Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12992


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Full Text
A\i\ XLH. KUJUEKO 107

PARA A CAPITAL K LIGARES OVDK KAO SE PACA PORTE.
Por tres mezes adianlailos ........ .... 69000
P/r seis ditos idem............JBL ... 120000
i'or un uni dem ......* V^. .... 24*000
Cada uuuitf* avulso .'...'.............. 320
QUARTA FEIKA 2o DE JCIH0 BE 1873
PARA 1>E*TB9- K FRA RA PROVINCIA.
Por tres metes aguantados.
Por seis Htos idem. .
Por nore dito idem .
Por um anae idem. .
69750
L39S00
9092&0
379000
DE PEMAMBUCO.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE PARIA & FILHQS.
X
Os Sra. Gerardo Antonio Alves Filhos.no Para; Gon^alves & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Qliveira& Fho, uoCear; Antonio de Letuv* Braga, no Aracaty ; Joio dra Julio Chaves, no Assu; Antonio Marques d* Silva, no, Ifetol; Jos imita
Pero-ira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyha ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pwha; Beiarmino dos Sanaos Bulco, em Santo Juitao ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazaretb;
. Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna; Joo Antonio Machaco, no Pilar das Alagas ; Alves 1 C, na Baha ; e Leite, Cerquinho. PARTE OFFICIAL
Hhiiwterlo ;la Tnscnila.
FAPKblE.NTK OH 2 DK JINHO.
Circular n 16 s thesnurnras, reooinmendaiido
que dctcrminnm s alfoadegus e mesas de rondas
sol sita juri-d.oeo que, <|u.in>l Hvarem do orga
uisar as tabel'as |ir.i paga iimi'u de aju las de
susto km empregadoa c .miras possoas incumbidas
Je tseittir a lisiMlisar es salvados de quaesqucr
navio*, mioam sonrn-o ue Cunsulss ii is incoes a
inte Mies perteiieereai, e o? respectivos ciasigua-
urm.
- lu -
Circular u. 20 thesnurar.is, declarando, de
acenhlo i".'Mi a ordem dVtta data expedida de
Pornnmbnco, n legante :
1." QiW os enipregadis extinclos pelo decreto
n. fi2to do .'i de abril ultimo, e |Ue por.esse ni.ilivn
pastamm para as cla.-ses m ais prxima* da oserip-
inraros,-ou para as correspondentes utfl venc-
niftiUis, nai proel** da novas Ututos un apestillas ;
lio-tundo ipie se faeam as aiMotacios n >s respecti-
vo- issealaaienio*, do conformidade co:n a ari. i."
do rilado decrol >.
i.' Que aos aposentados por decreta de 31 do
inar;.o proxim) linio, nao compelo a tnaioria dos
vonoimentos concedid i por ai|iicllc decreto, vsti
que a essa mu tria s tem diretto a contar de 8 de
[veceira antecedente, dala da pesoioclo da aatem-
bla geni legislativa u. 2I(.', os empregad >.* (|ue
eoulinuaram uo serveo, mu- claramente dt art l. do mesmo decreto.
J.' Finalmente, i|ae nao pioeedent.! a duvida
x \ry irrida en alguuias tlirt-:ouraras, vrsando sobre
i Aisjeoeia de em iluinentos dos empregad >s ex-
rVyio<, e lijos liiulo.s ria-j forain apostillados;
I ij;|uanl4 lae.s e.npregad >i. assiil c un.) os das
c isseseousert.ulu, -jue estro gozando do acores
,iij de vencioinulos, s ttin de pagar o sello de
7 '). ni for.iudj decreto a. i7il de 9 de abril
le !87i.
- 16 -
Caaulira.il s tiiesouraiia-, IM.M. H!a-
diulj. de aurordo eom a ordem n. 3i, expedida
tiesta data do Itio (ran>le do Norte, i|UO, todas
as vetes que ooauauMeareiu su lliesoar > a crea.-.aj
do .rollen ira s, imsM de rends, declaren) <|nal
a |i riUMitageni arbitrada ova os ompregalos de
tan estai.oes, a lotacao das realas a sen cargo, e
os (tratos mareadas para a entrega respectiva, se
os eoUeobirea e scri'.ies prestaran! Hau^i, em
po dala e ipial a su importancia, os noaieS dos
Midnros, o dia da iustallavao das ditas c.illeclurias
e mesas de renda-, ipjando entrarain em exeivieio
o< enipregados, e, finalmente, a distancia em que
ellas se achata da capital da provincia.
A" alfandega do Itio de laneiro se c lamuaira
que, t -rnl. sid presente ao tribunal do l'ie- mro 0
reeurau iBi>eruwt-i pir Cbaries Spence, Sois r.)iii. da deeisi di dita alfandega, confirmatoria
di que prof ,'riri'a os arbitro;, relativamente a um
sleSjiacb i de s*s lardos coni dsclai'a;a > de coata-
reni -canhaioag i alvejado, liso, quaiido cinco des-
.s far I os c oiiiinliim iTegnea do lin'O, -di 'pie
res aj .on un dereick de iiaalidale de iol0i);
e o rcleid) tribunal:
(oasideraulo que das deeisoos proferidas em
jilisu arbitril uio lia reonrso ordinario;
C nuiderand i que o d: revista s cabe nos eafoa
de aeempeteneia, excessj de poder, violica de. le
ou formulas esseaciaes;
Cmsideraiitlo .pie a allegaba) que fazeai o* re-
corrmilei, se.a pnmr de qu i leve lugar sem sua
audiencia a desgnaoi-i na 8.* arbitro, encoutra
. i 'i a dad ir.ico que se le no pro.:esso de liaver
si 11 (eita aquella desiguacao doaccorli e m a
par1,- :
Reeolvea oegar pruvimeato io recurso.
la:>vci'ao di |ia!ieu.
o spauii is da fisRsiax.Viiiv DR 2l d: iirr.uo he
1873.
Antonio (I mies da* News. Informe i 8r. ins-
pector da tbesour.iri.i de fajen la.
Adftluho Silvia i l'.au |';l.'.'i-eju licadi.
Angelo Costo-lio de Abreu. nfoiviie o Sr. Dr.
cliefe de polica.
Antoiio los Kerreira M |u-*n lo reeih i q i uro ao d leuineuto.
A.bin-i da Silva Leal.-Satis:ac o supplcate a
exigencia da Ihesousaria de azenda.
Coronel Castao de Oliveiri Mello.Encaaii-
o'id-se.
Kiequiel Honorio (caes l'.tlmeira. Informo o
Sr. I.).-, juiz de direiio das exseoeOes.
Kra imsco de Siuia lUagel.Informo o Sr. ins-
pector da tbesouraria de lateada, ouvindo o admi-
nistrador da rec.ebedoria de rondas geraes.
l>idnro de -Freitas Gamboa. -Indeferido.
MU) Vicente da Silva Costa Jnior. Projudi-
e;i.|o.
! lo llapiisla de Medeiros-Pur ora uaotoin lu-
gar o qae reqner.
Jos Carlos Nones da Costa Res -Sim, pagos os
dirertos nacionaes.
JosCaMaoo deAlbuquerque. -Informe oSr. en
Roaueiro iNcal da esiruda de ferro do Recite a .
Pnneiteo, ooefodo o siierintendenio.
Josp Severiao da Silva.Concedo oito dia-.
Josepha de Almeida Piolo. Por ora nao tern lu-
gar o que requer".
Mana do Nascimenlo Maura.Informe o Sr. ins-
peler la tbesouraria de fasssjfts.
Mareos Francisc) de Paula Reis.Sim, com re-
cio.
S.ici"lale Liberal Uuiao Reuelicente. Bncaui-
ii!--e.
Sociedade Monte Pin Rra Tbomaa di Cnrvsibo Soares Drandao Sobrinho.
Informe o Sr. in*|iector da thesouraria de fa-
/eiida.
Secretaria da presidencia de Peraambuco, 2 do
jullio de 1873.
o postrara.
Siloiuo A. Rodrigues
1'o.iiiiiiudo da.< arsuas.
yi A.i ti. CKNEitAL 1)0 COMMXNDO DAS ARMAS
Dr; PKRNAMBUCO, E.U 22 DE Jt'LnO DE
1873.
Ordem tii dia n. 743
O biigadciro cominandante das armas publica,
par i. ilns convenientes, en pri,n:iro lugar que,
por a'iso do niiiiislenn da guerra dalado de I, a
aic se referi a presidencia em otncio do 19, ludo
o correat?. fui approvado por um mez .smente
a licenca de 40 dias que a mesma presidencia
'xmcedoii, por portara do 14 de abril ultimo, ao
Sr. toncan Ranlio Jos de Barros, para tratar do
sua .sado ; em segundo lugar que o referido
mioMlerio, p r p.irtaria de 30 de junlio prximo
fiada, traasferio do 2" bauihao de iufantaiia
para o 9' da mesma arma o Sr. alteros Obvio
Hermana Caldoso, e deste para aquelle batalbao,
o Sr. alteres Januario da Silva Assiimpco, como
foi declarado em olcio da reparlicao do ajudaule
general, sob n. 9,139.
O mesnio biigadeiro declara que no dia 13
desle mez segn) para a eorte com destino ao
13 batalho tambem do infantaria, para o qual
foi no meado, o Sr. alfares Joo Evangelista de
Lima.
(Assignado.) Manoel da Cunka Wandtrley
titu.
Conforme. 0 major Jos B, do Sant/s Mergu-
Iho, ajudanle d'orden? eucarregado do delallte.
Ilojiii-lrto la polica.
!.' seccao. Secretaria da polica de Pcruambuco,
22 d>! jultio de 1873.
X 13)0.lllni. e Exm. Sr.Participo a V. Bxe.
que das coiainuiiicacoos rocobidas boje, consta que
(. iaoi hontem rocolhidos casa de delon.-ao os
individuos seguiutos :
A' minba ordiin, Paulo Tolenlino Nigramoute,
por crimo de morte.
A' ordem do subdelegado do Recite. Joao, es-
cravo de Francisco Ribeiro Pinto Guimaraos, a re
iioerimento deste ; o sublito hespanhol Marcos
Camello e o subdito auscracj Geovani Cbiok,
ivquisicia dos respectivos cnsules.
A' ordem do de Santo Antonio, Htuirique Mar-
ques da Peana, Fraticisco Sebasliao de Barros,
Prudencio Vidal e Speridiao Clementino Guana-
raes, por dis'.urbios.
A H-,l mi do do Beln), Alexandrina Mara da
Coiieeieao e Gorlrndos Mara Amelia, por desor-
den!.
Segundo communicou-me o delegado do Li-
ai iciro, por olllci is de 16 e 17 do corrente, deram
se naquelle termo os seguales fados crimi-
nosos :
Km dias do mez do niaio, no primeiro districto
daquelJa villa, Antonio Freir da Silva desfechou
um tiro de pistola sobre urna sua lilha le nomo
Joaana, a qual Mantate nada soltreu. evadindo-
do-se o criminoso ; foz-se o competente inquori-
to, que foi logo remanido ao resauetivo Dr. juiz
miiaicipal.
No da 22 de junbo ultimo, no inosmo districto,
Moiioel de Amano arrojou o cavallo em que esla-
va m nitado sobre a mullitfr de Miguel Francisco
da Silva, que se atbava grvida, resultando disto
abonar ella tres dias desos, lonrando evadir-se
o duiittquenie; fez-so o inquerito policial, o qual
Ififr logo o decido destino.
No dia 10 do crreme, tambem no mesmo dis-
tricto, Man i 'I Correa A'. Melio commetteu o crime
do injurias contra o respeciivo subdelegado, sea-
do preso em llagrante igualmente com seu ratas
Alexandnio Cunea da Mello, por ter na occasiao
opposto tenaz resitencia a prisao do Mauoel Cor-
rea ; fez-se os competentes iupieritis, os quaes
foraui logo reatettidos ao Dr. juiz municipal do
termo.
As 11 horas da noite do dia 14 tambem do
corrale, no lagar Olho d'Agua da Onca do Aa-
trida de Taqiiaretiuga daqaelle termor Jos Jero-
o\;in da Silva as-assinou com um tiro a Jo- An-
tonio ila Fonceca ; o ilelinquonte foi preso e reco-
liliJ cade i, e o respectivo Inquerito levo o de-
valo destino.
No mesmo dia 14, no citado primeiro districto
da villa do Linoeiro, Jos Romaoda Costa ferio lo-
remonto com urna tacada a Mara Joaquina,) lo-
grando evadir-so o delnqueme, fez-se o corpo de
delicio e proseguia-se nos termos do inquerito,
Aiuda no refer lo districto, pelas seis horas da
lar le do dia l.", Jos Luiz do Parias foiiti grave-
mente com tres Cacadas a Firmiuo Antonio Aquino
Guerra, sondo o criminoso preso e rocolbido a ca-
doia : procedeu-se ao inquerito policial, o qual foi
logo lemettkb ao respectivo Dr. juiz iimaierpal.
Coi oilicio de 19 deste mez, communicou-mo o
sub ielegado da Var/.ea quo na -noite de 18 para
o aman ecer daquelle dia, os ladroes penetraram
no hotel de J io Farota, sito no poviado do Ca-
xang daquelle districto, e depois de quebraren! a
c.ideiado do quarto em quo eslava durmindo Ma-
inel Jos da Trindade, dahi roubaram um bahu e
um mala, conteni routias de uso, duas abotua-
duras, um relogia patento iaglez, urna cadeia e
um auael, ludo de ouro, e cento e tantos!mil res
c:a dinheir i, sendo o ba me a mala encontrados
prximo ;i p tote daquelle lugar ; que fez a com-
petente vistura e prosigue as pro usas diligencias
para descubrir os criminosos, alim do proceder
contra os meswos nos tormos da le.
Finalmente, a ordem o n*au (uilhdado publicas
ulo soffieram alleraivio.
0 una tulo conniinico a V. Ese., como nio
cuuipre.
Deas guardo a V. Exe. -Illm. e Exm. Sr. c-.m-
landador Dr. Hearl pie Poreira do Lacena, dig-
aissi.no presidente desta provincia.0 chote de
polcia, Antonio Francisco Corre a de Araujo.
EXTERIOR.
EvisusictEo universal.
0 BRASIL.
J jios'oci'iipamos com este vasto imperio da
America do Sul, que, depois de ter dormido longos
anuos nos bracos da escravidao, caminha agora
com passss rpidos para a civilisacao e pata o pro-
gresso.
O capitulo que, ba tros das, extractamos do li-
rra do Sr. Joaquim Manoel de Macedo (Le Bre-
sil en general) serve sem duvida de magnilico
prembulo um estado sobro a exposicao brasi-
leira.
Como muito beni disse o autor desse ieterossan-
lo litro, a agricultura absorve presentemente a
maior paite das torcas vivas do paiz ; e ella re-
compensa pelo cntuplo os operarios quo dedicam
seas esforcos em faze-la prosperar. B' por isso
que a industria eomeca a llorescer nos estados de
l). Pedro, e que se encontra no Prater nolaveis
especiaieus da iutelligonte acliviJado dos operarios
brasleiros
Quem visitn a exposicao de 1867, no Campo do
Marte, tica realmente admirado ante os evidentes
urogressos realisaios em Uo curto lapso do lempo,
e apercebeseda exliuberancia da raga latina, lao
mvelbecda e lio degenerada em DOMOS climas oc-
cdenlaes, mas que, naquellas regios profundas
pelo sol, conserva aiuda todo n vigor da inocida-
de. todo o calor do sauguo meridional, toda a viva-
cidade de impres-oes e de marcha, que nos distin-
gue da raga germnica.
Tudo se acha resum lo ni limitado espa;o coa.
cedido exposic.o brasileira no palacio do Pra-
ter ; todos os grupos so acltam couchegados e ca-
bem iminediatamoiiie sub as vistas do visitane ; e
v se, no simples relanzcar dos oaos, que se tem
(liante de si ama nielo que aspiraongrandecer-se,
como as aaedet europeas, quo multiplica seas es-
forcos em lodas as dreccoes, e busca por todos os
meios toraar-se digna da importancia que lhe dio
Ma extensao geographca e sua situaco especial
na America do Sul.
At agora sua verdadoira superoridado resido
ni sua agricultura. Pertencem ella os quatro
priiuetros grupos que altrahein :ooi justa razao
a aneo;!) publica sobre a oxpoaioao.
Em 1867, em Pars, o Brasil conquistou urna
grande medalha de ouro, na seccao agrcola, pelos
seas cafs e algodoes. Hoje anda, sua superio-
ridade sob este ponto de vista, mantom-se incon-
loslavcl e inconteslada.
As estaiisticas olliciaes de 1871 dizem, com of-
feito, que o consumo- total do caf, no universo
mteiro, elevou-se 440 mundos de klogrammos,
o que o Brasil por si s, forneceu para a exporta-
e,ao 230 milhes de klogrammos, lito mais do
notad.; do consumo de todo o globo I
Vede na? galeras brasileiras essas magnificas
amostras de caf I Se sois amador, s isso basta
r para fazer-vos vir agua bocea.
Ao v las involuntariamente procura-se urna
chicara, visto como, desojar se-hia beber esse grao,
que anda nao est moido 1
S um productor expoz de 8 10 especies dif-
I ferentes. Ah se encon-a especialmente o moka,
) o verdadeiro, o nico moka. Yede-o bero, afim de
nao confund-lo com as falsificacoes que correm o
mundo sob esso titulo usurpado.
Como productor densa bebida, que Untas tollces
fes dizer Mme Sevign, masque Voltaro poz em
moda, o Brasil evidentemente nio tem rival.
Com referencia ao algodo e ao fumo, elle est
menos adiantado. Todava, durante a guerra de
secossao dos Estados-Unidos, a exportacao do al-
godo naturalmente tomou no Brasil, urna impor-
tan -a sbita, que de modo neu'num tem desmero
cido |io-teriiirnieulc. 'Elle concorre hoje com o
dos Estados Unidos em todos os priucipaes mer-
cados,^ justo o seu acolhimenlo, a iulgar pelas
amostras que hoje se acham sob vossas vistas. A
delicadeza da libra e a airara sao as suas menores
qualidades.
Como fumos, sao especialmente os da Baha e
Minas os mais nolaveis.
O Brasil, porin, possue anda outros fumos que
sao conhecidos em toda a Europa. Sob este ponto
de vista, sua exportacao attingo igualmente um
algarismo cou-ideravel.
As amostras de fumo exposUs, jastfleam essa
boa reputarao, Ellas sao muito lindas, muito va-
riadas, muilo digna* de atlralar a altearan e de
merecer um examc dolido e especial por parlo dos
entendidos.
Citemos ain la. no quarto grupo, os tuneares,
que sao geralmeute conhecidos na Europa sob o
nomo de assucares de llollanda > por que era
para all quo eram expedido a principios conside-
raves carrogamentos. Sua riqueza saccarina
das maiores, o delles se extraho facilmonto o
Illm m.
No lercoiro grupo, (oroduetns chimcos) o Bra-
sil lira igualmente de suas riquezas uaturaes una
verdadeira superoridade.
Sua flora medicinal de tal naturoza rica, que,
sobre a lotalnlade das plantas empregadas as of-
ficinas pliarmaceuticas do globo, doas lrcos, pelo
monos, pertencem ao Brasil.
J o dssemos: o paiz do sol. A natureta
tem all urna forca do vegelaco, una rique/.a la-
xurianlo, desconhecida nos paizes europeus. Co-
mo as praias de aplos, ao p do Vozuvio, o
hzzarone pedera all viver se n tiahalho, certo
de que o mar foraecer-lhe-hia pexes para a sua
nutrcao ou as florestas aves, que ello podena
apanbar sem trabalbo.
Islo faz compruheoder sufllcieatomonlo onde se
ada o rordadeiro mrito da exposiijao brasiieira,
onde se acha o ponto attractivo, o grande objeclo
do admiragao para os visitarles^ As madeiras, os
fructos, as flores, as pennados pasaros, todos os
producios da natureza e do solo, all se acham
com abundancia, e offeraeem um especlaculo lao
ntoressanle como variado.
Nao foram exhibidas entretanto todas as varie-
dades da llora brasileira, qae co.iipreb^udc mais
de 20 mil especies. Nao ha tqt objecto de es
panto, nao; visto como, lolas ellas se acham des-
criptas, representadas e catalogadas ii'um impor-
tante livro |do Dr. Martin*. E foi smenlo para
poapar ao visitante nina iuevitavel ladina nhysica
que muitas delias doxaraui de ser renetlidas ao
palacio do Prater.
Todava, ellas all so acham representadas por
cariosas amostras; c, se uao, v.le csses lanos
daas retes seculares, cajos anuos os amadores con-
tam, acompanbando os raios do cVirte I Sao aa
memores que se pode desojar para a ntarceueria e
para a construceu aa- al.
V le, ao seu lado, essos mineraes de ferro, de
cobro e do motaos preciosos Foi do Brasil, nao
o esquecamos, que sabio essa preciosa joia da co-
ra do Portugal, esso magnifico diamanto, um dos
maiores do mundo, de que, nio ha muito, Lllou
um de nossos collaborad *re, a proposito do dia-
mante do Cabo.
Vede essos mineraes de ouro, de prata, de ametis-
tas e de topazio; e explicai vos, se polerdos, como
qae, durante tantos scalos, poderam os lio-
meas tornar escravo, opprimido, desgranado, um
paiz to ricamente dotado pela natureza e por
Deas! 1
Felizmente, elle hoje caminha, com os seus pa-
vilboes destraillados, petas vas da lurdado cons-
titucional ; e ahi cortamente elle ha de en ontrar
o segredo do progresso, da industria, da fortuna o
da prosporidade.
L. V.
(Traduzido do jornal vionnense Le Dauube, de
28 de junhu).
llueitu. 1
Parece que o horizonte, que at agora so con-
servava aaauviado relativamente s operares das
torcas naciouacs em Enlre-Bios, est prestos a es-
clarecer.
S nao vem noticias imp ranles, pelo menos
cliegara noticias, e aellas se encontra a narrarlo
de aigii.a inovimeuto, indicio do quo a guerra vai
entrar u'uma pliase de maior actvidade.
Dzem que isso devido nllueucia do Sr. pre-
sidente Sarmiento, que naturalmente assumio a
direccao moral da guerra.
Seja como fr o quo consta o seguin o :
As forjas destinadas a combater a rebellio d-
videm-se em tres grupos principaes, compon-
do-seo primeiro das tropas ao mani do coronel
Campea, que operam sobro e liltoral do Uruguay ;
o segundo das torcas sob a direccao immediata do
Sr. ministro da guerra, que lea por campo ts ope-
rares o litoral do Paran, e por centro agora a
cidade do Paran convenientemente fortificada;
o terceiro, da diviso do general Vedia, que deve
djrigr suas operares do Corrientes, de coiubina-
co com os doas pnmeiros Convergen! todos para
um ponto em que se pretende encerrar o iiiimigo
0 coronel Campos obtove victoria em um encon-
tr com forcas rebeldes coinmandadas pelo caudi
Itio jordauista Queronco. Segundo es bdetins
oflfciaes, os rebeldes foram batidos e dispersados.
doixando mortos o ferd >s, e entro os'prisioneiros
cilaiu se os nomos de alguns olliciaos da influen-
cia.
No Paran acham-Sb cerca de 2,o.HJ sol lados
nacionaes com 12 pacis prussianas e II do syste-
ma aatigo. Dizein quo recoberam cavalhada suf
cenlo de Santa F e de Cordata, o que dovom
marchar breve contra o inimigo debaixo das or-
dens directas do ministro Gainza, doixando na pra-
e;i fortificaba urna guaraicao sullciente para co-
brida.
0 general Vedia dovia vir jdo Corriontos com o
batalho 8 de liaba, l.oOO guarda* naci.aes do
cavallaria do Corrientes e o batalbao Goya.
No dia 20 o commandante Lacoacia liaba sbado
do Paran com o 7.* de cavallaria de linlia en nu
mero do 3..0 pravas. Cliegaraia at ba distancia
da cidade, onde puzeram os cavados a pastar, quan-
do avistaran) urna forca de cerca de 303 robeld s
Fingiram deixar-se sorprender, mas atacando
em momento opportuuo, o 7 do cavallaria dispor-
sou o inimigo, causou lhe alguns mortos c foridos
e tomou alguin armamento, tonto a tropa de -
uha s deus soldados fondos.
Urna partida de guardas nacionaes reunidos por
um tal Machado, quando marchou para eucorpo-
rar-se s forcas d> general Vedia. leve igualmente
um encoir.ro com o inimig), derrotand>-o e mi-
lando-iho 8 homens.
Quanto aos rebeldes parece que tinham Udo a
dea de dar mu asaalto em regia prac do Para-
n, pprque os sitiados s urna saluda encoutraram
n'uma barraca grande numero de escadas; com-
sudo tiveram de desistir da pretenco vista das
forcas nacionaes e meios.de defeta accumulados
na tidade sitiada.
Lope Jordn reuaio forjas e orguisava infan-
taria para ir ao encontr do general Vedia e im-
pedir sua juuc.ao com a divuio do ministro da
guerra.
Dzem as noticias olHciaes que a genio de Lpez
est mal vestida, mal armada, mas ptimamente
montada que em toda a parle onde domina, re-
ernta al os meniuos do 12 aunos, eaipregando,
os que aiuda nao nodem carregar una arma, de!
cuidar das cavalhadas.
Lpez Jordn publicou um decreto nejando a
a mondado do presidente Sarmiento, e declaran o
traidores patria os empregados qae continaasseiu
a oxecatar ordens emanadas do governo do Sar-
miento ; em cunsequencia des?e decreto, os eia-
pregados que at enio se tinham mantillo no seu
posto, aproveitaram a oppottnndade para oscapa-
reni-se.
Varios eslabeleciinentos de campo, portencontes
a partid ros do goveruo legal, foram lueeadfaitoa,
entre outros as estancias de Gregorio Caceras, n-
gel Miranda e Martnez.
Os principaes centros dos comits jordanislas se
acham em Fray Beatos, Salto e Paysaudu do Estji-
do Oriental ; falla so de quo o governo do Sr.
Sarmiento'pedir ao da Banda Oriental a intima-
eao dos refugiados jordanislas qae se acham ira-
balitando pela revoluco nos pontos citados. P-t
carta- interceptadas polas autoridades nacionaes,
se obtevfc a certeza de que os trabalhos daquellos
corniles sao muito activos ; quo fazem passar ao
Uruguay homens e armas ; que esto em coinb-
uagio com casas fortes do Montevideo, que so com-
proinelleni a furnocer aos rebeldes armaiaeatos o
uaiformes, recebundo em paga os couros dos ani-
maos morios em Entre Ros. Anda que o gabine-
te argentino reclame do governo oriental maior
vigilancia contra estos comits, ser dilllcil fater-
Iho a volitado p >r causa da extensa.) di costa, por
causadas ilba> e pintos de pa-sagom cobertos por
mallos.
Alm dosies recursos, os rebeldes esperam an-
da outros, mudo mais poderosos, daqu mesmo do
seio do partido Alsnisla ; e ajalgar polos boatos
que Basles ltimos das leein preoecupado repeti-
das vezes a atienco publica, talvez se realisem
breve as esperancas dos jordanislas. 0 que indas
a assini pensar 'o seguinte ;
Depois Je sua proelamaco como candidaio
futura presidencia, o Dr. Alsna s so defondeu
muilo debilinonte pelos seus jomaos contra a im-
putaco, que so- lhe fuza, de estar do connivencia
com os rebeldes, quo proolainaiam a su. cand la-
tura, ao paste que um destes orgaos clei'.oraes se
pronuncian aber anieate contra a inlerveaci.
Mas o Ur. Alsina desde eolio solfrea varas da*
cepedos, que poem muito em duvida o bom xito
de sua candida!ii>a: priiuoiramnte a lula com
o Pamp, de que j lhe doi conla.e em que o vi-
oe-pre>idenle da repblica licou muito espre:-t-
i.tii .>; depois a sepaneao dos partidarios do f)r.
tjointana, que eram a favor da candido tura Alsi-
na, eiuquanto que o seu pfoprio candidato nao so
apresentou publicamente em lici, e que o aban
donara n logo que soube que, gracas aos esforcos
du general Arredoud i as provincias do digo, a
candidatura de Quintana seria proclamada eom al-
guma vaatageai. Entretanto, Alsina.e sua gente
nao sao dos quo aliandonaai urna lula sem esgo-
lar o ultimo recur varias vetas ,|ue bao do tnumphar por qwtlqiier
meio.
Neste concurso surgem os boatis de urna reval-
la queso prepara em Houos-Ayres, para obrigar
Sarmiento a renunciar, dovendo en lio Alsiua assu-
nirt teu posto du vicepresidente, o jasliceiro
tato do aovo governo seria a mvocaeo da inler-
vencao em Entre Ros. O governo do Entre Ros
eutregaea si museta,S0 tunara inpossivel. Echa-
go teria que fagir ; reani-so-bo os comicios
debaixo da prosso de Lpez 4ord.ui : o novo go-
verno sabido desemelhanies coinbinacoes garanti-
r a Alsina os vot".s de Entre Rio*, e por rever*
cussu os do Corneales e Sonta F. Neste senti-
do o governo do Sr. Sarmiento leve denuncias, e
tanto a Pampa como a Narion opintim que estas
denuncias nao deven) ser desprendas, porque jul-
gam os alsini.-las capazes de lado.
Nao ha duvida que 3t.O ou 400 homeus resolu-
los poderlo effecluar um golpe de mao, contra o
qual actualmente n i p ider o governo oppor tor-
ga alguna. Depois, a indolencia do publico fcil-
mente aceitara o fait accompli, o mesmo cangros-
so que saneciono i todas as molida! adoptadas
pelo sctu'al governo para reprimir a rebellio; ap-
provara alve a revoeaeo da interveneao sob
presso do um governo imposto pela torca.
Taes sio as esperancas djs jordanislas, taes os
rtelos que preoecupam o governo. So o exerc-
to nacional nao obliver de prompto urna vantagem
decisiva entre os rebeldes, n:io seria impossvel que
se realisassoin estas sappasiedes, abysinando a r-
publica Argentina na mais sangrenta guerra civil
quo reboataria passados os primeiros momentos
de sorpreza.
II.
A agilacio do c)in:norco, provocada pela ciise
monetaria, ja liaba chegado a um onlo, que re-
clamava prompto remedio.
Reuniram->e na Bolsa os negociantes mais com-
petentes para delibcrarem sobre os meios que se
devia doplar.
O nosso compatriota o Sr. Jos Candido Gomes,
opiniu que se devia nomear urna commissao, para
solicitar do Uanco da Provincia a renovacao inte-
gral de todos o* tituios, o letras por 90 das, medi-
da que dara ao commcrcio lempo de satisfazer
raiis fcilmente os seus coinpromissos.
Depois de urna conferencia entre esta commis-
sao o o directorio do banco, deelarou osle ofllcial-
monte uao poder accedern pedido, porque renun-
ciando a todas as entradas durante este lempo, e
licando obrigado entrega dos deposito.*, nao po-
llera evitar urna erise. Ma, particularmente pro-
inotteu attender quanto fosse possivel s necessi-
dados do eommercio no sentido indicado. Alm
dis>o os negociantes couio.biu.iram entre s demorar
aigam tempo as cobrancas.
Na mesma occasiao a cmara de deputados
provinciaes tratOH de remediar a escassez da moe-
da circulante.
Na sesso do dia 26, quo se prolongou ate I
hora da madrugada, varios deputados apreseuta-
ram um projecto para crear recursos, que nao foi
approvado.
A mesuia sorte te ve oulro da commi.-sao de fa-
zenda.
E per fim rejeitou-se tambem um projecto do loi
oferecido pelo poder ex-cutivo.
Vendo que nao podiam ebegar a nonlium ac-
cordo til, um deputado podio, que se reconsd:-
rassa a decso a respeito do projscto de le do
poder executivo, e depois de varios discursos, foi
adoptada a roconsideraco, volando se o decreto
seguinte, com cuja adopcao se espera melhorar
muito a situaco:
A cmara dos deputado* decreta :
.irt i" Autonsa se a directora do banco da
provincia para estndar at doze milhos de pesos
fortes a emsso de notas melallicas autorisados
pelas leis de 26 de outubro de 1866 e 14 de Janeiro
de 1870.
< Art. 2* Antdrsa-se ignalm mte me*ma para
tonar da offleina de cambio ate soioaia de
tres mlhoos de posos fortes, destinada a augmen-
tar a reserva melallica do banco, quando o julgas-
se conveniente.
< Art 3* A directora do banco negociar no
estraageiro os tuulos publieos da provincia crea-
dos palas leis de junno i de 1*61, Janeiro 10 de
1842 e 7 d dezembro do anno prximo pas-
sado, podando convert-las' om ttulos de divida.
externa.
Art 'i* O pagamentiv da ronda e amortisacao
dos ttulos a qae se refere o artigo anterior se far
pelo poder execntvo, por meio de amortisacao
feita por sorteio e ao- par.
. Art. o" ImmodSattunenl depois do alienados
todos ou parte destes ttulos, a directora do banco
restituir oluciua de cambio todo o metallico que
llu: tver lomado e Iho estiver devendo.
Art. 6" Cotnnuiuique-se.-AAtta Basabilbu-
30. i
Felta anda a tfjtgto do sonado, cr-se que
ella nao ser negada.
No cojigresso tein-se discutido a coaveaiea-
cia de estaJslecer-se una casa de moeda, apre-
--litando u deputado l;riba*!i o segunde projecto de
le :
*"Art, Io O padro monetario da repblica ser
o ouro.
Art. 2" A unida le monetaria ser una moeda
de ouro cuto um granima sescentos e sessenta
e dous iniligramma- e titulo le noveceuloS millesi-
mos do lian e ceai millesmos do liga.
< Art. 3' Esta unidade monetaria se chamar
peso do ouro ou tieso forte
Arl. 4 O peso do ouro ou forte se divi-
dir om dez partes iguaes que que se chamarao
i decimos cada dcimo -o dividir em dez
partes iguaes que so chamarao centavos e
cada centavo em dez partes denominadas millosi-
mos
Art. o" Os mltiplos da unidade monetaria
serao :
Ia Urna moeda de oito grammas trezentas e
setenta mllig aminas de peso e titulo do novecen-
tos millcsiinos do fino o com inllesimos do
liga, que lera o valor do elnto pesos do ouro
Colon.
Urna moeda do oaro com desesseis gram-
mas setecaitos e vate iiiilligrainmas de poso, de
igual titulo e liga do anterior, qae valora dez poses
de ouro e se chamar Argentino.
a Art. 6' A toler.iucia de poso sota de dous mil-
ligr.imuias.
Art. 7- A Ulerancia de titulo ser do dous
millesimos.
K Arl. 8" A moeda padro so formar do modo
seguinte :
! Urna moeda de prata com 13 grammas 6
376 miillgrammas de peso e titulo de 8o() millesi
mos do lino e IS anllesimos de liga, quo se cha-
mar e valei cincoenta centavo*.
i' Una moeda de prata rom 3 grammas e
330 miillgrammas de pozo o igual ttulo e liga da
anterior, que se chamar e valora vinte cen-
t.vos.
v 3' Urna moeda do prala com i grammas e
67o inillgraininas de peso, de igual titulo o liga,
quo valora e so chamar dez centavos.
a 4.' Urna moeda do prata com 1 gramina e 337
milligrammas do peso, do igual titulo e liga, que
so chamar e alear cinco centavos.
5." Una m^ed.i coniposta do noventa e cinco
partes de cobre, q.iatro de esianho o una de tinco
eom peso do dez grammas cujo nomo e valor ser
dous centavos, e oiilra moeda composta de igual
liga com peso do cinco granallas cujo nonio e va-
lor ser un centavo.
Art. 9." Nnguem ser obrigado a receber,
n'um pagamento 3o mais de rite pesos de miro,
mas doquoo valor de um argentino em mea-
das de prala padro, nem mais do que um peso
de ouro em moeda* de bronze.
Art. 10 No pagamento dos imposto?, o tbo-
souro nacional rocober as moedas do prala
o brete na proporoo aprosenlada uo artigo an-
terior.
Arl. II. Urna 1,1 especial determinara oppor-
unoinente a crcaco do urna casa de moeda nacio-
nal e tambem o cuaba que deverlo levar is moe-
das croadas^ior esta ki,
Art 12. A casa do moeda quer seja por conta
do estado, quer pela do particulares, ensatar bar-
ras de prata de 10 at 100 kilograintuas de peso.
Com nm sello especial se imprima em um ou
varios pontos da barra o titulo e peso que tonha,
o dia, mez o anno om quo se icnha ensaiado, o no-
mo do ensaiador, e o numero de ordem que cor-
respondo barra, doixando em um registro espe-
cial constancia de tudo isto.
Art. 13. As barras de prata certificadas na
forma indicada, podero servir ao alto eommercio
para saldar suas cuntas, setnpre que baja mutuo
convenio; o neste caso serlo entregujs, e rebebi-
das ao preco corrente qne tonha este metal no
ulereado no dia do pagamento.
Art. 14 0 banco nacional peder ter at a
quarla parlo do sua reserva metaliica em barras
de prata certificadas o de titulo legal.
Os bilhetes quo emita sobro esta reserva de-
clararn sua convertbilidade em barras de prata
ao proco corrente em praca no dia do pago ; e
cada bilhete nio poder representar valor menor
do que qunhenlos pesos do ouro.
Arl. 15. O banco nacional far a omissao do
seus bilhetes do conformidade como systema mo-
netario.
Art. 16. At que se estabelega a casa da moa-
da, una lu especial determinar o curso legal das
moedas estrangeiras, do bom titulo que cir-
culan! na republi:a, declarando seu valor com re-
lacio unidade monetaria creada por esta le
Art. 17. Communque-se. Francisco Uribu-
ro.
0 governo nacional, considerando que_c?ssa-
vam os motivos que'provocaram a concesso feita
aos consulados ingles e francet de despacliarein a
correspondonca para seus respectivos paizes assim
como para os paizes de transito, por achar-se ja
em contacto frequenle com aquelles paizes e cma
o nosso imperio, e attendondo a quo j em toda
parte se pode obter aqu os sellos postaos estran-
geros, do inaneira que o eommercio fcilmente
poder prover a franqueo de suas cartas, sem
acudir aos consulados; e |wndorando que a ronda
dos convios urna das partes do erario naonal,
qne deve arrecadar-so de conformidade com as
leis; e ponderando se, finalmente, no que expu-
zeram a este respeito o ministro d s negocios es-
trangeiros, na nota de 4 do setembro ultimo, e o
director geral dos correos, o presidente da rep-
blica decretou.:
Art. I.* Fica sem offoto a concesso feita pelo
governo desta provincia. .
Art. 2. Toda a correspondencia que saia da
repblica ou entre nella passar pela administra-
cao de correios, de conformidade com as leis e re.
gulamentos sobre a materia.
t Art. 3.* Nio prohblndo a le o uo de sellos
postaes estrangelros para a expedicao da corres-
pondencia para fora da repblica, o correio ad-
miitr e maudar para seu destino, a que I" e (or
entregue oor essa inaneira, sem que alem disto,
lenha o correspondente estampilla nacional,^ e
emquanto se celebram as respectivas convensoes
postaos.
Art. 4.' Este decreto principiar a ter vigor
desde o i* de julho deste anno.
t Ait 5. Communique se, publqie-se. Sdr-
mitnto.17. FWas.
Esto decreto veio libertar-nos da presso que
muitas vezes exerciam principalmente os ingleze?,
quando os vapores sahiam em domingos, dias em
que nao admiltam a entrega de cartas. E' ver-
dade que a cerrespondencia fica sobrecarregada
con o sello argentino, mas. a ma'tr commodidads
e facilidade de despacnar al ultima hora, com-
pensa largamente aquelle onu*.
0 governo da na;o apre.-entou tambem um
pvojecto de lei sobre coloaisaciio. no qual designa,
coa territorio que deve ser coloaisado, o Chaco.
as Missoes, a Pampa e a Patagonit. Na miha
prxima carta oecupar-ine-hei delalhadaiaenb des-
te [.jujelo.
DlvRlODEfEiNAMbUUO
RECIFE. 23 DE JULHO DE 1873.
\oti'ias do sul lo inaperlo.
AmaDheeen hontem em nosso pollo o vapor
brasileiro Cruzeiro do Sul, irazendo datas: Coyat
7 de jinibo, [Mmas-teraes 9, Espritu Santo 12,
Ro de Janeiro 15, Baha 19 e Attgoat 21 do cor-
rente,
Eis o quo coihemos:
GOYAZ.
No dia 1*. foi aberta a asseiwbta provincial, cu-
ja mesa licou assim composta :
Presidente, conego Joaqtimi Vicente de Aae-
vedo.
Vice-presidente, lenle coronel Jos Rodrigues
de Monta.
! sssretaro, major los Teixera do Carvalho e
Silva.
2 secretario, tenenle Joaquim Fernaudes Ao
Carvalho.
MINAS GKRAF.S. 3
Di z o Diario d$ Minas, em data do 8, sobre a
cpigrapheEnxofre :
O Sr. tenenle coronel Antonio Mendos da Cos-
ta Reis acaba de communicar ao Sr. brigadeiro
Masqaeira, o esto ao governo, a descoberta no
conego do Ouro, municipio de Minas Novas, de
um grande Jasige deste producto valcanido, em tal
abundancia, j em sulfureto, j cm estado puro,
qne os habitantes do lugar dellc so utilisam para
o fabrico da plvora, que torna-se da tuelhor qua-
lidado.
E' nina descoberta importante, e de vantajoso
resultado, que nos faz acreditar mais urna vez qne
0 Brasil possue ludo qae pode trnalo ndepen-
deato do resto do mando.
A mesma falla noticia o seguinte :
No dia 22 do juolio prximo pas-ado, na cida-
de do Rio Novo, Silvestre Rodrigues Braga, arma-
do de um revolver e pnnhal, tentn assassinar ao
negociante Bernardino Nevos.
O reo foi preso em flagrante o recolhido ca-
deia no dia 27 ; por n, sendo levado presenca
do subdelegado, para assslr ao inquerito policial,
conseguio evadirse do poder do ofllrial de justica
6 de dous individuos quo o conduzlam.
RIO DF. JAMail.
Por decreto de 9 do corrente foram concedi-
das Herculano Jos R-'drigaes Pinheiro as hon-
ras de 2o tenenle da armada nacional, por ser
ello ortico mor da barra c portos de l ernam-
buco.
- Na cmara dos deputados, no dia 14 do cor-
rente depois do expediente c approv.ic.oo do urna
redaceo j; publicada, obtove urgencia o Sr. Pe-
reira da Silva para apresentar o segaiate requer-
lucillo, que ticou adiado p ir ter pe lido a palavra o
Sr. ministro do imperio, sondo rejeitado a prefe-
rencia proposta pelo autor do reqacrin-enio para
proseguir a discusso.
Requero que se pega ao governo as nfopma-
i.oes segulntes:
Se verdado que o bspo diocesano de Per-
nambuco publicou e mandou publicar pelos Rvms.
vigarios, em suas parochias, um breve que lbe fo-
ra enviado pelo santissimo papa, coiidemnando a
macouara no Brasil, auloristnda o Exm. bspo a
lanear interdictos sobre irmamlades ano cont-
nhain macaos cm sen seio, a dissolve-Ias e crea-
las por si s, o a coinmunica lo a seus rollegas,
diocesanos no Brasil, para seu inteiro eunipri-
monto.
(i No caso alllriiiatvo, so esse breve receban
beneplcito do governo imperial para ser publica-
do, lido c espalhado pelos parochos.
Quando lhe nao tonha dado o governo impe-
rial seu asseutimealo, como aprecia esse proced-
ment do Exm prelado, e que medidas so propoe
lomar para cautelar os direitot do estado, foxados
no art. 10 14 da constituioio poltica do impe-
rio, e prevenir iniciativas do poder espirilcal em
assumptos civs e estabelecidos em leis do paiz.
Se o presdenh) de Peraambuco particicpou
ao governo a existencia do breve e sua publica-
cao, e qual o son procedimonto nesta oceurrencin.
- Poreira da SUca.a
Em seguida approvou :
Em 1' discusso o projecto n. 412 deste anno,
quo manda admittir no qttadro do exercito, como
1* sargento graduado em alteres, o alteres Honora-
rio Antonio Raymundo Percira. do Lago, ficando
suspensa a pensad que ora percebe.
Em urna nica discusso as emendas do sena-
do aos projectot ns. 328 c 442, que conceden) um
anno de licenca com os respectivos ordenados ao
l.wador da recebedoria de Pernambuco, Jos
Thoodoro lo Senna, e ao 2o conferente da alfande-
ga do Para, Joaquim Marcellino Rosa.
Oecapou-se depois com a 1" discusso do pro-
jecto n. 445 de 1873, que concede a garanta de
juro de 5 /. sobre a somma de 1,890:000*, ae
Visconde de Barhacena ou companhia por elle
organisada para a conslrucgo de urna estrada de
ferro destinada exploraco das minas de carvao
de podra entre o Tubaro e o porto de habitaba.
cm Santa Catharina.
Oraram os Srs. Rodrigo da Silva, Araujo Ges
Jnior, e Cruz Machado.
Foi apresenlado o seguinte requerimento, que
foi ap|irovado :
Requeiro que sejam ouvidas as commssoes
reunidas de constituigio e poderos e justica civil.
Sala das sossoes, 14 de julho do 1873. -Rodrigo da
Silca.o
Occupou se mais:
Com a discusso nica do projecto n. 449 de
1873, que approva varias pensos a pravas do exer-
cito.
Com a 2' discusso do projecto n. 443 de 1873,
quo concede privilegio por 3 annos a Vicente Eli-
jah Kergan pela inlroduccao e venda no imperic*
de una pulpa oxtrahida de madeira para o fabri-
co do papel
Cun a continuicao da 3' discusso do projecto
n. 413 de 873, que autorisa o governo a iubilar o
padre Manoel Thomax de Olivera na cadeira da
ideologa moral do seminario episcopal de Pernam-
buco. Orou o Sr. Eunapo Deir.
Com a 2' discusso do pro;ecto n. 444 de 1873,
que augmenta o patrimonio da cmara municipal
da villa da Foira do Sanl'Anua, na Rabia, com as
trras dos Encapellados.
A discusso destes projectos ficou encerrada.
Por ultimo coatitutou a 3' discusso do projec-
to n. 419, que garante o juro de 7 % sobre o ca-
pital inaumo de 40,0 H):OoOjJ companhia que se
orga asar para construir urna estrada de ferro na
provincia do S. Pedro do Rio Grande do Su..
Tendo ficado projudteado o requerimnto de
adamentopnmosto pelo Sr. Cunha Perreira na
sesso de 7 do corrale, orou o Sr. Araujo Goes
Jnior, sendo a discusn adiada pela hora.
Fot apresontada a segrate emenda sbslilu-
tva : .
pica o governo auiorisado a garantir juros
at 7 % so01"6 a QMnR mxima de 4O,OO0:O0O,
ioUusive a garanta que for concedida pela pro-
vincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul, com-
panhia ou companhia, que se organisarem para
coasuuir urna estrada do ferro, que, partindo da
cidade do Porto-Alegre cu de ponto prximo, s
dirija a Algrelo, e, bifurcando-se ahi, v ter ao
ponto mais conveniente da fronteira po Rio Cru-




