 30 dias,
    sob pena de, lindo elle, serem vendidas por sua
    conta, sem que Ihes fique competindo allegar con-
    tra os effeitos desta venda :
    Armazem n. 7.
    Marca triangulo A & M, ns. 64/73. Dez barri-
    cas vindas de Londres no navio inglez Fnmck
    Emetlte, descarregadas em Odenovembro de 1872
    e consignadas a Arminio <$i Moreira.
    dem idem, ns. 31/40. Dez ditas idem idem.
    dem dem, ni. 54; 24, 29, 5/6, 8, 9, 12, 16, 18.
    Dez ditas idem idem.
    dem B A S, n. I0J Una caixa vinda de Ham
    burgo no-navio allemao A nna Jesine, desearregada
    em 6 de dezembro do 1872 e consignada a Bastos
    & Silva.
    dem B S e A A & C, n. 10. Urna dita dem
    era 10 idem ; ignorase a consignn<;o.
    dem J A A & C, n. 3. Urna dita vinda de
    Hamburgo no navio allemao Alvine, descarregada
    em 10 idm e consignada a J. A. de Araujo & C.
    dem RP4 <;, ns. 12 e 18 Dnas ditas vindas
    de Hamburgo no navio inglez Nicolim, destarren*
    das em rO Je dezembro do 1872 c consignadas
    Ramos & Pcixofo.
    Idem B & S, ns. 93 e 9i. Duas ditas idem idem
    a Bastos & Silva.
    dem C G & L, n. 34/38. Cinco ditas idem
    idem a Carneiro Gaimaraes & C.
    Ilem diamante, no centro A & M oporbaxo
    Pedroso -, n 1 Urna lata vinda de Londres
    no navio inglez Ecliftik, descarregada em 28 de
    dezembro de 1872, e consignada a Arminio Mo-
    reira.
    dem idem, n. 4. Urna caixa idem idem dem.
    Alfandega de Pernambuco, 4 de agosto do 1873.
    O inspector,
    Faino A. de Caroallio Reis.
    SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
    A Hlma. lntt.-Adm|)iltfalivat da santa casa da
    Miseriei.rdiJ ilo.Recato, uiauda -fazer publico que
    na sala de snasr sessops, no ina 7 de agosto, pelas
    3 horas da tarde, tem'. de ser arrematadas a quem
    mais vantagens lcrecer, pelo fcmpo de um a
    tr s anuas,. :s Tejidas dos precios em seguida
    todVaH I
    ESTBELECMEXTOS DE CARIDADE
    iBeiico'do-Atreu;
    Ssbrado de 4 andan-s^n. 1 ... 480*000
    Ra dos Pesaadores
    Casa terrea n. II B 242*000
    Ra larga do Rosario. i
    Tercero andar n'. 24......250*000
    Ba das Calcadas.
    Casa terrea n. 36.....
    PATRIMONIO DOS ORPHOS.
    Ra de Gervazio Pires.
    Casa terrea n. 2 ...... .
    Hua das Ciuco Pontas.
    Casa terrea n. 94........
    Ra da Sen-ala-vellia.
    Casa terrea n. 16......
    Bcccff da Roas.
    Sobrado n. 18 .
    " Ba da Cruz.
    Sobrado n. 14 ...
    Ra de S. Jorge (Pilar)
    Caaa -terrea n. 403
    PersonageQs do prologo,
    ltodolpho, rapaz para quem o
    mundo grande
    Rernardn, idctl) idem
    Jamb, idem idem f. Julio.
    Louren'.-o, pai da patria efa
    miniatura Sr. Florindo.
    Juliao, dem idem Sr. Sfhra.
    i'ovo de todas as clasos, idades e qualidades
    PersonageiM dos dons actos.
    Crinoline 1.'- rainba das Ama-
    zoaaa Pw. o^-^^Mlwpid V.
    Hurminda, rainiolra do(.interior .,
    e presidenta do coiisbibo" D. O. Augusta.
    Tulipini, majota rS.stt#ckf5J^' '
    ministrada guerra .* D. Jeafliia.
    Argentina, munam da faieada D. Emilia.
    Severa, mmiatrada jusljca T-
    Aaazia, capitana das gfl|f*'ili"' j
    Mereurina, pv
    Ministras ofitcialas^HMias.
    Rodolpho, viajante aereo
    Bernardo, idem ideo)
    Philoineno, joven seduzido
    Mimoso, antigo favorito e et.eli-
    da harem
    Borboleta, cozinbeiro
    Favonio, odalico
    Adonis, idem
    Narciso, idem
    D. Josqilnna.
    D. Cama.
    gr. Virante.
    Sr. P. Aaguato.
    S. Cmara.
    Sr. Pinto.
    Sr. Julio.
    Sr. Philadelpho.
    Sr. Menezes.
    Sr. Emiliano.
    COMPANHIA
    DOS
    220*000
    TBJLHOS URBANOS
    DO
    e Oiiuila. *
    Esta companhia contraa com quem me-
    lhores condigSes aprasentar, a collucaQo
    Id'um telegrapho elctrico, partir daesta-
    136*000 gao d'Auror Olinda, o da Encruzilhada
    300*000 Bcberibe-
    i Tara informales se enlendero com o
    209*006 respectivo gerente no escriptorio da mesma
    companbia.
    O gerente interino,
    LauwUino Jos de Miranda.
    SCI-iPAS.
    A'companhia dos trilhos urbanos do Re-'
    1:000*000
    206000
    ^$Tffi^%l f ^ ?mpra SUlPaSd0 't,CCf T
    y palmos de compnmento, 9 polegadas
    de largura e 4 ditas de grossura.
    L. J, de Miranda,
    I.APATAZIA DA
    (teudimento do dia i a 4
    Idem do dia 5 .
    ALFAN'HEGA
    . 4:l0)6l8
    . 884*972
    4:985*5O
    VOLUMES SAHIDOS
    No dia 1 a 4......
    Pruneira porta no da,5 .
    Segunda porta.....
    Terceira porta .
    Trapiche Coneeicao .
    SERVICO MARTIMO
    Alvarengas.descarregadas no trapiche
    da alfandega no dia 1 a 4 .
    Ditas ditas no dia 5......
    Navios atracados no trap. da alfandega
    Alvarengas........
    No trapiche Coneeicao.....
    2,948
    86
    83
    68
    190
    3,^75
    r;Sl ABACAES.
    10
    GE
    RECEHEDJWA DE' RENDAS IN'IBaNAS
    RAES DK PEBNAMBUT.O
    Keudiraento do dh 1 a 4 7.673*436
    Idem do dia 5...... 1:4371131
    9.130*567
    CONSULADO PROVINCIAL,
    Hendirnento do dia ) a 4
    dem do dia 5 .
    3:130*056
    l.f43*676
    4:873*732
    vitlviMINTO 00 ORTO
    Navios entrados no Granja e portos intermedios -11 dias, vapor bra-
    silero Pirapama, de 312 toneladas, comman-
    dante Felippo F. Ferreira, eqmpagom 32, carga
    adgeao a aulros -gneros; scompatia per-
    nanibucaoa.
    alace -12 boraa, vapor brasil 'iro Penedo, da811
    oneladas, coiiunandante Francisco Pereira, eqni-
    agem 25, carga varios gneros ; a Antonio L.
    s Oliveira Azevedo & C.
    Rio Graode do Sul 22 das, barca fwneeza /n-
    . trepide Corte,, de 435 toneladf s, capitao Modard,
    eqiupagem 10, carga carne ; a-Oliveira Filhos
    S C
    Nnins takidoHW memo dia.
    Rio Grande do Sul -Bseuna brasileira Georgiana,
    oapilao GarvaRio, carga assucar a outros gene-
    'TOS.
    TtiomazBrigue Jrjgtez Artps, capftio Boven,
    em lastro de" areia.
    1gessmn*!n*+mmmmia*mmmammmimmma*nm
    Obras militares.
    Autorisadas pelo Exm. Sr. ministro da guerra
    as obras necessarias para abertura de janella- no
    hospital militar, oreadas em 1:790*740, ser a 6
    de agosto, ao. meio dia, posta em concurrencia a
    execucao-de ditas obras ; para o que deverao os
    pretenden tes spresentar-se com suas propostas no
    referido dia e hora, na reparlicao das obras pu-
    blicas, onde e acha o orcameolo.
    Pernambuco, 30 de jullio de 1873.
    O engenheiro
    ____________Cliryssolito F. de Castro Chaves
    Companhia de seguros utili-
    ' dade publica.
    A direccao desta companhia havendo obtido do
    governo imperial prorogac o por mais 20 annos
    para continuar a funecionar nesta odade, e de-
    vendo principiar suas operacoesm 1* de setem-
    bro prximo futuro, convida aos senhores accio-
    nistas para se reunirem na quinta-foira 7 do oor-
    renie, em seu escriptorio ra do Vigaro n. ti,
    a i hora da tarde, alim de ter lugar a eleieao da
    commisso de que trata a disposicao transitoria
    dos novos estatutos.
    Becife, 4 de agosto de 1873.
    <)s directores
    Francisco Joaquim B. "Arito.
    Candido C. G. Alcoforado.
    Santa easa da misericordia
    do Recife.
    Pela secretaria da santa casa da misericordia do
    Becife sao convidados os prenles das educandas
    do coegio das orphs em seguida declaradas, as
    quaes ja completaran) a sua educacao, para-que
    requeiram ao Exm. prndente da provincia a sua
    entrega, em vista do que resolveu a junta adcii-
    nistrativa, de coaformidad oom o que dispoe o
    3' art. 48 do respectivo regulamento.
    Candida das Chagas Coelho o Diawzia das Cha
    gas Coelho, ihas de Vital das Chafas Coelho.
    Mara Emilia.
    Iguaria Bibairo, lilha de Leandro los Ilibeiro. '
    Mara Magdalena de Mello, filha- lie Jos Tava-
    res de Mello.
    Valeriana dos Santos, Olna de Tcente Perrtlri
    dos Santos. j,
    Eudoca.
    Kelippa.
    Thereza dos Santos Torres, filha de Jos dos 3ra
    tos Tor es.
    9opMa Mam da Coacaicao, icposta.
    Secretaria da santa casa da -misericordia do Re}
    cife, 27 de unho do 1873. _
    O escrivo
    Rodrimies dt Sonza.
    arremata
    acn pannados dos respectivos fiadores, devendo
    pagar alera da renda, o piemio da quantia em
    que for seguro o predio que contver estabeleci-
    menlo cornmcrcial, assiirr cauto o servco da lim-
    peza e precos dos apparelhos.
    Secretaria da santa casa da miserieordia do Re-
    cife, 21 de jmnho de t873.
    O- eserivao
    Pedro Rodrigues de Souza.
    Correio geral
    llelacao dos objectos registrados existentes rem
    na-admitstracis dos
    prssoas
    Gerente interino.
    Gobinete portuguez de lei-
    tura.
    Conselho deliberativo.
    De ordem do Illm. t. presidente do conselho
    convido os senhores consclheiros para se reuni-
    em sesaao ordinaria, quinta feira 7 do cor
    vmaa, -para- as
    radas :
    Auroliano Augusto de Oliveira, A. Carroll, An
    tonio Joaquim do Nascimento, Dr. Antonio Ciernen-
    tino Accioli Lins, Antonio do Reg Pacheco Jnior,
    Antonio Carneiro de Lacerda, Benjamim Franklin
    da Silva, Cecilio Gcnnes X. C. Leclere, Euthalia
    Augusta F. de Oliveira, Francisco da flama, I. Jos
    Godinho, Joaq Francisca de A ruda Falcao, Joo
    Alvares de M. V. Castello Branco, Januario Cons-
    tancio Monteiro de Andrade, J aquira Antonio
    Pires, padro Joaquim Pereira Freir, Joaquim
    Marques Soarc. Jos Martiniano da Silva, Jos
    Jerouvmo de Albuqucrque Maxanbao, Manoel F-
    lix Antones, Manoel Francisco da Mattos, Manoel'
    Severino de Barros Falcao, Manoel Francisco,
    l'edro Goncalves Cascao, Thomaz Carneiro da Cu-
    nha, Vicencia Ferreira da Cunba, U. Machado
    Pereira Vianna.
    Adminstrac/io do eorreki de Pernambuco, Io de
    agosto de 1873.
    J3s Candido do Barros
    ________________Encarregad do registro.
    Monte-Pio Portuguez.
    N.lo se tendo reunido na noute de 31 de julho
    ultimo, numero sufttciente de membros do ron-
    seibo fiscal, para c|ue podpsse ter lugar a sessao
    para esie dia marcada, deliberou o Sr. presidenle
    |ue fossem novatnente convidados os Srs. conse-
    Ibeiros para se reuuirom qua/la-feira prxima 6
    do cop-ente mez no lugar e hora do costme,
    para o m da anterior convoca;ao.
    Secretaria do conselho fiscal do Monte-Po Por-
    tuguez, em 2 de agosto de 1873.
    Jos da Silva Rodrigues,
    !. secretario.
    correws desta prc~,r(ale< pela*6 horas da tarde, na >ala
    abaixo deca- tivas Be8sa<*
    las apee-
    conselho deliberativo, aos 2 de
    Secretaria do
    agosto de 1873.
    Boaventura Rodrigues de Amnrini
    ______________1 secretario.
    ADMINITRACAO DOS COHREIOS DE FERNN-
    BUCO 0 DE AGOSTO DE 1873.
    Malas pelo vapor Penedo di companhia
    Bahiana.
    A correspondencia que tem de ser expedida hoje
    (6) pelo vapor cima mencionado para Macei,
    Pene lo, Araeaj e ahia, ser recebida pela ma-
    mira seguinte:
    Macos de jornaes, impressos de qualquer nalu-
    reza, e cartas a registrar, at 2 horas da larde,
    cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1|2,
    pagando porte duplo.
    O administrador interino,
    Vicente Ferreira da Porciuncula.
    Donadlas e odaliseos do harem.
    A peca foi ensalada c posta amacena pelo r.e-
    tor Julio Xavier.
    O soenario 4 ultimo acto qJU' n piv.-oiia o
    harem da rainna foi executudu i capucho pelo
    scenngraptib L. hapelin.
    Os vestuarios e aderecos Mi> todos iwvos e pre-
    parados sob a direorao Mar l'mlo.
    Os accessorios sao tamben) nonos e apropia-
    dos.
    Finalmente a direceo esmefa-sa para apreseu-
    'ar dignamente esta ji. ra, qae tefi feito longa
    carreira nos thwtros onde -tem sido representada.
    THEATRO
    Quarta-feira 6 de agosto
    t.i'itmh- e 'vti-oitlnro
    siiccesso!!
    Depois que a OTCestra tiver exerntado urna de
    suas melhores symphonias, subir seena o gran-
    de e apparatoso drama em 1 prc logo e 4 actos :
    THEATHO
    SANTO ANTONIO,
    EMPRZA
    KFLEMUM SOf IDADE !
    r'i-.soiisiKfiis do proloRO
    O general Roquebert Taurino.
    O cabo Simio Flavio.
    Taverny, coMimissario Thomaz.
    Pic-ard,"ca? dor a cavallo Correa.
    Pigoche, recruta Lyra.
    Um ajudantc de.campo Paiva.
    Um oRIcial de ofdcnancas Silva.
    Um soldado ( Souza.
    Mina do Rantzberg D Filoni'la.
    Catharina, vivandeira D. Joaquina.
    Emmelina, filha de Mina N. JI.
    Granadeiros francezs, officnes e soldados aus-
    tracos, criados do general, eU-~ etc
    Persona;riis da pe;a
    Cabo Simo Flavio.
    Taverny Thomaz.
    Luciano Bernardino.
    liicard Correa."
    Pedro Frochard Braga.
    Patichon, camponez Mximo.
    Gcrmond, labello Paiva.
    A Sra. Taverny D. Filonilla.
    Genoveva D Filomena.
    Maricota, camponeza D Joaquina.
    Estevao, criado Vicente.
    Camponezca, soldados, criad*.s, etc. etc.
    A aeco passa-se :
    O prologo em Ulm, em 180-5, e os 4 actos em
    Franca, em 1816.
    Este drama vai caprichosamente montado, tendo
    para isso a empreza mandado prepaiaro farda-
    mento todo a" rigor c do accordo com o figurino.
    Os bilhetes podetn desde j ser procurados no
    bilheteiro.
    Principiar s 8 l|2 horas.
    BTM.
    wm
    Deordem do VltmSr: Mtaeior datlMWm-
    que sofflcienie para dissipar toda, a, ktere- caria de fazenda desta proviaua, se faz piblieo,

    CO E GEO
    UCANO-
    ARCHEOLOG
    PEflfAMfl
    HaveT sessao ordinaria quinta-feira, 7
    de agosto corrente, pelas 11 horas da ma-
    Magnificas representaces
    NA
    niii'i.
    OIUIF.M 1)0 DIA.
    Pareceres e maistraballios decoramis-
    i.
    ses.
    2. Kxamc e approvasao do b.ilancete
    apresentacio polo -thesoureiro ilo Instituo,
    perteneente ao triinesro do abril a unlio de
    1873.
    Sccrearia do Instituto^ 4 de agosto de
    1873.
    J. Soauf.s Azevedo,
    __ _______Secretario perpetuo.______
    Do ordem do Him. Sr. inspector da thesou-
    raria de fazenda se faz publico, que Sea transfe-
    rida para o da,.,|6 do corrente a arrematarlo,
    peraote a jimia da uiosma thasauraria. do barra-
    cao stoin Salto Amaro das Salida?, que ser-
    vio de qu artel com lanhia de ca vallara
    Secretaria datae^ournriade fazeud de Pernam-
    buco, o de agostj de (873.
    O secretario da junla,
    ______________ Jesuino Rodrigues Cardozo.
    Pela the>ouraria provincial se faz publico
    que fui .transferida para o dia 7> de .agosto prxi-
    mo vindouro a arrematando do sitio dos Reme-
    dios, servindo de base a arremalacao o preep
    de 3:730*000, ponfuante foi adjudicado fazen-
    da provincial.
    SecMlaria da the?ouraria provincial-de Per-
    amlMico, 29 de julho de 73.
    O iflicial-inaior,
    M. Affonso Ferreira.
    -------________________________
    Arremataco
    Jitiro do cvel do Nrydia1/ d- agosto 'd 1873, depois de linda a
    aildferiCia.'vdo "itpra;a para serem arrematados
    'pdr'vnda es bens segnintes : tima casa de taipa
    (liiari-leira 0,
    E ijiiiln-fi'ii'ii 7.
    da grande e apparalosa phantasia lyrica satyrica
    e burlesca em 1 prolego (original) e dous actos,
    traduzida livremente do francez por
    Valerio Carmino
    intitulada :
    OU
    MIL!
    ( Msica de Offemlmck )
    extrahida das cooecida i e populares operetas :
    Grande Dnchesac,
    Helle allnc
    e I.i's Itvurcls,
    instrumentada ensaiada a capricho pelo hbil
    maestro brasileiro
    A8sociaao dos praticos era
    Pernambuco, 4 de agosto
    de 1873.
    D drdem do Illm. Sr. capitao de mar e guerra
    e capitao do porto, e era onmprimento aos avi-
    sos do ministerio do negocios da marinha ri '1361.
    de 2i de dezembro- 4 1872 e o. 1267 do 1 da
    julho de 1873, fa$p constar a quem possa inte
    ressar a presenta tabella dos jornaes e aluguej
    que devem pagar o* navios pelo pessoa I e ma
    *eritdaiwatitigft-^aloemtf*adi>Ba amar
    faoSe 6 Amrtmmffi*n6Mi navios-fontrdo por.
    Uhdoiwetfi.ji jflatw!ateervar suaeecueao-pe
    los rateidwaaiso.
    HmfcnJoa PorigtiesPitilwir,
    rtatico-mr.
    ttutra de taipa, enberta de palha, em mo estado,
    avallada por 265 ; una pos de carral' de fundo,
    urna rdee orna jangada, avahada or ?80J ; um
    escravo prelo, crioulo, Com -idtlo de 40 anhos,
    a^alip*> por W; de 4uq ia balar. prfposta
    em carla.echada para sua venia, cujos lien vao
    i'rfa por execuefid de '.flthias Ferreira Lima
    Contra Mancyel-Martina Lopes. EscrUld'AcrnMllo
    Chagas. .'.,...'..............
    TIUBINAL DO COMMKH^l^^fiU-
    NaMBLOJ.
    Pbr esta secretaria Machado -Freir, que es autos de s rebibiiitac) tos de coBspiraco
    coramerefal achm-e sentenciados; devendo para
    ser execulado o respectivo aceordao' solicitai a
    fWJWpet'ente afta o rehbnUaefto.
    Soewiarla d< tribunal docommerrio'.da Hr-'
    nambuco, S da igastoda 1873.
    O oDBcial-inalor interino
    Innoceacio Antunes dfb Faxia3 Torres,
    Pessoa I le 4 figuras!
    Vestuarios rquissimos!
    Brilhantes accessorios !
    Sceaario naagiaiieo !
    Expd^i) geral.
    Urna viagem em balo.
    Pnaj pukL-a de una cidade qualquer, onde
    sao coahecidas as machinas aereoslatieas.
    poca a mesma em que vivamos.
    Urna reunan popular. Tros pomadiitas de mo
    clieia. Discursos eloquentissimos era todas as lin-
    guas mortas o vivas. Modos de arranjar a vida.
    Moralidade.-Ir buscar 15 e sahir tosqueado.
    ' l." acto.
    O aunado as avessas.
    Na illia das Amazonas. A sala do conselho no
    palacio da Rainha Crinoline i.*
    As muflieres hoiucns
    Sorprezas e mais sorprezas Milicias de nova
    especie. Urna seductora e ura scduzid*. A rai-
    nha gafanidora. O consetho de estado. Jusli-
    ca exemplar. Urna granadeira s dlreitas.
    iloralidade.UZo facas aos outros o que para
    ti nao queros mm^*
    .4 emaaoiaaeao do helio sexo.
    Urna galernr t^drdiffl'ioHMPam da rainha Cri-
    noline.
    Os humen* mulheres.
    Cousas, dp arco da vellia A correspondencia
    eerela. O favorito da rainha aii. Os prepara*
    tivos do-noivado. O lenca anacrentico. Projec-
    0 nuivo interdicto. Avante,
    meu povo ( Salve-se quem poder r Preso para
    favorito. DocnaHa iiiascillina. liases da nova
    OMstituico. Paz e concordia. Casa tudo a final I
    Vor'anaae. Qum o alheio veste na prnca o
    despe I
    Kpiloao
    Grande folia e canean final Iluminado por
    i:mphi;/.a
    i;^3h i v a b*i,\\m i:.
    Quinta-feira 7 de agosto. -
    Craiade e variado espectculo
    concert ein henefcio da
    joven Itio-grandense
    FRANCISCA EUDOCIA DA C. ILEM.
    PROCilitMMA :
    1. parto.
    Depois que a orelicslra ver locado urna de suas
    eseolhidas ouverturas subir sceua a .iuitc ap
    plaudida comedia em 3 actos:
    PILLA EM MQI
    ttlZE
    pi-
    fia
    ssassjc mi :ui
    2.' parte.
    Continuar o espctaeulo com a phantasa a
    piano pela joven beaeciada, o.xUiliida da opei
    1 Nabucodonosor.
    Em seguida qniosamente se presta, Tara om-ir- em sua so-
    nara rabeca urna das suas melhores phantsias.
    3* porte.
    Seguir-se-ha pelo actor" Penante a nova SCen
    cmica de sue composico
    \s pragas.
    i
    Seguir-se-ha pelo Sr. Candido lliio a phantasia
    executada flauta sobre motivos da opera- Lucre-
    cia Borgia.
    4.a parte.
    A joven beneficiada tocar a aria extrahi la d.i
    opera
    Belisario.
    Terminando esta parte de concert, o Sr. Anto-
    nio Martins, em obzeqnio beneficiada, executar
    urna de suas melhores phantsias cirmela.
    Terminar o espectculo com a comedia em um
    acto;
    l\xu II IuIII .1
    Principiar s 8 1|2 lloras.
    Rste espectculo eonnerto tem porUnrfcencti-
    car nm genio que se deenvolve e i qnem o povo
    pernambucauo jamis deve abandonar desdo fi-
    esta acostumado a prodigalisar
    proteccao.
    ao* arlist3 a sua
    MQOTSJHJiMOS;
    iCOMPAIAiytfctNvi MARTIMA
    IWBBEKE
    nMBO\l,|-WIO
    A barca rVn*ro,aplao Oliveira. segu v-
    gem par todo o mea de agosto.
    Recebe carga e paasageiros : a tratar can o
    consignatario Tilo Livio Soares, ra do Vigafio
    n. 17.


