Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12998


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Full Text
AMVO XLIX. MMERO I7S
------------------------------------------.'
PAHA A CAPITAL E MGABES OVIH1 \AO HK TACA POBTE.
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis ditos idem.................. 1*0000
Por um auno dem................... 249000
Cada numero avulso......,.......... 3J0
y LAUTA lEIIiA 50 1)E JIUI0 DE 1873
" r'--------
PAMA MtXTBO B FBA HAPROVIXCI*.
Por tre. meies adiantados. j,..............
Por seis ditos dem..........._.......
Por note ditos dem ....*......*.......
Por um auno uleiu. ....................
69TS0
13WO0
sonso
79000
f
*


\

.



PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIRQA DE FARIA & FILH0S.
Of Srs. Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Para; Gongalves & Pinto, no Maranhio; Joaquim Jos de Oliveira Filbo, no Cear; Antonio de I.en,.^ Braga, no Aracaty ; Joao aria Juo Chaves, no Ass; Astenia Marque d* Sra, oo Natal; ieee luitn
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parabjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmiuo dos Sautos Bulcao, em Santo Autto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNaMreth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joau Antonio Machaco, no Pilar das Alagdasj Alvos dC, na Baha ; e Leite, Cerquinho Cit Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
(vera* la provincia.
ORSPACHOS DA MKSIUENCIA r>K 28 DK JULHO 08
187:.
Associafo Commercial Agrcola. En andba-
se.
Custodia Mara la Coneee). luirme o Sr.
(rovedur da Santa Casa de Misericordia.
Francisco Lucio de Castro -C un > requer.
Joo Pacheco de Medriro;.-Ao Sr. inspector
da thesouraria do fa zonda para alten ler ao suppli-
cante.
Jos Lopos Davin. Inleferidu.
Jutw Hvl/iguosde Frailas. -Indefsrdo.
Joao Carneiro Lins Durada. Informe oSr. ins-
pector da thcsuraria do lazenla.
Racharol Jo'n Autuuo* Cnreia Lins Wanderley.
Roquetra ao governo imperial, Kisto OMM o
ptfaw*Ho un uMiniti cabio eni ejercicios lindos.
Luiz Jas G uiQ.dvi's da Luz. Dolorido com of-
tirio desta dala dirigido thesouraria lie fazen-
da.
Mara Ferroira da Paisa i. Infirmo o Sr. jota
d' direito di comarca do D mili.
Nilo Jos do Gamito. -Certifique.
O nasiu i. -Siiu, eorn rocino.
rtomao Pe:eirn Pilgueira Saninaio. Sllalo o
re-iuerimenlo, vollo, querendo.
Secretaria da presidencia do Pernanibno, 29 de
ioihu de 87X
portero,
Sil o no .i. Rodrigues.
i 'ominando Niifittrior.
(fUAHTKLDO C.OMMAMlll SUPERIOR ISTERlftO KA
CUAKoA NACIONAL I) MUNICIPIO 1)0 RKCIr'C,
i'i HE Jl'LHODL 1873.
Ordem do da n. 123.
Para Icr a devida execucao teco soienle aos cor-
pea sol) meo interino rommaiulo, que S. Kxc. o Sr.
eonimcndader presidente da provincia, por porla
riac ile 30 do mez prximo passndoje 10 do curren-
te, transfera para u servioo da reserva, licando ag-
yregados ao 2 bttaltiio drih, os Srs. rapiaes Jos':
Punir da Cuuha t Custodio Morona Das, este
lo 2* balalu.to de iufaiitaria o aquello aggrcgado ao
"" da mosma arma, que luraui juigados iucapa/.es
do servieu aetivu api inspocfn medica; c naueoii
aor nutra de II, IMgwl Ltwaafiaiiuarios para o
posto de.... da o1 companhia do i batalliao de
iabotaria, Jos de Olivcia llastos e Afuoso de Al-
liuquerqiie Marliiis l'ereira, esle para alfeies (Hir-
abandeira e aquello all ro- societario do I* da
uicsuia arma.
Que pela de 28 do inei Oodo mandn agftregar
ao I* lialalhao do infaiiUiria o Sr. .-.I fe ros da o'
oumpanhia do I' da ine-ina arma da capital da pro-
vinca da Pahyba, Leoncio Pereira de Aw-
vedo.
Outru siin, declaro aos Srs. commaudanles dos
eorpoa, para os CKiivenionles lin-, que era oQiciodo
17 do corralo mez, comuiuiiicouino o Kxm. Sr.
.omniondador pre-idente da pr ivucia haver de-
teriuiaado ao lir. chele do polica que recommen-
^e s titoridados suljallerna, que qnando caplu-
rarem guardas naciuaos para o servia > do exer-
"to, prueedain airecadacao do armamento c
correianie a cargo dcstes e pertencentes fa-
.:"da
Autoriso aos ;rs. commaiidanles de corpas a da-
reo principia s revistas o exercicios da l* domiu-
s-i de agosto prximo em diaulo.
finir do servieo durante o mez do agosto vin-
douru u Sr. cauttao ajudanto de ordoos interino
II i'iji i da Silva F.uia.
Bodulpho Joo tintn de Mmeidu,
Coronel comiiundanie superior inleitno
reito es?a redacrao, que estudou com antecipa-
cao o problema, chainou sobro elle a attenco, e
leve a furtuua do fazer partilhar a sua conviegao
por aquelles que dngiam os negocios, e wviaoi
resolver lo giaveassumpto.
Devemos, pois, lodos felicitar-nos o Paraguay ;
porque est livre da tremonJa amea;a de absorp-
cao imniediata por parle de um vsiuli i p ideroso ;
est agora e:u suas maos manter a independencia
que Ihe deixaram os alliados, e a iutegrdade do
exacto territorio que forma sua naciOnalidade.
Basta para jaso seguir risca o emblema que adop-
lou paz eju A confederado, porque collocando-se cima de
una ambicao vulgar, pode ser generosa, afastan
do a causa que mas tardo concorrera para sua
desineubracao.
A incoroorago do Paraguay como provincia ar-
gentina sera a lunica de Xesso que devorara esta
potencia americana.
0 Brasil, porque por alguns annos anda pode
respirar, livre do pesadelo de una quexa inimi-
ueule co;n a mesma potencia. Todos gandamos
com esto resultado. Oxal os liomens que drgem
os desliaos dos dous piineipaes estados sul-amo-
ricancis eomprehendam a coiiv.mienca de evilar
sempre accender esta lula, que s.r horrvel, e
uao responde a nciruma idea til.
Si-i de pouco inlcresse as noticias do K-u.l
Oriental a trausmiltir Ihe por este paquete.
A crise commercial, que vatirinei em urna de
mioias correspondencias d" junh >, come.a a ma-
nifestar m>, ; surpiendeu-me, puiem, a face escan-
dalosa mo aprsenla. H >je uao se falla seuo na
quebra da importante casa de Camino k Pino, que
empregou os mco.s mas reprovados para su;ten-
lar por mais lempo a sua posicao.
Desde o anuo pas-ado que eu consderava sus-
peila a sluaco desta casa, pelos enormes prejui-
zos que soffrbu no commercio de carnes para o
Brasil e para a Havaua. pagando aqui SOS sa adei-
ros procos excessivos; mas nunca me persuad
que abrisse falleucia com nina perda total para os
seus credores, como sucoeJo, pois o seu activo
de tresentos mil pozos, sujeitos ao pagamento de
dirotosna alfandega, o o seu passivo passa do um
milhao.
A ca>a de tiiaooti l'ucio i C, que era garanli-
dora do dbil > aquello eslabelecimenlo. tambem
inspendeu os seus paga Denlos, mas, como proce-
den com toda a probidade. a prava nao consentio
em abrir -Ihe falleucia, e Ihe facullou prazos para
sabir dos seus compromissos eventuaes. Ella ga>
rantesalisfassr a todos, e coulinua as suas ope
racoes.
Nao succedeii o mesmo s lirmas Gmez i C.
e VeseavoA ('... comproraettidas com a de Camino
i Pino as mais escandalosas opcra?oes.
Al um infeliz einpregado da alfandega licou
cr.iiipromeltido por conliar-se nos Srs. Camino 4
Pino, o perinittir-llie tirar dos depsitos gneros
pertencentes a oiilros negociantes, com a pronies-
sa de apresentai-lbo no ilia scgunle a devida
trausfereucia.
Fi i nina falealrua em regra. 0 juiz do com-
mercio ordenen a prsao dos delinquentes. Um
delles, o Sr. Pino, consta que refugiou-se a bordo
de tima canhoneira he-panliola, o oulro, o Sr. Ca-
mino, que senador, goza da immunidade do seu
cargo, e n.o po.le >er preso sem que se rena de-
pos o senado, para tomar em considera^ao a re-
nuncia quo elle dirigi aquella corporaejio.
A asseinbla geral encerrou-se hontem, dirgn-
em que se achavam algumas pessas de bordo,
que poderiam ter sidr victimas de tal aggres-
so.
u A principio julguei serem lir s dirigido* de
alguma guarda do general Lpez Jordn, porui,
continuando os mesmos tiros, certfique-me do
contrario por sentir o ruido da dita lancha .-pie se
achava entao oacoberta pelo escuro do niatlo, e
que se diigia paroste navio, ohriganio-mj: as-
siui a parar para que nao boavesM do laineular
algum la o to desagradavel. Atracada a dita lan-
cha ao costado deste navio, saltou delta um offlcial,
que autos pareceu-uie um candil: o, visto ignorar
as formalidad"* proscriptas par. se poder atracar
a bordo de um paquete em lugar suspelo, nao
indagando a que nacao ponencia uem qual o seu
destino ; mas sun se havia ommunicado com a ci-
dade do Paran, ao que Ihe respond negativa-
mente, visto achar se naqueile ponto em estado de
sitio.
Antes de retirar-so o dito olflVial disse-lhe qne
vinha protestar contra seiiielliaite proccdimeiito
da parte de um ofilcial do govorn legal, e respoil-
dra-me que eslava em s-u paiz e pie continua
ra a fazer o que bem cntendesse.
Cumpre-me, portanto, pr itestar c ntra seme-
lhante aggressao, levando ao couhecimento de Y.
S. esse laclo, nao s para salvar a minha raspan-
sabilidade em caso idntico, e que lalvez traga
c oiisequoncias mais grave-, como tambem espe-
rando que V. S. d as provi lencias que julgar
mais acertadas, aliui de que os paquetes da em-
pieza hraslera possam navegar com sega ranea
no rio Paran.
Deus guarde a V. S. Alfredi Fem-uules da
Coala, comtnandante. lllin. Sr. cnsul geral
do Brasil no Paraguay.
Estes uo.-so> alliados nao socegam. Nao Cimien-
tes com o modo brutal porque entao procedern!
com um paquete que goza de certas regalas, e
que faua sua viagem placidainenle, luelen le am
no porto de Buenos-A Ves por mu olhVial a bordo
do paquete Cuyib p".ra acnnpanha-lo al Cor-
rientes, preten<;o que o digno commandanto Sm-
xas repellio com criterio, fazeud > ver as conse-
quencias que poderia produzir. Alm disso pu-
blicaran! os jornaes a parte do commandante do
vapor que registrn o Cecilh, amontoado do men-
tiras, a que dignamente contestou o socio gerente
da casa Concei'.o & C, em um artigo que publi-
can no Telegrapho M.ritim-).
E' urna empreza diflleilima a tal de navegaoao
para Matto-Grosso, dependente das autoria les
aos quatro paizes ribeirmhos. Nao olistanto, o-t
tem ven;ido todos os obstculos, est perfoitamen-
teorgansada e va prosperaadi de um modo vizi-
vel, coheorrendo extnordinaiiamenle para o
grande prog.esso que osla leudo Corumba, eu?
exportago tem quadruplicado om tres anuos de
navegaco livre.
rio iM-: j \\i;iii<
CMARA DOS DEPUTADOS.
HKyi; lll.MF.XT0 DI) SR. SILVKIBA MABTINS OBBK A
QUrSTO RELIGIOSA.
0 Su. Pinto uk Campos diz que a. cmara ha do
ter notado que desdo oeomeeo desta infel.z unes-
t.io, a que impiaimmlc se tem dado a qualiiiiMCJio
do-lhe o presidente da repblica algumas palavras de queslj religiosa, elle so tettba conservado em
Co.'iiiuiiil la-, anuas*.
yllAIlTEL ENEll.VL DO COU'IANUO HAS ARMAS
HK. PEItNAMUUCO, EM i) l)li JILHO 1)E
1873.
Qrde n ti i ia n. 140
0 brigadeiro comniauJaal; das arma-, en vista
das commuiiicai.wes qna receben da presidencia
om a data de tontem, faz coito a guarnieo para
lins c inveuieules as Sdguintes oceurrencias ha-
vidas neste mez :
Quo por aviso do ministerio da guerra do 21
foi xado o valor da etapa o forragom a vigorar
nesta guarnieo no oerraote lenwsire, sendo a da
etapa uo valor de iO ris e. a da t'orrageni em
UOO.
Que pir a'iso de l'i se comiuunicou haver-se
iiaquella mesma data ordenado intendencia da
guerra para mandar urnecer ao arsenal de guer-
ra desta provincia i,0u0 pares do sapatos, autori-
saudo a distribuicao a cada pratu de mais um
par em suhsli'.uico dos de m qualidade ultima-
inanle foniecidos.
O mesmo brigadeiro, em vii lude de resolu^iio
da presidencia eoulid em olli :io de 28, determina
que lique adilido ao U. batalho de iiifautaria o
Sr. capito do IV* da mes na arma Pompilio da
Rocha Moreira, que muiAm desembarcar de bor-
d) do vapor Par at ulterior deliberacao do go-
erno imperial.
Finalmente declara que hontem seguiram no
vapor Para, para a provincia da Baha, a Sr. al-
teres do 18, Horacio da Rocha e Silva, e para a
corte os Srs teaente do 20. Melanio dos Res Pe-
r-ora do Lago e alf res do 16. Manoel Si oplicio
Correa Leal, que deve:n ser desligados dos corpos
a que se achavam addidos.
(Assignado.) M tutel da Canha Wamlerley
Lins.
Couforme. O inajor Jos B ds Sant s Mergn
tltao, ajuJaute d'ordeiis euc.rregado do detallie.
EXTERIOR.
Mouievhl, l- jullio de 1893
Desde hontcn percorre esla cidade urna noticia
viuda de Buenos Ayres. de tanta importancia;qne
me custa dar-lhe intuir.) crdito. Diz-se que,
vista das diffkuldaJes que e l apreseniaiido a
queslao enire-riana, que ameaca a inlegridade da
ronfederacan, o governo argentino facilitara a eu
lilenipoteuciario em AsMimp/io, o general Mitre,
para concluir com o governo paraguayo o tratado
o.- paz e de limites, cedeudo quanto a esle, nos
pontos que encotrava profunda opposico desie
governo. -
Em conseqnencia desta autorisacao, propala-se
ooe o gemra Mitre aceitara no Chaco a linha do
Pylcouiaio como divisoria, e, o qae mais trans-
cendente anda, a neutralisacao da Iha doCerrito.
Assegura-se que estes tratados ja vitram para
Ren, s Ajres, e que a sua sanceo pelo con-
greso argentino nao so fara esperar.
Se ludo isto for verdadeiro ganbou a human-
dade um espen Jdo iriumnho e deu o governo
argentino una prova daquelle espirito de modera-
c,io e de jusliva, que couslilue a grandeza moral
de qualquer naco, e de que fallara o Jnrn-.l do
C mmercio nos seus reirospeclos de 1871 e 1872,
2;i-iii lo designava aquellas doas coiicessoes como
ma neessidade para a garanta da paz Restas
regidos
A sement lancada ento no terreno da opiniao
publica frucficou, e agora a colheita corresponde
a sua boa nalureta.
A Iniciativa desta bella olucao pertence de di
de agradecimento pelos trabalhos- da sessao, as
quaes liveram obsequiosa respista.
Deve ser convocada extraordinariamente para
dar a sua approvacio ao orgamenlo, e tratar de
nutras assiuujilos pendenlcs, que lora importaucla
Antes de encerrarsenomearam as duas cmaras
a cominisso permanente encarregada de vigiar a
marcha do uoder execulvo.
Alinal foi enieii lado na cmara do representan-
te o projeclo do lei que veio do senado, reeoiihe-
ceudo em todcs os habitantes da repblica o di-
reito de emiltr papel mneda, direito que lica res-
tringido com a necessidade de garanta em ttu-
los da divida publica.
Esta queslao (em aqu sido omito debatida na
ca nara e na imprensa, e o Siglo nao ficou satis-
feito com aquella solucao, que tem o mrito de
salvar a praca de una profunda crise flnanceira,
em um futuro nao mui remoto.
Tambem a assembla saiiccionou a mocao pela
qual se inicia a reforma da eonstituic,ao. Agora
compete seg'ute legislatura tomar em consi-
derar) os projectos que se propozerem para tal
fun.
0 pod-r execulvo nao sanecionou a lei que tor-
na effeeliva a responsabilidailo dos funecionarios
subalternos, fundando-se, com razo, na unpossi-
bilidade em que ella o collocava de administrar o
paiz, podendo qualquer empregado publico fazer
observar) sobre as ordens recebidas antes de exe-
cuta las.
O ministro da guerra vai fazer urna excursao
ao departamento de Paysandn, e lica interinamente
encarivgado desta pata o ministro de estrau-
geiros.
O eoBgresso sanitario tem continuado assidua-
ineute os seus irabaihos, e j foram discutidos os
nove primeros artigos do convenio j conhecido
de sciis letores, que parece satisfazer aos fins que
se tem em vi-la.
Agora que, com a noticia de que o cholera est
fazeud. estragos nos Estados-Unidos, deve o go-
vorn imperial adoptar medidas de precaucao. pa-
ra evitar que esla torrvel epidemia soja importada
DO imperio, como fcil, ltenla a continua com-
uiunicaeo que manten com os principaes pollos
da Cnio, distantes do Para apenas 12 das 1
preciso muilo cuidado nisto.
Occupam se os jornats ltimamente com urna
unesto de aclualiJado lambern entre nos. qual a
da je.paracao da igreja do estado, em virtude d
um conflicto que occorreu no Salto, por ter-se ne
gado o cura a pcrmittir que sa sopullasse no ce
intterio publico o cadver do um marn.
J em 1861 deu-sC aqui, na capital, um conflic-
to idntico com o eorpo de Mr Johnson, que o vi-
gario apostlica nao consenlio que sesepultasse no
ceiniteno por ser macn.
Para resolver esta grave controversia estabele-
ceu luto o governo que os ceiiiilerios erain mu-
nicipaos e nao Catholieos, sujeitos junta econ-
mica administrativa, competente para dar as pa-
peletas de admisso, que sao enviadas pelo vigario,
quando o morto perteuce rcligio calholica, para
se Ihe fazerem os suffragios de sua religlo. Des-
de eiitao uao bou ve mais coulliclu na capita e as-
sim como enlre os vivos se acotovelara na trra
individuos de todas as cren?as, assim tambem en-
lre os morios parece que nao ha necessidade de
teparacio, enterranJo-se cada um conforme os
preccitos de s.ia t. 0 que nio se pode negar o
direito de sepultura um habitante do paiz.
Chegou o paquete Cecilia de Matto-Grosso,-e por
elle souk'iiios da aggressao que soffreu as aguas
do Paran da um vapor argentino. 0 comman-
dante fez o seguinte protesto, que entregou ao nos-
so con-ml geral em AssnmpQao:
< Bordo do vapor brasileiro Cecilia no porto de
Assumpcao, 1G de juuho de 1873. -Illra. br. -Na-
vegando esie navio aguas cima, e achando-se no
da II do coi rente, ai 2 horas e 4o minutos da
madrugada, na altura de Chonchillos, urna legua
cima da cidade do Paran, foi este navio aggredi-
do por urna lancha a vapor do governo argentino,
a qual se achava neste ponto, tendo anteriormente
a dita lancha feito alguns tiros de fuzlaria, pas-
sando urna das balas pela popa deste navio, fugar
silencio, limitan I >--o a emittirein apartes Ana ou
nutra proposleo. Este silencio Ihe tem siffi acon-
selhado pela gravi.lade da queslao.
Sempre enlendeu e ain Ja boje enleiido que as
questoes que teein relaeo com a religio, sao de
sua natureza enc.iiideceutes, e nao pieria por sua
parte concurrer de modo algum pora a exacerba-
cao ilos espritus, nao porque reeoasse provocar
com as- suas palavras as suceptibilidades de ambos
os lados, visto como faz estudo em ser modralo,
mas porque em quostes serias, como a de trata, toda a prudencia, toda a rireum presidir aos discursos dos membros do parlamento.
Nao com exageracoes que se bao de deeidr so-
melhantes difflculdades; essas exagcracijes, priu-
cipalnienle partiudo do parlamento, vo ter fra
delle repercurso anda mais exctame, c o resul-
tado produzir a duvida, a incerteza e a in.,uie-
lacao nos espiritos. (Apoiados).
Via alm disto que a qui-slo esta va aneciada aos
poderes do estado, que a estudavam com seriedade;
va que, apesar da posfo assimiida pelo governo,
posigao de inleresse pela boa solncao do conflicto,
navia grande acodamento da parte dos adversnos
do gabinete em ipic a mesma questo fosse deci-
dida quanto antes.
O Si: Marlinho Campos :Nessa materia sao
os bispos actualmente os nicos adversarios do
gabinete. (Apoiado.-)
O Sr. Pinto de Campos contina dizendo que,
desde que o governo estera einpuuhado un resol-
ver o conflicto, era preciso dar-Ihe plena liberda-
de, que se evilassem exeiacoes externas, porquan-
to o gabinete, dotado de bastante patriotismo e ao
mesmo tempo possuido de sentimentos verdade-
ramente catholicos, Uevia pesar maduramente a
deciso que proferisse.
Nao interveio, portanlo, na discusso, porque
aguardava a solucjio final do conflicto, mas v que
isso nao Ihe mais possivel : os ucideules se re-
produzem e nao desojar jamis que do seu silen-
cio se tirem argumentos pro ou contra a questo
de |u se trata. Fiel aos seus precedentes, nun-
ca d;ixar o paiz em duvida a respeito do sea
indo de pensar nestaou uaqnella queslao. Eintodo
o decurso de sua v;da parlainenr, que, nao cu^
ta, tem dado provas de res iliiQo e franqueza, an-
da mesmo uxpondo-se a desagradar a ministerios
amigos e sem aueucao a pieoccupac^es parlicula-
les.
Para dizer o que pensa a respeito da queslao
vertente, forcado a reinontar-se um pouco sua
origem e exprimir se com toda a franqueza, com
to Ja a conscieucia, a respeito do mudo porque
sempre cncarou a mesma questo.
Quando appareceu a noticia dos primeros actos
do digno bispo do Pernainbuco em relacao s ir-
inandade-, o orador uisse em conversa aos seus
amigos que, coinquanto em l ese recoulie.a o pie-
uo direito que tecm os bispos de dirigir o culto pu-
blico de suas doceses, de presidir a ludas as suas
manife.-iacoes, a todo o seu desenvolvmento, toda-
va nein sempre concoidav.. coin o molo or-
tico porque se procurava realisar o grande desi-
deraiidam da igreja.
Dzia, por exemplo, que, no caso,do Sr. bispo do
Pernarnbuco, teria procedido do modo seguinte :
desde que se convencesse de aue as irmandades
nao preenchiam o lim principal do seu instituto,
que e o do promover o culto publico e todas a
plticas da .groja, so teria dirigido ao poder civil,
viste que essas irmaiidacs constituem jui sdccSo
mixta, reprosentandj contra os inconvenientes da
sua coutinuacao come corporaedes, exhibiudo para
isso os motivos que julgasse producentes.
Est persuadido, intimamente persuadido, de
que, se o digno prelado de Pernamouco se tivesse
uirigido ao governo, como acooselhava a pruden-
cia, lio propria da igreja, havia de encontrar lodo
o apoio no governo, e a qjeslao teria sido resolv
da sem estrepito, nem abalo. Masaielizmeute as
cousas nao so passaram assim.
Esta queslao tem rouado do orador noites
de somno, e tem intristecido profundamente. Tra-
te-se de um conflicto enlre o podor civil e o ecle-
sistico, conflictos, que diz o graude Bossuet, se
costumam dar entre os amigos mais intuiros e
por isso qjpe a igreja deve ser amiga intima do es-1
lado e o Miado da igreja, cm algumas oerasioes!
sao Ieva4oS pela coniianca reciproca a entrareni i
no ilomiuj um do oulro, como um amigo muitas
veres lanja mo de um traste, de um bem de ou I
tro amigo, na onlianca de que elle nao Ihe levara \
a mal. fases mesmos conflictos da.lo- entre a j
igreja e a estado nein sempre revelam ho*lilda le. [
nleucional, e por sso deve haver luda a pruden-
cia na sowcao.
O Si: Pereira d s Sant s: -Enlo ba coinniu-
uismo onlre a igreja o o estado.
O Sr.' Pinto de Camp.* responde que n.o ha
tal coiiMonnisme, mas sim coinuiunioade, cominu-
nhao de inleres^es entro doiis poderes, que devein
proceder harmnicamente.
Era essa a tenta'iva que desoja va que lizesso o
respeilaval bispo de Pernarnbuco.
Urna vt : -V. Exc. seria mais prudenle.
O Sr. Pinto de Campos responde, s Deus o sa-
be. Nao usar jamis quallicar de imprudente o
aclo do Sj(. bispo ; preciso respeitar a sua cons-
ciencia c'n sen carcter ; nao pode ter outro
inleresse seno o bem da igreja e de >eus diocesa-
nos ; pode enganar-se, porque homem, mas nun-1
cade pnjpisto e caprichosamente, pois S. Exc.
lem diante dos olhosos preceilos dos apostlos no!
tocante a obediencia s potesta les da ierra, no
que a esta pertence.
l'.is-audo a considerar a queslao por ou'ra face,
d z que as irmainlades nao se portaratn com a re-
gularid.iile e mansidao exigidas pela ndole da sua
origem e fins. Antes de recorrer ao governo,
procedcrain eran de-abrunento para com o prelado,
cuja decislo repeliirain com grave desatteneao,
como se o prelado na parte espiritual nao fiisse su-
perior della-. lamis o orador ser partidista da
desobediencia, sb qualquer forma.
A ingerencia do poder civil as irmandades li-
mite-* a autorisa-las a possuir bens e para isso
ibes desina um juiz esoecial, que vela sobre o uso
e applijacao deslos bens: tudo o mas pertence ao
poder espiritual.
Rospondendo a um aparte, observa que o gran-
de mal nesta queslao nao se ter conservado a
calma, a inoderacao necessaria na apreciacio das
consas, fazendo as devidas distineroes.
Quanto ao bii ve que acaba de ser publicado,
declara que nelle uo se v nada quo possa justi-
ficar a sorpreza ou indignacao dos nobres depula-
dos ; breves daqnella ordem e algn* at cont 'iido
maleria mais grave leen) sido at bote publicados
sem o pinrel, e contra essa publieaeao nao se lem
reclamado. Agora, porm. como as circumstaii-
ca sao m. lin irosas, o orador, no caso do Sr. his-
po de Pernarnbuco, teria adiado a publeacao do
breve para depois da solucao da unesto
Ninguem supponha que a prudencia timidez :
multas vezes aquillo que parece timidez um acto
de soberana prudencia, e por isso que o graiid
orador da antiga Roma dizia que antes quena
passar p Ha na igreja una especio de energa pacitic.i, mas
perseverante, que a torna mvencvel. Ella sabe
que os seus Iriiimphos, se nio ir hoje, bao de
vir auuuha; os MUS destinos sao eternos, todas
u tempestades I erro bao dedis-ipirse aos s-;us
ps.
Alguns nobres doputadus o inesmj o Ilustre re-
presentante do Rio Grande do Sul no sen reque-
rimento presuppem um neto nao exi-tente, qual
o de ler o soberauo pontili e provocado a hita e
animado o bHpo a proseguir. Leia-se o breve e
ver-sc-hi que o sant padre resp.micu ajenas
expnsicao que Ihe foi feita pelo Sr. bispo de Per-
namouco, e na ipial nao poda deixar de acre-
ditar.
Mas aonde est o gratulo e.-candalo na materia
do breve t E' em dizer elle que os bispos dlssoi-
vam as irmandades i K' pracrso que se saiha que
o sanio padre falla em Ih-se, pois que elle nao
eonhece as leis peculiares do Rrasil (oh I), nem
lem obrigaro de as eonhecer. Cooi i em Roma as
irmandades sao todas religiosas, nao te-m a mis-
tura do elemento civil ou temporal, o papa suppe
que no Brasil as cousas sao do mesmo modo e dos-
de que considera as irmandades puramente espi-
riiuaes, esta no seu direito de dissolve la.
Pois isto era motivo para que logo se exgsse a
retirada do internuncio apostolice? O negocio mui-
lo serio I Roma nao tem armadas, nao tem os gran-
des cxercilos permanentes, que boje alTrontam o
mundo ; mas Koma.'na expressao do grande La-
martine, Vfrafa, mais forto, a sua voz repercute
em todas as-*msWeticas. Nao se Iluda a cmara:
este paiz emirn-ntomente catholi-o, e ver com
profundo desagrado qualquer rompunento injusto
com a corle de Roma.
Nao permita Deu< que o povo se persuada de
que os legisladores do paiz procuram enfranque-
cer no seu espirito os motivos da crenca quo re-
ceberam de seus pas. Trate-se de esclarecer, de
iluminar o povo porque nao ha homem nenhum
da creu'.as diversas, que, esludando a sua religio
e a religio por excellencia, que a nossa, deixe
de acabar por abracar as suas verdades.
Cita o orador deas fados de illusiradssimns bis-
pos protestantes que se converteram ao catholicis-
ino por (erem aprofundado n estudo dessa religio
O santo padre nao pode ser considerado, como
disso o nobre depnlado pelo Rio Grande, um sobe-
rano estrangero, expressao de Vollaire ; elle nao
sob-rano seno das almas (oh I) Neste sentido
legiiiino soberano da chrislandade ; e se como so-
berano temporal de Roma quizesse praticar actos
de junsdieco temporal no Rrasil, em contraposi-
y io s uossas leis, o uobre deputade no cumpri-
mento de deteres de bom cidado nao ira alem
do orador, que saberia ser fiel ao seu juramento
de defender as nossas inslit.neo <. I
Nao ha no sacerdocio urna autoridade, por mais
emineule, que lias materias tem pora os nao sea
subdito do estado. Os bispos, como os simples sa-
cerdotes, sao subditos da igreja. O orador nio
pode erer que de modo algum os bispos do Brasil
se raostrem inimigos da lei do estado, porque isto
contra os interesses da igreja, que sempre olhou
com repugnancia as lutas com o poder tempo-
ral. |
Acha, portento, desnecessario o reqnerimenlo
do nobre dopulado oeio Rio Grande do Sul, porque
uao ha necessidade de vir o governo pedir eucou-
racados para ir combater Roma, tanto mais quanto
o nobre dopuiado anda ha pouco tigurou o ve-
nerando chele da igreja emparedado no Vaticano !
Pois quera lo frao pode meiler tanto medo ?
Vozet : Nao para isso.
OSr. Pinto de Campos uniendo que se deve re-
correr aos meios de prudencia e que por elles tudo
se ha de cou-eguir.
Porque razo se ha de mandar os passapories
ao internuncio ? O que tem feito elle ? E' um
fuucciouan > de muita prudencia, de mito juizo
de outras cualidades excelleates, pelas quaes se
tem feito amar dos brasileiros, e nao se envolve
no rgimen das doceses ; a sua missao outra.
Nada, pois, autorisa o extremo alvtre lembrado
pelo Ilustre depotedo. De Roma nao vira a per-
turbioao ; os bispo brasileiros ho de se esforcar
por conciliar os deveres do sacerdocio e do mpe-
ria, porque desse accordo tao indispensavel nasce
a tao uecessaria Harmona entre os dous pode-
res.
Declara o orador que, se estivesse no caso dos
bispos, nio dara tanta importancia a maconaria;
eombateria os .-eus erros em materia de douirina,
quando os commettesse ; procur ra esclarecer os
espiritos a respeito de todas as duvidas en que se
podesrem achar e appeUar para o effejto prodi-
! gioso da verdade, porque a terdada crista para
ser abracada so precisa de ser conhecidu, dizia
Fleury.
E', porein, ira ile duvida, que a iiirtcpnaria
uestes ltimos lempos se tem ledo propagandista ;
em quauto se mauleve nos escondrijos e inviolabi-
lidad;) do segredo, os bispos nao procedern! hos-
tilmente coutra ella. Tem sido isso un erro da
maconaria o ler rompido os vns aos seus mysle-
rios e perdido assim de importancia o mteresse.;
seguuilo seus lins. lMrve tempo que para se eo-
nhecer um ina.on era necessario um nticnscopio
( lularidade ); o macn era um eme inysterioso,
todo o seu esforco era occullar-so aos profanos,
porque elle lirava a sua forya do incgnito; mas
boje nao ; ha o maior acodameu'o em cada um
dizer .pie inaC/in I E entao porque conserva a
maquilara todo osse apparato burlesco da recop
cao dos seu> adeptos ? Se j nao tima sociedade
secrela, porque exigir esse juramento, que devia
lia milito ler abolido?
Jeui 182'.) dizia Almeida Rarrettque a ma;o-'
Hara,cora oappareeimentoda liberdade da impren-
sa, tiuha perdido a sua razo de ser ; que o seu
lempo havia pastado.
Da macollara, pois, depende em grande paite a
iranquillidade dos espiritos. Se ella se diz since-
ramente nollensiva s leis da groja, ni i consul-
ta que em seu lime e sob sua responsabiKdade so
preguein ua mprensa principios lo subversivos da
ordem social corista. Se se responde ao orador
que a parte sensata da macollara repelle esses es-
coplos, entilo deve ella apresentar-se francamente
contra- elles, afastando de si toda a responsabili-
dade moral,
Outra couselho dara o orador aos macona, e
que, visio c-ono a igreja nao e:-l convencida da
puivsa de suas pratieas, n repugna admitti-los em
suas irmandades ou contrarias, nao insistan) ein
peit-ncer Ih's, porque uiiigueui entra na casa
alheia coaira a voutade de seu dono. E que dira
a ina.oniiaa se o orador quizesse entrar nos seus
templos com prelencaodo alterares seus estetntost
Sena expellido e com razo.
Urna voz : E V. Kxe. nunca foi macn ?
O Si: Pinto de Campos responde que nunca lee
a veleidade de ^ileucer ina.ouaiia, nao s por
que nao Ihe lign nunca Importancia, como por-
que escrupolisava fazer parte de urna assoeiacAo
mal vista pela igreja.
Sempre Oomprehendeu que a guerra que se
fazia ao Sr. viscoude do Rio Uranco, nao era guer-
ra ao grao inestre da maconaria, mas snao pre-
sidente do couselho, o que a interven.-o da reli-
gio aa actualidad*) era especiosa. Emende que
i refiao nio deva ser pretexto para opposi-.des
poiicas.
Apoia sinceaiiieiileo niinisleiio d < Sr. Rio Bran
co, prescindindo de sua qualidade de. macn, nao
(omento porque o considera homem capaz de diri-
gir a governaeo do paiz, ao qual lem prestado re-
levaiiii>smos servicia* ( apoiados ), como porque
leudo observado que quasi todos os humen pol-
ticos do paiz se dizem macn*, o orador com a
mesma franqueza declara quo macn por macn
prefere o Ilustre viscoude do Bo-Branco,em quera
alias descobre verdadeiros senlimenlos de religi
e boa disp.ijc-ao de dar lodo o desenvolvimento
aos principios catholicos no Rrasil. Se o seu rni
Historio aceito!! o recurso contra a derjao do dig
no bispo de Pernarnbuco, dir o orador qne qual
quer oulro o faria, alienta a Icgislacao do paiz.
Igual jnstica faz aos senlimenlos religiosos do
nobre ministro do imperio, cujas cron.as ealholieas
Ihe foram transmitilas por seos pais; aos senti-
mentos religiosos do Ilustre ministro da guerra
o qual, se nao fos^e um digno esposo, teria sido
um insigne padre da igreja ( bilaridadc); aos sen-
timentos religiosos do nobre ministro da metica,
cujo coracao magnnimo reconhece, e de S. Exc.
ouvio lia pouco tempo urna declaracao, quo muilo
liie agradou ; aos sentimentos religiosos do nnbre
ministra da marraba, que a personiucaeio do
mineiro na gravi.lade da trenca nos dogmas da
greja.
/wi toz : E o que diz di Sr. ministro da agri-
cultura ?
O Si: Pinto ie Campos responde que o ilustre
ministro da agricultura nina ntelligoncla escla-
recida o quanto aos sentimeotos religiosos, ainda
o nao estudou bem (riso) ; mas acredite since-
ramente na sua religiosidade, bem como na do
Ilustre ministro de estrangeiros, que de mais
marcha como n ora.tor para a regio do tmulo,
cuja aproximado desapparecein todas as illuses
da vida.
Mas, reatando o fio de suas deas, diz o orador
que, no caso do bispo de Pernambuco. teria pro-
cedido com a prudencia dgua do seu elevado
carcter o aconselhado pelos doutores da igreja.
Sanio Agoslinho, respondendo a um bispo que
o,consulte** sobre o modo porque doria baver-sc
as lulas com os hereges douatistas, disso : A mi-
nha opiniao que deves proceder nao spera-
mente,'nao duramente, porque os orcos nao se
extirpara de modo imperioso, mas sim antes en-
snaudo que mandando, antes admoestando que
coinininando: .Yon erg spete quantum existimo ;
nondnritei; non modo imperioso hac tallanlur ; sed
m-igis docentlo quam jabeado, mag s mownilo qaam
minando.'
Nao s Santo Agostnho queai se exprime as-
sim. S. Gregorio, papa, escrevendo tambera a um
bispo, quo igualmente tratan cora li 'reges, di-
zia : Meu ir nao, inclinemo-nos muilo de prefe-
rencia hndale, inansido, mi-ericordia e
clemencia : Plus, plus ergo corregendos agtl bene-
vulentia quam severitas, plus colwrtatjo quam c an-
minatio, plus charitas quam polest $.
Ora, tendo o orador diaute dos olhos modelos
lo significativos e auturisados, nio pode deixar
de inclinar-so sempre cm materia de reiigio ao
systema de inoderacao e braudura, adoptado por
tao conspicuos luminares da igreja, inspiados no
exemplo do Divino Mestre ; e confiando no bom
senso o juizo dos nossos bispos, espera que elles
pautar j constantemente seus actos pelos sabios
principios dos dous textos citados.
Eutende que na questo vertente se deve esgo-
lar lodos os meios do prudencia. O coverno pro-
cure enlender-se com a santo s, porque dahi s
nos ha de vir paz e bencos.
Declara que como catholico, apostlico, romano
est disposto a niorrer mediante a graca de Deus,
abracado ao vexillo da f dado por Jess Christo
a Pedro e por Pedro transraillido a Pi IX, assim
como cidado, e.-i disposto a cumprir o jura-
mento que presiou de obedecer constituieo
do imperio. Nao quer que sejam desass:ciadas
cousas que estn intciramenle ligadas por sua na-
tureza. Desde que a religio, entrou na consti-
tuieo, sustentando esla ha de sustentar aquella.
Aceita om tlieoria o placel, coinquanto o con-
sidere un1 pea lancada independencia da igreja,
porque elle est na constituieo. O que preciso
eviia-lo o mais possivel.
Mat por honra do governo do Brasil, dir que
at hoje uao se tem feu instrumento de placel,
porque nio teem havido motivos para usar delle.
Portento, devem-se empregar esforcos para que a
questo que hoje existe, termine o mais honroso
e mais parifico, nao so para a igreja, como para
o estado.
Nao aboque rumo tem levado (bilaridade), por-
que os accideutes innito o iiiterrouiperaui, mesmo
porque nio pretenda fallar hoje ; nao sbese as
suas idea* saturara coa a ligaco, com o torneio,
o desejava dar-Ibes, mas era todo o ea-o fallou
com a aua conscieacia. Desabe, portento, contra
o orador o PSo de Assucar e todos os montes e
valles (hilaridade), porque est salisfeito com
sua conscieucia. (Muito bem).
lAttLODEKElliUJattUU)
v

