Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12997


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Full Text
t


...
I
1
AttVO XLIX. MJMERO 172

Jj
------------------------------------------------------------------------------------^----------------------------------_
VAWLA A CAPITAL E LUGARES O.TE SAO PAGA PORTE.
Por tres mezo adiantados................ 99609
18JW00
S49000
... sao
l'or sois dito kletn
for um auno dem
Cada numero avulso .


TERCA FEIRA 29 DE JIIIIO DE 1873
PARA IHEVTHO I l'U.i DA PROVINCIA.
Por tre meies adkmUdos.................
Par seis ditos iden.................
Por nove ditos dem................
Por um auno dem. ....,'..........
W740
1500
S09356
7JK>00
MAMBUCO.
FIGE1R0A
Peroira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da ftaba; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, emPiazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Machaco, no Pilar das Alafas; Aires d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio la jasticn
Km II do crrante reraetleu-se a seceo de jus-
tija do conselko de estado, para consultar, sendo
relator o viieonde da Nilheroy, o olBco do presi-
dente do Rio Grande iln Su I obro a se. ulule du-
vida,usciiaJa pelo consol o de revista da guarda
nacional de Cacipava :se os. guarda* nauunacs
designados para o erveo da guerra contra o Pa-
raguay, tendo concurrido promptainente, oslan
isentos smenlo do servieo do exereilo e da uni-
da ou gozam das oulras vanlngons concedidas aos
voluntarlos da patria, entre os quies se menciona
a isja.ao ds laffieo da guarda nacional, quaudo
nao se qneiram prestar voluutariaumnte.
- Em i I reiuetteu su a seceo de justica do
tionselii de estado, para eon-ultar :
SeuJo relator o consellieiro Jos Tlionuz Na-
liueo do Araujo, o ollkio do juiz do diroito da oo
marca de Pracurnra sobre a regra que conveiilia
adoptar se quanto ai lempo e.n que as leis deveui
ser exiMiitauas *e d-qioU de corto prao cuitado
la data da sua publicado as secretarias de es-
tado, ou quando sejam conhecidas as provincias,
lor tereui ski iinpressas nos ivspertvos j oBeiaui; e o recurso de gra$a do reo liviano, es-
cravo, eondentaado uiorto pelo jury do terina
de Pedro II, oo Piauliy.
Seudo reUOr a vuamdu de Xitheroy, o re
curso de graea do re Manuel, .r: avo, cnudeiii-
nid^ Hurta pe) jury di capital di provincia di
Para.
couselheiro presidente do tribunal
V Exc.
Ministerio I: fuzeiuln.
Expediente de 20 de junho.
CirCu ara, 22, s thesouraria, ordenando i|ue nos
balance iiieusaes do exerricio de 1873 -1874 em
diaulo. mChii -einpie distinguir, na renda dos di-
ra tos de consumo arrecadados a parte que per-
tiicer receila ordinaria correspondente s la-
xas da tarifa e a que prorier de quaesquer ou-
iras addicbnaes ou de porcenlageni sobre aquel
les di.-eitos, de in>xl> que no Ihesouro se p-Jasa
calentar mi lai-iliil ido e exaetidao o producto de
una e ostra renda.
A' thesouraria da I) ilna se coinmuniea que
leudo si lo presente ao tribunal do tlies >:iro o r
curso interpislo por Mariulios & I], da decisao da
dla thesouraria, con fitina loria da da iccebedoria
que calculou sobre a quanlia da l,*O9:450#753, o
sello do titulo de di-irato por elles fulo com um
dis socios, que se retirara, rocebendo a quanlia s
o:2liiOi!), obligando-se por este nado M pa
miento da quantia dj I2; a litnl daquelle
imposto ; e o supradilo tribunal :
Considerando que do referido titulo de distrato,
competentemente registrado no tribunal do com-
merejo, nao se concilio que a lirma recrreme,
quej exiuia quinlo para ella entrou o referido
mKu>, iic;iss.; lissolvida, antes se diz expressamen-
ti que os outros socios onliniiam sob a Arma de
Marinlios 4 C. : e
Considerando que. por nao declarar o regula-
ment de 9 d> abril do 1870 quil a base para a
obranca do sollo das e-criptur;is ou esenptos par-
ticulares de sociedade, ubsiste, por forja do art.
ii-'l do mesmo regulamenu, a legislacao anterior,
Maguada a qu.nl, como se v do art. 6", 8> do de
i-> d le/.finbro de I8i>), o oulras djipoMi^oes an-
leriores, a rerpiisit) es sello dos ttulos de dissoluco a divisao dos beus
entra m socios, que constan na electiva transfe-
rencia de quanlia em dkihoiro ou valorea ; de-
vendo o sello as dissoluedes parciacs de socieda-
de ser eobravel iinicament-) da parle que for le-
para la do dominio eo:n:inin, e transferida para o
socio-que se retirar;
les Iveu d ir proviiinto ao recurso para o ef-
foetivo de se cobrar o sollo correspondente quan-
t.a de Vi. i jiii t, reoebida por Joaquim da Cosa
S>!, se restituir a diMerenca entre o sello pro-
pr ioual a ana qoHMiaa e o do 1:210, que pa-
garan) os recor'-ciiies sob.-e o capital que tinhaja
toe -l.ide ao tempo da retirada daquelle socio.
CHOverno u provinein.
KXPB01KNTK D) DA ti DKMMI M I87-).
/.' seccilo.
acto :
O presidente da provincia, tendo em vista as
l>j:ideraci3es feitas pelo engenheiro das obras mi-
litares em olllci. de 12 Jo crreme, relativamente
as iiias condiccoes que olferece o lugar denominado
-anemia-Mocaspara a cou-truccao alli deuin
paiol para servir de deposito da plvora importada
nesta jrovincia, resolve nomear urna commissao
coinposta do mesmo engenheiro e dos engenhei-
roa Antonio Vicente do Nascimento Feitosa e Ger-
vatio Bodrigues arapello, alim de cscolber outro
local j|ne mais apropriado for para aquella cons-
trueeto.
i .iici. i- :
.. -Ao brigadeiro commandante das armas.
Sirva-se V. Exc. de faze- chegar as mos do cabo
de esquadra do batalh.io de infantaria, Joao
l edio dos Passo, a inclusa copia authentica do
odiciu o Exm presidente da provincia do Mara-
nhao, prestando as informacoea pedidas por essa
piara no requerimento quedevolvoe veio anoexo
ao oUJcio de V. Exc, de 5 de abril ultimo, sob
n.39/.
Ao mesmo. -Chamando aattenca de V. Exc.
para os actos criminosos, de que traa o olllcio
lunto por copia, do presdeme do ronselho paro-
Uial da sociedade propagadora da instruccio pu-
blica ile Santo Antonio, praticados pelo tenente do
t.' batalliao de infantaria, Basilio Jos de Barros e
o aiferes do 9.- baullian Menezes de S na noite
de lt) do crreme no edificio em que funeciona a
.vola normal para ambaras, espero que tomar
as mais enrgicas prjvideneiasJem ordem a evitar
a reproduca > de tjes factos djpjnentes da disci-
plina militar.
Ao mesmi.-Sirva-seV. Exc. de mardar por
em liberdade o recruu Manoel B-ulo Soares, que
provoa iieiifao legal perante a Dr. ebefe de poli-
ca, segiind i declarou nw este em officio desta data
sob n. 919.
Ao eugeaheiro das obras militares.Mande
\ tac. proceder sem demora, de conformidade com
iorviiueutodel:7.tii70; annexo ao seu cilicio
. .T-^ Prsil|w lido, a catadura e pintura
di ed Ocio do Hospital militar.
Ao owstiio.A' vi.-ia das ponderacdei feitas
:n seu otHcio de 1* do crrente, relativamente as
mas coudic.oes que offerece o lugar denominado
Encanta-Moc i para aelle se construir o pro-
jectado iiaiol destinado a servir de deposito da
plvora importada nesu provincia, nomeei nesta
data ama commissao composla de Vine, e dos eu-
nenbeiros Antonio Vicente do Nascimento Feitoa
e Gervazio Rodrigues Campello, alim de oscolher
outro local mas apropriado aquella Hm. O que
communiu.0 a Vine, paia ser, couhecimeiito. Mu-
tmt'u Mf -.ndis a cada um dos membros da com
j::;>s3o.
2.' uc^'o.
Actos:
O presidente daprovinoia, attendendo aoque
Coroltano de Abreu e Silva, oo meado alfere da
.- Cnnpmhia do 4. baul'jio de infantaria da
guarda nacional deste municipio, por portara de
*:j dti novembro de 1871, nao solicitou no prxso
legil a respectiva pajante, e vista do ofBeio do
respectivo commandante superior, resplve, de enn-
formidade rom o disposto no artig 65 % da
le n 60 de 19 de setembro de 1830, privar o dito
alfwjs do leforido posto.
Offlcios :
Ao Exm
da relacao.Transmiti V Exc. os offlciosjuntos
dos juizes muuicipaes e de rphos do termos de
Garan ,uns e S. Bento, afira de que resolva, de
con.ormidade cotira lei, e conflicto de j ttrisdiccio
que entre elles se suscita.
Ao Or. chefe de poliaia. Transmiti a V. S*
a inclusa copia do ofltclo'do presideble do eonse
Iho parochial da sociedade propagadora da instrc-
co publica de Santo Antonio, alim de que loman-
do em considerado os factos nella relatados pro-
Vdence em qrlem a evitar a sua reproducra-).
Ao mesmo.Para os fins convenientes inclu-
so reuietto por copia a V. S. o officio de 21) de abril
prximo passado, do juiz municipal^. supplente
do termo do Uum lardm, dando os signaes de los
Ignacio ( condecido por Jos Macaco ), que a 13
daquelle mez assassinou a Jos Luiz da Silva.
Ao mesmo. Becommendo a V. S. que, sem
perda de lempo, proceda vstoria das offensas
pbysicas, que consta furam feitas em 3 padres je-
sutas, como tambern nos dainos feilos nos edi-
lieios, em. que eslavam iiluados o collegio de S.
Francisco Xavier e a typographia da UniCw, com
distinecio dos movis, etc.; procedendos mas mi-
nuciosa nve;lgac,es quanto aos autores de taes
al tentados, que tanto depoem contra a moralidade
e civilisac dos habitantes desta cidade. Igual-
iiwiite V. S. me aprsente um relatorio miiiucioso
e circumslanciado de to desagrada veis e crimi-
nosos accoiiiecimonloa. Espero que V. S. proce-
der com toda ac'tividade em laes diligencias, dan-
do comprmanlo ao que llie recommendo.
Ao commandante superior de Flores.Ex-
l>e$a V. S. a* convenientes ordens para que sejam
destacadas em Villa-Sella lo praeas e um inferior
da guarda nacional mb son commando superior,
at i]ue alli se aprsente n oulras tan'as do corpo
de polica, que se achatu no Salgueiro.
= Ao oommandaule do eorpo de polica.Pode
Vine, eliminar do corp sob o sau commando os
soldados, Uasinuano Bezerra da Silva, Benedicto
Augusto Aeeioli Lobo e Terencio Candido do Oli-
veira Maciel, que, segundo seu olllcio n. 265, de 10
do crrenle, furiun julgados ucapazes de continuar
a servir.
Ao mesmo. Expeca V. S. suas ordeus alim
de que 1 praeas do destacamento de Villa-Bella
sig.un, sem perda de lempo, para o termo do Sal-
gueiro, onde licaro destacadas, devendo as que se
achaiu ni ultima das referidas villas destacar em
Villa-Bella.
Ao mesmo.Expega Vine, suas ordens para
que, a contar de hoje, se aprsente diariamente
no tribunal do jury desta localidade, pelas 9 horas
da manila, a guarda que de costume, alim de
oonduiir os nres is, que tem de ser julgados na
presente Mssao.
Ao mesmo.Acensando o recebimento do of-
ficio de Vine. n. 218, de a do corrente, acompa-
libado de copia de outro do subdelegado do 1.*
districto da fregu :ia de S. Jos desta cidade, US-
nho a dizer-lhc em res.iosla que prjvidencie no
sentido de ser satisfeita a requisico daquelle sub-
delegado, eujo olllcio conten somente a dita re-
qojsi^ao, c nao urna ordem. como entende Vmc.
3.' secgao.
- i'ilii-ios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
lleudo nesta dala, de accordo com a sua informa-
cao de honiem datada sob ti. 830 serie C, aulori-
sado o engenheiro das obras militares a mandar
lazer pela quantia de 1:731 760, em que estao or-
eadas, a caiadura c pintura do hospital militar,
assim communico a V. S. para os lins conveni -
entes.
Ao mesmo.--Transmiti a V. S. o incluso pret
que me rem tten o commandante superior interino
deste municipio com olllcio de 10 do corrente,
sob n. (OS, alim de que mande pagar os vencimen-
tos dos tambores, cornetas e clarins empregados
nos corpo da guarda nacional sobo mesmo com-
mamlo, relativos aos meses di fevereiro a abril
deste auno, conforme demonstra o referido pret.
^ Ao mesmo.A Jos Carlos de S mande V.
:>. pagar, vista da folha, relacao nominal e pret
junios em duplcala, que a remelteu o comman-
dante superior dos municipios de Garanhuns, Bui-
que e Bom Conselho com olllcio de 30 do corren-
te sob u. 29, os veucimen'.oi do destacamento da
guarda uacioual existente na villa de Aguas Bellas,
relativos ao mez de abril ultinu.
Ao mesmo.-Attendendo ao queexpoz Fruc-
tuoso Das Alves da Silva no requerimento a que
se refere sua informaca do 12 do corrente, sol
n.82), serie C, resolv despensar o supplican-
le da multa imposta pelo collector municipio
de Serinliaem, em virtude de nao ler elle ma-
triculad) no prazo da lei os menores Bellarmiuo e
Mariano, Bino de suas escr.ivas Jesuina e Sebas-
tiana ; o que fago scienle a V. S. para us devidos
elfeilos.
Ao mesmo.-A' vista da cunta em.duplicata
annflsa ao incluso requerment.t, mande V. S. pa
gar a Pereira Irmaos a quanlia do 52i, provenieu-
le de objectos por elles l'oruecdo ao palacio da
presidencia, como so f da referida coma.
Ao mesim. -Communico a V. S. para seu
conhocimento e lins convenientes, que Luiz Mar-
ques da Cutiha fica relevado da multa imposta pe-
la recebedoria do rendas internas, por nao ter o
prazo d.i lei matriculado urna creanca do sexo
masculino, fillio de sua escrava Const inga, como
se v do incluso requerimento a que alinde sua in-
forma;ao de 10 do corrente, sob n. 8 5.
Ao mesmo. Transmuto a V. S. para os Qns
convenientes t inclusas cantas documentadas do
hospital militar, relativas ao m-z de abril prximo
Iludo, s quaes v-aj annexo em duplicata o parecer
la jauta d inspecedo que as eximinou na forma
das dlsposicdes vigentes.
Ao mesmo. Tomando em consideracao o que
expozeram o capito Bellarmino da Silveira'Lins e
Florismundo Marques Lins, nos inclusos requeri-
mentos a que se referom suas informales de 12
e 13 do corrente, sob ns. 819 e 829, serie C. resol-
vi julgar de ue hum elleito as inultas impostas
aos snpplicintes pelo collector di Escada; sendo ao
Io por na i ter dado matricula no prazo legal a
menor Mnica, filha de sua escrava Ludugera, o
ao 2 por nao ter no devido tempo averbado nao
s a compra do3 escravos Elias, Austoro e Trujano,
mas tambern por nao ter matriculado o de nomo
Louronco; o que communico a V. S. para os Qns
convenienies.
Ao mes no.Declaro a V. S. para o devidos
lins que ne-ta data relevei a Taurino Lauriano
de Hesendi! Bangel da multa imposta pelo collector
do municipio do Lfmoeiro, por nao ter ello dado
matricula no prazo da le o menor Jos, filho le-
gitimo de seu> escravos GeralJo e Francisca, se-
gundo se dnprelisnde do incluso requerimento
sobre que versa sua Informaca i de 12 dcorrente
sobn. ftt ,r C '
Ao mesmo. Ponderando me o engenheirc
das obras militares no o'cio jnito por copia que
o lugar denominado -Encanta Mogas -nao offe-
rece as condiedes precisas para o paiol que alli se
projecta construir, e rujas obras ja se acnam em
jtreitadas, segundo consta de seu officio de t de
de aorit ultimo sob n. 601, serie C, resolv nesta
data nomear urna commissao coraposta do mesmo
engenheiro e dos engenheiros,Antonio Vicente do
Nascimento Feitosa e Gervasio Ro (ligues Campello,
afim de escolhor ontrolocal que for mais apropria-
do aquelle ftm ; a que communico a V. S. para
seu gonliflcimento, e alim da quo mande sobr'estar
nn exe;urao da referidas obras at ulterior d.libe-
Tigao.
Para os lins convenientes communico a V. S. que,
segundo participa o Dr. chefe de polica em officio
de 6 do corrente n. 867, oi demittido por elle o
guarda da casa de deienco Joapnm Facundo de
Castro e Silva, e nomeado para subtitui-lo Aulo-
uio Luiz de Al neida.
Ao mesmo. De 'endose contar o prazo, de
{que trata o seu ollicio de 8 do corrente informan-
o o requerimento do Dr. Felippe Nery ollaoo,
contratante das mprjssdes precisas para as repar
ticoes provnciaes, da data da entrega da ultima
pega, e n5o da primeira, e verificndose ter
apenas um excedo de 60 das e nao de 118, e
sendo por outro lado procedentes as razdas apre-
sentadas pelo referido doutor, o releve: da multa
em que incorrera ; o que communico a V. S. para
seu conhocimento e fins convenientes.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar ao tenente-
coronel Pedro Pessoa de Siqueira Campo ou a
seu procurador a 2." presta gao da obra da cadeia
de Flores, a que lem direilo em virtud: de seu
contracto, como se v do certificado annexo ao-j
incluso roquerimenlo.
Ao administrador do consulado provincial.
Chamo a atincao do V. S. para o modo ir-
regular e incompleto porque at mje tem sido
feito o lan.amento dos imposto provnciaes, con-
vindo que sobre esie servir empreguc todo seu
cuidado e zelo, incumbn lo quelles d.is seus em-
pregadas, que forem mas activos, diligentes e ze-
losos
4.' secei.
Cilicios :
Ao director geral interino da instruccao pu-
blica. Servindo de base os offlcios do juiz de di-
reilo de Cimbres e da respectiva cmara muuici-
pal juntos por copia, mande V. S. novamente syn-
titear do modo por que o proessor de Pesqueira
Valeriano Bezerra Cavalcante de Albuquerque
cumpre as suas obrigacoes, devendo ouvir o
actual delegado Iliterario'quanto exactidao dos
inclusos mappas de matricula o freqnencia dos
alumnos..
Portara:
' A cmara municipal da villa de S. Bento
Em resposta ao officio da cmara municipal da
villa de S Bento, de 24 de abril ultimo, tenho a
declarar qne ha mcompatihilidade no exercicio
simultaneo dos cargos le juiz de paz e supplente
de juiz municipal, nos termos do aviso de 30 de
novembr de 186S, e segundo decisio do governo
imperial, de 31 de maio do anno prximo pasudo.
5." seccao.
Offlcios:
Ao Exm. conselbeiro presidente do tribunal
do commercio. Tomando em considerago o que
em data de hoje me requeren o New London and
Brasilian Bank Limited, que com a pubbcagao de
seus estatutos no Dmrio Ofkial da corte do im-
perio, de 11 de agosto do anno pausado, e anu re-
petido no Jornal do Recife de 28 e Diario de Per-
nnmbuco de 29 de abril ultimo, provou ter satis-
feilo exigencia do art. 13 do decreto n. 2711 de
19 de dezembro de 1880; e attendendo a qne do
proprio despacho, proferido por essj tribunal em
28 do referido mez de abril na petigo que o
mesmo New London and Brasilian Bank Limited
I lio dirigi, vi Tilica se ter havido demora para o
registro dosjespeclivos estatutos; o que deu lugar
a quo elle nao podesso antecipar a mencionada
publicagao antes dos GO das da poca designada
para a sua inslallac'io; c attendendo mas ,t que
deve ella ter lugar no 1.' de junho prximo vin-
douro, sob pena de grande trans orno s suas
oiieracoes mercanlis; declaro a V. Exc. qae tenha
como sem elloiu a miada resoluco de hontem em
resposta ao seu olficio de 1 do corrente, afim
de que seja o mesmo New London and Brasilian
Bank Limited considerado constituido para os lins
legaes.
Ao engenheiro chefe da reparlicao das obras
publicas.Chamo a atieugao de Vmc. para o ar-
tigo da Revista Diaria de hoje, que tein por api-
graphe Santo Amaradas Salinas ; cumprindo que
sem perda de tempo obrguo a companhia Per-
nambiu-o Street Balway a reparar os estragos por
ella alli causados. Mutalis mutandis ao enge-
nheiro fiscal da companhia Peinambiico Street
Bailway.
EXPF.DIKXTKD) SRC P.TARIO
/.' secriio.
Offlco :
Ao brgadeiro commandante da armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo expe-
dido as necessaras ordens para ser quanto antes
caiado o pintado o edificio do hospital militar,
assim o 'manda communear a V. Exc. em respos-
ta ao seu officio de 24 abril ultimo, sob n. 428.
2." secciie.
Offlcios : v
Ao Dr. chefe de polica. -O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda acensar o recebimento
do efflcio de V. S. de 6 do corrente, n. 827, parii-
eiuando a demissao do guarda da casa de detencao
Joaquim Facundo de Castro e Silva, e a sua subs-
tituigao por Antonio Luis de Almeida.
Ao mesnio. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda eoinmunicar a V. S-, em respos-
ta ao seu offlco de 12 do corrente, que ex pedio
ordens, para qne 15 praeas do destacamento de
Villa Bella sgam, sem perda de tempo, para o
termo de Salgueiro, onde flearo destacadas, de
vendo as que se acham nesta ultima villa destacar
naquella, sendo as que partero desta substituidas
por igual numero da guarda nacional e um infe-
rior, at que alli cheguem as de polica.
Ao commandante superior do Becife. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
near a V. S. para os Qns convenientes que, por
portara desta data, foi privado do posto de alteres
do !. batalho de infantaria da guarda nacional
deste municipio, para o qual havia sido nomeado
por portara de 23 de novembro de 1871, Coriola-
no de Abreu e Silva, visto nao ter solicitado a res-
pectiva pateute no prazo legal, como inforraou V.
S. em offlcio de 6 do corrente.
Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar aV. S. que expedio as con
venientes ordens thesouraria de fazenda, no sen-
tido de serem pagos is veucimentos dos tambores,
cornetas e clarins, de que trata o seu oficio de 10
do corrente sob n. 608.
Ao commandante superior de Barreiros e
Agua Preta. -0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda eoinmunicar a V. S. que; por portara de
II do mez prximo passado, sob propost do com-
mandante uterino do batal 5o n. 46 de infantaria
da guarda nacional do municipio de Agua Preta
de 5 deste mez, e de conformdade com a nfor-
mago de V. S da mesma data, nomeou para
aquello batalhao os offlciaes constantes na relagao
junta.
Ao commandante superior dos municipios de
Garanhuns, Buique e Bom Conselho O Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.
que a thesouraria de fazenda foi aulorisada a pa-
gar a Jos Carlos de S os veucimentos do desta-
cameRto da guarda nacional, de que trata o ten ol-
ficio do 3 deste mez sob n. 29.
Ao jniz de direih de ItamW, bacharel Joio
Francisco de Souza Braga 0 Exm. f preside/o-
te da provincia manila acensar o recebimento do
officio de V. S de 11 de abril prximo 'passado,
communicaiido ter D>r motiv> dnitutsiia psnk)
o exercicio do eu, cargo ao Ia .;,pde-at d. juiz
municipal.
Ao juiz de direito t>"e*idente do tribunal do
jury da capital.OE*,,,. Sr. preidenteda pfovHf
ca manda accii4>. <, reeebimewto do oflieio de
v. s. de 13 d->. corrente, e comaiuiiiear-lbe que
da nesse tribunal a guarda que solicita no sea ci-
tado oficio.
lAoSr. los Ser.api.to Bozorra de Mello.De
ordem do Exm. Sr presidente da provincia, com-
munico a V. S. que, nao podend wr apostillada a
caria que devolv, pe a qual V. S. oble ve a serven-
ta vitalicia de partidor e distribuid ir do termo 4e
Limoeiro, cumpee-llie solicitar, afim de Ihe servir
dejtiioln, como dispe o aviso incluso por copia
de 25fo me prximo passado, di ministerio da
juse*o decreto que o iihiumi partidor e conta-
dor do grillo d i Bom Jardn.
4.' secuto.
offlcio; ^^
A Dr. director geral interino da instruccio
pabliOjk. -S. Exc. o Sr_ presidente da provincia
manila eoinmunicar a V. S. pira seu eonheeimen-
lo e ;ftns convenientes que, em vista de sua pro-
posta de .1 de marco iilos-ib n. 66, o mesmo
Exm. Sr resolve i por acto de 8 do dito mez exone-
rar do cargo de delegado lilterario do districto do
P d'A lu Urbano Jos de Mello, e nomear para
substitu-lo o padre Antonio Domingos de Vaseon-
celloM AragS >, rujo lital i Dmetto-lhe para ter o
conveniente destino.
masculino 2 2S1 o feminino 147. ,. esse ollicio com outro, concebido nos termos que
at 7 ateos I 5 annos 56, de ge tem abaixo da(Jue||e, iqui dado estampa
Leia o publico ambos os documentos e avalie
ksi'aciios d.\ P!i::siknci\ de 26 dk julho db
1873.
Alfredo Emilio Cilumby. Informe o Sr. ins-
pector da saiide publica.
Ittcharcl Antonio Man.iel de Medeiros Furtado.
Paste portara.
Antoni > Francisco Martns do Miranda -Nesta
dala solicito crdito ao govenio imperial para o
pagamento que pede o sunplicante.
Fausta Felicia da Cimba Rosal.-Bemeltido ao
Sr. Dr. director geral interino da instrnegio pu-
blica para attender a supplicante nos termos da
sua inf miii.icao do 22do corrente mez, sob n. 221.
Padre Jj;i Vicente Guedcs Pacheco. -Uefardo
com offlcio desta data thesouraria de fazenda.
Jiao Antonio da ilva Pereira. -Informe o Sr.
juiz de direito do l' districto criminal da comar-
co do Recife.
Joaquim Antonio de Castro Nunes.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Jos Francisco Carnciro Monteiro.Dirija-se o
supplicante an Dr. chefe de polica para providen-
ciar como for justo.
Justino Jos de Souza Campos. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Joaquim Antuucs.Pasee portara na for-
ma requerida.
Jos Srvalo de Bnrja Buarque.Informe o Sr.
coai.'ii.indante superior da guarda nacional do
municipio do Recife
Luiz Emigdio Rodrigues Vanna. P.isse porta-
ra relevando o e-polio da multa para o fin re-
querido.
Tenente Melanio d-s Res Preira do Lago. -
Certifique.
Fr. Venancio Mara de Ferrara. -Informe o Sr.
inspector da ihesimraria de tazeuda.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 28 de
julho de :873.
0 portt-iro,
Silvinn A. Rodrigues
Sexo :
Minie
23 a 40 98, de 40 a 38 5$ mas de 5o 39 e igno-
rada 20
Loclaidade : domicilios 22, hospitaes militares
II, ditos, civis 128.
Otnervardes, O exame desles dados estalislicos
demonstra :
I.* Que a mortalidade geral nao so afastou nesto
periodo da proporci ordinaria.
2. Que a das febres diminuo dj modo sen-
sivel.
3." Que a da varila augmentou um pouco.
4." Que o mesmo succedeu com a das afJecges
agudas dos orgas respiratorios,lalvez em virtuJe
das vieissitudes atmosphericas, tocando peneu-
moiiia a manir quota, porque dos :7 falleemeutos
produzidos por esta classe de mole.'lia, 21 Ihe per-
teneeni.
3,' Finalmente, que a das oulras molestias nada
apresontou digno de mengao.
Nota veis pertubagiies occorreram as condigoes
atmosphericas o meteorolgicas deste periodo.
O calor manteve-se cima de 70" at o da 3,
chegando a subir a 77 no da 4. No da 3, porem,
soprando SE fro e hmido, para a tardo desceu
milito, principiando a amegar chuva ; e esta co
o
do seu coteddo, certa de que a energa de que
da copia o digno administrador da provincia nao
se desmentir na pralica
Bis os offlcios :
c Palacio daSoledade, 24 de julho de 1873.
Illm. e Exm. Sr. -Desde hontem proplense a no-
ticia de ter V. Exc. chamado palacio os Rvmds.
vi garios desta cidade do Recife e tentado por meios
brandos e persuasorios induzi-los a que nao ebede-
cessem as ordens emanadas da autoridade diocesa-
na relativamente irmaodados interdictas, dei-
xando-lites entrever ao mesmo tempo qne o gover-
no imperial aneara mao de medidas enrgicas e
rigorosas, se porventura elle proeedessem de ou-
tro modo. Se bem que urna folha diaria j tivesse
confirmado, em parte, esMi noticia, todava sus-
lendo o mcu juizo a ese respito; e, em nome
Ja jlilic i. em nome do meu rebanho querido, em
nome da santa religao que nos legara m os nos-
sos antepassados, me animo solicitar da bondade
do senlimentos religiosos de V. Exc, duas gra-
vas :
i t l. Exm. Sr.,se to desagradavel boato nao for
destituido de fundamento, como ministro do Al-
d, ^f", C "rrdaS 9 para as 10..horas tissi.no, e em nome da santidaJe do augusto ca-
da noile, mas com ponea forca eassim continuou rmoT sa,.,erdolal, em nome da hoRra e da cons-
conimaior ou inenor interrupco ateas 4 horas da ciencia de nim0 der mr,lim a y. Exc. que te
c.irregando *
!f,r'ie d0 d'a 7' c',",i1,anu1" 555L "}ais.I,ara a nha generosdade de"u*orxigr daqueles dignos
.e e para *^te gravissiino, um crime enorme aos olhos do neor-
ruplivel juiz de uossas linas, urna vergonhosa
no observatorio marcou para a chuvii cabida no
correr (lestes das apenas 12,5.
A temperatura que no (Ha 3 era de 7.". 38, bai-
xou no da 6 a B%ti*, chegando mesmo a de.-cer
no da 7 tarde a 61, 6o.
Nos das 7 e 8 repetio-se a chuva para a noite,
marcando o pluvimetro 8,33 as duas noites, o
Aoinspertor da tUesonraria provincial. 'cam experjija as arden*para qai saja anreient-
4 otti tian OARTCL GEMKH.VL DO COMMANDO D.\S ARMAS
DK nUMAMBOCO, EM 28 DE JULHO DE
1873.
Orde h da din n. 74Ti
O brgadeiro eonnnauJante das armas faz pu-
blico para convenientes lins :
I." Que a presidencia, por officio de 26 do cor-
rete, approvou a propost que fez o Exm. Sr. bri-
gadeiro in.-peelor das tropas desta provincia, Jo3o
(juilhenne de Bruce, do Sr. manir graduado do 2."
batalhao de infantaria Jos Libnio de Souza para
o lugar de secretan,, da nspeegSo, em subslituigao
do Sr. capito do 2.* regiment de cavallara ligeira
Jos Melckiades Bez.-rra da Silva Cosa, que por
aviso de 11 foi exonerado, devendo seguir para a
corte na I.' upporlunidade
2. Que o Sr. 2. cirurgiao do corpo de sande
Dr. Jos Pereira dos Santos Porlella. passou a ser
empregado no hospital militar a 21 deste mez, e a
fazer nessa mesma data o Sr. 2." cirurgiao Dr. Luiz
Jos Corroa de S, as visitas .ailaras dos corpos.
3 Que a 9 deste mez seguo para a provincia
do Maranho no vapor Para, a reunirse ao 3.' ba-
talhao a que perlence, o Sr. aiferes Antonio de
Barros Toixeira.
O mesmo brgadeiro approvou o engajamento
que, a 21 deste mez, conmino para servir por
mns 6 anuos, percebeu Jo o premio de 40000 na
forma da lei, o soldado di 1.a companhia do 2.
batalhao de infantaria Jos Correia de Araujo que
foi julgaJo apto em inspecfio de saude ; e deter-
mina que na manha do da i. de agosto vindouro
se passo revisu de niostra em seus quarteis aos
dous batalhoes de infantaria, deposito e compa-
nhias soladas, pela ordem seguiute: As 6 horas
companhia de operario, s 6 e 1/2 ao 2.* bata-
lhao, s 7 a compan'iia de cavallaria, s 7 o I/i
ao 9.' e finalmente s 8 ao deposito de recrutas.
(Assignado.) M.u ,1 da Cunh't Wandertey
Lins.
Conforme. -O major Jos B. d >s Sant s Mergu-
UtCio, ajudaute dorden eucarregado do detalhe.
lte{ai'tii-l tita policita.
i.' *eccao. Secretaria da polica*de Pernambuco,
28 de julho de 1873.
N 1321.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que dascommunicaccs recebidas hoje nesta repar-
lico, consta que- Uram recolhidos casa de de-
ten -o as mdividuos seguintes:
No da 26 do corrente, ordem do subdelegado
da Varsea, Paulino Francisco Ferreira e Joao
Querido de Barros, por embriaguez e disturbios.
No da 27, ordem do subdelegado do t. dis-
tricto de S. Jos, Domingos, esclavo de Austriqui-
lino de S> Barrete, por andar fgido.
Filialmente, a ordem e trnquillidade publicas
nao soffreran alteragao.
O que tudo cominiiuieo a V. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
lleudado!- Dr. Heurique Pereira de Lucena, dig-
oissmo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Aiiiomo Francisco Correia de Araujo.
traifo aos sagrados juramentos que elles presta-
rain n i occisio de sua ordenngao, seria tambern
urna verdadeira aposlasia da regio de Nosso Se-
nhor Jess Christo.
, > 2.' Como pastor, como pai e irmio affectuoso
I temperatura mauleve-se abano de /O- ale odia j da(|lll.e!, denodados e deis soldados de Jess
'Vl .. i .. -v, j- !Chrislo, encarecidamente, e em nome da inuocen-
M 2, .i Ub, 1nov?.?2ite amh'9 .* '' ci:|. "o a V. Exc. que se digne nao usar do
cando o thermometro 7J.22-- a 1 hora da larde, e: rjgor ara C0U| hoinen3sque outro crime nao tem,
soprando NO durante todo o d,a. |seno o de serem obedientes ao sou humilde dio-
No da II, ao auianiecer, soprou SO rijo, e logo no cuprirein (|Ue jurara.n, se confessarem
aposnuven carregadas co.negaram a apparecer vrdadeiros miui>t.os do santuario; provarem
do ni .-sino rumo.
e e.-ta
. ameaeando maita chuva e?li a vjr,udt, n-() redcaJ ext.|U do >acer.
princ.piou a ,ahir com forga para os suburbios ae;(l()Ie e?Irangeiro e se in0}qrarein gloriosos imita-
sulda cidade nao excluu.do mesmo o bairro do, m.s do8 ,,, exi|;los d3 1793 e dos nunca
i.attele, onde choveu bastante, repetiodo se agua-, a?4 engrandecidos colh.boradores de Mr. Mer-
ceros mas ou uienos fortes at as 3 para as 4 ho-, ,nj||((j e Mf Lacha| A }|M (lb,,,jencia as Vene.
ras da lardo. No centro da cidade apenas chovis- raveis lirescrip,.oes ua gMto y,^,, de Deus, em
ton mas ou menos ate es'a hora. ,ugar de ser ^el0 IIR,reccor dl, SCVera ponicio,
A te.npera.iir.i que ncssed.a era de /O- as 7 p(.|a ^^ as circu.nslancas actuaes, 'he-
loras da manha, b.i.xou a HM' a I hora da tiir- roJsl)lu UlTWi.M crei)li da admiracao, ios
de denois tornon log; a subir, chegando no da mClimio\ Jl)S ap|)|,,US(S dl) or0 c.tholico, e
a mesma hora a 7o,/4 .1 dignos das heneaos do seu paitof ivcouhecido,
A media da morUil.dado neste periodo foi de 2G Qt! llMls os ca,,,;,,,^ da os10#a Ui,m;n-U\*lii de
Jess Chrislo e principalmenle do Omiiipotcnb-
'; Senhor dos cos e da trra. Exm. Sr., sendo a
i'i
por dia.
O dia de m.iior mortalidade foi o dia 11, cm
Ma para fun lamentar "'^lUTi"; porque seguem o ensiu.., os dictantes e os pre-
tl me foi denegada. ceilos dessa mcinvrelglo, s porque nao des.-
la apreseulou o mesmo senhor a se- presam as 0|d d ja ',<1(|
gu., e .nlcrpellacao que ficou adiada para oda ;ej|a cuinpradu as veneraveib disposigoes do
23 do correute, a I hora da tarde, tendo feito so- ef ^L, ,.,., fijis,. ,..,,1
h a,nmM "^vagos o Sr. mioMm 0 Cf SlSS^^^ZTiT^o^n.
quereu urgencia
ment, a qua
Em seguid
imperio.
a Bequeiro que se marque da e hora para iu-
leipellar o ministro a qncn competir sobre o se-
guiute :
Se foi fet.t concessao para o arrasamento dos
cia. Appello p.ira o bom teoso e leaMade do V.
Exc. Se alguem responsavel pelas consequen-
ciis das leis e conslitOgoes apostlicas, oulro por
certo nao e nem pode ser senao o suineao pen-
lifice pie as prinulgou, i depois o seu indigno
INTERIOR.
HIO KK J IAK1R4
21 DE JULHO DE 1873;
A mortallaade da cidade do Rio de Janeiro na
quiuzeoa de 1 a 13 do crrente foi, segundo o bo-
tn organisado pelo Sr. conselheiro Dr. Jos fererra
Bego, pro-idente da junta central de hygiene pu-
blic-i, a seguinte :
Camas de norte.Febre amarella 9, ditas inter-
mitientes e remitientes 33, varila 48, erysipelas
(lympaatites ) 3, bronchites e pneumonas 31,
catarrho #nlT.cante B, Uiberculos pulmonares 65,
eongestoes pulmonares i, diarrhas 9, affccoSes do
ligado II lentes orgnicas do corar.) 24, phleg-
inasias cerebrn-esiHnhaet '.', congeslo cerebral e
apoplexias 17, couvulsdot 9, ttanos dos recem-
eascidos 10, desastres I, suicidios t, morto de
nascimento ta, outras causas, 87 ; soauua.391.
Nacuuuiiae : uacionaes 231, estraugeirot 136
e ignorada.i.
I Gondicdo ; livre 339, escrava DI.
pe lo.
Sala das sessoes, 21 de julho de I8T3. Igna
fio Miirtins. o
morros de santo Antonio e do Lastelodesta c- delc-Rado.|iie mandou ar-lhes inteira exeeucao.
^.rr" Jw ia5 anir",':,llV0- S3 foi adtriitu.la a con- S;)brt b deste, pois, deve cahir todo o pes;
HF**1 l'n'.P^las para este arrasamento du u,.a |o ^ m &
^f d,'s ""torios fo. fe.ta a concessao; em pul)1.es/sa,ci.j,;),es i,,,,,,,^,,,;, cu Ulliw Relicto
ique e. rnndoti.se o goveroo para laze-la : e ''n1- a fidelidad. aos seus sacrosantos juramentos e ao
.nente copia do contrato ou concessao, bem MfMHmo sublime da religao divina, de que sao mi-
de todas as condiccoes, de todas as propostas' nslr,(< fc '
apresentadas o de todos os pareceres dados a res- Prtanto, Exm. Sr., se o governo i.npc i ial ten-
cioia castigar a quem confessar ua actual emer-
gencia a religao de Nosso Senhor Jess Cbrsto,
. ebedecendo aos iiiandameiilos de seu inmortal
^"'"".SR01* c" 3.' dtscassao o projecto, vj 0 na Ierra, denuncio a V. Exc. o primeiro
u. 2bG de 1870, que aulonsa a leg.timacaj poi:cul ad)) UBB0 re,pons3Ve| ^^ provcia, pe-
ubseiuente matrimonio nos casos em qne este din,io com.todas as faculJades de mi.ilia alma e
permiltido por le, dos futios espurios, com a se-
guinte emenda :
a Supprimamse as palavras -nos casos em que
este permitalo por ireilo.-Manoel Francisco
Correa.
Bejeitou sem debate o parecer da commissao
de constituicao e poderes, quem andava proceder
elcco para preencher o lugar do Sr. bario de
Mau na deputago do IIo Grande do Sul.
Bejeitou tambera em 1." dUcussao o projecto
n. 441 deste anno, quo conceda a Joaquim Tho-
maz de Brito privilegio por cinco annos, para in-
troduzir uo imperio machinas a vapor destinadas
a corlar e preparar rolhas de cnica.
Approvou em seguida em 2." e 3.' dscussoes o
projecto n. 456, que reconhece o direito que tem
. Mara da Piedade Alvares Taylor, filha legitima
sobre elle to somenie snjam descarregado todos
os golpes do pod.-r temporal : esfeulpado o in-
digno pastor da igreja p rnainkttrana : Ege sum.
Huvclaii lo-iiii' com estas palavras sabidas dos la-
bios do divino nicstre, ne jardim das Olive ra, no
eoneeO de sua sagrada paixao, a exemplo delle
supplico humilde e instantemente a V. Exc. use
pira comigo de toda a severidade; mas, por ra-
ridade, por justica, pelo santo nome de Dos e pe-
las cntranhas de Nosso Senhor Jess Christo, sc>
digne poupar a innocencia, a iranquilidade o o
socogo daquellas minh;is queridas ovelhas, da-
queles mcus irmos e filhos muilo amados qu
nenhuma culpa tem : (se a mim.pois,que buscaes,
aqui eilou, deixai porm ir estes em paz) Si ergv
me q'iaritis sinite nos abire (S. Joo cap. 18 v. 8*>
Sxc.-ll
&hTS^2SS se'gSfe'^r ^^^oir^L^a^
Supprimamse as palavras provando ella
sua pobreza. Dr. Campos de Meiriros.
Occupou se mais a cmara com
Dos guarde a V. Exc.-Illm e Exm. Sr. Dr.
; Pereira de Lucen
viucia. f Fre Vital, hispo de Olinda.
Sec^o 4."Palacio da presidencia do
2/e 3. discussoes do projecto n. 463, vindo Pernambucu, em 26 Je julho de 1873.
do seiiado. que manda admitlir a exame vago das Exm. e Rvn. Sr. Em resposta ao officio
materias do 4. anno de direito da faculdade de do v Exc.Rvma.,do 24 do corrente, tenho
S. Paulo o alumno Bodo po Epiphamo de Souza ,-___,. .. ,". ,
rj;inlas v vv :8 dizer-lhe que efleclivamente mandet cha-
. ________________;___________________ Imar os vigarins d'esta cidade para saber
previamente d'elles K estavnni ou nodis-
postos a obedeceer a dociso do governo im-
perial sobre a interdiccao das innandade
| que, como sentenca, deve produzir todos
'os seus e'eitos jurdicos. Na qualidad
l,.la de delegado do goveruo imperial nao posso


