Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12991


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Full Text
TERCA FEIRA 22 DE JIMIO DE 1873

PARA A CAPITAL E LCGABES OXVE SAO SE PACA PORTE.
Por tres metes adiantados.........;..... 69000
Por seis ditos idein.................. 129000
Por utn auno dem......,........... SijpOOO
Cada numero avijiso.................. 320
9750
139500
209**0
279000
PROPRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FJLHOS.
0 Srs. Gerardo Antonio Alves FiIhos.no Para; Goncaives d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jos de Olireira &Flho, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Aracaty ; Joo aria Julio Chaves, no Ass; Antonio
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ka Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa daPeuha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das Alagas; Al ves C, na Baha; e Leite, Cerquinho & C. no Rio,de Janeiro.
Marques da Silva, no Natal; ioti ir.ii
, em Nazareth;
*'
1
paute onroiAi
Ministerio da fuzcnda.
MCMTO X. 5.-123 DK 30 D JUNHO DK 1873.
PrtmwUfn n noro qa-idm dn mnimo e vencimen
los dos empregulis das receludorias, e faz algu-
nas alterarles no respectivo rtftlamento.
Usando da antorisaeo concedida no art. ? do
decreto n. 2,103 da 8 de evcreira do crtente
anuo, hei por bem de'ennnar o segunde :
Art. 1 O numero, elas>e e vendimalos dos
"o regados da* recebe lorias do.Rio de Janeiro,
Babia o Pernambuco, sero os constantes das ti-
bellas A e B i|ne a este aeompinhan, licanJo
UBBrlmtdos os lugares de escrivo e de ama.
intenses.
Os venrimentos das nova- tabellas erao conta-
dos e abonados desde a data do referido decreto
aos empregados que contiiiiiarem no servico ; de-
veudo a parte consistente em porc ntagem ser an-
ntialmente revista, para se lixar, ein cada exer-
ririo, sob proposta da directora geral las rendas
publica?, 0 que for justo, segundo o augmento 0U
diminuirn da renda.
Art. 2. A pnreeutagem que compete aos co-
bradores ner ileilu/.ida do valor do imposto e inul-
ta que .lies arreeadarem no domicilio dos contri-
btiintes. Boa pagamentos feitos na reparticSo di-
rectamente p;los eontribuintes, embora as cerli-
des j estojan em pvW dos cobradores, nao. ca-
bera a estes poreenlagem alguma.
Art. 3* O servico interno da recebedoria do ltio
de Janeiro ser distribuido por duas seeces re-
gidas inmediatamente, cada ama, por um chefe
de tetan.
I." A 1* seccao ter a seu cargo a cobranza
das rendas, o cofre de- depsitos publico.*, o exa-
Bia dos documentos de despera, o assentamento
das restituices, os livros de recuita e auxiliares e
a organisaco dos lala neos e ornamentos.
2.* A 2* secano fara o laucamente dos nipos-
los, as inscripeoes da renda de proprios nacionaes
de pennas de agua, as de testamento* 3 de he-
rancas jacenles c matricula dos escravos, a dos
tillia* de inulher escrava e a e-tatstiea.
3. Os servais nao contemplados nos para-
graphos antecedente* sern desempenhados pela
seccao a que forein distribuidos pelo adminis-
trador.
Art. i as recebednrias da Babia e Pernam-
buco o servico ser dirigid inmediatamente por
u o ajudante do administrador. A este embre-
gado e :nis chufes da secivio, na do Bio de Janei-
ro, competem as attribuicoes e deveres dos escri-
vaes ora extinelo*, rada mn no i|ue for eooeor-
neute ao* servicos que estiverem sob sua inme-
diata direceo
Art. 3.' Xas fallas on impedimentos da pequea
d.iracio, substituir o administrador, na corto, o
chefe de seccao mais amigo, seguudo a regra dar
arl 22 do reguiament > de 17 de mareo de
1860, e as provincias u ajudanle do adminis-
trador. Se, porem, o impedimento for prolon-
prado, o iniiistro da fazenda, na corte, e os
presidentes, na* provinrias, designar o substi-
tuto.
Os ebefes de seccao o os ajudantes do admi-
nistrador serio sub-tituidos, nos niesmos casos,
p los 1 escriturarios, e na falta destes pelos i"
escripturarios, uns e outros por designaeao do aJ-
iHiiiistrador.
Art. 6. Sao de accessi tolas os lugares das
recebednrias, excepto m de pralicantes e 9"
crip'.urarios, cojo provinient o depende de concur
so, na Jornia da legislaeao em vigor, eos dn ad-
ministrador, tliesoureiro, recebedor do sello, fiis,
pnrtoirw, continuos e correios.
Para preeneliiineiiio, porem, dos annexos a
e>te decreto o guverno poder preferir as pee-
anas empregadas de buenda ou addidas, que te-
imam dado prora* de aptidao para o servico das
recebedufias.
Arl 7Fica revogada a di*posicao do art. 8*J
2", do ragnlaownto de 17 de marc*) de 1860,
que permute o mdborainentn das aposentadoras
dos empiegados que contaren) 31 anins da bons
.-.ervii/OS.
Ait. 8." Os adinioktradure das ncebedoriaa
propoio ao ministro da laada, dentro de doua
tnezea depois da publica;o deste decreto, as me-
dida) que julgarem c invenientes para simplificar
o 1.1 lis p issivel o servioi daquellas repartieres,'da
mojo que baste o pessod ora lixado ios quar-n
para deMinpeuoa-fj cora a devida perfeicio o pon-
tualidade.
.v ainda assim cahiie:n em atraxo quaespier
trabaliios, os admini-tradores prorogaio diaria*
mate as hora* de expediente at que sejam cl-
les posto.* em da, nu permitlirao aos euipregados
xecuta los s tardas em suas casas, nos casos
en que for isso possivel, mas sein relribuico
alguna.
Quanio esta providencia seja improficna e bou-
ver necessidade de colaboradores, para auxilia
r-n os empregadas das recebedorias, os adminis-
tradores os puderao aduiittir; seudo, porem, a
dtwpeu com a graliOcaeaa, que Ibes arbitrar, de-
ducida da qjana que uiensalinente se ti ver de
dividir c.mi) porcontagom aos meamos enipre-
gad"S.
Arl. 9. A rea da, que provier da c.obranca da
divida activa feila pelos empregados das recebe-
djrias indepea lentemente de execucio, nao ser
abatida da receitade que se deduz poreenlagem
p ir i os inesmos empregadoi.
Art. 1". Das decisoes proferidas pelos adminis-
ii I res das r-icebedorias em materia de lauca-
monto de imposto* ha ver recurso voluntario para
o tribunal do thesouro, todas as vezes que os con-
tribuimos se julgarem indevida ou excessiva-
uiente lajead ja; continuando em vigor, para os
denais casos e para os recursos necessarios, as
disposicoes do regulamento de 17 demarco de I8ti0
i' decreto n. i,677 de 14 de Janeiro de 1871, arts.
e 9.
Art. II. Fica suppriinida a gratificaeo para
cabalgadura mandada abonar aos cobradores pelo
art do decreto n. 2,030 de 19 de detembro de
18o7, e art. | S 4o, dai instrucc.">es appro-
vad.w pelo deertto n. 2,35* de 16 de fevereiro de
1889.
Arl. 12. Fican revogadas as disposiffles em
coolrario.
0 visconde do Hio-Brauco. conselbeiro de estado,
senador d imperio, presidente do eouselho de mi-
ni-tros, ministro e secretario do estado dos nego-
cio* da faseada e presidente do tribunal do thesou-
ro nacional, assim o tenlia entendido e faga exe-
cutar.Palacio.do Rio de Janeiro em tunta de ju-
nbo de mil oitocentos setenta e tres, quinquage-
simo segundo da independencia e do imperio.
Cni a rubrica da Sua Magestade o Imperador.
Vitccnde do Rio Branco.
18'tl, para o juiz dos feitos da fazenda, seja di-
yidida com o seu substituto na execucio que Ihe
incumba das scoten.as at quiuhentos mil ris,
nos terms do art. 68, $ 2' do decreto n. 4,82*
de 22 do novemhro de 1871, explicado pelos avi-
ad de 12 e 27 de fererciro e 27 de marco de
1872. Prestando a informacao solicitada por esse
ministerio em aviso de 18 de setuinbro do anno
passado, declaro a V. Exc aue, a vista das ra-
idei constantes da consulta por copia inclusa
la scelo dos negocios da fazenda do conseluo
de estado,parece-mo de jusica a divisio em par-
te iguaes daquella poreenlagem, nao s no caso
de que se traa como tambem triando o juiz dos
feilo* da fazenda fr substituido jor outro juiz de
direito, na jurjsdicco limitada as sentengas de-
unitivas, ou com forca de definitivas, c pelo- juiz
substituto nos demais actos, conforme o arl. 4,
1* do citado decreto.
Dens guarde a V. Eac.Stanoel Antonio Du-
arte de Azecedo. -A >. Exc. o Sr. visconde do Rio
Branco.
Senlior.Por aviso de I i de dezembro prximo
passado foi commuaicalo seccao de fawmla do
eouselho de estado, que Vossa Mageslade Imperial
mandara que ella consttlasse com sen parecer
a respeito d> inclusa..requerimeato do uacharel
Joaquim Antonio Pereira d Cuni, juiz substi-
tuto dojuizo dosTeitos da "fazenda nesta corte.
Allega o supplicaute, que a porcentaguin que
as execucoes liscaes a lej d ao [uiz desse tri-
bunal, faz parte de sua remunerado pelo respec-
tivo trabalho ; que naquellas que nao excedem de
300 esse trabalho actualmeute nao desempe-
nhado, como outr'ora, s pelo juiz eleclivo, e sim
tambem pelo substituto; e que consequentemente
a remuneracao deve por justica ser distribuida
entre elle* p >r metade.
Sendo ouvido o ri'spectivojuiz efleclivo, elle re-
eonheceu em seu offlcio de 19 do outubro prxi-
mo passado, que o supnlicante tmha razio, ou
direito a urna parte da dita porcentagem, por
isso que tiuha parte no trabalho, mas que como
nenliuina le deauio o '/uunluin, parecia-llie que
deveria ser calculada na propongo da soinma dos
respectivos ordenados e gralilieaces, o que con-
sultana a sua graduar o.
A- i ni i r,i- informacoes inclu*as assim do the-
souro nacional como do uiini terio da justiea, em-
bore reeonhecam qus ha fundauunto no que o
supplicante requer, entendem que d-se necessi-
dade de medida legislativa para que pissa ser at-
teudido.
A sec.o sein impugnar a conveniencia du me-
dida legislativa que regule definitiva, e perma-
nentemente a materia, cntende que ao menos pro-
visoriamente ciimpre que o governo regulamente
a quola da porcentagem que deve competir ao
supplicaute, por isso |ue assim parece indispeu-
savel para a boa execu;o da lei actual, visto a
iniiovaQao das circumstancias legaes.
E' fra de duvida que tal porcentagem remu-
nerativa do trabadlo do juiz, ora como actual-
mente o juiz nao s um, e nico, c sim sao dous,
na hypothe^e de que se trata, parece claro que
ambos devem ser contemplados pela remuuera.o.
Nao se trata de alterar o quantum da commis-
sao. que a lei de 29 de novembro de 18*1 auto-
risa ein beneficio dos juizes, nem to pouco de
augmentar ou diminuir as tres decimas partes,
que ella Ibes distribue, e s sim de cumprr o seu
precedo distribuindo essas tres dcimas partes
pelos dous juizes, visto que actualmente em vez
de um s sao dous, e visto que alia* a le seria
mal a secutada se se dsse a respectiva lotalidade
a um s, e nada a outro que trabalha na cor-
respondente arrecaiaeo. seria contrariar suas
vistas, ou o son precei'.o.
A duvida tnica que pode restar, portante t-
menla da de lixar urna justa propOTfao.
Se fosse possivel calcular exactamente a pro-
porcao do trabalho, essa seria a medida da exacta
Instila, como porem a seccao nao lem os precisos
esclareimentos para o elfeito, nao Ihe restara
senao algim arbitrio de ejuidade. O supplicante
indica a in-ta le, o 'juiz proprietario propde a rela-
i.iu do* respectivos vencimentos, como ja ficou
exposto. Esta relacao parece nao ler um funda-
mento aprepriado que nao dove ser outro seno
0 da preparlo do trabalho.
Se com etfeito o supplicanlc tem a maior parte
de cria de summa eqnidade.
Este senlior, o parecer da secgao, Vossa Ma-
geslade imperial, porem, cui sua alta sabeduria
mandar o que for mais acertado.
Sala das conferencias da seeco de fazenda do
con.-eiho do eslado, em* 26 de junho de 1873.
Mrquez de S. Vicente.Visconde de Sou:-.i Franco.
iliiiisteirio du iiiariiiha.
Em 3 do concille foi expedida circular as
presidencias das provincias, declarando que aos
otliciaes do corpo da armada e aos das classc3
aunexas nao podeni a* mesmas presidencias con-
ceder liceoca, sob qualquer protexl visto ser o
uso de semelhante attriui'u facultada sincntu
ao governo geral.
Ministerio da Jiastica.
Em 3 do coricnle recoinmenduu se ao pre-
sideute de Pernambuco, afim de se poder resol-
ver sobre a creacao de mais dui lugar de promo-
tor puLlico na comarca do Recife, couf jrmu pro-
poz em ofllno n. 79 de II de junho ultimo, que
indique a divisio, que fr mais conveniente, dos
districtos em que lem de fonecionar o actual e o
novo promotor.
Rio de Janeiro. 3 de julho de 1873. Illm. e
Exai. Sr.Devolvo a V. Exc. o requerimeoto em
3ae o bacharel Joaquim^Anionio Pereira da Cunha,
juiz substituto da corte, pede que a porcen-
ugem fijuda na lei o. 212 de 29 de novembro de
Cioverun da provincia
OliSCACHOS 1>A nUSOMHCU DE 18 DE JLXII0 HE
1873.
Abaixo assignadis, agentes receneadores da
freguezia de L iga-Secca. Indeferido, visto nao
ter a respectiva commisso censitarii proposto re-
Iribuico pecuniaria aos supplicantes, nos termos
do V do arl. 9 do reguiament') de 30 de abril
de 1871.
Abaixo assigoados, moradores na villa de Pal-
mares. -Informe o Sr. engenheiro chefe da repar-
ticao das obras publicas. .
Bertino Lopes d'Araujo. Passc portarla.
Charles Corruthers Jchnstou. informe o Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda.
Germano Francisca Antonio. ludefwrido.
Goncalo Rodrigues d'Almeida Leite Dirija-se
ao empregado a quem se refere, para altender, quo-
rendo.
0 mesmo.dem.
Joaquim Ramos da Silva Moreira. Sim, com
recibo.
Joai \nlonio Pereira de Andrade. Passe pa-
tente.
Joao Flix dos Sanios.Iuforme o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Jos Franci*co Ma nede d'Almeida. -dem.
Jos Maria Marques de Carvalho. -Requeira ao
tiesouro nacional e a pagadura dos cofres mili-
tare* na crje-
Manocl .avalcante Ferreira dj MelloPasse por-
tara.
Manuel Rufino de Jess.-Sim, pago* os emolu7
meatos devidos e satisfeitos os direitos nacio-
naes
Aptonio Duarte Carneiro Viauna. Informe com
u>-gcnca o Sr. engenheiro chefe da repartioao das
obras publicas.
- i -
Demetrio de Azevedo Amoom. Como re-
quer.
Emigdio Celestino de Moraes. Informe o 9r.
commandantw superior de Olinda e Iguarassi.
Francisco Bernardo de Carvalho. Remettido
ao Sr. inspector da thesouraria de fazeada para al-
lender ao supplicante
Igaacio Tolentino Bazerra de Mello. Deferido
com offlcio desta data ao provedor interino da san-
ta casa de misericordia.
Jos Lopes Davim.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de [uzeada.
Joio Francisco Paes Barrelto. -Requeira ai go-
verno imperial.
Jos Vieira de Mello. Indeferido, em vista da
informacao.
Fre Ludgero do Sanlissimo Nome de Mara.
I nforme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Luiz Jos lon.-alves da Luz. dem.
Marcos Fraaeisco de Paula Reis. -Passe porta-
ra concedendo a iicenca pedida com todos os veu-
cuneutos; com a condico de- goza-la nesta pro-
vincia, na forma das disposicoes em vigor.
Man Hcrmenegilda Vieira Machado.Deferido
con offlcio desta data ao provedor interino di
sania casa de misericordia.
Secretara da presidoucia de Pernambuco, t'de
julho de :73.
O porteiro.
Silvino A. Rodrigue*.
bel
ira
da:
a
EXTERIOR.
Correspouilencia particular do
Diario de Pornaiubuco.9
Vienna a"Austria, 19de junhode 1873.
Amigo rkdactjb. -Sade e felicidades. Ha pon-
eos dias Ihe eservi, dando ligeiras notic as desta
capital, -e da expoicao, que ap-v.ar de estarmos
em meiado de junho, anda nao completou a sua
mise en scene.
Traba!ha-seem differenles secijoes, inclusiva na
austraca, para exporem se varios objeclus, que
ha pouco lempo tiveram entrada no palacio, em-
bora o prazo fatal para a sua recepeo expirasse
com o mez de maio.
De 9 a 15 do crrente chegaram pelo camiuho
de ferro 131 wages, contendo 4,507 quint-ies de
carga para a exposico, assim distribuida: Aus-
tria 573, Hungra 259, Allemanha 1,048, Franca
1,353, luglaterr- 7*1, Blgica 2*8, Turqua 71.
Ha dous dias nos mesmos recebemos do Brasil
quitro volumes eou'endo instrum Mitos ou appara-
Ihos para o o servico de telegraphos.
II iiitem as 10 horas da manila o imperador
Francisco Jos assistio a abertura solemue da ga-
lera das machinas.
Ainda uo esli mentadas todas as machinas
exposta*: trabalha-se cm dllTerentes pontos da
galera para aproinpta las o mais breve possivel.
A galera immensa, est repleta de machinas
de todas as quali lades, o applicacdes, e movidas
por diversos motores de grande forra.
E' esta, sem conlradi.-o, i parte mais interes-
sante e til da presente exposico.
All puderao os inventores, os sabios e at os
curiosos, dar uteis rendezious, > estudareui o lan
caruin as bases de novas descoburtas, de novo-;
progressos, de no vos aperfeicoamentos.
m seccao das bellas artes sao mltiplas as so-.
duccoes do dcal: nada industria mstailaram-se in-
calculaveis riquezas, marivillias sein numero :
mas para quem vio as precedentes exposices de
Londres o de Pars, poueo ou nada lera que notar:
quasi ludo j de seu antigo eonhejiniento. -
Que de movis, que je tapetes, cofres, joias nao
e-to ot all, que j flzeram passeos do palacio. e*iva repiuja de novo :
de Chrystal ao Campo de Marte, e d'alli para o
Praler Examinando-as, poder-se-ha di/.er, sao
pecas de exposico ; mas na seccao das machinas
nao se poder dizer islo : o genio da invencao'fai
progresan : novas descobertas surgiram, mudos
processo3 j conhecdos foram inelhorad >s: mutis
machinas, cujo emprego apresentava certas diffls
culdades, apresfinlainsi: prvidas de apparelhos
que simplilicam a sua marcha, e as lornam de mais
fcil manejo: emlim muitos cusaios foram feitos
que esperan) a sanecao da experiencia.
O Imp radar esteva tres horas nessa interessan-
te galera, aondo se v os wagos ao lodo das ma-
chinas de costura ; os theares para o lnh e a se-
da ao lado dos no vos systemas de trilitos ; as lo-
comotivas ao lado dos prelos mchameos, e uia-
nuaes ; os apparelhos dos telegraphos ao lado dos
logues econmicos. Todos os expositores eslavam
nos seus pistos e lodos os motares cmmoviinento:
o golpe de vista que se disfructava era imp mente !
la mudo que ver e que estudar nesta seccao.
Tein-sc feito experiencia* importantes da luz
elctrica em um modelo de pharol, monolitho que
se construid em granito artificial, systeina Pa, e
que est collocado no PralerL em face ao West-
Portal do palacio da expo-icao.
0 productor d* electri;dode sabio das offlcnas
da socihdade Aliance de Pars. E' umamacli.ua
magneto-electrica,.fundada sobre os principios de
Faraday, e profundamente molificadas e aperfei-
?oadas par liellioz, Paul Trassy, ajudados por Jo
seph Van Malderen.
Os entendidos, que a examinaran) e a viran)
funecionar, dizein que re;o!vou ella o problema
capital de produzir barato a electri:idado e as cor-
rentes elctricas, qu de longa delo, poden-
do trabalhar sera desarranjarse, dan lo de 420 a
450 rotacoes por minuto.
O movimento de rolacao do pharol dado por
mei) de urna pequea turbina.
O regulador ou lampada elctrica encerrada
em un apparelbo chamado luneta de mar, movel,
de Dubuisson.
Kst? luneta guarnecida de lentes e discos de
crystal (Fresuel) feta de ferro e cobre e xisseuta-
da sobre um pedestal de ferro fuadido, destinada
especialmente para a navegacao, mis poda ser de
utilidade as pracas de guerra ; pira reconhec-
inento as costas ; para Iluminar os tunis, porque
por meio delta si) pode projectar a luz militas
niiihas de distancia, e sein nada perder de sua
forca.
As experiencias fui tas no Prater por M. Al. Paul
e M. E da Verue, deram urna inteusidade de luz
correspondente a mais de 280 lampadas de Carsel,
ou 2.2O velas.
A'mais de um klomeiro de distancia lia-su f-
cilmente urna carta.
Como j Ihe disse teem sido muito songeiros os
julios a nosso respeito emittido pelo< principaes
jomaos allemles, que aqu se publican). Chamo
a sua attencao para os artigos dos jornaes Tag-
Bluttjornal Fruniem Blatl e Deutsche Zeltung,
de 15 do corrate, que se oceupam da seccao bra-
silera na exposico.
Se mu sobrar lempo os mandarei traduzidos.
Pouco ou nada se sabe aqu sobre o BrasH ; e o
pouco que se sabe rechoiado de falsidade. Ha
3 dios recebi de Pesth (capital da Hungra) urna
carta de Mine. Ianka W'ohol, litterata, redactora
de urna gazcla Ilustrada, em que me pedia infor-
males sobra o nosso paiz, o especialmente sobre
as oossas madeiras e productos agrcolas : finad-
sou ella nenes termos : Je cms sera i d'aulin'
plus reconnaiss nte si vous agreez mes deman-
des, qu'en general nos no'.uns sur le Bresil smt
aussi faussis, qu'arrieres,'
Felizmente acabamos de fazer traduzir em boro
allemo a excedente e recente corographia do Bra-
sil, pelo Dr. J. de Macedo, e comecamos a distribu-
la por todos os jornalislas europeas, pelas bibliote-
cas e mais estabelecimeotos pblicos. Escusado
ser diser-lhe, que j enviei um volunte dessa
obra, bem como o catalogo de nossos productos
amavel Mine. Wohl.
J comecou a funecionar o grande jury inter-
nacional, *^ue deve dar o seu veredict sobre os pro-
ductos expostos.
Por parte do Brasil sao membros deste jury os
seguintes Srs., que fazem parte da commisso que
representa o Brasil;
Jos Sallanha da Gama.
Franklin Benjamn Raniz Galvao.
Rufino Augusto de Almeida.
Joaquim Camin e.
Joo Jos Pizarra.
Luiz Alvares dos Santos.
'. F. Regs de Oliveira.
Osear de Bulhes.
nosso ministro o Bario de Porto Seguro, cou-
honra de \ i e presidente do jury,
necou nesles ltimos dias a afflueucia de es-
geiros. O termo medio dos-visitantes expo-
i 30 mil pessoas por dia. J livemo* dous
de mais de 60 mil, v. g., no domingo ultimo
Concurrencia foLd 69,160 pessnas.
ff Chegou 8a coTmia Victoria, na Australia,
unSt remessa de macas frescas, que j esto ex-
postas: sao lindas : vierain de bem louge, de
2,490 leguas alie es I
Alguns fanticos pela paz censuravam que
as galeras e pavilbes flgurasseui grossas pegas
de artilharia, e que demai* a mais Ihes tivessem
dado lugares de honra : hoje devem estar mais
contentes, porque em breve vero figurar ao lado
dos canlies um bello iivm de camiuho de ferro
couipost de 8 wages ambulancias nos quaes se
veeui a ruz de Genova. Prtense sociedale de
sorcorris ao* flidos dos exercitos de mar e ierra;
e j partiram de Pars Conipe se, como j disse,
de oito wages, que secoiiimuuicam por nina pran
cha. O pi imeiro destinado aos mdicos, e est
dividido um gabinete de trabalho, e em toilette :
o 2.* de-tinado pharmacia, c aos apparelhos ci-
rurgicos e de tralameulo : o X e 4." conten ca-
mas superpostas. como nos navios : o 8.' o re-
feitorio, guarnecido de pequeas mesas : o 6. a
cosinha, na qual nada esquececam, forno econ-
mico, reserva torios d'agua fra e quente, gelo, e
cama para os c zinheiros. Os outros dous conten
as despensas e celleiros, com arranjos especiaes
nara guardar as carnes, o* leguinus, os viudos e
refrescas.
Abrio-se nina segunda galera de exp-isieo
de flores nato raes. E' maravilhosa.
Esta nos a espera de mais alguns leslas co-
rnadas, quo se dignaro visitar a exposico. Dizcm
que o impera lar da AUcmaii a nao vira, por con-
tinuar doente, viudo em seu lugar a mperaln/..
Horren ante-ftoutem n chefe da p ilicia desta
capital, Mr. Antoine de Lem-innier, e que desde
1869 exercta o cargo.
Dizem os jornaes, que as f ligas a que foi elle
obrigado, l estando ainda con vale-cent* de una
molestia que soffrera ) |mr causa la visita do czar
Alexaudre, deram lugar a sua morle. O fallecido
gozava du muito boa nomeaila ; e a sita morle foi
bastante sentida.
A inconstancia do lempo nesta trra herri-
vel. AttiHiineee um bollo da, e poucas horas de-
pois transforma se, e parece nos estar em pleno
ivcino. N i dia de Ci rpo de Dens ( quinta lui-
r 12 do corrate) amanheceu odia com bom
aspe.-to, mas depois de II horas, eis-nos com co-
piosa chava, e tremenda trovoada a despejar raios.
Naquelle dia, na paruchia de llarinansdorf, perto
de Konieubourg, pequea distancia de.-ta capital,
margem do Danubio, cabio um raiu na igreja,
jslaminte na occasiao da feta que all se fazia,
e quando o padre eslava no offertorio. A igreja
16 pessoas foram tocada*
pela faisca, u ficaram sem sentido*. Imagine que
alvordto e coufuso. O padre foi n primiro que
dispanm na carreira pela porta fra.
x\* tristes n>idcias viudas d'ahi conlinu.im a
causar desagradavel mpresso na pequea colooia
brisiloirn aqni existente.
Vienna 29 de junho.
A' fazer desta lico sem novidade, ape*ar de es-
tar vivendo em um paiz de clima variadsimo.
Amanhece-se aqui marcando o lliermonietro 18."
( Reauu.ur) e poucas horas depois desee elle a
12.* e 10.% sopra vento rijo e fro, e vice versa.
A pesar de.-ta inconstancia do lempo, suntiiido-se
ainda bnotem fri de invern, a concurrencia de
visilanles exposico regula pela media de 30
mil pasmas por dia.
Mudos principes e personagens de diferentes
paizes tem viuda admirar esta uiaravilua do se-
cuto XIX.
Hontein a princeza Augusta, imperatriz da Alla-
manha, vi>itou a exposico cm rompauliia de
Francisco Jo>, imperador d'Austria, e de diverso
principes das familias ruaes dustas duas potencias,
e deinorarun-se alguns minutos na seccao d
Brasil. Os augustos Hilantes mostraran* satisfa-
i;a i e mesmo aJmiracao pela n.issa secQo, que
su aprsenla imp aliente quau'o aos productos na-
taraes da solo brasileiro.
E na verdade nao temos superiores neste pooto.
A$ anisas madeiras, nossas libras lexlis, nosso3
algodes, u nosso caf uo temeui a ci>u:urrencia
du productos simulares de outros paizes. Feliz-
mente varios jornaes desla capital sao concordes
ueste juizo.
Desde o dia 13 do correte que eomecon a fune-
cionar o grande jury, que deve julgar os produc-
tos expostos. J e-l 11 jnlgados quasi todos os que
ptrleocem ao Brasil ; o mudas nudalhas do mri-
to, e algumis de progresso j Ibes foram conce-
didas.
Ainda che. am productos para serem expos-
tos, e alguuias nadies nao concluiraui at agora
os seus trabarnos. as sec oes da Franca, Portu-
gal, Montevideo e Roumania trabalha-se ainda na
arrumaco de ntujectos que devem ser exposto*.
J que fallei na hu minia, devo dizer-lhe que
este peqiieniio paiz, cuja uuitkaco dala de hon-
tein, conquistou assympathias do mundo civilisadi
pela sna linda e bem arranjada exposico, notavel
pelos productos do seu solo.
A coiumsso encarregada da exhibirn dos
productos procedentes dos Estados-Unidos poueo
ou nenhum cuidado teve no desempenho de sua
larei'a, e por isso a grande naci da America faz
trate papel nesta inmensa lula do trabalho e da
uteliigeiica. Queixas tenho ouviio contra os
membros daquella commisso, at de iui'probidade
cniumettida por alguns daU**, que upozeram de
muitos objectoj, como do prepri jdades suas, pelo
que foram demlidos e man lados processar.
Lastimo que tal fardo se desse, e mais quejado
dalle result;issa m p isico da prmera naci da
America na exposi.lo universal, nesta grande ca-
pital.
Ao passo que slo acoulecia na seccao das Esta-
dos Unid i, que uos fica ao lado, a coiumsso
brasilcira. leudo sua frente o nosso ministro ple-
nipotenciario, o baro de Porto Seguro, venca to-
das as difflcdldades, trabalhava com aetividade
sem igual, e conquistara para o seo paiz urna po-
sicio importaate ao lado dos mais adantados -na
carreira da cvilsacao. O nosso trumpho nesta
exposico foi alm da espectativa da propra com-
misso. Imagine voc qual seria o nosso papel,'
se todas as u/ovinciasdesse vasto imperio tivessem
accodido ao appollo, que lh< fez o governo impe-
peil ?
A corographia do Brasil escripta ltimamen-
te pelo Dr. Joaquim Manoel de Macedo, por encom-
roeada da commisso superior do Ro, foi aqui tra-
duzda em allemo, e em franeez. A versa) na
priuiera liugua j appareceu, e mais de 1,000
exemplares tem sido distribuidos peas pessoas
que desejam ter conhecimento do nosso abencoado
paiz.
Alguns captulos mais importantes estao sendo
transcriptos nos jornaes mais lidos da Allemanha
e d'Austria
Acredito que desta exposico resultar ao Brasil
vantagens iocalctilaveii, e|que nuoca sappozemos
podar culher.
Temos sido procurados por muitos negocian-
tes que nos pedem esclarecimentos sobre os meios
de poderem elle- enlabolar negociacties em larga
escala rom o Brasil para a importaran de certos
productos, especialmente de madeiras.
Na minlia ultima carta disse-lhe alguma
cousa sobre a galera das machinas, mas nao lhu
disse qual o numero destas
numero das que all existen), sem contar
as de-tinadas agricultura, u as que existen! dis-
seminadas pelas innmeras secces do edificio, em
que se faz a expotlcio, de 4,694 machinas, pro-
cedentes: 1,291 d'Austna, 1.182 da Allemanha-
519 da America, 4% da Inglaterra, 276 da Franca,
289 da Blgica, 198 da Hungra, 16* da Suissa,
120 da Russia, ojo reslo da Suena, Ilollauda c Di-
namarca, ueste numero, 467 sao motores.
A Blgica apresrnlou-se adrando a barra adi-
anto das naees mais adiantadas nas seiencias e
artes. Em qualquer dos grupos em que a procu-
remos a encontraremos conquistando a palma do
triutnpho. Na seccao das machinas, e industria
dos metaos, est ella par da Inglaterra e dos Es-
tados-Unidos.
Portugal moslroii na sua exposico a vi.-ivel
e progiessiva decadencia ein que vai.
A Suissa aprerentouse, dando provas.de que
nao desaconipanba suas trotas no camiuho do pro-
gresso ; sencivel o seu a. I anta ment industrial
u intelluctuai.A instrueco publica primaria merece
naquelle paiz seria attencao do seu governo A
prova disto se encentra nos diversos objectos por
ella expostos no grupo 26, que su nsereve. Da
educar.Cw entinoe instrueco.
Nesta ponto militas oulras naccs lanibem mos-
traran! que uo se de.->cuidam do en-ino primario.
Por toda a parte se veein modelos de escoals
moveis para as mesmas, compendios para o ensino
de ambos os sexos, emlim ludo quanto pode coa-
correr pala o fcil e prompto adiamntenlo da ins-
truc0o da mocidade de todas as classes da socie-
dade.
As fustas se reproduzco) chocada de cada
um dos imperantes que se digna visitar osla c-
dade.
Agora aau ellas em honra da princeza Augusta,
imperatriz da Allumadlin, que ha tro* dias aqui
chegou. O imperador, seu esposo, por motivos de
molestia nao a acompaiihou. Francisco Jos, im-
perador d'Aoajria u o pimpa esl'orcos para obse-
quiar a sua Ilustre hospede.
Chegou ella aqui na larde do dia 23.0 imperador
trajandao uniforme de coronel Prussiano, a foi es-
peraren* Saint-paiten e a acompanhoii al l'ensng,
aoiiile a corle reunida a esperara. sala de espera
Ja estacan apresentava um espectculo que nao se
notara em oulras recepcoes olllciaes. O mundo
offlcial de Vienna all eslava representado. Todo o
corpo diplomtico, todos os archiduques presentes
em Vienna, emliui todas as altas personagens
desta aristocrtica cdade nao faltaram a esta re-
cepcao.
Os archiduques Alberto, Leopoldo, o Carlos Luiz
traziam uniformes pi ussanos. A arcbiduqiieza Ma-
na e suas damas de honor Irajavain deslumbrantes
toilletes.
i intre osados iwrsonagens notavam se opricipc
Carlos da Roumania, o principe deSaxe Weimar, os
duques de Ujest o de Batidor, o principe Coburgo, o
general Marocie, commaiidanle da praca deVienua,
o chefe de polica interine, a inmmissao adema
na exposico, e a cmbaixada cun todo o seu pes-
soal. As 8 lloras e 20 minutos da tarde partirn
lodos parao palacio de Schonbrunn.
A impcratri'. di Allemanha tomn lugar na
inesina carruagem em que a a iinpelratriz da Aus-
tria. O imperador e o principe imperial iam juntos
em otitra carroagem, que esguia a primeira ; aps
do imperador caminbavam as carruageus dos
duques, e archiduques. Una guarda do regimen-
t de cau-adores n 11 fez as honras augusta vi-
sitante.
Na noite de 2o deo a corte um esplendido con-
cert na sala chamada do Rdonte, que eslava ri>
eameate decorada. O concert comecou as 9 ho-
ras, quando- a imperan iz Augusla,chegou, sendo
recebida pelo corpa diplomtico, membros da com-
misso, da commisso adema na expsito c por
outros personagens.
A entrada na salla do concurto teve lugar pela
forma segumte:
O imperador d'Austria dava o braco imperatriz
Augusta, que oceupou o lugar de honra ; a inipe-
ralriz d'Austria dava o braco ao principe Luiz da
Baviera ; e em seguida vinhain os archiduques
Carlos Luiz, Luiz Vctor, e Regner; os duques de
Braunschweig e Coburgo ; o principe Carlos da
Roumania, e muitos oulros archiduques As gale-
ras eslavam oceupadas i.elos horneo*, c nas ban-
cadas inferiores via-se o que Vienna tem de mais
notavel no mundo ollicial, ministros, embaixadorcs,
conselheiros de estado, cnsules, etc. etc.
A orchesta era dirigida por M. Dessnff. A ou-
vertura foi a A'Anacreon ( Chrubini) que se exe-
cutou com toda a mestria. Esta festa linalison as
2 horas c mea da manh.
Na noile de 27 do orrente teve lugar na
opera urna representaco em grande gala em hon-
ra da imperatriz d'Allemauha. Camarotes e pla-
teas eslavam litleralniente cheios. As senhoras
cid toilettes de grande galla, c os homens de ca-
saca e grvala branca O theafo eslava esplndi-
damente Iluminado giorno. O imperador Ira-
java uniforme prussiano, e dava o braco impe-
ratriz Augusta, que trazia um rico vestido de setim
branco, com enfeites da mesina fazenda, de cor
mais escura. A imperatriz BHiebath. trajando um
vestido de seda, cor de lilas, (sua cor favorita ) e
ne cabella ostentando nqnissimo diadema de bri-
Ihantes, dava o braco ao principe Luiz da Baviera.
Em oulros camarotes da corte eslavam, a princeza
Mara Thereza da Baviera,-a archiduqucza Mara.,
o principe Carlos da Ronmania. os archiduques Car-
los Luiz, Luiz Vctor, Albert, Regner, Guilherme,
o princepe Pedro de Oldenbourg, o duque Coburgo
e oulios
O espectculo comecou as 7 horas e Jquarlos,
represenlando-se a Mignon, na qual desempenhou
perfertamente sn papel a actriz Mlle. Ebnn, que
foi frenticamente applaudda.
A nossa augusta princeza, D. Isabel, est
ainda em Pars : Esperaiuo la com o sea esposo
o Conds d'Eu, em principios de julho. Suas Altezas
chegaram ainda soffrendo em suis preciosas *ali-
des, sendo por isso Obligadas demorarem-se all
no gozo das aguas Ihsrmaes.
Prpara-se solemne recep.ao ao schah da
Persi. Um Hndp Chalot, ferrado externa e nter-
nainetfte de vidros de bellas cores, Ihe est desti-
nado era um dos parques da exposico, ao lado do
palacio preparado para o vice re do Egypto,
canstruido nj gost) egypciaco.
O pal zcio da exposico brese agora as 8 ho-
ras da manh. As 7 da larde fecha m -sa as ga-
leras inlenias, mas coaservam-su abortas as ex-
ternas, os parques e os jardins, at 10 horas.
Varias msicas militares ( algumas dellas com
68 figuras ) tocam em frente do palacio, desde 4
horas da tarde. Os cafs e restaurantes, em algum
dos quaes ha tambem msicas de orcheslra, con-
servam-se cheios de visitantes, que se coatam por
milhares. ,
Ao comecar esta f llei-lhe uas alternativas da
temperatura desta cdade ; pois bem, comecei boje
a e-crever-!he fazendo bom lempo, sol forte, tem-
peratura a 25.* Reaumur; e acabo ( as 3 horas da
larde) com chava grossa de pedras, trovoada,
lempo escuro e temperatura a 21.*
Nao roe resta lempo para escrever corres-
pondencias taes com voc quer e eu iesejava;
por isso apenas Ihe remeti os apontamealos que
>
h ficam e dos quaes v. usar a en bel prazer
eerto de que, so mais nao faco, para mereeer-lhe'
sympatlua e conquistar o agrado dos seus leilores.
porque mais me nao licito fazer, atientas as"
innmeras oceupacos que pezam sobre mm.
_ _, A. de A.
P. S. Eis aqui a traduccio, ao pe da lettra, de
tim artigo qoe-publicou o jornal Weltausftellungs-
Zeit tng (jornal da exjaosico universal) sob o ti-
tulo :
O. l'Klillo II.
Tuve lugar, ha das, a abertura ofilcialda sec-
cao brasileira no palacio da industria. A riqueza
e o luxo com que eslavam dispostos os productos,
revelando um alto grao.de adiaiitaniento daquelle
paiz, causou nos visitantes agradavel sorpre-a.
O desenvolv ment da iuduslria de um paiz
sempre um testemunlio ein favor do seu seberano;
e o Imperador do Brasil deve cen razio ufanarse
deste tributo de admiracilo, que se presta ao seu
governo.
o D. Pedro, quem a Europa iateira conheee e
aprecia, esteve entre nos.
a A sua alfabilidade, o seu amor pelas seien-
cias, e a sua humanidad* inoxcedvel tornaram
no um hospede querido, e geral mente bem visto
nesta cdade.
Fiiho de Pedro I d'Alcntara, o Imperador do
Brasil nasceu a 2 de dcz;mbio de 1825. Pelo ac-
to da abdicaco de seu pai subi elle ao throno na
idade de 6 annos ; e em 1841 tomou as redeas do
goveruo.
Logo no cornejo do seu reinade. achou-se elle
em circumslancias ditliceis, contra as quaes teve
do talar, e em todas essas occasies revelou a do-
cihdade do seu corado e a peoetracao de seu es-
pirito.
Sempre prompto a perdoar, D. Pedro conse-
guio desarmar os seus inimigos, fazer uramil a
guerra civil que *e linha aleado, reslabelecer a
harmona e a ordem em seu paiz, dirigiodo-o
destalle para a prosperidade.
As escolas de educaco primaria e secuuda-
ra tomaram sob o seu paternal governo um nan-
de impulso: e a inslr ceo publica no Brasil, tir-
mando-se em base solida', tem chegado a um grao
de perfeicao com justa razio eoinparavel dos
paizes mais cultos da Europa.
D. Pedro nao ama a caca, nem se entreten*
ein guaes passatctnpos; entregase a oceupacoe*
mais uteis ao espirito e ao corp".
j A leitura dos jornaes qm- se publicam na ca-
pital daquelle vasto ni|ierio nos manifesla o como
elle pasta o lempo, qoando fora de seu gabinete
de trabalho o esplendida HMiotheea.
Inspecciona pessoalmente os grande* edificios,
as doceas, os caes, os quarleis, os hospilaes, as
fortalezas o as novas e magnificas escolas de
insiruecao primaria; visita irequenlenieule os
collegios; assiste as prelecces das acade nas, aos
exames; emlim, acompaha solicito a educac*)
da mocidade brasileira.
A sua viagem Europa foi tima prova de sua
rentado firme e da alta intelligeoeia que o distin-
gue.
Nao se supponha que ficara esta sua viagen
sein resultados praticos para a poltica, sciencia e
artes. Anda Ihe falta visitar os Estados Unidos, a
Scela, a Russia, a Turqua e a Grecia.
As maravilhas de Londres, Pars e Vienoa, e
as pyramides de Memphis vio as elle, c segundo
nos consta, tem elle ainda a intencao de por si eo-
nhecer e julgar da crea;o gigantesca de Pedro
Grande d Bussa; atravessanJo depois o Mar Ne-
gro, entrar na Baslica onde outr'ora resaou a voz
de Chrysoslomo, e lr nas ruina* do Parthcnon o
seu Homero predilecto na lngua du Soln, Socra-
ttes t: Aristteles.
D. Pedro II enhace algunias lnguas orien-
taes, as de Demostlienes e Cicero, o quasi todas as
lnguas modernas.
Sua edu:acao, bem dirigida, seu talento, seu
carcter amavel, sua liberalidade. sua generosida-
de e sua sabeduria poltica do a razo de ser de
seu amor Ilimitado ao paiz e aos principios do li-
berdade.
t Sem receto de errar pde-se o chamar o cida-
dad mais lib/'ral fa Brasil; e se nao tivesse nas-
cdo Principi seria elle o Pendant mais digno de
Washington, esse lypi do primiro tiomem do
nosso secuto i
Recebe lodos sem dstnecao de classe.
Sem atteuder perarchias, protege o talento
e recompensa o mrito por toda a parte eui que o
eifeontra.
i Por sua natural liberalidad^ e boa vontade
com que se presta em estimular o talento, o Im-
perador do Brasil o principe mais pobre d)
mundo.
< T do o eslranguiro, que visita o Rio do Janei-
ro a si mesmo pergunla, como se explica que as
escolas publicas sejam to ricamente montada-,
cercadas de bellos jardins, ao passo que o palacio
imper al offerece to modesto aspecto I? I
A tal pergunla responden) naturalmente os
Br. sil iros : para darmos um testemunbo de
apreco ao nosso monarchaquizerooserigir-lhenma
estatua equestre ; mas elle respondeu nos, que
empregassemos mais utilmente os nossos midios.
edificando a escola publicas. .,
o Esle facto assignala perfetamante o caracUr
de D Pedro II; os contemporneos Ihe sao reco-
nhecidos, e a poslerdade guardar bem fixo na
sua memoria o nome de Pedro II. >
pernambuco;
REVISTA DIARIA.
Autor-ii!ules policiacs.-Por portaras
da presidencia da provincia, de 18 e 19 do cor-
rente, foram nomeados :
Subdelegado c supplentes do dislricto da Ra
Nova, 2 da freguozia de GrvalaJoio Bezerra de
Vasconcellos Torres, Anlonjo Gomes de Mello, Ce-
crino Chrisliano da Silva, Sabino Jos de Mello.
Subdelegado do dislricto de Cachoerinba, do
termo do S. Beato -Jos Leite Pereira.
Subdelegado.. I-, 2* e 3* supplentes do dis-
lricto da freguezia de Grvala Bernardiao de
Paiva Cavalcante, Francisco Antonio de Meadonca,
Bellarmiuo Bezerra de Mello e Jos Chrisliano da
Silva.
Subdelegado e supplentes do dislricto de Ca-
roossiin, 2* do termo de Bezerros Domingos dos
Sautos Freir, Joauuim Marcelino da SilVa Vieira,
Quntirio Bezerra e Vasconcellos o Jos Antonio
de Vasconcellos.
Supplentes do delegado do termo de Seriohem
Arisiides Florentino Cavalcante de Albuquerque,
Anloaio Peregrino Cavalcante de Albuquerque J-
nior, Aolouio Feraaudes de Albuquerque Caval-
c a n;e.
Delegado do termo do Rio Forraos) -Aatonioda.
Bocha Wanderley.
Guarda nacional.-Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 18 do corrente, raandou-
se aggregar coropaahia de cavallara, do muni-
cipio de Olinda, seu pedido, o capito Sebastiio
Manoel do Rogo Barros.
Divisao policial.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 19 do corrate, foi creado
na freguezia de Gamelleira, do termo da Escada,
um districlQ d.e delegada, compreheudendo todo o
terrean do dita freguezia.
Pro velloria do capellas.Com o prazo
de 00 das, contados de 21 do corrente, acha-se a
concurso o nrovimento Y|aJjcio do offlcio de so-w