    Kan de Peraambuco Qaarta feira 6 de Ifieto de 1973.
    COMPANHIA PERNAMBUCAIU
    M
    ttavegaca* costeira a npar.
    lUMA.IGtUPE.
    0 vapor Coruripe, eom-
    mandaute Silva, seguir para
    o pono cima no dia II de
    frrente, as 5 horas da larde.
    Kecebe carga, encommen-
    das, passagns, e dinheiru a
    frote at m 1 horas da larde do dia da saluda
    escriptorio no Fortu do Mattiw n. II
    COMPANIA PKHJIAMBICANA
    DE
    navega enwtelra a vapor
    rArUnYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACx
    TT, CEAR, MAKDAHl' K ACARAC".
    O vapor Pirapnma
    oommandante Felippe,
    seguir para es por-
    los cima no dia ti
    do corrate, as S no
    ras da tarde.
    Recebe caifa at o dia i i do corrente, encom-
    meaaas, at o dia n, pasiagens e dioheiro a frele
    at as 1 horas da tarde do dia da sahida : eserip-
    torio no Forte do Mallos a. 19.
    -<------------------------1----------------------------'------------"------------------
    Os agentes Wsoe
    cion K

    *C, ra de fommar-1
    W-*
    mar
    Eanarexa aartiienae de navega-
    co a vapor
    0 VAPOR DE i.' CLASSE ( R 10.1 NO HLOYDS)
    JULIO DINIZ
    Coiniuandanlr I. I. Rodrigues
    Contente
    E' esperado al 15 do crrente; depois da indis-
    pensavel demora neste porlo, seguir para os da
    Bahia e Rio de Janeiro.
    Para passageiros, carga, encommendas e valo-
    res, trata-se com os
    AGENTES
    E. R. Rabello ti C.
    48 = Ra do Commern'o=M
    N. B. Os vapores desta eiriprezn sal irn do Por-
    to com a possivel regularidade ama vez por mez.
    Construidos as melhores enndiefies, com ex-
    cedentes cmaras bem ventiladas e c nforlavel
    mente adornadas, com proporcoes e forca para te
    rem boa marcha, olTerecem aos passageiros todas
    as oommodidades, tanto em andamento como em
    iratameoto.
    Toda a tripolaco portugueza, e em casos de
    doenea ouem quali|uer circunstancia, ser sem -
    pre solicita em attender os passageiros com todo
    o disvelo
    Um facultativo competente, pago pela empreza,
    tratar os passageiros, sem que por isso tenham a
    pagar despesa alguma, alem do preco da passa-
    gem.
    A comida ser abundante e variada, feita por
    cozinheh-os portuguezes, servindo-se vinho de me-
    sa, escolhido no Donro, aos passageiros de todas
    as classes.
    0
    Rio-Grande do Sul.
    Be&the carga a frele mdico o patacho brasilei
    ro Bmflc* : a tratar com Balthar Oliveira C
    Rio de Janeiro
    0 briguc nacional S. Pu>o sahir com brevida-
    do para o porlo cima por t- r alguma carga en
    sajada ; e para o rstanle'trata-ae eom Pereira
    Vianna k C, a ra do Vigario u. 7
    LEILOES.
    BF
    22 caitas eom albos, marea A M, e 7 las
    H II.
    Quinta-feira 7 do correrte
    A*> I hor.is i iiv tih&.
    0 praposlo do agente Pesana (ara leilo por
    conta e risco de quem pcrleneer, de 28 caixas
    eom alnos, sendo : i: eaixas marca A M e 7 dila>
    marca J B. ,
    No armazern do Aunes, defronte da alfandega.
    Qiiinta-fera 7 d. correo le mei. as II lu nianb
    7
    OHIMVIIIA
    _ DE
    FMVEUjM B1IASILEIRA.
    Portos do norte.
    Ate o dia 8 esperado dos portos do sul o va-
    por Baki>i, e seguir para os portos cima depois
    da demora do costume.
    Para carga, encommenilas, valores passageiros,
    e mais informado*, dirjam-se na do Vicario
    n. 7, escriptorio.
    Pereira Van na 4 C.
    Aceotos.
    Pacile Sleaiii Xavigali n Conipanj
    I.ii!n> <|tinzenal
    O PAQUETE
    i.n/iiiiia
    espera-se da Europa ateo dia 17 do corrente,
    e depois da demora do costume seguir para o sul
    do imperio, Rio da PiMa e costa do Pacifico, para
    onde receber passageiros, encommendas e dinhei-
    ro a frete.
    Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Commer-
    ci n. 14.
    Grande e variado leillo
    DE
    bons movis, finos crystaes, louca de porce-
    Irna e objectos de electro-piale e um car-
    ro francez, tudo em oplirr.o estada.
    A SABER:
    Um piano forte, 1 estante para msicas, 1 mo
    bilia de Jacaranda, sofs e cadeiras estafadas, ca-
    denas de ferro, 12 cadeiras de palinha, 1 cheso
    nier eom espelho e pedra, 4 mesas de jogo, I dila
    oval, 6 casticaes de metal, ricos quadroi com fina;-
    gravuras, cortinados, jarros para flores, figuras,
    lampeos a gaz, I tinteiro, 1 caixa de msica, la-
    pete, e esteiras forro das salas.
    Urna cama de ferro, rol. des e travestiros, 1 ea
    cama de mogno para menino, 1 toilette, 1 lavato-
    rio para duas pessoas, guarnicao para o mesmo,
    2 portas toa)has, cabides, 3 me>iuhis, I dita re-
    donda, I guarda-vestidos com espelho, I guarda
    roupa grande, 4 qt'adros, 3 ramas de ferro para
    meninos, 1 lavatorio e armario para menino, 2
    nuil ni odas grandes, I l ueador, 4 cadeiras para
    menino, i carriuho para enanca, 1 relogio de pa-
    red e.
    Tres bancos para terraco, 1 espingarda, i ma-
    china para engommar, t dita para limpar facas, i
    caixa para glo.
    Urna mesa elstica, i guvdalouca. 2 aparado-
    res, sendo 1 com espelho, I quartinheira, 18 ca-
    deiras, 1 guarda-comida, quadios, bandejas, 4 ro-
    beras de electro pate, 1 galheteiro, porcelana
    para jantar e para cha, I apparelho verde desert,
    garrafas, copos, clices, fructeiras e compoleira*
    de fino crystal, 2 candieiros a gaz, facas e colhe-
    res.
    L'm jogo de bacatelia, I mari|iicza, 2 ronclos,
    cadeiras de bracos. 2 ditas de bataneo, lavatorio,
    mesa redonda, 12 caderas e 1 lanterna mgica.
    Mesas para engoiuinar e para cuzinha, trem de
    cozinha, Fia odres, potes e mu i los outros accesso-
    ros de casa de familia.
    HOJE
    Na povoaco de Apipucos.
    P. F. Needbain, leudo se retirado para a Euro-
    da com -na lamilla, fara leilo por intervenco do
    agente Pinto, dos movis e mais objectos perlen
    cenes e existentes na casa em que residi na i*-
    voaco de Apipucos.
    Os referidos objectos tornam-se recommenda
    veis po' serom de gosto e eslarem bem conserva
    dos por terem tido pouco uso
    A's 10 Ii2 horas da manh partir da eslaci"
    do arco de Santo Antonio um Irom expresso que
    servir de condcelo gratis ao< concurrentes.
    O teilao principiar as It horas.
    urna casa de pedra e cal bem construida,
    tendo 3 galas, i quartus, cuzinha ra,
    em terreno propro e ficando rom propor-
    opara edificar, situada na ruada 1'r.nu
    de S. Francisco, em Olinda, n. .., perto
    da esl*do los trilbos urbanos, e com o
    saudavel banho do mar era frente da
    inesina casa, a qual esta* desembarazad
    de qualquer onus.
    Sexta feira 8 da corren te
    s 11 horas.
    0 agente Pinho Burges vender em leilo a casa
    cima declarada, pr conta e risco de quem per-
    leneer ; no seu escriptorio, ra do B,m Jess
    n. 53, andar, Ia onde tambem dar-se-ha qualquer
    informa cao._____________
    m
    HOTEL
    Restaurant de Bordeaux.
    Rna Priraeiro de Mar^o h. 7 *, 1. andar.
    Lacoste perhr cozinheiro francez, tendo tido n fsi>pitav('
    publico desla bHli capta (a vista t.r no 2. anftar, t Hvl/n mobiliarios com goslo e a preco muito raaoavel.
    Recebem-se assgnaturas.
    GV1A TOBOS ^OrS 1U\S.
    Aborto dwd 4s 6 Loras d'amanb, at as 10 da uuute.

    ite
    LEILO
    DE
    dividas
    KA IMPORTANCIA DE 2;921C500
    Sexta.feira 8 da eerre
    As 11 i| horas.
    O agente Pinto levar novamenle a leilo, por
    mandado do lllm. Sr. Dr. laiz especial do commer
    co, das dividas activas da massa fallida de Joo
    Antonio Ferrera, na Importancia de 2:i2lA500;
    os prelendentes podero desde j examinar os ti-
    lulos e ducumentos pertencenles s mesmas divi-
    das. O leilo lera fugar s U i|2 h.-ras d .lia
    cima dito, n escriptorio do referido agente
    ra do Bom Je-us n. 41
    LEILO
    OE
    id arges da companhia de Santo Thereza e 10
    ditos da compaahia dos trilhos urbanos de Olin-
    da e Beberioe.
    fiexta-feira ^ lo corrale.
    AS II HOKAS HA MANH\
    Por intervenco do agente into
    Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
    HOTEL
    LEILO
    DE
    tres predios situados na ra da Casa Forte
    (freguezia do Poco).
    A SABER:
    O sobrado n. 15 A, no qual existe urna padaria.
    Um dito n. lo B, anda nao repartido.
    Urna casa terrea n. lo.
    Hoje
    0 agente Uartim far leilo por autorisaco de
    Bento Jos Domingues, dos predios cima, os
    quaes se acham muito bem localisados para qual-
    quer negocio.
    No armazein da ra do Imperador n. 48, s 11
    horas do dia cima.
    Leil
    ao
    Para Lisboa
    [iretende soguir com pouca demora a escuna por-
    ugueza Chrstina, dr. { da>se, capilao Loureiru,
    por ter a maior parle de seu carrrgainenlo enga-
    jado; e para o resto que Ihe falta tratase com os
    co nsignatanos Joaquim Jos Gon^alves Beltro &
    Filo, ra do i^iininercio n. 5..
    Lisboa e Porto
    Vai sahir com brevidade a barca portugueza
    Dspique II, recebe carga e passageiros : a tra-
    tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
    do Vigario n. 17
    DE
    cassas, chitas, ma.iapolo avariado, algodo
    azul, dito de lislras, seda branca cem
    toque do mofo, calgados para homens,
    ditos para senhoras, com avaria, linha
    para bordar, fil de seda, ictroze diver-
    sor artigos.
    Hoje
    s 11 ^, horas da manh.
    Por intervenco do agente Pinho Borges.
    Era seu escriptorio, ria do Bom Jess n. 53,
    primeiro andar.
    Leilo
    GRANDE
    DA INDEPENDENCIA
    AMIGO ESTAMINET
    32 lia i lni|ierailnr 52
    Almogos
    Lunch
    Jantares
    Ceias e bebidas de todas as qualidades a qualquer hora.
    Limpeza eservico pontual e apurado com o qual niuguem pode competir.
    Tem magnficos aposentos para alugar e
    BONS U1.\1 VWV S
    0 proprietario dispensa-se de elogiar o hbil e raro coziuheiro francez. a res-
    peito do qual podem ser consultados os verdadeiros gastrnomos que j apreciaram .
    sua arte.
    PRESOS
    - Os mais resumidos do mundo.
    Para aboaconservacao
    or.
    V0SS0 CABELLO
    crescer os cabellos bastos e compr-
    DE
    fazendas avadadas
    SEXTA-PETRA 8 DE AGOSTO
    as 11 l|' hora em ponto.
    Por interveneao e no escriptorio do ageute Pin-
    to, ra do Bom Jess n. 43.
    DE
    2,000 chapeos do Chile
    SEXTA-FK1RA 8 DE AGOSTO,
    s 10 i|2 horas.
    Por interveneao do agente Piulo, ra do Bom
    lesus n. 43.
    LEILO
    DE
    na importancia de ii:l(i6JP775.
    Neita-feiin 8 de agosto
    ente Martins far leilo pnr mandado do
    i de diieito especi.il do commer-
    O agente Ma
    lllm. Sr. Dr. jui
    co das dhidas activas da massa taluda de Arauio
    Campos & C, na importancia de 6:166*775.
    No armazern da ra do Imperador n. 48, s 11
    horas da manh.
    LEILO
    LEEAO
    < OIII'WIIII
    DE
    NAVEGACAO BRASILEIRA.
    Partos do sal.
    Dos portos do norte esperado ate odia 9 do cor-
    rent o vapor Cruzeiro do Sul, o qual depois da
    demora docturne,seguir paraos portos cima.
    Para cana, encommendas, valores e passagei-
    ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
    Vigario n. 7.
    Pereira Vianna & (I
    Agentes.
    DE
    urna excelleilc casa terrea e sota, siti traves-
    a da Bomba n. 8, lendo as commodidades se-
    grate* : 2 salas, 3 quartos, cozinha fra e
    quintal com boa cacimba, na sotca 2 salas e 2
    quartos (em chao foreiro).
    Hoje
    As 11 l|-2 da manh
    Por intervenga do agente Pinho
    Borges
    Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53.
    primeiro anJar.
    Os pretenlentes poderao desde j examinar a
    dita casa.
    DA
    armarlo e fazendas da loja sita ra do Mrquez
    de Olinda n. 43
    SEXTA-FEIBA 8 DO ^GBENTE.
    s 11 horas da manh
    0 preposto do agente Pestaa far leilo por
    mandad> d) llm. Sr. Dr. juiz especial do cora-
    mercio, e por conta e risco de quem pe-tencer,
    da armar e fazendas da loja sita ra do Mar
    quez de Olinda n. 43, da massa fallida de Fran-
    cisco Antonio Pereira & 0. ; o halanco acha-se
    em mao do referido agente, e o leilo ter lugar
    sexu-feira 8 do corrente mez, s 11 horas da ma-
    nh, no mesmo estabelecimento.
    Agencia Blandy -TelegraiHa na illia da Madeira.
    E' provavel que a seceo entre Portugal e a ilha da Madoira, do Telegrapho Elc-
    trico Submarino Brasileiro, esieja prompto para funecionar no muz d'agosto do corrente
    anno, e a supra mencionada agencia na referida ilha, offerece-se para transmittir ao seu
    destino quaesquer telegrammas que Ihe forem remettiejos em enveloppe fechado, sobres-
    cripta.lo Agencia Blandy Telegramma, Madeira.
    A linha telegraphica estabelecida na ilha da Madeira, pode transmittir telegrammas
    para todas as estacos lelegraphicas na Europa, Asia, frica, America e Australia, costan-
    do cada telegrainma de vinle palavras 39300, em moeda forte, alm das laxas da estacao
    de Lisboa.
    As prssoas no continente da America do ul, que quizerem utilisar se da agen-
    cia Blandy para a transmisso de telegrammas, devero faze-los acompanhar de letras uu
    cartas de crdito sobre Portugal ou Inglaterra, para o pagamento do custo dos telegram-
    mas e das despezas da agencia.
    Madeira, 15 dejulhode 1873.
    Carlos R. Blandy.
    Osprecos para a transmisso de telegrammas da ilha da Madeira, suppe-se serem os
    seguintes:
    Para Portugal
    Gibraltar



    2 2? 0. 13. 8
    0. 16. O
    0. 16. 0 a 0. 18. 0
    1. 1. 3 a 1. 3. 3
    0. 17. 3 a 1. 5. 3
    1. 1. 3 a 1. 1. 8
    1. 5. 0 a
    1. 15. 0
    Hespanha
    Malta .
    Franca
    Inglaterra
    Allemanha, Hollanda, Dinamarca,
    Russia, Noruga, Suecia, Blgica,
    Austria, Italia, Grecia, Turqua, etc
    Egypto, Portos do Mar Vermelho,
    Turqua e Russia asitica, etc.
    America do Norte, Antilhas, etc.
    India, Penang, Singapoore, etc.
    Java, China, Japn, etc.
    Australia
    Para mais informaces, quem quizer dirija se aos agentes em Peruambuco.
    Wilson fowe & C.
    Ra do Commercion. 14.



    1. 10. 0 a 3. 15. 0
    3. 15. 0 a 5. 5. 0
    4. 1(1. 0 a 5. 10. 0
    0. 10. 0 a 7. 15. 0
    10. 0. 0 a 10. 10. (1
    filie um preventivo seguro
    oalviee.
    Elle da e restaura forca e smwdade prifeda
    calwca.
    Elle de prompto fnz cessar a queda prema-
    tura dos cabelles.
    Pile da1 grande riqueza di lustre aos ea-
    l>ellos.
    F.lle doma e faz preservar os cabellos,.em
    qualquer forma ou posico que se dese-
    je, n'um estallo fot iroso, liso e macio.
    Elle faz ci
    dos.
    Elle conserva a pele e o casco da cabeca
    limpo e lirre de loda a especie de caspa.
    Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
    cos.
    Elle conserva a cabeca n'um estado de fres-
    cura refrigerante e agiadavel.
    Elle nio demasiadamente oleoso, gordo-
    renti ou pegadico.
    Elle nao deixa o menor ebeiro desagrada-
    vel ,
    Elle o melhor artigo paraos cabellos das
    crianijas. ^^
    Elle o melhor e o mais aprasivel artig
    para a boa conservaco e arranjo dos ca-
    bellos das senhoras.
    Elle o tnico artigo proprio para o pentea-
    do dos cabellos e barbas dos senhores.
    NENHUM T0LCAHOH DE SENHORA SE
    PODE CONSIDERA H COMO COM-
    PLETO SEM O
    TNICO ORIENTAL
    o qual preserva, limpa, fortifica eaformosea
    O CABELLO.
    Acha-se venda nos estabelccimentos do
    H. iorster & C, agentes. E em todas as
    principaes lujas do perfumarlas e boticas.
    Triumpho da
    MI
    !