T)kfflW Pemambuco
Quaiiafiira 23 de Julho de 1873.
-k------------------------HT^.------
\t)\
-*~
altcllf S*
guay, b cidade do Hyjj/kano, pastando por Ra-
g c Pellas; ou a despntwr par coma do Miado
at c-;si quanlia para $a4*ul'g*u da mesau
trad;t; e neste ca.a favivemerages de crdito
neeessarias, dcspendcn^,d4 ja al inO:0O0i
com os respectivos lisuraos.
Se, porm, a traa Wverdo ser feita por
emproza, o governo cxigirjeSJW*JBenlo'jWffl^t38
o or-amentos dentives, jriBmlSj*
cados vista dos esto los^H&nddl
conveniencias oconomicgHftsinf^Hke
Sala4as.se hoBe >7.1. n/o
nio Candido 'da Cruz >/ffc*'irf.
Do relitoro do (fei I*rtgi de Lei-
tura altiaaincnte apresentado pelo ^r. direoter
Hoavcftiura Gowc-'Uii "^B^ fci1'^'"-- as se-
grales mormav.di^Bue^K id^Ro catado desta
associacao li lorosa^kra o iwejKi^n tugue* o fifa
los aiorcj Icuvores, pWos importantes serrico*
que presta cu prol do desenvoivment. da ins-
raplo.
O numere de socios fleclrvos era em 31 de
dezembru aVi auito passadu -1.8M e o de mbscnp-
lores 175
Por occasiao da posse da directora e coiiselho
deliberativo, em 4 de julho do X872, fosara subs-
criptas 70 arenes, na impe#raucia de 1 4Q0J, e
em diaheiro a quantia do 3-SOOS
O aolivo da associacao ora emOms do anuo
passada de 191:18i1(:;u, figurando esta somiiu
a biboilieca por 9:1(';W3 eos predios com-
prados para construeeo de un editico dcslinadj
ao Cu bnete por 8!):5t4*M57.
Eib 31 de dUamblU .te 1871 possiia o llahi-
ncte 2il) estampas, 67 mappas, 1 medalha, '->t
quadros e l'J.fl ubras em 34)2D voluntes :
adquiri durante o anan de I8" por compra c
ollei tas 7112 obras em 88 voluaies. l)a> obras
entrada durante o anan Tam criptas em por-
tuguez OH, franrta 42, ingle?. 28, liisspurttuil 8,
tiisso (i, latm l e gir^o I.
Durante o anno sahiram pTa satisfaro de pe-
pedilosde acejonistes e subscriptores 33,826 fo-
rros, e o Gabinete loi frequeulrdo por 3.U2J lei lo-
res U8 visitantes.
A paroeliia" de S. J i Baptista da Laga
tem, segundo os mappas orgauisados pela dreelo-
ria geral da estatistica, 1,091 casas habitadas.
80 dmhaiMUdte, I,9i8 fogns, 6 edilicios pblicos,
I greja, 6 capillas, 1 prisao e t casa de sade.
Sua jicpula^o de 13^616 individuos, sendo
W,ftH livreso 2,722 escravus.
1>is livres sao: 6,0:18 boinens B 4,796 mulhe-
rcs ; S.liio'sHlteiins, 2,221 casados e oOS viuvos ;
10.767 culi ilieto a til acatliohcos ; 7,883 brasi-
lc:r s e 3,uil eslrangeiros ; saltem ler < escreve
7,6i' o sao aaal|ibab:-to 3,254 ; da populaco
efce 4ar d i i a 1-1 anuos de idado lie |nenl uu e--
ias 889 e nao l'io'pieulain 1,107 : lia na pare-
eliia 2 cagiH, 4 surd'.s-mudos, i aleijados, o
deinenies e 348 alicuadoa.
DiM esrravos san: 1,268 liorneus e 1,454 piu-
II leras.; 2,6! stdteiro, 23 casadis e 16 vi U vos :
i 722 calliolieas.: 2,278 brasileiros e iii estrai-
gfiros; s-ibeiii leruoscrever He sao analpba-
b;:os 2,6'Jl ; ha Di porocMa > ce,'os.
Cus dorada a pnpulac.io ein rulaoio ata na-
on.ilid i'le esiranycira, sao : 2,093 purtngue/.es,
K16 alrieaaos, 163 nucozes, '-'O allemaes, 86 iu-
glc/.o.-. .i7 liespauiui !") italianos, 19-paraguayos,
lo 'iiieiiMos, 11 belfas, 12 austracos, 12 noile-
ajueri:.uios, l> suissis, 10 argentinos, 4 chins, 2
din.iinai'ipiezes, 2 hollandezes, 1 piT.iano e 1 StleOO.
Ci;i li; sites, sao : l9 TelitMoaus, ojuizes, 13 advogados,
7 n iiario. e e^rivaes, 19 mdicos, (i pharinacoa-
ti' os. ."> part' iros, ,7-i professores c boinens de lo-
iris, 82 euturagadufl pblicos. 13? artistas, 707
iiiiit:.ris, ."j' in.iiiiiuios, s.'i pescadoies, 76 capi-
talistas o promtanos, 5 l'aliiii'aiiles, 477 coinmer-
ciintes, guarda-livivs e caixeifos : 2i2 costure!-
lak 28S operarios, 102 lavradoiv-, 2.9lo cralos,
joroajeiros e utapregados no sorvifjo doawslico ;
iiau !' ii piolissao 8,31.
O aecurdu a que o governo chegOQ cora a
i npanhja da loka da allandega, para a raseisao
cootralo cjfn ella celebrado, accordo de q.ie
dem is noticia, bi celebrado sob as segaintes
^-------n-^r
criroes horrorosos, como o praticadopelo facnnhu- icm \sro dclles (na noile de 18), c dndose o ou
do Maaoel Meenle-, ito a iMIcienoi que ha ie\!WtffltUi lito dsii ^i:4< M)B|ai'^*t*4 ^ sbm, variando ca-
tro 71" i- 77' a!tiu;i;. aj-esw MgRris*w 110 di
2"i : nas'.:i tOH!iii??1f(>'i-viu->e M>W|ire bom, mo
ob>MntfriiMChro1Wr<1fr>itro em nials deam da
inudanca, a qual com cITeito nlisou-se no
di
.M'ste ibi nu
ram-e ao an
e peM 7 !kii is
cljovisous nva 5
:o
i
na
di
all
2,
lia
rai
D
tan
ej
ivern > olu'igou-se a :
Ittinbolsar a co'npanlua do capital pir ella
|ieiiilid) com as obras liydraulicas e internas di
id.-ga o eua armazens na importancia de
i:2i8ts, laenosaqoaatla de 33:404^01,
qual esi coiMprehoridida a de I:l09i de ju-
das a,i ibe.s vencidos no semestre ndo em
dti juotlo e |:ie a coaipanhia re'cbei, a qual
|a iiiiia rapreseata o seo fundo de amortisacao
a;i dices da divida publica, ai pre;o do 90
ros d'6 'i'aoauno, contado do 1" de Julho
crvate en ilianle ; licanda por este modo a
can ipatihia piona nnnte reembolsada do sen cap-
tal einprtjgido as referidas obras, e sem direito
a fii'.- em te:npo algura quaespier reclamacdes,
n)Ii i^nbum pretexto, para bavor litis do que
r Ihn '' concedido.
ndi'inisar a companliia do alugucl adiantado.
qai \<:i' i: palos trapiches da Orttan e da Saude,
cor van ndoiite ao espaco de lempo qa decorrer
de de julho eonvnto em diaote, sendo a dille-
ren a a restituir, quaute ao primeiro dos ditos
tra; irtieg, de 8:219SI72, e quant) a > segundo, de,
8:7 i!) .
A c impanhia por sua parte obrigou-se a :
intrigaran inspector la alfandega no dia I
de pililo lodosos arnvazens, trapiches e quaes-
ijui r edidcUis nacii naes, enj uso Ihe tinha sido
red do e (bran por ella costeados, bem como lo
dos os Diateijaes, machinas, npparelhos e instra-
me los destinados s obras hydraulicas c inter-
nas que e-t.ivaui a seit cargo.
4 A transferir para o governo os seguate*
nnfatis le arreodamento por ella celebrados :
1 de alguna rmateos, terrenos e casas le
pTu| reilade. nacional na ilha das Knxadas, CUjO
toi cedido eompanhia celebrado com An-
i Martins Lege ; 2 o dos saloes situados no
monto terreo do edificio da caixa di amor-
to, eilo a associacao eomroerial da praca do
de Janeiro ; 3" o do trapiche da ordem, c-
cora a or lera terceira de *. Francisco da
tenc:a, por lempo de nove aonos ; 4* o do
Irai che Freitis pertencente ao orpluios filhos do
lilleeido Antonio Jos de Preitas I'ereira, por
teni mi de 3 aonos ; o" y do trapiche da Saude,
uso
loni
pav
lisa
Itio
lebrado
Pon
cele irado com o veador Candido Kodrigucs Fer-
rer i.
A responder, dentro do prazo de um ann^, por
qual pierdilTerenca a favor da fazenda nacional, que
possi apparecer m exame a que no thesouro se
procedendo sobre as suas contas.
O Tribuno, de Macahe, diz o seguinte, era
ata) de 6:
'alleceu em casa do Sr. capitao Jos Felippe
le F-eitas (]istro, era Carapebas, um sen aggro-
gadt. com I Oannosde id'ade. Esse descendente
de I lathuzalem foi scrapre protegido pelo Sr.
,ast ,i.
Oracedeu-se durante cinco nnnos, po* de-
n. 2,310 de 10 do correnle, ao maestro hra-
) A. liarlos Gomes, a subvengo annual de
ere
nl'.r
4MIJ.
Bscrevem de Campos ao Jornal do Cominer-
CiO
Iniugurara-se no dia o, s 3 horas da tarde,
traejo da estrada de ferro de S. Seba e m ndo o trem da estaco central at de S.
fionrfak).
A Gazeta de 9 descreve a fesla nojtes termo? :
A's 4 l|2 horas da tarde, depois de chegados
-i o ividados. a Illma. cam ira,. as autoridades, a
offloii lida le da guarda-nacional, os accionistas,
repn teocintes da imprensa, o Sr. Dr. conego
Joao Cario Monteiro, a;oinpanhado do clero,
'eu A ceremonia religiosa da bencai.
. so horas, pouco mais ou menos, entre en-
istiros vivas de innmeras pessoas de todas
icfltis e de ambos os sexos, que cerca vara a
e apinhavam as ras adjacentes, partirara
umolivas. O longo trajelo da estrada, que
nos u!f S. loncalo (que era breve, Bragas a es-
-tradnlde ferro, ser urna ra magestosa) foi urna
completa ovagao.
1)jdos os donos de fazenda, sitios e casas
sahiram estrada, acompanhados de suas fami-
lias, ieus fmulos e e?eravos, para saadarem a
pa-sagetn das locomotivas, com calorosos vivas o
dezens de fogueles. Km S. Goncalo o concurso
foi inmenso.
Oi progressistas fazendeiros de Campos, os
Sr-. Luiz Jos de Carvalho o Joo Jos de Car-
valho, com todo o ".ivalheirisroo naviam feito
preparjar na ca-a de residiicii do Sr. Nuues um
ipiparo baarfurte para ubsc jalar o? soavidadns
da cornpanhia, e qnant is se quizessem aproveitar
da sur'generosidade.
o Na ojesa, de duzent^s talheces seguramente,
csta* jseoiado em urda das cjdjeceiras o primeiro
iiiagistfado. o I^m.Sr. Or. iniz d fjfreito, n'oulra,
o priuHro ompreftend;d-ir de Campo?, Joo te
h Viabna. Darante o hamrete se flzetam os
mais enrthuslaticos brindes.
Na ver lade, a inaagurqc.So da esfrada de fer-
imiis bella das rostas qoetcm havldo em
.
aa mesma folrra enrt '.
admira que em Campo se perp^rum
levan!
s 46 sul.
a cabir
ospoajos
ittete, Bo
dftidu e mu Hhn'valloide
o h-fas da tai\le o tanipa.par-
eos que exis-
conservando-sc,
d na indicia.
IVsftw li-ledigna, cm quera tnuito confiamos
nos infiarna que desd afiarraia' ri i Munadc iV.
a divisio da comarca de Cantaos com a" de S. r"t-
delis, nao lia um nico inspector de quarteirwi,
nam nunino para amostra de espcimen >
. Noticia: a /feci'sfn (h/brielense :
O Dr. Salffaao, encarregadn de Pftabe1er a
haba telegrapliica para a Campanha acha ae ntssa
calade.
Os postes cstao j olloaados st o Sali tres I o oais nmu rij
loguas distaaie de S. >abr'el, mas a obra parece
fkar paralvsada ale naiubro, em coawquenci do
alo frete das carretas do Rio-Parda No emtanto
o Dr. Salgado pedio autorisacao i presiden* para
nmndar vir os postas necessarios yara. iraaer
hnha'ale-S. Gabriel.
l'or decreto do 18 de junlio Toi concedido a
Edardo A. Moulnggia privilegio por doz annoj-.
para intmduzir ni imperio un apparelho a*vada-
fer meie do veiUo e denominado Panlanemone
leKsuKIat, iicando a concessao 'Sependente de ul-
terior approvafo do pode legislalivo.
E-Trevem ao Jorn-l do Commnrio :
Orna pobre mulher de nomo Paulina Marta
da Conreicao, hindo-se encamgado da creagao de
um escrarioho do 1 anno de idade, procuruu uIt
timamente pruporcionar-lhc liberdade, porque
durante o lempo em que cMlo Iratou toniou-lb
amor-de mai. Sendo extremamente pobre, recor-
ren a caridade de pessoas -condecidas, das qnaes
ave a qnantia de ISO|; lallavam-llie, porm,
aiada 10H50 0.
Depon de lenta Uvas rutis junto de algueni
que dev'-nter por preoeitn a caridade, dirigale
ao Or.ente ao Valle dos dencdieiinos ; logo que
\\mi ,n um dos membros daqueHa associacao a
para a all'orria do- escravinho, a bol-a daquelle
Oriento alino-se e boje o captiveiro conta um
memhrp de menos.
A accao de l'aulinae a generosidade do Gran-
de Orieate naV, carecen! de elogio. >
- A parocha do Egenho Vellio tem. segundo
os mapaas organsados uela directora da estafis-
tica, 1112 casas habitadas, 171 deshabitadas, 2,^83
fon os, 5 edillcios pblicos, 3 igrejas, 1 quarlel. 3
avsaos e I hospital.
A sua popularlo de 15,736 individuos, sendo
l.'ili liviese 3,344 escravos.
Dos livres sao :6,668 lunnens e 5,749 mulhnres ;
9,i:83 solleiros, 2.668 ra-ados e 641 viuvos; 12,347
calhidiose 70 acatholcos ; 8,884 brasileiros e
3,628 estrangeiro?; sabe n ler e e-crever 5,i73, sSo
analpliabetos 6,939.; da populagao escolar de 6 a
W aonos-de idade, frequentain escolas 719, nao
frequontam 1,947; ha na oarochia 9 pegos. 8 sur-
dos-mudos, 20 aleijados, o dementes o I alienado.
Dos escravos sao: 1,556 b intenso 1,788 iinillic-
res ; .I.2D2 solleiros, 31 casados e 31 viuvos;
3,31a eatholieos; 2,632 brasileiros e 712 estrangoi-
i ik : s;teni ler e escrever 33, sao analpliabetos
3,3 9; a na paroehia Seegiis, 3 aleijados e 1 de-
lll-llll'.'
Consll'rada a populaco ein relaeao a sua na-
cionadade e.strangeira sao: pm'tiigiezes 2.630,
africanos 1,23', franeczes 141, allemaes 67, lies
aaabes 47, inglezes :i2, paraguayos 23, italianos
i-, suissos 11, orientaos 9, austracos 7, belgas 6,
norte -ame! i anos 3. dmainarqliZS 3, chins 2, c
jap0ne7.es 1.
Considerada a populaco em relaeao s prolis-
sdes, sao: religiosos 9. iuizes 3. a tragados 14, pro
curadores 4, mdicos 20, pharraaceuticos 27, par-
leiro I, or dessores e homens fle lelras 23, empre-
gados onblieos 189, artistas 133, mililares 16, ma-
ridos 8, capitalistas 118. fabricante i, coramer-
ciant'-s. giiaila-li.-ros o raixelros 833, costureiras
506, operarios 39^, lavradores 74. criados, jurna-
leiros e empregados no serrieo domestico 6,901;
nao I'tii prolissao 6.436
Ein dala de IS da junho f sanc:onada a
resducao da assembla gcral que creou na cidade
do Rio de laneiro, urna paroehia tirada da de S.
.11 i 1 Baptista ta l.a/oa.
Servir de matriz desta nova paroehia a e*polla
de \o-s,-i Sen hora da Conceicao, sita na ra da
Boa Visia.
Sibre a einstrucgio e consorvago desta capel-
la foram-n is eommunicadas as seguintes iiiorina-
eoes :
No reinado de D. Joo VI fu dondo um magni-
(o terreno na roa boje da Boa-Visto,dlstrirlo da
freguftzia 4a Lagoa, par nel'e se edificar a ma-
triz. Por diversas causas nao foi levado execu-
cfii ese penaamento, c mais 'arde a matriz da
Laga foi edificada no lugar onde boje se acha (
ra dos Voluntarios la Patria.) O terreno doado
foi arrendado a diverses.
Em 8 >2 os eidadoes lanoel dos Anjos Victo-
rino do Amaral, Joao Baptista da ''.un a Pegado.
Antonio de l'adua da Silva e Heraldo Caetano dos
Santos, acbando-se naquelle terreno e relletindo
sobre a privagan em que se viam os habitantes do
lugar, que a longa distancia da matriz netn po-
dan! asistir ao sacrificio da mise, conceberam a
idea de erigir alli nina capaila e o Sr. Amaral olle-
recen logo para esse Ihn seis bragas das trras de
que era arrendatario.
Em seguida impetron-se do bispo diocesano (o
con.ie de Iraj) a eompelonte Meenaa, oota foi con
cedida por provisao de 17 da jumo de'1832. Co-
megaram as obras da elilicagao da capella sob a
dileceo de nina commtssio composta dos cida-
dios Victorino do Amaral, Cunta Pegado e l'adua
e Silva que, solicitando esm das dos moradores da
Laga e varias nutras pessoas,em prega ndo a maior
actividade. zelo e economa, conseguiram elevar o
pequeo templo que foi liento era 17 de outubro
de 1833, celebrando-se nelle a 28 do mesmo mea
a primeira festx
Falta vara apenas algumas obras secundarias,
que Acarara concluida" ero S8T. Desde setembro
de 1832 at dezembro de 1857 recebeu-se de es-
1.mas e donativos para as obras a quanliade....
13.391 98() e despenden-se com as obras.......
8:2093535, e com festividades, mis--as, alfaias e
objeetos necessarios para o culto 7:30lll0.
O terreno oceupado tinha 6 bragas de frente
sobre 20 loaras e 6 palmos de fundo ; a capella
tinha 32 palmos de frente c 92 de fundo, c un
prehendendo 32 de sacrista.
Durante o; tres primeros anuos de conslrucco
a commissao das obras manteve a expensas suas
urna escola nriinana.
Em uovembro de 1857 a devocao da capella foi
elevada a categora de irmandadr.
Em Janeiro de 1838, o provedor, o Sr. Victorino
do Airaral, encontrando a capilla arruinada, em-
prehendeu reedifica-la e dar-llie o an'.igo esplen-
dor : appellou de novo para os queja o tinhaui
outr'ora auxiliado e conseguio levantar a qnantia
de 12:1160400que foi amoragada na restamacao
da capella, paramentos e alfaias.
Tal a rpida historia da capella de Nossa Se-
nhora da Concei'.ao que vai servir de matriz da
nova freguezia.
A mortalidade na cidade do Rio de Janeiro
durante a quinzena de 16 a 30 de jnnho findo foi,
-egnndo o holetim organisado pelo Sr. conseihei-
ro Dr. Jos ereira Reg, presidente da junta cen-
tral de hygiene, a seguinte :
Camas de morte : fehre amarella 32, ditas in-
termitientes e remitientes 40, varila 34. Ivmpha-
titias (erysipelas) 8, bronchites e pneumonas 25
tubrculos pulmonares 57, congestoes pulmonares
6, calarrhosnllbrante 4, croup 4, diarrhas8, adec-
enes do ligado 5, lesoes -rganicas do c-racao 23,
phlegmasias cerebrocaprahaes 12. congeslao cere-
bral e apoplexias 8, ttanos d is recemnascidos 7,
eonvnlsdes 15, desastre? 3, morios de nascimento
20, mitras cansas 118 ; total 429.
Nacionalidade : nacionaes 285, estrangeiros 137,
ignorada 7.
"Condijo : livre 372, escrava 54, ignorada 3.
Sexo : masculino 266, feminino 163.
Idades: at 7 annos I I, de 7 a 26 anuos, 87,
de 23 a 40 airaos 89, de 40 a 55 annos 6, mais
de 55 annos 64, ignorada 22.
Localidrde : domicilios 279, hospilaes militares
9, hospitaes eivis 141.
Sobre esta estatistica faz o conselheifo Poroira
Reg as segttintes observaedes :
Do exame desta estatistica c.onclue-se :
Que a mortalidade geral j se afaslim pouco
da ordinaria, regulando a media diaria 28,6 qile a
da febre amarella nao excedeu de 2,1 por dia,
que a das boiras febro* reduzio-sen 2,6 dlarimen
te, dimiouin lo muiti de frequencia as do forma
typhoide, cuja totalidade nao pa do o periodo, por consegulntc de 0,9 por dia; que
a da varila foi menor do que na ndlnzeria atrre-'
rwr ; quo a das molestias oo.s apnorlhns, i
livo, respiratorio e certiro-esplnhl riada'offerece
digiio.de attenglo especfal.
'Finalmente, que, vista dos resultados ex-
postis, comparados nos das qomzerias anteriores,
pode-so dir como extracta a epidemia de fbrcs, -ffedia (. d* crrante teVe lagar.'Ha sala
que ao intensaraento reinou no prirhetro. trirpes- da Sociedade Auxiliadora a sossjo da/
tre deste anno, e que desde flns de marco entrn 'Jocltey Club e fofam Weltos'para a dir
cm declmacao. Pr'ilente, o Sr. viscimfe de Barbacana !> sc-
ratura, no periodo a*jrre agora'mo re-: crotario, Di. AlbarT.Carvamb^'.S rjfci,#_"'
Dfcnf
------------r--------
O Sr. pre.-idcnlc em segu Is decan
Magsladea emperatriz liguara-sc
inyniio parafls corridas de julho
l.io fna in agraeiadus os sag
:iH4a1iosa do Aunen Pereira,
ens
araJBJia
a, prmci
gil denso em v.
_ aip os taj^A
tafogo Lag
duragao vari
t Das i p.
cia roelunrar, dWipandn-se as *mv
tam suaJhaliy pelo Jioroje, c
porrai, as serras niitrladas.
ILis 5 jLS horas 'ja tarde em .
nuveas se/m-an Wantaalo jiara K)-f\, e pelas 6
aoras appaneoetaiiuelaropagiis e trovofldaloncki-
qua do rniwi GNO.
A's 9 i;2 horas da noile ho'v atgnm vento
seguido d pequeo ajaaccire; ma de 1 bora da
noite em diante comedn a cbnver com forca at
\a*i 4 Huras, causando iriiiqdagoes em varias
ras fia cidade, onde tais fados' se reprodazem a.
mili.lo as chovas loriencaes.
0 pluvimetro, ao observatorio, marcou 77""*
para a ipnutidade d s chnvas cahidas nessa
norte.
ra uVsrvu de novo abaixo de 70', tornando-se as
uoites bastante lri,:s, ebovendo anda 3" na noi-
te de W.
Os ventos dnninanles Turara, como de costa-
Apenas no dia i9 soproO no comeen da tarde
SSO, e no dia 3", lambem para a lirdc ESE.
Derara-se, portanti, nesta qnnzena 5 dias de
chova, em os qaaes niarcm n pluviometm 8"m
O dia do maior mortandade foi o dia IS, em
que se dorara 43 faJIecimentos dos ijuaes 14 por
diversas pyre\ias, e o do monor o da 24 era qae
s houve 19, sendo 4 dovJos a pyreiis.
as sessocs da sociedade Auxiliadora da In
dustria Nacional, de 2 e de 16 do correnle :
Entrn ein discussao e foi appjrovad o pare
cor da sec.-.ao de machinas e appprelhos sobre
privilegio requerido porllinriquo Rautcnfield' pa
Ira a machina de sua invengan destinada a cortar
couro para o liOric de tpalos eSonomico-ela-ti
co, e para e.jse lenio fabrico, a CUJO respeito diz
a sccco que julga o proesso do requefente or
ginal,'quer no que respeita a machira, quer no
que res|teita ao fabrico dos gapafos, nao so de-
vendo confuiu'Ii locoin o que acerca deste fabrici
lm feito ltimamente os americanos do norte
e por sso enteiule que se deve conceder ao pe-
ticionario hni privilegio por dez annos para a sua
machina de cortar couro e para o fabrico dos sa-
patos que denomina elatico-ccnnOmico.
Foi liJo, e li.:on igualmente sobre a mesa pa
ra ser o'pportonamebte tomado em considerago,
o parecer da SeccSo de machinas e anparelhos so-
bre o privilegio por vinte annos, pedido par Clan
dio Francisco Cathai d, para a inlrodnccao de ma
chinas destinadas ao fabrico de sapatos de todos
os gneros.
Foi mais lido o parecer da seccao de industria
fabril sobre o lvfinArmiento, em que Augusto Can
dido Gomes e Ernesto Candido Gomes pedem pri
vili giu para inirodozbeiii no paiz fornos continuos
e circulares, ellipticos ou liorizonlaes, desuados
preparagao dos nialeriaes argilosos empregados
na fabricacao de lijlos, lelhas e mais objeetos desta
natureza, sobre o que diz a secgao que nio Ihe
compete fazer a devid.i apreciacao; porquanto suas
attrihuifObs apenas se limitara a emittir inizo de-
liniivi sobre os productos de qnalquer industria,
que se leflha inventado, ou se queira intn duzir
no paiz.
Eih vista d) que fui resolv lo ouvir-se sobre
o assumplo a nplniln da seivao de me inas e ap
pandhos, qual jora** remanidos todos na papis
relativos materia.
Foi. finalmente, lido, e, em c onsequeiicia da
urgencia pedida, immediatamenle approvad), sera
que hoavsse di-eussao alguma, o parecer da sec
eso de machinas e nppareihos Sol re o privilegio
pedido por Kii"nne .ampas para organisar nesta
corlo ura estabeleciinento em gran le es-ala, des
tinado a curtir o cniro, a preparar o couro pas-
tico e a fabricar sapatos por meie de machinas,
que pretende introducir no imperio.
{topla do competente rotatorio, e das con-ide
racoes qno se.-eio occ irr.m f izer, conclue ella
i.*, que se conceda ao peticionario um privilegio
por quinao anuos para introduzir nesta corte as
machinas e os npparethos man moarnos e anda
nao conbeeid is no linperio, destinados ao curt
ment do eonrj, preparacie < coui-.-i-piastco
ao fabrico de sapatos em grande escala, cora a
obrigafo de fundir un estabelecimento MU
corte, onde erapregar enancas de ambos os sexos
em numero nunca menor a 150, dando Ibes ins
Irueeio moral e intelleclual para o que montar n
proprm estabelecimento u-na escola para este fin;
2.-, ipae aeoboma machina ou apparellio enipre-
gado neste esiabeleeinieoto ter a regala de um
privilegio, pelo que re peita sua ntroduegio sera
que o re .itrenle se mostr ajustado com os seus
inventles, caso sejain elles privilegiados nos ou-
Iros paizes; 3." que seraelhaule privilegia de iutro-
dnecaa Je machinas nao prejudicam as fabricas
ata boje montadas na corte para curtimento do
couro por outros processos nemos eslabelecimen-
tos que fabricam sapatos porraeio de machinas j
conhecidas; 4.", linalmente, que, quanto insengao
de direitos de importarla para todas as machimas
e apparelhos indispaaaivak para as diversas in
dustrias, a que s? refere o re pierimento, a socie-
dade Auxiliadora da Industria N.cional nada no-
der di.er porque im da sua competencia entrar
no exame desta quesio. n
No dia I. do crreme prestaran! jurameota
os vereadores suppleutes Urs. Dias da Cruz, Nicolao
Moreira, Motta Maia, Guilherme Teixeira. Marce-
lino Teixeira Alves e ceuiraendador Pinto de Mello
sob a presidencia interina do Dr. l'liomaz Cielho.
Tendo sido approvada a acia, foi lula a portara
do ministerio da agricultura de 9 de junho, e bem
assiin a de 19 do uiesinoinez, declarando o presi-
Joute que, sendo a materia das duas portaras de
grande importancia, e aehande-se pendente de re-
soUicao da cmara, dava-a para a discassao.
Paitaran robre a questao todo* os vereadores, e
depois de largo dbale, o Dr Dias da Cruz apre
sentou a seguinle prnposta :
O abaixo assignado concordando com os ve
readores suspensos no molo de encarar as porta-
ras Je 9 e lo de junho, se tivesse de dar voto
sobre a materia, seguira a conducta daquelles c
dados, cumpnndo assim um dever, be,n que do
loroeo, iinprescriptivel Porera. felizmente nao che-
gou para elleessaconjunctara, pois quenada deve
a cmara r -solver sobre tai assurapolo : a cmara
j o decidi, e o governo, reprovando a decisao
suspendeu os vereadores c submeteu os ao juiz j
do poder judiciano. A osle, pois, compete agora
resolver a questao, e, emquanto o seu verdn nao
dr pronunciado, nada tem que ver cora tal"ob-
jeclo
I'roponho, pois, que a deliberacao sobre as re-
feridas portaras seja adiada al a decisao do poder
indiciario.
provJNCia do An
ctiMeUrof'eii
20de fevi
Dfcao cof trai
ansas sofcre que
tsubraettida a votos, foi npprovada rwir toda a
cmara, com excepgo apenas do vereador presi-
dente.
Na sesslo de 5 do eorrente, no senado.-foi
hdo, apoiado e posto em discussao o seguinte pa-
rece" de corumisso de estatistica :
A' commissao de estatistica' foi presente a
proposigio da cmara dos deputados, datada de 7
de junho de 1873, sob n. 387, elevando cathego-
ria de provincia o territorio do valh do rio S Fran-
cisco em que se comprehendem dironles comar-
cas das provincias de Pernambnco, Baha de Minas
Geraes, -sob a denorainacSode pra'vineia do Ro de-
S. Francisco ; e de parecer.que nao se podendo
conhe.er qnaes ob'limites da nova cTrcunwcripcao
trntorial sera recorrer legislaban peculiar aquel
las provincias, se pega ap govrnd copias :
I.* Da legislacao da provincia de Prnambuco
em que veem tragados os limites das comarcas de
Boa-Vista, Cabrob e Ourieurv.
2.-Da legffla'gao d provVia da Bahi em
que veem tragado o? limitas das edmarea*" d
Monte Alto, Urub, Campo Largo, ". FraliCrSco,
Xique Xiquo e Juazeiro.
3. Da legisbiio da provincia de Mlnas-lieraes
em qqe verm trocados os limites das comarcas-' d
It:i|m^?atecS.ftaftf%' i
,V.^qua^q*r"-d4tAsl1Whrnfe^il!ra'to
populaco e renda dessa^ comarcas.
i IVo do senado, ein 3 de jlho de l^ -C
Mmdes de Attntida.-J. t. V CanunrOo
flfiWli.
"ia T/fisplufae carldaJe,'orioe
r ura
imada
a'.nios Je
prisao simples, pelo juiz de
as, por
le janein
antos It
1872,
e mulla
_/>ou o estcl lama
da decisSf) do jury nato, eomnieltilWn 18 de osfo de \1\
Constantino 19fni, condefindo, em 20 dad
direito da capital da
inicidip
anuo.
;inad.e:ii
unos il
do \alnrd.is
em virtad

