Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12988


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Full Text
ts
B

m
4UK0XUX. M1EK0 163
- ^"l^ "^------------------------------------------------------------------7TT------'------------
FAH.l A CAPITAL B MGARE8 OXDB KiO 8B PAGA PORTE.
Por tres mezee adi|tados................ 69000
Por seis ditos idein.................. 1S9000
Por um auno idem.................. 319000
*Cack numero avulso................... 320
SEXTA FBBA 18 DE JJIO DE 1873

PABA W:\TKO E FBA BA PROVISCIA.
Por tres mezes adiantados..........'....... 7S0
Por seis ditos idem................... 139500
Por note ditos idem '.................. 309350
Por um auno idem................... 379000
%
DE PEMAMBUCO.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILH0S.

Os Srs. Gerardo Antonio Al ves d Filhos.no Para; Goncalves d Pinto, no Maranuio; Joaquim Jos de Oliveira d Filho, no Cear; Antonio de Leuiu* Braga, no Aracatj ; Joo aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no .Natal; Jote /t:n
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peuha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, era Nazareth;
Antonio Ferreira de.Aguiar,era Goyanna; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das Alagos; AI ves d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
Kcgulaiiit-nto pura creaba de mu corpo de con-
servadores das estradas de i-oilug-em uesta pro
vineia, dependente da repartieau'das obras pn-
Mieas.
3.' Correr toda a extensas do sea terreno ao menos urna
vez por semaaa, em das e horas differentes, para verificaren) a as-
siduidade dos conservadores ; si cumprem exactaroenlefos seas de-
veres e si o trabadlo leito com a legularidade que convm, emen-
dando e fazendo emendar os defeilos que encontrarem.
i. Dar conla, aos engenheiros e mais agentes, do servido
las estradas, feito em seu termo e do bom ou mo coinporlamento
los conservadores uuc Ihes sao subordinado.
o. as occasies em que sobrevier n'algunia liarte do seu ter-
mo algum estrago extraordinario, chamar os conservadores d.
ri* BVIridvilu^22n^.SL^aS 'le "**"" V* provin_ lermo P"" acudirem com mais promptido ao accidente, dando par-
SJS^^^TS^ISSUS$ ********* *sg- te "-mediatamente do aconteciu.euto ao respectivo engenheiro, afn,
gundo, tercoiro, quarlo e quinto districtos, em que se acham divid- de que esto providencie a respeilo.
dos os rabalhos da rcparticao das obras publicas Art. l. Para ser nomead,"conservador carece :
Arl. 2. A extensa total das estradas de cada districto ser di- 8 1 Ser livre
v.d.da en. tantas seccoes guamasforera necessaras f Ter mais de detallo aunos de idade e menos de quareu-
Art. i Uda seccao devera ter de um a tres kilmetros de ex- ta e cinco
tensan- conrornic a natureza do terreno. g 3.. m adecer enfBrnijad algullla que m,on. a.w ,
ArL i.'Uservico de cada sec.ao sera ftito por um trabalha- traballio diario e atsiduo i ni
TraZllifri nTs'.^hl H^t* *" eAraiii--0 1ual ** 8 4-' Ter j trabalhado na.cons.rucco das estradas ou ser pra-
e traballiara na >ua ooa con>enacao. tico de trabalho desta natureza.
.-.^vMwkl !i Z!B?Jx ?S ""*! um,ara um lermo' 5-" prov:,r >* miaeto ou probidade, quer por atlestados
S&dlKfStTSi.^SiS^t- Cab lco"smiV1<'-' ()"e- e auu-ridade pol-ial, quer por oulro qualquer meio adequado.
r .nspvalnrP, ^J^tU?" "** V,g,ara S"bre frato,,ltt d0S Serii P"fc"dos os concurrentes que, rcuuiudo as qualidadcs
consenauorts uo >tu ernio ;i(.ima iIuicadas, suuberem ler e escrever.
car omneic e"gunhe,ro du dU*teo Q ao ***** emjKra lu- I'ara cabos conservadores sera cscolhdos os conservadores
8i'p1imiTHn.l.imi,nr,u.ri n j i que, sabendo ler e escrever, forem mis intelligentcs, zelosos e oxac-
nnnl BMl^nx nnr aESE^ 'rabalhos dos conservadores o toa no eumprimento dos scus deveres e de n.elhor comportamento
Uien8%l ?>a\siaii^af?n r.Jk,. ,, Arl- As mullas em que iucorrereui os conservadores das
1 .da diJEELSSffiuSS* il i" Crt,,S(,rvadores ?oble estradas serao arbitradas pelo engenheiro ou conductor do districto
I^T estrada, indicando si o conservador merece e segundo o trabalho executado.
5F t Mniiir i,, nijfci i A ." 1 .. Arl. 12. O conservador de estrada que for multado consecuti-
t^^^nceZ^Zt^ntt fra',a,n' "'ab,',lh0 eX" vameD,e p,,r ")i,is dt ,rez VM,'S fera ''"1 ataiente demittido. .
n. riovpri S Xr ?",T.T0* (," e"CS Perccbere,n> no | Art. i. Durante o servieo o conservador coligar sobre a es-
qne de v hlo* o en tero e justira. Iradai no ponto em mic estve' lraba|lianJ> uma b.,nderada feita
tyS^%X mi,,ros de coniprimeiito, armad, de ferro na
""Tk ."?* S- pSp,Z\? ,ul a ponta e em ci,ua t,t "'a chaPa de reT0 tendo inscripto dos dous
a. 1 ropor ao engenli. ir. ebefe os conservadores que esto- hdos o numero do termo e da seccao
ZXiSfifl TTem UU de Perderem 8ralilicafies into-, Ar,. S o'vencimeto 7e ida'conservador de estrada ser
de 30*000 mensaes e o do cabo conservador de 3500O.
Art. lo. Os pagamentos senio por quinzena e feitos pelos agen-
tes pagadores : os da primeira quinzena serao feitos entre os dias
18 e ti, e os da segunda quinzena entre os dias 2 e 6 de cada mer
gea.ro enere, sob proposta do engenheiro d. respectivo d.s- Arl 16. Os engenheirus ou conductores deverao preencher as
rt 8" 0< coimprvadnrp* rpiairiA .,, ;mmr.A- a formalidades dos 1 e 2 do art. 10 : na primeira quinzena entre
-eceOeV'e serao L^aWaZ rS ?,?,. ^Jm3S&m d !T M dias ^ e 17 e na segunda entre os dias 27 e 30 de cada mez.
t"tral nms.7n^n?;,d, 22? ", f*"* V "2 ""^ ArL ,7- Si conserva.lor ou respectivo cabo, durante dous
intrnente no estado normal ou de resta- unios de exercicio.se mostrar zeloso no cumpliment de seus devo-
res e nunca tiver sido multado, ter alin de seus venrimentos a
gratificaco de 5000 mensa ,-s.
i Arl. 18. Si, depois de ler oblido a gratificaco, for multado
por mais de tres vezes, a perder inmediatamente.
Art. 19. Os conservadores terao por distinrtivo urna jaqueta de
brim pardo e um chapeo de palha, lendo em roda da copa uma cha-
pa de cobre, onde estar cscripto em letlras recorladas a palavra
Conservador.
Os cabos conservadores trario, alm disso, no braco esquerdo
um braral de panno encarnado.
I Art. 20. Os conservadores permanecern as estradas lodo* o-
dias uteis, desde o nascer do sol at seis horas da Urde, excep-
ar.
que fal-
aV.
$ 6. Pedir a denn'sso dos conservadores das estradas, alle-
gando as causas que a isso derain linrar
Aft. 7, Os eonservado.es serao Lineados e demittidos,lo en- Z^Ztol^Zfa*
Mie.ro chefe, sob proposUa do engenheiro d, respectivo dis-1 *SVS*3S
de man ter a
bPlece-la ueste
se con
la ueste estado, quando alguma ruina sollia, fazendo que ella re
serve sempro secca, lmipa, igual c firme, para o que deverao : Br
!. Trabalhar diariamente na sua conservaco. i
z.
3.
4.
Alterar
Boev
poutes que csti-
e trazer abahulada e limpa a estrada.
reptaalar de reta os taludes.
Desobstruir e roear as vallas, bombas e
verera eomnrenendidas na respectiva seccao.
5. Dar des|iejo s aguas, cavando as vallas e canos, e prati-
cando, si preciso for, as margeos da estrada para escoamcuto da
uiesmas, pequeos cortes, que tero o cuidado de encher loao que
a agua > stiver escoada.
6. Igualar as margeas da estrada e os taludes.
la na! marg^ t^JSZS?& dflflBBR ^^SSft ff^ ^i^ete^ni
, |ii sei uepuis uncaaa lora, si Art. 21. Alem da chapa de cobre e da bandeirola de qu
houver lugar.
% 8. Kspalhar essa lama, deoois de secca, as margens da es-
trada, no caso de precisar, e Janear o resto nos terrenos vizinhos da
estrada.
No caso de ter a estrada um empedramenlo, concerta-lo
com as pedras muirlas, depositadas para esse fim as margens das
estradas, e nianler sempre sua convexidade e seu bom estado
lam os arts. 13 e 19, a cada conservador se fornecer custa do
governo as ferramentas e utensilios seguinles :
Um carrinho, uma marrla, uma p de ferro, un soccad >r,
uma enchada e-um cordel de dz braras com suas-competente
estacas.
Essas ferramentas deverao ser conservadas em bom estado e
substituidas |ior outras novas, quando estas nao possam mais ser-
cusu dos conservadores quando por elles forem extra-
caso de (nlrarem os conservadores a essas obrigacoes, o en-
genheiro ou seus agentes tomarao as providencias convenientes para
serem feitos os concertos ou substituicoeSiiiecessarias, e o reembol-
so dessas despezas iarse-ba por descontos mensaes, que nao pode-
ro exceder sexta parte do ordenado.
Art. 22. Cada anno, sob propalado engenheiro respectivo, po-
dera ser outorgada pelo engenheiro chefe ao conservador de cada
estrada, que mais merecer, uma gratificaco que nao ex:edera um
e plantaroes que se mez de ordenado.
A inesma poder igualmente ser outorgada ao cabo etnserva-
inais relevantes servicos, precedendo em am-
pprovacao da presidencia.
Todo o conservador que nao se achar no >eu posto na
ou otitro qualquer caso urgente "^" '" C elrada poder !er l'unido C0M P8 de "'tS dias dc vencimentos
An. 9. Aos cabos conservadores, alm de deverem executar ,,re""a "* ^ ^ n-se""ndae cmn *>*a terceira.
reni dadas pelos engenheiros respectivos para se executarem as ore-
cedentes disp.isicoes. y
11. Soceorrer gratuitamente os conductores de carne e ou-
Iros viajantes, no caso de Ihes sobrevir algum accidenle
12. Vigiar em todas as infraccoes polica das estradas e que
forem eonunettulas as suas seeoSes, como cdilicarao do casa, mu-
re, cerca ou ontra quUquer.obra, sem a competente licenra nreli-
nunar e cordear.ao ou alinhamentos, depsitos e plantacoJs que si
fueren] na estrada. *
rB,mDl;v Participar essas nfracedesao engenheiro por uma cor- d'.r ftmTer\rSa?o
ropo. lencia d.recu ou por intermedio do cabo conservador. (s ca!l".Kl5
| '' o engenheiro do dislricto em trabalhos graphi- W M S cr
^\.d.r:m..da.se55ao,,u lora della- ^ando for por motivo deVoias -ina\2J,J2
nas sua secc;oes, que serio menos extensas
conservadores, oque fica determinado no aVtig3"antdelo,Tcuin-
do que as dos simples
be-lhes lambem
$ !. Acinpauhar os engenheiros conductores ou outros
-fu (oSterUmo10UVre"' exa,"inar servi,;0 d;,s estradas na exten-
iJil" Vi'ar na execugao que os conservadores do termo do
oden ,,"a reCebere'"' para 1ue s*0 -'cientificados destas
Os que apezar di nao se achaiem auzentes, nao tiverem traba-
hado bastante no mez ou prestado bastante cuidado ae seu serp-
eo serao punidos com a multa que Ihes for imposta pelo engenheiro
do districto; a qual nao exceder terca parle de seus venc-
mantos
Repartieo das obras publicas, 10 de jun' o de 1873.0 enge-
nheiro chefe, Jos Tiburcio Pere-m de M>yalh<~ies.
Approvo. Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de junho
de 1873. Lucena.
Governo da provincia.
UflMjm DO DA 9 DE litio DE 1873.
1." seemo.
Actos :
vineia, resolve conceder-lbe seis mezes de licenca Ao mesmo.-Attendendo ao que requeren
para ir ao Cear tratar de sua sade. o proprietario do engenho Sicupira, Francisco de
O presidente da provincia, attendendo noque Pinho Borges, autoriso V. S. a mandar concertar
requereu o coronel honorario do exercto Alexan- nas officinas desse arsenal, mediante a competen-
dre de Barros e Albuquerque, o tende a vista a le indemnisar=ao, urna machina centrfuga, que
inforrna.o do brigadeir commandante das armas, para esse fim Iho ser apresenlada por parte da-
datada de 7 do correte sob n. 486, resolve no- quelle proprielaiio.
mea-lo interinamente para couimandar o deposito Ao director interino do arsenal de guerra.
de reerntas. Mande Vine, fornecer ao brigadeir inspector d'-s
'0S corpos desta guarniro os utensilios constantes do
_Ao brigadeir commandante das armas. pedido junto, para uso da inspeeco djs mesmos
t-onstando de aviso do ministerio da guerra, dc 8 corpos, os quaes serao restituidos a esse arsenal
de abril ultimo, ter sido indererido o reqnerimen-1 logo que termine a referida inspeegao.
to em que o anspecada do 9" batalhio de infanta-! Ao mesm). -Por parte do commandante das
ria, Cyprtaao Jos de Sant'Anna, pedia baixa do armas Ihe serao mandados apresentar os calcetas,
servieo militar e o abono da gratificaco de 300<,! Joaj Flix Crrela da Cimba, Fidelis Jos l'ereira
a que se julgava com direilo por haver feito a' dos Santos e Vicente Ferreira da Frailea, empre-
caupanha do Paraguay na qualidade de guarda gados no servieo da fachina do forte d Buraco,
nacional designado, assim o communico a V. Exc. os quaes esto com as pernas indiadas por serem
tando de aviso da repartieo da marnha, de 26 de para a reserva, ieaudo aggregados ao balalhao des-
aonl ultimo, terse niquella dita concedido a se servieo.
Francisco de Paula RoJriguss de Almeila, que O presidente da previncia attendendo ao que
serve interinamente o cargo de escrivib do almo-: requereu o alferes di 3 batalho de infantaria
municipio do Becife, Augusto Pater Cesar, e
Jo em vista a-informacao do respectivo com-
mandante superior, datada de 6 d* frrente, sob
n. 600, resolve que ao mesmo alferes so d guia
de passagem, nos termos do art. 45 do decreto n.
O presidente da provincia, attendendo ao que xarifado desse arsenal, o vene.imento de 3' eserip- do i
requereu o capitao de mar e guerra reformado, tur irlo da mntadoria de marnha ; assim o com- ten J
l.udgero de Salles e Oliveira, residente nesta pro- munco a V. S. para seu conliecimento. inac
1,130; de 12 de marco de 1853, para a cdade de
Penedo, ua provincia das Alagoas, onde pretende
fixar o seu domicilio.
para seu conhecimeoto e afim de fazer constar
aquella prara.
Ao mesmo. Tendo nesta dala nomeadQ o co-
ronel honorarieylo exercto, Alxandre de Barros
e Albuquerque, paira commandar interinamente o
deposito de recrutas ; assim o communico a V.
Exc. para seu conhecimenlo e fins convenien-
tes.
Ao mesmo.Mande V. Exc. por em Hberdade
03 recrutas, Manoel dos Santos Reg e Pedro Jos
de Sant'Anna, Trfo terem sido julgndos incapazes
do servieo militar, segundo eonsti do termo de
mspecfao annexo ao seu officio de 8 do eorrenle,
sob n. 493.
Ao mesmo. Nesta dala expuco ordem ao
director interino di arsenal de guerra para man-
dar substituir por outras as manilhas que pren-
dero as correntes dos calcetas empregados no ser-
aje da fachina do forte do Bnraco, de que trata o
ufflcio de y. Exc, de 7 do crrente sob u. 485,
?pie as iin respondo
Ao mesmo.Sendo-me declarado por aviso
de ministerio da guerra, de t do crreme, baver-
M expedido ordem para qne siga no da 15 desle
me? al o Para, onde se acha o !! batalhio e
infantaria, o alferes Feneb>n da Annunciaco Fr-
ifto. permittindo se lli; demorar nesta provincia
at a partida do seguinte vapor ; assim o commu-
nico a V. Exc. para seu conliecimento c ffns con-
vestiente.
--* Ao brigadeir inspector dos corpos. -Nesta
data expeeo ordem ao director interino do arsenal
de guerra para mandar satWazer a V. Exc. os nten-
Hica constantes do pedido qiie veio annexo ao
seu offlcio de 8 do eorrente sob n. 15, qne ca as-
ftim respondido.
Ao inspector do arsenal de mariaba.Lons-
W manilhas inuito grossas e ajuntadas aos ps,
afim do que Vmc. mande trocar as referidas ma-
nilhas por outras.
2.' seccao.
Actos :
- O presidente da provincia designa para o
consclho de julgamento do soldado da 9' eompa-
nhia do corpo de polica, Severiano Goncalves da
Maia, que tem de responder pelo crime de insu-
bordinado : presidente, o matar Joio Francisco da
Ctmha ; auditor, o Dr. adjunto do promotor pu-
blico da cap tal ; vogaes, tenentes Jos Carlos Vi-
tal e Camllo Machado Freir, alferes Flix Anto-
nio de Alcntara, Francisco Ignacio de Moura
Gondim e Marcolino da Casta Raposo.
- 0 presidente da provincia, attendendo a qu
o alferes se retario do batalhao n. 27 do munici-
pio de Caruar, Luiz Antonio Cordero, allegou
n.io poder elfectuar a sua passagem para o bata-
Ihode Pancllas, con*' pedir e foi Ihe concedida
por portara do 2 de abril nltimc, e sim para o
de Bom Conselho, visto ter sido nomeado 1* tabel-
liao c escrivo de nrpli^os du termo do mesmo
nome, resolve que nesla conformidade Ihe seia da-
da a gua de passagem, de que trata o art. 45 do
decreto n. tftO, ie I! de margo de 183?.
- O presidente da provincia, attendendo ao que
rnguereaam Bernardino Cesar de Mello e Adolpho
Teixeira Lopes, este alferes e aqelle tenente, am-
bos do 6" balalhao de infantaria da guarda nacio-
nal de Olinda, e a vista da informacao do respec-
tivo commandante superior emoniciode 3 do cor-
rente e pareceres da junta do ade, que os jal-
gou incapaces do serric/o activo da msma guarda
nacional/ resolve tonsferi-los, de conformidade
eom. o decreto n. 3,0R)tde 8 de jnlho de 1865 e
art. 19 da le n. 6>S de W de setembro de 1850, ment desse ofJWal e r'emeftido na uicsma daU
0 presidente da provincia, de conformidade
com o disposto no arl. 6, 4 parlo segunda, do de-
creto n. 4,824 de 23 de novembro de 1871, e in-
formacao, em ofllco de 6 de setembro ultimo, do
juiz de direilo respectivo, resolve dividir o termo
d'Aguas-Bcas, da comarca do Bom Consclho, em
tres districtos ospeciaes, era cada um dos quaes
Qxercer as attrbuicoes, de que trata o etade ar-
tigo 3", o supplenle do respectivo juiz municipal
e do orphios : 1 dislricto, o distrelo da subdele-
gada da villa ; 2 d stricto, o districti de Assure-
na ; 3o distrclo, povoacao Mobamb, Aguazi
nha, Lavagem e Casa Nova.
0 presidente da provincia, de conformidado
com o disposto no art.fi-, % 4 segunda parto, do
decreto n. 4,824 de 23 de novembro de 1871. e
informacao do respectivo juiz do direilo em ofllco
de 13 dedezembro prximo passado, resolve divi-
dir o termo do Buique da comarca do mesmo no-
me em tres districtos especiae?, em cada um dos
quaes exercer as attribuicOes de que trata o ci-
tado artigo % 3o o suppltnte do respectivo juiz
municipal e de orphos: districto, Buique e a
povoacao do Carnoro ; 2' districto, a freguezia da
1'eJra ; 3" districto, a povoacao de Gamelleira.
OOJeios :
Ao commandante superior do Recife. Ao
alferes do 3* batal io de infantaria sob o seu com-
mando superior, Augusto Pater Cesar, que vai
estabelecer o seu domicilio na cidade de Penedo,
-provincia das Alagoas, man- V. S. dar a compe-
tente gua de passagem, nos termos do art. 45 do
decreto u. 1,130 de 12 de marco de 1853.
Ao commandante superior de Garuar.
Expeca V. S. suas ordons para que ao alferes se
cretar;o do balalhao 27', Luiz Auloaio Cordero,
nomeado Io tabellio e escrivo de orphos do ter-
mo do Bom Conselho, seja dada a guia de passa-
gem para o batalhio do municipio daquelle no-
me, onde val elle flxar o seo, domicilio, nos termos
do arl. 45 do decreto n. 1,130 de 12 de marco de
1833.
Ao commandante superior de Garanhuns.
Expeca V. S suas ordeis para que ao alferes do
batalhio 31' sob o seu commaodo superior, Anto-
nio Serapio da Rocha, se d guia de passagem Lds relacAo e'conta.
para o batalho da villa, dotraip na presidencia
das Alagoas, onde flxou a sua residencia, confor-
me foi determinado por1 despacho desta provincia
detft.de setembro de !8tli.broforido no re<|uAri
para a devida execucu.
o c ininandante superior de Santo Anto e
Escada. -Para que se possa resolver sobre a ma-
teria da reuresentaedo que V. S. resumi com o
seu offlcio de 25 de abril ultimo, cumpre que me
sejam remetlidas as informacoes prestadas pelo
ex-c inimandanu- interino e pelo actual do bata-
lhio 23* da guarda nacional sob o sen commando
superitar, as qaaos deixaram de acompanhar o ci-
tado offlcio.
Ao juiz de diris da comarca do Buique. -
Para seu cunhecimento e fins convenientes inclusa
remello or copia a portara desta presidencia,
dividindo o lermo de Buique dessa comarca em
Ir districtos especiees, do conformidade com a
informacao desse juizo de 13 de dzembro ultimo.
Aojuiz de direilo da comarca de Bom Con-
selhi.-Para sen conheciii.eiito e lins convenien-
tes inclusa remetto por copia a portara dista da-
ta, dividindo o termo de Aguas-Bellas, dessa co-
marca, em tres districtos especiaes. de confoimi-
dade com a informacao de se juizo, de 6de setem-
bro prximo passado.
Ao commandante do corpo de polica.Ex-
pera Yin. suas ordens alim de que uma praea
desse Corp > acoinpanhe o teuento Jos Carlos Vi-
tal, que tem de seguir Moje para Caruanu', onde
vai commandar o destacamento ; devendo ella, ou
nutra em subslituico, regre-sar quando dalli vol-
tar o offkial, que actualmente se aeha comnian-
dando aquelle destacamento.
Ao mesmo.Pode Vmc. eliminar do corpo
sob o seu commando, os soldados, Miguel Bezerra
Nery de Amida Cmara Xravassfi. Jos Francisco
de Lima, Joaquim Soares da Silva e Jos Ignacio
do Prazeriw, e remelter o ultimo delles para o
exerciln, eomo pede em seu offlcio n. 2">3 do *or-
rente.
3.' sccco.
Actu :
O presidente da provincia, tendo em vista a
demonsiraoao da conladoria da tbesouraria de fa-
zonda, do 8' do crrente, resolve, nos termos do
decreto n. 2,884 do | de fevereiro de 1862 art.
5' 7*, autorisar sob a responsabilidade da mes-
ma presilenca um crdito na importancia de
14:0325120, alim de poder a mesma ihesoura-
ria, em virtude do decreto n. 2,103 de 8 de feve-
reiro ultimo, occorrer uo actual excrcicio despe-
za a realisarse com o pagamento do augmento de
sold dos offlciaes da armada, corpo de sale,
culto o fazenda, pracas do balalhao naval c ma-
chimstas, visto nao ter baixado al esta dala do
Ibesouro nacional a competente rdem para tal
pagamento,
Offlno :
Ao inspector da IbeMuraria Je fazenda.-
Constan i de ollico do brigadeir cominandanie
das armas ler o director do hospital militar en-
trado no lia. 7 do eorrente no gozo de dous me-
zes de licenca, que Ihe fji coneeJid por portara
do ministerio da guerra de 27 de. marco ultimo,
assumido aquelle exercco o cirurgiao-mr de bri-
gada graduado Dr. Fortunato Augusto da Silva,
que serva interinamente de piimeiro medico ; as-
sim o communico a V. S. para sen coulieciieol.
Ao mesmo. Constando do aviso da reparti-
eo da marnha, de 22 de abril ultimo, ter-se na-
quella data concedido a Francisco de Paula Rodri-
fes de Almei'da, qne serve interinamente o car-
go de escrvo do alinoxarifado d arsenal de ma-
rnha drsta provincia, o vencmento de 3 escrip-
lurar.i da contadora de marnha ; assim o com-
munico a V. s. para son cinhecment'.
to mesmo. Transmit > a V. S copia da por-
tara desta dala, pela qual resolv, em vista da de-
monstracao da conladoria dessa thesnuraria. aulo-
rsar, de conformidade com decreto n. 2,884 do
1* de feveiro de 1862, art- 5* 7-, sob a responsa-
bilidade. da prevdoncia, um crdito na importan
ca de I4:03l20, alim de p.i.Jer essa repartieo
em virtude do decreto n. 2,105 de 8 de leven iro
deste anuo, occorrer no actual exercco despeza
a realisarse com o pigament do augment de
sold dos offlciaes di armada.corpo de saude, cul-
to c fazenda, pravas do balalhao naval e machi-
nistas, vist; mo ter at esta dala baixado do the-
soiim nacional a competente ordem para seme-
Ibante pagamento.
Ao mesmo. Tendo por portada desta data
nomeado interinamente para commandar o depo-
sito de recrutas o coronel do exercto, Alxandre
de Barros e Albuquerque ; assim o communico a
V. S. para o seu conhecimenlo.
ao mesmo.Para os lins convenientes com-
muin'co a V. S. que o bacharel Luiz da Silva
Guarni, iuz municipal do termo do Buique e in-
terino de direito dquella comarca, n>> L* do tor-
rente enlrou no goso da licenca de 30 das, que
Ihe fui concedida, passando o exercco do ultimo
dos referidos cargos ao 1.' supplenle do juiz mu-
nicipal, commenddor Manoel Pessfia Civalcante
de Albuquerque.
Ao mesmo. Para os ns convenientes com-
munico a V. S. que o juiz municipaLe de orphos
do termo de Se.inhiem, bacharel Augusto Egydio
de Castro Jess, contina no gozo da licenca, que
Ihe foi concedida a 5 do mez prximo passado e
prorogada por 15 dias a 6 do eorrente.
Ao mesmo. Attendendo ao que expoz a
baronesa de Amaragy no incluso requermento, a
que a Ilude sua informacao de honiem sob n. 788
serie C, resolv, hjs termos do arl. 43 do regula-
ment do l.- de dzembro de 1871, relevar a su-
plicante da mulla imposta pelo colleclor do mu-
nicipio da Escada, por nao ter ella matriculado no
prazo da le quat o mancas, filhas de suas es
cravas.
Ao inspector da tbesouraria provincial.
Para satisfacer o disposto no aviso do ministerio
dos negocios da fazenda, de 15 de abril ultimo,
junto por copia, remetame V. S. com a maor
brevidade possivel copia do contracto celebrado
por esta presidencia com a empreza de canalisa-
co d'agua potavel da cidaile de Goyanna, infor-
mando ao mesmo lempo com o que Ihe occorrer a
respeilo do exposto no diado aviso.
Ao mesmo. Em vista do incluso pret em
duplcala, mande V. S. pagar ao Dr. Jos Joa-
quim de Almeida Nobre os vencimenlos do desta-,
cameiito da guarda nacional estacionado na cida
de da Victoria, relativos ao mez de abril uhimo,
segundo solictou o respectivo commandante su
peror em offlcio de 2 do eorrente.
Ao mesmo. Annuind ao que solclou o
tenente coronel commandante do corpo de polica
em i-fllcio de honiem sob n. 256, autoriso V. S. a
maridar abonar dous mezes de vencimenlos ao
tenente daquelle corpo, Jos Carlos Vital, que
vai substituir o commandante do destacamento
existente na cida le de Caruar.
Ao mesmo. -Mande V. S. abonar dous mezes
Je vencimenlos a 7 pracas, inclusive t sargento, do
corpo de polica, que vo destacar em Bom Jardim,
de vendo esse abono ser contado do 1. do corren-
te, conforme solclou o respectivo commandante
em offlcio de hontem sob n. 255.
Ao mesmo. A Joo Neponiuceno do Souza
ou a sen procarador mande V. S. pagar, vista
das inclusas relacio e conla, que f rara remetlidas
pelo Dr. chefe do polica com offlcio de hontem
sob n. 88i, a quntia de 4381400, despendida
durante or mezes de Janeiro abril doste anno
com o sustento dos presos pobres da cadea do
termo do Buique/ segundo indicara as menciona-
sustento dos presos pobres da cadea do termo do
Cimbres no mez do marco ultimo.
4.' iecfo.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o Dr. Joaquim Francisco de I'arias,
deao da catliedral do Olinda, resolve conceiler-lhe
3 mozos de licenca sem a respectiva congrua para
tratar de sua saude onde Ihe convier.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o Dr. Joaquim Francisco de Parias
regedor do gymnasio provincial, resolve conceder
Ihi 3 mezes do licenca com vencimenlos na forma
da le, para tratar de sua saude onde Ihe convier.
OIHcos:
Ao Exm. Sr: Manoel los de Freitas Tra-
nasos, presidente da provincia do Bio de Ja-
neiro. Itecebi o offlcio que V. Exc. me dirigi
em 17 de abril (indo, ao qual veo annexo um
excmpjar impresso do relalorio com que no da
26 de marco ultimo o Dr. Beulo Luiz de Oliveira
Lisboa passou a v". Ex:, a adminislracao dessa
provincia.
Ao Exm. e Bvm. Sr. hispo diocesano. Com-
munico a V. Ex*-. Rvma. para os fins convenien-
tes que por acto desta data conced ao Dr. Joa-
quim Francisco de Farias, deo da S de Olinda,
3 mezes do licenca sem a respectiva congrua,
para tratar de sua saude onde Ihe conv.-r.
Ao mesmo. -Sirva-se V. Exc. Rvm. de, na
parte espiritual, emillir o seu parecer acerca do
incluso eompromisso da irmandade de Nossa Se-
nhora das Dores, da povoacao de apoeiras, o qual
me ser devolvido e para esse fim veo annexo ao
offlcio do !. secretario da assembla legislativa
provincial, datado Je hontem %ob n. 50.
Ao provedor da santa casa de misericordia.
Em resposla ao offlcio de V. S., de 7 do cr-
reme, tenbo a dizer que pode a junta administra-
tiva dessa sania casa exce ler at a quanlia de
9:009000, como solicita, o crdito votado no
actual excrcicio para diversas despozas do bospilal
Pedro II, a!temiendo s razOes exporta* no citado
offlcio.
o.' seccao.
Offlcos :
Ao engenheiro chefe da rc)arli;o das
obras publicas. Em resposta ao seu offcio de 7
do eorrente sob n. 191,'tenho a dizer-lhe que a
obra da ponte de Pirapama n > deve ser recebda
definitivamente, mesmo em face do qne e.\|ioe
Vmc. em sen citado offlcio. Cumpre-lhe, pois, ad-
vertir ao respectivo engenheiro de que a respon-
sabilidade pelas fallas notadas nao recahem exclu-
sivamente sobre o conductor ; mas tambera e
principalmente sobre elle, que devia, sempre que
Uvessc de dar informara aos seo* chefes a res-
peilo do estado e execuco das obras a seu cargo,
- Ao mesmo. Recommando a V. S. que, &
vista da rolacao e coma juntas, mande pagar a
Pirmino de Oliveira Mello, conforme suHcitou o
Dr. chefe de poffcia em offlcio de i.ontem sob u.
8B5, a quanlia de 251^200, era que mpJituu'
r examinal as com aquelle zelo e intoresse que o
funccionario publico djvo mostrar no desempenho
de suas funecoes.
Ao engenheiro Joo Marlins da Silva Couti-
nho. Itemetlo-lhe para os devidos lins copia do
aviso do ministerio da agricultura, commerek) e
obras publicas, de 30 de abril ultimo, relativa-
mente descoberta de uma jazida de ferro na
Sena do Boi, e da qual dera vme. conhecimenlo
a e-ta presidencia.
Portaras :
Os Srs. agentes da companhia de navegaco
brasleira mindem dar transpone para a coito
por conla do ministerio da guerra, no vapor qne
se espera do norle, ao 2. cadete Felpp Fran-
cisco de Souza Meucourt, que se alislou nesta
provincia cun destino ao 1.* regiment decavalia-
ria ligeira.
Os Srs. Sgentes da companhia de Mvegaolo
brasileira mandem dar transporte para a corte por
costa do ministerio da guerra, no vapor que se
espera do norle, ao soldado adddo Thomaz Borges
Teixeira, qne pertence ao I. regiment de ari-
Iharia a eavalla
EXPEDIENTE DO BKGBETAIUO.
/.' seccao.
Ollicio :
^ Ao brigadeir commandante. das armas. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. Exc, em resposta aos seus nfflcios de hon-
iem datados, sob ns. 490 e 494, que nesta data li-
cam expedidas as convenientes ordens alim de se-
rem transportados corte o 2* cadete Felippe
Francisco du Souza Meucourt e o soldado 'Tbomaz
Borges Teixeira.
2.' seccao.
Oiicios:
Ao Dr. chefe de polica.0 Exm. presiJenle
da provincia manda declarar a V. S. que nesta
data expedio ordem thesouraria provincial, no
sentido de serem pagas a Joo Nepomuceno de
Souza e a Fumino de Oliveira Mello as despezas
de que tratara os seus offlcos de hontem sob ns.
884 c 8S5.
Ao commandante superior do Olinda e Igua
rass.O Exm Sr. presidente da provincia man
da declarar a V. S. que expedio ordem thesou-
raria provincial, afim de serem pagos os venci-
menlos dos destacamentos da guarda nacional de
que trata o seu ofllco de 5 deste mez.
Ao mesmo.- 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda comniuni.car a V. S. que por porta-
ra desta data c de conformidade com a sua mfor-
maco de 3 do eorrente forara transferidos para
o servieo da reserva, lcando aggregados ao res-
pectivo balalhao, Bernardino Cesar de Mello e
Adolpho Teixeira Lopes, este alferes e aquelle te-
nente, ambos do 9. batalho de infantaria da
guarda nacional do municipio de Olinda.
Ao commandante superior de Samo Aniao e
Escada.- D Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. que nesta dala expedio
ordem tbesouraria provincial, o sentido do se-
ren pagos ao Dr. Jos Joaquim de Almeida Nobre
os venc.imentos do destacamento da guarda nacio-
nal de que Ira ta o seu pfflcio de 2 do eorrente.
Ao bacharel Manoel Joaquim Ferreira Esle-
ves Jnior.-O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aecusar o rccebiinento do offlcio de V. S,
de 21 do mez prximo passado, communicando
ter naquella data assumido o exercco do cargo
de promotor publico da comarca do Rio For-
moso.
Ao promotor publico da comarca de Cabro-
b.-S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
aecusar o recebimento do offlcio de V. S., do !.
do mez prximo passado, remeltcido a rlaco de-
monsiraiiva du procedmento dessa proinotora no
mez de marco ultimo.
Ao bacharel Augusto Egido de Castro Jess.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda ae-
cusar o recebimento do offlcio de V. S., de 6 do
eorrente, participando continuar na licenca que
Ihe foi concedida a 5 do mez prximo paisado, e
prorogada a 6 do eorrente.
Au juiz municipal do Buique, bacharel Luiz
da Silva Gusmo.-O Exm. Sr. presideule da pro-
vincia mauda aecusar o recebimento do offlcio de
V. S., de 1 do eorrente, commuuic-undo ter na-
quella data enirado no guzo da licenca de trnla
dias que ke foi concedida.
Ao commandante do corpo de Boijia.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., que nesta data expedio ordem thesoura-
ria provincial, no sentido de ser feito e abono de
que traa o seu offlcio de bqntem sob n. 155.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da pro-,
vineia manda declarara V. ., em resposta-ao seui
ollicio de hontem, qu neaU data aulorisou-se a
thesouraria provincial a mandar abonar dous me-
zes de vencimenlos ao lente desse corpo Jos
Carlos Vital,'que vai substituir o commandante do
desiacairs.'Mo existonte na cidade de Caruar; e
quanto ao abono da ajuda de cusi a que tem di-
reilo esse offleial, cumpre que seja por V. S. indi-
cada, nos termo; do arl. 3." da le 5. 787 de 11 de
abril de 1868. .
5.' uccao.
Offlcio :
Ao gerente da companhia pernambucana.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar
recebido o offlcio de V. S., de 7 do eorrente, no
qual participa que osvapores Pirapama e Giqui,
dessa companhia, segurao para os portos do norle
e sul al Granja e Aracaj no dia 15 do eorrente
s 5 horas da tarde.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE 16 DE JULHO DE
1873.
Antonio Leonel de Alencar.-Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Anna Francisca de Lima.Informe o Sr. ins-
pector da tiesouraria de fazenda.
Bacharel Aureliano Augusto Pereira de Cam-
ino.Informe o Sr. Dr. regedor do gymnasio pro-
vincial.
Angelo Custodio de Abren. -Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Bebniro Ferreira da Ponceca Cadaval.-Deferi-
do com offlcio desta :iata thesouraria de fazenda.
Candida Mara da Con^eic Seja poslo em li-
berdade.
Cyrino Jos da PaixSo. Informe e Sr. inspector
da thesouraria dc fazenda.
Camarina Mara d'Aviia. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Francisca das Virgens d'Alexandria -Informe o
Sr. Inspector da lhesourciria.de fazenda.
Major Jos Joaquim Aniones. Informe o Sr.
engenheiro chefe da repartieo das obras publi-
cas.
Capillo Juo Nunes da Silva.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Tenante-coronel Jos da Silva Pessoa. Deferido
Cota i'ffl'io desta dala dirigido cmara munici-
pal da villa do Rom-Iardim.
Leandro J'.Ho de Souza Barros. Sm.
Conego Lino do .Monte Camello Luna.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Bacharel Lniz Antonio Pires.Certifique.
Manoel do Carino Bibeiro. -Sim, satifeito; os fo-
ros devidos c pagos os direitos naeonaos.
Manoel Valentim dos Santos.Remettido ao Sr.
engenheiro agrimeiisur para demarcar e medir o
ierren) daldcia, afim de serem distribuidos pelas
familias dos aldeiados al i i estabeljcidos.
T. C. Barcellos.-Dse.
Secretara da presidencia de Pernambuco, 17 de
j ti Iho de :873.
O porlero,
Silvino A. Rodrigues
'
Reparti^Ao da pwlicia.
scelo. Secretara da polica de Pernambuco,
i7dejulho de 1873.
N. 1263.Ufan, e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que dis commtinicacoes recebdas hoje, consta que
forara recolhidos honiem deteneo os lodjvjdoos
segrales:
A' minha ordem, Jos Candido Ferreira da Sil-
va, Manoel Amancio Lcile Cabral, Manoel Romao
Bandeira, Joo Frrnaudes da Silva e Jos Laa-
i'entino dos Santos, vindos do termo do Seri-
nbem.
A'ordem do subdelegado 'o Recife, o subdito
inglez George Thomaz Jemkius, 4 ru |ui. respectivo cnsul.
O delegado de Pane-Has cominnnicoii-mj por of-
ficio de 22 dc junho ultimo que, no dia 20, no silij
Valcntim, do districto dquella villa, fora mortal-
mente ferida Mara Jo. das Mcics, com um tiro
desfochado por seu prprio filho, menor de 10 an-
uos, que das" diligencias a que se procederam,
venliou se ser lodo casual semelhante, fasto.
Em data de 10 do eorrente communicou anda
o mesmo delegado que, no d a 7, do lugar-Bo-
queiro, lambem no dislricto dquella villa, Fran-
cisco Antanio da Silva ferio gravemente com uma
tacada sua propria mnmer, que sobre este faci
proceden a eorpo de delicio e proseguia-se nos
termos do nquerito contra o criminoso, cuja cap-
tura dilLvuciava.
Por offici. de 4 deste mez commumcou-me o
delegado de Aguas Bellas que, das duas para tres
horas da tarde do dia 30 dc junho ultimo, no lu-
gar denominado Snoto, daquelle termo, Joaquim
Ciraco dos Sanios, pronunciado all por crime de
fermentos graves praticados na pessoa de sua
propria mulher, por motivos de zelo, ferio mor-
talmentc com um tiro de clavnote a seu sobrina
Joo Jos do Nas -miento, pelo mesmo motivo, lo-
grando evadir-se, e que n mesmo dia c hora no.
lugar Quilombo, Joo Ferreira de Oliveira, des-
confiando da fidelidadc de sua molher, ferio mor-
talmente a esta com diversas tacadas, e poz-se em
fuga, viudo a offendda a fallecer tres dias depois.
%ie sobre estes fados o respectivo Dr. juiz mu-
nicipal fez 03 competentes corpos de delicio e pro-
segua nos termos da le.
Em data de-15 do eorrente de:larou-me o dele-
gado de Itamb que, pelo subdelegado d'aquella
villa j foi remettido ao respectivo Dr. juiz muni-
cipal o nquerito feito contra VcenteFcrrera da
Silva, pelo homicidio praticado na pes'soa de Ma-
noel Soares.
Segundo communicou-me o subdelegado dos
A togados, em offlcio desta dala, s tres horas da
tardo de hontem, estando Demetrio, escravo do pa-
dre Luiz de tal, a desfruclar os coqueros do sitio
de los Lucio Lins, naqudlle districto, de que
rendeiro Francisco Goncalves Silveira, succedeu
cahir um cco sobie a cabeca de Paula Mara do
Espirito Santo, que contra as reclama roes de di-
versas pessoas se achava entre os eoqueiros, re-
sultando disto fallecer ella instantneamente ; que
logo que teve noticia do fado, dirigio.se ao lugar,
fez a competente vistoria e prosegua nos termos
do nquerito.
Finalmente, a ordem e tran piillidade publicas
nao soffreram alteraco.
O que ludo-communico a V. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exe.-Illm. e Exm. Sr. com-
menddor Dr. Henriqne Pereira de Lucena, dig-
nissmo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Anionio Francisco Corma de Araujo.
PERNAMBUCO. .
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM 28DE MAIO
PRESIDENCIA DO SB. OLIVKIIIA ANDRAOE. .
Ao meio da feita a chamada e achando-se pre-
sentes os Srs. deputados Ralis e Silva, Freir Ga-
meiro, Antonio de Araujo, Pernambuco Filbo, To
lenlino de Carvalho, Goes Cavalcanti, Camboim,
Pinto Jnior, Joao Vieira, Gonijalves Ferreira, Er-
nesto Vieira, Oliveira Andrade, Mello Reg, Lacer-
da, Figueira, Gomes Prente, Lameoha Lins, Fir-
nno de Novaes, Oliveira Fonceca, Amorm Sal-
5ado, Joaquim de Araujo, Olympio Marques, Gue-
es Gondim, Amaral, Barros Wanderley e Alvaro
Ucboa, abre-se a seasao.
* So lidas e approvadas as actas da sessao-de 26
e reuniao de 27 do crrante.
O Sr. 1* SccacTABio di canta do seguinte
EXPBMRNTB
Offlcio* :
Do secretario do governo da provincia, remetien-
do as tnlorraac.oes minislredas pela thesouraru
-


