Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12994


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Full Text
\
AM EIX. MUERO 169
PARA A CAPITAL B MJGABES OYDK ]flO SK PACA PORTE.
*or tres mezes adiantados...............' 89000
Por seis ditos dem................. 120000
Por um anuo dem.................. 3i$000
Cada numero avulso.................. 120
SEXTA FEIM 28 DE JlLH l)E 1$73
PARA DEffTRO E FHA DA PROVINCIA.
Por tres metes-adiantados................
Por seis ditos idem.........,........
Por note ditos idem.................
Por um auno idem..................
9750
1W&O0
90)50
27*000
DIARIO DE PERNAMBUCO.
rPR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos.no Para; Gonjalves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira FiJha, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Aracaty ; Joo ra Julio Chayes, no Ass; Antonio Marques da Sara, no lala; Jos tatifl
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; fielarmioo dos Santos Bulco, era Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alag&as; Alves d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.

parte ornciAL
Geverno Iii provincia.
BSP\CHOS DA l'RESIUKNCU l)K 22 DR JUL1IO DK
I873.
Henedna Floresta w Santos.Passe-se porta-
ra na furnia requerida.
Baeharel Manoel Auluniu dos Passos e Silva.
Kequeira o supplicanle ao governo imperial.
Pereira auna Jt C. -llequeiratn ossup)licanles
;n> enverno imperial.
- 23
Basilio Jos de Barros. Indeferido.
Bernardno Bibeiro de Sena. Deferido com
offieio desta dala, reiuetliJo ao Sr. inspeclur da
tbescuraria de fazenda.
Tenente coronel Franci.-eo Camello Pessoa de
Larerda. Forneca-se.
O mesmo. dem.
Francisco Alves de Morae- Pires.Sim, satisfei-
lasas formalidades legaes e pagos os direitos na-
eioea
Joaquim Demetrio de Alineida Cavalcanli.-In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda
Joo Pedro da Silva.Nao tem lugar o que re-
qiic-r, parque as cadeiras a que se refere eslo
providas.
Jos Tavares de Oliveira. Informe o Sr. inspec-
tor da lliesouraria de fazenda.
Joanna Mara da Coneeicao.Entregese sup-
p lite a c-rlido junta.
Joo Salvino de Souza Peixe.-Prejudicado.
Joaquim Lopes da Silva.-Informe o Sr inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Joaquim Presbiterio da Espectacao.Seja rele-
vado da mulla.
Joaquim Dias Martms. Informe com urgencia
o r. Dr. chefe de polica.
Marcolina Leopoldina Harra?.-Dirija-se ao Sr.
iuspector do arsenal de marinha, que est autori-
zado a conceder a licenea pedida.
Manoel Rodrigues da silva Cmara.-Deferido
rvi offlcio desta data ao Sr. inspector da thesoura-
ria de alenda.
Manoel do Carmo Rodrigues Esteves.-Deferido
com offlcio desta data ao Sr. inspector da thesou-
rariade fazenda. ....
Maria Augusta da Silveira.-Indeferido.
Theodoro Jos da Silva Lins -Seja relevado da
umita. _
Theodora Maria da Conceicao. Informe o br.
director do aasenal de guerra. .
rsula Candida de Carvalho Paes de Andrade.
Seja relevada da m lia.
Abaixu assignados, membros do conselhoda so-
ciedade Propagadora na paioehia da Boa- Vista. -
Ao Sr. director geral interino da instruceo publica
para attender aos supplicantes na forma requerida.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 23 de
jal lio de 1873.
0 porleiro,
Silcino A. Rodrigues.
Rcpartictto da polica.
i.' *-ecao. Secretaria da polica de Pernambuco,
i\ de julho de 1873.
N 1307.Illm. e Exin.SrParticipo a V. Exc.
que das communicaces recebidas hoje, consta que
fram hontem recolhidos casa de deten.-ao os
individuos seguintes :
A' mnha ordem, Manoel, escravo de Jos Igna-
cio de Mello, por andar fgido; Antonio Flix
da Silva e Manoel do Espirito Santo da Silva Cho-
ronha sentenciados appellados, vindos do termo
te Barreiros.
A" ordem do subdelegudo do Recife, Luiz, es
cravo de David Ferreira Balthar, a requerimento
ffeste ; os subditos Imllandezes Manoel Riust e H
J Kvnde, e os subditos inglezes Jacob Bevenrou,
James Saumav e Charles Francs, requMcao dos
respectivos cnsules.
A' ordem do de Santo Antonio, Demetrio iNestor
Machado Freir, por crime de roubo; Isidoro
Francisco Luiz de Moura e Eliseu Pereira do
Carme, por disturbios.
A' ordem do do 1. districlo de S. Jos, Manoel
j ;io da Cru', por crime de furto.
esta data communicou-me o subdelegado dos
Alagados que remetiera ao Dr. juiz de direito do
respectivo distrito criminal, o inquerito policial
que lizera sobre o facto da moi te de Paula Maria
d i Espirito Santo.
Finalmente, a ordem e tranquillidade publicas
nao solfreram alteraran.
O que ludo cominunico a V. Exc, como me
compre.
Deus guardo a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henrique Pereira de Lucena, dig-
nsimo presidente desta provincia.O chefe de
p ili 'ia, iinfont'o Francisco Corma de Araujo.
O respectivo governador civil, Soares de Frai-
las, foi chamado a Lisboa, pelo governo, e tem as-
listido a varas reunifies do conselho de ministros,
em que se Iralou desta questo.
A grande rounio liberal do Porto delegou nos
Srs. Joaquim Antonio de Aguiar, duque de Loul,
e marques de S da Baudeira o representa-la jun-
to pessoa do rei, em efljas mns, estando presen-
te o ministro do reino, como de estylo, depositou
a representacao que mu i los militares de asigna-
turas tirmavam. O Sr. Joaquim Antonio de
Aguiar nao p5de pelo seu estado de saiide compa-
recer. 0 duque de Loule dirigi ao chefe do es-
tado um lii-m pensado discurso, que el-rei ouvio
com a sua afTabilidade habitual.
Na folha offlcial foram publicados tres docu-
mentos importantes ; dous mandando proceder a
rigoroso inquerito sobre os factos em questo, e se
a Jal associaco (chamada) catholica exhorbita qu
nao dos limites que em seus estatutos lhe esli
marcados por foi. O outro documento offlcial
suspende de suas funecoes o commissario geral de
polica da cidade do Porto, durante o inquerito a
que vai proceder-se.
O governador civil vai ser (dizetn) transferido
para Beja, que um distreto no Alemtejo omito
secundario comparativamente com o do Porto, e
realmente o que elle mereca era urna demissao
muito secca, porque estando prevenido deque na
occasio da resta do anniversario da enlhronisa-
cao de Pi IX haveria desordens, pegou em s e
fui-se na vesperapara Povoa de Varzim em santa
paz.
Vai ser creado um consulado portuguez em
Dakar, por ser este um porto obrigado da escala
de todos os vapores das carreiras d'frica e Ame-
rica.
El-rei D. Luiz. depois de ter visitado a fra
gata de guerra prussiana Frederico Carlos, conv-
dou a olicialidade para um jantar no paco da
Ajuda, ao qual assistio o respectivo pessoal diplo-
mtico e todo o ministerio. El-rei tem por cos-
lume visitar todos os uavios de guerra, seja qual
for a potencia a que pertencam.
A Sra. D. Maria Pa, de Portugal, coucorreu
com um avulta lo donativo par-a a nova sociedade
italiana, instituida pelo ministro de Italia em Por-
tugal, o marquez de Oldoini.
Foi apresentado em cmara o projecto e or-
(amento para a coBstrucetO da canalisagao de
varios pantos da cidade de Lisboa. Importam
estas construccjSes em 20:3DO.
Sendo approvado pelo gverno o regulamento
da companhia das aguas de Lisboa, em manto ao
consumo de particulares e usos municipaes, a c-
mara, em sesso, vendo que foram desattendidas
pelo governo todas as alterarles que a cmara
propoz, sendo assim altamente desconsiderada,
resolveu approvar a seguinte mocao, proposta por
tres vereadores :
...A cmara municipal de Lisboa, em vis-
ta da resolucao do governo, approvando o re-
gulamento da coiiipanbia das aguas, desalen iendo
as observacoes, que por parte desta corporaijo
lhe havam sido dirigidas, resolve cnsgnar as
suas actas a sua desapprovaco ao mesmo regula-
mento, reservando-se para na prxima reuniao
parlamentar recorrer ao poder legislativo, e soli-
citar deste as providencias necessarias acerca do
assuinpto.
A cmara fez um convite aos habitantes de
LisDda para assignarem um protesto contra o re-
ferido regulamento.
i Diz-se agora que o ministro das obras pu-
blicas assegurara ao presidente da cmara muni-
cipal de Lisboa que seriam decretadas algumas
alteracSes importantes ao roferdo regulamento.
o Parti para o estrangeiro o marquez de Ol-
doini, ministro da Italia em Portugal, licaudo em
seu lugar o eommendador Putella.
EXTERIOR.
de
Jocrespomleiicia do Diario
Pernambuco.
PORTUGAL.
LISBOA, 7 DR JULHO DE 1873.
Na minha ultima liza urania narrara i dos acon-
lecimentos eccorriios ultiroamente na cidade do
Porto. Entrarei hoje em mais alguns pormenores,
para elucidar o acontec lo. <) chefe do bispado
poMicou em tirapo urna proyisao, convidando o
clero e eis a a prestava homenagem ao summo-poutiGce como
ebeje, rei epai.
Isto foi objecto de urna demonstracao de alguns
cidados mais exaltados, contra aquelle documento
miscopal, que, segundo elle?, tinha visivelmente
lins polticos. Concluido, pois, o Te-Deum na s,
c no momento em que o prelado saina, deram-se
no adro vivas liberdade, seguindo-se tumultos,
de que resultaran) varias prisoVs.
A imite no theatro Baque! levantaram-se novos
.vitHif liberdade c familia real portugueza, re-
iilaodose por essa occasio varias poesas liberaes,
dos camaroli-s e cadeiras da platea.
Dous dias depois realisou-se mn meeting, pelas
11 horas da manh, no salo da Porta do Sol, alim
de protestar contra o procedimento da polica, e
especialmento do res|>ectvo commissario, que, di-
/.."o. ser membro da corporac^o que figura na
luta dos dous partidos, qu" niaufestamente appa-
receui em toda esta deploravel questo. Refiro-
me assciaro catholica.
Estveram na reuniao cerca de 1,500 pessoas,
tmiiando a palavra o Sr. Gaspar Borges de Avellar,
> qual disse que o fim do comieio era representar,
leiitro da rbita legal, ao governo contra as pre-
potencias pralicadas pela autoridade no da 22 de
luahu prximo Gndo, accrescentando que aassem-
hla deva nomear presidente. Esta elegeu, conl
iffeito. o Sr. Sarment, escrivao da relaco, o qual
j)omeoii para Io secretario o Sr. Borges de Avenar,
i-i para 2 o Sr. Vasques de Mosquita.
Fallaram anda varios membros da Fraternidude
imperara. Todos trataran speramente o commis.
sario de polica, lembrando que o municipio na
s:> Je veri a assignar a represen tacao, como tam-
be ai representar no mesmo sentido, visto terem si-
do insultados e presos vario cidados. Foi appro-
vado por unanimidade nio s o pedio da demis-
.-.to do commissario geral 'de poucia, bem como
asignatura e representafki da canora municipal,
llocando-se as praca* e lugares, mais. pblicos
a a mesas para ser assipada.
Parte igualmente para Inglaterra o conse-
Iheiro Luiz Teixeira de Sampaio, director geral
da companhia telegraphca internacional, que vai
estabelecer novas linhas para a America do Sul.
Contina em Lisboa a sedo central da companhia.
Foi dissulvido o novo banco, creado ha pouco
com o titulo de Creilido de Portugal, parece, que
por haver dissidencia entre os fundadores acerca
da sede do estabelecimenlo. Os depsitos foram
entregues aos subscriptores al ao da 30 do pr-
ximo lindo mez do junho. Alguns installadores,
porem, associandj-se, resolveram organsar outro
estabelecimenlo da mesma natui'eza, que tora por
titulo -Banco Portuguez. 0 capital ser de....
10,000:0004 dividido em accoes de 101*000. A
subscripcao foi aberla no dia i do correnle, mas
declarou-se que nao leria lugar, em consequencia
de terem revertido para o novo banco as subs-
cripeoes com que havam entrado muilos rpita
listas nara o Crdito de Portugal.
a Instuliou-se nos paus do conselho de Lisboa
pelas 8 112 horas da noute do dia 28 do prximo
lindo mez de junho, a grande commissao promo-
tora dos festejos nacionaes do dia 2i de julho.
Projeetam-se grandes festas, tanto em Lisboa como
no Porto. Communicarel o que occorrer. Na
ultima reuniao decidio-se que o programma dos
festejos fosse idntico ao de 1872.
Appareceu ha dias o 1 n. do jornal republi-
cano, orgo do partido federal de Lisboa, inti-
tulado 0 Rebate. Nao traz notnes de redactores
e impresso na typographia lisbonense. Esta
escripto c m seriedade. As suas polmicas sao
decentes. Nao faz senao poltica doutrinaria.
e Foi ordem ao arsenal de marinha para que a
corveta /'. Henriqut se apromptasse para sahir
com a maior brevidade. Cr-se que ir estacionar
algum lempo no porto de Cdiz.
t Hoje sahio para Maco a canhoneira Tejo.
t Va-se abrir as pracas de Lisboa e Porto
subscripcSes publicas para a consolidaoao da di-
vida fluctuanle interna portugueza. O ihesouro
tem rerebido varias propostas para a consolidacao
daquella divida. A divida fluctuanle externa est
actualmente paga, assim se afflrma, sendo a ulti-
ma soturna de 3 0,000 libras esterlinas que o go-
verno a 30 do passado pagou ao Credil Lyonnais.
O promotor da subscripcao publica para a con-
solidacao da divida fluctuanle, que anda assim
montava a 15 ou 17 rail contos de ris, o- se-
nhor Eduardo Moser, negociante do Porto.. No
Jornal do Commercio de hontem vem o program-
ma e mais condicoes da subscripcao aue por
brevidade omit Ve mesmo porque tenho algum
fundamento para acreditar que tal subscripcao sa
nao realisar. 0 primeiro ponto a disentir. sa
0 governo portuguez est resolvido a aceitar as
propostas do Sr. Eduardo Moser, porque osle sys-
tema d em resultado urna perigosa concurren-
cia aos fundos da divida consolidada interna.
Foi entregue no convento de Santo Clara de
Coimbra o vestido que a esposa de el-rei D. Fer-
nando offerece rainha Santa Isabel. E' de se-
tim branco bordado a ouro, com formosos lavo
res. Fez a entrega o secretario particular da one
rent. O bordador, ioi um oflkial do Sr. Bello.
As festas da rinha Santa, e Coimbra, lerao
1 usar nos dias 10, 11,12 e 13 do correnle mez.
Na exposico de Vienna, apavilhao de com-
mercio universal, ; figuram os quadros graphi-
cos dos correio* telegrapuos de Portugal.
A corapaubia. o caminlvo lo ferro americano
de Lisboa, de.-p achou ha dias na respectiva alfan-
dega vinte e v ^ntascarruagens.vindas direcUmen-
to da Amerir a.
A junta 'onsulliva de obras publicas e minas
ojaborou a sua consulla sobre o projecto que lhe
foi subir ttido para a penitenciara que se pre-
tende 'construir as trras do Seabra, em Lisboa.
Sreiteires da companhia Lisboa Stean Tramway,
zeram alguns convites, mas pouct.
O comboy parti da estacao provisoria do
Reg as 9 horas da manh. A linha abri
circulacao no dia 5.
Eis aqu alguns pontos mais importantes do re
gulamenlo approvado.
O mximo da velocidade ser de 13 kilmetros
por hora. A dumora no trajelo 2,10. horas. Os
bilhetes de 1.' classe custara 530 rs.; os de 3.'
40) rs, e os de idae volta 951 e 700 rs.
Os eruzamentos far-se-ho em Berallca e Ro
de Mouro. As cstacoes intermedias sao : Sete Ros,
Bemlica, Parcallnla, Ponte de Careugue, Queluz,
Cacem, Rio de Mouro e Ranhollas.
Hontem, domingo, ora immensa a concurrencia
de pavo beira da estrada para ver passar os
comboys de Cintra. Pareca um arraial. A nossa
gente do campo vai-se habituando a estas nuo-
vacoes e sauda-as com jubilo sincero.
Inauguraram-se as ob.as da construccao da se-
gunda seccao do caminho de ferro do Douro.
Fazem-se estudos do projectado cairinho de
ferro da Beira por parle da companhia dos cami-
nhos de ferro porluguezes (Lisboa ao Porto e
fronteira por El vas) e tambem por coula do banco
ultramarino.
O governo j tem os scu9 estudos quasi comple-
tos.
Estarao promptos para dezembro d'est annno.
Muito puuco ha que dzer quando na vspera
se tem respigado as noticias as mais importantes.
Urna me esqtieceu e de vulto, que foi a suspensao
de pagamento da casa de liarlos Krus 4 C. e da
de Cauchos Frres e de varias outras d'esta praca
em numero de quatro ou cinco. Parece, porin,
que os credores concedern! moratorias, e que se
provou que os valores em ser fra do paiz de
cada urna destas casas, excedem o seu passivo, o
que d lugar a esperar que dentro em pouco bao
de continuar as suas operacoes regularmente.
Por tres dias se nao fallavu aqu na praca d'outro
assumpto, porquanto a primeira destas casas re-
presenta urna veriadeira dynastia de honrados
banqueiros, cuja reputaco -lein sido das mais so-
lidas. No estrangeiro e sobreludo em Pars, a
casa Krus e a casa F. Chameo Jnior sao as
mais conhecidas talvez.
Cont nio fechar esta carta, sera pol os ao
facto do resultado da subscripcao publica iuiciada
pelo Sr. Eduardo Moser, do Porto, para sobre ella
fundar propostas ao governo portuguez que tenham
por m a consolidacao do toda a divida lluc-
luanle.
Em conformidade do programma publicado pelo
Sr. Moser, do Porto, e que adiante vai transcripto,
foi hontem (7) aberla a subscripcao em todos os
bancos do Porto e as liliaes do banco Lusitano e
Commercial de Braga ; em Braga o Guimarcs,
nos bancos dessas cdades ; em Vianna do Minbo,
no banco d'essa cidade; em Coimbra na agencia
dos bancos Mercautil e Lusitauo; eui Villa do
Conde, na agencia dos bancos, Mercantil, Lusitano
e Uniao; em Villa Real, no escriptorio do Sr. Ma-
noel Mendes Pereira; em Moucorvo no do Sr.
Antonio Caetano d'Oliveira; era J'ortalegre, no do
Sr. Francisco Rebello de Andrade; era Castello
Branco e Covilna, no escriptoro do Visoonde de
Mouro ; em Aveiro no do Sr. Augusto Piuheiro
Ihos; e em Lisboa no dos banqueiros Moura Bor-
ges & C.
Tenho envido mutas vendes acerca da concur-
rencia muito ou pouco limitada de subscriptores
portan s ultima hora podere dizer com mais
fundamento, o que me constar a este respeito.
Eis o programma:
1. Na proporcao da importancia das suas res-
pectivas assiguaturas, os Srs. subscriptores rece-
pero ttulos de divida fundada. Seu producto
ser applicado exclusivamente consolidado da
divida fluctuanle.
1" Estes ttulos serao noninatvos ou ano-
nymos. Seu valor nominal ser de 100000 cora
i-o n [.ou.- para a cobrauca de seus juros, de 2300
por semestre.
< 2." Os ttulos sera.) emittidos a 8000, e
amorlisados em 100 semestres consecutivos, pelo
seuvalor nominal sorle.
% 3. O primeiro coupou ter vencimento era
31 de dezembro de 1873 ; e nessa poca tambera
se contar o 1.* semestre para a amortisacao.
% 4. Estes ttulos kserao isenlos de qualqucr
imposto ou tributo.
a 2. O pagamento dos ttulos ser feito era
quatro preslacoes iguaes de 20|00 cada urna.
A primeira, logo que for exigida depois da rali-
Acacio do contrato; e as Ires subsequentes a dous,
quatro e seis mezes, pudendo o governo exigir
que, pela importancia das tres ultimas preslaeijes,
os subscriptores aceilem lettrjs sua ordem. a
vencor nos referidos prasos.
I.4 Estas prestaedes, ou parte dellas, pode-
rao ser antecipadas e pagas a dinheiro, abonndo-
se pel adiantamento juros razao de 7 por cento
ao anno.
2." No pagamento das preslacoes sero rece-
bidos como dinheiro corrente.
t (a) O coupon do 1. de Janeiro do 1874 da
divida consolidada nacional interna ; e o da exter-
na a razode 4J100 por cada libra esterlina.
(b) As letras do thesouro publico com abati-
menlo de juro de 7 por cento, pelo lempo que fal-
tar para o seu vencimento.
3. Para garanta do capital mutuado, seus
juros e amortisacao, o governo de S. M. F. far de-
positar no banco de Portugal (ou outro de sua e9-
colha) 30i i OJO de nscripco de coupon, por cada
titulo de divida fundada emtldo.
t 4." Estas inscripcoes poderan ser retiradas-
e cancelladas, a medida, e no proporcao da amor-
tisacao que successivamente se far.
da I.' prestaco.
1' O deposito de que trata o artigo antece-
dente poder ser substituido por:
< I.4 Inscripcoes.
i 2.' Leltras do thesouro.
t 3." Obrigacoes prediaes.
i 4." Acges de bancos constituidos.
o. Obrigacoes dos caminho de ferro, ou
Otilios valores liduciarios, que tomados ao valor
do mercado, represenietn a raesmiv ou uuior
quantia.
< 3." Se a proposta nao for aceita pelo governo,
estes depsitos sero inmediatamente restituidos.
< 4.' As subscrip.-os sero datadas e numera-
da.-..
5.' No caso dehaver excedeute, obser rar-se-
bo as seguimos rtigras:
i l. Os Srs. subscriptores, que nos primeiros
tres dias da abertura da subscripcao declararein
querer n'ella inve ter Iettras du tUesouro nao lca-
ro sujeiiu- corte. A declarago de -iiiverso,
era data posterior, nao aproveitar pira esse lim.
< 2.* Na dala que se der o excedente que ser
feito o rateio, a que nao licarao sujeilas as suo-
scripcoos de 400000 ou meaos.
a 3." .Sei au disprezadasj todas as subscripc&M
de dala posterior aquella do dia em .pie so elfec-
tuar o rateio.
6." A's subscriprtfes que ficarein excluiLis
ser inmediatamente restituido o deposito ; assim
como aquellas, era que ..ouver corte, na propor-
cao d'ellu, se o deposito for Iraccionavel.
7.* Ruserva-se ao abaixo a-signado o direito de
sustar a subscripcao instalaueamoute, logo que o
julgue necessario uu conveniente >
Com a epigraphe deremissao da divida fluc-
tuara, o Commercio do Porto de domingo, 6 do cor-
rente, escreveu o seguinte :
Como u>e|areciinento da operacao propost.i pelo
Sr. Eduardo Moser para a remissao da divida 11 ac-
tuante, e da qual demos noticia lia alguns dias, o
mesmo senlior publi mu urna circular, da qual ex
tractamos o seguinte :
Por lei o titulo da divida publica isenlo de
tributos. E'elle que deve representar a inversa
da divida fluctuanle. Seu typ i uniforme do 100,
com 5 de juros mas sendo emittido a 80 por
cento, resulta ao seu possuidor um interesse au-
nuai de 3/*8 por cento por semestre, uu 6 1/4 por
anuo ; mas ha prazos concedidos para o paga-
mento das quatro prestaron em que se subdiviJe
a 20 cada k, cajo termo medio, nao pode ser in
ferior a 3 mezes e meio a 7 por conio, correspon-
der esse abalinieiitoa l6J', licando portanto re-
duzido o cusi do titulo a 783o5, e o seu juro
elevado a 6 II por cento.
Se porem o tomador pagar com coupons que
- vence,n em .'H de ile/.embro de 137J, gaiiliar
alm do descont, o juro de 6 mezes ou 8 1/2 por
cento o que anda reduzir o custo a 751620 e
elevar o juro 6 3/5 por cento, independenloinente
do premio da amortisacao que de 2 i pjr cento
.-obre 80i, de 25 1/2 por emito sobre 7S33, e
de 6 p >r cento sobre 75 ti 0.
i Agora preciso demonstrarse qual s r o
juro real em rela.ij ao desembolso, as difiran-
les hypolheses de pagamento.
A amortisacao Je 231/2 ris p>r semestre.
Em rel.'H'o ao liesembolco de 7835, resulla dol-
a um beneficio animal de 0,3901 por cont, que
junto a 6,833 igual a um juro de 6.92U por cen-
to e de 7,2123 era relacao a 73620 que do 6 3/3
6,6 ina- 6,123 -72I23|000) por cento ou mais de
4|5 per cento.
Com relacao a esta ope.acao tenlio-me espraia-
do, porque dos duas urna ; ou islo. apenas uin
pcnsainento, alias honesto de Sr. E. Moser, sera ac-
cordo previo com o governo (como milita gente
er mesmo tus mais altas regios di nossa finan-
Sa,) ou o Sr. Moser tomou esta iniciativa de accor-
o com o governo, para no caso de mo xito, li-
car sempre 0 governo a salvo e nao fazer fiasco.
Se a idea viuga, ahtemos a remissao da divi-
da fluctuanle, superior talvez a 18 mil contos effec-
tuada por subscripcao nacional, o que ser muito
patritico, e anda que pouco ecoiiomco e menos
consenlaueo aos lins para que foram creados os
bancos.
Mais tarde, e nao muito longe, a industria, a
agricultura u o pequeo commercio quera bao de
vir a senti-!o, porque nao se levantar impune-
mente quatro ou cinco milhoes esterlinos em um
paiz como Portugal, sem que as industrias lhe sin-
tatn os resoltados, etnbora se diga que neste mo-
mento superabundara os capitaes e o numerario
em Portugal.
Se a idea do Sr. Moser nio produz os desejados
effeitos e a subscripcao nao coberta apezar de
todas as reclamaqes e circulares, ter o governo
que recorrer, dentro das autorisaces legaes de
que nao lera feito aso ha seis annos, aos capitalis-
tas eslrangeiros que neste momento lhe oflerecein
a consolidacao da divida Quctuante a 7 por reato
sem mais encargo de especie alguraa.
O que cerlo ter a 2 do corrente o governo
respondido a um lelegramma que lhe foi dirigido
de Pars cora esta olTerta, que por ora nao careca
dos servaos liuanceiros que a casa proponente
lhe ol recia, o que d I 'do o lugar a acreditar que
seineHwnte adiainenlo apenas sgnificava o de-
sejo de espre.tar, por traz da .".orna, o effeiio dos
prograinmas e convites do Sr. Eduardo Moser aos
capitaes do paiz.
No meio de ludo isto me perguntaio os lei-
tores do Diario que feito da poltica em Portu-
gal t A poltica esliera a abertura das cmaras
legislativas para se manifestar, porque essa paixo
consuetudinaria tem entre nos ha inuilos annos
uns accessos peridicos, porm muito postigos e
arlliciaes.
A poltica nao a divisan sobremaneira fraccio-
nada de pequeas parcialidades ou facones pessoaes
editor de um diccionario, artigos para serena lidos, blica> que ab3orve pm gran(ifma parre dos
era imnto boa paz, no remanso do gabinete, ou rendimentos da nacao. sustonta om parasifrsmo
sub teumine f-igi de alguma vileegiatura das mais
rusticas e solitarias.
E por isso que o nosso pequenino mundo por-
tuguez se agila para 1er os programlas de Sr.
Moser e falta 8 das uas suspenses de pagamentos
de tres casas cotnmerciaes, que no lira de emita-,
apezar de relativamente importantes, estaara mui-
to longe de arralar na sua queda grandes inte-
rs-es I
E' por isto finalmente que a no-sa burguezia e
sobreludo o povinho, corre a f formar alas na es-
trada de Cintra, desde as portas de S. Sebaslio da
Pedreira at Bemlica, para ver passar, caberlos de
p, o> passageiros a tmwisla- quo se aventurar.mi
a eslrear os irens d > systema Larmanjat, na mais
galhofeira digmsso que se pode phantasiar.
intil e torna impossiveis todos os melhora-
mentos.
XXII.-Queremos a axilneco decorpo diplo-
mtico, substituido por cnsules, e ontte fr neces-
sario, per simples encarregados de negocios; e a
abolirn do carcter de representado nos finir-
roes publicas, considerando o servido deemprega-
do publii o como qualquer ostro trabalho, sujeito
norma coinmum dos salarios.
XXIII. Por consegrante, queremos extrac-
ci das jubilaces, Ir reos, reformas, aposentacoes
e |>ensoes aos em pregados pblicos ou suas fami-
lias, vislo que a le do trabalho diz que se deve s-
raente pagar quelle que e exeree.
XXIV.-Qucrpraoi a desaccuiuulacao dos car-
gos pblicos, de modo que nao succeda, como bo-
Antes, porm, de passar adiante, perimUa-nos a je, exercer m individuo vario, cargos, pelos quaes
irle mais pacata e monarchica dos nossos Ieilo- perCebe grossos ordenados, nao f alhando geral-
nenie era mais de um.
XXV.Queremos a instruceo o'Ilcal com-
pletamente gratuita nos seus tres ramos : prima-
rio, secundario e superior, alim de que o lilho do
povo, que nao tem ineios para pagar propinas- e
I obter os elementos do ertsino, possa tambera ter
entrada nos eslabeleciinenlos do ensino superior .
e queremos a abolicao dos graos premios e dis-
! tinc.oes acadmicas", para que lodos se achem em
igualdade de circunstancias iterante o publico, ni-
co juiz capaz de apreciar iniparcialmenle e premiar
o merecimento de cada um.
I t XXVI.-Queremos a exl'.ncco dos subsidios
aos thealros, carreiras de paquetes, a eslabeleci-
montos de luxo scienttfco e artstico, como con-
res que lhe transcreva para a pii o programma do
centro republicano federal de Lisboa, segundo o
vejo escripti no primeiro numero da folha propa-
gandista, o Rebate. Dizque foi discutid) e appro-
vado as reunios que para esse lira se celebra-
rain :
'.Queremos a abolicao da monarchia ea
preclamaco da repblica democrtica e federal
portugueza.
II.A repblica democrtica e federal por-
tugueza ser constituida por estados autnomos,
cujo numero e limites sero Ixados ulteriormente;
e as cidade< de Lisboa e Porlo serao alternada-
mente as capitaes da federacao, por perodos de
dous annos.
III.-Queremos que nirepblica federal tenha servatoriu, academia das bellas artes'e real das
por base a independencia da parocina c do munici
po,sema tutellaadministrativa nem as nstiluicoes
por esta criadas, como governadores civis e admi-
nistradores de consellio, sendo a parocuia e mu-
nicipio completamente livres na gerencia de todos
os inleresses respectivos, como obra publicas, im-
postas, pnpriedades cotnniuns, escolas, polica, etc.
IV. Queremos que a repblica federal por-
tugueza garanta a todos os cidados de ambos os
sexos que a con>lituirem, os direitos radivduaes :
de pensar, direito d i fallar, direito de imprimir,
direito de reuno, direito do associaco, lireito oxercer qualquer funco
instruceo, direito ao trabalho, dreiio ao crdito XXVIH. Finalmente,
e direito uropriedade.
V. Queremos o suffragio universal para lo-
dos os membros da federacao portugueza, tanto do
sexo masculi w como do sexo femnuo, que tve-
rom completado dezoiti) annos.
VI. Queremos a inviolabilidade al>=olula do
domicilio e correspondencia.
VIL Queremos a abstenco cnnipleta da lei
em materia de casamento, considerando-se este
como um simples contrato entre o hornera e a inu-
Ihor, contrato livnneente consentido, licando lei
auenas a vigilancia para obrigar os contratantes
ao cumpritnento das condicoes a que se houvercm
sujeitado.
VIII. Queremos que a cada um assista o di-
reito de resistir s autoridades, tolas as vezes que
estas, no exercicio das suas funecoes, praticarem
abusos; e que qual pier cidado tenha o direito
de chamar peraule os tribunaes os funecionarios
ou funecionario publico, por crime de que os con-
siderar culpados.
u IX. -Queremos para todos ns cidados que te
sciencias. curso superior de leltras e outras seme-
Ihantes creacoes do estado muuarchico, aristocrti-
co e renlralisador.
XXVII. Queremos que o* estabelecimentos
induslriaes do estado, que sao meras rjnar/fes da
entralisaeao, como impren-a nacional, fabrica de^
plvora, dita de vidros da Marinha Grande, arse-
naes de marinha e do oercito, cordoaria nacional,
conventos, palacio^ e oulros edificios publisos ; as
matas nacionaes, como o pinhal de Leiria e ou-
tras, seja;n alienadas pelo estado, deixando este de-
induslrial.
queremos urna legisla-
cao protectora do trabalho das mulheres o das
creanras nas fabricas, lixando-se o numero mxi-
mo de horas que urnas e onlras deverein Iraba-
Ihar e determinando se a idade, antes da qual se-
r prohibido o trabalho das cijaneas.
m Approva Jo em segunda, leittira pela assem-
bla geral do centro republicano federal de Lis-
boa. Domingo, 22 de unho de 18730 secreta-
rio da sessio, Horacio Ferrari.
Ora, a este jornal e a este partido, o que Ibes
falta a perseguico. As ids extremas, sob um
rgimen de tanta e to amida tolerancia como o
nosso, nao vingain depressa.
O jornal apregoa-se pelas ras e pracas mais
concorridas, e o povo nio acode presttroso a de-
p)sitar o seu obulo.
Falta felizmente, o interesse dramtico do mys-
terio, do perigo, da urgencia, dos romproraetli-
me 'tos, das presigangas, das deportaces, dos con-
liscos e dos luzilatnentos com que Izabel II apres-
sou a ascenso da democracia na He hinde nas mios do povo o fruclo prohibido, mas
nham completado 18 Annos e estejam no gozo dos to?rde anda para "a sua debildade poltica, que
seus direitos civis e polticos, o direito de serein n;un tem podido saborear por ora, nem talvez o
eleitos e tomarem parte em cargos pblicos d' insiga digerir fio cedo.
deracao, estados, provioci is,. municipios c g com, fsm este nteresse ao Rebate, e s suas
chas da mes.na ; c para os qnaes cargos nao ^ ...outrinas, o nosso bom povo em lugar de pagar o
necessaria urna rapacidade scienlilica espciial, ^q y^^^ para 0 |tr> Va comprar uns doze e-
desgnada pelas les. 'gamis rom que se entreten! emquauto vai philo-
t X.Queremos a abolicao da prisio preven- soplando com o seu proverbial ripansc no que ,
liva para todos os suppostos crimiosas, excepto n) que foi, e no que ha de vir a ser este pobre
no caso de manifest flagrante delicio de assassi- maaii em qUC ,)e|0 mut0 madrugar se nao
nato. | ainanhece mais cedo.
rdades populares,.como juizes, escrvaes de fazen- XTem pa,t,. a |0rja nora qUt! 0 Sr. Fulano dos
da e judiciaes, recebedores, thesoureiros, adminis-.an gg r0 para cintra, que o Sr. Sicrano abalou
toderos, feita directamente pelo povo. p;,ra Kigueira, que a Sra. D. Beltrana vai viajar
XII.Q aeremos a eleie-o de urna cmara fe- com seu niarido' pela Europa, que o Sr. conselhei-
deral, na qual resida o poder sob.rano e central fl) puao da federacao portugueza, elela por suffrafio di- d-Austria, que o Sr. eommendador Joao de algu-
recto,cujos poderesdurom dous annos eque tena ma cousa f0 recebido com estrepitosos foguetes
a seu cargo : deitados pelos seus caseiros na sua aprazvel qpn-
a Estabelecer as relaces dpl. mticas com as ,a ,je va| e Cnrr;^t ao o Sr. baro disto faz
DacSea estrangeiras; | airaos boje, que a Sra. viscondessa de algures esta-
Contrahr allant-as com eflBM uacoes e fazer ; va ,je Cr je roi m a|e e sua meressanle so-
tratados de commercio ; brinha, que o nosso escriptor o Sr. A est tradu-
ce Superin^ender sobre os correios, telegraphos c zindo ou tenciona Iraduzir urna comedia, que o
eaminhas de ferro, fajando sparochias, municipios, nosso distincto gravador o Sr. B far rir muita
provincias e estados o direito de servirem-se d el- glnle qUando aeabar urna caricatura qno idou.
amortisar a divida pu-
les nara lins offleines;
or Pagar s juros e
blica ;
a Besolver os coaffictos que suigirem entre os
estados ou entre estes c a federacao ;
a Legislar sobre a unidade de pesos e medidas e
moda; .
Superintender sobre o exercito e marinha fe-
deral ;
u Organsar a dsfeza e azer a pa/.;
Nomear, remunerar e regulamentar os em-
pregados permanentes da federacao;
Velar pela seguranca interior e exterior da fe-
deracao ;
Fazer as le necessarias para flxar com-
petencia dos tribuaaes em todos os estados da fe-
deracao, sobre a base da justica gratuita, institui-
V* Para pagamenlodos juros e daamorlsa^o. cada urna das quaes nao lera elementos de governo
m" iugurou-se no dia I do eorrente a linha de
U*' ja a Cintra pelo systema Larraanjat, O ra-
sera dotada a junta do crdito publico com a
quantia de- 293i,5 por cada titulo de divida Can-
dada emittido, e por semestre.
3." Poder o governo, quando lhe coaver,
anlecipar os prazos da amortisacao; ou augmen-
tar a quantia para elia destinada, em virtude deste
contrato, guardando o preceito do $ 2. da condi-
cao 1.*
.* Pela importancia das prestaeoes o governo
passar recibos provisorios, qae sero re-sgatados
peso Ululo deftnilivo na occasio do psigainenio a
ultima preitacao.
t i. O subscriptor que deixar de pagar al-
guma prestaco no seu vencimento, ficar obriga-
do ao pagamento de juros fel demora ate 3 dias,
a 9 por eenlo ao anno.
2." Passados es tes. das de graca o subscrip-
tor perder a favor do| tUesouro publico as pros-
laces com que j tenna entrado.
t 7.* As subscripcoes sero de 100*000 nomi-
naos ou do seu mltiplo.
8*0 pagamento das preslacoes poder effec-
luar-se opcao dos subscriptores nas recebedorias
geracs das capitaes de dislricto, ou no thesouro
publico, fazendo elles disso declaraoao no acto da
subscripQio. Ta falta d'ella, entende-se que o
subscriptor as satisfar na recebedoria geral do
dislricto a que portenca a freguezia da sua resi-
dencia.
9 A subscripcao ser aberta simultnea-
mente nas localidades que brevemente seria en-
nunciadas no dia 7 do corrente.
CondicfiM da subtcnpcSo.
( i.* Os Srs. subscriptores cauciooarao as suas
tubscripodes pelo deposito de 4*000 por onda ti-
tulo, porque ser responsavel o ostabeleimento,
ou o agente aonde a subscripcao se fizer.
< % 1.a Esta quantia ser incluida n>-> pagamento
que o nosso distincto actor o Sr. X faa OU' fez o
seu beneficio, que e Sr. Y lhe foi levar no cama-
rim urna escova de unhas, o Sr. P um. ai da fcira
das Amoreiras, e o distincto esculptor B-, o seu
busto era gesso.
Enfeicha-se tudo isto debaixo da epigraphe
High Ufe -e toea a encher meio peridico; o resto
vai com charadas, adivinhacoes, logogriphos e
enigmas; a quarta pagina para os annuncios e
disse. E nao por nos escassearem. os boas es-
critores, mesmo dos aue no'd:lo pela alcunha de
dtstinctos, mas que toda a gente leria com desfas-
tio. A qeslao que rainguam. cnormementa os
assumptos.
A consequencia de tal caresta andarem os
localistas a tomar nota de quera faz annos, da cor
dos vestidos das senhoras, dos brindes que se fa-
senao por meio "de coalisdes ou alliancas mais os
menos heterogneas. A poltica mais do que
isso. Pobtica cbamarei en queiles vivas ao
Papa rei e os utios, vivas liberdade e es-
se tumultuar s portas da s, catbedral do
Porto, quanio tudo que ha de reaccionario na in
ticta cidade sabia de envolla com os Seis de boa
f e sinceros, do Te-Dntm em accao de gracas ptlo
27* anniversario da enthronisaco do Suramo
Ponlilice.
Poltica a que inspira os liberaes do Li-ba e
outras localidades a celebraren! com pompa o
dia 24 de julho, 44> anniversario da entrada do
Duquo da Terceira, entao conde de Villa Flor, era
Lisboa, depois de ter batido om Almadie Gacilhas
o famigerado caudilho mguelsta Teles lordao.
Poltica aaaimeote a que dicta e dirige a penna
dos redactores anonymos do Rebate, fola federal
republicana, de que teera a^parecido ora Lisboa 2
nmeros neslea ltimos das.
Poltica a que tem dictado una serie desuecu-
lentos artigos no Jornoi da Koite a um dos nossos
mais esclarecidos jornalistas, sobre as cxcellenctas
da aaonarchia representativa, pondo em relevo as
fragilidades e desvarios a que tem dado lugar as
tentativas republicanas entre os povos da antigo
continente, habituados desde seculos tutella mo-
narobica.
Dgase porm, a verdade, que isto se vai tratan-
da e discuundo por c no estylo mais doutrnario
e pachorrento que se pode imaginar.
V-se por entre aquelles periodos e redactor
Moaarchista ou repubheano, acceoei vagarosa
mente 0 seu charuto, ea vaquear um pedaco com al-
gum intimo, tornar a molhar a penna com aquella
pausa de quem nao ouve nem talvez ouvio, a ru-
gir du barricadas. Sao artigos escriptos como te
pox elles estivessera esperando o wa>* flcugioaUco
cao do jury para todos e-s processns civis, criini-1 zem aoii actores, das ten^es que cada um faz de
naes e correejionaes, jury eleito pelo pavo, assim ga|,r ^ easa e r es^irecsr o seu pedaco, mas
como os juizes; geni a guizalhada do annunoo, sera a matraca do
Fixarapoca das suas reunioe* e duracao noii^arioa fazer chegar a visinhanca janellapa-
das sessoes legislativas. ra o ver sabir pela manh. do feltro derrubado e
t XIII. Queremos que o governo central, ou ^^^ ,je noale na ljD0ja como ^om se dirige para
conselho federal seja eleilo por esta cmara, po- 0 gaminho de ferro.
deudo-a elcko-racair sobre Quaesquer cidados, Antes assim, meus amigos, e seno, os nossos
elegiveis. e ilevendo renovar-se cada sessilo legis- ^^0 hespanhiiesjque o digam, ou que no-lo ve-
lativa ; nao sendo assim o poder execativo mais I Bnam c ^lT^ ^^ bastantes tem feito a mala e
do que urna comnssao ou delegado do poder le-, ^^y a enchendo es nossos hoteis, fartissimos de
gislaliyo. A -- -i- "atados, (io|,.a i'.mlim. d'usna existencia ano
XIV.Queremos que eada uradosest
as delicias, emfim d'uua existencia anormal"
No da 3 fbr'ara pela barra fra para Cabo
Verde enmprir, degredo D. Miguel d'Almada e Lon-
castre, da aoblissima familia (Souto de El-Jtei) e o
seu cumplico Manoel Estevo Rodrigues (o arti-
provineias, municipios e parochias, omque se divi-
dir a feieracao portugueza, tenha a sua camasa de
eleicao directa e o conselho. ou governo respectivo,
eleito pela mesma cmara.
ce XV. Queremos o mandato unperali.va para |ttro\
todos os deputados e a representacao das mino-.
rias em todas as assemblis e corpos legiila- Pactip no domingo urna ccmuussao legitirais-
tivos. la para assistir em Allemanha ao casamento de
X'-1. -Queremos que todos os cargos pro ve-, urna das flilias do fallecido inaoja D- Miguel de
nieates de eleiclo, sejam revogaveis por contra- j Brag.au?-
voiacSo dos eleitores. Ainda se acham preso3 o ex-sargenlos im-
XVII.Assim como queremos a abolicao da pheados no processo da rexola J dirigram dous
monarchia e da monarcha, nioquareraos presiden- j mpmoriaes a Sra D. Mari) Pia, esposa de el-rei
leda federacao, nem presidente do governo, nem.,D Luiz. Mas, parace-que o iiiinisleno nao est*
da cmara; elegendo estas, todas as vezes que so \ agora volt.iJn para a amuistia.
reunirem, por acclamacoou escrutinio, um qual- Fallase emquo algumas .ombmacos^djj)|>-
quer dos seus membros para dirigir os trabamos
da sesso.
XVIII. Queremos abolicao de todos os ira-
maticas se tem feito nara realisar-so urna inierreo-
cao oslrangeiva ua Hespanh. 9 assegura-se que
i a viuda a Lisboa, do Sr. Mandos Leal, qosso mi-
postos actuaes e a sua substiluicao por um Imposto nislro era Madrid, tem relacao cora este accordo.
nico, proporcional, sobre a renda I Quer-se tambera explicar por eide modo a rapide
XIX.-Queremos a separao cmplela da sahida da nossa corveta Ifantt O. Henrique, Jd
igreja e do'estado, de modo que cada cidado pa-'. as agaas de Cdiz.
gue e siga o culto que a sua oonscienca lhe Falleceu antes de hontem era Lisboa, o con-
aconselhar, sendo completamente banido das os- se^b.etro uo Jos Pereira Basto, de urna lesio no
colas ofBciaes dos estados a ensino de qualque* coracio. Foi coronel de um dos extractos bala-
religio. i lhes do oommeroio, presidoute da cmara muai-
XX.-Queremos a abolicao do exercitu per- ioipal de Lisboa, e tbesoureiro da sania casa da
manate, que urna foate de osgoto de odas as misericordia. Adornavam-lhe o peilo diversas eon-
for9s vivas _da naci, um loco permjaente de decoraedes. A sua familia achava-se apareara
desraoralisaco e um perigo constante pr.ra a lber- com a lamilla Bessoni.
dade. Prooede-se- a um Inquerito relativo aos jconte-
i XXl.-9*ereinosex.iraocaQ da divjda uu- cimentos que ttveram lugar je Porto, e de qu
C
}
*.
i
....


