Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12989


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Full Text
MKOMJX. MJMERO 164
#
*



7
r >
PARA A CAPITAL B M CARES OXDB Si SE PACA PORTE.
Por tres mezes adiantadoa................. SSOOO
................. 14W)O
S4JH)00
................. sao
Por seis ditos
Por ara anno idem
Cada numero vulso
SAMMO 19 DE JUIHO DE 873
T\*>
^ PARA RBNTR0.B FBA RA PBOVIXCIA.
Por tres meaos adiaatados. ....'...........
Por seis ditos-idem......_......... .
Por nove clitea.iden*............)R..... .
Por um auao dem. .^ m
mu
IJWMW
SR99A
M99M
DIARIO DE PEMMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANUEL FICEIROA DE PARIA & FILHQS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvos d Filhos.no Par; Gonces Pito, no Maranhio; Joaquim Jos de Oveira & Filno, uo Cear; Antonio de Leu^ Braga, no Anacaty ; Joio aria Mi Gimes, no Ass; Antonio Marques da Sifea, n%l; Jos
Pereira d'Almeida, era Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parabjrba ; Antonio Jos Goaes, na Villa da Penha; Befennino dos Santos Bokio, em Santo Aato.; Booagos Jos da CostaBrafi, em Narai*
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joq Antonio Machae, a Pilar das Algas; Aires- C, na Baha ; e- beite, Cerqunho dfi.D Kio.de Janeiro.
i'iiua

PARTE OFICIAL
Goveru*
EXi'K.)IK.NI*K
Acto;
la provincia.
1873.
DO. DA 10 DHMA10 DK
/.' sequo.
O presidente da provincia, a Hondeado ao que
requcreu Braz Mareeliuo do Sacramento, e tendo
vista a* informacoe,s do brgadeiro commandan-
( das armas e do plegado do rirurgiao-mr do
exereito datadas de 8 do correte sob ns. 491 e
901, resolve noinenl-o interinamente pharmaccu-
tico du luspital militar, penebeudo os vencimen-
tos que por lei Ihe cempetirem.
Offlcios :
Ao brgadeiro commandante das armas.
Tundo por portara desta daifa em vista das infor-
inacfcs prestadas por V. Exc. e delegado do ci-
rurgio mor do ejercito, datadas de 8 do corren-
te sob ns. 491 e 807, resolvido nomear Braz Mar-
cellioo do Sacramento para exercor interinamente
o lugar de ptianuaceutico du hospital militar, as-
sim o communico a V. Exc. para seu coiiheeimen-
to e fins convenientes.
Ao director interino do arsenal de guerra.
Hemetto a Vine para seu conhecimento e direc.
.;ao, a copia do aviso expedido pelo ministerio da
guerra em 2i de abril ultimo, acerca do destino
que devem ter os gorros comprados pjra a com-
panhia de infamara do Itio Grande do Norte, os
quaes devem ser distribuios mesma companhia
uo aono vindouro.
Ao capillo do porto interino. Communi-
cando-me o Sr. t. Linden, cnsul da Suissa nesta
provincia, em 8 do corrente, que durante a sua
viagem a Europa, tica eucarregado da gerencia do
respectivo consulado o Sr. Rodolpho VYeydmann,
assim o declaro a Vine, para seu conhecimento.
Ao mesmo. Annuindo ao que solcitou
me o cnsul de S. M. Britnica, em ofHcio de 7
do corrente, recoinmendo a Vmc. que nao consin-
ta sahir navio algum inglez sem o despacho do
respectivo consulado.
Ao cnsul de S. M. Br.tanica. Em respos-
la ao offlcio que me dirigi o Sr. cnsul de S. M
Britnica en 7 do corrente, teuho a dizer-lhe que
nesta data recoinmendo ao capitao do porto inte-
rino, afim de nao consentir que navio algum de
sua nacaosaia sem'o competente despacho dasse
consulado.
Renov ao mesmo Sr. cnsul os protestos de
minha perfeiLi estima e distincta eonsideraco.
Ao Sr. F. Linden, cnsul la Suissa. Pelo
offlcio que me dirigi o Sr F. Linden, cnsul da
Suissa em data de 8 do corrente, tico inteirado de
haver o mesmo *r. cnsul durant? a sua viagem
a Europa enearregado da gerencia do respectivo
consulado o cidadao suisso Sr Rortoloho Weyd-
mann.e nwta dala don ciencia desta suadeli-
beraco as estacos competentes.
Renov .o Sr. cnsul os protestos de minha per-
fecta estima o distincta considerado.
2' seccao.
Actos :
O presidente da provincia, de conformidad.}
coin a propoda do Dr. chefe de polica, em olllcio
de 8 do corrente n. 880, resolve exonerar o ci-
ladao Manoel Thomaz de Souza do cargo de sub-
delegado do (listricto do termo do Bonito, por
ter mudado o sea domicilio.
O presidente da provincia, de conformidade
oom a proposta do Dr. chefe de polica de 8 do
'orrente, resolve nomear o cidado Manoel Gomes
Cabral para exercor o cargo de subdelegado do !
dis'ricto do termo do Bonito.
Ofticios :
Ao Dr. chefe de polica. Nao tendo at
esta data se recolhido capital, segundo o ofllcjo
de 8 do frrente do commandante do corpo de
polica, a diligehcia que est no termo do Bonito,
4 pracas do destacamento de Una, 2 da Boa Via-
gem e 2 que se acham em S. Lourenco da Malta,
recommendo a V. S que expeca ordens neste sen-
tido.
Ao mesmo. Recommendo a V. S. um arti-
go, que sob a epigraphe Causa celebre pu-
blicou o Liberal Pernambucano n. 9 de 8 do sor-
rente, e em que se indica diversas pessoas, que
sabem do fasto, cuja invesligacao tratei em offlcio
de 30 do mez prximo, passado.
Ao comiiiandante superior de Cabrob e Ex.
Para seu conhecimento e lias convenientes, in-
cluso remello, por copia, o aviso do ministerio da
justica de 2 do corrente, declarando, com referen-
cia a reforma do tenente coronel commandante do
batalhio de infamara n. 52 da guarda nacional
sob o seu commando superior, Manoel Florencio
de Alencar, que o governo imperial tein estabele-
cido, como regra, nao conceder reforma a offlciaes
que a nao solicitarem.
Ao promotor publico do Kecife. Chamo a
altenco de Vmc. sobre o artigo que sob a epi-
graphe Causa celebre puMicou o Liberal
Pernambucano n. 9 de 8 do cerrente, no qual sao
indicadas diversas pessoas que 9e dizem sabedo-
r.n do facto cuja invesligacao recommendeia Vmc.
col olci de 3 do mez prximo passado.
Ao commandante do corpo de polica. Res-
pon flendo o seu offlcio de 8 do corrente, n. 260,
re-ommendo que expeca suas ordens para ser
substituido o commandante do destacamento de
Goyanna, tenente Flavio Jos dos Santos e Silva,
visto achar-se doente, pelo alferes do eorpo sob
sen commando Manoel Raynero de Barros.
Ao mesmo. -Sendo apt)s para o servico
militar os paisanos Jos .Francisco da Silva, Anto-
nio Gomes do Xascimnto e Avelinn Jos Pereira,
pode Vmc, engajal-os no corpo sob seu comman-
do, como solicita nos offlcios de 8 e 9 do corrente.
ns. 257 e 262.
Ao mesmo. Respondendo'o seu offlcio do
8 do corrente, n. 258, leeommendo-lhe que reite-
re suas ordens aos respectivos commandan.es de
destacamentos afim de que a diligencia que se
ada no Bonito, as 4 pracas de Una, as 2 da Boa
Viagem e is 2 de S. L'iurenco recolhani-se ca
pita.
3.' seceo.
UfBeios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -
lnterado de quanto V. S. expoz em sua informa-
ro de honiem s->h n. 797 serie C, acerca do pa-
gamento que solcitou o commandante da corve-
ta fecife, e-[anonada neste porto, em offlcio de 3
do andante u. 373, lenao a dizer que a despeza a
realisarse uo actual exereco com n pagamento
do augmento de suido dos offlciaes di armada e
das pracas de batalho naval, c bem assim dos
offlciaes dos cornos de saude, culto, fazenda e dos
machinistas deve ser da publicaco do decreto n.
%l 5 le 8 de feveruiro deste auno no Diario Of-
fcial, e para tal pagamento j esta presidencia
autorisuu o crdito necessano nos termos do de-
creto n. 2,*8i do de fevereiro de 1862.
Ao mesmo. Communicando-mo o Sr. F.
Lia Je i, cnsul da Suissa nesta provincia, em of-
licio de 8 do corrente, que durante a sua viagem
Europa fica encarregad da regencia do respec
tiv consulado o Sr. Rodolpho Weydmann ; assim
o declaro a V. s. para seu conhicimento e afim
de que fa;a constar ao inspector da alfandega.
Ao mesmo. Coiumunicando me o Exin. Sr.
hispo diocesano que em data de 7 do corrente, ha-
via exonerado do cargo de vigario encommendado
da freguezia de Goyanna ao Hvm. Antonio Das da
Costa, asstm o declaro a V. S. para os fins con-
venientes.
Ao mesmo. Communicando-mo o .Exin. Sr.
bispo diocesano que nesta data teve per necessa-
no suspender o Rvm. Sr. deao Joaquim Francisco
de Faria do exorcicio de suas ordens sacras e das
funceoes do seu beneficio ; assim o declaro a V. S.
para os fins convenientes.
Ao mesm '.Para os fins convenientes com-
munico a V. S. que por motivo de molestia, no dia
21 do mez prximo pass.tdo, o juiz de direilo da
comarca de Ilamb, bacharel Joo Francisco da
Silva Braga, passou o ezucicio do seu cargo ao 1
supplente do juiz municipal, por se achar este fura
de suas fum-eoes em virtude de pronuncia.
Ao mesmo Tendo per portara desta data,
e em vista das informacoes do brgadeiro com-
mandante das armas e do delegado do cirurgio
mor do exereito, ambas datadas de 8 do corrente,
sob ns. 491 e 807, resolvido nuinear Braz Marceli-
no do Sacramento para exercer interinamente o
lugar de pliarmaceutico do Inspital militar; as-
sim o declaro a V. S. para seu conhecimeuto e
fins convenientes
Ao mesmo.Tomando em consderac,iu o que
expoz o Br. Luiz Jos Correa do -, 2" cirurgio
do corpo de sade do exereito, no incluso reque-
rimento a que alludc sua informacao de hontem
sob n. 798 serie C, autoriso V. 5., nos termos do
art. 28 da lei n. 514 de 28 de outubro de 1848, a
mandar abonar ao supplicante 3 mezes do sold;
devendo esse abono ser descontado pela quinta
parte do que fr vencendo dora em diante.
Ao mesmo -Para cumpri.nonlo do avteo do
ministerio dajustca, de 29 do mez prximo passa-
do, incluso por copia, recommendo a V. S. que
remeta esa urgencia a esta presidencia una de-
monstracao da despeza reahsada por conta dos
cofres dessa reparticao com o destacamento da
guarda nacional, durante os tres ltimos exerci-
cos.
Ao inspector da thesouraria provincial. Em
resposta ao seu offlcio do 1 do corrente sob n.
156, tenho a dizer a V. S. que mande por em pra-
<;a com o augmento de 10 o/O todos os impostes
constantes das nulas que vieram annexas ao cita-
do offlcio.
Ao mesmo.A Augusto Marliniano Soares
Villela ou a seu procurador Bento Augusto da Sil-
va mande V. S. pagar, conforme solcitou o Dr.
chefe de polica eui offlcio de 8 do crrenle sob
u. 875, a quantia de 4000>, proveniente do aju-
guel di? 4 mezes, vencidos em abril ultimo, da casa
que nu termo de Papacara serve de prisao e quar-
tel ao respectivo destacamento.
4.' secetio.
Offlcios :
Ao Exm. e Rvm. Sr. bispo diocesano.-Ac-
cuso recebido o offlio de V. Exc. Kvma., desta da-
ta, cjinmuaieaudo ter sido necessaro suspender o
Rvm. deu Dr. Joaquim Francisco de Faria do
exerccio de suas ordens sacras e das funecoes de
seu beneficio.
Ao mesmo.Verificndose pertencer fre-
guezia de Santo Antonio do Cabo parte do enge-
nho Campo Alegre, assim o participo a V. Exc.
Rvma., ein resposta ao seu offlcio de 21 du mea lin-
do,
Ao mesm). Acenso recebido o offlcio de V.
Exm. Rvma., de hoje datado; communicando ha-
ver no dia 7 do corrente exonerado do cargo de
vigario encommendado da freguezia de Goyauna o
Rvd. Antonio Das da Costa, a quem suspendeu do
exerjicio de suas ordens sacras por lempo de 2
mcies.
Portaras:
A' Illnia. cmara municipal do Roe fe. Em
resposta ao offlcio da Illma. cmara municipal do
Recife, de hontem datad.> sub a. .18, tenho a dizer
que presentemente nao podo ser satisfoita a sua re-
quisicao cuntida no seu citado offlcio, em couse
quencia de falta absoluta de forga disponivel.
A' mesma. Cumpre que a lllma. cmara
munictpa do Recite envi a demonstradle das
despezas a fazer-se com os cemiteros publicus pela
verba-evenluaes,at o firn do corrente exerc-
cio, afim de que esta presidencia possa conceder a
autorisa'.-o solicitada em seu offlcio de 7 do cor-
rente ob n. 37.
5.* seccai.
Offlcios :
- Ao Dr. Joaquim de Aquino Fouceca. Re-
mello a V. S. copias, da caria que o cominercian-
te Joaquim Rodrigues Tavares de Mello dirigi ao
Dr. inspector de sade publjca em 9 do corrente,
e do offlcio que este enderee\)u-me nesta data, ex-
pondo o estado dos apparelhos da companhia
Recife rainage,que funecionam no predio n. 81
da ra Duque de Caxias, onde aquelle reside;
afim de quo a descripcao que se faz desse estado
seja tomada em consideradlo pela commisso, da
qual V. S. presidente.
Ao engenheiro fiscal da companhia Recife
Drainage. Remello a Vmc. copias, da carta que
dirigi o eommerciante Joaquim Rodrigues Tava-
res de Melto ao Dr. inspector da saude publica em
9 do corrente, o do offlcio que este enderecou-me
nesta data, expondo o estado dos apparelhos do
predio sito roa Duque de Caxias, n. 81, em que
aquelle reside; afim de que Vine, tomando em
considerado a doscrip. o fela, i suas ordens ao
gerente da companhia Recife Drainage para
providenciar a respeito.
KXPKDIK.1TK DO SECRETARIO
2.a seccao.
Offlcio: "^
Ao Dr. chefe de polica. O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
nesta data expedio ordem thesouraria provincial
no sentido de ser paga a Augusto Marliniano Soa-
res ou a seu procurador Bento Augusto da Silva
a quantia de 40*000, do que trata o seu offlcio de
8 do corrcnte'Vob n. 875
4.' seccao.
Ofticios :
Ao l)r. Joaquim Correa de Araujo, secre-
tario da assembea legislativa provincial.N. 121.
De ord-m de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, passo as maos de V. S., afim de ser presen
te a essa filustre assembla, a inclusa peti<;o em
que o consol ao director da sociedade Propagadora
da Iostruccao Publica da parochia de ossa Se-
nhora da Graca, pele a remoco da 2' cadeira do
sexo fenmino, que se acha collocada na ra de
I aysandti, para o povoado da Capunga ; sendo que
a tal respeito ministren a directora gerl da ius-
liuccao publica em 8 do corrente a iuformaco
junta por copia.
Ao mesmo.N. 122.De urdem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, passo as maos de V.
S., afim do serem submetlidos apreciacao da as-
sembla legislativa provincial, nao so o requer -
ment em que os contraanles da estrada de fer-
ro de Goyanna a Ilamb solicitam que a partida
da mesma estrada seja do ponto de Japomim. mas
tambera a copia do acto de 30 de juliio do anno
passado, contendo as bases do contracto celebrado
com os supplicantes.
Ao mesiiiH. N. 123.-De ordem de 5. Exc. o
Sr. presidente da provincia, pass3 as maos de V.
S., atim de ser presente assembla legislativa pro-
vincial, o offlcio por copia incluso, era que o direc-
tor geral interino da nstruccao publica informa
sobro a petiQo, que devolvo, do professor jubilado
Alexandre Jos Dornellas, solicitando melhora da
jubilacio.
Ao mesmo.X. 12'. -Declarando o Exm. e
Rvm. Sr. bi.>po diocesano era offlcio de 8 do cor-
rente que, para poder dar parecer sobre o profec-
a n. 48 desle anno, creando urna nova freguezia
annexa o municipio de Panellas, havis exigido in-
formacao do respectivo parodio; assim o commu-
nico a V. S., de ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, afim de o fazer constar a essa Ilus-
tre assembla.
Ao inspector da sade publica.-O Bxm. Sr.
presidente da provincia manda eommuuicar a V.
S., em resposta ao seu offlcio desta data, m qual
vi-io annexa urna carta do commeroiaiite Joaquim
Rodrigues Tivares de Mello, que nesta data remel-
lo copia de um e uutro ao engoaheru fiscal da
companhia Recife Drainage e ao presidente da
commisso, numeada pelo mesmo Exm. Sr., para
examinar os apparelhos da referida companhia ;
aliin deque seja o respectivo assuiuplo lomado na
devida consideracao.
DKSPACHOS DA IMIKSIDKNCIA DK 17 DE IIU.H0 DR
1873.
Antonio Jos {Ferreira Monteiro. Deferido com
olllcio desta data ao Sr. inspeelfr da saude pu-
blica.
Barao du Livraraenlo. Defi rido com offlcio d<*sta
dala dirigido thesonraria provincial.
Clemente Antonio do Sacramento. Concedo o
prazo de 15 dias.
Francisca Scraphica de Assis Carvalho. Passe
porfaria concedendo 30 dias de licenca, com orde-
nado na forma da lei.
Hermenegildo Eduardo do Reg Moiteiro.De-
ferido com oflic.io desta data thesouraria pro-
vincial.
^ Joaquina Benedicta Vieira da Silva. Volle ao
Sr. inspector da thesouraih de fazenda para al-
tender suppliciiite.
Justino Jos de Souza CamposInforme o Sr.
director eucarregado das obras militares.
Jos Ignacio Pereira. Iiidefc ride.
Jos Joaquim de Lima Junor.-O fillio do sup-
plicante foi mandado por em lilierdade, por ser
incapaz do servico militar.
Coronel Jos Mara Ildefonso lacome da Veiga
Pessoa e Mello.Forneea se.
Leopuldino Francisco de Macedo e Silvj.Diri-
ja-se o supplicante thesouraria de Jazemla.
Tenente Melanio dos Res Pereira do Lago.
Sim, com recito.
Manoel -Ferreira Xavier. Passe portara na
forma requerida.
Rosa Maria DandeiraIndeferido.
Tlum Ribeiro do Nascmento. Informe o Sr.
Dr chele de polica.
Secretaria da presidencia de Pernambue >, 18 de
jullio de 1873.
O portoiro.
Sil r i mi A. Rodrigues.
to deuuncioii i|uol o espirito que o. ani.na-
itCil!.
No artigo 17 do regnlamento para creai.ao do
um corpo de conservadoras das estradas de roda-
g*ra nesta provincia, publicado no Diario de hon-
tem, onde se I : lora alm de seus veiicimentos
a gratificarlo de 5* mensaes, leia-se : peder
ler etc.
'?
i /niiiinmlo c1m anua.
lUAKTEL GENERAL l>0 OMM.VNOO DAS Aftll*:
tfr. l'EKNAMBCO, EM 18 O. JULUO OE
1873.
Ordem 'tu dia n. li
O brgadeiro commandante das armas declara
para os fconveniente lins, que no dia 15 do cr-
rente segairara para corte, no vapor Guar, os Srs.
maj ir do 9." batalho de nfaulara Jos Cesarlo
Varella da Franca, e 2o cirurgio do corpo de
sade do exereito Juvoniano Regnaldo Alvim, ete
com destino i repblica do Paraguay, onde va
servir na divisao br.vileira all estacionada, e
aquelle com o de fiscalizar o 12" batalho da n es
ma arma; que para substituir o mesmo Sr. Dr.
Alvim no lugar de I." cirurgio que oecupava r
teriuamente no hospital militar, f >i nonipado o . 2.* cirurgio Dr. Francisco Dorgs de Barros, o
finalmente que sondo nomeado hontem pelo Sr.
delegado interino do cirurgio mor do exereito
para o servico di mesmo hospital o Sr. 2.* cirur-
gio reformado do corpo de sade empregado no
servico da guarn.o desta cidade Ernesto Felicia-
no da Silva Tavares, passou este a oceupar o lu-
gar de I.' cirurgio por ser mais antijo quo o Sr.
2. cirurgio Borges de Barros.
(Assignado.) Han -el da Cunha Wamlerley
Lin.i.
Conforme.-OmajorJosf. dx Suil,s Menm-
l.hao, ajiidante d'ordens encarregado do detalhe.
Kepar^tlo du polica.
!." sec^o. Secretara da polica de Pernambuco,
18dejulho de 1873.
N 1272.lilin. e Exm. Sr.Participo a V. Exc
que das communicacoes recebidas boje, consta que
foi recolhido honiem detencao Joao Alves de
Souza, viudo de Itamb, a disposicao do Dr juii
de direilo da l.' vara desta capital.
O delegad} de Agua-Prela communicou-ine, por
olllciode 15 desle mez, que, pelas honze horas da
manh do dia 12, na novoaeao dos Montes daquelle
termo, Justina Maria da Concclcao, assassinou com
um facada a Thereza de tal, sendo presa em fla-
grante ; que o respectivo subdelegado proco leu a
competente visiona e prosegua nos termos do in-
quorto.
Em data de hontem commuuicou-me o Dr. de-
legado da capital que, s dez e meia horas da ma-
nila do mesmo dia, na ra Formosa, o trem dos
trhos urbanos do Recife Caxang, que da esla-
clo de Santo Antonio segua para as olllcinas, sin
na sobredita ra, lancou por tena a urna mulla*
idosa, que tentava alravessar os trilhos, nao obt-
tante, ver que o trem j so achava muito prximo
della. resultando da queda ficar a mesma ninlh.-r
com um leve erimenlo sobre o olho esquerd;
que proceden competente vistura e mais dil -
gencias, e destas verificara ter sido casual sene-
loante facto.
Finalmente, a ordem e tranquillidado publiws
nao solTroram alteracao.
O que ludo communico a V. Exc, como ne
cumpre.
Deus guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. coto-
inendador Dr. Henri pie Pereira do Luccna, dg-
nissmo presidente desta provincia. O chefe de
polica, Antonio Francisco Corre a de Aranjo.
va para com o aviso do 12 <>e junho.
O que contii Ji, o que cont-in, r> lauvi-;
de 2'J de maio nao eviJentemenlo senio
a mais palpitante coufirmac.o da siijiJina-
cia. que se arruga o poder espiritual sobre
o temporal, sopremacia desdo loiigfk*. secu
los pretendida, mas sempre conr-y-iada pe-
los (liieitos iiwdienavois da sockniadi- civil,
que nao podo noin quer ver destruidos os
seus fundamiMitos pela esperanza, embora
Usongoira, de urna sonhada melboria, quo
jamis produzio sazonados fructos.
O miKvi. de 29 de m.iin, coiiferiiido pre-
tensos direitos a<> Exm. bispo de Olin la pa-
ra excluir associados de corporagons mixtas,
e at (!) para dissolver urnas e croar ou-
tras dessa* associai*os, foi alm do que
principio almejava o prelado diocesano ;
mas, por sso mesmo, si-rvio-lhe de clava
possant par.i o eombalo, vin lo como que
rotoii>perar-luu as forjas para A lula, que
se ia tornar diflicil unte a attitude do go-
verno imperial.
S. Exc. Ilevina. coinprehendeu tanto e
lio bem o alcance do iihkvk, que, inlerca-
nSndo-o entre os trechos da sua pastoral do
i do corrente, publicou-o e mandou que
fosso execulalo, independentemette do pla-
cel reijio du quo trata o XIV do art. 102
da constitu(;o do imperio.
Assim praticando, S. Exc. Rvma., repo-
ltnio-loM manifestou olaramonte o conciito
em quo tinlia o aviso de 12 de junbo ; e,
ifesprosandovan ramo de oveira,. que Ihe
ofloreeia o estalo, por entro pravas do res-
peito e consi lorae,o, c mtinuou mostrar-
se o apaixonado olTensorda constituicao po-
ltica, tal como se liaba revollado 801 sua
pastoral do 2 de fevereiro p. passado.
S Exc. era, sim, coherente ; mas do
utna coherencia sinistra e njusticarel ante
o nosso direito patrio, quo S. Exc. tinha
por devor comprehendt r e rospeitar.
Foi sen duvidapor essa fatal e perniciosa
coherencia que S. Exc. Kvma. sodoixou ar-
rastar, quando escreveu e mandou publicar
essa resposta ao .1 tuso do 12 de junho ; res-
posta que j alludimus, o do que transcre-
vomos da Unido para as nossas paginas os
ltimos trechos, ondo se acha a formal recu-
sa fie obediencia aos dictamos da soberana
nacional, traduzida pelo citado aviso.
S. Exc. recusa ob ledioncia doutrina do
aviso, segundo diz, porque desconhece a
compolencia do poder civil em assurnptos
(no diga ni rospoito com o ecclesiaslico; e
desconhece essa competencia por que a igreja
condemna ojus cavendi ab ecclesia Christi,
no qual se fundan as doutrinas do placel e
do recurso cora.
Com i so vo, sempre a mesma arma, ma-
nejada com a intrepidez assignaloda as pas-
torjos de 2 de fevereiro e de 2 de julho ;
sempre a mesina coragem em menoscabar o
facto assignalado era nossa oonstittii(;ao do
que o Brasil nao acceitou a religiao c tho-
lica apostlica remana como religiao do es-
tado, com as restricQes do jas cavendi,
taes como na propria constituicao se acham
consignadas I
E como, perguntaremos, em taes condic-
c6es, e devemlo conhecer o nosso cdigo po-
ltico, incumbio-se, acceitou o Exm. Sr. D.
Vital a missao de pastorear um rebanbo de
catholicosbrasileiros?
E' evidente que nao ha sahir deste dilem-
ma: ou S. Exc. ignorava as leis do seu
paiz o as da igreja, o que nao crivel, ou,
conhecendo-as, procedeu de m f, quan-
do acceitou o santo ministerio, para que
foi proposto pelo governo imperial e confir-
mado pela santa s.
$oe naohouve ignorancia, porm sim m
f, provam-n'o at saciedado os dons se-
guintes Irochos da resposta que S. Exc. Rvma.
den ao aviso de 12 de junho, pondo em
evidencia a nudez pouco escropulosa de
e deploraefrfiust produzio-so; o as suas
uonsequeikciis s^ essas quo todos vamos
sentindo, que todos vamos lastimande-^quo
todos vamos- condeinnaQdo.
Assim, [Kiis, a resposta do S. Exc. ar> go-
vemo iroperil ao aviso de 12 de junho,
consequeruo cm as premissas cstabelbcidas,
prava ainda mais, so era preciso, o,quo nao
eremos, esso espirito pouco cautae
Consultada,ft cas^. concedida a dispensa re-
querida.
Entra om-2? djscwsao o projecto de ni 40 des-
to anno, que mirada, pagar a Manoel Peres Cam-
pellode Almedn. aquantiade 10:0001, a, que s*
julgacora-direiu, pela conserva-o da. estrada de
Pao d'.\mo.
Vio mesa o sio apeladas as segointe emendas
substitutivas:
Art. uiMCo. Snbstilua se Fina, o presidente
menos (da provincia aotorisado a mandar pagar a Manoel
justo que ammava S. txc. Rvm.iv quando Peres Campello de Almeida a qiuntia de 5:360*.
assumio a dii-eccao da diocosso do Ulinda. '*>. 3:>I60#, importancia do descont porque fo-
Roleva, porn, tornar bem aatente oue r1a:nBe.?ucdas; apolices que-a thesouraria in-
pastoral de 2 do corrente, de njpdo nenhum fauia parte do seu contrato.Ji de Melto rgo
ptlo o deve influir na norma, de proceder ** Sabstitua-se. Fica aut-irisado o presi-
quo dirige as accoos da autoridado civil, e ,ifinte a l\rovi";;i; > ^'r preciso crdito para
que governo impon.,, o sihis agentes sabe-, "T^T^l^^ro^. projecto e
rao cumpnr alo o (un o son dever, tal como as omen.la sub^tiinlivas, passando o projecto
lh'oprescrevo a constituicao e as luis do 3 discussao.
paiz, que nao polem estar merec do me-' En,ra fm "nic:*iscnssao o projecto n. 7) desle
toiicioi.Kii.vwni.. .a,mo* t,,*e aPP"va :,:i Posturas da cmara munic-
loiiciosi-s invaso es. pa, de ^ SJa.-Sc approvado.
lenha, pois, o pavo a precisa conlianca 3- discusso do poject n. 30 desle anno, que
uo governo ; mantenha-sa na attitudo (lo concede licenca a diversos empregados provin-
quom er na forga do seu direito ; socuu lo,
quando fr preciso, e com criterio o sabedo-
ria, a aegao moral do governo ; o nada re-
cojo; porquo as lois d paiz bao do ser cum-
pridas, d dospeito das tergiversadojsu argu-
cias dos bspintos infonsos paz o ordem,
embora acubortados com o manto da man-
suottide e do rospoito.
O governo vella, o a sua vigilancia ha do
continuar sor, como at aqu, o dique em
quo so quebrarn as ondas da isixlo, qual-
quur que seja o sou movol.
DI A RIO DE PERNrVMBU 0
RECIFE, l DE JULHO DE 1873.
QUESTAO RELIGIOSA.
Conhccida como era a pastoral do Ejm.
Sr. hispo de Olinda, de 2 do corrente,
pastoral que servio para a publicaco ,do
breve de 29 de maio ; e sabido como i o
objecto dessa lettra apostlica, que m festamento invadi o campo da sociedtde
civil; nenhuma sorpreza pode e deve ter
causado ao povo pernambucano, nssim lo-
mo nenhuma causar aos domis povos. a
resposta que deu o mesmo Exm. prelido
diocesano ao aviso do ministerio do i rapio
de 12 de junho.
Effecti va monte : a pastoral da 2 do ju io,
proconisando e mandando exocutar o m *ve
de 29 de maio, deu a medida / exacti dos
sentimentos do illuslre prelado, e clarar en-
sua alma :
Recapitulando, Exm. S., ne-
nhuma resposta me licito dar ao
governo de S. Magostado, que nao
estoja inteiramente de necordo com
os juramentos sacrosantos quo
prestei a Deus, particularmente, na
occasio em que fui sagrado bispo
da igrejn olindenso.
Jurei observar a constituicao
do imperio do llrasil, mas, Ido
smente em quanto esta tdo fot-
de encontr as leis de Deus, que
sao as da santa ireja catholica. Do
contrario, seria jurar a Deus, nao
obedecer a Deus, o quo, alm de
impio, seria rediculo. Istp pare-
ce-me claro de mais.
Deliberado prestar um tal e to estrava-
gaute.juramento, S. Exc. Rvma. devia com-
prehender que ia trahir a confianca quo me-
recer, que ia ludibriar o nobro impulso que
levara o governo imperial escolhe-lo e a
apresenta-lo bispo de Olinda; e, pois, S.
Exc. Rvma., por honra sua, por dignidaJc
da igreja, devia recusar o bculo e a mitra,
contentando-se eom o modesto posto que ti-
nha as milicias do Senhor.
Assim procedendo, S. Exc. Rvma. mos-
tr va-so lgico e harmnico com os princi-
pios que seguia, o de .modo nenhum macu-
laria sua alma por um juramento manifesta-
mente infenso ao seu paiz, por um proced-
ment granuemente credor de censura.
Subindo, porm, curul da s de Olinda
com a iiiteii(Ai) formal dedesuonhecer e des-
obedecer s leis do imperio, releve S. Exc.
que Ihe repitamos, que procedeu do m f e
como filho ingrato, incapaz portento de um
mandato de pez e de amor.
^SSEiJBL i PROVINCIAL
SESSO ORDIi'Altl.V EM 29 DE MAJO.
ramoeifciA do sn. ouvrira axixiade.
Ao meio dia feita a chamada e achando-se pre-
sentes os Sr*. deputados Ralis e Silva, Joaquim de
Aiutijo, es Cavalcanle, Antonio de Araujo, La-
cerda, Pernambuco Filho, Gnede Gondim, Er-
nesto Vieira*, Vieira de Araujo, Goncalves Ferreira,
Barros Wamlerley, Pinto Jnior, Mello Reg,
Olyniiiio Marques, ilamboim. Lamenha Luis, Amo-
riiii Salgado, Tito, Firmino de Novaos, Amaral,
Ohvcira Andrade, Alvaro Ucha, Freir Gameiro,
Poneeca e Figueira, abre-se a sesso.
Lida a acti da antecedente, approvaJa.
O Sa. SEcnTAio d conta do segointe
KXiM'-.mtM-: :
Offlcios:
Do secret.irio do governo da provincia, ramet-
tendo por copia o ofllcio do Exm. bispo diocesauo,
no qual declara que va mandar proceder urna
suucancia a respeito da informacao dada pelo vi-
gario da freguezia da Gloria de Git, sobre o pro-
jecto n. 36 deste anno.Inteirada.
Do mesmo, remetiendo as iiiforraifocs da the-
souraria provincial, acerca da pctieo de alguns
commerciantes desta cidade, com tojas de miudc-
zas e qtnqujlhirias. A' quem fez a requsicao.
Urna pelirao da cmara municipal, pedindo a
quantia de i:C0!)i para um gradeatnento de ferro
na pra.a de Pedro II. A* corainsss de orcamen-
lo provincial.
E' lido, julgado objecto de deliberarlo e dispen-
sado d.i impres.-o a reque-rmento do Sr. Mello Re-
g, o seguala parecer :
A commisso de negocios ecclesiasticos exa-
minando alternamente o compromisso da irman-
dade de nona Senhora das Dores, da povoacao de
Capoeiras, e adiando conforme, e de parecer que
seja approvado, adoptando-se o seguinte projeclo
de lei :
A assembla legislativa provincial resolve
Artigo nico. Pica approvado o compromisso
da irmandade de Nossa Senhora das Dores, da po-
voacao de Capoeiras, com ai modificacoes a pre-
sentadas pela competente autordado ecclesiastica
uo acto de sua appruvacao. Revogadas as dispo-
sices gn contrario.
i Sala das commisocs, 28 de maio de 1873.
t'irmino de Notaes.Lamenlia Lins.
oiidem do da.
E' de novo posto a votos e approvado o projecto
n. (50 deste anno, que tinha ficado empatado na
sessao pasada.
O Sr. Wanderlet (pela ordem) pede que se
consigne na acta que elle votou contra o pro-
jecto.
0 Sr. Go.vcai.vks Ferreira (pela ordem) pede
dispensa de intersticio, afim de que o projeclo seja
dado para ordem do dio seguinte, o que conce-
dido.
2' discusso do projecto n. 61 deste anno, que
concede prorogacao de privilegio companhia de
Beberibe.
Art I.* Fica o presidente da provincia autora-
do a conceder companhia de Kcberibe, que abas
lece d'agua potavel a cidade do Recife, um aug-
mento de privilegio por lempo nuaca maior de 20
annos, firmando para esse li.n clausulas addirio-
naes ao contrato que tem a mesina companhia
cora o governo provincial.
I.* Nessas clausulas.se estipular que a com-
panhia so gozara do accrescimo do lempo de pri-
vilegio :
1.* Se se obrigar a construir castellos e de*>os-
les d'agua, em numero tal que pos.a abastecer a
cidade e seus arrabaldes, por onde passa o enea-
menlo, durante o lempo de duracao de seu con-
trato ;
2. Se se obrigar, para o mesmo fim, a adquirir
as fontes ou mananciaes necessarios a esse abas-
lecimenlo ;
3.* Se tambera se obrigar a assentar, dorante
o mesmo lempo de privilegio, os cncanamentos
quo forera precisos para o referido abastec-
ment ;
i.* Se se quzei sujeitar a collocar em todas as
ras da cidade, onde passam seus cncanamentos,
boceas d'agua ao nivel do pavimento das ras,
para o fim de fornecer gratuitamente a agua para
a extineco dos incendios, cora tanto que as ditas
boceas nao fiquem maior distancia de 200 me-
tros urna da outra ;
3. Se se obrigar, finalmente, a ceder, (ludo o
lempo do privilegio, todas as obras que tiver
construido, provincia, sem nenhuma indemni-
sa>;o.
Ji 1* Nessas clausulas tambera se estipular que
nao pode a companhia augmentar o preco d'agua
estabelecido no seu contrato primitivo.
3.* Nellas, finalmente, se estipula, o multas
para o caso de infraccao das clausulas relativas
ao abastecimento
Vai mesa o anotada a segrate emenda :
Ao J 4.* Em fugar das palavras onde pas-
sam seus encanami'iiios, diga-so onde passar 0
eneanamenlo.Pinto Jim tor
Encerrada a discusso e posto a votos o projec-
to, approvado, bem como a emenda.
.. a __
O Sr Rath e Silva, (pela ordem) pede dispen-
,sa de intersticio do projecto que acaba de ser vo-
U>rao quer que sejt, o faejo, o tnstissimo Hado.
ciaes.
Vi mesa e sao apoadns as seguinles emen-
das :
Supprinvvse a eraeaJa que diz-em vez d*
seus vciieiiivenlos -seus orJenados Gonc Ferrein. fotenttno de Carvalho.
Igual concesso ao professor da 3' escola da
fregu-ja de Santo Antonio. FrancUco de Ajab
Monteiro Pessa -.V. da Silta.
Igual concossao a Celecna Mara de Squeira
Varejao, profossora de Apipucos. Pinta Ju-
nior.
i Igual favor ao conductor do 5* distriolu da re-
Darticao das obriu publicas, Francisco A- de Ara-
gao Rabello. Ges Cavalcanle. a
Rcqueiro (jue o project cora as emendas v
a commis-ao de pelicoes. n'amlerley.
Igual favor cora vonclnieatos ao Dr. Antonio
Witruvio Pinto Bandeira Aeciolde Vasconcellos e
professora Thereza P. de Jess Silva, do Benito,
com todos es vencimentos. -J.de Helio Reg.
Igual favor professora de Grvala de Jabu-
r, D. Maria Eraigdia da Almeida Monteiro -Gon-
calas Ferreit.Pinto Jnior. Gomes Prenle.*
Igual a D. Anna Bezena Cavalcanle da Silv
Costa, proessora da povoacao da Venda Grande.
- Tolentino de Carvalho. '
Igual favor se conceda professora da Glora
de Gol, Marcoliua Furlad da Silva Cabral. -Go-
mes P aente.
t Accresccnte-.se -nmanno de licenca com ven-
cimentos ao Dr. Manoel de Figueira Faria, pro-
fessor de geographa do gymnasio provincial.-
Multo Reg.
Igusl favor a professora de Grav it de Ja-
bur, D. Maria Eraigdia de Almeida Monteiro.-
Goncalves Ferreira. Gomes Prente. Pinto Jit-
nior.
0 Su. Ratis r. Silva diz qne nao ptide dar e'.i
voto favor das emendas apresentadas, einquaiito
os seus autores nao as justificarem.
O Sr. Tolentino de Cakviu* nao dcvolveu o
seu discurso.
O Sr. Mello Baso faz breves considera/oes as.
tificando a emenda que mandou mesa.
Encerrada a discn.ss.1n posto a votos o proj.'c-
to, bem como as emendas, excepto as f .*, .*, 3.\
4. c o."
0 Su. Phksidknte declara que o projecto lica
dependente de outra ..scussao.
Entra em 3 discusso o projeclo n. li desle
anuo que .intonsa o pn-sideme da provincia a con-
tratar, mediante privilegio, lindas ou ramaes de
trilhos de ma lera e ferro que tenham por fim li-
gar a cidade do Recife com os arrabaldes.
E' approvado e passa commisso do redaccio.
3." discusso do projeclo n. 70 .1 anno passado.
qne augmenta os vencimentos do solicitador dos
feito< da fazenda provincial.
0 Su. Olympio Makqois justifica e mandi me-
sa a seguinte emenda :
Fica elevado o ordenado do amanuense do
asj.-o de mendicidade a l:OJ0i.il. da Silva.
Fica elevado a 100 o ordeuado do capello
do asylo de mecdicidade. Pintu Jnior. Freir
Gameiro. >
Encerrada a discusso o projecto posto a vo-
tos o approvado. bem como as emendas, ficando
dependente de outra dissao.
Contina a 2." discusso do orcamento provin-
cial.
Art. 29. A fianca de que trata o art. 23 da lei
n. 963 contina a ser de 6:000*000.
E' approvado.
Art. 30. Fica ni supprimiaas todas as cadeiras
de lalim, creadas na provincia, excepto as do
gymnasio ; os respectivos professores devero ser
aproveitados na vagas que se derera no gymnasio
ou em outras repartieres.
E' approvado.
Art. 31. Ficam supprimidos os lujares de con-
servador c p.eparador do museu do gymnasio,
podendoos actuaes empreados er aprpveilados
em outra reparticao.
Vao mesa eapoiam-se asseguintes emendas :
Supprima-se a palavraConservador-alte-
rando-se neste sentido o artigo. Ralis e Silva.
Supprima-se o art 31.Goncalves Ferreira. ?
Encerrada a discusso e posta" a votos a emen-
da suppressiva do artigo, toi approvada, (cando
prejudicada a outra.
Art. 32. Fica o presiden!) da provincia autori-
sado a contrahir um novo emprestimo de........
i,000:0:)0 ao premio nunca superior a 7 por cen
to e cora prazo para a amortsacao.
E' ajiprovado.
Art. 33. O producto d'esle emprestimo ser ap-
pltcado :
1. ao pagamento da divida contrahida com o
banco do Brasil;
2. ao pagamento das apolices emittiJas ;
3.* ao pagamento das obras que cstverem en
execncao, das que forem 'eitas de conformidade
com as leis anteriores e de outras que forem do
reconhecida necssidade.
Vo mesa e sao apoiadas
das
N. 78 Additivo ao art. 33.
> 4.a E para a continuacao da ramificacao da
estr..da do Cabo at encontrar a estrada uue vai
da Lv-ada para Santo Ant;io, passando pelos eo-
gentos Matapagy, Mados Tajtogy, Brilhante e
Aranba de muo.-Lamenka Lins.-Alvaro.
Ges.Cavalcanle. A. Sitato. M. da Silva.-
Frtire Gmuiro. Ritis e Silva. -J.de Mello Reg.
< Additivo ao art. 33.-12 ao piolodgamenlo da
estrada de Itapissuma a Nazareth. Amaral.
Jo) Vieira.Goncalves Ferreira.Gueies Gon-
dim. Freir Gameiro.
Encerrada a discusso e posto a votos o artigo,
approvado, bem como os addivos.
Art. 34. Fica o presidente da provincia autori-
sado a mandar fazer o servico de conservacio de
estradas por meio de pequeas empreitadas, sen-
do o respectivo pagamento feito depoii de con-
cluido o servico, ou em preslacoes, medanle fianza.
Vai mesa e apoia-se o seguinte :
* Substitutivo ao art. 3. -Fica o presidente da
provincia autorisado a m indar ensaiar na con-
servaro das estradas que forem de novo abertas
ao transito publico osystena de conservaco por
meio de poquenas empreitidas, sendo o paftuaen-
as seguintcs emen-