BBC1FE, 30 DE n^LHO DE 1873.
A Chegou hontem pela marih o vapor inglez Bou-
ne, irazendo dalas : do Rio Grande do Sul 18, do
Paran 12, de Santa Calhariea 20, de S. Panlo 20,
do Rio de Janeiro 2 e da Babia 27 do torrente.
Chaamos a attenco dos leitores para o resu-
mo do discurso, do Sr. dentado conego Pinto do
Lampea, tpnre a questo lettgiaM em Pernarnbu-
co, 0 qual publicamos sob rubrica Interior.
RIOGflANUR DO SUL.
A iiuuguracao do caminho de ferro e dos tra-
I albos da mina de carvao em S. Jeronymo, que
devia elTrtctuarse no dia 15, icra transferida
por cauat do mo temiio.
Sr. Suot, engenheiro da companhia do gaz
da cidade do Rio Grande, comecara a abrir no
dia 11 as vallas em que deve ser collocado o en-
cana ment.
Na uoite de 30 do passado desaliara sobre a ci-
dade de S. Qabnal um grande temporal, durante o
qual calora um raio em casa do Sr. Luiz Goncal-
ves das Chagas.
L se no itrfa'* de 18 :
O primeiro pillo do brgue inglez .Mor Aune,
i|ue esta (undeado no poto de S. Jos do Norte,
foi anlebontem victima de um deploravel desastre.
Na occasio em que iraballuva a bor lo, estando a
escotilha do navio aberte, teve a infelicid.ide de
perder o equilibrio e cahir no porn, resultando
quebrar o pescoco, em coasequencia do aue niM-
reu inslanlaneaiiiente. >
Comecra-se a publicar em Bage una nova fo-
lii.i mirla.la Dorio ie Bng.
Procedente de Hainburgc ebegara no dia 13 o
vapor allemo Santos, com l'i8 colonos allemes,
que seguiram para Porto-Alegre
Noticiara os jornaes de Pelotas que na n< ite ds
II do crreme a polica vsira urna casa na-
quella cidade, onde se pratiravam scenas escan-
dalosas, o se abusava da crednldade dos visitan-
tes mi adeptos.
Nessa casa a 'polica encontrara ura altar, e
sobre es-e aliar 'aranjas e cliifres enfeitados, ca-
beca* de aves, corujas embalsamadas, frangos
protos, porabos brancos, grande colleceo de Te-
tratos todos ensanguenlados, mondas de cobre
teinbem com sangue, e um onsideravel numero
de outros ohjertos de que fazia uso o feiticeiro,
que assi especulava com a ignorancia de sens
adeptos. A poiicia efectuara a priso do seis prc-
los e de um eseravo que all so chavara.
Conseguir evadirse um Sr. Bernardo, homem
branco, taverneiro e chefe principal de todas essas
(eiticarias. Os objectos encrnlrados pela polica
foram quemados, e os presos postes em liberdade
no dia seguinte.
Haviam fallecido : em Bag o csnncieiro Jacin-
tina de Snizi Oliveira ; no mmiripo das Lavras
o coronel Zeferino Teixeira de Carvj'hj), tambera
cstancieiro; no Ro Grande o empregado aposen-
tado da secretaria de polica Jos Ajumo de Mi-
randa e o cidado Joo le Souza Brasil.
PARAN
L-so no Dczenore de Novembro de 12 do Cor-
rente :
Commnnlcara-nos da seiretaria de polica :
No dia 28 do passado, londo o delegado de po-
lica do termo de Ponte Grossa noticia de que se
achava um homem morto no rio Taquary, dirigi-
se para all e verilicou ser o cadver de Manoel
Antonio ih Silva Dulra, morador no lugar deno-
minado Bituva do Cnpy; proeedendo a corpo de
delicio o nquerilo policial, enirou no conheci-
inento de qne, vindo aquello infeliz em compa-
nhia de lim camarada de nonie Salvador Grego-
rio, este o assassinra com um grande golpe ua
cabera, c cortra-ihe una grande vea do pos-
coco, para ronbar-llie 3003, mais ou menos, que
trazia.
Em companhia de Dulra vinha um menino de 7
annos de iilade, seu afiliado, que desappareceu :
suppe se que tambem fra ass.vsinada.
O delegado de polica contina as diligencias
necessarias.
SANTA CATHAniNA.
Noticia a RegeneracCw, folha da capital da pro-
vincia de Santa Catharina, em data do 20 :
c Falleceu no dia 10 desta mez no lugar deno-
minado Encruzilbada das Alinas, freguezia do Ri-
heiro, urna senhora por nomo Mara Martins.
que centava 111 annos de idade I Era viuva e
nunca teve filhos ; deixou diversas sobi nhos. s
s. PAULO.
Na capital nada occorrra digno de inencSo.
Fallecer em Campias o capitalista Antonio
Francisco Guimares, deixando avulladssima for-
tuna.
A' sua terca, diz a Gazeta, deu una applica-
qlo piedosissima ; depois de algumas dsposi;es
especiaos, dispoz do remanescente do seguinte
modo : ser dividido era tres partes, de vendo ca-
ber cada fraeco a cada urna das tres casas da
Misericordia : de Campias, do Rio de Janeiro e
de Guimares, seu torro natal.
Sao seus testamenteiros os Srs. Rvm. padre
Joaquim Jos Vieira, Jos Pinto Nunes Sobriuho
c Diogo Benedicto dos Santos Prado.
Em Guaratinguet fallecer o advogado Fran-
cisco de Assis o Oliveira.
D'z o .-I hit (Vii no, do l'i nd am niha ligaba, que
acham so muilo adiantados os irabaihos de explo-
raco da Ifnha ja estrada de ferro do norte.
L-se no Correio, de Taubat :
0 portuguez Adriano de tal chama o allemo
Luiz Ross'euer para servir do testemunlia-eni um
negado cora tereciro, como e^te se recusasse,
entre ambos houve forte altercaeio, tirando
Adriano do boljo um rowolvor apontou para o
peito de Luiz ; acudiram os circu isiantes e pode-
ram arrancar da mo de Adriano o rewolver, que
aliraram no chao ; na queda disparou se um tiro
ferrado com chumbo grosso a um innacontinho
de dous annos, qne perto brinca va, filho do Sr. Vi-
cente Pinho, e que falleceu 12 horas depois.
a 0 delegado de polica prenden a Adriano
e fez auto de corpo de delicio nos ferimeutos do
menino.
RIO DK JANEIRO. ~r
Na cmara dos deputedos, no dia 22 do corren-
to, linda a leitura do expediente, approvou em 3.a
discusso o projeet j n. 466 que manda admittir a
exame vago do 4. anuo da faculiJade de direito
de S. Paulo o escudante Redolphu Epiphani de
Souza Dantas, bem como diversas emendas.
Em seguida approvou os proieetss ns. 460, 39*
i e 300, cuja discusso linha ffcado encerrada.
Approvou tambera era 3." discusso o projeclo
,n. 412, que manda readmittir no qaadro do exer-
cito, como !. sargento graduado em alferes, o
alferes honorario Antonio Raymundo Pereira do
Lago.
Occupou-se depois a cmara cora os seguate
projectos, que deixaram de ser votados por no>
haver numero legal :
N. 470. estendendo as isposicos do dereto n.
1,286 de 15 de julho de 1866, a diversos empre-
', gados da cmara municipal da corte.
N. 467 e 469, roncedendo varias penses.
N. 492, coneedendo a D. Lniza Bernarda Ca-
valcanli o montepo dcixado por sen finado irmao
' o capito de mar e guerra A. J. Cm vello d'Avila.
N. 443, approvando o privilegio por cisco aau.s


^



.
I


2
i
01
! :x\ m
11

dado a Vicente Bli|h Koegan, par *****' *|WitJ(>JMuciv4WilMkdilsilatKiniMii) jetrit^ioi-r Fir.Rto1$*Novae*, Camboim, Ttehtno-|
venda urna polMjijUubida de madera o destina
ila ao fabrico w Ja;
N. iA6, (lesmenfrtriWda provincia-de Goyaz 8
"incorporando do Aarnf o territorio que conjpoe.
* comarca da Boa-Vio 4o TocanUns.
Sobre este ultim oraram o Sr*.T,ardfis de
Meneaos, Eseragnolle faunay, Cruz Machado e Si-
jueira Men les, Iba* ^Jtfi^W**a "fj*^1,
Foi apresentado o fAint^knefficnto :
xacjtalt, ().; trata, o pr da casa da cmara.
'.es. 4.*
Rcqueiro qne
conveniencia da de;
jeclo.Cardtto de
No dia s:t nao houve -esaao.
Por nVreretos de 1* .lo torrente
Foram removido.*, a p"
  • O jniz *.. di reto Joaqatim' do Paul i l'essaa de
    Lacerda, da 2. vara ttttrX <> icjltiie da < imarca de
    Alcntara, de # enlraUcia^-fla prnwincia do Ma-
    ranliii<, para a vara cemmcrciaf, de rual entran-
    cia, da capital da mesma provincia.
    O juir. de direito Paulo Martina de Almeida, da
    comarca de Itapenrim, na provincia do Espirito
    SaalQ.4)au.-a ilaaEflnnso,.ua.de.Piraami)ii-
    . co, imbas de 1" entrete.
    Foi tamnem removido o juiz de direito Oaaneti-
    >ao Moreira de Oliveira Lima, da comarca de Ama-
    gante, de 1." oulranria, na provincia de l'iauliy,
    para a 2." vara civel e crime da comarca de Al-
    cantara, de 3." entraada, na provincia do Mar-
    nho.
    Fciram reconduzido;:
    O hach*rel Francisco Maohado Pedresa, no lugar
    de juir municipal c do orphaos do "turnio de Loro-
    na, na provincia de S. Panto.
    O baaarel Francisca Rodrigue* Soares, no lu-
    gar de juiz municipal e dVorrmtos' dos termos
    eunidos de Santos e S. Vicente,' na mesma pro-
    vetantes, que deixaram de comparecer.
    i Nao achar-se qua4ic*]o o ctiUda
    renca de Souza Pereira, ai"1 foi el.'iio rafnl
    "O'D i
    ido e gaverno sol re a mesa paroehial, c conw tal funecionou"
    Loo
    hro di
    elei
    la*, larando-'se anda d:iaj actas. Na casa da a dn Carvalho. lie)ttol*,|Agniar, Olvmpio Maripif.
    niara 'proceden-so no dia 10 &hL? chamad* do*1 rtiih**(ll|WII|, Amonio Salgado, Am
    votantes, coi aumero .superior a JJ'iO, c.ai\ -icjos AM AfetTU ife ti;.H>'s Prente, nhre s"^B^
    da contasen!, separarlo e uminaatamcnln de 5.236 ;*aft,j .yjjL .rfi ^'j '
    sedlas, Tavrand -se urna acia anda mais extensa E'. nda.e ai i acta da an::vd me '-
    do que a precedente por conter os ames de-1,780 llf>3n'.'t*SK(l**4rA'iHird conta do seguinte
    reoin
    VMM .
    .
    Foram nomeadoj juizes manicipaes o de or-
    K
    O baeharel Manoel beKe Geatr Loureiro, do
    termo de Catlo do Rocha, na provincia da Para-
    hylia.
    O baeharel Cesar 0 liriwo rt.i Silva, do tenno do
    Brejo-Grande, na provincia da Babia.
    O baeharel Arenio Simos Ctiini Altu, do tar-
    mo Je Cipim OroOln, na toesma provincia ; liean-
    An sem effeito a sui nomeacao anterior para o
    Rio das Eguas.
    Foram nomad>s para a gnarda nacional :
    Alagti-u. -Epvninondas Hypnliti Graeindo, ma-
    jar ajudaoie ile orden* do commardo superior dos
    miincipui* ita Assenihlea e Qiiehrangnln.
    Parihybii. O cap-lm Antonio Jo- da Cri
    Mantues, tanante-noroael commandante do bata-
    ltie. deinr.iiitaria n. Vi.
    Mutinlt'lo. O ten ni" coronel Jus Mariano da
    Cn.iUa, orniel i-.-mmainlaiite Sllfei'ioi dos moni
    eipios de Vianna e Mearim.
    Foram reformados a pedido:
    fia Jos da Gra.-a, capilao quartel inestre do
    caminando sujterior d.is muniepi is da eapal e
    ntlill da proviRcia das Alagoas, ni' posto de
    major.
    Ravmnnlo Tiri'.ia'e de Oliveira Gomes, cipit.lo
    angrafado ao I.* batalhlo de infantaria da pro-
    vincia do Aoiazonss. iki po-io t>e major.
    Foi perdoada to reo Jos Anastacio Lopes So-
    hrialin a pena de dous matee aMprisao sim.iles e
    inulta correspjnd ute inciade di lempo, imposta
    por erim lie iiijiiria, |ielo juiz le diretln da co-
    mal --.i de Maj. M provincia do Rio de Janeiro.
    Foram anpaeialos p -I > governo da Italia o
    Sr. \'iseonde do Rio Braneo, Oaw a ura-crnz d S.
    M.viricm e S. Lzaro, e os Srs. eonsejheira Joao
    Alfred i (yirra de Oliveira, Joao Jos de Oliveira
    Jun pieira e Jii.iqa'in Dellino Mbeiro da Luz, rom
    a gra->r'iz da urdeni da aoroa da Italia.
    A Estrena do Norte, lija iiiae.miea. offereceu
    ai sen praskJaafa, Dr. Jiis M^iria da silva Para-
    /li'i-i. iima insignia de eavnl eiro da nrdeo de
    C!iri>(o. i-(-;iv, j.i.i.i di- brtlhantes.
    (i Ariii .<. vapor peivneento (^oaannaaia Ofi-
    nni 4" Ueekrmit i fiidinlri'i!, fez no da 22, urna
    viag'Xfl de expcrieii"i.i ale a ilia Raz& Gnnrnan-
    d.ivj o o) J iii ir, e i un a u a I m 11 >- a pianistas da co;n-
    panhia i! virios Hii&ns i'Willeiros. ao.s qoaes I
    ofM&idi um exe.-il :nit^ lunch.
    Antes de largar h vapir os ciMividados visitaram
    asonVhUM i!a ctnipani-a, i|: ailan muito
    tie-n offaniaadas
    O Arinot, pisto que oslives-e muito leve e fo;se
    cnritra una viraeao forte, am) juiPias p r hora, dando as machinas 30 rotaeoes
    cora It libras de prasao naa caldeiras.
    Pelo ministerio do imperio foram expedidas
    os seguimos avisos:
    ii Kio de Janeiro, en 21 de julho de 1873. Illm.
    Ba. Sr. Das int >r;nacoes ministradas por essa
    presidencia em oCQcios t,; H'. i~ e 28 de maio til-
    limo e 3 da eotrente m<:, acerva dis eleii5es fei-
    tas em setemlir d auno pissailo para vareadores
    e Jnies de paz as fregezias da Madre de Deus
    i monieipin de S. Juan de EIRei), de Nossa Se-
    ahora o < R isario da Pinenta ( municipio do Pldm-
    by), lo Pjtroeinio (municipio do mesnvj nome),
    do Carina do llampo Grande (municipio de Tres-
    Punta-) i- d S. JoSo Baptista do Presidio ( muni-
    cipio de t;ij;i ), coliiem-se os seguintes f.n-los, cor-
    roturad is ni- docum-uiiu* e acias que acorapa-
    nnaraia os mesma* ocios:
    n Na primeira das referida* fregnozias presidio
    a .i'seinj .'i parorhial oeidda) Vicente Ribeiro
    das Dores, que perder o cargo de juiz de paz,
    visto qne em razao da altoracao fcita na* divisa-
    desl i rom a fregnezia de S. Miguel doCajnr pela
    loi provincial n l.fi'l le 17 de setmnbro de 1870
    pas-ou csse cid.iJ.io a tersen domicilio nesta ul-
    tima.
    i Ka segunda, cora transgrosso diart. M da
    lei n. 3S7 de 19 de agosto de 181", n.io se men-
    cionaraiB na acta da 3." chamada os nunes dos vo-
    tantes que a ella nao acudirn.
    Xa teiv"ira a masa pamchial, negando cu i pri-
    melo ao acrdao da refaci, que mandou in luir
    18!) tdados no aiistamenta do* votante?, nao os
    admitlM a votar, verificando-so que a intervengo
    dos sena votos poderia alterar o resultado da vo-
    ;a-,a i, send utros os efeitos.
    c Naquaru a mota parochial constituio-se file
    galmente, visto que, lando faltado tres dos cida-
    dSos irnmediatos Pin votos ao !. juiz de naz, con-
    vocad is para este acto, foram substituidos um.
    que fazia parte da I.' turma, pelo 5V* dos dito* im
    m .(.atos, os mitres por dotis ontros cidadios, a
    pretexto de -e comoMtarem as turmas, contra a
    expressa disnosicao do art 38 das in-truceoes de
    31 de dezembro de 1868, influiado seus votos in-
    Cumpeteiit 's no resultado da eleicao da mesa.
    Na eleico da quinta houve maior numero de
    sdalas reosbidaa para jnlzos de paz do que para
    vereaJores; sendo, porm, insiguiieantc o esees-
    so e sem influencia sobre o resultdo da volaelo ;
    e outrosii nao foi transcripto na acta um protesto
    do ridado Joaquim Pereira de Mello, que todava
    foi (ido pela mesa, allegando esta qne, por ter des-
    apparecido e iues.no protesto, nao poden exara lo
    na acta.
    Tendoem consideracao estes faetus, que cons-
    titun vicios insana veis, exceptuados os que occor-
    reram na fregeeia deS. Joao Baptista do Presidio,
    re*olv3u o govorno imperial qne prcxaleea esta c
    sejam annuliadas aa-fafdtM das noirai fregu ias
    mencionadas; o aue declaro a V. Eic, para os
    Iil. legaes.
    Deus guarde a V. iExc Soao Alfredo Carreta
    de OVreira. fir. presidente da provincia Ge raes.
    Rio de Janeiro, 19 de iillu do 1873 -Jllm. e
    Exm. Sr.-Em resposla ao ofJDco n. C9 de JO de
    dezembro do aun i passado, declaro a V.-Exe-, para
    os fins devido-, que mereceu a appi'ovayao o acto
    pelo qital V. Exc. aanullou as duas eleicSei feila*
    em sijieuibro para vereadores e juizes Se paz na
    rcgueiia do I'ianc, eudo uuia na matriz sob a
    presidencia do l. juiz de paz, e a oulra na casa da
    /;amar municipal, presidida no pnmoiro dia pelo
    i." juiz de paz e nos subsequente pelo 1
    Vas actas e documentos annexos ao referido
    offieio encoatram-se. razoes valiosa* que justificam
    o aeto de V. Exc, taes como ;
    l.* Iniciar-se a eleicjb da matriz muito lempo
    depo-s da hora p rcada'uo art. 93 da lei de 19" de
    igi)?to de 18i6 cem o fin de i Dpedr-s< que a ella
    concorressem os eleitores, suppleDtcs e votantes
    adversos i parcialidadfi do !. juiz de paz ; o que
    m presuma em razio da cicumstaneia que e deu,
    de conservar-se fechada aigreja eniquaoto perraa-
    nceram jpato delta os referidos cidadaos, e ser
    aberta logo que se dirigiram para a c uvira, j depoU das 10 X/t horas da inanha, cora-
    pa-'eceado eatao o dito juiz de paz com outros
    eleitores c supjleutes para dar cornejo aos tra-
    bat.hs. ^
    ?.' Exeeijtarera.ae.am um ittlervaJki de teuipa,
    inconipativel com a observancia das flre^crjpcoes
    le^en o* trabaibos que te figarain fettos no*.dia*
    11,1.2 p 13 de set'UilKo ua eleigo Ja matriz,
    da 10 na casa da cmara. All efftfaranftse no
    dia I' a a.^Uam^da de mais- de 1,100 votante?, e
    os aet de cymagem, separar > e enimassamento
    de 3,,'i.8 scdulas rcebidas, escrov-ndose em se-
    guida a acta cospocliva, extensissima por nella se
    uieucioaarem os nomes de 1,0'jO" v^tautes qu nlo
    a:ud,iram 4 dita chmala enos'dias le 13
    Verificar->e do computo dosTaiaples qu.
    foncorreram a urna e outra eJei^lo (faje bem in
    deixeu de comparecer, aptzar de ser avultadisV
    simo o seu numero (J^S ), o que eitrairdina
    no. se nao denuncia fraude no processo de nina
    dcllas ou de ambas.
    Deas guarde a V. Ete.v Joao Ifirdo Cor-
    retalle Oliveira.Sr. presidente da provincia da
    Parahyba. <%, *. ttrt t,
    - Por decreto n. .'i,3*0" io 16 |K> correnl, fu
    concedido a Henrique flautenWd prftflegio pnmiO
    annos para usar de urna maciiina de sua inyeqc&o
    destinada a cortar couro e igualmente para o fa-
    brico dos -.apatos denominadosEconmico els-
    ticos.
    - RBietteu-ae seccao de justicia do conseLbo
    de estad*, para consultar, sendo relator o visconde
    da Jaguary, a representaeao da asembla provin-
    cial do Amazonas contra o juiz de direito da co-
    marca de Parentins, baeharel Romualdo de Souza
    Paes de Andrade.
    Por portara do ministerio da marraba de 16'
    do correnle foi nomeado Germano Gomes da Silva,
    ara servir o lugar de pratico-mr da barra de
    tosser, na provincia do Rio Grande do Norte.
    Eis as noticias commerciaes das uUimas
    datas :
    u Rio Gratule d) Sul, 17de iilho. -Cambio so-
    bre Londres acaram-se 73.000 aos extremo; de
    23 3/1 a 23 1/2 d. bancario, 26 a 23 3/8 d. parti-
    cular; sobre Franja cerca de frs. 170.030a 3 Je
    363 rs. e pequeas sommas soDrc Hamburgo a 470
    rs. por marco reicksmunze.
    Continuou nesta quinzena a ser activa a pro-
    cura le papel sobre o imperio, a i O/o de descont
    a 90 d/v, taxa a que se sacarum cerca de......
    320.01 ifJO'iO.
    Metaes. O mercado conlina frouxo. As ven-
    das f.iram insignificantes a 304300 as oneas e a
    9:00 o.* soberanos.
    t Fretes.Regulara in os seguintes procos : Rfo
    de Janeiro 330 e 400 rs. ; Babia 430 a 510 rs. :
    Pornambnco 340 e 600 rs. ; Inglaterra, couros sal-
    gados i'1 a 42 s. 6 d. ; cinza 30 s
    u Le se no Cmmereial de 18 do correte :
    o De sal os precos sao norainaes, tendo-se arma-
    zenado algumas cargas.
    Sobre" os productos bovinos nao tem ha vi do,
    quo nos conste, compras de xarque devido s exi-
    gencias dos xarqueadores quo se firmara de 34000
    a 34200.
    O deposito elevado que ha (leste artigo, que
    regula por 830,000 arro'ias, nao os dispoem toda
    va a ntrarera em accordo com o compradores,
    porque na maior parto estSo resolvidos a conti-
    nuar a exportacao por conta proptia.
    Das gorduras est firme o pre.o da graxa em
    pipa em 4 c,|00. era ec-nsequencia da pro rara que
    ha para a Europa; em bexiga tem lulo poneos
    pretendentes; o sebo coado venJe-sc de. \i800 a
    540' 0.
    Os couros vaeciins seceos tem declinado, nia
    s pela* ms noticias dos E-tados-Unidos, como
    por Ir-rom pouros pr'tendentes.
    t Compraram-ae ao; barraqueiros de Pelotas
    cerca de 7,"O0 pe-.-as j) ^60 a libra, isto era os
    couros de terneiro, que se pagam para o Porto de
    400 a i 10 rs. a libra.
    ii ffesle mercado e en Pelotas pagam-sc a car-
    reta* tanto oraros pesados carao Icvianos de 330 a
    353 rs. por libra.
    Estilo fine! .idas as existencias do* vaceuns
    salgado?, que se rcalisaram de 181 a :83 rs. por
    libra.
    A exportarlo d* xarque at hoje foi de 70,40'
    arrohas em 7 navios, todo para a Bahia c Pernam-
    hneo.
    Rio dt Jaueiro, 22 de julho -O mercado ie
    cambio nao apresentou altera.ao seusivel. ETec-
    luaram-se transaccSes regul res sobre Londres a
    23 3 8 e 23 1/2 d. papel bancario, 23 3/8 e 2" 3/4
    d. particular: e pequeas sobre Franca, a 368 e
    370 rs. por franco tamhem papel particular.
    a Os soberanos conservaram-se activos. Um
    pequeo lote ohteve 94620, ma urna partida de
    cerca de 20,000 foi negociada a 9|600 a dinheiro.
    proco a que fecha o mercado.
    Ponen se fez em ap dices gerae? de 6 0/, a
    1:043 000 a dinheiro, a qne o mercado estevepon-
    co firme.
    n Foi extremamente limita lo o movimento de
    [.mercado de acjoos. S nos constou a venda de
    uoi lote das do banco nacional a 324000 por aeeo
    a dinheiro.
    As vendas de caf foram boje* insignificantes
    c as de asstiear
    suma.
    Sahiram tambem para consumo
    6,0o1 arrobar de carue secca.
    Frctarain-se hoje: barca ingleza Queemt nn,
    4.0)0 sacc.-.s caf, para Nova-Orlnans, a 30 s.;
    barca norte-americana Meganliock, 3,500 para
    Nova-York, a 23 s.; lugar inglez Orean R mg;r,
    3,601 para Nova York, va de Santos, a 32 .*. 6 d.:
    o bar-a ingleza Atexander, para carregar algod:.
    em Santos para o Canal ordem, a 35 s., todos
    cora 5 0/n de capa.
    A alfandega rend-u de 1 a 23 do correte
    2,647:8764750.
    BAHI\.
    Lemus no Jornal:
    t No dia 2) do correnle, s 9 horas da nonio foi
    encontrado dentro de una canoa, na boira do rio
    Petinga, defronte do engenho do Grade, termo de
    Sa.ito Amaro, o cadver d i canoeiro Prates Jos dos
    Santos, cojo assassinato fura perpetrado na manh
    d'aquele dia, guando o infeli'. fura cortar mangue
    secco.
    vos do lugar.
    t O cadver apreseMava sovicias, pelas quaes,
    coma pela antnphi entao hita, conhnren-se que
    os as-assinosmatarain a eacetadaso infeliz Prates.
    Fez se c.irpo de delicio.
    Consta-nos, que o Sr. visconde ie Sergimirim,
    de combinco com o engenbeirn civil Hug Wil-
    son, mandn proseguir nos Htndoe e demarca-
    Qao da linha projectada da estrada de ferro de
    Santo Amaro, cuja eonstmeeo proenraro levar
    a effeito logo que desapparecerem eertoa motivos,
    alias imperiosos, que d'isso os privara por era-
    quanto. '
    Sahio hontern (i~>) pela manha o vapor S. Fran-
    ceo, para a colonia M miz, com urna importante
    carga de vveres o gneros fornecidos pelo* ^rs.
    Pereira de Oliveira \ C, Cassiaao, Gama e Silva,
    por conta e ordem da direccio da mesma co-
    lonia.
    o Outrosim no* consta que segniram para o
    Rio de Janeiro, com desl no colonia de Santa
    Leopoldina, do Espirito Santo, as familias polacas,
    que se retiraran) de Commandatnba. n
    Vi Inglaterra annuncia-se a sabida do vapor
    Mazeppa com o cabo snbmarinho, que at Hns de
    agosto se calcula flear morgulhado, entre a fron-
    teira do Brasil e Montevideo, ligndose alli ao fio
    elctrico que vai a Buenos-Ayres. e atravessando
    o Andes a Valparaizo e ao Chile. O rest i dorado
    da fronteira do Rio Grande ao Rio de Janeiro,
    e*pera-se que al novembro esteja tamhem as-
    sentado.
    a Ante-hontem (23) fallecen, e foi tiontem se-
    pultado no cemh>rio Campa Santo, o major refor-
    mado do exereito Francisco Ensebio Soares.
    Falleceu com 83 annos, clima de molestia
    do corceo.
    Era veterano da independencia, e presin
    muitos e bons servicos causa publica, neixando
    um norae muito conheeido e respeitado. .
    O Sr. Dr. Frederie M. de Araujo, canto se
    cretario da Libertadora Sete de Setembro, ofctevcj
    qne fossenr marmtinidos, e esto m pleno gozo de
    seus direito?, a erioula Victerina e seas fllho, qne
    pertenceram ao Miado Manoel Jos de Carvilho e
    Oliveira, e se aehavam em vesperas de serem ven-
    didos orno escravos.
    0> cambio regalava sobre Londres 23 fi/8
    aJ3 7/.
    - A alfandega rendeu de i a 26 do eorrente
    3W: 130*8*).
    UHH di
    Jjbqada.
    res
    le del|('racao
    imeudoVljW.
    > :
    amhiico re4
    sn|v| :
    VtrliBlliro.
    de- ijjtlr(VV l)r'
    lugarTlenoininadf
    FicajB creadas dual cadeiras
    iiuria para arabos os sexo-, no
    Pasragein do Gua lelupe d.1 tro-'
    lievogadas as disposisoes
    m'it
    menos que regulares para con-
    cerca de
    >.
    . rJ
    logar denominado
    Jlali,* i assombi.t provmciaiV'irifi do juuho
    de 1873.-.W. di Sikti.
    ORDEM DO Hl.\
    Entrara em 2- dii^nssauas emendas apresonta-
    dasem lerceira an ornirtcnto provincial esS" lo
    Idas avt'iovada*,,excepto a ^eguintc :
    ' IJnde couber 5:0004 para a cmara da Vic-
    toria. G'e.s Cttcakauto
    A qnal I'..i rejeilada, passando o prujecto asssim
    eiuendaiJo c^iiraiisao de redaccio.
    Entra em 2' dacossao o prujecto n. 31 do anno
    passado, que crea urna escola do ensino primario
    no novoado de Beberibe de Baixo.
    \'ao a mesa e sao apoiadas as seguintes emen-
    das :
    Requeiro que seja ouvido o director da ins-
    irucfao publica sobre o projecto e suvas emendes.
    -Guies P rente.
    Emenda Accrescenle-;e e pKa' do sexo fe-
    minino no raesmo povoaJo. Figaeira.
    ' Emenda o art. I. Pica creada mais uma
    cadeira de inslrucgio primaria para o sexo ferei-
    nio do povoado de Ma ricota.Ralis e Silva.
    Artigo addiiivo.-Fica transferida a 3* cadei-
    ra do sexo feuiinino da Encruzilhada do Rosari-
    nbo aara a estrada de Jo.ao de Barros e a do Ca-
    minho Novo uara a ra da U.-iiao ou da Saudade.
    Rtis e Silca.'
    Ao art. !.Fica creada mais uma cadeira
    para o sexo feminino pira a villa de Pao d'Albo.
    Finio Jiinior.o
    a Fiea transid da para o Rio Doce, era Olinda,
    uma das uadeiras do sexo feininn> da fregnezia
    de AJogados de lugazeira.M Cavalcanle.-
    t Fica igualmente creada uma cadeira para o
    sexo maseuf.no na povoaeio de Tres Ladeiras e
    oulra |>ara o sexo feminino na phvoacao de Ita-
    pissiinia.Aiairal.t
    Fica igualmente creada uma cadeira para o
    sexo masculino ni povoado dos ReraeJios.- A. de
    Araui-.t
    urna cadeira para o sexo feminino na povoa-
    cao de Tejucupapo.0. Prente.*
    vo mesa e sao apOiados os seguintes reque-
    nmeptos e emenda.
    lfere.o como emenda o projecto n. 13 do an-
    uo uassado. R lis e Silva.
    il Requein. que tanto este p'rojecto como o ou-
    tro volailo em 2 discusso, sej un submettido?
    coiiiniisso de nstrurcjio publica para dar pare-
    cer sobre as cadeiras que ests n j caso de serem
    creado.-. Mo Reg.
    a Bequeiro o adiamanto do projecto por 24
    liaras.T. de Carvalho.*
    inissau'am prejuizo desta discus>ao. Mello Re-
    g.
    Q Sn Tolkjitino de Cahv.vluo diz qnejnlgan-
    do mais adequado o requeriinento do liebre de
    pulado, pede porlanto a roturada do requerimento
    de, adiamentu.
    O Sr. 6&*ssio Vieiia dk Mello : -E' o meio
    mais fcil para elle nao pausar e.-lo anno.
    O Sr. To'.k.ntiso d: Cahvaliii : Quera
    Se elle membro da commisso ?...
    Posto a votos a retirada do requenmenlo, e ap-
    piovad.i.
    O Srs. Ratis e Silva e J. de Mello Rboo fazem
    algumas coii-idera^oes.
    O Sr. l'iiESiuKNTE declara que existindo dous
    rejuerimenlos na mesa, amb;isde adiamento e na
    forma do regenlo, submette votaeSo o prima-
    ro requer ont i que foi apresentado.
    Pasto a votos o requeriinento, foi Heitado li-
    caudo prejudicada a emenda.
    O Su. Mello Reg requer para qne a votacao
    sobre o projecto e emendas seja nominal.
    Oinsultada.a casa, nao concede o pedido.
    Posto a votos o projecto, approvado, bem como
    a* emenda* ; excepto as seguintes, que sao rehi-
    ladas : a do Sr. Ralis e Silva, offerecendo cerno
    emenda o projecto n. 13 do anno passado ; a do
    Sr. A de \raujo, creando uma cadeira para o
    sexo masculino no povoado do* Remedios ; a 1"
    parte da que foi offerecida pelo Sr. Amara! crean-
    d i nina cadeira para o sexo masculino na povoa-
    i.o de Tres Ladeiras ; um additivo do Sr. Rali* c
    Silva, iransferindo duas cadeiras ; do inestno,
    creando uma cad-ira para o sexo feuiinino no po
    voado de Nanela ; oulra finalmente do Sr. Fi-
    gneiroa : bem como o requerimento de Sr. Go
    mes Prente, re |uerendo que fos*e ouvido sobre
    o projecto e suas emendas, o director da insiruc-
    cao publica
    O Sr. J. C de .Araljo pede que se consigue
    na acta que elle vot OSn. Marques a Silva pede que se declare
    na acta que elle votou nao so a favor da votajao
    nominal que foi requerida, como tambem pelo
    projecto.
    O -a. Toi.enti.no df. Carvalho pede urgencia
    para que seja discutido o projecto n. 62 deste
    auno.
    Consultada a casa, concedida a urgencia pedi-
    da, entrando em 3J discusso o referido projeclo.
    v o mesa e sao apoiadas as seguintes aman-
    eas :
    Offereco como emenda o projeclo n. 77 do
    corrate auao, que crea duas cadeiras para a po-
    voafao da Barra do Guadelupe, em Serinhaem. -
    M. d'i Silva.
    a Offereco como emenda o projecto n 51.-./.
    de Mello Rrg i.
    O Sr. Pinto JuNiia faz algumas considera-
    H5
    f
    ijtifii
    ASSEMBtA^WrOflMAL
    K9SAO ORDINAB!AM 3 DE J.tHO.
    rnRSTDENCIA DO SR. F*RRB1RA DE A00IAR.
    Ao meio dia feita a r.Uaraada.'e achando-se pre-
    sepios (Ts Srs. deputados GM Cavalcanle, Lame-^
    nha Lins, Freir Gareiro, Antonio de Araujo, Jua'
    qqim de Araujo, Figueira,.Oliveira iaaiade, Er-
    neto "Vio ra, Ralis e Silva, (Juedfij fim
    iddrade,
    Im,' Pinto
    sabe
    del insulto, que enchergou em suas gHfJtrM*!
    Kiilrndo em casa deste, e enconirando-o na
    tozmlia, lancon-se sobre elle, o Mfttcou o. at
    :qfs, armando-e com o b o-dcfura agu:
    i-i de rea, alirou-se sobre seu,^agresore-, que
    arde armados e de miiiio utareni, form
    hcdos e retiraram-se.
    Gomes alm do corajoso foi feliz, ficando in
    |Mari U'.onwe da 9lwi, i(i'r*cravo* a entregar,
    Manoel Ignacio A. da Silva, Jos Antonio de i-
    veira, Antonio M.- de Oliveira, Francisco Forre ira
    Monteiro, Jos Piolo Brandio.
    Kiitiado- do pollos do sul no vapor inglez
    Uoijne :
    Hermillo AureHano C. de Souza, Clare' Sew(M e
    Jos Luiz F. Ribeiro.
    iraagjj^iba^un U"!aj^t4 Sahidos puf Europa :
    aii negar f<>go, e Ihe owrerom Antonio V. da Silva Barroca, e sua rnulher, A
    ante atira
    :0
    lofiiu iiAo ucctidcra aos t>n
    ni- fiabri
    Oulro
    indo o Sr. .%uiar com tfgnns |i
    a, e, de enir os- se juaics, am tal
    mente ferido. '
    jrovln-i>"H. -Tendo-se den
    eneaiiiiiihado a* apoliivs pr ivme.iaes n>. 36, 60 e
    336, duas de 5d0 00 e ma de l:OtW3000, e de-
    vendo ellas ser substituida*, faz-so isso publieo
    para evitar&duvidas.
    Riu Grande du Ninrte. -No dia 'i de
    setembro prxima cuulrata a, thestjuraria provin-
    cial do Ri<] Graade do Norte,: na cidado do Natal,
    a fornecimeolo de i 11 boaets, i 11 blooas e i II
    caifas de panno fino azul, 22i blusas e 222 calcas
    de brim pardo, 222 camisas de algodiosinho e 333
    pares de sapaes, lardaniento-esse necessario
    eompsnhia de jiolicia essa provincia.
    l'ln-ni v Pernaubueana. Ainanb,
    uma ora da tarde, deve ter lugar, na sede es-
    sa companhia a reuniao da aasimbla ge ral dos
    accionistas para ouvir a leitura do relatorio do
    anno lindo era 31 de junho ultira i, o o parecer
    di coramiasaH fiscal.
    Asyli de alienados.- Tambem ha pa-
    dres caritativos : di-lo bem alto os offlcios que
    abaixo publicaran! :
    Illm. e Exm. Sr. commendadir Henrique Perei-
    ra de Luccna. Em resposta caria de 4 de Ja-
    neiro do crrente anuo, com que V. Exc. me non-
    rou, tenho a d'zer-lhe que ponho disposico de
    V. Exc. vinte e cinco por cunto de ininlia congrua
    por espa.-o de um auno para ser appl'icado ao
    asylo para as nl'elizes alienadas, devendo princi
    piar do |." do crrente mez de julho. Agradecen-
    do a V. Exc. a lerabran^a que leve do meu hu-
    milde nome, assigno rae com a mais dislracta con-
    siderar i De V. Exc. amigo e atlencioso criado.
    -O conego viga rio Antonio Pinto de Abrcu. Ci-
    dade da Victoria, 21 de julho de 1-73.
    Gabinete da presidencia de Pernambuco, < m
    28 de julho de 1873. Illm. e Rvm. Sr. vigario
    Antonio Pinto de Abreu.Accuso recebida a car-
    ia de V. Rvma. do 21 do correnle, offereceudo
    vintc e cinco por cento de sua congrua, por es-
    pato de um anno, para as obras do a-ylo dos alie
    nados, a contar do 1 deste mez. Agradecendo a
    V. Rvma. este donativo, o louvo pela prova dos
    sentiineutos de patriotismo e cuida le que elle
    revela.
    Sou cora estima e consideracao -De V. Rvma
    amigo alteucioso, venerador e criado, Henrique
    Pereira de Lacena.
    .Vivo I'artiicuun.-lloje, no lugar do
    costuuie, reuoir-selia esta sociedade.
    Cuiigrcssr Lilierario. Araaub deve
    liaver sesso ordinaria desta sociedade s horas o
    no lugar do costume. Ordem do dia 1.* parte,
    desenvolvunento pelo Sr. Paula Pessoa e discus-
    so da these :' Qual a origcui, base c limites da
    propriedade entre os homens f2." parte : discus-
    so da segrate these, cujo desenvolvinieuto deve
    ser dado pelo Sr. Bezena Jnior : -Tera justifi-
    carlo o di vorcio ?
    Ama Harmoiiia \d convidados lodos
    os socios a se reunirem hoje pelas cinco horas da
    larde, no lugar do ostume, a!'" de assis'.irera
    sessj ordinaria.
    Munte-piu Santo Amaro. Rene se
    hoje esta sociedade em assenibla geral, s sele
    horas da noite e no lugar do costume.
    Suicidio.o lugar -Taquary -dotermo do
    Bom Oraselho, uma escrava do capillo PeJro
    D. de Plgueiredo, Carlos Joso da Cruz, Dr.
    I S. Rapo i da Cmara e sua entiada, Joa-
    iA i ni Jos de Girvalho, sua mullid e I lilho, Dr.
    Bs Pereira da Cosa Molla, Eduardo Burle, sua
    kulber. I flha, una irm c uma governmiic, Jos
    niomo Pinto e sua mulher, Barros Seve, Manoel L. do Carino, Jcorge Mam.
    Ceniiterio pulilici.Obituario do dia 28
    de julho:
    Jos Auastacio do* Santos, pardo. Pernambuco,
    3'J anuos, casado, Boa-Vi*ta, hospital Pedro 11 ;
    ennoelosa do penis a cchexu consecutiva.
    Geraldo Amonio-da -Sflvs, pardo, Minas-Gerae?,
    38 annos, ig^nora-se o estado, Boa-Vala, hospital
    militar; varilas.
    Mara, branca, Pernambuco, 2 meaos, R cifo ;
    entente.
    Aleixo, pardo, Pernambuco, 10 das, Santo An-
    tonio ; espasmo.
    Jos Fehppe dos Saulos, prelo, Alagoas, 23 an-
    nos, solleiro, Recite ; varilas.
    Viccuie Escaudi, braneo, llespanba, 21 auiu?.
    solleiro, Boa-Vista ; febre amarilla.
    Demetrio, braneo, Pernambuco, 6 aunos, Recife;
    febre typhoide.
    ra espaneoo
    I. do cor-
    Theotonio de S Cavalcanti, de norae Possiiona,
    suiciJou-se, enfurcando-se em urna arvore.
    Segundo as ndagacoes praticad is pela polica,
    altribuem loucura de que eslava soffreudo, o acto
    dessa desgranada.
    Espaneaiucntos.Deram-sc em Tacara
    t os seguintes : Cosme Jos Ferreira
    gravemente a Rosalina dis Santos, no
    rente, e a 4 do mesino mez Mafia Francisca
    Vianna foi igualmente espancada por Francisco
    Baptista dos Santos : a pelicia providenciou sobre
    os casos, como de lei.
    Mais pancada. Na villa de Salguero,
    prximamente a casa do respeetivo vigario, um
    fmulo deste de iioine Caelano Brasilieuse esp.in-
    cou brbaramente ao cidado Angelo Libarato de
    Souza na madrugada de 10 do correte.
    Do nquerito a que se procedeu sobre esse at-
    tentado, verificou-se que o inesmo vigario, que
    pelo norae nao perca, foi o mandante do crime.
    Gazeta Jurdica. O numero des'.e jor-
    nal de 13 do crrante conten :
    Gnzela Jurdica :Necessidade de abolir se o
    resumo do presidente do jury de sentencia era ma-
    teria criminal
    Jurtsdiccao Civil : -Siza nao paga, raparla a
    nulldade do contrato de compra e vendado boas
    de raz. -Testador, que sabe esciever, nao pode
    mandar as-iguar por outrein o seu testamento,
    uem testar assim.-Procuraco especial da mu-
    lher, para vaiidade dos coulratos sobre bens de
    raiz, eelenrados pelo marido, nao exige a Ord. liv.
    4., lit. i8 irinc. que se contenta eom os poderes
    especiaos. Sera possi legal e ju-la, inadraissivel
    a ace.io de forca nova.
    Aggravos :Aquelle que recebeu a administra-
    cao uu encargo de algum negocio em certo lugar,
    posio que ahi nao tenha o seu domicilio, nelle de-
    ve responder.
    Jurisdiccao Commeretal :-Nulldade fulminada
    contra contrato, m pelo facto de ter sido ajusta lo
    uos quarenta das antecedentes allencia, quando
    nio intereeio fraude ou dolo, evidentemente con-
    traria letra e espirito da legislacao commercial.
    gente ou mandatario pode qualquer banco esta-
    belecer, onde Ihe convier, sera autorisa'-o, nao
    se p ulendo ampliar a disposigo da lei n. 1083, de
    22 de agoslo de 1860.
    Aggravos : -Juiz da allencia, quando c contes-
    tada a vaiidade ou a classicago Je algum crdi-
    to, deve proceder na forma do art. 860 do cdigo
    do commercio, antes de remetter as parles para
    os inei is ordinarios. Excepcao de incompetencia
    de juizo nao cabe em proce-so de allencia.
    Jurisdiccao Criminal: -Denuncia, por crime de
    responsabilidad!!, nao p le ser aceita, quaudo nao
    aconpanhada de documentos, oujusfiticagao.
    Segunda appellaco ofjleial tem lugar na pena de
    raorte, por isso que a disposijjo do art. 82 da lei
    do 3 de dezembro de 1811 so se refere ao 1.* c
    no ao | 2 o do art. 79 da mesma lei.
    Doulrtna : Direito civil. Prova da filiai;io na-
    tural. Lei n. 463 de 2 de setembro de 1817 (con-
    linuagao da pag. 216).
    Direito Criminal: -Circunstancias aggravanles
    e altenuantes. Cdigo criminal, arls. 16, 17, 18,
    I9e20.
    Lotera A que se acha venda a 60 a
    beneficie da Matriz de Palmares, a qual corre
    hoje.
    Casa de deteucao. Movimento do di*
    28 de julho de 1873:
    Existiam presos 361, cntrarara 4, sahiram 8
    exislem 357.
    A saber :
    Nacionaes 215, mulberes 6, eslrangeiros 51
    iscravos 44, escravas 11.Total 357.
    Alimentados a cusa dos cofres pblicos 294.
    Movimento da enfermara do dia 28 de julho,
    de 1873:
    Tiveram baix :
    Jo> Barbosa de Oliveira ; reumatismo.
    Joaquim Geraldo dos Santos; febre.
    Domingos, escravo de "Auslriquiliauo de Si Bar-
    reto ; Sypbilos.
    Tiveram alia :
    Quin'.ioo Jos de Oliveira.
    Flaviano Francisco Mendes.
    Passageiros..-abidos para o sul no va-
    por nacional Pard :
    Moie. Carrero e sua CJha, D. Amelia G. de F-
    Sueiredo Altoforado, Candido Babia, Jos C. Serze-
    ello, sua mulher, 4 filbos, 4 criados, I cria e 2
    menores, Jos O. C. de Vasconcellos e 1 criado,
    Jsae Esmity, Francisco M Albuqueniue Mello,
    commendador Jos Ignacio de MenuQnca o I
    creado, Joaquim Jos d Araujo Vasconcelos.
    Simplicio C. Leal, Alvaro de AssU O. Mendes, Eva-
    risto Gomes, D. Carolina Amelia dos Santos, ma-
    ior Francisco da Rocha Cavalcant' Fitho, tenente-
    ceronel JosC Carneiro dos Sau ios, al le res JJoracio
    R.'fva, AutvUiQ Ruarque Gui.iiaraes, A
    Buaruue.Guimnraes^te;iiitff TU. dos Tteis Pafefa
    to Lfeo, Joaqdim Piuto "Mendonca. Bellarmino
    Pinto de Araujo, Dr. Balbino T. Bastos Soares,'
    Manoel Jos da Trindade, Bento J-iaqUira Med?i-
    ros, D. Francelina Mara da Conceiclo, Antonio
    P. A. Castello-Braneo*, Dr. Antonio de Mello, seu
    filli e I criado, Theodor Justo, Joaquim A. Pinto
    Das, alferes Manoel da Fonceca Araujo Lima,
    Firraino Leocadio de tima. Rento Jo- Ribeiro.
    A Pereira "Freir e 1 criado,, pailre
    Franescjj\3lr.) P. Barros Jjezer'ra e 1 criado, 2'
    se acoropanhado d 4 individuos cafea'df Gomes1 rai"M } ) Po Fpncec, Manuel Jos de Ara-
    aflra e novamenfe derrTbar a terca, e pani-Ii !j' Va'conifellos, .Vntotftd'Ttanclsco Pinta Ramos,
    toes.
    Enccriada a discusso, deixa de ser votado o
    projecto por falta de numero.
    O So. PaesioENTE designa a ordem do dia e le-
    vanta a sesso.
    REVISTA MARA.
    Guarda nacional. Por portara da pre-
    sidencia da provincia, de 28 do crrente, raandou-
    ?e dar guia de passagom para a provincia do Rio
    Grande do Norte ao capito do 3 batalbao de re-
    serva do municipio do Recife, Francisco Lucio de
    Castro. ,
    Adjuntos de promotor Por portara
    da presidencia da provincia, de 28 do eorrente, fo-
    ram Horneados adjuntos do promotor publico da
    enmarca de Caruar : Pedro Antonio do Ainaral
    Barros, no termo de Caruar, e Francisco de Cas-
    tro Nunes, no termo de S. Bento.
    Professor publico. -Por portara da pre-
    sidencia da provincia, de 28 do eorrente, foi no-
    meada Guilbermina Lcite de Barros Correa para
    reger interinamente a cadeira de in*trucgo pri-
    maria da povoaejio da Varzea.
    Consulado d'.Vustria-lluii^ria. Du-
    rante a ausencia do Exm. Sr. Barao do Livramento,J,
    ficou. exercond as funeyaes de cnsul da Austria-
    Hungra o Sr. Joseph Saporiti.
    Jury. Haveado-ae reunido hontem o nume-
    ro de 3 Srs. jui es do facto, fui pelo Se. juiz do
    direito convidado o Sr. desembargador .respectivo
    a vir hoje pelas W 1/2 horas da manh, assumir
    os Irabalhoo Jo wanno tribunal, levantando em
    seguida a sesso.
    Dinheiro O vapor .inglez Boune trouxe
    para:
    Augusto F. de-Oreira C. 1,000
    Carvalho 4 .Nqgueira. .... .735 o
    Bailar i Oliveira ...... 3:5TO*0OpJ
    , Para a Europa. Com .20 receidos' em
    aosso porto, ievoii hoatetri Boyn 221 passa-,
    geiro .
    ConOicto Leraos na Gazeta d Goyanna :.
    a No dia 10 do crtente deu-se, na praia 4e
    PoUs duPedras, uma luta eojre o Sr. AtnoWuJ
    dos Santos dd'Deus' Agujar. %in* individuo*,
    que o ifiompiibavam, e nra tal Manoel Gomes,'
    . a Tiuido Giiiks feilo uma cerca nos fundo*
    seu quintal, eassirnempatado o tfantito, que por.
    alii costumava j^zee o Sr. Aguiar, este mandara
    picar tal cerca jara que cpntinas e a ter o ca-
    mnho .franco. Jooies, a*, ** chava ausente
    quando I e picararaa ce;ea,.f-la de oyo, e
    que, e.^taddo elle pr'OAoqtB,' J)|SKUa'm se atrevera1
    i derriba k;0 Sr, ^uur ao saljei^lojli
    MiOMi A JtDUAES
    i uiiii \ ti, it iti;i. tr to
    SESS.iO DE 29 DE JULHO DE 187.1
    'BKSI'JKNCU 00 EXM. SR. CO.HSEI.IIEIRO C\ETAN1
    S.VSTIAOO. .
    Secretario Dr. Virgilio Co'lho. .
    As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
    embargadores Almeida Albu (uerqiie, Doria pro-
    curador da corta, Domingucs Silva, Rcgueira
    Costa, Araujo Jorge e Neiva, faltand) o Sr. des-
    embargador Lourcnco Santiago, por estar na_pre
    silencia do jury desta cidade, aVrio-se a sesso.
    Jl'LGAMKNTOS.
    Habcas Corpus.
    Negaram soltura ao paciente Daniel Tavares
    Coelno.
    Recursos crimes.
    De Garanhun*.-Recrreme o juizo, recorrido
    Ignacio Alves da Canoa. Juizes os Srs. desembr-
    gadores A. Albuquerque, Neis'a, Djiningues Silva
    e Regueira Costa. Improcedente.
    Recurrente o juizo, recorrido* Jos Goncalves
    Feitosa e outros. Juizes os Srs. Jesembargadores
    Neiva, Regueira Costa, A. Albuquerque e Araujo
    Jorge.Improcedente.
    Aggravos de peli.ao
    Aggravante Jos Antenio da Co-ta. Juizes o*
    Srs. desembargad ores Doria, Araujo Jorge e A.
    Albuquerque. -Negou se provimento.
    Ilevisla civel.
    Recorrente Pedro QonCalves Fevereiro, recorri-
    do Francisco Gome* da Costa. Juizes os Srs. des-
    embargadores Doria, Domingues Silva c Regueira
    Costa. Refrmala a scnten.a appellada
    Appellacoes crimes.
    Appellante Jos de Frelas Barbo-a, apellado
    Joau Viera de Mello. Reformada a scaleuca.
    De S Joao. Appellante o juizo, appcll ido- Jlo
    Sabino de Gouveia e ou tras.Improcedente.
    Da Boa-Yuta. Appellante o juizo, appellad js
    Izidroe Francisco, escravos.Nao se tomoa eo-
    nhecuienio da appellaco.
    Appellajiles civeis.
    Dj Recife -Appellante Dr. Innocencio S, de As
    sis Carvalho, appel'ado Miguel Jos Barbosa Gui-
    maraes. Rece'-erain os embargos.
    Da Alagoa Nova. Aupellante Manoel Qiirino
    Pereira, appellado Dr. Francisco Ignacio Gouveia.
    Nullo 9 processo.
    De Camai agibe.Appellante Joaquim Jos Al
    vira, appellado Jos Cyriaco da Silva. Reforma-
    da a sentenca.
    PASSAOBKS
    Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
    Sr. desembargador Doria
    De S. Bento. -Appellautcs Francisco Ignacio de
    I'aiva e oulros, appellados herdeiros de Rila Vi-
    cenca de Mello ; appellante a prela Silvera, ap-
    pellado Manoel Fclip;ie \V. Lins.
    Dj Recife. --Appellante..Y Ionio Jos da Silva do
    Brasil, appellada a coinpanhia do Beberibe.
    Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
    Do jury da Madre do Dos. Appellante o jaizo,
    appellado Joaquim Gomes da Silva.
    o Sr. desembargador noria ao Sr. desembar-
    gador Domingues Silva :
    Do jui'O municipal do Recife. Appellante o
    Dr. curador geral, appellado Jos de Freitas Bar-
    bosa.
    Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des-
    embargador Neiva :
    Do jury do Camaragibe.Appellante Joao Fran-
    cisco de Almeida, appellada a Jnstica.
    Do Teixeira. -Appellanle Joa piini Ignacio d><.
    Santos, appellada a jnstica.
    De Garanhun?.-Appellante Antonio Florentino
    dos Santos, sppcllala a jnstica.
    Diligencia crime.
    Ap Sr. desembargador promotor da jnstica :
    Do Recife. -Appellante Antonk Mara arneiro
    Leo, por seu escravo Feriando, appellada a jus-
    Ira.
    De Caruani.-Appellante Matbias Jos da Sil-
    va, appellada a jnstica.
    Assignou-se dia para julgamento dos feilo:
    seguintes:
    Appellacoes crimes.
    De Cabrob. Appellante Aprigio da Costa Vil-
    lar, appellado Enwsto da Cosa Agr.
    De Villa Bella. Appellante o juizo, appellado
    Antonio Manuel do voiite.
    De Itambc.-Appellante o juizo, appllado Ray-
    inundo Pereira de Araujo e outro.
    Da Irape atriz. Appellante o promotor publico,
    appellada* Mara Joaquina da Conceicao e outros.
    Appellacoes civeis.
    Do Recite.-Appellante Jos Ricardo Colho, ap-
    pellado Joaquim Jos de Souza; appellante a preta
    Domingas Maria da Conceicao, por seu curador,
    appellada D. Maria da Concei;o Soares Brandao;
    appellante D. Horlencia Anna Ivs Ferreira, ap-
    pellado capitao Jusc Melquades Bczerra da Silva
    Costa.
    Eucerrou-se a sesso a 1 hora da tarde.
    Trihunnl do < mmercii-,
    SESSO JUDICIARIA EM 28 DE JULHO
    DE 1873.
    PRESIDENCIA DO EXM. SU. CONSELIIEIRO ANSELMO
    FRANCISCO PERETTI.
    Secretario interino, o ofjicial Torres.
    Ao meio dia, estando reunidos os Srs. de.*em-
    bar?adores Silva (luimares e Aecioli, o Sr. de-
    putado linto Bastos e upplentes S LeiUo e
    Guerra, fallando com partcipaco o Sr. desembar-
    f;ador Res e Silva e o Sr. aeputado snpplent'c
    'ereira Cascao, o Exm. Sr. conselheiro presidente
    abri a sesso.
    Foi lida e approvada a acta da sos-a i de 21
    Presentes os livros dos registros dos protestos
    de letras, verificou-se que o do escrivao Albu
    auerque tinha o ultimo protesto o n. 2,887 em 2*i
    o eorrente, e o do escrivao Alves de Brto o u.
    2.7!)ii em 2 do mesmo mez.
    ACCORDAOS.
    Foram asignadis depoisde lidos os que hav'am
    sido proferidos na prxima passada sessSo nos
    feitos entre partes :
    Appellanle embargante Maria Adelina de Mello,
    appellados embargados os administradores da
    massa fallida de Antonio Pedro de Mello ; appel
    hnte* apellados a viuva e herdeiros de Manoel
    Goncalves da Silva, appellada appellante D. Clau-
    dina Senhorinha Viera d Carvalho ; appellanle.*
    appellados o barao do Livramento e Jos Antonio
    de Brto Bastos, appellados appellantes os admi-
    nistradores da massa-fallida de Fernando Slcpple
    da Silva e os herdeiros da Luiz Amavei Dubourcq
    e sua mulher; appellante embargante Bernardino
    J"8 da Silva, appellados embargados os adminis
    tradores da massa fatlida.de Manoel Jos Lo oes 4,
    Irmao.
    JULGAMENTO.
    Juizo especial do commereio.-Appellanle,W.
    G. Fennelly, appellado* os administradores' da
    massa faTtida de Fernando Slepple da S Iva. Juizes
    os ?rsl desembargadores Aecioli e Silva Guima-;
    lodo Sr. ile^r'irgadrtr MH-Maulo; em qa*
    a- m 1
    iJApidlanlr emlnvgante Jac-fli Ollj, boje se->
    herdeires, a|ipeHadi embargada D TAdlhia Tell--
    de Xenotes. '
    . Al.i.A,Vo.
    Juiz i especial do commereio. Aggravante
    Jos Maria Sodr da Mo'.ta, agravado Manoel An-
    tonio fheiro.a le mindie.i que os aut s deseiOoM paraojuiai
    quo, alim de ser pelo mpecirro escrivao eum-
    pn lo o que Ihe foi ^dtwpado|o|B juiz no final
    de sua resposta. I
    Encerrou-se ase*j5o-i Hura fc la tardo..
    1i^t!CCES"^TDIO(*.
    ------------ m-------------------------------------
    Illm e F..tin. Sr. ccminend idn'fyisiaenle da pro-
    t inria.- Diz Nilo Jos de Carvalho, que no anno
    prximo masado arrematou o imposto sobre >
    gado vaccuin e cavallar, creado pela lei n. 413 d
    provincia da Parahvba. publicada era 19 de dezt-m-
    bro de 1811, art. 18 567 qu a3tm concebido :
    . 1J001 sobre cada caneca de gado vaceum u ti
    de cavallar sabidos da provincia embnra rindo de
    outras para a tendu ou consumo feo a delta..
    Aconteeendo, porm. que o supplicanle na per-
    cep.ao des- imposto encontrasse diUlculdades.
    quanto aos animaos, que vindo desta provincia -
    da do Cear tem de passar pela da Parahyba, re-
    quereu ao presidente da mesma provincia da Pa-
    rahyba, providencias garanlidoras do sen direit',
    pelo que o dito presidente drno-se a V. Exc. par*
    qne o auxilias**! no rospeilo e exocucao das luis da-
    ([uella provincia, sendo que V Exc, alte idcuuu a.
    tao justa reqnisiciio reeoinmendon por elRcra de 2>-
    de fevereiro ultimo ao Dr. cliefe de polica que
    expedirse autoridades polMtaes as eooveoieiii< -
    orden* Entretanto re ;usani-se dius" autoridades
    o prestar elhVaz auxilio allegando que o orlioio do
    Dr. chefe de policia nao foi expli. ilo, isto, nt>
    declarou que o auxilio, deve appliear se aos ani-
    ma^sde procedencia de outra provincia, e apena*
    empregon a expressao gado, sem explicar o vac-
    eum e cavallar.
    Convindo ao supplicanle prevenir mais embara-
    ce, vem requerer a V. Exc. que se digne de ex-
    pedir novas providencias, nao s auloridades
    pulicaes, como mesmo s nuuicipaes, no scutidu
    de ser executada a cita la lei;-transcrevendo-sew
    respectivo offlcio para fal lira os j cilado- artigo
    e da mesma lei o devendo e* otlicios serein-en-
    pecialraente dirigidos autoridades das uMM.i
    da Victoria e de Caruar. de Nazarelb, villas do
    Liraoeiro, iie Bezerros, de Bom Jardim e do Bre-
    jo da Madre de Den*, por onde principaltnenl*
    passam os animaos vin los de Paje de Flores e da
    provineia do Cear para esta provincia depois de
    torera passado pela da Parahyba. Reales lennoo
    pede a V. lxc. defer ment. E. R. M. -Pernam-
    buco, 13 de junho de 1873. -Sil) Jos de C'ir-
    valho.
    Despacho da p*es'denla de 16 d; junho de WJ9
    piihlicido no Di-irio de Pernambuco de 18 de ju-
    nho o qual foi o seguinte : -J se providencian DO
    sentido do que requer o siipplicante. loCMM.
    llc'irc llraiuago C'oiiipmiy.
    OMTltroACaO nv iiesposra aos rticos ."
    JORNAL PRONUNCIA.
    Nuilus etl dies quo non dicam pro rea .
    Nio ha dia em jue no tenhamos de lamentar
    mais uma desgraca causada por essa desgranada
    empreza, queso nos poderia ser enviada pelo in-
    ferno como o mais pernicioso presente e o mais
    affrontoso castigo.
    Quem que pode boje conlar-se seguro, quei
    em ion babitaco, quer era suas casas eoqiowr-
    ciaes com essa'po Ir o fedorenla companhia, qu
    i tem tornado inliabilaveis multas propriedades
    importantes, e'cuie so com ameacas e insolencias
    parece querer suffocar o ma s justo irado de in-
    dignafao que contra ella lanca a populacao intei-
    ra de uma cidade. como esta que foi entregue df
    ps e mos alados por administradores imprevi-
    dentes cubica e insacavel lome de meia duzi
    de eslrangeir* sem conscemia I e que pensan
    levar nos de rojo com a sua imolencia e .pro-
    tervia I I
    E o que polemo* esperar da sordidez com que
    somos atirantados, com que vemos o Sr. Law
    dizer era um jornal o mais lulo desta provine'!,
    que a rompan a tem collocado canos esmalt uios,
    que os apparelhos tem jua de mais, e tudo vai a.
    mil maravdhas!!
    O que nos resta snffrer?
    O pnnhal, o rcwol 'cr e o bacamarle, quando j
    se nos asphyxia eom a podridao insnpportavel do
    apparelhos c o contante deriam.auiento de mate-
    rial podres e vem se zumbar anda de nos cun a
    afonteza com que esse hornea em que nem a>
    menos se aninha o senlimento da piedade, vem
    nos insultar com o maior desplante, como se leu
    visto em suas pulibeaciiis I !
    No da 16 do curente, ao amanhecer, o appa-
    relho collocado ra do Barao da Victoria na
    can commercial do Sr. Antonio Duarte "arneiro
    Vianna arrebenlouse, e foi a oonseqoeneia una
    inundacao que eslragou alguns tres a quatro
    cont* de rs. de mercaduras linas, das quaes alo
    o objecti) do commereio dess;i casa. .
    Iinmediatamenle o -r. Cameiro Vianna mand<>ti
    dar parle companhia que la fiedu de mandar um
    dos seus trabajadores e s om horas achantada-
    do dia que I apparereu um del les e creio que
    declarra que era effeito dos ratos e que a compa-
    nhia nada tinha coni esse* prejuizos causados
    pelos ralos. Como elles tonara uepressa a BjfSo
    do Sr. Dr. engenheiro fiscal II
    Com quanto ao poder judicial compita decidir w
    a companhia ou nao obrigada a pagar os prejui-
    zos que rausarem os seus apparelhos, por Bail >
    bons que elles fussem e assentados eom todo es-
    mera e pcrfeic.io, comtudo sumos obrigados a fazer
    algumas considera^oes para que a Provincia ainda
    mais se convenca que nos nao podemos conlinuai
    a tolerar o que nos est fazendo soffrer a compa-
    nhia Dranage. J demonstramos no nosso artigo
    - Faisilicarao do art. Hque essa ultima parle
    delle foi ahi mettida "forfa de marlello, e que
    ahi nao cabia, nem no tamai.ho nem no sentido.
    Se nao o fizemos com a vantagem eom que
    opodia ter feilo um hbil advogado ou juris-
    consulto ou outro qnalqucr acostumado as dis-
    cusfes, nao dcixamosde por evidencia e conhe-
    ciinento de todos que com effeito honra falsifiea-
    cao, e isso (icou demonstrado claramente, ao s
    por pravas materiaos, que san inconteslaveis, e ja
    foram julgadas por uitciH-a, como pelas pravas
    moraes, que se eolhom do sentida em ue foi r -
    digido todo o contrato.
    I)e*sa vordade ninguem pode duvidar.
    Agora vejamos quera t|iie tem obrigacio dn
    pagaros prejuizos causado:' pelos apparelhos d;
    co'iioanhia Dranage.
    Diz o Sr. Law que os apparelhos asseentad- *
    nesta idade sao dos'qne ten-i merecido plena ap-
    'provacao em toda parte onde tem sido assentades
    iguaes. Aqui, porm, nao lia um s apparelho que
    foncoione bem e por conseguiHle a ass r.o do
    Sr. I.aw pode ser verdadeirn I no outro inimdo.
    porm aqui ella inteiramente falsa, porque- todos
    esto mal servidos com es apparelhos, esend)
    assim sio verdadeiras e ncontcstaveis as causa*
    que eu tenho assignalado, e que o Sr. Law roetteu
    a caneca na parede e nao qaer por nftda remove-
    rles, o Sr. depntade Olinto Bastos e o Sr supplente
    las, nem fazer a experiencia |o simples, tao fcil
    e tao pouco dispendiosa que por mais de uma vez
    tenho proposto.
    O Sr. Law qwer por fofpa eom sua palayra ho-
    nesla e sisuda fazer acreditar que tudo est justa
    e perfcitn f
    Dito isb, tornemos ao Mi. II da imiovaco de
    contrato, onde se v entre borres e raspadela?,
    sempre. honestas o sisados is seguintes paiavras
    que formara o periodo que loi alli mettido a forca,
    porque ao cabia nem no lamanbo nem no sen-
    tido.
    i A canalisacio d'agua nos predios ser pagai
    pelos prej.is estipulados entre o governo e o ce--
    i .imano a razao de 750 rs. o palmo.
    Em piimeiro lugar diremos que estando no con-
    trato os 750 em lettra de algarismo, nico lugar
    em que se acha lettra de tal quabdde, no imprq-
    s.) est m lettra commuin, mas islo nada ....i
    dizer.
    Era segundo lugar diremos que j dementara-
    iiiys cun os prpeos poruue se vende c vend o
    ehuiabo nesta. cidade que eu exorbitante- o piek
    do 7*0 rs. laxado para o palmo de encmenlo,
    iiue ajia eslava iucluido uu camrfisafo mencio-
    nada na primeira parte do art. il, no art. 2." e no
    S Leitao. Re/orinada a semenga por dous votos
    contra dous votos divergentes e singulares.
    Appeflan'es embargantes Luiz Ribeini'aaCuriba
    & .Sobrinho, appeflada embargada D. Thereza Ju-
    lia Botelho.Sortalo o Sr. Olinto Bastus em la-
    gar do Sr. Cascao, M a liado ojulgamonto.
    Becorrente a coiipanhia de seguros Garantia.J
    recorrido Joaquim Pereira de Faria. Nao \>d.e)
    ter prop isto, por n5o se adiar presente b Sf. dos'
    embargador Ruis Silva.
    Continuam adiados esperando o comparecimon
    art- 93 expressamente.
    No dioarl. ti nao se di dar que o encaoa-
    inchto d'^ua deva ser de c sujnbo noni euj outro
    lilgtHH irligo da ipnovacao gi) acha detunuina.'.
    n.-tiplada essa quadad de canos: logo, a cum-
    panbia 6 quema doterniiiio 1 por sua oouvcoioocia-
    iropria.
    . o-Sri Law o engegbeira qup.se.djz, o.
    \ uiaior arrogancia, e desrucJc ao ostenta o
    l.'rgenhciro Jo'rauriao en coucolancia eom,
    o Sr. Dr, Tiburcio, seu igual, e entao nao po.
    adoptar canos de chumbo para stipportar tao
    .