'
HERSAMBCO
REVISTA DIARIA.
.Vinlsterio da ni aria lia. Por portara
de 15 do corrente, foi nomeado o !.* pratico da .
barra de Pernambuco Jeronymo Jos Bustorff, aju- ^e'^r do fazf fielmente cumprir aquella
dante do pratico mor. decisao, mandando proceder contra os que
Autoridades polielaes.-1'or portaras > nao respeitarom.
da presidencia da provincia, de 26 lo corrente, fo-i o^ ___x_ j^, .j__-*.__:.-
ramnomeados: 2 e 3. spplentes do delegado! porem disto pode resultar senos
do termo d S. Bento -Pedro Lins de Souza Fon- receos do medidas se.ras e rigorosas, como
tes e Antonio Bezerra da Silva ; !. supplente do V. Exc. llvma. antev, cabe-lhe, em vir-
subdelegado de 1; districto do ter-mo de. S. Benio tu(ie do respeitavel e elevado cargo qu
F. Manco Santiago ; 1 supplente do ubde- ,, i 8 M
legado do districto de Canhotinho-Jeronvmo ew, evitol-ns, pwido termo a nm tar>
Ferreira de Mello. desagradavel conflicto ; e concorrendo para
Carris para carga. Em 25 do crreme o cumprimento da resoluco do governo
foi expedido pelo Exm.Sr. commendador presiden imperial, dar V. Exc. Rvma. o exemplo d
te da provincia o seguinte acto : ^. i _
- Attendendo ao que requeren o major Jos ^P610 P. m< provit de onr?
Joaquim Antunes por si e seus socios no. contrato prefere as armas de paz e amor, que o Dt-
celebrado parn o transporte de gneros t> mer:ado. vino Mostr Ihe confien, todas as que pos-
ras nesu cidade, e tendo era vista a laformacao Mm aiednr os nimos, j to exaltados.de
do engenheiro chefe da roparticao das obras pubh- nvoihiC
cas, da 24 do corrente, sob n. 280, resalvo appro- "soTeinas.
var a tabella infra dos procos das referidas merca-, O governo imperial tem at hoje protegi-
U0" O preio do transporte das mercaduras toma- d'a ^f'*0 dr,esl.ii"? continuar a fazel-
das dentro da cidade, indepeodenle da carga e em quanto a constituirlo do tmoeno n>
descarga, sera de 16 rs., por nma arroba ou 15 for derogada nosta |arto, conseguititf'.;,enta
"opnc da. nMircadoria. recebida. na. bar- ^^X^^
reiras da entrada da cidade ser i raiao de 60. ra yV." .nartyfios s^^ ministros dessn re-
por arroba ou 13 kilos. UgWO, 0$ qua^s jhe curnpre de(epder. O
l^uestao religiosa. -A folho. epiecofid, a 0,^ orv-i., nnlnM'v nrnfipdimento houvo-
Unif,poblicou o oBoio abaixo, euderecado pe)o ; ';""? P610 S6J P^<>cearae,,, u. .
Exm. bispo de Olinda ao digno adrambf ador 'on'}iicorndo as penas presenptas as leij.
provincia, proposito dn nma reuniio dos : 'a criminaes, uo licariq j^ptines, eeontra *-
rio? do Recife, feita no palacio presidencia' g les. sera ellas ypli;adas na forma das lei*
S. Exc o ir. presidente da provincia^ ^^ ^m ^j^



i
ET81 M [mil J(l til* iilLiiiafelit Pernambuco Toi^Jfeira 29 k.

Deus guarde a V\ S\c Uvma., cU*-~!QKf "O Sr. Oni .*wrJ*eV**-*H .
Exc. RvmA. Sr. MiiMMocesano.,-0 poesi-J ." ( ^/n/sfro do wimMir^
i ii .,..# i i |p:nai'a afta, sn nii'triiufa-if.oRftjcr q'.re
dente, //enrqttt Wfttt (fe /.tw. ,,inie o Averno-dispon M tar*. npretf r
com prudencia, ras com.a caerla (nuuln, boni)
forem mso lucientes, o gabinete actual est solv-
do a nao ceder dos dirctos d estado' ucsia questao
^wz
I J.flaVWdc
*m, a
*=*=
Conforme. /.W' Staznr Moscoso. da,
\'eiga Pmc".
Utiry.Nao eomparecendo anda hontem nu-
mero snfficieiiU! do Srs. juM^le facto, o Sr. Dr.
rmiiMc ce a
Srs. ipiles
Laceria.
fresidente do tribunal
si, procedeu ao Bode
de acto, que sin os
Manoel Pereira ila Cu
Di. Joao Diniz Ribero
Antonio Jos Leal Keft
Dr. Manoel llnarqtie de1
Francisco Vieira Pcrdi
Dr. Francisco dodfeo
Jos Joaqun* X-aflVSobl
Joo Jos de Carvalno.
Jos Ignacio Pereira da Rocha.
Dr. Jos Suriano de Souza.
Antes ussiiu!0 Rvd. padre. Ateluia, eni
rana datada de lionte w a nos diriga, declranos
seren ralss' as" ottWas liuTrTleT1!ii5*Te estar
suspenso o capello d) oeimterio, e 3 ter" S. Exc.
Hvma. pontificado n'Hin collego lo edueacao.
Em meio Jo lanas aaorjipdidades, como as que
tem testemunhado eU cidade nestss ulmos lem-
pos, nada mais faeil do que r.ahit em alguma i
exaclidn, mxime ruando ellas nao l;ipr ir !-
fiu>'in, que pelo sea mi-acler, deve merecer f.
Quem nos den s informaees que bascaran as
alludicUs naticss, loj um sacerdote ; e isto leyou-
BO a 5rt-ta"s verta deira* ; um rrr.. purm, qu
outry sacerdote contesta a sua veracidade, ncahom
escrpulo tomos em reclillear essas noticia?, tanto
inais quanto rodlhur que os facios n Mi se (enham
dado, neto veiiham a darse.
; o;s<-!to yaroclUal da sneieiiade
Prop^AdAf.-k l-i tiislruc<;a Pnhli
--a na Vanrea. Com assist(*nc'a de nrimero
suiueento de gocios e $ib a presidencia (|o Dr rt-
riTtor geral interino da iustruecio publica e pra-
sidMittiie eonsclho superior, foi" m Jia S qo enr-
reiue, como estar? annunciado, constituido este
ronsejhf, ni forma determinada nos respectivos es-
tatuios, sendo eleilos os Srs. :
Presifirmtv. Henneougildo Eduardo do Reg
Mnn'ijiro.
Vire-prcsiduiit".'. Francisco Augusto de Almei
da
SoiTl'tario.Antonio de l'inho Borges.
Tltesnoreiru. J.iai) Pcreira dos aitos Farofa.
Loasellicii-os. Jos Antonio de Rrito Bastos,
Wan I Lo-.iirirco de Mallos e Jjo II.. Xavier je SaQi*s.
1'/'"ramos que esses distinct>s cavalhoiros, dig-
nos ce consWuracao n estima na localioad, con-
corfer.io poi a 'i" "> h mlicos cffolts da socieda-
de Propagadora se fa'.-ain sentir pr.iticaincnte na-
fuella fiarmliia.
_ l na a*tualidadc.-Informam-nos de
jne e Sin a bagua i ir!iii.'!ie,'.i da interessanfe obra de
Imitalemb-Tt Igirja 'tiere n i esf'ilo lien.
Uizm-iHM i|uoa tradiic.aa do Sr. Dr. D. Luiz
de S.iui la Silveira. e que ediDr desse livn>
Din li'.-reh'o dosta cijade.
A "lira d-'Miniali.Mnhert realmente til na av
tnaluide, e, pois, a su\ traducan sem duvida
echani anolhimi'nto na opiniao publica.
Va;. Lalande. Chegoa liontom este
vapur da linha de Liverpool, procedente de Lisboa.
Mjjila adianla em noticias por ter sah'do d'alli ni
me^no lia em qoe-sahio u Dnno
A S^riii^ueira A' livraria franceza dos
Srs. I.ailliacar & C, roa Primebo de M.irco,
acaiami ile ehcjjar alguns exejnplares do pam-
bleto a Sermgiteia, peripio p abre, na povinria lo Pbrfi, soloe n unitivo rt
arv.irc assim denominada {Syph na Citucha), a
extrari.) oa borra/da e tua preparo.
Cmara dos ate patadas. -Na sessao de
fS do correte, por occisiao de discutir-se o re-
ooerinealn do Sr. depotado Silven Martins. pe-
dh! i ao gosrno iu aprsente <->m nnretica ao
Jiarbrnent i ,is ;i: lid's que fltlgar convcoicnles
M -a aolvoras di llcul ludes que poden resultar do
toiiQieto que prooi'v.'.o a igreja de Roma,faxendo
relieilar-si> o bispo de Poma Buco c-mira as Iuis4
i urritoriaes e o poder supremo do estado, o Kxm
Sr. considhejro ministro do imperio, disse :
A questao do in- se trati lao grave pie exi-
i e tata prudencia, | ie nao itnvidara pedir ca
liara que prescindir dcstis disrmssfles que pres-
I ina se antea a irritar do qnca resolver a mesan
"-ie.' i... (\ miados I
Ktitre as exageracSes de nina e de outra pars
f. o invern, devendo mant-r todo o respeito de
(ue dijiio o epeopado bra-ileiro, devendo o
riai ir rwjieito e vene.rac.io ii;reji. qae tambem
o estado (apoi.ids). e por outro lado tendo obri-
jacii-i de cumprir e fzer cumprir as MMM luis
(nuitos npoiados), precisa proceder com a inaior
-dina, e.>m a ui.ii ir prudencia, sem excluir a en -r-
da ijoe as circumstancias tornem necessaria
(ipoiados. Hajtn b-'n).
.Yi ut i ri -ess;ii) i nobre depulalo pla pro-
v ocia do Rio de Janeiro mandn mesa um re-
(]lerimento, cuja materia tu t.oje discutida pelo d-
'i trerepresenUinte doRioGfando do Sol, que apre-
S niou um outro. Nao des-jando o governo que o
i bate s re Ma qnostan s( repila muitas vezes, o
o ador apnivuita a occasiao para responder a ain-
b is ess-'s niilires d mta los.
Perennou o digno representante do Rio de Ja-
n !im Meado Se vonlade que o bispo dice-
si no de Penuimbiic i pubiieoq e mandn publicar
pilis reveiemln; vigarna, em suas parochias, un
nieve que Me ton enviado pelo santissimo papa,
a ndemnando a macunaria no lirasi!, aulorisando o
E un bispo a lanzar interdictos sobre irmandades,
qi e citatenliam macos ion sen seii>. e dissolve las
e r.rea-las por si s e a coinumnica-lo a seus colle-
gi s JMasaaas no Brasil, para sea iuteiro cum
piimento.
No cago aflirmativn. se esse breve receben
o leneplacito do govorno imperial para ser publ-
calo, lido e espalhado pelos parocbos
Pelas eommanicacoes que recebeu do pres-
d( nte de i'eriiaml.dt e pelos jomis dessa pro-
vi icia, v o orador q.:e e verdade o qno o nobre
diputado pergunua acata parte do seu requer-
in arta.
u O santo padre, informado directamente do jue
e passavaem Pemambuco pelo respectivo bispo
daqiiella diooese, dirifoo-lbe um breve em que ap-
pi >va o seu proceiiiinento. anima-o a continuare
O mtorisa a dissolver as irmandades exist otes,
erando ni vas.
i Este breve, mandado directamente ao bispo
de Pernamlmco, como o orador acaba de diter, nao
l'oi submettido ao buncplaciio do governo iui|)e-
riil.
i Pergunton mats o nobre. deputado no seu re-
qaateeafo : (leudo,)
( Quand Ihe nao tenha did.i o governo impe-
rial seu asseatimento, como aprecia ese proced-
mtn'.o do Exm. prelado, e que medidas se propfle
tonar para aramelar os direitos do estado, Hxado
no art. lo H da comtitaicao pslitica do imiwrio,
e rrevinirioiciativas do poder.espiritual em as-
*uin[.ios cvis e estabfilecidos mii l-is do paiz.
i A ijuestao desse bre>?e pretde-se questao
pe idenlo, que o poverno j resolved e de .cuja exe-
curao se trata em Pernamlmco. A teeisao, que a
ca tara conbene, foi remedida ao respectivo bispo
I paia dar-lhocumprifaent) dentro doprazodeum
mz.
369. E-cripfjra c aypothecaVara Gana ir Afif^^o.
Sia apa de IjSra ures^cipu rt-i, soguo, eomo t7.-4a.Mliae t87J:
. w\'Wr ail., o nii proftat clroito
:dgum.-A ^alflvra'eirt'M r, muitas vares usada,
ana l.>i'.. n.vr ai ..* fifto bem) e a pedir ao parlamento ludo quanto
falte para que a ana ansio siaaatmplaLainwie
';>/.. [Vivos afteiados'; rt)ui'oa8Ri).
Deso o ur>ro depalado peb Rio (Jranfte do
$nl sabef so o gwerno impeaal | resolneavisr
js [iassaprts ai* iaeaiatraa apostoSao.
Se o kowrno osU dispotli a, usar de Jados es
iiieios ioaispcnsaveis [uraque aj leis da pai se-
jam nspeitaJas, nao est resolv Jo aempragarcom
njncip.-rtrta, o que na saria prudeatemenii' ^isti-
pivel, tutos extsemos, ijue os (actos atada nao
inc*i# laii'i neccstfa,Bom omko iuslm.'iA4i>-i
dos).
(I orador nao sabe quam sao s/aa^ .*ji^jl4t4iJJW,tv,.1#!..a^'f,,l!'1'- f">''- -SK
Sentaac* (xenueiiJa lHaanallailii.aca por oa-
'bargas i exc ira \ nert pw aecanj-eseisoria, d-se
uva 1
ewicucAo
i ao
i." (toiHpcnsaQao naa tem lugar em
platicados pelo internuncio ainislsHto, en nrt _
des quaes o governo dovx JoisWwaT'impoffliveM
saa i-oiuinii^io ne>ta corte. (Apoialfas).
O Si: Silveira Martn : O breve.
O Sr. Pinta de Campos : -Nao ioitransimMido
"por via da nunciatura.
* (l Sr. ministro do imperioaas duvida.entretanti
accroscentar como informa^ao ane o governo pre-
tende entenderle com a Saata S a respo o desta
questao, e que o Sr. ministro de estrangeiros ha de
ter cun o internuncio apostlico* confureacia que
os lacios de que se trata tornan necessaria.
Sao estas as inforniacnw que tem a dar.
(Mnito bem ; milito bem
Niipremo tribunal dr justtp N
Misad de Iti do corrente fit: publicado o seguale
accordio :
Vistos estes autos de denuncia, em que de-
nunciante o juiz de direito ;li segnnda vara da ca-
pital do Para, Joio Caelan > Lisboa e dunuacaJo a
bario de. Santarem na qnalidade de vi-e-prosidoB
le la mesma provincia, este acensado de ler iio
pedido o cuii priinento de urna ofdem de habeos
corpus passada a favor de Ignacio da Costa, diri-
gi lo ao comman lante do corpo policial o olllcio
por copia sob n. 10, e de ter por tal proced ment
Uk'urrdo as penas dQ art. 95 do cdigo criminal;
sendo a denuncia instruida rom os documentos de
11. 10 Kffw ft. 3o.
O lenunciado, seudo ouvido par escripia na
forma da le, allAgou que a denuncia asseuta mn
fados expostos com iuexactidao, pois que tendo o
Canild fiscal do corpo de polica, respondido ao
aacrivao do mizo de direito eai i de Janeiro do
corrente anuo que Ignacio da Costa nao eslava do-
lido no quarlel, porm, sim que era praca do dito
corpo, dev dvendo a ordem de hubeas-corpas, o
juiz de direlo neuhum passo mais dora, e somon-
te no dia 1!( retia a ordem de hibascorpus,
a rjual ent.io foi intimada ao cominandante do cor-
po e ao oflicial de estado-maior ; que apezar da
rosposta do c<)mmandante, insistmdo o juiz le di-
reito no cumpriniento da orJem, elle acensado
mandara que fosse representado ao juiz de direi-
to o commaiidaiit^, fazendo sentT a es:e que rela-
tivamente as praeas de seu airpo s devia receper
e axeeutar as orinas da presidencia, e que ao
iik'siiij lempo responder ao jinz de direito que a
aculdade. de conceder A ibeas-corpus nao se esien-
d|a s pracas ; quo o seu acto fciiudo as attriimi-
e,oes di presidencia,imp-rtavaum excessode auto-
ridade, ( que vista do conflicto levantado, la le-
vado ao governo imperial para resoh'er.
<( Cmcluindo o acensado, apresentou algumas
consider.T.oes para provar que o seu procedimen-
10 era apiado pelo art. 18 da lei n. 2,03:1 de 20
de selemiiro de 1871, porque a razan dt'sta lei era
applicave! ao caso vertenle, aUeiidendo-se natu-
mta d i servipo militar e a absoluta neoessidnda de
-e manter a disciplina como exigom a (eguranya e
a tranquillida lo publica.
Da aprecia;;! i da materia da denuncia o da
dureza, rasaba que u (acto de que argido o de-
nunciado nao se acba revestido das ciicumstan-
cjas-e elementos necessarios non 003 possa repu-
lar se truno e ler lugar o proseguiuienlo do pro-
Cesso d re.sfonsabiiidadc : porquanlo, sendo o
joi/. de direito informado pelo sou eserivao desde
13 do Janeiro qno a ordem de tabeas-corpas nao
fura cumplida, porque Ignacio da Costa j linha
assentado praija no corno policial, conforme cons-
lava do doeniaeulo n. 3, nao fez reclamacao algu-
ma e nem tomn qualquer providencia para tor-
nar effectiva a ordam, mo-traudo assim que acon-
siderava prejudcada. Couseguntemcnlu .proce-
den com menos regnlaridade mandando expedir
nova ordem de tabeas eorjHM pas.-ados seis das,
porque nao se tratava de algucm rjcol ido pri-
so, cuja legalidaJe tivesso de ser examinada, e
sim de una pra$a alistada em um corpo militar,
nono i pertcnciae do anal nao podiaser desliga-
da -eaao por determinacao do presidonio da pro-
vincia, a quem os coi pos policiacs sao directa-
mente subordinados ; sendo esle proceder do juiz
de direito, a origem do rouflictu snsdladp.
t C-mvin ponderar que, se por um lado o de-
nuncianle eslava persuadido de baver da parte do
denunciado abuso de poder, por outro lado tam-
bem o denunciado nutria a conviccio de que o
denunciante exorbtara praticaudj um acto para
que nao era competente.
Da correspondencia ofDcial, de que da noticia
0 piocesso, nAo se doduz que bouve iutencao de
commetter crime : o que revela o empenbo de
cada um querer manter e guardar aUribuicoes
que entenda perleneer-lhe.
i Acrense que o denunciado nesta questao fun-
lon-se na disposico da le do 20 de seienibro de
1871, que parecen Ihe ter applicacao ao corpo po-
licial.
Purtanlo, no olferecen lo o processopresump-
cao ou indicios vehementes que convencam da
existencia de crime, jnlgam improcedente e de ne-
nlium eTeto a denuncia.
Ric, em 16 de julbo de 1873.- Brito, presi
dente. Coito Veiga. Cerqaeira Leite Leao. -
.4lb.uqaerque.~Vald'.laro. Dvbsa. Simfiet.-
ViUmes.Mariaal Cusa Pinto.
Na seao de 19 foram julgados:
^ Sanios Nunes de Olivera ; recorrida, D. Maria
Isabel Nunes de Olivejra por si e como tutora de
seus fillios :
Vistos, expostos e relatados estes autos, entre
ura.
paabada il
,9 um moti
cripca i. v|
publico^ ou
aortas taissi
J'jrims
pela falta d
tem
fi
teosos 359, entraran IpMHtem 361.
? :-; f
N'aJ^HnR il, inulherea 10, edxaMoii'os ."il
^rajgSHl.cscravas U.-Toual wP?*1*
Alimentados a cusa dos cofres poaBcos 295.
Mownento da enfermaria do dia 27 de iullio.
873
-m np {a|M ^'HWn-'UV,& dere_ se/ ajm
Jm %)|iJiMji3 prisa,.) or leada oatra
reir da
Joio da fa
rtii^uer.
das enferma
do correnl
aram 1
domo Domingos da
Europa no
parlesf! recrreme Manoil dos Santos Nunes de
Olveira e recorrida D. Maria Isibel Nunes de Oli-
veira, por si c como totora de seus iihos, eonce-
iein a pedida revista por njustica notoria do ac-
Cordo a fl. 258 v. e fl. 287 ; porquanlo, nao es-
tando laes aceordaos conformes ao que expressa-
mente dispem a ord, do liv. 4U, liL 96 18, |9
e 20, a respeit) da revogaeao ou emenda das par-
tilhas entre os nerdeiros, foram proferidos contra
direito expresso ; tanto mais nao se allegando le-
sioera mais da sexta parte (o que directamente
devia pertencer recorrida ; tratando-se somen
te de preferencia a um ou outro dos bens do ca-
sal, que foram todos legalmente alliviados. Con
cedida, porlanto, a revista, remeltamse o autos
relagao desta corle, que designan para revisao o
novo julgamenlo.
Rio, e:n IB de julho de 1873. -frito, presi-
dente. -Btriio (fe Mmtserrat.-Marin*. Villa-
res. -Simfies. Valdctaro. -Costa Piulo, Albit-
euerque. -U&o. Barbosa.Coito. Veiga,-Cer-
tue'ua ete.
Revista crime n. 2,131 (de aceordaos da roa-
nlo de Prnambaco). -Recrtente, Antonio Rodri-
gues Pinto ; recorrido, Manoel Jos Pareira de fi-
na (procesan por crima d injuria'). Juizes, re-
lator o &r. cooselheiro Aibuquerque, revisores, os
Srs. eonselheiros Costa Pinto e Coito, -ftelalado o
feito desde o snu principio na' delegacia do poU-
ca. at as enten.as e acc.ord.1os, e debat Jos os
fundamentos allegados por urna e outra parte, ac-
eordaram alisal em negar a revista doilaceordins
^ue juigaram a (jueixa improcedente por tur jul-
gado coiiorme a droilo, nnauinieiiu ale.
Eseravatur no nwasU.-Lemjs no ro-
tatorio do ministerio da agricuit.ira :
t As infonna^des offlciaes que a esW respeito
possue a searetaria umpreliAuleu) apenas un/.e.
ciufaHaiB*d! sefun, nifl di-los peajjura, pode execuar-se na pes-
soa do s'.-u agente.
Jurisdkcao Ciimjjfeef: Juiz de djreil* nao tem
centpetencia, as comarcas e'[,ec*ae<,Tiara CxpC-
dif orjeu do hubm*:m'P** jaiz de outro districlo criminal (continuado da
pag. 206). R.iubo nao se 4 as exploracoes,
emhora violentas, em terrenos diamantinos.
Bnturin : Dimito 'jeinrit. Provada liacito na-
tural. L-i n. 463 de 2 de setembro de 18*7 (con-
linuac\o dapag. 192).
Asjlo de alii'iiadus -Os cora'.i5es gene-
rosos, as almas philantropicas conliuuam a acu-
dir aos louvaveis reclamos do Exib. presideuto da
provincia, como ver-so-ha dos olficios abaixo pu-
blicados.
Eugenlio Xangiui. 3 de julho de 1873. -
llim. o Exm. Sr. Dr. Ilenriquo Pareira de Lucena.
Foi-me entregue o favor de V. Exc. de i de Ja-
neiro do corrente anno, em que solcita o meu
bolo, para o edilicio destinado ao asylo dos aliona
dos dia provincia, lenho a honra de enviar
para tal lim cen mil ruis, senlindo que a exigui
dade de minba offerta nao orrosponda as vistas
de V. Exc. suisfazenlo urna uocessidade de que
se resenta esta provincia. Toulio a honra de ser
de V. Lxe attenciuso, venerador, obligado ,e cria-,
do, Joio Manoel de Barros Accili.'
(iab'nele da pre ideiica #0 Peraambuco, em
2o de julho Ja 1873. Em respo ila caria de
V. S. de 3 do correrte, remetiendo a quaotia- de
cem mil ris para as obras do as>lo dos alienados,
lenho adj/er Ihe q:io, agradecendo o seu donativo, o
louvo por esle acto que revela os seusseuli
raemos de patriotismo e caridade. Sou com es-
tima e consideracio do V. S., alieuci so venera-
dor e criado, Henrique i'ereira de lucen>.
Engeaho Sorra A'f. goa, 3 de julho de IS73.
lllm. e Exm -r. Dr Henrique Peroira de Lu-
cena.Envi a V. Exc. cera mil ris. E" este o
bolo que offereco para o edilicio destinado ao
asylo dos alienados, que V. Exc. pretende fazer
construir uesla provincia, dando assim mais uina
prova do seu acrysolado patriotismo. Pe?o a V
Exc. mt> desculpe a pequenhez da offerta, cerlo
de que s busco aeompauhar a V. Exc. nesse acto
lio grandioso de caridade. Tculi) a honra de ter
de V. Ese attencoso, venerador e criado, Thonniz
Unt Barros Wanderktj.
' l i bnete da pre-ideucia de Pernambuco, em
25 de jul lo do 1873. lllm. e Exm. Sr. major Tho-
maz Luis uo llarros Wandei ley. Accuso recebida
cari i de V. S. de 3 do crreme, remellen Jo
a qua.aa de cem mil ris, para a construccao do
edilicio destinado ao asylo dos alienados. Agra-
decendo a V. S. esta offerta, o louvo pela prova de
patriotismo e caridade que nella revela. Sou com
estima e eousiiawncao de V. amigo, attencoso,
venerador e criado, Henrique I'ereira de Lucena.
[tamb, l> de uliio do 1873. lllm. e Faui.
Sr. Dr. Henri jue Pereira de Lucena. Na dala
do boje foi que recebi a carta 000 V. Exc. se
dignou dirigirme em data de i de Janeiro do cor-
rente anuo, e i.'ileirado do sea ciiendo, rcspouJo
dizendo a V. Exc. que muilo bieve pnileiid ir a
essa praca, para do viva voz entregar a joia que
a possibilid ide de miaas torgas o permiltir c
milito desojarei que a idea que lano y preoecupa
de melhura.- a sorte dos infelizes alienados su rea-
lise, e que para esse effeito seja ella tambem abra-
cada pelos peruambucanos que prezarem .i phi-
lantiopia e caridade. Aprove.to a occasjo para
reiterar a V. Exc moas respeitos e alia conside-
raeao, tendo a huma do assignar-me de V. Exc.
muito attimcioso, veucr.idor e criado, Mariano
Hamos de Mcndoaca.
Gabinete da presidencia de Pernambuco, em
25 de julho de 1873. lllm. Sr. tenente-coronel
Mariano llamos de Meadooca.Accuso recebida
a caria de v. S. do 13 do correte, prometiendo
pessoalmenle eulregar-iuo qu.mdo vier a esla ci-
dade o donativo que destina obras do asylo dos
alienados. Agradecendo a V. S. essa pnmessa, o
louvo pela prova de patriotismo e calida te que
ala revela. Sou com estima e consideracio de
V. S. amigo, al encioso venerador c criado, Henri-
que Pereiru de Luceua.t
Conlinua.ao do resultado do beneficio dado
uo circo :
Transporte : 1:1.8*
Dr. Antonio Connives Ferreira, 1 c;ma-
rote 40*
Commendador Marciouiilo da Silveira
Lilis, 1 ueiu 3 i*
Dr. Kduardo de Barros F. de Laeerda, 10
reservados 50J
Pedro Paulo dos Sautos, 6 ditos --s
Nicolao Tolenlino do arvalho, 1 idom 10i
Virgilio Jos da Molla, 4 idem 305
Dr. Sebasiiio do Reg (Jarros de Lacerda,
3 idem 15*
Capitao de fragata Francisco Romano
Slepple, 2 idem 10*
Bngaduuo Manuel da Cunha Wanderley
Lins, 1 idem 5*
Antonio Joaquim Pareira de Olivera,
1 idem 55
Dr. Miguel Jos de Almeida Peruambuco,
1 idem l,i*
Dr. Leonardo Ekaottinaa de Almeida, 1
idem ;>i
Dr. Jos Oorio de Carqueira, 1 idem 5*
Dr. Luis Augusto Pires. I dem o*
Teueuie coronel FiaiicisooCarneiro Ma-
chado Kius Jnior, 31 entradas 62*
Amaro Jos dos Prazeres, 10 d|las 20*
a
sanana
JPxisliam 3
.ni existin
st de sennaj
i Nogucr*.
:isa^cirs.Seguiram para a
paquete frutec tfujuha :
Brae do Lf>-flnjnj3ato,^ au J^mila, Liaza Eu-
genia roa, de candado, Vctor Rularaa, Chartor
Leclere, Luiz Rvun, lsabelh Lacorle, Manoel M.
de Azevedo e Jos de Medeiros.
QnanJteriu nnaVIlao.-Uiatuario do dia 26
de Jnllro i
Leopoldina, prota, J'ernanjbuco, 2 mezes, Boa-
Visla ; a azarea.
Atvu, preta, Pernambuco, 10 mezes, Boa-Vis-
ta ; bexigas.
Mara, jornia, 8 mezes, Santo Antonio ; iuljam-
macao.
Um prvulo encontrado na porta de S. Pedro,
Pernamliuco, Sanio Antonio.
Thoreza du Cuiiceigao, parda, Pernamblico, 50
anuos, soitoira, Uaa Vista, hospilal Pydro II tu-
brculos pulmonares.
- 27 -
Jos Florentino, prcto, Bahia, 24 anno% solteiro,
Bua-Vsla, hospital Pedro II ; varilas.
Manoel oe Pinto, brapco, Portugal, 3 anuos,
solleiro, Boa-V'jsta ; pn"mnonia-
Jos, branca, Pernambuco, 6 1/2 annos, S. Jos :
racime.
Jos Margues da Silva, pardo, ignora-so a
naturalidade, 23 anaos, solteiro, Santo Antonio ;
bexigas,
Senhuriiia, branca, Ecrnambuco, 13 mezes.
Boa-Visto ;convulsos.
Amaiii-io, bran :o, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos;
denticao.
Manjel, ignora se a cOr, Pernambuco. 2 annos,
Capunga ; maligna.
Amaro, pardo Pernambuco, 2 annos, S. Jos ;
espasmo.
Angelo Francisco dos Santos, pardo, Cear, 39
annos, solleiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; tu-
MovimcM*** J)a^.-osenjfcii*i?*f Raatrira Casm.no; fe.
deserabargador Araujo Jorge:
Appellayoes-civtfis.....
. Appellairte -ice.i1. I'>rrc.ira. Padilla Calum'ji,
appojlado SosiiunJo orao dos Sanio i; appclfan-
fe Josopfia Jaipiina da Cosa, sppcnada a parda
Virginia e seus filhos ; appellames Manoel Pereira
Magalhaes e seus filhos, appellado Ir. Alvaro Ga-
ta Tavares C
peba, appell
l|o Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des
eunVirgador Neiva :
!3o juizo municipal do Pao dos Ferros.Appnl
na*' Luiz do Reg Leite, appellado Domingos Af-
inado Ratal a.
Do Ipojura.-.Anpcllante Joaqun) da Silva Cos-
Uraiipellado Luiz Gomes de Moura.
Uo jury do Sobral. Appellante o promotor, ap-
pellado Vitalino (jducilros da Silva.
Da Victoria. Appeflante Joaquim Moreira, ap-
a Sena ; ARpia.
e ateairanaen
do inosino na
iej
rain curadas 12
nomcaeo que eram
Feui "iSff' ^P* r -Alvaro w.- Maia.-Sim, nao tendo porm supphcanles pro
Zn^^y&&?Ut%ii*mm*1 ^r^asiic,r%-i^oallpnWnxe,ro no-
liellaf Airta.no C. Moreira Das. mcau M
berculos pulmonares.
A:redit,i o orador, em vista das publicacocsa
qu acaba do referirse, que o Rvrn. bispo nai ha
de 'iimprir a doeisao do govruo. Para esto caso,
(ue j e-lava previsto, esto dadas as orden* ne-
cesaria-, alim de que a autoi .Jado competente d
a inasau decwio a execujlo que deva ter. (Mui-
to bem, muilo bem).
lo faaloda publieaco de um bruie, que.a
levo o beaepUuto do governo imperial, e que, se-
gundo a opiniao do itvm. bispo de, Pernambuco,
devjj produzir effeii-as externos, lia de ser sujeito
snecao que as noesas leis autorisam ; o governo
d-ptas de chamar de novo S. Ene. ao cumprimeuto
dessas leis, nao pode deisar de emprogar os meios
rciXiviis de uue que djspoe para que ellas seiaip
iattadas. (Numerosos apoiados e"muflo bem)
[Por ultime, perguuton o nobre deputado se o
presidente de 'ernambuco parlicipou ao governo a
existencia do brevo o a ua publieaco. e qual o
seu prncedimento nesta oecarreacia.
Responde o orador a S. Exc. que, como j dii-
se, o presideote eommunicou o faca, mas nao to-
inou nejiJiuma arovideucia, enieadoodo que du
evcrjjo goral devoriam partir as (jrdens para
qualquer medida que fosse hecessario emeregar.
Accruseentou o oohre deputado pelo-BSr Oran"
*J) ^1 l'l". e agavefno Jwperiai nao tent nj(jo*
T-l oS'^oil-i aSC L'xo;i1'11' **ua dHCi4o,-d-, esanwas, nasudos aapoa da jai, tujo numero as
\> pftlIT an i arlaimtito'was as medidas JejMpl- refsridts piiiviaeiajsuBk, a 7,784. *
v" -1 qoe ndonita. .# j...mi.
Somma i;7i8*
I i.t-.iiK nianau Antonio.llavera hoje
espectculo de gala para sojeinui-ar o anniversa-
rio natalicio dj S A. Imperial a princez Ucr-
deira.
Subir a scena por mais un.a vez arada a muito
applaudida composicao Entatua de carne, que leu
vaiido urna corda a emoreza Vicente.
Instruvcao pablfea. A prnfossoTa pu-
blica d 6* c.ideira da frgnezia da Boa Vista
desta cidade mudou a sua residencia da ra do
Corredor do Bispo para a de Sote de Setembro
n. 2i, onde continua iio exercicio do seu magis
torio.
Dtiobeiro.-O vapor Para lovou da nossa
praca para as do sai do imperio as seguintes
quantias :
Macea lC:00o*43O0
Bjo de Janeiro 11811*673
Lotera. A que se acha a venda a 60 a
beneficio da Matriz de Palmares, a jual correno
La 30 do crreme.
Lritao.O leilao de pianos annunciado para
,bpje, fica transferido para quinta-feira 31 do cr-
reme, coiiforme o annuncio na columna dos
ioiles.
Sexta-feira 1 de acost deve ter lojgar o leiao
de movis, louca e crystaes, annunciado para f\
J. andar do sobrado do pateo do Carmo n.
provincias, na$ quaas acham*eja matriculados
198,814 escravos
Bahia.......,
Maranho. ......
> Alagiias........
< Sergipe .......
a Paran........
Mato-Grosso......
< Sania (enharina ......
. S. Paulo ........
Amazonas.......
a\ Padro do Rio Gran do bul
:Pecn;irabuao
4l,*r
32,193
31,96^
i:*,7H3
5J03
3,671.
933
100
33
mi
r>o mesmo caso esti a matricula djs liihos de
lantiwi ida mu o
SE5.-i DE 26 DI5 JULHO DE 1873.
MSOKMCU 00 8XM. SR. CONSt-LIIBIBo CASTAO
SANTIAGO.
Secretario f-r. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manli, presenten os Srs. des-
dinbargadores Loureuco Sautiago, Almeida Aibu-
querque, Doria procurador da coroa, omingues
Silva, Uegueira Costa, Araujo Jorge e Neiva,
ario-se a.sessio.
JULGAH-NTOS.
Recurso d falleucia.
Recorrento o juizo do commcrcio, recorrido Joao
Autonio Ferrera. Juizes os Srs. desembargadoros
Loureuco Santiago, Araujo Jorge, Doraingues Sil-
va e A. Albu luerque. Nao lomarain conbeci-
ment.
Recursos criines.
Recrreme o juizo Je direito do Recife, recorri-
dos Pedro Antonio Ferrera e outros. Juizcs os
Srs. desembaigaJores Domingues Silva, Uegueira
costa, A. Albuquorque e Loureuco Sautiago. Im-
procedente.
Recrreme o juio do direito de Agua 'rea, re-
corrido Manoel Francisco Bezcrra. Juizes os Srs.
desembargad nes Araujo Jorge Neiva, Loureuco
Sautiago e Djiningues Silva.Improcedente.
(Tabeas corpus.
Co:cedeu-se soltura ao paciente Antonio Maria
Marques Ferreira Juuior.
Loncedeu-se ordem aos pacientes Antouio Per-
nandes de Figueiredo Jnior e Daniel layares Coe-
lho para a sessu do da 29 do corrale.
Prorogacio de inveutario,
Concederam prorogagao de inventario aos in-
veiilarianlns D. Francisca Gurgel do Auiaral Va-
lente e a Jos Joaquim Gomos de Abreu
Appellaeocs crimes.
Do Bonito.Appeluute Jos Franciscs da Sil-
va, appullada a justica. -Nullo o julgamento do
(-juiz de direito.
De Alagoa Grande. Appellante Jos Ferreira
d.t Silva, appcllada a justica. Improcedente.
De Canind. Appellanle Antonio Francisco Ro-
drigues, appellada a justiga.-Improcedente.
c lugazeira.Appellante Laurino Jos do as
cimento, appellada a ju>lica -Nullo o processo.
-De Pesqueira. -Appellanle o jui.o, appellado
Valerio Ferreira de Mello. A novo jury.
Ue Alagoas. Appellante Joauna Tranquilina de
Souza, appellado Jos de Souza Guimares Jnior.
A novo jury.
De Aquiraz. Appellanle o juizo, appellado
Franklin Jos de Sant'Anna. -A novo jury.
De Palmeira 4dos Indios. Appellaute Manoel
Luiz Sergio dos Santos, appellada a justica. -Pe-
rompa a causa.
Do Buique. Appellante Miguel Francisco de
Azevedo appellada ajuslica. -A novo jury.
Do Traip.Appellante o juizo, appellado Jos
Tellesde Manoel Joajuim -improcedente.
Do Buique. -Appellante o juizo, appellado Ho
raci.1, escravo. -Nao toinaram couheciraento.
Appellaces cives.
Do Recifj.Appellanle Francisco Goncalves Ne-
to, appellad; Manoel Joaquim Baptiita. Desprc-
zadosos embargos.
Appellantes Hoberlo Caroll e outros, appellados
Joao Caroll e outros. Desprezados os embargos.
Appellante Lejm idas Tito Loureiro, appellado
Jos Ricardo Coelho.Rceebenm os embargos.
Do Bonito.Appellantes Francisco .AiitouioSoa-
res e outros, appollado Vicente Ferreira P. Ualum-
bi. Keceberam ios embargos.
Da Areia. -Appellaute Joo Jos de Olivera, ap-
pellado Joaquim Jos Pereira da Cuuha.-Recebe
rara os embargos.
Agua Preta.--Appellante Francisco de Paula
Silva, appellado Francisco Jos da Costa Guima-
res. Lonlii piada a senien^a.
Do Sobral.Appellante Domingos Gomes da
Frota, appellado Felippe Gomes da Frota.Cuntir-.
mada a senlenca.
De Caruar. -Appellante Jo Antonio Gomes,
appellado Mauoel Alves Pereira. Desprezados os
embargos.
Do Alagoa Nova.Appellanle Tlicreza Maria de
Jess, appellado Dr Francisco Iguacio de Souza
liouveia. Confirmada a'sentenea.
De OJinda. -Appellante -oo uongalves Torres,
appellado Felippe Manoel de C. Leal.Dovohcu-se
ao juiz de direito por caber ua aleada.
RASSAUKNS.
;o ao
Kjladaaju?ti.-a.
Ida tileratriz. iplUiiUe promoior, appel-
Udo padre Doininfos Pereira deOliveira.
Do Recife.Appellante Joo Baptista do Nasci-
menlo, appcllada Maria Ernestina da C. Azevedo
De Serinhaem. Appellante o promotor, appel-
iado Floriauo Marques da Silva.
Do Natal. -Appellanle o promotor, appellado
Pedro Marques de Barros.
De Ipojuca.Appellante o juizo, appellado Ca-
lislo Lopes da Silva.
1j Sobral.Appellante Qnileii Feliz Barbosa,
appellada a justica."
e Nazareth.Appellante Vicente Jos da Cos-
a, appellada ajustara.
Pe Baturit. Appellante Vicente Ferreira da
Costa, appellada ajstica.
Do Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gador Loureuco Santiago :
Do jury do Buique. Appellante Manoel Feitosa
dos Santos, appellada a justica.
Do Recife. Appellante Tasso Irmiio, appellado
Joao Vasco CabraI.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
De Goyauna.Appellante o promotor, appellado
Luiz, escravo.
De Palmeira dos ludios. Apellante Faustino
Jos de Sant'Anna, appellada a jusca.
De Porto Calvo. Appellante o juizo, appellado
Bellarmino Antonio Martins.
)a Independencia. Appellaute o juizo, appella-
do Manoel Francisco Barbosa.
Da Imperatriz. Appellante Deodato Ferreira
Luna, appellada a justica.
De Bananeiras. -Appellante o promotor, appel-
lado Jos Gomes Barbosa.
Da Tulla. -Appellaute Joo CapUtrano de Ma-
cedo, appellado Ignacio Lopes de Araujo.
Da Imperatriz. Appellante Domingos Jos de
Souza, appcllada a justica.
Appellaco civel.
Com vista ao Dr. curador geral :
Do Recife. -Appellanle Manoel Zeerino de Sa-
les, appellados Banholom, u 4 C.; appellante o
juizo, appi liada a preta Camarina e Manoel Dio-
nizio Gomes do Reg.
Ao Sr. desembargador procurador da cora :
0 conflicto ,de jurisdiccao entre os juizes muni-
cipaese orphos dcS. Bento cGarau.iuns.
Assignou-se dia para julgamenlo dos feilos
seguiutes:
Appellac.oes crimes.
De Petroliua. Appellant'.: o juizo, appellados
Izidro e Francisco, escravos.
De Canind. Appellante Antonio Francisco Ro-
drigues, appellada a u-tica; appellante Manoel
Quiterio Pereira, appellada a jqtRja.
Appellaces civeis.
Do Pedras de rogo. Appellante Joao da Silva
Araujo, appellado Francisco Xavier deFmtas. .
Do Recife. Appellante Dr. Innocencio Sraphi-
co de Assis Carvallio, appellado Miguel Jos Bar-
bosa Guimares.
De Piauc. -Appellante Manoel Quirino Pereira,
appellado Dr. Francisco Ignacio de Souza Gouveia.
Revista civel.
Recorrente Pedro Gomjalves Fevereiro. recorri-
do Francisco Gomes da Costa.
DI.STRIBl'IQOES.
Appellaces crimes.
Ao Sr. descmbarga'lo'r Regueira Csta :
De Caruar.Appellante o juizo, appellado Ma
noel Felippe de A. Santiago.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Do Bo.n Conselho. -Appellante o juizo, appella-
do Aatonio P. Tenorio Villa Nova.
Ao Sr. desembargad ,r Neiva :
De Caruar. Appellante Mathias Jos da Silva,
appcllada a justica.
Ao Sr. desembargador Almeida Aibuquerque :
Do Recife Appellante Claudio Jos Alexan-
dre, appedada a justica.
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Recorrente o juizo de direito de Garaniuns, re-
corridos Jos Goncalves Feitoza e outro.
Ao Sr. desembargador Almei la Albiquerque :
Recorrente o juizo de direito de Garandan, re-
corrido Ignacio Alvos da Cunha.
Encerrou-se a sesso a 1 hora e 3/4.
De Cirroindt C, Moni da imitara) que vai in-
clusa con udtda a Antonio l.o'-ino de Turres e Jusr
l'iulno Catean de lVnvs.-|; nio Irn-
do.os suiiklicantesM'evadoscrciii.la'asct'os, c im>
a I lesa ni lina uiojneaito*
Do Paria huaos, '(. zcudo ;nal urdido quanto
im a Jos1 Antonio da Costa
r -tesan, sendo o>
iva F'dho e Ma-
re se., a nonica-jc.
o'a|o lercm biasi
slabelecimento,
foi o seguillte : AM
LaVl
<-aeta .Jurdica O nuindro dsste ior-
rorora, a viste das cireumstancias eanfiec- de 6 do correnfe eontnn n';t-i
da-, pyerapjteno^estudadQ a qtientao cam a
atftnnS que m-recc, p*nsa oa9 So Ihe ltam
meios-para qw srta ewcniada a sa decisSo e o prp^wio a-iaalunueB pur ?naee,'oV-i Ves-
para pra o Rnn. bispo de Pernambuco, onatnre^ ciic.do eoalnto t ^ "* f
ce rausviado do camtnho legal, nnllo eqtre, ty*. tmiccp : Pnibnfao sin ae .racebeio
4Bd -gjos apoiados). fr dSjrazo .-arcado na reluci de 5 deW-
O iik.v'ment deste
o/in,a7dejnlho de 1873,
,_!*) 31-1, eulrarara 44, sah-
mn29, fuileMrafrTlX"eflstem HfW, sendo: 198 ho-
ineiis e i06 injjlliJ"es.
- -Alwrdnwia. l IH
Foram visiladae as eoferraarias nests das s 8
1/4, 9, 8 1/2, 9, 9, 9 1/4, 6 1/3, polo Dr. Beltro,
por ausenoja do Dr. Ramos;; s 1 i/}, ,/l,
.12, 1 If, I 1/5, 3, polo Dr, Sarment as 9
iti, 10 1/4, 9 i/i, 10, i ; id, pelo Dr. iMatajoJas,
Mnidnji
francisco Jos Ferreira ; tuberculoso pulmonar.
JaystoSiMiieelman ; ptouro.piwui8oa aioeoluo,
Mfxii Jpanuiua ; lubersulust pulinonar
tduaciojoae u njitas; innercaose pul__
Seraplran da Costa t ivenmatisnto osrabrnl.
Rila' Mara; heinorrtiafia eerebrni.
4M AaAoaki; CAcheaia.
Airtoaio dos Sautoj4jpaheco; bronohorrha.
Andr; varilas oonflaentea
Mafia VwonicadaiJboceifoi; rarielas conluanies
rheretada.GoaaaiceK'; taWDulosB aulmoaar
iysd Marques da gilvas vwtoln .coniaenaas.
dpgelo Francisco dos Santos : tatjerculasn aai-,
' moaar
Jos Tolontino ; varilas coafluentes,
Do Sr. desembargador Loureuco Santiago
Sr. desembargado!' Anacida Albuquenjue.
Do Recife.Appellantes herdeiros de Bernardi-
no Jos Monleiro, aopellada Mara Anuuncada do
Carino Rocha Costa ; appellaute a preta Domingas
Mana da Concejip, appellada D. Mara da Con-
ceico Soares Braudo.
Dujury da Paralaba.Appellante o juizo, ap-
pellado Firmiuo Fiaincisco de Olivejra.
Do Buique. -Appellaute Amonio Lourein;o da
Silva, appellada a justica.
Do Uecife.-Appeilaue Leonardo Antonio do
Espirito Santo, appellado Galdiuo Aecioli da Costa
Villar.
Do Sr. desembargador Almeida Aibuquerque ao
Sr. desAiinbargiadpr Doria :
Do juizo municipal de.Qbaceiras. Appellante
Manoel da Triml-i-ie Camello Fes^oa, appellados
Antonio Joaquim do Vascoopeilo e ouiros.
DeBoui.ardim.T-Appollante Jos Pereira Fil-
gueira, appellado Bernardo Gomes deMaeedoCou-
tioho.
Do Decifc. -Appellantea preta Domingas Mafia
da Conreino, appellada D- Mana da Cooccicu
SoarpsBrando.
Ao Sr. desembargador Araujo .Jorge :
Do jiwo d, djrevto .da m^m- ~ npefoni* o
jqizo, appellado Madoel fanui.la SJl^
j^InliauJun.-AppeJ^ie o .juuo, ppeJladQj
MaiK1 'd Araujo, Barrus e outros,
Ji i^jsaa.vnl.. Anpellants Vctor Freir de
Carvailw oaim. appeUad^i a justica.
. De Fttrtiia,-Appe|laato Juao de Ges Niiguai'-
ra, apnal|Hdaajufl^'a
. De Campia Grande. Appellante o juizo, 9i>-
mellado Silvano Perairada llva-
,. 0* #. aesoinJoargaor Dom^W*8 sgva ^ Sr-
desemiwfaador Slegnaira'Uosta. ,, ,
b Uafc|/oa Aaptalaates, padre P*\Vas> *'llar
do, Saaaa* Barbosa e OBtrse,aipeBad( ^ ''tor-
ios Maria, Lidia, Joaquim e outros.
'meado.
De Faria i l-'ilna. ,,
.caxoros Policio J, taz Jt
noel Silvino da Silva. -Re
tno tendo os supplicanic
lei ros, como dizein, os raieiens inmieatlos.
Do Manoel Francisco Marque ideo) da nomca-
cao conced la a Jo.- Biodriguns rjrjfa, Ridierto
Jos Pereira, Antonio Luiz nodrgues Ferreira e
Albino I'ereira dos Sanios Oiiiiio^^tflio pede o
supplicante, que nao pr,vou a allegada nacionali-
dade dus qualro caixeiroa nomeados.
De Moma a C, tambem subniettendo a uomea-
cao de senseaixeros Gustavo da Silva Antones e
Rodolpho Gciaido de Lima, lleislrese a_npmea_-
cao apresenlada pelos supplican'es, que nao pro-
varam, como allegam, que sao brasileiros os cai-
xeiros noraeados.
I; Mainel \ iclor do Jess da Molla, ouirs^a,
apresentaudo a nomeacao de loo Lucio Rodri-
gues.Como requer o supplicanie, que nao pro-
vou a allegada nacionalidade do caixoiro no-
incado.
De >'onte:ro & Silva, fazendo igual pedido, sen-
do o cai>.eiro que Horneara Custodio Dimiinguejjto
FigueiredoComo pedem os supplicantes, qno
u.ao provarapi..-. nacionalidade aliegaia de aea
caixiire. "-a "I
De Manoel de Souza Cordeiro Sfm>s-foptor.
dem na iiic.-ma imnformidadj, qqanlo a noyieaco
do Jos de Souza CorthjiAi Simoe. I^iilfef*iia(>
leudo o supplicanie apresentailo prova adguma
da nacionalidade allegada de sei caixeiro.
De Luiz Antonio Gon.alves Pe na 4 C, idem na
conformidade supra, sendo o caixeiro Antonio
Jos Castro Araujo. Soja registrad*; nao tendo js
supplicantes provado cora documento algura a al-
legada nacionalidade do caixeiro nomeado.
De Jos Joaquim Ferreira Lima, idem quanto a
nomeacao de Eslevo Hermogenes Perraira da
Silva e Valdevino de Soaza Cunta. Registre se a
nomeacao junta pelo supplicante que disse, mas
nao provou seren brasileiros os caixeiros Ho-
rneados.
De Jos Martins do Rio Jnior, para proredor-ee
tambem ao registro da que den a Antonio Mar-
tins do Rio.Deferido, sendo que se o caixeiro
uomeado brasileiro, como alie ja o supplicanie.
uenhuiii documento juniou para comprovar esta
allegara".
De Joo Antonio de Almeida & C, igual-
mente registro da nonteao que deu a Ma-
noel Paulino da Silva. Registre se, nao ten-
do os supplicantes juntado documento para pro
varem sr brasileiro, como dizem, o caixeiro no-
uie.ido.
De Joo Clirislani k C., anda registro da no-
meacao junti do seus caixeiros Alfono Fornandes
Castro de Olivoira, Antonio More I Villar e Alfre-
do Guerra Machado.Registre-fe, nao tendo OW
supplicaiiLs juntado docuraento a gura para prova
da naeionaddadu a legada de scuf caixeiros.
De Joo Ilaplisa k McndoaQa, da niesaaaurt
impetrando o registro da nome.ico que dera a
Elias Baptista da Silva Ramos. Proceduse ao re-
gistro pedido pelo suiqlicanle, qus neuhuma pro-
va juniou da nacionalidade allegada de seu cai-
xeiro
De Joo Ferreira dos Sanios Jnior, tambem
para ordenar-se seja registrada a nomeacao de
Firmiuo Moraes de Mosquita Piniiniel.- Sim, sen-
do que ft o caixeiro uomeado cidadio, como
allegou osujiplicante, ncubuma piova existe aune-
xa a preante petieo.
De Joo Curysosio no Goncalves Rosa, idera
sendo que os caixeiros do que Unta a nomeacao,
sao Antouio do Reno Pacheco Juiior n Jos For-
tunato Alves. Seja registrada a iomeaco apre-
senlada pelo supplicanie, que a legou, mas nao
provou seren brasileiros os caixeiros nomeados.
De Joaquim Felippe da Costa, idem, tratando a
nomeacao do caixeiro Jos Goncalves de Medeiros.
Como requer, nao tendo o supplicanie provado
a nacionalidade allegada do caixeiro nomeado.
De Joaquim Pareira Araules, i icm, referindo-se
a uonitaejo a Joaqun Pereira Arantes, Alolpli
Pereira Arantes, Francisco Pereira Arantes e An-
tonio Peregrino de Faria. Regislre-se a ncmea-
(io, seudo que o supplicanie declara sem prova
algoina serco cidados os caixeiroo nomeados,
De Joaquim Jos da Silva Santos, idem, cla-
mando se o caixeiro que monear i, Augusto Jos.
da Silva Sanios.Regislrese a nomeacao apresen-
lada peio supplicaule, que diz se i, prova alguma
jer brasilcir; o caixeiro nomeado.
De Luiz Antonio Siqueira, solieilando o registro
de urna preeuraco que junta. Sim.
De Manoel Jos Mouteiro, Jos Joaquim Guerrei-
ro, Maria Bernardina Monleira e Mara Bernardina
da R icha Leal, requerendo seja registrado o con-
trato do sociedade que cele raram Vista ao Sr.
desembargador liscal.
De Joaquim da Costa Maia, certido da nomca-
Sao de seus caixeiros Joo Fnnciseo Ferreira v
os Antouio Goncalves da Silveira. Deferido.
De Francisco Gandes de Araujo, tambem pan
cartiuear-se-lheso Manoel da Silva Carvaiho ou
nao seu caixeiro. Como requer.
Do mesmo Araujo, 'dem e esle t ou nao nego-
ciante matriculado. -Certifique-se.
De Joo dos Santos Coelho, certido da nomea-
cao de Jos Sabino dos Santos Codhp. D-
se-lhe.
De Braz Jauuario Fernandas & C, tambera De-
fini que so ceiiilique se ca sebjmbro do 1872
fora ou nao registrada a nanearn de seu caiiei-
ro Samuel Monleiro de Lima Botellio. Na forma>
requerida.
De ilypolito Jos Roberto, igualmente certido
das noiueacoes do seus caixeiros, quaes os seu
uoines, e se exisic alguma nota em contrario.
Certifique se.
De Joaquim da Costa Ramos, idera na mesma
conformidade.Como requer.
De Souza Juoqucira A C, dera na cooformida-
de supra. Como pede.
De Jos Antonio Goncalves Peni, idem quanlo
ao caixeiro Mauoel Eduardo de Sania Anna.- De-
ferido.
De Ferreira Monleiro 4 C, idem, sendo os cai-
xeiros de que faz meneao, Laurendno Eustaqu: <
da Silva e Marcelino Jos da Costa. -Sun.
De Costa C-, idom, sendo os caixeiros de que
faz mena >, Loureuco Eustaquio da Silva e Mar-
celino Jo.-.; Ja Costa. -Sim.
O tribunal resolveu que o o.'tioial thesoureiro
enire para a Ihesouraru com o >aldo de juni,.,
desde ja, e com o do jumo desde q ic se (indar o
Nada mais ha vendo a despachar, S. Exc. o sr.
conselbeiro presidente eucerrou a sessao ao nei')
da.
Trljuiiul 1 comiuerci*..
ACTA UA SES3A0 ADMINISTRATIVA DS 24 DE
JULHO DE 1873.
PRKSIUE.NGIA 00 EXM. SU. CO.NSELlltlKO AKSEUM
KIIANCISCO l'KUETTI.
A's 10 horas da maub, presentes o Sr. de-
putado sen otario liuto Bastos, e os Srs. f ipplen-
les S Leito e Alves Gucrr3, faltando co.n
particpaoao verbal o Sr. supplenle Pedro Cascan,
S. Exc. o Sr. conselbeiro presidente declarou
aberta a sesso.
Foi lida e approvada a acto da precedente
sesso.
EXf-EWKNTB.
omeio do conservador do commcrcio de Macei,
remetiendo a relacao dos livros sellados na alfan-
dega c rubricados na conservatoria daquella ci-
dade.Para o archivo
O numero 160 do jornal oflicial.Para o ar-
chivo.
Foram mandados rubricar os seguintes iivros :
Diario de Monhard Mettlor & C, dito de Gus-
mao Lea), dito de Antunes Guimares 4 C.
DBSPACHOS.
Requerimentos :
Ue Joo Urbosa de Mello, pediad i o registro da
inclusa uomeaeJo de caixeiro.Seja registrada a
nomeaejo junla pelo supplicante, que declarou,
m >s nao provou ser brasileiro o caixeiro no-
meado.
De Ulysses Irmo, tambera trazando a registro
as nomeacOe de seus caixeiros.Regisirctnsc as
noraeacsles juntas, nao tendo, porm, os suppli-
cantes provado ser brasileiro, como allegara, o cai-
xeiro nomeado Joo Augusto de Alhayde.
De Bellarmino do llego Barros, idem de seu
caixeiro Jos Lopes Je Olivera lunior. Regislre-
se, nao estando provado com o necessario docu -
ment ser natural desta provincia, como allega o
suoplicaule, o caixeiro nomeado.
De Zeferiuu Carueiro de Almeida, idem, sendo
os caixeiros nomeados Jos Augusto Ferreira, Da-
goberto Hilariao l'essoa Lobo e Diniz Antonio Fer-
reira Marques. Sim, nao tenda o supplicante jun-
tado prova alguma a respeito de serem brasilei
ros, como allega, os caixeiros nomeados.
De Nunes &. Umeida, dem, sendo os caixeiros
Antonio Luiz Rodrigues de Almeida e Thumaz da
Costa. Como requerem, uo leudo os supplican-
tes pruvado a nacionalidade allegada do9 dous cai-
xeiros uomeados.
De Antonio Machado Gomes da Silv.-., dem,
chamaudo-se os caixeiros Anastacio Jos da Costa,
Antonio Lino Pereira Dutra e Dionysio Jos Mo-
reira.llegistre-se a nomeacao juuta pelo supli-
cante, oue nao provou screm brasileiros, como
allega, os caixeiros nomeados.
De Antonio Jos Silva do Brasil, idom, senio
que os caixeiros so'Anlonio Telxeira Veixolo e
Anatolio da Costa Reg Monleiro.Como requer
supplicante, que nao provou a nacionalidade alle-
gada d.e seus caixeiros
"De Aiparal, Nabuco A C, dem, tendo os cai-
xeiros a (juera se refere os noenes de LuJz da
Gaiua Bandeira de Mello, Genuino Antonio do Al-
meida e Aibuquerque, Joaquim Ferreira Borges c
Joo Francisco de Miranda. a forma requerida.,
uo tendo os supplicantes provado a anegada na-
cionalidade de seus caixeiros.
De Amaral Molla, idain, referndo-s,e a no
mearto Manoel Ferraira Rajb<-i)o c Affonso Ma,-
galhei (ja Silva. Cuino pedem os suoplUautes,
qie,al.lega;ii, mas nao provam que sao Drasiliros
os Cflixeiros nomeados.
De (ryalho Guipiarles & C, dem, chantando-
so os cuxeir.os da qomeacao Giijlherme frederico
de .Souza Carvawo JyiW e An*oj)i,o Ferpandes da
-ilva Larv^ho. -Prooda-sa ao regislro, nao es-
lando provada a nacionalidade. allegada dos ca-
xeuosnaneados.
Oe Cruz Nugueira A C, idem da qno deram A
Joaquim Pedro la Cosa para au caueiro. Sim, que era victima de ura esiritamrito.da wfftaj
' ac a-se no lino, da i^ira
thesoi:rabja de fazenda
. 28 de julho
Foram rcmcldos ao Sr. ihesouieiro para se-
rem pagos:
Oflkio da presidencia, mandando pagar ao sups-
rintendente da estrada de ferro ao Recito a .S.
francisco a (juanlia de 37uu.
Requeriuientos:
De Manoel Jos da Silva Olveira.
De Demetrio Jes Pinto.
De Mouteiro Sampayo & C.
De Francisco Jos i.orreia.
De D. Carlota Vieira Ribeiro.
Secretaria da thesouraria de fazenda de l\\y-
nainhuco, 28 de julho de 1873.
0 secretario da ji uta,
Jesuino Hodrigues Cuidoso.