'




nn------
Diarfo de Pcrnambuco
protwial aterra da pdlcXo de Joo EvnWg1r*ta| *rt* *> pfisrtnW 'rfpro^Mis na-cortil
da Sdv.i. A' infpi^i a ropfus.;n.
Do uHpmo, ten*|Lg # Difiri c ma* pacis
-la oilfSra municSjrBga ciliado, rerativamcnto
a urna reprosontalw'Wlbciedado Amor Bone-
licencia de talhaMrttt i'fe carnes verdes. A'
commissxo de negocios de cmaras.
Do mesmo, rcmcttendojis originaos
cees da assembla
resolu
tajead
canPnl
I.0J3. Archive
Petiedes :
t)e Jo< Augasto
liarlo do Livrame
desta cidade. A
De Meuro A C.
p Areia Preta,
posto que-exis
misso de orea!
a' lida ogppprovada' a redtcco do projeeto n.
9 de fWi
E I i Jo, jnlgado objecto do deliberacio e dispen-
sado la imnresso, a Teqnertriiento do Sr.-Gees
r.a " A nande a reforma do coaipromissn da irmauJade
das Almas da cidade da Victoria, de parecer que
dita reforma vj iipmvn-ada, adoptando-.* a re-
sotaf&j ssguinte :
- A assemlila legislativa provmeial de rVrnam-
buco resol ve :
Artigo unta. Pica Ippruvada a re'orina
do comprnmisso da innaadade das Alma* da ci-
dade ih Viet.H'ifi'.f'tm h altoroeoj fe,tas m orlo
de approvai>ie pela competente auloridade eecle-
sfrtMa ; revogudas a disposi'.es cm contrario.
>ala dM OtaMBlMOes, 27 de inaio do 187:. -Fr-
nino de Afora. L-imtnha Uns,
O S:i. Viriiu o". Mello (pela ordeid) doricta te*
a ommisso-encarroado de levar leis saneco
cumprido eom o seu dever no dia anterior e i|ue
respomleudhe o Exm. Sr. presidente que tomai a
na do,jd,i,consideraban os netos da assembla.
oni>i.M DO DIA.
Ia dtfcmwaO do projeeto n. 51 do anno passdo,
croando tima escola i!e instruooao primaria para
o nexo masculino no povoad'o de Beberibc de
Baixo. E' approvado.
21 dieusso co de n. rfdeste anno .que approva
.1 prorqgaQa 1 do contrato do calcainento da ei
dado.
Vai mesa e apoiado o seguate substitu-
tivo :
_ Artigo nico. Fica approvado o contrato
Caito pela presidencia eom o barao do Livra nenia
em 11 de fevereiro de 1873 para o ealeamonto
deMa cidade, observando se o seg< tinte :
1 que o oalcameiito s-ser exeeutadodous a-
il os O caL;amcn:o nao se dispenda mais Je 120:0)J
.iniiu.iliiieat', inclu-uve a contribuir.! dos particu-
lares 3" que so n.io emita mais apoces espe-
ciase para pagamento de til servir*.; i" que ne
nhum.i ra possa ser calcada sem orden) a rapar-
a Uyo das .dirs publicas, que determinar dentro
M systf-mas consignados no contrato qual (leve
ser uipregailo. Joi Vieira.
Puetu a rotos o substitutivo, foi empatado ve-
rifica-so, p irem, a vntaivio a r^iierimento do Sr.
Tolenlino de Carvalkta e approvado.
Entra em Ia di[
unm, i|M reguli o modo por que deve er feto o
-ion'; 1 iiKiriario de carros fnebres Resta ida le.
O Si. Pinto Jr.vtia faz consideracoes so
bre o projeeto em discusso, di/etido qu vota con-
tra o projeeto 11. G() por julgalo.no so iucouve-
ruente e yexat ni 1 para o puhlico, como pw pre-
o linar direilos al piiril ); de individuos que teem
st.ili.'Hi-iineiito- do i-;in.,s iuuetiivs tiesta cidade.
A-.-iin omo que adiu.ra tpw a Santa Gasa de Mi-
ser.-oi-ilia s agora>e Icmbrase de monopolisar
e*se m'vco, ipi.indo 1:1 1.1 no quem o (ar/a, nao <
lewbran'io JLsso no leinjtn en que nesta cidade so
iavj,! in;a casa dfl rario fnebres.
Qoauto parle Jit pri'jert>i irue trata do sni-
co lunrtuario, julaa o o orador, nessa parte nm
ver-lailcio) attcnlado, porque sondo esse servieo
ttmlie o nuiopjifaH 1 [io|j (Miiiraanie de carros
fttnolires, vai privar de 11:11 meio de vid 1 honesto
e do qual tira sua sul^i-'.oncia unja c'as>c de in-
d'ridoos pie so ocenpain em armar igrejas.
Depoii de ontra> cii:si lora .Oes, COBClue o ora-
dor dizendo que polas raides que cxpendju vota
contra o projeeto.
O Su. Olivkhu FoNT.EC\tiz lg:i:na.i epnsidora-
.oes sobre a materia ein discussio, manifestndo-
se contra o pn jecto.
Eu Oca empatado.
Continua a 1/ discussao do oreameato provin-
cial.
Ai!. 16 Continan) a ser arraealados os 3 por
cesto addicionaes de que trata a le 11. 777, rom a
mestua applicacao.
E approvado.
Ai". 17. O sallo verificado as contas do exer
- cieio de 1871 a l7-2 far parte da renda cobrada
por efeilo desta lii.
E' approvado.
Art. 1S. Fieao presidente da provincia autorisa-
d 1 a contratar coin queni melliores vantageus offe-
reeer a puUicavao das obras do vigario Brrelo,
codalo a proiiricdadedaUn m.-ssao e concedeudo
una salive.: :.-.oqi- nV. exceder a 2:0W50J(),
padendn, so [uljpr mais conveniente, mandar im-
piimi-las por costa lia proviucia, para o que abri-
r o crdito necossario.
E' apnrovad 1.
Art. 19; A quola rotada para auxiliar a publi-
cacaoda da fccit'a socledade Prooapdora da lns-
trueeae Publica snente -ei.i devida se a m urna
sociedado palmeara Hecist 1.
E' approvado.
Art. 20. O imputo le 10 por cada casa qtle
vender mercadorias fabricadas era par estrangeiro
sera devidu smente una vf, qtiaesquer q.te se-
jam as mereadorias qne -> venda na uiesma casa.
E' anprovadn.
Art. 21. Imci o presidente da provincia autori-
sado a mandar construir um nvsuumento que per-
petue a memoria do Cuide da Boa-Vista, poden-
1 laia osse litu dxpeu ler at a qua itia de.....
E' approvado.
Art. 22. Kica o presidente da provincia aulori-
- '' a mandar pagara Charlea B. Wignoks 2>i,
remuneraQao do arbitramento da quesiao Morniv,
I 'leudo para isso abrir o necessario crdito.
Vai mesae apoia-se a segninte emenda n G~ :
Ao art 22. Em vez de lOil, diga-se 201
libras. -.Vello Reg. t
Encerraba a encsalo o artigo posto a votos
t approvad 1, bem como a emenda.
sao da garanta estipulara.
. 1." Que apenas o i'en Itwrlito do ujufitfA^
d:is estalas exceder 4* pwcento ao anne, re-
verter em beneficio da proviu 'ia nm tteo ilesse
i'oiidiniento, anda .mesmo depois de pagar as ga-
rantas e juros desa.
2.* Que seja por asentes do governo pro-
1,09* 'vinC.IIHnValisadM as eosfns ihTfrota e despeza
das mesnss estraflas.
" S-3.*:Qae a mpreza.garantida, pagjte o orde-
nado-do ge.rtte fiscal por parte da provincia.
I V"Findo nprazojh privilegio da es!rai|a
garaatidaj podar a pro'vHnria desaprepriar a ce-
tra la moiiante Indemniscao do seu valor real, sen
calcular lucres ccssanles e fnturos.
O pagamento da indcRinisacao ser feto em
apolices o par ao premio nunca maior do ti por
nnetcpTa
Christo dlegu
aUfi-em inlielromt per emieewo de mais dea- iienoplaciio* do roeurso-cora.
unos de privilegio, como melhor entender o presi-
dente da provincia.
5." A aulorisacao concedida nesta le nao se-
r permanente e cessara coin o anno fluaneciro de
187.1a 187*
6.* O presidente da provincia dar os regula-
menlos qno f irem noeessarios, (cando dependen-
te-: da nporovaca da assembla provincial, se.n
projuizo da execnco.
$j Art. 3. Fi ;atn revogadas as disposiges om
fnntrario.
Paco da assembla legislativa provincial.- J.
* Meti faj. M'irqnes ih Stic*. Lnmenha
Uns.
Encerrada a discussao o artigo poslo a votos e
approvado bem como as emendas.
rt. 25. Fica o presidente da provincia sntori-
sado a contratar fora do paiz pessoas babililadas
para a cultura da canna 6 fabrico do assucar o a
comprar macliim.s e instrumentos agrarios para
seren cedidos aos agricultores da provincia, me-
diante indemniscao no prazo que se estipular.
E' approvado.
Art. 26\ Para occorrer as despezas que para es-e
(im orom uocessarias, peder o presi lente da pro-
vincia abrir um crdito de 10:000*iOO.
Vo mesa e apoiam-se as feguintes emendas :
Additivo. Fica antorisado o presidente da
provincia a mandar pagar ao delegad do termo
de Cimbros a importancia do pret de nina foiva
destacada d\V i para a freguezia de Aiaga de
Dalxn, allm de capturar o condtizir criminosos de
jit-a para aquella villa.Joo Vicira. OHreira
Sonseen. Ftrmino de or oes Cnmbotm.
Disposcocs geraes. Artigos additivfls. O im-
posto creado pelos .'3 e 9b* do art t6 das leis n."
963 e 961, restabolecido na do orcamenlo vigente,
e alterado no g 56 do art. 15 deste. ser cobrado
de quem fizer a transferencia, e nao d'aquelle a
quem (or a empreza transferida.
O presidente da provincia Qea antorisado a
conceder ao tenento-coronel Thomaz de Aquino
Cavbante, arrematante da obra da cadeia de
Bui pie, urna moratoria para pagar o que deve
fazenda provincial, tendo-se em vista o se-
gu nte :
I.0 Que nao seja a moratoria por mais de 5
annos.
2.* Que as propriedades dadas em anca fa-
zenda provincial liquem de garanta pela di-
vida.
3." Que ailivida' podar si-r paga em presta-
i;oes igltaes de 2, 3, V ( *> annos.
i. QdO sobre a importancia da divida so con-
le o premio de 7 por O/o desde a dala em que co-
neeop a ac.ao da fazenda.
o. Que poder ser relavado da multa imposta
pelo nao comeco de obra.
trO presidente da provincia tica autorisado a
abrir o crdito preciso, e a mand ir liquidar e pa
par o que se dever do aluguel da casa que serve
de cadoia na villa do Bulque, relativo a mezes de
uxercicto lindos que pie ti ver sido pago.-/, de
Mello /*/). J o Yie'mi.
Enterra 1.1 A discussao e posto a votos o arlig 1
approvad 1, bem como as emendas a elle apresen-
tanas, Dean lo prejndicada a ultima parto da de n.
71 asotanada pelo Sr. Helio llego.
Art. 7. Countiam em vigor as di^posicoes da
le.o. 1,061 art. 19 a 22, relativos arrecada-
gS >d" em duinon!os, salva a excepio da lei 11___
Vio mesa e apoiain.-so as seguimos emendas:
Art. additivo. -O preside He da provincia fifia
antorisado a emprestar cmara municipal de
Oiiad:i a quaiia de seis contos de ris para a
eonelusao das obras da paco munieind, cuja
(|uantia ser paga por pre>taeoes anntues de um
cont de ris pela municipalidad!'.t. Prenle.
< Fica a presidencia da provincia autorisada a
mandar pagar a D. Francisca das Cbagas Almo-
nia a qaantia de 54^00, importancia do alnguel
da casa que serve de cadeia em \ illa Bella. -J.
Yieira.
Encerrada a discussao e posto a volas o artigo
approvado e bem assira as emendas.
Art. 28. Tambcm cou'.inuam em vigor as dis-
^.
Sexta. feira 18 de Julho de 1873.
^% Em materias, parem. e^ir.'itaes e
i. Sr., rclevo.-pm V Ext a frauquon^nir
r qne ti 11 rcco:iltect ni i -ira mitra, ttitorir
ininv. sona m vigario do J.'siis Cbrito,
otins cosos proastos, Kxm. o llvnt. Mitioiio-
lila. ,/
Os negocios anenlos rcligio de Christo,
nosso divino Rcdcniptor, sao exclusivamente da
ate divina.
A sjtHasfl
ria relidioses
bis|)o reoebs-a
niaueira que oj>poder ce
te iiidepoadenle de-todo
.ja,
o Sfl
r^ifcsas, Fran-i P.**ss:{fcir sui'nh va^ir GHar:-
trau^wo-aerino de Bastos, D. MargaVida II. h
M/va. ^noelnicisco Monjes Dinir., Br. Ilonja-
min-!?^^ AzcWdb, Dr. Miguel .\. Ntiscimento F,i-
tosa e dous criados, Joo Luiz Fcrreira Ribeiro,
^ncisco Fructuoso Das, Dr. Juviniano R. Alvim,
lod
enie,iosi
a a sua mis-"
Nao so afode rocot
cor a sua icori'k i- on mato-
ircctainuntt de >^tis Christo,
wr inlerjicdio da santa s. lie]
tico completameaJ
der civil.
,rre* (".;i
lis tllhor-jmores, alfer
a, Clirijtovao de lien
venci dis Santos TVixeira.
Redri wieira e tima irin,'ntajor l* Ce-
Franca, Dr. Jos M. S. Contfnlio e
ando Roseng, Joaquim C. de Al-
. mo Fenandes Ferreira, Casimiro
ibeiro (ornes, E. Feotn, Isidoro Calir Walhson
no peder civil este Klni, Manart fianza l.oo Killio, Manuel Oliveira
Im
.. v ,T *------- ^..i. w-^. ...., ..H.I4UUS KKT.i^a i/.utf i-mu, .uanoui uim-iia
jus cucctOi fondo pr-teodm derivar o direilo do Maia, Jos Al vea Aguiar, Joayuin Adriao da Gamo,
Art. 23. Fica o presidente da proviffcia autorisa-
do a mandar pagar a Joao de Carvalho Soares
Brandao o accrescimo de obra que hoaver M es-
trada de Una a Pimcnteiras.
E' approvado.
Art 21. Fica o presidente da provincia antorisa-
do a mandar liquidare pagar o que tor ievido a
Sebastian Mendes Bandeira ftnimarSes, pelo forno-
cimento feilo ao quartel do Rio Fonnoso.
Vo mesa e apoiam-se as seguintes emendas :
Ao ar 2i. -A Joo Evangelista da Silva, sol-
dado do corpo de polica, o sold que Ihe for devi-
o.Arrtitjo >
A6 art. 24. -Accrescenle-se, e o que for de-
vido a Sebaslio Antonio do Reg Cavalcante, pelo
alngn -I da casa que servo do qfiarWI na villa de
Pao d'Alb). Gonfolees Ferreira.A. ie Araujo.
Ar. i. Fica o presidente da provincia auto-
risado : .
S I. A conceder privilegio cuja duraran nao
exceda a 60 annos a qualqnaf eompanhia u pes
soas qne so offeret-erem c un melhores garantas e
maioros vantagens publicas, a censtruir urna es
irada de ferro eonoaiicas, que pariindo das villas c cidades do
Jittoral on da zona da estrada de /erro de S. Fran
cisco, as ponha em conmanicacao com esta cidade
e o interior da provine.
i 1." A conceder as mesmas emprezas urna
garanta de jaros at 7 por eento, sobre o capital
que for empregado na eonrtrneco des estradas,
tu a vez que cada kilomelr >, comprehendidas to-
das as dspezas, nao exceda a *)Krt|;.
% 3. A admiitir modlficacSes nos ntralos I
das estradas de ferro j contratadas, podendo fazer
Ibes appliraeo do beneficio eootMo no g antece-
dente, uma Voz que. era eompensacSo delle obtentt
da pnrte dos mprezarirw eoncesees vantajosM
lirovneia.
V A construir por canta da eompanhia a
estradas fo Lrn wro e Santo Aotlo, se os eonira
noeicSes dos arts. 23, 21, 2" o 26 da mesma lei n
1,061.
E' approva lo.
Art. 2!. A Banca de que trata o art 2-j da lei n
063 continua a ser do 6;0!K)001
N'io liavenlo numero para votar-se,o Sr. presi-
dente dorigna n ordom do dia e levanta a sessao.
REVISTA. DI ARIA.
V(itoi-i)|;i|cs policiiis.Por portaras da
presidencia da provincia, de 16 do correte,
t iram nomeados :
2.a sappleote do delegado do termo do Triumplm,
Baln no Tollos de Meuezes;. subdelegado do tlis-
tricto do Triumpho, Mancel loaquim de Macalhaes;
subdelegado e t. supplente do districto de Sitios
Novos, do termo de Omicurv, Joo Silvejra Ma-
chado e Estevo Olympio da Cunha ; subdelegado
do l. districto do termo do Ex, Joaquim Agridio
llosa da Costa; 1. e 2." sepplentes do subdete-
tega lo dn districto de Preguica, do termo de Agua
Freta, Emilio Claudino Bezerra do Amaral e Jiis
Cornelio de Vasconcollos.
(iairla na< onu! -Por portaras da'pre-
sidencia da provincia, de 16 do corrente, mnden-
se dar guia de passagem para a provincia das
Alagoas ao lente cirurgiao do i. corpo de ca-
vallaria do municipio de Villa-Sella, Leandro
Justo de Soma Barros; foi nome do Beato Seve-
nano da Ponceca Pitia, capito da l. eompanhia
da soceo n. 16 d) servieo da reserva do nuinici-
piode Agua-Preta.
Santa Casa de Misericordia. Em
sessao da junta administrativa, de hontem, resol-
!. Porque a expressao mesma tu cavendi
h-oelrtiu ub (hfisli profundaiieuto hertica.
sanio de quem Se receia algum damno, v. g. vio-
lacao do direitos, por-uiaUcia uu ao muos por en-
gao. Logo o jus encend ah Ecctesin Christi
significa que a igreja jwe violar os diretos do
poder civil por malicia on por engao.
A primeira deltas hypotheses contraria
santiflade da igreja ; a segunda oflende directa-
mente a sua naltibidada
2* Porque a igreja eondemna positivamente,
como ear.trario ao onsino revelado, o pensar que
ella possa ignorar, os seus poderes e os-limites
dos inesmos; assim como coudemna tambcm o
jus enrendi, jus do beneplcito, jus do recurso
cora coutra os suppostos abusos das autoridades
eclesisticas.
E nao d.-ixa de ser menos condemnada essa
doutrina pelo simples fac > de lela admittido este
ou aquelle bidpo brasiieiro. Na igreja (Mtholica o
ijue constitiie criterio infallivel da vordade de nina
doutrina, nao o sentir particular de alguns bis-
os ; mas im o do episcopado unido ao vigario
de Jess Christo.
Recouheco nao s no governo mas em qual-
quer subdito meo, o direilo de appellar do juizo
da autorioade diocesana para o Exm. e Rvm. Sr.
areebispo, e coin maioria de razao para o do vi-
gario de lestis Christo, juiz infallivel em materias
do f e de costumes.
Em coucluso, Exm. Sr., lenho o mais vivo
petar de nm poder levantar a pena de ii-terdieto
que, em cumprimento dos sagrados devores-de
meu pastoral ministerio, lancei sobre as irmanda-
drs ijue nao quorom afaslar de si os macons, li-
ados com as mais graves censuras eclesis-
ticas.
Peje encarecidamente a V. Ce. se digne
ver uesla ninfea humilde resposla, nao falta de
obediencia, respeilo e cousideracao para com o
governo de Sua Magestade, a quem em summo
grao venero e acato ; mas um rigoroso dever te
consciencia.
Desde o principio dessa lamentavcl questao,
levci ao conhecimento do SS padre Pi IX,
como era dever meu, tuna liel rbate do que,
em desempenho das arduas obligacoes'de miaba
santa misso, cu havia feito e lencionava fazer :
e solicitel humildemente o seu jui'o irrefragavel a
respeito, inteiramenlo resoluto a lancar mo da
peona, para de um so trac i desmanchar ludo
o que eslava feito, se mssi m'o aconselhasse o
vigarw de Jess Christo. Mas, Exm. Sr., no
mesmo dia, na mesma hora, n > mesmo instante
em que s minlias mos ebegava o aviso de V.
Exc. acompanbado da rosolucio do cousellu de
estado, recebia eu, e pelo mesmo portador, a re-
suluiiao do iufallivel vigario de Jesns Christo.
Tenh i cm urna mo o aviso de V. Exc, por
:njo intermedio Sua Magestade o imperador me
erraste, retrocede ; e na outra o autogra
ibaquim Sndes Braga, Leandro Gonealves de Mol
lo: Laureutino Braz do Oliveira, Bernardo de Cas-
tro e uma-escra*, Jos T. dos Santo e u.c*-
cravo, Manoel Jos l'ereira Comes, Alexandre
Itnuxl, Julio Antonio Rodrigues, Manoel Antonio
ItoJrigucs, Dr. Amaro da Silva, Christiaui, Manoel
F. Vieira Dantas, Argemiro (escravo), Thomazia e
duas .gibas, Luiz I). Cnrinho, Antonio Francisco
io Costa Lim i, L. Schalte, A. Lembl
J
onza, Antonio Costa Lim i. L. Schalte, A. Le
Jos Vieira de Oli/oir, Olympio Pitanga, Carlos
Wlliam, 2 recrulas, i sentencido e 2 pracas, e di-
voros escravos a entregar.
ti
UBUMCOES-A PEDIDO.
diz
plio do immorial vigario da Infinita Magestade dos
ecos e da torra, por meto do qual o juiz incurran-
livel de uossas almas me diz : anidaste avisado,
contina t Nequimus non comniendare.......
zelum, quo tanto malo studuisti el studcs oc-
correr..... Plenam tihi potestatem facinms
procedcndi juxla cauouicarum egum seve ita-
lem iu ea spiritiialia sodalitia, qum per bae
i impielatem indolem suam tam f;cde vitiarunt,
tinque proseos dlssolvendi, aliaqne consociandi,
qua; nativa sua; instilulioni respondenl.
.t Certo de que a vontade de Deus, manifestada
pelo orgao do seu glorio>o vigario sobre a Ierra,
que eu prosiga no desenipimho de minba augusta
misso, com sentime-nto e dor profunda, outra res-
posta nao posso dar ao illustrado e bondoso go-
Vei/i'i .dL' Su;l Mjg*tode o Imperador, senao que:
beu-e oportet l)e> mugs, quaui liemnibus. .
Club jiirydico.Keunio-re lion'em esta
associacao. Depois da leilura do expediente, for-
mou-se o consellw do jury, que compoz-se dos
Srs, : iacon, Pereira Juuior, Ma'.hias, Auosnlio,
Augusto, Porto, Accioli Uns, David Madeira, Fre-
doeo de Andrade, R. Costa, Matheus, e Nubrega.
>ao se achanto presente o promotor sorteado, o
--r. Bertino de Miranda, o juiz de direilo ad htio.
Corroa de Brito, nomeau u Sr. abriel Baptita
para prodozir a acca&ajao, o que fez depois Ja
deeza feita [icio Sr. .-an'os Andrade. Em face
das respo tas do jury, foi o rei absolvido das pena;
do art. i'J3 a que eslava condemnado.
Pro
fora o i
cuendo-se a soneio para a sessao seguiute,
sorteados os Srs.: Santos Andrade, juiz
da silva, advogado. Estando vagos rs eargoj do
orador, e 2." vice-pre^idente, foram eleitos para o
i. o Sr. Pereira Jnior, e para o 2." o Sf. Agos-
tmho Augusto bezerra Cavalcante.
Recurso a Cora A sociedade beneti-
cante Luso-Brasileira, em sessao de hmlem. sob
A a^ricuUtira, o ciuninoi -o o
o fisco.
LEIS SOBRE O AI,GOI).\0, SEUS FUNDAMENTOS
OU MOTIVOS, OBJFXTO, I-IN8 E MKIOS DE
EXEC.I.T.AO.
V.
Deixamos procedentemente estabelecido que
voltariamos ao assumpto se fossemos c intestados
Ina exposicao que fizemos ou se novos fados at-
trahissem a nossa alinelo.
Verificou-se esta ultima hypotbese.
Para demonstraco dos fados a que alludimos
receiando deroorarmos a publicaban desle nao
procuramos coiher na repartirn competente pro-
vas que alias j exislem, recolhidas por outro e
nem nos dirigimos Associacao Commereial por
julgarmos desnecessario isso, vista ludo da
pobUcacio feita boje pelo Jornal lo fecfe, sob a
epigrap-.e-.ls bataneas publicas e o peso abr-
(fttorio.
Eil'ectivamente o Sr. Dr. Loureuco Bezerra Car-
ueiro da Cunha sob sua assignatura declara o se-
guinte :
Attenda-se bem para os dados que tenho em
minba* maos; elles me foram fornecidos pelo
prndente da AssociacAo Commereial, foratn por
elle tirados do archivo.
Em 1870 a 1871 o numero de saccas de algo-
do, entradas no nerdalo, foi de 179:137 saocas.
Do relatarlo do consulado provincial consta que
foram apenas exportadas 160,338, sendo 103,257
desta provincia e 57,tMI de nutras provincias.
Ha, pois, nosso amo, 18.71)9 saccas que nao
liveram deslino conhecido. Nesta cidade nao ha
consumo para o algodSo ; por conseguinte o des-
tino de laes saccas nao pude ser licitamente ex-
plicado.
Fazeudo-se a conta des direilos proTinciaes,
houve um desfalque, pela falla da saludado...
18,799 sacras, de 37:8803
Nao preciso fazerem-sc grandes nvesligacea
para se chegar ao conhecimento de que a falis
das saccas que nao liveram destino devida a
infldelidade do peso, com o ijue tanto soffre a
agricultjra, com i o lisco ; porquanto, o que se
diuiinue em cada sacca para defraudar n pro-
ductor tambem fica diminuido no pagamento do
imposto.
n o o.11 so podosse duvidar das depredaeoes
que soffrem os predoclores do ilgodlo, tacto osle
que ninguem se atraveu ainda a contestar, basta-
va essa prova para convencer os mais incrdulos.
Calculando se urna redueco muito inferior
que se f z constantemente e sendo e^ta reduo;ao
de moia arroba por sacca, ainda a provincia o prejuizo de 20:6-51 i e os producto-
res o prejuzo de 8l2:2i8.
Keunamos agora o prejuizo da: provincia pela
nao sabida das 18,799 saccas. cojo prenizo im-
porta em 37:880 a mais 20:631 em que impor-
ta a diferenea do peso, e acharemos que, no ex-
ercicio de 187o a 1871, foi a fazenda provincial
losada em 58:531 e a a.ricultura em 812:228*,
som fallar no desfalque da fazenda geral, que
deve ser o dobro.
Vejamos airora o que ocorreu em 1871 a 1872.
A entrada do algodo, como consta do extracto
que me Rti dado pelo presidente da Associacao
foi de 33o 180 saccas. Do relatorio e notas "do
consuladi provincial consta que destas embarca-
292,835, sendo
pirposieio Icviana qinnde dissemos antermmionte
qnodous" tere is dos iapol is de exporta cao ses-
edam pelo contrabando e pela diferenea do poso
d algoJo dvspacbado.
Addi-iiiue se ao resuilado escandaloso do con-
trabando corlo, como tica demonstrado, o resulta-
do provavel do contrabando, cujas provas nao se
tem podido coiher ainda e ver-so-ha sem esforeo
"IBM |Wb com os despaed s com diflfcronea de peso,'a
Cor- tossa preposigio nao foi exagerada.'
Jlo As leis sobre o ilgod sao as nicas providen
djas a favor da agricultura, do proprio bmmercio
e especialmente do fUco*em- presenta de resulla-
os que nao sao duvidosos o nem pbanUUticos co-
mo os motivos e aprehensoes dos auugotii-tas Jas
nesmas leis.
Estudandd-aa e defendondrws, pugnamos pela
sua execuco que importa a extinceo da fraudo
e o salvateno de nossas to comprometti las linan-
;as.
Hoje serie nm'a tareta murebn e al pretenciosa
oppar troperos o obstculos liiaginarios execu-
rao dessas leis.
A opinio e.-ta formada quer pelas rages de
conveniencia e utilidade geral que levaram o le-
gislador promlgalas quer em presenca de fac-
tosdetoda ordem que patenteain a toda luz, as
Iraudes e abusos a par do enorme prejuizo da fa-
zenda publica geral ou provincial.
S vollaremos ao assumpto se novos fados pro
u contra vieren a lume, embora estes ltimos
nos appareeara con Ira as nossas provises qnesup-
pomos seguras.
Recife, 16 de julho de 1872.
Senio.
Os Drs. Mascar e Domn-
guez.
Um dever de gnUido me condi imprensa,
j que, pobre e simples artista, nao me possivel
corresponder por outro meio ao grande beneficio
que acabo doreceber das mitos peritas e habis
dos illustres mdicos hespanhoes Drs. Mascar %
Dominguoz, presentemente de passagem uesti ca-
pital.
Solria eu, havia 13 anno, de ura estreitamen-
to na uretra quo me trazia Inotilisado para quasi
todo genetxi de Irabalho.
Cm conseipiencia dessa grave enforniidade, fui
ulga lo incapaz do servieo do polica, e dclle des-
pedioo.
Eis qne leudo c' egado a esta capilal aquelles
dous distinctos mdicos, cujos eruditos seientificos
e profissionaes a imprensa diaria, mspirando-sc
em fontes insuspeitas do stranjeiro, comecou
logo de apregoar, assentei de. procura los. e pedir-
Ibes que me fiwcietti a obra de caridade de me-
dicar-me.
O successo da operafo que na o besitaram pra-
lioar em mim os iiieus alluddos beml'eil u os, foi
prompto e completo.
Em Iros ilias achei-me faJicalmenle curado,
como publico e pode ser alte-lado pelos que me
coiibecem c averiguado na ra Larga do Rosario
n. 8, onde, restituido sade, estou continuando
na ininha arte de cigarreiro.
Sem meios do especie nenbuma para remune-
rar o inestiinavel beneficio, que gratuitamente me
lizeram t;l i prestimosos mdicos, rosta-me apenas
o vir i.iiprensa fazer publicar a sua evanglica
obra, e jarar-lhes que eternamente liies serei ra-
lo por um curativo que, por assim dizer, reiviu-
dicou para mim a vida.
facto que acabo de expor, deixa provado
toda a luz que nao ha a menor exagerarlo as
noticias das espantosas curas praticadas na Euro-
pa pelos Mostees Drs. Mascar e Domnguez.
A delicadeza mais lina, as attencocs, o desinte-
resse, e sobre ludo a idoneidade de lo respeita-
veis apostlos da aojeocia medica, esto cima de
todo o elogio.
Nao pcis, de admirar qne as mais profundas
feYomataias a gratido, leoham ellas deisado onde
quer que se hajam demorado, principalmente om
Lisboa, onde lizeram verdadeiros prod gios.
Recife. 16 de julho de 1883.
Jos Joaqun de Souza Paules.
?los ilevotosj que hito de festejar
ueste auna a Hxcelsa Senlio-
a do Coraio do l Juiz.
0 Illm. Sr. tenenle Joo Gonealves Ferreira c
Silva.
Juizes protectores.
Os Illms. Srs :
Padre Jos-: Afibaso de Lima e S.
Exm. Prior Fr Augusto da Immaculada Concerni
Aives.
Capito Camillo Augusto Ferreira da Silva.
Juizas.
A- lilmas. Sras.:
lim as" neeo?arini opera^es de erWUto, e
os cepiies piwisse'iio mnery* mi 'Ibr'-deH^ &&
iantDMnUi1N^ 'W prWiris^po^r;-iH}!rc^
i i mk- '
veu-se por unanimidade de votos, sob proposta dos
mordemos os Srs. Drs.'Manuel de Figueiroa e Jor-
ge Doi-nella-, que se dirigisso uma petico de grata
S. M. o Imperador, podindo a comiut icao da
pena de morte imposta ao soldado io 9. batalho
de infamara de lmha, Joo Raymundo.
- Dcsejando concorrer com os scus esforcos
para que se reahse quahto antes o cometo das
obras do novo odificio do asylo de alienados, a
junta administrativa resolveu, em uma de suas
sessoes paseadas, que se pedisse a todos os mem-
ores da confraria um bolo para semclhante
obra.
At sessao de hontem
as seguintes esmolas :
Dr. Manoel Clcmentino C. da Cunha
Barao do Livramento
Joao Vicenta de Torres Bandera
Laurentino Jos de Miranda
Manoel Alve Barboza
Antonio Jo< Gomes do Correio
Francisco Antonio da Rosa
Thoodoro Machado Freir Pereira da
Silva
Dr. Gervazio Campe'io
Questao religiosa.Na Unido, de hon-
tem, vem publicada a resposta que o Exm. e Rvm.
Sr. bispo diocesano den ao governo imperial sobre
o aviso do ministerio do imperio, de 12 de inho
ultimo.
Damos em seguida a conclusso desse oHcio,
que explica a maneira de proceder do nosso dio-
cesano :
n Recapitulando, Exm. Sr., nenhoma resposta
me licfO) dar ao governo de S. Magesiade, que
nao estoja inteiramente de aecordb com os jura-
mentos sacrosantos que prest a Deas, particu-
larmente, na occasio em que fui sagrado bispo da
igreja (Mndense.
Jtirei oliservar a cpnstituiclo do Imperio do
Brasil, mas, to somenfe em qaanto esto 'nao for
enconlro as eis de Bens, qoW sJo as da sanh
achavam-se recolhidas
20n000
2"OS,000
1004000
OOOO
505000
rojooo
5OJ5O00
2.1^000
2U0D0
de novo a commutacao da" pena de morte imnosta
ao infeliz soldado. Joo Raymundo. Falla a Luzo
Hrasilcira em nome dos principios christaos que
proiossa, da civilisa;o e da patria. Praza ao cu
que esta petico, bem c >mo outras, sejam attendi-
das pelo nosso Monarcha, poupando-uos o brbaro
espectculo de s.mgue quj ha multo nao presen
ciamos. y
Ainda mais.No mesmo dia e hora acuna
mencionados, no lugar Quilombo, do dito tormo do
Aguas Bellas, Joo Ferreira de Oliveira, descon-
Itaodq da fidelidade de sua mulher^ ferio-a mortal-,
mente com diversas facadas e ter.do-a por moru,
poz-se em fuga. Com effeito, tres dias denuis fal-
lecen a desventurada.
Cada qual oais infeliz No dia 20 de
jnnho ultimo foi o sitio denominad i Valentim, da
villa do Panellas, tneatro de dolorosissimo drama :
uma mulher de nome Mara Jos das Mercs foi
niortalmonte Terida por um tiro que lhe dosfechou
sen proprio lilho, menor dedez annos!
Como logo de suspeitar, das diligencias proce-
didas pela polica, verificou-se ter sid i todo casual
semelnante facto.
Oatra serna de sangue N, lugar Bo
queirao, da mesma villa de Panellas e no dia \
tanbem dejunlio findo, Francisco Antonio da Silva
ferio gravemente com uma tacada sua propria
mulher ; evadindo-se acto continuo do delicto.
Facilidades. Pelas 3 horas da tarde de
15 do corrente, eslava Demetrio, escravo do paire
Luiz de tal a desfruetar os coqelros do silio de
Jos Lucio Lins, de que rendeiro Francisco Gon-
ealves Silvino, no districto de Afosados quando
acontecen cahir um coco sobre a cab'eca de Paula
Mana do Espirito Santo, que, contra as reclama-
dles de diversas pessoas que ah se achavam, tei-
niou em onservar-se por entre os coju'eiros.
Caro, porm, custon-lhe a desatincao, porque
suceumtrio instantnea mente.
Semnre sangue -Das 2 para as 3 horas
da tarde do dia30 de junho prximo'passado, Joa-
quim Cvriaco dos Santo", prOnunciaui no termo de
Aguas Bellas por crimo /Je ferimentos graves pra-
tlcados na pe3soa de sua propria mulher por mV
tlvos de ciume, alli mesmo, no lugar denominado
swota, daquelle tprmo e.por semelb'antes motivos,
ferio mortalmcnrc com um tiro de divinte a son
sobrinho Joio Jos do -Tascimehto, logrando eva- l5es tni" sido fundadas em fados positivos e pro-
,iri" vas irrecusaveis
igreja eatholica Doconfrirlo/sera ittrar a Dens
jantes rtao as pu-ferom oxemr, faientfo para eete Mi obedecer a Deus, o que, afem detbrtio itttf
ferbjHir. diento. Ho pbre^-m^kW^.iflt,. ]
dj^juro mk eoncfiflMa por1
** ada* e sfl com&saj'a' ''o*
ie-mm e*d-s*dftr aoH
-
seu pagamei
transito pHlMP^T
<< $ .? As tarifas das estradas que obtiverenj
garanta de juros pela pr -vincia podero ser alle-
ra'Jad eil dinsinuras pe|o' preHnwe- da- prorincia
PTidiMi.ti de I
2 ^^WiM^d^'ii'li' ateiliff
tn^SS^M^/*^. *nfefra.-cipafp? '
W^*W'\*3' SfizwitMe.e-como todoe
^quer sfd^itofcrasIMi^.suJjmoUe^rtic-hci com
lodalt iwmflda su dedsi. Neste elemento
sempw estarei prompto para aalaY'tiJtWrar,
exeentarflele alegremente as ordnstW tioder
ciriT,*ii* qmndo e-^por'ventera ff>'trvese oop-'
metnde dwmm tadlgtm, porquanto Mm'nos
da iv^ntajradre .'fgr^aVta^-jrtnwiMr-
dir-se.
Lotera. A que se acha venda a 59.", a
beneficio da nova igreja de !Vossa Sqnhor da Po-
nha, desta cidade, a qua corro no da 2? do cor-
rente.
f,ello.-.Hoje cffedna j ageht'e'Marflos s
11 horas do dia, o lei'.to o tvcrnt'db rt golji. 53, em um ou.mars lotes.
A vsja de to
'noydeJxMdwre
aWreiws 4 i
Aceite-se como ria' possvel detxar dcaceek
tarOjUe^os intoreesaoV^ n?jwrmapencia do actual
Afirnentdos acnsu dos.cores.pnbjicos 27o.
. -7*^mn^ a enfermarla *o da 16 Je ftiir\i' *ridn de cousas nao sp tlS nbecis elosetildpsos
*J-7 : qite.nao hajo procurad ofctKar oelomeltiores
.. TW.f'rn 'a,;t,l nlos 'qne ffte stjgtferetn-a friu3e /a i
Manoel Frap^co Diurte, ulceras -' tr. ccuhar Ou maffcr tm tez de he
Tcenle, pseravo i%m Wari U*\, rbeti- M>k elemento, 4% a
mattnfto. ;u temo<;ttefri6 w.
AetonTo. escravo de VUlaca t C.,Idti. i;ao:eaw
TlverSm'alta :
ataaoer(Jomes daSifva.

