Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12995


This item is only available as the following downloads:


Full Text
I
AMR) XLIX. JYUMEl.0 170
.**


ir. .
PARA A CAPITAL E LUGARES OXBJB SlO SE PACA PORTE.
Por tres mezes diantados................ 69000
Por seis ditos idoin ................. 1X9000
Por uro auno idern.................. S4$000
Cada numero avulso............, f 30
SAINADO 26 DE JIL1I0 DE 1873
LIIII.MBIII
PARA IIEMHO E 1 '51 i DA PROVlXClA.
Por trea mezes adiantados.................
Por seis ditos dem..................
Por nore ditos dem .
Por uro auno idera. .
97S0
139500
10JJ250
79O00
*
r
DE PGRNA
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FAMA & FILHQS.
i

0a Srs. Geranio Antonio Aires* Filhos.no rara; Goncalves 5 Pinto, no MaranhAo; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Leiuu* Braga, no Araeaty ;
Pereira d'AImeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, b Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belannino dos Santos BulcAo,
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alagoas Al ves d C, na Baha; e Leite,
Jo em Santo AntAo ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Gaverno la provincia.
KXPBDIKNTIS DO DA 13 DB NtlO UK 1873.
/.' seccao.
GlUoio :
A> bngadoiro commandante la-* armas.
'Pode V. Exc. aul >ri>ar o director interino do hos-
pital inilir, em solucao ao seu oficio aonexo *
da '. Exc. de hoiitcm datado sob n. 303, a cha-
mar, por meto de edilaes publicados nos jumaos
d i's'a capital, a concurrencia para a lavagem e
cone -ros das rouuas dos doentes ali em trata-
meato.
Ao MMM -Transmiti a V. Exc. para os
liu> convenientes a inclusa relacao, que me foi re-
mottida pela intendencia da guerra, dos lastra-
metilos eirurgioos viudos ltimamente da curto
i ..i: destino ao hospital militar Hasta provin-
cia.
Ao mesmo. -Em execueao Is Ordens do
lr di mim>leri* da (tuerra de t8 de abril prosita >
iiii.1'1, declaro a V. Exc. para seu coiihccimimto e
tirecio, que lugo que estiver completo o numero
1 ivcrutas, que esta provincia tura de dar, deve
cm.u absolutamente o remitan) mo, na tortea do
que d.spe o art. 5" do regulameuto aiipro.'ado
pelo d.-crelo n. .I71 do de maio de I858.
Ao mesilla. Por parle do commandante su-
parior interino da guarda nacional desta capital
Oi* serie mandados presentar os guardas naci-
mi. Fir.nino Francisco Lumack e Amaucio Vale-
riauo de Carvalho, aQm de seren alistados do
exercito, si orem julgados aptos.
Ao mesmo. Srvase V. Fxe. de mandar
por em liberdade o recmia Jlo Lou renco da
S Ira, que provou isenco l.gal
Ao mesmo.Mande V. Exc. por em lber-
didc. visto terem sido julgados iueapazes do sorviro
do exercito, orno coasta do tormo annexo ao sen
plela de t) do correnle sob n. 502, os recrulas,
I..se Joaquim Ferreira e Mainel Joaquim di
Silva.
Ai inspector di arsenal Je imrinha. -Fica
approvada a deliberadlo que, pelas razos expostas
em seu olllcio de houtom datado sob n, 6I6, tomou
V S. de mandar fazer de promplo os reparos pre
cifras ia parle arruinada do caes do norte em pro
longamento do dosse arsenal, evitando assim que
0 leu deterioramento se avantajasse em prejui/.o
la fazenda, e *utoriso-o a impender com essfl
trrico a quantia de l:il)70X), em que est or
pdo.
Ao inesui i. Deferiud i o incluso reqnen-
{meiito dos negociantes d'esta pra.a, Cunba i Kan-
a. a te aecord wm a tu nforraaclo del-'ide
inl ullimo sob u. 833,om a qual concorda a do
Bipaotor da tbesouraria de fazenda, datada de 8
SSie mez sob n. 789 serie C, auloriso V. S. a
omprar aos sn.iplicaiit rsenal os objetos mencionados na propasta jnaia
i .|i..lientas e nao serem taes objectos sujeilos ao
itm de deterioragao de modo que possa a sita
inpra em nuior quantidade trazer preju'zos
i:'-ida.
Ao dirctir interipo do arsmal dj guerra. -
laude Vmc concertar n'esse arsenal, como soli-
i ta o brigadeiro com uan lanle das armas, os uten-
: i a cargo da fortaleza do lirum, constantes do
> 'di Jo junto.
Ao mesmo. -En aldita nmt) a> ineu o;ilcio
iie 9 lo orr.Mite, transmit) a Vine, para ser sa-
iifeito, o inclusa pedido que faz o commindmte
i ;.i forte di Huraco de artigas de vestuario venci-
ili peles sentencia-Ios de jus'ha, Joao Flix Cor-
eia da Cun a e Calixto Alves da Silva.
Ao aiajeateira das obras m litare-.Ten 1) o
tina. Sr. ministro da guerra pelo aviso de 18 de
i'i'ii ultim) aut irisado i ileapasa de It5"ii'j 0 e.n
11-, segunlo o organ-mti uiOQXti ao seuofllei
1 O A: mir; pr ixim i linio, importa a colloca-
;ao, no pof i do cj rarlel do 9' batallo de infanta
'a, de unaapircllu de nudeira coin o eonipelen-
'. lUoitio, correnle e d us baldes para puxar
tgn ; recam nenio a Vmc. que mande fazer esse
-rvi{o.
Ao delegado interino do cirurgiao-mr do
ercilo -Anuuinli aoqfie me solicita o briga
leiru Mtnoel da Cunta Wanleiley Lins, actual
BOinmanJan'te das armas desta provincia, recom-
menda a Vine que rena ainmlia a junta de sla-
le e proceda a urna insneccao dos ferimentos re-
eetoid is na campan'oa uo Paraguay, a quem ser
to-iiecido o respectivo lermo em duplicata.
Ao capitn do p irt) interino. -Mande Vine,
por em liberdade, vislo ter sido ulgado incapaz
do servigo da armada, como consta de seu oillcio
de 12 do correnle, o recruia Vicente Ferreira
Lo pea.
2" secco.
Acto :
O presidente da provincia, atlendendo ao que
requeren o 1 sargento da 6a tompanhia do corpo
de polica, Joaipi m Jernimo de Almcida, resolve
conced-T-lbe 30 dias de licenca com voncimentos
na forma da lei para tratar de sua sade onde Ihe
confiar-
Oftlcios :
At Exm. frinselheiro presidente do tribunal
flo coimnercio. -Intelraio de quanto expoz era seu
olllcio do 10 do correnle, recumnendo a V. Exc.
que considere de nenhuin eil'eito a connnunicai;io
desta presidencia de C do correnle, de acliar-se
c mstituida Bosta cidade urna agencia do New
i.ondon and Brasdian Bank Lim ted, a quem man-
dara intimar esla resolucao, at me por elle seja
atisfeito o disposlo no art. 13 do decreto u. 1,711
de 19 de dezembro de 1830.
Ao Dr. chefe de p.ilieia. -Accusando o re-
cebimeiito do eflaS) de V. S. sob n. 896, de 10 do
crreme, ao /inpanhado de copia de oulro do dele-
fiado do lermo ile Nazareth, em que requiMta o
,iu; nenio do destacimento daquelle termo, tenlio
2. dizerlhe era resposla qw. opporlunaineote ser
satiffeita a dita re jui>ico.
A<> mesmo. En roaposta ao ofllcio de V. S.
ti. 391, de 9 do eaiient, acompanbado de copia
de outro do delegado do termo de Oliada pediudo
jer substituidos, p ir pracas de linha as que actual-
mente ali existem, tenho a dizerlhe era resposta
3uc oesia dala exped ordem ao coiuinanuante
e polica para fazer destacar n'aquelle termo,
logo que se n-clham a esta capital as praoas do
deaUcanwntii volante on i-ntraa quaesquer, um
infer' ra pra.as, e ao coininanaante superior
respectivo para dissolver o da guarda nacional,
aisim que se aprsenla!' ao dito termo o mesmo
destacamento.
Ao mesmaCommunicando-me o Sr.F. Lin-
den, cnsul da Suissa tiesta provin ia, em olllcio
te H do correnle, que durante a sua riagem a
F.urpa tica encarrejado da gerencia do respecti-
vo eonsiilado Sr. Rodolplio Weidman, assiui o
declaro a V. S para seu conbeeiraento.
' Ao commandanie superior do Reclfe.Man-
de V. S. apresentir ao commandante das armas,
para serem inspeccionados e alistados no exercito
como reerula, si forera Julgados aptos, os 2 guar-
das nacionaes, Firmino Francisco Lumack e Aman
ci Valeriano d3 Carvalho, flcando assim respon-
dido o tea oficio de 8 do crreme, sob o. 604.
- Ao commandante superior de Olinda.-Man-
do V. S. dissolver o desUcaaioOto da guarda nacio-
nal ab existente, logo que se apresentar o do cor-
no de polica que o deve substituir.
Ao juc de direito de Santo Anto. Tendo
nesta dau concedido ao 3.* snpplente do juiz mn-
cipal do termo da Escada, capitao Manoel da Ro-
Ao brigadeiro commandante das armas. -O
Exm. Sr. presidente da provincia, em satisfacao ao
que V. Exc sol,cita cm seu o.'Hcio de hoje litado
sob n. 513, providenciou para que a junta desad-
de so rena amanh e proceda a urna inspeecao
nos ferimentos recebidos por V. Exc. na campanha
do Paraguay ; o que communico a V. Exc. de or-
dem do mesmo Exm. Sr.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc. que nesta data
autorisou a Ihesourarra de fazenda a pagar ao ca-
bo de esquadra Thotnaz Cypriano da Silva e ao
soldado Firmino Joao omingues, arabos do 9' ba-
talhao de infamara do exercito,' a gratificado de
que trata o seu ofli-io do li >ntem sob o. 510
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a Exc, erafrespostas ,ao
seu oftcio de honleni dalado sob n. 50o, que lloara
expedidas as ordens para serem concertados no
arsenal de guerra os ntensis a cargo da forta-
leza do Brun, constantes da relac annoxa ao ci-
tado oficio.
2 secciio.
0 .Helos :
Ao Dr. ebefe de polica. O Exm. Sr presi-
dente da provincia manda communicar a V. S.
que o reqnerraento do preso Luis de Franca Ven
lana nao acompanhon o seu oficio de 8 do corren-
te n. 881, no qual suppcw V. S. te-lo devol-
vido.
Ao commandante sopen ir de Tuca raid e
Floresta S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda communicar a V. S. que nesta data expe-
dio ordem tliesouraria de fazenda no sentido de
serem pagos ao tenenle-coronel Manoel Ferreira
de Souza ou ao seu procurador os veneinicnlos
das pracas de cavallaria, de ijne trata o seu oficio
de 21 de abril ultimo.
, Ao Dr. Quintino Jos de Miranda, juiz Je di
reito da 1 vara civcl. De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, peto a V. S. que se
digne dispensar da presente sessao do jury o otll
cial-maor interino Francisco Lucio de Castro as
pralieante Francisco de Lomo Duarte lunlor. te-
la secretaria, cujos servidos po precisos princi
plmenle os do primeiro.
- Ao commandante do corpo de polica. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia irans-
imito a V. S. a portara de 9 do crreme designan-
do o conselho do julgamento a que tem de ser
submettido o soldado dosse corpo Severiano Gon-
ealves da Maia, bem como o respectivo pro-
cesso.
4.' secco.
Oficios:
Ao Dr. Joaquim Crrela de Aratijo, I" secre-
tario da assembla legislativa provincial. -X. 12fi.
De ordem de S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia, remello a V.S.,alimde terein o conveiinn
te destino, os 40 ejemplares mpressos juntas do
relatorio que em 2!) de Janeiro desle anno foi apo-
sentado ao mesmo Exm. Sr., pelo engenheiro Cho-
fi) da repartigo das obras publicas.
Ao mesmo N. 127. De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, pasaa as miios de V.
S., afim de ser presente a pasa Ilustre assembla,
o oficio por copia i'du o em que a Ulma. cmara
municipal do llecife, a requerimente do veTeador
cha l.ins, permissao para lirar o respectivo titulo
e prostar juramento no prazo de 15 das, assim o
communico a V. S. para seu conhecimento e Ira
convenientes.
Ao cominandaate do cjrpo de polica. Ex-
peea Vine, suas ordens para que destaquera na
cidado de Oliada 1 iuferior e 9 pracas do corpo
sob o sen commando, logo que se recolham a esla
capital as do destacamento volante ou outras que
tenham sido chamadas.
Ao mesmo. Em resposta ao seu oficio n.
207, de 12 do corrate, teano a direr-lhe que de-
signe o alferes Francisco Pereira Lagos para subs-
tituir o lenoute Flavo Jos dos Sanios Silva no
coium-indo do do-tamento da cidade de Goyanna,
visto aehar-so em diligencia no centro da provin-
cia o alferes Manoel Raynero do Barros, que por
osla presidencia fra a 10 do correnle designado
para substituir o dito tenonte.
3.' ierran.
Oficios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo nesta data, vista das razoes expostas no
oficio junto por copia, apnrovado a deliberaban
que tomou o inspector do arsenal de marinha de
mandar sem demora fazer pela quantia de 126,
MU que esto orcado. os promptos concerlos de
jue carece parte do caes do norte, em prolonga-
insnU ao daquolle arsenal, afim de evitar quo o
seu estado de ruina se avanlajasse em prejnizo da
(azotada ; assim o communico a V S. para os fins
convenientes.
Ao tuosmo.-Deferindo o requeriinento dos
negociantes Cimba 4 Manta e de conformidade
com a ana inorma.-ao do 8 do correte, sob n. 789,
autorisei nesta data o inspector do arsenal de ma-
rraba a effectuar a compra do alcalo e tintas por
elles ofT.irocidos venda, polos preoos constantes
da pmposta inclusa por copia, que o mesmo ins
peetor reputa razoaveis e com a dedcelo da 100/0
sobre o valor da venda em favor da conslruccao do
prOjectado hospicio de alienado-.
- Ao m >smo.Kecommondo a V. S. que, vis-
ta di incluso alterado em duplcala que me re-
metteu o brigadeiro commandante ds armas com
oficio de 12 do correnle, sob n. 510, mande pagar
ao cabo de esquadra Toomaz Cypriano da Silva e
ao soldado Firmino Joio D nningues, ambo3 do 2o
batalliai de infamara do exercito. a graiificaco
d>' que trata n aviso do ministerio da guerra de 4
de mareo de 1858, por toran apprehendido o de-
sertor da mesmo baialbao Manoel Rosendo do Sa-
enltenlo.
Ao mesmo. (.mistando do oficio do briga-
deiro commandante das armas de 1(1 do corrente,
sob n. 501, haver Avelino Pereira da Cunha en-
trado naquella data no exorcicio do lugar de es-
i-rivo do hospital militar, para o qual foi nomeado
pelo ministerio da guerra, sendo em consecuencia
exonerado Joao Pinto Bandoira Accioli de Vascon-
cellos de amanuense, que oxercia interinamente
no referido hospital; assim o communico a V. S.
para os dovidos fins.
Ao mesmo.Tomando em consideracao o que
expoz o raajor Marcionillo da Silvera Lins no in-
dos i rqu"rmonto a que allude sua informacao
de hontem, sob ti. 818 sene C, resolv considerar
o supplicante sonto das multas impostas pelo col- i
lector do municipio da Escada, por nao ter elle TlieoJo'ro Machado Freir Pereira da Silva, propoe,
averbado no prazo legal a compra do escravo Be- entre outras medidas, a da creacao do lugar de
nedicto, assim como por nao ter elle declarado '
dentro di mesmo prazo, o fallecimento dos meno-
res Julia) c Maria ; o que communico a V. S. para
seu conheciinenlo e fins convenientes.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Transmuto a V. S. o incluso pret em duplicata que
me foi remetiido pelo commandante superior do
municipio de Taaatatd com olllcio de 21 de abril
ultimo, afim da que minio pagar ao tenente-co-
ronel Manoel Ferraz de Souza ou a seu procura-
dor os vonchicntos das pravas d) 4' corpo de ca-
vallaria, destcalas na villa de Floresta, a contar
do Ia i) dijitellc ni-'z, segundo indica o men-
cionado pret.
Ao mesmo. Teodo nesta data antoraad o
engenheiro chefa da reparticSo das obras publicas
a mandu' sub-tituir por pranclioes de amarello vi
n'ialico com a epsessura por elle indicada os de
piulio resinoso mencionados no orcamonto da obra
da ponto sobre o riaclio Muriboquinha; assim o
communico a V. S. para os lins convenientes.
4'. seao.
Acto :
O presidente da provincia, attendondo ao
que propoz o director gera! interino da instruecao
publica em oficio de 7 d> corrente sob n. 128, e
tendo ora visla o resultado do concurso a que ttl-
fimamente leve lugar, resolve, de conformidade
com o art. 150 da le n. 369 de 14 de maio de
18 w, noinear o baeliarel Maniiel Pereira de Mo-
raes Pinheiro para proessor da 2" cadeira de geo.-
grapbia e historia do gymnasio provincial.
O.Ucios :
Ao presidente da cmara municipal de Igua-
rassu'. Com a informacao junta por copiado
administrador dos correios desta capital, de hon-
tem datada, relativamente reraessa dos livros
que tem de servir para a escripturaco dos traba-
llios da junta de qualilicaclo dos escravos desse
municipio, respondo o oficio de Vmc, de 4 de
corrente, rccomraendando-lhe que nao deixa de
reunir qnanto antes a referida junta, afim de que
seja cumprido o disposto no regularaento n. 5,135
de 13 de novembro do anno passado.
Ao director geral interino da instruecao pu-
blica. -Em resposta ao olllcio de V. 5., de 29 de
marco ultimo sob n. 92, tenho a dzer-lbe que
conven que o bibliotecario provincial declare si
as ooras, para cuja compra se pede autorisaco,
existen) as livrarias desta cidade, e si o preco
pelo aual podein ser obtidas justamente o que
foi marcado.
Ao Dr. commissario vaccinador provincial.
Remella Vmc. secretaria desta presidencia al-
gumas laminas com pus vaccinieo para serom en-
viadas ao presidente da proviucia do Para.
Portara :
A' cmara municipal da villa da Escada.
Tendo por acto desta dala concedido a auiorisacao
que solicitou a cmara municipal da villa da Es
cada era oficio de 7 de abril uitmo, para cobrar
provisoriamente, e para os fins indicados no Art.
79 do decreto n. 1,318 de 30 de janei:o de 1854,
os foros e lau lemios dos terrenos da extracta al
dtia da Escada, constante* dos mappas annexos,
e era juaiito pele goveruo geral nao for resolvido
o contrario, assim o communico mesma cmara
era resposta ao seu citade oficio.
5* secco.
Acto :
O presidente da provincia, atlendendo ao que
talieiou a cmara municipal da villa da Escada
em oficio de 7 de abril ultimo, resolve conceder-
llie auiorisacao para cobrar provisoriamente, e para
os fins radicados uo art 79 do decreto u. 1318 do
30 do Janeiro de 1854, os foros e ladennos dos
terrenos da extracta aldea da Escada, Constantes
dos raappus annexos, eraquanto pelo governo ge-
ral nao for resol vido o contrario.
Oficio :
- Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. -Autoriso Vmc. a mandar substituir os
prauchoes dopiuho resinoso, oreados para o las-
tro da ponte sobre o riacho -Muribequinha,-por
oulros do amarello vinhatico e com a grossura in-
dicada em seu oficio de hontem datado, informan-
do o de 5 do corrente, que fica assim respon-
dido.
EXPEDIENTE DO SECBET.VRIO.
/.' staflo.
Oficios:
Que, no di i \\ capturara e reealhera raspea-
'--eir Slacamoira. pronan-
nas penas do arl. 205 do
liel d) procurador da mesma cmara.
Ao mesmo.X. 128. -De ordem de S. Exc o
Sr. presidente da provincia, communico a V. S.,
afim de fazer constar a es-a Ilustre assembla,
qne em oficio de hontem declarou o Exm. e Rvm.
Sr. hispo diocesano haver exigido as precisas in-
formales dos parochos competentes, para poder
dar parecer sobre o pnjecto n. 69 de 1871, que
manda perln:er freguezia de Sanio Anlao todos
os terrenos do engenho Campo Alegre.
6* secc).
Oficio :
Aos agentes da compauhia de navegaran bra
sileira. O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da declarar a Vv. Ss., em resposta ao seu oficio de
hoje, que o vapor Gtiard, chegado dos portos do
norte, pode seguir para os do sul amanh, s 5 ho-
ras da tarde.
ciad i all como iiaeorso
cdigo crimina..
Segundo cummunicou-me o delegado de Agoa-
Freta, em oficio le 21 deste moc, proxim) ao aiju-
de do engenho Universo, do dislrieto da Pregniea,
daquelle uruio, dir encontradiJeron.m i Portel-
la, feitor-do mesmo engenho. morlalnente feridj
a golpes de fonc, presu uindo-so ler ido autor
deste alternado um escravo d) referid i engenho,
de BOUto Jos Xovo, me se ausentara no mesini
dia em que Portella foi encmlra 11 no estaC ci-
ma dito; o respective subdelegado fez a eoiBpe-
lente vistoria e prosegua nos termos d i inquerito
policial.
O delegado de llamb c.)in:nunic m ine, por ofi-
cio de 21 tambera do corrente, que Azora recolber
priso competente o alferes Ignacio Cavalcanle
de Albuquerque, por estar pronunciado em crims
de tomada d preso.
Xesia data couimunicou-me o subdelegado do
Poco da Pauella que, hontem, pelas 3 horas da tar-
de, na oceai> em que o trem dos ranos urba-
nos, que deApituicos seguei para esta cidade, pas-
s.iva na povoaeSo do Mouteiro, dai|uel!a freguezia,
fallecen repeiitinaineiite o passageiro Ricardo Fer-
reira Tavares, e .|iie da vistoria a que se procedeu
ve: ilicou-se t. r sido a Baofle occasiona Ja por urna
congesta .
Filialmente, a ordem e tran |uillidade publicas
nao toflreram alteraco.
O que ludo communico a V. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Ilenri pie Pereira de Lucen a, dig-
oissiino presideuto desta provincia.O ebefe de
IKilicia, Antonio Francisco Corre a de Arnaji.
HE
OESPACHOS DA PnKSIDKNCIA DE 24 DE IULH0
1873.
Abaixo assignados, proprictarios de predios des-
ta cidade.Informe o Sr. inspector da tbesourari.
provincial.
Amador de Barros Cavalcante Lins.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de hienda.
Alexandrina Maria di Conceicao. -Informe o
Sr. capilo do porto.
Albino di Silva Leal. -Ao Sr. inspector da the-
souraria de fazenda para informar.
Antonio Monteiro do Sacramento. Informe o
Sr Dr. che'e de policia.
Bento Gomes de Abrcu. -Informe o Sr. briga-
deiro commandante das armas.
Isabel Francisca de Quintal. Entregue-se os
documentos, com recibo,
Jos Lopes da Silva Cirdoso. Nao exisle vaga,
para ser attendido o supplicante.
Padre Jos Procopo Pereira. Informe o 5r.
director geral merino da imtraeeio publica.
Jo do Bom Fim. -Ao Sr. director do arsenal
de guerra para altendor ao supplicante.
Baeliarel Luiz Antonio Pires. -Encaminhese.
Manoel Alves Barbosa. -Junte proeuracao.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 2o de
ullio de 1873.
O porteiro.
Sil vino A. Rodrigues.
RepartlpiEo da |io!Ic!a.
!.' ieceo. Secretaria da polica de Pernambuco,
25dejulho de 1873.
X 1310.Illm. e Exm.SrParticipo a V. Exc.
que dascouiraunicai-oes recebidashoje neunpar-
ticao, consta que tarara hontem recolhidos casa
de deteu.-o os individuos seguintes:
A' ordem do subjelegado do Recife, o subdito
nglez Thomaz Bastn, requisicao do respectivo
cousul, c Adriano, escravo de David Ferreira Bal-
(har, a reqnerimeuto deste.
A' ordem do da Capunga, Manoel, escravo de
Luiz Jos da Costa Amorim, a requerimente deste.
A' ordem do da Varzea, Sevrina Maria da Con-
ceicao, Maria Francisca Raymunda de Mello, The-
reza Maria de Jess u Maria Tbereza da Luz, par
offensas moral publica.
Era oficio de 9 deste mez declarou-me o dele-
gado de Flores, que verificara que Francisco da
Silva,, ou Pedro Francisco da Silva, de quera tcatei
era minha parla diaria sob n. 1135, de 21 de ju.iho
ultimo, e se acha recoiido cadeia daquclla
villa, chama-se Joaquim Gomes da Silva, o mes-
mo que assasfinou os infelizos tenente-coronel
Joaquim Corrri, n*villa de Sania Maria da pro-
vincia das AlagOas, Jos Manoel, no termo do Bui-
que desta provincia. Jo$ da Silva Isidoro no lermo'
do Brejo deta mesura provincia, e autor dos for-
memos de Jos Soares da Silva, oeste ultima
termo.
Por oficios de 11 e 16 do corrente, communi-
cou o delegado de Ouricury, que no dia 4, no lugar
Antonica, do districtode Sitios Xovos, daquelle ter-
mo, Tbereza Maria da Concelgao, tendo dado lu
ama crianca, fillecendo esta no mesmo dia,
fra enterrada no mato; que o respectivo sub le
legado, logo que leve noticia do fcto, dirigi-se
ao lugar, procedeu a exhumarlo do cadver e s
nocessarias averiguaedes; e nlo obstante b5o ter
encontrado Indicio agum de haver sido assassina-
da a referida crianca, fe o competente inquerito e
o rcmettea ao Dr. promotor publico da comarca.
D[\RlOL)Ei'E;iv\.Uf;UCO
irXIFfc, 23 DK lOLHO DE 1873.
NOS, A UMAO, E O EXM. BISCO DE 1'EIINAMHUCO.
Segurado, como de costume, p -las tortuosas ve-
redas da mais apaixouada e irrefleetlda de todas
as polticas, a Unio, orgo das ideas do Exm.
hispo de Periiaubnco, alo se firla, nem se fartar
sera duvida, durante limito lempo, de odios o de
recrioiinacoes, de que alias abundara os seus es-
criplos.
Anda era o sea numtro 81. do 21 do corrente,
esse peridico usa de urna linguagem virulents
sima 'contra toaos aquellos que se levanta ni em
opposi^o aos actos do prelado diocesano, e d
copia exliuberanle das ruins paixoes que Ihe bNr-
boriniain na alma, offendenlo cos e trra, para
o lim de colher proveito poltica religiosa de
Itouia, que nao ontra senao a que pretende im-
plantar entre nos o hispo de Periiatubuco.
O artigo desse jornal, que tem por epigraphe
a iiiipren.iti e n resposta episcopal una prora
irrefiagavel do que levamos dito.
Ante a bilis venenosa e corrosiva que Iranssuda
des-e eseripto, e prante o lituli) de rtUffioto, que
se arroga o peridico, se insensivelmonte levado
a exclamar com o poeta : Porque tantas ims em
aninos celestes f
Sim ; porque lautos ralos, coriseos e trovoes no
Sinai da Una ?
Se a opiuio da imprenta, sobre a resposla que
ao (ifode 12 dejunliodeu o Exm. prelado, nada
vale ; se sao indifl'erentcs ao hispo, e consequcnle-
mente ao seu orgo na imprensa, as ameacis o
es lonvmes mundanos ; se nem os moteja de" uns
nem os desaforos de oulros, podem atlincir amaai
cellatn do prelado e da Uniao ; para que toda
essa ira do peridico episcopal; para que tanta
protervia, tantas maldic<)es e tanta chammaa na
cabera e no coraco do orgao do diocesano ?
Por raaior (|ue seja o ndifferensmo que allccieai
o Exm. hispo do OlnJa e a Uniao; por makir
que seja o desposo que inculquem pelas amcaras
e louvore.-i mundanos; pede a verdade que se c-m-
fesse, pede a juslica que se declare, que ambos os
autores da cruel actualidade que atravessamos,
senlera doer-lhes na con-ciencia o peso de um
crime nefan lo, qual o de ter toncado a sizania no
nielo de um rebanho pacifico e bondoso, que vivia
respirando tranquillo as fragancias myslicas da r-
ligio do Calvario.
E, porque ambos se aperceheram do crime que
commellerain ; e, porque ambos querem persistir
no erro, despeito de todos os mais sensatos con-
selhos; que se atiram fulos de ra va contra
todos, que, descohrindo Ibes as chagas, procuram
evitar que se Ihes communique a gangrena, signal
evidente de una corrupoao deploravel.
Sao esses, e nem oulros podein ter sido os sen-
limemos pie diclaram Uniao o seu artigo prin-
cipal de 23 do corrente.
Quanto ao juizu que nesse arligo se emilte a
nosso respeto, basta-nos umaphrase para aqulla-
ta-lo; e, por mais amarga que ella possa parecer
redac'Vio da l'niao, ella ah vai em toda a sua
nudez e revestida de toda energa que Ihe den o
seu autor: Quanto-especies, cerebrum non habet I
Ante esla obrase, que assignnla perfeitimente
a Uniao, nenhum valor, pois, podem e devem me-
recer os conceitos de sua redacca >; e consequen-
lementc para nos indifferente que ella n < pro
digalise elogios, como j fet, ou que nos assaque
injurias, como agora est fazendo
Habituados s latas no campo das ideas ; con-
formados de ante mao com a injuria do tempo e com
a injustiea dos homens; pouco so nosd que o* I m
eos uos alirem pedras. Comanlo que nao os imite-
mos, iremisprosegnindo nocaminho que nos traca-
ram os aontecimentos, por onde Irnos de boa f e
couveucidos de que seguimos a verdade e a Justina;
at que o dia do julgamento se deslaque dos nmbraes
do futuro, enchendode alegra os bons coraedes e de
dre3 os perversos, que s curara de si, presumindo
curaren) do bom cotnmum.
Assim pensando e obrando, insistiremos, pois,
ua perfeila equipolencia da disjunc'iva, que esla-
belecembs em nosso artiga de 19, disjunctiva que
tauto ncomraodon a Uniao, o que f la vomitar
tantas bilHs, tal foi a energa do dilema.
Sim ; ou S. Exc. Rvra. Ignorara as leis de seu
paiz e as da igreja, ou, conhecenlo-as, procedeu
de ra f, quand aceitn o santo ministerio para
3ue foi proposto pelo governo imperial e confirma-
o pela sania s.
Era esse o dilema de agudas jiontas entre as
quaes todos collocavam o Exm. prelado diocotono,
antes da sua resposta ao aviso de 12 de unho.
Depois desaa resposta nao houve mais duvidas ;
e deixou de bare-las, porque S Exc. Rvm. esco-
men a segunda das ponas para nella encanar-
se, dando ao mundo o triste exemplo de um
b s*o to pouco escrupuloso, to'pouco christn,
que nao trepiden em prestar um juramento vicio-
so, qne' nao tremeu om rsrlar-se homem de mi
f, e par essa m f incaoaz da missao de paz e de
amor para que fra escolhido.
Nem continu a Uniao a dlier qne esse zapato
pode entrir em muitos ps ; e que calga-o o Impe-
rador i cada ana dbs seus ministros, porque todos
juraram mtnter a religiao catkolica e os leis do
paiz.
Nao, nao continu a Uniao diaer semelhante
cousa, porque, assim faxeudo cada vex mais firma-
r a crenfa de qae kaM species, sed non habet ce-
rebrum.
Se o Imperador, e os seus ministros juram man-
tor a religiao catholca; juram por igual e sem res-
tricc<5es manttr a constituiclo de imperio e as do-
mis leis do parz. Portanto juram manter as dou-
irm is do placel o d i recurso cora, acremente
combatidas as pastorees e mais escriptos do Exm.
hispo J Olinda. Portanto anda, nem ao Impera-
dor era aos ministros applieavel o dilema que
estabeleceu aopi.iiao publica para o caso do pre-
lado dio;esano.
O Sr. visconde do Ro Branca, Ilustrado como
, roclo e jusiiceiro com) tol is o sem qualificar,
con ecia e emboce perfeitamonto as lei* da igreja
e as do seu paiz ; e, por bem conhece-las, que
presten o juramento, sem res'.riceoes, de ra nter a
constituidlo, isto respeitire executar os dicta-
mes da soberana nacional, t es como se acbam
expressos no nosso pacto p ditico.
Em virtu.le desse jiirameno, por (orea ilo res-
peto que Ihe merece a nacao, que i eminente
Miadista basca fazer executar o artigo 5." Ua cous-
liluigo, mas qoer a sin exccuclo o >n as restric-
coes impostas pela memia u msiiiui.-iio, enlre as
quaes se cutara as dos j 2.' e 14.' d i art. 10*2, e
as dos H I", l* .-, IV o 13 do art. 179, uo que
applicave ao caso.
fi pie certa a redacto da Unido de que, s
eom essa< le.-tricc/ies, que a uiaioria dos brasi-
leiros aceita e quer a dootrna do arl 5o da cons-
litui.ao, pois do contrario melli.r lins seria a re-
vog.e;ao desse artigo, nina ve/, que elle sem ai|u-
las restrieedes, lora los-hia alienatjao da sobera-
na nacional ante as pretenefies da curia romana,
e estatuira de facto e d" direito o governo tlico-
eratieo com todas as mas funestas consequen-
cias.
E^se govenn, alias preeonisalo na celebrrima
resposta do diocesano ao govenio imperial, o
que mis lamliem nao querenus, assim como ja-
mis o qtiizem.s.
Vivendo saiisfeiius .-ob o rgimen estatuido na
constuico ; abracados com esta, c por ella que-
brando as nossas laucas : nem alnacjamoe OS betas
opimos com que sondara os modernos theocratas,
nem nos desvanecem >s tragan) avaaeoj reaes no laminlio da liberdale.
Retrogradar p;iri a idade inedia nao entra, nem
enlrou jamis era nossas aspiraeoos ; assim como,
ahi jamis entrn a le dar saltos mortaes para as
regios do desconhecido.
O que almcjanios para o n -.-o paiz, sim, o
progreeso refledido e eilmo ; sao as pacificas re-
voluces, que visam a liberdade. sera anieacarem
a ordem ; que rec mslruem, sem espallinr ruinas ;
que tem por dal o bem coramum, sem sacrificar
ininstameute o bem individual."
Essa, porin, n;\o a poltica religiosa'de Boina;
essa nao pon, a pobtica do Exm. hispo de Olin-
da nem da sua foi ha a Uniao.
Por isso estamos distanciados dessa folha e da-
quelles qne a inspirara ; pur sso c que merecemos
as acres censuras do peridico episcopal.
Siga a Unio se Ihe apraz, as tortuosas veredas
por que ra; mas, por Deus, se ama como nos a
liberdade do pensar e de manifestar o pensamento,
nao queira com a-ua lingaageiu insidiosa e viru-
lenta trancar nos as portas da discossa i sen-
sata.
Ao menos nao slenle, descoberto, doutrinas e
linguagem too manifeslaiiicnte inconseqnentes com
as santas doutrinas do Filho do Homem e com a
sua linguagem mais doce que os favos do mel.
Segurado a trilha por que se dirige, convnce-
se a Uniao de que, longe de servir a causa de
Deus, est desaatonnd a snajgroja ; e qne, em
vea de fomentar a uniao no rebanho do Senhor,
cada vez mais o separa, semejando a sizania e o
joio no meio do trigo que t.ao vicosamenlo ia flo-
rescendo.
Applicande i Uniao o demille illis com que nos
minoseou, nos Ihe perdoanios as offtiisas do seu
artigo de 23, pedrada ao Deus de misericordia um
rao da sua luz infinita para a folha episcopal,
atiin de que, compenelrando-se ella realmente da
santa missao da imprensa, procure antes derra-
mar luzes no povo, do que crcalo de densas
trevas.
Procure n Uiiiao mudar de rumo ; navegue as
aguas da constilnicAo, o acotiselhe ao hispo de
Olinda mais prudeiiioa, mais boa f e mais res-
peto s leis do imperio ; e esteja certa de que, as-
sim pralicando, cumplir o preceko divino -de
dar L Cesar o que de Cesar e Deus o que de
Deus.
annos para o
O Sr J. Cotiiiji pb Aarav/o pede dispensa de*
intersticio do projecto que acaba de ser votado.
. alim djt que seja elle dado para ordem do dia,
; que foi concedida.
Entra em segunda dscus'sio o" projecto n. 6(1
deste anno que regula o serwco morluario e de
carros fnebres nesta cidade.
Art. 1.- Fica sob a direcao da Santa Casa de
Misericordia do Recife o servico mor lario eV
carros fnebres desta cidade.
E' approvado.
Art. 2.* A mesma Santa Casa poder contra-
lar com Agr 4t C. ou com quem memores vanta-
gens offerecer o referido servieo, sob as scguinies
bases :
1.* Prazo nunca mais de vinte
contrato ;
a i." Obrigaco de indemnisar o contratante aos
de mais esiabeleeimentos de carros unebres exis-
tentes na cidade ;
3." Doacao nunca menor de 2":0U0000 an-
anaes, por parte do contrtame, para o fim de se-
rom applicadas s obras dos csiabelecment s da
mesma Sania Casa e expecalmenle ao asylo de
alienados ;
4.* Preco de carros fnebres e em geral dos
enterramentos tozadas em una tabella, que deve-
la ser revi-la de chico em cinco annos.
5. Rospeito total e completo das laxas cobra-
das actualmente pela municipalidade ;
6. O'jrigaeao restricta de, findo o contrato,
entregar o contratante mesma Santa Casa, todo
o material dos seus esiabeleeimentos em perfetn
estado de conservacto, a sem ncnhnma indemni-
zaran. '
Vao mesa e sao apoiada
das :
a Supprima s -Agr i C. JWfo Reao.
a Ao art. 2 -Em lugar das palavras Agr & C
dga-se cora o <\w. actualmente fazem esse
servico. /' ' AoJ 4.Sup'irima-se-E em geral dos en-
terramentos o mais (Mino est no paragrapro.
Ao % I*-Km lugar de vinte annos-diga-se
cinco annos para o contrato. l'inlo Jnior.
Ao art. 3. Snpprimise a palavra-enterra-
mentes. Pinto Jnior.
Os Sus. Pinto Jmuoa e ItMOOni Mello Reoo jus-
tificara suas emendas.
O Sa. Almrida PutNAMMOO faz algnina consi-
deraroes sobre anial>ria eindisnisso.
Encerrada a discuss:lo o projecto posto a vo-
tos e approvado era todos os seus artigas e bem
assim as emendas a elle ilfeiecidas, excepto a
seguidle que foi rejeitada- ;
t Ao | l.'-Em lugar de vinte annos -diga-se
cinco annos para o contrato. Pinto Jnior.
Entra em discussao o projecto n. 3s deste anno.
Vai mesa e apoia-se a sefflinle emenda :
Depois da palavra -eserivesaccrescente-se
e contador. -Pinto Jnior.
Encerrada a discussao e tuio havendo numero
para volar-se, o Sr. presidente designa a ordem
do dia e levanta a tselo.
as segrales emen-
i'KRSAMRDCtt
SSEMBL PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM 31 DE MAIO.
PRCSIDENCIA DO SU. KERRE1I1A DE AOUIA.
Ao meio dia l'eita a chamada, acharam-se pre-
sentes os Srs. deputados Antonio de Aratijo, La-
nieiiha Lins, Figueroa, Ges Cavalcante, Ernesto
Vicira, Vieira de Araujo, Tolentino de Carvalho,
Joaquim de Araujo, Lacerda, Guedes Gondim,
Amaral, Olympio Marques, Firmino de Novaes,
Aguiar, Barros Wanderley, Amorim Salgado, Gon-
calves Ferreira, Pinto Jnior, Gomes Prente, Tito
de Barros, Joaquim de Mello Reg, Oliveira An-
drade, Pernambuco Filho, Alvaro Uchoa, Freir
Gameiro e Ratis e Silva, abre-se a sosso.
Lida a acta da antecedente, approvaja.
0 Su. 1* Secretario d conta do seguinle
EXI'EUIK.Nr-: :
Oficios :
Do secretario do governo da provincia, remet-
iendo os originaes das resoluroes desta assembla,
sauccionadas sobos ns. 1,094, 1,095 c de 1,697 a
1,101 e de 1,103 a 1,108.-Archive se.
Do mesmo, cominunicando haver o Exm. Sr.
presidente da provincia prorogado at o dia U de
junho a preseute sesso.Inteirada.
" Urna petico de Meuron 4 C, oferecendo varios
documentos tendentes a pmvar o que afirmaran)
em sua petcao de 2? do corrente, acerca da co-
branca do imposto sobre o rap por elles fabrica-
dos.A' commisso de orcaracnto provincial.
Foram lidas e approvadas as ledaccoes do pro-
jecto n. 73 qne approva o compromsso da irman-
dado de Santo Antonio do Bebedouro e o substitu-
tivo ao de n. 114 de 1872 (posturas da cmara mu-
nicipal do Recife).
ORDKM DO DIA.
Entrara em segunda discussao as emendas apre-
sentadas era terceira ao orcameuto municipal.
Encerrada a discussao e pesia a votos as emen- (
das, sao approvadas, passando o projecto com-
misso de redaccio.
Entram em tereeira discussao as emendas of-,
ferecid.ts ao projecto n. 30 deste anno que codee-.
de licenca a varios empregados pblicos.
Posto a votos, sao approvadas todas as emendas,
passando o projocto commisso de redaccio.
Eatrando em discussao os substitutivos apresen-
lados ao projecto n. 6 deste anno, foi rejeitado o
2, offerocido hontem, passando o projecto com- ]
missao do redacao.
O Sa. Goiig^LVES Fkbrkira pede que se decla-
re na acta ter votado pela ementa que ollercxeu e
foi rejeitada.
Entra em nica discussao o projecto n. 74 des-
te anno, que approva a reforma do compromsso
da irraandade das almas da cidade da victoria.
-E' approvado.
nica discussao do projecto n. 75 deste anno,
que approva o compromsso da irmandade de Nos-
sa Senhora das Dores de Capoelras. E' appro-
vado.
1* discussao do prolectc n. 69 deste anno que
regala o modo como devem servir os eserives da
idade do Recife. -E' approvado- '
SESSAO ORDINARIA EM 2 DE JXO.
HilESIDENCIA DO S!l. mURaM W. AOJ.'IAR.
Ao meio dia l'eita a chamada e achando-se pre-
sentes os Srs. deputados Ges Cavalcanti, Lacer-
da, Lamenha Lins, Joaquim de Araujo, Tolentino
de Carvalho, Pinio Jnior, Pernambuco Filho, Er-
nesto Vieira, Figueiroa, Camboim, Antonio d-A-
raujo, Ralis e Silva, Vieira de Araujo, Guedes Gon-
dim, Goncalves Ferreira, Aguiar, Mello Reg, Go-
mes Prente, Amaral, Oveira Andrade, Firmino
de Novaes, Barros Wanderley, Cunha e Fgueiro-
do, Alvaro Uchoa. Tito de Barros, Olympio Mar-
ques e Aiiorim Salgado, abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acia da antecedente.
O Sr. 1." Skciietario d conta do seguate
EXPi LHRNTK :
Urna petieo de Alexandrina Marques Mascarer
nlias, prolessora da villa do Trjumpho, pedind i 0
pagamento da quantia de :;:!.->;. A' commisso
de orcamento provincial.
Sao lidas o approvadas as redacroes dos pro-
vectos ns. 74 e 75 desle anno.
E' lido, julgado objecto de deliberaeao e dispen-
sado da impresslo a requerinieuto do Sr. Amaral
o seguinle parecer :
A commisso de juslica civil o criminal, a
quem foi prsenle a Delicio juma, em que Luiz
Ferreira liandeira de Mello, escrivo c tabelliao do
termo de Iguarass, pede a esta assembla a ex-
tinecao dos oficios de justica, que erara exercdos
por seu companhero, Francisco Xavier Cavalcan-
te, qae ha pouco fallecer, julgando deferivel a
preteaeio do supplicante, visto que o dilo termo
por sua exlensao, poj.iulac,lo e riqueza, nao pode
proporcionar rendimeiMos suficientes para a de-
cente subsistencia de mais dous eserives, conclue
ollerecendo o seguinle projecto do lei :
A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco resolve :
Arl. i.* No termo de Iguarass haver so-
raenle dous eserives que servirlo de tabelliao do
publico, judicial e uotas, brando extractos os ofi-
cios que eram exercidos pelo serventuario Fran-
cisco Xavier Cavalcante.
Art. 2 Os oficios dessesesenvaesseraoexer-
cidos de conformidade cora o decreto de 30 de Ja-
neiro de 1834.
t Art. 3. Ficatn revogadas as dispo9ie5es em
contrario.
Sala das commissoes, 2 de junfio de 1873.
Guedes Gondim.-Tolentino de Carvalh.
ORDBM DO DIA.
Entra em I* discussao o projecto n. 67 deste anno.
autorizando a concessao de mu prazo para a con-
rluslo dos trabados da estrada do norte.E' ap-
provado.
O Sr. Ratis e Silva pede dispensa de intersti
ci do projecto que acaba de ser votado, afim de
que seja dado para a ordem do dia segrate.
Consultada a casa, vota pela dispensa reque-
rida
2* discussao do projeco n. 69 deste anno, que
reeula o servir.o dos eserives desta cidade.
Van mesa e sao apbiadas as seguintes emen-
das :
Substitutivo.-Os eserivjes do clvel desta co-
marca servirlo perante os respectivos juzes e
seus substitutos nos feitos crioies, e os eserives
privativos das varas especiaes servirlo tambera
nos mesnios feitos perante es seus juizes substitu-
tos. -SI. da Silva.
i Substitutivo. Os seis eserives do civel desla
cidade, serviro por distribuieio perante os Juizo>
criminaos. Revogadas as disposicoes em contra-
rio. Araujo.
Emenda ao substitutivo que offereceu.Em
lugar de por distribuieio, diga-se servirlo perante
os Juizes crminaes, conforme for designado por
acto do presideuto da provincia.-Araujo
Emenda ao substitutivo. -Em lugar de seis
escnvles, diga-se os oscrivles do cvel, orphao?,
commercio, faienda e proredoria. Gomes P-
rente.
t Apresentamos como emenda o projecto n. 76
deste anno. Cnwfei Gondim.-Tolentino de Car-
valho.-Amaral.J. Vieira.
Encerrada a discussao e posto a rotos o substi-
tutivo, foi approvado o seguinle:
f Substitutivo.-Os seis escriries do civel dasta
cidade, servirlo por distribuieio perante os juizes
crminaes. Revogadas as disposicoes em contra-
rio. -Aramio
E bem assim as emendas, ficando prejudicado
o outro substitutivo.
0 Sa. Goaas Pabbnte (pela ordem) pede dis-