    ;


    *
    1



    '

    /



    mk&d fcktHUco
    fciiu ^0 de J6llu. dei4i^T3.
    -m
    3
    *..-*.
    era elk J4 />/. ultra
    Ui tor4|4|4f-r o huiiii-
    clifca bromou I e ticou
    grande t*
    Jado propnos ao no
    reduzido a-ze.ro 1!
    'JE eu que ronhfi prcsumpcjio de, dzer smenle
    torillo que poeso proviir, vcu dars rarfjN : !.
    nphBfeD pratieo em materias de ]Scana-
    ltenlos bydraulieos nao poda ignorar que branos
    1 chumba sao.au!seeptveis de serera rodos .pelos
    r.tlo,,; I. iot etieenbeiro prajico. em materias
    <1 fineajiairmUp'rto pode ignorar <|iial a for?a
    u pwo qne represente a pressoon, carga 'agua
    . per conseguipte qual a resistencia que devcm
    er s anos em rrlacao a essa.presso, do maneira
    fitaa presso-'diwido em resultado o arrebcn-
    t.miento dos -rano* ; .1.' nm engenheiro pratico
    a encarnoslos d'agua nao poda.ignorar quo o
    Siuniiw fortomeate,atacado [tola agua salgada e
    > O ;:rt linio di, de que qualidade deve ser o
    cno que-casta 71 rs. o palmo : o engenheiro da
    .nnpaaSia niais fcil ile assentar : ah ainda houve. ouMta
    wslria: 750 r?. p palmo de cio, nao se diz do
    que, logo, nppp'iea-sb de chumDo: isto claris-
    **. Su o cano drt rtuimho era siiseeplivel de ser
    mida pelos, ratos e pelas baratas a alinal quem sabe
    t>an la nur.'villiosu, e excepcional! O enge-
    nheiro por mais ignorante que fosse devia nao
    Ignorar isso usarle ene amento de ferro que os
    atos naorociik, e para mats prutege-los.dovia.in-
    troduiis na Kuralveaom boa argamaca e nao
    prea-los n.0T farias paredes eteetoa o 'p'"" tuda
    faite, deixan9b-ps expostos Sccao desses per-
    verso* roedores : logolahi To duas culpas da
    rontpanhi* usar de cano de chumbo, quando
    deviatn ser dos de fui r.>; 2 po-lns disurjcao
    de ludas as causas deslruidoras.inclusivameiitedos
    ratos; e quem 6 engenheiro hidrulico nao pode
    ignorar que r.tto- roe chumbo, se isso veidade.
    A segunda rarjjo, a mais poderosa o que mais
    lepfie tenlra a seiencia do Sr. Law e dos ma
    <*on.ipanheiroci a pressao..
    O Sr. Law diz .Me a sua torra tem 81 p* tura : por conseguate, estando|cheia. a caixa, tem
    urna press.lo de 81 ps, correndo tudo-com a per-
    faicAo que se gura.o Sr. Law em sua pJiantasia-
    lora c inventora imagna-ae : mas o contrario
    ii.-so tenho en provado mathematicainente, e es4
    jileoi&simamente jusiillcado e verilieado pela cons-
    unto taita d'agua nos apparelbas e sua consequen-
    tepodridlo; e aiua mais provado iiea quando se
    ''abe que coui urna inuilo pequea qnantidade
    d'agua pode -o preduair urna presso mullo gran-
    de, se aquella for inlroduzida em um tubo lino,
    mas que seja de una grande altura.
    Resta forma cliegou Pascal a fazer estourar un
    barril de foi te conslruceo, applioando um sim-
    ples fio ou peana d'agti com altura de 10 me-
    tros : c insulte si o compon lio de phvsiea de Gar-
    ro!. 11' edirao, 1870, pag. 69.
    Ora, se.lt metros, que sao menos de 10 ps de
    BjlftMfcl sao capazes.de/azer arrebeiitar nina pifia
    oo barril forte, 81 ps podem e deven arrebentar
    *l as proprias bolas de ferro empregadas pelo Sr.
    Lsw : logo, o Sr. Law, tendo conhecimenlo, como
    grande pliy-ico. da forca quo representa o tem ef-
    fectivaiuenle urna pressao de 81 ps, (se exacto
    que a torre tem 81 fies de altura) nao podia ein-
    pregar canos de chumbo fiara os enranamentos
    Tagua, porque nao ha quem ignoro que etles nao
    tem coitsisi.Micia para resistir ao effeito de urna
    bomba de duplo effeito, quanto mai. a urna pres-
    so capa', de f-.izer arrebentar um barril do forte
    onstruecao.
    Logo o que eu digo e que verdnde : isto ,
    que a presuo-da firre se perde tida na mulupli-
    oiilade das curvas, d s ngulos, das subidas, dos
    inliaricos intei ioros, e mais que ludo nos asea-
    oes d'agua que lia por toda parte e em quasi todos
    os apparellios pelo mal feito das suidas, das jun-
    las e ie todas as obras da empreitada do Sr.
    I.aw, como a mesma cempanhia Drainage ha de
    verilicar um dia.
    Hazdes nAo faltam pan provar que o Sr: Law
    tem a mira lila smente nos scus interesses, e nao
    tem a mais passageira lembrnn^a de comprme!
    ter a eonipanlna, cujas obras se enearrog >u de exe-
    citar : e se o Sr. Law nao se importa com a com-
    panhia. como se importar com os pernainhiicanos
    > os in.iis habitantes do Recih 1 E'toein certo que
    se romper uina.m irlifera epidemia, o Sr. Law em-
    tiarca n'um vapor e vai refrescar em Lonilros, em
    quanto u,(is teremos de nos ver a bracos com a
    lesolaoao e a marte, e o Sr. Law vira depois co-
    Ifter os pingues despojas dessa lula terrivel.
    Assim ,algnem poder acreditar que o Sr Law
    jara rom piles fazer sopnrimento continuo d'agua
    salgadaaos seus mimosos apparelhos? Pode-se
    .acreditar que o Io engenheiro de Londres, o Io
    pttjrsico do mondo, esse tonel de fofo orgullio e
    tola preaumpea, ign'iro a facilidado con que se
    nxida o cliumbo, a grapde alllnidade que elle tem
    tara n acido carbnico, o em geral para todas os
    cidos, fiara o iodo, para o enxofre, n phosphoro,
    o (trienio e a maior parto dos metaes?
    Por ventura pode o grande pliysico iguorar que
    a agua salgada c mtm grande qnantidade de sal
    inarinho, hydroehlorato de magnesia, sulfato de
    magnesia e de soda, carbonato de cal e de
    magnesia, sulfato do cal, acido carbnico, e
    pequeas pales de brome do iodo, o que to-
    dos estes cidos e' saes podem sotTrer decom-
    posiofcs e darem em resultado a formaco do
    carbonato de chumbo, do oxilo de chumbo, do
    idurelo de chumbo, do hydroehlorato de chum-
    bo liquido, do sulfato de chumbo milito soluvel no
    acido h\ drochlorieo T Nao ser por essa razao
    ehimii'a, scientilica e verdadeira, que segundo di-
    zem empregailtts da enmpanhia, so tem encontrado
    oncanameutos reduzidos a p ou a urna papa mol
    le? Ser preciso ser um pliysico do pulso do Sr.
    Law ou um chimico como Orphila ou Tiieoard,
    liara saber a violencia com que a agua salgada
    ata i o ferro, o cobre, o zinco, o lato, quanto
    mais o chumbo ? J hou've alguem neste mundo
    por mais estpido, por ipais ignorante, por mais
    ralo, que mandass forrar um navio de
    i'V.imho? Ignorase por ventura que o grande
    disp 'ii.lio feito com esses melaes'que sao os que
    m:;is resisten] ac;ao d'agua salgada, tem obriga-
    do os constructores ou armadores de navios a pro-
    ctirarem as resinas e nos saes metnllicos ou xi-
    dos terreos, um reeorso que os aonna a salvo 'da
    grande despeza e do grande trabalho? Ignora-sc
    qe ata na borracha e gutta-percha tem se procu-
    rado refugio contra o grande prejuizo que acar-
    retam os forros metallicos? e como se vai procu-
    rar o chumbo para suppnmanto d'agua salgada*
    Bati por que no eslava designada no contrato a
    qualidade do metal, procura-se o peior de todos,
    o mais fraeo, o mais de^tructivel e at o que os
    ratos roem ? E com toda a emphase de um bufa-
    rinheini so diz-.i companhia nao paga prejuizos
    Tiu-ados pelos ratos -c isso porque o director das
    obra? publica1, o fiscal do governo acha ratos mes-
    mi aonde a companhia nao oseneontra?
    O Sr. Law contava que com a semc.rimonia com
    que conta historias de 73 mil litros d'agua por ho-
    v.i, lampas de bules.e outras parvoices'de tal qua-
    Jidade que nao entram na cabeca nem da mais
    simpies crianza, havia receber o dinheiro pela for-
    ma e maneira que Ihe conviesse, e como j* havia
    reeebldo 90 contos de mais, licou com a bocea do-
    ce.e quer que a thesuraria llio pague, sem mais
    exame, as contas que Ihe apresenta islas pelo Sr.
    director das obras publicas, e como este propoz
    :unito j idi-o'a;ii"Mi cios a inorrer asphyxiados em poiridao, ou que ca-
    da um passe a vida a lavar apoarellins felu-
    rentos.
    . O Sr. Law deve saber que nao estamos-; na cos-
    ta i'frica nem nos recnditos da Abyssinia e que
    heasileiro nunca teve mudo de careti
    fara nao cansar a paciencia do publico e contar
    eaa) sua banevoloacia para o segualo artigo vaniCM.
    e incluir este.
    o Sr. Law collpcou caaos do jch'iunhp. sabendo
    que os ratos roem ;
    Nao collocnit canos 'le farro galvanisados ou es-
    maltados saliendo que os ratos nao os roem ;
    Collocoujcanos de chumbo, sabendo que elles nio
    ftem forca par supportarem urna pequea pres-
    sao, quanto mais ella de 80 ps que S. S. annun-,
    fis pelas irombems da fama ;
    .'ollocoii canos di chumbo, sabendo que a agua
    [atoado os ataca com goslb e .galhar.a e os des-
    troo em poucos dias ;
    OSr. Law quer forca collocir sen? apparelhos
    em toda parte contra a vontade dasdonosdas
    casas.
    Vai enllocar appareio at era.cmcasebre ban-
    doc*do pelo Sr. Barao de Una, que para nip telo.
    <:oi'rertido em deposito, de mmuajias, deu-o a
    uucarf,ia para ir l morar.de gragJ ;
    0 ?t Law io quer mudar os apparelhos nem
    o*,$C.u ara'S>i\
    0 emirato aao m.ir.: .u a ipalidajc do encana-.
    suento d'agua, mas la embutiram o preco de 7S,
    rs. por pajino, mais que sufflcien'e para pagar na-
    no de ferro
    srdida aiabjafi'
    cnto colloijiic
    daquelles que !
    dos em poaridao miasmas, arriscar-se a ver
    sua prorledade, seus movis, ,suas mereadorfas
    um dia para outro perdidos: porque nao eo-
    nheco lei nem divina nem humana quepossa obri-
    gar.amu homem qunlqucr a i-onvorter su iiiro-'
    priedad etn un f de greqoMMtgflte|ner-
    AdW* prdfd*s Wintr' tnomentd'pM \mo, a
    sujeitar-se a pedir esmoJas.
    S se a Recife Drainage Company tem esse dl-
    reito.
    Ainda fazetnos urna pequea ebsarvayao : di-
    zem os entendidos que o criminoso sempie deixa
    vestigios sufflcientcs para ser |iunido do crime:
    quem fez o tal remend no art, II, nao se leuibrou
    que supprlmjndo as pa|avras,-p/oiprfOi/i'pu-
    la4otanlre 6 concesstonario e o 0wip>.,(.gu.s
    que, nao existe em parto alguma do con .rato ou
    papel algum da bemaventurada comoauhia, a^
    outras palavias cabiam miu'to hem e em leltra
    commum os 750, e assim nao fleava a prova dine-
    quivoca da faisifleacao, porque em parte alguina
    se encontra algarismos ; e em segundo lugar -coto
    a pregsa do fazerom o enxerto nao se leaibrarara
    de dizer a qualidade d; cano e |firnu ella a bel
    prazer da companhia.
    Que gento-sabichona !
    Que experiencia l
    Recife.22. de julho de 1873..
    Di. tobo Mqscoso.
    Continanr-se-hc.
    orle-se cotnfed/l&jci'lfzaifiil que o doente
    _cha-se hHa-# ii StolitnBado incuravei,je
    0 primeiro passo para Uo perigosa siluarao 6 a
    fcssfc.
    Torna-se, peis, da malor importancia, o ala-
    rhar-se para desde logo. Se pegantardes como
    isto sepossa reab'sar ou conseguir, responder-
    mr, eam o-Peitoi.it aV AnaimuHd de niwy, o
    qual extrabido fe preparado do sdeco balamPco
    de urna arvore do Mxico, conhecida desde ha
    muitos eculos pelos naturaes daquelle paiz co-
    mo romedio podrosle santo para todas as enfer-
    midades dos orgis da resp_irac*o.
    Esta admiravel preparacao, curar a tosse den-
    tro em poucos das, e at mesmo as vezes em pen-
    cas horas, al iviara a asthma, nrar a inflamma-
    5o mucosa do larynge e bronchios, e impedir a
    phlysiea. Em contraro ans |ieitores e xaropes
    fabricados . da Hjr^ ingredientes
    mais, na sua elaborada e delicada cinposicao
    n;iu entu nuniuin^partiaila de acido pxiiisici,
    -ec.o:B0 Bualmonteearli Ikro Jfe aoiimflio,
    iagrediento esto que abundantemente se encontra
    na coiuposicao daqueMe* (mtros-ao pcoduz, pbls,
    nauseas de qualidade algum.
    P*
    nft*..*!' ; "?a a C A RuimarSos, tft i. Csr
    e i
    A opposigo.

    II
    Su aus partidos de oppnsjcao licito clamar sem-
    pro a sonipre contra os actos do governo, emboca
    para faze-lo invertam a verdade dos factps adul-
    leraadorlhes a natureza e incentivos benficos,
    devenimos lamentar a sorte desses mazeppas de
    nova especie, que tm por coniico em suaciar-
    reira vertiginosa atirax lama c p sobre ludo e
    sobre lodos, sojam effeitos salutares de uina ini-
    ciativa intelligente e cordato, sejam caracteres
    dignus u credores do acatamento e consideraco
    publica.
    Se ietu elles por sina barulljar o que se bar-
    moiiisa, aggravar o mal quo se lenta curar, des-
    truir o que se edifica, onde estar o grandioso fir-
    man Je seus intuitos, a sanecao moral que nobi-
    lita e d vigor aos estmulos cvicos, sem os quaes
    nao se pode imaginar urna sociedade poltica I I
    Xao, mil vezes nAo I
    Nao nem pode ser este o empenho do oppo-
    sfcionisla.
    O que assim praticar ter mentido miseravcl-
    mente sua propria conscencia, ter perjurado
    sacrilegamente do juramento prestado no altar na-
    Sesloso das liberdades publicas, illudindo o man-
    ato que o povo na melhor boa f em suas maos
    depositou.
    tero os Ilustres propinantes da opposicao
    guardado as laudaveis conveniencias de sua posiao
    dnante a aJuiinisiracao do Exm. Sr. commenda-
    dor Lacena, que anexar do itibrrji mal intencio-
    nado dos redactores da Provincia, tem atravessa-
    do um constante embale de questoes e movimen-
    los graves, dando-ibes, sempre calmo ezeloso.se-
    lucao compatvel com os dictaqies do justo e do
    honesto T
    E' com pezar que respondemos pela negativa,
    porque nao podemos ver o estrangeiro soltar um
    riso malicioso ao ler os disparates do jornal oppo-
    sicionista, sem que nos sintamos offendidos em nos-
    sos bros de brasileiro.
    Assim como se pode aquilatar a ba ou m po-
    lica de um paiz pelos ardis engenhosos, ou gros
    siii.i temerida le de seus larapios, assim se pode
    ajuizar do estado de eivilisacao o progresso moral
    de um povo pelo comedimento coactivo, ou des-
    bravada linguagom de seus orgaos de opposieo.
    Mal tinha o Exm. Sr. commendador Lucena
    empunhado as redeas da ad ninislracao firovincial,
    j os sui-dizant liberaos desla Ierra zurziam-lhe as
    iutencoes, porque actos administrativos ainda nao
    haviam.
    E para que tanta precipitafo e agodamento t I
    Porque a aecusacao antes do crime, se de eri-
    ales fora capaz S. Exc. ?
    Porque o castigo onde nao havia falta, se em S.
    Exc. podessem fallecer os nobres assomos de dig-
    nidad?, a capacidade intellectual e moral de bem
    dirigir os interesses da provincia, que o vio uascer
    e que se orgulha do telo como lilho ?
    Ali urna grande falla havia S. Exc. commet-
    tido Um crime e crime imperduavel o expoz ao
    julgamento accelorado de espiritos prevenidos e re-
    calcitrantes.
    S. Exe. tinha era frente os delatores em prxi-
    mo passado do Dr. Henrique Pereira de Lucena ;
    os perseguidores do probo ex-itiiz municipal de
    Goyanna, delatores e perseguidores de iniaginaco
    lio frtil e prodigiosa que, para o arredarem do
    exercicio de sus funecoes jurdicas, scntrain-se
    chocados na pureza de suas conscencias pelo cri-
    me fabulosamente engenhoso... porque nao dire-
    mos t... de furto de urna rozeira I I I...
    Seria caso de rir, se nao fora de indignar.
    A victima, triumphante pela innocencia, eslava
    sentida na trpode, outr'ora mysteriosa, donde en-
    to se Ihe decretara o sacrificio.
    O r<> de hontem vinha ser juiz boje : era pre-
    ciso autc-eifiar-lhe malficos designios.
    A natureza humana tem contingencias deplora-
    veis em seus desvos, quando a perturba a inluioao
    do mal.
    Nunca odiamos, sem que nos annuviem os raios
    visuaes, para o ponto objectivo de nossos amigos
    odios e injuslicas, poique, ao despertar do juizo
    severo ja conscencia, a razio nos assalla com as
    aterradoras niearas dos torpes manejos de que
    usamos.
    Mas, oh I desapoulamento I o Exm. Sr. com-
    mendador Lucena, guiado pelos conselhw de uip
    tirocinio de invejavel sensatez e Ilustrado no esr
    ludo ltenlo dos homens e das cousas, interprete
    fiel do patritico ministerio de o de marco, soube,
    esqueceudo queixas pessoaes, alias bem justifica-
    veis, tomar posi^o independente no meo dos par-
    tidos, r-'sislir a exigencias, quic exageradas de
    seus proprios amigos e desl'arte inaugurar uina
    adiiiinistraeiio larga e generosa, di:-trbundo jus-
    tica a quem de direito sem olhar a er poltica, cu-
    rando com actividade inexcedivel as necessidades
    mais palpitantes da populacho, proteo vendo .os
    melhorameutos mais urgentes ao progresso da in3-
    truego, da industria, das artes e do commercio
    da provine a.
    Nao declamamos. Ah est o expediente do go-
    verno, publicado em um dos jornaes de mais lon-
    go curso no paiz ; ah est uina populacho'iuleira
    no gozo pacifico de beneficios iuauferiveis, resul-
    tamos das bem acertadas providencias de S. Exc.
    Seria ocioso especificar fados, que estio no domi-
    nio de todos e que nao podem ser negados ou con-
    te^ados.
    Ante o acolliimeuto e applausos gcrae3 que de
    toda parte recebia S. Exc. em vista de actos de
    tanta monta e da nova e auspiciosa phase que se
    abria ao bem estar da populagao e aos crditos de
    Pernambuco, o orgao opposicionista como que te-
    ve momentos lucidos, arrefecendo um pouco em
    sua acrimoniosa ptovoeacao jornalistica.
    Teria S. Exc. razao para dzer com o poeta la-
    tino :
    Timeo Daaos el dona (renles.