Kl '.til
Dlaio de Pcrnambuco Terca feira 22 do Jullio de 1873. iMl
-?*

licitad* to capcll3, re-dos e ausenta 'd* fo-
man** do Ueci^ ya* polo taUeeimenlo do ser-
vcfftuaro DomiUB,ii''' Margue-.
4t-remati-|ft vo praca. no M^R'fld eorrente, o. sit'ii) dos Re-
medios, pela qiiMlftfe 3-750j> l*.P da adjndi-
cacao a duenda.
Vapore esperados. Hoje on amanhi
0 frnncec Vdle de ftylMfii-ot Eniop*rT-o
brasileiro Cruzetrtgm SkJSL H* de Janeiro c
escala*; do o a x7, o mito J)i*ro, d Buropv,
o flanees .WeR tle ato* o escala ; de fs.
a 2*1. o inglez fi-fn, (lo to da Piala c ccala*.
Vapores a Ta^ir.-i-fc-J8 u G'i(rfnto,p*ra
Mamaugu.ipe; a .11,0 poftica para o Acarac e
escalas, e itiiiu6 pura ^raeaj e escalas.
Vaporeado Pa-ill*.Para 'Vitara con-
uso i|iie rapolM.'is'^fzesiBiii feitaos omprcgidos
da cuinpanliia do l'acilico, signirlando que sao
viles do sul (piando sao da Europa e vico-versa,
peuVm-nos parcrlembrar aos Srs. genios hnrta
cidade a roHTOMtancia do prowem directoria da
-*m|NMihM civaWtai d um ti-riul distnc** do
-ral o imperio p outrn da Europa, para evitar en
ganos e nao por o jfommerrin coi embarazos.
Fre^ueata d S. Jas.Kn vista do ait.
:W 4a Ui | 'Mnela no ( do torrente rnez a aula de I tutu da
freguezia de Sijos do Rccitt, lcando cm disponi-
-bilidade o respetivo orofessor.
fUHtT Cruzrir fia Sal. -Por telegram-
ma de^Hacei eonsu qcc ontrn MfM palo na
domingo j tardo o va pur (ruzeira di Sul, proce-
dente do Rio de Jamura c escalas, c saliio para <
nts-o piirto lr>uti'tn no oscurecer.
Vapor llernat-d. -Procedente do parehe-
gou no d aningo -tarde ao nosso porto o vapor
inglez'ilern vi, que proceden i smiagm do mar
desde a pielle al ae nosso porto, para a collocar'-
do cabo telegraphiwi.
Providencia eoavenieate. C-wisU
1 nos que 5. xe. b Sr. coraiiienJadar preside-rt Itn
provincia pretend- prepr ao g v.-rno mp^riad
c>ll i'M;a.o de mn cabo ubinarinho espersn-1 de
' Peni nnliiico ao porto do Natal no Rio tirando do
Norte o d'alii acornando de Xaronlia, ou directa-
i-ieute deste a nosso porto, aprovciland-se a <*d-
loeie- do cabr transatlntica.
E', sein da vida alguma, medida de to grande
alcance por em commumeaeo aquello pre-ad
CM e coulirenle. doe eremos o goverao in*|ierial
Jipa ufara iinniediatamenle, entenJendofe para
isso eom a cnmpftKhia respectiva.
Carcer uidad Passageiros, qne va-
jam nos canos da renpaUMa Ffmt mt, se nos
qneixam do potico asMjio e cuidado que ha le BW-
fe i* ttgntu conductores nos res|)eclivos carros,
mu anda do domingo uoute acontecen cmn o
narro nfffi. que estira eom osa?.sentus de um dos
lados |io nvdnado de kerosene, ipie incommodava
aos vi.ijautos.
Freyaeila da lina-Vista. Acha-se
altert a mairicula da aula diurna |ra o sexo fi:
jii.n no. ci'.-aiii pelo eiinsclho paroclii.il da Sorte-
dLidi'T'ioii.i.'i'lfira da Inslruc.'i'i Pii!)!iea, na Fr
jrue/.ia di Uia-Vist.1, ra do Hospicio n. 3i, al
< lita 11 crrante mes, por ter de ser ella instan-
i ,:i no ilia l.> de agosto prximo.
As po-s >as pie se qaizere:n utilisar d^ssa insli-
tiicio, devem dirigirle ao Sr. Dr. Tolenlino de
'.aval o.
.Is'i'iilRiitcNa noule de sabliad para di
iniii!;o. e na estrada nova do Beberilie. i t;ein da
via nraa da Olmda, que subia da Encrur.dhada
para Helieribe. s H e 3/i h ras, passou sobie o
"orpo de um homeui de cor preti 6 de nonie An-
' tonii Eerreira. pie provawlmenle dorma sobre
4i> Irillius em e: lado de embriaguez.
J)o accidente resui'.ou a morle. do infeliz ho-
000).
A polica t.mioi] conlieeimeiito do fado.
I'j'isai voluntaria. Honleni apresenton-
s>- a atit.irdade pdieial a foi mandado recol-er i
anso aillo Tol.orino Nigramonle, autor involuu-
un i d i inorto da sin soira, oeeorrida cin vinn
l.- i I > anuo p.issado, no lugir Torre, Jo distncta
1>.i'ieUi ila Mag l.iiiMi i.
fiando se deu a ilesgra;ada oceurreivia le que
lo victima a logra do infeliz P.ml i Mignni ma,
ref ri u h lili essa Inste hsii)ria. que. se ali?nim
anw leu ila, apenas um de.ises rasgos e.n que
o bu ne ii e i n i pie constr mgido ver a fat.rli-
dale
Nii-ranionte, al a poca do fatal a ontecimento,
t apelar de adiantaJa em annos, jamis dera uo
a ii lis leve censura, tal era a regularidade da sua
vida, tal o exeniplar do sua conduet civil e
jaral,
o lesfrajado anoatneinMnto de aatentbni do an-
uo pausado aliit-u-lhe o espirito o nnaeique otor-
IIOU l'J- '.
Ai:ese:ii.i:ido- utaate aguarda o julgamenlo dos seus eoncida-
daos, que sem duvida se cajiacitarao da sua bSh
i- lo lIpIi lade en face do proce-so que, na firma
da le, I ie f.ii i:istaurado, e deve ser submL'ttido
aorecii .i) dj ti'ibunal do jury ua presente ees-
ai).
Estatua de earncPedein-nos al^uina
p\ isuas que convdenlos a empreza Vicente a dar-
nos pur m.iis una vez anda a reprasentf*o do
appjaiidido drama assim intitulado. Sendo para
Os artistas di tlieatra Santo Antonio mais que
honro o esse p -li lo, jubilosamente nos prestamos
a exprimido.
bwtnpro. -Em ll-da c rrente, JosCalazans,
no lugir ll ichao, do termo de S. Bento, aonimot-
teu semellianie attontado em urna menor de 6 an-
nos : f.> presa em flagrante.
H uni'iilio. No lugar Geiiculi, do C
distri 4o do termo daBseana, foi assassinado um
individuo de n me los de tal na noute de i para
15 do correte, ignorand >-se ainda queui sejain
os aiitres oo autor de tal crime.
Espancaincnto. Pelas 9 liaras lama-
nhdo dia 16 do crrente, Severino Cypriano da
'".osta espancoii na povoaco de Beberihe a Altos-
tinhn Hara da Omceicao e a mi dest'
Conceieao, a qnal fico bem maltratada
FacailaNa novoa;3o dos Montes, do termo
de Agu Piel i. Vicente tVrrera ferio leye nenie
eom una lacada a Joaquim Jos da Silva, na ma-
druga la do da 17 lamhem do crrente. Foi pre-
50 em ftaftrante o delin pie te
Insirin-i-.'tii publica.O nosso amigo o
Sr. Justm i Jos de Souza Camoos, acaba do lazer
um valioso donativo sociedade Propagadora da
Innriieca Publica, franqueando urna de suas pro-
priedade, ra do Hospicio, no bairro da Boa-
Vista desta cidade, para funecionar a aula diurna
do fexo f.-minino, creada pela mesma sociedade,
achando-se fixado o da 1 de agosto prximo
para a sua installacao.
_E' esse um servido tanto mais valioso, quano
nao era fcil sociedade encontrar um edificio
em igiaes condiedos, pela posicao central em que
so achactllorado, alm da crescida despeza an-
nual eom que teria de subearregar. a nio ser
assim auxdi;ida pola generodade do Sr. Justino
Campos, que tomn ainda a si prestar diariameo
te mn srvenle para tratar do asseio do predio,
fornecenlo a agua precisa, etc., etc.
Com a miior satisfago registramos somclhar.te
acto digno de todo louvor e ao qual se aalia liga-
do distinctau ente o nome do nosso amigo o Sr.
Justino Campos quo acaba de dar assim urna pro-
va do seu oteresse em prol (i dgsenvolvimento
do ensno puheo.
KxpH iiios inui especialmente a atteneio dos nosso kii-
toros as cartas de um nosso amigo, que se incum-
bi de Iransmiltir-nos noticias da euposicao de
Vienna, cartas que ^lo publicadas sob a rubrica
Exterior.
Ah, ne-sas cartas, encontram-se euriosas e in-
teressantes noticias, oo s da expasi<,'5o, como
:amlem da cidade capital do imperio Austro-Hun-
jaro,* bem assiut das festas alli liavidas em obse-
quio c b.-i ira Sie principes que tm idj visitara
cxplendorosa resta da industria universal.
Acoiapanha eas artas a tradueco de nm
-ariigo que, sobre <. H. o Sr. D. Pedro fl, publicon
o jornal allemao Wettamtfteilungt-ZeUuug
^llscrfanea.Ac;(ba 4e se expnnmeBUr,
X.III: 17! ncaas de car.a,-qil|.-f)no(luaran ...
13 IU6:II? francos e i rUluios; Ii8.36^:818
i'\-o<, qtte rtrodozlram 'O i!7r 78- francos'; kll-
grainmas demani'igi t.9M;HR, |ue tc.vlaUr.vtt'
.14 S5ii.008.fr uct>4 o 8> conljinoj ; b ;'fc,.Ti5::iS.
qneijos, que produzirain a qua^tia do l.8.0-:8i3
francos e fll cntimos.' A' estas 'cifras 6 preciso
juntar o quo entrou em Paris sem ser vendida nos
mercados, a saber : 377.0>i kilograminns de pat%
no, SaO.'.iiljKilogrammasdo cac.a, 1 M:'iM ovos,
i .480:756 kiiogranMDas do manteiga e i .b'J5:695
kilogrammas de nueijo.
Segundo dizoin os Annaes d Ct& Militar
Nvml, referiudo-se aos trabadlos da reparlicao
do estalislica de llruxellas, a marinha mercante a
vapor de todo o mundo rompunlia-se, no princi-
pio do anno de 1874, de 4338 vapercii com.....
3 608:670 tonelladas. IVstes vapores ,!i3ttr-
tcociam Gran-Hretanha, atadindo 2.J8:l45 to-
i) 'liadas e 420 aos EsMdos-naV com 401,043
touelladas.
O magnifico palacio Aiexnadra, si toado a
entrad* de Uondres, e (|tte tintia smo inagnrado
coi 2i de nuio, acaba d'j ser destruido caupleta-
menta per um grande incendio. As pardas paa-
sam de 1S nnlhoes de francos; umitas objeclos
impnrtontes darte foram qyeimados, salvndose
anida algumas pinUipH de graudu ,vaior. Os lia-
rliitames de Londn s l.imentain vivamente a des-
iruicio desle soberbo edificio, que devia faxer
roiictnrencia ao palacro de Crystal. O palacio
Alexaadra tinha sido construido pele masinn mo-
dfl n e eom inateriaes do palacio da exposcji de
1852. Era um pretexto para passeios o um lu-
gar de ilistran.-ao para 60,00!) pessoas que all po-
dan estar 'reunidas. O palacn Aloxaiidra eteva-
va-se sobre o cume de u na ceflina, posici) en-
exntadora, ao centro de mu niurque que eontiua
BU Ilktfi-Gale, H niscy a TOtleuliain. A sua
rrente ere robera pur lijlos brancos e icarna-
bella perspectiva o ollereciaw pin eoni'UCb) do
e*fylo italiano no gusto auligo com a ordnm ro-
rynthia. O palacio tinha da largura 450 pes e
900de cumplimento. Estiva rudeado de terraeos
que a incendio respeituu,parque s d'istruio o in-
terior do mesiso palacio. Ignurase ainda a cau-
sa deste sinistro.
#1 \ariiac no It i a (ranile Rio da
TrataPublicamos era seguida o i|uadn>de-
aionjtnllw das matoneas efectuadas nasarado
Bio (rande c Bio da Praia al os lins de abiil,
comparativo com os anuas de (870 a 1873.
I ve Bolas
forres, com Auna
ciUl
Mara de
Mara da
qiierqnc, eom
InQna dfnlaiaajiojrtn Pcdnoj.
Joa4i}ini,J|.!fii'ya d'Almcidk CaValcuye-,
Moura,
Samprl l)apg|r ColluUi**a#Ai, rdi Gltndiaa
PlHiaJQli.iiLwdaLtista Uflos-
M.inoel fW Mivaj^coin D. Amia Bita tJo-
nes *a|g
- Jaciillli;
arla de
Hcnriipic Sanlino Peli'ira e^m JoseplW Alcxal* I
!rii\:i Sanliaa i ''Vrcpira.
\>H> M'.o
eom
Meejws, coi A\r*a
Appella.ao civcl..:T0,f > IiWa>stt|^iw *
I f*o-jtev-ifo -Api'.ellanta.oao Martins Pontos, ap- AllHiqni-que.Foi
H Niomisia|Miada Jlatia Adilina do Ks|tWMriiio.
Diiigi'iicia crOue.
" AtcJSr Jesemtiargadoi- prt!o%H- .1 justic-^ ;
Ctfc ljaiuiit.-Apiiellante Pf.ij.o loaqiviin Cer-
Vela. appedado Gabriel GeraliWwft Uarvalbo. '
De Papan. -Appcllaute e appellados juntamen-
te o jui/o e o preto II w**4, -cirr""
pQiT5Appellaii^p5juifO,apprllade William
fcS,"
Oaanrriacjio.
de Souza, ce
.) IsntM Ffati-
tom laria Frati-
JoaquhW-l'ranrlsi
cisco deSaiU Aium
lio millo Jos de Akanlara,
'sea Alvas da uva.
Alfredo AI ves da Silva Freir, com 1). Maria Ray
muiyla da ll.>-!ia.
Antonio Ui2 da Sibra Jnior, ron Davina Uto-
niHa Marques Caval?ant.
Mauocl Tbiodoro ilaoptes, coi Joanna de Brito
Corria.
Jos Fnn.'isco da'Cosla. com Seraflna CapKu-; re*, apprttodo los ieroB^mo de Mello.