rain 292,835, sendo 165,164 desta provincia e ., ..
127,671 de outras; ficaram sem destino, ,,u o ti- -Mam Tliomaiia Pues Lobo, esposa do Illm. Sr.
mu i lorqiiatoHennquc da silva.
D. Amalia Zuzina d'Olivoira Pernanibuco. esposa
do Illm. Sr. Dr. Miguel Jos de Almeia Pcr-
nambuco.
D. Candida Mi]ulna de Barros Silverio, esposa
do lilm. Sr. Luiz Gomes Silverio.
Juizas protectoras.
As Illinas Sras.:
D Mara de Jess de Souza Lins, esposa do illm.
Sr Belmiro da Silveira Lins.
D. Mariana Augusta Dias Barreto, esposa do Illm.
Sr. capito Jos Daciano Vieira dAmorim.
D. Antonia Francisca Doria Mondn Pestaa, es-
posa do Illm, Sr. capito Entychio Mondim
Pestaa.
Escrivs
As Illmas. Sras:
I). Mana Isabel de Almeida Xavier.
D. Angela Mara de Luna, irm do pregador da
capella imperial padre Lino do Monte Carmelto.
D. Ignacia Mara da Concecao Castro, irm do
Illni. Sr. Manoel Jos de Castro Guimaraes.
D. Fransca Alexandrina de Albuquerque, filha
do Illm. Sr. Miguel Lucio de Albuquerque.
Escrivcs.
Os Illms. Srs.:
Fia vio Gonealves Lima.
Raymundo Pereira de Siqueira.
Manoel Francisco da Silva Salles.
Cipitao Joaquim Pereira de Mendonca.
Manuel Joaquim de Miranda Souza.
Protectoras perpetuas.
As Exmas. Sras.:
Condessa da Boa-Vista.
D. Joaquina Eustaquio de Araujo Oliveira.
As Illmas. Sras.:
D. Mara da Annunciaco Cavalcante Luis, esposa
do Illm. Sr. Dr. Joo Lius Cavalcante de Albu-
querque.
D, Maria Rosa Ferreira da Costa e Silva, esposa-
do Illm. Sr. capito Herminio Ferreira da
Silva.
D Lydia de Carvalho Lima.
. Mana Ignacia de Maia Costo, esposa do illm.
Sr. capito Joaquim Jos da Costa Fajozes
Jnior.
D. Maria da Assuuipco de Luna e Almeida, es-
posa do lint. Sr. Antonio Carlos de Almeida.
Protectores perpetuos.
Os Illms. Srs. :
Comraendador Alexandre Augusto de Frias Villar.
Commendador Decio de Aquino Fonceca.
Rvd. Fr. Jorge de Santa Auna Locio.
Tenente Florencio Domingues da Silva.
Ovidio Ferreira da Silva.
Antonio Maia de Brito
' Procuradores.
Os Illms. Srs.:
A^ostinbo Jos de Oliveira Jnior.
Joao Gonzaga da Silva.
Jacome Coralito Lumacbi de Mello.
Jos Cae tao Lumacbi.
Latino Agapito de Castro Amaral.
Hanoel Crispiano da Silva.
Zelador do nicho.
O Illm. Sr. Jujujuim Gonealves de Aaevedo Maia.
Encarregados da fosta.
Os lra. Srs. :
Manoel Jos de Almeida- Catenho.
Joaquim Bernardo de Castro Rips.
Jos Criapiao da Silva.
Procurador perpetuo.
; O Illm. Sr. Firmino Jos de Oliveira.
vern de modo desconocido, 18,313 saeeas
Sem contar o prejni o dos cofres genes, que
se ni pre mais do dhro, a provincia Icn prejttdi-
eada em direitos na importancia de 87:891 -3.
Contando a diferenea do peso, esse prejuizo
ilcr augmentado com mais 26:4263, e, portante,
eleva-se a 93:991}* !
Qttanto a agricultura, tendo-se attenolo a essa
diferenea, o seu prejuizo foi de 1,341:2204.
Como o assucar tambem occorrem os mesaos
abaso-i, embora em menor escala; mas nao po-
demos calcular a importancia da dlfferenca, por
que producto que tem grande consumo nest.i
cidade.
Basta, porem, o que se passa com o algodo
para fallir muito alto em favor das balancas pu-
blicas, a agricultura e o fifco, cuja a recdaeo
s por si reclama a intervencao de urna lei que
pre vina to grande desfalque.
Sobre as bases que assenlanos, e que nflo po-
dem ser recusadas, porque constam de docu-
mentos offiriaes e do archivo da propria Asso-
ciacao Commereial, nao podem havor dnridas,
nem a menor presump-o de inexactidao : portanto
porguntamos :
Uma producto agrcola, que etu dous annos
desfalcada em quasi 2,200:00us, sendo no ultimo
anno em mais de 1,300:0^0*, nao reclama a
mais seria atlencao do poder publico ?
Eis alii as palavras lextuaes do Sr. Dr. Car-
nero da Cunta.
Entretanto aproveitando nos dos dados e ele-
mentos sque colheu, e que cotejamos ^.com docu-
mentos authenticos officiaes para chegar ao fin
que tivemos em vista, permita S. S. que faca-
inos os nosgos clculos e assignalemos as con-
cltisoes exactas e irrrecusaveis que nos fornece
a eloquencia das cifras sobre a materia do que
nos oecupamos.
No exereicio de 1870 a 1871 ficaram |>or des-
pachar 18,799 saccas de algodo, do numero que
entfou no mercado e nelle nao teve extrac.o.
Cmsidcrando que pesasse cada sacca 4 arro-
bas temo 75,196 arrobas que de vem pagar de
direilos de 5 por cento de exportacao.........
30:0784400.
Esse calclo baseado como faci! veriGcar
pelo mnimo do pesj da sacca e do valor ou
pre?o do algodo naquolle exercic.
Esse tambem o prejuiso certamente menor
que leve a fazenda provincial na exportacio do
algodo com a escamotagem de 18,799 saccas !
Tendo reo lido o imposto de 5 (,> sobre o algo-
do 201:6204110 no referido exeroido, avalie-so
a defrauda cao j calculada, e a que deveria ter
Sido feita mediante despachos'com nolavel difle-
ranea de peso I
Esta 9em duvida espantosa e ao mesmo 'em-
po inealculavel.
Devemos notar que no exercicio de 1869 a 1870
o mesmo imposto chegnu a produzir 362,83443l8rs.,
cifra que fieou longe de atiingir no exercicio de
1871 a 1*72, apesar da grande safra que houve.
F em todo caso evidente quo as nossas refle-
A torra dis lilnrm dea Sgrtri para produjir
ttwu tris... e Vdfty Rayiuuudo sefa um novo baln-
Hh,
Ora bolas !
mu -a militar ui i soldadu condemua-
Jo mqrie foi uuu muh que appafeoeu em fal-
ta de outra preparou-se o rastilho... e a cousa
pn)raHj|a!... ^^^
A propagan Ja j se' faziafenr-^xplorava-fe o
sentiinento do povo-a aliado suldado ludo pu-
n-Itia una bihi agitar'U) liav ati plano de se
tirar fot'ca esse innocente, que um brbaro yo-
remo QOnlpemnava i morte !
0 liberalismo j prepara va 3 massa, quando o-
da uma ve* foi corlado o rastilho !...
Por urna pequea di-mora deiWa de ser requi-
sitado o reo e a exacucio teve de ser espa-
yada !
Emrctanto, a maebilaria, os-ettndentes, as se-
nboras mo.idas de piedade reeorram ao Impe-
rador.
O governo prestou-se a receber taes recursos.
Os liberaes ninda uma tez pe>diam motivo!
E'para fazer amuar! tinnw <- tnmMnmnm
planos too bem delineados ?! E* caiponmno !
Une I p s o general Pegla inda uma vez tras-
torna assim planos polticos? Que I Pois este Sr.
Arnawl <\na deve ser apedrejado, pi.-ado e redo-
a onzas en,ves de mandar executar a sentonca a
faz demorar! E' para |fa/.or perder a paciencia
do? santos liberaes.
Ah Vos idos por esse ca nnbo... pois nos os
liberaes, vamos tomar nutro Nem polo diabo ha-
vemos de maro ar eom vosco, rmrito embora rmr*
cheis ora ba estrada, 'e nos tenhamus de ir ler
nos atoleiros!
Dito e feito!
Os Kberaes ilo Uberul PmhMM 'm -
to liberaos doutrinas que espantan o lihera-
lismii!
E' um libaralismo sni ijmteri I SWIK* 'nv';"-'
do que Cu ou pw o adversario I
Sao cousas deeu ten a !...
A islo se chama opporeao porsjfstem I
Inda uma vez cebolori'.
Se o governo nao fazcomo se esper va area-
huzar o soldado, so as>im tira pretexto para .-
iwcimento* yenertxns que o euthusosmo pela -
vacio da vida de um homem do hw heroico Servidor
d. patria devia faler nasrer, como a il pasceram,
( provavel que fosse cenado de pao no elabpvpu-
lar), invertam-se os papis o seja o liberal j i
peca apena de morte !
E eis os liberales do Liberal TernambHcuno
a chamar Iota, inexperta e instrumento gi-uero-.i
mocidadeacademlca Ei los a aecusar o goveru
porque nao cumprc a sentcnca de morte e j n"
fez executar Joo liaymunln !
E' um espectculo de fazer rr I
Antes de tudo dlzem o ses liberalos de chapelt
com e-se erio cmico, lo conhecdo dos compar-
sas a observancia fiel ilt lei I
Se Jo:io Raymundo foi condemnado, Joao Ray-
muudo devia j ter sidj execulado, o contrario
um abuso da autoridude que deve ser apedrejada.
entercada e arcabu Pobre le que assim le tornas especie de man i
estampada para' cobrir paixoes!
Pobre povo, se applauois oque di?ein faltoi
hunos, s porque se dizem liberaos !
Liberaos que pedoin o banimeuto !
Que nao querein discussao !
Que quvmam lypographias!
Qne aineacam contrarios I
Que pregara o assassinato 1
Quo nao respeitam os principios c a '>pi-
nies I
Qne no dia seguiste sustentara o contrario d i
que pvoclamavam na vespera !
Que pedeni a pena de nv.-rle, s porque pensara
que o adversario pede pcrdo!
Ora bolas!
Assim nao ha ninguem que nao seja liberal !
Se para ser liberal basta dizer que se o o -i
ceber a p tente do club popular oa do fne1ens.i
directorio, entao pobre da Brasil, que nunca lera
cerdaileiros liberaes !
E j quo to sofregos se mostrnm de pontos do
questao os liberaes, lombramos-lbes as panlb'-r, -
e os ledos do circo M .a, mais anda o facto
que se deu an'le-hontem de haver um macaco da
eompanhia do circo, provavelmentc brasiieiro, ma-
rinhado pelo mastro cm i|ue tremnlava a bandei-
ra americana, no centro da barraca, trazendo cm
resultado o quebramento do pito e a queda da
bandeira I
Mo a per.-aes, setenares do Libera!, bcrh explo-
rada a causa, pde ser que a bandeira estrellada
eos leve m poder,, mesmo porqno o americano do
Borle s v um partido de homens no Brasil, que
e o vosso I o mais historias!
(Tdephisti-phelrs.l
Ao publico.
Os nticlas e empregados do tbeatru Gymna*j
Dramtico do quo aa emprezarios as Srs. Espt-
ca 4 Penante, declarara que se acham pagos do*
sens ordenados at o dia 1 do correle, como o
tem sido sempre, pelo quo, fazein a presente dc-
clar:u-ao, atim de desmentir aquelles qne e*t: vor-
dade pretendan! negar.
Recife 18 de julho de 1873.
Jos Bernardo C. de Barros. (I'out'v
Antonio Joaquim de Siqueira Brag;i.
Francisco Pereira de Lyra.
Joo Evangelista da Silva Bastos.
Proeopio de Senna Santago.
Antonio Cerrea de Souza
Antonio Jos Mendes de Paiva.
Fibrilla Obndina Ferrer de Paiva.
Olympi.i Augusta de Oliveira.
Henrique Jos de Pontes Jnior.
Joaquina Emilia de Medeiros Souza.
Francisca Xavier da Silva.
Henriquetaode Lacerda Pontos.
Henrique Jos de Pontos. (Fi3cali.
Antonio Rodrigues dos Santos.
Maria da Gloria Res.
Marcellino Cleto Ribeiro Lima i Regento da
diestra).
Ao publico.
Tendo apparecio um pasqun que dep> 3i
nossa dignidade, e cuja inlamia roprovariamos anda
nesiDO praticada contra os nossos desafloctus, vi-
mos peranle o publico declarar que procedeBi-os
coai todo o rigor da lei contra o autor de semoihau-
te all ntado, protestando contra qualquer que p-
sa apparecor e que nos queiram dar a patern -
dado.
Mu terreuo da huneslidaslo nos bateremos i- la
imprensa. Na jogo vil e Iracoeiro desprezaov*s os
nossos misera veis detractores.
Recife 17 de julbo de 1873.
sptoa Penante.
Irisemos ao excrcijio de 1871 a 1872 no qual
entrn era nosso morcado 335,180 saccas, ficando
por exportar 42,345 que 8o segundo a proporco
clenlos antecedentes q.peso de fipjjflo arro-
bas, que dveriam pagas de dlraltos 54:5913200
a razio de 4 por cento segundo a lei do mesmo
exefeicio.
eplorayel resultado nao pode,
riftcomatfwaroaue flos
claro evidente.
:odSd nsso thes-
A a Ic Luccna e A oppnwioilo.
as verdiules aos mont&g.
Tra.ando. breves Unhas sobre os numeroso= (ac-
tos, que, da adminislraco do Dr II P. de Luceua-
vao-na constituindo nm marco nolavel moralida-
de e progresso pernambucano, dissemos :
O que se d em relaco viajo publica, que
nao merece palavra da Pi\ vieta o Liberal; o qi.c
todos veem tm relaco eompanhia Drawage. er-
guida, o ainda defendida pela liga progresso; taw-
bem reproduz-se em relac9 inslrucca publica.
Nem um artigo ao menos dos presumidos orgaus
liberaes I nem um rinfem agenciado a prl dwse
magno desideralum populr I nem um real segn
a bem desses asylos, quo em si encerrara toda a
crenca cm Jess-a caridade I Entretanto o mera-
lssmo Dr. P. de Lucena, om lodos esses eert; -
nienis soejaes, mxime- em tuda quanto diz respeite
ao progresso real da provincia, deraonstra-se ic-
cansavel.jtenaz e ambicioso da verdadeira gloria.
Em relaco a ludo quanto fica exporto, porm, os
pri^uiidos liberaes da Crepineta e Liberal respac-
dem com a injuria, adiffamac', aealuiqnia con-
tra a pessoa do digno administrador daprovinv
e o que mais contra os jeu* amigos e uofenH-
vos defensores.
Segundo, a Provincia o. fifi, eflossao Paturus,
tartufo s, polichinellas, banda negro, de entes wa,
sailibaticos ass^lariados, galera tupita de mendi-
gos e bandidos III do digno administrador, porn,
esses Jiberaes de nova espacie, liutiats-UBes Je
("pvja esgutaram diccionarw 4os, comvmi*;,
natutdcM pri'nanbnranoN. e, enlreunto^mt da afsumptoa.ia>aortan!e
O.raraj'y!! f ,A(6-un septeoca miiiar se cqh-s clama a [iberdade que-.&eus lurcsumidM sectarios
verte em anesto sobre que so faz poltica! Irateni T Quo de'actos uoiavsis, na ordeiu
Se a cous.a itai assn, at as negras que veadeni aiaral e feligos3. exige lberdade ^kum s*nw
c-irw oonstiUibdo ponto de polmica para os. de seus fallaces defensores? Qia.dc corceeoSes exi-
partidosf |em. tintar ia o Ubetdade, te^, que a caa
(^epolorio !... iasso, com ses desvarios e parvotces, faiem un
A QUestQ jesuilica j nao da ya vapor inacbioft |at6as o pavjlio da apiracSa* naapiares ?
. r mais que se a requenUsse : era preciso eou- Ahlda ha pauco os.prlV Uberaet^enni da,
s> pova.., ap.ejgja.ha, fresqninna, vivaz... zaz e uaulc sobre a jpiestoctiigwsa. Rui un *&*
dos cabio a gcUpc- de fonce a goesiao Joio Ray-ljumpaB/arigauo de lodo-, o*, artigos d7Sw4ft-,^
nos Dpupdo [ s as jamlo anana snt rnrnV cV ti'iiltcn,'-
Iros ^|ia?tb/a okonco SoIdao^semeiilalo-qurftraZ; Tra uma das (*r3t?743*Si-*35
o seu Dome serrera do bandeira.a tu "i-[ laadeira; tt gitrirtin* lien jfr nfn n.wcwfi.* Hirap
toqneBaoaverltnrar.i [povo e para a filierdade 1 ,- wm
*

.

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)


y
.Kauto He FmaflDbwio -^Sexte-ifeira M -d;i8f&
*3
-Bacaraam- og jias
I a queetao
rav o bc-m senso, a opniao popular, a o^
iratica de anflfo jLs ereflty pofia^ris, que, a Pre-
pincia e o Aira/^poialoB gales pedrs pablico,
*e erguessem Vgacs, ln-kKCfiet$,etprf)i,
HjO! tanta dodflpio Dr. P. de lAuj*na. como antes
4pfl AMjnilBiqiie ora a -estrella fulgenteiopa-
r>lho pnpulafl e liberal -a questio religiosa !
Engao fatal / 4 Provincia a. 87 sanio -se pro-
clamando que :ooi># pern'imbnrano n>~n se im-
miscua ni nema dpyovei'iw f* 4>s;o; Mi a
questao kojeentre 6 Sr Vnrniihas eo Sr.lf Vi-
tal; fue uardem todos profundo silencio a ver o
4** apmarece f Desusarte o partido liberal, da-
nos o sea proprio orgao, nio pleiteava a ciusap >
putar, i causa rellmn, a estilita de seu paciUo,
como dever, como patriotismo, eonno honra de sua
batteira, como aspiracjlo de seu ratftro : pleiteava
essa magna questao, cerno meros e indignos espe-
cullidores I'.!
Especulad es! djnnucia-se a Procincia n. 87 !
especutdures somos, repercute o Liberal! especu-
tmm-tt sois, murmura -o poro f especuladles im-
polticos, soluca a muera liberdade, ultrajada e
vendida palos seus presumidos defensores I Essa
onfisso lastimavel da olygarchia Leo de Souza.
vora confirmar apenas o que dissemos lia das .
Sr?. da Provincia e do Liberal, fustes talhades
f*la Providencia, pelas vossas incessanles inepcias,
MUt vossas risiveis larcas, pelas vossas especu-
tacSes truanescas, pelas vossas enancadas e par-
-voices... apenas para servirdes de carrascos
ieu-i, do que vos presums defensores ) Anda
repetiremos urna ve : Quaudo tereis tino e juizo ?
Quando deisareis de servirdes de instrumentos
m bem estar ios conservadores ? Qnando seris
oteas o nao criaocas, dignos e nao especuladores
ilos, liberaos o nao verdugos da pobre liberdade?
Onde estar, pois, a. jrajeria typica Jos mendigos
, < bandidos, o bando negro dos entes vis c tartufo?,
P-itarotiiMbrccise especuladores f A Provin-
cia n S7 confessa que entre seus redactores !
Queaassembl
ffcli^adw pitrio_
FinilaeA qii/sjlus^ aolUica do- jnii im-
porta para a historia contempornea a mais glorio
sa*de seas pagina.
(D| Cunstituicao).
~ -,. m 4
T
banco.
r-o ihatfiio.- sebrevtimm 90 d,. K3rVV
1 banco, honieai.
Oito sobredi a 90dfv. t&IABfti-.ii,
A. P. do tweos
Pelo eiwiideMe.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Pete^eeretario.
Curas aMMunilrouw du nhtv-
sica.
As dissecejies (citas receatemente nos hospitaes
da Pajfii, (r*v|mqe as tubrculos dos pulmoes
podm ser dcatrifajobd'um modo permanente, cu-
rando-se a phty#efc. Os easos referidos foram
de pessoas queannos antes baviam padecido dt
enfermidade.s dos pulines, o que uo depois morre
rain por oulras causas. Os boletns oQlcines dizem.
qoo foram curado de uleeracao eos pnlnf&es'me-
diante o us constante do oleo puro, do *aiio 'die
wcalho. Porm toda a drffliuMade Conslte "efi
poder se alcancar este inapreciavej eetiaeilico. *for-
aa-se pois, da inaior importancia, quifo doent sai-
ba que o oleo puro mdieinai dp ado de 8ca-
llio, de Laman c Kemp, se acna fsento fle impu-
rezas, conforme o indu seu nome. Comaod-se
elle do principio salutfero e vital, que se encomra
nos figados saos do bftilho que acaba daser pes-
cado. Na sua ooujposi{o. n3o eotra a mal /leve
partcula de materia estranha. E' claro e puro e
acha-se.lseulo de raneo, ano geralmente caraoteri-
sa aquello que immereoidamenle se apaellidapleo
da ligado de bacalhie. Q nome da cada que o pre-
para orna garanta mais que sufflciente da sua
cxceltencia, o tanto o eommarci orno o publico
podein confiar nelle com toda" a seguranca, e por
i-sn smento ?e ada venda h prineipnes lojas
de droga?.
m
ador Acal da tbosounni provincial e Pagauvfaeo, d^atua no* eoiMi'ilni-
na da froguezia da Grae.i, do exprqiciu do-lS7i -I87, que Ibes fifa mar-
i^Ti ?tar puHicaeio oeste, a eorfftrmidade da |ei n. 891, art.
ftendimento
dem do da
ALFANT>EA
do a'ia i a 16. .
17.....
.0 pecurador flucal da
tes do imposto deflecima
cado o prazo d 30
58t para aoljcHaiym da^seaq Oo eontenciosp as respectivas gdias, afim de reeoUicrom
f^JtSnfm^^'^trSSS^K^l,!^ deque fc.frwnito dentro desie prazo, pro
SwcrTp?"1%-Clta*s* Jidctonte, publicando-se para islo a relacao dos abaixo
/ \MfolA3 c#lptick)e^ prviacl 4e Pernambuco, 10 de Julho de 1873.
,'ff JlI f,f O procurador fiscal,
539:1691306 ') Cyprno Ftoelm Gu*lu AUo
?:3gU44> Me,ac^^Ar^\da4e^a Ufr^zia da Gr** J *****
dbitos no exercicio de 1871 137-'.
v.fti;3i3*7i7
Descarregara nnj 18 de julho de 1873
Bngue ingler Argos (atracado) mercodorias
para alfandega.
Barca portugueza Vencedora Tarios gaeen
para o trapiche, Goncuico, para despa
chac
Palaclw austriaoo- Carlos S. farjnhr de trigo j
despachad* para,o 5* ponto.
|MrUaca.
Ma Grande do Sai, escuna aliena Emim-
uuel, consignada a Oliaeira di Fiiho*, miniCe-
ton:
Cauros W.
Graxa em bexiga ,9S kitos.
Xarque 106,862 kilos aos coasigiialarios.
Tnestrc, brigue austraco Cario S., consignado a
H. Porster & C, nannifesUm : .
Farinha dtriga 1,775 taariraa aos consignata-
rios.
AgHa I' I iuriilu de Hurra* r
I .ni i ii i a n
Esta aquella excellente e original agua de cliei-
ro para o toticador, que lio altamente tem sido
Aimbida e ihorlaia por todos os jornes panucos
d Ainerica do Sul, e da (jiul pe tam vendido tan-
tas iifutacdes hesta paiz. tritendenios que foi para
|*uarilar o publico contra scmelhantes imposiroes.
fue ijs propriwrios do artigo genuino, depois de
A> liadere|ii#tduzido ha mais de 20 annos, as
TPiepattlfra
ue brasileiro S. Manoei,
ilho, monifesleu :
nholas, Cuba e Brasil, cornaca-
mer,-
maneio-
liados. Este excellete e im|agafel artigo ja co-
"mecou a sep popular, e do esperar, que aqu ira
bre' venha a snpplantar e lew a palma, como j
o fez na America do Sul, a todos os perfumes e
essencias mais custosas que nos costuma vir da
Europa, raa igual em todos os respeitos, quan-
do nao superior aos mais finos extratos quec nos
vem do estraafeiro.
COMMERNO,
Banco Commercial de Per-
nambuco.
Sacca contra Londres, Lisboa e Porto
por todos os paquetes.
Segura eoHlra-fogi
CO.MPANHIA
Capital
Fundo
Senhores redactores.Nao pass;dexar,de ifcer,
pela imprensa, algumas palavrasr da gratidao que me domina em refccfc t Sr. Do L
SSa 55S5SM5SS Cm r [^a^^=!^Tanu=a^o,^a, eSH
O mal estiva renitonto e nao cedria as applica
Cies da raedicin,\eovvirfci(|e da iadici^Ses que me.
foram dadas por varios professionaes a quem recor-
r, e subi de ponto depois. do da i'i de marco do
frrente anno, em virtud' das wrmstprajs qne-en-
tio houve do batalhao sab o mea commanao, por
ujas occasi5cs estiire^xposto ao calor e raios do>)
sol.
NestaS eircumstaaaMt fiz appKcafo dos medi-
camenlM do Sr. Souza Barros, que antes me Savia
assegurado que ninguem me seria capaz de curar
de tal enfermidade, e assim me pareceu, porque ha
mais de nin anno eslava em rigoroso tratamento e
4*hegiici a tirar cora o rosto c orelhas em um pon-
to til que at ltimamente j tinha o acanhamento
de sabir roa, e hoje, gracas Divina Providen-
cia, me considero restablecido.
Relevantes servic.os tai assim presando hu-
manidade o Sr. Souza Barros, nue desta sorte, se
torna orador da estima de todos quantos teem a
Mlerdade de conhece-lo e podem apreciar o be-
eniu que presta aquelles que nelle bnscarn leni-
tivo a seus padecimentos
Entre os factos de que tenho conhecimento, tor-
nam-se notaveis as curas de urna filha da Esma.
Sra. Kironeza de Amaragy, que, soffrendo de dar-
tro leproso, estando j o nial em estado de grande
adiantamenlo, tanto que tendo a paciente ido
Europa por tres vesos, nao conseguio melhoras,
dentro de vinle das depois das applieacoes dos
medicamentos do Sr. Barros conseguio ver seu
carpo compl.-ment liinpo e livre da peste que a
aecouimala.
O Sr. tacbigrapho Carlos Falcao, estando no ul-
timo periodo da elepbaniiasis tuberculosa, desenga
nado por vari is senhores mediis, a quem cnsul-
ton, segundo me consta, conta hoje sensiveis mc-
ilioras, de modo a esperar o pleno restabelecimento
de sua saude, gra.as aos esforcos do Sr. Souza
Barro*,
r>t menina sorte foi curado dos dartros que
solivia as pernas j em feridas o Sr. major Me-
giilho, ajudante de ordens do commando das ar-
mas, quando j estiva desengaado de qnalquer
cura, sendo debalde a viagem que ao principio
Rzeraao sertao.
Declarado incuravel pelo respectivo facultativo,
i Sr. teoente .Melanio dos Heis Pereira do Lago, do
batalhao sob meo commando, que solTria de ele-
pliantiasis sipliylitica as pernas, achando-se no
Miar periodo esta em lins de seu tratamento e
deve sua cura ao mesmo Sr. Barros.
Bis, senhores redactores, o movel que leva-me a
trao.ar estas toscas lindas, com o lim de manifestar
a inhiba gtatidaa e dispertar a attenco dos que
S'.lTrem; os casos por mira referidos podem ser
( riflcados por quem quer que queira, visto como
;ts pessoas cima mencioaadas, segundo me c >nsta,
Brestar-se-hao a attestar a wrdade.
Uecife, 16 de julho de 1873.
Alexandre Augusto de Fras Villar.
iNORTHERiY
20,000:000??000
de reserva. 8,000:0005000
Agentes,
Mills Latham & C.
RA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA O FOGO:
A companhia Indemnisadora, estabelecida
tiesta praca, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mcrcadorias e mobilias: na
rita do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Bio Grande do Sul, tii
consignado a Oliveira 4
Couros 71.
Cbi re* 8,632.
Lingoas 800.
Sebo em rama 1,674 kilos.
Xarque* 135,729 kilos aos consignatarios.
OEAPACH S DB EXPORTACAe NO DU 16. DE
JULHO DE 1871
Pon os portas do exterior
No vapor oglcx Linda, para. Liverpool, car-
rogaram: G. Neesen 4C. 118 ferdos com 22,060
kilos de algodao; S.Loyo & Filbo 33 saccas
com 21,330.ditos de dito; Goncalves Irmao & C
101 ditas com 6,959 ditos de dito.
No navio allemao Mina, paca Liverpool, car-
regou : L. J. Silva Guimaraes 2,10 saceos com
157,500 kilos de as? ucar.masca vado.
No vapor inglez John, para Bordoaux, carre-
gou : Joo Braga i eaajCom 11 hilos de doce.
Para os pottos do interior.
Para o Para, na kan* franotza Veridian,
carregou : N. C. Mdreira 700Wrieas com 43,363
kilos de assucar branco
Para o Para, no patacho portuguez Rocha
enrregaram : Amorim Irtniiei &-C. 2 pipas com
16,3611 litros de agurdente.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
Victoria, carregaram : S. da Silva i C. 5 pipas
com 2100 litros de agurdente.
Para o Uto Grande do Sul, .no patacho bra-
sileiro Cefdut, carregou : A. M. Machado Jnior
430 barricas com 36,894 kilos 8e assucar branco e
30 ditas com 3,661 ditos de dito maseavado.
Para o Rio Grande do Sul, na sumaca hes-
panhola S. Mariano, carregaram : Amorim limaos
& C. 405 barricas cora 3o,0i3 kilos de assucar
branco.
Para Mamangaape, na barcaca Bmviagem,
carregou : J. F. da Costa I volume com 3o kilos
de doce.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Joo Valle, carregaram : Fraga & Rocha 2 volu-
raes com 25 kilos de doce e 2 ditos cora 164 ditos
de assucar branco ; A. Quintal fc C. 14 barricas
com 933 ditos de dito retinado ; Fria & Filbo 2
ditas com 135 ditos de dito branco, e i volume
com 10 ditos de doce.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Divina Providencia, carregaram : Faria & Filbo
8 barris com 768 litros de mel
uaPATAZIA DA ALFANIVEIA .
Heudimento do dia I a 16 10:743 j.387
dera do dia 17.....- 800*916
tir leus