    'cMMEMIO.
    **-
    COMPA
    Phenixj i?j^^LDcana.
    Toma rjspm rntobn^. Qm m|rcadorias,
    fretes, (ifieiro arisco ermnmume quer natureza, em vapores, navjas. vela ou
    barcacas, a premios juuito .mdicos.
    RUA O COMMERCIO N. 3i.
    i. Csrroil,
    a WalfrJL A an.'a. a San,os An**e, fl-a Be
    pacota a J. A. Silva. Ls^ -,,. r
    emm, &.,M aneara a ft*wj r,urio 8
    Macis 15 caix.-.s a M. M. niPK Mrp''^J'
    KM apasto ()iiMiKl& C.t4*;., 5?: ,
    Mana 3 caixas a Foneeca A sncceiWi jf. ,
    curio I caixa a D. M. Monleiro, 1 a M. J. UoW, ] .
    i a Caors. Mobdia 110 caixas a Vaz do Cart-
    tm Jnior.
    Obras de prata 1 iixa a Lehman Freres, I a
    Hy vernal. nltas e ,MT0 t t ,,m& &> Mallos k
    Irmao, 1 a Goncalves Barros. bjectos divessos
    1 caixa a Onorea.A Aaiyi a.Jterreira & C
    QlM 1 oaixa a,S Parias.
    Passas 22 fardos a Barros FUk> & C., 21 a
    Ferreira da. tina,
    Toueioho UO barrij a. Hftbella frC, mo
    Ponceca .Succensor.s, 30 a Be 11 rao & Kiltio, 30 a
    Costa Amoriin.
    pc|ijS|ecessores, lOpoi
    |a|^difllis|a Costa Amoriin,
    t fo,l,!^a e 16 caixas a Se
    quer a, s a tjors, 1|H M. Halliday, l[o a'J. i.
    ftfiUjJwBaAnu'r*
    Liverpool.
    Am i-tras U*i volunies a drfqreoe, Amoniaco I
    caixa a ..SaiauelJi foTi'nltaa. Artigo de botica 3
    vol limos a Caors. Arfa 100 saccas a Guimare
    'em do di 59 .....
    39I93
    16:951*220
    -. Vmho 4Bnl
    fl WpaTJfllWSPI
    rmo, 14 e 5||^| fb
    Bosas 4 Irmiiulf M
    20|loa LopeeHffl
    piel a, 2
    TOLUMES SAHIDOS
    o dala 28......
    Primeir* porta no dia 6 .
    porta.....
    porta.....
    Conceicio .
    SERVICO MABITIMO
    Alvarengas descrregadas no trapiche
    da alfande^a no da 1 a 28. .
    Ditas ditas no i'a 19......
    Xa^yios airacados ao lnf>. da alfandega
    'Mvajengas ......
    Vo trapiche Conceijao.....
    21,721
    103
    136
    &
    631
    22,618
    58
    Banco nal
    Sacca contra Londres, Lisboa e
    por todos, os paquetes.
    Po.rto
    & AlcftfMfvatt a, jCoaia; 50 a .O *-Martas, 50
    " Aratijo, [() a Cosa Atnorii
    rim, IB*) a P.
    7ivoiuine a Ai
    a
    Van* AgtiarOiile > caixas a CJiristransen.
    pifos 1 ciixa a Va*-Jnior & C. Brim 2
    liiiiir; ('* )iwrciiili de Poriiam-
    \m.. :.
    0 banco paga o primeiro dividendo d
    25>o00 por ac;o. relativo su periodo Gntfc
    em 30 dejunV- prsjimo passa.
    Sgiffo c-anlijrt
    COMPANHIA
    S!
    lapital.
    Fundo
    ir
    de reserva.
    20,000:0009000
    8',000:000900C
    Afrentes,
    Mills Latharn C.
    ULA DA CRUZ N. 38.
    seguros
    fortanto, o a companhia pageos dainos can-
    sjitos pela-nperici, pela gno/ancia erassa de lo-
    ios os preceitos de physica ede chi:nica; pela mais
    Entretanto em breve lembraram-se os distinctos
    publicistas que a opposieo devia sjr systematica.
    lira preciso eugendrar custa de muilo gritar
    una falsa oplnio, que lhes dsse azo a poderem
    gritar contra o Exm. Sr. commendador Lucena,
    mesmo porque nos em seus clculos visionarios
    conym gritar omito para simular motivos plau-
    siveis de una aecusagao judiciosa, (amo porque
    a administracio do S. Exc. ia fazeudo brecha nos
    arraiaes contrarios, tal o condio admiravel, que
    attR os homens etn torno de quem saiba reali-
    sar suas mais sinceras aspiraces.
    E, Srs. da opposieo, nao vo3 tromeu a mi
    quanuo de novo embebestes a penna no fl dos
    odios e das paixoes por algum tempo supitadas ? I
    Poi improficuo o vosso esibreo at all conheci-
    do : era preciso mudar de hagagem, comanlo que
    coBtinuasseis a gritar, tambem porque, segundo
    vossos augures, eslava prestes a queda da situa-
    eo conservadora, e era myster'subir gritando, pa
    ra ser mais ouvido na limpaqao das partilhas.
    S. Exc. o Sr. commeodador Lucena continuou
    impvido no desempenho brilbante e ipalteravel de
    sya missao administrativa; e vos fosteis de rojo
    questo religiosa, como se nao fura urna perver-
    sidade explorar com arrire pense poltico o que
    ha de mais intimo e sagrado no santuario das
    conscencias, levando mi sacrilega ral rula mais
    melindrosa dos sontimentos populnre9.
    I'ois bem. E' naquestAo religiosa que vos ire-
    mos procurar.
    Oincinatus.
    COMPANHIA ALLIANCA
    martimos e terres-
    tres estabelecida na Baha
    em 15 de Janeiro em 18 7 0.
    CAPITAL 4,000:0003000.
    Toma seguro de mercadorias e dinliciro
    /.co martimo em navio de vela e vapores
    para dentro e fra do imperio, assim como
    contraj fogo sobre predios, gneros e fa-
    rondas.
    Agente : Joaquim Jos Goncalres Beltro,
    ra do Commercio n. 5, 1 andar.
    SEGUROS
    Himnos
    E
    CONTRA O FOGO.
    A companhia Indemnisadora, estabelecida
    nesta ptaca, toma seguros martimos sobre
    navios e seus carregamentos e contra fogo
    em edificios, mercadorias e mobilias: na
    ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
    PllAQA O RECIFE 29 DE JULHO
    DE 1873.
    AS 3 1/2 HORAS DA TABDE.
    Cotncdes offlciaoai.
    \lgodao do Macei 2' sorte 84()0 por 15 kilos,
    posto a bordo a frete de 7|8 e 5 OfO.
    hontem.
    Asaltear ue Macei 25030 por 15 kilos, posto a
    bordo a frete de 20| e 5 0|0, hoje.
    Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 1(2
    3i4 por la, hontem.
    Dito sobre dito a 90 d|v. 25 1|2 por I
    do banco, hontem.
    Daoourcq
    i'elo presidente.
    G. Alfonso
    Pelo secretario.
    G. de Araujo.
    oimbra, I a D.
    1 a Samuel P.
    Louca 44 gigos
    A Alcofo-
    a Bel-
    e 25
    130.
    ALFA-NUEGA
    teudimeuto dodiala. 28. .
    !dem do da 29.....
    780:302*3 3
    (:063* 118
    800:563 Vi 21
    Descarregam hoje 30 de julho de 1873
    Vapor inglez-La/andmerciiorias para alfan-
    dega, o vinho para deposito no trapiche
    Barbosa. ,
    Barca inglesa Miranda mercadorias para al-
    fandega.
    Barca ingleza-to*.i uf Snllurltiml mercado-
    rias para alfandega
    Barca portngueza Vencedora varios gneros
    para o trapiche Conceicao, para, despa-
    char.
    lrigue inglez-Vort/ie/i Crown farnha j despa-
    chada para o caes do Apollo.
    Barca americana K. i. Ytunngton farnha
    de trigo j despachada para o caes do
    Apollo.
    Barca ingleza Muranhao t. farnha de trigo j,
    despachada para o 5 ponto.
    Barca portugueza Luzitania vinhos para de-
    posito no tra licho Cunha.
    Polaca hespanhola -AtrAuti- vinho para deposito
    no trapiche Barbosa.
    iLfiua palavsra relulivaueute s aio-
    Irstius,duk pulutoes e da |^arruo
    lid*a vez qufo&pulraoes se achem onferm^s
    Iiaportacilo.
    Liverpool por Lisboa, vapor inglez LiUnnde,
    consignado a Saunders Brother i C. manifes-
    tou :
    Lisboa
    Alfasema 5 saccas a M. de Barros Filho & C,
    20 a Fraga 4 Rocha. Assucar candi 1 caix>
    ao Dr. J. Ramos. Alpiste 40 barricas o 30 sac-
    cas a Franco da Cunha. Alo 6 caixas a L Ro-
    drigues Mcndes.
    Batatas *|2 caixas a Gonpalves Baslos, 100 a
    Silva Guimare', 50 a Rosas & Irmo, 70 a Ra
    bello 4c C, 3012 a Annes, 30 a Carlos Baibosa,
    50j2 a Pe eir V. & C, 50j2 a Domingos C. Fer-
    reira, S0[2 aJ. Rodrigues Mendes, 30 a I). S.
    Torres. Bracos de balanca 1 caixa a M. Halliday.
    Bolacha 2 caixas a Goncalves Kontes.
    Cebollas 100 caixas a T. de A Foaceca \ suc-
    c^>s(.res, 50 a Goncalves Bastos, 250 a Raliello &
    C, 75 a T. A. Moreira, VS a Annes, 30 a Carlos
    Barbos,. 25 a Lebre & "es, 10 a Soares da Silva
    A C, 50 a J. Rodrgaos Mendes, 30 a Soares 'do
    Amaral & C., 30 a D. S. Torres. Comiulio 11
    saccas a Rabello & C. Carne salgada 1 caixa a
    J. Marresson de Faria. Chourica 30 caixas a
    Costa Amoriiu. Conserva 15 cajxas a Deliran Fi-
    mo, 80 a Pereira V. & C. Cal 5 bari& a, Bar-
    ros Filho & C. Cha 10. volumes a Rabello & t'.
    Cantara 10 volumes. a Poncoca & Successores.
    23 a Barros 4 Filhos,|40 a GonQalvs Foules. Cal,
    fados 1 caixa a Lyra.& Vianna, 1 a Netto & Cam-
    Ba-?to, l a M
    Santos
    A oaQv; AiUieil I ai
    tnoi.U.4 \iamit. 98(1
    ordem. A
    Brinque
    caixas a Goncalvea^MAftto, #' a Ferreira & Ma
    theus, 2 a MilUfLiUhoa C, 4 aiK*/ler C.
    Cerveja 2o laftjcas s. Costa Amwrim 4 C, UO.
    ordem, 20 a J Christiani & C 6o a D. P. Wilds A
    C. Cidra llMVcalxas a C*la \ Jtmta. 20 a J.
    Christiani C, Cha 2 caix^t a JMtle & C, 2 a
    Antonio F. de Cwvallio, V> ^tebi'e Reis, 9 a F.
    da Costa, 18. 3. Costa Ainorm V CT, ) ordMii.
    Conserva M enixas :i ordem. Clmctlate 2 caixas a
    Canha & Manta. Calcado 2 caixas a Lvra A Vian-
    na, 1 a B. J. Fernandes 4 C, 4 a Bastos Oveira A
    C, 1 a Panoia V. t!i C\ 2-a io|uuii P. Arantes 1 a
    I). T.Ba^Hs. 6br>i dc.linau3vtlu:nej a (em,20
    a Siqueira. Chapos 5aoajxas a Cramer Frey & C.
    1 a 1). A. Ilatheus, 2 a Monteiro Gregorio & C, 2 s
    J. Christiani, I D. T. Baslos 1 a J. A. Atinjo 4 C.
    4 a lenhard 4 C. Dte tic sel caixas a Monhard
    4 C, I a J Christiani, 1 a Mendes Lobo & C, la
    Adriano Castro & C. rutilara I caixa a Farias 4
    Irmao, 1 a S. e S-4 C, 6 a Almeida 4 Vianna, 3 a
    Samuel R Jobnston. Cartas de trigal 1 caixa a I). P.
    Bastos. Cobre 47 c.unhetes a Samuel P. Johnston,
    Cannos de chumbo 5 f^Ju* a P. Johnston. Chum-
    bo em barra 2 voln'tnes o mesmo. Chales 4 cai-
    xas a ramer, 1 a Adriano Castro & C. Candiei-
    ros 4 caixas a Rocha & C.
    Drogas i volunte ao hospital Portuguez, 2 a
    Ferreira Maa 4 C, 2 a Ferreira 4 C., 1 a Maurer
    4 C, I a Dr. J. da Silva Ramos.
    Eslopa 11, lardos a Ciomqr Neson 4 C, 6 a M.
    Branquet, 5 a Cuaba 4C., 5 qrdfcm, 5 a Ferrei-
    ra & datheks,
    Ferragem 7 rolumes a Alo eida -4 Vianna, 2 a
    *maral Nalme Bobres 4 C. 1 a Basto Oliyeira A C, 14 a Samuel
    P. Johnston, 2 a Cardoso A Irmo, 1 a Vaz Jnior
    A C, 1 ordem, I a Perdigan Oveira 4 C, 9 a
    Shaw H11 ike.s .v C. Fio 3. fardos aS i*. Johns-
    ton 4 C, tu a Johnston l'ater 4 C. Franja 1 cai-
    xa a Parate Vianna .V C. Pearo bruto 60 cha-
    pas, 14 barricas e t caiaas a mane] P. Johnston.
    Farnha de trigo 18(1 barricas ordem. Fumo 2
    caixas a Cunlu 4 Manta.
    Genebra 20 caixas a Francisco
    Liaba 2 caixas a S Leitao 4
    T. Bastos, 2 a Farias 4 Irmao,
    Johnston, 3 a Moreira Halhday.
    a R icna Hastos 4 ('.., 3') a Guimares
    rado, 15 aos consignatarios. Lona I fardo
    tro 4 Filho.
    Manteiga 16 harris aTheodoro Christansen, 25
    a Carvalho ,\- Martins, 45 ordem, 12 a Tasso
    Irme 4 C, 23 a Palmejra, 10 a Prisco Barbosa,
    10 a Barros Jnior '4 C., 100 aos consignatarios,
    23 ao bario de llemlica, 8 a J. Azevedo, 30 e 14
    caixa* a Maga|!iaus 4 Irmo, 12 caixas a Guima-
    res reira da unha 4 Irmao, 6 a Costa 4 Irmao, 3;
    a Correa Bnaga. Miudezas 4 caixas a D. T. Bas-
    tos, 2 a Farias 4 Irman, I a Duarte 4 Irmos, 1 a
    Sonta S 4 C, 2.a Basto Oveira 4 C. Mercado-
    rias diversas 3 volumes a Barroca 4 Filhos, I a
    Christiani, I ordem, 1 a Fana 4. Irmo, 1 a J.
    amos, i a Otto Robres, 21 a Samuel P. Jobnston.
    Machinas de costura 1 caixa a D. T. Bastos. Ma-
    c mismo 12 volumes ordem, 8 a Cardoso A Ir-
    mao.
    Oleo 2 barris a S. Ramos, 10 a Caoba 4 Manta,
    1 ao hespital Portuguez. Objerlos de esgoto 3 vo-
    lumes a Drainage. bjectos de giz 2 volumes a
    Simpson 4 C.
    Papel 3 caixas a Walf edo 4 Souza, I a Santos
    Agolar, I a Pereira Sinioes \ C, 3 a Bastos O-
    veira A C. Dito de cigarro 10 caixas a Lebre &
    Reis. Presunto 3 caixas a Moreira 11 illiday, 3 a
    Correa Braga, 6 a Braga 4 Son. Piano 1 a Preal-
    le. Pecas de lou.a 2 gijos ordem Panno I cai-
    xa a J. A. Araujo t C, i a J. Almeida.
    Queijos 2 caixas ordem.
    Relogio 2 caixas a Samuel P. Johnston. Rodas
    2 volumes a Almeida A Vianna. Renda I caixa
    a Rodrigues 4 Guimares, I a Farias & C, 1 a Car-
    Miro 4 Xogncira.
    Salpetre 10 barr a Samuel P. Johnston. Soda
    50 dito a Antonio J. Vaseoncellos. Sellas 3 caixas
    a Moreira Halliday, 3 a Mills Lat'iam 4 C, 2 a O.
    P. Wild & C. Sabio I caixa ordem Saceos
    va.-ios 1 fardo a Henry Foi sler 4 C.
    Tfflbos de ferro 3 volumes a Moura Rohm. Toa-
    Ihas 3 caixas a Goncalves Ferreira, 1 a Phipps
    Brothers 4 C, 2 a Carneiro 4 Nogneira. Tinta 1 cai-
    xa a Simpson 4 C. Tecidos diversos i volume a F-
    lix de Cantaliee, 2 a Sat* Stanv, 32 a Siqueira 4
    a Pereira de Mello 4 C, 9 a Lopes. Machado, 7 a
    Burle'A (1,21 a Adriano Castro 4 C. 1 a-Rodri-
    gos 4 Guimares, 14 a Carneiro & Nogueira, 13
    a Gonijalves Ferreira, 28 a Ferreira 4 Matheus, 4
    Okcll Blindas, 3 a Tliomaz Jefferies, (0 a Barroca
    * Filhos, 70 a Alcoforado Vieira 4 C, 6 a Perdi-
    gan Oveira & C, 9 a Monteiro Gregorio 4 C, 21
    a Li iden Weidma A C, 8 aos consignatarios, 3 a j
    Johnston Paler 4 C, C a Damson Howe & C, 74 a
    Simpson 4 C, 82 a Phpns Brothers 4 C, 19 a
    Braga Son, 10 W. Wiai, la Silva Nevos, 27 a D.
    P. Wild 4 C. 13 a Monhard Meltler 4 C, 2 a Pin-
    to da Silva & Cascao, 80 a Mills Latharn 4 C, 5 a
    Bastos A silva. a Oveira Sobrinho, 2 a Rabe
    Scliameteau 4 C 1 a Vaz Jnior A C, 16 a Gon-
    calves 4 Irmo, t7 a Rodrigues 4 Guimares, 1 a
    Mendes Lobo 4 C, 1 a Basto Oveira A C, II a
    Magalhes A Branquet, 21 a Cunha A. C, 166 a
    Cramer Frey 4 C, 73 a Keller AC, 18 aMesqulta
    Cardoso.
    Vallas 300 caixas a F. Guedes do Araujo, 100
    a M. J. Alvos, 100 .i Fonseca A Successores, 10 a
    Rabello A C, 1 a C. Doy le. Vinho 1/4 a Samuel
    P. Jobnston.
    Zinco 10 caixas a Ferreira AC.
    RF.CEKEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
    RAES DE PERNAMBUCO
    ikndittientodo.dia i a 28. 63:373*620
    dem do dia. S9...... 1:267*630
    dem T F, ir. ftd \fS: 1 bffrW? finV'tf Li-
    verpool ua barca iilgieza Mtujri'Jit, de-r.fi regada
    em 17 de abril de 1872, ignorado a conjlgiia\;uo.
    dem J G contra marca K, n. "') 1/2. 1 difc,
    dem dem dem.
    dem G 4 A. n. 50 1/2. 1 dita viuda de Liver-
    pool u patacho inglez Mu y Blok, descarregad/
    em 16 de mar de 1872. iiioja-se a consignatao
    dem Cunha 4 Irmfo, s vinda do Porto n br/gno portajuex Ti-iumplfo,
    descirregad em 2l de (tuth de 1872 e consigna-
    da a Cunha 4 Irma-.
    dem U M, i). 5. 1 dita dem dem em 2 de ju-
    lho de 1872 e consignada a Jos Joaquim da Cos i
    M ia.
    'Si P I,.D-- 7> l7' ll e l caixas *Wa"
    h Porto na brigue p, descairfia-
    das em 8 ae u)no de "T. e
    A Irmo
    consignadas a Perei-
    CONSLAOO PROVINCIAL
    iieudimeuto do da 1 a 28
    dem do dia 29. .
    131:758*951
    1:315*371
    13.1.074*323
    _ RECIFE DRAINAGE.
    neiidiinento do dia'28. .
    dem do da 29. ." .
    -
    ttiWMENTo do mn
    Navios entrados no dia 20.
    Liverpool por Lisboa20 dias. sendo do
    ultimo porto 14, vapor inglez afonde,
    ile 678 toneladas, commandante Owen
    Williams, equipsgem 28, carga fazeodas
    e outros gneros ; a Siundei-s Brothers
    Rio de Janeiro e BabiaS dias, vapor inglez
    liqyiie, de 2,085 toneladas, commandante
    Hetks, qaipagom 116,* carga varios go-
    noros ; a Admanson Howie di; C.
    Babia0 dias, barca brasileira Aurora, de
    276 toneladas, capito Jos Rodrigues
    Couco, oquipagem 9, eoi lastro ; a Fran-
    cisco Ribeiro Pinto Guimares.
    Navios sahidos no mesmo dia.
    LiverpoolBarca ingleza Starbeam, capito
    Brown, carga algodo.
    louthampton e portos intermediosVapor
    inglez Boyne, commandante Rceks, carga
    a mesma que trouxe dos portos do
    sul.
    BITM*.
    Es, 1 a Paiva Ferreira,, a rio 1
    bo A C, 1 a S. Maja.
    Droga 1 caixa a, Kncica.A succ
    la
    Silva
    essoos, 2 a
    Ramos. Doce
    Silva Farias, i a Caors,
    1 caixa ao, mesmo.
    Hervaa mexhemaes 3 (aros o a barrica a Silra^
    Farias, i,a Karnwaa MaU C, 3a,(aoc.
    Fejao em latas 5 cajxas a.Sar#s j0 Amaral
    Funds 1; caixa a. J. Gui&erme Guinjaraes.
    oh>PA. 1103 DE EXPORTA COA NO DI \ 28 DE
    JULHO DE 1871.
    Para os portas do exterior
    No vapor ingle Berjird, para Liverpool,
    earregaraiii : H. Schmmcitou A '". 30t saccas com
    22,1'tii kilos de algodfsi ; G. Neesen 4 C. 120 far-
    dos com 21,969 ditos ile dito ; P. Carueiro 4 C. 121
    saccas com 9,'k3o- ditos de dito ; J. 5. Lovo i Filho
    211 ditas com 15,667 ditos de dito ; S. Brothers 4
    C. 15,fardos com 2,9^1 ditos de dito ; R. Schm-
    nu-ltau 4 C 138 saecos com i0,350 Jeitos de as-
    sucar masc.a vado.
    No navio allemo Vonna, para Liverpool,
    carr?gou : L. J. S. Guimares 3 K) saceos com
    15,000 kilos de assucar mascavado.
    ?N^.palhaii.Hupoi'iuguei .Voeo .S. Lowtfico,
    para a tilia do S. Miguel, carregou: A. de Souza
    Reg 1 barrica com 116 kles de assucar masca-
    ndo.
    Para os portos do inpnor..
    Para, o Rio Grande,do Sul," no navio brasilei-
    ro Amelia, earregaram : Dvrvalho 4 Nogueira 33
    pipas cora. 16J00 litros de^guardente.
    Pata o Ccar, no vapor nacional. Ipojura,
    naja; j. Br,uno 30barricas.com 1,998-1(9
    la issticar rellnado ; J. F. Santos Bastos li '
    jduas com 958 1|2 ditos de dito ; B,-Oveira 10 ditas com-638 ditos do dito; M,^. de; Sennft
    20 ditis com t,'i'L,tlitos de dito hritpo. Par^ o
    d./^Bfc defarwlho 6 barrica^-aofi _6|6
    O Dr. Jos Domingues da Silva, juiz. substituto e
    do commercio ua comarca de Olinda, por S.
    M. Imperador, que Deus guarde etc.
    Faco saber aos credores incertos do executado
    Clemente Antonio da Silva Araujo, que a roque-
    rimento do exequeote Jos Alves Fernandes, llca
    marcado o prazo de 10 dias de conformidade com
    o ul. 517 do decreto n. 737 de 2o de novembro
    de 1830, para poderem requerer a sua oreferen-
    ca no produeto da venda do mesmo exeeutado,
    sob pena de se passar mandado de levantamento
    ao dito exequente.
    E para constar se passou o presente edital que
    ser afflxado no lugar do costume, c publicado
    pela imprensa.
    Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos 21
    de julho de 18T3.
    Eu, Joaquim Hermillo Candido das Chagas. es-
    criv.ao do commercio osubscrevi.
    Olinda, 2i de julho de 187.3. Jos Domingues
    da ilva. .
    O escrivao,
    Joaquim Hermillo Candido das Chagas.
    O Dr. Jos Domingues da Silva, juiz substituto e
    do commercio da comarca de Oliqda, por S. M"
    I. e C, que Deus guarde etc.
    Fago saber aos credores ineertos do executado
    Clemente Antonio da Silva Araujo, que a reque-
    rimento do exequente, Carlos Alves Barbosa, lic.i
    marcado o prazo de 10 dias de conformidado com
    o artigo 3i7 do decreto n. 737 de 25 de novem-
    bro de 1850, para poderem requerer a sua pre-
    ferencia, no producto da venda do mesmo exe-
    cutado, sob pena de se passar mandado de levan-
    lamento ao dito exequente.
    E para constar se passon o presente edital, que
    ser aflixado no lugar do co.-lume e publicado
    pela imprensa.
    Dado c pulsado nesta cidade de Olinda, aos 24
    de julho de 1873.
    Eu, Joaquim Hermillo Candido das Chagas, es-
    crivao ilo commercio o subscrevi.
    Olinda, 2't de julho de 1873. Jos Domingues
    da Silva.
    O escrivao,
    ________Joaquim Hermillo Candido das Chagas
    -- O Ill Sr. inspector desta thesouraria man-
    da fazer publico, que segundo a ordem do Exm.
    Sr. presidente da provincia, e intida em oBcio de
    19 do correnle, sob n. 78, est em hasta publica
    para ser contratado com quem por menos fizer, o
    fornecimento das pecas de fardamento necessarias
    aos guardas da companhia de polica, a saber :
    111 bonets.
    111.blusas de panno fino azul.
    111 calcas de pann) fino azul.
    222 blusas de brim pardo.
    222 calcas -fe brim pardo.
    222 camisas de algodozinho.
    333 pares desapatos.
    Aspessoas, pois que a elle se quzerem propor,
    deverao comparecer nesta reparti^o pelas 11 ho-
    ras da manh do dia % de setembro, prximo vin
    douro, acompanhadas das amostras das fazendas e
    mais bjectos que tivcrem de rer empregados no
    supradito fornecimento.
    E para que rhegue ao conhecimento de quem
    possa interessar, se mandou afllxr o presente nos
    lugares mais pblicos desta capital, e publicar
    pela imprensa,
    Secretaria da thesouraria provincial do Bio
    Grande do Norte, 21 de julho de 1873.
    0 offlcial
    Joao Ferreira Nobre Jnior.
    Alfindega de Pernaubaco.
    Edital com prazo de 30 dius=N. 16.
    Pela inspectora da alfandega de Pernambuco se
    faz publico, iu.' achando-se as mercaduras cou-
    das nos volumes abaixo nieueionados. no caso de
    serem arrematadas para consumo, nos termos do
    cap. 6.* do tit. 3. do rouilainento de.19 de siem-
    bro de 1860, os seus donas ou consignatarios de-
    venid despacha-las no prazo de 30 dias son pena
    ,de lindo elle, serem vendidas por sua conta, sem
    que lhes fique competindo allegar contra os effei-
    los desta venda :
    Armaztm n. 2.
    Marca J G S, sem numero. 3 barricas vindas do
    Porto na barca poriugueza Social, descarregada
    em 24 de julho de 1871, consigaadaa a Thoni Jos
    dos Santos Calado.
    dem dous tringulos corlando-se e P no centro,
    n. 94. 1 farlo viudo de Liverpool no vapor inglez
    Jurist, descarrogdo em 14 do fevereiro de 1872 e
    consignado a Silva A Cardoso.
    dem i A A A C. n. 1 096. 1 caixa dem, dem,
    consignada a J. A de Araujo 4 C.
    dem quadrilongo B 4 S, n. 581. i dita vinda
    de Liverpool no vapor inlez Gladiator, descarre-
    gada em 19 de marco de, 1872 e consignada a Lia-
    tos 4 Silva.
    dem idem, u. 58. 1 dita, idem, idem, em 21
    idom idem.
    Mem B A S, sem numero. 1 dita vinda do Porto
    na barca portngueza Social, descar,regada em 8
    de abril do 1873 o consignada a Bastos dem triangulo P J no centro, n. 5o._ 1 fardo
    indo de Liverpool no vapor inglez StuJent, des-
    carreado em 12 de abril do 1872 e consignado a
    1 caixa vinda do Porto
    triMnada, A. OUw*MC^>*tae p.^>.lohston A C.
    omOii ditos de dito branco, 1$; barr com Hem A sera numero.
    htcosoe-auaroento. VA ^^ nortugueza Social, descarregada em 17
    "v de abril de 1872 o consgnala ordeav
    l.A>ATA;ia t* ALPANDRiJA Mem J R F, som numero. caixa, idemidejiu
    meuto j dia 1 tffi 16:534-/277 le consignada aIfro Castro. Soares.
    'm
    dem J C L, n 8/0. aa-aixas, Idem Mem, I tve
    Mana Cordeiro Lima.
    >v dem S C, n. 4,368. l dita vinda de Liverpool
    no vapor inglez flaiUa'tr, d'scrreg*a em 7 de
    jullio de 1872 e consignad;, a A. C. S. Peixotov :
    dem fu A S, ns. i,W a .;80, 2,885, 1391.
    2,397, 2,4001 2,403, 2,39 o 2.396. 30 dilas vindas
    de Liverpool m vapor inglerlrti/; descarrega-
    da* em 9 de setembro de 1872 e consignadas a -
    ----------------reir Vianna A C.
    64.643*250 Uem L 4 G contra marca,'n; 48. 1 dita, idem
    idem, a Lemos A Guerineau.
    dem i|nadiilougo BAp. no centn N ao lado,
    ns. 6 e 7. 2 ditas, idem Mem, a -Basta* A Silva.
    dem B 4 S, ns. 34, ll,7? idem, em 10 idem idem. '
    dem Mello, ns. 422 o .100. 2" ditas; idirr id^in.
    a Pereira de Mello 4 C.
    dem qnadro B A S n.....-ntro, nt. 96 e Ki 2
    5391016 ditas detn idem a Baslos & Silva ^
    289/648 dem B4 S contra mar ja O, n 16'J. rlita,
    idem em 11 idem dem
    822/664 dem Lemos. ns 28 e 29. 2 dilas, idem idem a
    Lemos 4 Guerinean.
    dem L 4 G contramarca A Fj- n. 43. 1 dita,
    idein dem.
    dem quadro B 4 S no entra, ns. 93, 94 e 95.
    3 ditas, idem idem, a Bastos 4 .-ilva.
    dem quadrilongo B S dos la los e no centro, ns.
    '.01 a 103. 3 ditas, idem idem.
    dem quadrilongo l( i S N no lado, n. 5. 1 dita,
    idem idem.
    dem C i' contra marea P, n. I. i barrica, idem
    12 idem. ignorase a consigna 5o.
    dem quadro 1! S dos la lis e no centro, n. 100!
    I caixa idem idem a Bastos k Silva.
    dem 1) a S, us. 6 e 60. 2 ditas, idem idem
    idem.
    dem B 4 S cintra marca O. ns. 157 e 158. 2
    ditas idem idem idem.
    dem L A G contra marca A F, ns. 41, 42 e 44.
    3 ditas idem dem a Lentos A Guerineau.
    dem quadrilongo II s B, sem numero. 1 laia
    vasia, idem idem, Compauhia do Trilhos Urba-
    nos do Becife a Caxang.
    dem j M II, sem numero. I caixa vinda de Li-
    verpool no vapor inglez Gladiator, descarregada
    em 11 de outubro de 1872 e consignada aloo
    Martins de Barros, Filhos A C.
    dem B. A S contra marca O, n. 190. 1 diia
    vinda de Liverpool no vapor inglez Gassendi, des-
    carregada em 18 dem c-consignada a Bastos 4
    Silva.
    Idem B B, n. 171. 1 dita, idem idem a Lemos
    4 Guerineau.
    Idem V S B contra marca M, ns 178, 175 e 177.
    3 ditas, idem idem a V. Silva Barroca,
    dem C L G n. 841. 1 dita, dem idem, a Lemos
    4 Guerineau.
    Idem triangulo C J & C no centro centra marca
    C P n. 372. I dita, idem idem a Costa limaos dem triangulo C J 4 C to centro, n. 1. 1 dita,
    dem idem em 19 idem idem.
    dem triangulo C J A no centro contra marca
    P n. 376. 1 dita, ideai idem idem.
    II ni C L G, ns. 850 e 841 2 ditas, idem dem a
    Lemos a Guerineau.
    Idem V s B contra marca M, ns. 184, 183 e 176
    3 dilas, idem idem a V S Ba.-roca.
    dem dous diamantes L G no centro, ns. 29, 30
    c 34. 3 ditas, idem idem a Lemos 4 Guerineau.
    Idem triangulo CJ & C no centro,contra marca
    P n. 370. 1 dita, ideo) idem em 21 idem, a Costa
    Irmos A C,
    dem B 4 S contra marca O, ns. 187 a 189. 3
    ditas, idem idem a Baslos e Silva.
    dem S A S, contra Dttioa L G n?. 13 14. 2
    ditas, idem idem, a Lemos Guerineau.
    dem Lemos, ns. 46. 1 dita, idem idem idem.
    dem Mello, us. 52i a i. 5 fardos, idem idem,
    a Pereira de Mello A C,
    dem L A G contra marca A L n. 56. i caixa
    idem idem, a Lemos 4 Guei ineau.
    dem quadro DAS no centro, ns. 180, 1H,
    186 e 187, 4 ditas idem idem em 22 idem, a Bastos
    A Silva.
    dem Lemos ns. 47 a 50 4 ditas, idem idem
    idem a Lemos 4 Guerineau.
    dem triangulo C J 4 C no centro, contra mar-
    ca P n. 374. 1 dita dem idem a Cosa Irmos
    A C.
    dem triangulo A no cenlio, n. 845. 1 dita, idem
    idem a J. A. de Araujo 4 C.
    dem L 4 G contra-marca A F, n. 66. 1 dita
    idem idem a Lemos 4 Guerineau.
    dem FlUSns 2,8(> i 2,878. ID ditas vin-
    das de Liverpool no vapor inglez Olinda, desean e-
    gadas em 8 de novembro do i872 e coa.-igaadas.-i
    Pereira Vianna A C.
    dem A P S, sem numero. I dita vinda de Lis-
    boa no brigue nartuguez Onareucaj. descarregada
    em 9 de novembro du 1871 e cousignada a An-
    tonio dos Santos Pinto.
    Idem J F I! ns. 1 e 2. 1 dita e I fardo, idem
    dem a J. F. llilt"iioo'.rt.
    Mera J A" F, sem numero. 0 caixas idem idem
    a T. A. Foticeca A C, successores.
    dem idiin, sem numero, 6 ditas, idem idem
    i .'.'ni em 16 idem idem.
    dem V S B contra marca M ns 217 e 218. i
    dilas viudas de Liverpool no vapor inglez Student,
    descrregadas em 26 de noveiiibi o de 1872 e con-
    signadas a A. V. da Silva B.irrroca.
    dem triangulo AC (', contra marca L, ns.
    2U0 e 2JI, 2 ditas, idem idtm e consignadas a A.
    Casi-o 4-C.
    dem dous tringulos cortuido-se B no ceir j.
    n. 3. 1 dita viuda de Liverpool uo vapor inglez
    Jurist, descamisada em 3 do dezembro. de 1872 o
    consignada a F. A. Fonceca .* C., suocessores.
    dem Mana n. 1I6|I17,2 ditas viudas de Liver-
    pool no vapor inglez Gladiator, descrregadas em
    24 de dezembro de 87 e consignada ordem.
    dem dem n. 119(12'. ditas, idem idem
    idem.
    Sem marca. 1 sacco vinda de Liverpool no bri-
    gue inglez Ruth, dflscarfcgado em ^7 de dezembro
    de '873 e consignado a Sini|>son A C.
    Marca Manta, n. 118. I caixa vinda de Liver-
    pool no vapor iaglcz Gladiator, descarregada eai
    31 de dezembro de 1872 e consignada ordem.
    dem quadrilongo L F dos lados B uo ceulio
    n 42 1 dita, ignara-se. ^
    dem quadrilongo S P nc centro n. 20. 1 dita
    dem,
    dem C C S, n. 3. I dita, idem.
    Sem marca e sem numero. 1 dita, idem.
    Uem idem. 1 fardo, dem
    Alfandega de ernaubuco, 17 de julho do
    18/3
    O inspector,
    __________________t't/bio .1. deC. Reis._______
    Alfandega de Pernambuco.
    tiilitnl com |H*azo ilc triiita linu.
    Pela inspectora da alfandega de Pernambuco so
    faz publico que, adiando so as mercadorias comi-
    das nos volumes abaixo mencionados no caso de
    serem arrematadas para consumo, nos termos do
    cap. 6o il<> til. 3. do regulamento da 19 de setem-
    brojle 1860, os seus dono. ou consignatarios de-
    verao despacha-las no prazo de trala dias sob pe-
    na de, (Indo elle, serem. vendidas por sua conta,
    sera que lhes Oque conipelmdo allegar contra os
    effeitos desta venda i
    Artnazejn r. i.
    Marca M F B sem numero 1 barrica vinda do
    New-York no navb Sitanella, descarregada c:i
    8 de junho de 1872 e consignada a S. P. Johns-
    ton A C.
    dem V G contra marca IV n. 30 1|2. 1 dita
    viuda de Liverpool no navio fraocei Felicit, des-
    carregada em 30 de setemb o de 1872 e consig-
    nada a '. Paler ,v C.
    dem V G n. 30. i dita idom idem.
    dem M B M n. 592 i diti vinda do Havre no
    navio france* Jem Baptule, descarregada era 24
    de setembro de 1872 e consignada a il. Pernel.
    Idem V. G contra marca A F n. 5,528. 3 cai-
    xas idem idem e consignadas a Lemos 4 Gueri-
    neau.
    dem idem n. 5,529. 7 d.ias idem idem.
    I lora M B M u, 59 iio'G. i barricas idom Ueai
    em 25 dem a M, Beruel. *
    dem M B M contra maroi T n. 2,351 a'2,533,
    4 caixas idem idem em 26 idjm.
    f



    *!