cfc! (l 11.10 i L\'A'\UiM4e Pernambuco y- Sexta feira 25 de Julho de 1873. Hi| <>a;
//,
*i^*""* -------------- ------=------------------ ------=----------- ------------------------------------''-----" ------------------------- ~
Ihet fall na mraha ultima, Km quanto, eUp ji-i Knoerfadn*. dlicitsan;e ^U4/|l^e|%^a^rdo neste nomo.
rar uritdsvAtfJJI rcjneclivo commissario geraf e approvaifa o paisa o orcamento a S1*M T Sui no prazo de quuuc d.a%n0 concede q srjL
disida *^W ... USs. J. i'.)nBK\.i)S.\n.*4Jj)l>eaQ disj.icn.sa de in | i-lU-^pW d*^fi#Jii:'r;o fc 1837, fto iftSdf
Illma ivndicanci*9eufaior tamln^m asso- tersticio d.i projecto n. oi deste anno foreatnento ajjht ast o/U .. ip> se na> e-|
vincialK aflu de qife seja nad pata !i drdm liliJfflerSijSiaWiftjVr nslnud o nafmado
lma syndieanci* se U fazer tarrpVm a. asso-
ccao tatkolica dA>fj1fcPara ?e reconhecer se
a se Irans a do^
Julgo ter-lhes dito isto na mioha de hontem
No da 6 do corronieiprrto Para H*** '*'
nhoeira de guerra Te/^Foil* estimando do
t lente da ariiuda,rt>l o M'WF'do Cnbral,
Os novo dos AcH Kf^BUPm OllWia-
ntente ao govemo ron** os '- Imposto. \ a-
ras conurtlssoes se jflHfrainaHp><>nd i urna que
en casa do {inverna** civil de l'uiita Delgada,
eeboroua representar d.-.slinida a s.ibif ao po-
d>r cutral. Tedas aanto|4**des tem tomad)
preeauQdes tenanles a vitafie o d^eentcnt i-
menta prodiuifi passanse O limites da, ordem
I nidiamente ludo serenou, porque o gflveTno tran-
>> n nante firma e poca d t pagamento
Completen n fcii i Sra. infante D. Isabel Mara, hsi passando o
\eriu^ai&leais oo palacio do duque do i-oi
Vai abrirse novo voncurso para a eseolha de
-productos onhetiidfl! coin o neme de melantes tquipage, quo.poss&ui ser adopt?dp para o torne-
intento dos navios de estado. As amostras apre
litadas no concurso que ultimamoute se abri,
nio saiisfizcram.o jury Mineado para as exn-
ninar.
Em tempo noticei a sa- ida apressada do va per
kiespatihol .Ww/7/o, alim de poder entrar era La-
lia Hrre da persejiiicaa que I be laziaia pelo ahal-.
roaineato da galera infleza Nortfbtt. Fots ins-
taurando-se processo contra o capitn por infrin-
pfr os regtimentos Iscaes e desobedecer as inti-
macocs do encarregado di oslo fiscal ile Relem,
o director da alfandega pronuncien a sentenea
conaViiinando o capitAo na multa c. 2fW. indo-
liendento do direito de tonelagem o>i outeos a que
o navio possa ester snjeifo.
O 8r. Eugenio Qnrot, mpressor belga, que ha
f*mpos maudou faier urna grarne edicao do Li
tro *> aptntrlo para distribuir aos operarios por-
lujguees, imprimi agora e offerecen M commis-
sann de Portugal na exiiosi^io Je Vienna, o cata-
logo do productos da seccao portagaeaa,
MarAam eom incrivel rapide os estulos do
cammlio de Frro da Beira, compre endido entre
branles e raia, em onfortiRli'). J comeca-
lam os cstuftos da lerceiraseccao.
Terolaflir na direcc> telegraphica de Lisboa
o aconiei iKamenio do material telegrapliii-o. pa-
ra a estarsi i que se vai montar na illia da Madeia.
Heunio-se a asnemblea gcral da assoc ac.ao d >s
arcblectos civis de Lisboa, afim do Ihe serapre-
sontada e disentida a consulta qu" dove subir ao
faverno a re*pclto das antiguidadesexistentes em
roia (Setub il) e a que me refer na minha ulti-
ma correspondencia,
O arebitee'o Silva apresentou um relatorio acer-
ca d.is descobertas das constraccoes do celebre
tem,'lo de Diana rm Epheso.
E d. le- liesD.uiliola.s, actualmente deealiidas. Entre
qila o Sr. /. irrillu que tem visitado os principes
r.-ti!ii'leeimenlos e o Sr Eduardo Cb, mnilm
da f.i/.en la que fui do primeiro govemo republica-
no bes|ian!i'il.
Os guar las marnhns e aspirantes do navio-es-
cola pi i-siaiip, actualmente no Tejo, forain n'iun
-tlis proxiin is dias visitar o arsenal de inarinba e
a esc 'la naval de Lisb-.'ia. Ficaram satisfcitos da
vasti lio d is d -pasitos o da preciosa colleceao de
in idelos. II >nr ira-n sohre inaneira os estabeleci-
montos poitogucr.es.
Inaugurarain se os tratadnos da coustrucciio do
arainho de ferro do Donro, a partir do entrn-
ca-nenti no caminho de ferro do Mioho em S
Loirep-o d As'ivs. Os traballios eom?raram si
miiltaneamente em Paredes e Vallongo ; comer-
rao brevemente enilVnaliel.
A c ininanrMa real loa envinaos de ferro por-
!Ul'oex 's ne.li'i) io g iverno licenea para proceder
-a nm reeonhecimento para o caminho de ferro da
Beira, partindo de Coimbra ou da fainada, para
nm ponto da fronteira.
Vae ser em breve approvado o projecto da cons-
trueca) da penitenciaria de Lisboa e decretada a
cxpropriaeao do terreno destinado para tal edili-
cacto. Em lempos dei neste BO-sflM lugar urna
succiuta deseripcao do edificio. Entretanto direi :
o edificio ten un carpo central onde est a ca
pella que serve tambein de escola. A esta parte
corresponde o vestbulo e os dous pavimentos des-
tinados a residencia do director e do capelkvi.
Partem i galeras do corpo central, cada urna em
dircc'.-.l) de u:n ponto cardeal; ao lado das qnaes
correui eellnlas dispostas em alas, em dilTerentes
pavimentos, tos dous pavim mos contam se 319
ccllulas. O ospaco de 42 eellnlas destinado para
enfermaras, navendo inas 2 eellnlas duplas pa-
ra e i-tig i e 7 para detencao. A penitenciaria tem
dous e-oacos retaagnlarea destinados para pas-
seios e ir-s eirculare para o sesmo lim. Taes
ias-i"n; na i i-it.-.s de modo que podein andar ktl
'-. i- dad .mente 112 presos, nao sendo
pro vi
do da veguinte.
Consultada a caa, vola pala dispensa reque-
rida.
ERira em 3' dsijussio o projecto n. o\ desle
anno com urna eraeml*.
Encerrada a diseussao e posto a votos, appro-
rada, passando comoiisaAu de redaccao.
nica dlscussi do projecto n. 114 fpolnras d^
cmara) e e approvado.
Entra em 3" diseussao a projecto n. SI deste an-
no, que autorlsa o presidente da provincia a fazer
as alioraoes no contrato para transporte fle caf-
emen-
PP
pte
Uaiabedoria
1-0 pro-
mri Hacinar) 4a
nes verdes. E' approvado.
V d>cnsso do orcamento municipal.
Vfea mesa e <5o apoiadar; as se^dtllw
das :
Ao art. 2.-Accrescente-se Scatdo levado a
2003 o ordenado do li*cal de S. Loueneo de Te-
jucupapo, do municipio de Goyanna. -Cois Caval-
ante.*
t Ao art 29 30. Em vee de 40 rs., dgase
400 rs, sendo someute na cidade do Recife. Fi-
gurira.
Supprima-se o| II do art. 2S.Ai-im/o.
i Artigo additivoPica a cmara mpnicipM de
Iguarassd autorisadaa pagar tudo qnanlo dte at
o presente, de cusas iudiciaes, e a exceder, se im-
preciso, a verba votada parajonstruceAo do emi-
ten publico da villa. Amar A
t Art. 2* % *Ao fiscal do Poco m?is 40*000
por mez pava cavalgadura. Joaquim e Mello
Reg.
u Aoart 2 S 4*, inclusive a quantia de 45*900
a Prancdino Olvmpo Pereica de Oliveira, esen
vio da subdelegacta de S. Kr. Pelro Gon;alves. -
.1. de ATiiuja.it
Artigo additiro.Fica a cmara municipal de
(tambe antorsada a pagar tudo quante devo, at o
preseae. de costas j'ndiciaes, ao escrivio Araujo
Lima. Git'rdrs fondim.n
% additiro o art. 25.Ordenad ao advogado
50O.-nuerles Gondim.
Artigo addtivo.Fca a cmara municipal de
llamn ..rrtorisada a despender at a importancia
tic 6001 com es reparos da casa em que funecio-
na. Guedes G ndim.n
A' emenda apre-cntada ao art. 8o 12ac,
crescente-se e ao OIcial dd jastica Audrade Li
na. Pinta Jiinhr.n
a Ao art. S S 3.Em lugar de 40, diga-se
SOU.M. dit Silva.
Additivo. Fica a cmara municipal da Es
ca la aut irisada a cobrar pedagio as esiradas de
rndagem de seu municipio, applicando exclusiva
mente conservacin dolas o producto do mesmo
pedagio. -M. da Silva.
Fica a cmara municipal de Serinhaem auto-
risada a despender as sobras de sua receita em
qnatqnrr olini de utllidade do municipio.M. da
Silva.
Eoienda adlitiva a emenda de n. 27.Ex
cluidas as estradas provinciaes. Araujo.
O Sn. J. Corrki\ de Aiiaijj > justifica a emenda
que mandn mesa.
O Su. Mkm.o Rsw pede a relira la da emenda
que apresentou.
Consult ola a casa, concedida.
0 Sn. Mauocks d\ Silva justifica a emenda que
apresentou.
O Sn. /. C. dr A na no fa2 breves eonsideracoes
sobre o additivo de-n. 27 e manda mesa urna
emenda auditiva ao addtivo.
Encerrada a diseussao o projecto posto a vo
los e approvado, lietfl como as emendas sob ns.
Iti. 18, 19, 21, 22, 23, 24, 23, 27, 28 o 29. Sendo
retirada a ped lo a de n 20 e rejeitadas as de ns.
17 e S6.
Entra em 1* disenssao o projeeti n. 74 deste
auno, e doha-se de votar por falta de numero.
O Sn. Phk.sidi-nte designa a ordem do dia e le-
vanta a sessao.
er.nos do art. 4. do mesmo aun est condemnado a soffrar
lentoj^ieTdrejpipatiWTcam tutucal.
ml'
i!3
oce,
os ei
m.s ilo que um guarda em cada um para
giar.
J e laffecto junta consultiva de obras pa-
llucas e minas o proiecH do quebra-mar thtenian-
te que b i de servir de abrigo aos navios que esti-
vereni descarga junto as pjntes-ces da alfau-
di'la de Lisboa.
E>t concluido o projecto da estaco principal
:jue vae consiniir-se no Porto e que devesercom-
Bium ars caniiuhos de ferro do norte, Minlio e
Do no. Entim ja na respectiva coinmissio de
censura.
E' inangurada cim grandes festas no dia 12 do
corrente a ponte da Portella sobre o Moidego,
destinada a servir nova estrada de '"oimbra
Beira Alta. E' urna construeco elegante e bem
feta. Atravessa o rio n'um dos pontos mais pit-
loreseoi e admiraveis do extenso rio. O leito
de madeira, assenta sohre travessas de ferro que
por seu turno asentan em ps direitos de cania-
ria.
L.
REVISTA DIARIA.
Recurso ora.Damos em seguida a
peticao de recurso aurojoatada pelo Exm. Sr. ies-
eubargalor procurador da coroi e soberana na
eional, na qnest-i de nter Ucea i das igrejas e ir
mand ides, a re-pista do Exm." e IWin. Sr. bspo
diocesano, e a decisio dada pelo Eim. Sr. com-
mendador presiden da provincia
Semiioh! -A' V. M. I. re orre o procurador
da cora e soberana nacional, d i pastoral do Exm.
Sr. hispo da dioeess deOiiula, datada de 2 do cor-
rente mez e anno.
E' o reeirrenle, Seahor, obrgado a dar este
passo, em wn do offlcio do Exm. Sr. presidente
da provincia, de 8 tamltuin do mesmo mez e anno,
e por forra da obrigaejio que Ihe impoe a lei.
Consiste a materia do recurso no que vai ex-
pr :
t 0 Exm. Sr. hispo, D. tr. Vital Mara Gonijal
prec^a'VS de Oliveira, no exercicio de sua misso espiri-
|J
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSAO 0RDI.N4R1 A EM 30 DE MAIO.
PRES1DFNCU DO SH. F8RRE1KA DB AOUIAR.
Ao mel dia feta a chamada e achando-se pre-
sentes os Srs. Vieira de Araujo, Antonio do Arau-
jo, freir Gamero, Barros Wandorley, Joaquim
de Araujo, Gnedes Gondim, Goet Cavalcante, l.a-
cerda. Mello Reg, FigueiKia, Toleoiino de Carva-
Iho, Firmino de .\ovaes, Pinto Jnior, Oambom,
Pernambuco Filli, Gomes Prente. Goncalves Fer-
reira, Ferreira de Aguiar, Olympio Marques, La-
menha Lin, Oliveira Fonceca, Oliveira Andradc,
Amorim Salgado, Ratis e Silva, Tito de Barros, Al-
varo rboa e Amaral, abre-se a seesan.
E' lida e approvad. a acia da anterior.
O Sn. !. SecRETAnio l a redaccao do projecto
n. 23 do corrente anno, que approvado.
ORDEM DO DA.
O Sn. Prkside.vte declara que tendo si 1 reque-
rida a urgencia da diseussao do projecto n. 6 deste
anno, suhmetlia o diseussao.
Procedida a votacao do projeco com seus suhs-
titoiivos, loi approvado o segando substitutivo of-
ierecido, llcando prejndicadd O primeiro.
Entra era diseussao o art. 35 do orcamento
prpvinci.il.
Vio it'nesa e sao anotados os seguimos
i< Additivo s disposi?5es permanentes.Fica
reveg-'da a ultima parte do | I* do art. 22 da lei
n. SH de IR de juaho de Ie4l, que limita o va-
lor das parte de leterlae.'Spnfatwt Ferrtira.
Additivo.-O artigo 46 da lei n. 963 e as leis
a que elle se refere sero executadas pelo modo
que ao prsidente da provincia parecer mais con-
venleate para produzirem os devidos effeitos sem
o vexame e atropello dos nteressados, perdendo
at dispensar a repartido ofiQcial e umbem a ins-
peepao mesmo facultativa e sendo adoptadas todas
as providencias liscaes para a vcrileEco neeessa-
ria boa arrecadaao da renda, e o peso feito em
pontos certas nos bairros do Becife e Santo Anto
nioounos arraazens partcnlares, oa as entra-
das da cidade, como for melho/ boa regularida
de do servfco, com tanto que o peso nnnea fique
retardado de ara dia para eutru. Joo Vieira.
fafs e Stva. -Padre Tito.
O Su. viemA bb Aj(mo manifesta-se contra a
idea do nobre arador /roo o preeedeu na tri-
buna.
Encerrada a diseussao e posta"* TWfil -arttao '
pprorado, berV rm* t- eW*ttd**.
rmfnltaiTa a ca, e cafieedMa referida *r-
irttada.
Tai a mesa e apoMasegflinte mteda :
1*1 3*i" nrt- ^"** OT^fteWW-Wira rpa-
'tWm?*&!!tlm M:^-w0-W> **/, portaoto, precis tmste MCnrs alma-
tj su. mbllo Reno pede a retirada da emenda dar em desnVolTimnto "
que acaba de apresentar, qne ihe concedMo
Xai a mesa e apola sea seguime cm'onda
- Hunpnma-o o g 3* o m.fS>
e Jes.le que tomou posse do seu elevado car
.ittcou actos que levaulavam queixas de parta
A. .-uas ovelhas, e encentraram opposi^ao c des-
obediencia principalmente as irmandades s quaes
elle.s se dirigiain c applicaram. Urna destas roan
dados recorreu a V. M. I. do grvame que soffri i,
e, sendo a sua causa idntica a de todas as oulras,
V. M. I. dignou-se dar provimento, fuudado no pa
recer do conselho de estado, que em geral appla-
cou todas as queixas e resguardou todos os direi-
t --s que tinham sido offendidos..
Este provimento de V. M. I. nao teve arada
ctimprimento da parte do recorrido. Nao consia
olllcl lmente, nem pela imprensa nem por oulro
qualquer meio, qual o procedimento do Exm. Sn
bispo a respeto da suprema decisio. V. M. I. ha-
via concedido o prazo de um mez para que o pro-
vimento fosse cumprido. ce.ssando os effeitos do
acto, de qne a irmandade recorreu, e como se nao
houvosse existido.
Antes de fin lar esse prazo, o silencio do Exm
Sr. bispo, foi interrompido por um acto seu, qual
a citada pastoial de 2 do mez corrente, em que S
Exc declara que, no mesmo da, ni iiiesraa hora
e no mesmo instante em que Ihe chegava s maos
a ordem de Cesar, recebia igualmente a palavra
confortadora de Pedro.
o Na expresso confarladora est a expficacao
daqnelle prenotado silencio. Consiste a palavra
confortadora as letlras apostlicos do sumroo
pontfice Po IX, datadas de 29 de maie de 1873, e
as quaes S. Exc nserio em sua pastoral sob 0 ti-
tulo de breve, sendo o lim da lita pastoral dar pu-
blicidade ao acto do venerando papa, p ira que
surta lodos os effeitos como se fosse urna Jei deste
imperio. O Exm. Sr. bspo, publicando o acto de
um poder e;tranho, ordena aos parochns que
Mam na eslacao da missa conventual e depois o
registrem. O procedimento de S. Exc. o Sr. bisno
D. Vital nm novo desaccordo com as leis brasi-
leras. S. Exc. ncorre no art. o decreto
n. 1,911 de 28 de marco de 1857, por usurpar ja-
risdiccdo e poder temporal.
Senhor Toda a jurisdiccao limitada ao
territorio, e a jurisdiccao espiritual de hu bis
po brasileiro nio pode ser exereida na- diocese que
Ihe marcada, sem o consentmeato de V. I
Dous factos principaes sao indinpensaveis para
que appareca este eonsentmento : primeiro a no
meaco do hispo por V. M. I, e segundo o bene-
plcito, art. 102 | 2 e 14 da constituicao.
O beneplcito indispensavel para a posu
exercieio daqoella nomeaeo, e para todas as leis
que se nao oppozerem constituicao, citado arti
go e .
Ha, portante, usurpacJo de jurisdiccao e da
poder temporal, todas as veres que qualquer aato-
ridade espiritual, no Brasil, der pnb/icidad e exe
cucao obrigatoria no dstricto de sua Jarisdieco
aos aclos e eonaituicoes ecclesiasticas sem o beue-
plcito de V. M. ou da asemtila geral.
O breve, que se refere o Exm. Sr. tispo, foi
publicado no peridico Unido n. 80 de 2 do pre-
citado mez de ju'.ho corrente; cnntm disposcao
geral, e portante a ralla que eommette S. Bxc.
Umbem para com o poder legislativo.
Nao sirva de contesta :So a este recurso, o re-
gimen da legislacao crimina"! sobre a raspousab-
lidade das publicae^es para direr-se que antes,(te
ser etum do jttizo o peridico U/iim?, e exhibi-
do o authographo ou obngacao eseripta, po s
sabe quera o antor da pastoral. A notoriedade
publica tan extensa, que nao. pode havar .duvida
sobre esta imputaco. O Tacto, irm, (cjae i se
den em aigumas matrtzes) da leitnra da pastoral
peles paroehos vem nompronr a verdade.
tt Senhor! Com e?ae *r#t> esaa.pdMiac4
sem terfepfacite iddT. !H.t'S.*tc. n'^'tGo
parece renovar a qtlestse j decidida pelo prvi-
mi*mo Je" 12 de jmtho de Corrente anno, e.con-
trrHir cVimfacto (oa a doatrin dopareser 4a
seecao do conselho de estado, que corre IfiprBkw
por todo o Brasil.
- da questao de'direito : a
materia do ft?to 'bWtatrte el provada. O pe-
ridico twao, que vae junto, afflrma a exrstrtwa
da pastoral, etede rmprenM Si provlikia est
drt^V#''ekaSJvWcjKl,procc(le*>-8e as inqS'rt
? Assim, Senhor I Dgne-se V. M. i. acolher o
uesente rcnrs(
decreto, ellar o
as leis e aju "
de V. M. I.
arador Costa D ri'i.
Palacio dA.Soloda-.le, Mrde Jnlho de |ft73.
Illm. e Exin. St Tm a bqnra de fecufier o ottt-
cio de V. Exo5oin lata de l-'i do oerivote,- a.Mm-
pauhado do recurr intorpost i pelo desemba fia-
dor procurdr da cora, soberana e fawada na-
rsonar. ^^ ^^^
n Devolvendo o recurso, contorne V. Exc. sel
dignan peilfr-nta, no oflicte precitada, mano a hot-1
ra d%dizer a V.-.Exc. que na la techo a allegar em
efeza do nota episcopal^ que pratTruei em cinn-
primento de mens sagrados deveres, e sem saW
da esphera das rain tusar wbuioe*.Dous gaanle
a V. Exc. -Illm. Etm. r. aMiiuendador Dr.
Henrique Tfreira de Lucena, rauito digno presi-
dente daprovinca. -^-fr. YUat, bispo dioaesano.
Recebo o -presqnte recurso no effeto-suspen-
sivo, vistos os seu? jurdicos fundamentos, e man-
do que vga os re-pcctivos.treuiites Jegaes. Ex-
iriamjse copias para s'ercm eniTtcadas aos -Drs.
juiz do capellas e promotor publico da comarca,
para cu conherimento e rW oiiservancia.Pala-
cio da presidencia de Pernambuco, 21 ne julho de
187 l*resMio de l'n-anndo.-Por portara
da presidencia da provincia, de 23 do corrente, toi
Horneado o coronel honorario do ejten-ito Alexan-
dre de Barr s e Albu |uerque, para assumir nteii
menle o comijiando de presidio de Fernando de
Noronha, visto ter de seguir para acorte, era cum-
plimento d;is ordens imperiaes, o unente-coronel
Antonio de Campos Me lo.
Collectora provincial.-Por portara
da presidencia da provincia, de 23 do correte, foi
nomeado o bacharel Fraucisco de Paula CtfvaTeart
te Lacerda de Almeida, B?eal da collectoria provin-
cial do muncpio de Ignara su
l icslo i'eli^i teiii reeeheu o Rvm: c'oeg Joa Jos da Gusta Ri
beiro, vigario colado na freguezia de S. Jns desl
cidade, Mboacjlo di Exm. diocesano para que da
qnelle momento avante se considerasse suspenso
de todos os seus olHcios e. benficos.
S. Exc. Rvm. nao declarou os motivos de seu
acto, mas s.o de faeil supnosfco : que previo
que o conego Joao Jos da Costa" Ribeiro, sacerdo
te do christianismo e' nao do neu-catholijismo,
ha va de decidir se pelo lado da razao e da ver-
dade.
Cimmunieando o ;r. vigario de S. Jo- a occor
rencia ao Exm. Sr. presidente, aulorisou-o S. Exc.
a interpor immed.itainnle o competente recarso.
Sibre o iiicsliio ussumpto -Por occa
s.io de dar-se iioniera septtnra ao cadver de
Zeferrao Domingues Moreira, deu-se o seguinte in-
cidente :
Tomadas todas as orovideneias para o enterra-
menlo de Zeferirto Moreira, pagas todas as despe-
zas, inclusive os emolumentos do respectivo paro-
dio, este de larou posteriormente que o cadver
nao seria eiicom.wndailo por sacerdote algum, vis
to achar-se depositado na igreja do Espirito Santo,
urna das eiinpreh'ndidis pelo interdicto lan.-.ado
pelo diocsano ; negando assim obediencia s ul-
timas deciso.s do govern sobre a questao reli-
giosa.
Levado o fasto ao conheeiraento do Sr. presiden-
te da provincia, providencion inmediatamente-8
Exc, diriKndo ao adrainistrador do cemiterio pu-
Mico o olfleio que a'iaixo publicamos :
SecQio i.3Palacio da presid-ncia, 2V de u
Iho de 1873 Faca Vine, sentir ao capellao desse
cemiterio que pelo Dr. provedor de apellas M le-
vantado o interdicto imposto a aigumas igrejas e
irmandades desa capital em vrtude do deciso do
conselli.i de estado, mandado executar pelo aviso
do ministerio do imperio de 12 de junho prximo
lindo ; por consequen^ia, perante qualquer das
ditas irmandades, pode ter lugar a eneouniienda-
co de cadveres; devendo por tanto proceder
do corpo de Zeferino Rodrigues Moreira : no caso
do nio se prestar sso o referid i capel lio, cura
pre que Vine, me com.nuniquo immedatamenle.
Deus guarde a Vine. Henriqun Pereira de Lu-
cena. -Sr. administrador do cemiterio publico.
GoiMalho da s.'M'iI,;!< Propasr
llora ila Insti uecao Publica na Var-
zea.Para a eleiplo dos que. devem constituir
esse conselho hoje ( 2o do corrente) por volta das
't e mea at as 5 horas da larde, em etsl da resi
dencia do Sr. Hermenegildo do Reg Mnnteiro. no
engenho Bru, da poyoacao do Caxang, reunem-
se diversos associados, c para o supradito lim con
vi tara os domis moradores da Varzea, que, como
sooing, qneram concorrer a aquella eleicao.
Visita prcsidciirialiS. Exc o Sr.
n; i' ir' i "iriiTr
|ioflftr.rj)rTnT!la re*Cl?raraiiWi|ilii^a'*e.ssao Coinavera u Sr.
Pernambuco, assocando-
nado por qaasi loda a pop\iM^ w m rnecrara^ao ae q
hdividualniente, .i pqfow de dito- sitipv'u'c"Silva Virroca.
nraces, aproxima suiuv^ua vez do
io, que V. M. I. ooc.iHV^*Krt honra e
deste fliresceule i[npAM%Mi de iui-
'piarar do V. M. I. perdi para Qfct)ldado do 9.?
batalho de infantera de linha, Joi) Itayintindo,
A de morte
Upplli
m qu.
olIftlBlor;
iproce^, n
i- ionnif r
digno de a
Ruymundo,
Be seu s,in
hela Possuidn
. pre-
sidente da provincia visitn bontem os oifleina da
companhia Braynage da freguezia de S. Jos.
Jury. Est convotada para amanha a rea
nio da 4.' sosso do jury, no corrente anuo.
Uinliciro.0 vapor Cururtpe trouxe para :
Tasso tantas 1:87**'100
A^sfnho Ferreira da S. bflH 4 C. 900 OK)
Joao Fernandes Lopes SHOiOOO
Lyra 4 Vianna 5500O0
Dr. Joao da >ilva Ramos 323*370
Joao Bom 4 Silva 1404000
O vapor Cruzeiro do Su/ levou do nsssa
praea 61:350*910 para a do Cear.
Ctrvrla Paracas*.-Sahio hontem pela
manha para e sul do imperio, anm de proceder
sondagem do mar para a colloeacao do cabo sob
marmho.
Noeicdade pat rlotica Bozc de Se
tembro.- No da 30 do corrente, s horas do
costume, deve haver sessao ordmaria desta so-
ciedade.
Instituto Vr.li.-olo^.o c Geogra-
pliico.Reunise hontem. sob a presidencia do
Exm. Sr. conselheiro Muniz lavares e com assis-
tencia dos Drs. Aprigio Goimaraes, Soares de
Azevedo, Paula Sales, e dos Srs. tenente-coronel
Fras Villar, eapitio de fragata Stepple da Silva,
e majores Codiceira e Salvador Henrique,
B" lida e approvada a acta da antecedente.
O Sr secretario perpetuo menciona o seguinte
expediente :
Um oficio do I. secretario do Club Popular,
offertando ao instituto, para^ serem distribuidos
aos seus socios, cem exemptares do histrico da
sessio do mesmo Club de 22 de maio ultimo. -
mteirado, sendo recebida a offerta com agrado.
O mesmo Sr. secretario perpetuo d conta das