ilBLiCACOES > PfPlOO
ri-------------------------i------. T !------r-
Agradecmeati
Nao posso deixar do vir impren manifestar
o meu rcconhecimento e gratidSb ao film. Sf. ra-
pito Domingos de Souza Barros, pelos importan-
tes e fabulosos servicios que me presin,, curndo-
me de pina clephantiases syphilitica, que me affli-
gia, ha longos annos, e que foi rep"Cwa mcurav I
por todos os mdicos^ a quem consulte!, declaran-
do-m habis mdicos, que davam a 'cabe-rajara
cortar, quando ficasse bom do mal.
0 Sr. capllo Barros tem conseguido cutas,
com 0S rcm,edios do suas descoberta?, lia mu
pescas, e .entre ellas o IHm. sr. tei)enl-cqroi). l
Fras Villar, una fllha do Exm. barao je Araara-
fy, a Exma. Sra. D. Mara, esposa i Sr- onoJClo
orluoato di Silva Neves. .quulTriik depafleci-
Anento? horrvels ha mais de'|D .anmjs.ahft^
clmenle curaija, e o ra-mo Sr. cipifo Ifo
ni) tend os supplicantes juntado d-.cumonto al-
gom p*ra pw^fin.sef ctdadiio, oemo dizom, o
caixeiro nomeado
Estas curas do Sr. Barros botero,|iil.Cowl>-'to
no rol dos mais distinctos fllhos de Tiypocrates,
-i
-