t




5T81

{){Uferio dePernambuco
__
projeete que arana (fe scrjrftii Santo'oosta el.ilidV eTregUels lSftnfb^iUpoC Xovo, qne n ausentara
do para a-ordem doilia,. o Jontp, fyra .ahi. sil.ul.) o s-.-q ca lavor, iiara.j^gnafl dora .'o./ac|O
ojo s quatro horas da larde. ?r sepulta lo no ra l*i'is\t.
Ufa de intersiniio
votado alhn do "T
que fui conccdM?i.
Kira cm 3*o#iBSlgao o proieclo n. W dete
anu-'i, que antoyi>a*-ai>osenladoria do exteuente
docorpo de polica,'Jlo Pereira Lagosi-R' ap-
provado e passa a commisso de redaccao.
iiD
mesma
Ha em
Sobado 26 de Jullio de 1873. 0T| rt,W!f;
tm I Hjt.iji.irij
[aria, preta, Pernambuco, rojelo b. oi
epuittw
{prca-
eiden-
iV"- \raujo-
11 te se toenfcivc a
Hfcora e solicitador.
Entra em 3' discos
roenw provincial).
Viio ;'i mesa o saapni
das:
< Supprima-sdfift)' o
n S 3" do arl 1!!#-AC>
gratificaran d i pflaMrad
.triuf.
A o ;irt. ii K3C|gt-se :t-a J *Allwno
los Santos, MadM co<*',; de |olieia a quanlia
de rento c (fipentajlit St eMua gratificar*))
de voluntaria a JosWjtfRro dar -kvas, ex-praca
do mesmo coran, a quantia e itii lifl de sea
sold vencido durante o tempo de sua prtsao ;
a Joo Hyppoh'to Meira Lima, a quanlia de 'i:0
a que si motroa com direMo por erro de orea-
mhih a,tamo caattatanti, de eiiipiidrainento da es-
trada da Vict'ria, obligando-se ello a nada mais
redamar da provincia.por tal servieo. M. da Sil-
va.
Ao i 8* do art. 7/' Accrescte_e -mcumbin-
do a cmara municipal a fiscalisaeao. Gomes P-
rente.-*
additivo ao art. %.Ao seminario pequeo
de Oliuda 1:060*. Satis e Silva.
Ao art. > g 'i."Accrescentese inclusive. .
JWiUQO para reparos da cadeiade Iguarassy. -
Amara t>
lo. Sub-titua-se o principio pelo seguinto :
Di/jino de gado vaceum ou a Icciinn parle de
cada bezerro quando nao comidetnr o nniero de
10, amis como noparagrapln --Approvado.
Ao ad Jitivorjor cada potro supprima-se as
fazendas de cria cao. J. de falto lw.i. Appro-
vado.
- IWsposic.au permanente :
li' o govurno autorisado a despender at va-
te cont de ris com os tralmlhos necossarios para
azer passar as aguas do rio Capibarihe-mirim po-
la cidae do Gayanna, segnindo pelo antigo leito
denominado rio Morto. -GuetkiGondim. Amaral.
fioMf* Prente.
Artigoadditivo.-A dis-posi.iio do art. 30 da
lci n. y.ii ile 13 de juuho de 1871, refere-se ex-
elusivamente airecadacao promovida exetrativa-
nieiito e nao a que for voluntariamente recolliida
estarlo competente. Pinto Jnior.
Art 8* I. Subslitua-se auxilio Santa
Casa nove coutos, inclusive os contos com que
concurre a mpinhia debonds, para as obras da
c Art. 9 S ||.Substiiua-segratificacao an
nual ao Itscal das lot-ras 600J.
Uisposicd.'s permanentes :
Artigos addilivos.A legislarlo geral s tora
pptirar^i raienda provincial, uandn^em rola-
c o i negocios Ja competencia d v-la nao limver
lei provincial que as regule.
As apolies dadiviiia provincial uando trans-
niittiJas por tituli deherarica, legado ou doa^n
esli najeitas laxa marcada no art. 15 ^ 10.
Fic.i revocado o art. 38 da h> n. 5)9i init mrr-
ca poiv.-utigiii ao procurador fiscal das lolerias.
/ de Mata Reg>. J. de Artiij:
Additivo as disposifoes permanentes. Fica o
presidente da proviut-ia autorisado a abonar as
fallas dadas pela professora publica D. Alexan-
drin.i de Luna o Albaquerque no exercicio de eu
emprego eoinprehendendo o prato de i meses e
23 das exclusiv,; o tempo em queosteve de licen-
ca e aut.,risado o nie-nio presidente da provincia
a mandar pagar Ibe os respectivos honorarios.
Fiquftraa. n
a Art. 13f additivo. SJOSOJ por cala casa
lii! vender cal ito fabricada na provincia. J.
V/eir i.
Ao ad'litivii n (i9 ac-Tescente ;e e o que se
"s'jcv doveiido io lente aposentado do orpode
jmIci.i Id-i- c,Mii.'gond"s da Silva em virtue de
1 ^ itijn i de-I i as-.vni lea. Vieiri Je Mello. -
i'' uUti') de Carcatkf.t
Km-.i .. pr-M.|,.nt,. da provin-ia" autorisado a
d"*!>cii ler a piota i|ue for necessaria para a cons-
iiaicc ni das ;i'iitcs viladas nalii do or .-amento
vin oito subre os ros Amaragy no linjai- de Hus
IInas, irw lugares l'o Sangue o Gravat, e no
lugar que for o ais eonveni nte entre Limara e
a villa de Rarreiros -ilota e Stlua.
Artigo iillitivo. Fica o presidente da provin-
cia autorisado a mandar admittir no Gymnasio,
c.uio aliunni interno o menor lillio do capilao do-
:i ir.iri.i .I > nxercit Manoel de Carvallio Pues de
AiidiM-.le (louvim, maicandd-se para isso a respec-
tiva u'iot.i. Hifis e Silva.
- F.ca o prsidsato da provincia autorisado a
despender al a quanlia de 00:000 con a cons-
-ucciu de V cadeias, sendi, una na villa da Es-
trada, o lira na villa de Nossa Senliora do O' de
Ip jar i. nutra na cidade do llio Formoso, o outra
-na vil. i Je llarreiros. Ralis e Silea.
a Fica elevado a I:i)iO o ordenado do escri-
vio da casa do deleii.ao. Ralis e Silva.
Artigo additivo. Fica o presidente da pro-
vincia autorisado a mandar pagar a quofa de
i:0 Oi cun-ignada na lei do ornamento vigente
para ,-ustentac'io de 5 e>tudanles pobres no semi-
nario episcopal de Olimla se nao for ella paga at
o liin do crrenle anuo liuanceiro. Ralis e
X<7p Eoieiida ao s, Io d.* arl. i- : No firn do ac-
civseeute-e dando se ao porteiro urna gratili-
eaojo de quatro ceutos mil reis. Auguiente-se a
verta. liatis e. Silea.
Ao art. 12 accrescentese -seis contos do res
de suliveneao par i a publicacao do iornal Rrasil
Agrcola o rigando-se a emjireza a dar 500 ejem-
plares ;i provincia que serao distribuidos como a
presidencia julgar mais conveniente. Pinto J-
nior. Ralis e Silm. Joao Vieira. Lwnenha
*s. GtmgatM Penetra. Amorim Sil-
fado, o
Emenda ao art. 15 i 58 Supprima-se a
emenda ao g 33 que torna dependente de registro
os contratos d i transferensia de propriedades em
bar ral. Goes Cavalcanle.
Ao art. 9o g augmente se a verba com
.duzoiitus mil res como reniuneraco dos servi-
dos extraordinarios prestados pelo i escripturario
Horacio de Gusmo Coeltao. Goacalvus Atv
tira o
Onde couber 3:900 para occorror ao em-
jtrstiroo consignado na lei n. 927 de 1870aca-
mara da Victoria. Ges Cavalcanle.
Os Srs. Ges Cwalcantb b Gomes Prente
tazem algumas cowiuWacfiea sobre a materia en
discusso.
O Su. Ges C.WAi.cA.vrE insiste as razoes jus-
titicatavas das suas emendas apresentadas.
Encerrada a discusso e posto a votos o projec-
to foi approvado bem cirao as emendas sob ns.
8i, 15 86, 0-2, Mi, 98, 99, 100, I0|-, I./2, 103, lOi,
IOS, .106, 107 o 108, sendo rejeitadas as seguin-
les : a ultima parte 4a de n. 83 e as de ns. 87,
88, 9,90, 91, 93, 9o, 90, 97 e 110, (Jcando o pro-
jecto dependente de outra discussao.
Nio bavendo mais numero o Sn. Presidente
designa a ordem do dia levanta a sessao.
inieiio publico, visto' ter iDr.'jui/.'.I- eapeltas
mandado (levant.ir a rnterdic^ao daqmHt igreja
Acojntece,* poriii, que leudo, o supplicanle ieivo^qtMtiHMt,'tUQ*j: -a|.i
tomada de preso.
todas as despezas para o referido enterramento,
eivftgB emolumentos do parodio, este agora
^a a l|f*r a Rniromnioua^ do le cadver Tn referida i^reja, pretextamli para
issnrto reconhecer o podepoitil cjino oampeteato
para o-elTeito de suspender a utcrrHcfl*) lancada
pelo diocesano, leclaramlo atada que nontem na
conferencia que teve com V. lxc, dissera que
naj cuinpria ordem algunia do poder civil, e aca-
bou assesurando ao sapplicante em presen.a dos
seguinl s cidadaes, Francisco Egydio de. Luna
Meiro. Manoel Antonio de Azevede Moreii a e Ger-
mano Piulo de Alatajaes, que n 'oava sacerdote alguin encommendar o referido
cadver naquella igeja i pelo iuw ^irocurou o
supphcante conhecer e no eemiterio publieo-seria
t'n'iM*5rnji o iUfaiefe (gu-.ci Cavilciutn ire
pronunciado om erime (fif
i
ni
iba. asf noy
kieiiadr' p
dos scits
data dq a
A>;
n-|o softrerai alterar:
t'. 'Mw.i:ii o tr
cafan iIJM-vraves, inte'iiuceioiu na asa daca
mjka nfli:ipal JL ^J,JB. ~.
t Havenao terminado o prazo da suspensao de
t^'S'dS pX4lS?sua\
o cadverencomnumdado logo qne ehepasse acora- nMim nitsAa Tonfr?mde sMeraaiilade e conenr-
REVISTA DIARIA.
Resultado de eoueurso.Por portara
da presidencia da provinak, de 2i do crreme, em
vista do resultado do concurso havido 9 de junho
ultimo, na thesouraria de fuenda para as vagas
de pratieantes da mesma thesouraria, da recebe-
doria e da alfandega, e, conformando-se com a
prometa do inspector da tliesouraria de fazenda,
remida et oIDeio datado de 9 do corrate sob n.
439 sene D, resolwe nomear provisoriamente :
para pratieantes da thesouraria -Joauuim Jos de
iMiuda Tavares, Manoel Vict-r Fernamles Barros,
Joaquim Jos de Oliveira.e Autonio Rufino de
Andrade Lima Jnior ; da' recebeloria Antonio
trancisoo de Moraes e Jos Manoel Cavalianle de
AtmeiJa ; c da Airandega Autonio da Cruz Hibei-
ro,e viatbias UrJos de Araujo Maciel.
Ouests relisiosit.-Em virtade do con-
eK suscitado pelo Rvm. vKrio da
ioo>usciiaao pelo Rvm. vigark da fregue/ia de
banto Antonio desta eidadi, r. Joaquiin Fran-
risco de olio Cali Jnior eadereou ao Exm
Sr. eommnndador presidente da proviacia a Deli-
rio abaixo publicada.
Indo a infirmar essa peii^to, o Rvm. vj-'ario ml-
listron a informai; i j tambem abaixo publicada.
Juntando ambas osai pcai, S. Exc. o Sr. presi
dente da provincia remetteu-as ao promotor pubJi-
da capital, alia de une proceda na /prma da
lei contra quem lor culpad nesseago':
Obmu S. Ex.;, mu prmlate e senjatamenlaas-
m proeedend" o pf, promotor pu-
mco okrar na espbcr i lo sea de ver, como o casp
Sanbado da respectiva irmandade, e sejjdo inteira
o pelo referido parodio que dita encommendacao
nao se faria em presea {a da mesina irmandade.
Nestas circuinstancias c em face do regulantento
que rege o cemiierio pnbliio, vem o.suppltcanie
requerer a V. Exc. se digne mandar que e referi-
do parocho ou o capelln do eeuiiterio, proenUm
encommendacao do eetylo ao dito cadver, antes
de sepuliade, e isto sol pena de desoiiedimicia as
ordens de v. Exc. : uestes termos
* Pede a V.Exc. deferimento-E II. M.
i Eslava sellado com dnas estampilhas de du-
zentos ris, inulilisadas da forma seguaite :
u Roci/e, 21 de judio do 1873.J..iquim Fran-
cisco de Mello Calui Jnior, t
San.o Antonio do llecife, 2i de juliio de 1873.
-Illui. e Exin. Sr -Em cumnrinicnlo do despa-
cho de V. Exc axattdo na pet'cao de Joaquim
Francisco de Mello Calui Jnior, qneixando-se por
nio ler ou mandado encominend.ir i cadver de
Zc.'erino Doiningues Mereira, depositado na capelia
do Espirito Santo, em duas palavras passo a sjIs-
fazer informaran exigida. Tend sido interdic-
tas a irniMidade e a capelia do Sspirito Santo
par 8. Exc. Kvma., autoridade competente, segun-
do as leis da groja, nao posso funecionar nella
sem que pelo inesino podar espiritual seja levan
tado o i iterdicto, e noste sentido tenlio ordens lor-
iiiiiiantes de S. Exc. Itvm.i., a queai nao devo e
n.io posso deixar de obedecer. Fiz ver ao cncar-
reirado que me falln, que daposUasse o eoipiVui
outra qualquer parte, que seria- proinptaiiieulo
euciiiiimendado; nao quiz ceder a un capricho
V. Exc. comprehendo que inonos deveria eu ce-
der despeito das rdeas superiores. Em quanto
ao cemiterio, nada tenho com es*a capelia ;
disse apenas ao interessado, que suppunha ijuj o
capello nao enconvnendaria o corpo sendo con-
ducido pe irmandade. Sobre os f.nolumeiitos
pe tenceutes ao parodio, quiz restituir, mas nao
imitaran) aceitar. E' o que posso informar a V
Exc, que algara como fr de ju-tica. O conego
vigarin, Antonio Martines de Castalia.
Seivao 2.' i'alaeio di presidencia de Fer-
nambuen, em 2o de julliode 1873.-Tr nsmif.indo
a k'nje. as copias juntas da petico de Joapiun
Francisco de Medio Gali Jnior, bem assim da
ini'oi uiac io qoo sobro o cooteddo da dita peticao
deu o conego vigario desta fregnezia, Antonio
Marques de C.istillia, Ibe recomme.ndo, proceda
de confi.rmidadc com a lei contra quem fr adia-
do em culpa, seja qual for o sen carcter e posi-
cao social.-Deus guarde a Vine-lent-tanc Vtr
reir de Lacena. -ST. promotor publico desta ca-
pital.
Mein futidiiitientn. Sao elleclivamente
sem fundamento os boatos que houtem a larde se
espalh;ir,im uesta cidade de que, na de Goyanna,
se tinli un repetido as (ri de agosto do anuo prximo passado.
Nao sii as -artas que d'alli tivemos h.oitem nada
dizem a tal respeilo, mas tambem as normaeoes
offlciaes nada resain queiaes boatos justiti piem.
-" faci que era Goyanna corriam boaUs de
que, pelo anniversaiio das setnas de que cima
fallamos, seriara reproluzilas essas sceaas ; mas
de erar que tal nao succeda, visto como esto
tomadas as providencia-i para conter qualquer
maniestaci i que piocurem a'li faser os desaifeo
tos das riort'.ig'.iezes, e Judo leva a crer que esses
raaos cidadSos se conlerao diante danttitude enr-
gica da autoridade, e nao procuraro offeuder a
e-irangeiros, que tanto concorrem com o sau la-
bor para o ncre.neiilo desta trra.
Para Goyanna soguiram bonjem mais lo praeas
qiu: v.o aagranntar o destacamento de polica
d'alli, e provavelmente, foi isto que molivou os
boatos de que l'allanios, c ijue, repetimos, sao sem
fundamento.
Instituto Histrico c Fhilosophico.
Amanha reunir-se-ha em sessAo ordinaria esta
sociedade, s h iras e no lugar do entone.
Ordem do dia : I.* parte, discussao da these :
A quem se 'leve a indepe.nd'iia do trasil ? par-
te, desenvolvimento do Sr. Bandeira de Mello
these : Qnal i n melhor sysema de eleicao ?
Fcstividade i-elidios. Am'anh, pela
madrugada, llavera missa cantada e sermio na
igreja da Madre de "Deus em louvor da Senhora
Santa Anua e a nouie ladainha.
Vari tambora lugar amanl, na igreja da
Ordem 3.' de Nossa Senhora do Carmo, a fesia da
Senhora Sant'Anwa, que constar de niissa conta-
da, serrano e ladainha noute.
Plii9 6 1/2 da tarde.
Natw Partlienon.-No dia 23 (quarta-
feira) reunio-se esta sojiedade em sessao ordina-
ria, sob a presidencia doSr. Thomaz Chaves.
Deixando de comparecer o Sr. i. secretario, o
2." assumio as suas attribuiojes, sendo as deste
desempernadas pelo Sr. Gurjao Sobrinho.
Foram lidas e approvadas as actas das sessoes
de 17 do correule e de 18 de jun'.o Ando.
O Sr. I." secretario interino leu oexpeJiente se
guinte :
Varias propostas de these=. Approvadas.
Diversos additivos aos estatutos. Approvados.
Tomaram assento os Srs. Jacintho Paes de Men
don .-a Filho e Joo Candido de M. Reg (socios
ltimamente aoprovados), endo o primeiro feli-
citado pelo Sr. Juventino Themudo, em falta do
orador, e o segundo por este, aos quaes respon-
dern! agradecendo.
A' requiTiraento do Sr. Juventino Themudo foi
emeedido ao socio Ernesto Marques um mez de
licenca.
Passando i.* parte da ordem do dia, o Sr.
Porto desenvolveu 'a these .Qual o eslailo do
mdo na poca uo nascinii'iito de Clirislo, e que
truntformactl) soffre* elle depois que Este fundn
a sua igreja f Ora rain sobre ella os Srs. Mendon-
ca, Seabra Jnior e Esperidiao Filno.
E como a hora se arhasse adiantada, o Sr. pre-!
sidente adiou a discussj para a sesso saguinte i
deixando tambem por este motivo de se tratar da!
2.' parte da ordem do dia.
Em seguida procedeu-se a srteio, reeahioda I
serte sobro o Sr. Napoleio de Otiveira ipie esco
Ihcn a these :-Joj justamente Luiz XVI ao ca-
da falso t
Nada mais havendo a tratarse, o Sr. presidente
depois de designar a or Jem do dia da vindoura
encerrou a sessao.
JEselareeimeato.-Vericou.^ ue pran.
cisco da Silva ou Pedro Francisco da Silva de
quem nos oceupamos uesta Revista de 21 de ju-
nho ultimo sob o titulo, Tentativa ie fuga, preso,
que ae achava recolhido cadeia da villa de Flo-
res, tem por nome verdadeiro Joaquim Gomas da
Silva e o mesmo que a-sassiu u ao tenunte-co-
ronol Joaquim Corra na villa de Santa Mara da
provincia das Alagjas, e a Jos Maaoel no termo
de Buique, Jos da Silv Isidoro no do Brejo
desta provincia; assim como tambem o autor
dos ferimentos
Tu prt
Pela d. legaca policial d tf d"n'i*orient''. e icculhilo .eftii^ft
Ira, ni-Visa, hospital Pedro l( ( tan irrhagia.
ipitaalo, pardo. PernambiiBo, -i-^aezes, Santo
sKpfli*; inflamaia.'4'i do ligado.
Sii-iedade Litteraria e \u v iliado-
a
ade ttn
as desla cidade
ren.cia.
Teve lugar no dia (t do crrente, no respec
livo convento, a esta de X.a Senliora da Car-
ino, que foi feita rom a po^ivel solemnidade.
Aleiu do seguHile faci, nada mais tenhoa
hoticnr-lue que mereca mencio :
t m Severw do-t^U, Mai'tnitanoe o cacheiro Jos
Aranba, espancaram na noute de sabbado prxi-
mo, p,isaio a urna agbre mnJher, iouca, de nome-
Mana.
Dizem quo boas razi"ie tiveram el les para tal
proeeilioieuto, entretanto nos pareen que deviara
attender q.e a loucura nao sjie > que faz.
A polica trata de averiguar o ficto e de dar
providencias
Exame. Pedemnos a segrate publicaeao:
^ 0 joven esBfraacoso Angelo de Fojos Correia
Cesar Pilho, cadete, L saaj;cp>0 do batailiaa
ile lafautarta iw>ti. pnovmcia, no exarae que fez
de coafoniiidadc cora o regulamento de quo trata
o decreto n. 772 o 31 de iiiaro de 18>1, foi pie-
menle approvado era manejo de arma, exercicio
de fugo, nomenclatura de arma, escola de pelotao,
e siinplesmente eiu pontaria ao alvo, segundo
consta da ordem do dia n. 9V8 da reparticao do
ajudante general na corte em data de o de julho
correule.
O mesmo joven actia-se exercendo, cora lou-
vavel aceilapao e conocto. o lugar do amanuense
da secretaria da iijsp.'cco das tropas, para o qual
lora, nomeado pelo benemrito o digno inspector o
Exm. Sr brigadeiro Juo uilherme de Bruce.
Diario de :*ei'iiaui!uco.Se.bogaren)
hoje os vapores Domo, Para e Mendoza, distri-
buiremos amanha nosso numero de segunda-feir*.
O salete de Vk<- Ha anuos appare-
ceu iimempre eudedor propondo-se explorar o fun-
do da barra de Vigo, alira de roubar ao mar a
enorme ripieza pie aili deve existir, proveniente
dos gateaos carregados de melaes preciosos afun-
dados naquclle porto.
OrgauiMiu se urna compaafiia, noineou dirjecao,
recebeuse dinheiru dos accionistas (oque era jwn-
lo principal) c deu se comeco ao trabalho.
Agora, poriu, vemos, pelo ipie leaos 'um jor-
nal dest nado a tratar do assiunptos referentes a
empresas o companluas de varias partos do mundo
que a tal compaiihia dos galeoes de Vigo esl ti-
nada.
Os accioiiisias perdura completamente o dinhei-
ro que desembolearain pelas aceoes.
B era-nina vez os fabnlosos lucros que deviam
dar os galeoes de Vigo.
Sen'ns da Vida humana.As autori-
dades fraiijezas tomaram coiiheciraento de um
triste facto, acontecido era Paria
Un negociante de commisses viva em intimas
relaodes com urna viuva, a qual possuia alguma
renda.
leudo grave altei cacao entre si, na casa era que
se enconiravam, o hoinom sahira depois disso.
Volvendo seta grande deuK.ra, encontrou a mullier
eufmcada, teu porta.
Ationito cora o que v, em lugar de ir dar par-
te a autoridade, procurou obter urna grande mala,
a.b encerrou o cadver ; c laraou quatro horaens
e, assi n o removeu de casa, para outra que alu-
g*ra ua ra Peyronni-t.
S passados dias que foi participar oaconleci-
do ao irmao ^ defunU. Enlo so deu conheci-
(ueuto s autoridades e o cora mercante foi preso.
Pouco depois de entrar na prisao, e sera em-
bargo das precaucoes lomadas, q infeliz conseguio
suicidar se
laeuudio importante. -Um i carta de
Marselha coiita as peripecias do incendio que se
inanifestou uaquella cidade no caf concert o
Alczar.
Acabaya de terminar o espectculo com a re-
presentaro do utua pantomima intitulada As he-
ronas das ilkas Sundwich, quando relwntou um
violento incendio no palco.
>'ura abrir e fechar de olhos o fugo se desen-
volveu e cuegOQ sala, que apresenlou o aspec-
to de um vasto forno.
Os elementos que encontrou facilitavara a rapi
dez com ^ue ludo ia arlundo.
As machinas e os borabeiros aecudiram com
presteza ; purera nesseraomeuto a agua escassea-
va uo canal, e onseguintemente por rauito tempo
tiveram de assistir inactivos voragem das chau-
mas.
Os artistas mmicos e os soldados quo figuravain
na peca tiveram de fugir com os traios de theatro.
Os soldados ainda conseguiram salvar as espin-
gardas.
Os inusiws fugirara com os seus instrumentos,
excepto um.
as perdas materias* sao enormes. A sala prin,-,
cipa! do edificio poda conter tres mil espectadores,
cada um conven.eiiUmeute assentado.
O eslabelecimentj conlava t3 annos de exislencia.!
0 deposit i de partituras de orchestra era impor-
tante. Bata iimuraeraveis cryataes, vidros, por-
celanas, movis, etc.; assim como ura betn forne-
cido guarda roupa, iastrmueutos de physica de ura
artista preslidigiudor, etc.
Sera-embargo do incendio ha ver tmalo pro-
porcoos descomunaes, nao aconteceram desastres
pessoaes.
As victima?foram tres caes, que estavam fecha-
dos nos camarins de suas respectivas donas.
As perdas sao calculadas em ceato e viute e seis
contos do ris forles.
O estbelecimenlo cstava seguro em varias com-
panillas.
Os republieanos e o shali.ConsU ao
D ily yewes que na reunio do costume do gre-
mio repubiieano de Keighley (viila pequea de
A foi voUda por uuanimidade segrate
'PTini- Tih.irci.'de AtbuiuVHtu*, arae,.. Per
TOa'ouoo, 13 anuos, S. .los ; Mtt|ihalite.
Cleinenlc Mar pies de Sam Auna, pardo. Rio
Grande di Norte, 32 annos, militar, Boa-Vista
^"
zes/Sint i An-
ca, Pernail
Jes.
prelo, kfri-a, Kaniios, soltrire,
'^SW!"131 Pedro iLajieiaxia.
.alna da Costa Africafir an.s,. is-o, loa ]
\i.-la, hospital Pedro II; r'MimaUsmo.
Ignaeiol de Freitls, pardo, -rnambuco. 3o
ann, .soiiairo, lli-Visfc, hospul Pedra II ; tu'
berculn- ptdaionares.
Jos Uoqae, braucof Aalri,-a annis vinvo,
Recife ; clica nervosa.
Joaquiua M.iiu de C.cajean, reto, Alma, W)
aaaos, sattsira, S. Jos; (Hlrrha. I ,
duardo Hmoflpt, hranee, Prtlssla, \t annos,
casado, Graga, pyucraia.
- 21 -
Joat Marques da Gesta Soafes, bran-o, Pernam-
t)uM, .W anuos viuvo, Grai;a; absorpcao purulenta.
Mara, rereoiaascida, parda, Peraarabuco, Bba
Vista ; ao nascer.
Leo|K.ttHa co,30 annos, solteira, Santo Antonio; anemia.
Amonio (luis Sanio* Pob6eu,"braaco, Peraambu-
co, 6G anuos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro
II; bronelorrha.
Jos Martins, branca; Portugal, 29 arnios, soltei-
m, Gra.-a cmara de sangue.
Cosine, preiii, Pernambuco, 3 raezes, Santo An-
lonio ; inarasino.
Andr, preto, Maranl ao, 20 annos, soltdro, Boa
Vista, uospiol Podro II ; bexigas.
Zel'erino D mingues Moreifa, branco. Portugal,
48 anuos, asado, Saato Amonio ; febre perniciosa
Maria, parda, Pernambuco, 7 das, S. Jos; con-
VUS.S.
Joaquim Jos do ant'Anna, parde, Pernambuco,
60 annos, casal), S, Jos; hepalile ehrouica.
Joanna, parda, Pernambuco, 3 mozes, S. Jos;
convulsoes.
Staj. t Requeirojua o fiscal dije
Vi-ta intirae.aos hai-deiros de :i
Que tal o Sr. Gomes !
Horte sbita. Pelas tres
Yorkshire
resolaco.' Que o gremio republicano de" Keighley:
coahecendo o shali da Persia como o soberano oais
desptico, no mundo, e o representante de lulo,
que rebaixa. a humanidade, cousidera que o ac-
Ibiineoto que Ibe tera d-idoo governo inglez, pro-
va de falta de bom senso e de sentjraento. O.gre-
rato republicano iambera regigtrou sua desappro-
Lva;o (Jo procedimeno dogovecnongiezeiainiem1
a conileranac..;de semelhaules deraonlrai;oes Jjar-
barasepags n'iun paz que se Unge ojtrimeiro
na marcha da civilisagao.
I<-sai>anieulo de urna ponte.-:Acon-;
teeeu um.grapde desasee aos engeulieiros cons-
tructor s da urna ponte sobra o Oise.
Durante aguerra de Franca com a Prussia fra,