    ;; Diario dePernambueo Quartt-eira 30 de Julho de 173.
    i
    MeroV G contm mmto ACi. 5,5(9. i di
    i lcni idern a Leines c Guerine**.
    dem quadrilucgo B 4 S no entro 'ti. 1011107.
    4 ditas viudas ie Liverpool no vapor ingiez Gla-
    diator, destarradas em lo d outubrede 1872 c
    Hwiguadas a Bastos 4 Silva.
    Idiui dem o. 171. 1 dita idem le.
    ld idem a Pereh-a de Met 4 C .
    Mein SM M contra mai Ja T n. 3,^83. I dita
    viuda di* Havre na brc francesa km, descar-
    regada em" ce novombro de 1872 e consignada a
    M. Beruet
    dem triaiiguln A no ecntru ns. 813 e 8U. 2
    barricas dem idem a J. A. de Anuyo & C
    Sem marca e sera numero, i dita vinda de
    Liverpool no navio ingiez Anta, descarregada cm
    II de novembro de 1874, gnera-se a eonsig-
    nacj. !
    Marca J A M D n. 79. 1 dita Tinda de Liver-
    pool no navio ingiez John H lltmn, descarregada
    em 16 de novembro de 1872 e consignada a J. A.
    Moreira Das.
    dem idem a. 76. 1 dita idem idem em 23
    idem.
    dem idem n. % e 120. 2 ditas idem idem em
    17 idem.
    dem idero a. 98. 1 dita jdem idem em 7 de
    desembro, idem.
    dem quadrilongo 61 contra marca J. 6. B. no
    centro ns. 02, 96 e 101. 3 eaixas idem idem a J.
    Gerardo de Bastos.
    dem J A M D ns. 51 53, 56, 5, 63 e rtt. 6 di-
    tas idem idem a J. A, Moreira Dias.
    dem idem ns. 69, 83, 85, 7.100, 101 e 1 Id 7
    ditas idem idem em 11, dem.
    dem J SG contra marca F H n. 107. 1 dita
    jinda do Havre no navio trance S. Loui$, descar-
    regada em 14 de dezembro de 1872 e consignada
    a oiu-.in
    Smx marca e sera numera 1 caixa idem idem,
    ignora-se a consignaran.
    Marca J S G coulra marca F B n. 104. i barri-
    ca idem idem em 16 idem, erdein.
    Idem M B M n. 528. 1 dita idem, a Bcrnei.
    dem C G sem numero, 1 caixa vinda do Por-
    to no navio portugus Olindi, decarregada em 10
    de dezembro de 1871 e consignada a Cunha li-
    maos 4 C
    dem triangulo M no centro ns. 35|36. 2 ditas
    dem idem a Rodrigues Irruios 4 C.
    dem J. S. G contra marca F B n. 105. 1 bar-
    rica vinda do Havre no navio francez S. Lou/z, des-
    carregada em 17 dezembro de 187 e consignada
    - ordem.
    Idem idem n. 121. 1 dita dem idem em 28
    idem.
    dem M B M ns. 608, 610, 611, 613, 617, 620,
    622,626, 628, 630, 632, 631, 635 a 37. 2 ditas
    idem idem a Bernel.
    dem J. S. G. coulra marca F R n. 106. I dita
    idem idem em 26 idem, ordem.
    dem M M" n. "20. 1 dita viuda de Liverpool no
    Lrigue ingiez Rosalie, descarregada em 26 de
    dezembro de 1872, ignora-fe a eousgnacao.
    dem diamante 118 em cima, 10 e 12 em baixo
    sem numero. 1 dila idem idem, a Simpson & C.
    dem J A M D. ns. 77 e 78. lOi ( 5.108,109, 114,
    117 o 118. 8 barricas vindas de Liverpool no
    navio ingiez John Xi:ltiam, dcscarregadas em il
    de dezembro de 1872 e Consignadas a J. A. M.
    Das.
    Alfandega de Pemambuco, 25 de nlho de 1873.
    O inspector.
    Fabio A de Cunalho Res.
    We*:J A M D, sem numero, Bf alerta te as,
    indas te Liverpool *m navin B/rthi &rrigtim
    desnrregados em|28 signados a orden.
    dem S flr G, n. 774 *ma etrxa vhrfa de Bor-
    deacx no vapor francez Stnegtl, 'd-.-*carregnda
    m 31 de 1872 o consignada a SHv 4 Cardozo.
    Marca S. L. L, ns. S88a 593. eaixas vindas
    de-Liverpool no Mvo drscarregadas en 28 de oiilubro do 1872 e con- |k)s Santos
    Candida das Ckagas Coelho e Diseiea das Cha-
    gas CtBfhp, has de ViUl das Chaas Coelho.
    Mara Emilia.
    Jnaca Bibetro, !*- de Leandro ose Rinerm.
    arta Igaez de Mello, llllia de loto Bezerrn de
    Mari* Magdalena de Mello, res de Mello.
    Valeriana des Santo, tina de Vlcenie Ferreira
    i; piadas a Si tirit o 4 ir i nao.
    Alfandega de Pernumbnco, 29 lee julho de 1873.
    O inspector
    ______ Fabio A. do-Carreteo Res.____i
    Ediial n. 2,
    Pela inspectora da alfandega so faz scicnto,
    para os elleilos legaes, ao dono dos objectos abai-
    xo declarados, asprehendidos na noute de 2 do
    mez prximo passado aa rampa do Forte do Mat-
    tos, que por decizaa da mesraa inspectora de
    28 do correute IVi jalgada procedente appre-
    hensao dos mesmos bjectos :
    Tres pares de botinas de'Conro.
    Oh/.' carnizas de f anella.
    Duas calcas de panno abantado.
    Tres cintos de Raadla.
    Alfandega de Pernanfbueo, 29 de julho de 1873
    O -inspector,
    Fabio A. de Carvalko Has.
    OECLARACOES.
    CONSULADO PROVINCIAL.
    De ci'formidade com a ordem do Exm. Sr. pre-
    sidente ila provincia de 7 do crrente, transmiti-
    da esta administrai;o por portara do Sr. ins-
    pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
    mez hoje recobida, acha se de novo aberto, at o
    ultimo de agosto vindonro, o recebiment dos d-
    bitos provenientes dos appareihos e annuidades
    pelo servido da Recife Dramage Company, corres-
    pondente ao semestre fndo em junho do anno pr-
    ximo passado, com a mu ha de 6 /
    Pelo presente sao, perianto, avisados os respon-
    s a veis essa contribuirn, alim de que curem de
    satisfaze la as condir^ses doedital desta repartilo
    em malo ultimo publicado, evitando assim a co-
    branca por via judicial.
    Consulado provincial, 16 de jullio de 1873.
    O administrador,
    A. Canteiro Machado Ros.
    praso
    m* -
    Pela iuspeoloria da alfandega de Ternambuco
    se faz publico que, adiando so as mercaderas
    comidas nos olumes abaixo inencionados no ca-o1
    de seren arre'i aladas para consumo us termos
    do capitulo 6." do titulo 3 do regulamento ce 19
    de setembro de 18G0, os seus donos ou consigna-
    tarios deverao despchalas no prazo de 30 dias
    sob peua de, (ludo elle, serem vendidas por sua
    conla, sem que Ibes lique competindo allegar
    contra os elleilos desta venda:
    Armazem n. 6.
    Marca J A M n. 1424. 1 caixa viuda de Sou-
    tbampton no vapor ingiez Neva descarregada, em
    26 de agosto de 1872 e consignada a J. A. Araujo
    A C.
    Idem 11 B M n. 206. 1 dita idem idem, a Lo-
    mos 4 C.
    Idim idem n. 207. 1 dita idem idem.
    dem C G 4 C. e L P & n. 24. 1 dita vinda de
    Bordeaux no vapor francez Gir nde, descarregada
    em 9 de setembro de 1872 e consignada a Carvalho
    Guimares A C.
    dem diamante B S ns. 147 a 150. 4 fardos
    viudos de Soulhampton no vapor ingles Boyne,
    descirregados em 26 de setembro d 187 e con-
    signados a Bastos i\ C
    dem idem n. 140. i caixa idem idem.
    dem B 4 S n. 141 e 143. 2 ditas vindas de
    Bordeaux no vapor francez Senetjat, descarriladas
    em 10 de oulubi de 1872 c consignadas a Bastos
    4 Silva.
    dem J S H ns. 1 a 5. o carris idem idem, a Jos
    da Silva Nares.
    Idem J S Camodo A C. D. 518. i dila viuda de
    Soutliampt 'ii no vapor ingla Honro, descaregada
    em 2o de outuiiro de 172 e consignada a J. S.
    Carneiroda Cunha.
    dem R R n. i'J6. I dita idem idem no vapor in-
    giez Neva, descarregada em 25 de novembro de
    1872 a consignada a Lemos & Guerineau.
    dem C H n. 5889. 1 dita idem idem a Bastos 4
    Silva,
    dem idem n. 5S9. 1 dita idem idem.
    dem B S 4 O n. 206 I uta idem idem.
    Uem idem ns 203, 04 e 205. fardos idem
    idem.
    dem triangulo A C 4 C. ns. 1170 e 1171. 2 di-
    ta? idem idem, a Adriano 4 C.
    dem J P. & C. n. 50o. 1 dita idem idem, a J.
    l'ater C.
    dem C CS F n 9. I din dem idem, a Castro
    &C.
    dem II P B A L n 65. 1 dila vinda de Bor-
    deaux no vapor Rio Grande descarregada, em 9
    de dezembro de 1872 c consignada a F. G. de Oli-
    ve! a Sbrinho.
    Idem W A S n. 61. 1 dita idem idem, a Wal-
    trido A Sonsa.
    idem A 4 M A F n. 3?. I dit.-. idem idem, a
    Aniaral <* Molla.
    dem Dias L D M n. 1155. 1 dila idem idem, a
    J. A. Moreira Dias,
    dem D L n. 5. 30 ditas a Pedro Maury.
    dem idem n. 8. 50 ditas idem idem idem.
    Idem K T R ns. 1 e 2. 2 ditas idem idem a E.
    Turpin.
    dem S A M em numero. 1 dita idem idem,
    ignora-se a contignayao.
    dem mi C. b 2686. I dila vinda de Sou-
    lhampton rio vapor ingiez toijii', descarregada
    em 26 de dezembro de 1872, consignada a Mello
    4 C.
    Idem J A A'C n. 1637. 1 dita idem idem, a
    Araujo di C.
    dem P B n. 33. I ernbi uliio idem idem a L. A.
    Siqueira.
    Idem triangulo ti A S n. 163. 1 caixa vinda de
    Sotttnamptoa no vapor ingiez Boyne, descarregada
    em 20 de setembro de 1872 e consignada a Bastos
    A Silva.
    dem M H n. 29G Urna dita vinda de Bordeaux
    no vapor francez damlite, descarregada em 7 de
    novembro de 1872, e consignada a Monliard Meller
    &G
    dem W O S n. 63. Urna dita vinda de Bordeaux
    ho vapor francez Rio Grande, descarregada em 9
    de dezembro de 1872, e .cottsignada a Walfredo 4
    Souza.
    Mandega, 19 de julho de 1873.
    O inspector,
    Fabio A. de Carva/ho Res.
    no
    BEBERIBE
    A directuria da companhia vai substituir
    as 20 a|lililes do ns. 9,481 a 9,465,
    9,506 a 9,510, pertencentes ao Sr. Joaquim
    Paulo Guadas Alcoforado, as quaes foram
    deser.oaininhadas do poder do seu procura-
    dor o Sr. Candido Guedes Alcoforado.
    l'scriptorio da companhia do Bebcribe,
    28 de julho de 1873.
    O secretario,
    Luiz ManoelRodrigues Valetta.
    Pela secretaria da presi leneia se faz constar
    a quem intoressar possa que nesta data sao re-
    inettidos thesouraria de fazenda os ttulos pelos
    quaes foram Horneados: Officiaes da ordem da
    Rosa os Drs. loo Jos Pinto Jnior c Luiz Cor-
    ra de Queircz Barros, e cavalleiros da mesma or-
    dem os Drs. Augnsto Carnciro Monteirn da Silva
    Santos, Judo Diniz Ribeiro da Cunha e Ezequiel
    Franco de S, bem como Vicente de Moraes Mel-
    lo e o teneiite do corpo de polica Joao Pires Fer-
    reira, afim de, pagos os dvldos direitos e presta-
    do o juramento do estylo, serem entregues a quem
    se mostrar competentemente autorisado.
    Secretaria da presidencia de Pemambuco, 28
    de julho de 1873.
    O secretario interino,
    Adolpho Lamenha Lias.
    Pagamento de dividendo.
    Eoducia.
    1-Xippa.
    Thereza dus Santas Torre*, iMha dp Jos dos lan-
    ios Ter es. '
    Pe.igHrtina, prolegda de "Mara Hermenegda
    Machado. ..
    Snpbia Mara da t^n.^iein, xpusta.
    Mara da Paisao Siqueira, liltia de Ha\ mundo
    los de Siqueira.
    Secretaria da santa casa da misericordia do Be-
    cife, 27 de unho de 1873.
    O escri vo
    Pedro Hadrignet de Sotan.
    . *
    Santo Antonio
    EMPREZA VICENTE
    Quarta-feira 30 de julho.
    Ewpecttacwio eisa beneflcio da
    festa de H. 8. do Rosarle,
    ua igreja da Madre
    de Beun.
    Pro^ramma.
    Representar-se-ha o importante e maito apre-
    ciado drama-vaudeville em 4 actos :
    A SMM
    (Msica do suaeslro Moronha)
    Terminar o espectculo com a jocosa comedia
    em 1 aeto :
    0 CHOLERA -MORBOS
    V
    0
    ilI|HtV li IIIMIHC.
    Principiar s 8 1|2 horas.
    O resto dos bilhetes eslar disposi.ao do pu-
    blico no lugar do eostnme, no da do espect-
    culo:
    Aviso.
    Em ura dos interrallos urna commissao ir aes
    camarotes receber sua importancia c dar o devido
    agradecimento s pessoas que se dignaram acei-
    tar bilhetes.
    theItro
    Paga-seo 39/
    dividendo
    das aeros do
    Banco do Brasil, inscriptas nesta extincta
    caixa, razio de 80000 por aoffto : ra
    do Vigario n. 1.
    Caixa Filial do Banco do Bra il, em Per-
    nambuco, era liquidadlo, 29 de julho de
    1SJ3.
    Antonio Jos Leal liis.
    a
    Perante o juiz de paz da freguezia Ja Boa-Vista,
    e depois da audieueia do mesmo, pelas i horas da
    tarde de buje, iro praoa para serem arremata-
    das diversas catiras (bicho) appreliendidas pelo
    Oscal di mesma GreKUezia.
    Erlital n. 27.
    Obras militares.
    A' 3n do corrente ser levada hasta publica a
    exeoucao das caladuras, pinturas e eoncertoj da
    fortaleza doBrum,na ui|i rlancia de 1:2913010, e
    do quartel das Cinro-Foutns, na imprtanla de
    2:887*980.
    Os pretendentes a estes servicos aprescatem na-
    quelle. dia s 12 hor;is da manda, na repartir')
    das obras publica?, onde encontrarn de-de j os
    respectivos oreaioontos, Mas proposias em carta
    fechada.
    0 engenheiro,
    Cbryssolto F. de Castro Chaves.
    w
    ESPI\]C\ & PEDANTE
    Oiiarla-f'ira 30 de julh
    Quarta representacao do grande e inmensamen-
    te aoplaudido drama em 4 aetot e 1 prologa :
    JOCELIN
    OU 0
    Klarinheiro da arlinim.
    Terminar o espectculo pnm a muto chistosa
    seena cmica ornada de msica representada polo
    actor Penante :
    Amanha vou pedi-la
    A's 8 l|2 horas.
    Prepara-se para a prxima semana o esplendi-
    do e meritoso drama:
    Cabo Siinao.
    i^ms (WAftfTHtfOS
    Santa Casa de Misericordia
    do Recife.
    Peante a jun'a administrativa desta santa casa
    vai praca na sala das suas sessoes, pelas 3 horas
    da tarde do dia 7 de agosto, pela renda annual de
    l:200, .. propriedad liiia do Nogueira, perteu-
    cente aos estabeloeimentos de caridade seu car-
    go, a qual tem 1,0'3 ps de oqueiros de produc-
    ido, casa de vivenda, viveiro de peixe e muitos
    terrenos para plantadles. Os licitantes deverao
    apresenlarse munidos de cartas de fianca de pes-
    soas abonadas.
    Secretaria da santa casa de misericordia d
    Recife, 2 i de julho de lf<7).
    O esorivo.
    Pedro Bodrgues de Souza.
    Pela inspectora da alfandega de Pemambuco
    Ise faz publico que, aohando s.i as mercaduras
    contidas nos volnmes abaixo mencionados no ca-
    lo de serem arrematadas para consumo, nos ter-
    jios do cap. I>. do lit. 3." do regulamento de 19
    le setembro de 186", os seus donos ou consigna'
    arios deverao despacha-las no praso de 30 dias.
    : b per>a de, lindo elle, serem vendidas por sua
    nia, spm que Ihes flqne competindo allegar con-
    l ra os effetos du.-ta ven la :
    Armazem 7.
    Marea C L. sem numero. Duas eaixas vinJas
    do Porto, no navio x.rtuguez Socaf, descarrega-
    da* .;m 28 de novembro de 187!, e consignadas a
    Camino 4 Noguein.
    dem J C t, dem. Duas ditas idem idem, 29
    flem, a J. M. Cordeirn Lima.
    dem VGA P, idem. 18 ditas vindas do Havre
    io navio francez Jenn Riplitte, descarregadas em
    .7 de setembro de 1872 e consignadas a Lemo9
    Guereau
    dem J L M A C e J R M, n. 10O. 1 dita vinda
    e Hamburgo no navio Allemao Alberto, desear
    recada era 27 de setembro de 1872, a i. L. Ma
    had d C.
    SA.NTA CASA UA MISlUlXlilDU DO
    RECIFE.
    A Hlma. junta administrativa da -anta casa da
    \ iseyc-ordia do Becife, manda fazer publico que
    na sala de suas sessoes, no dia 31 de julho, pelas
    t horaa da tarde, tem de ser arrematadas a quem
    mais vantagns otrercoer, pelo tempo de um a
    Ir s anuos, .-s rendas dos predios em seguida
    declarados.
    ESTABELECI 'ENTOS DE CARIDADE
    IIua larga do Bosaro.
    Terociro andar n. 2i......252/000
    Ra das Calcadas.
    Casa tem* n. 30...... 220400o
    PATB1MONIO DOS OHPHaOP.
    Ba de Gervazio Pifes.
    Casa terrea n. 2 ...... 1361000
    una das Cinco Pontas.
    Casa terrea n. 94.......3001000
    Ba da Semala-velha.
    Casa terrea n. 16...... 209OOfl
    Becco das Boias. ,
    Sobrado n. 18......4211000
    Ba da Cruz.
    sobrado n. 14....... 1:400*000
    Ra do S. Jorge (Pilar)
    Casa terrea n. 103 ; 2060iKi
    Os pretendentes de ver o apresenar no acto da
    arrematarn as snas lianzas, ou comparecerem
    aooi panhados dos respectivos dadores, devendo
    pagar alem da renda, o piemio da quautia em
    que for seguro o predio qtio contiver eslabeleo-
    iieiim commercial, asim como o servirn da lim-
    peza e presos dos appareihos.
    Secretaria da Delta casa da misericordia do Be-
    ife, 21 dejmnho de 1873.
    O escrivo
    Pedro Rodrigues de Souza.
    Santa casa da misericordia
    do Recife.
    Pela secretaria da santa casa da mi-erieordia do
    Recife sao convidados os prenles das edircandas
    do coegio das orphas em seguida declaradas, as
    quaes ja completaram a sua educagao, para que
    requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
    Companhia aerieana e brasileira
    de paqaeies a vap r.
    At o dia de agosto esperado dos porlos
    do sul o vapor americano Ontario, commandante
    Slooum, o gual depois da denura do coslunie
    seguir para os portos do aorta.
    Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
    Henry Portier A C, ra .lo eommerein n. 8
    COMPANHIA PLKNAMBl'CA.NA
    DE
    \v<;a<-.ls c 'AKAHYBA, .NATAL, MACAO, MOSSOKO', ARACx
    TY, CEAHA, ACARAC'.
    O vapor Igojuca
    commandante Moura
    seguir para os por-
    tos cima no dia 31
    do corrente, s 6' ho
    ras da tarde.
    Recebe carga at o dia 29, encomiendas, at
    ;<0, pastageus e dinheiro a frete at as 2 horas da
    tarde do dia da sabida : escrlptorio ::u Forie do
    Mattos % 12.
    Para Lisboa
    pretende sognircom ponca demora a escuna aor-
    lugui'za Chrutiq, de 1- clase, capitn Loureiro,
    por tor a m*iur j.iHe de seu carr. gamento enga-
    jado; e para o resto que lito falla trata-se cum os
    en usitmatanos Joaquim los Goealves Beltro A
    Fihioj ra do ^nmiercio n 5.
    -----:--------------.----------,----.--------------:-------1
    racilic SIcjiim SatglLi Companj
    sLlnlia quincenal
    o paquete
    esliera se dos portos do snl at ao dia 1." do pro-
    simo mes de agosto, e depois da demora do cos-
    tuine, seguir para Liverpool, via Lisboa e Bor-
    deaux, para uujos portos receber passageiro
    e car a.
    Os agentes Wiisoa Rowe 4 C, ra do Commer-
    cm> n. 14.
    COMPAWnLLiAHCA MARTIMA
    POIITUENSE
    LISBOA E PORTO
    A barca Vencedora, capitao Oliveira. segu va
    gem por todo o mez de agosto.
    Recebe carga e passageros : a trattr com o
    consignatario Tito Lirio Soares, ra do Vigario
    n. 17.
    0
    Rio-Grande do Sul.
    Recebe carga a frete mdico o patacho brasilei
    ro Bem/tca : a tratar com Balthar Oliveira tfe C
    Pacific Steam !\avigali I.inlia quinzcnal
    0 PAQUETE
    espera-se da Europa at o dia 3 de agosto, e,
    depois da demora do costume seguir para o sul
    do Imperio, Rio da Prala e costa do Pacifico, para
    onde receber passageros, encommendase dinhei-
    ro a frete.
    Os agentes Wilson Rowe & C, ra do Commer-
    cio n. 14.
    LEILOES.
    Leilao
    DE
    movis, louijas, virlros, 1 caixa com choco-
    late, machinas para costura.
    Hoje
    A'S 11 HORAS DAMANHA
    O preposto do agente Pestaa, f.ira leiao por
    conta e risco de quem perlencer, de urna inobilia
    de faia com lampos de pedra, urna dila de junco,
    um toillet de mogno, um piano rio Jacaranda, mar-
    quezoes, marquezas, camas Irancezas para casal,
    camas de ferro, guardas-loucas, guardas-roupas,
    commoda, carteiras, secretaras, espelhos, candie-
    ros a gas, qtudros, cadeiras de balanco, um par
    de venesianas, e nutros mnitos objectos avulsos.
    No armazem da ra d>i vigario n. 11, as II ho-
    ras do dia cima dito.
    LEILAO
    DE
    A\IA
    DE
    NAVEGACAO BAHNA
    Para Macelo, Pcucdo, Aracaj
    e Baha.
    E' esperado dos por^de^thiuo dia 9 ou 30
    de julho o vapor l'enmo, o qual seguir no dia se-
    gninte ao de sua chegada para os portos cima.
    Recebe carga, passageros e dinheiro a frete : a
    tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
    veira Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 87.
    GOMPANHIA PERNAMBLCANA
    DE
    MlavogacAo costeira a vapor.
    MACEI," PF.NEDO E ARACAJU'.
    0 vapor Giffwi,
    cmmandante Martn?
    seguir para os por-
    tos cima no dia 31
    do corrente, s 5
    horas da tarde.
    Recebe carga at o dia 29, ncommendas at
    o dia 30, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
    ras da tarde do dia da sahida : escrptorio no
    Forte do Mattos n. 15.
    novos e usados.
    Porliquidacao
    Sendo:
    Em magniliia piano de meia cauda do bem
    conhecido fabricante Pleyel.
    Em dito de Erard e muitos outros pianos
    Je armario dos mis acreditados fabri-
    cantes Je Pars.
    QUINTA-FURA 31 DE .IULH0
    Na ra do BarSo dn Victoria.
    Antonio Jos de Azevedo, querendo definitiva-
    mente acabar com o seu deposito de pianos, far
    leilao por int^rvencao do agente Pinto, de dffe-
    rentes panos novos e usados, existentes no pri-
    metro andar do sobrado da ra do Baro da Vic-
    toria n. 12.
    O leilao principiar s 10 1)2 horas
    LEILAO
    DA
    armagaa, utensilios c gneros da taverna si-
    ta ra do Rangel n. 39.
    QUINTA-FEIHA 3t DE JULHO
    s 11 horas.
    0 prepo.- lo do agente Pestaa far leilao p_or
    conta e risco de quem perlencer, da armacao,
    utensilios e gneros da iav;rna sita ra do n-
    gel .i. 39, muita afreguezada e ivre de qual |uer
    debito, o balanco aeha-se em mi do referido
    agente, e ser vendido em lotes vontade dos
    compradores. __________
    A SABER:
    LEILAO
    DE .
    IdiH'ii e cnsliio
    Um piano orLe,
    jactvand i, j trros
    I mobi.i de
    para flor, s.
    Lisboa e Porto
    Vai sabir com brevidade a barca portuguesa
    entrega, em vista do que resolven a junta dml-1 Despique II, recebe carga e passageros': a tra
    - nistrava, de conformfdade com o que dispoe o Sitar cora o ~
    3* art. 48 do respectivo regulamento.
    consignatario Tito Ljvjo Soares,.
    'do Vigario a 17.
    a it'-r;tn, caifeiras tn balanco,
    lapeles ^ i'.ajiiieiros a g.iZ
    Urna eata. 2 iiiarqueza?, !a-
    va'orios, cadeiras vulsas e I
    n):irqufxao.
    Urna mesa de jantar, l pa-
    rador, 12 cadeiras, nurqutZ,
    louQt p^ra cha ^jantar, copos,
    calii.es, garrafas, trens decozi-
    nhae 1 e-ra a.
    Urna machina de costura,
    pc.-feita. I rama parn menitio,
    i connDwl, l meia dita, mesis,
    cadeiras e muitos outros objec-
    tos de casa de familia,
    *exta-feira I de agosto
    110 primeiro and^r lo sobran o
    do puteo do Tarmo 20.
    r.r iflerveocoil:} agente Pinto.
    O leda principirtra s 1 0 1|2
    be ras.
    Sabbadi 2 de ajpslo
    A's 11 horas damanha
    Por intervensao do agente Pinho Borges em son
    escrptorio, a ra do Bom Jess n. 53, eos Srs.
    pretendentes podem. desde j esaminar o referido
    predioJ______________________ ______ .
    Grande e variado leilao
    DE
    bous movis, finos crystaes, Ionr^a de porc*v
    Irna a objectos rio olwtro-plate e un car-
    ro frliMez, tu'lo errt ptimo estado'.
    A SABEK:
    Um piano forte 1 estante para mu-ie,as, 1 tno-
    bilia de Jacaranda, solas e cadeiras estufadas, ca-
    deiras de ferro, 12 cadeiras de palinha, 1 cneso-
    ner com espelho e pedra, i mesas de jogo 1 dita
    oval, 6 easticaes de metal, ricos quadms com nas
    gravaras, cortinados, jarros para llores, figuras,
    lampeos a gaz, 1 tinteiro, 1 caixa de msica, ta-
    pete, e esteiras forro das salas.
    Urna cama de ferro, col oes e Iravevelroa, 1 ra
    cama de mogno para menino, 1 toilette, 1 lavato-
    rio para duas pessoas, guarnico para o mesmo,
    2 |h i las tualhas, cabides, 3 me.-inii is, d>la re-
    donda, 1 guarda-vestidos cmn espelho, I guarda-
    roupa grande, 4 quadros, 3 camas de ferro para
    meninos, 1 lavatorio e armario para menino, 2
    commodas grandes, 1 toucador, cadeiras para
    menino, 1 carrinho para cranca, 1 relogio de pa-
    rede.
    Tres bancos para terraco, 1 espingarda, 1 ma-
    china para engommar, 1 dita para limpar facas, l
    caixa para teto.
    Urna mesa elstica, 1 guuda-louca, 2 aparado-
    res, sendo 1 com espelho, 1 quartinbeira, 18 ca-
    deiras, 1 guarda-comida, quadros, bandejas, 4 co-
    bertas de electro-pate, 1 galhetero, porcelana
    para jamar e para cha, I apparelho verde desert.
    Sacra fas copos, clices, fructeiras e compoteiras
    b fino crystal, 2 candieiros a gaz, facas e colbe
    res.
    Um jogo de bacatelia, I marquesa, 2 concolos.
    cadeiras de bracos, 2 ditas de balando, lavatorio,
    mesa redonda, 12 cadeiras e 1 lanterna mgica.
    Mesas para engommar e para dznba, tr-m de
    cozinlia, Plaiidres, potes e muitos outros accesso-
    rios de casa de familia.
    Tcrca-feira 5 le agosto
    Na pov.oar;o de Apipucos.
    P. F. Needham, tendo se retirado para a Euro-
    da com sua familia, far leilao por intervenco do
    agente Pinto, dos movis e mais objectos perteu
    centes e existentes na casa em que residi na po-
    voacAo de Apipucos.
    Us referidos objectos tornam-se recommenda
    veis por serem de gosto c estarem bem conserva-
    dos por terein tido pouco uso
    A's it> Ii2 horas da mauha partir da estacao
    do arco de Santo Antonio um trero expresso que
    servir de conduevao gratis ao c.nneurrentes.
    O leilAo principiar asi Ifl Eioras.
    Ao publico.
    Domingos Maria Goncalves, cnsul portuguez
    de 2" classe e en ai regado que foi do consulado
    de Portugal em Pemambuco nos ltimos treze me-
    zcs, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
    como poiluguezes, que tem o seu escrptorio na
    ra Duque de Caxias n. 41, 1* andar, antiga ra
    das Cruzes, onde pode ser procurado lodos os
    dias nao santilicados, das 9 horas da manh s i
    da tarde.
    Urgencia.
    O abaixo assignado, morador na ra do Baro
    da Victoria n. dezeja 'aliar com o Sr. Anto-
    nio Joaquim Freir, nlho de Domingos Jos Coe-
    lho Nares, da cidade de Penafiel, para certos ne-
    gocios que tem com elle.
    Ilermogenes Xnnes da Silva.
    Aluga-sc o segundo andar do sobrado da
    ra da Guia n. 62, com bast-mt i commodus : na
    ra da Senzala Nova n. 1.
    Boa ac|oisicao.
    P .r seu iloi o ter do refirar-se para
    a Kuropa, otule vai residir algun>
    tiinpo, veiidi-se um riptinio predio
    de um andar -!>otito, n'umarlas rne-
    Ihoros localidades de 01 inda, ra qual se
    descortina nfii s6 be o o QMajio desde o
    cabo de Santo Afcouiiiilio at niuito dem da
    ;otia de Oliiida, l*m como, pelo lado do
    trra, as Ktuias pnysaaeT)S do po>nte c sur;
    tendo um quintal regular, oorB irvorodo doyo
    plntalo Iih doiis auw>s, UTreno inuito fr-
    til ; urna cacimba (poco} d'agua para o gas-
    to diario, e urna cisterna de agua potave;
    tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
    grande armazem o que pode servir de eo-
    xeira ou do residencia de escravos, alm de
    um sotan, proprio para dormida ; muito are-
    jado em toda a ep ca do anno ; com ilru-
    minarao gar. ; e em vesperas de ter agna
    BMaitsada. Acha-se preparado convenien-
    temente, nao so dos m iveis iiidispensavpfs A
    qualquer familia, como de todos os apres-
    tos de cosiuha e de m.sa. Vende-se a dV
    nheiro, ou como se acha, ou retirando os
    ouiveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
    rar a chave na mao do Sr. T.uiz do Reg
    Barros, regente do hospicio de alienados : e
    a tratar nesta typogrnphia, das 9 horas da-
    manha s 3 da tarde, ou no Poco da l'anella,
    lrgo da matriz, palacote amarello, deas
    hora at 7 e meia da manh.
    Irmandade de Sant'Anna
    erecta na tgreja da Santa
    Cruz.
    Nao se tendo reunido numero legal de irmos,
    conforme dispoe o artigo 40 do anaao rompro-
    misso, sao de novo convidados a comparecerem
    sexta-fi'ra t. de agosto vindouro s 6 huras da
    tarde no consistorio da merma igreja, afim de
    em mesa gerl se proceder a eleicao de nova mesa
    reg.di.ra para b anno coniproinissal de 1873 a
    1874, como precetua o ar'.igo 14 2 do mesmo
    compromisso.
    Cdisbtorio da irmandaie, 28 de julho de 1873.
    Marrolino Jos Pupe.
    Stcretario.
    oropanSiia \{mk Hraiiigc.
    Os apperelhos desta-companhia, que foram
    col locados nos predios ehaiso declarados
    esto promptos para funecionar.
    0 Srs. proprietarios e locatarios s pode-
    ro delles l'azer uso depois que receberem
    um carto da companhia que os autorise
    para isso.
    Freguezia da Boa-Vista.
    lina da Imperatriz, de n. 41 a SI.
    Dita do Hospicio, de n. 57 a 07.
    Dita da Aurora, de n 1 a 57.
    Dita da L'nio, de n. 1 a 19 e de 2 a 10.
    Dita da Soleda.de, de n. 2 a 18.
    Dila do Conde da Bi-Vista, den. 2 a 14.
    Dita do Destino, de D. 2 a 12.
    OITieinas da via-ferret. do Casanga.
    Keecife, 28 de julho de 1873.
    O gerente,
    Henry Law.
    DOS
    TRILHOS URB u>u>:
    DO
    RiN'ilV (miia.
    Esta companhia contrata com quem mo-
    lhores conJi^es apresentac, a collocai,o
    d'um telegraplio Heclrico, ; partir da esta-
    Qod'Aurora Olila, e da Eticrazilhada
    Beberibe.
    Para informaces se entender o com o
    respectivo gerente no escriptono da mesma
    companhia.
    0 gerente interino,
    Laurentino Jos de Miranda.
    SULIPAS.
    A' companhia dos trilhos urbanos do Re-
    cife Olinda compra sulipasde oiticicas, com
    9 palmos de comprimento, 9 polegadas
    de largura e 4 ditas de grossura.
    L. J, de Miranda,
    Gerente interino.

    3;
    9
    m
    Precisa-se

    de um caixeiro com bastante pralica de taverna
    e que d fiador de sua coadacta : na ra do Du-
    que de i axias o. 20.
    t' Teneravel confraria de
    KS. daSoledade.
    Contrata-se um sacerdjte para ca-
    .> pellao desta confraria : tratase na
    ' ra da Soledade ns 8 ou 10.
    El
    "*
    PENHORES
    Na travessa da ra
    das Cruzes n. 2, pri-
    meiro andar, d-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de curo, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a c[uantia.
    Na mesraa casa
    compra-se os mes-
    mos metaos epedras.
    .$. 'i. I I i : ;
    st-
    ...
    -
    Aviso.
    Os e ncarregados da festa do froutespi.-io do Car-
    ino, declaram que tem i signado a ulti na domin-
    ga do mez de agosto futuro para ter lugar a mesma
    festividade, pelo que pedein aos devotos da mes-
    ma Senhora que Ibes queiram coadjuvar cora sua
    esmola, afim de que no mencionado da se realice
    a festa deste anno
    Leilao
    DE
    um sobrado de dous andares, solio e
    . pavimento terreo, sito a ra do Amorim
    a. 19 cm chio proprio.
    Prega borrachas novas em borzeguins usa-
    dos por machina de costura e faz todos os ne-
    niis concertos.
    Na ra do Padre Floriano n. 24.
    1
    Consultorio niedko
    i
    DENTISTA DE PARS
    l- RIJA NOVA'9
    J. M. Leroux, cirur-
    gio dentista, succes- Jg
    sor de F. Gautier, es- g
    pera continuar a me-
    recer a confianca dos J
    clientes da <3asa; edo T*
    respeitavcl publico em S
    geral. 3
    O Sr. Octavio Pereira
    da Cunha, estudante do 5.
    anno da faculdade de direito,
    queira apparecer nesta typo-
    graphia a cumprir o que pro-
    metteu.
    ?
    PC nsiill t: leilico-cirurgico g
    A.. B. da Silva Maia. &
    Ra do Viscoude de Albuqnerque n.
    II, outr'ora ra da matr i da Boa-Vista
    n. il. #-
    Chamados : a qualquer hora.
    O usullas: Aos pobres gratis, das 2 s
    4 horas da tarde.
    I
    DO
    Dr. Murlllo.
    RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
    Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
    quentou os hospitaes de Pars e Londres .
    pode ser procurado qualquer hora do Q
    da ouda noute para objecto de sua pro- fy
    fissao. r
    Consultas do meio dia s dua9 horas Pj
    da tard^. Jt,
    Gratis aos pobres.
    pregados na Europa.
    Tambero applica com grande proveilo
    no traumento das molestias do otero a
    jdj electricidade.pelo proeesso do Dr. Trepier.
    .XSCBOSOO i oooo AJOO*
    I
    l
    Sociedade benefleente monte
    pi Santo k maro.
    De conformidad*1 com a del.beracSo da assem-
    bla geral de 27"do corrente, faco saber pana
    indiligencia de seus socios, au< se acham marca-
    dos os das 31 (julho) e 3 de mez vindouro para
    sessoes em assemhla geral. sea lo a primeira s 7
    horas da noite, para a defesi do socio Firraino
    Alves Barbosa, e a segunda j 10 horas do da
    para em vista do artigo 23 proceder-se a otoicte
    de nova directora.
    Recite, 28 de julho do 1873.
    O secretario
    Sebastio IL B. Pyrrho.
    C mo depositario do inoleque Rufino, esera-
    vo de Jos Joaquim Barbosa, rujo molerme aeha-
    se em litigio entre Barbosa e Fslismina Christali-
    na da Siiva^ faco publico qi e o dito moleque
    fngio de casa no da 20, levanto toda roupa qne
    tinhn. foi encontrado na Escar i com a mil coa-
    venando, a quem attriouo o It sedazido : quem
    0 encontrar leve o ra Dirtita a. 88.
    _________________Joo t uis Vianna.
    Precisa-s*da um oflScial le barbeiro, osa-
    lo da ra das larangeiras o. 19 : a Iratar cea o
    dono do me;mo,
    7