t.iiiWL .111 VHt,
de aearvado
justifica- e ni inda "i
da discutsao .do artigo
t. i
feo Insiste das razte
nerimcnto Verbal.
to fefli> dopois
calcante. >
O Sh. OLIVBIlU
nesa n seguinte ri
Re jueiro 8 adi
por 2i horas. Oliofi)
O Sn. AiHcini PebS
por pie apresentou n sm
O Sn. i. C. de Anu i
querimento aprsenla
1.* erren lo.
Encerrada a discu
rmenlo, rejeta 11
do artigo
T) Sr. J. C. dr 40
pensa de intersticio d
vineial, a fin de
din.
Consultada a MU rol
Entrando, em discasae o orcamenlo municipal
deixa-se de votar por fjfita do numen. .
O Sr. presidente designa a ordem do dia o le-
vanta a jaasao.
.-AM^lMWfhMii!, i*^n#*- ntiate defend. i.iin a honra o ,,$ ron nciti
na.;*, o mis to" voudenmidt ; lunlrm rernM
pela, feanid-a punta da i>.aa handeira tonto:*
ni i"
re 0njh,
REVISTA DIARIA.
I xe*.,1(f> stdeiicia da provincia, .:e '7 de-Vorrenle, (le eon-
forniidadej con! o ai i. 14 das rasa-*eea neo
abril de ret, Coi imposta a pena Re am roei
prisao o 10 s de multa a Jos (bemol do ta!, .r.e
armado de toca c CUiiuMa,.*. lugarMaitoiMa^o reewia-PedrVdo
(I. timo de Manoel nruim.
Socredinht. tlo^ovcc-H Prostqo ijwa-
mente ochase no exoreioto de offeial do gfeme-
le d i presidente daptvyiwia o Sr. bachatel Jos
Vinjatu Meira le VmviihmII.,s.
Vifccennsulwte diiJluswi.-T! de
"gaiir h.jo [Ma a Europa o Sr. || Aletuo Pm
i, nceconsul da Hnssto neM* provincia, deiiu en-
earresada desse. oansiilado-au-Sr.-DIrico-trll.-r.
\ niuvcrsart**. Comrtfoiaram-se lxii)tm
32 aiuh.s un.! s pjrmedwi rnolomiiidade da sa-
Crasa' o coroacao de s. M. o imperador o Sr. U.
Pedro II. Puresse motivo ostiveraw emband
radas as (Macees pulilrcjis.
Huspitul l*ri!i-. II Celebra-e boje pes-
ie estabejeiraowgo, cargo -da Saula Casa do Mi-
seraeordia d. Rurifc, festa de S. -Vinente de Pau-
la, nslituuW-thi annYnaria das imics de caridade.
Os alumnos do mllagio tos orplia-os deveni alii
es cul ir urna ova mi^s-i mandada vir da Eu-
ro a.
AjW8naHR&'a nriTjjwlwfc' Yijn de no-
vo a lvica; en dia-i iP> correal*;, peante junta
da lfie>our:;ii.< pn trinen I, o.s mpgt.is prrrrinciaes
da* comarca do l-lui.s o de Tacara tu, eom o ib*
t'dc II) i..; L'i:iilu l.Tooido na ultima placa, fi-
eaudo asdlm r.duzidos :
Flores, por anuo 2:S2U60">
Ta.-araii dem l:775i8S3
Ri*fe Wi-Jitiitigrcv -'i cmsulado pinvin-
cial clmiu il u,i\>i, em lisia da urdein da nre.
den da provTrtna ros .1 iiijin;!,; (|,is appari'llios e aunmdades da
eoiniuDbiii Rocrf- Draioage, eorraspondente ao
Maestre in.lo m jiuriio de AWi, cota a multa de
l> por centt).
f^.trt* le Pernaiiihuo- Se cbegareni
l.ij.' os vap.ns iiiiile^.-s J I;,, RLIt c G.nxnnr.
da Imlu i raeifieo, es(( da Eun.na o aipiidle do
'ii do i iiperio. distnhuirriii.is amanli qosso mi-
nelo lie -soMHda-lVir.'i.
Vayorl-ijm.a. Qiwop hontcm da fran-
ja e >c.ilis, trtenlo dalas: do C-ar II, do Ri
(..ano-i M da l'.vohvi.a ^7 ,| coirenle.
~ -Yu *wnUa do iVa_rj t\ apnrovada, no da
lt>, uim: m-ica.i J,..,l.pu.;|, [),- IVantedes Ti: -
anlo ..i Mlva, pira wr f-!i-.t.ido o Kxm. 5r. Dr.
rranaso de Asa* iK f!lv-ira IJaciei, pelos rel-
vairo.ss...--.:,.,^ ,,-.(;,i,c pr.vinrii durante o
lempo |ne (pm ii) gowniad.i. Para a eommissio
lelt:tia4 ira i iran tKrnid.w, depirtados Drs. Prn-
xe .'s Pneodtifci da Sv., Sainnel Pnllupe de Soii-
r:\ Irk.sy. Hen-ulto lie AratTjo -n|)cs. \|;llH.| S:,:1.
res la si.va Hw-rra e enrtAri Jos Sanes de
su .
- B. Rio Grande P.irahvba nada r-,-,:lie-
mos,
oue do Takyba. CI..-.01, htinlem pda
mar.!.;: o paliebo fraice' I n lr,. proredente do lia -
viv. condoiiodo toda a foaragera da ponte do Ta-
i.i, na m narea de I',, d'Alho.
^l/.ililto de Pernambuco Sabida l) de Julko de 1873.
ty*M:tifj/i fW4\ft

treujulitl' ljo victorias;
(tBfSdosipieoJp iSedro An*onso,.'lfcga, firo-
nl.a.gh oulros, balomij^.se 0'm RiacHuel, el aN
reliHtar.ini das niaos
1
bsndet
E
no roi
oso
dido |i
eia do
una |
i'iwiatfj,
[jas o pavliao do Paiitn
nlil i: des!a
ir
D
\nnfr6<
>S> nao estova d^Vd
rato da tu
(luir, brajieo. Pornambaeo, 3 inczes, S.^Mfe
Witta.fvniwr.iifrlBj^iHico, 5u mezo?,
IjJlpSs. -),,{

CA
Min
UNitIPAL.
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SSSSAO EXTHAORMXARlA AOS 9 DE JHL1I0
menos horrjrosa, \
a m r'e era pci) cloitiuiJ
tmviK. subfuitlo |i.r
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U MtSLu,n1ls|
cnaceus. a oatartOe
ante*^wfmmUsm%iM Vo.sa
nesTABi. Impeiiiai. ascuas rev. rentes fcomenagei
Sow.'ilailj Patritica Oomde^etamly-i*-ede
E. R. M.Dr. launrt 4r> Nasri*r.'to Maclmu
[orilla, presidente. .lrtfpn* Lnmntha Bins/.+
aooi'wUrUi Joa^uu IJw. ds SaiUos, 2 dito.
JnsO Antonio Pinto, laesoureiro.-Luiz Goncalves
cmara municipal em 9.felrA4jtC
a Guiniaraes h Dr. Lobo M<) o, inandand-j-o iiue^i^Blal com-
cito as liccnca c.oiKNiUte/ para e
m ualeots'ins atpQiHljM- *, ?mercado
proceda de c-u\ ftfpUae. com as
Soma "cao reiucreu
a nomaarSo elTectiva
dor
da S Iva, Jos NicolaoTolcntino de Carvalb, Fran-
cisco G .mes Preme, Pclippe le Figuciroa Paria,
Perefra de Lueena, dgaissi'
provincin de Pern.-iml.ueo.
tu
Uiulicico.'
apor fpijw i, trouse para :
I:i:i7800
"2IVMII
1)18*001
799 00 l
til I 5o'Mi
o.-)8 .0.1
480 000
401^000
aoooij
Leonardo
missa re-
provavel
e merece
Jos Darte das ffeam
Revertuo Irtnao 4 C.
J >s Lnr> (one.ilvcs Ferreira C
Praga A It >oha
Joao Martiiu de Barros i PiHu
Dr. J..ai il, Silva amos
Joa piiin Lopes Mac iado
Jos Lu! Ferreira da Costa
H. Lagraoge
SwiaaTna aii: ccessilailos.-S.miili
reir (ti) ilevem ser distribuidas esmola* na igr
jada Uadicde I :--, ~ pessoas nerossiudas une
ani comparecer.
PewUvfdiMle ra*!i-isa -Ammlia cle-
lo a w, na i/r^a do coaveDi do Garm i, a fostivi-
aae religiosa do prophet.i Santo Elias.
r.t no Kv.uiu'Ib i o B0l e i u i Lino do Mon-
KCarincHo Lima, o ntXVD W*a Brego. II. ,|,. iHuIrugada una
"^*hT"-**-*~ -Tu iratrnin de rr-
re le f*. FraneKcu. Cnn*U-oos que os ,.n.
geniieiros ,kl-.,.n!,idos dos Modos para o pndan-
gaineio da estradaie forro du Reeie a S Fran-
ei rannung.
Se assim com poiai<| o muito
la sida 'neansaveis ess.s engenbc.iros
1onv.,r..s o contratante desses trab..|bo-',' o Sr.lr
JOM Manool da Silva <; HUn o, pelo empeiibo em
roe su ,le ,|Ue se neaiiie o inaia riepressa possi-
vel esse frauda melli iraniento.
Deus.pieir.i. M-ir'iu, ,|i> \o li |u. elle apenas
dmestados da estrada, e .pie a consirueeada li-
nda iiga da perla o eafonjada trabalho dos distiuc-
tos eng.nbeiros.
Si.eiertaiJc Litter.trlit e Auxilia
Hira da IiisU-i'.nia Kiu-iindaria. Nao
leii.i.i si,i, p.,ss,ve| haver s leitura e lisenssiio dos
e^tautos .Irssa sociedad por ter fallado o presi-
Me inieriiui, e mu dos inembros di comuiis>ao
na redaba dos meamos estatutos, o ^r. 2 s.vre-
tarto assninio a endeira da presidencia em impedi-
mento do I-, e depois de se tr tratado de ootms
assiiinutos eonvocou novaniente a ;wio para
'nianba. as 0 hora*do da, pelo que sao -convida-
wu toaos os socios a eotnpareser na sala das get-
soe? a ra do Coronel Suassuna n. 144, 1 andar
., ******? de K'a;a.-A Uliistre fHe atiMitca Doze de Stlemm, que tantos Ronfeas
ja conta a esta provincia, v. io (aiubun juntaros
n ^eaTorcns aos que goralinete se faaem( nesla
Cidade em prol do infeliz saldado Joo Haymnndo
fcis a peticao de graca .|ue a mesma sociedade
cadereea a !j. M. e Imperador, solicitando a Cora.
mulato da pana de muri, que fei imposta pela
Jcr aquellfi desgracado hornera :
a Sebhob. A ociedade Palriolipa Dze de Sc-
temhro vera ante oaugu-to throno de VoasA \l\-
istadeImceiial implorar a pra;a da ooramuu-
cao da pena de inorie, imposta ao soldado Joao
Iiaymundo do 9- batalbao do iufantaria.
Q.iando, Senbor, o Brasil inteiro ostremeeia
de jubilo e enthusiasmo pelas esplendidas victorias
alcaacadns aos eamp x do Parsguav ; ouando,
opilando o pranto da saudade, para dar expjtno
aos enlevos da esperanca. cornam pressurosi,<
niais, iilb .s: esposes, irmiw, nina popul.-icao om
peso em busca das amas nanmugiiini |tHNtsM
assiga.-,Ul1.j tr.iiiuphs, surga do liarmouieo pea
sanenlo. m (juo |.airavam os assomos palrioticos
n'-ta cidade, a Soeiedtde ;o4! de SeUiiibro-
om o .un do soiorani as, le modo condigno inagnitiide do esf.oeo e
a santidad.: da causa
Hoje, iMirm, que a gociedaite Patri&ticaj
t):ze de .setenibi-o-fio honra de tantos fulos be-
roicos-trata de convergir as r..reaa do novo pan
a nobra certamen do traliamo, que bts garante o
gozo aliitar de amtv.paz duradoora; boje .pie i
sombra de nosso, tropbos, procura ella promover
o desenv.,lviiru'itto da nstrpecju publica, agrcail-
tnra coinmercio, industria a? artes vem forpre-
heiide-l.i a noticia de e de hroes vni derramar se o saogtie de nin
tu soldido, a rjuem a (te-raa irapeUio a nraii^a
de gravissimo <-rime.
SBjmoR | ^o a supplicant nern de
em duvidaai.idef..ct.veijus|cn de Vom :M.W %
bao do Santos Ferreira Barros.
Isylo de alienados. Mais oiTettas", como
s dos olans MMhn publirvidos.:
Illm. e Exm. Sr. rommendador Hcnnquc ftrei-
r do Luccna. Em imposta a carta d 4 do j*-
neiro di crreme, com une V. Exc. me honrow,
cuBwdanda-m para nm ira tao uW, cama a Cdficaji.) fJe novo erlili rio para o hospicio de
alienados, icnho a significar a V. Exc. que cera
niuita satis'acao a sso me preste, passando as
mos de V. Ese a.mianlia de duzentos mil rs.
para ser apphttda i inferida eJiftcacao. Sun
com a maior estima n coiHidTirrSo de V. i- se.
muito ntleneinso venerador e criado,Sent Sevt
rinnodi Fiaceca Pilla. Eogemio Pereira, 13 de
Jamo de ix::i.
G.iWncic da [iresMcneia de Pern-fhlmco, em 16
dejulli.i de 1873. Illm. Sr. Bcito Sovenano da
Foitccca Pitia. Acenso rrcebida a caria do V.
S. de i3 do crreme, r.-met(eRd i a quantia de da-
lentos mi! ris para as obras do avio ik aliena-
dos.
Em respeta cabe me agradecur a V. S. esta of-
ferta, e louvado pe I >s -eniimentos de patiiouio
e raridale que ella icvia. De V. S. niiiilo altan
Cioso venerador e er.'ado. fewiqu Pereira di
Eiigenlio Piranhira da fiTcuezia da Bseada,
de jullio-dc: 187 Ufan, e Exm Sr.Accuso a re-
cepcao'dooBiciode VExc. dea dejan.Oir-o.de 1873,
e Mii'nos'o me ehe prusentemenh*sobrcearregad
de despenas mdispensftveD, devendo tatnbem con-
correr pira a leedilicaeao da igreja matriz desla
ireguetia, comtudo envo a V. Kj;e. a quantia o
clusa_de|0!)iO':l, rogando a V.Exc.se digne acei-
tar fio 'rnente como signa! de rainha approvacAo,
e reconlierincnto da atHidadede tan humanitaria
quinto cari'osa obra, que, V.Ekc, [idas distinetas
qnalida.les qiieoorniiu, emprehend 'U realisar a
irol dos iofelizes alienados.
lieos guardo a V. ExcIllm. e Exm. Sr. coni-
menda lor !!".ir:que
mo presdeme da
/? me Fmrhti du Caita,
Gabin-te da presidencia de Pornambaeo, em 16
de jnllio de 1873. Illm. 3r. capito Boque Fer-
reira da Costa Acenso rcerbida a carta de V. S.,
de 13 do e irrenta, reo ettenilo a quantia Je 10:1
eoM aj.jiiicaco a construee.io do asvlo de alie-
nados.
Agradecen/lo a A'. S. este donativo, o louvo
pelos sctimentos de patriotismo e cari lade que
elle exprime.
Son, e en eslima e consideracao De V. S.
muito silencioso, venerador e criado. lleuviqne
fen ir d> l.Hrrnn.
Institu Histrico e Pkilosopbl-
ei. -i ooiinro (i ) llavera sesao ordinaria dista
soeeilade, .is horas e na lugar do costme.
Ordem di da : (.' parle', diseussai da Ibese :
Qiil 'i iiipucm-u di c'iris -nimiu tibn n f-iiw-
Hu'. parle, disBUSi> dathese: A que ti
otee n independencia do liras l '
Katiniv.aca. A directora dasoeiedale
Luzo Brasilera pede nos que ratifiquemos a no-
ticia que aiguem, mal informado, nos den, sobro
arrearlo d'aula dos captivos. 0 olTerocimeiit.
do orador para encinar gratuitamente e orn eer l-
vr is revs-arios; fui aceito pela directora ; (cando
i'orem, anda depenJente de reso'u.-ao da asiera-
blea geral, a quera compete, cm face dos estatu-
tos, approvar ou nao os actos da directora.
Santa Casa. Acha-e. intcrinaaiente no
exercicio do cargo deIbesoureiro da Santa Ca-
sa, o Sr. mordomo Franeiseo Antonio da llosa, o
qual paga someute n.is segundas-Ceiras ao nielo
da, na secretaria da mesma Santa Casa.
Aeto i!-( de louvor. Hontem, 17
do crreme, tendo completado o seu vigsimo pri-
meiro auno de idadn o Sr. Joao Camlo P.r-s Pal-
cao. filhi do Sr. coinmendad ir Mauoel Camlo
RrcsvFaleao, oncedeu liberdade gratuitamente a
M escrava, [tarda, de ame Ciad lina, Jado de
4'i annos. pelos bous servieos que lhe pre-tou du-
rante a sua menor dale.
Cm vista aos imasis 0 trem da
Hnba frrea do Caxang que suba antes de hra-
tera lelas 10 e meia horas da manba da eslaeao de
Santo Antonio para as ofllcmas, ao chegar ra
Pormosa, lan.-ou par torra ama mulher idosa que
tentava transpor ostrilhos, nao obstante dev
reeonneeer pela aproximacao em qae eslava do
rem qne te expon a i nm esmagamento.
Resultando poneo da queda que silTreu um le
ve leriraeoto sobre o olbo esquerdo ; permita o
co que isla lhe sirva de licao.
Ja val por.cllas. Na viMa d'Agua Preta,
Justina Mana da Oraccicao, pelas H horas da
manba, do 12 do crrente, assassnou com nina
Tacada a Tliereza de tal, no termo de Agua Preta
O.i porque fosse mulher, ou porque lhe seia
muito mingnada a sorte, foi presa em flagrante.
Trilitos uriiauos de Oiniia -A ge-
rencia d esta companbia. attendendo aos pedos
dos moradores de Olhida e Beboripe, expedir
trens para essas localidades, logo que lindar o es-
pectculo do Circo -Americano- nos sabbados
nonte, a comecar de boje
.-teto de loueura.0 Sr. Joao Ignacio da
Costa, portugus, soiteiro e commerciante abasta-
do de nissa praca qnee.-lava nltimaniente sofTre.n-
do de alienatae mental, precipitou-se honiem da
janella do oiLo d? um tere.eiro andar que oceu-
pava ra do Amorira, vindo cahir sobre o teha-
do de urna casa torrea eonigua.
Ficou elle com um brajo quebrado c o crneo
gravemente fracturado.
Sendo imme.1i.-itmiente socorrido por Sena ami-
gos e pelo zeloso subdelegado doReeife, de prora-
lo o fizor.un recolber ao hospital portuguez para
ser tratado.
Lotera. A que se ach venda 6 a a
beneficio da nova igreja de Nos Senhora da Pe-
nha, desla cidade, a qual corre no dia li do cr-
reme.
o
postaras. 0 Sr". vercador
verbalmente que se flzesse
cania
eiilo de:
vota
Dr. Mo
ado o sc
Silva, Dr.
r__ loi..
Ibese tpiauio .!
as
quu. a amara expeca
cufcrfdldSii a
maJs^ipusifts.lm
dominaa do inezde agosto ,.
nha lugar a e[ecJo de vereadores pan a nova rie-
la de Jaboato ci-ojyjaMiejaijtei^ .. i.HW^b: i 4.'
niaio ultimo. Mni^m^emdaPwsIPseHtidowis
o Ja-
iieeessarias ordens de
'19 di ag-mm do rW6 e
alini de (jne, na ujnia
prximo vindouro, tc-
taor ImkUAL| tanionn fsl plcuaiiiPnle coDven-
cida da mexgotlre) demencia qae taut
Para o ospieauV de TOSo-arazasfo thr.
.lab'pt-atmwt o?s< Magsstaof. rMPnwAj,o
punir eohi ar more. m,i(fr.:rao tsrabem o castigo
aocr naspedi-nosqnenSo 'se lhe freV
as pdrl m di arrependi-n-rato. dando-ge ao m
enhie de su-
e fiiirrer
I7rrjm<:ie*l873en9ft0-- MVraent* dl>
Lxistiam presos 347, enlron 1, sabirain 4, exis-
tan 344. A saber
Nacionaes 242, mulheres 7, estrangeiros 44
scravos 40. escravas ILTotal 344.
Alimentado* a custa dos cofres pulilieos 287
d "78i!!)v",wn'0 da nfermaria do dia 17 de |ulho.
Te ve baixa :
Joa.|nim deBrito Vasconcelloshemorroydas.
Ceinlterlo puMIeo.-Obituario do dia !C
de Julfio :
Martnbo, pardo, Pernambuco, 2 annos, Graco-
hepale. ^'
Leocadia, parda, Pernambuco, 2 annos
ta; brincmtes.
Therea, escrava, preta, frica
ra, Boa-Vista ; beraerjptisa.
Amafia, escrava, parda, PeraamOuco, 4 airaos,
BfW-VTOa: bexigf.s
Mara Fefe-ia, parda, Para, 15 anuos, soltaba.
B-Vi*m. bispital Pedro II; tuborcubs pulrao-
II.-'.IVS.
Mana Joaquina dos Anjgs, branca, Pernambuco,
72 .annos. viuva, S. Jil : pleurlz
Mara Apdinaria da Coiiei'cAo, preta, Pernam-
buco. W) -mos. soWira, Boa-Vista; amoleeimento
cerezal,
Mana Valeria d.a Coaceigo, pretr Pernambuco,
iSanribs, solleira, Ra-Vista ; tubrculo* pubuo-
, Boa-Vis^
4G annos, solte-
jei/.es le piz mais votadas das freguezias
oatao e Muriheea.
OutiO do rne-iuo presidenta, declarando que
Tiesta data, foram rnmctlidos ao Dr. pr. motor pu-
oheo da cajmal os deeumenos enviados por esta
curiara, eoi 2 3o correffte*, lim de proceder nos
termos da Ini contra Manoel /oaquira Ildefonso
Beaom e Manol alaquias Franco, pelos fados
ciiininosos constantes dos meslos docttiMnutes ; e
que cun relacao revindteacao ilus terrenos de
que traa n ntesin i rlHeio, a enmara cara|iri* pro-
por a conipelenle acciio. Inteirada.
A esto respeito o Sr. veiea loe Br. MoscosO re-
qnerek e foi approvad, para que se declarasse
na acta que vofou contra a deciso di cmara
que Mandn que se nao procedesse contra aquel-
les que couiprai;tm inddvidameute terrenos no ce-
milerii de Santo Amaro de Jaboato ao fiscal e
administrador do inesmo cemiteiiu. e siinquese
exija a esiitueAo dos dinbeiros mal receliidos (ic-
ios ditos fiscal e .administrador, pois qne a ixima
ra nao pule imitar coima tem divida aiguraa,sob
peni de nullidad* e de pagar o duplo era vista do
ari. ."i2 da le do 1 de outubro de 18:>R.
^ Ficou anda adiada a medida reclamada pelo
Exm. presidente da provincia crtM'fHcio da 2 do
pagado, inanilaolo vigorar des lo ja a matricula
dos talladores .le caio.s verdes; votando em pro
do ad:.amrnto 03 Sis. Gaoiero, Lo> o Jnior, Tlieo-
doro Silva, Cunb.i Guimar.es e Dr. M uco-o". e
contra os sr.-. X-ves, llego Barros e S.nxa Lco
Slandou-so de novo ao advogado da cmara o
parecer de ex-advogado e procui-auao do Exm.
Visconde de Suassuna, aliui de, em juizo compe-
tente, fazer validar por meio da escriptura publi-
ca a .pese obiij.'ou por termo pe'.aiiie esta enma-
ra o procurador do mesan visconde, a venda que
este fuera do trapiche Pelouriaho, renieltendose
tambera para esse fin a copia do referido termo.
Parecer do advogado opinando peJo pagamento
das costas contadas eai processos erimes.'eiii que
a cmara fra condemnada, ao fallecido Dserilo
da subdelegacia do Becife, e cojo [lagaineuto foi
requerido pelos filhos, seus herdeiros. -Foi appro-
vad e man lou-se pagar; votando pro os 5rs. Lovo
Jnior, Ne\9, thftmm Silva, lUgo Barros, So-
za Ij'-io o (jiinlia Guimaraes, e contra os Srs. Dr.
Moseoso e GameiiM. por nao estar provado que
essas cusas nao estve-sem prescripias ai lempo
em que fallecer o referido estrivao
Ollieio d ) jniz de paz da Poco da Panella. pedin-
do que se I e mande, o hvro da qualiic icio dos
votmles daquella freguezia, atai de reuie'tter ao
E\ui. presideate da provincia, copia das actas da
primenesegunda renfllao da qualticacio feita
no corrtnte auno. Mandou-se olllci.ar -iuelle
juz de paz para que mande tirar pelo respectivo
eserivan, na secretaria da cmara a copia de que
trata, una vez que o livro roinetlulo cmara s
deve sabir as pocas marcadas por lei.
Inloiniayao do engeiibek'o sobre a peti^o de
Manoel 'oaode Amuim. Concdase a enea
pedida, fazeudo-se a calcada com a mesma lar-
gura o mvelaiiiiito da que existe.
^ Oiitra sobre a de Manoel Anselmo GOfra de
Figiieredo, arreinatante dos i-eparos da estrada
nova muiiie|ial da rovoaeio da Varzea. pe lindo o
pagameiiio da iirimcira prestag.io.-Foi udeferida
a peti.ao em vista da informacao
Outra sobre a de Manoel Ignacio d'Avila.Man-
dou-se dar a licenca pedida, pagando a multa que
lhe foi mposia.
Ollieio do administrador do ccmiierio publico
desla cidade, lembrand i cmara a conveniencia
de seren numerados os carros funeiHVs que con-
diizeui os cadveres ou os pannos que cobran os
MXoes, aliui de evi:arem-se duvidas futuras rela-
tivamente a classe dos ditos carro;. Mandou-se
ao procurador pira fazer numerar ditos carros.
Oirtro do engenheiro, reuie.t-'ndj o orcainento
das dospeaos a fazerse cora os reparos da rilieira
da Boa-Vista.Mandou-se pr era pa; i os refe-
ridos Coiicerlos.
Outni do procurador da cmara, remetien-
do a relacao das mallas impostas pelos iscaes o
arreca lados de 3 a 9 de correiile na uiporlancia
de 230O0 Inteirada.
Oulro do nicsmo procurador, pedindo que se le-
ve em conta a quantia de i5000 que dispenilen
com diversas questfies era jaizo. Mandou-se
pagar.
Outro do lical dos Afogados, trazendo com sua
iuformacao ao coaheciniento da cmara um abai-
xo assgnado Je alguns moradores daquella fre-
guezia, redamando contra o pr,.cediraenlo de Luiz
Gomes Silverio, proprietario do encentra Uoin
Jess -silo na Ibura, tapando cora cerca uraa es-
trada publica que existe entre o dito cngoiiho e o
sitio denominado Allemo e s permittindo a
pas;agein mediante um estipendio.Mandou-se ao
engenheiro [rara examinar.
Outro do mesmo fiscal, corauaunieando que Fran-
cisco Ignacio da Cruz e Mello, a quem j mullou
era iOOtf de conformidade com o art. S" tit. 8o
das posturas de 30 dejunbo de 1849 por ter tira-
do barro da estrada que do Ingar -liu vai ler a
Piranga, alim de fabricar lijlos, continua apezar
de multado, a lirar barro, causando assim dalirao
i mesma estrada com prejuizo do transito publi
co.Ao engenbeini para proceder a exarae e in-
formar cora urgencia a respeilo.
Outro do mesmo fiscal, remetiendo dous termos
de infraccoes commetti las por Benjatoin da Cimba
Torreo o Jos Mara Goncalves Vi-ira Guimaraes
na importancia de 60000.Ao procurador.
Outro do liscsi! da fregueaia de 8. Pr. Pedro Gon-
alves do Recife, remetiendo un termo de infrac-
co contra Antonio dos Santos Mello, na importan-
cia de 335000. -Ao procurador.
Outro do inesmo fiscal, remetiendo o termo da
vistura feita no sobrado de dous andares ra
do Amorira n. i, pnenteme a Frederico Ulysses
de Almeida e ouiros. Mandon->c que a este res-
peito ciimprisso o fiscal as posturas.
Outro do mesmo fiscal, remettendo-a relacao das
mullas impostas de 28 do passado a ,'i do crreme
na. importancia de 83*000Inteirada.
Outro do fiscal de S. Jos, conimuuicando que
de 3 a 4 do corrente mullou diversos individuos
naqueUa freguezia; na importancia total de 70i. -
tBteirad.
Outro do da freguezia da Ba-Vista, remetiendo
o termos de miaccoes iuie se deram em dita fre-
S!'^.'vd'! 2 a 'J d" ';orreiUe, na importancia de
wtaOfK).Ao procurador.
Oulro do da freguezia de Nossa Senhora da Gra
C*. remullendo a relacao das inultas impostas de
30 do passado a 9 do correte, na importancia d
iiOOO.Inteirada.
Koram Ildiis os seguintes pareceres:
o A commi8sao de edifieaco, indVi examinar a
proprjedade de Arisiides Duarie Carneiro da Cu-
nta Gama sita na freguesa do l'oco da Panella
miga que nao ha inconveniente algum era cance-
der-se o que ell pede; visto- conhecer a mesma
coininissau que um atormosainiepto:e nao im-
pedir o transito publico. A courauso suJmieUe
o seu parecer IJIraa. cmara que mclaor deci-
dir.
Sr
-r
nd, votando a
Mnscoeo e Nevis,
uza Le4o,e 0*ueiro.
Cimba (anidarais ripieren pi
-commfca do ma|nd parecer^ [ietfc;i que os ne
_ vcrdes4eela cidade drikantf
ao hxm. presidente da provincia e este cmara
para mformar, pUinJ.j, para ojo se-dar a exaco-
qbo a matricula doe talhidnris de canes, eom
exeluiHo dos escrnvi.s, hem assim o oflleio-da
presidencia relativo ao assumpto.-Foi approvad,
\otando a fav.ir os ^rs. Gamcro, Dr. Moseoso,
1.oy jnior, Theodoio Iva o centra os Srs. llego
Barrse Neves som mte quanlo a nao se dar
ciiraprraiento a ordem da presidencia mandando
vigorar desde j a referida matricula.
l-oi remeltida a conraiissao de editicaao a peti-.
cao de Joaqum Baptista Nogueira para abrir urna
porta.no muro d> casa terrea n. 12o da ruada
A Jorge.
Foiam ao contador para informar as peUcdes
lo dcsemli.-trgador Affonso Arthur de Almeida'AI-
buquerque, Dr. Manoel Joaquim Silveira e Gua-
rn, i de araz Pnlo.
Dcspacbaram-se m.is as [leticoes de : D. Anna
Augusta Guillermina da iicecio, D. Amia Jo-
s.'plu do Espuito Santo, Antonio da Silva Car-
neiro, AfleUi Andr.tde Mello, Antonio da As
sumpcao Cabral, Antonio Joapiim Vinbas Maia,
ISernardmo Duaite Campos C, Bernarda Gan-
calves dos Santos, Casto Jos de Mello, Claudiuo
Jos-'de Mello, Eduardo Ta vares de Mello, Fran-
cisco Jos Pereira, Flaviano Francisco Begis,
l-ranctsco Ignacio de Olivoira, Ferreira 4 Martius,
t-rancisco de Assjs Viraos, Ignacio Baptista Ama-
dor, Joaquim Baptista Nogueira (2) Josepb Gim-
jean, Jos Joaquim da Costa Braga, Joao Bernardo
Neivas de rigueirdo <). Joao los da Silva, Luiz
I erara Raposo, Lewnaira f. C., Manoel Joaquira
de Ainoiim, Manoel Antonio Lerau, Manoel AiW
m Correa de Figueiredo, Mareel.uo Jos G meal-
ves da Fonte, Marcelino Ansberlo Lopes, il. 'W.
Jlartrnau, Manoel Ignacio d'Avda, Paulo Baptisia
de Jess, D. Bla Firniiua de Almeida, Sabino
IH uno do itosario, Tiiomaz Aitouio Espiuca, Tlio-
niaz Aurelio, Os berdeiros do Vicente Herculano
de Lomos Duarle e Zeferino Jos da Costa Maia,
Tiburcio \aleriano B.ptista e Fnncisco d'Avila
de Mendou.a na priineia parte.
J.cvantou-se a sess.o as 3 horas da tarde,
tu, Pedro de Albuquerquo Autran, secretario
a escrevi.
Manoel Joaquim do Req< c AViuquerque, [.resi-
dente. Jos di Silval.tjo Juaior.Jose Pedro das
Vives. -Theodoro Mackdo Freir Perorada Siha.
Itoeciirso a carn.
km Meto de 8 do corrente) o digno Sr. Pe
aej.uivna. Chaman a. aiienciio do procurador coroa, soberana e fazeuda nacional sobre o n. 80
o peridico Uniju^tm lo seliauna pasin
diocesaiMfiS|dan(io|BWicarj^
breve era CMa dMartaSanlfladii
sera que avel heuepla'-iM imperial, eff.-u.iendi h-mh
stiluicao pnHt<:a do irap-iio 0:pr.ti'reaa lo b|
adeira usurpa.- o do poder te
Exc. rooomm-m lou aie o rae- i.j pn- ::-aJoi-
erpostsse o (fcmipftenf: recur-i na f.miada
^,aau-i en.,
a qil
dar reine lio i f *to da nn
julg-Mleve'prodeUsv-de wodiq
mnienda.
N
%4a*^lo gbverno o*.
' q; na hy(K-
hm.u> da Inill*
I
. nao viri*
itrfilir.ica
ji-qual V. Exc.
Em iinmciio lifcrar foca de toda a d^ida quo
o recurso a oiri padin e deria r interposto na
furtnado decreto n. 1,911 de 28 de mar^o de 1837,
mi. la* qiw dispio: deorae/titeiposto pelo pro-
ciM4ir da aavaa nos casslh nt. l* g o 2'.
fv a hypotbese : usurpucao turUmporalftt'aH.) '
Nao havia niister que o presideule da provincia
provocasse o procediinento oJflclai daquelle func
conano.
Era resposia ao ofllcio do S. E. o procurad ,r
da coroa expoe os motivos porque nao imtornoe
o rwcum legal e coramanica qne baria pedido
exoneraeao di cargo |ueeccjapava merinainente
ama uo nao pjr embaracos ao governo do e la lo.
A-si ni o fez.
0 acto poreui do ex Droeuradof da coroa por
uiais escrupuloso qQ9 pas parecer, sera con-
estacao plausivel, aitenut.rio da ronslitaicao e das
le. e do pelar oxoaiplo |iara goveniantos e gover-
naaos, a juem aquellas cuinmaudam completa obo-
coroa,
licaeo
Bellurminido llego Horros. Jeruii/ino deSou-
zu Ledo. Joao da Cuulta Soures Guiui traes.
Estrada de ferro do Recife
Olinda e Beberibe.
MOVIMIENTO DA CAUCA KM RESUMO DA C.OMPA-
miia nns rniLtios uimanos do kkcife
OLI.MIA, lUX.VTIVAMKNTK AO MEZ DE J.M10
DE 1873, ASA1EU.
Entradas,
le mato prximo pas-
Saldo do niez
sado
Receita :
Hilii.o.es
Assgnaturas
Carga
10:804*500
1:390*000
543*220
978W
12:7i77!0
Maten es, veudos,
inteiramente inut-
lisados 30 000
Fen menlas pagas
pelos trabalhadores 8j00:i
Multas 7J33
Depsitos dos empregaios
i :;8 c
27G*(XW
14:048*417
Ordenados e ferias .
Movimento
Vigas
Estacoes
Carga e lastro
Conservaco
Offlcinas "
Escriptorio
Obra nova :
Ferias
Ma'.eriaes etc.
Crcdores
Despezas diversas:
Materiaes, azeite, cebo,
tos para escriptorio
Depsitos das crapre-
gados
Salda qtiepassaparao
mez de julho prxi-
mo futuro
Sabidas.
1:986* 00
" :i54tto:
1:281*075
43 UHtO
869*125
970*000
463*332
286*000
2IO200
ele, cobjee-
6:3;iSi22
496*200
2:4944760
l:6."5i721
145*000
ll:i499l.'5
2:898*304
14:048*417
16
Escriptorio da companbia de trilhos urbanos
Jejulbodai873.
O ibesoureiro,
Jos F. dos Santos Porto.
' Paco da cmara municipal 9 de judip de 1873
Cunta Guimaraes e Jos da Silva Lovo Jnior
-FoiapprovadOj e rirandou-ee paeier'a bronca
pedida. ^^
A (wmrasito da matadoure,publico, quem
esta cmara mandn ouvir s*bre o requerimento
de Lihanio Oirdldo Btneiro em que po> quo eja
.'|isadanliean^.queJM-_(WiiedWa.a.j|jHn^r-
. c
iaflre-ihteffte
^^ rardo, Pernambuco, 2 annov Ba-Vb-
b^UbeitL, branco,anno, Recife; ataque i?ere-
TBESOURARIA DE FAZENDA
*7ds julbo
Fpran lemetlidoi ao Sr. ibesoureiro para se-
rem pjgos. Frt ?
Offlsos:
Da Eneideneia, mandando pagar a Jo Fran-
cisco orges a quantia de 60.000.
Da nesma, mandando pagar a cada um do
agenta recenseaderes da freguezia de. Santa Ma>
hfawtoWita,- a do Boaia, oqi as cantas das d*
pelo agente, caqiprador oo mz, de iu-
importracia de 1)3*610.
riinentos:
f duartto de Sona Llniflm.
iliao Raptirta Gomes Peina.
Anna Carolina do Reg Dantos
dieran.
O recurso cor-a larga e profundamente deba-
tido por jurisconsultos e can mistas pode ser
materia controvert la no terreno di douirini ;
mas estabeleid i em nossas luis que dellniram os
cas-is em que ello cfeve.eer salo, nao pedeief
posto era duvida na sua a|ipbea(;to, p ir mais re
piignauto que |)aro.:a a alguns. E' mxima CO
nneeida: dura lex sed lex.
Vejamos, entretanto o que diz o procurador da
coroa:
Tend a atssa OuastitaicAo polilica, que a
suprema exprossio di v.mtado nfional, decla-
rada no art. .> pn. a rejgtte cathofi apam di.-a
romana cratrauarii a ser a religiao do estado.
o leudo, eran garanta, d cumoronento desla
sua vantade, obrigado a todos a piedles, que ti-
vcssein de oceupar os mais aits carg-is c.raio
tuipnrador, o principe inralos inraistros, oa
consellieiros, os s-iadores a d.-p-it.dos, Mi ,o
poder iiioderador, o poler exc-oiivo a o poder le-
gislativo, a prestaren! um jnrmn-nto solemne de
maiiter esta religiao, parece lora de tola quesii i
que a vantade da nac, i que loe ioj un faollit 11 s
t-dos os meios necessarios para son desenvolvi-
nieiitono paie ,; rpae nio se Ibe |i mliaui embara-
eos a sua inarelia regular.
m ^"l''' dtSl" Principio, enlendo trae o art.
102 $ 14 de tv.ss i pacto fundamental nao podo
ser entendido no sentido de n io podereui os bis-
pos do imperio pulilicar neabum doereta dos con-
cilios, bullas, lettr.as apo-tolica< ou cons'itiiico-s
ecclesiasiicas sera o beneidacito do governo irape-
nal, ou da assembl.i so ..ontiverein dispisicao
geral nas sement no sentido de nao seren con
sitiera Jas leis do pao, nai produ/.iera neuhura ef-
teito no foro exterior, aero seren exc raladas pelo
juizese tribniues civis son o ,|jt,, beneplcito, qu-
era meu entender, nao exigiv.d para o Um de
oiing,ar os liis em malaria do crascioncia.
Se assim n-o fora estara a igreja de peior
condiee u, noste e emoliros paizes cath-dicos do
que aos nrotesUintes e scbisinaticos, onde sua-;
df hberaooes nao esfio saritas a taes restre,coes
ue puiracidade, o que eertoMenta nao aduis
sivol.
t^omprebenderaos (|ne os motivas e prindpiaa
invocados pelo ex-procurador da Boffa Ibe podes-
sem aproveitar nos casos de leneie ou oliscuri-
dade da le mai rilo en lace do art. '02 5 14 da
censtiluicao expli-ado e iwrreboradj em sua don-
trina por iniumeros Mtos do governo e do podar
legislalivo. '
Quanlo ao pai alelo en're o nosso e paizes schis-
inatiiYis. nenliuraa razao milita para a espene em
questao; porque se em o no-so eom i em inuitos
potros paizes a pablicidade oondicao do gaMrae
bvre a pobbeapae e oxwooio ou cumpri nenio
da* lettras apoitolioae, quanda nao sao reguladas
pelo dlreit/ do placel, o sio pelo cimmuni.
hu ukJo caso desde que as leis sio ciaras ne-
nhuiaas raspes ou conveniencias p dem desviar a
sua encocan.
O placel diz ura canonista iasuspeito do galliea-
nismoau protestantismo : o dircto revendica-
do pelo estado de subordinar a sua apomacen a
pronralgaco das leis da igreja o era i mente led M
os actos turisdiccionaes u i ntoridade ecclesiasti-
ca Andr Orara de Dr di Canon pl eei
b vislo que o verdad -iro sentido do placel no
importa sanente dar D>rca de lei civil bulla ou
leltra apostlica, send i dispensavel per coiisoguia-
te, como quer o tn-proeuradbr da cora, era todos
os mais casos.
Contiiiiia o piocuralor da coroa :
A mesma eatiiuicao, detorminratd os aai
em que o beiwpla.-ito d vera ser concedido pelo
goverm ou pela assembla. mostra inui claramen-
te que nao se irata d-i publioa a. d s actos pon-
ti icios, mas sira da execn^ao delles na paite que
etlectuar as reia.ors civis ou taraporosa.
A conslituic!', nao esuecifiea os casos era que
nevera ser concedido, diz liraplesmente que.si-rao
placitadas as bullas ou leltras que se nao opiuue-
rem a eonslilui-.-o do estado.
Nao se pide paranlo, sera inieiligencia muito
toreada, d^tmguir entro bullas do effeites tompo-
raes on meramente, esjiirituae.
. E' applicavei alii a principio. Ubi lex non dfe-
lingiiil nec mierpres disiinguer ptHest. a
Orairaua o ex-proeurador da cora :
Tadas as vezes que a atitondade ecclosiastica,
sainado da ambara de suas attribui-es tentar in-
vadir a jurisdiceao lemperai, |r meio de breves
ou bullas nao plantadas, os p deres do estado,
por meio do recur.-o cora, as farao comer, e
lerao os meios de executar suas decisoes pela
forma e-ubeocda no art. 24 do decreto n. 1,911
, i m "a'5' de 1857^ e nrl-9- *' e do decre-
to de 19 de fevoreiro de 1838 ; u coutratio, po-
rem, succedera quanda a auloridade civil se op-
ppzer as ordens ecclesiascas, cuja nica execu-
cao se opera na conseiencia dos liis ; emito nem
o recurso a coroa pode ser perraittido era face do^
eiUdo decreto de 1857, nem comprebendo ,iuaes
o meios de que se servi-aiii as autoridades do
pan para que no furo interna deixem de terete-
cucao as dilas ordens.
A V. Kxe. parece que o Kxm. bispo diocesa-
no, putilicando o breve do santo padre, a elle lti-
mamente uuigido, sem qae priraeiro o governo
rae tivcsse coucedida sen beneplcito, usurpara o
poder temporal. Pela minha parte peco lieijaa a
v. bxc. para discordar deste modirde ver ; por-
quaiiia nao pudendo dar-se usurpacao senaoquau-
do aignem arroga a si poder que a oalrera per-
tence, seria preciso para que esta se desse no caso
vrteme, que o pder de publicar as bullas e os
breves pontificios, perten.-esse ao goveruo e nos
pispas ; mas contra esla pretenoa- protesu a pra-
tica seguida desda o estabelec memo do imperio
recanhecida como fundada pelo governo impe-
rial, que at hojetem visto os bispos brasileiros
pubbearem e exeeniareni no espiritual, lod.as e dispones da santa s, einbora nin. placiladas
sera a isto fazer uenhuma opposieao. >
Na pnaieira parte do lina
que o ex-iirM-urador da cora nao'pTideria'achar
.Miliar fun.lamenio para o ofllcio presidencial e o
placel cau .tilucioual, cujo e-xereicia elle restriuae
eom a sua opinjio. *
rJl t n eo"tdnrado appHcsvel .smente aos
casos era que as bullas possaui ter eflbiioa civis.
ncalo leg.,1, pruue realmente era da.coo.tuoj,
Candoimponoe nem da legislado anterior ou
.Xijijiiiina uarlejia duas
-*r i*
A ptiafira crtela* il-
delo aproveitar |rfra
I-'ieres mip liiOfeal
m u-.ir .i
AjVn|.i i> .i -uip ist i ra;
i ^^l"inl.i,.id) ou i'-u
relmno notar ue o x-pr
n fp.na un3 que cW/ios-
la halla e [lastoral do di- Nao e ira-lava. pr>n*m, de miia^lbUcacao, mas
lie eonsequenie p|,.|ia execocao.
Esclarecaraos e discriminemos a ijne-tio tao i b-
curecida e enredada.
0 ex-procurador da coroa para atngir o se
desiderttdttm- tleseonhcc-i : n-
i. A n itoran e exieosao do placel entro tos.
!. Q te a bolla pondfleii e a pa*tloral do tfioee-
suio coust.'taiam psarpacio o -o-lera temporal.
3 a'utiiladc do P-cursoa rara, suida qrie-a
publcaca i da piellas pecas tosse-co/pasa.
B fieil reeb rlieeeV a falsidale e improeedoacia
de Munethaote epiniio em face das nossas leis vi-
t .-entes.
A intima-vio do phcet -aire nos, anda com i sim-
ples legado iegisla'ivo de Portugal seria iuu-t* fe-
gitinia, atienden l-> que desmen iir.nid i-n..s da me
tropolo pastareig com seo, lniei| i \1tfo# O lei>
daquelle reino a roger-n i (Lei J -10 de jutobro
d: 1823).
Entre ellas noj vierara as |eDjMat'vas ao p/d-
cet t ao recursi a rnnH e hn* ttirantW testi-
i em o deilu do padreada, ep\
Sem embarj-'o da critica que faz origem ils-.i
legislaeio o Dr. Candido Meado de Almeida em
stia obra d- direito civil ecciesiastieo ( ntr.duccao,
X), apxada pelo U;\ Hraz m seu Recurso fo-
ro i i muros, essa leg-da.a. suli-is!f oliriiiloria
para i paiz
Postei-i irmente a rianlilajaln ini ni ui o placel
e ello te o sido usede sem eOease ..u uitentado *
Igroiaon Santa M
Trata:ido-se do bailas ou lo t.-as que defraara o-
d ig-iia on dispouham sobiv a liaeipilna mera men-
te e id-js.astiea, c i.upreh m le-so perfeitainenta que
o iHnler temporal ou secutar lio use de sua paWO-
gai.va.
A pradmicia ptfe a consol har inesmo urna es-
crupulosa abstenco para nao odender BMOl p'.ioi-
bda les em ceci.s espiritos que nao discriiinain
a iiecessidade da obdieucia a lei e o seu modo
particular de pensar.
B ceno, nao lia de ser assim em um paiz aoe
o n SO, em q i H disciplina ('eclesistica ach-o-e
irami-ciiida com ulitu;oos c^atlys da vi la cvil,
cono o casa nento. .. dtvoreio, 09 registros d- Mfr
lUMotoi i-, bitos sepultura a outros J
I-.ntreaiito era outros paiz. s iwnio a Franra w
qne la.js actos |io lera ser hem nguladcs amiMl
pela lei aivtl, boIhsii o placel e o appel cornmr
d uatu (eatoraa cora).
Em ii.ii paiz eai que como o no-so as relaoiVs.
da igreja e do e-t ido en:r-lacadas como se aeuam,
produe.n t.aitis ciusas mixtas ti nttilaicdes UO
panicijiam ao uiesnio lempo tuileterapor.il; em que os bispos sao emprega-
dos irablieosJConstit. art. 102 2-, aelo a Idc. art,
10 7) se, u.io se pdeallirmar que o placel repug-
ne autonoma da igreja, muito menos e deve pro-
curar susieutar a sua execueao ou desvia la dos
casos oecurreiiies, sol qual quer pretexto quo
seja. Nio ha motivos por mais pond. r -sos que pa-
re.an consc.-iicia do ralbo ico, qne nao cen-
niandem ao ci ladao obediencia ;is leis, vindo a r
este o iiossivel amtidffde texto : qni resista potes-
lat, D?i ordniuiiDMs resistit.
A vista do que fadiio, empreza arriscad i o
leineiaria tentar restringir a extensio ou espirar*
le exercicio do placel conslituci mal. disvir.'uar n
sua naturest, ou comprometter a sua aoplicacio.
Vejarais agora se a hulla |Kt:it'.licia em quesl)
consliloe ou nao usurpa-.-ao de j jrisdicao e poder
temporal e conseguintemente invoca o rerUrso
or i, pava restabelecer a ord-:r, que deve reinar
entre os d^us pod res. -
Pensamos que nao so pela ratione materia isla
, por entender cora a ordem temporal devo caber
o recurso, mas era todo caso ; porque devoudo ser
a bulla placilada ha offensa e usurpacao na pu-
blcaca e execu-ao, fa'iando a f-rmalidade ca
titncional, que lhe d a existencia I-gal :
Mas na liypothese sujeita, evidente a usurpa-
gao de poder temporal ; e para ni,o ir mais loge
nula aviso do ministerio do imperio de 12 de ju-
nho lindo, expedido com audiencia doconselho o>
estado plena, que dispie : que aaatiiewm bene-
plcito as bullas que fulininam evc.ramunhaoce-
ir as sociinlades matonfeai ; que a mac/maria
coma socieda-ie secreta perraiitida pela lei civil
nao tetn lins religiosos, nem conspira centra a re-
ligiao catholica, e que perianto faltau-ihe carc-
ter e intuitos que a sujeitem jnrsdiceao eccle-
si stica e condemnavao sem lrm< e 'figura do
juizo ; que, a constituieao orgnica das innandades
no Brasil compele principalmeale ao poder civil
e que o prelado diocesano a quem cabe approvar
os respectivos estatutos na liarle paramente reli-
giosa, lora auloridade limitada aos deveres de>sa
nalureza que os associados eontrahem.
Ora a bulla precciiuava a dissolucao das actuaes
innaiHlados e a organisaivio de entras mais apro-
piadas aos lins espirjtuaos ou ecclesiaslicos e ful-
minava ou estendia a pona de excommunho a
macooaria brasileira.
Portanto nao se pode romprehmider BMrpace
mais patente e fagrante do poder leiiqiorai co'nK
o da by|iothese sujeita.
Regular objecto< qne acabara de ser considera-
dos tompoi-aes- pelo poder carepetonte sem o placel
deste, nao usurpar as suas attril. uiedes ?
E qual a remedio? Sem dnvila o recurso w
coroa i|ue como instituico da lei nao pode ser
odiado como inntilidade. .
Segundo a lei es acosos nesses ;asos se fazem
casar, e a ordem restabelecida, sendo absarda
que se repute era principio a inetequibilidade da
le quo .consagra ineios rigorosos e adeudados do
exeeucao.
Coneliiindo, nao podemos dexar de louvar pre-
videncia e criterio do Sr. Dr. Pereira de Lu?eim
em presen^i do faela Je que tratamos.
tiutro nao podara ser o seu procedan mu.
Recife, 16 de jaiba-do 1873.
OJitw
'Hl-l.
Seereima
[do mercado, porque impumnio.Zn^tmZ, ^^' O wrtorin d-, i,
lu-
da rhesouraria de fazenda de Per-
W iuUm/^ UTO
IORTALKZI, 2 B JULHO D8 1873.
Ha tnui pouca eeusa que se esperar de< tramen
cuja fundo de carcter a contra iioto.
A vida social alimenta-so eskencral.-ente da ton
{tea dos factos; e c.-tes reflcctem soropre as inten-
coes que os animaram.
Era poltica islo principalmente urna gramil
verdade, se a politiea, como j o dissemos por en-
tras paiavras, nao aucienciabrulil de fazer subir
u ns e de.-cer ouiros.
A' estas refJexocs nos obrgou ;i leilnra de ato-
gnus joroaes, vindos ltimamente do sul, com rr
lacao aos negocios do Cear e a adrairaslracao <>
Sr. Dr. Ohveira Maciel.
Nos sos negocios o Sr. padre Pompen tem toino.-
do una iniciativa que nao de estnnhar.
Filho da provincia, inteirado de todas os seos-
acontwiiuentji e apaixonado pal i politiea, o.Sr.
senador um dos mais pnoprias, para discorrer
do periodo parece:'sobre elles.
Mas, se at cerlo ponto setrproctdimento sem
divida louvavel, dahi por diante a critica toma-i.
rudamente pela braco e pede4ho severas conta
do suas couliadiccoes e clamorosas injusiicas aM
adversarios.
Negue-so ao administrador politico toda trgoa i
esineri lien-se os laclas ; appliquera-lhe* coin se^
vendada o direito; pecam-lho cautas de lado a mal-
ge faz e tudo o bei o que nao fez.
E rala urna coadiceao astas iocuinmoda, tanto.
para o abusado como para o acouaadar; mas >
hqurosa para arabos, apure os horneas o mm>
Pbde-se diuu- ...,o .^i > Tru* 13,P0s,ws os sueceseores para aalutousii.
oeralI fp^hTrJT a ^W d0 i06* is-/iIqs negocias publir-
penal tenha firmado uraa doutrina-que nos lee a [
eonsiderar restring'Ja a alta prerogativa crasiiliv- pj
craral aitobukla ao imperador e asserablago- E,ou fez-se echo infaotn-do jornal me aqu l.1H,
Oertamanto nava. !.e11'fl')se,aU,,r'gi40 P"r eme ramraipeteiile
sor "<* ff^-sffs^tr;?^
daImrnaculadaCanMiQude^o*s4Snhera,aooin. odaw.-itom. nouentoj matos da
s^etifss! ub&is SMasf bs
ao ^uai fez i gualraente preceder de ou ira past, r*T eral l'resmea m. iNrama m*
fe-uua esta, po, a pralica constante a ede respe-1. E. a ene ola no inclinada imn.**,, m n .
to, e esianSo eu conveacido de nue tod^U^
posleriurinente pubiieada deduz-se que fosse osu-
tietocido assim o placel, usado ha apealo* era Por-
O Sr padre Pompeu, porm tem-se conduziV
Jar ourr modo.