Vi
s
ec
lu-.f
o
s
Verde
Arco
Luiz Nu-
va Neves eoutro ,. -
***%',Jb,t,"ro*
faysandd n. 14. Antonio de Hollsnda
Cavalcame
Baixa Verde..' W. Viuva de Antonio
nes
Taawsa da BaJ \erde n. 13. Padre Albina de
Garvalhi) Lewa
9mm**mm h. ai. Dr. Ataxamdre de Souza
PweiradoCarmo
Segundo becco- da Ventara n. 8. Albino Jos da
Silva, parte
Ponte de CcnA n.40. Viuva de Agostinho da Sil-
va Neves o
Dita n. 3Q,
Afflictos u.
Dita n. 35. Antonio~Pueto
Dita n. 33. O mesmo, parte
Campa Grande n. 1. Antonio Pereira dos Santos
Estrada de Befm u. 9. Herdeirus do Dr. Antonio
Vic;aate Nascimento Feitoza
Hora n. 7, Antonio Fraaeisco da Silva
Coronel Apolonio n. 6. Antonio Francisco Martins
de Miranda
B
Uioulas n. 3. tternardino Jos Leito
Dita u. 5. O mesmo
Dita n. 7. 0 mesmo
Dita n. 15 A. O mesmo
Dita n. 15 B. O mesmo
Dita n. 35 O mesmo
Belem n. 12. Baro do Utraga
Campo Grande n. 3. Bernardino de Oliveira Co-
ragem
Joao Fernandes Vieira n. 3. Bernardino da Costa
Ferreira
C
Crioulas 0. 22. Candi la Emilia de Almeida
*U n IB. Companhia dos Uilhos do Uecife a Ca-
xaog '
Ponte de Uehoa n. 11 A. A mesma
Dita n.43. A mesma
Ventura n 2. Candida Emilia de Almeida eoutro
Belem n. 8. Candida Carolina'do Mindello
Dita n. 3 A. Companhia dos trilhos do Rccifc a
Cunda
Dita n. 5. Candido Vieira Chaves
Campo Grande n. 5. Claadino de J. Bandeira
Goronel Apolonio n. 10. Custodio Jos Aires
D
Per-
nio
metrio Manoei de Souza Amorim
a 6. Dewloro l'lpiano Coellio Ca-
li :5i303
seguros
e o
ti naior .lodo da Cunha Wanderley
cuptio Antonio Percyrino, delegado de
Smin'ulem.
Pedios ao publico que suspenda seu juizo a
>v.:, iio dis factoi relatados no Diirio de hoje
pe Sr. Canha Wanderley, que.se diz victima de
urna persegui.fu sem que alias prove coom al-
gama.
Esl i o i- ceri is que o Sr. Cunha ter.a devida
resposta ; mas em manto nio Ihe e possivel res-
> odor, o publico poder ir ajuizando pela viru-
lencia Je sen artigo -quem a victima e ipiem o
tguidor ; se quem ameaca, ou quem solfre que
ilerrubada urna casa em trras de seu en-
fanoo.
Uecife, 17 de julho de 1873.
O Justo.
C'etu'.
rORtALKta, 10 DB JIU.HO DE 1873
O Pedro II, de hontem em seu artigoA as-
semidea provincial-,, excedeuse do tal frmaj
que nao encontramos linguagem para acompa-
iilia-l(.
Os redactores desse peridico nao sabem o que.
- di-eussao poltica, ignoiam os devores da im
prensa, c as mais commeziuhas reeras d,a civili
dade.
Habituados ao pugilato as prac.as publicas, e ao.
contacto dos prostbulos onde vivem e convivem,
Ihes impossivel o uso de exprossoes que nao as
coalidas no artigo a que nos referimos.
Entretanto, nao sabemos o que mais ha para ad-
mirar, se a iiijustica das aecusacoes aos- dignes
memhros da assembla, o ao distincto presidente
da provincia, ou se a lingoagem torpe o nojenta
do artigo.
Nem o venerando vis .-onde do Rio Branco c?ca-
pou a:is denles caninos des matilba, quen5o ces-
sa de ladrar contra aquelles que habituados [n-
tica da justica, nao pactunin eom os crimes e vicios
de |iie sao capases esses patotoiros de todos os
temos.
E sem Juvida o desespero quem Ihes encaminha
a penna.
Sim, o assassino a quem se quebra o punh :1 ho-
micida, c se obriza us carceres a espiar os crimes
comrnetlidoi |^a.-taNi)para com seus 'juizes lin-
gjagem diJrwile dade que uou o Pedro II.
Os que viviain dos favores dos presideules e as-
semblas, que fe deisaram Iludir por essas san-
guesugas dos cofres provinciaes, nao podiam ter
outrosopithctos para aquelles que Ihes fechatamas
fBrtas a sous escndalos.
Os que ja nao vivom das solturas de recrutas,
do podem deiaar de odiar os que dosprezaudo fa-
vores, s conhecem as isencoes lgaos.
tiritera, pois, a bom gritar, porm.guardem ao
monos o decoro opiniao publica.
Esta tem direito ao respeito e consideraco, e nao
aupporta que uro pasquina pretenda as honras de
jornal poltico.
A aquello cabe o despreso de todos os homons
sensatos, e por isso nao Iho respondemos : a este
pertencem as glorias de enraminhar a opiniao,
ionvencer a seus adversarios dos erros que pra-
Jterun.
O Pedro 11, portanto, para ter dhreitaa esas glo-
rias, d.jve mudar de redactores, porqoa os que o
nvigeni so bem condecidos e jamis conseguiro
apagar de suas frontes o inglorioamWemade -pas-
quineiros.
Esta cassinca.-ao que io rwssa, mas que la-
veis coaq -sos escriptos, nos obriga
3 5o imtrw em lica com-voseo.
~*1H iralisfti vossa linguagem, deixai as divagacoes,
galviniaadas com palavrdes que nada
formiilai as aecosaeSe, que vos
, HKwrailo e >a9ti-
COMPANHIA ALLUHCi
martimos e terres-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mcrcadorias e ditiheiro b
.co maritimo em navio de vela e vapores
para dentro e tora Jo imperio, assim como
contraj fogo sobre predios, gneros e' fa-
rondas.
Agente : Joaqttitn Jos Gongalves BeltrJo,
ra do Commercio n. 5, Io andar.
Banco tmmtM de reniaiii-
fesco.
dividendo d<
periolo floc
VOLMES SABIDOS
Xo din 1 a 16......
Pnmeira perta no dia 17 .
S-tgunda porta.....
T-.rceira porta .
Trapiche Conceicao .
SERVICO MARTIMO
Mvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia la 16. .
Oitas ditas nv dia 17. .
Hartos atracados no trap da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao.....
14,97!)
108
123
266
15,478
20
Aratzade n. 2. Domingos Francisco Alves
reir
Dita n. 4. o [
Belm n. 10.
Paulino Cmara
tanho
Travessa Je Joao Fernandes Vieiii n. 6. Delfina
Maiia Falippe
Dita n. 8. A mesma
I-'
Pernambucaiias n. 3i. Francisco Moreira da Costa
Dita n. 36. O mesmo
Travessa das Pernambucauas n. 5. Francisco de
Souza
Ponte de Ucha n. 15. Francisco Antonio Pontud
Jnior
Becco do Kspiuheiro n. 7. Frederico Chaves
Afflictos n. 16. O mesmo e outro
Dita n. 38. Fslix Jos do Sena o outro
Dita n 7. Dr. Francisco de Souza Cyrno Lima
Dita n. 9. O mera)O
Becco de Santo Amaro n. 2. Feliciana Vittoriana
da Cunha
Travessa das Pernambucauas n. 3 A. Gurjo.
Agua Fria n. I. Herdeiros de Heary Gybson
Travessa de P.iysaHd as. 3 e 5. Ignacio
Xavier
II
1
Firpio
J
Fer-
20
RF.CEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
Heudimento do dia 1 a 16. 31:205/1521
dem Jo dia 17...... 2:1363577
banco paga o primara
23>500 por aefio. relativo s
em 30 oe jooh-'-,prximo .assado.
Seguro
i'olra-liig
! LIVERPOOL & T.ONDON GLOB
INSURANCE COMPANY
Apeales
SAUNDERSBROTHERS & C.
11 Corpo Santo11
Aiigusl; F. dOliveira kC.
A casa commercial e bancaria de Augusto
F. d'Oliveira & C.\, ra do Cotnracrcio n.
i2, encarroga-se de etocucao de ordens para
embarque de productos, e de todos os mais
negocios de commisso, qur commerciaes,
qur bancarios.
Desconta lettras, e toma dinhiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca vista, e a
prazo, vontade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
l.nnih'i'NSobre o unin bank of
london (db reaponsabilidade illimitada) e
varias firmas de l.*classc.
Pars.Sobre os Srs. marcuard an-.
ORB & C*P. GIL, e A. BLACQUE VIGNAL &
C.a BASQUEtROS.
Oaiubur^o.Sobre os Srs. joao schu
BACK & FILUOS. '
t.imhoa.-Sobre os Srs. fonsrcas, san-
tos & VIANNA, O SEJJASTl.lO JOS P'ABREl!.
Porta*Sobre o banco cniao do por-
to, 0 0 Sr. JOAQC1M PINTO DA FONSECA.
Par.Sobre o banco commercial do
para, e os.Srs. francisco gaudencio da cos-
ta & FILUOS.
MaranlaAo.Sobre o Sr. JOS ferrei-
ra DA SILVA JNIOR.
Ccara.Sobre os Srs. j. s. de vascon-
CELLOS & SONS.
BabiaSobre os Srs. majumhos de.'..
Rio lo JanHm.-Sobro ramo in-
dustrial E MERCANTIL HO RIO DE JANEIRO, O
O BANCO NACIONAL. f.
33:3423038
CuNSLADO PROVINCIAL
rtendimento do dia 1 a 16 100:73795l
deindodial7. 953*356
10L69U3IO
tfzrri-'rrrz
MOyiMEiVTtt Ol

JLLllU
PRAGA DO RGI*"*; H,D1
AS 3 l/2,WU.i)A IAABB.
ida signilcanij -Cotof*m< ofllaae.
tfi TnSTOlT americano bom USWTwrif koav
hontemV
Algodaode Peaedo sem inspecco 7*800 por 15
kilos, bontem.
.Navios entrados no dia 17.
Rio Grande do Sul -20 dias, escuna alloma Em-
manuel, de 16i toneladas, rpita) Uarckmann,
eiiuipageni 6, carga 100,305 kiios de carne; a
Oliveira Filhos & C.
Porto-Alegre -25 das, brigue brasileiro S. Manoei,
de 178 toneladas, capitn Juao Jo-is de Mallos,
enuipagem 12, carga 138,000 kilos de carne; a
Oliveira Filhos 4 C.
Triesto-8o dias, 85 dias. patacho austraco Carlos
N., do 182 tonolailas, capitao Elia Goicovicb,
ei|uipagein 9, carga 1775 Barricas com farinha
de trigo; a Henry Forster &. C.
Trieste -61 dias, pataeho sueao Xordbnn, de 200
toneladas, capitao I, P. Lindtrom, equiJagein i',
carga 2,512 barricas com farinha de trigo; a
urdem.
Navio s.'htdos no mesmo da
Canal-Barca inglesa Peggie Doy, capilao John
Mac Kemie, carga assucar.
Lisboa Lugre nortuguez Julio, capilao Joo de
Barros, carga assucar e oulros gneros.
BaJihco-Barca noruegueuse Venskabet, capilao B.
I. Job/nere, carga algodao.
Paysand n. 46. Herdeiros de los Egidio
reir
Crioulas n. 26. Jos Dyonizio Alves da Silva
Dita n. 51). Joao Jos Ja Cunha Lages
Dila'n. O. O mesmo
Ca punga n 10. O mesmo
Dita n. 29 A. O masmo
Dita n. 29 B. O mesmo
Dita n. 31. O mesmo
Dita n. 33. O mesma
Dita n. 35. O mesmo -
Dita n. 37. O mesmo
Travessa da Baixa Verde n. t5. Viuva de Jos da
Silva Oliveira
Pernanrbocanas n. 69. Jo Antonio Vieira de
Souza
Amizade n. 13. Jaso Teixeira Bautista Jnior
Ventura n. 11. Viuva de Joao Jos Gotiveia
2* becco da Ventura n. 8. Jos Martins da Silva
Bor4es, parte
Ponte de Uchoa n. 37. Jos Joaquim da Silva
Gomes
Belem n. 3. Jos Joaquim Antunes e outro
Corcunda n. 2. Herdeiros de Joaquim Elias de
Moura
Paulino Cmara n. 6 E. JoSo Pedro Blanchin
Dita n. G F. Jo- Jacintlo Pavo
Baro do Itamarar ti. 6. Joaquim Arcelino de
Sant'Anna
Capunga n. 5. Laur ano Jos de Barros
Pernambucanas n. 58. Luiz Antonio da Silva Pe-
reira e outro
Dita n. Ci. Luiz Lopes Castello Branco
II
Mari a
Herdeiros do
Manoei
aJW!.u
Mim.
Mi. Mf"
Pela inspoctoria da alfaDdega se taz poWico que
nao tendo ido arrematada a mercadera abaixo
declarada, atmunciada a "leilo por edital n 12
por falta de concurrencia ao valor oQJcial, se trans,
fere a mesma arrematafSo <>ara o dia 18 do cor-
rente s 11 horas da manha.
Armazem n. 6.
5 kdogrammos, peso liquido rea), de folhas para
fabricacao de flore?, ava'iados por !fi6866, que
faziam parte' do conteudo dacaixa marca M S V P
n. 173, fuda de Rordeaax no Vapor francez Mn-
do:a, entrado em 9 do correte mez.
Alfandega, 12 de julho de 1873.
O inspector,
Falio Ai ie GarwlhQ litis.
Puyante a CRhiarn mun'temol desta cidade
continnarao em prA-anv.as 18, 19. 21, nN
do correte papal serum arpem ribeira fla fregoe ?ft da loa-Vista, oreado*-na
quantia te 60#, bem fwne Upameirto'ao^ibea-i
eos da ra do Vigarw'eiwrie''d. da Na dafcesi
tauracSo; er^8o*na nuantia de 160*.
As pessoas q r-efenderem arrematar compa
I recam na pa*> oauniei^l em os referidos das,
momita* Paco-da tMRara muuicpai i RecUa 17 fafai
Iho de 1873.
Manoei iunquinj do Rejo, e Albutjnerque,
Pedro de Alt> Aiitran.
SeceterW. ,'
Travesssa de Payssand n. 6\
Visconde de Goyanna n. 101.
Pinto de Sou'a
Travessa das PernamlHicanas n. i. Mana Anglica
Pereira de Parva
Amisade n. 6. Manoei Nuaas da Silva
Tani.iriiiiira n 2. Maria Kiancisea da Conceicao"
Oita n. 4. A mesma
Beleiii n. 1. Manoei Antonio dos Passos* Silva
Campo iiiande n. 7. Manuel Fernandes Simoes
Becco do Espinheiro n. 3. Manoei Mendos
P
Baixa Verde b. 6. Pedro Verlulino de Paula
II
Dita n. Ki. Romao da Cruz
Ponto de Dchoa n. ftl. Rosa (oncalves de Jess
(resto.)
Belm n 7 I!. Salvador Hfaiiquod'Albuquerque
P. C. u. 12. faijksti Jos da Silva Braga
Dita n. 14. O muaia J.^lw-
2 lecco do Ventura n. 8. Thoraaz Francisco
Salles1 Rosas, (melade)
T
de
b
Crioulas n. 14. CTrsula Carolina da Rocha Almeida
Dita n. 16. A mesma
Dita n. 18. A esma
Data n. 20. A mesaia
Pernambueaaa n. i. A mesma
V
Rosarinao n. 11. Vicencia Alexandrina Pereira
Dutra
1
3



:tii*00t)
- .'i)
6*480
lKIMI
18^000
90*000
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18*000
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3*40
36*000
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10*803
13*500
7*60
7*560
7*560
9*000
18*000
2*160
8*100
16*200
6*750
4*320
4*320
10*800
4*320
8*640
4*320
5*400
2*700
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13500
36*000
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18* 00
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-s:h;i
6*480
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10*800
13*300
7*360
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7*160
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18*000
2*160
8*1C0
16*206
6*750
uno
4*320
10*800
10*800
4*320
8*640
4*320
5*400
2*700
2*700
13*300
1*914
2*43')
1*360
1*360
1*360
1*020
3*240
*388
1*458
2*916
1*215
#777
777
*972
1*944
*777
1*335
*777
*48li
*486
*486
2*430
27*000 27*000 4*160
18*000
18*000
10*800
10*800
4*320
13*300
8*040
22*300
10*800
13*500
6*750
8*640
18*000
18*000
10*SOO
, 10*800
4*320
13*500
8*640
22*300
10*800
18*000
6*480
13*500
6*750
8*640
32i0
3*240
14944
1*944
. /777
2*430
i *553
4*050
1*944
1*620
*883
2*430
1*215
1*155
18*000 18*000 3*240
32*940 2*964
27*000 2*4:10
21*600 1*944
8*100 729
16*200 1*458
16*200 1*458
7*560 *680
6*480 j.'iS.;
84640 777
7*300 680
13*500 13*500 2*430
31*500 2**33
16*200 1*4 38
18*000 i620
13800 *I62
36*000 36*000 6*48)
52*500 2*023
18*000 18*000 3*240
22*500 2*025
10*803 10*800 1*944
3*400 5*400 *962
10*800 10*800 1*944
18*000 1*620
27*000 27*000 4*860
6*480 6*480 1*166
51*120 I5120 9*201
18*0(0 1*620
5*400 486
10*800 10*800 1*944
1*320 4*320 777
27*000 27*000 4*860
2*700 2J700 486
3*400 3*400 972
9*000
18*000
6*480
18*000
5*4i>0
13*500
13*500
8*640
9*720
13*500
4*320
9*000
6*480
18i000
5*400
1*800
13*500
13*500
8*640
9*720
13*500
388
1*620
1*620
1*166
3*240
972
162
2*430
2*430
1*553
1*749
2*430
See^Rydo oonteoetoso provincial de Pernambuco, 10 de julho de 1876.
O !? oficial,
Horario Walfrido Peregrino da Silva.
; -**'.i.....-----------------1 .. ,--------------------1---------------------------1-----------------------------------------.---------------------------------. ,. .,..,.
78*490
9*417
11*772
14*126
1*962
39*240
196*200
29*430
39* 2 iO
14*7 lo
7*063
78*480
7*063
19*620
122*034
39*240
4*708
17*658
35*316
33*549
11*772
235544
9*417
18*833
9*417
3*886
11*772
29*430
58*860
78*480
*
47*088
9*411
29*430
18*833
49*030
23*344
26*6*3
29*4 :o
14*715
18*833
56*160 56*160 10*108 122*428
39*240
33*904
130*079
19*430
34*338
17J638
19*620
1*962
78*480
24*323
39*240
2**525
S3*5U
Hff772
23*544
19*620
58*86J
14*126
HI3'i4l
10*620
5
cadeirus. de jacaraad, jauttu csirafgda*, a
500 rs. cada timaS$SO0,'": cadafM-aMue-
ricanas, por 13J00O, c?i?o cadeirasioVaip,
por 29300, dfias poquenas mezas de aiaa-
rello, por 105000, uma mosa redonda de
iacarand, uiuitaveHw, por 40OO, utnu
banquioha de amorelk,1 por IfOOO, tla-
vatorio do ferro, por iTQOO, 1 -sof de ja-
caranda, muite yejQ, por VJJ000, uas
camas de ferro, por 109000, una o*r.a
de amarello, muito volho, por 5??0ot), duas
bacas de cobre, por lj|C(()0, 3 bandejas
veihAs, por l0K:*fc,&0ilieifO do teUjy,
por ifH)60, una aM da eeytura, por
19000, ma jsw/r de barro, por 1900\),
urna baca com jarro, por 1S00O, i ca!n-
dieirogaz, pon 19000. 3 garrafas'para
vioho, a S>00 rs19500, 3 cops. com
azas por 9000, duas cu-Mpotetras, for
29000, i copos para *$u*, per 19000,
urna pofcao de lousa, por :?000, l tapete
grande, por ofiOli.
t vai a pra^a roqurini Jos<: (iuedes Clngwlhs-, iventarwnH}' e
meieiro dos bens deixan'oj por sua falhjcjda
muiher, O. Joaruia. ftajia. d;i Silva Mjga-
lbes, cojo inventario se est procedeudo
por esto juizo, A arrematar;) tora lugaajio
prinieiro aadardo sobrado da ruada rmpe-
ratriz n. 44... ao weii wi|, 18 do crreme.
E para qua chfigu/3 ao cojjliocimxuo de
todos, niaudei pausar o prtj-nio j,uo ser
publicado e aBsado no lugai <). njiHID
Dado e passado nesta cdnde do Recife,
aos 25 de junbo de 187^3.
Eu, Hyppolitoda Silv*, escriveo subs-
crevi.
Jos SieoUlo Tolentmo de Carvatho.
i:d Pela inspectora da alfandega do Pernambuco se
intima ao dono on consignatario do volume, abai-
xo mencionado, para vir despchalo dentro'do
prazo de tres dias, vista o rao estado de seu eon
tedo, sob pena de fiudo em prazo, ser arremata-
do o referido volume porlA!dt9ta.repartH}ao.
Armazem ic 6,
Urna caixa com letreiro Jos Moreira tinda
no vapor inglez Neva, de volta do sul, e descarre-
gada em 28 do mez prximo jiassado.
Alfandega de Pernambuco, 15 de julho de 1873.
O inspector,
Faino A. de Carvalho Res______
- O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimeuto da ordem do Exjn. Sr. pre-
sidente da provincia, de 5 do crreme, manda fa-
zer publico que vai novametite praca no dia 17
do mesmo mez, para ser arrematado a"quem mais
der, o sitio dos Remedios adjudicado a fazenda
provincial, servindo de base a arrematadlo a quan*
lia de 3:750*.
Secretaria da thesouraria prjvincial de Per-
nambuco 9 de julho de 1873.
O oflkial-mawr
_______________Miguel Alfonso Ferreira.
O lllm Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico ime em cumprifliento de
ordem do Exm. Sr. presideule da provincia, vau
novamento a praca uo dia 24 do corrente, para
serem arrematidos por quem mais der, os impos-
tos provinciaes das comarcas de Flores e Tacara"
til; devendo os pretendontes babilitarem-se na
sesso extraordinaria da junta da fazenda, que
para este lim ter lugar sabbalo 19 do referido
mez
A arrematncao ser feita servindo de base o
abate de 10 0|0 nos precos da ultima praca, pelo
que ficam assim re Inzuios.
Flores, por anno 2:821*605.
Tac.irat, idem 1:775*83:1
E para oonslar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, em 17 de julho de f 873.
O oflicial iiiaior,
_______________________M. .1. Fereirn
Edital ii. 18.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco
se faz publico que Do temi sido despachadas as
mcrcadorias abaixo declaradas, nnouuciadas a
consumo por edital n. 134 de 14 de jumo prxi-
mo passado, se hade arrematar livre de dimitas,
no trapiche liara:) do Livramen'. '-ai i do Apollo
n. 45, as mesmas merca dorias, s U horas do dia
22 do corrente.
Marea CCFH4 formas d f >!'i:i de ferro para
porgar assucar. viudas de ?. Thomaz no navio
inglez Florate, deseamgm vs em 10 de dezeinbro
de 1S72, e consignadas J. S. C. da Cunha, ava-
hadas por 2*000.
llera PCP- sem numero 49 caix is contendo 46
iluzias e 10 garrafas de acua U oda, pesando as
garrafas 262 kilos, dem dem, consignadas a J. A.
M. Dias, avahadas por 51fc*<
dem TP 92 harricas.
dem M.li=91 ditas, contendo b"laclinlins, pe-
gando bruto 1830 kilos, tara de 10 0|0, liquido
legal 1.647 dem idem, e consignadas a lobton
Pater i C, avahadas par 823*'()().
Alfandega de Pernambuc, 17 de julho de 1873.
O insp?rl>r,
Fabio A. de Carvalho Res
32*901
38*860
5886
lo*772
4*708
19*620
19*620
14*126
51*012
1*962
128*314
Edital n. 17.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
as II horas da manha do dia 21 do corrente 3C
ba de arrematar, livres de direito-, no trapiche
Baro do Livramento, raes do Apollo ji. 45, a mer-
cadera abaixo declarada, alia ndo|*a aos raesiuos
direitos por J. M. da Cunha
Marea CCi'II n. 65 L'ma caixa, vina i de S.
Thomaz no navio inclez Floreare, de-catregada
em 10 do dezenibiM de 1872, ciiendo 10 pares
de botinas de couro para enhora, al 22 cent.
de comp., avahados por 15*,
7 pares da botinas de la de mais de. 22 ccot.
avahadas por 21*.
1 pares de botinas de couro de mais de 22 ten! .
avahadas por 9*.
2 pares de sapalos de couro de sola fina, de
mais de 22 cent., avahados por 2...
1 dito para enanca al 22 ceui., avahado por
500 rs.
Aifaodega de l'e.nianiouco. 17 de julho de 1873.
O inspector,
Faino A. Je Carvalho Itir.
;UMCQU:
10*800 10*800 1*944 23*54
OJ>r. Jos.XicoUoTolcotino de Carvalho, por 2JW00, -1 dito de dita, pequea, por
ju'u substituto daor^bo 4o terreo do ( ^00, 1 espelho, por 200 rs., 1 escarra-
, ftepfe, per Si. ML o imperador, a quom sleira, por oOO r>., t relogio de mesa, por
Beus grfrdc etc. 16*000,'-& per de consolos de ama rollo, em
Fago saber aos que o presente ditat rirom mo estado, pt)r #900, 2 cdtamodas, por
que por este u,o serio arrepatadOs por, 2S^0f)0, 1 rnarq'jeza de ama'llo, por
venda, flhds tres proijs, os bens movis 6$000, 1-d'ta de dito, por CJ5000, 1
seguintes; ^ | mapga de-*dro, Ror M rs., 2 casticjies
Urna! K&fKit,frabceza de fnegno, com- de vidro, pdH5O0 rs., 1 .tocador de/ina
posla de-rticdetrasdeguarnigao,.^ debra- lo, muito estragado, por
' eos, 1 jardioehn.. % eouiolos; l sof, ava- quea, muilo volha. ppp^50'(O, 1 mesa
liada por 14019000, 7 jarros para llores, demeiodc sala, wuiteestragada, por 3?00.
^br;'7?W)0%, 1 par defiu?aS d'porceJand, 1 quartinhotra de amarello, por 8*090, U
ARRK.MATACAO.
Na audiencia do dia 23 da corrente presidida
pelo lllm. Sr. Dr. juiz de direite da I.' W
ha de arrematar : 1 casa de sobrado de 1 andar
na do Apolo n. 63 avahada por 4:200*0110. I
armacao na_ venda, com varios objeclos e uleiin
lios, e por;ao de vmho de caj, como ludo se i
lera ver do escripto no poder do portero. I >''
ditorios com as respectivas avaai.oes ; a
examinar a armacao, viruta de caj), mr ulen-
ciljos. Os_preIen'lenles podem vir rua da
zalla Nova n. 7 I," andar, por cima da loja o'aJo
est a dita armadlo e ohjectos rcren'dos, u ludo
vai a praca a fequerimefilo M I). Al.xaudrtpa
Hara do Sacramento, viuva invenlariante' do liu-
do los Peteira', para salisfagao dconus do mes-
nio inventario._______ _______
CONSULADO PKUVNCIAL.
De conformiilade com a ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do correte^ iransmitu-
da" 4 este, administradle por p'ftterin do 8r. inc-
p'etor da thesouraria provincial de 12 do mesmo
mez hoje receida, adiase de novo aherto, t i
ultimo de agesto vindoura, o reaenimento dos de-
biese provenientes dos apparelhos e annnidade>
pem servf^eeo'xR?Pi/VBpafiit^r ^RfRjEPMH^DBfV^s-
pondente ao ieipeslne iyd^ ainjut^M do anno pr-
ximo passadoj com a multa' J f "l-
Pelo presente sao, |iartan)A
saveis essa coniribuico. ana d que cure
satisaze-la nascoiili, losu pcsai
em rdfeio Ultimo publica! I) Xsij a
liranga por via judicial,
Consulado provincial, 16 de julho de 1873.
listradtf,
ido Ros.
30
I

jsados os re-p-n.^* ..
dr------
Consulado de Portugal
Sochamoda res de Antonio Jo-'
Arauje a apresenlar. nib-
do dentro Jwta da-
ta, paraserbm vorilleadas e pAgts dentro das forpas
do espolio.
Recife, f6 de julho de 18;