    i
    >
    i
    f
    1


    "T


    '-
    Cas* Je campo.
    Alnga se por nnM >a 3 casi caala de
    amarello junio a 4* pqina do lamar.m no Mon-
    ii-tro, lugar muito han c pcrki *> rio, tem-3 salas.
    5 quarto, e-uinha, carimba, mu pequeo naina{
    o" Urniij.vini-, linio murado e portan du ierra lo
    fado : a tytar ga rua-Nya. l.fo n. 7./ t
    Gsoafii (ugido.
    50|:000 de gratificado.
    Ausenton-se d engenho Victoria no termo de
    Barreiros, o mulato semi-braneo Salurniano, de
    ** anos aidada, fcaixov goj-do e msio eorcunda,
    cabellos amaretliis e. crespos," rosto largo, olhos
    castanhos, nariz regular, lem ora signal us peitos,
    proveniente de ama espinba, pernu e
    Precisa-se di nma ama para
    , |- iTecnw.se. ae nma am* para
    \ A rflrmna* pm r:,ca '''' ^quem
    A fain halar n i l aa ili
    LX- lL h 'he 11. iu.
    A M A;
    groesos e mal feitos : qnem o pegar, on delle der
    otieiaa leve ao seu senhor Dacio Ferreira da Sil-
    ta Mello, no referido engenho, ou na praca do
    Corpo Santo n. 7, i* andar, que ser recompensa-
    do generosamente.
    ADVOGADO -
    BACHAREL Wt
    K Joao Gonzaga Bacellar 5
    Villa do Cabo *
    flt RA DUjiUE DE CAXIAS N. SI,
    ALGAHSE
    o primeiro, andar do sobrado n. 80 da ra do
    Bom Jess, outr'ora ra da Cruz, propro para
    esc notorio: a tratar eom Keller & C, ra do
    Bom Jesns o. 38.
    a. rini.i ;i. ji .
    = Prceki
    lar ua ra do Sol ir II.
    Ama
    mero S6.
    I'nvi-a-e i!i: iiiua :imi i pira
    c nquar i; euzinliu pata i-;i-.1 de
    ;i :r.il.ir 11.1 111a
    ' .ft,*r-
    ungar una anta
    de
    tfe
    a ta
    Pr.-rsa-se dir nina ama para ervi$n
    friiiitj diminriti : na ru.i da- Cruzes nu-
    AHi
    ireri-a-e de nina ama que saiha
    coiinnar : a tratar na ra du Livi.i-
    ment n. 8, loja.
    AMA
    primeiro andar.
    Ama Precisa_7eTd
    Precisa-se de urna ama
    para cosinhar : no largo da
    matriz de Santo Antonio n 2,
    AVISO
    soas
    dar
    urna ama para todo o
    servieo de una familia de quatro pes-
    na ra do Imperador n. 2d, primeiro anr
    AMA
    Precisa se de urna ama pa
    ra cozinhar : a tratar na ra
    do Imperador n 14, arma-
    zem.
    Relojoeiro e dourador por-
    tuguez.
    Albino Baptista da Rocha, de
    volta da Europa, contina a en-
    carrejar-se de concertar e don-
    rar relugios, bem como qualquer
    outro objecto : rogando a seus
    amigos e freguezes o obsequio de
    procralo na trave ra da ra das
    Cruzes n. 14, i* andar, por traz da praca da Inde-
    pendencia, que o encontrarlo prompto a garantir
    seus trabalhos e a faze-los por presos mdicos.
    O abaixo assignado declara que urna letra de
    1:000*000 aceito pelo Sr. Themax Al ves Ma-
    ciel Jnior, perlence Ihe metade e a outra metade
    a seu mano Amaro Jos Pereira, e que porlanto
    noderi dita letra ser negociada por seos donos
    nao por um somente, e desde j protesta con-
    tra qoem a negociar sem seu consenso.
    Recite, 14 de julhode <873.
    ______________ Joaqnim Carneiro de Andrade.
    ltenlo,
    No pateo da Ribeira n. 15 desejase fallar com
    o Sr. Antonio Mitheos Nunes, porluguez, idade
    de 13 a 14 annos, vindo no vapor ingles Cupal-
    lele, sahido de Lisboa a 9 de fevereirq de 1873.
    a negocio de sua familia.
    Por 600 j e por motivos justos vende-se 1
    preta de 33 annos, engomma, cozinha e lava,
    barato : na ra de Hortas n. 96. Na mesma ca-
    sa ha outras esrravas com habilidades e sem ellas.
    Companhia' Recite Drai-
    nage.
    Os apparelhos desta companhia que foram col-
    locados nos predios abaixo aeclarados estao promp-
    tos para funcciooar. Os senhores proprietarios e
    locatarios s podero delles fazer uso depois que
    reteberem um carto da compan' ia que os auto
    rise para iso.
    Fregnezia de S. fre Pedro Goncalves do Recife :
    Transa da praca do Chafariz, de 1 a 19.
    Ra do Pilar n. 120 e 122 e de 3 a 129.
    Ra do Pharol de n. 2 a 90.
    Travessa do Pharol de n. 2 e 4.
    Ra do Aral de n. 1 a 7.
    Largo do Pilar de n 1 a 21. .
    Recife, 28 de julho de 1873.
    O gerente,
    ________________Henry Law.
    J. Dhibaiit de Pars
    Constructor e afinador fie pla-
    nos
    Ex-afinador das amigas e afamadas casas
    Pleyel e Hcrtz
    e antigo director das officinas da casa
    ATonso Blondel.
    33Ra do Imperador33
    Tem a honra de declarar a rci-peitavel publico
    desta cidade, que tem aborto sua casa de concer-
    tos e afinacdes de planos, qualquer que seja o es-
    tado do instrumento : ra do Imperador
    n. 33._________________________________________
    Atten<;o
    Precisa-se de um feitor que saiba tratar bem de
    vaccas, paga-se razoavelmenle : a tratar no sitio
    do Caldeireiro n. 9, ou na ra do Torres n. 12, Io
    andar, escriptorio.
    Aluga se um moleque, no segundo andar
    da casa n. 41, ma do Rangel.
    DE 10 PALMOS
    E D'AHl PARA BAIXO
    Sapotiseiros esapoteiro* em grande quantidade
    e preco com modo.
    Al'n destas, as plantas d.; ornato e de fructo se
    puintes
    Abarate
    Alecrn)
    Aritieiim p
    Canella
    Coracao da India
    Carolina do principe
    Figueira
    Flooboyant
    Practa-po
    Goiaba-branca
    Jaca
    Jarmini laranja
    E nutras plantas tamb^m porprejo
    naCavinga, ra da Ventura n. 20.
    Jaboticaba
    Laranja cravo
    Lima da Persia
    de umbigo
    Limao francez
    011 y cor
    Palneira imperial
    Parreira
    Pinheiras
    R'Wianzeiras
    Resed
    Rozeiras
    commodo
    MOFINA
    Est encouracado !! !
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
    escrivo ua cidade de Nazaretli desta prorincia, o
    favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, a con-
    cluir aquello negocio que S. S. se eomprometteu a
    realisar, pela terceira chamada desie jornal, eiu
    fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereim e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por este motivo de novo chamado para dito
    fin, pois S. S. se deve leiubrar que este negocio
    Je mais de oito annos, e quando o Sr. seu lilho .
    aehava nesta eldaiie.
    Aluga-se barato.
    A loja do sobradu da ra Direita n 120 propria
    para qualquer negoci e moradia, iem gaz e agua
    da c.impanhia do Reberibe ; alupase com a ar-
    ma^ao que nella existe, ou sem ella conforme so
    convencionar com o pretendente, a tratar ra
    do Imperador n. 81.
    FUNBICO DE FERRO E BROSZE
    . FABRICA DS MACHINAS
    \ mi da Bar.V i) Triumplm (ma (hKriin) its. 100i i(H
    .; 0ARD0S0 4 1RIA0
    A\ ISAM uos Srs. deoiigonhos e ao publico em geral, qne receheram da F.urop
    grande sortimento deferragens par-aengenhos e para lavoura.e qnaesquer outros'sou^
    i misten da industria agrcola, o quotudo rendem por presos raroaveis.
    apoies horisontaes de 4, 6, ge 10 cavallos, os melhores que vem ao mercado.
    .MOenaS completas, obra forte e bem acabada.
    3ieiaS moendas para assentarem grades de madeira.
    TaixaS de ferO 'un<''<'0 e batido, de todos os tamaihos. e dos melhores fabri
    cantes.
    RodaS d'agua de diversos tamanho*
    ttOCiaS dentadas de diversos tamanhosequallades.
    Arados araericanoa de tersas quadades.
    Formas para aSSUCar grades, pintadas e galranisadas.
    ConcertOS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
    sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
    EnCOmmeildaS *'an^am v'r Pr encomnnndada Europa, qualquer machinismo,
    para o que se corresponden! com urna respeitavef casa de .ondref
    s com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
    as litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
    RiiadoBarao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
    FUNDICO DE CAKDOSO IRMA O.
    A COROA W BRILHANTE
    IU V v>\. .101 vs
    Esquina da ra do Cabug n. 11
    CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
    Este importante estabelecimento, tendo grande sortimento de joias de ouro de lei,
    rcsolveii veoder milito barato 20 % menos que em outra qualquer parte, as seguintes
    joias
    Ailerecos de hrilhantos, de modernos e delicados gostos.
    Ditos com rabias, esmeraldas enerlas:
    Voltas de bonitas perolas e cruzes de brilhantes para noivas.
    Medalhes de coral.
    A Corda Brilhante contina a ter grande sortimento de madalhes de coral, camafeu
    e nix com houquets de perolas e diamantes, cassoletas de ouro e pedras pretas com lettras,
    ile 12$ a 20000.
    Cadeiaspara relogios.
    A Corda Brilhante recebe sempre quantidade de cadeias de ouro, delai, para homens,
    p C5?*00 a oitava, e tambem para senhoras.
    Cassoletas para senhoras, com lettras, a fi26 e 12J>000.
    Brincos de variarlos gostos, para senhoras e meninas, de 5? a 20*000 etc.
    Aunis de amethysta com lettras de diamantes, de 6? a 8SO00.
    Pince-rezsctrancelins emraixinhas de velludo, para presentes.
    Medalhas milagrosas.
    k Golfa Brilhante tem medalhas milagrosas e das Dores, de ouro a 7*000, e prata
    dourada a 1*000. Tambem tem sortimento de pince-nez eoculosdeaco fino crattaruga,
    chegados recentemente, e por preros mu i commodos.
    Con vi la-se as Exmas. familias & visitan m a loja da Cora Brilhante, na ra do Cabu-
    g n. 11, a qual continuar aberta noite at 8 horas.
    Garante-se o ouro e pedras preciosas.
    nria.
    Monte po portuguez
    Por ordem do Illm. Sr. presidente do conselho
    fiscal deste monte pi, e de conformidade com o
    que di-pde o l do art. 32 dos nossos estatutos;
    sao pelo presente convidados loJos os dignos fe-
    nhores conselheiros a reunimm-se quinta-feira 31
    do correte nn*z, s 6 \\l huras da larde, na sede
    do gabinete portuguez de leitura, para o fim de
    ser li Jo e apreciado o relatorio e Galancete trimen-
    sal, enviado pela Ilustre directora |do mesmo
    monte pi.
    S,;c retara do conselho fiscal do monte pi >por-
    tuguez em Pernambuco, em 26 de julho de 1873.
    Jos da Silva Rodrigues
    ! Secretario.
    Caixeiro
    Precisa-se de um caiveiro com pratica de mo-
    Ihado- pan a cidade da Escada, de idade de 10 a
    li annos : a tratar no pateo du Ter;o n. ti.
    Continua estar ausente o escravo Henriqnes
    desdi o da 15 de abril, o qnal tem os signaes se-
    gjmtes : mulato bem claro, cabellos crespo;, ros-
    to liso, sem barba, falla um pono descansada,
    nlhoi um punco quebrados, quando est serio lira
    un pmco earran;udo, tem as costas clieias de
    pannos brancos, a perna direita aberta, o dedo
    grande do mesmo pe um pouco aborto e sem ter
    unhas, proveniente de urna ferida que tere, tem o
    andar inuit banze ro, as cadeiras taigas e muito
    pHerino, foi da Se?ra do Teixeira, dos herdeiros da
    casi da vuva D. Victoria Mara dos Anjos, estes
    venderam ao Antonio Cesirio Italiano, este vendeu
    ao tiarao de Nazareth, onde romprei ; a mi do
    dito mulato inda viv mora na Serra do Teixei-
    ra, chama-se Felippa, consta-me que hoje forra,
    levou em companhia um cavado alasao dourado,
    bonito, altura de 7 palmo", pouco mais ou menos,
    tres p.< ralbados, frente aberta, cabega acarnei
    rada, crinas, topete e c>uda compridos, urna man-
    < ia bran:a redonda em cima da anca esquerda,
    tem ama bellide muito peqnena em um dos olhos.
    nao sei em qual, s se observa a bellide deitanio
    attencao, tem alguns dentes quebrados provenien-
    te da cachaca, e muito rincho, inteiro : qual-
    quer capito de campo ou mesmo pessoas que o
    prender, tragam ao. engenho Canzanza, freguezia
    de Santo Amaro de"Jaboatao, ao seu senhor Anto-
    nio Carneiro Itodrigues Campello, queter a quan-
    tia cima, e pagarei as despezae de viagem.
    Antonio Carneiro Rodrigues Campello.
    Aviso.
    Fuk> do engenho Bouu; freguezia de Agua
    Preta, o escravo Joaqnim, de estatura regular,
    ego'de um olho, eoaiBiiki recentemente ao Sr.
    Stv6iiano de Squelra Cavarcante : roga-se po-
    liria e ao capities de campo de o apprehender e
    o levar ao dito engenho, ou no Recite ra- da
    Inperatri2 u. 3o, qUu serao gratificados. Igual-
    menti prol tixo assignado contra quera o
    oseulUr, uu imleviaaente gozar de seus ser-
    vidos
    .___________Cbristovo Xavier Lopes
    OSr.OlympioFrancis-
    cisco de Mello, artista fogue-
    teiro, rogado a apparecer
    nesta typograpbia a negocio
    que nao ignora.
    Aluga se urna caa na ra de Mathias Ferrei-
    ra, com quintal e cacimba : a tratar ru do
    Amorim n. 37.
    Fu
    gio.
    Fugio da casa do seu senhor, o escravo de no-
    me l'aulo, com os signaes srguiotes : bem preto,
    alto, secco, ps grandes, tem no rosto bastantes
    espinhas, foi es>ravo do Sr. Joao Valenlim Villela,
    em cujo lempo trabalbava no ofllrio de pedreiro.
    Pede-se pois as antoridades polieiacs e c ni espe-
    cialidade as da freguezia de N. S. da Graca a
    B>a-Vista que o queirain apprdiender o lwar
    ra das Trincheiras p. 1G, no hotel Restauran! dn
    Louvre.
    l^U^rlLCjl
    no meiado de junho, um mulato de 30 annos de
    idade, de altura regular, com caballo de negro, ca-
    ra pequea, com sardas midas e escuras w bre o
    nariz e faces, que quando vistas de longe pare
    cem buracos, tem o nariz chato e bocea t,rande.
    com piuca barba pelo queixo, cbaaja-se Jos Ru-
    fine, porm muito con ecido como Jos do Raw-
    linson ; foi foguista na companhia do Irem de Api-
    pucos. E' natural da Parahvba. aonde foi com-
    prado ; roga-se as autoridades polieiaes e capitae-
    de campo a apprehenso do mesmo, levando-o a
    Santo Amaro, ra do Lima n. 30, que serao bem
    recompensados.
    Ensino primario do sexo
    feminino.
    Mara Alexandrna de Mello, competentemente
    habilitada para o magisterio primario, resoheu
    abrir em sua residencia ra do Viscunde de Albo-
    qnerque n. 8 I, urna escola de primeiras ledras,
    otlerecendo o seu presumo aos pais de familias,
    aos quaes afianca todo o relo, esmero e aprovota-
    mi-nio no ensino.
    Aluga-se una casa na Capunga com com-
    uioios para familia : a iratar no mesmo lugar ;
    "lia das Crioulas n. 2a.
    ROB LAFFEGTEUR
    Approvado em Francia, Ruada, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laflerteor sa aotho-
    nzado, he mni superior aos tarops de cuisinier, de Larrev e de salseparrilha. De facfl
    digestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente rm mrrrnrio, as
    affecoes da pelle, Implgrn. lnorru. Inmorn, nlrr na, garna flrrr-
    nerada. eacorbuto, e os accidentes provenus dus porto, da i*te critica e da acri-
    monia hereditaria dos humores.
    O arrobe he especialmente recommendada contra u doeaca syphiliticas rtcentes, invete-
    radas ou rebeldes ao mercurio e ao induro de notassio.
    Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do dontor GIRAUDEAIJ DE
    SAINT-GERVA1S, roa Ricber, II, i Parii.
    Cnico deposito pharmacia de P. Mauror & C, ruado Bario da Victoria.
    Precisa-se de um offlcial de barheiro : na ra
    da Iiuperatriz n. 82, casa de cabelleireiro de di-
    Ion Uarte & Innao
    HOCC, phnrmarrallrn. S, rae de Cti#;llonr, Parit, onlco proprirtaria.
    OLEOE3HOGG
    DE FIOADOS FRESCOS DE BACALHAO
    Tsica, affecfdes escrofulosas, tosse chronica, rbeumatismos, fraqneza
    dos membros, eotha, debilidade geral (engorda e fortalece), doce e fcil
    de tomar. lenco honrosa.
    Exigir a marca de fabrica abaixo indicada encobrindo a capsula de
    cada frasco de forma triangular.
    Deposito em Pemambueo, A. BEGORD, e as principaes pharmacias.
    Companhia Phenix Fernam-
    bucana.
    Sao novamente convidados os accionistas a reu-
    nirem so cni asscnibla geral odial do cr-
    reme una hura d.i tarde no escriptorio da mes-
    ma companhia, para a leilnra do relstorio, e o
    parecer da commissao fiscal, relativo as pera-
    toes do anno social, fiindo em 30 de junho pr-
    ximo passado.
    Recife, 28 de julho de 1873.
    Os directores.
    Luiz Duprat.
    Luis Antonio de Siqueira.
    Eduardo Candido d'Oliveira.
    vir.
    O Sr. Jos Alves Machado Gumarajs pela se-
    gunda vez rogado a vir ra do Imperador n. S8,
    a negocio de seu interesse.
    No engenho Meio da Varzea ha vagos quatro
    sitios para lavradores; cada qual com boa casa c
    bons partidos para mais de 300 paes ai.nnaes,
    perto.do engenho : qu lo antes
    Garanhuns.
    Na ra do Barao da Victoria n. 36 precisa-se
    fallar aos Srs. ledro do Reg Chaves Peixoto e
    Jos Paes da Silva a negocio de particular inte-
    reste.
    Precisa-se de urna pessoa que saiba prnei-
    ras lettras e latim para en-inar alguns meninos
    no sertao, distante desta cidade 50 ou C0 legoas :
    a tratar na rda Duque de Caxias n..
    Espiritismo.
    Conferencias espirlicas offerece a oafeitaria
    do Campos aos seus innmeros freguezes. por es-
    taos no mee de Sant'Anna, e haver a Bteem
    - Precisa-sede umamulher de boa conducta
    para fazer companhia a una pequeni familia : na
    ua de Hortas n. 63.____________________________
    Fugio do engenho Cutigi, freguezia da Esca-
    da, o preto de nome Sabino, alt, bem preto, rosto
    eompiido, bei;os grossos, foi comprado ao Sr.
    , Manoel Quiutim-, do RiacJio-Doce, termo da adre
    Tn^t r- *Cl *,zer"m. baz2r ^'^l'^^ldeDeos: qnem o apprehender leve-o ao referido
    r? nf.r, i IThe d,strctM' dequem engfnho ou no Recife ra do Visconde delta-
    parir n. 2i, que ser generosamente gratificado.
    em
    Recommenda o grande Alen Kardek que ueste ^ "'
    iez se d preferencia aos alimentos em q' pn-do- ~ JfJ5e5f**' de v
    lina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio- Vou'ti d uboa : a tra
    mez
    mi
    ca), para diveriiniento os fbgs de artificio o as ;
    decaniadas sorprozai e sortes fulminantes, o que
    ludo isso se aeha na
    Confeitaria do Campos.
    E para constar pois qu> os pmpnotarioe da
    confeitana do Campos cliainaui a alt<*nc>o de to-
    dos e de. iui'.d< para o preconisado caf em p ver-
    dadeiro de Java, e bnlachlnha em lalas denomi-
    nada Su^ar Wafl'ers 'anclla : e-pecialidades para
    um feitor para um sitio
    tratar na ra Direita n. 8.
    AVISO.
    O proprictano do armazen da ra do Impera-
    dor n. 28, declara em t^mpo que, tendo por en-
    gao sahido o nome do Sr.. Manoel Jos Antunes
    (>:i:naiaes, em um annuncio sob a epigraphe
    Convite, que nio se entende com o Sr. Manoel
    ipianto mais para queui est de uerfeiU Jo> Al>tun'!s (.uunaraes, que foi clianceller do
    ^ *~ consulado pirtuguez, a qnem pede de>culpa pr
    dietas,
    saoile.
    Em vista do referido espera o dita Campos que
    niiigui in," para pedidos de laes qbjectos, fc diri-
    jan!, teu o Cunfeitaiia do Caupos, ra (io im-
    perador
    Lampeao na porta.
    S
    0
    m
    0
    0
    esse equivoco involuntaria, e sim eom o Sr. Ma-
    noel Jos nWn Gumar es, morador em Naza-
    reth.
    SillK'ill).
    MLICO-CIIU ItOlCO
    DO
    l>r. J. M. Curio

    Ra do Mrquez de Olinda n. 23, pri-
    meiro andar.
    Consulta das 9 horas as 11 da mauha. W
    9 Chamad >s a qualquer hora. fr
    - Oleiv.ce-se um caixeiro para qualquer
    belecunealu : a tratar na ra Direiu n. 52.

    Na dia 23 do corrente, ausentou-se Jo eugenho
    ttepoosOi cidade da Es ada, o escravo Simeo,
    prtto fuio, enoulo, 41 annos de idade, uito, secco,
    a pequea testa grande e de cantos, cabel-
    los um ponen pegado^, espadaudo, ma nas mal feitas, muito cantador e locador de vicia;
    tem un defeto em um dos dedos mnimos, junto
    unba, proveniente de um panaricr e urna cica-
    triz em um lado do nariz que chega ans beices,
    provenirte de uta taino. E' carreiro e lem bas-
    tante pralica de deitar fogo em vapor : quem o
    apprehender ueira lew-lo ao dito engenho, on i
    rtia_do imperador n. 77, que ser recompensado.
    Urna wnhora, capaz, offerece-se para engom-
    em urna casa de pouca familia; indo s 7
    da manhS e sahindo s 7 d naute: quem
    sar, dinja-se ra da Palma n. 90.
    ! Convite.
    Os scnliores nli.iixo rlfclarvlw, -rio rncarecida-
    nent" topad r visjifi A/na do -ii -rabo- n. 2*.
    a iMtaien i.- n-l. n .lo,- | H. \\r- di-
    Zem n-yp il-. :
    AiiINliii Aiuff. I -oi Safl h.
    Ai;l-iii' All..|iso \r.i,-ir.i. /
    Antonio i'i:ii-s Sanio*.
    Ahfmiu Jiim- da Silva.
    Aiiionio J.in'. IIiIk i i, de Muae-.
    lienj.'uilim do arillo Lopes.
    Iioniinp >s M. de Marros aronteiroc
    Deocleco de Rrto.
    I)r. Franris o Pinto Pessoa.
    Ebom Wisg.
    Emilio Jos de Morae?.
    Fernandes de Azevdo.
    Francisco Alves de Mello Tico.
    Francisco de Paula Rorges
    Francisco Jos Carneiro.
    Jnaqnini (luedes da Corta.
    Joquini Jos Maria da Penha.
    Jos de Itrito M.llo.
    Jos Paulino da Silva.
    Jos Goncalvpg da Silva
    Manoel Antonio dos Nascimento.
    Mano-1 silvino de Rarros FnlcSo.
    Paulino J aquim Tavares.
    Theo'.onio de BMrNn i Silva.
    Willinm Rawlinsnn.
    URGENCIA.
    O Sr. Laurentin Baptita Vieira tem unta carta
    na ra do BarAo da Vitoria n ^fl, eliapelii ria ut
    \rinir.io A Moivira
    l.HunH!) l.iloi Xhnoel Fi-
    gueiro.i fi Faria.
    A vnva, IIIiik o lloras do finado
    voihim-iida lor Manoel Figuciia de
    Faria, mandam celebrar missas por
    alma do mr-mo finado, das 7 s 8
    dorm da manha do dia i.' de
    agosto pro)ano vindonm, 7.* an-
    _ niversario do seu JpassameBto,
    na igreja do convenio dp Santo Antonio desta ei-
    Idade; e cnnvidain para issisti las aos eens p-
    renles e amigos, e bem asffnt aos amigos do re-
    ferido tinado.
    FUGIO
    Esl fugdoo cabra acaboclado dePru-lor.-. p r
    dencio, desdentado e os cabellos um p meo ulilco
    dos, andar com urna earroca condnzindo estrum
    para um sitio, e fugio no domingo ti do rorrenle;
    este escravo ligeiramenle oa(o. foi eseravo do
    Sr. Joaqnim Juvencio da Silva e boje |-:-i tenre ao
    bario de Naxnrclh, ipie gratificara a quem o apre-
    sentar. File reprcsmta O annos.
    Ate
    vir.
    0 Sr. Jos Pereia Lomse pela segunda vez
    rogado vir na do Imperado' n. 28, a negocio
    de seu interesse.
    - ^^^>^^.
    Ala.',-s; um nioleque de 18 annos, muito
    sadio e M" "ffn^li n. '86.
    aa
    MEBALHA E HONRA
    FIGADOde bacalhau
    FERRUGINOSO, CLARO E TRIGUEIRO
    DE CHEVniER
    Cavalleiro de Legio de Honra. Offlciaft
    do Medjidi e CommendaUor da ordem
    d'lzabel a Calholica.
    O leo de Cbevrler deve o seu aroma
    a subtanciaa balsmicas que anda
    augmenlfto as suas propriedades thera
    peaticas ao mesmo tempo que o torn&o
    igrmdavel ao tomar-ae.
    O senhor Chevrier eompletou a sua
    de8cuberta associando o Iodureto de ferro
    ao seu oleo de Agrado de Bacalhau. Este
    ole* de ligado de bacal lian femi-
    KinoHo podsue todas as propriedades do
    oleo e do ierro, de fcil digestao e
    lUDca causa priafio do ventre
    Todas as celebridades medicas o pre
    ferem s outras preparaedes ferrugino-
    sas. Convem em todos os casos em que
    se emprfga O ferro : Tsica pulmonar,
    Braarbltea, Bachlllsmo, Escrfulas,
    EaapigrBS, iola, Hb-uouitlsino, Bja-
    prpsla, Contalrcenclas demorada* e
    1 ra^ueza de coBlItulffto
    uipsito m pars : Phann. chevriek
    a, Faubovrg Montmartre.
    Hygienica, infallivel e proaerfatlva; a nica que
    cura sem oulrosii|iplemeiito. EmPaiis, inventor Brous
    158, boulevard Magenta, e as principaes pharmacia,
    do inmerso.
    VERDADEFO LE ROY
    EM LIQUIDO OU DILULAS
    Ru de Seine, 51, i PAF.IsS
    Um amigo grato memoria~do
    finado roinmendador Manoel Fi-
    gueira de Faria manda celebrar
    na sexia-feira L* de agosto futuro,
    7. annlvcr* irio do seu passamen-
    fo, urna mi-sa pelo eterno repon-
    so de sua alma, na igreja do con-
    vento de S. Francisco, s 7 horaa da manh, e pa-
    ra asistencia da qual, c mvida a Exma. familia
    do mesmo finado.
    mtm uirftmmmammmamammmmitmmK
    PreJerico Chaves, sua seuhora,
    I) Joaquina Cavalcaote Chaves, seu
    filho Fredericu Chaves Jjniur e
    sua nuil' er I). Mariana Barefla*
    Chaves, sua'filha I). ItUIU Chases
    Torres e sea genro Deoilalo Gon-
    Deodaio Goncalves Torres, ferido*
    de pungente das- pelo fakfeanneiri, no Hio de Ja-
    neiro, de seu pretaw genio c cuntladn n Dr. Jo.v
    ipiiui Ignaci < Alves de Ajevedo, conti lam os
    seus amigos e os do finado, paia assi.-tiiem a
    una missa que mandam mar, na qiurfi feira 10
    do corrente, Irigesinio da lo seu fallecunruto, na
    matrix da Roa-^'i-ta as 8 !) ros. Por esteca-
    ridoso obzeqnio Ihw serao suinininienle gral s.
    *"- ... TKwmrjm
    Emilia Rosa Gomes
    Coiml)ra.
    Antonio Nunes Ferreira Coiiubra manda rasar
    urna missa de reqoiein por alisa de sua fallecida
    e fenipre chorada esposa Emilia llosa Gomes
    Coimbra, segunda feira i d..' agosto, s 8 horas da
    manli, l- auniversario de sea fallecimenlo, na
    igreja matriz do Corpo Sanio Para assi.-tir a este
    acto de caridnde e relgiao convida ao seus p-
    renles e amigos, confesando a todos seo vivo re-
    conbeciraenlo a gratdo.
    .. .- >. czsiizsamEaam
    Attengo
    Aluga-se o andar do sobi adinho da ra de Lo-
    mas Valentinas (Amas-Verdes) n. 56 ; assm
    como a loja dootao-do sobrado da ra da Roda
    n. 46 : a tratar na thesouraria das loteras, ra
    do Cres|K> n. C, ou na Nova n..i)0, Io andar, das
    (i s 9 1|2 horas da manli1, ou das i s 6 da
    larde.
    Km cada carrafa, tai, < ,!r- 1 rolda en (,i
    que leva o ineu sincte, um rotulo uuprcu 1 ra ids-j
    relio com mo sello SIGKORET. PARIi lv:c.niarl
    lobre fundo negro.
    A". B. Reacllendo-M asas Mira de sno Ma sel
    obre Pars, Itccbe-M 715 francos .le m..! rnenlos!
    Oepnlto principal
    |da legitimo Le R >y
    em c.17.1 do nofso
    Rnico agente pelo
    IRrajil a lama dr
    I.icerra na Raliia.
    DOCTEUR-MEOECIN
    VET PHARMACIEII
    Sociedade Propagadora da
    Instruc^ao publica,
    Em vrlude do artigo 2V dos estatutos vidados todos os socios que se acliam coinprehen-
    Jidus as disposicoes do I." arl 3", a se reuni-
    rem em assembla geral di da 3 de agosto, na
    ra de Pedro Alfonso, onde funeciona a escola
    normal, pelas 11 horas do dia, afun de se eleger
    o novo conselho superior que dever l'unccionar
    no anno de 1873 a '874.
    Secretaria da Sociedade Propagadora da Ins-
    trneco Publica, 8 de julho de 1873.
    0 f.- secretario,
    _____________________V. de M. Mello.____________
    Ataga-so .
    o tereciro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20:
    a trat r ra do Amorim a. 37.
    Escravo fgiik
    150$000 de gratificacao.
    AuspHtou-se desde o dia II de maio de 1872, o
    preto do nome Alfredo, de trinta e Untos annos,
    crioulo e bastante ladino; este preto perfeilo
    cozinheiro, estatura alta, majro olhos grandes, j
    estove no engenho do Sr. Lul de Caiaraj em S.
    I.i'Urenco da Malla, onde consta ter parales, foi
    escravo dos Srs Adriano a Castro, e lio Sr, Jos
    Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
    ca ; de todos estes senhores foi cofinheiro, tem
    sido visto por pessoas que o eonhecem duendo
    qne est forro, assim lem p idido escapar de ser
    prezo. Pede-se a (odas as antoridades e capities
    campo quo o pegando leve-o ra do Deque do
    Caxias n. 91, loja de mudezas do Rjrtl f(\v. se-
    gundo que receber a grati icaclo cima decla-
    rada.
    naaBaaaaan
    __mmm_____
    Latan
    Compram-se latas de gaz vizias no armazem da
    bolla amarella, na traves>a da ra-do Imperador.
    1
    MOLESTIAS do PEIT0
    HYPOPHOSPHITOS
    DODfGHURGBIIili
    XAROPE DE HYPOPHOSPHITO DE SODA
    XAROPE DE HYPOPHOSPHITO DE CAL
    PILLAS DE HYPOPHOSPHITO OE QUININO
    CmOFOSE C0RES.PAUDAS
    XAROPE 0E HYPOPHOSPHITO DE FERRO
    PILLAS DE HYPOPHOSPHITO DE MANGANESIA
    talMH
    PASTILHAS PECTORAES DO Dr CHURCHJLL
    Exigir para os xaroyei o frasco quadrado
    o tm todos o productos a assignatura do
    D' CHUHCH1LL, e o l'Hreiro com a marca
    de fabrica da pharmacia SWANN, 1S. na
    i. PARS.
    Cattiglm.
    URADOS Pli
    | Trastes.
    , Compra se e vende-se trastes novos
    e usados : no annazcn da ra do Irn-
    ^icrad,,n. U-.
    Compra-se
    dona lustres de crystal para gaz, sendo um de 3
    I ais e outro de duas ditas : a tratar no largo da
    All'andega, armazem n. 7 B, cu 2. _____
    Compram-se asobees g.?raes da divida pu-
    blica : a iratar com Augusto C. de Abreu, no ar-
    mazem dos Srs. Sooxa. Castro k Almeila ra do
    Mrquez de Olinda n. 37.
    Compra-se
    um tanque de ferro que possa eonter de duas e
    meia a tres pipas d agua : no arnireui da bola
    amarella, travessa da ra do Imperador.
    - Vende-se a armaco e mais bemfeitorias da
    loja da ru* do Bangel n. l! A, propria para
    qualquer negocio : a tratar na mesma.
    Casa.
    Venciese a da ra Vidal de Negreircs (an-
    tiga Cinco Pontas) n. 136, reedificada ha
    cousa de 3 mezes, a qunl rende 600*000
    animal : a tratar ra Nova n. 42,
    loja. .
    DEyAUOELIW
    Resulta das observacoes colindo pelas siiniii-
    dades meilicasdoa hospitaes de Paris, que o XArnpe
    peitoral balsmico do dstincto e Ilustre prolcsgor
    Valoiklin emprtg'.lo com successo sompre igual
    parj.curar:
    as oniaifSES tas brcichios e ajtbcpoes bo peito
    conliscidas pelo nome do
    BR0HCH1TB8 AGUDAS 0D CHR0NICM
    A3TUUAS, OPPBESSOES, C.milMIO
    Detlusos, Toa**- rcltoldes, Enincc.00 da yo*.
    A MASSA, fcil c agradavel ^abor, um
    piecloao medicamento para as pes^oasque viajam, os
    l'i iibrioffirt a fn! tu muitii. l'ari', Phaimacia
    VAOQELIN-DliSLAUMEltS, ra dsOry, M.
    It*uMilaiarVinucin (i. 'cOrejn.
    Vende se um piano.francez de meio armario,
    em perfeito- estado e de excelentes vozes, ama
    pequea mobilia e outros traites para casa de
    familia : na ra Velha n. 9i.
    ACDCJO
    Vende-se a armaco para taverna, com poucos
    fundos, ao subir a ladeira do B rro, fruguezia dos
    Alagados, tem casaao p para familia e um gran-
    de rancho, sitio com fructeiras n planta de capim,
    ludo por preQO commodo, garaite-se o arrenda-
    mento : a pessoa que deseiar, calenda se no mes-
    mo sitio, 0n na ra do Cantiga n 3 A, loja de
    Ouri es.______________________^_^__
    Msica.
    Vende-se um Shaxchorn nove e or preco com-
    modo : na ra das Larangeiras 11. 26, loja.
    Vende-so
    Pharmcia de P. Maurer & C. I TI ft3toi d9 coslar*:,op,lwdo Cum
    -
    \


    G
    Diario' de Pet^siabacoj Qmnlfi fakaog^idftiJtttti^ItlQ.'lfiiTB.

    pui\
    RUADO
    DO
    BRUffl
    :p
    I.' S2
    (Passando o chafariz)
    PEDEM AOS aenboros de englobo e ontros agricultores, e empregadjrM d ro
    dwisrao o favor de orna visit a seu estabelecimento, para verem o novo eortimentG
    :oalet. qoe abi tem; aejdn toda superior enTqaalidade e fortidao: o que com a ios
    9*q3o pe8 ial pdese verificar.
    especial atte.\y:.\o ao numero e lugar de sa fundiqAo
    VapOifeH e rOdaS d'affia dos ais modernos systemas eem ta
    * %** **q um> manbos convenientes para as diversas
    aroitastaocras dos senbores preprietarios e p^ra descarocar algodlo.
    ffiJOSUdlS d8 Ciiina ,le.lodos os- tamanhos, as^nelbores qoe iqni
    Rodas dentadas para animaes'agaa evapor-
    Taixas le ferro fundido, batido e de Gobre.
    Alambiques e fotados de alambiques.
    Sachinismos r^Si^r'U EJS. tS
    Bombas de palc,le, R3ranlda8......... f y, j* ^
    Toda?;; as machinas e peca8 de que 8e C08t0ma precfsar-
    Faz qualciu^r concert de raachiismo' aPre?o moiresomido.
    ForilflS de f^rrO tein as nn^Hiores e na^is baratas existentes ao mer-
    &Xlft^mmAllifl Incumbe-se de mandar vir qaalqoer macfrnismo von-
    'u wu tade dos clientes, lemhrando-lhea a vaotagem de aierem
    uai compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qoalqoer necessidade pode
    ibe* prestar auxilio.
    Arados americanos e in?tramen,8 arico1-
    RA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAI tWX
    GRANDE REDUCCAOH PEAIS
    COMO S\0 fe|N
    bs todos de madftjfereia
    *i PJjaj
    cures e que traaem o ^i^iap-^USMO. e latfr.W (^
    tambem de madreperla em laft faV""
    nanuVsc por islo'
    VA ESPERAN

    i
    - em San lew, tur- ,
    apropriados' para noivas, a NO-
    \ a ra Pilque etaxias n. 63
    (antiga do Qii.qnadujij caiepi 4js |n. Ji
    Sao deiartariuja
    Os brincos, beactesi raaos adaVelos,
    corates e cassofctv, queestao| xlostas
    escoma das Exmas. (aniaate do chique) venfleese
    na Nojva Espaa, ru*. Duqu^ do Caxias

    jl-
    n. 63.
    Aos meninos
    Atte
    \

    Nalojade Soares Leitc Irmaos, raa do Bftrao da
    Victoria o 28.
    Ca de linlia cora 10 noveos, a 500 rs. dem idemlisa i de cores, a 280xs. ij
    Ida* Mera Garrafa de agua florida verdadeira a 13)200 e G|>000.
    dem kauaiiga do .lapo, a 1&200.
    (da divina, a 1$000 e 15200.
    \brtoaduras para collete, de todos os
    petos, a2o0 rs.
    Lamparillas gaz, dando urna luz muito
    oa, a 19000.
    Duzia de pcc,as de cordao imperial, a
    2S0 rs.
    Fraseo com tnico oriental do Kemp, a
    000.
    dem de oleo Oriza verdadeiro, a 15000.
    Duzia de baralhos francezes canto doura-
    3*9400.-
    ! lem dem boira lisa, a 23400.
    Je tinta rota extra-fina, a 139000
    I.. boldcs de osso para calca, a
    a>n --.
    muses ino lentos, a 39500.
    1 ixa de pos para denles, a 200 rs.
    Mam i'tom de pos chinez, muito bom, a 800 rs.
    dem dem liso, a 2JM5O0,.3iJ0Oe S90I0.
    Caixa de papel amisade, beira dourada,
    a800rs
    dem idem idem lisa, a 600 rs.
    dem idem idem, a 400 rs.
    Caita de envclopes forrados, a 70t>rs..
    Luvas.-de pellica com taqqe,,, a 500
    ris.
    Dlizia de talheres cabe, bempo,. 2 B4 a
    5??900
    Mqo de lita cliiniaa, a 860-rs.
    EKlraota&iRiito finas e.ba*atos.
    Duzia ale carros de liiiba,- 200 jardaa, a
    700trs.
    IHeim idenrOO jardos, a*3890^
    Pita de velludo de tolas as tores e largu-
    ras.
    Ide^i idem de sarja idem idem.
    Sabonetes Glycerino transparentes, a
    A fova E?peranfa roa Duquo de Caxias n.
    63,-acaba de reeeber'um lindo' sortmienio de bo-
    necas de mnilas qualidades, vindo entre ellas a?
    engracada- bonecas de borracha, assim inmlMMii
    urna pequona quanlidade de bonecas pretas que
    se torntil apreciadas pela >u.i novidadej
    E-bem nt
    A Nova Esperanza ra Duqae de Caxias n.
    63, teeaheu verdadeiro cimento inglez, prepara
    cao para concertar porcelana bem mil.
    Vestido perdido
    Maitas vezes um vestido torna-se in(eiramenle
    feio, someuto por estar mal enfeitado : a ora Es-
    peranca ra I'uquc de Caxias n. ti, remove
    este".mal; porque est bem provida dos melho/es
    galSes e franjas Je tcrda's as cores, onde pode es-
    colher-se vontade sobresatiinfl' entre eslae as
    modernas franjas netaicis, que pela -su a vaiieda-
    de de cores, tica bem em quasi todas as. fazendas.
    A ella antes que se acabem.
    Bolas de borracha
    I Vendwn-se de todos os tamaaboS' ra Duque
    de Caxias n. 63, ha Nova Esperancj.
    Cabellos broncos so tm quem
    quer
    A Nova Esf eranf rua-; DuqaB de Casias n.
    63, acb.de tecekcr a verdadcira.tiatiira de Des-
    nous para tiqgir os cabellas, o piie se eoisigue
    (empreCandoa) com umita facilidade, e por este
    motivo, cabellos brancos > tem piam tpaerj
    Estaana moda
    Os cinturoes de couro, proprios para senhoras,
    ne recebeu a Nova Esperanca rus DUque de
    axias n. 63, esto, sim, seahora, esto na moda I
    Se queris ter ou preparar nm ramalhete d
    rheirosos cravos brancas para o voss casamento,
    ou para outro fim apropriado, necessario ir
    Nova Esperanza ra Duque de Caxias n. 63,
    que all encontrareis os melhores porfs Cuquis
    que 3e pode desejar.
    M>0 rs. e 19000.
    do sabonetes de amendoa, a 29500
    ; 39iOO.
    Ikpi.ita milito boa, a I, 1JJ500 e 29000
    .. :';i.rf.
    i'ii.-j i de sabonetes de aojinbo transparen- 63000.
    Chapeos para senhoras e meninas.
    Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
    dem idem, a 400 rs.
    Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
    beques para senhoras, a 29000, 49000 e
    tes, a 2^-200.
    idem idem com flores, a 15500.
    Duzia da eollarinhos borJadoa para ho-
    90.
    Duzia de pecas de trancas caracol branca,
    % 400 rs.
    dem idem !ki< brancada 200 rs.
    ivros para notas, a 320.
    Redes enfeitadas com fitas, a 29400.
    Duzia de eollarinhos lisos para homem, a
    63000.
    Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
    mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
    prias para presentes.
    0BEC4S.
    Bonecas do cera de tolos os lamtuhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
    i -ti caria, bonecas de borracha e bolas de todos os lmannos, candieiros a gaz,
    objeotos de porceHana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
    gaiolas de rame, muidura e estampas para quadros etc., etc., emuitos qobiect s ue se
    torna !ngo raonoinnar.
    TASS0 IMOS&G
    Em seus armazens ra do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    lea para vender pur precos commodos
    Tijo'os encarnados sexlavos para ladrilho.
    Canos de barro para esgoto.
    Cimento Portlaad.
    Cimento llydraulicc.
    Mchicas de d^s^aro^ar algodio.
    Hacli i nadarla.
    P.;!a-s: di liussia era barril,
    l'hospl ';'- de cera.
    Sag em garrafSee.
    Ihiha em garrafSes.
    Lenti las em garrafoes.
    Rhum da aJmaca.
    Vinli i 11 Perto \elho engarrafado.
    1 11 Porto superior, di o.
    Vraho Je ordeanx, dito.
    o de Seherry.
    Vinho da Madeira.
    e mi (inanias c dobradas inglezas.
    Licor.'- linos sortidos.
    Cognac Gaulhier Freres.
    stas de i>uenho inglez.
    Binis com repolho em salmoura.
    1.a e 2.a series.
    Wn I,- ninr assigaattira das cadernetas do
    Keionario l'urtuguoz de Fr. D. Vieira, j pagas a
    t' stps : ra Duque de Caxias n. 73.
    Joaquim Jos Goncalves
    Beltrao & Filhos
    Teem para vender no seu escriptono ra do
    Commercio n. 5, o seguinte :
    AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
    de laran'a, idem idem,
    ARCOS de pao para barril.
    CAL de Lisboa, recenlemente chegada.
    CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
    de marlira e sso.
    FEIXES de ferro, para porta.
    FIO de algodao da Babia, da fabrica do commen-
    mendador Pedrozo.
    I.IXIIA de roriz.
    03RAS de palneta.
    PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do com
    mendador Pedrozo.
    RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
    Peres e Eduardo Mitao.
    ROLHAS proprias para botica.
    SALSAPARRILHA do Para.
    VELAS de cera de todos os tamanhos.
    VINHO engarrafado do Porto, cautas de 12 gar-
    rafas.
    dito Moscatel do Douro, idom dem.
    dito Setnbal, caixas de 1 e dunas.
    o da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
    rafas,
    de Collares superior, em ancoretas.
    de caj, caixas de 12gar.afas.
    Malrasia do Douro, caixas com 12 far-
    Las, ultimo gosto
    A Rosa Branca vende las de gostos muito boni-
    tas a i!':- i covido.
    Las de qnadros a 320 ris o
    co vado.
    rafas.
    Carcavellos, idem idem.
    i mais Us pelo baratissims prego do toda especie, recentes ou chronicas; e que
    - ris.
    Lindas chitas.
    A Rosa Branca lem chitas de padroes muito
    Meados, e est queimando.
    Atoalhado.
    A R -a Branca tem o'que ha de melhor e de
    ricos flOMIlhos.
    Novas cambraias pretas.
    A Rosa Branca tem os mais ricogostos em s
    robraias pretas : dW e amostras de todas as
    fazendas, tfazendtrpenhor.
    SEGRKDO KCO.NOMIA E CELEIUDADE.
    Obtcm-se com o uso
    DA
    1NJECC0 SHOST
    nica, hygienica, radical einfallivol na cu
    ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
    offerece como garanta de salutares resultados
    a continuada applicaijao que sempre cora a
    maior vantagem se tem foito della nos hos-
    pitaes de Paris.
    nico deposito para o Brasil, Bartholoraeu
    & C, ra Larga do Rosario n. 34.
    Agua florida, de Gruislain,
    para fazer os cabellos pre-
    tos.
    A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 5t),
    acaba de recebernova remessa da apreciavel agua
    florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
    sultado colhido por quem tem feito uso dessa
    inoffensiva preparacao a tem altamente concekua-
    do, e por isso apenas te faz lembrar a quem no-
    vamente della precie e queira se aproveitar de
    sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
    oleo florido para o mesrao uso, e tio acreditados
    como aquella.
    Voltas e briucos de grossos
    aljofares de cores.
    A aguia branca, ra do Duque dj Caxias n.
    50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
    grossoa aljofares de cores, o como sempre conti-
    nua a vende-las por prego commodo.
    Novos diademas dourados e
    com-podras
    A aguia branca, ra do Duque de ..Caxias n.
    50, recebeu novo, sortimeate de bonitos diade-
    mas dourados e com pedras, tanto para meninas
    como para seonoras.
    Colleccoes de traslados ou
    normas para escrAveivse.
    A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
    recebeu novas colleccoes ou normapnraas crian-
    cas aprenderem aescrever por sijnesmo, hoje tq
    usadas as aulas e colleglos; e como sempre Vea-
    de-as por prei.o commodo.
    Meias cruas finas pam;menir
    as e senhoras
    A loja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
    n. 50, recebeu novo sortimento da^uellas tao pro-
    curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
    mente para meninas, e contina a vende-las por
    precos commodos.
    Veos ou mantinhas pretas.
    A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
    xias n. 50, recebeu bonitos veos ou niantinha-
    pretas de seda com llores, e outras a imitaco de
    croch, e vende as pelos baratos precos de 3,
    ij e 63OOO. A fazenda boa e est em perfeito
    estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
    go
    Perfeita novidade.
    Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
    nhotos dourados e coloridos.
    A Joja^da ^guja hgan^a, ru* da Dque. de,
    Cajas-B. 50 recebeu novos grampos com bor-
    boletas, bpwurp e ga/iwb^os, o que de certo, ,
    pejfeita nuvid de. A t^uUthdn pepuena, e
    por^sso era breve se acabar.
    Novas gollnbas ornadas com
    pelucia ouarminho
    A loja d:agn franca rra Duque de Casias
    - 50, receben luna.peqwena quantidade de boni-
    s e Bwjns.ge-IKnbas, trabadlo de 1$ e seda, en-
    neitadas coui.a)iiio, obras estas de muito gosto
    e inlflirajnciita nows.
    Grampos, brincos e rozetas
    dourados!
    A loja da aguia branca, ra do Duque
    Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
    pos, brincos o rezetas dourados ; assim como
    novos diademas de ac, e como-sempro conti-
    na a vende-los por precos rzoaveis
    Caixinhas com pos dourados
    e prateados, para cabellos.
    Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
    que de Caxias n. 50.
    Luvas de pellica pretas e de
    outras cores.
    BAZAR NAGiJlMIi
    Ra da Imperatriz n. 72
    DE
    Lourenfo Pcreira MendesGuimaraes
    Declara a seus freguezef que lera rejolvido vender o mais barato que or possivel. li
    saber: ^ r-
    tUll1lk>itli
    Ruado Burilo da Victoria 11.21
    DE
    Carnwro Vianna.
    Xr este grando estabelecimento tem che-
    gadd um bom! sortimento de machinas para
    costuro, de todos os autores mais acredita-
    dos ltimamente na Europa, cujas machinas
    sOigarantidas por um ajino, e tendo um
    perfeito artista para -entinar as mesinas, em
    qualquer parte desta cidade, como bem as-
    sn conccrta-las pelo tempo tambem d'um
    anuo sem despendi algum do comprador.
    Nestcestabeleeimento t-mbem ha purtengas
    para as rneamas machinas e se suppre qual-
    quer pega que seja necessario. stas ma-
    chinas trabalham com toda a peiTriYao de
    ume dous pospontos, fratize e horda tola
    qualquer costura por fina que aja, sous
    CHITAS A 160 E200 RS. O COVADO.
    Yende-sc chitas franoezas largas com to-
    que de atara, a ICO c 200 o covado. Di-
    tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covade.
    CASSAS FIU.NCF.ZYS A 320 RS.
    Vende-sc cassas fraticezas a 32# e 36a>rs.
    o covado.
    LSINHAS A 200 RS.
    Vendo-so lsinhas de cores para vestidos,
    a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
    ALPACAS' A 400 RS.
    Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
    640o80O rs. o covado.
    COBERTAS DE CHITAS A IJP600.
    Vende-se cobertas de chitas de ceres, a
    19600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
    Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
    CHALES DE LA A 800 RS.
    Yendc-so chales de l do quadros a 800
    rs. e 19000.
    Ditos de merino a 29, 39, 49' e itftOOO.
    CAMBRAIA BRANCA A-89000: '
    Vende-se pegas de carabraia branca-trans-
    parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
    59 e 69000.
    SAIAS BRANCAS A 29000.
    Vende-se satas brancas e de cores, para
    senhoras, a 29000 e 29500.
    BONETS A 500 RS.
    Vende-se bonets pretos de seda para ho-
    mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello o
    precos sao da seguinte qualidade : para
    lra, massa, a 29, 2950,_ 39000 e 49000.
    balbar a mo de 309000, 40900 >. 459000
    e 509OOO, para trabalhar com o > sao do
    809000, 909000, 1009000, 1109000,
    1209000, 1309000, 150^000, 2009000 e
    2509000, emquanto aos autores nao ha al-
    inelo de precos. eos compradores podero
    visitar este estabelecimento, que muito de-
    vero gostar pela variedade de objectos que
    ha sempre para vender, como sejan: cadei-
    ras para viagem, malas para viagum, cadei-
    ras para salas, ditas do balanco, ditas para
    crianga (altas), ditas para escolas, costurei-
    ras riquissimas, para senhora, despensaveis
    pana enancas, dotodasasqualidades, camas
    de ferro para homem e enancas, capachos,
    espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    queos, apparelhos do metal para cha, fa-
    queiros com cabo de metal e do mdrfim,
    ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
    ros para sala, jarros, guarda-comidas de
    rame, tampas para cobrir pratos, esleirs
    para forrar salas, lavatorios completos, ditos
    simples, objectos para toilette, e outros mut-
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que visitarera este grande estabelecimento
    que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
    nha aj asi) horas da. il'iiite
    Ra do Baro da Victoria n.
    para noivos.
    Que tem na ra do Bom Jess (nutr'ora Cruz)
    n. t8, berlindas, ealesMSj meiascajecas e victo-
    rias, com um o dous ndUM-s, e parelbas com
    it/HW de uital principe, ludo .preparado com
    luxu e.clegauw. e_uur.pretf08. muito cuinroodos.
    Os iiK.-m is vehicuios servem tambem para baplisa-
    dus, visitas e actos na academia. Assim como na
    mesma ca-i lia calegas anda nao servidas, que
    se vendem por cuinmodo preco, preparadas com
    luxo, para uso particular.'
    Nao ha mais cabellos
    brancos.
    TINTURARA japoneza.
    Se nica approvada pelas academias de
    sciencias, reconbecida superior a toda que
    tem apparecido at hoje. Deposito princi-
    pal ra da Cadeia do Recite, hoje Mr-
    quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
    tudas as bolitas e cbms, de. cabellei-
    reiro.
    MADAPOLAO A 35000.
    VendG-se pegas de madapolo enfestado a
    39000. Ditos inglezes para os preges de
    49, 49500, 59, 69000 e 79000.
    ALGODAO A 39500.
    Vende-se pegas de algodao, a 39500, 49,
    e 59000.
    BRAMANTE A 19600.
    Vende-se bramante com 10 palmos de
    largura para lengol, a 19600, 29 e 29500 o
    metro.
    GRANDE LIQUIDACO DE SABONETES 280 RS.
    Vende-se urna grande porgao de sabone-
    tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes om
    cheiro a 320 e 500 rs.
    Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
    frasco para liquidar, e outros extractos
    muito barato.
    CORTES BE BRINDEC<')RES A 19500.
    Vnde-se cortes debrn de cores para
    taiga, a 19540 e iOOo.
    BOTINAS A 3J000.
    Vende-so bAtiAs^era- se ihtoras, a 390lFe
    99500, a ellas antes que s acabem.
    KOl'PAt PE1TA MAIflOHAL.
    Vend-se camisas branc*s., a 15600, 2f
    29500, 390ae490W.
    Caigas de casemtras de cmes. gfiUjA
    79000. O tFW
    Coletes'decascmira,, a(2?|, 89500, 39 e
    4^000.
    Pautte de casemmi-, a fo 69 e 89000.
    Seroulas a l^e 19600.
    BIUM DE-CORESA 440 RS.
    Vende-se brim de todas as cores a 440
    rs. o ovado.
    LENCOS BRANCOS A J9UO0 A DUZIA.
    Vende-so a duzia' dec l.fceos brancos, a
    29000. Ditos com barras de cores a 39000
    Ditos de linho a 59600.
    TOALSAS A 80ORS:
    Vande-se toalhas para rosto, a 800 rs. e
    19000.
    GRAVATAS DE S#A PRETA A 500 Rft
    Vende-se gravatas de seda preta, a 500
    rs. cada una.
    CHITAS PARACOBE1TA A280 RS.
    Vende-se chita paw coberta, a 280 e 320
    rs. o covado.
    BONETS PARA MENINOS A 19500.
    Vende-se bonetes para meninos, a 1950Oi
    ESPARTILHOS PARA SEINHORA A 3950O
    Vende se esparlilhOs para senhora, 1
    39500.
    PENTES A 320 RS.
    Vende-se puntes de alisar, a 240, 320 t
    400 rs.
    POS DE ARROZ A 240 RS.
    Vende-so pos de arroa em caixa, a 240
    rs., para liquidar.
    ESPELHOS A2iORSk
    Vende-se espelbos de diversos tamanhos,
    a 240 e 320 rs.
    TESOURAS A 820 RS.
    Vende-so tesouras de diversos tamanhos,
    a 320 e 500 rs., para liquidar, e outros
    rnuitos artigos que se ven le barato para li-
    quidagao de factuws.
    J