    Pesos e medidas
    DO
    Pesos de ferro e lato.
    .Medidas para seceos e molhados.
    naga.
    de ferro, cobre c lato, de estanho e tuta-
    Vendem-se em casa de
    SHAW HAWKES t C.
    Ra do Bom Jess n. 4.
    DE
    14 rolos de salsa, com deleito.
    SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
    Por intervenco do agente Pinto.
    Emseu e-criptorio, roa do Bom Jesns n 53.
    LEILO
    DE
    urna caixa com 75 resmas de papel azul de peso,
    macos de taixas para sapa tos e mais artigos.
    QUARTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
    Ao
    meio
    Por intervenco do agente Pinho Borges, em
    seu escriptorio, a ra do Bom Jess n. 53, primei-
    ro andar.
    Leiiao
    DE
    DAS
    MESSAGERIES JIAHITIMES.
    At o dia 8 do crreme mn e-pera-se da Eu-
    ropa o vapor francez Erymanlhe, o qual depois di
    demora do costume seguir para Buenos-Avres,
    tocando na Bahia, Bio de Janeiro e Montevideo.
    Para condiedes, fretes e paaagens, trata-se na
    agencia, ra do Conimercio n. 9.
    fieiftc Stcam NrapaiCraipin]
    Liaba iazeaal
    O PAQUETE
    esptira se dos porto do ul at o dia 15 do cr-
    reme mez, e depois da demora do costume, se-
    guir pra Liverpool, va Lisboa, para cojos
    portos receber passageiros e car;.
    1005a c alguns objectos de ouro.
    Oiiinla-IVirM 7 di corrente
    Urna mobilia de jacarand a Luiz XV, 1 dita li-
    za, 1 dita de amarello, com pouco uzo, 1 mesa
    elstica, 1 guarda-vestidos de amarello, 1 guarda-
    louca, i aparadores de columna, 1 cama franceza
    de Jacaranda, t dita de amarello, 1 marquezo de
    amarello, 1 marqueza, cadeiras, mesas redondas,
    cabides, qnartinheiras, louca de jantar, vidro?,
    jarros e otros muitos objectos que sero vendi-
    dos pelo maior preco.
    Pela agente Martin*.
    No armazein da ra do Imperador n. 48, s II
    horas do da.
    LEIIAO
    LEILAO
    DA
    taverna sita i ra do Rangel n. 25.
    SEGUNDA-FEIRA 11 DO CORRENTE
    A'S 11 HORAS EM PONTO.
    O preposto do agente. Pestaa far leilo por
    conta e risco de quem pertencer dos gneros, ar-
    urio e mais pertencas da taverna sita ra do
    Bangel n. 15, segunda feira 11 do corrente mez, s
    11 horas tm ponto.
    Ao publico.
    Domingos Mara Goncalves, cnsul portuguez
    de classe e en -arregado que foi do consulado
    de Portugal em Pernamhuce nos ltimos treze me-
    tes, participa aos sens amigos, tanto nacionaes
    como portugnezes. que tem o seu escriptorio na
    ra Primeiro de Marco n. 23, andar, antiga ra
    das Cruzes, oude pode ser procurado lodos os
    dia.* nao antiflcados, das 9 horas da manh s 4
    da tarde.
    c
    aixeiro.
    Roubo
    Tendo-se mandado para a estacao das Cinco
    Pon'as um ganhador com um bah, ron tendo Otas
    e algumas dellas com imagen* pintadas, estando o
    dito bah cem urna esteira do Araeaty e um mxo
    de amarello com palha, amarrado com urna corda
    de croa : pede-se a todas, as autoridades compe-
    tentes a apprehenso do mesmo, 011 qualquer pes-
    soa que vir ou souber, roga-se o favor de o ap-
    prehender e trazer ra do Bangel n. 33, que ser
    gratificado.
    Precisa-se de um de 1.1 a 16 annos de idade,
    cora pratica de taverna : na ra da Casa Forte
    n. 15.__________________________________
    - Precisa se de um caixeiro para taverna :
    ra dos Coel os n. 10.
    0000 0000 00
    I AttenQo
    0 Antonio da Silveira Luiz, e-labelecido
    Jft que foi i annose 3 mezes com casa de
    5 molhados taverna, na cidade de Olind,
    y9. pateo de S. Pedro, faz sciente ao publico
    M( em geral, e em particular aos seus ere-
    2 dores, devedore e freguezes, qoe mudou
    & sua residencia e estabelecimento para a
    A na do Aljube (outr'ora Cxo) n. 69, na
    ^ niesma cidade ; onde pode ser procurado
    por todos; esperando de seus freguezes
    - Deseja-se fallar com o Sr Ceciliano Augusto a sua Irequencia, certos de que sero rra-
    de fiu*raio Lobo, a ra Duquo de Carias numero 2 tados com promptido e zello, achando
    DE
    i5 caixas com vinho tinto do Porto, marca A &
    I, barris d 4.\ marca T 6 D e 1 dito de
    k, do Porto, 100 caixas de vinho Bordeaux, S.
    Jabeo, e 1 eaixa com talmoee em latas.
    SEXTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
    s. 11 horas
    Par Interveneaa da agente Fi-
    nito Rorrea.
    No armazern do Aunes, deonte da alfandega'
    LEILAO
    DE
    todos os movis, jogos e mais utencilios
    DO
    hotel da Jaqueira
    Senda:
    Mnveis.
    m bilhar, i bagatellas, 1 guarda-louca, 1 cos-
    morama, 1 mesa elalica, 1 guarda-roupa, me para jogos, relogios americanos, cadeiras de ama
    relio, duas de pinho, aparadores, bancas com
    tampo de pedra, marqueza de amarello, figuras
    de porcellana, quadros, espelhos, jarros, cabides,
    camas de ferro, ditas de lona, quartmheiras lava-
    torios, mesas de pinho. louca para almoco dita
    para jamar, compoteiraa, bolas de vidro, candiei-
    ros, copos, clices para vinho, ditos para champag-
    ne, bandejas, sorveteiras, I machina para limpar fa-
    cas, 1 bomba americana, bancos, trem de cozinha
    e mais artigos existentes no mesmo hotel.
    * Gneros.
    Dnzias de garrafas de cerveja Noruega, ditas
    nacional, ditas de champagne ditas de vinbo
    Cherry, caixas de vinho Bordeaux, genebra, licores
    bitter, peixes em latas, conservas e diversos g-
    neros que ettarao patentes:
    Terqa-feira 12 do corrente
    Por intervenco do agente Pin o Borges
    mesmo hotel, o ~
    o trem
    rentes
    Santo Antonio il'horasem ponto'
    41 A.
    gnran EW^9i
    0 bacharel Jeronym^algad^deCastroAccioli,
    toa mnlher e tilha convdam s pessoas de sua
    amisade para assistirem amanh pelas 9 hars do
    dia 6 do corrente, segundo anniversario do pas-
    amento de sua prezada (ilha e irmS Julia Au-1
    gusa de C. Accioly, a missa que mandam rezar
    por sua alma, na matriz da Boa-Vista. Agrade- '
    eem desde j a todas pe*soas que se dignarem :
    assistir a esse acto de caridade e religio.
    0
    0
    0
    0001-000000-0000
    sempre gneros e |'re^os_destes a sen con-
    tento, como sempre foi e continua a ser
    seu costume.
    _______________________ Precisa-se de urna ama forra ou captiva par
    'u^T^!^!^^!''^^f comprar e cozinhar para casa de urna familia
    ^L^l\^l^S^':om90!ti6ma Pessoas, paga se bem se agra-
    .^sstl^MoKS;aIi,^tt^,,o pa,eo d
    mente agradece a todas
    3ue Ihe uzeram o caridoso obsequio
    e asnstir os ltimos sufTragios fei-
    tos sua querida mi D. Igne The-
    reza de Jess e acompanhar seus
    restos morlaes ao cemiterio publico, de novo con-
    vida a todos seus prenles e amiguS e as mesmas
    pessoas de sua amisade para que se dignem as-
    sistir a missa e memento que manda celebrar sab-
    aspital n. 58, 1* e *
    Garanhuns.
    .i.i oii\. uu rtKeiue no o Borges no
    hotel, o qual principiar lugo que checue
    nne b_a de conduzir (gratis), os concur-
    do leilo, partindo da estaco do arco de
    Na
    fallar
    , Jos Pas da Silva, a negocio
    bado 9 do eorrenle, seUmo d a de seu falleciraenlo,! rt,$e
    na igreja de Nossa Senhora do Livrament, s .___._____
    6 1/2 horas da manh.
    ra do Baro da Victoria n. 6, precisa-se
    aos Srs. Pedro d> Bego Chaves Peixolo e
    de particular inte-
    OVISUSOVKSQj
    - Aloga-se a hia n. 74 da roa de S. Jorge,
    antiga Pilar, com 3 quartos, i salas, cozinha rora,
    quintal murado, fresca e pintada de novo : a tra-
    tar no segundo andar.
    COMPANHIA
    SANTA THEREZA
    As pessoas qua desejarcm canalisar agua ou
    gaz em suas casas, na cidade de Olinda, queirara
    enlender-se com o abano assignado, qoe acha-se
    autorsado para facilitar a todos a acqnisicao de
    taes melhoramenns, mandando fazer as canalisa-
    c8es nos predios a custa da companhia. mediante
    um aluguel mensa! muito mdico : a tratar na ra
    do Imperador n. 45, ou na fabrica do gaz, em
    Olmda.
    Becife, 1* de agosto de 1873.
    O gerente
    _____________Justino J. de S. Campos.______
    Joo Rodrigues de Oliveira declara ao ros-
    peiuvel publico principalmente ao corpo do
    commercio, que comproa livre e desembarazada a
    taverna sita a'rua do Aljube n. 4, da cidade de
    Olinda, a Jos Domingues dos Santos.
    Offercce-se urna ama para casa de pouca
    familia : na ra do Coronel Suassuna n. 107.
    A0 COMMERCIO
    Os abaixo assignados tendo comprado ao Sr.
    Luiz Ferruira de Almeida, o seu estabelecimento
    da molhados sito ra Imperial n. t96, livre
    desembaracado de qualquer onus ; quem se
    jnlgar credor do referido estabelecimento queiri
    apparecer ao supracitado estabelecimento no
    praao de 3 das contados desta data. Ando os
    quaes nao attenderao reclamaco alguma.
    Becife, 6 de agosto de 1872.
    Francisco de Pao! Almeida Crua.
    Pedro Ive Cavaleante
    Precisa-se de um moleque Je 10 a l auno*
    Sara um trabalho muito leve: a tratar no botel
    e Bordeaux, ra !. de Marco n. 7 A, 1.* andar.
    Hotel de Bordeaux precisa se de um moco qoe
    enteoda muito do servico de sala.
    Na travessa das Crnzes, n. 14 1* andar ba
    urna boa escrava para alugar-se para ama de tole
    servico de casa e ramilla.
    Em tem pos modernos nenhum descubri-
    mento ope uromainr revoluco no modo de
    curar anteriormente cm voga do que o
    PIITIIIaL DE liUiPm I
    TANTO NO TRATAMENTO
    Tnsse, Criipo,
    Asthma, Thisira,
    Rouquido, Resfriamentos.
    Bronchites,
    Tossc Convulsa,
    Dores de Peito,
    Kxpecturaro de Sanpue.
    Como em toda a grande serie de enfermi-
    lades da Garganta, do Peite e dos
    Orgjlos da rcspiracjto, que tanto
    atormentam e fazem soffrer a humanklade.
    A maneira antiga de curar consista geral-
    mente na applicaco de vesicatorios, san-
    gras sarjar ou applicar exteriormente un-
    gentos fortissimos compostos de substan-
    cias vesicantes, afim do produzir empolhas ;
    cujos differentes modos de curar, nao faziam
    seno enfr'aqupcer e diminuir as forjas do
    pobre doente, contribuindo por esta forma
    d'uma maneira mais fcil e certa para a en-
    fermidade a destruico inivitare! de sua
    victima I Qunm difTorente pois o effeito
    admiravel do
    FSIIOSAL ES CHILI
    Em vez de irritar, mortilicar e cauzar inau-
    ditos soflrirnentos ao doente,
    Calma, modifica o suavisa a dor,
    Allivia a irritaco,
    Desenvolve o entend ment,
    Fortifica o corpo
    e faz com que o systema
    desaloje d'uma maneira prompta e rpida
    ate o ultimo vestigio da enferra.dade. O
    melhores votos em medicina da Europa,, (os
    entes dos collegios de medicina de Berlim)
    testitcam serem exactas e verdadeiras estas
    relaedes analgicas, e alm disso a expe-
    riencia de mimares de pessoas da Amenea
    Hespanhola, as quaes foram curadas com
    esti naraxilhoso remedio, so mais que suffi-
    cien'es para sustentaren! a opinio do
    PEITOIUL DE ANAQHtlTA I
    Deve-se notar que este remedio se acba
    inteiramente sent de venenos, tanto mine-
    raes, como vegetaes, emquanto que alguns
    destes ltimos, e particularmente aquelles
    que sao dados sob a forma de opio, e aci-
    do hydrocianico, formam a base da maior
    parte dos Xaropes, com os quaes to f-
    cilmente se engaa a credulidade do pu-
    blico. A composicao de anacahuite peito-
    ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
    em frascos da mediJa de cerca de meio
    quartilho cada um, e corno a dso que se
    toma so d'uma colher pequea, basta
    geralmeute applicaco d'um ou dous fras-
    cos para a effoctuaco de qualquer cura.
    Acha-se a venda em todas as b ticas.
    H. Frosters d C, agentes.
    Aluga-se a casa n. t* roa de S Joo, com
    Z salas, 1 quario, cozinha fra e quintal, e preco
    de 14/ men*al : a tratar na ra e-treila do Bosa-
    no n. 17, I* andar, das 10 s 2 horas da larde.
    Simeo.
    No dia 23 do corrente auiteulou-iie do engento
    ftapouao, cidade da fee to fulo, crioulo, 41 annos de idade, aaeco, cabeca
    pequea, tesia grande a de canto*, cabellos um
    penco pegados, espadaddu, inos pernas mal
    fintas, muilo caudr e tocador de tota, tem um
    anataem um d.* dedo* mimuio*. junto a unta,
    proveniente de um panaricio, urna eicalriz em
    um dos lados do nariz que cliega ao beieas, pro-
    vtaienie de um taino, earnim a lem bastaole
    ortica de datar fago eaa vapor : quem o apere-
    nander queira leva-lo ae *i< eogon o, ou a roa
    do Imperador n. 77, que ter recompensado.
    - t
    I

    i


    Diario de Psi&ambuco Quarfca feira 6 de Agosto de 1873.
    5
    -
    ALG4-
    LTCi
    o primeiro andirHf sobrado n. 30 da rua *
    Bom Jess, mitr'ora rua da rxi, pntprio p.ira
    escri.dorio : a tratar com K.-k-r \ C, rua dVi
    Bu n Jey n. :;,".
    - Pof mt't, pu/novii j|UB Vou.h*. :!. 1
    Krta de 3."! annos, engomana, irtinha e lava,
    rato : a na de Rorta* n. 90. Na mesma
    sanaoutras esrravs oom habilidades e sera ellas.
    Urna sentara, capaz, offerece-se para engom-
    mar em uraa casa de. pouea familia ; indo s 7
    oras da manhji e sahindo. < 7 d> mute: quem
    ATTE^CAO
    Pede-se ao Sr. Felippe Mara Bessone, caixeiro
    dea Sts. Taaso 4 Irmioe, avvir roa 4o Livra-
    cento n. 10, a negocio 4 seu particular interesse.
    -~ Precisa se de um oficial de barbeiro, ne sa-
    tto da rua das Laraageras u. 19 : a tratar cora o
    tono do mesmo.
    4 f Mr&
    = fren-a se alngnr tw:a ama
    lar na rua do SI i II.
    F -
    FUGIO
    Estaffgido o abra ac borlado de nome Pru-
    dencio, desdentado e os cabellos um pinico nWco
    ios, andava com uraacarroca cnodniindo eslrun -
    para um sitio, e fugio no domingo 6 do correte;
    ate eaciavo ligeramente gago, foi escravo do
    Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje pcrtence ao
    barao de Naxareth, que gratificar a quem o apre-
    aentar. Elle representa 50 annos, tilho de Goi-
    anna,___________
    PT At vir.
    O Sr. Jos Perelra Lomee pela segunda vez
    rogado vir a rua do Imperador n. 28, a negocio
    de seu interesse.
    Precisa-se de nma ama para
    niprar c rozinlnr para en-a de
    iiiica familia : a tratar na rua
    la linda n
    'I- leiw : a ira-
    (oy/mlioir...
    Precisa se do una ama que soja perfeii.-i nene
    aervico e que lenha boa ci nimia : tratar Mil
    Santo Amaro em scauime.i.o a rua d'Aurora u.
    171._______________'_____________
    Precisa se do nina mt eo-
    abe o diario do nina casa :
    na rua do Barl du Trium-
    pho n. 78, mitiga rua do Brum, armazem e Ma-
    nuel Jos de Sa Aranjo.
    AMA
    segundo atular
    llho pequeo.
    Offerece-se urna ama (criada)
    f
    tratar na rua da IVnha n. 3,
    AiY'I 4 que coze, Uva e engomma roupa:
    'I a tratar na rua da Penha n. 3,
    E' muala e leva consigo um
    Precisa-se de urna ama
    roa da Penha n. 23, i* andar.
    para cozinhar : na
    Precisa-se de urna ama de leite sem
    na rua da Penha n. 23, andar,
    Glho :
    -Convite.
    Os senhores aba Ir.o declarados, sao encarecida-
    mente rogados virein raa de Imperador a. 28,
    atratarem de negocios particulares que Ibes 4-
    m respeto :
    Antonio Anarleto dos Santos
    Antonio Alfonso Mweir*.
    Antonio Pinto dos Santos.
    AnIonio Jos da Silva.
    Antonio Jos Ribeiro de Moraes.
    Beujamim do armo Lopes.
    Domingos M. de Barros Montoro.
    Deoclecio de Brito.
    Dr. Prancis o Pinto Pessoa.
    Ebom Wislhj.
    Emilio Jos de Moraes.
    Fernandos de Azevedo.
    Francisco Alves de Mello Tico.
    Francisco de Paula Borges.
    Franeisce Jos Cameiro.
    Joaqun Guedes da Cinaa
    Joaquim Jos Mara da Penha.
    Jos de Brito Melle.
    Jos Goacaives da Silva.
    Manoel Antonio dos Nascimento.
    Manuel Silvia., de Barros Falcao.
    Paulino Joaquim Tavares.
    Theotuno de Barros t SHva.
    William Rawlinson.
    i
    1
    MEDICO-aRURGICO
    ** DO
    0 Dr. J. M. Curio 0
    Rua do Mrquez de Girada n. 2a, pr- iBf,
    meiro aadar.
    W Consulta das 9 horas s 14 da nanha. W
    Chamados a qualquer hora. 0
    Ama governante.
    Na I >ja da rua da Imporatrii: n. 10 se dir quem
    precisa de nma ama que todos frs niisteres de casa de familia que nao tem
    crian cas.
    Relojoeiro e dourador por-
    tuguez.
    Albino Baptista da Rocha, de
    vuita da Europa, contina' a en-
    carre-.iar-se de concertar e dou-
    rar relogios, bem como qualquer
    outro objecto : rogando a seus
    amigos e lregnetes o obsequio de
    procura-lo na Ira ve sa da ruadas
    Groxes n. 14, andar, por traz da praca da Inde-
    pendencia, que o encontrarse prorapto a garantir
    aeus traba I los e a fate-lospor picaos mdicos.
    MOMA
    Est en Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de MeHo,'
    ascrivo na cidade de Nazareth desta'provincia, o:
    favor de vir ru* Baque de Caxias n. 36, con-
    cluir aqueile negocio rfolisar, pela terceira chamada desto jornal, em
    un.- de dezembro de W7I, e depois |iara Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por esle motivo de novo chamado para dito
    8m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
    de mais de olto airaos, e quando o Sr. seu filho ie
    achava aesta cid.nit
    FNMCAO DE FERRO E BROHZE
    FABRICA DE MACHINAS
    do Bardo d> Tra nplio f na (h \\\m ) us. iO*)a HK
    V nw
    1
    *
    n
    WISA M nos Srs. de engenhos e ao publico em geral, quereceberam da Europa
    jrande sortiuiento de ferragens para engenhos e para lavoura, e quaesquer outros'souf
    9 misteresda industria agrcola, o que tudo rendem por procos razoaveis.
    Vapores horisontaes de 4, 6,8e 10 cavnllos, os melhorcs que vem ao mercado.
    MoendaS completas, obra forte e bem acabada.
    MeiaS moendas para assentarem grades de madeira.
    TaixaS (C ferro ^un^'^ e batido, de todos os tamanhos e dos melhores fabri-
    m cantes.
    Rodas d'agUa de diversos tamanhos.
    tOClaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
    Arad0S americanos dedlrersasqualidades.
    r OnnaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisatlas.
    ConcertOS conoertam com promptkHo qualquer obra ou machina, para o que teem
    sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoa 1.
    EnCOmmendaS Man^am v'r Por encommtnda da Europa, qualquer machinismo,
    para o que se correspondem com urna respeitavef casa de Londres
    a com um dos melhores engenHeiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
    as litas machinas, e se respons.ibilisam pelo bom trabnlho das mesmas.
    RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
    FUNDICO DE CARDOSO A IRMA O.
    At
    vir.
    O Sr. Jos Alves Machado Guimari-s pela se-
    gunda vez rogado a vir rua do Imperador n. 8,
    a negocio de seu interesse.
    Fugio do engenho utgi, freguezia da Esca-
    da, o preto He nome Sabino, alto, bem prrto, rosto
    comprido, eifos grossos, foi comprado ao Sr.
    Manoel Quntine, do Riacho-Doce, termo da Madre
    de Dos ; quem o apprehender leve-o ao referido
    engenho, ou no Recife rua do Viscoude de lia-
    parica n. tt, que ser generosamente gratificado.
    CRIADO
    Precisa-se alugar un criado que seja copeiro e
    asseiad-i : i rua da l'ni o n. 17.
    Aluga-se
    e terceiro aniVr da roa do Vigario Teaorio n. 20:
    a trat r ry.- Amorim n. 37._______________
    Joaquim da Silva Costa pede a seos devedo-
    res que quaato antes venham saldar seas dbitos,
    com o que evitaran desgostos futuros.
    0 BACHAREL
    k i Goncahes da Silva
    \|iIllIIT,>i,S
    Advoca I i na erte, rua
    de S Pedro n. 69.
    Se encarrega de negocios forenses e
    adininisiratvos.
    Tres jliindiis
    POR
    D. %\'TO.\IO DI (OVIt
    Mundo Rarhai'o-HiisKlu lloin
    Mundo christao.
    Um volunte ntidamente impresso
    3*Oj0
    livraria frra'ceza.
    plantado ha dous annos, terreno muito fcr-
    ?il: urna cacimba (pooo) d'agua para A gas-
    fio diario, e urna cistetr* de agua- potavel;
    tendo onze quartos o tres ptimas salas, um
    grande armazem o que p-le servir de co-
    xeira ou do residencia de escravos, alm de
    um soto, proprio para dormida ; milito aro-
    jado em toda a ep cado auno ; com Ilu-
    minarlo gaz ; c em vesperas de leragua
    canalisada. Acha-se preparado convenien-
    temente, nao s dos movis indispensavefs
    qualquer familia, como de todos os apres-
    to de cesinha e de mesa. Vcndc-se a di-
    nheiro, ou como se acha, ou murando os
    ouiveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
    rar a chave na mo do Sr. I.uiz do Regn
    Barros, regente do hospicio de alienados c
    a tratar na rua da Unido n. 49.
    Os abaixo assignados declarara pelo presente
    annuncio que retirara todos e qoaeaqoer poderes
    concedidos em procuracocs passadaa a Alfredo
    Cantora Pereira on a Alfredo & Barbosa Jnnfor. e
    protestam contra qualpier acto praticado p.r es-
    tes senhores desde a data de sua procuracAo pas-
    sada M Dr. Pedro Alfonso de Mello. Es|>or;inca
    ou eriquito, 28 dejulho de 873.
    Francisco Alfonso de Mello.
    Mariana Victorina de Molla
    56 aRua do Mrquez de Olinda 56 a
    (outrWa rua da C adela)
    LOJA DE
    r
    Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
    dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que semppe prima em ter das
    melhores, mais acreditadas e verdadeiras niucuina.<* amcrioanas para al^a-
    iliin. desde 16 fo erran, e b a vendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
    mas e melhoramentos para pereito e rpido desearoQamento ; tornam-se dignas de
    serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores.; os quaes, alm disto, encontrarte
    tambem mais :
    m
    <&
    # fe QQQ&&
    ara
    ! p;
    Villas
    Dr. King retirano-e provisoriamente
    Europa, deixa em seu lugar o Dr. Tarquinio
    joa. Qualquer chamado deve ser por escrpto e
    entregue rua da Aurora n. Si, i andar. Ao
    mesmo lempo despede-se de seus amigos, pois nao
    opdeazer pessoalmente pela rapidez de sua
    viagem,
    Negoeios de Portugal e Hes-
    panha.
    Domingos Maria Gon^alves participa que se en-
    carrega promover o bom andamento de quaesquer
    queetoes judeiaes nos dous paizes aeima mencio-
    nados, para o que est habilitado com um pessoal
    competntissimo de correspondentes. Escriptorio
    rua Priaiciro de Marco n. 23, (amiga do Crespo)
    Escrava fgida.
    Fugio no dia 29 de julho prximo Ando, urna
    escrava deaome Vicencia, com os signaes seg'iin-
    tes : parda, cor de canella, alta, gorda, cabellos1
    meio carapinhados, rosto redondo, tem falta de.
    denles na frente, levou vestido de cassa, chale de
    varias cores e lalvez botinas, filaa de Macei,
    onde tem um innao chamado Vicente, em cuja
    companhia Mi dous filhos seus, pode ter ella
    fgido para all, mas ha quasi certeza que esteja
    nesta cidade do Recife acoutada por um certo se
    nhor doutor, a quem se pede que a mande vollar
    para casa de seu senhor, sob pena de publicar-se
    todo o seu nomo por extenso nos jomaes, e procc-
    der-se contra sua senhoria. Roga-se s autorida-
    des policiaes e eapitaes de campo a captura desta
    escrava, c que a conduzam rua do Baro de
    Triumpho (anliga do Brum) n. 92, que serao gene
    rosamente gratificados
    Atten^o
    Pede-se ao Sr. tenene-co-
    ronel Manoel Joaquim do
    Reg Albuquerque, o favor
    de vir.ou mandar rua do
    Coronel Suassuna n. 4, ne-
    gocio que S. S. nao ignora.
    Aluga-se
    o pavimento terreo da casa da rua da Aurora
    85, completamente mobiiiado, ou sem mobilia :
    tratar na rua do Rom Jess, outr'ora da Cruz
    57, primeiro andar.
    Quem precisar de um administrador ou fei-
    tor, para enganho ou sitio, casado, cora mulher e
    filhos, dirija-se rua do Bario da Victoria n 6.
    que achara eom quemtralar.
    Apurados vatoses locomoveis, deforca
    de 2 */i e 3'/i eavallos com todos pertan^as
    precisos para trabalharem 4 machinas para
    algodo, ou para outro qualquer mister.
    Machinas para lavar roupa.
    Arados amoricanos para varzea-e ladei-
    na.
    Carros de raaojpara atierros.
    Tinas dfl mad'icas.
    Batios do dita.
    Ditos i!e forro estanhado.
    Ditos com vlvula para lavatorios.
    Ditos do madeira para compras.
    Apparelhos parajardins.
    iluards-i-umidae.
    Tampas para cobrir pratos.
    Tafrachas para fazer parafuzos d* ierro.
    Dita dita ditos de madeiras.
    Trens para cozinha.
    Emfim muitos outros artigos, que savista e neste estabeleamodertoentp
    ML^ininados.
    Temos de bandeijas finas.
    Correntes para arrastar madeira.
    Cylindros americanos para padarias.
    Pertenc^s avulsos -para machinas.
    Salitre refinado.
    Breu superior.
    Moinhos de diversos fabricantes para mi-
    lho e Gaf.
    Debulhadores para milho.
    Azarte de spermaoete para machinas.
    Camas de ferro.
    Bombas de Japy.
    Ditas .americanas.
    Cofres de ferro patente.
    Carios de ferro esmaltados.
    Ditos de dito estanhado.
    Ditos de chumbo.
    Ditos de borracha.
    Folies para ferreiros.
    s"i o
    Boa acquisic&Q.
    P rscu dono tordo rntirr-so para
    n Knropa, ou lo vni n-iilir nlgtim
    b'h\>*, T''ii lh-so 'i'ti ipiiam i'
    li: ilinnn lar", s-.lno, n...... '-.s ,m-
    Ihoros loen |.|;i.les do tliiii l.i, il.i qual se
    doscoririia nAo so todo o ocano desdo n
    cabo [>'. Sinto Agostinho muito alm in)
    ponto rio Olinda, bem ro:uu, pulu lado de
    Arinazeiii do fumo
    Rua la Minlro de Dous n. 10 A.
    >m\ 1'oiifinpHC do rarmn e ilva pailicipa ao*
    ....N i,,.. ,.,7, s f ;ni':i.Ms -i'. 11.....11 arnwm ;>
    Hi 4-1 \!.i I-i' >'> l'cus II lo .'. >c .- .1 i;i,i
    . 1-{.i -.>iiitciii. ;.Mi" 1 ni !. roo- .; j ah-iita ',
    i.- k .;.- ...mi-, o.,- i, i'llimo ..il.ri'iiiiio i|a ': .lii.i.
    he a>sm a fl-r 1I1 todus os fnowji ite ., 1 !:i
    i'n rrlo-, p.-icut -. latas ..i.ii: les 1; 1 mjacn-. tam-
    b-in dos ion: Kti.-ditiijos i..oii.'.-iaies Tur .. ^
    \r.iojo, Lizaur, Adolpho Srhmdt 4 C, Lizaur
    trra, as lindas pavsagens do poente c sul ; i Schmidt A C, Veigas k Aranjo, Trindade Ave-
    tendoum quintal regular, com arvoredo novo lar. Teixcir;i Pint>' l'oricli (garantido pelos
    - Prensa-se de urna mulher de boa onduet
    para fazer companhia a urna pequen* familia : na
    rua do Hurlas 11 P.l.______________________
    Pagamento de dividendo
    Pagase o 39. dividendo das aecos do
    Banco do Brasil, inscriptas na colineta cal-
    a filial d'esta provincia, razo de 8I?(>00
    poraegio ; rua do Vigario n. 1.
    Ao cominera).
    Joao Jos de Carvalho Moraes, tem transferido
    seu escriptorio para a rua do Vigario. pavimento
    terreo n. 16.
    - Um homem solteiro deseja associar-se eni
    urna laverna entrando para esse fim com capital :
    quem pois quizer admtt-lo v rua Imperial nu-
    mero !K).
    - Aluga-se por 2o a ca*a n, 6, sita rua do
    Lima, em Santo Amaro, estrada j concertada de
    novo : a tratar na rua da Reslauraco n. 34,
    outr'ora Guia.
    -.-.-. '.-.B?*tr .
    COMPRAS.
    <9$& fe#d$

    q l risrcs
    M| Compra so e vende-se trastes novos ^
    W e usados : no armazem da rua do Im- 5r
    A terador n. 48. ^
    & S##9 ^ ^ 9
    Coinpra-se atildes da companhia do
    Beberibe; a fu Primeiro de Nar^o, n. -21.
    VrNDAS