e-
zaajbro oe 1879, ijiena de 1$ annos de gales, em
virtude da decNad cia "de S. Pauto' por criuie dio cora o fiu de roubar, commettido era 31 de
agosto Firraiio Jas do Asiitmt>cb, cotideinnado, era IS
de noverabro de 1871, nena de 14 annos de pri-
sao simples, por acordAoTla retaeo. do Kio de Ja-
neiro, por rime de bumieUio, commettido em i.
de agost do mesmo ana^.
Damasio Alves, coiidanmado, em 29 do outubro
de t868, pena de 121 annos "da prisao ctmi traba-
Iho, era virtude de decisao do jury do termo de
Valenga, na provincia da Baha, por crime do no
raicidiq, commetlidn, a 11 sde abril do mesmo anua.
Jos Mathcus de Santa Anua, eondemnado em'
30 de abril de 1873, pena de 12 annos de prisao
com trabatho, cm virtude de decisao do jury de
Nazareth, na raesuu provincia por crirae de homi-
cidio, coiinne'tido em junho de 1833.
Modesto Vieira Celio, eondemnado, em 26fle rio-
vembru de l!72, penado um anno de prisao,
pela junta de ju rrioic de desergo aggravada, commettido ciu22 de
junho do me-mio aimo.
A associaglo Institn'o d'>? fvhareii em Ul-
tras, fundada ei 2 de julho de 1863 e inatrgurada
ura anno depon, relebruu no dia 2 do C'nvnte
era nm dos saloes do extrnalo do imperial rolle-
gio Je Pedro II, sob a presidencia do Sr. bacharel
Anaslacio Liiz do fipmsticcesso. perante grande
numero de convidados de ambos os sexos, a sea-
sao magna conimemorativa do 9. anno de sna ins-
tallago, achando-s; presentes os Srs. bacharis
Anaslacio Bomsupcesso, Assis Ma-carenhas, H.
Ilrauno, Thont.iz Ramos-, Soares de Freitas, Neves
Gonzaga, nadre-mestrn Beneyides, Nunes Pires,
Paranhos PeJernera, Matta de Tanjo, Vieira "Fa-
zenda, LeitSo Jnior, A. Liraoeiro, Mar pn-s, Vinel-
li, Laet, Lima Barros, Sabnia o Van-Ervem.
Furam lidos pelo Sr. Anaslacio Bonisuecesso,
presiUente. o discurso de abertura ; pelo Sr. Assis
Mascarenhas, 1. secretario, o relatorio do- traba-
mos do anno social de 1*72 a 1873; pteld Sr. Da-
seu Go.izaga, orador, a biographia do Dr. Joaquim
Caetano da Silva ; segurado se as all- cu fies e
discursos dos Srs Joaquim de. Salles Torres H>-
mem, por parte da sociedade Joven America ; Je-
ronyino Siraes, pelos Knsaioj Lillerarios ; Ernes-
to Brasil, pela Arcadia Brasil-ira ; Lola Augusto
Heis, pelo Alpha Lillerario ; Honra Coutinho, pela
Retiro Litierario Portuguez ; Pereira Cima, pelo
Instituto Acaemico Aurelio Mello, pelo Gvmni-
sio Pharraaceulico; Marques Guerra, pOiO Retiro
Litteiario Portuguez; Abilio Lacerta,pelo Creps-
culo Ljlterario Portuguez ; e Matta de Arnj >,
pela Escola de Cicero.
Em assembla geral do mesmo in;titnto, forara
eleitos, por maioria absoluta de votos, no dia l.
do correle, ineiubroi da directora do anqo social
de 1873 74 os Srs. hachareis: Anastacio Luiz do
Bomsucesso, presidente; Manoel Velloso P.uanh
Pederneira, vice-presidente; Evaristo Nunes Pires,
\f secretario; Thomaa Ramos. 2 secretario; Soares
de Frotas e Rodrigues Alves, adjuntos dos secreta-
rios; Joao Diogo E-teveSda Siva, IhOJOUreifo; Ma-
noel da Moita Leito de Aranjo, bibliothocaro; Jas
Basleu Nunes Gonzaga, orador.
_ Esefevem de Campos ao Jornal do Co-nm"-
ci que no dia 8, conforme eslava annuneiaio. foi
realisada a reunan de commercian'.es e fazendei-
ros para os fin d; crear una pr.iga do coinmercio.
Diz a este respeito o Monitor Campista :
Acelamad > presidente o Sr. Dr. Francisco Por-
lella, expoz este o lira da reunan c dem >n*trou a
conveniencia de realizar-se quanto antes nm rae-
Ihoraraento tao desejado e que dar a maior im-
portancia praga de Campos.
Todas as pessoas presentas (em numero mais
ou menos de 30) insereveram-se com- socios la
associacao mercantil.
Foi lido, discutido e approvado com algumas
emendas o nrojecto de estatutos, que publicam >s
no mi mero antecedente.
Klegeu-so em seguida a directora provisoria,
que ficou coniposta dos seguintes sennores :
a Directo'e :
Bnsi'eiros :
Dr. Francisco P iridia, Jos Pinto Carabuca e
proce feti-so a cotaa de
delicio. ~
O subdek'gadjtaia ra dil'a.-o prosigo1
in pierdo polfciarv^ais dilligeneias da le para
que, pela nitori i, eieiiw/ospa ser rastau-
rado -o respectivo prasnaao.
SF.nuiPB.
-Jtoficia o Jornal de-rae
a No lia 8 de junho prociftli-se o I ai cao dos
fnoecionarios para o anno socitVdo Gabinete Lil-
lerario Sergipano, que termina era igual mez do
airad de '874, e obtveram votos para :
esidenie o Dr. Saacho^de Barros Pneme!
|we-presidente o capilo^rnubio Airo de Al-
cntara.
-VI secretarioAri-tiifes Pi dos Mares Guia.
2.* dito Getulio libeiro Leal.
Ofador Severiano (lardoso.
' Itaufrugi. -Honteni (I do eorrente) a 1 hora
da tarde, pretend ndo o patacho nacional Gloria
tahir barra da Cofingaiba, depois que liavia
largado o cabo do vapor Santa Antn i > que o re-
bocava, bateu forteraente nos baxios do norte.
A's priraeiras pancadas, o navio, qae j n:n era
muito novo, abri algumas costuras no costado e
comeara a fazer agua.
Deram se as bombas, porm ellas, encravadas
por va do carregameirto que era de sal, nada po-
deram fazer, e poucos minutos depois eslava com-
pletamente perdido.
Os soccorros da capitauia, cora quanto infruct-
feros para o navio e carregainento, nio se lize-
ram esperar.
Est salva toda a tripilago, e o casco do pata-
cho, feito cm podaros, torni.ra-se o ludibrio das
ondas.
ALMiOAS.
Por falta de numero legal da deputados, nao po-
de ser instllada al o dia 21 a assembla provin-
cial.
Falleceu, no dia 18, o major Jos da Cunha
Coulnho.
'KttiHBUda
REVISTA DIARIA.
Antii versarlo.Fazcm boje 33 annos que
completou sua maioridade S. M. o Imperador do
Bra-il, o -r. D. Pedro II. Por esse motivo eftarid
erabandeirados as estacos publicas o navios de
guerra e a lu taleza do Brura dar a I hura da
tarde a salva do estylo.
Fxame de h;lMlita;;\i>.No dia 21 de
agosto prximo deve proceder-se, perante a duec.
ora goral da nstruegao publica, ao exame de \t;-
capitn Manoel Jo- de astro.
Pocluguezes :
vanocl Pereira de Azevedo, Jos Alves da
Torr. e Jos Ribeiro de Moirelles.
i Norte-americano J.is Real.
Supplentes.
Francisco Augusto de Oliveira, cominendador
Antonio Jos Ferreira Marlins, Luiz Renner ebanlo
da Lagda Dourada.
A directora provisoria ficou encarregada de
solicitar do governo a approvaco dos estatutos.
O cambio sobre Londres" regulava 2-*> 6/8 d.
A alfandega rendeu de 1 a 14 do correnle
1,403:122*450.
ESPIRITO SANTO.
Forara installadas no dia 2, na casa para esse
fra destinada, na ra do Sacramento, esquina da
ra Pormosa, as repartieses de obras publicas c
instruego publio.
No da i do mez ultimo abrira-se na cidade de
S. Matheus, sob a direegao do professor Manoel
Lopes de Azevedo, a escola nocturna para adultos
ltimamente creada pela reforma da instruee.io
panuca.
A escola noiturna da capital, dirigida pelo pro-
fessigr Jos Francisco de Lellis Horta, eslava sen lo
frecuentada pac vinte alumnas e funecionando re-
gularmente desde a sua abonara.
Refere a Uniao de 10 que chegara a capital, a
bordo do vapor Diligente, o conselheiro Thomaz
Jos Pinto Cerqu -ira encarregado de nma commis-
sao do ministerio da agricultura na colonia de San-
ta Leopoldina, e que no mesmo vapor tambe.n fra
ura encarregado do consulado geral da Alleminha.
o qual seguir logo para a referida colonia, alira
de verificar o estado d is colonos ltimamente che
ga los, e o fundamento das queixas e reclamacdes
jue tem sido levadas ao referido consulado
Era virtude do que dispdo o art. 40 do regula-
m nito de 20 de fevereiro ultimo, resolver o ba-
charel Joa piin Jos Fernandos Maeiel. h geral da instruccao publica da provincia, que a
datar de 4 de agosto prximo futuro fosse obri ra-
tono para ambos s sexos o ensino primario ele-
mentar na capital para todos os individuos livres,
maiores de 6 annos e menores de 15, estendendo-
se esa obrigacio a tima legua fra da rea dos
limites demarcados pela cmara municipal.
naitu.
Falleceram : o francoz Bslebenel, Jos Demu-
do de Azevedo e Agnello Ferreira de Alcntara.
Lemos no Jornal:
< A receita da estrada de ferro do Joazeiro, no
mez de maio foi
de........
A despeza........
Dficit.........
A receita constou de :
Passageiros....... .
Bncommendas, ele......
Mercadorias.......
Animaes........
Telegraphd........
Diversas........
A despeza de:
.'AdTrtiitistrajao e despezas geraes- .
Trafego, inclusive o lelegrapho .
Traccao, offleinas e material rodante
Linha.........
A reparticao do eorreio geral rendeu durante
o oxereicio de 1872 a 878 a sommfe de.........
80:2041545, distribuida do seguioW modo :
Wf-Julh.'.......4:976*4)0
Agosto.......4:5561347
Setembro...... 4:I8')|8*3
Outubro.......7:3211'30
Novembm......4:672*140
Deiembro
liBBirO
Fd*#eiM' ...... SAfrfi'l
fargo ....... *:H89i430
Abril........H:Wl!t\>.
Maio.*.......8-.3I.
Juho.......: 101
\> 7 horas da bot, 'pjwrcb mata ou modos;
de #9 do eorrente, mi bfroaramOrr assassfnada
corp um gte iibr o ndsti).) eriotH Julia
irla' daGneo, qp sr'eVra em'easa le
va Mirtlris'rfa'SftW, elTOOS *a fgrtja-d Car-
rificaeao de capacidade ao m igisteno primaria do
sexo feminiio.
E]in>sieo le VieiiH. -Recebemos do
Sr. Miguel Jos Alves a caria que abaixo publica-
mos, ap.ilaudui.lo a m inifesia.n de apraco que o
mesini Sr. tributa a Sn. red letorts. o sen Ilustre correspondente
particular de Vicua l'Au-tiia n missiva dirigida
a V'v. Ss, cm 19 de junho, e transcripta no scu
Diario de boje, me parece suuimamente injusto,
piando depois de diversas consideraedes acerca de
alguna paizes iwprosenbulot na grandiosa oxpaeh
eao daquella cauilal, se pronuncia a respeito do meu
pela seguinte forma: Portugal mostr* na nm
expnicio a vitlvel e progretsiva decadencia em
qm vai.
Do pouco que 'eiilio lido sobra esse lio magnifi-
co certamen das industrias do rauudo, sou levado a
crer que Portugal, apesarda sua m idesla apre-
sentac-to, nao ser o ultimo dos estados expositores
em relaeao a qtiantidade o aperfeigoament'i dos
productos qno exhibe, sendo le suppor que alguna
do- seus 7^1" oxposil oes ie de vavelmente dessa honrosa ntissio.
Fago voios para que seja infundada a opino
do seu muito digno correspoii lente, nao ob-lanle
poder esse cavallieirc julgar bem a exposicio por-
lugneza pela ter visto co:u os sius proprios olhos,
lude elle nerinitlir nio que alada assim dedina
por era quanto do seu jatea arbitral, al que cu
possa *er bem esclarecido por actos e dooumentoi
posteriores. O grande jury internad mal ha de
algor cora intmigim'ia e lisceriiiinento e sein
duvda far justiai inteira a todas a< lacSsa.
Agradecendo muito a Vv. Ss. o obsequio da in-
seroao dastas paueas liabas no seu concetuado
Diario, sirva de iniulia ju-tilicaco para a desculpa
que pego a Vv. Ss. dest-; incomiiiodo, o sentimento
do desagrado q ie rae accoinsllua ao ler aquellas
tao poucos libios mas i pangentes palavras para os
de ura paiz, que embora geograpiicameiite pe-
queo, nao teem sid) inactivos patente.indo por
setos os desejos que niitrem de seguir nos melh>
res desenvolviinentos das iu;oes mais adiaoladas.
Dinheir. 0 vapor Cruzeiro do Sal trou-
xe para :
A. Hvvernat i C. 10:000OOJ
Tlioniaz Jafferies 3:0004000
Jo- Rodrigues de Souza 4U04DO
Circo Americano. Regu boje para o
Maranho, no Crueeiro di Sal, a eompanhia
equesire e gymnastica que traialhou no pavilhao
do llampo das Priacczas.
Vapor lYnniT/ -O Hile de Rio de Janeiro,
chegado hontem do Havra por Lisboa, nada adian-
ta as noticias que recebemos pelo vapor inglez
Garonne, por ter este sabido de Lisboa dous dias
depois daquelle.
< iiisi-llu pai-oeheal il- \n-sa S:--
nliora la(iraca. Como eslava annnieiado,
electuou-se na sex-ta-feira, 18 do corren!:, na
Bucruzilhada de Belni, a sol une inslallacao de
mais nina escola nocturna creada pelo eonselh pa-
rocinal de Nossa Senhora da Craga.
O acto estove muito concorrido e animado,
acbando-se prsenles numerosas familias da loca-
I idade.
Corapareceram varios membros do conselho pa-
rochal cujo presidente, o Sr. Dr. Oiiveira Punce-
ca, proferio o seguinte discurso :
Senhores.-A Sociedade Propagadora da instruc-
cao Publica conta boje mais ura dia de resta ; o
conselho paroehial do Nossa Senhora da Graca
mais urna assignalada victoria ; festa sera ostenta-
rn, sera apparato, sera desperdicios ; victoria sera
effusao de sangne, sera lagrimas de viuvas e de
orpbos, sera devasiaco M e ruinas.
Victoria, digo eu ? Esta palavra pode vos pare
cer incabida. Nio ha victoria onde nao ha coro-
bate, nao ha cmbale onde nao ha niraigos a cora-
bater ; c que iioinem haver boje, de espirito to
ceg, de eoragao tao duro e embrutecido, que com
prebenda desvhr-nos da humaniiaria a civilsado-
ra propaganda, de que nos incumbimos ? Que lou-
co haver (e seria peior que Eroslralo>, que saia,
ou tente sabir, a arrazar hospiaos, para que mais
se nao cure a enfermidade do corpo ; a destruir
asylos, para que nao mais se arranque ao desam-
paro, fome e nudez, o orpho, o velho, o raen
digo ? Fdra loucnra similhante inieuto; niascom-
baler a creaeo destes pequeos hospicios, ero que
se cura a cegoeira da iulellig ocia, era que s^ ma-
ta a, sede do espirito, nio seria menos rematada
loueura.
A necessidade urgente e indeclinavel da ins-
truccao elementar, necessidade para o individuo,
para a familia e para a sociedade, presentemen-
te 11 m axioma poltico, que ninguem onsa conles
lar.
A instruc.-ao popular j nao teminimigos.
Fundemos escolas ; priraeiramente onde forera
e das que forera mais neeessarias (pois que se nao
pode tude fazer de urna vez).
Demos o ensino aos pais analpliabetos naqnel-
les lugares, em que seas filhos, os pais futuros, j
o recehem
Instituamos pequeas biblioihecas populares,
que exc'tera ao principio a curio-idade de Idr, de-
pois o gosto peta leitura, e por lira o gosto pelo es-
tude. Crear escolas augmentar o numero dos
mestres, eo dos discpulos ; isto muito, mas nao
ludo ; ein preguemos os meios de provocar o es-
tiradlo, em un? para que inelhor ensincm, em ou-
tros para que mais aprendam. A propigacao do
ensino. nossa prooecupacao constante, pre o stud) e adopcio de tudo quanto contribuir pos-
sa para o raelhoramento dos methodos; p fagamos por nossa conta, e nossa custa esse es-
tad i eessa experiencia, de :rae tdo< tiraro pre-
verlo. Incitemos com premios a composigao do
Hvros uteis para a educagio e para o ensino. Au-
xiliemos a publicagao destes livros, facilitemos a
sua leitura, vendend-os pelo casto, vendendo-os
por menos do cuito, dtetribaindo-os at de graga ;
SifMlOlUlo1,' S tanto for pr^isto, pedlnHrj e instando que os
4:W|18 lam quetls que de ra bsltur* mais neessUa-
reih. KxercitemoSj em summa, a nossa aotividail*'
na amplissfma esphtra, que assignalam as lei i do
nosso instituto, e seremos dignos da estima dos
oessos eonridadaos, e ccnquhtaremos a gratifBo
daquelle, a qflem Ais direrlmante tiverem
aprovetado os nossos servcos. Quem levara i
mal tao nobre emprehendiincnli ?
Mas, preciso que todts eoncorrara para um
Obra, que de lo los, que a todos interessa. Nao
preciso dar muito, ba*ta que todos ddem. Amelle
31:777*266
37:361 500
5:58i#634
8:8411564
1224760
2-V660J34O
1:483*712
215*700
373*690
3:474*386
3:O30|38 i
10:a#i84
18:397*930
o, par Joa-i Francisco dos, Santos; que logrOn que poder disp3r de alguos- moraeatos em cada
evadir-se depofs ie'commetter r>crime. da, em cada semana, ou em-ead mez, nSo os po-
0 cadver da inteliz foi transportado para o der gastar mais dignamente do que na obra mise-
I IKJ't
riconliosa do ensino. O livro cam, ameno e m-
Iruclivo que, una ver.lido, abandona nos na es-
tante, seja ileslinairi pe.piona biliolbeca da pa-
rocina, onde achara lolores,ju,u.i dlle sa iwlisem.
Juntando e ligando pofico a pinico pequeas po-
dras chega se a levantar' un monumento; ir*
"rao* de ar| fazera o Sahara ; as goUas d'agn
o Oeeano. D cada nm o- sou ^tmeo, mas
lodos e nos faremos nnrH.
' A falta do espirito de iniciativa, a esperanga e a
eonlianca exclusivas na aefid olllcial ; a indilfe-
renca para ludo aquillo de que no nao resulta
qm proveito inmediato e directo. e* os nunigos
formidaveis, que lomee combatido, que estamos
combinando, que havemos do ombater |ior muito
tempo ; e contra elles que boje ateangamos una
assignalada virtwi*.
llera vedes, senhores, que cota palavra nao in-
cabida.
Fagamos ardentes votos para que dias como esle
minias e muitas vana se replam, em honra do-
nosso nohre instituto, e em proveito dos iio>sos
eonridadaos. ______> --
Ao dissolver-se a reunan, o mesmo presidente
manifeslou aos moradoies da locahdade all pre-
sentes o desejo do conselho de que a frequencia d<
numerosos alumnos viesso oirresponder aos es- .
hircos empregados pelo mesmo conselho em bem
da instruegd.
J existein inscriptos varios alumnos, e este nu-
mero ha de agmeniar consideraveiinente.
Honra Sociedade Propagadora da 'Instrucgo
publica !
Honra ao soseme paroehial do Rosea Sontiora
da Graga !
Fre^uezia da !t nviM:i. Assuniio hon-
teiu o excraieio de subdelegado icssa fr.goczia o
Sr. lente -coronel Deco de Aquno PuMeea.
Tricarapho sulioiarino O vapor Koo-
per, portador do ca'io submarino enlru a Europa
e o Brasil, sabio de l'hnionlh para o aossi poit"
no dia i'l de junho.
Enstilu'.n Histrico e Pliilo*ioplai-
co. Domingo (2i') as II 1/2 horas di manba
reunio-se esta sociedade sob a presidencia do 8r.
Dandeii-a de Mello.
Foi lida e approvad a acta da sesso anterior.
(I Sr. I" secretario leu o seguinte expediente :
Varios eflaios de diversos socios, eommtini an-
do nao podrem comparecer sesso.Inteirado.
Pareceres da coiiunis.-o de redaceo sobre 08
relatnos dos Srs presidente e Io secretario. -Ap-
provad-*.
Helatorio do Sr. thesoureiro.A' commissao de
exame e contas.
Dous numero da Hrgenrraeo. 2 do llnixo Ama-
zonas, do Para ; 2 da Constitu cao. do Cear ; l
ila La:, di llio de laneiro ; 1 da Hnstrarao Per-
nambmnm, 2 de lbaro, i do 9rao*uae e t o
Verdud'iri Callinlico : o'Terecidos pelas respecti-
vas redaccoes.-Hecebidos com agrado, manda*
ram-se archivar.
O ir. Frederico H irges prneeden leitura d
relatorio da commissao de redaccao.
Passandose 1- parto da ordem do da, discus-
sao da these ; IJaul a influencia do christian,--
mo sobre n familia ? Oraram os Srs. P. Franco,
A. Cirne, Bandeira de M, A. Meira e F. iorota.
Passando-se 21 parte da ordem do dia, discus-
sao da these : I qtem se deve a independencia d'j
Brasil ? Orna o Sr. Joo Gualberlo. Foi adiada
a discussao.
Para a discussao da these : Qual o aMJfcorsf*"
tema decleirao ? Foram sorteados os Srs. F. Bor-
ges, Cypriano Viaana e llosa e Silva.
Levantou-se a sesso, designada a ordem do dia
para a sesso vindoiira.
Fa<*to inlcressanteSexta-feira, na ci-
dade da Escode, na casa das audiencias c em pre-
senea do juiz municipal e de orphos e de mullas-
outras pessoas, foram libertada^ gratuitamente '
crian as, das qnaes a mais vclha tem 7 airaos.
Resaitou este fado humanitario e caridoso do con-
curso das diversas seguintes circumstam as :
Proeedia*se ao arbitramenie de diversas indem-
nisagoes que ao capitn Joao Leito Hodevalbo lea
de pagar o tcnenle-coronel Antonio Goncalves Fer-
reira, e era seguida a avaliaco das ditas enan-
cas enlo de propriedade do mesmo tenenle-coro-
nel, para o-lira de pagar ao referido capitao Joao
Leite, i melade do valor de cada una dellas, a
que este tinha direito em vir ude de ceno con-
trato.
Ao a-aliar-se a primeira dessas mancas,decla-
ren o Sr. Joo Lcite que ceia a parlo do valor
della que Ihe Babee (melade) em benelicio da li-
berdade da mesma crianga e a declarando os ar-
bitros-sera valor-por ser golosa,-ficon 'liber-
tada.
Depois de avahada a segunda rrianca, ceden du
mesmo .iv do o Sr. Joao Lele. a parte do valor da
terceira que Ihe cabia (IU0000)eii! beneficio |e
sua liberdade; e sendo consultado o Sr. Antonio
Gongalves se convinha de sna parle em liberta-la,
e declarara! i esle que nao, o capilau Armnio Pe<-
soa do Albuquerqne, procurador do Sr. Joo Lei-
to, pedio que n>a*se libertada tambera essa cran-
<&, pagando elle ao Sr. Antonio Goncalves valor
que tinha Helia.
Procedia-sea avalagio da peala, piando o Sr.
Arniiniodiz era voz balea que o melhor ora sahi-
reo lia I li todas aquellas enancas liberi idas, oqo*
sendo envido pelo advogado do' Sr. Jo o Leite, pu-
blicou o pensamento do Sr. Armino, perguntand
aoa Srs. Antonio Goncalves e Joo Leite se con-
vinha ai nisso.
Convieram, cora satisfaca de tolas as pessoa
presentes, renunciando o'Sr. Goncalves a offerta
do Sr. .Arminio.
Se apcrlarmos opnsae neste caminho. com -
cilidade podereinos em pouco lempo licar liberta-
dos da maior degradago que pilc pesar sobre
um pavo chrblio.
Orinics Os seguintes fados criminosos fe*
rara commettidos no termo do 1 insiinim. a contar
de maio ultimo at 17 do eorrente, data das ulti-
mas connnunicaeors dalli recebdas.
Em dias de maio, Antonio Freir da Silva,
disparou urna pistola Sobre sua propria Iil ha de
nonie Joanna, a pial por felicidade inaudita nada
soffreu : o delinquente evadise.
Era 22 de junho, Manoel de Amano arrejou
cavaQO em que esta va montado sobre a mulher de
Miguel Francisco da Silva, qu'' se achava grvida ;
resultando disto abortar ella Ires dias depois.
O delnqueme evadi so.
Em 10 do crrante, Manoel Correa de Mello
injuriou o respectivo subdelegado ; sendo, porm,
pi eso era llagranle, bem como mu seu irmao da
nome Alexandrinn Correa de Mello, por ter oppos-
to tenaz resistencia prisao daqut lie.
Pelas II horas da noute de 14, tambera do
correle, no lugarOllio d'Agua da nca do dis-
tricto de Taquaretinga deste mesmo termo, Jos
Jeronyrao da Silva assassinnu com nm tiro a Jos
Antonio da Fonceca. Foi pr so o criminoso.
Nesse mesmo da 14 do andante, Jos RomiO
da Costa, na respectiva villa, ferio levemente com
ama lacada a Mara Joaquina, logrando evadir se.
Ainda no dia seguinte, 15 desle mez, Jos
Luiz de Barias ferio gravemente com tres tacadas
a Firmiuo Antonio de Aquno Guerra; sendo pre-
so o deiiquente.
Em todos estes cr.sos foi sempre prompta a po-
lica em proceder de couformidade rom a lei.
Congrcsso 1.i iterarlo.. Amanh hav-
r sesso ordinaria desta sociedade, s horas e o
lugar do custume. Ordem do dia : 1." parte, dis-
cussao da seguinte these, que deve ser desen-
volvida pelo Sr. Arlindo Nogneira : Deve-se obe-
decer a lei positiva quando ella contraria ao di-
reito natural ? 2." parte, desenvolviraento pelo
Sr- Paula i'e-soa, da these : qual a origem, base
e limites da propriedade entre os homens ?
Os laares !Pela madrugada de 16 do cor-
rete, forara (lies ao hotel do Catanga, coahocido
per bolel do Joo Farofa.
Consi'gundo peiietranrem do estabelecimento
qnebfaram o cadeiado da porta de um quarto em
qae eslava domando Manoel Jos da Trindade e
dahi roubarara nm baln e lima mala contundo
roupas de uso, duas aboloadurae, um rdogio pa-
tente inglez, urna cadeia o nm annel, ludo de on-
ro, e cento e tantos mil rais em dinbisiro ; sendo >
hahu e a mala encontrados prximos ponte qra-
alli ha.
Dos tics nem o rasto poderam apanhra.
Asylo ile alienado* Eis urna nota da
pessoas qae eooeorreram pasa o benefirio do asy-
lo de alienados que leve lugar, 18 do corrate,
no Circo Americano:
Jos Augusto de Araujo, 4 camarote O*OUe>
Jos Candido de Montes.-ideWT OIOOt
"Dr. JoS Manoel de Barros"Wenderloj,
dem. 40Mue>
Gustavo Adolpho khsaidl, I -reaerva.ki SMM
Antonio Correa de Vasc Commondad Jnsd Hres >rreira, A idom 2O*000<
Joio Cartnj Bastas de Otiveira, 1 dem 2*>"0
JosdfjMndes de Freitas, idaia
Luis Antonio deSliimira, i'-eeem
Joj Caqdido de Moraes, W idem 70*61-
Pedro Osorio ddfJUjealra,' ItOm Mtj*lSJeT'
Dr. Francisco Gomes Prenle, 1 idem '0#00
Br. Alvaro Ucbda Cavaica*. 1 idem iM**
Tenonte-fororrel Paulino Ptr?s Falco, 1
idem iOjOO
r
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J
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V