    Ka?
    L#
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    "'^^eio bxouO^"
    iO
    :*i
    ,VSk
    xmoPB
    n
    imu jubs
    PTIMO REMEDIO CONTRA
    TOSSES, WWm di: PEITO i PHTVSIGAS
    ensaiado e approvado nos bospitaes de Lisboa,
    legalmente auctorisado pelo Consellio de Sade Publica,
    auctorisa^o que se acha reconhecida pelo
    Cnsul geral do Imperio do Brazil.
    NICO DEPOSITO EH PEIUVAMBUCO
    i^i^TiHiLi!aEiy) di /
    Roa lii-yji do Ho/ai'io
    ikbJ)Jkt&&
    wsm
    de seda cem-toque dO., para acabar : na ra do Queiuiau> n,43,
    dao-sj amostras.
    -^ Vcnde-se um bg nso e feito no se'rvfgo, e
    una c.irro.a em (iijm estado : quem pretender
    dirija-se ra do Vizconde de Goyatina, antiga Tua
    dfl.ilpndego, u. 72, ta-erna,
    Qt>sa ay.aa4as. a 2A0)rs.
    o covado.
    O Pavo vende finissimas cassas francezas do
    cores com os mais delicados padroes, por terem
    um pequeo toque da avaria de agua doce, pele
    barato preco do doze vintens o covado. pechn
    cha : na l^ja do Pavao, ra da Imperatri d
    6'.).
    VERDADEIRAS
    PILULAS de BLANCARD
    COM I0DURET0 DE FERRO INALTERAVEL
    APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
    Possuindo as propriedades do iodo e do fkbro, ellas conven) especialmente oas Arrac-
    c5es scROrOLOSAS, a Tsica no principio, a (raquea de temperamento
    de Falta ds cor, amehorrhea, em que necessario reagir sobre o
    f*SL7?
    _ A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
    xias n. 30, recebeu novo sorli meato de luvas de
    pellica, pretas e de outras cores.
    Hesperidina
    4o
    ris
    a libra
    Vcnds-sii a 'iO ris a fcr.a de waaM proprio
    a-ara cercar sitios, em lugar de varas, nao ha
    ala mais barato : no annajen) da bula ailjarclla
    ma traVessa da ra df Irty.
    Asunic^ verdadeiras
    Bichas hambuguezas qne.vem a astemercado:
    u ra do Mrquez de ulinda a. 5!.
    Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
    ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos &
    C, ra do Amorim n. 37
    Muito barato
    Vea-a, Uraa armaC5 e"gneros de molhados,
    or z -O/, no barro, freguezia dos Afogadc-s, lugar
    a pracn do t^pim : a tratar na mesma. '
    Machina magntica.
    Diversas fazendas.
    71 RA DUQUE m CAXIAS- 71.
    Pecas de algodao largo ooobrpado a 2#500, ditas
    de madapolo camiseiro a 4*. dit > largo a 4*300
    5, 53(i0e Ga, dito francez a 6i00, chitas finas
    e fixas, escuras, clara, rxas e verdes a 240 rs. o
    covado, colchas adamascadas a 34, damasco de
    algodao com duas larguras a 1*200 o covado, dito
    de l fino a 3*300, chales de merino liso lino a
    2*. ditos estampados a 3*300 e 4*, toalhas fel-
    pudas a 6* e 8* a duzia, lencos de cambria bran-
    ca a 1*300 a duzia, ditos de cor pequeos a 800
    rs.. ditos grandes a 1*200, cambr'aia branca fina a
    3*800,.4*,.4*300, Se'6* a pja, dito bordada a
    i* eo*, dita de cor a 240 rs, o covado, II lisa
    verde a 240 rs. o covado, dita fina de diversas
    cores a 320 e 400 w., luvas de fie da Escocia a
    * 0- r- ?r'C(irles de br'W' ^ Iin0 branca e d
    cdr.a 2*500, ditos de iueia, .casemy- a ti, ditos " una aj"
    covado.
    Casas
    para vender.
    Vende-se duas ptimas casas na cidade de Olin-
    da, sendo um?. dellas na ra de Mathias Ferreira e
    outra na ladeira da Misericordia n 3, tendo esta
    3 salas, diversos quartos, grande quintal e terrajo
    tanto na frente como no fundo : a tratar na dro-
    gara c armazem de tinlas da ra do Imperador
    n. 22.____________________________'
    BICHAS DE HAMBURGO ""
    As mais recentes o melhores.
    Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
    tholomen & C, ra Larga dosario o Rn. 34.
    lo e tambem nos casos
    _ o sauce seja para Iba
    restituir a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocare regular o seu cuso peri-
    dico.
    N. B. O lodureto de ferro impuro ou alterado um medicamento infiel.
    Irritante. Como proa de pureza e autlienucidade da> verdadelt
    Pilulaa do Blaacard, dere-te exigir nos elU de prala rea
    Uva e notsa flraia, aqui reproduzia, que teaclia na parle Inferior"
    de um roala verde. Deve-se desconfiar dai talsiUcates.
    ArhAo-ar eai leda* a atoaraaaelaa Pharmaceulico, ra Bonapar:e, 40, Parit.
    nico deposito, a onde se acha avenda na casa de P. Maurer cS C.
    Ra do bardo da V

    Samuel Power Jobns-
    ion & 0.
    tua do Apollo n. 38 e 40
    Vende se a propredade douominada Rodea-
    dor, sita na frenuczia do Bonito, com maltas, var-
    zeas, acude, levada, cavouco e alicerces dos pila-
    res, terreno que. pode dar dous engenhos : quem
    pretende-la comprar dirjase villa do Bonito, a
    tratar com a proprietaria D. Mara Francisca de
    Albuquerque.
    Faznm scic-nta aos seus freguezes qoe teem
    mudado o seu eposito d machinas a va-
    por, mofadas e laxas da muito acroditada
    fabrica de LowMoor para ra do Apollo d.
    38 e 40, onde ci.ntinuam a ter o ruesmo sor-
    5^> lmenlo do cosiume.
    ^y Fazem scieate tambem qie team feiU uai
    '^ps arranjo cem a fuudioao grral, pe|p que pu-
    .^^ dam offerecer se para asseotar qualquer
    \~^M machinismo amesmo garant lo.
    g"5
    Os proprietarios da funJicao geral hMaa
    i aos scnboie.1 de eng-ubo e Uois
    . que leem esUbelecido uea taadi*
    cao de fxrto e breuzu a ra do Broni, pun-
    to a e>ucao dos bonds, onde aproe i.'i;ag
    qualquer obra de ocommaada cm perfei-
    gao a prompiKlia
    lis uutunoa rogam as (wssoai qce <|uel-
    r.uu liiiiitr se de sous ser.iyo iiu deia-
    reu as tjcoimonda em casa o* Su. Sa-
    mue! Puwer Jubuston t C a rua do Apol-
    lo o. 33 e 40, oude achfav perioa habili-
    Pesos e medidas do systema
    mtrico decimal.
    Pesos de ferro e lato.
    Medidas para seecos e molhados, de ferro, co-
    bre e la'ao, de estanto e tuiannga.
    Vendem se u casa de Shaw Hawkes d C, i
    ra do Bom Jess n. 4.
    m
    ladacom quem possaoj eatfoAr-s.
    Apparelbo para fabricar assu-ar, do systema.
    W'ESrON. 'CE.NIlUSFUfiAL
    nicos agentes am Pcroambaco a fuudioao geral.
    Para tratar em seu escripiorio a ra do Apollo n. 38 40.
    Casa em Una.
    Vende-se duas casas bem construidas no povoa-
    do dos Montes em Una, ra Nova, com bastan-
    |es commodos o com terreno at o rio e proprias,
    - ra commercio : a tratar a ra .do Crespo n. 7
    ou no mesmo povoado, com Magaihes Bastos
    FAZENDAS DE
    BARATISSIMS.
    Lindos cortes de cassa de corea com barra e os compatontcs eofejles e /igurinos a 6*000.
    Superiores sultanas lisas bailante largas e cota bar para tana osen**, fajeada-ato-
    ctorna a 1*000 o metro.
    Xa loja das Columnas, ae Antonio.Correia de Vascoucellos, rua.Prinieird Marco, aay
    tiga do Crespo n. 13. r"
    /
    .*
    .

    i


    Diario de ftmaiubuco ;Quttrtifeira #0 d Jjoio e ffl%{
    TUSA DE H0WE
    ;, BUHAOS
    NICOS AGENTES
    A"
    Kua do Bardo da Virtoria n. 28
    As mais simples, as raais baratas e as melhores do mundo!
    Na exposico de Pars, em 1867, foi concedido a
    Erias Howe Jnior, a medalha do ouro e a condecora-
    do da Legio de Honra, por sercm as machinas mais per.
    feitas to mundo. .
    A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
    Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
    tura.
    A medalha de ouro na exposicAo de Londres acreditan)
    estas machinas.
    A 90$000
    Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
    York, estabeleoeu nosta cidade ra do Baro da'Victoria n. 28, um deposito e agencia
    geral, para em I'ornambuco e mais provincias se vendcrem as afamadas machinas de cos-
    tra de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfcicao de seo trahalho,
    mpregando urna agulha mais curta com a mesma qualidadedelinhaquequalquer outrai
    e pola introiuccao dos -mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
    ctflbMBW ao exame publico as melhores machinas do mundo.
    As vantagens destm machinas sao as seguintes:
    Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
    rcumtancia de nunca tcrem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
    la mo.
    Segunda.Contcm o material preciso para reparar qualqucrdesarranjo.
    Ternura.Ha ncllas menor trcelo entre as diversas pesas, e menos rpido estrago
    lo que as outras.
    uarta.Formam o ponto como se fdra feto mao.
    Quinta.Permitte que se examine o trahalho de ambos os fios, o que se nao consegu -
    has outras.
    Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
    logo em seguida, sem modmear-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
    na.
    Stima.O compressdr levantado com a maior facilidade, quando e tem de mudar
    ne agulha ao comecar nova costura.
    Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
    decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
    ihudancas radicaos parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
    adoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
    ugmeiitado o seu fabrico, e boje ne attende a procura, posto que faca 600 machinas
    K>r dia.
    Cada machina acompanha livretos com instrueces em portuguez.
    A 90^000 A 90^000
    SOARES LEITE, IRMAOS
    7
    JOIAS
    do Cakig^N. 2 A
    DE
    BARROS ti I II IIO
    Achando-sc corapletamente reformado este estaboieeimeHto, e
    tendo os seus proprietarios feito- urna importante acijuisicio de
    joias as mais modernas viudas ao mercado, e du qualidades superio-
    res, convidara ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
    tabelecimento, aim de apreciar e comprar urna joia de gesto por
    proco razoavel.
    \<> aniizcN! de Joaqun,
    Travessa do Corpo
    Santo 25.
    3
    Lopes Mdo t
    Novidades
    Na padarte'aHema d' Maternus Lera, ra da
    Retauitatfth S*, tem para vender o sogninte :
    Presuntos de Westpi
    trvilnas verdes intein,.
    Ditas'ditas partid.s.
    Ditas amarellas ditas.
    Lentilbas.
    Feijao branco grande.
    Sevadinha.
    Sag lino.
    Ameixas seccas.
    Eerejas ditas.
    Maraes ditas.
    Biscoutos hamburgueses.
    Sal aunniaeo para os padeiros.
    DROGARA HOMEOPATUia
    DA
    Viuvado Dr. Sabino O. Lud-
    gero Pinho.
    43 Ra do Bardo la Victoria 43
    Contina esta amiga casa a ter seropre venda
    os memores medicamentos homeopticos em gl-
    bulos e tinturas, tanto em carteiras como em ca-
    xas, Je diversos lmannos, pelos seguintes precos
    fixos : *
    Em tinturas
    Em glbulos
    1 carleira un caixa de iz
    medicamentos
    i dita dita de 24 ditos
    I dita dita de 30 ditos
    1 ilil i dita de 36 ditos
    4 dila dita de 48 ditos
    dita dita de 60 ditos
    I
    I dita dila de 120 ditos
    Tubos avul. qaer medicamento
    Vidros avulsos idem
    Opodeldoo de llliu?, de
    matismo.
    10
    24*
    Mi
    34*
    50*
    500 rs.
    i/(loo
    Bryoai e
    2*.
    24
    28
    32*
    404
    54
    80
    e U
    e ti
    liara rheu-
    Vapores lueomoveis de forca de 2 a V cava los.
    Cormas para machinas.
    Folias de diversos tamanhos.
    ?Uetas para cobertos de farros
    Solas de lustro para guarda lama.
    fumas de lauca para carro.
    Chicotes para "carro.
    fialors largo e cMrcito para Cirro.
    wegos com cabeca de marfim, idem.
    Thesouru liomeopatltico ou Vade-
    mcum do Honicoputua, pelo Dr. Sa-
    bino O. L. I'intio, 3' ediriio accrescetitada e nic-
    I norada.
    Peifueno ;jii;i li>me|>atlii*o, conten-
    d! as indica-oes ni'ci-s dos principis r, medios lunneopalliieos
    Dcscripyo e tratamiento das febres
    evoiillicmaliea.s (bexiga, .sarainpos, es-
    carlatina), acompaniiado de um artigo sobre
    etV'jpela. ote
    l>es-ri|esiii. h y viene e trata ment
    da Vino amui-clla.
    Bvra aboa<',op$erva di;
    VOSSKiBELLO
    9
    GRANDE DESCOSERA
    &l
    Xarope d'agrio do Para
    Antigoe eonceituado medicamento para
    cura das molestias dos orgos respiratorios,
    como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    ipphcado ainda eom ptimos resultados no
    escorbuto.
    Vende-se na pharmacia e drogaria de Bar-
    iholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
    Elle um preventivo soguro e certo contra
    a calvice.
    Elle d e restaura forc/ e sanidade p. lie da
    cabera.
    Elle de prompto faz ce*sar a queda prema-
    tura dos cabelles.
    FUed grando riqueza de lustre aos ca-
    bellos.
    Elle doma e faz preservar os cabellos, em
    qualquer forma ou posiru que se dese-
    je, n'um estado forn-oso, liso e macio.
    Elle faz crescer os caballos bastos e compri-
    dos.
    Elle conserva a pelle e o casco da cabeea
    limpo o livre do toda a especie de caspa.
    Elle previne os cabellos de se tornaren bran-
    cos.
    Elle conserva a caliera n'um estado de fres-
    cura refrigerante c igradavel.
    Elle nao demasiadamente oleoso, gordo-
    rento ou pegadizo.
    Elle nao deixa o mener cheiro desagrada-
    vel.
    Elle o (Tiellior artigo para os cabellos das
    enancas.
    tile o im/lhor e o mais aprasivul artig
    para a boa conserva.;3o e arrr.njo dos ca-
    bellos das senhoras.
    Elle o iiiiico niiga proprfo para o peatea-
    do dos cabellos e b; ibas dos sinliores.
    NENWJM i(Uir.AIOH DK SKNHUH4 SF
    I'olco.xsidkk.ik como com-
    pfktosemo
    TOiNiCO 0RTRSTAL
    o qu.il preserva, limpa, fortifica eaformoe^a
    O CABELLO.
    Acha-se venda nos estabelecimentos de
    U. Forster & C, ageples. E em todas as
    principaes lujas de perumarias e boticas.
    IWhj aai m mvmi'm .1
    Composto do manac anti-rheumatico edepurativo
    PELO
    A1
    do Baro da Victoria n. 28.
    BAZAR DA BA DIMITA
    HOJE
    WIARCIL10 DAS N. 51.
    Este estabelecimento sempre solicito em offereccr a concurrencia do respeitavel pu-
    UCO um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinuuilharias a
    >recos es mais razoavois possivcis, para o que recebo quasi todos os scus artigoa de pro-
    >rta ct^ommenda da Europa o America, vem dar oublicidade doalguns artigos por cujos
    >racos bem se pode avaharos precos de outros muitus que se tornara enfadonbo pu-
    MIUDEZAS. MIUDEZAS.
    La para bordar, da melhor qualidade, 1 "Brincos dito de dito por 2JJ500.
    fbra por o850. BotOes de setim pretos e decores, a 800
    Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs- e HWQO aduzia.
    inha com 4 papis a 60 rs., 240 -r Franjas brancas de seda de todas as lar-
    Voltas de tita de vellu-l com lindos co- guras. 000 e 19400 o metro,
    ac/ies fingindo rnaareperola, a 500 rs. D'taS de cores e pretas a 800 rs. e 1 J)000 o
    Voltas para o pesclo, fingindo camafeu, metro.
    ?or.-;p/ihadas com 1 par de brincos seme- Gales pretos de seda, de muito gosto de
    E' preparado cstexarope de manac e mais algumas plantas imligenasdo ffataa,
    nao contm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nos
    ossos, erupes syplnliticas c da trosas, escrfula efodnsas morttias que dependeretn
    desses virus. A sua composicAo foi approvada pAn junta central de foveiene
    bhca.
    A cada garrafa acompanha urna eiplicaco para a forma de usar,
    urna 39000.
    Uirico deposito nosta provincia ra do Bario da Victoria
    Honteiro & Silva.
    pu-
    l'reco de cada
    n. 19, cbapellaria de
    Novidade.
    Vende-fe na loja da ra Duque de Caxias n.
    J8, fescenta e qnatro taboas de amarello, p>)r
    muito barato preco. j
    --------------------------------------------------------.________
    ArP*flilP<*l}l ,* prod'fecta rp doCabug. n. I A, acaba
    '"iiniltli i de Fe etier telo llHiho paquete cagado da Eu-
    . ,, r.'pa, nin fmllo sortimento de corpinhos de cam-
    no empenho de bem servir ao* wtM frcfruezeJ e braia bordadas para senhoras e meninas, golli-
    ao publico emi geral tem procurado irovcr-se do nbas e punlios tainbem bordados e de pliantazia
    (jue lia de melhor e da ultima moda nos merca- sajas bordadas, di;as com ntremelos para sent >-
    dos de Europa para expo-lo aqu a venda, eer- ras, bonitas calcinlias de diversos lapadinhos
    los de que os seus rrligos scrao bem apreciados e transparentes para meninas, que udo vende
    pelos amantes do bom c barato ; paM a entm por barato preca
    matar alguns d'entre elk, como sejam : ----------------.__________________________
    ALUU.VS, os mais ricos que lcn vindo a este I mn%,.r,aMn j f
    mercado.com capas de madreperola, ull/lll ( HflD
    Urtaruga, tnarliin, velludo e chagrn. *1l IUUIi^IU UV lililII
    ADERECOS pretos e voltas proprias para luto;! ^ Madre de Deus n 10 t
    anta c.mo, uu. bon.to sortimento de i ,/ i,nm! T >'mn. J, 1U,.V
    ditos de nk m nlm Ona p mnito hpm Jose orainPies do Carmo e Silva participa aos
    acabad, 'feu5 frePuczes e amigos que no seu annaiem a
    BOTES liara puntios, n mu> MA ^.r,r h da Madre d,,-.,?us n- A, se acl.a um com-
    melhor em
    perola, mar
    B0LCAS de velludo, seda, pallia e chagrn,
    lia de mais moderno e 1 ndas.
    mVaaK ttrtaSa'maSi L,Iet0 sortinient de tamoc"'f& to~P***~\
    arliin e Osso g 2Le "' mU:*'dos melhres ^brieantek da al.ia
    s'da nalUa e chasrin e bem,',m "^ < ,od' os fumos de corda
    j modera! c 1 nda ?" "J"*' Paco,us',a,a< ^nivt P*KOM. lam-
    BICOS de seda ede algodao, tanto branco como!^n^I^pacr^?0*'^Vnlf Torres 4
    nreto de varhdos rtcenlim Araujo, Lizaur. Adolplio Sclnudl l C, Lizaur
    CASSOLET.4S pVet de Ind e de madrene- ^imd?.*,, Veigasi Aranjo, Udado 4 Av-
    iante, tudo por 29500.
    Linha oranea de 200 jardas em carriteis,
    propria para costura de machina, a 800 rs.
    duzia.
    Dito do dita de Alexandre, numerado a
    ^osto do freguez*, a 1^100 a duzia.
    Diademas dourados de 1JJ500 a 3ft00O.
    Ditos de tartaruga com llores a 2J9000.
    Ditos com borboletas a 1*500.
    Brin;.is encarnados 1 par por 500 rs.
    Ditos do plaqut de 500 rs. a 29000.
    Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
    2*000.
    Voltas de aljofares com brincos, a 29500.
    Ditas do ditos cjm coraedes a 19000.
    Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
    $00 rs.
    Rosetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
    Gravatas de seda para senhoras de 19200
    23000.
    farures com 2 locos para cabeca e peito
    i 39 e 49000.
    Kntremeios e babaifinhos bordados de 360
    4J. a 29400 a peca.
    baldes de seda brancos o de cores, de
    ^9500 a 29500 a pe$a.
    Ditos de algodo e seda, de 19 a 19400
    pe(ja.
    Ditos de algodSo, a 100 e 500 rs. a pesa.
    Trancihhas d cores, a 100 e 500 rs. a
    raa.
    Leques de marfim a 59 e189000.
    Ditos de sndalo a 49500. .
    Ditos re madeira imitando, a 29000.
    Itaai de ppellflesa 19*00.
    laques para seMoti, a 39, 393d0e 49.
    Aderemos imgWdo "coral, c'o.tf pondo-se de
    jlfintp'e brincos por 29000.
    Dito dito pretos por S98OO.
    Ditos' de plaqutf, tOmpondo-sc dealfihete
    dbriaco, sendo tfe muito gosto, por590O.
    800 rs. a 19000 o metro.
    CALCADO FRANCEZ.
    Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
    49500 o par.
    Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
    alto, a 59000.
    Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
    69000.
    Ditas dita de cores, catino alto, enfoitadas,
    a 59500,
    Ditas para meninos, protas e de cores, a
    39 e 49000.
    Completo sortimento de calcado de case-
    mira, Cbarlt, tapete e tranca, raais barato
    10 % d loe em outra qualquer parte.
    CHFEOS.
    Ricos chapos de palha d'Italia, para se-
    nhora, a 119000.
    Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
    a 169000.
    Completo sortimento de chapeosinhos para
    meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
    Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
    marfim a 169000.
    Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
    to bonito a 59500.
    Ditos dito de seda para senhora, cabo de
    madeira, a 69000.
    Ditas dito cabo de marfim a 99000.
    DIVERSOS ARTIGS.
    Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
    ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
    vado.
    Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
    e 29000 cada um.
    Ditos para sof, a 39 e 49000.
    Toalbas de linho pata rosto, a 19300 cada
    urna..
    Ditas de algodo alcoxoados, a 640 rs.
    Collas de crochet para cama de casal, a
    69000.
    No escritorio da ruado Conamercio n.,'j82, defj Joo Jos de Carvalho
    Horaes, vende-se o segrate 1 J :
    Gnf do Rio da Janeiro.
    Cimento do Porllan.
    Palhinha preparada.
    Cera em velas.
    Oleo Je linhaca.
    Couro de lustre.
    Bezerros.
    Chumbo de muniojlo.
    Gomma-laca, superior qualidade,
    Cadeiras hamburguezas.
    Ditas de bataneo.
    Wtas para crianjas.
    pretas de metal e de madrepe-
    rola.
    CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
    versos fomi tos. com msica e sem
    ella.
    COQUES a imitajAo, o que pode haver de mais
    bonito e bom goslo.
    DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-
    scRta un grande e lindo sortimento
    capaz de satisfazer os caprichos de
    qualquer senhora por mais exigente
    que- seja.
    P0RT-B0UQUET de madreperola, marfim e 5sso,
    este um objecto mdispcnsavel s se-
    nhoras do bom tom, afim do aspirar
    o aroma das flores ssm o inconvenien-
    te de nodoarem as luvas, ou manclia-
    iv 1 u as delicadas mos.
    PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
    ra alisar os cabellos e tirar bichos.
    PERFUMARAS. E' sabido do publico'que Pre-
    dilecta sempre conserva um importan-
    te sortimento de perfumaras Je fino
    odor dos mais afamados fabricantes,
    Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
    dray, Gosnes e Rimel, que incum-
    bido da escolha dos aromas mais btm
    aceilos pela sociedade elegante da
    Europa, e por tanto, acMnvse ra
    possibilidada de bem servir aos aman-
    tes dos perfumes.
    A PREDILECTA deixa de enumerar urna kn-
    mensidade de artigos, afim de #ao mas-
    sar aos leitores e se,pede, a hene,vo-
    lencia do respeitavel public nVdi,-
    rigir-se ra do > abug'tt 1 A, pa-
    ra conyencer-s aode pdetomprar
    o que bom e barato, assu coma:..
    FACHAS ricas e modernas de tuquiu e urgurao
    se la
    IMEN'SVETTOS. Ricos vestimentos para menjnoi,
    por baralisiimp preco.
    FLORES. A Predilecta prima em.conservar um
    bello sortimento de florea ao alcance
    de qualquer boira ainda que nao" es-
    ..* teja bem rplcu de dinheiro.
    FITAS. E ja bem sabida da puidO que si, na
    Predilecta que podem encontrar um
    grande sprmcnto de filas He setim,
    tafeta, velludo, anuo e de'alguo; por
    commodo preco.
    GRAMPGS de ta/taruga, imitapwre'iWs, pre-
    tos e (3e cures, o que se de deaejar
    i ,r. J% m^K moderno e bonito.
    GRAVATAS de seda e de cambrai pian snbnra,
    lagos e golinhas de bohitas core*, tain-
    .bejn ten um bom sortimahto de- gra
    vatas e regatas para homeiu.
    JARROS de norcelapa e-.de vidro muito bonitos
    paradrnatiis d "sala.
    Me s de seda, de'li e de aJodto.fA-
    ra senhora,: meanas a kaam.
    LEGUES. Reos lequas de madreporoh, tartaroga.
    marnm e de sso, os mais modernos e
    por barato preco.
    LUYAS de pellica, de seda e do algodao, para
    ' homem Bcubora.
    .LIVROS uara mSEa a Pr^ilecu-apr^enuies-,
    eolha do ^espmtave (Jj1Uo yun teo
    sortimento de&s IrVroaTcphi carias'Be
    madreperola, tartarbfe, marflm/osso,
    lar, Teixeira Pinto & Portella (garantido pelos
    maaaosl e de outms ainde nao eonhecidos pelo
    jiublico desla capital. Q annuaciante declara que
    lodo fumo que'for vendido em sua casa s;r pelo
    seu justo valor, e que quando garantir a respecti-
    va qualidade, sera sincero, mu particularmente
    com as pessoas que pouco enten Jam da materia ;
    pois para bem servir a todos, lem o annunciante
    a ion;a pratica de 15 annos deste commercio.
    00PASS0
    Ra Primsiro de Margo
    n 7 A,
    outraora do (fspo.
    1 ^:prDprietarios_aclualmeote deste. imnoitaute
    esWbelacimento,. leudo impedido, a urna completa
    r forma era precitado estabelecimento, e conscos
    de ser elle nm (Tos rfiais hm ortidos principal-
    mente em artigos de tnoda e Hita ftbvtoade, pedem
    ao rospeitavel publico e eea partieulaii .os seu
    uup>erosos fregpez. % a jbondade de contjnuarem a
    depositar em sua, Confiaca, garantind sereiri" bem
    servidos e por prccS -dimiamepte barato?. : Ve-
    nhum pms todos comprar novas e lindas fazen-
    das, de cojas damos um .pequeo resumo para
    qui vista dtlle.jioasaui a y rociar.
    JelWdo p'reto,setira niaao prto e branco, gor-
    guVao. de seda, grosdnaple prel e de lindas co-
    re*, MI com listras1 de seda, eambraia marmota,
    nausuk dalindos (ladrCesy tai*as bordadas, para
    bamem, vestuarios ara efiancasi chapeos para
    baptisados, manas brasileiras. roeiajs de cores na-
    fa homm.e meninos, ca'apos de 'cateo de njarflm
    para sol, frttadtae. fif de sedirreas basquinas
    de seda, tilo de mho, bramante, cambraias, chi-
    tas, caasemirasi (Ble,: aa loja do Passo, n.i Pn-
    mireo de arco.n. 7.A.
    Setim macbu'carea.
    Sajas bordadas para senhora.
    Hites de restidos.'.brollaos bordades p ise-
    *KliC roivi
    . Molino preta e de tes.
    lCpellas e inanias para nova.
    Ricos cortes de seda de Mres<
    Vistuarioi paraibaiitisado.
    : Champa paf a, ba^^adas.
    ~lM. de seda para noivas.
    Gidade da Escada.
    D'ora em diante vender-se ha carne verde dia-
    riamente no aQougue publico a 120 rs. a libra.
    Therry kina~
    fVINHO' l)K yUlJil^lNA HYGIKN1CO
    PREPARAT10 COM OS MEliHOUES VNIIOS DE HFS-
    PANHA DA FIH.MA
    CALVAIRAC A. B. C, OESEViLHA
    FORNECKDoR DA SHA MACKSTABK A RA1NHA
    D'llESPAMIA.
    POR
    THOMMERET GLIS
    Miarmaccutico
    EX-INTERNO DOS HOSP1TAF.S DE PARS
    O SHERRY-KINA 0 vinho de Quinquina
    que boje proferm a uaior paite dos mdi-
    cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
    dos membros da academia de medicina.
    Tem esta preferencia a sua explicado nisto
    que oiTerece todas as garantas que debalde
    se procuram nos productos desse genero em
    que Mt;tT.\s vezes se sacrificas! as qitalida-
    DES TO ESSE.NCIAES (JER DO VINIIO, QUF.R
    do ouinquina (as vezes de ambos) aos lu-
    cros da especui.aqao (Ver Guia das Agum
    Minerae.1. Do Pr. CONSTANT1N JAMES,
    7.a edico.
    NICO DEPOSITO
    NA
    PHARMACIA E DROGARA
    DE
    BARTHOLOME C.
    Ra Larga do Rosario n. 34.
    Vende-se
    una pequea casa em terreno proprio, sita na
    e-trada d Joao de Barros n. 17 ; a tratar na ra
    da Soledade n "4, das 6 s 8 horas da maoh, ou
    das .1 s I da tarde.
    Urna d.ta na ra das Nyn'phas n. 8 : a tratar
    na ra da Soledade n. 4, das G s 8 horas da
    manha, u das 3 s da tarde.
    Um terreno con 148 palmos de frente e 120 de
    fundo na ra do Principe : a tratar na ra da
    Soledade n. 61, das 6 s 8 hars da manha, ou
    das 3 s 6 da tarde.
    Triumpho da
    <. J. -x "ni" f&~" '*r^

    Vigor do Cabello
    DO
    IWlnas boHMas d'cambntiii'de lmho para
    aaptisadoy^omdlinl.erBilnBaa.
    . iwJl'WilMlp asaa^ ra Primeiro de .Marco, anti-
    jajaeaft Crespa, p, 1, A.
    Vybre} lato chumbo
    pmp,ra-s.cp6re, lati''e fch'dhibo velho: no ar-
    "- la bofa1 (maratla ha fravessa da roa do
    Df. '
    VenaW a armatoa mais btuifeilorias d
    toada ra do Rangel n 15 : a tratar na mesilla.
    E f ron ra para qualipier itegoclo.
    para v^nderT
    Vende-se a grafrM'tUM da'ra--Vidd j Ne-
    S cham' Pr PW* ^^^^JIfl4l#liftltom aiUl^M.
    **iU*vwa' JMratr a fu Nova n. 42, loja. '
    Dp. Ayer.
    Para a renovaco do ca-
    bello, restituido de sua cor
    e vitalidade primitiva e nat-
    ural. '
    O Vigor do Cabello 6 urna preparaco ao
    mesmo teiUpo agradavel, saudavel e efficaz para
    conservar o cabello. Por raeio do seu uso o
    .cabello ruoo, grisalho, e enfraquecido, dentro de
    pouc* tempq revolve cor que lhe natural e
    primitiva, e adauire o brilbo e a frescura do
    Sabello da juventudo; o cabello ralo se toma
    enso e a calvicie muitas vzes, posto que n8o
    em todos os casos neutralizada,
    Nao ha nada que pode reformar o cabello
    depon dos folliculo9 estarem -destruidos, e aa
    glandes cansadas e idas, mais se ainda restarem
    algums podem ser salvadas e utilizada* pela
    applicaeao do Vigor. Libxe de eseas substancias
    deleterian que tornam muitas preparacoes de este
    , geaero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
    Vigor amente lne beneficial. Em vez, de
    aujar o cabello e o fazet pe'gaogO, o onerta
    Umpo e btt, e'mbeUizattdo o, nApedrndo a queda
    e tomt-se ruco, e por consquinte prtme a
    calvne.
    Pata' \slio da toilette ato ha nada maia idsse-
    jar; nao contendo oleo nem tintura, ao pode
    manchar moamo o mais alvo lenco de cambraiu \
    perdura no cabello, lhe d um lustre luxuriod,
    0 um perfume muito agradavel.
    Para, reformar a cor da barba, necessario
    mais tempo de que cota o cabell., porem se pode
    appressax o effeitd, envolvendo a barba de noto
    com um lncio molbado no Vigor.
    FlWtltAffO POB
    Dr. J. O. AYER & CA., LoweU, Ma*n
    Sitados TToidoe,
    ChimUo* Praetteo* Analytioot,
    VMXttm 6H POR
    Em tem pos modernos nenlium doscubri-
    mento opettromaior revoliiQo no moiIo de
    curar anteriormente eiii voga do que o
    " MAL BE IMtffi!
    TANTO NO TIUTAAIKNTO
    v\
    Tosse, Crapo,
    Asthma, Thisiea,
    Rouquidao, Resfriameulos.
    Broncbites,
    Tosse Couvuls-i.
    Dores de Peii-
    Expecturao de ; ae.
    Como em toila a grande serte de onermi-
    dades da Cargnutei, do IVEio e dos
    Orgtos da rstpiraoau, que tanto
    atormentam e fazem sof'rer a humr..,i lade.
    A maneira antiga de cinar consist i geral-
    mente na applicaeao de vesii- san-
    gras sarjar ou applicar ext* .v un-
    gentos fortissiraus cooipost' ie estan-
    cias vcsiototBS, afim de pro utim ;
    cujus dHercules modos Je cura, nau faziam
    seno eni'raquecer e diminuir as forcas do
    pobre doente, conlribuiudo por esta forma
    d'uma maneira mais fcil e corta para a en-
    fermidade a destruijao iuivitavel de sua
    victima I (3uam diiTorente pois o effeito
    admiravel do
    FEII0HAL DE ASACABi!
    Km -vez de irritar, morilicar e cauzai inau-
    ditos soflriments ao doente,
    Calma, modifica c, su;..isa a dor,
    Alliviaa irrita(o,
    Desenvolveo entendimento.
    Fortifica o cor^ o
    e faz com que o sistema
    desaloje d'uma maneira pronipta e i .pida
    ate o ultimo vestigio da ehfermidade. Os
    melhores votos m medicina da Euroj a, (os
    entes dos collegios de medicina f'e lerim)
    testificam serem exactas e verdndeiras estas
    relages analgicas, e alm disso a expe-
    riencia de milhares de pessoas da America
    Hespanhola, as quaes Joram curadas com
    estemnraxlhoso remedio,sao mais que ruffi-
    cien:es para sustentarein a opiniiiu do
    PETTRAL DE AJtACAlll 1TA I
    , Deve-so notr que cite remedio se acha
    interamente sent de venenos," tanto mino-
    raes, como vogetaes, e hquantn que alguns
    lestes ltimos, e particularmente nquelles
    que s'i dados sob a forma de op'o, e aci-
    do bydrocianko, formam a base da maior
    parte dos Xaropes, com os quaes to f-
    cilmente se engaa a crodulidade do pu-
    blico. A composi^W de auacabuita peito-
    ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
    era frascos da medida de cerca de raeio
    quartlho cada um, e como a dso que se
    toma s d'uma coIW pequea, basta
    geralnaeute applicaeao d'utn ou dotis fras-
    cos para a effectuaejio ce qualquer cura.
    Acha-se a venda ero toJae as boticas.
    U. Frosters A C, agentes.
    Lzirihas escosseza
    Ultimo gosto 580 rs.: o 4 da ra do Quoi-
    madei, em frente apnae^ha.
    O '43 emlii^ida^o.
    Ra U ^iei*ad.. em l'rente a
    praclnhu.
    Chitas finas, bonitos padi oe>, a 40 e' 280 rs.
    Cambrai de cores a JiO rs.
    PoopelinHs de seda a liOO.
    Vendo-.-a a proprleladi denominadaRo-
    deador.'sita na freguez <1 j Bonito, coin maltas,
    vara as,a\uoe, levada, cov'teo alweretJ d* pi-
    lares, terreno que pode dar dous engenhu* ; ^ucm
    pretende la comprar diriu-se a villa do,Bpuito,
    tratar cora a proprieUiria t.'Mxria mnroca do
    Albuquerqw.
    udHBk
    9HB I