    Joaquim Jos da Silva Guimares e Anlonio
    Martins Moreira scieotificam ao respeitavel publi
    co, e especialmente ao corpo do commercio, que
    dissolveram de commum accordo a sociedade que
    tinham na luja de joias rua do Cabug n. 7 A
    desta cidade. sob a firma duGuimares a Martins,
    desde 31 de maio prximo p.issado ; fleando ni-
    camente o socio Antonio Martins Moreira encar-
    regado da exoneracio do passivo e arrecadaco do
    activo da Urina extracta. Recife, 2 de agosto de
    1873._________________________________
    Offerece-se urna ama para engommir : a rua
    das Cruzes n. 5.
    ^Consultorio medieo-cironriro %
    DE 'i
    A. B. da Silva Maia. 0
    m Rua do Visconde de Albuquerque n. W
    M. II, outr'ora rua da matriz da Boa-VUta Jf
    Chamados : a qualquer hora.
    Consultas : Aos pobres gratis, das 2 s
    4 horas da tarde.
    A*Blililr ... na H(tirM, otetnefiM *o a*u .'Tuir
    etttn^lti Th-rtM, mercan olrliqi U Wl7. '
    MPITIt. Affeef da Tin IcartlTM, brama- ,
    lyf*'*1'V -? I-WM*. |
    aMralfla. ytftfU,
    "J"1!- -A"^" a tai, a. oltm, tntm,\
    ntrtum Af-jtm *, un, wiio mm, I
    Wl,lll a lalam, fia, ,i.....Hwrt.Hi, |
    mei-ii
    non rom cartou
    Caixeiro
    Precisa-se de um caixeiro para laverna com
    bastante pratica e d fiador sua conducta : na
    rua Duque de C;.xi;is n. 20.
    Condecorares.
    A coroa brilhante receben pelo ultimo paquete
    da Europa as seguintes condecorarles, de ouro e
    prata dourada : coramendas da Rosa e ofQciala-
    iatos, commendas de (Ihristo com as respectivas
    eruzes, medalhas para cavalheiros das ordens de
    Aviz, Cruzeirc, Rosa e Christo. e juntamente litas
    para as dita- condecoragoes e da campanlia do
    Paraguay : coroa brilhante, loja de joias, rua
    do Cabuya n. II._______________________
    - Engomma-se com toda limpeza c pe fe i cao
    roupa de homem a senbora : rua Duque de Ca-
    sias n. 39 hotel.
    Al fMrtai t.THjbjr, aataa llallllll. Mo-m i
    ! yIm. TWttT, Wal I. MWM. 1|
    Consfillorio medico
    \
    n pregados na Eur.pa.
    Jf Tambem applica
    S"
    DO
    Dr. llurillo.
    RUA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
    Recem-ehegado da Europa, onde fre-
    quentou os hospitaes de Pars e Londres
    pode ser procurado a qualquer hora do
    da ou da noute para objecto de sua pro-
    fitso.
    Consultas do meio dia s duas horas
    da Urde.
    Gratis aos pobres.
    sjmatid"d>.=Molestias da pelle, de
    crianca e de mulher.
    Kmprega no tratamento das molestias
    de sua especialidade as duchas friai e
    banhot a vaprtr, para os quaes trouxe
    os apparelhos mais modernamente em-

    com grande proveito Jf
    oo tratamento das molestias do otero & f
    electricdado,.pelo processo do Dr. Tre- J
    g pier. Cura p.r um processoInteiraraente V
    . J novo as blennorrhagias e sobre tudo a Z
    5/(golta miht.r) dispensando as injecc5e>. 5
    Olinda.
    A luga se urna casa na rua de Mathia* Perrei-
    ra, coto qninul e racimba : a tratar rua do
    Amorra a 37.
    PENHOKS
    Na travessa da rua
    das Cruzes n. 2, pri-
    meiro andar, d-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    " To PUBLICO
    Oiiem mais coimiKido florece 1
    In'contestavelmente a loja de calcadoSf estrangei-
    ro que mais coramodo offerece em geral, com espe-
    cialidade ao bello seu, o PARS NA AMERICA
    rua Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
    tiga do Queimado) e a razao ? a razio simples :
    um eavalheiro (amante do chique) por certo se
    njommoda quando, para comprar um par de bo-
    tinas, v-se furcado a experimenta-la s^ibre um
    pequeo e pueroao pedaco de tapete (systema ma-
    carrnico) nao podendo desta forma conheeerse
    a botina lhe fica boa, pois, nao tem espaco para
    experimenta-la, ao menos que oio a estrague dan-
    do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
    do ladnlho; o que Dao acontece no Pars na
    America, onde pode se passear vontade e desta -
    forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o'
    bello sexo, ento quasi impossvel,'qne urna se-!
    nhora (do bom tom) queira snjeilar-se a experi-
    mentar calcado ao lado de um baldo, ondeen!
    tra quera quer, anda mesmo para comprar o |
    Parts na Amrica nao resente-se desta falta ; tem '
    nm bem preparado gabinete reservado, para a
    Exmas. que all podero estar em perfeilo commo-
    do para a eseolha do calcado.
    Pio terminam ah as vaniagens on eommodos
    do Par ni America i rua Duque de Caxias n.
    59, primeiro andar, consiste tambera no bom sor-
    tmenlo de botinas para homens, dos melhores e
    mais afamados tabricantes da Europa, romo Me-
    lis, Suwr, Polak, etc., ele, e grande variedade de
    chinellos e sapatos. assm tambem nm lindo sor-
    limento de botinas para senhora, e sapatiohos de
    muit3S qualidades gue podero salLsfazer a eseo-
    lha da mais capichosa senhora (do bom goslo);
    pelo que fica expendido, fst claro qne a loja de
    calcado estrangero, que mais vaniagens nflerece,
    olansna Jmeric;nt Duque de Caxias n.
    59, primeiro .indar, antiga rua do Queimado
    Pars, 86, Ba Vi vi enre, Dr
    IHaM-W MEDKCIX SPfllL
    DEPURATIF
    du SAIVG
    PLUS DE
    COPAHU
    D*S rirfnnni.>a DM tnoAIS, 18 TBCC0l
    HiftaAMH DO SAKOEE.
    "1 to,000enrs (las imptm-
    I ietu,puilulai, herpes,
    I tama, ctmixots, aeri-
    I 'nema. e allercoes, vi-
    I ciosas do sangue, vt-
    riu, e .no ... .ns a iangme. (Xarope vegetal
    sem mercurio). BepiriiUn veieUtl
    " hiveiaim tmao-se dous por
    emana, segaindo o traetimeito Depurativo : i
    ^mprfgadn na* mesmas tuoleclias.
    I Este Xarope Curado de
    ferro de CHA BLE, cara
    I (inmediatamente qual-
    quer purgarao rela-
    xacao, e debilidad*,
    e i|tU4luieuie o jituos e flores brancas das
    amberes. Ksu injeecao benigna empregasse
    4m o Xarope de extracto de ferro.
    ra.arr.laaa, Pomada q ue a t cu ra em S dias.
    POMADA ANTIHERPETICA
    Centra: as ajeetoes cutneas t eomixoes.
    . 1LH^A< VEGETAES DEPURATIVAS
    do v c.we, cada frasco vri aaevapabad*
    i* um folhelo.
    AVISO AOS 8R8. MDICOS.
    Cora eatorrhs, tossts
    eoquebukes, irriacei
    tiervciat tai doi brtm-
    chioi e toiat ts dotncat
    do falo- lianU ao doenta
    oolhe rchdea daaU larapa LV r'oacET.
    f Paria, na Tl-toaae, M.
    Vcnde-se um boi manso e feilo no servc.o, e
    nma carroja em bom estado : quem pretender
    dirija-se rua do Visconde de Gojanna, antiga rua
    do MonJego, n. 72, taverna.
    Arma^o venda.
    Vende-se a armacao de amarello, envidracada
    e com gaz, da taverna da praca do Conde d Eu
    n. 32 : a tratar cora o agente Martins, rua da
    Imperatriz n 80, ou na rua do Imperador n. 48.
    Vende-se
    A taverna da travessa da Cruzes n 6, propria
    para principiante, com poucos fundos: a tratar
    na mesma.
    mesmos^ e de outr..s ainde no conhecidos pelo
    publico desta capital. O annunciante declara que
    lodo fumo que for vmdido'eni sua osa ser pelo
    sen iusto valor, p que quapdo garantir s respecti-
    va qiwliiladc, sera sincero, mu iiarticiriarintate
    com as pessoas que punco cuten lam da mt. ria ;
    pois para bem servir a lodos, lem o annuiiciante
    a ionpa pralica de t.'i airaos doste c >mmere.o
    Mais val tarde do que
    nime .
    \vis > i iip^rliinie.
    Avisa se aos amantes ou apreciadores dos
    SONSOS
    acope delicioso que tu prepara va amigamente
    NA CONPEITAR] > DO CAMPOS
    que os proprieiarios daqiiellc estabelecimento re-
    solvcrain de novo fabricar to delicioso manjar,
    nao s para satisfazer alpnmas enrommeinJas, co-
    mo para criar aovus chii>uiiiiiii lores.
    E iiual ser a familia que nao
    maiulara liusi:ar alli, ao uienus
    rana duzia de
    SO.NIIOS
    para a sua sobremeza ?....
    Algalias
    As algalias do fabrica ule Buoes Doulevard du
    Palais, sao as melhores contiendas, pois que eon-
    servara se pe feilanieiile nos climas calidos, como
    a experiencia constantemente o est profaodo
    Cunha Js Manta vendem consiantemente^em
    o sen arinazom na do Mrquez de Olinda nn-
    iner.. 23.
    Viulio champagne Itoderer (Carie blanoiie)
    gK"s.
    Dito dito V. Clii'quot, ggos.
    Dito Cliambertin, caixas.
    Dito llourgojne, idora.
    Dito S. Julien, idem.
    Dito St. Christuly, idem
    Dito St. Ksteplie idem.
    Dito St. Eioiliuii, idem.
    Dito Slierrj idem.
    Dito Mideira, idem
    Cognac, Marti II (verladeiro). idem.
    Uito llennessy (dito), idem.
    Cidra iJhanipagiie, idem.
    Vinagre blanco tin<, idem.
    Azeito doce retinado fino. dem.
    Cho-oate Menicr tino, l kilos.
    Araruta iniiieza, hitas
    Joaquim Jos Gon^alves
    Beltrao & Filhos
    Teem para ve ider no seu escriptorio rua do
    Comraercio n. 5, o segninle :
    AGURDENTE de caj : caixa de I? garrafas.
    de Jarana, idem idem,
    ARCOS de nao para barril.
    CAL 'lo Lisboa, rceenlemcnte chegada.
    CHAPEOS de sol, para hornera e senhora, cabo
    de marliiH e sso.
    Fi.IXES de ferro, para porta.
    FIO de ahjodio da Babia, da fabrica do commen-
    mendador Fedrozu.
    LINHA de roriz.
    OBRAS de pal eta.
    PANNO de algodo da Babia, da fabrica do com-
    mendador I'edmzo.
    RETROZ de toja- as qualidades, das fabricas de
    Peres e Eduardo Militan
    ROLHAS proprias para botica.
    SALSAPAURILIIA do Para.
    ELAS de cera de todos os tamanhos.
    VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
    rafas,
    o dito Moscatel do Donro, idem idem.
    dito Setnbal, caixas de I e 2 durias.
    a da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
    rafas,
    de Collares superior, era ancoretas.
    o de caj, caixas de 12 gar afas.
    b Malvasi do Douro, caixas com 12 gar-
    rafas.
    Careavellos, idem idem.
    VENDE-SE
    urna typographa montada com urna machina boa
    e um prelo, a vontade di comprador, pelo mdico
    pree.0 de 4:000J : quem pretende-la dirija-se
    rua do Torres n. 12, andar, escriptorio
    Vende-se um sitio no Fundo, cora iOO palmos
    de fundo e 100 de frente, em trra propria, com
    urna casa dentro : a tratar na rua do Rangel nu-
    mero 48
    Sirop du
    DfFORGET
    Cal de Lisboa
    Grande e
    nica nova
    14 e 16.
    variado sortimento deste genero, a
    no mercado : na rua do Apollo us.
    Alienta
    No pateo do Terco n. 59 trabalha-se em bolos
    ae divergag qualidades e preparara se handeijas
    enfeitada em perfeicao e assew, ludo por prece
    razoavel. Da-se bolos
    a vendagem.
    Deposito em casa de Augusto Caors n. 22]
    rua da Cruz.
    Joaquim Jos Gonjalves
    Beltrao.
    Rua lo Commerclo n. 5, !.* andar
    Sacca por todos os paquetes sobre o banco
    do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
    ulgares de Portugal:
    Amarante.
    Arco de Val de Vez.
    Baroellot,
    Beja.
    Chaves.
    Coimbra.
    Cotila.
    Faro.
    Guarda.
    Guimarfies.
    Lamgo.
    Lisboa.
    Mirandella.
    Mon(o.
    Ponte de Lima.
    Porto,
    Tavira.
    Valpassos.
    Vianna doJCastello.
    Villa do Conde.
    Villa Nova de Famaliclo
    Villa Nova do Portimn.
    Villa Real.
    Vizeu.
    Valenca.
    Figueira.
    A maconaria desmasca-
    rada,
    ou colleccao dos artigos do Echo de Boma, analy-
    nodo a circular do Cap. Pr. Federacao de 22
    de setembro de 1871, e a Pranch.-. do Ir.-.
    Gomes Freir aolr.- Otti; assm como a deste
    J*v" ".*'' t" Ven. ao redactor do Echo
    de Roma, datada de Coimbra aos 16 de dezembro
    do mesmo anno, precedida de urna carta intro-
    duccao e annotada por um redactor do Echo dv
    Roma.
    Acaba de chegar de Lisboa esta obra, e vende-se
    na hvraria econmica ao pe do arco de Santo
    Antouio, preco 1J300.
    -' Vende-se um balco de amarello por barato
    preco : na rua do Oiinrnercio n. 38.
    Aluga-se o 2 andar do obrado n. 8, sito i
    para vender, pagndose na Duque de Caxias : quem pretender dirja-se i
    rua Nova n. t7, que achara eom quem tratar.
    Grande liquitoo,
    Na rua do Queimado n. 43.
    Em frente a Pracinha.
    Lzinha? de quadros a 24', 280 e 300 rs. o eo-
    vado.
    Chitas de cores seguras a 240 e 280 rs. o covado.
    MadapMo bom a 4 a peca.
    Algodo T a ij 5 i a peca.
    Colxas de fustao, grandes a 3>o00.
    Toalbos felpuda* a 6 a duzia '
    Laicos para meninos, a 80 rs.
    Brim lona de pur* linho a 1*500 a vara.
    Cortes de casemira de cor, a fa.
    E umitas ontras fazeodas por menos do seu va-
    lor. S o 43, rua do Qjeimado em frente
    pracinha.___________^^^
    Colchas.
    Colchas branras e de cores a 3,1500 : na roa
    do Crespo n. 20, loja de Guilherrae A C.
    Cambraia preta..
    Cambraia pret^ com listras e fl res brancas,
    proprias para luto, a 24'' rs o covado, barato :
    na rua do Crespo n. 20, loja de Guillierme A C
    Madapolao avariado.
    afadapol.io avariado de diferentes precos : na
    roa Jo Crespo n. 20, loj de Guilherme a'C
    Caes do Ramos, na barcaca Simpathia, ven-
    de-ie urna canda pequea, de amarello, 43 vigas
    de apncaia do 3t palmos, 5 ditas de 45, 4 pran-
    ebuea de amarello e 6 j ragadas, a tratar com o
    meslre da dita barcaca, ou cora o Sr. Elias nodito
    lugar.__________________________^_
    Vende-se urna casa terrea, na rua de Luiz,
    do Reg, em Santo Amaro das Salinas : a tratar
    na mesma n. 39.
    TASSOMAOStC.
    Em seus armazens rua do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    tem para vender por presos eommodos-
    Tijolus encarnados sextavos para ladrillw.
    Canos de barro para esgoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hydraulicc.
    Machinas de descarogar algodio
    Machinas de padaria.
    Potassa da Russia em barriL
    t'hosphoros de cera.
    Sagn em garrafoes.
    Sevadinha em garrafoe.
    Lenlihas em garrafSes.
    Rliura da aJmaica.
    Vinho do Parto velho engarrafado.
    Vinho do Porto superior, di'o.
    Vinho do Bordeatix, dito.
    Vinho de Scherry.
    Vinho da Madeira.
    Potes cora lngiias e dobradas ingletas.
    Licores tinos surtidos.
    Cognac Gaulhier Freres.
    Latas de toucinho inglez.
    Barris com repolho em salmoura.
    1." e 2.a series.
    Vende se urna assignatura das cadernetas do
    Diccionario Portuguez de Fr. D. Vieira, ja pagas a
    1* e 2" series : rua Duque de Caxias n. 73?^
    Las, ultimo gosto
    A Rosa Brauca vende las- de gustos muto boni-
    tos a 800 ris o covido.
    Las de qaadros a 320 ris o
    covado.
    . Chegaram mais las pelo baratssims preco de
    320 res.
    Lindas chitas.
    A Rosa Branca tem chitas de padres muito
    delicados, e est queimando.
    . Atoalhado.
    A Rosa Branca tem o que ha de melhor e de
    ricos desenhos.
    Novas cambraias pretas.
    A Rosa Branca tem os mais rieogtwtos em
    cambraias pretas: dio se amostras de todas as
    fazendas, trazendo penhor.
    Xarope d'agrio do Para
    Antigo e conceituado medicamento para
    cura das molestias dos orgios respiratorios,
    como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    applicaro ainda cem ptimos resultados co
    escorbuto.
    As nicas verdadeiras
    Bichas hamburguezas qne vem a este mercado:
    na ma do Marquoz de olioda n. 51.
    Vende-se
    Barris com carne > vacea e de porco algada
    para mantimnntos de navio* : oo armaaom de
    Tasso Irmao? & C. rua do Aioorim n. 37.
    VENDE-SE
    urna taverna nos Afogadoa, i rua-de S. Miguel
    n. 68, propria para principiante : quera proteo-
    der dinja-se mesma. ___________________
    Vndese um piano francos, de meio arma-
    rio, em perfeito estado e do exceilentes venes,
    assim como urna pequea mibilia, e outros tras-
    tes do can : na rua Velha n. 94.



