Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13002


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Full Text
At\0 XLI\. iMMEO 177
smm\ mu 4 m agosto de i 873
PAIIA A CAPITAL H IIGARKS OS DE V&O gfl PASA P
Por tres mezes adiauUdos.......:.........
for seis diius idan..................
for um ainio kl..................
Cada numero "arulso................'
M.
9000
1&000
S49O0O
sao
PAHA MXTBO E FRA DA PBOV12I CA.
Ibr Irea mezes adiaiitaoW ................
Pw seis ditos dem.................. \
rmr nove ditos dem ,..........
Por um anuo iern. .......
9750
I 500
209250
179000
PROPRIEDADE DE MANOEL HGEIR0A DE FARIA & FILHQS.
0. Srs. Gerardo Antonio Atas4 Filiaos, no Para; Gon5aives d Pinto, no Maraithao; Joaquim Jos de OveiradFiUio, no CMi; Antonio de Le,.^. Braga, no Aracaty ; Jo*, ria Julio Chaves, ao Ass; Antonio Marques da Sita, oofetal; *****
Pereira d'AImeida, em Mamanguapo ; Augusto Gomes da Iva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na liad* Penha; Belarmino dos Santos Bulco, era Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNaztreth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Joo Antonio Machaoo, no 1'ilarMs Aragoas ; Alves d C, na Baha; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OmCIAL
(averna la praviiiciu.
KXlM'DIK.Vrb Di) DA 0 ItK MARI D 1873.
1.' serrao.
(.nucios:
Ao brigaleiro <;oiumaiidante das armas, lie-
mello. V. E\e. um exemplar impresso da falla
con que Sua Magostado n IiiijeraJor encerrou a
4ii-uit*ira e abno a segunda s'.-ssan da dcima quin-
la legislatura da asserablda gem no da -I So cor-
rate.
Igual ao director interino do arsenal de guer-
ra iuspect r do arseal de maruha.
Ao inestno. p.ir parte do capitn ;do porto
interino era presentado a V. fcxe;, afti do ser
alistado iro eu-reilo, u remita Joaquim Itenigno
1a Quila Mi-Mu, si for juljtado ap'ojiara isso.
Ao mcsoio. Determinando o avi-Mj circular
lo uubteriu da guerra, le i do currante, junto
por copia, que lias ralas passadas pela thesoura-
ria Je fazenda aos iililciae<, i|iie deixam os Ci.rpos
i ira ireaia criiiou seguiroinpamqnalqner punto,
.v iterlarem o motivo ih;ssa retirada e mais circums-
tancias qUs (eeorrerem, nula c-nuiranko a V.
Rse. para seu couiiecimciito, e aliui ilo i|ne por
>ii i parte ministre ao in-pector daquella repart-
cao os csclaivciiiieinos de ijue elle houver inister
para satisfagan de seinelhaiiie necessidade
Ao inspector do arsenal de marraba.-Defe-
rio lo o reipii'iiiiieiito de J-is Cartanode Albu-
querque, autorizo V. S. a mandar construir as
officiuas desse arsenal duas turbinas sujeitndo-se
* supplicante ao pagamento de toda a despeza que
se teiilia de fazr cun essa obra.
Ao mesuiu.Aotoriso V S. ;i mandar coni-
pr .i no mercado, como solicita em seu onicio de
17 do cmate sol u. 18, uina balanca, pesos e me-
d las do systema mtrico, alim do poder por em
exccin;ao nesse arsenal o dito systema no de ju-
Itto viudouro em diaulc, de conformidade com as
rdens iuiperiai'S.
Ao commaiidaiite do presidio de Fernando
di N'oronha. Para que esta presidencia estoja h*-
ti,alada a prestar os esclarecimenios exigidos pelo
ministerio da guerra em aviso de 8 do crrente,
relativos ulli :., i de sapateiros existente nesse
presidio, acerca di pial Y. S. nada diz no seu til-
iim relatirio, c.impre quo me informe sobre oes
tado dessa ofliciua e quaesquer motivos que por
ventura tenliaiu ewbaraoMlo o seu Jesenvolvimen-
t.i ein grande escala.
Ao director interino do arsenal de guerra. -
<:.eninuncaiiilu-mc o lxm. Sr. ministro da guerra
MU avisa de 9 di cinenle ter nessa data s-
diado do da fazeuda a cxpedii/ao das necessarias
orden, no sentido de ser distribuida tliesouraria
de (atonda dasta provincia, por eoula do ^ G'ar-
-eiiaes de guerra d.ijexercicio vigente, a quantia
de 1:78.13, aliin de ser applicada ao fornecinieiito
das l-'io barras de madeira com os competentes
jis de ferro, constantes do incluso pedido com
deslino ao 9 batalliao de infantaria, assim o de-
claro a Vmc. para que mande salisazer o ditope-
'lido, pudendo comprar a materia prima precisa
pna o fabrico de taes barras, visto nao haver
eui reserva nesse arsenal.
Ao engeiilieir. das obras militares. -Em vir-
tud" de autorisacao do ministro guerra, concedida
por aviso de .1 do correle, mande Vine proceder
aos melhoram-ntos desenptos no oreaiHenlo an-
ii'xo m seu ollicio de i de Janeiro ultimo, na im-
portancia de .'I2ii80, alim de reinover-se para
oalro lneal a latiiui dosiecrutis no quartel da
Siledade, a qual adiase aclualineute no mesmo
pavimento que serve de prisao aos ditos recrutas,
i-oin grave detrimento da sade desles.
Ao capitiio do porto interino. Sobr'esteja
\ me. na mteeucao de miiihi onlem de hoiilem da-
tila maullando por em liberdade o recruta Joa-
quim Henigno da Costa Mello, e faca-o su.eitar
nova iiispeccao.
Ao mesmo. -Mande Vmc. apreseular ao bri-
g.ideiro coinuianriante das armas o recruta Joaquim
Beniuno da Cosa Mello, alim de ser alistado no
Xercito.
Ao Sr. Jos Saporiti, chauceller encarregado
di consulado da Italia, -dminunico ao ir. Jos 8-,
eluiiceller encirregado di gerencia do consulado
da Italia uesta proviuci i, qu-, segundo participou-
UM o vigano da freguezia do Cabo, fallecer all
DO dia 10 do corrate0 subdito de *ua ii:u;io Jos
Cavado, residente oesta capitel e cisado com Tlic-
reza de lesna.
Kenovo ao Sr. J. SaporiH a seguranza de minlia
peifeita estima e distincta cuiisideracao.
.' srrnlti.
Actos :
O presidente da provincia, attendondo ao que
reqnerea Francisco Moni irode Araujo.alferes da
! lompanliia do esqundrao n. 13 de ca vallara da
guarda nacional do municipio do Uoin Conselbo,
t vista da informacio do respectivo commandan-
le superior .m offlcii n. il de 19 do abril ultimo,
r.soKc cmceder-lbe a guia, de que trata o an.
do decreto n. 1,130 de \i de marco de- 1853,
para o de Garanliuus onde lixou s'ua residen-
cia.
0 presidente da provincia, atlendenlo aoque
requeren Praoklin Alv de Sonxa Paiva, tabel-
l.ao de mtas e oflkial do registro geral de liypo-
tbeeasj da comarca de Nazareth, resolve conceder-
Ihe li mezes de licciu;a para tratar de sua saude
onde ihe convier.
A i Dr. chele de polica. -Acensando o recebi-
nenio do oltkio de V. S., de li do corrente n
917, a que acompaiilmu o do delegado de polica
do termo di Panoli as, requitando uiu deatacamen-
tu para a respectiva villa, tenho a dizer-llio em
respusta que opportunaniente ser 'alisfeta a sua
requisioo.
ao mesmo, Remetiendo inclusa por copia a
iiioruiaca > de i o do corrente da thesouraria pro-
Min'ial, acerca do exposto por V. S. em seuelllcio
de 16 do mez prximo pausado, tenho por I i. n re-
i'ominendar Ibe. que deiermiiie aos delegados,
constantes da Duti junta, que observein a exigen-
cia da tlicsouraiia provincial, e que o alianlaineo-
lo so pode le lugar depois de prestadas as coutas
ila quiiia raeebnla.
Ao mesmo. Accuso o receliimeato do offl-
rio de V. S., de 15 do correle sob n. 93, em que
d;i conta dos tristes acoiilecimenlns havidos no da
li do correle. Hecommendn a V. S. quei a res-
peito dus autores desses tactos proceda aos anees
SarJOS inquenlos, alim de que sejam processados
aquelles que se acliam em culpa.
Ao coinmandante superior de Garanliuus,
Buiqne e Honi Contedlo.Mande V. S. dar ao al-
teres da I* companhia doesquadran n. 13 de ca-
vallarte da guarda nacional do municipio do Rom
l^onselh i, Francisco Munteim de Arauio, a guia de
que trata o arl. i5 do decreto n. 1,130, de 12 de
marco de 18 >3, para o de Garanliuus, onde lixou
aua residencia, setcuudo infonnou V. S. em seu
oftlcio n. J7, de 19 >lc abril Ullimo.
Ao juiz de direito interino da comarca de
Nazaretii Nao liaveudo forja publica dispunivel,
deixa por I-lo de ser augmentado o destacamento
existciilo nessa villa, como solicite Vmc. em seu
otBcio de 9 do crente.
Ao juiz de diroito de Garuar.-Nao haven
do ft r. publica disponivel, deixa por isto de ser
augmentado o destacamento existente nessa cida-
de, como solicite Vmc. em oIBcb de 16 do cor-
rente.
Ao juiz de paz do Ia dislricto da freguezia de
Garanhiius. Accusando recehimento do offlcio
de Ymc, de 18 do mez prximo passalo, em que
consulta si acedes que versan) sobre bens de raz
at o valor de 1003001 sao de sua competencia, ou
si taes actes, qualquer que seja o seu valor, sao
da competencia do juizo municipal; tenho a clizer-
llie em reeposta que, segundo o disposto no art. 23
da reforma jtuliciaria, passot a ser dessa quantia
a aleada dos jimes de paz.
3.' tterto.
Acto:
O presdeme da provincia, atlendendo ao que
represento!! o brigadeiro comniandante das armas
era olllei.0 de 7 do corrento, n. 488, e tendo em
vista ai n formara i do inspector da thesouraria de
lanada, de hoatora, u 88i serie C, resolve, nos ter-
mos do decreto n. 2,88i do 1* do evereiro de 1862,
abrir sob a responsabilidade da mesina presiden-
cia am crdito supalementar na importancia di
i62A6z5 verba eventuaes do ministerio da
guerra, alim de poder aquella Ihesouraria occorrer
no actual exercieio ao pagamento das diarias dos
calclas em servieo dos corpos o eslabelecimentos
militares, em virtude de ler-se esgolado o que ha-
va sido consignado mencionada verba
mti-ios : >
Ao inspector da fteaooraria de bmnda. -
Toiiiandii em considerai;ao o que expoz o alferes
Horacio da Rocha e Silva no incluso requermen-
lo, a que alinde sua iuformacao de hontem, sob
n. 882 serie C, autoriso V. S. a mandar abonar ao
snnplieanto, d conformidade com o art. 28 da le
n. Sil de 28 de outubro de 1818, tres mezes de
sold, flcamlo ello obrigado ndemnisacilo pela
5' parte daque.le que for vencendo.
An mesmo. Altendendo ao que expJzeram
Alexanlre Jos da Silva, Candido Rodrigues de
Soasa e Luiz Jos do Mello Teixeira nos inclusos
requerimenlos, sobre qu versaran! as informacoes
de V. S., de hontem sob ns. 878, 888 e 890, resol-
vi considerar de iieiiliuui eiTeilo as multas impos-
tas aos supplicautes pelos colloclores dos munici-
pios de Serinliaem. Itamb e Limoero, por nao te-
rem elles matriculado ni pr.izo da lei os ingenuos,
Ribos de snas escravas; o que communico a V.
S. para os devidos fin?.
Ao mesmo. Tendo nesla data, em virtude de
autorisacao do ministerio da guerra concedida por
aviso de 5 do corrente, mandado proceder aos me-
Ihoramentos oreados pelo engenheiro das obras
militares na importancia de 3283280, afim de re-
mover-so para nutro local a latrina dos recrutas
no quartel da Soledade, a qual acba-se acta men-
te no mesmo pavi oento que serve de prisao aos
referidos recrutas ; assim o declaro a V. S. para
os fins convenientes.
Ao mesmo. Recomtnendo a V. S. que, vista
da conta em duplcala annexa ao incluso requer-
meato, man le pagar aos oniprezarns da illumina-
e.Vi publica desta cidade a importancia de i9660,
proveniente do gaz consumido nos mezes de janei-
r> a marco deste auno com a iili.iuiiuacao do los
pital miln.ir, segunda indica a inesina conta.
Ao mesmo. -Couvindo boa marcha e rag
bridado .do servijo publico que as guias passadas
por essa thesouraria aos olliciaes que deixam os
corpos para irem curte, ou seguirem para qual-
quer mitro ponto.se declare o motivo dessa retirada
e mais circunstancias que occorrerem, chamo a al-
ten ci de V. S. para a satsae.ao dessa necessidade,
que exigida pelo aviso circular do ministerio da
guerra, de 2 do corrente, incluso por copia.
Ao mesmo. A' vista do aviso de 9 do cor-
rente, no qual o Exm. Sr. ministro da guerra me
communica ter solicitado do da fazenda a expedi-
cao das necessarias ordens para ser distribuida a
essa thesouraria, por conta do 6' arsenaes de
guerra-do exercieio de 1872-1873, a quantia de
1:7853000, alim de ser applicada ao fornecimento
de 150 barras com os competentes ps de ferro,
destinadas ao 'J" balalli.io de infantaria, autorsci
nesla dala o director do arsenal de guerra a com-
prar a materia prima precisa para o fabrico de
taes barras; vi.-lo nao telas aquelle estabeleci-
menlo em reserva ; o que coinuiunico a V. S.
para os litis convenientes.
Ao mesni >. Remello a V. S. para os fins
convenientes os dous inclusos ttulos de nome.icao
de Antonio Pacs Brrelo e Estevao Jos Cilho
para os lugares de agentes dos correios as esta-
raes do Ribeirao e Cinco Ponas.
Ao iuspect >r da thesouraria provincial.
Remeti a V. s. um exemplar impresso da Falla
com que Sua Mageslade o Imperador encerrou a
primeva e abri asegunda sessao da dcima
quinta legishtura da assembla geral no da 3 do
corrente.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar aa tenente
Antonio Fernandes Da Uro. vista da inclusa conta
em duplcate que me remelteu o Dr. chefe de po-
lica com offlcio de 17 do corrente sob n. 931, a
quantia de 1203, em que imp irlou o aluguel de
10 mezes vencidos a 3 ( de abril ultimo di casa
que no dislricto Je Jaboatao servo o quartel ao
respectivo destacamento.
Ao inesmo.Em vista da inclusa conta que
me remelteu o chefe da reparlicao das obras pu-
blicas com offlcio de 17 do correulo sob n. 213,
mande V. S. eniregar ao thesoureiro daquella re-
parlicao a quanlia de 2:2163560 rs., proveniente
do accrescimo de obias havido no pavilhao do
gyinnaso proyincial.
Ao mesmo. Autoriso V.i. a mandar en-
tregar ao thesoureiro da reparticio das obras pu-
blicas, conforme solieilou o respectivo chefe em
offlcio do 17 do corrente n. 21*, a quantia de
3S03, em que inpoilaian os reparos feilos na
ponte de Mos sobre o ro Tapocur.
Ao mes no. C-moi-mando-me com o que
allegou Joao Jos Rodrigues, professnr publico de
iuslrucco primaria da freguezia de Nossa Senhora
da Gloria do Coila no incluso requerimento do-
cumf ntado, sobre que versou a iaformayao do di-
rec or geral interino da instruccao publica, de 15
do corrente sob n. I, resolv abonar-lhe as fal-
tas que deu a conlar do 1* de feveieiro a 30 de
abril deste auno, cumpriudo que ao supplicanle
mande pagar smente os ordenados correspon-
dente- amelles mezes.
Ao mesmo. Aunuindo ao que expoz o vi-
gario da freguezia de Serinliaem, Genuino Gomes
Pereira, no incluso requerimento, autoriso V. S.
a mandar entregar ao supplicante a importancia
do beneficio la lotera extrahida a favor das obras
da matriz daquella freguezia, independente de li-
an .a, prestando elle as devidas cuntes opportuua-
ment|-.
4.' stcgo.
Offlcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provnc;a de Mi-
nas ieraes.Com o offlcio quo V. Exc. dirigi me
em 1" do corrente recebi os dous exemplares, a
elle annexos, do relatorio com jue o Exm. -'r.
I)r. Francisco Leite da Costa Belem, 2' vce-pre-
sidente dessa provincia, passou a ailmini-ti acao da
uies.na a V. Exc. no dia 1" demarco ultimo.
Ao Exm. Sr. Dr. Pedio Alfonso Ferreira. pre-
sidente da provincia de Santa >atharina Accuso
a recepcao do offlcio circular de 2i de abril pr-
ximo lindo, ein que V. Exc. me participa haver
na iiiesuia dala prestado juramento e assumido o
exercieio do,cargo de presidente dessa provin-
cia, para o qud tira nomeado por carta imperial
de 13 de noveiubro do anuo passado. Prevale>.o-
nie da opportunidade para apreseular a V. Exc.
as seguranzas de miuha perfeita estima e distincta
consideracao.
- Ao Exm. Sr. hispo diocesano. Bcmetto a
V. Exc. Kvma. um exemplar impresso da Falla
com que S. M. o Imperador encerrou a primeira
e abri a segunda sessao da dcima quinta legis-
latura da assembla geral no dia 3 do corrente.
Igual ao director geral interino da faculdade de
di reito do Recife e ao director geral ''merino
instruccao publica.
Ao presidente da cmara municipal da vj
do Bom Jardiui. Declaro a Vmc. em resposte
seu offlcio de 2 do crrenle, que o presida
da cmara do municipio onde se acha a colleclu
quem deve presidir a junta de que trata o arT
do legulauento appmvado pelo decreto n. 5,!
d "13 de noveinhro do anno passado, e nao
dos que Ihe sao annexo ; assim eo.au devi
eompor as mesmas juntes os presidentes e cuIL
lores do municipio oude os iiouver.ou seus subsl
tutos. Igual ao presidente da cmara municip;
de Rezerros.
Impresso da Falla com que Sua vagestade o mpe-
ra.tor encerrou a primeira e abri.i a segunda ses-
sao te dcima quinte legislatura da assembla ge-
ral no dia 3 do corrente.
ac
Acto
5' jcc/y.
gisla-
O presidente da provincia, attoudeinlo ao que
Ifioiiuoreu Juao dos Santos Ferreira Barros, director
!|Jda Imperial Sociedade dos Artistas Mecbaaleos e
Liberaes, e -visU do que mformou o engenheiro
chefe da reparlicao das obras publicas em ffleio
u. 216 de 17 do concille, resolve prorogar por se>
mezes o praso que Un marcado no respectivo con-
tracto |iara a d.nclusao da obra da Sacla Modelo.
Esta ser apresentada as estaciies competentes
o^ Ao engenlteiro chefe da reparlicao das obras
ns. publicas. Seieute do que expoz Vmc. era sua in-
Ao 1" secretario da assembla geral
Uva, Dr. Joaquim Jos de Campos da Costa ddjpar.* os devidus elTeitos.
Medeiros Albuquerque. Remello a V. Exc, con*J Offlcios :
forme solicitou em ollicio de 8 de marco ultimo
as collecoes de leis Idt-sta provincia dos anno. puuucas. .^cente o que expoz .
do 1870, 1871 e 1872j deixando de enviar a d4formai.ao de 17 do crranle sob n. 212, relativa-
auno de 1869, p*r nao existir mais um si exeiu-i monU: aos wclarecimentos |Mdidos pela-commis piar na secretaria da presidencia. Joncarregada de examinar is apparelhos dJ|
leiib" a dizer liie qie naa
ia Vmc. liscalisar as.obas
si-m estar de posse das respSeli-
dever oxl'i' da muneionada
Ao Di", inspe.lur geral do instituto vaccinieospanhia Recife Dranage,
do Rio de Jaueiro.Accuso a recepcao do offlciirJNiiiiprehendo como pod
de V. S., de 8 do corrente, e bom assim de urna
caixmha contendo fluido vaccnico que. em vis
de ordem do Exm. Sr. ministro do Imperio,
loi enviada por essa roparlrao.
A Joao Felippe de Mello. -Em resposte
offlcio sem data da commsso, da qual Vmc
em sua execueai
vas plantas, qu
companhia.
Ao administrador interino do eorreio.Pro-
videncie Vino, para pie sejam transportados da
jeacia da villa do Limoeiio para esta capital s
S. que autorsou nesla dala thesouraria provin-
cial a entregar ao thesoureiro dessa repartido as
piauias de que traiira os seas offlcios ns. 214 o
215, de 17 do corrente.
- A' commissao encarregada da liquidacae das
-ontes da estrada de ferro do Recife a S Fraacjsco.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
conimunicar a Vv. Ss. quo tiveram o conventonte
destino as copias da acta e o bilanco em triplca-
la que acompanharam seu offlcio de 19 do car-
rente, sob n. 01.
- A' commissao ceusitara da .freguezia de S.
Caetano da Rapoza. De ordern do S. Exc. o Sr.
presidente da provacia, comiuuuco a V. S. pie
foram dadas as convenientes ordens thesouraria
de fazeiida para se cffecluar o pagamento da pian-
la de 253000 a cada am dos agentes rocenseado-
res, a encionalos no sen offlcio de i de nuvonibro
do auno prximo lindo.
A" deAlagoa teaixo.-De ordem de S. Exe.
o Sr. presidente da pr%Uuya, ciimuiuiiie > a V. S
jue for.im dadas as CBWJiioutes ordens a thes m-
p-aria de fazenda para se effectuar o pagamento ule
quantia de 30|(KX) a rada tira dos agentes recen-
seadores, menciona los om seu oflleio de 31 de
agoslodo anuo prximo lindo.
presidente, n">meada a promover donativos para ;S clxoes que coiitm es elementos do recenseaineii
edilicacao de uuia casa oudo funecionem as es-f lo la lic;'iiezia de Taquarelinga, e que lili su
c-ilas de instruccao primaria dessa freguezia de* acliam desde setembro do auno passado, segundo
Taquatelinga, lenho a dizer-lhe que por ora deve paiticipou-me u respectivo vigario em offlcio de 13
ella limitar-se a agenciar a acquisicao dos mesmos
donativos, commuuicando a esta presidencia quan-
do o- obtivar, para reinctter-lhe a planta da refe-
rida casa.
Ao commissario vaccinador provincial.
Remello a Vmc., alim de que fique habilitado a
satisfazer as diversas requisices que Ihe forera
feitas, urna caixinh'a contendo 24 pares de lam
as e 10 tubos capllares mal Huido vaccnico,
qual foi (anacida pelo inspector interino do ius
titulo vaccnico do Rio de Janeiro com offlcio de 8
do corrente, conforme havia solicitado esla presi-
dencia. .
Portaras:
A' cmara municipal da Villa do li un Con-
sellio. Remello cmara munieipal da villa do
Bom onselho, conforme solicitou em olfl'io de 2i
le abril proxiuio|lindo. una copia jo ultimo ba-
laapo da receita e despeza confeccionado para a
niesma cmara.
A" cmara municipal da villa de Petrulina. -
Declaro cmara municipal da villa de Pelrolin i
em resposta ao tea offlcio de 16 de abril ultimo,
que acabo de lecoinmeudar ao administrador do
eorreio que providencie no sentido de haver mais
rcgularidade na remessa da correspondencia o-
licial.
Ao mesmo.Tanssuitto V S. para os fins
convenientes as inclusas cuntes documentadas da
receila e despes da euferfuaria ni: litar do pro i-
dio de Fernando de Nuronha, concernentes aos
mezes de mareo e abril ltimos, t bi-m assim o pa-
recer em duplcala da junta de inspeccan. que
exauiuou as ditas comas, segundo preceilua o
aviso do innis'erio da guerra, de 29 de dezembro
de 1861.
Ao mesmo.Communico a V. S. para seu
couhecimenlo e lins convenientes que o lenle
coronel Jos de Moraes Gomes Ferreira, Hennino
Laurenlno de Andradee Joaquim Carneiio iiins de
oa i i
Albuquerque licam relevad js das maltas impostes Lite aiilorisou
peles colleclores dos municipios do Cabo e lpo-
juca, por nao torera matriculado no praso da
Icios ingenuos, lilhos de >uas escravas, segundo
se deprehende dos inclusos requeriuientos, a que
se referem suas infurmae'ies do 19 do corrente, sob
ns. 877, 886 e 889.
Ao mesmo.Expeca V. S. su*s ordens aliui
de que seja foruecido ao coinioandanle superior
dos municipios de Olinda e Iguarass, como sol
cita ein offlcio de 19 do crreme, papel, pennas e
tinta para os trabadlos dos conselhos de qualilica-
ces e revisoes da guarda nacional das freguezias
de S. Pedro ilariyr, S e Marangiiape daquella
cidade, bein como para a dos Santos Cosme e Da-
miao de Iguarass e da Hha do Itmiarac.
Ao mesmo.Coi a portara junta por copia,
pela qual resolv, nos termos do decreto 2.884 do
1." de evereiro de 1862, abrir sob a respoiisabili
dade da pre.-idencia um crdito suplemenlar na
importancia de 46262i a verba eventuaes do
ministerio da guerra, tica V. S. autorsado a man-
dar pagar no actual exercieio as diarias dos cal-
cetas ao servieo de diversos ertabelecinientos mi-
litares.
Ao mesmo. -Tendo sido creada ltimamente
em bom-Conselno uina collectoria de rendas geraes
e nao existindo c.llecior nomeado, de modo que
nao podem ter lugar os trabalhos da junte de
emancipacao de eteravos que all deve Liiccionar,
segundo expoz a este presidencia o presidente da
respectiva cmara municipal em offlcio de o do
corrente ; recommendo a V S. que designe una
pessoa para servir era lugar do collectur, at que
este seja nomeado.
Ao mesmo Para os fins convenientes cdio-
muiiii-o a V. S. que a 28 do mez prximo pas-
sado preslou juramento e assuuiio o exercieio do
cargo de promotor publico da comarca do Villa-
Bella o bacharel Fiel Vieira Torres Grangeiro.
Ao mesmo.Para os lins convenientes com-
munico a V. S. que a 15 do correle deixou o
exercieio do sen cargo o promotor publico da co-
marca du Caruaru, bacharel Eliziario Augusto de
Moraes, eutraudo no goso da Heetta de 30 dias
com veucimenlos, que Ihe foi concedida por esta
presidencia; e pie a 16 deste mez mez foi nomeado
para exercer uterinamente o mesmo cargo o ca-
pitao Pfllro Antonio de Azevedu Barros.
Ao mesmo.Constando de offlcio de li de
abril ultimo, do juiz de direito da com-uca de Itam-
b, ter sido pronunciado no artigo 129 do cdigo
criminal o juiz municipal do respectivo termo,
bacharel Meueiu dos Santos da Fonceca Lins, e
do de 13 do crrente, do mesmo juiz de direito, ter
aquelle bacharel reassumido o exercieio do seu
cargo no dia 12 deste mez, por ter sido despro-
nuuciado em recurso interposlo para o t.ibunal da
relagao ; assim o commuuicu a V. S. para seu co-
nhecimenio e lins convenientes. -
Ao mesmo. Tendeo juiz de direito da co-
marca de CaJirobo, bacharel Manuel Franco Fer-
nandes Vieira, participado por offlcio de 24 de
abril prximo lindo que naquella dala passou o
exercieio do cargo ao seu st bsttulo, visto ser sido
por decreto do l. de marco ultimo removido para
comarca da Tolha, n provincia do Cear, assim
o communico a V. S. para seu conliecimento e
fins coiiveuienieutes.
- Ao mesmo. Recommendo a V. S. que viste
do iucluso atestado em duplcate que me remel-
teu o brigadeiro commatidante das armas com ol-
licio de 17 do crrente, sob u. 527, mande pagar,
na forma da lei, ao soldado do 9.* baialho de m
fanlaria do exercito, Ludgero Jos Patricio, a gra-
tificagao que Ihe competir, por ter capturado o de-
sertor do mesmo batalhao, Joaquim Pedro Alves
Cabral.
Ao mesmo.Tendo nesta data antorsado o
inspector do arsenal de marraba a comprar urna
balanca, pesos e medidas pelo systema mtrico,
alim de poder por em execuclo naquelle ar-eual
o dito systema, do 1* de julho prximo vindouro era
diante, conforme Ihe foi determinado pelo ministe-
rio da marinha ; assim o commnnico a V. S. par
seu conliecimento e drreceAo.
Ao mesmo. -Remeti a t. $: um exemplar
de abril ultimo.
Ao uiesrao.Remello por copia a Vmc. o
offlcio que ein dala de 16 do abril ullimo me di-
rigi a eapura munieipal io Peti'olua, atim de que
pmvidaaBiFiio sentido de haver mais regularidad*
na remessa da correspondencia offlcial.
Portera:
Os senhores agemes da compauh.i do nave-
geao brasileira uiandem dar transporto para o
M.uauhao, por conta do ministerio da guerra, no
primeiro vapor que para all seguir, ao desertor
do 5." batalhao da infaularia de liaba, Joao Fran-
cisco dos Santos.
RXPRMBim Di) SKCHKTAIUo.
1.' seci-au.
juicios :
^ Ao brigadeiro coinmandante das amias. S.
Exc. ii Sr presidente da provincia manda declarar
a V. Exc. que nota data exped o ordem a thesou-
raria de fazeuda no sentido de ser paga ao soldado
lo 9 batalhao de infantaria, Ludgero Jos Patricio,
a graliliea.ao de que trata o seu offlcio de 17 deste
mez sob n. 527.
Ao uiesuij S. Exc. o Sr. pie i 1 -nle da pro-
vmcia, lando nesla data, em virtude de auloiisa-
ao do ministerio da guerra, ordenado a satisaco
do pedido, feito pelo commaiidate do 9." batalhao
de infantaria, de 150 barras de madeira com ps
de ferro, assim o manda coinmuiiicar a V. Exc
ra os Dus convenientes e em respo-ia ao seu
fe 15 de evereiro uiliui i, sol n. 182.
Ao nie.sino. s Exc. o Sr. presidente da pro
viucia manda declarar a V. Exc, em resposta ao
seu olcio do hoiilem datado, sob n. i3i, que nesla
data se providonciou acerca do transporte para o
Maraohao, n>, prollaso vapor que para all seguir,
lo desertor do 5' batalhao do infaularia, Joao
Francisco dos Santo*.
Ai mesmo. 0 Exm. Sr. prndenle da pro-
vincia manda couimunicar a V. Exc. que Bosta
a lliesour ira de fazenda a pagar
as diarias dos calcetas de que iratam o< seus olli-
rioj de 7 e li deste mez, sob ns. 488 e 530.
Ao inspector do arsenal de marinha. S Exc.
o Sr. presidente da provincia manda declarar a
V. S., para o fuer constar ao pratico-iiir da barra
e pul desia provincia, loao Francisco Pardelhas,
(Re, segundo consta de comuiunli'aeao da secreta-
ria de estad.) dos negocios da iiiariulia, foi iudefe-
rido o seu .eipierjuieiilo em que. pedia agraduacao
dj posto de capitio-tenente.
2 ierra.
Offlcios:
Aojuiz de direito de Ciruan'i. O Exm. Sr.
presidente da provincia manda acensar o recebi-
BMWIlO do ollicio de >.S.,de 14 deste mez,contlnu-
mrando que no dia 26 do corrente leve lugar a
pnneii-a sessao .indiciara do jury na viila de S.
Rento, e que o tribunal funecionou por ciuco dias,
sendo submetiidos a julgaineuto tres processos.
Ao inesuij. 0 Exm. Sr. paesilentc da pro-
vincia manda aecusar o recebiuienlo do offlcio de
V. S, de 16 do crrente, communicando ter" no-
meado naquella dala o capitiio Pedro Antonio de
Barros para exercer interinamente o cargo de pro
motor publico d'essa comarca, no impedimento do
afectivo.
Ao bacharel Manuel Francisco Fernandes
Vieira, juiz de direito da comarca da Tena, no
Oari0 Exm. Sr. pre-denle da provincia man-
da aecusar o recebment) do offlcio de V. S., de 24
do mez prximo passado, communicando ter na-
quella dita passado o exercieio do cargo de juiz
de direito da comarca de Cabreh ao su substi-
tuto, por ter sido removido para a comarca da Te-
Iha, na provincia do Cear, como Ihe foi communi-
cado pela secretaria de estado dos negocios da
juslica.
Ao bacharel Fiel Vieira Torns Grangeiro,
promotor publico da comarca de Villa-Bella. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda aecusar
o recebimento do offlcio de V. S., de 28 do mez
prexiino passado, communicando ter naquella data
assumido o exercieio do cari(o ae promotor publico
d'essa comarca.
Ao bacharel Elisiario Augusto de Moraes,
promotor publico da comarca de Caruar.U Exm.
Sr. presidente Ha provincia manda aecusar o rj-
relemento do ollicio de V. S., de 15 do corrente,
participando que naquella dala deixou o exeicicio
do seu cargo, por ter entrado no gozo da licenca
que Ihe foi concedida a 16 do mez prximo pas-
sado.
4* ajapla,
O.Ucios:
Ao Dr. J-taquim Corren de Araujs. !.* secre-
tario da assembla provincial.N. 136.De ordem
de 8. Exc. o Sr. presidente da provincia, transmit-
i a V. S., alim de ser presente assembla legis-
lativa provincial, um exemplar impresso da Falla
com ipte S. M o Imperador encerrou a pri neira e
abri a segunda sessao da decima quinta legisla
tura da assembla geral no dia 3 do corrente.
Ao vigario da reguezte de Taquarelinga. -
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
coiiiiiiioieo a V. Rvina., ein resposte ao seu offlcia
de 13 de abril ultimo, uue nesta dala se pmviden-
ciou para serem enviados a e*la capital os caixes
que contera os elementos do recenseamento dessa
freguezia. e que esli na agencia da villa de Li-
moero.
ao presdante da cmara municipal do Bom
Coiiselh.-0 Exm. Sr. presidente la provincia
manda couiiiiuuicar a V. '., em resposta ao seu
offlcio de S do corrate, que nesta dala expedio
ordem ao inspector da thesouraria de fazenda para
designar urna pessoa que preencha as funeces de
collector das rendas geraes desse municipio, era
piaut i m acha vago esse lugar ; aflm de que pos-
sara ter principio os traballios da respectiva junta
de emancipacao de e-era vos, creada pelo artigo.28
do decreto n. 8,19*, de 13 de novembro do armo
passado.
&* stcco.
Offlcios:
OBSl'ACHOS DA PKSIDFNCIA DK I." DK AGOSTO DB
1873.
Tenent-coronel Antonio Francisco de Souza
Magalhaes. Fornuca-se.
Baro do Llvninnlo. Deferido rom offlcio
desta dala dirigido thesouraria provincial.
Claudina Maria do Rogo. Informe o Sr. pro-
vedor da santa casa do njisericordia.
Emygdio Celestino de Moraes.-Como ivqtter.
Francisco Pacifico do Amaral. Aprsente o
supplicante um plain. do almanak pie so propoe
a fazer, com especilicaeao das materias que de .ai-
ra conter.
Praacisco dos Santos Silva. .Seja posto em
liberdade
Francisco Quintiuo da Silva Vieira.Informe o
Sr. inpo:tor da thesouraria de fazenda.
Hermenegilda-Candida da Fonceca Soares. In-
forme o Sr. inpeclorda thesouraria de fazenda.
Coronel Jos Maria Ildefonso Jacorac da Voiga
Pessoa e Mello.Fornefa-se.
Joao Hypolito de Mera Lima. Informe o Sr.
director das obras publicas.
Itacliarel Jos Baptista Gitrana. Dirija-se a
thesouraria provincial.
Maria Augusta da Silva. Informe o Sr. Dr. di-
rector geral interino da inslriicgAo publica.
Tenentecoronel Manuel Francisco de Souza Leao.
-Dirija-se thesouraria provincial.
Tencute-coroncl Sebastio Jos Basilio Pyrrho.
- Forneca-sc.
Teiieiilecoionel Sebastio Jos Basilio Pyrrho
Forueca-H'.
Sauuders Brothers A C.Sendo a associacao dos
praticos puramente particular tem ella direitos de
havr o pagamento do que Ihe for divido pelos
servidos prstanos a quaesquer navios para a sua
en r.ula ueste porto, anda quando os ditos navios
pertoneam armada imperial; pelo que nao tem
lugar a restiluico que pedem os supplicautes
Vicente Ferreira Paiva Simoes.Sm, com re-
cibo.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 2 de
agosto de IH73.
0 porteiro.
S ile i no A. Rudiiijues.
INTERIOR.
Hio, 91 re jiillio de 1S93.
A l.MCI.VTIVA UBBRAL.
Antes da sota;ao de sabba lo disse o Sr. Igna-
cio Marlins que o honrado Sr. visconde do Rio-
Rranco confetsara que. a Ufa de ama estrade de
ferro ettralegica no Rio Gratule d-> Sal era de int-
eiatica liberal.
A cmara fez justica a este ingenua pretemjo,
embranlose que o distincto liberal pertence )0
partido que aeonselhou sempre, ota iv.la;o s re-
publica- vi Julias, a poltica do abandono e da im-
pitviuencia.
J dissemos que, durante a sua missa no Para-
guay, o Ilustrado Sr. presidente do conselho re-
commen.lara ao governo esta questo, e os actuaos
depulados liberaes uao linham assento na cmara ;
entretanto Iraaserovereraos do extracto do discur-
so da S. Exc, publicado hoje no Diario do Rio, as
palavras em que o Sr. Ignacio Marlins foi desco-
brir a tal txnfisto que o Ilustre chefe do gabine-
te nao fizera, nem poda ter feito.
SAo palavras do honrado Sr. viscon le do Rio
Branco :
< N p'der leijislatioo dece assim aos interesses provin-
ciaet do Rio Grande do Sal, como aos inleiesses
geraes do imperto, a providencia que se procura
realisar p >r meio do projecto. Desde que estere
n i Paraguay e Rio da Prut > por motivo da misso
diplomtica que ltimamente tece a out^J de des-
empenhar, por ata s de urna occasio ponlerou ao
gorerno a conveniencia:de alten ler a essa neceui-
dude.
t A provincia do Rio Grande do Sil a van-
uarda do imperio em todas as coniplca.oes que
possa ter com os estados de que ella limitrophe.
A ultima guerra do Paraguay nos deve servir de
licao muito proveilosa. (Apoiados.)
O orador foi um dos que nao acreditavam pos-
svel que os paraguayos ousassem invadir o terri-
torio dessa briosa e merreira provincia, mas o
rete diise. t'orque Porque a sua popular},
apelar do valor a do patriotismo que a distingue,
nao podia fazer milagros, n:io podia acudir do s-
bito aos pontos invadidos por mimigos, que do ton-
ga data linham preparado a sua aggressio. Mes
rao em 186-5 vo-se que as bastes de Appnricm e
Munhoz poderam invadir a cidade do Jaguaro,
cjiuquanlo fo-sem iiiimediatamenle rcpelldas.
Tendo dianiedos odios uina li.o la o dolorosa
por outro lado vendo que os nossos vi-inhos, j
no interesse de fomentar odesenvolvmento de sua
riqueza, j tambera tendo em vsteos seus ineios
imperial resolveu sobro consulte do conselho de.
estado dar pro 'miento ao recurso internosto por
meadas irraindades interdictas enntra a pena
com que as fulminara o orJinario di diocebe de
nda.
Foi dessa sabia consulta que o Sr. sonador Oc-
teviano extrahio os collorarios que impoz ao par-
tido liberal como pontos de seu programma. O
aviso de 12 de junho, conformando-se douti na
do douto parecer, lirmou sulinj* que o partido"
liberal aceitn por lodos os seAorgos na tribuna
e na iinprensa.
Elietento, a esto mesmo acto que o 8r. Frede-
rico Reg chama um ralo.
Assim que o joven eseiiptnr ensaia desmere-
cer o valor de um acto que toda a iinpreosa pol-
tica do imperio applaudio e acolbeu com alvn-
ro;o.
O que para o illusirado Sr. ministro do impe-
rio um titulo de honra, que o recominenda ao paiz
como defensor das bem entendidas prerogalivas da
soberana nacional, o Sr. Fredcrico Reg lenta tor-
nar em motivo cen-ura.
No que diz respailo portara de 9 de niaio, to-
dos sabara que, se ella fui uai raio, foram os Srs.
Souza FrancO e Naliuco de Araujo os que Ihe pre-
pararan! os elsaaaiitos.
S o intrigas estas do nenhum merecimento. O
Sr. ministro da agricultura mantera -com os seus
honrados collegas a mais perfeita soldariedade. S.
Exc. goza no seiodo gabinete da merecida influ-
encia a que Ihe do ndispiitavel direito os sons
; talentos e os seus bem firmados crditos.
As palavras que o Sr. Frederico Reg destina a
inaioria da cmara temporaria, que S Exc. diz ha-
bituada a viver as estafas ministeriaes, nao con-
seguirn! fazer estremecer a> relaeSes lessa ilus-
tro phalanze de dedicados amigos com o gabinete
7 de marco.
A nlue'iiea do Sr. consolheiro Correia do O-
veira enlre estes amigos tem por penhores a illus-
Irai^io, os longos lervtcus causa do partido con-
sorvador < os drslineos dotes de esprilo que fazem
recomniendavel o Sr. ministro do im|)crio.
A Ilustre inaioria <:\\t bem o que vale : ella
tem consejen sia de sua legitima interferencia nos
conselhos da direccio imlilica.
Ella nao presta dedicado apoio ao gabinete 7 de
mareo sooao porque v nelle o interprete de justas
aspiracoes da sociedade.
(Nacao.)
PIARLO DEVEimmtfOU
RECIFE. 4 DE AGOSTO DE 1873.
Moticiast la Europa.
Cbegon hontem pola man! a ao nosso porto, en-
tregando a mala ao eorreio as II horas e meia, o
vapor inglez Cuzco, da linha do Pacifico, trazendo
rAMCA.
Em consequencia dos festejos para a receptan
solemne do shah da Persia, tem havido treguas
entre os differentes partidos polticos; governo,
depulados, populaco e3l ludo entregue ou aos
.deveres da ho-pitaidade ou curiosidade, e os
polemistas aproveitam-se desta calmara para des-
cangaretn das fadigas passadas e recobraren for-
as para novas lutas.
0 shah da Persia chegou no dia 6 gare. de
Passy, pouco depois das6 turas da larde, foi recc-
bido pelo maYechal Mac Mation acompanhado pe-
los ministros, e ontros altos funccionaries que o
seu cargo obrig iva a comparecer naquelle acto.
Em toda cidade a animaeo era gruido, nao s
pelo atractivo da novidade, mas tarabem pelo es-
plendor das festas.
O banquete que foi offerecido ao shah na Sala
dos espelhos em Verstiles era de 160 talheres.
O servieo era de parcelan.! branca, tendo os
bastees de mareehal de Franca eom a rora ducal
por cima. Era a divisa du" presidente da rep-
blica I
Na assembla o Sr. Lamy fez um pedido de n-
terpellacao a respeilo da conservaco do estado de
sitio em Pars e em grande numero de departa-
mentos.
Levantou-se nma discussao muito animada, re-
solvendo finalmente a assembla que o desenvol-
vimento da interpella.o fosse adiado para 15 de
novembro.
Procedeu-se primeira leitura do projecto de
lei da reorganisacao do exercito, cuja discussao s
eoraeear quando se proceder segunda leitura.
Declaren o ministro la guerra que faria todo o
possivel para reduzir as desp^zas, mas que em pre-
senta da Europa armada al os denles, era nece-
sario por o paiz em estado de defeza.
Assevera-se que o governo para restebelecer
o equilibrio do orcatnento, pensa em recorrer s
laxas directas seguntes: um por cento sobre o
rendimente, revisad do cadastro, decima sobre o
sal.
0 primeiro destes impostes calculado que
proluzra,80 milhoes de iranios; o J. 50 milhoes.
e o 3.a 30 milhoes; ao todo 160 milhoes.
ITAUA.
Foram abandonadas as eleicoes muniepaes env
Roma pelo partido catholico; de 15 mil eleitores
inscriptos s 4,800 tomaram parte no escrutinio ;
o sacro collegio folgou com esse resultado.
Entretanto foram eleitos ;omo era de esperar
quatro italianos ha pouco domiciliados em Roma :
o que produzio grande descontentamente entre os
romanoi de origem; e digo que este resultado po-
dia ser anteviste ; por isso qi e tendo o partido ca-
tholico, formado na sua quasi totalldadc por inli-
vuluos tdheri.'.ites curia r mana, abandonado a
urna e deixado o campo livre ao funccionasino
liberal, devia necessariamente este vencer as elei-
coes.
HttAtMtA.
Est aprazado o dia 7 ou 8 de agoste para a
prorogae.io do parlamento.
.Va cmara alta recomioeudou o marques de
Hartington ai governo, que so formasse urna com-
missao encarregada da orgai i-aco da educaco
na Irlanda e de adoptar uina nova le, declarando
de defeza e do ataiue, cstendiam iridios de ferro! que os directores das escolas nao serio demiltidos
pelas margeos do Uruguay cima e em outras di- por effeito de nenhuma censura ecclesiastica.
receocs, procurando as nossas frontoiras, firmou-se
no espirito do orador, como hoje conviccao pro
O Sr. Richards propoz na cmara dos com
muns que o governo abra neg "ia^oes com as po-
funda do gabinete, que urna estrada de ferro para ten,.M afim ,je meihorar as leis internacionaes, e
a provincia do Rio Grande, com as lamilic.icdes ae estabelecer um systema permanente de arb-
necessanas para que possa preencher o duplo lint tragem ; a cmara approvou a proposla e resolven
de garantir a del'eza do estado e promover os in-
teresses coinmerciaes daquella parte do nosso ter-
ritorio, urna medida de alta conveniencia publi-
ca o que nao pode ser adiada por mais lempo,; ra continuar a extorcar-se pira^ estabelecer"o sys-
(ap dados) sem que incurramos na mais funesta das lttina das arhitrainmi n nn,.ti.,..c iniArmeinnn-s
mprevidencias. (Muitos apoiados)
enviar a sua graciosa magestade urna mensageiu
neste sentido. A rainha resoondeu mensagem
da cmara dos communs, dizend > que a Inglater-
o sr. Frederico reg.
0 artigo que o joven publicista deu honbn es-
tampa u s columnas la Reforma contera aprecia-
ces de todo ponto injustas.
Tentando envolver em igual censura os honra -
dos Srs. ministros do imperio e da agricultura, o
lema das arbitragens as quosioes internacionaes
como sempre.
HOU.AND..
Houve na Haya um jamar le despedida ao ge-
neral Swieten que vai partir para as Indias, para
dirigir a expedico contra o ntchin.
Assistiram o prncipe de O'ange, ocorpo diplo-
mtico e muitos autoridades e os ministros.
O principe de Orange fez urna saude ao general.