    8-
    Diario ile Pernambuco ^ Quarta feira 30 de Julho de 1878.
    =
    ASSEMBIE4 GJRAL
    SENADO.
    niSCRSO PJlO.NTNCIADO EN SfcSS.vO.
    DK 1 1 BE JUMO
    tolo de grapas.
    (iVmtmiiafao;
    O Su. VisonsoK ue Nitiikkoy : Mas
    quanto censura proferida pela bul a pon-
    tificia especialmente appfieac queaqui
    le deram, bem de ver que nao se incluo
    etn matara cannica. E aqu lies quoqu'e-
    rem eetander a supremaca da groja, seu
    pod.tr espiritual som limites, dando-1 lie ap
    plicajoostemperaos de tal ordem, estas, a
    meu ver, que, em linguagem franca, se
    tornam lisongeiros. o prejudcam a causa
    saiita,^ com exagerares inadmissiveis.
    O Sr. Zacaras : Aceito dogmas o ca-
    nones,-sou catn.1 ico puro.
    0 Sr. F. Octaviado:V. tic. conse-
    quente.
    O Sr. Visconoe ue Nituekoy :A este
    ros, etto estou com o nobre soador o Sr.
    fabuco ; nao era p.issivel desde que a
    cousthuigo estabeleeeu o placel e foi es
    iaboleo lo por citadlos que nunca descro-
    ram nem deserta rain da groja catholca, e
    estii estatuido as conligos proprias ; nao
    aleases inspeccionar donlrinas ecclesiasticas
    e os dogmas, mas tio somanto rosalvar u-
    vasfies das attribuigos proprias do poder
    temporal.
    E assim como o placel direito innato
    de una nago livro e soberana, assim o re-
    curso cora o meio pralico para que o
    placel nao seja Iludido ; sera este mera pa-
    tico de seco.-rigir os abusos, e bem de ver,
    seriara ou po loriara sor exocutadas quaes-
    qucr con-tituicos ecclesiasticas nao plaei-
    adas. ."So caso actual foi regularmente
    inlerposlo o recurso cora.
    0 nobre senador obs-rvou lioulein pcr-
    teitamente : essa magouaria que existe no
    Brasil nao euteii lo com materia religiosa,
    fac) mundano que nao est sujeito s de-
    termnages da Santa Se. Na bulla o sum-
    mo pontifica fulminou especialmente os
    machina lores contra a religio e especial-
    mente os seus antigos sub utos dos estallos
    pontificios ; a bulla, port.nto, a .uenos
    que seja auorisada por acto legislativo,
    nao p lo ter applicago ueste imperio do
    Brasil ; liouve na cxoeugo delta excesso
    que deve ser corrigi lo : entendo quo ha
    meios ordinarios para Isso, e creio que o
    goverrj comilas pru leu iasaber lia-
    ve' se para resolver esse problema ditficil;
    snber acatar e resguardar a autorilade
    'eclesistica, .manteado se em sua rbi-
    ta ; prever a seguranza pubie repi imiu-
    do os desordeiros, bavendo-si ao nosum
    temp i ctm tola a prudencia o tola a, ener-
    ga que lia mister Creio que o g .venio
    prestar este serwgo sociedade, o que est
    fra do alcance de consuras que im merec -
    lameuteaiuda boje proteudeu-Ibo irrogar
    Ibe o nobre senador p la provincia do
    Amazonas.
    O Sil. NABCO ( movimento de atten-
    rSo) : -Sr. presidente, ou- vinba prepara-
    do pira concluir o discurso que interrompi
    na sesso passada e cortamente nao espera-
    va encontrar no meu caminlio o tropego
    que encontr, isto o violento discurso
    do nobre senador pelo Rio de Janeiro con
    tra miin, quando alias confessou que esto-
    vamos nos masmns arraiaes ou defendendo
    ter nomcado esses bispos mogos para as
    dioceses do imperio.
    O Sr. F. Octavian:Apoiadw. Nao
    por serem mogos, por serein o quo sio.
    0 Su. Nabco : Esses bispos quo n
    conhecem as ovelha& e nem sopor ellas
    conlicidos, porque aWhca viveram ontre ol-
    las ; fallo assiin cfhforme a doutrina do
    apostlo: a Coynosto mci, el conynos-
    vtinl me.
    J Salomo dizid a:nrsma cousa : Di-
    lif/entei' nynosce vnltiim pecoris tai.
    (Prov. 27. )
    0 nobre senador doeu se muito pelo que
    eu disse na parte poltica. Senhores nao
    Itz Beato urna l,uneiil.v;o, ao molo de Je-
    remas, s bre o estado do ooss paiz, por
    causa da iudifcreiigi poltica, por causa da
    impotencia 4o partidos estragados syste-
    a mes na causa.
    O nobre senador notou que eu tinha fal-
    lado com paixo e urna das razoes quedan
    para prova dcsta censura que, aprecian-
    do antes como consellieiro de estado a ques-
    to e fallando depois sobre ella como sena
    dor msta casa, ou devia ser m xlerado, para
    que o voto do consellieiro de estada nao
    parecesse inspirado por animosidade.
    E" incnvel a influencia do discurso posto
    ior sobre o voto anterior. Veja, porm,
    V. Exc, a eontradiego e injustiga do no
    bre senador; como digno de confronta-
    gao o papel que eu e ello temos represen -
    lado nesta qaest&o. (Apoiados). Eu nao
    ntrei na discusso deste negocio antes do
    o decidir comojuiz no conselho de estado ;
    assim nao se p le dizer quo levei para o
    conse lio de estado a paixo desta tribuna
    poltica, mas o nobre senador, que fallou
    sobre a queto religiosa antes de proferir
    seu voto como conselbeiro de estado e fal-
    lou com energa, cquepoderia ser acojina-
    do dejuiz prevenido: para arredar toda a
    censura do nobre senador contra mim,
    basta dizer quo fallei aqui .iepoisdeter de-
    cidido a quosto como conselbeiro de es-
    tado !
    O Sr. P. Octaviano :Veio justificar
    perante o paiz o voto que dea no cOnselbo
    de estado.
    08a. Sinimbu' :E' exacto.
    OSr. Nadixo:E fallou S. Exc. urna
    e inultas vezes da cauda...
    O Sr. Zacaras :Mais de oito vezes.
    O Sr. Nauuco :...disse que eu era
    arrestado pela cauda do meu partido. Se-
    nhores, se ha homem que nao seja arrasta-
    do pelse', partido, sou ou ; disse urna vez
    nesta casa e repito que nao aspiro posi-
    g5o de chefe, como Ledru Rollin, dizia que
    era, isto ,: a Sigo estes senhores, por
    que sou e chefe delles. Se eu desejasse ser
    chefe, seria como sao os chefes inglezes,
    isto a voz delles a voz do seu partido,
    de que elles sao a encarnacSo.
    Fallo livremente, e nenhuin senador tam
    o direito de interpretar mal as intengoes de
    outro, como o nobre senador interpretara,
    som violar a lettra exprossa do regiment
    da casa. ( Apoiados.)
    0 nobre senador achou o meu discurso
    violento, acriminiose contra os bispos; mas,
    senhores, di$so-cu alguma injuria contra os
    os bispos? NSo fallei senSo do seu zelo
    exagerado. Oque que eu disse? Que-j
    os bispos sa mostravarn esquecidos dasrela-
    goes da patria e desconheciam as leis do
    seu paiz.
    0 Sr. F. Octaviado :E disse a ver-
    dade.
    O Sr. Nabco :Disse a verdade, se-
    nhores, porque tenho aqui para invocar o
    texto das pastoraes. Eis ah o que disse
    sobne o placel o hispo do Pernambuco :
    k E um monstro, doulrina hertica, falsa,
    perniciosa, e que ninguem que se prese de
    ilbo obediente da igreja pode adraitti-la,
    por ser em extremo absurda, injuridica,
    offensiva das prerogativas do vigark) de-Je-
    ss Christo.
    Ora, senhores, nao tinha en razio de
    queuar-me dos bispOs, quo usavam deesa*
    expresses contra a le fundamental do esta-
    tadet e accoudiam as gaixes fanticas, per-
    turbando a paz das couscioncias, a paz pu-
    blica ?
    Senhores, devo dizer com franqueza, se
    ha erro, que tenha commettido o governo,
    malicaineute.
    O Sr. Silveiiu da Motta :Apoiudo.
    0 S. Nabco : io estado das cousas o
    ministerio mu provisorio infinito, porque
    nao ha quem o sustitua/ Em resposta a
    isto diz o nobre sena I r; O mininerio
    actual nao p le ser substituido, porque
    nenhum purri Jo tora clieguJo A altura, po-
    sigao de substituido.
    Oque diz ir uobro luMdWru mwmo
    i|oe eu digo; mifraqu'-cido os partidos
    sysleinati.amenle, nao polem chegjr i p<)-
    sn;ao necessana pin .substituir ;>y ministevio
    bi Uial. U n^bre aetmdor faz alar-Jti de u>*
    tacto be:n deploravel o-.n relacao au sysw-
    ra representativo, ou deploro.
    Senhores, eu lamente que a reforma- do
    elemento srvil l'osso feit-'-pelo pirli.*) con-
    serva loe; dabi o nobre acOadur dbduitro
    que o partido liberal quera urna reft>nna
    r dical.
    0 paiz, porm, s-ib-, polo-qire me OSMBJU
    e pelo que consta dos annues do paria-
    monto, que o prt lo Iioeral *.- prtnuuciou
    peia reforma do elemento serv? que passou,
    posto (juu desejasse algumas iWSjWidiS no
    sentido do apencicnar a obra desojada; f,
    pois, co.r.u vem dizer o nobre sonador que
    o partido liberal dusejava urna raforma no
    senti lo ra lical, aggravando a sitaagao da
    grande propiieda le E' certameate gran-
    de injustiga do nobre sonador. O partido
    h.;eral queria a leforma que passou : a
    que-sta i dos neios queslo pane;.
    Eu digo arada, e repetirei auil.is vezes.
    que, se a reforma fosse feita pelo partido
    liberal, anda que mais tarde, seria urna
    conquista natural delle e nao (icaria dividi-
    do e enflaquecido o partido conservador e
    sera o pomo de apoio que tinha na grande
    propriedade, o partido conservador quo c
    una grande nocessi lado no systema repre-
    sentativo, principalmente en um paiz novo,
    como o nosso, que tem necessi 1 >de de- re-
    formas, reformas que tem neeessidadu de
    ser at corto pontj moderadas em razao
    dos costuraos do paiz e dos iuteresse* esta-
    belecidos.
    O partido conservador una necessida-
    de, como nutra necessi lade o partido li-
    beral, o partido da iniciativa, que se quer
    destruir.
    Eu anda nao disse que a reforma doelb-
    raento servil tonha pro luzjdb inconveientes
    coiileficios, como suppoz o nobre senador ;
    o quo eu poderia dizer, que fez-se a re-
    forma e se parou abi ; porventura o gover-
    no tem continua lo por diante o pensamen-
    to da reforma ? Vemos na lei do org.wnen
    to alguma quautia consignada para a al-
    forria d.s gorages presentes i1 (Apoia-
    dos).
    Assim, senhores, que a reforma nao er
    seno urna questo daqu. lie lempo, o nAo
    na o um systema, urna poltica com ?s seus
    corollarios.
    0 Sr. Visconde do IIio-Hranco (pre-
    sidente do conselho] :Nao est concluida
    a matricula.
    OSr. Nabco :Nada obstara a que o
    governo desse meios no orgnmonto para re-
    mir as gorages actuaos, porque, toado re-
    mido as uracoes futuras, era preciso dar
    satisfagan a impaciencifi das goracoos ac-
    tuaes. (\ potados.)
    0 Sr. Saraiva :E' grande injustiga da
    lei, ter cuidado das gorages actuaos
    O Sr. Nabco :Sim, preciso t atar
    das gorages actuaes, remi-las graduahncu-
    io conforme o pensamento da lei e nao dei
    xar som espera nga, sem providencia, atris-
    te condigao dellas em conparagao das no-
    grando numero, numero que nao importava o placet conforme o alvar de 6 de maio d"
    saber, porque a agitagao religiosa, que se tT6i.
    senta, bom mostrara a cx$Icucm dos s- Daqui vem e direito de se apresontarem
    suitas. tos soberanos para estes exainiuarem todas
    Ello e Dupin insistirara com o governo e o quosquer bullas, todos o quaesquer bre-
    o governo couseguio da Santa S que ossom res, todos e quaesquor rescriptos, quea seus
    retirados da Franga os jesutas. estados forem dirigidos pela curia romana.
    U Su. .Menes de Almeida d um aparto. Esta lei nos foi trausmittida, o nem podo
    0 S. Nabco :A verdade esta : que ser outra cousa, porque a coiistiluigao ah-
    ora S'h' o governo francez instado pelas re-, soluta, falla de tolos os meios e formulas
    claina<;>.'s do parla, nanto, conseguio do (de rapuifestago da curia romana.
    pontilice que os jesutas se retirssem da O Sr. F.- ().;iaviano :I),ir ou negar;
    Franga, sendo aSMm cumprdas as luis que nao diz rever.
    os expel i rain, dndose satafago i opiuio 0 Su. Nabco :Uize.n os bispos quo o
    publica, que js repollia por.causa de suas placet o a if ouveiidi importa u-na injuria,
    doutriuas, cihis leraudo os porigosos p.ira por<|u.i se funda em urna suspeitn da igreja.
    i; eosiuo publico que nao poda sem dainuo Sennores, su o pincel l'os>e una injuria, urna
    do estado sor-Ibes eoearntg.ido. E' sto que suspcia desairosa igr.-ja, Jizfll .io : por-
    o n*nbre senador polo llio de Janeiro diz quo a igreja cousagrou O platel na concor-
    que nao vale nada entregar o eusinopubli- data 'lo 1801 co n a Franca ? Alii se diz que
    co aos jesutas. tolas a bullas, t h|m os ro*:iiptos, tolas as
    0 Sr. Figueira be Mello :Se tivere-m constituidos apostlicas nao ler0 exe-
    as qualida les para elle exigidas. cugao na Franga sena era virtode do pa-
    O Sr. Nabco :Senhores, a mim nv cet.
    importa que alguin jesuta individualmente O Sr. flanes M MEMM : Nao
    p s>a fus-mar, pon|ie entr.r elles ba capac- apoia lo ; isto ibzem os artigo orgnicos e
    dado o illustrago, que milito podein ser- nao a voncordfa.
    vir O Sr,. Fih.xi.xo ; -E' o que teen foito. cutiopreiiundem na lois da concordata ; nao
    O Sr. Nabco:O que nao quero, po-. houvc- -protestos eausni elles, soat ailtitsuo
    r.o, que dirijam o et>iuo, que const- o patt^g constane.
    tuam associac,x), como era- Penmnbuco, E aenhores, isto io seuao jasceptrbilt-
    euui col!ogioo.rtcom impreusa. daJe ra+ts, dizei-nue*,se os poderes-lemp:^
    O Su. l''iu.i:iiiv he Melao:E* d om raes conskleram injuri o xaquatttr, qae
    por.icular, que'usa de um direito eoust- so do reciprocamente por execugfRvdc sen-
    lucioual. tongas, ) Su. Nabu<:Asles, quwoMiobruse-'cugoiio territorio dos antros f
    ntiuVir citou, anda* nAo forain derog por ellas esto eaeluidot os jesutas. Se a gri"jjr um poder dMnetO da ube-
    4 iiobre senadei*' mU* na coiatuigo do' cania toinijwral, des.le qae seus ducwtos
    imperio: pois a cunstitaigao estabeleceu al- Inorado ser executados no territorio des4
    guia'liberd ido iilititiul ? emgou ipso l fueteas-leis anteriores?" Nao; a coustitui-- eaietpwlur.
    gao esabeeceu a hbeiiladb**^ lege ; e, pois, i Mas disse o nobre senador lje o placel ri4
    essasleis-que exist nevitites della. sobsistom sti? por oslo naorlo attiugir a muteria de f;
    emquanto iiao forem derog.tlas como sub- quena competo' j apr.'cia.;> do poder
    sistirai as leis criiusiiaes, do procasso e lem'por.il. AI,.s-os ;h;ios da Saut S podoirp
    outras alirts-repugiiautes-ao espirito d*> oons- ev tituigo, tanta atis quaiio> specialidade Je serem oofici^MMites ao'es- ticas-ematerias iHsiiiatailiii A encyclica
    ludo as rtlagpes com grtrja. A Bati i da 18 de ina'go tS-ltft'i couliu a-mjcyclica
    porque teno inlo dos jjistiias, porque, I propjtatiwmte dita,, oiule vem pnnefpios era
    Jenhore-, os-nossos bispossio se relacinalo gera HtBapaYeB>oia as iiisliloitVs do
    oaa-OB pajees-brasilcir s ol* tantos padrea! govescot-ivil, e trin^amexo o quesv rhama
    >|ue seriara dignos do episeop-ado (apoiadosj Syllatiuv,. e, alm disto, um d..'-inin'i[o
    o das milis altas-funcges ecclresiasticas-ii coneeilenoVj o jubibrt- uon-rs;il. O'que fez
    ih>sso paiz, isas vivara e sc-aeotiselbam ctia o govrmo francez ? Nvgoc boiK-plaeo
    OBJamitas uaianfcas ao parz^ estranho4' encyclroa^. negou beneplanl ao S:flalnts,
    esta, patria. e o coik:o.1 O Sr. Silicwa.Lobo :Ei o grande hth uwsciWiiii:ioaalineiite,,;ie*!#5st.U;rmos: i Sal-
    vas gorages, cuja preferencia urna ques-
    to do lempo, em que vieram.
    Eu no pretenda tratar da quosto poli-
    tica : fui obrigado pelo nobre senador pelo
    Rio de Janeiro, o qual veio dar-mo urna
    ligao, o que urna causa que o governo
    defende, no p le ser defendida pela op-
    posigSo sem licenga do governo, e pelo
    modo que apraz ao governo : nesta tribuna,
    porm, nAo to ho relago alguma com o
    gover to ; nao carego de licenga do governo
    para fallar, fallo como entendo que devo
    fallar, como quero fallar. 0 nobro sena-
    dor nAo tem o direito de vir exprobrar me,
    porque me exprim deste ou daquello modo
    na causa que elle e eu defendemos : cada
    um defende a causa como pode, como en-
    tendo ; sou representante da nagAo e nao
    do governo. (Apoiados.)
    Sr. presidente, V. Exc. sabe, porque ou-
    vio o meu primeiro discurso, que eu u&o
    fallei seno incidentemente dos jesutas.
    Quando tratei de fado do dia li de maio
    em Pernambuco, ostranbei que houvesse
    jesutas no Brasil 1 Nao me refer, porm,
    aos jesui as, sos ou solados, p.sto que os
    alvars lidos pelo nobre senador os cxcluam
    individual ou conectivamente; quiz fallar
    dos jesutas associados, dirigindo collegios,
    cora typographia, cora jornal, e ento
    ponderei a injustiga clamorosa contra os
    brasileos, porque os brasleiros nao toem
    direito de fazer qualquer associagio vista
    da lei de 1860, som autorisacao do governo,
    expressa, passada por muitos tramites gra-
    vosos ; porque os brasiloiros era podora
    oxercer o direito de reunido. (Apoiados).
    Pois bem, senhores, o cidado brasi-
    leiro nao pode associar-se ou reunir-
    so senao com dependencia e tutella
    do governo; maspodem os jesutas fazer
    associagao, nao obstante as leis que d>ad-
    raittem corporagSes religiosas sem aecrdo
    do governo. Podem tudo e esto rehabili-
    tados, o que acaba de dizer o nobre sena-
    dor pelo Rio de Janeiro. Eu euteudo, po-
    rm, que subsisten as leis, que os oxclu-
    ram
    Senhores, esta questAo dos jesutas foi le-
    vantada ero- Franga pelo estadista francez
    Thiers em 1845 o ninguam dir que elle
    um espirito exagera lo. Em 1-S45, em um
    discurso celebre, Thiers deniniciou ao parla-
    mento que os jes ios polas leis
    de Franga se &t-rn inr o-/indo em
    Fraori, que tiTrant entrado subreptica
    mente aotempo da.rela,ur*^aooj contavam
    (3iiiveniente ; vera, com o sen ideal r>
    nano.
    OSr. Nabuoo-:Aida tenh* medo, se
    itltores, dos jesuta por causa do voto d
    obediencia absoluta quo ees prestara ao
    seu generalato.ou superior, qie estran*
    geiro, e constituido era paiz- estrangeire
    donde recebema nspirages procoitos \
    esse voto to ceg, diz Ltupiu que impor-
    tw a abdicago da.vontade. Isto, senhores^
    absolutamente inompativel cora a logis-
    Itogo deste paiz-. a qual faz um, crirae da^
    iveonbecer superior fra do imperio.
    Sr. presi lente,.passo ao meu proposito
    que concluir Oidiseiirso que interrump na
    sassio passada. Eu pretendo concluir o meoJ
    discurso, partindo do ponto eia.que o deixei,
    isto a legitimidad.' o necessidade do placei
    do poder civil p*ra torora execco 110 impe-
    rio as conslitutges bullas, breves o rescriptos
    da Santa S.
    Senhores, o placel foi impugnado pelus-
    bispos do modo porque j demonstrei, cir
    lando as paleras de suas pastoraes, manda-
    montos c despachos. Entretanto, senhores,
    o plaoit a respeito do qual os. bispos assim
    se exprimom* est expressamente consagrado
    na constituic.ao do estado ; a coustitui'ao
    do estado que no art. 102 declara : Que
    compete ao poder executivo conceder ou ne-
    gar benepktcito aos decretos dos concilios.
    Miras apuelolicas e quaesquer conslituices
    ecclesiasticas, que se nao oppuzerem a cons-
    liluica, precodeudo approvaugao da assem-
    bla geral, se contiverera disposgo ge-
    ral.
    Eu dovo fazer aqu urna, advertencia :. tai-
    voz repita alguma cousa do que disse ; te-
    nho nota do que vinba dizer, mas nao da
    quillo que deixei de dizer ou daqui lio que
    lissc. Bem pode ser, por consequencia, que
    por dofeito de memoria tenha de repetir algu*
    mas proposiges que emitti no primeiro dis-
    curso.
    Notai, senhores, que a constituigo diz
    quo o poder executivo est autorisado para
    conceder ou negar beneplcito, e este bene-
    plcito avista do texto da constituigo Ili-
    mitado, comprehendo todos os actos da
    Santa S, qualquer que seja a formula da
    sua manifestago, ou eneyelica, ou consti-
    tuigo, ou bulla, ou breve.
    O nobre senador pelo Maranho disse,
    porm, que esse artigo nao se deve entender
    seno de combinago com o art. 5." da cons-
    tituigo ; pois bem, como o nobre senador,
    eu quero que o artigo 102 da constituigo
    se entenda de combinago cora o art. 5. da
    mesilla constituigo ; mas porventura diz o
    art. 5." o contrario do que diz o art. 102 ?
    Nao, senhores, o art. 5.* nao desmonte nem
    poda desmentir o art. 102, porque alias te-
    riamos que a constituigo desmentira si
    mes.na, ura artigo derogara outro. 0 art.
    5. da constituigo diz que a religio catho
    lica, apostlica, romana, continuar a ser a
    religio do estado. A constituigo nao diz
    que a religio catholca serd religio do es-
    tado, mas que continuar a ser a religio
    do estado ; isto quer dizer que a religio
    que a constituigo adoptou nao era a igreja
    catbolica absolutamente com todos os ca-
    ones, pautada pelos dictatus de Gregorio
    VII e pelo Syllabus de Pi IX.
    vas, ponen' as clausulas- t formulas con-
    trarias :i leis o ;is lrl>evHdes da greja
    gallicamii. Nolai oseas peanrras : a igre-
    ja gallic-uia.
    Eu disse, senhores.. que-* constituido .lo
    estado 1 '.o -tinha ado|. nim* igreja olijec-
    tiva, pos-af.snn dizervinas-a igreja lusitano,
    como tilla.eva-;. pois b*>!ttv que eb*dase
    fo coufinkfciopelo n:h*e 3Buu|or peo-Ma-
    ranho.
    O argttSMala do uabre SBwanW esaar o
    art. 102 j i i da coastiUiiKo, quo jxigg
    vplacel, dvve ser entendido' da cooibiiagao
    com o ait..*da inesuia conibiiiigo, oorao
    -entendido de Bombinagao- cos o art. a. o
    raes.no art. 102 2.c'::por\toLinira, dk o
    nobre s-mador, o poitrn-'. o v'-itivo i jinuia
    0 Sr. Nabco : Nunca boiive antes.
    .0 Sr. Zacaras : Autos nao era artigo
    de f, agora .
    0 Sr. Nabco:Mas nao ata antes, o
    que eu quero, e que basta para meu pro-
    posito.
    0 que u quero dizer, senhores, que os
    concilios ecumnicos, compustos dos bispos
    de todo o orbe calholico, offeregara muito
    mais garantas aos estados catholicos do que
    o papa smente.
    0 Sr. F. Octaviado :Apoiado.
    0 Sr. Zacaras:Nunca boureconcilio
    sem o papa.
    U Su. Nabco:0 papa presidia.
    O Su. F. Octaviado : Como o Sr. vis-
    conde de Abael preside o senado, e por
    isso se pode dizer que nao ha senado sem
    elle.
    0 Sr. N.ibcco : Tomo a questo como
    est decidida.' O que vos disse, senhores.
    e lomo a repetir, porque o senlimento ge-
    ral de todos os paizes cathotkos, que o
    pp, um hornera so .
    U> Sr. Zacaras:y.ie importa.
    O Su. NAB0CO: nao eflorece as
    garanta .
    Sa. Zacaras Isso fallando buma-
    nainentev mas nao fallando com as proines-
    sas de Dtt.
    U Sr. Nabco : Pego que me dcixem
    fallar; assiin nao possivel discutir.
    0 Sr. F. Octaviano :Diga sua opiuio
    cora frauque/a-.
    0 Sr. Nabco : 0 que- levo dizer v
    ,ipj o senti ment de todos o* paizes catho-
    Ist.? urna tucos.
    O Sr. F. 0c*MfeUIO:Apoiado.
    O Sr. .Mi.m.+ s- be Almeib** : Nao
    apoi.id>>.
    & Sr. Nabco ;O senti ment do todos
    os'paizcsc.itbolicos que o conril'o, cora
    posto de todos os bispos catholicos-,- levando
    para o-centro a experiencia o as inforinages
    de toilo1 o orbe eatbolico, davam murto
    maior garatia aos governos cathoticos do
    que o papa s; e o nobro senador pelo Ma-
    0' ranbao disse muito bera',-quando disse' que
    .1 infalbuilidaole nao importava a impecca-
    bilidade.
    Sobmleya ajae a constituigo do coneiliu
    .to Vaticano-coMlm dtspoaiBjOai que parecem
    dnrmais oattaaBil inatcriailainfallibilidade
    '*> que autos-tiutw. Assn que, segundo a
    cofistituigao' do concilio, a infallibiliiiade
    versa, nao s- sobro a> fi- e costurae;
    seno sobrehilo qaanto ni*cesssario para
    coasorvago d (kiposilo da-f, e abi vso,
    portinto, Daaao nao-tolos os fartc*plilosophicos, historioo
    e scaastifios, str.uhos .1 reveliago.
    0>S. F. Ootatuno :Apoiado.
    O Sr, Manas de AutuiM : Na
    apoijrfo.
    O S*. PwMBiaia de Mello : Era ma-
    teria de f o costamos respondendo *-
    calli*ira.
    0 Sk. Nabco rEsta clausula tit-cathe*
    dril outm iMuikis dilliculdadus' escolsti-
    cas ife-que nao tratave.
    A mitra parle- d.>-cuncilio> .fue a igreja
    aiu carece do poder tivil, Un poder roer*
    citivoporsi intisma^ e o oxoeceuo ro ki
    torno oorao no estimo. 0 saiado vo bem.
    o alcanas que tem estas dispesi Dadas orno o SnHabus; e como .leve latas
    bem advertidos os estados ponjue pode estar
    os bispos-*; Nao; ee-us aprasanta Sania Sua cadvira pontifical outro que nao soja Th>
    0 Sr. Me.ndes de Almeida:-Era urna ldadeera attribuida.
    S-;, porvoutura. u pidF. meeutivo ac ve
    por si s os boneficiur^cclesittifos t Nao;
    mas BedMte aproseo^igao >Us bi.sp..s> O
    argumento.coiitrap?oJuc*>, o adomons-
    trago faeil. Pergwnto.eu: o art. da
    constitUB^o falla daapesantaejto lls aa>
    [ios o l.";,-l'n-ios i';i.'.ioLalicu>'.' Nao; masa
    porque so suhcnteiMle 110 art. 5." a agrattWt
    tago dos bispos e beneficios eecleainat60S ?
    A raza, nao outta,.seH'w porque a aorf>sl-
    tuigodizque a ragio tatholica cirati-
    nuar a, ser a religio ti'cavara, nesta asposigo mentidos, e su-
    bentendidos os caones o leis respec-
    tivas, aprescatugo- dos bispos e be-
    negeios: o mesrao quanto aOuBtattt.'
    o art.. 5 o nao fajla.do J/kttet, mas pola mes-
    ma raziio mantuve o subentendeu :> placel,
    como era pelo direito lusitano, qtie pas-
    sou para nos tal qual .10 te.npo da constitui-
    '&'
    uobro senador aida disse qpe o pla-
    cel era iiielliiaz, porquo lvre como boje a
    imprensa, os actos da Santa S sao publica-
    dos e cho9ira,A0i conhecimenlodos liis sem
    o placet aaia obslante a falta, de placet:
    o argumento- BOfi plausivel ca materia (fe
    f; quanto^ porm, disciplina os actos
    anda publicados nao tero effeitos ju-
    rdicos o ao auxilio coercitivo do poder tem-
    poral.
    Afinal concluo que a greja brasileira a
    mesma ig'oja lusitania cora seus caones
    recebdos, cora suas leis respectivas :. e
    esta a doutrina praticada todos os dios entre
    nos.
    llevo dizer-vos com franqueza, senhores
    que, se ojuscaueadt se o placetoi alguma
    vez necossario, hjojp,
    K' hoje depois da infallibihdade do papa :
    senhores, eu nao entro, j vos disse urna
    vez, na questo. theolegica da infalliblidade
    do papa.
    0 Sr. F. Octaviado :Nem da-
    qui.
    0 Sr. Nabco : E' urna questo a que
    abaixo a cabega ; quaesquor quo ossem as
    irregularidades argidas ao concilio do Va-
    ticano, a mira catholico nao compete seno
    respeitar os decretos da igreja em materia
    de f o costumos. Trato da infalliblidade
    no ponto de vista das relages do estado
    com a igreja.
    Sabis que, proclamada a infalliblidade
    do papa, os estados catholicos leora boje
    menos garantas de que quando a nfallibt-
    religio nova ?
    O SR* Nabco :Perde-rae ; era a igre-
    ja catholca, apostlica, romana como era
    at a data da constituigo ; sto igreja
    lusitana, como ella ra.
    nao
    0 Sr. Zacaras : Nao apoiado
    trouxe alterado alguma.
    0 Sr. Nabco :-. .. aos concilios
    ecumnicos.
    0 Sr. Zacaras : Sempre pertencou ao
    Senhores, ha cerlos principios que sao sumrao pontfice,
    corainuns igreja de todos os estados, isto, 0 Sr. Mendes de Almeida:Apoiado.
    , f, costuraos ; mas as igrejas de quas: O Sr. Nabco :Dezoto seculos se pas-
    todos os estados se particularisam, se carac- saram sera que pertencesse ao sumrao pon-
    tersara pelos caones recebdos, pelas con- tfico, mas igreja.
    cordatas, pelas leis especiaos e respectivas. \ 0 Sr. Zacaras iSempre pertencou ao
    Assim, pois, a religio, catholica, apstol i- summo pontifico.
    ca,. romana, a religio do estado no Brasil, 0 Su. NabcoNunca foi reconhecida
    a igreja lusitana, qual era at a data da tal infalliblidade.
    constituigo ; era a groja lusitania com o ( Crusam-se os apartes. )
    placet, com o recurso cora, cora o alvar 0 Sr. Nabco : Senhores, nao desejo
    das faculdados, emfim cora tolas as bis entrar na qucstlo theologica, porque iu-
    que compunham direito circa sacra de Por- candesceute; s fallo do resultado do conci-
    lugal. Assiin, vos digo que o pucequea lio; at hoje a iufallibilidad ponencia
    constituigo continuou, ,ue foi adoptado greja ; o dogma da iufallibilidado do papa
    pela coristitaigo, foi o placei da igreja lusi- smente de agora que data. sassioos assustaram-see diligenciaran fugir,
    tana, isto placel Ilimitado. 0 Sr Zacaras : AdefJngio que porm Jumean, o protegido de Hariard, foi
    , Sim, plactC liraitado, porque tal era de agora, I apaubado cm flagranto
    i
    IX, mar, um Gregorio Vil.
    O Sft. Menih-di-:. Almeiikv :-r- Ento 'ai
    a moUiar porque esse santo..
    O S*. Nabco t Senhores, como baile-
    mos ih> abdicar ojia cavend, quando ro-
    mos a-ptocediaoato dos bispos giirimnaVn
    applaar o Syfaku litteralBtente que, se-
    gundoQ hispo de Oileans, ilavia ser exaeu-
    ta.lo -^los bispos, conforme o tempo a as
    circiUiSLiiicias nelaYas de aaa paiz.
    Como havemos abdicar n jus cavem,
    quaiaio vemos, o-que diz o jornal offieial
    da c-jit do lUnaa. A C--ita, de & de
    mar.50 de 87 L. U senadi* ouga.
    y r>. (i diz essa foi!: O papa
    juiz, soberano- das leis civia, nelle se muera
    as autoridades-temporal e- espiritua.. .
    0 Su. F. tiirrAViANO -. Isso ost no
    Sallabas.
    O Su. NaaiICO: porque elle o
    vigario do dess Christo. o Jess t'liistu nao
    foi o Padre Eterno smente, raes-foi o re
    dos reis. De modo, que o papa tem dous
    'poderes : tora o poder temporal, o tem o
    poder i'.-i;.rtuiil; o jai/, supaemo das leis.
    civis !
    Sr. presidente, a verdade quo todos ce
    paizes catholicos para logo se tomaram de
    apprebjmsoes o protestaram contra a ordem
    de censas que o Syllabus e.o. concilio do Va-
    ticano importavam.
    O senado pennitta qiu eu leia urna nota
    do governo austraco de- 30 da julho de
    11170. 0 governo austraco, desde que foi
    publicada a constituigo do Vaticana, rom-
    peu a concordata do 1855 ese exprimi
    perantc a corte de Roma nestes. termos:
    Nao so podem sustentar retaques com
    urna potencia quo ella mesma se erige em
    poder superior sem lmitago alguma, A
    enevehea de 8 do desembro de 1864 e por
    outro lado o Syllabus demonstram at onde
    alcanga a preteuco da Santa S, tornan-
    d.vse infallivel. Ante um poder dcsta na-
    tureza o estado ou deve appellar para meios
    novos, ou ao menos recobrar sua liberdade
    de acgo, afim de repellir a tendencia in-
    vasora quo inostra o poder ecclesiastico.
    Continuar-se-ha.
    VARIEOADE
    CONDEMNACO A1 MORTE. Ha mu
    poucos das foi julgado o condemna.lo n'um
    dos-tribuuacs do Pars, um rapaz do viiite o
    cinco airaos, quo desde criahga manifestara
    sempro possimas inclinages.
    Foi por isso que estove recluso na colonia
    penitonciaria de Mettray.
    D'ahi sahiudo tornou-se logo merecedor
    do varias condemnages por furtos.
    Um hornera que so condoa da triste sorte
    d'aquelle desgragado procurou salva-lo ob-
    lendo-lhe da colonia penitenciaria um livre-
    te operario.
    0 mco mais proprio que o malvado levo
    para se mostrar grato a sou bomfeitor, Mr.
    Uartard, foi procurar occasio em que este
    nao estivesseem casa, para, em companlua
    de outro to bom como elle, se apresentar
    esposa de Uartard, figurando r visita-la,
    e depois de algumas palavras trocadas um
    dos malvados precipitou-se contra a
    pobre senhor.i, o em quanto Ibe segurava as
    u:os o outro procurava'estrangula la. Fe-
    lizmente uuvio-so bulba na oseada ; os as-
    0 tribunal tendo e.n considerago as
    rauitas circumstancias a agravantes do crme
    sentenciou Jumean a tnorrer guilhotinado.
    DLELLOS.Ao mesnio tempo queote-
    legrapho nos annuncia o desafio do deputado
    radical Mr. Hanc, cora c espadachim do fi-
    nado imperio, Mr. de Cissagnac, as folhas
    franeczas chegadas hoje, temos que eslava
    em caminuo outro combate.
    Em jornahsta, cujo uome -se occulla,
    escreveta, fallando de um deputado radical
    que foi ollieial superior nomeadu por Gam-
    betta, que o comprala um general de
    circo.
    ROUBO DE !M PRFDO. Furtar nm
    tengo, um relogo, um c>rdo cousa trivial
    o de que j ninguem se espanta ; mas rou-
    bar una prnpri.nla.lo de easas, transportau-
    do-a para outra parte l custa a crer. Pois
    bouve quem soubosse realizar o milagre.
    js como um ousailo aventureirorealzou
    esse impossivel.
    Aprcsenlou-so era casa de ura du-vtor cha-
    mado Miriaque, dono de um predio em
    Romaimk*, o tal esport .dho gatunoe com
    boas arte tere labia de s.? fazer lomar como
    representante de um rico uvlez que preten-
    da fazer a*?q.u6M;o da taf easa de campo.
    Concluidir o ajuste e celebrado nao saBo*-
    raos que cautrato provisorio, Miriaque
    (que bera se poderia traduzir por basaa*
    o**) consentioem o tal supposto procurador
    Jo imaginario inglez, se apossaf do pre-
    dio.
    O ladran coirrgou por doinolir o predio
    e ir vendando tudti quonlo era vendare!.
    Quamlo o St. Miriaque c nhereu o lo-
    gro- yi era tarde. Anda assim podecorfce-
    guira'priso d'ellc^qunndo j esta* pro-
    ximuda trono ira, fagndacoin um soturna
    soSivri puuigo qaeo' eu crime petla-
    mara;
    ASEDOTA.0 jornab francez o Ga/Ulur
    conteu-esta ancdota :
    No saro> que houvebonlem no palstio-
    do presidenUrda repblica; uno membrod
    ceutro-esquerdo, e que t'mrdgwras tinturas-
    de lvre pensador, expun:ii-ao general Mae-
    Maboi; os- inconvenientes qp polia tora>
    g. ando-manifestago religiosa- de Paraj*-le-
    MoiiiaK-
    Esa-era erro, redai'gtria* o marechal,-
    so monos perigosas algumas toneladas do
    agua beata qpi *in litro le pptcoleo.
    RAP1KZ DEMA VIAGfiKi- Conta o
    Times, ebegado boje, quo o vupor Windsor
    Castle, pwlencente empieza Douafcl Currie
    Lino, femwtotn Baaft viagen' d que ha
    memoria entre Inglaterra o o Cabe, pois
    gastou apenas l' d-ias o 15 minulos.
    Na cidade do Gabo offei ecorem ;o capito
    eofiiciaesdo 1FinAarCoa/caspessoas mais
    importantes d'alm, um banquete-, em de-
    monstracio do BgBaaB pericia' dl'aquelles
    niaritim. s..
    A LSI i A NO- TRIBUNAK- Era um
    d.>s triLituaes do .lepartainentO' de Sena
    t.niiparo-jt;'., ii'iuu d'estes das>.unti tabellio
    apos.'iilalo,- sob aictusaao de emprestar
    dinhoiroa 7 porotillo por tri musir ou 28
    por r.-nt.>uo anikfl.
    0tribunal condemnou-o n'um mez de-
    prisa.) > fin mil fraocos do multo.
    Cmn iMiita gr>a diz a folla, l'ondeox-
    tra 'tam. 0 esta i:oln-iu :
    Avao aos pcolectores da. jpwntude.
    MORTfi DE UM HEROICO'. OPERAltlU.
    Contara os jncnzes-uaicaso digrjo-
    de refer-se, i^ecque honra a memoria de
    um homem, se- bem que fot obscuro, pas-
    sio u.ii ganuile corarao.
    E' ocaso que-andaii.li un corto numero
    de operarios a trabalhar bu caminho. de
    ferro de Londres e Sudoeste,., viram aproxi-
    mar-so todo o vapor o comboye expxesso
    do Exeter. Jauto d'aquotles operarios es-
    lava, um chamado Eliott, erapregado parma-
    nenfte da couipanhia, qu; explora aquella
    liaba.
    Os domis- trabalhadores tivera13.tenq.1r.
    da-fugir ao perigo, salvando suas.pessoas,.
    porm esquecendo-xe deque urna correara-
    de ferro do vedago uo tinha, oomo ara
    necessarioy sido retirada, e por tanto um
    desearrilbmento a inqweterivelmente aore-
    messar aoabysmo aquella coraboyo, o qual
    conduziiL numerosas [ssois.
    0 arrojado Eliott "r bem a perigo,. pois
    demais. o conhece : de corajoso passa a ser
    ternera* io.
    Cora incrive! celeridade ra arrancar a
    corrate, e o comboyo passa! salvamento.
    Alas, a aglidade de que oca, dotado tendo.
    servido para pon par a vid a outros nao foi
    bastante para ppupar a raa. O dosditoeo
    colhido pela locomotiva en'um pice de
    tempo, transfigurado cotnpletamoiite l
    Ao procurac-se os restos mortaes d'aquella
    vctima dos seus elevados seotmentos hu-
    manitarios, smente so eucontrou urna coa-i
    sa informe.
    0 infeliz era casado o tu iba filhos.
    GUERRA AOS TRANSV1AS. Em Aavws
    (cidado da Blgica) os cocieiros celebraram
    urna reunio, com o fim de diseutireni o
    pjttido que mais lhes :onvinha tomar,
    achando-seem frente da concurrencia tem-
    vel que a sua arte esto l.azendo os cami-
    nhos de ferro americanos.
    9$ homens nada conc airara, porque a
    quosto que tralavam nao tinha solugo al-
    guma razoavel.
    0 publico serve-se dos mnibus dos ca-
    miuhos americanos, poique o servgo
    bom e barato.
    Muitos dos cocheiros cougregados na tal
    reunio, fallaran, porin, ella termnou
    som nada conclurem. -
    Ura dos oradores prelendondo mostrar os
    inconvenientes dos camiuhos de ferro ame-
    ricanos, disse, que elles orara nocivos ao
    coinmercio, por quanto, os que n'elles tran-
    sitavam nao se apeavam quando passavara
    ora frente das lejas, anda quando l vissera
    alguma cousa que lhes agradasse.
    Por anu se v a forga io discursador.
    Diz a Independence Relc,e que depois que
    em Bruxellas se estabelece.r.ira. os camiuhos -
    de ferro americanos, a circutago das car-
    ruagens de praga muito raaior; e que
    isto facto averiguado.
    Os mnibus dos camintios americanos
    desonvolveram all de tal forma o movi-
    mento na cidado, que os propros que mais
    lhes lemiam a concurrencia com ella vieram
    a lucrar.
    !
    TYP. DO DIAiUO HA J'JE DE GAMAS.
    *
    \




    I i-


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