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tr. Cosme do ^flewiin, dem NHOOO
fiapitao Bernardina *> randa A-, I i rom 10Oi>0
Teen te-coronel Deelo d'Aqujno Fonceea,
i dem 10*000
A*aio Jas das NeMt* 20 eritradae 40*
Jos Candido de Mora*, 30 tulas
, .Cptli Firmiflo francisco de Brito, 15
Sitas 40*
Frederico de Castro Carvalho, 10 dita* 26*000
Capitao Juan Francisco Autunes, 5 dita 10/000
Forain vendidos na porta do Qrea 13 1%
gares reservados, e 189 entrada por 291*009
-*.
Somma 9124000
feerfendo da Matriz de Palmares, qul corro ao
dia 30 do correntq.
f^plln.i-llojo floctiia o asent) Martins, as
11 hora* di da; o leilSrt ta finas finas, ditas
bt|rge,,Do ArmsMiii'ida ra'4a laiperalriz u. 6.
Hospital Pedro II. O movimento desle
estabelecHiioMo, d< 14 ao, dia 2) de julho de 1873,
toi o segrate: oxistiam 321, entraran) 27, sahi-
ram 2 i, falleceram U.exislem 313, sendo : O'J ho-
rneas q 113 raulheros.
Advertencia.
Foram vistalas as enfermaras nestes das s9,
1/2, 8 1/2,9, 8 1/2; 9, 9, pelo Dr. Beltriio, por
o Or. llamos ; s9 l/2; 9 /, II 1|2,
:--------------------------**-
111 ',!>'
Quarta feiw 2Z MiU^Ml8.
Sllv.IjlpTtf-
Almcida
Kliii-
bargadores Ai w^o
liagoNegou se
pw.
Jijiz
O
i Ia-
10, 12, IM/i, polo' Dr. Sarniento ; as 8 1/2, 9, 8
i/%, 9 1/2, 9, 10, pelo Dr. Malaquias,
fulleados.
tazaraMara da Conceico; hepatito clironica.
t.iiCHs Cardoso ; tubrculos pulmonares.
l'edro Luiz da Costa Leile ; tubrculos pulmo-
nares.
Mara Felicia ; tuberculosa pulinouar.
Nicolao Jos" do E-pirito Santo ; entente clironca,
alaria Marcelina de Oliveira ; bexigasconfluentes.
Minucl Antonio ; bexigas heraorrhagicas.
Manoel Heuriques de Moraes ; heraorrliagia pul-
monar.
Mara da Uraz ; fobre romileot'
Manoel Gamillo; hvdropesia
Jos Goajalves do' Naseiinenlo ; tubrculos pul-
monares. Ui
Casa de deteneao. Movimcuto do di*
21 de julho de 1873 :
Existiam presos 341, entraran 10, sahiram 3,
existeru 351. A saber :
Nacionaes 212, mulheres 9, estrangeiros 47.
travos 42, esclavas II.Total 3oI.
Alimentados a custa dos eoJres pblicos 282.
Movitnento da enfermara do dia 21 de iulho,
48 1873 :
Tiveram alia :
Manuel Francisco Ouarte.
l'edro Corrth da Silva.
Mara, alienada.
'assaigelros. Entrados dos portes do sul
no pa/pete nacional Cruzeiro do Sul :
to Jun |urrn da Silva Maia, Joaquim da Cunha
Mala, Rento Martins Cerqucira. tenente Jos Igna-
cio Ribeiro Roma, commendador Manoel G n.al-
" ro Pereira Lima, D. Mara da Gloria Araujo, Ma-
noel II. de Freitas, D. Jesuina Amelia Dias Macha-
do, D. Pedro Martyr Maury e sua seniora, Augus-
to Venceslao dos" Santos, Jos Pinto de Araujo
Castro, Joo Jos A Tavares, capitao de fr.gala
Luiz Mafia Piquet, Dr. Jlo Raynjundo Pereira
da Silva, airen GaWino Jos da Silva, Augusto
<: F. Eiras, Valentn J. dos Santos, Innocencia
Piolo, Francisco A. de Urna Franca, Fausto Au-
gusto Gande* |e, Candido Babia, Jos Pereira
dos Santos Portilla, Paulo Gomes, Carlos Beucbel,
I." cadete Antonio Peres Veras, t'edro S de Albu-
querqi, Manoel Francisco Gouveia, Joaquiui Pin-
l.i de MendoiK;a, Antonio Fernandos Pereira, Ben-
to Joaquim de Medelros, Joaquim Jos de Araujo
Vasconcellos, Nancer Joamim de Araujo Vascon-
'ellos, Antonio P. A. astcllo Brinco, Mara Au-
gusta da Concei.-ao, Isidoro Caim, Bento Jos Ri-
ooiro, Marjolitio de Guimares, Casimiro Jos Mo-
reir, Franeiseo da Rocha Cavalcante, Francisco
da Roelia Cavalcante Fillio, Acacio Buarque de
Gusmo, 1 prava, 3 ex-pracas, 2 policacs.
Seguem para o norte :
HMnnoel Castaneira, D. Adelaydo Carolina Valen
le le Maraes, capitn Coriolan'o da Costa e Nlva,
coronel HermeHcgildo Alliupier ra, sua senhora e 3 lllhos, alferes Jos Joaquim A.
do Naseiuientu, Leandro Antonio Deleher, Cypria-
no Areslides dos Santos Lima, J. C. Pcstaua de
Agujar, padre Constanlitele Butte, Areslides Jos
de Carvalho, lente da armada Antonio Carlos F.
de Carval o, Joao Uaptista Porane, 20 ox-pracas,
Ceiniterio publiei. Obituario do dia 19
I" julho :
Manoel, pardo, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vis-
ta; iusullicieneia congenita.
Januaria, branea, Pernambuco, 6 metes, S Pe-
dn Martyr; coiivuImVs.
Manoel Honriques de Moraes, pardo, Pernam-
-buco, 16 ranos, casad-, Boa-Vista, hospital Pedro
II ; bemorrhagia tuberculosa
Jos, preto, Pernambuco. 0 anuos, Boa- Vista ;
vartotes.
Anastacio, eserare, preto, Pernambuco, 22 an-
n )s, solleiro, Santo Antonio ; enterite chronica.
li'iieliea, eser va, pela, frica, 51 anuos, sol-
f MT*, S. Jos; tubrculos pulmonares.
Francelina Mara da Conceicao, parda, Parahy-
ba, 22 ann.'s, solteira, Ricife; ttano trauma-
Cieo.
- 20'-
fos, pardo, Pernambueo, i mores, Boa-Visla -
onvulsoes.
Maria, parda, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista;
conviilsoes.
Jorge Bento Fortnalo de Gusmo, preto, Per;
nambueo, ti anuos, Reeife; hemorriiagia.
Maria, escrava, prea, frica, li annos. solteira
Boa-Vista; rbeumatismo.
Jos G mcal ;es do Nascimento, pardo, Pernam-
buco, 40 anuos, solleiro, Boa Vista, hospita Pedro
II ; tubrculos pulmonares
Dionizio Correia de Mello, pardo, Pci'nimbuco,
20 annos, solleiro, Santo Antonio, casa de deten-
ce{ bi'rberi.
Jesuina Maria, preta, Pernambuco, 3o annos,
solteira, Santo Antonio ; phtysica,
Maria da Crui, preta, Paraguay, 23 annos, sol-
t'ira, Boa-Visl.i ; bronchite.
Camillo, preto, frica, 80 annos, casado, Boa-
Vista, hospital P/Jaro II ; hydropesia.
Maria Rosa da Coni-eieo-, preta, Pernambnco,
*-"> annos, solteira, Reeife ; alTecco pulmonar.
Amonio Ferreira da Silva, preto, Pernambuco,
33 annos, solleiro, Grac,a ; asphixia por eslrangu-
lafio.
Luis Eugenio dos Santos, preto, Pernambuco, 31
ano', casad, Santo Antonio ; ttano.
Loflrenro Santiago o
ccdon'.e.
A (igra va
maraes. Juizas
Jorge, NeiVa e L
vimento. ~nt*
H,ibeas corpus.
Paciente Antonio Martins, 9r. sembrgador LiwreuJ '^ntiJgo.
deram soltura. fc
Paciente AntokioTlariu 'Marques Ferreira
nior. Relator o Sr. desembagador Neva. -Man-
dou-senovamente ouvir autoridade eonipeleatd.
Appellago crinc.
Da Escada.Appellautt) ojuizo, appellad. Ma-
lia Hila Paes Brrelo, aecusada por ter morlo
sea lllhinho em o momento de nascer. r Cenflr-
mou-80 a absolvico.
Da Fortaleza.-Appellanle Jos Dias da Suva
Rocha, appellad a i ustica. Confirmada a'sen-
tenca.
Do Sr. desembargador Almcida Albuqnerqua au
Sr. desembargador Doria :
Dojury do Cabo. Appellanle Jos Guilberme
da Costa, appellad a jusiiea.
Be Caraibas. -Appellante Clemcntino Ferreira
I.:nliaivs, appellad a jusiiea.
Do Sf. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Regueira '"xisla:
-------------------
a li*/- itm'"s. 3:' bW>*sJat*> Wwi- m 'a
l| dasMfoas, leaiJade ; tuna vez, poreni, que. o Sr. B'llarinino
-s Aroclia, tao pertinaz se inoslra no pn psito
IjpfrfM'eVMnlMafhfi justissima protea-
I .Mor I aAeOMM ; a S. S. prmu,eUc-
/ ^""M Hwl* diverso do que te-
rao'arel cinTquanto na rbita sem-
eeea Cadaval.
-o prof dradur da Sam.1 Casa de Misericordia fe -
*listaltt> entMgrt BW^OW.
ReqnwftwBn;;
NKAiMOHiO'iriiSi de FrtiO Bofjol.
De Urbano Nunes o'flchao Antones.
ecrelaria aftiesotiranti de fazeada- p ff'iM^Pl A.WlarLLa ^Ml
aaintrnco, |l/W ilho de.il*3. > ^ f i 3 W m s*Jr e' !!3f
' I U'yO setrflio aj** 0 venladeiro fl.n t uer'? (
Jesuino mangues Cardoso.
I
saa
>re da legalidaie,''legaremos a convencer o pu-
otftcia, de
. HliJMr \ Jl 1>M IARIA .
jitutrwi, di itiiutn
SESSaO DE 22 DE JLH DE 173,
fBBSiaafCIA DO KXM. SR. CONSKLHS1BO CAKrANO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhi, presentes os Srs. des-
embargadores Lourenco SanUago, Almeida Albu-
juerque, Domingues Silva, Regueira Costa, Arau-
jo Jorge e Neiva, faltando com causa o Sr. des-
embargador Doria procuralor da corda, airio-se
a sessao.
JULGAMKNTOS.
Recursos crimes.
hecorrente ojoia de direito de Palmares, recor-
rido Antonio Atoes da Foncoca Juizes os Srs.
desembargad >ros Lourcti;o Santiago, Regueira
Cetlo, Domingues Silva, Araujo Jorge.Improce-
dente.
Recrreme Antonio Jacintho de Sampaio, recor-
rido o juiz do direito de Macei. Juizes os Srs.
d'sembarga loros Lourenco Santiago, A. Albu-
querque, Neiva e Domingues SilvaDou-se pro-
vimento.
Reeorrent juiz do direito de Mipib, reoor
rido Antonio Domingues. Juizes os Srs. desem-
b.irgadores A. Albuquorque, Lourengo Santiago.l
Araujo Jorge e Duningues Silva. -Improcedente.
Recrrante o juizo de direito de Agua Prela, re-
corrido Manoel de Sant'Anna Waaderley. Juites
os Srs. desemljargadorws A. AlU/ww'que, eia,
Araujo. Jorge o Rouetra Cosia. -^Improcedente.
Recorrenta Eneas Alejandre G. Aloobrad), re-
corrido o juizo deidtreito da Arcia. Juizes*os Sis.
descoibargadwes, A- Albuquerque, Regueira
ta>5eiva e Araujo JorgeImprocedente.
Recrreme o juizo de direito do Natal, recorri-
do Manoel da Rocha Bfflerra. Juizes os Srs. des-
mbargadores Dointogiie* SftOa-, Neiva, Lourodco
Santiago e Araujo Jorge. Improcedente.
Hecorrente o juizo de direito d* Imperatriz, re-
corrido Jos Alexandre da Rosa Juizes os |Ms.
'.deaentargadore Araujo Jwge, Jeiva, JtomiofUes
Silva e Regueira Costa, -inpteoodeate.
Recrreme o juizo de direito do Bjailo, recot-
irido Amonio Antonio Monteiro da Silva. Jni^es
Do Asstl.Apufllante o curador da parda The-
reza, app#ilado El viro da Silva Caldas.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Araujo Jorge:
Da Victoria.Appellante Joo de Mora Flo-
reucio,.appellados Antonio Fernandes Peixoto Ro-
sal e otros.
Do Sr. 4osembargador Araujo Jorge ao Sr. des-
embargador Nejva, : m jt
Do Reeife..ippellantes Taas Irnao, a#pelhtdo
Joo Vasco Cabral.
Do Sr. dosembargador Neiva ao Sr. desembar-
gadoi' Lourenco Santiago :
Do Reeife. Appellante Joaquim Jos Baplista,
appellado Francisco da Silva Reg.
Diligencia civel.
Com vista ao Dr. carador geral :
Do Reeife. Appellante Joio Antonio 'Bornes
Guitnares, appeHados Antonio da Cunha Soares
Guimares e o curador da interdicta D. Francisca
T. da Conceico Cunha.
AssignoH-so- dia pora juramento dos feitos
seguiules:
Appellac<5es' crimes.
Do Tralp. Appellante o juizo, appellado Jos,
filho do velho Manoel Joaquim.
Do Buique.-Appellanle juizo, appellado Ho-
racio, escravo.
Appellac5es civeis.
Do Reeife. -Appellantos Joaquim Ribeiro da
Silva, Barbosa 4 C. e appellad a veneravel or-
den) t rceira de S. Fsancisco; appellantes os i et>
deiros de Carlos Holms, appellados padre Joaquim
Jos de Faria e outrus ; appellante Jos de Fru-
tas Barbosa, appeMado corjnel Joao Vieira de
Mello.
DiSTiunuigoKS.
Appellaces crimes,
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Da Escada -Appellante o juio, appellado Lu-
ciano Vieira da Sil a.
De Connotaba. Appellante Prancisco Jos
Martins Jnior, appellado Fraucisco Gomes de
Luna Sobrinho.
Da Imperatriz. -Appellantes Francisco Alves da
Cruz e entro, appellado o jui'o.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Passo.Appeflaulc o juizo, appellado Hila-
rio Francisco la Silva.
De Goyanninlia. Appellante Joaquim Soares,
appellad a Justina.
Uo Saboeir'o.Appellanle Pedro Rodrigues de
Amnrim, appellad a ustica
Ao Sr. desembargador uomingucs Silva :
Da Telha. -Appellante Joo Capistrano de Ma-
cedn, appellado Ignacio Lopes de Araujo.
Da Iinper itriz. Appellante Domingos Jos de
Souza, appellad ajustiea.
D Bananeiras. Appellante o promotor, appel-
lado Jos Gomes Barbosa.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge.:
Da Independencia. -Appellanle o Juizo, appel-
lado Manoel Fraacisco Barbosa.
Da Imperatriz Appellante Deodato Ferreira
Luna, appellad a justira.
Ao Sr. desembargador Neiva :
De Goyanninha. -Appellbnle o promotor, appel-
lado Laja, asento.
De Palmcira. Appellante Francisco Jos de
Sant'Anna, appellad ajusiica.
De Pono Calvo.Appellante o juizo, appellado
Bcllarmino Antonio Marlins.
Recursos primes.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Do Reeife.-Recrreme o juizo de direito, re-
corrido Pedro Antonio Ferreira e outros.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Hecorrente o juizo de direito de Agua Preta,
recorrido Manoel Francisco lteierra.
AppeHacdes civeis.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque
Da l.agoa Grande. -Appellante Aveliuo Carlos
de Mello, appellado Antonio Ignacio da Silva
seu lilho.
Ao Sr. desembargador Doria:
)e Olinda. Appellanle Francisca Maria da
ConceiQo, appellad Candida Btilbina da Rocha.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
De S. Joo. -Appellanto Domingos Tavares de
Hrito, appellado Anto de Faria Olive ra.
Encerrou-se a sesso as 2 horas da tordo
SUCAEUtS < PEPfPG
Os tullatailoi-en ajeaiuara niu-
f-etaremos a e.tnt io calvario, com quamo j
eos fallec o aniuio{ Mo por dffiesperanpa de
victoria, porque esta certa, mds porque somos
arrastads para aipior vereda do ca inho. Ootn-
prhendar-nos h5o ? Des o permitta. ''
Aqui tamos a responder ao artig* do adoga-
do dos Srs- marchantes, .publicado no Jornal do
fecife de 15 do crrente, sob n. 170.
Nao havendo lempo a^perdeo resuffliremos o
rfials que nos ftr pessfvISI a noss ronfstSco a se
Co*' dina
Luiz
oj Srs. desembargadores neiva, Araujo Jorge, Lqp-
eoco Santiago e D(mingues Silva. Improcedente.
Heeorrente o" Juo de direito da 'ItapnCris. rfc-
eYrido Manuel *w Santos Corte^Real. JdizTfcs
JVs. desembargadores Neiva, A. Albuqiinlue,
l'i'i'uanal do commorcic/,
SESSO JDICIARIA EM 21 DE JLIIO
DE 1873.
PRESIDENCIA DO EXM. Sn. CONSELIIEIRO ANSELjIO
FRANCISCO PERETTI.
Secretario interino, o official Torres.
Vinte minutos depois do meio dia, estando pre-
sentes os Srs desembargadores Silva Guimares e
Reis e Silva, o Sr. depulado olinto Bastos e os Srs.
snpplentes S Leito e Pereira Cascad, faltando
com participaco o Sr. desembargador Accioii,
foi aberta a sesso.
Lida approvada a acta da sessao de 17.
Presentes os livros dos registros dos protestos
de letras, verilicou-se que o do eserivo Albu-
querque tinha o ultimo protesto o n. 2,880 em 13
do crreme, c o do eserivo Alves de Brito o u.
2,791 em 18 do mesmo mez."
JULG AMENTO.
Juizo espe-ial do commercio. -Appellantes em-
bargados Jos Marcelino da Rosa & Filho, appel-
lados embargantes os administradores da massa
fallida de Antonio Pedro de Mello.Juizes os Srs.
desembargadores Silva Guimares e Beis e Silva,
e os Srs. doputado Olinto BasUs e supplcnle S
Leitao.Foram desprezados os embargos, sendo
vencido o Sr. Olinto Bastos.
DIA ASSIG.NADO.
Appellante W. G. Fe.nely, appellados os admi-
nistradores da massa fallida de Fernando Stepple
da SilvaO primeiro dia til, .cm consequencia
de nao se achar presente o Sr. desembargador Ac-
cioii, que 6 julz relator em dito feito.
Pelo mesmo motivo deixou de ser proposto, fi-
cando sobre a mesa, o feito entre partes :
Appellnnles appellados o baro do Lrvramento
e Jos Antonio de Brito Bastos, appeHados appe -
lanos os administradores da massa fallida de
Fornando Stepple da Silva e os berdeiros do Luiz
Amavel Dubourcq e sua mullier, bein como a re-
vista entre parlesrecrreme a companhia de se-
fiiros Garautia, recorrido Joaquim Peroira de
aria.
Em razo do adiamenta proposto por um dos
dous Juizes commerciantes, deixaram de ser jul*
gados os embargos que pendem do feito entro
partes :
Appellante embargante Barnardino Jos da Sil-
va, appellados embargados os curadores liseaes
da massa fallida de Manoel Jos Lopes & Ir-
mo.
Continan) adiados os seguales actos.:
Appellante embargante Mara Adelina de Mello,
appellados embargados os administradores da
massa fallida de Antonio Pedro de Mello; appel-
lantes e appeHados viov e nerdeiros de Manoel
Goncalves da Sitoa, appeilada appellante D. Clau-
Senhorinha Vieira ; appellante embargante
Ribeiro da Cunha A Sobrintu, appenada
embargada D. Thereza Jvlia Botelho ; appeHabte
embarganto Jacob Can4, hoje feus herdiros, ap-
pellad eh|rfda D:DlfinaTelles de Meneaef.1
Encerroo-ae a sesso 1 h->ra da urde.
' fl de julho.
ttfdos ao Sr. th#o
uretto para se-
THESOURARIA DB FAZENDA
Fdflm t*meufdos ao
rem pagos.
Offlcios :
Da presidencia, matlndo pagar a Augusto'
Cahois & C., a qoanti.s de^l20.
;Da raesma, a quantla de 8&49J0 a Fr. Flix da
Katividade Pimenlel.
Da mesma.a qi:aatia de 3J090 Beltnlro Fer-
melhame artigo, mesmo porque, para feiicfclade
nossa,. a argumeolaeao irona polo estelo Dlcon-
sistente pelo pensamento, daquellae que een-
em eti'si mesma a respectiva respsta.
E' falso que tenhamos insultado TTiltnilrJr al-
guem com a nossa publicacao de li do crreme,
por este Diario.
Disseaios que mo Sr. vereador assumira poicio
antipathica, defendendo urna causa condeninaila
pela opinio, como a actual dos Srs. marchantes.
e di.-seinus bem.
Ah nao ha insulto, nem podia ha ver, desde que
nos dirigamos a um e^raeter reeonhecidamente
pnjho, como o"Sr. oapit Cunha. O que .sernos
por aquellas palavras, foi que esse Sr. vereador
acha-se em opposigo i vefnade reconherida pele
opiniio publica. Assim que posicao antipathjca
assumiram os que se manifestaran) em opposicio
a emancipaco'do elemento servil e os que hje,
na questo do dia, se eoffocam do fado do St. D.
vilal.
Outr.i explicacao iquando dissemos que a c-
mara municipal nao devia continuar a prestar-se
aos caprichos do Sr. Bearminu Alves Archa.no
e porque a julgassemos capaz de humilhar-u -
qiielle grandt Sr. propnetario. roas simp'orque en-
tendemos que a cmara municipal, guardando so-
bejas considerajSes s vistas pedidas pelo Sr. Bcl-
larmino. sob os mais futeis pretextos, prestava-te
aos caprichos inexgotavois de una imaginaco' fr-
til em materia de queixas, supplicas e ameacas,
como a daquelle sen ter.
Por que ra'o o articuli&la, a qnem ora raspon-
denes, mu) tratou do miar 4,s alaKo as^Miados
dos Srs marchantes, que se oppSem matricula
dos lalhadores com excluiao dos eserVos, arrali-
jados pelo or. Beltarmino, e nos quaes nao appa-
reeera mais de cinco oa seis, quanuo a corpdraco
conta rauito mais de vinte ?
E' que so Iho apraz sophismar, ladear a ques-
to, repetiros lugares comnwnsj batidos de mais,
de que os cougues no sao eslabelecimenlos pu-
blicas, de que a Censtituieao garante o direito de
propriedade, de que os talhadores livres querem
lueurporar-si) para impor o preco do irabalho,
etc. ele.
Quer ver ainda nma vez romo vai errado o Sr.
ariiculista do Jornal do Hecife f Atindanos
sabeudo, porm, que nio por si, mas pelo pu-
blico, quo nos ha de julgar, e pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia e lllma. cmara municipal, que
queimaremos anda esu cera.
Susieuta e repete com insistencia importuna o
nosso adversario que toda esta questo fnisceu de-
itina petiedo reckeiada tle fats-dutl**, aprneniada
pela assoiiaro Amor Beneficencia aos poderes
provine iaes. Se assim como de vemos crer, se-
gundo a palavra do Sr. articulista, como at boje
os^ Srs. marchantes nao conscguiram destrui-la,
refutando todas essas falsidades, nao obstante os
estreos inauditos por elles cmpregados.no renbi
dissimo combate que cora tal peticao travarain ?..
E' tira acervo do falsidades que ha muito lem-
po merece a aftencao do presidente da provincia,
que ligura nn maior parte de seu objecto numa le
provincial, que anda agora preoecupa o sentido
da lllma. cmara municipal E' um raanle acer-
vo de falsidades este !
Pde-se dizer que- bem solido este caste lo de
carta.
Deixando de parte, por sufleentemente discn-
dos j, cortos pontos de vista que offerece a ques-
to, como seja por cxemplo um d'elles, a vanta-
geni moral resultante da proteceo que se deve
di-pensar ao trabalho hvre de preferencia ao tra-
balbo servil, mxime depois da regeneradora lei
de 28 de setoinbro ; vollemo nos ao ponto uraco,
era defeza do qual os Srs. marchantes, nao ; so-
riamos menos jusios dizendo assim ; queremos o
devenios dizer : em defeza do qual o Sr. Bellar-
ramo Archa parece que.vr sacrilicar a propria
vida -, o direito de propriedade garantido pela
constituicao.
E' vedade que a.lei fundamenlal do imperio
garante ao cidadao brasileiro o direito dj usar e
abusar de sua propriedade como bem lhe aprou-
ver.
Mas nao estar lgicamente subentendido que
podera elle usar e abusar de sua propriedade,
mas de modo que desse uso ou abuso nao resulte
prejuizo de outrem ? Certamente, porque do con-
trario deixaria de exisiir a igualdade de todos pa-
rante a lei, o direito de propriedade seria garanti-
do para uns e n.o para outros: seria quem mais
abusasse do direito de propriedade.
Depois da aboco do elemento servil, depois
do limite imposto escravido, mudou de face a
natureza da propriedade de escravo.
Convencida a sociedade de que praticra a
maior das injusticias, para nao dizer o maior dos
crimes; logo que a condemnou e marcan-lhe
um termo existencia, eleva-se unnime a repel-
li-la por todas as faces, a amesquinha la, depre-
ciando-a por todas as munifeslacoes possiveis.
rnzoaveis c mesmo legaes : o estado bae-a dos
estabelecimer.tos pblicos, a sociedade depreza-a.
Enlre nos, por exemplo, algumas corporacoes fe-
cham-lhe aporta, bem como nomeadamente a dos
artistas alfaiates.
Nada mais natural, nada mais lgico.
Sob tal aspecto, pois, nao natural issimo, nao
e mesmo de direito ou cousa de importancia equi-
valente a de um direitj que, alm do mais discu-
tido e provado, a associaco Amor Beiielicen-
cia -, constituida de hmeos livres, cidadps, pes-
si'as jurdicas cmlim, opponha-so continuar lio
da existencia de seus membros promiscuamente
confundidos com escravos ; instrumen'os, nao lio-
tnens, que a ludo se prestara, quo de ludo sao ca-
pares por sua miseravei condicio, e cujas accoes
leem de reflectir desvantajosamente sobre os pri-
meiros T
E' com effeito de natureza excepcional ial pro-
priedade. O que se v no caso varenle ?
Um horaem que possue um numero avultado de
escravos, alternando com essa propriedade contra
o direito de liberdade de industria de cidados.
Islo clamoroso.
Os talhadores livres sao torpemente aecusados
de quererera eoustilidarse m una corporacao.
de olflcio para monopolisare n o prego do lral-
Iho. Ser isto, porm, aeeitavel quando elles se
as6oriam sob as vistas da antoridade, em ivirtnde
de disposijues previamente estatuidas e oppotu-
naniente approvadas pelo presidente da provincia l
Quando suppliuam da cmara municipal a creara?
de urna matricula, a proposito da qual podera a
mesma cmara munioipaf prevenir com esta ou
aquella medida condicioiial os easos de abaso,
quer por parte des talhadores, quer por parle dos
Sts. marebajues, alientose salvos os direitos e con-
veniencias de ambos os lados Nao, te certo.
Em quanto a opposicao sustentada pelo Sr. Bel-
larmino e seus qmlro. ou cinoo amigos e collegas,
outea questao :'o fim dossessenhjres est exjiu-
berantenjeme epipresso :querem um jura mais
que Bazoavel pelo capital emprogado em escratos,
E eis o que nos pareoeque a conslituico aio
Ihes garante.
Entendeu o artculisU do Jornal do Reeife qW
devia dar nos a 'Wieirar imoes do Sr. Pimenta;
Bueno. A isto resflonderojnos qne alli a ques|aA-
se dbale entre eidadaot cujo reitos sao iguaeai
parante a lei; mas aqu o caso outro : sao ei
dados ameafaflos no Trvre 'e'xercicio de seu diretto
por eeCaws,' propriedade, eaiBora de outros ci-,
dataos.
O maida!qne. do Reeife de 13 do coironle, e a que nao respaa-l
demos -dtrjita "-
garanffif.flB^i.,
Selhor f%ece
wt);de.',rWos.
eencia -r&WtSn!&$&
os cium, attenu a, maneira por qne v.
anarysado r'frtganM* toteriaT*nda'a,
disponsavel de na oecnpaojos Celia*
irotl
lina analys
ida que se.dos-
eiieodeia wlrfl'n BMlriil-ttla -fot tJador.-s IJYjres
com eicfcisao tm eseravo.
MntrelaMo fnzemotf rotos pMf>4|dc nos nao ve-
jamos a islo1 forrado. ContUMe mesmo que a
fcwto nao chegaremos, fbis jt8-ponar assim,-
fra duvidar da integridac* do #aiT5rt*r do Exm.
S*. commendao\)r tMrtm, -do crfietd e fmprrta-
hdade da cmara mntiidp e"da mesma hombri-
** do?. tflarWtn^Aroeha, que develem-
brar-se, como totV..o it ser, qne aciMa''dosI,4t9ftses materiaes, esto os
interesBes moraes. ..
Temo elementos par* Betrevermos o romadre
a historia, cmo ^ewa, do mercado da
earne.
J nao posstvel ,a iisc'ii'Saio, salvo sa passar*
mos dos faetusopnna' s -bnteom; irs teto 'to
triste !....
Publi.nKj-to a.i*s--M puMicir, s fallaremos
agora uepuis da dbciso penAeiite da cmara rau-
M -" m a, '
22 de juliiu do 4873.
A Pro
Com sorpVeia
rente um artigo^
o mpe/u)'Julias,
limojlQ^oi ^nr/l
a ti-aira un
ligiosa.
o ^a'f^orincia de 18 do cor-
er-editoriaL >m uue.se pt*uva
uef o pti*o urgd do- libera-
r silia qeJtao religiosa.
As palavras cm qVie a ProrHncia e define na
questao rojigtysai a as'duaps produzimos aqui,
poem einHKehrfe-fpaeWlibeVaes da Agira Bran-
ca liparani-se ao povo com o fim tniico de especu-
lar para Jalgar o poder; porqu? boje, que o go-
verno est umpenliado em tornat'. effectiva adeei-
sao do coeselho de estado, a Provincia, com urna
desleakfte impudente, abandona-iios, para se col-
locar ao lado opposto, e desl modo fazer guerra
ao governo.
P6de-se, poi tanto, aftlrmar qne a Provincia
abrafou a causa do jesuitismo ou nltramontanis-
m".: J'V1*0 ,J"r *'s-: linIr* "s.
Esla mal que pivatio qe o orgao da ineia du-
zia de liberaes do taca, so foi'fnndado para de-
fender us intews.es nao dw-pov* liberal, mas sira
de meia duzia de Cdalgol's.ojue aspira o peder em
nome da liberdade ; mas >nn para arranjo d fami-
lia e de mais fguns do peua
Eis as palavras com que a Provincia na ultima
hora nos trahio :
o Nao concitamos directa nem indirectamente
para os ulrimos atantaflienttpopulares : se o povo
pernambu,caiiQ, pi-ovocrulo por diversas causas, ron-
correu prara publica, **m disiine^o de partidos,
foram movinientos esses expOulaneos e imprevis-
tos.
* Como, porm, a nossa gtjnerosidade e esfor-
fos pacficos os adversario^ rosponderam com a
farsidade da ftossa autora, cumprimes um dever
acantellanda os nossos amibos liberaes contra pm-
limas emergencias.
Desaviudo com o Sr. bispo diocesano o que-
rendo cumprir a deciso do conselho de estado, o
Sr.'Lucena como que senle fltar-lhe o terreno
debaixo dos ps, e talvez queira passar nos hom-
bros dos espaldeirados de lif de niaio.
a Rogamos aos nossos amigos, que se furlem a
qnalquer manifestado.
Entre oSr Lucnia e o Sr. D. Vital, entre o
governo imperial e os bispos, imando braco a bra-
co, nada temos que ver nos os liberaes, mis os
proscriptos.
O governo diz, que forte: deixemo-lo desen-
volver a sua forea.
Devemus, nos povo, dar o castigo digno do trai-
dor, que profauou o santo manto da liberdade ;
devenios castiga lo com o desorejo.
Fique, porm, sem embargo, lanzado onosso pro-
testo publica, contra to negra traieo da Provin-
cia feta ao povo era urna questo altamente social
e quojnteressa, nao a este ou aquel'e partido, mas
a naro br..sileira.
Bem sabiamos que a Provincia- se envolver ao
principio na quosto para melhor fazer epposi'.o
ao governo; mas nunca pensamos que era lio pon-
en lempo e le nma maneira Ilgica, servinlo-se
d desculpa de cabo de esquadra a Provincia reve-
lasse a sua perfidia ; nao, isso, seja dito cm abono
da verdade, nunca nos passou pela mente.
A questo urna questao de principios; logo
de interesse geral; e sendo de nteresse geral, que
razoes teve a Provincia para, em um momento so-
lemne, abandona-la, quando certo que os verda-
deros orgos liberaes, em conjuntura nenhuma e
muito menos par quaesquer cousideraces, aban-
donara os bons principios, seja ou nao favoravel
elles o governo ?
O povo dirigio-se ao governo : renresentou-Ilie
que os seus direitos eslavam otlendidos; o gover-
no veio desaggravar, como lhe cumpre em face das
leis. os direitos do povo, que asscnlam em bous
principios ; e quando se approxima o momento do
desaggravo, momento de triumpho para o povo, os
homens da Pr vincia, sob pretexto de desavenca
entre a presidencia e o diocesano, deelaram-so con-
tra a boa causa, e, como que por tctica opposicio-
nisla, arriman) surraleirumente os ultramonta-
nos! !
Quanla deslealdade e luco! erencia lera commet-
tido nestes ltimos lempos o orgio do liberalismo
do cavalleiro da Aguia Branca .' Quanta falta de
juizo e de tino, Santo Deus ]
Mnitn bem descesies at onde possivel des-
cer, quem s riza o interesse pessoal.
A Provincia deve renunciar o norae de orgo do
partido liberal, porque o partido liberal coi fio to-
dos os partido) compon-se do povo, e o po ;o nao
ha do w esqueeer jamis da trai.-o que recebeu.
Nos, povo, o que queremos o triumpho da cau-
sa da cilisaeo e do progresso: isto foi o que pe-
dimos ao governo; e se o governo acudi aos nos-
sos reclamos, que. razoes temos nos pava, ao rec-
bela justea, cravar o punhal no peito do juiz ?
Em urna questo como a em que prescnlernente
nos acharaos empenhados e na qual por nosso res-
peito esl tambera o goveruo cuipenhado, uenhuin
interesse nos afastar da posicao a que assuraimos
desde o seu comeco.
A. questo n i diz respeito ao governo ; diz res-
peilo, porm, ao paiz intro, e a cada cidado par-
ticularmenle ; nos, pois, que a levan os ao conheci-
ment do governo e lhe pedimos providencias, fir-
mes hoje,como hontem,uo podemos deixar de rep-
pruvnr e lancar a conta do despreso publico o nos-
so plano que a Provincia acaba de tragar, para
com o sacrilico dos verdadejros principios da li-
berdade e da ordem, favorecer a causa m e guer-
rear a presidencia.
Enganouse a Provincia, porque una transico
to rpida nao lhe d direito sinceridade e a con-
riccao, nao por certo ; e quem meditar sobre as
suas razoes, exclamar com o poeta. (Jai legi-
lis flores, el humi n scentia fraga, frigidus, o nut-
r / fagite hie, Intet anguis in briba.
Temos, pois, lodo direito de dizer que a Provin-
cia em urna questao social, que interesa a todos
os brasileiros, sea difrerenca e distiueco algurm,
andn especulando, suupoodo que do governo ne-
nhuma medida vera, alim de cessar a conflagra-
r '; mas hoje nue nenhum provuilo pode 4 tirar
por esse lado, j se prepara para apoiar os ultra-
montanos, crear difliouldades ao governo na exe-
oucao das medid s tendentes a comer o podei es-
piritual em suas attribuicoes.
Sacrifique-se ludo, veuc.-lo os bispos triumph >, e
a curia romana em suas pretensOes tetra todos os
progressos de seculos ; mas cre-se opposicao, en-
gendrem se novas diOiculdades, apparecaui mo-
dernos planos de conquistar o poder : eis o rao ve I
da Provincia na quesiao religiosa,
Felizmente, porem, em qnanto a Provincia anda
assim tacteando, toda inprens sin-era e uue de-
soja a ^olucio da qostao eotiforme pedir no seu
comeco, nao trepidou em man i Testar-se buje, como
te manifesiari no principio.
. Tuda imprensa, que desinteressadamente deseja
o triunipho da rano e do direito, est pois dispos-
ta a proseguir na misso que 40 proptz, prestan-
te, quaedo preciso fr, ao gowMino todo apuiu em,
i*m da causada verdade; exoefrto d ergio, a Pro-
ruou, i|ue poi si metmo tara procurado urna bo-
sico odiosa ; e as exeepooes quasi sempre sao
l&lafno^'fpojt, n eat^da em que no* collpoa-
tnos, desde flmus a uassa.causa e amos plana confiajma no
Horado delegado 1J0 uovqrno nesUpro
A'o.dia 20 do corfente deixou o 0%
cuinmodo do taade o 2^ tupuiente de ,
da freguezia da Boa Visla, o negociante Jos Can-|H
dido de Moraes Os relevantes servicos prtttados
por essoiinleJigeme funceionario. durante o temp>
que tao dignamente exetceu dito lugar, si dignos
'fe t-Kio o elogio ; j peta jusea c Mo ad|ninis.
trativo com que decida suas qnestds, j pelo es-
prrito candoso e humadez CW que ca rae trisado,
forianto, cidado as condicoes do Sr. Moraes, -
qua o governo deve laucar mi para policiar arta
rregueaia imporUnlo como a da Boa-Vista, nds
nao so ganliar A Iranrjuillidade publica, como d
proprio governo ; o a prova rlissose vio da iinpor-
lanisima diligencia- que o mesmo Sr. Marae-r
acabou de realisar com relago ao fabrico de se-
dulas faisis, que to bom. resultado obleve emo
sabido ; con vera pois,, o governo recompensar a
uflia auhJrdarla desia ordum, e- os pirJcliianos da
Bqa-Vista, agradecerem-Uic os ptimos 1 servigos
durante o seu exei cicio.
Um B'avistan*).
5 subdelegado ' O vcrilajil;iro remeiliu
Mil M*ll
verilu lempo,
Jamis se dever fazer pooco caso da tosso e
e da consiipaco, e nem to pouco esperar at que
03 pnlinoes rliflammados e ulcerados, no deixem
mais esperanca algnma. Loge ao primeiro e mais
leve sytnniomd. aeoda-so imumdiatamente e lnce-
se mo do mais delicios e melhor remedio pulmo-
nar conlieeido. O peitoral de anacahuita de Kemp
i por sem dunda alguma o reme lio mais poderosu
e efficaz para comba ter as adecenes da garganta e
t)Ulm6es, qne a scieneia tem encontrado, a expe-
riencia comprorado o o te^iemunho humano per-
feitamente f>provad<. A sna coraposico inlei-
ramente vegetal, e perfeita mente inolTensiva, con-
servandose inalteravelwente em tojos os paites,
adaptndole ailiniravelmentc a todas as idades,
leuiperainentes, e conslituieoes. Suas curas ma-
ravilhosas sao completas, nao deixando nada a de
tejar-te. E' de summa utilidade em lodos os casos
extremos, porm vale mais usai-o logo desde o co-
meco de qualqner urna molestia.
'). M. Martins, 1 a Hamos dr Machado,
(/.,3a. ^Ua & Casco, i a Lcmos .
\ a Pinto da nris Machada, '2 a S I-
C.uererteau, Ha kfmela, 7a Cramer
&C, la S. Castro k ,. > Carvalho (V
fe.Frov, 3--a Wrle d,( 1 j 1 "--Uo Olt-
fttrmares, 8 k IJA Bastos, a b *'-
vetra (Sf.', i T.. S. Siqueira, 5 a taz ..
mor 4i;8 ar Vaz d (al, 1 a Cuiihd *
Maula, 1 a C. J. d? -Mo le ros, 1 a Amaral
tTotta, i a Gtvjfcl do, Amafa!, 1 H. Kobert,
1 1 Koelia it Cj Manteiga -lo barris e i
1 ti ditos a Tisset, 50 a Prisco Barbot, 23 a
Kellr-r C;,-a e 3# l'Z a Beltro Filho.
20. o 30 ,1/2 Uoarte, d Il0drigaes, 80 c
120 1/2 a Pereira da Cunha dtlrmo. Mo-
vis t voluines ta BftarqOe de Macedo.
Piano 1 a H.'Vbgeey, 1 a Monteiro Grego-
rio & C, ItjGurael do Amaral. Popel 1
caixa a llamos & Machado, 2 fardos a Costa
iV. Iruvin.
Tecidos di versos 1 volunto a l). P. Wild.
C, i a"Alcforado titira AC, 5 a-Adria-
no Castro ,? Mer & C, 1 a Mo-
nhard & (',., 4 a Linden A C, 1 a C Jos de
Medmrqs, la Bast *., 4 a Perdigo Oli-
veira & C, i ,1 Basto Oliveira l... I a Fer-
reira Matheus.' Tapeto 1 eaivi a Ramos
Vinbo'bahis a Duarle Rodfigues. Vesti-
dos 1 caira a Lehman Frrcs. Vilru 1 cana
Martius das Jieves.
Para
qm'in competir pro* i-
l-ncii-.r.
Por diversas vezos tem este jornal chama-
do a atlengo dos Srs. subdelegados, para
as innmeras cosas de jogos de tabolagem
que existem e;n suas freguezias, com espe-
cialidade a de S. Jos e Santo Antonio, pro-
videnoi s nicles ; di/.uiu que algiiem mua :
esperaremos para ver quem o mamador.
Continua-se at que desappareca este cancro.
Qui Catite.
Viagctii medico scieiitifca.
Os Drs. Domnguez e Mascar acham se
residindo de presente na .ra da Itupuratriz
n. 5, primeiro andar, onde podero ser
encontrados, para os mistores de sua pro-
fissao.
SOMMSMW.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
frutes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
qner natureza, em vapores, navios vela ou
barcadas, a premios muito mdicos.
UUA DO COM.MLliC.lO k 3.
PKAGA DO RKG1FE 22 DE JULHO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS IM TABDR
Cotacoe* oflicacs.
Algodaode 1" sorte 8500 por (o kilos.
Leal Si-ve
Kelo prisidenti'.
jeore Patchut
Pelo secretario.
Portos do sul vapor brasileiro Cvutcho do
Sul, consignado a Pereira Y.'de C, manifes-
tou:
Rio.
Cigarro la barricas a Gomes de Matto de
Irmos. C^lla 5 saceos a S. Silva. Cba-
mins de vidro 2 barricas a H. A. Ri-
beiro.
Pumo 25 latas, 30 I/t ditas efi pocotes a
ralineira, 40 rolos aos consignatarios, 0 a
Lima Bairo, 40 caixas a Delirio Filbo, 4
oiica[w)dosf 3 caixas a Bourgard C, 47
encapados a J. A. Pereira.
Babia.
Charutos 3 caixas a J. Ferreira dos
Santos, 7 a Cunha & Manta. Chapeos 1
dita a .eite Basto.
Panno d'algodo 100 fardos a Amo-
rim & C.
'ftido 1 caixa a Monh rd &
ta de escrevT 3 voluraes a
incida.
C.
J.
Tin-
d'AI-
OESPAil. S
ALPANPEtiA
endimenlo do dia la 21. .
dem do dia 22.....
655:8882!tt
16:945^053
672:83U2j0
Descarregam lioj 23 do julho de 1873
Brigne inglez irmt (atracado) mercadorias
para alfandega.
Barca inglrza Miranda mercadorias para al-
fandi'ga.
Vapor francez ViUe de Rio Janeiro mercadorias
para alfandega e varios gneros para o
trapiche Gonceio.
Barca portngueza Vencedera varios gneros
para o trapiche Coneeicao, para despa-
char.
Barca portngueza I.uzituiua varios gneros
para o trapiche Coneeicao, para despa-
char.
Barca ingleza 7V para o caes do Apollo
Patacho austraco Carlos S. farinha do trigo ja
despachada para o caes do Apollo.
Patacho suecoNordbon -farinha de trigo ja des-
pachada para o caes Jo Apollo.
Patacho francez -Andr ferragens j despacha-
das para o 5o ponto.
Vapor nacional Cruzeiro do Sal genoros na-
cionaes para o trapico da companhia.
Barca inglezaOlind 1bacallio j despachado
para o trapiche Conceico.
juncia : ., fcxc cora prudencia e, criterio salera
wanter-je como fiel cutpnrWor da tei, .como tern-
ero (joaaras o ifltlleU'canio a
uarjla o eiiunplio d.>
"lo, p-'tlt o povo Jiao
3 Q''rdbnfc% ife Prtn>-
' mWpio A) boom.
'4lgMTO.(to Ptte?,
ImportaciEo.
Havre por Lisboa, vapor francez Ville do
Rio de Janeiro, consignado a A. F. de Oli-
veira & C, manifestou :
Lisboa.
Amendoas 0 caixas a Francisco Gonc,alves
Bastos. Albos e ceblas 65 caixas s Guedes
de Araujo, 65 a Lima & Silva.
Batatas 75 1/2 caixas a Guedes de Araujo,
7a 1/2 a Lima & Silva, 50 1/2 a Beltrao &
Filho, 50 1/2 a Cruz .Nogueira, 50 1/2 a
Santos Araujo.
Ceblas 300 caixas a Cruz & Nogueira, 50
a Prisco Barbosa, 200 a Rabello (S- C. Cabos
do Cairo 42 volumes, a J. Aguiar & C. Chou-
nca 37 caixas a Prisco Barbosa, 7 a A. Bar-
bosa.
Fructas 10 caixas a A. Prisco Barbosa.
Impressos 1 caixa a Beltrao Filho.
Livros 1 caixa a Rabello & C.
Majaes 6 caixas a Lebre & Reis, 6 a C. A.
Barbosa, 8 a Ferreira da Cruz, 2 a Jos V.
Lima, 30 a .1. Azevedo, 10 a Gomes Pires,
10 a Rosas & lrmao, 20 a Gonc,alves Bastos,
35 a Cardoso & Martins, 20 a Guedes de
Araujo, 14 a Lima & Silva.
Peras 5 caixas a Gomes Pires.
Sardinha 64 caixas a Beltro Filho.
Toucinho lo barris a Prisco Barbosa, 15
a C. A. Barbosa.
Vtoho \& barris e 30 caixas a Beltrao ifc
Filho, 2 barris a S. Gir.
Uavre.
Artigos de chpeos de sol 1 caixa a Ma-
noel Maestral i. Amostra l.pacote a I). P.
Wd. Artigos de seleiro t caixa a Hyppo-
lito Roberf, 3 a Emilio Robert.
Calcado 4 caixas a Lyra & Vianna, 1 a
Satyro 8. da Silva, 2 a Burle C, 2 a Mo-
nbard dC, % I Wd r* C, 1 a Carvalho
Mofaet, t a rtiQaWes Ferreira, 1 a Mendos
Lobo C, 1 a Oliveira Sobrinho, 1 aS. Cas-
tro Almeida, i a B. Oliveira tt C, 1 a
Ramos Mnchado, 4 a Farias & C. Cartas
dejogar 1 caixa a L. & Coimbra. Ca-
xinhas do msica 1 caixo a Rodrigues lrmao
& Guiarles. Cr*trapgne*0 caixas a Cu-
nha Manta.
Drogas'1 Caixa a M. S. Parias.
Ervilia a caixas a Monhardd C. Encera-r
do,i xa Ramos & Macbado.
rita, 1 caixa a D. P. Wtld C.
loias 1 ana a Souza e S & C.
HRidetas ?'rvorsas 1 caixas a 0. P. Wd
de Exi'oirrigAoxo dia 21 de
JULHO DE 1873.
*rra os portos do exterior
.\'o navio austraco Frederick U. para o la-
nal, earrvgaram : G. Neeseu A C. 88 baccas com
5,694 kilos de algodao.
Ho hrigne hespanhol m ble Thereza, para
o Piio da Prata, carregarain : P, Carneiro A C 508
barricas Cun 57, 8 kilos de assucar blanco.
Na polaca huspanliola Temeraria, flor o Rio
da Prata, carregaram : J. S. Loyo i Filho 177
barricas com 22,12a kilos do assucar tranco e 50
ditas com (i,502 ditos do dito mascavado-
Pura os portas do interior.
Para o Hio GrauJe do Sul, no pataclio bra-
sileiro Ca'dia, carregaram : J. S Loyo 4 Filho
175 barricas coro l!),G ll kilos de assucar branco o
100 ditas com 12,036 ditos de dito mascavado ; B.
Oliveira A C. 2f> 00 cocos ( ucla).
i'ara o Rio ilrande du Sul, na sumaca het-
panhola S. Marinho, carregarain : Amorim Irmaos
& C. 200 barrk|uinhas cm I2..222 kilos de assucar
branco e 150 ditas com 16,' 8l ditos de dito mas-
cavado.
Para o Maranhao, ni vapor brasileiro Cm-
zeirodo Sul,; carregou : T. Christtansen 81 saceos
cora 6,075 kilos de assucar raasca'ado. 115 ditos
com 8.625 ditos de dito soraenos, 55 ditos c 40
barricas com 4,670 1|2 ditos du dito brano.
Para Alagoas, na baruca Vtneza, carregou :
B. F Guimares i barril com 96 litros do agur-
dente.
Para o Bio Grande do Norte, na barcaea A.
Pernambucana, carregou : B. J. Coelho 2 barris
com 192 litros, de agurdente.
cAPATAZlA DA ALFANMRsA
Rendimento rio dia 1 a 21. !f:94*8!3
(dem do dia 22...... 477J22S
13:420^121
VOLt'MES A1HB08 \o dia i a 21. ..... Pnmeira porta no dia 22 Segunda porta..... Ierceira porta .... Trapiche Conceico . 17,467 89 185 l i.o;4 I8,8:tl
SEHVICO MAIUTIMO
Alvarengas desearreradas no trapiche
da aifandega no dia la 21. 2-5
ilas ditas no dia 22. ....
Navios atracados no trap. da aifandega I
Alvarengas........
No trapicho Conceico..... 3
29
RECEHEDOitIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMRI'CO
Rendimento do dia 1 a 21. 4?:767-0'>!>
dem do dia 22...... }:KI75
i3:9tt*27l
CONSULADO PROVINCIAL
Kendimento do dia 1 a 21.
Idera do dia 22. .
RECIFE DRAIXAGE.
Rendimento do dia 20. .
dem do dia 22......
118:472 *8;S
:i:.'l07*8S
I2I:7807 0
86*612
27i*72o
358*3'2
MQVIMEKT6 U PORTO
Navios entrados no dia 22.
Ro de Janeiro e porlos intermedios-7 dias, van r
nacional Cruzeiro do Sul, de 1,111 tonelada-,
commandaote 1." lente Gulllierme WadJing-
ton, equipagem 60, carga varios gneros ; a IV-
r ira Vianna A C
Havre por Lisboa -20 dias, sendo do ultimo port >
14 dias, vapor francez Ville de R,o de Janeiro.
de 817 toneladas, commandante A. Fleury, equi-
pagem 38, carga fazendas e outros gneros ; i
Augusto Frederico de Oliveira A C.
.Vario sonido no mesmo dia.
Para Barca francesa Vrridiana, capito Fay,
carga assucar, aguldente e outros geuero's.
EDITAES
Kilititl
eotti
ile ae dias.
praeo
m. tn.
Pela inspeetoria da aifandega Porpambu.-
se faz publico, que acbando se as mercadorias
comidas nos >
de serom arrematadas pora consumo nos termos
do capitulo 6." do tHnlo 3. do regulamento c~e 19
de setembro de 1860, os seus donos ou consigna-
tarios doverao despacha-las-no prato d 30 dias
sob pena de, findo ello, screiu vendidas por sua
coma, sem que mes fique compelindo allegar
contra os effeiios desta venda:
Armazora n. 3,
Marca diamante 0 S. N. Giy, 1 caixa wad# J >
Liverpool no vapor ingk-z Ztmkrt, d^cari-ngal i
m ll de maio dja 18*2 e consignada a Bastos &
dem B S O. N. 143. 1 dita ruda do Liver-
rl no vapor iuglez Ottdo descam glda m 3
agosto de 1872 o coat guada a Basioa. 4 Sim.
dem Mello.' N 545. H\* dem dem, em 2