segurares otTertas :
Varios ns. do Diario tk Pernambtco, nelo con-
socio Dr. Figueira ; alguns ns. da Provincia,
Lbaro e Cuito s Letlras, pelas respectivas re-
daccoes :
Vem mesa e vai a imprimir o segomte ten-
an co:
Primeiro trimestreAbril a fmtm.
Recerti.
Joias de socios 304000
Subvenco 3004X) O
Saldo eontra a eaixa fM9*6
Despeza.
Expediente
Ordenado doamannense
Dito do porteiro
Saldo contra a caita em 3r de marco
57* 1Q
75OOil
04900
8014963
<^)Dtinda adiada a diseussao da proposta do Sr.
major Salvador Henrique, consigoando a idea de
representar o Instituto ao Bxm. presidente d
provincia sobre a diminuico do subsidio conce-
dido ao mesmo Irhtltato.
Entrando em diseussao a reforma do estatu-
ios, o Sr. Dr. Aprigio manda mesa a seguinte
rndicacSo, que approvada :
Indico que a proposta volte eommiaso de
revista, para que esta feeehendo eapreeisndo
quaesqur emendas de qualquer sociq, e refun
fllndo os additivo j spprovkdos, em ostras es-
soes, aprsente para a dscossao os eslatmes redi-
grdos de novo, pare o fim de serem disentidas as
emendas que mtrtnnun atmjra redacein. 8aka
Vem mesa e diyu^ido e anprovato um pa-
tewrd commisso de admisaao de soefo em
seguida eletos socios correspondentes os'ri <9m?
teeMSratl9"'* D,athll,(r **>*
*(*** deHhiBrienrma ^Mc
sa corportf4o irlrMn '4.*.
Setoort -A /ontt:adrtni
de Misericordia da- eM*d respeita* ventra a imperial re-
egou a cese infeliz a graca por
mas ao tiesto lemp>> que < un
le a supphcj^te exnnir-se de ce-
rque, as condijdes aetuaes, mai
ra.aa satorla o desgranado loto
percebe %ci'rem se, eamo goltaa
poucos instantes que na ampu-
ainda -e cynlaoi.
ote sentnwnto, a snppe'cante vem
desempenhar se de um dos mais imperiosos deve-
r83, o exerticio da caridade, que tem sobre, seus
hombros a pa institu.) de.que orgjfo. Jsae
intuito, a supplicante confiada na munificencia im-
perial resume a sua snppiiea nestes termos :
-ealim-, po*- aipor |p progsesso e a civilisacio
do uaao paiz, por-aiuar s granitos o innnmeraveis
glorias de vosso itrosperu reinado, ppr auior s
exemplan* tradicoes que deveis legar postnrida-
de, pnr amor a caridade tao reeoinmendala pelo
divino fundador de nossa lanta refiziS-a, intendei
sidire o infeliz Joajo Itayraundn o manto de vossa
imperial demencia, commutando a pena qne 1he
foi deiTrtada p r outra, medante a qual possa
talvez esse inei.iz rehabilitar se moralmente.
(i DigRaj-voa, SenupK 3~ouv1r estas supnlcas,
e de abrir o precioso cofre de vossa imperial mu
nficencia anda una vez, e esta vez em favor de
um dos muitos bravos, nue denodadamente se es-
f irearant, ha bem pouco tempo, para vingar no
campo da haUlha os brios na;ionaes vilmente ul
trijados.
t A supplicante pede a"V. M. I. deferimento.-
( Assignaos os raembros da jaula ).
Citu^rcsso Mttcrario.-Hontem Uonve
sessio ordinaria desta sociedade, presidida pelo Sr.
Chaves Ju.iior.
Sendo lida, approvada a acta da sessao ante-
rior. Aehaiido-se presentes os Srs. Macido Cou
linho e Andrade Barros, sao convidados a tomar
assento, e felicitados, em falta do orador, pelo Sr.
Moreira Alvos, a quem re-pondem agradecendo.
O Sr. I.* secretario l o seguinte expediente :
Urna proposta para socio etl'eclivo. -A' commis-
so de syndicancia.
Parecer da commisso de cuntas sobre o re
latnrio apresenlado pelo Sr. thesourero.-Appro-
vado.
Passando-se primeira parte da ordem do dia,
o Sr Arlindo Nogueira deseovolve a these : De-
ve-se obedecer a lei positiva quando ella contra
ria ao direito natural T
Orarain os Sis., Moureira Alves, Assis Silva e
Vieira da Silva.
Deixa-se de passar segunda parte da ordem
do dia a requerimento do Sr. Paula Pessoa.
Eur seguida sorteado o Sf. Bezerra Jnior,
que escolhe a these : Ter justificaco o di-
vorcio 7
Nao liaven lo mais nada a tratar, o Sr. presiden
te designa a ordem da seguinte e levanta a sessao
as 2 horas da tarde.
Senado.Encelamos hoje, em nossa oitava
pagina, a publicaco das dous decursos do Sr. con
selheiro Jos Thoinaz Nabuco de Araujo sobre a
questa-i maconico-religiosa. Recommenda-mo-lo
aos leitores.
Km inei|iai;o de cscravos. E' hoje
o Ultimo dia do recebimenlo das olas que devem
os senhores de escraves dar unta de emancipa
cao que se aclia reunida na cunara municipal.
Aquellos dos senhores que nio derem a nota,
incorrerao na pena de priso de 10 a 20 dias.
ItiM-ilic- ic;K 0 pre;o da assignatura do
Jornal das Familias de 124000 annualmente, e
nao 194OOO, como por engam da typographia,
sabio em nossa Revista, de houiem.
Vapores esperados II i.. o inglez Dou
ro da Europa; amanhi ou domingo, o francez
Mendoza de Santos e escalas e o brasileiro Para
do norte do imperio a 2H.ou 29, o Boyne do Rio
da Prata e escafas; a 29 ou 30, o brasileiro Pe
nedo da Rahia c escalas; a I de agosto, o inglez
Gallina de Calho e escalas: e a 3, o ingle Cuz
ca da Europa.
Soeiedade Terpsichore. Deve reunir-
se no domingo (30) a assembia geral dos mera
bros desta sociedade, afim de se tratar da dissolu
cao da niesma.
Vsj li de alienados. l'm dos raembros
da juma administrativa da Santa Casa do Misen
cordia do Recife, cm sessao de hontem, apresen-
tou a quantia de 4*04600, une Ihe foi entregue
por um anonymo para ser npplieada s obras do
novo asylo de alienados.
A junta mandn agradecer esse donativo.
Continuaco da liste das pessoas que contri-
buiram para o beneficio dado no circo americano :
Transporte 9I20()0
D. Joaquina Flora Viegas, um camarote 304000
Domingos Manuel Martins, idera 30*000
Tenente-coronel Francisco Carneiro Ma-
chado Ros, dem 304000
Capitn Jos Antonio Pinto, idera 304000
Baroaeza de Amaragv, idem 3040 0
Maneel Vieira icrdigao, idera 30000
Antonio Bernardo Vaz de Carvalho, dem 304000
Dr. Jos Nicolao To.entino de Carvalho,
3 reservado 204000
Antonio Francisco das Neves, 12 idem 6040 1
Amaro Jos dos Prazeres, 2 idem 14)4038
Dr. Miguel de Figueira Faria, 6 idera 304000
Ds. Joao Jos Jos Piulo Jnior, 5 idem 234000
Dr Amaro da Fonseca Albuquerque, 5
idera 364000
Tenente-coronel Francisco Carneiro Ma-
chado Ros Jnior, 2 idem 204000
Manoel de Azevedo Andrade, 1 idem 64 00
Vicente Ferreira da Porciuncula, I idem 64OO
Capito Firmino Francisco de Brito, o
idem 234000
Dr. Gervasio Pires Campello, 1 idem 54O00
Commendador Jos Pedro da Silva, 1
idem
Tboraaz de Carvalho Soares Brandao, 2
dem
Antonio de Carvalho Paes de Andrade,
i idem
Capitn Melquades M. dos Sanios Lima,
22 entrada
do
Lotera. A que se acha venda a 60 a
beneficio da Matriz de Palmares, a qual corre, no
dia 30 do corrente.
Casa de detencao. Movimento do di
13 de julho de 1873 :
Rxistam presos 335, entraran 13, sahiram 8,
axistem 360. A saber :
Nacjooae 246, raulheres 6, eslrangeiros 51
escravos 45, escravas i2Total 360.
Aumentado a custa do cofres publicas 293.
UevneMe da onfenuaria do dia 23 do julho,
de 1073 :
Tiveram baixa:
QoiotM Jos de Oliveira, embarac gaslritico.
Joaquim Alves de Oliveira, cepkatag.
Tf.ru alta:
.'1844905 Joaquim de Brito Vaseoncellos.
Passa^eiros Segueui para os portes
norte no vapor Cruzeiro di Sui i
Frederico, Joao Micicipe, Luiz Mondes da Fon-
ceca. Antonio Manoel da Silva, Manoel Jos C. Gui-
marns, Francisce Jos de Souxa Braga, Eduardo
Jeanrenaud, Joaquim Marques Rodrigues, i (iba
e 1 criado, companhia do Circo Norte-Americaaa,
oomposu de i9 peseoa, Manoel los Rodrigues de
anta Rosa. Luiz Francisco de Almeida, Feoiaqo
P. de Lira Tavares, Julio Moreira de Barros, Jos
Muniz de Almeida, L. Jos Theophilo Rabeo.
Bateados de Mamanguape ao vapor brasi-
leiro Curaripe :
Manoel ia Costa Lima, Jos Coelho Moreira, Joao
Victorino, Jorge J. de Arau 'ame, 1 esenva e 2 Albos.
- Sabido para os partos do sul no vapor fran-
cez KiYe de Rio 4 Janeiro :
Jos Franisco aoto, Alfredo Lamyn, Amaro
Barretto de Albuquirque .Marauno, Mm. ialet,
Mm. Amelia Satsier, Jales Matet, Isidoro Cala, Jo
sepb Halpken.
afi!8ff m.
.tTA DA 8B88AO ADWIBRAT1VA DR t DE
JUL.HO DE 1.873.
ratsiwweu no bui. sr. .Onsblhriro anselmo
l^MWCW HMTTI.
A's 10 horas da manna, presentes o Sr. do-
putado seerwlariVi OHoto Battee, e os Srs. supplen
'tes -S Verti, Per# Caecio o Alves Guerra,
A, o Sr. enseHteirn presdante declarou
i flda t KVI'KUIKNTE.
'OIUco da junta dos correteros, aeompaiihaido
o boletim das-eoiaroes olliciacs da semana de |4 a
1U do corrente. -^l'ara o -archivo.
Jornaes offlciaes de ns. 140 a 159.Para o ar-
chivo'.
Livro de refistro da correspondoncia ollicial
ieguiarraente ejcripturdo at o 11. 110.
DESPACHOS.
Requer meatos :
De l'eixoto -i C., para dar-so-lfce,s cer-
eao das noraeac'-s de seus oaixeiro Francisco
Jnaq'iim Antunes, llellarmino Luiz Wanderley e
^js Januario Torres da Costa. Cerlilique-se.
De Meira Canta Iho & C, idera do caixeiro Anto-
nio de Faria Lobo.Cuno requi 1 era.
Dos mesnios, trazendo a registro a nomeaeo
que eoncederam a seu caixeiro Epiphanio da Ro-
oba W.ioderley.Reg>ire-se.
De Doilarniiuo Alves ArOelia, tanibem Hibmet-
tendo a H..mea^o de seus caixeiros, alim de ser
registrada Seja registrada a nomeario apresen
tada pelo .-uppieante, (ue nao provou serem bra-
sileros, como allega, os caixeiros uomeados.
De Antonip Gomes da Cunha e Silva, apresen-
tendo igualmente a nomeaeo inclusa de seus cai-
xeiros, para ordenur-se o competente registro.
Como pede.
De Alfredo Peixoto Barbosa, para registrar-so a
procuracao que Ihe outorgou Joao Gomes da Cruz.
-Proceda se ao registro requerido.
De Daniel Cesar Ramos, requerendo o registro
de duas procuraeoes de Eqzebio Raphael Rabello.
Na forma n^pierida.
De Miromeiles Maria Freir, pedindo que se Ihe
mande entregar a letra aceita por Joaquim da
Silva Costa e por ebe sacada, a qual se acha junta
aos autos do moratoria do mesm Coste, Ib-ando
copia nos referidos autos.Sim, nao navendo in-
conveniente.
De Autonio Valentiin da Silva Barroca, socio
ostensivo da sociedade em commaiidita Pernam-
buco Barroca & C, apresenlando a registro o
competente contrato social.Vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
De l'upillo Ernesto de Brito Lira e Epaminondas
Ernesto de Brito Lira, estabelecidos na cidade de
Mamangiiape, solicitando o registro do seu con-
trato. Cumpram o disposto no art. 2.0 n. 7 do
decreto n. i.o'io, devendo-se ter em vista que a
presente pelirao acha-se sellada com astamplha
datada de 13 de jumo prximo passado, quando
hoje qm foi apresentada.
De Jo.io Fernandes Lopes, satisfazeudo o despa-
cho de 2l de fevereiro de 1872, juntando o ins-
trumento que disse em sua pelillo ter sido pre-
sente recebedoria. -Vista ao Sr. desembargado!-
fiscal.
Da companhia inglesa Union Marinitan, satisfa-
zeudo o parecer fiscal cun a juuceio da publica
forma inclusa. Vista ao Sr. desc arcador
fiscal. 6
De Olympio Goncalves Rosa e Joao Bautista da
Cruz, eumprindo o despacho do tribunal de 17 do
corrente, |>nra rdenar-se o registro de seu dis-
trato. Vir-ta ao Sr, desembargador fi-cal
InforiiLicao da secretaria, eobrindo a pelicao Je
Dama-c Rouquavrot e Hypolit Rouquayrot.Pro-
cede a duvida da secretara, llcando modificado o
dual do despacho de 17 do corrente.
COM PAUECKH U SU. DESEMC.UlG.VDOn FISCAL.
Pelicoes
De Fernando Gomes da Silva e Joao de Souza
Ramos, distrato social.Registre-se o distrato dos
supplicanles na forma do decreto n. 4,39i, tendo
voltado com a presente petieo as letlras qne a
acompanharam na importancia de li:0.)040 0.
De Francisco los Ferreira Guiuiaraes e Au-
gusto Octaviano de Souza, contrato social. Satis-
tacara o parecer fiscal.
De E. R. (tabello 4 C, para declarar-se o modo
pelo qual devem ser contados os dias para os ven
Cimentes das leltras de cambio protestadas por
nao aceitas. O tribunal embora 'emenda qne a
data do veuciinento da letlra protestada por falla
de aceite, deve ser contada do dia posterior dala
da interposig.io do protesto, todava nao offerece
esta sua ojiinio como constiluindo a solucjio da
questio que os supplicanles Ihe propoom, solucao
esta que tem de ficar dependente das decisoas dos
juizes de primeira instancia e tribunaes jadicaes,
tanto mais ase apparece outra solucao fundada
no art. 39-1 do cdigo.
Snmmarlo instaundo contra o correlor Henri-
que Gu her.ne Stepple, por falta de cotacoes.
Foi levado pelo Sr. supplente Guerra.
dem entra o correlor Francisco de Miranda
Leal Seve, pelo mesmo motivo.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conselheiro presideule e&eetruu a sessao ao meio
da.
TIIESOURARIA DE FAZE.NDA
24 de julho
Oflicio da presidencia, mandando pagar a Basilio
Jos da Hora a quantia de 5184 580.
Da mesnia, ao padre Albino de Carvalho Lessa
a quantia de KI64O.M).
Da mesm.i, ao engeuheiro fissal da estrada de
ferro do Recife S. Francisco a conta dos objectos
de expediente fornecido a aquella reparticao na
importancia de 594880.
Secretaria da thesouraria de fazenda di Per-
nambuco, 2i de julho de 1873.
O secretario da junta,
Jesuino Rodrigues Carioso.
meucAMEg. mm
Ao publico
Chegando hontem da Ponte dos (larval ios li a
declaraco do Sr. Amaro Jos dos Prazeres, inserta
no Diario ile 19, na qual pede ao publico suspensao
de juizo pira me contestar, depois que me (izer
soffrer as penas da lei.
Ha niste muila pretencao da parte do Sr. Amaro,
pois elle deve saber que nao est na sua voutade
fazer que eu solfea as penas da lei.
Quac-quer que sejam es-as penas, nio lera elle
autoridade para me as impor ; ha de ser o juiz e
esto ha de fazer justicia a quera tiver.
Que o Sr. Amaro vendeu o que nao ora seu, ahi
esta a escriplura para prova-Io. E como ven-
dendo o que nao era seu, me ha de fazer impr as
penas da lei '
Na veidade o Sr, Amaro esl persuadido que tem
gran le pjder Felizmente o publico pensa de
outro modo, elle sabe que eu nao posso |ierder o
que me per ten ce e soffrer arada em cima as penas
da lei, que o Sr. Amaro me quiz fazer impor.
Quando quizer me ha de acharsempre prouipto,
mai fora melhor que antes de rae fazer punir tra-
tsse de restituirme o din eiro das tres partes da
casa que nao sao Mas e que nutteu era si. Isse
era raeloor do que andar inculcando poder e geot-
rosidade que san tem.
Recife, 22 de junho.
Afenoei Marques da Silva,
O Nr.
Bella.
Vill
I
Nao abriremos mao do Sr. Villa Bella, E' pre-
ciso convncelo de que anda mal avisado em re-
gosijar-se com o ladrar furioso dos seus rafeiros.
Poderamos nao oppr embargos a sua estulta
pretencao de ser igual, ou superior era mritos ao
Exm Sr. Dr. Lucena ; deixal-o-tiamos de bom
grado nessa illusao de espirito, e seriamos at in-
dulgentes em relacao a semelhante rania, assira
podesse o Sr. barao assaimar a sua matilha, e nSo
eonsentisse que o orgao do seu partido fosse con-
vertido em iminundo pasquim.
E' eerto quo nao atiramos ao Sr. barao a res-
poosabilidade do insultos, injurias e calumnias
que o seu ifita-co/os entrega aos typos.
NO desconbecemos a posicio que mantera o Sr.
barao entre aquelles que r> corcam. posicao s
idntica a Jo pedaco de madeira raneado ao pojo
para servir de rei as raes da fbula, as quaes at-
morisadas a prioeipio, foram, pouco e poucq, sq
tramjuilisando at qu^aeocorarm-se sobre o
rei.
E' o caso do Sr. ViHa Bella. Euiquanto era pre-
sidente, e tinha por acessor un sujeito de. faca e
calho, fez-se temer; mas veto o revea, cahio da
burrinha, e as raes perderam o medo e raonia-
ram-se no cliefe.
15m viste disto o Sr. ViHa Bella entre os eus,nq
ehefc d presg* -eceitaoil), apens um edil
tor espon nativa, e se Me permittido r pender pelos er- '
ros-dos outeos, e peto abuso de coniianca do seu '
resenle acoe-sor, qne nio duviden. mettel^o na inT
camisada de aasiguar urna carta, nnjo lanc? ni
cooipreendeu. <
Nao tosejamos com este linguagem franca e
quig overa, molestar or. bario ; queremos imi- f
camento advertil-o de que sobre elle' pesa a anar
tkema sil do Sr. Araujo Barros.
Esse festejado pata,-m sua toi poiitica estabe*
Uooen onernnio.efefaz deescreA-er, mm o
fjlar f.aJritoiieiTs Ae C*zN *!" bvro. n3o pode
ser chele de partido.
lien Villa Bella. i|a/fl* verdadeiro
juirjj do Sr, Dr* Fiutieutito, e o cadipt do seu mi-
tigo aceoss.r, o biitevodn.i'litf do partido liberal
posto eni sua- 11 que o scepl"
impunhado por u rei d rom dia.
Convenca-se. pois, que trstis*imo o papel de-
todo aquellc <\uot*Metle em /'iTfiTy"""** bandeinh
Isto posto, rul fos u>ofsta nfm nos fazem
einraudacer a injuria e a eajhimaia ue o guardad-
costas do Sr. barao nos dirige -ora todas as reser-
vas e camellas precitas para por-se, fora do mere
cido castigo.
Temos por -nuito acerl-njo que O' carcter gra-
ve que se pieza, e presume de si, nao para, nem
se quer nlba para o atrevido iiwleauc de ra que
se melle nos o,ierquilinio8 para -Selles salpicar
de inmundicias as vestes lies transentes.
Portento, como nao nos confundimos com aquel-
los que no jogo dos convicios bradam denU' por
dente, olho por ollta, tomaremos ao Sr. Villa Bella
conta pelo artigo da Provincia n 88.
Nao j.jiiprta que das licoes de historia do seu
defensortorme a coviceao df que Pernambuco
esl muito distante da Inglaterra amiga, onde o
homem-vil einpestava o tiwnem-bom.
Este cunviccao ser tanto mais robusta quanto
ainda nao foi declarado empestado pelo contado
intimo, era que. vive eom o seu novo accessor ; nao
se disse ainda de si 0 amigo do prostituida.
Se de senlimentos rasoaveis, no jugo em que es-
ta o sen fraco espirito, podesse o Sr. barao ser
suceptivel, estamos eertos, nao se rr-cusaiia. a
confessar que o seu defensor pelo arrojo das fal-
sidades, o, pata exagero do l'aeto nada mais lem
conseguido do que comprometer a sua ama.
Os factos eleitoraes de 1864, apezar da distancia
em que se pasearan), nao podem ser invertidos.
Esto ainda vivos e delies bem lerabrados os
perseguidos daquejla quadra de fnnesi e violen-
cias, para attestarein o seguinte :
Os liberaes genuino* conseguirn! recolher a
urna eleitoral a sua victoria na freguezia de San-
to Antouio. A noticia desse successuchegnu sen
demora ao palacio, em que, como regulo sanbne.
babilava o ex-Sr. Domingos de Souza ; de I *a-
hiram com pn-cipitacao o subdelegado e o chele
de caball?, vararara pela igreja, accommetleram
inesperadamente a urna, e a quebraram.
A forra armada veio era apoto, e cahio sobre a
opposic>>, ferindo un mesarlo, e espancando di-
versos votantes. .
Esta, triste scena, que tomou a matriz interdicte
nao excitou da admimstracao un arto se quer qiie
denolasse reprovacao. Tudo (icou como se nada
liouvesse, e o subdelegado achou-se bastante forte
e animado para fazer a eleicao oilo dias depois !
Em Afogados as cousas se passavain com a
inesma indiferenca do presidente, '0111 a mesma
impunidade dos autores dos crimes e violen-
cias 1
Se nao esta a verdade, que nos conieUem os
liberaes genuino de 1864 ; elles que digam se tu-
do quanto fez a polica as eleicoes daquello aniw>
era 011 nao segundo as vistas e desejos do Sr. Vil-
la Relia
Nao contestamos que durante o dominio dos
conservadores tivesse occorrido i|uebramento do
urnas, conflictos e a morte de Regs.
.Mas queremos que se compare a impunidade do
lempo do Se. v illa Bella com a represso e pu ru-
cio immediata dos crimes e excessos no tempo dos
conservadores.
Bern.udino de Sena, que viciou urna eleicao na
freguezia da Boa-vMa foi preso e procesado.
Era Olinda os autores de um conflicto, do qual
resultaram ferimentos, foram presos e as autori-
dades polieiaes deinittidas.
Em S. Jos, por occasio da morte de egis, fa-
rara presos all os hornera; mais iinpurtanteso
partido conservador, o que deu era resultado a
victoria eleitoral da ippojoio.
Compare se, pois, a morahdade das adminislca-
5es conservadoras com o escndelo e indifereo-
ca do procedimento do Sr. Villa Bella em 1861.
Quanto ao cerco da assembia provincial, auto-
risado pelo Sr. Vilia Helia, nao admittimos de/eza
possjvel a este grande attentedo.
Nao foram exeessos pralicadospelosespecladons
que occasionaram semelhante Cerco. Como jarana
vez disseraos, os 8rs. BneMOB de Macedo e o liiuil*
Dr. Loureiro, era seus discursos de justificaco a
essa medida nunca viste, allegaran apenas insultos
dirigidos a elles, nao na assembia, e sim as mas
da cidade por pessoas inleressadas em favor da Un
dos caiteiro.
A allegaeio de ter a torga sido reqiusilada pela
mesa depois de urna reuuio feta pela maioria a
assembia, contesta se com o que referram o 12
deputados da minora em seu manifest. Elle*
asseveraram ter sido surptoendidos.
Nao pode justificar o acto violento o dizer-se
boje .pje o presidente cedeu requiaieo da me-
sa da assembia, e que esta legislou, cercada pela
forga publica, sera coanc/io, e era proveito da pro-
vinia.
A requisiio de torca, se houve, nao seria jamai
attendida por um presidente reflectido e prudente.
So o Sr. Villa Bella, por fras oecujtos, ou para
fazer ostentaras de prepotencia, confiara forja
armada a.pullo que urna autoridade policial com
a sua presen.; poderia dce e suavemente faje/.
Quo a assemfela e espectadores licarara, com
apparato de forca, atterrajos e coagdos, prova-se
cora e que occorreu por causa de ligeiro ineoni-
raodo que era um dos dias do cerco, soffreu unt
dos espectadores.
A raultido das galeras assustada voz acu-
da precipitou-se na sala das sessoes, donde o
deputados, em geral, deitarara a lugir.
Se nao liouvesse medo e coacciio isto nao acon-
tecera.
Quem contestar, pois, que o cerco da asseuh
blade Pernambuco foi um facto nunca visto?
S nos annaes da admraisu-acao do violento U
furibundo Sr. Villa Belfa tacto tal se epcontraia
registrado.
E o Sr. barao quera assigna urna carta qua-
lilicando de violento o Sr. Dr. Lucena I
As collecQes das leis provinciaes faites no uVv
minio da liga ahi esto para attester o como a
suas assembia legislaran em proveito do pa-
tuco.
Em melhor oecasiao, talvez averigemos em-
ponto.
19 de julho. .
__________ (CoMUmaJ
Os abaixo assignados, peahorados pela maneira
Ihana e delicada coqi que. se houve no exercieio
de suas funecoes, ha nnus de auno, que entre nos
existe, o Sr. Libanio Presidio de Carvalho, j como
esenvao da collectoria de remlas geraes i cpmo
collector interino, ao retirar-se deste termo por
ha ver sido supprimid* a referida collectoria, va-
mos pelo presente testemuohar-Ihe a nossa grali-
do, poi^ fallaramos a um dever sagrado so as^im
qao procedessemos, cm vista dos bons serv)cjs
prestados por um erapregado djstincto c honesio
como o Sr. Carvalho, afim de que o public o
possa apreciar e o governo bem o remunere, coita-
cando este dislincto erapregado em melhor posicao
para melhormente serem aproveiado qs $eus
ftons servidos. ^
Aceije, pois, Sr. Carvalho, estos toscas palavra*
como um sincero signal da nossa gralidao.
Villa d Serinhjiem, 5 de julho de 1873.
O vigaria,
Genuino Gomes Pereira.
Gaspar de Menezes V. e Drummond.
Antonio P. Cavalcaqti de A buquerque
Delegado de polica. ***'
Mathias de Aibuquerque Mello.
Siivino Benio idanes.
Joao de Barros' Araojo,
Jos Theotonio Paca de Albuanerone.
Jos Lanrent Pereira e GarvaW-
Trajano Alves de Mendonca, '
Feliciano Gomes do D.
Joaquim Amnete V. Barros.
Joao rssoa da Gama.
Maiioej SidipJictp' Tqrres.
Pretxtelo Arres de Mello Velloso.
uslncliano'Slexandre Lope,
anopl Pereira h Roclja.
Falix Pacheco, e Venczes.
nfqw,.