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lina da Silva Amara!.
Hospital FiM-lHtar de lti-u.Ii.ru
la. Roviiuentu -das enfermarias do mesma ua
senana de 13 a 10 do corrate ief :
BxjsHam 26, ntrarmn 16, saluram curadas 7
licam Kstiiido '.
E- le semana o Sr. mordomo "Jos .opos
Alben-.
l-rilao. -Riij" (2) deve ter lugar o leilia de
movis, l'iuca.iTystnl, (anos a cavallo-, anuwii-ia
dn para a casa em que remidi o Sr Kduarda A.
Kr.rle. As loboras l/V da manlia partir ilassta-
(auda ra oVBruui um btad queconduvr^rnts
concurrentes ao leilo, sundo que ntlU- vira o
gente cncarregaiHi do inesino le lio.
Pas.sii^eiraii. -Entrados da Europa ne va-
por inglez tGurwHic:
Eduai> J-.imveuaud, Jos Tlieoplidd Rahello
Jnior, Manoel Jos RudrRuas Sania l-ia, Fran-
cisco L, Cordeiro, Pauliuo Jo- c Giuseppo Mar-
tini
Entrados de Lisliya na barca po.tugueza
Lusitania :
Joaqun] Uos Santos e Francisco de Araujo.
ii.
A
limo
6a Ir
Antonio
Appelllnt o jnizo, appaJIado ot
o juio, ippojlad
Fran
Gon-
lora.
triz. AppellSjftto
_ es da Silva.
Do Pilar. r-AppoMai*i! ajui'o, appeHad-s
cisco Anionlp do Xascfciento e unfros
lie Missa Velba. .Apjiellautas l'r;itsco
calves Cayateauti e outros, appdlatla a jmttica
De Garanhnns. Appellaute Joao uarte Pereira
iuna, ao^ejlada a jiiflita,
Assigaou-sc da para jnlgamontu dos eilo
aguiates:
Appp.llacTHis civeis.
Da Victoria Apuellante Gonfalo los de Bar-
De tllinda. Appnllant b>a > Goiii.-alves Torres,
apinJIado Febupa Mauurl da Chnsto Leal
De Alagoa .Nova. Appellante D. Maria Tliereza
de Jess, appeJJado Dr. Frapcisco Ignacio de Sou-
za Gouveia.
Diligencia tnvej.
Ao Sr. desembargador procurador da coroa :
Do Recife Amiellanie Jos Jacome Tasso, ap-
podado Man.wl Aves Pur^isa ; appellaiitas Ger
mino Augusto l'eixoto oouti'u, aypellad Ur. In-
locencio sorapbieo de Assis Carvalli.
Ao Ur. cacad 'i- gara I :
Do Recife.Appellante visconde da Suassuna,
appell.idns Fraicisuo Luiz Cavalcante de Albu
quarque e oulia-,
Encerro-sea sessaoa 1 e I/i hora da tarde.
1 liliinial do coiiiiu ACTA DA SKSSA APM1N1STHAT1VA DE 17 DE
JUU10 DE 17
PnESIDEKVIA tO MU., su. C. ..NS.KI.IUJIHO AS&BLM0
iMMO l'KUETTI.
A's i tior-jis da inaiiiiS, n osantes, o Sr. de
pulado secretario Olalo Uaslos, e os Srs Mipplen
ts Sa l.eitao, Pedro Casco e Alies Guerra, a
lando comparecido o Sr. desembargador liscal,
S. Exc. 4) Sr. eonselbeiro presidente declarou
absru a sessao.
Foi lida e approvada a acta da precedente
'RB.MDK.'.CIA DO KXJ. Sil. GONSKLHKIKO CaKTA.nl SPSsaO.
IJ]ti \4. Dt ItfLiCiO.
SfiaSaO ME 19 PE JLTLH DE 1873.
3
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9
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ca
> s.
-, = tu
fe
Vij: ktca:> III. -A imperatriz Eugeuia e o
priucpe imperial eollocaram a pKmeira pedra
da eapella que deve canter, em Cliisleluirst, tem-
pnrariamente, os restos mortacs de Napolco III.
lisia eiemonia fffectuou-se com a maior sim-
pliciilade, assislindo apeos algumas pessoas da
ntiinidade da familia imperial e o sacerdote que
pronuncien as derradeiras cracocs junto do leito
do Napolefio.
O principe imperial que gosa actualmente ex-
ci-llente sade e est um hornea completo, Irajava
de preto.
A imperatriz vestida tambem de rigoroso luto,
deixava veratravez do veo o seu semblante palu-
do e nielancholico.
Foi illa quem collocou sob a pedra as moedas
e o pergaminho que recordam osle facto.
A eapella, quesera conslrnida sob a invocacio
da Virgeiu, ter rommnnicaeao com a igreja de
Santa Mana de Cliislehurst e ser de mannore e
pedra franceza e iijgleza.
Ao centro elevar-se-ba um altar, no nieio da ea-
pella ser erecto o sapulcliro de marmore de Sa-
polela 111, com o qua Iquiz presentear a impera-
triz a rainlia Victoria. Aos lados do altar lie ir
reservado o e-paco necessario para guardar ou-
tros restos mortaes.
0 Mtcorpnago otTertado pela ranha de Inlilater-
ra, contin apenas esta simples inscripi;o :
Napolen III
It. I. P
na garr de Leste, cm Paris um novo trem ambu
tela, P'-rteocente sociedade franceza de suc-
rorros aos fondos. Aprsenla aotaves melhura
nentos sobre o amigo systewa. O novo material
.ompSe .e de nm wagn dormitorio, de um wagn
enfermara o de um wagon-pharmacia. E' uio
verdadeiro b'Wpttal muy el.
Bio Inglaterra os juizes na dcixam passar
em claro ^jmesquer farfos que contrariem a leL
ljoo obriga o povo a guardar os domingos o das
santificar Un operario inglez e sua raulher
foram emidcmnados ":n Lonires, aqiee a cinco
schi hn.-s d! mulu on sote das de priso, e esta
a 20, schilling ou quiuzs ias de privan, por asta-
rem a dj^rtfr-sf com jugos pblicos ein Victoria-
Par na sogund.i feira Je Pascboa, da destinado
a oracSea e ao recomunento.
As e-tatsticj sobre o eonmuijo em Pacis
.on, "s e"lC0 Priin,'i''',i nr-zos do anno de
1873 dao o segninto : us mercados centraos von-
deram-sfl I5.87:179 krl.igraminSs da peixe. que
ppjttaiiratn tO,470:l7T francos c n cntimos
:
Sobre o tmulo provisorio da Napoleo vm-se
constanteiiiento creas e ramos de floies. Recen-
lemoute enviaran! Ja Italia palmas admiravelmen-
te trabalhadas.
Nao se sabe aind i se a imperatriz, quando par-
tir para Arenembreg, na Suissa, |)assar pelo nor-
te da Franca, desembarcando era <2alais, ou se ir
directamente Blgica e pelo Rlieno a Genebra.
A imperatriz vai Suissa porque os mdicos
Ihc aeooselliaram os ares beneeos daquelle paiz
para restaurar a sua quebrantada saudc.
liliistraeao lif-spanhola c ameri-
cana. Chegaram hontem os ns. 3i e 35 deste
imprtame jornal madrileo, trazando as gravuras
retratos do Schah da Per-ia.do Imperado* d'Aus-
tria, e do chefe dos lacadores de Madrid, de A.
Maur.mi, e do presidente da repblica da S. salva-
dor, diversas vistas da insurreieao carlista, copias
le diversos qnailros de autores uotave s; o traba-
Ibos luteranos dos principaes escriptores hespa-
aues.
Continua a assignar-se na ra do Commercio
n. 18 pi imeiro andar, em mo do agente.
Tentativa de rouuo.Das 10 para II
horas da uoite de domingo, quando a familia do
Sr. los Peres da Cruz, moradora na ra do Cor-
redor do Bispo, se recolhia e seus quartos de dor-
mir, presentio que dentro do dnintal ha vi a pessoa
estranha familia, pelo continuado ladrar dos
caes, que repentinamente cessou, como se tives-
sem mono ou f ridj gravemente esses animaos.
Qurrendo verificar o que se passava no quintal,
a Sra. doSr. Peres mandou urna de sas e-cravas
abrir urna janella do andar frreo, e dahi obser-
var ; mas quando el a isto fazia, o ladro atirou-
se para j j mella, nao penetrando na casa pela ra
pi lez com que a preta fechbu-a, deu alarma, que
ecuuu inmediatamente na visinhanija, aecudiodo
urna funja Jo quartel do deposito e grande nume-
ro de minhos que nao po lerara prender o ladro,
por ter-se evadido sallando o muro da parte pos-
terior do sitio
Dando-se ento busca polo sitio foi encontrado
um vigoroso cao, que nclleexista, ferido cora urna
bai.meUda aejina do umbigo, denotando ter ella
silo dada quando elle morda ou prenda morder
o ladro no rosto ou garganta, e uma cadella es-
bordoada.
O ladro traja va cilca e jaqueta branca e trazia
tiracollo um capote ou. panno escuro, styiaes que
faz-m desconfiar >eja elle praja do exerito.
Proelamas. Fufara lidos na matriz de.
Santo ot-nio no dia 20 ) corrciUa, os se-
gumtes:
1' den,unciaeSo.
Bacharel Man.iel Tertuliano Travasso de Acr,uda,
cjm Flora Cacioiiill i G mealve Lins. -^,
J:s Goncalve- Turras Nno, com Laura Bapligta
d-i Rsgo Barros.
Luiz Jos GuoiS, c iu Capitulina Maria do
Carino.
Jo* Rogaciano deCarvalhi, cara Tcrtulna Zelia
de Lima.
Manoel Alexandrino Aires, coa Mana, Banedicta
Tomelina do Carino.
Manoel Bassfil de Mc!lo,.c ,m BerWna Eranqjs-
ca de Pauld.
i' denmMlaco.
Jos Matq,ue-* da Silva, com F/aneisea da Gloria
do Rosario.
Tfiomaz 'albino da Conceico, epm Maria do
Resano de Sant'Anna.
J isa Antonio Gomes Baha, con Francisca Maria
da Concateno.
Manoel Rodrigues dos Santos Moura, aorn Ca- Sita, appellada a'ju^i.a-
rolina Adelaida Borpw. D i Recife. AppeUwte XsoDUo
Luiz Demetrio Colho, eom Jojqttinj P^dJ'* Espirito Santo. appetlsTo Jaldleo
Perrein da Silva. ta Villar.
s.tpxuoni
Stfiftario Ur Viyplio Coelha.
As 10 horas da maulla, pieseiites ns Srs. des-
einl-iariiadores Lourengo Santiago, Ahnoida Albu-
ipjfiquo, Doria procura lor da cora, Xiiiungues
Silva, Araujo Jorge e Neva, faltando eom causa
a Sr. desembargador Regueira Casta, ario-se a
SiS0.
JILi-.AJIk.NTOS.
lfabeas c.irpus.
Panionte Antonio Maria Marques Ferreira J-
nior. Coneedeu-se ordem para o dia 22 do cor-
ri'iite.
Pacanle ntoiio Maiins de Carvalho e Azeve-
'.l.'ual urdom para o inesmodia.
Recursos crimes.
Bacorrente o jui/.o dp direitu do Sobral, recor-
rido loo Ribeiro Duart Juiz-s os Srs. desem-
bargadores Lourengo Santiago, Araujo Jorge,
Btaiva a Almeida Albuquerque. Improcedente.
Recorrente 0 jQizo de direito de Palmares, re-
corrido Manuel dos Santos Jo Nascimento. Jnizes
os Srs. desembargad'es Almeid Ahuquerque,
Araujo Jorge, Lonr.-nco Santiago e Uomingues
Silva, luipricedeete
Ricorreute o jnizo da direito de Nazaretli, ra-
corrido Joo Fr.mci-co de Barros. Juilas os Srs.
desembarg.idon's Uotniagues Silva, l.ouren^o San-
tiago. Araujo Jorge o Al .eida Albuquerque. Im-
procedente.
Recorrente o juizo de direito da Imperatriz, re-
corridos Antonio Rodrigues de Souza e outros. Re-
lator o Sr. dasembargador Domingues Silva. Jui-
zes os Srs. dasembargaaofes Louren.-o Santiago,
Araujo Jorge e Neva. Julgou se proce lente, me-
nos na parle da condemnaco de cusas.
Recrreme o jui/.o de S. Jos de Mipib, recor-
rida Josepba Mara da Omceicao. Juizcs os Srs.
desembargadores Araujo Jorge, Neva, Domingues
Silva e Loureuco Santiago. Improcedente.
Recurrente o juizo de drelo de Balurt, re:or-
rid lia\mundo Alvos Ribeiro. Jnizes os Srs.des-
emliargiJores Araujo Jorge, Almeiia Albuquer-
que, Loureuco Santiago eNeiva. Improcedente
Recorrente o juizo de direito da Imperatriz, re-
corridos Houriquela e Laurmdo. Jnizes os Srs.
desuinbarg.idores Nciva, Domingues Silva, Lou-
reuco Santiago e Araujo Jorge. Improcedente.
Angravos de pet.o
Aggravante Antonio uarte Carneiro Vlann.
Jnizes os Srs. desemhar!.ido;e5 Lourenco Santia-
go. Doria e Domingues Silva.Negou-se provi-
ment.
Aggravante Mathias Lopes da Costa Maia. Jui-
zes os Srs. deannibargadores Almeida Albuquer-
que, Nciva a Dona. N"gou se provimento.
AnpellacSes civeis.
Do juizo municipal da villa de Sant'Anna. -Ap-
pellante Jos Gomes da Silva, appellada a a.ricana
Florinda c seus filbos. ontirmada a sentenca.
Do jui'O municipal do Recife.-Appellante Ma-
linas Lopes da Crsta Maia, >ppellado Antonio Ca-
simiro de Gouveia. DesprezaJos os embargos.
De Campia .rande. Appellante Manoel da
Costa Travasso, appellado Domingos Trigueiro
Castalio brnnco. Nao se tomou couhecimento da
appellacao.
Di Esca la. -Appellante Goncalo Jos de Barros,
appellado Jos Jeronymo de Mello. Coulirmou-se
a teotenca.
De Maranguape.-Appellante Hayraundo Fran-
cisco di Costa Tavares, appellado Raymundo Lo-
pes da Costa.Coulirmou-se a sentenca.
Da Imperatriz. Appellante Felippe da Cunha
Lima Mataraca, appellado Manoel Joaquim Durte
Guiraares. Re -eberara os embargos.
De Porto Calvo.AppcJante Jos de Cdiveira
Lima,apoelladus Joo Ferreira de Carvalho o ou-
tros.Rcceberam os embargos.
PAiSAGeNR
Bo Sr. desembargador Lourenco Santiago ao
Sr. desembargauof Almeida Albuquerque.
Do juizo municipal do Recife.-Appellante Jos
Ricardo Coelho, appellado Joaquim Jos de Souza.
De Serinliem. Appellante a preta Silverra, ap-
pellado Manoel Felippe Wauderley Lins.
Do Sobral.Appellante Antouo Ferreira da Ro-
cha, apoellado Jo tornes Rodrigues de Albu-
querque.
Ao Sr. desembargador Ragueira C'sta :
no Recife. Appellantes Manoel Pereira Maga-
Iha.es e outros, appellado Dr. Alvaro CaminhaTa-
vares da .-ilva.
no Sr. desem lia rgador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Doria
Do Recife.Appellante P. Horlenca Anna ->l-
ves Ferreira, appellado o capitao Jos Melehiades
Bezerra da Stlva Costa.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Do Cabo. -Appellante o juizo, appellados Adol-
pho Manoel da Silva e Manoel da Rocha.
no Sr. desembargador oria ao Sr. desembar
gador Dornlngues Silva.:
Do juizo municipal de S. Joo. Appellantes
padre Pauliuo Viliardos Santos Barbosa e outros,
appellados os libertandos Maria, Lidia, Joaquim e
outros.
Do Assn.Appellante o curador da parda The-
reza, anpelado Elvira Ja Silva Caldas.
Ao Sr. desembargado! Alraei la Albuquerque :
Do RHcife. -Appellantes Jermino Aurusto Pe-
xoto e outros, appellado Dr. Innocencio Seraohico
de asss Carvalho, testamenteiro do tenente-curo
ncl Feliciano Joaquim dos Santos.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Se.
desembarrador Regerra rosta:
Embargos remcttldos.
Do juizo do direito do Rec/e. Embargante Flv
vio refreir Catn, embargado Maneel Alvos
Vianna.
'Aq Sr. desombargador Araujo Jorge :
KSirHtJIK.ITK.
Mappas do segunda seaicslre do trapiches Ra-
mos, Companlia", ra do Brava us. e ill, Ma-
abado & Barbosa.--Couterdo com o anterior, seja
archivado, nao haveudo duvida.
Ditribuiram-seos soguinUs liwos
Diario e.copiador de Guerra a Fernandas, diario
de Goncalvcs Filho 4 C, dito de Valcntim do Valla
Lobo.
DESPACHOS.
Requermentos :
De liraz 4 Silva, pira certificars"-lhe se foi
registrada a nonteacao de sen caixeiro Mauoel
Braz Ferreira da Suva, e se j. foi eliiniuado
rasse se a certido duque cjiustar.
Da Mauoel Anlouio da Alcntara, tambem cer-
tido da uoineacao da seu caixeiro Francisco de
Paula Tavares da Mello. Passe-e a certido do
que constar.
Dy-Jo> Paulino Lopes' de Almeida, igual certi-
do, seudo o seu caixeiro Joo Capistrano de Al-
meida.^ Passe-se do que constar.
De Francisco Manoel da Silra, idem, chamndo-
se o caixeiro Miguel Zeferiuo de Azevedo.-Corao
requer.
De lienry FoMar 4 C, fazendo igual pedido, c
quacs us uomes de seus caixeiios. Sin>.
lie Joo Gomas Jardim, ignalinenla certido
dos nomes de seus caixeiros. Como |iele.
Pa Jos Marques dos Santos, da mesma sorte
certido quanlo a seu caixeiro Jos dos Saulos
Aguja/- Na forma ro juerida.
De Joo Licia ,i Fillio, sendo os nomes dos cai-
xeiros a quem se r/erem Jos da Silva Marro-
quun e Prxedes Ferreira Cavalcauti. -Como re-
queren!.
De Joao Francisco Gomes de Amida, oulrosim,
pedindo que se cerlilique se Wulpiano Jos Inno-
cencio Poggi ou nao seu caixeiro, e se existe
alguma oola em contrario. Certiliqne-se.
De Jos Ferreira Fontes, ideui de seu caixeiro,
qual o seu nome, e se existe alguma nota em con-
trario. -Sim.
De Manoel Francisco de Souza 4 C, idem na
mesma conformidada. -Na forma requerida.
Ha Costa limaos 4 C, certido na mesma cun-
formidada supi a. -D se a certido requerida.
Da Auioiiin & Cardoso, idem na mesma forma
indicada.Passc-se a certido requerida.
De Antonia Jos Gomes, aluda para que se d
igual certido de seus caixeiros. -Deferido.
De Raymundo Jos Tavares, dem da iioineaeao
da Fahsiniuo Fhomaz de Aquuo. Na forma re-
querida.
De Rodolpho Xavier de Souza Fonceca, idem
de dita concedida a Alvaro Feualon da Reg Bar-
ros. Certilique se.
De Sapts 4 Araujo, idem da que deram em
20 de setesnbro de 1872 a Manoul us dos Santos.
Sim
Da Eduardo Feuton, idem das registradas e
!i de julho de 1872 e cujos caixeiros sao Frai
BtMnvar.Mo Civalcantl R. de
concedida a rehabilitar', vo-
Co.Kra, S. Exe. o Sr. ou-eHiero araai-
tanda
doatu
Suiuinario ust;iurado por falla de cetacoes rn:j-
trio corrator Hnurique Guilher.ua Steiiple. -Jun-
ta-ve ao summario eopia do offleio da Junta dos
corretores, quo se acha a rol' as 18 do summario
instaralocqutr o correiee-Seve.
dem coap-a o corrator francte do Mimada
Leal Se ve, no mesn sentido.-Adiado.
Sendo raeio da o toado de entrar a se sio ju-
diciana, S.Exc. o Sr. cons>liero presidente le-
vantou asefoao, que sCnj0 ab rta de novo, foi
encerrada s duas fcoras da tarda, por nao Ha ver
mais o que despachar.
SESS JUDIcfARIA EM 17 Bt JULHO
DE 1873.
PIlESinKNCIA DO EXU. Sil. r.ONSELHEIUO ANSKL.MC
1 IU.NCLCO jkuitti.
Secretario interino, o oficial Torres.
Viute a cinco minutos dapois do nieio dia, pre-
sentes os Srs desembaraadores Silva Guuuaraes,
Reis e Silva e Accioli, o Sr. deputaJo linio Basius
e os Srs. supplentas Sa Leito, Pereira Casco e
Guerra, fui aborta a sesso.
Lida approvada a acia da^sessao de li.
ACCOMDAOS.
Foi assignado o que ua prxima pasead* sessai
se proferir entre partes :
Appellaples embargautes Meijd* Az. vedo 1 C,
appelladfis embargados os administradores da
inassa fallida de Femando Stepple da Silva, no
qual fui voto vencido o do Sr. supplente Pereira
Casco.
JL'tGAlg.N ros
Appellante embrgame Mara Adeljna de Mello,
a.-'pctlados embargados os adiiiiaistradures da
inassa laihda de Aniouio Pedro de Mallo-.--Sortea-
do p-r. suplente Guerra por ter 'lirado susK'i-
cao o Sr. dejuitado Olinto fiast s, foi adiado a po
dido de um dos Srs juizes coiumerciautes.
Appeliautes embargados Jos Marcelino da Rosa
& rilhu, appellados embargantes os admiiislra-
dores da mjissa fallida de Autunio Padro de Mal-
lo. -Adiado a pedido de um djs Srs. juizes com-
tnerciantes.
Ajqieiiaute Joaquim Eneas Cavalcanti de Albu-
querque, appellado Atnerco Cesar Cavalcanti de
Albnquerque.haformala a seulcn.u cunta o
voto do Sr Olmlo Bastos.
'Appellante embargante Bernardina Jos da Sil-
va, appellados embargad ~s os curadoras lscaes
da inassa fallida de Manoel Jos Lapes 4 Irmao.
Adiado a pedido de um dos Srs. juizes coiumer-
ciantes.
Continuara adiados os seguales feitos :
-------------------------------*-
A-gDiM nos-nr) \'fo-ov 4 Illm'. camn
no iiife&.iJa Iu *le irtft-ft-laf lio ileartfgrn-
uieiU') ile naiiiiiicia,: matidao" retiir as
l/j'U)!>ti i*iii q.iii) se yeriilta carne vori-- :
estas jiHiUt:w4ii rutyjbiiiaa *em pequeos
cubculos, sho verdaJeiras estufas e pe
maiili j su -MUnvain, sann-totalmeiitu au
iiiunos em principio de ilecoBiposii.o Ke-
Irzmoute essn'mal "tesL sanado, o qiie-
muit) a^radecflnioafilia*, tomara in;-
cipal.
Mas rigor* tentamos liomfns nimia uma
vez Iludir a Ulna*1, cmara, pelindo li-
cenea para constru^io de novos talhos.
Ella de certo nao uiisenUr em tal, pni-
quo cima do qualquer insiguicante van-
tagem est a honcstidade do acto. Se estes
bemfeiloret s nossos mercados pretenderr
melhoi'it-lo porque nao o fazein iiaquelles
talhos de que j so achuin de possn 1! .
Mas isto pinteo I lies importa, a lula e na
Boa-Vista e preciso ilhupaiar se a boa !<.
da autoridade com pingues offertas 1
Mas ojogo indecente foi descoberlu era
piesenca decidados dignos s tu los os rea-
peilos.
Agiiardei-vuspaja o anuo jje STij^uo
quando Irn la o actual nrrtldamenlo.
. Recito, 11)de julliole 1873.
Qcomp'idrt $abin$.
S"f.<*. rcd'ielorei. -Pela priaiaira wi imprensa, pela |ii ueii.r vez qji i wnkn tjazer as
paginas do vosso conoailuado jornal e-[ is Julias,
nao venlioqueimar ineen.-o era aliares inur s,
nao venlio r.'clieiad.' do servilismo e da adu'ao,
venbo sim por amor ao verd-leird aturdo e a *us-
ti<;a.
0 bnin deseinpiiih i do cargo de Jeii'g.jdo de po-
lica do lerrao >ie Cimbrea, no punco tenido ipj
tem aterci!. n maj ir Saivro Ferreira Lo4q, no
pode deixar de ser p ir min levailo ao coa! cei-
raeuto dogoverui a do publico, C iiiai i.ir os.ac-
tos de Drdade ra juslica deste delegado soria en-
failonlio a por demais traballi.iso, conitudu nio-
deixarei de aqui accresceutar que o termo de
Cimbres pode-se considerar boje CuOHi um dos
ineRi iros dos do str o desta provincia, com re-
a cao a garanta que nelie tem o cidada sua
piupriedade a vida, devldo todo islo ao in.ulo
Apjtellante appeMados viuva e bardoiros do Ma- "ergien delegado majar Satyio Lrite, principal-
mente por ter, alm do seu carcter de justica.
o auxilio poderossstmo do illus- tre e integro ni/.
de direito da comarca.
Se este delegado nao tem podido, nao nbslanie
seus grandes o continuos esforcis, acabar com >
celebre grupo de Mauoel Cinco e seu inuu Joa-
noel Boncalret da Silva, appellada appellante D.
Llaudma Senliorralia Vieira ; appeliautes apjiolla-
dos o baro do Livrainento e Jos Aiitomo de
Brito Bastos, appellad is aupellaulas os admiuis
tradoresdi massa fallida de Fernando Stepple da
Silva ; appellantes embargantes Luiz Ribeiro da
Cunta 4 Sobrinlio, appellada embargante D. Toe
reza Juba Botelho; recorrente a companlia de
seguros Garanta, recorrido Joaquim Pereira do
Faria. E a pennaiiecerein sobro a mesa a espera
que compLirei-a o Sr. desembaigador Doria os au-
tos em que sao appellante embargante Jacob Calt,
boje seus herdeiros, appellaJa embargada D. Del-
iran Talles de Meuezes.
r.vss.voEjt.
O Sr. desembargador Ai cioli passou ao Sr. des-
embargador Silva Gumares o feito entre parles:
Appellante W. H. Fennely. appellados os admi-
nistradoras da massa fallida de Fernando Steunle
da Silva.
Eiicerrou-se asesi) i han da tarde.
aa iim
iBL^CaCOES k PEDiflG
quim Marques, que anda contina a devassar o
infilizserlio do Moxit.cuin o rouboe oatras sel-
les de crimes, lera, comtudo, dizimado-o,. Ca-
aendo-0 prender os afamados Jos Redondo, Anto-
nio Cariiy e outros, o primeiro j cudeiunado um
ultima s 'sso do jury ueste termo.
Actos lo dlgn is de eon-ideraco, como os pr..-
tcadjs pelo inajor Satyro Ferreira baile no ase
cirio de delegado de polica do 10x1110 de Cimbres,
jamis podem tirar acobertados pelo inauto (1, s;-
leneio.
Pes.iuera, 17 de julho de 1873.
E. $.
em
cujos caixeiros sao Fran-
cisco Meante dos Saulos e Francisco de Assis Me-
d. iros Pinto. -Deferido.
De Beut Jos Correa, idem da que deu a Joo
Antonio Nunes, registrada sob n. 3o4. -Como
pede,
De Antonio Pereira Villela 4 fL idem quanto a
Claudino Eustrego de Souza, cuja nomeaco foi
registrada em agosto do anuo prximo pasado.
Sim,
De Jos Antonio da Costa o S, igual prelencao
quanto nomeaeu de seu lllbo Tboiuaz de Lima
e S. D se a certidyi requerida.
De Candida Maria da Cuncei ao, fazendo igual
pedid quanto nouieajo que deu Francisco
Antonio das Chagas a Adalberto Francisco das
Ch'agas para seu caixeiro Como requer.
De Manoel Antonio Reg, submetleode a regis-
tro a nomeaco de seus eaixeir.is Joaquim Fer-
uandes de olveira Jnior e Mauoel Francisco
Batos.Proceda se ao registro, depois de reco-
nhecida a firma da no eago.
De Duarte Antonio de Miranda 4 C, trazendo
a registro a nomeaco de caixeiro que deram a
Francisco Jos Das Pendra.Reg tresa a no-
meaco, depids de recoubecida a respectiva firma.
Da Tito Antonio da Rocha, do 30 anuos da da-
de, portuguez, negociante ora grosso, eslabelecdo
na capital d Cear, pedndo matricula de cora
merciante.-Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Oiympio Goncalves Rosa e Joo Baptista da
Cruz, associados sob a razo social J oBapiisu
da Cruz cV C, solicitando o registro do >eu dis-
trato sucia! que juntaip em duplcala.Cumpram
o disposto no art. n. 7 do decreta 11. 4,5 '5.
De Manoel Joaquim Pereira, cumpriudo o des-
pacho do tribunal de 7 do crrente com a junceo
do segundo exemplar do dLstrato da firma Perei-
ra Irinaos. Cumpram a ultima parta do despacho
de 7 do corrente.
Inforraacao da secretaria relativa ao que reque-
reram DamazeRoqquajrot eHypolte Ronquayrot.
l'roceda-se ao registro na forma pedida, porra
nao em o livro avu so, conforme reza a informa-
cao.
COM PARSCER 1)0 SR. DgSMBARGVOOll FISCAL.
De Franklin Alves Moreira e Finnino Vieira da
Silva, registro do seu contrato, j sa achandu
satisfeita a exigencia do liscal Registre-sc, uoe
tarinos do decreto n. 4,394.
De Reg 4 Carneiro, saisfazendo o parecer
fiscal, para que possa ter lugar o registro de san
cnitrato. Proceda-se ao registro, na forma do
decreto a. 4,394.
Papis relativos ao pedido de E. R. Rabeilo 4
C, sobre o modo de eoutar-sa os das para o veu-
cimenlo das letras de cambio pnitestadas por n>o
aceitas.Adiado, a pedido do Sr. Guerra.
Moratoria de Joai.uira da Silva Costa. A' vist
do parecer dos syud i cantes a. lis. :J5, da parecer
fiscal a lis. SfJ, e atieulendo que nao deve preva-
lecer a opiniao dos credores reelamautes contra
Sis. reductores.l'e^'o esporo em seu
Dari>rf>pr& que nao passo des ipareebido
um l'acto, qua importaitlo (tara tihin uo
pequenn prejuizo. e mais um attestado j
da forma por que c feito 0 servjeo da com-
panlia Drainage, tantas vezes vaiilnjosaoien-
te prolligada pelo Ilustre Sr. Dr. .Hoscoso,
e j do que tem o prejudieado a esperar
d'essa companlia sempre que se acliar em
condicao igual s miiUias.
Teudo sitio collocadoem o meu estabele- poderj d
cimento de quinqiiillianas, ra do Baro
da Victoria n 22, o respetivo apparellio
sobre iiuceionar esternal, arrebentou em a
noute de id do crrante o conductor i'agua,
dando lugar a que inundada parte do esta-
beleciiiieuto das merca lorias alli existentes
ptiuco sa podesse aproveitar : o procurado o
emprezario ou agente di compaiihia para
observar o estrago, mandou um empregado
que, ludo vend e. examinando, attribuin lo
aextravasacoa traballio de ratos.emprazou
me para a oeeasin em que daveria voltar
com o referido agente, e eom i quer que,
causado de espera-lo.dirigisse-m ao escrip-
torio da companlia no proposito de accor-
dar n'iitna justa o rasoavel itnloiiiiiisa(;o,
que reputei devida, obtiveein resposta pe-
remptoria que a companlia nada tinh a
com os prejuizos.
Sirva isso de aviso aquellos, que poderem
acautelar-se ; quanto a mim, nao preten-
detido entrar em questao com ratos limi-
tei-me a pedir provileneias ao Exm. Sr.
prnsidenle da provincia, cuja aeco jase fez
sentir pela apresentaco do Sr. Dr, Jos
Zacaras de Carvalho a syndicar do facto, e
que peder dizer da verdade do quo fica
oxposto cun relaeo primaira parte.
Recife, M de julho de 1873.
Antonio Duarte Carneiro Vianna.
lima vei'ilutle.
E' altamente contristdora a attilede assirmkla
pelo parido liberal de Pernambnco : sobrema-
inra indecoroso o papel que se acha elle a re-ru-
sentar nesta provincia
0 estudo, ainda mermo aligeiradn, da mareta
que segu este partido ; a analyse das ideas *ec-
cessivamente emittidas par seos igaos na impren-
sa, nos convencen! profundamente da verda>e
desta assergo.
i)s tib-raes Je IVrnambuco nao te m idea, iKV>
b*em programnia, se que ideas sao principios c*
programla quer dizer prolisso de fresumid
quadro des-es principios.
De facto, vemos um grupo de hninens que lo-
mara por norte em tudo e por tudo contrariar o
parido opposto, |ior bices mar-ha regular do
governo dominante e guerrear queque modo n
maneira que se o actual governo, ce a
situ.ico consan-adora defende o justo, mis nta a
causa da moral e proinove o bem estar social, o
partido liberal declara guerra aberta ao just >, faz
grita contra a moral e nmbate a iodo trance as
medidas tendentes a realisar o bem estar soeial
E pdera merecer o nome de partido, seno o de
faecao, domen.- (jUe nao sab-m o que pensar,
nem o que querer, seno depois que oulr'is a qo
eliamam de adversarios, teem dito como oeo^aio
_ maioria dos credores que foi favoravetau impe
roes e outros, appHia-Jos a companhia do trilh'os iran'e por conhecer que a concusso pedida o
urbanos de Apipticos meio que garante raelhor os seus-iuterajsas, o tri-
q Sr. desembargadar Araujo Jorge a? Sr. des- Do"il do c^nmereo. e ince^e a uii>raJoria rniiuq-
~WMi lci^ : .r^a, e uomcia es creitqcj ioa Vietorina.de Re-
fw-'"- AjjNUnjtca os IfflMtoi d&C|rloji. zeade 4 C e Souza, %gir* 4 C, n h termos
appelJaiJos gadra.Jeafluim (v (fe fliria e. do art. 905 do cdigo do comirercio, para fsca-
ILsaremacoodicia do indiciado durante u espaeo
.isr.desembargauVtrJfeivaap.Sr. dese-nbar- da morat'ifia. Paguo o. impatranle as cuatas. o-
gador Lourenc^i Santiago : lar;na*i favor da cgncewap us Srs, S Leno. Silva
Appelfaem crimes. Barroca o Guerra, v tanda cuntra, y Sr. 0 into
, Da Parh.\ba. anpeilanie o muta, appellada #*& eS. Exc: o Sr, cousefoeiro nresidente, por-
Firralno, Prarfrsco deOlveira. que aim da nao ter sido a monitoria requerida
Do Bulque.AppernuKe Antonio Lptnaa. d >h termos do art. 89' do cdigo coianiercial, na
liiuu providoiiciit louvael.
A lllm*. cmara municipal do Recife aca-
ba de pratiear um acto digno dos maiores
encomios, pelo carcter de iuteireza e justi-
ca com que se acha sellado.
A' primeira vista parecer aos olhos do in-
ciiffi-reme que a providen> ia tommla de
nenhum alcance. Entretauto que, preslau-
do-se-lhe a necessaria atten^o, se reconlie-
cer do prompto que ella em si oontm os
preceitos da hvgiene publica, unida a mo-
ralidade que deve baver na le dos contra-
tos.
Se assim procedessem todas as detnais
corporacoos, o paiz seria feliz e nao teria de
lameutar-se da desgrana perenne em que o
atiraram I No cumpriinento da lei que
existe a nica felicidade dos povos li-
vres.
Entraremos na materia.
Na rilieira, ou marcado da freguezia da
Boa-Vista, no lugar determinado pitra a
venda da carne verde, existetn 22 talhos,
osquaes se acliam arrendados pela lllm*.
cmara municipal,* um iavtJuoq.ue, alm
da paga de um uluguel avultadissimo, nao
tem podido colber outro resultado mais do
que enorme prejuUo. E isto, porque
ve-so na triste e dura necessidade- do entrar
em cumpatencia com hedionda criuturas
que adormecen) pensando romo ho de vic-
timar a humanidado no dia seguinte e acor
dain suiliaiido, como ho de Iludir auto-
ridade, meiicscabando das lais, da razo e
da honestidade.
Estamos cortos que, no acto das arrema-
taces publicas dos talhos de carne, a lHma.
cmara nao acbaria tao avultadissimas pro-
puslas se deolarassem em seus ottitaes
icando acamara qm o
e teem manifestado o que querem f Por certo
que nao.
Contra tactos nao ha argumentos, e es faets
esto ahi aos montees, pro valida a toda a evideo-
eia o desaso o o Inrriterio desses bonicos (ue sa
di em liberaes.
Ahi temos a qurstao religiosa.
Era quanto os liberaes em sua desvairada Ima-
gina.- i supp .zeram que a causa do bispo seria a
do governo, em quanto entendern) e siupeitaram
por inJicios, a seu modo colhidos, qu>^ outra seria
a decisao da qaosto religiosa, bradaratn contra o
bspi.c exhortaram ao povo para opiwr tenaz re-
sisieneia aos seus desmandos, prepararam a inva-
s.t>) de seu palacio, invaso que tlcou em tentati-
va pelo cotnparecimento da forr,a publica ; emSin,
fiz rain grande celeuma, dizundo que comtiatiaiB
pela liberdade, que defendiam as prerogitivas do
nomem livre dos perniciosos ataques da curia ro-
mana, e que se batiam por uma das mais fulgen-
tes estrellas de seu eo, pela liberdade de con-
seiencia victima dos ronfea pontificios. Mas
hoje que contienda a decisao do governo sobre
a questao religiosa, hoje que est tirado a limpo
que o pjder temporal pugua pelas suas preroga-
tivas. aao se deixando atabafar pelo poder ecelc-
siastico ou ospritual, esses mesmos boinens der-
ribara de seu co o que ha pouco era nelle fulgen-
te e-tralla.
Abi est a Provincia (papel) declarando em
nome do partido de que se diz rgo, que a quee-
tio religiosa questao do governo com o bispo,
e que nada tem com o povo, que a deve deixar
eo rer por ronta dos dous contendores, a quera
ella smentc mteressa.
Qnem tal iliria II
Mas sempre a npposicio systomatica, entene-
brecida pela paixio pouco enohrcredora ; c" a
guerra nao por amor das ideas, nao por amor da
liberdade, mas por amor da ambiijo do poder,
por amor do egosmo s-mpre reprovado e m;i>s
reprovado ainda cm poltica : a cttrica pgr-
tldaria que faz ver lodos os actos dos contrarios
amarellos.
E dessa desgranada cnferinidade que se acha
ollrendo actualmente o partido liberal desta pro-
vincia, o qnal quer foreosameote ver no partid
adverso o que uma rcalidada em si mesino.
Nio s isto. Temos mais o- vandlicos fcites
do dia '4 de maio, praticados p;.r iniciativa d'a-
queHe partido, os quaes podem ser antes conside-
rados como traduc.-oes e manifestaces tle uro
progtamma de barbaros, de vndalos, do ,ue con
reahsaco de principios Bberaes.
Est provado evidencia a quem pertepce a
aitona dos tristes e vergo.ihosos acont'-cimentos
do dia ll. Por mais que so furlein luje a m-
ponsabildade gravissima d'efles resultante, os seus
autores nao podem fugir ao laco que prende a
causa a seu efreitii, ao to que liga o agente a sua-
accao. Sao baldados esfurcjs.
Qual o movel aua tevou o partido liberal a se-
melhante des> airar Perguntarse-ha A sede do
poder. Poleslatis sacra f mes quantum peetora
mortaha cogis I E i sede do poder associou-se
ainda o constante flto de ir de encontr ao gov?r-
no, porque at ento se enleudia que o governo
dara completo ganho de causa, ao bispo ; porque
o governo, como era de seu dever, dispeasava ws-
pitaii-ni proteceao aos jesuitas. que antes
-erem jesujtas sao estrangeiros em uossa patria-
ndo decretando arbitraria, viojema a incompeteo
temante a expulsan de taps homens desta provin-
cia, onde ellos acharara hospedagem e aeolhi-
ineiito sob uma adwiiu4CAW> e tituac-au li-
beraes
TnAimentc apparecq a confirmaca* de se,njenc;i
d.e ittorte do soldado on Brymund. O pr!:
nioviinento dos liberaos lado do co:npatxo.do
aircito satitode ctemencla c de tuna, compaMo e ciameoola ta.-.
que tnham prundo da impedir a execm.-5o d.t
estay ella no caso de ser- eenceijida, vista das
razoes constantas Ja peljcjo do credur iNicutoees
Mara Freir e -01111*1010 vista do parecer do
Sr, Dr. ju de direito especial do comraerclo.
coficedpr licenga /Mira qu& se qbram outros.
kiUmna nwmaribeira. :cu2t?', !^riniii orimiiiasamenta o misera *
KstNtmHo o qun-ne v r f ^ ,80ld;,,,0 dMr"rr*s a* mt- QW* -"
E' p spbisma indecente, o tarcidamrmtc, No entretanto agiUm-se alguns urttfaftM-
do dreat.) alucio, a malignida
una amtico desconheciiln, por partes das io cmfuia:ao M peina do criuiTuos olt
'ios. timeofes dos fthuraw,* W-fts agora a bradar eon-
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IJOTgq 4 P^Rmbuoo.-^.tfem feira 2'2 ^M^ dj.J&Zfil
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ua o prrtij^jie '^i^]ue;.a4tt ffDUiplas provi-
dencias n quanto antes excedido
o .soldado Jiiiii ufo, ci cuja,exeimc>>
abi nada tem i) prsideiite, pois deve o-ocrer peto
camfnaiirt'i da- armas de^ta provincia. Oh '
tibiralis coheerealia, qua U deauaa cepit l
Ao depois a que lasgps coramontarios nao d
lugar um tal phenomM* !
Mas, de tudo apparece", 'poror razao nao havo-
rnos do ver os liberaes desta afortunada trra pe-
direut a altos lirados a execu.ao de um homem,
cm 1hvor por meios licito, fazJo escapar torrivel peua
cm q ie incorreu ?l
Pirque nao navemes de ver os libones daste
torrio, onde disso Bnro torcido o Parado, traba-
lliarent fervorosamente para que se encurte es
diat di' vida de um desgranado, por quem se ten-
tara os ritilas recursos, e a quem pede a Divina
Providencia, in'nn lindo no corado do Imperador
un ahndame ni) di' argracu -misericordia,
fazer rlirgar utnj eummutai-ao d| morle pela
vida ti
Ah I Vctor Ifflgd 'Sovpetvesto a bossa aea-
nhada para pensares coma os liberaes desta tena
y tivs liberal como elle. Os leus constantes
tiradas 0 eafonjjp contra a deshumana pena do
morle provaui que is um liberal nygmeu diante
do liberalismo gigante dos hmnens do Liberal Per-
pamlmcnni, Tu. nanea romprehendeste as subli-
midades da religlio da liberdade, nem nunca te
tornasto digno do noine de crento de scuJ myste-
ros, tu nunca soubeste qnpimar incensos a lao
aa^usta divjudado ara ry-nder-lhe p.inioso culto,
porque nunca pensaste como os liberaes desta
tetra, bo/ima mua o raste onu elle. Ob !
santa liberdade, quantos erros se commettem,
<|itantos males se praticam em teu nome T bein
o disse'leRoJand.
Km faca deltas desaknhadas considerares,
quem nao'o r*dar verd ido palpitante-de
que o partido liberal entre nos est representando
ur.i papel indecoroso o su ada cm urna altitude
iiitrisHd ira f Nilguera.
K em face ansias inesnvis cons.dera.oes, quem
nao se convenre: lamben) do criterio desse par-
tido conservador, de quem tanto mal Atiera os
liberaos, mas a quem tu lo deve. este pato, que, se
recoohece benetirios, a eUe os dove, que se sent
progresso e vida so d'elle tem rocevido f
E e bem que se aclia frente Aisla provincia.
concorrendo para os crditos do grande partido, o
Sr. cominenda.lor llenri po l'ereira do Lucen,
.ojos altos dotes administrativos, elevado criterio
e esclarecida intolligencia teem silo para esta
m.'sina pruvincia, deque filbo digno, um.; causa
iUciente e poderosa de prosperidade e pro-
gresso.
Para gloriado Sr. commendador Luuena e real
heueJlcio d sta provincia, faieinos votos para que
ogiverno imperial per mui. lempo aiai o con-
tara eow as redeas da admiuistraco.
A actual adiiuuislraco para ?cr completa s
juvi-a de ser diuturna.
19-7-73.
Um espirito.
A Provincia.
O jornal, qne se diz orgao do partido liberal desta
provincia, contina em sen sysluma de opposieao
a todo transe, ipiaesquer i|iie sejam as condices,
i|Uaesqn>r qne sejam os actos do governo.
Invi-rlen lo c desvirtuando todo, o ergio A-s es-
eriptores da roa do Duque de Casias insultara e
crian niara.
O publico ji tem eraiteeiiuMB da celebro carta
|i' fizeram o Sr. RaMode Villa Bella ssignar di-
rigda a um sen amigo particular da corto sobre
os aeoo!i'cime:i!os dos dias 41 e 16.
Nesta carta se diz: o Lueftna o lIMBfn i b'iinem
(te Goyaona, de Ou-i<:ury, do Oear.i.
J Mario de Pirmmlhtee donwastroo com to-
da a evidencia o que (ai o BML Di. Lacena como
juiz municipal de Goyanna, e delegado de Ouricu-
ry; temos aortexa que essepas-adodo hjurado ad-
ministrador da pranneia muito o honra, e que a
diicttsso provocada pelos assalariados do Sr. lia-
rao de Villa, lave a grande vautagem do desilludir
inuitos que acfediravam que e/a patriotismo, o
que nao p issa Je torpe especulaoao poltica.
Volta amia a Provincia sobre) a carta do Sr.
Villa Bella procurando provarque o ex-chefe de
polica do Cear, actual presidente desta provincia,
pratlcou actos de selvageria, fe pervertid ule dif
ficil ipnraeruar-tetm una/creatura humnwi, no
exernicio daquelle cargo.
Custa-nos a conter a indiftiacao que Ues calum-
nias provorim ; mas, bem Sabemos, ouo esi s es-
crlptores e-tao perdidos nv concello publico, o que
cxsas de-braga las deseompostorad a tudoeatodos
nao proiluzein mais etreit.
E sao esses homens qae asm velipendiam com
a nv.is desenv.ilti lingnaWra nao so o governo.
como a todos os seus .mig* que fallara em repre-
salias, em invectiva*.
Para provar o que falsamente havia dito o Sr.
Bffrao de Villa BeHa na carta q*e o fizeram assig-
nv com nlacao ao honrado Dr. LTicena quando
cHWe de polica do Cear, os escriptores da ra
do Buque d' Caxias transcreverara algu.is tracUo<
de urna c irresp indencu anonyma publicada no
Catrente,Jornal este j muito conhecido por sen
systema de lud exagerar, de ludo inverter, do tu
d? fazer urna arma de opposieao.
A respo-ta mais cabal que podemos dar com re-
lacio aos factas -A que alinde a Provincia, est
na seguinte peca odicial publicada nos jomaos do
Cear, sobre a qual, o Pedro II, que nao suspei-
'to, corno orgao dos dissIJentos, ernittio o seguinte
jttlXO :
Sob a epigraphe-Pecas offlciae publicamos
boje o nlatorio que o Dr. che fe de polica apresen-
Ion a presideiwii, diiulo coala de sua eomMiuSo
villa dt Cahime.
Para es!<' dMumntoj que deve ter mais valor do
tte as Oo-r^pond^ncias anonymis que o Cevense
tem publicado, como '-indas daquella villa, chama-
mos a illencao dos ifssos leilores.
Negocios de dnind, secretaria da polica do
CeMj I do malo de 1871.
Illm. e Exm. Sr.Acabo de regressar,da villa de
Canind, para onde, em virtude dos ofcios de V.
Exc. datados do i" do mez prximo lindo, segni
logo na tarde do dm seguinte, afim de proceder
com todo rigor da lei, contra os delinqueutes que
alli amearavam perturbar a ordem publica, e lera
pPcuraJo abater a forja o prestigio da autorida-
ile, que cinco das antes, mi armada haviam
..lacado e dispersado completamente a forca, ijue
por ordem desta chefidura, mantinha debaixo do
cerco a casa do celebre criminoso Jos Antonio de
Soma Ueha, na fazendaPechado -do termo da-
quella villa, pa.-a o premier; ten Jo, porm, conse-
guido mesmo criminoso, por um auxilio to rt-
minmo, qnao s-irprebendente, evitar, ainda uma
vez, a prisao, depois de haver morto o soldado An-
tonio los Ignacio e ferido gravemente o alleres
eoinmand inte da diligenaia, Carolmo Bolvar de
Araujo Sucupira. E agora don a V. Exc. como
me cunipre, cenia circunstanciada de miaa com-
misso.
Chegando villa, observe! que ella aehava-se
aiia sob a impre pelos ltimos acontecimentus pelas ameacas de Jos
Antonio de ir assalta la, vcndJ-se por issii obrigada
a parte da populacao, que Inha o qne perder, a
prtVer sobre a seguranca propria, fechar cedo
as ponas. Ffwte sentido apresentaram-me a car-
ta pbr copia sob ri. i, escrlpta poraquelle crimi-
noso.
6 nica primeiro cuidado, logo que aili cheguei,
foi procurar saber Jas pessoas que me pareceram
mais bem informadas a respeito dos sobreditos
acohlecimentos, e que pela independencia e inteire-
zi de carcter me offereciam todas as garantas de
f'e verdade, quaes os individuos que tinham con-
eorri lo mais eifteazmente para o appareci ment do
mlvlmentu sedicioso e consequeute mallogro da
importante diligencia.
Cfloi'ehendendo que os inte,resse3 da justica, e
a gravidade do assumpto me impnnham isso como
um dever, nao perdi tem do em ouvir a um eres-
cidp numero de cidadaos as condiedes expostas, e
todos elles declararam que ern suas conscleneias
nt podiam deisaf deresponsabilisar ao' bacHarel
'"Ycsco Barbo Cordeiro, por tudo qantd acn-
no Fechado cbm refajio ao roo xito da
'flncia.
qnerendo e nem devertb obrar precipita-
hte com refefflncra ao mencionado bacharl,
, quauto os seus raaos precedente o desfavore-'
" multo, tr rtei logo db obtbr os majs ampies es-
Citllentos njbre aprbsedencia da aecusaco,
he fatiam pesoas tab qualieadas e outras de
ao gmenos.
..me neste empento, nao tarJei em ser informa-'
do de nayer o predito, bacharl /ranclsco Bartiost
(Jorderabandolfadc'apressMtIfirefn o stnnomi
cilio e intereses, apenas eoastou-lhe mre eu parti
desta capital p-a aqnnlla villa precedido por um
dasfe'iataeato, retufliaado-se prirariramete era
cae*deten pai na fazeada-Serrotee depoia m. i
de^am awf tina rateada-8. Podro-,idala.
de nessa oceasiad aos seus amigas rpw.asainxpre*
cede par* evitar nraa priao.
Jaeflecnndo ot, qoe, se per un lado-detto
Trtt!%
'cMrif
ir ejsa anzearla como um vcrdadjvro
f*rieV*r oyMu nedijk rila %rjn
itoatftal, eluefeal fk| * ^eria mais prudente e acertado decidir-me por esta
ultima liypolliewij at qae- Qlros indicios majs
siirgissem ilas indaga^oes oi que cu prosegua;.
resolv ain/JU desta ve< alo tomar coutra a sua pes
s/ia medida alguma do seguranca
Quando, porm, Iralava de conciliar assipi os.
mteresses da jiistica cymp rospeitiderido libar?
dude .lo cftladao, fo-me apresentado pelomau ame
mense uma carta qtte acbava d? receber do flito"
bacharl, na qual este Ihe dava a entender clara-
mente que vio-so forjado a abandonar sua casa
uom recaio de ser preso, desde que Ihe constou
miulia ida aaquelle termo, e. quo para satisfazer
aos seus tios era obrigado a permanecer onde se
achava.
Em face de um tal documento, cuja copia, sob
n. %, submetto ao Ilustrado criterio do V. Exc, un-
tenJi nao dever aguardar outros indicios ou pr-
sutnpcSeS de cnminalidaJe contra seu autor para
o mandar prender.
Sua prisao era j um acto de prudencia e de
justija, e nao doria ser por inis lempo procra nada, lauto mais quanto ello proprio aprossou se
om se julgar criminoso.
E ninguem compehondo como um homem que
j e\cica cargos na magistratura do paiz, com
nuiitos e ricos prenles- -io lugar, devesse receiar
perseguico por parle d'uma autoridado superior
fllieia as intrigas da localidade, estando innocente.
reso ul(e, maudei Ihe intimar a ola da culpa, co-
mo indiciado em crime de resistencia e tentativa de
homicidio, por que a principio e apozar do que
adlrraavain as participace* olDciaes, recusoi acre-
ditar que livesse bavido tima verdadeira fedirjio.
Mas, temime poueo depois transportado para o
ttiuatro dos acoiitecimentos, alim de mandar exhu-
mar e visturiar o cadver do infeliz soldado, o
qual, segundo corra a voz, se tinha j feito desap-
parecer d'alli e proceder a outras diligencias de
nao menor interesse para o descobrimento da.ver-
dade. ii.|u>'i plenamente convencido, de que houve
pffeclivamenle urna sedicap, e quo por este crime
deviain ser proces ados todos quanto liverm par-
te nclla, e podefsem ser consilerados caberas, na
exprgssjio da lei.
Classilli-adi assim o verdadeiro crime, mandei
de novo intimar ao referido bacharl em virtude
do aviso de 2o de nnvembro de 1813, que teria de
ser summariado nicamente por este delicio.
instaurado o processo, verilicou-so que foram
effectivaiuento cabulas da sediQo os individuos
seguintes: bach uel Francisco Barbosa Cordeiro,
Anastauio Praaoisco de Andrada, sou filbo Domin-
gos Jos Ueha, conhecido por Domingos Au-sta-
cio, seu genro Francisco Ribeiro, Joaquim Francis-
co de Araujo, Flix Pereira e Antonio Pereiri,
como V. Exc. ver inelhor do despacho de pronun-
cia junto por copia, sob u. 3.
Pela morle do soldado Antonio Jos l- > e
tentativa de morte no alferes Carolino Bolvar de
Araripc Sucupira, in-laurei tambem outro proces-
so, em que foram pronunciados Jos Antjnio de
Souza Ueha, seuinlhos Jos de l.yra Ueha e Joc
Quirloo Ueha, e o pardo Alexandrc de tal, como
V. Bex, ver di documento por c-pia, sob n. 4.
Durante minha estada no termo promov com
todo o empenho a captura de Jos Aulonio e do
numeroso sequilo que o aeompanha. Constando-
me que elle com seus lilhos, o desertor Manoel Fe-
lipp', os criniiiiiMis de homicidio Alexandre de tal,
Joo de AlmeiJa, Jos Gabriel, Liyz grosso, Flix
de Sou/.a, Domingos Andradc, Raymundo de tal e
outros. em numero de 16, eslavam enlrincheiradus
em um serrote as proximidades do Fechad,
lz partir para alli urna ess..lta sob > commando
do capitn Francisco Brigido dos Santos, o qual de-
pois de II dias de incensante busca pelos mallos e
serras ecm uma distancia de 10 leguas, vollou sein
ter eneoutrado os criminoso?, caja captura ser
obra do tempo e de esforetaj combinados e bem
dirigidos.
A captura de Jos Antonio cresce de difflculda-
des, na tazan da grande prentele quo ten em to-
da ribeira do )urd e termos de S. Francisco e
Imperatriz, e da proteccao que, sem rebuco, se Ihe
prodigabsa pelo seu presumo, como adlierente
uma das parcialidades polticas.
Era tal essa proteceo, que ello parece conlar
com a mtimilaje dos commandantes de destaca-
mento alferes Antonio Teixeira Barros e capito
Bavmnndo llemigio de Mello, e daquelle recebeu
at espoletas e balas para espingardas a Mini.
Este ultimo offlcial nem Irepidm em crear em-
baraas e dillieuldades s autoridades policiaes do
efmo, a ponto de chegar at a denunciar deltas por
fados imaginario. E, efectivamente dirigi um
offlcio datado de !2 de julhodo anuo prximo pas-
ando, ao ex-presiJente Sr desembar^ador Freitas
Henriques, sobre a ciandeslinidadc do processo
coacluido ltimamente contra Jos Antonio, da
qual prevaleeeu-M o juiz municipal do termo, Dr.
Dario Fortuna Pessoa, para o annullar, sem aper-
ceber-se o mesmn cnpitao de que tal clandestiuida
do nao se eonciliava com o conhecimento que elle
leve de processo.
Foi, porm, mandado logo retirar pelo dito pre-
sidente depois de advertido do derer limitar se ex-
clusivamente a assumptos relativos s 8083 func-
ces, e de que a lei nos crimes naffiancaveis nao
exiga a cilagao do reo, quando nao podesse sor
fcilmente condnzido presenta da auturida le.
as pecas, por copia, sob ris o, G, 7 o 8, confron
tadas com a prmeira parte da, sob n. 3, tem V.
Exc. ainda uma voz o histrico dos acontecmentcs,
que me lvaram Canind, o dellas resallama cri-
minaldade d > bacharl Francisco Barbosa Cordei-
ro e de Jos Antonio, e a proteccAo do juiz muni-
cipal ao ultimo destes reos, recusando-se at a
ir proceder noFechadoao corpo de delicio no
cadver do soldado Antonio Jos Ignacio.
Felizmente o bravo alferes Sucupira, tica resta
belecido j dos graves ferimuntos que recebeu.
E, se lamento de todo o coraeo nio ter podido
ver restituidos o desassombro e completo estalo
de tranqnillidad ao termo de Canind ; porque
foram baldas todas as diligencias para a atractiva
punicao de Jos Antonio o outros criminosos, que,
alli protegidos por homens poderosos e odenlos,
pozeram em duvida o respeito > leis e servem de
espantalho aos cidadaos pacficos; tenho a satisfa-
gao de p*der consignar aqui a certeza de que fiz
raanlo julguei do meu dever, para dar a convie-
rto de |ue as autoridades superiores nio pactuam,
nem pactuar.to jamis com o crime, o envidarn
todos os seus esfore* para a sua punfo.
Nestas crcumstancias e linda minha commissio,
considerei conveniente que s permanecesse alli a
forja ndspensavel, como auxiliar da autoridado lo-
cal, j para evitar pretextos aos mal intencionados,
e principalmente para alliviar dessa quasi presso,
quo a presenca de nnmerM forca publica em urna
loralf jade tal e era coudices extraordinarias, pro-
duz sempre no animo dos nimiamente timoratos
e receiosos sequer do recrutamenlo.
E neste sentido correspondi-me particularmente
com essa presidencia, que applaudindo-me esta
dea, mandou logo regressar toda a guarda nacio-
nal, lembrando-ihe eu ainda outro alvitre, que
aceitan, de ser nomeado um delegado militar,alheie
as intrigas locaes, e cuja proposta submetli
approva^ao de V. Exc.
Nao lehninaro sem ofTereccr consderagao de
V. Exc. as contraditas que julgo dever oppr so-
lemnemente aqu s falssimas aecuaces ultima-
mento feitas pela opposico aos n, cus agntese at
i minha pessoa, com relacao ao desempeuho do
encargo que faz objecto desla exposicao, e alguma
das quaes deram occasio ao offlcio que V. Exc.
aie dirigi cora data de 17 do prximo passad
mez, chamando minha atteugo para os fados se-
grales :
Na fazenda daConceicio -as pracas de uma
escolia prenderam a um vaqueiro raaior de 60 an-
nos, e ao filho; retiveram a ambos por algum tem-
po. espalderarara ao ultimo e tomaram-lhes os ca-
vallos sellados e arreiados.
t ITa fazenda de D. Luiza Barros, den-se uma
basca para se prender o vaqueiro, e ngotndn este
ido encontrado, foram roubados queijos e outros
ebjectos.
u E finalmente na fazenda Cangoti, prende-
rah a dons individuos, resultando de tudo isso fl-
carera as fazendas abandonadas >
'Sobre estas (actos que se dlzem praticados cm
lugares^ por onde ao andei e aonde nao mandei
determinadamente diligencia alguma, responde
satisfaetoflamente'as copias sobns.9e 10, para as
fldaes chitl i toda a ajteniio de V. Ejcc
AS outj-as accusacSes ffam :
Que nao' boure justa causa para a prisao de
Jos 'Antonio, visto ter sido despronunciade pelo
jiiiz municipal no processo instaurado por rjtiw^3
lo'Luiz Montiro dos Sanios. A' iito respohJo,
iue nio ha um sA>arttgo de lei, etanninando que
i reo despronuna^bo nao possa mis ser preso
lelo mesmo crinen aato d Pelo contrario, o que existe em nossa legislcio
""nal que a prisao preventiva em crimes ina.
veis fica dependente do ]ll?to artiirrlo da au-
_ ^tompetente.
Alem disto, no caso em questo, dava-se- a etr-
ums'tancia de nao ser ojale municipal o proces-
ante, qne bem podera Ur erdenado. ab initio essa
la.
1 prisao e quo, s o nao o- fez, foi por ser impossiwl
V. llanto, o fMiilqlo|rTtiXal dessa ornara
A. rtrUif f0i eSta^ *""*"*"> "> oulro dH >"
duhi tui im.iK dJ anno ufoxinio passa-
csso ''comlt.'
irra-da* c unajo
do, naa.taWwii* "f wioliii+i p^r te'esflu.va-
etn or k.dos o4 --^s fe-Hmiinlms, qne-sabem
ebido por mais de uma ^"^^iSX
teme do termo do Caaind, miSSUf
para as cflloaies providencias wse pe! a*
alcance 4a ehetitura de poUcla, c..NU0. cm^ df3
Copias sob ns. I e Iz. V. levo-se ain/a f."1 con,a
a criminosa proteecio dada pelo juiz m*1'"*1^? ?
temo, Dr. Daro Fortuua Pessrta, ao ponto de ,|U1"
gar falto de provas e at annullar o processo *
que o jornal referi se, e no qual as provas supe-
rabundara, como V. Exc. lera visto da copia qu
J remetti, e flpme n danta -dunda ojuizo insus-
peito do Dr. Miz d'direlfo da comarca.' dando lo-
go proviinenjo ao reeprso Init-glado contra a de-
cantada desp^)nunc^a. contonric a copia ob n.
13.
Levem-se em copla os (apto*, nada innocentes
de ter tido o mesmo 'jufc (nunicjpal ui procedi-
menlo igual, apesar das sobejas proyas co/ilra o
mesmo reo em um primeiro ptocs*p mandado
instaurar pelo proprio ministro da JHslica o iu-
suspeito Sr. consetueiro-Marlm Francisco, confor-
me o aviso des te eouvdata oe i Jo Noveiobro de
1866, e de conservar abalado at boje outro, era
que j foram inquiridas 6 testemunbas, como
acabo do verilear, obligando SBiutiaule desamor
para com os ntaresses da judiga Luiz MQnleifu
dos Santos, resolver-se ao penoso encargo de ser
parte aecusadora perante a delegaca de polica,
para desagitravo sea e o monillo* 4" -sua fa-
milia, victimas do bacamarte do Jos Antonio ;
I -ve-so lioalnionio em couta a calamitosa celeiin-
dade de Jos Antonio, a qual anda provocara
contra elle as ordens nao menos terminanltfs do
ministerio da justica em ;.vizo datado do {7 de.
Janeiro do 1867, recommondando o emprego das
mais acertadas providencias para a captura d'csse
indiriduo, c ver-se-ha que essa captura j era,
desdo muito, nao s ura rigoroso dever a |P cum-
prir, como tambem uma urgente nacessdade de
ordem publica a ser satislita.
Ver-se-ha que eu nao liz mais do que obedecer
essas ordens vindas de tao alto e tao louvaveis,
desde os presidentes da provincia, entre os quaes
sohresahiram os Exms. rs. liiumm do Mello,
Alvm e Sebastian Gongalves, insuspeitos opposi-
c,o, at os proprios ministros insasjieitos tambem.
E nos ofllclos daftwlfes com k!a de 17 de ou-
tubro de 1866 tem a oppo'iyao nin desmentido
previo perante o governo imperial inju-ta aecu-
saco que a este respeito Ihe aprouve faier-m<'.
Ver-se-ha, poriaqto. que essa aecusacao est.1
bem longe de ser edilcante, pronilnciaaalo se aai-
camente e s agora, contra aqlielle lieti acto, e
d lugar a duvidar-se da sua sinceridade a in-
qualilicavel dedicacao para cora um tal criminoso,
preferino-se sua impunidade apreteriQo de qual
quer formaltdade lepal, qne per'ventura em al-
guma diligencia possa vir fallar, pelo louvavel
empenho de se realisar sua captura.
Que mandei arrumbar as portas da casa de
Jos Antonio, e que os soldados lira rara quanto
havia na dsptnsa.
A isto respondo com os documentos por copia
sob n. Ii, lo, 16 e 17, nos quaes se fazem valer
os teslemunhos ds insuspeii*, medico Dr. Meten
da Franca Aloncar e tabeliao Joo Ca|iistrano de
Souza Vasconcello?, que me acompnnharam nel-
la easa, e comige regressaram para a villa de Ca
nind.
E, bem longe dsso, nao s a necesHaria forca
me precedeu, como tambem minha presenca alli
foi um serie nao in'.errompida de providencias
em favor da segnranca dos membros da familia do
reo, nao compromettidos, e da prnpriedade ainda
mesmo do mais insignilicante valor.
Cumpre me fazer notar que a fallada cava nao
pas-a de um paMieiro de taipa sem reboco, a
cahir o barro de diversos pontos, tendo um conro
de boi por porta principal e nnica na frente;
porta de nadeira >6 havia uo interior, e ii'mn
quaito intitulado despensa, o (pie se fecbava com
uma tramela. Os enjertos que se continham nessa
casa, ou antes na despensa, e que podiam desafiar
a cubica, erara um surio de CvUro com familia
estn Jido no chao, um sarco com algum railho
dobulhado, alguraas rapaduras a um canto, e al-
guraas cangalhas, freios e sellas velha.: sendo
tude arreeadado pelo pai do criminoso, dono da
casa.
E tendo-me elle reclamado somante sobre o
desappare'ment de quatro pares de sapatos,
dous no vos e os outros velhos, Uve a satisfacio
de v-los restituidos, mediante prorapta ordem
minha ao commandanie da forca, que iinmedia-
tmente pondo-a em forma e procedendo a rigo-
rosa busca do praca era praca, os encontrou era
poder de duas.
t Que conserve presos 16 cidadios, cujos
noraes se declinaran].
A isto responde a certido por copia, sob n. 18,
na qual se declara norneadameote que 10 do.-sas
pesfoas nunca estiverain presas por minha orden)
ou d'outra antoridade,|em quanto estive all.
Os presos foram gmente 6, c destes s perma-
necern) 2, o bacharl Francisco Barbosa Cordeiro
e Anasiacio Francisco d'Andrade, tendo sido os
outros logo postos em liberdade.
E finalmente, qu encommendei ao alteres
Carolino a orelha de Jos Antonio, e rae liz acora-
panhar por criminosos quando segu para oFe-
chado
A isto nao respondo por amor de nimba digni-
dade. Todava, drei era attencao a V. Exc. que
isso, que me parece ser com reiacao aos Montei-
ros, nao exacto, porque destes, que alias sao 8
ou 10, e alguns delles aprovetados em outras
pocas pan cargos policiaes, inclusive o ex-dele-
gado supplente Luiz Montiro dos Santos, contra
cuja /ida tentou o referido Jos Aniouio, ura s
criminoso por espancamento, e chama-se Jos
Montiro dos Santos, e contra c;tc apenas cheguei
villa mandei pela segunda vez restaurar o pro-
cesso que havia desapparecido ; tendo sido os qne
concorreram para esse desapparecimcnto mandados
ha mnitos responsabllisar, gracas as providencias
rainhas, e tomadas logo que tive aqui a certeza
d'esse faci: V. Exc. apreciar a este respeito a
copia sob n. 19.
Concluindo, nao posso furtar-me a necessida la
de lamentar, como um desvio desanimador e de
pernicioso effeito, o facto de ser por amor do Jos
Antonio de Souza Ueha, o perseguido por lodos
os governos, o perverso na expressSo dos que o
conbecem de perto, assim qualiHeado pelo insus-
peito capito Franco Brigido dos Santos, elogiado
como comuiaiidante da'forra que acompanhou-roe,
e como elle proprio anda se inculca cora as
ameacas dirigidas ao i* supplente do delegado de
polica de Canind, na carta por copia sob n. I;
que os amigos d'um reo pronunciado por homici-
dio, esquecendo-se do que a si mesmos, e do
muito quo devem aos outros, para quera o dever
tem santdade, e grandeza a dignidad humana, se
lembrassem de especular at com a injuria ao
magistrado que tem crditos a perder, e alguns
destes firmados edictorialmentc at pela imprensa
da opposi;io, que sempre acatou os seus actos, e
que por isso eslava na obrigacao do nae ser to
fcil em arriscar apreciagocs sem provado funda-
mento.
Felizmente este desgosto -me compensado com
a consciencia de haver cumplido ainda uma vez o
mea dever.
Dous guarde o V. Exc.-RIm. Exc. Sr. coronel
Joaquim da Cunh Freir, 2 vico-presidente da
provincia. -O chefe de polica.Henrique ftreiref
d Lucma.
Para o Exm. Sr. presidente ver como
procede o com mandadle superior
desta comarca.
Petrolina, 15 de jttnho' de 1873.
Quartel do destacamento na villa i* Petrolina,
9 de maio de 1873.
Illm, SrTendo presente o offlcio de V. S. da-
tada de 28 do mez prximo passado, em o qual
me comiminieou haverem-lhe sido devolvidos,
pelo Sr eommandBoe sopeeior, os prets relelo
de mostra desta destcame, retauvos ao met de
marco 'pretrito*, por estrcm neftes inexactas ou
trocadas as respectivas dala?*; por eMe estra-
n hado, qne no pret, para haver o soHrr vencido
fosse incluido o guarda Carlos Jos Cachoeira, que
Oiz S. Exc. achar-Mfrt desle destacamento des-
de o mez de dezembra do auno p.assado^tendo va
jado [/ara a Baha a tambara paaa #1
pelo
ua v. ft esige que e rae uaajLiem eeere.-
eu os sudradUe* papaiaf te o* M fjqprda foi
ispensado do destacamento ; Didem de quera.
twqaa raolivo e e owa ell'eo lea M menciaa
dWafaaa. /
Era rasposta, levo ao oobaeinanao d* \ -.
Os suppradilos papis rotara escfkjHe ppt Tito
vio )mh daSaa% esorlpt iaraW kaBBMa qaa%c
guar* B8ilaaM-e parla aaM
feny ^oapa a>aatnaiili vap
erros nem, sftfa^e e aa> raa fee cara
f0? ^0.s" man ,;1's '' f-screvpr o>; de.que %$ 19'
U,remo(|:i- etn boa f'o< recebesse, sem exa-
minar, em uma das noutesdo qio* pasando, e na
inesma os apresentasse a V. S., que tambem a
raesma boa f os a-sgnon sera majs inspeccina-
los.
ff quanto ao guarda, declaro a V. S. que in-
exacta a noticia ou informa.*) que alguetn, mal-
volamente dou no Sr. comiuandante superior, de
estar o dito guarda fra dc$le J.-sUeamouto,
o que bem so evidencia, alleijdoHUo se que o seu
nome fez parle nos prets dos mkei de Jaileiro, fe-
vcrti;.ro e marco do correte atino, raniellldos ao
commando superior eeWe lom sido pago dos ven-
inuntos correspoo lentes quelles mez.-.
Esto guarda o quo (cnlio como cama rada s
mln as ordens, e rae acorapanlta aas diligencias
*crv'5 il 'iue rae alirijo pess pf cerio f'ii elle cidade da Cachoeira aug)olo
urgente' ue seu parlicular. MSiegti; portjm com
cenca minha'/ qae Iba Cunead', anjorisajo pelas
disposii;es do i'ti. ii de dii decrelo n. I,33i de 6
de abril de 18-'i, para i> nauhy elf nunca via-
iou, pois que no mez dte Janeiro liivo, quo foi
Cachoeira do Roberto, aesle lrmo, V^aou com
fermissao mi ha, onlro guarda pago sua cusa,
9ubstiiuindo-o no servco do dslacamehto.
Tae sao asiiifirmacos que a V. S posso dar. e
om as quaes pens que teoh' satis feto) a sua exi-
gencia.
Aproveito mais esta euportunidade para reiterar
a \. S. os ineus protestos de alta considpMcao e
flespeito |iessoa de V. S. quo Deus guarde. Illm.
Sr. tenenic-eoninel eommandante do balalhao n.
47 da guarda nacuma! d umeipto d > Boa-Vista.
Jo'to Hetaiio Rodovalho de Alenear, lenle
oeramandaute.
Est ceiiffmo. -Jos Chrbpinia*o R. C B.
Qiiarti'l ilo relimando superi)r da guarda na-
eionahdos municipios de Boa'Vista o Ouricury, era
12 deabriLde 1873.
Nao estanaV commandaiitc do balalhao n. 47
4esle raunic,|o, era seu pereito jnizo, quando as-
lignou o pret e relacAo do mostra do desiacamen-
lo da guarda nacional estacionado em Petrolina,
relativo ao mez de marco prximo passado, se-
gundo se deprebende dos vicios claramente mani-
festados nos mesmos pret e relacao, na combina-
fo de suas datas, sendo a daquelles do Io de mar-
eo, quando nao obstante conla os vencimenlos das
raeas do a :il desse mesmo mez, e a daquellas,
do I" de abril crrente, porera atlestando a exis-
icncia do pssoal relacionado, como doinez deou-
tubro prximo passado, e mais ainda, tirando ven-
eimenlos para o guarda Cirios Jos Cachorra,
(|iiando tcrlo que essa praca desde o mez de de-
zembro do anno pas-ado tem estado auzente do
destacamento e viajando para a Baha e ultima-
mente para o Piauhy; assim como admittindo na
folha do offlcial que commarlda o mesm i destaca-
mento, a patarra ligoque por corto nao usa
da era mappas o nutras escripluraijoes do serv-
co militar, quando smenle propria para os es-
rrivi's, eojoi piel e relaeio o folha (cm duplca-
la) vieram enderecados a este commando supe-
rior pelo snpposto ntoruiedlo do chele de estadp
maior, julgo conveniente devolver ao referido cora-
mndame do balalhao n. 47, orno efectivamente
devolvo. o.mencionados papis que trazera aqoella
seripluracdo, alim de que sejam substituidos por
onlr s corn melhor e>cr|rtuiacao e na forma es-
tablecida pelo reg llmenlo em vigor, para que
possa esto coiimiando superior, dardhes o conve-
niente destino ; lastimando porm, que esse cora-
mando ainda continu a viciar na disciplina mili
lar em materia de tao fcil comprehensSo.
Deus gnarde a Vine. Manoel Jacorae Bezerra
de. Carvalbo. Sr. teen te-coronel eommandante
do balalhao n. 17 de infamara do municipio da
Boa-Vista.
Respota.
Quartel do commando do balalhao n. 47, 28 de
abril de 187.Illm. Sr.Arecepeo db seu offl-
cio datado de 12 do corrente, extraordinariamente
me sorprenendeu, reconhecendo a maneira estul-
ta o escandalosa, pela qual abusando de sua su-
perioridade em posto c commando, levanamente se
arroja a usar de expresses insolentes na corres-
pondencia oflleial que rae dirigi, o qne nao esta
a prmeira vez que assim pratica, obrgande-me a
entender que bao se quer cohibir desse procedi-
inento incivil o reprovado, lalvoz reputando-me
qualquer cabo de esquadra postado s suas or-
dens ou vaqueiro das suas fazendas de criar ga-
do; entretanto abre-mc ensejo albo declararque
sempre despiezo os seus insultos, que reputo ori-
ginados na sua grsseira edueaco, insuflada pela
ignorancia que o reveste, porqu a nao ser ornado
com laes altribntos, lembrar se-hia de que as at-
tribuices quo Ihe sao conferidas pelo art. 1* do
decreto n. 1,334 de 6 dn abril de i83i, nenhunia
existe que o autorse a empregar para com os ol-
ficiaes e guardas seus subordinados expresses
offensivas dignidad de qualquer delles, quer
militar, quer civilmente Ihes dirigindo correspon-
dencias.
Felizmente tenho a consciencia puramente tran-
quilla de nunca ter atirado pedradas, menos
costnmo a embriagarme para que me possa ser
applicado o phraseado que encetou o supracitado
ottiu -Xfw estando o coiiiinandante do b'talhao
n 41 em seu jvizo per feito quando ussign m o pret
e retara i de mostra di dci/acimento estacionado
em Petrolina,o qual ai o empregaru em uma
correspondencia otflcinl militar, quem quer que
professa a doutrina de julgar aos outros por si
e para fazer a devida Justina minha conducta e
procedimento, quer de hornera publico, quer de
simples cidado, tenho o teslemunho do publico
desla comarca e das tintabas que mo conhece, e
a V. S. desalo que me alirc a uva da diseusso
pela imprensa, ou se resolva a provar judicial
mente quaes querestrateglas que maclenla minha
honra em qualquer sentido, consegiiinteraente os
vicies que existem no pret e relacAo que deram
lugar ao seu revollante arbitrio, nao me acarre-
tara outra responsabildade mais do que o ter eu
procedido com a melhor boa f para com o tenen-
ts Joao Castao Rodovalho de Alenear, eomman-
dante do destacamento, que me os apresentou na
propria casa de meu aoosento, em uma nnute do
cadente mez para assigna-los, e pela confianca
nelle depositada nao exam nei laes papis com a
minuciosidade necessaria. Confessada com toda
ingenuklade esta minha falta, sujeito-me a quo o
Sr. eommandante superior empregue contra mira
a punlco que legalmente 1 e for ontorgada; po-
rm jamis tolerarei, pusilnimemente, que se
atreva a excessos ofensivos da minha dignidad de
homem social.
Nao se achando nesta villa o tehente eomman-
dante do destacamento, por ter se dirigido do
do Ouricury, inspeccionando a conducrab dos sen-
tenciados quo para a cadeia daquella villa foram
transferidos, deixo de devolver novos prets e rela-
cao com reforma das faltas quanto s datas do
mez ; e vou igualmente providenciar para que
elle tenente declaro se di-pensou do servifo o com
que autbrisacSo. ou porque motivo o guarda Car-
los Jos Cachoeira, racimado todava o seu nome
no pn t dos respectivos venciraentos, actos nos
quaes nenhuma parle tenho, e peior ainda o m-
nimo itrense que se me possa imputar cora ma-
cula para minha honra e probidade, antes eom o
pagamento das pracas que compoem o destaca-
mento tenbo tido prejuizo ; por pie para nao ve-
las soffrerem privares, nem rebaterem seus sol-
dos com demasiado prejuizo, como aconteca com
as destacadas outr'ora na villa da Ba-yista, te-
Oho tomado dinheiro a premio para o tenente eom-
mandante paga-las cm dia, quando se retarda o
sold que se recebe na capital do Recife, sem que
de ninguem exija a indemnisac3o dos referidos
premios
Sirva-se V. S. de devolver-me tambem os outros
prets e relaco quo guardn em si, aos quaes re-
puto eivados da mesma faKa, ignal aos que vieram
devolvidos.
Previno-o de que vou mandar publicar pela
imprensa o seu mjuportavel offlcio, e esta minha
resposta, para que o paiz aprecie quanto podero
tem era* seua;to de primeiro chefe da guarda
nacional desta comarca, oranear ptdifee que ia
vota, pwtrne enrnenhtnfra poca desfsrvoravel a
poltica qoe adopto, e da apogeu para_a sua, rae
tenho retirado d posto quo^ de convici.o intima
oceuponas fileiras do partido conservador.
Dens guarde a V. S.Sr. commandanie supe-
rior da guara nacional dos municipios da Boa-
Vasta e Ouricury. -Jos Chrispiniano AodViaMa
Coelho Branda-), tenente coronel commandanie do
atalhao n. 47.
Cafe 100 saceos a J \\. "fc||fr a Tilo L. Sm-
res, ik a liosas ^ filbo, :W a Amonio F. Cora,
16,'i a J I. da Costa, 86 a Costa Lciie, 23 a i. V.
dos Santos 30 a Priseo Barbosa, 20 a Miranda
Monleiro A C, 110 a Magathaes A Irmo, 50 a J.
Loitio, 50 a Ricardo G. da Lu, 50 a Fraga 4 Bo-
cha, !l a J. D das Nevos, 50 a Cunha 4 Irmio.
Fejao 30 saceos a Cunha & Irmo.
Papel 10 caxas a P. Carneiro A C. Pipas va-
zias 50 a Tito l. Soarcs.
Vola de gavia i a J, 0. Araujo
Liverpool, vapor nglez (ironite, cou^iguado x
Wilson R. i C, raanirostou :
Cartas de jogar I caixa a, Paulino i.
caixa a Cromor Nessn 4 8*' '*^'*,
Fardel*
rndoao mesmo para mus do vinte irnos
esta parle, i cusa do inteiro e completo
abandono do extracto deLubin, nssimeomo
do muitos outros perfumes e "essencias eu-
ropeos, mais ou monos agradaveis, mas em
iioiilium caso to aromacos o de proprieda-
des tao suaves e refrigerantes. As nossas
proprias Beldades sflo hnjo as primeiras
, ustificar a ajuizada senlenca passada pelo
publico da America do Sul, em favor desta
ritjuissima essencio lloral, a qual vegeta esc
propaga pelo mundo intoiro altiva e som ri-
val, aJtjuiriiido continuadamente novos
triumphos.
OI<*o pui' uicdlciiial le figndo
hieiup.
Tanto o ligado como os pulmes acha:n-
se expostos o sujeitos i serem consumidos
por urna enfermidade, e ambos estes orgos
nodumser curados mediaute o mesmo Ira-
lamento. Os jornaes de medicina nos asso-
veram que nada ha como o oleo de ligado
(Je bacalho para as molestias do ligado. I'o-
r.tn, dadomesmo que a autoridade medica
Se conservasse muda, os factos fnllariam por
si mmmn. Itonira iln renicn iln mu nrurr> 'erragem 3 caixa a M. Halliday. I a J. A.
.! .- "entro ao espago ae mu pouco j Araujn & c 27 orden) 4 s_ P- ji,ston, 9 a
Sbaw Hwakes 4 C, i a Villaca. Fos de .-vp.Jein
1 fardo a S. P.Jobnston. Formas d sanear 100
ao mesmo. Ferro fundido li 0 barra* a Cordoso 4
Irmao, 8i5 a S. P. Iihoston. Dito bruto i-i barri-
cas a Silva & Alves,
Globos etc. ele 5 caixas a J. A IViH; a A C.
Louca 40 gigos a .ntonio F. de Carvalbo, S6 a
M. J. Neves, 30 a S. Bastos 4 C. 23 a S. P. Johns-
ton, 46 a Martns das Noves, O a Costa 4 Soare-,
5o ordem. Locomotiva 1 a Barthebee.
Machiuisino 86 voltiroes a Cardse 4 Irmao, 116
a s. P. Johnston. Mercadoriis diversas H caixas a
diversos. Machina de co-lura 6 aS. P. Johns-
ton.
Objectos de estrada de ferro 1,523 voluntes ao
gereute da de Caxang. Dito de esgoto 19 volu-
ntes a Corapanhia Dralnage. Oleo de liobaca h
barris a Ferreira A C.
l'edra pomes 6 caixas a Araujo V C. Dita hume
4 barricas a Ferreira Maia 4 C. Prego 1 barrica
a S. P. Johnston. Papel 10 caixas a Vaz 4 Leal,
O fardos a (uiraares 4 Alcoforado.
Salpetre 20 barris a Araujo 4 C.
Tecido 13 volmnes a Mills Lalliam 4 C, i a
Thomaz Christiansen.
Vidro 2 caixas a Shaw Hwakes A C Vinho i
barris a Phipps Brothers A C.
Zarco 11/ barris a Ferreira Maia A C.
Liverpool, barca ingleza Miranda, consignada n
Johnston Pater & C, inanifestou:
Amostra l volume a Phipps Brothec 4 C, I *
ordem. Aduellas 00 a J. de S. Oliveira.
Biscoutos 10 caxas a Ferreira de Carvalbo, 17 a
Pereira 4 C. Barrilha 40 barris a Santos & C.
Orveja 30 barricas a Santos 4 Araujo, 45 a
Magalbes 4 Irmos, 59 a A?"Perrera de Carvalbo.
Cha 20 caixas aos consignatarios. Canoj de chum-
bo 3 caixas a Silva 4 Alves, 9 a S. B. Johnston, 520
a Drainage Corapany. Chapas de ferro 10 volu-
ntes a 8. P. Johnston aleado I caixa a J. de S.
Oliveira. Carvao 44 toneladas a companhia do
triihos de Olinda.
Droga3 20 volumes a Ferreira Maia 4 C.
Buchada li volumos a S. P. Jo'raston.
lempo, muitiis casos de consumirlo do liga-
do, assim qualilicados pelos principacs me-
lieos, foram curados com o oleo puro me-
dicinal de ligado de bacalliao de Lanman &
Kemp. Nao nos cabe nos o decidir se nos
casos mencionados 'o ligado se achava ou
nao ulcerado. O corto- que os mdicos
assim o certificaran), o tambem quoosdoen-
tes so pozeram bo:is. Comtudo aconsollia-
ramos todos, que nao deixassem para a
ultima hora o tomnrem este remedio, em
considerando das suas grandes virtudes me-
dicinaes; sempre e lo las as vezes quo se
apresentem os symptomas de dosarranjos
Dulmonares ou hepticos, deve-so immedia-
tamente fazer uso delle. Obrando assim,
pde-se aiancar a salvaco do doente, e a
cura ser rpida. O oleo puro medicinal de
ligado de bacalho de Lanman 4 Kemp en-
contra-se venda em todas as lojos de dro-
gas as mais acreditadas, o nao se deteriora
debaixo de clima algum.
Yiagcna Biaeilico scleii(fit*a.
Os Drs. Domnguez e Mascar acham-so
residindo de presente na ra da Imperatriz
n. 5, primeiro andar, onde podero ser
encontrados, para os misteres de sua pro-
fissc.
uu^MERCIO.
Banco Commercial de Per-
nambuco,
Sacca contra Londres, Lisboa c Porto
por todos os paquetes.
Seguro Cdiilra-gt
COMPANHIA
tNOBTHERN.
Capital..... 20,000:0005000
Fundo de reserva. 8.OOO-.OOO3OO0
Agentes,
Mills Latham & C.
RA DA CHUZ N. 38.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
Acompanbia Indemnisadora, estabeleci la
nesta prar;a, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamontos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHI ALLIANfA
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias o dinheiro
i,co martimo em navio de vela e vapores
para dentro o fr do imperio, assim como
contra| fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Commercio n. 3, 1 andar.
Banco Commercial de Peruaiu-
!iK.
O banco paga o primeiro dividendo d*
23500 por aeco. relativo so periodo fir.de
em 30 dejunh'- proxirao passado.
PHACA DO REQFE 21 DE JULHO
DE 1873.
AS 3 1/2 MORAS DA TAKDB.
Cota^Ses filemos.
Algodo-e Maoci 2* sorle 880 por 1& kilos,
posto a bordo a frele de 7|8 o 5 0|0,
sabbado.
Leal Seve
Pelo presidente;
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
ALPANDEGA
rtendimenlo do Si 1 a 19. .
dem do cKa 21.....
Terra Nova, barca ingter.a Olinda, consignada a
Saunders Brothers A C manifeston :
Bacalho 3,693 barricas aos consignatarios.
Lisboa, bareft portugueza Lusilania, consignada
ordem, manifestuu :
Alpiste 30 barricas a Costa Amorira k C Azu-
lejos 38 caixas a Costa A Soarcs, I i a Pereira A
C. Alno fij can.islras a A. S. Andrade.
Conserva 20 caixas a Beltro A Filho. Carv<>
20 toneladas aCarpinteiro Filho & Sobrinho. Ca-
deiras 2 a Duprat. Conceiras 2 caixas a Araujo &
C. C"rdao 112 ditas aos mesmos. Cal 200 barr
cas a Beltrflo A Filho, 1.10 a Peixoto da Fonseca.
Farello 300 saceos a Kosa A Filho, 25 a Paso
A Irmao, 321 a Beltrao A Fiho, 'io a Goncalves da
Silva & Pinto, 50 a C. Amorira & C, 300 a Habello
AC.
Lagcs 48 a J. Araujo A C. totea. 2 caixas ao
mesmo.
Poleame 6 caixas a Beltrao A Filho. Passas 25
fardos a M. de Barros Fillio A C. Pedras 134 a
Araujo A C. Pias de barro 26 a Pereira A C.
Toueinho .10 barris a Babelto A C, CO a Rosa &
Fillios.
Vinagre 14 pipas 30/3 a RafaeNa A C. Vinh.
10 pipas a liodrigiies Mondes, 16 o 20/3 a Bastos
A C. 33 e 16/3 a Fonceca A Successores, 33 e
10/3 a Beltro & Filho, ii e 29/3 a Rauelio A C.
26 caixas a M. de Barros Filho A C.
OE.-iPACrICS DE EXPOliTACAONO DA 19 DE
JULHO DE 1871.
Para os portes do exterior
Na barca ingleza St rbian, para o Baltov.
carregaram: G. Neesen A C. 317 saceas com
40.061 I[2 kilos de algodao.
No navio allemo Mi*, para Liverpool, car-
regaram : T. Jefferies A C 13 suecas cora 1,172
l| kilos de algodao.
No patacho portngnez Cisne, < ara o Rio da
Prata, carregaram : B. Olivwra i* C. *>U barricas
cora 39,850 kilos de asancr branni e 750 ditas
c >m 8",638 ditos de dit- mascavado.
No palhabotu poriuguvz Novo S. Lourenro,
para a Illia de S. Miguel, carregou : F. A. da Cos-
ta 1 sacco com 30 kilos de caf, 4 harriquinhas
com 123 ditos do assucar branco e 4 ditas con
203 ditos de dito mascavad >.
Para os parios do interior.
Para o Itio de Janeiro, no Migas brasleiro
Victoria, carregon : E. G. P. da C.uuha 2,000 co-
cos (fructa).
Para o Rio Grande do Sul, no patacho bra-
sileo Canha, carreaaram : J- S. Loyo A Filho
525 barricas com 45,159 kilos de assurar branco.
Para o Rio Grande do Sul, na sumaca -hes-
panhnla R Marihno, carregaram : Amorira Irmaos
A C. 200 barricas com 25,214 1)2 kilos de assucar
branco, 100 ditas com 11,432 ditos do dito some-
nos e 30 ditas com C,0?i !|2 ditos de dito masca-
vado.
Para o Para, na barca franceza Veridian \
r-arregou : N. da Costa Moreira 500 barricas com
22,823 1|2 kilos de assucar branco.
Para o Natal, na bareaca Jouo Valle, rarre-
garam : B. Oliveira A C. 4 saceos com 3O kilos
de assucar branco.
I.APATAZIA DA ALFANDKlA
Rendimento do dia 1 a 19. 12:319*477
Ideai do da 21...... 62334 C
12:942489:;
VCLUMES SAHIDOS
No da 1 a 19......
Prmeira porla no dia 21.
Segunda porta.....
fereeira porta.....
lYapiche Coneei^ao .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapica*
da alfandaga no dia 1 a 19. .
Ditas ditas no dia ti. .
Navios atraaados no trap. da alfamfcga
Alvarengas........
No trapica* Conceicao.....
17,004
19
K4
M
276.
,M7
13