Sr. Frederico Reg recorda como actos de preo-; manifestando a eonfiaea qns linha na sua ape-
tencia, o aviso do 12 de junho e a portara de 9 de nencia.
uaio. O ministro das colonias le rantou um brinde s
S. Exc. talla de ratos enviados a Pernambuco, potencias que tem mostrado sympathia pela Hol-v
que Ihe parecem monos ardentes e nocivos dos landa na questio do Atcbin.
que os que soguera rumo-sul. O con le Perponcler, decan do corpo diplomati-
0 aviso de 12 de junho a que o Sr. Frederico co, confirmou a sympathia da Allemanha, e das
A) director das obras publicas. O Kxm. Sr. | Ref o attribue os effeitos de um raio nada mais e outras ^potencias, e fez voto: calorosos em favor


\~.
presideQtQ da provincia mauda wnnouuwar a V. I nada menos, <]o qae o acto pelo qual o governo da Hoilaaaa.



.V
gT8 JU Ot>(M/ M IMA'i **$ Peniambuco Seguida fcira A d Agosto de 1873. ni OJl'JtUl ,XU UJi
tav ifc .Vn/'emwre ter receid i sargentos. G tmmati-o da gama parti no da lYl -< \np'^i^H Callar no rir-ajir
I^V-s relativas des/vcaca que pr*_ Crwtaizon, mas.no, pode passar d* eaiaoMIC-natar KnMM< rjsio_.le 8 iR-fn-
lo de urnanr-i-
re o principe. dBisni ork c
Dia o CirmponlcH't.'
de boa f.in!enM-ri|ft
houve ultima:
o conde Arnii
O conde le
lo imperio unf
Ihe cxpunha que
Sr. Tiicrs. Oprw
iro parecer, evoa
imperador, se.H
Iram.
Y-sti! n Sil te
curte de Berli
nada.
O principe
rae as infurt
sido insbiiuiafjbcs.
Os jorttafPfcmi
.Vrmim de negligenei
Este diplmala escreveu (Hreetamenlfi
nha enviado ao chinceller'
o cirenmstanciado, em que
esta va ilumnente a (|neda do
ismari^a^ra 444*11-
ao VnhMutenBdo
a:ki d.^ii'I de
mente tnjire si)-
Ailpnul^-iziiBla
i- Arnim.lia usaran
cm
-_--' Carnspna r
iaci<
*) ouo*gia Me
?*
da Taima.
- Aanancava-s.i a aprsenla
posta de censura contra falta
y Margall; o ininisteriaes acreditavan qne se
conseguira a pa-fiaicAo inmediata de Cartagena
pola (oruvicTio. de uiu.ii.ivo iapi^Liiij d c iiie':
'lio, pendondo p.iraae-i|!ier*i.
Depoi- do ttm consol h > *4e ministros que di
perto-de tjuatr> liaras, o Sr. Ti y Margall deca
ron aas.cortw -po trata de formar uai nov*
nhMrt com o centro c a s.raordi; nao o ti
par* roaseguido prop'. Py y Margall irn:
>s sens andeles n entro 'deputado, aomear
'MKCUXrUU^apMM'i orUarfoi
dendo-rt* **ur*
Uniboiii Isabel (f.
u:ti <*
o recus^nSc
allan-U *-*hrc
ii'. noria da* in.o.;?,
da varios depulados, disse
estivn sem ser reconhecida
semii niister :i
_
la
(H sen? andeles n entro deputado, ornear mi
directorio do tros memlnw. eseomid.is em caa
nina, das fraeces da asamblea; ou fazer a as-
"\de somnlr.t nacional a non-ai-ii directa dis minis-
^"-frrrr
Pi y
ao impe-
rador, e jnsliltcoa-se citando o despacho qac em, Marg
tempo opporluno havia enviado ao principe de
ftirmark. o priacipe cham-eller vin-so abrigado a
apresentr ao impera-Jo?
abafado.
Foi anaullad.'i, pelo consoUn superior, da
igreja evanglica, a doeiso do consistorio de Ber-
li.ti quolinha suspendo o p*adre protestante-^SMow
por se ter affastad i da protssao-do tt evanglica,
obstittiindn a n*pcn-a> por unfi imposrepre-
(mufio.
RtlSSH.
As ultimas noticias relativas eicpedijSo de Khi-
r* di'ff que o Kinu se consi.aui- vassallo da
Uiusia ; que o general Kassman o reinttwron na
sjberinia: foifi a condicao d-i Khan abo'ir a cs-
eravjdio. O Kian deKhiva areit ni a? eondicoos
<; 4e .''. 11 a abolirjJi da escravidii.
Tr.QUr.*..
s) cita vez maisintimas ecordiacsaa retaeoe-
.-otro o tiltil if Tnr|'ii i. o KttaJiva ti) BjVpto.
tt sal io ;i"i,i:o a una wta que o K'i'livi Iba
., fo/*i'rte,inlecorados p.do shU;Io ni litis memhris
d i familia do motiva, c altos funecl m trios egyp-
.i)S.
Gintinnan as muanlas no p"s~oal da adni-
M*fraeflo da Turquia, que muitos querem attribuir
a d'sirrauiodas fieuldadcs meulaes d i snlo: -
ta ITiiuii) o ministro das obras publicas AChmed
J'a-'li, e em sen lugar KiaBrt-racha; Aciiovl
Ta-li foi n > ne id > Wali di illia de Creta.
Parece,porm, que aimnt-iralidade nao oes-
irn a a estas mudan;a: Malim m l Pacha vai
ouriarecer p.-iMiitc u.na com.lUrta i iKira il.tr ou-
las da sin id ninistraciocjino gran-vfzir.
AvsrHta-ncKo Na Austria c i-itintia a exposi./i) de Vi-mu i
a ser muito concorrida.
N'h Hungra a cmara dos d.!uitados por pro
p~- ti di -niislro .los culti*. docilio irrnear una
B. 'i iss, c.i irreg 111 d esrffilai' as con I
ijue d-v.-in preidir < clamos oairo a Ijcea o o
esta! i, tunan lo i ir biso os principios desativolvi-
I.s por \'t. DoV a discutir, que !i tuve por :i;i-
>;i do pfoceifertfj fcipotle Itisetian.
SBsa.
T.aiava se li rojuiao de nm congres pos-
ti! (J.! lol.is as na/i's d i l'ii"r>pa e iht AtW*ric i:
si. 111 > pootode rei'iiii a rMade de Hito-, b
a'i :rt i'i u i 1." de si-te obro pToxbiu.
HKSPANR4.
''ni i ii-s? mais pirmr nres dn desorden*
dj V:>: llicaji tin;) que as d sord < se
re iii n > n Uv. ptenCi i n lavel na pella ci dale ;
r ir ri I i-s ,-111 #e ni lis andad isa c altaneira a
.rii-:i l dos gre vais .Isle iua all tinhim appi-
re*M i tres i q llro op.rai'ii) franciV.es, os dois
caUl:'ws, e dous vatitaCiarios.
Aclss.se d >s teceliVis ora sobre ti lis a m d v-::i ii'ti. c minife-'tava cssnjtodo o desass mtbru
a> s las i.i"i l.Mcias r. olle 'iivistas. (Ja and > aigunfias
p'ss-us svi-ntas pniciriviai irttervir pira finer
i "i'.sar os operarios soAlcinas, ri'-po'idiam-lhes
i -i "i lie; con Ji ;"ies cala 90t tnii ruin ij
mim os fatnleates.'
tj ii'ii?ni qu" se' lli-s AlM os (oros, c ,, \,y\\
pan Ira!) illiar.-n ;i ir sua co:iti: ni) sivi lo ae'i-
i.a- <:as pri't"n;o'!s. rwlamaram um argiimeiito de
"> I ,' r '':'" sobre os salarios, e aten dso que-
riam \ ie se i/.-sse iavantario dis hbrtcas, para
av ig i ir o s.'.i valor real, afiai de serem distribu-
I pe is trabilli.idores :."i "/ dos lucros li piidos
.1. tidfriua la.
l*.s grevt*lM firmaiam num-rosas commissOes
H i; .. i Je i i-a oin casa desinquietando as crea-
J i> ,i i ;ip..' .ib.indoifasseiii os palres, os padei-
-- ou i IWFiTTi .mrSssa-isHiB, ni ;u ,,- ota Sau-jii
M ; i ni i os aecettdeaaeiii, etc., ele. Todo isio
'ri a. miaaulii lo de graves a;neacis, dando-se
iHti.s de mu caso de a.igressao.
) i i ii- i'opiil'.cau i, en vista- de-tes ac inte-
-o do1, qu tiaiam sobresaltada a popui.uvio,
p.blj 11 a aaguiute nraelaia$a :
' IIibtuites do AlCuy.A, voasa iminicipada-
' :; i | le muitos .ipji.iiii.^ d diversas imliis-
< se Jeolararam e u grave. Ignoran lo se fui p i
infijos icculios ou ao foi en defaza de direi-
tu.- logiliui is ijuc a loi ii.i pudo deixar de prole-
gr.
i Mas i;ii: ifa ;,., seu dever se um vista das sce-
naa i|ue firaui lwn publicas o do oatras que nao
una ii tanto,.' d; que esta corporacao esi iafor-
nuda, d;ixa.sse do i.uer coipreaendor tantj ajs
'li-.iii ise iii.i a os fabricantes e doiios de eslabe-
'ocimeni,- la!iris, que a-sim como se acha dispos
ta a sust :nt..r <: de:u.iil>r os li^ilimas direilo.s que
ihis(ain de pul iu -r luta ou .Miillicto entre o ca-
pil :l ,.' a iidii-.!n,i, ii benelioio dos nduslriaes
e operario, ja eai proveito dos proprietarius, sem-
pre -pese faca uso desses direilosptlos meiuiuue
as Ion modernas estabeleceiU, est tambem ais
posti a cumprir os devores sagrados que lbe aele-
gasteis, impedindo*iodi a aggressia egitiiua e
delend) entregan lo aos tribuuaes api IMa |i'
utropellando os direit-is individuaos de qualqner
/idadio, e\er.;am pressao o coaccAo, ja iiupe'dindo
de trabalhar a.jueiles que volunta.-ianwnte o que-
riam fazer, ja conloi indo-se para o impedir.
Est n i sni diivito o operario pdiado ang-
meito de salario. l-:: no seu direito o propia,-.
lati -pie nao quer acceder s exigencias d > ope-
rario.
Usaoi tambem de u-n direito iucontestavel
aq lelles qu-, achando-sp sasfeitns coi um salario
inferor quelles que outros desejam ou necessi-
tam, querem continuar a exercer as suas prois-
tes.
A interropcsEb violenta desses direito, por uicio
de ameaca oa d'outro qual pier, um grue qti-
a vossa municipalidado republicana est dispoa
a respeitar, e a fazer respeitar, nao daixando ni
PCMes qtiaesi|uer attenlados, contra taesdireitus.
sailde e lrat-:niil;ide;-.l;s/ii ABArs.
No da 10 de jaiba os grvlstas reuniram se i-in.
Dftinj c depois de violentos discur-os ledenles
a deni'instrar que nJo era possivcl coutemporisar
por mais tempo, decidiram que o que Ibes nao
quenam dar pjr bem, liaviam de loma-lo por mal,
por oue eram os mais fortes havendo alguera le-
clarado une havia espingardas, resolvoram p ir ac-
clamaciu roe rrer lula e ohrigar os capitalistas
a soffrer as coaseqnencias da sua tyiM.'inta.
Iva .seguida percorrcrain as ras ameacando a
lo Jos. .Mais tarde houve urna maufeataejio na
pr;-;i podindoa deinissdo da municipaWade.
O alcaide, aeoinpanhado por poueaspessoa", re-
sis'i. lioiive hita, d'onde sahir.im victoriosos os
desordeirbs, o -j-.a dea em resultado' a desnrdem,
Mcrimes e o. actos dp.atrofijdade que d-Mxam a
perd'-r -1-^ vista os crinies d -s ciunoiaaaea de Pa-
rs, eos dos re.'iulilicanoi -le 1793.
as cortos, ua aasso de li, o deputado pVAI-
coy o Sr. Aura inleipelini o governo sobre as
atrocidades coinmoUidas em Alcoy e pe lio castigo
oxe nplar contra os criminosos.
As cortes porm acjlaram a deiuissio de
Margall, volando-lbe jKjradec|ne|tos pir unan
dade, excepcio do vote.d* Bw losas.
Foi tomada em eonsideracao por 111 votos coa-
despa -lo qui tinfn tra lOf a praposl'a para que seja nomeado um de-
putad) que sabstitua Pi y Margall, com as mesmas
faculdales. A proposta foi vota la em escrutinio
secreto.
N> da 19 foi oleito o ^r. Saliaer-in, presidente
do poder executivo por 1,19 v-Hjs contra 93 dados
Pi.
A propjsta da es-jueida para que a assomblt
so decarasse era sess) peno incite, foi r--jei-
tada.
O ministerio Tieot compott') d mauoira loguin-
le: presiden'.o se a pasta Sahseroa ; negociiscs-
Ifaagflros Fernn lo li n ;al-y.; faiond'a Carvajal ;
justica Gil Berges ; interior Maisonave, giterra
U'-r.il Goftzalez; niarin'ii al.iiii-ant-. Ole/.eiro ;
obras publicas Moreno nodrigues; e colonias Pa-
lanca.
D! se que o sympathica orador c estadista E-
mifi) Castelar, ser elcita presidente da assora-
bla. O novo minisloiio iuslnlloii-se sem novi-
dale.
Malaga est tambvu entestado de nsurroicao.
Carvajal part) de Malaga cora osbaalboes de vo-
luntarios, parte das (urcas porm reirocedeu para
Malaga.
O g neral Ripofl parti com for.as importantes
sobre t alaga.
A popula.) de Mllaga manifestou-s.: porm
pela ordiin; os guardas cvis eos soldad is sao
objecto le deuioiistraeo vs de sympatlua.
Carvajal chegoa nidia lia Madrid e declara
que ha de explicar osea procedimento as cor-
les.
D. Carlos entrn em Hespanha no .la 13 ;
pubiiem umi pi'.ieainivao aos vilnntarios callis-
tas, invocando o Ueus dos --x-'rcitos; e diz que es-
culndoa voz da Hespanha agunis.aute, v-nii cotn-
liat-r par Dana > pela pitria.
activo o p.qiular brigadeiro Cabrinelty pe-
rec-",i v.cina do sen MS'ir Abordado. A sua
uiorte -ausou profunda sonsa.ao un cenital do
principal-), onle ln'.ia reebidj lautas demins-
iia,<">es de alf-.-clo.
o lia ( eslava Cab inettv e;n Rairad o sa io
pa-a A p ns e:n persegu^ dos carlistas, dan ta,
que --,).-r.va aloan.-ai*. I): repente perdeos de
vista, e >usp-.-it ni 11 pie se tivessem oceultid) em
un hamaco, reunu a forca e Jisae-lhos :
< Raptzes; mais nm pasan o -alvauns ditas
ouipaahiis do bravos da Anferica! Os carlistas
esperan-nos. Havemos th atravessar pressa
(mi caininh) duVil o poudo-so fronte dos seus
S')> horneas, atravoss >u o barranco sem deseobrr
uanhuii) carlista iiem observar que M alturas os-
Uvessem tomadas.
De-i lio-so a uuirar ni pivoScSo, onde foi rece-
l-i 11 e n urna descarga.
Os soldad > retrocudcrtn o Cabfinlty vondo-'se
su. levo de faz-'r antro tanto; nesle m-imento co-
brem-:o lo carlistas as alt ras -u bsciando, o Ca-
brinetty voal i -- perigo quiz salvar-se c un un ac-
to de cor.igeni qu-n i u)i -ei-un lad^ : man l-ui
tocar a ata |ne, e CTlflg11 > praivi, u! o espera-
v.iui alguns sd lad-s quina la igreja, n ceben
nova descarga o baha inorto.
Os piucos soldadas que o segairarn tambem
morreram as mas de Aipen-'.
O inijor Pastor D.nou comniando das for-jas.
enfn-u com p-nca genio en Alpeus, fe -se f re
em algnuias cas;,; mas os carlistas ineeadiar.im-
af. Pastor sticciinhio na luta ; c a lorca cerca-
da p -i >s, cari stas entregan-ge nrisionein. O ge-
neral SabaUs inau'dni fuilar todos os prisiorieiras
de sargento para cima.
acoru deste naiz cscreve i nosso corres-
pondi-nte de L sbi :
As noticias uHSntamonto receida) de Grana-
la sao as peiores que possivcl.
< T-ida.s as freirs foram expulsas do; conven-
io-, embarcando em seguida para Marselha. Em
A!c iv .-fio espantosos os desvarios da anarchia:
iiimi-! SlliDer-M. F-i lee
irmant o
demacra cia
undo.y
viri'l-' daul rfoia saeots
ofrido as |r--ms r,;prtnna-
eoc serem d-widas aijita de'pro-
videncia*, leu (lo l.*ti-i[im ip iao um ca-
nTaris. ~*-mr -^^*' ^Fm^^mm-.
11 .uve urna u-inlerencia ejjtie Pi, Castelar c
3S
ajal, fazenda'i
ilcrior genera'
iro, iiia'riiilia^
por
O ministro dosostraageiros declaroa que os in-
aurgciites liaviam nriacipiaJo por assassiuar o al-
caidn e ontcas peasoax, o p u- ioonndiar varios edi-
fl-;: is o a j\asa di cmara, podio licenf cma-
ra para nao doscrever os ospaalosos excessos cora-
inettidos em Alcv) ; mas que era pivseuc;i de Ues
jacios aeclarava que o -goverao seria inexora-
_.br. Aura propoz que se dedarasso que a ea-
anaia oavira in yinla a ftarfacao do ministro dos
. aegocios eslraaciras acerca iti.s aconteeimeiitos
do Alcoy, o que eooaiuiondava instaatemeate ao
gov no que proesdesse com energa.
_ A propsta foi lo.'jaL^o.u coiisineraoopor
iuijdc, e pv/i'ji;. f-> appivada.
O a i f.i/.oada declarou quo o voto da
eautara obri4*a o goveaio a appcar a pena de
mu {ttvorao fai todas di
cas ,.i,i o rigor das Icis.
\) .i lie:. 3.ii'im a AJeoy se:o regimenios
)mui i,;; enti'ai..,,. na
. ciJade, desarmara a a polica. Os pnucjfK
M i .cao osadiQapi-se.
,' ~ "1 idioi'iioOioualisU bul
<- liatalhaa de franeos sublevou-se.
^P'-' -'.-, iacluiuio o forte, ote
KtF-nm caminlio do forro.
A na. :, ..i caaaorvou-se' Hel ao goverao.
Os insurgentes nomearamuma una de n
8,800 nt;rn.iciinalstas diz se que dirigidos
alguns rasaos e allomaos pegaran] em armas.
Foi assassina-lo o alcaide, depois de soiTrer
os mais horrorosos tormentos, foi arrastado pelas
ras e di vi Jdo cm bocados. Era ora republica-
no decidido, leudo dispendido parle da sua fortu-
na na dofeza da causa republicana. Ha porme-
ores lerrivcfo Os republicanos conbecidos fu
rara mettidas em banhode petrleo, lancan-lo-lhes
fogoeiii seguida. A casa da cmara e osaulieios
mais iiupo! 'antes furam incendiados o destruidos.
i A cunara por lj'7 votos, sem opposico, ap
provou a proposta, declarando que ouvjra indigna-
da a narracio do ministro dos negocios e-trangei-
ros acerca dos lamentarais successos de Alcoy, e
pe lindo ao governo que proceda com a maior
energa.
As principada abricas como a de papel de
\ illagor-la, furam queimadas.
A estas infaustas noticias seguio se como era
de esperar, a baixa de fundos, deseando i;.
Em Alcoy foi proclamada a commuua, sendo
aquello acto sanccionajlo cora fuzilamanios e in-
cendios. Ale-n- tica a 3, kilmetros ao N. de Ali-
cante e 73 ao S. de VaLuica. E' urna c.idade fa-
bril de muita importancia, c^aaistlnii o maior fa-
brico e.n papel c sabo. Tara 30,093 habitantes.
A tintos horrores soguio-se O sitio da cidade
pelo general Veanle, bavcn-lo urna luta ronli-
da, a que se seguio o -Josarraamenlj de toda a
uiili-ua, fugindo os prn;p:ies chefes. Os peridicos
da Europa vea cheos de porin mores hediondos
das -rueldaies exercidas pelos inter-oaonalistas
que levaram o terror laboriosa cidade do Alcoy
como por exeuiplj arrojarem os vareadores da
municipalidado das jaucllas do odicio, ans vivos
e outrus j asaassiuados.
Fof .oOcialraentc expuls) o malvad) cura
sania Cruz do coramando que e.xerga na fac-
cao carlista. Coata-se o caso jo seguinte modo :
Cliegando a Vera o general Lizarriga,,intiman o
padre Santa Cruz para que Ihe apparecesso, nao
sendo obedecido voluntariamente, mas sim obri-
ga-J i por alguns ofiBcJaes daquelle Cefe, n.a pre-
senta do qual pronietteu obediencia, fazendo tudo
|ue lbe ordenassem, urna vez que o deixassem re-
colher sua residencia. Foi tudo cumprJo, mas
cUcgadu all, intriac eiroa sa o resisti s fjrcas
carlistas, seudodep iis do aJgu.u fogq vencido t
eito prisioneiro.
E^U olflealmente reCouheeida a dorri'ta do
general republicano Cabriuety.que deui.s do coa
plolameute envolvido pelas numerosas forcas do
general carlista Saballs, foi monto, sendo-lhe to-
mada toda a artilhera, bagageus e treus do ad-
minisiracao. Tudo foi devido a iiwuoovdinaco
das iropas repableauas, quo se nogaram a entrar
era accao. Falla-se em i[ue houve falta dos ro-
torcoa que Miavan prevenidos. Os carlistas che*
garata a juntar iu p mto do combato mais do i.000
bomuis. Foi urna dotrota desgratiadissima e pela
qual oa carlistas deve.n tomar grjnde foros.
< O qae oais j ir oorreudo o boato de que
a I-ran-;a pretende ivconbecer os cailisiis eowo
beligerantes.
* Cartigeua est Lunbcui e)ui;)!e!.iiuenio su-
blevada. Os usurr-vcionalos ostao scubores de
toda a cidade o do arsenal. Parece, pelo menos
a?sni ftji declarado as cmaras -pie o respectivo
"ove! nad-ir tuve a culpa de taes iureosss. -Au-
ricli,iriuao de actual mi-iisiro da maiinia, diz-sc
quo e um dos chefes dos insurgentes. As (t*m
tas de guerra Aliuansa o Vicua, adi-eriram ao
aiovimeuto, obrigaado as tripolacoes a desembar-
car os Qulciaes.
Em Madrid creseem as precaujoes militrei
receiando-se di nm mpwentt. para o outro urna
sublevae.io seria.
,o diitur no iu->nbr lempo
po.saivela c-mstiiuaeie cdural; JaMmlu duas aes-
soes diarias, e autotisando o governo a uo as-
slstlr, para se dedicar xcTUJinmente ordem pu-
blica quo esrt mandayr jpts'jupios- caajlaJis
t A politicaW 4>i,**:io*a-Hvei,- fm fonji*
de energa, licando por isso o ministerio e.n crise,
a qual J>t resolvlda.
i'i.y Margall foi pb,eclj de repetidos-ataques,
alo poleudo de forma algumi aparar am mi-
hsUii io ;, i'oi pnjs,.em sogpiida a repetidas confe-
rencias, eleito pelas Corles, Salmern para a pre-
sidencia do poder execulivo, por 119 voto?, con--
tra !i. dados a Pi. Entretanto a sessio foi tu-
muituosa em extremo., cheg nido a cebenlar una
bomia ou petardo porta do congresso.
O ivo ministerio Ikuu a-sim composto:"
Salmern, presidente sem pasta ; Fernando Goa-
zalez. negocios esiraugeiios ; Carvajal, fazendaf
Gil Uerges, justica; Maisonnave, int
Gonzlez, guerra ; aliu-aule zei
Moreno Hidrigues, obras publicas ; lalanca, co
lonia-,
-i Este ministerio instalou-se sem dinlculdadcs.
e tod s osto em espectativa. A minoiii licou
desconteulissima, est despntala e amoac^t per-
turbar a ordem publica, pelo que estao dadas
as providencias mais euergicas.
Qjaudo o ministerio se apreseut-m as cma-
ras, salmern'exp-iz o prograiiima do gabinete,
doclaraiido-se republi :,auo federal. Expoz em se-
gu-la a nece-sidade da roslabelecer o imperio da
lei, e coinbaier a do.uagogia. Lastimn a iusur-
rofcao dos canloes, que nai aguaidar.uii a deci?i)
ua carairas. I>is-e ctfln a maior energa que o
Sovi-rno deve castigar tanto os carlistas como os
emagogos. Depois desta prolissao de fe, seguir
r.uu se os negiicios do expediente, o a correspon-
dencia.
0 ministro do interior lea urntclegramma,
annu ifiaiido que Valencia se declar.ui cantil
federal, apezar dos e.-for-^)s das autoridades. A
milicia de Sovilba decidi declarar o cantao an;
dalu indepeiidente.
Alguns navios de guerra dispoem-sc a ir de*
Cartagena sublevar Alicante. Annunciou que,
am voluntario fepublieado do Estolla, se fechou
no paiol, decidid-) a faze-lo saltar, antes quo o en-
treeass aos carlistas. Gran les e eulhusiasticos
appl.iusos.
A G.i.-t-.'u p.iblicou a impnrtanV.-s dcrotos
do governo, tendeles a resiabelocer a ordem pu-
blica. Uiz-se em un -despacho telographico que a
onlian;a renasria um p.-uco cm Madrid. Os ge-
neraos Lontreras e Pierrar foram expulsos do
quadr.i do estulo maior do exorcito o dissolvdos
os bailhes,
l'or urna doclarai;.o ofcial, sero declar dos
piratas os navios que estao em poder dos revol-
tosos. F-iram fetas militas noineacoes de hoinens
ordeiros para importantes cargos uiltares e cvis.
Todava ein quani-i o governo central trabalhava
para restabelecer a ordem, as provincias am s<*
declarando canloes independentes, revoluciona-
das |ielos diputados da minora iiitransigeii'.e.
Parece que l' y Margall tomar a direcelo
da es |uei da i i cmara.
Cmstava uitiina hora, que em Cldize Bar-
celuna estova immiucnte um conflicto, parqueo
go-eiuo havia dado ordons terminantes aos capi-
laes g- oii.ies para serem atacados oa sublevados
< A milicia de Cdiz atacou o general. 0 eonv
mandan'e general e as tropas onservani-se liis
o resL-loiu com energa. Velarde espera era Al-
cira duas baleras e dous 03|nadr5es p:ra mar-
char sobre Valen a.
A fragata Iv.-.'ort'ii pass.iu no da 20 vista
de Agudas com diieccao a Alicante. Os insur-
gentes de Seviiba obstara a circulacao do i?m-
boios e tomaram posso do tcl- grapho.
-i Delibcrou-.se un conselbo de ministros a fof
nia-.-io de urna divisad le 10,00b honicns em An-
daluzia para parificar a provincia a todo o transe.
Tambem decidi elevar a guarda civil a iO,l)0
honiens
( As msicas de toJa a guarn .'io de Madrid
dsrara ama serenata ao novo ministro da guerr.
l). l'arloa licava em liurita perta de f.'lr
zando.b
i-oan-.M..
O governo resolveu baixar do descont da -lvi-
da Ouctnaiite interna de C 1/2 a G 0.0 medida
-lo successivo vencimento de cada ama das lenas;
a todos os prestamistas quo nao quizerem ref-r-
mar a j ro menor. Ins ser paga a importancia
dos seus crditos.
Dizem alguns que o governo iran-forma os cr-
ditos em rascripcoes de apontamentos a una co
tacao inferior ao prcfo do mercado ; assegurara
utiiros que o governo destina esse pagamento
a importancia das sabscnpces para o eaminho
Je ferro do reino.
- Em l- do o reico havia paz e tranquiliidade,
sendo a oceupaco geial os festejos do da 21 de
julho, auniversario da entrada do duque da Ter-
evra em Lisboa, com o exerclo pacilicador
A' ultima hora escrevo nosso corresponden-
te de Lisboa :
Por mlervcngao do porluguez (legitimista)
Kbciro Saraiva urna casa bancaria de. Londres
negociou um emprestmo do um milhao sterliuo
ffectivo a D. Carlos de Hespanha.
0 cabo Iclegrapbico de Lisboa para o Brasil
deve .>er laucado etn Carcavellos no fim d'esle
mea c cwnejar a funecioaar em agoste.
Qensaram n'esta praca as operad-oes de se-
i'iiui-ain-so os voluntaisM _
ioiialistas -c -toineni se hojrojwa. 0 ministro
inlia celan u que or##K| ostrangeiras a sublea*6"s|is navio de
o da se a--estas pilavMasMim grande ira-
ancia polilica om concoitj,djfiiiTerven.a i." A
guana civil ser agnienlMlrcn 30 mil ho
mens.
--0 joruaLffMyJMiie
e teuialwne al^Bnatqafintrk?
va a pMsear I VdjK sui
crimnimnioi ^H: E
21 ^G^-Hpaiilcaof deret
governador do Altoaute, e subi
selho de giafl-r* Ali
da iartlda dMfr;
a b| Ct
J4|JP4i'>i(lnnlf7n*-rin...DIsle;5Wal b,l
apenas 10 de Pernanibii^), 12 do Marauhao, .* do
epois da |Virl|da
so que a wiiior
tem tlfde,
olieilie
As
nio
mente.
Mann", 12. as cSrs Tot'ap'provado o pro
Mecto de gmtrjbuicaq de. suerrajanijada xspucial
lente VOM rlHbMes c9iftft A^iaio'ia
publisara>4lni. oiablttaM tondMkiMilo poHUca
do governo. Dous capiles generaes e viute e qua-
Tro lenenles'geeraes ru'ulra'm-se no ministerio
da-fnerr.i-para djsoutir o* plan o de cainpanha,
.-t^iti d-i ddmiflar trtiiStflMtSo.
i M;.drid,^.O governudeu boje as cortes um
pr-ijecfo de le aulorisndo as depulagocs provin
caes a arliiirari-ai recurso exlrnordiaario, aiim
de dar maior impulso liita contra os carlista-.
AOinna-se quou o*ronoJ Ireijas so pasou cun a
sua for;a da guarda civil para o* carlistas ; mas
esta noticia carece de coiiliriuaco. Contina a
piuelainaeiio de canloes-- federaes em dilferenles