    (.
    6
    fe
    ^fcrt' d'P^atbaba Qauto fwa^K|i^tordeiiBl3.
    \ --
    -----------
    Em fagendas de gosto
    DO
    LOJA E'
    N. 60
    llliUjji
    Ra da Imperatriz N.
    DE
    PAVAO
    60
    PEREIRA DA SILVA & GUIMARS
    Os propnetanos (leste importante estabelecimento, participam ao respeitavel publicb
    desta cidade e aos seus numerosos freguezes que acabam de receber pelos ltimos,. Yapa-
    res de Europa, ura grande sortimento dasmais lindas e mais modernas fazendas de gosl
    e milita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tarabem. ura grande
    sortimento jas melhores fazendas de le, que se vendera por precos muito em ooula, so
    eom o fim de apurar-dinheiro.
    As pessoasque negociam em pequea escala, oeste estabelecimento podero iudr-j
    os seus sorti.nentos, porque se Ihes vender pelos presos que compram as casas estrai
    geiras ; .de todas as fazendas se do amostras, doixando penhor, ou mandam-se levar em
    casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
    Este estabelaciment est constantemente aberto das 6 horas da manha t 9 da nule
    GiUMDIMS n p SBUTS A, 16f00- I
    ..- .-.,. O Pavo recebeu pelo ultimo vapor qe
    A 15500, 1^200, 800 eGiOrs. Europa, burnoos dos mais* lindos gestos
    O Pavo recobeu um bnlhante sortimento que at boje sao conhecidos e m reiacAott
    das mais lindas granadmes preta com deli- Sua excessiva barateza, convidan>se "t
    cadas li>trasde cores e pretas, que vende pelo Exmas. Sras. para verera o que. ha deraais
    barato proc.0 de 15500 o c *vad >. Ditas to- novidade neste artigo,
    o tsde coros com listras miudinhas em urna i BRAMANTES PARA LENCOES.
    so cor a 15200 e 15000 o covado. Ditas, O Pavo vende superior bramante de at-
    etas com listras de seda roas a 800 rs. Di-' godo, leudo 10 palmos de largura, queso
    tas pretas com listras brancas, azues e ver- precisa de 1 1/4 vara para um lencol a
    des a 640 rs. o c .va-lo. Assim como boni- l#600 o metro ou 15800 a vara,
    tas bnrejes de seda para vestidos comas, Ditodo linho fino superior e muito ei-
    mais lindas cores a 15000. E' pechincha, corpado, com a mesma largura a 25400 a
    na loja do Pavo. Yara
    POUPELINAS A15600 E 25000 O COVADO. Ditos francezes muito finos a 25500 e
    O Pavo recebeu um elegante sortimento 35000.
    das mais lindas poupelins de seda com os pe?as de Hamburgo e panno de linho, tn-
    niais linios desenhos e mais bonitas cores, do c m 20 e 30 varas para todos os precos
    que vende a 19000 e 25000. e quididades.
    SEDAS DE COKFS A -29S00 RS. | Ditas de bretunha de puro linho, tendo 30
    O Pavao recebeu um bonito sortimento jardas, pelos precos mais baratos que se ten
    das mais lindas sedinhas de urna so cor com visto.
    delicados desenlio* niiudinbos, que vendo a! Pechinchas do finissimo esguio ou silzla
    25500 o c vado. Ditas com listrinhas, mui-com 6 jardas a 75000.
    to boa fazemia a 25000. E" pechincha, na j pecas de finissima silezia com 30 jardas
    aa luja do Pavo. !a 353,000.
    CAMBiUIS ABERTAS A 95 E 105000 Atoalhado adamascado com 8 palmos de
    O Pavo recebeu um elegante sortimento largura a 25000 a vara.
    das mais finas cambraias brancas abertas
    bordal.ispara vestido, que vende pelo barato
    Do de 95 e IO5OOO o corto, tendo fazenda
    ante para vestid-. E' pechincha, na loja
    do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
    LAZLNllAS'BORDADASA 400 RS.
    O COVADO.
    O Pavo recebeu um elegauto sortimento
    das mais lindas lzinhas transparentes com
    loriabas, bordadas, tendo do todas as cores
    inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
    de pelo baratissimo preco do *00 rs. o co-
    T.ido. E' pechincha, na loja do Pavo ra
    ds Imperatriz n. 60.
    LAS MODERNAS.
    O Pavo vende um bonito sortimento de
    .iili.is lislradas sendo das mais modernas
    q*i!tm violo ao mercado, pelo ba-atissimo
    pnaj de 560 eGOO ors. o covado. E' pe-
    ehincaa, 1,1 loja do Pavo na da Impe-
    rotri/ 11. 00.
    ALI'.va^LAVRVDAS A G40RS.U COVADO.
    Cho-'ou para a loja do Pavo um elegante
    soliiaui) tas mais lindas alpacas lavradas
    ifo cores sondo as cores mais modernas que
    ton viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
    rat! -'i!) preco de OVO rs. o covado. E'
    .... litntrhi, na loja do Pavo.
    fcAS .S l-'RANCEZAS A 60 E 640 RS. O
    ' METRO.
    O Pavao tvceben um magnifico sortimen-
    to das nais lin las cassas fran czas, lo cor,
    tomos mais bonitos desenh s .midos e
    grados, tendo padros oscuros e outros que
    servem .-ira luto, e vende a 600 e 640 rs.
    o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
    LZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
    SEDA A 640 rs. e 15200.
    O Pavo rocobou um legante sortimento
    de las com listras de seda assetinada, sendo
    as mais modernas que tem vindo ao merca-
    do e co.n as mais delicadas cores, o vende
    polos baratos procos de 640 rs e 15200.
    Assim como ontras muito bonitas com listras
    sem ser do seda, que vende a 500, CV0 e 800
    rs., todas estas las sao modernsimas. E'
    pechincha, na loja do Pavo.
    Chitas a i, tSO, 3tOe 30 rs.
    O Pavo recebeu um grande sortimento de
    chitas de coros fixas, que ven !e polos bara-
    te* prec, s ilo 240 e 280 rs. o covado. Ditas
    i-scuras fazenda muito superior, com novos
    padrees a 320 e 360 rs. o covado.
    Ditas rnuit 1 linas padroes claros em toci-
    nos de percales, cen barra de cor ao lado e
    Wl "ha a 360 e 400 rs. ?
    Uilflt pretas com tecido de croione, fazen-
    da muito superior a 3.0 e 400 rs. o co-
    vado.
    Ditas de cores, miudinhas, proprias para
    roup 1 de criancas a 360 rs. o covado. E'
    pechi -cha, na loja do' Pavo.
    lliltists *W va. o covado.
    O Pavo recebeu-uto. elegante sortimento
    das mais modernas baptistas de cores com
    padroes miudinhos o grados sendo proprios
    para vestidos e.roapa de crianza, pelo bara-
    tissimo prego de 500 rs. o covado, amanean-
    do sor grande [chincha !
    Cortes ilc cambraia. ultima no-
    liilailr, J?00.
    O Pav3o recebeu pelo 'ultimo vapor de
    Eorraa. cortes de cambraia branca com ba-
    itaiiihos riuaraente bordados!, tend* fazenda
    suliejontu para vestido de-qualquer. modelo,
    estes wstdos sao os mais modernos que tem
    !o ao mercado, e pela sua excessiva ba-
    rateza tornem-so' recoiumeildaveis s seaho-
    rss de boin gosto.
    Ditos com baliados do cor, tendo 20 me-
    tros de bsb'ad s a *95000. E* grande pe-
    chincha, no Bazar drj Pavo i ra da Impe-
    ratriz n. 00
    CORTES OECAMBRAU BORDADOS.
    O Pavo roceheu'-ra mais ricos rtes de
    eambraia branca bordados, para vestido^ que
    vendo pdo barato pnego' do 205 o 305000.
    CORTES DE C/ifBRAlA BRANCA.
    O Pavo jec^lieviumdipiJo;, coste de cam-
    kraia branca com listras assetirfadass que
    endfl-pi'lo hato prego de 65000.
    Ditos c m 6tra*dores, tendo 8 varas a
    45 e 550OO. E'.pechincha.
    SP1BXV410S.
    l>avS^|lfefJi!PVgraii'lc sortimento
    deMpaailho,tei|to^Aca.aoi)hora ono para
    enioa. que voml,p|o barato pre.O'de
    35000.
    Ditos muito finos a 49 e 5*000. S4o-dos
    ais moderaos qu e tem vindo ao tari
    todo.
    Calcas de cascniira.
    0 Pavo tem um grande sortimento de
    caigas de casemira, assim como cortes-os
    mais modernos que tem vindo nos ltimos
    ligurinos e era fazeuda, dos mais finos e
    mais novos que tem vindo ao mercado, e
    vande-se por barato prego para apurar di-
    nheiro, assim como calcas de brim branco e
    de cores, por presos muito -razoaveis. "
    LENCOS ABAINHADOS A 1*800 E 25000.
    O Pavo vende duzias de lencos brancos
    abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
    barato proco de 25000 a duzia.
    Ditos tambem abainhados, com beira de
    cor a 15800.
    Dit> s grandes, fazenda muito fina, sendo
    todos brancos a 35000,
    Dito de carabraia branca, sendo em peca
    a 35600
    MEIAS CRIAS A 45 E 55000 A DUZIA.
    0 Pavo vende duzias de meias cruas, a-
    glezas pelo barato prego do 45000 o 55000.
    Assim como ditas muito finas e muito en-
    corpadosa 65000, 75000,85000 e 105000,
    e um grande sortimento de meias inglozas e
    francozas, para senhoras, que se Yende por
    preco muito cornmodo.
    MADAPOLAO FRANCEZ a 65000 E 75000.
    0 Pavo vende pegas de madapolo fran-
    cez, que sempre se vendeu por muito mais
    dinheiro e liquida-se pelo baratissimo prego
    G5000 e 75000, por ler feito ama grandt
    compra. E' pcclancha.
    Algodaoziiiho s 4&000.
    0 Pavo vende pegas de algodozinho,
    muito boa fazenda, pelo barato prego de
    45 c 55000.
    Dito largo muito encorpado, proprio para
    toalhas o lengoes &< 65000 e 75000.
    CAMBRAIAS.
    O Pavo vendo cortes de cambraia trans-
    parente propria para vestidos a 25500
    35000.
    Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
    tapada como transparente a 45, 55 e 65000s
    al a mais lina que vem ao mercado.
    PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
    O Pavo tem um grande sortimento de
    pannos do crochet proprios para cadeira de
    lialango, nara dhas de guarnigo e para so-
    f, que F*vtiNteM muito em conta.
    C0LXAS DE CROCHET A 65 E 85000.
    0 Pavo vende colxas de crochet proprias
    para cama de casal, pelo baratissimo prego
    de 65 e 85000.
    Ditas de fustn acolxoadas, sendo de cA-
    res e brancas, pdo baratp prego de 4600.
    PIWS!
    E grande sortimento de ditas de-damasco,
    cretene e de chita, quevende por preeos
    muito razoavois.
    CORTES DE PERCALLES COM DUAS SAIAS
    a 45000.
    0 Pavo vende bonitos cortes do percalles
    com duas saias, sendo fazenda de muito goS-
    to a 45000. E' pechincha" na loja do' Pa-
    vo ra da Imperatriz n. 60.
    BOTINAS PARA SENHORA, A-5WW0.
    Na loja do Pava ra da Imperatrii n. 60.
    Perora daSilva d. (lu i mirles- Ndeberam
    pelo ultimo yapor dfe Europa, um elegante
    sortimento de botinas pretas o com'licados
    enfeites docr, propriaspara senbofa, garan-
    tindo-se serem das mais modernas que ha
    no mercado, assim como a boa qualidaJe,
    por tercm sido remctdas por radosjK
    Ihores fabricantes de Paris, e venderse pe,
    barato prego de 65, na loja do Pavo.
    SAIAS BORDADAS A 55, U e 85000.
    O Pavo vendo saias ricamente bordadas
    de 4 pannos cada-urna,.1 pelos, awratissimos
    procos de 5, 65 8JWO0.
    Dtta de um panno s e conlmbiM rodas
    guarnecida de pregas, palos bafato6-preco,
    de 25000 e 25500.
    Ditas com guarnigo de pregas e borda-
    dos a 35500.
    Algodao enfestad a 15000
    vara.
    0 Pavo vende ajgddo americano enesr
    tado e muito encorpado, proprio para,,toa-
    Iha e lengoes, poLj barato prego defJ5000 a
    vara.
    ' DiLi trancez-'sendo tranQddo e muito en7
    corpado, pelo baratissimo prego de I528O-0
    raetro.
    CA*eniinas 4i^MM> E e 454MK,
    'dPav4oivnde<'pt8s<>de oawmiwranoe'
    sendo fazenda maito--'Snphiorqne -,.ite.mi
    pra sa vendeu-por mais dinheiro, e Jiq'i-
    dara-se a 759OO ocrte.
    Ditos a O5000.
    Os lrqui- toJi'S Je madrepemia, brancos e
    cOres e que tt**-! o dtftlroMJWAa r*i leiirjW|j*f
    tambem to uiadraperola coi alio relevo, ur-
    nando-se por isio apropriadoi para noivas, a NO-
    VA BSPF.RANCA i ra Luqu de Caxias n. 63
    (antiga do Qaeimado) quera os lem.
    Sao de tartaruga
    Os brinco?, l-oahe#, raeios alerego?, cfuxet,, ]
    coracSes e cassalea* que esti) oipostas a boa I[
    escolna das Exmas. (amantes do duque) vende-se
    na 1 No va' Eperanca/ ra uque de Caxias
    n. 63.
    Aesmenims
    A Nava E*pera,nga ra Duque de Caxias n.
    63, acaba de receber um lindo sortimento de bo-
    necas de minias qnalidades, vindo entre-ellai a>
    engranadas lioneras de borracha, assim tambem
    urna pequea quantidade de bouecas pretas.quel
    se tornam apreciada pela sua novidade.
    Ebem til
    A Nova Esperanca ra Duquo de Caxias a
    63, lecebeu verdadeiro cimento inglez. prepara
    cao para concertar porcelana bem til.
    Vestido perdido
    Maltas vezes um vestido torna-se interraraente
    feio, gmente por estar mal enfeitado : a Nova Es-
    peranza ra tuque de .Caxias-n. 6:1, remove
    este nal.; poique ei bem- prvida, dos.melhores
    galdes b franjas* dclodas as cores, onde pode es
    colher-se vontade sobresahrado entre estas as
    modernas franjas nwualcas, jue pela sna varioda-
    de de cores, te* Ini em qasi todas as. Calendas.
    A ella, antes Bolasdebo-macha
    Vendem-se-de toaos" osrtamaBhes ma Duf ne
    de Caxias n. 63-, na Nova Esperanga.
    Cabellos breos s tem querft,
    quer
    A Nova Esperanga ra Duque de Caxias n.
    63, acaba de receber a verdadeira tintura de Des-
    nouspara tingir os cabellos, o que se consegue
    (empreando a) com muita facilidade, e por este
    movo, cabellos brancos s tem quem quer.
    Estao na moda
    Os cinturdes de couro, proprios para senhoras,
    qne recebeu a Nova Espcranca rna Duque de
    Caxias n. 63, estao, sim, senhura, estao na moda I
    Se queris ter ou preparar um ramalhete de
    cheirosos era vos brancos para (mwsso casameuto,
    ou para outro fim apropriado, necessario ir
    Nova Esperanga ra Duque de Casias n. 63,
    que all encostrareis os melhores poits Cuquis
    que se pode desejar.
    Agua florida, de Guislain,
    para fazer os cabellos pre-
    tos.
    A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 0,
    acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
    florida para fazer os cabellos pretos. t bom re-
    sultado colhido por quem tem feito uso dessa
    inoffenstva preparacoa tem altamenteeonetah-
    do, e -por isso apenas se faz tembrar a quem no-
    tamente detla preciie e queira se aproveitar de
    sua utilidade. Tambem veio agua de topasio
    oleo florido para o mesmo uso, e to acreditados
    come aquella.
    Voltas e brincos de grossos
    aljofares-de cores.
    A aguia branca, ra do Duque dj Caxias n.
    50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
    grossos > Ijofares de cores, e como sempre cooti;
    nua a vende-las por prego commodo. #
    Novos diademas dourados e
    com pedras.
    A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
    50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
    mas dourados e com pedras, tanto para meninas
    como para senhoras.
    Collecooes de traslados ou
    normas para escrever-se.
    A aguia branca, rua Duque de Caxias n. 50"
    recebeu novas collec^5es ou normas para as crian-
    tas aprenderem a escrever por si mesmo, boje Uo
    usadas as aulas e collegios; e como sempre ven-
    de-as por proco commodo.
    Meias cruas finas para meni-
    nas e senhoras
    A loja d'agui branca, rua Pnque de Caxias
    n. 50, receben novo sorinento datadlas la pro-
    curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
    menja para meninas, e contina a vndelas por
    precos cominodos.
    V!os ou mantnkas pretas.
    A loja da aguia branca, 4 rua do Duque de Ca-
    xiaa> 50, recebeu boaitos veos ou maMinhas
    pretas*de* seda eom Horas, ff ontras a imitto de
    croch^ e fend a pelo-Iwratos precos'de 3J,
    \i e 6JT000. A fazenda boa eat em pir'eiio
    estado, pelo que contina a teT prdmpta flttrac-
    cao
    Perfeitar norMade. -
    BAZAR
    Rua da BaMo da Victoria n. 22.
    DE
    Carnciro Viaiiiia.
    A' este-grande estabeleciraento tem che-
    o um bom sortimento-de machinas para
    costura, de todos-os autores mais acredita-
    dos ltimamente na Europa, cujas machinas
    sao garantidas por um anno,- atondo um
    perfeito artista para ensinar as mesmas, em
    qualquer parte desta cidade, como bem as-,
    sim concorta-las pelo tempo tambem d'um
    anno sera despendi algara: do comprador.
    Neste estabeiecimento t rabem lia pertengas
    para as mesmas machinas e se suppre qual-
    quer peca que soja necessario. Estas ma:
    chinas trabalham com toila a perfeico d
    um e doup pospontos, franzo e buril? toda
    Rua da Imperatriz n. 72
    Loureaco 4^ei4a MeflilesfiniDarcs
    Declara a seus freguezes que tem resolvido vender* elnaifebarato quo for possivel,
    saber:
    CUITAS A 16Q E200RS.O COVAD.
    (
    Vende-sc chitas rancezas -largascom.to-
    que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
    tas limpas a 240, 280 e 329 rs.i o covado.
    CASSAS FRANCRZAS A 820 RS.
    Vende-se cassas rancezas a 320 360 rs.
    o covado.
    LSUXHAS A 200 RS.
    Vendo-se lsinhas de cores para"vestidos,
    a 200, 360, 400 500 s. o covado.
    ALPACAS A aOO RS.
    Vende-se alpacas para vestidos a 400) 500,
    640 e 800 rs. o covado.
    COBERTAS DE CUITAS A 1600.
    Vende-se cobertas de chitas de cres, a
    1$600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
    Colxas de cores a 15)200, 29500 e 49500.
    CHALES DE LA A 800 RS.
    Vende-se chales de l de quadros a 800
    rs. e 19000.
    - COtlTES'DC' MUIH)EC#RES A 19600.
    Vettde-se;'ctirS de brim tre cores pan
    cal^a, a'TPBOO 2*000.
    BOTINAS A'39e00.
    Vende-se b#oas. para senhoras, a 39000 r
    39500, a ellapBiiteaue'se acabem.
    ROUil4:ftlaU? !flC10NAL.
    Vende-se camisas brancas, a 4.9600 2j.
    29500, ,39000 e,i9000. ,
    Calcasde-casomiraa do#es, a 5,-6f
    79000.
    Coletes' de.cascmra, a 29,' 29500, "$
    4^000.
    ) Palitts daoasamira^ <%te 89000.
    Seroulas a l e 19600. *
    BRIMN)EOES A 440 RS.
    tinfie^e Brtm|d#todas as cores a 44e
    rs. o c vado.
    I.KNOtS BKAiSXOS A 29000 A DUZIA.
    ^Veiide>o a duia de lencos brancos; i
    Ditos de merino a 29, 39, 49 e 5900. 290O0. Ditos combarrasde cores a39000
    CAMBRAIA BRANCA A 39000.
    Vende-se pe^as de cambraia branca trans-
    parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
    59 e 69000.
    SAIAS BRANCAS A 29000.
    Vende-se saias brancas e de cores, para
    senhoras, a 29000 e 29500.
    BONETS A 500 RS.
    Vende-se bonets pretos de seda para ho-
    mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
    qualquer>costura por fina quo s^ja, seus,massa. a 2'. 29500,. ^9000 e 49000.
    precos sao da seguintequalidade : para tra-
    balhar a mo de 309000, 40900o. 439000
    c 509000, para trabalhar com o p sao de
    809000, 900000, 1009000, .1109000,
    1209000, 1309000, 1309000, 2009000 e
    2509000, emquanto aos autores nao lia al-
    teracao de presos, e os compradores podcio
    visitar este estabelecimcnto, que muito de-
    verao gostar pela variedade de objectos que
    ha sempropara-vender, como sajara: cadei-
    ras para viagem, malas para viagem, cadei-
    raspara salas; ditas do balanco, ditas para
    enanca (altas), ditas para escolas, costurei-
    ras nqnissitnas, para senhora, despensa veis
    para crianzas, de todas as qualidades, camas
    de ferro para hornera e crianzas, capachos,
    espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    queos, apparclhos de metal para cha, fa-
    queiros com cabo de metal e de marfim,
    ditos avulsos, eolheres de metal fin 1, condiei-
    ros para sala, jarros, guarda-comidas de
    rame, tampas para cubrir pratos, esteiras
    para forrar salas, lavatorios completos, ditos
    sim pies, objectos para toilette, e outros mui-
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que visitaren este grande estabeleciraento
    que se acha aborto de-de as 6 horas da ma-
    nda ateas 9 horas da noutc
    Rua do Baro da Victoria n.
    22.
    E' para noivos.
    Que lem na rua do Bom Jess (outr'ora Cruz)
    n. 15, berlindas, calessas, meias calecas e victo-
    rias, com um e dnus ttolieiros, e parelhas com
    arreins do metal principe, ludo preparado com
    luxo c elegancia, e por precos nmito- commodos.
    Os meamos vehculos servcsi tambem para baplisa-
    dos, visitas e actos na academia. Assim como na
    mesma ca.-a ha caleras ainda nao servidas, que
    se veodem por commodo preco, preparadas com
    luxo, para uso particular.
    Grampos cora borbolctas, bezouros tf'gafa-
    nhotos dourados e coloridos.
    Aloja ib agna branca, i rua do natfta de
    Caxias n. 50,- recebeu eevos frampus eeui bor-
    boletaS, bezouros e gafanhotos, 9 qupdtttAto
    perfeita novid* de. A quatnade pepueua, e
    por issd em breve, se acabar.
    Novas gollinhaaf prtodas'com
    c peluca tiu-^rminlio
    At*jja^#a^iia twar.ca a i*c a -TitMne' tfe'^axiasL1
    - 30, recebeu urna pequea. qutrriti(hd"de*boai-
    s e nevaB golflhas, traBfllh de 1 *ia en-
    neitdas com arminlio, obras stas de-aiuitft gosto
    e inteifanifente uvas..
    Gmnpos,,;brteds^ e>"*-r6*ftas
    ^ A^eja^fliT^tlda^Wallca; V fa*dd1BuqTie
    Caxias n. oO, recebe novamente bonitos gram
    pos, brincos o" ftelas dourados ; assim orno
    novos diademas de apo, e como.sempre' conti-
    na a vendc-los por precos xaaoaveis
    GaixinhascoBi>J)s dourades
    e prateadoqpata cabellos.
    ' Vtmde-se-nakijada-AfatiraneaTa W-
    qae de Cniaa B.-B0.
    Luvas de pelliea; pretas e outras cares.
    A loja da Aguia Branca, rua: Duque de Ca-
    xias n. 80, receben novo sortimento d luvae de
    pellica, pretas e de outras cores.
    Nao lia mais cabellos
    brancos.
    -HNTHRMM MUZA. .
    . S o nica approvada pelas academias de
    sciencias.reconhecida superior a toda que
    tem apparecido at boje. Deposito princi-
    pal rua da Cadeia do Recife, hoje Mr-
    quez de Olinda, n.51, 1." andar, e em
    todas as boticas e casas de cabellei-
    eiro.
    MADAPOLAO A 39000.
    Vende-se pechas de madapolo enfestado a
    39000. Ditos inglezes para os preces de
    49, 49500, 59-69000 e79000.
    ALGODAO A 39500.
    Vende-se pegas de algodo, a 39500, 49,
    e 59000.
    BRAMANTE A 19600.
    Vende-se bramante com 10 palmos de
    largura para lencol, a 19600, 29 o 29500 o
    metro.
    GRANDE LIQIDACAO DE SABONETES 280 RS.
    Vende-se urna grande porc&o de sabone-
    tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cm
    cheiro a 320 e 500 rs.
    Agua de colonia, a200, 320 o 500 rs. o
    frasco para liquidar, e outros extractos
    muito barato.
    -rs. f
    m
    Samuel Power Johns-
    ton & 0.
    do Apollo n. 38 e 40
    g^Ruit
    Fszem scfenie aos seus freguezes que :pem
    V- mudado o seu deposito de machn-.> a va-
    '*.j por, moenda1; e taxas da romto scrfditda
    ?j fabrica de LowMoor para rua do Apollo d.
    ^S) 38 e 40, onde coniinuam a ter o mismo sor-
    timenlo do costun.H.
    Farem scieow tambem qte le^m'frita nm
    arranjo cora a fundieao geral, pelo que pe-
    dam offerecer se para as^emar qualquer
    machioismo e metmo garant lo.
    m
    m
    m
    Ditos de linho a 59000, ^0%
    *(IAI.HAS AV&O RS..
    Vende-se toalhas para rosto, ^00!
    19000.
    TJRAVATAS 'DE SIDA PRETA A 500 RS
    Vende-se grvalas de seda preta, a 500
    rs. cada urna.
    CHITAS PARACOBERTA A*80 RS.
    Vende-se chita para Coberta, a'280 e 320
    rs. o covado.
    BONETS PARA MENINOS A 19500.
    Vende-se l*onetes para meninos; a 198C0.
    ESPARTILIIOS PARA SENHORA A 39500
    Vende se espartilhos para senhora,
    39500.
    PENTES A 320 RS.
    Vende-se pentes de alisar, a 240, 320
    400 rs.
    PO'S DE ARROZ A 240 RS.
    Vende-se pos de arroz cm caixa, a 240
    rs., para liquidar.
    ESPELHOS A240RS.
    Vende-se espelhos*' d'dwersos tamanhos,
    a240 e 320 rs.
    TESOtJRAS A320RS.
    Vende-se tesourasde diversos tamanhos.
    a 320 e 500 rs., para liquidar, e outros
    muitos artigos que se veade barato para li-
    quida^o de facturas.