Vi
Agn* 4e aVfcwriU de Mkarriy *
litararaanaufe.
!f8o dSfniioUos rfisttngtrfr-so 1 seriborl
de (telicado o refinado gasto, pcb^ualidade
daaperfuira Jaque gnr al*eue-*a. tanta
abanararandn Hada eomo $t senborKas -dm
mth\ d-SiiU d*> rtfeittrJisptiJ 'rii
irencln i Xua de florida deMur-J h
lanman, err. logar de qualquer um
outro perfiante para o teoro; e taeco-se afer>
612:0645247
43:8244048
655:888*295
Descarregam hoj 2 de julho da 1873
Brigue- taglez Araos (atracado) mercadorias
para alfandega.
Patacho.francs Andr -mercadorias para alfan-
dega e ferragens ja despachadas para o
5o ponto.
Barca ingleza Jfranda mercadorias para al-
fandega.
Barca- portaguea Vencedera varios gneros
para o trapiche Concoico, para despa-
char.
Barca portugueza LuzittuUa varios gneros
para o trapiche Conceteao, para despa-
char.
Patacho suecoAfa-deon-ferinaa do trigo j des-
pachada para caes do Apollo.
Barca ingleza Maranluio farioha de trigo j
despachada para o caes do Apollo.
Brigue inglez Betk hacalho j despachado
ara n caes do ApeHo, para conferir.
IBaroa braslleira-TAralka o trapiche da companhia pernambucana.
Barca ingleza yWafdftVrfartnha j dospachada
parao.fn**o.
RECEBSDORIA DE RENDAS INTERNAS GK-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 19. 38:437571;
dem do dia 21...... 4:3891363
4i-.767ti'.>
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia a l!V437!m&
Mera do da *1...... 3:983482
ftt.Atwr.8
Iiitportactlo.
ore, Laraa iiulaza Trauates, consignada
~trifo 10'b!riffi*aas Mnti|at-
, *to de Janeiro, tarca brasileira Amizade, con-
istftM * \aUra' WO camutrua Tito Uwo'Soaras.
MOVIMENTO D POfiTa.
Navios entrados-no dia 90.
Lisboa40 dias, barca portugueza tttsita-
nia, de 237 toneladas, capito Antonio
Domingos Gia Jnior, equipagem 11,
carga vinho e out-gneros; n K. R.
ftabello AC.
Para -,16 dias, vapor .inglez Brnard, de
557 toneladas, coramandaoto K. l'ontol,
equipagara 28, em lastro; a aunrJere Bro-
thers & C.
Balttmore4T dias, barca ingleza Trateltevf
do 30o ioeladas, capito ti. V. IVuliolcl,
equipagem 13, carga 3,050 barricas cora
fatifta- trigo; -a 'Phipps folhers &
. L.
terra-ttova4 dias, barca ingleza tflinia.