.
.'.
'
*






-


ferio 4k> fttknamhaco Ufemia feirat 29 de JuJIo de JF3.
3
er.-0Ma.Kul.
. feenMT,- >qn* anda
e soffre
Ojuaalas
julgOU-s
desaner-
glfi uoerjte: liclfts n rT7tr-~
1 nwfc fot-subresahif o mrito ao Sr. t* Barre* o deenteresse pecuniario co:n que
trato ai sfUstosates na faaado qneala) de pre-
fl timan ida*.
Sirraa, pois, estas po ticas palavras de um pro-
1 eto de estima, o gratidio ao meu salvador oSr.
iapita Barros, a ao imaio lempo de avk>q aos in-
felize* que soffrem enfefniidades de tal nature-
x.x, para que pissam recorrer ao sea salvador.
'"*> np jo.r. tapuis llnrmn, que me deseulpo se
ffend a sua modestia, traamao ao publico o boin
que me fez. livnnrte-uldde tal enfermidalo.
HecinJj'e jiilhontf.1873.
Melanio dos m Ptnir* do Ltj>.
osa a praVB-
m igualdlde,
tranqull
cia, e o:
tenho dftffbdiHoWHftt'Wi!
Accetai, scqhores, e dgnai vos apresentar as-
sembla legisladva prorlncfof dri Cear, de queaj
Mis llustre interpretes. cuja r-oaiiangrt>lulcaz
ciadjuvacao multo tem wacojrido paraHttUnar a
ininha aaminstracao, a seguranza dfmaii viva
gritdan n os verddoiros protestos do meu etdrno
riNjonhecimento.
Palacio do governo do Gear, mu 16 de julho
de 1871
Prancisco de Assis Oliveira Maeiei.
(Da ConstiluicSo.)
ONr.
Helia
l'ettni.
PftWALEZA, 17 t JULHO E 1873.
+~ O Jim*. Sr. Ottoeira Mac id.
timiera a 1 hora da tarde leve lugar a merecida
felwitaeo legislativa provincial d rigi ao Exm. sr. Br. Pitra-
ii.df aIsb illiv.iira i Maoiel, digno presdante
Aa-o nouH'.ns le b#m, ^ue o viicm a cou-
sas pelo mj|mj 'iHrtfr". das paixdes, o acto J a-
ijielia iljustrc rorpora^ao, s rev.ela rigorosa Jus-
tica,, ben eMitn-Jido i"eeoihH rt relevanlissiinos serviles prestados pelo Dr. OU-
vdtrt Maeiei esta briosa provincia, na qnadra
mais difltcil em que a cadeira presidencial se
aafeava alastrada de abromo.
Be Caito, o descalsbro e a ruina que na ordem
fiMbltca tinkam ooeasionado as febricitantes lulas
eleitoraes de 18 de agosto o 7 de setembro do annn
prximo pa^sa.W, Mi> ifHh aps a borrorosa beca-
timbe, qua.ansaugueniou a provincia, si: vio sur-
tjirem p .r tuda parte as selvticas scenas dos te*.-
pos da barbaria, a cadeira presidencial d'esta pro-
n ncia em ara "verdal^Jwlosauito paca aquelle
que, nella :issenialn, quizesse repor as atusas em
seus legitimos bjxos, esmagando a hydra da tem
pestade, que soprava as velas soltas. Foi isto, o
que em feliz hora .para esta provincia coubd par
.^>rta ao Exm. Sr. Olivoira Haciel, que, certo Jo
nroiiiineiisar.iv -I sacrificio, que o aguardava, en-
tSiou com cii6U(to..eoragoai, s dituw* de um
ar^o ualriotj, e volado a ca*ha |MU>uca, a ter-
rikf\ *iiucao, ipie a vortigem das paitios havia
t-rfade.
Q rebultado sorprelxendeute o. pasmoso, obtido
pelo Sr. Olivoira MacieTcm bem da ofdera publica
eui tao cnticas cir:ii*stancias, nao poda, pois,
paisar lesapeic^Uido par.vaquellcs, que antopSem
m legitioios imeresses da provincia s pajxfies in-
tnmteemes la imlitiaa. -
lofttentp, c ^uJicioso Hscurso, proferido pelo
njsso urestimoso amigo Dr. lYaxedes, camo mem-
br i relator da distincta commissao, enviada pela
auduibla provincial a felicitar S. Exc, urna
papa, que, 8>ibru exprimir, em pomposa iiitliese,
\ inagniliceih'ta da adminislracao lo Sr. Oliveira
Ifariel, poe em relevo os nobres e elevados sent-
nientos. que animsm ?. Hhtre assetnbla ora prl
Jos legitimos interevses da provincia
Honra e gloria, pois, aquella distlucU corpo-
r*{o pelo acto de justiga o bunomcroacia, que
acaba de pratiear; e hbso sinceiiis porabens ao
KKm. Sr Olivein Maoiel pela elevada,iticjulras-
tavel prova di? adlwsao c pWci que Mo ui-repi-
damente acaSa ile receber da illustre assembla,
que o Qjajj solemne desmentido das torpes ca-
uinnias. qoe p la opposicao tem Wii assacada
. Exc A verdada e como o sol, dis.-ipa todas as
AHObcas.
Em M'guida publicamos a alloeucao pro'erida
P*ln imss distincto amigo Dr. Prxedes, e a que
S. Kxe. dirigi a assemblea provincial.
Sao dignas di jUcnclo de todo homom eriterio-
'K ijue anta i verllndr.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Francisco de Assis Oliveira
Maeiei.A asseaibla legislativa como orgao legi-
timo e ficJ da opiniao desta provincia, extrema-
mente desvanecida pelo tino e acert que V. Exc.
tem mostrado na grencia dos negocios pblicos,
nos enva a felicta-lo pelos relevantes servifos
prestados ros mltiplos e variados ramos da pu-
Micaadminstracao, to sabiamente confiada ao zelo
e patriotismo de V. Exc.
Defeito, reunido aos elevados dotes de um vi-
goroso talento, enriquecido e Ilustrado pelo estu-
do e experiencia los negocios pblicos, nina ener-
ga s propria dos caracteres independentes e de
quilate superior, u amor provado causa publica,
tem V. Exc, no curto, porm fecundo espado de
sva administraco, correspondido cabal eperfeita-
uiente plena confianca dos briosos filhs desla
provincia, que com orgullio v patentear-se por
"actos incoutrastaveis o acert da cscolha do go-
verno imperial, investindo-o do espinhoso c eleva-
do cargo, que ora oc.-upa.
A's lu es e valeotea osforcosde V. Exc. deve a
provincia a sua paz e tranquillidado na qnadra mais
vertiginosa, em jue ludo promettia arrasta la ao
a^iysino da mais desenfreiada anarchia, cujas
c iiisejueiicias si sempre fataes e desohdo-
r.i.
Em verdade, Exm Sr., quaudo a provincia
gemia no mo da desurdem, que com admiravel
frequeneia se reproduzia por toda parte, quando
n braco d i assassino se ergua impune para, amei-
oar a vida e a prpriedade da nossa laboriosa -e pa-
cifica p-jinlacio, e se notava por toda provincia o
esrespeito lei e ao principio da auturidade,
ver-M hoje restabeloeida a ordem publica e im-
plantado o imperio da le, um beneficio tao gran-
de, que por eerlo nao poder deixar de fazer bu-
rilar em caracteres irtdelevejs as paginas da his-
toria conleaiporane i o nome d'aquelles que o pro-
moveu.
No louvavel e patritico intuil de firmar, por
tactos inequivocis a verdade do principio da pro-
veucao e represso dos dolictos, ha V. Exc. des-
pendido a maior somma de cuidados e esforcos,
oiitendoem resulladi o maior dos triumphos para
causa publica, qual seja a captura, no curto pe-
riodo de sua admiiiistraco, de cenlo e setenta cri-
minosos, entre os qnaes tiguram mutos que eram o
t; ror desta e das provincias circumvizinbas.
Anda mais. Seinpie solicito pelo bem publico,
V. Kxc, sein descurar da ecimomia c flscalisacAo
i*$ diaheiros pblicos, que tantos desvelos e cui-
I iJ >s exigem na quadra, que atravessaraos, em
ca'. a provincia luta com um dficit, que a sua
ecoita nao pode compensar, tem procurado por
ttidos os modos dar vigoroso impulso instruecao
publica ae forma a difundir so por todas as das-
>cs destituidas dos meios pecuniarios sem at-
IM ier em nada as exigencias da pequea po-
ltica.
E' assim que V. Exc, inspirado nos mais gene-
rosos e elevados sentimentos de Justina e modera-
'.10, tem tornado buin patente que anula no meio
las lulas fratricidas dos partidos se pode impr mir
a administrado publica o cunbo da mais ampia
tolerancia, que se ha revelado na oscolha do pes-
K,)al para os cargos pblicos.
Entretanto, despeito da Bloque icia desses
lactL'S, que sao recon lecidos pela opiniao publica,
a oppusico tem procurado impannar o hrilho da
H lounistraco de V. Exc. Felizmente, porem, a
a Ineso franca e sincera que os reprcseiUantes da
p.-vincia em sua quasi unauimiJado, leslemn-
itiiam a V. Ere, involve o mais completo e
h ilemne protesto onira lio estulu pretencao.
Sao esses, Exm. Sr., os sentimentos de que so
aclia possuda a assemWa legislativa provincial,
o que, nos. i-eos fiis interpretes, traduzimo> pe-
id He V. Exc, cuja administra 'ao desejamisque
i'uutinue tao brilhantemente, como tem siJo at
aoje.
rUlera. 4 dejulhi de 1873.
Prxedes Tlteodulo da Silca.
Manoel Soares da Silva Bezen-a,
Samuel Feippe de Souza Ucha.
Herculam de Araujo Salles.
Jos vnes de Mello.
SEMHMBI :-A expontanea e ho.irosa felicita-
cao, que acaba de enviar-me a assembla legislati-
va provineial do Cear, emposta de caracteres
distiocto-, |)or sua independencia, iltustraeo e
amor causa publica, importa para mim a maior
recompensa e o mais valioso titulo, que eu poda as-
pirar, pela ininha adminis'.racao.
Os principios de justea, moderacao e tolerancia,
qoe hei religiosamente guardado, constituom prin-
cipalmente, o pensaments do gabinete, de quem
me orgulho de ser delegado.
Heeonhero, -centiores, que roui peucos. sao os
servicos por mim prestados a esta esperancoaa
proviMt; mas, acreditai que sao sinceros e iuex-
-Jidiveii os de molrtorarpcnto moral o material.
Apetar da op^usicao tur procura lo desvirtuar
>, meus actos, todava, ella continuar a auferir
t#das as. garantas c direi>s ustabeloejdos polas
'aos-as leis, as vantagens Jse.juentes' h. paz e
Illm. Exm. Sr.Com a ehegada a esta villa
do comi publico, vindo dessa capital, foram dis-
tribuidos alguns exemplares do Diario de Per-
nambuco de 14 de junho passadn, sob n. 137, nos
quaes vem publicado urna peticao em forma de
queixa, dirigida a V. Exc por' Joo Baptista de
Albayde Cerqueia, da villa de Flores, contra o dis-
nete actual delegado deste termo o Dr. Henrique
Pereira de Lucena : esta cmara sorpreza com a
leitura desse libello famoso, recheiado de cavila-
c5es em que abundam accusaijoes vagas,calumnias
e injurias, irrogadas a dito delegado, nao pode sus-
ter sua justa indignaco com a leitura desse papel,
que s podia ser elaborado as espeluncas do cri-
me, para a salvo fenr-se reputaco de um func-
conario publico quo soube colocar-se cima de
urna faceto on.lemuada na opiniao mais esclare-
cida do paiz, por ac.t is do desmoralisaco e vanda-
iismo.
A cmara municipal do Ouricury, reunida
hoje era sessiiq, unnimemente votou para que sua
voz fosse erguida na presenc do V. Exc, protes-
tando contra as revoltantes calumnias de que se
acha prenhe aquella queixa, calculadamente pla-
nejada contra o empregado publico que hoje
considerado Jioste termo como o restaurador da
lei, contra a autoridade que com os cdigos na
mito tem sabido perseguir legalmente aos verda-
deiros reos de polica, que al hoje tem zombado
da accao benfica do governo e da lei; do funecio-
nariu incumbido da melindrosa eardua commissae
de que o encarregou o governo, e na persegnicao
dos comprometidos no brbaro e selvagem assas-
sinat'i do infeliz capitao Domingos Alves Branco
Muniz Rarreto, tem-so conservado na altura de
sna missao, fazendo desapparecer a maleGca in-
tluencia e predominio de urna familia que havia
reduzido este termo a urna verdadeira fetoria, on-
de a voz do opprimido era sufTocada internamen-
te : os assassinatos pralicados nesta trra em nu-
mero crescido, quas todos impunes e innocentados
seus autores, as olTensas physicas, espancaraenlos,
insultos e delapidacoes em grande escala, sao tac-
tos ipie fallam mais alto -que essa queixa, je que
manos dclles ser viram de eterna vergonha a fami-
lia do lueiapsa os carlorios daqui justi&cam por
dentis nossa asserro. Se o distincto e enrgico
Dr. Lucena, fosse um destes homeos que misera-
velmente mercadejam a justica prrblrca, ou qne co-
mo covarde curvara-se ao cynismo do criminoso,
cheio de orgulho e peropoteneia, a linguagem do
queixoso seria diflerente, a theoria nella empres-
gada nao a que em verdade adoptara aquellos
em favor de quem essa supradrta queixa foi epca-
minhada : os factor provam o contrario.
t Exal 6r., o,De.Iuoena, racolhendo a prisa i
pnttlica (que 6 ama casa sem seguranca) os ver-
dadeiros autores e cumplices da morte do infeliz
capitao Braceo, prettou Ihes todas as attencoea, e
commodos, de que elles nao se faziam dignos, mas
que os benficos impulsos de mu coracao coagia-o
a prodigatisa ios.
O assassinato' do infeliz capitao Branco fdi ff-
Iho do accordo de varios membros da Sunilia
Granja.: este accordo ja nao mais possivei pqrse
jui davida, em {ace aos importantes documeuls
%Ula
HI
.Nao ros detereraos na apreqiarao da parto-do
artigo da Pojjfcia q. 88, era que o defmsori do
SV. RrJo de Villa Bella volta a Insistir as suas
injustas censuras ao cx-delepule de Ourionry, e
ex-juiz municipal de Gopann.
Os fados a que alinde, passaJo; lvi mais del 10
e I i anuos, foram em occasiao propria apreci.ku>
e jnlgados de modo honroso victima das iras c
inepcia do Sr Barao de Villr.-Bella
Purtanto, su a despeito disto o das decisoes do
govenio do paiz, quer boje o ^r. Bario oppur ihe o
seu odio e ransor, o que Ihe havemos fazer ?
Do apoucado entendimento, do odio c do or-
gulho embura mal entendido, resnltam milita^ ve-
tes teiiiias e controversias injustas e desbaratadas.*|
-Nao vale a pena, pois,. raecher muito no passa-
do : se nelle eslao e.quecidas multas glorias, de-
vora tambera existir occultas multas -miserias : o
tis queremos furtar-nos ao jogo das exjavaciius
e das recrimiuai/xss, que nao traiem cabdal para
a discuisio.
Para rodazir o Sr. Yita-Hl|la ;is verdadeiras
propurces da sua inepcia e quasi inbtpacldado
para ser chele le partido, nad precisara. siBo
do prseme; basta to:a-lo em sna posico de
presidente de um directorio, no qaarno tem, voto
preponderante era iniciativa, e, akin disto, anda
em tudo a reno pie de ura accessor.
O espirito propenso obediencia. Dahi vem a ne
cessidade em que est de obedecer a uds e dei-
xar-so dirigir por outro.
Has dcixemos o Sr. Bario de parte, c vamos ao
!que diz o seu gnard i-c stas.
Pareceu a esta banal articulista, qua tendo o
ex-delegado de Ouricury requerido ao delegado
de Flores a apprehensao de cartas escripias para
darem aviso a Alvaro Granja e outros, uao deve-
ra conhecer ocontedo dellas, nao tenio.sido aber-
tas; e aduiirou-se que o autor das uiesnias cartas
Ihe houvessem dito o que contralla u !
O faci de ter o^x-delegado de Ouricury re-
querido a apprehensao das citadas cartas, demons-
tra a todi a luz que sabia, ou descouliava o lih
que ellas levaram.
Porlanto nao de admirar que aquello que as
escreveu, fazendo empenno era rehave-las, confir
masse a suspeila ou denuncia, quo Uvera aquelle
exdelegado.
Quanto ao valor da queixa, que foi dada, a c-
mara municipal de Ouricury, composta de amigos
e correligionarios do insuspeito vigario Francisco
Pedro deuse pressa cm ufllcar presidencia,
contestando-a.
Em seguida transcreveremos esse offlcio, que o
acharaos pubeadoein urna gazeta liberalO Ara-
ripe, publicado no Cear. Por elle v se o quanto
inlundado o juizo da Provincia.
Assim nio carecemos combatir o appollo feito
aos Srs conego 'lampos e padre Marcal.
Esses senhores, ambos membros da assembla
provincial cmi aquelle ex-delegado^e os doininasse
inleira oonviccj de que huiivcsse e-to praticado
excessos, abusos e attenltados contra os seus ami-
gos e prenles, em frente uns do catro, o chama-
ran! a contas. A tanto os obrigava a lealdadc e
os lacos de sangue.
Nao o fizerara, e actualmente o Sr. Pinto de
Campos o primeiro a declarar que andou mal
era snas prevencoes, porque assentavam apenas
em noticias menos justas que recebera do Ou-
ricury.
E como ainda querem tirar proveito do que
dizia o Sr. Campos a ura outro amigo, em parti-
cular, levado por informacoes inexactas?
E nao icr hoje o Villa Belli pensar differente
do que tnlia ao lempo em que o Sr. Pinto de
Campos fazia queixas do ex-delegado do Ouri-
cury ?
Era relacao ao ex-juiz municipal de Govanna,
tambera nao adiautou idea o articulista. Deixou
a questao no mesrao pe em que a colloclm.iv
Insisti na cnntilena da involabUiiade do se-
gredo das contas, na escapatoria do raanuado para
fim restricto a que se apegou o Sr. Zacaras.
Era bons termos deixou ver que o Sr. Abilio
errou, como chefe de polica do Cear, nao por
zelo do servir mas por se ter engaado com a
intelligeueia do aviso de 1857, que autorisava
abrir carias em presenca do destinatario."
E' boa esta !
O Sr. Abilio dosconhecia a forca e valor das
palavras abrir e ler I
O guarda cartas, nao tendo argumentado sua
a addtizir, apegou-se aos sophismas do Sr. Zaca-
ras ; mas com tanta infelcidade que inostra bem
nao ter feito digestao do pie leu. Escusamo,
pois, repetir o que tem sido dito em mais de urna
vez.
A razan do mandad) restricto, quasi pueril.
E se nao diga-nos o Sr. Villa Bella, se por jn-
felicidade sua ou de outros lite r.ahisse as raaos
una vara de juiz, o Ihe couiesse a vez de dar
urna busca o expedir mandado restricto para
appreender, por exemplo -urnas tolhas de autos
e as encontrasse reunidas a nm maco de notas
falsas, deixava do appreender estas por ser o
mandado restricto?
Aguardamos a resposta do Sr. Barao, que ha
de ser judiciosa.
Continuemos.
41 dejulbo
Sirius.
imrarujadps mk mtm d*fir.3oJa culpa, (|r%;
jnsijlftA ntfdetnA |prBWmo do actnal
tiara vehementes tndSeios. O jury desta villa, cu-
ja sessao acaba de ser encerrada, a despeito de
manejos emnregados jmra ranocentar-se dos wr-
dadeiro's adt6r.es e cumpiccs do drama sanguino-
lente, eotidenihando-osfconW'doftrtd'ie loaros.ao
actual deleaad&raunAaif fressadamenle se houve
nainslruci-Slo'ai'edrpa.
Hntre os tacto rnprovaveis de qne, est re
ehciada a queixa de Cirqueira, iim dello* o d*
priso de D. Isabel, a quem quafloa-se de inno-
9t, e o da filia do coronel Severo ; mas quem
ora na existencia de provas evidaAtts da
cumplieiilade daquella senhora nease brbaro cri-
me, sendo de mais que a voz publica a apona
como autora da-antros crmes graves I O simpUm
fado de te#dii>eila%Mad| cfm o tenente coro
nel Pacida) jlies idf Offiura nao Ine onli-
no privlegWirtAaiiJWniue a lei concede
so acuellas que nia galgaram sua posico. A
lei assim o diz. ,
Xa AKrarWS^tm
como falso haverem -se dado buscas noiteem
casas do cidadns, aberto-se caita* particulares,
e procedidjMie prisio por, ostenfaco e podero
da autoridade ; com o despeito eVancor que vo-
ta-se- aos amos de eneTgia H justilfa, praticado pelp
actual delegado, somenle capaz de inverte-los com
flns fSarticulares, que em sed lempo 'serio reve-
lados..
Nao satisfeito o queixoso nm adulterar o% aelps
de justi'.ia partidos do delegado, no fesempe-
nno de sua honrosa cornmissao, aecus o mai
de ambires elaHornes: ridicula (arca de que
lancou mao para fazer acreditar snas banaes de-
clama/oes. O actual delegado "Ext*. 9r., lasde
que ciiegou Jesta villa, tem publicaraenle mani-
festado nao ter aspiracoes i fnttira eleicab, e que
,se purventan nessa epocha aqui se achar o seu
procedimento como empregado publico, s-r mo-
delado pelo penalmente do govorno, empenhado
6m garantir a lih,erdade,do voto, Dem v, V. 8xc.
que o quettoso lunmiciou proposioes rtasse sen-
lido s pelo gnsto de maldizer de urna, autoridade
que nao sugeitou-se Imposco deumafac^ao
e que oran i do tino, deconiiniento o imparciali
dade denunciou e prendeu aos verda'deiros crimi-
nosos, de que se coopSe essa faegao.
dade. os crimes ja se nao peproduzem, e s os vsr
dadeiros reos, de polica sao os incoramodados, to
importante beneficio, d i qual se fazia sentir sua
falta, devido a energa do distincto delegado de
polica o Dr. Henriquo Pereira de 'Lucena, que
soubo comprelender a posicio em que o governo
o collocou.
A sorle de um povo cendemnado aos desman-
dos dos parentes do queixoso, que nutria o absurdo
desejo do icrera superior peranto a lei.
> A moralidad.; que at certa poca baria des-
apparecido desta comarca, eom a ehegada do
actual delegado, e desde logo todos se julgam garan-
tidos por parte da aut ridade publica, sera receras
da reproducn de tactos que trouxerain a dene-
grida chronca aos habitantes deste infeliz termo,
por actos venaes c oriminusos, praticados por al-
guns_ d'esses a quem hojn to audazmente se im-
presto sonhados servidos barateados ao throno e
as leis, como se ao throno e leis ulelisam taes ser-
vicos prestados por homens reputados perdidos
por Jeitos de malversacdes.
V. Exc. ter a bondade em ouvir nossas vozea,
e prestar-Ihes toda sua judiciosa allencao, pois
que ellas rio filhas da pura verdade. e enunciadas
por coraroes gratos aos impagaveis beneficios que
o governo a final .nos lem prodigalisado por inter-
medio de seu delegado nesto termo, por cuja eon-
servaijo fizemos votos a eus.Deus ?uario a V.
Exc.-Paco da cmara municipal da villp da Ou-
ricury 1G de junho de 1860 Illm. p Exm. Sr.
Dr. Ambrosio Leiao di Cunta, digno presidente
deila provimiia. Joaa Marn to Palcao e Albuquer-
que P. Francisco J. Barbosa Valinho. -Afostinho
t.orreia de Mello. Iticardo Pedro da Silva. -Jos
Firmo Pereira do Lago.
Seguro mnm
COMPAJUIA
RN.
C
Capital. 80^)00:000500(1
Fundo ffc roiarMu ?*TOOO:0005OOi
i i iOi i Agentas,
RA D-VCRUZ f. 38.
mos (3 terres-
oida na ffaliia
era I frite Janeiro em 1870.
GAPiTAL 4,OO0-:000jpOO(i.
Toioa seguro de mercudorias e tfhrheiro e
i para dentro e fo^a do imperio, assim como
. AgtMe.: Jo^wwJw*^flOCalve4Bellr>,
cua m mpumm n. 8, l?aiar.
//
seguros roa'
tres es;
HflUlMEWT 88 PORTA.
Navios mirado no da 28.
TriesteC3 dias, brigueinglex Northtrn
Croh, de 198 toneladas, oapito Joseph
Bo^'Q^n, cquipagem 9, cargn 2,51 i bar-
cas* com wrtma "He Irigo ; a Jolitiston
HovUiltiaiimmmo dia.
Porto* do SujVapor nacional fard, con,
/ IrialVlaiU; raotarf tencntel Vi til. Ruarte,
c*rga qifferejites gneros.
Obser vacuo.
Ftmdeou nolnmarJoj o yrapor inglez La-
ton(te,_protedentc''(tu Liverpool por Lisbon,-
jfljf ey^muiiicai.ao eom a trra, entra
boje as 7 horas da manh.
iwmi m
fe
| sin-.
*
^fsmmaf^
MARTIMOS
E
Uavujs s jeus carre^amfittJos e cont
". tvo ti\icm, nuirodriaf o moM
ra do Vigario n. i, pavimento
COSTRA, (5 FOGO,
Acoinpnnhia fnJeinnisadora, estabelecida
tiesta ptoi^-a, toma seguros mhritimos sobre
fugo
: na
terreo. -
ntAgA
e do
DO KECIFE 28 DE JU1.H0
DE 1873.
AS 3 1/2 HOPAS DA TAR0K.
Cutacdcs oiHcao.
^mbio sobre Londres a 90 /Ijv. 25' 1|2
lftnjk) 25 3|8 por I*, sajbado e h,*.
9ito yibrf dito | i|L7 Qv. 23 5(8 por 70)0,
hoje.
Apolices-da divida publica de C 0(0 ao par, e 6
0(0, 3 0|0 ae premio, boje.
Cambio -sobre Paris a 3 d[ 378 rs. o franeo,
rio banco, hoje.
Cambio-sobre Lisboa a 90 div. 111 0|0 de premio,
do banco, boje.
aanourcq
Pelo presidente,
worgo Patcliet
^eo secretario.
(i Ua. Jo Dogiinguos da Silva, juisulisttuto e
< da.wrmnoreH i comarca do Olinda, por S.
M. Impefo^ qne, l>eus guarde ele.
raeo saber aoi credores uicertos do executado
Cjeraentp AiUunio da Silva Araujo, que a roque-
rimeqto do extqueute Jos Alves Pernandes, llca
marcado o prazo de 10 dias de conforraidade com
o rti5i7 do decreto n. 737 de 23 de novembro
de 1830, para poderem requerer a sua preferen-
cia no producto da venda do tnesmo exentado
sob pena de se passar mandado de levanlamenl
ao dito exeqqente
K para enlistar se pasin o preseate eiital que
fr allxado uo lugar lo coume, e publicado
pela Imprensa.
DatW e passado nesta cidade de Olinda, aos %%
dtjqlko de 18/3.
nrf, oaqulm Hermilio Candido das Chagas, cs-
crivao do commercio o subscrevi.
Olinda, 24 de julho de 1873. Jos Domranues
da Silva.
O escrivo,
Joaqnin Hermilio Candido das Chagas.
dita lem idem, ignora-
N. 09, .71..: 78. 3 ditas idtin
dem.
Ai.flfc I. dita* dem, a
lendiinuntn
dem de jia
*XP
do dia 1 a-
28. .
V.GX
738:6174269
21.8834034
78O:30i43)3
Tobas ao Lessing deste
Diario.
Tenha a bondade de ler no Litoral n. 29, o que
ti ve a pachorra de responder-lbe. Comprehende
que nao ten lo eu direito algum de pedir aos dig-
nos proprietarios desta tulla urna pubcacio gra-
tuita, o negocio devia custar ainheiro e nio
pouco. Ora para defender-me dos ataques, para
arredar os troperos, que me possam laucar os
Lessing e seus iguaes, nao estou disposto a gas-
lar um 6oi. Estas mesmas palavras que a(|iii
vao [uiblicadas, viaam mais chamar a alten*
rao de certos leitores, do que puchar a orelba do
meu alustrado censor.
27 de julbo de 1873.
Tobas B. de iienezes.
Recordai bem esta eircumstaneia.
Que a reconheeida pureza do oleo de ligado de
baealh i, de I.anuan a Kerap, o eolloca u'uraa
poseao muito alm de toda a rivalidado em todos
os mercados do mundo.
E' este pois um nsumpto do maior importe pa-
ra os doenles. Como ura meio de curar as tosses
obstinadas, de sarar os pulinoes inllaramadus e tu-
berculosos, de atalliar a consumi.o do ligado, de
alliviar as airecgiios bronchaes, de revestir os cor-
pos extenuados com novas carnes e de restabele-
cer as Torgas e a sade do systema vital ; nao ha
por cerlo uenlium remedio conhecido na scienca,
que tenha produzido tantas maravhas. A bem
merecida reputado do oleo de ligado de bacalho,
como o mais grandioso dos remedios modernos,
aeliar-se-hia j destruida pelas vis irailacoes frau-
dulentas que se empalma aos poneos desconliadus,
se nio o bouvesse salvado fresco, puro e incomparavel, preparado e vendido
lebaixo da garanta de pessoas de urna respeita-
bilidade reconheeida.
Tendo isto na lcmbrauca estaris seguros de
obter o legitimo oleo de ligado de bacalho, de
Lanman A Kerap, o qual se acha venda era ro-
das as partes do mundo, as princpaes lujas de
drogas e boticas.
Na verdade eousn mais que agrada-
vel o podermos cntribur, ou achar um novo e
delicado meio de ddeitavol prazer para o gentil e
bello sexo.
Lanman e Kemp por sem davida algiima, con-
segttram esse desejado fim, introdiunido a Ajrua
Florida de Murray elsinm'tn, (cujo artigo ha mais
de vinie airaos lem sido o constante favorito para
o toucador era toda a America Hespanhola) ao co-
nhecmento das senboras desle paiz. Nao sao,
pois, s as senboras qne se entera reconhecidas e
obrigadas para cora aquella firma emprehendedo-
ra, pois que, se o artigo em qrjesUo outorga e d
ao lenco de tina eambraia tuna fragrancia delicio-
sa c sumisamente refrigerante, e as faces urna ai-
rara doce e juvenil, ella igualmente po*sue a rara
efflcacia e virtude de faaer remover a ardencia
causada depois do fazer da barba, assim como
dissipa o roo gosto depois de se haver go< ido as
bellas fumacas d'um charuto. Di>soLvida era agua,
serve eHa de grande proveito para a eonservag-in
dos denlos gengves, dando ao paladar um gosto
suave e agradave!. Alini, pois de se poder con-
seguir o disfructe de todas estas vantagens, iuJis-
pensavel se torna o possuir-5e a real e preciosa
pui de Ftorla de Uurrag e Lanman e nenhu-
ma oulra mais.
MMEfiClO.
COMPANHIA
Plienix Pernambucana.
Toara riscos maritiinos em mercadorias,
fretes, dinbeiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
"barcadas, a premios muito mdicos.
11UA DO COMERCIO N. 3i.
Banco Commercial de Per-
nambuoo.
Sacca contra Londres, Lisboa e TorUv
por todos os paquetes.
Sanco CtiHunrt. 4e tWm-
U banco paga o .pnimeiro divideinld J*
3KP500 por ac^ao. reLativp .a^jpariodo- t>i*
em 30 de yi\v- prxima gasiadt)
escarregam boj .29 de julbo Ue 1873
Harca ingb'za Miranda mercadorias para al-
fandega.
Barra ingle/.-. *---./ Sutkerhnd mercado-
rias para alianuega.
Vapor inglezLalande -mercadorias para an.n.
#& de?-- e varios gneros para o trapicho
Conceicao, para despachar,
Brigue inglezSorthen Crowafarnha j despa-
chada para o caes do Apollo.
Barca mgleza il ranhao farnha de trigo j
despachada para o 3* ponto.
Barea americana E. II. Ynmngton farinha
de trigo ja despachada para o caes do
Apollo.
Patacho franeezAndr -ferragens j despacha-
das para o caes do Apollo.
Barca porlugueza Luzitania vinhos para de-
posilo no trapiche Cunha.
Polaca hespanhola Thereza 11 xarque j des-
pachado para trra.
Barca portugueza Vencedora varios gneros
para o trapiche Conceicao, para despa-
char.
Iiupostavao
Trieslre, brigue inglez Norlhen Crown,
consignado A Jobnslon Pater dC., mani-
festou:
Fnrinha nc trigo 2,314 barricas aos con-
signatarios.
O Dr. Jos Doraingue* da silva, juiz substituto e
do commqrcio da comarca de Olinda, por S. M'
I. e C, que Deas guarde etc.
Faco saber aos credores incertos do eieoutado
nie .Vntonio tfa Silva Araujo, que a reque-
mo do exeqnenle, Carlos Alves Barbosa, fica
marcado o prazo de 10 dias de conforraidade com
o artigo 347 do decreto n. 737 de 23 de novem-
bro de 1830, para podorem requerer a, sua pre-
ferencia, no producto da venda do mesmo exe-
cutado, sob pena de se passar mandado de levan-
lamento ao dito exequnnte.
E para eonslar se pas.-ou o presente edital, que
ser alxado no lugar do co-turne e publicado
pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos 24
de julho de 1873.
Eu, oaquira Ilormillo Candido das Chagas, es-
crivo do commercio o sub>crevi.
Olinda, 24 de julho de 1873. Jos Domingues
da Silva.
0 eserivo,
________Joaqnira Hermilio Candido das Chagas.
0 Illm. Sr. inspector interino da the-
souraria |irnvincial, manda, fazer publico
que o possuidor de tres npolices da divida
provincial, sendo las de 3003000 e urna
de i:0U0900. de ns. 5G, e53G, que
vencemo juro de 8 %ao anuo, e foram emit-
tidas no 1. de fevereiro, 7 de maio e 3 de
linio'o^nmn!^ a,"",u !fc. ^^ '?*
. i r i '"ato. a subsliui-
Qao das mesmas apobces, na cun.,.. :.ia,^
do artigo 10 dp respectivo regulamcnto :
por tanto quem as tiver achado, ouqicirn
fazer alguina reelamaeo, dirija-se mesma
thesouraria.
Secretaria da thesouraria provincia
l'ernambueo, 28 dejulbo de 1873.
0 ollicial-maior,
M. A. Ferreira.
de
0E-
DE
para o Canal,
100 saceos com
; H. F. Cmz 300
PACH S DE EXFOUTACAO .NO DI A 26
JULHO DE 1873.
Para os /orlos do exterior
Na barea ingleza SI rbian, para o Bltico,
carregaram: G. eescu & C 150 saccas com
12,679 kilos de algodao.
.Su navio austraco Frederick B, para o Ca-
nal, carregaram : G. Neesen & C. 30 saccas cora
3,744 kilos de algodao.
Na barca ingleza Mnrgarelh,
carregaram : R. Sclimmettau A C
7,?i00 kilos de assucar masca vado
ditos com 37,300 ditos de dito.
No lugar hollandez Solide, para o Canal, car-
regaram : Minpson C. 600 saceos cora 43,000
kilos de assucar mascavado.
No patacho portuguez Cisne, para o Ro da
Prata, earregaram : D. Oliveira 4 C. 200 cocos
(fructa).
Para os portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no brigue bras.
leiro Arrota dallo, carregaram : T. A. Fonseca *
C. Successores 8 pipas rom 3,840 litros de agur-
dente ; Silva di Casco 210 barricas cora 16,246
kilos de assncar branco e 13J ditas cjm 16,633
ditos de dito mascavado.
Para o Rio Grande do Sul, no navio brasilei-
ro Amelia, carregaram : Carvalbo & Nogueira 15
pipas cora 7,200 litros de agurdenle.
Para o Rio Grande do Sul, n barca brasi-
leira Nova Mai-iitnu. carregaram : J. F. da Costa
2,000 cocos (fructa) ; A. Bastos 300 barricas com
29,9'HO kilos de assucar b'anco.
'ara Macei, no vapor brasileiro Giqui,
carregaram : Bartholoraeu & C. 1 barril cora 75
litros de alcool.
Para o Aracaty, no hate brasileiro D. Lyiza,
carregaram : G. de Maltos Irraos 22 pipas com
10,360 litros de agurdenle.
Para Alagoas, nabarcaca Agnia, carregou :
M. A. Senna 4 barricas com 336 kilos de assucar
branco.
Para Macao, na barcica Bella Flor, caree-
gou : A. P. Barbosa I calxa com 15 kilos de doce.
Para Mossor, na barcada iRitehuetlo, carre-
gou : J. A. F. Barros 2 pipas com 960 litros de
agurdente.
.APATAZlA DA ALFANDF.GA
Rendimeuto ao dia 1 a 26 i: 1014109
(dem do dia 28/ 453*168
16:354*277
VOLMES SAHIDOS
No dia 1 a 26. ... .20,681
Pnraeira porta no dia 28. . 116
22
18
Trapiche Copceicaa . 887
- 21,724
SERVICO MARTIMO
descarregadas no trapiche
4a alfamicsa no lia 1 a 26. -
Ditas ditas no dia s :..
Varios atracados no trap. <\ aWnndega
Vlvarengas.....I
Vo trapicho Omcoico.....
52
1
55
RECfiBEDC'HlA B, USADAS LXTfflt(AS GE-
RAES DE PERiAililUOO
oodimento.do dia l a Ji>. 39:9031*038
!demdodAJ8fc..... &'i7Wtti
Ca373tfBO
OiWJLADO BHOVWeiM.'-
^endbaentododia la 16. ,)iJfi*018
Menfc- di.i *. ...... MJMm
~31:73a#931
De ordem do I Ira. -r. inspector da the>ou-
raria de fazenda de la provin :ia se faz publico que
no dia 16 de agosto prximo futuro, pelas 2 horas
da tarde, e peraute a junta da mesma thesouraria
ser posto era hasta publica para ser arri....atado
de venda, a quera mais der, era virtude da uniera
do tribunal do tlusouro nacional n. 195 de 3 de
seterabro de 1872, o terreno propro nacional, sito
ra do Nogueira nesta capital, era que existi a
cas-1 terrea n. 16; servindo de base para a arre-
matado a quantia de 400j, valor da respectiva
avahado : os pretendentes deverao apresentar
neta reparlico suas propostas em cartas fecha-
dlas, devidaraenle silladas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pcr-
nambuco, 16 de julho de 1873,
0 secretario da junta
Jezuino Rodrigues Cardoso.
ni ii. 2.
Pela inspectora da alfa'dega de Pernamlraco
se faz publico, qne arhando-se a mercadera
abaixo mencionada no caso "do ser arrematada
para consumo, nos termos do cap. 6 o do til. 3."
do r?gularae;ito de 19 de setembro de 1860, o seu
dono ou consignatario dever despacha-la no pra-
zo de 30 dias sob p'-na de, (indo elle, ser vendida
por sua cont?. sem que Ihe que competrado al-
legar contra os effeitos desta venda :
Arraazcm n. 2.
Dous macos com 20 marcos de palhetas araa-
rellas de I. 37, pesanlo cala raaQo 2 killogram-
mos, ignora-se a procedencia e consignacao.
Alfandega de Pernarabuco, 24 de julbo de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Res.
O Illm Sr. inspector desta thesouraria man-
da fazer publico, que segundu a ordem do Exm.
Sr. presdante Ja provincia, cmtida era ocio de
19 do correle, sob n. 78, est era basta publica
para ser contratado com quem por menos lizer, o
fornecimento das pecas de faldamento nocessaras
aos guardas da companhia de polica, a saber :
111 bonets.
111 blusas de patino fino azul.
111 calcas de panno fino azul.
222 blusas de brira pardo.
222 calcas de brira pardo.
222 camisas de algodaozinho.
3(3 pares dcsapatos.
As pessoas, pois que a ello se juizerem propyr,
deverao comparecer nesta repartieo pelas II no-
ta da manh do dia 4 de setembro, prximo vin
douro, acompanhadas das amostras das fazendas e
mais objectos que tiverem de rer empregados no
supradito fornecimento.
E para que chegue ao conhecimento de quera
possa interessar, se raaodou afflxr o prsenle nos
lugares mais pblicos desta capital, c publicar
pela imprensa,
Secretaria da thesouraria provincial do Rio
Grande do Nuris, 21 de julho de 1873.
O offkial
Joio Ferreira NobreJunior.
30 litas.
Edital couui
:
do
l'IIZ
1
Pela inspectora da alfandega de Pernarabuco
se faz publico, que adiando se as morcadorias
cantinas ni>s olumes abaixo mencionados no caso
de serum arrematadas pora consumo nos termos
do capitulo 6." do ttulo 3." do regulamcnto (Je 19
de setembro de 1860, os seus Joos ou consigna-
tarios deverao despaeha-las no prazo de 30 dias
sob pena de, flndp elle, serera vendidas por sua
conta, sem que Ibes fique impetrado allegar
contra os effeitos desla venda:
Armazem n. 3,
Marca diamante B S. N. 6i9. 1 cai'xa vinda do
Liverpool no vapor inglez Zembra, descarregada
em 11 d.maio de 1872 e consignada a. Bastos &
Silva. .
dem 8 S 0. N. 143. .1 dita vinda de Liver-
pool no vapor inglez Olinda descarregada em 30
de agosto Se 1872 c consignada a Bastas & Silva
dem Mello. N 545. dit fdemidem, em 2
de setembro de 1872 e consignada a Pereira fetto
& C
llera ideju.. N. 503, 1 fardo dem iJ.'in, em 11
dem idem.
dem B S O. Ns. 449 a 131, 159 a 162, 164. o
iti. 9 lardos dem idera, a Bastos & Silva.
dem Diamante B S. Ns. 106 a 110. 5 ditos
idem idjen idoca.
.demLerac*. 1*1*42 e 43. .2 caixas vinlas de
:Lierpool n*vapi>r iiyjlet Glidiator, doscarregnda
11 do outubro de 1872 e consgnadai aL4rao;
-Gueeaii.
iIdei*.Quadrado B S. N. 313. 1 arlo Idum
idem, a Bastos & Silya.
Wem X 0 BB S. N. 303. l.caixa ideo idom,
em dem a fiaste** Silaa,
IA in S S -L G. H 9., i dita idera idota, a
lmtJs.Giierineau.
fctemJMB. N,S,i.,
se a eotisjgnaeo.
Idera diamante B S. N. 154. i dita i#ui Ara,
consignada a Bastos ^bSliva.
Idem dem N. 21. l fardo dem idem.
idem idem. .V ife. l.drto dem idem, ira 14
dem dem.
idem idera. XtetilTf .MI. 2 eainas ideru
dem.
Ueui B S
idem.
dem S S L &C. Jlfc n j |J. i ditas
a Lemos Guerine)*.^ U] Jji i
dem quadrado k#, X .tik fardo iua idem,
em 15, aBasmsfcSildnt j|.i ..i: #f. !
dem F Mi C. Ni.- Ti a t9. 2 ditas vrala*
le Liverpool no vapor iu,b Muiiil. descare, ".-.i
das em 2 de floveim>ro.]ie. i72i a oiU!Mad..s a
Ferreira & Martn. -; i .
dem Lemos. N. D. ijmua vinda t*. Li ver
pool no vapor inglez ,tWNVdescarregada. en
t de novembro do IB7 oermeau.
Idera dem. N. 63. 1 dita deip idom, ea K
idera.
Idem dem. N 10,. 1 dU ufeu idem.
Wem 2 diamantes L Ns. 27 o. 28. 2 dita*
idem idem, em 23, idank | .
lVm Mello. N. 31. | dito ieui, a Peieira d.t
Mello 4 C.
dem B & S. Xs.
Bastos 4 Sirv.
Idera IJuadrado II 4 & &JM. I diu Ym.
Wem W C P. N. 7C. t dtwideii. sdu a D. -
P. W.ld & C
dem diamante B S. N 171. 1 lila idc:ii idem
a Bastos*. Sil va.
dem V S B M. Ni ii, 231, W.e .6. i far-
dus vindos de Liveipool.no va|wr.iiigiox Ckrysoli-
t', descarregados eui J, de dfzeinBru de 1872 e
consignados a A. V, da Si'va Barroca
dem Triangulo C J t C*. M. 402. 1 dito
dem idem, a Costa Irrao C.
dem B dr S. X. 73. 1 dito dem idem, a Bas-
tos A Silva.
dem V S B M. Ns. 2H* 23u e 219. 8 ditos idejii idera em idera Anto-
nio V da Silva Barroca.
dem R I & G. Ns. 2g8, 280, 2*0 a 297.
ditas ul.'iu idem a Hodrig.ii irmio-c Guimares.
dem Triansulo C J C P. Ns. 3.4 a 401. 2
ditos idem dem a Costa Irraao C.
Idera dem dobrado. ."s 542, 643, ;44, 545
4 caixas vindas de Liyeriu.il no vapbr inglez Gla-
diator, descarregada em 24 de dezernbro de 1872
e 'onsignadas a Mesquit Cardo tv C.
Idera V s B M. Ns. 231 e 252 9 ditas idem
idem a Antonio V S. Bairor-a.
dem triangulo C J k C P. Ns. 404 e 409. t
fardos idem idem, a Costa Irmo & C.
dem 2 tringulos B. Mi 546 a 348. 3 ditos
idem, a M Cardoso & C.
dem D I. as. 47 e 48. 2 ditos idem idem em
26, a Duarle & Irmo.
dem triangulo C J 4 C. N. 44. 1 dito idem
dem, a Costa Irmo & C.
dem B 4 S N. 22. U n dito idera. a Baftos 4
Silva.
dem V S B M. Ns. 267 e 268.
idem idem, a A. V. S. Barroca.
dem S A C D P. Ns 2796, 2797 e 2=88. 3
lardo* idem era 30. a M. C. 4 C.
Idera triaugulo C J C tos idera, a osla Irmo & C.
dem quadraJe 4 S. Xs. 2i8 e 219. 2 ditos
idera idera a Bastos 4 Silva.
Idera puadradu 66 JI'CL Ni. 1 a 10. 10
Jilos dem idem em 31, a ordem.
dem quadrado C 4 V N. 3*8.
2 ditos ditos
idem, a Carneiro 4 N'miuera.
tUI'.ill V O u "
a AoV, S. Barroca. .
Anarracga-, 'j de jullu. de 18/
U ni diloidem
ditos idem.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Heis.
AlfiHHlcffii de Pcniasbnco.
>
Edital com trazo de :o dius=N. l.
Pela inspectora da alfandega do Pernambnco se
faz publico, qqe acbandu-se w raeicadorias comi-
das nos vclumes abaixo mencionados no caso de
Rcrem arrematadas para consumo, nos termos do
cap. 6.* do tit. 3. do re ulaniento de 19 de setem-
bro de 1860, os seus dono* ou consignatarios de-
verao despacha-las n i pran Je 30 dias sob pena
de, findo elle, serem ron lidas por sua conta, sem
que Ibes fique conipelimlo allegar contra os effei-
tos desta venda :
tmazftn u '2.
Marca J G S, sera numero. S barricas vindas do
Porto na barea portngiietta Social, descarregada
cm 24 de julho do 1871, cnsigiadu a Thom Jos?
dos Santos Calado.
dem dons tringulos corlando-se e P no centro,
n. 94. 1 farlo violo de Liverpool no vapor Ingles
Jnr.H, descarregado era 14 de l'evereiio de 1872 e
consignado a Silva 4 ardoso.
Ucm JA A A C n. I 096. I caixa Jera, dem,
consignada a J. A de irauj i 4 C.
dem quadrilongo B 4 S, n. 581. 1 dita vinda
de Liverpool no vapor iaglez Gladiator, descarre-
gada em 19 de mareo de 1872 e consignada a Bas-
tos 4 Silva.
dem idem, n. 382. 1 lila, dem, idem, em 21
dem idem.
ldeln B A S, sem nutj er >. I dita vinda do Porto
na barea portugueza itemi, desearregada era 8
de abril de 1872 e roii.-igada a Bastos .\ itfva.
Idem triangulo P J no neutro, n. So. 1 fardo
viudo de Liverpool vapor nlez Studemt, des-
carregado era 12 do abiil de 1872 e consignado a
S. P. Jolllisluii n C.
dem A sera numere. 1 caixa viuda do Porto
na barca portugueza ocial, descarregada era 17
de abril de 1872 e con iiiala a ordem.
Idera J R K, sera numero 1 carxa, idem idera
e consignada a H de Castro Soares.
Idera II F, n. 130 1/1. 1 barrica vinda de Li-
verpool na barca iigdza Magndia, desearregada
era 17 de abril de 187:, ignora-se a consignacao.
dem J G contra marca F, n. 30 1/2. 1 dita,
idera idera idera.
Idem G 4 A. n. 50 1/2. 1 dita vinda de Liver-
pool no pala'ho osle:! Mary Blok, descarregado
era 16 de maio de 187:!, Ignora-se a consignacao.
Mein Canda 4 (ruino, sen numero. I cala
viuda do Porto no brigue portagunc Triam/tlin,
descarregada era 2! de junho de 1872 c consigua-
da a Cunha 4 Irmo.
Idem C M, n. *>. I in, Anm .lem cm 2 de ju-
lho de 1872 o onsfgpan a fos J.'aipiiin la Costa
M.ia.
dem P I, ns. 7, 17', 11 o 24. 4 caixas vindas
Ao Porto n> brigue portuguez Uni&o. descarrega-
das em 8 de juliio de I87- e consignadas a Perei-
4 Irmo
dem J C L, n. 5/. 0. 6 caixas, idem idem, a Jos
Mara Cordeiro Lima.
dem SC, n. 4,368. I dita vinda de Liverpool
no vapor ingjei GUidia'or, descarregada em 27 de
julbo de 1879 e con-igiada a A. C. S. Peixoto.
dem F H 4 S, ns. 2,365 a 2.380, 2,885, 2,391,
2,397, 2,400. 2,403, 2,3z e 2,39(1 30 dila< vindas
ite Liverpool no vapor inglez Stwienl, descarrej-'a-
das era 9 de setembro de 1872 e consignaJas a Pe-
roira Vianna .\ C.
dem L 4 G contra marea, n. 48. I dita, idera
idem, a Lemos Gueineau.
Mein quadrilongo ,\S mi centro N ao lado,
ns. 6 e 7. 2 ditas-, idem idem, a Bastos A Silva.
dem B 4 S, ns. 34, h I, 43, 44, 46 o 47. 6 ditas
idem, em 10 idem dem.
dem Mello, ns. 422 e i>06. 2 ditas, dem dem,
a Pereira de Mello 4 (L
dem quadro t 4 S no centro, ns. 96 e 462. 2
ditas idem idem a Baitos 4 Silva.
dem B 4 S contri marca O, n. 169. 1 dita,
idera era 11 idem idoia
Mein Lera is. na 28 e 29. 2 ditas, idera idem a
Lemos 4 Guerneau.
dem L 4 G contrr.marca A F, n. 43. 1 dita,
dem idem.
dem quadro B 4 fi no centro, ns. 9\ D4 e 95.
3 ditas, dem idera, a Bastos 4 Silva.
Idom quadrilongo 1; S dos laios e-no centro, ns.
101 a 103. 3'ditas, idem lera.
Idem quadrilongo U & S N no lado, n. 5. 1 dita,
idem idem. ,
idem CV contra mnrea P, n. I. 1 barrica, idom
12 idem, ignora-se a eonsigna,&>.
Mera qttdro B S d is lalos o no centro, n. 100.
i dem idem a-Hartos i Silva
Mera B i S, ns. < o 6). 2 ditas, idera ide
dem. _a_
dem B 4 S cintra marca 0. ns. lo" o IJB.
lem idem
u L 4 G contra marca A F, ns. 'i, 42 44.
idera idem 4 Guerin
Ideci quadril mgo B S R. sera n I lata
vasia," dem iQi rba-
fe a Q*x:.qg.
i. I cajU viuda de Li-
. ao vapor ingle Gladiator, descarregada