pont-is. Nao ha notit-ias ps-itvag. df- Cartagena e
Murcia. O ministro da guerracelebrou una con
uronuia om os oili.-iae generaes cesidcules em
Mullid, que Ibc-olfereceraiiHodoo HiXlio para a.
sustentado da tirdeni.
Pars, ii.~Uroglie. reHwmlindu a bitcrpella-
cao de Julio Favrej declara que a ini-sio do go-
verno couibater todas a d-iulrinas anti-fvejaes
e contrarias ordem, agrupanil em voll. 4o po-
der todos os elementos, conservadores. A assom-
bla deu am voto de conlian^a ;w gpverno por
400 volos contra 270.
tmmm
!!' -'.'......
PERKAMiTTOtt
REVISTA DIARIA.
Guarda naclouul.Por portara ta prc
sidencia da provincia, do 1". d-i corralo :
Foram noiueados:
2.' lenle da i.' companhia .da I." batalbabde
artilharia, do municipio'do Recite, o guarda Jo-
- i'omingii..s do i'-irtb't! Sirva.
Para o 3." baiallio :Ie reserva do municipio
do Rccifo (encale da conipanhia o lfn-es
Eduardo Candido de Ouveira. (apilad da o.' c--m-
panba o tenento Juqairo Leoca;ti.i Viejas e l-
enle o guarda Luiz Fruicisc.( Vcira de Luna.
Para o 23. lialalhad de infaniaiit do municipio
de Sanio Aulo :1.* comiwubia, alfercs o guar-
da Joaquiui Pedro do liego Cavaleaute ; 2.' dita,
lenle o lferes Hereuailo do Barros Luna, .1.-' di-
ta, alferos o guarda Ant.io Bo'rges Alvos e o sar-
gento Vire- liuo Jos de Aluleida ; i.' dita, leneute
o alferos Jos Francisco Pedrosil de Carvafbo. l-
feres o guarda Manuel Mara de lollanda (aval-
cante e o sargento Landolino Lo|)OS de Senna ; 5."
Jila, capilAo o teuente Joaquim Maurici > Wander-
ley, alferos o guarda Doiliico Poss-ia Cesar da Cu
ma ; 6.' dita, cap i lito teneule Jo.) Antonio de
Hoilanda Ci voleante, teUentc o alfcres Manuel
GoBkis-da As-umpcilo Jnior ; 7." dita, tenento o
alferes Jos Ceciliailo essonc de Almeida ; 8.3
dila, capit.io o leen! Alexandre Jos Gomes, al-
feres os guardas Jos* Tertulian > Cavaleaute de Al
ine-la e Miguel Correa de Queroz Barros.
Mauduu-se ilar guia de p-yeaj|BUV l,al"a mu"
ncipij -io Recife, ao aiferes Enuli-i Celestina de
M -raes, da i.1 c-otiipan!iia -lo 9.- babili.i de iu-
fantaria doimunicipio Je Olala.
I'oi privado do posto de aiferes da d.* compa-
nhia do 23.- balalb.aj de infantara do muuicpj
de Sanio Antio, Mano-.-l Anlunos Girreia de Quei-
roz, visto nao ter lirado patento Hd prazo legal.
Foi dispensado o lapso de lempa para poder ti-
rar palonto Ap.donio Gimes da Silva, a- meado al-
feres para o 3V. batalU.lo de infantaiia da muni-
cipio do Taca ral .
Jurj do Ri''iffc N'.i-i Houve sessd no
sabbado, por e?tar iaooinmoda I o o Exm. Sr. pre-
sidente do tribuual.
l'iissiio iu:ilk>-Ta 'Vara-, i ilo ISauhy. iO iki linliia, i -da-Paro \lia,
o do Para, I do Uio Grande do SorlC, 3.de Portu
gal, i los Alagoiiii, 3 do Scfgipf, 2 do K-pirto-
Saulo, I de Miilevideo, 1 do l'rugnay, glido I-i-
dos os demais do Rid do* Janeiro e das provincias
do su I do imperio.
No curso |Jh3iiaccu III ultimaos; senli i5 no t aun^ 41 no anuo
e 251 no 3 a* no. fjVsse sao : i d PerttounYuco,
5 -le Portugtl, 2 da Babia, 2 do (Jor, 1 do Mara-
nhao, 1 das Alagoas, 2 do Paca, e todos os outros
do Rio de Janeiro e das provincias do sal (I) im-
perio.
( iiiiipanliiu jnpime/u. No melado do
corrente inez, deve aqu cbogar. proced,-ulo ilnsiil.1
una companhia acrobtica de japonez-, que de
passagem para Viciin.i, onde vai Kalalliar, aqui
pretende demorarse alguns dias o durante estes
olLiccer-tio.s varadisaiinos espectculos.
Applaudda aniaiinemenfe pelos jornaes do sal
do imperio, fcil aj-uizar-We seu mrito ; ainda
mais qnando, j conliccemos como em geral sao i s
japonezes distinctos uesse genero de Irabalho.
Rectiflca^o.O menor e escravo, qne em
um dos noi-sos ltimos n. noticiamos baver sido pi
sado por-un carro na ponte Sele de Setembro, o
do Sr. Jos Gabriel Pereira Piulo e nao da pessoa
uoincado uaquella noticia.
Va par Warj'Ior. Cliegou sabbado de
Maci-i o vap.i|- ingle/. Wairior, il'uina das linha-
de Liverpool. Nada adianloii nm noticias.
Archivo ceuiiomico. -Sota esla denomi-
na-.ao romecou na liaba a pubhcar-sc am jornal,
especalment.! dedicado a tornar embecidos cscrip-
los histricos, lilterarios e recreativos, por meio
de radernetas que apparecora sein.inalnicnle. cus-
lando cada fd io de dez cadei netas 2000. As pri-
meir.-is ebegadas s livraras desta cidade trazem o
coiucco do comViee BxUlmtcia de Ueun por Vol
taire, ediversos captulos da listona dos papis
deuU S. Pedro nl tusts das.
Protestas de lettras. O escrivao dos
protestos, Jos Mariano, esi de semana, cartorio
onde foi a secretaria de polica, sala do lado
da mar.
Lotera. A que se acha venda a lil.' a
beneficio da igrej i de Nossa Senbora da Peuha,
a qual corro no dia 6.
Lcilocs. lloje i, das 3 l|2 horas da tardo s
-*) 1|2, vender o agente Piulo diilerentes pianos
novos e usados, conforme est annunciado para a
ra Nova u. 12.
Ainanh (o) deve ter logar 0 leil.lo de mo-
vis, laen e crystoes, na casa nm que residi o
0 Sr. P. !'. Neednam, cm Apipucos.
As 10 I|2 horas eip ponto partir da eato;3n do
arco de Santo Antonio otrora que servir d con-
duzir gratis os concurrentes ao leilio.
Cxhh le icteneao. Movunonto do 11
1 de agosto de 1873 :
Exisliain presos 32, eiilraram i!, sabiiam 2,
axiatom 343.
A saber :
Naeionaes 240. mulheres 7, esirangeiros 47
escravos 40, escravas .Total 343.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 281.
Mivimcnto da enfermara do dia I de agosto
de 1S73:
Tiverain baixa :
Oemelrio Nstor Monteiro Freir syphilis.
Manoel Antonio da Silva feljre.
Joaqnira Geraldo dos Santos -di;
leve alia:
J* l't**iM|b.ifg'idb>fMgira Cosa :
Do Rom Jardini. Ap[i llanle Jus Vieira da Si!-
va, ^i^do*^-&ire.VBMfos.i.
. Qc Xazarrtlt. A|iniilant juifci, ppellado Arr-
l'inio Paulino Soi-ro.
Ao Sr. i! U-aui'i Ve :
De Floresta. Appcftaiffe o Jn zo, appcllad >
Manoel Sebastiao do Soua e outros.
*# Rom^inMaHio. itpetaip*} juizo, appclla-
do Muiioc-I LeMde rjAillimidubmi.
Ao Sr. -lesemfcai'gndnr Niva:
De Ma:nan|Ua|ie.Ap:ie!lanMB Paul'i Jos-'- Ri-
beiru c -uitro, appejlada a jiialKa; appellanle o
promotor, appela-le Age l'ereira da Sil,a.
8nceirou-sc a sensilo .sil eras.
Ti-iliuiaal d*> cenuiieiTi..
A:TA DA SftSSAO ABI1NFS|AT1VADE28DE
JULHO -DE-tH.
MIHMNU 00 KXM. sn. O-NSRI.HKIIIO MWnUM>
KRANC1SCC PKRETTI.
A s 10 horas da manliS, presentes o Sr. de-
putado secretario Olilo Bastos, e os Srs. supplea-
U!3 S Leilio e AIvc Acierra, faltando om
causa paniripada o Sr. sapplente Pedro Cascao,
S. Exc. o Sr. conselbe.ro presidente declaroa
aberta a sossao.
Foi lida e approvada a acto da precedente
sessae.
XMMBTTB.
Odlcio do Sr. supplenle Pedro Cascao, commn-
ncaudo terse aggravado o seu incommodode
sade c por isso uo pnJer comparecer sesso
do tribunal.O tribunal licou scente, utaadou
que se aecusasso o rcci-bimento o resolveu que
fosso convidadi, atim de oomp*Teci s seisoos
do tribunal, o Sr. eufplfnto iraumtiiaio.
OlOtio do presiJento e secretario da juuta dos
corretoros, reinettendo a bolciim das col ai i--
olliciaes das^manadel a ft:de joBfP.'JMando.i'
se ar;bivar.
Conheciniento aprosonlado pelo oflieial lliesoi-
reiro Innoeeneio T-.rres, qne prova liaver recdll-
uo liicsouraria o saldo do mea le iuubo ultimo
na importancia do 515A7 -O tribunal licou
na forma de
t de ns. 101 a llio -Para o ar-
oili--i.il
larraea.
guimentj da referida casa, continaanlo as suas
operacSos, e procede do lqudac,ao do passado,
aggroganao-se-lb um conselho de administracio,
composto de diversos bancos.
- A associa-;o promotora da gxposigjo do Rio
Janeiro limitou as concessoe- que pede ao go-
verno protuguez, a.) transporte gratuito dos pro-
ductos destiuados cxnosicao. Ja dea entrada
no ministerio das obras publicas a resposta da os-
sactaci coramorcial de Lisboa, relativa exposi-
So portugaeza do Ro de Janeiro, reconhecendo
a vautagem d'essa empreza e que o governo jul-
gava das concessocs que lbe pujem ser feitas.
- O viseante de Ponte Arcada foi nomeado
presidente da associago Defensora da Liberdade.
- Parece qae doas membros importaatos do
partido mgnetista sabiram de Lisboa, um para
Hespanha e -/uiro para as nossas provincias do
norte.
O Jorunl do Cominercio desalent" positivamente
o boato do ir ser elevado a p de guerra o exer-
cito porluguez. Diz que toem sido licencalos os
soldados da reserva pronorco que vio entran-
do as (Reirs os recrulas.'c logo qne com estas
so prclizer o numero superior a 30000 iracas da
pret, forca do exerclo e; p de paz, serao tambem
licenciados todos os soldados que excederen)
aqaelle numero, anda uesmo quo nio s'ara da
reserva.
E.xm. presidente da provincia visitar houtem o va-
por ILope; anoi'do da qual so. a-ha o fio lelcgra-
plii.o que'flev Ifgar-nos com o veilio -ontinente,
om una laucha a vapor Hjuo do "arsenal de riruii-
n!ia largoa, depois de'll i.ura-da maillia dirigi-
se para all S. Exc. acompaubrido de diversas ca-
vallieiros distiuclos e amig-is seus.
0 mar, porm, estava too cavado quo mal per-
mttio a volta da poata de phar-d ; "S vagalbfies
succedam-se tai) precipitadamente, o era tanta a
agua que invada a lancba quo, prudente fui tor-
nar para Ierra.
Do volia, apezar de milito malhojos tolos, atra-
cn a lancha corveta Vitil t Qliseira, onde se
demoraran] um pouro os passeiantes, admirando o
asseio o ordem que distingue aquello vaso de
guerra, cuja oflkialidade, para complemento lgi-
co do mais elevado ao menos graduado, de urna
alfabilidade e poldez a Ao se deixar esqueccr por
que-n liver occasio de a-commanicar.
Vapores trausatlanticos. Lomos ua
caita do nosso correspondenie do Lisboa :
A -i, local aqu -i Biymantht, uavo |iaque
te das Mcssagerie' d Brdeos ,A 2(5 sabe do Porl),
em primeira vi jg -m para es porto* do Brasil, to-
cando em PeiuambBCu, o vapor Julio iniz. A
2 de agosto esperamos o Arbtrate-, do Liverpool,
que seguir em dreitura para Peruambace. A o,
oLuzitanii da bnha do Paoiico ; a 13, o Niva da
Royal Mail de Southamploa ; e a l'J o Hiilanni,
da carreira do Pacifico.
Roubo. -Das 6 para 7 hora da auli, de
hoiiteui, um molojae, da 16 para 18 aun .s do ida-
de, (rajando caifa o paiitot preto, mas descalca, pe-
nelrou na sala defronte do S^'andar do sobrado n.
22 da ra Duque de Caxias, qnan lo anda a fami-
lia se aebava no aotaodacasa, e d'abi levou parcho
d; ro.ip.i de uso, Unto de hornera e senbora como
de meninas, bem como um chapee de sol de soda,
comcaslo de puta.
Asylo de alieuados. Conlinuoyao do
producto do beiifciaio dado uo nirtu amoiicano :
Transpone 2:218000
Commoadador Vicente de Oliveira
Villas-Boas e Dr. Pedro de A.
Lobo Moscos,.um amarte *iO0O
Dr. Joaquini Corroa de Araujo, 1
idom 30*000
Bcrnardiuo Gomes do Carvalho, l
dem 300OO
Ur-' iypi'iau i F. C uuies Alceforadc,
2 reservados 15*000
Thomaz FeTeira de Carvalho,
dem 10/900
MajorLuiz A. "CoMW-'Satin. 1
idom "30OO
A. Ubral, 1 dem 3*000
Negreiros & Irmao, 2 Idttn 6000
Manoel Agoslinho Pi-rera da Silva.
Ceaiitei-io pal leo.- Obituario do dia 30
de agosto :
Manuel, pardo. Pernambucn, 2 annos, Biavifto;
con vuLoes.
Joa-iuim, pardo, Pernambttco, 3 diaa,Boavista!
es pasmo.
Um recem-uascido, braneo, Pornambuco, Santo
Antonio; nasceu morto.
Passa-^eiros.-EiUi-ad -s d portos da Eu-
ropa no vajior iiiglez Cuzco
Antonio O. Martins, Jo- L. J. Araujo, Jo.io F.
Porto, sua madrasta o 3 Ibn-*, An'.o-ii i I', da Silva,
Joao C. Alfonso c seu sobrinho, Jo.io Ramos, Ma-
noel F.eS Sanios, Antonio P. Lucio e sua inn,
Fernando de Paiia, BctnarJ
nio C. Machado.
Jos Pereira o Anlu
No lazareto da Lisboa derarn--,i3 .ciaco casos d
icbro amarejla bem pronunciados. Os passaae*
ros do Jfarfa aVi Gloria, vjudos do Rio de Janeiro
que estovara na lazaroto -wra ter ptaco ao da
18, nao iwderam sabir por,ser suspensa a respec-
tiva ordem por aquello mopvo!
Desmente-se o boato de ser elevad* a raarechal
) marquoz do S da B-radoira.
.Foi nnjeao. director..goral. da ostruccaQ
publica o coaseL'ieiro Jajmq .(Jonstonimode Frai-
las Monz.
. E-dao carg.i: em.Lj^oa-/M#T/k<>.a //para
Pernau:buc,.(Mr-a/ para o Para; o Porto--
j!ct[e eTr/mjip^u.para j'e-iiambuco, MeUL.L e
insurg
yMiti.
junta de ?al'
S:379000
Pagadoria da tbwsuuiuj-ia. do la-
zenda. -Nesla ttocao pagazn-sc boje as kguio-
tes folhas : empregados da visita de sade e do
instituto vaccinieo, pra'caa de pret reformadas e
-arsenal do guerra.iarsenal de nuriuba, capitana do
porto e companhia de artilices niarinhoiros. Os
funeconaros couiprebendidos as uieuciooadas fa-
llas que djixamm de recaberooto ato, s serao pa-
gos do 6 dia em diaato.
Counmodiriade pabliea. As pessoas
que tiverem de ir.np prosiun vento tomar bartbos
salgados em Olinda, e meamo as que residiium
nessa cidaile, podarao ter agua e gat em suas ca-
sas com a maor facUdade, visio pfferecer-su a
respectiva empreza a tozar. sua cusa as canaii-
sacoes precisas, cobrando apenas nm aluguol uio.i-
sal limito mdico e por coosegamlo au ajcauue de
todos, segundo o annaac) *m hoja poblicamos
Difllcl como na cidade do Olinda a conducan
d'agpajdos cbafarizes para es predios, per causo
das buleiras exislentea, a dJibertco da compa-
nhia Sunfa Timen, er seui davida geralmoute
aceita apreciada.
Qualquer familia iju* liaba, de.jr pa^ar.alguns
mezes em Ojiada .quena ia sua,casto ufa
despezas nccj-iinaa co toeacanaluacaes empro-'
dios arrendados, no dwdajr por nm aluguel
measal gozar de semellian'es melhorameQius, ra-
suiuudo-llie grande e.CQnoraia, isto abundancia
d'agua evitando eirapra-la ora cargas par procos
exagerados e domlqualidada pela falta do assaiu
HK.\m ji m VlUm \AB. 11 RKLAC.lO
SESSIO 1!E 2 DE AGOSTO DE 1873.
tansurageu no um. sn. coxssxHnnw cxkia.n-
8ANT1AGO.
Seret'ino Dr. Virgilio Coetka.
As 10 horas da manba, peesentes os Srs. des-
embargadores Almeida Albujuerque, Doria pro-
curador da cora. Doraingnes Silva, Araujo Jor-
ge e Neiva, faltand) KMU causa o Sr. desenibar-
gador Begueira Costa, c o Sr. deseaibargador Lou-
rcuco Santiago, p .r estar na presidencia do jury
desta cidade, ajrio-so a sessS
Nao havendo numero para julgamento dexa-
ram de a ellos proceder.
PASS.VUU.N-S
Do Sr. desembargado!-Almeida Albuquorane ao
Sr. desembargado!- Doria
Do juizo municipal do Recife. -Appellantes Tas-
so Jrmos, appel lado Joao Vasco Laural.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Do jury da Telha. Appellantes BiedictoTheo-
philo de Menezes o oetros, appella-la a (nsticn.
D'Agua Preta. -Appelhnte lUnoel Mathia's Be-
zerra, inpellada ajuslica
Do Recife. Appellanle Miguel Pereira dos San-
tos, appcllada a jostica.
De Palmares. Appellanle q Juiao, anpellado
Manuel Ramos da Silva.
Do Buique.Appellanle Manoel Felosados San-
tos, appcllada a juslica.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Regueira Cosa:
Do Recife. -Appellante o Dr. carador geral, ap-
pellado Jos de Frailas Barbosa.
Do Sr. desembargador Araujo Jo:'ge ao Sr. dea*
embargad >f Almeida Albnquerque.
Do jury do Orejo.Appellanto o juizo, appella-
do Joa-piim Gomes, da Silva.
Do Recife. -Appellanle Maranno Jacintho dos
Santos, appellado Pedro Frreira Lemos.
Do Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gador Almeida Albnquerque:
De Alagoas. Appellantes Dr. Ambrolle Macha-
do da Cunha Cavaleanti e outr->, appellados D.
Carlota Aeaiol de Barros eoulros.
Do Recife. -Ap;-ellante o ju-zo, appellado Bone-
dalo, escravo, por seu curador.
Diligencia crime.
Ao Sr. ik'senibargador promotor Ja justi?a :
De i'oyannlnha. Appellanle Joaquim Soares,
app'-llada a juslifa.
Do Saboeiro. Appellanle Pedr? Uodrgucs do
Amerira, appcllada a justica.
De Camnr.igbe. Appellante o u'iz-), appellado
Hilario Francisco da Silva.
Com vista ao Dr. curador gara) :
De S Joo. Appellanto Domingos Tivares de
Rrito, appQllados Antao de Paras Oliveira e ou-
tros.
Assigaou-se dia para juigaincni) dos felos
eguiutes:
Appellacio crime.
Do Ico.Appellante o joize, appellido o aienor
Joao Baplista.
Appellagoes civeis.
Do Sobral.Appellante i Antonio Fcrreira da
Rocha c outros, appellado Jos Gomes Rodrigues
de Albaqucrque.
Do Recife.Appellante Antonio Jos da Silva
do Brasil, appcllada a companhia do Beberbc.
DISTRllUIQUS.
Recui-sos crime*.
Ao Sr. desombargador Almeida Albaqucrque f
Recrreme o juizo de direito de Bauaueirns, re-
corrido Manoel IVixoto do Nascimento Datra.
Ao Sr. dcseiiibargador Domingues Silva :
Recurrente o Jaizo de direito de Garaaliuns, roj
corrido lo.-iquim Alvcs dos San!:
Ao Sr. desembargador Regneirn C'st.t :
Reeorrento o juizo da Garanhuns, recorrido
Adrio, escravo.
Ao Sr. desembargador Araujo iJorgc :
Recorren!.' o juizo de direito do Cabo, recorrido
Joaquim Sarnosa de Vasconccllos.
scente o inaoduu que se i rocedosse
eslylo
Jornaes
chivo.
Lvro de registro da .orrespoudeni-ia
regularmente escripturado al o n. 110.
DESPACHOS.
Requeriineutos :
De Antonio Martins & C, pedindo porraissio
para conlnoareni a escr-pturar nos livros tp:-
servuam lirma Bastos & Martins, da qual sao
successores. Cuino re-|uerem, trazeudo os suppli-
canles os livros do que tralam secretaria de-le
tribunal, para seren feitos as devidas dech-
rai-oes.
De Meiroi Carvalho C, pedindo baixa no re-
gistro das nomeaoOes de seus caixeiros Francisco
Pereira de Figueiredo Toudela e Jos Primo-do
Oliveira. Sim.
-: l.ui/ de Paula Lopes, oppondo-se ao registro
da cana de matricula de Jos da Costa Douraflo.
O tribunal tomar ua devida eonsideracao o
que o supplcaule expende relativamente 'pr -
tencao d.i supplicado.
De Antonio Jos da Cosa Cabra), para eerlir-
car se Ihe se seu filho Tliuinaz de Aquino CosU
Cabial coiitim'ia a ser seucaixeiro.Compede.
De Manuel da Cunha Brandan, cerlidao da no-
meacao do caixeiro Jos de Almeida Costa.Cer-
liuqao-so.
De Valenle Aj Inno, idem da de Antonio Jo>
da iCoala Valenle.Dse ;.os sapplicanles a cer-
iidao requerida do que enastar.
pe Jos Luiz Afines Vllela dem, sendo o cr.i-
X'-iro Antonio Alvos Villela.Passo-so a certd ..
do que coiislar.
De Francisco Rodrigues dos Santos, dem, re-
ferindo se ao caixeiro do igual nonie. Cerlifiqu- -
se o que constar.
De Pacho-o & Genzga, idem. sendo que o cai-
xeiro a quera se refero Quinino Lucio Estru-
piliano.-Certilique-sc.
De Antonio Francisco -lis Santos, requerendo
o r.-gisiro da nomeaco de seus caixeiros Bch-
sano do Siiuza Bandaira Sobrinho e Aotonfo Fran-
cisco dos Santos Filho.Pn cdase ao registro p
dido.
De Antonio Jaciulho Casar, sccilando tambn--
0 registro da nomeaeao de caixeiro junta. -Com
pe Je.
De Ribeiro Vieira, igualmeiito apitsentan-i-
a nomeac.o de seu caixiiro, afim de ser registr;.-
da.Na forma requerida.
De Joio Alexamlro Vieira, submeltendo a n- -
meacao junta, para qae seja iegislra-ia.-l)eft-
ndo.
DeMciroz Carvalho & C.juntantlo una nonu. -
Qao de caixeiro para qne *; ordene ocomneteBie
registro. Sim.
De Jos Joaquim da Cunta, idem respertU
mente ao sea caixeiro Antonio J -s Estoves Gu-
maraes. Regstrese.
De Louroaco Ribeiro da Cunha Oliveira, lr..-
renlo a registro a nomeaeao que dera a Aifred-
d-is Mntos Alinei-la e Marlnbo Jos E.tevesGui-
maraes. Como requer.
De Guariuo de Souza eixe, para que se roanii*
tambera regi.-trar a nomeaco in-lusa.-beja re-
gistrada a nomeaco junte pelo supplicante, que
1149 provou a allegada nacionalidado do seu cai-
xoiro.
De Joaquim Bernardo dos Res, idem, referi:;-
do-sc a nomeaco quo anrcseBta a Antonio Jos--
soares e Latnno Theotonio dos Res. Registre-s
a iiomeacao apresentada pelo supplicante que nao
provou a ajlegaco de serem brasileos os caixe-
ros nomeados.
De Joao Antonio dos Res, dem, chamando-sc j
caixuro Antonio Floriano dos Reis.Registre-s.
a nomeaco junta pelo supplicante, que nao pri-
vn ser bra.-ileiro, como allega, o caixeiro n-
allega.
meado.
De Guilbcruiiio Rodrigues do Monte Lima, so-
jejiaudo a registro a nomeaco que conceder .
Manoel Xavier da Fouceca Capibaribe.-Registr--
se a nomeaco junta, nao lendo o supplicaii"-
aproseulado documento algum-para provar a allt-
gada nacionaldade de sea caixeiro.
Do mesmo Lima, dem quanto ao caixeiro Ale-
xandruio Francisco dos Santos. Deferido, nao
estando provado por documento algum ser bras-
iro o caixeiro nomeado, como atniia o snpp -
panto.
De tto Buhres, ainda tiazmdo a registro as a
meacOes juntas. Declare o supplicante quaes es
escnplvS de que sao eucariegados os caixeiros da
.que trata, como, se v dis nomeacoes {untas,
que 11 o fallara de escripia commerrial, mas de es-
criptos
De llermuo Ferrera da Silva, outi-osim, reg: -
lio da nomeaco de sea caixeiro. Na forma re-
querida.
De Jos Paulino Lopes de Almeida, idem, sendo
que o ciixeiro que iioniearii chaina-se Francis-o
Teixeua de Parias. -Regislre-sc a nomeaco junta
pelo snpphcanto, que nao provou ser brasilein-,
como di/., o caixeiro nomeadi.
De Miguel Luiz Sougey, apresentando iguai-
inente a registro a nomeaco de Tuoin de Miras-
da da bilva Fragoso.Seja refistrada, nio tenuo
o supplcaule ministrado prjva alguma da alle-
gada nacionalidado de seo cilxeiro.
Ou Gulllierme Jos dfc Souza, iiiem, sendo o
nome do caixeiro nomeado Mtouio Fraucisco L--
bcrato.Proceda-se ao reg Uro ue-dido pelo sup-
plicante, que ao provou ser brasileiro, como h,
o caixeiro n-meado.
De Tavares de Mello A C, requercudo soja re-
gistrada a nomeaco inclusa. Sim, tendo o suj -
plicanl allegado porm nao provado ser brasile-
ro o caixeiro nomeado.
De Manoel Goncalves de Barros, trazendo ann--
xa una nomeacu de c^ixeirn, a qaal pede se re-
{istreDeferido, nao toado, porm, provado ser
rasiloiro, como assevera, o caixeiro nomeado.
De Manoel lardoso Ayies, otTerecendo tres cei-
tidocs para provar serem biasileiroa os seus- #k-
xciros, enjos iiouies nellas ac declara.-Sm,, jup-
ias noiiieacao.
Do Amonto Martins Moroira, Jos Joaquim Goii-
Sal vs Bastos e J. Antonio da Silva Bastos, registro
p di-trato social da firma Bastos -.vMaHins.-,y*s-
ta ao Sr. desembargador scal.
De Joao de Aquino Foacica e Joo Ferrera-
1 ^. Wnrtt.Li f o kt a K.in T nnn IkAn ^ _____T_____
eos dos republicana.-. .Efelja o P,iice-da. J dos
correas, boatos -la tomada da ultima. Madrid, 2i.-Sabals entrn em
Esla entrada {Je D. hartos, depois Je lauto Ipois de ama r*toncia,J^Qa di
lempo ler deuado bator-se os-seus parliuarios en) [ebefo militar do appariameflKJa C
quanto elle estava e;u lugar seguro, teai dado l- [03 sbfovados que proclamaram'' o
! Las vasilbas c m aquioreijeljii. 4aa.
, .-'Wade de auctlclna do Rp de
leuatodp) def, Jaaeiro. -.AoltH" ul.vlos nesse esta-.
itanfeij. belecimento, no enra-a uiediio, r.u carreute aarfo! noel Ferrera Das,
iz.bil; contra lectivo, 48i alumnos, tondo >1 no ann do cur-f Do Omito.-Appellanle juizo. f.p.->ellado' JoftiS
to. Bm so, 90 no 2" aano, 7C no 3o aun), 77 no i' anno, i Luiz Pereira dos Santos.
dos Santos. dcclaranJo nao Ihes convir contiuut-
reni na suciedade qn.e teem sob a firma Fonceca
S Santos.Informe a secretaria.
Ao Sr. dosembargadar iNeiva :
Rcorrente o juizo de direito d.i ImperaUr, re-
corrijo JJan .1 Eugenio Muniz; recorrente o juizo _.
de drci'1 le Garanbnn, recorrido Manoel Fio-1 De Josi da Silva Loyo & Fllfce, sujeitando a r*
reatiuo de lloll.'. Misti-j a iioujoacao do seus caixeiros Allenso I
Apjiellacijos criras. da Silva Bastos, Victorino Jo; de Saldanba, Jo*.-
Ao Sr. desembargador Almeida Aibuqucrque :
Do Re-"fe. Appuants Joao Fcrreira dos San-
apellado Manoel Jos Gnees do Magalbaes.
Da uipcrati-iz. -Appi'llaaio o juiz>, a;.) -liado
Francisco r da Silva.
iVoSr. dc.-jiubaigador Doaiiague;
Da Paraloba.-Appellan'-- S. do. Cer*-
i'ada a j.
Dj ipu. Apuellante q nromptor, apellado Mar
noel ITen e io Dias.
Concalves Ferrera Seve, Aatouio Gomes.L*al
Loyo, Julio Cesar Freir GaiBeiro, Antonio Cm-
ad-so Gomes da Silva, Vice.Ua Jos .Rorgee $
Castro Jnior, lejirique Das de Frcitos'e BoHar-
mipo Caruero. CavalcantLlegislre-se a neipaa-
juoto pelos aupplicautet, que pao proncaia
tur documento algum, que sio ursileiros,. com
allegara, is dez caixeiros nonndos. '
De Auiraio loaqainx de V->coaceDs, em'mr-
ciwlednaUi'alada e estobcloiidb om saboaria,e
serrara a Vapor a. ra do Bario do Trumpb
deelaranj achar-se imposs ijflittwlo de satisiater
i
7
4,