"P
Diario d Pernambueo Quarta feira 23 de Julho de 1873.
de eetenibrele 1875 ewnsignada a Poreira MeMo
& C
I tem idem. N. 303. 1 fardo kro dem, ea |1
ideiu dem.
idem USO. Xt. .MI a 151, 159 a l<2, i4 o
!('.(>. 9 /ardas idem idem, u Bastos Suva.
dem Biamantc B Ns. 106 a I JO. o ditos
dem idcm -hIcoi.
dem Lenas. Xs.4tti* cairas viudas de
Liverjni na vapor inglea Glodiulor, ieaariegaias
e.m U de' eatubro da f87 e consi^iuias a GiiTineau.
Mam ladrad B S. N. 112. t fardo 4em
dem, a iiastes Mka. i
dem X B b V 50". 1 caita idein.ideen,
em 12 idan a Cramer Fray 4 C.
dem S S L G. X. 1. 1 dita Mea dem, a Le-
os Guerineau.
ldom i Mfi. -X,54. 1 dita den dem, ignora-
se a coHstgaacao.
dem amante B 6. X. IS4. 1 dita dem dem,
consignada a Bastas dem ideal. N.3M. 1 fardo dem dem.
dem idem. i. 209. I dito idem dem, cea i i
idem dem.
dem Hiera. Xs. tTt e 173\ 2 caixas .idem
idem.
dem B S. Xs. .69, 77 e 78. 3 ditas idea
idem. i
dem SSL iC. Xs. 8 e 12. 2 ditas idem,
a Lemos Guerineau-
dem quadrado B S X. 211. 1 fardo idem idem,
em 15, a Bastos 4 SWa.
dem FMC Xa. .6 a 6>9. 2 ditas vndas
de Liverpool no vapor inglez Muriit, dcscarrega-
das em 2 de novembre de 1872 e consignadas a
Ferreira ft Martins.
dem Lemos. X. 62. i caixa vinda de Liver-
poJ o i vapor ingle Student, dcscarregada am
til de noveiubro do 1872 e consignada a Lemos &
Guerineau.;
dem idem. X. 63. i dita idem idem, em 22
idem.
dem idem. X. 101. 1 dita idem idem.
dem 2 diamantes L. Xs. 27 e 28. 2 ditas
idem idem, em 23, idem.
Idem Mello. X. 314. I dita dem, a Pereirade
Mello & C.
Jdem B 4 S. Xs. 63 -o 66. 2 ditas idem, a
Uasos & Silva.
dem Quadrade B k S. X. 712. 1 dita idem.
dem WCP. X. 712. 1 dita idem idem a D.
V. Wild 4 C.
dem diamante B S. X. 171. 1 dita idem idem,
a Bastos dem V S B M. Xs. 216, 231, 232 e 236. 4 far-
dos viudos de Liverpool no vapor Bglez Chrysoli-
te, descarregados em 3 de dezembro de 1872 e
consignados a A. V, da Silva Barroca
dem Triangulo C i 4 C P. X. 402. 1 dito
dem idem, a Costa Irmao 4 C.
dem B & S. X. "5. 1 dito idem idem, a Bas-
tos 4 Silva.
dem V S B M. Xs. 220,235,233, 224,225,229,
23i i e 219. 8 ditos idem idem em 6, idem Anto-
nio V. da Silva Barroca.
dem K 1 4 G. Xs. 288, 289, 290 a 297. 8
ditas idem idem a Bodngues Irmao & Guimares.
dem Triangulo C J 4 C P. Xs. 34 e 401. 2
ditos idem idem a Costa lrmo 4 C.
dem idcm dobrado. .Ns 542, 543, 544, SIS.
4 caixas vindas de Liverpool no vapor inglez Gla-
diator, deseanegadas em 24 de dezembro de 1872
e consiguadas a Mesuuita Cantuso & C.
dem V S B M. Xs. 231 e 252 2 ditas idem
idem a Antonio V S. Barroca.
dem triangulo C 4 C P. Ni. 404 e 409. 2
fardos idem idem, a Costa lrmo ic C.
dem 2 tringulos B. Ns. 546 a 548. 3 ditos
idem, a M. Carioso 4 C.
dem l) I. .v. 47 e 48. 2 ditos idem idem em
26, a uarte 4 Irmao.
dem triangulo C J 4 C. X. 44. 1 dito idem
idem, a Costa lrmo C.
dem B & S X. z2. m dito idem, a Bastos 4
Silva.
dem V S B M. Xs. 267 e 268. 2 ditos ditos
idem idem, a A. V. S. Barroca.
dem S 4 C D P. Xs 2796, 2797 e 2i88. 3
fardos idem em 30, a M. C. 4 C.
dem triangulo CJCr. Xs. 413, e 4C6. 2 di-
tos idem, a i osla lrmo 4 C.
dem quadraJo U 4 S. Xs. 2l8 e 219. 2 ditos
idem idem a Bastos & Silva.
dem puadrado 66 J F C L Ns. 1 a 10. 10
ditos idcm dem em 31, a ordem.
dem (juadrado C 4 V N. 3?8. L' ni ditoidem
idem, a Carneiro Je Nogueira.
dem V S B M. .Ns. 237 a 242. 6 ditos idem,
a A. V, S. Barroca.
Alfandega, 19 de julho de 1873.
O inspector,
Falli A. de Carvallio Ret.
examina- a armaeSo, vfrrt de eajd, e mi'.- ten-
cilios. >>s pretendentes podem vir rata da Sen-
zalla Nova n. 7 1. andar, por cima daloja-onje
est a dita armacio c afectes referido*, e ludo:
val a prara a requerimente de D. Alejcatdrina
Mara do Sacramento, vinra inventarame > tina-
do Jos Pcreira, para saUsacao de ouus <) mes-
ino inventario.
Pela thesonrari provincial se fae ;>lilico'
que foi transferida para a da 24 do carmine moz,
a arroma tafia do sitio dos Remedios adjudicado a
fazenda provincial pela qeautia de 3:78*, giroco'
por que val praca.
Seenflaria da thesou r*r.'t provincial de iPanaam-
buco, i9 do julho de 1873.
O -alticial maior,
-...-'_______________M. A. Fcm-r*.
Commando das armas
De ordem de S. Ex*. Sr. brigadero eam-
raandanto das armas, clamado ao quarial ge-
neral o ex-soldado do 2* batalho d" infamara
Manoel Joaquim do Xasewieolo, que ao .governo
pedio o pagamento da gratificacao de 380* a que
se julga com direito. por ter sido voluntario da
patria; devendo trazer a escusa origaal que 5lie
fui passada pelo dito batalho, afini deseraitae-
xada.ao seu requerimento, conforme exilio o mi-
nisterio da guaira em aviso de 9 do cerrante.
Secretaria do commando das armas deJ'er-
nambuco, em 22 de julho de 1873.
fiamcisco Camello Petsa de Laetrrd*,
Tenente-coronel secretario.
onal snar
artos :
sena o drama em 1 prologo e 4
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Perante a junta administrativa desta santa rasa
vai praca na sala das suas sessoes, pelas 3 horas
da tarde do da 7 de agosto, pela renda annual de
1.2004, a propriedade flha do Xogueira, perten-
ceote aos estabelecimentos de caridade seu car-
go, a qual tem l,0<3 ps de roqueiros da produc-
cao, casa de viveuda, viveiro de peixo e muitos
terrenos para plaiHacoes. Os licitantes devero
apresenlar-se munidos de cartas de fianea de pes-
seas abonadas.
Secretaria da saeta cwa de misericordia de
Recife, 2l de julho de 187 J.
. O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sotiza.
Subdelegacia da freguezia do Po^o da Pa-
nel la 21 de julho do 1873.
Acha-se em deposito urna burra de cor casta-
nha, quo suppoe-se 'urtada : quem for seu dono
aprsente-se resta subdelegacia, que provando Ihe
pertoncer ser entregue.
O subdelegado
' _____Sebastiao Alfonso do Reg Barros.
CONSULADO PROVINCIAL.
De conformidade enm r. ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do crrente, transmito-
da esta administrarlo por portara do Sr. ins-
pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
inez boje recebida, ada se de novo aberto. at o
ultimo de agosto vindnuro, o recebimento dos d-
bitos provenientes dos apparelnos e annuidades
pelo servido da Recife Drainage Company, corres-
pondente ao semestre lindo em jnnho do anno pr-
ximo passado, com a multa de 6 /.
Pelo presente sao, portante, avisados os respon-
sayeis essa contribuico, nfim de que curem de
satsfaze la as cundieses do edital desta reparticao
em maio ultimo publicado, evitando assim a co-
branea por via judicial.
Consulado provincial, 16 de julho de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Ros.
JOCELYN
do o
larteSro da Sarliob.
<0 panet d condeaa. d obMiprinsamente desem-
ponhado jmU Exma. Sra. B. Ptiaomem Wnnderk.
digna onatle do disiR-to artMta o Sr. Flavio
AVaadenlc.
rcstetll* espectafute seta ann:wria.lo na
quarta-tnra.
T-erminar-t r.speetaiilu mwi nucida scena
coniw 4iielo-artisu Peuanle.
Principiar m % ltl>tMras.
Ao piililini
OopeetacuM annunciado para adbndo 19 do
crrante em beneficio da joven Henriqvsta Pon-
tes .e qua dewu de realisar-^e em irtude de
se tevem ausentado os artistas, dyinpia e Pro-
copio, tara luga* quaru-feira 22 do correte.
A beneficiada espera rae os distiactos cava-
Iheiroe que se dignaran acetar-lhes bimeles para
esse dia, bajam de desculpar a falta que involun-
tariamente se dea ; e pede-lhes aas urna vez o
favor de concotTarem nesse dia ao seo beneficio,
pelo que desde j se confessa eternamente grata.
Lisboa e Porto
Va^saliir-eom brevidade a barca portugua
Despique II, recebe carga a - tar com a consignatario Tito Civio Soaros, ra
do Vinario m. 17._______^^^
llio de Janeiro


TRO
SANTO ANTONIO.
EMPEEZA
OM?irli-fdra 23 de jlhf>.
1.a represenafjo
ne.-ta uocba, do seinpre bem aceite e entusis-
ticamente applaudido drama-vasJevlle em 4 ac-
tos :
A SALO i A
(Huaica da ntaentro oroiilia)
DEN0MIXACES.
1. acto. O embarque para o Brasil.
2.* Xova pusicao social.
3." O roubo do retrate.
4.' A innocencia reennhecida.
Distribuir:,..
Personagens do 1* acto.
Rodrigo, funilero Sr. Vicente.
Manoel Fontes Sr. Florindo.
Porfirio, velho artsti Sr. Camira.
1.' homem do povo Sr. Philadelpho.
2.' dito Sr. Emiliano.
Mara, a saloia D. Manuela.
Povo que embarca para o Brasil
Personagens dos outros actos.
O r. Joaquim Crrela de Uliveira Andraue, ju
substituto da provedoria de capellas e residuos
nesta cidade ue Santo Antonio do Hecife e seu
termo, provincia de Pernambueo, por S. M. Im-
perial eut.
Faco saber aos que e presente edital viran e
delle noticia liverein, que leudo fallecido Domin-
gos Jos Marques, seiventuano vitalicio dos offl-
CMS de soliciuidoi de capailas, residuos e ausentes
do termo desta cidade, acliando-se por ieso vago
dito oficia sao pelo presente cbamaUos os preten-
den tes elle, para no prazo de 6 dias, contados
da publicacau deste, apreseutareiu-se perante este
juizo competentemente habilitados com suas peti-
es acompanhadas de exarae de^sulBciencia, ofha
corrida e mais documentos que julgarem necessa-
rios a bem de sua pretencao na forma da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
raanue passar o presente eaital com o prazo de
60 das, que ser publicado pelos jornaes e affl-
xados nos lugaies do costume.
ado e pasada tiesta cidade do Recife de Per-
nambueo, aos 21 de julho de 1873.
Eu Domingos Xunes Ferreira,escrivao escrevi.
_____ Joaquim Correia de Olivdra Aodrade.
Faco conster a quem convier que o Illm. Sr.
jJr. director geral interino tem de>gnado o da 21
de agosto prximo vindouro, pelas II horas da
unbi, para ter lugar nesta secretaria o exame
de verificarlo de capacidade para o magterio
primario do sexo femenino, ao qual sero admit-
tidas, nao s as senhoras que j requereram, como
lambem as demais qne pretendern prestar dito
exame, devendo inscr\erem-se nesta secretaria
na furnia das instruyes de II de junho de 18o9,
at o dia 20 do mesmo mez.
Secretaria da iustruicao publica de Pernambu-
|co, 21 de julho de 1873.
O secretario
Aureliano A. P. de Carvalho.
Santa casa da misericordia
do Recife. .
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife sao convidados os pnrentes das educandas
do coegio das orphls em seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua educacao, para que
requeiram ao hxm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolveu a una admi-
nistrativa, de conformidade com o que dispoe o
3- art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chngas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Coelho, filhas de Vilal das Cbagas Coelho.
Mara Emilia.
Ignaca Rheiro, (Una de Leandro Jos Riheiro.
Mara Ignez de Mello, lillia de Jcao Bezerra de
Mello.
Maria Magdalena de Mello, filha de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, Giba de Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudocia.
Kelippa.
Thereza dos Santos Torres, tilha de Jos dus San-
ios Tor es.
Pe ge itina, protegida de Maria Ilermenegda
Machailo.
Sophia Maria da Conceiflo, exposta.
Maria da Paix.io Siqueira, liiha de Raymundo
Jos de Siqucia.
Secretara da santa casa da misericordia do Re- Riu
cfe, 27 de unho de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda, se faz publico que, em virtude
do aviso do aiinisterio dos negocios da fazenda de
21 de junho ultimo, vai em hasta publica, no dia
30 do crrante mez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junta da' uie.-ma tliesourara, para ser ven-
dido a quem maior vantagem oflerecr, o barra-
i.ro que em "Santo Amaro das Salinas, servia de
quartel companhia de cavallaria, avahado pelo
juizo dos feitos da fazenda em dous contos e oit-
centos mil ris.
O pretendentes deverao apresentar as suas pro
postas em cartas fechadas, competentemente sel
iadas. at urna hora do supracitado dia.
,-ecretana da thesouraiia de fazenda de Per-
nambueo, 9 de julho de 1873.
O secretario da junta,
Jeiuiio Rodrigues Cantoso.
Sir Arthur Haverley
O Baro de Santo Amaro
0 conde de Fonte-Bella
Hard, dono d'nm hotel
Um criado
Mara, cantora
A marqueza de Villa nova
Carlota, sua tilha
Epocha, actualidade.
O !. acto passa-se no
Estados-Unidos.
Do priraeiro acto ao segundo
nos. j
A instriimentaco da msica desta peca fe'a
pelo maestro
Sr Santos Silva.
Sr. Vicente.
Sr. Florindo.
Sr. P. Augusto.
Sr. Antonio.
D. Manuela.
D. Joanna.
D. Emilia.
Porto, os demais bos
decorrem 10 an-
Terminar o espectculo com a muito graciosa
comeda, j representada e muito applaudida ne?-
te mesmo thcatro :
tina mulher por 2 horas.
Principiar s 8 Ij2 horas.
Em ensaios
para subir brevemente scena a grande phanta-
sia lyrica, satyri !a e burlesca em 1 prologo e 2
actos :
OU O
CLIEHo
(Mostea de Oft-mback)
Representada no thentro Phenix Dramtico d-
de Janeiro mais de
100
vezes.
Msica apropriada e instrumenta-la pelo maes-
tro Colas.
Scenario pintado pelo scenographo L. Chapelin.
Vestuario, ad'Ti'cos e accessorios completamen-
te novo?.
5VI3Q5 MARITWI0$
UhLABAOOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A filma, junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 54 de julho, pelas
3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
Eais vantagens ollerecer, pelo tempo de nin a
ts anuos, : 'clarados.
ESTABELECIWENTOS DE CARIDADE
Ra larga do Rosario.
" erceiro andar n. 24,.....23200
Ra das Calcadas.
Casa terrean. 30...... 2200O(i
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra de Gervazio Pires.
C asa terrea n. 2 ..... 15600
Kna das Cinco Puntas.
< asa terrea n. 94.......300*000
.. Ra da Senala-veiba.
(asa terrean. 16..... J0900
Becco das Boias.
i obrado n. 18....... 421*000
Ra da Cruz.
Sobrado n. 14.......1:400*000
, Ra de S. Jorge (Pilar).
Casa terrean. 103....... 206*000
Os pretendentes de ver'o apresentar no acto da
arrematacao as suas llancas, ou comparecerem
acn panhados dos respectivos fiadores, devendo
pjgar alera da renda, o piemio da quantia era
ote for seguro o predio qua contiver estabcleci-
mento commercial, assim cerno o servijo da Um-
pf za e precos dos apparellios.
.Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de jmnho de 1873.
O escrivao
I__________Pedro Rodrigues de Souz a,
| ARREMATACAO.
Xa audiencia do dia 23 d corrente presidida
pelo IHm. Sr. Dr. juiz de dreite da i.' vara, se
ba de arrematar: i casa de sobrado de 1 andar
ra do Apo lo n. 63 avallada por 4:200*000. 1
araafo na venda, com varias opjectos e utenc
lio, e porcao de vmho de cajti, como iudo se.
" ht ver do escripto no poder do porteifo
dilMos com a? re^e^tlvas afiriiacae; a
De ordem do I Im. -r. inspector da thesou-
rara de fazenda de ta provin:ia se faz publico que
no dia 16 de agosto prximo futuro, pelas 2 horas
da tarde, e perante a junta da mesma thesouraria
ser posto em hasja publica para ser amatado
de venda, a quem mais der, em virtude da ordem
do tribunal do thesouro nacional n. 195 de o de
setembro de 1872, o terreno proprio nacional, sito
ra do Nogueira nesta capital, em que existi a
cas- terrea n. 16 ; servindo de base para a arre-
matacao a quantia de 400*, valor da respectiva
avaliacao : os pretendentes deverao apresentar
nesta reparticao suas propostas om cartas fecha-
das, devidamente selladas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Fer-
nambuco, 16 de julho de 1873,
O secretario da junta
Jezuino Rodrigues Cardoso.
ADM1MSTRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BC'O 23 DE JULHO DE 1873.
Malas pelo vapor Cruzeiro do Sal da companhia
brasileira.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (23) pelo vapor cima mencionado para os
portos do norte, ser recebida pela maneira se-
gu ule :
Macos de jornaes, mpressos de qualquer na-
tureza e cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1|2,
parando porte duplo
O administrador interino
Vicente Ferreira da Porciuncula.
THEATRO
DRAMTICO
RSFI13CA Jt FimNTC
Ouarla-eira io de julho
Espectculo em grande gala para
solemnizar o annfversarlo da
maloridade da 8. M Impe-
rial o Sr. D Pedro II
em
BENEFICIO DA JOVEN
Jleirfoela P ates.
A' chegads de f. Exc. o Sr. presidente da pro
vincia orebata executara o
HYMNO NACIONAL
Depok quf a orehe-tra execnlar o hymo a-
Para ^Lisboa pela Ilha de S
Miguel.
O palhabote portiiguez iV vo 8, Ijj'irenco pre-
tende sahr com toda a brevidade : quem no
mesmo qnizer carregar ou ir de passagem, trate
com os consignatarios T. d Aquino Fonceca & C.
suecessores, ra do Vigario n. 19, primein an-
dar.
Rio-Grrande do Sul.
Para o referido porto segu era poneos dias o
patacho hespanhol Themoteo, por ter a maior
parte da carga engajada : para o resto que Ihe
falta trata-se com os c asignatarios loaquim Jos
Gonjalves Beltro A Filho, ra do Commerco
n. 'i.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
Al o dia 27 do corrente espera-se da Europa o
vapor inglez Douro, commandante Thevaites, o qual
depos da demora do costume, seguir para Bue-
nos-Ayres. tocando nos portos da Babia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
Xo dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Boyne, commandante F. Reeks.
o qual depois da demora do costume, seguir
para Southampton, tocando nos portes de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para freles, passagens etc., trata-so na agencia,
ra do Commerco n. 40.
tropas quem peder viver socegado nesta trra.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
_ Navegacaa eaateira a vapor.
MAMANGLAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 de
corrente, s 6 horas da tarde.
Recabe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 2 horas da larde do dia da sabida
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
A. Baumann, capito do pataefio allemao
Almuth Catharttw, vindo do Rio de Janeiro, com
carga de caf, cora destina para Palmouth, para
ordens, entrado neste porto com agua abena,
precisa para occorrer as despezas que nao foram
pagas pelo producto da venda da parte avariada
da carga, a risco martimo, da quantia de dous
contos de ris, poseo mals ou menos, sobre o
casco, frete e resto do carreganiento do dito na-
vio, consistindo etn 1,230 saceos com caf, ufar-
las em cartas fedxadas serio recebidas no consu-
lado do imperio Jefflianico atft 0 di P do cor-
rente mez ao meio dia. j
O brijsue naci al S. Punm
dias : pam cargn trala-se iu
mer< 7. t
seguir em^poueos
na do Vigario nu
i
pretede-soguiraeom pouca demora a escuna por-
lugueza<}Briiiia,^e i* ciarse, capito Loureiro,
por ter a maior parte de en carregamente enga-
jado ; e para o resto que Ihe falta trata-se com os
consigaatartos Joaquim Jos Goncalves Beltro &
FIIhi, rtudo ikminerciojL 8. Tf
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\'ave^a^lo cos eira a vapor.
ARAHYBA, KATAL, MACO, HOSSORO', ARAC\
TY, CEAR, ACARAClT.
O vapor Ioojuco
commandante Moura
seguir p.ira os por-
tos cima no dia 31
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga al o da 29, encommendas, at
30, pasiagens e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte do
Mattos o. 12.
Brigue nacional Arroio Malo
Para o Rio Grande do Sul vai seguir sem demo-
ra o brigue nocional Arroio Malo, navio de or-
dem, pouco faltaado para o resto da sua carga,
para esse fim trala-se no escriptorio de Silva &
Caacio, ra do Mrquez de Olnda o. 60 andar.
BK.simitt.
Vapdt Para
'ste vapor esperado dos portos do norte at a
da 26, e seguir para os do sul depois da demora
do costume.
Para carga, encommenda. valona e passagei
ros, dirijam-se na do Vigario n. 7, escrip-
torio.
FERREIRA VIANXA 4 C.
_______ Agentes.
(Jm dito de Erard e muitos ontros pianos
de armario dos mais acreditados fabri-
cantos do Paris.
Terca fe ir 99 do corrente
,Na ra do Bnro da Victoria.
Antonio Jos de Azevedo, qnerendo definitiva-
mente acabar com o sen osito (blanos, far'
Icilo por nt.Tven;.! \\e Pinto, de dilTe-
rentes pianos noi *xistcntes no pri-
meim andar do >l.n ti 'dv ra to Bario da Vic-
toria n. 12.
O leilio prtoeVar .-n 10 fr2 horas
t
Tara a IMiia.
Pretende seguir com tola a brevidade n brigue
Isabel. Quem no mesmo tiuicr car regar, dirija-
ja-so aos consignatarios, Thoniaz de Aquino Fon-
ceca & C. Suecessores, ra do Vigario n. 19.
Paciic Sleam Navigalion Coaipan}
I nha qtiinzenal
o paquete
espera se dos portos do sul at ao.dia !. do pro
ximo mez de agosto, e depois da demora do cos-
tume, seguir para Liverpool, via Lisboa e Bor-
deaux, para cujos portes receber passageiros
e can a.
Os agentes WIsor Rowe A C, na do Commer-
co n. i i.
LEfLOES.
COiTAShu
DAS
MESSAGERIES MARITIMES.
No dia 27 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Mendoza, comman-
dante Coorier, o qual depois da demora do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para condiedes, fretes e passagens, trata-se na
igencia, ra ao Commerco n. 9.
companhaTernambucana
DE
\HvejiifiI( cos eir a vapor.
MACE1, PENE DO E ARACAJU'.
O vapor Giqui,
commandante Martins
seguir para os por-
tos cima no da 31
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 29, encommendas at
o dia 30, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : escriptorio no
Forte ao Mattos n. 12.
< OHIA\IIIl
DE
VAVEGACAO BRASILEIRA.
Portos. do norte.
Dos portos do sul esperado ate o dia 22 do cor-
rente o vapor Cruzeiro do Sul, o qual depois da
demora 4oe stume,seguir paraos portos cima.
Para carca, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario n. 7.
Pereira Vianna A C.
_______ Agentes.
LEFIO
DE
22 vergas apparelhadas e mastaros, 2 mas-
tros reaes, 1 leme de roda, 1 fogo de
ferro, 1 cabrestante, oseadas demndeiras
e mais artigos.
Hoje
s 11 horas.
Por Intcrvenco do agente Pinito
Borges
Xo caes do trapiche da companhia, onde se
acham os referidos artigos.
LEILAO
DE
louca,
vidros e outros artigos.
Hoje
A'SII HORAS DA MAXH.
A' RA DO VIGARIO N. 11, ARMAZEM.
O preposto do agente Pestaa far leilo por
por conta e risco de quem pertcncer, de 1 mobilia
de faia com (ampos de pedra, 1 dita de junco,
marquezas, marquezes, cadeiras de balanco, ca-
mas francezas para casal, camas de ferro, 2 ear-
teiras grandes de amarelo para escriptorio, 1 se-
cretaria de dito, guardas-roupas, guarda-vestidos,
commodas, toilettes de mogno, dito de fero, es-
pelhps, quadro?, candieiros a gaz, machinas para
costura, mesas redondas, mesa elstica, 1 caixa
com ISA libras de chocolate e outros muitos objec-
tos avulsos.
Hoje
Xo arraazem da ra do Vigario Tenorio n. 11.
s 11 horas.
Rio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo seguir era poucos
ias ; para carga tratase na ra do Vigario n. 7.
lii Grande i! Sul
Para o porto cima segu mpreterivelmente
a escuna Georgi na, no dia 24 do corrente, poden-
do receber alguma carga at o da 23 : a tratar
com Tasso Irmos & C, ra do .--morirn n. 37
AMIIA
DE
.\AVEGACA0 BAHIAMA
U1IT.UA
Para Hucci, Peucdo, Aracaj
e Baha.
E' esperado dos portos do sul at o dia 29 ou 30
de julho o vapor Penedo, o qual seguir no da se-
guinte ao de sua rhegida para os portos cima.
Recebe carga, passageiros a dinheiro a frete : a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
vetra Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 37.
Companhia Franceza de Navega-
do a vapor
O STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Canamandante A. Fleury
Segu viagem em 24 do corrente, a 1 hora da tar-
de, para Buenos-Ayres, com escala pela Baha,
Rio de Janeiro, Santos e Montevideo.
Recebe carga at as 6 horas da tarde de 23;
encommendas e valores at ao meio dia de 24.
Relativamente fretes e passageiros, para os
quaes tem excellentes accommodaces a precos
reduzidos: trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OUVEIRA A C.
42Ruado CommercoEntrada pela r.ua
do Torres.
pureelaHas, loncas linas, mslaes
c vidnis fin s.
Xo armazem da ra da Impcrntriz n. 0.
HOJE
Constando de: meios apparelhos completo* de
louca fina ingleza, para amar, um rico apparelho
de porcelana cv.m frisos dourados, ditos de por-
celana para almoco, tambem com frisos dourados,
duzias de pi ates avulsos, ricos jarros, lanternas
com pingentes e rom ellos, fructeiras, garrafas,
copos, clices, compoteiras tudo de Bacarat, bo-
las grandes de cores, candieiros de suspensao, jar-
dineras, cestas, c muitos outros artigos de louca
de Hamburgo, que serso vendidos para liquidar.
O agente Martins far leilo em loles, do gran
de sortiraento do armazem de louca da ra da
Imperatriz n. 6, onde os chefes de familia com-
praro mais barato do que era outra qualquer
parte.
Xo mesmo armazem s 11 horas do dia.
Leilao
DE
chinellas de saltos
A V A RI A D A S
Sexta-felra '. do corrente.
Ao meio dia
O agente Pinto levar a leilo por autorisago
do gerente do consulado de Franca, em presenra
de seu chanceller, e por conta e risco de quem
pertencer, urna caixa marca D T B L D n. 5,811,
contendo 61 duzias de chnrllas avadadas, a bordo
do vapor inglez Zelini. vindo do Havre por va
de Liverpool, e o leilo ser effectuado no da e
hora cima ditos, no escriptorio do reerido agen-
te, ra do Bom Jess n. 43.
Leilo
Pacific Sleam Wtvigaliu Company
Linha quinces
O PAQUETE
espera-se da Europa at o da 3 de agosto.,
depois da demora do costume seguir para o r
do Imperio, Rio da Prata a coste do Pacfico, para
onde reoeber passageiras, encommendas e dinhei-
ro a frete.
Os afectes V/ilunn Rowe & C, ra di Co-nmer-
Ion. .
DA
armacao, gneros o pertencas da taverna da
praga do Conde d'Eu n. 32.
Sexta-feira 25 do corrente'
O agente Martins far leilo em um ou mais lo-
tes, d'armacao, gneros e pertencas da taverna
cima, a qual se acha bastante sortida de gneros
de 1.' qualidade, e garntese a casa ao compra-
dor do eslabeleciment).
A's II horas do dia cima na mesma taverna
LEiLAO
DE
um sobrado de dous andares, soto e pavi-
mento terreo, sito ra Jo Amorim n,
19, em chao proprio.
Sabbaio 26 do orrenle.
s 11 horas
Por intervencao do agente Pinho Borges, em
seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53, primei
ro andar, onde se pode dar algum esclawcimento.
Grande c variad leiia
OE
bons movis, Qnos cryslaes, louca de porce-
Irna e objectos de eloctro-plate e um car-
ro francez, tuilo em ptimo estado.
A SABER:
Um piano forte 1 a*tant para msicas, i mo-
bilia de Jacaranda, wis cideim estuhitt?, ca-
deiras de (afii, 12 Mdetfoa .le paKnlra, 1 cheso-
nier c"m esjK-lhn e podra, 4 mesas di> ji^oj 1 dita
oval, ti easti-aes de im-t.-ii, rico* quadp's com linas
Bravuras, cortinado, jarros para flores, figuras,
lampeos a gaz. I tinteiro, I caixa de msica, ta-
pete, e esteiras forro das salas.
Urna cama de ferro, rol*fies etravesselros, 1 ca
cama de mogno para menino, i loiUte, t lavato-
rio para duas pessoas, gnarnico para o mesmo,
2 portas-tealhas, eaWdes, 3 nWHrtfat, I #ta re-
donda, 1 gaarda-vestidos com espelbo, I guarda-
rouna grande, 4 quadros, 3 camas de ferro para
meninos, i lavatorio e armario para menino, 4
commodas grandes, 11 .ucador, 4 ndeiraS" para
menino, 1 earriulio para crianea, i relogio de pa-
rede.
Tres bancos para terraco, I espingarda, 1 ma-
china para engommar, I diu para limpar facas, 1
caixa para gfo.
Urna mesa elstica, 1 gu-\rda-h)UQa, 2 aparado-
res, sendo 1 com esnelho, 1 quartinheira. f8 ca-
deiras, 1 guarda-comida, quadros, liamfja*, 4 co-
bertas de elertro-pbtte, 1 gulheteim, porcelana
para jantar e para cb, I appareRm verde desert.
garrafas, copos, clices, fructeiras e compAteirai
de fino crystal, 2 candieiros a gaz, facas e colhe-
res.
Um jogo de baratelia. I marqueza, 2 concolos,
2 cadeiras de bracos, 2 ditas do halancn, lavatorio.
1 mesa redonda, 12 caiLiras e I lanterna mgica.
Mesas para engoimnar e para corintia, vm de
cozinha, Flandres. |Kites e muitos outros accesso-
rios de casa de familia.
Terca-feira A de agnsta
Xa povoarAo de Apipucos.
P. F. Xeedh.im, tendo se retirado para a Euro-
da com sua familia, fai a leilo por intervenco do
agente Pinte, dos movis e mt objectos perten-
centes e existentes na casa em que residi na po-
voaco de Apipucos.
Os referidos objectos tornam-se rcommenda-
veis por sern de gosto e esterera bem conserva-
dos por terem tido pouco uso
A's 10 I|2 horas da manha partir da estacae
do arco de Sanio Antonio um trem expresso que
servir de condiiccao gratis ao< concurrentes.
O lelAo principiar a 11 liuraw.
I VISOS QVVtfSPS
LEILAO
DE.
jP*i%.r%MS
novos e usados.
Porliquidacao
Siendo:
Um magnifico piano de meia cauda do bem
conhecido fabricante Ployel.
INST TUTO ARCHEOL0GIC0 E
GRAPHICQ PERNAMBUCJ .
llavera sesso ordinaria quinta-feira, 24
Jo corrente julho, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDEM DO DIA. '
Pareceres e mais trabalhos de commis-
ses. .
Secretaria do Instituto, 21 de julho de
1873.
J. SOARES AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portuguez
de 2* elasse e en -arrogado que foi do consulado
de Portugal em Pernambueo nos ltimos treze me-
zes, participa aos seus amigos, tanto naeionaes
como portnguezes, que tem o sed escriptorio na
ra Duque de l'axial n. 41, 1* andar, antiga rna
das Cruzes, onde pode ser procurado lodos os
dias nao santificados, das 9 horas da manha s 4
da tarde._______________________________
casa da mm.
AOS 5:0001000.
3ILHETES GAMiVTIDOS.
V ra Primeiro de Marco (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e rasas do costume.
0 abaixo assignado temi vendido nos seus fe-
lizas bilhetes, um quarto n 2939 com 5:0003000,.
um meio n. 583 com HiOiOO'i, e otras sortes de
40a i 205 da lotera que se acabou de extrahir
(59), convida a >s pnssuidores a viram re?eberna
conformidade do costume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 2' parte das loteras a beneficio da matriz de
Palmares (60*), que se extrahir na quarta-feira,
30 do corrente mez.
PBEgOS
Bilhcte inteiro 6*000
Meio bi I hete 3*000
Quarto 1*500
EM PORgAO DE 100-5000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Finta
Sociedade Beneficente Luzo-
Brasileira
paf j sciente ao Srs. ocios que, na conformi-
dade do 3." do artigo 28" dos nossos estatutos,
leve lugar domingo 20 do corrente mez a elcico
do eonsellio fiscal, directora, eommiss.no de exa-
me e contas, sendo^eleito para os cargos abaixo
mencionados os seguintes senbores.
Couselho fiscal.
Presidente. Commandador Jos J quim do Li-
ma Bairo. ,
Vice-presidento.Luiz Jos da Costa Amorim.
!. secretario.Theophilo Alves da. Silva.
2.* secretario.-Marcos Francisco de Paula Res.
Donse'heiros.
Joo Aflimco Torres.
Manoel Lu renco da Silva Sobrinho.
Manoel Maria Gomes da Silva Cunha.
Jos Mana Rodrigues.
Antonio Jos da Costa Araujo.
Thomaz Time".
Vicente Claudino Alves.
Manoel da Cruz Martins.
Luiz Antonio Goncalves Pena.
Dr. Hanoel do Xiscimento Machado. Portella.
Joaquim Teixeira Bastes.
Francolino Iaidoro Leal.
Francisco de Paula Marinho FalcSo.
Joaquim Lopi;s Dias Pehtoto.
Directora.
Director.Carlos Eduardo Mnlert.
Vice director.Jos Elias de oliveira.
!. secretario.-Bento de Souza Mira
2. secretario. Francisco Isidoro Rodrigue
Costa.
Orador.Jos Carillo de Revoredo Barros.
Thesoureira. Vntonio Bento de Campos.
Commissao de exame e conta
Manoel da Silva Sampato.
Dr. Jesnino Augusto de Santos Mello.
Domingos Gomes* Brasleiro de Amorim,
Secreurla da Sociedde Beneficente Cuso-Bra-
'sileira, dejnlhode 1873.
O i.* secretario,
Bento d Souza lira
LiquidaQao.
O invantariante do casal ile Manoel Antonio
Vieira, devi lamente autorisado pelo juiz, recabo
propostas dos pretendentes ao restante da tenca
existente na loja que o tinado tinlia ra' do-
Mar |iicz da Olinda n. na ra do Vigario n. 1P.
i 4 audor.
<>IinIh.
Auga-se orna boa e
do amparo, n0'indri :
rn n 37.
grande casa larrea ra
a tratar roa do Amo-
V
7
-f
-
X