destruida a jionte de pedra que eottava o rio. AgJ-
ra Unbam resollido subsiilui-la por urna ponte de
IGi r.
Proctdendi-se s experiencias ames de sobre:
a ponte estar toda a carga que deveria suuuortar
a poute Oes,abou. Por folicidadeoenlium desas-
tre pessoal aeoaleceu.
0 prejuizo consideravel para os empreileirosi
da ponte. i
Lotera.-- A que se acba a venda a ft) ai
f'.VHARl WUNICIPilL.
S2SSA0 EXTBAOKDl.NiRlA AOS 10 DE JULHO
DE 1873.
paasujgaciA i. sn. anuo k aluuqueuquk.
\o ineio dia, presentes os Srs. llego c Albu-
querquij, prc-i lente, vereadnres Theodoro j>ilva,
llego Barros, Sottz Leiio.Cunlia Guimaraes, Neves,
e Luyo Jnior, foi aborta a sessao, sendo lida e
approvada a acta da antecedente.
Leu-se o seguidle
K.XI'lDIKXTE '.
Ura olcio do Exm. presidente da provincia, de
28 do passado, recoramendando cmara que ex-
(iclisse as ordens necesfarias afim de ter lugar no
dia 9 de iioveinbro do oorrente anno a eleicao dos
merabros da assembla provincial que tem de fune-
cionar no bienio de I87t 1875. -Ficoua cmara
inteirada e maudou que se olDciasse ao juiz de
paz da freguezla de Santo Antonio, sede do col-
legio eleitoral do I.* districto, para proceder a res-
peilo na forma da lei.
Outro do mesmo presidente, de 11 do Crrente,
recoramendando que, em face do disposto no art.
3i do decreto de 23 de marco de 18(19, e do con-
forraidade com o que solicitou o inspector da the-
souraria de fazenda, nao conceda-so licenca para o
exercicio di industria ou profissao, sem que as
pe-soas, que a requererem, exhibara quitaban do
imposto respectivo, ou nioslrem por documento da
estacan fiscal que sao isentas delle.-Inteirada e
ordenen a sua observancia.
Outro do masillo presidente, de li do crrente,
transinittiudo por copia umofflcio do Dr. inspector
da saude publica, alira da cmara organisar urna
pastura no sentido de abrigar os dono-: das alva-
rengas, erapregadas na carga e descarga dos na-
vios, a iraze-las iinipas e asseiadas. Inteirada e re-
me I te u-se commisso de saude publica para or-
ganisar dita postura.
Oulro do secretario da sociedade popular do tra-
balho ua provincia do Maranhao, remetiendo um
rotatorio da expsito inoran ense de 1872 e so-
licitando o concurso da cmara ni remessa de
firoductos uaciouaes para a referida cxpoMco. -
uteirada e raandou acensar a reeopcao dos ditos
oDJcio c relatorio
Outro do Dr. inspector da saude publica, solici-
tando da cmara as necessarias ordens para que
os scaes se prestera a acnmpanha-lo as visitas
sanitarias que o raesrao Dr. inspecloi nouver de
fazer aos eslabeleciinentos sujeitos ffc>calisa?ao
daquella inspectora. Mandou que neste sentido
se expedis>era ordens aos fiscaes.
Outro do procurador da cmara, remetiendo a
relacao das multas arrecadadas do lo a 16 do cur-
rante na importancia de ISlaON).Inteirada.
Outro do mesrao procurador comuiuuicando que
tendo contratado por cen mil reis com ura pedrei-
ro o fechamento dos dous beccos e-treitos ua fre
guezia do Recife, ordenado pela cmara, nao quiz
a mesrao fazer a obra por aquello pre.o. e iiuu
um outro se encarregava por t6000. -Mandou
por em praca a referida obra.
Odlcios dos fiscaes das freguozias de S. Fre Pe
dro Goucalves, S. Josje Xcssa Senho'-a da Graca.
remetiendo a relacao das mullas impostas de 9
16 do correte: o l., na importancia de bOiUO;
o 2.' de 38*000 e o i* de 304 00.-Inteirada.
Outro do fiscal da Boa-Vista, remetiendo cinco
termos de uifraccoes na importancia de 130 JO00,
e communicaado que. tendo per ordem do Dr. ins-
pector da saude pub.ica intimado aos Drs Mas-
car e Domnguez a multa de cera mil reis a cada
ura, por csiarein exercendo a medicina sem o visto
em seus diplumas por aquello inspector, respon
deram-lhe 03 referidos doulores qu o fiscal nio
erao coiipeiente para fazer-lb.es aquella intima-
oao. Maudou-se remetter os lermos ao procura
dor e levar-seo conteudo da l. parte deste.olBcio
ao cuuhociniento do Or. inspector da saude publica
para requisitar as providencias legaes, ao sentido
de se twaarem etfectivas as mallas.
Leu-se o seguiute parecer :
A commisso do edificacio, tendo no pa-
recer que deu ao requei iraento de Joaquim Bap-
tista Nogueira, prevenido que nao Ihe deveria ser
concedido abrir porta no muro do quintal da casa
n. 13o da ra de S. Jorge para o lado do Norte,
diados as
j|U.uitias rect'bulas .duisuilrs a.semana.
'ac da cmara municipal, 16 de julho de 187!
-liso Pedr. das .Veviv.
O Sr: vefdadtir Cunha fJtiintaras aJ>ra*niOii r
eejralntas raquorimeulos que faraia uuaniaieraeiiU:
approvados
eguezia da !
;iiriovSo Sta
tt
C, para mafStrera concertar a ponte de ferro Jun
to a sua faad^ao, carao d de" sen dever, em vi-ta
do termo daolnigieao a que se sujeitaiamos raes-
inos Siarr 4C.
Requeiro que todo os raezes a commisso de
polica renovaos gnaritas municipaes do ninas pa
ra oufras fregiiezias, fin de que mclhor Kissa se:
felo o -ervigo.
Requeiro que esta Illraa. cmara consdlte ao-
xra. presidemoda provincia se ha incompatiblli-
dade ua accumulacao dos cargos de escrivao oe
hus oain, a\Nrti.'Mtor o\) orauercio c solicitador
nos auiiiorios desta cidade.
Paco Ja cmara municipal, 16 le julho de 1873.
Joio Soaresda-Cun'ia Gwniahles.
Foi adiado o requeriuienlo do Sr. veroador Cu-
nha Guimaraes a respeito da matricula dos Ulna-
dores de carnes verdes, al que a commisso do
maladouTo aprsente sen parecer sobre esse as-
suinpto.
ffo 4 soorelaria desta cmara para informar
cora urgencia a p ticao da Dr. inspector da saud.
pnl.lica e vareador desta caiiara Pedio Athayd.
Lobo Maseoto, representando contra o acto d;.
mesma cmara concedeudo a 'ofio Baplista S-
miles o prazo de seis ntezes para remover sua pe-
quea oficina d3 ferreiro da ra da Ponte Val na
n. 10 para o lugar marcado as posturas.
O Sr. .wreador Neves a este raspado fez o se-
grate reqnerimenlo :
Requeiro qutt a iiiformacao, que esta ramara
tem de dar ao Exm. presidente obre a represen-
tacan do Sr. Dr. inspector da saudo publica contra
o despacho desta cunara concedendo a Joo Baptis-
ta Siinoes o prazo do seis raezes para remover sua
offlcina de f;rreiro, se junte o abaixo assignado
que aprsenlo de diversos ni .radores, vizinhos
lita iillicina.
Pago da llamara municipal, Ki de julho de 1873.
Jos Podro das Neves. Foi unaiiiuieiiente ap
provado
F ter apparecido licitante, o concert de que preei
sa a ribeira da Ba-Vis:a.
Foram respectiva couiniissao, para dar seu pa-
recer, as petieoes de Francisco Paulino Cabral,
constructor de obras, pedindo licenca parausar
de machinas portateis movieas a vapor ; de ller-
menegtldo Eduardo do llego Monteiro, pedindo li-
ceuga por dous anuos para levmlar o curral
que possuia na eslafo Ja Venda Grande no lugar
Focinho do I) <; ea do ooiilmendador Joaquim
Ignacio Xavier e oulros, propondo eslabelecei nes-
la cidade, por meio de um contrato com a cmara,
una eraproza destinada a limi.eza das eliamins
das casas e renaci dos entulhos resultantes dos
incendios.
Foram ao advogado para dar sen parecer as
petiges de Guariuo de Souza Peixe, Antonio Pin-
to de Barros o Francisco Antonio Alvos Masca-
renbas.
Foram ao contador para informar as de Floren-
cio Redrigues do Miranda Franco e Jos Marceli-
no Gongalves Salgueiro.
Aos re-per li vos fiscaes, para idntico lisia, as de
Braga 4 Pinientel, Claudio Jos de Araujo e Flix
Francisco da Cunha.
Ficaram adiadas as petigoes de Luiz Gomes Sil-
veri..) e de alguns moraderes da Ibura, al que o
Dr. engen'eiro, a quem se rematteu un abaix >
assignado de alguns moradores da mesma locali-
dade, aprsenlo o resultado do exame que se man-
dn fazer.
espacliou-so a peticao de Jos Maria Gongal-
ves Vieira Guimaraes," mandando requerer 'em
termos.
Foram indeleridas as petigoes de Joaquim Jos
Rodrigues e Jos EuiygdioF.erreira Lima.
Foram deferidas as petigoes de. Antonio Correa
de Vasconcellos, Dr. Antonio Joaquim de Moraes e
Silva, D. Arcolina Xavier Carneiro RoJrigues Cam-
patlo, Antonio Jos Candido de Souza, Antonio da
Silva Carneiro, D Anua Augusta (uilheiinina da
Conc-igao, Alian L'atersuii, esembargadnr Aifoivso
Arthur de Almeida Albu merque, Claud'iio Jos
de Mello, Flix & lio-as. Francisco Avila de Men-
doea, Francisco de Mello Cavalcanle, Joan Anlo-
nio Guimaraes, Joao Jos da Silva Guimaraes, Jo-
s Ibaquira Cavalcanle, Joao Antonio Carpinteiro,
Joaquim Moieira Dias, Joaquim Jos Ferreira, Joa-
quim Barbosa deOliveira, junta administrativa do
hospital poi tuguez, Dr Manoel Joaquim Silveira,
Manoel nanea Garrea, Haaica Correa Liborio, Ma-
nuel Cabial Borges, Manoel Marques de Leraos,
Pinto Meades & C, Papoula i C., Thomaz Emilio
de Lima e Veriato Centeio Lopes.
Levantoti-se a sessao as 3 horas da tarde.
Eu, Pedro de Albuquerque Aulran, secretario
a escrevi.
Vieodoro Machado Freir Pereira da Silva, pro-
presidente. Jos Pedio das .\eves.Jos Cesarlo
de Melli. Jo jo da Cunha Soares GuiM tres. Or
Pedro de A hayde lj)bo ir.-scoso.
miCACQES A PEDIDO.
dos ferimentos ctunraettidos era Jos Soares Ja eoeficio da Matriz de Palmares, a qual corre^no
silva, no ultimo d'aquelles termos. dia .10 do corrente n
flnu lu f> U> fin...... i -..- VV ..... I
_ horas da tandei
de antes de hontem, quando um dos.tras dos
trullos urbauos do/fecie a Caxang passavaaaiallemao A^Tc^tnajiul'^t^onllTS,
Lellocs.-IIoje 26, as 11 horas em
deve ter lugar por intervenga. 4.agenle Pinto ;
leilaojie cae, parte do ca/rejjaraauto.do paiaqbpi
leeeu repentinaraenfo den&o de um dos wagoos'oj
possageira Ricardo Rerreira Tavares.
Pa vistoria iiue se .procede*! vri|icou-* tert
sido a morte dada por uma eorjgeslao carbral.
Miseria ou pei-veiv,ida(le. Urna mu-
raer de nome Thereza "Mana da Coaceicao, no tu-
gar chamado A/tonica, do ?sircto de-Sitaos. lo-t
vos, do termo dp Ouricmy, tendo dado luz ama
crianga que instantes depois' fafleceu. '-aS^caS
Mnuo d.i t>IL eajarra-l*.-na MttfK
&tauw.do faflo^porojo, o resiectivo subdlgadp
norto,
Wflde
pelso que a le seia respeijada.
&*;n pecas a qu* aeitna nos referimos :
Wm. o Kxm. ir. presidente da provincia.
Diz Joaquim Francisco de Mello Cah'il unior, oae
lenau hornera s sew hon da Urde fallecido um
eu prenlo de nome Zeferino D-jmit
sende elle irmSo da *"iandale do
1 i" l I .- r^* -"-^^-w^' aliailUt
gadJ - Quarttfira, i. 'do cprrenta deye fccTuaai,
o leilao de p^p(HbovosoMruos,C.rrtvW8,(^
a#WWado uara a n* |r.8i#.j da Victoria da
psito do.pianos do Sr. A. Jps de Azevdlq !
. errara!
neatado a casta d8 cofres
Movimento da enfermara 3o
'. Konwtor.puj^w"ila.'cim^cal pfate-baixa.;
/rr. -. ^Pr.a*'tno a. acuda a> oogan&o P'riano Fr,-uiiscatendea, diaernia.
ITawrjo, sito no districto da Preguica, do terSiao Tiveram alfa **"***
Agua^Prela foi encuartado Jeironyrao Parttf oaa Franascu da Barraa,
laitor damielle eogeno nwrtaliaeiitfl ftaitoAjaV oanoa, aeria.
ido autor desse O.utterlo publico.-Obituaiuoo aia S
aflin de que os moradores dos predios contiguos
nao =e vissem privados de obter os mesmos favo-
res que tivessem de ser concedidos ao dito No-
gueira, vam atada lioje emiuir sua opinio sobre
um novo requerimenlo do dito Nogueira solicitan-
do desta cmara licenca para abrir a porta cima
alludida, presiando-se a assignar termo para em.
lodo o tempo fecha-la quando os interesses muni-
cipaes o exigirera. Em vista da obrigagao que
sesujeita o requerente, a commisso julga que
deve ser concedida a licenca nos termos requeri-
dos. A cmara em sua sabedora resolver o que,
entender. Paco da cmara 16 de julo de 4873.
Jos da Silva-Loyo, Jnior e Joio Soares da Cunha1
Guimaraes. Foi approvado, e mandou-se passar
licenca cora a clausula, mencionada no parecer.
O Sr. vereador Tbaoduro Silva requweu ver-
balmente para que se fizesse a nomeagao electiva
do advogado da cmara.Foi approvado unni-
memente.
0 Sr. presidente, usando da palavra, propoz para
advogado o Sr. Dr. Angelo Henrique da Silva, que
serve interinamente o rugar.Foi approvado, vo-
tando pr. os Srs Ibeodoro-Silva, Reg Barros e;
Cunha Guimaraes e contra os Srs. Souza Leao e;
Lo>o Juuior, e raaadou-se commnnicar ao no-
meado para vlr solicitar o titulo o prestar jura-
uiento. ,
0 Sr. Loyo Jnior propozo soguiji, projecte del
postura : Fica prohibido ter-se. sollos ou (iresoana*
fu* e mais lugares pblicos dusu cidade quaes-
qqer aVes ou animaos u3o especificados as pos-.
turas ia estabelecidas, pena de dez rail reis de mu-,
la. a do dobro na reincidencia.
Pco d> cmara municipal, 16 de juaho do
1873Jos da Silva Loyo Qaior. Fot appro--
.Vado.
X) r. vareador N'eves.apresenrou os seguijiea
rH). 06 quaes foram tmanimemente ao-
Requeiro que esta IHma. cmara deUirrarae aos
fiscaes das .freguesas de S. Lourengo, Pogq, Var-i
zea e Jaboato, qu no principio deca'da mez apre-
aeOtm um mappa dios en{eiTamentos feitos na
A Provincia.
0 orgao liberal useiro e viseiro em repeiir
quanla ialsidade j refuuda em sua propria fonte
publica a Reforma.
Em o numero de terca-feira vera diversos es-
pecimens que nenhum valor merecem.
L'ma miseravel questo havia sido explorada na
caraara por alguns disidentes que tveram a vel-
leidade de suppor ijue isso influira nos destinos do
gabinete, quando o mais pungente ridiculo s at-
tingio os estadistas adiados do Cayapa.
Muitus dissidentes e liberaes votarara contra essa
trica de quo Iancou mi o Sr. Joo Mendos.
O miuisiro do imperio nao esleve, como quiz fa-
zer passar a Provincia, cabalando para nao haver
numero no dia da votaco.
fi'.Uiiia edic.ao correcta e augiaenlada do que
disse a Reforma.
. Liberaes e conservadores se baviara ausentado,
e no da segrate u resultado da votarlo mostra
sera cousa que duvida faca que o governo nio in-
terveio para debetlur o piano do Sr. loo Mendes
e de alguna dissidentes.
Outra falsidade o que transcreve a Provincia
cora relacao ao ministro da agricultura.
Se jomaos conservadores desmentera que nao
baja a mais plena solidariedade em todo gabinete,
como e que a Reforma nao se pja de afflrmar
que a cmara e o, proprio ministerio Ihe irroaam
alu-ontaa ?
Diz anda a Provincia que os vereadores libe-
raes chamados para suhstitiiirem a caraara sus-
peosa ( da corte ) recusaram cumplir a ordem do
governo >e que a quxtOo foi afftcta ao poder i adi-
etan v. r '
Qua-le dementia cepit I
D poder judroiario, Srs. da Provincia, que co-
pwra sem criterio, nao pode decidir conflictos de
ooaipetoHcia e.attribuioSaa-entre o governo e orna
cmara municipal e apenas ter de conhecer e
deidir da criiinnaHdado dos vereadores sus-
pensos.
Agota muito luixinlio aos Ilustres re laclo res
do orgao libara 1 : aera unta palavra sobre-a re
forma ua guarda nacional que acaba de ser vo-
Ula.com o. oBOurse dos mesmos liberaes da c-
mara, quo embora adversarios, reconhecem o quan-
to o miuisuiriode 7 de margo tem correondido
couliauoa da oacao.
Piquemos aqui.
0 conservador.
-.' > # / fir/ f
b.iiao as pissireis altenco -,z que, a con
lea jt- li' desba escrib|iiSf-*>Tnio^* Mnftidn de nntnis
E' corto que ii S^^po queju d.-u cubo a
marJuitn, aigiiaii I o caitas que l ter atsigoadn.
Mas uem por esu circunstancia se torna raeror
o paaur q in >*iaar de Jenaap que nao san,
nefn podem ser agrada^ io Sr. bai ao.
Embira nio faltemos a vorda4e era relacao ;<>
Sr. baro, tememos todavfn iue nin seja elle la e>-
eola da velha losU que aa.i adaplia iodos as vei-
dades
Ciiiretanlo tenha o Sr. lati paciencia, e se de"
algiieui deve lerqueixa, nao wja de nos. tenha -ar-
do 862 guarda-castas, que sem proveito amia a
levantar discoaeuas ineoavenieole* e pessoaes.
E quaiaio o caso se tnrua sario, arranja defezas
que mais parecem raaftu de cuba de esquadra do
que conteslacao procedente.
Nao .lissemos, era itoderianios dizer que o al-
ternado contra Borges da Fonceca lera acto do
Sr. villa Bella.
Como disse a "Provincia que o acomecimento"uo
dia 16 de maiofoi totea nata, perguntamos ape-
nas se era villa da deseringo h rripilanle feU
pelo Si-. Atfouid de AHtt*|uertiue d.) aeotilan.....i,
de Borges da Fonceca, era licito qnalificar-se de
nunca visto o aeoatecimeuto de l de inaio.
Nnsso nm, pois, nao .'oi imputar aquelle feio at-
ienta-Jo ao Sr baro ; mas veio a Provincia earre-
gar sobre o dislincio Sr. Di. Manoel t.leraeiiuno <>
grande peccado do Sr. Pindaiba de Mallos, upe
levuii a violencia ao ptmlo deprender (.< feri-
dos e comioii-lus acom|ianha4us por inusica ni-
litar !
Esto allantado. harraro o ao f.4 e*in'iiellid<>
pelo Sr. Villa Bella, leve apenas lugar na uago
em que elle era donfhaMr.
E' imiUl del'andur o Sr. Villa Bella de haver
feto pozar obre a popularan o jugo mflar, diz o
guarda costas. Fel-o, certo, mas 1*0 moderado
quanlo o perui tiiaui as circumstaiicias.
A islo quo se chama dar cora as ventas oa
lama I
0 defensor do >r. villa Bella andou e deandoii,
ale que cedeu 4 l'orga da verdade, e coirfess<;u
quo, como presidenta, fez elte pezar o jugo ni-
lilar sobre a populurto.
Chegnu alinal ao que dizianios, e eonlirmou dr
modo pereinptorio a qualiiicago que demos a
sen dolo de eoni|iressor o vio'ento.
DeiHiis desla conlisso, arrancada, niao gra.k
seu, pela evidencia dos faetns, encarece ns servi-
go do Sr, baro de Villa Bella relativamente a
guerra do Paraguay.
Este sei vi.-n, pelo modo por que foi prestado,
devra o Sr Villa Reta riscalo das negras pagi-
nas da hedionda historia de sua adraim-iragao.
A conseieucia, se nao a tera enervada, deve
arada boje eslreraecer-lhe ante o quadro horrivel
dos voluntarios de cord da desenfreada cassada
de cidados, das inulheres abandonadas, das filbas
perdidas, das viuvas sera arrimo, que cora lagri-
mas angustiosas e desoladora a!U>go anda Sa-
nara maldigao ao tyranno mais tyranuo que
Lopes.
E Com taes precedentes o Sr. Villa Bella -e
atreve a chamar do vilenlo e atrabiliario ao Exm.
Sr. Dr. Lucena I
Nao vai nito 11111.1 injuria a S. Exc. Ao carcter
fri a iiii|iassivel, incapaz das eraoroes e choqu-s
vinluiiios que a pe versidade eouooxa.
Tal vez por esta razan o sea guarda cos'as nao
pode conter esta conlissofel-o, certa (p-zar o
jugo militar sobre a populaeo) com toda a mo-
deruco !
Lerabra-nos agora ura celebre padre Cea que
homo 110 Hii de Janeiro, o qual depois do dar or-
dem para matar alguem, accrescentavamuteiu
com lodu a mod- raedo.
O Sr. .Villa Helia fazia quasi o mesmo, assenu-
va o jng 1 militar sobre a popularn, mas cm>*
toda a moderavfw I
E andavamos nos sera sa!er que tambera liba-
mos era nossa terna um padre Ca I
Um niao advogado leva forca Hm innocente,
quanto mais um peccador como o Sr. Vdl
Bella
E ;volta a Pr, vieta questo dos dotes ftagu*
ares I
Quer por l'orga que um Mo carcter reunido
aos dotes singulares, -produza necessariameute -
um disiiuetissimo I
Nao nis deteremos ueste ponto. Esperamos que
deJuza ios dotes singulares e do bello caractei
o espirit > immeato (ou d pravado) de que fallou
o Sr. CoU'gipe, e veja a que se reduz o Sr. Villa
Bella.
Mas o defensor do Sr. Villa Bella impaga\-f I I
E' de ial quilate o uesein arago, que ao lira da
uraa censura exclama : aecusagao como esta
basta inicia-la, para converter-se em titulo de
gloria, basta profer la tara fazer o elogio do ca-
valleiro a quem se quer ferir 1
Nao ha atis fcil syslema do defeza I Em vez
de coatestar os falca, faz tl'elles Ututos de afana
emotivo de elogios l
Nunca se vio disto /
,E' dM Arabias o tal gnarda-costas..,
Continuaremos.
30 de julho.
Siritts.
*wmmmmmmmmmmmmstmmmmat-^ami.mvv>
O homem nasce e vive um s imta*Uc.
a E soffre atmerrer.
(GoNtALVEs Das.)
remelle u ao Dr.
atteniado um escravo*r mesrao engenho, de nome
de Jlho:
mez. anterior, ailn.,de se ondee ogapisar ejn te-
po'compelenteo respeclrvo Balavdbte desja ca-
n7Silerjo' me os,t* niau,.amara manda organi-'
ff m> 'ri qgBqBalro aroa, UWIW das rim jum-
mifit ordm, de tfclas as llegue-
jpt& pot ejta so poder awr a ar-
impoto, das reidjflcafofis, visto como
RfMoSl^e acni de todo estragada,
n^zev duWdBcio, aJmrna.
qoe am,Tfftnaf cajoiir^.detBraiiuaaos
trein napriineiro de cada mez para
deau miwicjn^UdatJe com a produete dos
^gos arrecaddos do gado vaceura. suino a
omutua, e que o nitilnlstraclor o mataaouro pu-
* Ksil.Sr. hiaiAo lo Uvra-
Este illrtre pernambacano, o flfho legitimo das
suas obras, o grande capitalista serapro sacerdote
d. t-abalho, o rico sempre caridoso, o cidad*
serapre til, o homem simples quo todos respei-
tem-e estimara, val em rfagem Enropa com suai
Exma. familia, para completar a educago de seusj
fimos
O qaeCreve estas lianas, amigo dedicado *J
Hlare bar*), nio quer offender a sua modestia i
quer apena, em desafogo da saadade, frarar nnt
testwntmhodos vetos db sea coni^fo.
Qho'KhHhi asiellcrdade acajBpmbem o -Sr. bsi
fio do Livrameniei'^aa-eeMpftresposavo^siit^
interessantes lilhinhos; que Deus os proteja *Wdo*
em qualqner Me;
Beeifc,-r5 de Jamo de W73.
A.
#*T. VIHa Bella.
H
Itlo' lehlis sofTrguiaao em responder ao libello
difamatorio da Provincia n. 88.
Ha vemos de te vJo por partes, para queoSn.
Villa Bella nio se fatigue eduf-a leitura de wten>p>oi<>|>otrre' t
sos artigos. Queremos guardar para com e Sr.fctfal.
As dores, como as alegras, te;n o seu au-
niversariy. Entre um ramalhete de rosas
outro de saudades nao ha, muitas vezes,
seno o spago mnimo de instantes, com a
ditferenga que as rosas omasnreheam ligeiras,
e desfolhain-se ao sopro do esquecimento,
e as saudades vicejam e inultipJicam-se per-
duraveis nos recessos ntimos do cora-
cao.
O homem vive pelo solfrimento. Tre-
se-Ihe esse poderoso incentivo de aecoe
apertigoa.aei.to, e elle nao passar de um
ente frivolo, incapaz de attiugir os altos des-
tinos para que foi creado.
Jess Christo, o homem doloroso, nao
somente o Uous Salvador, seno tambem o
typo mgis porfeito e sublime da vida hu-
mana.
Com quanto penoso, nSo deixa do ser um
iiuportaute e sintodevec a cotumomoraij'ao,
em dias que sao pocas no tempo, do passa-
mento daquelles que nos foram charos na
vida.
Uuvhoiuoiu moUo uao um ser aniqui-
lado, tile prende-se i eternidade poU
alma imraortal e torra pelas saudades que
deixa de passadas affeices, saudades, que
garam lagrimas e preces.^-.saatos autores,
oblaos santas dos vivus ua esporanca t
ligarem no co a creatura no creador.
Estos tBaoifestages trazidas pubcida-
de da imprensa tem & vaojagem do com-
darem 6 espritus rolwxtjs serias, a stai-
timentos de benevolencia e respeilo pe be
qualdades quo distinguirim o finado. Ante
a memoria do quo foi, ha .um auno, rnajor
Jos iuaquun do-Hego barros, veuio uojf
depor:amagfinald (fesaudadesdescorad*
cxpresso, tributo, paludo de urna amisarJ
quaia.iwcw converleu eaiqegras e.profui.-
las tristezas.
toa'distineto eidirdae < Itnba etnsi^todaB
quaptas qualdades podem attrahir as aflei-
jes o ad mi ra^o publicas, se bem que a
inawr parte da sua ida so eacoasse uiudtuwt
e placida em um circulo limitado--de paM-
*fc fl anjigos. Hornera de coraijo e de von-
ta4sk aUe-8ab'iacMtac rnaior urjjai{-
d^-dVntaneirascomamaia-aka ittdeuoad-
envocarcter, as compsceBcins da amata-
ij^ebeflBTttleociacom asittaisrijas restst^a-
oi*>aft arbitrio, amaMsid io o uaoUesa com
o auwdtanco .it^#. **^a-0g-irr iiu .rutliii
dro-(Wfcnhlo. A deirais aa honrad,
gBOftEOSO.at o dissinteres^f, B- desmterossa-
i^m mSifa*wVi,M .iaioMa,
rUrr^-T-TiPga>M laigaaiit tni 4 fimi-
Il# MNMMof fintanMflte'Mado naaeiob i-
datgo e rfco.eowajpdo .'tjgpns crjo^ -m-
, blieos, talifoi a sua sobre abhegia'ao, qoe
em odela posiqte so-
I