i

4
Diario dePernambuco Tewja feiw. 29 de Julho de 1873.
r
ni i I de outubro de 1871 e consignad* s Jlo
"unas di Barros, FHbos 4 0.
dem f. &S ontra marca 9. n. IHO. l.diu
uda de Liverpool no vapor ingle* Gassendi, des-
rrejada eiu 18 dem e consignada a Bastos &
lv*.
Idein li R, n. 171. i afta, idem idem a Lemos
(iiterinaau.
dem VSU contramarca M, os 178, 173 e 177,
diUis, idem idem a V. Silva Barrica.
dem C L G u. 84t. I dita, Idem idem, a Lomos
Gtier.neau.
Mera triangulo C J 4 O no eei.tro centra marea
] 1' i. 371 I dita, dei idem a dula Irmik* .
dem Iriaugulo C J A C un centra, n. 1. 1 dita,
idem idem ein 19 dem idem.
dem triangulo CI & no centro contra marca
P ii. ;I76. I dita, dem Mem idem.
dem C L G, ns. 850 841 2 ditas, idem idean a
Lemos a Guerineau.
i Idem V 8 B contra marea M, ns. 184, 183 e 176
3 ditas, idem idem a V S Barroca.
dem dous diamantes L G no centro, ns. 29, 30
34. 3 ditas, idem idem a Lemos k Guerineau.
dem triangulo C J 4 C no centro, contra marca
I' n. 370, i dita,, idem idem em Si idem, a Costa
Irniu* & C,
dem B 4 S coutra marca O, ns. 187 a 189. 3
ditas, idem idem a Bastos e Silva.
dem SIS, contra marca L G ns. 13 14.
ditas, idom idem, a Lemos n Guerineau.
I Jun Lemos, os. 48. I dita, idem idem idem.
dem Mello, as. 534 a 5)8. 5 fardos, idem idem,
a Peretra da Mello 4 C.
dem L 4 G contra marca A L n. .Mi. 1 tafea
idem idem, a Lentos 4 Guerineau.
dem quadro B 4 S no centro, ns. 180, IM,
186 e 187, 4 ditas idem idem em 22 idem, a Bastos
4 Silva.
Idrui Lemos ns. 47aoO. 4 ditas, idem idem
dem a Lemos 4 Guerineau.
dem triangulo C J 4 C no centro, contra mar-
ca P n. 374. 1 dita dem idem a Cosa Irmos
ai:
dem triangulo A no centro, n. 845. 1 dita, idem
idem a J. A. de Aranjo 4 C.
dem L 4 G contra-marra A F. n. 66.- 1 dita
idem idem a Lemos 4 Guerineau.
dem FII4SM 2,8 das do Liverpool no vapor ingle* Oliuda, descarre
cadas em 8 do novembro de i872 c con^gnadas a
Pereira Vianna 4 C.
dem APS, sem numero. 1 dita viuda do Lis-
boa no brigue purtuguez Ovarense, ilescarregada
em 9 de novembro de 1872 o consignada a An
Ionio dos Santos Pinto.
dem J V B ns. I e 2. I dita e 1 fardo, idem
idem a J. F. Bittcnoourt.
dem J A F, sem numero. 9 caixas idem idem
a T. A. Fonceea A C, successores.
dem idem, sem numero, 6 ditas, idem den
ilem em 16 dem idem.
dem V S B contra marca M ns. 217 e 218. 2
ditas viudas de Liverpool no vapor inglez Studenl,
descarregadas em 26 de novembro de 1872 e con-
signadas a A. V. da Silva Barrroea.
Idem triangulo AC C contra marca L, ns.
200 e 201, 2 ditas, idem idem e consignadas a A
Castra 4 C.
dem dous tringulos cortndole B no centri.
n. 3, 1 dita vinda de Liverpool no vapor inglez
Jurist, descarreeada em 3 de dezembro de 1872 c
cousignada a F. A. Foflceca a C. successores.
dem Manta n. U6|ll7.2ditas vindas deLiver
pool no vapor inglez Gladiator, descarregadas em
21 de dezembro de -87'. e consignada ordem.
dem idem n. 11'.!|I2 3 ditas, idem idem
idem.
Sem marea. 1 saeco vindo de Liverpool no bri-
gue inglez Ruth, dcscarregado em 7 de dezembro
de 1873 e consignado a Simpson 4 C.
Marca Maula, n. 18. i cala viuda de Livor-
Sool uo vapor inglez G/ i de MtaSmSnp/ rSu
n i2. i dita, ignora-se.
dem qnadrilongo S P no entro n. 20. I dita
idem.
dem C C S, n. 3. 1 dita, ilem.
Sem marca e sem numero. 1 dita, idem.
Idem idem. 1 fardo, dem.
Alfandega de l'ornambuco, 17 de julho de
187 3.
O inspector.
Fabio A. de C. Res.
sis;
CONSULADO PROVINCIAL.
De conformidade cora orden do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do crreme, iransmiui-
'la i esta administrado por portara do Sr. ias-
peelor da laesonraria provincial de 12 do mesmo
mez h ije recebida, ada .o de novo aberto, at o
uitimo de ag.isto viodoBro, o reeebimento dos d-
bitos provenientes dos apparelhos e animidades
pelo servido da Becife Druinuge Company, corres-
pondente ao semestre liado omjunho do auno pr-
ximo paseado, coin a multa de 6 "/.
Peio presente .-Ai. porlanlo, avisados os respon-
sayeis essa eoutribui(a alim de que curen de
satisfaze la as coudicSes do edital desta reparticao
em maio ultimo nublieado, evitando assim a c'o-
branca por via judicial.
Consulado provincial, 16 de jullio de 1873.
O administrador,
___________A. Cartuiro Ma:hado Ros.
Obras militares.
A'3f do em rente ser levada hasta publica a
execuco das caiadura>. pinturas e cotcenos da
fortaleza doBrum.na injp. rtancia de i:2915010, e
do quartel das Cinco-fontas, na impartan-la de
iMlWQ.
Os pretenden les a estes serviros aprese tem na-
quelle din as 12 I ion s da manila, na reparticao
das obras publicas, onde encontrarn desde j os
respectivos orcamintos, toas proposias em carta
lechad;..
O engenheiro,
Chryssolito F. de Castro Chaves.
O pretenlentes deveriaapresenW;- mas pro-
Kistas em cartas fechadas,' Coi npeteiicm ente sel
das. at urna hora do supracilafl da
Secretaria da ttiesoarara 4e fazenda de Rer
nai ntico 9 de julho de 187:!.
0 secretario da junta,
Jczulno Rorigaes Cardoso.
fl
Vi
ANTONIO.
KMPREZA
Terp-feira 2;> do jiilliA.
Espectculo em grande sala para
solrmiiisar o felix nmiivrrsi lo
natalicia de S. A. Imperial a
S<-r-iiissiin |irin<-e/. II Isabel
PROGK VIIHA :
Loge que S. r xc. o Sr commendador presiden-
te da provincia comparecer no theatro, ser exe-
cii* do pela otebestra, peranle a augusta efflgie de
S. y. o Imperador,
O hymno nacional.
Seguir-e-ha a ropresentac/io do magnifico dra-
ma em 5 ictos e 1 prologo :
\ KSTATA DE (MI
Terminando o espectculo com a scena cmica :
0 Sr. Pedro Guerreiro Recife.
composta o execnlada pelo actor Cmara.
O theatro achar-se-lia decorado e nma banda
marcial executar nos ntervallos escolhidas pesas
de msica.
1
r
Santo Antonio
EMPREZA-:VICENTE.
Quarta-feira 30 de julho.
Espectculo eiu beneficio l
IV'*tu le V $. lo Rosario.
mu igreja la Madre
de Deus.
Progranma.
Representar-se-ha o importante e muito apre-
ciado drama-vaudeville em 4 actos :
A SaLOIA
(Mnsica lo maestro Aloroulia)
Terminar o espectculo com a jocosa comedia
em 1 acto :
0 CHOLERA HORBUS
ou
{} JHIKTa EUIIAIMADO
Principiar s 8 1|2 horas.
O resto dos bilhetes estar disposii.o do pu-
blico no lugar do costme, no da do espect-
culo:
Aviso.
Em um dos ntervallos nina eommissSo ir aos
camarotes receber sua importancia c dar o devido
agradeciinento s pessoas que se dignaram acei-
tar bilhetes.
BEMBO
fiMStt BMMATICfl
i:iP\M!IA
DB
NAVEaCAO A1HA\A
UliTUV'
l*ara Hacei, IV-ncilo, Arncnjn
Baha.
%' esperado dos portas dosul at odia 29 oa 30
de julho o vapor Penedo, o qnai seguir no da se-
guinte ao de sea ehcgida para os porto* cima.
Recebe caifa, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
velra Atevedo 4 C, ra do Bnm Jess n. 37.
Para Lisboa
pretende soguir,com pouea demora a escuna por-
lugusza du-atitta, de 1* elasse, capitao Lebreiro,
por ter a uuior parte de seu earr^gamento enga-
jado; para o resto tp.e Ihe falta trata-> com os
co nsigntanos Joaquim Jos Gos^aKes Beltro &
Filho, raa do Comiaercio a 5.

Pacifir Stcam !\avi;iiti,.n Campan)
l.iiiln <|iiin>enal
o paquete
espera se dos portas do >ul at ao da I. do pr-
ximo mes de agosta, e depois da demora do cos-
tme, seguir p deaux, para cujos portos recbela passageiros
e car.- a.
Os agentes WiLsoa Bowe 4 d, ra do Commer-
cio n. 14.
Lisboa e Porto
Vai sabir com brevidade a barca p^rtugueza
Despique U, recebe 'carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vigario n. 17. ________
Ki Grande do Snl
Para o porto cima segu impreterivelmeute
a escuna Georgiana, no dia<24 docorrente, poden-
do receber alguma carga at o da 23 : a tratar
com Tasso limaos A C, ra do inorim u. 37
O
Rio-Grande do Sul.
Recebe carga a frete mdico o patacho brasile-
ro Bemfica : a tratar com Balihar Olrveira & C
COMPANHM
PKKNAMBUIANA
Itma \ii~ cosieira vapor.
JIACE1, PE1TEDO E ARACAJU'.
O vapor Giqui,
commandante Martin?
seguir para os por
1^
tas cima no da 31
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o da 29, encommendas at
o da 30, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : escriptorio no
Forte lo Mallos n. 12.
V**-~i
ttjfl**
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Pente a juma administrativa desta santa casa
vai a praca na sala das suas sesses, pelas 3 horas
da tarde do dia 7 de agosto, pela renda annual de
1:2004, propriedade Oha d i Xogueira, perteu-
cente aos estabelecuaentos de caridade seu car-
go, a qoal tora 1,0 3 ps-de oqueiros de produc-
cao, casa de vivenda, viveiro de peixe e maltas
terrenos para plantadles. Os licitantes devero
aprsenla,->e muulitos de cartas de fianca de pes-
soas abosadas.
Secretaria da uta casa de misericordia i!.
Recife, 2. de julho de 1871
O escriv.V),
______ Pedro Bodrgnes de Souza.
Oiiar-fira 30 de jnllii)
Quarla representacSo da grande e immensamen-
te aprtlandido drama em i actos e 1 prolog :
OU O
llariulioiro da Martinica.
Terminar o espectculo eom a mnilo chistosa
scena cmica ornada de msica representada pelo
actor Penante :
Amanha vou pedi-la
A's 8 1|2 horas.
Prepara-se para a prxima semana o esplend
do e meritoso drama :
LEILAO
anangAo, utensilios e gonefos ds iavertia si-
ta ra du Hatigel n. 39.
QUlNTA^'tlrA Si M,JULHO
s 11, horas.
6 prepostn do aireis Pastan far leilo por
ciiflt e riw de iweia perteucor, da armaco,
iM-iiKos fomrosda lavrua sita ra do t ffel av t, mnrta afreaueada e livro deqmkjuer
debito, bal.inco aelu-w m mi do eerido
aprin, e sera vendido *m Iotas vonlade dos
amapradanm;
LEILAO
DE
louca e crystae
novis,
A SABER:
Um piano fortp, i mobili i de
jftcsraitKin, jarro-* para flores,
lantenias, cadeira de balan;o,
tapetes 'aiidieiros a g.rz
Urna aua, 2 marquezas, la-
vatorios, radeiras avulsas e 1
im irqup/ao.
Umamesa dejautar, 1 apa-
rador, 12 radeiras, marqueza,
loutj^ para cha ejantar, opos,
clices, garrafas, trena de cozi
nhae 1 escada.
Una machina de costura,
perfeita. I cama para menino,
l comnioda, l meia dita, mesas,
cadeiras e mu i tos outros objec-
tos de casa de familia.
Sexta-feira l de agosto
no primeiro aadnr o sobrado
do pateo do Carmo 20.
Par interveDCaOd:) agente Pinto
O leilAo principiara s .0 l|2
horas.
^F

Leiiao
PariBc Sta Savijali n Cinpany
l.iiilni qninxenal
O PAQUETE
C^"^J ZClO
espera-se da Euiopa ateo ia .i de agosto, e,
depois da demora do cosuime seguir para o sul
do Imperio, Ro da Prata e costa do Pacifico, para
onde recbela passageiros, iin'uinmeuJase dinhei-
ro a frete
Os asentes Wilson Ro ve & C, ra do Hommer-
rio n. li.
LfcUiB


053
Cnbo dimito.
mm martimos
Santa casa da misericordia
do Recife.
P. ;.i -,violara da santa casa da misericordia do
itecire sao convidados os prenles das educandas
do colico das orpbs em seguida declaradas, as
juaes ja completaran) a sua edncaco, para que
re entrega, em vista do que resolveu a junta admi-
nistrativa, de confornidade com o que dispoe o
3* art. 48 do respectivo regulament.
Candida das Chagas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Coetto, libias de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
tenada Rmairo, filia de Leandro Jos Rrbciro.
Maiia Ignez de Mello, filha de Jlo Bezerra de
Mello.
Mara Magdalena de Mello, lilha de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Sanios, filha de Vicente Ferreira
dos San!
Endur!
Felppa.
Thereza dos Santoi Torres, lilha de Jos dos San-
tos Tor es.
Perge dina, protegida de Maria Hermenegilda
Machado.
Sophia Mara da Conceciio, exposla.
Maria da Paixo Siqneira, filha de Raymundo
Jos de Siqueira.
Secretaria da sania casa da misericordia do Re-
cife, 27 de unho de 1873.
O escrivo
Pedro Rodrigue* dt Souza.
Real companhia de paquetes
inglezes i vapor.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sul o vanor inglez Bogue, commandante F. Reeks,
o qual depois da demora do costume, seguir
para Southampton. tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para freles, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Cnmmercio n: 40.
tropas quem peder viver socegado nesta trra.
DE
39i. cauuolraw coij aHtom.
Hoje
As 10 horas da manha.
0 preposto do agente Panana far leilo por
canta e risco de qaom pertencor de 301 canastras
com alhos, desembarcados ultiinammie da barca
Vencedora, terca-feir 20 do corrente, no armazem
do Aunes, as 10 horas.
Le
ao
DA
armagao, gneros e mais perteni;as Ja taver-
ta lo pateo de S. Pedro b. S, iiassu fallida
de Joaquim de Brit Vosconceos.
HOJE
O agente Martina levara novaniente a leilo por
mamlado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
ci a armac.o, genero? e mais perforas da ta-
verna cima.
Ao meio dia em ponto na mesma taverna.
PORTIJENSE
I ISKc \ k PORTO
A barca Vencedora, capitao Oliveira, segu via
gem por todo o mez de agosto.
Recebe carga e passageiros : a tratar com o
consignatario Tito Livio Soares, ra do Vigario
n. 17.
De ordem do lllm. Sr. inspector da tbesou-
raria de fazenda, se faz publico que, em virtude
do aviso do ministerio dos negocios da fazenda de
21, de junho ultimo, vai em Hasta publica, no dia
30 do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junta da ine.-ma thesouraria, para ser ven-
dido a quem maor vantagem cflerecejt; o barra-
cao que em Santo Amaro das Salinas, servia de
quartel companhia de cavallaria, avaliado pelo
juizo dos feitos da fazenda em dous confc e oit-
cetos mil rf.
COM PA mi A PE KNAJIBCANA
DE
NavegacAo costeira a vapor.
MAMANGUAPE.
O vapor Coruripe, cora-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 dt
corrente, s 8 horas da urde
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as i horas da tarde do dia da sabida -
ci:riptoro no Forte do Malta? o. 12.
Leililo
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vnvegftnlo MMteira a vapor
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACx
T, CEAU, ACARAC'.
O vapor Hojuca
commandante Moura
seguir para as por-
tos cima no dia 31
do corrente, s 5 no
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 29, encommendas, at
J0, passagens e dinheiro a frete at as 3 horas'da
tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte do
i Mallos a. 12.
DE
movis, louvas, vidros, l eaixa eom choco-
lato, machinas para costura.
Quar*,,, f-irw 30 do corrente
A'S 11 MONAS DA MANH
O preposto do agento Pestaa, fara leilo por
conta e risco de quera pertencer, de urna mobilia
de faia com ampos de pedra, urna dita de junco,
um toillet de mogno, um piano do Jacaranda, mar-
quezdes, n.arquezas, camas Irauee'zas para casal,
camas de ferro, guardasloucas, guardas-roupas!
commoda, carieras, secretarias, espelhos, candiei-
ros a gaz, quadros, cadeiras de balanco, um par
de venesianas, e outros muitos objectos avulso
No armazem da ra do \ gario u. 11, as 11 ho-
ras do dia cima dita.
DE
um sobrado de dous andares, soto e
pavimento terreo, sito a ra do Amorim
n. 19 em chao proprio.
Siiliid i 2 de agirSlo
A's 11 horas da manha
Por nterveneao do agento Pinho Borges em seu
eswiptorio, a ra do Rom Jess n. 53, e os Srs.
pretedentes podem desde j examinar.o referido
predio.
Grande e variado leilo
DE
bons movis, finos erystaes, louca de porco-
lrna e objectos de electro-plate e um car-
ro fraocez, tudo em optir.o estado.
A SABER:
Um piano forte 1 estante para msicas, 1 mo-
hilia de Jacaranda, sofs e cadeiras estufadas, ca-
deiras de ferro, 12 cadeiras de palinha, 1 ebeso-
nier Con espelho e pedra, 4 mesas de jogo, 1 dita
oval, C cacticnes de metal, ricos quadros cora finas
gravuras, cortinados, jarros para flores, figuras,
lampeos a gaz, 1 tinleiro, 1 caixa de msica, ta-
pete, e esteiras forro das salas.
Urna cama de ferro, cohds e travesseiros, 1 ca
carca de mogno para menino, 1 toilette, t lavato-
rio para dnas pessoas, guarnirlo para o mesmo,
2 portas toal has, c.ibides, 3 mesiun is, l d'ta re-
donda, 1 guarda-vestidos com espelho, I guarda-
roupa grande, 4 quadros, 3 camas de ferro para
meoin s, 1 lavatorio e armario para menino, 2
commodas grandes, I toucador, 4 cadeiras para
menino, 1 carrinho para crianza, 1 relogio de pa-
rale.
Tres bancos para terrajo, 1 espingarda, 1 ma-
china para engoinmar, dita para limpar facas, I
caixa para glo.
Urna mesa elstica, 1 guarda -louca. 2 aparado-
res, sendo 1 com espelho, 1 quartinheira, 18 ca-
deiras, 1 guarda-comida, quadtos, bandejas, 4 co-
bertas de electro pate, 1 galbeteiro, porcelana
para jantar e para cha, I apparelho verde desert,
garrafas, copos, clices, fructeiras e compoteiras
de lino crystal, 2 candieiros a gaz, facas e coin-
res.
(Jm jogo de bacatelia, I marqueza, 2 concolos,
cadeiras de bracos, 2 ditas de balanco, lavatorio,
mesa redonda, 12 cad. iras e 1 lanterna mgica.
Mesas para eugommar e para coiinha, trem de
coznba, Flandres, potes e muitos outros accesso-
rios de casa de familia.
Terca-felra & le agosto
Na povoaeo tle Apipucos.
P. F. Xeedham, tendo se retirado ^ara a Euro-
? com sua familia, far leilo por intervenco do
agente Pinto, dos movis e mais objectos perten-
centes e existentes na casa em que residi na po-
voaeao de Apipucos.
()s referidos objectos tornani-so recommenda
veis po> serem de gosto e e.-tarein bein conserva-
dos por terem tido pouco uso
A's 10 Ij2 horas da manha partir da estacao
do arco de Santo Antonio um irem expresso que
servir de conduccao gratis aos concurrentes.
O l*il:lo principiar s 11 horas.
acquisicio.
Per seu dono ter de retirar-so para
a Europa, onde vai residir algum
tempo, vende-se utn ptimo predio
de um andar o soto, u'uiuadasjne-
Ihoros localidades de Olinda, da qual so
descortma nao s todo o ocano ilesde u
cabo de Sonto Agostinhoat muito alem.da
pona de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagcns do puente e sul ;
tendo um quintal regular, ooiAarvoredo novo
plantado ha dous anuos, torreno muito fer-
til; .una cacimba foogo) d'ayua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode servir de co-
xeira ou do residencia de escravos, alm de
um soto, proprio para dormida ; muito re-
jado em toda a cp ca do anuo ; coin illu-
minncao gaz ; o em vesperas de ter agua
canalisada. Acha-sepreparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se naba, ou retirando os
otuveis. Quem quizer ve-Io, pode procu-
rar a chave namo do Sr. Luiz do Reg
Barros, regento do hospicio de alienados : e
a tratar nesta typographia, das 9 horas da
manh s 3 da tarde, ou no Poro da Panella,
hrgo da matriz, palacete amarello, dessa
hora i at 7 e meia da manh.
Irmandade de Sant'Anna
erecta na igreja da Santa
Cruz.
Nao ?e tendo reunido numero legal de rmlos,
conforme dispoe o artigo 'i0 do nosso eompro-
misso, sao de novo convidados a eomparecerem
sexta-feira t de agosto vindouro s 6 horas da
tarde no consistorio da merma igreja, afitn de
em mesa geral se proceder a elcieao de nova mesa
regedora para o anno compromissal de 1873 a
1874, como preceitua o artigo 4 22 do mesmo
compromisso.
Consistorio da imanda le, 28 de julho de 1873.
Marcelino Jos Ptipe.
_____________________Secretario.
Companhia Keeift Hrainm.
Os apporclhos desta companhia, que foram
collocados nos predios abaixo declarados
esto promptos para funecionar.
Os Srs. proprietarios e locatarios s pode-
ro delles fazer uso depois que receberem
um carto da companhia que os autorise
para isso.
Freguezia da Boa-Vista.
Ra da Imperatriz, den. 41 a 81.
Dita do ospicio, de n. 57 a 67.
Dita da Aurora, de n. 1 a 57.
Dita da l.'nio, de n. 1 a 19 e de 2 a 10.
Dita da Soledade, de n. 2 a 18.
Dita do Conde da Ba-Vista, den. 2 a 14.
Dita do Destino, de n. 2 a 12.
Ufiiciuasda via-ferrea
Reccife, 28 de julho de 1873.
O gerente,
^Henrji Law.
si
do Caxang.
PENHOEES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe- i
nhores de ouro, pra- 4ft
ta e brilhantes, seja ||j
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaos epedras.
MM
m-
^i-_- MtttS Si <>
LEILAO
DE
novos e usados.
Por liquidbalo
SenIo :
Um magnifico piano de meia cauda do bem
conhecido fabricante Pleyel.
Um dito de Erard. e muitos outros pianos
de armario dos mais acredjjados fabri-
cantes de Paris.
OUINTA-FE1RA 31 DE Jfc'LHO
Na ra do Baro da Victoria.
Antonio Jos de Azevedo, quereodo definitiva-
mente acabar com o seu deposito de pianos, far
leilo por intervenco do agente Pinto, de dife-
rentes planos botos e usados, exietentes no pri-
meiro andar do sobrado da ra do Baro da Vic-
toria n. li.
0 leilio principiar s 10 Ij horas.
DE
cerca de urna Urca parte do excellente predio de
3 andares e grande soto, sito rna da Impera-
triz n. 53, tendo 32 1|2 palmos de frente e 122
de fundo, boas salas e quartos, c zinlia fra
para o primeiro andar, e terraeo com gradea-
menta de ferro, no segundo, quartos no quintal
para treados, estribara, etc., etc., cuja parte
na importancia de 8:777*365, sobre o valor de
28:000Oni, quantia por que foi ha pouco tem-
po avaliado judicialmente para partilhas.
A mencionada parle acha-se livre e desembara-
cada de qualquer onus.
Os Srs. pretendentes podem desde j examinar
o referido predio.
TERQA-FEIRA 5 DE AGOSTO
s 11 horas da manh
Por interven yac do agente Pinho
Bordes
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primeiro anlar.
Est fgida.
Fugio em 17 de marco prximo tassado a os-
cravaMatbilde. de 32 annos, preta, crioula, esta-
tura regular, cheia do corpo, pernas finas, tem
uns carocos no rosto que parecem espinhas,fallade
dentes na frente, falla muito manso qne as vezes
desafia a compaixo, boa cozinheira e engomma-
deira, filha do Para, foi comprada sogra do
Sr. commendador Lurena, muito conheeida por
ter estado alugada em rasa do Manoel, insuecior,
no Monteiro, ella intitula se de forra, e tem sido
vista no Poe da Panella, Monteiro, Caxang, Mag-
dalena, e aqui no Recife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridades polieiaes e espilles de
campo a sua apprehensao ; assim como .e pede a
quem tenha amas que verifique nessas que dlzem
ser forras, pois consta estar ella de ama que uo
sahe ra, que se gratificar a quem a tremer
a ra do Livramento n. 1 Antonio de i aiva Fer-
reira.
m\ da ni
AOS 5:000*000.
BILHETES GJUttNTIDOS.
1' ra Primeiro de )luro (oulr'ora ra do
Crespo) n. t% t >.<* dotonlume.
O abaixo assignari* lemlo vend* nos tem te-
lizes bilhetes. un MW i 2'.; com KiOOaOOTA
um meio n. .*i83 c.iii Mtl, iX)', o uulras sones de
Wi e 20* da lotera que se aeabou de exlrahir
()9 ), convida aos pi*suiiiorcs a virria receber na
conformidade do costume sem desminto algum.
Ark-.m-sf! r, venda o* Hites bilhetes sarantidos
la 2* pacta das loteras a beneficio da niatr* de
Palmares (60), qne teextrahir na quarta-teira,
JO du eotrenle n-.ex.
PRECOS
Bilheto inteiro 6*000
Meio bil hete 3*000
Quarlo 1*800
EM POKQaOUe 1O05O0 PARA CIMA.
P.ilhete inteiro fttfOO
M-io bilhete 2*750
Qtiarto 1*375
Manuel Martin* Fima
CASA DO OUKO
Bilhetes garantidos
Hva do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. tn, t casa do costume.
Acliain se a v.-nda os muito feli es bilhetes ga-
rantidos da 2* liarte da lotcria a beneficio da igreja
matriz de palmares, que se extrahir no dn 30
do corrente mez.
Vrt'ccm
Inteiro 6*000
1-eio 3*000
Quarto 1*500
De lOO-rOOO para elnsa.
Inteiro 5*500
Veio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 22 de julho de UI7II.
Joo Joaqum da Costa f.eitt.
Paris, 38, Roa ViTienne, D*~
DAS HRIM S DU KXI4U, AS 'riCfOU
I.TRlUCOrS DO MNOUC.
l i.XKIcuras dusiHipl.
ici *,pstula*, herpes.
"irna.comiroes, acri-
nonia, f. allercoes. vi-
| i;tas do sungue. vi-
ral, e Uta* o. s u awjiie. Xarupe vegetal
sem mercurio). BAnaratlvaa
Hiiiian Hni:ai:n tonuo-se dous por
..emana, srguindo n tracurrento Depurativo: 4
rmpregailo mi mesin:i* mulestias.
I lis: e Xaropc Ciiracto de
I ferro de CHA ULE, cura
mmriataiiienie qual-
|u jcafao, e debilidad*,
e igudliucuic va j.oj.0 e ores brancas du
inullieres. Esta iuieccao benigna empregasse
eom o Xarope de Curatto de ferro.
ir morroidui Poin.ida n ue as cura eiiia das.
POMADA ANTIHERPETICA
Comra: as ajfecfoes entneos i comixots.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do >' i'habie, cada frasco vrai aecutnpabade
de um folbeto.
AVISO AOS SRS, MDICOS.
Cura caiarrhos, usses
ccqutluckti, imtaffitt
imtvomm tas ios bron-
ehios t toda ai doenfas
do peito; basta ao doente
urna collie i i-lidea desle tarouti W Koiget.
Dr. lutRLi em Paris, i na Tutease, M.
Deposito em casa de Augusto Caors n. 22J
rita ra Ouz.
Joaquim Jos Goncalves
Beltifio.
Rui du Cotuiiaereio n. 5, I. andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Mitilio, em Braga, e sobre ua seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val ifc- Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coitnbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
ijuinaies.
I.atngo.
Lisboa.
Niraadella.
Mouiao.
Ponte de Lima,
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do^CastcIlc
Villa do Conde.
DEPURATIF
dSANG
PLUS DE
COPA MU
Sirop du
DrFORGET

i
Wttfl t,J : J. ; ...
WISTl DE PARS
-TT-
'*
m-
i
a*-
...
:,
--r-
. ...
Ao publico.
Domingos Maria Gongalves, cnsul porttiguei
de 2' classe e en 'arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
tes, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como portuguezes, que tem o seu escriptorio na
ra Duque de 'axias n. 41, 1* andar, antiga ra
das Cruzes, onde pode ser procurado lodos os
dias nao santificados, das 9 horas da manh as 4
da Urde.
BE I
19-RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar a me-
recer a confianza dos
clientes da casa, e do
respeitavel publico em
geral.
Antonio Valenta) da Silva Barroca, segaindo
hoje para Europa, e faltando-Ihe tempo para des-
pedir se de todos seus prenles amigos e collegas,
o f.iz pelo presente, offerecendo-se para qaanlo
Ihes possa prestar.
Quem
\l PlBLICO
nais eojwwf cffcrcce ?
.,;.
Urgencia.
O abaixo assignado, morador na ra do Baro
da Victoria n. 6, dexeja aliar com o Sr. Anto-
nio Joaquim Freir, filho de Domingos Jos Coe-
lho Neves, da cidade de PenaGel, para cortos ne-
gocios que tem com elle.
Hermogenes Nunes da Silva.
Alaga-se o segundo andar do sobrado da
ra da Guia a. 62, cum baslint s commodo? : na
rna da Sentala Nova n. 1.
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
*Cnsuli;rii i:edicc-cirur'it* T
[neontoslavelmoMe a Iota de caleadojjestrangei-
ro que mais romniodo olTerere em geral, eom espe-
cialidade ao bello sex, 6 o I'aRIS NA AMERICA
ra Duque de (Jaitas n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razao ? a razo simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
n:omti)oda quanilo, para ro iprar um par de bo-
tinas, vse forrado a experiincnta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco do lajiete (systema ma-
earronico) n.rio podendo desta forma conheeer se
a botina lieioa ba, pois, nao tem espaco para
expet imenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, ijue ehegarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Paris tus
Amrrici. onde pode se passear vonlade e desta
forma conhecer-se se fiea liom o calrade : para o
bello sexo, eolio quasi impessivel,"qne nma se-
nlioni (do bom lom) queira ^jeilar-se a experi-
mentar calcado ao nao de um balean, onde en-
tra qurn qner, ainda mesino para comprar : o
Pars nu America nao resento-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para a
Exmas. que all podero estar em perfeito crame-
lo para a esculla do calcado.
Nao termiuatn a i as vanta .tens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Caxias c.
59, primeiro andar, consiste tamben) no bom sor-
timonto de botinas para homens, dos melhores c
tnais afamados lubricantes da Europa, como Mi -
iis, Baser, i'olak, etc., etc., e (trande varedade oe
chinellus e apalee, assim lanibem um lindo sor-
limento de bolinas para senhora, e sapatinhos de
inuitas qeahdades illa da mais capicliosa senhora (do bom gosto);
pelu aue liea expendido, isla claro qae a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantageiu offerece,
o Paris na Amtric, ma Duque de Caxias n.
59, primeiru andar, antiga ra do Queimado .
DE
I
A. B. da Silva Mala.
Ra do Viseonde de Albuquerque a
11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 as
4 horas da tarde.

&
'Hl
DO
r. Murillo.
IUA DA CRUZ .V. 6,'.!.. ANDAR.
Reeem-chegado da Europa, bode fre-
quentou os bospitaes de Piris e Londres
pode ser procurado a quf Iqner hora do
da on da noute para objecto de sua pro-
tissao.
Consultts do meio dia ;s duas horas
da tarde.
Gratis aos poltree,
SitpetiaHil des. --= Moleste* da pelle, de
crian.a e de mumer.
Emprega no tratamento das mlesas
de sua espesialidade as duchas fras e
bankes a rap-r, para os quaes trouxo
os apparelhos mais mode mente em-
pregndos na Europa.
lamben applica com grande proveito
no tratamento das molestiss do ulero a
electricidade,pelo processo .lo Dr. Trepier.' _
y
iro a -J \
sx^i I
HeM-eflM


r
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: :.!

Diario de Phiamboco Tefcjl feto 29 de Julho de 1873.
Hsm
5
e de orna nim para
peqnonS
i Lia dd
C*a cmmpe*. t i % r i -seisa-se de orna
ir fosu cas* eala*.,]u I A 1,1 i\ cozilMm rna de
Tb <4i|uina do lnaii ii'Ollii-r A M 1 f:,l,"l'il '"'"-ar n:i
M km. e pcrm VAS n .;a- c de um.fama para
I! ,| C ni;:.-.r -i iziltll u |i;'i:;"i-:-:i lie
Jl' f\ ii,.in:a familia 4 6-Mar Ha roa
i H'i la 11. V-, I: mid
iam* <\* cmmpo.
Muga MporaHM
amarollo jaf.tu-.aAi 1
leiro, luy:ir uniib* t(u e ftcrm
3 qiiarto, cHinlutrearimlia, un |ci|iiphu pumar
do Ur.-mpefras, tiidii murad > e i-ortiio de ierro .10
la lo ; a tratar na rtiaA'uvi,.!,;> n. 7.
Bscravo ftjgido.
50^000 (egratifioa^o.
Ao.*entou-se do engenho Victoria no termo de
Barreiros, o mulato sew-branco Saturnia, de
mos dida*.}**gordo c nielo cAida,
CatteilM anureHos mspng, roste largo, nlnr*
castanhos nariz regular, tem um signal nos peilos,
proveniente da una tipiaba, pernai e ps
grossos e mal feitos : quera o pegar, ou del le Ser
noticias leve ao seu senhur Daoio Ferreira da Sil-
ja Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corpo Santo n. 7, andar, que sera recompensa-
o generosamente.,
8* ADVOGADO *
BACHARE,
m Joo Gronzaga Bacellar m
%'illAO C*W
W RA DUjCE DE CAXIAS ft 11, 9
ALUG4HSE
o pnmciro andar do sobrado n. 80 da ra do
Bom Jess, outr'ora ra da Cruz, proprio paTa
escritorio: a tratar mi Keller 4 a, ra do
Bom Jess n. 58.
. ..' ><> 11 ^_, 1, ..H = PreejU-so Mugar una tina i
so migar
tar ua ra do Sol 11 II.
ATyi*^ l'l-rt'iVi-'l' de
All muito diminu
mero S6.
T
1! Icile : a tra-
una ama para servico
na ra da Lunes nu-
AMA
primeiro andar.
Ama to****
^frrecisa-.-c de urna ama oozinhar : (rafal' na *ua do Livra-
meiito n. a\lo]a.
Precisa-se do urna Tima
para cosinhar: no iargo da
matriz de Santo Antonio n 2,
so as
dar
de urna ama para todo o
serviro de urna.familia de qnatro pea-
na ra do Imperador n. Irt, primeiro an-
AVISO
de
. Sil^1 assignado Wlara que urna letra
1:000*000 aceita pelo Sr. Themaz Al ves Ma-
ciel Jnior, pertea.ee-1 he melado* a outra metade:
a seu mano Amaro Jos/ Pereira, o que portante
so poder dita letra >er negociada por seus dones
e nao por um simiente, e desde j protesta con-
tra quero a negociar sem sen consenso.
RecKe, de julho de 873.
__.^_^__ Joafuim Carneiro de Andrade.
AHfBJg.
No pateo da Ribotra n. I5 j Sr Aatonio Msflieos Nuoes, portuguez, idade
ae 13 a 14 annos, vindo no vapor inslez Cupal-
lete, sabido de Utsboa a 4 de feverelro de i873,
negwjo de sua familia.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
votta a Europa, continua a en-
carre,tar-se de conceriar e dou-
rar relugios, bem como qualquer
outro objecto : rogando a soub
amigos 0 fregueses 0 obsequio de
procura-lo na trave mi da ra das
Uiizes n. n, 1 andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o encontrarlo prompto a garantir
seus tratoalhos e a faze-los por preros mdicos.
J. Dhibaut de Pars
f)onstruct4MP o aflmulor le pia
nos
Hx-aftnador das antigt e afarondas casas
Ployd e Hertz
e antigo director tas otfcinas da casa
AfTonso Blondel.
33Ruado Imperador33
Tem a honra de declarar a respeitavcl publieo
desta cidade. que tem aberto sua cu?a de concer-
tose aflnacoe8 de pianos, qualquer oue seja o es-
Udo de instrumento : ra do Iintierudor
n. 38. *
FNDCAO DE FERRO E RROBZE
FABRICA DE MACHINAS
do BanVi il TriU!ii|ihi) (na IHni \) iis. Ida a <1
Convite.
Escravo fgido.
Aufentou-so do poder dos abaixo assignados o
sea escriro de neme Joaqaim, rr prcta, if
ws lennbrcs ahafio oVcIarados, -fio encarecida- hario, traja mojilo Iftipoj" anda calcada \
t- r.i?al* winnn ( rn:i ei! c mpiidos, quiiund.fa/.-.T "meia
A' na


me
k tu
olhnres fabrt-
Por 600 e por mtHivos justos vende-se i
Erea de 35 anuos, engomma, corintia e lava,
trato : na ra de Hortas n. 96. Nr. mesma ca-i
s ha outras escravas cm habilidades e sem ellas.'
Companhia Recit4? Drai-
nage.
Os apparellios desta companhia uue feram col-
locados nos predios abaixo declarados estn prorop-
tos para ftmecionar. Os senhores proprietarios e
locatarios s poderae delles fazer uso depois que
receberem um cartao da entapan ia que os auto-
rise para isso.
Fregaezia de S. frei Pedro Goncalves do Reeife:
Travessa da pmca do Chafariz, de 1 a 19.
Ra do Pilar n. 120 e 112 e de 3 a 129.
Ra do Pharol 4e n. 2 a 90.
Travessa do Pharol de n. 2 o 4.
Ra do Aral de n. I a 7.
Largo do.Pilar den I a3t.
Reeife, 28 dejalho de 1873.
O gerente,
fie
!enry Law.
Aluga ee um moleqne, no secundo andar
da casa n. 41, rea do (tange).
BE 10 PALMOS
E D'AHl PARA BAIXO
Sapotiseiros e sapoteiroi em grande qnanlidade
e preco eommado.
Al n destas, as piatas de ornato c de fructo se-
fuintes :
Jaboticaba
Laranja cravo
Lima da Persia
jie umbtgo
Limao francez
Oiiy cor
Palmeira imperial
Parreira
Pinheiras
Rnmanzeiras
Resed
Rozeiras
AtteiiQo
Precisa:se de em feitor que saina tratar bem de
vaccas, paga-9e razoavelmcnle : a tratar ao sitio
do Caldeireiro n. 9, ou na .ra do Torres n. 12, 1
andar, escriptoria
MOMA
Est encoura^ado t! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivio na cidade de Nazareth desta provincia,.!
favor 4e vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S, S. se cemprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 'i87l, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro eabril de 1872,e nada cumprio;
e per este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de raais de oito anoos, e quando o Sr. seu nlho se
actiava nesta cidade.
A Itacate
Alerrim
Ariticim p
Canda
Corar o da'Jndia
Carolina do principe
Figueira
'Flonboyant
Frurta-po
Goiaba-branca
Jaca
Jarmim laranja
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da ra Dimita n. 120 propria
para qualquer negocij e moradia, em gaz e gua
da companhia do Deberibe ; aiuga-sc com a ar-
macao que nella existe, ou sem ella conforme se
convencionar com o pretndeme, a tratar ra
do Imperador a. 1.
Sitio para alugar na Passa-
gem da Magdalena.
Aluga-se na l'assagem da Magdalena prximo
linha dos bonds, urna casa com accomraodacoes
para grande familia e eom sitio murado : a tratar
a ra do Vgario n. 21, !. andar, com Domingos
Alves Matheus._______.
Precisase de urna cozmheira, forra e sem
Unos, para casa de Mme. Connan : Passagem
da Magdalena, na esquina da Viscondnssa.
AVISAN tos Srs. de engeuhus u ao publico em geral, querecobwam da Eoropa
grande sortionento deferragens para engenhos e para lavoura, e quaesquer outros^ious
a misteres da industria agricol*, que tudo tendem por precos razonveJs.
V apores horisontaes de 4, 6, ^ e 10 cavallos, oe melhores que vem ao morcado.
.VLOenaaS completas, obra forte e bem acabada.
Meias mOendaS para asseola^em grades de madeira.
TaxaS de feTO uodido e W*3, de todos os umanhos e s
cantes.
Rodas d'agua de diversos Umanhos.
K-OdaS dentadas Je diversos tamanhosequalidades.
Arados, americano*} foiiv^squedad*.
Formas para aSSUOa* grades, pintadas e galvanfcadas.
ConcertOS concertomcom promptMo qualquer obra ou machina, pari que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Man^a v'r porencommttidada Europa, qualquer machinismo,
paraoqese correspondem rom urna respeitavel casa de Londref
a com ora dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbenv-Se de mandar assentar
as litas machinas, e se respunsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBaro do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUSfO DE CARDOSO 4 IRMO.