    Os propriatari.is da fnrtc.. pvrai lloem
    pessoa', qne*^e3(B eflabfleWilo 'urna ront- 9&
    cao de ferro e-brokit a rua do Bra, jan- (i}
    lo a n.iac.o dos bnds, on.ta aprontarao ^
    quaiiiu-r i.bra de encommeada Com perfei- fi\
    0o e promptldo. g*.
    'Os meamos rogam' as pessoas 'qhS'qn6- ^J
    ram nliut se de seus servigas de deixa- ^^
    ri-ui as r.iifiKorueudae om cata os muel Fower JdhoS.m A C raa do Apol-
    lo n. 3S a 40, ood acbarao pe.si-a babm-
    lad com ^ueco possara entender
    fin .:
    ffl
    <*:>
    so. ;.,-
    Apu'relno ptr fabricar assear, do lyiHmi. w i
    WESrON CKNTItEFUC.AL (.'
    nicos agemes era Percamnuco a tiiudigao gerl.
    Para tratar em seu escriptono i ina 4* Abollo o. 33 40.
    FAZENDAS DE
    -.i'*
    GOSTO
    Lindos corles de assa de
    Superiores sultanas lisas
    derna a UOOO o metro.
    Na lija das Columnas, de
    liga do Crespo 11. 13.
    cores cora barra e os compelcnte? enfrites tt figulinos a i* '
    bastante largas e com baria para fazer-os enCeitcs, fazenda n."
    Antonio Correi de Vasconcellos, rua Primeira do Marco,. n
    GRANDE DESCOSERA
    r
    da seda com toque demofo a 800 e I4O0O ocova-
    a, para acabar : na rua do Qucimado n. 43,
    mo-saamoslras.
    Cassas arariadas a 240 rs.
    , o covado.
    O Pavao vende finissimas cassas francezas do
    cores com o, mais delicados padroes, por terem
    um pequeno*>que do avaria de agua doce, pelt
    barato preco Ao dozeivintens o covado. E pechin-
    cha : na Uja do Pavo, rua da Imperatriz n
    60. i
    BICHAS DE HAMBURGO
    As mais recentes e malhores.
    Vendem^9eaphflrma*i;r e drogara de Bar-
    tholomeu ---------_--------1-----------------i-----------------------------
    'q
    ein
    Vende-se dua.s casas bem construidas no povoa-
    do dos Montes-' em Una, fu Nova, com bastan-
    tes, commodos e com terreno al o rio e proprias
    para commercio :, a tratar a rua do Creapo o. 7
    A, ou n mesmo povoado, com Magaihes Bastos
    Composto do manac anti-rheumatGO o depurativo
    PELO
    E' preparado este jarope de manac e mais algumos plantas indigenas do Amazonas,
    nao contera preparado algum mercurial. Cura eom rapdea rheumatismo, dores nos
    ossos, erupQes syphiliticas e dattrosas, escrfula e todas as-molestias que dependereni
    desses virus. A sua conapositfo foi approvada pela junta central de hygiene pu-
    blica.
    A cada garrafa acompanha urna explicacSo para a forma de usar. Pre^o de cada
    um 39000.
    nico deposito nesta provincia rua do Baro da Victoria' n. 38, chapellaria] de
    Monleiro & Silva.
    A COBOA
    Diversas fazendas.
    71 RUA DUQUE DE CAXIAS,-- 71.
    Pecas de algodo largo encorpado a.2j300, ditas
    de madapolo camiseiro a 4 rfit > largo a S|5f)0,
    Si, otft'Oe 6J, dito francer a C"00, cintas finas
    e ixas, escuras, claras, raas e verdes a 940 fs. o
    covado, colchas adamascadas a 5|,. damasco- de htaes d Taris
    alaodao com duas arcur.i i*on n nin Hm f'T.^^v .a"
    . Na rua do Commereie.n.. H vende-se vmho
    d Porto A Slierrey, de boa quatidade e barato, em
    bartis. ____________________________
    8EGRKDO ECONOMA E CELER1DADE.
    Obtem-se com o. uso
    t>\ .
    .IBJECfAD SHDST ..,
    Unica.bygienira,radicaleinfaHivol nca-
    ra das gondrbeas, flores brancas Huios de de 129 a 209000.
    toda especie, .cecentes .ou chroaicas;- e que
    offereca omor garanta de saludares vesukados
    a continuada nppcaco que sempre com' a
    maiofrantagemse tem feito della nos bos-
    1 A\& V BE. JOLVS
    Esquinada rua do Cabmg n. 11
    CONFRONTE AO PATEO DA 'MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
    Este importante estabelecimento, tendo grande.apftlqiento. idfr-ioiafi. deouro
    fcsolveu vender muito barato 20 /o menOi que em outra qualqUer parte, as s
    joias
    de \ei,.
    seguir.
    Aderemos do hrilhantes, de modernos o delicados gostos.
    Ditos com rubios, esmeraldas aperlas: ..
    Voltas d bonitas pendas e^oruesfda.briliantes para-Mi vas.
    Medalhoes \
    ' A CorOn'Brilhante contina a- ter grunilofcortaetHO'de madalha de- coral, catna#u
    Conixciim bouquetsdeperolasediamantas,.....-.l-.r'--; -' mira jjtfilrr/i |iii%jtiin|
    im'co deposito parao Brasil, Bartholorau
    & Cw"ruaLriidi>.Hosariii.n. 34.
    -i' Vende,-se > armac'A b mais' bertifeitoria da
    loja da ruv do Hangcl. n. 1 i A,., propria para
    qualquer negocio :ji tratar, m mesma.
    algodo com duas largura a 1*800 o covado, dito
    de l Abo a 3*5" 0, chales'de merino Ite fino a
    2a. ditos estampados a 33U0 e .4*,' toalhas fel-
    pudas a 6< e 8 a dnzia, lenco de caarbruibran-
    ca a U200 a dnzia, ditos, de cor peqieno*a-800
    rs.. ditos grandes a 1 JlriO, cambraia branca fina a
    3*800 41, 43500, H e 6* a pe(a,-dtb-bordada a
    hi e Si, dita de cor a 240 rs, o covado -.UMsa Na ru* de WSffFll" m- averna, ven-
    verde a 240 rs. o covado, dita fina da, dlnarsas dse um terreno aojo palmo. Na mesma casa
    cores a 320 e 400 rs luvas de fio dvEy^a a'****iOM-4aaa99.BWtloa>oVjMarsnd.
    a0rU^daMi*iiieiidaMm1rivitvrtade ^#a*q*J*ifi'paraAatta
    '** **** apacas aVadra ?avaada*' a 'fr'fciwfilvsifiltio #> wsos -ramanhos, ft
    480 rxwmtdQ. f | para vender na rua do Imperador n. 45.
    '@adet!as$ari
    A Cora Briante recebe sempix>quaitida
    f 09400 aorta va, e tamben' para senhoras.
    \. Cassoletos para senhoras, com ledras, a
    Brincos de variados gostos, para senhms
    t Anaeisde amethysta com lottras de tMaitian
    Pnce-nezstranoeliri9 era*ai*inhas o-vel
    Mcdalbag m.
    A Corda Brllhalite tem ineddlhas nrd^msa:
    surada a 19000. Tambera ?< m sorrltmsiito de
    chegados recentemente, tpor presos raui coHii
    Convida-se aS'Exmas. familias visitare)
    g'n.' II, aqual cohtinuart b>rta *Tlbite at
    " Garante-se' erro e
    tfMf*W*M Me.
    a^W00.
    locara* pwsjrues.
    aPW.H,pr.
    rai'So Cab
    \
    i



    '
    I
    s:



    {
    id de Pambuco -r- Qurt*ifeii:a .d4.,4gwp.de..lfiSa
    SOABES LEIIE, ffiHOS
    NICOS AGENTES
    'A'
    Rna do Barfto da Victoria n. 28
    A.s mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
    Na expsito de Pars, em 18C7, foi concedido a
    Elias liowe Jnior, a medaiha deouro e a condecora-
    do da LegiSo de Honra, por screm as machinas mais per.
    feitas do mundo.
    A medalba de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
    Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
    tura.
    A medaiha de ouro na exposico de Londres acreditan)
    estas machinas.
    A
    Cibe-nos o dever de aanunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
    York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
    geral, para em Pernarnbuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
    tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela porfeigo de seu trabalho,
    empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outraj
    e pela ntrodueco dos mais aperfeicoados apparelkos, estamos actualmente habilitado! a
    oierecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
    As vawtagens destas machinas sao as seguinles:
    Primeira.0 publieo sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
    ciroumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
    da mao. *
    Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
    Terceira.Ha nellas menor fricco entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
    do que as outras.
    uarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
    Quinta.Permitte que se eiainine o trabalho de ambos os os, o que se nao consegu
    as outras.
    Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
    a logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
    Qna.
    Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
    de agulha ao comecar nova costura.
    Oitaya. -Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
    decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
    mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
    adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
    ugmentado o seu fabrico, e hoje ne allende a procura, posto que faga 600 machinas
    por dia.
    Cada machina acoropanha livretos com instrucgfies em portuguez.
    A 9>000 A 90^000
    SOARES LEITE, IRMOS
    A'
    do Baro da Victoria n. 2 8.
    HGJE
    MflCILIO DAS N. 5f.
    Eslo estabclccimeiito senipre solicito etn offerocr a concurrclicia'do respeilarel pu-
    blico um completo sortimento de niiudeta$, calcado rancez, chapeos e quinqilharias a
    precos es mais razoavcis possiveis, para ,o que recebe quasi todos os scus artigos de pro-
    pna encommenda da Europa e America, vem dar pnbficidade de agnas artigos por cujos
    jrecos bem se pode avaharos procos de oulros mijitos que se tornara erifadonho pu-
    blicar.
    MIUDEZAS. |
    U para, bordar, da incllwr cfuaJidade, 1
    MIUDEZAS.
    Brincos dito de dito por 28500.
    libra por 59500. .i Botoes de setim pretos e decores, a 800
    AgiUhas francezas, fundo dourado, a cai- rs- e 1*000 duz*
    inba com 4 papis a C0 rs., 240 *. Franjas brancas, de seda de todas as lar-
    Vrt. de fita da vellu' com lindos co- ur8.s a '^O e &4.00 o metro,
    raees fingindo rnaureperoia, a 500^s. ,),tM d cores e pretas a 800 rs. e HW00 o
    Voltas paraapesooco, fingindo eamafeu; mc,r0-
    corcpanhadas com 1 par de brincos seme- Galoes pretos de seda, de muito gosto de
    ihanto, tudo por 295O0. 800 rs- n WOO o metro.
    10%
    SOBERANA E INFALLIVEL
    INJECC.lO
    DO "
    MATTERHE
    >!.
    d'lionra
    Ludia branca de 200 jardas em carriteis,
    propria para costura de machina, a 800 rs.
    4 duzia.
    Dito de dita de Alexandre, numerago a
    gosto do froguez, a lfjl00 a duzia.
    Diademas dourados de l$500a 89000.
    Ditos de tartaruga com flores a .29000.
    Ditos com borboletas a 1JJ500.
    Brincas encarnados 1 par por 500 rs.
    Ditos do plaqut de 500 rs. a 29000.
    Ditos dourados, duzia de pares, a 1 "500
    e 29000.
    Voltas de aljofares com brincos, a 23500.1 mjra
    Ditas do ditos om coracoes a 19000.
    Ditas de ditos de comas com cassoletas, a
    800 rs.
    losetas do plaqut a J9 e 19500 o par.
    Gravatas de seda para senhoras de 19200
    a 23000.
    "'arures com 2 lagos para cabeca e peito
    39 e 49000.
    i'-ntremeos c babadinhos bordados de 3G0
    rs- 29400 a pec,a.
    tedoes de seda brancos e de cores, de
    19500 a 29500 a pega.
    Ditos de algodo e soda, de 19 a 19^00
    a pega.
    Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pega.
    Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
    pega.
    Loques de marfim a 59 e 89000.
    Ditos de sndalo a 49500.
    Ditos de madeira imitando, a 29000.
    Ditos de papelldesa 19800.
    Coques para senhora, a 39, 35.100 e 49.1
    Aderegosfingindo coral, coiipondo-se de'
    alfinete e brincos por 29000.
    Dito dito prclos por 29500.
    Ditos de plaqut, compondo-se de alfilete.
    a brinco, sendo de muito gosto, por 53Q00.' 09000.

    CAUCADO FRANCEZ.
    Botinas pretas gaspeadas, para senhora,.a
    4S?5O0 o par.
    Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
    alto, a 59000.
    Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
    69000.
    Ditas dita de cores, canno alto, eufeitadas,
    a 59500,
    Ditas para meninos, pretas e do coros, a
    39 e 45000.
    Completo sortimento de calgada de case-
    Charlt, tapete e tranga, mais barato
    do queem outra qualquer parte.
    CHAPEOS.
    Ricos chapeos do palha dlLdia, para se-
    nhora. a il?000.
    Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
    a 1(-200Q.
    Completo sorlimenlo de cliapcosinhos para
    meninas* senhoras, de 29890 a 59000.
    Chapeos de sol de seda, inglezus, cabo de
    marfim a 1(19000.
    Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
    to bonito a 59500.
    Ditos dito de seda para senhora, cabo de
    madeira, a 63000,
    Ditas dito cabo de marfim a 93000.
    DIVERSOS ARTIGOS.
    Granadine para, vestidos, fazenda da ulti-
    ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
    vado.
    Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
    o 29000 cada um.
    Ditos para sof, a 39 e 43O00.
    Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
    urna.
    Ditas de algodSo alcoxeados, a 640 rs.
    Colxas de crochet para cama de casal, a
    Pode obler em pouco lempo com o usq do naelbor dos licoreaa afranjada
    non;
    Faz oito ancos que roDliecido este precioso tnico, e, difljeU acbar ama pe**,
    tendo experimentado pessoaimerjle, nao falle etn sea favor, j .com^ boaestonjac-,
    e apetiador, tomando om caiix della anlea de.jan'.ar, nu.coiito facilitador, da digest
    tomaodo-19 depois.
    que,
    da HESPER'DINA a LARANJA AMARGA, nio,baum6 habitante d- BRASM, (aten
    especial das aranja?) que l5c cenheca as propriedades medicitiaesda dourad frocu
    ora bem, a
    LENTE
    Da knihk de medicina de raris^avalheiro da Legue
    A blennorrhagia, ou purgagao, uma inflammagao do canal da uretra, occasiona*
    da a nviior parte das vozes pela communicago impura. N'ao urna alTecgogeral, qu-
    ie logar, como a syphlis a accidentes secundarios. E' urna afecgao puramente local-
    EiTectivamente, os medicamentos que ha muito teom sido applicados interiormente con-
    tra eite mal, taes como, a copahiba, cubebas etc., nao produzerri effeito senao communi,
    cando s ourinas algum.as das suas composiges, que, pela sua passagem atravez do eanal-
    e tornam urna verdadeira injeego."
    Para que ser necessario carregar o estomago cora essas preparages nauseabundas a
    repugnantes? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua acg irritante? A res-
    posta simples :Nao se tinha ainda descoberto urna mistura que, introduzida directae
    mente no canal, produ.zisse os mesmos effeitos sem temer mos resultados. As injeege-
    tao falladas at aqui, conseguera fazer parar a purgagao, por.n pela irritago consecutiva
    que produzcm no canal, sao urna ameaga permanente de aperto, affecgSo,muito mais ter-
    rivel que o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte d js mdicos, que recu-
    sam, com razo, de as mpregar.
    Presentemente, esto fundado temor nao existo. A injeegao que nos apresentamos ao
    publico, que conta dez airaos do bons resultados, n3o interrompidos, nao irritante. E'
    anti-bletmoi-rhagica em toda a extenso da palavra. Queremos djzer, a causa, do mal,
    que ella destroe decompoado os elementos da purgagao e tonificando a inucoza o as
    glndulas donde provm a sua origem. A sua applicago nao dolorosa, e se.uina,U-
    geira impressao se segu sua introduegao, essa.impressao de pouca dura, e seguc-ho
    urna sensago immedjata e nao desagradavel. seu tratamento nao precisa de nenhum
    utro auxiliar para fazex parar em muito pouco tempo as purgages, ainda as mai$ re-
    beldes.
    Quasi seippre basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
    gagao que resistisse ao emprego de dois.
    Afim de ebegar a urna prompta cura, o doente dever seguir o seguinte
    Itl 4.I1II > :
    t. De dois em dois dias, toaaar um grande banho, e permanecer nelle duas horas,
    sendo possivel.
    2. Lavar tres, yez^.por dia a parte doente com agua fra.
    3. Dar tres ini/jcges por dia : de manha, ao meio dia, e noile. Apertar ligei-
    ramenle o orififiio do-canal, afim de conservar nelle o liquido um minuto.
    4. Usar um sosj^osorio.
    5. Abstcr-so,do uso de bebidas, espirituosas, ou alcoolicas durante < [la-
    mento.
    SG>BORAS.
    Ha muito teoiRq.que as,fiQre4 brancas leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
    s-nhorascomo causal, AConstituu>o. aaf|ca,1qu*M,lQguagem vulgar lhes chamare
    pallidas crevquaqdo^U^sp ao coatrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
    do sangue. D'ah proy^nji o erro que amitos mdicos commettem ainda, detratar do
    estado geral, era.loga^.dftcuidar.d! estado local, que ca causa dos symptpmas geraes.
    y&g logar, propio esV^tarUrmos tleorifiamene o facto que avancaroos, mas acredi-
    tamos que basta.aponla-loi para que iodt o medico consciencioso o reconheca o
    em sea estado Datoral Um oro gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidma cob,
    siste em reter snas boa propriedades, e ao mesara tempo apreienta-la como
    EXQUISITO J4C A HESPERIDINA como INDUSTRIA. NACIONAL B tem nada qne mvjar
    mebores importagoes enn peas de cubegoria semelhanle. Estas, qando ronitp, podtt
    ser gostosas, porm a Hesperidina a combinagao per'eiu do
    AGRADAVEL E SADAVEL
    Para prova do qua um artigo no qba pdele'terinteira confianza, por er por
    e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e autorizada pU
    JUNTA DE HYIENE
    do Rio de Janeiro, permiltmdo soa livre elboxacaovOO imperio; oujra
    BOA PIUVA
    a acceitagao geral que tem ern-toda*. as partes ,ono^e apreenta.da, Em 864 estala
    lecense a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 186.9.a segQDda em jiontevidti
    no da da cbtgada de S. M. O IMPEHADORi.inaogiorq^jge,. a fabripa qo>" cloalmem
    trabalha na corte. Ero Valparaao e.em toda a cnst do PaciJacq te'm. oa cceitag'
    taato qoe rara a casa qoe considera-complelfl| sqa apf^dc^^em^Dm gfiafa O,,,
    ; DJCC10NA1U0 UNIVERSAL
    DE
    EDUCACAO E EBSINO
    TIL MOCIDADE DE AMBOS OS SEXOS, AS MAIS DE FAMILIA, AOS
    PROFESSORES, AOS DIRECTORES E DIRECTORAS DE C0LLEG1S, AO
    ALUMNOS QUE SE PREI'ARAM PARA EXAMES.
    Contendo a mais essencial da sabedoria humana
    E
    TOSA L SCnSSCIA QUOTISUJmiS APPLICA7EL EM ASSMTTO
    1. Ilc cducctlao.
    onhecimento o direcgo dos caracteres, faculdades, defeitos, mritos e aptides.- |\|i-
    gio, moral, philosophia.Lcgi,ca, rheturico, potica.Litteratura, pedagoga, d-
    vilidade, escriptores antigos e modernos.Agudezas, proverbios, mximas, yi-
    grammas, etc.
    *<.' lio iustruc^So |ii'iiiiiii'ia
    Leitur, escripia, clculos, problemas, formulas, systcma mtrico, moral religiosa.
    Lingua portugueza, orthographia usual e grammatical, redaego, estylo epistolar,
    homonymos, synonymos, raizes, etymologia.Methodos, diseipliaa, meios praticos
    de execugo.Historia univorsal de cada seculo, varos insignes, descobrimeok e
    tactos assignalaveis. Gcographia descriptiva, cidades principaes, ndole e costuracs
    productos de todos os paizes, monumentos celebres, panoramas, curiosidades de
    toda a especie.--Noticia das sciencias usuacs, artos, misteres c prolisscs, etc.
    S.Instruclo aiccuuduria.
    Linguas : portugueza, fracceza, latina, hespanhola o iiigleza.fieologia, mineralogia,
    botnica, zoologa.Physica, cbimica, astrouoaiia, mecbanica.Arithmetica, alge-
    bra, geometra.Industria, hygiene, desenlio, agrimensura, commercio, agricul-
    tura, etc.
    SEGU
    DICCIONARIO ETYMOLOGICO DE TODAS 4S PALAVRAS TECHNCAS
    PROVENIENTES DAS LINGUAS GRECA E LATINA
    Tudo simplificado ao alcance dos alumnos epettoas meramente desejosas de istruc-
    r.ao, com elucidaces Ido proficuas aos meslres quanto proveito&as no trato das familia*.
    ItEDEGIDO COM A CObLABOUACO DE ESlRIPTORES PECULIARES
    DIRECTOR DE C.l.I IKIIO
    Trasladado portuguez.
    POR
    GAMILLO CASTILLO BRAMO
    I.
    AMPLIADO PELO TRADUCTOR NOS RTICOS DEFICIENTES EM ASSLMITOS RELATIVOS A
    >
    PORTUGAL E RASI:..
    A obra constante de 50 caderudas ser terminada no correr de, 1873.
    A assignatura razo de 300 rs. a cadernota, divide-so para 'maior facilidade em
    duas serios, cada urna de 25 caderudas, ou 73poO'J. As 10 primoiras cadernetas entregara-
    se desde j.
    LIVRARJA FRNACEZA
    A Predilecta,
    LO JA DO PASSO
    Ra Primeiro de Marqo
    n. 7 A,
    outr'ora do i respo.
    Qu empenuo de' bem servir aos seus freguezes e
    ao publico em .'eral lom procurado prover-se du
    3ue ha de in>'llior e da ultima moda nos mrca-
    os de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
    cos de que os seu arligos serio bem apreciados
    pelos amantes do bom e barato ; passa a eunu
    iilera r aiguns d'eulre ellos, como sejam :
    ALUU.NS, os mais ricos que tem vindo a este ^ propnotanos actualmente desie importante
    mercado, com capas de madreperola, estabelecimenlo, tendo procedido a urna ci.mjilcta
    tartaruga, martun, velludo e chagrn. r forma em precitado estabelecimento, e eOMn
    ADEREMOS pretos e voltas proprias para luto ; de ser elle um dos mais bem sortid.-s principa -
    assim c. mo, um bonto sortimento de mente em arligos de moda c alta nuridade, pedei.i
    ditos de plaqu, obra Una e muito bem ao respeitavel publico e em particular ais seus
    acabada. numerosos freguez' s a bondade de rouuuuarem a
    BOTES para puntios, o que se p melhor em plaqu,, tartaruga,madre- frvidos e por precos nimiamente barato-. Ve-
    perola, marlim e osso. nham PU1S ,0(lu> comprar, novas e linda faieo-
    BOL^AS de velludo, seda, pallia e chagrn, das. .de cujas damos um pcqueuo resumo par*
    ha de mais moderno e I ndas. lue a 'O deile possam apreciar.
    BIC06 de seda e de algodo, tanto branco como Velludo prelo, setim maco prcto e braaco, gor-
    preto, de variados desenlio* *mM de seda, grosdenapie pr< o e de lidas o-
    CASOLETAS pretas de metal e de madrepe- rcs. '? hstras de seda, cainbnia maiip.^

    pretas
    rola.
    CAIXLNHaS para costura, muito ricas e de
    nausok -de lindos padioes, carnizas bordadas para
    (j. homem, vestuarios para criaucas, cua|io tura
    s form tos, com msica e sem baptizados, mantas brasileas, meias de cores pa-
    ra homem e meninos, chapeos de calo de m..nuJi
    ella.
    COQUES a mitavao, o que pode haver de mais
    bonito e bom gosto.
    UESTEIHHKt
    O bonoem velho loma Heeperi(lina para oblar
    seu
    valor.
    A nossa injecaor,tend^eipro.a suspender essos corriroentos s^mpre rebeldes a qual-
    quer medic^mon ; mae par* obten ease. rusutado preciso quoseja dada com o maior
    cuidado, e que penetre.*^ as mais. pequeas pregas da mucoza, pois que ao fuudo
    la mucozaquee4ta.j'ausa;.daaiTeecio, Pis couvidamos as pesspas, que recprrerem
    i.ossa.injecso.a seiy*r*m-sq,- de pceferencia a putra qualquer, da seringa direita, forma-
    -!a d'um jub^,do.K4fp4oqu4U>Kemda4e re^.qnda tem alguns buracos. stas se-
    ringas tem sobra as.ou*ras,a vanagftm d'#bi5r largapienle. a vagina, e por toda a muco-
    73, em.contacto.uoni.o liquidoojeclado, coadjeo jnd)sppnsayel para egra.
    Duas colheres de sopa da nossa injectfa lanzadas n'urpa quantdade d'aauasuiTwiente
    para eneber a seringa,, bastam'-^ar urna Jnjeco, que deve 'ser repetida tres vezes.
    por dia.
    A jiosmMeque p pr^p^ili^isto^^ita o mal. Urna s.imecfio,b^ta,,deMs,
    d um- contactottfrcftfc-Pfira J)qr,a(Mtbrigft d# fodp.,p receiq de doenca,
    mmmx e DRoaRiA
    DE
    tAttTHOLMEU & G,
    Mr^Ra Larga o Rosario34
    0 homem doente toma Hespefidma para obter
    ..........ABPE
    0 homam, dbil toma Haaparidia par. pbr
    . Ncj baile ta,.doDZjJas,.fi QiMt.lmW.,Cwr/fo*.PW. ob.wr,boj c^.
    animacSq dqrm> o Joacps gyros. da
    BARROS JNWR & .; a tot db VlWrlo Tenorio n. 7, Io andar,
    grande especifico, e venom-no nos deposito* jegmpie
    Joaqoim Ferreira Loboy ro djmrjeta'(r|z.
    Zeferlno Carneiro, roa do Commdrco.
    MarceliBo-Jos Gon^Ivas <4a Fonia, roa da Cadei n. I.
    Aotonio Gomes Pires C, roa di CtfeTa. '
    Antonio Gomes J>tres d C;, caes 22' dV jweobro.
    Gomes A.IrmSo botl da Passaijem, ** "
    --------------------------------------~* U'.-.- :-------,-*-.,________
    receberam mi
    Santo N.i 25.
    #l'%ti"

    m
    Pfmm de' Westphahe. '' '
    AnfHlM ver*s InKrai.
    Dttassiitts partid*.* ,
    aeti)
    le.,
    >ttco-
    ifllnha,"^h-i. -
    Aiasias^Wfr,..
    KSJotW'mirnhuYguee.
    - Sal amortaca pra-oes pdairos. ,
    i.iuiic :^lW'"' "-------'r*------------------l
    Bom negocio.
    Vende-se o engenho Camevozinho, copeiro ebom
    moedor, distante da estadio de Agua-Preta tres
    legoas, pode safrejar de 3 a 4,000 paes de assucar
    e com boas matas de excellentes madeiras : a
    tratar no mesmo, ou nesta cidade ra Duque de
    Caxias n. 40, com Joaquiat da Silva Costa.
    DEADEMAS, neste genero a
    scata um grande e lindo sortimento
    i*;** de satisfazer os caprichos de
    qu..ijuer senhora por mais exigente
    que seja.
    PORT-BOUQUET de madreperola, marfim e Osso,
    este um objecto mdispeusavel s se-
    nhoras do bom tuin, afim do aspirar
    o aroma das flores sem o inconvenien-
    te de nodoarem as luvas, ou mancha-
    ren as deliradas maos.
    PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
    ra alisar os cabellos e tirar bichos.
    PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre
    ara sol, granadine. lil de seda, rica basquina
    eda, filo do linho, bramante, cambraias i-
    isso, r "n-
    Sar.1
    e s
    Predilecta apre- tas, caasemiras, etc.: na loja d
    lindo snrtinifiuo nnreo de > argo n. 7 A.
    Setim maco de cores.
    Saias bordadas para senhora.
    C res de vestidos brancos bordados
    hotr
    MerinS p^eto e de cores.
    Capellas e mantas para uoiva.
    Ricos cortes de seda de cores.
    Vstuarios para baptisados.
    Chapeos para baptisados.
    Colxas de seda para noivas.
    Ditas de l.
    Toalhas bordadas de cambraia de
    para,a-
    dilecta sempre conserva um importan- baptisado, comdnus emblemas.
    ia snnimptii, de perfumaras de fino ^a Ja Passo, ra Primeiro de
    te sortimento de nerfumarias de
    odor dos mais afamados fabricantes,
    Lubin, Piver, socedade higinica, Cou-
    dray, Gosnes e Rimel, que incum-
    bido da escolha dos aromas mais bem
    aceitos pela sociedade elegante da
    Europa, e por tanto, acham-se na
    possiblidada de bem servir aos aman-
    tes dos perfumes.
    A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
    mensidade de artigos, afim de nao mas-
    gamente Crespo, n. 7 A.
    linho para
    Margo, anli-
    Novidade.
    A Predilecta, ra do Cabug n. 1 A, acaba,
    de reeber pelo uhimo paquete chegado da Eu-
    ropa, um bello sortimento de eorpinhos do eaa-
    braia bordados para senhoras e meninas, potli-
    . nhas e pnhos tambem bordados e de phaulasisv
    sar aos leitores e se pede a benevo- g,^ bordadas, ditas com ntremelos para senho-
    FIT^S.
    lencia do respeitavel publico em di-
    rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
    ra eoiivencer-se anude pode comprar
    o que bom e barato, assim como:
    FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
    se Ja
    IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meninos,
    por baratsimo preco.
    FLORES.. A Predilecta prima em conservar um
    bello sortimento de flores ao alcance
    de qualquer bolea ainda que nao es-
    teja bem repkcta de dinheiro.
    E ja bem sabido do publico que s na
    Predilecta que podem encontrar um
    grande sortimento de fila< de setim,
    tafet, velludo, linho e de algodao, por
    cornmodo prego.
    GRAMPPS ,de tartaruga, mitacao destes, pre-
    tos e e cres| o que se pode di
    de mais moderno e bonito.
    GRAYATAS de seda e de cambraia para senbora,
    lagos e golinhas de bonitas cores, tam-
    bem tem um bom sortimento de gra-
    vatas o regatas para homem.
    JARROS de porcelana e e vdro muito bonitos
    ornatos de sala.
    s de seda, de T5 e de algodo, pa-
    ra senhora, meninas e homem. .
    LEQUES. Rieosjeques de madreperola, tartaruga,
    marfim e de sso, os mais modernos e
    por barato preco.
    LUVAS de ptellica, de seda e de algodo, para
    homem e senhora.
    LIYROSipaja, missa ia.PrsdilectaTapresenU es-,
    : colhado respeitavel publico um bello
    sortimento destes livros cm capas de
    madrfeperla, tartaruga, marfim, osso
    tapadinbos
    vende
    tanac
    uoo
    esejar
    velludo
    razoavcis.
    chagrn, por pregos mni
    JNovidads

    Vapores loooraovels de forca de' I avaltos.
    Caamias para macbiaas.