kA Sh FtJNiMb^ tiagit* fe #^4rgffifl & qwfc
\
'"p,',5??lHBI
se Mo
!in%-
r sflem
ras do impc-
Sr. Pedro Cas-
de prora]
ouced
nos. &u iAcdiJi
ios e Fe.m
pcssoas a e les niuf,
trame, e nao tendaL
ci, que alias por ser cipdor d mes no impe-
trante nao estara no caso de tomar parte na vo-
ta*, a j a que ka le tfJr liyjfi; k pwtcittjpo do im-
petrante, nao podo 0 titbanal, eontpbstb Mo Sr. S
LeitTto e do respectivo Sr.ci*nselheo presidente,
nos termos do art 10 do tu alo nico do cdigo do
eommereiu, dar andamento ao requeiinento do
impetrante, o resolten onridar tres supplcutes,
n,ii9eom 0 Srl depneado 84- Leitie coniponlwm o1]
tribunal que ha da decidir tal requeriniento, vista
como o Sr. depuro Lpttat Machad), qij)rae
tem de comparecer, unin^tn 8 ere )or do imoe-
trame, opcfrls^tfna^rjw^Yunecietoarno; negocios
relativa* i moraWrtalirtrMorad;?; e visto como rv.n
bctauej Sr uppqiitoH Rrreifa Rogo e Urao de
A'ajaivili teom por vmos declarado nao pode ron
comparcaer s $e caM'8>.\n rteql*tlWMft;'r -*< '
l h- ios da. Custa- Dainrado. registro da carta de
matricula que llie foi concedida pela antiga junta
lo commercio.-r-Indoferido.
De Gilslavo Adofpho Schmidt, registro dos csla-
litlos da companhia Ferro Carril de Pernamhu.-.o.
~Sottofaa e parecer fiseaL
Nada mais ln vend a despachar, S. Esc. o Sr.
nnseJhcira oresi lente ejcertdfl a aessao s 10
i: '
SESSAU. JIDK3AIUA EM di DE J l'1.110
DEL 1873.
'!'!'MDfiSi.'IA DO ?XM. SR. COMSKLHEIllO A.\S:a.lO
FBANCISCO PERETTI.
,, SireNrio inferw, o &flri(tt Tortvs.
Ao meio dia, estando reunidos os Srs. dosera-
i:ir os Srs. depulados (linio Rasios c Lope Machado
e os Srs. sujjplentes S Lpitao e Guerra, S. Exc.
o SPVortselhetr presidente abri a sesso
Foi lida e approvada a acta da sesso do 18
KCQHOA**.
.Visignou-se o que na prxima passada snssiu
fui proferido no feito entre partes: appellanto
Willianl 0. Fennelly, appellados os administrado-
res da massa faHida de Fernando Sleppto da Silva.
JUI.GAMB.NTO.
Appellantes embargantes Luiz Ribeiro da Cunha
Sotniuh), appullada embargada p. Tliereza Ju-
lia Botelho. Juizes os Srs. de-embargadnres Silva
Guimaraes e Aecioli, o Sr. diputado Olinto Bastos
o o Sr. supplente S Leitao Fua receidos em
parte o eiu parto esprezado os embargos coaira
o voto do Sr. desembargador Silva Guimaraes.
Rccorrentc a companhia de seguros Garanta -
recorrido Joaqnim Pereira de Faria. Sorteado o
Sr. doputado Olinto Bastos coi consequeucia de se
adiar coin parte do duente o Sr. supplente Pereira
Ose.io, foi adiado ojudamente a pedo de um
dos'dotis juizes commercantes.
Appellaute embargante Jacob Cah, hoje scus
herdelroi] appellala -embargada D. Del lina Talles
do Menezes Continua sobre a mesa esparan lo o
comprecimento do Sr. desembargador Doria.
PASSACrtNS.
Do Sr: desembargad ir Sil a Guimaraes ao Sr.
.1 serabargador Res o Sil /a. -Appellaute embar-
gante Gcrtru-Jes Germana dos Fassos, appellado
embargado Mauoel Eduvirges da Silva, appellaute
ii cornpanMa The Liverpool Globe Insurrance
Cimpany representada pelos sens agentes nesta
ida Satindors Brothers (S C, apptllado Josu
Materno de Azevedj Santo
Do Sr. dos&ubargador Beis e Silva ao Sr. des-
embargador Accioli.-Appellante Antonio Duarte
Carneiro Viantn, appellados Joo Baptista Gomes
Penna e Antonio Cnmieo Moreira Temporal como
administrador de Ma mulhcr, e asiros appellan-
l.; embargante Hora^ngos Piuto de Freilas appella-
do embargado Antonio Fenvira Braga.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes. Appellante embargado
Manuel Rodrigues Teixoira, appellados embargan-
tes viava e herdelrus di llenrique de Miranda
llnriques, o tutor da menor _e o curador geral.
DISTniBUIQAO.
S. Ex*, o Sr. consellieiro presidente fez a3 se-
guintes di-lrilmi.oiS :
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes.-Ap-
pellante o Dr. Jesuioo Augusto d(is Santos Mello,
appellados os administradores da massa fallida de
Fernando Stepple Ja Silva, appellantes os admi-
nistradores da massa fallida de Magaluaee & Ir-
inaos ; appellados Arlos Pinto de Lomos & : -
Ae Sr. desembargador Reis c Silva. Appellan-
les Severioo Irm:io C, appelUJo Francisco Pin
to de Souza Nevos.
Ao Sr. desembargador Accioli. Appellaute
Antonio J"s ileOliveira, appellados Draga, Gomes
4C.
Enrrou-se a sessao I hura c I/i da tarde.
Rnlanccte ilo Banco CoatMer-
-al de IVi'uambuco, esii 31 de
.piilliiMle IH5.
ACTIVO.
Accionistas..................
Letras descontada!.............
Letras a ree*b_-r...............
Valores dejusilados............
Deapcaas gecaes..........
ii'spezas de installaeao........
Movis......................
DiVenas romas...............
Catxat ......................
4.30'J:000(t0ft
1,551:5911770
11:5974780
3:0(X(SIX)
l:055|iCO
6:H7:i73
3:914*551
29l:8.'i7:M
5'J9:4095797
l'ASSIVO.
Cantal.......................
Fondo le reserva.............
Contas correntcs por dinheiro a
juros......................
Coolas correntsa simple-........
Letras pjr dinheiro a juros.....
Depsitos da directora.........
Dividendos...................
I escontos.....................
Diversas contas................
Lucros c perdas...............
6,702:144:5003
6.000:0005000
4:900 J6M
137:034*100
42:333*000
14:533*600
36:11005000
3G:7l2*'-00
47:571*630
332:409*138
H:130J006
S. K. 4 O
6,702:144*003
t.
O guarda livros,
/. Pereira Pinto.
L.V..I.ISH BAR! OP HIO DK JANEIRO
(LIMITKD
Capital do Banco m 50:000
aeces de 8 -2.) cada tima c 1,000:000
Capital realisado...... !>00:000
Fundo de reserva...... 100:740
RALAXCO DACAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
EM 31 DE JULHODE 1873.
ACTIVO.
Letras descontadas.............. 1,^83:324*770
Emprestimos n contas caucionadas 362:826*150
Letras a receber............... 32-.70V*78i
Garantas e valores depositados.. 79i:03U910
Mobilia. etc. do banco.......... 11:390*800
Diversas contas............... 686:033*210
Caixa........................ 522:037*810
lis. 3,094:769*43)
PASSIVO.
Coutas correntes sim-
.ples.............. 676:153*010
Deposito a prazo fixo
eofll aviso c por le-
tras............. l,386:30i*82ii
Letras a pagar..................
Ttulos em caticao e deposito.....
Diversas contas................
2,262:457*830
3:863*120
794:031,8910
634:396*370
Rs. 3,694:769*430
S. E. & .
Pernambuco, 2 de agosto de 1873.
F. B. Bloxham, manager.
Clare Sewell, accountant.
3U8UCAC0ES PEOlOfi
---------^--------------.------------------------------ .i
Questao religiosa.
__ J lempo de acordar o governo do paii, que
tao profundamente tem dormido sobre a nuesto
religiosa, que h je conv toda a furia- da um furacao
devasta a paz e a tranquillidade do povo pernam-
bucano, bem como, seno em igual escala, doAle
nutras' provincias do imperio.
JSs&'por demais .conheeida a criminosa aspiraT
cao do' poder espiritual, que desprezado o pr-
ceito do Christo -Dar a Cesar o que de Cttdr e
Dhs o que ih D.k;, e naejse capacitando di
rrdaile dajuellas prlari\isJfef.rrtfo ma hte
*mlo-quer forjosamajKf dSjUsiWla sera que
l^e nao pertenoev^afinCda d^fazer ampia co
lleita para o sru JtfWPJ y>aiiTi torra, cuja
rtniversal stijeicSratsarro sapftia. j> procurou rea-
Ifcar emboraIuotii gaiids/dtiliiaos pr*a hnma-
mdade, quo aw ednvsn ^nfene pagor 0 grando
neceado do nao querer ver ib pontiliee o seu su-
lremthefcal6f i vtiff? -fvils f\ r\
A I^\.*^qM^|)or|%jJf>a)uo\#-
eancou a sombra de sua faia, dessa Roma queri-
da, das homricas fadigs do seu balalhar laces-
ii*e en prel de nina monireh'la'tmversal sol.
-sceptro do papa. Icvanta-se boie de iujvo, vendo-se
I>rivada de sen estratgico rodileto, na dVposigao
de realisar sens sonhos scnifirdlUndldsj^Aas sem-
pro affagailos, qaerendo lr naquellas palavras do
^vangolhoUuum otittft mus pastor;\ sagra-
'.'o de seu silAptfefItliNgnd > desidertum.
Oominadi'pm- cmndi Oxa, allucinada pelo es-
plendoroso brilho da inais ^ue^ida asJrella do co
de sua poltica, a curia romana noente perpkj-
xiJadesna presecucao de sen hereditario.nrojclo,
neol'se1 sent abalada no errneo eoncclW que faz
de sua missSoe da do papa.
Impvida quer arrostaf toJos os perigo?, qner
ferir a batatas, ainda que na garganta do monte,
porque nure a conviccao do que um anjo de can-
didas vestes vira combater por ella. Fatal e
gpeira !
No'nntretinto trava-sc a lula, precipitam-se os
atonlecimentos, e quen vem'a perder e a sofTrer
eja humanidade, e?sanao divina, a (ffiem as ten-
pi-siades soniaes causam sempre algnma a vana e
fazoni retroceder, demorando-so- a sua chjgada
an port desdado, termo final de sua derrota.
E qui'iii dira qui na igreja, depbsRnria das
eternas'verdadi^S' e arca da salv-arfm da hbmahi-
dade, se havia- de encontrar tantotfaionens que,
jifasiaudvee do sua verdwleira^doulrioa aumal
comprehendendo-a, tein sido a origem da "mor par-
te dos males, que tem assolado as sociodados;hu-
Manas ?! Ningucm a pnori o dira; uinguoni ft
pensara. Mas abi osla a Jiistiria, me grava e
nao esquece as dores c os gemidos da huuianidade
o o nuiuo de setu autores, a dar solemne t>temu-
nlio de taotri.-te verdade.
Os ministros da rcligio do Crucificado, desvian-
do algumas vetea os olhos da santidade de sua
misso, quo deve sor para elles como aiwlumna
de nuvem |iara os hebreus no doserln, tem conr
vertido a niagestade de seu santo ministerio nu
ejercicio de ms paixoos e na praticad princi-
pios contrarios aos pregados por seu divino mes/
tre, e declives para a dissolucAo social, consequen-
cia sempre lgica o inevitavel do tu lo quanto
transvio da sonda tratada pela moral, pe* justica
e pela religiao do genero httmanov
As cruzadas e a inquisicao sao dous gtandea
lacios que syubolnsam as mais crueh coiiseijucu,-,
cias Jos abusos dos nmavaa da igreja, desses. ha,-
meas a quem o Exto. Sr. D. Vital suppoo capa-
zcs do abusar n i presente e no futuro, por nao
bavc-la feito, diz S. Exe., no passad k
A nao seren os fanticos, os escriptore* e o
historiadores mais illustrados e criterioios sao ac-
erdes em aVnaar, ainda que coui magoa, as fa-
taes e dolorosas consequeneiasdos erros o abana*
coes dos ministros do santuario
Mas nao era mister quo houvesso historia, para
que hDJe se devesse assentar n'uma verdade, e
que nao pequea serie de inmensos males tem
proviudo humanidade do abuso dos ministros da
igreju. Para isso bastava stnentc o testemiinho
vivo e incontestavel, incorrupto e incon uptivel
da humanidade do que se est passaudo na
quadra actual entre nos e cm quasi todo o mundo
l'resonciam e observan todos a uinrcha, a di-
rec.-o que a corle de Roma, impullida por nina
reprovada ambicao ou por um exagerado, mal en-,
tendido e criminoso zelo pela missao i|ue Ihe
conliada, preteiiuc e quer imprimir humanidade
c j cometa a fazer. O jesuitismo ergue o c.dl >
audacioso, e de mos dadas com a curia romana
nao cessa de trabaltiar na obra commumde fana-
tis.ir o mando. Preteade-se effectuar a absorpgan
do poder temporal pelo espuilual, a substiluicao
do imperio civil pelo ecclesiastico. emftin, plantar
a theocracia sobre as ruinas c destrozos de lodos
os governus humanos -obra paciente e magestosa
dos eeforeoa sublimes de maltas geraQocs.
O Exm. Sr. I), vital declaran se heroieo e v-
leme campean dess luta, travada s uo desinte-
resse d poros e a benelicio dos interesses mun-
danos dos padres, que suspiram pelo papel i|ue
em priseaseras representaram no Egyptoe sonhan
cun dar humanidade a attitude qc inipozerain
ao povo egypcio nessa mesma poca. S. Exc.
abre, luta renhida com o estado de que subdito,
revoiia-se contra atlas leis e pretende que o go-
verno do paiz, a bem Jo cumplimento das ordens
de Pi IX, cruzo os bracos diante de sua crimi-
nosa attitude, apadrinhada com os interesses da
igreja, a quem, longo de prestar um servico, causa
s mais considerareis males.
Nao ; preciso que o governo consulte aos
rraes e verdadeiros interesses do povo cuja airee
cao Ihe est confiada, e quanto antes lira, cm
nomo da le dos altos destinos da nacao brasi
leira, a bataina que ha de dar o triuinpbo da ver-
dadeira causa.
Nao mais occasiao para condescendencias
Urna vez ijue a obelUMcao, traduzida em tactos,
de alguns prelados brasileir.is, fez perder as espe-
ranzas de algum frueto colher-se e neiihum dai-
no provirdos pannos.momos e das falaes condes-
cendencias, mister que o governo do paiz revis
ta-se de energa e se deixe tomar de seria attencao
pela causa patente dos males que j nos affligem
o nos promeltem acabrunhar para o futuro, nao
dando lugar a que se lornem ellos irremediaveis.
O Jornal do Recife de hontem murmura que
emquanto se manda proceder com rigor contra o
parocho de Santo Antonio por desobediencia
deciso do governo, nao se faz o mesmo com re-
laia ao hispo, o Exm. Sr. D. Vital, igualmente
culpado.
Se o Jornal do Recife hao tem razo nesto
ponto, porquanlo o dospacho da presidencia na
petico do Sr. Joaqnim Francisco de Mello Cabu
Jnior nao envolve soinentc o vigario de Santo
Antonio, mas tmabem o hispo, segundo se' depre-
bendo claramente de seas proprios termos e dos
documentos^ sobre que se funda; comtudo 6 ver-
dade que nao tem ainda o governo usado da ener-
ga, que demanda o-"caso, alias digno da mais
seria attencao
Assini 6 que j devia estar sendo processado o
Exm. Sr. D. Vital pelo crinia previsto no art. 90
do cdigo criminal, em que incorreu. Assiin dis-
poo o artigo citado: t Provocar directamente
por escriptos mp essos, Iitographados ou grava-
dos, que se distnbuirem por mais do quinze pes-
soas, aos crimes especificados nos arta. 68, 85, 85,
87, 88 e 89, penas de prNo por um a quatro
aun is e de multa correspondente melado do
tempo.
Ora, nao resta duvida, neni se pode contestar
que o actual bispo desta diocese, pelas suas diver-
sas pastoraes impressas e espalhadas pelo clero e
mais ovelhas tem provocado ao crime menciona-
do no art. 86, incluso no cima citado; porquanlo
tem provocado a que se tente destruir alguns dos
artigos da constituicao poltica do imperio. Mas
at o presente o crime tem passado desipercebido,
nao se procurando realisar a sua punigao.
A constituicao poltica do imperio, expresso da
vontide nacional, nao pode ser supplantada pel
ventada pela vuntade do hispo de Pernambuco, ou
de outro qualquer do Rrasil.
Ao depois, a impunidade anima e encoraja o
criminoso proceder do bispo de Pernambuco,
dando lugar a que outros o acompanhem.
No entretanto o povo soffre sob todos os pontos
de vista; accumulam-se grandes males sobre as
cabecas dos pobres peruambucanos e dos brasi-
leros em geral; urna formidavel guerra civil-reli-
giosa se deixa entrever as dobras de um futuro
nao longinquo : tudo porque assim o quer o hispo
dd Pernambnco, obedecendo s ordens de seu
chefe Pi IX, assislido pela caria romana.
E possivel que deixe ainda o governo brasi-
leiro de prover de prompto remedio tai grande
mal, para que sa desanuviem os horisonies da
patria ? I
Nao : por certo que nao. E sinceramente ere-
mos e esperamos as mais sabias e enrgicas pro-
videncias do governo imperial sobre o melindro-
sissimo estado de cousas, que atravessamos.
28 dejulhode 1873.
Numesianus.
COMMERCH.
Pra^a do Recife..
Msvimento e transaeges commorciaos da
praca do Recife, na semana de 28 a 2
de agosto de 188.
Cambios.
Cambios. Sobro Londres,a 90',d/v, 25 e 1/2, 23
+, U/4, 23 8/8, 25 7/8 parUcnlatia
^Dito sobre dito a 90 d/v. 25 /tJWm, do banco.
!eS
Entradas de assuc
Assucar1,20 J rceos,
jlgodio-1,699 saccas.
*
ga a rmsn4|ue trouxe dos por-
sendo do
2,436
equipa-
Wilson
4 Sobre Paris. a vista, 3^ por franco,
o 3 d, v. 372 rs. dem dem- L
t a 90 d/v. 378 rs. idem edel.k. 9. l. w feit entran na dia 3.
Sobre Lisboa, d/v, 111o 16 /., de premio Liverpool e partos inwfniedios13 alas,
ido banco. I C\ | uliimo porto lt, vapor mw^tzc
-ir" YWf* m or r *) I ra%T5*,J&*
+ Sobre a Rabia, 8 d/v. 12 / de descont. Row & C.
jesconto de letras-'W^fi anni.', ^WSn1rIdlstt!^l^
I *!.'. -mm r-;-** fni 10, eargaram.iOtM)-ijUlus aa arne ; ior-
AjpoKees da ibUca!60|,eV de-premio. dc">- .....
4ete de algodao para YaTer'poof, pelo vapor,.3/8 htWnae do ?ui.-Wea DrasIleir'oea ta-
irwToo|^i.#tf.]da Costa; carga assu-
ra Liverpool
f
I
itS
IJroiisladl:
Exportadlo.
-2292 saccas d
838 saceos de
ado.
df/ nU ri
os di a>sicar macavadl.. I 1
>0iMkisMafgoidi> I v 1 v
Hmenos-Ayres: 1473 barricas de assucar branco.
Montevideo: -150 piJas'd^aXa^^ntff*' ] j ( )l 1 EMBAES,
730 bar
200 dit
de assucar branoo.
'dito maaavidv>>T
9 \
i Associacao Conimercial lleneficente, 4 de agost*
dp 1873.
/. V. Ferreira Lopes,
, Archivista.
PKA^OT IWFH]^flDlA0S1^)i,
Afitnb; .
AS 3 1/2 HORAS DA TARDI.
r Cotc*cs oflloiilM^L.,-. f
Mollees-da divida publica de 6 fp.3fcfO.ife.pr*
mi.
C-.mnKi sobro Lones*a 9Wn*v. ti Ifl'-'. por
l*,4tomei* ;
DuDourcq
Presiden
iiCal Seve
Pelo ser
dente. .
ALFANDEGA
leudimenlo do d;ad .
dem do dia 2.......
38:318*19'
2::I3.'.II0
63:435*100
Delcrresra nata 4 de agosto- de 1873
^'apor \n,i\oi~hila)ui (airaeadof raercidorias
. para alfandmgaw
Barca ingleza Miranda mercadorias para al-
faudega.
Barca"ing^eckDucA^sif of SiflWrfowd-mereado-
". rias.pQraBBidegti.
Barca americaua, n- &.- H+ Inmuftau y- bren e
mais gneros para o trapiche Conceicao,
para despaohar.
Bnrr^-fradcez'- Cotljjnr/vinlio pan deposito no
trapich'-fat osa c massa j despachada
' pin o trapiobO'CoBceiop.-
Brigue inglez Northen Crown farinha j despa-
chada para o caes do Apollo.
Polaca hespanhola-.livodavinho para deposito
no trapiche Barubsa.
'alacho licspanbol Qiiunro^neros nacionaes
para o trapicho da companhia.
.Patacho fraBcei -Aa-Ir -ferragens j despacha-
das para o' caos do Apollo.
ALTERACAO NA rACTA BM PRBCOS DO; C.KXER0S
SUJEITOS IREITOS DB EXPORTACAO, NA SEMANA
HE 4 9.DE AlioSTO DE 1873.
Algodaoem rama ou l 543 is. o kilo/
Assucarirtaschvado 123" rs. o Kilo.
Carvao de pedra eslrangeiro, lonellada mtrica
34*488.
Algodao - Alfandega" de Pernambuco, 2 d agosto d 1873.
O 1" confe.rente-A. C. de Pinho Borges.
O 1- conferente A. Wanderley.
Approvo. -Alfandpga.,2 de agosto de 1873.
inspector da alfandega
Atexandrino de Carvalho Reis.
I iio:-!u;ao
Rio (iiiinle ilo Sul, csoiina liollandezn
Renrtte, consignada a Olivoira di Filhos,
manifestou :
Couros seceos i (i.
Sebo em bexiga 3,276 kilos.
Xarque 106,0->l kilos, aos consigna-
tarios.
OBSPACnOS DE EXPOIITACOA NO DIA 1 DE
JLIIp-DE 1873.
Para os-portas do exterior
Na polaca hespauhola Josepha, para o Rio
daPrata, carregou: P. M. Manry 1 pipa c 23 bar-
ris com 2,510 litros de agurdenle.
Na barca portugueza Despique II, para o
Porto, carregou : II. J. da C. SobrinUo 300 saceos
com 37,500 kilos de assucar maseavado.
No palliabote porlugaer fono- S. Lovrengo;
para a Ilha de S. Miguel, carregou: M. A. da
Silva 3! borris com 4,862 litros de me!.
Para os yortos do interior.
Para o Itio Grande do Sul, no brigue brasi
leiro irroia Mallo, rarregaram : J B. Moreira 100
barricas com 11.093 kilos de assucar branco ; L.
J. Silva Guimaraes 118 ditas com 11,756 ditos de
dito mascavado.
Para o Uto-Grande do Sul, na barca brasi-
teira JVora Mariana, carreganam : J. S. Loyg k
Filho 3i4 barricas com 37,665 l| kilos de assucar
branco. -
Para o Rio Granda-do-Sal, no palhahote por-
tuguez Sympatkia, carregarara : P: Vianna c ('.
23 pipas com 9,000 litros de-agurdente, e 25 bar-
ris cem 6,100 litros de alcool.
t.APATAZlA DAJALFANDEGA
Rendiment do dia 1 .... 1:179*583
dem do dia 2 '..... 2:422*236
aciel Jfbbeiro, juiz substitu-
do cJmiMrco nesta cidade
'ernambuco, por .-ui Magcstade o
Imperador, etc.
. Faco saber aos que o prsenla edital vreme
delle noti-ia tiverem, (fttftjpr fisto juizo substituto
especial do; wmmcrcio curre uns autos de execu-
Sao de SOhtetiea, por mndalo execulivo de Bento
tis OirdeiiM; contra MUrJaocr Fehbiano .Martins.
K-iondoisa teiiopenkax ea dinhcio existente no
depoito pttbjMo., irtencente ao dito executade,
i)i*ailoy|fci(id*Joao Barbosa Cordeiro, pro-
curador do exequente, feito o requerimento do se-
gu n te tardo :
Ao* 34 de jalao ^de 18?, na cidade do Recife,
em publica audiencia, que aos feitos e partes da va
o iDr, jui,z subslili.to do juizo especial do comi,er-
cio Lni FornairS Moccl Piuheiro, nella pelo soli-
citader Joo Barbosa Cordeiro, procurador do exe-
quente Rento Jus Cordeiio, fora acensada a pe-
nhora feita em dinheiro pertencente ao executado
Mariano Feliciano Martins,,existente no deposito
publico, e requereu :<|ueIfiirassem -assigaidos os
seis dias-da le, penhord feita'e'de'z diasaos ere-
dores mcertos, passando-se editaea; o que ouvido
plo>Ju'iz honve a" penhora por feita- e acensada,
os seis das da loi pnr assigaados le tambem os dez
dias ao*, credor.iQ-ri#^ e-.mais por deferido na
forma reqaerida ; do que. fiz a prqsente, extrahi-
do do protocullo. das audiencias e junlei precatoria
e prucaracan'qne segu :
En, Sccurtdinu Hiileodorn da Cunta, escrevente
jui!aiU8i*ado,scfwi. .
F.:i, Manocl Mana llolrigues do Nascimcnto, es-
crivAo, o subscrevk
Por forca do neu despacho, o eaenvfto tez' pas-
sar o presente, pelo qual ehamo, cito e hei por in
limados oa oradora* Jmortov de dito exocutado
para que fl.quem.Dem scientes de todo o expen-
dido.
Cidade do Re -ife, de agosto de 187 ).
En, Manoel Maria Rodrgaos do Nascimonto, es-
crivao, o subscrevi.
Luiz Ferreira Maciel Pieira.
3:601*819
1,074
99
50
100
1,072
2,395
VOLlJMES SAHIDOS
No dia 1 ... .
Pnmeira porta no dia 2 .
segunda porla.....
Terceira porta.....
Trapiche Conceicao
SERVICQ MARTIMO
Alvarengas descarreiadas no trapiche
da alfandega no da 1 ... .
Ditas ditas no dia 2 ... .
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas .,......
\'o trapiche Conceicao.....
RF.CEBEDORIA -DEi RENDAS'INTERNAS GE
. RAES DE PERNAMBUCO
ftendimento do.dia 1..... 2:824*078
(dem do dia 2...... 3:113*670
5:937*718
CONSULADO PROVINCIAL
ftendimento do dia 1 .
dem do dia 2......
739*814
623*399
1:363*213
MOVIMIENTO' DO FDKT8
Navios tntrad"s no dia 2.'
Rio Grande do So|-23 das,- escuna hollandeza
Henriette, de lOfr toneladas, capilao W. H.Schol-
ten, equipagem 6, carga 7,226 arrobas de car-
ne ; a Oliveira, Filhos & G.
Macei-12 horas,-vapor ingler W toneladas, rapitie M. L. Campbell, equipagem
43, carga assucar i a Sauaders Brotaers & C
New-*York-S7dias-, pataoho brasileiro Jaboatao,
de 283 toneladas, capilao. lunlia, equipagem 9
carga differentes. gneros; a Henry Forster
Si C. >
Navio taidos no metmo di:
Sydney (em Terra Nova)Patacho inglea.B/te,
capilao John Wensor-, en lastra de ara.
Sydney {em^erra-Nova^Batea-iMleza Olinda,
capito Samuei #rowse, em lastro de ara.
Canal-Ltfgre^oandez Solidtr caoUao J. Kel, ear-
ga assucar.
Liverpool -Vapor inglea Warrior, commatdanle
guez Cysne do \\u
fe-taftH -SamS' carga assu"
ii-^ujcajiMle'a Wllch of the Wave, capito
uinjlrB; *>mastro de. pedra.
iV*|toi|A brasileiro Izabel, capilao Jos
aawe^laWuweir.'; cm lastro do ara.
. Thomaz -Barca franceza Granville, capito L.
tillo |portosLtoInfe'dos voiirtgfez r^d>,
*innjandant| W! }i ThomasJ Mnk lieTnfa
faigqun tnlaxeVll portoioi EuVopl. I
-
tl^JDdLrl
do Recife de Pernau
- Ue ordein do IIIm. Sr. inspector da tliesou-
raria de lazeuda desta provincia, se Caz publie ,
que no dia 6 de agosto prximo futuro pelas 2
horas da tarde, pnale a juina da mesma the-
souraria, ser posto em hasta publie, para ser
arrematado por quem mais der, cm virtude do
aviso do mini.-terio dos negocios da faxenda de 21
de junho ultimo, o barracan que servio de quar-
tel companhia de cava liara, sito em Santo Ama-
ro das Salinas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 31 de julho de 1873!
O secretario da junta.
_______________Jevuino Rodrigue ardoso.
A cmara mnnicipat de-ta cidade faz publico
para conheciracnto de seos municipes, as posturas
abaixo transcriptas, approvadas provisoriamente
pelo Exm. presidente da provincia, em 23 e 26 do
corrate.
Paco da cmara municipal do Recife, 30 de
jubo de 1973.
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Presidente.
Pedro, do Albaquerquc Autran.
Secretario.
Artigo nico. Pica prohibido ter-se sollos ou
presos as ras e mais lugares publie- i desta ci-
dade quaesquer aves ou animaes nao es|iecilicados
as po-tiiras j eitabelecidas: pena de 10* de
inulta c do deliro na reincidencia.
Henrique Pereira de Lucena.
Conforme. Luiz Salasar Moscoso da Veiga
Pessoa.
Artigo nico. Nenhuma alvareuga ou embar-
cacao de qualquer quali lade ou denominar.o que
seja, empregada no trafego do porto ou rio-, pode-
r transitar ou ser carregada ou descarregada sem
estar baldeada e no mais perfoito estado de asseio
e limpeza.
Os infractores sero mllalos em 305D00, e no
dobro na reincidencia,.o obrigados a fazer imme-
diatamente a hmpeza necessaria, e nao o fazendo
pagaro toda a despeza que for feita nao s com o
ass^o como tambem com a derinfeccao se for jul-
gaJa aecessarla.
Henrique Pereira de Lucena.
Con'orine. Luiz Salazar Moscoso da Veiga
Pessoa.
O Dr. Sebastiao do Kego Barros Ue Lacerda,
juiz de direito especial do eommercio da
cidade do Recife de Pernambuco, por S.
M. o Imperador, a quem eus guarJe,
etc,
Faco saber os que o presente edital virem,
que a requerimento de Milis Latbam & C, se
acha aberla a falloncia da firma commercia!
Bento da Silva 4 C, [>ela senten.a do theor se-
guate :
Constando dos documentos e depoimentos de
folhes a.cessaco de pagameutos da ma, Rento
da Silva A C, que se compunha- ou se cnmpoe
dos socio Bento Augusto da Silva c viuva de Ma-
noel Ribeiro Bastos, e tem loja ds fazendas ra
do Duque de Caxias, hei por declarada a aber-
tura de sua ''alienca a datar de 26 do mez ca-
dente. No meio curadores fiscaes aos credores
signatarios alias suppbcantcs de folln* duas Mills
Latlian & C que prestaran juramento, e mando
que se pro ceda logo ao inventario, occasiao cm
que nomearei depositario que servir at a no-
meacao que os credores segundo o art. 812 do
cdigo commercial, dovem fazer na sala das au-,
dienciaes em 5 do mez vindouro s 11 horas da
inanha, e para o que serao convocados por edi-
taes.
Tambem por editaes se publique esta sentea^a.
Pagas as custas pela massa fallida.
Recife, 3i de julho de 1873. Sebasliio do Re-
g Barros de Lacerda.
E para que chegue ao conhecimenlo de todos
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa o affixados nos lugares do costume.
Cidade do Recife, I.* de agosto de 1873.
Eu, Secondino Heleodoro da Cunha, escrevente
juramentado o escrevi.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascmento, es-
crivao, o subscrevi.
Sebastiao d Reg Barros de Lacerda.
Edital n. 30.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco
se faz pullico que, achando-se as mercadorias
contidas.nos volumes alaixo mencionados no ca-
so de serem arrematadas par consumo, nos ter-
mos do cap. 6." do tit. 3." do regulamento de 19
de setemhro de 1860, os -cus donos ou consigna-
tarios devero despacha-las no prazo de 30 das,
sob pena de, lindo- elle, serem vendidas por sua
conla, sem qua lhes fique conpeliodo allegar con-
tra os effeitos desta venda-;
Trapiche Ccaceicacw
Marea V & Fsnn n. 16 barris valos de Lisboa
no vapor ioglez Jurist, descarregados em 24 de
settmro de 1S72 e consignados afei reir de Al-
meida 4.C.
dem B J M -sem n. 1 caixa viada de Lisboa na.
barca portugueza Luza. dascarregada em 11 de
dezerabro de 1872 e consignada a Bento. Jeaquiui
de Medeiros.
Manoel da Silva Oliveirasera n. .1 dU viuda
de S- Miguel no patacho portguez .Juchrteme,
descarregada era 17 de dazembro de 1872, igaora-'
se a consignacao.
Jos.,CQrdeiro B-sem a. 1 Aili. idem'.idera dem,
Costodio F. Martins sem a. 1. dita dem dem
Idenv
Aguida S. Perela-sem n. I sacco idera dem
dem.
I jre. Ai:n -acm f Kofidartfidem W
: Maiioai $ti*i Oliveira-scuin. I caixa idem dem
Dr. J. S.-se^i n. 2 barricas viudas de S. Miguel
* nayio ArabeUa, desean egadas eui 17 de Janeiro
de 1873, ignora-se a cousgnaco.
AlCaud'madolViBaiilia;Oj 31,de julho do 1673.
O inspector,
Falito A. deCarvato Reis.
Edital n. 29.
Pela ins*oc#on5:d4blliin 3es de 8 4, nh 'ill; do aitJ 75I do reg das
fandegas, o flolio das mefeadoris an'aixo de-
c aradas, apprrhendidai in caes do Nuronha, no
ateto de desembarque, s 8 1|2I horas da uoite de
27 do correite^para'vir com.suaili.fcaa titaptttie
prazo de 1t**,*oH aun ti firidn I teTVbrtW*
uroeeso^approiiea*O'ftWv6lia, Tres barris com peixc o um bote de 2 remos.
Alfandega de Pernambuco, 31 de julho de. 1873.
i ,.r. O inspector
i ,, Fahia.A. de Caymtlio Reis.
a.ii*al H. 31.
Pela inspectoria da alfandega de Pernambuco
se faz publico, que' acnando-sc as mercadorias
contidas nos volumes abaixo mencionados no ca-
so de serem.arrematada para consumo, no- ter-
mos do api. 6> *> til. 3." do reguLnionto dn 19
di! olembrii de 1860, es seas donos ou consigna-
tarios devero despacha-las no prazo do 30 das,
sib pena de, lindo elle; serem vendidas por sua
canta, sem que Ibes fique competindo allegar con-
ta os elfeitos desta venda :
Trapiche Cunha.
I Marca ?BT sem numero-- i73.pipas viudas de
tillo no navio-rmcez Gvinw'/to,docarregadas era
20 de Janeiro passato, consignadas a Tisset frres.
dem idem sem numero.548 barris de 5. idem
idem dem.
dem idem numero 269. 69 barris de 10.* idem
idem dem..
Alfandega de Pernambuco, 1" de agosto de 1873.
O inspector.
Falli A. de Carvalho Reis.
Brilla*
ute. nrciio !, ,
mcmmurim Hii5afl *
Edita! n. 32
Pela inspectoria da alfandega se Caz publico que
ten do Souza S-4 C. abandonado ao seguro urna
aixa marca S 8 i C n. 27, viuda do Havre na
barca franceza Fideltte, entrada ne;te porto em 7
de abril do corrente anno, se intima ao inesino
seguro para despacha-la no prazo de tres das,
visto acbar-se seu conteiido avariado, sob pena
de, lindo este prazo, ser a mesma caixa vendida
em lete porla desta repariicao.
Alfandega de Pernambuci. 3 de agosto de 1873.
O inspector,
Fubio A. de Carvalho Rfis.
GtcuBxeoST
DO
BEBERIBE
A directora da companhia vai substituir
as 20 apolices do ns. 9,481 a .9,465,
9,506 a 9,510, pertencenlesao Sr. Joaquim
Paulo (inodos Alcoforado, as quoes forra
deset.caminhailas do poder do seu procura-
dor o Sr. Candido Guedcs Alcoforado.
Escriptorio da companliia do Bcberiiio,
8 dejulhode 1873.
O secretario,
uta Manoel l\odr'uuns Val&nca.
\\\n\\\)\) k dividendo.
Pagase o 39. dividendo das accoes do
Banco do Brasil, inscriptas nesta exlincta
caixa, razo de 89000 por acro : ra
do Vigario n. 1.
Obras militares.
Autorisadas pelo Exm. Sr. ministro da guerra
as obras necessarias para abertura de jancllas no
hospital militar, oreadas em 1:79.740, ser a 6
de agosto, ao maio dia, posta em concurrencia a
execuco de ditas obras ; para o que devero os
pretendentes apresentar-se com suas propostas no
referido dia c hora, na repariicao das obras pu-
blicas, onde e acha o orcaineuto.
Pernambuco, 30 de julho de 1873.
Oengenheiro
Chryssolito F. do Castro Chaves
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foi transferida para o dia 7 de agosto prxi-
mo vindouro a arromataco do sitio dos Reme-
dios, servn lo de base a arromataco o preco
de 3:73O0O0, porquanlo foi adjudicado fazen-
da provincial.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 29 de julho de 1873.
O oflicial-maior,
51. Alfonso Ferreira.
Correio "eral
Helaro dos objeclos registrados existentes
na administraba dos cerreios desta pro-
vincia, pira as pessoas abai.ro decla\
railas :
Aureliano Augusto de Oliveira, A. Carroll, An
Ionio Joaquim do Nascmento, Dr. Antonio Ciernen-
lio Accioli Lins, Antonio do llego Pacheco Jnior,
Antonio Carneiro de Lacerda, Benjamim Franklin
da Silva, Cecilio Gomes I". C. Lerlere, Euthalia
Augusta F. de Oliveira, Francisco da Cama, I. Jos
odilio, Joo Francisco de Arruda Falco, Joo
Alvares de M V. Caslello Branco, Januario Cons-
tancio Monteiro de Andrade, J aquim Antonio
Pires, padre Joaqnim Pereira Freir, Joaquim
Marques Soares, Jos Marliniano da Silva, Jos
Jeronym de Albuquerque Maranhao, M->noel F-
lix Antones, Manoel Francisco de Matlos, Manoel
Severino de Barros Falco, Manoel Francisco,
Pedro Goncalves Cascao, Thomaz Carneiro da Cu-
nha, Vicencia Ferreira da Cunha, U. Machado
Peroira Vianna.
Administraran do correio de Pernambuco, Io de
agosto de 1873.
Jos Candido de Barros
Encarregado do registro.
Tino
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
ESPLE\1IJ\~ M1DAK !
Magnificas represiitaeoes
NA-
Terca-feiro li
Quarta-feira (\,
E quit-fe 7,
da grande e apparatosa phantasia lynca satyrir,i
e i burlesca em 1 prologo (original) e dous actos,
traduzida livremente do francez por
Valerio Carmino
intitulada.:
i RAtHHA CRINOLIHE
OU
til) fl 1 ,'ljllli
( Msica de OtTcmback >
extrahida das coiihecida o populares operetas :
Grande DucIicsnc,
Bulle Mlene
e l^es Itavards,
instruiuentada o ensaiada a capricho pelo hbil
riiaestco basilej
FA4tl le 40 usuras !
- Vestuarios ri|uissliuost
i.----
E\p.tii .{un
l'ltOI.OI.O
Urna viag^ffi.^ balo.
Praca publica de urna aidade ipialquer, cudi-
sio conhecidas as ni^chinasr aereostica?.
&o< ca a mosmaiiae 4Pko|| m?
t ma reunan pojHarT Tro^nomadistas d m*.
enca. Discursos cloqpjjipsdaos eni todas as lm
guas martas e vivas.Tl j Moralidtde.- Ir bascar 4 ensatar,tosquaado.
1 ]'" 1-* actol .y. \ .
O iiiuutU h AytiOui.
Xa filiadas Amazona;. Aj1? CnselliO if
palacio daRainba CrinoTiue i'.*
xs~ mimares Viomnn*
aba galanteadora. O eonselho de estado. Justi
ga exemplar. Urna granadeira as direilas.
' Moratidae.~-Nio> fagas aon omros o que para
li nio qneres. ,
2>acto.
.i emarncipaietto do brllo &.
Urna galera e jardim no harem da i ainda Cri-
noline.
Os homena miilherrs
Consas do arco da velha A correspondencia
fecreta. O favorito da'raloha ;ni o -prepara-
tivos do noivado. O lenco ansrreontic.. Projec-
tos de conspirado O noivo interdicto Av..nte,
mea povo Salve se quem p*dw Prcsn para
favorito. Bernarda masculina rosal da nova
constituicao. Pa e couconla. Casfrtftit almal!
Mbralidade.- Quem o allielo'vvste ia prac .
despe t
Eplloiro.
Grande folia e caucan lnal illrtrtnadw por
Flmulas amblantes
Distrlbuicao ta peca.
Personagens do prologo.
Rodolpho, rapaz para quem o
mundo grande
Bernardo, dem idem
Jacob, idem idem
Lourenco, pai da patria era
miniatura
Juliao, idem idem
Povo de tedas as classes, idades e qualidade.
Personagens dos doui actos.
Crinolinc l.'-rainha das Ama-
zonas D. Olynipia V.
Meruiinda. ministra do interior
e presidenta do eonselho D. O. Augusta.
Tuiipina, inajora das guardas e
ministra da guerra D. Joanna.
Argentina, ministra da fazenda D. Emilia.
Severa, ministra da justica D. Bernardina
Anazia, capitana das guardas B. Jeephina.
Mercurina, pagem da rainha
Ministras, oOkcialas e soldadas.
Rodolpho, viajante aereo
Bernardo, idem dem
Philomeno, joven aedtizidn
Mimoso, antigo favorito e el efe
do harem
Borboleta, cozinheiro
Favonio, odalisco
Adonis, idem
Narciso, idem
Don/.eila? e odaliscos do harem.
-----
A peca foi ensaiada e posta em scena pelo ac-
tor Julio Xavier.
O scenario do ultimo acto que representa >
harem da rainha fot executade- a 4ttprcho pel>
scenographo L. hapelm.
Os vestuarios e adereces sao todos nevos e pre-
parados sob a direccao do actor Pinto.
Os accessorios sao tambem rovos e apropia-
dos.
Finalmente a direccao esmerase para apresea-
tar dignamente esta poca, qiii tem feito ionga-
carreira nos theatros onde tem sido representada.
Sr. Vicente.
5r. P. Augu*u>.
Sr. Julio.
Sr. Horrado.
Sr. Silva.
D. Cecilia.
Sr. Vicente.
Sr. P. Augusto.
S. Cmara.
Sr. Pinto.
Sr. Juli.
Sr. Pbiladelpho.
Sr. Montzes.
Sr. Emiliano.
avisos martimos.
CQMP&NAIA hLhNGr MARTIMA
LISBOA I". PORTO
A barca Vencedora, capito Oliveira. segu via
geni por todo o moz de agosto.
Recebe carga e passageiros : a tratar com consignatario Tito' Livio Soares, ra do Yigari .
n. 17.