A COROA ^P BRUJANTE
Esquina da ra do Cabug n. 11
COWRO.NTi: AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
6ft importante estabeteciinent resol'.sMi ven 1er muito barato 20 /<> menos que em ontra qualquer parte, as seguintes
joias;
A lerecos de hrilhaWes, de medernos e delicados gostos. *
Ditos crtii rubins,-esmeraldas e perolas:
Volts de bonitas iperolas e cruzes de brabantes para noivas.
Medalhoes decora!.
A Oria Brilhairte contina a ter grande sortimento de madalhes de coral, camafeu
conix cim botiquets de perolas e diamantes, cassolelas deouro e podras pretas com lettrns.
1 J25 a20??000.
Cttdeias para r elogios.
A Gorda Rrharfe recebe sempre quantidadede cadeias de ouro, de lai, para homens,
65*00 a oitava, e tanibem para senhoras.
Cassnletas para senhoras, com lettras, a 6?> e 129000.
Brincos de variados gostos, para senhoras e meninas, de 5$ a 20*000 etc.
Anoeis de amethysta com lettras de diamantes, de 6* a 8CO00.
"Pililo rezs ctrancelins em caixinhas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
A'Corda Brilhaie tem medalhas milagrosas c das Dores, de ouro a 73JOOO, e prata
dourada a 1J5000. Tambem tem sortimento de pince-nee e oculos dea^o fino c rattaruga,
chegados recentemente, e por precos mui commodos.
Convida -se as Exmas. familias visitarem a loja da Cora Brilhante, na ruado Cabu-
n. 11, a qual continuara" aberta noite at 8 horas.
Garante-se o ouro e pedras preciosas.
do
E mitras plantas t;in>m por preco eommodo :
-naCapunga, ra da ventura n. 20.
Monte pi portuguez
Por ordemdo Illm. Sr. presidente do conselho
fiscal deste monte pi, e do conforwidade com o
que drpde o | I* do .-trL'32 dos nossos estatutos;
sao pelo presente convidados toJos os dignos se-
nhores conselheiros a reunirem-se quinta-feira 31
do correte m.-z, s 6 Ijl horas da tarde, na sede
do gabinete portugus de leitura, pana o flm de
ser ldo e apreciado o relatorio e batanete trimen-
.sai, enviado pela illnstre directora |Jo mesmo
monte pi.
Secretaria do conselho fiscal do monte ph por-
tuguez em Pernambuco, em-26 de julho da 1873.
Jos da Silva Rodrigues
! Secretario.
Oiila.
Aluga-se urna-casa na ra de Mathias Ferrei-
ra, com quintal e cacimba : a tratar ra do
Ainorim n. 37.
Fu
ao.
8
Fqgio da casa do si-u-senhor, o escravo de li-
me Paulo, rom os signaos siguintes : bem preto,
alto, sreco, pos grandes, tem no roto bastantes
espmhas, fot escravo do ?r. Jcao Valentim Villela,
em cujo tempo trabad ha va no offlcio de pedreiru.
Pcdn-se pois as autoridades pociacs e c m espe-
cial idade as da freguezia de S. da Graca c
B ja-Vista que o queiram apprt-ender e levar
ra das Triucheiras n." 16, no hotel Restauran! du
Lonvre.
(Jaixeiro
Precisa-sede a caiveimom pratica de mo-
Ihados para a cid ade da Escada, de idade de 10 a
1 \ annos : a traur' no pateo do Ter?o n. "il.
'-oniinda estar ausente o escravo Henriques
laide o da 15 de abril, o nal tem os siguaes se-
guiates : mulato iem r-rane, cabellos crespos, ros-
to liso, sem barba, falla um pou:o descancada,
oHios ,ain poueo qi**'brados, guando est serio fica
um poico earraniudo, tem as costas ch<*ias de
pannos hraneos, a perna direita aberta, o dedo
grande .do tiaesmo pum pouco aberto e sem ter
ualias, proveniente de urna ferida que tev<*, tem o
andar muiti bmzero, ;is cadeiras largas e muito
pilcrico, foi da Sera do Teixcira, dos herdeiros da
casa da vi uva D. Victoria Maria dos Anjos, estes
vendern) ao Antonio Cesario Italiano, este vendeu
ao Barao de Nazareth, oade comprei ; a mai do
dito mulato inda viv mora na Srra do Teixei-
ra, chama-se Pelippa, consta-me que hoje forra,
levou em companhia um cavado alasao dourado,
booitoj altura de 7 palmus, poueo mais ou menos,
tres pea '-aleados, frente aberta, caneca acarnei
rada, crinas, topete e cuda compridos, urna man
eha branca redonda cm cima da anca esquerda,
tem urna bellide muito pequea em um dos olhos.
nao sei em qual, s se observa a bellide deitanlo
attencio, ten) alguns denles quebrados provenien-
te da cachaba? e muko rinctao, inleiro : qual-
quer ^apitao de campo ou mesmo pessoas que o
render. -agam ao engenho c^nzanza, freguezia
s Santo Amaro de Jaboatao, ao sea sennor Anto-
nio Carneiro Rodrigues Campello, que ter a quan-
tia cima, e pagarei as despezas de viagem.
________Antonio Carneiro Rodrigues Campello
no meiado de junho, um mulato de 30 annos de
idade, de altura regular, com caballo de negro, ca-
ra^iequena, com sardas miadas e escura sobre o
nariz ,e faces, que guando vistas de longe pare-
cen) bonicos, tem o naj-iz bato e bocea grande,
com p.mea barba peloqneixo, cliama-ae Jos Ru-
fino, pnrm muito com ecido como Jos do ttaw-
linson:; foi foguista na eomnanhia do irem de Api-
pucos. .E' -natural da l'arahvb, aonde foi com-
prado ; roga-se as autoridades policiaes e capitaes
de campo a apprehenso do mesmo, levando-o a
Santo Amaro, ra do Lima n. 30, que serao bem
recompensados.
Ensino primario do sexo
eminino.
Maria Alegcandriaa de Mello, competentemente
habilitada para o magisterio primario, resoheu
abrir emsua residencia ruado Visconde de Alhu-
-querque n. 8 ', urna escola de primeiras lettras.
oJferccendo o seu presumo aos pais e familia^
ase quaes afiaasa todo o :e!o, esmero e aproveila-
ment no eusiuo.
ROB LAFFEGTEUR
Approrado em Franela. Russia, Austria Blgica. O arrobe vegetal Laneeteur sa antlio-
niado, be nmi upenor aos xaropes de cuUinier, de Larrey e de salseparrflha. De fcil
"gestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente sern anercnrlo, as
affecoes da pelle, lmplteni alporeas. tamorea. nlceraa, urna doce,
aerada, eacorbnto, e os accidentes provendos dos partos, da dale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
0 arrobo he especialmente reoommendada contra aa doencas syphilitica racentes. invete-
radas ou rebeldes ao mercurio ao ioduro de potassio.
amlp0?f!?S '^^JOB WFFECTEUR, em cata do doutor GIRAUDEA DE
aAlNl-t,LRVAIS, roa Ricner, 12, i Paris.
nico deposito pliarmacia de P. Maurer & C, ruado Biro da Victoria.
*' phmnmmetmOe, t, me Je CaotlaeBg. a Parit, ) proprtetario.
iHsTiIde"
HOGG
DE FIOADOS FRESCOS DE BACALHAO
r Tisica, afleccoes egorofnlosas, toase chronica, rhenmatgmos, fraqueza
Ido* membros, gotha, debilidade geral Ide tomar. lencao honrosa. >
' Exigir a atarea de fabrica abaixo indicada encobrlndo a capsula de '"
cada frasco de forma triangular.
Deposito n Pemembuto, A. REGORD, e as principae pbarmacia.
gaerava
Alsga se nmaesi-rava ijue lava e cozinha muito
bem : quem prensar djrija-se na da Impera-
triz n. 9. 2o andar.
\11;a-so urna casa na Capunga com com-
modos para familia : a tratar no mesmo lugar a
na das Crioulas n. 25.
Aviso.
Fugio do engenho Souza, freguezia de Agua
Preta, o escravo loaqoJia, de etatura regular,
cgo de um olho, comprado recentemente ao Sr.
Severiano de Siqueira Cavlsante : roga-se po-
lica e aos capitaes de campo de o anprehonder e
o levar ao dito engenho, ou no Recite na da
Imperatm n. 30. qiirt serao gratificados. Igual-
Mente protesta o amuxo assiguailo contra quem o
o.cuitar, ou indevidaitonte gozar de'seus ser-
vico*,
_____________Mristovao Xavier liOpas..
OSf.OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista Jfogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
Barbeiro.
Precisase de um ofDcial de barbeiro : na ra
da Imperatriz n. 82, casa de cabelleireiro de Odi-
ion Duarte & Irmao.
Companhia Flienix Fernam-
bcana.
Sao novamente convidado* os accionistas a reu-
n rem se cm asscmbla geral no da 31 do cor^
rente urna hora da tarde no ascriptorio da mes-
ma companhia, para a leitura do relatorio, e o
parecer da commisso fiscal, relativo as opera-
cees do anno social, flindo em 30 de ijinho pr-
ximo passado.
Reeife, 28 de jolho de 1873.
Os directores.
Luiz Duprat.
Luiz Antonio de Siqueira.
__________ Eduardo Candido d'OHvcira.
Aluga-se por 25*000 a casa n. 6, sita r.-a
do Lima em Santo Amaro, estrada Ja concertad
de novo : a tratar na ra da Restauraco n. 5i.
ootr ora Guia.
Precisa.se de urna mulher que saiba bem
cozer e c-rttr vestidos e mais algum sorvico de
casa de familia : a tratar na roa larga do Rosa-
fion. t, a andar.______________"________
Aluga-se o segundo andar do sobrado do
pa'eo da Santo rui n 34 : a tratar na travessa
ao Arsenal do guerra asU.
Espiritismo.
Precisa-se de una mulher de boa conducta
para fazer compaubia a urna pequen familia : na
rua_de Hortos n. 63. _______________
onfereneiaT espiritk-as olTerec'a i nfe^ria' a ~ FuFo do engenho Cutigi freguezia da s7a-
A. Campos aos seus im umero fTegue^ S [^ ^T*** m 8abmo'*'^ *** prtil0> TT
iarmns no niez de Wa. J iSISr p comprido, bei;os grossos, foi comprado ao Sr.
Vitoria^iiiiK S'um K onS|iK9tS dl'R'T^' ^' r'adie
don*essario para regalo e di^racria de em le DeVS : lueu")-pprehendrr leve-.i ao referido
osi.accao de quem ngenho. ou no Reeife nm do Viscond* de Iia-
parica n. 2f, que ser generosamente gratificado
Precisa-se de um feitor para um io em
Ponte d'Ucha : a tratar na ra Direita n. 8.
tyn oslo pelo ijjie bvn,
Recoinmenda o grande-Alen Kardek que oeste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a feeula da mandioca (vulgo, bolo do mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio a as
decantadas .wrpr.izai krtes fuiminautes, o que
ludo isso oe acba na
Confeitaria do Campos.
AVISO.
E para constar pois que os proprietarios da
eonfeitana do Campos cliamam a attencao de to-
dos e de todas para o preconisado cal em p ver-
dadeu-o de Java, e bolacliinha em latas denomi-
nada Su>:ar Waffers >aaella : especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de Derfeita
saude.
t Em vista do referido espera o diu Quipos que
O propriotario do armazem da ra do Impara-
dor n. 28, declara cm tempo que, tendo por en-
gao sabido o nome do Sr. Manoel Jos Antones
Guimaies, em um annuncio sol) a ppigraphe
Convite, que n5o se emende com o Sr. Manoel
Jos Antunes Guimaries, que foi chancellar do
consolado partuguez, a quem pede de^ulpa per
b esse equivoco involuntaria, e sim com o Sr. Ma-
nmgucm, para pedidos de laes objecto te diri- noel Jos Anltr) Guknar es, morador em Naza-
jain, .-en o a Coofeitaria do Campos, ra do Im- r-el1'-
peradur
Lampeo na porta.
0
Simeio.
t
0
MEMC-CIHLUGICO
l>r. J.
DO
II.
Curto
Ra" do Marque: dd Olindin. 23, pri-
meiro s.ndar.
Consulta das 9 horas Chamad js a qualquer hoi'J-
*:***** m*2>*
No dia 23 do correte, ausentou-se do eugenho
Ropouso, cidade da Rs-ada, o escravo Situeo,
j preto fulo.noulo, 41 aunos ,ie idade, alto, secco,
g| caneca pequena-t.'sia grande e d cantos, cabal-
^ los un pouco pegados, espadando, mos- e per-
5P as nial fetas, limito cantador e tocador de vicia;
. tem um deleito era nm dos dedos mnimos, junto
J a nnha, proveniente de um panaricin e urna cica-
fi tnz em um lado d > nariz que chega aos beice?,
** proveuiea e de m tolfio. ftirreiro e tem bas-
W unto pral.ca de deitor fogo em vapor : quem o
$ apprehetider queira leva-lo ao dito engenho, ou
0 | ma do Imperador a. 77, que ser recompensado.
Urna seohora, capaz, ofTerece-se para engom-
pelecmenlo : a tratar na ra Direiu S 'precisar, dinja-se na da Palman 5oT'


.i tratan
erm rcf.
.*:.. ii'jia.i#] ,| :;,,m,
Ant- nio A:':..ns i >' i- ir,-,.
AnlOtiKl l'llll'i dOS Saut.i.
AhIh i i !., -' da S.lva.
A(it"ho Jnsu tti:,. iro de Moracs.
Ili'natiikn lo -'arri Lopes.
Domingos M de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
I)r. Francis o Pinto l'essoa.,.
Ebom Wistig.
Emilio Jos de Moraes.
Fernnndes de Azeveilo.
Francisco Alves do Mello Tico.
Francisco de Paula Borgcs.
Francisco Jos Carneiro.
Jnaquim Guedes da Costa.
loaqoim Jos Maria da Penlia.
Jos de Brito Mello.
Jo* Paulino da Silva.
Jos Gancaives da Silva.
Manoel Antonio dos .Vascimento.
Mano 1 Silvian d-t Ra res l'alcrio.
Paulino J aqnim Tavares
Thaotunm de Barro-i t Silva.
William Hawlinson.
{ti
fellc*
<( iledicava,
: : -uno : |t>-
caja captura
FUGIO
Est fgido o cabra acaboclado dePru-tor.'. p r
dein-io, desdentado e ns cabellos uin pouco ubica
dos, andav com nmacarrocacondiizindo eslruin
para um sitio, c fugio no domingu 6 do coi rento
esto esc i ave ligciramenle gago, foi escravo do
Sr. Jnnquim Jnvencio da Silva e hoje pertcnca ao
bariio de Naaarelli, que gratilicar a quem o apre-
sentar. F.lle repres uta 50 anuos.
r"**-.
At
vir.
O Sr. Jos'1 Pereira Lomos pela segunda vez
rogado vir rna do Imperado, n. 28, a negocie
de seu inteiesse.
Alu -: -se um moleque de 18 annos,
sariif e II- n Mn >"P"<:|.i n. 186.
muito
HBIALHI 1*1, HO.MIA
FIGADOoe BACALHAU
FERRUGINOSO. CLARO E TRIGUEIRO
DE CHEVIIIER
Cavalleiro de Leyiu de Honra. Oficial
do MrdjidiieCommendadordaordem
d'lzabel a Calholica.
O oleo de Caevrler deve 0 seu aroma
a aubtanciaa balsmicas que aiod
augmentao aa suas propredades thera
peuticaa ao mesmo tempo que o tornan
igradavel ao tomar-se.
O senhor Chevrer completou a su
descuberta asaociandoo Iodureto de ferro
ao seu oleo de flgado de Bacalbau. Este
olea de flgado de baealbaa fferru-
gta poasue todas as prooriedades do
poasue todas as p ,
oleo e do Ierro, de fcil digestfto e
p:
Todas as celebridades medicas o
nunca causa prisao do ventre
pre
ferem as outras preparafes ferrugino-
sas. Convem em todos os caso em que
-e emprega O ferro I Tlslcm pulmonar.
Brcarhltea, Baehlllamo, Ksrrornla-,
Eaiplceaa, Gota, Bb^umatlnno, Bya-
uepala, ConvalecenciaN demoradas e
Frifun* de coBailueao
dipositobm pars : Pharai. chevrer,
ai, Fauboitrg Montmarlre
Mmtm
Hygienica, infallivel e preservativa; a nica que
cura sem outro suppleinento. Em Paris, inventor Broui
158. bou levan! Ma0ciU, e uas piiucipaei phaimacia,
do universo.
VERDABEIRO LE ROYI
EM LIQUIDO OU PTLULA!S
Ru da Seine, 51, i PAF.ISj
"T-iriii i > i- waaaaj
O -I
o ^*
Eb
l
II
W3

E
4, \* w "

'
'o..
-\
Km urja garrafa, ra, entre i rallia k u i>aacl ;:zi
M leva o inen smele, uih role; njireiio na ima-
mjMo cuiii mo s<-llo SIGHORET. PAKIj Eiicainaili
tie fuinfo negro.
^f- Kemetleinlo-se urna Ictlra .i- .io llau'u:
[sobre Paris, rtti-Ue-se 725 francos i
Oepuailo principal
do legitimo Ij: Ro/
m Caa do nosso
11 uto agente pelo
(iran t Sknor dr
Lacnaa na Babia. \ET PHA3MACIEN
MOLESTIAS oo POTO
DODCHURCHIIii;
XAROPE DE HiPOPHOSPHITO DE SODA
MB8PE DE HVP0PH0SPHITO OE CL
PILtfLHDE HffOPHOSPHITO DE QUiNINO
COR^PAi:tAS
MROPE 0 HTPOPIHKPHITO DE FERRO
PILULAS DE HVPOPHSPKITO OE IHANGANESIA
iEM^nmn
Ca, -be niinb r. neciipa*- a >|ii'
' ;" '.II I :..ill '< illti-- Si t le : .
||ta a aie-e, .-.|- BC'WAc.avn,
Ise ^laiitica^ l)C..i,
Jni da Silva I.owi .f Filho.
r'iriTrr- n niMHii UMBairafTmiiwr
f'i'lfr .-o l.Havc^, Ma senhura,
Joaquina-Cavalcaote Chaves, seu
filho FreJerico Chaves Jnior e
Ma ninli er I). Mariana Bacellar
Chaves, sua filha D. Malina Chaves
Torre e sen frenro Deodalo Gon-
UeuilatM leeealves Tnire, ffliilos
de pnapentc dr pi-l.i i illecnnenin, no Rio de Ja-
neiro, de seu prezado genro e cunhado o Dr. Joa-
qun) ignarin Alves de Azevedo, ennvidam es
seus amigos e o-* do finada para assislireni a
uni missn que mnndam rezar, na qnarta-feira 30
do correte, ingerime -lia do seu fallecimento, na
nialriz da Roa-VjxU-i as 8 h ras. Por esteca-
ridoso obzequio Ihcs serio stimmamente grat s.
e*"-":*---' "*-~:-Mr-v;aMeaMb>aaiaaa*9Hi
Emilia Rosa Gomes
Coimbra.
Antonio Nanea Parreira O'imbra manda resar
urna mis* de n-qiiiem por alma de sua fallecida
e_ sempre eaorada esp aa Kimlia llosa Gomes
Coimbra, segunda-frira i de agnsln, as 8 horas da
nianb, Io annivi-siin de sen fall omento, na
igreja matriz do Cnrpo Santo Para assistir a este
acto de caridade e rciigiaa convida aos seus p-
renlos e amigos, confe conliecimentn a gralidao.
Atleii^o
Aliiua-e a andar Jo Kilnadinhn da ra de Lo-
mas Valentinas (Agi)a*-Vanltf) n. !>S ; awim
com-i a luja do yilao do -obrado da i ba da lloda
n. 40 : a tratar na thcwnraria das lotcria, ra
ilu Crespo n. G, nu i ua Nava n. SO, i" andar, das
s 9 i\i huras da nunM, ou das 'i s 6 da
tarde._________
Sociedade Propagadora da
Instruccao .publica.
Em virtud; do artigo 2'i dos esfataloa lio C :-
vidadus tudus os socios qae se acham comprebeir-
didos na- aWpoigaea do .1. art. 3.", a se rcuni-
rem cm aasmblea geral no dia 3 de agosto, na
ra de Pedro AHmso, nnde ftracelnna a escola
normal, pelas II horas do din, afimdase eleger
o novo conselho superinr que dever lum-cionar
no auno de 1873 a >87i.
Secretaria da Sociedade Propagadora da lus-
IniecO Publica, 28 de julho de 1873.
O 2." secretario,
V. de M. .Melk>
Aluga-se
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20:
a trat r rna do Amoiim n. 37.
15
Escravo fgido.
de gratifica-cao.
AiisoBtni-se desdo o dia 11 de main de 1872, o
preto de nome .tlfi'i do. de. Irinta e tantos annos,
crioolo e bstanle ladino; este preto perfeito
eozinbeiro, estatura alta, magro oihot eraades, i
estove no engenho do Sr. I.ul de Caiarj em S.
Lourenco da Malta, onde consta ter parentes, foi
escravo dos Srs Adriano Caatro, e do ->r, Jote
Joaqnim Goacalvea Bastos, negociantes desta [ira-
ca ; d'i todos estos senhores foi cozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conhecein dizentfo
que est forro, assini tem | dido escapar de ser
prezo. Pede-so a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias n. 91, luja do miudezas do Rival san se-
gundo que receber a gralilii-acao cima decla-
rada.
la*
At
vir.
O Sr. .Ins Alves Machado Cumiara i ( pela se-
gunda vez rogado a vir i. ra do Imperador n. 28,
a negocio de son nteresse. ,
No engenho Helo la Vanea ha vagos qnatro
sitios para lavrad. ros; cada qual com boa Casa e
liins partidos para mais de 300 pies aniniaes,
porto do engenho : .quu:i preeifar procure quan-
to antes
cobras:
Latas
Guinpram-se latas de gai vazias no armazem da
bolla amarella, na travessa-da ra do Imperad r.
M
m Trastes.
@i Compra se e rraae-ee trastes novos
e usados : no armazem da ra do Im-
f ,eradorn.48. ^
Compra-se
duns lustres de mstal pan gaz, sendo um di 3
I zes e outro de anas ditas : a tratar no largo da
Alfandega, armazem 11. 7 o, ou 2.
Comprante aaofieei geraes da divina pu-
blica : a tratar com Augusto C. de Abreu, no ar-
mazem dos Srs. Souza, Castro & Almeida ra do
Mrquez de Olinda n. 37.
Vi:ftiAS
4o
ris
a libra
PTILHAS PECTORAES 00 flr CNURCHJLL
Eligir para os xaropes o [rateo quidrado
m Indos os productos a asignatura do
D* CHDRCaiLL, e o lclreiro ioid a marca
de fabrica da pliarmacia iWANH, ii, ra
Ctttiyons. -AKIS.

\ ende-.'O a 40 ris a libra de aram proprio
para cercar sitios, em lugar de varas, io ha
naa mais barato : no arnazvm da bola amarella
na travessa da ra to Imperador.
Pesos e medidas do systema
mtrico decimal.
Pesos de ferro e lado
.TSKr*SK*'ta',I**-f.*
rtt
Vende-se
Resulta das obMrvacoes _colind:i pelas cuouoi.
dades medleiaidos Irospi&es as Pars, me o Xarope
peitoral balaaaico do distinelo e iliusire profesabr
VauouBUW empreo com Wccesso sempre iguaj
para curar
as mnaiAfSK bus bcicsioj e Amcrois o peito
conlieciilas pelo nome de
BRONCHITES ACUDAS 00 CHRONCaA
*sTHS,. oppaKatdi), cauhrhos
Defluxoa, Tosae. rebeldes, Eztiocciio da roz.
A MASSA, pelo seu uso facileagradav.il babor, um
precioso medicamento para as pessoasque viajam, o
sao iibnya VAQELIlf-DISLAUHIEhS ry, .
lairiusa laiuPlufj
Pharmcia de P, Maurer & 0.
pretende la comprar dirija se a villa do^oi.K
Casas para vended "
\ende-se duas ptimas casas na cidade de Olin
pana o armazem d. UD1M ^'Tm%X
, i r i- ,
doriue n Prl)rjedIad. denominada RodeT-
oor, sita na rremzia do Bomto, com matta* var-
eas afude, levada, cavouco e alicorea dos pila-
res terreno que pode dar de us engenho* qu,m
pretende-la comprar diri^-se i villa do Bonito a
tratar com a proprletaria D Maria Francisca do
Albuqnerqth
Vende-se
urna pequea casa em terren> proprio sita na
entrada d- Joao de BarYos n. 17 ; a tratar na rna
da Spledade n 4, das 6 s 8. horas da manha, ou
das 3 as 6 da larde.
Urna dita aa ra das yrophas n. 8 : a tratar
aa ra da Soledade n. 54, das 6 as 8 boras da
manha,. u das 3 s h da Urde.
Um, terreno com 148 palmos de frente e 110 de
fundo na ra do Principe : a tratar aa roa da
Soledad* n. 34, das 6 s 8 hars da manha, ou
das 3 as 6 da tarde.
-

vi


6
tftrte tofcnatobcoi r^. rB^ei feraoa>'4b>jAo*!d^llfi(B.
FUNDCAO DO BOWMAN
RUADO BRIH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS aeohores de engeobo e ontros agricnltores, e em pregado res de m
iftiaismo o favor de orna visita a sao eatabelecimentu, para vetea o dovo lorUmeniG
:ons !st> qoe ahi tem; seado tutfo operior em qoalidada e ortidio; o que con a tos
Ofc.'o pess a( pode-se verificar.
ESPECIAL ATTbNgO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDgAO
'(Tapones e rodas d'agaa E1'^SS.TSTS .
MaiciaCias dos aenhores proprielario e p./a descarriar algorlad.
&OHdLS dfl P&1H1R d* todS os laraanhos' asnieIbores qae aqoi
Rodas dentadas para animae8-agQae vapor-
Taifas de ferro fundido, batido e de cobre.
AUmbique e fundos de alambiques.
Mst^hiniamne para mandioca e algodao,! Podendo todos
luavaiuisuiu apara eerrarmadeira. f ser movidos a mao
Ratii'fts .. ipr asa TaPor
*V4***'* de patente, garantidas........ | ou animaos.
FOI'iJl AS lHRPhnl.R e pegas de qoe se costoma precisar.
tfaz qualquor concert de machiismo' aPreco h<>-
Fo^nas dfi f&rpo lema8me!fcore8ema>8bar,asex'8lentes q nw*
V i^-rnTiAn J'iQ Incumbe-se de mandar vir qaalquer machinsmo vod-
-. i..\j auuu7U 'O-Bi tade dos clientes, lembrando-lbee a vantagem de fazerem
itua compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qnalqner oecessidade pode
j;3s prestar aoxilio.
lrhdcs americanos e iQ8lramenl08 a8rico1-
R DO BRUM N. 52
fASSAl\0 O CHAFARIZ
"GRANDE REDUC&O
Attenco. Attencao.
Na loja de Soares Leite Irmaos, raado'Barodit
Victoria n.28.
".aixa de linha com 40 no vellos, a 500 rs. dem irlemlisa de cores, a SHW'ls.
i-iom de marca, a -200 rs. Resina de papel pautado, a 2jNtodJ-43flO0O
II u. lia le agua florida verdadeira a 1J?200 e GJ5000.
US
dem kahanga do Japo, a lg200.
fdem ditina, a 13P000 e 12U0.
.:.: 1 iiras para cutete, de todos
gustos, a20 rs.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
toa, a 351)00.
lozia de pec,as do cordo imperial, a
230 rs.
frasco com tnico oriental de Kemp, a
13 100.
! lem de oleo Oriza verdadeiro, a 15J0OO.
Dazia de baralhos francezes cauto doura:
h
dem idemlisn, a2600,S??5Oejb?0p0.
Caixa de papel amisad, boira durada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a COO rs.
dem idem dem, a 400 rs.
Caixa de euvelopes forrados, a 70 rs.
Lavas de pellica com tuque, a 500
res.
Duzia de talheres cabe b'rnco, <2 B., a
5?OC0
Mago de fita chneza, a 8ti~rs.
Extrrttts 'intflw'flros -CbHTBo.
Duzia de carros d'tiha" "2WJ jardas, a
700 rs.
HJdt i lem 60 jatthfc" a"8Wrs.
Fila de velludo du tudas as cores'e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes,
dem idem d pos chines, muito bom, a 800 rs.
! 19000. Chapeos para senhoras e meninas.
lo sabonetos de amodoa, a 2JJ500 Caixa de peanas Perry, a 800 rs.
, ..:. dem idem, a 400 rs.
i boa, a 13?, 19500 e 23POOOJ Caixa de euvelopes tarjados, a 500 rs
Leques para senhoras, a 29000, 49000 e
. :, le sabonetes de anjinho transparen- GJSOOO.
tos, a HMM.
I Imn idem com
a 39400.
lem boira lisa, a 29400.
,i .h-nula roxa i'xtra-fiaa, a 19000.
ilo baldes de OSSO para caiga, a
00 rs.
- modernos, a 39500.
j'\ de pos para denles, a 200 rs.
*Vlequ<*fom>s de nfdfcperela,.' hTar.ns
cffres e quoWlnzam laJ.ieo'MNIAO '*a> le*ras,4
lambera do maureaerofc *m alto rdevo, u>r- |
nando-se pi*7 fe aplopriados para noivas, a NO-
VAESPEHAiNQA ra limpie de Caxias n. 83
(artiga do Oueiortlo) c qu*tii oe tem. c|U| JJJ1 jj
Sao de tartaruga
Os brincos, ] btefe?, "meioi kdjregoa cruze'!
coragoes e calsoJetA, (pe esao expostafi a bo|
escolha das Exnlasf (aftfnes flde-se'
a 'Nwa EspoMapa, ruai Uuque de Caxias
av63,
Aos m minos
A Nova Etperanca raa Duque de Caxias n.
6*, acaba! de re*BeV onrlintlr' sortimeirto de No-
necas de mullas qnalidades, vindo entre ella* as
engrapadas bonecas de borracha, assun imihrn>
urna pequea quantidade do bonecas pnslas que
se tornain apreciadas pela su> ttovifTd.
Ebemttttt
A Nova Esperanza ra Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
gao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-so inteiranicnte
feio, semiente por estar mal entallado : a Nova Es*
pe ranea a ra l'u que de Caxias n. 63, reniove
este rnal; porque est bem provida dos mejores
galoes e fran/as1 de toitas ais cores, onde" pode e*
colher-se vontadw sobrtsaMndo entre estas as
modernas franjas meeaieaa, que pela su variada-
de de cores, Qea bem em quasi (odas as laceadas.
A ella antes que se acbem.
Bolas de borracha
VendlM-sd de todo es tauanhos i ra Duque
de Caxias n. 63, na Nota speranca.
Cabellos breos s tein qtiem
quer
A Fo'v Espranfa i rfa Duque de Caxias-.
63, acatia de rocebtr awardadeim tinlura de Des-
noos.par tipgir as caballos, o qoe se eonsejrae
(empreeandoa) com muita facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos s letn qnem quer.
Fstdo na moda
Os clBturoes de conro, proprfos para senhoras,
que reoefteu a Nova Espuranga ra Duque de
Caxias d. 63, esto, siui, senhora, esto na moda !
Se queris ler ou preparar um ramalhete de
fiheiroso cravos brancos para o vosso casamento,
ou para mitro lm apropriado, necessario r
Nova Esperanga ra Duque de Caxias n. 63,
que alli encontrareis os memores porTs lauquis
que se pode desojar.
Agua florida, de Guelain,
parafazer os cabello pre-
tos.
A aguia branca, ra Dorpie de Caxias* n. 50,
acaba de receber nova reraessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado colhido por quem tem leito uso dessa
inoffensiva preparagao a tem aftameate cincritua-
do, e por isso apesas se faz leinbrar a quera no-
vamente della precise e queira se aprovuitar de
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo torido para o mesmo uso, o to acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do Duque di Caxias n.
50, receben novas e bonitas voltas e brincos As
grossos xljofares de cures, e como sempre conti-
nua a vende-las por prego commodo.
Novos diademas dourados e
5
llores, a 19500.
Duzia de coHariahos borJados para hu-
aai.ii,
8- 1)00.
kizia de pegas do trancas caracol branca,
400 rs.
1 [isas brancas,a 200 rs.
I ivros para notas, a 320.
Redes oiifcitadas com fitas, a 29400.
Duzia do cullarinhos lisos para homem, a
69000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudrav e (icll Frres, pro-
prias para presentes.
cas le cera de lo los os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
an um soa c'iixa, bonecas, de borracha e bolas do todos os tamanhos, candierus a gaz,
obiectos le porcellana, espelhos de todos os tamanhos cun moldura duurada e rusa,
! rame, nuildura e estampas para quadros etc., etc., emuitos qobjecLs ue se
toras longo mencionar.
TA COA h U i AO > P Joaquim Jos Goncalves
LAmU lliMAUoaLl BeUwo & F2
Teem para vender no seu escriplorio ra do
Commercio n. 5, o seguiute :
rn s-.'US afir.azcns ra do Amurim
n. 37 e caes du Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijcl encarnados .sextavos para ladrilto.
Can : de barro para esgoto.
Cimento Puland.
Cimento ydraulicc.
IfaoRiuas de de.-carogar algodo.
' Machinas de padari.
FiUis>.i da Ilussia em barril.
f^osph iros Se cera.
em garrafes.
evadiaha eoi garrafoe^.
lias em gairafoes.
Hliuin da aJmaica.
V'inho du Poit.) velho engarrafado.
vIqbo do 'orto siqierior, di o.
. i de ordeaux, dito.
Vinha Ue Scherry.
Vinho da Madeira.
n linguas e dobrad.is inglezas.
(.cuy linos sorlidos.
Cognac Gauthier l'reres.
Latas de toucinho inglez.
Banis cun repeino em salmoura
1.a e 2.a series.
Vendc-e nma assignatura das cadernetas do
miario Portugal de Fr. D. Vieira, j pagas a
i' o 2 series : raa Duque de Caxias n. 7J.
LaSj ultimo gosto
A P..-.1 Br.ou;a veiide las degostos muito boni-
to* a w"'' rdls o covfaT
s de qaadrs a 320 ri.s o
cov1l;do.
(Cegaram mnls las pelo baratissims prego de
m r.
Lindas chitas.
A Di-a Uranca em chitas de padrocs multo
d-'-licad est quci.iaadi.
AtoalhartO.
A 1! -.. Hpica tem o queha de melhnr e de
rlca da ennos.
.NoyaB ambraias pretas.
i- mais ricogostos em s
mostras de todas as
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
de laran a, idem idem,
[ ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, reccnlemente chegada.
; CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de aiariim e Osso.
FEIXES de ferro, para porta.
, FIO de algodao da Baha, d'fabrica do commea-
meudador Pedrozo.
I.INIIA de rorlz.
, OBRAS de pal: eta.
PANNO de algodao da Baha, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militio.
ROLI1AS proprias para botica.
SALSAPARBILHA do Para. .
VELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas do lt gar-
rafas.
dito Moscatel do Dooro, idem idem.
dito Setubal, caixas de re-i duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, em aacoretas.
de caj, caixas de 12 gar. alas.
Malvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
Carcavellos, idem idem.
SEGREDO ECONOMA E .CELERIDADE;
Obtem-se com o uso
MJECQO1 SHOST
nica, "hygienica, radical e infallivol na.cu
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos 3e
toda especie, receptes ou chrnicas; e que
oflerece como garanta de salutares resultados
Verdadeiro bjter heiperidiaa,
ditado : venda noarmarem de
C, ra do Amorim n. 37
;rior e acra-
;"sso Irmaoti &
A H iiaca -t
|,rcw* iE -<
fa:a?n.l.is, i'.azcndo penhor.__________________
Baraissirno.
Sp.itos de castor' p"rcto com saltos c sem sal-
ta-, purn I nniens e^enhifa, 'a iW)'*, f.izenda
lvva -mu naptaga da ldopea- por 2";0, uo barro, freguezu) di Alagada, lagar
dfrt^ia n. 22. da pn..i du Capitn : iralar aa mesma.
ti llat'to la Viettiria n. 21
DE
Carnwro Yiaima.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom si tmenlo de machinas para
costura, de tudos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
iso garantidas por um auno, e teudo mn
perfeito artista para ensinar as niosmas, em
analiiucr pare dcsta cidada, como bem as-
sim coitferta-las pelo tempo fomhcm d'um
eom podras.
A agnia branca, & rna do Duqtie de Caxkts n
50, recebeu novo sortnnento de- bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Oollecces de traslados ou
normas para escrever-se,
A aguja branca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas colleMes o normas para as criafi-
gaa aprenderem a eserever uor si mesnu, h/.jo uo
usadas tas antas e collPIts; e eoifl sBipre vefr-
de-as por proco coramndo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A leja d'apnia branca, ru n. 50, recebeu nova surmento daquellas tao pro-
curadas meias erua fiara seiWiora, vini>o igual-
meute.para meninas, e continua a vende-las por
preeos eomniodo*.
Veos on mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra doDiijue de Ca-
xias n. 50, reeebea booitoc< veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e ontras a imitagao de
croch, e yade as pelo9 baratos precos de 3J,
i e 61000. A fazeodav boa e est em perfeito
estado, ido qae contina a ter prompta extrae
gao .
Perreita ovidade.
Grampos com borboletas, bozouros e gafa-
nhoos dourados e coloridos.
A loja ikajjBi.ia braaca, ia do. Onojae d
Caxias n. 5(>, reeebea Itovos grampos comher-
boletas, bzottro* e gafniHiotos, o que de-eirlo
tlfeta novid de. A qnaatidade pepueaa e
so em torr se aeab.ir.
OVas gdUmkni-oraa'daGm
pelucia ou arminho
A loja 4>guia braba re a Dnene de Canias
;JbQ., receben nma pqnon qirantidade tiebni-
e novas golpnhas, trabalho. de la e seda, en-
Oeitadas CCwn^armiiihb, obras estas de muto gosto
^yUeifatoeafe nqvas.
Grramp's, brincos e rozetas
donra^os.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como.sempre conti-
na a.vendclos por pregos razoaveis
Caiitihas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Du-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu noto soHimento de luvas de
pellica, pretas e de outras ores.
BAZAR
NAGUUML
Ra da, Imperatria;n. 72