l



i
\
D#f ty ?<*wv> Sabbdo 2 ^
'Sr'Bnilo votos argentes pelo seu
eterno na BemsventnranCfa e pela*
alm decuraprir umdever, sattsffffccj- ama*
da 5 raais imperiosas netfessidades ^d cora
L ai amigo._______
entes que resiiltam da maneira porque actual' [fl'ammacao do pello, hronrhites, asthma, raaffnos",
llrwiiic
llecife liralnage CompiMiy.
igualmente paseando a vista sobre o que se
leiii wcript a re*[>eto dessa bemvhturada com-
panla, deparei con nm periodo do-Se. Dr. Tibnr-
cio que acho bom traisere 'er aqu para nao se
perder da lembranca, pois qc tambem ron re-
lumbrar urna pera muilo importante que easual-
rrente enconxei neste Diario ds Pernamb'tco de
29 de dczcnibro de 1865, como o pv#' dist'eWa-
de vai ver.
Era 9 de maio deste auno em 'uitf Vtifb (|ue
tem por epigraplio O director dastekrdf publicas
ao publico, o Sr. Dr. Tiburcio q^ersndt deseen-,
junt; r-me por urna vez, ou defenderse a si pro-
prio das ami-acoes que Ihe wfa feitas por toda
esta ci.tocle |or Alta de .su Iis0alisa40 diz se-
tunte : I / ? I
l.nfo nd otmeio f a'aifu1 administrado oin
particular commuiquei a S. Exc. (osito commu-
nicaeao nao devia ser offlcial, des que. o Sr. Tiuur-
co foi nomeado director dps.obras) publicas ou
liscal da companhia ?) o qufcfaUva aoerca do
vicio que se suppun' a hsver no contracto.
. Est no dominioTO todos a%pa largicn
que S. Exc. imprimi** esse negocio, e canto elle
foi aoolhido pelo publico que anciooso espera urna
solucto linal.
Alguem se admira que haja tanto que dizer, e
sempre materia nova a respe.ito da Recife raynage
Companv. Keusme admiro de que todos os
i oruaes desta cidade 'nao venham todos os dias
om as suas columnas oceupadas com essa com-
panhia, a ver se ao menos se consegue que ella
v incinerando o seu servico j qne o fez tao mal,
c j que a leixaram faze-lo como r|Hi.
Posto que em outros artigps eu j tenha dado a
conhecar o mea modo de pensar a respeio da
companhia e ana utibdade, anda repito o repeti-
rei que a julguei e julgo-a sempre do maior pro-
velto para esta ridade e seos habitantes e em meu
parecer a presidencia declarei que senlia que no
-contracto que se fez se deixassem o* dous maiores
defeitos: a nao desnfercao das materias e o nao
approveitamenlo delhis para eslrnme.
Tenho. verdade, combatido e combaterc, em-
qiianto Deus me dr (orea?, o mo estado da
rompanliixe do suas obras, sem oulro incentivo
mais lo que o ouinprkneoto do meu dever como
cdado brasileiro e como empregado publico:
oingnom me podio eonsa alguma a esse respeito :
i> mal ou tiem que d'abi provier a nin?uem attm-
gir senao a miui e a inuilo patritica empreza do
Diario de l'ernambiico que se tem sustentado na
verdadeira altura da dedicacao a seus conciJa-
dioa.
Ven ha embora o desjngano.
Airela ha muilo que dizer da Recife Draynagu
Company e eomquanto nao se possa dizer ludo de
urna vez, fiquem cortos os interessados que nao
peiJerei nada do que poder approveitar para a
questao, e se conseguir-se que a empreza preste
os benelicios que se esperavau della e com que
se contava quando se fez o contracto, muilo bem
nos consideraremos nos : e se ao contrario disso
tudo ficar no estado em que se acha, e amcacados
os de urna mortfera epidemia, e condetnnados a
viver em urna atmospliera ptrida e infecta, as
nonas casas estragadas e inulilisadas, diremos
smente: cumprimos o nosso dever...
Em un dos artigos mal alindados que temos es-
cripto a respeito, que nao primam pela sciencia,
mas pela consciceia, dissemos pouco mais ou
meaos que a companhia Draynage prometlia allu-
vioes, inandaeoes ou dilurios d'agua, de aceio, de
limpeza e inodordade, e que isso foi-me allantado
taas vezes pelo 5r. conimendador Gomes Netlo e
pelo Sr Law que cheguei a ficar convencido que a
reforma do contrato Cambronne seria a realisacao
do maior dos beneficios qne pedera ser dotada
cidade du Recife nao s pelo lado da hygiena pu-
blica, como pelo do aeeeio, bmpeza e commodi-
dade dos habitantes: e ainda algumas vezes fal-
lando ao Sr. Gomes Netto a respeito da desinfec-
to da^ materias, S. S. dissc-rr,e que era uina
falta essa muito fcil de remediar.
Principiando a funecionar os apparelhos e sen-
tindo o mo cheir$ por toda a parle onde os
bavia, por vezes advert disso aoSr Gomes Netto,
que eram as diffirnldades inherentes ao principio
de todas as empresas etc. etc. e que breve tudo
estara um edm.
Chegando as cousas ao ponto de incutir serios
reccios pelo lado da saudc publica, communiquei
o estado das consas ao Exm. Sr. presidente da
provincia : levantou-sc a Iuglaterra e o Rio de
Janeiro contra mim c eu Uve tambein de bater
pe
O publico sabe que eu n5o tenho grandes re-
cursos intr-llectiiaes, nao estou acoslumado s lides
jornalisticas, que tenho muito que fazer para
poder viver e acabar a educacao de meus fiilios,
mas sabe que tenho peleijado como homem que
nunca se vendeu ncm ao menos se alngou, c que
at boje niiiRuem pode provar lho um fado qu
o deslustraste no severo cumprimcnio dos seus
deveres.
Digo isto de proposito para que os donos da Re-
cife Drainage Company em Londres fiquem certos
e bem certos que se apparecer as suas contas al-
guma v-jrb.i dinheiro para o inspector de sade
30 porto, Dr. Pedro de Atliayde Lobo Hoscoso,
alguem o comen menos eu : e o Sr. Dr. JosTibur
ci Pereira de Magalhaes tambem fique convencido
qne o meu parecer dado a rspededa abertura
do cano do Recife na praia do Rrum, e muito
adiante da fortaleza, -nao foi dado por empenho
nem pedido do pessoa alguma, nao recel dinhei-
ro, nem prezente, nem mimo e nem mosmo agra-
decimento algum : nem o Sr. La# nem o Sr.
commendaiir Netto nunca se dignaran) vir mi-
nha humilde monda agradecer-me esse obseq"uio;
tro convencidos estavain elles que eu fiz justica
como sempre, e nao favor e ambos elles estiio vi-
vos e conlestem-m'o se sao capazes.
O Sr. Dr. Tiburcio que me obliga a fazer esta
declaracio, porque alguem tem interpretado em
mo sentido a assercao de S. S. no seu artigo de 2
de maio, publicado no Diario de 5, quando diz que
tao instruida foi a minlia dissertaco que a pre-
sidencia resolveu favoravelmente o pedido da com-
panhia.
E se o Sr. Dr. Tiburcio sabe alguma outra cou-
sa publique-o, que me faz favor e Recife Dray-
nage Company : o homem,de bem nao tem medo
de cousas dessa natureza.
ToraSlUOS poriO, ao assumpto. .
(^OtiO j disse, viva eu.c-invencido de laes dilu-
vios de 'que fallei, e snbjugado pe^a id.ia de que
"ssas promessas estavain em lettr redonda, e mF
la imagm'cSo fi "tratos iorrlveis 'quando
um livrinho impresso e qtre conttttn as prinripes
$as ofBciaes respectivas companhia, em in-
ez e portuguez, ad encnn|ray relativamente-
emellianto servido;
coiistlpacoes, etc., se rcebem-jaos centenares por
esse diluvio prometido.
Pfceix
"ToiKa riscos martimos en |i)ercadbrta^,
fretes, dinueiro a risco e finalmente de'qua-
quer natureza, em vapores, nato! jl vela ou
barcadas, a premios muito motiicos:
RA DO COMMERCIO N. 3i.
Banco- C^rtmercial de Per-
najattitat.4
SaO'ca contra Londres, Lisboa e
por todos os paquetes.
I
Segur c
COMPANHIA
Capital.
Fundo
reserva.
Banco Ctimmerrial de ftrnam-
..a./. .,!
O banco paga o primeiro dividendo V
25S500 por ac^So. relativo so periodo finde
em 30 dejuna-- prcsirw passado.
PrrCA DO'REffE 'D JL1W
DE 1873.
as 3 1/2 HORAS A TAf na.
CotacSos offlriaej.
Algodo-de 1" sorte 8300 e 8*700 por 13 kilos,
honlem e boje.
Algoaao de VJainauguap 1' serte 8100 or 15
kilos, hontm e hoje.
Cambio-sobre Lisboa a3 d]v. ll# OfO de premio,
do banco.
Descont -de letras 9e 10 OO ao anno, hontem
jeorge Patchet
Pelo secretario.
J. da Cruz Macedo
Pelo presidente.
Aendimento
dem do da
ALFANDEGA
do dia 1 a Si' .
2o.....
Indo ha pouco tenido as esenptorio da
11 tafia d'agua, principahjiente'op
ila e (aMandona-
compa-
relbO da cmaraque nunca leve a^gfta;iriml
ismpregados raspondeu me em tom arrogante '.
companhia nao disse nunca que ha va de dar
a>;uae como nao mo Dpirjtesijma dis-
reUrei-me depois dc'feito o que para all
Sempre preoccupadi> com a idea de, UWlU agua
I nenhnm cheiro e coaa os 75 ymimSm de en-
fmamente.'orocurei ostiario de Pemambuco e en-
Dntre no de 29 de dez*.mbro de 1863, o sgujnle :
ffc^3dfe'Wle' '" ,"""-inort?:
i. seeclB^ra^ff'ftj jwvernp da provincia de
Pernambuco, e^r^frd%lmrrrrlro,de!^65:^D pre-
sidente da provincia, tendo em vista o que Ihe re-
quereu o commendador Antonio Gomas Netto, ces-
ionario do privilegio conddp a Carlos Luiz
Cambronne, em virtude do raatrito celebrado em
" de de setembtro de 1858;para o egoto e lim-
peza da cidade d Recife e akendendo ;
i Que o peticionario le projfee a empregar neste
seryiee um r-wo sytwp de Mgo^ ibs afle/fei-
dpado a ;idooUdo as coudicoe da cidad* do Re*-
%4fle meJbor satita api. prcelt)s bj'gieni:
Oue o novo systema exige urna dttply Mnnlua:
qio, o eniprego de machinas a vapor e adopto de.
apparelhomnkqlfi $ d^8aof|br,dgfis aperfei
0*a4^s, e jieW^aTffes a os da cdade Tfe Londres,
m mtlm aJtftniinie MpprrjutU rf*^ua,"e
dne tlVs Borla Js resulU aug-r
qj&ntu '
Que o ant iropp^i j Luiz
i sido considerado ncoinptelo para
a que era destina'!
) para e sai
liara a salubrjdatie publica
rpromptaui
consideraco o disposto no art. 48 [cada correio, enviadda de
do"IjorJraPoJblebrdu em ^ de seten bro de 1838, mundo,
com Carrol Luiz Cambronne, de que boje ces-
sionario o referido commendador AntoBio Gomes
Nettol a narecef^da yyuaf-oojupetftita sobre o
n>vo yf ))| f i^4i|eflt|swodMo4 reso1 ?e
innovar o mesmo confraef sob as Bases constan-
tes do termo lavrado no liyru comuetente da secre-
taria do governo. Assigodo Joao da Cu nha Lus-
tosa Paranagu.
J se ve que o contracto foi reformado por que
se ptmelteu milita agua, multo asselo, mima lim-
pexa e dupla canalisacao : o que nao se-sabe a
razao porque os senhares da cmiipahia entenderam
que nao deviam Imprimir essa peca tao importante
no seu livrinho &a inglez e portuguez, que alias
conten) oritras de menos Importancia que ella, mas
qix qu.ulram melhor aos jnteresses da companhia.
Recife iO de jnlho de 187H.
floniiauaremos*.
Dr. Looo Hoscoso.
Questao religiosa.
B* pira lamentar a/tltitude alamente incon
uiente' reprovada, ajsumida pelo Exm. Sr 1
po D. Vital na lula religiosa erada par sua
prudencia, sobre tudo depois'quc os legtimos
deres do estado na forma das leis em vigor Ihe
tracaraiu a nornm de eonducta a seguirnica
oompativel cora a harmona dos dous poderes
temporal e espiritual. <
O Exm. Sr. D. Vital csinado no-obedire Deo
ma/jis oportet quarn hominibm^-lcm-se insurgido
verdadeiraraento contra as leis do paiz, violando-
as e aconselhando para que outros as volem
isto pela razao de seren ellas, diz S. Exc, contra-
rias f e nao se conformafem com os manda-
meatos do papa,
Vejamos se tem isso procedencia.
Por eerto que nao. Primeiro porque nio exac-
to qne as insiiiuieoes da naci brasileira sejam
contrarias f, einbora aos fallveis mandamentos
do papa, qee nem em tudo tem o dom da iner-
rancia e como prova desta verdade, s hoje des-
conliecida, ah est essa longa serie de virtuosos
e sabios bispos brasileiros c ah est e-se mesmo
Pi IX, os quaes todo' nunca, at o actual episco-
pado do Exm Sr. D. Vital, poderam descobrir
que fossem as nossas leis contrarias ao catholcs-
mo, pois'que nunca denunciaran) isso. No en-
tretanto esses bispos tamben) tinbam por encargo
cultivar e zelar a vnha do Senhor o foram postos
pelo Espirito Santo para reger a igreja de Deus ;
bem como o santo padre Po IX, j antes de ser
bispo desta diocese o Exm. Sr. D. Vital c no lem-
po d'aquclles outros augustos vtrSes, ministros do
Senhor c principes da igreja tinha os mesmos de-
veref, que hoje, no que toca f cathoKca e sa
bia que a elle na pessoa de S. Pedro foi que Chris-
lo disscra-CoH/ma fratres tuos.
Portanto em face da coufrontacao desses dous
fados, desses dous mo Jos to diversos de proce-
der, o que parece estar lirado a limpo e nao es-
capar comprehenso de nnguem que comecam
a fructificar as sement? do jesuitismo no solo
brasileiro, que as prelencoes de dominio tempo-
ral do papa, tao abatidas' na Europa depois da
unificacao da Italia, querem reunir gente e orga-
nisar exercito, sobre tudo as valentes trra da
America, para dar novas batalhas, afim de recon-
quistar o que perderama dexprezirel cora tem-
poral, cujos sonhos de universalidade j se evapo-
rarn) ao calor do seculo XX.
Ao depois, ainda quando (osse exacto que as
instituicaoes brasileiras sao contrarias ao catholi-
cismo, n.ao seguir-se-hia que se devesse o Exm.
Sr. D. Vital revoltar centra ellas, negando-sc a
obedecer-Ibes e exhortando e edificando a outros
com seu exemplo para que facam o mesmo ; so-
bre tudo havendo prestado um'juramento to sa-
grado como o que prestou perante o pontfice, de
guarda-las e rumpri las. O eu papel devena en-
tao circnmscrevcr-se a trabal'iar pacificamente e
a fazer valer suas valiosas razos perante os po-
deres da naco para conseguir a reforma e emen-
da d'aquellas leis, que menos consentaneas fossem
com a sagrada doutrina da santa madre greja.
Tinha anda o Exm. Sr. D. Vital para tal fim
una arma poderosa, que pedera manejar sem
crime, c era inocular pela predica suave e per-
suasiva no anima de suas ovelhas a verdade da
antinomia, que encontraste entre os decretos do
estado e as doutrioas da igreja, levanl) essas
mesmas ovelhas, assim persuadidas, a se fazerem
representar no parlamento brasileiro por manda-
tarios igualmente convencidos, que procurassem
pelos meios competentes derogar as leis herticas,
substtuindo-as por outras que satsfizessem a sua
consciencia de catholicos apostlicos romanos.
De facto, si*nao fosse esta a nica espliera de
aeco em tal caso permittida ao poder espiritual
em um paiz, que como o nosso consagra a rcli-
gio de estado, ai do poder civil! Dentro em
pouco elle sera, sem a mnima dfflculdade. ani-
quilado, porque o poder espiritual sempre pro-
penso a invadir e absorver o poder temporral, de-
clarando contrarios os decretos e leis deste a al-
gumas das uaxmas da igreja e proposites de
pontfices, o forcaria a retratrahir-se, deixando o
campo ao canon, que firmara o completo e abso-
'uto predominio da thoocracia, dan'o lugar ao
desappareeiment do imperio civil. Em fim ca-
minhira a humandade, ou antes voltaria ella ao
Summo PontficeImperador, confuso dos dous
poderes -espiritual e temporat -em urna s pes-
soa.
Mas nao possvel que retrogrademos ; nao
possivel que os modernos Josus da igreja facam
retroceder nem mesmo parar o sol da civilsacao
que nao contraria a Deus, pois urna de suas
leis.
Civijisacao perfectibildade. Condemnar a ci-
vilisaco condemnar essa grande le, que rege a
humanidade
Em vista deslas ligeiras considerares quao pal-
pavel nao o desvantajoso da posicao assumida
pelo Exm. Sr. D. Vital, a qnal sobre ser moral-
mente reprovada tambem criminosa!
A tudo isto aceresse o grande c inealculavel
mal feito religio do ilruclicado entre nos.
E' bem possivel e mesmo admittimos sincera-
mente a boa f em que tudo isso faz o Exm. Sr.
D. Vital ; mas nem por isso menos cerlo que
est S. Exc. fazendo grandes damnos ao povo
peruambucano, Dlos quaes ha de ser responsa-
bilsado pela historiaessa inflexvel juiza
Temos o Exm. D. Vital fazendo o papel da-
quelles selvagens, que matavam seds pas velhos
na persuasao de que Ibes faziam um bem e pra-
licavim assim um acto bom e lonvavel.
Ha apenas urna differenca entre o Exm. Sr. D.
Vital e aquellos selvagens e que o Exm. Sr. D.
Vital o Exm. Sr. D. Vital e aquelles selvagens
eram selvagens. Mas S. Exc. repelle o simile e
diz que obra convencidamente, sabendo e conhe-
cendo pelos ractos," qu'c^'raTenfoTim m'8ito3
males, mas que assini preciso, pois que 'tem
rdens terminantes Tlu seu chefe Pi IX. Ajsm
sej. O povo, porm, lutar no campo da lga-
lidade para que Se nao fc deste tfnb -*>' im-
perio da Santa Cruz um ca-tello de fanatismo e
orna clramJserip'.S& r3e ^jalmo |lui-fc'!ro-
^S.''Exe. o'Sr. D. ViUl deve convencer se de
urna cousa e c que se qao reda do caminn em
i|ue vai, readquMin^jo Odji a calma e prudencia
na presente' i|ieslio, sua responsabilidade'%ftre-
iiieinla.
O governo do paiz, por sqa vez, nao se de,ixa-
I ad/dl$ [Setas Rgantoscas e 'tneacadoras
preteffeofe ^o poder espiritual, que sem remor-
sosjlfc ajucchsar um povo que vfta -tranquillo,
quer a lodo iranse plantar a'seu debito eab-
?.J preiiniitiio as.cousas deste raundo.fea-
IM meun non est ex koc mundo,
2-ideflhpde 1873-
rinlia do trigo c outros gonnros j a Jehns-
ton Pater Cf |9 .
fam mu
Nohouvesdhidas. '
Swspendoa dolamarao pwa ia Baha o
patacho o -inglez-.4r-j,capujo Bfidge,
a 'mesma cora nuo troune de
New.

Porto
frjjotiojooo&ooo
8,OtO:0003DC
Agentes,
Mili* LtUhmm C.
RA DA -ClteZIff^9'
712:031*997
!o:370*9:ll
737:i0ifl28
Descarregam hoj* 26 de julho de 1873
Vapor inglezDouro(esperado) mercadorias e
bagagen8 para alfandega ,e. trapiche Con -
cei^ao.
Barca ingleza Miranda mercadorias para al-
fandega.
Barca ingleza -Duches* uf Sutherland mercado-
rias para alfandega
Barca porlugueza Luzttania varios gneros
para o trapiche Conceicao, para dospa-
char.
Barca portngueza Vencedora varios gneros
para o trapiche Conceicao, para despa-
char.
Barca ingleza Mnranhao farinha de trigo j
despachada para o caes do Apollo.
Patacho suecoATordwn-faiinha de trigo j des-
pachada para o caes do Apollo.
Patacho francez-^nd'ferragens j despacha-
das para o caes do A pollo.
Barca ingleza0/ para o trapiche Conceicao.
..APATAZIA DA ALFANDEGA
ftendimeno do dia i a 24. li:7)Si50i
dem do, da; 23..... 1:018*649
i:i:73i6U
Pedmos exm;a e sympathiea actriz Ma-
noela, que nos d asatisfacao d apreciar mais
urna vez nos InleressanteS e dHflceis' papis que
d, com tanta graca e mestria, desempenha na
comediaRosita -levada nma nica 'vez scena
no beaeflcio do Insigne artista Vicente.
Hnitot espectadores.
Liu rciuedio vcgfetul d uiua pro-
lignliriitila MsombroM.
A(iwl cnegon o da em que se descobrio den-
tro da concentrada essencia d'um producto vete-
tai ubi remedio prodigioso e absotto pata a cara
de todas as molestias precursoras da phtysica. A
arvore salutar da vida, pois que assim que ver-
daderamente se a de ver chamar ; da qual se ex-
rrshe gsfe precioso e rpestfinavel thejoum a
anaehulta do Metico, e o pectoral d -awicaluta
do Kemp a preparaeo ppr oncellencia que ob
tem com a maior tacilidade a victoria sobre todas
*#.)^'.fWWda'ls P'ijTIQWaw Jamis houve re-
apqTftaJgum, que dentro je tao curto espado da
^Be tornasso taojtyrsal|)ente popular Os
PP^bos c attestatas do suas innuraeraveis
p sos de tossy, angflas, rouquidio,
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 24.
Pnmeira porta no da 25. .
Segunda porta .....
rerceira porta.....
Trapiche Conceicao .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarre'gada* no trapiche
da alfandega no dia i a 24. ". '.
Oilas ditas no da IS, .
N'avios atracados no trap. da alfandega
\lvarengas........
\'o trapiche Conceicao.....
19,9fi2
21
33
62
246
20,344
43
U
Iiuportefio.
Baltimore, barca americana E. H. Jarringlon,
consignada a Johnston-Pater 4 C, manifestou :
Farinha de trigo 2,330 barricas aos eonsigna
larios.
OESPACH S DE EXPQRTACA NO DIA 24 DE
JULHO DE 187).
Para os porto* do exterior
No navio austraco Frederick B, para o La-
nal, carregaram .- G. Neesen & C. 150 saccas com
10,825 1|2 kilos de algodo.
No lugar hollandez Solide, para o Canal, car-
regaram : Simpson k C. 1,000 saceos com 73,000
kilos de assucar mascavado.
No patacho portuguez Cisne, i ara o Rio da
Prata, carregaram : B. Olivera & C. 147 caixas
com 1,029 litros de agurdente.
Na barca porlugueza Despique I, para o
Parto, carregaram : Oliven-a Filhos C. 63 cou-
ros seceos com 453 kilos. Para Lisboa, J. R. T
de Mello 25 pranciioes de amarello
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, no vapor inglez Dou-
ro, carregou : A. Bastos 1 caixa om 30 kilos de
doce.
Para o Goar, no vapor nacional Ipojuca
carregaram : R. Olveira 4 C. 5 barris cora 480
litros de mel e 2 ditos com 192 ditos de alcool.
. Para o Aracaty, no hiate brasileiro D. Luiza,
carregaram : J. Brnno 47 barricas com ),346 kilos
de assucar efioado; Costa 4 C. 49 ditas com
2,894 ditos de dito e 52 ditas com 3,791 ditos de
dito branco.
Pan o Rio Grande do Sul, no brgue brasi
leirq Arroto Mallo, carregaram : Silva 4 Cascan
30 barris eom 2,880 litros de agurdente.
Pa*a Alajoas, na barcaca Tres Limas, car-
regaran) : F. de zevedo Mai 1 barrica com 90
kilos de assucar refinado.
Para o Ro Grande do Norte, na barcapa Tres
Irmao, carregaram : D. GoRcalves da Silva 1
barrica com oO kilos de assucar branco ; M. P
Lemos 7 barris com 580 litros de agurdenle.
EDirUtS.
..'ni''-
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERKAMBCO
GE
Rendimento do dia 1 a 24:'
dem do dia 25. .
47:98UI4I
10:874^300
'SfcftftUl
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a K. .*""
I4ert)dod|k25. '. .
12i:403*0l8
132OJ10*
I26.723124
RECIFE DRAINAGE.
Rendimento do dia 24. .
dem dodid 23. .....
O Dr. Joaqoim Curris de Otivert Aridraue, jutz
substituto da prtivcdoria do oapellaa'efesjdnos
neta cidade de Sanio. Antonio do lteqi/e e seu
termo, provincia de Pernambaco, por S. M. Im-
perial eet.
Fo satur aos que A presente edital vrrem e
dellevMtiaia tivencmi qoeiteteda .falfccW Otuk:
gW Jote Jla|que^, Bervaaluaria vitalicio dos ol-
ciqs du solicitador do,capellus, residuos e ausentes
du termo der is.-o vago
dllo efflclo lo pelo"ptesenie chatiidos os preten-
dentes elle, pura no prazo de 60 dias, contados
da publiaj;*) deste aprp>ttut;M|e ,uizu coiqpetenteaicnie babjjilidps cpra suas pul-
coe'acOmpanhads tfe exa'fn'e de sufflcencia, .(olha
corrida' e mais doenmenfos que julgarem necessa-
rfcia bei de sua pretenoin na forma da lei.
.E-ffik que, abogue, a^Cttiuiettiijeuto de todt>s
mandei pqssar o presente edital. com o_ prazo de
450 dias, que ser publicado (lelos Jornaes e affi-'
xdos tmb liighre' do. cosHime.
Hado* pastado.oesta cidade do Recife de Per
najabncp, aos 21 de julbw de 1873.
cu Domingos' ^ues Ferrera.ecriviSo escrevi.
JoaqHiipi Parrel d Olirdra Andrade.
ro no lugar do Rio Poce, com 1 porta. 2 janella
||de frente, 2 quartos, "i ala, cjziulia fra, estriba-
ra, avallada por 4001000,
Outra do taipa cubera do palha em mo estado,
por 25/000.
Urna posse de curral de fundo o una rede, ava-
lada por 4G0H 00. ^_
Um eicravo, preto crioulo, com mme de W
aunos, avahado por 5001000, de que W recebera
proposja em carta fechada para sua venda, cujos
bens vio e pracoi por execucao ue Mathias Fene-
ra Lima, contra Manoel Martins Lopes.
O escrvo,
.i .,i .!_________Hermillo Chagas.
Obxas militares.
A' 30 do crrante ser levada hasta publica a
execucao das caiaduras, pinturas e concert* da
fortaleza doBrum,na Imp rlaeeia de :291010, e
do qiiartel das Cinco-Poutas, na impartan:u de
!2:857i980.
Qs pretendenles a estes servico* apreseatem na-
(juelle dia s 12 horas da manh, na reparticao
das obras publicas, onde encontrarn desde j os
respectivos orcaruentos, suas proposias em carta
fechada:
O engenbeiro,
Chryssolito F. de Castro Chaves.
418J054
li0*4l
"T5287535
EditaV n. 22.
Pela inspectora, da alindola sa faz publico que
as 11 horas da inania do dia 26 do correte se
ha de arrematritr, livres de dpeilo-, |Krta desta
reparti-.Vo, as marcadorias abaixo declaradas,
abandonadas aos direitos por J. da Silva Ramos.
Trapiebe Conceio.
Marca B C 2 caixas sem numero viudas de
Lisboa no navio portflgt Dfspiqve n, descarre-
gnd^)n 31 de maio prximo passado, contendo
80 kilos, peso bruto em vdrus ordinarios, laxa de
40 0|0, liquido legal 48 kilos de agua de Inglater-
ra, avahados por 63/984.
Alfandega de Pernambuco, 23 de jomo de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Res.
De ordem do I lu. .-r. inspector da thesou-
rai'ia de fazenda de ta provin ;ia se faz publico qne
no da 16 de agosto prximo futuro, pelas 2 horas
da tarde, e perante a junta da mesina thesouraria
ser posto em hasta publica para ser arrufado
de venda, a qiiem mais der, em virtude da ordem
do tribunal do (beaooro nacional n. 195 de 5 de
(ctembro de 1872, o terreno pmprio nacional, sito
ra do Nogueira nesta capital, em que existi a
cas terrea n. 16 ; servndo de baso para a arre-
matacao a quantia de 400/, valor da respectiva
avaliacao : os pretendenles deverao apresentar
ne>ta repartQo suas propostas em cartas fecha-
das, devidaniente selladas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 16 de julho de 1873,
O secretario da junta
Jezuino Rodrigues Cardoso.
Fdi! I i!. d.
Pela inspectora da alfa doga de Pernambuco
se faz publico, que achando-se a men'adoria
abaixo mencionada no caso de ser arrematada
para consumo, uos termos do cap. 6" do til. 3.
do regulamento de 19 de setembro de 1860, o seu
dono ou consignatario dever despacha-la no pra-
zo de 30 dias sob pena de, lindo elle, ser vendida
por sua conta. sem que Ihe fique competindo al-
legar contra os effeitos desta venda :
Arrnazcm n. 2.
Dous macos com 20.arcas de palhetas ama-
relias de n. 37, pes&nlo cada maco 2 killogram-
uios, ignora-se a procedencia c consignago.
Alfandega de Pernambuco, 24 de julho de 873.
O inspector
Fabio A. de Carvallio Res.
U4,
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Perante a juma administrativa desta santa casa
vai piara na sala das suas sesses, pelas 3 horas
da tarde do dia 7 de agosto, pela renda annual de
l:200, a propriedade Iliia do Nogueira, perteu-
cente aos estabelecmentos de caridade seu car-
go, a-qual tem I,0l3ps de aqueiros de produc-
cao, casa de vvenda, viveiro de peixe e muitos
terrenos para plantaeoes. Os licitantes deverao
apresentar-se munidos de cartas de ianca de pes-
soas abonadas.
Secretaria da santa casa de misericordia de
Recife, 2; de julho de 187.
O escrvo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Navp eittia%flift
Rallioinre 4Q
mjm&>
dias, Lirxa amacifieua
H. Yarringtfpf ^ -^^neladW, eaqot-
vmMb w> w\tmt.M>m$k.f*-
CONSULADO PROYIMCUL
De conformidade com a ordem doExm. Sr. pre
sidente da provincia de 7 do crreme, transmiti-
da esta adutinistrai.'o por portara do Sr. ins-
pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
mez hoje recebida, ada se de novo aberto, al o
ultimo de agosto vindouro, o recebimento dos d-
bitos provenientes dos apparelhos c annuidades
pelo servido da llecife Drainage Company, corres-
pondente ao semestre findo em junho do auno pr-
ximo passado, com a multa de 6 %
Pelo presente sao, portanto, avisados os respon-
saveis essa contribuirlo, atm de que curem de
satisfazela as condieSs do edital desta reparticao
em mato ultimo publicado, evitando assim a co-
branca por via judicial.
Consulado provinial, 16 de jnlho de 1873.
-.O administrador,
__________A. Carneiro Miiolnido Ros.______
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretara da santa casa da misericordia do
Reci5} sao convidados os prenles das educandas
do cpegio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja completaran) a sua educacao, para que
requeran) ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolveu a junta admi-
nistrativa, de conformidade com o que dispoe o
3* ar"48 do respectivo regulamento.
C.udida das Cha gas Coelho e ionza das Cha-
gas Coelho, lilhas de Vital das Chagas Coelho.
Maria Emilia. -a
IgnaCia Ribeiro, lllha de Leandro Jos Ribeiro.
Maria Igiiez de Mell, til ha de Joao Bezerra de
Mello.
Marja Magdalena de Mello, filha de Jes Tava-
resn^Mefi.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudpcia.
Felipa.
Therez dos Jautos Torres, filha de Jos dos San-
tos Torres. '
Pergeitlna, protegida de Mara Hermenegilda
MacbJgo.. '* "'atr "r?
Sopnia'Maria da Conceicao, exposta.
alaria da Paixao SHjueira, filba do Raymundo
Jos de Siqueira.
SecrcLara da santa casa da misericordia do Re-
cife," TI de unho de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
THEiVTRO
nv
VIS0f"MR^iM0S.
Ue ordem do IHm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda,, se (;| publico que, em virtude
do aviso do minlstefirr'dps negocios da fazenda de
,21 de junho ultim, vai em'hasta publica, no dia
30 do corrente mez, pelas f horas da tarde, pe-
cante a iqta da mofinatliesouraria,-para ser ven-
dido a i aera rqjfldr'vantageru oflerecer, o barra-
cao que enVSanto AJBW9 das Patinas, servia de
quartel compimnia oe Cvalfaria, avallado pelo
jui#o dos feitos da fazenda em dous contoe tft-
centos.hifl res.
Os pretendenles deverao apresentar as suas pro-
postas em cartas t|0"illiffitf.lllrnl1 lllrnlr se'"
ladas. at urna bxw*\f ItVTdnWo da.
Secretaria da ttoisaurara de, fazenda de P^er-
de-'ftlln de,87l
a. ".rrT* ."Osecftario da
unta.
Je^iiao Roques
toso
Sabbado 26 de julho.
Beneficio do actor
Depois da orchestra tocar urna das suas esco-
Ihidas pecas subir scena o muito applaudido
drama em 1 prolo:o e 4 actos :
JOCEUH
OU O
Marinheiro da Martioica.
onde briUtam mcontestavelmente os artistas a
Exma. Sra D. Philomcna e os Sis. Thomaz, Fio-
rindo, Bernardinn, etc. etc.
A peca vestida a carcter e de rigor.
Terminar o espectculo com a scena cmica
representada pelo beneficiado
0 Joaqun sa,
assislindo representago dos Milagros
de Santo Antouio.
No inlervallo da pesa a scena cmica, to-
carse-ha na orchestra, em scena aborta a polka
de grande effetn, com osla pelo distincto mecslro
pernambucano Candido Filho.
A derrota jesutica
Principiar s 8 1|2 horas.
DOMINGO
2 7 de julho de 1873.
Principiara as ~ \\'l horas da tarde
e acabar s s em ponto
JOCELIN
OU o
0 MARINHEIRO DA MARTINICA
Terminar com a scena cmica ornada de mu-
sica representada pelo actor Peqante :
Amanh vou pedi-la
A's 5 1|2 horas.
Preparase para brevemente subir scena o
apparatoso drama :
Cabo Sinifui.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
V
Ao publico
A direccao da companhia dramtica, ainda im-
pressionada, o mais agradavelnwute possivelj pe-
la lisongeira nova que acaba de receber, te n a
immonsa satisfaQo de annunciar ao Ilustrado
publico pernambucano, que foram mais urna
vez coroados de feliz xito os esforcos, que
tem por dever empregar afim de correspon
der dignamente nunca desmentida benevolencia
e proteccao, dispensada pelo mesmo publico
empreza Vicente. A nova qne tanto prazer causa
empreza, o que certamente encontrar o mes-
mo acolhimento em todos os amantes da prospe-
ridade e brilhantismo da arte dramtica, a hon-
rosa e importantsima acquisicao do
Primeiro artista brasileiro
V isto de Paula Bahia
cojo talento incontestavel, amor da arte, e mais
dotes precaveis ainda esto bem vivos na me-
moria de todos aquelles, que o apreciaran) e ap-
Slaudiram to calorosamente na poca theatral
o anno passado. A chegada deste dslinctissimo
artista deve ter lugar pelo paquete americano de
31 do corrente, realisando-s portanto a sua es-
tra n'um dos primeros das do prximo mez de
agosto, apresentando-se o festejado artslista nos
papis de
MONTRICHARD
da comedia drama em cinco actos :
A CIGAM DE PARS
E
Jos Borrosca
da popularissma comedia
tina experiencia.
Com a brilhante acquisicao do tao sympathico,
como talentoso artista Bahia, prometto a empreza
levar a effeito urna escolbida serie de magnficos
espectculos, com os quaes tem a certeza de sa-
tisfazer completamente ao publico, que sabe fa-
zer justica ao mrito e recompensar o trabalho.
Sabbado 26
As 8 l' koras em ponto.
E
DiMiiingo 27.
AS 8 HORAS EM PONTO.
WSlLTWASRErRESEJITAOES
do dtama-vaudeville em 4 ac.tos ;
A
Na KJd,Jjidho. 4e- 3. pelas iii h>m~4
anhay aljt 4tt ftalituciw w

(Msica do maestro \oronha)
desetnponbando e papel de protogonista a artista
Manuela Lucci
Terminaro ambos o espectculos com a re-
ptesentaco da comedia drama em 1 acto :
Lina mtilher pw 2 horas.
Terca*ta B k\h.
fcipi i'tnTnln em grande'irala par
' Destejar o feliz, nnnivcrsi. lo
de Sk \. Imperial a
^ereirfsslinft priaeecan Isabel
O hjopano nacional.
* inaftQ^co ^a* em 5 acto* e 1 prologo ;
PawUsba
retende sogur^com peuca demora a escuna por-
ugueza Christina, de i* cla-se, capito Loureiro,
por ter a maior parte de seu carrtgatnento enga-
jado ; e para o resto q m Ihe falta trata-se com,os
consignatarios Joaquim Jase Gongalves Beltro &
Filho, ra do 'lommercio n. 5.
COMPANHIA PERNAMBICANA
DE
\i a vc^aruo costeira a \ a por.
MAHANCGAPE.
O vapor Cornripe, com-
mandanie Silva, seguir para
o porto cima no da 28 do
corrente, s 5 horas da larde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida:
escrptoro no Forte do Matto? n. 12.
Uio de Janeiro
O brigue nacional S. Pauto seguir em poucos
ias ; para carga tratase na ra do Yigario n. 7.
\{\j (Iraiide da Sul
Para o porto cima segu imprctervelmento
a escuna Georgiana, no dia 24 do corrente, poden-
do receber alguma carga al o dia 23 : a tratar
cora Tasso Irraos & C, ra do Wnorim n. 37
i 4I1IIMM111
DE
WVliliti:il BMS1LEIB4.
Vapor Para
Este vapor esperado dos portos do norte at "
dia 28, e seguir para os do sul depois da dembra
do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ra do Vigario n. 7, escri-
torio.
FERREIRA VIAN.NA 4 C.
Agentes.
CIP
-
'
i BTITJ DE H
A eniprcz ddsjando a muir ao lison;eiro pe-
dido moe Ih ful iransmHti'lo pela Ilustrada rc-
daceo do Di mi de Eenwmtmoo, em sua Revis-
ta de 21 do corrente, escolta u o referido dra-
ma para formar o progranima de julgando assim satisfacer aos autores do pedido
a lodo o publico em geral.
Hecebem-se cucooiiimaijb bo esenptorio do
llieatro. ^
1
Real cornpanhiii/ de paquetes
ingezes a vapor.
At o di*'27 do corren! espera-s'e di Europa i
vapor inglez Douro, coinmandaute ThevSite, o (pul
depois da demora do costurju, seguir para Bue-
nos-Ayres, tocando nos p>rlos da Baha, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-sc dos \> irh
sul o vapor inglez Boyne, eomraanuaute F. Id-i-ks,
o qual depois da demora do costume, s .uir
para Southampton, tocatnlo rMS' portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
, Para fretes, passagens etc., thrta-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.
tropas quem poder viver socfpadiT nesia trra.

G0iPA\II4
D
NAVEGACAO BAUIANA
Para Macelo, Pencdo, Ai-acaj
e Balifa.
E' esperado dos portos do sul at o dia 29 ou 30
de julho o vapor Penedo, o qual seguir no dia se-
guinle ao de sua chegida para os portos cima.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a.
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
vera Azevedo & C, ruado Bom Jess n. 57.
COSirAMA
DAS
MESSAGERIES H4R1TIMES.
No dia 27 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor franrez Mendoza, coinman-
dante Courier, o qual depois da demora do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gp-
re) e Lisboa.
Para condicoes, fretes e passagens, trata-sc na
igencia, ra do Cpmmercio n. 9.
COMPANHIA PLRNAMBUCANA
DE
NavegacSo costeira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJU'.
O vapor Oiqvi,
commandante Martins
seguir para os por-
tos cima no dia 31
do corrente, s '>
horas da Urde.
Recebe carga at o dia 29, encommendas at
o da 30, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : escriptorio no
Forte do Mattos n. 12.