f /
Diario de Pemambuco Sexta.feir 18- de Julko de 1873.
--.-,
*
_
Arremata^b.
Jmio d iVel | Olilidia.
No dia 26 de julho de 1873, pelas 11 horas da
uunha, na *ala das.'audiencias vo a praca para
serem ni rematad' par vendo os bens saguimcs :
Urna cas de laipacoboru de tela, sol., forni-
co no lunar do Uio ;*, com I porta 2 janelli*
de fronte,-2 nuarias, 2 natas, otialu fra,esiriba-
ca, avallada |r tlIBjAiM).
Outra de taipa enturta de palha em in;> estado.
POI 25*000.
Urna posse de cual de filudo o nina rede, ava-
llada por 2fi0*i 0-.).
Um eseravo, prata. eriuulo, cora idade de 40
aanoy, avahado por 500*000, de que se recetara
prnpota eot carta lechada para sua venda, cujos
*etw vio e praca por eiecu^ao de Malinas Ferra-
ra Lima, contra Manoel Martins Lopes.
0 escrivao,
-m_____________ Hermillo Chagas.
Em audiencia follm. Sr. Dr. luiz de direito
da primeira vara do-civeJ, do da 13 do corrente
mez, se ha de arrematar era basta publica, per
n. 48, sita ra da Guia do bairro do Reeife, com
nina pona e urna jaaeiia de frente, 2 quartos 2-
las, eozinha interna, com pequea soio, quintal
murado e eom portao, .cacimba s, medindo de vio
17 palmos e raew e de'oomprimento 67 ditos, ava-
llada em 1:0(0*000, pandorada a D. Anna Mara
da Conreicio, por e*ecnc*o do Ednarda Moraes
C
*Santa casa da misericordia
do Reeife.
Pela secretaria da anta casa da misericordia do
Jltca'c sao convidados os parales das educandas
4o coliegio das orphs era seguida declaradas, as
-quaes ja completaran) a sua educacao, para que
jequeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
ntrega, em vista do qne resdlveu a junta admi-
nistrativa, de conformidade cora o que dispoe o
3* art. 48 do respectivo regulamcato.
Candida das Chagas Coelho Uionzia das Cha
4as Coeih.i, tildas de Vital das Cliagas Coelho.
Mara Emilia.
ignaria Hibeiro, ftlf a de Leandro los Ribeiro.
Mara Ignez de Mello, tilha de Joo Bezerra de
Mello.
Mara Magdalena de Mello, fillia de Jes lava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, lilha de Vicente Ferreira
os Santos.
Eudacta.
Felippa.
Thereza dos antos Torre?, lilha de Jos dos San-
tos Tor.es.
Pergerfina, protegida de Mara Hermenegilda
Machado.
Sophia Mara da Conceicao, exposta.
Mara da Raixao Siqueira, lilha de Raymundo
Jos d Siqueira.
S- i-'-taria da santa casa da misericordia do Re-
eife, 27 de uaho de 1873.
O escrivao
_______________Pedro Rodrigues de Souza.
Sexta-letra 18 do corren te, linda a audiencia
doDr. juiz^ubsliluto de ochaos, iro pra:a !
obilia de amarello e ouiros movis, avallados em
2oO0 0, 2 s. ras, serrotes e !0 Juzia* de ta-
Boas de refugo, avahados em 70000, cojos bens
vao a praca a requeriraento de Antonio da Silva
Ramos, tutor dos menores Mboa dos finados Ana-
teto Antonio Ferreira e sHa mulhcr, contra Jos
Ferreira Coelho, escrivao Brillo.
Rrrawnwnlin Cwrilow
o Maxim* ('ellio.
BENEFICIO DA JOVEN
Heimqiielit Vites.
Depis da orchestra tocar urna 3s suas esco-
HlHfaa'payi. aabiri scena.e drama em 1 prc-
lo,o e4 actos :
JOCELYH
O
(la Martinica.
Terminara o espectculo com seeoa cmica do
actor Penante:
jesuta na garganta,
DOMINGO
20 de julho de 1873.
Principiara as horas-d tarde e
. acabar as H em ponto
rae-e o tempo que a empreza pde-dispor sem a
Hiterrupcae do circo.
IQCELIN
ou o
MARINHEIRQ OA MARTIKIGA
Tarminar o espectculo coin urna scena cmi-
ca escrita pelo actor Penante e que anda nao est
bapiisada.
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VICENTE.
Sabbado 19
As 8 fl|9 horas oin ponto.
E
3fe*v
apf.^p
( ca>avii|Hir
Ltmha nwnml entre o
Havr<~. I.Om:i. Pcrnattibuco, laKa,
' d- .l;in-ir. e Siii(*h
Al 12 do-corrente, espera-se da Europa
o das vaporeada lio- a, provavelmente Villede
Sa*a, que segaira dept.is da demora precisa, pa-
ra os pcirios Jo snl.
Relativameirtei fretes, encmimendas, |ssagei-
ra, para os qoaes tem excellentes ae-wwkuU.v.s
por pwcitffedusidos : a tratar com os ansigna-
taritm Augusto *F. de Oliveira & C, a rnaHo Com-
niercio n. 42.-entrada pela ra do Torres.
Bcigue nacional Arroio Mal
Para o Rio Graade do Sul vai seguir sera demo-
ra utmiK nocioaal Airoio Malo, navio de l'-or-1
dora, punco faltando para o resto da sua carga,
para esse IIm trata-se no escriptorio de Silva &'
Ca.-eau, ra do Mrquez de Oljnda n. 6g 1 andar.
Ri k Janeiro
O brigue nacional S. Paulo seguir em poneos
di as ; para carga trata-se na ra do Vigario c. 7.
fMbaldes desta eidade, cem todas as suas perten-
cas e accesaarios, buhare e bemfitorias ultima-
mente feitaa, garantindo se tambem o arrenda-
ment do predio Para n:elliores informacces os
Srs prctendentes podem-se dirigir ao mesmo ho-
tel, onde pessoa riHii|ieteatc lU'as dar, e onde tu-
do ie acba pntfiiio para >cr previamente Vaini-
llado, e o leiln sera elfcetuado ii seu escriptorie
na do Bont Jess n. '.H, primeiro andar.
X7SXL&0
DE
loas trras p;U mm
terreno.
Sf:(,(NDA-FWlA->l Dt) COHREOT
s 11 horas.
O agente Pioh Borger far leilao, por canto e
risco de quem peitencer. dasduas tercas partes
do sobrado de 2 andares e soUo, em chao forei-
ru, com commodidade para grande familia, sito
no largo do Paraiio n. 6, e de um terreno na
Torre, ra do Rio. cora 00 palmos de frente a
800 de funde, cora 4 quartos de pedra e cal, gran-
de poco deexcellente agua, etc., etc., cujas es-
cripturas podem ser examinidas no escriptorio
do referido agente, ra do Bora Jess n. 53,
primeiro andar, onde ter lugar o leilao
LEIIO
Para a Baha.
Pretende seguir eom toda a brevdade o brigue
Isabel. Qnem no masmo quizer carregar, dirija-
ja-se ans consignatarios, Thomaz de Aquino fr,n-
ceca A C ^uccessares, i rna do Vigario n. U.
DiHHIflga
S 8 HORAS EM PONTO.
DLASlLTMSREPRESEmtES
d) drama
\ ESTATUA DE RI
Terminando ambos es espectculos com
media em 1 acto :
a co-
w
DO
BEBEMBE
Nao setendo ainfla concluilo a arremata-
;o los chal'anzps, annuneia'Ia para o dia 8
do corrate, por serem diminutas as olleras
tendientes aos chafarizes do bairro do Recite
e Santo Antonio, de novo rcso.veu a admi-
nistrado adia-la para o dia 22 do corrente,
pelas 12 horas.
Coorlda, portante, a todas as pessoas, que
se propuzerern a contratar a apresentarem
propostas que sejam mais razoaveis.
As propostas, como j antecedentemente
licou determinado, p- dern ser feitas, quer
englobadamente a respeilo aos bairros, quer
por cada clialariz: quanto a js bairros en-
globadamente, serviro as bazes'j anrjuncia-
das, a saber:
Bases sobre ris quaes se Jrre tancar.
BAIIIUO O RGCIFE.
Chafariz o bica do caes do Apollo.
Dito da na da Cruz.
Dito da rna do Brum.
Dito do Furto de MattOS. 19:6509000
BAIRIU) DE SA.MO ANTONIO.
Chafariz do largo do Carmo.
Dito do largo do Paraso.
Dito ile largo de Pe tro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. 25.0007 000
Kscriptorio da companhia do Beberibe,
10 de julho le 1873.
O secretario,
Luis Munoel Rodri I
0 CHOLERA MORBUS
cihii'imha
messa<;kriessmariti,es.
>o da 7 do corrente mez espera-se dos por-
tos Jo sul o vapor francez Mendoza, comman-
daute Courier.o qual depois da dem ira do costil-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
ree) e Lisboa.
Para condicies, fretes e pa^sagens, trata-se na
igeocia, ra do Commercio n. 9.
LEILOES.
DE
t*fii sitio na Torre, ra do Rio n. 6, onde
rasada o Sr. Bloxham.
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A's I I hor.is d- maiih.
O agente Pinho Borges competentemente aulo-
aisado far leilao do sitio cima mencionado, com
100 palmos de frente e 1.200 de fundo (chao fo-
reiro), CoxeJra e estribara para i cavallos, quartos para
criados, gal raheiro, casa para banho com tanque,
e ontros nmitos accessorios indispensaveis que se-
ria enfadonho ennumerar.
O referido sitio alm de ser em um arrebalde
parto da ciade, est bem plantado de fructeiras
de diversas qualidades, jardim feito com gosto e
iMnero, l baixas de capim, etc., etc.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 3.1,
pnmei-o anJar.
FNDICAO DE FERRO E BROHZE
FABRICA DE MACHINAS
V raid Bar ^ Trinmplri (rea dttnnr) ns. WIi 104
GARBOSO [RMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e no publico em gernl, que receberam da Europa
grande sortimento de ferragens para erigenhos e para lanjtJM.e qnaosqner ontros 'sous
i misteres da industria agrcola, y quo ludo veudoin por ptoQOS ra/.oa*eifi.
Vapores horisontaes de 4, 6, 8e 10 carallos, os melhores que vem ao mercado.
MOenOaS completas, obra forte e bem acabada.
Alelas moendaS para assentarem grades de madeira.
TaxaS de ferro t,,IH,'<, batido, do todos os tamanhos e dos melhores abri-
ogCantes.
Rodas d'agua de ditera tamhos.
Rodas dentadas je diversos tamanhose qualidades.
Arados americanos de diversas qualidades.
Formas para aSSUCar gran(,es, pintadas e galvanisadas.
ConcertOS concerta.m cm promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Man,,am vir por encomintnda da Europa, qualquer machinismo,
para oque se corresponden! com una repeitavel casa de landres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mestnas.
RuadoBarao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICO DE CARDOSO IRMA O.
Leil
ao
Va prxima semana
a importante pega em 4 acto?, ornada de msica
do maestro Noronba :
A SALOIA.
-
?lo
uhras
De ordem do Ulan. Sr. inspector da thesou-
rara de fazenda.se faz publico que, emvirtude
do aviso do ministerio dos negocios da fazenda de
21 de junho ultimo, vai em hasta publica, no dia
.10 do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junta da me^a thesourara, para ser ven;
dido a quem maor vantagem ollerecer, o harra-
cao que em Santo Amaro das Salinas, servia de
quanel a companhia de cavallaria, avahado pelo
juizo dos feitos da fazenda em dous contos e ot-
centos mil res.
Os pretendentes deverao apresentar as suas pro-
postas em cartas fechadas, competentemente sel
ladas. at urna hora do supraeitado da
Secretaria da lliesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 9 de julho de 1873.
O secretario da junta,
___________ Jetuiio Rodrigues Cardoso.
Santa Casa de Misericordia
mw: eviiibiiAii
fl-AMEftIGANJl
NO
CAMPO DAS PRINCEZS.
Hoje 18 de julho
Variado espectculo oRere-
cido ao 111 m. Sr. Dr. chefe
de polica, em beneficio
dos alienados.
Preco (I is Nketes.
Camarotes com 6 cadeiras 18*000
Entrada a lugares reservados 3000
Entrada geral 200 . Crianzas menores de 16 airaos UOOO
Occupando lugares reservados pagarlo eomo
adultos.
mm
DE
i*ii .. lout'ii. erytitnc
le jtrati do Po
A SABER:
Um piano forte, urna mohila de Jacaranda, jar-
ros para llores, caaUcaes com mangas, tapeks e
escarradtiras.
Ojna rama francata, urna toilette, um lavatorio,
um espelho, tres canides, um guarda-roupa, um
guarda-vestido e urna commoda.
Urna mesa de jan'ar. um guarda lou^a, dom
aparadores, um sof. 12 cadeiras, um guarda-co-
mida, louca para cli e jantar. um apparrlho de
eleclro-plato para cha, cumpoteir.is, garrafas, co-
pos, clices, camas, mesas, cadeiras, trem de cozi-
nha camas e ^adeiras para meninos, e outros ob-
jectos .o casa de familia.
Jai e;
u'rado da ra da Aurora n. fMI
0 agente Pinto, autorisado pelo commendador
Joo Martins da Silva Couiinho, levar a leilao os
movis e mais objeetos cima mencionados exis-
tentes na casa da ra da Aurora n. 6t, em que re-
sidi a familia do mesmo sensor.
______ O leilaa princ piar s 10 !|i horas
DA
armaco, gneros e mais pertengas da (aver-
na do pateo de S. Pedro n. 1, massa fal-
lida de Joaquim de Brito Vasconcellos.
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
O agente Martins far leilao por mandado do
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, da arma-
{ao, gneros e mais pertencas da taverna cima ;
os pretendentes podem examinar o balanco em
mo do agente.
A*s 11 horas do dia cima na mesma taverna.
LEILAO
DE '
louca
4VSS0S MARTIMOS.
do Reeife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possue no lugar dos Arromba-
dos, hoje Duirte Coelho, soh ns. 39 e 40 tendo
aquello 390 palmos e este 309 de frente e ambo.'
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Reeife, 7 de abril de 1873.
O escrivao,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
De ordem do I Ira. Sr. inspector da thesou-
rara de fazenda de ta provincia se faz publico que
no dia 16 de agosto prximo futuro, pelas 2 horas
da tarde, a perante a junta da mesma thesourara
ser posto em hasta publica .para ser arrematado
de venda, a qnem mais der, em virtude da ordem
do tribunal do thesouro nacional n. 188 de i de
setembro de 1872, o terreno proprio naeional, sito
a ra do Nogneira nesta capital, em que ixistio a
cas', terrea n. 16 ; servindo de base para a arre-
matacao a quanta de 100$, valor da respectiva
avaliacao : os pretendentes devero apresentar
nesta repartido suas propostas em cartas fecha-
das, devidamente selladas.
Secretaria da thesourara Je fozenda de Per-
nambuco, 16 de julho de 1873,
O secretario da junta
Jeznino Hodrigues Cardoso.
O
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima com mnita
brevdade o brigue nacional Amelia, tem parte
de seu carregamento prompto ; para o resto que
Ihe falta trata-sc rom os seus consignatarios An-
to- io Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra do
Bom Jess n. 7.
LEILAO
DA
e mais
arma'.ao, gneros e mais perlengas da ta-
verna da ra do Rangel n. 53.
Hoje
O agente Martins fai leilao da armado, gne-
ros e mais pertencas da taverna aima, em um
ou mais lotea vootade dos compradores.
A's I do dia cima- na mesma taverna.
Leilao
Para Lisboa pela Ilha de S
Miguel.
O palhabote portuguez .V co S, Ijourenco pre-
tende sabir com toda a brevidade : quem no
mesmo qnzer carregar ou ir de passagem, trate
com os consignatarios T. d Aquino Fonceca A C.
successores, ra do Vigario n. 19, primein an-
dar.
Rio-Grande do Sul.
Para o referido porto segu em poucos das o
patacho hespaqhol Themoteo, por ter a maor
parte- da carga engajada : para o resto que Ihe
falta trata-se com os consignatarios Joaquim Jos
Gon;alves Beltrao & Filho, ra do Commercio
n.JS.
DE
movis, louca, videos, crystaes e ontros
objeetos de prata.
SEGHNlM-FEIRA 21 DE IULHO
.lio Caldcireiro'.
O eommendador Euzebio R. Rabello, tendo do
retirar-so com sua familia para a Europa, far
leilao por interven.5o do preposto Jo agente Pes-
taa dos objeetos seguintes:
:na niobilia de Jacaranda com lampos de pe-
dra, 1 dita de dito, 1 rico piano injlez, I eadeira
para o mesmo e divi rsas msicas, cama de ja
caranda para casados, 2 espelhos, 2 gnardas-rou-
pa (obra do Remigio), Id*, de dito, i casticaes
com mangas de vid o, 2 parea de jarros, 1 cande-
labro de Ilota* para meio de sala, 2 ditos de 2
luzes, 2 bonecas, 3 casticaes com lanternas de
vidro bordadas, I aparador (obra do Remigio), 1
guarda-lonja idem, I mesa eiastica, 22 cadeiras
avulsas, o lavatorio* com espelhos, 2 apparelhos
de louca parajantar, 2 ditos para almocn, 43 co-
pos de crystal para agua, 28 ditos para vinho
dem, 28 ditos para champagne idem, 10 ditos
para dito, 20 ditos para cognac, l garrafas para
vinho, 4 ditas, 8 compoleifas para doce, 1 porta-
licor e galhetero de metal, 1 caixa com ura com-
pleto servico de prata c paliteiro idem, 2 bandei-
jas grandes dem, "Salvas idem| e nmitos outro
objeetos que seria enfadonho mencionados.
Na quintafeira 21 do correle 10 li horas
da manha partir do arco de Santo Antonio um
trem expresso que servir (gratuitamente) de con-
dumio ao< concurrentes.
e crystaes.
Carros e cavallos.
A SABER:
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda a Luiz
XV, 1 conversadera, 2 espelhos grandes doura-
dos, 2 ditos ovaes, i jarros grandes para florese
7 sanefas "douradas, cortinados e reposteiros d
seda e damasco, tapetes para forro de alas e
quartos, 1 div.in e 8 cadeiras de charao.
Urna mobilia de charao, 2 lindas secretariis de
madeira embutid.-., 4 cadeiras de abrir e 8 qua-
dros com linas gravuras.
Urna mobilia de faia branca, 1 dita de junco, 1
caiilclabro de (i lizes, 2 ettagers e 4 figuras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras e balanco de
f-rro, dtas.americanis, 4 quadros, 2 mesas de
jugo e dfferentes quadros.
Urna mesa elstica demogna, 1 guarda-louja
onvidraeado, 2 aparadores 3* faia eom pedras, 4
eltagers, 12 cadeiras de guarni.ao, louca para cha
e iantar, copos, clices, garrafas, compoteiras e
fructeiras de lino crystal, porta-fructas de mar-
more, cuberas de metal, garfos, facas e colheres.
Dous guardas-vestidos com espelhos, 2 guardas-
roana, I cama franeeza de Jacaranda, i din de
ferro, toilettes, lavatorios, mesas de cama, com-
modas, camas para meninos, 2 costureiras de
charao, 1 machina de costura (perfeta), quadros,
tapetes, 1 extellente secretaria de Jacaranda, 1 so
f de mogno e 12 cadeiras pretas.
Um carrinho e I cavallo de molla para menino
e nmitos oulrus objeetos que e-tiro patentes ao
exame d^ concurrentes:
assim como
Urna victoria forre e cm ptimo estado, I ca-
briole! (do geart) arreios, 1 cabrolet ameriaanj
de 4 rodas para 1 ou 2 cavallos, 2 cavallos para
carro o um de sella.
'Vrt-a-Wra 23 do corrente.
_Na ra do Visconde de Goyanna, chcara n.
177.
Eduardo A. Burle, tendo de fazer urna viagem
Europa com sua familia, levar a leilao por in-
tervenco do agente Pinto, os movis e mais objee-
tos existentes em casa de sna residencia ra do
Visconde de Goyanna n. 177, a qual fica perto da
lin'-a dos bonds para a Passagem da Magdalena.
As 10 e 1[4 horas da manha partir da estaco
da roa do Brum um bond que servir de conduc-
ho gratis acs concurren es ao leilao.
Oltilo principiar s 10 'i2 horas.
HOTEL
GRANDE
DA INDEPENDENCIA
ANTIGO ESTAMINET
32 Km iln Inijfrsljr i
lmocoa
Lunch ,
Jantares
Ceias e bebidas de todas as qualidades a qualquer hora.
Lunpeza o servigo pontual e apurado com o qual ninguem pode competir.
Tem magnficos aposentos para a!ugar e
O proprietaro dispensa-se do elogiar o hbil a raro cozinheiro francez. a res-
peitodo qual podem ser consultados os verdaderos gastrnomos que j apreciaram a
sua arte.
' PRC<
Os mais resuinidoa do mundo.
Aluga-se
A OS 5000)&000 ; l,ma caa pm Sallt0 Amaro das Sa'mw n. lo, eom
^.v/o o.vvvpvvv. ,|nartoSf, alMt eozinha fra> eo^in e qajnu>
RII HFT1TC 'AnWTfVW "n,rad0 ; a mesma casa estucada, e torna-se
niLllLlEiO lirlHililHllv.fO. rccommendavcl por passar a linha dos bonds : a
' ra Primeiro de Margo (outr'ora ra do j Qi'arr no n. 19.
Crespo), n. 23 e casas do coslume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seos fe-
lfees bilhetes, um quarto n 1361 com o:000000,
dous meios n. l"o2 com :)00000, um meio n. 290
com 100*010, cm quarl n. 669 com I00000,
e outras sortes de iOj e 20/5 da lotera que se
acabou de extrahir (58"), convida aos pr,ssuidores
a virsm receber na conformidade do costme sem
descont algum.
Ac+am-sc venda B U lizes bilhetes garantidos
la 20' parte das loteras a benelicio da nova igre-
ja de Rosaa Senhora da Penha (59'), que :e i>x-
trahir na terea-feira, 22 do corrente mez.
PRECOS
Rilhete inteiro 6000
Meio billete J(MX)
Quarto 1300
em roRC.\or>E 1005*000 para cima.
Bilhete inteiro 3*500
Mei bilhete 2J750
QuarU) l|37o
Manat Martins Fiuza
Ate vir.
O Sr. Jos Peralta Lomos pela segunda ve*
rogado vir ra do Imperador n. 28, a negocio
de seu mteresse.
Urna familia comporta do quatro pessoas,
sendo que duns sao pequeas, precisa to-
mar para sua coaipanliia urna mulher ho-
nesta, e de bous costumes, e que d abono
sua conducta ; quem pois quizer appareca
no 3. andar desta tvpographia, para tra-
tar.
Aluga-se um ino'equc :
que de Caxias n. 41, luja.
a tratar na ra Du-
StO ara alugar lia PaSSa- Pnr ,,rile> da mesa regedon da irmandade
-i -ir i da Senhora SantAnna, erecta na igreja da Madre
geni da Magdalena.
Aluga-se na Passagem da Magdalena prximo.
linha dos bonds, urna casa com acenmmoda^oes
paja grande familia e com sitio murado : a tratar
ra do Vigario n. 21, !. andar, com Domingos
Alves Matheus.
Na ra da Imperatriz n. i preci;a-se de um
perito copeiro.
Perda
THEATRO
DRAMTICO
f&PTOCA & PENANTE
Sabbado 19 de julho.
ISIHIt '
Flvio Waadeci
Pacific Steam tailgaon C'rmpaj
I.nIui quincenal
O PAQUETE
John Eldr.
Espera-se dos portos do sul at o dia 18 do cor-
rente, e depois da demora do coslume eguir para
Liverpool, via Lisboa, para cujo* portos recebe pas-
sagerose carga.
N B. Este paquete, da mesma sorte qne o Ga-
licia, esperado at o dia Io do prximo mez de
agosto, tocaro ambos pm Bordeanx (por ordem
da companhia) para opde tambem re:ebero pas-
sagejros, havendo lugar a bordo.
Os agentes Wilson Rowe C, roa do Commer-
eio n. 14.
GARONNE
Espera^ da Enropa at o dia 20 do corrente, e
depois da acalorado costme seguir para a Baha,
kt de Janeiro, Wo-da Prata e costa do Pacifico,
para onde receber paseageiroe e dinheiro a frete.
Os agentes Wflson Rowe 4 C,, ra do Commer-
cio n. 4. *
LEIUO
DE
um importante sitio e casa em chao pto-
prio n'Agua-Fria (caminho de Beberibe
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE.
s 11 horas
O agente Piuho Borges, bastante autorisado, far
leilao do sitio cima declarado, por conta e risco
de quem pertencer, o qual tem as segrales cora-
modidades e bellezas.
Gisa para grande familia, bem construida e ele-
gante; urna grande eozinha, cocheira com estri-
bara para 4 ou 6 cavallos, quartos para escravos,
um lindo jardim guarnecido de grades de ferro,
lerraco ou sala de recreio, muitos roqueiros e ou-
tras arvores fructferas e bellezas mais que 6
vista dar o apetite ao comprador, cojo sitio fica
cercado das doas liabas frreas, distanciadas 20 a
30 passos. Informaedes e clareza com referen-
cia ao dito, no escriptorio do referido agente
ra do Bom Jess n. 53, primeiro aadar, onde te-
r lugar o leilao._______
Grande e imprtanle Si
DO
hotel da Jaqueira
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA
O agente-Pinho Borges autorisado pelo proprie-
lario, vender o mnito conhecido hotel denomi-
aado Jaqueira, simado em ora dos melhores ar-
LEILAO
DE
novos e usados.
Por liquidacao
Sendo:
Um magnifico piano de meia cauda do bem
conhecido fabricante Pleyel.
Um dito de Erard e muitos outros pianos
de armario dos mais acreditados fabri-
cantes de Paris.
Quinta-fcira \ do corrente
Na ra do Baro da Victoria.
Antonio Jos de Azevedo, querendo definitiva-
mente acabar com o seu deposito de pianos, far
leilao por intervencao do agente Pinto, de diffe-
rentes pianos novos e usados, existentes no pri-
meiro andar do sobrado da ra do Baro da Vic-
toria n. 12.
0 leilao principiar s 10 i|2 horas
Pede-sc a quem achou tres apolices da divida
desta provincia de ns. 56, 60 e 536, sendo duas
de 500$, e a ontra de 1:000/, emittidas no l. de
fevereiro a 17 de mao o a 3 de julho do corrente
anno, e correndo o juro de 8 por cento, queira fa-
zer o favor de entrega-las na thesourara provin-
cial, ou na ra direita casa n. 32, que muito se
Ihe ficar obrigado.
AVISOS OVfcfiSQS
Ao publico.
Domingos Mara Goncalves, cnsul -portuguez
de 2* elasse e en -arregado que foi do consuiado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
zes, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como porluguezes, que tem o seu escriptorio na
ra Duque de Caxias n. 41, Ia andar, antiga rna
das Cruzes, onde pode ser procurado todos os
dias nao santificados, das 9 horas da manha s 4
da tarde.
Firmeza e Humanidade.
A sociedade beneficente Firmeza e Humanida-
de, pelo presente faz saber a todos os seus asso-
ciads, que domingo 20 do corrente as 10 horas
da manha havera sosso extraordinaria para se
tratar de interesses que afielara a todos os socios.
Reeife, 18 de julho do 1873.
O secretario,
____________________J. F. da Pigaeiredo.
- Alaga-ie o andar do sobrado junto a
igreja dos Martyrios, concertado e pratadado de
novo: a tratar na rna Sete de Setembro, casa
n. 16.______________________________
Alagase por 25*000 a casa n. 6, sita Aroa
do Lima em Santo Amaro, estrada Ja concertada
de novo : a tratar na rna da Restaurarlo n. 64,
eutr'ora Guia. '
Escravos fgidos.
Fugiram deste engenho, no da 13 do corrente,
os escravos Francisco e Alipio :
O 1* pardo, alto, secco do corpo, cabellos ca-
rapinhos, e ter 22 ann s de idade, esti bncando,
O 2 prelo, alto, secco do corpo, e ter i4 an-
uos de idade, nao tem barba, e tem os ps um
pouco grandes.
Tenho razdes para suppor que estejam acornados
no engenho Ibura, em Afogados, aonde o 1 tem
pai e o 2 irm. J nao a 1* vez que escravos
nieus fogem para dito engenho Ihura.
A's autoridades policiaes de Afogados recom-
meado a captura delles, ou pretem auxilio s
pessoas encarr-'gadas da apprehensao dos mes-
mos, que poderao ser entregues no Reeife "era a
ra do Bom Jess n. 31, l* andar, e a roa da Pal
ma n. 71, ou neste engenho ao ahaixo assignado.
Perminio Francisco de Paula desquita.
greja
de Dos nesta eidade, convido a lodos os nossoa
iimaos a se reunirem no consistorio da mesma
igreja, no dia 20 do corrente, s 11 horjs da ma-
nila, afim de eleger a mesa que tem de adminis-
trar a mesma irmandade no'anno de 1873-1874.
Reeife !6 de julho de 1873.
O escrivao
afanad de Azevedo Pontes.
$~> Convite.
Os senhores ahuixo decl.u-ados, sao encarecida-
mente rogados virera ra do Imperador n. 28,
a trat.nrem do negocios particulares que lhes d-
zem respeito :
Antonio Anacido dos Santos
Antonio Affonso Mereira.-
Antonio Pinto dos Santos.
Amonio Jos da Silva.
Antonio Jos Hibeiro de Moraes.
Benjamim do armo Lopes. .
Domingos M. de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
Dr. Francis o Pinto Pssoa.
Ebom Wistig.
Emilio Jos de Moraes.
Kernandes de Azevedo.
Francir-co Alves de Mello Tico.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Jos Carneiro.
Joaquim Quedes da Costa.
Joaquim Jos Mara da Penha.
Jos de Brito Mello.
Jos Paulino da Silva.
Jos Joaquim da'"osta.
Jos Goncalves da Silva.
Jos da Silva Rodrigues.
ManoeJ. Antoejio dea aacime&to.
Manoel Jo* Antones Gurnaraes.
'anurl Silvino de Barros Faluao.
Paulino Joaquim Tavaies.
Theolonio de Raros t Silva.
William Rawlin.-on.
Eseravo fgido.
50#00 de gratificacao.
Au-entouse dn. engenho Victoria no termo da
Ao commercio.
Os abaixo assignados declaram a quem possa
rateressar que dissolveram amgavelmente a so-
ciedade que tinham na taverna n. 52 da ma de
Domingos Jos Martins, a qual gyrava na razao de
Carvalho cV Angeiras ; tlcando a cargo do socio
Camino todo o activo e passivo em vista de ter,
se retirado o so in Angeiras pago e satisfeito do! Barreiros'"o mniat" wiTbrVnn'^Traino! da.
seu capital e lucros, e sem mais responsabilidade.
Reeife, 16 de julho de 1873.
Antonio Jos de Carvalho.
Manoel Francisco Angeiras Jnior.
Quem estar devendo!
-. .1^,11-., iiu itiuiuu cifc'.iHi'i, *u ala UlillH urv
Os abaixo assignados prevmem a seus devedores Co,|K) Santo n. 7, audar, (iue ser recmpensa-
que venhara pagar seus debito* at o ftm do pre- do gen-rosaineute.
sent mez, se n"o querem ver seus nomes neste______________
Diario Como nao acertara com a casa para pa- ~ i U____1:_ 1a
gar, ainda na ra Augusta n. 258. Reeife, HI AOS SnlOresafirnCUltoreS.
de julho de 1873.
Joaquim Pereira de Asevedo Ramos.
Joo Baptista Aives da Silva.
20 nnos de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
oaheBoa ainarellns h erospos. rorto largo, olbos
casianhos, nariz regular, lera nm signl nos peitos,
proveniente .de urna espinha, peinas e ps
gr>sse3 e mal feitos : quem n pegar, ou delle der
noticias' leve ao =eu senhnr Daeio FTreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou aa praca da
Aviso.
< engcr.heiro, Fn.de: ico d* Moma y vai a Eu-
ro a oum breviJadc, com o fitn de es^idar os
mi il ineliawqr o .-ysttiiiia do nabalho na agri-
en ira ileU |*a>viai''M.4f ihIhhIhi os mi-lhc-
rai 'ntos que na ptica nao i"ssani tir inconva-
m te a'gm, e s^i sim, vrmtgm rea e peen-
No becco das Barreiras n. 9, coae-se toda e JJ ^TJ
qualquer costura raachina^ tanra para hornera gl ^^ HSU ^
como para s mar conta de roupade hornera para lavar, engom-. pr. .^tte Ui ^ ^ gilb li;,uilJ2o. ^
mar e concertar.__________________________ m ,,, ^j^^^ rn M Mon.ay, Dua Barras
Precisa-se de urna cozinheira para casa de Estacao d Ganael!e|p, pela vi a-frrea de S. Pran-
familia : a tratar na ma de S. Rom Jesns n. 26, j rcisco.e s5o recebidas sem demora e respondidas,
armazem. I Reeife. 8 de Julho de 1873.