-
T
Diario de Pernambuco Terqa feira 22 de Julko de 1873.
de 251 toneladas, capito Samuel Prowe,
eqgipagem 12, carga 3,698 barricas com
bacalho; a Saundors Brothers & C.
Navios sahidos no me$mo dia.
Hio dii Janeiro brigue nac onal Victoria,
capitio Joo Jos Fernandos, carga agur-
dente e outros goero*.
Barcelona sumaca hcspanhola Ignacita,
capito Thomaz Trucn ; carga algodao.
IDTaES.
Alfandega de Pcrunnihuco.
Edital com prazo ie 90 Has N. 13.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco
e faz publico que, acbando se as mercaduras
comidas nos voluntes abaixo mencionados no caso
de serem arrematadas para consumo, nos termos
do capilu'o & do titulo 3.* do reglamento de 19
setembro de 1880, os seas donos ou consignatarios
deverao despacha-las no prazo de 3-i dias, sob
pena de, findo elle, erem Tendidas por sua contt,
sem que Ibes li.jue competindo allegar contra es
effeitos desta venda:
Armazem n. I.
. Marca W & S. a. 3758 a 3761, 4 calxas, vindas
do Havre na barca franceza Granville, descarre-
gadas em 31 de julho do 1872 e consignadas a
Walfredo 4 Souza.
dem P. P. 4 C n. 2,626. 2,632, 2 caixas vindas
do Havre no navio francez Jeau Baptiste, desear-
regadas em 28 de setembro de 1872 e consignadas
a Perora de Mello C.
dem B & S na. 94 e 95, 2 caixas, idem idem
idem e consignadas a Bastos Mem PH&C ns. 2,628, 2,623, 2,539 a 2,5il e
2,541, 6 caixas idem dem ein 24 e consignadas a
Pereira de Mello & C.
dem P M & C ns. 2,522,1 dita idem idem cm 8
e consignada a Pereira de Mello A C.
dem idem n. 2,651, 1 dita idem idem cm 10
idem idem.
dem triangulo A no centro n. 814, 1 dita
idem idem ein 14 e consignada a J. A. Araujo
&C.
dem M P 4 C ns. 3,612, 2,634, 2,633, 2,612, 4
caixas idem idem em 15, dem a Pereira de Mello
& C.
dem idem ns. 2,552, 2,580, 2,581, 3 ditas idem
idem em 16 idem idem.
dem B&S ns. 111, 136 a 133, 4 ditas idem
idem eiu 21 idem e consignadas a Bastos e
Silva.
dem P M 4 G ns. 2,602 e 2,654, 2 ditas dem
idem idem a Pereira de Mello A C
Marca. C G 4 C. contra-marca L P 4 C n. 27,
1 dita idem idem em 22 e consignada a Carvalho
Guimaraes & C.
dem E C M ns. 387 e 382, 2 ditas idem iiem
idem a E. da Cunlia Medeiros.
dem idem ns. Ii2, 1 dita vinda de Hamburgo
no naTio allemo Insulaneren, descarregada em
2't de outubro de 1872 e consignada a E. da Cu-
nha Medeiros.
dem dem ns. 110 e 185, 2 ditas idem idem em
25 idem idem.
dem idem ns. 111 e 113, 2 ditas idem idem em
'10 idem dem.
dem idem n. 100,1 dita idem idem em 29 idem
idem.
dem P M A C ns. 2,696 e 2,597, 2 ditas vindas
do Havre na barca franceza Raoul, descarregadas
em o de novembro do 1871 e consignadas a Pe-
reira de Mello 4 C
dem L & G contra-marca A F n. 70, 1 dita
idem idem em 6 idem e consignada a Lemos A
Guerineau.
dem C G 4 C contra marea L P 4C n. 37, 1
dita idem idem em 5 dem e consignada a Carva-
lho Guimaraes A C
dem B 4 S n. 136, 1 dita idem idem em 6 idem
e consignada a Bastos 4 Silva.
dem idem ns. 137, 138 e 140, 3 caixas idem
idem em 8 idem idem.
dem P M 4 C ns. 2,644 e 2,661, 2 ditas idem
idem a Pereira de Mello 4 C.
dem C G A C contra-marca L P & C n. 29, 1
dita idem idem idem a Carvalho Guimaraes A C.
dem idem idem n. 30, 1 dita idem idem em 8
idem idem.
dem triangulo A no centro n. 81i, 1 dita idem
idem idem a J. A. de Araujo A C.
dem P M & C ns. 2,388 a 1,590, 2,339, 2,600,
2,062,2,663, 2,605 a 2,607, 10 ditas idem idem a
Pereira de Mello 4 ('.
dem A C. A C n. 1022, 1 dita idem idem a A.
Castrq & C.
dem P M k C n. 2,353 1 dita ide n idem em 13
idem a Pereira de Mello A C.
dem C P L 4 C. contra-marca D n. 3, 1 dita
idem idem idem a Lemos 4 Guerineau.
dem F II n. i':', 1 dita vinda de Hamburgo no
navio allemo atara, do^enrregada em 20 idem e
consignada a Ramos Peixoto C.
dem M B M n. 831. 1 dita idem idem idem
ordem.
dem B A S contra marca A A S ns. 31 e 48, 2
ditas idem idem i lem a Bastos A Silva.
dem idem n. 5. 1 dita dem idem em 21 idem
idem.
. dem C G & C ns. 32 e 33. 2 ditas idem dem
idem a Carvalho Guimaraes A C.
dem M D n. 38. 1 dita idem idem idem idem a
J. A. Moreira Das.
dem B A S contra marca A A S n. 49. 1 dita
idem idem em 22 idem a Bastos A Silva.
dem triangulo C M no centro contra marca P
ns. 215 e 218. 2 ditas idem idem idem a Cunha A
Manta.
dem P V contra marca T n. 297. 1 dita, vinda
dei Hamburgo no navio allemo Mara, descarre-
gada em 22 de novembro de 1872 e consignada a
Prente Vianna A C.
dem E B. n. 28. 1 dita, idem idem idem a Ra-
mas Peixoto A C.
dem Sr. Wakgeborno Hersen Wilhelm Otlo sem
numero 1 embrulho idem idem idem a \V. Otto.
dem C M no centro ns. 200 a 207, 209 a 211
2131 216. 13 caixas idem idem idem a Cunha A
Manta.
dem F C n. 21. I dita idem idem dem a Paren-
te Vianna A C.
dem R P A C n. 2. 1 dita idem idem idem a
Ranios Peixoto A C.
dem Idem n. II. 1 dita idem idem idem.
dem triangulo C M contra marca Pns. 208, 214
e 212 3 ditas idem idem idem a Cunha A Manta.
Idm idem ns. 217 e 219. 2 ditas idem idem em
26idam idem.
dem W S ns 53, 34, oo. 3 caixas, vindas do
Havrno vapor inglez Jurist, descarregadas em 3
de dezembro de 18/2 e consignadas a Walfredo 4
Souza.
Idein M C A C ns. 163, 164, 783. 3 ditas, idem
idem dem a Mesquita Cerdoso A C,
dem B A S ns. 1,23 e 23.3 ditas iem idem idem
a Basto* A Silva.
dem L & G contra marca A F ns. 52, 55, 82,
92, 93L 100 bis, 102 a 108. 13 caixas idem idam a
Lemosl 4 Guerineau.
dem R I 4 G contra marca F n. 16. 1 dita idem
idem a Rodrigues Irmao 4 Guimaraes.
dem R I 4 G ns. 282, 2*8. 3 ditas idem idem
idem idem.
lden P O contra marca L D ns. 1072, V 84,
1099, i 083,1780, 5 ditas idem idem a Francisco
G de (liveira Sobrinbo.
dem M B M n. 552. 1 dita dem idem a M. Ban-
deira d e Mello.
dem] A C contra marca S 4 Fn. 21. 1 dita
idem n em a A. Castro 4 C.
dem
"> ditas
dem
idem a
lem <
dem
las idei
dem
navio fi
zembro
dem
ACi C ns..!0i8, 1054, 1053, 1056, 1037
dem idem idem
R R ns. 145, 182, 183 190. 4 ditas idem
Lemos & Guerineau.
4 N sem numero. 1 dita idem dem a
Carneiro 4 Nogneira.
P M A C ns. 2636. 2672, 2673, 2678. 4 di-
i idem a Pereira de Mello 4 C.
P A G n. 2306.1 dita vinda do Havre no_
mcez 8. Luiz, dercarregada em 13 de de-
le 1872, consignada a Ramos Peixoto 4 C,
MB ns. 343, 541,344. 3 ditas idem idem
M. Barroso de Mello.
dem JA C A 0 n. 1032. 1 dita idem idem a A.
Castro 4 C.
Idea C. G A C contra marca L P A C n. 39 1
dita idem idem a C Guimaraes 4 C-
Idem II. B M n. 542. 1 dita idem i lem em 14
dem a M Barroso de MeHo.
dem P. M. 4 C. n. 533. 1 dita idem idem a Pe-
/eir de Mello 4 C.
dem UBMn 2639. 1 dita idem em 16 idem
a M. Barroso de Mello.
dem T A F A C, a 1231, 1 dita idem idem a
T. A. Foijseca A C.
dita idem em 17idemaAr-
1
1 dita idem idem a Ferrei-
Idem A M n. 2'.!.
minio 4 Moreira.
dem F R n. 13.
ra &
idem / A A 4 C a. 1650. 1 lita idem dem* J,
A. de Araujo '
IdemB. i' S. n. *5*. dlta id-?m d6 B81*8 *
dem M B M n. 37, Idem dem a M. Barroso de
Mello.
dem idemn. 3)0. 1 dita idem idem em 18
idem.
dem A 4 M contra marca A F. n.34.1 dita idem
idem idem a Armio A Moreira.
Mein B 4 S ns. 131, 153. 2 ditas dem idem a
Bastos 4 Silva.
Mera P M A C ns. 2553,255i. 2 ditas idem idem
a Pereira de Mel'o A C.
dem M B M n. 531, 53", 536. 3 ditas dem dem
a M, Barrse de Mello.
dem P M A C ns. 2355, 2677. 2 ditas idem idem
em 4 de jaaciro de 1873 e consignadas a Percha de
Mello A G.
dem idem ns. IW, 2633 e 5395. 3 ditas dem
idem em 8 dem dem.
dem A A M contra marca A F n. 35 I dita
idem idem a Anninin A Moreira.
Id m E C M n, 391. 1 dita idem idsm a E. da
Cnnha Medeiros.
Alfandega de Pernambuco, 14 de julho da 1873.
O inspector, Fabio A. de Carvalho Res.
- Illm Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que em cumplimento de
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, vo
novamente a praca no dia 24 do coi rente, para
serem arrematidos por quem mais der, os impos
tos provinciaes das comarcas de Flores e Tacara-
t; devendo os pretendontes habilitarem-se na
sessao extraordinaria da junta da fazenda, que
para este flm ter lugar sabbalo 19 do referido
mez
A arrematacio ser feita servindo de base e
abate de 10 iqo nos presos da ultima praca, pelo
que lieam assim reduzdos.
Flores, por anno 2-.821 603.
Tacaratd, idem 1:775*853.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal
Secretaria da thesouraria-provincial de Pernam
buco, em 17 de julho de 1873.
O official maier,
M. A. Ferreiro
Edita! n. 18.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco
se faz publico que nao tendo sido despachadas as
mercadorias abaixo declaradas, annuncialas a
consumo por edital n. 134 de 14 de junio prnxi
mo passado, se hade arrematar livre de direitos,
no trapiche Baro do Livramento, caes do Apollo
n. 45, as mesmas mercadorias, s 11 horas do dia
22 do corrente.
Marca CCFH4 formas de folha de ferro para
purgar assucar. vindas de S. Thomaz no navio
inglez Florence, descarregadas em 10 de dezembro
de 1872 e consignadas J. S. C. da Cunha, ava-
hadas por 2000.
dem PCP sem numero 49 caixas contendo 46
duzias e 10 garrafas de agua florida, pesando as
garrafas 262 kilo', idem idem, consignadas a J. A.
M. ias, avahadas por 524a.
dem TP 92 barricas,
Idem MJA=91 ditas, contendo bolachinhas, pe-
sando bruto 1830 kilos, tara de 10 0|0, liquido
legal 1.647 idem dem, e consignadas a Johnston
Pater A C, avahadas por 823450o.
Alfandega de Pernambuc, 17 de julho de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carcatho Res.
Edital n. 17.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
as 11 horas da manha do dia 21 do corrente se
ha de arrematar, lvres de direitos, no trapiche
Barao do Livramfiito, caes do Apollo n. 45, a mer
cadoria abaixo declarada, abandonada aos mesmos
direitos por J. M. da Cunha.
Mafca CCPH n. 63 Urna caixa, viuda de S.
Thomaz no navio inglez Florence, descarregada
em 10 de dezembro do 1872, contendo 10 pares
de botinas de couro para senhora, at 22 cent
de coinp., avahados por 15,
7 pares de botinas de la de mais de 22 cent.,
avahadas por 215.
t pares de botinas de couro do mais de 22 cent.,
avahadas por 9.
2 pares de sapatos de couro de sola fina, de
mais de 22 cent., avahados por 2.
1 dito para enanca al 22 cent., avahado por
500 rs.
Alfandega de Pernambuco, 17 de julho de 1873.
O inspector,
Faino A. dfl Carvalho Reis.
Sditl n. U.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
no dia 21 do corrente, s 11 horas da manha, se
ha de arrematar livres de direitos, no trapiche
Barao do Livramento, caes do Apollo n. 45, a mer-
cadura abaixo declarada, abandonada aos dirctes
por Joo Silveira Garneiro da Cunha.
Marca CEU n. 1 Urna caixa contendo 40 cha-
peos do palha de arroz, sin pies, avahados por
'75.'i0, vinda de S. Thomaz no patacho inglez
Flnrence, descarregada em 10 de dezembro de
18/3.
Alfandega de Pernambuc, 18 de julho de 1873.
O jnspector
Fabo A. de Carvalho Reis.
O Ur. Joaquira Corroa de liveira Andraue, julz
substituto da provedoria de capellas e residuos
ne.-ta cidade de Santo Antonio do Itecife e seu
termo, provincia de Pernambuco, por S. M. Im-
perial ect. .
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que tendo fallecido Domin-
gos Jos Marques, serventuario vitalicio dos offl-
cios de solicitador do capellas, residuos e ausentes
do termo dcsta cidade, achando-se por isso vago
dito ofDcio sao pelo presente chamados os preten-
dentes elle, para no prazo de 60 dias, contados
da publicaco deste, apresentarem-se perante este
juizo competentemente habilitados comsuaspeti-
c5es acompanhadas de exame de sufflcienca, folha
corrida e mais documentos que julgarem necessa-
ros a bem de sua pretendi na forma da lei.
E para que chegue ao conhecmento de todos
mande! passar o presente edital com o prazo de
60 dias, que ser publicado pelos jornaes e al-
xados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Rceife de Per
nambuco, aos 21 de julho de 1873.
Eu Domingos N'unes Ferrera.uscrivoescrevi.
Joaquim Correia de Olivera Andrade.
Perante a cmara municipal desta cidade
continuarao em praca nos dias 18, (9. 21, 22 e 23
do corrente p?ra serem arrematados os reparos da
nbeira da fregu ia da Boa-Vista, oreados na
quantia de 660i, bem eomo o tapamento dos bec-
cos da ra do Vigario Tenorio e o da ra da Res-
taurado, oreado na quatia de 1G0.
As pessoas que pretenderem arrematar compa
recam no paco municipal em os referidos dias
munidos de lianca.
Paco da cmara municipal do Recfe, 17 de ju-
lho de 1873.
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Pro-presidente,
Pedro de Albuquerque Autran.
Secretario.
Faro constar a quem conver que o Illm. Sr.
Dr. director geral interino tem designado o dia 21
de agosto prximo vindouro, petas 11 horas da
manha, para ter lugar nesta secretaria o exame
de verifleacao de capacidade para o magisterio
primario do sexo femenino, ao qual sero admit-
idas, nao s as senhoras que j requercram, como
tambem as demais qne pretenderem prestar dito
exame, devendo inscreverem-se nesta secretaria
na forma das instruevoes de 11 de junho de 1859,
at o dia 20 do mesmo mez.
Secretaria da nstruccao publica de Pernambu-
co, 21 de julho de 1873.
O secretario
Aurehano A. P. de Carvalho.
---------------
i Pela thesouraria provincial se faz publico
que foi transferida para o dia 24 do corrente mez,
a arremata;o do sitio dos Remedios adjudicado
fazenda provincial pela quantia de 3:7504, precio
por que val i praca.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de julho de 1873.
O official maior,
M. A. Ferreir.
mm\
DO
BEBERIBE
Nao se tendo ainda concluido a arremata-
do dos chafanzos, anuunciada para o dia 8
do corrente, por serem diminutas u oertas
tendentes eos chlfarzes do bairro do Recife
e Santo Antonio, de novo resolreu a admi-
liiatraio-bdia-Ia para o dia '2-2 do corrente,
pelas 12 horas.
Convida, |>ortante, a todas as pessoas, qne
se propuzerem a contratar a apresentarem
propostas que sejarn mais razoaveis.
As propostas, como j antecedentemente
ficQii determinado, p- dem ser feitas, qoer
englobadamente a respeito aos bairros, quer
por cada chafariz: quanto a >s bairros on-
globadamerite, servirao as bazes j annuncia-
das, a saber:
Bates sobre as quites su ikve lanfar.
BAIARO DO RECIFE.
Chafariz e nica lo caos do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brum.
Dito do Forte de Mattos. 19:6509000
BA1RRO DE SANTO ANTONIO.
Chafariz do largo do Carmo.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. 25.-0003000
Escriptoro da companhia do Bebcribo,
10 de julho de 1873.
O secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Subdelegacia da freguezia do Poco da Pa
nella 21 de julho do 1873.
Acha-se em deposito urna burra de cor casta-
nha, que suppde-se 'urtada : quem for seu dono
apresente-se nesta subdelegada, que provandd lhe
pertoncer ser entregue.
. O subdelegado
__________Sebastio Affenso do Reg Barros.
CONSULADO PROVINCIAL.
De conformidad^ com a ordem do Exm. Sr. prc
sidente da provincia de 7 do corrente, transmiti-
da esta administracao por portara do Sr. ins-
pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
mez hoje recebida, aeha se de novo aberto, al o
nltmo de agosto vindouro, o recebimehlo dos de
bitos provenientes dos apparelhos e aonuidades
pelo servco da Recife Drainage Company, corres
pondente ao semestre lindo em junho do anno pr-
ximo passado, com a multa de 6 />
Pelo presente sao, perianto, avisados os respon-
saveis essa contribuido, afim de que curem de
s.itisfaze la as condicSes do edital desta reparticao
em maio ultimo publicado, evitando assim a co-
branza por va judicial.
Consulado provincial, 16 de julho de 1873.
O administrador,
___________A. Carneiro Machado Ros.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife sao convidados ns prenles das educandas
do coegio das orphs em seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua educacao, para que
requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolveu a tunta admi-
nistrativa, de con Torinidade com o que dispde o
3' art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chagas Coelho e Donzia das Cha-
gas Coelho, (itta- de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
Iguana Hilieiro, filha de Leandro Jos Ribeiro.
Maria Ignez de Mello, lilha de Joao Bezerra de
Mello.
Mara Magdalena de Mello, filha de Jes Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudoca.
Felippa.
Thereza dos Santos Torres, filha de Jos dos San-
ios Tor es.
Perge dina, protegida de Mara Hermenegda
Machado.
Sopbia Maria da Conceicao, exposta.
Maria da Paixo Siquera, filha de Raymundo
Jos de Siquera.
Secretara da santa casa da misericordia do Re-
cife, 27 de unho de 1873.
O escrivao
Pedro Rixlrigues de Souza.
- De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou
raria de fazenda, se faz publico que, em virtude
do aviso do ministerio dos negocios da fazenda de
21 de junho ultimo, vai em hasta publica, no dia
30 do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junta da merma thesouraria, para ser ven
dido a quem maior vantagem oflcrecer, o barra-
cao que em Santo Amaro das Salinas, servia de
quartel companhia de cavallaria, avahado pelo
juizo dos fetos da fazenda em dous contos e oit-
centos mil res.
Os pretndenos deverao apresentar as toas pro
poslas em cartas fechadas, competentemente sel
ladas. at urna hora do siipracitado dia.
recretana da thesouraria d; fazenda de Per-
nambuco, 9 de julho de 1873.
O secretario da junta.
Jezuino Rodrigues Cardoso.
De ordem do I Im. -r. inspector da thesou-
raria de fazenda de ta provin :ia se faz publico que
no dia 16 de agosto prximo futuro, pelas 2 horas
da tarde, e perante a junta da mesma thesouraria
ser posto em hasta publica para ser am....tado
de venda, a quem mais der, em virtude da ordem
do tribunal do thesouro nacional n. 195 de 5 de
setembro de 1872, o terreno proprio nacional, sito
ra do Nogucira nesta capital, em que existi a
cas", terrea n. 16; servindo de base para a arre-
matacao a quantia de 400/, valor da respectiva
araliacao : os pretendentes deverao apresentar
nesta reparticao suas propostas em cartas fecha-
das, devidamente selladas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 16 de julho de 1873,
O secretario da junta
Jezuino Rodrigues Cardoso.
THEiVTRO
ara
a
Oiiaila-IWrn '25 de julho
Espectculo cm grande gala p
solemnisar o niuii versarlo d
malorldade de S. M Impe-
rial o Sr. D. Pedro II
em
BENEFICIO DA JOVEN
Hemiqifla tales.
Depois.que a orchestra executar o hymno na-
cional subir seena o drama em 1 prologo e 4
actos :
JOCELYN
OO
Narinbeiro da Martinica.
O papel da condessa obzequiosamente desem-
penhado pela Exma. Sra. D. Philomena Wandeck,
digna consorte do dislincto artista o Sr. Flavio
wandeck.
O resto do espectculo ser annunciado na
qnarta-feira.
Ao publico
O espectculo annunciado para sabbado 19 do
corrente em beneficio da joven Henriqueta Pos-
tes e que deixou de realisar-se em virtude de
ie terem ausentado o artistas, Olytnpia e Pro-
copio, ter losar qnarta-feira 23 do corrente.
A beneficiada espera que os dlstinctos eava-
Iheiros que te dignara aceitar-lhes Mneles para
este dia, hajam de desculpar a falta que involun-
tariamente se deu; e pede-Ibes mas moa vez e
favor de coneorrerem nesse dia ao seu beneficio,
pelo que desde j se confessa eternamente grata.
SANTO ANTONIO,
EMPRE2A
tatitos fcjdio.
1.a representacao
ne'.-ra pocha, do sempre bem aceito e enthusias-
'lisamente applaudido drama-vau'teville em 4 ac-
to* :
ASALOIA
(Huaica do maestro Horoaha)
DENOMINARES.
1. acto.O embarque para o Brasil.
1* Nova posicao social.
3. O rouDo do retrato.
. A innocencia reconhecida.
Dlstrlbulcao.
Personagens do I." acto.
Rodrigo, funileiro Sr. Vicente.
Manoel Fontes Sr. Florindo.
Porfirio, relho artisti Sr. Camira.
!. hornera do povo Sr. Philadelpho.
2. dito Sr. Emiliano.
Mara a saloia D. Manuela.
Poto que embarca para o Brasil
Personagens dos outros actos.
Sir Arthur Haverley Sr Santos Silva.
O Baro de Santo Amaro Sr. Vicente.
0 conde de Fonte-Bella Sr. Florindo.
Hard, dono d'nm hotel Sr. P. Augusto.
m criado Sr. Antonio.
Maria, cantora D. Manuela.
A marqueza de Villa-nova D. Joanna.
Carlota, sua filha D. Emilia.
Epocha, actnalidade.
O 1.* acto passa-se no Porto, os demais eos
Estados-Unidos.
Do primeiro acto ao segundo decorrem 10 an-
uos. |
A instrumentado da msica desta pec,a feita
pelo maestro
Lisboa e Porto
Vai sahir com brevidade a barca portugueza
Despiquen, receba carga e passageiros : a tra-
tar com o consignatario Tito Livio Soares, ra
do Vigario n. 17.
Terminar o espectculo com a muito graciosa
comedia, j representada e muito applaudida ues-
te metrao theatro :
lina muiher por i horas.
Principiar s 8 1|2 horas.
Em ensaios
para subir brevemente scena a grande phanta-
sia lyrica, satyrisa e burlesca em t prologo e 2
actos :
OU O
DO M NtLHERES
(Msica de Offemback)
Representada no theatro Phenix Dramtico do
Rio de Janeiro mais de
100 vezes.
Msica apropriada e instrumentada pelo maes-
tro Colas.
Scenario pintado pelo scenographo L. Chapelin.
Vestuarios, aderecos e accessorios completamen-
te novos.
*V!SQS MARTIMOS
Para [Lisboa pela Ilha de S
Miguel.
O palhabote portuguez Novo S, Lourenco pre-
tende sahir com toda a brevidade : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, trate
com os consignatarios T. d Aquino Fonceca & C.
suecessores, ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar.
Rio-Grande do Sul.
Cara o referida porto segu em poneos dias o
patacho hespanhoi Themoteo, por ter a mato
parte da carga engajada : para o resto que lhe
falta trata-se com os c nsignntaros 'oaquim Jos
Goncalves Beltrao 4 Filho, ra do Commercio
n. 5.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Europa o
vapor inglez Doiiro, commandante Thevaites, o qual
depos da demora do costume, seguir para Bue-
nos-Ayrcs. tocando nos portos da Bahia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Royne, commandante F. Reeks,
o qual dep iis da demora do costume, seguir
para Southampton, tocando nos portas de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.
tropas quem poder viver socegado nesta tena.
- A. Baurnann, capillo do patacho allemo
Ahnulh Cal harina, viudo do Ro de Janeiro, com
carga de caf, com destine para Falmouth, para
ordens, entrado neste porto com agua abertaj
precisa para occorrer s despezas que nao foram
pagas pelo producto da venda da parle avariada
da carga, a risco martimo, da quantia de dous
contos de ris, pouco mais ou menos, sobre o
casco, frele e resto do carregamento do dito na-
vio, consistindo em 1,230 saceos com caf. Offer-
tas em cartas fechadas serio recebidas no consu-
lado do imperio germnico at o dia 23 do cor-
rente mez ao meio da._____________________
Rio Grande do Sul
Para o porto cima segu impreterivelmente
a escuna Georgiana, no dia 2i do corrente, poden-
do receber alguma carga at o dia 23 : a tratar
com Tasso Irmos & C, ra do -xmorim n. 37
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavegaco costelra a vapor.
MAMANGUAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 do
corrente, s B horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
f rete at as 2 horas da tarde do dia da sabida:
escriptoro no Forte do Mattos n. 13.
m\mm rer
Companhia Franceza de Navega-
Cao a vapor
Lmha mensal entre o
avre, Ltaboa, Pernambuco, Bahia,
Jo de Janeiro e Santos
At 22 do corrente, espera-se da Europa
o steamers, Ville de Rio de Janeiro, commandante
A. Floury. que seguir depois da demora precita,
para os portos do sul.
Relativamente, fretes, encommendaa,. paHaoi-
ros, para os quaes tem exoellenies acommodacoes
r precos reduzdos a tratar cero os consigna-
tes Augusto F. de Ontetra C, a ra do Com-
mercio n. M, entrada pela ra do Torres.
Rio de Janeiro
O brigue naci al S. Paulo seguir em poucos
dias : para carga tratase na ra do Vigario nu-
mero 7.
Para Lisboa
firetende soguir.com pouca demora a escuna por-
ugueza Christina, de 1" classe, capito Loureiro,
por ter a maior parle de seu carrtgamento enga-
jado ; e para p resto que lhe falta tratase com os
consignatarios Joaquim Jos Gon;alves Deltrao &
Filho, ra do i>nnincreo n. 5. _______
COMPANHIA PKRNAMBUCA.NA
DE
Navegado costeira a vapor.
,'ARAHYBA, .NATAJ., MACAO, MOSSORO', ARAC.
TY, CEAR, ACARAC'.
O vapor Jpojuca
commandante Moura
seguir para os por-
tos cima no dia 31
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 29, encommendas, at
10, pas agens o dinheiro a frete at as horas da
tarde do dia da sahida : escriptoro no Porte do
Mattos a. 12._____________________________
Brigue nacional Arroio Malo
Para o Rio Grande do Sul vai seguir sem demo-
ra o brigue nocional Arroio Malo, navio de 1* or-
dem, pouco faltando para o resto da sua carga,
para esse m trata-se no escriptoro de Silva cV
Casco, a ra do Mrquez de Olinda n. 60 1* andar.
Para a Bdtia.
Pretende seguir com toda a brevidade o brigue
Isabel. Quem no mesmo quizer carregar, dirija-
ja-se aos consignatarios, Thomaz de Aqufno Fcn-
ceca 4 C. Suecessores, rua do Vigario n. 19.
COMPANHIA
DAS
MESSAGERIES MARITIMES.
No dia 27 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Mendoza, comman-
dante Courer, o qual depois da demora do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para condic5es, fretes e passagens, trata-se na
igencia, ra do Commercio n. 9. ___________
COMPANHIA PERNAMBLCANA
DE
Nnvegacito costeira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJU*.
O vapor Giqui,
commandante Martins
seguir para os por-
tos cima no da 31
do corrente, s 5
horas da tarde. ,
Recebe carga at o dia 29, encommendas at
o dia 30, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptoro no
Forte to Mattos n. 12.
< OMI*l\lllt
DE
NAVEGACAO BRASILE1RA.
Portos do norte.
Dos portos do sul esperado ate o dia 22 do cor-
rente o vapor Cruzeiro do Sul, o qual depos da
demora doc.stume,seguir paraos portos cima.
Para carca, encommendas, valores e passagei-
ros, dirjam-se ao escriptoro da agencia, ra do
Vigario n. 7.
Pereira Vianna A C.
______________________Agentes.
Rio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo seguir em poucos
ias ; para carga tratase na ra do Vigario n. 7.
LEILOES
LEILO
DE
louca e cryslaes.
Carros e cavallos.
A SABER:
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda a Luiz
XV, 1 conversadeira, 2 espelhos grandes doura-
dos, 2 ditos ovaes, 4 jarros grandes para florese
7 sanefas douradas, cortinados e reposteros d-
seda e damasco, tapetes para forro de salase
quartes, 1 divn e 8 cadeiras de charo.
Urna mobilia de charo, 2 lindas secretarias de
madeira embutida, 4 cadeiras de abrir e 8 qua-
dros com linas gravuras.
Urna mobilia de faia branca, 1 dita de junco, 1
candelabro de 6 luzes, 2 ettagers e i figuras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras ue balanco de
ferro, 4 ditas americanas, 4 quadros, 2 mesas de
jogo e rtifferentes quadros.
Urna mesa elstica demogno, 1 guarda-louca
nvidracado, 2 aparadores de faia com pedras, 4
euagers, 12 cadeiras de guarnifo, louca para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, eompoteiras e
fmeteiras de fino crystal, porta-fructas de mar-
more, cobertas de metal, garfos, facas e colheres.
Dous guardas-vpstidos com espelhos, 2 guardas-
roupa, 1 cama franceza de Jacaranda, 1 dita de
ferro, toilettes, lavatorios; mesas de cama, com-
modas, camas para meninos, 2 costureiras de
charo, 1 machina de costura (perfeita), quadros,
tapetes, 1 excellente secretaria de Jacaranda, 1 so
f de mogno e 12 cadeiras pretas.
Um carrinho e 1 cavallo de molla para menino
e muitos outros objectos que e.-taro patentes ao
exame os concurrente:
assim como
Urna victoria forte e em ptimo estado, 1 ea-
brilet (do geart) arreios, 1 cabriolet ameriaanj
de l rodas para 1 ou 2 cavallos. 2 cavallos para
carro e um de sella.
Hoje
Na ra do Visconde de Goyanna, chcara n.
177.
Eduardo A. Rurle, tendo de fazer urna viagem
Europa com sua familia, levar a leilio por fn-
tervencSo do agente Pinto, os movis e mais ebjec-
tos existentes em casa de sna residencia ra do
Visconde de Goyanna n. 177, a qual fica perto da
lima dosbonds para a Passagem da Magdalena.
As 10 e Ii4 horas da manha partir da estacao
da rna do Brum um bond que servir de conduc-
ido gratis aos concurren es ao leilio.
O ltuao principiar s tO i| hor*-
s II horas da manha
Em frente d'alfandega, no trapiche Annes.
0 agentcPinho Borge levar a leilao os sacros
com farello avariado, por conta e risco de quem
liertencer.
Leilao
DE
um carneiro in.uiv), sllalo e eofreiao.
TERCA-PKLJU 22 Mi JLLI10 .
s 2 heras da larde
Na ca-a de residencia do Sr. Hurle, por occatib
il i U-hao de movis qne all deve ter lugar.
Nesta menina nccasio vender- s> lia una excel-
hnti! parelii.i de cavallos gordos o bonitos, per-
tencenles ao Sr. Burle.
LEUAO
DE
22 vergas a ppa re luidas e mastaros, 2 Me-
tro revos, 1 leme le roda, 1 fogo de
ferro, 1 c bruslantc, escadas de madeiras
e mais artigos.
QUARTA-FKIRA 23 DO CORRENTE
s 11 horas.
Por Intervenco do agente FTuho
Borares
No caes do trapiche da companhia, onde se
acham os referidos artigo?.________________
LEILAO
DE
Qi
Idui.h, vidros e outros arligos.
uart.H fra "3 ri corrente
AS II HORAS DA MANH.
A" RA DO VAiAUIO N. II, ARMAZEM.
O preposto agente Pestaa ar 'leilao por
por conta e risco de quem pertenrer, de 1 mobilia
de faia com lampos de pedia, I dita de junco,
marquezas, maiquezdes, cadeiras de bataneo, ca-
mas francezas para casal, camas de ferro, t car-
teiras grandes de amarello para eseriptoro, 1 se-
cretaria de dito, guardas-roupas, guarda-vestidos,
commodas, toilettes de mogno, dito de ferro, es-
pelhos, quadros, candieiros a gaz, machinas para
costura, mesas redondas, mesa elstica, 1 caixa
com 150 libras de chocolate e outros muito* objec-
tos avulsos.
QUARTA-FEIRA 5 3 DO RENTE.
No armazem da ra do Vigario Tenorio n. 11.
s II horas.
LEILAO
DE -
chinellas de saltos
AVARIADAS
OtJAKTA-PEInA 23 DE JULHO.
Ao meio dia
O igente Pinto levar a leilao por autorisagOo
do gerente do consulado de Franca, cm presera
de seu chanceller, e por conta e risco de qnero
pertencer, urna caixa marca D T B L D n 5,841,
contendo 61 duzia de cbinrllas avariadas, a bordo
do vapor inglez Zelini. vindo do Havre por va
de Liverpool, e o leilio ser effectuado no dia e
hora cima ditos, no escriptoro do referido agen-
te, ra do Bom Jess n. 43.
porcelanas, huras finas, cryslaes
e viiros lin:is.
No armazem da ra da Imperatriz n. 6.
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Constando de: meios apparelhos completo de
louca fina ingleza, para'antar, um rico apparelho
de porcelana com frisos dourados, ditos de por-
celana para almoco, tambem com frisos dourados,
duzias de p' atos avulsos, ricos jarros, lanternas
com pingentes e sem elles, frucleiras, garrafas,
copos, clices, eompoteiras ludo de Bacarat, bo-
las grandes de crej, candieiros de suspenso, jar-
dineras, cestas, e muitos outros artigos de louca
de Hamburgo, qne seo vendidos para liquidar.
O agente Martins far leilao em lotes, do gran-
de sortimento do armazem de tonca da ra da
Imperatriz n. 6, onde os rhefes de familia "com-
prarao mais barato do que em nutra qualquer
parte.
No mesmo armazem s 11 horas do dia.
LEEO
DE
novos e usados.
Por liquidado
Sendo:
Um magnifico piano do moia cauda do bem
conhecido fabricante Pleyel.
Um dito de Erard e muitos outros pianos
de armario dos mais acreditados fabri-
cantes do Pars.
Ouinla-feira i\ do correle
Ka ra do Baro da Victoria.
Antonio Jos de Azevedo, qnerendo definitiva-
mente acabar com o seu deposito de pianos, far
leilao por nHrvenQo do agente Pinto, de diffe-
rentes pianos novos e usados, existentes no pri-
meiro andar do sobrado da ra do Baro da Vic-
toria n. 12.
O leilio principiar s 10 1|2 horas
LEILO
DE
105 saceos com farello, a variado a bordo
do navio inglez Argos, vindo de Ham-
burgo.
Hoje
Grande e variado leilao
DE
bons movois, linos crystaes, louca de porce-
lrna e objectos de electro-plate e um car-
ro francez, tudo em ptimo estado.
A SABER:
Um piano forte, 1 estante para msicas, i mo-
bilia de Jacaranda, sofs e cadeiras estufadas, ca-
deiras de ferro, 12 cadeiras de palinha, 1 cheso-
nier com espelho e pedra, 4 mesas de jogo, I dita
oval, 6 casticaes de metal, ricos quadros com finas
Bravuras, cortiuadoj, jarros para flores, figuras,
lampeos a gaz, 1 linteir, l caixa de msica, ta-
peto, e esleirs forro das salas.
L'ma cama de ferro, cotades e travessoiros, 1 ca-
cama de mogno para menino, 1 toilette, I lavato-
rio para duas pessoas, guarncu-para o mesmo,
2 portas-toalhas, cabidos, 3 mesiutias, I dita re-
donda, 1 guarda-vestidos com espelho, I guarda-
roupa grande, 4 quadros, 3 camas de ferro para
meninos, 1 lavatorio e armario para menino, 2
commodas grandes, I toucador, i cadeiras para
menino, 1 carrinho para crianza, 1 relogio de pa-
rede,
- Tres bancos para terrajo, 1 espingarda, 1 ma-
china para engommar, 1 dita para limpar facas, t
caixa para glo.
Urna mesa elstica, 1 guarda louca, 2 aparado-
res, sendo 1 com espelho, 1 quartinheira, 18 ca-
deiras, 1 guarda-comida, quadros, bandejas, 4 co-
bertas de electro-plate, 1 galhetero, porcelana
para jantar e para cha, I apparelho verde desert,
5arralas, copos, clices, fructeiras e eompoteiras
e fino crystal, 2 candieiros a gaz, facas e colhe-
res.
Um jago de bacatella, < marqueza, i conoolos,
2 cadeiras de bracos, 3 ditas de balance, lavatorio,
1 mesa redonda, 12 cadJras e I lanterna mgica-
Mesas para engommar e para c ninhn, trem de
eozinba, Ftandres. pote e muilos outros accesio*
rios de casa de familia.
Torc-flr 6 ale agento
Na povoacJo dn Apipucoe.
P. F. Needham, tejido se retirado para a Euro-
da com sua familia, {ara leilao por interveocio do
agente Pialo, dea movis e mus objectos perten-
centes existentes na casa era. que residi a* pe-
reacao de Apipncos.
O referidos objectos tornaa-se recommeoda.
e por rem de gesto e estarera bem coesem-
-.
1
t
' I'


/
i
^\

-



J
Diario de Phiambuco Terija feira 22 de Julho de 1873.
5
dos por terem tdo poueo uso
As JO 1|S horas d manhS partir, da oslaran
do arco de Sanio Antonio um trom exnresst <|u
servir de condurcao frralis ao* concifrrftmes;
O le i lito principiar a ti horas.
AVISOS VhKSOS
S*
IHST TUTO ARCKEOLOG
GRAPHICO PERNAMB
-------
UC
I E GEO-
Haver sessao ordinaria quinta-feira, 24
do corren te jul lio, pelas 11 Iteras da ma-
nila.
ordf.m oo da.
Pareceres e mais trabalhos do commis-
ata.
Secretaria do Instituto, 31 de julho de
1873.
J. SOARES AZF.VEDO,
^_________Secretario perpetuo.
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, cnsul portuguez
de J" classe e en arrogado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
aos, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como porlugnezes, que tem o sea escriptorio na
roa Duque de Caxias n. 41, 1* an lar, autiga ra
das Cruzes, onde pode ser procurado todos os
dias nao santificados, das 9 horas da manh as 4
da Urde.
A m" A Precisa-.se de orna ama mo-
^_ iWB Jk c.i |i.ira m!.nr rom nmu
~*--~M.XM-. niaii.;a : a Ir.vlai* k. ra do
Bom Jd-'.is n. > r*cr;j*)iio <1.-. n. IV Wd.
i VI i <**"*-* -si- de u.na ama, livre
,1 Vi \ o;i (.'.sirav.i. opilina engummauVi
' V -'m. ti a o cfniiieira, pqja-sii bem : a
tratar na r.ia d> Itom #Yus n. YO, ti. P. Wild.______________________________
Precisase do una ama paracozinhare com-
prar para homem soltci -o : na ma Direita n. 8.
i'ifi-isat! ile ua aiii-pa-
ra I9WI di- familia, que ralba
pozinhar e comprar : a tra-
tar na ra do Mrquez do Oiinda n. 40, prmeiro
andar. _______________________________
Precisa-se de urna ama para mili-
to pouco servico : na ra do Duque
de axias n. 26, outr'ora ra das
Cruzes.
AMA
AMA
Alienes
Em resposta ao que pergunlam ao Sr. Joio Re-
gis Coelho e Gamillo Francisco Pires, tenho a di-
zer que, pelas suas faltas dadas pelos nobres se-
ntares e por estar comprehendido no artigo 107
da nos sa le assim mereceram e aiada mais agora
merecerlo por tambera ter Infringido o art. 105,
| 9, 3,4, 5 e 6, e peco que emquanto antes ve
ntia dar conta eemo de seu dever
Recite, 19 de julho de 1873.
Liberato Mei enciar.o de Souza,
Procurador fiscal substituto.
Relojoeiro e dourador por-
tuguez.
Albino Baptista da Rocha, de
voita da Europa, contina a en-
carrejarse de concertar e dou-
rar relogios, bem como qualquer
outro oDjecto : rugando a seus
amigos e freguezes o obsequio de
procura-lo na trave sa das Cruzes
n. 14,1* andar, que o encontrarlo prompto a ga-
rantir seus trabalhos e a faze-los por precos m-
dicos.
Attenco
Dma pessoa que tem de rendirr.ento certo por
mez 150, necessita de Diar a juro 6004, pa-
gando mensalmente 80 ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se onveneionar :
quem, pois, quizer fazer este negocio, deixe carta
fechada cora as iniciaes D. G., no escriptorio deste
Diario.
MEDICO.
Dr. Walbaum pode ser procurado das 9 horas
da manh at 4 horas da tarde : na ru do i'ra-
piche n 4.________________________________
Ao commercio.
Vende-se ou d-se sociedad* na tavena nova
do Arraial, ou faz-se qualquer negocio : a tratar
na mesma.
D. Antonia Similina da Eo-
cha Marques.