_.-' k~4 s.
.--,, * ?F"*tw >>,
-: tM m '."i .1 JM
cosiraim
JffiSSAGERIESWARITIMES.
Ate o d s do corrente m >z e pera-se da Ea-
repa o M I rancez Frymantlb o qual depois da-
lemr;.^^^ mine seguir pan Buenos-Avrv-,
toe indo nu Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
I'ara condieoes, frotes e pas agens, trata-se m
agencia, roa do (eommercio n. 9 ______
Para o Aracaji
segne por toda a prxima, semana a barca portu-
gueza Luzitania, capito Gayo Jttni r. recrb
caiga a frote, para o ,;iie se traa com C. R. Ha-
bello & C., ra do l'.onnnercio n i8^__________
Lisboa e Porto
Vai salir com brevidade "a barca porttigaez-t
Despiquen, recebe cara e pais;igeiros : ah:.
lar com o consignatario Tito l.ivio Soare, na
do \ izario n. 17
pretende soguir.com punca demora a escuna i >;
lugueza Chrislia, de 1* classe, capilao Lou
por ter a maior parte de seu can>gauienlo enja-
jado; e para o resto qi.e Ihe fal a laaU-se cor
co asignatarios Joaquim Jos Goncalves Bellro 4
Filho, ra do tommercio n 5.
O
Rio-Grande do Sui..
Recebe carga a frete mdico o pataelto bra-ii <
ro Remfira : a tratar com Baltha f Olrveira < I
LEILOES
LEILAO
DE
uma caixa com botinas a variadas para lm-
mens,%l dita com botipas eufuilailas para
settlioras, 1 ilta cora liaba, uara bordar,
1 dita com retroz dcores, trancas.A,-
caracol, o mais arlifl|
Hoje
s 11 lioras
Por iiilervouco do agento i'inuo tat&h-
Em seu escriptorio, mi do Bem Jess n i>J.
ijriuieiro andar.
urna '! i ti
sa dn Rumba n.'8, tendo as coto
Riiinles: 2 salas, 2 quartos, cazinha fA
quintal com boa cacimba, na si loa Isaas e t
quartos (e"m chao foreifo).
Hoje





*
{ferio 4e Perpajiibwsoi ^egujida feira 4,de Agwtq . As 11 li da msnha
For iNtervncaV lo Bcntc nho
Era seu escriptorio, ra do Bom Jess u. 53.
jirimeiro anJan,..
Os prateoJeaiai dasde ^ examinar a
dita cata. ,, _____________
DE
no*** e w
HOJE
Da* 3 i/2 horas da tarde as 5 1/S,
POR INTERVOCAO DO. AGOTE PINTO
Nofrirrftro*atiafaii sobrado da na d Baro
la Victoria n. 11, (ro Hova).
Graule e variado leilao
DE
bons motreis, Unos crvstaes, ranga de porce-
lrna o objectos de electro-plato e oiii car-
ro f/aflce/, tudp,ero ouuit estado.
Um piano forte, I estante para msicas, I mo
bilia de Jacaranda, wf< e cadeiraa eslujtadas, ca
deiras de ferro, 11 eaderas de paJinh,: 1 cheso-
uier cun espelbo e pedra, 4 mesas de jugo 1 dita
oval. G casti.ies de metal, ricos guadas com fina>
graveras, cortinado, jarros para flores, figuras.
lampeoes a gaz, l Uuteiro, l eaixa de msica, la
pet, c esleirs forro das salas.
L'uia cama de ferro, col* es e travesseiros, 1 ca
, cama de mogno para menino, i toilette, l lvalo-
rio para duas pessuas, guarnicio para o nieamo.
i portas-toaloas, cabides,. .3 umhiis, 1 dita re-
dooda, i guarda-vestidos eoiii espeihu, i guarda
roupa granJe, i nuadro*, ^ camas do fono para
meninos, (lavatorio earrian < ;>.ir menino, 2
eommodas raudos, I l ucadur. i -cadriras para
menino, i earrioho para enanca. 1 relngio de pa-
rale. *
Tres-bancos para terraco, 1 espingarda, i ma-
china para engonimar, I dita para mpar facas,
eaixa para glo.
Urna mesa elstica, i guvdalouea. 2 aparado-
res, sendo i coiu espelao, i qaartmheira, 18 ca-
deiras, J guarda-comida, qiiad:s, bandejas, ico-
bertas de ^electro piale, 1 jalln leiro, porcelana
para jamar e para cha, I .ipparelho verde deserl,
garrafas, cupos, caliees, frurteiras e eompoteiras
de uno erystal. 2 candieiros a gaz, facas e colhe
res.
Um jogo de bacatelia, I marqmza, 2 cngolos,
eadeiras de bracos, 2 ditas de bataneo, lavatorio,
mesa redonda, 12 cad. iras e I lanterna mgica.
Mesas para entornillar e para c>znha, tn-rn de
eozinlia, rlandres. pot.-s e amitos ostros Cecsso-
rios de casa de familia.
'"rrcu-1'riru & ic agosto
Na povo.ieo de Apipueus.
P. P. Neediiam, tendo se retirado para a Euro-
da coui sua familia, Cira leilfto por intervengan do
agente Pinto, dos movis e mais objectus perten-
enles e existentes na casa em que residi na no-
voago do Apipn*o?.
lis referidos objectos tornam-se recommenda
veis por strem de gesto e c.-tarem bem conserva
dos por terem tido ponco uso
A's 11' flt Horas da mauha partir da estacan
do arco de Sanio Antonio um trem expresso que
servir de condcela gratis ao- concurrentes.
O (Hiri principiar s II horas.
Ao publico.
piiiif-r-' *htrla Goncalves, cunsvi pnrrognei
le 1' v.kn ven-arregado que foi do consulado
le Pertigal em Pcrriambneo nos ultrmo? tr'ere nie-
les, paruerpa arts seus amigos, tanto naciooes
9O0)0 portagitczes, que lem o seu csaripiorio na
ra Primciro de Ma*yo n. 23, andar, antiga ra
das Crujes, nnfle pode Ver procurado lodos os
lias nao santificados, ihis '.horas da manha is 4
la tarde.______ -
CASA DA milMA.
AOS 5:000#OGO.
BILHETES ;AKA\TI0S.
1' ra Prirrmro de Margo (outr'ora rwi A*
Crespo) n. 23 e casas do eostum".
O ahaixo assignadn tendo vendido nos setos fe
la bilhetes, um quarto n |WW com 5:0004000.
um inteiro n. 2488 com 800*000, um iuteiro n.
424 com 3004000 e liras son de 4n* e 20/
da lotera que se ac bou do exlrahir (tiO), con-
vida M pessuidores a vir?m receber na conf^T-
midade do costume sem descont aigum.
Actiam-se venda os (clises biMietea garando-
la 21* parte das loteras a beneficio da nova igre
ja de Nussa Seshora da l'enha (6-), que se extra
hir na quarta-feira, 6 de agosta
PHECOS
Bilhete inteiro 6*000
Meiobilbcte 3000
Quarto U500
EM fORQAO DE 1009000 PAftA CIMA.
Bilhete inteiro 5MI0
Meio bilhete 2/7.10
Quarto 1/375 '
Manoet Marti* Fiuza
\'H
HOTEL
Restauran! de Bordeaux
1." andar.
Ra Primeiro de Mirco n. 7
L*co*tf! perAiinhirfa trnncez, U-a Mo a i-licitla-le de nfradflrao resppitave
publico (btsta iella capiUi ^a vista ty cimcurroiicio (piti'riseii botelj acab de promp
lnr u.1 2." ; * Re<*ehem-r>e n.ssi 4.VAA> T^Hr*H,;OS .l\Su
Abotto de*re > G 'huras J'iyDanlia, to s 10 da noute.
-------------rr-

r
I' -
LEILO
DE
tres predios situa>ios na ra da Casa Forte
freguezia do Po,'nj.
A SABER :
O sobrado n 15 A, no qual existe urna padaria.
Um dito n. 13 B, ainda nao repartido.
(Jim casa terrea n. 15.
Qaaft%.*tra fi dororreute
O agente Martius far leilao |wr auloi llovi do
Bento Jos Doming:ies, dos predios cima, os
juaes se aeh3in milito bem localisados para qual-
liifsr neg No arniazem da rna do Imperador n. 48, s 11
horas do dia cima.
(FS3
Sociedade Beneficente Luzo-
Brasiieira
Por nr.lejn de nosso irmao presidente convido
a.nova direetoriaj cnnselho fiscal, rlunmiado de
exame e contas e a todos os man socios em geral
a comparecerem a sessan de assemhl^a geral
que ter lugar s 10 horas da manha de Vmn
go 3 do mez prximo vindoiiro. sendo essa sessao
para a po>se dos novo.- [e.loitos, assim como
para se proceder a leUura do parecer da o>m-
misslo de exame e eanloa m halanecte annual do
Ihesoureiro. Tornase uoriso n eotn|iancimento
de maior numero de socio?, tendo a actnal direc-
tora arreudado u>>va casa paia a s4de desta so-
ciedade e sendo preciso fazer-se algumas obras, se-
r nesta sesso presente o orcairornto da despe-
jas para que a assemhla geral faculte a serem
fenas Os candidatos j approvados podero com
parecer para se iniciarein.
Secretaria da Sociedade Beneficente Luso-Bra
sileira, 29 de jullio de 1873.
O '." secretario,
_________________fient<* de Soma Mira.
Joaquim da Silva Costa pede a seus devedo-
res que quanto antes venhain salJar seus dbitos,
com o que eviiarao desgostos futuros.
Monte-Pio Portuguez.
N.io se tendo reunido na n Mite de 31 de jullio
ultimo, numero sufflciente de memlims do on-
selho fiscal, para que podesse ter lugar a sesso
para es-e dia marcada, deliberou o Sr. presidente
iue fossem novamente convidados o srs. ronse
Iheiros para se reanirem quartaft ira prxima 6
do corente mer no lugar e hora do cstume,
para o fim da anterior convocajSo.
Secretaria do eonsellio fiscal do Monte-Pio Por-
tuguez, em 2 de agosto de 1873.
Jos da Silva Rodrigues,
I.' secretario.
HOTEL DA INDEPENDENCIA
ANTIG0 ESTAMINET
.p2 Ra do Imperador 11
A rnosos
Lunch
Jantares
Ceias e bebidas de todas as qualidades a qualquer hora.
Eimpeza e servido puntual e apurado wtn o qual ninguem pode competir.
Tem magnficos aposentos par* a'ugar e
BOXS UIIAl\U.S
O proprietario dispensa-se de elogiar o hbil e raro eojnheiro francez. a res
peito io qnal podem ser consultados os v?rdadeiros gastrnomos que j apre-iaram .
sua arte.
PRESOS
Os mais resumi'los do mundo.
precisa se de um caixeiro de 14 a 15 annos
de idade e que saiba tr e escrever. com pratica
de molhados : na rna da Moeda n. 29. "

m
0 BAGHAREL
Jlo fioncalves a Silva
M iilri'j':,s
AiSvcigndo na corte, a ra
Se encarrega de, negocios forenses e
administrativos.

DE
urna casa de podra "e cal bem construida,
tendo 2 sals, i quartus, coziaba fra,
em terreno ruprio o ftcandocom propor-
,'opara edificar, situada na ra da Prnia
de S. Francisco, em Olinda, n. .., perto
da estagao dos trillios urbanos, e com o
saudavel banho do mar em frente da
mesina casa, a qual est desembarazada
de qualquer onus.
Quinla-frira 7 h crrente
s 11 horas.
O agente Pinho Botges vender em luaoa casa
a:ima declarada, pr conta e risco de ipain per-
tcncer ; no seu cscriplorio, rna do B&m Jess
n. 53, andar, 1" onde tambem dar-scha qualquer
nformacSo.
LEILAO
DE
dividas
NA IMPORTANCIA I1F. 2;921500
0.UI.NTA-FEIUA 7 DE AGOSTO
A"* lt 19 horas.
O agente Pinto levar novamente a leilao, por
numdado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
cio, das dividas activa* da massa fallida de Joo
Antonio Ferreii a, na importancia de 2:!i21ia00;
os pretendentes podero desde j examinar os t-
tulos e documentos oertencentes s mesinas divi-
das. Oleilo ter lugar s II l|2 horas do dia
cima dito, no escriptorio do referido agente,
ra do Bom Jeus n. 43.
LEILAO
DE
-M) aeches da companhia de Santa Thereza e 10
ditas da companhia dos trilhos urbanos de Olin-
da* Beberir.e.
Quinta-feira 7 de agosto
A'S 11 HORAS DA MAMA
Por intervengo So agente into
Em sen escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.'
Lelll
DE
fazendas avadadas
Quinta-feira 7 do crreme
* ti i\Z hora ena panto.
Por intervenro e no escriptorio do agente Fin-
io, a ra do Bom Jess n. 43.
DE
2,000 chapeos do Chile
QUINTA-FEIRA 7 DO CORRE.NTE
s 10 l|2 horas.
Por intervenco do agento Pinto, ra do Bom
Jess n. 4J.
ftviSS OVOSOS
O abaixo assignado previne aos senhores a
4o centro da provincia da Parahyba ern sea favor,
qaa nao as pague a outra peasoa, visti -onTo fo-
rom e*lu roubadas ou pordidas com as cartas,
booUm 31 de juirij. Diz o portador qoo veio de
JgainrsetH.
Luiz Jos Pinto de Coste.
COMPANHIA
SANTA THEREZA
As pessoas que desejarem canalisar agua ou
gaz em suas casas, na cidade de-Olinda, queiram
entender-?e com o abaixo assignado, que acha-se
autorisaio para facilitar a todos a acqnisicao de
lacs melhoramentos, mandando fazer as canalisa-
efles nos predios a costa da companhia, mediante
um aluguel mensal muito mdico : a tratar na ra
do Imperador n. 45, ou na fabrica do gaz, em
Olinda.
Recife, 1' de agosto de 18?3.
O gerente
Justino J. do S. ('ampos.
I Attengo
Antonio da Silveira Luiz, e-tabelecido 8
Q que fui 2 annose 3 mezes com casa de A
X molhados taverna, a cidade de Olinda, J*
Sk. pateo de S. Pedro, faz sciente ao publico %k
A em geral, e em particular aos setis ere- f
^ dores, devedorce freguezes, que mtidou J
JK sua residmeia e estabelecimente para a
0, ra do Aljubc (outr'ora Coxo) n. 6, na fy
mesma cidade ; onle pode ser procurado j:
W por todos; esperando de seus freguezes fff_
A sua freqiieneia, certos de que sero Ira- /&
X ,a(Ios com promptido e zello, achando ^
39, etnpre gneros e procos destes a seu con- W!
tent, como sempre foi e contina a ser >X
X 8,,u costume. **
Roubo
Tendose mandado para a esta;ao das Cinco
Pondas um ganhador com um hah, contendo, fitas
e algomas dellas com imagen pintadas, estando o
dito bab com urna asteira do Aracatj e um uiflxo
de amarello com palha, amarrado com urna corda
de croa : pede-so a todas as autoridades compe-
tentes aapprehenso do mesmo, ou .qualquer pes-
soa que vir ou swiber, roga-se o favor de o ap-
prehender e trazer ra do Kangel n. 33, que ser
gratificado.
Desejn-se fallar com o Sr Ceciliano Augusto
de Gutmo Lobo, a rna Duque de Caxiaj numero
"TASA DODURO
ios 5:000^000
Bilhetes garantidos
Hm do Dardo da Victoria (outr'ora \ova)
n. 63, e casa do costunu-.
Achanvse a venda os muito feli es bilhetes ga-
rantidos da 21* parte da loi<-ria a beneficio da igreja
da Penha, que se extrahir no dia 6 do mez de
agosto,
Preeoa
Inteiro 6J0O0
Veio 3*000
Quarto U500
e iitfMM> para olma.
Inteiro 5/1500
>>eio 2*750
Quarto 1*375
Re-Mfe 30 de jnlho de 1873.
Joan Joaquim da Costa. Uil*
Agtm* BiandyTclcgramma na ilha da Mein.
E' provav>l que a secgo entre Portugal e a ilha da Madeira, do Tilegripho Elc-
trico Submarino Brasileiro, estoja prompto para funecionar no mez d'agosto do corrqnte
anno, e a supra mencionada agencia na tverida ilha. olferece-se para transmittir ao seu
destino quaesquer telegrammas que lhu forera remettidos m envcloppe fechado, sobres-
criptado Agencia Rlandy Telegramma, Madeira.
A linba telegraphica estabelecida na ilha da Madeira, p le transmittir bdegrammas
para todas as estacos blgraphicas na Europa, Asia, frica, America e Australia, custan-
do cada telegramma de vinte palavras 39300, em moeda forte, alm das laxas da estaco
de Lisboa.
As pessoas no "ontinente da America do ul, que quizerem utilisar se da agen-
cia Rlandy para a transmisso de telegrammas, devero faze-los acompanhar de letras i>u
cartas de crdito sibre Portugal ou Inglaterra, para o pagamento do custo dos telegram-
mas e das lespczas la agencia.
Mad.tra, 15 dejulhode 1873.
Carlos R. Biandy.
Os probos para a transmisso do teb-grammas da ilha da Madeira, suppoe-se screm os
segnintes :
Para Portugal '
Gihraltar
Hespanha
Malta
Franja

0.
1.
.
1.
16.
1.
17.
1.
a
a
a
a


<
Inglaterra
Allemanha, Hollando, Dinamarca,
Russia, Noru- ga, Suecia, Blgica,
Au'tria, Italia, (recia, Turquia, etc I. o. 0 a
Egypto, Portos do Mar Vermelho,
Turqua e Russia asitica, etc. < I. 10. 0
America do Norte, Autilhas, etc. 3. 15. 0
India, Peuang, Singapoore, etc. 4. 10. 0
Jara, China, Japn, etc. 6. 10. 0
Australia 10. 0. 0
2?


a
0.
0.
0.
1.
1.
I.
13. 8
16. 0
18. 0
3. 3
5. 3
1. 8
tf.
AO AHMAZEM
f>o
VAPOR FRANCEZ
BA DO BABA0 DA VICmitlA
7Outr'om NovaX. 7
Calcad;,
ranez.
de cordavao e de case-
sola de pao,, pro-
1. 15. 0
a
a
I
a
a
3.
5.
5.
7.
10.
lo. 0
5. 0
10. 0
15. 0
10. 0
Para mais inf'
irmac5es, qttom quizer dirija-se aos agentes em Pemambuco.
* Wilson liowet&C.
Ra do Commercion. 14.
para relo-
do pa-
Pesos e medidas
DO
na
>--* r-^ a. MkZAE
Pesos de ferro e lati,
Medidas para seceos e molhados,
[a.
Vendem -so em casa de
le ferro, cobro o latao, de
estotiho c luta-
SHAW HAWKES tfc C.
Ra do Bom Jess n. 4i
(Hiii'a.
.Muga se urna casa na ra de Mathias Ferrei-
ra, com quintal e eai-imba : a tratar ra do
Amorim n. 37.
CfflppHa Fem-Carril de Per-
na!tit,nco.
ATTENCAO.
O abaixo assignado participa ancorpo do com-
mercio em geral que nMa data comproo a
taverna sita ra do Pilar n. fr8, ao Sr. Antonio
Mrria dos Santos Capelleiro, livre e desembara-
Cada de qualquer di bito; porm, se alguem se
julgar credor queira se apresentar
de tres dias de-ti dala em dianie.
Recire 31 dejulbo de 1873.
Manoel Jos D<>maz0.
0C?XvX5X>,.tX>vX>CSIO!Q

Cinsulorio kmIH'
\

DO
Dr. llurill.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDA.
Reccm-chegado da Bnrapa, ,nd8 fre-
quentou os hospitaes de Pars Londres
pode ser procurado a qualqu.-r h ira do
da ou da noute para objecto de sna pro-
fifao.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Etpecialid aV.=Molestias da pelle, de
crianca e de mnlher.
Kmprega no tratamento das molestias
de sua ospeiialidade as duchas fras e
banhns a vapor, para os qnaes irouxe
os apparelhos mais modernameiite em-
pregados na Europa.
Tambem applica com grande proveito
no traUmento das molestias do tero a
electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
pier. Cura por un processo iiiteiraicene
novo as bcnnnrrlygias e sobre tud.i a
fgolta militar) dispensando as injecees.
Dr. King relirando^se provisoriamente para,.
Europa, deixa em seu lugar o Dr. Tarquinio Villa* Canella
oas. Qualuuer chamado deve ser por cscripto e Coraco da India
entregue ra da Aurora n. 5?, 1* andar. Ao Carolina do principe
mesmo tempo despede-ne de seus amigos, pois nao Figueira
o pode fazer pessoalmeute pela rapt-Jtz' de sua Floiiboyant
Tendo esta companhia oblido licenca para man-
dar nm carro especial oercorrer a finha da raa
do Crcpo at o fim da ra do Dirn da Victoria
emquanto durar o concert da onnte da Roa-Vis-
ta, comeca do dia 2 de agosto prximo futnro o
servico d mesmo carro, desde a 6 hora da ma-
nha at as 11 horas da noite. Os Prs. passageiros
deverao ahi comprar um bilhete (de correspon-
dencia enm o qn: no prazo desejarem, sendo Ihe restituido pelo conductor
' metade lo dito bilhete, qne lhe dar direito a re-
! gressar no referido |nto desde a roa do Crespo
i al a rna do Baro da Victoria, ou vice-versa.
s bilhetes smente servirao no dia em que fo-
rem emittidos.
Recife, 30 le julhode 1873.
G. A. Schmidt,
Gerente.
#@ 8$ <
0
Consultorio medico'cirargico @
DO @
Dr. Ferreira ^_
A ntigo gabinete de seu pai, ra larga
hr R saaio n. 20. ,>
Cura de hydn celes sem injeccao, tyy
enm punc;o-cipillar.
Abertura de.abressos e extraceao de vfiy
derramamen serosos, peto aspirador
de Potain
DE 10 PALMOS
E D'AHl PARA BAIXO
Sapotiseiros muito bonitos esapoteiros cm gran-
de quantidade e pre^o commodo.
Alm destas, as plantas do ornato e de fructo se-
guintes
A bacata
Aleerim
Ariticurn p
v.agf-m.
Negocios de Portugal e Hes-
pauha.
Jaboticaba
Laranja cravo
Lima da Persia
d8 nmbign
Limad fr.incji
Oy cor
Palmeira imperial
Parreira
Pinheiras
RomanieTas
Resed
Rozeiras
Fructa-no
Goiaba-branca
laca
Jarmim laranja
B ontras plantas tambem por preeo commodo
na Capnnga, ra da Ventura n. 20.
Aviso.
Os e ncariegados da festa do froutespieio do Car-
mo, dedaram que um designado a alty^a domin-
sa do mez de agosto futuro para ter logar a mesma
eativldade, pelo que pedetu aos devotos da mes-
ma Senara qu Ins qaelram coadjuvar com sua
csmola, afun de qu-; no menrionade da se realito
a festa deste anno.
Ao commercio.
Domingos Maria Goncalves participa que se en-
arrega promover o'bom andamento de quaesquer'
qui'Stdes judiciaes nos doua paizes cima mencio-
nados, para o que isla habilitado c.m nm pessoal! Os abaixo assi.nados narticipam ao commercio
competeiilissiiiio de correspondentes. Expiatorio que compraram a Francisco de Paula de Almeida
ra Pnmeiro de Mar;o n. 23, (antiga do^Crespo^ Croa a parte qne tinha na taverna da ra do Mar-
- Joaquim Jos da Silva Gnimar es e Antonio ci" **'as n- '*' ^af> gyrava sobro a firma social
Martins Moreira scientificam ao respeitavel publi- ^e ^rn? Pereira, sa^indo .o mesmo pago de
co, e esp-. ialueme ao corpo iij commercio, que *cu ('aP't;,, e lucros, finando o pissivo e activo
dissolverara de eommum aceordo a sociedade que a c;,^,?', de F"nci'ico Jos Soares Ferreira e Jos
tinham na loja de joia* i roa do Cabug n. 7 A da ^"va Pert,ra> gyrando a nova firma Ferreira
denla cidade, sob a firma de Guimares a Martins Perelra.
Par* homo ni.
BOTINAS le bezerro. corda vao, pellica, lustre e
de duraqne cmii biqnnira, dos meibres
, fabrica'iIms
SAPATOES de be erro,
mira.
S\PATOS de lustre com alto.
SAPATOES atamancados cxnn sola iW |
prios para banhos, .dios e jardn*.
SAPATOS de tapete, rharlot, castor e de tranca
rancezes e portugnezes.
Para srnliora.
BOTINAS pretas, brancas e de tres differentcs,
I i-as. imi frita Mas e bordadas.
-AP TINHOS de phanlasia com salto, brancos,
pretos e de e(re* differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, cbarlot, castor e de tran.a.
Para aneiiinam.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINAIiOS de diversas qualidad.s.
SAPATOS de tranca porlfiniie.
Para mniiiios.
BOTN'S de b.-x.rro, lntre e le cordavto.
ABOTINADOS e sapaties de b -zerro, de diversa
qualida SAPAT)' de tranca francezes e portuguzes.
Botas de montara.
Potas a Nanolcao e a Guilherme, perneiras e
mi'ias perneiras para honien e meias pemeira
para meninos.
N annazem do vapor franee-, ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de bataneo, de bra;o, le gn'rni>;5es,
solas, jardineiras, mezas, c inversadeiras e costil-
reiras, ludo isto muito bom por serem f'irtes e
leves, e s mais proprios movis para >ale'as e ga
binctes de recreios.
No armazem do vapor francer, ra do Bati
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais nolaveis e bem
eonhecidos fabricantes ; como sejam : Alpbonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel W'oltf A C.: no
vapor francez, rna do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a preeos mnito commodos.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavando, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muilos ariigos delicados em perfuma-
ra para Dresent!s com frascos de extractos, cal-
xinhas sortidas e carrafas de differentes tama-
nhos d'.ngna de cnlogne, tudo de primeira quali
dade dos bem eonhecidos fabricantes Pivcr e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de di Aferentes gostos e
ptiantaziasi.
Espelhos dourad-'S para salas e gabinetes.
Loques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de Bu de Escocia e de camurea.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixin1 as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de miro bom de lei garai tido.
Correles do plaqu muito bonitas nura r"1
gl'Oi.
Brincos a imitico e boiSes de pnnhos
qu
Bolsinhas e co'res de seda, de velludo e de coa-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de tres, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de aro fino e de todas as guarnieres.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de mar-
fim.
Bengalias diversas cm grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de multas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de bolas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentcs de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito fino?, para Iimpar ca-
neca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din'eiro.
Meias para homers e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Canipainhas de. mola para ch mar criados.
Joos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alie-
mies e francezes.
Malas, bol as e saceos de viagem de n:ar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as crlancas morde-
rem, bom para os dentes.
Berras de vimes para emhajar Crlancas.
Cestinhas de vimes para brajo de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portase janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e rosmoramas com escolhidas
vistas.
Lantcrnns mgicas com ricas vistas de cores em
videos.
Vidros avulsos para cosmrama.
Globos de pajiel de cores para illutninarjes de
fe>tas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fa-il
de subir.
Machnas de varios systemas para caf.
Espanadores do palh e le pennas '.
Tesourinhas e caivetes fiuos.
Tapetes com ridrilhos para mangas e lantcnas.
Tinteircs de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas paia
qna'lros.
Quadms j promptos com jiajsagcns e p^anta-
zia.
E>tampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos era fa-
milia. 4
Realejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos i armnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias dilflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor Trances, ra do Bario da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A manir variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas rodo
prafK mais resumidos que e possivoi : no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Cesiinhas para castora
Grande sortimento de bonitos modelos chogados
ao armazem do vapor fram-ez. ra do Bao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
PIMLAS
masa
BBSrOL
Ins Iwfes wmH'w sA>
lima i|g(-s:;i Tfj.-rmis;.
I ni e.viefUuU' apjM-lite,
sau albuns i i ivar, tnzemio se iMfi nao reputlar ilas
Plliilnw \ egeCMi n de IIi-nIoI.
lima cura certa e ellica dos ioteslinos,
Ira remedio adiniravel para t*s ruis,
liin tnico poderoso para o estomago,
Sao as inapreciaveb qualidades medicas
que se [>odem encontrar, usando-se das
Pilnlan %egefaea dr Britl
l mn inoilifina que nao prodox dores nom
colies.
I u purgante que nio debilita nem au-
fraquoce.
I ni litante que nao cauta a menor
nausea.
Formam urna das umitas virtudes que
possuem a s
Pilada** vegetae de Rrintol.
L'm me o bello sexo.
Lin correctivo seguro dos dcsarranjos systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regutaridades.
Sao os effeitos sem fall, resultantes cto
uso e emprego das
Pilulas vegetaew de Bristal.
Urna compleii;aii clara, alva e transparente,.
lina pulle macia e delicada e um
Hlito doce e ngradavil.
Sao us resultados ter ose inallivcis, <1#-
P'iis di: se
liavcr UmiaJo algumas lst-s da**
melbor dos
llemedios as
'lulas vegetaeai de Bristal.
Em todos os casos i|e molestias l'uma na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou sypliilitica ;
ou quando a massa do sangue se baja tor-
nado turra ou vicala pelo uso de ferro,
mercurio, ou por outra qualquer substancia
mineral a
Salnaparrilba de Brfetol.
dever ser usada le conjuncto com as pilu-
las, e assim obr.-indo-se, em restricta con-
formidade com as dire:;t; envolto; os doentcs podsin i car certos que,
urna vez usada mnjunciimcntc urna com a
outru, nenbuma enferinilade ou molestia,
por mais severa ou arraigada que se ache,
nao poder resistir ao combinado poder se-
cretorio e sanitario dest.-s lous
GRANDES, [ INCOMPARAVEIS
iti ;i los.
Amlns estas meiliriiia acham-se venda
em todas as principaes boticas e
lojas de drogas.
Acha-se a venda em U das as boticas.
H. Forster & C.
______________AGENTES.______________
ci sido apresenluda ai publica
Durante o espado
M
4 0 A.08.
DE
RBISTOL
J
:\.l\i OS CASOS MAIS DESESPERADOS!
A SAFSArAHIULUA DE BRISTOL puri-
fica a massa do sangue, expolie para fra
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secretos, d vitaliilade e
energa a todos os orgns e d forca e vi-
gor ao systema afnn de poder melhor resis-
tir a todos os ataques d-i enfermidade. .'
pois este um remedio canslitucional. Elle
nunca dislroe afnn do poder curar ; porm
constantemente miste a artwwfc l'ortanto
im todas as loqueas eonsHtuciomtw o em o-
das as molestias locaes dependente d'um es-
tado oicioso eimperffito do systema rm ge-
ral, nchar-se-ha, que a Sai.saparrii.ha nr.
Bristol um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuiudo inestiinaveis e iucontestaveis
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Ulceras,
duun antipas,
l>FERMIDAUES SYI'HlLITICA.s
F.RYSirEI.AS,
RHELMAtlSuO,
NEVRAlJilAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
quo tem grangeado e da^o o alto, rome i
Salsaparrilha de Bristol
por t'vfasas partes do universo, ?So Wo so-
mente devidas 6
DK1CA LET.ITUtA Z ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
B. Panter t C.
AGENTES.
NA PHARACIA CENTRAL
HlflHsiIlomi lcilici'-ii'umc
i %

desde .'11 de ruaio prximo p ssado ; fleando ni-
camente o socio Antonio Martins Moreira cnear-
rejado da oxoncrarao do pasivo t a'rreeadr,o ro
activo da firma extincta. Recife, Je agosto de
1873.
Recife, S de go3to da 1873
Francisco Jos Soares Ferreira.
____________Jos da Silva Pereira._______
Na rada aianria n. 18 precisare de urna
criada jara ecuinhar e lavar.
baratos.
Oleados bon"S o muito baratos, para cima de
meza : ni annazem do- vapor francez, ra do Bi-
ro da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Precisa-se
de urna mulbcr j ila e de bom eonip )rtamn-
to para fazer con pan ia a urna mofa j a tratar
na rna do Padre Ftoflaoo n. 71, loja.
L B. SUva Ma. g
Ra do Visconde de Albui|uerquc u. Si
11, outr'ora roa da matriz da Itoa-Vi-ta M,
n. U. O
Chamados : a qualquer bora.
Oinsultas : Aos pobres gratis, das S
4 horas da tarde.
0 *^C*DiXCXO^X*Of>OX, ft
Alnpa se a casa n. Si rna de S Icio, coca
z alas, 1 quarto, cozinha fr;i e quintal, e prego
do I i/ mental: a tratar na r.n etreita di Rosa-
rio n. 17, Io andar, das 10 ;i.i J hora- di tarde.
> *-------------------------1----------------------------
Alinelo
#9 putei di Tarja n. S9 irabalhvse embolia
de diversa* o/iadaOs ep'eparam-se bandeijas
enfeitadas rom e a-seio, la por pre^o
raaoavel. Dase bolo* para vender, pagando m
a vendao
Um hoinem solte4ro dfsej asociar-se eai
uraa taverna entrando para essa fim com capital:
quem pois qnizer admitti-lo vi i ra Imperial nu-
mero JO.

\
>
i
I,


Diario de Pernambuco Segunda feira 4 de Agosto de 1873.
v

I Joo GonzagaBacellar }
ALU(H=SE
o primeirn andar do sobrado n. 50 da ni da
Boro Jess, murta ma l f*iv IWoifie mira
scri jtorio : infcar c*i IMef A CT Ua Ha
Bom Jes;m n. 5&
Por 60U4 e por motivos justos Vende-se 1
preta de 35 annos, engomma, coxinha e lava,
bar.it.): na ra de Hortw n. Ht Xa mesma ta-
sa ha oulras esrravas com habilidades e sera ella.
AJl A glIg^FNDICAO DE FERRO E BROHZE
* El l'i. .'i-:i .!.' n i.;. ; i: i:.. liara ^m ^^ ka. ^ ^_ h a a.>.^_
le leu;, aiu.'l para
r n p i ;t .' -.' r.. i. i t |m:.i .a-a du
i : ;' Ir.iiir ii.i roa
Ja Rula n \1. I.' sin.iaV.
\
V. ;:,\r.
----------.-----------.-------- *. --------
e> prensa-se alturar una una de leiu > a Ira-
ar la rua d. S-fl n 11.
A>1\
i'nji-i-'asc il* ii;na ama para mih-
l'i.ir e tMzinliar para Ana u'*toee*:
na na de I', dro .\!f m-.. u. 3.
V nirt
es.
Continda estar ausente o escravo Henriques
dasde o dia 15 d abril, o anal tera os signaes se-
guales : mulato bein claro, cabellos crespo*, ros-
to liso, sem barba, falla ura pou desratizada,
olhos um pnico quebrados, .piando est serio tica
om po'ico carrancudo, lera as costas eh*ias de
paun.is brancos, a perna dlreita aberta, o dedo
grande do mesmo pe un pouco aberto e sem ter
unhas, proveniente de orna ferida qne tere, lem o
andar milito banze'ro, as radeiras largas e muito
nilerico, foi da SeTa do Teixeira, dos herdeiros da
casa da viuva D. Victoria Mara dos Anjos, estes
venderam ao Antonio Osario Italiano, este vendeu
ao fiaran de Xazareth, onde coraprei ; a m do
dito ululato inda viv mura na Serra do Teixei-
ra, ebanu-se Felippa, consta-me que hoje forra,
Jevou em companhia um cavado alasao dourado,
bonito, altura de 7 palmo-, pouco mais ou menos.
We pes calcados, frente atterta, rabeca acarnei
rada, crinas, topete e cuda compndos, una man
cha bran -a redonda em cima da anca esquerda,
lem urna bellide mnito pequea em um dos olhos.
nao sei em qual, s se observa a bellide deilando
attenc-i, tem alguns denles quebrados provenien-
te da cachara, e muito rinchao, inteiro : qual-
quer capitn de campo ou mesmo pessoas que o
S vender, tragam ao engenho Canzanza, freguezia
B Santo Amaro de Jati .ala >, ao seu senhor Anto
ni Carneiro Rodrigues Campillo, qne ter a quan-
tia a.ma, e pagarei as despezas de viagem.
________Antonio Carneiro Rodrigues Campillo.
Tr?
i.: do mas amas para
Usa de poipieiui familia, son lo
nina para eng.immado e otitra
para cozinhar : a tratar na pra-
fa do Corpo Santo n. 18, 3 andar.
Precisa-se de urna ama para casa de pou-
ea familia : ua rua larga do Ro ario n. 21, %
andar.
Precisa se tima ama para coxinha
de homem solteiro : -ua da Praia n. 9.
ar en casa
Cozinheira,
Prensase de unta ama que sej perteita neso
servico e que tenha boa conducta : tratar em
Santo Amaro em seguime.ito rua d'Aurora n.
FABRICA DE MACHINAS
ib liar!! di riu:ii|ilio (rua (hlrui, J hs. iOhi Htt
CARDOSO 4
Boa arquisioiQ.
rsou auno lerdo Mirar-so para
i birfcpa.ouJe v.ii rt-sUifl
LU
Precisa-se do una ama para eozinhar
engotnmar: na roa de Hortas n. 20. .
A m A -N;| rua Direita n. 26, pre-
/% |W /% eisa-se de urna ama para co-
A "]." A Piecisa-se de urna que co-
m [al /% zinhe o diario de urna casa :
i.lil/l. na rua do Bario do Trium-
pho n. 78, antiga rua do Brum, ariHazein de Ma-
nuel Jos de Sa Araujo.