1

u
-
i
K
o


p
AMb^k'-UMoflibiM Sabbao tfr to-Jallw toilJ.
v
.-.
ssb
cj
2r--.
drs apartes q
<>Sr.
*
mu > wm l IMf .t
7***^??' *ftr">fr TMWMIa^ frfrflajpyfestn
i'vcira, S a S. Ca
presiden
inbreiuejio
ir*4.fi
modo mais honroso pa*i o Si\ Dr
as aerusacoec falt* Jsstd, e pfro
consciencia do fUfusfedorg < Se kt
leixou escapar t SMf^oef |p
randemna e sobreleva o Sr. Oliveira
o
eir tfaciel,
m amfros a
re Pakpeu
asn, JjiiB o
eel:
* SSo Ihe nrgo as boas inteiujes
Se indas m menores do Ex. Sr. I>r. Oliveipa-
:Maciel bao sido non, como que todo* os seus
actos teein sido maos "
r.ioTaw novamente este mo id sua iniagem f
C ite outro aparte ainda maii significativo e
ara elle chamamos a atlencfo dos homens de
em de todos os partidos :
.Nao concordo coui o qire V. Exc. diz a res-
pH*do presidente do Cear ; pode ser bm ma-
gistrado o ; mas, administrador, nao.
l esta.... Deixariamos passar isto sem o me-
nor commeaiario, se nao devessenns fazer as hon-
ras a ilm senador do imperio.
Dizeis sobmnemenlo (jue o Sr. Miel bom
magistrado, isto j nao ponco e est confor-
me com o que pruduzio vossa penna em tenipos
amda rcenles, mas poe-vos em contradicho com
i que o Cearense tem dito ltimamente do actual
presidente, o que servo para provar a falta do
menor criterio nesso jornal e que contra S. Exc.
falla so p ir despeito e odio vulgarsimo.
WM-oode aprenden o Sr. senador Pompeu a diT-
erenear entre a capacidad^ de tim bom magistra-
di ea de um bom administrador.
Quaes sao os caraeterislicos de um o de ou-
tro l
t Qual o fundo moral de cada nma destas dafts
entidades ?
Se a tonga vida de juTgar, afeita -intlojien.lan-
icia, aonranenira s paxoes proprias o tos- conten-
dores, correte as leis e sciencia di) direito, Como
preciso para se ser hom magistral*, ttttdn apro-
reita pin um bom administrador, ent)...
Se o commerpio com a capada vosdeve. con ra-
ijo luetter uieo ; se o pro u contra' habituaes do
idv>gido itao poden eflerecer toli garanta ; se
a jonmlisU a encarnaclo d* paixo partida-
ria ; entao. s vos restar acertar com um
administrador, como convm aos interesses poti-
cos, tirado da elasse dos m-tre-eseolas, ou dos pa-
dres, principalmente os jesutas !
Cedamos a palavra ai Exm. in nistro do imperio,
cujo brilhante discurso provoeou o ultimo aparte
do Sr. padre Pompen.
O nobre senador declarou que o melhor meio
d moralisar a administracao provincial, de se-
parar a poltica da administracao, era a escolha
el boas pre-ddentes. Buharos, se o nobre senador
qner julgarpeio que vai em sua provincia, eu de-
claro que nao sei que governo seria mais feliz, ten-
d > de esjolher um presidente para a provincia do
Cear. (Amados), Quena conhece os preceden-
tes do Sr. Oliveira Maciel, quem conhece sua in-
dependencia sempre provada, qnein conhece sen
a aor justicia nunca desmentido, quem de mais a
afs conhece. como nos sabemos, nos de Pernam-
liurr, e militas nutras pes-oas, que o Sr. Oliveira
Maeiel, arredado das acta da poltica, nunca
poltica sacrilicou um s dos seus deveres (apoia-
los), lia de confessar forzosamente que niugueiii
poderia ser esrolhido para presidir provincia do
Cear com mais aptidao, as circumslaRcas ac-
tuaos, do que esse Ilustre magistrado (apelados).
Creio, pois, que nobre senador nao tem razan,
qaeixaado-se do aoyerno nesta parte.
Em conclusao, o Sr. Dr. Maciel deve alegrar se
l'iMipeo.
(Da CunsUtnipio).
canos, pngand
ella nao perca
caixa de pinho
rado, que tudd
do semelhante n
junio pao tal lOOO, undln atraivwir uid isso
wrsujoirb que'unc nveram pratira do obras
:eza, de&jnanchase a sida,
:hajnb laclo d'aaua ou daquclla cou|
.o leco."r/aos mei >* legaes, a
para niio acontecer o que j tem suceedido a ou-
trO%, Imp'edv jndiciafniente que a companliia trd
o cairo ou levo o |>edaco para dizer qne |foi rodo
de ratos e o Sr. Dp. Tiburcic de parecer que o
homem pague o apparelho e a respectiva annuiJn'
d* II b
Onde vamos nos parar com a fiscaJfcacSo doSr:
Dr. Tihu.cio.
E' melhor que S. S intime esta sua epim'ao,
parque ella papsar mais rartmwrft peto eahe da
compannia de nue o vestido, a caansa, a lampa
do bulo e o par de botas que fown d'alli tira-
dos.
E' asneira estar a perder tempe eom analysar
semelhante peca de archtectufa do rival do Sr.
Law.
R^ije, !8dejulhode 1873.
Dr. UHk MtclO.
Fiergnl.i
Ser Pernambuco mais opulento que a Babia,
ou os seos habitantes serlo mais tolos?
Na liahu os camarotes do circo Maya eratn
vendidos a ii. as caderas por 23 a ptatfti por
l- Aqu exige o Sr. Maya mais: isto I8f
por caitarote, 3* por lugares reservados c 83 pe-
los que o nao sito t E' querer quo o publico o
desamuarti I '*>is neni o cotnpartliia irabalha co-
mo otttras, e nem os assentin de pi convtiam os
esjiectadoies.
lfcodao 210 saccas^a ordem, fi al
4 Guimaraes, 6 a 1. "TR^fle Olive
nelro.
Couros salgados H&a4oli*Paes Brrelo, 79 a
i. % Oliveira, 153 a S Leito .* Irmos, couri-
nhos 11 muios a Moraes & Irmao. Carne 12 Ba-
rajaos a Braga Gomes C., |f' ordem.
Gomma 12 saceos a AlHeiro Oliveira & C.
Cenha 2.000 achas ordem.
Pennns de Wna i paeote a MOraes & [pnlo.
Sola 1.3i2 melos a M>ra mes de Mattos a rrmSo.
Ao publico.
'Li>n-.li h'3 um artfo publicado no Diario de
:' u'em. hsn>nado por Manuel Marques da Silva,
rogo'ao publico que suspenda seu juiza at que
ev>onha a verdade depois de fazer o signatario
do referido artigo solfrer as penas da lei,
Recife, ISdejuIhode 1873.
Amaro los dos Prazeres.
Beeifc llrulnu-e Co:ii]a;iy.
O Dr. P. A. Lobo Mo coso advogando os inters-
- l: corup.'iiiliia.
V'ejam e admirem...
Illm Sr. inspector da thesuuraria provincial
! -'' Das da Silva Guimaraes, proprietario do so-
brado n. 18 ra do Livramento, estn o com-
pnhendido no editil do consulado, pelo qual se
sclan -'star atortp o recehmento da impoitancia
il.s apparelhos collocados pela tiecife Urainage
Compiainy vem pouderaf a V. s que os da raes-
o i casa ainda nao funecionaram por nao estar con-
i'lfi" la a r.malisa;ao d'agni, cuja obra foi inter
rswfrpl 11 desde que por se ter dado um derrama-
mentn d'agus sontS as fazeudas do ostaoelcclraea-
to, fii demndala a mesma compauhia para pa-
gar a in-lemnis-iran do damno, na qual foi effecti-
TTrfhente eofrdefnffaila, sen io que nestas crcums-
t.ir.cias, que V. S poler mandar verificar, nao
(!".' o suppNeante satisfaxor a importancia exig-
di. pefO pe P'quer a V. S. se digne de mandar
9 ibr'ostar em qualjuer prn;edi:r.ento em relavo
tl.ta Cl^l.
I. 1* a V. t del'orinionto E. R M. Recife, 6
I malo de 1873.Por Jos Dias da Silva Guitna-
i-.Im Joa ;a ni Di is da Silva (inimaros.
Rpartco 4i8 otras publicas em 6 de jun'o
te 187.1. Um. Sr. Hespnndendo ao oleio de V.
5., datado de 23 de maio ultimo, sob n. 217, solici-
taudo pira satisfazemo podido do Sr. Dr. procura-
dor fiscal informacao sobre o re^ucrimento in^u-
g i de los Das da ilva Guimaraes, tebin a dizer
que eonc ir laudo com o parecer da sswSo da con-
f,i doria, me parees que o snpplicante nao pode
exi alr-so do p i? mienta do apparelho e nspnsNVa
annaidade desde que allegando em sua potfdBo
que foram os ratos (ond* que na petiro o pibre
homem falta em ralos) que damrtiticarm o enca-
na' lento, declara implcitamente que o apparelho
ji stava eollocado, funecionando. (Reparem bem
i I)
Alera disso nao tundo o stinncante eofluuraai-
i ido a poca em que se den a interropro d > ser-
do apparelho pelas causas allegad-i-, so pode
ser contada depois de sua cominunicaco, o n^st;
sentido deinzida a anunidade at n rossabetefei-
mento das funeees dos mesmos apparelho?'. Se-
guido o art. IG do regnlamento, todos os canear-
los repar a nos apparelhos e canali interna como esterna, que e fiserem necessarios,
sem que tenha dado lugar a ellas alguem reeo-
nhecdamonte remonsarel por sM despet, sero
feites pela compannia, sem indeunisa^ao, alguma.
Quaoto, porm, aos damnns causados as lateadas
d'> snpplicante. tendo elle recorrido ao mei os
ptenles para ser indemnisado nao me eom-
i> : externar o meo parecer.
Dens guardo a V. S. -llliu. Sr. Jos Pedro da
Silva, nspecttr di thesourarii provincral.- O en-
evnheiro ti-ea!. Jos Tiburcio I'erera de Maga-
Eis ah o que lgica, o que discerninriHo !!
S*te nosso bom (scal foi talhado para ministro de
itadjouelo menos para ministro plonipotc-
ciario em u na des-as graves qnestcs diplomati-
os que urna vez por outra se daopelo mundo.
u u i-s i li inern 'le ama eredulidide qfia faz
jjltodes finar de hocca aberta.
S rox faucibtu hi.ut II
O logista su sen requeriraento allega quo o ap-
pnriflho Bunna fnnecionoo, porque aates de a com-
panhia o dar por |romito,o cano d'agua estourou
e ir.undou-lhe o estahelecimento todo.
A companhia inventon esta historia de ratos
r lerein canos, Je tnm as de bules, de vestidos, ca-
initas e botas dentro dos apparelhos, nao digo bem,
djsjilro dos canos, oSr.Dr. Tiburcio immediatameute
awegura tudo isso com urna lleuraa de brataciano;
njfel mo a compauhia ou o Sr. Law tom auda-
ct^Tae escrevef no Diario mais I du desfa provin-
oajjue os canos san esmaltados, qu se mette
v^ftidjjs dsntro delles e qun (,s ratos r11^1 )S ca"
ns e o Sr. br. rburco aceiia logo.esses dogmas
tJijp infallivej& e vai-os impiagiftdo na primeira
jisia
Ldmiltida a pcfsibiktlide dos ratos rcercm os,
canos de huynbo, o que contestad i di r ampre-
aos^-facompanhia, que deparara.que isso una,
h^jforia d tu as dos lampas de bules c,
i :. inga n tem culpa, d'wso ssnao a com-
paohia DraMage, porque em lugar de canos de
chumbo, s-'.weptiv'p, Aieertrmraidos pelos r
(cosis sao roedores ssas ratasanas da I
flmartft>inpany*-rf>d*Tia Iw;' fer #flldfdo
^*^d*l^i,'HlaPlti-^.^f*imo dosttma.eB"
nfiHados^T Mttwfe i1?br.-"BirfTrP# qjlrftrlMf
ffnlos s^m Ora; par su*''cohvwlSnWp^JIrll
I ni reiiicdin vegetal hioiuh-
bfoso.
Afna! ch*fon-su descobrir na essencia con-
centrada d'um producto vegetal um efflcassmo
remedio positivo contra todas as enerniidades
precursoras da phlvsica. A arvore da s.-nide,
pois que as-iin /erddeiramente qua se devera
chamar, da qual se xtrahe este iaestimavel tlie-
souro, a Anaeahuita do Mxico, e o -Peitoral de
Anacahuita de Kemp forma a preciosa composi-
cao que alcanza sempre a victoria sobre as en-
erniidades inifnigas dos orgaos da respiraco
Jamsis non ve medio.ala un que se lizesse den-
tro Om to poiMo tempo to umversalmente popu-
lar. Os gratos testemunhns dos cora(;oes agrade-
cidos, que padeceram do tosses, esquinencias rou-
quid.io, inllammacao do pcito, bronches, asthma,
catarros, constipaeoes, p' tysica. etc., se recebem
cada da aos centenares de todas as qualro partes
do mundo.
COMMERCIO.
Banco Comniercial de Per-
nambuco.
Sacca contra Loodros,
por todos os paquetes.
Lisboa c Torto
Segura c.nlra-f )ga
CO.MPANUIA
INORTHERN.
Capital. , 20,000:0003000
Kunilo de reserva 8,000:000-3000 A^vntus,
MilL Lalham & C.
HL'A OA Cltl.7 N. 38.
DbNPACfl S DE EXPOllTACAO NO DI\ 17 DE
JIILHO DE87.
to'aiomK?i*ni-7paR Bverpool,
carregaram: fl. Neesen & C. 176 saccas com
19,048 kilos de algoda*.
Ne- navio alleniSA Afina, para Liverpool, car
regaran) : T Jefferes A C. 193secas com 17,531
kilos de aigodo.
Na polaca hespanhola Temeraria, para o Wo
da Prata, carregaram : i. S. Loyo & Pilho ISOi
barricas com iU,17i kilos de assucar mascavado e
f>9 ditas com 9,2t7 ditos de dito brajfco.
No palhabotc portuguez Xoio S. jnireno,
para a Ilha de S. Miguel, carrepram : L J Silva
Guimaries 43 barricas com 3,270 l|l kilos de as-
sacar branco e 71 ditas ctm ." 98(i ditos da di lo
mascavado ; Oliveira Filhos A C. 1 dita con 97
l|2 ditos do dito mascavado e 1 caixa com 75 ditos
de dito branco.
Para os portas to interior.
. Para o Rio Grande do Sul, no lugar nrnsi-
leiro Francisco I, carregaram: Silva A Caseo 50
barricas com 6,181 l|2 kilos de asscar branco.
Para o Itio Grande do Snl, na sumaca hes-
panhola S. Mariano, carregaram : Amorim Irmaos
& C. ioO barricas com 16,843 1(2 kilos de assucar
branco e 'i pipas com 2,400 litros de aguarden!
Para o Aracaty, no Inte aacional Grama,
carregou : P. M. da Silva 1 barril com 96 litros
de alrool.
Para Parahyba-, na bareaca S. Benedicto,
carregaram : S. Bastos A C barril com 96 litros
do agurdente.
Para Mossor, na bareaca J6no| Valle, carre-
gou : J. C. D. Ribeiro 27 barricas com 1,661 i|2
kilos de assucar branco.
Para Mosor, na bareaca Tres Irmaos, car-
regou : J. F. Marinho 2 pipas com 960 litros de
agurdente,
Para Maco, na bareaca Divina Providencia,
carregaram : Fara A Filho 12 cascos, com 1,718
litros de agurdente, 2 garrafoes com 30 ditos do
dito e 12 barricas Com 1,075 kilos de assucar
branco.
lAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a 17 11:5444313
dem do dia 18..... 424A03J
osioiiavQMaaikfcm 6HMW" ^Wi^aifaVteios JrT|rrU#i M2 tlfn*. ifem iderff. onsignailiw a VA
-nnriiieau. i.'ftas, vaiiadiis por 62i/.
dem C G A C centra marra I. P A C n. 37,1 'fleo H> 92 barrica?,
dita dem He* fn S/dem e-wmsignada a Carvar dety MJ4=91 ditas, contendo bolachhilias, pe-
mniaraeji A santfa fcfcto 18* ilos, tara de 10 #, liquido
It^gal 1.647 ideno* Iflepi, e eoroignadas a John ton.
r*afer A C, avah'ada? por S23W().
Alfandega d Pernambuc, 17 de julho de 11173.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho feis.
---------------_J------------1-------JL.
idem em 6 idenl
ll:968i34o
VOLMES SAHIDOS
No dia 1 a 17......
Primeira perla no dia 18
Segunda porta .....
Terceira porta ....
frapiche Conceigo .
SERVICO MARTIMO
Vlvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia la 17. .
Hitas ditas no dia 18.....
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao.....
15,478
177
156
410
260
16,18
M
SI)
da
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
A compauhia Indemnisadnra, estaboleci
uesta pracn, toma seguros martimos sobre
navios c seus campamentos o contra fogo
em edificios, mercaduras o mobilias: na
ra do Vgario n. 4, pavimento tunco.
COMPAHHIA 4LLIANQA
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,O00:O00S>000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro 8
/.eo martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contra] fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquim .los ioncjnlves Beltro,
ra do Commercio n. 5, Io andar.
tsnm vr^mv k mm-
hfce.
O banco paga o primeiro dividendo d
2^500 por accao, relativo su periodo ftfdc
em 30 de jutiK- arosiiiiy pasiado.
PltACA DO RECIFE 8 DE JULHO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TAnDIS.
CSiti-oo.-i ofllcincs.
ApoliiM-s-da divida publica de 6 0|0, 30(0 de pre-
mio.
Assucar Canal l'i00 por 1'! kilos, honteni. -
:amliio sobre Londres a 90 d|v. 23 7|8 d. por
UO'iO, honteip.
bese iiito -lie letras 10 0|0 ao anno, liontem
A. 1'. de Lomos
Pelo presidente.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Pelo secretario.
tendi monto
dem do dia
4LKANDEGA
do da I a 17. .
18 .