>,

*
-
v




'
*
Diario de Pernambuco Sexta fera 18 de Juflio de 1873.
)
A
A. MOVID.1IIU
PIANOS E MSICAS
JUPTATIO JONE 1112 AZEVJEIIO
Rua do Burilo da Victoria d, 11, armasen), e 12 1. andar, antiga ra Nova
monde o publico em geral encontr, hcmpre o maior e mais esplend to sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
i
Acaba d abrir no primeiro indar do obrado n. IS confronte
otlc Minrer, oro graode mo onde estio expostos os magnficos
* A-^"5I da annar.o, de PleyeL
.------- fle mela canda, do mesoio autor.
------- da H. Henri.
----- da Ameda Tbibont
Coito apele nesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRRES
t>rtmiados em diversas expoji;5ss om 14 raedalbas do
Sai os oniees pianos qae aqni vea da Earara,
aa. feMoe coro legan '.la e solidez.
onrn e prata.
perfaiumente afina-
Tambem receben grande sortiroeuto d ronceas ptra piano, piano <
canto, e entre ellas aa lindas composiews 4o emito ijrmpaihico maesro
F. SHTIVI
A SABER :
Voc me qner Walsa.
Olga Maiurka.
La Separacin! Para canto.
A Lni elctrica, graade Wa'?a.
Franco Rrailiro P^ka.
Tomada da Vallrta G.-biw.
Jtmninha W>l..
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wat-a.
A M'oha Lyra Waisa.
A Natalicia P'ka
Sladiente Po ka.
rlflnft* publleav'dc
Feitas osa oficinas, de msicas
lo pnenciante.
EmiHa, poika pr I. Smoltt.
Circasiana, schotcn, por Smoltt.
Jardn do Campo das Prieeaas,
qaad.flha, par J. Pop*.
Qnvn de Rosas, Walsa, per H. Al
btftazzi.
D'aqni emCdiaote continuara a annnnear todas as pnb'/'cacoea que se forem friendo as snas offkiojs de a-Esica?.
Sociedade Beneficente Luso-
Brasileira
Echo Americano
i
I Corn suspensAo deste period'co os assignga- j
tes dativraria franceza, NABA PERDEM I
Em cumprimonlo as ordens do directorio face Dos Si nmeros 2o a 48, di-tribuirani-se 16,de
"Sciente a asdos os Srs. socios que, domingo, 20 do 23 40.
crtente mea as 40 horas do dia, ter lugar a s assignantcs podem desde j receber -a quan-1
sessao de asseaaW geral para a eleicao da nova liarlo 4000, equivalente dos 8 numeras 41 a 48, i
directora, conseft fiscal e commissao do exame anda devidos e que niio foram publicados.
de Tontas, devendo essa eleico ser fe[ta de con- Livraria T>anceza.
formidade eem os novos estatutos ; nao .podero,
votar nem ser votado aqueiles socios que seacha-
C^ullorio HietBco nwgico @
m
rem em .tras de roas de tres mensalidades,
assim cono aquellea que estao percebendo bene-
ficencia.
As sedulas para esta eleicao deverao ser tres,
sendo urna para a directora, outra para o conse-
Iho fiscal e ootra para a commissao de exame de
contas. A primeira constar de 6 nomes, 1 di-
rector, 1 viee-director, 1* e-!* secretarios, tbeseu-
reiroe orador. A segunda 18 nomes, 1 presi-
dente, 1 vice- presidente, 4' e 2o secretarios e 14
conselhelros. A terecira tres nomes que scro os
da commissao -de exame e contas, sendo mais vo-
tado o relator.
Antes da eleicao o Sr. presidente far a leitnra
de sea relatorio, no qual acompanhar o batan-
ete apresentado pelo Sr. thesoureiro. A directo-
ra desejosa que os Srs. socios concorram esta
eleicao, desde j esfocea-se em que todos compa-
recam ; os mesmos acharao sotrre a mesa dos tra-
bamos urna lista de todos os socios qae se acham
no geso de votar a ser votado

Deodoto Luiz Francisco Monteiro
pede aos seus amigos o cariiloss
obsequio de assistirem as missae
que manila resar na matriz da
Escada pelo eterno repouso de suo
presada mae, sendo a primeira no

Dr. Fpmreira
^f Zntiyo gabinete de tev, pai, r*a larga
^ kr R sanio n. 20.
t Cura de hydrcceles sem injecrao,
.^L eom puQCcio-capillar.
V^ Abertura de aoressos e extraejao de
derramamen serosos, pdK aspirador
de l'otain
&Q @ ig@ :
~- Roga-se aqoalquer pessoa a quem or offe-
dia 47 do crreme at completar o numero detrin- ^ por compra duas voltas de tranujini eom
ta e desde i se conessa grato aos seus referidos nia m*ala e um par de brincos a baao eom
seis rubms cadaum, todos estes objectos de ourd,
'"baja de apprehende-los e lovar ra de Paysan
m x}
Est ene-oura(jado!!!
If-'t ;i.i .Um. Sr ifM.-io Victr. *k- 1$riU,
tefii na ola.lts d' \h:""i.-th fl'.ria prtwlnria,
favor de vir i ra Du'uc de Caxiasn. 36, oo-
?luir aqueUe uo^'icjp ronietteu a
realrsar, pela torceira rliamada dcste jornal, cin
fin de dezemhr.) de 1871. e depois jiara Janeiro,
passou a fevercim 9 J-ril de 1872, e nada enmprio;
I por osle motivo de novo chamado para dito
mu, puis S. S. m deve lembrar que este nttrocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. scu nlho se
chava nesta cidide.
C( HMtJorio medico
DO
fi Dr. Murillo.
RA DA CRUZ N. 26,1. ANDAR.
Recem-chegado da Enrepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a quatquer hora do
da nu da noute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia is duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Etpfcialid'idts.'Molestias da pello, de
U crianza e de mullier.
'J Emprega no trataruento das molestias Q
O de sua especialidade as dvckat fras e fj
n banhoi a vapor, para os quaes trouxe Q
'r os apparethos mais modernamente em- rj
A pregados na Enrona. H
M. Tamtiem applica eom grande proveito
]S* n" tratamento das molestias do ntero a J,
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
taos no mea de Sanf Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necessario para regalo e distraerlo do quem
tem gosto pelo que bom.
Recomienda o grande Alen Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vnlgo, bolo de mandio-
ca), para divertmento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulmmantes, o que
tudo isso se acna na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os propnetarios da
confeitaria do Campos chamam a attencao de to-
dos e de todas para o preconisado caf em p ver-
dadeiro de Java. bnlachinha em latas denomi-
nada Sugar Waffers Vanella ; especialidades para
nietas, quanto mais para quem est de perfeita
sade.
Em vista do referido espera o dita Campos que
uiogHem, para pedidos de taes objectos, se diri-
jam, sen o Confeitaria do Campos, ra do Im
perador
Lampeo na porta.
amigos.
sa
Commcndador Francisco Al-,$ *Mr p' *ratificad0-
ou
siu morada para ser procurado.
ves de Souza Tarvalho. <*- pe* i a^h01Lum **
. *-* : |-qne urna senhora -ao apear-se do boad no da
Um amigo do eommendader d0 corante, defronte do chafariz da Roa-Vista,
Francisco Alves de ^maUrvalnoJ^nio.i^e-ijQuyg quen, vjgse nm genhor apa-
fallecido na cidade da Parahyba do nha.)0) ^ ]ev)1.|0 ao corredor do Rispo n. 73, tue
Norte, manda resar urna missa por se gratificw Na mesma casa ha para alugai-se
sua alma no da 20 do corrente, um criado i(Uiil0 diligente e mulo fiel, principal
trigsimo da de seu fallecimento,! mente para aw de estrangeiro, a qual prefere.
asS hora? da manhi, na matriz da -------.------^-^.-----------------j
Joaquim Cavalcante de^Mouqijerque, seahor
Roa-Vista. Rog i-se aos parentes e amigos do H-.
Secretaria da Sociedade Renrtcente Luzo-Rra- lustre finado para que comparecam a esse piedoso' do engeabo Quitunde, da comarca de Camaragibe,
sileira, t5 de julio de 1873.
O 1* secretario,
____________ Sent de Snuza Mira,
Urna escrwta perfeita engommadeira e cozi-
nheira e que desempenha qualquer eervico de ca-
sa eom asseio e peofeicao, precisa da quantia de
quinhentoa mil ris para sua liberdade e descon-
tar em en servtoas : a tratar no beeco dpTam-
bi n. 30.
acto.
D. Mara B. Coelho de Si-
queira.
Leonardo Bezerra de Siqueira Ca- \
valcante, Manoel Leonardo de Si-j
queira Cavalcante, Hercolina ds
Sli|uelra Cavalcante, Mara AmaUa
de Siqueira Cavalcante, Lonrenco
Rezerra de Siqueira Cavalcante,
Clara Augusta de Siqueira Caval-
parajtraar tOeseja-se fallar a aegocio de semnteresse amigos que se dignaram acompanhar os restos
eom "os Srs. Ignocencio da-tunha Goyanna Jnior mortaes de sua cnipre chorada m5i e sofrra;-e
Fjpanci.seo Costa Arruda Afelio : na ra do Bom de aovo os convidam para fazerem a oaridade
. provincia das Alagoas, attendendo haver tarito
nesta como naquefla provincia muitas pessoas de
igual nomo, faz scientc ao publico e s pessoas
I coin quem tem relacoes, que d'ora em diante as
signase Joaqun) Machado da Cucha Cavalcante.
Recife, 12 de julho de 1873.
Feilor.
Jesi i< n. .37.
Chaves perdidas.
Pe rdeu-se^uma. argola cora 4 chaves, sendo urna
de re tegio, ao aahir do caf imperatriz, ruada
Aurortij-Uniao e Forraosa, a tomar 1(2 no rae da noite, em seguimento a S. Jos : tiver a chalo queira entregar na ra de Mar-filio
Bias n. 14, que ser recompensado.
Ru-se ao Sr. tcneate Amador de Araujo
Pessoa o favor de vir ra Duque de Caxias nu-
mero 71._______.___________________
Offenecew uuia ama para cozinliar em catm
de homem o|tein) : a tratar aa ra de S. Francis-
con. 3L
assistirem a missi que mandam resar jiela sua
alma na matriz da Roa-Vista, s 7 herae da ma
nh do dia 19 do corrente.
CRIAJK)
Sociedad*' liiiiio Conasracrcial.
A directora da sociedaCe Uni
Commercial manda rezar inlssas por
alma do seu tinado socio Ladislao
Tolentino Cavalcante de Albuquer-
que, na igreja de Nossa Senhora do
Carmo, -segunda-feira, 21 do cor-
rente as 3 horas da manoa, e con-
vida os parentes, amigos e associados a compare-
cerem a e-te acto de religiao. e caridade.
Aviso.
Traspassa-se o re?tHrant francez da Magdalena,
sito na entrada dos Rtmedios : a tratar oa uies-
maeasa.
fffiSaQilOfSQO 45SDf3KSQSetal
9
Ci(iri()iiedico-eirurgi(4fi 5
DE J5
JL B. da Silva Mala. S
I
%

5 %
Ra do Viseonde de Albuquerque-n.
11. oiitr'ora ra da matriz da Roa-Vista
n. II.
Cln-.ni.idos : a qualquer hora.
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 s
liosas da tarde.
17 *
rugi
Caatirfcia a precisar-sede uro criado, pre- O0 dia 14 de maio do corrente anno, do engenho
fenndo-se escravo : na luja do Passo, ra Dous Mundos, o escravo Marcelino, preto fulo,
Primeiro do Mar^o ij. "7 A (antica do ftix0 e secco, rosto descarnado, pernas e bracos
CresDQ \ Ifiaos' k"a l)a'-a'sem nenhum defeito, representa
.-----lz------------------------------------------------I ler 30 annos, e tem algumas marcas antigs de
Na i-ua da danta Cruz n.5-i, vende-se urna ^relho. Este escravo pertencen ao Sr. Manoel An-
escrava eom habilidades e eom duas crias tam-; tunas de Quekoz Rarros, do engenho Ronca, do
Aluga-se a casa n. 10 A dailha de Remfica,
na Passageci da Magdalena, combanho do Capi
baribe na frente, de escellentes ares, e de preco
de 200 aunuaes, tendo commodos pr.ra familia:
a tratar na ra estrella di Rosario a. 17, 1* anda-,
scriptorio.
bera escr avas.
A quem interessar
Jos Baaos & Machado mudaram seu escrpto-
rio de -eonamissao e deposito de movis, para o
armazem o. i9 da ra do Vigario.
Attencao
Pnecisa-se de oa feitor que saiba tratar bem de
vaccas, paga-se racoavelmente : a tratar n sitio
do Caldeireiron. 9, ou na ra do Torrean. 12, 1
andar, scriptorio.
Cavallo furtado
A's 11 oras da noite de 13 do correte ao
amanheeer do dia J4, furtaram do sitio n. 8 da
travessa (jutf h>a defronte da capella de Joo de
Barros, um cavallo pedrea de crinas brancas,
acostumado a andar em eafarolet, e algamas ve-
zes de sella aervico : qoem deile noticia der ou
appreliende lo, dirigindo-se ao sobredito sitio, ser
recompensado eom generosidade.
Ahiga-M
a casa da ra Riachuello, na qual morou o Sr.
Vicente Ferreira da Cesta, eom muitas accotumo-
daede*. bom jardim, agua, gaz, estribarla, eochei-
ra, e aposentos separados da casa principal s a
tratar cora Joaquira Lopes Machado, na iravessa
do Corpo Santo n. '.
'Na ra das f lores n- 0 preejsa-se de pretas
para vender bolos. _____________
Aluga-se o sitio em Bemlica n. 8 (Pasaagem da
Magdalena) a margem do rio Capibaribe, e passan-
d' na Tr : : m don hoflib, '' c',-1 eso-
o du gramil^ precisando i^i:as .le um p-i.u 00 concert;
tratar ni ra du pollo n. 36, seguml.p andar,
iu na ladeira do Varad >nro, casa n ti, em
Oiinda.
Aluga-pe barato.
A ; ,: du sotrado da ra Direila n. I20 uToprial
para qualquer negocio e uK.iadia, tem gaz agua
da eompanbia do ReberilM aluga-se 00111 a ar-
ma(ao que nella existe, oq sem ella conforme se
eonvenrionar rom o pretendente, a tratar ma
do Imperador n. 81.
Cabo, e consta achar se para os lados da cidade de
Nazareth, onde tem pai e i muios forros, 011 em
Goyaaoa e N S. do O' de Goyanua, onie de nu-
tras vezes j tem sido pegado, quando pertencia
ao dito Sr. Antunes : roga-se as autoridades poi
Ciaes e capites de eampo a sua apprehenso e
,conduzi-lo ao engenho cima, ou no Recife aos
Srs. Cunba Irmns 4 C. ma da Madre de Dos
A..A, que 3 gratificar generosamente.
Irmandade do Divino Espi-
pirito Santo.
Por ordem do irmao Juiz eenvido aos nossos ir-
mos para que reunidos em *iesa geral em nosso
consistorio pelas 10 horas da manha do dia 20 do
corrente, se proceda a elelco de t esureiro que
preencha a actual mesa regedora, em vista da e-
usa dada pelo que l.i .eleito; segundo o que dipoe
o i_ Io do art. 95 do meamo compromiso.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Basto, em 17 de julho de 1*73.
O escrivo interino,
Francisco J, Leite.
AlENCAO ;
PRi-CISA-SE de urna casa em Oiinda,
no pateo do Carmo ou S. Pedro, para;
banhos salgados, para tuna familia pe- I*
quena composta de quatro pessois, paga-
te bem ; t tratar n/i travessa do Vigario
n. 1 (escriptorio) ou no pateo do Hospital
n. 28 primeiro e segundo andares, das 4
boras em diante, ou annuncie para ser
procurado.
Sociedade Beneficente Mon-
te Pi Santo Amaro
De ordem desta directora, sSo convidados os
Srs. socios para assistirem sesso de posse que '
deve ter lngar no dia 19 do corrente, segundo'
determina o arl. 23 dos respectivos estatutos.
Recife, 16 de julho de 1873.
O 1 secretario,
Sebastiao Pyrrbo
Est kigida.
Fi|go eai 17 de marco prximo pascado a es-
eravaJtlathilde, de 32 annos, preta, crioula, esta-
tura jegular, cheia do corpo, pernas finas, tem
uns canoros no rosto que parecem espinhas.falla de
denles aa frente, Calla milito manso que as vezes
desafia.a compaixo, boa eoeinheira e engomma-
deira, rlilha ilo Para, fui comprada sagra do
Sr. commendailor Lurcna, wuito conhccjda por
ter estado alugada em casa do Manoel, insnector,
no Monteiro, ella intitula se de forra, e teai sido
vista no Poco da Paoea, Monteiso, Caxanga, Mag-
dalena, e aqoi noRpcife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridaes policiaes e capitos de
campo a sua appieheoaio ; assim como se pede a
i-J''n tenlia amas que veailique nessas inie dlzem
ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
sabe ra, -, que se gratificar a quem a trouxer
xua do Livramenlo n. d Antonio de aiva Fer-
reira.
P-recisa-se de urna cozinheira e rompradeira
para casa de urna familia de tres pessoas; paga-
pe bem, po;'.endo tambm engoinmar para urna s
3essoa : a traiar na ra do Livraniento, luja n.
si.
Prgeisa-se de nma ama
de de Go\aunan. 161.
na ra do Viseen.
Na raa do IIngel n. 9, precisa se de urna
ama para cozinhar paga-se 25*000 mensaes.
A Tria Precisa-sede urna ama que cozinhe e
-.-t-H u\i ra da Alegra n. 38.
AMA
terrea.
Precisa-se de urna ama para cozi-
nhar e comprar para duas pessoas
na ra da Senzala-nova n. 83, casa
A rna Precisa-se de urna ama para cozinhar,
J%mm na ra Drreita n. 26.
Precisa-se de urna ama pa-
ra casa de familia, que saiba
cozinhar e comprar : a tra-
tar na ra do Mrquez de Oiinda n. 40, primeiro
andar.
AMA
Attencao
Orna pessoa que tem de rendimento r-erto por
mez J30, necessita de lanar a juro 600, pa-
gando mensalmente 80 ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se 'onveneionar :
quera, pois, quizer fazer este negocio, deixe carta
fechada eom as iniciaes D. G., no escriptorio deste
Diario.
Boubo
Roubaram do estaleiro do Saraiva, em Santo
Amare das Salinas, na noite de segunda para ter-
ca-(eir 7 para 8 do correBte, tres taboas costa-
neras, sendo duas de veriniuva, eom 40 palmos
de comprimento, e urna de jathohi, eom 42 palmos:
roga-s o favor a quem ditas taboas for offerecidas,
de as aprehender e aanenciar por este jo nal para
seren procuradas._____________________
- Precisa-se de um criado para copeiro, de 10
a loaanos : na ra da Imperatriz n. 24, primeiro
andar.
CASA DO OUHO
\os 5:000-000
Bilhetes garantidos
Hiia do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
1. 3, e casa do cosame.
Acham-se a venda os muito felines bilhetes ga-
rantidos da 20' parte da lotera a beneficio da igreia
de N. S. da Perda, que se extrahir no da 22 do
crreme mez.
Precox
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
Jale lOO-OOO para olma.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife,^ de junho de 1873.
J0S0 Joofuim da Costa Leite.
rM3 >
Huprn
a-|gfiaf
1 i
Precisa-se de um criado (raoleque) para ser-
vir duas pessoas de familia : na ra do Mrquez
de Oiinda n. 3.
Precisa-se de ama criada para engommar e
fazer mais algum servifo de urna familia de duas
pessoas: na roa do Marque? de Oiinda n. J3.
Deseja-se saber do Sr. Joaqnim Fernandos
da Rosa, coahecido por Joaquim do Poge, prove-
dor da irmaadade do Seahor Bom Jess das Do-
res, porqne razao se faz mesa na igreia de S. Gon-
ealoe nao se avisa os dignos definidores da mesa
regada ?
Joo Rege Coelho
Procurador geral.
Camillo Francisco Pires
Procurador da mesa.
AO AJ*M*ZKM
DO
VAPOR FRANCEZ
HV'A 1K> R.MIAO DA VlCiillA
N. 7Outr'ora NovaN.
Calcado
Josepha Heariqueta de Miranda Rarros, avi-
sa a alguns seahores de engenbos que se acha
iK-tta pra;a prompta a ensinar em algum enge-
nho, que seja perto de aig^uma estacSo : quem de
seu prestimo se quizer utilisar, dirjanse ra de
Santa Rita n. 89, aula publica.
% ADVOGADO
V BACHAREL *
Joo Gonzaga Bacellar J
lilla do Cabo ?
9 RA DUQUE DE.CAXIAS N. 21, &
0 0 0$&***$
Para lioiuem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, pellica, lustre e
de doraque eom biqueira, dos melhorrs
. fabricantes.
SAPATOES de be erro, de cordavao e de case-
mira.
SaPATOS de lustre eom tafea
SAFATOES atamancados eom sola de uo, pro-
prios para bandos, itios e jardius.
SAPATOS de tapete, charlof, castor e de tranca
francezes e portugnezes.
Para oaihora.
BOTINAS prelas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia eom salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de lapete, charlot, castor e de tranca.
Para menina*.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differonte,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca porlugueze?.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre c de cordavao.
AROTINADOS e sepatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portnguezcs.
Botas de montara.
Potas a Napoleao e a Guilherme,- pernciras e
meias perneiras para homen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france', ra do Raro
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guerniroes,
sofs, jardineiras, mezas, conversadoras e costu-
reras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e < s mais proprios movis para saldas e ga
binetes de rerreios.
No armazem do vapor francez, ra do Rarao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo*, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wollf A C.: no
vapor francez, ra do Rarao da Virtona, ou
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de or de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, p.is de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos argos delicados em perfuma-
ra para presentes eom frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas c garrafas de differentes lma-
nnos d'agua de cnlogne, tudo de primeira quali
dade dos bem contiendes fabricantes Piver c Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dilFercntes golfos <
plaantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e do camurea.
Caixinhas de costura ornada eom msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinbas eom vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gios
Brineos aimitagao e botes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac 1
de tartaruga
Oculos de aeo fino e de todas as guarnieses.
Bengalas de luxo, caima, eom oaslSes de mar
fim.
Bengalias diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentcs de tartaruga para desembarazar c para
barba.
Ditos do marfim muito finos, para limpar ca
be?a.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din'eiro.
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muilos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, boleas e saceos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as crianeas morde-
rero, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar crianeas.
Cedrinas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
crianeas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas eom escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas eom ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
festas.
fcil
no ineiao de junho, ura^mulato de 3u annos de
idade, detallara regular, eom caballo de negro, ca-
ra pequea, eom sardas midas e escuras sobre o
nariz e faces, que quando vistas de longe pare-
cem buracos, tem o nariz chato e bocea grande,
eom ponca barba pelo queixo, chama se Jos Ru-
lintf, porm muito cont^ecido como Jos do Raw-
linson ; ft.i foguista na companhia do trem de Api-
pucos. E' natural da Parahvba, aonde foi eom-
p,-*dn ; roga-se as autoridades policiaes e capftaes
de eai7?u0 a apprebenslo do mesmo, "levando-o a
Santo niyo, W* do Lima n. 30, que serao bem
recompensados".
Attencao
Conlinua-se a fornecer eoT"dorias para fra -
por prec/Ds mais em conta do qnem ontra anal- Pft.raa dns Guararapes n. 10.
ir dirija-sff >o sobrado I rtecisa-s^ de refinador
Raices aereostaticos de papel de seda mui
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes eom vidrilhos para mangas e lanteroas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos eom paysagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio eom lindas pecas.
Realejos I armnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entreienimento das crianeas tado
a presos mais resumidos que posivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora roa Nova n. 7.
ATTENCAO.
Pretisa -e de Uma ama para (osmharparadua
pessoa- o ro n| 1 u, f Fri 1 u pfrritv : .1 tratar no
pateo do llnspUal-H ljfiimef i"ie)riind.)andar.'
FG10
Est ffiL'i'lni) radia araWladn de nome Fru-
;>. d4'-i|i-niail' c cali'il-i> 1 m:i p-iu-o lori
l'j>, andava c(.:n nina ;,i rufa tvi.luziiido eslrum -
pan um sitio, c rugi no domingo 6 do corrente;
este eso ave ligoii amento g^ft, foi escravo do
Sr. Joaquun Juvencio da Silva e boje pertence-ao
baro de Nazareth, que pratilieari a quem o apre-
mar. KllcTopresnta 50 annos.
SERVENTE
botica da ra Larga do
Precisa se de um na
Rosario n. 34.
Precisase alugar una escrava para servir
n'uma casa de familia de livs passou : a tratar na
ra de Matbias de Albuquerque (outr'ora Flores)
n 31.
COMPRAS.
- Comprase algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a traiar na loja da roa Duque
de Caxias n. 44.
dT
- Comprase Diario de Pernambuco a 140
rs. a libia : na ra do Coronel Suassuua n. 1.
(ompra-se
urna casa terrea que ten< a bons commodos par
familia, e buin quintal, no bairro da Roa-Vista, 8
algum sitio prximo a liaba dos bonds, ou da ma
rhambomba : a Iralar na na do Uangel 11. 7,
1" ou 2 andar.__________________________
Compra-se
ap- tires geraes da divida publica : na ra Duque
de Caxias n. 87, loja.
- Compra-se o Jormst do Jleeife de 11 dono-
vembro de 1*6-1, e os numeffs lo Conei- do Re-
cife em que vi-in <>s artigos oscripto pelo Sr. Dr.
Joaquim de Aquino Fonsca, a respeito dos nego-
cios da ccmpanliia Recife Diainape : quem os ti-
ver para vend r procure o Dr. Lobo Mo.-coso.
Latas
Compram se latas de gaz vazias 110 armazem da
bolla amarella, na travessa da ra do Imperador.
VrftOAS.
Vende-se una batanea grande c >m corren-
tes e una dita pequea, e alguns pesos, assim co-
mo um registoe arandelas, tudo por connodo pre-
eo : a tratar na ra de Marcilio Dias n. 6-3 pa-
llara.
Hotel de l'Univers.
Vende-se pa chancelleria do consulado de Fran-
ca em Pernambiico, saubado 1I de julho por adju-
dijao vulunlaria, no caso de oleiecimentos s.uffi-
cienies, o estabeleciniento denominadlo Hotel de
l'Uiivers dependente da suecessao de A. Gasfiter.
Para infonnacoes e coudieoes, os pretenden-
tes podem dirigirein-se ao consulado de Franca.
Cidade da Escada.
D'ora em diante venderse ha carne verde dia-
riamente no acjugue publico a 120 rs. a libra.
se
No armazem de WUo Howe >s C-, vende-
>dio azul americano.
O venladiro panno de
Excedente lio de vela.
Cognac de pi iineira qnalidado.
Vin o de Borileaux.
Vende-se na loja da rua Duque de Caxias n.
18, sescenta e quatro taboas de amarell, por
muilo barato precio.____________
<
ir
Verdadeiro bter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem du Tasso Irmos
C, rua do Amorim n. 37
Lzinlias escossezas
Ultimo gosto a 280 rs.: s o 43 da rua do Quoi-
mado, em frente a pracinha.
O 43 em liquidaco.
ICua do Queiinado em Trente a
|ii*acinlaa.
Chitas finas, gnitos padrdes, a 240 e 280 rs.
Cambraias de ceres a 240 rs.
Poupelin.is de seda a l200.
Cambraia transparente fina a 3*.
E outros muitos artigos, todos por motade de
seu valor para acabar: s o 43, ruado Queimado
em fenle a pracinha. ____________
Vende-se pedras de amolar : no armazem do
Motta, da coinpauhia pcrnaniLucana.
oha mais cabellos
a
. TURARA JAPUZA.
Se nica approvada pelas academias da
sciencias, reconhecida superior a toda que
tero apparecida at boje. .Deposito princi-
pal rua da Cadefa do Recife, hoje Mr-
quez de Oiinda, n.51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Coia da Baha.
Vende-se na rua da Cruz, armazem n. 16, mag-
nifica cola da Baha, em porches e a relaHio.
Attencao.
Vndese tima armacao para molhados, eom
poucos gneros, no lugar Areias, ao subir a ladei-
ra do Barro, freguezu dos Afogados, tem casa de
vivonda, rancho ao p da mesma casa e deposito
de plvora, sitio cbm frurteiras e planta de capim.
garntese o arrendainento, tudo por preen eom
modo : a tratar no mesmo sitio.
para costara
-Grande sorlmento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, rna do Barao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
Las, ultimo gosto
A Rosa Rranca vende las de gostos muito boni-
tos a 800 ris o eovido.
Las de qHadros a 320 ris o
covado.
Chegaram mais las pelo baratissims preco de
320 ris.
Lindas chitas.
A Rosa Branca tem chitas de padres mailo
delicados, e est queimando.
Atoalhado.
A Rosa Rranca tem que ha de melhor e d
ricos dosenhos.
Novas cambraias pretas.
A Rosa Branca teni os
cambraias prelas : dao-se
fazeadas.. tratendo peahor,
Nao se enganem.
A Rosa Branca lera as hombreiras pintadas de
azul eom flores brancas.
RUA DA IMPERATRIZ N. 56.
mais ricos gastos em
amostras de todas as
baratos.
Oleados bonitas e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez. rua do Ba-
rao da Victoria ontr'ora Nova n. 7.
'Precisa-sede um caixeiro para taverna, de
14 a 18 annos d idade, portuguez ou nacional:
qner parte : qoem precisar dirija
Aa rua estreila do Rosario n "
' seal n. 7.
refinadores : no largo do Ar-
mi i i
ffi'1 ,,Vi\mmmmB^^mmtmmmm^JL-
Vende se a taberna do pateo do Ter^o a. 21,
muito afreguezada para a trra ; a tratar na roa
ao Marcilio Dias n. 69. ________________
1." e 2/ series.
Vende-se urna assignatura das cadernetas do
Diccionario Portuguez de Fr. D. Vieira, j jjagas a
1* e 2* series : rua Duque de Caxias n. 73.
Gomes de Mattos Irmos
VENDEM :
Gomma do Aracalv moita nova.
C ip carnab..
' Velas de carnauba do Aracaty.
Bicos e rendas do Aracaty.
Sola e peBe de cabra
Rua do Mrquez de Oiinda n. 40 primeiro
andar.


-iw

^Di^tia.{de.P^MUaaJJ>^Jo Soria-feira .18 de Juftode .hffl&.
_
Fli'NMCAO DO BOWMAf
RA DO BROffl N. 52
(Passando o^ chafara) ? y
PEDEM AOS senbores de engeoho e oalro* agnaaltorts, em pregado re le m
jalsmo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o doto lortimeDto
aaoiet i'que abi tem; seado todo superior em qualidade e orttiio; o qoecoe a s
fie pess al pode-se -verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FNDifAC
irftflor'* fi rn ins A* nema dos mais mo,,rns tpima eem ta
WJl^iirJ rUUilS a ag^ua maobos convenientes para as diversa
ewnstanr.iiw dos senbores proprietaKs e para desWrocar i^jodSo.
Moeadas de canna S,Je!os tama0b08' u:mo]bOTei qafl *qni
Rodas dentadas p'"'"wpr-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques o funds de alambiques.
I/Tlf*linl?ina Pra mandioca Igodao, I Podeudo" todos
cj-Civi^iLUCinuo e para serrar madeira. f ser movidos a mao
R^mhn.9 Pr v,P*r'
^juu Todas as machinas pecas de qQe w cosxom preci8fr-
Fas quaiquer concert de macbiflamo' i0 mo "a*0-
W^Y v\ 3uS dft f AT 1 tem as memores e mais baratas existentes no mer-
W'TIP \TflXYlATI fiflfl Incumbe-so de mandar vir qoalquer machinismo 4 von-
VJAAL- utuou ma. lat|e 06 C|entes> lembnndo-iuea a vaotagen de fazerera
km compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qoalqoer necesaidade pod
bes prestar aoxifio.
arados americanos e Q8t ^^
RA DO BRUM N. 52
PASSANIO O CHAFARJZ
Os lequeAxloS de iiadfepefoi*',. branMi e de >
e6rese ijiie tiazem o disficoJJNIAO em lettras
tambem de madrcpeiila errt alto relevo, lor-
nando-ae por islo apcopriados para noivas, a NO
VA ESPERANCA ra Duque de Caxias n. 63
(artiga 4o Uueuaado) queui os tem.
Sao de tartaruga.
Os brincos, brocbes, mejos aderemos, cruzes,
corae&es e cazoleta, que estao oxpostas boa
escolto das Exnias. .(amantes do cliiquo) vende-se
na Nova Esperanca, jua puuue de Casias
Aos meninos
A*fov Bpe>rnc rus Mfjfie %3, acaba de reeeber un lindo sortimento de kp-
uecas de umitas alli***, via ehtre ellasAi
rapadas boneeas de .Jiprracha, assim tamban
a pequea quanlladeLde bobeas pretas ns
REBUGGO EM PRECOS
Atteneo. Alenlo.
Na Iqjade Soares Leite Irmaos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
Caixa de liaba com 40 n vellos, a 500 rs. I. dem idemlisa de cores, 280 rs.
Meen idem de marca, a 200 rs. Kesma de papel pautado, a 2 (Sarrafn de agua florida vordadeira ai?200 e 6500.
dem kiiKinga do Japo, a 1^200. dem idem liso, a25G0O, 3J5500 e 5*000.
dem divina, a 15J>000 e 13?200. Caca de papel amisade, beira dourada,
AbotoaduFas para cohete, de todos os a 800 rs
posto:, a2o0 rs. dem idem idem lisa, aGOO rs.
Launpftrnss gaz, dando urna luz muito dem idem idem, a 400 rs.
bM, i 1^000. I Caixa de envclopes forrados, a 700 rs.
Duzia depeeas de cordo imperial, a Luvas. de pellica com toque, a 500
9%>) rs. ris.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
JOCO. ; 5!000
(lem de oleo Oriza verJadeiro, a 1#000. Ma^o de fita chineza, a 800 rs.
'."< de baralhos francezes canto donra- Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros de linlia, 200 jardas, a
700 rs.
IdetQ idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
Idem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
(>0.
mbeira lisa, a 23V00.
.-T'"a ele tinta roxa extra-tina, a ilfOOO.
de b'Hoes de osso para caiga, e
' ;'r.
tornes, a395O0.
:~i-.:! ': pOs para denles, a 200 rs.
si idem de pos cbinez, muito bom, a 800 rs.
rs. 19000. Chapeos para seiihoras e meninas,
i de sbouets de ameudoa, a 2)50
.
mnH 'boa, a t=?, t500 e 2?000
Caixa de peonas l'erry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envclopes tarjados, a 500 rs.
Loques para senhoras, a 25000., 43)000 e
a de sabonetas de anjinho transparen- G-5000.
MS, a 25200. 'ivrospara notas, a 320.
dem idem com llores, a 5500. Redes enfeitadas com fitas, a 25400.
Di:'. i de Cllarinhos bordados para bo- Diuia.de collrinhos lisos para uomem, a
ero, a8*000. 05000.
Duzia de pecas i>' trancas caracol branca, Lindas e elegantes caixinbas com perfu-
0 1.).
idem idem lisas brancas.a 200 rs.
;--,
,.
:as de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
t 1 : ta caixa, bonecitS de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
tos le ;->'>n;ollana. ospellios de todos os tamanhus com m-ddnra dourada e rosa,
rame, moldurare estampas para quadros etc., etc., emuitos object.s que se
bina fong 1 mencionar.
mes do autor E. Cudray e Gell Frrcs, pro-
prias para presentes.
&m
/V
ALCATBAO DE 6BY0T
LICOR CONCENTRADO C TITULADO
0 Sur Guyot chegou a tirar ao alcalrSo a
ana acrimonia e o seu amargor insupporlaveis,
que o torna mais soluvel. Aproveilanuo essa
feliz descobeWa, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
volwne, contem urna grande proporcSo de
principios activos.
0 Ar.-nrAo d<- tujoc (Goudron de
fiuyol) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrao ordinaria, sem Ici-
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
colher de caf n'urn copo d'agua para obter
logo um copo de excellente agua de alcatrao
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ella precisa, o que offwece
economa -de lempo, Jacilidade de transporte
e evita o manejo tao desagradavel do alcatrao.
O Alcatrfto de Uujoi substitue com
vantagem multas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, broncUtes,
tosses, catarrhos.
O licatrA* de Gajx empregado com o maior xito as molestias seguintes
SM BEBIDA. ~ tilia colher de caf para um copo d'agua ou duat colheru de
$opa para urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
. TOSSE PERNI TAZ
IRRITACO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
H F0H1EWTA(0ES. Lufa P^ro ou com umpouco d'agua:
affeccOes da pelle
comich6es
MOLESTIAS do couro cabelludo
9D DUECCOES. Vma parle de licor > quatro d'agua (mcd. in(.tr.m.L ,*<*])
FLUXO& ANTJGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
O Alcarirto de Gayot foi experimentado com um verdadeiro xito nos
frineipaei kospitoet 4e franta, da Blgica e da Espanha. F reconheeido
que, para os tempos de calor, ee contltiue a bebida a mais hygienica, e so-
hreludo durante es tempes depidemia. Urna intrueco accompanha cada rdro.
Depoalto Kerl en cjuw, L. FREBE, 1, nt Jacob
A Jhbbj, DapooebelIei C1m1o. I liumi, Ferrelra et C*.
Plumaubtco, f. naarer et C". I Pelotas, Aatelre Lel*aa.