\
. -"igupireoo.
Manoel .Etootaho d?. iLo^rero.
Leoncw. JosB'ttiiar*:
Jes* Ma^rVtojin* PimanteJ.
i^aeti00 Pereft*) Lnj/
as?*-*"
Antonio de
Joo Redriges _
Jos, rVretrVlU Mi
Jb#;Ma^,dnlhntos vftnd**4*r
fta^scnloajAn Jo^in^^amnes <*, Sllvn
Jos* Mr^ra de Rocha. n
*MtoMatm&tt fns Wanderley-
I
i

'
-

-
.



I


I
l
)
-
*.
\
WtOf^wu^buet) ^.iSM^f^^&.fder-.nhi^'d ifflfr.
sr
^
a
Joo Baptista da Conceira
Antonio Lozzari
Jacintho ios Tavares. i
Antonio Joatjuim de Oliveira
Manuel Virginio de Arauj
Luiz Le
Francisco Pacilico de A^sis^Lobo.
r'raapwco M^noel fe Sabza01ireir.
'Paulino Manoel de Souza Oliveira
Pedro Aftonso Regur-iraP. de Souza.
Joaalaptiatt. de Otiveira.
Jos Feliciana da tosta.
Felinto Eli/Jo Kegueira P. de Souza.
Prei Man icl.du Amor Divino,
Delinidor e guardin.
Jofio Ovidio. RegaeiM Pinto de Soma.
Antonio Femandes do A. Cajwiio.
Antonio Vieira de Barros.
Jos Manoel de Soup Urivaira.
Responda quem totiher.
Porque mativo deixou o bacharel Manoel Ter-
liano Trav;io de Arroda de sar ampossado no
rga-de t" stipploata de jute munici|ial do termo
Jan Jatdjn ? Seria lr anda nezar sobre
a cabe? s penas infligidas pelo artigo 129 do
cdigo criminal ? F. todava este cynico e igno-
rante bacharel acaba deier nomeadn para o iui
portante cargo de procurador fiscal daouelle tol-
mo, onde patrocinado., pelo tavernairo Rogoberto
Barboza da Silva :muia cm upa leria do das-
.1 ti nos.
O Catruaca.
*"
Florida de Murray A
I.anuan.
A introducta deste sauJavel e delicadsimo
l>"iTunit'- inevaaveliuenle deve azer, com que es-
sas mil e utna aguas e espirito de cheiro, com-
postos principalmente do leos essenciaes fortes e
de urna qualidade impura, so transformen! n'urna
verdadeira droga nos mercad >s. Ha rinte anuos
staparte, ella lamouo lugar de todas os ex-
tractos e essencias europeas nos mercados, tanto
da America do Sul como as Antilhas, sapprimin-
do todas as differentes qualidades dessas ehap'a-
das Eau de Cologne.
O seu deleitavel aroma tem una approximacao
mis estreita a anloga respirado delicada das
verdadeiras flores, do que aquello que de nenhum
outro artigo ein uso para a mesa do toucador
l'sada corno nina lavagem ou cnxafioaaieBto da
feocca, ella igualmente oeutislisa e l'aiiesaup.irc-
er o nao go.-io e hlito caucado pelo fimo do cha-
ruto, melhorando a condico e estado dos dentes c
gengivas.
Ceiu diiTereiites inaltactSes do
fijado de hacalho
ne vende como legtimos. Mlhares de doentcs sao
testo modo Iludido- e o melhor remedio que
at hoje se tem descoberto para as affeccoes puj-
niunares perde a sua reputacao. O melhor meio
le se evitar semelhantes imposicoes, nao com-
prar-se o artigo, urna vez que nao se ache elle ga-
rantido por urna casa respeitavel e isenta de toda
a suspeita, que pode engaar. O oleo puro me-
dicinal de ligado de bacalho, de 1.anian dt Kemp,
tanto branca como preto, goza de urna reputacao
na Australia c na Europa.
Na sua compo*icao so se faz uzo dos figados do
peixe fresco, e podc-e conservar por um tempo
indefinito em todos os chmas do mundo. A per-
feita pureza da preparacao a que o torna to ad-
miravel e uniformemente efflcaz nos casos mais
graves de hemorrhagia dos pulmoes, bronchios
pneumona, phtysica incipiente, congjstfioe acn-
sumicao do bofe, magreza e decadencia corporal;
e para todas as molestias dos oreaos da respira-
co eda garganta, complicadas com affeccoes es-
crofulosas.
CUMMERCIO,
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos martimos cm mercaduras,
frotes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
qaer natureza, em vapores, navios A vela ou
barcadas, a premios milito mdicos.
RA DO C0M.MF.RC10 N. 3i.
Banco Commercial de Per-
nambuco.
Sacca contra Londres, Lisboa e Porto
por todos os paquetes.
Seguro eontrtrfogo
COMPANHIA
LNORTHERN.
Capital..... 20,000:0009000
Futido de reserva. 8,000:000j?000
Agentes,
Milis Latham & C.
BA DA CRUZ N. 38.
IttCfl Comercial de Per
hnco.
0 banco paga o primeiro dividendo d*
2$oOO por aeco. relativo so periodo finde
cm 30 de jurih--- prximo passado.
PHACA DO RECIFE 2i DE JULHO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Colbaos ofBciaes.
Algodao-de Maceio 2' sorte 8100 por lo kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0[0.
hontem.
Assucaramericano purgado 2J0OO por lo kilos,
hontem.
baixo 1|600 por 15 kilos,
25 5|8 e 23 3|i
por UOW,
franco, do
ma 20 barricas.
,070 kilos aus consignatarios.
vapor nacional Cururipe, man*
festou:
Algodao 70 saccas a R*bc Scnaftinjetteau & ('..,
Milho 20 saceos a Fernandes A Irmaos, lOi i
P#ula frtclho, r'7
OKSPACH S DEEXPORTAifAN DA 23
JULHO fi lB7;i.
Para os portas do exterior
No vapor fraraez Mendosa, para I.iverpoot
carrenou : P. i. Squeira 1 caixa com 2i kilos
de doce.
Na barca inglez* 'Starbian, para o Bltico,
cacrcgaraiu: G Neesca C. 237 saccas com
>,83l kilos de algodao.
Na vapor iuglez Bernnrd, para Liverpool)
earregaram : Ifclier & C 201 saccas com 11,601
kilos do algodao.
Na ptrael hespanhola Josepht, para o Rio
da Prata, carregou : ?. M. Maury 60 pipas cora
ii HflO litros de agurdente.
t No briie fcespanhol Amiblr Henza, para
0 Rio da Prata, earregaram : J. B ortf ra ,IW
cocos (fruets) ; P. Carnero C. W fcarricas cin
11,832 i(2 kilos de assucar branco ; J, S. Loyo St
Filho fOO ditas com 19,125 ditos, de dito.
Na polaca hespauhola Temeraria, para o Riq
da Prata, carregon : I. S. Loyo & Filho 304 bar-
rica* com 37-,?J4 kilos il assucar branco.
Na barca pertuguea Despique II, para o
Porto, carregou : R. L. Guimares 2i pranenes
de amarello.
Na palhaboto portugaet Novo S. Ijourenra,
para a II ha de S. Miguel, earregaram : T. de A.
Fonseca & C. Successores 96 barris com 9,600
Htros de mel.
Ptira os partos do iuteitor.
Para Macao, ua barcaca liiachuello, earrega-
ram : Silva 4 Irmao 1 barril com 96 litros dij
aguarduoto e 2 ditos com 192 ditos de mel.
Para Mossor, na barcaca Bella Flor, earre-
garam : Silva & Irmao 5 barris cora 480 litros
do mel.
Pa*a Alagoas, na barcaca Tres Limas, ear-
regaram : Algonez 4 Carvalho 3 barricas com
130 kilos de assucar refinado.
Para Ma<-o, na barcaca Tres raos, ear-
regaram : J. F. Marinho 5 barricas com 346 kilos
de assucar br=nco. Para o Natal, A. Quintal A C.
4 ditas com 258 ditos de dito ; Fraga A Rocha 11
voliuues com 872 ditos de dito ; J. M. C. Santos G.
1 dito com toditos do doce. Para Mina, J. 1. de
CarvaWio 3 barricas com 133 ditos de assucar w-
refinado.
Para o Rio de Janeiro, no vapor franesz Ville
do Rio de Janeiro, carregou : F. P. Machado 500
barricas com 37,500 kilos de assucar branco e 70
dita- com 5,250 ditos de dito mascavado.
Para o Aracaty, no hiate brasileiro D. (Atiza,
earregaram : L. J. S. Guimares 20 barricas com
3,455 l|i kilos de assucar branco ; A. Quintal &
C. 6 ditas com 195 ditos de dita.
^APATAZIA DA ALFANDEGA
Hendimento do da 1 a 23. 14:0611516
dem do dia 24..... 672*444
14:735*360
VOLMES SAHIDOS
Nodiala'23...... 19,411
Primeira porta no dia 24. 64
Segunda porta..... 103
Terceira porta..... 333
Trapiche Conceicao ... 51
19,962
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia la 23. 36
Ditas ditas no dia 24.....
Navios atracados no trap. da alfandega 2
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao..... 3
43
Edikl m 22.
riad^alfpdLi
iKfljpratos,
Pela inspectora da alfandka te faz publico qu
as tt h ras da inaiSM ihMMfi do corrate se
ha de arroma^a^ lifre d> fireitos porta desla
reparti'.'o, as nwfeaderlas WOfo declaradas,
abandonadas tottnko ur47m'Silva Ramos.
I' m&fo Wneici-
Marca B C z caltas tem numero viudas dn
navio portugro: Despique I. descarre-
a ldr#)Wiamttt;a de
40 0|0, liflido tef al |B, kilos de agua de Inglater-
a, aValados por ($1*9^4
fadeg O inspector,
_____________Fabio A-de GjJ-|all|3 Res.
De ordem do I lm. .'r. inspector da thesou-
rana de fazenda do U provn :ia se faz publico q
00 dia 1QPMHiyMIJXimo fu,ur. Pe|as 2 ho
da tarda, ptJM I junta da mesma thesouraria
ser posto em hasta publica para ser arru^atado
de venda, a psmm mate oer, m rlude da ordem
do tribunal'do thesouro aaoimui ti. '195 de 5 de
ssterabro de S872, o terreno proprio nacional, sito
rua do Nogueira nesfa capisat, em que existi i
cw>- terrea a. 16; serondo de base para.a arre-
matacn a quantia de 400, valar da respectiva
avaliack : os protendeotos Reverso apraeular
nesta repartiedo suas propostas em caitas fecha-
das, devtdainente selladas.
Secretaria da thesouraria de fasenda de Per-
nambucoj 16 de julho de %HTi,
O:aeialarlo, da junta
Jezuiao Bodtiguw Cardoso.
Exma. Sra D. Pliilomciia
rindo, BernardJBaj
A peca Vaifid
TerminarjTo s
representada petolb
assisAufla- (wrjji
os Srs. Thomaz, Pio-
4. *
Seuf.o
de Santo Antonio.
' inlervallo da peca scena cmica, t-
erche.si^, em seenaiabcrta a polka
ilposta pep, djslincto meeslro

Editiil n. 2.1
ti
Pela inspectora da alfandega de ^eraanjbuyo
se fez publico, que achanuo-se. a merCacTori^
abaixo mencionada Hio aso'Uft ser arrematada
para consumo, nos termos do cap. 6* do IK. 3.*
do regulamento de 19 de setembro de 1860, o seu
dono ou consignatario dever despacha-la no pra-
zo de 30 dias sob pena de, Indo elle, ser vendida
por sua corita, sem que Pie tiq*o competindo al-
legar contra os afeitoe desla Tanda :
Anoazem a. 2.
Dous macos com 20 marcos de palhetas ama-
relias de n. 37, pesan lo cada taco 2 killogram-
mos, ignora-sa a procedencia e coiwignao.
Alfandega de Pernhrtibnco, 24 de julhe de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Re-.
ear-ye-ha naprchestna
de rande cftaito/canip,,.-,
perdaaibucaaa Qandi|o Fill.o.
A ihwtrta jesBki
, Prineipiar s 8 1|2 horas.
frineipiara s fl| lunas da tarde
acaUar ha H <-mi ponto
JOCELIN
JIM H MiliC*
COMPANHIA PERNAMBUCANA
PE
lUtv^av& casi eir a vapor.
| MAMA/tGt'41
.0 vapor Csriuipe, com-
mlndante Silva, siguir para
o forto acioia no dia 28 do
rorrete, s 5 bofas da tarde,
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete.atas 2 horas da larde efe dia da sabida
escriptorib |nq> Forte de Matk* a. 12.
2
mu-
Mt
jubacJi:
Assucar americano
hontem.
Cambio sobre Londres a 90 dp?.
por UOtK), hontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 25 3|4
hoje.
Cambio-sobre-Pars vista 376 rs.o
banco, hoje.
Cambio sobre Hamburgo a 90 d|v. 475 rs. por
R. M do banco, hoje.
Cambio-sobre o Porto a 90 d|v 115 0|0 de premio,
hoje.
Apolices-da divida publica de 6 0|0, 50|0 de pre-
mio, hoje.
A. P. de Lemos
Pelo presidente.
Antonio Leonardo Rodrigues.
. Pelo secretario.
RECEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMI3UCO
Rendimentodo dia 1 a 23. 47:0>9189
dem do dia 24.....: 881*93i
47:9814141
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da 1 a 23.
dem do dia 24. .
123.234562o
1:16**393
124:403*018
RECIFE DRAINAGE.
Rendimento do dia 23. .
dem do dia 24......
35**332
59*722
4I8J034
n^nm
tmdirnento
dem do dia
ALFANDEGA
do dia 1 a 23. 692:830*925
24...... 19:181*072
712:031*997
Descarregam hoj 25 de iulho de 1873
Vapor inglezDoaro(esperado) mercadorlas e
baeagens para aKandega.
Brigue inglez Argos (atracado) mercadorias
e bagaf ens para alfandega.
Barca ingieza Miranda mercadorias e baga-
gens para alfandega.
arca nortugueza Luzitania viahos para de-
Barca pmogoez --*Wrt8*r\|-- Varios gneros
para o ttapfche Coacaicao, para despa-
char.
HUfcaiaf^tmTraukrfarinha j despachada
pan o aes ido Apollo
-turca ingtea tltirmlia larinlia de trigo ja
despachada para oeaas do Apolla
PMaaho saeca^rVarrit) -feriaba de triga j dw-
nachada para o caes do Apollo.
Patacho austraco Carlos S. fariaha de trigo ja
despachada para o aes do Apollo.
fiare* iaghaaOUnm. hae>lho j despachado
para o trapiche Concento.
tevea iBfleaaucAm f S**ur4*ni( -plvora ja
" capachada para a fimaleea do Buraco.
asapariarao
ata Omis Ai ttal, Jmga* aaaonaJ .i;*/do, caa>
MOViMENTO m PORTO
Navio entrado no dia 23.
Rio Grande do Sul19 dias, brigue nacio-
nal Unido, de :10 toneladas, capito
Joaqui:o dos Santos Souza, equipagem
12, carga 9,808 arrobas de carne; a
Amorim Irmao d: C.
Navios entrados no dia 24.
Mamamguape14 horas, vapor nacional
Cruripe, de 222 toneladas, cominan-
dante Jos lenrique da Silva, oquipagem
17, carga assucar algodao e couros;
a companhia Pernambucana.
Terra Nova42 dias, patacho inglez Harp,
de 147 toneladas, capito B. Bridge,
equipagem 8, carga 2,127 barricas com
bacalho; a Johnston Pater &C.
Navio sahido no mesmo dia.
Buenos-Ayres e portos intermediosVa-
por francez Ville do Rio de Janeiro,
commandante Fleury, carga parte da
quetrouxeda Europa, e assucar que re-
cebeu tiesto porto.
Em communicaeoCorveta a vapor na-
cional Paraense, commandante capito
de fragata Francisco Jos Coelho Net-
to.
EDITAES.
gnido a Aataria fmao 4C, nmiiMou
Couros seceos 70,
O Dr. Joamiim Correia de Oliveira Apdraue, julz
substituto da provedoria de capelias e residuos
nesta cidade de Santo Antonio do Reeife e seu
termo, provincia de Pernambuco, por S. M. Im-
perial ect.
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que tendo fallecido Domin-
gos Jos Marques, serventuaro vitalicio dos offl-
eios de solicitador de capelias, residuos e ausentes
do termo dcsta cidade, achando-se por isso vago
dito offlcio sao pelo presente chamados os preten-
dentes elle, para no prazo de 66 dias, contados
da publicaco deste, apreseniarem-se perante este
uizo competentemente habitados com suaspeti-
eSes acompanhadas de eamo de suficiencia, folha
corrida e mais documentos que julgarem necessa-
rios a bem de sua prstongo na forma da lei.
E.para que chege ao conherimen(p d todos
mandei passar o presente edital cot o prazo de
60 dias, que ser nUbHeado pelos jofnaes e affl-
xados nos lugares do costme.
Dado e passado nesta cidade do Reeife de Per:
nambuco, aos 21 d jalho de 1873.
la DunUrtgos Nues'Perreira, escrlVo escrevi.
/oaquim Correia de Oliveira Andrade.
Santa Casa de Misericordia
do Reeife.
Perante a junta administrativa desta santa casa
vai praga na sala das suas sessoes, pelas 3 horas
da tarde do dia 7 de agosto, pela wnda annual da
1:200/, propriedade llha do Nogueira, pe'rteu-t
cente aos ealabulecimeRtos de raridatiq. seu car-
go, a qual -tem l,QM3ps de joauros |e produc-
cao, casa de vivenda, viveiro Je peixe e muitos
terrenos para plantajes. Os licitauts deverao
apresentar-se munidos de cartas de flanea da pes-
soas abonadas.
Secretaria da santa casa de misericordia de
Reeife, 2i de julho de 1873.
O escrivio,
__________________Pedro Rodrigues de Souza.
CONSULADO PHOV1NGIAE.
De conformidade com a ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do eorrente, transimtti-
da esta administraciio por portara do 8r. ins-
pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
inez hoje recebida, aeha-se de novo aborto, at o
ultimo de agosto vindonro, o recebimento dos d-
bitos provenientes dos apparellios c annuidades
pelo servica da Reeife Drainage Company, corres-
pondente ao semestre lindo em junho do anno pr-
ximo passado, com a multa de 6 /.
Pelo presente sao, portanto, avisados os respon-
saveis essa contrbuc,o, aflm de que curem de
satisfaie la as condigSes do edital desta reparticao
cm maio ultimo uublicado, evitando assim a co-
branca por via judicial.
Consulado provincial, 16 de julho de 1873.
O administrador,
_____________.4. Cameiro Machado Ros._______
Santa casa da misericordia
do Reeife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Reeife sao convidados os prenles das educandas
do collegio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja completaran! a sua educacao, para que
requeiram ao lixm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolveu a junta admi-
nistrativa, de conformidade com o que dispoe o
3 art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chagas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Coelho, Hllias de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
Ignacia Riheiro, fiha de Leandro Jos Ribeiro.
Maria Ignez de Mello, ilha de Joo Bezerra de
Mello.
Maria Magdalena de Mello, filha de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Sao tos.
Eudoeia.
Felippa.
Thereza dos ?antos Torre?, filha de Jos dos San-
tos Ton es.
Perge dina, protegida de Mara Hermenegilda
Machado.
Sopha Maria da Conceicao, exposta.
Maria da Paixo Siqueira, filha de Raymundo
Jos de Siqueira.
Secretara da santa casa da misericordia do Re-
eife, 27 de unho de 1873.
O escrivao
Pfro Rodrigues de Souza.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda, se faz publico que, em virtude
do aviso do ministerio dos negocios da fazenda de
21 de junho ultimo, vai em hasta publica, no dia
30 do eorrente moz, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a jnnta da me-ma thesouraria, para ser ven
dido a quem maior vantagem oOerecer, o barra
cao que em Santo Amaro das Salinas, servia de
quartel companhia de cavallaria, avahado pelo
juizo dos feitos da fazenda em dous contos e oit-
centos mil ris.
Os pretndenos deverao apresentar as suas pro-
postas em cartas fechadas, competentemente sel
iadas. at urna hora do supracitado dia.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 9 de julho de 1873.
O secretario da junta,
Jezuino Rodrigues CarJnso.
rmlnar eom a scena comie"ornada de
sica representada pelo actor Penante :
AmanhaL vou pedi-la
A's'5 1[2 horas.
Prapara-se para brevemente sabir a acea o
aupara**o rama.;
Utbo Miuitlu.
MTBfl
SANTO ANTONIO.
EMPRJEZA
Ao puhlir.,
A direci;o da companhia dramtica, anda im-
presslonada, o mais agradavelmente possivel, pe-
a lisongeira nova que acaba de tecener, tai a
immensa stisfaco de annnnciar ao illustrado
putilieo pernainbueano, qne foram mais nma
vez coroados de feliz xito os esfrcos, que
tem por de ver eutpregar afitn de correspon
dr dignamente nunca desmentida benevolencia
e proteceo, dispensada pelo mesmo publico
emprezu Vicente. A ova que tanto prazer causa
empreza, c que cortamente encontrar o mes-
mo acolhimento em todos os amantes da prospe-
ridade e Irt-lhantismo da arte dramtica, a hon-
rosa e importantsima acqp?ico do
limeiro artista lirasileiro
XisUi de l*.tiilu Bulla
cujo talento incontestavel, amor da arte, e mais
dotes apreciaves anda estao bem vivos na me-
moria de todos aqnelles, que o apreciaram e ap-
plaudiram tan calorosamente na poca thealral
do auno passado. A chegada deste di>tnctissimo
aiiista deve ter lugar pelo paquete americano de
31 do eorrente, realisaudo-se portanto a sua es-
tra n'um dos primeiros dias do prximo mez de
agosto, apresentando-so o festejado artislista nos
papis de
MONTRICHARD
da comedia drama em cinco actos :
A CIGANA DE PARS
E
Jos Borrosca
da popularissiina comedia
iaia experiencia. *
Com a brilhante aoinisi^ao do lio sympathico,
como talentoso artista Baha, promette a empreza
levara tneito urna escolhida serie de magnifleos
espectculos, com os qnaes tem a certeza de sa-
tisfazer completamente ao publico, que sabe fa-
zer justca ao mrito e recompensar o trabalbo.
Sabbado 26
a Franceza de fevega-
i'ati a vapor
O STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
4 oiniimmlttitu- A. Fleury
Segu viagem em 24 do eorrente, a 1 hora da tar-
de, para Buenos-Ayres, com escala pela Bahia,
Rio de Janeiro, Santos e Montevideo.
Recebe' carga at as 6 horas da tarde de 23 ;
encommendas o valores at ao meio dia de 24.
Relativamente fretes e passageiros, para os
quaes leo excelleates aceommodaoes a precos
reduzidos : trata-se com
OS CONSIG.NATABIOS
AUGUSTO F. UOLIVEIRA A C.
42 Ruado Commercio Entrada pela ra
do Torres.
COMPANHfA PERNAMBlCASA
DE
avrgacilo ciwlriraa vapor
*ARAI|TBA| IfAlAL, MAClO, MOSS^fb', A*ACa
TY, Cl^^A^AU, .
O vapor Ipojuca
commandante Moura
seguir para as por-
tos cima no dia 31
do eorrente, as 8 ho
. ras da tarde.
Recebe carga at o dia 20, encommendas, al
oO, pasiagens e dinheiro a {rete at as 2 horas da
tarde do dia da sabida : eseriptorio no Parla do
Mallos a. 12.
fira a hliia.
t Hr?enle SCBnir Cm toda a b""wHade o briga.
Isabel. Quem no mesmo quizer carregar, dirija
ja-se aos consignatarios, Thomaz de Aquino Pca-
ceea 4 C. Successores, a ra to Visara u. i\>.
LEILQES
**
Loilio
i:HPtMli.4
DE
NAVECAC40 BAHNA
LHITADA
Par Macei, Penedo, Aracaj
e Bahia.
E' esperado dos portos do sul at o dia 29 ou 30
de julho o vapor Penedo, o qual seguir no dia se-
guinte ao de sua chegada para os portos cima.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar coro os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C, ra do Bom Jess n. 57.
DE
chincllas de saltu*
AVAll IADAS
Hoje
Ao Hici) dia
O agente Pinto levar a leilan per antorisaeii
do gerente do consulado de Pranca, em presenta
de seu cbanceller, e por sonta e i i>co de netn
pertencer, urna caixa marca DTBLDn #41
contendo do vapor inglez Zelini, viudo do Havre por va
de Liverpool, e o teilao sera ffeetuado no dia e
hora cima ditos, no escriptorio do referido asen-
te, ra do Uotn Jess n. 43.
Leilo
DA
armar;8o, generse perteneasda Uverna da
praga do Conde d'Eu n. 32.
Hoje
O agente Martins far leilao em um ou mais to-
les, d'armacao, gneros e perteneas da tavenu
cima, a qual se acha bastante sortida de gneros
de 1. qualidade, e garante-se a casa ao compra-
dor do eslabeleciment i.
A's 11 horas do dia cima
horas ciu ponto.
E
Edital n. 21.
Pela.Inspectora da alfandega se faz publico que
nao se tendo effectuado a arrematacao da mercado-
ra abaixo declarada, anaunciada a leilao por edi-
MI II. >Oj o iflnvOIOFO ft IfroWfwl Sri UfuAlttynQ} "WBra
as 11 horas do dia 2o do carren(e, no trapiche do
Barao do. Livramento, sito Ip cas do Apello n. 45.
Marcas I P. 92 barricas,! Mi C. 91 ditas, con.
tendo bolachinhas, 1,830 klos (peso bruto) vindas
de S Thomaz no avio iaglef FUrence, descarrega-
das em 10 de daiembr da 18f2, consignadas
-Janns ton Pater C. e a valate aaguda va por
4Mfamiega de Pernambuco, 23 de julho O inspectar.
tabio t.Gmtlto IMt.
Obras militares.
A' 30 do eorrente sera levada hasta publica a
execucao das caiaduras, pinturas e concertos da
fortaleza do Brum.na importancia de i:29l,{Q10, e
do quartel das Cineo-Pontas, na imnartancla de
2:837*980.
Os pretendentes a estes servico* aprese tem nar
Suelte da s 12 horas da manha, na reparticao
as obras publicas, onde encontrarlo desde j os
respectivos orQamcntps, suas proposias em carta
fechada.
O engepheiro,
Chryssollto F. de Casiro Chave,
THEATRO
mm mtkm
ESW
\E
Sabbado 26 (iejulbo..
BaneMo 4o Mm
Depois da orchestra tocar uroa
Ihidas pecas subir scena oatnl
drama em 1 prologo e 4 actos
sitas escor
'applaudidp
JOCEUH
'^ "-TP|WTWWP^?^TT
OVO,,
ilariiihM di ''Martilla
onde brilham iucoQtailaveW^t oa MfipM# *
As 8 1|9
DrHiuge 27.
S 8 HORAS EM PONTO.
llSlLTIMSnHli:SEM0E.S
do drama-vaudevilie em 4 actos :
A SALOIA
(Huaica do maestro Moronha)
desempenhando o papel de protogonsta a artista
Manuela Lucci
Termnaro ambos os espectculos com a re-
presentarlo da comedia drama em 1 acto :
lina iiiullicr por 2 liaras.
Terca-feira 29 de jntb<>.
Espectculo em grande gala p-.\
festcjnr o fetix anniverst. i o
do H. A. Imperial a
Merenissima priueezaD. Isabel
O hymno nacional.
e o magnifico drama em 5 actos e 1 prologo :
\ ESTATUA 1 CARNE
A empreza desojando annuir ao lisongeiro pe-
dido que Ihe fui transmittido pela Ilustrada re-
daccao do Diario ie Pernambuco, em sua Revis-
ta de 21 do eorrente, escolheu o referido dra-
ma para formar o progranuna deste espectculo,
julgando assim satisfazer aos autores do pedido e
a todo o publico em geral.
Recebeni-se encommendas no escriptorio dp
theatro.
DAS
MESSAGER1ES HAMUHES.
No dia 27 do eorrente mez e*pera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Mendoza, comman-
dante Courer, o qual depois da demora do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para condicfies, fretes e passagens, trata-se na
igencia, ra &) Commercio n. 9.
COMPAUIAPERNAMBUCAA
DE
\av('5ann costeira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJ'.
O vapor Giquiti,
commandante Martins
seguir para os por-
tos cima no dia 31
do eorrente, s i
horas da tarde.
Recebe carga al o dia 29, encommendas al
o dia 30, passagens e dinheiro a frete at as 2 hQ,
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio v
Forte do Mattos n. 12.
na mesma taverna
ulti-
DE
101 canaslras d'alhos, desembarcadas
mamonte da barca Vencedora.
Hoje
O preposto do agente Pe-tana far leilao da
referidas canistras com alhos, por couta e risco
de quem pertencer, s 11 l(j horas da manh, no
armazem do Annes.
Leilao
DE
10 barris de potassa nova da Russta, 15 ||2
ditos, 130 caisas com 2G0 latas com
gaz, em perfeito estado.
HOJE
O preposto do agente Pestaa fara llio d<
objectos cima mencionados, por ordem e conta
de quem pertencer, s 11 horas da manh do re-
ferido dia, no armazem do Anuos.
LEILO
Rio de Janeiro
O brigue nacional 8. Pauto seguir em poucos
ias ; para carga tratase na ra do Vigario n. 7.
Ilb Grande do Sul
Para o porto cima segu impreterivelmente
a escuna Georgtnna, no dia 24 do eorrente, poden-
do reeeber alguraa carga at o dia 23 : a tratar
eom Tasso Irmos & C, ra do Amorim n. 37
Panul' Sli'iii \avi;ili ,n taipan}
Julia qiiinzcnal
O PAQUETE
VISOS MARTIMOS.
Real companhia de paquetes
ingleses a vapor.
At o dia 27 do eorrente espera-se da Europa o
vapor inglez Douro, epmmandante Tlievaitos, o qual
depois da demqra-do cosiume, seguir para Bue-
nos-Ayres. tocando nos portos da Bahia, B,lo de
Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do crranle espara-se dos portos do
sul o vapor inglez povne, commandante F. Reeks,
o qual depois d.i demora do costuihe, seguir
para Southampton, tocando aos portes de 8. Vi-
cente e Lisboa.
Pam fretes, passagens etc., traa-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.
tropas quem poder viver socegado nesta tetra.
Ro-Graae do Bul.
Har o referid} porto s^gue em .poucos dias 0
p#a#bo hespaalioj Thffutotau, por ter a maior
parte Ja arga encaja*1: PVa P ^to quc.lbe
falta trata-se nom os c Goncalves Beltrao & Filho, ra do CommaMi
SI
HIML'df|njof (iT-s'unapor-
an>garaeoto enep~
espera-se da Europa at o da 3 de agosto, e,
depois da demora do costume seguir para o sul
do Imperio. Rio da Prata e costa do Pacfico, para
onde recebar passageiros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
Os agentes Wilson Rowe A C, ra do Commer-
cio n. 14._________________________________
Brigue nacional Arroio Malo
Para o Rio Grande do Sul vai seguir sem demo-
ra o brigue nocional Arroio Malo, navio de 1" or-
dem, pouco faltando para o resto da sua carg:i,
para esse fim trata-se no escriptorio de Silva &
Cascao, a ra do Mrquez de Olinda n. 60 1 andar.
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a barca portugueza
Despique II, recebe carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vigario n. 17
DE
um sobrado de dous andares, soto c pavi-
mento terreo, sito i ra do Amorim 11,
19, em cbo proprio.
Sabbario 26 ilo eorrente.
s 11 horas
Purinlervenco do agente Pinho Rorges, cm
chptdrio, ra do Bom Jess n. 33, prinu-;
*jar, unde se pode dar algum esclarcimento
LEILO
DE
cerca de 50 saceos com caf do Hio, cm
perfeito estado.
SABBADO 2G DO 68MMOTE
s 11 horas.
A. Banmann capito do patacho dlcmfto Alma-
th flattnrim, viudo do Rio de Janeiro com rarre-
gamento de caf, com deslino a Palmouth, mi-
nha ordem, entrado ne-lc |iorlo com agua aberta.
far leilao com iicenca lo Sr inspector d'alfaiidi'-
ga. em pre^enca de um eni|iregado da mesma re-
particao para o lim nomeado, com assistencia d
cnsul do imperio germnico, por conla e risco
de quem pertenaer, e por MervenMO do agent"
Pinto, de cerca de 30 sacros com caf, em perfei-
to estado, tantos quanlos forem precisos para oe-
correr o saldo das despezas feias com os reparos
do dio navio nesto porto, o que nao foi pago com
o producto do leilo das 583 avariadas, efectua-
do no dia 4 do crrente mez, c existentes no ar-
mazem alfandegado do barao do Livramento no
caes do Apollo, aonde se effecluar o leiifio no dia
erho a aci 1 a mencionados. ________^^
LEILAO
DE
301 canaslras com a I los
SABBADO 26 DO CBRENTE
A's 11 horas.
O preposto do agente Pestaa far leilao por
conta e risco de quem pertenec', de 3 U canas-
tras com aihos, deseiibareadas ltimamente 1
barca Venced ra ; sabbado 2ti ilo eorrente, lio
armazem do Annis, s It horas.
LEILO
DE
J&<&-.
m
COMPANHIA
DE
RRiSILEIKt.
MVElitlill
Vapor Para
Este vapor esperado dos portos do norte at o
dia 26, e seguir para os do sul depois da demora
do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ra do Vigario n. 7, escrip-
torio.
PBRREIRA VIANNA & C
Agentes.
Pacific Steam SaviganCoiipaiij
LlialM uloxenal
^PAQUETE
apera se dos portos do sul ate ao di l. do pro-
*io mez da agosto, e depois da demora do cos-
tume, seguir para Liverpool, via Lisboa o Bor-
"saux, para cttjos portos receber psMgeIro
consignatarios Joaqun ica OetafOs BaHtT? *. 1 Os ageales WUsob Rowe O, ra do Coaanar
Fillw, ra do (i>tamercio n, a. icio
B.H.
prata, 1 piano francez e outros muitos
objectos avuls' s.
TERCA-FKIUA -29 DE JULHO
No largo M' forpo Santo n. 48 armazem.
A'S 11 ^jiORAS DA MANHA.
O preposto do agente Pestaa hr leio por
conta de urna familia que se retira para Europa,
dos objectos abaixo mencionados : i rico piano
francez completamente novo, ucia mesa clstica
de H taboas, I cima francesa de jat; randa com
cortinados, ricos apparadores de amarello, guardas
loupas, guarda roupa 1 flauta de bano com cha-
ves de prata, Irewolver cim caixa e bailas, han-
deijas e salvas de prata, palileiros. e outros mui-
tos objectos que se torna enfadonho 0111 mencio-
aar.
LEILAO
DE
rovos e usados.
Por liquidado
Seuilo :
Um maguifice piano de meta cauda do bem
conhecido fabricante l'levcl.
Uto dito de Erard e muitos outros piano
de armario dos mais acreditados fabri-
cautes de Paris.
Terra leira 9 lo corraft|a>
Na ra do Barao da Victoria.'
Antonio Jos de Azevedo, qwrpndo df finiva-
inen'ta acabar com o seu deposito de pianos, fara
leilao por ntervecao do agente l 1 Efe-
rentes pianos no vos e usados, existentes no pri-
r
}
r
1
i