DE
Lourenco Perda Mesdes Guimares
Declara a seus freguaa^s 'saber: I il f
anuo sem despendi algum o comprador,
Neste estaBelecimento t mbenn ha pertengas-
para os mesmas machinas e sosuppre qual-
quer pega que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalbatn com toda a porfeicio do
umedous posponos, frau/e a borda toda
qoalquer costura pwr lina que siga, scus'1 BS'a
CHITAS A 160 E 200 RS. O COVADO.
Yende-sc chitas fraacezas largas com to~
i que de avaria, a 160 e900 o eoatfo.' Di-
tas limpes a 240, 20 e 320 rs. o covada.
CASSAS1 FRANCEZAS A 320 RS,
Veade-sc cassas fraacezas a 820 o 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 200 118.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidol,
a 200, 360, 400 o 800 rs. o avade.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400,500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS 119600.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a
19600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
Golxas de cares a 19200, 2#50Oe 49500.
CHALES DE LA A 8*0 US.
Vende-se chales de 13 de quadros a 900
rs. e 19906.
Ditos do meria a 29, 3??, 49 e 59000.
CAMBRA IA BRANCA A 39000.
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
; prenles e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonete pretos de seda para ho-
Chapusdo puiba, pello e
presos sao da seguate qualidade : j.ira tra-
baltar a mo de 30000, 40900:=. 459000
e 509000, para trabaihar cun o sao de
809000, 909000, 1009000, !ll)?()00,
1209000, 1309000, lSrOOO,2009000 e
2509O00, cmquauto cus autores no ha al-
teraran de pregos. ees compradoresyodarao
visitar este estabelecimanto, que n>atto de-
veru gostar pela variedade de objei'.os que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras pkra salas, ditas de ialango, ditas- para
crianza (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nqmissimas, para ser.hora. dospensaveis
para criaticas, do todas us-qualidades, camas
de ferro para homem e crangas, capachos,
espelbos dourados para sala, grandes e pe-
quehos> apparelhos de metal para cha, fa-
queiros-coin cabo do metal e de marfira,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas- de
ararne, tampas para cobrir pratos, eateiras
para forrar salns, lavatorios completos^ditos
simples, objectos para toilette, e uutros mui-
tos artigos que muito dcvsm agradar a todos
que visitaren! este grande estabelecimento
que se acha aSerfo Je-de as G horas da ma-
dB K as-<) hoHas df itetitoi
Ra do Bai'ao da Victoria n.
22.
massa, a 29, 2950o, 39000 e 4Q0O0.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pegas de madapolao enfestado a
39000. Ditos ingtezes para es- presos de
49r 49500, 59, 69000 e "9000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodao, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANEEA 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura- para lengol, a-19600, 29 e 29500 o
metro.
GRASDE LIQUIDAgODE SABONETES- 280 RS.
Vende-se urna grande porcao de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos franceses cmi
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
PEHiN.HAS
tuiiertas de i-iiita adamascada i 3i>0O.
Lunches de oiauantu a irv-
Ditos de .iI:.m!hi de das larguras a I *HH).
Cobertores de la escuros a is.
Coiriins aitnawadas a */.
losillas alcochoadas a 6 a duzia.
!fa rna do Cre po n. 2", loja de GuSherme &
Cempanhia.
Grosdenaples
Crosdena|)ie p cto a 1^800 o covado.
Dito [neto de cordao&2'2<0 e 2|t00.
So na ruado Crespo n> 20, loja de Guilherme &
toinpanhia.
Cretone
(.retoe-, lindos padrn*, a 440 rs. o- covado.
i\a ra. do Crespo n. 20, loja de 6uilhcrme
Compaalkia.
Sem igual
RA DO CREsPO N. 20.
Arabou de recebsr um sortimeato de cambreaci
da cris o que lia Je mais navidade e vende-se p
WOjrs. o covado. a loja do Guilfcorme 4 C.
JhA9nka mi ron ii a 'i JO e
1tt# nt. covnd
20.-- Ra do Crespn.20.
UMhhaj ccaaVas, padfoes toteiramcnle novos,
pelo itlmhroto prego fi 2Sft rs. o covado.
Ditas de' quadros miudinhaa a SM'ra. -) covado.
1" pechinoha, v ao-se amurras na loja
de
Ml.
;'
a continuada applicago que sempre com .
maior vantagem se lem reilo dalla nos hos-
pitaes de Pars.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 34.
rSjWrillilia
Muito barato
vndese uraa'.anna?ao o, gneros de molhadosj
H ... mm. i ti. r \... j, i i. As micas t^rdadeiras Macfcna magaeti
has hainmrguezas qoe .vam'a'e-te Mercal: | Adiase venda e/n-casa de Sh?w,
chas iiamrturguezas qoe vam a e
o ra d i VI irjioz de uliodi n. 51.
'iarnoBom Jeausn. i
ica.
.Havrkes A
rwrrn 1 i 1 11 11 III
Chitas fjt* cei.i pefneW fHeUo a0 e 240 :
na ra do Crespo n. 20, loja de Gunhorme &C.
Mdapoluo e algodao ava-
riados.
Madapojoes. e algodoes avariados do differentes
pregos e q^lidades: na ra do Crespo n. 20, loja
de Guilherme & C.
S vendo-se
Alpacas de listras mallo finas e lindos padr5es
a 500 rs. o covado ; na ra do -Crespo n. 20, laD
Guilherme 4 C. p
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applfcado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 84.
CORTES hl BRIH"DE CORES A 1*500.
Vendaje cortas dtrbrirn' da cores farn
calca, a 19500 e 2*000.
10ftlttS-Jk39eB.
Vend^-ia MiaaiparlifarAoras, a 3#00 t
39500, a ellas.ajUes que se acabem. M
ROLI'A MITA lUCIOJiAt.
Vcnde-w (afats^s |:uncs, lf580(,2?.
29500, ;WW0 v 490041.
Caigas do Quemaras da coro, a 59, 69 e
79000. >
Coletos de caseaira,. 2|, 29500, 39 e
4)5000.
l'dlirs *e csemira, a 19, 69 e 89000.
Seroulas le 1960O.
BRIM DECORES A 4iO R.
Vende-se brim de todas as cores 440
rs. 0 c vado.
LENTOS BRAN4)06 A 19000 A DUZIA.
Vendo-se i #uzia do lengns brancos, a
29000. Ditos com barras de cores a 39000
Ditos de linbo a 59*00.
TOALHAS- A 800 RA.
Vonde-se toalbas pava rosto, a 80(r rs. t
19000.
6RAVATAS DE SEDA PRETA A 500 RS.
Vende-se graratas cta seda prete> a 500
r. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se dila pasa coierta, a 280 e 320
rs, o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes para meninos, a 1,9500.
ESFART1LII0S PARA SENHORA A 39500.
Vende se espartilbos aara senbora,
39500.
TENTES A 320 RS.
Vende-se pentesde alisar, a 240, 320 e
400 p.
PO'S Di ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de atroz era caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 2i0 RS.
Vend8-se espelbos de diversos tamanhos,
a240 e 320 rs.
TES0URA9 A 320 RS.
Vende-se' tesouras do diversos tamanhos.
a 320 e-500 rs., para liquidar, e outros
mutos-artigos que se vende barato para li-
quidago de facturas.
IO EXl>
XAEOPE

tj Xi
PTIMO REMEDIO i'ONTRA
fl
MOLESTIAS de PEITO P1ITYSICAS
ensaiado e appjovado nos bospMaw de Lis!*oa,
legabiiente auctorisado pelo Cousullio de Sado Publica,
auctorisaco que se acha reconhecida pelo
Cnsul geral do Imperio do Brazil.
NICO DEPOSITO EN i'KKYlMBL'rO
aUBITH01.SIEl & /
lina lsn->-fi do 11oz;in-io
VERDADEIRAS
PILMAS de BLANCARD \
COftl I0DURET0 DE FERRO IH1LTERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do uno e do ferro, ellas convem especialmente aa Arrac-
S'Sks escrofulosas, a Tsica no principio, a fraqmza de temperamento e tambem nos caaos
e Falta di cor, amekorriiea, em que necessario reacir sobre o sa.icue seja para Iba
restituir a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocar e regular o seu curso peri-
dico.
.V. B. O lodiireto de ferro Impuro ou ltrriilo i um medicamento infiel, ^y
Irritante. Como prora de pureza authentlcidatle dai rcrdadelraa S)f
PIlHlaa le llaneinl, deve-se exigir romo sell rie pra( rre-^^/7V2^7
Uva e aMta Orma, aqu reproduzitla, que se ada na parte Inferior
de um r*4alo verde. Deve-se desconfiar das fjlsificagoes.
AehAo-ne eaa todas aa pliurmarlaa fluir,naceut,cu, ra Bonaparle, 40, Parir.
nico depasito, a onde se acha nvenda na casa do P. Maurer & C.
Ra do baro da V


DK
Diversas fazendas.
71 RA PUgfjBlta CAXIAS 71."
Pepas de alodiolfjo eficorpado a 2500, dilas
de madapolao camiseiro a 4|. largo a 4*500,
SJ5, 53500 e O, dito francoz a 6.'00, chitas lina*
e fixas escuras, clara?, rxas e vardes a 210 rs. o
covado, colchas adao),ascadaLa: If, damasco de
algodao com duas larguras a~i200 o covado, dito
de la fino x35CO, chales de merino liso Uno a
2|, ditos astampados a :t50t) e 4|, toalhas fel-
pudas a 84 e fl a duzia, lencos de cambria bran-
ca' f|2Q0 a dnn.i.dins d> c&t pequeos a 800
rs.. ditos grandes, a l0, Cambraia branca fina a
MBOfc 4,#,'4500, Si 'ff'a pea, dita bordadla
*# e S/Wla d c6r a ?W rs, o covado, 15 Hsa
verde a40 rs. o rotado, dija fina dp ttersas a
rtfas' a 320 e 400 rs., luas de fio da Escocia *-
Samuel Power Johns-
ton & G.
l^iilua do Apollo ii. 33 e 40
^fc; Kazetti sciente aos seus freguezt.- qua teem
^^ mudado o seu deposito de machinas a va-
^^-? t-r, merndss e laxas da muito acreditada
' fabriea :ie LowMoor para rna do Apollo d.
38 e 40, onde continuam a ter o roesmo sor-
Ul"'Ul0 dO CSllltlit.
Vazeta scttnte tambem qce tsn feito nm
arranjo com a fundigo geral, pelo 'ue po-
dem offrecer para asseniar qualqner
machinismo e mesmo garant lo.
de seda com toque de mofo a 800 e 1000 o cova-
do, para acabar : na ra do Queimado n. 43,
dao-sa amostras.
Venderse um boi manso e feftrj no servico, e
una carroca em botn estado : qdem pretender'
diriia-se ra do Viscondede Goyanna, mitiga ra '
do Mondego, n. 72, taverna.
i t
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende flnissiqas cassas francezas do
cores com os mais delicados padres, por teem
um pecpieQO toque de avaria de agua doce, pele
barato preco' do doze vintens o covado. pecfcn-
()s proprietanos da funt{ao g*ral (a-em
soltles aos suuliort de i'8gcii-.j e ii,us
pasaMSa une tc-.-.i esubekoiU9 ama as ..-
cao do ferro e brouze a ra 9o Brum, jun-
to a e.tago dos benrts, onda apronti.raj
qnalqnar obra, da encompiefida' con ptri-
<;;'o e prouiLiidao.
Os iiiii-iiius rogam as {idsaoas que ;,aoi-,
rain atiUsai se de sea* servias d doaa-
reui as uLiccjiuieodcu em naa l4s.8rv Sa-
muel Power John-.ii.il & C *nu 4o AfiAl-
lo n. 38 e 40, ondeJae,hirdO pessoa tobili-
tada com qnem twaibisnder s.
Aoparelho para fabricar aasucar, WESTO.N CKKTItEPGAL
nicos agentes em Pornanibuno a fuodi^ao gerai.
Para tratar eta'Hea escriptorlo a rna do Apollo n. 38 a 40.
FAZENDAS DE GOSTO
cha
. .-O rs. o par, eftea de trim de nlw'tfraiico e do
cora 2OO, ditas daiintfa oasemira a ts, din.s de
asemira tea a 5, aldacas dfl-'eotes' iwraitas
480 rs. 9 cavado.
na leja do Pavao, ra da Imperatrix n
_..--------------:------'..-----,____L
Coia da Bcihia.
Lindos cortes de cassa de ores cojn barra' 'os wint^wnlGs ebtthM e -ftgorifir.s alOOO.
Superiores sultanas Usas Distante karga* ecom barra pijafanir as cbs, feead* mo-
derna ti W0O0 o metro.
Vedde-se na na da Zmi, arnmrem a. 16, mag- i I*k loja das Coluomas, de Antonio Correia de Vasconcellos, a^fua PfirCsjiro da Jar p fica colada Dahia, ot poroDese aretalho. tlga do Crespo n. 13.



T
Diatiyfle Pe^dtofcbofeoi-WA&JUfo 29.&i\Mqfi&&VBkii\
*
'


7
UNfGQS MENTES
A
lina do Bardo da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundol
Na exposcao de Paris, era 1867, foi concedido
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
do da Legifio de Honra, por serem as. machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditara
estas machinas.
A 90000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu tiesta cidade ra da Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pemambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tra de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela pcrfeic,o de seu trabalho,
rnpregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade delinhaque qualquer outra,
e pela introduccSo dos mais aperfec/)ados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
erecer ao came publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prava incontestavel, a
'ircumstancia de nunca tercm apparecido no mercado machinas d Howe era segun-
da mo.
Segunda.Gjntem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor ncc.ao entre as diversas peas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os os, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo era casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem raodilicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
tina.
Stima.0 compressr levantado cora a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitaya.Muitas companhjas de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi dcsconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir: entretanto a companhia das machinas (Je Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje ne altendc a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com nstrueces em portuguez.
A 9(W)00 A 90^000
SO ARES LEITE, MOS
A'
do Baro da Victoria n. 28.
BAZAE DA RA DIREITA
HOJE
mas
m. m.
E&e estabelecimcnto soinpre solicito em offerecer a concurrencia do respeiavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
[rogos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pria cncommeuda da Europa e America, vem dar publtcidade dealguns artigos por cujos
procos bem se pode avaharos preros de outros mtiitus que se tornara enfadouho pu-
blicar.
MIUDEZAS. | MIUDEZAS.
1.a para bordar, da melhor qualidade, 1, Brincos dito de dito por 2#500.
NOVA L0JA DE J0IAS
N. 2 ARa do CabugW. 2 A
DE
BlItRO a I II.HO
Achando-ae completamente reformado este estabclqcimento, e
tondo os seus propietarios feito urna importante aoquRig^o de
joias as mais modernas viadas ao morcado, e de qualidsdes superio-
res, convidara ao respeitave! publico a fazer urna visita ao $eu/es-
tabclecimento, aim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
proco razoavel.
w wr* w *&& wf^ w %
\i inmem (!e .Ioijhiii Loje.s Miado ai
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de foroa de 5 a 4 i'avallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamairoos.
^aquetas para cobertos ae carros.
Solas de lustro para guarda lama.
fontas de lanca para carro.
Chicotes para carro.
faldcs largo e estreito para carro.
rregos com cadera de marfim, idem.
1 Na padaria llama dVMaternns (.encarnada
Beatauraeto .Uk tem para vender o seguinte :
fW^W de WatljaUe.
Kryilhas feu-w i&ietfa.
W Ditas amarillas ditas.
Lentnas.
Feijo bianco grande.
Sevadinha.
Sag lino.
Ame i xa s seecas.
Camas ditas.
Mames ditas.
Biscqutos hamburguezes.
Pal amoniaco para Os padeiros. _______

DROGARA ho.ukopathica
DA
Viuvado Dr. Sabino O. Lud-
gero Pinho.
13 Ruado limito la Victoria 48
Contina esla antiga rasa a ter sempre venda
os melliores medicamentos homeopticos em tilo-
bulos e Unturas, tanto em carteiras como em cai-
cas, de diversos lmannos, pelos seguintes oreos
fixos :
Km glbulos Em tinturas
i earleirn nu caixade 12
medicamentos 10 I2
i dita dita de i\ ditos i:5 t\i
I dita dita de 30 ditos 20 28*
i dita dita de 3K ditos 24 ii
1 diia diia de 48 ditos 30 40J
1 dita dita de 60 .utos :i'i 5o*
I dita di'a de 120 ditos 30 80*
Tubos avulos de qaal
quer medicamniu 500 rs. e ^6
Vidros avulsos Mam liOOO e i
Opodeldoc de Itlius, de Bryoni e para rlieu-
matismo.
Thesouro liiiicopatli mcum to IIoiueoitHtlut, pelo Dr. Sa-
bino O. L l'inho, 3" edicao accrescentada e me-
lliorada.
I'ciftieuu ':;i.i liomroputiitoo, conten-
do as indica/>es nenssflaa iftra o einprego
daa principales i- nedios hprooopatljicos .
Deseripcao c trata tiento (las febres
cxontliem:ticas (bexiga, sarampos, es-
carlatina), acompaimadu de um artigo sobre
eryipela, etc
Descripeo, li*^i da fcbj'tt aaiarella.
GR4NDE DESCOSERA
Composto do manac anti-rlieumatico e depurativo
l'KLO
E' preparado estexarope de manac e mais algumas plantas indgenas do Amazonas,
nao contera preparado alguin mercurial. Cura com rapidez rhcuniatisrao, dores nos
ossos, erupcocs syphiliticas e da: trosas, escrfula e todas as molestias que dependerein
desses virus. A sua composicAo foi approvada pela junta central Je hjgiene pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicago para a forma de usar. Prego de cada
urna 39000.
Inico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria n. 3i, chapellaria de
Monteirodr Silva.
_ Veie-sc na iof* da ra Duque do Caxias n.
18, sesceuU e quntro laboas de amarello, por
muio barata jyecu.
4 Proditoria.
Novidade.
-bia por 5ffo00.
Botdes de setim pretos e de cores, a 800
glhas fmicezas, fundo durado, a cai- rs- e HjWA a duzia.
ni)ha com \ papis a 60 rs., 240 -?. i Franjas brancas de seda de todas as lar-
> ollas do lila de veMetfu u>m lindos co- 8ura.s i^OQQ e UJiOO o metro.
es lingindo maareperola, a 500 rs. 'Ditas d cores e pretasa 800 rs. c 1?>000 o
Has para o pesclo, fingindo camafeu, raetro
cortpanhadas com 1 par do brincos seme-
jarte, ludo por 25500.
L nha branca de 200 jardas em carriteis,
protria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Hito de dita de Alexandre, numeragao a
")stci do freguez, a 5100 a duzia.
Diademas dourados de 19500 a 39000.
Di os de tartaruga com flores a 2?000.
!> os com borboletas a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Dios de plaqut Oiios dourados, duzia de pares, a 19500'3$ e 49000.
Galdes pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o raetro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
4J5500 o par.
Ditas ditas de dura que, gaspeadas, canno
alte, a 59000.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas o de cores, a
t 29(00.
V'o tas de aljofares com brincos, a 29500.
Ditas do ditos ora corages a !9000.
* Ditis de ditos de contas com cassoletas, a
800 IB.
Ro etas de plaqut a 19 e 19500 o par.
Grvalas de seda para senhoras de 19200
a 29000.
5'ar.iires com 2 lagos para cabeca e peito
s 39 c 49000.
meios e babadinhos bordados de 360
i00 a pega.
de seda brincos e de cores, de
a 29500 a pega,
do algodo e seda, je 19 a 19400
Knt
Ti. 4
bal
50
Di
ap
Di
Tra
de algodo, a 100 e 500 rs. a pega,
icmhas de cores, a 100 e 500 rs*. a

Ditos
Moraes
Completo sortimento de calgado de case-
mira, Charlt, tapete e tranga, mais barato
10 /o d que em outra qualquer parte.
CHAPFXW.
Ricos chapeos de palha dltalia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para-
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol de seda,, inglezes, cabo de
marfim a 1690O0.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000. '
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda; a 650 o vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
o 29000 cada um.
Ditos para sof, a 39 c 49000.
Toalhas de linho para rosto, a 15300 cada
urna.
Ditas de a'golo alcoxeados, a 640 rsf.
Colxas de crochet para cama de casa], a.
69000^____________________________'
No escriptorio da ra do Commercio n.'i32, de{i Jo3o Jos de Carvamo
vende-se-o Seguinte :
Cajf do Rio do Janeiro.
Cimento, de Porikm.:.
Paihinha preparad;!.
Cera em velas.
Oleo deliiihag^,
Couro de lastre.
Bezo rr os.
Chumbo de munigio.
Gomma-laca, superior qualidad
Cadeiras hamburguezas. N
Ditas de balance.
Wtas'para criangas.
pega
Lequos de marfim a 59 e 89000
Q'tti de saudalo a 49500.
Dito* do madeira imitando, a 29000.
Ditos de papcllus a 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500.e 49.
Adenegos fingindo coral, oottpondo-se de
alftaetej e brincos por 29000.
Dito i dito pretos por 29500.
e bciuo9, seudo de uiuifo gosto, poj 5900.
d plaqut, compqodo-se dealfinete
A Predilecta, ra do Catas i n. 1 A, acaba
do re eber pelo ultkno paqueW chegado da Bu-
ropa, nui bollo sorliriieulit de corpinhos de cam-
noempenini de'bcm servir aos seus freguezes e braia bordados para senhora e meninas, golli-
ao publico in geral tem procurado prover-se do nbas e punlios tambeni tordados e de phantazia,
que ha do melhor e da ultima moda nos merca- saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
dos de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
tos de que os seus anigos se rao bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a eimu
inorar alguus U'eHlre elles, corno sejain :
ALUU.vS, as uiais ricos que le viuda a este
mercado, coja capas de madroperola,
tartaruga, ourfim, vcUudo e chagrn.
ADERECOS pretos e voJlas proprias para luto ;
assim cono, mn bon>to sortimento de
ditos de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
ras, bonitas calcinhas de diversos tipadinhos
e transparentes para mcnina-s que udo vende
por barato proco.
-lriiiazem do imio
i
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Uomiugues do Caxmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazem
na da Madre de Dcus n. 10 A, se acha um com-
BOTOFS nnri inmhn o uno so ntlr it.>soiir do '. ua "'"" c uu L,LUS '' ,u > ** acl,a uul com'
BU,Ut .''i. i m nbH ttrtSi nia*S! $el sortimento ^ '">em '"*<>* <* patente I",
Xn <-'",Pr"^Jartan,ga' n,adre-(.- e 3." sones,dosmclhorefi.ialwiran.es da !?aoa,
parola, marlini e sso.
B0I.CAS de velludo, seda, pala e chagrn,
ha do mais moderno e i ndas.
BICOS de seda e de algodo, tanto branco como
preto, do variados desenlio*
CASSOLETAS pretas lo metal e de madrepe-
rola.
CAIXJ.VHAS para eostura, muito ricas e de di-
versos fon* < tos, com msica e sera
ella.
COQUES a imitacao, o que pode liaver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimento
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que soja.
PORT-BOUQUET de madreperela, marm e oseo,
este um objecto indispensavcl as se-
nhoras do bom tom, afim do aspirar
o aroma das (loros sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
ren! as delicadas maos.
PESTES de tartaruga, do marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar Dichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico qne a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociodade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rimel, que Incum-
bido da escollia dos aromas mais bem
aceitos pela sociodade elegante da"
Europa, c por tanto, achaJiWte* ca,
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mensidade de artigos, afim de nao mas-
sar aos leitores e se pede, a ke.no>-
lencia 4o respeitavej publico m di-
rigir-fe na do i abugi n. I 4> pa-
ra convBcer-se and p comprar t
...a.. Qe 'bom e barate, asstm como: baptisaflos,'manas Brsrkirs,'metas de ores pa-
bACHAS ncas e modernasde teqnim e gurgario ir homem e menBoe;hsaM-d3.oabe io mar
se la
IMExN8VETT0S. Ricos vestimentas para meamos,
por baratssimo preco.
FLORES. A Preteta prima tn conservar nm^nirtotW J?af^>
bella sortimento -de dores ao alcance Setim maoO'de cores,
de qualquer feol^a anda que' o ei- Saias bondfldaa-pwa sonbiaa
" plecta de dinbe^ro.
teja bem repl
FITAS. ja bem sabido dopbikSTque s na rfioa.r
PredHdc eue pod*m eheontrar nm Tl

abia,
e bem assim a flor de todos. QS funu>s de corda
em rolos, pacotes, latas gramiles e jiequenasj tam-
bem dos mui. acreditados fabricantes Torres &
Araujo, Lizaur, Adolpho Sehindt 4 C, Lizur
Scncnidt & C, X'eigas i Araujo,, Tradadc 4 Ave-
lar, Teijteira Pinto 4 Portelja. (garantida pelos
mesnios! e de outras ainde nao cooliecidos pelo
publico desia capital. aiiouneiantc declara que
todo fumo qu ror vendido em sua casa ser pelo
seo justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que pooco enteniom da materia ;
pois para bem servir a todos,..tem o annunoiante
* ionga pratica de 15 anpos deste commcrcio.
10JA DA PASSO
Rqa Priraeiro de Mar^o
n. 7 A,
oufer4ora do Crespo.
>s nroprietarios actuarmente deste Importante
blecimerrto, teqdo precediilo a urna completa
irma om precitado etabeleuttiiiu, e>conseios
de ser elle uui,dos mais bera spflfflos principal-
ijientc em rpgo de moda e alta j)ovirlade, pedem
ao respetavel public e em panrcoiar abs seos
numerosos fregu* s a -bondad* de-eontinuarem a
depositar em sua con flanea, garantindo serem bem
servidos e por procos nfiniamento baratos. Ve-
plora potH todos unprar novas e lindas fazen-
4% d cujas damos .um pequeo resuinopara
que vista defle possam apreciar.
Velludo preto, slirri maco preto e branca, gor-
gorito de seda, grosdenapl preto e de lindas co-
jr^,:Ja.cot>lhsJi"Jai dd,s^cja, cambvaia piaripoza,
Oin^ok de lindosnadroes, carnizas bordadas paro
'hpmen), vestuanijy para cnancjis, chapeos para
Cidade da Escada.
D'ora em diante vender-si-lia carne verde dia-
riamente no acoupuc publico a 120 rs. a libra.
- Vende-sc Unas moradas de casa em Casan-
ga, situadas na eslr da eates da povoacSo, sendo
untado podra acal aiula eineaixo, e a immodia-
ta de tuipa com terr;.i;o na frente, d.i coborta sus-
tentada por columnas : tiuem pretender dirija se
ra Imperial n. 83.
E' para noivos.
Que tem na ra do Rom Jess (nulr'ora Cruz)
n. 15, berlindas. calessa?, meias calccas e victo-
rias, com um o dons bolieiros, e prelhas com
arreos de metal principe, tudo ^reparado com
luxo e clegani-ia, e por procos muito commodos.
Os mesmos rehirdlns terrn tambom para baptiza-
dos, visitas e actos na academia. Assim como na
mesma casa ha caleeas ainda nao servidas, que
se vendern por cntsmodo ^reco, preparadas com
luxo, para uso particular.
: SHEMYKJNA
(VINHO BE QUINylNA HYG1ENICO
PRF.PAP SIM1 cnji i.v. mi i.ii'i.i. > riiillUS DE IIES-
PAM1A DA FIRMA
CALVfilRACA.G. C..DESEVILH4
iqkksckdm da sha mackstabb a ma1.mia
d'hbspaniia.
roa
THOMMERET GLIS
l'hariuaccutico
EX-INTERNO DOS HOSPITAES DE PAIIIS
O SIIEURY-KINA o vtnhode Quinquina
que hoje preferem a MAion parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicado nisto
que olferece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que muitas vezes se sacrifican as qualida-
DES TAO ESSENCIAES QUER DO Vl.MIO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da especclacao (Ver Gua das Aguas
Mincraes. Do Dr. CO.N'STANTLN JAMES,
7.a edicto.
NICO DEPOSITO
PHARMACIA Si DROGARA
DE
BRTIIOLOME & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
No anuazeu} de WiNoii l'.owe & C, vende-
so :
Os
esta'
r forma
C ites-de ve$#o^, ftripeos bor^ulos paa
Herino pret^ e de cores.
Capeles e mamas pera oiwa.
kof tRe8.d^,8d> decires,
lara baptisados.
que podra eheontrar um
grande sortimento de (Mas de setim,
tfet, vaUudflj nho e4e,atgodio, por
tomniodoprecp,. f fistars'pa
GRAflPOS de" tartaruga, a imjtacao destes-, pre- Chapeos para bapUsados.
tos e e cores, p que s^ pode desejt*.1 i CsJxsW^Ha' pVtra'Mva.
de mais moderno ebotjita ; Ditas de li.: ''"
oarabwia de n^o para
a
V
lARROSde poreqlana b de vidrp mdilo bontos }-} tulla > it>i;

i deates kvtWB un capas de
-ola, iwunjivnwrtp, ^ I %&#
0 verdadero p.jino de algodo azul americano.
Excellentefio de vela.
CogHtic' de primeira qualidad.
Via o de BrrdaMX.
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovaco do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Yloor. do Cabello urna preparacio ao
mesmo terapo agradavel, saudavel e efficaz para
conserva* o cabello. Por meio do seu uso o
.cabello ruco, grisalho, e enflaquecido, dentro de
po\tco teppo jevylve cor que lhe natural e
primitiva, e adijuirc o brilno e a fresetra "do
cabello dajuventude; o cabello ralo se toril
' dnao e a aalvicie uiuitas vezee, posto que nlb
em todos t OMos neutralixada.
irlo %e> nada que pode reformar o cabello
depoiB dee follkulos estarem destruidos, e as
glandee cao^dt|B e idas, mais se anda restarenj
alguroa peden ser salvadas e utilizadas pela
applicacip do Vigor. Libre de essas substancias
deleteriaa que tornam muitas preparacoes de este
genero tam nociyas e destructivas ao cabello, o
Yujor rnenle lhe e beneficia!. Em vez de (
eu^ir o celbeUo'-'c o fazer pegajeeo, o conserva
! liflapo efbrte, effll)elliande Ojimpedrado, tpieda
e o tproojr-se tvqo, e por cansequint ppeyne a
calvicie.
melrc flb Marco, anti- calvicie.
' Vi "( Pa ueo d* toilette nao ba nada mam_a. dese-
marfim e de sso, os mais moderai
por barato .preco.
UIVAS de peJlica, da seda e de alodap. Dar -,Ve>dp-s a armajab e mais bemfeitorlas da
hornera'e seniora Ioa'da rurf-do Rangal n. t : a trattr a mesma.
LrVFOSpara missa f Prediiecta?apreenta es-, P pn>Pr">- P* qpatyier onegoc 1 > :
tJ^a para,\eider.
Ma da rta Vida] de Ne
da^novoe.qooi a^ilejos:
ve; ufe coatendo oleo nem tnjip, no pode
a^anchai ramo o mais divo lenco de cambrai;
perdur no oabello, lhe, d um \*tr luxu^ioo,
e uui perfume muito agradavel.
Para refirmar a cor da barba, neceesario
mais terapo. de que com o cabello, perem se pode
appresBax o effeito, envolvendo a barba de nbite
cWn umhnc* molhado no Vigor.
rMBPABASO POB
Dr. J. C. AYER & CA LoweU, MftMn,
Estado Unidos,
CAtmifM rrmtfte%$ JLnfti/HcMi
wat*!* mx roto
U4-
DRTlIQfW
AUwri
MEftM.IK-A
frSpdrado por
1 l.afiman Kr-md
ra tlii si eae''
da a qualidade
de doencas, quer
soja na fraraant,
pito ou bofes
Expfessaniabte
ftscolhidodosme- .
lhorcsfiga'Uisdos
quat-s se oxtrahe
o oleo no banco
da Torra Nova
purtioadofhimi-
ralmpnte, o suas
valuavoispropri-
ed*Ies cnusorva-
das com todo o
cuidado, omtodo
o frasco se garan-
te j. o rfoit a me ri-
te puro.
fsto -ilon tem
sido subme'tido
i uin exame mui-
to SrVTn, pelo
chimici) de mais
taloiito, dd go-
vernii hfspanhol
em Cuba o foi
pronunciado por
elle a conter
Mvion roiiao d*iimha
lo que outro qualquer oleo, que elle tom
examinado
I0DIN0 R UMI'O!)KHSA"..\!)015.
Km todo o uleo de ligado de haerhao, e na-
qiielle no qual cofttm a mainr |ionan lesta
invaluavel propriedade, o nico nreio para
curar tudas as dioneas de '
r.AltGANTA, I'KITO, BOIKS, PISADO,
Phtysica, bronchistes, astlima, catlMirtio,
tosse, resfri-i'nentos, etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
magro que soja, clarea a vista, e da" vigor
a todo o corpo. Nenlium outro artigo co-
Qhecjdo na medicina ou sciencia, d tanto
nutimenlo aosyslema c ncoinmo lando quasi
nada o estomago.
As pessoas ruja organisaeno tetn sido des-
truida pelas affecoOes das
KSCROITII.AS OU RHraMATISMO
e todas aquellas, cuja digestid se ada com-
pletamente desarraigada, devem turnar
0 0LE0 DE PICADO DE HM'MII)
I.\NMAN d KKV1P
Se que desejam ver-se livrcs eiseutasde
enfermiclades.
Acha-se renda em todas as boticas e
drogaras. II. ForsIercvC, agentes.
0 INEXTliNGLVhL
PERFUME
A caire a^ua -I siSi
-h:
MUitn.iv t L.i^; v..
lima pura ditillai;ao das n ras flo-
res dos trpicos. Contin, |:< a.v.im .li
zer, quasi o odor odorfero trapico da America, esua fra..' i.i,i quasi
inexhausta ainda incsino jku cuntinpada
evaporacao e dilluso. N't.-l resp.-ito
incomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de mida para :
DESMAI0S, ATAQUES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBIUDADE E
HYSTERICOS.
E um corto eligeiro allivio. C.im o bom
ton, tem conservado sua ioEuencia para
cima de viute e cinco anuos stjbro UiJo* os
perfumes, as Indias Ocnid atoes, Cuba,
Sleji., America Central, c do Sul c nos
cnai toda a confianza o reiuibiiu-.. amos
como um artigo, pelo sea afuma niuito de-
licado, riqueza de odor e permaiiomia, Q&O
podo ser igualado. Tainbem faz v i aover
da pello:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADUR.\S DO SOL,
SARDAS E B0RBI I.IIAS.
Sendo reduzida com agua, se tonta urna
escolente mistura para banliar a pelle,
.lando um arosea^o e cor clara a cninplei-
yo nublada, sendo applicadu depois de
barbear, evita a irritaQo que gei'uunte
occorre, assim como tambem gargantendo-
se, o ebeiro do cigarro desapparecc, f me-
Ibora a condigae dos dentts e gi tivaS.
Como ha muitas imitaces, 'as qnos ne
possuem nenhumas d'esras prupriidadeS,
de ve-so tomar Cuidado e conuir si o famoso perfume j cosmtico do snl da
America, cham da:
Af.1 HLRHI
DE
III lllt.ll ^JSA^llt^.
Se acha venda oin tdon IroguistasJ
perfumaras da moda.