)


V
v
i
"

Diario de Pemambuco Quarta feira 23 de Jufho de 1873.
=
MEDICO.
Dr. Walliautn pode ser procurad > Ais '.) i;
da manha ate i horas da larde : na ra d > i'i a-
picho n V.
Ao comniQicio.
VeaaVst oa djse saciedade na uverna aova
do Arraial, oo. faf se qualquer negocio : a tratar
Ba mesma.
AMA
Bom Je-11 < n. 40
\ A
Luzia Mara da Conceicjio.
Chinero Rufino Alves dfcfSant'-
f Aann, (.tiza Flrraina aielpe Alves,
Premio Rufino Alves de Sant*An-
os, Pedro Bibiano Alves de Sal -
Auna, Ludovina Anuida da Con-
ceic4o, e Rila Ludpvina da Con>
eeicao Ferreira, fendos de pungen-
te dor, agradecen) profundamente aos mus parea-
tes e amigos qne se dlgnaram- ac npanhsr os res-
tos morlaes.de sus sempre chorada mi, sogra e
av; e Api novo os convida m para faterent a ca-
ndado de assistirem as missas qne mandara re-
jar pela sus alma, na igreja de Nossa Senhora
oo Carmo, as 6 horas da manha do dia ii do
corrate.
Dr, Joao Francisco Paes
Barreto
Antonio da Rocha Accioly Lins
manda celebrar missas no dia 23
lo corrente mez, sexta-teira, as 7
horas da nianh, na capells da po-
voacao do M.mteiro, pela alma de
seu sempre lembrado cunhado o
Dr. Joio Francisco Paes Brrelo,
juix e direko de Pao de Assucar da provincia de
Alagoas, trigsimo segundo dia de seu fallecimen-
te : rogo aos seus amigos e aos parentes do falle-
cilo para assistirem a esse acto de caridade, con-
fessando sen eterno reconliecimento.
Major Jos Joaquim do Reg
Barros,
's abaixo asignados, membros da ommissio
regedora da capella de Santo Amaro das Salinas,
tendo de mandar celebrar naquella capella urna
Tnissa do rquiem no dia 6 de juiho do crrenle,
as 7 l|2 horas 4a manha, i anniversario do pas-
amento do ex-propnetanio da dita capella, major
Jos Joaqun do Rege Barros, convidam a sua
Exma. familia, parentes e amigos que se queiram
prestar a assistirem a este acto de recordacao e de
nossa verdadeira religiao.
Rufino Manoel da Cruz Cousseiro.
Ludgero Teixeira Loies.
Francisco Gomes da Silva Saraiva.
Manoel loreira Ribeiro.
1MEB31WW WIH
Pede-se
ao Sr.,. socio da Lnso-Brasileiro o epecial favor
4" levar o chapeo de pello que por engao leven
trocado na sesso do da 2<) do corrente ra do
Mrquez do Herra! n. IM, taverna.____________
p^ At vir.
O Sr. Jos Alves Machado Guimares pela se-
gunda vez rogado a vir ra do Imperador n. 28,
a negocio de seu intoresse.
$$* $036 $$&$
S O administrador da casa n. 26 da rna S
1R do Visconde de Itaparica nesta cidade, sk.
jfc onde outr'ora foi o theatro de Apollo, q
w convida a todos os eonsenhores do mes- 5
mo predio devidamenle reconhecidos, ou'fi?
ML legtimamente representados no caso de )g
ausencia, a compsreeerem no salao da "
referida casa a 25 do corrente mez de
Precisa-se de nma ama mo-
n urna
i, i : 'a tratar na na do
Bom Je.-n< n. 40 esc ri;*iri'o de I) I' Wil.l.
:ia una, liviv
.iv.i. ii|iliu:.i ;i!*>..tiiin id''i
a ff/.ttinl.tira, paga-sc li ni : a
tratar na npa .l> Uuiu nxs u. 10. wiiid ni i le
D. I. Wii-t. _______________________
,iia para cozininr e emn*
r na na Direita n. 8.
Precisare de iimajun;
prar pata hornera soltero r
Precisa-se de imiu ama pa-
ra cafa de fuir*, que saiba
coainksT c comprar : a tra-
tar na ra do Mrquez de Olinda n. 40, primeiio
sudar.
AMA
AMA
Precisa-se de utna ama para mu
to peuco servico : na ra do Duque
de axias n. 26, outr'ora ra
Cruzos.
que
das
AMA
Precisa-se de urna ama para com-
prar e oulros servicos, preerindo se
escrava : a tratar no armazem do
largo da alfandega n. 7 A. ___________^_
A rna ^a ra do Imperador n. 69, Io andar,
OMUm precisa-se de urna ama para cozinhar.
Precisa se de urna ama pa-
ra casa de punca familia e
estrangeira : na ra da Can
AMA
boa do Carmo n. 17.
*
&
Bk juiho ao meio dia, afim de se Iratar res-
5 sa reunio de interesses que I lies dizem
1& respeito. Para qualquer informacao pre-
j/S via podem os interessados dirigir-se
2 ra do Bom Jess, casa n. 19, primeiro M
1&. andar.
O proprietario da cautella n. 2,978,
da casa de penhores da travessa da ra das
Cruzes n. 2, declara a o dono J esse esta be-
lecimento qiu; nao entregue os objectos na-
quella oautelln declarados senao ao seu le-
gitimo dono que 4 o annunciaiUe, visto que
-aquelle documento desencamiobou de seu
poder.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Raptista da Rocha, de
volta da Europa, continua a en-
carre,7ar-se de oncertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
ontro objecto : rogando a seas
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lona trave sa da ruadas
Cruces n. 14,1* andar, por traz da praca ta Inde-
pendencia, que o encontrarlo prompto a garantir
seus trabalhos e a faze-los por procos mdicos.
ATTENCAO
Precisa-se de un caixeiro para tavtrna, de
fO annos de idade, portuguez : na travessa das
Cruzes n. 6.
- D-se 2:006J a juro de I l|2 por ceuto ao
mez sobre hypotheca em urna casa dentro desta
cidade, livre e desembaracada, e que esteja em
boas condi^Ses, pelo lempo que se c 'nvencionar :
a tratar na ra de S. Jorge n. 3, em Fra de
Portas
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
da Guia n. 62 ; a tratar na ra da Senzala Nova
B- 1.
J. Diiibiil de Pars
Constructor e afinador de iia-
nos
Ex-afinador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das oficinas da casa
Affonso Blondel.
33Ra do Imperador33
Tem a bonra de declarar a> respeitavel publico
desta cidade, que tem aberta sua casa de concer-
tos e afinafoes de pianos, qualquer que seja o es-
tado do instrumento : ra do Imperador
n. 33._______________________________________
Precisa-se de nma cozinheira para casa de
familia : a tratar na ra de S. Bom Jess n. 26,
armazem.
A quem interessar
Joo Ramos & Machado mudaram seu escrito-
rio de commisso e deposito de movis, para o
armazem o. 10 da ra do Vigario.
Atten^o
FONDICAO DE FERRO E BRONZE
FBRICA DE MACHINAS
\ rn:i d:> BanVi d> Triumpli)
CARDOSO
FUMO
(na d Bnirii) ns. ,Ot)a M
&
AMSA.M aos Srs. deengeubos e ao publico em geral, que receberam da Europ*
grande sortioiento de ferragens para engennos e para lavoura, e quaesquer outros Jsous
3 misteres da industria agrcola, o que tudo vendem por presos razoaveis.
V apOlCS horisontaes de 4, 6, 8 e 10 cavMIos, os mclhores que vem ao mercado.
AlOCllaS completas, obra forte e bem acabada.
uleaS MOendaS para assentar em grades de madeira.
TaixaS de ferro fun(^0 e batido, de todos os tamanhos e dos melhnres fabri-
cantes.
LOaaS (1 ag*lia de diversos tamauhos.
ttOClaS ClentadaS de diversos tamanhos e qualidades.
Arados americanos do diversas qualidades.
OrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvauisadas.
ConoertoS concerl,m "m promptido qualquer obra ou machina, para o que teen.
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoa!.
EnCOmmendaS Man^ara vir Pr encomratnda da Europa, qualquer maehinismo,
para o que se corresponden! com urna respeitavel casa de Londres
i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentai
as litas machinas, ese responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpno (ra do Brum) ns. 100 a 104
F 11 N D 1 C A O DE CARDOSO & IRMA O.
Est futido o cabra aoaboi lado Jo nomo Piu-
ilcnci.i. dcsdcntin' i: is r.-.!"-||,.s nm jun-.-o tur-.
d">. a:id nma -r >c: ,- ',. e
"i i" '
>'.!',
HTf'- .
si. '. -txW\ ., |tp.- .,cr' ...tfn,
jr. Joai;vimi !.. ,-;, .> ,, Stiv.i e hH i ,''''< aii
har.Vj de Miarcn, 'mc > lrftis! \ i rj tem ::<\--
fr^'i. Wx rc5 j M '- _________
- A!n:.'a-.: |-r KW h ah tk *; Ha aV"*S
Jo LilM tul .Santo Auiain, oiraua ,.i coiici-itada
de novo : a Iratar na ra da Restaura.fto u. oi,
uuir ora Guia.
tiixeiro.
Priv>a se de um faixeiro com pfaiica de ni>
Ihados: na ra Duque de Caxas n. M A.
o eohVgW da C necien, rna de 5. fran-
cisco, precisa-se do nm criado intellifrcntc uo dO
1-- '...... _
Novidades
Xa nadara alloma do Maternas l-cnz, rna da
lie 'nr:i'"!o ti. M. Inni para render o segninle :
PrcMilt! i< >'>: \V'i>'i .li>'.
i il i..- vir l s ht'
|V; .: .1 S-Jl.lll I >.
iM^s ;ili,:iirl:,- iliHIf.
! atiHW.
IVijrio iraucj grandi*.
Sag fino.
Amthts scceas.
Orejas ditas.
Macaes ditas.
Bisconlos hamborguezes,
Sal am uiar.o para os padeiros.__________'
V enlose una victoria muilo boa, propara-
da de nevo, ou troca-se por um carro: pra ver
o tratar na ra do Imperador-n. i7. ^^____
A COROA m BRILHANTE
\&9% 1M& Ol\S
Esquina da ra do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante estabeleciinerrto, tendo grande sortimento de jotas de ouro de lei,
tcsoIvcu vender murta barato 28 "/o menos que em outra qualquer parte, as seguintfs
joias:
Aderecos de br^haotes, de modernos e delicados gostos.
Ditos com ruhrns, esmeraldas e perolas:
Voltas de-bonitas perolas e cruzes de briUiantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A Corda Bmfoante corttirra a ter grande sortimento de marlalhdes de coral, camafeu
e oiks com Iwuqaets de perolas c diamantes, -cassoletas de ouro e pedras pretas com lettras
de 120 a 2000a.
Cadeias para refogios.
A Cora Rrilhante recebe sempre quantidade de cadeias de ouro, delai, para faomens,
b KSiOO aoitava, e-tambem para senhoras.
CassoletM para senhoras, con lettras, a 6?> e 12?O0O.
Brincos de variados gostos, para senhoras o meninas, de536 a 20?SOOO etc.
Anneis de ametliysUi com lettras de diamantea, de 6$ a 88000.
Pince-nesctrancelins emeaixinhas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
A Cora Brilh've tem medalhas milagrosas e das Dores, de ouro a 7?J000, e prata
dourada a 1*000. Tambem tem sortimento de pince-nez eoculos deago fino e rattaruga,
chegados recontemente, e por precos mui commodos.
ConvMa-se as Exmas. familias visitarem a loja da Cora Brilhante, na ra do Cabu-
g n. 11, a qual continuar aberta noite at 8 horas.
Garante-se o ouro e pedras preciosas.
MEIAI.HS DE HONRA
FIGADQde bacalhau
FERRUGINOSO, CLARO E TRIfiUEIRO
DE CHEVRIEB
[Cavalleiro de Legiode Honra.Offtciai
do MedjidieCommendadordoordem
d'lzabel a Calholica.
O ole de chevrler deve o seu aroma
a subtanciaa balsmicas qne anda
augtnentfto as suas propred&des tiers-
peutiess ao mearao tempo qne o tornfto
Hgridavel so tomarse.
O senhor Cherrier completorf a sos
descuberta asaociando o Iodureto de ferro
ao san oleo de flgado de Bacalhsu. Este
le* Je gado de bacalhau ferru-
Kt>oMo posaue todas as propriedades do
oleo e do Ierro, de fcil digestao i
nanea eausa prisfto do ventra
Todas as eslebridades medicas o pre
ferem as outras prepars^oes ferrugmo
sas. Convem em todos os casos em que)
se empresa o ferro : lisie pulmomar,
lekHM, achllU-i, Eacrofala
I***, Gota, Rh'amatlsmo, By-
Qwrmleeeaelas demorada
de roBatltalcao.
BU pars: Pharm. Ol
U, Faubourg MoMmartre
rciHmiiiiiiiififfl
DROGARA UOAIEOPATHICl
DA
Viuvado Dr. Sabino O. Lud-
gero Pinho.
43 lliiit to Rai > la Victoria 43
Conliniiii esla antiga casa a ter sempre venda
os meluorej medicamentos homeopticos, em gl-
bulos e tinturas, lauto t m carltias como em cai-
xas, do diversos tainauho!", pelos seguintes precos
lixos :
Fm globnlo3 Em tinturas
l caiicia ou caixa de l
uiedir.anK'iilos Oi lia
1 dila dita de i\ ditos tu 244
1 dita dila de .10 ditos ios 2
1 dit i dita de 3'S ditos Ui .1S
1 di'.a dita de '18 ditos . 304 UM
i dita dila de* 60 ditos 3U :..i
1 dila dila de 130 diins JUi M
Tubos SVUisOS de (|iial-
qui r tncdn'amento 000 r?. e U
Yidros avulsos ideni t. 000 e ti
Opodeldoe do IUiu, de Rrvoni e para rlieu
matigmo.
Hygienioa, infatlivel e prescrvativ.y, a nica que
cura semoulrosiipplcmeiito. Em Pars, inventor Baom
158, houli'vard Magenta, e as principaes pharmacli,
do umvu'su.
Pharmcia de P. Maure & f
U abaixo assignado retira-se para Portugal
-a liin de tratar de sua saude, e durante a sua au-
sencia Han como seus procuradores, em pri
rneiro lugar Antonio Fernandes de PigueirCdo
Parvo, em segundo Luiz Fonceca de fdacedo e em
aerceiro Joo Quiriuo de Ajrmlar.
Recife, 21 Je juiho de 1873.
Antonio Duarlc de Figueirdo.
Preojfa-se alugar um escrjivo para traballiar
em um sitio e enearregar se de veuder fructas e
flores : a ra do Baro de S. Borja n. 58,
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rm de S. Jorge n. 6 a tratar na ra Nova n. 8.
4'ait de campo.
Aluga-se sorannoou por festa a casa caiada de
amarello junto a da esquina do lamaro no Mon-
teiro, lugar rnaet-1 bom e perto do rio, tem 3 salas,
3 quartos, oiisha, cacimba, am pequeo pomar
;1" larangeiras, tudo murado e portao de Ierro ao
Jado : a trar na /ua Nova, loja n. 7.
- fferece-se um caixeiro com ba- tanto pratica
de molhiulos, assino como para armazem de assu-
car e estiva, dando flanea de sua conducta : quem
pretender dirija-se ra do Rangel, taverna nu-
meroiO. __________________________________
Alugavse urna escrava para cozinhar e com-
prar: iem precisar dinja-se a roa da Saudade
n. 12.
Irmandade de Santa Anna
erecta na igreja da Santa
Cruz.
Do orden do irmao juiz, convido a todos os nos-
sos irmaos para comparecerem domingo 27 do
correte pelas 9 horas da manha em nosso con
sistorio, afim de em mesa geral se proceder elei-
cao da nova mesa regedora para o anno eompro-
misaal de 1872 1874. como determinara os arti-
go 14 a 22 do dito cornpromisso que nos rege.
Consistorio da irmandade 21 de juiho de 1873.
O secretario.
_____________________ U'ircotino Jos Pupe.
Precisa-se de um eitor qne saiba tratar bem de
vaceas, paga-se razoavelmente : a tratar no sitio
do Caldeireiro n. 9, ou na ra do Torres n. 12, 1-
andar, escriptorio.
Alu
cisar
loja.
CHIADI)
a-se nm moleque para criado : quem pre
irija-se ra do Barao da Victoria n. 23,
Soeiedade Unio Beneficen-
te dos Cocheiros em Per-
nambuco.
Pergnnta-se ao director desta soeiedade qnal
o motivo que o tem levauo a nao querer pro-
ceder a eleicao de cenformklade com o artigo
44 dos estatutos da mesma soeiedade, o qual diz
que todos os annos dever se proceder a nova
eleicao quinze dias antes do anniversario da so-
ciedad"!.
K como V. S. j esteja de posse deste cargo a
para 7 annos, V. S. sabe qno nao poda estar na
direccao mais que nm anno sem que fosse reelei-
to; nao obstante as diversas reclamaeoes a V.
S eitas para qne dsse cumprmento ao referido
artigo, e V. S. at esta data ainda nao attenden
a redamacao alguma ; sendo qne estes do~s me
zes ltimos a soeiedade nao tem fuBccionado;
talvez V. S. entenda qne nio tem a quem prestar
contas, Bao se lembra que os socios tem o di-
reto e dener de procurar manter os estatutos e
no paiz tem os mesmos recursos para fazc lo en-
rar na rbita de seus direitos.
.MOMA
Est encouracado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fin de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seulilho je
achava nesta cidade.
Ao commercio.
O abaixo assignado faz publicoque nesta data deu
soeiedade no seu estabelecimento de molhados, sito
ra do Coronel Suassuna n. 41, ao Sr. Jos Joa
quim Samarcos, o qual gyrar sobre a razia de
Braga & Samarcos.
Recife, 19 de juiho de 1873.
______________________Manoel G. Braga,
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da ra Direita n. 120 propria
para qualquer negocio e moradia, tem gaz e agua
da eompanhia do Beberibe ; aluga-se com a ar-
mar;o que nella existe, ou sem ella conforme se
conveocionar com o pretndeme, a tratar ra
do Imperador n. 81.
Aluga-se a casa n 10 A da ilha de Bemtica,
na l'aseagem da Magdalena, com banho do Capi-
banlie na frente, de excellentes ares, e de preeo
de 200* armuaes, tendo commodos para familia :
a tratar na ra estreita do Rosario n. 17, | andar,
escriptorio.
SERYE^TE
botica da rna : Larga do
ROB LAFFEGTER
ApproTado em Prancda. Rossia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Lafteetenr sa antho-
ruado, he mui superior aos xaropes de cuisinier, de Larrey e de salseparriha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alate, elle cura radicalmente ns Herrarlo, as
affecoes da pelle, Implfeni alporca. lmares, nlreraa, sana dt-(- |
erada, caeorbafa, e os accidentes provendos doi partos, da Idals critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
0 arrobe he especialmente recommendada contra u doenca syphiticas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
mJ^VfSJKSi *^^iB LAFFECTEUR, em casa do doutor GIRADBAD DE
sAtM-(jLK\Alo, roa Rictier, 1Z, a rans.
VERITABLES
^^
r ANNEAU
LECTRIQUF
1 ROYER
Escrayo fgido.
'Ansentou-se do poder dos abairo assignados o
seu escravo de noine Joaquim, cor |ireta, e de
naco, traja milito linpo, anda calrado e ua de
cabellos comnridos, querend faier incia eabcllei-
ra, sabe eosinhar, oceupacao a que se dedicava,
(uando falla se conheee ser negro africano : ro-
ga-se a appretien,ia'i de dito escravo, cuja captura
se gratiticar bem,
Jos da Silva Loso Na ra da Santa Cruz n. 5 vi-nde-se nma
escrava com habilidades e com duas. crias tam-
bem escravas.
F1120
b1
no dia 11 de maio do crrante anuo, do engenho
Dons Mundos, o escravo Marcelino, proto fulo,
baixo e secco. rosto descarnado, pr-rn.is e bracos
linos, tilla baixa. sem ii'nhum deleito, representa
ter oti anuos, e tem alguinas Bureas antigs de
rellvi. Este escravo perten^eu ao Sr. Manoel Au-
tunes de Queiroz Barros, do engenho Ronca, do
Cabo, e consta achar se para os lados da cidade de
Nazarean, onde tem pai e irmaos forros, ou em
Goyaona e N S. d,. O' de Goyanna, onde de ou-
tras vez j tem ao dito r. >n!unes : roga-se as autoridades po i
ciaes e csfitei de campo a sua apprehensao e
conduzi-lo ao engenho cima, mi no Recife aos
Srs. Cunia Irmaos 4 C. ra da Madre de Dos
r n 34, que f gratfjiear generosamente.
^e St Marti"

?$
^BRfWrTiv-,pl0U-
GASA D00K0
Bilfeetes garantidos
Hua io Uarj da Victoria outr'ora IVova)
n. 63, e casa do eostum.
Aeliam-se a venda s milito felies bilhetes ga-
taiitidos da 2 parte d* loli-ria a beneli-:io ua igreja
striz de palmafos, ^ue se extrahrra no dia 30
do-corrente mez. '
Precom
nieo dopositi pliaimacia de P. Maurer C, ruado Baro da Victoria.
O**, phar
IJI^'J^VI
HOGG
Frecisa-se de um na
cfario n. 34.
Sitio para alugar na Passa-
gem da Magdalena.
Aluga-se na Passagem da Magdalena prximo i
linha dos bonds, nma casa com accommodacoes
para grande familia e com sitio murado : a tratar
ra do Vigario n. 21, f> andar, com Domingos
Alves Matheus.
tteo,*,r. de Caailglloaii, Pturit, aaleo acoprlesario e preparador:
DB
PEPSINA
DK
1 Plulas alimentosas de Hogg com pepsina acidula, proprias para molestias
gstricas disppticas, etc., e nos casos de digestao dfficil ou impossiveL
2. Plulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reduzido pelo hydrogeneo.
para molestias chronicas e as doenca que das mesmas resultio (eacorrimentos, floxos-brancos,
menstruacOes dlffceis) e para restabelecer as laudes debilitadas.
Plulas de Hogg con pepsina e proto-ioduro frreo inalteravel, para molestias
escrofuloeas, Iraphaticas e eyphrliticas, para a tsica, a cacheii chlorotica e para as affeicOes
atnicas genes do corpo.
Em, frascos triangulares de 100 et 60 pillas ; precos indicados sobre os frascos.
Deposito em Pernambvec, A. RECORD, 1M principaes pharaacias.
Inteiro 6*000-
Helo MOOO
Ouarto U500
0 lOU^OOO para elm.
inteiro 3*500
Meio *750
Ovarlo UT
Recife, 22 de }a1lio de 1873.
Juao Jo.xqum da Costa te.
No engenho Meio da Va zea iia vagos qualrn
sios para lavradore rcada ^naf com boa casa e
bons partidos para oais de 300 paes annuae?,I
perto do engenho : quem precisar procure qnan-
to astes
Alnga-se
o terceir.i andar da roa do Vigarjo feoorio n. 20:
a trat r a ra do Amorim n- 37,
u* m t av. Espiritismo. Est fgida.
Conferencias espiriticas offerece a eoflreJtaria
do Canij;
Fugio em 17 de margo prximo passado a es-
0-1.1-
tem
Escravo fgido
Dj engenho Regala do termo do Barreiros fu-
gio o escravo Aristdes, pardo, representa ter 28
annos, pouca barba, magro bastante e altura re-
gular, eostuma andar calcado, falla bem, sabe ler
e escrever ; presume-se estar acoujado no Recife,
onde tem mi e parentes : gretifica-se a quem o
apprehendar e leva-lo ao referido engenho, ou no
Recife ao Sr Francisco da Costa Maia, ra da
Cr uzn,56
Companhia pheniz pernam-
bueana.
A diraceao convida aas senhores accionistas
para a reuniao de asamblea geral no dia 2i do
crrante, 1 hora da tarda, no escript>-.io da
companhia. A reunio tem por fira a leitura do
reiaiorioe o parecer da comtnissAo fiscal, relativo
operaedes do auno so;ial, fin do era 30 de junho
prximo passado,
Recife, 19de>ulho.4e 1873.
Qt directores
Luiz Duprat.
Luiz Antonio Siqueira.
Eduardo Candido de (Miveira.
Grande sobrado para alugar
no Poco da Panella.
Alnga-se por preco rasoavel um sobrado nn
Poco da Panella, no largo da matriz da mesma
fregnezia, de nm andar e sotao ; tendo 5 salas,
12 quartos, cozinha e aceomodaeoe* externas, ex-
cellente agua potavel) quintal e psrtao : a tratar
com o Sr. Jos Camello do Reg Barros, junto a
estaco do trem de Apipucos no Caldereiro, oo
com Candido AlCoforado, rna do Vigario n. 6.
D-se a qnantia de 1:2004 s b penhor de
cscravoe : na ra de ilortas n. 86.
6ai\eiro
Precisa-se de nm caixeiro de menor da de
rna larga do Rosario n. i3.
na
do Campos -.g seu* innmeros freguezes, por es- crava Mathilde, de 32 annos, preta, crioola,
tarmo; m uwi de Saiil'Anna, e haver a mesma tura regular, eheia do corpo, pemas finas,
eonfetaiia oiis.'guido fazer um bazar completo uns carocosno rosto que parecem espinhas,faltade
do necestaiio "
tem gesto p
Recomm
mez se d
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mnndio- tur e.-tado alugada em casa do Manoel, i
ca), para divertimento os ugos de artilicio e as no Mocteim, ella intitula se de forra, e tem sido
decantadas nmiuti e sartas fulmirjanles, o i|ue vista no Pocodal'auella, Monteiro, Caxang, Mag-
tudo sso se orna na ^ dalena, e aqui no Recife ; pede-4e encarecidamen-
(VTlfWitnri Ar\ flimi-ino i te a todas as autoridades poliriaes e capitaes de
UUHiClldl Id UO ^aiHpOS. UI90 a Stta a|1prehenio assim como se pede a
fc_ para consiar pois que os proprietiros da! quem tenha amas que verifique nessas que dizem
con.itana do Campos chamara a attanciq de to-! ser forras, pois consu estar ella de ama que nao
dos e de todas para o preeonsado caf em p ver-1 sahe ra, e que se gratificar a quem a trouxer
dadeiro de Java, e bolachinha em latas denoini-, ra do Livi amento a 1 Antonio de i ai va Per-
nada Sugar WalFers Vanella ; especialidades para
dietas, quanlo mais para qiiem est de perfelta
sadde.
Em vista do referido espera o dit* Campos que
ninguem, para pedidos de laes objectos, se diri-
jam, ^e^ o Gofelaria do Campos, rna do Im
perador
COMPS
Thesouro liieo ou Vade-
uceum do ll'M!u-oj:Uii:s, pelo Dr. Sa-
bino O. L. l'inlio, V edidw) airrescenlada e nie-
Ihorada.
roquiMio ni lH5ii*>p.tliieo, onten-
do as indicares necissarias ara o eoiprego
dos principa.-^ n medios hnmeopMbicos
Descrlp^o e tratantentu das febres
cxontliemuticas (bexiga, sarampos, es-
carlatina), acompanbado de um artigo soure
erysipela, etc
Mrsf'ripva. hytfieae e trataiucuto
da 'cre aiuniplla.________
Casa para vender
Vende se a grasde ca-a da rna \ tal de Megrei
ros n. 13(i, reedificada de novo, com azulejo : a
Iratar na rna Nova n. .2, loja.___________________
Vende-se a annaeo e m;is bcmleilorias da
loja da na do Rangel n. 12, propria pura qual
rjuer ni goeio : a miar na mesma.______________
E' para novos.
Que tem na ra do Bom Jess foiitr'ora Cruz)
n. I5: berlindas, calessas, meias caleras c victo-
rias, com um e dous bolieiros, e parelhas rom
aneos de metal principe,, tudo preparado com
luxo e elegancia, c por precos n;uito commodos.
Os mesmos vehculos sema tambem para baptiza-
dos, visitas e actos na acadomia. A-siai como na
mesma casa ha raiceas ainda nJo servidas, que
se andan por coumiodo preco, preparadas cora
luxo, para uso particular.______________________
SHERRY KINA
(VINI10 Di: QUINQUINA HYGIENIC.O
PREPARADO COM OS MELHORES V1NU0S DE HES-
PANI1A DA FIRMA
EftLVAlRftCft.G. C, DESEVILHA
f0brbckd0v d\ su. agfstam a kaimk
d'hspaxiia.
vm
THOMIERE'f GLI
B'hai'iiincciitico
EX-1NTEKNO DOS HOSPITAES DE PARS
O SHERRY-KINA o violto de Quiuquina
que boje preferm a maior parlo dos mdi-
cos de hoapitaes, dos lentes da faculda io e
dos membros Ja academia di; medicina.
Tem esta praCamneia a sua explicac&o nis'.o
que offerece todas as garantas que debalde
so procuram nos productos desse genero oxn
que mi:itas VEZES SE sacrificam as QDALl -
DES TAO ESSEN'IUAES QER DO VINIIO, l
no quinquina (os vczos de ambos) aos ll-
oros DA ESPECOLACaO (Ver 6uia das A
Mineras Po Dr, COJSTANTIH JAJAES,
7.a edJit.W.
UMCO J)E ['OSITO '
PDAJHWCIAE DROGARA
DE
BARTBOLOME & C.
Ra Largado Rosario n. 34.
- No arnrawm de Wilson Howe & C, vende"
,\?. P?nnoldc alK0d5 azul americano.
rixecUeate lio de vela.
Cognac de primeira qnalidada.
\in.n de Mirdeaux.
Vigor do Cabello
Compra-se algumas casas terreas oo sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da rna Duque
de Caxias n. 4i.
Compra se Diario* de Peynambuco a 110
rs. a libra : na ra do Coronel Suassuna n. I.
Comprarse
urna casa terrea que ten1-a bons commodos par
familia, e bom quintal, no bairrc da Uja-V'ista, c
algura sitio prximo a linda des Londs, ou da ma
chambomha : a iratar na ra do Bangel n. 7,
Io oo 2* andar.
Compra-se
Lampeo na porta.
reir.
19
Os :r.'dures do Sr. Alfred tiassier, fallecido, sao
convidados ;i comparecer na chancellcria ,!o
solado de Franca, quarta-feira ?.3 do corrente as
l hora? d tarde, pn- a verillcar suas contas e afl&Y-
mar tob juramento dalma e C'.nscien' a a since-
ridade de suas facturas.
Alaga se urna casa na ra de Mathias Ferrei-
ra, com quintal < r cacimba : a tratar i ros do
Amorim n.
V.
-C-^EL
I1..J1T M PARK
19-RAJA PiOVA19 9
J. M. Lerox, cirur-
gio dentista, succes- g
sor de F. Gautier, es- f
pera continuar ame- 15
recer a confianza dos \
clientes da casa; e do
respeitavel publico em.
geral.
Aluga-sa barato, urnas mei-agnas, novas:
na travessa das Barreras (beoc do Aqoino):
traur na rna do Cotnvello n. J3,'
apolices erses da divida publica : na ra Duque
de Caxias" n. 87, loja. ^^^
Latas
Comprara e latas de gaz vazias no armazem da
bolla amarilla, na travessa da ra do Imperador.
^gnchMmm
DO
i'NDAS.