PaciBc Sleam XavigaliiHi tompaiiv
IJuba qitinsenal
O PAQUETE
espera se dos portos do ?nl a ao dia f dopTo-
ximo mez de agosto, e depois da demora do cos-
tume, seguir para Liverpool, via Lisboa e Bor-
deaux, para cujos portos recelier passag
e can a.
Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Comroer
o n. 14.
Lisboa e Porto
Vai sabir oom brevidade a barca porluguez.i
Despiquen, recebo carga e passageiros : a tu
lar com o consignatario Tito Livio Sowes, rn i
do Vinario n. 17_____________________'
Para a Baha.
. Pretende seguir, com toda a brevidade o briguo
Isabel. Quera no mesmo qui? ir, Airga-
ja-se aos consignatarios, Thoi ^5n-
ceca 4 C Successores, i ras'tfo Mgario n



.

de Pernambuco Sabbado 26 de Jti&o de 1873;
COMPANIlti PERJUMBUCANA
D|
Wavegacao ooatelra a vapor.
AIAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', AHACX
TY, CEARA, ACARAC'.
O vapor Ipojuca
commandanto Moura
seguir para es por-
tes cima no dia :)l
do corrente, as 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga, t dia id, encomiHendas, at
30, pasiaaeus e dtnhoira'a frele at as i horas da
lar Je do dia da sabida : escriptorio no Forie do
Manos a. II
Pacific Sfeain \avi>alinn Conipauy
Llnha qiainzenal-
O PAQUETE
esperase da Europa ateo dia 3 de agosto, e.
depois da demora do costme seguir para t sul
do Impeli, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde reeeber passageiros, encommendas e dnhei-
ro a frete.
f>Os agentes Wilson Rowe & C, ra do CoTimer-
cio n. I i.
LEILOES.
LEILAO
DE
uno sobrado do dous andares, sotilo e pavi-
mento terreo, sito ra do Aniorhn n,
19, em chao proprio.
Hoje
s 11 horas
Per mterveucao do agente Pinho Borges, em
seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53, primei-
ro andar, onde se pode dar algum esclarf cimento.
LEILAO
DE
ceri de 50 sac.'S com caf do Rio, ern
perleito estado.
HOJE
s 11 horas.
A. Banmaun capito do patacho allcmio Almu-
th Ca!harina, vindo do Rio de Janeiro com Barre-
gamento de caf, cora destino a Faliimuth, mi-
nha ordem, entrado neste porto com agua abena,
far leilao com licen<;a do Sr inspector d'alfande-
ga, em presenca de uhi empregado da inesma re-
particSo para o (im nomeado, com assistencia do
cnsul do imperio germnico, por conta e risco
de quem perlcnaer, e por intervengo do agente
Pinto, de cerca de 50 saceos cm cafe, em perfei-
to estado, tantos quantos forem precisos para oc-
correr o saldo das despezas bit* f,)in osteparos
do tino navio neslfl -orto, o que nao foi pago com
r2'"'JU'-,rt u0 ,e(0 das 583 avariadas, eTectua-
uo no dia 4 do corrente mez, e existentes no ar-
mazem alfandegado do bario do Livramento no
caes do Apollo, aonde se efectuar o leilao no dia
crho a cima mencionados.
LEILAO
Na povoagao do Apipucos.
P. F. Needliam, leudo se retirado para a Euro-
da com sua familia, far leilao por intervencio do
agento Pinto, dos movis e mais objectos perten-
les e existentes na cusa em que residi na po-
icAo dfcjApipucoj.
s refer objectos tornam-se recommenda
veis por strom de gosto o estarem bem conserva-
do por terem tido ponco uso
As 10 t|l horas da manha partir da estaco
do arco de Sanio Antonio um Irem expresso que
servir de eundueeao gratis aos concurrentes.
O lelito principiar n 11 liaras.
LEILAO
DE
cerca de una Urca parte do excedente predio de
3 andares e grande sotio, sito-rua da Impera-
triz n. 53, tendo 32 t| palmos de frente e 122
de fundo, boas salas e quartos, c zinha fra
para o pnmeiro andar, e terraco com gradea-
mento de ferro, no segundo, quartos no quintal
para creados, estribari, etc., etc., cuja parte
na importancia de 8:777*365, sobra o valor de
i8:000*0)0, quanlia por que foi ha poiieo lem-
po avahado judicialmente para parthas.
A mencionada parte acha-se livre e desembara
cada de qualquer onus.
Os Srs. pretendentes podem desde j examinar
o referido predio.
TKRQA-FEIRA 5 DE AGOSTO
s i i horas da manha
Por intervenc&o do agente Pinho
Borges
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primelro anJar.
avisos OVOSOS
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, cnsul portuguez
de 2a classe e en arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
zes, participa aos scus amigos, tanto nacionaes
como porluguezes, que tem o seu escriptorio na
ra Duque de Caxias n. 41, 1* andar, antiga rna
das Cruzes, onde pode ser procurado lodos os
das nao santificados, das 9 lloras da manha s 4
da tarde.
DE
301 canastras cora albos
Hoje
V* 11 horas.
do asente Pestaa
O preposto do afrente Festina fara leilao |> r
costa e risco de quem pertenec-, de 301 canta-
tras eom anos, dese-nbareadas ltimamente da
barca Venced ra ; sabbado 2G .lo corrente, no
armazem do .Annes, s II horas.
prata, 1 piano francez e outros nuiitos
objectos avuls- s.
TERCA-i'KUA 29 O: JII.HO
No largo do Corno Santo n. '*8 armazem.
AS II HORAS DA MANH.
O preposto do agente Pestaa far leilao por
conta de una familia quo se retira para Europa,
dos objectos abaixo mencionados : 1 rico, piano
francez completamente novo, urna mesa elstica
de II taboas, I cama franeeza de jauranda com
cortinados, rico' apparadores de amarello, guardas
loucas, guarda roupa 1 flauta de bano com cha-
ves de prata, I rewolver c>m caixa e bailas, ban-
deijas e salvas de prata, palileiros, e cufos mui-
tos objectos que se torna enfadonho em mencio-
nar.
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:1
BILIIETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro de Marco (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignadn tendo vendido nos sens fe-
llzes bilhetes, lim quarlo n 2^39 com 5:000*000,
um meio n. 583 com 8004000, e outras sortes de
i05 e 203 da lotera que se acabou de extrahir
(59), convida aos possnioores a virenrreceber na
conf.irmidade do cosime sem descont algum.
Acham-se venda .os felizes bilhelea garantido?
Ja 2' parte das loteras a beneficio da matriz de
Palmares (60-), que e extrahir na quarta-feira,
30 do corrente mez.
PRECOS
Bilhete InteirO 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM PORQAODE 100J000 PAP.A CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manuel Mqrtins Fiuza
Liquida cao.
. O iuventariantc do casal de Manoel Antonio
Vieira, devidamente autorisado pelo jniz, recebe
propostas dos pretndeme ao restan le da lonca
pntenle na loja que o finado linha ra do
Mrquez de Olinda n. na ra do Vigario n. ln,
l.0 andor._______________________________
Sociedade recreativa Terpsi-
chore.
De ordem do Illm. Sr. presidente convido aos
Sis socios a reun:em-se no recinto desla socie-
1a!e,jepnnda-fcira28 corrale, pelas II hora-ido
dia, para em assetnbla peral se halar da dissolu-
cao da mesma, tendo em vista o seu alcance.
Secretaria da sociedade recreativa Terpsichore,
!3 de julho de 1873.
tizilio Rodrigues,
i.' socretario
Pede-se encarecidamente a quem tenha acha-
do urna pciicao em nome do abaixo assigmido,
contendo una letra da quantia de 1:496, vencida
e protestada, que est sacada por Joao Fernando
da ('ruz, e aceita por Joanna Mara da? Dores, e
ao mesmo abaixo assignado endossada ; que se
digne de, como favor, entregar-llii'a na ra da
Penha n 19, pelo qual ser recompensado.
Mauoei Jos Pereira de Mello.
Oferece-se
LEIUO
DE
.i.
novos e usados.
Por liquidaqo
9eu Un magnifico piano -lo meia cauda do bem
conliecido fabricante Pleyel.
L'm dito de Erard e muitos outros pianos
de armario dos mais acreditados fabri-
cantes de Paris.
Terca feirn 9S9 lo corrente
a rna do Baro da Victoria,
Antonio Jof de Azovedo, querendo definitiva-
mente acabar com o sen deposito, de pianos, far
Icilio por Istorveacio do agente Pinto, de ditTe-
rentes pianos no/os e ufados, existentes no pri-
meiro andar do sobrado da ra do Bario da Vic-
toria n. 12.
O leilao principiar s 10 1|2 horas
Grande e variado leilao
DE
bous movis, linos crjstaes, louca de porce-
Irna e objectos de electro-plate e um car-
ro francez, tudo em ptimo estado.
A SABER:
Um piano forte, 1 estante para msicas, 1 mo-
bilia de Jacaranda, solas e cadeiras estofadas, ca-
deiras de ferro, 12 cadeiras de palinha, 1 cheso-
nier com espelho e pedra, 4 mesas de jogo, I dita
oval, 6 casticaes de metal, ricos quadros com linas
$ravuras, cortinado?, jarros para flores, figuras,
lampeSes a gaz, 1 tinteiro, t caixa de msica, la-
pete, e esleirs forro das salas.
Urna cama de ferro, colioes etravesseiros, 1 ca
cama de mogno para menino, 1 toilette, 1 lavato-
rio para dnas pessoas, guarncao para o mesmo,
i portas toalhas, cabides, 3 meMulias, i dita re-
donda, I guarda-vestidos com espelho, I guarda-
roupa grande, 4 quadros, 3 camas de ferro para
meninos, 1 lavatorio e armario para menino, 2
oommodas grandes, i tuucadur, 4 cadeiras para
menino, 1 earrinho para crianza, 1 relogio de pa-
ree.
Tres lencos para terraco, 1 espingarda, 1 ma-
china para enioiimar, I dita para litnpar facas, t
caixa para glo.
Urna mesa elstica, 1 gmrda- louga, 2 aparado-
res, sendo 1 com espelho, 1 quartinbeira, 18 ca-
tira, 1 guarda-comida, quadros, bandejas, 4 co-
ttertas de electro-plate, 1 galheteiro, porcelana
para jantar e para cha, I apparelho verde desert,
ai-rafas, copos, clices, fructeiras e compoteras
fino trystal, candieiros a gaz, facas e colhe-
fe.
miogo dobacatelia, 1 marqueza, 2 cngolos,
. cadeims de bracos, 2 ditas de balance, lavatorio,
mesa redonda, 12 cadJras e 1 lanterna mgica.
lletas para engommar e para cozinha, tti;m de
cozinna, Flandres, potes e muitos ontros ac;esso-
rios de casa de familia.
Trca-feira & Je agosto
urna mulher que pelas suas ciivurn-tancias se
propSe a ser ama em casa de homem solteiro, pre-
ferindo estrangejro, para a cidade ou fra della,
a qual alem de dar fiador a sua conducta, sabe
cumplir con aceio e lidelidade s ordens de quem
pier que for : na trave.-sa da ra das Flores, casa
Jo sapateiro.
Precisa-se de urna mulher que jaiba -bem
cozer e cortar vestidos e mais algum ser vico de
:asa de familia : a tratar na ra larga do Rosa-
rio n. 22, 2 andar._________________
Aluga-se urna casa na Capunga com com-
aiodos para familia : a tratar no mesmo lugar
-ua das Crioulas n. 25.

.-r-'.*)5
^BN
h,jsa
r.rrffl
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
mefro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
,compra-se os mes-
mos metaese peoras.
Boa acquisicao.
l'tirsev dono lerdo rotirar-se para
a Europa, onde vai residir aisum
tempo, vende-so ind ptimo predio
de um andar e soto, n'uma das me-
lhoros localidades de Olinda, da qual se
descortina nilo so todo, o ocano desde o
cabo de Santo Agosiinbo at muito alem da
ponta de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagcns do poente e sul;
tendo um quintal regular, com arvorodo novo
plantado ha ilous anuos, terreno muito fr-
til ; una cacimba (poc/.j d'a^ua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze- quartos. e tres ptimas salas, um
grande armazem o que.pode servir de co
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um soto, proprio para dormida; muito are-
jado ein toda a ep ca do anuo ; com illu-
minayo gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada. Aclia -se preparado convenien-
temente, nao so dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinba e de mesa. Vendo-se a di-
nheiro, ou como se acba, ou retirando os
ouuveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na mo do Sr. Luiz do Reg
Barros, regente do hospicio de alienados : e
a tratar nesta typographia, das 9 horas da
manh s 3 da Urde, ou no Pocp da Panella,
1,-rgo da matriz, palacete amarello, dessa
horaj at 7 e meia da manh.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Roa do Commerelo n. 6, 4.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o naneo
do Minbo, em Braga, e sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilb.
Faro.
Guarda.
Guimaraes.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de l.ima.
Porto,
Tavira.
Valpassos.
Vianna dotCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimn.
Villa Beal.
Vize.
Vali)(;a.
Pigupira.
5TSJS
iieiii iiiiisfUHiiidnderci'e?
Inconteslavelmonte a loja de calc,adojiestrangei-
ro que mais cominodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sex, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queima jo) e a razao ? a razan simples :
QRi cavalheiro (amante do chique) por ceito se
in .-ummoda quando, para comprar um par de bo-
linas, v se f-ircado a experimntala sobre um
pequeo e pneroeo pedaco de tapete (systema ma-
cariuiiico) nao podedo uesta forma conheeer se
a botina Itlica boa, poto, uao lea Cipai.o para
experimenta-la, ao menos qu nao a estrague dun-
do apenas um passo, que chegarlogo ao lmmun-
do lad'ilho ; o ijue nao acoutece no Paris na
Ameria, onde pode se passear vontade e desta
forma conhccer-sc se lica boin o cal<;ao : para o
bello sexo, ento quasi impcssivel, que uuia se-
nhora (do bom tom) queira sajeilar-sea experi-
mentar calcado ao lado de un bakio, onde en-
tra qunn qoer, ainda mesmo para comprar : o
Paria na America nao m-eilte-se desta falla te;n
mu bem preparado gabinete resrvalo, paca as
Exilias, que alii poderlo estar d> para n esculla do raleado.
Nao terminam a' i as v'anlagens ou commodns
do l'aris na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan .bem no bom sor-
tmenlo de botinas para bOBUNis, dus melhores e
mais afamados tabncantcs da Europa, como Me-
lies, Suser, l'olak, itc, etc., e grande variedade de
chinellos e -apatos, assim lambem nm lindo sor-
timento de botinas para senbora, e sapatinhos de
muitas qualid&dw ,ue poderao satisfazer a esco-
Iha da mais capichosa senhora (do bom gostu) ;
pe" nue fiea expendido, (sl clan que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vautagens oiTerece,
o Paris na Americ, la Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, auti^a ra do Queimado
N.
AO ARMAZEM
90
VAPOR FRANCEZ
UlU DO BARAO DA VICTORIA
7Outr'ora NoraN. 7
Calcad:)
francez.
m
Parla, 36, Ra Vlvlenne, D*
H.M:H MrDECN SPChL
n r.NKi rinmr g n(S remaes, as affeccoes
ALTRRACOFS DO SANUl'E.
i'.OOO curas dasimpin-
iens,pus(nlas, he? pe,
' i rna, comixoei, acri-
monia, e alterroes, vi-
\ iosas dn sangne, c-
i as. e tute vi u. aigtte. (Xarope vegetal
sriii DicrciirioV Depuran cfeltei
DIWW MIXERAB9 tomno-se ilnns por
semana, seguilldo n tractaiiiemo Deprala o : 6
empreparto n | liste Xaropc Citracto de
ierro de CHA ULE, cura
nnndiatameine qual-
|tier purgaran reta-
racao, edebtUdade,
e ikuuIuiciiii: na _,.wo< e llores brancas das
mullieres. Esta iujeccao benigna empregasse
eom o Xarope de Citracto de ferro.
Heaiarrolaaa>PoDiadaqneiiscuraem3dias.
POMADA ANTIHcRPETICA
Contra : as ajeccoes rutaneas e comlxoes.
PILLAS VEGETAES DEPURATIVAS
do r Ohable, cada frasco vrai aecumpabado
de um folaeto.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
DEPURATIF
dn'SAlVCr
PLUS DE
COPAHU
Para homem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, pellica, lustre e
de duraque com biqueir, dos melhores
fabricantes.'
SAPATOES de be/erro, de cordavao e de case-
mira.
S* PATOS de lustre com salto.
SAi*ATOES atamancados com sola de pao, pro-
pros para banhos, utios e jardins.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor e de tranca
franceses e portugiiczes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores diflerentes,
lisas, enditadas e bordadas.
SAPaTINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cures dilTerentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlo', castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differontes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca porluguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre c de cordavao.
ABOTINADOS e sapates de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguzes.
Botas de montara.
Botas a Napoleb e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france', ra do Baro
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de brafo, de guernicoes,
sofs, jardineiras, mezas, conversaderas e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e < s mais proprios movis para saleas e ga
bneles de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Neva.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
BIdonel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de or de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presents com frascos de extractos, cai-
x,iuhs surtidas e garrafas de dilTerentes taa-
nnos d'agua de cologae, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dilTerentes gostos e
phautazias.
Espelhos dourades para salas e gabinetes.
Ltques para senboras e para meninas.
Lavas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurca.
Caixinbas de costura ornada com msica.
lbum e quadrinhos para retratos.
Caixinl a cun vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de le garantido.
Corremos de plaqu muito bonitas para relo-
gioi.
Brincos a in.it cao e buioes de punhos de pla.-
qu.
Bolsinhas e cofre de seda, de veiludo e Ae cou-
rinho de carea.
Novos objaetos de phanlazia para cima Je mesa
e toilette.
Piacinez de cores, de prata dourado, de ago e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarnic5es.
Bengalas de luxo, canua, com castoes de mar-
din.
Rengabas diversas (m grande sorlimento para
hoiiiens e meuiuos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
I'onteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos'de marGm muito finos, para limpar ca-
beca.
Escova? para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
Ra Primeiro de Marco n. 7 4 1'." andar. .
Lacoste perito cozinliciro frnrcez, tendo tufo a f.-Iicidaib: h? agradar ao respeitava
publico desta bella ca|ita (a vista >] concuriencia quo tin Mti hotel; ciImi do aprurap
tar no 2.* ndar, quartos neUittdoa tona gosto e a prego muito rauaveK
Recebem-se as.sinaturas.
GELO TOBOS OS HLVS.
Abarlo desde s 6 boras d'amanh, at s 10 da noute.
GRA1VDE :~^~
DA INDEPENDENCIA
ANT1G0 STAMINET
%i Rila il hii|KTailiir 32
A rnosos
Lunch
Jnntares
Ceias e bebidas de todas as qualidades a qualquer Lora.
Limpeza o servido pontual e apurado com o qual ninguem pode competir.
Tem magnficos aposentos para alugar e
BONS BIUftARES
O propietario dispensa-se de elogiar o hbil e raro cozitiheiro francez. a res-
peito do qual podem ser consulta-los os verdadeiros gastrnomos que j apreciaran! -
I
HOTEL
\
sua arte.
PRECOS
Os mais resumidos do mundo.
Pede obler em pouco t mpi com o oa<
I
iic- res awja>a"*
HESPEI1N4
Faz O'to ancos qoe conhecido este precioso Iodcu, e diffioi acba ama puto.
que, tendo experinw-ntado pe>oalaMDte, nao filie wt sen favor, j como bote uloaari
a apetisador, tomando om ei dea antes de jantar. oo ct-n^o ej iiaior d digestv
tomando-ie depois.
A BASE
da HESPERIDINA 'a LARANJA AMARGA, nao ha i,m f LudiUbU 0u bHASIL (a irci
especial das iaranjas) qoe r5>: C;-Dhe?a as propiedades mediiufp d dduradi frrvt
ora bem, a
Sirop du
DrPORGET
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5.
anno da faeuldade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
S*(]eiSttRww uiedico-cirurgico %
DE \%
% A. B. da Silva Maia.
m Ru do Visconde de Albuquerqu n.
M II, outr'ora rna da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a qnaiquer hora.
Consultas? Aos pobres gratis, das 2 s
4 horas da tarde. -.< !
Cara calarrhos loutl
coqueluches rritacei
nervoiai tai do* bron-
chioi e toda as doencat
do peilo; buU ao doentt
urna colhe nlnlct dette xaropn D' Korget.
Dr. cuabli em Paris, ra Tlvicaaa, a.
Deposito em casa de Augusto Caors n. 22
ra da Cruz.
AVISO
O abaixo assignado declara qne urna letra de
1:0004000 aceita pelo Sr. Themaz Alves Ma-
ciel Jnior, perlence Ihe metade e a outra metade
a seu mano Amaro Jos Pereira, e que portante
s goderi dita letra ser negociada por seus donos
e nao por um somente, e aesde j protesta con-
tra quem a negociar sem seu consenso.
Recife, 24 de julho de 1873.
Joaquim Careiro de Andrade.
Alenlo.
O^SiXSaiXWeCft
No collegio de Santa Genoveva, ru o Hospicio
n. 66', precisa-se de nm criado para Jado o ser-
vico.
No pateo da Ribeira n. 15 deseja-se fallar com
o Sr. Antonio M*tba9 Nunes,i portuguez, idade
de I3'a 14 anno?, vindo no vapor inglez Cupal-
lele, sabido de Lisboa a 2 de fevereiro de )873,
a negocio de sua familia.
--------------------------------------------------------- | |- ___j_____
Por 800 e por motivos justos v$ode-ie 1
preta de 35 annos, engomma, counba e lava,
Barato : na ra de Hortas n. 96. Na masca ca-
sa ha outras escravas com habilidades e sem ellas.
Alngaepor 26jtOO0 a casa n. 6, sita roa
do Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
de novo : a tratar na roa da Reatauracao n. 54,
tur era Guia.
Gartcirinhas de medreperola para dinreiro.
Meias para honiens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
ram>ainha8 de mola para ch mar criados.
Jnos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos diflerentes joguinhos alle-
mcs e francezes.
Mala?, bol. as e saceos de viagem de mar e ca-
miuhog de ferro.
Argoluihas de marfim para as criancas morde-
rcni, bom para os dente*.
Horcos de vimes para embalar criancas.
Ge-iinlia> de vimes para braco de meninas.
Carriahos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portas ejanellas.
Reverbea'S transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lautcrnas maicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminac5es de
fes tas.
Bales aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos com paysagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertnentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos t.aruionicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados era dilTerentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a precos mais resumidos que possivel : no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
(ieslinas para costura
Grande sorlimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez. ra do Barao da
Victoria (oatr'ora Nova) n. 7.
Oleados
aV*Al<
em sen estado natural ten tiin gosto pouco agradave', e n meriio da Heaperidica con-
siste i-.n reusr so? boas pror>reddrs, e ao mesujo trmpo :.pie*enta-ia como
EXQUISITO LICOR
A HESPER'DINA eomc INDUSTRIA NAi 1 jteihores importagoes europeas de cathegofia S'aelh.nte. Esli. qo-rd' mnito, pod#
''r liOfitotati porsm a Hesperidin- combinadlo perfeita do
A6BADYSL E SAODAVFI.
Pai) prova d-> que na aH'go on qnal pode-se ter inuira.'.-. nttn.;a por r
e innocente, b"t;< dizfr-ip one foi pinamente f)r>rvvadi < iuk>fi'a p*d
Jll fi fie w*P\F;^r
do Rio do JtBMro, prun -,"
a jcceitaeSo g-rs! O/ne tf,o t-m
lCTO s a priov'ir* '>br es
do dia da ebegad?. de S. \J.
*W i
l*2&
,\v
lili f ,1
da! as parte nnde pr*WBtd.
em B^^ro-A'rw

: ', ......
Uibalha na corte. Em Vaiparaizo c ttr loda a c st<< -i
taotrr qne r*r?- f -af qr*1 c< Dsid-'ra cooiftet" Oo *;-: w
0 b^caem wUu ivma HesperidinL para
O bomem doc.nie loro? Hesperidina para
SAll
O homem ieb icaa Heaperidina para obter
:gord=
'".ni 1864 eu-*-
eio Mooievdo
; ; :ii q.c acl .aaesu
P

1-
bter
I
par* Atar boa nfii
No? bailes a dbozellas i os mocos toro i m
limacSo dorante >t loucos pvro* da
BARROS JUNljR & Q., roa do Vigano Tenorio n. 7. Io andar, receberatn **a
grande especifico, e veo.'^nf-no doi d' psitos segoinie :
Josqaim Ferreir Lobo, rna ia Impeatriz.
Z-ferino Caroe:ro. roa do Gommercio.
Marcelino So- Goncaves .,a Fuuie, roa da Cadeia o. i.
Antonio Gomes Pires A C, roa da Cadeia,
Antonio Gomes fires 4 C, :a s ti de Novembro.
Gomes A Irmlo bntel d Fassa^em.
BARTHOLOMEU et C'*-
Pharmaceuticoa premiados em diversas exposicoes
ELIXIR SEDATIVO PITORAL
ANTI-ASTHMATICO
ESPECIALIDADE
Novo trataraenio da Attiuna, tosse, convulsa, defluxo catarrkaet, e todas as molestias dos pttmoeS,
que tem Caito importantes caras, e que noje o nico acceito pelos melttoree Mdicos.
DEPOSITO (.ERAL, 34, ra larga do Rosario, PERNAMBUCO.
I I I I I
Ojeados benitos e muito baratos, para -cima de
meza : no armazem Jo vapor francez, ra do Ba-
ro da Victoria outr'ora "
tiva n. 7.
p]crava
Alugase urnaescrava-quelavae eoiinba muito
bem: quem precisar dirija-se rna da Impera*
triz n. 9, S* andar.
Couipanhia Recife Druinnge ,
O abaixo assignad!), gerente da companbia Re-
cife Drainage, offerece a quantia de oo* a quem
descobrir a pessoa ou pessoas que as ruytes de '
sabbado, domingo e segunda -feira, carregaram 15
chapas de ferro qne serviam de coberta as vlvulas
que ejistem em diversas ras as freguezias e Aiaix <#& aiUgar a primeira otaria nos Coe-
f> -Jos e Santo Antonio para o serv.co da empre- n^ n 9> com^0 mftmor ^ u,*,^ m forD09 com
" cuQ i2?n*Pr8!1" '"/J!^ ,?!JZ2 prw ?r u>m e mar *{oAu m horas> iw p^yc
muito barato a tratar nos Coellos eom Antonio
Carneiro da Cnnlia.___________ ; _________
no meiado ae juntio,.um mulato de 30 annos de
ora calHto de negro, ca-
ra p^- das midaa a escuras sobre
i visla< de longe pare-
cen lo e bocea grande,
, rliatr a-ae Joe Ru-
Joae do Raw-
lo trem do Api-
ionde foi com--
Idades policiaes e capities
qne se posta descobrir o verdadeiro autor ou ac-
tores do facto.
Escriptorio da companbia n. 26, ra do Impe-
rador, 1* andar.
O gerente
________________________Henry Law.
Ensino primario do sexo
femiino.
Maria Aloxandrina de Melle, competentemente
habilitada para o magisterio primario, res^^H
abrir em sua residencia rtfc do Visconde de Albo-
qiierque n. 8J, nma escola de primeira* lettras,
offerecendo o seu prestimo aos pais de femilias,
aos quaes afianca todo o telo, esmere e aproveita
memo no ensino.
do mefirna, '.levando-o a
Santo Amaro, ra do Lima n. 30, que serio b*m
t*Mi<% tundo.
.
<


i




/


I

Diario de Pernambuco Sabbado 26 de Julho de 1873.
WFvAtvir. AMA
O Sr. Jos Alvos MaSlradrt (7n i maraes p1a w>.
Runda vez rogado a vir a ra do Im:i;nlor n. 28.
* netnrio de son ini.-iv>-

Alaga se por amo ou uftr feai cas rajad de
amart lio junio da eaquiaa aVIamarAo no Mon-
Wro, lugar muito bom o perto do rio, tem 3 salas,
o qoartos, eozinha, cacimba, "um pequeo pomar
de laringeiras, tudo muratfb e pomo de ferro ao
todo : a tratar na ra Nova, loja n. 7.
Irmanda erecta na igreja da Santa
Cruz.
De ordem do irmao juiz, convido a lodos os nos-
sos irmSos para eomparecerem domingo 17 do
corrente pelas 9 horas da manha em nosso con-
sistorio, afim de em mesa feral se proceder elei-
cao da nova mesa regedora para o auno compro-
mfesal de 1872 1874, como determinara os arti-
gos 14 a 22 do dito compromisso qne nos rege.
Consistorio da irroandade 21 de julho de 1873.
O secretario.
______. Marcolino JoU Pupe.
Precisa-se de urna ama mo-
ca para ailar coni urna
rri.iM.;.i : a tratar ,a na du
|om J*n* ii. \i ,i de I IV Wilil.
VI 1*1 i Tl-.i .>..' (i. |,|,i., ,;,|,|.
II 1 ou ese av.i. rytilllil i'ligoii
i'l \ ra lie /.!,i.(',;.,, >.ij., liiin : a
tratar na n do b"iu I, sus ii. iU, istiittoiio Je
. K Wiid.
yr
AMA
Pret1s*w Be ma ama pa-
i.i cva do familia, tftio Nnhl
rozinliar o comprrr : a tra-
tar na na do M?ri]iifz de Oiinda u. 40, primeiro
andar.
JNo engenho Meio da Varzea ha vagos qualro
sitios para lavradores; cada qual com boa casa e
bons partidos para mais de 300 paes annuaes,
perto do engenho : quem precisar procure qnan-
to antes
Consultorio medico
'pe
l'recisa-so do una aiua par com-
prar e outros servtos, preerindo se
escrava : a tratar no armazem do
largo da alfandega n. 7 A. _____^^
Precisa-se de urna ama forra ou escrava,
qne saina hem cozinhar, ou perfectamente engom-
mar : na na Duque de Caxias n. 20, 2' andar.
Precisa-sc de urna ama para
em casa de pequea
a tratar na ra do
Capibaribe n. 40.
Precisa-se de urna ama para
comprar e cozinhar para casa de
pouca familia : a tratar na ra
da Roda n. 42, 1." andar.
AIWA ^a pra^a X-1*-X 16, precisa-.'e de urna ama.
AMA
A-. |- i Precisa
M Asar
lli IX. P.nihoriK
OTA
Precisa-se de urna ama
para andar com urna enanca
e mais ontro servico de casa :
na ra do Paysandtl n. 1 (Chora-menino).
AMA
Murillo.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR. ?
Recem-chegado da Eurepa, onde fre- M
quentou os hotpitaes de Pars e Londres Q
Sode ser procurado a qualqucr hora do O
la ou da noute para objecto de sua pro- O
fissio.
Consultas do meio dia as duas horas
da urde.
Gratis aos pobres.
Especia Ud-ides.=Holeati&s da pelle, de K
crian/a e de mtilher. Emprega no trataroento das molestias y
de ua especialidade as duchas frias e
banhos a tapor, para os quaes trouxe Q
os apparelhos ruis modernamente em- r)
pregados na Europa. # 'm
t Tambera applica com grande prove to *
no traiamenio das molestias do tero a j
electricidade.pelo processo do Dr. Trepicr.
Escravo fgido.
50#000 de gratificacao.
Ansentouse do engenho Victoria no termo de
Barraros, o mulato semi-branco Saturniano, de
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos
castanhos, nariz regular, tem um signal nos peitos,
proveniente de urna espinha, pernas o ps
groso3 e mal feitos : quem o pegar, ou dello der
noticias leve ao sen senhor Daeio Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corpo Santo n. 7, Io andar, que ser recompensa-
do generosamente.
S ADYOGADO *
8( BACHAREL 0
{Joao Gonzaga Bacellar J
Villa do Cabo
Wt RA DUQUE DE CAXIAS N. 21, 0
Aluga-se o segundo andar do sobrado do
a'eo da santa ruz n 24 : a tratar na travessa
o Arsenal do guerra n. 11.
= Precisa-se alugar urna ama de leito : a tra-
tar uarua do Sol n II.
Offerece-sc urna ama de Icite sem filho e
com bastante leite : quem pretende-la dirija se
ra das Conquistas n. H.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptsta da Rocha, de
voita da Europa, contina a en-
earrear-se de OHcertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
outro objecto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na trave sa da ra das
Cruzes n. 14, andar, por traz da praga da Inde-
pendencia, que o cncontrarSo prompto a garantir
seus trabalhos e a faze-los por preeos mdicos.
J. Dliibaul de Pars
Constructor e aliador nos
Ex-flfinador das antigs e afamadas casas
Pleyel Herlz
e antigo director das officiuas da casa
Alfonso Blondel.
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar a i respeitavel publico
desta cidade, que tem aborto sua casa de concer-
tos e afinacSes de pianos, qualquer que seja o es-
tado do instrumento : ra do Imperador
n. 33.
Attenco
Precisa-se de um fetor que saina tratar bem de
vaccas, paga-se razoavelmente : a trataj no sitio
do Caldeireiro n. 9, ou na ra do Torres n. 12, 1
andar, escriptorio.
FTIHDICAO DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
A ma do larg* di Trinrpho (na diBnii) ns. Ota UM
CABDOSO IRMAO
AVISAM aos Srs. deengetihos e o publico era geral, que reeeberam da Europa
grande sortanento de ferragens para engennos e para lavoura.e quaesquer outros^sou
i misteresda industria agrcola, o que tudo vendem por preces razoareis.
V apOreS horisontaos de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores que vem ao mercado.
iVLOeimaS completas, obra forte e bem acabada.
iVleaS mOendaS para assentarem grades de madeira.
TaixaS de ferrO fUIK*do e batido, de todos os lmannos e dos melhores fabri-
^cantes.
Rodas d'agUa de diversos tamauhos.
KoaaS dentadas de diversos tamanhosequalidades.
Arados americanos de diversas qualidades.
r OrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
ConcertOS concert*m cora promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS "an^am v'r Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
3 com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as utas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBaro do Triumpho (ra do Brurn) ns. 100 a 104
FUNDICO DE CARDOSO IRMA O.
1^* Convite.
Os seiihores nhntxn declarados, sao encarecda-
mrntM rogados i vij-e:n .i ma do Imperador D. 2H,
A COROA IB BRUJANTE
Urna senhora, capaz,offerece-se pira engom-
mar em urna casa de pouca familia; indo s 7
horas da manha o sahindo s 7 da ncute. quem
precisar, dinja-se na da Palma n. 90._________
"relerico Chaves, sua seutSura,
D. Joaquina Cavalcante Chaves, seu
Blho Frederico Chaves Jnior e
sua muluer D. Mariana Bacellar
Chaves, sua fillia D. Malina Chaves
Torres e seu genro Deodato Gon-
Deodato Goncalves Torres, feridos
de pungente dr pelo fallecimento, no Rio de Ja-
neiro, de seu prezado genro e cunhado o Dr. Joa-
quim Ignacio Al ves de Azevedo, convidam os
seus amigos e os do finado, para assistirem a
urna missa que mandam rezar, na quart i-feira 30
do correte, trigsimo dia do seu fallecimento, na
matriz da Boa-Vista. Por este caridoso ob-
zequio Ihes sero summamente grates.
Zeferino Domingues Mo-