KA ba mas fakellos
branfos.
TimimARif nroNEZA.
Se nicaapprovade ffelus academias de
sciencias, reconhecid) superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pa} ra da Cadeia do Retil, btije Mr-
quez de Olinda, n. 1, 1. odr; e em
todas as botioaa e casas de oabeJlei-
retro.
LzinK esc'oss)zas
IHtlma gosto a 280-tb.: so e Vt Ja ru.. du Quei-
-nade, n frente a pracinUf. < .
O 43 em iiqvoiitjaoi
Ba do JtrtM^lithH.
itos'pa*ios *iWl0r>.
Cambralai di cera a 8W rs.
Poupelinis da seda a 1*200-

BICHAS D HAMirURC
As mais recaotea'e meinres. .
Vertdem-senaphawnacin edroganede Bar-
rh#!omeu C, rea Ur^ripa^wo; **" **-
- ynd-se a itUUHb e fcfiiTi*i*eHriBs da
ia Krt d Rar* t* A uropna m*
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V
8

Diario de Pemambuoo ferc fWa 29 do Jiiiho de 1873.
&
)

ASSEMBIE4 6 JAL
SERADO.
DISCURSO PRONUNCIADO EM SESS.lO.
DE 11 DE JI'MIO
. 4 voto df grapas.
(Contiuuago)
Em que houv illuso Oas positivas o to
eflicazes providencias desta reforma ? Em
que e de que modo, merece sor elta-aponta-
da como exemplo dos maleficios do actual
ministerio no conceito do nobre senador?
Por ventura tom ella tr.izido ao paiz as con-
sequencias desastrosas que eram. tanto do
receiar, o que tanto prcoceupavim os ni-
mos, quando so tratou de emprehenda-la 1
Nao leve o ministerio actual a fortuna de
ver suas ideas adoptadas e traduzidas em
lei, bom aceitas no paiz, sem que nenimma
de taes cousequencias desastrosas appareces-
se f Por ventura esta grave questo, resol-
vida como foi, urna mera illuso, nenhufn
resultado pratico ter. Bao ser extincto
gr. lualini-nte o captiveiro sem abalo sucia
Por ventura a solugo que teve esta questo
constitue ii:u cl.'in"nto de mais que ton a
dilicil e at nefasta a actual rmuago do
paiz? E' esta lodoploravel, como o iniul-
cou o nobre senador, apontando a, como se
lo^c negocio intuitivo que disp-nsasse de-
monstrago? S. Esc. limitou-se mera
declamago, e s adduzio como argumento
ou esemplo da desastrada administrarlo, ac
tual, o caso ta reforma do elemento sor vil,
n dahi deduzio que o actual ministerio era
urn provisorio, que nem po lia ser substitui-
do, como se estivesse to comprometida,
to estragada a situago politiza que nao
era mais possivel que homens de boa von-
tade se compromettessem a ter activilade
le acgo na gerencia da causa publica II
Sr. presidente, que o ministerio seja um
provisorio, uto disso r.cnhuma novidade o
nobre senador; neste rgimen representa- j
tivo em tardada todo o ministerio uin pro-
vssorio, dura emquanto uin Ibe faltar apoio
e tiver a aura da opiniao, que alent Iho a
vida; provisorio ai el in quantum na re
gencia do estado, at que outrem mais se
recommende opinio para obtc-la.
Esta apreciado que fez o nobre senador,
lem em si verdadeira contraproducencia ;
S. Esc. alirava contra o ministerio, chaman-
do-o de provisorio, porque nao podia ser
substituido, e na venia le s aprei-.iou a nul-
lidade da opposigo que nfn.tem autono-
ma poltica que a habilite para substituido.
Se o ministerio insubstituivel, |>orque nao
ha quein o substitu, porque outrem nao
se recommendou que mais meroeesse da
opiniao, que- tivesse melhores condiges de
habilitagopara substitni-lo, visto como nes-
te mundo pratico, senhores, tu lo relativo,
lia sempre tal ou qual superiori.la le relati-
va, quer entre os termos mediocres, assim
como entre os mais excedentes- A aprecia-
gao do nobre senador muito significativa
B tem demonstra que a opposigo nao
tem capacidade, ou anda nao chegou
altura de poder substituir o actual minis-
terio.
E' bem de ver, Sr. presidente, que o no-
Ih senador, cabiado em taes contraprodu-
cencias, fallava sobrexcitado, na m in-ii-
rado polos conselhos da razio madura e es-
clarecida que sempre o guia, e que d
sua voz e voto tamnnha autoridade Resta
casa. S. Ese. esteva em verdade apaixon.i-
do, e o esteva Sr. presidente, porque senta-
se arrastado, fallava com sentimento que
nao era proprio seu.que lbc era empresta-
do pelo seu partido : a cauda arrastrara a
cabeca.
Por isso, entrando na parte principalmente
do seu discurso, sustentando verdadeira dou-
trina, a doutrina constitucional no tocante s
prerogativas ronstitucionaesdogoverno, cx-
primia-se por modo que realmente discrepa-
va algum tanlo do fundo de razo que abo
nava a opiniao de S. Esc. 0 nobre sonador
l'allou com acrimonia, tanto mais notavel.
peco licenga para observar, que de algum
modo falt prio, visto como, tratando de questo em
que de vespera como juiz ou com voto de
quasi juiz aconselhava a decisao, e sendo a
qucstSo em conformida le decidida, nao era'
para manifestar-se com essa vivacidadeem
relago pessoa dos bispos, como eivado de
paixo. Realmente, parecia-me que S.
Esc. a utn pouco adiante daquillo que nao
era justiga ; porquanto, senhores, nao se
pode por em questo as pas intenges dos
pelados do Brasil, seu zelo santo, sua bo-
je em toda estenso.
0 Sr. Mend'es de Almeida :Apoi
do.
0 Sr. Visconde de Nitiierohy :Se
ueste caso commetterem excessos quedevem
ser corrigidos, crime, na accepgo jurdica,
segundo o nosso cdigo, nao.
O Sr. Nabuco :Nao disse que commet-
teram crimes, disse que commetteram ex-
cessos, como V. Exc. est dizendo.
O Sr. Visconde de Nithf.rov :V Exc.
censurou-os severamente, como se elle
com capricho, com animo assentado se
constituissem apropositados contradictores
do governo, rebeldes lei civil, desnatu-
ra los brasileiros, desconhecendo, reuunci- foi expedido para o fim de so mandar espa
ando, com a qualidade do cidado, a obe- Ihar e publicar por todo o reino copia do
diencia a que os obriga a lei do estado, proeesso que. contra os mesmos padres 4a
S. Exc. fallou com acrimonia a este res- Companhia de Jess lora de ordetn regia
peito ; a forra de razo que abonava instruido, oin que se Ibes admittio curapri-
(louif a ion;a an rnzau que cu-viiara a msirui-io, Oill que se mes aumiUIO CUIupri- ciictiiiibiaiicis ejiuemeras, mora ueii niina-
opinio do nobre senador, dispensa va bem da defeza, etc., etc., ordenaudo-se que taL co da vontade arbitraria do poder passado,
que alias em Portugal se manifestara posi-
tivamente a respeito de corto pessotd...
O Sr. Viscnoe de Souzi Frasco :
Nao, da eompanliia inteira.
O Sr. Visconde de Nitiieroy :... jul-
gados e co-idcmna los <>s cholos a companhia
o fra inteira, porque nao po lia reeeber
adeptos, e os que se filiassem a ellafaziam
sua a rospousabilidade em quo os mitres ti-
nliaui iucorrido. Mas aquella co:i lemua-
go, a sua det..-nuiuago, que nao chamare
lei seno porque lem este nome, nao foi se-
uo um acto s beraiio especial e que nao
regalara seno no caso dado --mojados)...
O Sr. Yisuoxuk be Souza Franco :
Neste sentido qao era lei.
O Sr. Visconde de Nitheroy : .. nao
era lei que p.-Jesse sor continuada, trans-
porta la pira o Brasil, e ter vigor com a cons-
tituirn e legislago que temos. Como ad
mitlir a subsistencia do urna tal lei, que na
frm.'i e e-jse.'icia ,1 nthiloso de ludo quan-
lo determina 1 constituigo do estado e
preserevem as nossas leis na materia a mais
gr val! nao s no que toe 1 s garanas da
libord.ide in iividual, como n 1 que enton lo
com o systom.i de pemidade do nosso co-
essas partes de declarnajo flaiionada, d-jeoniento fosse guardado na Torre do Tonv
que nao quadram ao assumpto. Tanto bo, em tolos ostribunaes, cabogas de co-
mis, senhores, quanto ora urna questad marcas o cmaras de todas as cidales,
decidida, o como tal j manifestada nesta e villas, etc.
casa pelo nobre presidente do couselho, Posteriormente, lei de 28 de agosto de
que aqu declarou que o provimento do re- 7G7, explicando e ampliando aquello alva-
curso fon toma lo pelo governo com o apoio r de 3 to sotembro de 1759... Declara:
do quasi unnime voto do conselho do es- todos os me ubros pblicos e secretos d*
tado ; era questo decidida, e to ventila- mesma companbia de Jess por insepara-
da nesta casa, com o apoio do grande nu- veis da sua perniciosa cabega, epor incorri-
mero, porque a cxcepgo de duas ou tres giveis e co.nrauns inimigos de to.la a po-
rozos, nenhunaoutia se pronunejuu con- tencia temporal; de toda a suprema e legi-
** tima au'toridd le emanada immodiatameute
E, senhores, compre anda declarar que de Dous Todo Poderoso : da tranquilli lado
o prelado de Pernambuco estera no caso e v de parto fraca. Nao s a decisao j eslava publico dos reinse estados. E mana que
tomada no sent lo do provimento do recur- todos e cada um dos referidos membros pu-
so, como elle mesmo j se va iselado, ou blicos e secretos da dita compaiihia sejam
qu.si solado nicamente com o bispo do privados do beneficio que Ibes foi concudi-
Par". do pela sobredita lei de 3 setctnbro de 1759
0 Sr. Na buco : Anda nao fu publica- e ordens dopojs della expelidas ; e sejam
da a decisao n;\ sci qual ella obrigados debaixo das graves penas na 0 Sh. Visconde de Nithkroy : Todos ma lei eslabelocidas a sahirem para frM do
os outros prelados se arrodaram do seu pro- reino e seus dominios.... Manda que ne-
codimento o mesmo nobre senador uotou, nhuns particulares da companhia de Jess
e com tola razio, que o Kvm. bispo desta que teem exterminado e ordena que se ex-
diocesese tinha muito separado do seu col- t-nininem do reino e dominios, possam ser
lega de IVniambuco, pois quo nao applica nellos tornados a admittir, ou venbam iiin-
ra a bull da excomimiiiho contra os ma- tos uu separados: e que para restiluigo
cons, visto que mesmo no caso escndalo ou tolerancia dos sobredhos individuos es-
so do padre .Viartir.s, que tinha reluctad > pulsos, se nao recebam re^uermeutos, ou
na imprensa com seu prehJo, elle se liini- por pessoas particulares para os aprasentar,
tou a suspen le-lo do pulpito o do confissio- ou polos magistrados e tribuiwe para os do
pari, manten lo-o no exerciciodas ordens ferirein, e ludo debaixo das peiws... I lem,
quanto ao santo sacrificio da missa Nisto man h que o mesmo se observe debaixo das
esseiicialmenle manifest va-so a to diversa mesmas penas uonfra toJas e quesqjuer pes-
deciso do Re*, bispo da corte ; porquanto o soas que no rehice seus dominios oU intro-
maoon convicto, contumaz, reluctante com duziiem qnaesfpjer ou qualqoer dos rnJi-
0 sen prela lo, sen lo ecclesiastico e polen- viduos da dita c impinhia expulsa, ou, sa-
do ser suspenso de tolos as ordens ex-in- bendoque existom as torras do mesmos
formato conscientia, nao foi julgado incurso reinos e se jS dominios, os uto duinwieiamn
em oxcommunho, que p >r corto o inhiba m ternrxle 2i horas aos juizes do respec-
de consagrar e celebrar o santo sacrificir. tivo distrelo para serena presse remwitiilos
di missa. aojuizoda inconfidencia sem dilagao all^u-
Aiuda senhores, o nobre sonador, obede- ma.., tem, manda que alioiquer pessoa
cendo a esse sentimento partidario, foi ar- de qoalquer estado e conSgo-, quo trver
rastado at o ponto de, nao obstante osen correspondencia ou communicago verbal1 ou-
c msummado saber de jurisconsulto, ousar por cscriipto com os regulares A companhih
sustentar a proposigao que o senado Ibe ou- do Jesusr boj com qualquer dos socios della,
vio de que era subsistente- lei an iga por- expulsos dsstes-reinos, ou com qaekjer dos
tUKuer"
doongo que os bavia esterminado. Era
Jbe de sua nalureza fera ella considerada ca-
uca, como factoque nao se sustenta, effei-
to da occasio e determinado por forc do
circuinstancias ephemeras, mera determina
uza que bavia exterminado os jesutas eonfrades, professos ocultos da mesma so
do reino de Portugal e seus dominios ultra ci lade de qwolquer estado ou coirfigo que
mari ios. S. Esc. declarou alto e em bom sejam ; sabemlo- que sao eonfrades-, ou taes
som quo subsiste esta le e, pois, os jesur profesos sao, sejam castigdos com o de-
tas nao peden ter entrada no Brasil, que o gredo de oito aonos par qualquer dospr-
govemo responsivel, por ter, em contra- sdos de Angofc i nao seachando as ditas
venco loi, admittido ou pennittido que coiiMminicages ou correspondencias, sulpas
os josuitas so est< belecosse.n em Pernam- que por esta ou pelas nutras leis do reino
buco ; o foi ainla esta especio de responsa- tenliam pona maisgrave.
bilidaleque o nobre senador noluu no go- Eis-aqui, Sr. presidente, a legislago que
verno em relago aos disturbios occorridos se assevera estar em vigor P A simples le-
na provincia le Pernambuco. tura de to arbitrarias e despticas dispesi-
Era, senhores, por certo para causar es- ges, alWs tomadas contra pedrs especial-
tranheza onvir-se urna tal proposigao do mente jiilgados e condemnados, basta para
nobre sonador que prima pela sua consum- se recon&ecer em evidencia a insubsistencia
ma la experiencia o luzes em jurispruden- de semcltwnte legislago, repeilida e con*
cia Sustentar (pie as leis antigs poeta- demnada por todos os-principies constitu-
gezas acerca da compontiia de Jocas vi- ciouaese contradictoria 'das disoosices no-
,'oram no Brasil,
eionaese contradictoria1 das disposigoes po-
------o-t {?" iinniiiu 111 ini|iei ni ii c. um ui;s mais noiurios acius- aruiuai u
qualquer padre que se diga dessa compa- inteiramente' do modo daquelle lempo, t
nhia I E realmente, Sr. presidente, levar quo por urna carta regia-se esletminarya.
impoc ao governo a sitivas das leis vigentes.
big,iVo il.> aognv introito no imperio S E um dos mais notorios actos-arbitrario&v
en
na
ao extremo urna opiniao temeraria, para pbrase adoptada, a companhia* e-sob pena,
nao dizor absurda, que nada autorisa I de morte irromissivel prohibia-se aos seus
Basta 1er o contexto desta lei para se conhe- socios o ingresso, ou continuagto' de resi-
cer at que ponto se aventurou o qobrese- delicia no reino: eos que com-ellas coro-
nador, municassem por qualquer modOy que os-j
,-., ... acolhessem.quefallassem aorelles-. ouapre-
Eis o que dispoe o airara de- 3 de setem-

da
i-uiiiuies ua rumuauiiit nuuuiiiiiiiiii.f_________ ,, rt ,. ? ___^ _i v kjn. i iiiiii
l,*t* nhaa ifc.S.1 rtAm *
lionados
uro de 1759
tos regulares
de
deplora vel mente
i
t
ta
se
do
sido e sao actualmente contra
, ,. sentassem qualquer petigc-delles, oa quo os
....Declaro os sobredi- H. ^ r. ,. n
... nao denunciassem incomam-' tatobem em
companhia denominad.t
digo criminal !
Banimento e eslenniiio, c mliscago do
Iwns, .norte irromis.'Hvol f peihis erueis con-
tra os que derem um simples agasalbo,
contra os que nao demnrciarein, e aiu la
contra os que iiitorcodorem, ou apresen ta-
ren qwlqier reipieriioirto por aquel-
los paires! sto susienta-se, Sr. presi-
dente ?
E, pi;rgoiifo ; pdo-sc admittir e snsten-
tar seuxilxnite iol>lerancia e perseguida de
eonforineJadVj com os verdadeiros principios
liberaos..,
O Su. MttMEfrnc Almeida : -Querera a
prosciipg'j'.
O SR. VWCOnDB-BKBifWaOY : ... ueste
paiz aherto w todos-, qjualque'- julou ou
cafre africano', oque eSplicari, j nav digo
justificar, a mcxoravel repubo dos pudras
que se chaman jesutas. auMOtrados DO*en>
sinov que tanto* prftnam por esto lado? t
..nuito conhocida e Hicuolestuvel a sua capa
jcilad'j'neste uiister, espenialtnmite quanto
aos melliores metfaodos- uV ensibo : anda
aquollc- adversos, ou antipathtcoS' aos p.->
i!res-da-companhia* de Jesse- que negaina-
esta or lem maior distinego nas: atsucias c
aUa'erii'ivro, porqp*> de prwlerenci* so en-
tregavui'a coiitroersias OBteroit-O'gerigO-
sas sobro questes atoraos, todos lb*j- reco-
nhetem a'pn>ficioi>ei que )*recom*iienda
quanto aoensino dra>awmanaiedes:..
O Sr. Mksdes a* Almhda :Apela-
do.
O Sh. Visconde n* Ninwiov : ...
quantcao-methodo aeactade dcfcrneerarpeo*
veitadutr'disuipulos-noe-DreparaSi.orios, e;iK)r-
tanto, si^ -justamenh>- os rneUieres< ai?s-
tres parmreg*aJarisar e-rfeaemisrar oe*as*ao
no BruJi
O Sk.-Visconde a. Sou/.v Rtuxcave*
Oh I Es-iarimos muitO1 bem KM ehes.!:..
O Su. Visconde je NlTBEaSflf:' Em
que e porraoda ha uu< reeeiarrdos jesaites
nesta forma-de govorno,-coir.a lm(
que temes?,com fisdas-ao cor*Mli|ol propasas
do raginnaifeaantootalio? lu quo rocsn-
ilas macbBag^>s dos jftfiitas?'! possivel
que as xaesa* coudajos-qua^uer usu??oa-
go possa naadrar e paevalecer 1
O-Su. Hjlvdes- de. lmeid.v : Sao pre-
teiuis paja. O'Sr. 'v\scoxde M >rniEiu>Y.: E,.se-
santo
, pelas leis que as determinara e- seguam, e
6 .' nem pela ndole te- povo brasiteirov jmas4
pessoe e estados, contra a paz PWica dos^^ pQr uinmoment0 anAtit que ta4
meus reinos e dominios e contra o be-
commum dos meus tieis vassallos ; orde-
disposigo fosse o podesse ser-lei que vigo-
rastse. Em toda a sua integra raeoifesta-se^
nandoque como taes sejam t.dos, batidos^ arbUrario e b,*,*** daquelfestempes
e reputados; e os hei desde logo oto, cffeilo a, constllmvte ^^ i^.e-costumes
desta presente le por desnatoralisados,,^ resente ^^o ^.^ aWio.e
proscriptos e exterminados: Mando q^;ODdmnou 1eS4eFrainio, pena dfemorte ir*
oiTect.ramente sejam espulsos do todos remiivel e coafieco-debens-. padera assimJ
meus reinos e dominios para nefles maisnto! tep y &0 u
poderem entrar : t. estabelecendo debaixo rr
de pena de morte natural e irremis-sivel, e E cumpre notar, Sr. presidente, que a
de confiscagao do todo* os beus para o mea perseguigo o exterminio da aompanhia de
fisco c cmara real, quo nenhuma pessoa, Jess foi cm outros paizes rosolvida de cora-
de qualquer estado e eoodigo que seja, d binago com o^governo portuguez ;. o-atMin
nos mesmos reinos e dominios entrada foi com o da Hranga o de- aecordo com a
aos-sobreditos regularas nu qualquer delles, Santa S, que pelo breve dfe-1773;coradera-
junta ou separadameoO, tenha qualquer nou e aboli a.companhia de Jess- Ora,
correspondencia verbal ou por escriptovjem Franga, depois da grande revohico e
anda que hajam sabido da referida socie-'ainda com a legislago liberal de ceoiormi-
dadt,e que sejam recebidos os prote8sores,dadecom o rgimen representativo.qnando
em quaesquer outras provincias re foja, de'florescia no-reinado de Luiz Felippe^ assim
meus reinos e dominios, a menos que escomo durante o imperio Napoleobioo, cesr
pessoas quo os admittirem ou praticarom, sou a perseguigo do jesutas que so estabe-
no tcnbam para isso immediata especial leceram, seno sem algumas redamages,
licenga minlia...
com plena seguranga e permanencia; e uto
Com este al vara, entro da mesma data houvo acto algum derogalorio. da antigaor-
ramente s*>cial o seeular. (jiuc as cir.eums
tandas cvfrdas-iio minocai em si mesmo
e nao pud-u ser condomnado.pula buUa que
roteado aaeiaeivaateate con os sacrilegos,
com.os uiachinaJores eonlva o principio re-
ligioso- como que,,cora.a mesma.logica,
com a Bies:, i a 't>iv i de ijriucipios, se podo
sustentar essa proscripgo dos jesuites, que
arbitrariaiucnt-sao declarados reos o'mdem-
nados^dosautoxados de too direit, repul-
sivos o repellios da souieda o Ui-isileira '.' !
E ainda ma*, que se estenda a. inexoravot.
iritolerancia e-cruol perseguigo aos simples
individuos, 'sem representago social ,destin;v-
dos.oa eusioo em, que sao tao utiois; e que se
levante por diroito noaoou vigeiitea obsolata
disposigo de eitsUisiva appkeago a um
possoal coademnadD,. eero. si mesma, como
ddutrina e pratua,. anda mais condemna-
vel 1 I por eerto urna luoravilha, que
chegasse-de tal arte o nobre- sonador a, for-
mular a aecusago : que o.governo alta-
mente responsavet porque nao cumprio a
lei, ojee inliiue- os jesutas I
Nao ha lei que os iiilaiba; e qtianto
disposigo geral acerca da. faculdade noces-
Isaria para quo a compaiihia.de Jess, assim
FOLSETM
OI)RliffiD\\IVSM\
( 30HT0 )
P01
PEDRO 1T0.
(Conclusio)
Vil
VejarrTos agora o que foi feito do carpin-
teiro. Quando reeuperou os sentidos, nao
poderia dizer quanto terapo lhe durara o
deliquio. O seu primeiro moviraento foi
acudir com a mo cabega e vio que estava
ferido. Assentou-se por trra diante da
cruz e comegou a coordenar as ideas. Passa-
ram-lhe enlio diante dos olhos todos os
episodios da briga at ao momento era que
intervengo estranha o^prostrara por trra.
Ecoarm-lhe nos ouvidos as preces de pie-
dade, soltas com voz de indizvel agona
pelo seu contendor, e acudio-lbe mente
o cruel sarcasmo com que lh'as abafara.
Ao chegaraeste ponto, erguou-se, aterrado,
e bradou -.
Foi a crua I... Estou perdido I
Ninguem imagina os tormentes que aba-
laram ento aquella robusta natureza, enr-
gica no bem como no mal, fiel na crenga
de Deuse de um mundo futuro, dividido
desgragado vio-se abysmado nu ultimo pelo Vfll
insulto feito ao symbolo que d entrada no Dous mezes terian decorrido depois d|es-
primeiro I... Quiz rezar e nao p6de 1 Per- tes acontecmentos O carpinteiro j se
seguido por urna idea fixa, com o cerebro, ergua da cama, mas ainda nao sabia ra
enfraquecido pelo sangue que perder, poz- e em casa do lavredor reinava a paz. Um
se enlo a caminho para casa, mas urna.domingo, depois da missa, quando Joo
singular coincidencia veio redobrar-lhe O'j ia a retirar-se com a raulher e o GHio,
martyrio. ass mou o abbe.de i porta da sacrista e
la alta a la a ess hora, de forma que,' disse com risoabo semblante :
ao longo do caminho que tinha a percorrer O* Joao-, deixa ir a mulher, mases-
at vencer o outeire da via-sacra, os seus[pera tu, pois. preciso de te fallar,
olhos s encontravam cruzes. Se os ergua, \ A ioulher oi indo adiante e ello ficou.
via-as prumo de vinte em vnto passos; Sahio, por flm, o padre, e, travando-lbe
se os baixava, l estevam tragadas no chao amiga velmete do brago, disse-lhe :
pela proiecgo da sombra I O que faz essa | Mal tu sabes onde eu te vou levar I
outra mais pesada de todas as cruzosa; Eu com oSr. abbade vou at ao... fim
cruz do remorso 1 Que via-sacra quehor-do mundo 1respondeu o lavrador, que se
rivol subida do Calvario [ conteve tempo de nao acornpanhar o pa
Deixara elle, finalmente, atraz de si o ou-' dre ao inferno,
teiro quando avistou aolongeo lampeo dos, i O padre sorrio com bondosa malicia, por
dous quo vinbam procurado. Escondeu- perceber a emenda, e continuou :
se atraz de urna arvore e esperou quepas-: V-l! Vou-t'o dizer !... Nos" va-
sassem. mos era r(>maria cruz da via-sacra'!...
Que reefusceder de remorso I O seu ad- Que dizes ?
versario, o bomem que elle duas horas an- Ao lavrador arrazaranj-ee-lhe os olhos de
tesquizora matar, em vez de se fazer acom- agua, e por nica resposte, apezar da resis
panhar pelo 'homem da lei, fora bater a tencia do santo velho, beijou-lhea mi.
porta do homem de Deus; em vez da-vin- E lforam os dous Imagme, porm, o
ganga, o perdo ; em vez do castigo, a ab- leitor qual seria a adrairag do honrado
solvigio I homem, quando, ao ebegar perto do cm
Quando chegou casa e olhou para den- zeiro, vio o seu inimigo.o Sr. Jos em
tro de si, teve horror' de si proprio e cabio pessoa, de chapeo na mi, contemplando
como qualquer outra corporago religiosa,
possa regularmente se eslabaiecer no Brasil,
nao tem applicago para o caso que nao
de estabelecimento de tal corporago ; e
quando disso se tratasse, competira ao po-
der competente ponderar e resolver se era
ou nao conveniente autorisar a companhia
do Jess a esiabeIoer-so. Mas simples cl-
rigos, embora se digam da companhia de
Jess, nao forman associago, inlivilual-
mente veom exercor um mister quo nos
necessario: o de servir ao eiisino da moci-
dade. .Nem a le o vli, nem. principio
algum, e muito morios considerago do or-
dem liberal podo so oppr a isto.
O Su. Fioueira dk MEliio :Apoiado.
O Sh. Visconde de .NitBEROY : E'
censura que o nobre senador nao faria se
nao fossj amistado pela sua cauda partidaria,
e cauda esta quo, Sr. presidente, n'aquella
provincia tinha-so alvorogido muit" contra
os paires da companhia do Jess. Ho da
1* tentaram jm as sacra 1-os, invadiram Ibis a
casa, quobraraiii-lhesna movis o foriraui k
pessoas. No dia 10 em caso continuado
rouniram-se novamonto, no proposito ma-
nifest de repetir as martas violencias, a
autoridade obslou-lhos o intento ; agora
dizem que a reuoio era muito licito porque
tinha por fim requererem a otptilsQo dos je-
sutas era cumpriiBento da le l Eo nobre
senador se encarrega de vir no sonado de-
monstrar o fundamento chamado legal com
que o povo pedia1 a expulso do jesutas
om cumprimento da lei do marquez (fe Por-
bal I Era pra nao se acreditar; mas sel
ntiores, urna verdade c j.1 esplicitamente
reconbecida e eonfossada n'osta casa pelo-
nobre senador, que aqui repotio por verles-,
viasvem alguns asos olwigado a acom^i-
hhnr o seu partido,- deixando-so arrastar
pel pstremidade esagera la.
K assim tambem eeonteeeo ao nobre se-
nador pela provincia do1 Par, rMtorisado
cliefe liberal, que nese assumpto- fui igual-
ni'iite avraotedo pela cauda partitlaria, visto
como S. Esc., to razoavel, to discreto e
com to generosos" sentimentos, ho prati-
cariao exceSSO ron quo tanto nos sorpren-
den, se nVoSSepor esscsentinent. em-
prestado que neo o proprio do seu na-
tural.
O Su. Vifoonbi de SOD- Franco* : -
Obedego lei emqu.uito nao est revoflfede.
05 VlSCOSbE- OB .NiTHEROV:S Esc,
ti uum triste verdlulv-, escanda teou o senado
proleritido quo nao acreditavem*Pio }\,-
O Su. Zacaras'-.'Quo era como qusl^
quor jan de paz dfl rrw;a.
O S**- Visc.oxdk e Soiza HuNOO :*
V.> Etc. nao rne otivio-.
OSr, Visconde Df: .\itiieroy :>- E-um*
desacato snmlego em- relago ao chele da
diristandH.
O'Ss.'. Visconde ME Souza Fr.srco :
K4o .,
O' Sr. Visconde m: >'uiierov : I"
cruel affrONta em relacf.o ao ancio ao qual
so-trocara r* triplico coror.-da thiara em cora
tei martyrio, o que toma-o ainda mais
digno da venorago profunda que lhe deven
todos os iois, todos os catholicos.
O-Su. Visconde de Swa Frano -.
Repitoquo nao acredito oro Pi IX.
O Sr. Viscosos de >'uiieroy : Se-
nbeaeSi. osante padre ent sua vida tora-
meleu uina falta, forga que se lhe neco-
i beca porque -facto noto.-io...
tV 6. p_ 0rrA.viiv(% .___\ h I
OSr..Viseme.de Nitsjeroy : .
e ello mesmo j tem po" domis experit
menAado as eunsequeiiciae desta tarta.
Quando se tomou de entliusiasmo poh*-as-
somos-do liberalismo revcltteioip.rio. .
O Sr. F. otaviano : Tessa occasio
nao era fallivel. .....
OSr. Zacwuas :Era poic-r temporal.
OaSft; VlSCOTM DE NfTBMMT :. -
BOtendeu ascender-do vaticao um pliarol,
nis-accendoi. um facho inoeinliario. e
depois experiroenteu as co.isequencias des-
astFosas dessa- falta, tilha ib-sua. nalureza
hujOMa e fix*pl o nao pratieada pelo vigoriu
de Cbristo, pelo chefo da ebrstandude.
Cctsel foi a esperteDcia da ftiria revotutio-
nam: os disturbios de Roma, o assassinato
d iHossi, o mesmo santo padre constrangtdn
a ugir desWgado e a cons;qucntc Sirie nao
teanrroaipida.degolpes, tragando assim^t
re ultima pita o calis de amargura, que por
tao largo lempo tem tragado 11 Veste pe-
riodo, sobretudo, em quo marlyr, sem- ve~-
gar ao peso da ad' ersidade.tem dado o esem-
plo da rosignagao, tem edificado a ehristan-
dade com. a paciencia evanglica com que
tem sufporteao todas as desgragas.
OS. Figieira de Mello-;Apoiado.
O Su, Hehks de A&MhiuA:E' a.gloria
de Piu IX,
O Sr. Visonde de Nitiierot:: Nao
era crivel.queosanto padre fosse desacatado
por voz de fiel ovelba, e quauto. mais no
seiudo brasiloiro que prima pw- ser catho-
lico e cujo introito -franqueado- sob a con-
diglo. de sustentar-se a religiao catholica.
apostlica romana como religjo do estado^
O Su. Mendes. de Almejda O nobre
senador pelo Para catholko 24.
O; Sa. Visconde oe Nitheroy : Ora,
Si. prosidento, este excesso praticado pelo
em dousctnp-t' einfajjBO 1.^ ,%t> ^irouU) o^m^M^
de novo sem o, navolla., melanclicamente .o degro da criiz onde
f,,i enr-onl 'rn os phan- tviera bater com a Cabega ?! O fosto palli-
tasmas^ue o tVi.ro lh croara o faxia sur- io e emmagreeido:Tnostrava bem os soffri-
imefitos que lhe bavia/u minado 4 tHup
anda*' mais do que o carpo, e lengo ver-
melho quo lhe cngia a fronte indicava que
a cicatrus anda nao esta\a completamente
fechada.
Joao, ao ver o earpinteiro, hesitou, mas
uraolhar do padre continuou a andar.
Chegados ao tbeatro da briga, os dous con-
tendores miraram-se era silencio :. da parte
do lavrador bavia enleio, no earpinteiro
percebia-se sincera conmogo.
Ento, Jos !... disse o padre, diri-
gindo-se ao ultimo Foi para isto que me
pediste que trouxesse c o Joo?
Esteja descansado, Sr. abbade... res-
pondeu o earpinteiro.
E, voltando-se em seguida para o lavra-
dor, disse lhe ;
Vizinho; Vmc, melhor doqueeu...
Gonhego-o, tenho certeza d'isso... Quena vai
buscar este santo homem, em lugar de tra-
ter o regedor para levantar do chao quem
o quiz matar, nao capaz de negar a sua
mo a quem lhe pedo, por esta cruz que
o sal vou, que lhe perde !
Q lavrador precisou de respirar para po-
der responder, Unto a omogo lhe embara-
gava a voz. Apenas," porr, pode fallar,
estendeu francamente a mao ao arropeudido,
dizendo lhe:
Nao tallemos mais n'isso, vizinho. O
que l vai, la vai... Est perdoado !... Se
o mereca, bem castigado foi I... Nao falle-
mos mais ri'isso, se meu amigo !
Fui castigado eainda oestuu a ser!.,.
iredarguioooutro, que, entregando urna
carta ao padre, connuou } Sr. abbade,
nobre senador foi-lhe imposto, a cauda ar-
rastou a cabega. E o nobre senador, rneu
amjgo e collega pela provincia do Rio de
Janeiro, tal vez n'ist' veja um claro argu-
mento para urna proposigao', que aventurou
em parte, e que foi to mal reeebida, e o
provocou s laanifestigefs do sou discurso.
Senhores, se noto qtfanto a estes dous
illustres cheles do la lo liberal um procedi-
mento quo s 'explicavel por cederem aos
impulsos de seu partido, teria razo de
admirar a constancia, a forga de vontado
quo tem mostrado n *n outro oobro senador
pida provincia dn Babia, e que nio menos
ustinctp na poigo proeinmente que tem
no partido liberal, do que o primeiro lea-
der; era por corto para ser admirada a for-
ga de vontade com que S. Exc. tem resisti-
do aos mesmos impulsos e tem at protesta-
do com a sua palavr. contra o esees1 do
ct-llegas. Mas S. Exc. ainla na sesso an-
terior me tirou desta quasi porsuaso, de
quo Uto dovia rendor homenagom pela fir-
meza de sius creugas, quando ouvi a S,
Esc. om outra discussao (do orgamonto da
agricultura) aventar a questo do casamen-
to civil como arma ou instrumento poltico
de opposigao ao ministerio, no proposito de
causar-lhe embaragos S. Exc. 3S*in des-
eurorJ di c.iusa a que pareca se dev-otar con
tamanho esforgo e valor, e na mesina occa-
sio incurra1 na mais para .r conlraJicg>o,
declarando que por so parte jamis aceit*-
ria a reformando camnenlo civil, e serapr
protestara contra etlav fio enlretant' S.
Exc. avontir*f-a:, no proposito de impo-la'ao'
governo as circUinsUmcis criticas da ac-
tualidade, que- tanto 8 tanto protestara cos1-
tra a opportuni'lidedesemelhante questo;*
o que nao poilem deuar de comprehendor
aquellos, como S, Ex<-., adherente* s dou-
trinas da groja ca-thulica, que rofulle o ca-
samento eivil como- concubimot' o r*o o al-
mitte em hypotbesc-algumw (.Apoiados).
O1 Sr. Mendes de Almeid* :E'a ruina
dk- familia,
O Su. Visconde de Nithero-y* : E S.
Ex, protesta-professar esto principio* f S.
Exc-cora razos do inte***sse prc-fano brada
que ha mister que se tome a medida hevui-
ca do'oasaineuCo civil, cixessaria- para pro-
inovelase a colcoisago, Tala com o- gOiK!**-
no que quanto antes se decida.
E' bem de ver, S. Exc. de tal arte'punh&i
de parttoJa a importancia o grvida de da
materia segundo u> ideas religiosas-;' e o-
quo tonuva imposeivo! tal solugo da ques-
to, que dvia'ser afastada jer tolos que
sinceramente cominungassem- nos principios-
catholicos, S. Exc. aantee U"pr>mov;-pelo
ioteresse m-nndano ; 0 que infwesse ? O'de
wppr ao governo al j-urn embwago !
S. Exc. ero'Cortos periodos Jo seu dis-
aorso pareca discutir modo de postolodo
aasamento civil; e lerrabro-me que nessa
occasio eu dirigame- son expneseivo olhar
ameu Ilustrecollog* pela provincia do-
Rio de Janeiro^ o Sr. leador Octaviano,
e corno que I he pedia esaihcago dessa trans-
l'oraia.ii de 0[|nies : era-quaii S. Exc
bem determinaaa a ue-sessidade- do casa-
mento civil, deaonsirando ser osea' una
neesssidade poltica e ocoaomica, condigno-
essermaUda coloraisago.
Ofe. Zacari a iQue rebati.
OSr. ViscoNrDK Nituckoy : E' certo
que S. Exc. vdltenia a facerla quos;.e quan-
to aos principios*- Nimn nitenteM esta ida. ; mas nao
menos- certo que ao seu couewtu DOMlItaa-
go era to impo tinte, t i n declina vel a
conveniencia e cecessilade- dessa medida
para se resolver o-probleina-dacolonisago.
que chegou a diz t: Se c -ministerio nao
tem ccNgem-ou na quer temar a respon-
sabilidadede umta-lacto, r-)signe o poder
aos liberaos. S. Exe. o dase.
Ora,.senhores, aiaso mes* eu vis.anda
o impulso da calida pardnria impressio-
nandoonobre sonador.
O Sr. ZACARi.va-r-V. Esc v cauda eui
toda a porte.
O Sr* F. Octa.hu>o :E' cauda.
O Sr..Zacaras*.Mais n-udato orgaoaaaao.
O Sfc..VKCOtiM nc NiruEROY :Prateft-
dia talveecora isso dar u-a,-. indemuisaco,.
prestare seu contingente eu.ao menos- de
tal modo coucorrer com es illustres culle-
gas, que mais adiantados nao tinhare. as
atteugts quo S* Exc tomocom. a Santa S.
E aqui cabe,.Si*, presidente, doclaa o
meu peusamoiUoea doulrimi. que proiesso
em relago hq.jjLuxI e recurso L coca, polo
que toca bulla pontificia acerca dos ma-
goi^e aos excessos quo o Ituv... prelado por-
nambucano Um praticado o ontque vaisen-
doacoinpanhado pelo do Para.; estou con.
o nobre senador a quem respondo e nao
deserto do gremio do. catholicismo, nao de-
clino do respeito devulo doutrina da igre-
ja naquilb-em quo devo sub6ervencia c
obediencia, cega, quanto ao dogma, quenk
ao que puramente doutrina e ainda quan-
to disciplina exclueivarneute ecclesastica.
O Sr,. Visuo.NUfi. oe Souza Franco.:
Nao i nao vagues modornas.

( Coniiuua. j
faga favor de 1er essa carta do meu Francisco
outra vez, ims aJto,
Dizia a carta que elle Francisco tinha ti-
do a febru amarella, e que, so escapara, a
deva aoa cuidad s do seu amigo Antoino.
Accrescentava ainda quo este so recusara
d'esta, vez a e&crever aquella carta, dando
como dosculpa quo nao queria fazer elogios
si proprio, sendo por isso a carta escripia
por outro -companheiro, e terminava por
annunciar ao pai que, como se fra pouco o
que por ello lizera, o lilbo du lavrador o
andava ensillando a 1er.
Terminada 'a leilura, o earpintoiro, que
so tinha assentado no degro da cruz com
o rosto raelti Jo entre as mos, ergueu-se e
disse, com as faces hmidas do praiilo :
Jive, Sr. Joo, "que o castigo conti-
na ... Cada houofico que me vem de si
ou dos seus torna mais fea a minha m
acgo I
Ainda poJa ser peior Iinterrompeu
O padre.
E, Bpontando para a cruz derrocada, pro-
seguio :
' D gragas aquella, que nao quiz quo
tu fosses esta hora um assassino 1
IX
O leitor est sentudo l por dentro um
malicioso prazr, imaginando que eu tenho
andado a fugii- a esplicago du mysterio
pois c por emquanto um mysterio a iuter-
vongo da cruz na pendencia ; nom essa
jutorveng i lho parece ter esplicago possi-
vel. Ora enganou-s'o o loitor. O verda-
deiro, o real xpca-se SQtnpre ; e eslu .
uin cont que oo um cont ; um facto
verdadoiro e acontecido, que o santo abbade
me explcou com tola a clareza, como vai
ver.
A cruz, assente sobre o tosco pedestal de
que j fallamos, era formada de tres pegas :
a baste, os bragos e o lepo. Por urna non-
te de modonho temporal, o fogo do co bat-
xara,quem sabo se j intoncionalunente !
-e, lanhando o resto, corlara o topo da
cruz em duas metades desiguaes. Urna d'es-
tas metades Qcara inclinada para diaute,
segura apenas pelas garras de vigorosa hera.
Quando o carpiulejo comprima o inimigo
contra a cruz e aponlava o ferro para lho
cravar, o lavrador, por um moviraento con-
vulsivo, puchou com as naos os ramos da
hora, e estes, crestados pelo raio e mortos,
codora-n, estalando, fazoudo cahir, urna
para cada lado, as duas metades da podra
que formava o topo da cruz. A raetade
que penda, ampamda pelos ramos, como
j anteriormente dis-omos, veio ento bater
na cabega do carpinloiro, quando este pro-
fera ao ouvdo do adversario a sua feroz
irona :
Tambem n'ella morreu o mo la-
dro I
Eu estou d'aqui a ver o leitor., euleiado,
por nao sabor dar r.m nome a esta interven-
ga > da modesta cru*f da via-sacra. Faga
como o padro... e coito eu... r.hame-lhe :
O'DEDO DE DEL'Sl
(


r
.


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