Funo da trra.
Exedlente pilada 1600 a libra : nd becco
das Carvalhas n. 1, esquina da ra da Assunin-
cAo, '
Vende-se na loja da ra Duque de Caxias n.
18, sescenla a qnatro lab.jas de amarolki, por
muito barato preco.
Cpbre, latao e chumbo
Compr-se cobre, IstSo e chumbo velho: ci' ar-
mazem da obla amarella ns travessa da rna' do
Imperador.;
' Vende se urta casa terrea sita ra da
Conceic. o n. 49, esqnini da ra do Rosario, fre-
gnezia da Boa-visu, tratase no cartorio do es-
crivao Reg Barros, roa Duque de Caxias n. il.
1 andar.
Por quinhentos mil ris a per precisio ven-
de-so urna bouita.nerinba de H anuos, cora um
pequeo defeito 4UC sera patenle ao comprador:
na ra de Hortas n. 8fr.' 'wa meshis casa b* ou-
tras e?cravas para vender-se.
Dr. Ayer.
Para a renovacto do ca-
bello, resti'tico de sua cor
e vitalidade primiffa e nat-
ural.
O Vigor no Cabello urna preparaco ao
mesmo tempo agradaTel, saudavel e efficaz para
conservar o cabello. Por meio do seu uso o
cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve k cor qne lhe natural o
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se torna
denso e a calvicie muitas vezes, posto que nao
em todos os casos neutralizada.
Nao ha nada que pode reformar o cabello
depois dos folliculos estarem destruidos, e as
glandes cansadas e idas, mais se ainda restarem
algums podem ser salvadas e utilizadas pela
arjplicacao do Vigor. Libre de essas substancias
deleterias que tomam muitaa preparacoes de este
f enero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
igor aomente lhe beneficia! Em ver de
sujar o cabello e o faxer pegajoso, o conserva
limpo e forte, ernbellizaiido o, nipedindo a queda
e o tornar-se ruco, -e por consequintc previne a
calvicie.
Para uso da toilette nao ba nada mais a deso-
jar ; nao con tendo oleo nem tintura, nao pode
manchar mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdura no cabello, lhe d um lustre luxurioso,
e um perfume muito agradavel.
Pan reformar a cor da barba, necessario
mais tempo de que com o cabello, porem ae pode
appressar o effelto, envolvendo a barba de noite
com usa lenco molhado no Vigor.
pawAXADO pea
Di, J. O. AYER & CA., LoweU, Maflfc,
IMadoaTJKMkM)
Cktmif JPi'* AkmhHcoi.
VXKDX SK POR
f



e
Diario de Pemambuco Quarta feira 23 de Julho de t]j873.
4

ruNDicio 1)0 BOWMAN
RA DO BRUM H. S2
(Passando o chafariz)
PKWiW AOS tibores de engrano e ontros agricultores, eempregadorea de m
>so o favor de nma visita a seu estabeJecimento, para verera o novo aortimeDto
et. que 2hi tem; sejrlu ludo superior em qualidade e or(ido: o qoecoma ns
mco pess >al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgAO AO. NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
? 1C7 *5 *** manhos convenientes para as diversas
arcaj|?unc:a$ dos seahorea proprietarios e pra descarocar algodao.
?DCn;l?.3 dG CiUna de.lodos 8 tooMoboa, asjmelbores qoe aqoi
Bodas tentadas para 3nimae8- auae vapr-
Taisas te ferro faudilo; ftdtija-eie core.
Alambiques 9 fundos a alumbipws.
Ma.aihliiTiin?l l)ara mandioca e>aftodBO,J Podando, ledo
Bomban de paleola, gariDM fcj2m *.
Tod: 4 as machinas e ?5cas de ^ M co9tuoDt,Bnwh,ar-
irtismo, a pwc" nw tafomido.
flf raer-
FaS qaalqusr concert de4BSCh
Formas de ferro iej?",le,b0fe8
^Tf* iTYIITIATl iO Incombe-seide mandar vir qnatqaer ruaco nismai 4 voa-
^t&x, Jiuuigu so-o. lade dos chique lembrando-lbea a vaatagem, dei|izerem
33 compras por intermedio de pessoa eniodWa, a qoe em qualqtur .weesa.d3*)e pode
k prestar auxili.
Crudos americanas e kt,Knmiot-*vm-
RA DO BRUM N; 12
PASSANDO O CHAFARIZ
GRANDE REDUffiOMimS
Atteiigo. ltenlo.
Na lojade Soares Leite Irmos, rua do Baro da
Victoria n. 28.
Saa de linlia rom 40 novellos, a 500 rs.
te-.n idem. ile marca, a 200 rs.
a??Hfh ila aguo florida verdadeira a 1JJ200
Msn kananga Ivg divina, a 1JJ000 e 1JJ)200.
botoadiiras para collote, de todos os
0aatea> a -i'.'O rs.
'lamparillas gaz, dando urna luz muito
nava i?ooo.
?*sza de pocas do cordao imperial, a
SSSrs.
tmco com tnico oriental do Kemp, a;
Mam de oleo Oriza verdadeiro, a 13J000. |
*yoa de haralhos francczcs canto doura-
m idtem boira lisa, a 2~i00.
;fa de tintt roxa extra-fina, a 13000.
- ile boUteS de osso para calca, a
* rs.
,-i>-; modernos, a 35500.
i mu ik pos p,iri dentos, a 20U rs.
n dem do pos chinez, muito bom, a
KM .-.. e iruoo.
a '!'- sabonetas do amendoa, a 25500
ta muito boa, a 15, 15500 c 25000
I I ::'.
-."> na de sabonetas dcanjinho transparen-
tes, i 2*200.
Mam i lem com llores, 15500.
fczsa de collarinhos bor jados para ho-
a-;-.,-.8500.
i de pegas de trancas caracol branca,
e-rs.
a idem lisas brancas,!! 200 rs.
dem idcralisa de cores, a 280 rs.
Kesma de papel pautado, a 2J680O, 45000
o G5000.
dem idem liso, a 25600, 35500 e 55000.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
idem idom idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
COP SAO LIADOS!!
Os lerjao lodos de mmlrcpcrou,. brancos e o>
cores e que trasara o disticoUM cin lellras
tambem do madreperla, cm alio releve, U.t-
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERABA a na fmquo de Csxias a. 6'
(amiga do Queimadu) quem os lem.
So de tartaruga j
Os brinco! fcroehes, meias aderecos, cruzs, I
coracSes e cassoletas, que esli oxpo9tas ba I
escoma das Exma*. (amantes do etiique) vande-se
na Nova Espcranca, ra Duque de Caxias
n. 63.
-4o meninos
A Nova Esperanza rea Duque de Caxias n.
63, acalia de receber uno lindo sortimento de no-
necas de muilas quaKdades, vindo entre ellas as
engrasadas nonecas de borracha, assim lambeui
urna pequea quantidade de bonecas pretas que
se tornam apreciadas pela sua aovidade.
Ebem ut
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
00 para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-se inteiramente
feio, somentc por estar mal enfeitado-: a Nova; Es-
peranca na Ouque de Caxias n. 63, remove
este mal ; porque est bom provida dos melbores
galoes e franjas do todas as cores, onde pode es-
colher-se vontade sobiesahlndo entre estas as
modernas franjas mesaicas, qae pela sua varieda-
de de cores, ea bem em, quasi todas as fazendas.
A ella antes que se, acabem.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamanhos ra Duque
de, Caxias n, 63, na Nova Esperanca.
Cabellos brancas stem quem
de pellica com toque, a 500
Lavas
ris.
Duzia de talheres cabe brauco, 2 B., a
55000
Ma<;o de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros do linha, 200 jardas, a
700 rs.
Idem idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo do todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
800 rs.
Chapos para senhoras e meninas.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem dem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Leques para senhoras, a 25000, 45000 e
65000.
'ivrospara notas, a 320.
tedas onfoitadas com fitas, a 25400.
Duzia de collarinhos lisos para homem, a
65000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray o Gell Frres, pro-
prias para presentes.
quer
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
6S, acaba1 de recefcer a erdafleira* tintura de Des-
nous para tinpir os cabellos, o que te consegue
(emtresanoo a) com maita faciliade, e por este
motivo, cabellos brancos s tem quem quer.
JEsto na moda
Os cinturoes de coaro, proprios para senhoras,
ue recebeu a Nova Esperanza a ra Duque de
axia i!. 63, eslo, sim, senhora, esto na nioda I
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
ob para oulro flm apropriado, necessario ir
Nova Esperanca ra Duque do Caxias n. 63,
que all encontrareis os melores porls acuquis
que se pode desejar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de receber nova remessada apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado colhido por quem tem feito uso dessa
inofTensiva preparacao a tem altamente conceiiua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
vamente dei|a precise e queira se aproveilar de
sua utilidade. Tambem veio agua de* topasio e
oleo florido para o mesmo uso, e to acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A agniabranca, ra do Duque dj Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossos aljofares de cores, e como semiro conti-
nua a vende-las por prego commodo.
Novos diademas dourados e
e
BAZAR NACIONAL
Ra da Impermtriz n. 72
DE
Lourenp Pereira MeudesGuiniaraes
Declara a seus freguezes que lem rosolvid. vendr
sabor:
o mais-barato qtaa for possrel, a
BAZAR
Ra do liara i da Victoria n. 22.
DE
Cameiro Viaiina.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado uua om sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente ha Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
fperfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquor parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendi algum do comprador.
Dieste estabelecimento tmbcm ha portengas
para as mesmas machinas o se supprc qual-
quer pega que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeigo de
um e dous pospontos, franzo e borde tuda
qualquer costura por fina que s-ja, seus
CHITAS A 160 20d RS. O GOMADO.
Vende-sc chitas francozas largas cora to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
; tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 3O RS.
Vende-sc cassas fraocezas a 326 e 366 rs.
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 30, 400 o 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-sc alpacas para vestidos a 400, 500,
640o800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-sc cobortas de chitas de ceres, a
15600 e 25000. Ditas de pello a 15400.
Cul\as de cores a 15200, 25500 e 45500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de l de quadros a 800
rs. e 15000.
Ditos de merino a 25, 35, 45 e 5500O.
CAMBRAIA BRANCA A 35000.
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 35, 35500, 45, 45500,
55 e 6500o.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 2500 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de soda para ho-
precossao da seguinte qualidade : para tra- mens> a 50 rs- Ehaposde palhai pello c
balhar a mo de 305000, 40900, 455000 massa> a 29500,_ 5000 e 45000.
'.com pedias.
AMiecas de cora do todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
nata ara sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, can.lieiros a gaz
i*dt}porcellana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa'
pialas de arana, moldura o estampas para quadros etc., etc., emuitos qobjectos ue s
tongo mencionar.
TASSO IfiMAOSG/1
seas arma-.::- ra do_Anuirim
a. 37 e cao do Apollo n. 47,
Vam jara vender pur prei;o> conuiiuiios
iaio sexiams para ladrlho.
0,s j(. ii.ino para esgoto.
Cish-sito Portland.
Di i.^aiualij..
artkjna 9c jp<*arofar algodao.
da jMdaria.
has^a da misgi em barril.
I49bpiior.i3r de cera.
Saj em garrafoes.
Scctdinha em garrafoes.
\.--. faii wu garrafa ..
i da aJinaica.
i'iiij d > PwiD vrlho enjsrrafcdn.
Visfiodo ."orto superior, di o.
Mto de Bordeaox, dito.
i'airu de Scherry.
^fiaBi da Xadeira'.
Ptfw eom linguas e dobrada* inglezas.
eores linos sonidos,
tJ>pK>' GA'irthfer Freres.
laa> de toucinho .inglez.
fcais com repolho em salmoura
) 1X030301 E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
- DA A
DfJECCAO SHOST
L'nica, hygicnica, radical einfallml nncafi
I ra das gonorhoas. flores brancas e fluios de
i toda especie, recentes ou chronicas; e que
oifeifce como garanta desalmares resultado*
a continuada applicayao quesempre com
^A aguia l)KUJa,..r4ia do.\fyaw do .Caxiaswi-
30, recebeiKoava s^rniaento de Hnilos diade-
nus dourados e cwr padres.-tonto para meninas
como para s.'.nhuras.
Golleo(5oes de* traslados ou
noTmaspaF eswever-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
reeebou-Bovas u^lec#esi-normas!tnwasa;iaij-
cas aprendorem aescreverpor si mesmoi-.h usadas as aulas eioolkfiios; e oomo .amoro von-
cle4s por [irci.o cuuiiuudo.
Meias oruasfiuasrpai?a4iieui-
nas e-senhoras
A leja d'agoia branca, ra Duque de Caxias
n. oO.recebeaaovo sortimento daquellas tao pro-
curadas meias craas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos cominodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A ltjaxla aguia branca, roa-do Duque de Ca-
xias a *0, roeelieu bonitos veos a mantinhas
pretas4e, seda coliflores, e ontras a imitacSode
croch, e vendejas pelos *aratos prei-os de 35,
ile M000. A-aienda boa e est em per feito
estado, pelo que contina a ter prompta extrae-
cao
'f^rfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dour?dos e coloridos.
A loja da aguia branca, roa do Boque-de
Caxias n. 5, recebeu. novos granjpos -comJ)or>i
Aotetas, bexoaros o -gnfanhotos, o quedo rerto
prfeua iiovul de. A .quantidado- i pepuena, e
por isso em breve senbar.
Nwas^dllftihas oroadas-com
^racia-atr-aTriiinlio
de tlaxias
e 505000, para trabalhar com o p sao de
805000, 909000, 1005000, 1109000,
1205000, 1309000, 1509000, 2005000 e
2505000, emquanto aos autores nao lia al-
terado de precos. eos compradores podero
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedade do objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
MADAPOLAO A 35000.
Vende-se pocas de madapolo enfostado a
39000. Ditos inglezes para os pregus de
49, 49500, 55, 65000 e 75000.
ALGODAO A 35500.
Vende-se pegas de algodao, a 39500, 45,
e 55000.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
ras para salas, ditas de balango, ditas para larSura para Iengol, a 15600, 25 o 29500 o
crianca (altas), ditas para escolas, coslurei- motrn-
ras nquissimas, para senhora. desponsaveis ,GRAXDE LIQUIDACAO DE SABONETES 280 RS.
para criangas, detodasasqualidadus, camas, Vende-se urna grande porgao de sabone-
de ferro para homem e criangas, capachos,' tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c espelhos dourados para sala, grandes c pe-jeheiro a 320 c 500 rs.
quenos, apparelhos de metal para cha, fa-' Agua de colonia,'a200, 320 o 500 rs. o
queiros com cabo de motal e de marfim, frasco para liquidar, e outros extractos
ditos avulsos, colheres de metal fin), condiei- muito barato,
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, o outros min-
ios artigos que muito devem agradar a todos
que -Vtitarcm .este.graiule .estabelecimento
qiicseacha abecto,dc,de a*4> horas,da ma-
nila t a* 9 horas do noute
Jlua do'Barada Victoria n.
>22,
"
1.a e 2.a series.
Vruie- una assignatura das cadernetas do
licciiaaio Portuguez de Pr. D. Vieira, j pagas a
. I' i* serios : ra Duque'de Canias n. 73.
* _. *
Las, ultimo gosto
Jt fty-a- Branca vende las de gostos muito boni-
* a 140 ris o covido.
Las de qaadros a 320 ris o
covado.
afsj.-ir.im mais lis polo baratissims prego de
Lindas chitas.
A'losa Branca tem chitas de padres multo
maior vantagou so tem Caito dola nos ho<3
pitaos de Pars.
Coico deposito para o Brasil, Bartholome
v C, ra Larga lo Rosario n. 34.
Lazinhas escossezas
Ultimo gosto a 280 rs.: s o 43 da ra do Quei-
mado, em frente a pracinha.
O 43 em liquidacao.
Run do Qucimailo em frente a
pracinha.
Chius finas, bonitos padroes, a 240 e 280 rs
Cambraias de cores a 240 rs.
Poupelinas de seda a 1*200.
Cambraia transparente fina a 3{.
E outros muitos artigos, todos por metade de
seu valor para acabar: s o 43, ra do Queimado
em frente a pracinha.
(elirai, >-, e # ^ueiiuaido.
Atochado.
A Ri>a Branca tem o que ha de melhor e de
rio jfcs eolios.
JSovas ,Aaaibraiahpj:etAs.
j_*a Branca Jeta os in*is rtcofot4o-em 9
*airwa pretas;:ita-' *< atnostrat, acntaas as
JttUttQ barato
'^"Jfef ^WWWW A a*neri de...mntdi,
topa.
f* ?'*' 'lliMVV*mm. ^'-JlAKtia*aSK
ira db CSpim : a tratar na mesma^ I
Cidade da Escada.
D'ora em diante vender-seia earne verde da-
mente no acougue publico a 120 rs. a libra.
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
grande familia.
D. Mara Josephina Ravlmsonque af?ora se acha
em casa de seu pai Goilherme Pnfcell, em Santo
Amaro, vendesuu grande sobradomo Poco da Pa-
nel la, em aue reside ctualpiwie o 8r. Dr. Sera-
fice, o qual torna-so recommendavel pela sua boa
localidade, construegao, e ser edificado em chao
proprio. Contiguo ao ref rido sobrade tem urna
bonita casa nova de bilhar coro jardim, cacimba
e banheiro : qnem pretender dirija se proprie-
taria Mara J. Rawlinson, ou 4 seu pai o Sr. Gni-
Iherine PurceM, ru do Lima n. 20, gasto Amaro,
e para ioformacao,-nato)a do Sr. Joaqnitrf Baptista
de Araujo ra de *IraoM de Otada n. .3, oa-
trorama da (a*ia
A ioja d'aguia brane 4 ru a Duque
-SOyaaoebcH nmaipeffuena qufttftldade oVboni-
s e Bova grUlinha.-'trabnlho do l e seda, en-
neitada.s com arminho,.obras estas de.muito costo
e_Bteifam>nto. novas.
rampos, .brincos e rozetas
.dourados.
A*loj3' da agdia branca, 4 ra do Duque *
Caxias n. 30, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e ctmo.sempre conti-
na a vande-los por preco* raaoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca 4 ra do Du-
que de Caxias n. SO.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agoia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de lavas de
pellica, pretas e- de ontras ores.
f.*hrti i Sir ndniuucada 4 .'iOO.
iLeneoifeideibiiaimiito a<2.
Ditos de algyda do Uuas larguras a 14200.
Cobertores de K escuros- a 2.
Colchas adamascadas a 4.
Tualhas alcochoadas a 6 a duzia.
Na na do Cre po n. 20, loja de Guilhermc &
Companhia.
Grosdenaples
Grosdeniplep etoa I800 o covado.
Dito preto de cordao a 2 200 e 2*400.
S na ra do-Crespo n 20, loja de Guilherme &
Companhia.
Cretone
Cretone,. lindos padroes, a 440 rs. o covado.
Na ra do Crespo n. 20, loja de Guilherme
Companhia.
Sem igual
RA DO CRESPO N 20.
Acabou de receber um sortimento decambreaci
de cores o ijue ha de mais novidade e vende-se p
2al|r. o covado. na loja duGouertoev*. C.
LaziuhaN cco&e2a >a 1840 c
8W i-, o rvnilo
20.-^ Una doCrfspo n.-*20.
Lazinhas eswosseza*, padnles-iateiranite novos,
pelo diminuto preco de 280 rs. o covaoo.
Hilas de (pMJros mllidlnh03 i 240 rs.-o covado.
F fiechincha, e do-se amostras! na loja
de
Ctilkeiuue d OtHas.
Ghiias rosas .i peqaeao tkfeilo a IDO c 2i0 :
na rna do/f><*po C 20, lo)a de'Gumorme &C.
Madapolo e algodao ava-
dados.
Madapoloes e algodoes avartados de difierentes
precos e qualidadcs: na ra do Crespo n. 20, loja
de Guilherme 4 C.
S vendo-sc
Alpacas de lislras muito finas e -lindos padroes
a 5(X) rs. o covado ; na ra do Crespo n. 20, loj~
CORTES L)E BMM DECORES A 1^500
Vende-se '-aortas de brim de cores para
calr4a, a fMO0 e2?000.
BOTINAS A 3PQ00.
Vende-se botinas para senhoras, a 3#000 r
3J^500, a ellas antes que se acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL-
Vende-se camisas brancas, a 12600, 2jf,
-J--:(io, 39000, e 49QQ0-
Caigas de casemiras de coros, a 5>, 63 e
7?000.
Colotes de casemira, a 29, 29500, 39 e
4,*M>0.
Palitts de casemira, a 49, 6* e 890*0.
SorcMilas a l o 19600.
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a 440
rs. o cavado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de lencos braneos, t
29000. Ditos com barcas de cores a 39000
Ditos de linho a 5?ioo.
TOA.HAS A 800 RS.
Vende-se toalhas para rosto, a 800 rs. t
19000.
GRAVATAS DE EDA PRETA A 500 RS
Vende-se gravatos de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITAS PARAC0BERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes para meninos, a 19500
ESPARTILIIOS PARA SENHORA A 39500
Vndese espartilbos para senhora,
39500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 240, 320 >
400 rs.
PO'S DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pjs de arroz em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 2'0 RS.
Venle-se espelhos de diversos tamanhos.
a240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos,
a320e500rs., para liquidar, e Outros
muitos ertigos que se vende barato para li-
quidacao de facturas.
o ns&is poderoso
TNICO E FEBRFUGO
l0 rom LA ACADEMIA BE MFBKCI.V*,
ledalfai fSl jTTk
b aaiii

Ovo.
QUINA
LAROCHE
16,00o r
ELIXIR TNICO. FRRRIFDCO, POnTIFICANTB K KEPARADOIL
.-prrlor Vlnho. .rp<.. e !.
EiperimenUda com pleno sneccaso nos homoitles, a Qnu Ukocm (ou Extracto compUt.
de Qutna) una preparado excepcional, por ser privada do amargo da Quina. Agrada por
consegunte as pessoas as mais intolerante* e aos paladares os mais delicados, pois nem
muito doce nem muito riscosa, sendo de nma limpidez constante. Emprega-se com muitol
proveito nos casos de gastralgia, dyspepcia, nnralgia, anemia, marasmo, cacheras,
magreta, fastto tem causa apparente, convaUtcenca demoradas, ckiorou etcrophulas.
E O ESPECIFICO DAS MOLESTIAS FEBR1S.
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA bh pariz,
Remudo todas u prepriedadea do ferro et da Qim. 15, ru Drouoi.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM I0DRET0 OE FERRO HHTEtAia
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do iodo e do ferro, ellas convera especialmente oas ArFEC
?5es escrofulosas, a Tsica no priiicdpio, a fraque-.a de temperamento e tambera aos caso*
M falta db cr.amekorrhea, em que necessario reacir sobre o sascoe seja para Ibe
resiituir a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocare regular o seu curso perio-
ir. B. O todurtto de ferro impuro ou Iterado um medicamento Infiel, t -
irritante. Como prova de pureza e iirthenticMade das rrdatletraa >^^
rilulaa d. Ulaorard. deve-Sf exigir nosso rilo de praia rre-^^M
! e ooMa OraiK. a,ui reprodHzidi, que se aelia na parle inferior ^
e um retalo vente. Deve-ie desconfiar cas raUificacdet.
Aehao-ae rm lo,i a. phariuaelaa Pharmaeeulico, ra Bonapane, 40, Parts.
Guilherme &
op
4o
ris
a
libra
Vende-se a 40 ris a fibra de rame proprio
para cercar sitios, em lugar de varas, nao ha
naa mais barato : no armazem da bola amarella
na travessa da ra do Imperador.
Nao ha mais cabellos
brancos.
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asuma, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de-Bar-
tbolomeu & C, ra Larga do Rosario n. 84.
VINHO
t REC6NSTITANTE
DO D_R DELOR
Preparado por H. BE2IER, Ph da Eschoia de Paria.

POlffiLII
.
fcfas hiiiilWfaWiriiAnlflJMEPn a este mercada:
an *.a*tTtx^ 4c,u1p4U4|.
i -otv
Gomes <& patos Irmos
VSJIIWM :
Gomu do Afaeaty. nito,aova.
Cer* de carnjvbj.
Velas de carnauba do Araeaty.
ieoti Mfidas du Araeaty.
Sola e pene de cabra. ^
fina do Mrquez de_Ohqda ,p,,,*4) priraenol
*ndtr.
, TPBilA.JAPflllZl,
S e unicaap,proada'pelas academias de
sciencias, Tueonhecida superior n toda que
iem^ppaaecidu tiwje. Deposito princi-
pal rita da Cadeia do Recite, hoje Mst-
quetdeOJindar:.filJ51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de ..cabellei-
reiro.
de seda eom toque de mofo a 800 e i 1000 o cova-
do, para acabar : na ra do Queimado 43,
dao-sa amostras.
^llasipara carro
Na ra do Amorim n. 5*,'arraazom de
fc? !? ta para veDd'^, v#1Us*tra Coia da Bahia.
r**+*.mumVH por,,pwco-com.j ye8oMe.naadaCrtu, armarem n. ,6,*..
Vcnde-se um boi manso e feito no servicq, e
urna carroa em bom estado : quem pretender
diriia-serua do ViscoaaVde Coyanna, antiga ra
do Mondego, n. 78, taberna.
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende flnissimas cassas francezas ido
cores com os mais delicados padroes, por tertm
ora pequeo toque de avarja de agua dca, m|
nacatp preco do doze vintns cha : na >ja do Pavao, ra da Imperatriz >n
0.
moak>.
rnifica cola da Bahia, em porc5es e.a retalho!
O VINHO DEPURATIVO VO DOTOR DKOR ,n nr trmpo que purfica o sangue il'nmi oimeira 'enrgica nao altera e >WI
conserva a sua lonicldade primtllia.i
Tal o resumo dos numerosos allrsladns emlenpeados ao Dpoloe tWT.OB
i'pois da eiKIs Tirincipae Mdicos de'Franca, da llalla
da liussia, da Alliin;uilia c da Bilgica.
OVinlio Depurativo doT)ePF.LOn o nnpn produeto^qne, mi sal
elimina ilofigiM I(;Ioos prittcipms innrlw tamliem Ikeconserva a sua forca c a sua constiliica pritilltiv.
F. por isso qav o* MeiKens anretsarao -se de aaaUaar non airma iii
IberapciH'ca 4o-'<)aull>rI)KUOn. j
O VintMlfpriiissrsn'nDlsrX)n-deixa Ion-rede si a praararoes iirt*nlmlai |
(l,;>in.iihas. *ac> <|ho saropm, nHetei>cias. .s o^aes em^iiK.irae porilicajj
osni^ncoriirmiiuivem, eoujns eBitossao iiiiic uocivudo <|ui' atei*.
O Vinliodi-piiralivcMlo D' DKI.OR *mprogado owneulocoalra as EttnfiUm,
' 'linr/nt (im>ij, {.TMtvn, ^cs-fc/a ulcerosas, Tumoret, aacru, "-if'irwni.,
\Kinpfof*, llerpe^SMtugtn,mpifciu. Lepra, Titia, SfpkUitou mal cocry) _
ac lntt4MiMa*lla -l^aic. K um preserValiro cerlo codlrn ta Fetru una- 1
n Ha : typkMt. Todas as ucssnai aflliclasile EtfpfuuttiatJJyJrncele+Savco* \
rete c de huta* us inolesl'as|infriiiirfiit'sila l./mp(ui po icuvriap(t^aliOcoai'uailo.
MIA HKTAIIIO : 14, ra dt Lancry.
WKNOA WU A'TTA'CAIK) : 4, bontevard St-UarHn.TJrtttS.
K. in> inJu, riawmiirl
nico deposita, axjnde se acha a venda na casa de P. MfrWfon dt <.
Ra do bario ida V
;
*
>
.


Diario do Perambuc- Qarta'fcra 29i>l*MH&-fo:lBW}'
TJRA M HOWE
SOARES LENE, MOS
NICOS MENTES
A'
Ba do Barao Victoria d. 28
A^- mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Paris, era 1867, fo cpncedido a
Elias Howe Jnior, a modalha de ouro e a condecora-
gao da Legiu de liorna, por serum as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Uowe Jnior, nos
Estados-Unidos por sor o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditan)
estas machinas.
i

r

HOJH
MARCILIO DAS N. 54.
A Predilecta,
i'iiii
seus artigos de prp
pna encommenda dajiuropa e America, om dar oubjicidade dq^lguns artigos por cuios
presos bcm se pode avaharos proyQS. de outros mitys que so wrn*ci* enfadonho pu-
>) 11 Cflr. i
UH'DKZAS. MHJDEZAS.
L para bordar, da mollior qualidade, 1 Brincos dito de ditQ por 2$500.
librtupor 5J50*. Botas de setiro.pelos, e de cores, a 800.
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs- e i*000 dHzja
xinha com 4 papis a 30 rs., 240 I Fra/ijas, brancas Uase4a de todas as lar-
Voltas de fita de velM uom lindos co- 8uras a HWOO a IJipo o metrp.
rages lingindo majreperola, a 500 rs. 1)itas ^ cores e preias a800 rs. o ll&OOO o
Voltas para o pesclo, lingindo camafeu, "wtr0
companhadas com 1 par de brincos seme- Cales pretos de seda, de muito gosto de
'hanto, tudo por 2t?500. 800 rs. a 1JJ000 o metro,
Linha branca do 200 jardas em carriteis, I CALCADO FRANCEZ.
propria para costura de machina, a 800rs.' Botiuas pretasgaspeadas, para senhora, a
a duzia. 4j?500 p par.
Dito de dita de Alexandre, numeraco fcj ^'tas^jl.af ^e Puraque, gaspeadas, canno
gosto do freguez, a i#100 a duzia.
Diademas dourados de 129500 a 3??000.
Ditos de tartaruga com flores a 29000. <>?5000.
alto, a 50000.
Ditas pretas enfaitadas,
ultima moda, a
90S00
c.
ibe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, stabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, bara em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura del Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeiao de sen trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
epela introducto dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
nllerece ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primura.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
tircumslancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Uowe em segun-
da mo.
Seguida.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terwira.Ha nellas menor friccio entre as diversas pee,as, e menos rpido estrago
.do quenas outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mao.
Quinta.Permitte que se examine o trahalho de ambos os (ios, o que se n8o consegu -
nas outras.
Sexti.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo ira seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Setiria.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de muda
de agulh ao eomegar nova costura.
0ita\ a. Muitas corapanhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas! radicaes para poderem substituir: entretanto a companhia das machinas deilowe
doptandd a opinio de Elias Howe, mestre em artos mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e boje na atteode a procura, posto que faga 600 machinas
Ditos com borboletas a 1JJ500.
Brinc s encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos do plaqut de 500 rs. a 2#000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1#500
e 259000.
Voltas de aljofares com brincos, a 2JJ500.
Ditas do ditos oin corarles a 1JJ000.
Ditas de ditos de comas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas do plaqut a I5> e 1JJ500 o par.
Gravatas de seda para sonlioras do 1SJ200
a 2?H)00.
Daruros com 2 lac,os para caboga e peito
b 33) e 43HM)0.
Ditas dita de cores oaano alto, enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
3 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e transa, mais barato
10 70 do que em outra qualquer parte.
CHFEOS.
Ricos chapos de palha d'Italia, para se-
nhora. a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima mpda,
ja 169000.
! Completo sortimento de chapeasinhos para
raeniaas e sunlioras, de 29890 a 59000.
por dia.
Cada
machina acompanha
achina acompanha hvretos com instrucces cm portuguez.
A 9j>000 A 90^000
SOARES LEITE, MOS
A'
do Baro da Victoria n. 2 8.
h araizeiii (!e ki\(\i\\\ bfm )hdmh it
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locumoveis de forja de! a i i'-avallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
^aquetas para cocerlos de carros.
Solas de lastro para guarda lama.
fontas de lanca para carro.
Chicotes para carro.
Galoes largo e estreito para carro.
i'reg09 com cabeca de marfim, idem.
Kntremeios e nabadinhos bordados do 360 Chapos de sol do seda, ingleses, caito de
s a 29400 a posa. marfim a 11)9000,
Cales de seda brancos e de cores.de' Ditos dito do merino, cabo de metal mui-
9500 a 29500 a pesa. i to bonito a 59500.
ftitos de algodo e seda, de 19 a 19406 i Ditos dit0 de seda Para senhora, cabo de
ipefa. madeira, a 69000.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pesa. DlflS di nuTuccTuT^nc9^00'
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a r RSUS AB1^08' .
I Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
1 Tado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49.' Ditos para sof, a 39 o 49000.
Adereces fingindo coral, coopondo-se de' Toalhasde linho para rosto, a 19300 cada
alfinete o brincos por 29000. urna.
Dito dito pretos por 29500. Ditas de algodo alcoxoados, a 640 rs.
Ditos de plaqut, compondo-se de alfinete CoUas de crochet para cama d,e casal, a
o brinco, sendo de milito gosto, por 59000. 69000.
0Sa.
Loques do marfim a 59 e 89000.
Ditos do sndalo a 49500..
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos do papelles a 19800.
no empenho e'bam servir aos mis freguezes e Ra d .Madre do bous n 101
Z?& TJe^t T V***^ 'rover-e d0 'Jos u" Z>f F,,Tl,f* "T4 mo^ ^"'erca. swis freguezes o amiga* (Tw no mt arnST
w,L a,l,? ,f ? ar"gU^?serao bem al)rec,a(l09 P'^ aoriUiiuto de fumo.eiu lard,^ i-au-m I*
mirtr^ZSf vJJT J barat V* a enDU *' c V *>r^>^ meThores fabTamcs *Y*
Atmv&T !^ i'eS' C0m 9ejam c bDm as*i,n a flor de ^m os fu.rus At arfe
a,voum>, os mili, ricos 4ua tem vmdo a este eiu rolos, pacotes, lalas graoles e riemieiv.s,!*-
ir. rn^-T, ,C3pa8 d, '"^reperola, bem dos n.ui acrediUdos Lbric.nies T,r 4
AnPRFins 2 ^1 '"' veUudo e cha.enu. Araujo, Lizaur Adulpho Schu.dt & (',., linar
AERE^OS pretos e voltas propria* para luto ; Schmidl & C, Veigas 4 Araujo, TrndaJe &1^
botOes m%U*w VT i. Kpf.^vi^fe'^SS
mellor em plaque tartaruga, madre- seu juslo v.lur, e que .|uaado garantir ro-S7
va qualidade, uri sincero, mu. p;rtif.,lae
parola, marlim u sso.
BOLEAS de velludo, seda, pala e chagrn,
ha de mais moderno e 1 ndas.
B1C0S de seda e de algodao, tanto branca como
preto, de variados desenlios
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS tara costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella. i
COQUES a imitacSo, o que pode havor de mais
bonito e bom gusto.- i
DEADEilAS, neste geuero a PredilecU apre-,
senta um grande e lindo sortimente
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigeute
que seja.
I'ORT-BOQUET de madreperola, marfim e osso,
e este um objecio indispeusavel s se-
com as pessoas quepouco.>iilen)am ,U nu*ftx;
pas para bem servir a todos, tem o amimcc*
a mnga praca de 13 anoos. deste c.muie*. ..
LOJA DO PA8
Ra Primeiro de Mar^o
n. 7 A,
outraora do < respo.
Os proprietarios actualmente dcsie importaaie
estabelecimenlu, tendo proeodiili a bitm cmiaiitt
r-forma em precitado estabelecimeiilo, e<**
de ser elle um dos mais bem suiu.ks pnncuat-
nhoras do bum tom, allm do aspirar mente em arligos de moda e alta noviiiade, pernea
o aroma das Qores sem o inconvenien- ao respeilavel publico e em particular a<*!was
te de nodoarem as luvas, ou mancha- numerosos freguez s a bondade de roniinnara *
rcm as delicadas mos. depositar em sua conianca, garaiaindo siiva htm,'
PELN'TES de tartaruga, de marlim c de bfalo, pa- servidos e por precos nimiamente baiauns. Ve-
ra plisar os cabellse tirar bichos. nham pois todos comprar nayas e lidas nc*-
>
Aderecos' dej bri-
Uiantes, esmeraldas ||
rubios e perolas,
voltas da perolas.
Obras de ouro e
prala, de todas as
qualidades.
N.
NOVA
2 A-
LOJA
Ra do
DE
BARROS
DE JOIAS .
Cabug-^-N. 2 A
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tende ps seus proprietarios feito urna importante acquisisao de
jpias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preso razpavel.
&&^
PERFUMARAS. E'sabido do publico que a Pre-
dilecta sempie conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, l'iver, sociedade hygienca, Cou-
dray, Gosnes e Itimel, que incum-
hido da esculha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se oa
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa d enumerar urna im-
raensidade de artigos, aiim de nao iuas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do resneitavel publico em di-
rigir-se ra do abug n. 1 A, pa-
ra conyencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
seta
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratsimo pre;o.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol a anda que nao es-
. teja bem replecta de dinheiro.
FITAS. E ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podeui encontrar um
grande sortimento de Alas de setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo prego.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e c'e cures, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
tacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vdro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marlim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
LIVROS para missa ,a Predilectt"apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros cora capas de
madreperola, lartaruga, marlm, sso,
velludo e chagrn, por precos mu
razoaveis.
das, de cujas damos um pequeo reun pan
que vista ctaHe possam apreciar.
Velludo prelo, selim maco preto e branca,fc-
gurao_ de seda, rosdenanle Dicto e d.. uuiUsefr.
res, l cora listras de seda, cambraia uoripfA,
nansok de lindos padrffes, otmfcas heniadai pan
homem, vesiuari.is para criancas. clnicos v>n
bapiisadus, manas bia.Ml.'i,as, mei de con*a*
ra homem e meninos, cuapos do caU.. de ruada*
para sol, granadme, III de seda, fil de linho. bramante, cainbraiaa, r*-
Us, caasemiras, etc.: na loja do Pas.-o, ra Vn-
mireo de arco n. 7 A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas para sonhora.
C rtes de vestidos biaucus bordados uara*e-
nhoa.r
Merino |)'eto e de cores.
Capellas a mantas para uoiva.
Ricos cortes de seda de cores.
Vistuarios para baplisados.
Chapeos para baplisados.
Colxas de seda para noivas.
Ditas de l.
Toalhas bordadas de cambraia de buho
baptisado, com dous emblemas.
Na loja do Passo, ra Primeiro de Marco, asS-
gamente Crespo, n. 7 A.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabugi n. 1 A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhbs tambem bordados e de phaulazia,
saias bordadas, dilas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
per barato preco.
Hespendina
Verdadeiro biler hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos &
C, ra do Amorim n. 37
VeHde-se o sobrado n 49 silo ra Impe-
iI ,i ,nl An f,-,. .. J^ T f^, 1...__________-. *.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes c melhores.
Vendem-sena pharmacia e drogara de8i#-
tholorneu A C. ra Larga dosnrio o Ua. *i.
Joaquim Jos Gon Beltrao & Filhos
Teem para veader no sen escriplnno roa
Comrercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garraas.
de larau;a, idem ide .),
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem o senhora, -aA-,
de marlim e sso.
FFIXES de ferro, para porta.
FIO de algodn da Babia, da fabrica do cothkc-
mendador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBItAS de paP cta.
PANNO de algodao da Babia, da fabrica do tum>-
mendador Pedrizo.
RETROZ de todas as q;iahJadcs, das fabricas m
Peres c Eduardo Miliirw.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
ELA' de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setubal, caicas de 1 e 2 diu/is.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
o de cajd, caixas de 12 gar afas.
a Malvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
Careavellos, idem idem.

t
DOS PREMIOS DA
20.
Vende->e por 1:4H04 uma casa, com 26 pi
mos de frente e 50 de fundo, tem a dila ra-a ua
terreno, com 100 palmos de renta e Iresentos e
tantos de fundo, muito boa trra para plantarles,
, e a casa boa para negocio por ficar em quina,
nal, canto da travessa do Lima, lugar muito pro- no logar do Fundo em Beberibo do baixo: a,
pno para negocio : a tratar na ra do Hospicio pessoa que pretender dirija-se ao lugar da Torre
n. t5, das 6 as 9 horas da manha, e das 3 s 6 da ao passar da ponte do r. Andr, na primein
tarde-__________.________________________entrada a direita, na segunda taverna.
S9
a
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL *. 9iG, A BENEFICIO DA NOVA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PENHA, EXTRAHIDA EM 22 DE JULHO DE
1873.
NS. PRF/dS.'NS. PREMS.
5
7
II
2
16
19
' 22
25
43
II
U
55
63
65
69
70
75
83
87
89
i 05
6
n
21
27
34
37
39
47
52
. 54
63
64
66
67
79
85
H 191
207
15
23
25
29
30
45
53
58
59
65
66-
67
69
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81
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>f
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VS. PREMS- NS. PREMS. NS. PREMS.