Pedro Theophilo Marques da Sil-
va, repassado da mais pungente
dor, agradece aos seus pareites e
amigos o caridoso obzequio de
acompanharem os restos mortaes
de sua sempre chorada e chara
consorte, e de novo convida-os pa-
ra no dia 23 do corrente assistirero as missas, que
pelo repouso de sua alma, manda celebrar na ma-
triz de Gamelleir, pelas 8 hora.' da manha, se
confessando desde j grato e reemhecido aqual-
tes que se dignarem assistir a ess acto de reli-
giao e caridade.______________________
Luzia Maria da Conceicjio.
Climerio Rufino Alves de Sant'-
Anna, Luiza Pirmina Coelho Alves,
Prezidio Rufino A>es de Sant An-
na, Pedro Bibiano Alves de Sant'-
Anna, Ludovina Aguida da Con-
cei?io, e Hila Ludovina da Con-
ceicao Ferreir*, fcndos de pungen-
te dor, agradecem profundamente aos seus paren-
tes e amigos que se dignaram ac npanhar os res-
tos mortaes de sua sempre chorada mi, sogra e
2 i, eJde nnvo os convidam para fazerem a ca-
ndado de assistircm as nissas que mandatn re-
zar pela sua alma, na igrija de Nossa Senhora
do Carino, s 6 horas da manha do dia 2i do
corrente
mmxmmmjge-i y ;M ^s-no**
Pede-se
au Sr. socio da Lu-s-Rrasileiro o especial favor
de levar o thapo de pello que por engao levou
trocado na sesso do dia 20 do eorrente ra do
Mrquez do Herval n. 141, averna.
At
vir.
O Sr. Jos Alves Machado Gumaraes pela se-
gunda vez rogado a vir ra co Imperador n. 28,
a negocio de sen mteresse.
***-98***S**#*
> O administrador da asa n. 25 da ra 2
JX do Visconde de Itapn-ica Tiesta cidade, *5
onde ourr'ora foi o theatro de Apollo, *
g convida a todos os emsenhores do mes- ^
SK nw predio devidameite reconhecidos, ou'JP!-
f legtimamente reprsentados no caso de
w ausencia, a compjrecerein no salao da _
SK referida ca-a a 23 do corrente m-z de &,
fL julho ao meio dis, afim de se tratar nes- XC
5 sa reunio de iataresses que lhes dizem ^*
W respeito. Para qualquer informajao pre- flr
ig( via podem os inleressados dirigir-se gX
** ra do Bom Jess, casa n. 19, primeiro *5
andar. 0
Deulscher Buelsvereio
General Versamnalung
am 22 .luli 1873
Abenls 7 Ii2 uhr.
La Lokal der Herrea H. Leiden 4 C, wegen
Beschluss. Unfahigkeit der fuer den 15 ten anbe-
raunton Yersammli
iung.
Der Schrifsfuhrer,
W. Otto.
O propriratario da cautella n. -2,976,
da casa de penhores da tratessa da ra das
Cruzes n. 2, declara ao donodesse estabe-
lecimento fue nao entregue os objectos na-
queUa cautella declaradas seno ao seu le-
gitimo done que o atuwnciante, visto que
aquella documento deaeueaminhou de seu
poder.
- Gabaixo assignado rira-se para Portugal
a frm delratar sencia fteam como seus procuradores, em pri-
meiro lugar Antonio FernaBdes de Figueirdo
Paiva, etn segundo Loii Foneeca de Macedo e em
terceiro Joio Quirino de Aguijar
Recite, 21 de julho de 1873.
Aatonio Duarte de Figueirdo.
ATTEMCAO
Precisa-se de um caixeiro para taverna, de
10 annos de idade; portuguez : na travessa das
Cruzes n. 6.
Fugio ha tres mezes o escravo Capistrano,
de idade 26 annos, com os signaes seguintes :
Sreto, boa estatura, desdentado na frente do lado
e cima, tendo um signal de talho velho em cima
do peito do p, sem barba, e conserva sempre os
cabellos um pouco grandes, cara redonda, pernas
finas, e regrista c tocador de viola : quem o pe-
gar poder remette-lo a seu senhor Domingos Fer-
reira de Souza, no engnho S. Joaquim, conheci-
do por Cova da Onca, ou no Recife ao Sr. barao
de Nazareth, que ser recompensado.
- D-se 2:O005 a juro de t 1(2 por cento ao
mez sobre hypothoca em urna casa dentro desla
cidade, livre e desembaracada, e que esteja em
boa9 condicoes, pelo tempo que se convencionar :
a tratar na ra de S. Jorge n. 3, em Fra de
Portas
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
da Guia n. 62 ; a tratar na ra da Senzala Nova
D. 1.
J. Dhibaut de Pars
pia-
Constructor e afinador de
nos
Ex-afinador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das officinas da casa
Affonso Blondel.
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar a respeitavel publico
desta cidade, que tem aberto sua casa do concer
tos e afinacSes de pianos, qualquer que" s-.-ja o es-
tado do instrumento : ra do Imperador
n. 33.
FDHDICAO DE FERRO E BROlfZE
FABRICA DE MACHINAS
4 roa do Baria di Trinmpli (na d Kmh ) us. IMa M
CARDOSO & IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que receberam da Europ
grande sortinnento de ferragens para engenbos e para lavoura, e quaesquer outros Jsous
i misteresda industria agricola, o quetudo vendern por precos razoaveis.
V apOreS horisontaes de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que vem ao mercado. '
MOenaaS completas, obra forte e bem acabada.
JieaS moenUaS para assentar em grades de madeira.
Tai XaS de ferro ^un<^'^ e batido, de todos os tamanhos e dos melhores fabri-
cantes.
Rodas d'agua je diversos tamauhos.
tOClaS dentadas de diversos tamanhos equalidades.
Arados americanos de diversas quaiidades.
r OrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
Concei'tOS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teen?
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoa 1.
EnCOmmendaS ^an^am v'r porencommfndada Europa, qualquer machinismo.
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
d com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as litas machinas, e se rcspousabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBaro do Triumpho (ruado Brum) ns. 100 a 104
FUNDigO DE- CARDOSO & IRMO.
A COROA m BIIILHANTE
Esquina da ra do Cabug n. 11
CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
Este importante ostabelecimento, tendo grande sortimento dejoias deouro de lei,
Wsolveu vender muito barato 20% m^nosquo em outra qualquer parte, as seguintes
joins :
Aderemos de brilhantes, de modernos e delicados gostos.
Ditos com rubias, esmeraldas e perol as:
Voltas de bonitas pcrolas e cruzes de brilhantes para noivas.
Medalhoes de coral.
A Corda Brilhante contina a ter grande sortimento de madalhAes de coral, enmafeu
e nix com bouquets de perolas e diamantes, cassoletas de ouro e pedras pretas com iettras,
de 12$ a 20^000.
Cdeias para relogios.
A Corda Brilhante recebe sempre quantidade de cadeias de ouro, de lei, para homens,
B C5*00 a oitava, e tambem para senhoras.
Cassoletas para setthoras, enm lettras, a #? e 122W0O.
Brincos do variados gostos, para senhoras e meninas, de 5?> a 20^000 etc.
Annois de ametliysta com lettras de diamantes, de 65) a '85000.
Pince-nesse tranceliiis em caixiuhas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
4 'Cova Brilhante tem inedalbas milagrosas e das Dores, de ouro a 7#000, e prata
dnurada a 1-5000. Tambem tem sortimento de pince-nez c oculos dea^o fino crattaruga,
chegados recentemente, e por presos mui commodos.
Convidase as Exmas. familias visitarem a loja da Corda Brilhante, na ra do Cabu-
g n. II, a qual continuar aberta imite at 8 horas.
Garante-se o ouro e pedras preciosas.
Precisa-se de urna co*nheira iara casa de
ramilla : a tratar na ra da s. Bom Jess n. 26
arnmem.
A quem interessar
Joao Ramos 4 Machado raudaram seu escripto-
rio de comtwssao e deposito de movis, para o
armazem o. H) da ra do Vigario
Attenco
Precisa-se de um feitor que saiba tratar bem de
vaccas, paga-se razoavelnjente : a tratar no sitio
do Caldc-ireiro u. 9, ou na ra do Torres n. 12, 1
andar, escriptorio.
CKIADO
Aluga-se um moleque para criado : miera pro
Cfear dinja-se a ra do Bario da Victoria 23,
loja.
1
Est encouracado I !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
esenvao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rna Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S. S. se coinprometteu a
realisar pela terceira chamada desto jornal, em
ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
dm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oo annos, e quando o Sr. seu itlho V:
achava nesta cidade.
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Francia. Russia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Lafferteur sa autho-
nzado, he mui superior aos xarops de cmisinler, de Larrey e de salseparriuia. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente mr mercurio, ai
afiecOes da pelle, Implgrai, alporcaa. Inmorn, nlrerai, sarna dege-
nerada, mrorhuio, e os accidentes provendos dos partos, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, esa casa de doutor GffiAUDEAU DE
SAINT-GERVAIS, roa Richer, 12, k Pars.
0 abaixoassignado fazpublicoqne n-sta datadeu
soc.edadenoseuesLibelecimentode molhados, sito
nico deposito pharmacia de P. Maurer & C, ruado BarSo 'ia VictOVia.
4ai

Ao commercio.
assignado faz publicoqne n<-,
o seu estabelecimento de me...
a roa do Coronel Suassuna n. 41, ao Sr. Jos Joa- i
quim Sainarcos, o qual gyrar sobre a razao de
braga & Samarcos.
Redfe, 19 de julho de 1873.
_ _________________ManoelG. Rraga,
QCC, harmaceua;>,,r.de Can^Uone, Pai, nnlco proartetarf* e |
DE
PEPSINA
ll-JWl^Vi
DE
HOGG
Attenc,o
Continua-se a fornecer comedorias para fra
por preces mais era cont do que em ouira qual-
uer parte : quem precisar dirija-se ao sobrad
a ra estrena do Rosario n. 35.
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da roa Direita n. 120 propria
para qoalquer negoch e moradia, tem caz e agua
da companhia do Beberibe ; alngase eoin a ar-
magao que nella existe, ou sem ella conforme e
convencionar com o pretndeme, a tratar ra
do Imperador n. 81.
Precisa-se alugar um escravo para trab alliar
em um sitio e encarregar se de vender fruclas e
llores : na ra do Barao de S. Borja n. SS.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rui de b. Jorge n. 6 airatar na ra Nova n. 8.
Aluga-se una escrava para coziahar e com-
prar: quem preeiaar dirija-se ama da Saodade
a. 12.
-- Josepha Henriqueta de Miranda Barro?, avF-
sa a alguns senliores de engenhos que se acha
nesta praja prompta a ensinar em algum ense-
nan, qne seja pertode alpuma estacao : quem de
sTffi,m0M,|nizler at?ar>diriJasea rna*
ganta Hita n. 89, aula publica.
riSL!lilM afimeaV:)SaS de HoSJcoj? Pepsina acidula, proprias par molestias
gstricas dyspepcas, etc., e noe casos de digestac dfficU ou imossTeL
.t^ ? S l H?gg C0m, PeP*1 unida a 'erro reduzido pelo hydrogeneo.
menstmacOes dfficeis) e para' restabelecer as saudes debilitadas
>Sa^dhJSsS Com ES!^? e Protp-Joduro frreo lnalteravel, para molestias
*52k!riS%SSL ,yPhfl,t,oa8' P'^ -*-- chloroti. e pa'rTas affeicoee
Em, frascos triangulares de 100 et 50 pilulas; precos indioados sobre os frascos.
Deposito em Pe-uunbueo, A. REGORD, e as principaes pharmacias,
IIIMMf ff f
FUGIO
Esl fgido o cabra acal) -lado de home Pru-
dcnr-io, ilesdrnir.iloe cal lies mu |i .uc<> \,-.;
\ ; i,.!r ,,,.', .-.i.
Itera um siti i: t-.M,, i un:>> i; |,, -.,-,
lc cw i\m .' ..f'r.y .,' :, ..._,.. i.| c-i:n
Sr. J".-i<;nini Juvcil iu da Silva i Iwji: |it<-iiru ao
liara i N.izu, ili, qitc gralifiraf j quem a :iuc-
si'iit.ir. llo ii'pi.'.s hUi ll ajn .
- AIum-i -> uur KJMUU-a m u. 6, site ara
do Liu i n Santo Amaro, ertrada ja couceruda
de novo : a tratar na ra da Restaurado n. oi,
eutrora Guia.
Caixeiro.
Precisase de un caixeiro rom pralica de mo-
lhados : na ra Duque do Caxias n. i I A.
No collrgin da C iKfican, a ra de S. Fran-
cisco, precisa-se de nm criado luteHigenle que d
HEDALU\ nii HONRA
FIGADOdeBACALHAU
FERRUGINOSO, CURO E TRIGUEIRO
DE CHEVRIER
Cavalleiro de Legio de Honra. Offlciafl
do Medjidi e Commendador da ordem
Slzabel a Catholica.
O alea de chevrier deve o seu aroma
a aubtanclas balsmicas que anda
angmentto as suas propriedades thera-
peoticaa ao mesmo tempo que o tornfto
Hgradavel ao tomar-se.
O senhor Chevrier completou a sua
deecuberta aaaoeiando o Iodureto de ferro
ao seu oleo de ligado de Bacalhau. Este
lea de ligado de bacalhau ferru
Ibmo poasue todas as propriedades do
.leo e do ferro, de fcil digestao e
nunca causa pristo do ventre
Todas as celebridades medicas o pre-
ferem as outras preparsces ferrugino-
sas. Convem em todos os casos em qne
rearhltea, Bachlllnmo, EMcraralan,
Baatgeaa, Cota, Bh-nmatlnma, Dtb-
pepala, Caarvaleeenelas demoradas
>% sto eamataleao.
BifoiiTom pars: Pbarm.ci
II* Faubourg Montmurire
t
Pr^lliKIHiTiTII
Novlades
Xa nadara lllemi do Matirnus I.enz, ra da
itcsiauro!'! ii. ;. ti'in para ven !--r o seguinte :
l'r.'.ui.!.). ,; W #i
-f.il't i. v.ri t ivy .
I' <:l< .', : s ;, ii I .
b.tas aman I. is diW.
I.- -iit'ilias.
I'eij.i'i lir.inco grande.
Sevadinlia.
Sag lino.
Anirixas scci-a. '
Cerejas ditas.
Maraes ditas.
Biwoutoj lriuil)urgui!ze<. ,
Sal am hiaco para os padeiros.
Vndese urna victoria muito boa, prepara-
da de nevo, ou troca-se por nm cano : para ver
e tratar na ra do louieraduf n. 27..
drogara o.hi:opa mica
DA
Viuvado Dr. Sabino 0. Lud-
gero Pinho.
-A3 Um do Ilai-ao da Victoria 43
Contina esta antiga casa a ter sempre venda
os melhores medicamentos homeopathicos em gl-
bulos e (intuas, tanto em candas como em ca-
xas, de diversos tamanhos, pelos seguintes precos
lixos :
Em glbulos Em tintura
I carteira ou caixa de 12
medicamentos
I dita'dita de 2 ditos
I dita dita de .10 ditos
1 din dita ile 36 ditos
i dita dila de 48 ditos
1 dita dita de 60 ditos
I dita dita de 120 ditos
Tubos avul.'os de qual-
qoer medicamento
Yidros avulsos iilein
Opodeldoc de llhu?, de
matismo.
I0i
ir,6
20i
i\
.103
34
o0
12*
Vtf
8
32*,
H>7
*i5;
ni*
w j .. r l*
'.OOO e 2f
ryoni. c parajb
i-
Hygienica, infallivel e preservativa; nica que
cura sem mitro supplcmsnto. EmParis. inventor Brooi
158, boulevard Magenta, e aas principaes i'liaimaci,
do universo.
Pharmcia de P. Maurer & 0.
Escravo usado.
Ausentou-se do poder dos abaixo assignados o
seu escravo de nome Joaquim, cor tirela, e 6 de
naqao. traja muito limpo, anda calcado e usa de
cabellos compridos, querendo fazer meta cabellei-
ra, sabe cozinhar, oceupacau a que se dedicava,
quando falU se confiere ser negro africano : ro-
ga-se a approhensao de dito escravo, cuja captura
se gratificar bem,
Jos da Silva l.oy.i .6 Fillio.
.Na rna da Sania Cruz n. o vende-se una
escrava com habilidades e com duas crias tam-
bem escravas.
Tlirsouro liotnro .jjtJWg.,! nu V?
f"CM !"," \ ,,?,, m pelo 'l*'
biHO 0. L l'mho, .1- edii-io-aurresrentadk '" Sa-
I horada.- e me
Pequeo erui lionu-opatliieOi,
do as indica?M ntc,-9s.-,rias iara o< "n'en-
dos principa. t rm,.,|0, hnineo.oatlvc? prego
Des<'r,P9'.oct!atniento das .
exoiiti amtlea (bexiga, w re'*s
carlatinpj acompaii'ado de um art :"',os> *
cry ^csc'/cho, livifiene e tv1
_________da fehe ninarca. :lmen*
Casa para vend
Vende se a grande casa da ra V|
ros n. 130, reedificada de novo, ec
tratar na ra Nova n K, loja.
Vende-se a.'irinarao e Ut'u
lo;a da ra do Kangel n. 12, pror
quer negocio : a tratar na me*in?
USA IWTIVA.
AOS iOOO^OOO. .
BIlflETES fiARA.\T100S.
Est usida.
bJ
AVISO.
Manoel Joaqtim de Barros, estabelecido eom
negocio de gneros de estira, na vil/a de Palma-
res, faz seieiHe ao puhiico > eom especiatidade ao
commercio, (rae denla data era diante assigna-se
Manoel .kjaquim de Barros Gusmo, por ter encon-
trado outra pessoa cora o mewno nome de que
usava.
Ca a de campo.
Aluga te por anuo ou por festa a casa caiada de
amarello junto a da esquita do iantario no Mon-
teiro, lugar muito bora e perto do* rio, tem 3 salas,
h quartc-v eosiuoa, caokuba, un *fc|oeao pomar
te laraoKeiras, ludo murado e portao de ferro ao
Jado : a tratar na ma Nova, loja n. 7.
- Offrec-oe um caixeiro'eom bai tanto pratiea
de molbidos, assmn ootuo para armazem de assu- I
-"S,-ng V ?f* ? 10 A da ilha de Bemica,
na Pasagera da Magdalena, com banho do Capi-
uaribe na frente, de excellentes ares e de preco
de 200< annnaes, tendo commodos para familia-
a tratar na ra estreita do Rosario n. 17 andar'
escriptorio.________ *"""'>
SERVENTE-
Precisa-se de um na botica da ra iLarea do
esario n. 34._______________ e
Sitio para alugar na Passa-
gem da Magdalena.
Aluga-se na Paasagem da Magdalena prximo
linoa dos bonds, urna casa com accommodaeoes
para grande familia e cora sitio murado : a tratar
AJ^Matheus''0''' "' '' aBdar' "" DmD*01
Escravo fgido
Do engenbo Regaifa do termo de Barreiros fu-
gio o escravo Aritides, pardo, represenU ter 28
annos, ponca barba, magro bastante e altura re-
gatar, coetuma andar calcado, falla bem, sabe 1er
e oscrever ; nreume-se estar aeouude no Recife,
onde cera mil aparentes : gretifica-se a quem e
Fugja em 17 de marco prximo nassado a es-
crava Mat'xlife, de 32 annos, preta, crioula, esta-
tura recular, cheia do corpo, pernas' finas, tem
t'Prirneir0&Xarco ^
Lvetpojn. 23e catu douotlume. j desala aeem-aixo, boa cozinheira e engomma-
2^^?..^.,P:d" lendo .lS?*do n Aluga-se urna boa casa na pnvoaco da Var-
zea : a tratar na ra da Saudado n. 12.
Fusi
b
lO
no dia 14 de mai > do eorrente anno, do engenho
Dous Mundos, o escravo Marcelino, proli fulo,
baixo e tost, rosto descarnado, pernas e bracos
finos, falla baixa, semnenhum deleito, repivsen'a
ter 30 annos, e tem algumas marcas antigs de
reino. Este escravo pertcuecu ao Sr. Manuel An-
tunes de Queiroz Barros, do engenho Ronca, do
Cabo, e consta achar se para os lados da cidade de
Nazareth, onde tem nal e nuil s forros, ou em
Goyanna e N S. do O' de Goyanna, onJe de ou-
tras vetea J tem sido pegado, quando pertenci
ao dito -r. Antunes : roga-se as intoridades po i
ciaes e eapities de campo a sua a|iprehenaao e
conduzi-lo ao engenho r.ciuia, ou no Recife aos
Srs. Cunta binaos & C. ra da Madre de Daos
n. 3i, que se gratificar generosamente.
er
I al de Negrei
n azulejo : a
iK.mfeitorias da
'ia para qual
E'
para v oivos.
Que tem na na do Bom J
n. 15, berlindas, ealessas, mr
ras, cun um e dous lioliei
arreos de metal principe,
luxo e elegancia, o por pre
Os meamos vehculos server
dos, visitas e actos na aca
mesma casa ha caleras :
so voudem por commoaV
luxo, para uso partiente
r.
sus (outr'ora Cruz)
as calecas e victo-
ros, e parelhas com
tndo preparado com
Os muito commodos.
i tambem para baplisa-
"iiiia. Assim como na
mida nSo servidas, que
preco, preparadas com
l^
(VIKHO di: Q
PREPARADO COM OS
OLViltf
FORNECBOOB D
M KINA
INQUINA HIGINICO
MELHORES VI.MIOS DE HES-
iIA DA 'FIKMA
I.G.LOESEWi
A IIAIM1A
Compra-se algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da ra Duqu'e
de Caxias n. il.__________ ^^^
~~^ Comprase Diarios de. feiambuco ."UJ
r. a libra : na ra do Coronel Suassuna u |.
i ompra-se
urna casa terrea que ten1 a bons com* modos par
familia, e bom quintal, no bairro da V'ioa-Vista,i
algum sitio prximo a linha dos bonds ou da ma
chambomba : a tratar na ra >3o Rangel n. 7,
Io ou 2* andar.
Compra-se
apolices geraeS da divida publica : na uta Duque
de Caxias n. S", loja.
Latas
Compra ni se latas de gaz vazias no armazem da
bolla amarell, Ha travessa da ra do Imperador.
-~-~----------1-*~-------r~ -i ni m !ni mu i i
vnus.
!)ze taheti*, um cuarto n i 161 com o:000*)00,1 Sr- nuiendader Lacena, muito conhecfda or
aous meios n. 1^52 com 300JOO, nm meio n. 2901 tor ta alagada em casa do Manoel iusoector
wm 100Of, nm quarl n. 69 com 100P600, i B. Monteiru, efla intitula se de forra e tem sid
eovitrassortes oe i(i e 20 da lotera que se ?la no Poco da Panel la, Monteiro, Caxanc Ma
acaoou de extiahir (). conw'da aos ptasuioVires daJeua, e aqu no lecife : pede-.e encarecidamen-
avir.mreceberoa conformidade do costme awn !e a todas as autoridades policiaes e caniles de
deMionto aigmn. campo a sua apprebeasao; assim eomo se Dede a
Aha amas aue verifique nessas que dlzem
la 20* pane das loteras a beneficio da noigre- er forras, pois consta estar ella de ama que nc
ja de nossa Senrora da Penha (59-), que> f ex- *c ra, que se gratificar a quem a trouxer
tralura na terca-feira, it do -oiTente i.*s.'
PRCOS
Killiete inluiro 6/000
Meio bilhete 34000
Ooarlo i^oOO
M POB1JAO DB OO0 PARA CIMA.
Bilhete inteiro HfUtft -
Meio bilhete 24750
Qu-irto #375
^^^^ Ninof.l Martint Fiusa
i ra do Lfrranienlo D. 1 Antonio de aiva Fer-
rara.
1**-
ir
: mItista be paiiis i
1*- ftUA NOVA19 M
V'jnde-se a taverna do pteoa do Tergo n.s21
muile afreguezada para a trra ; a tratar na ra
do Marcilio Dias n. 69.______________________
Las, ultimo gosto
A Rosa Bran<\i vende las de gostos muito boni-
tos a 800 ris o eoyjj.
Las de qaadros a 320 rs o
. covado.
320hnMsram ma'S lS Pe, baratislnls Pre?0 de
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas de padroes multo
delicados, e esta queimando.
Atoalhado.
riAdS??W^0,M,,ad0,Be,hwedB
Novas cambraias pretas.
A Rosa Branca tem os mais rieogostos'em s
cambraias prelas : do se amostras de todas as
fazedas,jrazDdojienlior. s
Cobre, laltoe^limbo""
Compra-se cobre, latao e chumbo velho- nn'ar
ImpTado b,a amarel]a "' "^ rS '
SUA UACFSTABG
DHIvSPA.NHA.
POR
TMjHEgET GLIS
1 B.'vt-.>iceu(ico
EX-'.STEP.NO DOS HOSPITAESDE PARS
OSP .a-iRY-ICL\A ovinliode Quinquina
que b' ije preferem a maior parlo dos medi-
J e nospitaes, dos lentos da faculdade e
('lS nrombros Ja ocademia de medicina.
V m esta preferencia a sua expcaco nislo
f iiie oOereee todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero era
qne MUITAS VEZES SESACRIFICA.M AS (JOALIDA-
DES TAO ESSENC.IAES QUER DO VINHO, OUER
DO QOINQOIMA las vezes de ambos] nos lu-
cros da especl"i.ai;\o (Ver Guia deis Aguas
Miiieraes. Do Dr. CONSTA .MI N JAMES,
7.a edicto.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA K DROGARA
DE
BARTHOLOIED 4 C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
- No armazem de WUson Howe & c., vende-
0 verdadeiro panno de algodao azul americano.
Excedente lio de vela. .
Cognac do- prmeira qualidado.
Vin o de Bnrdeanx.
Vigor do C^belTo

se
^ *
DO
- Vende se
4\^qauina1a,rr-SUarDai,a

1*- fMJA NOVA19
J. M. Leroux, cirui-
gio dentista, succes-
sor de F. Gantier, es-
do Rosario, fre-
Icrivao RpfrRar^rA^""V ""rterio do es-
I aS:!r 3 Duque de ^" 21,
l?.U:e^daB?.Visu( trause no carterio do es-
Dr. Ayer.
Para a renovacao do .ca-
bello, restituirlo de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
m2,?\G* D0 ^o i ma preparacSo ao
pnmrt,va, e adquire o brilno e a frescura do
cabeUo da juventudej o cabello rabee tor
denso e a calv.ee umitas vezes, posto que fr -
em todos os casos neutralizada! q
dos follicc"
glande cansadas
^^'Efa^K||^v^?g?^.
3
pera continuar ame-
recera corfflan9a dos

Aos senhores agricultores.
0 engenUero, Frederito de Morniy mi Eu-
ropa com hrevi-fade. cam o dih' d? estudar os
meios de melhorar o'*vatema de |r#ballw na agri-
cultura desta provincia", e'de lntroduzir os mrlho-
ramento* que na pratiea nio possaro.tcr inconve- .
mente algum, e s sim, vantagens reaes e peca-' S cllPntpfl Hq oorf Pilo
manas; e aproveita a occisio para offercrer-se' # Vl,eu*es a Casa, eao
para exe-uwr qualquer encomroemla que qui- r~ rAcruiUa Tml Li- -*v
zerem. eondar Ihe, pron.ettende safisfazei o me- \ Ihor posshreJ dita encommendas, |iois pela hnga ** cora I
pratiea qne tem. est mpis gpe habilitado. Car- 6nw.
nay^Du *:''44** f i
nm criado (moleque) para V3?i
. : na rna do Marques

m '""-le eui, .esia bis gpe paOilitaO. Car- "3 o ~


fe?es A Canhisa.
pequeo defeito que s?a Mta ^'J^mJim
na rua.de ilortaa n. 96 K^f0^^0^
tras escra^araAerS^ e>ina ^ b> oa-
ino7de^rente%PIS^ cuacan *^
entrada a direlia, na yfpto tave/n, J
a-. *".7r i"" r^"" coi'znai o <-~K-,n-
e anda resfc
J utiliaadas
~. ue essas substancias
oeletenas que tornam muitas preparacoes de
---------, e as
- e idas, mais se ainda restarem
aigums podem ser salvadas e utilizadas nela
appheacab do Vigor. Libre de essas luff
r-eparacoes de oste
genero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
vigor comente lhe beneficia]. Em vez de
ujar o cabello e o fiuer pegajoso, o conserva
"mpo e forte, embellizande o, impediado a queda
caJvSar~8< r9' 6 Prcona^uint previne a
Para uso da toilette nao ha nada mais deae-
jaxj nao conteado oleo aw' tintura, nao pode
manchar mesmo o mais abo lenco de cambraj*;
perdu^jao cabello, Ihe di um lustre luxurS,
e um perfume muito agradave] ^^^^
Para reformar a cor da barba, neoessaxio
mais tempo de que com o c^ z^Hod*
ppressar o effeito, envoheXa\Jrb! dT
com um lenco molhado no Vigor.
wuer amado ro
D*. a. % AYER A CA, Lowell, ALwkw,
Sotados TTivido,
CMmi~. PractU* Anat^Htm.
~~mym b~ por

i


6
Diario de Pfltofljnfeucg -- Terca feira 22 de. J*4)m do !$($,
ruNDICAO 1)0 BOWMAN
RUADO BRIH H. 52
COI* S\ I.IMMS!! ;
Je madreperla,. braar e rTe '

Os tequia totlr
cores e <|ue trazeia o istico L'ilAO em leilras
lanibem de inadrapeMla cm alio rclovu, tor-
nando-se por islo apiropriados para ooivas, a NO'
VA ESPERANCA Tua l'uque de Caxias n. 63
(antifa do Quennado) quem os lem.
Sao de tartaruga
Os brincos, brochas, racios aderefoi crucea,
coracoes e cassoletas, que estio (apostas lija
escolha das Exilias, (amantes do chique) vende-sa
na Nova' Ef*rpca, a ra Duque de Caxias
ii. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca ra Duque de
(Passando o chafariz)
PEDEM \OS ennores rfe erige nbo e ontros agricobores, e empregadjre de m
inmisino o favor de urna visita a seu eslitbclecinienlu, para verem o novo eortitjeDto
:oaoiet< que abi tem; ge.i oecco pess ral podes* verificar.
ES'ECIAL ATTBNgOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDfgAO
(Tarjte* e rodis #i9acrnfi dos mais moJnrn)s y^nw fl,e,n u
vapuius C IUUIS U ag-U, ma,hos convenientes para as diveraas
rcuostancias dos seDuorea proprietarius e para descansar algodo.
IiToBTldiSi dfi PITITll *** ,0(^'8 8 ,aa)anh8 .melhores qoe iqoi
'Sodas dentadas v"3*-^*^- .
Tixas ia ferro fundido, batido e de cobre,]
i qpara concertar porcelana bem.til.
Vestido perdido
para mandioca e a odio.I Podendo todo. .. ./ .
_ 'I ""7 Multas vezes um vestido torna-so inteiratnente
p.ira-errarnudeira. Iser mondos a mo
Bombas...... I*" r"' wpor'
l^mbiqn93 a fundos de "alambiques.
Machi aismos
.
Caxias n.
63, acaba d receber nm lindo Borlimento de bo-
necas de militas qualiades, viudo entre ellas as
engrasadas nonecas de borracha, assim tanibom
nina pequea quantidade de nonecas pretas que
se tornam apreciaos pela sua novidade.
Eb&riuttl
A Nova Esperanza ra Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez. prepara
de patentw, Rarantidas____ Jotl antro es.
Toda* as machinas e pe" dl qafl 8e C0,HMM pred*f-
Fas qaalqucr concert de "cbi"isn,' apfo *W|
Forusas de ferro
rt
acumulan las*
tm as melhore* tmi*. taritas existentes tro mer-
cado.
facuoibe-se de ni dar vir qoi'qoer hw< 0 trt*n*t* i vott-
nde d na compras por intermedio i!e pessoa entendida, qoe ero qoalqaer jwcewaa&a pd*
prestar auxilio.
A.1M d- -1" rid* e DtroineBtoi agrcola*.
s amenc^n s
RA DO BRUM B. 52 j
PASSANDO O CHAFARIZ
"GRANDE REDUCCG El
Atleiico. ttenco.
Na lojade Soares Leite Irmos, ra do Baro da
Victoria n. 28.
Caixa do Liaba com iO uovellos, a 500 rs. dem idemlisa de cores, a 280 rs.
dem idem de marca, a 200 rs. Resma de papel pautado, a 28800, 4J5O00
Garrafa de agua florida verdadeira a 18200 o 05000.
dem kananga do Jap&o, a 1^200.
dem divina, a 18000 e 18200.
Abotoadaras para Gollete, de todos os
gostos, n 200 rs.
Lanparinas gaz, dando una luz muito
*), a lOOO.
uzia de peras de cordao imperial, a
280 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
1P000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 18000.
Duzia de baralhos francezcs canto doura-
d>,a 38100.
I iem idem boira lisa, a 28V00.
liftrrifa le tinta rosa extra-lina, a 18000
i>j i de botos de osso para caira, h
S rs.
ii pn s modera s a 39500
Caixa le pos '.ara dentes, a 200 rs.
dem idem liso, a28G00, 38500 e 58000.
iaixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
Idem iilcn idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caita de envelopes forrados, a 700 rs.
a 500
de pellica com toque,
cabe branco, 2 R., a
I |i m : !
i m de nos
chinez, muito bom, a
a 28500
28000
t rs. e 18000.
Duzia de sahonotos de ameodoa
i
ii; -i'.a muito boa, a 18, l8.-)00 e
f frasco,
Duzia de sabonetes de anjintio transparen-
tes, 8200.
dem idem com flores, a 18500.
Duzia de collar-innos bonados para ho-
m^m. a8*000.
Duzia de pecas de trancas caracol brame*",
i V00 rs.
dem idem lisas koiieas.a 2U.0 rs.
15
Luvas
ris.
Duzia de talheres
58000
Maco de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros de tinta, 200 jardas, a
700 rs.
Idem idem 60 jardas, a 320 rs.
Pita de velludo do todas as cores e largu-
ras.
Ide-n idem do sarja idem idem.
Sabonetes Olycerino transparentes, a
800 rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Gana lo peonas Perry, a 800 rs.
Idm idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Leques para senhoras, a 28000, 48000 e
68000.
'. ivros tiara notas, a 320.
Redes onfeitadas com fitas, a 28400.
Duzia de coilariubos lisos para hemem, a
69000.
Lindas o elegantes caixnhas com perfu-
mes do aulor E. Cudray e Gell Frres, pro-
>rias para presentes.
feio, smente por estar mal enfeitado: a Nora Es
pcrani'.a ra i uque de Caxias n. 63, remove
esto mal; porque e gal5es e franjas de todas as cores, onde pode es-
colher-se vontade subresahlndo entra estas as
modernas franjas rottoaicas, que pela ma varieda-
de de cores, liea bem m quasi (odas as fazendas.
A ella antes que se acabem.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamanhos ra Duque
de Caxias ti. 63, na Nova Esperanza.
Cabellos breos so tem quem
quer
A Noval EifMsnca ra 9uaue de Caxias a.
63, acai>a de reaeber a verdadeira tittura de Des-
nous para tfcigif os cabellos, o que se efios^ue
(empregafrdr)-a)Torri multa' facrlioafle, e pot este
motivo, cabellos brancos s tem qitMn quer.
Esto na moda
Os cinturoes de couro, proprios para senhoras,
que recebeu a Nova Esperanca tas. Duque de
Caxias n 63, eftao, sim, senhora, estao na moda I
Se queris ter ou preparar um ratnalhele de
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
ou para oulro fim apropriado, necessario ir
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os melores ports lauquis
que se pode desejar.
]Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de recebernova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos prtos. O bom re-
sultado colhitlo por quem tom feito Uso dessa
inofTensiva preparaco a tem altamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lemhrar a quem no-
vamente deila praeke e quewa se aprOvtitar de
sua utilidade. Tambem Teio agua de topasio e
oleo florido para o mesmo us, e tao acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cares.
A agu branca, ra *o Duque di Caxias n.
o'\ recebeu novas c bonitas voltas e brincos de
grosso* aljofares de cores, e como sempre conti-
nua a vende-las por preeo commodo.
Novos diademas dourados e

BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
Lourciifo Pereira AlendesGuimares
Declara a seus freguezes que tem rcsolyido veqd,er o malbarato que (or possivel, *
Ra do Bani-> da Victoria n. 22.
DE
Carneiro Vianua.
ecas de cera de (odos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
urna ere sua caixa, boneVas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
bjectos e porcellana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
.lilas de rame, moldura e estampas para quadros etc., etc., emuitos qobjectos uo se
irna
!uiif,'0 mencionar.
i

n;a oj| mijh .O u mH ''3
vil! ujpmv 'iiohj '^j a Jnu j ooaa*Tnj
^3 a j|jjjjj 'ourniT| | -|o|o>aqj la||ai|no4ao -otiak'f oc|
ivamf uj '61 '3H3Ua "I |aa 11**g
wptft opo ttyudvionv ovtotutut twfl tnuuptd *p todwj to ajusjnp opnj#^
os 9 'ojtustfifi/ fimo v vpiq?q o 9ntjsuo9 9j 'jojvo p orfuwi o vjod i9t
Opp?yU003J, W -lUpiodg tTp 9 V9t6j9q Vp 'DiUMJ 9f> S9V\\S0\{ tSdpWM
Wi o;w 9Ji9pvpm tun tuo? opvnuuiwdx xo yolno P oW"IV 0
voixaa vo ohuuvivo
S31N303U f)0 SOOI1NV SOXOIJ
{i*f,tintm*wn*tmtai'nataiu<,)vn6oj)OUJvnbfJf3U9l'31UvdDtU[J "S30!)33fHI 13
oaniiaavo ounoo oa svusaiON
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amad va s3q5o3jjv
cnBv,p o3nod tun xuoo noo.ind uooxj *S30JWUQH0J 13
YSIOANOO 3SS01
oii3d aa oy5vnuui
zviiNU3d asso
soxnijaa
voixaa aa ohuhvvo
$3iiH3Moaa
: vJdudB mun vtvdvdot
p tsjiflo? tvnp no onBo,p odo um ojvd ?Jtx> ip J9y09 vutft "101838 13
: saiuiufts si|sa|ouj seu o|ixa loinu o moo npeSojduis a / p ota| q
com pedras.
soqjJt'ieo 'sassoj
'9}fToaojq 'soxmjap ap sosea sou 'sa|jaui
souam no stbuj seucsij setmm uiaSumeA
uioo anian t P oanr o
osJieaiE op picpeaSEsap oei ofutu o eius a
oijcm^ubj) ap apepi)!3Bj 'oduiat ap eiuiouoaa
933MJJ0 anb o 'espaid e[|.i,p opuenb oc^qea
-re ap en8s ns e jwjedaid ejiauEui essa.p
epod fEnb epeQ '{3ispea8es9p oso3 mas
o?seo\e ap biiSb ajuaipoxa ap odoa uin o|o|
iqo utd n8e,p odoa uin.u ajes sp jaujoa
BUin 9||8,p JBJI9P BlSBg S9lU3|U3AU00Ul 80
jai mas 'Eijuipjo objiboib ap e3e cp suaSej
-UBAse sepot Biauanbasuoa Jod onssod (joing
ap uojpnog) t***9 r !? 0
soiipe soidiaujd
ap o?5Jodojd apuEj8 sran iuoiuoo 'amnion
ouanbad oin qos 'renb o 'ojaiBor ap opBJiUM
- j^ari nm UBd&id 9||a 'ejjaqoosap toa)
bsss opuEiia\ojdy -|3.vnios sreui bujoi o anta
'iiaABiJoddnsui jo&ibuib as o a smooiixu
i osjibo|b OB jwi) noSaua tofos jyg o
oaviniu l aimiNaoiioo noon
l 16109 W
A agu branca, rqa doJ)uuue de. Caxiasn.
50, recebeu navo sartimeato de bn?!w dfeife-
mas doorados e c0hi pdBras, tarito para meninas
como para senhoras.
Colloce de tommm ou
no*mas para esreer-#e>
A aguia branca, ra finque d Ca\i.i n. SO,1
recebeu novas culiec^oes ou normas para, as enan-
cas aprenderem a escrever pb'r mesmo,- fe.Je \%o'
usadas as aul. e eoileaios; e camo sempre Ven-
de-as por jire.o cmrrioao.
Meias crua finas pai-a meni-
nas e Keiikoras
A loja d'aguia bra, ra Duque de fxias
n. 50, recebeu novo sorimento fcqnellas t pro-
curadas meias efuas para senhora, vm do ignal-
mente para menina, e ontinri*' a vende-la per
precos commob.
Veos on maotiiias pretas.
A loja da ^tniia branea, ra do Duque i! Ca-
xias n. 50, receben bonitos veos oh manlinbas
pretas de seda com flores, e nutras a imitac/So de
croch, e vende as'pates barata precos de 3*,
4J e 6000. A fazenda boa e est em perfeuo
estado, pela,|ae eestMia a ter jarompta extrae-
cao
Pwfeifca novidlade.
Grampos com borboletas, beiouros e gafa-
nbotos doar^dos e coloridos.
A foja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias o. 50, recebeu novos grampos com br-
bolatas, bi.'zouros e gafituhoiQs, que de re rio
peiuefca novid de. A quanUdade pepueaa, e
por isso em brove se acabar.
ovas goJJtoas praa4as eom
^peluda ^uamalio
A foja d'atiuia branca ra .Duque de-6axias
- ), receben .urna, pequea quantidade de boni-
s aovas gollirihas, ttablno ere h "seda, co-
das com' arnvinho, obras stas de muito gosto
,-auimite no/a.
mpos, brincos e roaetas
dburdns.
A loja da agui branca, ra do Buque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; asskn como
novos diademas de ac, e comoisenipre conti-
na a verw\r-ls por preces raaoaveis
Caixihhas com pos dourados
e prateadosrpara cabellos.
Vende-se na foja da Aguia Branca ra do Dd-
que deCxfas n. 50. .
Larvas de pellica pretas e de
Outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca
xias n. 50, recebeu aovo sorrtmento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
..i .. _____________j______________________
4o ris a 'libra
Vende-se a 40 ris a libra de rame proprio
para cercar sitios, em lugar de varas, nao ha
na ia mais barato : no. armazem da hola amare I la
na travessa da ra do Imperador.
Nao ha mais cabellos
teneos.
A' este grande estabeleciment tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parta desta cidade, como bem as-
sim concerta-tas pelo tempo tambem d'um
anno sem despendi algum do comprador.
Seste estabetociinunto t mbem ha p.rtengas
para as mesmas machinas c % suppre qual-
quer pe^a que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a peiieicao de
um o dous pospontos, frauze e borde tu la
qualquer costura por fina que *-ja, seus
precos sao da seguintequalidade : para tra-
balhar a mao de 308000, 10900. 458000
e 508000, para trabalhar coin o p sao de
808000, 908000, 1008000, 108O0,
1208000, 1308000, 1508000, 2005000 e
2508000, emquanto aos autores nao Na al-
teracao de presos, eos compradores |>mlerao
visitar este estabelcsimento, que muilo- de-
vero gostar pela variedade de ohjectoe que'
ha sempre para vender, como sejain : caoei-
ras para viagem, malas para viagem, eadei-
ras para salas, ditas re balanco, ditas para
crianza, (alias), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, dospensaveis
para crianeas, de todas as qualiiladcs, carnes
iio ierro para homem o crianzas, capachos,
espelnos- dourados pnra sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros eom cabo de metal e de marfim,
ditos avlsos, colheres de metal fin i, condiei- muito barato,
ros para sala, jarros, guarda-comidas de-
rame, tainpas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitafem este grande estabelecimento
que seacha anerto de-de as'6 "horas da mi-
aba ate a O botas da >wte
ua doBarao da Victtrria n.
22,
saber
CHITAS A 160 E 200 R6. 0 COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e200 o covado. D-
tas limpas a 2V0, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FKANCEZAS A 320 RS.
Vende-sc cassas francezas a' 320 o 300 rs.
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-so lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 3G0, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-sc cobertas de chitas de cores, a
18600 e 28000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 18200, 29500 o, 49500.
CHALES DE L.\ A 800 RS.
Vende-se chales de l de quadros a 800
rs. e 18000.
Ditos de merino a 28, 38, 49 e 58000.
CAMBRAIA BRANCA A 18000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 38, 38500, 48, 48500,
59 e 68000.
SAIAS BRANCAS A 28000.
Vende-sc saias brancas e de cores, para
senhoras, a 28000 e 28500.
BONETSA 500 RS.
Vende-se bonets pretus de seda para ho-
mensr a 500 rs. Chapeos de palha, peflo c
raassa, a 28, 28500, U80OO e 48000.
MADAPOLOA 33T000.
Vende-se pei-as de mad'apoto enfestato a
38000. Ditos inglezes para os precude
48, 485&0, 58, 68000 e 78000.
ALGODO A 39500.
Vende-se pecas de algodo, a 38500, 49,
e 58000.
BRAMANTE A t8600.
Vende-s bramante com 10 palmos e
largura para lencol, a 18600, 29 c 2850 o
metro.
GRANDE LIQIDACAO DE SABONETES 289 RS.
Vende-se urna grande porr;o de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cjhi
cheiro a 320 o 500 rs.
Agua de colonia,:a200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
CORTES DE BRIM DE CORES A 19500.
Vcnde-SAJ cortes de brim de cores par?
caiga, a 18500 e2lQU0.
BOTNASA39000.
Vende-se botinas para sephors, a 39000 e
">;>ui), a ellas antes que so acabem.
ROliPA FKITA NACIONAL.
Vende-se carrjisas brancas, a 18600, 2?,
28500, 39000 e 48O00.
Calcas de casemuYis de copes, 59, 6f t
79000.
Colotes de casemira, a 29, 29*00, 5 e
4$>00.
Palitts de casomjra,. 4|, #8 e 88000.
Seroulas a I5 e 18600.
BRIM DECORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a 440
rs. o c vado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de lencos brancos, a
29000. Ditos com barras de coros- a 39000
Ditos de linho a 9000.
TOALHAS A 800 RS.
Vonde-se toalhas para rosto, a 890 rs. e
19000.
GRAVATAS DE SEDA FRF.TA A 500 RS
Vende-se grbalas de seda prcta, a 500
rs. cada una.
CHITiS PARA COBERTA A 280 1S.
Vndese chita para cobertn, a 280 e 320
rs. o co'ado.
BtiYClS PARA MENINOS A 18300.
Vemfe-se bonetes para meninos, a 19500
ESPAJtTILHOS PARA SENHORA A 39500
Vende se espartilhos para senbera,
39500.
P ENTES A 380 RS.
Yendc-se pontes e alisar, a 2'O, 320 t
400 rs.
POS DE ARROZ A 240 RS.
Venr>e-8e pos de arroz em caix*, a 240
rs., para liquidar.
ESPM.HOS A 210 RS.
Vendo-se js^Ibos c diversos tamanhos,
a240 e 320 rs.
TESARAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos,
a 320 e 500 rs., para liquidar, e outros
mutas artigos que se-vende barato para li-
quidacSo de facturas.
1J
^^k^i
rv


,?hmWLcia 4e P,
A*.
Cobertas de rfita adamascada i 3*100.
I^hcoesde btwnaDtfc a 1.
Ditos de algnrJSO de (lilas larguras a i200.
Cobertores d (a esonros a 2#.
Colchas ;rl.-mm9CBdas a 43.
Tialhas alrciioadas a C a-duzia.
Na ra do Cre po n. 80, loja de Ctaibernie &
Companhia.
Grosdenaples
(rosdenaple p etoa i 800 o covado.
Dito preto ifc coidao a 2 2V0 e- 2*400.
S6 na ra do-Crespo n 20, laja de-Suberme *
Comeanhia.
Cretone
Cratone, liade padrdes, a 440 rs. } colado.
Na na do Cnaspo n. 20, laja.da- Gufeerwe
Comeanhia.
Sem igual
RNA DO CRE'HO N. 20.
Aeabou dereceber um 3rtimen(i) decambreai:i
de cores o qua lia de mais novidade e vende-se p
2S0|rs. o covado. na loja do Ciuilhemnei C.
L.&ainttu* r-scostteMs u %-AO o
1BSO rs. -carmel
20.Nua do CraspOiB^-aO.
Lazinhas sscossejas, pr.droes iotairamente novos,
pe'i dliniuit'.o jirego de JtO rs. o covado.
Ditas de qfiajros miudinlios a 240 rs. o eovado.
E' pechiosha, e dao-se amostras na^ioja
de
lnl|aMMte i'C.
hkhuqo
ledalha
M
OhYO.
TNICO E FEBRFUGO
> I.. ACABEMI* B MEBCIS.%, BE PIRI*
auiNA
LAROCKE
BB
16.000 I-
ELIXIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICANTE E RE ARADOR,
nperler m VlnkM e xmr*pe- filu.
Experimentada com pleno aucceaao nos hospitles, a Qcika Lrocbi (on Extracto compUl
4 Quina) urna preparacio excepcional, por ser privada do axargo fia Quina. Agrada por
conseguinte as pessoas as mais Intolerantes e aos paladares os mais teTIcados, poto nem
muito doce nem muito viscosa, sendo de urna limpidez constate. Emprega-se com muito
proveito nos casos de : gutralgia, dytpepcia, nnralgia, tmimia, marasmo, cachexias,
magreza, fattio lem causa apparente, cmvaUscencas demoradas. Morse t e ser op huas.
E O BSPECIFICO DAS MOLESTIAS FEB81S.
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA pabiz,
Bcunindo todas u prepriedades do Ferro et di Quisa. -15, ru Drouot.

(Mas.
Chitas roxas coi>i ptxmeno defelto a 2C0 210 :
na ra do Crespo n. 20, loja de GnimealM &C.
Madapolo e algodo ava-
llados.
MadapolOes e algodoes avariados de lifferentes
nrecos >' (jualidades: na ra do .Crespo n. 20, loja.
ce Gnilherme A C.
S vendu-se
Alpacas de Kstras mnko finas e limlos
a 500 rs. o cornado ; na ra do Crespo n. 20, lo
Guilherme & & ap
^ S e nica approvada^ pelas academias de
sciencias, roooimfecida Supenor a toda qm
tem apparecido al boje. .Deposito princi-
pal ruVda'Cadfii' do Recite, hoje Mr-
quez de linda, n. t, i. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellen
reiro.
Xarope d^griao do Para
Antigoe conceptuado medicamento para
cura das molestias, dos orgos respiratorios,
como phtysica,'bronchites, asthma, etc.,
appLicado anda riom ptimos resultados no
escorbuto. ,
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
PODPHJM
Violas pr erro
Sa ra do Amorim n. 58, arqazem de
Lebre d Reis, ha para vender, vellas para
caito, de 6 e 8 em majo, por prego cjan'
4O0.
de seda com toque de mofo a 800 e lOOO o cova-
do, para acabar : na ra do Quehnado n. 43,
do-sa amostras.
Vende-se um boi manso e feito no ser vico, e
urna carroca em bom estado : quem pretender
diriia-serua do Viseando de Goyanna, autiga ra
do Mondego, n. 71, taverna.
Gaesas avariadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavio vendo finiftwias cassaa francezas do,
cores com os mais delicados padroes, por terem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pele
barato proco do doce vintens o eovado. E pechio-
cha : na loja do Pavao, na da Imperatris
0.
VERDADBIRAS
PILLAS de BLANCAUD
COM IODURET0 DE FERRO IN<ERAVEl
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, fcrC.
PosBuindo as propriedades do ioho e do raimo, ellas convem especialmente as Arric-
c5es scrofolosas, a Tsica no principio, a (raqueta de temperamento e tambem nos casos
de Falta db cor, amesorrhea, em qoe necessario reagir sobre o-sangcb seja para Ihe i
restituir a sua riqueza e abundancia normaes, on para provocare fagafer o sen curso peri-
dico.
W. B. O lodurelo de ferro Impuro ou alterado um medicamento Infle!,
tfrIUtiU. C*ma prova de pureza e autbenlieldade das crddern
1*1 lulas de Blaoeanl, derr-te exigir DOMO rilo de prala r. me-.
(Iva e soasa Ormn, aqu reprodnziili, que te aeha na parte aferlur
de um raala urde. Dee-ae descoiiliar das laUiaca(Oei.
Acbaa-ae em toda aa aharmaclaa Pharmaeeulico, ra 'Bonaparte, 40, Pars.
Cola da Bahia,
Vonde-se na ra da Cnu,-'armatem a. tfj, mtt-'
l-niuna Cola oa Babia, em poredes e a retalbe.
VI N.HO
RECONSTTANTE
DO D_* DELOR
Preparado por H. BEZIER, Ph da Cachola de Parix.
O VINHO OEPHATIVO 0 DOUTOB DEI.tfn ao mesmo
tempo que purifica o sanpue d'waa nianeira enrgica na 6 altera e lite.a
conserva a aualonicidode prmitlva.>
Tal o restrio dos numerosos altestados erxlereeados ai Doaioe BF.t^M'j
rtrpols da experiencias reitks pelos prfncipacs Mdicos te Prista, Ha HtlHi, j
a Rinsia, da Alleinnulia c da Blgica.
O Vinho Depurativo do D'PELOR c o nico producto, qne, uasl
eliniiiKi do saii^ue fados os principios mrbidos que q tlota, ooinoj
taniliem Ihe conserva a sua torca a sua cousiuea primitiva.
E pcir isso jiie as Mvdisas pcessafao -se de applicar a oora prepat S I
tiier,r|M;ulica do DoWor DB40B.
O finito DcpuraHro ilo'T5f5.0*. dcjxa longe de si as prnata^o* ialilufaifas i
de;inralia, laes jue xarope), rob* esselirias, e as quines.* HaW dpot^caj j
o s;i 11511c ocnfraqiiccein, e cujas eSeitossa antes nocivo* 4m qaVfulVist
O Vit>depuratrvo doxVOBl.ORempregadn c.;n cxirocnnlra as Escrfulas,'
'.htiga* itHfton, t''ti FeirfM WPcrk**, Tmanri, Aiet<*n. **vth*mtn, I
nifcos,thi-pes,SahugeM,Impgens, lepra. Turna,gphiUtou tn*l irtwro) I
c Iwliis a* fnblesliaS^1 prtte.--' K um preservativo ctar eootra as ftSrtt amn- 1
rrtriteryptmlilr. tmlsaspe^v>.isainirla>ilva^Aa'Waiflj, Snrs-1
eie b de (-> . PARA tlfctAl.? .; If tita timery.
V>BA K)H AVfACAD : 4, Loulsmird St-Murtim^ PA^ts
K ou* ee*A l*tr*Vrfaclna do RrAzlt.
:WlnV0 00 SAN6UE
r>

tiiiico
d*oiitf>, onde-se atta avetfW na casa
df..Jj^WBr.4,>v;


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Diario de Pcniainbuo Teroar feira ^''k-Jullio de 18f8.
f
7
PE
mus POSMTO
SOARES LEltE, IRMOS
NICOS AGENTES
A'
Roa do Barflo da Victoria i. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
Na oxposico de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a raedalha de ouro o a condecora-
cao da Legiau de Honra, por serem as machinas mais per.
(citas do mundo.
A mcdalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o dover de nnanciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estnbelecea nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, oro deposito e agencia
geral, para em l'ernambmx) e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trnbalho,
*mpregaiido urna aguHia mafc curta com a mesma qualidadedelinhaquequalquer uutra,
f pela introdueco dos mais aperfeieoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer no entune pnblico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira..0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
cirouinstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da m.o.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquerdesarranjo.
Teroeira.Ha nellas menor frieco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que lias outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permute que so examine o trabalho de ambos os fios, o qne se nao consegu -
nas outras.
Sexta.Fazem ponto xniudo em casemira, atravossando o fio de um outro lado,
B logo em seguida, sem modilicar-*c a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maiorfacilidade, quando se tem de muda
de agulha ao comocar nova costura.
Oitava. Muitas.coropankias de machinas de costura, tm tido pocas de gramleza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudaucas radicaos parapoderom substituir : entretanto a oompanhia das machinas de Howe
adoptando a opiniao de Elias Ilowe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje ne atiende a procura, po6to que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina ncompanha livretos com instrncc6es em portogo*.
A 9(fcOOO A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
NOVA
2 A-
L0JA
Ra
do CabugN. 2 A
DE
BARRAS FILMO
Achando-se completamente reformado este eslabelecimento, e
tendo os seus propnetarios feito urna importante aequisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, de qunlidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fozer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
56
56 a
aRa do Mrquez de Olinda -
(outr'ora ra da Cadeia)
LUJA DE MACHINAS
Sendo este mitigo estabclocimenlo assaz conhocido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos c bons sortimentos com que sempre prima em ter da
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machina* americanas para algo
dilo, desde 10 & 60serras, c ha vendo em lodos os tamanhos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descaroca ment ; tornam-se dignas de
apreciadas pelos Srs. agricultores; os quacs, alera disto, encontraran
A'
do Bar lo da Victoria n. 28.
BAZAR DA RA DIREITA
HOJE
MARCILIO DAS N. 51.
Este eslabelecimento sempre solicito om oorocera concurrencia do respeitavel pu-
lico um completo sortjmento de miudezas, calcado francez, chapeos e quiuquilh
reos os mais razoavefs possiveis, para o que recebe quasi todos os seus rticos (
Hilarias a
blico
preeos w& mais razoaveis possiveis, para o que recelxi quasi todos os seusarligos oe pro-
pria encommenda da Europa e America, vem dar oublicidade de alguns artigos por cujos
preeos bem se pode avahar os procos de oulros mudos que se lornaria enfadonho pu-
blicar.
MIUDEZAS.
1.3 para bordar, da mclhor qualidade, 1
MIUDEZAS.
Brincos dito de dito por 2$500.
Ubr por oSOO. i Botes de sotim pretos e decores, a 800
Agullws francesas, fundo dourado, a ca- rs- e 1*000 a dtiza.
> nha com 4 papis a liu rs., 2W> -r. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fila de nHqH umi lindos co- guras. a 18000 e 1*400 o metro.
racoes ugiudo "lauruperola, a 500 rs. ^,{as 4* cores e pretas a 800 rs. e 1*000 o
Voltas para o pesclo, fingindo camateu, tro
| companhadas com 1 par de brincos seine-
hante, tudo por 2S>500.
Linba branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeracao a
fosto do freguez, a iiOO a duzia.
Diademas dourados de 10300 a 39000.
Ditos Je tartaruga cora flores a 20000.
Ditos oom borboletas a-l9oU0.
Brinca encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut da 500 .re. a 29000.
Ditos dourados, duzia da pares, a 19500
* 29000.
Voltas de aljofares cora brincos, a 29500.
Ditas da ditos oom coraces a 19000.
Ditas de ditos de cantas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a .19 e 19500 o par.
Grvalas de seda para sen huras de 19200
a 29000.
Paruras com 2 la$os para cabera e peo
t 39 c 490Q0.
ntremelos e babadinhos bordados de 36o
* a 29400 a peca.
ftales de seila brancos e de cores, de
19300 a 29500a paca.
Ditos de abjeda.e seda, de 19 a 19400
a peca.
Ditos de algodiOj a 100 e 300 rs. a peca.
Tranciahas de cores, a 10 e 500 rs. a
Jreca.
Loques de maeftm a 59e 89000.
Ditos sndalo'a 49500.
Ditos de madeJra-Mtifaixio, a 29000.
Ditos de papetes a 1*800.
Coques para setihom, a 3*. 3*500 e 4*.
Aierecos finginde aera, oropondo-se de
altneu e brincos por 29DW>.
Dito dito ore** por 29500.
Ditos de paqol, euipotido^se de aWnate
e brinco, sendo de milito gosto, por 59000.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfeitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charttj tapete e tranca, mais barato
10 % d 1u > outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
ntara, a 119000.
Dit(6 ditos paa escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senboras, de 29890 a 59000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfira a 149000.
Hitos dito de merina, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo do
madeira, a 09000.
Ditas dito cabo de raarim a 9*000.
DIVERSOS .RTICOS.
Granadine para vestidos, faaenda da ulti-
ma moda, oom listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos da crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada- um.
Ditos para sof, a 3* o 4*000.
Toalhas de linho para rosto, a 19900 cada
tima.
Ditas de algodSo aleoreados, a 840 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
9000.
serem vistas e
tambem mais :
Apurados vapores i.ocomovicis, de forca
, de f'/j e 3'/j cavallos cora todos pertvtigas
precisos para traballiarem 4 machinas para
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e fafle!-
ra.
Carros de mao para atierros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para coziuha.
Emfim muitos outros artigos, que savista e ueste
examinados.
Temos de bandejas finas.
Correntos Mra ai rster madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Satilro refinado.
Breu superior.
Momhos de diversos fabricantes para mi-
Rio e caf.
Dehulhadores para milho.
Azaite de spermacete para macliinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japj.
Ditas americanas.
'Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
IVkos de dito cstauhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de horracha.
Folies para fcrreiros.
estabeleomoderoentp sji o
Sif) ar.nnzcni de fofrit tifies fktk IC
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores loconiQveis de forca de 5 a 4 wallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos taraanhos.
Taquetas para coberhe de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
tfontas de laDca para carro.
Chicotes para carro.
Galoes largo e estreilo para carro.
mgos com cabera de marfim, idm.
TASSO IRMOS k C.
Em seus armazeus ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavo para ladrllio.
Canos de barro para esgoto.
Cimi'nto Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de dcscarocar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Kussia em barril.
Phosphoros de cera.
,Sagi. em garrafSes.
Sevadinha em garrafSes.
Lenli has em garraiees.
Rbum da aJuiaica. ,
Vinho do Purto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Hordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Majeira.
Potes com linguas e dofcraflas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulter Freras.
Latas d ivmcimuo ,tflflei.
Barris com rejK-lho em sabnoura.
Joaquim Jos Gon^alves
Beitro & Filhos
Teem para veaik'r na sea escriptono ra do
. ...M-.J>|Piniercro n. 5, o seguinte :
AGARftENTErieeanl: caita fle garrafas.
A larn \AItC0S de pao4x1ra;barril.
CAL de Lisboa, reconiemanta chegada.
CHAPEOS de sol, para .hornera e senhora, cabo
de nrarflm t> t3sso.
PRIXESde forro," pata parta.
FK) de aigodsw da Babia, da'fabrica do cammeo-
, ., mwKlador Pedrow.
LfNHA de roriz.
08HAS de pal eta.
PWK.NO de algndao da' Baha;'da fuarica do ob
-mendador Pedir.*).
lt|TUOZ de luJa. as quahdadca, das fabricas da
1 -w. P*res e E^afird" Militao.
ROLHAS propria-. pata "botica.
SALSAPARBIIJIA dcPart.
KLA-- de ootb 4a- todua ostamaahos.
VLNHO eaaatraiado do iVrtft, aiita k 12 gr-
ri
A PredHecta,
no empenho de'bem servir aos seus freguezss e
-ao publico em geral tem procurado prover-ae doj
3ue ha de melhor a da ultima moda dos ulerea-
os de Europa pira expo-lo aqu veoX cer-
tos de que os seus arligos serio bem apreciados
pelos amantes do boin e barato ; passa a ennu
Uierar alguns d'eatre elles, como sejain :
ALB.nS, os mais ricos que tem viudo a este
men-ado, com capas de inadreperoia,
tartaruga, inannn, velludo e chagrn.
ADERECOS pretO e voltas proprias para luto ;
Utiin 6> mo, uut ixm to sortimento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para pubbef, o que so piule desojar de
melhur em plaqu,, tartaruga, madre-
perol a, niarlim e osse.
BOLCAS de velludo, seda, pal lia e chagrn,
lia de mais moderno e I ndas.
BICOS de seda e de algodo, tanto braneo como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXLNIIAS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitacito, o que pode haver de mais
bonito o bom gosto.
DEADEMAS, ueste genero a Predilecta apr-
sela um grande e lindo sortimento
capaz de sati>fazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que soja.
PORT-BOUQUET de madreperela, marfim e dsso,
este um objecto indispensavel as se-.
nhoras do bom tora, aiini do aspiar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rcm us d>'Iiradas inaos.
PENTES do tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E1 sabido do publico que a Pre-
dlecla sempre conserva um imporian-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamadas fabricantes,
Lubin, Piver, auciedada h>gienica, Cou-
dray, Gosms e lUmei, que incum-
bido da esculla dos aromas mais bem
aceito*- pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se ra
possibilidado de bera servir aos .tillan-
tes dtis perfumes.
A PREDILECTA deisa d^ enamorar orna m
mensidade de artigos, alim de na nias-
sar aos leitores e se 1 ede a benevo-
lencia d) respeitavel publico em di-
rigir-se na do almg n. I A, pa-
ra conveneer-so aonde pode comprar
o que linii 1 e barato, assim como:
PACHAS ricas e modernas de tuquira e gurgurao
seia
IMEXSVETTUS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissmo preco.
FLORES. A Iredilecta prioia em conservar um
bello sortimeuto de flores ao alcance
de qualquer bol a anda que nao es
teja bem reptela de dinbeiro.
FITAS. j bem sabido do publico quo s na
Predilecta que podem encontrar un
grande sortimento de fila de setim,
tafet, velludo, linho e de algodo, por
commodo p-eco.
GRAMPOS de tartaruga, imitadlo destes, pre-
tos e i'e oires, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda 0. de cambraia para senhora,
. lacos e gulinhas de bonitas cores, tam-
bera tem un hora sortimento de gr-
valas e rebatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Sara ornatos de sala,
lei s de seda, de II e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e hornera.
LEQl'ES. Ricos loques de madreperoia, tartaruga,
martim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda c de algodo, para
homem e senhora.
UVROS para missa a Prndilecta'apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperoia. tartaruga, marfim, sso,
velludo e chagrn, por preeos mni
razoaves.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cahng> n. 1 A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e. de phantazia,
saias bordadas, ditas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
per barato preco.
1.a e 2.a' serie.



ye"
So escripiorio da ra do Commere n. 32, de Joao Jos de Carvalhq
tforaes, vende-se o suguiate :
Caf do Bio de Jaugjro.
Omett d i?yM|a0..i.
Palhinha pr9#iade.
Cera em v^aa.
Oleo de lui.^.
Couro de lustre.
Bezerros.
Chumbo de municAo,-.
Comma-lHca, suparior qualidad
Cadeiras hamburguesas.
Hitas do beUnco.
Wtas para criancas.
Vendase nma assigritnra das tadterneus do
Diccii nsri> Portiigoot da Fr. D. MMfe, j4 pagas a
Ia c t' series : ra Buque de ia n. li.

Muito barato
yende-se. um armacSo e ganerps de molhAdbs,
por f da praca do Capkn : Tratar na mes:
Aaiuiica^ verdadokas
Bichas.luinburguflzas qae enva estaraardaia:
na raa,o>M.-rqMez(do,^liadaia.h
PUMO da trra.
rdaf^Sam^ff/
*0. '
ditO'Moctl 8 Dbhrtv idemtfctu.
ditoSetubal, caixas de'l Wias.
" da aJu enganraado, caixas d 6 gar-
rafas,
* Collares superior, em-netmitas.
'tarta, tlxa* a t gar *%,
-Matatia, da Dow, awu oom il gar-
ra/afc
Cstrravefloi, dem idem\
Goraea &..Mattos Irmao'
liWfJEa :
Gonima do Araeaty muito aova.
Lera de carnauba.
Velas-* carnahbad* Arcaty.
micos e rendas do Aracaty
Sola pelte da rafe*
Ra do Mrquez de Cunda n.
andar.
Grande e elegante casa del
campo para fesideirta de
grande familia.
D; Magia palo WwlMapa.qrwtaiora^aoha
m caw>deM.pai-fSuiitinn Puree.i tm S*nw
Amaro, vende s.-u grande s.bradaa Pq^n.da^,f^'
"W0 W re8id5 ualata)te. -r. Dr. Sera-
% ,&Wtnnia st r^nffihifiVM'pfe ta bS
lcaMade, m>WC&s"'l ^*nftilW'W M
W"* ftilgti*- ri\*-im' ^oiuainaild bilfear. car jandim, cacmii*
e.rjanttatro qun> ^tender Mfi #e J^narie-
eparalnlbrmr.o, nalbJslWSr. ort<(lht iitlHt
*-Arttuj ra Ja Marqaa de Girada n. 9( ea-
itiata da adata ____________-,
- v'*g*Mo.obrailoi,o. 4o sito mh Impe-
Arnwzem do fumo
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Uomingues do Carmo e Silva participa aos
seus Treguezes e amigos que no seu armazem
ra da Madie de Dcus n. 10 A, se acha um com-
pleto sortimento de fumoem fardos de patente .",
2.' e 3.* sortes, dos melhores fabricantes da --ahia,
e bern assin a flor de todos os fumos de corda
em rolos, pacotes, latas granies e pequeas, tam-
bem dos mui acreditados fabricantes Torres k
Antojo, Liiaur, Adolpho Schmdt 4 C, Lizaur
Schmidt & C, Wjjjs & Araujo, Trindade k Ave-
lar, Teixeira Pinto A Portella (garantido pelos
mesmos) e de outros ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. 0 annunciante declara que
todo fumo que for vendido em sua casa ser pelo
-seu justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, seta sincero, mu particularmente
com as pe9?oas que ponco entenlam da materia ;
pols para bem servir a lodos, tem o annunciante
l ranga pralica de lo annos deste commercio.
L0J4 DO PASSO
Ra Primeiro de Marco
n. 7 A,
0traora do i respo.
Os propietarios actualmente deste importante
esubeleciment", tendo procedido a nma completa
r forma em precitado estabelecimento, e conscios
de ser ello um dos mais bera sortidos principal-
mente era anigos de moda c alta novidade, pedem
ao respeitavel publico e em particular aos seus
numerosos fregu s a bondade de continuaren a
depositar em sua conhanea, garanlindo serem tem
servidos e por preeos nimiamente baratos. Ve-
nhaupois todos comprar novas e lindas fazen-
das, de cujas damos um pequeo resumo para
que k vista delle possam apreciar.
Velludo preto, setim maco preto e braneo, gor-
gnrao de seda, grosdenple preto e de lindas co-
res, la com listras de seda, cambraia maripoza,
nansok de lindos padioes, carnizas bordadas para
homnn, testoarios para criancas, chapeos para
baptisadea, Inanias brasileiras, metas da con pa-
ra homem e laenioos, chapeos de cabo da marfim
iara sol, srauadne. fil d>< seda, ricas basquinas
i Seda, fn (le linho, bramante, cambralas, ctri'
tas, caasemim*", etc.: a foja do Passo, fltt Pm
nireed l arco n. 7 A.
St>tiacao de corea.
Saias bordadas para senhora.
C- res de Vestidos brancos bardados para s-
Hhuar
'MariflfrO'et* de Orw.
CapoUas a mantas para ova.
Ritos curtes de seda de ares.
tlturios para bapthjads..
Chillaos para baptwados.
Colxas de seda para noitas.
UUhdV.U.
Toailus bordadas de cambraia de Itabo para,
antisado, coip dous mbVnias.
Ta hija'da Pasto, rtta Ptimeiro afeo, ifetf<
garnenle Crtfcp, *< t A.
1.niAml.iu 1 1 I lilil li'l 11
KDRT11EST0
MEB I f! N A
Preparado por
I^anman diKeind
paca thi si vj
to'i a qualidade
de doengas, quer
soja na garganta,
peito ou li .
Expressaineiil
escolnidodosmc-
lbores ligados dos
quaee o exteabo
o ob'O no b^nco
da Terra Nova
purifioadochimi-
ealineiilf, c suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, em todo
o frasco so garan-
teperfuita men-
te puro.
Este oleo tem
sido suluix-ttido
auniexainemui-
to severn, pelo
cbimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a cunter
JMAIOR TORCAO D'IODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
10IS0 LMl'OFRSALVAliuR.
Km ludo b oleo de figado de bacnllio, e na-
quc.lle no qual contm a maior porfo desta
invuluavol propiiodnile, o nico raeio para
curar tolas asdconi;as de
GARGANTA. PCITO, BOFES, FIGADO,
Phtvsiea, bronchistps, asthuin, catliarrho,
tosse, resfi amentos, etc.
litis poucos bascos da caniu-s ao muito
magro que seja, clarea a vista, e d vigor
a todo o corpo. Nenhuui oulro artigo C0-
uhcido 11a medicina ou sciencia, d tanto
uutimeiito aos)sloiiia e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacAo tem sido des-
truida pelas adecenes das
ESGROFUS OU RHELMATISMO
e todas aquella, cuja digestao se acha com-
pletamonte desarranjada, ^evem turnar
0 0le0 be figado de bacai.ho
di:
LaMun & kemp
Se quo desejain -ver-se livres e isenlas d
enfermidades.
Acha-se venda em lodas as '"ticas e
drogaras. 11. Forsler & C, agentes.
0 INEXTfNGlVEL
PERFUME
-Si
M^--> .-
A edrt
f\mk
^i-prlmeirc
rial, canto da travessa.do Lupa, lugar maito pro-
Prtoiarairgflcio: a tra'ar d.rog do Hospicio
n.'S, das C s'TOfls'aa tHaiity, e ois 3 is 6 da
tarde,
asna
DE
MUltRAY A LilMA^.
Urna pura distillacao das mais raras flo-
re dos trpicos. Contm, para assim cii-
zer, quasi o odor odorfero das (lores do
trapico da America, e sua fragancia quasi
inexhausta anda mesmo por continuada
evaporaco e diffuso. N'este respoto
incomparavel a qualquer oulro perrtime
qnn. na de venda para :
D&MAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBI.IDADE E
HYSTERICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com o bom
ton, tem conservado sua nfluem ;t para
cima de vinte e cinco annos sohn- lodos os
perfumes, nas Indias Occnlenta;, Cuba,
Mxico, America Central, e do bul o nos
com tocia a confianza o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza le odor o permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da peHe:
ASPEREZAS, EMBOLAS,
QUEMADURAS DO SOU,
SARDAS E BORBfUHAS.
Sendo reduzida com agua, se toma urna
encllente mistura para banhar a pclle,
dando um arOseado e cor clara a comploi-
co nublada, sendo applicada depois }-j
barbear, evita a irritacao que geral.nenio
occorre, assim como tambem garganteand>
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ibora a condica dos denles e gengivas.
Como ha muitas imitaces, as quaas nao
possuem nenhumas destas propriedades,
deve-se tomar cuidado e.,contar smeiite o
o famoso perfume i cosmtico do sul da
America, cham da:
\(il AF10RID1
DE
H1IRR11 A LAMMA!%'.
Se acha venda em todos odroguistasj
perfumaras da moda.
SEGREDO ECONOMA E GELEKIDADE.
Obtem-se com o oso
IHJECCiO SHOST
nica, hvgiemca, radical e infallnol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chnjnicas; e que
offerece como garantadasaJutares resultados
a contiUflda appficaao cfe sempre Cbm a
mair tabtagetn se tem feito della nos hos- *
pitaes de Pars.
Uteo drytto p"arao Urasft, llarthulrjmeu
"tt C, raUfgado RQsaViort. Si.
Lazinhas escossezas
TJliMnO foal'A"WB r.: #*^'tt da rus oxJ Qaei-
mado, era frente a pracinha.
BICHAS DE HAMBOftGO
As'mafe recentes e melHorbfe.
Vendem-serra jtharmarila drbgariacteBjar
rJSriltmifcn C. rna lrjta dosario 0 Rrt. M
Hosfridlna
Verdadairo bter he^poridlna. superior e acre-
Atado : i venda no armazem de Tasso Irmio &
|C ra do Amorim n. 37,
O 43 em Iiqwdae,ao.
Ilua cfo Qiieiiitario cu frente a
Chitas fna, b^niBs padrm tlO e rs.
Smrtoastie cwrs TO fS.
PdUMia* la s oda, a um.
Cambraia transparente fu a id.
E outros muitos artigus, todas por metade de
sen valor para acabar : so w, rha do Queiinado
em frente a pracinha. ____
Vndese na lola da ra Duque de Caxias n.
i, sesi*nut e qnatro
muito barato praijo.
taboas da amareilo, por
Ctdaded Encada.