Diario dePmambuao --. gexta feira 96-4 Julk de 1871.
Hrj Z~T *sobrado Ul roa B"0 to Vic-
toria D. 11
jneiUq. principiar stO 1-j hora
Grande e variado *!ei!fo
DE
boiis movis* fiAo crjtaes, lotice de porcc-
Irna e objecto* de electro-plate e nm car-
ro franee, tudo m ptimo estelo.
A SABER:
tTm pilho forte. 1 esiunte para msicas, 1 mo-
bilia de Jacaranda, sofs cadeiras estufadas, c.v
deiras de ferro, 12 cadeiras de paliuha, I cheso
nier com espelbo e pedra, 4 mesas de Jogb, i dita
oval, 6 easticaes de metal, rico qoadros com finas
gravuras, cortinados, jarros para flores, figuras,
lampeos a gaz, I liuteiro, l caixa de msica, ta-
pete, e esteiras forro das salas.
Urna cama de ferro, eohoes e travesseiros, 1 ca-
cama de niogno para menino, 1 toilette, 1 lavato-
rio para duas pesoas, raamicio para o mesrao,
2 portas-toalhas, cabidas, 3 raeMiibas, I dita re-
donda, 1 guarda vestidos com espelho, I guarda-
roupa grande, 4 quadros, 3 camas de ferro para
meninos, 1 lavatorio armario *para menino, 2
commodas grandes, toucador, 4 cadeiras para
menino, I earrinho para crianza, 1 relogio de pa-
red*.
Tres bancos para terraco, 1 espingarda, i ma-
china para engoimuar, i' dita para limpar facas, I
caixa para gi.
Urna mesa elstica, 1 guvda-louca, 2 aparado-
res, sendo 1 com espelho, 1 quartinheira, 18 ca-
deiras, 1 guarda-comida, quadros, bandejas, 4 co-
bertas de electro-plate, i gameteiro, porcelana
para j.tntar t para cha, I apparelho verde desert,
wai iiia-, copos, clices, fructeiras e compoteiras
de fino crystal, 2 candieiros a gaz, facas e colhe-
res.
Un jogo de bacatella, I marqueta, 2 concolos,
cadeiras de bracos, 2 ditas de balance, lavatorio,
mesa redonda, 12 cadras e i lanterna mgica.
Mesas para engommar e para cozinha, trem de
cozinha, Flandres. potes e muitos outros accesso-
rios de casa de familia.
Ter$a-feira 5 de agosto
Na povoaco de Apipacos.
1'. F. Needhain, tendo se retirado para a Euro-
da com sua familia, fara leilo por intervenco do
gente Pinto, dos movis e mais objectos perten-
centes e existentes na casa em que residi na po-
voaco de Apipucos.
Os referidos objectos tornam-se recommenda
veis por serem de gosto e estarem bem conserva-
dos por terem tido pouco uso
A's IP 12 horas da man ha partir da estacao
k> arco de Santo Antonio um trem expresso que
servir de conducrao gratis aos concurrentes.
O le I ti o principiara s f 1 horas.
LEILAO
DE
cerca de urna Urca parle do exceflenle predio de
3 andares e grande soto, sito rua da Impera-
triz n. 53, tendo 32 1|2 palmos de frente e 122
de fundo, boas salas e quartos, c zinha fra
para o primeiro andar, e terraco com gradea-
ment de ferro, no segundo, quartos no quintal
para creados, estribara, etc., ele, cuja parte
na importancia de 8:7774365, sobre o valor de
28:00030 <, qnantia por que foi ha pouco tera-
po avahado judicialmente para paitilhas.
A mencionada parte acha-se livre e desembara-
zada do qualquer onus.
Os Srs. pretendenles podem desde j examinar
o referido predio.
TEROA-FKIRA 5 DE AGOSTO
s 11 horas da manh
Por Intervenco do agente Pinho
Horres
Em sen escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primeiro andar.
IMSOSOVrBSOS
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, cnsul portuguez
de 2* classe e en-arregado que fof do consulado
de Portugal em Perumbuco nos ltimos treze me-
ses, participa aos seos amigos, tanto nacionaes
como portugueses, que tt-m o seu escriptorio na
ra Duque de axiasu. 41, 1* andar, antiga ra
das Cruzes, onde pode ser procurado todos os
das nao santificados, das 9 horas da marl's 4-1
da tarde.
ND88 NOVTOADES
Em fazendas de gosto
NA
LOJA E AMAZEM DO
N. 60
Ra da Imperafcriz N.
PEREIRA DA SILVA & GUIM ARS3
Os proprietarios deste importante estabelecimento, participam ao respeitavel publico
desta cidade e aos seus numerosos freguezes que acabara de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambem om grande
sortimento das nielhores fazendas de lei, que se vendem por procos muito em couta, so
com o lim de apurar dinheiro.
As pessoas que negociam em pequea escala, ueste estabelecimento podero tazer
os seus sortimentos, porque se Uies >ender pelos precos que compram as casas estran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se levar em
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aberto das 6 horas da manh s 9 da noute
| UUIV\UIUa1 i O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
A 1*500, 13200, 800 e 640 rs. Europa, burnoos dos mais lindos gostos
O Pavo recebeu um brilhante sortimento que at boje sao conhecidos e em relacao
das mais lindas granadines preta com deli- Sua excessiva barateza, convidam-se as
cadas listras de cores o pretas, que vende pelo Exmas. Sras. paraverem o que ha de mais
barato prego de 19500 o c ivado. Ditas to- novidade neste artigo,
das de cores com listras miudinhas em urna BRAMANTES PARA LENCOES.
s cor a 19200 e 15000 o covado. Ditas O Pavo vende superior bramante de al-
pretas com listras de seda roxas a 800 rs. Di- godo, tendo 10 palmos de largura, queso
tas pretas com listras brancas, azues ever- precisa de 1 1/4 vara para um lencol a
des a 640 rs. o c >vado. Assirn como boni- |600 o metro ou 19800 a vara.
tas barajes de seda para vestidos com as Dito de linho fino superior e muito en-
mais lindas cores a IJWOO. E' pechincha, corpado, com a mesma largura a 29400 a
na loja do Pavo. vara.
POL'PELINAS A19600 E 29000 0 COVADO. Ditos francezes muito finos a 29500 e
O Pavo recebeu um elegante sortimento 39000.
das mais lindas poupelinas de seda com os j Pecas de Hamburgo e panno de linho, ten-
mais lindos desenhos e mais bonitas cores, do c m 20 e 30 varas para todos os presos
e qualidades.
Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
jardas, pelos precos mais baratos que se tern
das mais lindas sedinlias de urna s cor com visto.
delicados desenhos miudinhos, que vende a Pechiuchas de finissimo esguio ou silzia
29500 o c vado. Ditas com listrinhas, mui- com 6 jardas a 79000.
to boa fazenda a 29000. 5' pechincha, na Pecas de finsima silezia com 30 jardas
que vende a 19600 e 29000.
SEDAS DE CORES A 29200 RS.
O Pavo recebeu um bonito sortimento
CASA DA NHHL
AOS 5:000#000.
BILIIETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de Mar^o (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo.assipado tendo vendido nos seus fe-
ilzes bilhetes, um quarto n 2v39 com 5:000000,
um meio n. 583 com tOOOOo, e outras sortes de
40/ e 205 da lotera que se acabou de extrahir
(59-), convida aos p conformidade do costume sem descont algum.
Acbam-se venda os felizes bilhetes garantido?
da 2* parte das loteras a beneficio da matriz de
Palmares (60\), que e extrahir na quarta-feira,
30 do correte mez.
PP.EflOS
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
LM POR^JiODE 1009000 PARA CIAIA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
ilnnoel Martins Fiuzn
Liquida ^o.
O inventarame do casal de Manoel Antonio
Vieira, devidamente aotorisado pelo juiz, recebe
propostas dos pretendenles ao rstame da louca
existente na loja que o finado tinha ra do
Mrquez de Olinda 11. na ra do Vgario n. 19,
Lo andor.
*___
liilltiil.
Aluga-se urna boa e grande casi terrea rui
do 'mparo, em Olinda : a tratar ra do Amo-
rim n 37.
Sociedade recreativa Terpsi-
chore.
^ De ordem do Illm. Sr. presidente convido aos
Srs. socios a reunirem-se no recinto "desta socie-
dade, no domingo 30 corrente, pelas 11 horas do
da, para em assembla geral se tratar da dissolu-
i;o da mesma, tendo em vista q,seu alcance.
SecreUria da sociedade recreativa Terpsichore,
3 de julho de 1873.
Bazilio Rodrigue,
I.* secretario
D-se a quantia de 1:2004 s b penhor de
* sera vos : na ra de Hurtas n. 86. ^^^^
Moleque.
'''recisa-se alugar um moleque de 10 a 14 an-
uos que saiba comprar : rna do Baro da Vic-
toria n. 38, loja.
Pede-se encarecidamente a quem ten ha adia-
do urna peticao em nome do abaixo assignado,
contendo urna letra da quantia d 1:496*. vencida
e protestada, que est sacada por Joao Fernando
da Cruz, e aceita por Joaana Mara da Dores, e
ao mesmo abaixo "assignado endossada ; que se
digne de, como favor, entregar-llh'a na ra da
Penha n 19, pelo qual ser recompensado.
Mauoei Jos Pereia de Mello.
Offerece-se
urna mulher que pelas suas circunstancias se
propCe a ser ama em ca*a de homem olteiro, pre-
ferindo estrangeiro, para a cidade ou fra deila,
a qual alem de dar fiador sua eonducta, sabe
i'tunprir cora aceio o fidelidade s ordens de quem
quer que do sapateiro.
Precisarse de urna mulher que saiba bem
conra cortar vestidos mais algum -serviro de
casa de familia : a tratar na rna larga do Rosa-
rio n. 22, 2. andar.
Alagase urna casa na Caponga com com
modos para familia : 3 tratar no mesmo
ua das Crionlas n. 2?
lugar i
na loja do Pavo.
CAMBRAIS ABERTAS A 99 E 109000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vende pelo barato
prec,o de >9 e 109000 o corte, ten bastante para vestid'. E' pechincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LZISHAS BORHADASA 400 RS.
O COVADO.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lazinhas transparentes com
tiorinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusivel rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo preco de 4OO rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pavo vendo um bonito sortimento de
lazinhas listraJas sendo das mnis modernas
que tem viudo ao mercado, pelo ba-atissimo
proco de 560 e 600 o rs. o covado. E1 pe-
chincha, na loja do Pavao ra ratriz n. 60.
ALPACAS I.AVR\I)ASA 6V0US.OC0VAD0.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lilas alpacaslavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem viudo para vestidos, e ven le-se pelo ba-
ratissimo preco de 640 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
CASSAS FRANCE2AS A 600 E 640 US. O
MUTUO.
0 Pavo recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas ran ezas, de cor,
com os mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padres oscuros e outros que
servem para luto, e vende a 600 o 640 rs.
o metro ou 360 o 400 rs. o covado.
LAZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 19200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos pregos de 640 rs e 19200.
Assirn como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao modernissimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
i hitas a IM, 80,3Oe3SO rs.
O Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fixas, que ven le pelos bara-
tos prec. s de 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padres a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muit 1 finas padres claros em tea-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
remolla a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de crctone, fazen-
da muito superior a 3:0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de enancas a 360 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Buptfotas a 500 rs. o covado
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padres miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de crianca, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o covado, affiancan-
do ser grande pechincha !
Cortes de cambraia. ultima no-
vidade, a 99OO.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
suficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua etcessiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com ba.bados de cor, tendo 20 me-
tros do babad s a 99000. grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo rua da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
0 Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato prego de 209 e 309000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
0 Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com listras Msetinadass que
vende pelo batato prego de 69000.
Ditos om listras de cores, tendo 8 varas a
i9 e 59000. E' pechincha.
ESPARTILHOS.
O Pavo recebeu im grunde sortinupto
de espartilhos tanto para senhora como para
menina, que vende pelo barato preco da
S9000.
Ditos muito finos a 49 e 59000. Sao dos
mais moderos qu e tem vindo ao mer-
-ado.
a 359000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 29000 a vara.
Calcas de casemira.
0 Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira, assirn como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos e em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao morcado, e
vonde-se por barato prego para apurar di-
nheiro, assirn como caigas de brim branco e
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABA1NHADOS A 19800 E 29000.
0 Pavo vende duzias de lengos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 29000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit' s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 39000,
Dito de cambraia branca, sendo em pega
a 33600
MKIAS RLASA 49 E5900 A DLZIA.
O Pavo vende duzias de meiascruas, h-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assirn como ditas muito finas e muitoS en-
corpadosa 69000, 79000,89000 e l('90X,
e um grande sortimento de meias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLO FIANCKZ a 69000 E 79000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
co/., que si-mpre se vendes por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo proco
63000 e 79000, por tor frito urna grandf
co npra. E' pechincha.
Algodaozinh a 5?000.
O Pavo vende pegas de algoduzinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
49- e 59000.
Dito largo muito encorpado, proprio pun
toalhas e lenges a 69000 e 79000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans
prente propria para vestidos a 29500
39000.
Pegas do ilita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 e 69000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
0 Pavo tem um grande sortimento de"
pannos de crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas de guartuco e para so
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 69 E 89000.
O Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 69 e 89000.
Ditas de fusto acplxoadas, sendo de co-
res e brancas, polo barato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PEUCA1.I.ES COM DEAS SAIAS
a 49000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazonda de muito gos-
to a 49OOO. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Cuioares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeites decY, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remettidas por um dos nr
Ihores fabricantes de Paris, e vende-se peto
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 6,5 e 89000.
0 Pavo .vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
precos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos preco,
de 29000 e 29300.
Ditas com guarnigio de pregas e borda*
dos a 39500.
Algodfto entestado a I9OOO a
vara.
O Pavo vende algodo americano infes-
tado e muito encorpado, proprio para toa-
lha e lenges, pelo barato prego de 19000 a
vara.
Dit 1 francez sendo trangado e muito en-
corpado, pelo baratissimo prao de 19380 o
metro.
Casemiras a 9000 e V9OOO.
0 Pavo vende cortes de cawmira france-
za, sendo fazenda muito superior que sera-
pr se vendeu por m*is dttniro, e licpii-
dam-se a 70000 o corte.
Ditos a 69000.
K
AO AR
BO
VAPOR FRANCEZ
HUA DO BARAO A VICTORIA
7Outr'ora ovaN. 7
Calcada
francez.
Para liouaem.
BOTINAS de bezerro, eordavao, pellica, lustre e
de d araque com biqueira, dos melbores
fabricantes.
SAPATOES da beierro, de eordavao 0 de case-
mira.
S a PATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados rom sola de pao, pro-
prios para baaos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de trasca
francezes e portugueses.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores difireme,
lisas, afeitadas e bordadas.
>APaTINHOS de phanUsia com salto, brancos,
pretos e de cores diferentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enlejiadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugueses.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de eordavao.
ABOTINADOS e sapates de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portugueses.
Botas de montara.
Botas a Napoleio e a Guilberme, perneiras e
meias perneiras para hornen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor franc', ra do Barito
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de brajo, de guerniedes,
sofs, jardineiras, mezas, conversaderas e costu-
reras, ludo isto muito bom por serem fortes e
leves, e 01 mais proprios movis para slelas e ga
bneles de rerreios.
No armazem do vapor francer, ra do Baro
da Victoria n. 7, outr'ora Neva.
PIANOS.
Acabara de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel WolfT A C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para uresents com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes taa-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Baro
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de liffercntes gos pliautazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurga.
Caixinhas de costara ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Calais! as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Orrrentes de plaqu muito bonitas para relo-
t-'io*-
Uriueos a imicao e botdes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cures.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pineinez de cores, de p-ata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de a.-o fino e de todas as guarniedes.
Bengalas de luxo, canna, com castSes de mar-
fim.
Rengabas diversas (m grande sortimento para
hmnens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitaS qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marGm muito finos, para limpar ca-
beca,
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din; eiro.
Meias para houiers e para meninos.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
("amparabas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alle-
mes e francezes.
Malas, bol as e saceos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argoliuhas de niarfim para as enancas morde-
rera, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar enancas.
Certinhas de vimes para brajo de meninas.
Carrinhos de quatro rod;rs, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portase janellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
fes tas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lante-nas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros ji prumptos cora pa\sagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimento3 em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha- j
rias difficeis de nieneonarse. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7, .
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados era dilferentes partes
da Europa para eatretenimento das criancas tudo
a presos mais resnmidos que possive: no ar-
mazem do vapor francs, rna do Barao da Vic-
toria, outr'ora roa Nova n. 7.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
Ra Primeiro de Marco n. 7 A, 1." andar.
Leoste perito cozinbeiro francez, tendo tido a felicidad de agradar o respotave
publico desta bella eapitai fa vista da concurrencia que tem sen lioteL acal de apromp
tamo 2.* andar, quartos mobdiadus com gosto e a prego muito razoavel.
Recebem-se a asignaturas.
UVAA\ TOHOS OS MAS.
Aberto desde s 6 horas d'amanh, at s 10 da noute.
GRANDE
HOTEL DA INDEPENDENCIA
ANTIGO ESTAMINEf
32 lina iln Imperador 32
hf
\ Almocos
Lunch
Jantares
Caas c bebidas de todas as qualidades a qualquer hora.
Limpeza o servido pontual e apurado com o qual ninguem pode competir.
Tem magnficos aposentos para alugar e
UOXS RWAIVIW-S
O proprietario dispensa-se de elogiar o hbil e raro cozinheiro francez. a res-
peito do qual podem ser consultados os verdadeiros gastrnomos que j apre<:iarm .
sua arte.
Os mais resumidos do mundo.
PRESOS
indo.
FAZENDAS DE GOSTO
BABATISSIMAS.
Lindos cortes de eassa de cores com barra e os competentes enfeites e figurinos a 6000.
Superiores sultanas lisas bastante largas e com barra para fazer os enfeites, fazenda mo-
derna a 12000 o metro.
Na loja das Columnas, de Antonio Correia de Vasconcelos, rna Primeiro de Marro, an-
tiga do Crespo n. 13.
V M i un v'i
P SPEP
gal oito annos qoe conhecido este precioso tDico, e difficil acbar urna pw*o.
qje, teodoexperiiMide pesramente, nao falle "m bm '^or, j como bom mohum
a apetisador. tomando nm ealii del! antes de jantsr. on como facilitador da dige'*
tomando-te depois.
liNA
ABASE
da HESPERIDINA s LARANJA AMARUA, nao ha um ? habitable do BRASIL (a terr*
especial das aranjas) qoe a. coobeca as proprieda^ei medicinses di donrada fro.-.t
orn b?m. a
-.i >

un
JUfiTA OE HYfil!
-
L
Ceslinhas para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegadot
ao armazem do vapor JraMez. ra do Barao da
Victoria (outr'ora Neva) n 7.
Oleados
batatos.
Oleados bonitas e muito baralo% para cima de
meza : no annaaem'ilp '.vapor franaez, ra do Ba-
ria da Victoria on-tr'ora -.wa- n. 7.

Caixeiro
Precisa-se de am aaixeiro de menor idade ; na
ra larga do Rosario n. 13.
em ^et estado natnral t siste tm relM mas boas proprii-d'd-s, e ao n.-'O.o i nape \,.- v-ntr-'.a como
ExamsiTO LICOE
A HESPERIDINA como INI'STRIA NA' l NAL dSc. tem mi que ove' m
melbres importscSea enrr:;:s de ctbegoria seaelbaote. Es;.s, qo-'Bdo mnito, [<*'*
*r jpatfcas, porm a losp^ridin^ coxbii '
AfifUDA?EL E SAD9A?^
Para prova de que um ar jo do qi. i li i ib
e fuEocet'te, bssta dizer-se que oi plenaot U ppi \..(\ uUit'w.. ,
u n.iii'--
do Rio de Janeiro, permiltindo soa livre eiabera^o a Im
MOA PltOt.l
a icceitat5o geral que tem em todaa e partea va&v ao-eentadn. E
laceg-M a primeira tabr-ca em Bnenos-Ayres; em i86^* a f>ganda ero lieuteviaeo
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inogoron-se ? bbfica qi e acuilmen*
trabslba na corte. Em Vlparaixo e un toda a csia do Pataco tejg boa acceiUcl*
tanto qoe rara a casa que considira completo aeu aparad' r wts obm garrafa da
m unir
0 bomi-m vflho toma Kesperiiina para obter
VIGOR
0 v>ibgzd cente tnm' Hesperijina para obten
O borneo) iebil soma Heparidina para obter
m
Nc.s ailtti as dou^elias e a mov'os tomam
aoimacn durante ni lonco gyrj* da
BARROS JNIOR dt C, ra do Vfear 0 Tenorio n. 7. f* andar, receberaa .tlt
grande especifico, e ver!<>tm-oo nos depsitos segante* :
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zfferino Carneiro, na do Commercio.
MarceBo Jo Goncalves da Fonle, ra da Caricia a. *.
Antonio Gomes Pires C, ra da Cadeia.
Antonio Gomes Pire dV C, caes 22 de N ivembro.
Gomes dV IrrrJ' botel da Passagem.
n T- E"abaixo assignaila viuva do Sr. Francisco Coinpanhln Itecife Dralna ee
Ribeiro Peres Jnior, declaro que os vredios qne 0 abaixo assignado, gerente da companhia Re-
me tcaram por heranca de mea Uo a Sr. Domm- cire Drainage, oiTcrece a quantia de 504 a quem
gos Rodngues do Passo, so fiz permulta com a descobrir a pessoa ou pessoas que as noites de
casa errea na ra do caes e Capibarlbe (onde gabbado, domingo e segunda feira, carregaram 15
moro) com o Extn Sr. Barao do Livramento, chapas de farro qne serviam de coberta as vlvulas
com consentimiento de meas pais, qae tambem as- que existem em diversas ras as freguezias de
s.gnaram a esenptura de permut para tervali- g Jos e Santo Antonio para o aervico da empre-
nde visto o onus que mcus pas declarararana za. ou a quem prestar informatr>es exactas par
escriptura de sec<;ao da heranca e seus rendimen- qua se possa descobrir o verdadeiro autor on au-
tos desde o da que foram Julgadas as partilhas. ^^ j0 fact0
Os predios que me tocaram na hrranea de meu
avo, o Sr.-*lanoel Bodrigucs do Passo, em sua ter-
ca foi urna olaria no becco das Barreiras, 3;000*
no valor do sobrado n. 10 na ra Io de Marco, da
cujo predio aquilino o Sr. Jos Joaquim de Fa-
ria Machado, tendo principio este arreadamente no i
1* de setersbro de 18fii, como ecnsta da sscriptu-
ra no cartorio do Sr. Porto Carreiro'no livro deci-'
mo a folhas 71 ; todo9 os mais predios que tive, I
tanto da heranfa de meu to, -como de meu avd,'
nSo tenbo vendido, nem doado, empenhado, hypo-
thecado, alienado, e muita monos seus rendimento.*.
Recife, 21 de julho de 1873.
Anna Carolina do Passo.
>a:< ,i,if u 0
II
Escriptorio da companhia n. 26, ra do Impe-
rador, 1 andar.
O gerente
Henry Law._____
Eiisino primario do sexo
feminino.
Mara Alejandrina de Mello, competentemente
habilitada para o magisterio primario, resolten
abrir em sua residencia ra do Visconde de Albu-
querque n. 8_>, una escola de primeiras lettras,
otrerecendo o seu prestimo aos pitia de fanuM,
aos quaes afianca todo o lelo, esmero aprovoita*
ment no ensino.
Criado.
I I 11 I
Anda esta por alugar a primeira otaria no* Coe-
Ihos n. 9, com o melhor de todos os fornoa, com
porto por trra* e mar a todas a huras, per preco do Lima em Satato Awuro, a-4rada )a eoBcartada
muito barato _: a tratar oos.Coelhos com Antonio de novo : a tratar Da rna da Restaurafilo
Canwlre da Cunha.
coltejjk) de Santa Genoveva, ra do Hospicie
n. 04 precisa-se de um criado para ledo o ser-
Tico.
Alngase/or tMOOO a ca* 6, sha m
da la xacert ~
autr"ora Gola.

s
*

I
t
- [
1. -+-1



Biario de Pernambco S&tt eira 25 de Julho e 1873.
Ao oommercio.



mmr -A Predsse de ama ama mo-
'JWk &L a Par" indar f,('11 umil
Vndese ou I na fgvt?rAa nova -. L3M. x. A. nuil.;; a tr.-.'.u na ra d
do Arraial, ou faz se qnalmier negocio : tratar Bofn Jc Da intima.
DrjotoFSS(*-Pi A Al A ;;;;;',
BYi tatai na ruad* l afrreto / I hl p. wm.
Antonio da Rocha Aeeioly Lins
manda celebrar aiissas no dia 25
do correne mez, sexta-tetra, s 7
horas da manh, na espolia da po-
voai.o do Monteiro, (la alma te
leu setipre farafti-ato cMnMb'u
Dr. Joao Francisco Paes Barrito,
juiz de direito de Pao de Assuear da provincia de
Alapoas, trigsimo segundo dia de mu fallecimen-
to : rogo aos seus amigos e aos prenles do falle-
cido para assistirem a este acto de caridade, con-
fessando sen eterno reconhecimento.____________
Major Jos Joaquim do Reg
Barros,
Os abaixo assignados, memoro* da eommiss'o
regedora da eapella de Santo Amaro das Salinas,
tendo de mandar celebrar naquella eapella urna
missa de rquiem no dia 26 de julho do torrente,
as 7 l|2 horas da manha, t* anniverstrio do pas-
amento do ex-propneUho da dita eapella, major
Jos Joaquim do Reg Barros, convidam a sua
Exma. familia, prenles e amigos que se queiram
prestar a assistirem a este acto de reeordacao e de
nossa verdadeira relgiao.
Ruino Manoel da Crua Cousseiro.
Ludgero Teixeira Lops.
Francisco Gomes da Silva Saraiva.
_______ Manoel Moreira Ribeiro.____________
OTMUWB3iMllflPWflHMSS
Major Jos da Cunha Cou-
tinho.
Precisa-fe de unta ama pa-
la rasa di: familia, >|iie sailia
i-./inliar e comprar : a ira-
lar na na do Mrquez de Qliuda n. 40, primeiro
anJar. ...""'
; Frcisa-se desuna ana para com-
prar e outros servicos, preferindo su
escrava : a tratar no armazem do
largo da alfandega n. 7 A.______________
A m ^ rua do IraDerailer n- 9' '* ailar
-"i*<* precisa-se de tima ama para cozinhar.
AMA
AMA
AMA
boa do Carino n. 17.
Precisa se de urna ama pa-
ra casa de pouca familia e
estrangeira : na rua da Cara-
Precisa-se de urna ama forra ou escrava,
que saiba bem cozinhar, ou perfeitamente engom-
mar : na rua Duque de Caxias n. 20, 2* andar.
AMA
Precisa-se de urna ama para
cozinhar em casa de pequea
familia : a tratar na rua do
Capibaribe n. 40.
Precisa-se de urna ama para
\ M \ comprar e cozinhar para casa de
/X liJ. il pouca familia : a tratar na rua
da Roda n. 42, i. andar._____________________
AMA
Na prara da Independencia ns. 14 e
16, precisa-; e de urna ama.

O padre Antn o de Mello e Al-
buquerque celebra na sexta-feira
i ) na igreja de S. Pedro, pelas
horas do da, urna missa pelo re-
pouso eterno de sea prezado amigo
o major Jos da Cunha Goutinho,
fallecido em Macei a 15 do cor-
,:
rente.
BF* Ate vir.
O Sr. Jos Alves Machado Guimares pela se-
gunda vez rogado a vir rua do Imperador n. 28,
a negocio de seu interesse.
***-*** 00&QOG
B O administrador da casa n. 26 da rua 5
fi( do Visconde de Itaparica nesta cidade, xk
jg onde outr'ora foi o theatro de Apollo, *
S convida a todos os consenhores do mes- SL
j&. mo predio devidamente reeonhecidos, ou ffc
jgL legtimamente representados no caso de Y
5 ausencia, a comparecerem no salo da **
t referida casa a 25 do correne mez de
jk julho ao meio dia, afim de se tratar nes- 6L
2 sa reunio de interesses que Ihes dizem *
iSt respeito Para qnalquer informacao pre- Wt
M Tia podem os mteressados dirigir-se ig
55 rua do Bom Jess, casa n. 19, primeiro *
andar.
Casa de campo
Aluga se por anno ou por festa a casa caiada de
amarello junto a da esquina do lamarao no Mon-
teiro, lugar omito bom e perto do rio, tem 3 salas,
5 quartos, cozinha, cacimba, um pequeo pomar
de larangeiras, tudo murado e portao de ferro ao
lado : a tratar na rua Nova, loja n. 7.
Irmandade de Santa Arma
erecta na igreja da Santa
Cruz.
De oriem do innao juiz, convido a todos os nos-
sos irmaos para camparecrem domingo 27 do
corrente pelas 9 horas da manha em nosso con-
sistorio, afim de em mesa geral se proceder elei-
cao da nova mesa regedora para o anno compro-
missal de 1872 1874, como determinam os arti-
gos i 'i a 22 do dito compromisso que nos rege.
Consistorio da irmandade 21 de julho de 1873.
O secretario.
Marcotino Jos Pupe.
Companhia pheniz pernam-
bucana.
A direccao convida aos senhores accionistas
para a reuiao de asamblea geral no dia 2V do
corren te, 1 hora da tarde, no escripteio da
companhia. A reuniao tem por fim a leitura do
relatorio e o parecer da commissao fiscal, relativo
s operacoes do anno so;ial, lindo em 30 de junlio
prximo passado.
Recife, 19 de julho de 1873.
Os directores
Luiz Duprat.
Luiz Antonio Siqueira.
Eduardo Candido de Oliveira.
No engenho Meio da Varzea ha vagos quatro
-itios para lavradore?; cada qual com boa casa e
bons partidos para mais de 300 paes annuaes,
perto do engenho : quem precisar procure quan-
lo antes
Consultorio medico
DO
Dr. Il.ii lio.
RUA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Q Recera-chegado da Eurepa, onde fre-
fy quentou os -hospilaes de Pars e Londres
Q pode ser procurado a qnalquer hora do /
da ou da noute para objecto de sua pro- i
fissao. i
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
,. Gratis aos pobres.
jfi Especia lid \g crianea e de mulher. (
Ql tmprega no tratamento das molestias '
de sua especialidade as duchas fras e /
banhas a vapor, para os quaes trouxe |
os apparelhos mais modernamente em- i
pregados na Europa. ,
Tambem applica com grande proveto '
no traiamento das molestias do tero a ^
electricidade,pelo processo do Dr. Trepier.
0 XSXSuXK^ OOS>0^

Escravo fgido.
50j|000 de gratificaeao.
Ansentou-se do engenho Victoria no termo de
Barreiros, o mulato seuii-branco Saturniano, de
20 aunas de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhtis
castanhos, nariz regular, tem um signal nos peitos,
proveniente de urna espinha, pernas e ps
groswH e mal feitos : quem o pegar, oii delle der
noticias leve ao set tentior Dac Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praja do
Corpo SaBto n. 7, andar, que ser recompensa
do generosamente.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
volta da Europa, contina a en-
carre^ar-se de c iRccrtar e dou-
rar relugios, bem como qualquer
outro oojecto : rogando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na trate sa da rua das
Cruzes n. 14,1 andar, por traz da praca da Inde-
pendencia, que o encontraro prompto a garantir
seus trabalhos e a faze-los por precos mdicos.
J. Diluan! de Pars
Constructor e afinador de pla-
nos
Ex-afinador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das oflicinas da casa
Affonso Blondel.
33Rua do Imperador33
Tem a honra de declarar a i respeitavel publico
desta cidade, que tem aberto sua casa de concer-
tos e afinacSes de pianos, qualquer que seja o es-
tado do instrumento : rua do Imperador
n. 33.___________________________
A quem interessar
Joao Ramos & Machado mudaram seu escripto-
rio de commissao e deposito de movis, para o
armazem n. 10 da rua do Vigario.
FUNDICAO DE FERRO E RRONZE
FABRICA DE MACHINAS
V rua do Bar!) d> Triumpho (rua diHniai) ns. 100a M
CARDOSO IRHAO
AViSAM aus Sis. de ongubo e o publico em geral, que receberam da Europ*
* misteresda industria agrcola, o que tudo vendem por presos razoaveis.
VapOl^S horisontaes de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores que vem ao mercado.
MOeiKlaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS moenaS para assentarem grades de madeira.
TaxaS de ferro ^ao^6 e batido, de todos os tamanhos e dos melhores fabri-
' ^cantes.
ttOaS ti agua de diversos tamanhos.
KOdaS dentaflaS de diversos tamanhos e qualidades.
Arad0S americanos de diversas qualidades.
C Olmas para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
Concei"tOS concertam c0m promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS ^an^am vir-por encoranundada Europa, qualquor machinismo,
para o que s correspondem com urna respeitavel casa de Londres
i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbera-se de mandar assontar
as litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
RuadoBaro do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMA O.
Atteneo
Precisa-se de um feitor que saiba tratar bem de
vaccas, paga-se razoavelmente : a tratar no sitio
do Caldeireiro n. 9, ou na rua do Torres n. 12, 1"
andar, escriptorio.
MOMA
Est encouracado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,!
estiivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-'
eluir aquelle negocio que S. S. se compmmetti-u a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
dns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon fevereiro e abril de 1872, e nada eumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
din, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. seu tlho v j
achava nesta cidade.___________
Ao commercio.
O abaixo assignado faz publicoqe nesta datadeu
sociedade no seu estabelecimento de niolhados, sito
rua do Coronel Suassuna n. 11,ao Sr. Jos Joa-
quim Samarcos, o qual gyrar sobre a razao de
Braga 4 Samarcos.
Kecife, 19 de julho de 1873.
Manoel G. Braga,
A COROA W BRILHANTE
LAJA. HH JOUS
Esquina da rua do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabelecimento, tendo grande sortimento dejoias deouro de lei,
rosulvcu vi'ii ler muito barato 20 /o menos que em outra qualquer parte, as seguintes
joias :
Aderecos ele hi ilhantes, de modernos e delicados gostos.
Ditos com rubiiis, esmeraldas e perolas:
Yollas de bonitas perolas e cruzes de brilhantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A Corda Rrilhante contina a ter grande sortimento de madalhes de coral, camafeu
e nix com hoiiquets de Ii9a20*e00.
Cadeias para relogios.
A Corda Bullante recebe sempre quantidadede cadeias de ouro, de tai, para homens,
e 655400 a oitava, e tambem para senlioras.
Cassoletas para scnboras, com lettras, a 65* e 12000.
Brincos de variados gostos, para senhoras e meninas, de 55 a 205*000 etc. "
Anneis do aniethysta corrrlettras de diamantes, de 65* a 85000.
Pince-nezsetrancelQS em ramullas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
i. Corda Brilhana tem medalhas milagrosas e das Ddres, de ouro a "5&000, e prata
dourada a l?00O. Tambem tem sortimento de pince-nez eoculosdeaco fino e rattaruga,
chepados rocentemente, e por precos mui commodos.
Con vida-se as Exmas. familias visitarem a loja da Corda Brilhante, na rua do Cabu-
g n. 11, a qual continuara" aborta noite at 8 horas.
Garante-se o ouro e pedras preciosas.
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Francia* Russia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laffertenr sa antho-
rizado, he mui superior aos xaropes de cuisinier, de Larrev e de salseparrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alate, elle cura radicalmente aern mercurio, aa
aftecAes da pelle, lmpl|rm alporrtta. lamorei. alreraa, aarna drge- I
erada, earorbuto, e o* accidentes proTenitoa dos partos, da i dale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphitieas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao iodnro de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do doutor GIRAUOEAU DE
SAINT-GEIIVAJS, na Richer, U, i Paria.
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da rua Direita n. 120 propria
para qualquer negocb e moradia, tem gaz e agua
da companhia do Beberibe ; aluga-sn com a ar-
macao que nella exi.-te, ou sem ella conforme se
convencionar com o pretendente, a tratar rua
do Imperador n. 81.
Sitio para alugar na Passa-
gem da Magdalena.
Aluga-se na Passagem da Magdalena prximo
linha dos bonds, urna casa com accommodai;V>
para grande familia e com sitio murado : a tratar
a rua do Vigario n. 21, !. andar, com Domingos
Alve* Matliens._____________________________
Escravo fgido
Da engenho Regala do termo de Barreiros fn-
gio o escravo Ari annos, pouca barba, magro bast nte e altura re-
gular, costuma andar caieado, falla bem, sabe ler
e escrever ; presume-se estar acoutado no Recife,
onde tem mi e parentes : gretifica-se a quem o
apprehender e leva-lo ao referido engenho, ou no
Recife ao Sr Francisco da Costa Maia, rua da
Cr uzn,56
Grande sobrado para alugar
no Pqo da Panella.
Aluga-se por preco Tasoavel um sobrado no
Poro da Panella, no largo da mairiz da mesma
frepuezia, de um andar c sotao ; tendo 5 alai,
12 quartus, cozinha e accomodacoes externas, ex-
cellente agua potavel, quintal e pertao : a tratar
com o Sr. Jos Camello do Reg Barros, junto a
estacao do trem de Apipucos no CaMereiro, ou
eom Candido Alcofoiado, rua do Vigario n. 6.
Precisa-se de urna coznheira, forra e sem
Ihm, para casa de Mme. Coman : Passagem
da Magdalena, na esquina da Viscondessa.
nico deposito phaimacia de P. Maurer C, ruado BarSo da Victoria.
no meiado de junho, um mulato de 30 annos de
idade, de altura .regular, com cabello de negro, ca-
ra pequea, com sardas midas e escuras sobre o
nariz e faces, que quando vistas de longe pare-
cen buracos, tem o nariz chato e bocea grande,
cora pnuea barba pelo queixo, chama-se Jos Ru-
fino, pnrm muito con' ecido como Jos do Raw-
linson ; fui foguista na companhia do trem de Api-
pucos. E' natural da Paranvba, aonde foi com-
prado ; roga-se as autoridades pgliciaes e capitaes
de campo a apprehensao do mesmo, levando-o a
Santo Amaro, rua do Lima n. 30, que serao bem
recompensados.
m advogado m
BACHREl.
SJoo Gonzaga Bacellar
Villa da Caba
RUA DUQUE DE CAXIAS 9. 21,
Aloga-se o segando andar do sobrado do
pa'eo da Santa ra n H ; a tratar na traveesa
do Arsenal do guerra n. 11.
Aluga-se
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. lo, com
3 quartos, 2 salas, cozinha fra, copiar c quinta,
murado; a mesma casa estucada, e torna-se
recommendavel por passar a linha dos bonds : a
tjarr no n. 19.
Oiiiida.
Alga se urna casa na rna de Mathias Ferrei-
ra, com quintal e cacimba : a tratar rua do
Amorim n. 37.
Aattocla^ao Portugueza e Benefl-
eencia dos Empregados no Com-
mercio e Industria em Pernam-
buco
Por ordem do Sr. presidente convido a todos os
Srs..asociados a se reunirem nesta secretaria
rua do Imperador n. i i, 2," andar, no prximo
domingo pelas 4 horas da tarde, afim de reuni-
dos em assembla geral, deliberaren! fazer-so
urna peticao Sua Hagestade, pedindo permuta-
fio da pena para o infeliz Joao Raymundo.
Urna hora Vpois da marcada abrta a sesso.
Recife, 24 de julho de 1873.
0 secretario,
8. L Ferreira Guimares.
Aviso.
Quem precisar do de nma mulher honesta pa
ra casa de homem solleiro, para administra-la,
que d fladof a ana condacta: dirija -se a rija da
Glorif. b. K1,