reir.
Francisca Ignacia More ra, filhos,
irmao, cunhadas e* sobrinhos agra-
dcelo do intimo d'ama todas
as pessoas que se dignaram acom-
panhar ao cemiterio publico o ca-
dver do seu 9empre chorado es-
poso, pai, irmo, cunhado e to Ze-
ferino Domingues Moreira, e de novo convidam
as mesmas pessoas, com especialidade aos paren-
tes do tallecido o obsequio de assistirem afumas
missas que por sua alma mandam rezar na igreja
de Nossa Senhora do Carmo, quarta-fera M do
corrente s 6 horas da manha, stimo dia de seu
falleciraento.
Villa de Palmares.
Mara Umbelina de Oliveira, vuva de Joaquim
Firmo de,Oliveira, seu genro e filhos, 'altariam
a um sagrado dever se deixassem de manifestar
pelo presente seus sentimentos de profunda gra-
tido todas as pessoas que se dignaram asaalir
aos ltimos suffragios pelo repouso eterno de seu
nunca esquecido marido, sogro e pai, e nao po-
dendo deixar de fazer especial mens o do muito
digno Rvd. Sr. fre Caetano de Messina, que
com tanu solictude e abnegarn se prestou
aquello acto do religiosa piedade, nao aceitando
retribuido alguma._________________________
Sociedade Monte P. P.....
Pergunta-se ao sapientissimo conselho adminis-
trativo desta sociedade, qual a razao porque at
o presente anda nao apresentaram a considera-
cao da assembla geral o balancete semestral co-
mo expressamente determina os seus estatutos.
Ser porque dsse b cupia na caixa social t
Isto nao acreditamos em vista do oplimo pes-
soal di actual conselho 1
Por-ii ser bom que toda associaeao saib a
razio desta grande I alta, embora nao seja a pri-
raeira que o actual conselho tenha praticado.
de julho de 1873.
O oigti do salo.
MOMA
Est encouracado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desU provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. ,16, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
reamar, pela terceira chamada deste jornal, em
ns de dezembro de 1871, e denois para Janeiro,
passou fevereim e abril de 187, e nada cumprio;
e p->r este motivo de novo chamado para dito
tim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oo annos, e guando o Sr. seu lho je
ach.iva nesta cidade.
Ao commercio.
O abaixo assignado faz publicoque nesta data deu
sociedade no seu estabelecimento de molhados, sito
ra do Coronel Suassuna n. 41, ao Sr. Jos Joa
quim Samarcos, o qual gyrar sobre a razao de
Braga A Samarcos.
Roeife, 19 de julho de 1873.
_ ______________Manoel G. Braga,______
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da ra Direita n. 120 propria
para qualquer negoci.i e moradia, tem gaz e agua
da companhia do Beberibe ; aluga-se com a ar-
macao que nella existe, ou sem ella conforme se
conveneionar com o pretndeme, a tratar ra
do Imperador o. 81:
Sitio para alugar na Passa-
gem da Magdalena,
Aluga-se na Passagem da Magdalena prximo
linha dos bonds, urna casa com accommodaeOes
para grande familia e com sitio murado : a tratar
ra do vgario n. 21, !. andar,,com Domingos
Alves Matheus.
Escravo fgido
D) engenho Regala do termo de Barreros fu-
gio o escravo Ari-tides, pardo, representa ter 28
annos, pouca barba, magro bastante e altura re-
gular, costuma andar calcado, falla bem, sabe 1er
e escrever ; presmese estar acoutado no Recife,
onde tem mi e parentes : gretiica-se a quem o
apprehendar e leva-lo ao referido engenho, ou no
Recife ao Sr Francisco da Costa .Maia, ra da
Cr uzn,56
\a\a\ \u: joi\s
Esquina da ra do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabelecimento, tendo grande sortimento de joias de ouro de lei,
rosolveu vender-muito barato 20 /o menos que em outra qualquer parte, as seguintes
joins:
Aderogos de brilhantes, de modernos e delicados gostos.
Ditos com rubios, esmeraldas e perolas:
Voltas de bonitas perolas e cruzes de brilhantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A Corda Brilhante contina a ter grande sortimento de madalhes de coral, camafeu
e nix com bouquets de perolas e diamantes, cassoletas de ouro e pedras pretas com lettras,
de 125J a 209060.
Cadeiaspara relogios.
A Cora Brilhante recebo sempre quantidadede cadeias de ouro, deloi, para homens,
c 63400 a oitava, e tambem para sonhoras.
Cassoletas para senhoras, com lettras, a 63 e 123000.
Brincos de variados gostos, para senhoras e meninas, de 53 a 203000 etc.
Anneis de amethysta com lettras de diamantes, de 63 a 83000.
Pinee-nozsptrancelins em camuas de velludo, para presentes.
Medalhas, milagrosas.
4 Cora Brilhante tem medalhas milagrosas edas Dores, de ouro a 73000, e prata
dourada a 13000. Tambem tem sortimento de pince-nez e oculos deago fino e rattaruga,
chegados rocentemente, e por presos mui commodos.
Convidase as Exmas. familias visitarem a loja da Cora Brilhante, na ruado Cabu-
g n. 11, a qual continuar aberta noite at 8 horas.
Garante-se o ouro e pedras preciosas.
ROB LAFFECTER
Approvado em frnnrU. Russi, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laffertenr ( antho-
nzado, he mui superior aos xaropos de cuuimer, de Larrev e de salsepnrriuia. De fcil
digestao, dagraved ao paladar, o ao alfata, ello cura radicalmente m+tn Mrrrarlo, as
itfecoes da pelle, Implfcns. Iporcaa. tnmorri, nlrerai, ania n erada, nrorbuio, e os accidentes provaodes dos partos, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O rriih h mpecialnMntii rw.omma.a. contra as Jsjajsj yphicas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTER, n casa do doutor GIRADDEAU un
SA1NT-GERVA1S, roa Bichar, It, i Paria.
BAGUE .
LECTRIQUE
ROYER
; VERITABLES^.
r ANNEAU
LECTRiQU
' ROYER
CHAIN ELECTRO6 A,
m s
^ET/^^.tWftUc.V
nico deposito pharrnacia do P. Maurer C, ruado B;iro da Victoria.
Vrt ih
l'ri'ci. lilil, para casa de Mino. Connan : Passagem
da Magdalena, na esquina da VUcondessa.
Aluga-se
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. 15, com
3 quartos, 2 salas, eozinha (ora, copiar e quinta,
murado; a mesma casa estucada, e torna-e
recommendavel por passar a linha dos bonds : a
tiuarr no n. 19.
Oiinda.
HOGCi pliarniBccnllca. C, me de Castlallone. Pnrl
DE FIGADOS FRESCOS
Tsica, afEecc6e8 escrofulosas, tosse chronica, rheumatismos, fraqueza
.los membros, gotha, debilidade geral (engorda e fortalece), doce e fcil _
de tomar. Meiico honrosa.
Exigir a marca de fabrica abaixo indicada encobrindo a capsula de
cada frasco de forma triangular.
psito em Pernambuco, A. REGORD, e na principaes pharmacias.
wm w v ni 'i i
Espiritismo.
msltorio medico ciroraetr
DO fi)
Dr. I''>rreii*H "X
Antigo gabinete de seu pai, ra larga :
hr R'isaaio n. 20.
Cura de hydif celes sem
eom puucco-capillar.
IDC
injeegao,
Abertura de abeessos e extrac^ao de
ilcrramamen seroos, peto aspirador
de Potain
Of'
ALUG\=SE
o primtiro andar do sobrado n. 50 da ra do
> Jess, outr'ora rtja da Cruz, propria
iptorio: a tratar com Keller t C., roa
j Je-tts o. 58. "
PV
a do
OSr.OlymjpioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiso, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
Aluga se urna casa na ra de Mathias Ferrei
ra, com quintal e cacimba : a tratar ra do
Amorim n. 37.___________________________'
Ass encla dos Empregaclns no Con:-
merclo e lsidustria em Pernain-
bueo
Por ordem do Sr^ presidente convido a todos os
Srs. aasociados a se reunirem nesta secretara
ra do Imperador ti. li, 2, andar, no prximo
domingo pelas 4 horas da tarde, aiim de reuni-
dos em assembla geral, deliberarem fazer-se
urna peticao Sua Magestade, pedindo permuta-
cao da pena para o infeliz Joao Raymundo.
Urna hora depois da marcada aberta a sesso.
Recife, 24 do julho de 1873.
O secretario,
S. I. Ferreira Guimares.
Conferencias espiriticas offerecc a cmfeitaria Fugio em 17 de marco prximo pa?sado a es-
do Campos ;.os seus innumerjs freguezes, por es- crava Mathilde, de 32 annos, preta, cnoula, esta-
tarmus no mez de Sant'Anna, e haver a mesma tura recular, cheia do corpo, pernas finas, tem
confeitaria conseguido fazer um bazar completo uns carocos no rosto que parecem espinhas.falta de
do neceas ario para regalo e distraccao de quem denles na frente, falla muito manso que as vezes
tem gosto pelo que bom. idesana a o.ompaxao, boa cozinheira e engomnia-
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste Jeira, (ilha do Para, foi comprada sogra do
mez se d preferencia aos alimentos em q' piedo-|Sr. eoinmendador Cuerna, muito ronhecda por
Aviso.
Quem precisar do de urna muther honesta pa-
ra casa de homem solteiro, para adminstrala,
que d fiador a sua conducta: adirija-se ra da
Gloria n. 47,
Fugio.
Fugio da casa do seu sensor, o eseravo de no-
me Paulo, com os signaes seguales bem preto,
alto, secco, ps grandes, tem no rosto bastantes
espiabas, foi eseravo do Sr. Joao Valentira Villela,
em cuja tempo trabalhava no offlelo de pedreiro.
Pede-se pois as autoridades policiaes e c m espe-
cialidade as da frwpetia de S. da Graca e
B ja-Vista que o queiram apprehender e levar a
ra das Trinchelras n. 16, no note! Resta urant du
Louvre.
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorpresas e sortes fulminantes, o que
ludo isso se acha na
Confeitaria do Campos. .
E para constar pois que os proprietarios da
confeitaria do Campos ehamain a attencio de to-
dos e de todas para o pre:onisado caf em p ver'
dadeiro de Java, e bnlachinha em latas deiioml
nada Su jar Wafl'crs Vanella ; especialidades para
dietas, quantu mais para quera est de perfelt;:
saiide. *
Em vista do referido espera o dito Campos que
ninguem, para pedidos de taes objectos, te diri-
jam, sen'o Confeitaria do Campos, ra do Imi
perador
Lampeo na porta.
0
i
m
m
m
m
9
DO #
Dr. J. 11. Cufio Q)
Ra do Mrquez de Oiinda n. 23, pri-
meiro andar. jax
Consulta das 9 horas S ti da maah. 91
Chamad a qualquer hora l <%
ter estado alugada em casa do Manoel, inspector,
no Monteiro, ella intitula se de forra, e tem sido
vista no Poco da Paoella, MonWiro, Caxaug. Mag-
dalena, e aqui no Recife : pede-e encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes e capitaes de
campo a sua apprehenso ; assim como se pede a
quem tenha amas que verifique nessasqne dlzem
ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
sahe ma, que se grati loar a quem a trouxer
ra do Livramentn n. 1 a Antonio de : aiva Fer-
reira.
-
0 ^ ^o^ooo 0^
jeisa-se de um caixeiro com prat
na largo da Paz a. i-i, AfogUo
**

mi-
1
*
K
-.-ir
-t*
I HflP
DEMISTA DE PAiilS
19- RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame- 2
recer a conanc,a dos %
clientes da, casa, edo |
respeitavel publico em 5
reral.
Aluga-se barato, ornas mei-aguas, novas:
na travessa das Biirreiras (beoeo do Aquino):
j tratar na ra do Cajtovello n. 2o.
X Irat.iii-n .1,' u.; ftiii iin!,.'iiUre.
'-iii n |. i! :
Al!!' III.I Alll'-Hll ; ,1 > -',, ,s
Anli-llie ..IV mis., ,\ Mvir.
Anl 'iii'i PiiRj ,| s s.uii ,.
Anfonhi Iom! iln Silva.
Hnfmio Kr* Itiliei n ,ic Viirae*.
Ilenjainiii gil arm I.i.pc.
Domingos M. de Barros Montero.
Deoeleeio de Brito.
Ur. Francia o Pinto Pessoa.
Ebom Wisiig.
Emilio Jos de Moraes.
Fernandos de Axoveda
Francisco Alves de Mello Tic.
Francisco de Paula Rorges.
Francisco Jo<6 Carnerro.
Joaquim Guedes da Costa.
Joaquim Jos Mara da Penha.
.!..>.: .; Diitu ..i.,.
Jos P.ill:to da Silva.
los Joaquim ''a "fwta.
Jos Gw::iv. da Sflva.
Man.'i'l lllolio >|is N;i-"i!:i'i;l...
M::ir I 1 i- Anluiies (ni ii ,r
Mano I -ilviii,. I- Rarros F.,\.-a ..
Paiilin < i ."ipiiin Tavaies.
Th"o' n'" de llarros t Silva.
Willi.nn Itjwlimnn.
i !' Ilie- di
rav
>
EscrWo fgido.
Aiientou-s do \x\>t dos baila signados o
seu escravo de noine Jo iqnini, cor preta, e do
mcAo, traja muito li'iqvi, anta rrdeado c usa do
cabello* iMmnriiloa, flBUTuml'i Un r niet
;.i. <:iIi'r ./. i ,i. -i i'.'. i ,i .; -... se dedie.va,
;:iill.|.i Ijlli i-i lir.i 'I' r.. :. ;,!'li :iih ; ro-
.-: yiali-.ii.i (i. ,o,
J is da n1v;i I.ovo
Jjtu i c IlVti, i lija i iqitura
<$ Filho.
CASA DO OUKO
Aos 5:000-^000
Bilhetes garantidos
lina do faro du Victoria, {outr'ora Nova)
n. 63, e cuta do cuxtuiiie.
Acham se a venda os muitu leii es bilhetes ga-
rantidos da i- parte da hil i a a beneficio ai ipreia
matriz de palmares, que se e.xtrnhir
do crrente mez.
igreja
no dia 30
l'i'eeo
FU5I0
Est fugii'. o catira aeaboeladn del'iu-l : r. p r
d.-iiein. desdentado e os cabello um ponni lilco
d-!s, aniava eom iinif carrnra fi>ndiizindo r-slnun
pira um -lio. o fugio no domingo ti do corr-nle;
ele esciavo ligeiraii:ei,ie gago, foi eScravodo
Sr. Joaquim Itivi neo da Suva e hfije |i-iteu-c ao
I.nao di .\'az.r. th, <\a,- gratifcala ,- qnem n ..pre-
'iitai. Ello rvnrcs uta oOaiin.s.
tm i
At
vir.
O Sr. .1- s>'- IVicia lyiinos
robado v.i n ra do [hiHenulii
de sen 'iltiTHC-!-
.-.i -^iiiio. vez
n. Sh, a bfiOcto

MKBAMIA I>f: IIIIMIA
FIGADOde BACALHAU
7/VFEC'
FERRUGINOSO, CURO E TRIGUEIRO
DE CHEVRIER
Cavalleiro de Legio de Honra. Offlciai
do Medjidi e Commendatlor da ordem
d'lzabel a Calholica. sr
O oleo de Chevrler deve o sen aroma
a aubtanelaa balsmicas qne ainda
augmentfto as suas propriedades thera-
peutlcaa ao mesmo tempo que o tornfto
Hgradavel ao tomar-se.
O senhor Chevrier completou a sua
[descuberta associando o Iodureto de ferro
ao sen oleo de Aparto de Bacalhau. Este
oleo de ligado de bacalhau ferru
a-laono possue todas as prociriedades do
oleo e do ierro, de fcil digestao e
nunca causa prieto do ventre
Todas as celebridades medicas o pre
ferem s outra preparaedes ferrugino-
saa. Convem em todos os casos em qne
-e emprega o ferro : Tnica pulmonar.
Hroachlte. RarhltUmo, Fsrrofnlax.
EmpIftiD, Gola. Uh. uiimlismo. Bya-
pepala, Coavalerenclan demoradas e
Fraqaesa de eoaailtnlcAo.
DBPoarrobh pars: Pharm. chevrier
, Faubour/ Montmartre.
ll.'IMHfliialiliH
Hygienica, infallivel e preservativa; nica que
cura sem outro su ppiemcnto. Em Pars, inventor Broui
158, boulevard Magenta, e as prncipaes pharmacia,
do universo,_____
VERDADEIRO LE ROY
EM LIQUIDO 01! PILULAS
Ru de Selne, 51, d. PAP.ISS
Em cmla gnala, vai, entre n ralba e o papel rail
que leva o meo sinete, um retido ImprettO em am.i-
ello com mo sello SIGNOHET. PaltIS. Kic.maJ.
lobre fundo negro.
tf. B. Remelten.lo-ie urna lellra de 500 franco.
|sobre Part, recebe-se 725 francos .le M !:camruln
Depoalto principal
do legitimo Le Roy
i-m Caza do nosjo
mleo agente pelo
iirajii Srnor de
Ucbrra na Baliia.
2^
DOCTEUR-MEOECIiN
iT
* 'TCTitaWl
MOLESTIAS do REITO
HYPOPHOSPHITOS
QOmCHURCHIIili
XaROPE DE HYPOPHOSPHITO DE SODA
XAROPE DE HYPOPHOSPHITO DE CAL
PILLAS DE HYPOPHOSPHITO DE (UIMNO
MM.IJ.Ai*l
IAR0PE DE HYPOPHOSPHITO DE FERRO
PILULAS DE HYPOPHOSPHITO DE MAHGANESIA
PASTILHAS PECTORAES DO D' CHUR6HJLL
Eligir para os xaropet o frasco quadrado
Indos
JttUMS
0 em tniot D' GHURCHILL, e o i-ureiro com a marca
de fabrica da pharrnacia 8WANN, ti, ra
CattiatioM PAKIs.
<3!iaiJMB5>
deVAUJDUEUW
colind.-u pelas suu.nii-
dades medics do bospitaea de Paris qc o Xaropa
peitoral balsmico do distineto e lliisire profesor
Vadqubuh empregado com saccesao sempre igual
para curar:
AS rJltCU^ES DOS BMIOIOS E ilTEt(uU DO FEITO
condecida pelo nome W
BROKCHITBS AOUDAS OU CHUONir.ai
ASTHVtS, 0PPFFSS0BS, CATAREHOS
Defluxoa, Toases rebeldes, Kitinccao da voa.
AUASSA.pi'loseu uso fcil e agradae) si.bor.um
precioso medicamento para as pessoas que viajam, o
sSo 'ibrigo'las a fallar muito. Paris, Pharmacia
VAQEI.IN-R8LAURIERS, ra de Clry, SI.
fcfoU a lili as PhraMiat WB. *i r|.
Pharmcia de P. Maurer & Q.
Resulta das observa<;oes
>i)iiae
Inteiro 6jo<)0
veo :<000
Quarto \HiO0
De 1003000 jmi a cima.
Inteiro ;300
Meio 2750
Quarto 1*375
Recife, 2i de julho de 1871
_____ Mu* Joaguim da Costa I site.
lariieii'ii.
Precisa se de um ofnVi'al de l.arbeiro : na ma
da Imperatriz n. 8i, casa de ealielleirciro de Odi-
lon Duarte & Irmao.
F
UglO
No dia de mait) do corrents anuo, fugio des-
te engenho o esciavo Marcelino, preto fulo, bai-
xo e secco rosto descarnado, pernal e bracos fi-
nos, talla baixo, sem neni.uin defeito. Ite rsta-
la ter 30 annos e tem alqom&s mareas antigs de
rellio. Este escravo (lertencen ao Sr. Manoel An-
iones de Queiroz Barroa, do engenho Ronca do
(^abo, e consta adiar se para ns lados da cidade
do Nazareth, onde tem pai ; i raos forros, ou
em fioynnna e N. S. Ao O' do Goyanna onde de
nutras vezes j tem sido pegado qnando pertea-
ca ao dito Sr Autunes. Rogase s auti i idades
policiaes e capitaes de eanipo i sur a pnreheosao '
e conduzi-io a esle engenho, cu no Reere aos Srs.
Cunha limaos i. C.., ra da Madre de eus n. 3i,
que se gratificar gi'iierosaniente.
Engenho Doiis Mundos 21 c'e junho de 1573.
Manoel HeraHilo d^ Alhuquerque.
C8fePF.A$
Comprase algumas casas terreas on sobra-
dos pesia cidade : a tratar na loja da ra Duqu*
de Caxias n. 14.
Latas
Compram-se latas de gaz v.izias no armazem da
bolla amarella, na travessa da ra do Imperador.
Trastes.
9
Compra se c vende-H trastes botos
e usados : no armazem da ra do Im-
i erador n. 48.
Compra-s
dous lustres de crystal para gaz, sendo um de 3
I zes e outro de duas ditas : a tratar no largo da
Alfandega, armazem n. 7 B, ou 2.
rp
4o ris a libra
Vende-se a 40 ris a libra de rame proprio
para cercar sitios, em lugar de varas, nao ha
na la mais barato : no armazem da bola amarella
na travessa da ra do Imperador.
SKGKED KC0N.0A11A CLLtKlDADE.
Obteru-se com o uso
DA
UJECgO SHOST
Uttica, hygienica, radical e infallivol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou ebronicas; e que
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada applicago que sempre com a
maior vantageaa se tem feho della nos hos-
pitaes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartbolomeu
& C, ruaLajgado Rosario n. 34.
Nao ha mais cabellos
A.
TINTURARA japoneza.
S e nica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Depsito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Oiinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
retro.
Baratissimo.
Sapatos de castor preto com saltos e sem sal-
tos, para heracns e senhoras, a 2*000, fazenda
nova e de muito gosto na praca da Indepen-
dencia n. 22. ^^^_____________
Pesos e medidas do systema
mtrico decimal.
Pesos de ferro e lati.
Medidas para secos molhados, de ferro, co-
bre e Ulo, de estanho e tutanaga.
Vendem-86 em casa de Sfcaw Hawkes 4 C, i
ra do Rom Jess n. 4.
-i= .,
- Vende.-se a arorieo e mais bemfeitorias da
loja da rus. do Raugei n. 12 A, propria para
qualquer negocio : a tratar na mesma.
m
Francisco Duarte de Kexemle llego, desde o
l.'destc mez passou a assigmr-se Francisco Duar-
te Rezende.
Aluga-se una ca-a tei rea, nova e lla,
Ha ra de S. Joao n. 79, a tratar na ra do P.an-
gcl n. 41, 2. andar, ou com Augusto Octaviano
de Souza, na ra da Duque de Caxias n. 44.
Aluga-se
o terceiro andar da ra do Vi gario Tenorio n. 20:
a trat r ra do Amorim n. 37.
Escravo Rgido.
1501000 de gratificacao.
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome .dlfredo, de tiinta c tantos anuos,
crioulo e bstanle ladino; este preto perftilo
eozinbeiro, estatura alta, magro elbos pr.mdes, j
estove no engenho do Sr. Lul de Caiar, em S.
Lourenco da Malta, o:,de consta lar panules, foi
eseravo dos Srs Adriano i Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalvea Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senhores foi eozinbeiro, tem
sido visto por pessoas que o eonhecein dtzcudu
que est forro, assim tem p. dido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando lere-c ra do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que reeeber a gratilieaeio cima decla-
rada.
- Aluga-se um moleque de 18 annos, muito
sadio e fiel : na ra Augusta n. 86.
..*-.- .
ti*




6
F
NDIA
Diario de Pemanibuco Sabbado 26 dii Jllotte 1*7/1
0 DO BOWMAN
RUADO BRUM N. 52
. (Passando o chafariz)
PKDEM \OS senbores re engibo e notros agricultores, e em pregado res da m
ttmismo o favor de ama vistaeu astabelecimento, para verem o dovo sortimento
:orDn!et> qo* a!;i teaa; seado ludo soperior em qualidade e fortidao: o qoecoa a ios
C*cc3o pesa ,...' pode-se verificar. -
ESPECIAL ATTFJVCO AO.NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
vapora i e rodas d'ae*aa d0\mai8 ciemos lyoem m. t*
WUttB ** **5ltc* maubos convenientes para as diversas
arcnms'.ancia's dos senborea proprietarios e pira descarocsr algodlo.
M06Hf'JS d6 Calina del0(1S 08taroanbos, asjmelores que aqu
Rodas dentadas para "Dimae8, agoa evapor-
Taixas i ferro fundido, batido e de cobre.
Ai ambiques 9 fundo da alambiques.
Machinamos
Bombas
na/a mandioca e algodo.J
ep3ra serrar msdeira.
Podendo todos
ser movidos a mito
por agoa, vapor,
de patete, garantidas........ |ou anioaaes.
Tcda/s as machinas e pecas de qae 8e cos,oaia preciMr-
F? Qi^lQUr COIICBrtO ^ machid'8mo' aPreC mai resumido.
For-OBt de ftiTO tcro as roelbores e mais baratas existentes no mer-
C3uO.
^HP'VmmfiTl-iuc Incumbe-se de mandar vir qoalquer macbinismo von-
,Jilv --****** 'O uto os dientes, lembrando-lhes a vaotagem de fazerem
kum compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qoalquer necsaidade pode
le prestar auxilio.
Aradas americanos e iD8,rQmeDl08 aricol-
RA DO BRUM L 11
PASSANDO O CHAFAMX
GRANDE REDUCC0 EM PRECC^
Attengo. Attenca
Na ioja de Soares Leite Irmaos, ra do Baro 4a
Victoria n. 28.
':,iixa .!> linha com 40 dovellos, a 500 rs. dem idemlisa de cores, tyWrsv
dem dem de marca, a 200 rs. Kesnia de papel pautado, a 20800, 4JP0QP
Garrafa de agua florida verdadeira a 1$200 e G&OOO.
demkananga do Japo, a l(*00. dem idem liso, a29600, 3*500e5#O0f.
Idom divina, a 13>000 e 15200. Caixa de papul ansade, Letra. tfourad,
Abnoaduras para coHete, de todos os a 804 rs
f -stos, a 200 rs. Idem idem idem lisa, a 600 rs,
Lamparinas gaz, dando urna luz muito dem idem idem, a 400 rs.
t a, t irt>00. j i^ixa de envelopes forrados, a 700 n.
Hiuia de pegas de cordo imperial, a Lavas de pollic
2S0 rs. ris..
Frasco com tnico oriental de kemp, a Duzia dutalheres
I#f00. 5*000
dem de oteo Oriza verdadeiro, a 1*000. Maco de.fita ofaioeza, 8..8P0 r
de pellica com toque,
cabe bra-uco
a 50)0
Daa do haralhos francezes canto doura-
3?00.
idem boira lisa, a 23400.
'>!'. i>- tinta roxa extra-tina, a 1*000.
iv i botos de osso para caiga, a
hit rs.
i ui-s no-lomo, a 3*500.
Caria de >s para dentes, a 200 rs.
Idem idem do pos chinez, muito bom, a
- 10 rs. 19000.
Ikizia de sabonetas de amendoa, a 2*500
P SPtfOA.
iii. iia muito boa, a 1*, 1*500 e 2*000
I ': seo.
Duzia de sabonetas deanjinho transparen-
tes, a 2*2 dem idem com flores, a 1*500.
Diuia de eollarinhos bor.lados para ho-
avm, a 89000.
Dnzi.i li' pegas de (rangas caracol branca,
0Q rs.
Idem idem 1S3S brancas,a 200 rs.
Extractos omito fino obnratoe.
Kuzia de corros.de liaba,. SPG jardas, a
700 rs.
dem idcm-60-jardas^ a-3*0 rs.
Kita de velludo do todas as cores e-largur
ris.
Idem idem de sarja idem idem,
Sabonetes Glyceriuo transparentes, a
800 rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
laques para senhoras, a 2*000, 4*000 e
0*000.
'ivros nara notas, a 320.
Redes (afeitadas com fitas, a 2*400.
Duzia de eollarinhos lisos para homem, a
6*000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
Bonecas de cera de todos os lmannos, com camisolas o ricamente vestidas cada
urna em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
fthjectos de porceflana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
jjaiolas da rame, muldurae estampas para quadros etc., etc., emuitos qobjectus uo se
torna longo mencionar.
COHOStOLptl*:!',
Os lequcs lodos do iii:idrei>yruU,_ bra.ic.is e de
cores e qiio irw.tn i< sficb-^HMAtn qni tktras f
tambem c tnadrcparola ta alto relovo, tor-
nando-so por isio apropriados para noiva, a O-'
VA fSPEKAN^A ra l'uqua daCaxiasn.^3
(antiga o Q"e"ndt)> Weto os lem.
Sao de tartaifiiflfi
Os brincos, broches, meiog aden^us, craz,
corceos c cassoleUts, qpe esli Ixiostas i boa
escolha das Canias, (aioantes do cnjc|ne) vende-se
na Nova Esperanf, na Ptufae 4a ax
n. 63.
Ao&mmims
A Nova Gspectaca ruj Duque de. Casias &
83, acaba de receber um lindo sortimento de bo-
necas de muilas qualidades, vindo entre ellas a
engrapadas bonecas de borracha, assim tambem
urna pequea quantidade de bonecas relas que
se tornara aju'eiad as pela sua ovidade.
Ebeni uil
A Nova Esperanca ra Duquo de Casias n.
63, leoebeu verdadeiro rmenlo inglez. prepara
cao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas vezes un vestido torna-so mtoiramtmle
feio, somente por estar mal enfeitado : a Nova Es-
peranna ra I'uque de Casia* n. 63, remove
esto Mal ; poraue *& \mm priwida dos mol llores
galSes e franjas de todas as cores, onde pode.es-
colher-se vontade sobresahindo eqlre, eslas as
modernas franjas mMaica, que peta sua varieda-
de do cores, nea hm em quasi todas as fueadas.
A ella aak's qae *e acabem.
Bolas de borracha
Vndenle de tojos, os tanjiohos a.ruft. Duqpp
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.,
CabeUos bnmGOs-siem^qiiem
quer
A Nova Es|i.(ranca a na Duque da Caxias n
63, acaba d rocebjr a verdadera tintara, de Des-
nous para ingft* os cabellos, o> que k consegue
(empreando-a) com muila facilidades e-|r este
motivo, cabellos brancos so tem qnm qaar.
Estao na moda
Os cinturoes do couro, pruprios paca senhoras,
ne recebeu a Nova Esperanca ra Duque de
axias n ti-l. cs'ao, sn. seahora, esUona modal
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos era vos brancos para o vosso casamento,
ou para outro lim apropriado, necessario ir
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os melnores ports tonquis
que se pode desejar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 'O,
acaba de reeeber nova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado colhido por quem tcm feito uso dessa
inoffensiva preparado a lem altamente eoneeiiua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
tamente delta Nerita e queira. se aprovsitar de
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido para o mesmo uso, e to acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do: Duque d Caxias.n.
5n, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossoa ; ljofarcs de cores, e como sempre coufr
nua a vende-las por prego commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.'
6AZ4II
Ra da Barda da Viclwia n. 22.
BE