B'era emdtante veader-so ha
riamente no acougu public a
tr*"


8
Diario de Pemambuco Terqa feira 22 de Jullio de 1873.
VRIEDDE
O espirita dos peixeti
QUEM COM FERRO KEKE CON FERRO SERA
FKK1D0.
Agora, quem incita o espadarte a offon-
dor os navios, com risco de ser victima do
la animosidad, purquanlo, quasi sempre
a sua arma se quobra na inadeira, fazendo-
lhe urna ferida mortal V Pretenden) alguna
3ue o espadarle considera a inassa sombra
a embarcago pelo corpo do un dos seus
linimgos naturacs, a balea ou a balcasiuha.
Esse gladiador dos mares torturado fro-
quenttmente por um pequeo molusco pa-
rsita que se aloja om suas carnes o oeea-
sions-Ihe um tal sotTrimento, quo o espa-
darte, nivoso, atira-se sobro tudo que pass;
ao seu alcance, c mesmo algumas ezes pre-
cipita-so sobre a praia com tanta violencia,
que encontra nella a murte.
Este pexe, condecido da mais remota n-
tiguidade, sempre trouxc nomes particula-
res, que recorduin o carcter saliente da
especie, o compndo bico que termina sua
cabera, [tostarte, deram-llies os anugoJ o
nomo d*Xuxias, Xiphius o de Glaudus ;
c os modernos do Espada, Dardo, Impera-
dor i Paite-Espada, Schewer-Fisch, Sword-
Fisch. Temo habito, dizem, de andaraos
pares, um macho e urna fomea, porm esse
tacto necessita sor confirmado.
O que inuitissi no corto, o enorme ta-
inanho que pode adquirir o esp darte. En-
contra-se, raras vezl vordade, alguns de
6 e 7 metros de comprido ; os de :J c -V me-
tros silo milito communs.
Apenas o peixe mostra o costado super-
ficie da agua, o arpnador executa seu ulli-
cio ;'o dardo laucado com forga fendo os
ares sibilan lo c vai eulerrar-se" no costado
do espadarte, emquanto a sua extremidade
ti.a atada a urna corda colinda em urna ce-
Iha no interior da barca. Dando ou reti-
rando a corda proposito, cansa-se o pei-
xo e acaba-se por apossarse delle sem pe-
rigo.
pnlre-sefra tamben um maleitor
encarnizado, un salteador huiliento que s
folga com o mal alheio. e nao teme" atcal-
os maioreshabitantes das vagas, isto, ba-
leas, conseguindo mata-las cnterrando-lhes
no corpo a lamina ossea guarnecida de es-
pinhos implantados como denles, que ter-
mina na sua cabera.
Da mesma maneira que o espadarle, o
veixe-terra atira-se sobre os navios e fura-
lhes a quereda rom sua arma formi lavel,
que algunas vezes se quebra na madeira.
Encontra-se algunas vozc esse sijualus na
costa da frica.
Este melhodo dirige-se aos novos espa-
dartes ; porm osvelhos, mais astuciosos,
sabem perfeitamente evitar as malhas prfi-
das, doixando-se escoar para o fundo e pas-
sando sob o fio. E' mister ento recorrer
ao arpo.
A pesca com o arpo se executa com bar-
cas armadas por deis, quatro ou seis re-
madores, um arpoador e um espreitador
que, de p sobre urna pequea plata-forma
sustida por dous montantes inclinados, at-
tenlamente observa os movimontos dos pei-
\es o indica pela voz e gesto o lado que de-
vem os remadores seguir.
Pesca-se o espadarte principalmente na
costa da Sicilia, onde precen) aprazar-se
todos os porta-espadas do Mediterrneo.
Empregam-se dous methodos com igual xi-
to : a cerca e o arpo.
O primevo methodo, que se applica aos
espillarles novos, pratica-so da maneira se-
guinte : Varias barcas trazendo cada urna
a bordo duas pegas de fio, esforgam-se e
unem-se formando urna cerca, isto, um
circo completo ao redor do silio onde iieam
os espadartes, lanzando successivamente
agua as pecas de fio ataudo-o urna potra
com auxilio do traillas, as quaes esto en-
caixadas. Sao indisponsaves para o bom
xito a rapidez o o conjuncto das manobras,
por quanto mister nao esquecer que os
peixes aggredidos o dotados de extrema
agilidade.
ASSEMBLEA GEiUL
CMARA DOS DEPITADOS.
REFQRMA DA GUARDA NACIONAL.
0 SR. GUSMAO LOBO (attengo) :TSr.
presidente, a proposla que est a ser discu-
tida tem sido objecto a duas ordens de cen-
sura. Accusam n'a ao mesmo tempo de
imprevidente e de tmida : de imprevidentc,
porque destre sem edificar, de tmida po-r
que edifica, quando era preciso ter a cora-
gem de tudo destruir.
Emquanto o nobre deputado pelo muni-
cipio neutro se revela principalmente pre-
oceupado do modo por que se realisar o
preceito constitucional que impe a todo o
cidado o dever de pegar en armas para
defender a independencia o integridade do
imperio, pelo orgo muito competente do
nobre deputado por Minas-Geraes faz-se ou-
vir a voz de um grande partido a reclamar
como nica medida compativel com o pro-
gresso das lberdades publicas a extinego
dessa patritica milicia cidad a quo a hon-
ra nacional nunca fez baldado appello. (A-
poiados).
Diz-se do um lado, com o tom sentencioso
de que a illustre dissidencia usa e abusa :
Legislar nao enfileirar artigos mais ou me-
nos bem combinados ; nao somente demo-
lir: crear, garantir, aperfeigoar. Nao
creando, nao garantindo, nao aperfeigoan-
do, a proposta nada tem de praVico e de
real isa vel: a mystificago todo o seu pla-
no, o seu carcter distinctivo.
Diz-se de outra bancada :A instituido
que tentas rehabilitar est irremediavelmen-
te condemnada pelo tempo ; tropelas sem
nome, que sua sombra se praticaram, des-
naturando-a em principio, acabaram por
desacredita-la, por terna-la um invencivel
estorvo ao mecanismo de um povo iivre.
Que a reduzam muito embora a um espec-
tro, ficar sempre um espectro sinislro li-
berdade.
O Sr. Ignacio JMartins :Apoiado.
0 Sr. Gusmao Lobo :... ficar a mes-
ma instituicao, anda mais desapreciada,
com todos os seus perigos, com todos os la-
gos de subordinsco, todas as prises que a
converteram em perigoso expediente de go-
vernos e facetos, sem nonhuma das vanta-
gens que ambicionis por amor da defeza
dopaiz.
Tal a dupla corrente de opinides que a
proposta parece destinada a encontrar e
combater em seu caminho.
Ha, porm, dous pontos em que se sen-
tem por accordo os Ilustres adversarios do
projecto, ambas as opinides roconhecem e
accentuam que o rgimen de 1850 fez o seu
tempo, c quo a proposla, modificando-o
profundamente, imprime liberdade um
passo um tanto adiautado, consagrando e
sanecionando um real progresso dos costu-
mes piiblicos. (Apoiados).
O Sr. pEREir.v dos Santos :Reformar
raethorar.
O Sn. usm.vo Lobo: E' auspicioso que
um projecto de reforma rena votos desta
lialureza. A primoira condigno de toda re-
forma, e aqu reside o principal segredo do
movimento sincpramonle reformista, que
seja tentada a lempo e opportuna. Nao
grato que, ao corrigir urna instituida j so-
bre que passou quasi um quarto do sceulo,
se ajustem conservadores o liberaos em at'.ri-
buir reforma o morito da opportuni lade?
De ser o legislad >r o interprete das gran les
necessi lades soctos segue-so que as leis de-
vem sor emannges vivas da sociedade ; e
este o primoiro fim a quo ellas deven) as-
pirar. Nao ha quem dosconhega a celebro
parase daquelle eminente publicista, de
quem disse Vultairo que a humanidade,
tendo perdido os seus ttulos, ello os reen-
contrara e reunir em um Bvro : sao os cos-
tumes que fazem as leis, e nao as leis quo
fazem os costuraos. (.Muito bem).
[natacavcl como por osle la lo se mani-
festa a proposla, nao o menos quer quanto
ao generoso pensamento que a hupiroa,
quer quanto s pro vi ieneias que a desun-
i! vein.
Anda ueste ponto o illustre orgo da
opposigo liberal nao lentou contestar pro-
posta um corto meivrimcuto; antes reoo-
nheceu com urna franqueza que o.honra que
ella nao indilTerento sorte do cidado.
Ao lo nar em eon-dderago as objeeges
do nobre deputado por Minas-Geraes, pro-
curara nao desviar me da orden) em que o
meo illustre amigo as expondou em seu bri-
Ihante discurso. I.ovar-se-me-ha em conta
que obeJeco nm plano que nao mea, um
plano alheio, quo me imposto pelas exi-
gencias da discussao.
Antes do accommellor o exame da pro-
posta, dcmoroii-se o nobre deputado em re-
ilesocs de ordem poltica, quejulgo do meu
dever, por justo desaggravu do partido con-
servador e da illustre maioria que lio dedi-
cadamentc o representa, nao deixar sem im-
nedato protesto.
Envolvendo na mesma censura gorerno e
cmara, recor lou o nobre deputado que, s
ao termo de seis longos mozos de trabalhos
legislativos tenha entrado a cmara no estu-
do de reformas desde tanto tempo prometti-
das, estranlnndo que o governo somente nos
ltimos dias90 mostr despertado nos verda-
deiros reclamos Uo espirito publico. Este
conceito do Ilustro deputado encerra urna
aprecaco mais que injusta. (Apoiados].
A lirao que os fictos esto litando que
o gabinete do 7 de margo nao pode ser nem
ao menos suspeilado do arrastar urna exis-
tencia inactiva de maulero poder por amor
do poder. (Apoiados) i
Ser preciso recordar ainJa urna vez as
reformas realisades e as reformas a re lisar?
A historia poltica nao registrou com orgu-
llio do partido quo ten no gabinete 7 de
margo o mais fiel interprete, os dous
grandes actos quo por si sos ostenlariam a
activi lade de um periodo poltico, de dous
monumentos este o nome) de reforma do
elemento servil o da reforma judicinria ?
Nao tem o parlamento em adiautado cami-
nho de esludo duas propostas que eutendem
urna e outra com interesses sociaes dos mais
graves que podem preoecupar a attengo de
um povo livre?
Lis como os fados se accumulam para
vtrigarnobrementea situago conservadora.
Emquanto discutimos um projecto de subida
importancia, coja pensamento dominante
congrag.i as mais diversas opines, urna
outra proposta do poder oxecutivo o as-
sumpto de successivas conferencias, de l-
tenlo e pirtionta estudo por parte de urna
commis^.Hl omquea cmara procurou reu-
nir espiritos compelentissiinos.
0 Sr. Cruz Machado : Lembre o pro-
jecto sobre os tribunaes de segunda entr-
ela.
O Sr. Perkira dos Santos : A le das
promoges da armada.
O Su. Gusmo Lodo : Se a illustre op-
posigao quizer julgar dos acontecimentos
com o animo isento a pretengoes partida-
rias, roconhecer que o gabinete nao tem
sido insincero ao resgatar as promessas que
annuuciou ao paiz. Os seis mezes de tra-
balhos parlamentares que o nobre deputado
e os seus amigos a cada passo invocam para
tosiemunho da inactividade, sabem a cmara
e o paiz que nao correram infructuosos
para a causa publica. E'preciso recordar
quaes circumstancias de ordem excepcional
conspiraran) para o laclo, que todos lamen-
tamos de tor-se esgotado um to largo pe-
riodo para entrar sem quo pudessemos adian-
tar a discussao das reformas ?
A primeira sesso legislativa, sabe doloro-
samente a cmara, correu em circunstan-
cias iiitoramento anormaes I Do urna des-
sas cadeiras (indicando as da opposigo li-
beral) inquiri se do'governo com que pro-
videncias tinha acudido invaso da epi-
demia que por esse tempo agoutava esta
grande cidado. A gravidade do mal attin-
gio a tal utensidade que, abandonado o
estylo de responder-so por urna simples
paraphrase ao discurso da coroa, teve o fac-
to urna triste menguo na resposta falla do
throno ; e record que por esta mengo fez
instancias o nobre deputado por Minas Ge-
raes (o Sr. Martinho Campos), que vio na
grave perturbago da saude publica um fac-
to que uo podia deixar do ser registrado em
documento poltico de tal n.tureza. Dahi
a ausencia, muito motivada, de um grande
numero de membros da cmara ; durante
mutos das a bancada liberal mostrou-se
deserta. Um illustre senador acouselbou o
adiamento das cmaras como urna medida
reclamada pelas circumstancias. Quando
tudo isto se sabe, nao em honra do par-
lamento que nao tenha desertado o posto de
honra que lhe confiou a naco, e que em-
bora co n urna frequencia pouco regular,
tenha procurado desempenhar-so dos seus
prmeiros deveres ?
A discussao de nm orgamento segura-
mente em nosso rgimen um trabalho digno
de oceupar a mais acurada attengo do par-
lamento ; urna de suas mais importantes
prerogativas, urna de suas grandes attribui-
gdes. -Pois bem* Discutimos o orgamento
de dous exercicios, e de par comesre im-
portante acto foram examinadas e votodas
resoluges que nao sao sem influencia so-
bre a marcha dos servigos pblicos. A le
que regula as promoges na armada nacio-
nal, o projecto quo crea tribunaes de se-
gunda entrancia...
O Sr.. Cruz Machado ; E' urna reso-
lugo de grande vulto.
0 Sr. Gusmao Loro : ... e dota aor-
ganisejo judiciaria de varias outras provi-
dencias, sao actos discutidos uestes seis me-
zas de supposta inactividade.
Nem foram elles os nicos de importan-
cia a solicitaren) a attengo do poder legis-
lativo no periodo decorrido. A discussao po-
ltica, e ningiiom ha que a coiidemno em
um parlamento, teve a largueza que razo
publica convinha. Varias questoes inciden
tes vieram impor-se s nossas preoecupa-
ges ; urna s d'entre ellas, a quosto reli-
giosa, absorveu-nos grande parte do tempo,
que nao se pode dizer perdido para a causa'
publica. (Apoiados.) Devo anda lembrar
duas resoluges prorogativas do orgamento.
OSr. Ministro da Justica : As leis
de forras.
O Sr. Gusoao Lobo : ... as leis do
fixago de forgas, um duplo voto de gragas,
a discussao de intorpellages e requerimon-
tos, estes tantos assumptos Mue poleram
encher um meio anuo legislativo ?
Entre os actos vota los ueste perodo nao
deve ser esquerido o quepropoe-se a regular
sobre n-jvas bases as relages da lavoura do
Rio de Janeiro e da de outras provincias
com o uosso primoiro estabelecimento de
crdito. (Apoiados.)
Nao se julgue com tanta severidade urna
cmara que por este modo se tem revelado
impresionada pelos grandes interesses do
paiz.
Lamontou o nobre deputado que, nina
vez aberta a discuso das reformas, nao
pudessmos inaugurar esta nova pbase da
nossa vida parlamentar pelo exame da re-
forma por excedencia, aquella do quo de-
pende em grande parte a verdade do ayate-
ma representativo.
No desenvolvimiento do seu prugramrna
percebe-so dstinctamente que o gabinete
segu urna ordem natural de ideas. A re-
viso da le da gu rda nacional devia por
mais urna razo proce ler a do processo
eleitoral. Quanto duninuiriam do seu na
tural elfoito -^s providencias e garantas com
que se procurasse acautellar o livre exercicio
do mais importante diroito do cidado, se
as severidades do rgimen imposto om 1850
guarda nacional ahi ficassem a alimentar
dependencias de todo o genero ? (Apoa-
jdos.) _
Isentar o cidado de qualquer class-, o
homem da cid de, como principalmente o
homem ilo campo, aos lagos de subordina-
gao, que em um momento dado o podiam
entregar do inos atadas ao arbitrio de urna
longa hierarcha de superiores, e conse-
quente nento ao arbitrio de qualquer go-
verno, esta devia ser, Sr. presidente, a pri-
meira preoecupago do um plano sincero
'de reforma da lei eleitoral, (Muitobem.)
Esta precedencia nao deve, pois, inquie
tar o nobre deputado ; antes o deve tran-
quillisar sobre a sinceridad.; do pensamento
reformador.
O Sr. Cruz Machado d um aparte.
O Sr. GusmAo Loro : Neste ponto
deixou o nobre deputado cabir urna phrase
to offensiva ao gabinete como illustre
maioria que o sustenta. Neo quizesse o
governo vi ver urna vida de condescenden-
cias, tomasse elle a nobre resolugo de viver
urna vida desassombrada, disse-nos o nobre
deputado, e nao viria retemperar as forgas
exhaustas no seio dessa maioria parlamen-
tar, quo elle condemnou com urna s pala-
vra ao fazer dizer ao chefe augusto da na-
go, e seu pnmeiro representante, que o
processo eleitoral nao abro livre curso
| vontade nacional. Ao ouvir este argumen-
' lo, Sr. presidente, lamentei que a paixo
I poltica se mostrasse ainda urna vez to in-
fiel conselheira de um espirito elevado.
E na verdade, se o gabinete nao deve
tirar a sua razo do sor do apoio desta maio-
Iria, porque na falla do throno deixou sus-
' peitado o rgimen eleitoral que a trouxe ao
1 parlamento, a que expediente constitucio-
1 nal deveria soccorrer-se para tentar, desas-
sombrado, a reforma da lei de eleiges ?
Que outro governo o poderia fazer sem in-
correrem igual censura?
Sempre que se retoca mais ou menos
firofundamente o processo eleitoral, que se
he recoiihecem vicios de qualquer natu-
reza. i.'onsoquentcmente, sempre urna c-
mara de certo modo suspoitada em sua or-
gem chamada em um rgimen normal a
corrigir os defeitos da lei eleitoral. (Apoia-
'dos.)
A quedolorosa extremidade conduziria
a applicago desta doutrina, a cmara o en-
trev. Nada menos que a dictadura com
todo o seu cortejo seria o meio de fugir a
esta objecgo ; nao haveria outro. Este
meio seria mais regular que aquelle, seria
um meio legitimo ?
Porque Disraeli julgou em 1868 chega-
do o tempo de alargar o direito do sufragio
chamando a exerce-lo novas clases da po-
pulago, distribuiudo por urna nova divi-
so osassentosdo parlamento e inauguran-
do o principio da representago das mino-
ras, deixou o primeiro ministro da Ingla-
terra de apoiar-se nessa mesma maioria de
communs, que j alga va ter sido eleita por
um suffragio demasiadamente restricto ?
A objecgo que boje levanta o nobre de-
putado erguer-se-hia amanha, aggravada
pelo tempo I L'm governo liberal, cqmo
um governo conservador, teria de vr ao
parlamento em iguaes condiges.
E' urna vida de condescendencias a que
leva o gabinete ? Ha ahi algum facto, al-
guna manifestago de qualquer natureza,
que annuncie da parte da maioria o estre-
mecimento dessa confianga em que o gabine-
te rapousa a sua incontestada influencia
parlamentar ?
Tal como se revela a poltica do gabinete
7 de margo, nao de condescendencias, de
transaeges mais ou menos confessaveis que
elle quer viver ; nao lh'o permittiria a sua
honra, nao o permittiria a dignidade parla-
mentar ; pelo apoio dedicado e resoluto
da maioria que o gabinete 7 de margo tem
a nobre ambigo de realizar o seu program-
ma poltico. (Apoiados.)
(Trocam-se alguns apartes.)
Entrando a discutir a materia da propos-
ta, o nobre deputado nvocou urna theoria
que j ti ve occasio de combater desta
mesmo lugar.
Suscitando urna injusta prevengo contra
a competencia do partido conservador para
realizar as reformas reclamadas pelo espirito
publico, observou o illustre deputado por
Minas-Geraes qae a reforma da guarda na-
cional urna idea liberal, urna conquista
desse grande partido, talhado per sua na-
tureza a collocar-se na vanguarda do movi-
mento reformador. Daqui resulta ama ap-
prehenso ao espirito do nobre deputado ;
e que a proposla...
0 Sr. Ignacio Martws :Wo a esta
proposta que chamamos liberal, mas sim
refor.ua da guarda nacional.
0 Sr. Gusmao Loro :Qus a chamen)
liberal, muito embora ; por que uAO po-
deria realizar o partido conservador ?
P le ser defoso a urna escola politiza quo,
procurando conformar-se aos reclamos da
opini.lo indsliuctamento manifestada por to
dos os parti los, surprou la a oppOrtum lade
da decretar le una refornu e a realizo
na molida das aspiragoes indines? Deve
acaso o partido conservador distinguir-so por
una resistencia obstinada, pela mimobili-
dade at'ido o transe, divetcie-se embora dos
/otos dopaiz? A questaj la opportuni-
la lo acaso ni i (Te re ote re.ihs.iga) das
reformas 1
A volha Inglaterra, pois que a esto nome
conhecido o boTOO-do systema representa-
tivo, nos atiesta pela experiencia dos lti-
mos 150 anuos quanto injusto fazer da
accAo e da resistencia a lo lo transe os sig-
nis caracteristi-os dos parti los constitucio-
i i.ies.
Tolos sabein, Sr. presidente, que as bar-
reiras que extrmalo os partidos polticos
da jii illa robusta organisago doslocam-se
Cpm o lempo, o iiiseiisivelmente. Nao
raro .que a historia poltica da lugUterra
nos offerega a ligo de reformas que tndem
I alargabas bases o as condico.sda liberda-
de realizada por conservadores. (Apoia-
dos.) Nao menos certo que em nenbum
tempo os conservadores triumphantes pro
curaram abolir reformas decretadas por saos
adversarios.
Quando o primeiro ministro do Homo
Unido, conforman lo-se aos velhos costuraes
de seu paiz, agradeca, em 1809, aos leito-
res de Duckinsghan a hoii'a rta roelego, o
por esta occasio fazia a apologa da sua
poltica, elle, Disraeli, conservador e chefe
dos conservadores, dirigi-so, mais ou me-
nos, por estas patarras, nao (Amonte aos
seus committentes, mas atla a Ingla-
terra :
Sei quo me accusam do ter feto urna
reforma liberal, mais larga o mais radical
do tjuea que podiam os nossos adversarios.
Oque a outros podo parecer motivo cen-
sura, para mim e pira o meo parti lo um
titulo do honra,
reforma radical
resistir a >s justos rechinos lo espirito na-
cional la Inglaterra. (Apoiados o apar-
tes.)
Estas palavras, Sr. presidente, demons-
trara bo.i) quo a uiisso dos partidos antes
talbada polas circumstaucas, pelas conquis-
tas do espirito publico, do que pela iiOiOO
bilidado dos syslomas. (Apoiados.)
Nem daqui resulta a confuso dos part-
dos polticos. Disraeli, que perf nte a mul-
tido reunida em Avlesbury so desvanei.ia
de ter realizado urna grande reforma no sen-
tido da liberdade, teve dentro em pouco do
ceder o poder a Gladstoue, que o tinha con-
quistado as urnas em nomo dos catholicos
da Irlanda. Nonhum partido p lo ser con-
demnad) a deixar-se estacionario, esta a
verdade na Inglaterra, como em toda a
parte. Se o partido conservador mais len-
to na icco, eu vou at dizer: se tmido
na experiencia, nao se s.gueque nao possa
acompanhar os progressos da sociedade, di-
rigi-los e encaminhi-los ao iufluxo dos
principios que tora por misso defender. A
resistencia nao pode sor o seu programma
invariavel.
0 partido conservador, se deve muta vez
resistir, mutas odtras deve ceder ; o seu
grande mrito estudar a opportuuidadc.
(Apoiados.) Ello podo dizer boje, como
Disraeli em 1869 : 0 quo vos pareen mo-
tivo censura, um titulo do honra aos
olhos do paiz. (Muito bem.)
Aquclles que todos os das nos indicara
por modelos as praticas inglesas, deveriam
recordar que foi Sir. Itobort Peel quera cou-
sagrou em acto a emaucipago dos catholi-
oos, e foi Disraeli quem realzou as refor
mas eleitoraes de 1867 e 1868. Deveriam
recordar que o espirito eminentemente pra-
tico da Inglaterra consagrou por invariavel
esta regra: reforma feita, reforma aceita.
Nao raro que nos, os conservadores, se-
jamos aecusa los ainda boje do termos rea-
lizado a reformado elemento servil emquan-
to no paiz classico da liberdade to pouco
so qoestiooa, diz un escriptor, se lord Grau-
ville fez bom om abolir o trafico dos ne-
gros ; se Roben Peel fez bem era abolir a
lei do cereaes, como so questionar no fu-
turo so Disraeli fez bom ou mal em promo-
ver os ltimos actos de reforma.
Por quo nao havemos seguir estes exem-
plos ?
OSr. Martinho Campos : E' pergunta
que nos tambera fazemos ao governo.
0 Sr. Gusmao Lobo:Creio, Sr. presi-
dente, que destas observages posso tirar
argumento para dofondor o partido conser-
vador de censuras que a imprensa o a tri-
buna convieram em attribuir-lhe, dizen loo
um partido desviado de sua missa, que foi
aos arraiaes inmigos pedir retalhos do urna
bandeira poltica.
Se fosse preciso, Sr. presidente, justificar
as tendencias do partido conservador pelas
tendencias do partido liberal, ajustar o me-
dir os progressos realizados por um e outro,
fcil sena concluir pela mais simples ob-
servago da historia poltica dos ltimos tem-
pos, que se o partido couservador refez o
seu programma, de igual censura ou
de igual louvor nao isento o partido libo
ral.
Aproximemo-nos vida real; interro-
guemos os factos.
Nao asmente agora, sob o dominio da
situago inaugurada era julho de 1868, quo
os orgos mais competentes do partido libe-
ral annunciam como urna rubrica do seu
programma a extinego da guarda nacio-
nal ? At ha bem pouco tempo nao pensa-
vam Ilustres liberaos em manler esta iusti-
tuigo, libertando-a dos defeitos (la organi-
sago de 1850 ? (Apoiados.)
Sem que me domine o pensamento de
langar a um grande partido odiosas e ilu-
tis recrirainages, nao posso eximir-me a
recordar illustre opposigo liberal que o
partido de que sao dignos representantes
oceupou o poder por nm largo periodo, e
durante elle nao somente nao iniciou a pre-
tendida reforma, como por nenhnm docu-
mento poltico fez certa a sua intengo de
extinguir a guarda nacional.
Nos relatnos e em outras pegas ministe-
riaes desse grave periodo de nossa historia
poltica, se alguma vez foi lerabrada a ne-
cessidade de libertar o cidado dos vezantes
e oppresses do rgimen de 1850, averi-
guado que nunca se eiprimio a inten-
go de abolir esta honrada milicia. (Apoia-
dos.)
Mrtir Francisco, um nome q'j6 a joven
pletade liberal est habituada *a festejar
como urna gloria poltica (apoiados), eaquemjdigoes de nossa existencia social...
o paiz rende a homeiiagem devida a um il- o Sr. Ignacio Martins d um aparte.
lustro cidado, nscroveu estas conceituosas
paavras no relatoro que em 1887 su-
jeilou ao parlamento, co.no ministro da jus-
tig'a :
A experiencia vera confirmar a neces-
si lade, sentida geralmentc, da re fuma da
guarda nacional.
Creada para a de fosa da ordem e das li-
dades publicas, esta milicia cvica est lon-
go, muito longo de attingr o fim de sua
instituicao.
Bascada era urna qualificagao mper-
feita e quasi Ilusoria, viciada polos parti-
dos polticos, que a transformaran) em
instrumento de luta, mal dirigida pelo abu-
so de alguns e pela incuria do mulos de
seus proprios chefes, anda ssm a guar-
da nacional acaba do representar importan-
te papel como auxiliar na guerra om que
at adiamos empenhados, tomndose to-
bremaneira di y na da yratidao do paiz.
E' que, sem embargo dos defeitos de
sua actual organisago, um sonlimeiito
grandioso a anima e movo o patriotismo,
-patriotismo que a arraucou da lavoura e
da n luslria pora o seruico de yuarnico
e de polica : doservgo do polica para u
ya rda g defeza das fronleiras ; das fronlei-
ras para o solo estrangeiro, omle est pra-
Ii<(indo prodigios de valor e de abneyaedo
na susletilac:~ nacional.
Ella veo supprir a iiiefficacia da lei do
recrutnmento, e, ou alistada nos corpos de
voluntarios da patria, ou organisada om
seus batalhes, conslitue hoje a parte mais
consi li-ravel do nosso exercito.
Nao invoqne, Sr. presidente, as pala-
vras do nobre Sr. conselhoiro Marlim Fran-
cisco para as contrapr s do nobre depu-
tado pela provincia de Minas-Geraes. Os
partidos, como os individuos, nuda podem
ganhar, s lm a perder com estas vas sor-
presas ( apoiados) ; pens quo os partidos
divem ostimar-se o amar-se muito mais do
que at boje so tem eslimado o amado.
(Apoiados; muito bem).
lnvoquei-as por urna necessidade do du-
fuza, para provar por mais um facto quo os
O paiz ambiciona va urna marcos nos partidos nao sao immudaveis ;
nao era de boa politice se nos os conservadores nao defendemos ho-
jea posigao de 1850, nao defendem os li-
beraos a de 1867: Nos somos partidos de
nosso tem|>o, eis ah tudo. (Apoiados).
Poleria indicar illustre opposigo va-
nas ordens de ideas em que o partido libe-
ral evidentemente so tem adianlado nos l-
timos anuos : este progresso evidente, an-
da mesmo a datar do conhecido program-
ma poltico quo se oncerrou em 1860, por
esta synistra synthoso : Uepohma ou re-
VOI.UCAO.
Euinqauto naquelle importante documen-
to se tinha escripto um pouco confusamen-
teI.lliERDADK DE CO.NSCIENCIA, dexail-
do-se ao tempo que se oncar egasso do ac-
centuar os corollarios daq elle principio,
quecertamoule nada deliuia, recentas acon-
tecimentos obrigara n o partido lber 1, se
nao rao linear, pelo menos a desenvolver
tiesta parte o seu programma.
A separago da igreja e do estado, a no-
va rubrica do programma liberal urna
conquista modernissima; representa una
evolugo ras ideas liboraes, um verdadoiro
progresso.
V por aqu a illustre opposigo que so
as froiiteiras que at- certo tempo distin-
guiera o partido conservador se aguram
alargadas, o partido liberal, por sua vez,
nao so tem deixado imraovol.
0 nobre deputado por Minas o reeonhe-
ceu de um cerlo modo ao dizer quo, at
18u9, o rgimen de 1850 nao tiuha reve-
lado todos os vicios e defeitos que o fize-
rara proclamar um rgimen insupportave
em um paiz livre : tanto, certo que at
ha bem pouco tempo a intengo resolv la
do partido liberal era mo lilicar a instituicao
da guarda nacional, nao cxtingui-la.
Nem disto nos devoraos preoecupar. To-
nho repelido at sociedade que os pro-
gramlas polticos nao podem ser invaria-
veis. (Apoiado ) O que importa inda-
gar se a abnligo da guarda nacional
conveniente as actuaes circumstancias ; o
qio importa saber se este ideal das aspi-
rages liberaos, anda hoje indicado na im
prensa por um distincto escriptor, e hontera
defendido com um raro talento polo mbre
deputado por Minas-Geraes, a solugo pe-
dida e reclamada polo paiz, aconselhada
pelas necossidades de sua defeza externa e
interna, solugo quo se raponha como n-
dispensavel aojogo regular das nossas ins-
tituigoes.
Todos conhecoinos, Sr. presidente, a or-
ganisago militar do Brasil. A enfermida-
de social dos numerosos exercitos perma-
nentes queja ha 125 airaos preoecupava
Montesquieu sobre os destinos do equili-
brio europeu, nao um vicio de nossa or-
ganisago.
0 Brasil servido por um exercito
pouco numeroso, que sabidamente nao po-
de bastar a todas as exigencias do servigo
de seguranga interna. A difficuldade dos
transportes nao concorre pouco para m-
por-nos a necessidade de augmentar os ele-
mentos de defoza, indispensaveis a um ex-
tensissimo territorio. Em taes circumstan-
cias seria um grave erro destruir um ins-
trumento de seguranga, que nao tem sido
desproveitoso paz externa e interna, urna
milicia que, em horas tristemente solemnes,
tem sabido justificar o seu titulo de guarda
da nago. (Apoiados ; muito bem ).
Nao ha, Sr. presidente, um paiz regular-
mente organisado que nao tenha, debaixo
de qualquer nome guarda nacional, guar-
da cvica, landwohr, urna como reserva do
exercito, urna forca auxiliar, mais ou me-
nos dissiplinada, mais ou menos instruida
no officio das armas.
A Inglaterra, que, pola sua excepcional
posigao grographica. pode dispeosar-se de
numerosas forgas de trra, sorvida por va-
ros corpos auxiliares do exercito activo,
tem a sua milicia, os seus voluntarios, ou-
tras tantas reservas com organisago espe-
cial.
' A Suecia tem a sua reserva obfigada a
servigo durante um mez era cada anno. A
Noruega mantem a nstituigo do landwehr,
era que todo o cidado obriga lo a servir
por tres annos. A Russia, alm das re-
servas, tem nojquadro das suas forgas as
tropas irregulares, chamadas cossacas.
0 landwehr, como o landsturm da AUe-
manha, maravilharam o mundo na campa-
nha franco-prussiana, pelf\ severidade de
sua organisago,
Nao se entenda que vou pedir organi-
sago militar da AHemanha. o em geral
aoa paizes europeus, um modelo para o
nosso paiz, Sei quo, diversas sio as-con-
0 Sr. Gusmao Lobo :Os paizes mais
adiantados as praticas da liberdade nos
offerecom iguaes exemplos.
A HoHanda que teve um rgimen libe-
ral primeiro que a Ingla erra, e segura-
mente antes da Suissa, a Hollanda, cuja
constiluigo perraitte ao paiz todas as de-
sejaveis libordades, impe o servigo militar
a todo o cidado vlido, tanto no landwehr
a sua mificia cidad.
A Blgica, Sr. presidente, paiz modelo
em facto de liberdade, primeiro paiz do
continente quo realzou urna completa rede
do caminho do ferro, a modesta organisa-
go que faz a admirago do mundo pela
regulardado de sua vida poltica, tem a
sua guarda cvica com o nome de guarda
nacional, dividida em classe activa e classe
inactiva. Pertencem aquella 30,000 cida-
dos, e a csla200,000.
0 Sr. Florr.ncio de Abrku :Mas o no-
bre deputado quer igualar a organisago
militar da Europa do Brasil ?
0 Sr. Gusmao Lobo: -E'uma inten-
go que o nobro deputado me empresta.
Quem ignora quo as nossas condiges de
vida social e poltica, os nossos interesses
era jogoso iutoii monte dilferentes dos.que
agitamos paizes da Europa?
As nages do velho continente, debrugan-
do-sc s frouteiras urnas das outra, ligadas
entre si por lagos muito estreitos, mais ou
menos envolvidas as malhas da poltica
continental, sao victimas do verdadeiro fla-
gello dos ejrcitos permanentes ; e d'abi a
necessidade de reservas disciplinadas, que
lhes permttam refacer as suas forgas activas.
Nao assim o Brasil, couvonbo ; ms desta
divorsidalc de condiges polticas e socoes
podo-so coucluir, sem mais indignago, que,
nao obstante a nossa deficiente organisago
militar o os pequeos recursos de que pode-
mos dspr perante qualque- perturbago da
paz externa, cmoda paz interna, devamos
abolir a nica milicia, a nica reserva que
possu i m os ? (A potados.)
Tambera a Suissa nao prima pelos seus
recursos militares. Ella nao agitada por
ambiges de conquista ; nao tem seno um
nico intorossse a defender as combinages
p liticas da Europa, e essa honrada ueu-
tralidado que faz a sua forga. Nao teode
inmigos no exterior a combater ou revolu-
ges a dobellaruo interior, nao tura a Suissa
exercito permanente; entretanto ella tem os
seus quadros de liuha, para que ca a can-
teo concorre com 3 "/ dos cidados que
attiugiraui a 20 anuos ; a reserva em que
sao alistados os que deixaram o servigo d'a-
quelia classe, e o landwehr, qoe formado
pelos cidados que em razo da idade dei-
xaram a reserva.
Os revisionistas d'essa constituido de
1 -8, a cuja sombra gozou a Suissa de 20
anuos de paz profunda, tentara, agora mes-
mo, subordinar estas varias classes a um
regimem mais severo.
Os Estados-Unidos ao 1 do do seu exerci-
to mais ou monos numeroso, segund as
circumstancias, mantera una milicia, a que
sao obrigados lodos os cidados de 18 a 15
annos de idade, e de que somente sao sontos
os funreionarios pblicos e os ecclesiasticos.
Seis mezes depois do alstamonlo deve o ci-
dado prove- ao seu equpamcuto.
Adverte o illustre deputado que o Brasil
nao est as condiges dos diversos Estados
a que teuho referido.
E' corto que o imperio nao lomera pers-
pectiva questoes iulernacionaes; nao tem a
combater inmigos no exterior e pOHDBM re-
volucionarias a sullocar no interior. Rene,
siin, todas as condieges que podem dar
fianga de urna paz profunda e duradoura.
Mas segue-se d'aqui que a guarda nacional
nao tenha urna importante misso a cura-
prir ?
E ha, por ventura, condiges de pez to
asseguradas, to a salvo de possives estre-
mecmenlos, que urna causa imprevista s
nao possa modificar ? Nao se sabe que,
apenas voltados de urna guerra, que tantos
sacrificios impz ao paiz o quando eontava-
mos ter firmado as bases do urna paz pro-
longada, j vimos de um certo modo per-
turbar a superficie das relages diplomti-
cas do imposte com algum dos estados vi-
zinhos ? Nao se sabe por outro lado que as
nossas provincias,-dispondo do apoucadas
rendas, que lhes nao permitiera acudir s
variadas necessidades de sua organsaco,
nao poderiam attonder com torgas regulares
seguranga interna, e n'inn momento de
convulso sentir-se-hiam privadas de indis-
peusaveis elementos de defoza ? .
as condiges actuaes do paiz, Sr. pre-
sidente, seria um'acto de grave improvi-
dencia extinguir a instituicao da guarda na-
cional (Apoiado.) Em que pode soffrer a
liberdade com o alistamento de urna milicia
inactiva, iseuta a todo servigo ordinario, e
somente reservada para casos extremos ?
0 illustre deputado por Minas-Geraes,
sem duvida impressionado pela origem re-
volucionaria da guarda nacional da Franga,
mostrou urna certa inquielago sobre a na-
tureza d'essa milicia, sobre o papel que lhe
est reservado na nossa organisago social.
A guarda nacional, disse S. Exc, copian-
do um distincto publicista, pode ser consi-
derada como reserva militar, como forca
auxiliar da seguranga interna, ou como ga-
ranta das instituigoes fundamentaes.
A necessidade de precisar os fins d'asta
instituicao se augura ao nobre deputado
tanto mais digna de ser attendida, auaato
a coramisso especial parece attribuir
guarda nacional o papel de reserva militar,
o passo que o Sr. ministro da justica lhe
attribuo por um dos seus fins priocipaes a
defeza das instituigoes constituciooaes.
Respondo a intorrogago e s duvdas. do
nobre deputado com urna s palavra.
A guarda nacional do imperio nao vai
ser a reserva do exercito, nao vai ser a
forga auxiliar da defeza interna, nao vai ser
tarabem a garanta das instituigoes funda-
mentaes, porque vai ser tudo isto a um
tempo : tal a. sua trplice misso clara-
mente definida. (Apoiados.)
A natureza e os fins da guarda nacional
lhe sao tragados pela lei fundamental.
(Apoiados.) Abi se impe a todo o brasilei-
ro o dever de pegar em armas para man-
ter e defender a integridade e independencia
do imperio, e defendel-o dos seus inmigos
internos ou externos.
(Ha um aparte,)
(Continuar-se-ha).
TYP DO DIARIO- RA DUQUE DE r*v ^

-
!


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