f^^Jk
OGG, pharmaeeuUeo,t,r. de CjuMigUeae, Parit, ulco proprietarlo e preparador:
*
AA
UHU^Vj
DB
PEPSINA
DE
HOGG
1 Pllulas alimentosas de Hogg com T>epsina acidula, proprias para molestias
gstricas disppticas, etc., e nos casos de digesto dficil ou impossivel.
3o Pilulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reduzido pelo hydrogeneo,
para molestias chronicas e as doencas que das mesmas resnlto (escorrimentos, fluios-brancos,
| menstraacOes difficcis) e para restabelecer as saudes debilitadas.
Pilulas de Hogg com pepsina e proto-loduro frreo inalteravel, para molestiss
escrofulosas, lymphaticas e syphrliticas, para a tsica, a cachezia chlorotica e para as affeicee
atnicas geraes do corpo.
Em, frascos triangulares de 100 et 60 pillas; preoos indicados sobre os frascos.
Deposito em Pernamlntco, A. REGORD, e as principaes pharmacias.
ffffffff fll Ifff WI^V
Espiritismo. | Est fgida.
Confercnrias espritlcas offerece a confeitana
do Campos hi seus innmeros freguezes. |i r es-
tarm.'S u..... q Sant'Anna, e haver a mesma
confeilaria eonseguiuo fuer um bazar completo
do As*eeHM4s para regule e distraccao de quem
icni g'isio pdo ,||.|. ,i bnm.
Recoiniin.iid.i .1 grande Alen Kardek que neste
mez se de preferencia aos alimentos em q* pn-do-
mina a fcula da i::.cii'Jii'Ca (vuljeo, IkiIo tf*i inamlio-
ea), para divertimento os fugos de artificio e a>
decantadas sorpre/as e sortea, falminanies. o que
tudo is.-'ii se .leii n;l
Confeitaria do Campos.
E para nnsar pm's ,|ue, os prpnetrios <'a
confeitaria do Campos chamam a aiteii^ao de to-
dos e de todas para o pre-orneado caf eni li ver-
dmleiri de Java, e bnlaehfnna uta bxas denoBii-
nada Suj/ar Waffers '"aMetla : e-|ieeialidadee para
dietas, quanlo ina para quem qu de perfeita
saiide.
Em vista do resertdd ospera o dit* Campos que
ningueni, para pediilm .le laes objecto?, se diri-
jam, ^en o Confeilaiii' Jo Campos, rua do Im-
perador
Lampeao na porta.
$ CONSULTORIO I
g NEDIGO-CIKIRGIGO ^
* DO f
0 Dr. J. U. (re 0
0 Rua do Mrquez de Olind* n. IB, pri- M
meiro andar.
Consulta das 9 horas s i i da manha. 1
fy Chamad is a qnalqner hora. 0
Precisa-se de um csxeiro eom pratlra de
laven ; no larg da Paz n. 83, Afogados.
Fugio em 17 de marco prximo passado a es-
erara MatMIde, de 32 anuos, preta, crioula, esta-
tura reyelar, cheia do corpo, pernas finas, tem
uns careos no rosto que parecem espinhas,falla dtntes na frente, talla muito manso que as vezes
Jes:lia a cumpuixao, boa coznheira e engomma-
deira, Hllia do Para, foi comprada sogra do
Sr. eommendailor Lucena, muito rcnhecida por
ter estado alupada em casa do Manoel, inspector,
no Monteiri'y ella intitula se de forra, e lem sido
vista no Poco da Panella, Monteiro, GaXfcQgi. Mag-
dalena, e aqui no Hicife : pede-i e encarecidamen-
te a todas as autoridades pjjlieiasa e capitaes de
campo a sua apprehensao ; assim tomo se pede a
quem tenha amas ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
sahe rna, que se gratificar a quem a trouxer
rua do Livramento n. 1 Antonio de aiva Fer-
reira.
Mttm EfUR -
19- RLA .NOVAI 9
A
**-

**
"*
i
-:
J. M. Leroux,' cirur- "S
giao dentista, succes- J
sor de F. Gautier, es- *
g pera continuar ame-
*" recer a confianca .dos
: clientes da casa, edo
respeitavel publico em
1 gerl.
Alagase barato, urnas m-agnas, novas:
na travessa das Rarreiras (becco do Aqm'no>; a
tratar na rua do Coto vello n. 5".

19^** Convite.
Os Seihol'OS -il/.iixo ()ee]..r.idii-, -To encarccii'41-
rr.ciite Mgn;| i-vir.-sH .i i:n U\ bri|wrildor 11. 2S,
a iratii- n .1.' 1: i; i- j:.ni:i iitai,- Ih..
':u re>|i 11.1 ;
Ant.|i;o Aui"!.-! d ... Sal n
Anl 'iiii- AUniioi >, ri'ir.i.
All- ni<< l'i:it'i ||.HI ;,:Mi-.
Anf jui.i II.-.- ila S.ha.
AiK'ini.' J- t lilici 11 ji y, nri*,
Betijatiuiii ai ai 1 Luptw.
Doiungus M. de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brilo.
Ur. Franeis o Pinto Pessoa.
Ebom Wistig.
Emilio Jos do Moraos.
Femandes de Ale ved".
Frailesco Ahe* de Mello Tic...
Prancisco de Paula Borges.
Francisco Jos ( ji neiro.
Joaquim Guedes .Toqniiii J.iei^ \f:ir5 il-i IVn'll.
juMJ Ji- lilil. .11111,1.
Jom- l'auiu Ja lva.
Jos Joaqn'i -.-i.
los l v-.i'v > .!.i Silva
Msl. >ei -UllMIHI .|-S N.-I'.'llll'-I.!'..
Mitin I l-i \nt"in > 'ni ....1 >
Man I -llMil-. :!' Itlllios Kal a
l'.i'ilill'. J aquitn lav.ires.
i.'o ,.||;.. .le. lian 1 >ilva.
WiMi'M. Wwii-i.n.
FUGIO
Est fgido o cabr c;.Iioi ladi dePru-t. r; p r
i'eiii-n. di-d.t.'.'hI" e .s cil" !' 11 ni p-.-iPn ubico
il *, niulav:; ..:!! nina van oea c..*nln?.iii..l. evifum -
para um s.,e lugiii no domingo (i do coi,-ente;
-te esciavo Ii>reiiaiiifiite (jago, foi es.:i.vodo
Rr. Juaipnai JliVcli. Hi da Silva .- I|.;c |i.ilei -e ao
t.arfi .Ir Nri'.ii i|i. qrie [iratllirara a o lem -|ire-
i.nln.. Ule reprev uta .MI aun"-.
\t
vir.
O Sr. s IVp-i a I. nos |"-!.. .-^.in.a vez
r irado Vir n-j f Ini'.ei.i.l.. n. iti, a,i.';ock)
HEIALH4 ni-: IIO*HA
OV.EO 0^
FIGADOde BACALHAU
FERRUGINOSO. CLARO E TRIGUEIRO
DE CHEVRIER
Cavalleiro de Legido de Honra. OfflciaA
do Medjidi eCommendador da ordem
d'lzabel a Calholica.
O lee le Chevrler deve o sea aroma
a subtancias balsmicas que ainds
augmentfto as suas propriedades thera-
peuticas ao mesmo tempo que o tornfto
agradavel ao tomar-se.
O senhor Chevrler completou a sua
descuberta associando o Iodureto de ferro
ao seu oleo de ligado de Bncalhau. Eete
ole* de Ogado de bacalhau ferm-
Ktasoae possue todas as proDriedadea do
oleo e do trro, de fcil digesto e
nunca causa prisfio do ventre
Todas as celebridades medicas o pre-
ferem s outras oreparaedes ferrugino-
sas. Convem em todos os casos em que
^e emprega o ferro : TIbIc pulmonar
Broarhltea, Barhlllsuio, Escrorulas
Emplgei, Gola. BbrnmalUmo, Iys-
pepala, Convalecencias demorada* e
traques* de contHulpo.
dbpoiitom PASia: Pharm.
81, Faubourg Monlmartre
wm
llygienica, infallivel c pwserwtlvs i nica que
cura sem outro supplemento. Em Pars, inventor Brodi
158, boulevard Mgcuia, e uas principaes plurmacia,
do universo.
VERDADEIRO LE ROY
EM LIQUIDO OU PILULAS
Ru de Seine, 51, i PARS.:
Em cdJa garrafa, ral, entre ;> nriha c o papel aSkil
flue le>a o meii sinele, um rotulo hnpresso eai sna-1
relio com mjo sillo SICRORET. PaMs K.ic h ici.I
obre lumli) negro.
N. B. Heinetleiiil.'-se una MU de 5i)d li.oi ...
Isobre Pars, reecbe-se 725 francos .lo SimlIfSSSSuISS
Deposito principal //
do legitimo Le Roy 0^' ~7- rS1'
d casa do domo -^f^ggggg?
unieo agenl. peto m^Kfom
r.rasll a Seor de
ET PHARMAC
I-ACEna* na Bal.ia.

M3E
il!
HYPOPHCSPHITOS
OOD^GHURCHII;
XAROPE DE HPOPKOSPHITO DE SODA
XAROPE DE HYP0PH0SPHIT0 DE CAL
PILULAS DE HVP0PH0SPNIT0 DE QUININO
XAROPE DE HiPOPHOSPMTO DE FERRO
PILULAS DE HVPOPHSPHIIO DE MANGA.'IESIA
Ui^'ia'iaaiiaaiaiy
BASTILHAS PECT0RAES 00 D' CHURGH1LL
Exigir para os xaurptt o fresco qnadrado
o em lujos os productos a asignatura do
D* CHURCH1LL, e o Istreire com a marca
de fabrica da pbarruacia SWANN, It, rus
CastitjlioM. PAHI6.
Resulta das obserVar^Sen colliida* polas suniiul-
dades medicas dos hospilaeA'de Psris que o Xarops
uctCfl balsmico do dislincto e illusire profe&sw
ViiiQiELiS imprvido com successo kempre igual
para curar
t muiicSU ios Bscicuts i imcfSu to pe.to
oonliecidas pelo liorna d"
BrtOMCHlTES A6DDAS 0U CHRONlCM
4STH.UA9, OrPSKSbftfS, CATtRaHCW
.-. DtO usos, Tosas robelrins, Extioc^io da vos.
A MASSA, pelo mu uso fucile agradavel sabor, um
precioso medicamento para as pessoasque viaja.n, oe
nao utriav !as a fallar muilo, Psris, l'bsrraaci
VAOQrjF.LIN-D!SI.AUKIEIlS, rua de Clery, 31.
Uf m ilnu rawastiai u.-. i* tnys.
Pharmciade P. Maurer &
Ci-
o dia IV de inaio do correte anno, do engenho
Dous Mundos, o escravo Marcelino, protu fulo,
baixo e Meco, roto dMetrnado, peinas e bracos
finos, falla baixa, efa n. nliuin deleito, representa
ter 30 annos, e tem algmnas mareas antigs de
rellio. Esto escravo pertenrou au Sr. Manuel A-
lunes de Queiroi Barros, do engenho Itouca, do
Cabo, e consta adiar se para os jados da cidade de
Nazareth, onde tem pai e irmaos forros, ou em
Ooyanna c N S. do 0' de Goyanna, onde de ou-
tras vesn j ten) sido pegado, .|uaillo pertencia
ao dito ir. Anlepcs : rogase as autoridades _po'i-
ciaes e capitaes de campo a sua apprehensao e
conduzi-lo ao engenho cima, u no Recife aos
Srs. Cunha Irmaos C. rna da Madre de Dos
n. 34, que se gratificar generosamente.
Portaran da obra lo Sr. Bernar
pos, rua do Imperador n. t, um relogio de pra-
ta, suisso .-. I.m-i t". segur por una, lita preta do
re.trox : ipiem deile der noticias ser recjnipensade
na mesma casa.
Escravo fgido.
Ausentouse do poder dos abaiio asagiados-o
sen escravo de noine Joaquim, cor preta, e 6 de
nacao, traja muito fiinp>, amia calcado e usa de'
filia/los .-i!in[Wrdos, ra, ial"- i-.'ziiih'i-. -p i;.". -. .|t.- se rtV4r. iva-,
..l.-i.l f..lli .-< eoi,!..-.-i: .-I lieiirj) ;.fii,-.ilio : lo-
iri->.- a it|ip:i:l r i.-aj lio ittlsi ..-... avo, cuja captura
-. :.auli.:.iia buttij
!a -i.v. I.0V0 A FliO.
Fugio
CASA DO OURO
los 5:f>-000
Bilhetes garantidos
llua do 'liarao da Victoria 'outr'ora Nova}
n. t, e chm do costmne.
Acham-se a venda os muito fel es bilhetes ga-
rantidos da t |...rte da Infera a b.:neficio oa igreja
mairii Ae palmare?, que seaxtrahir id dia 30
do cornn'e uiez.
Precow
Inleiio 6U00
Mo :t000
Quartu U500
le lOO O mea cima.
Intciro 51800
Meio 2*750*
Qit.irto 1;I7
' Recife, 2 de julho de 1873.
. todo JoiuiHim la Cotia lit/
Barteiro.
Precisa se de um offlrti.il .le barbeiro : na rua
da iiperaliiz n. 8, casa de eabeeiieiro de Odi-
lon Duarte & Irmao.
E
UglO
No dia li de inaio do corrale auno, fueio des-
te engenho o escravo llftrcelino,' Dicto, futo, bai-
xo e Becco. rosto descarnado, peinas c bracos fi-
nos, falla baixo, sem neuiiun deleito. He reten-
la tur 30 annos e lem alqumas mareu antigs de
ralbo. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-
tunes de Quciroz Barros, do engenho R nica do
Cabo, e Consta adiar se para os lados da cidade
do Nazareth, onde tem pai e irmaos forros, ou
em Goyanna e N. S. do O' de Goyanna onde de
nutras meaja em sido pegado "quando ponen-
cia ao dilo Sr Aulunes. lloga-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua apprehensao
e condur.i lo a este engenho, rano Reef'e aos Srs.
Cunha Irmaos A- C, rua da Madre de Deas n. 3i,
que se gratificar generosamente.
Engenho Dons Momios 21 de junho de 1S73.
Manoel lleraclito d Albuquerqne.
Francisco Uuarte de Rezende Reg, desde o
l.destc mez passou aassignir-sc Francisco Duar-
to Rezende.
Ao Sr. Dr. Fortunato de tal se precita fal-
lar na na da Madre de Deas a. ">, 2. andar, a
nepoejo de seu part lujar interesse.
Aluga-se una easa terrea, nova e limpa,
a rna de S. Joao i. 79. a tratar na rua du Ran-
rel n. 41,1* andar, on .-..ni Angutto O.taviano
de Souza, na rua da Duqae de Caxias n. 'ii.
Aluga-se
o tereeiro andar da rua do Vigario Tenoiio n. 20:
a trat r rua do Amorim n. 37.
^Coibiorioiedii tfcw'm ^
& o b m
*j) AhIqo gabinete de seu pn>, rua larga
e ,v hr II sanio n. W.
:j? Cuta de hydnceles sem injecQao,
I eom unacco-canillar.
? Abertura de abcess.3s e extraceao de I
derraniamen serosos, peto aspirad r
de l'otain
e^0?
k2ji f > aj '\g!
CAZA DA FORTUNA
RUA 1. DE MAItgO OL'Tn'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
1:000*.
Presos.
Inteiro.......24/000
Meio ........ 12*00f>
Quarto....... 6.000
Manoel Martins Fiuza.
50MP1AS.
-Compra-te algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da rua Duque
de Caxias n. 44.
Latas
Compram se latas de gaz vazias no armazem da
bolla atnarella, na travessa da rua do Imperador.
NOVO MUNDO.
Compra-so o n. 32 deste jornal, vindo
pelo vapor americano, do mez de junho ;
nesta typograpbia.
Compra-se
dous lustres de crystal para gaz, sendo um de 3
I zes e outro de duas ditas : a tratar no largo da
Alfandega, armazem n. 7 B, on i.
VENDAS,
Diversas fazendas.
71 RUA DUQUE DE CAXIAS 7.
Pecas de algodao largo encornado a 3J300, ditas
de madapolo camiseiro a l. dit largo a 44300,
c, 5*3. Oe 6, dito francez a 6/K00, chitas finas
e tixas, escuras, claras, rxas e verdes a 240 rs. o
covado, colchas adamascadas a 2, damasco de
algodo com duas larguras a 11200 o covado, dito
de l fino a 3*500, chales de merino liso tino a
il "ditos estampados a 3/5o0 e 44, tealhas fel-
pudas a 6* e 8i a duna, lencos de cambria bran-
ca a 1*200 adiuia, ditos de cor pequeos a 800
rs.. ditos grandes a 1*200, carabraia branca fina a
3*500. 44, 4*500, 51 e 6i a pefa, dita bordada a
44 eSl, dita de cor a 240 rs, o covado, 15 lisa
verde a 240 rs. o covado, dita Una de .;;versas
cores a 320 e 400 re., luvas de fio da Escocia a
2> 0 rs. u par, cortes de brim de linho branco e de
cjr a 21500, ditos de uieia casemira a si, ditos de
cisemira fina a $, alpacas de cores lavradas a
480 rs. o oovaao.





Otario de Fernambuco Sexta feira 25 fa Julkp de 1873.
SSE
PlNDICAO M'BWMlW
RUADO BRUM I. 52
(Passando o chafriz)
PELH5M *05 sftnboras de engnho e ootros *f?ricohorfls, e em pregado res de m
tuflirfmii o favor de una visita a seu estabelecimenld, para verem o novo sortimento
saaudat > que ani lem.;8.idfli tudo soperior em qoalidade e (ortiriio; o qne com a Bis
gtaio pess al p'ide-se verificar.
ES F/JIAL ATTlsNQO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDtCO
Vf!'t*trfl"X f vnrlftc Alarma dos mais mo'eraos systemas e am U
lUpOTO* 6 rOttaS a agua manh09 convenientes para as diversas
drcijnasianc'ns dos senbores proprietarios e p-ra descarocar algodao.
MT'flfiTl^ ^ .A PlTITin. de todos os tamanhos, as^melores qae aqni
Bodas dentadas p ": *
Taixas e fon* fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
Machiismos
Bombas
para mandioca e algod5o,|
a para serrar madeira.
Podeodo todos
ser movidos a mo
por agua, vapor,
do patente, garantidas........ )oa animaos.
Toda* hs machinas e pecas de que 8e costoma preck,ar-
Faz qu&lquer concert de machidi8tno' *w mai re8ami(l0-
Y<)'f'r .% dfi fftrr ) tem as me*DOres e mais Daratas existentes no mer-
V l*** im TIATI da si Iocnmbe-se de mandar vir qnalqoer macbinismo i von-
>U\j fll JICU <.* ut dog c|enteR, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
cas compras por iuieimedio de pessoa entendida, e qne em qnalqner necessidade pode
wj prestar auxilio.
latidos americanas ^^ ***
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O BAFARtZ
BRANDE REDUCCAO El FRENOS
Attenco. Attencao.
Na toja de Soares Leitelrnmos, rnado-Baroda
Victoria n. 28.
Saeta de liiilin com 40 iwvellos, a 500 rs. dem idemlisa de cores, a 4MViftr
Me n dem de marca, a 200 rs. Resma-de papel pautado, a SptVty&^tOO
Carrafa de agua florida verdadeira alj?200 e 6fl!000.
dem kananga do Japao, a 1&200.
dem divina, a l#O00 e 1JJ200.
Ahumaduras para collete, de todos os a 800 rs
Idemiidem liso, n JWitO, 39300-653K0.
Caixa de papel amisade, beira doufafla,
gastos, a aoo
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
aoa, a 19000.
Du:ia de pecas do cordo imperial, a
tairs.
Frasco com tnico oriental de Kcmp, a
1*000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 1#000.
Rima fo.aStHO.
liona idem beira lisa, a 2ffi00.
Carrafa de tinta rusa extra-fina, a 15000.
>'":>; v.i ile bulos de osso para calca, a
SQ I rs.
... teruos, a 39500.
t l< 6s para dentes, a 200 rs.
Mem idem de pos chinez, muito bom, a]800rs.
5.;o r-. p I9OOO. Chapeos para senhoras e meninas.
->i. 1.1 r$e satametes de ameodoa, a 29500. Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa do envelopes forrados, a 700 r
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia-de.talb.eres cabe branco, 2 ft, a
5300 <
Mayo de fita chmeza, a 000"fsv
Kitmcton rmiiu> finas o baratos.
DuTa de carros detirrhsr, 2W*'1 jardas, a
700 rs.
I'lmii i-li'in fcO' jardas, a SOrs-.
Pita de veMtrd-o do toitas alcores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
H,^I^
Os Jeque* fud >. de maitiapero_
cores e que iraz tambem de madrcperula em altr> njkvo, tVr-JT
nandose por isU> apropriado para mJvas, a NO-
VA ESPEKANfc i ra Imqae de Catiai m Oa* W .
Os brincos, broches, mefes_a|eiees, efuses,'_
coracSes e cassolas, fflne eslao aupostas bi
escoma das Exmal. (aojante!, do <|ue) vcnde-#e
na Nova Esperanca, ru Duque de Caxias
n. 5.
Abs meninos
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias ri.
63, acaba de reoeber. un liado sormeiUo de bo-
necas de militas qualidades, vindo entre ellas as
engrapadas bonecas de borracha, assim lambem
urna pequea quantidade de bonecas pretas que
se tornam apreciadas pela sua novidade.
Ebem til
A Nova Esperanca roa Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
cao par concertar porcelana bem mil.
Vestido perdido
Mnitas vezes um vestido torna-se inteiramente
feii.i, somentc por estar mal enfeitado: a--Nova Es-
peranza ra Ouque de Caxias n. 63, remove
este mal; porque esta benrprovida do melliores
pides e franjas de. todas as. cores,-onde pode es
colher-se vontade sobresahlndo entra estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sua varieda-
de de cares, fiea bem em quasi todas as fazendas.
A eMa antes que se acaben.
Bdas de borracha
Vendem-se de todos os tamanhos ra Duque
de Caxias n. 63, a Nova Esperanca.
Cabellos breos s tem quem
quer
A Nora Esperanza ra Duque de Caxias n.
63, acaba, de reeeber a verfladeir.i tiatura de Des-
nous para ti agir os cabellos, o que se eoasegue
(emprotando-a) fum multa faeHiiade, e por este
motivo, cabellos brancos s tem qjiam quer.
Estaonamoda
Os cinturoes de couro, proprlos para senioras,
qne recebeu a Nova Esperanca ra Duque de
Caxias n. 63, esto, slm, senhora, esto na moda I
Se queris ter ou preparar um ramalliete de
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento;
ou para outro ftm apropriado, necessario ir a
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os melnores perts owjuels
que se pode desejar.
a S900.
Djiiat muito boa, a la, 19500 c 29000
B nis;'-.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a WWO.
lilem idem com flores, a 19500.
Duzia de collariohoa bor ados para ho-
tam,a89000-.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,
400 rs.
! dem idem, a 400 rs.
Caira de cnvelopes tarjados, a 500 rs.
Leques para senhoras, a 29000, 49000 e
6J5000.
! ivros para notas, a 320.
Redes onfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia de collarinhos lisos para liomem, a
69000.
Lindas o elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Cell Frres, pro-
pria's para presentes.
Ronceas de cera de todos os tamanhos, eom camisolas encmente vestidas cada
ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
bject); de porceana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
piolas de rame, imildur* e estampas para quadros etc., etc., emuitos qobjectos ue se
tonta lonco mencionar.
IASSO IMIAeSC.
i.m seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
t m .ara vender por procos commodos
Tijo!.is encarnados sext.nvos para ladrilho.
Caoi'S de barro para esgoto.
Cimento Purtland.
C3mi ii, Hydrauiicc.
MartiSnaa de di'scaro^ar algodo.
Machinas de padaria."
?ota:wa da liussia em barril.
PhosBborus de cera.
Sp'i em garrafoes.
Se^adinha em parraffe.
Leati has em garrafoes.
Rhum da aJmaiea.
Vinl j do Porto velho n; h ifada
Viho do Porto superior, di o.
Vinho de BordeauX) dito.
Vinlio de Srherr).
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dohradas inglezas.
lasares linos surtidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Lata* de tourinho inglez. ~
Barris com repotho em salmoura.
1." e 2.a series.
Vende e urna assiguatura das cadernetas do
Ktrioaario Portuguez deFr. D. Vieira, ja pagas a
s* c 2' series : ra Duque de Caxias n. 73.
Joaquim Jos Gonc;alves
Beltrao & Filhos
Teem para vender no seu escriptono ra do
Commercio n. 5, o seguinte :
' AGURDENTE de caj: caixa de 12 garrafas.
t de larana, idem idem,
1 ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente rhegada.
I CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de luarlim e sso.
FEIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia, da fabrica do commen-
mendador Pedrozo.
LIN1IA de roriz.
03RAS de palheta.
PANNO de algodiio da Rahia, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Miliiao.
ROLIIAS proprias para botica.
SALSAPAURILHA do Para,
v ELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
" dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e dhzias.
a da Italia engarrafado, caixas de 6- gar-
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
a de caj, caixas de 12 gar afas.
c Majvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas,
t Carcavellos, idem idem.
Las, ultimo gosto
A Rosa Brama vende las de gestos muito boni-
a H"X> ris o covado.
Las de qaadros a 320 ris o
covado.
Chegnram mais Lis pelo baratissims prego de
32 ri.
Lindas chitas.
A losa Branca ten chitas de padroes muito
VUeadii?, e esta queimanda
Atoalhado.
A R )a Branca tem o que ka de melhor e de
steo disenhos.
Novas cambraias pretas.
A Rosa Branca ttfm os mais ncogostos em s
rmal>raia< pretas : dio so amostras de todas as
lanmdas, trazendn penhur.
Muito barato
taadB-fe uaia nrmaeS> e neoeros de molhados,
C'IK'A, no barro, fre|uezia J>- Afugad.-s, lugar
praea do Capim : tratar BU ripsa.
s nicas verJadeiraS;
Bichas hambnrguezas qno vm a este mercado:
tx rS tfafquez de tioda t. !fl.
Cidade da Escada.
D'ora em diante vender-se ha carie verde dia-
riamente no acougue publico a 120 rs. a libra.
Gomes de Mattos Irmos
VENDEM :
Gomma do Araeaty muito nova.
Cera de carnauba.
Velas de carnauba do Araeaty.
Bicos e rendas do Araeaty.
Sola e pelle de cabra.
Ra do Mrquez de Olinda n. 40 primeiro
andar.
!!est Verdadeiro bter hesperidina, snserior e acre-
ditado : venda no armazem de Tksso IrmSos
C, ra do Aroorjm n. 37___________________
BICHAS DE HAHBRGO
As mais recentes e melbores.
Vendem-seiMpharmacia e drogara de Bar-
tholomec *- Por quinlientns mil ris e par purthjkrven-
de-seoma bonita negrinha de If annos, com um
pequeo defeito que sera patente ao eamprador:
na ra de Hurtas n. 96. Na raesma casa ba ou-
tras escravas para vender-le.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. SO,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado colhido por quem tem feito uso dessa
inoffensiva preparacao a tem altamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
vamente della precise e queira se aproveitar de
oleo florido para o mesmo uso, e to acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, ra do Duque di Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas volias e brincos de
grossos >ljofares de cores, e como sempre conti-
nua a vende-las por prego commodo.
Novos diademas dourados e
com.pedras.
BAZAR
Ra dA Iofrp
Lourenco Pereira Mendesfiiiimarles
i6T4svtpiiz n. 72
Kiad Bara> da Fictoria n.22.
(Inriicirt) Vianna.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
parflbito artista para ensinar as mesmas, em
qualqucr parte desta cidade, como bem as- Mna\^^p^,7^m"/S^sl,
A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-sc cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LSINHAS A.20*ftS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidas,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A40ORS.
Vende-se alpacas para vestidos a 409, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-se cobertas de chitas de cores, a
19600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de la de quadros a 800
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendi algurn do comprador.
Neste estabelecimento t mbcm ha pertencas
para as mesmas machinas e se soppre qnal-
qner pega que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfoiro de
um e dous pospontos, franze e borde toda
qualquer costura por fina que s-ja, seus
precos sao da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mo de 309000, 40900'.). 45J5O0O
e 509000, para trabalhar com o p sao de
809000, 909000, 1009000, :I0,?000,
1209000, 1309000, 1503000, 2009000 o
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teracao de precos e os compradores poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, coturei-
ras riquissimns, para senhora, despensa veis
precise e queira se .
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e para crianzas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, eolheres de metal fin >, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mu-
tos artigos que muito devem agradar a todos
Uue. visitaren). estecande estabelecimepto
A agsUs branca^ruldft Dwaue.. de, Caxmai^W6 a^a a^urt0 de:tle as 6 noras da "*'
Declara a seus freguezes que tem resol vi do verrfer o na is barato quefor-poseTel, t
saber:
CHITAS A 160 E 200 RS. O COVADO. CORTES DE BRIMDECOaE&A49*00.
Vende-se cortas de bnm < ores parr
caiga, a 19600 e 2a000.
BOTINAS A.39000.
Vende-se botinas1 para senhoras, a 39000 e
39500, a ellas an*es-qwe se acabem.
ROl'PA FFItA NACIONAL. .
Yeode^e camisas brancas.a 19600, 99
29506, 39000 e 4JW)uO.
Calcas de casemiras de cores, a'59, (J^*-
79000.
Coletea de casemira, a 39, 29500, 39. r
4^000.
PaMttS'de eesemfra, a-49, 69 e 89000.
Seroulas a i& e 19600.
BRDI DECORES A 44.RS.
Vende-se brim de todas as cores a 4 4(
rs. o c 'vado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
"Vende-se a duzra 9 lengos brancos, r
29000. Efitos eom barras de coses a 31000
Ditos de linbo a 5900O.
TOAlHAS A 800 RS.
Vende-e toeHias pera rosto, a00 rs. ^
19000.
ORA TATAS DESECA PRTTA A 500.RS
Vende-se grvalas de seda preta, a 50t
rs. caita urna.
fJHTAS PARA ODBERTA A 280 RS.
Vnde-se cbifa para coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vcnde-se bonetes para meninos, a 19500
ESPARTILHOS PARA SENBOfcA A 360
Vende se espartilhos para senhora,
39500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se puntes de alisar, a 2*0, 320 <
40O rs.
PO'SDEARROZA240 RS.
V0nde*se pos de arroz em caixa, a 3W'
rs., para liquidar.
ESPELHOS A.240RS.
Vendo-se espelhos de diversos tamanhos.
a240 e 3*0 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos.
a320e500rs., para liquidar, e outros
muitos artigos que se vende barato para li
quidaco de facturas.
para
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores,
senhoras, a 29000 e 29300.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos do seda para hc-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello o
massa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para os pregus de
49, 49500, 59, 69000 e79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodao, a 39300, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 c 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgdo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes om
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
50, resafteu novo> gortmanto de borritu* diade-
mas dsarados e os pudra*., taat* par* {naMMs
como pasa siaiUyras..
Colteceeeft de traslados ou
nofmas^](Ta* escrevep^se;
A agota branca, a ra Duque de Caxias n. 50,
recebe* awts,ollfi$3e-a,Aar9 pa-.a* crian-.
i;as apasidcrem a escrever por si mesmo, hoj$ 14o
lulas nasaul**eoolte|o*i e c.:iux> BUW|H'*.von-
de-as pee preco commodo.
Meias oruatrua* pam meni-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu novo sortimento daquellas to pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos commodos.
Veos ou mantihhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duqne de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou marimbas
pretas de seda com. flores, e outras a imitacao de
croch, e vende-as pelos barates precos de 3J,
45 e 6200D. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrae-
gao
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, receben, novos guampos com lior-
luteau, hezouros e gafaaaetee, o que d*>certe
l*fek. novul ik. A-. liiwalidvdtt e. ue[ueaa. e
pwfisM.em.bcevAse
tia-atasO hras danoutod.
La do Barao. d^ Tictora. n.
y
Cobeous.de cMaadatuancotla t 3*500.
.nifitas'de braqiMtoa i*-
Ditos de algiilO de duas larguras a lW0.
Cf*erteede esoww a 2*.
Colchas adamascadas a i .
Toalhas aloocboadas a fia a duzia.
Pfci rua do Cre po n. 20, hija de Guilherme &
Companhia.
Grosdenaples
Grosdenaple p eto a 1 800 o covado.
Dito prelo da cordo a 2- 2d0 e 2J400.
S na rua da Crespo n 20, loja de Guilherme &
Companhia.
Cretone
Cretene, lindos padroes, a 440 rs. o covado.
Na rua do Crespo n. 20, loja de Guilherme
Companliia.
Sem imial
igual
peluda ou anniirio
aloja d'aguia branca' .rea. Duque de Casia*
, recesen uta* pequea quantidade de boni-
s eftnovas gorHnhas, trabattro de li e seda, en-
netida com arminho, abras estas de muito ^psto
e .isitairauer.to quvas.
Qrampos, brincos e XtOSJm
fe loja da aguia branca, rua do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como.sempre conti-
na a vendo-las por preces raaoaveis
Caixinlias com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-*e na loja da Aguia Branca rua do Dn-
que de Caxias it. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agnia Branca, rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de levas de
peica, pretas e de outras cores.
RUA DO CRESPO N. 20.
Acabou de receber um sortimento de cambreaci
de cures o que ha de mais novidade e vende-se p
28(4rs- o.coaada.. na toja,do GMUstm&A C.
l.a/inlias eHvostcr.ns O. tC4P e
9r^Uttbr MUL A. 4iAV^44M*W
20u-Ru do Crspo i)Oj.
I.ainhas escossasas, padrSesntairMVCDlSJ^ivos,
^Kb dtmlnnto preco oV SBOrs-. o covade.
Ottasde-iraSfosmiudiBlios-a-SiOrSi oseado.
E' pochinchii, e d0:sc unostfas. na. loja
de
<.iuiHHrnir f.
4o
ris
a libra
Vende-se a 40 ris a libra, de rame proprio
para cercar sitios, em lugar de vara*, nao ha
naia mais barato : no armazem da bola amarclla
na travessa da rua do Imperador.
Nao ha mais cabellos
brancos.
IfliRf JAPffrlEZ.
r S e nica agor vada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem appareeido at boje. Deposito princi-
pal ru da Cadeia do Recife, boje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
das m bedicas e casas do eabellei-
reiro. _______
tellas para carro
Na rua do Amorim n. 58, armazem de
Lebre & Reis, ba para vcnW, vellas p*a
carro, de 6 e 8 -em msr;, |>or orejo com-
modo.
Chitas.
Cliitas ruxas o.ui pc^utoo deicitu a 2U0 e^'i" :
n na d Cratno n. 20, loja da Gumeaffie 6tC.
Madapolo e algodao ava-
dados.
Madapoloes e algodfies avariados de differentes
Sregos e qualidades : na rua do Crespo n. 20, loja
e Guilherme & C
S vendo-se
Alpacas de listrns muito finas e lindos padroes
a 500 rs. o covado ; na rua do Crespo n. 20, loj"
Guilherme C. ap
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthraa, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, rua Larga do Rosario n. 34.
Jl
de seda com toque de mofo a 800 e 11000 o cova-
do, para acabar : na rua do Queimado n. 43,
do-sa amostras.
Vcnde-se nm boi manso e feito so servio", e
urna carroca em bom estado : quem pretender
dh-iiase rua do Visconde de Goyanna, antiga rua
do Mondego, p. 72, tatema.
l
a *>
u
m
Wwt
tx
.mmm
Y'v
-r~b^K?
*
io eac^v-
tf*
o>
*>.<

PTIMO REMEDIO CONTRA
TOSSES, MOLESTIAS vt PJiO s FaiTSIGAS
ensaiudo e approvsdo aei hospitaes de Lisboa,
legalmente auctorisado pelo Consclho de Sde Publica,
auctorisaco que se acha reconhecida pelo
Cnsul geral do Imperio do Brazil.
IMCO DEPOSITO EM S'i:it.\A.tlSL'l'0
Xun ln**-fL do lozario
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANeARB
COM I0DURET0 DE FERRO INaLTERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do ido e do iiim, ella* convem especialmente na* aftec-
cSes iscBorolosas, a Tsica no principio, a fraqueza de temperamento e tambem no* caso*
de Palta di cta, ahehoriihea, em que necessario reagib soma o sajigue seje para llie
restituir a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocar e regular o seu curse peri-
dico.
tt. B. O lodurtto At ferro impuro ou tlterado un mtdiumfnto inflrl.
Irritante. Cono prora de pureza e autuenliritUde das vcrdadlraa
Pllulaa de Hlanrard, ilrvf-sr exigir nono ell* *e rala rr*c-.
U*a, e notsa Ormo, aqui reprodiuida, que se acb* na parte Inferior
e un ratala verde. Deve-se desconfiar das falslflcai;ors.
AehSo^e eaa aa pbarmaelaa Pharmaccutico, rua Bonapane, 4*, Paril.
VINHO
yTif5rtVll
E RECONSTlTUANTr ^
DO D?0ELOR
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavao vende finissimas cassas francezas do
afires com a* mais delicados aadreai, por tereo
nm pequeo toque de avaria de agua d6ce, pele!
aTato preco do doze vintens o covado. E pecbii-
aba. : na Vja do Pav&o, rua da Imperatriz n
._|-|------------------------<-----.....--- .. -......, !.
Coia da Bahia,
Vende-se aa rua da Cruz, armasam a. id, raag-
p ,;ca coi da Jiania, em porpo. e a retalfao.
Preparado por H. BEZIER, P4v 4a aVchosa da Paris.
TZSTHO JOXPRATIVO 90 DOTJTOR DILOtt ao mesmo I
lempo que purilica o sanfue d'una maneira enrgica nad o altera e lae 1
con-trva a sua tonicidac primlllva.
Tal c o resumo Jos numerosos altotailos endciefMlo* ao DniHar :
d.'pois da etpi-riencias fcilas pelos principaes Madiaai i Fmm, da Jatlia,
4a Hus.-w, da Allcannlta da BulK'ca.
O Vinr" Depurativo do tf BFI.OR O nnico prodncto4 que, na sd'l
elimina do sanguc lo-ms os principios mrbidos queQ alterad, oorao
*Mhem Ikc coirserv a *im torca cafe: coas(itii,afMJroiliva.
f. por isso qjie os Tlcdiros apressarao larrapeulfca do Doulor DELOR.
O V '1*0 PepiwaiU:o do 0' DKI.OR delta loafede si Mpataatacoea inliluauias i
depnrallBs. ars <|iic ttiopes, roh, esstioiw, e as auaca em tajar de nuraw
o saiiguf o i'nrrai|uoccm, e ctijifs euV)ioao aates oaerrot do qe aae*.
O Viiilio (1.,-pnraVivi. do D" DKLOR iaai pregada om doaaaira ai B-nnfttm, |
/kngtu dHiy.is, t.Utra$, Pm-tttrt ulftromt, T^awjrai, Aivio, i*ii4"MM,
Krupnifs, fkrpti, SuU'.jt-i, Impirjei*, Lepra, TMa, Syphil ou mal Tonero) i
c lodiis snnHc-li.it 'i' ;.!). H unj pMsenaUo cartoonlra ai f*'- ama-
otUa *\t)\tun*t. Tmiwa|iasoan>SieWnde Birplimrimis, llj/4roeetn, Sana '
U atoOas a auloslias pi axoaJ.'ir *s4| Lymphn po4eai[U-ogal|flc<>niC(lte. I
PARA RETALHO" ?ty, rua de Lancr*.
VBSrDA POK ATTACADO : 4, boultofipd St-MttrUo. HUIS.
i: on oJaa l>liqaVMt*M lo Sriv*H,
ATIYO DO OANGBEi
l'nco deposito, a onde se ath* avenda na casa ef. IVatfre Rua lo barso da T
:r*.

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I
1. 1
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Diario de Peruanrbuco- Sexta eira 2&^
& 1978.
7
OYI
idade
s
SOARES LEI1E, IMOS
UNIGOS AGENTES
A"
Ra do Barao da Victoria ii. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposico de Pars, era 1867, fo cpncedido a
Elias lowe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
Cao da LegiSo de Honra, por serem as machiuas mais per.
fuitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de eos
tura.
A medalha de ouro na- exposicSo de Londres acreditara
estas machinas.
NOVA
2 A-
A 90000
Cabe-nos o dever de^nnunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, ejtaheleceu nesta cidade ra do Bare da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para cm Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho
empnigando urna agulha m^is, curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra',
e pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offereoer ao exame publico, as melhores machinas do mundo.
As vantagms destm mmhinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
:iroumstancia de nunca, terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entro as diversas pe$as, e menos rpido estrago
lo que as putras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao cousegu -
nasoutras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravesando o fio de um outro lado,
logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linba, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitaya. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entreunto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre era artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
por da.
Cada machina acompanha livretos cora instrucr6cs em portuguez.
A 93>000 A 90^000
SOARES LEITE, IMAOS
A"
do Barao da Victoria n. 28.
LOJA
-Ra do
DE
BE JOIAS
CabugN, 2
ii mito* a i ii.it
Achando-se completamente reformado este estahelocimento e
tejido os 6eus proprietarios feito urna importante acquisicao de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
precio razoavel.
h arniazejii do Joaqnim Lopes Hachado i.
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
A apores loconioveis de forc.a de S a i cavillos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
'aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
Pontas de lana para carro.
Chicotes para carro.
Gales largo e enreito para carro.
freges com cabeca de marfim, dem.
a padaria alterna de Maternus Lcnz, ra da
Restauracdo n. S4, tem para vender o secnintg
VeWBtos da Westphalie.
trvilhas verd's iiiteira?. Jfc,,
Ditas ditas partid s.
Ditas amarellas ditas.
Lentillias.
Feijo branco grande.
Sevadinha.
Sag fino.
Ameixas seccas.
Cerejas ditas.
Maraes ditas.
Hiscoutos bamburgueics.
Sal amoniaco para os padeiros.
Yende-sc urna victoria muito boa, prepara-
da de nevo, ou troca-se por um carro : para ver
e tratar na ra do Imperador n. 27.
PRIMIIO
GRANDE DESCOSERA
DO
BAZAK DA RA DIREITA
HOJE
MARCJL10 DAS N. Si
Este estabelecimento sempre solicito era offerecer a concurrencia do respeita^i a-
olieu urn completo sortimento de miudezns, calcarlo francez, chancos e uuinquilhariaVa
precos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seas artigos de pro-
pna encommenda da Europa e America, vera dar oubliculade de alguns artigos por cuios
precos bem se pode avaharos precos de outros rauitus que se tornara enfadonho pV
MICDEZAS. MHJDEZAS.
La para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2#500.
bra por 5?500. Botes de setim pretos e decores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs- e 1*000 a duzia.
sinha com 4 papis a 60 rs., 240 ->;. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita de voIM, com lindos co- 8uras, a 18000 e 1JW00 o metro,
racoes fingindo ma jreperola, a 500 rs. Ditas de cores e pretas a 800 rs. e ^OOO o
Voltas para opescoco, fingindo camafeu, metro.
IllITil
DROGARA HOMEOPATHICA
DA
Viuvado Dr. Sabino O. Lud-
gero Pinho.
49 Ra lo Burilo la Victoria 43
Contina esta antiga casa a ter sempre veuda
os luclhorus medicamentos homeopalhicos en gl-
bulos e tinturas, tanto em carteiras como em eai-
xas, de diversos lmannos, pelos seguintes precos
Iftqs :
Em glbulos Em tinturas
1 carteira ou caixa de 12
medicamentos 10J 12
1 dita dita de 21 ditos 13 ii
I dita dita de .'10 ditos 20* 28
l dita (lila de 36 ditos 24i 32*
1 dila dila de 48 ditos 30j 40*
I ditadita de CO ditos 34*' on*
1 dita dita de 120 ditos ."JOS 80
Tubos avulos de qual-
quer medicamento oOO rs. e 1*
Vidros avulsos dem lOOO e 2
Opodeldoc de Rhus, di; Bryoni e par;; rheu-
niatismo.
Tuesouro lioiiic>|atI>c ou Vade-
mcum do Uoiiivoputha, pulo Dr. Sa-
bino L. Probo, :t' edicao acc.resceiilada e mc-
Ihorada.
IVqueno guia liomeopatliico, ronten-
do as iBlica.;6es necessirias i ara o emprego
dos principaes rtiqedioa hnineopathicos
Despripco e trafantcnto das Mires
c.Yontliciiiatieas (bexig.i, sarampos, es-
carlatina), acompanuado de um artigo sobre
ei ysipela, etc
Descriucd, lijgicnc e trataiuento
da fehrc aniarclla.
Casa para vender
Vende se a grande casa da ra ital de "Ygrei
ros n 136, reedilicada de novo, com azulejo : a
tratar na/ua Apva u. 42, loja.________________
Vende-so aannat!o e turi* bemfeitorias da
loja da ra do Itangel n. 12, picpria para qual
quer nigocio : a tratar na mesma.
Com posto do manac anti-rheumatico e depurativo
telo
E preparado este sarape e manac e mais animas plantas iHdgeuasdo Ama?onas
nao conlem preparado algu mercurial. Cura cem rspicfez rheumatismo, dores nos
ossos, erupoes sjprnliticas e da: trosas, escrfula -e todas as molestias que dependerem
desses vires. A sua composio foi approvada pelajuna central de livaiene ou-
blica. e
A cwJa garrafa acompenba urna -explicaca nara a forma densar. Ptoco de cada
urna 3D000. v
nico deposite nesta provincia ra do Bacao da Tictoria 3S, diapellaria de
MonteireA Silva. ^
Vende-se na loja da ra Buque de Caxias n.
18, sessenta, e jurffro taboas de amareHo, por
muilo barato prego.
A Predilecto,
Novidade.
AruizcHi do faino
cor.panhadas com 1 par de brineos seme-
jante, tudo por 2J5500.
Linha branca de 200 jardas em earriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia,.
Dito de dita de Alejandre, numerado a
gosto do freguez, a ,100 a duzia.
Diademas dourados de 15500 a 39000.
Ditos de tartaruga cora 'flores a 29000.
Ditos com borboletas IfloUO.
Brincos encarnados X pa,r por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs, a 2#000,
Ditos douraos, duzia de pares, a 1500
e -23W)00.
Voltas de aljofares conj" brincos, a 2JKJ00.
DiUs de ditos com corajes a 19000.
Ditas de ditos de, con tas com cassoletas, a
800 rs.
losetas, de plaqut a 15S e 1^500 o par.
Gravatas de seda para seohoras de 1800
a 2$Q00.
*arures co^n 2 la^ps papa, cabeca e peito
ntreraeios e bahadinh, os bordados de 360
rs. *23i00 a peiQa,
aloes de seda raacos, e de cores, de
19500 8 2^00*55^
Ditos d algodo e seda, de 19 a 19400
a per^u
Ditos, de algodo, a. 100e flOfl. rs. a peta.
Traqcihas de qore*, a 100 e &0O-rs. a
Leques. de marfin a tt e 89000.
Ditos de. sndalo a 41(00.
Ditos da matleia unjiando, a 29000.
Ditott de pap):lteia 19^00.
r4am pa seabuia, a a, 3950a e 49.
Aderemos nginiW ooraa, ctkaponderBe de
;! lincte e brinco |^r SJttftO.
Ititu dito pretoP |Kb 200.
Dito* de piao^u^ fcompftodorse deaJneto
e brinflft, sendo dj .luto.^osto, por, 59000. 69000.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfiladas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas.
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
10 79 do que era outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169OOO.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 169000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to, bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora., cabo de
raadeira. a,. 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
; diversos artigos. '
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
mai moda, com listras de seda, a,650 o co-
vado.
-11. .
Pannos de croch! para cadejras, a 19800
29000. cada um.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
TJoalhas de linao para rosto, a 19300 cada,
tima.
Ditas de algodao alcoieaxlos, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal., a,
A Predilecta, ra do Cabug 1 n. 1 A, acaba
de retlwr'pelo ultime paquete 6begB4o da Eu-
... ropa, um bello sortimento de corainhos de cara-
no empeuho de'bec. serv.r aos seus freguezes e braia bordados para senhoras e meninas o 1-
nnpPh^lr.^ h"1 PCUrat pr0Ver-Se d0 ohas e P^^in,bem bordados c de pha'nu,
' !?nelhore da uluiaa moda dos merca- ias bordadas, ditas cth entrefeios para
dos de Europa para expo-lo aqu* venda, cer- ras, bonu 'calcinhas de diversos u.iadiBlios
tos de que os seus artigos serao bem aneciados e transparentes para meainas, cm udoS
pelos amantes do .bom e barato ; pass a ennu par barato preco ^
merar alguns d'eatfe clles, cmo sejam :
ALBU^S, es mais ricos que tem vindo a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga,,.martini, velludo e^bagrin.
ADERE.OS pretos e voltas proprias para luto;' Rua j, \iatjre de hom n mi
assim rao, um bomto sortimento dI )., .^"f JMOW ae >eu n. tq A.
Jos UomiDjues do Carmo e Silva participa aos
acabada
DOTOES jiara piiuuo?, o que e pode desojar de
melhor m plaqu tartaruga, madre-
perola, marfim e osee.
BOLCAS de velludo, seda, palfia e chagrn,
ha de mais moderno e lindas.
OS de seda e de algodo, tanto branco orno
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CUSMAS para costura, muito ricas e de di-
versos formatos, com msica e
ella.
COQUES a imilafio, o que pode liavur
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, nste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimento
capaz de satisazer os caprichos de
qualquer seuhora,por ,mais exigente
que sfeja.
PORT-BOUQUET de madreperola, marfim e sse,
este um objecto indispensavel s se-
nhoras do bom tom, alim do aspirar
I o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou niaucla-
rem as delicadas maos. '
PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra ahsar os cabellos e tirar nichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pr dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de-pernimari d'1 fino
odor dos" mais aTamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rimel, que incunir
bido da escolto dos aromas ma bem
aceitos pela sociedade elegante da,
Europa, e por tanto, acliam-'s' na
posibilidada de bora servir ios aman-
tes dos perfumes.
A PREDU.ECTA, deixa. de "'enumerar paia. im-
mensidade de artigos, afim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a lberjerd-i
lencia do respeitavel publfe*> em di-
ngff-e, rua d abug> n<,l. A,p-v
, um bonito sortimento de,
ditos de plaqu, obea lina e muito bem aJf2J?,?,l,iues 9 "Urmo e S,,va par"ciPa'
acabada seQ? freaueaes e amigos que no seu armaem a
rua da ladfe de Oes n. 10 A, se acha um com-
pleto sortimest de fumoem fara0s4e p:i(r-nte 1 '
1* e 3.' sones, dos melhores fabricantes da ^hia'
e bem assn a flor de todos os /uowe de coeda
em rolos, pacoies, latas granes e paenns, tam-
ben dos inui acredtanos fabricantes' Torres A
Acanto, Luaur, Adolpho Schmdt .& L Lizaur
bchmidt A C, Vigas 4, Araqjo, .Trindade. A Ave-
lar, Teueira.,Pinto k Portella (garantido pelos
_ mewnosle de outros aindo nao'conhecidos pelo
.publico desta. eapal. O aimuneiaote deelara que
10*0 fumo que fpr veadido eui sua casa ser pelo
m^i seu justo valor, e que quando garantir_a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui pa>tieularmente
com aspessoas quepoufo entenlam da materia:
pois para bem servir a todos, tem o annunciante
a lowga pratica de 13 nnos dtste commerclo.
LOJA DO I'ASSO
Rua Primeira. de Maijo
n.7 A,
' Os proprietarios actualmente deste mportaate
eWiWjm^l"^t^d>.procediao, a una completa
5/ a, .em P'^wdO estabeTectmenlo, e consciol
de ser elle um as'ma- BeWsortios principal-
mente em artigi)* do;moda,e ah> novidade, pedem
o.refswjtaveJ ,ublio.-:e em,,parcular. aos sens
numerosos freguis a bondade de continnaxem a
deposir em soajconfianca, garantindo sremem'
servidos e porfpreces'Inifkiriirte 'b'aWtb! 'Ve-
nham pea tAcotnjrfM' notas # lindas' ften-
ea^.de.^oias/loVniiii.n peauefto resnnw para
vflWao MefaLsetm maejoreto e branco.gor-
gurao*e WPfckM#e^fc^.
res, la com IrKiraBWtWdatvcimWraia maHboza,
qausok deJmdus pzf$&, carnizas, bordaaas para
PCELAS ricas e m'od'6
sala "' -;*.,o,,
IMENSVETTOS. Ricos yestimento pata, njanino?,
FLQR^S. Atf'SS^Si' co-jg-.
bello srjrtimdto t 6s1a5vi?c
de qualquer Rtfa ind nbe!
onr.c SM6* ^a d diabeirD.
HIA. fc "
um
E' para noivos.
Que tci na rua do Bom Jess (oiltr'ora Cruz)
11. lo, berljiulas, calessas, meias caiecas e victo-
ras, com um e dous bolieiros, e parelhas com
arreos de metal principe, tudo. preparado com
luxo e elegancia, e por precos muito commodos.
Os inesmos vehculos serven tambem para baplisa-
dos, visitas e actos na academia. Assm como na
mesma eas ha caiecas ainda nao servidas, que
se vendem por commodo pceco, preparadas com
luxo, para uso particular.
SHERRY KINA
(VIDUO, DE .QUINQUINA HIGINICO
l'REl'AliADO COM OS MELHORES V1SI10S DE UES-
PANUA DA F1KMA
CALVftlRAGA.G. C.DESEVILHA
FR.NECKDvlt DA SUA MAC1STABK A RAINHA
d'hespanha.
ron
THOMMERET GLIS
Pianuaccutico
EX-INTEHNO DOS HOSPITAF.SDE PAIUS
O SHEURV-KINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de huspitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicarlo nisto
que offerece toilas as GARARTIA8 que debalde
se-procuram nos productos desse genero em
que NU1TAS VEZES SE SACRIFICAM AS QUALIDA-
DES TAO ESSENCIAES QUER DO VINHO, QUER
do qoiuquuu (as wes de ambos) aos lu-
cros da ESPECULAgAo (Ver Guia das Aguas
Minera*. Do Dr. CNSTANTIN JAMES,
7.a edico.
NIGO DEPOSITO
NA
PIIARHAGIAE DROGARA
BRTHOLOMEU & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
- No armazem de Wilwn Howe A C, vende-
MEDICINA
Preparado p-jr
Lani'.iau v.V k para thisi ue
toila a qualidatls
de duendas; qoer
seja na gargarta,
peiuj ou* ltofes.
EipreMpoKa
oscolb-idodosme-
lliurcs ligados lo
quaes se extrafc*
o oleo no baoco
da Terra Nova
purilicadocljimi
i-a I mente, e 'lis
valiiaveisproorr-
eJados oofla > dps com t^ua
cuida !o,enU
o Irasco se garuv-
te|)eiTeitainea\-
te puro.
. Este oleo tem.
sido subinedido
a urn exaniemui-
to se\ero, peb
cbimico de mais
tlenlo, da go-
v;rno lK?spaiihoI
em Cuba e loa
proi)U4)cia>lo por
elle a couter
MAIOR l'OKCAO D'IODfNA
do que outro qualquer oleo, que elle Ujm
exaiiiiiiado
IDl.NO UJIl'OliEH SALVA'>0R.
Em todo o oleo do ligado le bacaiiio, e aa-
quolle no qual conten a maior puirao dea
invaluavel propriedade, o nico ineio para
curar todas as duoncas de
(AKCANTA, l'EIT, I50FES, FIGADO,
Plitysica, broiicliistes, astlimn, catharrlw,
tusse, resi'i iiiuieutos, etc.
Uns poucos irascos da cenes ao muilo
magro que seja, clarea a vista, e (k/ ?oc
a todo o corpo. Nenhum nutre arti;,j co-
nbecido na medicina ou sciencia, d lamo
nutitnenlo aosysleina e ncommodandoqiu
nada o estomago.
As pessoas cuja orginisaco tem siJo des-
truida pelas affecedes das
ESCUOELLAS L RMEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestdo se acha com-
pletamente desarrancada, devem tomar
OOLEO DEEKiADO DE RACA.'.IIO
DE
LAJtMAX KEMP
Se que desejam ver-se livres eiseatasde
euferniidados.
Acha-se venda cm todas as boticas*
drogaras. U. Forsler c C, agentes.
7
0 INEXTLNJUIVfiL

"'j
edefcre

0 verdadeiro panno de algodao azul americano.
Exoellente lio de vela.
Cognac de primeira qualidad.
Vin o de Bordeaux.
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
Mora* ^ollISS-^ W<^ Cwm .'.32, Je$ JpSp Jos4 de CarvaJb.0
Cimento rR Po'rtfa'n.f.
ffaUiiaha pruMTda.
Gflf4 001 ieW
"iodknbaca.
Co de lstf.
Bezerros.
Chumbo de munigq.
Gomma-laca, superior qualidad^
Cadeiras hamburgu,ezas.v
Dita de bajtjnco.
fttas para enancas.
tael, Telldd*^' iiho e''tfyMIs'.'fui
commolp preco.
GlUiP^de. taruru^a,, irmt^,
'rno e
GRVXTAS A6"Mda 'M (ambMfa "par senhora,^ WlL.
^cos e'goiinHas de bdmu otiw ta- iactisaiki
^eTegK^8^^^^
Mal s dB leda, =dii, & de al^to, pa-
jW^JW*^-' IWWfn(L
LUVA& de pelliak,- a ida a de algodio, para
bom*Q^hora,
MYBOftpara missa aPrpdjlec
eolha do respeltve
surtifnento desti INroV1 rM ets"^
ma!lrP*>la.!rt4ru, nauffl,nossT
&U. m Setim macip de cores.
Sflias'VMtthVh Mhora.
C.rtes da.TBstMak* ntancos.kordados para*>,
\mas&oiv,
. Wes Wfedlf6rW"
Ytuarips para'babtisidm.M
MMadas de eambraia de
dont! tntAetrraft," n
linlw pan
ffiffiF^fa*W'V%
O Vigor do Cabello urna preparacio ao
mesmo tenipb agTadavel, saudavel e ofBcaz para
consetvar o cabello. Por raeio do seu uso o
cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
rponcp tempo revolv cor que ,Ihe natural e
primitiva, e adquire o brillio e a frescura do
cabello da juveatude ( o cabello ralo se torna
, dea#o ,fc a calVici muitas vzes, poeto qua nao
em todos'or Casos neutralizada.
I%> Iba nada que pode reformar o cabello
depois dos folliculos estarem destruidos, e as
glandes' carfsadas e idas, mais se ainda restarem
algluns podem ser salvadas e utilizadas pela
appllataod 'Vigor. Libre d essas substancias
deleteriaa que toruain muitas preparacoes de esto
aenero taq> nocivas e destructivas *> cabello, o
V^gor smeate lhe t> behefical. Em-ves de
sujar o cabellb',e o azer 'p^atfjo, o-oanatuva
lin^pp e forte, embenieso o, mpedindo a qud
e o wjrnftr-s'tfrjo W po conaequinte pwTJBie .
'Obr tatfe cK.umbo
L^m^ffi%l?*J^fl'#ab- ar-
wtSSm !*K^'^v*a"*,* '*' o
Orias da
3a para %ob,
***+**' r*A a d Ha Wd de Ne-
greiros n. 136, edificada de novo e com uakta-
tratar i roa Non n. i% loja. HW?
calvicie.

apa Florida
M
MUH&HAT V L.iVUA.^;
Urna pura distillai.ao das mais raras ftn-
res dos trpicos. Contera, para assim Ji-
zer, quasi o odor odorfero das flores do
trapico da America, csua fragancia qoast
inexhausta ainda mesmo por rontinuada
evaporaco e dilTuso. N'este respailo c
incomparavcl a qualquer outro pertlHM
qne ha de venda para :
DESMA10S, ATAOIES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBILIDAD!: E
HISTRICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com o bom
ton, tem conservado sua influencia para
cima de vate e cinco anns sobre todos os
perfumes, as Indias Qccidentuec, Cuba,
Mxico, America Central, e do Su] c- nos
com toda a conlianca o recominendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor c-permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da peHe:
ASPEREZAS, EMPOLAS-.
QUEIMADLRAS DOSOL,
SARDAS E'HORBULUAS.
Sendo reduzida com agua, se torna urna
excellente mistura gara banbaf a pellt,
dando um aroseadoe por clara a complei-
co nublada, sendo .appticada depois de
barbear, evita a "irritaao que geral mente
occorre, assim como tambem gargantendo-
se, o cheiro do garro desapparece, e uie-
Ihora a condice dos denles e engiras.
Como ha muitas imitaedes, as quaes ne
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar smeutee
o famoso perfume o cosmelico do sul da
America, cha'm da:
Afil'.APUtRIDA
III Itltll a lYVVH-.t.V
Se acha venda ero todos odroguistas
perfumarias da moda.
Lzinhas escossezas
mo gosto a J*Q *$..: s o 43 da ru do
em trente a praclnha.
O 3 emliquida^ao.

_ Para uso da toilette nio h* nada mais k dese-
jar; Tilo cotend* lo D8m tiutura, nao,,podo
manehar meemo o mais alvo lenco de cambraiaf-
perdara no cabello, lhe d um lustre lorriee, -
um perfume muito agrkdavl.' '' *>
Pjttk refeumar a cor d baVba, necessario
nais'tenp ae que boa o cabello, poiax-M podfi,
pp^sw"''^!, eflvc*vo4o a barba lu itoke
lom'tan-leseo-molhado no Vigor.
*W ABADO POB
Pr. J. C. AYER & CA., LoweU, MMn
Botado TJnldoB,
Rua d lliieimailo em frente
prucinha.
' SbiuLs finas'.<"lQs.padr8es, a 40 e 280 rs.
Cambrsuas de cores' a 0 rs.
Pou plinis de* seda t #*a00.
Cambraia trao^arente luu a 3.
Eeutrosoiuitqiatjs, todos por metade a
seu valor para acabar: stfo W.ruado Queimado
em.lfente^.pr^cinte.
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtenj-'se' com e uso
INJECCO SflOST
nica, hyginieis-radicaleiuiallival nca-
ra das gonorheas, flores brancas e (luios e
toda estNsele,' i^eeenne ou. .ohropicas; e ooe
offere'c*lm garaa#ilefi|tare*rultarjef
te continuada ppiclo^u*>sompre com a
^raaio? tantfceal*te feito della dos, bos-
ques de Par*
nict depesite para o Brasil, Bartholome.
ii i
' VBNDB K -POB. '

- Vende-se a tverna sita na rua dos Coelaat
Ip-*>> bm ^eauezada para a trra, n'on boa
JoeaidM^'pMpna par principiaute paj,tr oa-
ftM'jmiofl : a tratar a mesa por ter o proark-

'


Di


\
8
Diario de Peraambuco Sexta..feira 25 de Julbo de 1873.

ASSEMBIEA GJBAL
CMARA DOS OEPUTADOS.
DISCURSO PROFERIDO NA SESSikO DA CMARA
SOS DEPUTADOS DE 17 DE MAIO SOBRE Jt
I2REACAO DA KOVA PROVINCIA DO RIO DE
8. FPANCISGO.
Nao s barcos de pequeo porte, mas
tambera navios de grande lotago podem
percorrer o majestosa rin, como em parte
j o sirte*m vapores de mediana grandeza,
osquaes all foram bar a custo de enormes
gastos e sacrificios para provar o ompenho
com que o goveriio do imperio cuida do
engrandecimento do pai, a quem a monar-
ehia tao proficua tem sido.
O Cacto desses vapores as aguas de uno
rio cujo accesso ao inar impedido por urna
grande e espantosa catadupa, nuncio fa-
gueiro e animador, que nos convence de
quanto o imperio urna realidade o um
mrito para este j aiz, caro sis nossos sent-
inentos.
Um governo que assim procode nao sts
restringe ao descuidoso ejercicio de urna au-
torida le nociva, ou de urna atondada n-
differente ao grandioso futuro da "nossa
trra.
Se alli j penetra o navio movido pelo va-
por, para l tambera-j encaminha-so loco-
motiva, que nos ha dojrir em fcil c rpida
cominunicacaocom esta porgan do ubrrimo
s lo brasileiro.
Hoje pouco pro luz, verdade. ossc valle,
onde tantas cidades ainda se nao de levan
tar; cumpre-nos, poltra, olliar para o fu-
turo.
Se assim presentemente acontece, nao sen-
do empringados devidamente os esCorgos dos
seus habitantes em bem do commercio em
geral, istn devenios falta de garandes
para a pessoa cpara a propriedade, que alli
notarnos.
Pebalde, porm, ambicionaremos essas
garandas, se nao constituirmos naqnclla re-
gan um centro do actividadc para as previ-
dencias administrativa*.
Se a existencia da grande va fluvial no
interior da nova provincia um elemento
poderoso de prosperidade, nao o menos a
sua con dico territorial.
Terrenos fertcis, proprios para a lavoura
e para a ereago do gado vaccum, cavallar e
de to las as mais especies, constituem urna
base segura de riquezas.
Presentemente a ereago do gado j cons-
titu n fortuna dos habitantes dessa parte do
imperto, porque o corn.nercio do gado
mais fcil pela procura desse genero para o
consumo nos gran les povoados de beira-
mar, mas a agricultura mal produz para o
consumo local, porquanto o transporte dos
pro lucios agrcolas para os pontos commer-
eaes mposnbitta os lucros1 do productor.
Criem-se, porm, garantas o desenvol-
vam se as vias de cojnmunicago, e assim
veremos os atrasados sertes de hoje pro -
gredir em todo o genero de trabalho, por-
que o solo frtil convida o homem indus-
trioso.
0 etemplo, que j temos no paz, anima-
nos nova ereago.
Quando tratou-sc de crear as duas pro-
vincias do Amazonas e Paran nao faltou
quem objectasse contra a uuovago. As-
egurava-se que os habitantes destes distric-
s nada luc.rariam, ao passo que o estado
fazer avultados dispendios, nnico resul-
0 effectivo do ompenho do legislador bra-
'ro.
sprezaram-se os vaticinios e as pro-
s instituiram-se. Qual foi .o exi
dade das trras o otrtrrs vantagens nar sentantes temporarios est oa razio de um
turaes atlrahirao colonos; mas esees col- para 75,000.
nos recuario diante da Mea'da falta Asmaiores provincias excedan este tar-
de segurauga de vida e de pmprie- mo medio; assim qe Pernambuco d
dade. um rfeputado por 84,000 limas, Babia um
A actual situadlo, toJavia, milito mo- por 81,000 e Minas um por 60,000.
ora,%>,Jndo-s(' ue*e paiz um governo O Sr. Cruz Machado :Nao apoiado.
provincS, que possua elementos para 0 Sr. AlWWar Araripe.': Fundo o meu
garantir as pe3soas e bens dos seas habitan- calculo na estatistica ofTicaf..
losv I 0 Su. Cruz Machado :D na r.=io
E isto cumpre fa/.er com brevidacle, por-' de mais de 80,000 almas,
que as cousas se i rao preparando de modo 0 S. Alengaa Araripe :...que me-
que, quando alli chegar a referida estrada, nos! dnectiva do que qualquer estimativa
j encontrar uro territorio administrativa-, individual.
mente orgauisado, e capaz de chamar' Fago esta eowparagao, Sr. presidente,
ao seu seio colonos estrangeiros e naci- afim de mostr, que em um assumpto de
nas- mxima importancia, qual a representagao
Quando fallo em colonos nacionaes nflo da nova provincia no seio do parlamento, o
pareca, que profln. um desproposito. projecto nao vai desacertado, sendo, por-
lossutmos no pau grande masa de po-|tauto, anda nesto ponto merecedor da nos-
-pulagao, que actualmente nao emprega-se sa approvagio.
em trabalhos productivos. (Apoiados).' Como ceereuse, tenho particular motivo
ti ve no ocio, porque, habitando lugares de aceitar .. projecto, e gostoso assoeei-mo
alaslauos dos porlos commerciaes, nao tem idea da sua apresenteco.
estmulos para o omprego de suas faculda- Em 1818, sobo governo do rei 1). Joto
les
mal procuramobteralimentoeresina-1VI, surgi o grandioso pensaifiento de ca-
no. (Apoia los., nalisar o rio S. Francisco para o Cear.
Aereado da u iva provincia garantir,' Quem tanca os ollios para a carta so-
por meio de-admimstrago propna, os di- graphica do nosso paiz reconhece que este
ron >s de todos ; per esta forma a gente que rio destina va se a ir depr as suas aguas
hoje nao traballia, empregar-sc-ha na pro-'em paragens mui diversas daquellas onde
duccJo agrcola, que entao ter sabida, e foi lindar o seu curso.
dar lucro ao trabalho. Seguido em direcgo, que ndicava ir ter
Quemcensura a preguiga dojajerior do nosso paiz desconbece a volve se para leste, quaudo at entao segua
coiiliroes dessas I., ahades : alli trabalha- 0 camiuho de nordeste.
se apenes para comer e vestir, porque o tra-
balho nao >.f oulro proveilo.
0 Sr. Ciu7, Machado : -Quando
populago em vista retrospectiva cnnlu-cer
os nossos esforeesl em preparar a torra, que
ella devia habitar, cortamente volver as
aas heneaos para os legisladores do Brasil,
que tamanho beneficio predispuzeram.
Entao lovantar-se-ho as cidades, onde
boje s cha mecas encontramos : eutao das
brenhas actuaos retirar-so-liio o slvagom
insociavel e fnt bravi- para dar.'ai lu-
gar ao borne n i:ivilis.:ldo no gozo le ameno
Irato.
Nl4liillia.nos para lilis smente : 0C-
cupiMKW o cuida lo do presente ; mas a
prevenc do futuro P Umbeui dever
nosso.
Alm disso, Sr. presidente, o projecto en-
cena um -pensamento poltico. Elle sigu
fi'a que a unio do imperio nao urna
cous vi. Esta uiii i prove sos nteresses
de toda! as Incal la les, qner estejam pr-
ximos do ceutro giral de accao, quer este-
jam arreda Jas. aqui o permanente deso-
jo de nos conservarme? unidos; nico meo
de m.mter a grandeza da patria, contra a
qual i4 traidor aquello que fomenta impru-
dente desmembraco. S o Bra/il unido
a patria grande, jiobr; o digna de um povo
generoso.
I^n vista de todas estas considera^es,
a pro-
duccao nao tein consumo, o seu pre^o i ne-
nhum.
0 Sr. AlekGM Auaripe :Compre aos
poderes do estado curar de methover a con- ingresso nessas terrn*, quizesse occull
O novo rumo o fez precpjjar-se dt; altas
penedias antes de confundir as suas aguas
com as do ocano; e assim impedido licou
o lijvre transito da costa para a* eslens
regios que esso rio percorre, como se a
natureza, arrepentida de franquear-nos o
lco desses povos. O meio dar-lhes ga- pasmosas riquezas, qov s o trabalho hu
rantia de vida e de pr??priedade. c abrir Ibes)mano devi
ci.
Tod<
US P1
tro a
.queza,
esatiam
\poiadojs.
' o CaCO
consol h-n
cto
Em q *e cu
i a bov
n relarao e
Sabciv qu>
'se etiabdhar.
Zf q ,e do valle
D\cac;ointer.or,a
ton
drol'
>s nos o estamos vendo ; apenas esses
mos do imperio trveram em si um
Iministrativo, dcseuvolveram a sua
augmentaram as suas Coreas, j
% inveja das provincias suas irms.
domestico, pois, animador e
isa crear a provincia' em pro-
cumstancias acha-se o territo-
i circumscrpgao governativa
migrgao ?
hoje difticilmente alguem
igares para alli estabeleccr-
Cum|ire, porm, ponde-
do S. Francisco j apro
andir arteria de comrau-
estrada de Cerro I). Pe-
alli penetre, a uber-
coiiimunicaco fcil co.i> o litoral do impe-
rio. Este intuito prometemos croando a
provincia do Kiu de S. Francisco, ou de
Santa Cruz, conforme propbo.
. Se encaramos a questo peto lado fmaff-
ceiro, isto pelo dispend o qoe vai o es-
tado fazer, veremos que em vez oV- prejudi-
cial ventajoso o acto da creaco-- da nova
provincia.
Com eCfeito nao se contesta que Jevemos
cuitlarde dar incremento parte-eonUtl do
imperio. Ora, se tiverinos de alleader,
como Aovemos, ao auspicioso territorio, que
o rio S. Francisco banha, uecessario man-
dar alli abrir estradas, e emprehender outros
importantes tralialbos.
Mas pftm isto cumpre gastar sommas
avultadas. Ora, ueste caso preciso que
estas sommas nao se desvem do seu
destino, mas sejam devidamente applica-
das.
Como, porm, conseguiramos este bom
resultado, asteada as- obras, e os traba-
Ihos fra de urna providente administra-
cao''
o logo qc
TOL
K
POR
PEDRO I>
l
percorrer PorU
TIYA
WH-SAdRA
o)
70.
Quem boje ,--- m
B'umadaaUei^ria rol La que nao
como boje, ra^; de um fil ho ou de u- m
igal, e muito
ia do Minho,
i scenas den-
se bem que
se passava
Convm, [ors, dar a esses lugares ad-
ministraco, qrre tao somonte se organisa-
r com o governo local no centro dessas
trras.
Assim, o bom emprego dos dnheiros,
que alli se devom despender, o zelo na
arreeedacio dos impostos, e o accrescimo
destes pelo augmento de prodcelo, darao
em pouco tempo tal economa, que com-
pensar da sobajo t)]a a despeza que se
vai faz--r com a creaco da nova provin-
cia.
0 Sk. Pkrbiua dos San ros :E. por isso
que eu desojo que so faca a dfvisao da pro-
vincia de Minas.
OS. Alenvar AnARJPE .O projecto de-
termina o numero de deputados e senado-
res que deve a nova provincia dar. A
repiosentaoao marcada nao est fra de
condicoos regulares ; olla est tafvez aba-
xo da que in i para o calculo--da populago,
base quQ parece-me segura.
0 Su. Campos de edeiros :Nao se-
gura tal.
O Sr. Ai.knoau Araiupk :Dando a
nova provincia quatro deputados e dos
senadores, corresponde cada deputado a
82,000 habitantes, e cada senador a
16-1,000. Esta augusta cmara lia do re-
conhecer que esta proporcao das mais
elevadas entre nos, onde o meio termo
da relaco entre es imbitanes- e os repre-
ch0rasse ajwnt ^ooa estimula do
irm0'- S-SsSs casas forradas de azu ej os,
*?* df^m oor centenas, j orla ndo
Estamos e.n casa de um modesto lavra-
dor. A dona da casa, mulher dos seus
quarenta anuos, que os cuidados e trabalhos
fazem parecer mais velba, tenta, agachada
sobre o lar, accender um punhado de car-
queija e sopre intilmente sobre algumas
brazas quasi estnctas. A carqueija vai ar-
dendo; mas, em vez de chamma, apenas
produz fumo, que ebriga a pobre mulher a
enxugar os olhos a miitdo.
, Assontado no chao e quasi n, um peque-
nito de onze mezes, que, se nSo tivesse a
carita lo suja, Caria lembrar os anjos lou-
ros o .mudos de Rubens, ri e baba-so de
goslo, puchando os cabellos emaranhados
de outro diabrete de nove annos, que, doi-
tado de brujos no chao, cm Crente d'elle,
Ih'e est Cazendo ccegas as pernas.
A um canto, n'uma cadeira, a que ser-
forradas de azulej os,
jor centenas, j orla ndo
me boje se cootam y lhando Darjl ellas
f tffS-fe* -berta pela
do alto oo "* .opa atravez das
Sha verde da vicosaparreiraM ^
rados de v.stoso p^ o de^ pa.z ^ ^
com0 lrje',oinio eTamia, deserto eterra da
tempo Capitolio c^rPei d Untos feHzes,
P^fS: enumero de inCelizes, filbos
conhecejerarchiaseva. Cer.ndo sce
Quem entao, como hoje, nos seres de
cons'guir.
Esta obra 9 mrito. ilietMitestavel. esta
conquista ds industria bumana, que est1
reservada s girpaces q-ue nos bao de 80C<
ceder, tem licailo em sleiiftiov depois que
o re portugus' a iniciou iw iscnsainento,
u na simples exploraco visua-
A possibilidade *> obra demimefra-se po-
to curioso trabalho do um ceare6ev nota -
vel p<>r seu amor ao Sbrro natal, e'ea me
congrotult con a crea^So da nova provin-
cia, poTi|ue prevejo que> installado centro administrativo, o1 piano dessa olra
excitar' a> altenco do governo do meu
paiz, que ir desde logo preparando- s
meios do realizar a gigantesca'empreza:
Com1 effifc, aberto o cana^r teremos iw'
vegaco abe te desde o sul d*provincia de*
Minas at asoostas do Atlantrcs'no Cear,-
atravessando 400 legaas de fertilissimo
terrenos, onde' prosperaram variados gene-
ros de produeyo.
Quo valioso beneficio nao receber a
minha provincia,-rwalisada esta ob impor-
ta ntissima Quanto nao aproveitarella a
toda essa espacose- zona banhada pete gran-
de rio. 1
E' tempo;. Sr. presidente, de arredWnnes
as vistas do-litoral par' vermos tamben o
interior do nosso paiz,. onde os elementos
de riqueza s- esperam-a accao do bome>n
civilisado.
Grande a nossa raisso. Um imperio
vastissimo reclama o noSsos cuidados a
nossa previdencia. Se mi sahrmos dces-
treito circuo dos interesses de momelo,
mal corresponderemos- s esperancas do
paiz, o ao que de nos exigera os vnd ros.
Gozamos hoje o ffucto do tjabalho (5s
nossos predecessores% justo pois, que
lancemos a sement do que devem comer
os nossos posteros. Temo o exemplo dso
nossos a vos. .
nao po.v.o negar o meu apoiu ao projooto,
que vai levar o germen da civilisaco a
mais um ponto do imperio, e que convida
nosa prezar o pciz do*nos>o uascment.
Swji' el a albulo eis o brado que de-
vemos enviar a essas regios centraos, que
de nos, Join o auxilio da Divina Providen-
cia, esperam a itiiciagfto d. ua prosperi-
dade. { Muito bem; muito Iwm.
que linha resistido idea, (aneara toda a
responsabilidade della s sobre o partido
liberal.
0 partido conservador e a mouarchia nao
perderiam, senhores, um grande ponto de
apoio tao natural, qual o da grande pro-
priedade. Vedo beai, soneores, que esta
grande forro, [Kisto .po ni o conspire contra
esta orden) de cousas, todava, inactiva e
sem eothusias.no, importa una grande hos-
tilidade i esta ordem de cousas.
Se eu quizesse fallar sobre a poltica ge-
ral, tera ainda de deplorar, senhores, a* au-
sencia de tola poltica por Causa da impo-
tencia dos partidos, os partidos enfraquec-
dos svstemalicamente, estragados na luta de
exterminio c nas reaecesem que tecm vivi-
do at hoje.
Diza um grando publicista da revoluto
franceza, o Sr. Cononet: Urna constitui-
1,-o poltica que se funda no equilibrio dos
poderes pblicos exigeessoncialmente a exis-
tencia de dous partido-;, mas os partidos
sao cousa que a Repblica Franceza nao
deve conhecer.
Pois bem, senhores, esta dbiutriua abso-
leta, esta doutrina que se funda om um ab-
surdo, quoas Coreas individuaes.eo absurdo
e soladas, valora mais que as Coreas collecti-
vas e associadas que teem Ceilo poca na
ossa trra,
E' um erro Catal o erro )dos govemos que
entendem que tiram.Corga da fraqueza dos
partidos, porque vem tempo em que lhes
falta o ponto de apoio no dia da vicisstude,
no dia do perigo. Entretanto, scnbores, o
ministeriode 7 do roa-reo s quem tem vida,
equilibrado sobro es ruinas* dos partido
existentes. Mas o ministerio de 7 de mar-
co,vede bem,por isso meso qoeos partidos
estao arruinados o impotentes, nav seno
um ministerio provisorio, mas USB proviso-
rio infinito, porque nao ha quem osobstitua
(apoiados); eeste provisorio inlinilovsenbo-
tS, preside urna situa^o qRie vai despon-
t.uio \ situadlo anormal, situa<,oque mus-
tra que o mu o do nuitas vozes marcha por
si s, .linda sem a iniciativa, atada sem a
contingencia de nenhun poder. E' o resv-
faxfti das muifae nltt, dos murtos vtt
ceUMBUlaolos de- inna poltica systematica
quv 'l'-pos de adiar infinitamente a refor-
mas, afina! as Hade. Esta stuacao,- que
allud-y urna Conga- do cousas irresistivel
que obrifa lodosa saminlmr, os que que-
rem a os- (pie nao quenem', todos dominados
peh liberalismo e para una democracia
indefinida-. Ecomo pdfe; seobores, oni-
nar esfa- sittiago grave e cor.iplicada um
ministerio' (^vovisoro qne nao |>de resistii'-
fhe, porque-cao o partido conservador com*
i** seus pontos de apoio ; que QO pode di-
rig la porque"nao partid liberal com a
cenfinnga popnfar.
Kiitretanto, Sr. presidente^-por'eatu Corga
d-1 ioosas a q*r allodi o ministerio cami-
nlia-; mas o mmi.-su-rio camiirba illudindoe
hesitando.
O SR; SiLVEiBiLoro :Mjstificando.
0 Sk. NabopO :'llludindo? Sim;-illudc
as ref H-mas, seuhsrss* Se eu quvsse fallar
sobre poltica geral, eu teria s- densous-
trar aa as reformas-qne o paiz deseja, es-
tao Iludidas.
0 Si;.-SiLvtiii.v Lobo:Apoiadb:
O Su. Fabuco :Esperemos, port, a
loccasiao. E' forca, por, dizer jae-a St-
oruia eleioral que se-propin urna rei'amia
iregressiv e retrograda.
L)erfae o partib libera i luto podoriar O paralo liberal pefti vontade ottodo
consegiMt- ikif pronoftamente reforma de' marquez dfc Paran nba consegudo,' se-
elemeuto servl; E' urna verdi.de; o por phores, o eirculosde wn^que depoie-wprib
isso o pjwtiido liberci applaude a roalisago jgneUimorplioseados ei circuios de tivs-- poi
da dea, pobtoMleplufeo meio imcegulr em 'J)em, nem cwculos dtr um, em d*- i*es;
relagae-ao- sjstrema reprsentatnv#v porque |tvoitamos s -eleigoes p.or pwvinciasv Isto
ella Coi operada-. Iwiwr dzer, .seuliores, qu o> interesses- die-
SenboFest> partido liberal nao podena [uncios que (oaapdeni a sociedade braeilaira
corisegm&ess n.'oriB lo cedo '.*mu era jia teru n>jiesentaged8tincta...
Se estes se nao se aveotorassem a atraves- desejads i uwaft partido liberal-mua de | O Su. Viseosue no lino Bhanco presr-
SKNADW.
DISCURSO PRO.NU.NCIAM> KM SE8SM>,
DE 1 l DE JUaMO
noto ile i/r uk u b .
0 Sil. NABUCO (atteocAo) :-Sr. pftsf*
ntffe,. nao fallare sobre o voto de gragae-,
isto i-, sobre a poltica geral, pilque, sefd-
lasse sore poltica geral, tena de* repetir a
mesuias tonsiduragoee que liz a rwpoito do
Voto do gYajas na priiaeira secgio desta le-
gislatura.
Teria ainda de lamentar u indiffere^i po-
I i lina do no**> povo, iinlWtji'Hica quer tem
contribuido paca que a ujanio publica si-ja
sub&tituida pe espirito departido, obtite
rada toda sanc$ao moral, pira que os sos
desta albinia so peream no* espago como' a
voz de S. Joo cftnnaudo up deserto.
Essa indifleren^a poltica, eenao entao ei?
disse, p">cede do sceaticismo*, porque o
povo nacer,.ecoirazuiio'ur, em re-
formas lbpraescomfnettidas-ao partido con-
servador, liom' eifeitO', Dar raostrar-se a
nacin ilida e de um uavio, nao busla ar-
forar no maatro'grainfe a* bandern- que se
qj>er ; preciso ver os ^npois de bOPdo: nas
twpapeis de Bord'conlradkoui o pavilbo.
& Sr. PomAc :d'tfe ser algn cor-
serio:
C*"Sr. Naboo:- Deiawndo aliogaegeaa
figntaih. quero-'dizer quu-refurmas liberaes
so-iiwaipativeicom' os principios. coM
habito k intertsassdo partkto coiiservjd'r
(AporadesJ. Vamos a unr vtrbi graiiai i
pormtHr, por s|>remo que septo esforoo-
m SenwHSitrar, r*o se poBiii demonstrar
que- aTeforma do elemento servil,- que aba-
lou a< grande propriedade, ojue-aherou pro
fundamente os .riee e cundigef do traba-
lho, era-urna refo.iJwconsenaiOra.
sar o ocano e penetrar'nos nvios-srrtesy
que os aborignes domiavam, tet amos-
nos boje, por venturada-patria, qne- vei*>-
ramos ?
Se nossos. a vos nos deranr patria, jegue-
mes esta aos nossos uotds engrandecida e-
prospera.
l'ma populago iimumerarel cobrir
solo do Brasil, e nao ser remota a poca
i 'ii que ella possa, tal vez, tocar a 500 mi
Hioes de creaturas bu marras.
0 Sr. Cruz Machado :Er excess i voc
nao guarda proporgao com a Europa.
O Sr. Alencar Arau>k. : Quando essa
consegtri-Ja, pin pie linha por si ciorga das dente do coHaelho):Sao apoiado.
cousas, tinlia? pon- si a ctvilisagao.
E a cfulisa^ad riV)- como a ravelugao.
A revolfce;V>. ikfsli e bruseameute. mas de
suas ciixMS- podec n renas<:er as idnfrijue ella
destruio. A civi.lisac_>, porm, toausforma
tudo e tmsbnna todos, nao obstante a re-
sistencia dos-bab.itos es- mais inveterados,
dos intesbe* es ma enraizados;, e estes
naiivolt*m. (ais.
0.partiiliiiither.al,.cequanlo Baapae mais
tarde a ve forma d o eltmento servd, conse-
guira, |nnt, urna 6tHM{uista nattmal. E
igranuV-~ pa#te da Bsopriedado territorial
que obedecendo a urna, (esolugo temada
mentalmente. Apenas o marido cbiegoca
alcance da voz, bradou-db* ella :
Nao ha nada t
Mas como ella disse-aojadlo l Nao sabia
a gente se era pergnnta-, se duvida, se atB-
mativa. llavia dt* tudo isso na inQexao.
Ha, ha, mulher. f Descansa ; notraz
obreia preta respoodeu-lhe o marido,
dissipando d'essa forma o receio prireipal
que ha tanto tempo os trazia com a norte
na alma.
A pobre mii hrvou primeiro as taos ao
peito, como que- receiosa de que o oorago
lhe estalasse ; dwpois, erguendo-as. e cra-
vando no co olbos de inexceiiivel gratido,
exdaoiou :
Louvade seja o Senhor l
E as lagrimas, esse sangue distillado que
mana de urna chaga sempre viva no corago
das mis, r-davam-lhe quatro a quatro
pelas faces, zombando da ponta do avental,
onrn que ella tentava estanca-las,
A nossa gente do campo ana geral,
parapooeas expansoes. Sentem bem, mas
exprimem mal. Ainda assim,. quando o
maride ebegou porta, a mulher nao leve
moem si que lhe nao lancassa os tragos
em volta do peseogo, dando, entao liVre
O Sr. iNabugo :... quer dizer (jue- os
hiteresses da* dados sewk supplautado
nplos interesa dos dosseetoes incultos-.
OSk. ViaSMav do Ito-Uk.vm'.d (presi^
dente do consetboj: '- o contrario.
t> Sn. NivjetrQ'i tnata fni. Sr prusiden-
tj. a importeneia que o. niiislerio deu r 28 de margo de 1,857
rapinsenUraa d ver combinacap para unannidude, o- go-
VHt-mo do pai-ser das mionas (apoeadoa),
daacotoriea, dos grupos, dos pequeos ium
^essus. (Apoiados.)
L'inalmunta a reforraa .oleitoral e as- re-
formas que se tem apresentado, como a dis-
cussao mostrar, nao sao seno a mystifica-
go do espirito publico...
0 Sr. Silveira Lobo Apoiado.
0 Sr. Nabuoo :... a Ilusodosgrandes
desejoa da popularn brasilera.
O Sa. SU.VEWA Loto rApoiade.
OSr. Niatco .' Ouauto hetago do
ministerio, a prova a grande questao que
hoje appreheo.de exclusivamente o espirito
publico, a qaasto religiosa. 0b este ques-
tao poderia ter sido resolvida para logo sem
grandes obstculos.
OSr. Pueeo:--Apoiade;
0 Sr. Nabuco.- tu aprend na escola
quaudo estudava latim, esta mxima de
Ovidio: Principiis obsta sero medecina pa-
ratur... Quer isto dizer que o remedio f-
cil em priupio. Vos o sabis, senhores,
as quest>, por graves que sejam, se se
resol vem logo, sao facis. Mas a questao a
mais pequmnna p-le tor-nar-se avultada,
desde que se complica pela demora da sua
solugo.
Sobre a poltica geral, Sr. presidente, eu
nao digo seno estas palavras que reunem
tudo: a poltica est mora, os pardos
impotentes e estragados ; pois bem, viva o
ministerio de 7 de margo: Ave, Cemr,
moHturi te salulant I
Sr. presidente, eu faro i como os oradores
que me precederam ; apruvoitarei a pleni-
ludo da discusso do voto de gragas para
tralaf da questao que domina exclusivamente
o espirito publico; a questao religiosa.
Sr. presidente, esta questao grave como
sao graves todas as questoes de eonscincia.
go mesww ^ue delicado, perigoso dis-
cutir em urna tribuna poltica questoes que
se referen i k Deus, questoes que tocam
alma do povo, no que ha de mais ntimo,
de nis profundo*,
O 9a. Pompe* Apoiado.
0 Sr-. Nabcco* HesHei muito, evtero'
ais que pude este discusso. Cheguei,
rein. extremidade. t' que a discusso
tem demorado e qaus toilo os mombros
o partido KberaJ mais ou menos se teem
pronunciado, e devo pronunciar-ose, Vou,.
pois, abordar a-questao, Sr. presidente, com
tbda frjiKjuezii', com toda coragein, com
*jdu- prociso, inspirado de um depto sen-
t'miente.
'^nho no coraco, Sr. presidente,, um
ainvr mu-ero e profundo religio do esdeado,
na quid uasc o na titi.il pretendo moroer.
0 obre senador pela proviin-'ia da EiiaV
meu amigo, que nao est pres*?nte, disseque'
e era devoto da linmaculada Conceig3(Vde-
Maria. W- urna verdadfe.
O Sr. I'akayvi \ : Elle rotiroU'Se'npe
inotivii urgente.
OSr. IbAivco:Sei e;pe ret rou^se'por
aetivo urgente'.
Tenho tantbem no cora0o um outro sen-
tirneuto prepomlerante : o amor que-con-
saflro aos diraitos sagrado* do estado,
porque o estado a nae,o,, a patria.
(Apoados.)
>o son su^ko. Actidfneute nao es-
tou adstrcto : ma^onaria. Herteoci ella
quando tnha di:t a 25 annos,ato 1836 e
183. Ao senada nao importantes raZes
porque deixei a raa^onaria- Ma* vos digo,
senhores, alirmoejuroqu&tendo ascendido
aos frraws mais ntimos d'aquella; ordem,
alli nonea vi uiaa tivel mma ioIi^kw do estadei (Apoiados.,
Nos raeus discursos-proferdes a-foja ou
no Groado Oriente,..sempre tive por escopo
principal demonstrar que a magouaa nao
era contraria ou hostil religio eatbolica
apostoliza romana-r-que a moral da-magu-
naria era a memn moral ensinada- pelo
EvangaHao*-
Sehoves, .nao son susperto, poique em
toda a &inba vida poltica,, ou como re-
presentante da mgao, ou como miaistro da
cora, sempre concorri queuto em mim
con be para que-o estada prestasse- teda
protecf igreja(apoiados).. para que re-
conhesesse a sua Hierdade e independencia,
para en dsse an6 seus- ministro*-toda a
torga moral.
0 Sa- Pompes^- Ahi est o decreto de
' EsUubem? est bem... respoadeu a
velha, de-cojo coragao- a esponja-.do^ tempo
tinba apagado -todas as imagen>.
Vamos, a isto, Joaqun), vamos a isto !
exclarami, por tira o lavrader.,. tebil de
anciedade.
II
Acaba vim. feliz pai de dizer isto^ quando,
do ladodapovta, se ouvio.uaao. voz, que
diza s
Oca leuvadfik seja Nosso. Sanbor J-osus
Ghriste... D I cenca., viziaho ?
0fixvrad)r vol!UTse,,mefl cootrariado ;.iav, o pedido da baugio do pai, as recom-
reconbeceD to, gorm, o rBcaar-cbegado,|mendagCts ao Joaxmim para oa bater no
sa *c lnge- dos seus. Coutava qo# liuba
ebgado a-salvamento ;: que o Sr. sapitao
tratara muito bem ; pie- tinba sido ji^i'tVi-
aini.'iite recibido o qic o senhor da. casa
onde esteva !lw tinba dito-que ficava com
elle. Accra6centava que estranhara muito
as comidas ;. que nio se poda acostumar
a ver tantos- pretos ; e aqni comee.avam as
lettras apagadas a denunciar as lagrimas
de quem a*.tragara, porque logo em segui-
da comegava o rosario das saudades e das
recordagoes, os beijos para a m e para a
a
nio
5a8
.collasseowvidoportadequal-
inverno, ^ a a deia em que
qUeMl'Chafa moX luz da candela,
SeTISSe iisda SS. ***** Petaw
*'- deDOl! rezada em coro pelo
S0,,Qrad?lmadOrumVTnfiada de orages
reste.dafamd um ^ qs qu$
raram os ps, mettida entre urna arca enor-
me c a parede, v-so urna pobre velha, ce-
ga e surda. Se nao fra um sorriso tra-
vesso, filho d'estes sonhos que illuminam de
repente, eomo tenue raio do sol, o cerebro
dos velhos e o das criangas, e vera de espa-
go a espago reflectir-se-lhes no rosto, jul-
a-la-hia mmorta.
Via-seque % dona da casa, em que ]
fallamos, alm da impaciencia que lhe cau-
sa, a mi vontade do lume, tinha alguma curso ao pranto.
dea que a aflUgia, B 1 Ento que isso.^ queeli so, mu-
Vai ver se teu pai vem, Joaquim lher T... Tens-me andado sempre a ani-
disse ella afinal, erguondo aeabeca, ao ver-mar, e hoje, que a ohwia vermelha nos diz.
"Zr fim brotar a chamma, e introduznvse, que o rapa est tora e de saude, poes-te
L-.ndn or entre a carqueija. para ahi a chorar como urna criangal...
brmeando porjntre^ a ^ q ^, ^ | ^ ^ {^ ^.^ ^ ^
~.miAno levantando-se, pouco satis-1 gao ao largo I... Jess, Senhor : eonti-
?m Ho p do imiosho. nuou elle, tirarrfose dos bracos d mulher
uli tinhT Dorm, transposto a porte, Lembrar-n eu que meu pai Deus te
voliou-se para dentro, dizendo : teoba l l~me nao mandou aprender a ler,
I anude m Manoel. Pedro, Paulo Sancho
ou Martinho, por quem WT
meos alli reumdos. Deixemos,
. ]:...~<,n^ec A di
Un "l vem, minha mii I 'o que por uso trago eu aqu urna carta de
tv. nue o primeiro impulso d'esta foi meu filho e que tanto Caz isso como nada,
rente oorm, parou ; em se- pois se nio fosse o bocadmho da hostia
^7 andnhou a oassos lentos para a por-' Vermelha, ainda agora estara para-saber se fallar do d'elk, que nem se quer p
guida cammb^u a passo r- ^ -0 ^ AflUwioviro iw orto l... Anda alguem para llie escrever, o vmnho;
te e encosteu-se umbreira
repeimio o gesto de impaciencia e respon-
de.:
E* Vmc. Sr. Jos ? Pode entrarv
Tjreuxe da cidade carta p nosso Antonio, e
iamos ver o opte elle d3a... E o seu Fran-
cisco?... No teve canta t
Nao 1redarguio. o. outro cora voz
|-sombra.
Pois. ento escute. disse o dono da
casa, que comprehandeu-immediatamente os
tormentos que ralavam n'aquelle (inetante o
coragado vizinbo.ESoute... Os.rapazes
Coram eo mesmo navio e recommendados
mesme- pessoa, e entao pode ser que o meu
Antonio Calle uoseu Francisco.
A scena que eu vou desenhar Caria a te-
lioidade de um pintor -.
No seu eantuibo e indiCfereote a tudo,
cega, assentada n'uma raza de medir o mi-
Ibo, curvada para diante, com as mos
apartadas, entre os joelbos, toda ouvidos,
toda lagrimas e risos, a mi do ausente ;
assentado na arca, com as mos fincadas nas
costas de urna cadeira de pinho, paludo de
oomraoofio, cora os, olhos cerrados para es-
conder o pranto, o lavrador; encostado
umbreira da porta, triste e sombro, indif-
ferente aos senttmentos dos outros .o quasi
que aecusando o filho do lavrador por nao
pedirs
e Cor-
pastor, eao de guarda da casa, a todas estas
O S*t. N-ASucoitAhi est esje decreto
que {ova bem quaes s.* as rainhas opi
ni oes oeste pontee
(Contiiuaarr*e-k*.l
Mopossivel descreverasmil sensages c, Joaquim, a
que vinham espalhar-se-lhe o rosto, fe- homem... -
l-nr. A*edo. anciedade e desanimo, Lembrando-se,
anda c ler essa carta, meu
porm, de repente da ce-
os co-
porm,
; e descreamos oquadro,
te qual nos lerabramos de e ter visto..
Edoissotrahiam porfta os olhos, queiguinha, chegou-se a ella, t.ro^a o c^po, e,
brithavam para logo a erapanare-n de la- beijando-lhe a mo, Vtov-tinijo ouvtdo :
grimas aSP rugas que o rado lr'a,h na, A su. Wj* *>- Temos
fVonto que a esperance, ddsfazia, os labios, aqu urna carta do- seu neb^ do nosso An-
queora Ireioiam, 9f se perravVra,"cQ0M tomo I..,
mando centro, alvo de todos os olhos, en-
canto de todos os ouvidos, senhor de dis-
tribuir o sol ou a chuva a todos aquellos co-
rages, o pequeo, que ora s sobre ura
pe, ora colando a cabega, Id vai svllabando
a preciosa mensageira de boas novas.
Diza a carta o que dzem todas as pri-
|metras cartas de urna crisnea de aldeia que
pequea* cousas en que o corago se de-
leita, quando a saudade o estorce. Afinal
em post-scriptu&M vinhaqueo patro nao
sabia como havia de arrumar o Franciseo,
por elle nao saber ler, e aceescentavaque
este Ibe pedir para escrever por elle, mas
que sao ti vera, lempo para isso, e, portento,
que- dissesse o. pai ao Sr. Jos que o. filho
estava com saude e lhe m ndava muites
lembrangas
Quamlo.se chegou a este perodo, o. vi-
zinho ranzio o sobr'olbo e disse i
Tove que fazer^.. teve preguiga... o
que foi 1
Pode ser retorquo o lavrador, feri-
do no seu orgulho.de pai Pode ser, mas a
culpa sua, Sr. Jios. Se Vmc. bveese feitp
como eu e maadasse o Francisco a hgap, j
elle nao preeisava do meu filho.
Melhor sorte lhe dar Deus ; nem nos
l vamos to depressa I.,. respondeu o
outroL porque o seu Antonio sabe ler,
nao so segu que o meu Francisco venha a
precisar das sopas d'elle 1 insinuou o pai,
despeitado, envenenando de proposito o sen-
tida das palavras do vzinho- E, demais,
proseguio elleas mos nao servem s para
escrever I... Uaja saude e vontade de tra
balhar que aqu estamos pos que temos
ganho a nossa vida sera ter aprendido a
ler I
Nio me torga o bico ao prego, Sr.
Jos I... Vmc. nao seja ruim I... Nnguem
lhe disse que o seu Francisco viesse a pre-
cisar das sopas do Sr. Antonio I.. Isso
vontade de pegar 1redarguio o lavrador,
reagindo contra a m iuterprelago do que
dissera.
Est bom, est'bom !ataibou a mu-
lher-,-assustada pelo aspecto que a conversa
ia tomando.
No com essas!insisti o vzinho
En bem sei onde Ymc. quer chegar...
Tem graga L.. L porque o menino- sabe
ler, j ahi he de vir para o anuo,, feito bra-
sileiro, e, quando Dfeus quer^traz o meu
Francisco eomo cuiado d'elle L\~ Tem
graca I
Bemv bem.,. Vmc. tem deseulpa...
Nio teve carta do rapaz... Eoteade que o
Imeu Antonio tinh&obrigagao. de escrever..,.
Nao d descont s cousa ... Acabou-se.!
Pense la o que qpiaer 1 replicou o lavra-
dor, encolhendo-os hombros, mas vizivelr
mente impaciente.
Pens, sim senhor I retorquo o Sr.
Josy irritado pela affecteda hoBlioseri do
vizinboPens que a racha sahe i acha !
Vine, qjue que* dizer ? pergujjiou o
lavador, anortando, convulsivaraento a ca-
doica a qu& esteva fincado.
Quero dizer, que filho de peixe sabe
nadar I
Mas que quer diaer isso ?perguntou
o lavrador, saltando abaixo da rea.
Quecdiaer que n este mundo pre-
ciso saber levar a agua ao seu moinho...
Ora o meu Franciscn nao sabe... Nio sabe
fazer meauras ; s sabe trabalbar... Ahi est
o que lhe faz Calta:., mais do que nio saber
ler nem escrever.,. J ao pai lhe temsuc-
cedidoo mesmo... 0 Antonio teveaelhor
mestre... L isso leve 1 accreseentou o
Sr, Jos, dirigindo-se para a porta.
Alto I hredou o lavrador, estorvan-
do-lhe a passagem Vmc, nio sahe d'aqui
sera explicar o que quer dizer na sua I
Quero diier,replicou, o outro, dando
largas a bilis quero dizer que foi Vmc.
quem, pela Ceira de margo, ficen com os
bois que eu j tinha apalavradus I
Sr. Jos, eu j lhe disse que nio sa-
bia que Vmc. quera os bois e logo entao
lh'os offereci peto custo I exclamou o la-
vrador, dorido dainjustga. '
Con/mnar-ae-Aa.

;i
,


.
-
i


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