Bauja, Hhm t O.
omo-Pbito, cm. WeUenM
Mace, Val** a>laa
Pono umu, PrancUeo Joa eUo.
sa tornam apre
EbemiUil
vidade.
V
A Nova E^eranga i "roa Dojue de Gasia*,^
i, iecebe verAaoein) cimento inglez. prepara
io pan concertar pbroeteaa* beev ottl. v
YeMo perdido
Mutas vezes um vestido torna-so inteirameato
faio, somentc por estar mal ofertado: a NovaTs-
peraaVa rua Doqae de Canias n. 63, removo
este mal; porque est bam prvida dos melhom
SI5ee e franj-w de (oas as eras, onde pde^esi
Iher-se vontae tobresabndo entre eala&Ss
moderna franjas mgraicas, qupcia soavridat
Te de cores, fie beta em qoa toda* a* franelas.
A ella antes gue se acafcem.
Bolas de borracha
Vendomse de todos os tanuuiH roa Duque
de Caxias n. 63, na Nova Ecperaaga.
BAAE NACIONAL
Rua 4a Imperatriz n. 72
di:
Louren?o Pereira lleudes Guinaraes
bJMato>.f|e {fifossivei,
W
Cabellos orn^cos s tem me
quer
A Nova Esperanza rua Diujne de Caxias n.
63, acaba de receber a rerdaWra tintura de Ds>
nous para Ungir os caballos, o que se consegue
(empreando a) com multa facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos s tem quera quer.
Esto na moda
Os cinturoes de couro, pronrias para senioras,
ne recebeu a Nova Esperaa^a rua Duque de
axias u. 63, estao, sJm, senhora, esto na moda !
Se queris ter ou preparar um ramalbete de
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
ou para outro lim apropriado, necessario ir
Nova Esperanza na Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os melhores ports. houquett
que se pode desejar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, rua Duque de Caxias n. 50,
araba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para faicr os cabellos prctos. O bom re-
sultado colhido por quera tem feito uso dessa
inoffensiva prepara^o a tem altamente coneeitua-
do, e por 9so apenas se faz iembrar a quem no-
vamente della pnce e queira se aproveitar de
sua utilidade. Tambem Yeio agua de topasio e
oleo florido para o mesrao uso, e t,to acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, rua do Duque i Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossos aljofares de cores, e como sempre conti-
nua a vende-las por preco commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, rua do Duque de Canias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, rua Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas colleccoes ou normas para as crian-
cas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje tao
usadas as aulas c collegios; e como sempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas 'e senhoras
A loja d'aguia branca, rua Duque de Caxias
n. 50, receben novo sortimento daquellas tao pro-
curadas moias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos comiuodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, roa do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de soda com flores, e outras a imitaeo de
croch, e vende-as pelos baratos precos de 3,
44 e 6000. A fazenda boa e est em perfoilo
estado, pelo que continua a ter prompta extrac-
cao
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafauhotos, o que de certo
perfeita novtd.de. A quantjdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia bracea rea Duque de Caxias
- 50-, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de I i e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e iuteiraiueutc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos o rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aro, e como.semnre conti-
nua a vendc-los por precos razoaveis
Caixinbas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se alojs da Aguia Branca rua do Du-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia,Branca, rua Duque de Ca-
,xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas c da outras cores.
PEfSWNCBiS
Cobertas do chita adamascada a 33O0.
Lancees do Vamantea 2.
Ditos de av dO de duas tarapras a i200.
Cobertores 'e tescuros a 2*.
Colchas a aiasradas a -
ToalHas aicochoada a 6* n duzia.
Na rua do Cre no n. 20, loia de Guiiherme &
Compannta.
Grosrdenaptes
Hurmacia de P. Maurer &Q.
r,osdenai>lep:etoa t,800 ofovad".
Dito preto .d'i cordao a 2 100 e 2&4O0.
S na rua do Cresjw n 20, loja de Guilherne &.
Companhia.
Rua do BiirAi) da Victoria n. 22.
DE
Carneiro Viaima.
A' este grande estabelecimento tem ebe-
gado um bom sortimento do machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamenteoa Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
quaiquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendi algum do comprador.
Neste estabelecimento t mbem lw podencas
para as mesmas machinas e se suppre quai-
quer peca que seja necessario. Ests ma-
chinas trabalham com toda a perfoi<;o de
um e ilous pospontos, fratue e bord to-Ia
quaiquer costura por fina que seja, seos
presos sao da seguinto qualiilade : para tra-
balhar a mao de 30=?000, 409000. 153000
e 5055000, para trubalhar com o ": sao de
805JOO, 908000, 100C>000, 1109000,
t20?000, 130*000, 1505000, 200^000 o
2503POOO, emquanto aos autores nao ha al-
teragao de presos, eos compradores podorao
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedade do objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
rs para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas do balando, ditas para
criaiica (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criancas, de todas as qual idades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para ch.fa-
queiros com cabo de metal c de marlim,
ditosavlsos, colheres de metal fino, condici-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, eoutros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha abertode-.de as 6 horas da ma-
nha at as 9 horas da noute
Rua do Baro da Victoria n.
22.
SHERRY KINA
(VLNUO DE QLIiNQL'INA HIGINICO
PREPARADO COM OS MELHORES V1NHOS DE 11ES-
PAMIA DA FIRMA
CALVAIRACA.G. C.OESEVILHA
Declara a seus fregneies queera resol vp.fbrrUer
saber:
* f r i < i* A. fa* I
IS
CHITAS A i#0 E 200 RS. 9 OOTAlK).
Vende-sc chitas francezas largas eom to-
que de a varia, a ICO o 200 o fiovad^. i)k
tas limpasa 240, 280'o 3?0 r. o covao.
CASSAS FRANCEZAS A 32 RS.
Vende-so cseas francezas a 310 e 3C0 rs.
o covado. jl (fl^i ? < 7
LSHIHAS A 200 AS.
Vendo-sc lsinhas (h cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos-a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A JGOO.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a
19600 c 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CHALES DE L A 800 RS.
Veade-se chales de la do quadros a 800
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-ee pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de coros, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets prctos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello o
massa, a 29, 2950o, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pegas do madapolao enfestado a
39000. Ditos inglezes para os presos de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodo, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para Icncol, a 19600, 29 e 29300 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgao de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cjm
chairo a 320 e 500 rs.
Agua de colonia,Ja200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, o outros extractos
muito barato.
KOHNECBD0H
ha sha mackstabk
d'hesparha.
a n.MN'IIV
POR
TH0I1ERET GLIS
ENinrmnccutico
EX-INTERNO DOS I10SP1TAES DE PA-RIS
O SUERRY-KINA o vinho de Quinquina
que boje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicacao nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MUITAS VEZES SE SACRIFICA!! AS Ql'AI.IDA-
DES T.\0 BSSENCIAES QUER DO V1XHO, QVK11
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da kspeculacao (Ver Gua das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANT1N JAMES,
7/
edigo.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOMEU & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
Materiaes.
Ha sempre para vender-se por commodo prego,
lijlos de alvenaria crossa, dito de dita batida, di-
to de tapamento o ellias, os quaes se manda por
em quaiquer lugar : a ver e tratar na olaria da
rua da Visconde do Govanna, antiga do Mondego
n. 63.__________________________________
Xarope d'agrio do Para
Autigo o conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
epmoa phtysiea, bronchites, asinina, ote,
appliendo anda com ptimos rosultados no
ehcorbuto.
Vende-se aa pharmacia e drogara de Bar-
Aolonaeu & C., rua Ijirga do Rosario n. 84.
agada cora tuque le mofo a 800 e U000 o cova-
do, para acabar : na ruando ^Qoeimada n.3,
*^ aaoitras.________' .. ______
V(7fle-! tuan carreja ai Rom esUdO : floem pretender
dirjJa-aeraPTlo Visconde 3#Goyana, antiga rua
*; ionjqgn, n. 72, lnir.
-*

Cretone
Cretone, liados aadr^ev aA40 rs. o ceivado.
Na rua do Gre*po n. 10, oja de fluilhernie.
Compankta.
i Cevf4a
do Lisboa, e vende porbaratjs-
np pa D'tt*U < 3U.
4o ^('is ,libra
a i8 xis aflhaa d rame propio
''i-*, ciu lufia da varas, ojio 5a
lo 'mim 4a bola mnarelia
1
Vde-e Urna c* iita roa das Safinas
em Santo Amaro, defronte de caraiterio tnglet,
prxima aepde paran *s bonds, feita a moderna
acabada de novo e hem eflcada^ com agua enca-
nada, 4uas #inoa. amAreJia na .rente, com
os comraodos mUfim* : l weta, l iaoeHa,
2 salas. 3 qwrtoa, fioalnaa. & fqwto Bta. a
tratar na roa do Caawrao n, 17.
tx eo^^ido.'
4fcMo veude-fins ;iai cassas sanoeus do
s co s maiadnlicadfij' aadruer. por terem
una poana toqca-dt a\$ra 4e .iatua^eJM pele
baa>tirprec* dmoara-vinlfi a c*aia Ejffhin-
clia ^na laja 4o Pava i, rua da mpemteu n
0, -i i wia
----,-----------,----------_-
J_J
1
COJITES DE BRI.VI DE CORES A 19500.
I Velde-se cortes de brim de cores para
c*jca.aJ95#0 e 25000.
^f- w *OTINASA39000.
Vende-so botina>para senhoras, a 39000 e
39500, a ellas antes que se acaliem.
roli'a Feita nacional.
Vende-se catpisas brancas, a 19600, 29,
29300, 39000 e 49000.
Caigas de casomiras e corea, a 59, 69
79000.
Coletes de casemira, a 29, 29500, 39 <
4^000. v
Palitts de casemira, a 49, (J9-e 89000.
Scroulas a i& e 960Q..
BUIM DE CORES'X 440 R8.
Vende-se brim de todas as cores a 440
rs. o ovado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de lencos braneos,
29000. Ditos cem barras do cores a 39000
Ditos da linho a 59000.
TOA LILAS A 800 RS.
Vonde-se toalhas para rosto, a 800 rs. t
19000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A SOOaTS.
Vende-se gravatas de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vendje-so cinta para cotierta, a 280 e 330
rs. o covado.
BONETS tiRi ^EWNOS A 19500.
Vende-se bonetes para meninos, a 19iG"
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 35O0.
Vende se espartilhos para senhora,
39500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentesde alisar, a 240, 320 t
400 rs.
PO"S DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A20RS.
Vende-se ospelhos de diversos tamanhos.
a240 c 320 rs.
TESOl'RAS A 320 RS.
Vende-so tesourasde diversos tamanhos,
ay320 e 500 rs., para liquidar, e outros
muitos artigos que se vende barato para li
quidagSo de facturas.
O MAIS POilSOSO
TNICO E FEBRFUGO
IDO I. UIDmiA DE alEDCIXA, BE PIBIt
Mcdalha
Ovo.
auiiMA
LAROCHE
Premio

16.000 f
ELIXIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICANTE E REPARADOR,
operlor Vinho* e xaropca de Oalna.
Experimentada com pleno successo nos hospitaes, a Qdiha LAaocaa (ou Extracto completo
de Quina) urna preparaco excepcional, por ser privada do amargo da Quina. Agrada por
conseguinle as pessoas as mais intolerantes e aos paladares os mais delicados, pois nem
muito doce nem muito viscosa, sendo de urna Kmpidez constante. Emprega-se com mull)
provelto nos casos de : gastralgia, dytptpcia., ntvralgia, anemia, marasmo, cachexia,
magrea, fastio sem causa apparente, convaUtcencas demoradas, chtorosi etcrophulas.
E O BSPECinCO DAS MOLESTIAS FEBRIS.
QDIHA LAROCHE FERRUGINOSA bm pakiz,
Rcnnindo todas as prapriedades do Trro et da Quina. 15, ru Drouoi.
VERDADEIRAS
PILTJLAS de BLANCARD
COM I0:URET0 -DE FERRO INLTEAVl
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAR1S\ EI"C.
Possuindo as propriedades do iodo e do tEB.no, ellas eonvem especialmente nas ArrEC-
cCes escrofulosas, a Tsica no principio, a fraqueza de temperamento e famaem nos caso
de Falta de cr.amekorrhea, em que ue.vssano m: u.iu sobke o sagde seja para le
restituir a sua riqueza e abundancia normaes, ou [>ara provocar e regular 0 seu curso peri-
dico.
N. B. O Murcio de ferro impuro ou alterado um mtdieamrntn inflel,
Irritante. Como prora de pureza e autlicnlicidade dis Tcrdadclras
filulaa de Uluncard, deve-se exigir r.osso ello de prala r<-c-.
(Ia e uossa firma, a>]Ui reproducida, que te ada na parle luriur
de um rotulo ,-ei-do. Deve-se desconfiar das laLsiiH-a^oes.
Acho-ie eni tadaa aa pharmaeiaa J'hanuacsuticu, rua Bonaparte, 4fl, Parta.
Mmm

E RECONST1T0ANTE
DO D-RDELOR.
Preparado por H. BEZIEH, Pb da Eschola de Paria.
O VINHO DEPURATIVO SO DODTOR CSLOB. ao mesma
I mpa 411c purifica a saiijtie il'uma maneira enrgica ua o ajlvia. e lbe 1
rjicr\a a sua lonic*ida,de priiniliva.. imf
Tal O resumo dos iiumerosos alteslndos rnlvrecaxloa ao Doator DKLOR |
?|>ois *aex|M!riencias feiins pelos priucipac Ucdivos de r'i-am-, 4a ll u,
a Ilussi, du AUcijiauba uda Ui-lgica.
O Vinho Depurativo do D' DKLOK ^> nico praduoto, ao*. mm&
pliniina'do sangno |odos os principios nwiiiili q*K> alrwa, eoiuo j
inmliem Ihe consorva i sns for^a e a sua cons|ituca primiliv.
E por so que os WTwlicM apressario -s (te appBetr nova p*e;iw,aa'j
Oiernpcnt'rj do Dn!or Ul-'LOH.
O Vinho D^'puralivo do l'OlU.OJl djeixa tonge de si as prp?rncoes intiuilcun
dcOu^alitlN laes, O singu o i '' "J'? 9fJV/4 sao antes ii'icivotBa
-O Vintio di'pralivo do D' DKI.OR |inprcgailn c.ni oxiln#.i as Ksenfylat,
Chillas mitigas, Ulcerta, Fcrilat fitrrc'sin, Tumora, jfcMatJ/'iXiAinini^i,
_ livnproes, Herpri, ?iitl*noe, ImjriaaL .eyra, Tinha, ,V^Miaj(oiint venere)
S o i- i;isas*>''rli iti,(f)lfAJJalbrvtcrvalno rerln <>' i a :n /-rar.-s ma-
3 relia sttphoi ?< To fsarletascle/i/ '' : e.qVrHta>1'5 U)vl'."sL:asjViiven:oi|ivia'/,.v:..;;'..;/.. i n ;>;.'- d ciU lil->f'
I'a'.A (UlfttWlloi 44, rita di lane'iih
t'F.>'>A lOH ATTACADO : ,, toxkvai-dSt-Marttn. MiMS.
.., iriitt'k "?-rtr'i;t\cl;)i Jo Iir^y.ll,
Coico deposito, a onda se cha'aveudA m c&sa il'ti1. Mauroc S C.
Uua'do bario d V
i.
(
;



'
i
I ?. V







Diario tiy Pemanibuco Sexta Tena IB de Jalk'o de 18?&
7
. %

h
Adcreeo' de
Ihantcs, esmeraldas
rubins e perolas,
vyllfls^e, opro|as,
SOARES LEE, IRMAOS
NICOS AGENTES
A'
Rua do Itarao da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposijfio de Pars, em 1867, foi concedido
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-;
cSo da Legio de Honra, por screm as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-'Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditara
estas machinas.
2 ARua do Cab.ugK 2 A
DE
BARROS t I II.IIO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tondo os seus proprietarios feito urna importante acquisicao de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelccimento, afim de apreciar e comprar urna joiu de gosto por
preco razoavel.
A 90S000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade rua do Baro da Victoria n. 28, uin deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agulha mais urta com a mesma qualidado de linha que qualquer outra,
e pela introdueco dos mais apferfcicoados apparelhos, estamos actualuiente habilitados a
olterecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
> ireumstancia de nunca tc-ern opparecido no mercado machinas d Howe era segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Tcrceira.Ha nellas menor friecao entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feito mao.
Quinta.-Permita que so examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazera ponto miudo em casemira, atravesando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sera modilicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressdr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
le agulha ao comcear nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras sotireram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca GOO machinas
por di.
Cada machina acompanha livretos com instruceSes em portuguez.
A 9(k>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
56 aRua do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'ora rua da Cudvia)
rc MACHINAS
assaz conhucido como principal
Sendo este autigo estabelecimento
recommen-
dado pelos grandes depsitos o bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditailas e verdadeiras mnchiia* nm>ricaua s para algo
doo, desde 10 00 sorras, o ha vendo em todos os tnjannos diversidades de syste-
mas e mdhoramentos nara pefito e rpido desea i ora i nimio ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; o* qu es, alin ilisto, cncontrarSo
tambera mais :
Apurados vapores i.ocomoveis, deforma'
de 2' e 3','a cavallos com todos pertcncas'
precisos para trabalharem i machinas para!
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Ternfi* de hnudeijas linas.
Corrcutes para anastar niadeira.
Cvlindros americanos para paliaras.
Pertenras avulsos para machinas.
A'
do Barao da Victoria n.
O Q
Li O.
DA RUA DIREITA
HOJE
N, 51
E*M wlabelecimeitto sempre solicito em offurecer a coucurrem ia do respeilavei pu-
aiioe um completo sorlimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilbarias a
rejos os mais razoavois possiveis. para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
una encoramenda da Europa e America, vem dar publicidade dealguns artigos por cujos
jrecos bem se pode avahar os presos de outros mudos que se tornara enfadonho pu-
blicar.
M1LDEZAS. MIUDEZAS.
ha para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2^500.
ibra por 5?500. Botes de setim pretos c de cores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs- e HW00 a duzia.
ha com i papis a 60 rs., 240 -s. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Vollas de fita do vel'ud. com lindos co- 8uras. a 1500O e 13)400 o metro,
raides lingindo maareperola, a 500 rs. i Ditas de cores o pretas a 800 rs. e UJOOO o
Voltas para o pescoco, fingindo camafeu, metro,
companhadas com 1 par de brincos seme-, Cales pretos de seda, de muito gosto de
hante, tudo por 29500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costara de machina, a 800 rs.
a duzia.
Hito de dita de Alexandre, numeracao a
gosto do freguez, a 1^100 a duzia.
Diademas dourados de 1*500 a 33JOOO.
Ditos de tartaruga com flores a 2-3000.
Ditos com borboletas a 13500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2-5000.
Hitos dourados, duzia de pares, a 13500
C 000.
Voltas de aljofares com brincos, a 23500.
Ditas de ditos com corajes a 13000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 13 e 13500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 13200
a 23000.
Parures com 2 lacos para cabera e peito
a 33 o 43000.
Entremeios e babadinhosbordadosde 360
is. a 2340O a pega.
Gales de seda brancos e de cores, de
1*500 a 23800 a peca.
Ditos de algodo e seda, de 13 a 13400
a peca.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e 5Q0 rs. a
paja.
Loques de marfim a 53 e 83000.
Ditos de sndalo a 43500.
Hitos de madeira imitando, a 23000.
Oitos de papelles a 13600.
Coques para senhora, a 33, 335O0 e 43.
Aderecos lingindo coral, coTipondo-se de
a Mnete e brincos por 23000.
;>ito dito pretos por 23500.
. Ditos de plaqut, compondo-so dealfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por53^00.
* -No scrtpiaaio 1 da rua *> .res, vender o seguiste y
Caf do Rip d. Jaueim.
Cimento re: Jtortland.
PaiMha' ppefa ratt.
Caa enuNelas. \
Oleo 4,ltMb*Vi.
Couro de lustre.'
Bezerros.
Chumbo de muuicao..
Gomma-laca, superior quajjjIeuV.
Cadeiras hambiujguezas.
Di^s,^ baj^n^.
Oit;.
Carros de mao para atterros.
Tinas de tnadeiras.
Baldes de xlita.
Ditos de ferro estanhado. .
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras,
Trens para cozinha.
Einfim muitos outros artigos, que sav.stae ueste-
examinados.
Salitre refinado.
Breu superior.
Hoiphos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Camas de Ierro.
Bombas de.lapy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Camos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
estabeleomoderocntp sji o
*6
arazei \k hnqmm kfm )hu'\w\n \(
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
800 rs. a 13000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
435'00 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 53000.
Ditas pretas enfadadas, ultima moda, a
163000.
Ditas dita do cores, canno alto, ent'eitadas,
:aS3500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
33 e 43000.
Completo sortimento de calcado de case- i tem
mira, Charlt, tapete e tranga, mais barato
10 8/0 do que em otra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 113000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 163000.
Completo sortimento de chapeosinbos para
meninas e senhoras, de 23800 a 53000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 163000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 53500.
Ditos dito de seda para senhora, cobo de
madeira, a 63000.
Ditas" dito cabo de marfim a 93000.
DIVERSOS AJATIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma, moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 13800
e 230OO cada um.
Ditos para sof, a 33 o 43000.
Toalhas de linho para roto, a 13300 cada
urna.
Ditas de algodo alcoxeados, a 640 rs.
Colxas de crooht para eama de casal, a
63000.
Vapores locomoveis de torga de t a t'cwaHos.
Correias para madrinas.
Polias de diverses tamaohos.
'aquetas para caberlo* de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
onlas de langa para carro. -
Chceles para carro.
Galoes largo eestreito para cano.
Frcgos com cabeoa de marfim, idem.
32, d"e Joo Jos' de. Caf,vjJbo
TASSO IRMAOS 4 C.
Em seus armazens rua do Arnorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavo para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland. ,
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarogar'algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Ruasia em Lariil.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em gan'afe>.
Lenli has em garrafoe.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarra/ado.
Vinho do Porto superior, di.o.
Vinho de Bocdeaax, dito.
Vinho de Sctorry.
Vinho da Madeira.
Potes com lnguas e dobradas inglezas.
Licores finos soKido.
Cognac Usuiihier Erares.
Latas de touoinho ^lei.
Barris com repolhp em salmoura.
Vende-se nma collfCfao completa da legifc-
lagao provincial, encaderuada em diteeiUe mt
lumej, e a consolidagao d.s leis (ivis, ludo por
preeo modjo : ,ru^ d^.Jinpeia;z g. 7R.
Joaquini Jos Goucalves
Beltro & Filhos
rua do
Teem para vender no su escriptono
Commercio n. S, o seguinte :
! AGDARDENIE de caj*: eaixa.da 18 garrafas.
1 ,, ', de l*1" a. 0ew Wem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEO* de sol, para domem e senhora, cabo
de niarfirs e dss.0.
FK1XES de ferrj para wrta.
FIO le algodo da Baha, mendador Pedrozb.
LINHA de rom.
OdtA de pafieta.
PAUSO de algWo da ftih^, da fabrica do com-
mandador Pedrozo.
RETROZ de todai as quaftdades, das fabricas de
Peres e E4ua* ROLHAS proprias para botica.
'AliltiLJlA do i'a/.
v,ELA^ de cera'de 'todas os tapianjios.
ViftfO engarrafado do PortOj cxs de 1? garr


Muto barato
.de ,fflflJf
(iraf,a do Cap
sumcas ver
iras
Bfchas hambnrguezaqne vera a stmereaAy.
na hia-dbKftUttez touliadajili
Fumte te,rra.
dilo,Mo>calat do lJauro, \im idem.
mMfMi. WW& i ft 2,dui|a.
da Ita|ia enga^r^do, caixas.de 6 Bar-
raras,
4 ellawa sppei>ior\ inoeretas.
fytm, Mixaj^j ,ll,(|r>ais. .
cavellos. dem idem.
4
'i
campo para rfld(Btla da
fc. .
"

VENDER
.uaia.ftsftwva
tan'c pratica de cozi
idade : atralar na
tr'ora Augusta, a. 1
urna
rua da
em casa de seu j>a
. Amaro, vende &8uj
tk, a cuudttha>fe.i
filBlq
\0mmn,\rm......
: lhern|i Purcell.raa do Liica n. 30, Sand '
|?ft#tff?u;
^ftfdWart-': Mfi !&wtmiH^^M$
no empenho de'kem servir ac *eus freguezes e
ao puilico em geral ^em pryMpMo proyer-sc do
Jue Ha de melhor e da ultima moda nos morc-
is de Europa para oxpo-lo aqui venda, cer-
toa de que os seus artigos serio bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a enau
merar alguna d'eae.elles, como sejam :
ALBU>S, es mais ricos que tem vinda a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga, uurluu, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos o voltas proprias para luto ;
assim cano, um bon.to sorlimento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para lunrio?, o quo ?c pode detrjar de
melhor cm plaqu,, tartaruga, madre-
perola. marfim e ss.
BOLCAS de velludot seda, palfia e chagrin,
ha de mais moderno e I ndas.
RICOS de seda o de algodo, lauto branco como
prelo, do vaiiados deseuhos
CASSOLETAS pretas de metal e do madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imilacao, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um i grande e lindo sortimento
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer seufiora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQCET de madreperola, marfim e sso,
este um objecto mdispensavel as se-
nhoras do bom tom, afim do aspirar
o aroma das ores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rcm as delicadas maos.
PE.NTES de tartaruga, de marfim c de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bidios.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de lino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, Metalada hygieuica, Cou-
dray, Gosnos e Rur.el, que incum-
bido da escolba dos aromas mais bem
aceites pela suciedade elegante da
Europa, e pr lauto, adata-te i.a
possibilidadd de beui servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa dn enumerar una im-
mensidade de artigos, afim de nao nias-
sar aos leitores e so pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se rua do abug n. 1 A, pa
ra convencor-se aonde |ide comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e moderna de taqun e tturgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meumos,
por baratissimo preca.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol a ainda teja bem reptela jle dinheiro.
FITAS. j bem sabido do publico que s na
Predilecta qu podem encontrar um
grande sortimento de fila* de setim,
tafet, velludo, linho e de algodo, por
comniodo prego.
GRAMPOS de tartaruga, imitaoao destes, pre-
tos c i'e cores, o que"se pode dtsejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cainbraia para senhora,
lagos e golinhas de bonitas cores, tam-
bein tem um bom sortimento de gr-
valas e regalas para homein.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de l e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e hornera.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso,. os mais modernos e
por barato prego.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
hornera e senhora.
LIVROS para missa [a Predilerta"apresenta es-.
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros cora capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
velludo e chagrn, por pregos mui
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, rua do Cabuga n. 1 A, acaba
de re:eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tamben) bordados e de phantazia,
saias bordadas, dilas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
por barato preco. _________________
Ariiia/cn do fwn
Rua da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazem
rua da Madre de Deus o. 10 A, se acha um com-
pleto sorlimento de fumoem fardos de patente 1.a,
2.* c 3.a sortes, dos melhores fabricantes da Sabia,
e bem assim a flor de lodos os fumes de corda
em rolos, pceles, latas grandes e pequenis, tam-
bera dos mu acreditados fabricantes Torres 4
Araujo, Lizaur, Adolpho Schmdt 4 C, Lizaur
Schmidt & C, Veigas i Araujo, Trindade & Ave-
lar, Teixeira Pinto & Portella (garantido pelos
raesmos) e de outros ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O aununciante declara que
todo frao que for vendido era sua casa ser pelo
seu juslo valor, e quo quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que pouco enteniam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annunciante
a ionga pratica de 15 annos deste commercio.
LOJA DO FASSO
Rua Primeiro de Margo
n. 7 A,
outr'ora do Crespo.
Os proprietarios actualmente deste importante
estabelecimento, leudo procedido a urna completa
reforma em precitado estabelecimento, e conscios
de ser elle um dos mais bem sortidos principal-
mente em artigos de moda e alta novidade, peden)
ao respeitavel publico e em particular aos seus
numerosos freguezts a bondade de continuaren) a
depositar em sua confianga, garantindo seren bera
servidos e por pregos nimiamente baratos. Ve-
nhain pois todos comprar novas e lindas azen-
das, de cojas damos ura pequeo resumo para
que vista dalle possaui apreciar.
Velludo prelo, setim maco preto e branco, gor-
gurao de seda, grsdnaple preto e de lindas co-
tes, IS'cm listras de seda, cambraia maripoza,
naosok de lindos padres, carnizas bardadas para
lioiueui, vesiuaros para criangas, chapeos para
'apilados, paaptas rasileiras, metas de cores pa-
ra hornera e meninos, cnapos de caso de marfim
iara sol, granadine, fil de seda, ricas basquinas!
de seda, de -ailo, nramante, cambraias, chi-
ta .caasenjiraa, le.: na loja do Passp, rua .Pn-
mireo de Marco n. 7 A. '
Setip maco de cores.
Sais bWWis para senhora.
t> rtes-^e ttakiatis braaeos bordados pa se-
HDRTUEEBTO
M R1) 1C1S A

Pro va i-tuto par
l.annian O (-
para thiat M
toda a q-ualitUe
de doenyas, qaw
seja n.i h'arg^
peito ou bnfes.
p.xpressaamki
'ni-i)lhii.idosa-
lhniusligailossc
quars so extraha
o uleo no bao
da Terra Novt
purilicadochiim-
ralinenlc, e su
PaluawiapNpMr
ikes conseja-
das cun t(to*
cvii.la!, ea'tuio
0 frasco se g*r*a--
tcperl'eitao'-
la puro.
tste oleo to.:
sido sul)ioetU'" aumexa^ie ui-
to severo, x&Lt
clia)ico d*. nftf
t ttto, do t$ir-
v.iiki liestM-tuM
em Cuba e a
pronunciado for
dio a contar .
MAIOR l'OHCAO D'ODl.NA
do quo outro qualquer oleo, que elle lem
examinado
IOINO t UUMBfftfialiVADiUL
Era todo o oleo de ligado lo bacaiuio, o ia-
quelle no (pial conten a DMor porfi >aU. -
iuvaluaVitl propriedale, o nico mcio pan.
curar todas as dcencaS de
GARGANTA, PEITO, BOi-KS, KiiADO.
Phtysica, broi^hisles, asdinwi, ralban-! t
tosse, resti ianiculos, etc.
L'ns poucos frascos da ca n magro que soja, clara a vista, o da for
a todo o corpo. .Ni'nlnun outro arligo c-
uhecido na medicina ou s<;ieucia, d taa
nutiinento aosystcma c incominodundo quas
nada o estomago.
As pessoas cuja oiginisaco tem sido >i&-
truida pelas alTecges das
ESCRFULAS OU RHLU.'.I.uIMG
e todas aquellas, cuja digoslo se aclia c-cjfc
pletamente dcsarraujada, duvem tomar
0 01.1-0 DF.rIC-AliO 1):BACALHO
l>l
LANMA.N & KliMT
Se ipuo dcsejaui ver-so livres e iscntas >.
enfermidades.
Acba-se venda era todas as botica-
drogaras. 11. Forsler vi C, .gentes.
0 INEXT1NGUVEL
*$f^ '-*-

...
felebn1
Hdfida
ihus pata neiva.
Rteos cortes de seda de cores.
|Tlattafs ara bapiisados.
lOfcaades-
*TE
; .de cambraia de ako
; anatemas.
paaaj
iy^WBg6M>a.i?nae^,,
.WHQStffl) C r"a Uflra dosarto,
dear
|arde*af
o, o Rn. 34
Allenijao
Vil*-98 a uverna sita na travessa da rua das
uos u. 6, com poucos fundos, propr para
pTTnr^rjn'",
apa
ME
IILRK11 Llr\lIAr%.
Urna pura distillago das mais raras <-
res dos trpicos. Contm, pa>-a assim -.-'
zer, quasi o odor odorfero das flores d#
trpico da America, o sua fragancia quasi
inexhausta ainda niesmo por continuada
evaporaco e diffuso. N'cste respeito
inconaparavel a qualquer utto perfume
(ina-na de venda para :
MLMAIOS, ATAQUES iNERV ^ttS, ToR
DE CABECA, DEBILIDAD E
HYSTERICOS.
um certo e ligeiro allivio. Com o bou
ton, tem conservado sua influencia p.;r*
cima de vinte e cinco annos sobre todos o?
perfumes, as Indias Occidcatacs, Cuba,
MexK'O, America Central, c do ui e ai
com toda a confianga o rocommendamo
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, oia
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, K.MPOI.AS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBUEHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna inra
excediente mistura para baiihar a pelk.
dando um arosead e cor clara a comp! g3o nublada, sendo applicada depois
barbear, evita a rritago que aerahatoia
occorre, assim corno tambera gargantean'1 *
se, o cheiro do cigarro desapparece, e ma-
Ihora a condice dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitages, s quaes ui
Sossuem nenhumas d'estas proprredadet,
eve-se tomar cuidado e contar somonte
o famoso perfume 5 cosmtico do sul de
America, cham da:
\Gl 1FL01IDA
DE
MIRRAV L.4.VB14\.
Se acha venda em todos odrguistasj
rperfumaras da moda.
SEGREDO ECONOMA E EELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECCifi SHiST
nica, hygienica,radicaiinlallival nca-
ra das gonorheas, flores brances efluxos te
toda esbecie, recentes ou chronicas; e atoe
oferece como garanta desahita es resultadas
a continuada applicago que sempre coito a
maior vantagai se tem *to della coa iaat-
pitaes de -Parts.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeo
4C, rua Larga do Rosario n. I4.
GJLM'JUA*VK
laja dTPasMJttiW#Wir^Ae.,MMi, Mii-i Ve? w'ojrtoCaaucBiF, na praa do Uueena.
ryatela da .Parahfka,' profo
titatac.apwJia^ftiriii^s.
e chimbo,
OfflDc-se cobre, lati e chumbo velho: no'-
,ffl da bola marffla'rin travessa da- rha' te
Coi
itavi
rrt^Tad.
Yqm paja, carro
Ji*ua do Ataorim n.. 58, 4;^^.^
(.La^ra Ruis, ha para. Vetil* par*
narro, re d o 8 cm maCft, r pr>;ov9J}01
modo.
L