    '*.*
    Polias de divej^as. tamaplids,,
    Puntas de langa partnj
    :em.
    ras, bonitas calcinhas de diversos
    e transparentes para meninas, que
    por barato preco.___________'
    llliina resilcao.
    Lazinlias- escorezas.
    20 Ra do Crespo 20
    Tendo grande quantdade de lazinhas escocezis
    est resolvido a vender por 240 rs. o covad" -pi-
    ra acabar ; baratissimo e danis amostrus^
    Alpacas.
    ' Alpacas de listras, hfldds padroes a 500 rs. o
    covado.
    Grosdenapjes.
    j Grosdenaples pretos a 1J80V e 2j' 0 o covado,,
    Algodes avariades.
    1 Algod* avariado de differeatcs precos e qoa-
    lidao;es. H
    Corchas adamascadas a. 4
    , Ditas brancas de croch a 51..
    Cobertas de chita adamascada a 3J500.
    Cobertores, de. l escaros
    , Lenges de bramante a 2i.
    Toalhas alcochoadas a 6| a duzia.
    Letacos de cassa abainihado alia duzii.
    - $
    Dita Victoria fina a 3i00.
    Cortes de Casemira fina a 6*
    Cretone, lindos padroes a 410 rs. o covade.
    Chitas txas a 200 rs. o covado.
    Ditt's terdes e de efiras i tto. '
    Cambralas de crts a 480 rs: o covado.
    Brim.pard.a 400 e 4A0 rt.0 eovsda
    |fW iona,rbraBCO,.a-U,a.\ara.
    So na ra do Crespo n. 50, loh de Cuilherme
    4c C. '
    t
    Casa.
    .
    ^fm ro.UK 11. 130, r< editada, .b*.
    cp^de 3 rnezes, a qu.1l rer.de O^OOQ
    "WfflU a ,.?W ,QWrfVva 42'
    2hu-----------:_-------------1-------__-------^_
    Mnito barato
    vende-se mnt armclo e teneros de mol hado?,
    poKW, no barro, fregnezia dos AfAgadoS, ragw
    o*pr^i 4 Capia : tnttr na meoiuav


    1.
    * >hwtwWr*cr*-
    .ditado : a venda no armazem de Tasso titi a,
    C. rea do Amorim a. 37.