561:3234747
27:072i455
588:396*208
Descarregam hoje 19 de julho de 1873
Brigue inglez Argos (atracado) mercadorias
psra alfandega.
Pataehn (InHdei Anir ferragens para o trapi-
che Conceicao. para despachar.
Barca portuguez* Vencedora varios gneros
para o trapiche Conceicao, para despa-
char.
Patacho austraoo Carlos S. farinha de trigo j
despachada para o o* ponto.
Vapor naetmwl-/po/wigneros iaconaes para
n trapiche da companliia pnrnambucana.
IjtIJIOl-lllClO.
Triestre, barca ogleza Maranhao, consignada a
H Forslcr A C, manfestou:
Farinha de trigo 2,?>02 barricas aos consigna-
tarios.
Havre, patacho francs" Anir)., consignado a
An Ir de Abren Porto, manifestqu :
Amostra de papel 1 caixa a Costa Irmos. A C.
Carvo 3trfonelidas ao consimaafto. ___
Drogas 2 caixas a Maurer A.
Livro 1 caixa a De MWa#t
Objectos de ferro patV Vbms do Tahyba 189
:^WS%e*ta3t
sts
riua. --
ttiestrerifetflW. sue* !fortm; BMg.bi *' fera de Mello A C. ..
Keller & C, manifeslou : i dem I. A G contxarmarca A F n. tf>,
RECEliEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 17. 33:342*038
dem do da 18...... 4:190*749
37:532*787
CONSULADO PUOVLNCIAL
Hendimento do dia
lein do dia 18. .
1 a 17.


101:690*310
10:039*996
IMsWOfW
'dOsIMENTO
Navin entrados no dia t&
(Iraoja porto intermedios9 da, vsjjor
nacional/^.p/'uca, da 3C0 loneUulfls, coai
itan lante Knura, e(jupa^m 30, carga
ditlureiile gneros; a cuiupanhia..P|r-
iMiinbucana.
Triajjti 51 dias, barca ingleza MarauliAo,
d)B .48 tonuladas, ciipitaolhpmazrinvdli,
oquipagem 9, carga fariuhd : de triga o
otitros geucros; aUenrj' l-'orstor ik C.
Havre32 dios, patacho fraocaa Awdrjho
i&9 tonelfltras. cdpitao Robicjncto, eq|-
pgem 12, carga pretreebos para ponte! c
otitrosgeneres; a Andrde \. P*jftrv.
:Vni'io s Alibi no mesmo dia.
I'aiiPneacuo purluguez kuati.'ht oapttVi
Slva, carga .agurdente e iHjrrw-gsjaje-
r|B.
'-mi mu
Eihtiil com.,fi*uoi Pila wanato|> aifaqdwa ^ll+^+l*
e f|t publica- i, wHiarjdu.au o .sjercadoPis
comidas nos voluines abaixo mencionados no caso
do seren arrematadas para consumo; nos terniol
do capitu'o 6." do titulo 3." do regulamento de 19
sefemhrodc I8C0, os seus donos ou consignatarios
deverao despacha-las no -.prazo de 30 dias, sob
pena de, lindo olle, feremVejididas'por sua conta,
sem que Ihes fique competindo allegar contra os
effcilos desta venda :
Armazem n. 1.
Marca W A S. n. 3738 a 3761, I eattjw. viudas
do Havre na barca franccz'a Grnvile, desbarre-
gadas em 31 de julho do 1872 e consignadas a
Watfredo A S uza.
dem P. P. A C. n. ?,626, 2,632, 2 caixas vindas
do Il.ivre no navio f-ancez Jean Baptiste, desear-
rpgadas em 28 de setembro de 1872 o consignadas
a Pereira do Mello A C.
dem B A S ns. 94 c 95, 2 caixas, idem dem
idem o consignadas a Bastos 5 Silva.
dem P M & C ns. 2,6i\ 2,623, 2,339 a 2,341 c
2.544, 6 caixas idem dem eml e co"nsignadas"a
Pereira de Mello & C.
dem P M A C ns. 2,522, 1 dita idem idem em 8
e consignada a Pereira de Mello & C.
dem dem n. 2,631, 1 dita dem idem em 10.
idem idem.
dem triangulo A no centro n. 814, 1 dita:
idem dem em 14 0 censignada a J. A, Araujo
dem M P A C ns. 3,612, 2,634, 2,635, 2,642, *
caixas idem idem em 15, idem a Pereira de Mello
A C. *
dem idem ns. 2,352, 2,380, 2,381, 3 ditas idoin
id rn en) 16 dem idem.
dem DAS ns. III, 130 a 133, 4 ditas idem
idem cm 21 idem o consignadas a Ra.-tos e
Silva.
dem P M A C ns. 2,602 e 2,634, 2 ditas idem
idem idem a Pereira de Mello A C.
Marca C G A C contramarca L P A C n. 27,
1 dila idem idem em 21 o consignada a carvalho
Gnimares & C.
dem E C M ns. 387 e 382, 2 ditas idem i lera
dem a E. da Cuuha Medeij-Ds.
dem dem ns. l'2, 1 dita viuda, de Hauburgo
no navio aUmnao InsuLneien, desearregaa em
2 i de outubro de 1872 e consignada a E. 8a Cu-
no* aUdnkM. f;
dem tdnf ns. iiD''Wo, 2 ditas' dem idem era
>!Qlfe5 S'Wo;. dita ilrtn ^S ti
dem B A
e consignad
dem ;''"iMT|f|f lasaVlT 3 caixas iders
idem em 8 idem dem.
dem LMJkX B.MU 2^L^2,^tas idem
dem C G A C uoiHra-iurea L P-& C n. 29, 1
dita idem dem ideai a Carvalho Guimaraes & (1
dem idetn. idwii n. 30, 1 dila idem idem em 8
dem dem. _y.
dem triangulo A no centro n. 814, 1 dita idem
Idem Idem a J. A. do Af trujo A C
dem P M A C ns. *,88 a 9,59., 2,559, 2,660,
W6,2.63,,a,6i>3lftjUi(i7, 10 ditas dem idem a
Pereira de MeUo A > .
dem A C. 5, C n 1022, 1 dita dem dem a A
Castro A C.
Idett P A A C n. 8,311-1 du. de n idom em i3
dem a Pereira de Mullo C.
dem C P L A C contramarca D a. 3, 1 dita
dem idom idem a Leiiin A Uuoriueau.
dem F H a. 2i, 1 dita viuda de Hamburap no
navio alleuiao MwJt descarregada em 20 idem e
consignada a Ramos IVixoiu 4 (1.
dem KU M n. 831. l aiU dem dem idem
ordem.
dem B A S anitra marca A A S ns: 54 e 48, i
ditas dem dem i lem a Bastos & Silva. |
. %Wem i*nu n. W ttiTraldem idem em 21 dem
dem. if
I lem 17 G C. ns. 32 e 33. 2 ditas dem dem
idem a Carvalho Guimaraes A C.
dem u D n. 38. i (fila dem idem idem dem a
I. A. Moreira Das.
Wem HAS contra marca A A S n. 49. 1 Sita
dem dem em- 22 Idem a Bastos A Silva.
dem trumajoso C M *> centro contra marca P
n*. ato e 218 ditas idem idem idem a Conha A
Manta.
dem P V contra marca T n. 297. 1 dita, vinda
de HasahuSfa na navio attemao Maria, descarre-
gada era 22 de noveniaro do 1872 e consignada a
Prente Vianna 4 C.
Wem E R 28. 1 dito, idem idem idem a Ra-
in Peixolo 4 C.
dem Sr. Wnkgfbonio Herseu Wilhelm Olio sem
numero 1 embrulho idom idem dem a W. Otto.
IdemC Muoceiilro ns. 200 a 207, 209 a 211
213, 216. 13 caixas dem idem dem a Cunha A
Maula.
dem F C n. 21. I dita dem dem dem a Paren-
te V launa A C
dem 11 P A C n. 2i 1 dita dem dem idem a
Ramos Peixolo & C.
dem Idem n. II. I dita dem idem idem".
dem triangulo C M contra marca Pns.208, 214
212 3 ditas idem idem idem a Cunha A Manto.
dem idem ns. 217 e 219. 2 ditos idem idem em
26 dem idem.
Idem fy 4 S ns 51, 34, 53. 3 c.lixas, vindas do
Havre no vapor ingjaz- Jtuist, desearregadas em 3.
de dezemlro de 18/2 e consignadas a Walfredo A
Souia.
Idem Mi C A C ns. 163, 164, 783. 3 ditas, idem
idem idem a Mi'*|iiito Cardoso A C.
Idmn II AS ns. 1,23 e 2. 3 ditas idem idem idem
a Sastos A Silva.
dem L A G C( ntra marea A F ns. 53, 53, 82,
92, 93, 100 bis, 102 a 108. 13 caixas idem idom a
Lemos & Gnerneau.
dem R I & G coaira marca F n. 16. 1 dita dem
idem a Rodrigeos Irmao A Gtiim raes.
dem R I 4 G ns. 282, 28. 2 ditos dem idem
dem dem.
Idem P O contra marca L D ns. 1072, l1 84,
1099, 1083, 780, 5 ditas idem dem a Francisco
G de Oliveira Sobrinh*.
Idem M B M n. 'o'2. I dita dem idem a M. Dan-
deira de Mello.
idem A C contra marca S 4 F u. 21. 1 dito
idem idem a A. Castro A C.
Idom A C A C ns. 1048, .0 4, 1033, 1036, 1037
3 ditos idem dem dem.
Uem R R ns. 143, 182, 183 190. 4 ditos idem
idem a Lemos & Guoriueau.
lem CAN sem numero. 1 dito dem dem a
Canu-iro 4 Nugueira.
dem l'Hii; lis. 2636. 2672, 2673, 2678. 4 di-
tas idem idem a Pereira de Mello A C.
dem R P 4 C n. 2306.1 dita vinda do Havre no
navio franci'z S. Luis, dercarregada em 13 de de-
zeiubro de 1872, consignada a Ramos.Peixoto A C,
idem M B ns. 543, 541,344. 3 ditos dem dem
.M. Barroso de Mello.
dem AC c n. 11:52. i dita' idem dem a A.
Castro 4 C.
Iueni C. G A C contra marca L P A C n. 39 1
dita dem idem a C Guimaraes A C-
Idem tfj P> M U. 512. I Jila idom i lom pm 14
idem a M Barroso de Mello.
dem P. 1LSC.ii 333. 1 dita idem dem a Pe-
reira de Mello 4 C.
Idem M B M n 2639. 1 dita idem em 16 dem
a M Barroso de Mello.
dem T A F A C, n. 1231, 1 dito dem idem a
T. A. Fonseca A C.
dem A M n. 22. 1 dito idem em 17 dem a Ar-
minio A Moreira.
dem F. R- n. 13. i dita idem dem a Ferrei-
ra AC.
Idem J A A A 6' n. 1630. 1 dito'dem dem a J,
A. de Araujo A C.
dem 11 & S. n. 152. dita idem idem a Bastos &
Suva.
dem M B M n. 37, dem dem a M. Barroso de
Mello.
dem idem n. 530. 1 dito idem dem em 18
idem.
dem A 4 M contra marca A F. n.34.1 dito idem
idem idem a Armio A Moreira.
dem HAS ns. 151, .133. 2 ditas dem idem a
Bastos 4 Silva.
dem P M C ns. 2353, 3354.1 ditas dem idem
a Pereira de Melio A C
dem M l \l il ."3i, 53'', 336. 3 ditas dem -.lem
a M. Barrote de Mello.
dem P M 4 C na. 3335, 2677. 2 ditas idem idem
>n 4 de jaaeiro de 1873 e consignadas a Pereira de
Mello A C.
dem idem ns. 258-7, 2633 e 2395, 3 ditas idem
idemein 8 idem idem.
dem A & M contra marca A F n. 33. 1 dila
idea dem a Arimnio 4 Moreira.
IJoin K C M n, :i'.>!. i dita idem ide a E, da
tulla Medeins.
Allandi ga de Pernambuco, 14 de julho do 1873.
O inspector, Fab'fi A de C'U-valiio Jtets.
Perante a cmara municipal ilesta cidade
continuaran em pra.aius dias 18, 9. 21, 22 e 23
do correte pra sean arrematado* os reparos da
ribeira da llegue a da Boa-Vista, oreados na
quaalia de 660*. bem como o topainento dos liec-
cos di ra do Vigario Tenorio e o da ra da Iks-
lauraeao, oreado na* uuantia de 1G05.
As pessoas que pictcnderem arrematar compa-
recan no paeo municipal em os referidos dias,
munidos de Cauca.
Pago da cmara municipal do Rccife, 17 de ju-
lho de 1673.
Manoel Joauuim do Reg e Albuquerque.
Pro-pro-idente.
Pedro de Albuqueri'iie Autrau.
Secretario.
< M ...
Edital n. li.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
as 11 horas da manha do dia 21 do correte se
ha de arrematas, Irvres de diieU^s, no trapiche
Barao do LivraBj'nio, cae* do Apollo n. 43, a inor-
cadoria ab.iixo declarada, abandonada aos mesmo
direitos por I Mv da Cunha.
Marca CCPH n. 65 -r L'ma caixa, vinda de 9.
Thomaz no navio inglez Florence, descarregada
em 10 de detembro' de 1871, contendo 10 pares
de botinas de eouro para senhora, al 22 cent
de eomp., .avallado por 13/,
7 pares de botinas de la. de mais do 22 cent,
avahadas por 21J.
2 paros de botinas de couro de mais de 22 cent.,
avalladas por 9.
i pares de sapatos de couro de sola fina, de
mais de 22 ceu*., avahados por i.
1 diio para enanca at 22 cent., avallado por
300 rs.
Alfandega de Pernambuco, 17 de Julho de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Res.
10uVjulh4GefJ JE mB
O secretario,
_ Luz Mmooj Mriqy**. ffai';a
ir-,as sua prc^
"teniente el-
uda de Per-
Ertilul u. I!).
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
no dia 21 do corrente, s 11 hura da manh, se
ha de arrematar livres de direitos, no trapiche
Barao do Llvramento, caes do Apollo o. 45, a mtr-
cadora abaixo declarada, abandonada aos diretes
por J lo Bjtreiaa irneiro da Cunha.
Marca -GEH n. 1 Urna caixa contendo 40 cha-
peos de palha de arroz, simples, avahados por
37530, vinda de S. Thomaz no patacho inglez
Florence, descarregada em 10 de dezembro da
1873. .
Alfandega de Pernambuco, 18 de julho de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
De ordem do illm. Se, iuspeclor da Umou-
raria de fazenda, so faz publico i^ue, em vwtnde
do a.viso do ministerio dos negocios d-fazanda.de
21 de junho ultima. Val em basto publica, no a
30 do corrente mei, pela: i, bwas da mije, ju-
rante a junto da iiiemia iliesouiara, para ser van-
dule a quem maior vsnlagem oflerecer, o barra-
cao que em Sanio Amaro das Salinas, servia de
quartei compauhia de cavajlaria, avallado pelo
juizo dos feilos da (fetnd^ ja dous conloa e oilo-
i'ciiios mil ris.
Os pratedevfPnmrrl
postas em cartas tafeas
iadas. at una hora do si
ecretana da tlaHM
lumnico, 9 de julho de lt3.
osteaitio da junta.
________ Jesulno Rodrigues^ Lardoso.
- De ordem do I hn. Sr" irt?\W?!br da thow-
raria de raleada de ta proria :ia s* faz publico .u,-
no dia 16 de agosto pm^qia futusj, pelas 2 horas
da tarde, e perante a junlr. da iin-sma thesourari
ser posto em hasta puWita para Ser* aT|-iriatul(-
de venda, a qnem mais der, em virtude da ordtn
do tribunal do thesourn ncional 195 de 3 Se
setembro de 1872, o terrero proprio nacionalsilo
roa dr. Nogueira nesta capital, em qtie r-xefio. a
casi terrea n. 16 ; servindo de base para a arre-
matacao a quantia da 400*. valor sai respectiva
avaliacao : os prctendantes devero apresentor
nesta eparticao suas pmp i.-tas em, tiadasj lacha-
das, devidaiucnte selladas.
Secretaria da thesourarfa fie fazenda de er-
nambuco, 16 de julho de 1873,
O s-rtretariosto junte
Jcztiini: l;od(^sj i asdVso.
e
rn
i nv
DGl ABANES.
CONSULADO PROVINCIAL.
De conformidade com a ordem do Exm. 8*. pre-
sidente da provincia de 7 do correte, transmitti-
da esta administracao por portara do Sr. ins-
pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
inez hoje recebida, ada se de novo aborto, at o
ultimo de agosto vindouro, o recehmento dos d-
bitos provenientes dos apparelhos e tenuidades
pelo servico da Rmife Drainage Company, corres-
pondente ao semestre lindo em junho do anno pr-
ximo passado, com a multa de 6 /
Pelo presente sao, perianto, avisados os respon-
sayeieessa contribuido, atim de que curem de
satisfaze la as condices do edital desta reparticao
em maio ultimo uublicado, evitando assim a co-
branca por via judicial.
Consulado provincial, 16 de julho de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
O illm Sr. iiipocl ir da thesouraria provin-
cial manda aier publico .po em cumprmeuto de
ordem d<> Exm. Sn presdeme da provincia, vo
novaineuto i praca no dia 24 do corrente, para
seren arremaiidos por iRiem mais der, os impos-
W8i>*iiwineiao9la3 cousareas da Flores e Tacara-
t; devendo os preteadantes habilitarem-se na
sessao- eatreonlinarki da junto da fazenda, que
para slo liiu lera. hifar sabbalo 19 do referido
inez
A arrematagwser fcifcv Se^ndo de base e
abate de 10 t'|0 nos pr.^o* da ulMina praca, pelo
que lioara asjii reAiziiloe.
I'"W*h|r anuo tM)m
E para constar se mandn publicar o presente
pcbi jornal
Secretaria da Un-souraria provincial de Pernam-
buco, em i7dejullKidal8J3.
00^ TVerreira
fcirf-Sitd noviaibro i
Edital d. 18.
Pela in*p#eler*a da alfandega ife Pernambuco
* i'a* )uiuia que nao tendo sido despaciadas as
ra/Uasrnas.abaiQ,i dttavradaH, uaunc&asAi a
sumo por edilai n. 131 de 14 da-iunho proni-
itwsink), Hsktx A% r#tiimia turra, de- direitos,
i'ian*;to 45, as mesmas mercadorias, s 11 horas do di
do corren d.'l ,1
breee, destarre'
a*t2-econgn?daM-S> C
a.daVMaM00O(-< r<
'Mfcn^Opn^iwr^oo^^isBj^,*^,^
luziasf M $*^9>toHk1t^miT&^toAWei
Consulado de Portugal.
Sito chamodas es credores de Antonio Jos de
Araujo a apresenlarcm suas contos ueste consula-
do dentro do prazo de oito dias, coutados desta da-
to, paraserem verificadas e pagas dentro das (breas
do espolio.
Recfe, i6de julho de 1873.
Arrnnalacao.
Juizo lo civel <1 Oiida.
No da 26 dejulno de 1873, pelas 11 horas da
manha, na sala das audieucias vo a praca para
seren arrematados por vendo os bens seguintes :
Urna casa de taina cubera de telha, solo forei-
ro no lugar do Rio Doce, com 1 porta 2 janellas
de frente, 2 quartos, 2 salas, cuziuha fra, estriba-
ra, avahada por 400.000.
Outra de taipa cubera de palha em mo estado,
por 25/000.
Urna posse de corral de fundo o una rede, ava-
hada por 260 i< 00.
Uin escravo, prelo crioulo, com idade de 40
annos, avahado por 500*^000, de que se receben
proposta cm carta fechada para sua venda, cujos
bens vao e praca por execucao Ue Malhias Ferrei-
ra Lima, contra Manoel Marlins Lopes.
O escrivo,
liei'imiio laiauas.
Em audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de dimito
da primeira vara do civel, do da 23 do corrente
mez, se ha de arrematar em basta publica, por
quem mais dr, urna casa terrea de pedra e cal,
n. 48, sita ra da Guia do bairro do Recife, com
una porta e urna jauella de (rente, 2 jjuarto 2
salas, cozinha interna, com pequea soto, quintal
murado e com portao, cacimba s, medndo de vo
17 palmos e meio e de comprinienlo 67 ditos, ava-
hada em 1:OIO000, penhorada a D. Anua Maria
da Conceicao, |wr execucao de Eduardo Moraes
4C.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pea secretaria da santo casa da misericordia do
Recife sao convidados os prenles das educandas
do coegio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua eduraco, para que
requeiram ao Kxm. presidente da provincia a sua
entrega, em visto do quetesolveu a junto admi-
nistrativa, de conformidade com o que dispde o
3- art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chagas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Coelbo, Hipas de Vital das Chagas Coelho.
Maria Emilia.
Ignacia Ribeiro, filha de Leandro Jos Ribeiro.
Maria Ignez de Mello, filha de Joto Bezerra de
Mello.
Maria Magdalena de Mello, filha de Jos lava-
res de Mallo.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos
Eudocia.
Felippa.
Thereza dos Sanios Torres, (Hha de. Jos dos San-
tos Tor es.
Perge itina, protegida do Maiia llermeuegilda
Machado.
Sophia Mara da Conceicao, exposta.
Maria da Paixjo Siqueira, filha de Raymundo
Jos de Siqueira.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 27 de uuho de 1873.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
\)
DO
i?
Nao seteiido ainda concluido a arremata-
cao dos chfnrizes, auuunciuda para o dia 8
do corrente, porserem diminutas as olfrrtas
tendentes aos chafari/.es do bairro do Recife
o Santo Antonio, de novo resolveu a adrni-
uistragao adia-la pura o dia 22 do corrente,
pelas 12 horas.
Convida, portante, a todas as pessoas, que
se .propuzerem a contratar a apresentarem
propostas que sejain mais razoaveis.
As propostas, como j antecedentemente
ficou determinado, p< dem ser eitas, quer
englobadameutc a respeito aos bairros, quor
por cada cbaCarii: quaoto aoa bairros on-
globadamente, snmiro as bazos j aniimicia-
das, a saber:
Bazes sobre as quaes se deve laucar. .
BAIRRO DO BXCIFE.
Cnafajiz bicado caes, do Apollo.
Uto da rita da Cru/.
Bitodn'rua do Brum.
m%:w
ANTOJO.
argo do Carmo.
Wgdctfrwa*x
Jalara* Trftdro -
icofl()ia.; &&W
awpfetilliio daUfebfiris
mmm uwmu
Pasra3c\
x\wri^

Sabbado 11) de jpHto.
i;*iiu,%
Flato Waiwlek
Beratardinm 4'ai-iioMo
e 13 nx i ni<> Coelku.
BENEFICIO DA 10%'Wi
llenrijiicla Pitites.
Depois da orchestra tocar urna das suas esco-
cidas pegas subir sceua o drama em 1 pro-
logo e 4 actos :
JOCELYH ?
00
Marinliciri da Martinica-.
Terminar o espectculo com scena cmica do
actor Penante :
0 jesuta na garcinia,
D0MM
20 de julho de 1873.
Principiara s H horas da tarde c-
acabar As H tu ponto
que o tempo que a cinpreza pode diypor sem a
interrupcao do circo.
JOCELIN
ou o
Terminar o espectculo com una scena cmi-
ca escrita pelo ador Penante U que ainda nao esta
baptisada.
a

SANTO ANTONIO.
EMPREZA
,wr"H:c^EJ,|rKii:..
Sabbado 19
As M 9j'2 lioriM r n poulo.
E
i)?lingo 20.
S 8 HORAS CM PONTO.

ifltKP
d i drama
MAS
A
Terminando ambos os espectculos com a co-
media em 1 acto :
0 CHOLERA-HORBUS
ou
0 0 ElAin
\;i pi'xima semana
a importante peca cm 4 actos, ornada do msica
do maestro .N'oronba :
A SALOIA




aWF*f*t#"t">B|"f^ ^ '
H.UK ViSiBICiO
v
i?
l
M
CAMPO DAS PRSNCEZAS.
MHlios dias Sabl,lo --------i"
'Hanaiugo
Nr^nn Ja-fcira
Reduc cao en) presos.
avisos "MMriMOS.
Para {Lisboa pela Iiha de ?
0 psliiaboie ptirtoguoa A'.^o d^innarafa n.--
tende sabir com Wda a- broMidade : uetn
niesaio quiaer caire^r ou ir df paansajeniv AMJ
|com os consignatarios T. d Aipino Kocoe 4is-
^wceasoresv ra do Vlgarm u. 9, p(iuKini*r-
'der.
Rio-Grande (J Suf.
Para o referido porto Sejue e*j p ti <>
patacho liesi.anLo' Tliettote^. oaBf
" da carga enpaj:i
nsinai-ida- '"
M"! FiHio, frlri^
)
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1
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*
Diario o'
o
*?
A- ~*
Rio-Gnade doHSul.


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> Pretende efwr jan o -pArt aeima mm muiu
hrevidade otrgt*e nacional -Arntetia, tem parte
- da m cirtvf woato -.pro-ropio ; pura -o resto que
llie falta trata se ewn -as veas eowijtrnatarios
K> io Luiz 4e Bom i ...... .....v '
^iJws^tovatoriog ero espelhos, Sappaelbr*
e.Iouca para janlar., a ditos, para aJmojo.' co-
pos .le cfvsUI para agua, 28 diWs jura vnh(>
Hleui, 28--dito* par-v-ctumpagne iUein, AH ditos
jara.ditv*) dito {t r.ogiuc, l g- iilln.1,.1 lilas, 8 couqjetera* para 4ne, i (Hirla-
Hie'ir i*.gallieiero d*eaetal, l caixa convuin com-
pel:).-iTwt de pratat'. palilciro idean, lhande-
lias guandos dum, 1 satvas idem, e lites nitro
idiwttosoae seria enadonhn menchatles.
Xa Huala-Jeir il 4 correal i iM|t oras
camiaiiha iuartir.i d*wo tleSaaio Antmiio um
Iram-esa-reain que aMw (pratuiUneatM>e coa-
---------1--------1------
Pacific Steim Nffvigali CompanT
(URONNE
Espera-te da Ekfua aleo Jia^JO.dotCorrenle, e
depois da demorad cvskiuw seguir; para a Baha,
Rio de Janeiro, bio para onde receba passagairos e dinneiro a frot
Os agentes Wtteaa RowcA C, ruado Commer-
eie- n. 14.
COMPAMHIA PERMAMBUCAIIA
iDE
lavr|;ari mmttSra a vajior.
MAMANGUANv.
O rapar .Cotwripe, com-
suidanie Silva, seguir para
o porto .-cima no dia 8 do
oorrente.ie 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommeu
das, pasaatjens, e dipheiru a
frete at as 2 horas da tarde o da da -saluda
eseriutorio no Forte do MatWs n. 12.
COMPANHIA PKttNAMBtCANA
m
fltevegaMp reml-rir vapor.
MACEI, PEJifcBO E aracaju'.
() vapor Giffvi,
i-i -ni 11 laudante Mari i ns
seguir para os .p.ir-
los cima no da 31
lo conrete, s i>
boras da larde.
Recebe carga at o dia 19, encomuieadas at
odia 30,-passagens ednheir afrete at as i bo-
las da tarde do dia da sabida : esorplorio no
Forte do Mallos a. 18.______________________
COMPANH PERNAMBUCAIIA
DE
l'Hvegafilo costeira a vapor.
FAKAHYBA, .NATAL, MACO, MOSSORO', ARAC.
TO, CEAR, AC.VRACrj'.
O vapor Ipojuco
comniandante Moura
seguir para os por-
tes cima no dia .31
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 29, enrommendas, at
30, pas;agen* e dinheir* a frcte at as 2 huras Ja
tarde do dia da sabida ; escriptorio no Forte do
Matto* a. (2.
COMFASHIA
DE
NAVEGACAO BRASILEIRA.
Partos la norte.
Dos portos do su) esperado ate o dia 22 do cor-
rente o vapor B'ihia, o qual depois da demora
do c.stume, seguir paraos portos cima.
Para carca, encommendas, valores e passagei-
nw, dirijam.se ao escriptorio da agoncia, ra de
Vicario n. 7.
Pereira Vianna & C.
Agente.-.
li
de
Saieg-
(lAtfiEl'RS
; ipanliia Francs
ciU a vapor
Liiw, mensa entre o
Havre, Lisboa, l*<-riiauiliuvo, Balita,
Rio de Janeiro e Santos
At 22 do corrente, esperase da Europa
um dos vapores da Haba, provavelmente o Ville de
Santos, que seguir depois da demora precisa, pa-
ra os portos do su!.
Relativamente (retes, enc-nimendas, passagei-
ros, para os quaes tem excellentes aconimoda'.oes
por precos reduzidos : a tratar com os consigna-
tarios Augusto F. de Oliveira & C, a ra do Com-
mercio n. t2. entrada pela ra do Torres.
Brigue nacional Arroio Malo
Para o Rio Grande do Sul vai seguir sein demo-
ra o brigue nocional Arroio Malo, navio de 1" or-
dem, pjuco faltando para o resto da sua carga,
para csse Ilm trata-se no escriptorio de Silva A
Caseo, ra do Mrquez de Olinda n. 60 andar.
Rio de Janeiro
O brigue nacional S. Vaulo seguir em poneos
das ; para carga trata se na ra do Vigario n. 7.
Para a B^iia.
Pretende seguir com toda a brevidade o brigue
Isabel. Quem no niesino quizer carregar, dirija-
ja-se aos consignatarios Thomaz de Aquino Fon-
ceca A C. Suceessores, rna do Vigario n. 19.
COMrAMIA
messaceries'maritimes.
No dia 27 do corrente mez espera-se dos por-
los do sul o vapor francez Mendoza, comnian-
dante Courier, o qual depois da demora do costu-
nw, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para condices fretes e passagens, trata-?e na
agencia, ra do Commercio n. 9.
LEILOES.
Leilao
DE
movis, lou obiectosde prata.
" SEGUNDA FE1RA 21 DE JLHO
Ufa Caldeireiro.
O commendador Euzebio H. Rabello, teodo de
retirarse coro sua familia para a Europa, far
leilao por interven ;o do preposto do agente Pea-
tana dos objectes legaintes.
Urna mobilia de Jacaranda com tampog de po-
dra, 1 dita de dito, i rico piano nglez, i eadeira
para o mesrao e diverjas msicas, 1 cama de ja
caranda para casados, 2 espelhos, 2 guardas-rou-
i>a (obra do Remigio), i dito de dito, i castieaes
caaa mangas de vi J, o, 2 pares de jarros, 1 cande-
labro de 4 lutee para meio de sala, 2 dito de 2
lea, 2 bonf cas, 3 castieaes com lanternas de
idro bordadas, I aparador (obra doRemgol|l
fnarda-bnca idera, 1 mea elstica, 22 caruras
a
diijioaos-. .!MicurronKaK.
i
LEILAO

DE
um irnpoitaitte sitio -e casa em riBa pro-
;prin n'Afrua-Fria {eaininho de Befcoaibe
EGUNDA-FEIRA 1 DO CBRFN.TE.
s II horas
O a^ente'Piirio'llorges,rbastanto, aatorkaae, far
kil.ii) do -sitio .cima declarado, por coata e risco
de quem prtpueer, o qual modidades e.baNeus.
Casa para grande familia,-bem construida-e ele-
gante, urna.grande coriuha, cocheira com estri-
bara para 4 ou6 cavailos, fluartos para tuoravos,
um lindo jardim jjuamecidi. de grades de ferro,
torraco-ou saLi do recreio, muitos eoqueiroe-e ou-
tra arveres fruetifera? etbeMezas mais que ')
vista dac o apetite ao comprador, cujo sitio ca
cercado das duas uhas frreas, distanciadas-SO a
30 passos. .IiiformagGes e ebwas c,im referen;
cia ao dito, no escriptorio do referido ageate
ruado (Boa Jess nl, prioMim andar, ondede
r lugar.oleilM.
i\rmk eJipartautcleilil
DO
hotel SEGli.VDA-FUIRA 21 DO CORRENTE
AS 11 HOUAS HA MANHA
O agente tario, veuder o niuito eonhecido 'hotel denomi-
nado Jaqueira, tuado eu um d(*Bielhresar-
rebaldes de*ta eidade, cem todas as suas perten-
cas e accessorios, ailhares e beinfeituriis ltima-
mente feitas, gaiautindo se tambem o arrenda-
mento do predio. Para meliiores inforwaQoes os
Srs pretendentes podeinse dirigir ao inewno ho-
tel, onde pe.-soa compeleirte lh'a dar, e onde lu-
do se acha patente para er previamente -exami-
nado, e o leilao ser effeotuado iw seu -escriptorio
., ra do Bom Jess n. i. |.rin-u andar.
A4 lo c^i haraa da maajU. tpartrr da esUio
da na do Brum uwfcond fae. condficr
;o grali*acs eoacyrwn es na liol.
O-J'iiri^principiar as 16 t^S huras.
LEIIAO
:
7
IIOVW
I
e nswU.
Por fiquMla^a
L'ui ia^Mlico piaii'i c Lin (Jo-de Erani e inutti*s ulr-* piauod.
de armario dos, mais acreditados fabri-
cantes lt Pars.
OniHla-fipa t\ fe rorreih
Ifarrua do Bario da fiotwia.
Aniuiiiu-Sos de Azevedo, aaei'endudefinitiva-
mente acabar eom o seu depooite de piaiws, far
Icilii pi*r Uiwnrenco do agente Pinto, de diffe-
renles pianos novos e usados, en'sientes aopri-
meiro andar .do sobrado da raa de Bario da tic-'
loria, n. 12.
-O le lio principiara e M Ijt hotae
J. Dhihail it Pars
JUnatrnrlnr e (Uailor de pin-
rk-alniador das *aHy*s uumm casas
1 a'tlltp !ficrti.r .ls Iririnas d fWSR
ftwii*^ Rlmi.lol
^$f- -Riih <(< iperwor33
ITem ii'hMiir.i ^de^ia cdajr i^n.-. imi j1*m^' -^u.-ifcati-de conrer-
Un.- sfiiaeoe de |Mani<. juatftie: i{Hh -seja o en-
irt dii iittlnitiii 11(11 :' 3 ra ii kjh r.id ir
^:'';i _____________
Ao publico.
Domingas iMaria Goncalves, eoneai porti)aez
de 2'rlasse even arregado que foi do .eonsuiado
de Portugal em Fernn i buco nos ultMnusireie ine-
zes, participa .aes sens amigos, tasto nacionaas
como portuguezes, que tem o seu eseriptorio aa
ra Duipie.de das Crui.es, one pode ser procurado todos ^
dias nao aiitilk'ados, das 9 horas da iiunhia- i
! da tardo.
duas tercas partes de um obrado e de um
terreno.
SEGWmA-FElRA 21 DO CORRENTE
s 11 horas.
O ageiite finio Borgo* far leilo. por cont e
risco de que do sobrado de i andares e soto, em clio forei-
ro, com commodidade para grande familia, sito
no largo do l>ar Torre, ra do Rio, com 200 palmos de frente e
800 de fundj, com % quarlos de pedra e cal, gran-
de pt-co de excellente agua, etc., etc., cujas es-
cripturns podan ser examinadas no escriptorio
do referido agente, ra d6 Bom Jess n. 33,
primeiro andar, onde ter lugar o leilo
um sitio na Torre,
reside o
onde
U
DE
ra do Rio n. 6
Sr. Bloxham.
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A** I I liora? i!.-, rnanha.
O agente Pinho Boivcj competentemente loto-
aisado far leilao do siijo cima mencionado, com
100 palmos de frente e 1.200 de fundo (chao fo-
reiro), com casa muito bem construida, c ni sotio,
GQieira e estribara para 4 cav.illos, (juartos para
criados, gal mheiro, casa para banhn com tanque,
e outros milito* accessorios indipensaveis que se-
ria enfadonho ennumorar.,
u re.'enuo sitio afein de ser em um arrebalde
perto da ei.'ade, est bem plantado de fructeiras
de diversas qualidades, jardim feito com gosto e
ternero, 2 baixas de capim, etc., etc.
Em sea escriptorio, ra do Bom Jess n. 53.
primeiro anJar.
Leilao
DE
cassas de cores, brim de liuho, manteletes,
chales, esguio, chitas romas e de cores,
chapeos de sol e muitos outros artigos.
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
a's 11 1|2 horas.
Por intervenco do agente Pinho
Borges
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n 53.
Leilo
DA
armayo, gneros e mais pertengas da taver-
na do pateo de S. Pedro n. 1, m*ssa fal-
lida de Joaquim de Brito Vasconcellos.
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
O agente Martina far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, da arma-
co, gneros e mais perten^as da taverna cima ;
os pretendentes poden examinar o bataneo em
mi do agente.
A's II horas do dia cima na mesma taverna.
LEILAO
DE
loip e cnslaes.
Carros e cavallos.
A SABER:
Um piano forte, I mobilia de Jacaranda a Luiz
XV, 1 conversadeira, 2 espelhos grandes doura-
dos, 1 ditos ovaes, 4 jarros grandes para llrese
7 sanefas douradas, cortinados e reposteiros d -
seda e damasco, tapetes para forro de salas e
quartos, I divn e 8 cadeiras de charlo.
Urna mobilia de charo, 2 lindas secretaras de
madeira embutida, 4 cadeiras de abrir e 8 qua-
dros com unas gravuras.
Urna mobilia de faia branca, 1 dita de junco, 1
candelabro de 6 luzes, 2 ettagers e 4 figoras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras de balancp de
ferro, 4 ditas americanas, 4 quadros, 2 mesas de
joco e (tifferentes quadros.
Urna mesa elstica de mogno, 1 gnarda-louca
envidracado, 2 aparadores de faia com pedras, 4
ettagers, 12 cadeiras de guarnioo, louca para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, compoteiras e
fructeiras de fino cryst^l, porta-fructas de mar-
more, cobertas de metal, garfos, facas e eolheres.
Dous guardas-vestidos com espelhos, 2 guardas-
roupa, 1 cama franeeza de Jacaranda, I dita de
ferro, toilettes, lavatorios, mesas de cama, com-
modas, camas para meninos, 2 costureiras de
charao, 1 machina de costura (perfeita), quadros,
tapetes, 1 excellente secretaria de Jacaranda, 1 so
de mogno e 12 cadeiras pretas
Um carrinho e i cavado de molla para menino
e muitos outros objectes que estarlo patentes ao
exame d3s concurrentes:
assim como
Urna victoria forte em ptimo estado, 1 ca-
briolet (do geart) arreios, 1 cabrioiet ameritan)
de 4 rodas para 1 on 2 cavallos. 2 cavallos para
carro e um de sella.
Ter^a-felra 2Z do corrente.
Na ra do Visconde de Goyanna, cbacara n.
177.
Eduardo A. Burle, tendo de faaer ama viagea
Europa eom sua familia, lavar a lejlio por in-
tervenco do agente Pinto, os mowfc e mais abjae-
tos existentes em casa de snarMflcfa i rna da
Visconde de Goyanna a. ITT, % ojaal Oea Btrte da
lina dos bonos pan a Passafan 6a Mafdaliaa.
Firmeza e Humanidade.
A sociedade lioneficente Firmis e HumaiJa-|
de, |*elo presente fac saber a todos os seus .isso-
eiados, que domingo 20 do corrente as 10 horas
da nianha haver sossao extraordinaria para se
tratar de interesses que affetam a todos os socios.
ftecite, i dejulUude 1873.
O secretario,
J. F. de Figneire lo.
25*000 a casa n. 6, sita".i ~
Alaga-se
por auou a casa n. 6, sita a rna
do Lin.a em Santo Aicaro, estrada ja concertada
de ooo : a tratar
mirn Gula.
na ra da Restaura-.o n. 5't,
Sociedade Beneficente Luso-
Brasileira.
Pergunta-ee actual directora se a elei.o
para a nova direcgo, marcada pelos novos esta
tutos, annunciada em 5 para ter lugar em 2>> do
eorrent*, estar Je accordo com o que prescreve
us meemos estatutos ?
Ser licito, honesto e mesmn liberal, fazer-se a
elei ;ao sem quasi a totalidade dos socios ter co-
nhcciuiento da reforma dos estatutos ?
Ser honroso para a velha directora fazer eu
trega dos noves estatutos aos socios presentes
n i mesmo dia da elelcao ?
A acontecer >to, veremos a actual direceo
afear com um acto desptico.
O Svcio que anda nao vio o estatuios.
Timbafai 15 de juUio.
O abaixo assijrnado previne ao res|ieitavel pu-
blico, que suspenda o jirizo desfavoravel, que de
si fez um gratuito inimigo no attentado comme-
ttidoem Turnia na peama do infeliz Estevao de Sa-
les Leao por Jos Felippe Ferreira, que tendo se
faltado a verdade, s com o fim de calumnia-lo,
se ebriga a provar perante o publico a su.
innocencia, deixando o intrigante ao desprezo dos
homens que s pres-m honra e honestidade.
Jos Joaquim Pereira Campos.
r#iihaixo assignado declara ^ie .nenhnin nego-
o i'in na ra do Livrainefito n 29, e se alguem
eni-urder o contrario procure pam meios r)udiciaes
?.en direito. N.i-.ireth do Cabe 18 deulho de
i7.
Lourenoo Laureitino Osar de-Menezes.
PEMRES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
fifeores de ouio, pra-
ta e brilhante8, seja
qual br a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
inos metaos e pedras.
Joaqun! Jos Goncalves
Beltrao.
Ra lo n. .%. I.* andar
Sai;ji por todos os pn<] notes sobre 0 banco
' ;h es sf-guintes
Na ra nova de Santa Ri.a
1. andar da mesma casa
n. 31, aiuga-se o
Josepha Hnnriqueta de Miaanda Barros, avi-
sa a alguns senhorts de nugenhos que se acha
ncst.-i praca promp'a a ensinar eui aignra enge-
uh i, que seja perto de alguma estaao : quem
Je sen presumo se quizer utllisar, dirija-sc na
de Sania Rita n. 89, aula publica.
No colirio da C ncei-jao, ra de S. Fran-
bisco, precisa-se de um criado intelligente que de"
fiador de sua conducta.
Perda.
O abaixo assignado vindo do seu engen-io hije,
fazer um pagamento Je 4:>"0000, teve de perde-
lo, sendo isso da estaco dos bonds da Passagcm
at o pateo da Sinta Cruz, ou dah at ra Crespo ; sendo cinco sedulas de 3001, 4 ditas de
1005, 6 de 30* e as mais de 20i, lili etc. A pea-
soa que achou annuncie por este Diario que seri
bem gratiiicado.
Trislo J. Araujo.
Ao commercio.
O abaixo assignado faz publicoque resta data den
sociedade no sen estabelecimento de molhadus, sito
ra do Coronel Suas.-una n. 41,ao 5r. Jos Joa-
quim Samarcos, o qml gyrava sobre a razao de
Braga k Samarcos.
Bocife, 19 de julho de 1873.
Manoel G Braga,
I
1M----------- -
DOS
TR1LH0S URBANOS
DO
Rciife a Olinda.
A gerencia desta companhia, altcndendo
aos pediilos dos mora lores de Olinda e Be-
beberibe, expedir trens para essas localida-
des, logo que (indar o espectculo doCirco
Americanono sabbado noute.
0 gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Irmandade do Divino Espi-
pinto Santo.
Por ordem do irmo juiz convido aos nossos ir-
iiios para que reunidos em mesa peral em nosso
consistorio pelas 10 horas da rnanha do dia 20 do
corrente, se proceda a eleico de t e&oureiro que
preeneha a actual mesa regidora, em vista da es-
cusa dada pelo que foi eleito; segundo oque dispde
o 1* do art. 95 do mesmo compromisso.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Santo, em 17 de julho de 1K71.
O serifio interino,
__________Franciseo J. Leite, .
ESM0LAS
Tendo de se distribuir pelos pobres, que
compareeeretn na igreja da Madre de Deus,
segunda-feira, 21, do corrente, s 7 horas
da inuiihu, a producto d'uma subscripcao
agenciada entre algumas pessoas pbilan-
tropicas. convidam-se aquelles que se acha-
re m n'estas circumstancias a comparecerem
na mesma igreja.
Aos entendidirs da materia
Um individuo casado, que annoa de-sois de se-
parado de soa mulher, eom quem nao mais pro
curoa viver at hoje, vende um eseravo da eom-
rounhio respeitando os demais aens da naior
valor, pode ser considerado prodifo em faaa da
lat
^__________ Dr. Pijera
Preeisa-se de um (Jiiado (moleque; para __
rir duas pessoas de familia : na ra do Marque
de OHada n. 23.
do Hinia, ora Braga",
ulgar de I'orltigah
Amarantu.
Arco a Vai de Via.
BareelkM.
*$*
(llaves.
Coi ni lira.
Covill..
Faro.
Guarda.
Guimaraos.
Lamcgo.
Lisboa.
Miandeila.
Hoo^Ao.
['inte de Lima.
l'oito.
la vira.
Solin



Valpassos.
Vianna du'C.astell
\ illa uo L<
Villa Nova
Villa Nova
Villa H-;i!.
Vii:u.
Vaicn;.!.
FiTin ira.
LHUi.
de ramalea;'
rio l'ortimao.
MEO.-VL.ua DE HONRA
FIGAOOdf bacalhau
FERRUGINOSO, CLARO E TRIGEIRO
DE CHEVKIER
|Covoe/ro de Legiode Honra.OfUeia/M
do Medjidi e Commendador da ordem
d'lzabel a Catholica.
O oleo de Chevrler deve o seu aroma
. subtancias balsamlcaa qne ainda
aogmeatflo as suas propriedades thara
peoticas ao mesmo tempo que o tornao
agradarel ao tomar-se.
O sanhor Chevrier completou a sus
descabarta asaoeiando o Iodureto de ferro
ao sen oleo de ligado de Bacalhau. Este
da gm de feaealhaa retro
te possue todas as propriedades do
e do tarro, de fcil dlgestlo e
innea causa prislo do ventre
Todas as eelebridade8 medicas o pre
Harem s ontraa preparacOea ferragino-
Oonrem em todos os casos em que
emprega o ferro : TUses, h1"*!
, KaehHlBio, Kwtwfataa,
GM, U'nudiM, Bf.
Cesmriee
de DatMUtsdflM.
_. bm riis: Pbarm.
% Prf Motmmm,
demorada*
uaivarsal
nartre.
Pharmcia de P. Maurer & C
til 'UIUCI
Pnscisa-se de ama criada paia. ammarl
fazer mais alfam serrico da au tanWa da duas
ssoas aa re* do Marajtaada linda a. B.
Oiiei maisruiniiid(ferece?
Ineuiitestavelmente a loja de calcadoj5estrangei-
ro que mais coiiimodo ollrece em geral, com espe-
e^idade au liellu .-ex, u PaRIS NA AMRICA
ra Duque de Caxias n. 59, priuieim andar (an-
tiga Hw Queimado) e a razan? a razan simples :
um c:Lvalheiro (amante do chique) puf certo se
iuxmmiuda quaiuio, para comprar um par de bo-
tinas, v se forcado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueruso pedacu de tapete (systema ma-
cal ruucuj uu podendu desta forma coubecer se
a bolilla li.e tica b<^, pois, nao tem espa<;o para
e\perimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, ijue chogarlogo ao immun-
do ladulhn ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se tica liom o calcado : para o
bello sexo, entao qnasi impcsaivel, que urna se-
nhora (do bom tem) qneira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao fado de um balco, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Pars na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Bxmas. qne all poderSn estar em perfeito comino-
do para a esmlha do calcado.
Nao termnam a> i as vantagens ou commodoe
do Pars rm America rna Huque de Caxias n.
59, primeiro andar, onnsiste tan bem no bom sor-
limenlo de tintinas para homens, dos melhores e
mais afamados uhrirantes da Europa, como Me-
lis. Suicr, Polak, etc., etc., agrande variedade de
chnenos e zapato-, assim rambem nm lindo sor-
limento de botinas para senhora, e sapatinhos de
militas qual'dr.dos ue poderao satisfazer a esco-
lba da mais capichosa senhora (do bom gesto)
pelo qne tica expendido, est claro qne a loja de
calcado estraugeiro, que mais vantagens offerece,
o Parts na Americ-, ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiea ra do Queimado
0 Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estadante do 5.
ftnno da faculdade de direito,
queira-appareoer nesta typo-
grapfaia a oumprfr o que pro-
roetteu.
FDlfDICAO DE FERRO E BRONZ.
FABRICA DE MACHINAS
k na do BinV d i 1 rumpha (rna d.> Brini) as. 100 a 104
CABDOSO k IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos eaopulilico em geral, <|ae n>e*;boram da Europa
grande sorriuiento i<{iii?r nu-tros [sou9
i mistures da industria sencida, o que tudo vendem por presos razoavets.
V aporeS borisontaea de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores que vena ao mercado.
jlOenQaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS mOCHOaS para assentarem gnides de madeira.'
TaxaS de feTO funn'^ e b*tdo, de todos os lutanhat < des roerbnres falr>-
^cantcs.
rXOaS agua de diversos tamnnlios.
KOClaS uentAaS de diversos tamanhos e qualidades.
Arad0S americanos de diversas qualidades.
b OrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
CoilcertOS concertam (!0m pwwptdio qualqner obra ou machina, para e qne teena
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Man('am v'r P"rencommndada Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respejtave casa de Londres
2 com um dr>s melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assenta*
as litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
RuadoBarao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
F N D I G 0 DE C A.R D 0 S 0 & IRMO.

HOTEL
GRANDE
DA INDEPENDENCIA
ANTIGO ESTAMLNET
32 Ra ilo Imperador 32


Aloiocos
Lunch
Jantares
Ceia; e bebidas de todas as qualidades a qualquer hora.
Limpeza e servido pontii.il e apurado com o qual ninguein podo competir.
Tem magnificos aposentos para a'ugar e
BO.\S BUJLY&IjS
O proprietario dispensa-se de elogiar o hbil e raro cozinheiro francez. a res-
peito do qual podem ser consultados os verdadeiros gastrnomos q\ie j 8preciaram a
sua arte.



PRESOS
O? mais resumidos do mundo.
GASA FORTUNA.
AOS 5:1
BILIIETES GARANTIDOS.
I' ra Primeiro de Marco (outr'ora rna do
Crespo) n. 23 e casas do costumn.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe- i
II7M bilhetes, um quarlo n 1361 com 5:OO000,1
dous meios n. t"52 com 3001000, nm meio n. 290
com 100*0(0, um quail n. f6 com t005000,'
e ontras sortes de 404 e 20 da lotera que se
aoabou de extrahr (S8 ), convida aos pessuidnres,
a virsm receberna confTmiiade do enstume sem
descont algum.
Ai-ham-se venda os felzes bilhetes garantidos
la 20' parte das loteras a benelicio da nova igre-
a de Nossa Senbora da Penha (a9J), que ?c e,
trahir na lerca-fcira. 22 do corrente mez.
PRECOS
Plheta inteiro 6000
Meio bil hete 3*000
Quarto la-500
EM PORFO DE 1005J0O0 PARA CIMA.
Bilhcle inteiro ioiK)
Meio bilhete 2#7o0
Quarto 1/375
Manoel Marlins Fiuza
Sitio para alugar na Passa-
gem da Magdalena.
Aluga-se na Passagem da Magdalena prximo a
linha dos bonds, una casa com accommodacSes
para grande familia e com sitio murado : a tratar
ra do Vigario n. 21, |. andar, com Domingos
Alves Matheus.
Na ra da Imperatriz n. 1 precisa-se de um
perito copeiro".
Aluga-se
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. Ib*, com
3 quartos, 2 salas, eozinha fra, copiar e quinta.
murado ; a mesma casa estucada, e torna-se
n-commendavel por passar a linha dos bonds : a
tjarr no n. 19.

Atvir.
O Sr. Jiis Pereira Lomos pela segunda vea
rogado vir ra do Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse.
un

Perda
Pede-sc a quem achou tres apnlices da divida
desta provincia de ns. 56, 60 e ")36, sendo duas
de oOj, e a nutra de 1:0004, emttidas no l. de
fevereiro a t7 de maio o a>3 de julho do corrente
anno, e correndo o juro de 8 por cento, queira fa-
zor o favor de entrega-las na thesourara provin-
cial, ou na ra direita casa n. 32, que muito se
Ihe ficar obrigado.
Eseravos fgidos.
Fugram deste engenho, no dia 13 do corrente,
os eseravos Francisco e Alipio :
O l' pardo, alto, seceo do corno, cabellos ca-
rapnhos, e ter 22 ann s de idade, esti bncando,
O preto, alto, secco do corpo, e ter 4 an-
nos de idade, nao tem barba, e tem os ps um
pouco grandes.
Tenhorazes para suppor que estejam acontados
no engenho Ibura, em A fugados, aonde o I* tem
pai e o 2* irm. J nao a 1* vez qne eseravos
ni. as fogem para dito engenho Ibnra.
A's autoridades policaes de Afogados recom-
mendo a captura delles, ou prestem auxilio s
pessoas encarr'gadas da apprehensao dos mes-
mos, que podero ser entregues no Recife em a
ra do Bom Jess n. 51, 1 andar, e a roa da Pal-
ma n. 71, ou neste engenho ao abaixo assignado.
Perminio Francisco de Paula Mesquita.
lima familia eompocla de quatro pessoas,
sendo que duas sao pequeas, precisa to-
mar para sua companhia urna mulher ho-
nesta, e de bons costumes, e que d abono
sua conducta ; quom pois quizer appareca
no 3. andar desta typographia, para tra-
tar._______________________________________
Por ordem da n.e-a n-godura da irmandade
da Senhora SantAima, era^U ua igreja da Madre
de Dos nesta eidade, convido a todos os notaos
irmaos a se reunirem no consistorio da mesma
igreja, no dia 20 do correrte, s 11 hurrs da ina-
iiha, afim deeleger a mesa que tem de adminis-
trar a mesma irmandade no anno de 1873-1874.
Recife 16 de julho de 1873.
O escrivio
_______________Manoel de Azevedo Pontes.
p** (Ionvite.
Os senhores abaixo declarados, sao encarecida-
mente rogados viivm ra do Imperador n. 28.
a tratare .ti de negocios particulares que Ibes dk-
zem respeito :
Antonio Anacido dos Stntes
Antonio Alfonso Mereira.
Antonio Pinto dos Santos.
Anfouio Jos da Silva.
Antonio Jos Hiboiro de Moraes.
Benjamim do armo Lopes.
Domingos M. de Rarros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
Dr. Francis o Pinto Pessoa.
Ebom Wistg.
Emilio Jos de Moraes.
Kernandes de Azevedo.
Franci>co Alves de Melle Tico.
Francisco de Paula Bordes.
Francisco Jos Carneiro.
Joaqiiiiu Quedes da Costa.
Joaquim Jos Mara da Penha.
Jos de Brito Mello.
Jos Paulino da Silva.
Jos Joaquim da .ita.
Jos Goncalves da Silva.
Manoul Antonio dos Natcimento.
Manoel Jo- Antunes GuitarSes.
Manorl Silvno de Barros Falcan.
Paulino J'.aquim Tavan-s.
Theotonio de Barros e S4lva.
V\ iio.nii Rxwliu-oii.

Ao commercio.
Os abaixo assgnados declaram a quem possa
interessar que dissolveram amigavelmente a so-
ciedade que tinham na taverna n. 52 da ra' de
Domingos Jos Martins, a qual gyrava na razao de
Carvalho \ Angeras ; licando a cargo do socio
Camino todo o activo e passivo em vista de ter
se retirado o so in Angeiras pago e satisfeito do
seu capital e lucros, e sem mais responsabilidade.
Recife, 16 de julho de 1873.
Antonio Jos de Carvalho.
Manoel Francisco Angeiras Jnior.
Eseravo fgido.
50#000 de gratificacao.
Ausentou-se do engenh3 Victoria no termo de-
Barreims, o mulato seinibranco Saturniano, de
20 annos de idade, bailo, gordo e meio corcunda,
cabellos amarellos e rrrspos, rorto larg, olbea
castanbos, nariz n-gular, tem un signa! nos peitea,
proveniente de urna espiona, penas e ps
grossoj e mal feitos : quem o pegar, ou dello der
noticias leve ao seu stnlmr Da io Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praca 4
Cori Santo n. 7, 1* andar, que ser recompensa-
do generosamente.
Aos senhores agricultores.
0 engenheiru, Frederien de Momay vai Eu-
*
Quem estar devendo!
Os abaixo asignados pre vinem a seas devedores ro .a "moi brevidade, com o fim de rstudar
que venham pagar seus dbitos at o fim do pre- meios de melhorar o systema de trabalho na agrv
sent mez, se n o querem ver seus nomes neste cultura de.>ta provincia, c de introduiir os meiha-
Dlario Como nao acertam com a casa para pa- ramenlos que na piatic nao possam ter inconve-
Sar, ainda na ra Augusta n. 258 Recife, ti ni< ule algum, e s tiin, vanlagas reaes e peeo-
e julho de 1873.
Joaquim Pereira de Asevedo Ramos.
Joio BautisU Aives da Silva
Aviso.
No becco das Btrreiras n. 9, coaa-sa toda e
qualquer costura machina, tanta para nomem
como pa^a senhora e tambem se encanega da to-
mar conta de roupa da homem para lavar, eafon-'
mar e concertar.
eozinhera para casa de
rae
nii i
ni; r : provena a nr-viaVi jora offiereer-s
paia exexntar q;ialqorr i'ncomroenda que qnij
zei m confiar Hie priiHiteude satisfazer o ma-
lbr P'ssivt'l ditas eocouuiiendas, pois pola tonga
pr.Mcaque tem. esta mi; que habilitado. Car-
ta' >ui o MitoTOro FreJde Mnrua. ihia.s Barras,
Estarn de iiioll-ir. p<.|i via-f-rrea iV S. Fran-
rCjs0 o 5j rcehi1ii ri m (erncra e re.-;poodiiia.
K.vife. 8dul':^ de tP"'.
Preeisa-se de urna
Amalia: atratfaarna te
armaum,
S. Bom Jess a.
Attencio
Continua-se a fumecer comedor as para <8ra
por preens mais em osota do ue esa eom ui-
IK. auer parte : quem pratar rija-s ao sobral
i da rna estralta do Rosario u. 36.
lH_)
i>


I
I------------=-.
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s

.
i=
KttSo de Pemaaiboo Sabbado 19 de Jufco de 1873.
A COROA t& BRlSHNTE
1
$ CmiuiIo. .o iiedi*'.) f irurgico #
ouro il l.,
,1S M-l!l|llt(>S
1
<*
Wfl.
Este importante eatabeleci ment, tendo gran.le smtjini-n*t -le i,js
reaolveu vender muito barato 20 7o menos que O otiin ,ij -.1 i.j Ir par.
jotas : '
Aderemos de bwlhaoles, de modernos e delicados goslos.
3lfP $ fubjns, esmeradas e parolas:
Vbltts d% bohitas perolas o cruzes de brilhantes para uo'vas.
Medalhoes de coral.
A Corda Brilhante contina a ter grande sortimento de madalhoes le coral, camafeu
omt com de 190 a 309000.
Cacle as para relogios.
A Corda Brilhante recebe sempre quantidade de cadeias de ouro, de loi, para homens,
a 6g)t00 a oitava, e tambem para senhoras.
Cassoletas para senhoras, com lettras, a 6$ e 129000.
Brincos de variados gostos, para senhoras e meninas, de 59 a 209000 etc.
Aimms de amethysta cora lettras de diamantes, de 69 a k89000.
ftnce-nezsctrancelius emeaixinhas de velludo, para presentes.
Medalhas milagrosas.
A Cora Brilhante tem medalhas milagrosas e das Dores, de ouro a 7JO00, e prata
irada a 19000. Tambem tem sortimento de pince-ner e oculos deago fino e rattaruga,
<*egados recentemente, e por presos raui commodos.
Convla-se as Exmas. familias visitarem a loja da Corda Brilhante, na ra do Cabu-
la n. 11, a qual continuard aberta noite at 8 horas.
_______ Garante-s o ouro e pedras preciosas.

$
a
1)0
!>:. frVfrt'i*m
ttttiijo yitiiiw!e de seu un, ni lonja
kr R taaio n. io
Cura de hydr< celes sera njeccSo,
eoin puaeco canillar.
Abertura de ;ibressos e e*tncco de
*fc dcrramainen serums, peto aspirador
QQ de Potain
Roga-se a qaalquer pessoa a quem for ofle-
recidu por compra duas voltas df tranceln) cora
urna m. Jalha e um par de brincos a hallo com
seis rubins cada um, todos tes objectos de ouro,
haja de apprehende-los e levar ra de Paysand
n. 33 C, que ser generosamente gratificado, ou
indicar su a morada para ser procurado.
*.f
Rogase a pessoa que achou um pincinez,
3ue urna seuhora ao pear-se do bond no da*
o corrente, defronte do chafariz da Boa-Vista,
cahio-lbe, e houve quem visse um senbor apa-
nba-lo, de lvalo ao Corredor do Bispo n. 73, que
se gratificar Na mesma casa ha para alu^ar-su
um criado muito diligente e muito fiel, principal
mente para casa de eslraugeiro, a qual prefere.
P'nsulleria uiedc^cirargico
DE
Escravo fgido.
totsentou-se do poder dos abaixo assignados o
wo escravo de neme Joaquim, cor preta, e de
acao, traja muito limpo, anda calcado e usa de
cabellos comprtdos, querendo fazsr meta cabella-
ra, sabe mbar, ecupacao a que se dedreava,
juando falla se con beca ser negro africaao : ro-
e gratificar bem,
_____________Jos da Silva Lovo Filho.
A quem interessar
nos 4 Machado mudavain sen escripto-
de movis, para o
rk) de cemmissao e deposito
armgera w. 10 da ra do Vigario.
Kst fgida.
Pomo em 17 de marco prximo nassado a
crava Mathilde, de 32 araros, preta, crioula, esta-
tura regular, cheia do corpo, pernas finas, nnsi:aroco8 no rosto que parecen) espinhas,falta de
stles na rente, falla muito manso que as vezes
desala a cwnpaixao, boa eoziriheira eengomma-
dsira, e filha '- "--- '-' -
os
do Har, foi comprada sogra do
w. commtridador Lacena, muito conhecMa por
ter estado a tugada em casa do Manoel
no Moatero, ella Milu la-se de
JIEDIO9-CIRURGIG0
Dr.l.
DO
M.
insuector,
forra, e tem sido
TMtt no Poco da Paoetla, Monleiro, Caxang, Mag-
, 5S2 U*nn0 Recle : P^e-'e encarecida men-
ie a uxias as autoridades pciaes e canilles de
campo* sua appreheosio; assim eomo se pede a
quem tenha amas que verifique nessas me dizem,
ser fowas, pois consta estar ella de ama que nao
sane a ra, que se ratificar a quem a trouxer
aruaiBo Livrameat n. 1 Antonio de saivaFer-
reira.
*
*
m
Ra do Harqwz de Olinda n. 25, pri- M
meiro andar.
Consulta dar 9 horas as U daanha. ^8
Chamadis a qualquer hora.
Escravos fgidos
Amia se acbam ausentes da casa de sea senhor,
do engenho Saltiuho da frguezia de oa, do qual
auseutaram-se na noite de 1* de Janeiro de 1872 os
pretos Benedicto e Joaquim.; o 1* aixo, cheio
no cor^o, muito barbado, ain. os deutes Ja frente
todos paires, e representa 48 a 30 anuos, perten-
eeu ontt'ora fabrica do engeaho Itapircma ; o
utro efiou-se nw Kecife, pode ter 30 anuos, altu-
ra regalar, cara lisa, baos deates e muito fallante,
ambos j estivaram fagidos em 1871, e foramj
Sociedade Beneficente Luzo
Brasileira
Em cumprimento s ordens do directorio faco
sciente a todos os Srs. socius que, domingo, 20 do
corrente mex s 10 horas do da, ter lugar a
sessao de assembla geral para a eteico da aova
directoria, conselho fiscal e commissao de exame
de contas, devendo essa eJeico ser feita de con-
formidade com os novos estatutos ; nao podero
votar nem ser votado aqaelles socios que se aclia-
rem em atraso de mais de tres mensslidades,
assim como aquello* que esto percebendo bene-
cencia.
As sedulas para esta eleicao deverao ser tres,
sendo urna |>ara a directoria, oulra para o conse-
lho fiscal e entra para a commissao de exame de
contas. A primeira constar de 6 Romes, 1 di-
rector, i vice-director, 1" e 2* secretarios, theseu-
reiro e orador. A segunda r8 nomes, 1 presi-
dente, 1 vice-presidente, Io e 2 secretarios e ft
consefheiros.^ A terecira tres numes que sero os
da commissao de exame e contas, sendo mais vo-
tado o relator.
Antes da eleico o Sr. presidente far a leitura
de seu relatorio, no qual acompanhar o balaE-
cete apresentado pelo Sr. thesoureiro. A directo-
ria desejosa que o* Srs. socios concorram esta
eleii.ao, desde j esforca-se em que todos compa-
recam ; os mismos -acharao sobre a mesa dos tra-
bamos urna lista de todos os socios que se acham
no geso de votar e ser votado
Secfetaria da Sociedade Benefioente Lu?o-*ra-
sfleira, 'Sdejlho de 1873,
O 1* secretario,
Bento de Sonza Mira,
A. B. da Silva Maia.
jt\ Ra do Viscoi
M 11, outr'ora ra
V n. ti.
nde de Albuquerque n.
da matriz da Boa-Vista
g Chamados : a qualqaer hora.
Consultas: Aos pobres igratis, das 2 s
i horas da tarde.
Aluga-se a casa o. 10 A da Uha de Bemfica,
na I'assagem da Magdalena, com banho do Capi-
baribe na frente, de exoellentes ares, e de preco
de 206* annuaes, tendo commodos pzra familia:
a tratar na ra estreiu do Rosario n. 17, 1" andar,
eserjptorio.
SERVENTE
Precisa-se de um na botica da rua||Larga do
Knsark) n. tfi.
Feilor,
Uo hotel de Apipucos precisa-se
para tratar de um pequeo sitio.
de um feitor
*
*
m
m
Cari*
23,pri-
- Deseja se fallar a negocio de seu interese
com os Srs. Ignocencio da Cunha Goyanna Jnior
e Franeiseo Costa Arruda Mello : na ra do Bom
Jess n. 57.
Chaves perdidas.
rPerdeu-se unta argola com i chaves, seadouma
de relogio, ao sahir do caf imperatriz, roa da
Aurora, Uniao e Formosa, a touiar o trem das 9
lf2 horas da noite, em seguimento a S. Jos : quem
tiyer achaloqueira entregar na ra de'.Marsilio
Das n. 14, que ser recompensado.
Precisase lugar urna sera va para servir
'urna casa de familia de tres pessoas : a tratar na
ra de Mathias de Albuquerque (outr'ora Flores)
n. 31. ________
Comntendador Francisco Al-
ves -de Soua Carvallo.
Um amigo do commeiidador
Francisce Alves de Souza Carvalho,
fallecido na eidade da Farali\b;i do
Norte, manda resar urna missa por
sua alma no dia 20 do corrente,
trigsimo dia de seu fallecimento,
s 8 horas da manhi, na matriz da
Boa-Vfcua. Rog i-se aos parentes e amigos do il-
lustre finado para que comparecam a esse piedoso
acto.
MOMA
Est eneouraeado !! !
Rw-Na lllm. t le|ir Vi.'in, d Uciw,
sen van na tbi**4L .vaxareili iMx priviutia, o
favor de vir ma Duque de Caaias n. J6, con
cluir acivile uagmrte ipie S. S. se coniprometten a
realisar, pda terrrira chamada dcste jornal, em
nns de ilezeinbro de 1871, n -lennls para imeini,
rusou fevereiro e abril de !X7S,e aail* eumprio;
P"r eM motivo de nove chamado para dito
un, pois S. S. te dewe lembrar que este negocio
le mais de eito airaos, e quando o Sr. seu filho
tchava nesta ekUda.
biDsnltftrio medico
DO
r. IIurillo.
ROA DA CRUZ N. 26,1. ANDAR.
Recem-ch^gado da Kurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para obiecto de sua pro-
fesan.
Consultas do meio da s duas horas
da tarde.
6ratii aos pobres.
fi*fwc<'aJid.d.==--Moleitias da pelle, de
crianca e de mulher.
Fmprega no trataroento das molestias
de sua specialidade as duchas fras e
banho* a vapor, para os quaes trouxe Q
os apparelhos mais modernamente em- H
pregados na Europa. m
W. Tambem applica com grande proveito Jf
A no tratamento das molestias do ulero a 5
Si lec-icidade,pelo processo do Dr. Trepier.w
Espiritismo.
Conferencias espirilicas offerece a confeitaria
do Campos aos seas innmeros freguezes, por es-
urmus no mea de Sant'Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido faxer um bazar completo
do net's.'ario para regalo e distraern de quem
ton gosto pelo qae bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se de preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimenlo os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulminantes, o que
tudo isso se acha na
=.~
>l*ZF.H
VAPOR FRANCEZ
Itl'A 1)0 H\lUO Di VICTOUIA
3. 7Outr'ora NovaN. 7

BOTINAS de
Para
bezerro,
francez.

Confeitaria do Campos.
para constar pois que os propnetarios da
confeitana do Campos chamam a attencio de to-
aos e de todas para o preconisado caf em p ver-
d-*leir de Java, e bolachinha em latas denomi-
nada Sugar WafTers vanella ; especialidades para
uietas, qnanto B?ais para qnem est de perfelta
sade.
Um vista do referido espera o dito Campos que
ntmruem, para pedidos de taes objectos, te diri-
Jam, sea o Confeitaria do Campos, ra do lm
perador
Lampeo na porta.
llOIIK-lll.
. eordavo, pellica, lusire e
de duraque com biqueira, dos mclhores
fabricantes.
SAPATOES de be.erro, de cordavao e de case-
mira.
S PATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardn,
SAPATOS de tapete, cbarlot, castor e de tranca
francezes e portugueses.
Para senhora.
INAS prelas, brancas e de aires differentes,
lisas, enfeiudas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para nieiiina*.
BOTINAS preta, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lusire o de cordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
^ qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleo e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para homen e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france', ra do Baro
Victoria n. 7.
. ATTENCAO. f
Pr* ua de ua ana p;r* c^inhar para dpw
pessoa* e comj.rar, f rra.u uwrav : a tratar no
pateo'I,' H^nitol.u gSjii-Hmr Kc/ondo andar*
Ef fiigid-e cabra aciliusjado de Dom Fru-
deiu-iti, ik.-dcntadw <>. n cWi'lb um punco tor;.
los, anJav.i mu uii:;i i;.u o^.i cipuduzuido eslrum-
para nm sitio, e fngio no c'oqiingn 6 do corrente;
este esertvo ligitranient1) gago, foi escravo do
Sr. Joaqnmi Juvenci da Silva e boje pertence ao
baro de Nazan ib, quo gr iliftcaia a quem o apre-
scnlar. File repres nu o'O a unos.
Aviso.
Traspassa-Se o restauraiit francez da Magdalena,
sito na eiiliada dos Remedios: a tratar na mes-
ma casa.
COMPRAS.
Comprase algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta eidade : a tratar na loja da ra Duque
de Caxias n. il.
Compra se Diarios de Pernambvco a 140
rs. a libra : na na do Corone! Suassuua n. 1.
(ompra-se
urna casa terrea que ten a bons commodos par
familia, e bom quintal, no hairro da Boa-Vista,) u
algum sitio prximo a linda des bonds, ou da ma
chambomba : a iratar na ra do Rangcl n. 7,
1 ou 2 andar.
da
Mobilia de vimes.
Roga-se ao Sr. tenente Amador de Araujo
Pessoa o favor de vir ra Duque de Caxias nu-
mero 7i.
Ofterece-se urna ama para coznhaFenn casa
de bomem solteiro : a tratar na ra de S. Feancis
co n. 31.
CRIADO
Contina a preoisar-se de um criado, pre-
fencido-se escravo: na loja do Passo, ra
Primeiro de Marco n. 7 A 'antija do
uiuus a cmim.ufi iynm> cn io/i, e lorara rrft5an 1 ^^
agarrados.-; o Joaquina ao Recife, onde j traba-'\zJzizd__________
lbou em armazens le assucar, o Benedicto no Na ra da Santa Cruz n.5B, vende-sa urna
sitio Tres :Ladeiras da reguezia de Igu/assii : esexuva com habilidades e com duas crias ain
de assucar.
da reguezia
rogase as autoridades policiaes e cphaes de
campo a apprehenso dos mencionados t.-cravos,
a ua eotr que gr3tiSearo o appreheogor.
D. Mara B. Coelho de
queira
Leonarde BezerradeSiqueira Ca-|l
valcante, Manoel Leonardo de Si-'
queira Cavalcante, Hercolina de
Siqueira Cavalcante, Hara Amalia,
de Siqueira Cavalcanle, Louren<;o
Bezerra de Siqueira Cavalcante,
Clara Augusta de Siqueira Caval-
cante (ausente), e o Dr. Manoel Rodrigues de Ar-
roda Cmara, ausente, feridos de pungente dr
agnidecem profundamente aos seus parentes e
amigos que se dignaram acompanhar os restos
mortaes de sua fmpre chorada mi e so:ra;e
deaovo os convidam para fazerem a caridade de
afloiotirem a miss< que niaudam resar pela sua
alma na matriz da Boa-Vista, s 7 he.-as da ma-
nh do dia 19 do corrente.
MHB&mBMHHHHBOflBaVBBBBa
SocicdadeiUniao Cainmrcia1.
A directora da sociedade Unio
Cnmmercial manda rezawnissas por
alma do seu finado socio Ladislao'
Tolentino Cavalcante de Albuquer-
que, na igreja de Nossa Senhora do
Carao, segunda-feira, 21 do cor-
an rente as 7 horas da manh, e con-
vida os parentes, amigos e.associados a eampare-
ceru a e*te acto de religio e caridade.
Na ra do Rangel n. 9, precisa se de urna
na para coeinhar paga-se 25*000 meosaes.
Precisase de urna ama para ceri-
nhar e comprar para duas pessoas:
na ra da S-nzala-nova n. 33, casa
1MA
c
Acrrea.
Am* "Precisase de urna ama para cozinhar,
Amd na ra Dircita n. 20. _
Precisa-se de urna ama pa-
ra casa de familia, que saina
cozinhar e comprar : a ira-
do Mrquez de Olinda n. 40, primeiro
1UA
tar na na
andar.
Precisa-se de duas amas para
cozinhar e engommar para pou-
cas pessoas e de urna para to-
mar conta de urna crianca : no
largo da Matriz de Santo Antonio n. 2, 1. andar.
AMAS
Atten^o

Eugio
No dia 14 de maio do corrente auno, fugio des-
te-engenho o escravo Marcelino, preto fulo, bai-
xo.e secco. rosto descarnado, peanas e bracos Ji
nos, falla baixe, tem nenhum defeito. Represen-
ta ter 30 annos e tem alqnmas marcas antigs de
reino. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-
iones-de Queiroz Bawos, do engenho Bonca do
Cabo, >e consta achar.se para os lados da eidade
de Nazareth, onde tem pai e irmos orros, on
em Goyaana e N. S. do ,0* de Goyanna onde de
outras ivezes j (em sido pegado qoando perten-
cia ao dito Sr. Autunes. Rogase s autoridades
policiaes e apitaes de campo a sua a pprehensao
e conduzi-lo a este engenho, ou no Recite aos Srs.
Cunha ruies C, ra da Madre de Deus a. .34,
que se gralifiear generosameaAe.
EngenfloDous Mundos 21 dejunho de 1673.
______Manoel Heraclito d" liuquerque.
bea escrava?.
AenQo
Precisa-se de um feitor que saiba tratar bem d,
vaccas, paga-se razoavelmente .
do Calde'ireiro n. 9, ou na ra do
andar, escriptorio.
a tratar no sitio
Torres n. 12, Io
Cavallo furtado
A's 11-horas da noite de 13 do corrente ao
amanhecer do dia 14, fnrtaram do sitio n. 8 da
trav essa que ca defronte da capella de Joode
Barros, um cavallo pedrez de crinas brancas,
acostumado a andar em cabriole!, e algumas ve-
.zes de sella ie/vjco : quem delle noticia derou
apprehendelo, dirigindo-se aosobredito sitio,sera
recompensado cato genoroiuadc.
F
UglO
do engenho
preto ulo,
Urna pessoa que tem de rendimento certo por
mez 15'Oi, necessita de t imar a juro 609*, pa-
gando mensalmenteHOi ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se conveneionar :
quem, pois, quizer taser este negocio, deixe carta
fechada com as iniciaes D. G., no-escriptorio deste
Diario._____________________
Precisa-se de um criado para copeiro, de K)
U 15annos : na ra da Imperatriz*. 2i, primeiro
andar.
CASA DO OURO
Ao* J:fM034MM>
Bilhetes garantidos
Una. do Baro da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, -e casa do costume.
Aoham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
no da li de maio do corrente anno,
Dous Mundos, o escravo Marcelino,
baixo e secco, rosto descarnado, pernas e bracos
finos, alla baila, sem nenhum defeito, representa
ter 30 annos, e tem algumas marcas antigs de
relho. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-1 ranttdos da 20" parte da lotiria atieneGokt da"grea
lunes de Queiroz Barros, do engenho Ronca, do de N.-S. da Penha, que se ectrahir no dia 22 do
Cabo,.e consta achar se para os lados da eidade de
Nazaret, onde tem pai e irmos forros, ou em
Goyanna e N S. d.. O' de Goyanna, nde de ou-
tras vozbs j tem sido pegado, quando pertencia
ao dito ciaes e capuaes de" campo a sua apprehenso e
conduzi-le ao engenho cima, ou no Recife aos
Srs. Cunba irmos 4 C. ra da Madre de Dos
n. 34, que *- gratificar generosamente
corrente mez.
fi W,1
Alosa-se
Fu
gio.
a casa da ra Riacfcuello, na qua' morou o Sr.
Vicente Ferreira da Costa, com multas accotrmo-
daqm. bom jardim, agua, gaz, estribara, cochei-
ra. e aposentos separados da casa principal : a
iratar com Joaquim Lopes Machado, na Iravessa
do Corpo Santo n. 2o.
Na ruadas llores n. 6 precisase de pretas
para vender bolos.
Fngio da easa de eu senhor, o escravo de no-
rae Paulo, rom os sigaaes seguintes : bem preto,
alto, secco, ps grandes, tem no rosto bastantes
espinhs, foi eseraro do Sr. Joio Valentim Villela,
em cujo tempo trabaftava no offlcio de pedreiro.
Pede-se pois as autoridades policiaes e c m espe-
cialidadeas da freguezia de N. S. da Graca e
B ja-Vista ^ue o queirao apprehender e levar
ra das Tnncheiras n. 10, no hotel Restaurant du
Louvre.
Josepha Henriqueu de Miranda Barros, avi-
sa a alguns aeohores de engenho* que se acha
nesta pra.a prompta % ensinar em algum enge-
nho, que seja perto de alguma estacSiT : quem de
eu prestimo se quizer utilisar, diriia-se a ra de
Santa Rila n. 89, aula publica.
Sem igual
RA DO CRESPO N. 20.
Aabou de receber um sortimento de cambraias
de cores o que ha de mais novidade e vende-se a
J0|rs. o covado. na loja do Goimerme & C.
I^AzInbaai eaeMweaai m 14 r
rw. o covado
20. Ra do Craspo n.20.
Llzinhas eseossezas, padroee inteiramente novos,
pelo diminuto preco de 280 rs. o covado.
Ditas de qoadros miudinhos a 240 re. o covado.
E' pechincba, e dao-se amoalras na loja
de
.i'lieriiie C
Chitas.
Chitas r< xas cni.i peipieiwi rWeiio a 2n0 e 240 :
ni rna ilo Crespo n. 20, loja de Guilherme 4C.
Madapolo e algcxlao ava-
riados.
Madapoioes e algodosa avariados de differeuMa
l^y9*MoaWadas : na roa do O*po n loja
Aluga-se o sitio ai Bemfica n. 8 (Passagein da
Magdalena) a manma do rio Capibaribe, e passan-
do na frente o trilitos dos bonds, com easa e so-
tao de grandes commodos para numerosa familia,
precisando apenas de un pequeo concert ; a
tratar na ra do A pollo u. 36, segundo andar.
ou na ladeira do Varadomo, casa n. 22. eui
Olinda.
DENTISTA DE PAKIS
19-RCJA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
^ sor de F. Gautier, es-
& pera continuar ame-
recera confianca dos
S clientes da casa; edo
respeitavel publico em
% geral.
m % riftj mm **tr**f* t ^ i
Escravo fgido
D) eDgenho Regala do termo de Barreiros fu-
gio o escravo Ari-tides, pardo, representa ter 28
annos, ponca barba, magro bastante e altura re-
guiar, eostoma andar cateado, falla bem, sabe ier
e escrever, presume-se estar acontado ao Recife,
onde tem mli e parentes: gretifica-se a sjnem a
apprahendor a leva-lo ao referido engenho, ou no
Racse ao Sr francisco da Costa Jala, ra da
Cran, W
ICO
PRICLSA-SE le urna asa m Olinda,
patpo 4o Carmo ou g. Pedro, (jara
banhos slgalos, para urna familia pe-
quena composta ile quatro pessois, paga-
se bem ; a tr.inr na traves de V'igario
i). I oscriptork) ou no pateo lo Hospital
n. 28 primeiro a segundo andares, das 4
horas em diante, ou annnncie
procurado.
no
Inteiro
Meio
Quarto
J>e 104> Inteiro
Meio
Quarto
fcecife, 6 de junho de
Frepa
00(1
3t000
Ia50
para cima.
54500
f#750
1*375
1673.
Cadeiras de balanco, de braco, de guemiedes,
solas, jardineiras, mezas, conversaderas e cosiu-
reiras, tndo isto muito bom por serem fortes e
leves, e i s mais proprios movis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Baro
da Victoria n. 7, outr'ora Nova
PIANOS.
Acaham de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo", dos mais nolaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphone
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor francez, ra do Barita da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos estrados, banhas, leos, opiata e pos den-
tnfice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas c garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo-i?, ontr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos c
pliantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leqnes para senhoras e para meninns.
Luyas de Jouvin, de fio de Escocia e de cantona.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para-retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar relratos.
Diversas obras de ouro bom de le garantido.
Crlenles de plaqu muito bonitas para relo-
gio*.
Brincos a imitacao c bot5es de punhos de pla-
qu r K
Bolsinhas e cofres de soda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pineinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Ocuhs de ac fino e de todas as gnnrnicoes.
Bengalas de luxo, caima, com castes d'e mar-
nm.
Beng.ilias diversas em grande sortimento para
homens e menino?.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaiacar e para
barba.
Ditos
beca.
Compra-se
apolices gentes da divida publica : na ra Duque
de Caxias n. 87, loja.
Compra-se o Jornal do fecife de 11 de no-
veinbro de lr6>, e os nuiui ros do Coirei) do Re-
cife em que vera os artigos escripias pelo Sr. Dr.
Joaqun) di; Aquino Fonseca, a respeilo dos nego-
cios da comp.inliia Rt-cife Drainagu : quem os ti-
ver para vender procure o Dr. Loto Hoscoso.
Latas,
Coinpram-se latas de g.v, vazw< no armazem da
bolla aniarella, na travesa da ra do Imperador.
rao/iS.
Cidade da Escada.
D'ora em dianle vender-s^-ha carne verde dia-
riamente no ac"ugue publico a 120 rs. a libra.
ae
No arinazeni de Wilscn l.owe i C., vende-
0 verdad-iro panno de slgodao azul arericano.
Excellentc lio de vela.
Cognac de primeira qualidada.
Vin o de Bordeara.
Vende-se na loja da ma Duque de Caxias n.
18, sesedU e quatro laboas de amarello, por
muito barato preco, /
Lazinhas escossezas
Ultimo gosto a 280 rs : so o 43 da ra do Quti-
mado, em frente a pracinlu.
O 43 em liquidaco.
Rita do Queimndo ein fi-ente a
pracluho.
Chitas finas, bonuoc patota, a 240 e 280 rs.
Cambraias de cures a 240 rs.
Poupe!in. Cambraia transparente fina a 3.
E outros muitos artigo?, todos por metade de
sen valor para acabar: so o 43, ra do Queimado
em frente a pracinha._____________________
Nao lia mais cabellos
11
Sc nicaapprovuda pelas academias de
sciencias, roconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
tes.
de marfim muito finos, para limpar ca-
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
par a ser
Joo Jotiquim da CostaUiL.
ADVOGADO *
BACHAREL
l Joo Gonzaga Baoellar
ViUado Cabo
Wl RA DUQUE DE CAXIAS N. L
0 &&&m*#*mmmm
viagem de mar e ca-
no oseiado de juabo, um mulato de 3u aanos de
idade, de jltura regular, om cab*llo de negro, ca-
ra pequea, com sardas miadas e escuras sobre o
nariz e faces, que quando vistas de longe pare-
cen) buracos, tem o nariz chato e bocea grande,
con) pooea barba pelo queixo, chama-se Jos Ru-
fino, paran muito com ecido como Jos do Haw-
linson ; foi foguista na companh* do trem de Api-
pucos. E" natural da Parahvba, aonde foi com-
prado ; roga-se autoridades poeiais e capites
de campo a apprehenso do mesmo, '.levando-o a
Santo Amaro, ra do Lima n. 30, que sero bem
recompensados.
Carteirinhas de medreperola para dinveiro.
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Camiaiiihas de mola para chinar criados.
Joyos da clona, de dama, de bagatellas, de do-
mino e antros muitos differentes joguinhos alie-
mos* francezes.
Malas, boleas e saceos de
minhs de ferro.
Argolinhas de marfim para as crianzas morde-
rem, bom para os denles.
Ber;os de vimes para embalar enancas.
Cestmhas de vimes para braco de meninas.
Carrinnos de quatro rodas, para passeios de
cnaacas.
Veneiianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
*az .
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avnlsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
Coia da Bahia.
Vende-se na ra da Cruz, armazem n. 16,*mag-
nilica cula da Bahia, em porciies c a retalho.f
AllencT
Vende se urna armaco para inolhados, com
poneos gneros, no lugar Arelas, ao subir ladei-
ra do Barro, freguezia dos A togados, tem casa de
vivenda, rancho ao p da nesaa ca>a e deposito
de plvora, sitio comfructeiras c plaa de capim,
garante-se o arrendanienlo, Ludo por paco com-
modo "" -
a tratar no mesmo sitio.
testas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mui
de subir.
fcil
Escravo fgido.
150#000 de gratificacao.
Auseaton-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
prelo de nonie Alfredo, de tunta e tantos annos
cnoulo e bstanle ladino; este preto perftito
eozmheiro, estatura alta, magro olhos grandes, j
esteve no engenho do Sr. Lnl de Calar, em S.
Louren^o da Malta, onde consta ter prenles, foi
escravo dos Srs. Adriano 4 Castro, e do Sr, Jos
Jfca,juim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
^ ; de todos estes senheres foi wzinheiro, tem
sido visto por pessoas que o eonbecem dizendo
que esU forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capites
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias n. 91, loja de mindezas do Rival sf m se-
gundo que receber a gratieacio cima decl-
rala.
Aiug-se jarato.
A luja do wbrado da ra i'vita n.. 1*0 pieria
Sra qualquer negn^,, mor-dij, ,m git agja
ewnpanliia do Iabrie : .:u:a-se en: a ar-
maco que nella exi.-te. u st-i eiia coatornie sa
eenvencionar com o nfetendent.-., a t*Vr a ra
Jo tmperador n $)] T ""^
C
CAZA DA FORTUNA
RDA 1 DE MARgO OOTR'ORA 60 CRESPO I. 88
Aos 2O:OM$O0O.
abaixo assignado tem sempre exposto a venda
felizes bilhetes do Rio de Janeiro, sacando
P0U"1nt' COm *M0XM' ** de
JSro.......faJOOO
*.......rlie
Q*rto....... 1000
sJinoe! Martina Pinza.
Maehmas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e prelas para
quairos.
Qoadros j promptos com paysagcns e phanta-
Estompas avulsas de santos, paysagcns e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
Umasttos, e outros muitos artigos de quinquilha-
as difflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, ra do Bario da Victoria, outr'ora
>ova n. 7. .
Brjnquedos para meninos.
A jiaior variedado que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partas
da huropa para entretenimento das crianca* tudo
a presos mais resumidos que possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Bario da Vic-
toria, oulrnra ra Nova n. 7.
Las, ultimo gosto
A Rosa Branca vende las de gostos muito boni--
tos a 800 ris o covido.
Las de qaadros a 320 ris o
covado.
nanePram mais lls P610 baratissims preco de
320 ris.
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas de padr<3es multo
delicados, e est queimando.
Atoalhado.
A Rosa Branca tero o que ha de melhor e de
ricos desenlios.
Novas cambraias pretas.
A Rosa Branca tem os mais ricos gostos em
cambraias pretas : dao se amostras de todas as
fazendas, trazendo penhor.
Nao se enganem.
A Rosa Branca tem as hombreiras pintadas de
azul com flores brancas.
________RA DA IMPERATRIZ N. 56._________
Vndese a taverna do pateo do Terco n. 21,
muito afreguezada para a trra; a tratar na ra
do Mareilio Dias n. 69.
Vende-se urna collccclo completa da legis-
lacao provincial, encadernada em differentes vo-
lumes, e a consodacao d preco mdico : ra da Imperatriz n. 78.
Vellas para carro
Na ra do Amorim n. 58, armazem de
Lebre & Reis, ha para vender, vellas para
carro, de 6 e 8 em mago, por pre$o com-
modo.
V*AQAVH
NA
costara
Grade sortimento de bonitos modelos ebegados
ao armazem do vapor francez. ra do Bario da
Victoda (outr'ora Nova) n 7.
Oleados

\ baratos.
Oleados bonites muito baratos, para cima dd
meza : no amazem do vapor francez. ra do Ba-
rao da Victoria ontr'swt naa a. 7. _____
Precisa-sede um caixeiro p.v ra, do
14 a 18 annos da rdade, portogoez on naeioaal:
na roa loa Guararapes d. 10.
Precisa-se de refinadores
swal n. 7.
no largo do Ar-
PRAIA DD LCENA
Vende se o sitio Camacary, na praia do Lucena,
provincia da Parahvba, preco muito commodo : a
tratar com Tasso traaos.
Cobre, latao e chumbo
Compra-se cobre, latao e chumbo velho: no ar-
mazem da bola aniarella na tiavessa da ra do
Imperador.
- Vende se urna easa tarea siu rna da
(*neeic o n. 49, esquo da rna do Rosario, fre-
guezia da Boa-Vista, tratse no earterio do es-
crivao Reg Barros, ra Duque de Caxias n. 21.
1* andar.
Gnines i.Gvta.
Vendem, nao s algodo azul a 180 rs. o cova
d... como oiuiUi outras tiaadi.*, por precos ba-
ratlf-siroos : na rna do Lirrami-nto n. 4.
Ti-, ^uinhealos inij is t por precinto ven-
d-sc pina bonita negrinha de 11 annos, cora on
Bemiebb. defeito que serapateite ao comprador:
na roa de Hurtas a. 96. Na misma casa ha oo-
traa eKravas para vaate-ae. .
:>
i
^



.



t:




Diario de Pemabnoo Sakba4o i& t JuAo de 1^71

FUND CAO DO
RUADO BRM
(Pausando o .tafor) o rv a A v
FEI)EM;AOft seobores de engrnbo e ontr* africotoras, e m pregad ores fe m
o o favor; PW; gse .feo.;, do Uido aoperkw em ^alidada a fortio f)ft qae ce a. ios
afia pe>* >al porte-se varifiear.
ES^Mfc ATONDO AOMniEROE LUGAR DE SUA faWtOi
ffcporas'e rodas d'atraa %miMmimhtfyuwtm ui
-., \ r -5 mauhos convelientes para as diveraasi
ojsastanciaa dos seooorea praprietarioe e p ra destungar algpdSo.
3S06&daS d8 Calilla dV--8 8 laBMks' "mejores qae aqoi
S ^
=s=
enistem.
para aniraaes, agoa e vapor.

Radas dentadas
Ibixas de ferro fundido, batido e de astee.
alambiques e fundos de alambiques.
Vftehinismos
para mandioca e algodSo.j
e para ferrar raideira.
Podeado'todos
'ser movidos a m3o
por agoa, ^vaptr,
de patente, garantidas........ foa animaos.
Codas as machinas e pec"de que M co8,oma p^".
a prero ni raenaaido.
Fas qualqsr concert de mchiimo
?rmaS de farro ^^^
'' 'llPni'Hl Incombe-se de mandar vir qaalqaer maehinismo i
u a4U9U -icio. ude do8 c,eDlMi |embrjBdo-bsa vaougea de faze
no BT^
tem as meibores mais baratas eislentw
cado.
Dtage* de fazerem
a compras por intermedio de pessoa entendida, a qne em qoalqner necMsidade pode
wa prestar auxilio.
n
Aredvs americanos ejnFtromemo8>g'co1"-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARiZ
BRANDE" REDUCCAOlM MEQQS
Attenco. Attengio.
"^alojado Soares Leite Irmaos, rua do Baitoda
Victoria i). 28.
Os leqnes^oo! (fe*ia#srMel,:J fcranros e da ^ ^Jitflll
creajelile tzwvK distc>T#llA, #* |eiira* jfti)
tambem de1 drtftrep>r,.la cnr jftlo".A8vb, tur-
MtnNo se por isla apropriadas para ooivas,- a NO-
VA ESPERA:SOA rna l tupa de Caxiaa 63
(aatifa 4o Quemado) quewo* ten.
Sao detartar^tga
Oa.trino*, brecho*, meio atareos, emees,
eoncM e cassotetas, que estao- postas a ba
eseolb* jas Exmas. tanumU do hiquol vende-se
na Npars Esperen**, hv 4>*^u Caxias
' Esperan ca mfi ITurfue Tic" Caxlasji
acaba de ratebor. oa Jipctp sqj-tinento de he-!
as de nfliHB|AMlllHll -Itre ellas'
JlRjacadas nonecas de (btrr;icli,i, assim tam
Ra pequea quetie>ie.Je taafcas pretas
se toraam apreciadas peta stu nwtlade.
Ebemt
A Nora Bsperanca roa Dbque de Caxias*.
&?, leceben verdideirt) cimento ingjez, prepara
(ao par concertar porcelana-bem til.
1 'estiik) perdido
Moitas veies um vestido tprna-so irrtejrsm^fi.
fpio, ^omepte ppr estar mal enfeitado: a jfora ps-
Srants rtst-t'oejne de (tlas.-n. f, reinovo
le mal; porque est bem provida dosmeHioras
giloes e franjas de todas,as cores, onde p colher-se vofltrde sobrcsabnido entre, esja.-tsisi
Hiodemas .franjas masafCs, qtfe geli sna vairieia-
4e de cores, ffiar-bem em qflasl tedas rfazendS.
A ella, antes que se acaben.
Bolas de borradla
% ::'V
Ra da Inipe-ra^Nz fk Itl
DE
Lourenco Pcreira f eifosfimirtcs
Declara a seus freguezes^ue tem molrtv vate* ^feaisbanito que or possivel, a
u

Wji
j
MIAR f
Ra do Bai'ii BE
tawm Viana.
CHITAS A 160 E 200 RS. 0 COVADO.
Vende-sc chitas francezas Jargascomtfr-,
que de varia, a ICO e 200 o corado. I)-
i tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-sc cassas francezas a 320 e 300 rs.
o covado.
LSINHAS A 20TJ RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o, anata.
ALPACAS A 400.HS.
Vende-sc alpacas para vestidos a 400, 500,
640 0 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A CCOO.
Vende-se cobertas de chitas de c#ros, a
A" este grando estabeleciraento tem che-i '^J0,0 2f000- l)\l de B.ell a M- i
*3^&'Sg2E3 ^^'tpdo umbom sorlimeoto.de machinas Para| <^dfS?fflft,i Sf !
de todos os autores mais acredita- t.HAl.h^ r. l.A A 800 RS.
tas ltimamente na Europa, cujas machinas1 Vonile-se-balfi* de l do quadros a 0!
(fef** So garantidas por umuino, e tendo um rs# e )0*
Ajtteva &pemea rtw finque de Caxias n. P*1"^110 artista para ensinar as mesmas, em
63, Mftbii de resaber a. vordadeira tintura.do Des- qualquer parte desta eidado, como bem as-
iiQttara iiatjir os cabellos,-o, queso consegue sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
mull !luaaa a iuip ^ t^ i r..
Cabellos breos.s tem Qpem 5U"J
arsa de linha eom 40 nj>vetlos, a 500 rs.,
Mem idem de marca, a -200 rs.
*errr>a fiankanauga do Jap5o, a 1^200.
!6Vm divina, a 1-3000 c 1200.
jbotoadaraj para colletp, do todos os
fastos, 3 2 iausparkias gaz, dando urna luz muito
BM, t^OOO.
Zhiaia de pegas de cordo imperial, a!
oriental de- Kemp, a
rs.
seo com tnico
amo*.
fiSemle oleo Oriza verdadeiro, a 15000.
Daeia re barallios francezes canto doura-'
. |.00,
Un i lern bira lisa, a 23400.
rnfc de tinta roxa extra-fina, a 13000.
i de botdes de osso para caiga,
a: '.
rpoilcrnos, a-33500.
dem idcmlisa de coros, a 280 rs.
Kesma de papel pautado, a 23800, 4300O
o 63000.
dem idem liso, 23600, 33500e 5?MM>0.
Caixa de papel amisade, bejra dourada,
a 800 rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa do envclopes forrados, a 700 rs.
Linas de pellica com toque, a 500
ris.
Dir/ia de talheres cabe branco, 2 B., a
53000
Mago de fita chineza, a 80O rs.
Extractos muito finos e Iwatos.
Duzia de carros de liriha, 200 ardas, a
700 rs. J
Idem idem 00 jardas, a 920 rs.
Fita do velludo de todas as cores e largu-
ris.
Ditos do merino a V&, 33, 43 e 53000.
CA31BBAIA BRANCA A 3J6000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
SaWt^enft^Sftr ^ T^?J^ *l*>* to^o7:%*V**,t*>. 33500, 43, 43500,
Fan-namivln ISeste estabt}lec|aoto l mbem ha p.rtengas l
duotuu fui Jlf/UU para as mesmas machinas c se suupre nual-
fociBturesdftowro, proprwi para senhwas, qu#neej que seja necesario, lisias ma-
Se queris ttr, ou preparar na. ramaHiete del11111 ad0MS pospontos, rajize e Borde toda
eheirosos cravos brancos para o voso casamento, qualquer costura por tina que seja, sous
para
SAIAS BRANCAS A 23000.
Vende-sc saias brancas e de coros,
senhoras, a 23000 e 23500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos ile seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello e
ou para .oalco Am apropriado, necessario ir a pregosso da tcguintcqualidade : para tr.i-
SiSSSri' *f$&i\1*"amo de 30^. *p. *3wm>* r
ue se pede desejar.
Agua florida, de Guislain,
para-fazer os cabellos ppe*
tos*
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
acaba de receber nova remessa da apreciavet agua
florida para fazer os cabellos, preios. Q bom re-
sultado eoIhSdo ,por quera tem folto .Uso dessa.
inolTensiva preparacao a tem altamente conceitua-
do, e por isso apenas se fax lemhrar a qnem nn-
vamente delta precie e |aeira se apreveitar de
sua utidade. Taiiibem neto agua de topasio e
oleo florido para o mesruo uo, e t.) aeredHados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
Dqgue
valias
grossos aljofares de cores,, c como sempreeonli-
SWP a vende-fcis por prego- eorrmnddo.
Novos diademas dourados e
e 5O2MW0, para trabalhar com o t sao de
83000, 003000, 1003000, 1IO9OOO,
1203000, 1303000, 15O3000, 2U03000 e
2503000, emquanto aos autores nao lia al-
teraoao de pregos. eos compradores podeto
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variodade de objectos quo
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-'
A aguia branca, i> ra do Dtnue d.' fiaxias n.
50, reeebeu novas ebonkas vahas e brincas de
MADAPOLAO A 33000.
Vende-se pegas do madapolas enfestado a
33000. Ditos inglezes para w preges de
43, 43500, 53, 63000 e 73000.
ALGODAO A3350O.
Vende-se pegas de algodo, a 33500, 43,
e 53000.
BRAMANTE A 13600.
Vende-se bramanto com 10 palmos do
ros para salas, ditas do balango, ditas para, largura para lencol, a 13600, 23 e 23300 o
crianca (altas),ditas para escolas, costurei-, metro.
ras nquissimas, para senhora, despensaveis GRA:TOE LIQIDAfAO DE SABONBTH8 O RS.
para eriangas, de todas as quattdades, camas 1 Vende-se urna grando porgao de salx^ne-
taiifarro para houMtn o crianga, capachos, tes inglezes, a 200 rs. Ditos franeczes c^m
eapelhos dourados para sala, grandes e pe- cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia,[a200;320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
quenos, apparelhos de metal pora cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos-aviilsos, colheres de metal lino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tanipas para cobrir praos, esleirs
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, o outros mui-
de-n idem de sarja idem idem.
Sabonetes Clycerino transparentes,
'U -i de ues para (lentes, a 200 rs.
oe pos chtnez, muito bom, a'800 rs.
' y-- Chapeos para senhoras e meninas.
6 .coetes dn amen/loa, a 23500
r 1 1' .1. a 13, 13500 e 23000
Cai^a de pennas Perry, a 800 rs.
dem idom, a 400 rs.
Caita de envclopes tarjados, a 500 rs.
Loques para senhoras, a 23000, 43000 e
laoofietos dcanjinho transparen- 63000.
ai,i 2C200. < vros ,,ar( UtaSi a 320>
: ulera com aOroa, a 135*0. Kds rafeiUdas com fitas, a 23400.
te collannhos bor.-adus para no- Dmia de collarinhos lisos para homcm a
,f, a 87030. 63000.
!r.;ix;a caracol branca, Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes lo autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
- ' 1 I tn lisas brancas, 200 rs.
pnas para presentes.
3
.tos aitigos que muitodeveinagradar a todos
C01T1 peitraS. que Visharem este grande estabelecimento
A aguia branca, ra do Duque le Oaxias n. ^ue se acha aberto de-de as 6 honas da ma-
50, reeebeu novo soptimonto de bonitos diade-h aleas 9 horas da noute
mas dourados e eom pedras, tanto para menisas;x>., ,i r> ~ i -\r' t.
como para senhoras. Kua ao i>arao da V ictoria n.
Coleccoes de tmeludos
fonees J Ana fl todos os taraantaas, cum camisoi.is e ricamente vestidas cada
: 1,1 caixa, bonecas de borrachl e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
- viort-ellap.i, ospelhos de todos os tamanhos com m.ldnra dourada e rosa]
tame, moldura e estompas para quadros etc., ct<\, emuitos objecUs quo se
1 longo mencw nar.
ALCATRO DI 6DT0T
LICOR CONCENTMOO E TITULOO
9 Sr Guyot chegoii a tirar ao alcatrao a
ma acrimonia eoseu amargor insupportaveis,
qtie o toma mais spluvel. Aproveilando essa
Kb de-coberta, elle prepara um licor con-
flentrado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
wmrie, contem urna grande proporg'So de
jriacipios activos.
.i O *>ir 4 eyt (Geudron de
Seyot) possue por consequeneia todas as van-
tUSens da agua de alcatrao ordinaria, sem ter
inconvenientes. Basta deitar d'elle uina
oolher de cafe n'ura copo d'agua par obter
logo nm copo de excelente agua de alcatrto
sem gosto desagradavet. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrSo quando d'ella precisa, o que off#rece
economia de tempo, facilidade de transjiorte
e evita o manejo tS desagradavel do alcairio.
0 AlcatrAo de Gnyot substitue com
vantngem muita tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, broncates,
tossea, catarrhos.
* Alcaira* m Gmjot empregado com o maior xito as molestias seguintea;
S8 BEBIDA. Cma colher de caf para um copo d'agua ou dual colhera d*
topa para urna garafa :
BRONCHIT&S
- CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERN1TAZ
IRRITA5O DE PEITO
TOSSE CONVULSA
X3 F0BHITA(OK. Licor puro ou com umpouco d'agua:
AFFECQES DA PELLE
COMICHEES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
9 D0ECC9ES. *~ Urna parle Je licor equatro(f agua (tmc^dtinUiTmmnUmiitttt.)
FLUXOR ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
pvxt'rpaei hoipitaet de Franca, da Blgica e d Espanha. Fot reconhecido
p*f para 01 tempos de calor, elle eonslUue a bebida a mais Aj/aiwca, e xo-
iavfwio Jia-onn? 01 Umpct d epidemia. Orna intruseas aceompanha tai vidro.
*o.lto |Nl em AM, Ii. fRKBE, I, m J,eo
* Juan*. Dmoachcllet CheToh^.
11
011
normas para escrever-se.
A aguia branca, rna Duqae do Caxias n. 50,
receben novas collercSes ea normas para as crian-
zas aprenderem a escrever por si mesmo, huje Mo
usadas as aulas e collegios; e como- sempre ven-
de-as por preco commnd.
Meias cruas finas para.men-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
n. 50, reoebeu novo sorrimeoto daqaellas tao pro-
curadas maias cruas paita lenliora, vmdo igual-
mente para meninas, e eoatinda a *elide-las por
presos com nodos.
Veos ou raantinlias pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, rcCebeu bonitos veos ou mantmhas
pretas de seda com flores, e otrtras- a imitagao de
croch, e vende-as pelos baratos precos de 3 j,
l e 6<000. A fazenda boa e est em pefeito
estado, pelo que ccntlid* a ter prompU exrrac-
o
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, boiouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da agnia tvafeca, & yb* 'de- Dinjtfe de
Caxias n. 50, recefceu novos franpos eom bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de- certo
perfeita no vid de, A qnantrfade pepuena, e
por isso em breve se aeab.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia- ou orminho
A loja d'aguia branca ri.i Duque de Caxiaj
- 30, receben urna pe^ue^ia qu^nndade dej boot-
s e navas golinh$, rrabalhn da H e soda, en-
neitadas com armJiiUo, obras estas de muito gosfc
e iateiraineutc rn?fs.
Grranapos, brincos e rozetas
domados.
A-Wa da agnia branca, roa do Dnqne
('xias n. SO, receben novsmente boHo grom-
pos, brincia o roTOlae donrndos ; asam como
novos diadema* de a?o, e cmo?errmre conti-
uda-a vendo-b* por preg09'P2oaveis
Caixinhas com ps dourados
e pr.atcad'Qfypara cabellos.
Vende-te na loja da' Aguia Branca ra do Dn-
quo dO'Cawias n. 30.
Luyas de pellica pretas e de
?nJtW corm/i
A loja da A|ofc\Bnt|u\i, i nA Duque de Ca>
xias n. 50, receben' novo sortimento de luvas de
pell ia, preus -dn ontsa s cores.

22.
ealoKMj el >)t
CORTES DE BRlMi)EettNVXJMX>.
Vcndo-e cprtes de brim de cores para
caica, a tpSOO ,e 2?000.
BOTIJAS A %?0W.
Vende-se botinas para senhoras, a 3J000 e
3$500, a ellas antes que soacabem.
RWt'A FEITA ACOTAT..
Tcnde-se camisas brancas, a 1*60*0, 2?,
2SSSOQ, 35T00O e *JO0O.
Cdca* de oasemiras de cores, a W, 6$ e
7s?000.
Crtletes Oe caaoatra, a m, 3a60#,
l'dlitats de asomifa, a .f, G* o.fiajOOO.
Serouks a l^e UhMU. %
Ul.'l llCOitES^ 440 RS.
Vende-sc brim de ludas as cores a 440
rs. o cavado.
LENCOS RUANCOS A 2-5000 A. DUZIA..
Vende-so a duate >1 lencos brancos,
25WO0. l)ito-om barraadoaore* a *|N)00
l>itos de linho a 59O0O.
TOAfcHAS l mo RS.
Vande-se tooiuas pana roeto, a 800 rs. e
l?O00. f
1RAVATAS DE SEDA PRETA A OOTl
Vende-se grvalas de seda preta, a 300
rs. eede em.
CHTfASMRACOBERTA A280-RS.
Vende-se chita para cobeNa, a 280 e 32o
rs. 1 covado.
ROIS PARA MENINOS A fl300.
Vende-tfe f-onetes paj-a meamos, a 5C0.
ES I A RTII.II OS PlliAilSENHDKir A *500.
Vende se ejpartilhos para senhora, a
3fOO.
PETKS A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 240, 320 e
400 rs.
PO'S DE ARROZ A 4t RS.
Vende-se pos de arroz em eaixa, a 240
rs., para liquidar.
E8PELH0S A 240 RS.
Vendo-se espelhos de diversos tamanhos,
a240 e 320 rs.
TI.SOURAS A 320 RS.
Vende-se tesourasde diTersos lamanhos,
a 320 c 500 rs., para liquidar, e outros
muitos artigos que se vende barato para li
quidaeo de facturas.
SHERRY KINA
(VINHO DE QUINQUINA IIYWENICO
PREPAR.kl>0 C01I OS MELUORES VINHOS DE 1IFS-
PANHA DA FlItNA
GAtVAfBAGvG. C.DESEIftLHfl
FonXKC.KOi'n DA
i
SA MAC.FSTADE
?HKSPAX1IA.
POR
A RAIMI.V
THOMIERBT GEL1S
3*lia>naaccutico
BX-1NTEBNO DOS nOSPITAKS l>B PARS
OSRER11Y-1NA o vinho de Quinquina
que boje preferem a maior parte dos mdi-
cos de bosp i taes-, dos lentes dafaculdade e
dosmembros da academia de medicina.
Tem esta preferencia asna explica*;o.nisto
qu* offerece todas as garantas que debulde
se proenram nos productos desee genero em
que mitas vkzes sesacrificam as qualida-
DS TAO ESSK.XCIAES QIIF.R I VINHO, QCF.R
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da KSPECULAgAo (Ver fiuia das Aguas
Mineraes. to Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.a edi^aQ.
NICO DEPOSITO
NA
PIASHI ACIA E BtROGAKIA
BARTHOLOHEO & C.
Ra Larga do Rosario n. 34
Owo-Pbito, Cmmttdi Welterm
tt*.
I
liiiiouo, Ferrelra et CK
fcwo tutu, Fruflw* St^

PW^O
Cobertasde chita adamascada, t 3*860.
I.in^oes d Mamante a i.
Uilos de ;.'.: idaO-de dmu larguras a Ififlo.
Cobertore- !o II escuro a 5.
Colchas ni 1.1 mascadas a 44.
Toalhas Icocboadas a W adnaia. M
Xa ruado Oe pe o, *^ loja de Snilherme &
Companhia.
Grosdetiaples
Grosdena|.lcp-etoa. l*Soi o odvaero.
Dito preto de cordao a z- 20 e 2il00.
com^a *fx w ^ dyyry
Cretone, >in(klAa4EMi.aAI0 r. o ovado.
Na ra dor{i55lr,,% de'luilherme
Materiaes.
ta sempre paca vaadar-se por commodo preeo,
lD.de tapamento e tvlhas, os quaCS se manila por
ent quahiuer lugar : a ver e tratar-na olarfa da
ra da Viscoi.tiU do Sovauna, anti/a do Moadrso
n. C't.
-- ,
Xauopo iPagriu do Para
Anti|oe concejtuado medicamento peca
idas molestias dos orgos respiralorioS,
camwaphtYsioa, broncSteB, astlnriT, etc.,
tpifc'a'Validfl com op*Ds resultados no
i'sroriwto.
VwMrn-ie, na. pliarmada 6 drogara do Bar-
t!ak>M8& C, ra l.argS Rosario n. 34.
,m f -----.------------.--------^ .___________.____.______________^
mboi
un b Ai e

h
k iaiflL2|00> nooot) cova-
ua raiv da Ojtieiuiado h. 43,
O M&1S PODEROSO
TNICO E FEBRFUGO
I. UIDEMIA BE MEDCIHA, B>E mi
ledalin
nr.i*no por
Otro.
auiNA
LAROCHE
16,000 i-
ELIXIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICANTE E BEPARADOR,
aperlor Vlnko. c x.rPM de (.lu.
ExperlmenUda com pleno gacceaiw nos hoapitaes, a Odisa Larochi (ou Bnrvcto ccmpUu,
de Quina) urna preparado excepcional, por ser privada do amargo da Quina. Agrada por
consegumte as pessoas as mala intolerantes e aos paladares os mais delicados, pois nem
mwto doce nem muito viscosa, sendo de urna limpidez constante. Emrega-M com muitoi
proveito nos casos de : gastralgia, dyspepcia, mvralgia, anemia, marasmo, cackexiat,
magma, fasUo tem causa apparenU, convaUlcencat demoradas. Morse t ttcrophulas.
O PECiriCO DAS MOLESTIAS FEBRIS,
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA
Icaundo todas as prepriedades do Ferro et da Quina.
tU PARIZ,
15, ru Drouot.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD i
C0f4 I0CURLT3 GE FERRO INalTEHAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Posroindo as propriedades do iodo e do ieiih, ellas convem especialmenteas Aftec-
QOes EscROrCLOSAS, a Tistca no principio, a fraqueta de temperamento e tambem.nos casos
de Falta de cor, amenorrhea, em que necessaiiu keagir sobre o sangos seja para Ibe
resumir a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocar e recular o seu curso perio-
If. B. O Murrio de ferro Impuro ou allrrdo um nedlcairirnto infiel.
Irritante. Como prora de purczi e autlieulicidade daj rertladclraa
Pilnlm *e Blancard, ilere-se eligir uuuo ello de prula rcac-Z^/Zrt
i e kki Arma, aqu reproduzca, i|Ue se acha na parte inferior
dt um raalo verde. Deie-se deiconflar .laj r.ilsiflcate.
AeaAo-oe em ladaa aa auaruiaciaa /"Aurmueiui/co, ru* Bonaparle, 1, Par.
mmm

dll}s&n
7^tayera^
? feko n servico, c
qnem pretendar
floyaami, a nalga roa
d tjstfc.n, ^aavVohde pbr ba*ati|f
aq-tJlritaiaira.- ;i g
"tos fcs a: libra
T* a^lratk^riiue prgprio
' Ifta^rd*-yaras, m> ha
SfSfe^t?^^
.1 a i
#
iaaa*y a 4
1
aa* StBr.**\JM, &>wm> ap-cenriteffn rntieA
roxima ande param os bonds. feila a mofSHl
cabada de novo e biaanfllunl, com agua etica-
|ada, duaa, .jala., amare lias na fl-eaa*
comnjotplfellgain^.:. i porta, zafane I |a,
salas, 3 onaftas. cpzinha. e 1 qaattaBra. A
ratar na n r|r ijf laaV avL
O Pavao vende finissimas ca?sas francezas do
dflfrerbdM-osn. (lo#Ddfres, por tei
rJm priueno ttfati' de aTtm'Bc' atrna dr^e'e, 1
m% pfetti dA dbza Trafeaijb eovado'. Tpefflm
eSH nailBjdo PfBfUfcr da Iiaperarriz n
DO D_ DELOR
Preparado por H. BE2IER, Ph d^ Bschofa de Par*.
> VZJJHO O2?USATIT0B0 DOOTOtt BILOA o m.-smo
lempo que iitrilica o saii^-iie il'uui maneira enrgica uai> o luna a Uie-
conserva a sua tjiiiciiladc piimilha.
Tal o resumo do ntaMriosos kniatloi rnclerecad ao Doutoe DKI.OH j
da ussii, du Alliniiiiilia e da DelgbMr.
) '' ''" D- DKLOR conriicopfoiluaa^,f]i!c, rftffseVl
elimiiii irnthngfle mdns'os priiicijiios morbiilosijiiuoaJleraf, oo;no|
tamlill lbe>aii^er\i .1 sua 'o:,;. e a S'.i.i ciii^Iij^aI piiuiis.i.
E poe sto (|.ic o. Jledicdi npres^aflO -sa lli^:,ipel-c> do i!ir/)Uta.
O Vinho Depnralivo do O' DRt.OR dHi%lnnt|UloiK -api aa>iia iaiajili,
rT *, '' ,:ii' "l"' ':''' wrc;vs i1)!h, cssii-ias. e as <|oaM i'.aJusiT de purjacaa.
i, c ciiji*ilV.tiis|sa antes iiiicirwraVqRritA^ .
9 vib J P i,l!|" HH>l dIrr.lHtfO cApregadn coat
p. f fS 'hagat anljans, Llcarat, Feri'lns nhefgnis, Tmmm
i'i ;'?>iitffi!,!<% /'M.p;., 7'migj
? j ''' li-i "i V-Vf- K 11.U ;ii.'sO i\ I .\;AiSirr.y.;0 : ra d Una*. ,/\ ,
j :::;; i'i:*. \:t:a:\9j^ t'outeoards-Mu
I 1: oa *ajfl l';i!*m.cl:x>i lo llr
* -^ijMjfaav-'. m.li.- '
, -
ia TvemKvcn cssa de
CoBlIRrainiai m K*c)-efi4m<,
vmtm, A6tt>.i9t\ >'i. k*m*w,
f/;)Aaj linvaja! *eeru)i
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' Dkaio 4e Btatenkxx* ^Sfefeado Mu4*iftb 4fe d&ftti
CE HO-WE
i
URMOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Barao da Victoria n. 28
As oais simples, as mate baratas e as melhores do mundo!

ao erarieadio di'toar sen-ir aos seus fregaeaas
Na exposico de Taris, em 18G7, foi concedida
Enes Howe Jnior, a medalha de ouro e a coudecora-
cJo da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
fcitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de
tura.


A medalha de ouro na exposico de Londres acreditan) i
estas machinas.
eos-, S^R\&{Sl
LUJA*
Ra do CabugUT.. 2 A
BRUMOS 11LU
Achando-se completamente reformado este- estabtdeciiaunk),- e
tendo os seus proprietacios eito urna importante .equisifaq do
joias as mais modernas viudas ao mercado,,e de.qualid*de& supario-
res, coirvidam ao rospeitavel publico a faaer una visita a o seu es-
tabeloeimonto, afim de apreciar e comprar urna joia de sjosto por
prevon:zoavel.

A
Cabe-nos o dever de annuuciar que a companhia das machinas de llowe de Nova-
York, estabeleeeu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pornambuco e mais provincias se venderom as afamadas machinas do cos-
tara de llowe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfei<;o de seu trabaliio, I
ompregando urna agulha mais curta com a mesma qualidadedelinhaque qualquer outra* j
o pela intruduccao dos mais aperfeicoados apparelhus, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as meihores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as segintes:
Primeira.0 pubtico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circunstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Uowc em segun-
da mo.
Segunda.Contera o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fncco entre as diversas peras, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mSo.
Quinta.Permita que se examine o trabalho de ambos os os, o que se nao consegu -
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-sc a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 corapressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.

56 aRa do Mrquez de Olieda 56 a
(outr oiu ra da iidi-iu)
JLt DE MACHINAS
Sendo este amigo estabelecimento assaz oonhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimetites com que sempre prima era ter das
Oitava.-Muits companhia* de machiuas de costura, tem tido pocas de grandeza e! hl,r acreditadas e verdadeiras nia-IiiHu americanas para alga-
i-.-:. u.~k:--------...-----------1 ...... .< dita, desdo 10 ,1 (0 serras. o ha vendo era todos
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras" soffreram
mudanzas radicaos parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, o hoje ne allende a procura, posto que faca 600 machinas
)Or dia.
Cada machina aconapanha livretos com instrueces em portuguez.
A 9>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Baro da Victoria n.
2 8.
u
BAZAR DA EA MREITA
lade:-
HOJE
MARCILI0 MAS N.
5*
pu-
Estc estabelecimento sempre solicito em offerocer a concurrencia do rcbpeitwe.
ico um completo sortimento de miudezas, cacado francez, chapeos c qniuquilharias
p egos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pi ia eucommenda da Europa e America, yon dar oubliuidade dealguns artigos por cujos
pi ecos bem se pode avaharos precos de oulros mitos que se tornara enfadouho nu-
icar.
MIUDEZAS. MIUDEZAS.
La para bordar, da molhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 23P300.
iljra por 5$500. Botes de setim prctos c de cores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- re- e 13>000 aduzia.
xinlia cora 4 papis a G0 rs., 2iO %, Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fu de vellud oom lindos co- 8ura.s. a 1%Q0 c '5*00 o metro.
aCdcs ugindo rnaareperola, a 500 rs. "'tas de cores e pretas a 800 rs. e 13X)00 o
Voltas para o pescoco, fingindo camafeu, metro,
mpanbadas com 1 par de briucos seme- C.ales pretos de seda, de muito gosto de
'h^nte, tudo por 2&500.
JLinha brama de 200jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alesandre, numeraco a
cogto do freguez, a jffilOO a duzia.
|)iademas dourados do l$o00 a 30000.
Wtos de tartaruga com flores a 2$000.
hitos com borboletas a lfjO.
trincos encarnados 1 par por 500 rs.
Mtos de piaqut de 500 rs. a 2?N)0O.
hitos dourados, duzia de pares, a 1$500
e MMtt
Voltas de aljofares com brincos, a 2J>500.
|>itas de ditos feoia corages a 19000.
Ditas de ditos de comas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de ptaqat a 15 e l#500 o par.
bravatas de soda para senhoras de 155-200
r'arures com i lacos para caboca e peito
e qpeoo.
Jntroitujios e babadinhos bordados de 360
a 294M>-a peca.
tales de seda braiteos e de cores, de
*300ai#500a pe?A.
')itos de rfgodSo e seda, de l? a l$400
a eca.
)ts de lgodSo, a 100 e 500 rs. a pega.
"rancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pea.
Leques de marfira aS$e 8$000.
hites de sndalo a 45500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papellCes a 1?W0.
Coqie par.i sohora, a 38, 3&500 e 4.
i'deTocos'fihgirdo cora!, eo.tipondo-se do
alChete ebrmeos por 2*000.
)to dito nretOs por 2$SO0.
Ifito? de plaijuet, compondo-se deafinete
eh-ineo, sondo de multa gosto, por 5#0O0.
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas prela* gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas dilas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, CharJt, tapete e tranca, mais barato
10 7 do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 169000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
raadeira, a 65000.
Ditas dito cabo de marfim a 09000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
una.
Ritas de algodo alcoxoados, a 640 rs.
CoUs de crochet para cama de casal, a
69000.
No escriptorio da ra do Commercio n. 32, de Joo Jos do Carvalho
Wo 'es, vene^e o seguiste :
&M 'jmoBi.nte iflartland.
'! 4'!hiaha i preparado.
>na em -wn*.
jfe&'-edibhaca. _',
Cujir0'e lustre.
Beiarros.. .
Chumbo de muni<;o:.
Gomma-laca, suporior.qgalidadft
Cadeiras hamhurguezas.
Hitad do bdliiuoo.
Ditas para crianjjas. .'<*
60 KorrtiN. o havendo em todos os tamaiihos diversidados-de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido desearo serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quics, |m disto, eneontrarao
tambera mais :
Apurados vapores locomovf.is, tffoca
; de 21 j c 34 2 cavallos com todos pertencas
I precisos para trabalharem 4 machinas para '
'algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e
ra.
Carros de m3o para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-^omilas.
Tamjmspara cohrir pratos.
Tarraclias para fazer parafuzos de
Dita dita ditos de madeiras.
ferro.
Tomos do Iwmdejjas Unas*
Cyhmlros aiuericanos pn>a -padHriaj.
Portenras avulsos para roachnis.
Salitre reliirado.
iM superior.
Moinhns de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
DebuUiadores para milbo.
Azoite de sperriracete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas deJapy.
Ditas americanas.
Cofres le ferro patente.
Caraos da ferro snialtados.
Ditos de dito es tan liado.
Ditos d chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiro.
... S[:
pelos aaiantes mwar aitfum d'e*itv elle, cueto sejaiu :
ALBU.V, m Diais ricos que tug viudo est
mercSiaa, eoni capas de madreperol*
tariarnga, marfain, velludo e chagrn.
ADEtilJOS prolo e rollas proprias para Inio ;
Jt.-nii c mu, uy benita sorliiueak de
dily da jdayu, obra fiua e limito betu
acabada.
BOTES jiara ptinhei, o que pe p6de desojar de
lttor un plaqu,, tartaruga, madie-
l*erwia, iu#riiui^ ssg.
BOLf AS de yelludo, seda/ pal lia e chagrn,
ha de mais moderno e I ndas.
BICOS de eda e de Slgodo, tanto brancu como
preto, do variados desenlios
GAJWlLTAS (rt-cUi de metal e de aiadrupe-
rpia.
CAIXINHA8 para costura, muitu rjcas e de di-
versos'forra tos, com msica e sem
ella, i
COQUE di umUA, o que pode lavar de mais
bouito e bom gosto.
DEADE51AS, ueste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortiment
capaz de satfazer os caprichos da
.qmdquer seubora por mais t-xigeute
POItT-BOtgi'ET Se madreperola, niarfim e sso,
este uin objecto mdispensavel as se-
nboras do bm toin, aiim do asph ar
o aroma das llores sem o ucouveuieu-
tc ile nodoarem as luva, ou maucia-
rem as delicadas roaos.
PENTES do tartaruga,'de marim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um imponau-
te sortimento de perfuiliaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, tooliihda hygienica, Eou-
dray, Gosnes c Itimel, ipie incum-
bido da esoullia dns aroataa mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por lauto, aeliam-sc La
possiliilidad.) de bem servir aos aman-
tes dus perfumes.
A PKEDILECTA deixa de cmiinerar urna Uu-
menfidaoV de artigos, atim de nao inas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia d> res|*itavel publico em di-
rigir-so a ra do almg n. I A, pa-
ra, uonyonper-se aonde poda comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquini e gurgurao
se la
lMEiNSVETTlt. hicos vestimentos para meninos,
|or baiatissino proco.
FLOHES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol a anda que naoes-
. teja bem replccta de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que pocui encontrar um
grande, sortimento de fila< de setim,
tafet, velludo, nho e de algodo, por
coramodo preco.
tiRAMPOS de tartaruga, iuaitacao destes, pie-
tos e (Je Cocos, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
tacos e gonhas de bonitas cores, tam-
bom tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homein.
JARROS de porcelana e de vidro muto boratos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodo, pa-
ra senbora, meninas e liomeni.
LEQL'ES. Ricos Icqaes de madreperola, tartaruga,
matura e de osso, os mais modernos e
por barato preco.
LUYAS de pellica, de seda e de algodo, para
hornera e senbora.
LIVROS para missa a Preddeeta"apresenta es-,
rolha do respetavel publico um bello
sortimento destes livros cora capas de
madreperola, tartaruga, marfim, osso,
velludo e chagrn, por precos mu
rawaveis.
m%*
^mam
1 .F.r
us cbcilos b*ttus c -nnpai

Elle conserva a polle c u casco -u rhttT
'iipo e livre de toda a espeii.-

Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que sav.sta o nc^fc estabeleomoderoentp 5*1 o
examinados.
ar.fiHZPiH ik h^w'm l^s Mhak ki
Travessa do Coipo
' Santo N. 25.
Vapores locomoves de torca de 2 a % cavattos.
Correias para maferrfnas.
Polias de diversos tamanhos.
"raquetas para cobertos *e carro*.
Solas de lustro para guarda lama.
rontas de tanca para carro.
Chicotes para carro.
Galoes largo e estrato para carro.
Pregos com cabera de maini, dem*
TASSO IRMOS&G.
Em seus armazetis ra do Amorira
n. 37 e caes do Apollo ti. 47,
| tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados seitavos para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de desearocar abjodao.
Machinas de nadara.
Potassa da jftussia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafSes.
Sevadfcha em garrames.
Lentidias em gamfes.
Rhum da aJmaca.
Vinho do Porto veHio engarrafado.
Vinho do Porto superior, fli o.
Vinho de Hordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com lnguas e dduradas inglezs.
Licores finos aortidos.
Cognac Gaulhier Frores.
Latas de teucinho taglez.
Barris com repolho em salmoura
------------------------------!--------------------------------UU-------1------1
1.a e 2.a series.
Vende-se ntna asignatura das caderwfes do
Diccionario Pemjgti dBPr.D. VWira,}4 pagas a
l' e 8* series : ra agae de Caxia n. 3k
Joaquina Jos Gono^lves
Beltrao & Ffftos
Teem para vender no seu escriptono ra de
Coirmierc'fo-n. 3, o segintc :
i AGrJAUDCTTE'* Mt/ ais* de 4i garrafas.
de I arana, den ian,
ARCOS de nao para barril.
QAL de Lisboa, receulcniente chegada.
CHAPEOS de sol, pfa h'oraem e senhora, cabo
de- marira sso.
FKBCES le ferro, ftn% porta.
FIO .de algodo da -Baha, da fabrica commeft-
__. mendador PeUrozo.
LTSH'A de rrTz.
OBRAS de pabeta.
PRrWB^fadrjHla Baha, da fabrica do ooo
mendador Petnae-
RETROZ de loJas as gualidades, das fabricas da
Pei-s e^EaBadoMlBao.
TOtrrAS propriarrtira Moflea.
*ALA1^HI|1A ttfmk
vELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 .gar-
tto aorta**! fcnr*, idea i**m.
4to-Selubolv aflijas de.i^.lduiia,
.da Italia engarrafado^ caixas *de 6 gar-
ria,
'WWlWeffipe^tt;' iHtttUtm.
^ c^ri, rixa-.de li#pr'hs-.
altasia *>Dourw aias tutn U 4-
foS5fvaiMi,-1dMir"i4ra.
Novidade.
AiProdlecla, i ra. do Gahugt n. I A, aeaba
de re eber pelo ultimo paquete chelado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhoS lambem bordados e de phautazia,
saias bordadas, ditas cora ntremelos para senho-
ras, bonitas caJcjubas de diversos tapadiiilms
e transparentes para meninas, que udo vende
por barato preco.
Arniazeiii ti fumo
Una i Madre de Deus n. 10 A.
Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezea e amigo que no seu armazcm a
ra da Madre de Deus q. 10 A, se acha um com-
pleto sortimento de fumaem fardos de patente l.',
z.' c 3.' soites, dos melhores fabricantes da Sabia,
e bem assim a flor de todos os fumos de corda
em rolos, pacotes, lata> grandes e pequeas, tam-
bera dos mu acreditados fabricantes Torres 4
Araojo, Lizaur, Adolpho Schmdt 4 C, Lizaur
Schmidt k C Veigas 4 Araujo, Trindade k Av.-
l-ar, Teixeira Pinto. & Portella (garantido pelos
mesmosi e.de outros aiude nao couliecidos pelo
publico, desta capital. O annunciante declara que
todo fumo que for vendido em sua casa ser pelo
su justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com aa pewoas que pora entenJara da mat.-ra ;
pois para bem servir a todos, lera o angunciantc
a tonga pratica de 15 annos deste commercio.
"a calS,'0Ve'!,V0 b'""W ttC^'^
Elledq restaura forcae sanidade i p
cabeca.
Elle de prompto faz cess^ir, a qut !a
tura dos cabelles.
""ed^raode ri^ de
Elle doma e faz" M os cabefloa
qualcjoer forma ou psito que*#
^ je, n um estado Ion i uso, li^-j e w***.
Ello faz crescer us caLello.s l.a.t.w
dos.
t
,_ie de
Elle previne os cabellos du V r-yirrnili m
eos.
Elle conserva a cabeca u'luu estado *a&-
cura refrigerante e agiadavel.
Elle nao demasiadamente gIuoso, focd-
rent) ou pegadiro.
Lile no deixa o tnenpr ebeiro iestaat-
vol.
Elle o melhor artigo para o> c^bektt i*.
crianzas.
Elle e o meliior e o mais Apr&svd%i
para a boa coiiservac <; rranjo _ bellos das senlioias.
Kilo o nico artigo |)io,jr.. )^. u irtjtct-
do dos cabellos e barba dos siiiImx*.
ms\m ToiQDOM UE semww,sb
l'ODECO.Nbli.UAK COMO C03I-
l'I.ETbL.\IO
TOiMCO OilLV'AL
o qual preserva, lirapa, fqrUfica e afuriauset
O CBUJk
Acha-se venda nos.estabe!e< inena4e
U. Forster & C, agentes. E mi to priucipties lojas de peri'umarias e l>ou>-.
Triumpho da

Em tem pos moderaos ncitlitim dcscab-
mento ope uromaior revolco no modo d*
curar anteriormento eni VOJja Av otn;
CEfTOBAL -DE Wmtii
TANTO NO T.VTAME.\T<
Tosse,
Asthma,
Rotiquido,
M
Muito barato
vende se
uraa armacaoe gneros de molndus,
Sor ~(f, no Darro,Ireguezia dos"Afr^AlJosj'lBjjr
a praca do Capim : a tratar toa Westfia.
Aeuuicas verd^irafi
idos haii*urgoeaa qne uca rtemamado:
-. .oa *m do Mamuex dajjftnda fc>51. _ii j
Fttnio-a'trra.
'atceTfcftte'pnMa a'f*6fJo> libra : fio "beCW
das-flarvltraV -n.-^, Mfbin'da'rm dTAwalnp-'
0omes de Mattos IrraSos
Gomraa do Araly multo nova.
Cera de carnaa.
Velas de earj,\nba^o 4raeaty.
Bicos e rendas flo.ta<{aff.
Sola-t pelle de cafiut
Ruado Maquea ^^Ifio n.

O
a
o
"QlaMe e ^gLte eaa Jde
campo par wmMm*>4e
graadu '
mm '
Amaro,
nelia,.em que re*
tocaiidwhwicoawtrartf^riiaia-
borala casa
e jaoheiro : quem pretftifler d
MNa tarm J. fia***, ou *
*natwi, ru M UfeWfi90,
a.pafawfuiipafjio.M^ojadv Sx '
ae AraiQo ra Je amuez de
tfera Ta 'Ha iieSFr^7 "
Veade-sc o obrado W'lrtaSrortttipe:
Ht, V*k%Hr**m** Wm/'IH iM pro-
tV^om^mmb .tfrm*r qa -rnik^.xl^ttasf Icio
LO JA DO PASSO
Ra Priineiro de Marf^o
n. 7 A,
outraora do Crespo.
Os pmprietarios actualmente deste importante
estabeleeimeolo, teado procedido a urna completa
r forma em precitado estabelecimento,-e conscos
de ser elle um dos mais bem sonidos principal-
mente em artigos de moda e alta novidade, padem
ao respetavel puWieo e esa particular aos teus
numerosos freguezt s a boudade de continuarem a
deposrur era soa conoasca, garantindo serem-bem
servidos e por precos nimiamente, baratos. Ve-
nham pois todos comorar novas e lindas fazen-
da, de cujas dantas um pequeo resumo para
que nata dalle possam apreciar.
Velludo pelo, setim maco preto e branco, gor-
gurao de seda, grosdenaple preto e de linds co-
res, li com listras de seda, cambraia mariposa,
nansok de lindos padrdes, carnizas bordadas para
*osnesn, vesiuams para enancas, chapaos para
baptwdys, masas hrasilairas, nieias le cores pa-
ra homeoj e meninos, chapeos de cabo de marfim
para sdT, tranadipe. fil de seda, ricas basquinas
de s*da, wlf> de lint, bramante, cambraias, clii-
m, nmwiaa, te.: na ks do Passo, ra Pn-
Mirad de v ar Co a. 7 A.
tLtim maco de cores,
lias 'boriJadas para senhora.
C *m de vestidos braoco bordados para ie-
nboar
aferiapwk)a decires. .
Capellas e manas ns/anoiva.
Reos cortes de se* de ore^.
'?tetfttrfea-phra'tlfrtMIps.
mth^fcafiyailsipliM^ip.
Gusua dvaada aaraukuwas
Toallas bardadas de catftbrtia de Unho parp
'^tftlsstte^ewhtis iMllmul..
bo*.TGai-
D.
Cba js wmm
'im# raoitnfofl Mejores.
Afn*i
Vo^WfBi sopftpharnaaoiaedcqgar^a de Bar
|WW|bA Ct rn l-^K" dosario o Bn. 34.
Yjapdadeiro bitor Jiesperidina, superior e acre
ditdo : venda no arraazera de Tasso roSos 4
"* roa-do Amorta .-W
Oupo,
Tbisica,
Resfrinnwnlos.
Bronchites,
fosse Convulsa,
Do;s de l'oito, '
K\pc.tur.ii,ao de Sangue.
Como em to !a a grande serie de fuaro*-
dades da Garganta., do IVJlo em
Or^AoM la i'4-tpii-a<;a.>. que Utf
atormentara e fazem sofrer' a humauiJaft.
A maneira antiga de curar consist* %ers-
mente na applicacao do vesicatorios, saft-
grias sarjar ou applicar exteriornietde, un-
gentos fortissimos oompostos de substan-
cias vesicantes, ohm de produzir empe^has;
cujos ditlerentes modos de curar, uu aaut
seno enfraquecer e diminuir as forras,le
pobre doente, contribuindo por esb foeat
d'uma maneira mais fcil e certa piraaB>
fermidade a destruieo ioivita\el d>. soa
victima Uuain ditferente <' pois o esisu
admiravel do
FEZI3SAL BE ACSHir
Em vea de irritar, mortificar o cauaf una*
ditos sollriinento ao doente,
Calma, mo Allivia a irritarlo,
Descnvolve o enteudimeule,
Fortifica o torp,
e faz cora que o systema
desaloje d'uma maneira proiopta e rapa
ate o ultimo vestigio da enferadade. <
me 11 ie res votos em medicina da Europa. {
entes dos collegios de medicina de Berln,
testificara serem exactas e verdadeiras esta.
relaces analgicas, e alm disso a exyu
riencia de militares de pessoas da Auterqi
Hespanltoia, as quaes suram curadas oam
este raaraxilhoso remedio, sao mais que sufi-
ciente para sustentaren! a opiniiio do
PEITOftAL DE AXACU11TAI
Devorse oiflr que esto reme lio se ach*
inteiramente isento de venenos, titulo niine-
raes, conio v.efuUies, eutquanto que alguc>
destes ltimos, e particularmente aquetyjjs
que si.dados sob wrnia de^pio, e ^p-
do hydffic^ieo, fprgyup a base da xfitfr
parte dos Sarapes, oom qs quaes tao f-
cil ment se eti^uia a .ffrcduji.tode 4o pu-
blico. A' corapsicAo de atiaca|jqjja pejj^>-
alalte-seJwd4e.ciifQsanorite enarr^Pa
em francos da inedida de .cerca de ^a
quartilho cada um, como a dso .que se
toma sfi d'Wa.,poJht)r pejjnena, basta
gerali*i#ute4.ftp4>licagao d'u'm ou q|)us|f^p-
oos pac a.efticmwao tie. gu^dquor cura
Acherse* ijtj^a, na tujas as h.J^.
skihmx) eet^irOifu. i. axi.iUD.Mf-
ObtnVe em ^o nao.
mam SWST
vUBsaa^BMiaw, fMwiBp wtalliy^,aaow-
r 4as tmvrkcm^itm. forma e ^pxfie
toda especie, recentes ou cln;oaca&.; M^rne
offerece como.garaHtiado.saluuuesresiJ|taf*s
continuada apphcatao que bempre oora a
maior vantagen se tem feito dola nos boa-
pitaes de Pars.
, iniew deposito parao Bras; i, liar^sjpa*
C, ra Larga do Rosario n. 1
liedrasdapnielar : aosiroMm Aa
ItotUjdacompaoi^pe^mbacaua. 0
>




8
J
BWo de Pernambuoo Sabbado 19 de Jullu) de 1878.
*


LSSmm GEftAL
CMARA DOS DEPUTADOS.
DISCURSO PK0NCNC.IAD0 F.M 9 DE JUN110 PELO-
sn. dr. TARQirimo r. souza, por occa-
SIAO DA M8CSSAO DE NEGOCIOS DE PER-
BAMBUCO.
^Coocluso.).
So S. Eic, porm, quiz referir-so cele-
bre batalha de Mu re, nao poda, nem devia
esquecer que esta batalha, gautia por S. de
Montfert, foi um dos mais bellos triumphos
leste grande homem, que, na ptira.se -lo
protestante Hurtor, um dos mais bollos
typos da en vallara daquelies lempos ; S.
Exc. nao devia esquecer ainda que Simio
de Montfori, corabatendo as forgas combina-
das do Conde de Tolosa e do Pedro 11
de Aragio, depois de as ter vencido, en-
contrando morto no campo da batalha a
Pedro de Arago, seu adversario, apeiou-se
do sen cavallo e beijou chorando os restos
mortaes daquelle infeliz rei, lamentando a
sua morte!
Eis aqui, Sr. presidente, o hmom cruel
de que nos fallou o Ilustre deputaJo pela
provincia do Rio Grande do Sul.
Senhores, eu nao pretendo dizer que nao
houve excessos na cruzada contra os Albi-
genses : e qual a guerra em quo os nao
ha? O que, porm, posso affirmar que
com Justina nao p ossivel attribuir taes 01-
cessos igreja, on ao papa Innocencio III,
que, autorisando a cruzada, nao autu-
risou por corto os excessos que nella se de-
ram.
Tenho a respeito da cruzada contra os
Albigenses o testemunho insuspeito do pro-
testante Hurter, quandodizia : Quem co-
nhece e aprecia a posigo em que nesta
-poca se achava o papa e as deas que voga-
vam sobre o seu cargo, convir fcilmente
om que Innocencio 1I nao podia deixar de
approvar taes medidas, que ello devia re-
correr a ellas.
O honrado deputado pelo Rio-Grande do
Sul pretende ainda tirar argumento contra a
Santa S da condemnago do livro de Fn-
lon, intitulado Mximas dos Santos, fado
que nao prova seno a imparcialidadc com
que procedem sempre os snmmos [inutili-
ces.
Quando S. Exc. fazia o elogio de En-
lon, pedi-lho que completasse omesmo elo-
gio, dizondo-nos a docilidade christa com
que o Ilustre arcebispo de Cambrai se sub-
mettera i condemnago do seu livro. S.
Exc, porm, nao me quiz attender; mas
esporo que nao rae levar a mal que eu
preste um serrigo memoria de Fn-
lon.
Sr. presidente, apenas sou he da condem-
naco do seu livro, o grande virtuoso arce-
bispo, subindo ao pulpito de sua cathedral,
proferio um discurso sobre a perfeita sub-
nissao de .ida atrtoridade ; e como se isto
nao bastasse, alguns das depois publicou
urna pastoral, em que dizia : Etnfim, o
nosso santo padre o papa coademiiou o livro
intitulado--Explicarn das Mximas dos
Santos, com 23 proposiges foram delle ex-
trahidas, por um breve datado de 12 de
margo, que ,j conhecido por teda a parte,
e que vos tendes visto. Nos adherimos a
este breve, charissimos irmaos. nao s
Q^anto ao texto do livro, mas tombem
quanlo s it3 prviposiges-.; e adherimos
simplesmente, absolutamente, me-
nor sombra de restriccio. Prohibimos a
todos os fiis desta diocese ler -e conservar
esse livro. Nos nos consolamos, charissi-
mos irmaos, com aquillo que nos humilha,
comanlo que o ministerio da palavra, que
recebemos do Seuhor para vossa santificago
nao seenfraquega, o nao obstante a humi-
lhaco do pastor, o rebanho crespa em gra-
ca diante de fot. Nao permita Deus qnc
.Al
proaasara a religio n* diademas, par* amia iceeoerwn tuna
min* I mor\t> certa nos campo* de Portugal e de
cidados brasileirea pi
catholica apostlica romina
O Sr. Leandro Bezerra :Apoiado. frica ?!
O Sr. Tarquinio de Sowa i--Se a reli- Quem, seno a f incube (oto terror no
gio catholica a da quasi totalidade dos atmo desses tyranuos, flagellos da huma-
brasileiros, ese indispensavel, boa orden nidade, que os fez baquear de eu brilho,
da sociedade a existencia de uma religio, para oa aprofundar as trevas e na obecu-
qual que devemos adoptar ? Devere- ridade dos tompos?
uios separar a igreja do estado ; deveremos Nao foi por amor da f que Roma banio
proclamroste divorcio impjo e to condem- de se* Pantheon os dlos, tangoi-os por
navel, como o d'aquelle que repudiasse a trra, e sobre u seus aaagestosos e sober-
casta esposa, para com mais liberdade en- bosfastigios fez tremular e humilde, mas
tregar-se a todos os vicios ? Pela minha sublime estandarte da nossa eedempgo ?
parte nao creio que baja alguem que nisso Quem seno a f tem Hito tantas he-
possa seriamente convir. roinas, tem dado Unto valor, tem abrasado
Senhores, os Estados-Luidos, paiz ao qual tanto o corajo dessas mulheres, que em
recorrem todos para demonstrar a these da todos os temos e em todas as idades se tem
separago da igreja do estado, nflo podem feto sobresabtf a tantos homens ?
servir do base argumentado que dellos Quem seno a f dara valor a unHT
se quer-tirar. Mara Stwart para receber a morte com ten-
Se consultarmos a origem dos Estados- ta coragem, a urna Jo nna d'Arc, para de
Unidos; a maneira porque se formn aquella sobre a fogueira saudar a Franga e morrer
grande confederaco americana, veremos cera lauta heroicidade, a uma Judith para
que ludo all difTeria muito do que se deu, libertara seusconcidados, a umi Zenobia-
e felizmente ainda se d entre nos. All eTomires, para uma vencer o rei dos Per
eram povos de origem diversa ede diversas sas, e a outr destruir Cyro?...
religies ; eram homens muitas vezes perse-' sses lieroe de que tanto seennobrece a
nidos por motivos religio.-os, que, formando historia, noforam firmados na que tau-
uma sociedade, um aggregago de estados, ito se immortaiisaram ?...
nao tinham o direilo de escolher e* impdr Gompuls.ai. lde e meditai esws paginas
fuirir a verdadeir folicidade 1
Finalmente a esperauga a cadeia mis-
teriosa e immortal que, unindo o homem
ao seu Creador e sea Deus, faz com que
existam ambos em um s, isto -Deus no
coracao do homem, o o homem no corago
de Deus !
III
urna religio.
Entre nos, porm, nao se deu o mesmo.
Todos nos eramos catliolicos, ao tempo- em
que se decretou a constrtuigo; todos pro-
fessavamos as mesmas cregaf ; era, po,
muito natural que a religio catholica fosse-
proclamada como religiode*estado. Se por
desgraca vier um dia era qi*e recouhegamos
queoscatbolicos esto em mnoria na trra
da Santa Cruz, lanentaremos o mal, mas
sujeitar-nos-hemos ao facto ; porpoe em taes
circunstancias, o mal da sefarago tornar-
sc-ha necessario; em quantb',- porrn, a
maioria, a quasi totalidade dos- brasileiros
professar a religio catholica apostlica ro-
mana, a separago da igreja do estado- ser
inpossivel, a menos que se queipa declarar
o estado indifTerente e atho.
0 Sr Pereiiia dos Santos :Serhv sai
acto de gravissimas consequencias;: podetn
vi ver sombra da constituico todas as
nacionalidades e crengas.
0 Sn. Tarquinio de Souza : Besejav
entrar tambem na questo, que antes- do
hontem foi aqui discutida, a proposO1 dos
Estados Unidos, nao porque os IHislresj
preopinantes precisem de meu auxilie,.mas
simplesrnente para expandir a minha1 opi-
nio a respeito, para declarar, que se temos
milita cousa a invejar dos Estados Unidos,
sob o ponto de vista dos interesses materises,
do assombroso progresso da industria, das
artes, da navegagoe do commercio, nada;
entretanto, devemos invejar do que diz res-
peito moralidade publica, aos bons ces-
tumes, que sao a base primordial da feli*
cidade dos povos.
0 Sr. Pereira dos Santos : NestcH
ponto, ainda de accordo.
0 Sr. Tarquinio de Souza:Senhores,
de todos os secuios, e veris qu# esses de
quem boje a historia tanto so ufana, de
quem Jiem mais um nnico vestigio resta,
todos .'Hes e pelo amor da f que arrosta-
ram o< maiores perigos, e souberam re-
cer, ou entregarse- morte com tanto1 de-
nodo I
Mu longr iramos nos se porventura nfo-
teroesst'.mos abusar de voss paciencia, ou
arencar queja vos nt/ o sarbaie I
Aesim, pois, eonclu i remos este- artigo, d-
zendiv^ne a f luz qwe prindeo preside
ao nesso nascimento ; que ellaijuem nos
alimeata neste mondo de fatafdad, e que
sobo seu podeTvOSO influxo- que llevemos
caminber sempre, porque ella a-fo^ mo-
triz, sob' cujo poier tudo se more; em
uma paltwra, a porfa- principal pela qual
devemos mn dia entar par;* o grandioso
templo da> immortalidsde e da> gloria !'..,
II
A ESPERJWCA'
Preciosr> Jlmal que lomina a espirittr,
balsamo dmjto-que cicateara as^ feridas- do
corago, guarida santissinwonde ae acolhe a
humankla das intemperies da rida, prt>
tectora e cooladra das desgragas-doho-
A CARIDADE
Quando no rneio dos horrores da tempes-
tade, eui que a impeluosida le dos vontos,
o rugir das vagas, o estampido dos relm-
pagos, o tracago das dunas, a densa o me-
lunba obscuridade to tenK), roubam ao
cansa lo navegante todas as esperances de
salvago ; no ineio dessa renhida u miivel
lula dos ele.nentos ; quando elle, j quasi
sem vida, sem a entos, parece renegar de
um Deus, dscrur de sua luiiiipotoiieii,
por ss<> que por Elle mil vtes clamando, a
Ello mil vaos recorrendo, ainda uo tem
podido otrter ura nico soccorro, nesse so-
lemne momento de provanga o de expiaco
pelo qual o Ui passar o Arbitro Supremo
do L'nivorso, quamio elkr olhaudo para s
cos, oaan se Han dissera mn ultimo adeus,
un a etprobragd ao Suihor j sjltaudo .pa-
lavra.- entrecortad* de dree suspiros
vista das terriveis (3)res com que so Ihe pin-
ta n morte ; na aiira a vida ; eme ain 11
a mofle ; renega anda de tteu i acreditan
dosoraente no medoniu iiferuo que o ru-
deia : entao smente onlo, iijiie aiiida
com os oIIk airados ao reo, elfe v no
tope do se mast-o um signal oreugae
le f, de resiguagSo e de espera w>i, de
amor e de caridade, no sasrusauto CugUy na
pura e diviuwclwmma que se apresentoaus
seus o!los, como- um
s para Deus ; concluimos : quea carda-
de a virtude por oxcollencia mystica e
divina, sacrosanta e pura, e que taz com
que amando ao nosso prximo como a nos
mesmos, sejamos por elle amados, e amados
por Deus.
L. M. Pecegueiro.
9*
VARIEDADE
verdadero sigiwl1 do
nao estivesseuww segn de nada podermo'-yque Deus atteadera aos seus ?ogos, oovira
es-seus clamores-, rbcebera as mas lagrimes-
delle tivera misericordia !
E'a*im que eavraade, esse santeliatv
dvinovesse fogo auno o iminacufado, sy.-
b ki' do amor de Deus para com tr hoiiieiu ;
ess anglica virtud':,, a'mais santa que pode
nutrir o nosso corag/io,. apparecr e radia
com-Nido-o seu esplendor, como ama re-
compensa-dos trabalhos, uma satis%o do
divi Ja- no- miseria, un* consol na desgra-
ga, uiHH'COnijequeiicia di1 vvr ladeira 3; nm
apoio raffriuao finalmente a bem fundada
eaporanqa* I
A caaidadev cssa caaii com a f- v a*esperance mff [tanrtn o nanear
se infiltra'no corago do komem, que ao de-
pois se deserivollve ou dolrioR, segundea
>oa ou rae* ednaaelQ quese-Ua recebdo*,
mem,a esferan5a.o nico recurson a-fon-[j terceira- base ila religio de'iaensGbrss,
Rcvistu critica.
O silencio da poltica faz ouvir do dia o
canto do traballio, o de uulo o canto dases-
poeras. A estas suaves melodas da venia-
do, que ainda vihrain na trra, e vibram
seiiipro as alturas, ha quem prelira as fal-
sas intoiiagos da marselheza. Ogostoo
quo distingue o homem dos aniniae.
Em devido preito verdade dos lacios
forga recouhecer que o prurido das aven-
turas polticas j entre nos, e creio quo por
toda a parle, o leva de vencida a rellexao.
Dosestrauhos nao aflamo, mas pareco-mo
que lanto em Fran;a como em Hespanha
seria Ivoje caso do luminarias o advento de
um goveriK, mais ou menos liberal, que,
iitfroulaftio inusino as indicagoee da scioncia
pura, asaajBjraaaa a paz c a traaquillidade.
DVns posso armar qjeos fundos repu-
blicanos eatao na pmoa nmto abano dos
fuixios hespoflioes.
Pa boa fertiHfa dos povos, que a Pro-
videiwia tem preservado das febres erwjitivas
d'esta piadra ociai,|s tbeoriasdu mjanqalj
que chegaram a mostrar-nos o severo per-
fil da tome, succedeu ainda a tempo, m>
Jimio aoe clamores-do boui sensr, a valo-,lo'-
ra resLiurin^o da arte.
Os direites do homeniv emanc^iago ufe
iiwlher. a .^bordado dos cultos, a eTtincgn
do pauperismo, o sulfeagio- universal r a pros-
HfipOfO do mal. o a tuleiiut geral, todas
osla forras da fraqnez humana vo j- re -
tiivindo em debnnda la do- campo onde as
vaneen a razopraticai o- que signilicain
os- iactOS, e revote-ein gwizad peni ten lia a
pmpria conlissa^dos pecaadtres.
A Franga e a Hespanha remiram no cal-
vario sangrento do-anarctiia os peccados d-
iiugogjco^ da Europa. Matelo exultem o
judju*,. que sa nypregaratnina cruz duas
te donde dintanam ae preciosos bens-que o
Seaitor ab~a3temo-nee concede, a> interme-
diaria finalmente entre a morte e a1 vida,
entee o homem e Den !
Sini, a esperengs ojae nesteafilictivo-valle
dedr e de miseria'logo se aprsente' ao
nosso bergo, bem- como o bord&o que sus-
tenta e arrima o velho- j alquebrado peios
iannos, ou quali o conductor que ao ceg e
o paralitico guia pelo- caminho que a ci'-
eira ou a enSermidade Ihe impede segur
^aquella virtde que, sob-todas, elle ihs
recommeuda nc seu prueaito- evangelizo
eom mais 'ATicada..
Amai-A>s uno- .ios oulros-iJiz elle
aasim como-on'vos-amo aves. Quasio-j
gularidade !' Qr expressae-Ute santa c
divina
E quem haver'ahi, quaS o-coracao mais
eu quizera recordar o modo cruel por queu\ssim a esperanza, tomando desde logo
os escravos eram tratados nos Estados Uni-saiela mo a esse; que no> mundo come-o
dos, e a humanidade com que em geral sao lestrengeiro quo-aperta a>uma trra, a um
elles tratados entre nos; quizera confrontarIjpaiz-, e ignora, dsconheee e estriaba soa-
a instabilidade da familia norte-americana, ijreligin, seus uscS)COStumas,,lingual.oeitoaj
devorada pelo cancro roedor do divorcio, [etc. a esse vinde-ignorantev descoobecido e
com a segurauga e a paz de que goza a fa- lestranho da iir.mobiliJade vida, do clioi j
milia brasileira, protegida pea indissolubi- -iordem. do n&da > existencia, gui*-o, por
lidade do casamento chrsto; quizera ainda |um poder sobrenatural, prepotente-edivino
estabelecer outros parallelos de grande im- Ibgo desde o b3rco, e o acooipanha no at-
portancia para a minha these, mas sou hribulado caminbo do mundo, por entre os
forgado, Hila hora, a cortar o fio de mi-Batalhos e precipicios da vida animando-o a
nfias deas, e a concluir o meo discurso tjsuperar os despenhadeiros eescabrosidades,
.-'radecendo a V. Exc, Sr. presidente, e -Mendendo-o de todos os paaigos, e desvian-.
<
jamis se falle de ns, a nao ser para que se
record que um past -r entondeu que devia
ser mais dcil que a uliima ovelha de seu
rebanho, o nojtr limite algum sua sub-
misso.
Siio estes os cxemplos de que precisamos,
sao estes, felizmente, -os exemplos com que
tenho sempre aumentado o meu espirito I
Sr. presidente, em toda minha vida tenho
evitado ser importuno; epor isso vou ceder
a uma necessidade do condescendencia, dei-
nande de abusar por mais tempo da atten-
go de V. Exc. e dos honrados deputados
que me ouvem.
0 Sr. Leandro Bezerra Tem fallado
perfeitamente bem ; e nos aqui estamos
dispostos a ouvir o nobre deputado com
todo o prazer.
0 Sr. Pereira dos Santos -.-Apoiado.
0 Sr. Tarquinio de Souza : E por
esta causa que deixo de tomar em conside-
rago outras militas proposiges, aqui emit-
tnas pelo Ilustre deputado pelo Rio Grande
do Sul, proposigbes que alias deviam ser
convenientemente apreciadas.
" Aquello nobre deputado; Sr. presidente,
tem um systema de discorror que sem
duvida muito brilhante, mas que, podendo
induzir a erros, nao detxa por isso de ser
perigoso.
O nobre deputado com a facilidade da
elocugo, com a elegancia de phrases que se
Ihe reconhece, emitte em pouco tempo uma
grande serie de proposiges, sem se dar
ao trabalho de demonstrar nenhuma.
Eu se que a cmara dos Srs. deputados
muito Ilustrada e sabia para dispensar
demonstrages; mas convem nao esquecer
que ns fallamos tambem aqui para o paiz,
e l fura ha muitas pessoas que querem as
provas dos assertos, querem que as proposi-
ges nao sejam emittidas sera que sejam
logo acompanhadas das suas provas.
Desejava entrar agora na questo, quo
foi amplamente discutida, da separago da
igreja do estado.
0 Sr. Pereira dos Santos: Brilhan-
tomente discutida pelo Sr. conselheiro
Alencar.
0 Sr. Tarquinio de Souza :- Quera
tambem emittir minha opno sobre este
ponto, para mostrar que se a igreja foi
fundada sem auxilio do estado ; se absolu
Uniente fallando ell pode vver e sustentar-
se, edmo vive e sustenta-se nos Estados-Uni-
dos, sem o auxilio do estado, todava entre
nos, segundo as circumslancias peculiares
em que nos achamos, esta separago de
todo o ponto impossivel.
Quem o estado? Admtir por ven-
tura o nobre deputado que primeiro agitou
esta questo, a palavra de Luiz XIVo es-
tado sou eu ? nao por corto I
O estado ne o rei, nao sao os minis-
tros, nao sao os poderes pblicos somente;
somos nos, sao todos os brasileiros, re-
presentados e dirigidos pelos poderes p-
blicos.
Mas, senhores, que religio profesamos !
aos honrados deputados presentes a extrema
bondade com que me teem ouvido.
O Sr. Leandro Bezerra :Muito bom.
0 Sr. Pereira de Santos : Fallou
muito bem, apesar de uo concordar com
as suas theorias.
'i
TERATRA.
Vistudca theolngaes
I
A F
Vos estis sal trros
Vos estis lux muodi t
S. Math. cap. 5, ver?. 13 e 14.
E' a f a pedra quadriangular do gigan-
tesco edificio da nossa religio. E' sobre
ella que descansa essa firme columna que
sustenta os estados e que pode, sendo forte,
algar ao apogeo da gloria, ou as fazer ba,-
quear, sendo fraca, no mais profundo abis-
mo do olvido e da miseria 1 Com ella as
nagos florescem, os homens se vigorara, e
o mundo caminha cada vez mais seguro no
grande e portentoso caminho da civilisago
o do progresso 1 E' a luz benfica o vivi-
ficante que nos Ilumina ; o pharol salva-
dor que nos conduz ao porto do desenvol-
vimento ; o esteio forte e seguro em que o
homem se firma ; em uma palavra, a pri-
meira e a mais sublime virtude que nutre o
corago do homem.
Quem possuindo em seu corago urna
scentelha de f nao arrostar impvido o&
perigos I*
0 homem, esso animal domestico e indo-
mito, fraco e forte, grandioso e vil, nao seria
homem se no magnifico horizonte de sua
vida nao visse brilhar esse fanal mmenso
chamadof !
0 mundo mesrao tena parado na sua
progressiva marcha, se a f, nascida com
elle, nao o acompanhasse sempre, e nao o
impellisse com sua poderosa e magntica
forga I
Deus, o sublime e poderoso Archjtocto
do Universo, humilha-se e desee a habitar
cora o homem pelo nico rneio da f 1
0 mesrao Josus Chrsto o afiance no seu
do-o a esse, pebre e ceg-era tudOf.de ca-
hir. no abysmod6'vicio e da*|evarica Sim ; porqpe elle mesrao precisa de um
anjoguardiaOi.de um protesew e consolador
as suas calamidades,, que Uta dudoipaz e
iserenidade e espirito, Ihe fortifique- o con-
;, o o ajude a.carregar o- immens peso,
|qpe as necessdadesda vid.Ihe acarretam
Saos hombros
E esse aojo guardio, esa- consolador na
'desgraca quecos atormenta,.que nosestan-
!ca o pranto, nao ser por ventura a. espe-
ranza?
Nao sob o divino influno dessa virtude,
segundbase da nossa regio, que o ho-
mem affrontaos-perigos, arfaste asjnecessi-[ver ?I (..'ern,seno.Elle, te pode-soccorrer,
iiages pan perpetuar os vi*ios de Israel.-
So no-veio para revogar, veio'para aceres- ll... qseeHts sao snspeiU.
do insulto s crengas religiosas de um povo_*^
inteiro, perigar a liberdade porque dos thu-
ribulos do templo se levanta a Deus o incen- -
so do amor? Ser a manifestago pp tica 0
a rocordago de um grande acontecimento
da igreja, da ascengao ao ponticado de uy
dos mais virtuosos e Ilustrados presidentes
que se tem tentado na esleir dS. Pedro,
do vicario do Chrsto que i liberdade, obra
de Chrsto, langou a primeira bengo pi-
pa! ? Que liberdade esta que deixando
fazer tudo s nao Jei xa rozar e dar esmolas/
Paroce-rae. salvo ineluor juizo, que sem
intuitos partidarios, so pJo amar a Deus
sobre todas as cousas e ao prximo como a
nos mesmos. E se alguem receta que tanto
Deus como o prximo se deixom catechisar
pelas ternuras do uiimigo, olep-'.-a-lhes tam-
bfi o sou amor, entremos todos livremeiite
nesta? gratas porfas Jo corago. O que nao
p Je sur abrir a porta da chafa rica e fechar
a porta da igreja,
Ci la dia me convengo mais de que o li-
beral, o verdadeiro e sincero liberal, de
todas as foituras a mais rara foitura da evea-
t}ao. Liberaos esgrouviados, de mefeiia
eumpndd e viste curta que, a cabo de M-
(keise altos estirdos na trapeira concluem que
para o triuinpho de suas ideas, ou antes de
suas- pe.-soas, to lo*os moios, a verrina, a ilif-
famagu', a revolta, oinorticincjtodojuitifi-
ca a nobre predeslitxMjo da soa causa, mas
quo ao*contrarios redado abrir >y bico e at
abrir a bolsa para dar alguma esieota, libo-
raes desta raga sao mar bastos qwe as cere-
jas. Libtwrf porm quedeixe manifestare
defender c propagar por lodos os raeios to-
das as opiuies-, que uo otleiidaui a moral e
o pudor, que* nao moleste a contradigdo,
niu irrito a> huta fortuu* dos contrario,
ODd cima do sb partido vw sempre suw
patria, liberal ik; tan lina pluma rar*av por osles cainprs-soliterios onde a desgjegt
me tem.
Cuueant coinyiss. Alterar a ordem u-
srtuago feliz, envojue nos enc3uU>rraosy e
peratite a desgragadt e contagiisa siluagio'
de Hespanha, o mni grave do tbdos os pii
rigos.-e- o mais grave-de todos os-emes pu
blico5-..
No-sei se a liberdkde, como entendem
os que-nflo deixam celebrar Te-BSwn im-
punemente, d lices$a*qie eu d uoticia de
dois Irveoerecentomente publicados. Vejara
E" o Virut*do
ral em-que vivamos, que so chocaran; em
medonhas-itetouagos as elcctrteiildes, quo
vimos tuzar no ;horis3te, foi para purifi-
car o MVpaea o lavar da iudilferenc,, para
oeuri(|uecer eom o ox-wgeneo do-amor.
A sociedade, que ah vem agora,.mo pu-
ra o ma-fornaosa, pofirjuo ha do laaner
mais trausparete a ida-no sembauto, nao
p a rovolugao poltica nem a revoi^o so
rial, a covolio UKwatayia a traa no veu-
oodurecido !>xar' le- pagar oon>' un amor .i^.
cordial aquella- a.aoc que recel>aos do; HebelliBS,,tumultos, asatiadas, rana ou
nosso prouiae ? ;tmuos gravos-turbag6es daordem, falsamente
Comqi^e, ^ni6 toan outro. arnwr igual intuladasn^oluges poiieas. pode edande
oh- mnior havurno* satisfazer-' o- .-sor de Ibaver emquantobouvor despeitos a vmgar a
liessa mai, denessa iaaai, de n-sse a-ingo, ambiges a saciar; porm. mvoluco piJiAit-a,
de nosso be:rfaiU)ry:de nosse^ouiao em |propriamentedite, impossivel onde se tez,
|otriumphou,e fundamente radicou o seu
- imperio a grande e christKMMssima rotoaOgao
(jteal ser airetribsifae qu*-baveaaos fa
?er quem r.lerte.(J nossa dr, ao car-
cere da nossa dij9graj^.jia aflbcgaa i)* nosso
raptiveiro, soiotenwin per nWt-mnetimo
inoraetito ?
Me eom eese untwr puro,.;anb> eim-
tnaettlado, com essa>.eiaanago da Dirnda-
(le,.oea a carjdade emauu TI...
One prazer luveri, alai que-se DOesaj-
nMsequipa-ar' co.-tuoidobem^korv. quan-
do este ou ve bem. dceeseu nome-peib be-
neficiado ?!
Qgm amor ha ver-, bs sulime que se
possa aquilatar coi o-, daquelle-que, arrau-
eado da misara, quer lo algaia. modo sa-
tisfazer tamanha divida cora o seu. pro-
tector?!...
Seno leiu.do iittiteeao, balde de-recur
nao enconarasau..L por ventura a des-
leres da f, nao pandes a esgaranea, e nao
supplicas v.caridade-?!..
K do q-iem,, seoo de Dees a:podes ha-
dades e vicissitudes da vida accommettea^
morte, ri-se n s dores, zamba d> mundo,.
s porque a. esperanga Ihe apona, com; o.
dedo da.resignaao o risoob.0 porrir que >>
espera,.o.futuro que elle-alcangaav.os loiir
ros que elle conquistar^ o a gloria, que elle
conseguir,no fim de tantos trabalhos.?!
Nao a esperanga que anima e-presta, as
forgas que faltem j ao aaufragaBte cansado,
e pe* meio. de uma pequea taboa, Ihe
aponte a trra, Ihe aviva, a saudade d& es-
posa e dos. tainos, e firtadeceiidbrlhe o.eor-
po,. Ihe rcsiitue vida ?!...
Nao a esperanga que ao, soldado, a
quem a, sorte adversa persegu, no meio do
campo, sd, coberto. de feridas,. desprezado
dos seus companheiros, arfando, pete cansa-
coda batalha, aviva, em seu. coracao uma
lembranga de vida, um. pensameoto de fu-
turo e de gloria,, e Ihe l torgas para levan-
tar- se, arrostar- de nove a morte para ganhar
a vida, e cingie se com os louros da k-
toria ?!...
O enfermo, a quem jai um nico remedio
nao o podet salvar da morte, que prximo
v o tmulo se.abrir, que prestes se de&nha,
nao nutre ainda no coracao at o ultimo
momento uma esperanga de que poder ser
salvo ?!
Nao a esperanga que ao desvalido, ao
pobre, ao desgranado coberto de andrajos e
farra pos, consola, mitiga a sua miseria, e
Ihe aprsente ainda uma felicidade no futu-
ro, a qual ella sa forga por conseguir ?1.
Quem nao nutrir em seu corago desde
sacrosanto Evangelho. Era verdade vos i
digo (diz Elle) que se tiverdes /, como um o bergo at a morte, uma esperanga de
grao de mostarda, diris a este monte, passa maior felicidade do qua aquella que a sorte
daqui para acola, e elle ha de passar, e lho tem concedido ?!
O mesmo avarento, o rico, que rodeado
de todos os gozos da vida, se poderia cuzer
santo de esperanoa, ease mesmo se v obri-
gado muitas vejes a chama-la em seu auxilio,
nada vos ser impossivel.
E nao pelo meio da f que temos fisto
se fazerem tantos prodigios ?
Nao foi pela f que tantos se beatificaran!,
arrostando sera temor a morte, soffrendo os porque falta-lhe como que uma luz brilhan-
martyros, desprezando as vicissitudes da te que o eaclareca, uma consolago na pos-
vida, e contentes saudarem os tormentos, se de suas riquezas, um desejoemfim d as
sorrirem-se -as torturas, e trocarem os de-' gozar por mu largo tempo.
leites do corpo pela salvago da alma ?! A esperanoa, olbada pelo lado religioso,
Nao foi pela f que tantos railhares prefe- a virtude que ,o Omnipotente derrama era
riram as fogueiras da inauistgio ?! nossas almas, para que por meio della al-
No vistes essas celebres cruzadas, em caneemos a vida eterna t
que abrasados pelo santo amor da f, des-.. Ella como um lago que prende o co
ciam dos seus solios osteis, os imperado- trra, e que, firmada na t, faz eom que o
ros, e iam contentes entregar seu peito ao Senhor Eterno e Omnipotente desga de seu
alfangee ao dardo dos moonpsT throuo e venha habitar no corago frgil
Ah quem, seno a f Bies deu tanto do urna creatura !
valor, lhes infuiclio tanta coragem era seqsi E* ella que entre a morte e a yida serve
coraics para assim trocarem o fadstoe de inoio salutar, para que, desprezando uma
da liberdade.. O maior elogio/Jiz Heeeelay,
qpa so pode fazer nossa revolueo de
lfiiJ, (a revoki^o ingleza) quo foi aawifll
j-lma rovolugao.
Uevolugao-social, ou, uuis proprtemente
noaaaeda, iwulugo natural, .que nutra cou-
aatoo proposito do abolir instUuices
da,natureza,.tauibera nao- revolugo-,
nomo seria u-iuteuU do alterar a iigitra hu-
mana, rebelia atoroza.
-Nu ha pea nos paizesoade reina a.liber-
dade, seno una rovolugao possivel e noces-
saria, a, rovolugao. moral. Este
inovimonto, q|W nao rebllionario porque
longo do desacatar a lei o a auloridade, uo
Nao cohecido que a quasi totalidade dos I grandeza dos turnos, o fulgor o Q l'rilUu ,de e' seguipdQ oom valor a OUlra, se poss? ad.-
I z.-sono cuiaprir os pruceitns da piimoira
IOS, atormentado do-dOres, olhas-em.torno jei, eos mandados da prwueira autendade,
K*^?^1^? "? .***> qu( !e' *** e aslu moviineuto, que seno exeouta na pra-
k entre os baldes e improperios da, multi-
diio, mas no mais intimo tero do hornera,
parante o siteucio augusto do mais fundo re-
colhimentode alma, esteinovimculoiquesu
Lno tradujera nenhuuia formula, poltica
^nfundindonocufao do ten piourao essa pu .social, masque todas as formulas escla-
luz infin-J, esso resplendoa-divinoa ca- rece, pompo em todos os tabernculos illu-
rtdade?!.
Se na desgraca^ em quo as vicissitudes da
vida te lencaau^eines ncoarcoremedonho,
olvidado,de todo, paludo, macilento peloJ
soffrer de tancis tortura,, pelo, supportar
de tantas calui^idades, nao. olhas para as-
suas denegrida* abobadas, como se olharas
para oco, enao esperas. encoiOrar ah um
br gp, forte,, juo te arranque desse terriuel
abjsrao, que te restikua.a. vida, e quo te
concedapaztesorenidade ao espirito?!
E esse bxago forte qjue al esperas ver,,
nao ser por ventura a, consequencia. da
esperanga sto anda,a caridade ?L....'
Se cabido no mais. profundo abysntp. da
miseria, soffres uma. vi dores ede angustias,, do alicges n de tor-
mentos, e desesperando, da sorte uw; vezes
renegas a la existencia, porque debaldo
imploras ao Senhor corarais .-raco de tantas
penas, debalde esperas um lenitivo a Untos
males ; eento, nos ltimos parooimos, uos
derradeiros raoraentos de tua epcranga,
vs junto de ti um corago quo se conde'
detuas lagrimas, um Salvador quo te ap-
aplica os motos para te restituir felicidade
e vida : nao reconheces ainda nesse
anjo, em cuja face augusta esto debuxados
os tragos do teu soflmente, que tanto se
conde dos teus infortunios, a verdadeira
imagera da trra daquelle outro benigno
anjo do cba caridade t?...
- Seescravo, arrastas os grillides pesados
do capveiro, e na amargura da tua infeliz
sorte, encontr s quera te restitua Jiberda-
de ; esse teu libertador, que compeuetrou
das dores, e queso enterneceu do teu pran-
to, nao foi movido pelo poderoso iufluxo
dessa virtude, por esse nobre e generoso
sentimento -a caridade ?!
Se, enfermo, ou encarcerado, pobre, es-
cravo, ou torturado sempre pela sorte, ar-
rastas uma vida de amargura ; e perigri-
nando por este afflictivo valle, caminhas
para o termo fatal, sto para o sepulchro,
a caridade sempre to acompanha ; porque a
caridade a luz que vai adianto para te
esclarecer o caminho ; porque nao ha no
mundo na corago que a nao tenba, ou
que nao a duva ter ; uma s alma que nao
a possua ou nao a precise possuir !
E, pois, sendo a f quem nos impeli a
arrostar os maiores pericos, uo lmennos
a morto, e a rennos em Deus; a esperan-
za a cadeia mystofios- e inmortal quo i
nos uno a Deus, o que fw com quo vivamos;
centaoa'lei a nova pevelago. Neo foi para \Pt da Eucd^o' Materna, peib abtoa-
detzaa na naaema impureza o aaobteaes mo-[a Piebanet, primorosamente tradiMido1 em
pertuguer/,. nao so por'qjvem, mas-per al-
guem cortamente, que,, coobecendo muto
Iit.-ii a luiuia frauceza e-muito melhor ainde
a BjartugunaBy escreve em traducgodivr
com o raais-eleganto e mimoso estyloj. e a
.HUher=.tpi)nitimentus-pura um liorof.por
I). Severo Catalina, h.-^btncitte tradbzido-
pelo Sr. conde de Samodies. Para afinar
que sobre estes dois livros adeja,pelo menas,.
uuii:gravo suspeigo de peoeosooarios, baste
dizonque o ralado d* Edsafo Matera*,
prepwido-se encaar a noi a- vottar paro o
co o rosto do'talbo, todoU um poema
de amar, dfe*m*is puro-amor de Deus, e-
que it-MuUuftr, seodo um estoiio philosophi-
co de profuma& eoncepcoas e atilados aper
cebiirentos, fella da religiosa eda irm da
caridade coiao-de dois aojos- librando as
azas para o eco
Um periodo>s> da eduea^o> aaatema para
dar ida-an mesnsotempe* da umvte religio-
sa des'j; -livro o do finissimo lavor da tra-
ducgo< U,.;r;veido a seo na do baptisrae
diz assim c. A nii, entreteuto, solas
cortinasdo seu- teito de etenno, escuta in-
paciente o repique baptsnuiL Ei-lo que
chega t E' j-eliristo Lagi-inaas de reli-
giosa ternura correm de- lodo os olhos.
Maior ainaisdatosa do ojue Uavid, traz essa'
crianga.na fronte a uncc>u sagjada, a legia
uncgo>qu lho-conforo linoitns, nao a uma
cora caduca, i&as a um theotto* inmortal.;.
essacrinuga--9-lier.loiro de Deus e co-her-
deiro db-.Iesus4!hrslo! Mus f i-espeitai-o,
guardai.zelosa^esse depetito,. eonservai sera-
macula, a .canillita veste de innocencia qpu-
o rovestie* bxaM que uinndia, por vossos
cuidados, elle a possa aprosenUr assim iui-
maculuda- no tribunal do guia supremo i
Um periodo tambera da Muilter, onde-se
falla dii.irm.iie caridade. to habito desses .rajos de amor Quctua tanto
as regioes lo polo coraojias; abrazadas pla-
nuras- do. Rojjador: na carado de bataliu
a gloriosa tosignia da misericordia; nas.pi-
voages v^ emblema do locuara o boMvii-
cenjiia.
E'.' precisoqueimai-estca dois livros.. Ao
fogo, ao-togo, seno pe'domos para tode, o
sempre a liberdade !L.
J.queestou em veia de dar caboda,to-
dos os reaccionarias, desto mundo, ah ,i,.
mais urna victima, qpe- respeitosaraeateoffe-
tego. s. Ilustres feras daliberdade,. IV
noticia ultimaraente- publicada, do, in*t-
luiclO Jas casas u asjte da infancia, desva-
lida de Lisboa. Xem esta, como outr'orase
Ihe chamara, pietlosainstiluigo, para atte-
nuar a culpa do tibcrcitar apaixoivadamente a.
caridade, a cireumstencia de ler aascido, das
entranhas da liberdade, de ser lijha. do. co-
rago do irapewulor. o de ter sido educada
pola mperaliizv Nao sei se estes pe*gara-
uhos Ihe vaieru, para salvar das togueiras
reaccionaria, da liberdade. Como toda a
severidado sempre ora grave* traites defi-
ciente, alu vai o sainmaria ite suas culpas,
o ser bon que em todos os -cartorios libe-
raos se tomo nota do nomo o- da mputago.
Nascida, como disse ao p- da liberdade, sol-
tou osla suspota inslituicfio, os seus primei-
ros suspiros em maio de- 1B34 em una esr
cola, que apenas coutava o escasso numoaa
de 31 alumnos.
Era 1833 funecionavam j tres casas uV
asvlo successivameute abortas pelo decur-
so do ultimo semestre do auno anterior, e
o numero d6s asilados j se elevava a %Q.
Em 183G relatando os pheuorauos da ge-
rencia de 183) o secretario Mousiuho de
Albuquerque, annunca asserabloa goralj a
abertura de mais duas casas de asvlos e a
elevago a 289 o numero de enancas quo '
as frenquentavara. Pouco depois abra-se
o sexto asylo e suba a 403 o numero dos
asylados. Molestado com as turbages po-
lticas que esterlsaram e at 1840 fizerara
varillar o estado dos espirites, tomou mais
atonto ocaridoso instituto, consegrando aug-
mentar a receita e muito alm do
que a receita promettia, pola severa
economa da administrago, o inno-
cente viveiro dos asylados. De 1832 at
hojo tem constantemente crescido em pros-
peridade, mas, devida, soja dito em he-
rnenagem i verdade, no gerir administra-
tivo de seus delicados a piedosos gerentes.,
d<; quo a uma grande expanso da caridade
publica.
fiontinitorse-hai'___
TP DO.Wd-^U-A"UUQ u Ct" ,'
mina a larapida do amor, este moviraenio.
que se est: operando as conscioncias.n'estas
Catacumbas, d'onde a idea christa. lia,do vir
ura dia ao. rosto da sociedade^ este movi-
mento -que traz no-seio a solugo.de todos
os problemas, que- mais agjtam: a nossa
idade.
ND.passe sem eeparo a meus propros
olhos. arvorando-rao agora em critico da
minha. critica, a proposigouloque- as cons-
cienciasse est movendo com, actividade um
processo de deseuvoluga moral. Assim o
disse porque assim o creio.
Nunca espreitoi o crinas, porera tenho es.--
preilado alguiaas vezes a, virtude. Nao se-
conturbo ninguem, qu nao levanto o veo
dosacrario do amor. Digo soque a pardo
irabalho de-dogenera^o moral, que se ese-
cuta as oiciuas paiudarias, ha um traba-
lho cada dia mais envense do aperteigoa-
mento individual, qjue se opera em eutras
mais recatadas espheras, que pelas sombras
da sociedade anda cAla vez mais valedora a
mo da caridad, procurando o leko do po-
bre, que as estrellan materialistas vfio des
maiando, porque j vai abrindo. as janeklas
do oriente a raeiga aurora du amor.
Eu sei que tudo isto reaeco, traga de
jesutas, trabalho de mina, para fazer sal-
tar a libordade; porem era quanto so nao
roalisara to damnadas inlengoes, pois que
nao possivel esgotar aquello pantano, dei-
xamo-lo produzir caridad como deixmos
outros pantanos produzir arroz.
Coincidencia notavol Acabava de escro-
vor estas palavras, quando vejo no Diario
de noticias uma commuuicago telegraphi-
ca em que se refere o segrate acontec-
ment. Ao terminar hontem (22) o TeDeum
celebrad> na s do Porto pelo anuivorsario
da ascengao ao pontificado de Pi IX, alguns
individuos, quo all tinham concorrido cora
o proposito de alterar a ordem publica, dan-
do vivas liberdade, nsultaram os sacerdo-
tes. Acudi a polica, levautou-se grande
tumulto e fizerara-se algumas prisoes, sendo
os presos,ho ras depois restituidos todos li-
berdade. As oito horas da no i te eslava a
praga de D. Pedro cheia de povo, e a forga
militar apparelhada para obviar aos tristes
accidentes quo se aguardavam.
Que significa isto ? J os enfada porven-
tura o silencio, que deixava ouvir o cauto
do trabalho e o cauto dasespheras, as harmo-
nas ,1a lei na torra o no co ? Nao porigan-
w a moralidad cora a vibrago quoti4an-.a

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