8
Diario de Pemambuc fexta feira 18 de Julho d 1873.
fe,
VARIEDADE
casamento.
Bem que existindo tambem entre os ani-
maos, principalmente entro -s cegonhas ; o
casamento, em sua forma, em su a organisa-
gio actual," sem duvida uin producto da
civilijagio humana.
Nio isto, pois, un doin da natureza,
para sempro fixo e imqiutave! ; devo mudar
e se aparfeicoar proporgo do progresso
da cmlisago.' EstasW.hlic ges sao tanto
mais neeessarias para o nosso casamento
actual, quanto ello nimia regulado polos
volhos principios despticos qu domina-
vara outrora no estado, ua igrejae na so-
ciedade.
Para chegar a croar, poltica e socalen-
te, urna verdadeira humandade, nada po-
derla ser mais eflicaz que libertar o casamen-
to de seus ombaragos, de o metamorphose^r
em orna legitima unio dos doussexua re-
sultante de urna escollia amorosa, liare, o
nao comlrawjida das iluas partes, em urna
unio achando a ra/.o de sua durago na
durado mesma de urna mutua affeigao.
Pode-se n'um certo sentido, affirmar que
todoo futuro physico e iiitellectual da hu-
manizado depende mais 011 menos da futura
constituico do casamento.
Com eleito, sem recorrer a unio dos
mclhores com os molhores, como quera
f'lato em sua repblica ideal, pode-se di-
zer que a unio das memoras conveniencias
o melh,.r meio, de croar, tanto quanto
possivol, a futura humanidade.
J Danvin reconbeceu a selccro sexual
como o mais poileroso agilho do progres-
so entre os animaos, e o pmfessor Hackel
exita a declarar, baseando-s? sobre suas
proprias pesquisas, que o progresso histri-
co da humandade devdo, em grande
parte, a esta solenlo sexual, muito mais
activa anda entre os homens do que entro
os animaos.
Mas esta influencia especia^, quo a histo-
ria natural tom do preferencia dado luz,
nao saberia desenvolver plenamente e s?m
obstculo sua podeosissima cfficacia, seno
onde a unio dos dous sexos c realmente
devida a urna escolha inteir mente livre, a
um ptrfeito e mutuo accordo, fonte do um
contentamente mutuo, intimo o simultaneo.
Tsto maguen ensera contestar.
Ao contrario, nosso casamento desptico
actual, este'casamento d convenrdo, offe-
rece infelizmente muitas vezes, como se sa-
be, o espoetacul i to repugnante de urna
desconveniencia mutua, mais|)ropria a pre-
judicar extremamente o aperfeigoa monto ila
especie, como a favorecer o desconicnta-
mento, donde Desee a nntipathia.
Tratndose do emancipar a mulher, como
temos pedido, dando-lhe em face do homem
urna posiYo livre c independento, devo-se
tambem necessariamente modilicara consti-
tuigo futura do casamento. A livre esco-
lha amorosa, que at aqui tora rido, contra
todo direito e toda razo, concedida ao ho-
mem somonte, devora ser tambem para o
futuro um privilegio das senhoras. Para
o futuro, a mulher tornando-se indoponden-
te, nao ser mais forjada a se deixar ven-
der, como um-i nurcaioria no morcado,
ou ento, ser constrangida, a aceitar o casa-
mento, que se Ihe presenta, nicamente
para evita a tristeza do celibato; olla con-
tratar alliauca onde o futuro lli'a offerecer,
si mesen, ou 1 seas conselheiros, e mais
esperanza do felicidade e de contentomento
do iie nao olTTOceria o presente.
0 numero, desbragadamente to grande,
dos casa mritos infelizes e piejwhciues ao
aoerfeigoamento da especie diminuir, eo
dos casamentos felizese uteis colloctivida-
de crescer. E, portento, onde houvcr des
acert, a sabida to necossaria de um divor-
cio legal torna r inpossivel estes mcdonlios
dramas de familia quo, hojo, se desenrolam
to frequentemente perante os nossos tribu-
naes, para vergonha da humanidade.
Os fados horriveis que so produzem iso-
lail.'.nonto grande luz da publicidade, per-
inittem conjecturar quautos horrores, rrtaio-
res anda do que o temor da desbonra pu-
blica faz supportar e seffrer em segredo 1
Libenlade, esponlaneldade, reciprocidu-
de rompida, eis aqui o ar vital absoluta-
mente necessario aos felizes casamentes ;
este con luz necessariamente a afastar tolos
os obstculos artificiaos, que embaragam os
casamentos que se enlagam e desenlagam por
falta de conveniencia.
Urna das medidas mais insensatas inven
tadas pela prudencia ou antes pela estupidez
dos governos consisto nos impedimentos,
que se poe, hoje ainda, nos Estados, aos
casamentos dos operarios para evitar um ex-
cesso de populacho e um augmento de po-
breza.
Ha nisso urna injustiga immensa e mu
cruel qual a de tornar ao individuo mais
rgida e mais sensivel ainda urna pobreza
de que elle nao culpado, afastando-o des-
pticamente de um dos Bus mais naturaes
ao homem, o da propagado da especie.
Portanto nao nos occbparemos com esta in-
justirja I Mas, em se multiplicando, ura
povo nao se empobrece ; pelo contrario se
enriquece, mormente quando instituiges
sciaes melhoradas permittirem a cada um
chegar urna existencia verdaderamente hu-
mana.
Todo o recem-nascido um capital que
em augmentando a somma do trabalho e do
consumo, til ao todo social.
Quanto mais um paiz desprovido de
homens, tanto mais pobre elle tambem,
e tfnto mais seus habitantes sio miseraveis,
emquanto que ao contrario, as regios cul-
tivadas ik Europa, o nivel do bem estar se
eleva por toda a parte com a cifra da popu-
lacho.
Com effeito, fora de duvida que, pelo
augmento da civiusago e dos numerosos
meios com que ella se auxilia, pela maior
diviso de trabalho, a riqueza alimentaria
augmeuta muito mais depressa que o nu>
mero dos homens ; e concedendo-se mesmo
que, as condiges normaos, s populaco
nao possa passar sem certo limite, estamos
seguramente ainda muito afastados deste li-
mite. Grandes foraes nascem mui fcilmente
nos paizes pouco povoados, ou despaveados
pola guerra ou peste, no entonto queeox-
cosso das fontes alimentarias, nao em par-
te alguma maior que as grandes raetropo-
les, nascapitaes dos estados europeos, onde
milhes de homens vivem reunidos. Os
conquistadores hespaohes acharam na
America urna populaco indgena,que pas-
sava frequentes ornes: entretanto hojea
America alimente luxuosamente um muito
maior numero de habitantes, e.no lhe falta
alm disso, nem lugar, nem alimentos para
outros innuraeraveis milhes ile homens !
L. Buckner.
ASSEMBLEA GEiUL
preiudicam direitos civis e polticos dos ci-
dados brasileiros; sem que de modo al-
gum epartem e determinen! quaes aejam
CAWAR DOS DEPITAPOS. essos direitos, e sem que eu tenha ffittuna
discurso PsoirofciADO em 9 de jubilo >elo de poder atinar com elles.
&K. dr. TAuyuiNio de souzA, por occa- Accrescentam ainda que o_ procedmjpjft
NASIBl'CO.
s>
siAo da disqsso de*NEGOCIOS de per- d'aqueHe distincto prelado offende a honra
do cidado brasileiro; e eu entendo que se
a honra do cidado consistase em fazer parte
de urna confrara, poder-se-hia dizer que o
mais honrado cidado seria aquello que fi-
zesse parte de maior numero de confrarias.
Sonhores, em 1831, um simples parocho
o poder temporal n- oaor-se-ua aizer que as coi franas na
dizer -.placii u nao f"ran3 nao teem carcter civil, como entre
Ja igr. ja : porque se ad- nos- ^;,s> "hores o que importa isto,
Jireito, estara ipso fac- qwaudo certo, que os actos do bispt^ de
(Continuago;
0 Sb. GusmAo Lobo : Mas tambem o
auxilio ao braco secular.
O Sr. Tarquinio de Solza : Sim, se-
nhor, ha de ver que sou coherente.
O Sr. Pereiiu dos San ros : Prestou na frsnca supprimio urna confrara, e os
obediencia- utoridade temporal; assim os raembros d'ella recorrendo para ogoverno
bispos seguisssem o seu exemplo. d *cto parochial, o governo, sendo minis-
"0 Sr. Tarquinio de Souza : Portanto, tro dos cultos o duque de Broglie, se me
Sr. presidente, do quo acaljo da dizer V. na '"'ha a memoria, depois da audiencia
Exc. devo ter observado que a cansadaques- ^ conselhode estado, declarou, em urna
todo;>Zfwe, comoj disse, sob o ponto do ordenayo do 28 de mar^o d'aquclle anuo,
vista theorico absolutamenteinsustentavel, quinao houve abuso da parte do parocho,
.sto insustentavel a douiriua daquelle upprimindo a mencionada confrara.
que ontonleiu que ao poder temporal n- Poder se-ha dizer que as coi frarias na
cumbe o direilo de '
p.acets decses d
iniissemos um tal direito, estara ipso fu.
to destruida a soborania, a independencia Pernambuco em nada altoram a parte" civil
da niesnn igreja. e propria.nente temporal das irmandatk
E com eleito, senhores, se consultarmos interdictas, como foi expressamele dechv
a historia, veremos que, >.'urante muitosse- r*do?
culos, nao foi conhecida no mundo cbrislo 9ue 'Ilustre bispo de Pernambuco no
a perniciosa doutriua do placel regio. Ainda pode tolerar que bomens que se acham
mesmo depois que os imperadores romanos, %a do se da igreja acarn parto de asso-
no principio do secuto IV, adoptaran! a reli- ciago esencialmente religiosa, quando- to-
giao christ, elles se abstiveram sempro de ** sabe. que taes associayes nao se
invadir os dominios da igreja ; nunca pre- forn;"" seno cora a clausula expressa m
tenderam exorbitar das suas attribuicoes, ^cita^ de esfarem tollos o seus mombros no-
quereiido para s o direito de conceder ou gremio da igreja catholiea.
negar o placel. I E' de notar, Sr. presidente, a mancir.
.Nao farei agora a historia do placel regio; porque tora sido interpretolo ra do paiz:
basta-mo dizer quo elle nao foi ulmttido o acto-do bspo> de lVriMMboco, priucipal-
seno mui tos seculos depois do instituida a meHto Por un> jornal prote9**n*e, e por con-
igreja, basta-mo dizor, Sr. presidente, quo seguiite insuspeito, o Novo Hundo, o qual
esta Insoria inconciliavcl, incompativel ern um dos sene ltimos nmnviu declarou
Bom os principios liberaos, cora os princi- 1uo 'rreno-da lgica o-bispo de Pernam-
pios dessa escola que por ahi se sprega huco leva a palma aseos- aJversarlos. O
como protectora de todas as liberdades. honrado doputado-pelo llio> Grande do Sul
mon-
do
j
na, sera que o governo lenha" o direito adisse que o gover-no nao podin prew que
prevenir o mal, sem que tenha o direito de,ella hvesse as censequencias-qjie todw de-
censurar aquillo que qualquer de nos pode ploramos.
escrover c publicar, ha de le o mesmo go- I ^o se alllijara... porm,. os-nobres- tlepu-
veroo o direito de conceder ou negar be- tado, deciso lia-de ser enn bneve gubli-
neplacito aos actos emanados de urna Ci,da. O Jornal do Commercio eo* ares
autoridade soberana e independente como
religiosos e era algumas d'estas pedara os
seus cultores a suppresso d'aquilloque os
frncezes chamara budget dos cultos.
Estas petiges foranv remettidas cora-
missao de cultos, muito numerosa: pois era
coraposta do 42 membros.
As questoes agitadas n'aquellas petigdes
foram amplamente discutidas, no seo da
commissao, ejenho aqu o resultado a (pie
se chegou, o que foi abracado pela assem-
bla nacional de 181S.
Os que uediara a suppress do bodge
dos cultos firma va m se, sbretu lo, em dous
grandes argumentos que tem sido bem tra-
zidos pare as dscussocs d'esla casa, quasi
nos mesraos termos.
Diziara uns anemia), 6 hijusto cons-
Iranger alguem a sustentar urna que nao
a sua, a concorrer com as despozas do um
culto que repudia; uns racional que os
que nao professai nenhum enlto sejara
isentos de supportar os seus encargos, o que
cada um concorra no limites de sua fon*
tade para a* despesas d'aquelle culto que
tem DseoMuV
Insprand ideas, diziaw ainda que esontimento nsii-
gioso de umpew tinha tufte- a perder enni
a Conservadlo ie subsidio pvgopelo Estado-
ao clero, aos ministros d<; Dt-us, os quaes-
iksle modo torrj*wara-s fuiuRwnarios pu-
Mcs submissos- a todas as exigencias do
Estado a do poder que o dirige.
Ta tenhoaqui, Sr. presd(*nfi>o parecer
aprssenteilo pelo rehtor ila commissao dos
cultv,. o Ilustre rspoblicano Mi<.. Qiapot,
no qatd'a raeu verrsfto pulverisad com-
pletamente a nbos aquellos argurauntos,
mostrawlo-se como iSj-ura lado o nposto
;no roinaiJo pelo Estado, para eertos e
determinados fins, e como de outrndtMlo o
subsidio concedido pelo Estado ao fumcin-
nrioecclesiastico nao c ootisiitu pOK i*o
empregado publico, dopcruenle do E**ado
crvil.
Sinto nao potler l'a/.e- eitura deste-rm-
poptante pareeer; mas reser-vr-mc o dirjrto
de '.hincrevo-59'Bomcu disetwso.
que o budget sendoo produotO CoHectivo do
todos-os concurso* iaividuaea, ba injustir
era .atribuir umn* parte dos rerarst>s deste-
aproveitar esta opportunidadc para tomar
em considerageo algumas proposiges que
foram emittidas nesto casa pelo honrado de-
putado pela provincia do Rio-Grande do
Sul.
Prometti a S. Exc. quo lhe dara urna
resposta amigavel, desejo cumprir minha
promessa, ernborj nio esteja presente o
honrado deputadoj que me nao poder nc-
cusar do desleal porque hojo mesmo fiz
sentir a 9. Exc. que, se me coubesse a pa-
la va teria do apreciar algumas de suas
propositos anteri jrmente emittidas.
Sr. presidente, V. Exc. ha de estar lem-
brado que o notire deputa Jo pelo Rio-Gran-
de do Sul foi o primoiro quo levantou nos-
la casa discusso sobre a questo religiosa,
foi o primeiro quecrgueu sua voz cloque-
te para aecusar os padres jesutas; c w S.
Exc, depois dos acontecmentos que no* dia
14 de maio tiveram \og*r em Peniamliuc},
quize** por a mo sobre a conscienci,
tal vez eneotrasse l mais de nm remorso.
S. Exc. diss<;-nos que os* jesutas consti-
tualo uma quailrilha de tidres, e que os
ladroes eslavara lora da le.
Pasmo, Sr. presidente, quando vejo
oggressoes qan mal caberiar em labios
ultraiDOUtaim djq do um distincto liberal;
porquanto, arodw mes.no adiuMmlo que
os jesutas sejam- ladrOes eu creo-que o* la-
dMes, longo ih -esterera ra da fci', de vera
esti*r sob a acro- o vigilancia della-. Se os
jesuilns tiverem eoinmetido crimes, enten-
do (jue devem ser regularmente punido;
inat>* so sao iniUMnle, como firiRemente
mesmo confessou o seu crime em um acto
publico,' que assignou, com declararlo de
que emprehendera aquella commercio sem o
couhecimento e contra a vontade de seus
superiores. Mas o que pode isso importar ?
O abuso, o crime de um homem, mas nao a
couderanaco da Ilustre companbia a que
elle pertencia, e que uno pode ser respousa-
vel, pelos erros e devere de ura ou de al-
guns do seus membros.
Tambem entenJcu o nobre deputado a
quera tenho a honra de responder, que de-
via tirar argumento contra os padres jesutas
da chumadamnita secreta: esse docu-
mentoapocripho, obra deum falsario, e que
nao rae consta tenha sido tomado era consi-
derado at hoje por pessoas serias. Quando
fallav.i o nobre deputa-Jo invoquei contra a
authontreidade daquelle documento a op'
nii i autonsada do celebre historiador Cesar
Cantu ; poderia invocar tambem um acto da
congregarn dos cardeaes, que condemuuir
a mnita secreta como falsamente attrjbuid
compariMa de Jess ; poder anda a.i--
ikizir outros muito tsteniunboiu5Hispeitos,
co.no o do autor do Diccionario dos Omo-
n/mos e Pseifdonymos, se vatesse a pena
corrfcstar um documento que por si mesmo
de tod ) o ponto- o roverosirail.
Senuores, a tai mnita secreta -prop'ia-
menle estatuto de' unta quadrilha- de la-
droes e o bom-sen6oe a experiencwnosdi-
zem que os ladroes- nao eostumaru esereter,
seus estattats !
O Paragasy, acciescentos irnicamente
^fjr 'T'"' como "r.,Eemenir .honrado diputado, a- obra prima dns-je-
roiov nao vejo relo- _para que sejaor per- L|4g> e euTperguntari-a.S. Exc. scesti-
budgett ura servido que, apurasr de sou can 'tono LaraMHev Jlenita Seercta-, finalrne*
a da Igreja 1
Sonhores, eu nao sei o que pode justificar
a desconfianza do estado para com a igreja,
quando vejo tanta condescendencia para
com aquel les que todos os das esto aluindo
os fundamentos do estado, com a propaga-
do dedoutrraas pergosas e directamente
contrarias eonstituiro I
O Sr. Pereira dos Santos d ura aparte.
O Sr. Tarquinio de Souza : Digoao
nobre deputado que tenho lido rnuitas vezes
a constituico do imperio, jurei manMa,
aceito o placel como um facto ; mas nao
posso de modo alguin adraittir os principios
era que se pretende basear esso facto, facto
que eu nao posso explicar, abstrabindo da-
quella disposigao capital que em matetia
religiosa existe no art. 5" da constUutyao.
Senhores, a sociedade brasileira, tendo de
constituir-so,do formar um todo homogneo,
de decretar a sua constituico politice, vio
iesde log- que nao poda prescindir de urna
religiio, inspirando-se talvez aquellas to
conhecidas palavras do proprio Rousseau,
quando liizia : ou nunca se fundou Estado
elgum sem que a religio lite- servissede
baso
Attendendo a isto, o nosso legislador
coustituinto, depois de haver invocado, an-
tes de todas as suas disposQes, a Santissima
i'i irnlade, logo no art. o" reconheccu c pro-
clamou como ura facto social a contiuuu-
go da r iap cathoca ap stolica romana;
mas, r 4 Bk endo, proclamando e aceitan-
do con, y^.
giodo Estado-a religio catho
lica apostlica romana, a constituico nao
poda deixar do aceiUir esta religio em toda
a sua verdado, em toda a pureza, com lodo
o seu esplendor, com todas as suas naturaes
cousequeucas.
Ora, so a religio catholiea apostlica
romana suppoe necessariamonto a existencia
do urna igreja docente, de urna hyerarchia,
o o poder soberano e livre do decretar leise
de fa/.o-las executar pelos fiis que esto no
seu seio, claro que o beneplcito da cons-
tituico nao pode autorisar de maneira al-
guma a derogago do que est fundamen-
talmente disposto no art. 5o da mesraa cons-
tituico. Lu que sentido, pois, devenios
entender a disposico do art. 102, 14 t
Ilavomos de dizer quo 6 necessario o con-
sentimento da autoridade civil para que as
leis e decretos da igreja possam prduzir
eleitos esprituaeso obrigar em cousciencia
os que se djzem filhos da mesma igreja I
Nao, absolutamente nao, porque urna tal
intolligeucia importara a revogago impli
cita do art. 5o da constituico.
V, pois, V. Exc Sr. presidente, que para
evitannos urr.a interpretaco absurda, somos
toreado pela lgica, a chegar ao seguinte
resultado : o beneplcito necessario
para que as leis da igreja sejo ao mesmo
lempo leis do Estado ; para que ellas pos-
sam prduzir effeitos civis ntrenos ; esem-
pre que nao so tratar desses offeitos, enten-
do que o beneplcito inteiraraente intil.
. Eis aqui, senhores, como eu tenho sem-
pre entendido a doutrina-do placel regio,
que decididamente nao pode ter toda a ex-
tenso que outros pretendem dar-lhe, sem
que se attribua ao nosso legislador consti-
tuinte, alias to sabio, o absurdo de destruir
no art. 102 14 a obra que havia feito no
art. 5o.
Explicando assim o modo por que entendo
de triurnpho, j annunciou aos-seus leitores
que o conselho de estado tinha resolvido a
questo, e que embora fosso secreta a eon-
ferencia, todava,, seudo previamente co-
nhecida a opinio 0*0 quasi todos os conse-
lbeiros, havia fundada conjectura- de que a
deciso seria contraria ao bispo.
Sendo assim, Sr.. presidente,.de taes juizes
poder-se-hia dizer o mesmo que outr'ora
disse dos juizes de Luiz XVI o sabio e vir-
tuso Desere :por toda a parte proeuro
juizes, e nao encontr seno aecusadores.
Nao se impacientera,.pois,.os-nobres espu-
tados, a quem tanto incominoda a demora
d'esta deciso, o tenham certeza de que o
illustre bispo do Pernambueo a espera,.seja
qual for, cora a mesma serenidade d<- espi-
rito com que esperou o povo contra, elle
amotinado no dia 14 de maio.
O honrado deputado pelo- Rio (iraudo do
Sul quera que-o governo se pronuttciasse
logo o sem demora sobre- o recurso sub-
met,tido ao examo do conselho de estado, e
que devia ser por elle decidido conteneio6a-
mente, opinando at que o governo. devia
ter logo suspendido o bispo, raandando-o
talvez para casa da correeeao,.que HO.dixer
de S. Exc. taibem foi feito para os- bispos.
Inqucrdo. o motivo, de que tira va urna
to violenta, conclusao,. S. Exc. dsse-nos
que os bispos recebera odinheiro do-Estado,
urna congrua, e que por isso, sendo func-
conarios pblicos, notpodem pratacar actos
d'esta ordwn sem o eonsentimeato-do go-
verno.
Senhores, a circumstancia do reoeberem
os bispos e parocbos-uma congeuu. dos co-
fres pblicos nao os.oonstituc funecionarios
pblicos de ordeni civil, e nimio.menos os
enlloca, ni dependencia do ooder temporal,
de modo a nao podferera exercer livremente
as funocoes e devnres do seu sagrado mi-
nisterio.
Eu. poderia chamar agora era. raeu auxi-
lia as diversas disposces da nossa legisla-
gao antiga para provar que se os emprega-
do6 da igreja cecebem congruas do thesou-
ro, isto em virtude de um contrato, per- '
felaraente synallagraaco.enlre a igreja e o. I
Estado, por meio do qual o. estado incorpo-
rou a si os diziinos da igreja, obrigando-se
a pagar aos. funecioaaros ecclesiasticos.
Sr. presidente, ou poderia chamar anda.
em iik-u auxilio a briliwMite argumeuta^o
a este respeito produzuie por um dos lumi-
nares da nossa igreja o Sr. D. Romualdo,
raarquez de Santa Cruz, de saudosa me-
moria ; mas prefiro agora recorrer a outras
fontes : irei procurar alm-mar outros argu-
mentos, que podero talvez callar mais no
espirito dos liebres deputados, visto, como as
cousas de nossa Ierra nem sempre toem para
elles grande valor.
Assim, Sr. presidente, cu citarei em pri-
meiro lugar a doutriua de um autorisado
publicista francez o illustre Sr. Foucart, o
qual demonstra concludentomenle que o
facto de receber um funecionario da igreja
subsidio do Estado nao o constitue por isso
funecionario publico, na dependencia do
mesmo Estado.
E' manifest erro, diz aquello distincto
publicista nos seus Elementos de Direilo
Publico e Administrativo, considerar os mi-
nistros do culto como agentes da autoridade,
obrigados a obedecer s suas determinagoes
em materia de disciplina religiosa. Pouco
importa que o Estado pague ou nao quelles
a doutriua do pincel, passarei a examinar ministros, porque nio os paga seno na qua-
a questo vertente. lidade de ministros da religio catholiea,
Diz-se:o bispo de Pernambuco nio isto emquanto acreditara em seus dogmas,
poda fazer obra com as bullas que com- seguem suas regras e obedecem a sua hye
rainam a pena de excommunhao s socie-
dades magoncas, porque estas bullas nao
obtiveram placel.
rarchia. Por conseguinte, querer prescre-
ver era taes materias urna solugo a um
padre, seria cousa to contraria a todos os
J tiveoccasiao de dizer ueste recinto que principios, quanto seria querer impr a um
duas d'aquellas bullas haviam sido recebidas miz, que tambem pago pelo Estado, um
em Portugal, de que fizemos parte, quando'; ulgaraento que elle acreditasse ser contrario
all nao existia a instituigo do placet, e por, ao texto, e ao espirito da lei.
isso referir-me-hei somente s que sio pos- Nao quero, Sr. presidente, contentar-me
teriores nossa constituico. cora a doutrina do illustre publicista, a que
Se se tratasse, Sr. presidente, de dar effei-' me tenho referido, desejo e espero encontrar
tos civis a estas bullas, sem duvida havia urna outra talvez mafc autorisada, e com
plausibilidade na aecusago feita ao illustre certeza menos suspeita de ultramontnisiuo,
bispo de Pernambuco ; mas na questo que a do illustre Foucart. A ella,"pois, vou
vertente nio se trata sanio de effeitos me- recorrer.
Nimente espirituaw, como sio a disciplina, Senhores, quando a Franca em 18*8 es-
o culto, a moral dos fiis, e tudo isto in- Uva em plena repblica e repblica demo-
contestavelmente da aleuda -lo podor.espi- cratica ou liberal, quando a assemblea-na-
ritual. cional tratara de decretar a constituico re-
Dizem, porm, com urna certa insisten- publicana de 188, diversas petiedes foram
cia, que o actos do bispo do Pernambuco enviada mesma assemblea, obre motivos
racter publico, nao corresposde- aos votos e-
s nei-Msida excep^^o.
A'distribuiga- dos recursos- do Estado
sogHdos. Nao sojiiriseoiisullo, mas-tenho
a honra de ser discpulo daquelles que tCra-
esse nomo, e o que tenho tom elles apren-
dido "que u homer.,. era qualquer silua-
go que esteja, sempro digno de nossM-at-
Unges- e nspeilos. Iteconlarci agora
aquella celebro uaxirnu* >*es sacra reu, o
reo coasa-sagrada ; o se sempre este-a
consideri'oi que nos devem merecer ai-ada
os raaiores eTiininosos, nio posso saber e*
mo deramestar os jesuitus-fb-n da lei.
Em urr.*i d*& sessoes arturietts o nobrn
deputado eeetlWI a conpuobw do Jess
pir diversM-lart, que ei>'capitula re do
psodosegumto'; Ravaillao; MeVajrida, An*
ls o Paragcay, o qual no dizer de S. Exa.
obra prima .dh-compaiihin do Jsus.
Senhores, no- fosso s;ibr a-que fim veio
o nomo Rav-uiliac a esta df^coseo. Ra-
pergunla
v>esse prosoS, a que Paraguay se referiot.se
ao Paraguay raodernn, leHratieia, de Lepezf
IpM e de Lopes filho, ou sea Paraguay do-
tempo dos neritas.
Se S. Exc. se refers*! ao- Paraguay dos
tres-despotas cajos noraes nwllW de mencio-
nar, nao so seria- injusto atlrraindo os acon-
teci.nentos do Paraguay aos padre da com-
pathwi de Jess;- depois da domwgo da-
quelles despota, mas ainda St Esc-, se pro-
nunciara em ura-sentido conSrnrario quel-
le -envajue se tei&--pronunciado quasi toda a
nago-brasileira.
Se o honrado doputa-lo se rtterisse ao Pa-
raguay, do tompo do jesutas,, ento, Sr,
presidente, 00 poderia coutestai> aproposi-
gaod&S-. Exc. comestemunhos maio com-
petentes; muito imuspeitos, de- ewrptores
tes comoBulfon, Ueliertsou, .Xntesquieu
devo, com effeito, ser feita soaV a> influencia Vaillac nao sni' jita, nunca- pertenceu
de unir -grande i Je de reciprceil>do e dolcwnpanhia de-.l-fantico, un*
rautuaiiadeque st-applica a lixlAs-osservigostvisionario, que nssassiuou Henrtqne IV, c-
publico^, a todas a- necessiriadee geraes. Opsendo condcirMiado oi mor to -o esquarteja-
imposto*nao pags-por aquoles--qije o do-ido as ras, sem qne, segundo dzem os-
vera eonSMMO des k* to especial^ que elles nshibores historiadores, se padsso d jscobrir
. e outros,. cojos testetrwnbos pego Roeng. para
tenham o direito 01c o-cuidado- de indicar.
Quantos servigos rx>>li;os sao pagos, sem
que seusvtaMtOS aproveitom a aertos raem-
bros da sotedado Timiir de ura modo muito
indirecto o -mesmo secn que atyoveitein de
modo algara I Dever-se-hia tkier por isso
que o consuno paroiat e obrgx^oriu- desses
poucos nSMSbros la soeiedade para a ma-
nutengodaquella pwtedi"> se?icp. publico
urna ii:j$sliga pant-dtes ? Eidu&>mentc
nao. Dirnos, poisy.de lado asobjeegoes
tiradas >eta ordem do ideas, m encaremos
aquellas que dzem rsspeito tirasi'loragao e
independertcia dos ministros ducuto e da
propria roligio.
Nao^.escrevia as.aa o Ilustre ilr. Cha-
pot, o padr1 que recefee ura estipendio do
estado nao por es, razo, inik funecio-
nario de estado na accepgao oedinaria desta
palavra. O sentidohabitual'que se liga
idea de funecionario. o de umi mandato
assalariade com carcter, esseucial de revo-
gabilidade, isto fmiccionario tal como
geralmcnU so entendo receba seus poderes
daquehV, que o paga,.e so ortiga a faz*r o
que lhe-fr ordenado. O mesmo nao se d
por cerio com o padre ees- u:n sentido
complico no seu->crime.
Seriam porveuluira os jesutas mandante;
dssse nefando arioee Tudo^. Sr. presiden-
te-, convence a o>tra:io : os-jesutas nao
'.inli-arn razao de que i xa de- lieoriquo IV,
jiie os chainara Franga, donde haviam
Std heidos p:P u-.a parlamento- quasi todo
ooraposto do hwjvtcMcUes, quelites confiara
adirecgode ara rnsportanussisao collegio;.
ijU Ibes dera sempre os-raaiores- testemuv-
BMS de sua rc- benevolencia<,..que, finali-
meiiite, leva va san preillecg

r elles a >
ponto de dizer que os consi lerava mais ca-
pazos quo uinguiade bem iustruir o edur
can a mocidaite I
Sonhores, tamben nio posso saber qce-
intuito teve o nobru depuladu tsaoendo o io-^
r.i do padre Malngrida diacussio, nem.
ti pouco o qni S. Exc. q 11 recordar ccia
aquelle nome.
Quereria, notwtaMe, leraWar os vas-
assiinos services prestados pee aquello ilks-
1ro missionario >nos missoos !* Brasil ? Ou
pcetenderia autos S. Exc. reuorvlar os aso
monos importantes servigos prestados por
aquello sacerdote populagaode Lisbotuno
pende terremoto de 1755 ?
absoluto; t> padre nao recebe seus po-| O Sr.. Pnauunos StODO:N"s- kor-
dores do estado, inteiramento independen-; reres da nquisirio foi um verdugo,
te delle-no que z- resp-.-i e.'ordein es|i- O.Sn. TjkaojBKM de Sou : No-oroo
ritual;, e o estipendio que goreebe nao im-
plica a^ila de mandato rewigavol sob este
nem -ira iioyi outra cousa>. porque S, fiac.
recordou o nomo do padra Malagrkla. para
ponto.de vista. Os poderes-do padre derjr aecusar e nao pera louvar e por ssoquer
vam.de urna fonte independente por sua es
senciu esobre a qual o estado completar
mente destituido de acgie. e por isso seu
carcter e sua consideracao nada tem a te-
mer do sontacto-como, estallo, que nao in-
tervem seno para regular urna questo.do
salario ; o direito.que dobi resulta era favor
laquelle que paga o. estipendio nao seno
um direito do vigilancia sobre a coadigo
!quo obriga o estipendiado a exarcer o-mi-
utsterio ao qual ostlobrigado, sem exami-
nar o modo como ess-} ministerio exerci-
do em relacjio. ao ensino dogmaticen d-
recgodas consciencias.
Em que (icariara com sso compromot
tidas a independooca e a considerago de-
vidas ao padre? Nao ao contrario, asse-
gurar e garantir aquella in lepwxlencia tan-
to quanto possivel ? Como qneririam en-
tregar aexisteiicia material dos ministros
do culto ao cuidado daquelles que o profes-
sam, ou sentem necessidade de sustenta
lo I Nao resultara dahi seno um grande
elemento de sujeigio do ministro retribuido
para com quelles que o retribuissora, su-
jeigio tanto mais perigosa quanto seria in-
mediata.
< A que ficaria reduaida a igualdade,
que antes do tudo deve presidir distribui-
gio dos soccorros espirituaes, era presenga
da distnegio forgada que se faria de parte
a parte, e algumas vozes entre os que pa-
gassem e os que nio pagassem ? Nao seria o
pobre offendido em sua susceptibilidado o
losado nos seus mais caros nteresses ? En-
to seria talvez o caso de perguntar o que
viria a ser a independencia e a considera-
gao do padre, dando se urna tal ordem de
cousas no estado actual dos nossos costu-
raos.
Eisaqi, Sr. presidente, as ideas que pre^"
valeceram no seio da assemblea republicana
franceza de 1848 ; eis aqui o admiravol
bom senso com que procederam quelles
legisladores, muito ao envez de alguns dos
nossos, que pretendem dominar os bispos.
tirar-Ibes toda a liberdade, encarcera-los
talvez, s pelo facto de receberem elles do
thesouro nacin d urna miseravel con-
grua 1 1
Sr. presidento, a hora est to adianta-
da, e eu rece i o tanto ser desagradavel aos
que me ouvem, que de bom grado lindara
aqui o meu discurso se V. Exc. me qui-
zesse dar a palavra para coitina-lo ama-
nhu.
O Sr. Presidente : Nio possivel, o
regiment nio o pormitte
O Sr. Ta&ouikio de Souza ;Noste.cspj
eu coutinuarei, bem a meu pezar, e ainda
mesmo correndo 0 risco de terem-rao como
me parecer antes que S Exc. preen leu
fazer allusao ao attentado de 3 de setembro
de "1758, commettido contra a pessoa de
el rei I). Jos, e no qual os ioimigos da
companbia do Jess quzeram: a. todo o
transe envolver o padee- Gabriel Malagrida,
s pelo fatto de ser elle, amigo das. familias
do marquez do Tavora e do conde de Avei-
ro, que foram aecusados por aqu:lle atten-
tado.
Senhores, eu poderia desenvolver agora,
a historia do crime cominctdo contra a
pessoa. de el-rei K.. Jos ; poderia assigusr
lar tainbem aqui as causas- do mesmo cri-
me ; mas abstcnio-me de faae-lo, em at-
tenc^ao aachar-soa. hor muito adiantada,
e & nao querer prolongar o meu discurso.
Entretanto, senhores, para dar testomu-
nho da verdade, cao posso prescindir de
dizer que depois de ter sido condenuiado o
padre .Malagrida como cmplice da crime
contra el-rei D. Jos, o proprio marquez de
Poinba!, inimigo rencoroso e Sdagal da
companbia de Jess, nao se animou a man-
dar executar 1 sentenga, e preerio que Ma-
lagrida fosse oondemnado pela inquisigo
como autor de dois litros, nos quaes so
encontravam heresas e blasphemias.
O tribunal da nquisico nao quia annuir
aos perversos desejos de Pombal: e este,
para leva-Ios a effeito, teve necessidade de
fazer cora que fosse noraeado inquisidor-
mor o seu irmo Paulo de Carvalho, para
que ento podesse obter a desejada condem-
nago de Malagrida.
E assim, senhores, o padre Malagrida,
longe de sor o fautor e verdugo da inqui-
sigo, como ha pouco disse o nobre depu-
tado por Minas-Geraes, foi urna de suas vc-
timas, expirando em um horroroso auto
de fifi
Ha de notavol, senhores, quo o proprio
Voltaire, autor iususpeito, escrevondoO
Secuto de Luiz XV -e referindo-so ao sup-
plicio da padre Malagrida, diz : -
O excesso do ridiculo e do absurdo foi
reunido ao excesso do horror; o culpado
foi levado ajuiz como um prophela, e foi
queimado por sor louco, e nao por ter .sido
regicida:
E a historia imparcial nos diz que o pa-
dre Malagrida nem foi louco, era regici-
da ; mas simplesmente urna das. muitas
victimas do furor e do odio do marquez de
Pombal I
O honrado deputado pelo Rio-Grande do
Sul recordou intilmente o nome do padre
Antonio Lavalette.
E' geralmento sabido, Sr. presidonte, que
este padro abusou, dando-so na Martinica a
um commercio, que lhe era prohibido pelas
importuno, visto que nao posso deixar de. leis da igreja o doseu proprio instituto ; elle
transcrever no mei dis-tnrso, porque elles
me paneem de grande valor.
Senhoresy os jesuta foram no>9pagua\
o que fb*m e sao por od a parte.;, o seu
systemay o espirito a .oijmpanhia sempre
O mesraev a os serv$os-por elles paestodos
causa da'civilisago e da humanidad sao
to patentes, que s-a- mais requintada in-
gratido os- poder negar.
Ouganos o Ilustro Buflon quando di-
/-ia :
As miasoes formanaiu entre as-nagoes
barbaras-nwior numero le- bomens qpe os
quo foram;testruidos pelos exercitoe-victo-
riosos dkos-principes (jue aa subjugarank. A
docura, aearidade, obain^xemplo, o exer-
eicio da virtude constan temen t prnticada
pelos jesutas, comeera*n os selvagens
e venceram sua doscou&irn.-a e feroci-
dade...
Hobertsoo, apezar de protestante; dzia
por sua vea:
Foi rao Novo Mando que os jesutas
exerceram o seu talento com maior brilho e
da mafteira a mais j til felicidado da es-
pecie humana. Os- conquistadores- desta
desgranada parte do> globo nao tiveram ou-
tro fin, seno espoliar^ prender, exterminar
os seus- habitantes : s os jesutas se estabe-
leceram ahi com vistas do humanidades
O c^tebre Montssquiou tambem- esere-
veu :
K glorioso para a eorapanhia. ter sido
a prineira que mstrou naquellas-. regioes-
(0 Pacitguay) a i lea. da religio unida de
humanidade ; reparando as devastacoes dos.
hespanhes, el a comecoo por cicatrizar urna
das maiores clsagas feitas ao genero hur
mano.
Eu nao acabara, Sr. presidente,, se inen-
tasse agora reierir todos os testemunbos qp
conhego era favor dos jesutas t ser-mohia
prseiso citar tudo quanto ha de majs ri*pei-
tuvel as scieucis. w as lottras^como Baeon.
G>cio, Leibnite, Macaulay, Agostinbe.Cau-
ehi e tantos outros, a cuja sombra preciso
abrgar-me-, para quo se me releve a estima
e sympatbia que tenho pelos, padres jesu-
tas.
Nio sei, senhores, se o Paraguay foi a obra
prima dos jesutas, mas tenho cortesa de que
os padnes da companbia prestaram relevan-
tsimos servigos aos poyos daquella regio,
tiramlo-os da barbaria em que jaziam e con-
verteqdo os fe christ^ que o mais
poderoso elemento de: civlisago e, pro
gresso.
Senhores, o nobre deputado pela pro-
vincia do Hi 11 raudo do Sul procurou tirar
argumento contra a igreja catholiea de to
conhecida cruzad contra os albigenses, o
por esta occasiiofallou-nos S. Exc. das cruel-
dades do celebre Simio de MontforL
S. Exc. seria mais justo se, antes de fallar
daquella cruzada, quizesse ter a hondada de
dizer-nos quaes eram as doutrnas que pro-
fossavam os albigenses ; porque entio fica-
riaraos saliendo que aquella ssita punha ao
mesmo tempo em perigo, procurando lu-
las, todas as bases da soci-dade civil, a re-
ligio, a familia e a propriedade, servindo-
se muitas vezes para realisago dos seus pla-
nos, do punbal do assassino, do qual, por
exemplo, foi victima o respeitavel Pedro de
Castelhau, legado do papa Innocencio
III.
S. Exc, porm, preferio per tudo isto de
lado, e s quiz ver os excessos da cruza-
da e as crueldades do Conde Simo de
Montfort.
Pois bem, a que factos da cruzada e n
que crueldades de Simo de Montfort se re-
fez S. Exc?
Se o nobre deputado teve em vista o mor-
ticinio de Beziers e os far tos que se deram
por occasio da tomada e saque do Carcasso-
rao, entio S. Exc. devia rocordar-se que,
segundo os bons bislorindores, naquelle
tempo Simio de Montfort arada nio era o
chele daquella cruzada.
(Con t inuar-seJu.)
TYP DO DIARIO- C" DCfUE DE T4v _
S.








1
.....--------------


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