    8
    Diario de Pernambuco Quarta fera 6 de Agosto de l87.
    VARIEDDE

    O PRETENDERTE TICHBQRNE. No
    da 10 dejulbo, na 56 audiencia do julga-
    mento d'esta celebre causa,- terminou a in-
    quirigo das teslemunhas de aceusago.
    Na audiencia 48 de 30 de junho fora n
    inquiridas diversas testemunhas para pro r
    a falsidade da assereo do ro, que tinha
    naufragado no Bella, indo do Rio de Janei-
    ro era 18o, que foi salvo e mais oito
    companbeiros por um navio denominado
    Osprey, que-os levou a Melbourne.
    Roberto Vining o Kilby, do Liverpool,
    donosdo Bel'a, declararan) que ti vera m no-
    ticia do naufragio em 185i, mas que nunca
    sraiberam cousa alguma do capito, nem
    da tripolago, nem dos passageiros, que foi
    perda total, e como tal a indemnisaram as
    companhias de seguros.
    Cooper, oflicial do registro do Melbour-
    ne, disse constar dos livros a entrada de
    dous navios com o mesmo nomo de Osprey
    em 1851, mas nao se faz mencflo alguma
    de Rogerio Tichborne o dos oilo compa
    nheiros naufragados.
    Foram inquiridos diversos capites dos
    navios en queembarcou Arthur Orion c -
    nio inarinheiro, cozinheiro c carniceiro, r>
    rcconheceram o ro.
    Apresentaram-se os livros do Lloyd,
    donde consta ter Arthur Orion embarcado
    nos inesmos navios.
    (lardner, omprogado no l.loyd, disse
    que em Janeiro de 1867 o roo, com mais
    dous companbeiros, pedirn) inforuiacoes
    sohre os navios Bella e Osprey, e cstiveram
    murtas horas a etaminar os livros do re-
    gistro.
    Alguns emprogados do Museu Britannico
    o presenta ram macos do Algas de Melbour-
    ne, e de outros jornaes da Australia c de
    Inglaterra Tichborne em inglez, francez n hespanhol,
    em que dan signaos de scu filho Rogerio
    Ticbborne, e promeltia premio quem
    d'ello dsso noticia.
    Na 49 audiencia, diversas testemunhas
    provaram que em julbo de 18 4 nao che
    gou < Molbourno navio algum com mari-
    nheiros naufragados ; e que a Illaslracdo
    In'jh'za, d mo noticia da morte do pai e
    dos dous tios de Rogerio Tichborne, e, pu-
    blicando as suas biog aphias, forneceu ao
    reo informaces sobre a familia Tichborne,
    de que ello se servio depois.
    .Mr. dib'es, procurador do reo na Aus-
    tralia, deelarou que cscreveu lady Tich-
    borne participan lo-lho o apparecimento de
    seu filho, ealfirman lo a identidade do reo
    com Rogerio Tichborne, cm consequoncia
    das nsserges do mesmo reo. Mr. (Jlyn,
    banqueiro ile Rogerio Tichborne, negou que
    esto tivesse mandado un cheque de Mol -
    bourne em julbo de 1854, como o reo
    aflirmou.
    Na 50 audiencia, James Bowker, procu-
    dor do lady Tichborne em Londres, disse
    que esta senhora eslava predisposta a acre
    ditar com murta facilidade o apparecimento
    de seu filho ; que elle levo algumas duvidas
    que o reo fosso Rogerio Tichborne, e por
    isso lady Tichborne nao o incumbi de mais
    cousa alguma que dissesso respeito ao ap-
    parecimento de Rogerio Tichborne, conti-
    nuando, nao obstante isto, a ser seu procu-
    rador em todos os outros negocios.
    Miss Hales, de Carterbury, disse que nao
    era rerdade o (pie o reo dizia que Ihe fez
    a crto quando o regiment de carabinei-
    ros esteve em Carterbury, que nunca vio
    nem conheceu l'ogerio Tichborne.
    Lady Dormer, prima de Rogerio Tich-
    borne, veio de Argel para depr; disseque
    vio as marcas que seu primo tinha no bra-
    50, e que o ro nao ora Rogerio.
    Na 5: audiencia, Mr. Purcell, de Norfolk,
    drogado, enviado pela chancellara Aus-
    tralia o. ao Chile para inquirir testemunhas,
    deu ampias informares para provarqueo
    i atora Arthur Orion. Este advogado teve
    procu;agio do reo no processo civil.
    RobertoJfiry, cunhado de Arthur Orion,
    e o ! ser o reo o proprio Arthur Orton.
    N'esta audiencia houve urna forte alter-
    oago entro o juiz presidente,, e o Dr. Ko-
    nealy, advogado do reo, por causa das im-
    pertinentes instancias por este feitas s tes-
    temunhas.
    Um criado da familia Tichborne repellio
    com energa a insinuaran do Dr. Kenealy,
    que tinha recebido diuhero para dizer que
    o red nao era Rogerio Tichborne.
    O juiz presidente advertio o advogado que
    o seu direito n5o se estn lia a poder arbi-
    trariamente por om duviia a veracidade das
    testemunhas.
    Na 52 audiencia depoz o cirurgio Mr.
    Hadeu, que procedeu ao exame no corpo do
    reo.
    Fez um eircurastanciado relatorio dos
    signaos que observou.
    Nao achou as marcas no braco com tinta
    (tatouage) que as testemunhas disseram ter
    Rogerio Tichborne.
    Os signaes de sangras nos ps denotavam
    turen) sido feitos de proposito, e em lugares
    onde um facultativo nao operara.
    Provou se que Rogeri Tichborne tinha
    sido sangrado nos ps.
    Notou que o reo tinha um dedo polbgar
    de grandeza extraordinaria, e que nao se en-
    contravara n'elle certos signaes particulares
    que tinha Rogerio Tichborne.
    Mr. Pound, de Waping, e o capito An-
    gel, conhecidos da familia Orton, reconhe-
    ceram o reo como Arthur Orton.
    as audiencias 53, 54 e 55 depoz Mr.
    Chabot, perito paleographo. Em resultado
    dos minuciosos exames que procedou nos
    autographos do reo, de Rogerio Tichborne,
    de Arthur Orton e nos escriptos assignados
    por Thomaz Castro, concluio: que pelo ca
    racter de lettra, orthographia e estylo, os
    escriptos de Rogerio Tichborne nao eram
    feitos pelo reo, e que entre os escriptos do
    reo, de Arthur Orton e de Thomaz Castro
    bavia grande analoga; que nos escriptos
    de Rogerio Tichborne ha va 190 erros de
    franb*tismo, e nos de Artbor Orton e do reo
    165, provenientes de falta de instrueco,
    apenas bavia 5 errros communs.
    0 Dr. Eenealy requereu que fosse conce-
    dido ao reo dex'ar de comparecer em algu-
    mas audiencias, por isso queestava soffren-
    do de erysipela as pernas, e que, termina-
    do o inquerito das testeaiunbasde aecusa-
    efln, Ibe fosse dado um intenrallo para or-
    Sanisar a dufoza. 0 juiz presidate deferio,
    eveodo com tudo o reo comparecer quan-
    do depozesaera as testemunhas sofcre a sua
    identid'de. jt
    Hugo Childer, chefo da aHapuega de Mel-
    bourne em 1854, disse : que nao leva co-
    nhecimento da chegada dos dos nufragos
    do Bdh.
    Mrs. Macalister, viuva de Williara Fos-
    ter,, chegada havia pouoos dias da Astralia,
    recebeu para vir depr mil libras, pondo
    como condico que aeompanhassem seu
    marido e seos filhue.
    Esta testemunha disse : que seu primeiro
    marido negociava em gado, e que era outu-
    bro ou uovembro de 1856 leve ao seu ser-
    ASSEMBLE* UAL
    CMARA DOS DEPL'TADOS
    QUESTO religiosa.
    (Continuac/lo. j
    O Su. Tarquinio db Souza t... todos
    aquellos que tom couheciniento de suas
    vico como mogo Arthur Orton ; que se lem- gnu|es virtudes, que collasse em um ca-
    bra muito bera d'elle, e que at urna vez noriicatode sua s a um corto padre. 0
    o tratou de doenca de garganta, e que era bispo de Mariana, com aquella iseugo de
    o reo que estava presente. espirito, con aquella liberdade que s^mpre
    O roo disse as suas declarares : que te,n caracterisado os apostlos e martyros
    om 18."Hencontrou Williara Foster e esteve Ja igreja, respon leu ao governo, sem fal-
    18 mezesaoseu servigonasua granja ; mas tar ao napain, que \\M devia :Fazei de
    que ao mesmo lempo se diverta indo ca- ,m,n 0 qiie (|Ui/.trJes: man lai preiider-
    yar, o que durante esse lempo usou do no- me> enoarcorai-me. desterrai-me, mas nao
    me de Castro, servino eonjunctamentecom ,noobliguis a fazer aquillo que prohioom
    ello Arthur Orton. 8S |,,s j., jgrt;,,, aquillo,q e a mutia coiis-
    A testemunha disse : que seu primeiro cen,.;1 r(!n,;|ie. E o governo, reoonhocon-
    marido, Wilham Foster, nao esteve em do aftlV)| que 0 11^^ bsp0 ,|e Mariana ti-
    Malbourno em 1854, mas em 1856, equo ntia r#0i fH-|he a dovida justga.
    nao conheceu pessoa algnma que estivesse Kin ,n outroanno, croio pue em I86-2.
    ao scrvigo d'elle com o nome de Castro.
    Na 56 audiencia do 10 de julho depoz
    Mr. Macalister, segundo mando da ultima
    testemunha. Disse : que fui feitor de Wil-
    liam Foster
    ga lo. Perguntnndo Iho o advo- qilH ||0 ao puja% sem v0iar i(S |0s da
    icrusagao se conheeia o reo, res- f.rojlt se,n r jft encontr sua conscien-
    igroja
    do ^ ,|,
    na-
    0 govern > do nosso paiz ordenou tambora
    ao Sr. I). Joo da Puriticagao Marques Per-
    digan, hispo do Pernambuco, de san Irisa
    memoria, quecollasso na froguezia do .Na-
    c que conheceu ora 185C como Zdretn ,ja(jU(,||a provincia ora parodio que
    mogo d'esto Arthur Orton, ;i quem chama- nao t1,ni, s(|0 iipr,,sentade tv)r ello para
    ram o carniceiro ; que era hornera gros- aqUe||a freguezia, 0 bispo de Pornambu
    seiro e sem nstruccAo e empregava-se nos &), guardando todas as aitenges. todos os
    trabalhos mais ordinarios, conduzindo o reSppitos devotos ao poder civil, observou
    tratan lo o
    gado da ac
    pon leu : milito bem, Arthur Orion, 10 c,1t (|,. a collago que delle so exigil
    quem acabo de follar ; s Iho noto alguma quollas circumstancias.
    difforenca na cor do cabello, porque na 0 negocio foi anplainoiito discutido no
    Australia nao usava poma-la. conselho de estado, o qual, era graulo par-
    A lostemunha aprsenlos, os livros de to ,iecidio-se contra o acto do bispo, onton-
    contas le Williara Foster. D'elles constava je(|0 q,,,, l)gl,verno dovia mandar dar a
    que Arthur O.toii tinha ntralo ao seu ser- co|la);a, a unto .1 transe. Mas felizmente
    vico em dezembro do 1856, e nao so encon- prevalecen a judiciosa opinio do honrado
    trava n'olles o nomo do Castro. Sr. marquez de Oliuda, o pial com aquol-
    Termina las as tostomunas do aecusagao, | sa|)(}r e proticiencia que tinha em m,it-
    0 presidente doclarou ^ue, para dar de- ras cannicas, fez ver que o governo nao ia
    fez* o iutervallo que podio, mareara o dia Demj q (> bispo tinha rMn o a su 1 cons-
    de segn la-feira, 21 de julho, para a con- eneja nao poda ser violada.
    tmuagao do julgamento. Que maravilha ser, pos, se o governo,
    Em 1861 id! mrou-se era Hespanha um para reso|vor a questo penleiite, procurar
    processo idntico, de que se publicaran), (neios menos violentos, menos desacertados
    muitos folhetos, de que fallaram largamente jdo que aquella de que se servio 110 aviso
    os jomaos. Uj 12 de junho deste anuo ?
    Em setembro do anno de 1845, D. Claudio Deixemos quo o governo ostude melhor
    Fontanelias, de 23 anuos deidade, (Uno do a quostao, que examino todas as diilicul la-
    banqueiro D. Francisco Fontanelias, depois ,i0Si ,, atteiilaem tola a sua amplitude e
    marquez do Casa-Fontanellas, desappareceu vasti Ido aos uleresses que se pronde.n a es-
    de Barcelona. Seu pai recebeu pass*dosit(J negocn quo recouheca que questao
    das una carta escripta e assignada por religiosa ligam-se questoes polticas da
    D. Claudio, em quo dizia queestava preso ;m.,or mportancia, talvez a sortedas uossas
    por uns ladros, quo o ameagavain de o
    matar so nao Ihos dssem uina quantia im-
    portante pelo rosgale. Nunca mais houve
    noticias de D Claudio, ou porque seu pai
    nao quizesse pagar a quantia pedida, ou
    porque nao foi possivel encontrado.
    Em 15 de maio de 1861, o marquez de
    Casa;Fontaneras, filho, porque o pai j ha
    va n orrido, recebeu urna carta de urna pes-
    soa quo se dzia seu irrao Claudio, e que
    estava bordo do paquete Porto Rico, vin-
    do do Chadestown na America.
    O marquez e seu morlomo Marti recebe-
    rain D. Claudio, mas, depois de sete dias,
    o marquez tovo suspeitas que o recem chega-
    do nao ora qiem inculcava ser, e assim o
    doclarou ao juiz competente; procodeu-se
    averiguagos ; instaurou-se processo por
    usnrpagao de estado civil, e o que se dizia
    D. Clau lio foi preso 8 dias depois da sua
    chegada.
    Seguio-se um longo e rendido processo
    que durouatc 1865, em quo h >uve depoi-
    mentos rouito contraditoros, sendo o reo
    en rgicamente defendido pelo advogado D.
    .!oi Indalecio Caso, que publicou as suas
    aliegaedes, tendentes a demonstrar que acou-
    sago era um trama da familia paraseapos-
    sar da heranga do aecusado.
    Os tribunacs julg.iram : quo o verdadei-
    10 Claudio Fontanelias tinha silo assassind 1,
    oque oreo era Claudio Felin y Fontanills,
    filho de un alfaiate de Barcelona, eo con-
    lemnaram a 9 anuos de priaAo miior, com
    inhabiiitacao absolut 1 e perpetua para car-
    gos pblicos, Picando sujeito vigilancia
    da polica por igual lempo ao da condom
    nago.
    ANDA 0 DUELLO.- m jornal muilo
    affocto Cassagnac presta nomenagem a
    bravura e conhecimento das armas de Ranc.
    0 famoso imperialista encontrn no ra-
    dical um adversario ligno de se medir com
    elle.
    0 ferimento do Sr. Ranc foi junto ao
    hombro, um tanto profundo, mas sem altin-
    gir nenhuma artera principal. Ao receber
    o golpe o sangue repuxou com forga. Em
    alguns dias estar curado.
    Em quanto feridado Sr. Cassagnac, sen-
    do igualmente ligeira, requer mais lempo
    para se curar. A pona do florete tendo che-
    gado a tocar o osso, e nao havendo queri-
    do curar immediatamente o brago, ficai'a'
    sem poder mover o brago por slgum tem-
    pe
    So bem que o Sr. Ranc possue condigSes
    de pulso, dextreza e sangue fri neo infe-
    riores ao Sr. Cassagnac, este tem a seu fa-
    vor o sor mais alto.
    MORTANDADE. E' conhecido o erirae
    espantoso de que fra theatro, ha lannos,
    urna hospedara quasi deserta, que bavia
    no estado americano de Kansas.
    A familia Beuder, composta de marido e
    mulher, tinham feito da estalagera o sepul-
    chro de quantos por all transitavam, nfun
    de rouba-los. Encontraram-se, como sa-
    bido, 14 cadveres em um subterrneo,
    tendo sido alguns d'esses infolizes enterra-
    dos vivos. Um dos assasainos acaba de sui-
    cidar-se na priso em que se achara, 'endo
    declarado antes de morrer, que as victimas
    d'aquelle antro da rnorte elevam-se a 140.
    Troppmann e a recente Lucrecia Borgia de
    Inglaterra licam a perder de vista em face
    d'esla familia de moostros. .
    Tambern se descobrio ba pouco no terri-
    torio que um dia atravessaram os mormons
    e na drecgio do Lago Salgado e da Califor-
    nia, os restos de urna grande caravana in-
    sepultos desde 1850, e a qual se compunha
    de mais de sessenta
    sagram o ultremoDtaoismo deseonhecido de
    toda a boa .razio, desconformo daquellos
    saos principios que foTa.n pregados polo
    Releraptor do Universo, por Jess Cliristo,
    principios que vin abolir loda a religio de
    caridade, de buinildade e de tolerancia,
    que vomaluir lodos as instiluigoos civis o
    que vera infelizmente aniquil.-r completa
    mente a nossa constituigo, ameagan lo ao
    mesmo lempo o futuro e a civilisagao de
    nossa patria.
    E tanto isto vordalo, que tobre do-
    puta lo pela provincia do Rio-Crando do
    Norte, quo, autos do tu lo, dove prosar-se
    lo sua qualiddu do cida l.io brasiloiro (e
    na ver lajeatro lito que Be pieza ;, infeliz-
    1 nenie com a su.i thoona, eom os seos
    principios desmonte ossa nobro quali-
    1 le.
    Sua illustrala paavra annulla seu acris-
    lalo patriotismo por seu pniz ; o radicalis-
    nodo suas i d s enturva a sua rjzo. E
    se eu o nao conh cesse, se nao me honras-
    se do sua amiza le, so nao lizesso de sou co-
    ragao 1) uspiritu o mais alu coiicuilo, duvi-
    laria que S. Exc. falla em nomo do suas
    convieges.
    Esse nobro deputaJav.tneou pioposi.;oe.-
    instituiges...
    0 Sr. Leandro Bezerra :Apoiado,
    0 Sr. Tarquinio de Souza:.. .e
    assim, melhor avisado, dumasoluco que,
    sem comproraetter a sua dignidade, salifa-
    ga nao s a conscienoia dos bspos, mas
    tambera a da grande maioria da de catboli-
    cos que existe.n neste imperio.
    Sonhores, eu creio ha ver tocado nos pon-
    tos mais importantes da discusso que aca-
    ba de agitar-se ; creio havor manifestado, a
    respeito dostes pontos, francamente as mi-
    nbas opinies ; e por isso vou concluir
    com duas palavras apenas que parecen) in-
    dispensaveis para que se possa em todo o
    ti."upo julgar o meu proced.nento nesta
    casa em relago a esta queslo.
    No que fr da alca la do poder temporal,
    do poder civil, prezo-me lo ser to bon
    cidadao, tao obediente s lois do meu paiz,
    co no aquella que mais fr. No que fr
    da algada da religio, do poder espiritual,
    hei de obedecer, antes de tudo, e apezar
    de tudo, s les da igreja citholica, do quo
    sou filho, na qual tenho vivido e na qual
    pretendo morrer. (Muito bem, muilo
    bera.)
    O SR. PER IRA DOS SANTOS :-Sr.
    presidente, vou fallar c ftl toda a iseugo do
    espirito, se bem que entre acanhadissimo
    na discusso, visto que me coube a palavra
    depois de terem orado os nobros deputados
    pelo Rio Grande do Sul, o Sr. ministro do
    imperio, o os nobres deputados por Per-
    nambuco, polo arana e pelo Rio Grande
    do Norte; Ss. Excs. debateram a questo e
    a elevaram a urna altura em que certamen
    te nao me licito acompanha-los. ( Muitos
    nao apoiados. )
    Fortalece me, porra, a conviego since-
    ra e profunda, em quo rae acbo, deque as
    considerages que vou fazer sao baseadas
    na verdade constitucional e qu ellas soro
    mais jus as, razoavois e provoilosas para o
    paiz doque aquellas que foram expendidas
    pelo nobre deput ido pela provincia do Rio-
    Grande do Norte.
    S. Exc. no principio do seu discurso ta-
    Ihou urna carapuga que eu nao posso p la
    em minha cabga. Disse S. Exc. quo os
    instrumentos da impiedade procurara pes-
    car as aguas torvas da poltica.
    Eu era procuro pescar n3s aguas tur-
    vas da poltica, era me considero instru-
    mento da impiedade ; ao contrario, a mi-
    oiia .niss > muito nobre e se sou instru-
    mento da piedade, da tolerancia sobre
    lado da legalklade dos saos principios
    da nossa constituigo que nao de outra
    cousa.
    0 Sr. Eunaho Deiro' : Mas elle refe-
    ria-so aos magnos.
    0 Sr. Pereuu dos Santos :E' esta,
    Sr. presidente, urna questo da mais alta
    importancia, visto que provm ella de um
    conflicto travado entre o poder espiritual
    e o poder temporal, exacerbado pelos ro-
    vos attentados praticados contra as leis i-
    gentes ; da mais alta gravilade, pois que
    pode ebegar a consecuencias de incale u la -
    veis desgracas para o nosso paiz. ( Apoia-
    dos, )
    Se persistirera os bspos nos seus princi-
    pios ultramontanos a desprezarem as dispo-
    siges clarase terminantes de nossa le or-
    gnica, ter o governo civil de laucar mo
    de medidas enrgicas e se estas medidas
    forem por seu turno despreza las. ver-se-ha
    o parlamento na dura necessidade de fazer
    urna le nova ou, o que ser mais para te-
    mer-se e receiar-ae, de separar a igreja do
    estado, consequencia que eu receio e para a
    qual jamis concorrerei. Se a religio ca-
    tholca faz a felicidad?, da alma, cora seus
    di
    guas ilo mus sorin reparo, p irque
    ollas
    na
    pelo
    oe mais ue wmmaa pessoas^que qunran ^ da ^ Jdad far 8
    visitar o valle da Morte. Faltos de agu.^e felicadfi desM u ^Q ( m^ ^^
    ahrazados pelo sol, pareceran todoaeito-1 Wr rttead, ^ apostolos cm pra-
    nuados de fad.ga depois detres das de hor-|denc criterio Vmaxfln^eaexio. 0 fo
    nvois soffnmentos. as pedras e nos ras-1 Mt8(no e m|8 aimi da todo
    los da carruagens encontraram-se os vest- 0 progresso rv^ ^
    gios d'est immensa desgrana succedida A ^ pBrf0iag a doutrnas pregadas
    viajantes que tinham parudode Monlgmory. | u i(npied,de ^3 theorias onsS pe.
    Durante um quarto de seoulo a morte des- ^ in[^gos da igrej% ni0 ^ ^^ ^
    mysleno, que agora ^^ M principio, pregados e sustentados
    'com tanta energa, e eloqueucia pelos po-
    bres deputados das provincias do Rio-Gran
    fde do Norte e de Sergipe. ,
    Eu considero estes principios muito peri-
    gosos para o nosso paiz, porque etlet con-
    gios
    viaj
    Dur;
    Ses infelizes fra um
    e aclarou.
    sao ott;usivas do una disposigo clara da
    coiislituigo do imperio, quo lodos nos de-
    voraos fazer valor o rospot-tr
    E' assim quo S. Exc. sustentou quo os
    bspos polen publicar breves om.1n.1dos da
    curia ro.111111, sera cousultaroni o governo,
    iresciu lindo do beneplcito imperial : e tra-
    lauJo especialmente do breve publicado por
    ndoin do bisjio do Pernambuco, S. Exc.
    iiistontou que o bispo eslava o.n seu pleno
    direito lo, na sua quali lado de priuei e
    la igreja, publicar aquello breve proviii-lu
    le sou chfo, p >is quo o breve do uffeitos
    p iram 'Uto esprituaos.
    Ain la disso mais S. Exc. : con 1 nao pi-
    len os principas da chrisuu 11 lo publicar
    una or lo;n oinan la di curia ro.a.iua o
    po lo.11 as sociedades secretas o qualquer oi-
    I idi 1 brasil.:ro ou estraugoiro publicar
    doutrnas o theorias, principios e inslruc-
    ges de socio lados secretas viudas do outros
    lados ?
    So osles, pode.n, praticar o acto e o Exm.
    bispo nao po I loins u na loi pira uns o
    >utrapara outros: mas isto iraplici com o
    principio do libord 1 lo ib impio.ist, consa-
    grado na constituigo.
    Prigossi.nas sao so nelUaiites i ratrinas:
    para un caso invocase a oou.stituic.io, para
    outros olla letra mora o s 00 ; I.ico. 11
    eousoieucia e igreja. Dumoostremos.
    Era primeiro lugar, o breve publicado
    pelo bispj |. I'orna nbuco 11 i > o doedoitis
    raoramjuto ospinluaos, mas timben do
    effoitos civis ; bast ponderar-so q 10 11:10
    circumscreve-se s em sustentar a excomrau-
    ho quo os hisps fulminara 11 contra os
    nacons, mas tarabe.n liios confi-ro plena
    autorida le para completa dissoluco
    las irm.ui la les ou confiarias re uissas s or-
    deus da lis e ampia coraoitoucia para croa-
    gao e organisaca 1 do nutras cora outros
    el-raenlos uns duetisao cunpri nonio d >s
    leveres que Ihes forem impostos, muito em
    bora co n gravo delrira lio das les do po-
    ir temporal.
    0 Sr. Imano Danto': Usurpando as
    atlribuiges lo estado.
    0 Sr. Pekeira dos Santos Usurpan lo
    desl'arto as attnbuig is lo esta lo, porque
    as confiarias nao s associagos espintuaos,
    sao associages de u.iture/.a mixta (ap>ia-
    los), si'gun 17 nos ensilla o sabio bispo
    conde de I raja, e V. Exc. sabe quo os est-
    ututos das confiarias entro nos si) appio
    va los pela igreja por mente espiritual
    parte, porra, civil, sao approvados
    estado, e eslas ra-israas confrarias, quau I
    >. trata lo dominio de seus bous o de in-
    tervir Sequillo que de su 1 propnoladeo
    no molo d'j g;ri-li obi locera aos juizes lo
    proveloria e capailas, nico coiipotente pa-
    ra as suspenler e di.ssolviu- poloj iramitos
    legaes.
    Isto nao tudo, Sr. preji lonle, a dispo-
    sigo da constituigo marta clara o termi-
    nante : nenhun breve ou conslituigao da
    igreja. letras apostlicas ou qualquer oulra
    ordem emanada da curia romana ser pu-
    blicada e ter exectic 1 entre nos sera o be-
    neplcito imperial e quando euvo va inlo-
    resses geraes sari approvada pela cmara
    dos depul idos.
    J v, pois, V. Exc. quo o acto do b,s-
    pode Peina nb.ico consagra um perfeito at-
    tentado contra as leis do e-tado.
    Collocou se superior a ellas, dspeusou-
    as e dispensou se da obrigago de rospeita-
    las e acata -las.
    Empregado de alta categora, ministro do
    aliar, prnpe da igreja, zomba das leis de
    sua patria que o elevou a tal jerarchia ;
    triste exemplo para os liis, para todo o
    paiz.
    Mas, clamara os nobres deputados, que a
    obrigago de placel tira toda a liberdade
    igreja de publicar suas leis e de executa-las,
    e que alem disso o plaat so annulla em
    frente da obrigago que tem todo o catho-
    lico de obedecer s leis da igreja quo
    o prendera irreraissivelmento conscien-
    cia.
    Eu disse nossa occasio a S. Exc. que re-
    vertesse o argumento Affirmou S. Exc. que
    isso seria es<*t visar a igreja, seria pea-la
    em suas atlribuiges, aniquilarla por sua
    base.
    Mas considero V. Exc. o argumento con-
    trario ; se a igreja p ie obrigar e executar
    todos os seus decretos, todos 06 seus breves,
    todas as suas letras apostlicas, eneyelicas e
    mais instrueges sem beneplcito do estado,
    ella converte-se em suprema legisladora e
    annulla-se esta grande faouldade que da
    essenciado poder representativo, a facukda le
    de legislar. A igreja, usurpando esta sobo
    rana Caculdade, assoberba o estado, domi-
    na -o, esraaga as inslituicoes eslabeleeidas. E
    onde a obeiiiencia quoChristo prgou as-
    toridade constituida ?
    Argumentou anda S. Exc. com o facto
    de se ter publicado entre nos sera benepl-
    cito do governo o Syllabm e a encyclica de
    8 de dezembro.
    Eu nio sabia deste fado, mas veio agora
    que o governo do meu paiz mais celo jd de
    via ter prvido de remedio a estes abusos ;
    se o governo consentio nessns publicarles,
    sem placel, fez muito mal, porque o Syl-
    labus contera principios que vera aniquilar
    perfeitamente estas ampias {acuidades, estes
    principios ustssiraos que a constiluico
    e.bisagra. C assitn que o Syll'busalraille
    privilegio de foro, nao almitte liberdade de
    conscieocia...
    0 Sr. Martinho Campos :Nora de ira
    sagrados pela constituigo c que sao a gran-1 seguir a religio de Cbristo, devo obedien-
    de regaba do cidadao brasileirj. Em uinal^a a Cezar, 4 autoridade constituida e nao
    palavra o Syllabu* negagSo pereiUtleiJjligiio innovada com mal disfargado predo-
    todo o progresso o civilisagao.
    Mas s todo o catboheo obrigado, pelo
    faci de adoptar a .rehgio, a obedecer a
    estos principios, sague-se que devo desobeile-
    cor do principios consagrados na constitui-
    go, dove retrogradar em vez do progredir e
    aporfeigoar-so, era vez do porejar-so nos in-
    fluxos da civilisagao deve mergulhar se nas
    trovas da ignuraucia.
    Sr.-presidente, nao se trata smplesnnte
    le publicacoes, irata so de execugo, o quo
    muilo mais gravo.
    A simples publicagaonao ten, nem pule
    ter forga obligatoria pira o christo brasi-
    loro, mas trata-so da execugo, porque pu-
    blicado o breve emanado da curia romana
    por ordem do bispo quo autoridade com-
    petente, ordenou esto aos parodio? do sua
    diocese que o publicassera nas missas con
    ventilaos de suas parochias, que o observas-
    sem 80 luessora guardar e observar pelos
    liis. A questo, p manto, a seguinto
    osso breve, quo atienta contra as lois exis-
    tentes; que nao poda ser exculado sera es-
    tar pl.icita.lo, pode o dove obrigar aos ca-
    tholicos ?
    0 Su Cinapio Diciuo" :Man Ion dissol-
    ver as irmaudades.
    0 Su. Pkkejra dos Santos:Co.no ac
    ba do notar o honrado deputa lo pola Baha,
    mju nobre amigo, o breve manda dissolvor
    as irmaiida les e for uar outras, e nislo ha
    perfeita mvaso das atlribuiges do poder ci;
    vil; quando muito po loria o bispo, do
    comraun accordo com o governo. deliberai
    a respeito ila dissoluco das confraras ; 1
    oslo va a maior censura do procedimenti
    :1 bis|)o, em obrar por si s sem consultar
    i o vir o governo, p idera quo est tambem
    sujeito.
    O bisp peio laclo do ter sido nomeado
    principe da igreja, nao al> licou os seu> di-
    reilos do i:i la Lio brasiloiro, nem pode
    nbstftihir dos do veros quo Ihe sao impostos
    pelos les, como inorabro que desta com-
    miioho poltica.
    O Frauco/, o Irlaudez, o Suisso, sao tam-
    bem catholicos, s) liis da groja, mas nao
    ablicam os seus diieitos de nacionalidad*,
    nao drsprezam os principios do poder civil,
    nao deixam do prestar ooeliencia s iusti-
    tuices do paiz a que p irteuecm, para s a
    prestara.! s ov leus e instrueges emana las
    minio antes do que verdadeira piedade.
    Eu, na qulidade de catbolico, apostlico,
    romano, obedego s ls da igreh, mas
    aquellas que era revestidas de lejjalidade,
    que sao placitadas e mandad?s execuiar pela
    autoridade competente : mas as docises de
    qu temos noticia polos jon.aes, nao podem
    obrigar a miuha conscieucia, ombora ou
    seja to bou) christo como qualquer dos
    nobres deputados.
    A hondada do christo nao est em ole-
    decer cgainoute s leis da curia romana,
    masera praticar as sus doutrnas pregadas
    porChrstoe guiar a sua vida polos graudos
    principios de monlidade quedovem normar
    o proced ment de todo o hornera honesto e
    de bera. lavemos dar a Dous o que de
    Dous e a Cezar o que de Cezar.
    O nobre doputalo leva a sua exagerago
    a poulo de afirmar que o bispo est no seu
    pleno direito proseguiudo o camioho ence-
    lado.
    Este rao lo de pensar va aeorogoar nao
    s o bispo do Pernambuco, cofflo outros
    prelados que propon lain ,para a escola que
    aquello bispo segu, e isto perigsso para a
    propra religio e para o estado ; pora a re-
    ligio porque ple criar schismase V. Eic.
    sabe (naos sao os amargos frucios do fana-
    tismo uoilo ignorancia.
    A historia esse grande espelho onde se re-
    floctem as nobres aeros como os hediondos
    crmes, nos eiisina que devoraos nos acaato-
    lar do semelb.intes emergencias. Por qaie
    tristissimos transes, quelerriveis horrores-
    tom chagado a hiiiii.inida le nas lulas reli-
    giosas. A experiencia, pois, ossa grande
    Diestra di vida, e principal pharol do po-
    ltico de'ia ser consltala p-do nobre bispo
    de Pernambuco que, segundo me consta,
    pessoa altrnente recommcudavol por sua
    inteligencia, talento e sabe loria, afira de
    nao coiicorrer para a diviso dos liis ; e
    pelos nobres deputados, alira do delenderem
    a groja sem grvame do estelo e este sem
    prejuizo daquella.
    Para o estado, porqua> un conflicto le-
    vantado por alguns prolados eontra as leis
    do estado vom irazer graves porlulwgos para
    a marcha d 1 govoroo, para a nossa socie-
    dado e par. nosso bon oslar.
    E depois nola-se anda, Sr. presidente,
    |u esia opinio do nobro doputa lo veot de
    11 igreja ; uecossario que una cousa ando algum molo irrogar una censura a nosso
    prensa.
    O S*. Preira dosSastos: -... nem do
    mprensa, oto., principios estes queseu cou
    alliad 1 com outra ; que o bispo, om sua
    quali lado do alto faccionario do paiz, eul
    sua quali 11 le de principe da igreja, seja o
    priiiniro a dar exefflplo de tolerancia o obe-
    lioiica s lois o autori la lo constitu la ;
    mistar que nao poniia do parle as leis do es-
    ta lo para s dar exceugo s lois da igreja.
    Cuaipra o faga curaprir as leis da groja,
    mas cuiupra igual.nonio as lois do estado,
    do qual subdito muito distincto e empre-
    ado do alta categora.
    Exlrauhoii S. Exc. quo todo_ o cidadao
    brosileiro ou estraugoiro possa publicar
    seus escriptos, propagar seus principios, fa-
    zer vingar suas opinies, o quo o bispo nao
    possa publicar instrueges emanadas da cu-
    ria romana; mis sabe V. Exc, Sr. presi-
    dente, que esta garanta da constituigo pira
    a lber la lo do un prensa tem seus limites, o
    estos osto justa lenle dentro do circulo da
    legali la lo : publicase tu lo aquifio que nao
    vai de encontr s uossas lois, o quo. po-
    na), va do encontr a ollas, acha asiucg 1
    penal uestes momias leis para barrena
    (ap nidos) e ellas nd> p.lem doix.ir de
    estabeleoer- a piurfgio do bispo, porque
    elle oarrega com as consequencius do seu
    acto.
    AbsloollO-me do entrar na questo de qual
    ser o procodimeuto do governo do meu
    paiz, se o bispo persistir 110 seu proce lmen-
    lo. Abstonbo-me, porque confio no gover-
    no, o so era alguma questo eu estivo iden-
    tificado com elle o prorapto a auxilalo com
    toila a energa, foi nesta. Toiiho sempro
    propugnado por estes principios quo eoasi-
    lero saos o verla leir s, presto ao governo
    10 lo o meo apoio ; o governo quo nio desa-
    nime ; nao marche con precipilago, mas
    11 ao ss ontreguo do todo ao reina lo da iner-
    cia, ple porfettamente alliar a prudencia
    cora a energ a.
    Veja V. Exc. as coustquencias porigosas
    da doutMia do nobro doputalo. S. Exc.
    izeu, como catbolico do Roma, preso so-
    bretudo a causa da igreja, obod-go cegameu-
    to aos principios emanados da santa curia ;
    mas Sr. presidente, V. Exc. nao v que o
    nobre deputado, ensillando que se devo pres-
    tar toda a obediencia ao> principios da igre-
    ja, ipsofacto ensina que llevemos desobede-
    cer s leis do esta lo quando as ordens da
    igreja forem as les deste, como no caso pre-
    sente 1
    Eis aqu o perigo que sinto 110 proce li-
    meuto dos nobres deputados; Ss. Excs.com
    seus principios de ultramoritanismo concor-
    rera para acorogoar o bisjio de Pernambu-
    co ; Ss. Excs., que sao deputados que
    devota pela consliiuigo concorrer para que
    so inauteniiam as UOSSas nslituiges, se res
    petein as leis, se punam os attentados, se
    evitein os abusos.
    Deviara ser igual'nente os primeirosem
    profligar o procedimento censura vel do bispo
    de Pernambuco, quo nao devia ser precipi-
    ta-lo em consultar o surarai pontfice antes
    de ter recebido deeso da questo que tinha
    sido alecta ao governo. Not V. Exc, Sr.
    presidonte, o qu fez o bispo : antes dess
    deeso consultan aosu nrao pontifico, antes
    de ter a resposta do puiitificet corstava tanto
    com ella que continuou a proseguir no ca-
    minho enctado de suspender irraandades
    prneipitago sobro procipitago, menospreso
    sohre menospreso.
    Sustentou ain la o nobre deputado que o
    Syllabus o a Encyclica foram publicados
    sera beneplcito do governo e que esta pu
    bhcago eslava de couforraidade com os prin-
    cipios hborai*. Nao exacto, Sr. presiden-
    te ; estas publicagos nao forara feitas como
    foi a do breve em discusso ferinclo atlribui-
    ges do poder civil. Do Syllabus e Encycli-
    ca tiveraos simples noticia pelas correspon
    dencias dos jornaes, e jamis foi mandado
    publicar e executar por autoridade deura
    bispi A seus subalternos. Estou bera infor-
    mado disto. Portante, aquella publicago,
    simples noticia, nao ple obrigar ao calho-
    lico, nao pode ter forga obrigatoria pira es
    cravisar a razo por iheio da conscieucia.
    Tirarei agora, Sr. presidente, a consequen-
    cia dos principios que ad luz! no coraego de
    mintias observages
    O brevo publica U e execula lo por auto-
    ri lado do hispo de Pernambuco nao Jera for
    ga de obrigar ao catbolico em sua coiiscien
    ca. Aquello breve envolve urna illegalida-
    de, foro e usurpa atlribuiges que nao per
    lencera i igreja. E o bora catbolico dav
    governo porque, seo hispo de Pernambuco
    est em seu pen 1 direito praticando o que
    lem pratiea lo, o governo do paiz tem Coito
    mal em decidir pela forma porque lera deci-
    dido esta questo.
    O Su. Eunapio Deir : Isto evidente.
    O Su. Pereira dos Santos :Eu pode-
    ria, >r. presi lente, fazer outras considera-
    ges a respeito da igreja franceza, fazendo
    alguns reparos s quo produzioo nobre de-
    putado ; mas baste ponderar que a nago
    franceza tom acautelado ptirfoitamento, nas
    suas lois orgnicas, qualquer eventualidade
    de contlicto que possa surgir entre a igrcjjt
    o o oslado.
    E, Sr. presi denle, felizmente creio que
    os sectarios da duutrna ultramontana 110
    nosso paiz nio sao muitos, porque V. Exc.
    tem visto quo esta questo nao se tem con-
    vertido em questo de partidos, (Apoiados.)
    A maioria dos cidadaos brasileiros est de
    accordo en censurar o preca limcnto do bis-
    po do Pernambuco, e fazer Tingar as lois do
    estado. (Apoiados.)
    Apjiarece, verla le, ura ou outro bra-
    siloiro lisseritralo deste molo do pensar,
    da opinio gor.il, mas eu tenho f, tenho
    mesno confianca nolwm senso do paiz, no
    patriotismo do governo j dos parlamentos,
    qtieessis optniss dissonantes nao prevale-
    cer! contra a boa itoulrinar contra a s
    razo dos que sustentan) a verdade const-
    tuicional o pugnara para que a nossa cons-
    tituigo nao seja vioda. (Apoiados.)
    Pag 1 v itos, Sr. presidente, para que o
    bispo de Penarabuc 1 as inspiro na sabedo-
    ria, pru lenca e mo lerago, e mais do que
    tu lo nos prnprios inlTuxos da religio ca-
    tholca aposl l i en rom a ai,a tira, de nao prose-
    guir na .nesma senda quo tem trilhado. Insp-
    rese elle na verdade, pureza e sabedoria do
    Evangelho e nao no obscurantismo do Syl-
    labus, nas oxagoragos do livro dos papas.
    Cogite que a venia leira fort doza do ren-
    te est na pratiea la cari Jale, humil ladee
    tolerancia ; obe loga groja, uns respeite o
    ostailo ; adore a Dous no ci> o presto obo-
    lieucia a C^zar na torra l.e.i)bre-se quo
    Cbristo disse aos seus : O reino que vos
    venho aniiunciar no deste mundo. ( Mui-
    to bem.)
    (O orador foi cutnprimeilado por diver-
    sos Srs. depiados.)
    A discusso tica adiaita pela hora.
    Dada ordem do dia o Sr. presidente, le-
    vantou a sesso.
    DISCURSO PROFERIDO NA SESS.lO
    DE 1 DE.JULIIO
    OSR. TARQLINIO DE SOUZA:Scl
    presidente, a cohorewcLi que desojo manter
    em todos os actos de minha vila obriga-
    me a vira tribuna p.> a,oxpenler as razos,
    que tenho para votar contra o projocto que
    agora se acha em segon la discussio.
    Frodaqui, em ura outro recinto quo-5e
    menos respe i ta vel'do-que este, nao me-
    to lava menos c tro> tenho constantemente
    impugnado a douirina que se pretendeago-
    ta cooverter em le do paiz. Pedo pois a
    coherencia que en aqu me manifest tambem
    contra a mesma doutrina.
    Alm desta razo, urna outra rae leva
    ainda a pronunciar-me contra a adopeo
    leste [irojocto. JA vejo accumuladas na nossa
    soeiedade tantas causas de immoralidad'',
    de dissoluQo e ruina, que eu nao po-
    llera de*eerto concorrer com o meu voto
    para que a estas causas se reunisso mais urna,
    que tende incimtestavelmentea levar a de-
    sordena, a pertnrbaco ao seto das familias
    que, como V. Exc. sabe, 8r. presdeato.
    sao a bese da soeiedade.
    Senhores, o projeclo que se discute pre-
    tende resolver urna quesWlo que tem sido
    controvertida no nosso direito patrio; mas
    segundo pens, a soluco adoptada ueste
    projeoto a peior d'entro todas as soluges
    possiveis.
    O Sr. Campos be Medeiros.-Apoindos.
    OSr. T^rquinio de Soua;E' incou-
    testavel que segundo o nosso direito escripto,
    est admittida a legitimaco por subsequonte
    matrimonio, assim como qeeesU legitim -
    gio nao corapr-hende a todos os filhos na-
    turaes, isto najo compreben le aquolles quo
    era direito se abamara espurios.
    (Contimuar--ha.)
    TW. ~MIA*L RU.V UUOUfi, DS CAXU
    i


    .



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