A aguia branca, j-.ua do Dunjje de Ca^ia* n,
50, recebeu novo qamw.to vdfl. boait* diau?-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como pa go.nhoras.
Colleeceis. d- traslados ou
normas, para, escrovor-se.
A aguia,braqca, rus. Duqije de Caxias n. -"n.
recebeu novas coIIeoc5es ou normas para orian-
(;a :iiir.'nd>r..||i :i o.ui-.ivufuju a\ (uujUIO,.hujg tiO,
usadas na*, aulas e collejios; c como sempre ven
de-as pon pre;o commodo.
Caneipo Vianna.
A'-este grande estabelecimetuo tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
cestara-, de tedos 03 autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anuo, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parta desta cidade, como bem as-
sim concertabas pelo tempo tambem d'um
auno sem despendi alguiu do comprador.
Neste estabe.lecimeQtot.mbem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pega que seja necessario. stas ma-
chinas trabalham com toda a perfeicdo de
um e dous pospontos, franze e borde toda
qualquer costura por fina que seja, seus
precos sao da seguidle qualidade : para tra-
balhar a mo de 30900, 40^00'.)', io=)H)00
e 50^000, para trabalhar com o pe sao de
80JJ000, 90JJ000, 1009000, 1109000.
1-209000, 13O900, loOJOOO, 200^000 e
2309000, emquanto aos autores nao ha al-
teragao de presos eos compradoras poderao
visitar este estabelecimento, que limito de-
veriio gostar pela variedade de objeclos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
i-js para salas, ditas de balauco, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nqiiissimas, para senhora. despensa veis
para crianzas, de todas as qualidades, camas
do ferro para homem e criancas, capachos,
espulhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal Uno, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, lampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objeclos para toilette, e outros min-
ios artigos que muito devemagradar a todos
q.u vigilare), esle.gxaijde estabelecimento
qjifi, seaphq abejjjpde de as 6 horas da ma-
tii atasfd horas da noute.
Kua do Farao da victoria ni
22:
TaSSO IRMiOS&C.
Em seus armazens ra do Aniorim
n. JTe caes do Apollo n. 47,
tm para vender por precos commodos
Tijolos eoQantadoa sexiavos para ladrilho.
anos do barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cipie ito rfydraiiliec.
Machinas de desesrocar algodlo.
Mach.nas ele paitara.
Potas^a da Hussia em barril.
Phosphoros de cra.
Sagn em garrafOw.
Sovadmha rrn prrafo**.
Lenti has em garrafes.
lili mi da a.lma.ca.
Viniio d Parta vellm eofasniado.
V'inho do Poeto Mperiuc, di o.
Vinho di^ Bordeaoi, dito.
Vinho de Scherry.
Vaho da Madeira.
Potes com linguas e dobrada inglezas.
Licores tinos surtidos.
Cognac Ganlhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
8arrw_com repi.lho em salmotira
Vi ndese a taverna sita na ra dos Coeihos
n I i, bem afregnezada para a trra, n'uma tioa
I icalidaifc, propria para principiante por ter pou-
c fumios : a tratar na meama por ter o proprie-
pri 1 le retirar se para tratar de sua saude.
Joaquim Jos Gon^alves
Beltro & Filhos
;Teem para vender no seu escriptono ra do
Commercio 11. 5, o segrate :
i AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
de laran 3, idem idem,
i AltCOS de pao para barril.
1 CAL de Lisboa, recentemento chegada.
1 CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de martiiH e osso.
; FK1XES de ferro, para porta,
i FIO de algodio da Babia, da fabrica do comuien-
mendador Pedrozo.
LINHA de roriz.
03IIAS de palheta.
PANNO de algodn da Bahia, da fabrica do com
niendador Pedrozo.
IlETROZ de toda as qualidade?, das fabricas de
Peres e Eduardo Milito.
ROLHAS proprias para botica. j
SALSAPARBILHA do Para.
'.ELAS de cera de lodos os tamanhos.
VINHO engarrafado o Porto, caixaa da 12 gar-
rafas.
a dito Moscatel do Douro, idem. idem.
. dito Setubal, caixas de 1 e 2 daas.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
< de Collares superior, em ancoretae.
de caj, caixas de 12 gar.afas.
Malvasia do Douro, caixas com 1 gar-
rafas.
< Carcavellos, idem idem.
1a >i a
. e senes.
Vende-so nma a*signatura das cadernetas do
Diccionario Portuguez deFr. D. Vieira, j pagas a
t* e 2* m rics : ra Duque de Caxias n. 73.
Las, ultimo gosto
A P,o?a Branca vende las de gostos muito boni-
tos a 80) ris o cjvido.
Las de quadros a 320 ris o
covado.
Chegaram mais lis pelo baratissims preco de
320 ris.
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas de padre muito
Mtcaflo*, c et qaeinandi.
Atoalhdo.
A Rva Branca lem o que b de ni el bor e de
ricos doseiiBos.
Novas caitibraias pretas.
A Rosi Branca tem os mais ricogotos em s
rarabMias prn slras de to 1
tazendas, trazendn penrmr.
Cidade da Escada.
D'ora em diante veader-se-ha carne verde dia-
riamente no acougue publico a 120 rs. a libra-.
Gomes de Mattos Irmaos
VENDEM :
Gomma do Aracaty muito nova.
Cera de carnauba.
Velas de carnauba do Aracaty.
Bicos c rendas do Aracaty.
Sola e pelle de cabra.
Ra do Mrquez de Olinda n. 40 primeiro
andar.
Hesperidina
as e senhoras
A Ioja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
n. 50, recebeii novo sorlloeto* curadas meiaa-cttias para .eatiop, vindo igual-
mente para meninas, e- ca^tiptla a vende-las por
precos comii|odo*.
Veos o raantinhas. pretas,
A luja da aguia branca, ra do Dnojie de Ca-
xias n. 30, receben benitos veos ou mantinha
pretas de seda com flores, e oulfas a imitacao da
croch, e venda-a pelos, baratos prefos ue 3*,
4| e 6#000. A. fazenda boa, e-.est em perfeito
estado, pelo qofc continUa a ter promuta extrae-
cao
Perfeita novi'dade.
Grampos com borboletAS, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A Ioja da aguia branca, ra. do Baque,, de
Caxias n. 50, recebeu novos granipos com'bor-
boletas, bezouros e gafaobotos, o que de cwtu
perfeita novid de, A quantidade papuena, e
por isso em breve se acabaf.
Novas gollkihas ornadas com
pelucia ou aimiiiho
A Ioja d'aguia branca rua Duque de Caxias
- 50, raoebeoi^umatpequena quantidade de boni-
s e novas gollinnas, trabalho.de la e seda, en-
neitadas com arminjiD, obras estas de multo gosto
e inteiragiente novas.
Grampos^ brincos e rozetas
dourados.
A Ioja d.vaggja branca, ra do Duque
Caxias n. O^reqebeu, novamente bonitos gram-
pos, briBcp% a. rozetas douradas.;. assim como
novos diademas de ac, e como.sempre
ma aveade-los por precos razoayeis.
Caixinhas com> pos dourados
e prateados, para, cabellos.
Vende-se m Ioja da Aguia, Branca ra do Dn
taxi
Cflbevtas. de. chita1adaiiascadala..3jja00.
LencoesJe brajBautfl.a 2.
Diios de aig idal de duas la
Meias. crua&finas-nara na^Bi- cor.iorada.
, r Colchas adf
larguras a i 200.
tdamascadas a 4.
Toaihas alcochoauas a 6$ a duzia.
Na rna do Cre po n. 20, Ioja de Guilherme &
Companhia.
Grosdenaples
Gresdenaple p eto a i 800 o covado.
Dito preto d cordo a i'tM) e 2|400.
So na ruado Crespo n 20, Ioja de Guilherme &
Companhia.
Cretone
Cretone, lindo*, padrcj, a 440 rs. o covado.
Na ra do.Crespo, n. 20, Ioja de Guilherme
Companhia.
Sem igual
RA DO CRESPO N 20.
Acabou de receber um sortimento de cambreaui
de coresj) "qqe ha,, de maisnoviitade e vendase p
2H0|rs. o covado. na Ioja do Guilherme & C
La/UiaM t'*vocza a 'IO e
SH.ra, o co>ailo
20. Una do Crespo n.0.
Linhas escossezas, patlroea inteiramente novos,
peto diminuto preco de 280r. o covadp.
DiUs, rs. o covado.
E' pechincba, e dao-^e amostras na Ioja
de.
Chitas.
que de f axias n.'SO.
Luvas de pellica pretas e de
mitras cores.
A Ioja > Aguia Branca, ma 'Doane de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
Muito barato
tend^-sc uraa arnucSo e gneros de rnollii
or W. no barro, fre|pczia dos Afolados, k
apraea do Capn : a fratarna mesma.
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de lasso Irmaos 4
C, rn do Amorta a. 37
BICHAS 0 HAiBHRfiO
As mais recentes e melhores.
Vandem-soiwiphiirmaoia edrogariaeBaf-
tholomeu & C, ra Larga dosario 3Rn- 84.
-----_ J------T^----'------------;------"-......- .Lm iiL.
~ Por quiutioiuos mil reise p pMsHiO'Ven
dse um bonita negrioba de 14 ames, cora nm
dos, pequeo deleito que sera natepte ao comprador;
lugar na rita do Hortas n. 96. Ifa mesn, cas ba 0
tras escravas para vender-se.
Diversas faaendas.
71 RA DL'OL'E M CAXIAS 71.
Pecas, daalgodap lar^a encornado a 2^300, ditas
de maaapolo camiseire a (4. dif ( largo a 4*500,
5* 5*5X10 e G& ditg fraaoez a .'.(M), chitas finas
e fixai, escuras,'eUras, riftas -veMei a 2*0 rs. o
covado, colchas adamascadas a 2, damasco de
algodio com deas larguras, a UtOO o cowdo, dito
de la fino. a 3*500. qtades de merino liso fino a
2*. ditos estampado a 3*500 o 4*, toaihas fel-
pudas afije 8 a duzia, teneos de cambiia bran-
ca a IjMOa diwt, dtjs de cbT pequeos a 860
4J| e &4, dita de cor a 240 rs, o aovado, l Usa
wdea240rs. o covado, dita flai:dfe' diversas
ege* a 320 e 400 r, luvas de fio da Escocia a
*!0 rs. o_par, cortes de brim dejmho branco e lie
cftratySW, ditos1 dmela efeemira a**, ditos de
rasemlrt ffha H. alt>acas""ii cMs ISvraW*
4.80 rs. o covado. ^^ 'T
ChiUs roxas coui pequeo defeito a 200-e 240 :
na ra do Crespo n. 20, Ioja de Guilherme &C.
Madapolo e algodo ava-
riados.
Madapoldes e algodes avariados de differentes
precos qualidades ; na ra do Crespo n. 20, Ioja
de Guilherme & C.
Su vendo-se
Alpacas de lislras muito finas e lindos padrees
a 500 rs. o covado ; na ra do Crespo n. 20, loj"
Guilherme A C. gp"
Xarope d'agrio do Para
Antigoe eonceituado medicamento para
tura das molestias dos orgos respiratorios,-
como a phtyska, bronchites, asthma, etc.,
appcado aiuda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar^
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34:
Ra d Infperatriz n. 72
DE
Loureiico Pcreira MeUdes Guimaraes
o mais barato que for ptipaitel, t
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender
saber:
CUITAS A 160 E 200 US. O COVADO.
Vende-sc chitas franceaas largas com to-
que de avaria, a 160 e 20 o covado, Djf-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covade.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-sc cassas francezas a 320 e S0O rs.
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidas,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidas a HOf, 9$,
640 e 800 rs. 0 covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1&6O0.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a
1#600 e 2#000. Ditas de pello a 1*400.
Colxas de cores a 1&200, 2$50Oe 49500.
CHALES DE L A 800 RS.
Vende-se chales de 13 do quadros a 800
rs. e 11)000.
Ditos de merino a 2, 3??, 43? e 5#000.
CAMBRAIA BRANCA A 3000.
Vende-se pegas de carabraia branca trans-
parentes e tapada, a 30, 39500, 49, 40500,
59 e 60000.
SAJAS BRANCAS A 20000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 20000 e 20500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 20, 20500, 30000 e 40000.
MADAPOLO A 30000.
Vende-se pegas de madapolo ehfestado a
30000. Ditos inglezes para os precos de
40, 40500, 50, 60000 e 70000.
ALGODO A 30500.
Vende-se pegas de algodo, a 30500, 40,
e 50000.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 10600, 20 e 20500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAQO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cjm
eheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORTES DE BRIM DE CORES A 10500.
> eude-se cortea de brm de cores pare
calca, a 11*00 a 2* BOTINAS- A 39000.
Vende-se botinas para senhoras, a 89000 *
80600, elim antes que so acabem.
ROWA MTA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 10600 2a
20800, 30000 e 40000.
Caigas de casemiras de cores, a.50, 60 *
70000. ^
Coletes de casemira, a 20, 20500, W*
Palitts de casemira, a 40, 60 e 80000.
Seroulas a 1 e 10600;
BRIM DE COR! A 440 RS.
Yende-se brim de Mas a cores a 44ti
rs. o evado.
LENCOS BRANCOS A 20000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de tongos brancos, *
20000. Ditos com barras do cores a 30000
Ditos de linho a 50000.
TOAIJBAft A 800 R.
Vende-se toaihas para rosto, a 800 rs. e
10000.
GRAVATAS DE SEDA PRRTA A 50ORS,
Vende-se grvalas de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para cobecta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 10500.
Vende-se bonetes para meninos, a 10500.
ESPARTILH08 PARA SENHORA A 30500
Vondo se espartI|ios> paca- senLora,
30500.
PENTES A 32Q RS.
Vende-se pentes de alisar; a 240, 320
400 rs.
PO'9 DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos do arroz
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 2i0 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos.
a240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesourasde diversos tamanhos.
a320e500rs., para liquidar, e outros
muitos artigos que se vende barato para li-
quidago de facturas.
em caixa, a 240
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM I0DURET0 OE FERRO INALTERAVB.
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAROS, ETC.
Possulndo ai propriedadea do iodo e do ruino, ellas convem especialmente ou Ame
COes ucrofilosas, a Tsica no principio, a frat/ueta de temperamento e tambem nos caso
ae run o cor, iiehorrhia, em que necessario reagir sobre o iawgok seja para llie
restituu a tua nquea e abundancia normaes, ou para provocare regular o seu cuno perio-
N. B. O lodureto it itno Impuro ou alterado um medicamrnto Inflel, _^ _,
Irritante. Cono (trota de pareu autlienliddadc te irriloldru
r"a,B* -e Bkanaard, dere-se exigir nosto ello de traa reaa?^
Ut e notsa nrma, aqu reprodHzida, que se aeba na parte Inferior
de um ratala verde. Deve-ae desconfiar dai faUiflcac5ej.
Aea>a-ae eaa toduae aa pharniarla* PJiarmaeeutico, ra Bonapare. 40 Pars.
nico deposito, a onde se acha avenda.na casa de P. Maurer di C.
Ra do baro da V
^P
11
, IjI
(do seda com toque d mof a 800 e 1000 o cova-.
do, para acabar : na ra do Queimado n. 43,
io-sa amostras.
Vcnde-se um boi manso e feito no iervico, e
urna carroca em bom estado : quem pretender
iBriia-se ra do Vuconde de Goyanaa, antiga ra
lo Mondego, n. 7 i, Uverna.
Samuel Power Johos-
m & 0.
JRua do Apollo n. 38 e 40
Fehqj scienfe 9i seus frejueies que tetm
mu,dado o seu deposito de mactiini a va-
por, moradas e taia-f da rauito aernditad
, fab.rjea de LowMoor para ra do Apollo ni
38 e 40, onde c.iniinuam a ter o raesmo sor.-
lmenlo do cosin,nie.
.Patera sciapie. tambem qte tenj feito u.n
arranjo com fupdico geral, pelo iioe po-
dem offereeer s p^ar assenUr qualquer
machinismo e mes'rno garant lo.
m
Os propriesrKs da fundigio geral t^tat
scientes a/ts, vobore de tngenhrt a mit
pesoas, qrjie tee* esnibelecidp ama lundi-
cau de fr.70 e b/uie roa do ^mm, }un-
to a tarlA do? bns, onis sfftontario
qualquer tibr* de encommend^ c-m perfci-
co a nntmnintin.
cao e prumpndo.
flu ma-mn rf>(fam m pes-oss qu quel-
ram unli^.r -p da .^li >ervn;o n> deixa-
tfim as eo.comm6n.las em aasa.do'Sr
mnel Power Ugo STC **iffS
uaa com quera poi
Apparellio para fabricar assucar, do system.
WESTON CE3VTREKGA1
nicos ajianles em Pornamtinco a fundigao gera.
Oassas a variadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavao venda Qnisajjnas cassas francezas do
atret com os mais delicados padrwf, por terem
Para tfaar em eu escripiorio a roa db> Apollo a. 38 9 io.
ti gao
k>Af
Tiy
FA2ENDAS
wejjflw toaue de av.ip.dp aua doce, r
Urao prei'o do dozevutus o covado. E pecBW-
4 t a Vy do Pavo, ra. da Imperatrii o
Coia da Bahia.
aVse na rui da Crnz, armaiem n. 18, uug-
wh da Bata, em poreoea a retalbe. *
DE
MAS.
fifurinos a>6|00O.
Lindos cortes de catsa de cores com fraV^s"n3fitesenfeles ,
f d C?'*)* Oo"Ma* de Antonio Corfeia de VasconceUos, i ru o de Maqj), aa-
/
'.
\"




T
Diario de Pbniambuco SWfcuto M eiJofflb fc laE.
7
-:
Aderemos 'a
manes, fcsme1
rubina e perolas,
\" I tai aperla...,
; ^ i tr-i iiiiiwj^
SOARES LEITE, MOS
NICOS AGENTES
Ruado Bario da Vidorra n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expo6 Elias Sowe Jnior, a mcdalha de ouro o a condecora-
cao da Legio do Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditara
estas machinas.
E. Howe Jnior, nos
da machina de eos-
NOVA
2 ARa
BE
Cabug-
DE-
it unto* rt i lino
Achando-se completamente reformado este establecment* e
tendo os seus propietarios 'feito urna importante nequisico de
joias as mais modernas vinda ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazeY orna visita ao seu es-
tahelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razonvel.
A 908000
Cabe-nos o dever d armunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, ostabeleceu nesta cidade ra do BarSo da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambnco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sSo justamente apreciadas pela perfeiro de se traba!ho.
empreando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qiralquer outra,
e pela introdueco dos mais aperfeicodos apparelhos, estamos actualmente habilitados a
ntferoc'.r ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagns dstas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
fircumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mfio.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frieco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mao.
Quinta.Permitte que se examine o trabaiho de ambos os fios, o que se nSoconsegu -
as outras.
Serta.Fazcm ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
6 logo em seguida, sem modificar-so a tensao da nha, cozem a fazenda mais
tina.
Stima.O compressr levantado com a maior fcilidade, quando se tem de muda
He agulha ao comegar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sSo hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tern constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccoes em portuguez.
A 90^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Baro da Victoria n. 2 8.
BAZAR DA RA DIREITA
HOJE
MARCIUO DAS N. 51.
Esle estabelecimento sempro solicito em offerecer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
precos os mais nizoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
?ria eneommenda da Europa e America, vem dar publioidade denlguns artigos por cujos
regos bem se pode avahar os precos de outros mtiitus que se tornara enfadonho pu-
olicar.
MIUDEZAS. l MIUDEZAS.
U para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2J05OO.
libra por 5j?500. Botes do setim pretos e decores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- e 15W00 a duzia.
jinha com 4 papis a 60 rs., 240 ?. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita de veu1 com lindos co- &*** a 1*000 e 1*400 o metro,
ra^oes fingindo maareperola, a 500 rs. Ditas de cores e pretas a 800 rs. o 1*000 o
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu, metro
corapanhadas com 1 par do brincos seme-
Ihante, ludo por 23?500.
Liaba branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexaadre, numeracSo a
Rosto do freguez, a 10100 a duzia.
Diademas dourados de 19500 a 39000.
Ditos de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borboletas a 195U0.
Brinc js encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
e 29000.
Voltas de aljofares coro brincos, a 29500.
Ditas de ditos com coraeoes a 19060.
Ditas d ditos do comas com casoleras, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 195O0 o par.
Grava tas de seda para senhoras de 19200
a 3000.
*arures eou 2 lagos para cabeca e peito
39 e 49000.
Kntremaws e babadinhos bordados de 360
t. 4 2k00 a peca.
balos de 6eda brancos de cores, de
19500 a 29500 a pee.
titos de algodao e sda, de 19 a H00
a peca.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a UTO e'SOOrs. a
peca.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Drtes de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelloes a 19800.
loque paro senhora, a 39, 59560 e 49.
Aderecos fingindo cof, compondo-se efe
lfinete o brincos por'^WOO.
Dito dito pretos por* '2000.
Ditos de ptequt, cbrrrjoTrd-cf-se deffinelo
brinco, sendo.de muito gosto, po 59000.
Galdes pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfaitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno allo.enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
10 */o do queem outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, daultima moda,
169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, do 29890 a 59000.
Chapeos de sol de seda inglezes, cabo de
marfim a 19000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo d
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino para vestidos, fazenda da uki-t
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos decrocht pare cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
Toaihas de linho para rosto, a 19300 cada
urna.
Ditas de lgddao alcoxeados, a 640 rs,
Colxas de crochet para cama de casal a
69000.
Ho escptowo *a n de Cenmercio n.^32, defj Jo Jos de Carvalhoj
. Korae*-, v#nde-se o asgo inte :
Caf do Rio Cimento e Rartiaari.
Palhinha:fiperad.
(na em wlas.
Qi^xJm lionra.
Caotoi o* tustr.
ieienw.is.
Chambo de nwaico.
Gomma-laca, superior qualidade
Cadeiras hamburgaeuw.
Ditas de balaneo.
Ditas para criangas.

h anuazcni do Joaqnnn Lapes Hachado (
- Travessa do Corpo
Santo N. 25.

Vapores locomoveis de forw le J .1 V a%allos.
Correias pira machinas.
Pulas de diversos Uimanhos.
^aquetas para coberlos de carros.
^olas de lustro para guarda lama.
'untas de-lanca para c^rro.
'Ji i cotes para carro.
Galoes largo e estreito para carro.
iTegos com cabera de marlim, dem.
Novidades
fa padaria allrm de Maternus Lenz, ra da
Restaurado n. M, tem para vender o segninte :
Presuntos de WVslplialit-.
. trvilhas verd s inlcira.
Ditas ditas partidas.
Ditas anlaretlas ditas.
Lentilhas.
Feijo branco grande.
Sevadioha.
Sag Uno.
Anicixas sercas.
JereJas dilas.
Macaos ditas.
Uiseoutos haniburguezcs.
Sal aunniaco para os padeiros.____________
Vende-se urna victoria muito ua, prepara-
da de nevo, ou troca-s por um carro : para ver
e tratar na ra do-Imperador n. 27. '
DROGARA HOMEOPATHICA
DA
ViuvadoDr. Sabino O. Lud-
gero Pinho.
43 lltiti lo lliirit la Victoria 43
Contintia esta antiga casa a ter sempre venda
os mclliorts meilieamentos homeopathicos em gl-
bulos e tintaras. lauto em carteiras como em ca-
xas, de diversos tamanhos, pelos seguintes precos
flxos :
Em glbulos Em tinturas
l carteira ou caix.i de 12
medicamentos 10/ 12
1 dita dita de 2'i ditos 151 21*-
1 dita dita de HO ditos 201 28i
1 dita dita de 36 ditos 241 32/
t dita lina de 48 ditos 30 40i
1 dita dita de 60 ditos 3i 55/
1 dita dita de 120 ditos o0 80/
Tubos avuUs de qual-
quer medicamento 500 rs. e 1/
Vidros aviilsos dem lOOO e 2/
Opodeldoc de Itlius, de Brvoni e para rlieu
matismo.
GRANDE
I i
Composto do matiac anti-rhonmatico e depurativo
PELO
E' preparado ste tarop de manar e msffs algHirias plantas iiidi,ensdo Amazonas,
nao contm preparado algum mercurial. Qftra om rapidez rheumatismo, dores nos
ossos, erupcoes syphiliticas e da; trosas, escrfula e todas as molestias qlie dependerem
desses virus. A sua composicao foi apprcrVadn pela junta central de hygiene pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicado para a forma de usar. Preco de cada
urna 39000.
nico deposito nesta provincia na do Baro da Victoria n. 38, chapellaTia de
Momeirdcft Silva.
Vende-se na toja da ra Duqno de Caxias n.
18, sescenta e qnatro taimas de ainaretlo, por
muito barato prefio.
A
JNovidade.
A Predilecta, ra do Cabug n. 1 A, aeaba
1 de re *rjr pifo nltlft parjurte cTiegdo da Eu-
ropa, am bello sonimentit'de eorpiuhos do cam-
no empenho de'bem servir aos seus fretfueze e braia bordados para renhoras e meninas, gnlli-
ao publico em geral tem procurado [Tover-se do nhas e puntios tambem bordados e de phaniazia,
3ue lia de melhor e da ultima moda nos merca- saias bordadas, ditas com eritremeios para setiho-
os de Europa para expo-lo aqui venda, cer-; ras, bonitas calcinitas de diversos rapadinhos
tos de que os seus artigos seio bem apreciados j e transparentes para meninas, ijae odo vende
pelos amantes do bont o barato ; passa a ermu por barato preco.
merar alguus d'ealre ellos, como sejam :
ALBU.-S, es mais ricos que tern viudo a este
mercado, com capas de matlreperota,
tartaruga, martini, velludo e'cnagrin.
ADEREMOS pretos o voltas proprias para tete ;
assim c mu, um bonito sortitueate de
ditus de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOKS para puniros
melbor em
Annazcm de fumo
Ra da lwlre de Deus n. 10 A.
los Uormngoe do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazem a
1 ra da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com-
-1 qA f L e (k0jar, de i D,el sofiimWto de" fumo em'fardos de palcnte l ,
plaque,, trtaruga, madre- ^. e x.^n^^ mttrorM fal-ricanios da Zafira
nnr r ve '*??$*; mr^m e T' k I b assi'" f<* ^ <* os minos de corda
BOLLAS de velludo, seda falla e chagrm, em rj>los ^c0t |aUk*:grail4f8 e pepenas- UrW
Rirn a ha ,e mf "^T0.6 '."^ b"i los mu acrediUd. fabricante T.irrc A
BICOS de seda o de algodao, tanto branco como, AranJo> Liauf.'Adolpho Schn.dt & C, Lizaur
(US80LETrpretTS.aren,deS aarepe- *&!!&+&* S#* ^
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de dU
versos Jorm. tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitaco, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a PredilecU aprer
sema um grande e lido sortimento
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQET de madreperola, marfin* e dsso; r
este um objecto mdisperisavel s se*
nhoras do bm tom, aiiin do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
le de rrodoarem as luvas, ou mancha*
rem as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, do marfim e do bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E" sabido do public que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de tino
odor dos mais afamado
Lubin, Pver, sociedade h.ygienica, Cou
dray, Gosdes e Rimel, que.incum>
bido da escolha dos aromas mais bn>
aceites pela sociedade leganl* <
Europa, e por tanto, aehan'*e
possibildada de bem servir, aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDLECTA detXi de enumerar tttha im>
mensidode de artifes, afinr de na mas-
sar aos leitorea se, ptda a benevo-
lencia do respeitavel pubnoe -em di*
rigir-ie ra do abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se atmde ptMe' comprar
que- borne barato, Hssmiorne: !
FACHAS rutas e modernas de.--tuqjiim nninirii)
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para menino*
por barattsstmn preco.
FLORES. A PredHcta prima euvwnsemr on
bello sortinnnto de flore* ao atoante
de qualquer bol. a aiada teja bem reelecta d dinheiro.
PITAS. ji trenl "Saftdo dopi
Predilecta t\m podtfl'i
pande sortimento de ftlns-
tafet, veilud, liaho e ajgodaoj'po
oemmdo preco.
GRAMPOS de fertaytigh, imita<;lo
de mais moderno e Mtlite.'
GRM'ATA&de seda edo cajfiUr,.pir.Mfc
Ucos e golinhas do bonite* (^res. tara
Bem tem um bom sortimento de ara
tMas retratas piri Wttern.
ARRi-deipnreelna-iO'-ie^Mrro nraito bontei
para ornatos de ala.
Mei s de sapa, de la e de algodo, p
ra senhora, menmas e hotnem.
piwiiS m^Khm
tttHM'M>sM, 'Os taals- mbfftmes'
per'IKWBoipretfo,
LUVAS de ptifi dwda e deafod*o,
boHiem e setftori. ,.,
LTVTt<)S,|ra mTssa a PredilecUSpresenta es-i
cafta o' retreitiVter -tfftlfto tttf; M\i
sortimento'desr^livriw M'eirpWae
laryTeixeira Plato k Portetl (garantido pelos
mesmos) e de outras artide nao; cortlrecidos pelo
publico desta capital. O aununciante declara qu
todo ruino que for vPnddo em sa casa ser pelo
sctl Justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que^uco enteniam da materia ;
pois para bem servir a todos, lem o annunciante
a inga prati'ea de m mi*r* geste eowimerci.
LOJADOI'ASSO
Rna Primeiro de Marco
11. 7 -A,
OLttr*ota dot^spo.
Os propfieiarios actualnrente deste importante
estabelecimento, terido procedido a urna completa
r forma em preW fabricantes^ de ser elle Um dos Mis b*m surtido* nrincitt*!*
urente em artigos. de arada e alta novit-ado, peden)
ao'respeitavel publico e em particular aos seus
framerosb's rr'egrieb s a' borra" de' de continuarem a
depositar ertf sita 6rffttnl}a, gSratfffnib Set*em fieta
a vidos b por'presos n*i*i#rte barato-'. Ve-
Unt pois Kidoscomufar nns'e lindas (areni
das, de cujas da mus um pequeo resumo para
que tst dll,1iossam apreciar.
Vlhtd'fltelo; sttfff rhaabprtttf fcnfllc, gorl
twio de **qmmmuu0jmwiiaai*w
re, la com listras d* seda, carnttraa maiaporai
nansok de lindos padroes, camisas berdadas para
hornem, vestuarios para> criaafeas, chapos'para
napfisa-dos, TtrtBras' fYastrirS'/rrilaWcoe nal
va- Me WerlMO^MWpeeS'de rtttw d^-rfrafrlra
para sol, ttanadtnivlilo dB-aedauffMu basfnlna
d seda, fil de linho, IrramaBiB, eattiaraias, chi-
tas, caasemiras eje.: na loiaido Passa ra Prr
rfrrreo--ar*'tf.'7'A;
MW AaWefde.WM.
SaiaB bordadastptaaMflnhtta.
G tu,de-vestidos--eranco eordadbs para B%in31)rito^'a^WJres.
gapelM e h^ts'WrrfholTa.
. jo* oones do neda el oMea
yUtiiMlee para, baptisados,
Chatius par baptadoa.
Ctlxl'ilfsdapal'atfdlvafi.
IMtasJdt-rl
Toai1rttiordaQ^.iliearl*ran:de''IIWM - haptisado, com:(fcM MbieiMs.
Thesouro hmiieopn tilico ou Vad-
niveuiii to Hoiuo|>:ttlia, pelo Dr. Sa-
bino O. L. Pinho, 3" edicjto accrescuiitada e me-
Ikorada.
Pequeo guia liomeopatiiico, conten-
do as indca.des neessarias 1 ara o emprego
dos prncipaes n medios hoineopathicos
<-s<-i-|H;ao e tralamento las feiires
cxontluMiiaticas (Irexiga, sarnmpos, es-
carlatina), acompasado de um artigo sobre
ei ysipela, etc
!>-s ri|i;:t, liygienc trataiucnto
ila fclu-c aniarclla.
Casa para vender
Vende se a grande casa da ra la! de Negrei
ros ti. 136, reedificada de novo, com azulejo : a
tralar na rita Nova n. 42, luja.________^__^_
Vende-se'a armaco e m;-i-> bnmfeitorias da
loja da ra do Rangel '11. \i, propria para qual
quer negocio : a tralar na mesma.
E' para noivos.
Quo tem na ra do Bom Jess (outr'ora Cruz)
n. lo, beiindas, calessas, meas calecas e victo-
rias, com um e dous holieiros, e parellras com
arreos de metal principe, tudo preparado com
luxo e elegancia, e por precos rr.uito commodos.
Osmesmos vehculos servenr tambem para baptiza-
dos, visitas e actus na academia. Assim como na
mesma casa ha calecas ainda nao servidas, que
se vendem por cutnmodo sreco, preparadas com
laxo, para uso particular.
SHERRT KINA
(VIHHO DE QUINQUINA HIGINICO
PREPARADO COM OS MELHORES V1M10S DE 11F-S-
PAN11A DA FIRMA
CALVAIRACA.G. C, DESEVILHA
FORNECKUi.K DA SUA MACKSTABK A tlAINHA
d'hkspanha.
POR
THOHHERET GLIS
Pliarinacciitico
EX-1NTERSO DOS I10SP1TAES DE PARS
0 SHi:i\llY-KINA o vinlio de Quinquina
que hoje preferem a maior parto dos mdi-
cos de mspitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicaco nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procurarn nos productos desse genero em
que MUITAS YE7.ES SE SACRIFICAN AS QUALIDA-
DES TAO ESSEN'CIAES Ql'F.R DO V1NHO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da especulacao (Ver Guia das Aguas
Mineras. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.a edigo.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
- BARTHOLOMED l C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
- No armazem de Wilson Kowe & C, vende-
se :
0 verdadafro panno de algodao azul americano.
Excellente fio de vela.
Cognac de primeira qualidad.
Vin o dajjghrdeaux._______ _____________
Vigor do Cabello
so
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituido de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
0 Vigor do Cabiio na prepara* a
ftieemo tempe/ agradaVel, saudavel efflca par
comerfa* o cabello. Por meio do sen nao o
tabello rraoo, gnealho, e enfraquecido, dentro de
pouewtBmpe-reTolTe- a* or q Ike natural e
primitiva, e adquire c bruno e fiwaenra do
oaboo da juventud; o cabello ralo se trba
denso- e a calvicie murtas vezes, posto qne nao
em1 todos efe casos neutralizada.
ao ha nada que pode reformar o daMIo
Mspot dB fblrrcnlos CTtarem destrnioe, e as
t^tde* ctebaflas e Idas, mais 8 ainda rtestArem
alg^rt- pndem ser Salvadas e ntirisadas pela
fttlkaofo dt>' Vi'fcor. Libra d- essas rmbebanoiaa
eleteTia* que Mnamatmattaa preparscoes de eete
a>enero ian nocivaa e deitructivas ao cabello, o
VSfw somonte lhe bedefoial. Em vea de
ar o cabello e o fareripegaioeo, o conserva
N
loia do tiao, maTriteiro-ie JUigo^anM
I iilillli W ___ii-1 -fc-'--irn-i- -r*nt|
1 'ttailfa*! Cftre, lilao nurli^) velBo'to ai*
'n*ii'B*lril4atelttflHr^a^ft^
Imperador.
ar|MCo aris bimfaiawia-oa
ogfl a. 1S : a tratar
Para aboacon.seivajo
K
VOSSO CABELLO
Elle um preventivo seguro e certo contra
a calvice.
Elle d e restaura forra c saniJade pelleda
cabepa.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles..
File d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, era
qualquer forma ou posico que se dese-
je, n'um estado-fonr-osn, liso c macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
dos.
Elle conserva a pollo o o casco da cabera
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previno os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavcl.
Elle nao demasiadamente oleoso, gordu-
rent) ou pegadico.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
Elle o melhor artigo para os cabellos das
criancas.
Elle o melhor e o mais aprasitel artig
para a boa conservaeflo e arranjo dos ca-
bellos> Elle o nico artigo pmprio para o pontea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOCADOR DE SINlliiltA SE
PODE CONSIDERAR COMO C05I-
PLETOSEMO
TOiNICO OHfENTAL
o qual preserva, limpa, fortilica eaformosea
O CABELLO.
Acha-se venda nos estabelecimontos do
H. Forster C, agentes. E em iodas as
principaes lojas de perfilmarias e boticas.
Triumpho da
lj '"E I lUUVIUll
hjpo e'fortey'embeTllizando of impediado a queda
o Jmar-se rjtc/3, e,por*5ot8equte previne a
CarVtbi.
ii&ritfltoo.
1 na mesma.
]MWV(
r.
ViH'de He-
wadreperoM tartarifa, marfla, oseo. VeS-W a'grande laWWHia
velrado e ohagrin, por precos un ffitfos m tfMfcidifeAo*) e om autejee:
ratoavelS. ^ Ttar rna lovTir. l^loja.
'Wla tiso fc1 tbfJette o b il*i nial'
; -**> mbtoto olo neta *tatt% bl*
Wha#Mn mtalealto tetyO'deWttl
I pldnra ba tabello, Br# *l wa' lurrtrt bizuoBO
um p^iftere muiko gradaTel
Para reformar a oor da barba, necessHo
mais tempo &*! appreesar- o neiio, envokendo a baiba d notie
com um lenco molbado no Vigor.
notviaADo ros
Or. J. AYER & CA., Lowell, Moa
BJatadoa TTnldo,
CAimio* ritmMvf AiirntgUtl*.
VB3NDE SBJ POR
Em tem pos modernos nenhurn desc,'>?,i-
mento ope uromaior revohieo no mo ..3
curar anteriormente em voga do que o
niTURAL it mi?:i!
TANTO 199 TRATAME.NTv)
DA
Tosse, Ornpo,
Asthma, Tltisrca,
Rouquido, rVsfriamontos.
Broircbitos,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturaco de Sangiie.
Como em toda a grande serie de enfermi--
dades da Garganta, do a?el*edos
Orgaos la rcMpracIo, q^o tanto
atormentara e fazem solfror a bumanidade.
A maneira antiga de curer conistia geral-
mente na applica?ao de vesicatorios, san-
gras sarjar ou applicar extcriormenle un-
gentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;
rirjos ditl'erentes modos de curar, nao faziam
seno enfraquecer e diminuir as ftyren do
pobre doente, contribu indo por esta forma
d'u'.iia maneira mais fcil e certa para a en-
fermidado a destruico inivitavel de sua
victima Quauv dilfercnto pois o elTerto
admiravcl do
PEI10EAL BE ECASIIA!
Em vez de irritar, mortificar e canir inau-
ditos soflrhnentos ao doente,
Calma, Modifica e suausa a dor,
Alliviffa irritaco,
Desenvolveo entondimento.
Fortifica o corpo
e faz com qno o systema
desaloje d'uma maneira protti] la i rpida
ate o Ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em rhediema da Europa, (os
entes dos cottegros- do medicina- de Befim)
testificara serem eiactas e verdadeiras Istas
relaces analgicas, e alen disso a expe-
riencia de milhs de pessoas da America
Hespanhola, as (fases rorm curadas com
rte'ifairaxilnoso remedio, sao mak que sufli-
cientes para sustetarem a opiniao do
PEITORAL DE ANACAIITA I
Deve-se notar qne este remedio te" cha
interramente iserito de venenos, tnnlo mine-
raes, como vtegetaes, emquatrto que algnns
destes ltimos, e particularmente aquelles
qae sfrr dados1 sob fbrma do opio, "aci-
do 'hytoOcSniV, formam a base d naior
purte'dbs Xaropes, fjm os quaos to f-
cilmente se erigana a creduihiade do. pu-
blico. A composicao- de atracaburta p^ito-
ral WhMse HHda e clirlosamenteengarafada
em frascos 'da lritfHrJa d crea re meio
quartllho c*da rite, e como adoso* que se
torria' s<5 dMrna cblhw' pequea, asta
gertme^'ltiplicacao'd'nm du drjo^ fras-
cos para a effectuac,o de qualquf ttfa.
Ate-se "Vetda em todas as buti is.
|!I.,IBIM,i*4'C., agentes.
------:^i "'------Illi __liil__________
LiiiTHiB 'eseossezas
CTtWW gbst'a 0 rs.: -s o 13 da ma 4) Quei-
mado, em frente a pracinha.
O^S'm'H^utrla-o.
Ra do Qaeiiuailu em frente a
Sitas'finas, bonito^ patlres a 440 e tto w.
mbWrraSdecorWaMO rs.
PMMeftsm Cambraia transparente fina ;. 3#.
E antros raukos artigos, tod por meraJe de
seq. valor para acabar : so o ti, ra do Queinrado
rm frente a pra^lnria
fturiieas verdadeiras
Bichas hambnrguezasliBB (n a BWMrtM:
na roa do Mrquez de ulinda n. 51.
i