Aviso.
Fugio do engenho Souza, freguezia de Agua
Preta, o eseravo Joaqaim. de e> la tara regular,
ego deumolho, comprado recentemente ao Sr.
Seyeriano de Siqueira Cavbante : rogase a po-
lica e aos capitaes de campo de o apprehender e
o levar o dito engenho, ou no Recite rua da
Imperatnz n. 30, que sero gratificados. Igual-
mente protesta o ahaixo asignado contra quem o
occultar, ou indevotamente gozar de seus ser-
vicos.
_______rtiristovao Xavier Inopes
Urna seohora, capaz, offerece-se para engom-
mar em urna casa de pouca familia; indo s 7
boras da manh e sahindo s 7 da m ule: quem
precisar, dirtja-se rua da Palma n. ggj
AHE^CAO "
Pede-se ao Sr. Pelipne Maria Bessone, caixeiro
dos "^rs. Tasso 4 Irmos, a vir rua do Livra-
ment n. 20, a negocio d seu particular interesse.
Precisa se de um inicial de barbeiro, no sa-
llo da rua das Larangeiras n. 19 : a tratar com o
dono do mesmo.
FUGIO
Estffugido o cabra araboclado de nome Pru-
dencio, desdentado e os cabellos um pouco ubico
dos, andava com urna carroca conduzindo estrum
para um sitio, efugio no domingo 6 do crreme;
este esc cavo ligeiramente gago, foi escravo do
Sr. Joaquim Juvencio da Silva e hoje pertence ao
baro de Xazareth, que gratificar a quem o apre-
sentar. Elle representa 30 annos, lilho do Goi-
auna.
r** At vir.
Relojoeiro- e dourador por-
tuguez.
Albino liapn-i.i da Rocha, du
voii.i Ja Europa, contina a en-
cane ar-sc de ciBccrtar e dou-
rar relucios, bein como qualquer
ontro obji'ctn : rogando a seus
, amigos e fregones o obsequio do
jBw.-wwi-mS prorura-ln na irave f.i da ruadas
Cruzos n. t4, I* andar, por Iras da praca da Inde-
pendencia, que o encontrarfo prompto a garantir
seus trabailms e a faze-los por precos mdicos.
J. Itiiiluiil de Pars
Constructor c nfiiuuor nos
Kx-sfinador das antigs e afamabas casas
Pli'yel e Hertz
e antigo director das ufficinas la casa
AITiuiso Bloii kl.
33Rua do Imperador33
Tem a honra de declarar a. re>peitavel publico
desta cidade que lem aberto sua casa de concer-
tos e afinaedes de pianos, qualquer que se ja o es-
tado do instrumento : rua do Imperador
n. 33._____________________________________
Attengo
Prec*a-se de um feUnr que saiba tratar bem de
vaccas, paga-se razoavelnn nte : a tratar no sitio
do Caldeireiro u. 9, ou na rua do Torres n. 12, |
andar, eseriptorio.
AMSAM ios Srs. de enguulius e ao publico eni geral, que receberam da Europ*
grande sot tiuietito de ferragens para engemios e para lavoura, e quaesquer nutros ^sous
s mistares da industria agrcola, o que ludo tendera por presos raroaveis. !.
apOreS horisontaes de i, 6, 8 e 10 cavnllos, os melhores que ven ao mercado.
MOenOaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS rooenuaS para assentarera grades de madeira.
TaixaS de ferro ^un^'^ e batido, >k todos os tammh<)s e dos iwlhores fabri
Mcantes.
LOdaS (1 aglia de diversos tamanhos.
tvOaS aentadaS de diversos tamaabos e qualidades.
Arados americanos de dvaws qualidades.
r OrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
ColCCrtOS (onc,,rtatn com promptido qualquer obra ou machina, para o qu teert
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS "an^nm v'r Pr encomm< td da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londre*
) com um dr* melhores engenheros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentat
as# litas machinas, e se respons iliilisam pelo bom trabalho das mesmas.
HuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F U N D I G 0 DE CARDOSO & IRMA O.
KMV.. |il.: ^J
DE
JL
v.M. I. *.. 'i,.. : '.|'l!l |, I -. U
lo ilil. ai! !i! Si..it., ii :i;..,i |,i> ||..
Hunos l.na i l,ik-s imIhI, da -qual*
ilfscoiltna iiaiis/ tinj(.....ii.'ino ili's h- o
alio (fcWtn/\}/isfiif!iu:iti! intMtii alt:* da
piiiita le ttitJa, hmu- couui, pulo la'l ik
Ierra, as lindas paysaguis d poaiilo o sul
tendouin quintal regular, coiharvoredo novo
plantado bj dous anuos, terreno muito fr-
til ; urna cnc/mha (pocti; ragunpura'h gas-
to aro,e una cttt.srna de ajtia petavul ;
tondo onze qliarlos e tres ptimas salas, um
grande arraazem o que p*ie servir de co
xeira ou do residencia de eseravos, t'ldip de
um sotao, proprio para dorniida ; muito are-
jado eni toda a ep ca do auno ; com illu-
minaao gaz ; e em vesperas d<> ter agua
canalisada. Ada se pn-parado convenien-
temente, nao s dos movis indisp.iisavels
qualquer familia, como de lodos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Veudo-se a d-
nheiro, ou como se acha, ou retirando os
ouiveis. (Juem qtiizer ve-lo, pile procu-
rar a chave na mo do Sr. I.niz do llego
Barros, regente do hospicio de. alienados e
a tratar na run da Uniao n. 49.
- Os abaixo assignados deelarain pelo presenil
annuncio que reliram todos e quaesqni-r poiWre
concedidos om proearae&M pa-sa.'as a /Uredo
Cardoso Pereira ou a Alfredo A Barbosa J .uinr. e
protestam contra qualquer arto pfalirado p r es-
tes seulinres desde a data de sea procurac.o pas-
sada ao Dr. Pedro Affonso de Mello. E-peiancn
ou > eriquito, 28 de julho de Vi.
Francisco Alfonso de Vd|,).
Mariana Victorina (fe Mello
rniuciii do Iiiiiio
llua ila .Madre deM)eits n. 10 A.
{ fominjies dn Car(a. r Silva partfina a*
.;i< fi-. fu-'-y i .-i>..-. .pi:. ,a fvi afi.' ,n a
Ma i|n M...I ?. IV u 'o i. -. ,. |f), ,|i., ,......
I su Iko ni. ii- f.nuoiRi ;..i I... ,|.- paleiitn i
i.' v. :t.- m,i|.-.,,,. :i., ,ih iv< :..i.h-,,i,., ja v.:ii,.i.
i; le ni ayiy ;.,11 i .i.- l.iJ> ..> fimos de corda
.i re-. |. -> .1. -. I .:.i- .-lap U-s pq: M tu-
''''' ''1- : i i ...utos Turres .v
Vrarfjo. I.izaur. Adolplio R.hmdt 4 Lizaur
Mliniidlt C, V'sigas t ArauifL Trindad Ave-
lar, Tejxeira Pinto Prtdla (garautidu pe nctmosi e de ouln linde nao conliecmos polo
tiiiLlicu Ji:-U caula!. O aiui neiauie uVclua que
iodo ruino que lor vi uili.ju em *ua casa sut pola
>en )iiso y#lyr, une quapdn garantir re'stiecti-
va qualidadc, t* vn.rro, um psrlicufamwnte
com as pessoas quo^ioueo cnteiiiam da materia ;
poii para bvtu .-ui vir a toilot lem n annunriaule
jOflga plazca Je Isaqnos doste c.tinuicrco
'. ende-.-e a ainiicao e ais Lemfcitorias da
hila da rua do ltangel n 12 a tratar na nusma.
V propria p.ra qa.'ilqucr negoiio.
Vndese ...i uteii.-ifios di pa darla da rua Df-
nita n. 40, or jimios, nu em separados : na
mesuia padaria, las 10 h^ras sin da tarde.
Catate iiu'iiis
NA PRACA DA IXDfii'ENDE^OA NA L0:A LO
A'-AXTKS NS. H, 13 E 1 .
Botinas de pr-lic-i, raimo* allos
dem de elugreni
lilem gaspiados de couro de ustre
l.l"in 'e tfnjraqiM de cor
dem, de coplavfui para h men
Idcm de bezerm para menino
Ci'W
:t*o-3
30
Precisa-se de un caixeiro do 1-a i.'i anuos,
que tinlia pratica de niollado-, tara a cidado da
Escada : a tratar no p.it-o di Turoo n. 23.
I>K IIOADOS nUSCO DK ACALIIAO
Tifien, affei-yfios csorotnlrans. tost chroniea. rilennlitiiiniM, fraquena
- iiivinlirn*. pitl n, ii. lomar. alendan bonrosa.
bsuu :i ni:;ie, dt! f:i!;t'ic:i :il>Sixo iliilIcn'lB cucobrindo capsula Je i
Mda f"-> "\t f'-r::i tt r :t(itW
l.:.OKito cm yVi-H,iin*i.c 0 Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vez
rogado vir rua do Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse.
Preci-a-se de um feitor para um sitio
Ponte d'Ucha : a tratar na rua Direita n. 8.
em
U^^ Convite.
Os senhores ahalxo declarados, sao encarecida-
mente rogados Tiran rua do Imperador n. 28,
a tratarem de negocio particulares qne Ihes di-
zem respeito :
Antonio Anacleto dos Santos
Antonio Affonso Mereira.
Antonio Pinto dos Santos.
Anfonio Jos da Silva.
Antonio Jos lliheiro de Moraes.
Benjamim do armo Lopes.
Doining >s M. de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
Dr. Francas o Pinto Pessoa.
Ebom Wistig.
Emilio Jo- de Moraes.
Fernandes de Azeved>.
Francisco Alves de Mello Tico.
Franc-co de Paula Borges.
Francisco Jos Carneiro.
Joaquim Guedes da Costa.
Joaquim Jos Maria da Penhn.
Jos de Brito Mello.
Jos Goncalves da Silva.
Manoel Antonio dos N'aseimento.
Mano--l Silvino de Barros Falcao.
Paulino Joaquim Tavares.
Theounio de Barr William Rawlinson.
MOFINA
Est encourac.ado !! 1
Roga-se au lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
lins de dezembro de 1871, e depois para jaueiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
a p..r este motivo de novo chamado para dito
1m, |)is S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oitb annos, e ijuando o Sr. seu ihu w
achava nesta cidade
- Precisa se alugar una preta de meia idade
para vender taboleiro : na rua do Cotuvello nu-
mero 32.
vir.
O Sr. Jos Alves Machado Guimarics pela se-
gunda vez rogado a vir rua do Imperador n. 58,
a negocio de seu interesse.
Fugio do engenho utigi, fregu/ia da Esca-
da, o preto de nome Sabino, alio, bem prolo, rosto
comprido, bei;os grossos, foi comprado ao Sr.
Manoel Quine, do Riacho-Doce, termo da Madre
de lieos : quem o apprehender leve-o ao referido
engenho, ou no Recite rua do Visconde de lia-
parica n. 2/, que ser generosamente gratificado.

.'i'-'
' t-i";tur- "> .. -i**
5fi aRua do Mrquez de Olinda 56 a
(onlr'ora rua da Cadcia)
LOJA DE MACHINAS
Seinio este antigo estabeleciment assaz conhecido como principal e recommen-
>'.'-> pelos grandes depsitos e bous sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras unachinas americanas para nl^-
d&a. desde 10 A 60 serras, e ha vendo em todos os tamanhos diversidades de siste-
mas e mellioiamentos para perfeito e rpido descarocamento ; tornam-se dignas de
serem vistM e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontrarn
Umhem iais :
Apurados vapores locomoveis, deforca! Temos de bandeijas finas,
de 2's e 3', cavados com todos pertcncas Torrentes para arrastar madeira.
precisos para trabalharem 4 machinas para' Cilindros americanos para padarias.
la
Pede-se a quem competir, que nao con dota
adjunto de prelas na esesda di sobrado do becco
Largo n I, no He-ife. |"i- a pe-soa competente
deve saber que ha ramillas n..s vi(inb>eas e di-
tas pretas alm do niao eomportaniitiio, ritaui e
sollam palavra ohcenas ; a dita cscada um
perfeito envenlo, tanto durante o'dia tumi at
atenu alta uoule.
Um viandante.
{MMMMNVQMCIP; m ------*3 MORi
Emilia Rosa Gomes
Coimbra.
Antonio Niines Femira C-timbra manda nsat
urna missa de rquiem por alma- de sua fallccidi.
e sempre chorada esposa Emilia Rosa Gomes
Coimbra, segunda feira i de agosto, s 8 horas .la
manlia, Io anniveisaiio de seu faHcciiiicnln, na
igreja inairiz do Corpo Sanio Para asistir a esle
acto de caridade e rcligiao convida aos seus p-
renles e amigos, eonfessandu a todos seu vivo re-
conbecimento e gralidao.
Prersa-se de um offlcaT de barbelri : na
iranca loura rua larga do Rosario n. 24, priniei-
ro andar.
Precisa-se de urna miilher de boa condnel
para fazer coinpanhia a u:nn pequen i faniiiia : na
rua de Horlas n. Ii3.
COMPRAS
f Trastes. 2
Compra se e vende-se trastes novos ^\
e usados : no armazem da rua do lu- ^5
fot erador n. 48. /n.
Compra-se
um tan(|iie de ferro que possa contar de dua e
meia a tres pipas d'agua : no armrzem da bola
amarella, travessa da rua do Imperador.
Mais val tarde do 'que
nunca.
AVS ? i.-irlMH'foHle.
0
MEDICO-CIRURGICO
DO
Dr. J. II. Curio
Rua do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
me! ro andar.
Consulta das 9 horas as 11 da manha.
Chamad js a qualquer hora.
0
AVISO.
A direccio da associajio commercial benefj
cente, em cumprimento do artigo 19 dos estatutos,
convida a Daos os socios elfectivos da niesma
associaci) para no dia 5 do correte a f hora da
tarde, reunirem-se em asamblea geral, para lhes
ser apresentado o relatorio da direceo, e proce-
der-se a eleicao da directora que tem de funecio-
nar no ano.) de 1873 a 1B74.
. a de 1873.
Ped ro M Manry Vice- presidente.
L. Dnprat Secretario. ,
Os abaixo assigna los declaram ao wminer-
ci, que nesta data dissolveram amigavelmente a
tocieladri que tinham na !oia de fazendas, sita
r :a d.) Cabug n. s ib a firma de Antonio Fnn-
cisco don Santos & C, li/anJ.) respansaveis por
todo debito para com a praca, m dous socios An-
loni) Francisco dos Santos e Antonio Jof M^rei-
r, c o socio Domingos Pinto di Freitas de-ligado
compleUment.'. de qualquer responsabilidade que
p ir ventera possa apparecer, assim como pago e
satisfeito de s:u Capital e lucos obtidos na con-
tancia da mesma sociedade. Recife, 31 de julho
de 1873.
Antonio Francisco dus Santos.
Antonio Jos Morara.
Domingos Pinto de FreiU?.
Ama governante.
Na leja da rua da Imperalriz n. 10 se dir quem
precisa de urna ama que saiba mandar e fazer
lodos os misteres de casa de familia que nao tem
enancas,
Tres Mundos
POR
D. IITOIIO DI COW4
lindo Earkro---tai'; KoniaiM
Mundo christao.
Um volume ntidamente impresso
3000
LIVRARIA FRRNCEZA.
MUDANGA.
lliguel Ferreira Pinto, cftabelecido com arma-
zem de doces, fructas e Dores, na rua da Cruz n.
13, buje Bom Jesu?, participa ao respeitavel pu-
blico e aos seus freguezes, que transferio o mes-
mo eslabelecimento para a referida rua n. 6, onde
se encontrar tudo o que diz respeito a estes ge-
nero-, e sempre como d'antes. Apmmpta toda e
qual jui-r encommenda pan fra da provincia e
tamliem para casamentes, bandejas enfeiladas com
bobines, botiqueis pan noivas os man bem feitos
que ?e pode desejar.
algodo, ou para outro qualquer mister.
.Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mo para atierros.
Tinas do madeiras.
Bal.les de dita.
Ditos de ierro eslanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparellios para jardins.
Guards-romidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachns para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de. madeiras.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debuluadores para milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estn hado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferretros.
w
Trena para cozitm.
Emfim muitos outros artigos, que savista e neste estabeleDmoderaoentp si o
examinados.
Escrava fiigida.
Fogio na dia 29 de juio prximo lindo, urna
escrava de itoiae Vicencia, com os sinnaes seg-un-
tes : parda, c.jr de canella, alta, gorda, cabellos
meio carapfnhadjK, rosto redondo, tini falta de.
denles na frente, levou vestido do cassa, chale de
varias crese tal vez b,tinas, lilha de Macei,
onde tem uai irmao chamado Vicente, em cuja
companhia estao duus filhos seus, pode ter ella
fugi-lo para all, mas ha quasi certeza que esteja
nesta idade do Recile acoutada por um Mrtu se
nhi#doulor, a quem se pede que a mande vollar
para casa de seu senhor, sob pena de publicar-se
todo o seu nome por extenso nos jornacs, e procc-
der-se coutra sua senhoria. Roga se s autirila-
des policiaes e capitaes de campo a captura desta
escra'a, e que a conduzam a rua do Baro de
Triumpho (antiga do Brum) n. 92, que sero gene-
rosamente gratificados.
Recite Drainage. i
A saciedade luso brasileira leudo arrendado o ;
predio de um andar, silo a rua do Imperador n.
3, encontrando nello dous apparelhos mandados
collocar pela companhia Drainage, e como nao te-
nha sido attei didas as reclamacoes feitas ao Sr. ge-'
rente, declara pelo prsenle que so se responsa-
bilisa pelo importe de um apparelho, nao s por-
que o predio d- um audar, como tambem parque
o pr-ipricario o Kxm. Sr. Baro do Livramento na^<
auto-ism a collocacao de ues apparelhos, e nem
a conipanliia podia assim praticar.
COMPANHIA
DOS
Vcnde-se um boi manso e feilo no servico. e
urna carro;a cm bom estado : quem pretender
dirija-serua do Viso mde de Goyanna, antiga rua
do Mondego, n. 73, taberna.
Muito barato
vende-se urna armaran e gneros de molhados,
Sor 2"0, no barro, freguezia dos Afogad-.s, lugar
a praca do Capim : a tratar ua niesma.
Armaco venda.
Vende-se a armacao de amarello, envidracada
e com gaz, da tatema da praca do Conde d Eu
n. 32 : a tratar com o agente Martina, rua da
Imperalriz n 80, ou na rua do lo perador n. 18.
Vende-se
A taverna da travesea das Cruzas n 6, propria
para principiante, com poucos fundos: a tratar
na mesma.
urna taverna nos Afogados, rua do S. Miguel
n. 68, propria para principiante : quem preten-
der dirija-se niesma.
Vende-se um sitio no Fundo, com 400 palmos
de fundo e 100 de frente, em trra propria, cem
una casa dentro : a tratar na rua do Rangel nu-
mero 48.
TRILHOS URBANOS
DO
Recife Olinda.
Esta companhia contrata
o terceiro andar da rua do Vigario Tenorio n. 20: i
a trat r rua do Amorim n. 37.__________ bh compannia contrata com quer me-
Os abaixo assignados declaram ao pufthco Inores condi^oes epresentar, a collocacao
que teudo dissolvido de coiiimiim accordo a socie- d'um telegrapho elctrico, partir da esta -
dale que tmham com o Sr Domingos Piulo de ro d" Aurora OlinHa o l> Fnm;u,.H.
Freitas, continuara no mesmo eslabelecimento sob ?h -ncruzlhada
a mesma razo commercial de Antonio Franciico BeDeril)e'
dos Santos & C. Recife 31 de julno de 187.. | Para informacoes se entendero com o
Antouio Fraocico do Santos. i respectivo gerente no eseriptorio da mesma
____________Antonio Jos Moreira.__________ companhia.
Alugase um perfeito cozinbeiro : a tratar 0 gerente interino,
na rua da Palma, casa n. 57. Laurentino Jos de Miranda.
SUPAS.
A' companhia dos trilitos urbanos do Re-
CRIADO
Attenco ,
Pede-se ao Sr. tenente-co-
ronel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerque, o favor
de vir ou mandar rua do
Coronel Suassuna n. 4, ne-
gocio que S. S. nao ignora.
Aluga-se
o pavimento terreo da casa da rua da Aurora n.
85, completamente mubiliado, ou sem mobilia : a
tratar na rua do Bom Jess, outr'ora da Crux n.
B7, primeiro andar.
Precisa-se alugar um criado que seja copeiro e
asseiado : rua da Un o n 17.
mr
PENHOBES
Na tfavessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
MMML
cife Olinda compra sulipasde oiticicas, com
9 palmos de cotnprimento, 9 polegadas
de largura e 4 ditas de grossura.
L.J, de Miranda,
Gerente interino.
Sendo resolvido por esta companhia a dar
hoje 1 de agosto curso seus novos bilhe-
tos, succede ha ver sido roubados hootem
da estaco de Olinda, cerca de 2,006 bilhe-
tesde l.*e 2.* classe dos que acabara de
ser retirados do transito. Nao havendo per-
missao para os empregados dosta companhia
venderem bilhetes seno aos passageiros;
todava podando succeder que algutn pas-
$ sageiro, tendo comprado seu bilhete, dei-
3 xasso defizer a viagem, nesse caso, pre-
viuseque pole mandar receber seu im-
" porte no eseriptorio da companhia at o da
$ do corrente.
0 gerente interino,
L. J. de Miranda.
- Quem precitar de om administrador ou fei-
tor, para enganho ou sitio, casado, com mtilher e
ilbos, dirija -se rua do Bario da Victoria n. 6
qw achara eera quera tratar.
A diiilidro
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel de core?, resmas grandes, sortidas a 9.
Dilo de dito ditas, asseiinado e muito eneorpado
9-000.
Dilo de seda (mais conhecido por seda de n i-
Ihu) do verdadeiro, francez, a 2a6'i0 o carto de
O.IX'O morlalhas.
Dito de linho lino de Barcellona, marca martel-
lo.'iOOO.
Dito de dilo dito, marca balanza, 90t a resma.
Dito de trigo, resmas grande-, do verdadeiro de
Barcellona, lJ a resma.
No armazem- de Jjs Domingues do Carmo e
Silva, rua da .I/adre do Ddos n. t A, armazem do
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fumo em fallas, muito velbo, cheiroso e forte,
para fumar-se, da safra velba, e dos melhores lu-
gares de S. Flix, Nazareth, d provincia da Ba-
ha, sao vendidos a dinheiro vista por precos
inuit'i reduzi-los.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Albos a 40 rs. amounca e gaz
a 5|800 a lata.
No armazem de Jos Domingues do Carmo e
Silva, rua da Madre de Dos n. 10 A, armazem
do fump.
Na rua do Santa Tuerexa n. 60, taverna, ven
dse um terreno a 6| o palmo. Na mesma casa
vende-se uns traste usados, de jararand.
Veul se um piano francez, de meio arma-
rio, em perfeito estado e de excellentej votos,
assim como urna pequea injbtha, e outros tras-
tes de casa
Tanques para agua
de ferro galvanisa lo e de diversos taroanhos, ba
para vender na roa do Imperador n. 48.
?
Avisa se aos amantes ou apreciadores des
SOSHliS
ace ine deliri si. gue re prepara va amigamente
NA CO.WJTAMi 00 CAMPOS
que os proprietarius daquelle i-siaLleciim qo re-
Folveraiu de novo falnic. r lio delirinao n.anjar,
ua.i s pura sa'.isfazer guntan encoinmendas, ca-
lilo para criar novos c-i.-uinini lores.
li qual sei a familia que nao
mandara buscar all, ao meaos
urna duzia de
SONHOS
para a sua sbremela ?....
Algalian
As algalias Jo falirii-ante BlNJea Boulevard du
Palai<, sao as meihore* conheeidas, pois que con-
servain se peiit-iainenie uos climas calidos, eomo
a experiencia constantemente o est provando
Cunta c Manta ven-lein conslanteinenle em
o seu annazeiu rua do Mrquez de Olinda nu-
raen 23.
Vinho clianijiagne Roderer (Caite blandir;
gigos,
Dilo dilo V. (.li.-quyt. gigOS.
Dilo Cliambertin,- caixas.
Dito Boufgogno, dem.
Dito St. Juiicn, ideni.
Dilo Si. Christoly. nlcni
Dilo Si. F.stepbe i.lem.
Dito St Einili.iii, idcm.
Dito Shcrry dem.
Dilo Mideii;-, idrm
Cognac, Martell (verladeir..). idc.n.
Dito Hennessy (dito), idem.
Cidra Cbampagne, dem.
Viragie branro l!n dem.
Azi ite di re retinado fino. dem.
Cho oate Menier dno, 10 kilos.
Aramia ingleza, latas
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao & Filhos
Teem para veidcr no seu eseriptorio rua do
Cominercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caka de 12 garrafas.
de iaran a, idem idem,
ARCOS de pao para barra.
CAL tle Lisboa, recontemente ckegada.
CHAPEOS de sol, para liom ;m e senhora, cato
de marlim e sso
FKIXES de ferro, para porta.
FIO de algodo da Baha, da fabrica do comni'.n-
meudador Pedrozo.
UREA de roriz.
OBRAS de pal ela.
PANNO de algodo da Rahia, da fabrica do com-
inendadui' l'cdrnzu.
RETROZ de todas as qualidades, das fabric.v de
Peres e Eduardo .Milito.
ROLDAS proprias para botica.
SALSAPARRILIIA do Para.
ELAS de cera de todos os tamanboa.
YIXHO engarrafado do Porto, caixas de 12 ga: -
rafas. .
a dito Moscatel do Douro, idem idem.
< dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de gar-
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
a de caj, caixas de l gar afas.
lialvasia do Douro, .caixas com 12 gar-
rafas.
Carravellos, idem idem.
TASSO IRMAOS&G.
Em seus aimaicns ri,a do Amorim
n. 37 e caos do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos ;iara ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Poriland.
Cimento Hidrulico.
Machinas de descarocar algodo..
Machinas de padaria.
Potassa da Russia era barjiL
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafScs. >
Lenti has em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Parto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas laftatai
Licores finos sortidos.
Coguac Gaulhier Freres.
Latas de touciuho inglez.
Barris com repolho em salmoura
1.a e 2.a series.
Vende-se urna assignatura- d.-is cadernetas do
Diccionario Porlugnez de Fr. D. Vieira, j pagas a
1' e 2" series : rua Duque de Caxias n. 73.
Las, ultimo gosto
A Bosa Branca vende las de jostos mnito boni-
tos a 800 ris o covido.
Las de qsadros a 320 ris o
covado.
Chegaram mais las pelo ba atissiras nreco de
320 ris.
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas ce padroes muito
delicados, c est queimando.
Atoalhadc.
A Rosa Branca lem o que h.. de melhor e de
ricos deseulios.
Novas cambraiafi pretas.
A Rosa Branca tem os mai? ricogostos em i
cambraias pretas : do se amostras de todas as
i'azendas, trazendo penhor.
Xarope d'agrio do Para*
Antigo e coueeituado medicamento para
cura das molestias dos orgios respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
a iplirado ainda com ptimos resultados do
escorbuto.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburimezas qne vera a e*td mercad::
na rua do Mrquez de utinda n. 51.



G
Diario de Pmbaoo>^SejjyaiidQL fcira 4- d& Agosta de 1&79U
tRANBES N0VI)A1ES'
Em fazendas de gosto
NA
LOJA E ARMAZEM DO
N 60 Ruadalmperatrz N.
ni.'
PEREIRA DA SILVA &
P
60
Os propnei.iries deste importante estabelecimento, partlcipam ao respetavel publico
desta oi lu.Io e nnetoH numerosos freguezes que acabam de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais Jindas e mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das melhores fazendas de lci, que so vendem pot presos muito em corita, s
com o li.ii Je apurar Utttbetro.
As pessoas que negociam em pequea escala, ueste estabelecimento poderSo fazer
os seus sorti.nentos, porque so Ibes tender pelos procos que compram as casasestrau-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando peuhor, ou mandam-se levar em
casa das Exinas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento esta" constantemente aborto das 6 horas da manh s 9 da noute
fiBAYUHfflS
A 19300, ioe, 800 cGiOrs.
BLRNOS A 169000.
0 Pavo recebeu pelo ultimo vapor; de
Europa, burnoos dos mais lindos gestos
O Pavao recebeu umbrilhanto sortimonlo que at boje sao conhecidos e emrelacao
Jas mais lindas granadinos prcta com del- sua excessiva barateza, convidamtse as
cadas Intns de cores cpretas, que vende pelo Exmas. Sras. para verem o que ha dermeis
barato pr.go de 19500 o c -vad Ditas to- novidade nesto artigo,
das de crts com listras miudinbas em urna BRAMANTES PARA EENCOES.
s cor a 10200 c 19000 o covado. Ditas 0 Pavo vende superior bramante de al-
pretas com listras de seda roas a 800 rs. Di- godo, tendo 10 palmos de largura, queso
tas protaj com listras brancas, azues ever- precisa de 1 1/4 vara para um lencol a
des a 6'0 rs. o c vado. Assim como boni- JJGOO o metro ou 19800 a vara,
tas ba rejos de seda para vestidos comas Dito do linho fino superior e muito cn-
mais lindas cores a 19000. E' pecbincba, corpado, com a mesma largura u 29400 *
na luja do Pavo. vara
rOUPELLNAS A 1.9600 E 29000 0 COVADO. Ditos francezes muito finos a 29600 e
O Pavo recebeu um elegante sortimento 39000.
das mais lindas poupelmas de seda com os I "Pegas de Hamburgo e panno de linho, te-
irais ImJos desenhos e mais bonitas coros, do c m 20 e 30 varas para todos os procos
quf vende a 1-9000 e 2-7000. i0 qualidades.
SEDAS DE COM A 89500 RS. l>tas de bretanba de puro linho, tendo 30
O Parto recebeu um bonito sortimento jardas, pelos procos mais baratos que se tem
das mais lindas se linbas de u:iw s cor com visto.
delicados desenlio; miu linho?, que vende a Pecbiuchas de finissimo osguio ou silzia
2950oc vado. Ditas com listrinbas, mui- com G jardas a 79000.
to boa tazen '' a 23000. I' pecbincba, na pecas de finiisima silezia
a 3o?000.
na luja C > : ai
CAMBRA1S ABKRTAS A 9? E 109000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais linas cotnbraias brancas abertas,
bordadas pira vestido, que vendo pelo barato
precio de 99 e 109000 o corte, tendo fazemla
bastante para vestid1. E' pecbincba, na loja
do Pavo ra da lmperatriz u. G.
LAZ1NHAS BORBADASA 400 RS.
O COVADO.
O Pavo racebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinbas transparentes com
florinlias, borda las, tendo de todas as cores
inclusivel rocha propria para vitiva, e ven-
de pelo baratissimo prego de 00 rs. o co-
vado. K' pochinoha, na loja do Pavao ra
da Emperatriz n. 00.
LAS MODERNAS.
0 Pavo vende um bonito sortimento de
ibas listradas sendo das mais modernas
qiiHtem viudo ao mercado, pelo baratissimo
pro; 1 de .">'')) e 600 ors. o covado. E' pi-
chincha, na luja ilo Pavo ra da lmpe-
ratriz 11. 6tt.
AI.I'V AS I.VVP.\DASA '.0KS. OCOVADO.
com 30 jardas
Chegou para a loja do Pavo nm elegante
so lmenlo das mais lindas alpacas luvradas
d coros sendo as cores mais modernas que
Icio vin lo para vestidos, c vende-se pelo ba-
ratissimo prago de 610 rs. o covado. E'
pecbincba, ia loja do Pavo.
E040RS. 0
CVSSAS FRANCEZAS A GO
METRO.
O Parla recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fian ezas, de cor,
com os mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo pa Irocs osearos e outros que
serven para luto, c vende a GO e 640 rs.
o metro 00 3(iQ e 400 rs. o covado.
LZlNllAS MODERNAS COM LtSTRA DE
SEDA A 640 rs. e 15200.
O Pavo lecebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinadaj sendo
as mais modernas que tero viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos prego de 640 rs c 15200.
Assim como outras muito bonitas comhstras
sem ser de seda, que vende a 500,640 e 800
rs., todas estas las sao modeniissimas. E'
' echinefia, na loja do Pavao.
CliliuatM, SO, 3COe 360 rs.
O Pavo recebeu um gran le sortimento de
titas decores Pisas, que vente pelos bara-
tos prec s de 240 e 280 rs. o covado. hitas
escuras fazenda muito superior, com novos
padrdes a 520 e 360 rs. o covado.
Ditu., rnuit 1 linas padrn claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de crc'.oue, fazen-
da muito superior a 3:0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinbas, proprias para
roupa de enancas a 360 rs. o covado. E'
pecfu icha, na loja do Pavo.
Bnptfotas a 50tr rs. o covado.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padres nriudinbos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de crianza, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o covado, affiangan-
do ser grande pecbincba !
Cortes ile caiubrala. ultima no-
% dude, a MKM).
O Pavo receben pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinlios ricamente bordados, tendo fazenda
sufficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras de bora gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 93)000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da lmpe-
ratriz n. (0.
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato prego de 20 e 309000
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
-braia branca com listras assetinadass que
vende pelo barato preyO de 63)000.
Ditos c>m*listras de cores, tendo 8 varas a
49e 59000. E'pecbincba.
ESPARTILH0S.
0 Pavio recebeu uta grande sortimento
de espartilhos tanto para senhora como para
menine, que vendo-pel barato pre;o de
39000.
Ditos muito finos a 43) e 53)000/ Sao dos
mais modernos qu e tem vindo ao mer-
cado.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 2J000 a vara.
Calcas le casemira.
0 Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurines c em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vande-so por barato preco para apurar di-
nheiro, assim como caigas de brim branco e
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 19800 E 29000.
O Pavo vende duzias de lengos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 2-rOOO a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos o 3?000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 3B600
MEIAS CRUAS A 49 E 58000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiascruas, 11-
glezas pelo barato preco de 49000 e 5-9060.
Assim como ditas muito finas e muito en-
eerpado&a 63>000, 75000,85000 e 109000,
e um grande sortimento de rneias inglezas e
francezes, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLO FRANCEZ a 65000 E 75000.
0 Pavo vende pegas de madapolo fran-
co*, que semprc se renden por muito mais
dinheiro e liquida-sc pelo baratissimo prego
05000 e 79000, por ter feito urna grandt
compra. E' pecbincba.
Algodtloziiiho a l-OOO.
O Pavo vende pegas de algodozinbo,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
45 e 55000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas e lenges a 65000 e 75000.
CAMBRaIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia transa
prente propria para vestidos a 25500
35000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 15, 55 e 65000s
at a mais lina que vom ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas de guarmgo e para so
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 65 E 85000.
O Pavo vende celias de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 65 e 85000.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DEAS SAIAS
a 45000.
0 Pavo vende bonitos cortes do percallee-l
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 45000. E' pechiricha na loja do Pa-
vo ra da lmperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, a 55000.
Na loja do Pavo ra da lmperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeites de cor, proprias para senhora, gaan-:
tindo-sc serem das mais modernas que ba
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remettidas por um dosint
lbores fabricantes de Paris, e vende-se pcio
barato prego de 65, na doja do Pavo.
SAfAS BORDADAS A 55, U e 85000.
0 Pavo vendo saias ricamente bordadas
de 4 panno.-) cada urna, pelos baratissimos
pregos de 55, 65 e 85000.
Ditas de um panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos prco,
de 25000 e 25500.
Ditas com guarnigo de pregas e borda-
dos a 35500.
AlgotlAo enestauo a f5000 a
vara.
0 Pavo vende elgodo americano enfes-
tado e muito encorpado, proprio para Ukh
lha e lenges, pelo barato prego de 15000 a
vara.
Dit i francez seudo trangado e muito en-
corpado, pelo baratissimo prego de 15280 o:
mejrp.
Casemira a 5000 e ?50.
O Pavo ^ende cortes de caswiira fwtflce-"
za, iseudo fazenda muito superior que, ftm-
pre'se vendeu por mais dinheiro, e liqui-
danl-se a 75000 o corte.
Ditos a 65900.
COMOSMl
OsiequM WM ^Pmarrr
._._ brsn,..
iruoiM 4i>itraM|l|H(^ m lato*
madracrola etn! alia r\ cores o que
Umbem de maarppcraa cm- mu rewg, wr-
nando-so por isio aropriado para nuivas, ai-'. 1 1 lJ. 11 IJ
VA ESPEKANCA a ra Duque de Cats n. 83 l*7* *. ~ *
(antifpa flo Queirtao) aiern os teai.
Sao de tmianiaa
Os brincos, broches- meios adefcoos, crine*,
coragocs c cassoletal, jque esfid otnpsfes ljE'
escolha das Exmas. (amsftes do ctiifliw) ende'Se-'
ua ,,Movai Eperanaa, 4..FU*.,tuq#, 4. .Caxias
n. 63.
AoS'QMmio?*.'
J A Nova Eiperanga ra Duque de Caxiasn,,
3, acaba ttef rcd)6r"um linde s'ortimento'dc -ro-
necas de muilas qualidades, vindo entre ella*, asj
eagracadas nonecas de borracha, assim latUbetn
iim;i pequea quantidade do bonecas relas q^ie
ae tornam apreciadas pela sua novidade.
Bbbn \
A Nova Esperanza ra Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
cao para concertar porcelana bem wil.
Vestido perdido
Muilas vciea um vestido loma-so iniciraraente
feio, somonte por eslar mal enfeitado : a ora Es
peranca ra PuqtnV de Caxias n. -tj;j, romove
este mal jorque ; galffes e franjas do tndns; as corc, onde pode es-
collier-se vontade sobresa,hffiflol'entr8'estas as
modernas franjas mosaicat,;qua pela su a. naxicdat
do d-cresj fiea lieni cm quasi ludas as fazemlas.
A ella antes que se acabvm.
Botos daborrocJia
Veaq'ebi-ee deitedis os taraaohos Mu Du^ue
de Caxias n. 63, na Nova Esperanfa.
GabeUos bramos stem quera

quer
A Nuva F.-|ii-tanga ra Duque de Cixias n.
63, aeabarie,recebar a verdadeira tintura de Oes-
nous para tipgir os cabellos/o que se consogue
(imprecando-a) com muito facilidade, e por este
motivo, cabollos brancos s tem quem quer.
Estao na moda
Os cinturoes de.enano, proprios para senhoras,
qne recebeu a Nova Espcranca ra Duque de
Caxias n. 63^eslo, sim, sanhora, esto na moda !
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos eraros" bpabeos f ara o vosso casamento,
ou para outro lim aproi)riado, necessario ir
Nava Espcranga ra Duque do Caxias n. 63,
que all encontrareis os melbores porls b.-wpwis
que se pode desojar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
'tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 30,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para faxer os cabellos pretos. O bom re-
sudado colhido por quem tem feito uso dessa
inorTensiva preparago a tem altamente conceilua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem e-
ramente deila precic e queira se aproveilar de
sua utilidade. Tambem reto agua de topasio e
oleo florido para o mesmo uso, e tio acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do Duque di Caxias n.
o'.), recebeu novas c bor.ilas voltas e brincos da
gossos 1 Ijofares de cores, c como sempre oonti-
nna a vende-las por prego commodo.
Novos diademas dourados e
com
podras.
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
50, recebeu novu sortimoalo de bonitos diade-
mas dourados e com.- pedras, lano liara meninas
como para senhoras.
Collecqocs de traslados ou
normas para escrever-se.
A agaia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas collccgoes ou normas para as crian-
gas aprendorem .1 escrever por si mesmo, huje tao
usadas as aulas c collcuios; e como sempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas c senhoras
A loja d'aguia branca, ra. Duque de Caxias
n. 50, recebeu novo sormcnto (ajucllas lo pro-
curadas meias croas para senhora. vindo igual-
mente para meninas, e contina a vndelas por
preces conuuodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, receben bonitos veos ou nianlinhfc
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende as pelos barato prec-oa de 3J,
1 i e 6/000. A fazenda boa ,e est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
gao
Perfeita noyidade.
BAZAR
Ra da Im|)eratriz/jl^72
Lourenfo Pereira Mend(wfittriiiiracs
ffiffi*^*^'' Declara a seus freguezos-que tetn resollido vender o maisbarato que for.po^siyel,
SSPffi^ saber:
CHITAS A i 00 E S00-R8.0 COVADO. CORf m>M BMMDE0RI!8^ 1|00.
^-^ Vende-sc chitas franeczas larg'as com to-' VrtdLse corts de brim- t cores-pan
&. : que de arara, a 1G0 e 200 o covado. Di- caiga, a tf 500 e %tf)0is> r% at aTl
; tas limpas a 2i0, 280 c 320 rs. o covado. BOTIll| |Mw>0.* i
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS. Vende-ee botm*(4!?^ikk>ra|^M0%>'
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs. 35>00, aelhisiantei w g- ecaMi' A
o covado. t RTJlTA FETTA"MCHfiKL.
LASIN1IAS A 200 RS: Veode-4 carhisas,.bi;an(M.Sv a.lC00, .2.
Ur Barita- da Vidria n. 22.
OE
: Carufiro Viiiuna.
A' este grande estabelecimento tem cbo-
gado um bom sortimento da machinas para '
coatura, de todesos autores- mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em'
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d"um
auno sem despendi alguin do comprador. I
Neste estabelecimento l mbem ha purtengas
para as mesmas machinas c se sup>re qual-
quer pega que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a porfeigio de
um e dous pospontos, franze e burda toda
qualquer costura por fina que siga, seus
pregos sflo da seguinte qualidade : para tra-
balbar a mao de 300000, 40?00ti. ijJOUO
e oOiJOOO, para trabalhar com o > sao de
80JW00, 903000, lOOPOOO, 1109000,
1205000, 130-3000, 150vOO0, 2003000 o
2503000, cmquanto aos autores nao ha al-
teragao de pregos. eoscompradonsiiodoiao
Vendo-se lsinbas de cores para vestidos, 2J55.UO, 3?>000 40i00..
a 200, 3G0, 400 e 500 rs. o covado. Calcas de" caswnira* de oresj a ^.'G^
ALPACAS A 400 RS. j 7J7-OOX)'.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,1 Coletos' de casemira, a 3, 3500, ,3Jf'
C40 o 800 rs. o covado. i 4#04>0.
C0BF.RTAS DE CUITAS A 13000. I Pautte de casemirai .WWe WOtO.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a' SetOula!MB"!e,'tW?01Jl.
l$C0O e 23000. Ditas de pello a. lf 10& j BRTM Vt COWK A 40 RS.
Colxas de cores a 1320O, 23500 0 4350ff.: Vende-se Itrim de todasi as -cotes a 44*
ClUteS DE I.ASOORS. rs. o o-vado:
Vende-se chales de la de quadros a 800! LENCOS RANCOSA23000'A Dl'/IA.
rs. e 13000.
Ditos de merino a 23, 33, 43 e 53000.
CAMBRAIA BRANCA A 33000.
Vende-sc pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 33, 33500, 43, 43500,
53 e 63000.
SAIAS BRANCAS A 23000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 23000 e 23500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello o
massa, a 23, 23500, 33000 e-43O00.
i MADAPOLO A 33000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
33000. Ditos inglezes para os nre$i s de
43, 43500, 53, G3000 e 73000.
ALG0DA0 A 33500.
Vende-sc pegas de algodao, a 33500, 43,
e 53000.
visitar este estabelecimento, que muito.de-i BRAMANTE A 13600.
verso gostar pela varied.ide do objectosque1 Vende-se bramante com 10 palmos de
ba sempre para vender, como sejam : cadei- largura para lengol, a 13600, 23 e 23500 o
ras para viascm, malas para viasrem, cadei- melr0-
ras para salas, ditas de balango, ditas- para GBADE UQCIDAGAO DE SABOXETFS 280 RS.
criauga (altas), ditas para escolas, costurci- Vende-se una grande porgo de sabone-
ras nquissimas, para senhora, despensaveis tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cjm
para crianyas,. de todas as qualidades, camas cheiro a 320 c 500 rs.
de ferro para homem e criangas, capachos,' Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
espelhos dourados para sala, grandes c pe- frasco para liquidar, e outros extractos
quenos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo d metal o de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fim, condici-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tainpas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos quoi muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que scacha aberte de-de as 6 horas da ma-
nha at as 9 horas da nouto ;
Ra do Barao da Victoria n.
22,
muito barato.
vm&t
Grampos com borboletas, bezouros e
nimios dourp.dose coloridos.
A loja da aguia branca, ra. do Dique de
Caxias n. 60, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A qtianljdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ru a Duque de Caxias
- 90, recebeu urna pequea quantidade dt boni-
s e novas gollinhas, iraballio do la e seda, ea-
oeftadas com aruiinho, obras estas dcjnuite gosto
e inteirarnente novas.
Grampos, brincos e rozetas.
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. SO, recebeu novamentd bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; aSsini como
novos diademas de aro, e et niG.ferapre conti-
na a- vende-l Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia.Branca ra do Du-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras c6res.
E' para noivos.
Que tem na ra do Bom lasos (outr'ora Cruz)
n. lo, berlindas, calessas, meias caleras c victo-
rias, com un e dous bolioiros, e parelbas com
arretos de metal principo, tudo preparado com
laxo e elegancia, e por pregos rr-ito Conuuodos.
Osoiesnuis vehicnlos servem l.tmbem para baptsa-
dos, visitas e actos na academia. Assim cuino na
mesilla casa ha calegxs anda nao servidas, que
se vendem por commodo preco, preparadas coto
luxo, para uso particular.
Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTURARA JAPONEZA.
S e nicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do tecife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e 'eaaaJ do cabcllci-
reiro.
Samuel Power JoIids-
ton & C.
tt. 3 p 40
\r.)\
m
& 3Rua do
Friura scioniM i* seus freguis qu- imbi
mudado o en ici'osito do mactiiu:- > va-
por, i(tD..; e uxss da muito ac^edilaita
fabrica.do L-iwMoor paia ra do Apollo a.
38 e 40, on >or-
uokqU) do eettaiMk
Pazera aotoflta tambem qr^ if>u f^'-n nm
arranjo com a fundir grrai, poto >|U V-
dfpj omracar se para asaaniar quaiqner
iracbinismo e ms^oio garaoti lo.
m
Vndele a dnzia de lengos brancos, i
2fOOO. Ditos eom barras decores a 3000
Ditas-de linho a 59O00.
TOALHAS A' 800 RS;
Vande-se toalbas para rosto, a 800 r. t
15000*
C.RAVATAS DE SF.IIA l'RLTA A 500 ftS
Vende-se grvalas de seda prete, a 50f>
rs. cada urna.
CHITAS PARA CORERTA A 280 RS.
Vendo-se chita para oberta* a 280 e'82t'
rs. o covado.
BONETS PARA MERINOS A 15500.
Vende-se bonetes para meninos, a 1$500
ESPARTILHOS PAHifSENIIORA A 35500
Vende se espartilhos para senhora,
35500.
PENTESA 320 RS.
Vende-se pentes de alisar a 210, 320
400 ts. .
POS DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESI'ELHOS A 24> RS.
Vende-se cspelhoo de diversos tamanbos.
a240c 320 rs.
TESOLRAS A 329 RS.
Vende-se tesourasde diversos tamanhos.
a 320 e500 rs., para liquidar, ;e outros
muitos artigos que se vende barato para li-
quidago de facturas.
SBBH
sisas
si
!S-j
Anoar'-l^io ara fobfie&r MS^"3f, ''i
WESTOM CBNTKEPGAL
Dteos apentes em PrrnamiMio a lundicjo per:.
Para tratar em mu escripumn > un A'-- Api lio d. W i).
liwii m,
9
()s t-mprietarics dauiJ:^. |.'--ral u eni
KtfQUj aos fcohoni.* ,da. enjiV ;h'i iimis
pesMia i}8 teem e?'..ibeloCi-'rt lima fnndi- V^'
i;.) d ferro e brou?." a rea dn llrnTD, j;:n- (
he a fi'isae dos bu.Tls, ,nti'i i,ront: :Jw Ej
qualquer wbra ds eucommeoda >:om pi" rfei- (?*'
e.v- < prooiptklSo. OT|
OS rne-m"! regam as pessoaj .as UMh fe?,'
ram niilissr rem i~ eocoainiTidas em casa do? Sr*. Sa- '^^i
ninul P..wer Jobaston & C a roa do Anal- V
!n n. 38 40, onde aehwo aessoa Dabn- &. |
i id ''! atiia an?:u ''Sr
tems.
r
fe
m
FAZENDAS-DE COSTO
den
tica
Lindo? i-rtcs > 'a de
Superiores sultanas lisas
. a I 000 .i metro.
.i ja da Columnas, ae
do Crespo o. I*.
cures rom barra e o? romp<"tontes enfrias c ligr,iiios a Ci
bastante largas e com liana para fazer os enftitCS, fazenda itn
Antonio Crrela do \ ;sci,iicell,s, rnaPrrm: .'.< Mjrce,an
GRANDE DSG0BR
DO
AROPE VEGETAL
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
PELO
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 80, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
E' preparado este xarope de manac e mais algumas plantas indgenas do Amazonas,
nao coutm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nos
ossos, crupgoes syphiliticas e dartrosas, escrfula e todas as molestias que dependerem
desses virus. A sua composigao foi approvada pela junta central de hygiene pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicagao para a forma, do usar. Prego dcada
urna 3#000. .
nico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria .n. 38, chapellariaj de
i Monteiro & Silva.
\i\
de seda com toque de mofo a 800 e IsOOO o cova-
do, para acabar : na ra do Queimado n. 13,
dao-sa amostras.
Cassas avadadas- a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende Guissimas cassas. francezas dt
efees com os mais delicados padrdes, por leren
un pequeo toque de avaria de agua doce, pele
barato pre;o do doze vintens o covado. peciiin-
cha : na loja do Pavao, ra da lmperatriz n
6^____________________________________
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes o melbores.
Vendem-sena pbormacia edrogaria de Bar-
tholomeu C... ra Larga dnsario o Kn. 34
Casa en na.
Vende-se duas casas bem construidas uo povoa-
do dos Montes ora Una, na Nova, com bastan-
tes commodos c com terreno .at o rio c proprias
para commercio : a tratar a ra do Crespo n. 7
A. ou no mesmo povoado, com Mngaihaes Bastos
jtC._______________________________^_
Na ra do Commercio n. ti vende-se vinho
do Porto e Sherrey, de boa qualidade e barato, em ;0as .
Aderemos, debrilhantes, de modernos e delicados gostos.
Ditos com rubios, esmeraldas e perolas:
Voltas de bonitas perolas e cruzes de brilbalites para noivas.
A COBOA W BRUJANTE
Esquina da ra do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabelecimento, tend# grande sortimento de joias doouro de lu,
resolveu vender muito barato 20 /o menos que' em outra qualquer parte; as seguiotes
barris.
Vendo-se
Diversas fazendas.
71 RA DUQUE DE CAXIAS V- 71.
Pecas de algodao largo encorpado a 25O0, ditas
de madapolo camisciro a i mi largo'a 4*500
55,6ii0e G, dito-fraacez a 6t00 chitas finas
e fizas, escuras, claras, rxas e verdes a 140 rs. o
Covado. colchas adamascadas a 2, damasco de
algod3d eom duas larguras a U200 o covado, dito
de'IB Ario a 3tS1W,! hales 'de1' merino liso fino a
tt. ditos- estampados a 3i50O a 4*, tOathas fel-
pudas a 64 e 83 a duz.ia, lencos de cambria bran-
ca a tAfOO duzia, ditos de cor pequeos a 800
rs.. dfnM grandes a I 100, cambraia branca fina a
3*500. 4*, 4*500, 5* e 6* a pefa, dita bordada a
4*4 5*, dife'da-rOr a tte-a-si' o covado, 15 lisa
verde a 240 rs., p rovadp,.'ditf: fina de diversas
efeds a 320 e 400 rs., luvas de fio da Escocia a
2<0 rs. o par, corles de fcrim-de lirrteroa afle
cor t ttSQOf -ditos de, reata aseatira-tfiift>fiift>idn
catemira fiaa a 5*, alpaewii d* cnes-ilavradas a'
480 rs. o covado.
um escravo de 17 a 18 annes- de idado, de bonita
figura, muito sadia, proarie ara bolioiro ou cn-
peiro, da que tem bastante-' pratica : para fnfor-
mcos dirijam-se ra do Bario da Victoria nu-
mero 20.
SEGREDO ECONOMA E CELEJUDADE.
Obtm-se com o uso
INJECgA SHOS
nica, hygienic-a, radicaleinfallivol na-cti-
ra'das^onorheas.'flores brancas efluios de
toda especie,' recentes1 ouebronicas'; e que
offerecB^omo garanta de salutares resultado?
a'eonTiuada'appHgSo que sempre coAl a
maior vantagen)- se tero feite dola nos1 hos-
pitaee de Paris.
Unie depOSfd "parao 'Bres^ Barthorerneu
C, ruaLarg*4o Rosario n 3i.
.....v- '-----------;i i
Vende-se a arniacfto a mais rjemfeilorias da
toja dAru% do'Rangel n^ 12 A; proena para
ajielqter negocio: a tratar na mesma. I
Medallides de coral.
A Cora Brilhanto contina a ter grande sortimento de raadalhes do coral, camafeo
e nix qom boaquetsde perolas e diamantes, cassoletas de euro e pedras pretas com lettras,
do 128e 205J000.
Cddefas'para relogios.
A Cora Brilhante recebe sempre quantidade de cadeias de ouro, dw lai, para bomens,
B 6??400 aoitava, e tambem paraeonhorns.
Cassotetafe para senhoras, com'lettras, a'6>!e 12?O00.
Brincos de variados-gestos, para senhoras e meninas, de 5JJ> a 209000 etc.
Annisde.aniethysta com lettras d diamantes,de 6$ a 89000.
Pitlce*rezB,etrancelftsent eaisinbas de velludo, para presentes;
Medalhas milagrosas.
A Corda Brilhante tem medalhas milagrosas I e das Dores, deoofo a T9!N>0, e prata
dourada a 19000. Tambem tem sortimento de pioce-nozeoculosdeago fino erattaruga,
chgados recententente/e persogos mui commofos.
Convidase as Exmas. familia*^ visitarem a loja da Cora Brilhante, na ruado Cabu-
g n. 11, a qual continuar abevtwoote at 8 horas.
Garante-se o ouro e petlras preciosas.
)
-i
;

,- V

\



-
e
Diario dfi Penjambueo egimda feira 4 i Agoate d 873.

r
BAZAR
HOWE
SOARES LEITE, IR1A0S
NICOS AGENTES
Ba do Bardo da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melliores do mundol
DA a
HOJB
WBEII-
Na exposico de
Elias Howe Jnior,
Pars, em 18G7, fo concedido
a medalha de ouro e a condecora-
do da Legio de Honra, por screm as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha do ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
a E. Howe Jnior, nos
da machina de cos-
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
A
Cibe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para cm Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela pcrfcico de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qu.ilidade de linha que qualquer outra,
e pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
merecer ao exame publico as melliores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova ncoutestavel, a
circutnstancia de nunca terem apparocido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contcm o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frcelo entre as diversas pec,as, e menos rpido estrago
do quenas outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mao.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozem a fuzenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi dcsconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companbia das machinas de Howe
doptando a opiniao de Elias Howe, mestre cm artes mechancas, tem constantemente
segmentado o seu fabrico, e hoje nao atiende a procura, posto que fac,a 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruidos em portuguez.
A 90^000 A 90^000
SOVRES LEITE, IRMOS
a:
do Bar a o da Victoria n.
2 8.
SOBERANA E INFALL1VEL
LNJHCC.lO
DO
E
il honra
MARCILIO DAS N, SI,
Este estabelccimonto sempre solieito e:n oerecer a concurrencia do rcspcitavel pu-
olico um completo sortimonlo do miudozas, calcado francez, chancos e quinquilharias a
presos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os scus artejos de pro-
aria eiicominciida da Europa o America, vena dar publicidad do siguas artigos por cujos
precos bem se pode avaliar os procos ile oulros muibs que se tornara enfadonho pu-
blicar.
MIL'DEZAS.
L para bordar, da melhor qualidade, I
libra por 5J500.
Agulhas francezas, fondo dourado, a cai-
unha com 4 papis a GO rs., 240 *,
Voltas de fita de vellu'1 com lindos co-
rajes fingindo maareperola, a 500 rs.
Voltas para o pescoco, fingindo camafeu,
corpanhadas com 1 par de brincos seme-
ihanto, tudo por 29500.
Linha branca do 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeracao a
gosto do freguez, a 1$IQ0 a duzia.
Diademas douratlos do 1$500 a 3??000.
Ditos de tartaruga com flores a 2?W00.
Ditos com borboletas a UP50.
Brinc js encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqnt de 500 rs. a 2?J000.
I MIUDEZAS.
Brincos dito de dito por 2&500.
Botesde setim prole* e decores, a 800
rs. e 10000 a duzia.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a 1J0O0 o 15>400 o metro.
Ditas do cores e pretas a 800 rs. c 19000 o
metro.
Galdcs pretos de seda, de muito gosto de
1800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO F1UNCEZ.
Botinas pretas gaspoadas, para senhora, a
19500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
! alto, a 59000.
Ditas pretas enfohadas, ultima moda, a
[ 69000.
Ditas dita de cores, canno alto,enfeitadas,
i a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
Ditos dourados, duzia depares, a 1950013*, ^9000.
i 29000. Completo sortunento de calcado de case-
Voltas' de aljofares com brincos, a 29500.mra Charlt, tapete e tram;a, mais barato
Ditas do ditos com coraroes a 19000. 1 /< do Ricos chapeos de palha (Vitalia, para se-
nhora, a K?eO.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapoosinhos para
meninas e senhoras, de 29800 a ?000.
Chapeos do sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 1G9000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
inadeira, a 69000.
Ditos dito cabo do marlim a 99000.
DIVEHSOS ARTIGOS.
; Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
. ma moda, com lislras de seda, a 650 o co-
I vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Hosetas de pl.iqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 1520
i 22>000.
waruros com 2 lacos para cabera e peito
u 39 e 49000.
iintremeios e babadinhosbordado* de 3G0
rs a 29400 a peca.
ialoes de seda brancos o do cores, de
19500 a 29500 a pera.
titos de algodao e soda, de 19 a 19O0
t peca.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas do cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 39 c 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a.29000.
Ditos de papelles a 19S00.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49- j Dltos Para sof' a 3'3 e aOO-
Aderecosfingindo coral, conpondo se de' Toalhasdeliuho para rosto,a 19300 cada
alfinetc e brincos por 29000. [ urna.
Dito dito pretos por 29500. Ditas de algodao alcoxoados, a 640 rs.
Ditos de plaqut, compondo-se dealfineti Colxas de crochet para cama de casal, a
e brinco, sendo de muito gosto, por 59000. 09000.
Une,
Pode obter em pouco lempo com o uso do melhor dos
HESPEIllilNA
Faz oito anuos qne coiihecido este precioso tonito, e difirctt adiar orna posto
tendo experimentado pessualujenle, nao falle em seu favor, j conn toa eslomat;
a apetisador, tomsndo om cax della actes de jaular, oo como aci'ilador da digest
tomndose depoia.
A
da HESPER1D1NA c a LAftANJA AMARGA, Dio ba um a habitable do BRASIL (a .ton
especial das larauja?) qce .! conhe?a as propriedadea mediemaes da doursda rncu
ora bem, a
DR. >IATTERil
i,ii\n:
Da fefRMae de-Medicina de l'aris, cavalheiro da Legiiio
A blennorrhagia, ou purgacao, una inflammagao do canal da uretra, occasiona*
da a maior parto das vezes pea communicac,ao impura. .Nao urna alTccc,ao geral, qu*
d logar, como a syphlis a accidentes secundarios. E' urna affecQo puramente local-
ElTectivamente, os medicamentos que ha muito teem sido applicados interiormente con-
tra este mal, taes como a copahiba, cubebas etc., nao produzem effeito seno communi,
ando s ourinas algumas das suas composices, que, pela sua passagem atravez do canal-
Je tornara urna verdadeira njcc^o.
Para quo ser necessario carregar o estomago com essas preparares nauseabundas a
repugnantes,? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua ac^ irritante 1 A res-
posta simples :Nao se tinha anda descoberto urna mistura que, introduzida directae
mente no canal, produzisse os mesmos effeitos sem temer mos resultados. As injeccoe-
tao falladas at aqu, conseguem fazer parar a purgajao, porm pela irritaijo consecutiva
que produzem no canal, sao urna ameaga permanente d aperto, anecio muito mais ter-
rivel que o malse pretende curar. Eis aqu porque a maior parte dos mdicos, querecu-
sam, com razo, de as em pregar.
Presentemente, esto fundado temor nao existe. A injec<;ao que nos apresentamos ao
publico, que conta dez annos de bons resultados, nao interrompidos, nao irritante. E'
nti-bknnorrhagka em toda a extensao dapalavra. Queremosdizer, a causado mal,
ue ella destroe decompondo os elementos da purgaeo e tonificando a mucoza e as
landulas donde provra a sua origem. A sua applicaco nao dolorosa, e se umadi-
ura impressao se segu sua introdcelo, essa impressao de pouca dura, e segue-lhe
i\a sensato immedata e nao desagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhum
._tro auxiliar para fazer parar em muito pouco terapo as purgacoes, ainda as mais re-
I Quasi sempre basta um s frasco para a cura, pos nao nos consta quehouvesse pur-
gado que resistsse ao emprego \ Afim de chegar a urna prompta cura, o doente derer seguir o seguinto
RGIMEN:
1.* De dois ora doi&dias, tomar um grande banho, e permanecer uello duas horas,
^njo possivel.
2." Uuv tras vezes por dia a parte doente com agua fria.
3." Dar Tros injeoges -por da: de manh, ao meto dia, o notte. Apertar ligei-
ramente o orffeio4o- 4.* Usar um suspensorio.
5.' Absler-se do. uso-de bebidas espirituosas, ou alcoolicas duraule o trata-
ment.
SKNHOBAS.
Ha muito lempo que*a Rres brancas, leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
senhoras como causal, a constituigo anmica, que na lioguagem vulgar -Ibes chamara
pallidas e®, quando eeWsflo ao contrario, a cause do enfranquecimento, e pobreza
do sangue. D'ahi provem o erro qae muitos mdicos cmmettem ainda, de tratar do
estado geral, em logereoudrdo estado local, qae ea^oeusa dos symptomas geraes.
Nao 6 logar propwo este-dMartafnos theorcameote o facto que avaui, tamos que basta aponta-lo, paca.que toda o medico eonscieiicioso o reconbeca o seu
valor.
A nossa idjec^ao tnd^.seittpre a suspender esses corrimentos sempre rebeldes a qual-
quer medicafflerito ; mas j>ara obter esse resultado preciso que seja dada com o maior
cuidado, e que penetre at s mais pequeas pregas da mucoza, pois que o fundo
da mucoza que est.a catada aflecsao, Nos convidamos as pessoas que recorrero
nossa injecao, a servjrn>-sfl, de preferencia a outra qualquer da seringa direita, forma-
da d'um tubo de vidro, do qxud a exlraroidade pedonda tem eguus buracos.. Estas se-
ringas tem sobre as outras .a vanUigem d'ab ir largamente a. vagina, e p6r toda weo-
za, em contacto com o liquido injectado, cndilo indispensevel peraeura.
Duas colhee^d.#pt da nossa injecgo lanzadasn'uraa quantidade d'aguasuflkienAe
para encher a seringa, bastam para urna njeqolOj que deve ser repetida tres veres
por dia.
A fuma %\]j6tyae .^no^^Utifla, ieto evite o mal- L'mt s iiijecco besta, depo
d' PUABJIAU1 E DROGARA
DE
BARTH&L0MEU (fcC-
^t^Ruia Larga do Rosario34
em seu estado natural tem um gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidba coi.
sisle em reter soas boa propiedades, e ao mesmo lempo presenta-fa cmo
EXQUISITO LICOR
A HESPERID1NA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada que invjar
melbores importac^es eoropas de cahtgoria semelhanle. Estas, qoandu tonito, pod*
ser gostosas, porm a Hesperidina combinado pe'rfeita do
AGRADAYEL E SADAVEL
Para prova de que um artigo do qoal pde-se ter inteira confiacc. por sar por
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e autorisada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permillindo saa livre laborac3o do imperio; ostra
BOA FROTA
a acceitac3o geral qne tem em todas as partes onde apreveotada. Em 1864 eatau
leceose a primeira fabrica em Bue nos-A yres; em 1869 a seganda em fime video;
do dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR maogarou^e fabrica qoe aciuaiiaeQW
traba Iba na corte. Em Valparaizo e em toda a coata do Pacifico tem boa acceitacin
tanto qae rara a casa qie considera completo seo 'aparador MB orna far rafa de
0 bomem velho toma Hesperidina para obter
O bomem doente toma Hesperidiaaparaioikter
Dia'JONARIO UNIVERSAL
di:
EBUC&C0 EHSINO
T1L V MOOIDADE DE AMBOS OS SKXOS, AS MIS DE FAMILIA, Ai!S
PROFESSORKS, AOS DIRECTORKS lv DIRIXTOUAS DE COLLCGIOS, A
ALUMNOS QUE SE PREPARAM i'ARA KXAMLS.
Gonteiido o mais cssencal da sabedoria humam
E
tosa l mmL mimmmi a??licavel m assh?:.
1." De eiluct'tlao.
onhecimcuto odireceo dos caracteres, facilidades, defetos, mritos o sptiiioes,- Mb-
giao, moral, pliiiosophia.!. gica, rhetorica, potica.Lilteratura, pedoirc^ie. i-
vdidado, esenptores antigos e moelemos.Agudezas, proverbios, mxima, ^n
grammas, etc.
. De ii.*rufMlo primaria.
Leitura, escripta, clculos, problemas, formulas, systema mtrico, moral ren-.Tesa.
Lngua portugueza, orlhograpbia usual e grammatical, redaeco, tstvlo i jniWie_
homonymos, synonymos, raizes, etymologia.Methodos, disciplina, mcios |i
de execugao.Historia uuiversal de cada seculo, vares insignes, desi:obrir:rfiflB
factos assigualaveis. Geographia descriptiva, cidades priucipaes, indolt; i*> o productos de todos os paizes, moiiumeutos celebres, panoramas, nirbflMMflA
toda a especie.--Noticia das scicncias usuacs, artes, misteres c prolissoes, .-le.
3."Busruoorto secundaria.
Linguas : portugueza, fraccoza, latina, hespanliola o ingleza.Geologa, mincratavia,
botnica, zoologa.Physica, chimica, astronoma, meclianica.Arthmi-iic*. agt
bra, geometra.Industria, hygieno, desonho, agrimensura, commercio, ^nat-
tura, etc.
SLGUE
ETYM0L0G1C0 DE TODAS SS PALMUS mm
PROVENIENTES DAS LINGUAS C.RLGA K LATINA
Tudo simplificado ao alcance tos alumnos epeuoat meramente desejosas de nsbw-
cdo, com elucidatpes Ido proficuas nos mestres quanto proveitosas no trato das famiaaB.
HEDEGIDO COM A COLLABOP.A'.O DE ESLRIPTOftES PEGUUAHES
l'OK
DIRECTOR DE G<:>LLE6I0
Trasladado a portuguez.
POB
CIMILLO CASTELLO BRAXCO
E
AMPUADi) PELO TUAUrcTOn NOS AHTir.OS DKHC.II.MF.S EH tSMMPM Rl.l.ATIi.TS l
POnrtT.AL f. KIIASI. .
A obra constante de 50 cadernetas ser terminada no correr de 1873.
A assignalura razo de 300 rs. a cadcrnHa, divide-se para maior fti1 '*cfc
duas series, cala urna de :>.} cadernetas, ou 79300. As 10 primeiras cadeiitetas*-l.%v&-
se desde j.
LIVRARIA FRNACEZA


Ra Primeiro de Marea
n. 7 A,
outr'ora do
i
respo.
Os jpraprietarios actualmcnlc iesHi iuip"iUuat.
esUtbeieeiimnlOi tendo procedido a tima <-iwmw(h
r forma em precitado eetebeleciuHHiks a roncare
de Mt elle um dos n.nis bem si rlidi-.- |H mmIiii'
manto em ariigos do moda e alLi ti"V: \aU\ yeu*i
ao respcitavel publko e cm padM-MtM' ano *-"!
Domerosos fregucii > a boudade da runtenama a
M1VU. 1>"K
Ve
nham poH todos comprar novas e UneM asea-
das, de Cujas damos um pe.|tienu UMBM ja
(ue vista dellc poasaoi apreciar.
Velludo prelo, seiini maco prelo c1>rane(vpv-
gurao do seda, (rosdenaple pn tu e da Hu o&-
res, li com listras de seda, eambrala mM|e%
nausok da lindos padiSes, carniza bmdattailMB
bomem, vestuarioa para eriancas, >hai^a ,.r>
baptisados, manas btaaleins, nw-ias de rumpe-
ra i ii.tni e nu'utiios, chapeos de ealu -.- tafrix*
Sara sol, mnedinc. lil de teda, riraw. u-;^ j<
e seda, t du liulio, bramante, i'.oubiaias, cai-
tas, eaasemiras, etc.: na luja d l'as.v, roa firv
niirej de l arco n. 7 A.
Setim ataeao de cores.
Saias bordadas para senhora.
C lies de vestidos bnocos bol dados pailie-
nhoa.r
Merino preto e de cores.
Capellas e mantas para noiva.
Ricos cortes de seda de cures.
Vistuarios -para baptisados.
Chapeos para Laptisados.
Colxas de seda para noivas.
Ditas de l.
Toalhas bordadas de cambraia de linbo {.ai*.
baptisado, com dous emblemas
Na loja do Passo, ra Primeiro ce Marc, aai-
gaiente Crespo, n. 7 A.
O boaen dbil loi&a Heapeditu para, obter
FOittC
Nci bailes 39 donzellas e'os'BNeog'teaam' a Heapefidina- pwa obier boa oftr
aaimico dorante o loncos gyrot BARROS JNIOR 4 C, 4 ra QrtfgtriTajMna 0,-7 1* abd, receban v
grande especifico, e vendem-no aok deposiUnisegoiiHee:
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperalriz.
Zeferino Carneiro, roa do Goannercio.
Marcelino Jos .Goocalves daEotlo>.Hia;da Cideia D. X..
Antonio Gomes Pires,& C, raeiidivCeeia
Anteoto Gomes.-Pirei & C., cae -4a Novembco.
Gomes Irmo hotel d Paseagem.
1 -------------------------------------------------------------------------- ~--------------------------------;--------------------------------1-----------------------------^
arwt de Jw^i* lipes Naoli^ U
Tr^veim:4&'J|)a.
J*t*sr* locomoveis de forja de 5 > 4 avaflos.
Correias ptreoMUaa.
foiliJ.eiiiamboaMmimhok-.
3o ItrrnniteiMiliegiiiloufc- ^
fregoB com oabeft a mafim, Rka.
A Predilecla,
no empenho de'bem servir aos ?cus reguezes e
ao publico em geral tem procurado | rover-se d<>
que lia de melhor e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-io aqui venda, car-
lea de que os seus artigos serio bem aiireciados
pelos amantes do boni e barato ; passa a ennu
inerar alguns d'entro elles, como sejam :
ALUU>S, os mais ricos que Umi viudo a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga, marlim, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e voltas proprias para luto ;
assim e. mo, 11111 bonito soitimento de
ditus de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para pnnliu?, o que M pWe desejar de deposiiarcm sua conlianca, garaii'.iud.i siw.,
melhor cm plaqu,, Uirtaruga, madre- ^'.Vl_ds e P"r l"}^'os.';ii"l,u."('n: J':'?1"";
perola, marum e osso.
BOLCAS de velludo, seda, pallia c chagrn,
ha Je mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de algodao, tanto branco como
preto, de variados desenlios
CASSOLETAS pretas rola.
CA1X1NHAS para costura, muito ricas o de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imita.ao, o que pode, haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, nt*te genero a Predilecta apre-
seata um grande e lindo sortimento
capaz de satisfazer os caprichos de
qaalquer seuhora por mais exigente
o,ue seja. '
POUT-BOUQET de madreperola, marfim e sso.
este um objecto indispensavel s se-
nhoras do bom tom, ulim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou manclia-
rem as delicadas maos. 1
PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-1
dilecta sempre conserva um importan-
ts sortimento de perfumaras de fino i
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rimel, que incum-
bid da escolha dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade elegante daj
Europa, e por tanto, acham-se naj
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
meusidade de artigos, afim de nao mas-1
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do 1 abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom o barato, assim como:
PACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
____seda
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para.meninos,
por baratissimo proco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bolea ainda que nao es-
. teja bem replecta de dmbeiro.
FITAS. E ja. bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortuneiuo de filas de setim,
t a fel, velludo, linho e de algodo, por
commode preee.
GRAMPOS do. tartaruga, iraitago destes, pre-
tos e de c-re?, o queso pede desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
laeos egOhnhas de bonitas cores, tm-
bela .tem um bom sortimento do gra-
vatas e regalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito borneas
paza ornatos de aria.
Sfli^s de seda, de (i-e de algodo, pa-
ra-senhora, meninas, e bomem.
LUQUIS. Wcos Jeques de madreperola, tartaruga,
marfim e de osso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS -de pellica, de seda e de algodo, para
bomem- & senhora
LIVUOS pw.,misaia Predeotarapreseata, es-,
cuba,do j^speitavel publieo um hetlo
sortimento destes lvros com capas de
iwtdreperola, tartaruga, marftm, sso.
vojludoe bagrin, por precos rani
nmtyeia.
Novidad
e.
1 .
es!!
lleaiiflaJtfAtWWu.a. Lana, ,roa,da
. 54, temoara vender o seguinte :
in.
tfc- wtwpi
Ervilnas verdes inteira?.
1 ditee pMtidea. 1
1 anunUast ditas,
has.
Feijao bramo grande
Sevjdiaha.
Sagitu,^
Ameuas seccae.
da
ijaride 31
matas de exeelientes
'fcnlliHn 111, ee wstecMatle m Dmqaee
ToHhk*j*m IsipMieStfTaCes
eJMm
treci
de assucar
madeiras : a
A Predilecta, ra do Cabug n. I A, aeaba
de re eber pelo ultimo paquete cheg.-idu da Eb-
ropa, um bello sortimento do corpmlios de caev
braia bordados para senhoras e meninas, goS-
nhas e punhos tambem bordado* e dt |ihantaiia>
3aias bordadas, ditas com entrom.' v- para senle-
ras, bonitas calcinhas de divenos taiiattineor
e transparentes para meninas, que udo veoik
per barato preco.
Uta reshlucao.
Likinhas escorzas.
20 Ra do Crespo2Q
Tendo grande quanlidada de lazinlias <^cccezae
est resolvido a vender por 210 rs. o cnv.td 1, ^a-
ra acabar i
:-!r..-
baratissimo e dam-se ara
Alpacas.
Alpacas de listras, lindos, padroe.- a JiWri
oovado.
Grosdenaples.
Grosdenaples pretos a i/80u e 2i'0 .xrovaie.
Algodoee avariaos.
Algodao avariado de diferentes preros o m*~
lidades.
Colchas adamascadas a. M
Ditas brancas de croch a 5J.
Coberts de cbita adamascada a 3 100,
Cobertores de li eseuros a 1.
Lenc.6es de bramante a);.
Toalhas alcochoad.is a.6 a doria.
Lencos de cassa abainbados a 2 i ; dz..
Pitos ditos com barra a H a.duzia. '.
Ditos ditos de esgnio a 3|580 a duzia.
Cambraia lisa a 3-8 i|508.
Dita Victoria lina a 3*800.
Cortes de Casemira fina, a 5* j^
Cretone, lindos padrees a 4i0 rs. 11 covadt
Chitas rxas a 200 rs. 'o'coVaeo.
Ditas verdes e de cores 240.
Cambraias de cores a JIJO rs. o co.odo.
Brlm pardo a 400 e,4ttFF5. o *mmK
firir lona, braneo, a IfgOOia vara:
S na ra do Crespo a. 20, laja iie Untbmmm
Casa.
Vedde-se a-
VfeCioco Contas) o. i; rnetiiais
ceesede.ie-ezes, a qual resvle ^4MHN
seuual': a arlar 4 re Mov ti. 41,
kja. __________._
VedoVae larras ees, jrw.T^laiB
loucaAbricaeea^eio
bcn, o Sr. Rutile do
anima o> ivieaai
dos eaeies.Barre- waee m
SojlU : na otaria da roeto. Corojo;! i menha e*v
meroSO.
*-
Vardadtnfbfc* hefetWia. ia*-*r rede
ditaee: i *Meaia i>aTeiaii*m*^tae'%
Q ra 4o Anorin 7.



8

Diario de Pernambuco Segunda feira 4 de Agosto de 1873.
>


,

ASSEMBIEA PAL
SENADO.
voto de grapa.s.
(Concluso,.
All foi-se agglomerando o povo,quo pedia a
elTctiyiJade da priso inulilmenlu, eat que
constando que a polica dera escpula ao
criminoso, crcst-eram as exigencias o o cla-
mor. EntiO a polica recorr'u forga, e o
ajuntamento fui dispersado a cuuco de ar-
mas e bayoneta, havendo nlo poucos cri-
meatos.
O Sr. Pomi'ki: :0 quo se segu que
houve abuso tambem nussa oceaso.
O Sr. I'choa Cavalcanti:O que se v,
c quo os que abusara;ii, acousam a qiiem
procedeu em regra. Km outra occasio
toma Borges da Fonseca algumas rcunies
em que prega va contra as noss.is institu
(des, contra a monarclia, contra o Impera-
dor, o ninguem o perturbava. Lembroti-
se, porm, de fallar contra o partido domi-
nante, o pngressista, o entilo que a auto-
ridado couheceu o perigo dcssas reunios,
e rcsolveu dissolvo-las. Com elejt i emprc-
gou-so para isso a forga, mas do tal sorte
que a pjlicia s comparecen quando Bor-
ges Ja Fonseca, u.n sen 111 lio e outro seo
cj ripauheiro, tolos inermes e sea fazer re-
sistencia alguma, tinhamsilo acutalos.
O Su. Visco.nof. do Uio H;a.\,;> (presi-
dente do conselho;: Pois uesse lempo os
cidados erara acutlados?
0 Sr. Lch.v Cavalcanti :-Iv sedando
que anda isto era pouco, o chele de poli-
ca os fez recollicr cadeia, donde foram lo-
vados presence. do tribunal da relago, do
que ou faza parte, o onde vi essas feri las
anda ato cicatrisadas.
E misa-so lizer quo o fado da dispersan
do ajuntanieiito do da 16 foi tal que dilli-
cilmente so encontrar anlogo nos annaes
dasadministrages trosloueadas !
O Sr. Barros Barreto K lamenta-se
sangue que nao foi derramado.
O Sr. I'ciia Cavalcanti :Vamos ago-
ra, Sr. presidente, ao officio do presidente
do Pernambuco ; quero satisfazer o nobro
senador pela Babia.
Nossa cilicio o presidente atlrtbuo ao par-
tido liberal pirticipago nos acoiitocimentos
do dia 14 ; isto o quo mais doeu aos no
bres senadores, este o maior crimo do
presidente. Mas, senhores. o presi lento ti
tilia para km as m> Inores razos. as ditas
reunios anteriores, cm que n.iotiiiha appa-
recido adirocgo do partido liberal, eorreu
tudo pacificamente, nao seden o menor dis
turbio. No dia 11 ttatava-se de l'azer urna
rnanifestago :o dea Faria, inombro do di-
rectorio libera' ; poz-se testa da rcunio
esse directorio ; um dos redactores do Li-
bera! convidou o povo para arremessar se
contra os jesutas ; com a maior celeri la le,
como que havendo ajuste previo, destaca-so
urna poroto de povo, o com esse moro
sua frente commette os attentados de que te-
mos noticia.
O Sr. I'ompeit :Est bem corto disto?
OSr. L'choa C.avai.canti :-E' o quo se
tem escripto e nao foi anda contestado : os
bachareis C. da Cunha e Corte Real diri
giam o grupo de desordeiros.
0 Sr. ToMi'Kt': -K' una aecusacio
muito grave e que nao se pode faser sem
provea,
OSr. UCBOA Cavalcanti .Immediata-
tnente (s 11 horas da noute) corre u direc-
torio a fazer um avisoAo publico,
protestando contra a idea de excitago ou
participacao sua nos (icios populares ilhos
de um excesso.
0 Sr. Pompf.:Eis ah a resposta a
V. Exc.
O Sr. I'choa Cavalcanti :Ora, que ne-
cessidade havia desse acoaamento para ar-
redar de si a responsabilidade...
0 Sr. Paranagu :I'or isto mesmo.
O Sr. Poupeu :Nesse grupo entravam
horneas de to las as cores polticas.
O Sr. UchoaCavalcanti:... nao pa-
recer sto sangra em sade *
O Sr. Paran^oua': Confio no crite-
rio o mparcalidado de V. Exc. para
nao fazer urna aecusacao to
prova.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :-Nao estou
emittin lo por ora o meu juizo ; ouca-me o
nobro senador at ao lm ; apenas estou no-
tando certas coincidencias que se deram
e deviam tar actuado no animo do presi-
dente.
Depois da disperso do ajuntamcnto do
dia 16, o que se passouT Us promotores
desse ajuntamento, que tnham silo os mes-
mos que,provocaran) edirigiram os atten-
tados do dia 14, correram para o directorio
do partido liberal, a quem dingiram um
abaxo assignado, que elle aceitou e fez seu.
Esta confraternidad tanto mais suspeita
quando se observa que o directorio no seu
manifest do dia 14, ao mesmo lempo quo
quer arredar do s toda a responsabilidade,
trata com branduraos desordeiros, qualifica
de actos populares os actos de selvageria que
se praticaram, e escusa-se de discutir sobre
quem deve recahir a responsabilidade del-
les. Permitame V. Exc.; Sr. presidente,
lr outra vez esse manifest, quo j aqui foi
lijo (Lendo):
ao publico.Os abaixo assignados,
membros do partido liberal, presentes na
rounio geral que boje teve logar para o fim
de dar um testemunho de aprego ao deo
Dr. Joaquim Francisco de Faria, protestam
contra qualquer idea de concitado ou par-
ticipado nos actos populares, filhos de um
extfesso, pelo qual nao podem respon-
der.
Todos os que testemunharam os alludidos
fados,, que os abaixo assignados lamentam,
viram os abaixo assignados e muitos amigos
seus pedindo, procurando, supplicando para
que a manifestaste nao assumisse um ca-
rcter hostil.
Nao curapre aos abaixo assignados dis-
cutir agora sobre quem deve recahir a res-
ponsabilidade da infeliz oceurrencia.
Recife, 1 i de maio, s 11 horas da noute
de 1873.Bardo de Villa Bella.Dr. Jos
Antonio de Figueiredo.I.uiz Cesar io do
Bego. fh Aprigio J. da S. Guimares.
mJoo Francisco Teixeira. Manoel Buar-
.quedeMoeedo.Floriano Correa de Brito.
-^Francitco de C. Soares Brando.
tJ{y9e.yidnna.Antonio Jos Alves de
9rito-*Flavio Ferreira Cato.
No entretanto que, quando o directorio,
o seu segundo manifest, trata da disperso
do ajunlairi aqu urna tnostra delta. 'Lcnl 0
directorio do partido liberal de Pernambuco
anda tomado de pasmo e da mais justa das
indignages, vem erguer um brado de re-
provacSo e do mais enrgico protesto contra
o ranJtlUino autoritario de 16 do cbrrute;
vandalismo sem nome nos annaes de Per- dispasto a empregar os esforcos a meu al-
nambuco, de Pornambuco que parece des-* cauce,(por outro lado nlo poderei nunca
tinado a oxpiar no calvario da roaecte to- concoM offram quebrs osdirei-
das as suas glorias do passado. tos da s nacional. (Muitos apoia-
0 atintalo de 16 do corrente um des- dos.)
ses fados, puerilmente perversos o perversa- C megarei,'"$r. presidente, Ipor discutir
mente pueris, corno difficilmente se encon- nina questo pratica, que as presentes cir-
trar anlogo nos annaes das administrages cuinstancas me parece de nao pequea va-
tresloucadas.
Tanta complacencia quando trata dos
criminosos o tanta virulencia contra I au-
toridade, que impedio a reprodcelo dessos
crimes I!
Em vista do todas estas circumstancias, e
dobaixo da impresso em quo se achava o
presidente, cono estranhar quo elle attri-
buisso ao partido liberal participacao nesses
acontecimentos, que deploramos ?
Mas apesar de tudo, Sr. presidente, djvo
declarar que estou persuadido de que o
partido liberal de Pernambuco nao preme-
ditan, nao foi o autor dos crimosque alli se
comrneltcram no da 14.
O Sr. Pompe: Anda bem que V. Exc.
faz esta justga a todos.
O Sr. Paranao.l'a' : Faz justica igual
provincia inteira.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :O presidente
do directorio desse partido, o bario de
Villa-Bella, de quem sou amigo, e que co-
nllevo desde a infancia, e outros caracteres
distinctos que dellc fazom parte, sao incapa-
zes de concorrer inteneionalmetitc para se-
melhantes atrocidades
Muito menos ple sor hincado a culpa
sobre o partido conservador.
O Su. Pompeo : Nao houve partido ; foi
u-n grupo de povo.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :Tambem nao
fui o povo peinaoihueano, sempre brioso,
nifts sempre gr-oeroso. Foi a escoria do to-
dos os partidos (spoisdos)..,
0 Su. Poxrsu: Os homens impruden-
tes de todo* os partidos.
0 Sr. Uchoi Cavalcanti :.... excita-
da por mogos ar.lentes, desvairados, que
nao calcularan) at onde chegariam, e que
tal vez boje, v.dtando a calma, ostejam arre-
pendidos. (Aprnados.] >
0 Sr. Cassancao de SiNir#u':Esta
devia ser a lnguagem do presidente em
seu ollico.
O Sr. Uchoa Cavalcanti : E' isto pouco
maii ou menos o que diz o presidente; e se
elle ehegou a fazer um juizo mais severo do
partido liberal, a, isso o levaran) sem du-
vda todas essas circumstancias, que j fiz
sobresahr.
O que c condemnavel, que o partido
liberal leuha tomado a attitude que tom<9U
nesto negocio ; que nao lvosse estgmatsa-
do, como devia...
O r. Zacaras:E esligmatisou:
O Sr. Paranaota' ; Como lodos nos es-
ligmatisamos.
O Su. Uchoa Cavalcanti : -Perdoem-
me ; o desojo de reconquistar urna popula-
ridad perdida...
O Sr. Zacaras :Que populan Jade per-
la !
O Sr. Uchoa Cavalcanti :A dos lbe-
beiv.es em Pernambuco.
O Sr. Zacaras :Isto o quo diz V.
Exc, que suspeito.
O Sr. Uchoa Cavalcanti: E' a reali-
dade; quando V. Exc. entregou o poder
aos conservadores, o seu partido tinha cahi-
do na maior impopularidade, nao s na
ininha provincia como em lodo o
perio.
O Su. Zacaras : V. Exc. e o seu par-
tido sao muito populares l.
OSr. Uchoa Cavalcanti :^-0que con-
drnr.avcl, dizia eu, Sr. presidente, que
e*ta sedo de popularilade, e nao menos o
desejo de causar embaracos e trazer des-
crdito a urna administrarte do partido con-
trario, tenha cegado os liberaes em minha
provincia, a ponto do os fazer suspeitos de
participago nesses acontecimentos, que
todos deploramos.
Nao ni j record, Sr. presidente, de mais
alguma aecusago que tenha sido feita ao
presidente de Pernambuco
O Sr. Pompe :O officio.
O Sr. Uchoa Cavalcanti : -Qual o
ponto desse olficio que lhe pode servir de
aecusacao ?
O Sr. Zacaras : Do principio ao
fim.
O Sr. Uchoa Cavalcanti :O grande
crimo que nelle descobriram os nobres se-
nadores, foi ter attribuido ao partido liberal
participago nesses acontecimentos e pa-
rece-mo que a esse respeito j disjo quanto
bastava.
Sr. presidente, os actos da administrante
do Sr. Lucena em PerHambuco teem sido
uautados pela moralidade e pela justiga
(apoialos) ; e nessas e nergencias, que l-
timamente alli se deram, o seu procedimen-
to foi irreprehensivel.
O Sr. Zacahias : -No dia 14 foi inactivo
e no dia 16 activo de mais.
O Sr. Uchoa Cavalcanti:Quer dizer
que foi violento ?
O Sr. Yisconde de Camaragibe :De vio-
lencia nao pode ser aecusado ?
OSr. Uchoa Cavalcanti :A disperso
de um ajuntamento Ilcito, que desobede-
ca s intimages da autoridade, sem que
se derramasse urna gota de sangue, e tendo
havido apenas poucas e leves contuses, nao
pode ser f>-ita com mais modorago, nem
com mais felicidade.
As ultimas noticias vindas de Pernambu-
co, depois que l ehegou a deciste do go-
verno sobre a questo religiosa, nos dizem
que houvo grande concurrencia de povo
pelas ras, manifestando o sou regosijo,
sem que so dsse o menor disturbio. E' de
esperar que a tranquillidade publica nao
mais ser alterada, e d-nos garanta disto
a admiuislragao do ar. Lucena, que tem-se
lia.
A questo esta.
Est sufficieiitemento acautelado as le
vigentes o interesse publico, pelo que respoit
s relages ont o a igreja e o estado, se
acaso desappareeor omalguma di ice.se a har-
mona que devo reinar entre o poder espi-
ritual e o temporal ?
Respondo pela negativa (apoiados) e
essa a razo pela qual inscrovi me a favor
do requerimento.
O seu nobro autor julga que sao neces-
sarias providencias legislativas para (carde
vidamenle acautelado o interesse publico
na questo quo se agita na diocese de Per
nambuco ; eu enteudo tambein que essas
med las sao indspensaveis.
OSr. Silveiiia Martims : Apoiado.
O Sr. Correa :V. Exc. me permittir,
Sr. presidente, que demonstre a proposigo
que acabo do enunciar.
Travada a lula entre ogovernoeo bispo
diocesano do Pernambuco, desobedecendo
esto formalmente s prescripges do gover-
no, expedidas de accordo com a legslago
do paiz, do que mcios podo o goveruo fo-
car nio para chama lo aocumprimento das
eis 1
Imaginemos que emprega urna modidl
administrativa para que so julgue autonsa-
do, por exemplo, a da suspenso ; suppo-
nhamos que presidirle desto recurso, limi-
tando-se a man la-lo r spousabilisar : no
primeiro caso, suspenso o bispo, como se
governar a diocese 1
O Sr. Candido Mlkta : -Com o vigaro
geral.
Sr. Correa :Quo dispo?go legisla-
tiva vem tornar legitimo e legal o governo
da diocese ?
Ouvi em apartecom o vgario goral ;
mas o vgario geral nao delegado do bis-
po ? E' um oficial diocesano ; e, ficando
sem exerccio a autoridade do bispo, >ub-
sistir a do seu delegado, anda quando o
prelado nao casso a nomeagte T Subsistin-
do, nao continuar a questo no mesmo p,
pois que o sabor tinado ha do conformarse
com as or leus do superior de quom dimana
a sua autoridade ? (Apoiados.)
Poder-se-ha nomear um governador do
bispado ? Presentemente quem o nomeia
o bispo, em. cujo nomo governa: exacta-
mente o mes no caso que foi figurado com
relago ao "vigaro gen!.
Considerar.se-ha vaga a diocese ?
O Sr. Silveira Martiss;Abi que
a questo,
O Sr. Correa : Nao se considerando
vaga, nao sei de que modo a diocese se ro-
ger, salvo querendo entendor-se que a au-
toridade do bispo contina na pessoa de
seus delegados, o que quer dizer que em
nada se modifica a situago.
O Sr. Silveira Martins :Apoiado;
urna difficuldade.
O Sr. Correa :Nao sei qual a dsposi-
go do lei quepossa remover a difficuUlade,
anda quando a suspenso seja em virtude
de sentenga do poder judicial.
Se for caso de consderar-se vaga a dioce-
se, quem vai governa-la ? O vigaro capitu-
lar ; mas este exclusivamente eleito pelo
cabido; urna autoridade inteiramete
ecclesiastica, em tudo hidepondente do po-
der civil.
Ha tal desigualdade na acgo do poder
civil pelo que respeita ao provimento defini-
tivo de u a bispado, e ao governo das dio-
ceses vagas, que realmente causa estranheza
que at este momento nao se tenha expedi-
do alguui acto legislativo para sana-la.
O Sr. Silveira Martins : Apoiado.
O Sr. Correa :Para prover urna dio-
cese, ha ntervengo do poder civil; a no-
meago compete ao poder executivo, e,
anda depois de confirmada, o bispo nao po-
de entrar em exercico se a bulla de confir-
mago nao obtem o beneplcito imperial.
Se o governo vem a reconhecer, mesmo no
momento em que o bispo est prestes a as-
sumir a autoridade, que nio foi oem ins-
pirado na escolha, tem anda o recurso de
recusar o beneplcito, e a bulla, nao se
cumpre ; mas na diocese vaga desapparece
a acgo do poder civil*.
O vgario capitular, eleito polo cabido,
assumea autoridalo sem dependencia de
nenhum acto do governo.
Com relago questo que se agita na
diocese de Pernambuco.se ella fr at onde
p le ir, quem ter de reger legalmente essa
diocese r Se mandar-se proceder eleigo
do vgario capitular, duvido que a autori-
dado ecclesiastica superior, o metropolita,
considere que seja caso de effectuar-se essa
elego ; e os actos do vigaro capitular li-
caro inquinados de nullidade.
Se nomear um vgario encommendado,
os actos deste tambem nao serio respoita-
dos pela autoridade superior, porque seu ti-
tulo emanou de autoridade inc unpetente.
Se resolver sobre dispensas matrimonies,
se decidir a respeito de' casamento}, seus
actos sero declarados uullos, nio por tribu-
naes sujeitos acgo do poder civil, mas por
um tribunal ecclesiastico, a relago metro-
politana, cujos membros sao nomead >s e de-
raittidos livremente pelo Rev. arcebispo ;
e assim os grandes interesses pblicos, que
se prendem formago regular das fami-
lias, depen leudo exclusivamente da au tori-
dade ecclesiastica, ficam sem solugo e n-
teiramente perturbados. (Apoiados emuito
bem.)
Como podemos, pois, presciadir de me-
menos para garan.ir os direitoscivis dos ci-
dados brasileros..
O Sr. Ministro do Imperio :Que de-
viam ter emanado?...
O Sr. Correa :Di autoridade civil,
para premunir-uos contra as cousequencias
de ficar a diocese de Pernambuco sem o
exerccio da autoridade do seu prelado.
O Sr. Mlnistro do Imperio :Figura
urna hypothese extrema; ella entreunto
nao sem remedio.
O Sr. Corra : Figuro a liypolheso de
urna lula como aquella que se ha de dar se
o bispo persistir om desobedecers deeis*
do governo, apoza* dos meos enrgicos de
que fallou o nobre ministro.
Esta quoso me parece digna da seria at-
tengo dos legisladores. ( Apoiados. )
Apreciare agora o procu.limento do his-
po do Pernambuc/ na questo que com ra-
zo preoecupa a tlungo da cmara.
As irmandades nao entre is corperages
de ualureza mivti : a lei expressamente
dispa que seus co npromissos, d>^pois de
approvados pelo ordinario na parte re gio-
sa, Sc-ro confirma los pelo poder civil.
D ndo se eiMre ellas a o bispo a questo
de que a cmara tm couheeimeulo, iiiter-
puzeraui as irmoihlades recurso cor-, e
o prelado dirig -se ao poutilice romano
lando parte do sen procediineiilo, que nao
quiz explicar ao poder civil
O governo deu provimento ao recurso.
ao posso que o pouiicc Jcclarou que o
bispo havia bem procedido-, aniiiando-o a
contiimar no inesi io aumabo.
O Su. Pekeira dos S*nos ;E' muito
grave.
O Sr. Correa :O bispo dtrigio-se M
pnntifice, prescindindo j nao duei do go-
verno, i:ii;jfi liceug o cdigo riiinual torna
necessaria para se recorre autoridade es-
tr3iigeira, solicitando aulurissc^pava algum
acto religioso, como o de dissolver irinan-
lades; mas do proprio delegado da santa
s, o nterauvo apostlico, e do primaz do
imperio, o reebisuo da Baha. Nao aidiou
camhilio mais fcil do que dirigirse direc-
tamente ao chefe da igreja ; e, receHxMdo
resposta deste, a fez iuiniediatainetile publi-
car, palentundo assim a resolugao-em que
est.
OSr. Pereiiu* dos Santos :Abr que
est o attentado contra as leis di paiz.
0 Sr. CoiiiiL.'-t:O poutiliue romano
tambem jalgou dever dispensar o concurso
do seu delegado no imperio, o, dando a
sua deciso em diametral opposigo a que
foi proferida pelo poder tempual, enten-
dea anda dever fazer do diocesano de
Pernambuco o intermediario de suas ordens
para to los os prelados do imperio I
O breve pontificio-relativo a urna ques-lo
que se debata no paiz e dependente do- go-
verno nao polia ser publicado, nem pode
ser acatado sem o beneplcito que a cons
ttuigao exige.
Assim est boje a- questo : existe DOM
deciso pontificia sobre um assumplo que
inleress sociedade brasleira, publicada
e manala observar em um- diocese do
imperio se n a mnima intervenco do po-
der temporal 1
O poutilice dirigo-so directamente ao
prelado, e o prelado dnge-se directamente
aos parenos, deteru>iriaudo-lhes que se
conformem com a deciso do chefe da
igreja.
O Sr. Leandro Bekika -E* o que tem
acontecido sempre no Brasil.
Vozes :Nao apoiado.
O Sr. Corria :Presciu le-se do acto
indispensavel, do poder civil sem o qual,
sna forma da consttoigo, as lettras apos-
tlicas nao podem ter excugo. f Apoia-
dos).
A questo est complcala, o eu aguardo
a solugo que o governo tem de dar ; mas
facto que carece de prompto remedio, o
de man Jar se executar em urna parte do
imperio una disposico emanada de auto-
ridade estrangeira, porquanto, Sr. presiden-
te, assim consideram nossas leis ao chefe
da igreja quan 11 expede actos desta or-
den)... ( Muito bem ; muito boin. )
O Sr. Leandro Bezlrra :Nao au-' bres artigos orgnicos de Napoleo Bonapar-
toridade estrangeira.
O Sr. Pereira dos
de maio deste r.nno, publicado pelo Ilustre
bispo do Pernambuco, nao htnoca cousa al-
guma na questo religiosa quo se tem dis-
cutido ; nio faz mais quo confirmar o d-
reto existente e dar mais urna prova da ca-
ridade e amor do santo padre-.
O Sr. Pereira dos Santos : Nao
apoiado.
O Sr. Tarojinio de Soza : O Ilustre
bispo de Pernambuco, depois dos actos que
pralicou, e pelos quacs tem sido to injus-
tamente aecusado. .
O Sr. Leandro Bezerra : -Apoiado.
O Sr. T.\i'.oriNia dk Solza:. no
intuito ile esclarecer-so, no intuito de roce-
ber mais almud nte-s luzes d'aquolle centro,
on le reside a supremaca do poder ec.de-
si stico, e no qual est divinamente deposi-
ta lo nao s o primado de honra, mas tam-
bem o primado do jurisdiego da grpja,
levou seu procedment ao conbcriineiilo
do suinmo pontifico e com toda a certeza
DOSSO asseverar a V. Exc. e cmara, quo
se o MOMW poutilice nao approvasse os
actos do Ilustro bispo de Peruambuco, seria
elle o primeiro a confessar seu erro e
reiradar-se delle.
Mas nao, o suinmo pontifico *em ter co-
i/hecirnento algum da deciso do governo
saperia!, como prova a data d'aqodfo breve,
a ai dislancws que nos separam de Boma,
approvou os acto do Ilustre prendo per-
nambucano, louvou o sou zelo, e deu-lhe
pleno poderes pata dissolver aquella r-
mandade, (pie nv> estivessera de Mear do
com o espirito ohristao, com u espirito do
catholickstno que deve reinar em assott;es
que pelos-seus Ibis sao antes de tudo espiri-
tuales o ecclesiasticas.
Este acto do -suinmo |x>iitfi-;e proaU-t a
duas questees quo foram .tgitadas nesta cas--*.,
e das yuae* tratarei seperalaoMBie.
I'nmeia : poda o hispo-de Pernambucc
mandar publicar o breve pontificio de 2
de maio d'este aun.) sem o placel do go-
verno imperial ?
Segunda : poda o summo pontfice n-
tervir para estabelccer regrae a respeito de
ustituigs, taes como sao- as confrarias o
dar plenos podara para que bispo dissol-
vesse aquellas que nao se achassem de
nceordo com o espirito da igrejji ?
Taes sao, seatiores, as dOBS questes
mais importantes que resultafldaa allega-
goes, dos discursos que loran anda ha
pouco proferidos.
Quanto prmeira, Sr. presidente, entvn-
do quo iuquesloi-Kivelnente o bispo de Per-
nambuco, assim como oulro qiulq^ier mem-
bro do episcopado brasleiro, est no seu
dimito publicando os breves c as constitui-
goesemanadas do abofe do poder espiritual,
seai ter iiecessida>le de diri Jr-so ao governo
imperial, para recebar d'elle o seu conseu-
tnnento.
O Sr. Leandro Bezerra : -Muito bem.
O Sr. Elnapio Deiro-' : Apezar do
14, art. 102 da consttuico ? ..
O Sr. Tarliniode Soza:O 14 do
artigo 102 da consttuigao d ao poder exe-
cutivo o direto do conceder ou negar o be-
neplcito .
O Sr. Elnapio Dehio' :Logo, abriga-
gao aos bispos de pedir.
O Sk. TAaQUOm de Soza :. para
a excugo do actos emanados da santa s,
mas nao inhibi de modo algum ~ publica-
gao d'estes actos, porque sto sera daine-
tralinente contrario aos proprios principios
liberaes adoptados pela nossa constituigo.
O Sr. Elnapio Deiro' : Perdoe-me,
disposigo positiva eexpressa, a necessidade
da licenga.
O Sr. Taroinio m Soma : O bene-
plcito necessaria para que os actos da
auioridade ecclesiastica produzam elfeitos
civis, mas nao de modo algum preciso,
quando s devem produzir elleitos espiri-
tuaes, como aquelles de ^ue se trata na
presente cunjunr.lura.
O Sr. Aiiauo Coes Jnior ; Esta dis-
tnego nao est na constituigo.
O Sr. Tauqinio de Solza : Mais ex-
plcitos do quo o$H, art. 102 da nossa
consttuico sao incontestavelmente os celo-
logo ordem aos bispos para que publicassem
Ues e taes partes da Eocyclica o nio outros
como o Syabus, mas nio obstante sto, os
bispos cumpriram o sm dever,porquanto,
assim como eiles, todos nos sabemos, que
mais vale obdecer a Deus que aos homens,
que antes devemos obedecer-a Deus do- que
a Cezar.
O Sa. Aleiwar Ak.iripe : E mandara
desobedocer s leis civis I
O Sr. Tarquinio de. Solza :Sim, se-
nlior, quando as leis .vis forem ncompa-
liveis com as leis espirrtuaes, com as leis
de Deus.
O proce mento do bispos fancezes, que
publicaram a Encyclica Quanta cura e o
Syllabux, deu lugar interposigio do recur-
so, que na Franca se coama appettacao por
abuso, o conselho de estado declarou que
tinha havido abuso da parte dos bispos,
mas nem por isso elles Jeixaram de cumprir
o seu dever; a Encyclica e o SyllabiM
foram condecidos dos liis, e nio me consta
que nenhum bispo (otee incommodado.
O Sr. Leandro Bezerra :Muito boro.
Conlinuar-se-ha.
VARIEDADE
mostrado na altura da misso, que lhe foi didas legislativas que acautellem e garan-
confiada, o correspondido confianga que
nelle depositou o govorno.
Tenho chegado ao meu lira, Sr. presi-
dente, fazendo esta apreciado dos negocios
de Pernambuco, na qual me lisongeio de
tam interesses dessa ordem T
Anda nio li a pastoral do diocesano de
Pernambuco; mas consta-me que elle con
sidera em luta os dois poderes temporal i
espiritual, dizendo que, no momento em
estar de accordo com os meus collegas por qUe recebeu a deciste do poder civil, que
" tanto o magoou, recebeu tambem a do su-
perior ecclesiastico, que o veio alentar.
Eeu gracas Providencia por haver rece-
bdo juntamente as duas decisoes, e raanie
festn o proposito de fazer executar o brev-
apostotieo de preferencia i imperial resol ue
gao- tomada sobre consulta do conselho d-
estado.
Proseguir, pois, o bispo no caminho en-
essa provincia. (Apoiado dos senadores de
Pernambuco.)
Desculpe-me o senado de ter por tanto
tempo abusado de sua attengo. (Nio
apoiados.)
CMARA DOS DEPUTADOS
QL'ESTAO RELIGIOSA.
O SR. CORREA:Sr. presidente, nio
divagarei pelas regios que atravessouo no- cotado ; seBdo opiniio do Sr. ministro do
bre depulado quo cabir de sentaree. imperio que elle nio respeitar as decisoes
J ti ve a honra do dhwr Desta casa que do governo. ^^
considero a anidado religiosa do povo bra- \ Ora, em preseugade urna luta tio clt-
silero como um olomenii de fonja, e ate rainente desenliada, nio posso estar tran-
oontrrbnirei de corto par? qno se onf raque- quillo qiando noto a deficiencia de actos,
>,]cr. queja deviam ter emanado do poder civil,
ao.st ^ Uo^i ..aestou sno para regulara questo religiosa, ao
;;l
Santos :Ento
nacional?
O Sr. Cohra : -.. .dependentes do be-
neplaci.o, sem o qual nao podem ter execu-
cao. (Apoiados;.
Sr. presidente, entend de mou dever cha-
mar a attengo da cmara para a necessida-
de que julgo existir de providencias que del-
la emanem para que, no caso de comple-
ta desharmona entre o poder temporal o
espiritual, nao soffram interesses mximos
para a sociedade.
Pens que elles nao eslo com a legisla-
gao rigente suficientemente acautelado e
estimara que a cmara dos deputa los, em
sua solicitude pelo bem publico, so apres-
sasse em dotar o paiz com as medidas
de que necessita para que, na emergencia
gravea que polomos chegar na questo j
travada, nao fiquem em desamparo esses iu
teresses quo sao da maior importancia para
nossa patria. ( Muito bem )
O SR. TARQUINIO DE SOLZA :-Sr.
presidente, antes de tomar parte nesta dis-
ousso o honrado representante pela pro-
vincia do Paran, que me procedeu na tribuna
eu via no requrimento do nobre deputado
pelo Rio-Grande do Sul, e naquelle que
hontem foi apresentado pelo nobre deputa-
do pela provincia do Rio de Janeiro urna
questo de interesse poltico, urna bola que
era mais directamente jogada contra o go-
gerno do que contra a autoridade ecclesias-
tica. Tendo, porm. tomado parle na dis-
cussio o honrado deputado pela provincia
do Fara i, que nio faz p3rte da opposigo,
eu vejo que se trata seriamente da causa da
igreja, da causa da autoridade ecclesiastica,
e por isso julgo do meu dever vir com a
rninha frica palavra em auxilio das boas
doutrinas da g'eja catholica, apostlica, ro-
mana, da qual tenho a fortuna de ser fi-
mo.
Sr. presidente, como o nobro deputado
pelo 5* districto da provincia de Pernam-
buco, eu lamento o acodamento, a preci-
ptago com que alguns dos nossos collegas
se tem atirado questo religiosa, questo
importantissima, e que d-jve ser tratada com
toda aisengio de espirito, com toda a
calma precisa, e sem as preoecupages de
urna poltica menos reflectida.
O -meu pesar cresce de ponto, Sr. presi-
dente, quando vejo que os instrumentos da
impwdade, ou de urna religio que nin-
guom coiiheee. .
O Sk. eandko Bezerra Apoiado.
O 8. Tarquinio de Soza :.. pre-
tenden) turrar as aguas do ocano poltico
para mais fcilmente p derem pescar nelle.
Sr. presidente, o breve pontificio de 2)
te, o qual, depois de haver establecido com
o ebefe da igreja, To Vil, a concordata de
1801, ob e subrepticiamente, publicou os
chaados artigos orgnicos, que em mais
de um ponto violam e ferem o tratado so-
lemnemente celebrado.
O 1." dos artigos orgnicos, Sr. presiden-
te, prohibe expressamenle quo as bullas,
breves, rescriptos ou outros actos emanados
da corte de Roma sejam recebidos, publi-
cados, impressos ou de outro qualquor modo
executados sem o consentimento do governo.
Note, portanto, V. Exc. a differenga pro-
funda que vai entre a disposigo do 1."
dos artigos orgnicos e a do 14 art. 102
da nossa constituigo: alli prohibe-se at a
publicago, por va da mprensa; aqui nao
se prohibe a publicago de maueira alguma,
porque isto seria incompatvel com os prin-
cipios da lberdade de imprensa, consagra-
dos pela nossa constituigo. (Nao apoiados
e conteslages. )
Pois, senhores, se qualquer de nos pode
publicar pela impronsa os seus pensamentos
sem dependencia de censura previa, se qual-
quer de nos pode dar estampa urna com-
raunicago que lhe seja feita, anda mesmo
de paizes estrangeiros, nao podero os bis-
pos catholicos publicar as ordens que Iho
sao remettidas pelo seu chefe espiritual, o
suinmo poutilice'.'
0 Sr. Leandro Bezerra -.Muito bem.
0 Sr. Taruinio de Souza: Podero
as sociedades secretas estar em communica-
go com os centros da Europa ou da Ame-
rica, receber ordens d'alli, publicabas sem
que o governo imperial seja de maueira
alguma ouvido nesto ponto, e nao podero
os bispos catholicos publicar os breves e
ordens que recebem do summo pontfice ?
0 Sr. Araujo Goes Jnior : As' so-
ciedades secretas nao teem autoridade, por-
tanto nio ha analoga no argumento.
0 Sr. Leandro Bezerra: Ha toda
analoga.
0 Sr. Tarquinio de Souza : Ainda
mais, Sr. presidente, nao obstante a preciso
dos termos, ein que se acha concebido o j
citado l.9 dos artigos orgnicos da Franca,
os bispos francezes, em seu zelo apostlico,
na sua dedkagao causa da igreja, no cum-
primento dos seus sagrados deveres nunca
duvidaram publicar os actos emanados do
seu chefe espiritual, o summo pontfice,
embora nao tivessem para isso auj-risago
do seu governo.
0 Sr. Leandro Bezerra -.-Apoiado.
O'Sa. Taruinio he Souza:- En 18G4
o santo padre Pi IX, publicou a to co-
ndecida Encyclica. thatU cvrn, a qeal
aoonipaiihou oSyUdbks; aVg vornofran-
MISCELANEA.
n eelibatario, velho eas*r.dho, tte co-
nhecido por sua grande avareza co* por
sua knMMMa fortuna, nao consegua que
pessou alguma levasse muito tempo em seu
servigo, por isso que e:igia dedieago sem
limites unida i maior i'rugftlidade, conlen-
landose em acilcniar os criados com lison-
geiras esperangas no futuro.
Vio-se, pois, o avareuto redixntlo- a itr/Mt
todo o servigo da ca:>a, at que um da,
passeiando no vasto e solitario errado do
seu castello, levo nina idea feliz, que logo
tratou de par em pratica. Mando chamar
o seu tabellio, e dktcu-lhe o segm'nte tes-
tamento :
Dou e lego ao criado que feebar-me
os olhos lii) libras tornezas, em prata-,
alein do meu gnaule dominio de Var-ac.
Espalhou-se Kigo em todo o cantte o
boato de que o vrenlo resolver ser gene-
roso depois da sua isorte. Mil servo* de-
dicados corrern a offerecer lhe os seus
servigos. 0 velho foi rigoroso na escolha,
e licou empregado na rasa um moceto que
disp z-se a soTrerreom*> efectivamente sof-
freu, tome e sede at morrer o testador :
protende-se que o desbragado suecumb ra-
de iuang/io antes de seu amo, se estecui-
dasse em viver seis mezes mais.
Chegou entretanto & i>ceasio da morte to
anciosamenU) desejada pelo criado legatario.
Elle moslrou-se solicito em cumprir a von-
tade de seu amo e levou a pedade aquasi
nao trar-lhe o dedo das palpebras ; tomou
a si o encargo de pregar o atade, e con-
seguio at chorar.
Os herdeiros do anarento apressaram-se
logo a tomar posse da fortuna ; mas, ape/.ar
de ser ella muito grande,. ficaram amua-
dos quaivlo souberam que- havia um testa-
mento. Quem o a presenta va era o desgra-
gado criado, que mal poda arrastar-se, to
debilitado achava-se, e que procurava com-
mover os prenles de seu amo com a narra-
gao dos ran les sacrificios que fuera.
Os herdeiros, porm, deixara-se, de or-
dinario, sensibilisar to pouco 1
Aquelles estavam todo carrancudos,
quando um, vssz esperto, depois de ver o
papel, disse :
Attendam-me bmi : entondo que deve
cumprir-se religiosamente o quo diz o tes-
tamento...
Ah I meu senhor gemau, agradecido,
o criado, para osugeto que fallava.
Este, radiante de alegra, leu :
Bou e logo ao cr .ado que fechar-ine os
olhos, etc.
E concluio :
Ora, aqui o senhor nao poda ter fe-
chado os olhos...
l.u, bradou o criado com rouquenha
voz, juro, senhor, que nao smente lhe fe-
cheios olhos...
0 senhor nao poda ter fechado os
olhos, tornou o prente do avarento carre-
gando as ultimas palavras, porque meu tio
era zarolho.
0 pobre criado ficou petrificado.
Retira va se j iju. si exanime pela pega
que soffrera, quan lo .ilguem aconselhou-lhe
que fosso a um hbil unsconsulto do lugar.
O advogado intentou acgo contra os her-
deiros, e os juizes decidirn) por unanimi-
dade que, sendo clara e patente a intengo
do testador, que nao poda ter por fim seno
remunerar a quem lho servisse at os ltimos
momentos, devia ser entendida a expresso
fechar os olhos|>oracorapanhar at a
morte.
E ficou assim burlado o logro que quiz
pregar o avarento.


h
.

f
coz, presidido por N^eiO H, espo lio fVi".' J"i
Vendo um dia Boiloau passar um mogo
todo elfeminado rescendendo a perfumes,
disse a Aquello senhor mais capas de ins-
pirar curaes is mullieres do que aos ma-
ridos.
AS CBEANCAS.
Que differenga, creangas,
Entre a minha e a vossa idade !
Avossatoda esperangas...
A minha -toda saudade ? (
Para vos as alvoradas
Das roseas manhs jucundas ;
Para mim amarguradas
Noutes em tedio fecundas I
Sonhai... sonhi... pois u:n di
Dessa quadra ta florida,
Passareis estencia fra
Dos desencantos da vida...
E nessa triste p ssagem,
O mesmo que lia pouco eu disse, \
Diris, em triste lnguagem,
A'risonha menace :
Que differenga, creangas,
Entre a minha a a vossa idade I
A vossatoda isperancas...
A minhatoda saudade ?
inmo Seabra.
Moliere voltava d'Auteuil essa Chapelle.
L'm pobre pede-lhe imu esmola. Moliere,
preoecupado, deu-lhi um luiz de ouro*. 0
roendifo corra ianoftialasaeola at etts para
lhe fazer sentir o er.gauo que tijba een-
mettido. r
Onde a ,virtu4i> tai esconderse ? ex-
olamou Slolire ; t<:ima, meu amigo, aqui
teus outro luiz. i li
"itDECAJlU'S"

i
W


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