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57
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12
15
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21
28
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61
62
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, 71
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U>
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22
29
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W
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SI
9
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6,5

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80
81
82
83
85
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92
Sl
20
31
32
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50
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7
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83
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87
3
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5
7
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25
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NS. PREM?.
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75
91
92
__
w
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*





i


8
Diario de Peraambuoo Quarta feira 23 de Julho de 1873.
ASSEBBiEi SEtUL
CIMAKA DOS DEPUTADOS.
REFORMA I>A (LARDA NACIONAL.
I (Gouiinuagu;
Observou o ilustre deputado que par
este modo a reforma nio tem nenhum al-
cance. Nao comprobando o valor (Testa
objecgao : o lint manifest ' sentar o ci Iadn s exigencias do servido,
que o lisrahiam das protisses. ilo exrcicio
natural das suas taculdados, siibmotteti loo
em casos ordinarios aos vexames da disci-
plina militar.
Desde que a proposta providencie de ma-
neira apartar estes s inconvenientes,
rompendo os lagos de inmediata subordina-
cao e por este modo nobilitando a guarda
nacional, nenhumn razan pode aconselhar
a extiuego de urna bonrada milicia, que,
liora do perigo, nunca se mostrou indiffe-
rente aos reclamos da patria. (Apoiados.)
Nao p le entre as ser urna grave ques-
to a d natureza'da guarda nacional. Nao
mili la ni entro nos as razos quu preoecupa-
ram o eminente publicista a que o nobre
deputado se referi. Ornando Mauricio Bloek"
estuda perante a constituico raueez de
1852 a natureza da guarda nacional, e se
inquieta com este problema, presento nm
perigo que nao nos ameaga. Diz aquelle
escriptr que, si a guarda nacin d tivesse
por misso detenderas garanta* conslitu-
cioOaes, ser-lhe-hia incontestado odireito de
deliberar, e coiiseguintomenle o do resistir;
o por este modo po Terse -h i'a dizer com a
constituico de i791que a insurcoigo e
o mais santo dos deveres.
Taes observagos nao sao apn) rea veis
uossa instiluico da guarda nacional. A
sua nalureza como os seus fins esto clara-
mente lixados na constiluigo e na le or-
gnica: ella nunca questionou do dirato de
deliberar nem pode influir em se'u carcter
de milicia no jogo regular das instituiges.
Procurando entrever um desacord de
vistas entre a commisso especial c o nobre
8r. ministro da justica, fez reparo o Ilustre
doputadoem algumas palavras que se lm
na conecituosa exposigo preambular que
preceden a proposta.
As patarras do nobre Sr. ministro da jus-
tica tem a mais natural intorpret.iga.-i. Di-
tendo que a guarda nacional para as tro-
pas reculares o que o conselbo do jury
para a justica, isto a expresso da inter-
ferencia directa do cidado no trato da cau-
sa publica, S. Exc. exprimi um profundo
pensamento, urna generosa idea. 0 que
destas vigorosas palavras resulta que a
guarda nacional tem nao smente O devor,
mas tem odireito de acudir defeza das
instilo <;es.
Assim como o jury incoiitestavelmente
um dos meios pelos quaes o cidado inter-
ven] na vida publica, do mesmo modo a
guarda nacional exprime essa participago.
O Su. Ministro da Justica : Apoiado.
O S. Gusmao Lobo : cidado juiz
como o cidado soldado inlervem um e ou-
u o na vida publica. (Apoiados.) Das pala-
vras do Sr. ministro nao se podo concluir
que, em desaccordo com o preceito consti-
tucional que inpz a toda a forga militar o
carcter de essencialmente obediente, tenba
S. Exc. attribuido guarda nacional urna
intervengo activa no mecanismo das ins-
tituiges. .
O Su. Mimsti'.o da Jcstica :Apoiado.
O Su. Gusmao Lobo : Os periodos que
inmediatamente se segur-m quelle que ci-
tou 0 nobre deputado iiccentuam de um mo-
do irrecusavel o pensamento do autor da
proposta.
Sao palavras estas do Sr. ministro :
A experiencia d testemunho dosineon-
testavois trricos que a guarda nacional
pode prestar como reserva do exercito. as
comnvicoes intestinas do imperio sempre
della nproveitoii-se o governo para res abe
leccr a tranquiilidade publica e o imperio
da lei; e na guerra do Paraguay nao so li
mitn a cobrir as fronteiras, associau-se
nos campos de batalbaaos mais heroicos de-
fensores da honra nacional ; e nao foi a
denodada milicia queui menos louros co-
lheu naquella memorare! campanha.
Alm da nobre misso de auxiliar o
exercito, ninguem desconhecer as funecoes
que a guarda nacional pode exercer, em
falta de outra torca, em circumstancias anor-
macs.
V-se, portanto, quo o nobre Sr. minis-
tro da jutsica attribuio guarda nacional o
misso de auxiliar o exercito assim na de-
feza da integridade c independencia do im-
perio, como na da paz interna e das insti-
tuiges. E tal sabiamente a doutrina que
decorre do preceito constitucional que faz
de todo o cidado um soldado quandeo
exijam os grandes interesses nacionaes.
(Apoiados.)
Causta-me estranheza, Sr. presidente,
que o nobre deputado por Minas, referin-
do-se gloriosa catnpnha que sustentamos
em cinc i longos annos contra o governo do
Paraguay, amesquinhasse, de um certo
modo, o importante quinbo 3a gloria que
guarda nacional ficon reservado nessj pa-
gina, honrosj de possa historia.
Disse S. Esc. que nao furam gtiar las na-
cionaes, mas eidadaos que se batrram con-
tra o inimigo, e 6 tinham (\V como volun-
tarios da patria, incorporados ao exercito
(fci linha, o nao como momhiis das) iust-
tnigo em ranzas.
Quem ignora, entretanto, que o exercito
em operaces no Paraguay recebeu da guar-
da nacional o miis valioso subsidio; que
mu i IOS corpos mnveram-se das provincias,
vestindo o uniforme honroso da guarda na-
cional ; que esta nobre milicia, ja" por um
concurso voluntario, j p ir meio de desig-
ualos, dea aopaizum grande numero do
soldado ; que de sen seio sahiram ebefes I-
lustres O quo mais se poda exigir da
guarda nacional? (Apoiado...
Nem este foi o nico servigo ento presta-
do ao paiz por essa Ilustre corporago.
E'nquanto nos campos e esteros do Paraguay
a honra nacional era defendida no estrepito
das armas, a seguranga interna era comnteV
ti.la guarda nacional. Prestando-so com
inexcedirel patriotismo a todos its rigores o
vexaroos do servigo ordinario, ella substi-
tuio o exercito em todo o Imperio. A gu.ir-
lligo das nossas ci la les, das furt cagos,
os presidios, tu lo quanto compete .loexor-
paes, organsages que bastera s circum-.districtos que defrontam com os estados vi- 50 aunos flxado para quaieago doser-
stancias ordin rias como s creumstancasjjiinhos, mas para tolo o territorio das pro- vigo activo.
extraordinarias, extinguirla guarda nacional rairias, sam ittengo raator ou menor dis- Nao me piroce que esta dimiouigo, radu-
sena mais do que improvidencia (apoiados), taucia em que as circumscripges .la guarda zin lo em 0 annos o maximim estabelo-
sena um erro que poderla expora grares pe- nacional podessem icar das fronteiras. Ou- ci lo pela lei de 19 de set*mbro de 1850,
cito, a guarda nacional o
cumstanria i1 dgito de nota :
fez ; | um: cir-
a guarda naci-
I )i\ \LS\ D.\MV\D.l!
CONT
POR
PEDRO IVO.
I
J vejo que cheguei tarde !... Ain la
desta vez se va embora o afamado missio-
nario, semoeu ouvir I... Parece de pro-
posito I... Nao ha que ver ; j l vem a
gente toda da aldeia I
Isto resmungava eu, vendo de longe a
raultido, principalmente composta de mu-
Iheres, que sahia da igreja matriz da fre-
guezia. E o caso que tinha sincero pe-
zar por chegar tarde, pois a avahar pelo que
me dissera o nosso abbade, homem de s
virtudo e reconhecido senso, nunca dentro
dos muros da nossa modesta igreja tinha
sido pregada ao povo mais pura e ao mes-
rao tempo mais tolerante doutrina. -Como,
porm, oque nao tem remedio remediado
est, parei,. resignado, espera da gente
que rinha do sermo para nao voltar sozi-
nlio para casa.
Aindaque me nao tiessem elogiado o
pregador, bastara analysar o aspecto dos
ti^is que acabavam de ouvir a palavra do
ministro de Deus para se conbecer que todas
aquellas almas vinham agradavejmente im-
pressionadas. Era grave a expresso de
quasi todos os rostos, onde se notara a at-
tengo com que yinham escutando a inter*
pretagodadapeloabbadeumou outro pon-
to menos claro para aquellos espiritos pouco
cultivados. Todos os olhos brilhavam tran-
quillos, isentos da vaga expresso de tenor
e anciedade, que do a physionomia um cer-
to ar de idiotisrap. As raparigas ostenta-
nal empregada no interior nao foi estimnia-
da a este nobre sacrificio por ncnliuma das
conhocidas vantagons do decreto de 7 de Ja-
neiro.
Ve por aqu o nobre deputado que a guar-
da nacional por nnhuina outra ciasse foi
excedida em patriotismo: o paiz encontrou
nessa institnicao nina abundante fon te de
recursos que ompregou em larga copia na
defeza da honra nacional. Ella soube jus
tilicaroseu glorioso titulo de guarda da na-
go. (Muito bem).
Vio o nobre deputado nesta reforma um
plano poltico, um meio de fazer impratira-
wl a reforma radical, a nica que pode so-
tisfazer s aspiragoes do paiz, isto c, a afta-
ligao da guarda nacional.
Seo nobre deputado reconhece que a pro^
posta consagra um incontestavel melhora*-
mento no rgimen da lei do 1850, como*
p le entrever ueste acto um ostorvo e urna
objecc ) A renlisaco de ideas mais adianta-
das? geni ao contrario ;*) que se pode di-
zer rom bom fundamento quo a reforma
le boje preparar o futuro, se no futuro as
cireumslancias poderem aconselhar a realisa-
go de um plano mais profundo.
E' esta, Sr. presidente, toda urna questa,")
de opportunidade ; a osle pensamento da
exlncgao da guarda nacional nao foi indiffo-
rente a commisso. Mais de urna vez em
nossas conferencias...
O Su. Ignacio Mahti.ns :A commisso
declara-se pela extinecao, mas diz que por
emquanto nao convm.
O Su. Gusm.\oI.ouo :... veioesta ques-
tao a ser examinada ; eos nossos votos ajus-
ta ram-se no mais perfeito accordo sobre a
inconveniencia de urna medida que teria
como nico resultado a disperso de ele-
mentos de defeza uiilicilimos em urn paiz
de inmensa extenso, n em que a falta de
meios distancias para embaragar a acgo adminis-
trativa. Externando o nosso pensamento,
fi/.t-mo-lo de modo a deixar entrever que aos
preoecupa antes de tudo, urna questao do
laclo, de apreciagao de circumstancias.
0 Su. Ignacio Maktins :0 nobre mi-
nistro da justica contrario a V. Exc. neste
ponto.
O Su. Ministro da Jgsticaji, O quo
digo q. nao convm na actua&dade; o
o que o nobre orador tem assejurado.
O Sn. GusmAo I.obo :So ; nossas pro-
vincias dispozessem de recursos OJO to larga
copia que, sem prejuizo deoitros servigos,
as habilitassem a bastar a todas as exigen-
cias do servigo policial e da seguranga inter-
na ; se por outro lado a nossa organisago
militar podesse dispr de reservas mais ou
menos disciplinadas par meio do urna insti-
tnicao modolada sobre o landwehr europou,
a instituigo da guarda nacional nao teria
razan do ser. Mas, quando a nossa defi-
ciente organisago militar nao permitte ao
exercito ter urna reserva em quo refaga as
suas forgas...
O Sr. Ignacio Mautins ;Euto a guarda
nacional reserva para o exercito?
O Sr. Gusmao Lobo :... quando as pro-
vincias nao teem meios para levantar corpos
policiaes', quando os municipios nao possueui
recursos para manterein guardas munici-
rgos. (Apoiados).
O nobre deputado acaba de dirigir-ine
una pergunta de que presinto o alcance.
A simplesdeitura da proposta demonstra
bem que a jruar Ja nacional pudendo ser
chamada a'servigo i os casos de guerra ex-
terna, como nos do rebellio, sedigo ou in
surroFco, do um certo modo reserva do
exercito. No nos preoecupemos com a na
tureza da instituigo ; ella decorre dos seus
deveres, e estes sao os que a proposta declara
expressamente. E' indifferentn que se reja
na guarda nacional urna reserva do exercito
ou urna forga auxiliar de seguranga inferna.
O Sr. Igmacio Martins :Ento V. Exc.
quer estabelecer a guarda nacional como
auxiliar da forga de polica?
0 Sk. Gusmao Lobo :E' a constitoigao
poltica que V. Exc. deve interrogar. A
natureza eos fins da inslilugo da guarda
nacional derivam-se do 070^10 coiistitucio-
lial j orna forga especial que tanto podo
ser convocada para combater ioimigos exter-
nos como para.combater inimigo internos.
Vou referir-me a um ponto, Sf. presiden-
te, a que ligo mxima importancia ; p.ire-
cou-me que esta proposta coocorreria em
boa parte para a regeuerago dp' processo
ehriioral; pa-eceu-mc que este muritw n
Ibu poder ser contestado; e erHVetaals
outi ao nobre depotado por Muws-qoe se
trata de um acto- wteiramente indimreaa)
ao aunada ikcdiruiado voto.
Que? oohcce a historia do nosso pro-
cesso efeitoral, esta- historia em que todos
Ho nj'iito diverso o systoraa da proposta, soja pouco importante. Se o nobre depu -
S ella nao ali^eira o servigo da guarda na- lado consultar a orgauisago de instituiges
cional na linha las fronteiras, roluzconsi- anlogas do outros paizes, reconhecer que
deravellente o territorio a que la/. :i. lica- a proposta procurou accommo lar a fixago
vel a legislagflo de 1857. desle ti rmo arbitrario a regras un tanto
O art. t 12 da proposta firma bem ca- aceitas. 0 periodo de diz anuos qo um
ra a exeepgo, reluzin lo-a aos districtos pequeo iutervallo na vida de um ho-
que ocla sua proximi la le d 13 fronteiras re- mem.
clamamuina organisago militar parte. 1 0 Su. Ignacio Martins I Eu quera
Esto direito excepcional, quo o fica por una re luego anda maior.
esto modo to limitado1 quanto p>ssrl. Sr. GusmVo Lobo :Disse-nos o nobre
Nao se ajuize, entretanto, quo a guarda deputado fervorosamente ministerialistas,
nacional dos districtos das fronteiras vm i- mais ministerialistas que o ministerio, poi-
car _por.manoiitemi.iite do ar na ao hombro, que attrlmiinos ao poder executivu uum
itiilitarisa la o em p de guerra. E' ao larga esphera de arbitrario com a creago
exercito que compete par O* dos seus pri- de districtos de eo.nmmdo superior, em-
meiros doverus guarnecer as fronteiras e do- quanto o Sr. ministro da Mstica propuze-
teii h> las contra (lOssiveis iuvasovs. ra a divisan por comarcas, nao podendo
Agnar.1* nacional apenas um auxiliar ser estabelecido em cada urna dellas mais
enjo r iinatr.M s em raros eas< p le ser de um comman lo daqo.-lla naturezj. Afi
invo.ado. .guroo-se desde logo ao nobre deputado
So a popyfagfcb da fnintara fie forate que, concederfdo ti do que se nos pedia,
o lo em r>ihlk;>;s diversas .fcts que 5.-vom davaino um arbitrio a qoem w quera
reger o resto 1U.1 niiperio, istw vem .1* si-,apartar do suas attribuiges.
tnw;o geogrfica-, de r zes de ordei so- Entretaiio, Sr. presidente, a verdade
perwr .1 que io- sao es'.ranhos >s mteMaMB que o pemomento da BOUlOMBeiu foi dar
de luda a failHMM. do habitante dos
teiras, Sao ells-os- que mais iaXOK
1 li'm>- estabilidade divisao dH gttbfdb nacional, ,.
Bdiakk reduzir o maero dos cninniaiide suporio uUa
a excepgo, e odiosa excepgo. (Apoiados)
Nem* a proposta por abi digna de cen-
sura ; ella procura providenciar sobre a
distribuyo da guarda nacional de modo a
garantir-lho a dosejavel estabilidade. Este
pensamento ella o traduz muito expresso.
0 Sr. Pinto de Lima :A proposta pro-
cura evitar todos os abusos.
0 Sr. Gusmao Lobo :Vou referir-rae,
Sr. presdeme, a questes que me merecera
particular atloocao, tanto pela natureza da
materia, como pelo valoreas considerages
que motivaran ao nobre deputado pela pro-
vincia de Minas-Geraes.
Isenta la a guarda nacional do servigo
ordinario, urna primoira inquietago acode
ao espirito. Todos sabem, Sr. presidente,
que a guarda nacional suppre em quasi
todas as provincias a delicieucirde forga po-
licial, como se sobe que nenhuma das nossas
provincias pode pro ver, com os recursos de
seus orgamentos, s exigencias da seguranca.
Como se far para dotar as receitas provin-
raes-dc meios quo Ibes perinitlam augmen-
tar os f.'ipos de polica ?
VMa dificullade nao passou desaperce-
bida i ci'inaiissao, antes foi objecto de
;rccuradc> esludo. Heduznla a guarda na-
cional ao- popel de urna milicia intetramente
inactiva, fcd como lhe destinado pda pro-
osta, Mear s-provincias um encargo para
nente podem sofinti coi as invadwdo ter. res e evitar o- manifest inconveniente de
ritorio ; a defeza ilerseua mais c.nos- inters-; dar urna base arbitraria distrbu;o des-
ses, di; aaaf familws,. pffiprie lades, povoa-|s"s coinmalidos-,
ges, vip msso graademonte enpeohala: 0 Sr. COftaJat:Apoia-to;
ForniDi Mttdes ogaanatonlia qaie acomeUw-' Mais de urna razo, Sr. presidentir, ju-
ra m a competencia asBOcinl d lei de 2 do flu> no animo db commissypara apiFlir-
iulho de S60, que desviou do jury -jul-se iss!a parte da proposla do poder c.vjcu-
ns, gov*rnn_nte*e-govrmados, conservado-fomento dadiomici li^comiiM-ttilo as tno- twaw
res-, com liberaar, laaaw orna certa parte enras pan atribu-lo- aosjyizes de diru ; A lviso por coisarcas, toisaila por &a-
de responiahilida'te; este verd.ideiro higar- trein quasi mn quarto-de seculo, que des-se da divisa 1 da gui-da nacional em cota-
ioVtanto dura a lei de 8850. s ims ultiisos-111 nidoe- superiores, trazia irrc-sularida.fes
vara fartas e forrnosas trangas ; nao se via
um nico rosario em todas aquellas raaos ;
os leugos e saias. eram de coros alegres e
variadas, como as das suas consciencias, se
fosse possivel ve-las ; nao havia finalmente,
indicio algn, que trahisse a passagem de
um d'cstes fanticos, infelizmente vulgares,
que, ao retirar se, dcixam urna povoago
inteira gemendo sob o peso do remorso do
mutas vezes suppostos crimes, romorso
que, nao sendo combatido a tempo, tem,
segundo os difieren tes temperamentos, co-
mo remate, aps urna vida atribulada, mor-
teprematura, ou, oque peor, Rilha-
folles.
Quando aquella boa gente chegou ao p
de mim, junte-me a- rancho e vira conver-
sando, ora com uus, ora cora outros, era
direcgo a aldeia. Vinhamos quasi a che-
gar a urna encruzilhada, quando de cima
de um muro saltou.de repente um homem
alto e entroncado, de rosto franco e alegre,
cujos cabellos grizalhos trahiam a proximi-
dadedos cincoenta.
W- Com a maloita Iexclamou elle, rin-
dor Que bonito rebanho e que bom pastorl
coutinuou elle, 6orrindo s raparigas e
saudando o abbadeMas qae nao falta
nem urna ovelha... he.n mesmo a tinhosa 1
Essa talvez quo falte... Falta a filha
do Manuel Antonio I bradou urna voz es*
ganigada, em tom raivoso.
^Marioel Antonio franzio o sobr'olho e
corou ; contendo-so, porra, gragas um
gesto supplicante do abbade, soltou- urna
gargalhada e. exclahvou :
Nao tom que rer 1... Quem tem porcos
de, todja a parte lhe roncam I... Vejam l
se a carapuga servio mais alguera !..
Asspmindo, porm, um ar mais serio, o
Mrraqor continuoo com voz commdrida :
Ento a ta Zfa nao sabe porque
que aminha Mari* nao foi misso?...
Nao sabe, hein?... Nao sabe que ficou ao
commum dos partidos vencidos conBw (s
partidos vistoriosos-,. nao po-ler contestar
que sornb?a da imtituigo da guarda dm'-
i-ional lam se exeroido' um larga par" de
influencia no destinos-do safragio popisSer;
Quem ignora quantas superiV>ridides illda
das, quantas iltegitima>influt*ci-s tirara das
insignias dos command8^leiBmttos de ac^au
sobro os que lhe sao subordinados? E as
prise? o-as designages- arbitrarias? o os-
servigos-do dest3oamento8,.os-dte- polica ?
Eis iqui, entretanto, que-a proposta des-
prende '* cidado- de todas-estas, prises de
suDordiango ; toniaimptaticavets estas vi-
xages ; eolloca o-mais desprotegido cidado
na compfeti independencia- do ebefe maa
vgraduado-da gunrJamaciono.l. Poder-se-la
dizer de animo sodo- aos eonsetoos da pr8~
vengo qae um semelhanto acto nao influir'
poderosaiitente par garantir a litro, expres-
so da voaiade popular ? Longe- de particir
par das aporehenss- do nobre deputado,
longe de ver na.proposta orna providencia
sera alcance para a verdade do systema p*-
presentativo, sou.inclinado a.acreditar quoa
mais consetenciosa reforma da lei de eleigees
nao conseguira fazer da lbenla le do voto
urna verdade,. se o ragimen da le de 1850
ahs licasse- como .permanente- ameaga li-
berdade o independencia dio- cidado.
0 Sr. Si.-wsrao nx. Jus-tjca : Maito
bem.
O-Sr. knacio M.vrtins : Sosta parte
anda ficae.
O'Sr. GosaAo LoiO'-.r-Oaegimen espacial
que a proposta mantm pana a guarda na-
cional das-fronteiras suscitou ao nobre depu-
tado amargas reflexes.. Lamentou S.Exc.
que essa bonrada milicia nao possa. ser li-
bertada do.rgimen opprcssor de 1857, de
urna retdadeira lei de excepgo, teado de
ficar subordinada a rigores desnecessarios,
rcomo se nao pertencra eommunho brasi-
lBra, quando uenhura grave interesse justi-
fica esta excepgo ao. que se poderb> chamar
o direito commum.
O Sa, Florencio, de Arreu : E' urna.
ox.cepigo inconstitucional.
0 Sr. GusmAo Lobo : Foi sempre, Sr...
presidente, urna bem entondidk preoecupa-
gao dos nossos governos accumular aas
fronteiras elementos de defeza,. garanti-We
resguarda-las contra possiveis nvasoes^ A
historia das nossas relages eom os estados
limitrophes indica e aconselba esta necessi-
dade. Ninguem poder diier que de boa
poltica por de parte esta patritica preoecu-
pago, dispersande nos districtos das frontei-
ras elementos de seguranga e existencia,
quaes podem resultar da organisago de for-
gas inactivas.
0 rgimen de 1857 sim, excepcional,
mas nao verdade que a proposta o tenba
m ntido tal qual ; ella consagra urna ira-
portante modificagoque certamente nao seca
ndifferente s provincias limitrophos.
0 decreto de novembro de 1857, alten-
dendo s condiges especiaes do servigo mi-
litar na linha das fronteiras, estabeleceu um
rgimen excepcin I, nao somente para os
:u*4tpns comu*jMi) aergauHe 6tada-los-c>
uaimu...
*Sk. Fua:Entv V.-Esc. concorda
que-sn fuodadao?
* Sk. GussAo Lonor-Nfi luvido a-
lflmalo. Se ni* eonfaecp*abasos que de-
v nimotivar
que a divisao por districtos teade a cor--
rigir.
t 9
rio;..
O Sr- Gusmao Loca-:Mais cu- menos
extensas, u*ais ou menea populosas-^ as co-
uH!a providanea nautedialaMmarcas nftaoflerecerianaaaa negra certa
s-u am regra pataco affti^ndo a jurisdic-|distriluigo,la guarda nacional, coja base
goesneapciooaeab. Nio aWoaiieaendo que4na pode ser outra nonio a quallica-fo-dos
as^twit^iencias-Bpeciaes ptidem ser fnn- [cidadaos habis para o servigo. fApoia-
Mada e>aa razdes^M intarassa-publko, uo4dua). As raaous que inilam pira a- crea-
Ihes saeritic 1 prkwipos quh devtot ser iMo das ctna:as alo sao- as mesmas-que
nice -reguladores- da ordei lita co.npe- |influem pava-a. d.* com manilos superiores:
tcncia-. testas palavna-do parecer troduz.:m bem- o
O Sis-. Flores ::Apoiadt.-;. ipemsamento' %ua guiou tf commisso ao
O Sa. Gusii&d' Lobo :oiv
de ucniii! modo estiv- habilitadas:
guando se- sabe corno sao limitadas as suas
notes de renda, e que os seus pequeos
recursos mal- podem bastar a irxHspeusaeis
despena, qiwsi tollas pediudo ao emprw-
timo anticipa^Des do- receita, que as obrigam
ao servico de divida, seria at doloroso
obrignr os cofres provinciai's a ume-despeza
que elles nao aoderiom supporla. Seria
decretar nada iwmos-qjie a ruina das-pro-
rinciaay (Muito bem.)
Antes-que urna revisan de nipos* Ihes
attnbua mais largas-fontea de rende% antes
que ellas- sejam libertadas de despezas de na-
tureza geral que esSo a pesar em seas- or-
Ig.nac.io ati.ns :As oontra- .gamentos-, um unCO> meiase offerece d as
'-gH
jipcmsamentO' q,ue guiou
?* outra Sasaptar uta. nota divisao
importancia as raetes que atronselbara -n/ A divisaa*pur romarcus.. sobre nnoftaf
regimo.especial ajara as forjas iua'ttivas das '
fronteiias; estas razos darriwa sabida-
mente-ile consideMoes miiiW-elevlas, que
dizenci.kssm com a.seguranguiatnoa, co-
mo com a segur-mea externa. A guarda
das fronteiras am gran la- atarease na-
cional^. urna coadigo de paz, meio di
oonleR inquietos vi/jnbos qaa^nte compre*
hendaro
jJtsigualdada-iia distribuig da forga, ta
.ia o incooroaieate de atiribuir s ntwom
blas provinciaes (apoiados<) um verdadei-
r*> arbitrio sobre a creagao e suppressio de
oommandos-superiores, e esto arbitrio pode-
rla algumas-raaos influir puraque, na crea^
a das comarcas, fossem aUcndilas cou-
veHiencias tstiaiibas divisaojudiciarii. A
os roeipaaaas ioteaaaaas- de intornacionaL Temos iis, un i que de-.as asseniblCas provinciaes nao tveram anda
vemos- ti-r um eseteitu bastante- auitteroso-> fortuna do- arredar de suas-decisoe. ah
para t-bnr a c !n,-> da nossa
frontmra Se :.no temos, neo de ra-
zo que o teiiharaws, cumpru q,\se nao dis-
p da mi, que est pregada na cama cora
dores nos ossos ?.. Ah tia Zfa, tia Zfa I .
Essa balda, qualquer da, anda lhe ha de
dar na cabega I Vrac. j se nao lembra da
historia da herva santa, mas olhe que nos
anda nao ajustamos contas e all o Sr. ab-
bade nem sempre ha de chegar a tempo de
lhe acudir, como daquella vez... Lembra se?
ndela 1... D'essa j Vmc tinha a lingua
um palmo defora I... Olhe que para ou-
tra vez, quando a quizer tornar a metter
na bocea, pode ser que j soja tarde 1...
Tome tent com a lingua, tia Zfa I... Olhe
que o Manuel Antonio nem sempre est de
mar para ouvir anzonices !,.
Mauoel Antonio,atalhou o abbade-
tu tinhas-ine promet do...
Nao diga mais, Sr. Abbade I... Bem
sabe que nao sou capaz de faze- mal urna
mosca...respondeu Manoel Antonio, que
accresceutou por entre den tes :Se a mos-
ca me nao morder...
Impostor de urna flga !...= resmun-
gou a tia Zfa, fazendo o signal da cruz.
Manoel Antonio parece que percebeu o
aparte da velha, porque lbedeitou um olhar
de poucos amigos, e, tirando o chapeo,
cogou phreneticamente a cabega. 0 abba-
de, conhecendo que a tormenta podia re-
bentar de novo, trarou do braco ao larra
dore embrenhou-se com elle a'uma inter-
minavel conversa acerca do estado dos .i-
lbos. 0 leitor, porm, que nao tem obri-
gago, como o abbade, de conservar a paz
entre os habitantes da freguezia, vai ana-
lysar, na minha corapanhia, a tia Josefa ou
Zfa.
E' urna reDellente creatura, nao rerda-
de ? Aquellas farnpas de um cabello ou-
tr'ora talrez castanho, hoie de um branco
amarellado ; aquellos olhmhos felinos onde
brilha o lumeda inreja; aquelle rosto cor de
marfim velho, to sulcado de rugas, que pa-
rece o fundq 'de um d'estes pratosde taverna, J
farcoaaos a oeawaidade do iikaoter urna
guarda cidad, que do COtOnaMla o subs-
titua. Um govarno prevleala ao firia de-
butilo modo, sou deixar esposa a
urna valiosa soflama de interesas. ( Apoia-
dos e nao apoiados).
Nao levou a basa o nobre deparado por Mi,
as que a coianisso- peneVetta do ponsar
monto de fazer certa a ntemo do legislat
dor, manifestada no 3 do art. Io, prota-
wisse substili-.ii- a clausu!a.-f#/o lempo que
fr- precisopor esta outrapelo C'po
que fdr estrictamente flreti*. -Por menos
importanei&que maraca urna simples q/ies-
to de forma, roconbrei ao. nobre donata
do que a sonstituigao. olilica nao jugou
desnecessario, a o decretar no art. 17)
29 a resDonsabilidaito-dos. empregadoa p-
blicos, aceonuar o.|;ons;unento constitucio-
nal con* estas p1J.1y.ns,: Os omprogados
pblicos sao rsttttm$nte responsareis,
etc.A deelaraeo. dos ilireitos de 1789,
esse cdigo de todas as libertadas moder-
nas, 'ao incorrou seguramente coa um vi-
cio iJ lingiia^anti com o escrevor no arL
8o Ojue a lei uii dama estabelecer seno .13
peiias ettrictamfinta e eoidentc&outc neces-
sarias.
Nao vejo em que possa ser objecto de e-
paro que a commisso, ao ti-atar-s do to
valiosa garanta, tonha procurado dar ao
pensamento quo dictou aquella disposigo
urna forma severa. Se dguma cousa. da-
qui se colhe o empenho de tornar tao
clara a inteoeap do legislador que r>o pos-
sa prestar-so a interpretaco duvidosa.
Julgou-se a proposa digna de retoque
na parte em que reduz a 40 o mximo do
isoesi
jvma crear comarcas, alteradas, supprimi-
las, para aasar, alterar e su oprimir com-
mandos. ( Apoiados. j
0 Su. UiNACio Martins di. um aparte.
0 Sa. Gusmao Lobo :A divisao de dis-
tricto, longe de ampliar arbitrios do poder
( erigo&jexecutivO), bem ao contrario, os reslmige.
riscado pelos dantas do gario ou um per-
garainho em que a mo inconsciente de una
crianga traga um labyrintho do sarrabscos;
aquelle nariz adunco, que se debruga, por
sobre os labios, roxos, para o queixo pon-
teagudo ; aquelle pescogo esguio e negro,
consttuem um todo quo faria morrer de
raedo quem, acordando, tivesse a infelici-
dad e de o encarar luz 1 nrtica de urna
lamparina, junto cabeeora da cama. E
o moral 1?... Alto 1 Esse fica se conhe-
cendo em se sabun.lo a historia da herva
santa, a que se referi o nosso amigo Ma-
noel Antonio. Ei-la ah vai :
Ninguem podia dizer ao corto d'onde
viera a tia Josefa. Apparecera, por urna
manli de invern, na aldeia, como o oi-
dium na videra ou a ferrugem na oliveira,
e pouco depois a sizania l.vrava acerba
entre as differentes familias da freguezia, sem
que ninguem se leinbrasse de a culpar co-
mo autora do mal. Ainal descobriram que
eradla a oausa de todas aquellas desaven-
gas. Mas que importa va isso ? Nao era
possivel onxofra-la uem raspa-la ; logo, era !
preciso r aturando-a. Alguns, menos res-
peitadores do sexo frgil, tinham eusaiado a,
correcgo corporal, mas debalde.
A velha eslava malhadica e as pancada
s serviara para lhe revolver o fel. Anda
ella nao tinha emburrado pelo nosso Ma-
noel Antonio nem por cousa que lhe per-
tencesse, o j.1 elle, ao passar junto da velha,
senta a repulso que nos inspiram a serpe
e o sapo. E 0 mais bonito que a tia
Josefa lhe pagava na mesma moeda i Que
querem I?... Era urna questao de instinc-
to ; nao podam svmpathisar aquellas duas
natu rezasurna toda de alegra o lealdade,
outra toda fel e iureja.
Urna tarde de junho recolbia Manoel An-
tonio dos campos, quando avstou, correu-
fio esbaforido, ura criado, que lhe gritou
inda antes de chegar ao p a'elle -.
( Apoiados e nao ap dados.
E' certo que o governo terd por um pri
meiro acto de decretar a di*io por distric-
tos, resjjeitaudo. o mais pyssivel a divisao
actual o que ao governo se concede com
esta facul lade urna indispensavel- liber-
dade de aegao para corriga os defeitos da
actual-, distribuicao dos -0111.nandos supe-
riores. Desde que por um. primairo acto.
sejam- estos, defeitos corvigidos, nenhuma
altei-acao podar ser decretada seno de um,
modo gpral;: evtar-se-ha por esta provideOr
cia os successivos retoques, as laodiiicagot
iiicessanUs.de que todos OS. governos u>s
tem dado o exemplo.
Comprehonde-so que, assim limitado o.
aatiitrio,. a, divisao da gparda nacional ga-
niiar. irrecusavelmentoein condiges d es-
tabilidade.
0 Su. Ignacio MAaWKS* d um aparte.
0 Su. Gusmao Loan.:Em lodo ocaso,
o governo nao se poupar responsabilidade
de u/a acto desta nalureza. Os interesses
pastegeiros torno passagem menos franca;
urna divisao geral do imperio, em crcuuis-
cripcoos de qualamar natureza, iwto conga
ile ta pouca raoiUa que, a cada momento^
possa ser modificada.
0 Sn. Ignacio Martins d outro aparte..
0 Sr. Gusmao Lobo :A lei, so deve
aeauteilar possiveis abusos nao deve em
regra ser suspeUosa. Ella nao podo inspi-
rar-so no tecoio de sua inoxecugito ou do
urna exocugo pouco escrupulosa. O abuso
Venha, Sr. Mainel Temos a casa
cercada l
O larra dor corren e esbarrou-so aporta
de casa com os empregadas do contrato do
tabaco
Os sonhores que mandam ? pergun-
tou Manoel Antonio, tirando o chapeo.
Tivemos urna denuncia de que voc ti-
nha nos seus bens grmdo porgo de ps de
tabaco o vimos dar urna busca respondou
o que pareca ohefe.
Pois s isso lt...replicou, j com-
pletamente socegado, o dono da casa, qu
nem ao menos conhecia a planta por aquello
nomePois fagam a sua obrigago. Pro-
curom quanto quizorem I
Imaginero, porm, qual seria o espanto
do pobro homem, quando, ao cabo do raeia
hora, lhe apresontaram urna boa duzia de
pos de tabaco I 0.leitor de certo se lembra
do rigor com que era applicada a lei que
puna semelhante delicto, e escuso, portan-
to, de llie narrar os passos que o innocente
criminoso tevu de dar, os Irabalhos que pas-
sou e o numero de moedas que dispeiideu
para se livrar d elle dizia. 0 que o leitor, porm, nao sa-
be que o lavradorno descansou era quan-
to nao deseobrio o denuncianlerque aliual
se veio a saber que fraatia Josefa. Mal
te ve a certeza de que fra ella, jurn Manoel
Antonio que lhe.havia dudar urna ligoque
nuuca mais lhe esqu-cesse.
Muito tempo andou o nosso homem
espera de occasio propicia ej comegava a
perder esperanga do a encontrar geito,
quando permittio a m sorte da tia Josefa
que ella se achasse cara a cara com elle no
meio da estrada, om occasio era que nao
passava ninguem. A infusa que a velha
trazia cabega cabio primoira bofetada e
seria esta a ultima, porque logo se arrepen-
dora olavrador debatern'uma mulher, so
ella, levada pela colera, uo dsse corda
habilitar para o nova- encargo a qusvao
las. Este moro o que a propos-
ta- consagra-;; nem outro -podo ser aconseba-
4omas acimtes circumstaii i*s.
Dever-sc-kia estabelecer ua novo impos-
t-cujo proilucto fosse applieado a auxio
dos receitas provinciaes?' Qu* nova inlus-
tA,.que nova ciasse dcnerra- sera preferi-
da*? Ornndose sabe qae o-aosso systema
deimposios *.n.le a dimiuir e nao a a-
grnr a parte dw sacrilic-ius-qiw-cabe a cada
ciikal, crean ain novo iiup*>s** nao seria
coasa'fcil. Neio as nossas industrias o
poderiam supfjM-lar sem perigo para o des-
ei-ju.lviineuli>daa torgas nawiwna*-*. No mo-
mento mu qias-se- pede a* ncluir-io do uns
imposlos o a- oxbncgo de ovlros, ne-
nbnma razt^justicaria uomi nova impo-
sig>.
Assim- coinoao nobre autor da proposta,
paroeeu comuiissao que o-nico meio de
habilitar as provincias a substiUirem por
corpot de polica devidameute organsados
a guarda uarionaL, quo at- aq/ai emprega-
v.am 110 serv:rf>-oji>iinaiio, smefite pode ser
a ajiplicaci'io i.m betti das receitas provinciaes
do p*odu. te d imaostos getaesw Entre es-
lasiaaivelo a.oaini:nisso em qpe ossem pre-
feridos o imposto pessoal e o de-sollo e emo-
luaaeptOS das. patentes da giwtda nacional.
Ftti pndjnratiwa.aao podia Jtixar de ser de
Certo oodo.arbiu-aria 5 o qae priuiciramen-
te'impressmou. airommisso que a cada
provincia bsse attribuido o 'jue Bella se ar-
reta dasse.
lestes impostes, nao do, i certo, um pro-
ducto que baste s provincias. 0 das pa-
tentes, qae coma nova organisago diminui-
r consideravehoente, produzio termo me-
dio nos exercicios de 18(iG a ISG7 o 1868 a
18d9 11.4;0Ut>? ; e o producto do imposto
pessoal calculado em 3Uu:Q0u& na ultima
proposta do orgamento. Por mais que so-
bre este imposto possam fandar-se esperan-
gas, pois sabe-so quo pouco activa tem sido
a sua arrecadngo, nao aiuizo 'que baste s.
provincias o. producto destas duas imposi-
ges. Mas. Bao prudente esperar que a
ex^erjeucia venha acocselbar oiUras medi-
das ? K, em todo o caso, nao poder o er-
g-miento geral decretas em bem das provin-
cias subsidias equivalentes despoza que
lhe acartetava a guarda nacional ?
Nem se diga que a proposta, ttribuindo
s recoltas provinciaes o producto de un
imposto langado ao paiz por occasio da
guerra, traduza a aitengo de dar a esse im-
posto, urna natureza periuaiuiUo. E' una
objeceo muito repelida, que impostos cha-
mados de guerra aerean eeesar cora a guer-
ra ; mas tantas ranal tom sido repetida
quantas tem sido refutada. .
'fContiuwr-se-ha).
damnada lingua, assacando aleives, a mu-
Iher e filha do aggressor, que perdendo a
cabega, lhe apertou o poscogo o quasi a ia
esganando, do que a livrou a apparigo do
bom do abbade, que ouvira os gritos da
velha. Manel Antonio prometteu ao abba-
decom pouca tengo de cumprir -que nao
tornara a maltratar a tia Josefa, e to res-
paitada era a palavra do lavrador, que a ve-
lha, nao obstante a primeira ligo, conti-
nuava a calumnia-Io e a provoca-lo, sem
receio de segunda.
Agora, que o leitor est ao facto dos
acontecimontos, fagamos como a gente da
aldeiademos as boas noutes ao abbade e
separemo-nos aqu, pois o leitor de certo
nao mora na minha visinhauga.
II
llavera dous mezos passados depois do
dia em que o missionario prgou pela ulti-
ma vez na igreja matriz. Sao cerca de tres
e meia da manh ; as poucas estrellas que
e demoraram a vaguear c fora, coraecam
a tremer e a erapallidecer do susto, ao lera-
brarem-se que sol rdante de agosto as
pode vir enxotar brutalmente ;| os gallos,
que de corto inspiraran) ao homem a idea
dos antigos serenos, annunciam a hora de
m vontade, por Ihes parecer que j ha luz
precisa para a ier nos relogios; as aves,
gragas ao estimule do trabalbo livre, j li-
dain e cbilreiam ; em cima de um muro
velho um gato esfrega os ollios e prepara-se
para lavar a cara. S o homem dorme
anda ; o re da creago espera que esta
esteja bem acordada para.se dgnar passar-
lhe revista. Cciu I... E' urna porta que .
se abre... a porta d'aquella raiseravel
choupana.
a
Coritinur-se-ha.
TP DO D1AHW- KJA DUQUE D f 45 ...
S
'
'


.


>
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