8
Diario de Pernambuco Sabbado 20 de Julho de 1873.

i
SERADO.
JMSCl'RSO PRONUNCIADO EM SESSAO.
DE 1 1 DE JUMIIO
noto degraras.
(Continuaete)
Mus Jirei, seores, cerno dizia o estadista
francez que preside boje aos destinos ta Fran-
ca : O estado deve toda a pro lcete groja,
o Estado dove mantera liberdade e indepen-
dencia da greja; mas a gruja deve sabor
que o estado ten leis para ella, como tein
para todos os cidados, e leis quo sao in-
fteXVL'S.
O Sr. F. Octaviano :Apoiado.
O Sr. Nabuco :Senhores, no pensis
que vou iutrometter-me as questes theo-
logicas, nao; estas quosles nao sao do par-
lamento, s da escola com o seu caracte-
rstico:' Disceplabitar perpetuo inler eos.
O meu terreno, o terreno ora que vou
discutir o dos caones quando relativos
materia temporal, ah onde o conflicto
dos dous poderes, o estado e a groja : o
meu objecto sao as relayes do estado e da
igreja.
Sr. presidente, comeco lamentando o
lelo exagerado, que verdadeiramente su
pode tercomo imprudencia, dos nossos his-
pes na questo de que se trata. Nao o
zelo recom,nonda lo pelo Divino Musir, o
xelo que .se funda na caridade, a candado
que, segundo dizia S. Paulo aos Corvuthios,
soffre tudo, espera ludo. E' o orgulho,
Sr. presidente, que ate ve as convenien-
cias...
Sr. Jobim:E' a soberna.
O Sr. Nabuco :... que nao aguarda a
opportiinidade; que, vendo Hualquer obs-
tculo, destroe tudo, Som so lembar que a
experiencia nos ensina que os inconvenien-
tes do remedio violento e umitas vezes ou
quasi sempre maordo que o proprio mal:
o ardor inconsiderado que incorre na
parbola de Jess Christo, a respeito dos
servos que queriam para logo arrancar o
joio do .trigo. Dizia-lhes Jess Christo :
Moderai vossa impaciencia, se arrancar-
des o joio desdo j, podis arrancar o trigo ;
esperai, deixai que o trigo cresca, poique
ento podereis destrincar o joio do trigo.
F.is aqui as palavras de Jess Christo :
Serci autein dixerunt ei : Vis, imus
el colliyamnsea ? Etait: Son; ne forte
coUi'jenles zizania, eradiretis simul cam
0H e-l tritiemn. Sinile ulraqua cresccre
tuque " O Sr. Figueira ue Mullo :O joio j
est milito crescido.
O Sr. Nabuco: Sr. presidente, ainda
ninguem fez-o retrato de uin pastor da
igreja, que com zelo exagerado compromette
a causa d'ella, como o hispo de Langres o
cardeal de Louserne : permita o senado que
ou lea suas exprosses. (I.:)
Nao un verdadeiro zelo aquello que
se assemellia colera ; que parece mais
pre ceupado do punir, que de reformar ;
que nao se manifesta seno pela dureza ;
que ostenta os transportes da paete, em
vez da caridade do ministro : que, longo do
attrabir, aliena ; que, longo de acariciar,
desgosta ; que nao persuade, mas revolta ;
que nio converte, mas endurece ; que final-
mente, torna o minist rio da reconciliaco
e da paz, nao s intil, seno odioso.
Que fructos, diz elle, pode esperar um pas-
tor de rebanho, que treme sua vista, de
ura povo que nao er na sua bondade, que
nao v uelle seno um senbor imperioso
um censor amargo ? Jess Christo nao sa-
criflcou suas ovelhas aos lobos.
Eis aqui o retrato dos bispos exagerados
em seu zelo.
O Sr. Silveira Lobo : -Ha exrepces.
O Sr. Nabuco: Sem duvida, eu nao fal-
lo senao de excepcoes, porque me refiro
aos bispos cujos actos discutimos.
Chegou o bispo de Pernambuco aquella
(Hcese, urna das dioceses mais importantes
do Brasil, e achou a maconaria quasi ge-
ralmento ilerramada na capital e composta
de homens de posicte social, muitos dos
quaes, eu os conheco pessoalmonte, vares
tmenles Deus. A maconaria all existe,
senhores, desdo a nossa independencia o
mesmo antes, porque a loja Seis do Marco
contribuio muito para a revolucao de 1817,
lancanlo assim urna pedra para o. grande
edificio de nossa independencia. A maco-
70L8ET1U
(COITO)
POR
PEDRO IVO.
(Continuar-) do u. 169)
Nem queelles fossem de ouro !...
replicou o Sr. Jos desdenhosamenteEu
nio preciso das migalhas de ninguem I...
Mas raelhor calar-uie...continuou, dir-
gindo-separa a portaAinda ha mais do
que isso...
EnUo que mais ha ? exclamou arre-
batadamente o aecusado.
Quem traz hoje de renda o campo da
Valoira ? E quem o trazia antes ?... Nao
Vmc. ? Nao era eu ?perguntou, rubro
de colera, o aecusador.
Sr. Jos,redarguio o lavrador, exas-
peradoVmc. bem sabe que foi pelos da-
ros e tomares que teve com o Antonio da
quinta que este lhe nao tornou a arrendar o
campo... Que mal baria que eu o arren-
dasse, urna vez que Ih'o nao arrendavam a
si?... Ten lia vergonha Nao seja in ve-
jse I
Pois iio soja Vmc. intriguista Ire-
plicou o outro violentamente.
Vmc. nao me faga perder a cabeca I
vociferou o lavrador, agarrando raachinal-
ente a cadeira e mechendo-a com inte
nervosa.
Perder a cabeca, o que ?perguntou
o Sr. Jos, entre irnico e ameac^dor -
Esteja quedo coma cadeira, hornera.1...
OIbe que eu nunca raorri de medo era
Vmc. bomem que me metta medo, lou-
vdo Deus I
. Saina I exclamou o dono da casa,
biandindo a cadeira.
A mulher agarrou-e-lhe ao braco, sem.
se importar cora as rozos de Deixa-me mu-
Iher deixa-me! a que ella responda, pe-
di ndoao marido que se nao deitaase a per-
der.
N'este meio tempo o outro sahira, e des-
afiava o vizinbo a que viesse, l fra, dar-
lbe com a cadeira. A mulher correu ento
d porta e fecho-a, aterrada, por o vizinho
rosnar ao retrar-e.
naria, tolerada por todos os bispos al eu- .para o estado e, para a igreja, porque a
to, conspira contra roligite catholica, correte da incredulidade, o do sceptiris-'
apostlica, romana, quando muios do seus morque infelizmente por teda a prtese
membros pcrtcnciam s irmandades religio- esteiide, poder ser obstada pela caridade,
sas (apoiados) e como todos, seuo mais nao por meio da excommunlio e da perse-
do que todos, concorriain para o esplendor, guete.
para a magnificencia do culto edholico .' Sabis que as mullides passam facilmen-
[ apoiados). A eonsrjpucia publica proles- te do fanatismo para a impiodade.
taque nao. Supponde, porm, que a imprudencia
Obispo, pois, devia informarse de um do bispo acceude o fanatismo, teremus
facto que era notorio, o ou deixar as bul- urna guerra civil, a peiordas guerras ovis,
as donnirem, como dormirajn at eulo, a guerra religiosa, collocada entre o fiel e
ou representar ao Santo Padre sobre a nao o cidndte.
applicaco dolas a um laclo contrario Senhores, u nao tenho recoios da theo-
quolle que ellas tiuliam previsto. (Apoia- cracia em nosso paiz. A theocwcia linha
dos). sua razo plteiivol no feudalismo ; I.te na
Senhores, doutriua de tod s os canonis- mais feu lalismo, e, pois, a theocracia no
as, sen lo mitro dios Walter, fundado no p le existir; theocracia e feudalismo sao
synodo de Benedicto XIV, que : Perln- dois espjctros, como dizia Montalombert;
ce tambera aos bispos fazor representarles nae vur a le, seuliores, impossivel que o
conlra as leis da disciplina geral que nao mundo que marcha, volte at os lempos da
se eobforma coia* relar-es locaes e propor raeia dado. Mas por isso mesmo ou de-
as modificacoes convenientes. ploro urna guerra religiosa, que seria a in
Senhores, une a curia romana, mais que juria da eivilisaco, urna guerra religiosa
tolas as soborauius do muirlo, couhece o que derrainasse urna s guita de saugue por
applioa o que se chama mi vioendi. A causa de questes auti-diluvianas e es?o-
curia romana twn principios inflexiveis so- lasticas.
bre osmios ote tra-isige ; mas dizei rao, OSr. Me.ndes de Almeida :Nao tenho
senhores, j a curia romana rompeu aber- receio disso.
O Sr. Jobui :Eeu tenho muito.
O Sr. Silveira da Motta :Isso rau-
da fingido.
OSr. Silveira Lobo rApoiado.
O Sr. Nabuco :Para mostrar b modas
vioeivii da curia romana em companieo do
proceder exagerado dos nossos bispos, ea
tomento cora os estados catnolicus por causa
dos factos consumma los que esto emeon-
Iradicte los principios que ella tein e que
se acham recapitulados iv> syllalnis ? Nao.
romana vive liem com a nacte
clirnli inissima. on le existe.n o casamento
civil o placel, ou reouwo coroa. A cu
ria romana civil bem cOni a nato apostoli- vou 1er o trecho de urna carta do Pi IX o
Di onde tambera oxislem lacios em contra- Vctor Manuel, quando este era !8.i2o con-
dicao dos principios inflexiveis do> syllubas. sultava sobre o projecto de le relativo Mi
Apoiados). 'casamuulo civil : dopois de allegar os prin-
Masa iufelicidade nossa, a nfelieidade cipios da igreja conlra esso projecto o do
de toriiios oispos que quereni applicar ao concluir polo non. possanius, dizia sua san-
p da latir o syllabus incompativel com tidado estas palavras que ressumbidm cari-
inuitos prmeipos consagrados pelo nossu daJe e prudencia :
lireito publico. i .( Diremos mais: o nossos sentimentos
Queris, porm, senhores, saber o que de cari lado para con vossa magosta le deve-
liziti sobre a appea^o do syllabus o bis- rao cessar so vossa m.igestade revestir esso
po de Orleans, que um dos bispos mais projecto com asuasauecte, e elle for loil
militantes na defezi da greja calhulca.
O Sr. Silvkira d.v Motta :J o aver
baram de suspeito.
O Su. Nabuco :O Sr. Doupanloup ?
Oh I senhores I
O Sr. MERMES de Almeida: Foi o Sr.
presidente do couselho.
Nossa caridade redobrar, e s ;r co n ardor
ainda inaiur que farcinos Deus ferveiitos
preces para que nao retire de sobre a cabe-
ga de vossa magestade sua mo pode-
rosa.
A consequencia prxima, senhores, da
imprudencia do bispo a mauifestacao do
O Sr. Yisconde do Rio-Bkanco (pre- povo pernambucano no dia 14 do maio,
Bidente do couselho) : -Pelo contraro, eu manifestarn que nao exprime seno a emo-
o citei. |co d.quelle povo generoso por causada
O Sr. Nabuco:Quando appareceu o. violencia que soffre a sua consciencia de
syllabas, para logo a imprensa francoza fiis; em ver-lade urna violencia, urna in-
quidade querer impor aos fiis como venia
y.n todo
proounciou-su com to;lo o uesabrimento, e
o bispo d'Orleans, accuJinlo por parto da
igreja, explicou o syllibus, dizendonosou
livroLa convention du 15 setenibre et
1'Kncyclique du 6 Dezembreo seguinte :
I,o secoud do ees actes etait un acto reli-
gieux. Qu'o i le lemasquc bien, il etait
adress aux Evoques seuls. I.epapeen les
exhorbitant a comb-itro avec euergie autour
d'eux les erreurs qu'il sigualait, les lais-
suit jugos du moment, de la forme, des
explications tilessetoil le besoin des fid-
les, e les circonstaiices des temps e des
Pays.
Eis abi segundo a necessidale dos fiis,
c as circunstancias dos lempos, e dos pai-
zes,
Eis abi, senhores, como um padre da
igreja, que merece o respeilo de t-idos, en-
tendeu a applicaco do Syllabus : nao
possivel apptica-Ui ao p da lettra e abso-
lutamente, porque ,assim licariam destrui-
das as institui\es de todos os paizes civi-
Ikidos.
0 Sr. M:ndks di: Almeida : Nao
apoiado.
O Sr. Nabuco :No tempo da restaura-
cao francoza bata realistas mais realistas
do qifr; o rei ; nao para admirar que ha-
iara ultramontanos mais ultramontanos do
que o paei!
Dem v es que, applicado o Syllabas ao
p da lettra em contradico das inslituices
que existem em to los os povos modernos, a
igreja catholica j dividida pelas igrejas lo
oriente o pelo protestantismo, (icaria solada
e minada pelas sshismns que p*>r toda a par-
te sargirianr.
Seniiores, o bispo de Pernambuco che-
gou aquella diocese e nao teve que ver, pa-
ra logo fulmino os macons com a excom-
munh e as irmandades com interdictos
A consequencia disto qual ? Um perigo
Deixa que tu paga-las todas juntas !
E assim seanuviaram tantas alegras I
0 lavridor passeava agitado, com a testa
franzida eas mos atraz das costas ; a mu-
lher lidava nos arranjos do jantar, hincando
de vez em quando olhares furtivos para o
marido, em quanto que o pequeo que lera
a carta, calado e quieto pela primeira vez
na sua vida, nterrogava alternSvainente o
rosto do pai e o da mi, perguptando s
proprio se teria por acaso alguraa culpa em
tudo aquillo. E, alheios ao que se passava,
o pequenito, com um dedo na bocea, ten-'
tava pr-so a p, agarrando-se com a mo
livre saia da cega, ao passo que esta
continua va a perseguir em sonho urna re-
corda?o do passado ou viso do futuro, pois
o presento nada lhe dizia j.
111
Ao leitor, boudosp e bera intencionado,
devoter-lhe custado a comprehender que
um homem, um pa angustiado pela
incerteza, pelo receio do flagello que se-
meara o luto no seto de tantas familias, s
encoutrasse ironas, ouvindo 1er urna carta
que lhe netirava de sobre o peito o enorme
peso da duvida. Ahi vai a explicaco :
Se, quando ouyimos urna phrasi que nos
offende, pdessemos 1er no eoraco de quem
a profere, veramos, mutas vezes, l dentro
tanta amargura e to intenso soffrer, lutos
to tremendas, chagas to vivas e fundas,
to dolorosas contuses de amor proprio e
mal fechadas cicatrizes de reaes ou suppos.-
tos aggravos, que, longe de repellirmos a
phrase com aspereza, talvez s encontrasse-
mos em nos profunda e sincera compaixo
pelo offensor 1 E, demais, quera pode pre
ver o alcance da primeira palavra que nos
she dos labios ?l Haver' quera nao co-
nbeca o effeito d'essa embriaguez da pala-
vra, embriaguez mais podexosa, exaltada e
ternvel em seus effeitos do que a causada
por outro qualquer agento ?! O som dt
propria voz urna especie de aguilho que
nos excita, qoe nos arrasta, que nos applau-
de, que nos grita aos ouvidos:
Bem, tnuito bem Contina I
O mo "sotr a primeira palavra ; solta
ella, ven a necessidade da justicaco,
recordaco de todas os peccados velhes, a
do aquillo que seus olhos desmenleiii, por-
que todos sabem que a maconaria no Bra-
sil nao atienta contra a relgio do es-
tado.
Aqui, senhores, perde-me o nobre pre-
sidente do conselho, nao posso deixar de
levantar um brado de indignaco por causa
dos desmandos do dia 14 de maio com-
mettidos contra os jesuitas, que alias eu
nao sabia que existiam em Pernambu-
co, por quanto as leis do estado prohibe.u a
existencia de jesuitas no pai/..
O Sr. Mexdes de Almeida : Nao
apoiado.
0 Sr. Nabuco : Nao apoiado ? Nao
ha le que tivesse revogado aquellas que os
cxcluirain.
O Sr. Figueira de Mello :Depois da
constituico do imperio est revogada.
O Sr. Nabuco:Pelo amor de Deus!
pois vos prendis a industria, prendis o
commercio, prendis tudo; nao ha associa-
co possivel sem autorisaeo do governo
e queireis a liberdade para assocar5es re-
ligiosas, que por motivos especiaes, em
loda a parte careeem do aecordo do estado,
e especialmente para urna associa^o religiosa
prohibida...
O Sr. Mendes de Almeida d
aparte.
OSr. Nabuco:... por urna le que
bordamos com a igreja portugueza, fundada
em altas razes do estado ?
0 Sr. Figueira de Mello :Nao es-
to como associaco, mas como particula-
res.
O Sr. Nabuco:Eu deploro os 'des-
mandos do da 14 de maio, porque foi
urna aggresso contra a imprensa e con-
tra a liberdade individual. E, senho-
res, esses desmandos foram commetti-
dos perante a forrea publica impassivel,
vai-se sempre mais longe do que se quera
ir.
0 Sr. Jos, mestre carpinteiro, nao era o
que vulgarmente se chama um homem de
mos ligados. Nao era ; tinha apenas essas
furaacas de valente, desgranada mana da
nossa gonte^do Minho, que tanto tem dado
que fazer aos cirurgies e sobre tudo aos
endireitas. 0 peior defeito, porm, do
mestre carpinteiro era o espirito de contra-
dcete, que quasi se poderia dizer que se
havia incarnado n'elle. Em alguem duen-
do : Acold vai um gato branco, era contar
que elle s via um gato preto I E era con-
tar que o gato nunca mais se tirnavaa la-
var e ficava preto para todo o sempre, pois
all eslava elle, o Sr. Jos, prompto para
sustentar murro, pao e tiro, entre as
paredes de urna cadeia ou pregado n'uma
cruz, que era preto o gato e nao branco,
como toda a gente dizia. Este desgranado
vicio tinha-lhe sido causa de um sem nu-
mera de desgostos, o mais severo dos quaes
vamos contar, por prender directamente
com esta narraco.
Antonio, o fllbo do lavrador, era cerca
de um anno mais velho do que Francisco,
filho do carpinteiro. Intelbgente e estu-
dioso, no fim de um anno de escola nao
havia ahi livro impresso, nem, o que mais
era, sentenca manuscripta, que o pequeo
nao lesse, como se costuma dizer, de fio
pavio. Urna nouto, em que o carpinteiro
estova em casa do lavrador, esto, com a
santa e respeitovel vaidade dos pais, cha-
mou o filbo e fe-lo 1er meia duzia de pagi-
nas do Catbecismo para o vizinbo ouvir.
Durante a leitura entr-u o Francisco e foi
sentar se ao p do pai. Quando o rapa-
filo acabou de 1er, virou-se o dono da casa
para o vizinbo e perguntou-lhe :
Que lhe parece T OIbe que, a nao
ser o Sr. abbade e o mstre-escola, nao ha
ahi quem lea melhor do que alia I
OSr. Jos, por deferencia para com a
mana querida, estove quasi aaizer que o
rapaz nao sabia 1er ; contove-se, porm, e
rosnou um L bem pouco animador. 0
lavrador, agarrando ento urna das orelhas
do pequeo do oarpintifo, perguntOd-lhe,
gracejando
E tu, meu rapagte, nao queros saber
testemunha, ou cumplice delles.
dos.)
Deploro timbera os alienta.los da au-
toridade publica no dia 16 de maio con-
tra o* povo inerme reunido no largo do Pa-
lacio.
Senhores, o caso muito grave, se
que nos inf.or.->sainos polo que su chama
liberdade individual do cidad -, se que
nos identificamos com os cidados oppri-
midos 0 povo foi acutiblflo e pisado pela
cavallaria, ainda mais persegu lo depois de
dissolvida a reimio e as rilas, que es-
tovan) fra du logar da r.-;ni u ; anda
mais foram arrombadas as casas onde exis-
tiam algn-, a.ladaos. que linda assistido a
reunan, os quaes foram arrastados para -
ra e espancalos.
O Su. Viscondk do I lio Brajjco (presi-
dente do conselho) :Istu nao 4 exac-
to.
O Sr. Nabuco :E' o que dizem os joi -
naos ; o que ha em contrario n pala-
vra dQ presidente suspeito nesta mate-
ria.
Que crnie cyimetteriain esses cidados?
Seria o biek da reunido, o Humnnunja*
das u.t-&Hj. o recurso de tolo o povo
quan lo "te.ocroso e ainoacado em seus
lireitos invoca a autorda lo publica para
aJverli-la, para conjura-la em sen fa-
vor I f
Mas se aquello ajuntamento era illicito,
para ser dlSsolvido, ilevia se-lo como a le
manda. (Apoiado.) V. Exc. permita que
lea os artigo* du cdigo criufinal.
Art. 289. Quando o juiz de paz for
informa Jo que existe algnin ajmitamei.to
icito de mais de 20 pessoas, ir oom o
seu esc ivao ao logar, o adiando ajuntami-n-
to illicito, proclamar seu carcter, B, hl-
(ando urna banleira verde, admoestar aos
reunidos para que se n-tirem.
Ait. 290. Se o juiz de paz nao for
obude.-ido depois de torceira ailmoectoctfb,
poder em pregar forea para desfazero ajun-
tament o reler em custodia os cabecas so
lhe pnecer necessario.
Not.ii, senhores, a coincidencia da ter-
cena a linoeslay > exigida pelo uosso coligo
criminal, para que o ajuuta.nenio Ilcito
seja disiolvilj e aterceiiu a lmoestaejioque
os caones exigein para excommunlio.
Nem o presidente nem o bispo qmzcram
estas formalidades; aquello para fereos
cidados, este para fulminar os liis. Para
que a autori lade policial ? para que a bau-
deira verde? para que a adinoestaco pre-
via? para quo distinguir os canecas? Bis*
solveu-se o ajuntamento, fosseeomo fosse,
eis o que bastav*.
A reunido eslava dissolvida, os indivi-
duos que a compunliam linliani-se retirado,
nao po Mam mais ser perseguidos. E' o
que diz o art. 288 do co ligo criminal :
Os q ie se tiverem retirado do ajuntamen-
to illicito antes de se haver cominetlido al-
gum acto do violencia, nao incorreram em
Pois bem, foram perse-
pena alguma.
guidos!
E' na verdade incontestavel o alten-
lado da autoridad publica contra a reuna)
do dia 16 de maio, que nao siguiliiava se-
no o exerccio de um sagrado direito dos
cidados.
Ainda mais, o presidente da provincia,
em urna peca lcial que o gove no inanluu
publicar, sem duvida tomando a responsa-
bilidad do acto, attribue ao partido liberel
a responsabilidade dos fados do dia 14 da
maio.
Senhores, se o governo nao mostrou pa-
triotismo, fazendo esse desalio ao partido
liberal, o partid i liberal tem bastante pa-
triotismo para nao aceitado.
Senhores, a ci ldella do poder em razao
da iudifferenca poltica que no paiz reina,
em razo dos muitos elementos de anarchia
que esto ahi accumulados, aclia-^e fraca
seno disposico do premier vettu. Nao
era preciso que viesse esta questo religiosa
que, realmente, grande elemento de des-
orden). Se o part lo liberal quizesse a re-
voluco, tinha muitos dmenlos para ex-
plorar : devieis ser justo para corn u n par-
t lo que somonte de opuio nao de ac-
ete, que antes quer a nbstenco que a guer-
ra civil.
O Sr. Paranagu :Foi preciso urna di
verso eaiiiaram-n'a.
OSr. Nabuco :E'muitn dureza ; depois
do exterminio o ludibrio o a calumnia.
Sr. presidente, demonslrei que os bispos
(Apoi procedern) por modo imprudente; a^ora
vou provar que elles prOco mente, dando execuco a bullas que nao po-
diam ser applicadas no imperio porque fl-
ta^a-lhcs o exequtur, ou beneplcito do po-
der civil.
Senhores, as bullas que foram ejecutadas
pelo bispo de Pernambuco, nao titerara o
placel. O nobre senador pelo Maraubo,
porm, quiz justificar o proced monto dos
bispos, .atiendo que essas bullas nao caro
ciam de pktcet, porque foram promulgadas
em tempo em que o lieneplacito eslava' sus-
penso...
0 Su. Menes de
exista.
O Sr. Nabuco :Nao existia o placet, diz
0 nobre senador, desde 1487, que foi quan-
do I). Joo II o suspendeu al llli, que foi
quando D. Jos I o restabeleceu ; sendo que
a bulla de Dent XIV, do 1731, est com-
preheudida nesse espaco em que o placet
dormio.
Nao preciso, para conibater o nobre se-
nador, seno invocara lei a que o nobre se-
nador se rdVrio, a de 17(55, que, diz S.
Exc, restabeleceu O placet: esta le nao
restabeleceu o placel, suppoz, ao contra-
ro, que o placet exista o nao foz senao
exocutaro pincel. Essa lei contin na ex-
posi;o de motivos as seguinles palavras que
vou ler ao senado, as quaes inatam a ques-
to.
Essa le de (i de maio de 1763, mandan-
do cassar por ob e subrepticia, milla e le
iienhum vigor a bulla .[lOsluUcuat pascen-
di, assim se exprimo :
Reprosentando-mo o dito procurador
da coroa que com a clandestina introdueco
e diapente dos obrodos exemplares (da
citada bolla}, nao s se tinha alienta do con-
tra um dos mais mpreterves di rei tos da so-
berana da m isma COra, que ella inhe-
rente e detbl sempre nseparavel e sempre
inalienavel... ctimo especialmente contra, o
costume des'.es meus reinos, que nellcs ha-
via eslabelecido em conformdade com
aquello direito, quo as bullas, breves c res-
criptos, emanados da curia de Roma, se nao
publieassem, nem livessem nos meus reinos
execuco alguma, antes de se me fazerem
presentes para mandar expedir sobre elles o
meu real baneplacilo, etc.
Dizei-rae, esta le restabeleceu o placel,
como quer o nobre senador, ou suppoz o
pinrel sempre sustente conforme o costume
do reino?
0 nobre senador por Maraubo, invocando
1 lei de 17(59, que considerou regio, ou se-
cularisou o tribunal do santo oilicio, e den
beneplcito ampio o retroactivo a bullas do
Dent XIV.de 1748 a 17*9, contraprodu-
cente. Com effeito, se essas bullas de Ben-
toXlVeslavam por sua data comprehend-
das no tempo, em que diz o nobre senador
que dormir o plaiet, que necessidade ti-
nham ellas do placel ampio e retroactivo
que Ihes dou a lei de 1769 ?
O Sr. Mends de Almeida : -Na mesma
lei est a razo.
OSr. Nabuco : E* que o placel existia
na data ilessas bullas e era preciso para que
fossem executadas que. tivessein o placet re-
troactivo da lei de 1769.
Assim que o argumento do nobre senador
que o placet tinha dormido durante 300 an-
uos, isto des le 1 *87,sob Joo II at i763
sob 1). Jos I, improcedente, vista das
leis de 176o e 1769 tra/.idas pelo nobre se-
nador.
E notai, senhores, que entre essas bullas
que foi prestado o platel retroactivo, cate-
grico e ampio, pela lei do 1769 nao est
comprchendida a bulla do Bento XIV, rela-
tiva maconaria.
O Sr. Mendes de Almeida Entretanto
ellas se executavam.
0 Su. Nabuco :Eu chegarei execu-
co.
Senhores, nao sosomento estes dous ar-
gumentos lirados das leis de 1763 ede 1769
que me indiizem a allirmar que o placel
uo dormio, como o nobre senador diz, du-
rante oi)0 anuos, mas que pouco tempo de-
pois do aclo de I). Joo II o placel se foi res-
ancia da desforra, o choque violento das I ler como o Antonio f...' Diz ao teu pai
ms paixoes, o obscurecimento da razo eJque te mande l$o, meu rapaz, Qlha,
que candeia que vai adianto allumia duas
vezes e quinto mais dopressa souberes me-
lhor ser para ti.
Aqu entendeu o Sr. Jos que era chegada
a occasio de satisfazer o seu gostinho, e
declarou, prtanlo, que nao havia (outort-
ces, como elle chamava ao saber, que va-
lessem um bom par do bracos.
Como fcil do prever, travou-se a dis-
cusso e lauto se.deixou ir o Sr. Jos atraz
da paixo do contradizer, que, depois dene-
gar as vantigens da instrueco, acabou por
declarar que lilbo seu nao aprenda a ler.
E se bem o disse, raelor o executou I Exe-
cutou ; mas, como nao ha argumentos de
amor proprio que destruam a rigorosa l-
gica da razo, que severa punico lhe era,
agora que o filbo eslava lange, pensa;- que
entre elles nao poderia haver segredo era
que nao tivesse parte um torceiro, caricia
que nao fosse feita por mo de outrem,
abrago que recebesse, a nao ser por procu-
raco 1 Duro castigo I
Quando regressara da cdade sem carta do
filbo, todas estas ideas lhe baviam lancea lo
por tal forma o espirito, que, quando che-
gara casa do vizinho, j ello mentalmente
o tornava culpado do seu infortunio, e, ao
ouvir ler a carta, quando o post-scriptum
affirmavaque por causa do signatario d'ella
ficava elle sem noticias mais intimas do li-
lbo, operou-se-lbe no cerebro urna revolu-
co singularissima. 0 egosmo teve tracas
para o convencer de que em virtude da sup-
posta culpa do pai, o filho do vizinho tinha
obrigaco de ler eescrever pelo d'elle. Per-
tencia-lho Iftutade d'aquella aptido ; tinha
direito a -lia ; nao comprahendia que o An-
tn se reuusasse a satisfazer o desejo do
Franisco som o tasar na sua motado de sa-
ber J Junlem-lhe o caso dos bois e o do
carneo, 0 ubi est dada.a expucacao, que
consumi na* e tempo papel do que me-
reca.
I
Tiuharn passado quinze das depois da
ruptura que se dora ntreos dous vizinhos.
0 Sr. Jos, contra aeu costume, nao tinha
dado raoatras de querer confiar ao marmel-
leiro, seu advogado'tsual, a victoria da sua
causa, e.a mulher do lavrador, a quem as
ultimas palavras do carpinteiro Deixa que
tu pcKja-la.i tinhatn feito perder o somno,
comecava t, respirar mais hvremenle, con-
Pc^m tactos inexactos.
Osr. Nabuco:E" o que resta provar.
Senhores, com o poder que exercia o mar-
quoz de Poinbal em Portugal, que necessi-
dade tinha elle de falsificar as collecces ?
Poda dar effeiferelroadivo s bujas ou cas-
sar as bullas !
0 Su. F. Octaviano -.Apoiado.
0 Sr. Nabuco :Era urna cousa intil;
tem o poder soberano que elle tinha, nao
so explica esso desejo de falsificar as collec-
ces, que se lhe attribue. 0 nobre senador
tem um privilegio que nos oulros nao temos,
elle cria as provas que quer e rejeita in U
Almeida : Nao" inine as provas que nao quer: e assim iu-
vencivel.
OSa. Jobim :-Apoiado; nega vordades
condecidas.
0 Sr. Naiuco :Diz a dedcete chrono-
logica,:
Poneos annos bastaran) a D. Joo II
para ver claramente a mpossibilidade da me-
dida por elle tomada, porque foram tantos e
taes os disturbios e desordeos d'ahi resultan-
tes, que no anuo de 1193 fra obrigado a
retroceder.
E cita o autor em seu apoio a provso de
4 de fevereiro desee anno.
Eu polra citar outras leis e autoridades
no sentido que tenho opinado ; o que dis-
se, porm, me parece bastante para mos-
trar que na data das bullas citadas o placet
0 Sr. Mendes de .Iimeida :Ento era
intil a lei de 1763.
O Su. Nabuco : Essa lei de 1765 nao
restabdereu, mas executou o placet, nao
teudo outro liin senao garanti-lo com as pe-
nas rigorosas quo impoz. Ao contraro, se
o placel nao exista, porque que essa lei
considerava ob e subrepticia a bulla lpo.-
tolicnm riscendi, introduzida sem o placell
Concluo, pois, que essas bullas por falta
de placel iio poli un ser executadas pelos
bispos.
0 Sr. Mendes de Almeida :Porque se
executavam em Portugal ?
0 Sr. Nabuco :Vou questo da exe-
cuco.
Senhor. s, o nobre senador nao nos apre-
sentou um fado depois da nossa indepen-
dencia para provar que essas bullas relativas
maconaria fossem executadas. Quaes fo-
ram os factos que o nobre senador exhibi
peante o parlamento ? Foram arestos do
tribunal da inquisico.
0 Sr. Mendes de Almeida : 0 santo
oficio reformado pelo marquez de Pom-
bal.
0 Sr. Nabuco :0 sanio officio sendo
um tribunal excepcional, de que nos resta a
mais triste memoria, o quo fez esse tribunal
nao pode servir, do argumento. Qaod con-
lra rationem juri* receptuui est, non est
produce tula m ad consequentias.
A inquisico, como sabis, tinha juris-
dieco plena e arbitraria sobre todas as espe-
cies de hereges, sobre todos os suspeitos de
erros de f. O seu titulo era esteSunc-
tum Otfwium inquisiliones adeersus ha re-
tica >n provitatein.Um tribunal como este
nao prceisava dessas bullas ; porque tinha
jurisdicc.io ampia e arbitraria contra todos
os herticos, e entre elles bem poda com-
prehender os macos. Quando as bullas
para esse tribunal nao valessem por sua
aotnridade, valeriam por sua doutrina: a
doutrina lhe bastava, porqw* jurisdieco
tinha ella.
Mas, pergunto ao nobre senador, ha al-
guna fado na Europa moderna em execuco
dessas bullas, alguma perseguieo contra os
macons'?
OSr. Mendes de Almeida :Nem em
parte alguma ha perseguieo contra el-
les.
0 Sr. Nabuco :Oh, a excommunlio
nao perseguieo ? Em parte alguma teem
sido ollas executadas; s no Brasil, por-
que o Brasil est to fra da civilisaco, to
fantico, to destiluido de patriotismo, qu?
sem resistencia pode aceitar o syllabus o at
o dctalas de Gregorio Vil! Repito, o no-
bre sonador um dos homens mais erudi-
tos que conheco ; que elle cite um exemplo
tabelecenJo o a cora reivindicando os seusJ de perseguieo maconica nos oulros paizes
direitos. Tenho contha a proposicao do no-
bre senador a dedcete chrenologica.
0 Sr. Mendes de Almeida : Boa
fbute I
OSr. Nabuco: -Quizcra quo o nobre se-
nador dissesse porque nao boa fonte.
0 Sr. Mendes de Almeida : Porque
liando em Deus, que tudo faria pelo me-
lhor.
Amanheceu afinal um da formoso, e ella,
que at all, j com um pretexto, j com
outro, podera obrigar o homem a nao se
afastar da aldeia, nao pode adiar razes
convincentes para o impedir de ir cdade.
E l fui elle, mas nao sem prometter um
bom cento de vezes que nao voltaria de
noute. S quem as tem sentido pode ava-
liar as angustias de quem espera, com a
mente povoada de sinistros presentimentos,
a chegada de um ser estremecido, quando
paira sobre dio urna araeaca de perigo I O
assobo que se ouve ao longe d'elle ; os
passos que fazem estalar l fura as folbas
seccas sao d'elle ; o mocho que pa no cam-
vanario da aldeia, o cao da casa que uiva,
do-no em perigo j E ninguem com quem
desabafar I De um lado a cega immovel e
indilTeronte, do outro os iilhos sorrindo,
sem preverem nem o perigo nem o alcance
d'elle I E ento veem as razes com que
procuramos conjurar o piantasma do terror,
reslituindo a tranquillidade nossa alma
Teve que fazer na cdade .. O car-
pinteiro assomado, mas nao mo... J
lhepassou... A' estas horas est elle
ceiar ou talvez adormir...
E abi se vai porta pela milsima vez
e a vista perturba-se, tentando penetrar as
trevas, e conieca a ver assassinos escondidos
alraz de cada tronco de arvore; eos ouvi-
dos, cansados da aturada aliente, entran)
de obedecer voz interior e distinguen) o
som de passos precipitados, vozes irritadas,
ebegando s vozes a inventar gritos de'soc-
corro !
t;orno soffre quem espera sob a influencia
do terror !
V
Sero oiio horas da noute. 0 coest
recamado de estrellas, mas os corpos nao
projectara sombras, porque o luar s appa-
rece s nove horas. O sitio incuto respeito:
o monto da va-sacra. Se fosse ,de dia ou
o luar brilhasse, poder-se-hiam contar as
cruzes que, que a partir da capaila, erecto
no cimo do outoiro, se erguem pelo monto
abiao, u'uiua distancia de vinte passos d
urnas s autras.
N'uma pequona elevaco, sobranceira ao
caminho, acerca de triiita passos do pri-
jneiro cruzeiro da va-sacro, guiada a vista]
ratholicos, mostr um facto de execucte
dessas bullas de Bento XIV na Franca chris
tiauissima, na Austria apostlica. S. Exc.
vem citar-nos factos anteriores nossa in-
dependencia, factos da inquisico!
0 Sr. Mendes de Almeida:Por ahi nao
vai bem. (Continuar-se-ha.)
pelo brilho do lume de um cigarro, acaba-
va-se por distinguir o vulto de um homem.
assentado, com o pao trabado sobre os joe-
Ihos. Era o mestre carpinteiro, que espe-
ra va all o vizinbo para he provar a justica
da sua causa. Quem lhe podesse ler no
cerebro adiara isto :
Muilo mal nao... Quinze das de
cama e nada mais... Hade levar a sua
dse para nao tornar a ter o atrevimento de
levantar urna cadeira para mira !
E to curto estova de si, que continua va
philosopbicamentea fumar o cigarro, espe-
rando o lavrador com a pachorra com que
um pescador de profissao espera horas at
que umatruta se lumbre de vir brincar com
o anzol. Por fim 1) lhe pareceu que ouvia
ruido de passos e ergueu-se. Nao se enga-
ara : era o lavrador. Subia este a ladeira
apretadamente, estimulado peta lembranca
do susto com que a mulher o eslava espe-
rando, quando o carpinteiro, de um salto,
se achou defronte d'elle. 0 lavrador re-
conheceu-o inmediatamente, mas nao se
deu por acbado e perguntou com voa, cuja
atloctada seguranca, trana o sobresalto in-
terior : i
Quem tomos por aqu T
0 outro, rindo sarcasticamente, respon -
deu :
Alguem que vera ver se voc bomem
para outro 1
E' Vmc. Si'. Jos ? redarguio o la-
vrador, buscoiido ganba.r tempo para achar
sabida aquello aporto.
Um seu criado, para o servir com
urnas azas de pao I Pode mandar dizer
isto ao seu doutor, a ver o que elle de l
responde !proseguk) o carpinteiro.
Elle que ba de dizer ? retorquio o
lavrador, tentando levs-lo pelo brolia de
dizer que nunca peosou que o Sr. Jos
viesse esperar um bomem que nunca lhe
fez mal, e que nem soquer traz um pao,
como esse, para se defender.
Pois dir... dir, sira senhor, mas
enganou-se 1 Nao traz pao?... Faz mal,
se bem quen'essas- mos de pouco valia !...
Mas leva rumor e acabemos com isto, que
eu nao vira c para conversar I
Continuar-se-ha.
Ti'P. DO MARIO WK DUQUE DE UAJAJ.
\
-





f


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EIQZS6IGP_W7KUZS INGEST_TIME 2013-09-19T21:06:22Z PACKAGE AA00011611_12995
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES