Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12987


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Full Text
AMO XLIX. MUERO 162
------:--------------------:----------------------.-------1-----------------------_
PARA A CAPITAL E LIGABK8 OXDE SAO SB PAGA PORTE.
Por tres meces adiantados......-. ........ 69000
Por seis ditos dem........%.......... 129000
Por un auno dem.................. tiJJOOO
Cada numero avulso.......4........... 320
QUINTA FEIltA 17 DE JILIIO DE 1873
i .i i
PABA BEMBO E FRA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados................. 69750
Por seis ditos dem................... 189500
Por nove ditos dem................... 409*56
Por um anno dem.................... 179000
&

)
PROPRIEDADE DE MAN0EL FIGEIROA DE PARIA & FILHOS.
|
. -
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves d Filhos, no Para; Gonijalvea^ Pinto, no Maranhio ; Joaquina Jos de OlTeira d Filho, no Cear; Antonio de Lmmm Braga, no Aracaty ; Jlo ra Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos/un
Pereira d'Alraeida, em Mamnguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna; Joo Antonio Maehaeo, no Pilar das Alagas ; Alves d C, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.



PARTE OFFICIAL
lini'i'rn ila pro incia.
SSI'ACHOS DA PRKSIUBNCIA DE |3 DK JILIIO DE
1873.
Kr. PelU da Nalividade Pimentel. Deferido
cun oflleio desta data thesouraria de fazenda.
Joaquini Virissmo do Reg Marros.Informe u
>r engenheiro chefe da reparlicao das obras p-
dicas.
Bacharel I.uz Antonio Pires. -Si:n, com recibo
; oio liavendo inconveniente.
Osear Destibeaux. Como icquor, assignaudo o
supp'cante na ropartleao las obras publicas .res-
pectivo trra') de rcsponsabilidade e sujoitanuo-se
a deraulir a mesina obra, raso so abuso della par*
escoto de materis fecaes.
Tencnte coronel Sebastio Jos Bazilio Pyrrho.
Korneca^-se.
Secretaria da presidencia de Peritambuco, 16 de
juiho de 1873. O porteiro,
Siloiuo A. Rodrigues.
Hiviiirlictto la palela.
t* see$Io.Secretaria da polica de Pcrnambuco,
i'idejulho de W73.
N. 1251.Illin. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
foram recolliidos houleui delen.ao os individuos
segrales :
A' minha ordem, Jos Vieira de Lastro, dis-
posieao do Meando de laboat.Yi.
A* ordem do Dr.juiz substituto do 5 districto,
Feliciano Primo de iesus, para euraprr a pena
de cinco das de priso.
A* ordem do sublelegado de Santo Antonio,
Rosa da C-mcei-o. por desobediencia; Fran-
cisco, escravo de Francisco Luiz Pessoa de
Siqaeira tanteante, e MarcOlino, escravo dos
herdeiros do padre Jos Paulo Monteiro, minha
dsposieo.
A' ordem do de Belem, Paula, escrava de
Luiza de tal, por fgida.
Por offlcio de 28 de junlio prximo passado,
eoiMiiuiiieou me o delegado de Cimbres ijue, s
(1 horas mais ou menos da minlu do da 24.
no lugar Contador, do districto daquella villa,
fora aimiilnwlil com um tiro desfechado de ora-
beedada o criminoso Lourenco de tal, attrihuindo-
se geralmeuto a autora de.-te crime a Quorino
Bispo, genro do niorlo ; que prucedeu-se ao res-
petivo inijtierito policial, .pie lo i logo ramettido
ao Dr. juiz municipal do termo.
En data do 30 di referido mez de junho. com-
fiiuiiicoii-me o delegado de Panellas que no dia
"22, p.r oeeasiao uo servido da fachina da res-
petivi cadi'ia. evalira-se o criminoso de morte
Vicente Jos Ferreira da Silva, e que a tal, res-
peito proceder nos termos da ei.
Por ollcio de lid i torrente, commuiiieou-me
anda o mesmo detenido que na noute do dia 10
para II. um irrnpo de desordeiros, capitaneado
por Ant mi Thsmntlleo de Andrade e o sargento
Miguel AureHaiKi Jos Pasaos Moura, aooinmetteu
a cadoia daquella villa, sendo d.>us recru'.as e
um criminoso de morte ; que sobre este fado
proceden logo ao competente nqueriln e o remet-
iera ao respectivo Dr. juiz municipal.
Finalmente, a ordem e trui lulhdade publicas
nao tnflfreran alleraco.
0 fljae tudo coinmunico a V. Exc, como me
compre.
.-us guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
JB*ndador Dr. 'Inri pie Pereira de Lucena, dig-
Dissinio presidente desta provincia.O chefe de
polieia, Aaton Francisco Carreta de Araujo.
j
MMIBUft
\
ASSEMBL.4 PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 26 DE MAtO.
I'HESIDKXIA DO SU. OLIVEIIIA A.NDHADK.
Ao iieio dia foila cha nada e aehanbo-se pre-
sentes es Sr.-. Itatis e Silva, Laineuha Lins, Firmi-
oo d i Xov.ios, Lcenla, Joaquim de Araujo, An-
tonio de Araujo, Figneira, Toleutino de Carra-
lito;Freir Gameta), Pinto Jnior, Olympio Mar
que), Ernwt i Vieira, Vieira de Araujo, Pernam-
buco Filho, Camiioim, Joaquim de Mello llego,
Gu des inJim, olivoira Andrade, Amorim Salga-
do, Gome* Prente, Guoajirras Ferreira e Oliveira
Foncec.i, abre-se a sessao.
Sao Iida e approvadas as actas da sessao de 23
e reune de 2i do corren^.
0 Su. i" Sscrktahio dconti do seguinle
EXPED ENTK
U odicio do secretario do governo da provin-
cia, declarando ler o Exm. presidente prorogado
at o dia 31 do correte a presente sessao da as-
sembla.Intetnda.
Outrj do memo, remetiendo a petizo e infor-
macoes, sobra o pagamento de 1:0004, que pede o
-eomniendador Antonio Joaquim de Mello, para au-
xiliar as impressoes de urna obra sua. A' com-
miasio :!o ornamento provincial.
Urna pi'ticao da irmandade das Almas da cidade
da Victoria,, pedindoa approvaca-i d>: i compro-
inisij.-A'comunssao de negocios ecclesiasticos.
Frain idas o approvias as redaccoes dos pro-
jeclos n. 33 de 1872, que revoga a le n. 1,010 de
13 de funhode 1371 e 21 deste anno, que autonsa
a ser admiltido a exanio do 3* anno do curso
normal, u alumno meslre Manuel Maria Cesar de
Mello.
ORDEM DO DIA.
2' discussao do projeclo n. 31 deste auno, (|ue
antorisa o prrsidonte da provincia a fazer altera-
coa; a o contrato para transporte de carnes ver-
des.
0 Sa. Vikmia de Aiiaij) justifica e manda
i '-.i os nuiles :iilJiiivjs, que sao apoiados e
entram em discussao.
Pudenda empregar bota nos carros da empre-
sa. Joo Vieira.
a O presidente da provincia contratar com
quom melbore vantagens o!Terecer e servico da
mpreza, mediante indemnisacao accordda ebm
i empresario, por parle do contratante da mesma
empreaa./eiM Vieira.
< Ao ari. 1* O administrador do matadouro
arrea*dar as tiiiaiHlaa a que o etuprezar o tiver
direito.Joo Vieira.
Encirala a discussao o projeclo posto a vo-
to o ipprovado, bem como as duas primaras
emeu.las, sendo rejeitada a terceira, passando o
projeclo assim emendado 3* discussao.
nica discussao do proferto n. 71 de-te anno,
que approva as posturas da cmara municipal da
villa de Uszerros.E' approvado.
Contina a 2" discussao do projeclo n. 53 deste
aauc i trunenlo municipal).
Arl 20. As cmaras manieipaes da provincia
iieam autorisadas a arrecadar no anno unaneoiro
de 1873 a 187i|o ron lmenlo djs impostos crea-
dos por lata anteriores, que nao foram expresa-
mente revogados e dos especifica las nos paiagra-
pbos seguintes:
8,1.* Alnguoldos predios muicipaes.
i 2.* Foros e laudemios dos terrenos.
3.* Aferices de pesos o medida i.
j 4.* Lieeopas para edifica .-fies o concertos dos
predios, dando as cmaras a cjrJoacao.
1 3 Reparos dos acougo.es.
6.a Tan de 34000 paga annualraente de cada
licenoa jue tirarem as boceteiras para yeoderem
dentro do municipio ; de 64000 paga tambetn an-
imalmente pelos mscales que negociarem nos
municipios do interior e de 304000 no do Recife,
sendo sujeitas as primeiras multa de 104000,
de 204000 os segundos e de 301000 os tereeiros,
empre que forem encontrados no uso de scu coui-
mercio sem a cempetente licenca era vigor.
S 7 (20 rs. por carga de qualquor producto ou
genero expostos Tonda nos mercados pblicos,
sendo as cmaras obrigadas a foruecor aos vende-
dores os |iesos e medidas adoptados, sendo de agur-
dente 500 rs.
18.- Tax; de 34 de cada enaenhoca.
9 9." Taxa sobre passagem dos ros. I
10. Multa, segundo o cdigo criminal e mais
!eis em vigor e por iufraccoes de postura*!
| II. Imposto sobre o eapim de planta na mu-
nicipio de Olinda, que se venJer no Recite.
| 12. 500 rs. por eabeca d gado vaceum, 200
rs. por suinos, oveJhum o cabrura, talhado nos
Acougues pblicos ou particulares.
j 13. O imposto sobre fabricas de fogo de artifi-
cio, pagando o duplo as que estivcrem eslabeleci-
das as proximidades das cidads o villas.
II. 'i4 por cada casa de negocio as cidades,
villas, suburbios e povoacies.
15. O imposto sobre' curraos para apanhar
peixes.
16. 60 ris por cada pe de coqueiro que der
fructo, exceptuados dez para uso do proprieta-
rio.
17. Rendimento dos cemiterios publisos.
18. Imposto do 24500 sobre cada estabeleci-
mento que vender espirites,alera da taxa do 14.
| 19. Id.im so'ire os fornx de cal.
20. 320 rs. por ca la cas i de assucar, carne
seoca,'bacalh e outros peixes que forem expos
13 venda nos mercados pblicos.
I 21. Taxa de 104 por cada licenca para atllar
fogo de vista e 54 para fogo do ar
2 dem de 304 sobre fabrica de fogo de ar-
tificios que quizer vender fogo do ar livre do im-
posto ilo paragrapho antecedente.
23. Idorn sobre cada crroca empregada nos
servidos das cidades, villas o povoacoos, inclusive
as de vender agua, exceptuadas as empregadas
na lavoura.
i 2. 100 rs. por cada palmo de terreno dentro
da cidide do Recife e seus suburbios, que nao.
esteja edificad j ou cultivado, eraborase conserve
murado.
15. 204 por cada casa ou sobrado na ciJade
do Recife que conservar varanda ou sacada de
mad.'ira.
i 26. 104 por ca la casa de sobrado, cujo ex-
terior se conservar ostragado e 54 per cada casa
terrea em iguaes circumstaneias; sendo ditas ta-
xas repetidas annualmente.
ti. 104 p r cada casa de sobrado as ras
que ja foraui calca las, que nao tiver os passeios a
ella correspondentes, feitos no masmo nivelamen-
to o alinhameiitj dos que ja tiverem sido execu-
tados de conformidad^ com as postaras muici-
paes e 54 por cada casa terrea as mesmas con-
di.;oes
28. 104 por cada c isa de sobrado cujos qtiiu-
taes deitein para outras ras e nao estejara mura-
dos at o respaldo do pavimento terreo em forma
exterior de edificio e 54 por cada casa terrea em
idnticas circumstaneias.
29. 60 rs. por palmo de terreno nos povoados
da Magdalena, Capunga, Cbacon, Casa Forte, Poco
da Panella, Cald.'ireiro, Monteiro e Apipucos, que
nao estirar muiado ou cercado.
30. iO rs. por palmo de terreno em toda a
extensa o da cidade do Recife a Apipucos, que nao
estirar murado, exceptuando so os terreiros que
tiverein cercas nativas em bora estado de conscr*
vacan,
8 31. 2.)4 por cada baixa de capim dentro da
cidide do Re ii'e.
32. 34 por cada machina do descarocar algo-
dao as cidades, villas e povoae5es e lOi'y.T cada
machina a vapor inontada na cidade do Recife
para qualquer mister.
S 31. 10 por cnto pela in levida deten;ao das
rendas muni.-ipacs.
Vai mesa e apoialo o seguinle additivo :
a Dizimo de gado cabrum e ovelhum -/. Viei-
ra. >
Posto a votos o artigo approvado, bem como
o additivo.
Alt 30. Continuara em vigor as disposicoes do
art. II da lei n. 965 de 1870.
O Sn. fyuMTMp de Caiivalii) nao devolveu o
>eu discurso.
O Sa. C. de AiAOia nao devolveu o seu discur-
so.
O Sa. Tolenti.no de Carvalho diz que adian-
do razoaveis .as considerayoes feitas pelo nobro de
pillado, pede a retirada de seu requerimento.
Consultada a casa, vota-se pela retirada.
O Sr. A. C. de Araujo diz que telizmente che-
gou-lhe s mips em oeeasiao azada, o regimen-
t de 1870, e o artigo da cmara manicipal diz o
segrate : (le) por isso julga que rauito razoavel
que deva ser aceito o artigo.
Encerrada a discussao e posto a votos o artigo
approvado.
Art. 31. Continuara em vigor as disposicoes dos
arts. H e 27 da lei n. 1,063 de 13 ue i un lio de
1872.
E' approvado.
Art. 32. Fica autorisada a cmara municipal da
villa da Escada a contratar com quera melhores
vantagens olerecer a conslruc;ao de urna casa de
acougue e meroado publico, podendo para isso
cootrahir um emprestimo sobre as bases estabele
cidas no art. 31 da lei citada n artigo anteceden-
te ; licaudo os contratos dependentes da approva-
gao do presidente da provincia.
nico.Nao liavendo licitantes podera a mes-
ma fa/.cr ditas obras por administracao.
Vo mesa < sao apoiadas as seguintes emen-
das :
Artigo. -Fica a cmara municipal do Rio For-
moso, autorisada a dispender a sobra de sua re-
ceita com a eon4racQ io de uina casa para suas
sessoes ou de urna casa para mercado.M. da
Silva
t Fica a cmara municipal da Escada autorisa-
da a restabelecer barreiras e cobrar pedigios as
eslradas de rodagein de seu municipio, applicando
exclusivamente o producto do mesrao pedagio
conservacao das estradas.
a Fica a cmara municipal de Serinhaem auto-
risada a despender al a qanlia de 5004 com
dospezas jndiciaes para arrecadajao de suas ren-
das. -Jf, da Silr i.'
Artigo additivo s disiwsiede; geraes. -As c-
maras muicipaes nao poderio dar I cenca para
mascatear a individuo algum sera que este aprs-
sente couhecimento de liaver pago o imposto pro
vincial a que est.io sujeitos os mscales./. Arau-
jo.-Per iwmbuco Filho.
* Artigo additivo.Fica reduzido comod'anles
o ordenado do fiscal do Rio Formoso. Lamtuha
Lint.
c Additivo aoart. 32. Continuam a ser cobra-
das pela cmara munieipal de Olinda e fazenda
parte de seu patrimonio as rendas dos predios e.
mal bens que llie foram doados e que hoje estao
encravados no municipio do Recife. 6. Prente,'
Additivo ao artigo 32.A cmara municipal
de Rom Jardim fica autorisada apagar a Primo
Feliciano da Fonceca, i> que se Ihe deve coai fis-
cal. -G. Ptrete.
0 Sn. Almeida Psunastsui.-o justifica a amen-
da que mandou i mesa.
O Sb. 6)si:s Paiunte n*> devoren seu dis-
curso.
OSn. Alvridv Peiixambugo nao devolveu o seu
discurso.
Encerrada a discussao e [losto a votos o artigo,
approvado com as emendas a elle offerecidas, ex-
cepto a seguinle :
Artigo Fica a cmara municipal da Escada
autorisada a restabelecer barrreiras e cobrar pe-
dagio as eslradas de rodagera de seu municipio,
applinando exclusivamente o producto do mosine
pi'dauio conservacao das estradas. J. da Silci.
O Sr. J. C. de Ainujj pede dispensa do inters-
ticio do projeclo, que acaba do ser votad i, allm
de que seja dalo para a ordem do dia seguinle.
Consultada a casa, vota pela dispensa pedida.
Continua a 2* discussao do projecto 3i deste
anno (ornamento provincial).
Art. 15. Para as despezas fixadas no art. 1 fica
autorisada a arrecadaco dos seguintes impostos >
8 1." 4 por cento do algodao exportado.
% 2.a 6 ris por kilogrammo de assucar, dem.
3." 8 ris por litro de aguardante e alcool,
idem. .
i.* 6 ris por dito de rael de furo, idem.
8 $> 800 ris por couro, idem.
6. 6 por cento d.s demiis gneros, idem.
S 7." 404 por escravo exportado, gurdala a
disposico do art. 41 da lei n. 431.
S 8. 220 ris por kilogranimo de tabaco fabri-
cado e 41 ris por dito n.ii fabricado, importado
e consumido na provincia.
9." 24000 p r milheiro de charutos, e 500
ris por dito de cigarros, ideui.
3 10 33 ris por kilogrammo de sabo, dem,
1 \ ris por dito exportado e 4 ris sobre o fun-
dido, f
8 II. 8 ris por litro de vinagro importado e
14 ris pelo consumido na provincia.
8 12. 35 res por litro de genebra e licores e
20 ris por dito de outras bebidas espirituosos,
idem
8 11. 60 ris por litro de agurdente de pro-
duccao do paiz consumida na provincia.
8 14. 24500 por cabera de gado vaceum. me-
nos as comarcas do Bonito, Caruaru', Garanhuns,
Brejo, Flores, Tacaratu', Cabrob, Roa-Vista e
freguezia de Tanuarelinga, sendo este imposto de
14900 em Pedras de Fogo.
15. Dizimo do gado vaceum, menos as co-
marcas de Garanhuns e Buique, onde se cobrar
800 ris, de conformiuade cora o disposto no art.
16 da lei n. 994.
8 16. Dcima de todos os predios urbanos alu-
gados, qualquer que seja a sua renda annual e a
cidade, villa ou povoacio em que forera situados.
respetado o art. 3'da'lm n. 7bD.
17. 304 por venda de escravo, exceptuados
os menores de o ranos que forera vendidos com
suas mais, devendo-se p.iro'm pagar 3 por cento
do respectivo valor, quando a venda for de par-
tes ou houver differenea de pre?o as permutas,
c sendo este imposto de 6)4 'quando a venda se
realisar por procuradores, pago por estes.
8 18. 304 por caixeiro, corretor ou inculcador
de escravos, nos termos da lei n. 861 art. 8 % 19.
19. Sello d beraneas e legados de todos os
herdeiros abintestados ou testamentarios, inclu-
sive os lilhos espurios, com exeepeo dos hewb)i-
ros necessarios, regulado pelo modo seguinle :
at o 3' grao inclusive pagarao 10 por centi| e
dahi por diante 15 por cento : o das' doacoes
de qualquer especie ser de 10 por cento e de 13
por cento .das mortis ciusa, exceptuados do sello
as que forem na Imha ascendente ou descendente,
as menores de 2i)04 e as feitas para emancipa-
cao de escravos.
8 20. 10 por cento de ve!nos c novos direitos
por nomeaco, aposentara, juhilacio, reraojao e
accesso de funcionarios provin.'ia'es.
J 21. 3 por cent) de cada nilheto de lotera que
nao for da provincia ; t:0 0 por garanta de
bilhetes e 2 por cent) dos premios de lotera
maiores de 4004.
8 22. 5 por cento sobre a renda dos bens de
raz das corporacos de mao nurta, exceptuadas
aquellas que man'.cia estabelecinientos pos
23 20 por ceuto sobre a renda das casas em
que se acharen) estabelecimentos de conimereio
em grosso e a retalho, ou de recolher, fabricas
de rap, depsitos, pequeos, casas de drogas,
boticas, armazens de algodo e trapiches.
8 24. 8 por cento sobre a renda das casas em
que se acharara consultorios, esoriptorios e ear
torios, inclusive as de solicitadores de causas.
8 2. 4 por cento sobre a renda das casas nm
que se acharara estabelecimenlos commerciaes
fra da cidade do Recife, assim como das casas
em que se acharara era toda provincia photogra-
phias, botequins, ci.sas de paslo, cocheiras, ca-
vallarices de alugucl e fabricas, exceptuadas as
ruraes e as que tiverein 10 discpulos era cons-
tante aprendizagera.
26.3004 por casa bancada^ empreza anony-
ma ou agencia, 2 04 por casa de cambio, 2:00 !4
por casa de peuhores, 1:0004 por casa de venda
de joias em grosso, 1:0304 por eslabeleci ment
ou escriptorio em que se agencie ouse efleclne
venda de plvora, exceptuados os pequeos de-
psitos fra da cidade.
27. 200.4000 por cada deposito de kerosene e
104000 por cada casa que nesta cidade o vender
a retalho.
8 28. 1004000 por casa que vender roupa feita,
obras de celleiro, maraara ou de outra qualquoH
arte, feita em paiz estrangeiro.
8 2 i. 1004000 por cada corrector commercial o
por cada agente de leudes, 1:000*000 por cada
caixeiro de corrector, 20040C0 por casa de compra
e venda ou qualquer transacao sobre escravos.
| 30. 304000 sobre casas de modas.
31. 404000 sobre casas de um *o bilhar, e
mais 2O4OOO por cada bilhar.
8 32. 1 0/0 dos objectos vendidos em leilo, in-
clusive os judciaes.
33. 334OOO por cada escravo empregado no
servico de alvarengas ou canoa de carga e descar-
ga no porto.
8 34. I 000 por tonelada de alvarengas e ca-
noas abertas empregadas em servico do porto (na
vegacao e transporte nos rtos), 24000 por cada
bote, calraia, baKeira e canoa, erapregados em ser-
vico do porto e navegaran dos ros.
8 33. 44000 por escravo ganhador na cidade do
Recife.
8 36. 164000 por carro particular de quatro
rodas, 1041)00 por dito de dous c 304OOj por dito
de aluguel.
8 37. 254000 por cada mnibus e 404000 por
carro fnebre.
38. 64OOO por carraca ou vehculo nao com-
prehendido nos 88 anteriores, excepto os umprega-
dos no trabal o da lavoura.
8 39. 54000 por cavallo de aluguel
40. 04 0/0 sobre o valor de capim venlldo na
cidade do Recife.
8 41. 2:0)04000 por cada joalheiro que masca-
tear na provincia.
4'. 100000 por cada pessoa que mascatear
na cidade com fazendas, miudezas, quinquilharias
e outros quaesquer objectos, 204000 pelo que mas-
catear fra da cidade, e 504000 por cada taberna
que na cidade do Recife vender os referidos objec-
tos.
8 43 Matricula da Escola Normal.
44. Pedagio das pontes e estradas.
45. Bens de evento.
46. Emofumejtos e apprehensoei di polica. .
47. Multas por nfraccoes.
48 Emolumentos das repartieses provtoctaeSv
49. Rostituiodes e repoiicies.
5 50. Divida activa.
5L Producto da venda e renda dos laneros,
utensilios e proprios provinciaes.
S 52. Renelicio das loteras e saldo dos premios
prescrptos.
5 33. distas arrecadadas pelo juizo dos feitos
da fazenda.
54. Juro de 9 0/d por iudevila detencao das
rendas.
% 55. Producto dos impostos creados pelas leis
ns. 350 e 396 art. 57.
8 36. 2 0,0 sobre a dcima parte do valor das
emprezas que forera transferidas.
57. 1 0/0 sobre a transferencia de acedes de
qualquer empreza ou companhia.
8 58. 331M1O por cada averbacao que lizer o
cousulado provincial sobrea escripturas de trans-
missio de qualquer especie, que verse sobre a
propriedade urbana ou paite della, sendo o seu
valor nferror a 10:0004000, e mais 500 rs. por
cada 1:OK)4000 dahi por dianto
% 59. 5i000 por cada estabeleamento commer-
cial desta cidade, cuja produelo ter applicaco
especial creacAo da companhia de bombeiros.
8 60. 2004600 por deposito de carvAo de pedra
e 1:5004000 por cada caa ou agencia de seguros.
O Sr. Ralis e Silva : Sr. presidente,
ped 1 patarra para oflerecer rea emenda ao ar-
tigo que se discuto e aproveilo a oeeasiao para
fallar .sobre outras emendas que j mande! este
niesmo artigo.
Vou dzer alguina cousa neste sentido ; come-
paral pelo 8 2*.
A este 8 niandei eu urna emenda, reduzindo a
3 res o imposto do 6 sobro kilogrammo de assu-
car exporado.
Sr. presidente, mnguem contesta que a agri-
cultura a principal fonte de riqueza da nossa pro-
vincia ; ninguem contesta que esta fonte principal
da riqueza publica tera estado at hoje sera pro-
teccao alKtima.
Emendo, Sr. presidente, que esta asserabla pe-
dera ter feito as sessoes passadas 011 mesrao nes-
ta, alguma cousa em beneficio da agricultura ; pe-
dera ter lomado uina providencia qualquer afiui
de melhora-la; poderla niesmo ter feito nina M
creand'Mim baen rural hypothecario, que to
necesiario ; al hoje, porem, nada disto se tera
feito.
iNio tenho proposito de censurar nem a nobre
roinmiss 11 do ornamento, nem a assemblea por nao
haver podido Ulive/, inelhorar a agricultura; mas,
j que nos nao podemos actualmente prestar gran-
des beneficios esta principal fonie de riqneza
publica ao menos facamos alguma cousa ; procu-
remos duninuir-ihe o.1 impostos; j um b.un au-
xili.
Os agricultores, Sr. presidente, hoje na la mais
desejara, aonlo que se diminua os impostos que
elle pagara ; assim que consideravclinente d-
uiinuem os seus lucros, j mingiiados pela falta
de bracos ; assim que a agricultura val mor-
rendo a olhos vistos; pelo que se torna nece-sario
como remedio mais prompto, tue se sent mesmo
de todos os impostes que pezain sdire es agricul-
tores.
Se porem na 1 se pode fazer i-to j, porque a
provincia se acha em' grandes diiliculdades com
relaco s suas financas, ao menos se deve dimi-
nu quanlo for possivel, esses impostos ; limi-
temos mais o imposto da exportadlo, que tao
eneroso agricultura; allivierao-la deste enorme
peso, e em compensacao, Sr. presidente, augmen-
temos os impostos sobre os objectos de luxo, so-
bre cnusas menos importantes e deixemos para
raeliiufts lempos certas despezas de mera oslen*
taco.
Sr. presidente, eu de-me ao trabalho de fazer
um calculo para poder provar com as cifras o
quanto ssffre a agricultura coin este imposto es-
labelecido uo or;ainento actual, que cobra 6 res
por ki logra ramas do assucar exportado.
Assim, Sr. presidente, calcule em rail pues de
assucar a safra de cada engeuho, calcule tambera
em 4 arrobas cada pao, sera dtalUMSf& de quali-
dado pelo que temos 4,000 arrobas mi 128,00) li-
bras, ou 6i,000 kilograramos de assucar, nao fal-
lando na qualidade do assucar porque o imposto
tanto sn cobra e paga do assucar superior, como
do inferior.
Ora, alera disto temos o assucar denominado r-
tame, iie o feito do niel, o qual por inclhor que
seja o assucar nunca produz menos de 1/3 da
safra.
Assim, quando a safra de mil paes de assiicar
deve produzir o mol 333 pes de assucar ; isto
o calculo dos agricultores fundados na experien-
cia ; calculan I., em 2 arrobas cada pao temos
666 arrobas ou 2',312 libras ou 10,656 kilograra-
mos ; sominando por conseguinte o total da safra
em 74,636 kilograramos de assucar em jada en-
genbe.
Calculo tambera, Sr. presidente, era ral enge-
nhos os que oxistem na provincia ; coin estes da-
dos eleva-se a somma do imposto de 6 res por ki-
logrammo de assucar exportado a 447:9364 que
se lira da agricultura ; notando-se qne o calculo
que faco multo razoavel, at baxo peis creio
que muito mais de mil engenhos tem esta pro
vincia.
( Ha um aparte.)
o Sr. Bats e Silva : Eu nio posso mostrar
o calculo feilo pela thesouraria como quer o uo-
bre deputado que me honra com o seu aparte ;
eu cstou me guiando por um calculo que aproxi-
ma lamente liz.
Um Su.. Depitads : O calculo da thesouraria
de duzentos e poucos conlos.
O Sn. Ratis e silva ; Eu nao contesto a ver-
dade deste calculo feito pela thesouraria, estou
mostrando casa um calculo que fiz, e que con-
sidero aproximado exaclidao ; porque tenho al-
guma pralica deste negocio, visto como j fui
agricultor, e posso asseverar aos nobres deputa-
dos que a safra de cada engenho, por mais peque-
o que seja pode-se calcular (termo medio) em
rail pes de assucar cada urna; nao pode ser me-
nos do que isto, porque tambera ha engenhos que
fazein 5, 6 mil pes de assucar e mais.
Sei tambera que o pao de assucar nao pode ser
calculado em menos de 4 arrobas entre o bruto e
o purgado (termo medio); aqu est a differenea
do peso.
\ Ha ura aparte.)
O Sn. Ratis e Silva : Adinira-se o nobre
deputado por eu calcular em 4 arrobas o pao do
assucar; mas o nobre deputado nao sabe que bo-
je niuitos engenhos deixam de mandar purgar o
seu assucar e o remetiera em bruto para o mer-
cado T
Nao sabe que um pao de assucar bruto pesa de
5 a 6 arrobas e o purgado de 3 a 4 ?
Eis aqu a razio porque eu calcule em 4 arro-
bas cada pao de assucar macho ; entretanto
certo que inuitos engenhos nao deixain de man-
dar purgar o seu assucar; mas posso garantir que
a maioria dos engenhos, emboca purguem urna
parle do seu assucar, o resto vendido em bruto :
o rtame principalmente nunca se purga.
Um Sr. Deputado : E' porque nao sabem
purga-lo.
O Sr. Bats b Silva : Est ensaado o no-
bre deputado, ha muito quera entenua disto.
Pelo calculo que offereen Sr. presidente, v-se
que melbor reinetter o assucar em rama para o
mercado do que purificado conforme o preco que
eaiiver dando ; creio Dtws que nio est exagerado
o calculo que lie de % arroba, por pao da assucar
raame,
E esta a diuerenc> ira* faz o assucar ratania
draitro. ,
O que leuho. Jilo serva para provara assoraljla
o preuiau que soilra a agricultura cora u aug-
mento deste imposto. Pode ser que o calculo u >
seja exacto; mas, era todo o caso, se elle nao o
exacta muito aproximado, porque as bases sao
certas e seguras. Sr. presidente, a agricultura
precisa do ser levantada do abatimento era que se
acha ; ella soffre muito; e, se certo que da sua
prospendade depende a prosperidade da provincia,
nio menos certo que deve ser protegida, devo
merecer desta casa particular attencao; e se nos
nao Ihe podemos fazer outros iiielhoramentos,
outros beneficios, ao menos se dmnuam os im-
postos pesados que se pretende I anear sobre esta
fonte perenne de toda a riqueza da provincia ; em
lugar de se pagar seis rs. por kilngrammo de as-
sucar, como dispoe o projecto do ornamento, esta-
belecase um imposto razoavel, seja ello de tres rs.
Um Sr. Dkputado Tire-se o imposto, que o
assucar fiear pelo mesmo preco.
Outro Sr. Dkputado : A prora est no algodo,
que se dimiuiiio de quatro para tres.
Anda outro Sr. Dkputado : Retire-sc o im-
posto, que o assucar ser vendido pelo mesmo
preco.
O Sn. Ratis e Silva : Entio augmentemos o
im|ioste, se nenhuin mal faz elle agricultura, de-
venios augmcnta-lo; ser esta a concluso de taes
principios. Senhores, a razan da caresta ou ba-
raten do avocar, n;to o imposto matar ou menor,
a razo outra ; o que regula o preco do assucar
nao o consumo delle na provincia, porque muito diminuto ; o quo regula o preco do assucar
aqui a procura para ser exportado, o preco
porque vendido ira Europa ; eis aqu a razao da
alca ou baixa do assucar; entretanto enganam-se
os nobres deputados que dizem que o imposto no
pre.;o do a porque tanto a elevadlo do imposto como a dimi-
nuirao delle influc, o influe consideravelraente,
nao no preco, mas sim no producto da safra, por
que em vez de dez ter o agricultor cinco, pagan-
do seis rs. por kilogrammo em lugar de tres rs.
Um Su. Dkputado : A maor parte dos senho-
res de engenhi mandam para c o assucar por
um preen o os negociantes o vendem por outro.
O Sa. Ratis k Silva :Isto outra cousa muito
differeute; outro mal que persegue aos pobres
agricultores, c mal, creio, que srm remedio para
evita lo.
Em todo o caso, Sr. presidente, en enlendo que
ura bem que se faz agricultura diminuirse o
imposto sobre o assucar exporta lo ; este o meu
modo do pensar; se s nobres deputados vm
que elle nao razoavel, nao o aceitera e me con-
veneam do contrario.
Creio, bou, Sr. presidente, ter justificado a
emenda que mandei ao % 2.
Passarei ao 8 20, ao qual mandei lambn uina
emenda, que diz assim : Supprima-se a palavra
remoeSo.
Parece-me, Sr. presidente, que nao justo
oluigar-se os entongados pblicos a pagarem 10
por cento de novos e velhos direitos pela remoco
que certamente uina pena quando o empregado
nao requer : que o empregado pague 10 poscenio
de sua aposentadoria, nomeaco, jubilaran ou
accesso, bem, porqu e de tuda isto resulla-lhe
vanlagem ; mas pela remoco, nao, poique os no-
bres deputados sabem muito bem que quasi sem-
pre o empregado removido contra a sua volita-
do e para peior lugar.
Um Sb. Dkputado : Pode ser at removido para
qiii emprego que renda menos.
0 Sn. Ratis e Silva :Aliu disto que acaba
de dizer o nobre deputado, obrigar-se elle a pasar
10 por cento, injusto, cruel.
Entendo, portante, que nesta parte o g 20 nao
tona procedencia, nao tem razao de ser; por eta
razao que proponho a suppresso da palavra re-
mora o.
Ao j 25 apresentei esta emenda, e bem assim
ejl'oatra ao 8 36 (l).
Sou de upini.io.-r. presidente, que os agricul-
tores que transitam era seus carros por estradas
pariicularcs, por estradas suas, nao devem estar
sujeitos a este imposto que s tem fundamento no
daino que os carros causara s estradas publicas
Um Sn. Deputado:Mas nao ha estradas pu-
blicas ?
.0 Sr. Ratis e Silva :-A Escada est boje toda
cortada de eslradas feitas pelos particulares;
pois uina injustica obrigar-se estes homens a
pagarem um imposto pelo facto de transitarem em
seus carros por estradas feitas por elles, e por
ellas mesmos conservadas.
(Ha um aparte)
O Su. Ratis r Silva : 0 nobre deputad) deve
saber quo no matto no tempo das chuvas essas
estradas tornara-se ntransitayeis, e nao de es-
tran'iar, pelo contrario louvavel que os senhores
de engenhos tenham os seus carros para por ellas
transitarem a seu commodo, nisto ha at bem pu
blico.
Sr. presidente, quando en apresentei a emenda,
tive em vista principalmente nao desanimar estes
homens no gosto mullo louvavel que tem tido de
fazerem estradas de rodagein particulares sua
custa, prestando assim grande servico ao publico;
estradas com cuja factura e conservacao despen-
dern! grandes quantias, sera custar nem um
vintem provincia : coreo pois, que elles_ alem
de fazerem estradas, alem de prestaren) to im-
portante servico, sao obrigados a pagar impostos
de seus carros que s por ellas transitara? Isto
por demais injusto, arrefecer, seno aniquilar
o patriotismo desses distinctos propietarios.
IJm Sb. Dkputado : Os senhores de engenho
nao rao p-woac&o ?
OSr. Ratis e Silva:Eu posso asseverar ao
nobre deputado que l nao ha estradas feitas pelo
governo, todas sao feitas por particulares ; foi por
Uto que tive a lembranca de olerecer neste sentido
a emenda que se disrute.
0 que nao sei, o que nao posso comprehender
que se deva Tancar impostos sobre estradas parti-
culares que nao tem cuslado nem um vintem
provincia; entendo que pelo contrario se deve
animar o patriotismo destes homeps, deve-sc lhes
dar incentivo, para que continuem a construir es-
tradas que Unto tem concorndo para a prosperi-
dade daquella localidade, fazendo assim um gran-
de beneficio provincia.
(Cruzara-se apartes).
0 Sr. Ratis e Silva : Pois aprsente o nobre
deputado urna emenda.
Um Sr. Dkputado: Nao aprsente, porque que-
ro o artigo como est.
Outbo Sr. Deputado : Se o nobre deputado
a illa oca que estes carros nao passam das estradas
particulares, eu pela voto emenda.
O Sr. Ratis k Silva : 0 que posso amanear
ao nobre deputado que elles transitam frequen-
temente as estradas particulares; nao sei que an-
dera por outras estradas.
ale parecen que era urna injustica clainorasa
3ne se fazia quelles hompns, que com tantas
espezas e sacrificios, sua custa construiram
essas estradas de rodagem, que servem nio s
para o seu commodo, como tambera para todos
que por la viajara, obrigando-os a um imposto
sobre seus carros que por ellas smente tran-
sitam.
Foi por todas estas considerafoes. Sr. presiden-
te, que eu apraaaatei a emenda de que trato : se,
porra, os nobres deputados entenderem que ella
nao tera razo de ser, rejeitem na ; eu me sufeita*
re decisao da casa, e Ifcarai tranquillo, porquo
cumpri com o meu dever.
4a S 30 mandei urna oulra menla (l).
Eis squi, Sr. presidente, aopasso que eu nao
quero que se lancera impostos sobra os carros
que transitara por eslradas particulares; ao patfo
que eu proponho a diminuicao para os impostos
que pesam sobre a agricultura, entendo que as
casas de moda em vez de pagarem 304 de impos-
to, devem pagar 504; nao vejo nisto inconvenien-
te algum, nao vejo d'ahi mal algum que possa
resultar : nao precisamos de casas de modas,
objecto de luxo, portante pague caro.
Ao 31 mandei tambem urna emenda, augmen-
tando o imposto sobre casas de bilhar.
O Sr. Almwoa Pkknambucu : O nobre depu-
tado deve saber quo o bilhar hoje um jugo scin-
tifico.
O Sn. Ratis e Silva :Porra melhor aug-
raentarmos o imposto sobre as casas do jogo de
bilhar, do que crear e augmentar impostos sobre
a agricultura, que a vida do commercio, que
a fonte da riqueza publica, o deve merecer toda
nossa protec.-o, lodo o nosso cuidado.
Assim, Sr. presidente, tendo justificad., cada
urna ue minhas emendas, nada mais direi com re-
la./ao aellas, o me snjeilarei deliberacio que a
casa lomar em sua sabedoria.
Encerrada a discussao o artigo posto a votos
e approvado, bem como as emendas sob ns. 22 ao
8 M, 8 32, n. 23 % 29, n. 24 g additivo ao g 14, n.
25 8 36, n. 27 8 42, n. 28 8 42, 11. 30 28, n. 32
, 8 23, 11. 33 5 25, 11. 35 8 36, o. 3ft S 41, n. 37
61, n. 38 162, n. 41 8 7.", n. 42 8 8, n. 43, n. 44
g 9.', n. H I 12, n. 51 4., n. 52 g 8., n. 53 8
15, n. 54 8 14. n. 57 g additivo, !. parte n. 58
additivo, 11 59 | 39, n. 60 g 30 n. 62 g 31, sendo
rejeitadas as seguintes : n. 34 g 26, n. 39 g 3, n.
40 i i., n. 46 g 13, n. 47 g 15, n. 49 g 21, n. 50 3
29,11. 33 g 26, a 2.* parte da de li. 55 g additivo,
I n. 63 g 20, licando prejudicadas as seguintes : 11.
I 26 28, n. 29 8 8.', 11. 31 ti, 11.-56 g 41. -
O Sn. Olivkiiia Fo.nckca diz que tendo havido
eugano da parte de alguns collegas na votacio de
una emenda, pede que o Sr. presidente sujeite
-la emenda nova votacao.
O Sn. Ratis k Silva : Aqui est no Diario
3004, quando 304.
Nao liavendo numero para votar-se, o Sr. pre-
sidente nomea para membras da commisso que
tem de levar leis sanojo rw Srs. ErnesD Viei-
ra, Tolenno de Carvalno e Rati- e Silva, designa
a ordem do dia e levanta a sessao.
REVISTA DIARIA.
Cllcetorias provinciaes.Por porta-
ras da presidencia da provincia, de do.corren-
te, foram nomeados: bacnarel Ernesto Vieira de
Mello, fiscal da collcctoria do municipio de Palma-
res ; KlrraiQ de Oliveira Melle e Regino Cordeiro
Faleo, collector e cobrador da collecloria do mu-
nicipio do Brcjo di Madre deDeus.
Pliarol do Recife.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 14 do crrente, foi exone-
rado, a scu pedido, de 2o p\arolero do pliarol do
Recife, Clunerico de Paula Carneiro.
Contaren de Goyanna.-Por portara da
presidencia da provincia, de 14 do Brrenle, foi
Horneado Lydio Mariano de Albuquerque, adjunto
do promotor publico da comarca de Goyanna, no
termo desse nome.
Di visito policial.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 14 do corrente. foram crea-
dos deus districtos de subdelegada em cada una
das freguezias do termo de Beierros, com os limi-
tes seguintes :
Na freguezia de Bezerros : o districto com-
prehender lodo o territorio do lado do norte da
freguezia at a serra do Avies; o 2", que se de-
nominar Camossim, todo o restante da freguezia
do lado do sul.
Na freguezia de Grvala : O t* comprehen.lea
a povoaco de Grvala e tudo o territorio mar-
gena dirita do lado do sol do rio Ipojuea ; o 2,
que se denominar Kua Nova, nbranger o territo-
rio da mencionada fregu a do lado do norte da
ninrgein esquerda do referido rio.
Estrada de ferro fio Recife a S
Frauiseo.Bata via de corarauncacao, no pr-
ximo lindo mea de junho :
Rendeu........ 54:3674290
espendeu....... 37:6354682
Dando de saldo em favor da ga-
ranta de juros............... 16:7314608
A relaco entre a despeza e a receila foi pois.
de 59,22 por cenlo.
No mesmo mez transitaran) na linha 15,907 pas-
sageiros; e foram transportados 70,294 kilogram.
nios de bagagens, 3,734,831 kilograramos de mcr-
cadoras e 425 animaes.
as mercadorias estao c mprehendidas: 749
saccas de algodo, pesando 59,832 kilogrammos, e
20,719 saceos de assucar, pesando 1,572,330 kilo-
grammos.
No semestre de Janeiro junho deste anuo
foi o seguinle o balance :
Receita.
Janeiro.......112:3774900
Fevereiro........100:9584300
Marco.........103:8824530
Abril......... 88:4464840
Maio......... 71:3954180
Junho......... 54:3674290
Total
Janeiro .
Fevereiro.
Marco.
Abril .
Maio .
Junho. .
Despeza.
Total.
S31'.4384040
43:7254275
37.2134211
40:355462.
37:420424i
40:2384725
37:6354682'
236:6184766
Desse bataneo se v que o saldo do semestre em
prol da garanta de juros foi de 294:8094274.
A relaco entre a despeza e a receita do semes-
tre foi, pois, de 44,52 por cento.
A garanta de 7 por cento so-
bre o capital de 1,200:030 foi,
no semestre, de......373:3334334
A garanta addicional de 5 por
cento sobre 485,660 foi no. mes-
mo semestre, de......107:9244444
3*>----------------
Donde se v que a garanta m- ':
dia de C,i2 por cenlo sobre o to-
tal de 1,685,660 libras sterlinas foi,
no referido semestre, de 481:25747711
Abalando dessa verba o saldo lquido do balan-
ce da receita e despeca do semestre, v-se qne *
que resta ao governo imperial pagar companhia
pela sua garanta monta ,a 186:4484504.
A qnantia de 294:8094274, saldo liquido do ba-
taneo semestral, corresponde ao juro annual d
3,91 por cento sobre o crplal garantido pelo go-
verno ; e a quantia de 186:4484504, corresponde
ao juro annual de 2,51 por cento sobre o mesmo
capital.
Amia para os captivos. A humani-
taria associacao Lusobrasileira cujos fin gran-
diosos sao por demais conhecidos, em virtude 4o
oflerecimeoto que fea o seu orador Francisco Isi-
doro Rodrigues da Costa, resolveu abrir urna au-
la de nstrueco primaria domraguetra para os
captivos, obrgando-se a actual directora a forne-
cer os livros e o indispeasavel para sua raanu-
tencao.
A abertura desta aula, bem como outras de ins-


---
I
. *
Jffc 39 Oll.tlt i U IMX\ Utityte Pernambuco Quijta fcira 17 de Julho de 1873. Lili O'!/ 711/ II
=-- /C^j**
trac fio primaria Q fundarla par* sen iftljivn flfh| # ti
4'. em igev.il PtttJb"? 9!,<5 qneiwim frequenl
lera lugar iiuvK"l.i tost aanweraaria desto
assoeiaee i^OMft Inuto br.
Clubjapj^lmn Bote haver sessao ordi
Baria desto as3oaifiUka ordem'do lia ser o Jal-
damente de iiuipmisso criinc, oecupando- ara-
deirn rt defeza o Sr. Santos Andradc e a de aceu-
saco o Sr. Bertino
Laso-brasil
nadas
vida a todos os
no domingo pro:
sis trabalhos,
ra, que deve
Tiros na
mas dessas cria:
batas, arma
mente chai
ra, i'at))'v cicio tem principalmente lu#ar na mOo Impe
dor, scgtihdo nos dizem. Para ello deve olhar a
polica Diaheiro. 0 vapor Pira-pana levon para
M:sser 320OOQ. __ .
""\) vapor i'ur levuu oara a Ratlia .......
\7S670, c para o Hode Janeiro l3:8i0l, sen-
il 8 UO:00o para o tliesouro nacional.
Culto le 11^* Acaba de sabir iiUi2
o 3 numero do' jornal carmico GiillO ii'iw-
tras, orgo da sociedade luterana Instituto llujlo-
Tco e Philosopliiro.
Propagadora di* iiistriicr:io publi-
sa. No dia 18 soba ho as da tarde astil-
la se por paite da so.indo Propagadora da lui-
da do Belem, para meninos, creada pelo eotseiho
panwteal di- HoaM -tenlifira' da -fnrn da Ca-
pnnga.
'jtwida-e a todos aquelle, qne pornns or-
cupaefies nio podnrem frecuentar as escolas diur-
nas para ertacorr.vem a e'W novo Bino-de ins-
trafRo primara, e nos HXMas,' que ttiverem
eni toes c KtiRffc*, principalmente se dirige osle
enante, viste, serenrelies o wats poderoso motivo
da cro.ae.io dossa escota.
Motile pi Sanio Amara. Resta so-
eiedado liaver h-ije"sessocxMtoiMvliiiaria a rdquo-
rmenlo le dez de seus inembros, e no prximo
d(MningO'(O do crrente) a sessao de posse da no-
va directora.
H'i.miaiilla. Ni lugar denvninalo Con-
tad / da viWa de Cimbres, e pelas 11 horas da
inaoli de 2 do inez ulfim, fot o criminoso Lau-
reola de tal assassinalo com um tiro '-destechada
de emboscada.
Attrbne-se gerrfhnente a Querina Hispo genio
do norte, a autora itesse delicio.
Evasat lia eadeia de Hanollas evadise
OBI do rnez pivxmo lindo, oarimhinsn.de mof-
lo \ ci.- / is Ferreira da Silva, por oee.a-iao de
wr iiprejrad-i no wviijo da fucliiua da ine-nia
ca A'ialtMtria. Na nvitede 10 para II Ao
ine le junlio Blttmo, um mpo de dosordoiros
capitaneados por Amonio Tliemotej ile Andrajo
u sirfi'iit) SfigiH Aiireliano d i.s I'a-wos Moura
are'iii!Httei a cadeia da villa de l'anellas octi
i''liando a evasao 1I0 tres presos, sondo drtW 80
mo reclutas e um p>r erlnie dt! marte.
Cunara innnct;-al. Bm aessio de
lieiit-m essa forpiira;ao noraooO sen elTectivo ad-
yo^ : 11 ao fr. Angelo Heiirii|iies da Silva, o <|n:\
j servia interinamente. 1
S'>erdilr littcraria eauxiliadora
ala i ver msso neta socied.nle para- ouvir su a lailu
ra e iliscussi ilns si'us ostatuto>, pelo pie sao
mhiv.lados toflos os Srs s'.i-jos a cmiparecer na
rua .X iva n. 49 7 lioias Lotera. A nm- vlia venda a B8.\ a
aencfieio da n uva igii ja M11&U Se:.h >a da l'e-
nlia, ile.-ta r.idade, a o til curro 111 dia 22 Jo co"-
reaie.
Laties Hdol7 e.T.jctiia u agente Pinto
1111 se 1 er;>. ci Irilai le fa7. :i las avariadas
c lafir 110 i'-'t .-u 1 n.:Vi i 1
a-ihIiI fm isro fer tiksr o leilo de \i
i'e>, li'i;a, rv*l3"*, idir.ls Je ji.-.'.t.,. 115 casa da
rua d; A irora n iVl^.n .10 r.n;i.; o [i:v l". 1 i-
pnho.
Casa de deteiiefto. Movimento do di
13 dejulfco de 1873:
Existiam presos 3I, cntraram ti sahirarn 9, v.is-
tem 3 18. A saber :
\'ac4naes 135, iBullierea 0, estrangeiros 43.
travos ii. oscravas !!.To!;tI 338
Alimentados a custa dos Cofres pblicos 279.
Movimente da enfermara do dia 13 de julho,
-IH73 :
Tivriain baxa :
Lanrentino los do Xasemento, fobre.
iolo do Olveirae Silva, delluxo.
Tiveram alta :
Joao los de Luna.
Ittlh 1.1 scrava de Fran isco Correia,
P-i-isi^ftii-rti. Vn.los do Porto, na barca
portugU"za VenmUra:
l'ran-.-'o da IIodia, Antonio da Silva Barros
la mor, Joaquini TUomaz da Silva, Maxmiano dos
Santos. I.ilieria Adelai !o Machado, Manuel loa-
otiiii di Silva. Manocl "einandes, Manoel l(W<|aim
ioncalves da Silva, PraneiMO NIara B. Araujo,
(aspa- da C-ista, Aatoulo Borges CoHli), Manoel
Gomes da lio.ha, los Fenuira do Soma, Domin-
, Hu onrrAu $m^h
I' Ddtiimgas Alv,: Mamen, w.mesnio sentida
se. houve Attoravb no rogistm 4as uoiurtaaWitn
seus caaciros.I'assj-se.
e Menies k (ijiuiaies, lanibem so Fnrtnnaty
Pacheco da citva 6 oi n calxeiro da Hruia M.'.i-
des A C, antecessora dos uptilicantes, passaodo
nomea?ao do mesmo para a nova lirma. Na fer-
iarlos s de I' da nouiearo-de scu wiixawSauoel
1 Como roquoieni.
'(muflo (ftmos da Silva, suecess.r d.
Qao 1 4. Uaino<. [icruji-sao'para cin
ptuiar ir> livro d.arlo rjue p*'itri?u
f 1 Sim.
0o'\ i-torino los Pereira.-r .ttwii o Mauteel de
'liveira Maia, sorioada lirma VictoMno Maia & t'-,
^Bsao pa|a cj^tiniiaiem a e^cripliuyi' uojivri
^o que servio a lirma de Joaquiiij sottza
Maia & C -t^omo pedem. ^t ^
De Francisco Jos5W*W< 4c si^eirlregis
tro da nonieacao (linealves de Siqueira.- Re^istre-e.
I)e (;arl)s7d"se "Te* SIedeiros 4 C, ideni, sendo
o calxeiro a me se refere Pedro .Vives Ferreira.
Saja registrada.
P;e lYanciseo Jos da Silva Braga, dem do do-
crtmnto.qae junto WTerece.- Regstrese.
De.Jos JoBuin delJula Bairio,, dem .de tort-
eo Antonio de Medeiros. Seja registrada a nonea-
i;ao junta pulo supplicuilp, ijue nao provou, im.uj
allega, ser brasUeiro o ciiixeiro nomeado.
Do Fernando Gimes da Silva e Joao de Souza
prtgresso para as n i.^ie^ailes ho*rna*A jij
nverdade*. ealunmianaopo-, mern dis
A <-i-ii sitwle dr. seus rotadores o'
>m w 'fjr^ajjw H
lis h ir.is, alias sunor*
" oooleciauo alliiiWrJUtotr^st
iis I< 1
gis, fdnl 1 11 inipqradtr Bo
Brise**.- mu +n
1lk'ilB|ue;Ue, l-vlavit o fsctoijn
pmaiAsta, p.-rniiiin-e no calalog den Jellctos,
;yi-;ty0n<; no csao d 1 r itcraei*M ^^Baggravanteart. fti J H'.tky (cdigo eduii-
vHtm*i a llfitWabapOai f| WSfVOliiWn. arfei-d* fcrJ>
A 1 e Wrari 1 qu*6in aiitM se caistitair bo-luU
|uona.i acou.eco ni^twtecc ..a [una
a, p o-, es! reejnhccUa ,"s:^lp5o o acca-
sado innocente o coma tal tid rsolvieao
perdi,
tra con
sta ?
ndo em
ambucaw
direito.
o Liberal P,
a misli
c attinj
so de.se
o con
o nao o
endd OJ^brios d
iiMle hiKg%V|u
propna provincia
1 ao io:ige. e aos
Coani> cexaalie
nw.-o publica, ji oscl xUirua na TCncruzilha-. Ramos, dem do distrato da sociedwle oommorcial
j|ue tiiiliam no estabcleduientu sito rua Pxjnjiro
u- Mar-.o 11. 8. Visto ao Sr. desembargado* is-
cal, indo os papis ccpi tres leitras ua iuuiortan-
cia de U:0;K)3,sacM las pelo supplicante Joio de
Suiza Raidos B aceitas pelo outro suppli:ante.
De Guerra v\ Fernandos, iJem do seu contrato
social fifi jaatam. .Visla ao Sr. dsombargad ir
IlScal..
De Bstanblio Augusto Machado Paz, submet-
tendi a recris;ro a nomoafS de seu caixoiro An-
t n;o Francisco 3c S.iiit'Auna. P/oceda-se ao re-
gistro, pedido.
Informacao da secretaria, pppando-so ;ui que
reiiuere o corretor Francisco Jos Sdveira, por
ser_ colisa conlrara a>u usos dis repartieres pu-
blicas. -Cumpra-se o despacho de 7 do corrate,
n3o obftanlo a duvida da secretaria.
:') pviiBCEn oisu. .Sfi.viJMWAOja fisc.vi..
Beduerimentos :
De Joaquim Antonio de Vasconcellos e Anionio
Augusto do V'asi-oih-cllos, registro do seu contra-
10. R.gstre-se, nos terinos da decreto n. 4 3!'l.
D Damaz Ruuipiayrot e Hypdlile Rouquayrot,
registro da cscriitura aanexa. Diga a secre-
taria.
Mjiatoria de Jooi|uitn da Silva Costa.-Foram
os autos levados |ieJoSr. snpplenle Silva Barroca.
Iti.'liabiltaeo de Benvenuto Cayalcanri B. de
AlbiKpienpie.Adiado, por nao ter comparecido
o 5t supplente Pedro Caseao.
Nada uiais Ii.ivcuJj a despachar, S. Ene. o Sp.
ejii-eiciri prasi-lente eacefou a scisio a,i meiu
da.
SE?S,V0
go da 11ISU OuTea
Ahnei la.
Ceaiterio p:illieo.Obituario do dia 15
Pedro Luiz d.i C >sia Leito, bruna, Pernanibu-
'. M annos, selteiro, Bia-A'ista : tubrculos pul-
i litares.
Joaquina Mara da Cruz, parda, Pornaulwieo,
io auno*, solkira, S. Jos ; enceplialile.
Looield(na Augusa Abranelies, brauea, Por-
namhueo, V2 annos, solteira, Boa- 'i.-ta ; tubrcu-
los pulmonores.
Joaquim, estrave, preto, frica, 60 IMIO!, sol-
leiro, Santo Antonio ; ascite.
Bernardino de Sen i'itito, branco, Pernau)bu:o,
28 annos, solteir., S. Jos ; phtysca pulmonar, ix
Lucas C.irdeso, preto, frica, 89 annos, r.isado
B a-ista, hospital Pedro.II ; tubrculos pulmona-
res.
Faustino Ferreira de Figueiredo, pardo, Per-
nambueo, it anuos, viuvo, 5. lo; ; broncliitt.
Joaquim Izidoro de Sant'Aiwia, liTWCO, l'ernam-
btlco, 60 anuos, casado, lies:fe ; apople.xia cerer
iaral.
?:;esio-:\ ., \
JLUICIAHIA KM ti IJ JL'LIIO
DE 1873.
K) EvM. S!. 1: NmCMICI) A.N-S'I.Mr
F.a.vao'jco prrjstxi.
Swettrio interino, op,ycfl Tom-;.
Ao meio'dia, presentes os Srs lesfinba-ja 1 iro*
Silva 'j.i.:iurles, liis e Silva. Accioii, a os Srs.
deyala.1,) fHi.ito liasios e sapplenies S Lcita>, Pa-
rtir (Jasca 1 c Gier.a, S. Kxc. o Sr. conselheiro
presidente abri a sess.1.1.
L la aaprovada a a *ta da sesao de 10.
Prosotes os livros dos registros dos protestos
d; l'.'tr.s. vcrleQ-se qiip o do.escr.iv.ao Albu-
alterque tinlia o ultimo protesto o n. ,877 em 10
11 carrate, e o.do escrivu Alvos de Brito o si.
S,72em 8 do mes;no tnez.
IL'L-1 \iEM0.
S.-ni.-) pe!) Sr. dagaiibargador. Silva Guimaraes
pi posto o feito enire partes: ap'pellant'.'s embar-
eantes Luiz Ilibero da Cttnha & SjVrtnho, ampol-
lada embarga !a D. Thereza Julia U-delho, adio.v
se ojulgament.j a pedilo de um dos Srs. juizes
ej:n:ii:;rcan'.cs.
Senda igualmente propasto o feito entre partes :
rcairente a eompannTa de segurosGaranta, -
recurrid 1 Joaquim Pereira de Faria, sorteados n<
Srs. supplentes R Leilao, Pereira Caseao e Guer-
ra, adiou-se ta.nbem a pedido de um jos ditos se-
nhores.
Tenlo o Sr. desemhargad.ir Beis e Silva Kilo ao
tribun I urna peti.-ai de Gorga & Irmo, o;i|iondo-
se ao pedido da peticao de Manoel Nones Parreira,
lidas as sessoes de 7 e 10, por ser contra o di-
reato expresso, aliento, o disposto no decreto n
l.o97 de I de maio de l'873, e ten lo sido snbmct-
ndo apreciacao dos juizes e:n niaiora que inter-
yieram no accordo proferido cm sess.o de 3, no
feito entre partes : appclante embargante Msnoe!
lapa
ciMii as leis do paiz.
' Esforcam-se incssaiitemon'e para d.-smorallsar
a autondade, UBoeefp la? srrn,-?i>i p*estiiri
nio pode mvFifhtWJft, irrom llwsmi sor le hd".
l'.iri.'a.gloria!
O publico hdhRuou-se j a ver no jornal Cea-
wif o syjiiul d>s dx-coucliavos. Os assiguan
tes ja nao supportam mais disparates.
Um sen uliiiw n^nen n<>ticiaii*l!e que o gover
no imperial approvara a farca efetoral procedida
em S. Francisco pela bayoneta da poluta, para
vereadores, e jui/.es do paz I !
Esque'eeram ifue a elei.-ao approvada em con-
tirina ;i" da deCisaq di Ilustrado juslicejro pre-
sidente da proinci, fol jn tomento a eleico libe-
ral, jiroi-eiiid* na matriz sob a presidencia do 1
|u1z de paz intono Jnnrio Bareto.
G ni) ser verdadeiro dispara te o diz^r-sc que o
goverro em'prgon for;a annnda para os adversa-
rios ganliar-em eleifo ?
Nao repugna istd ao foom -scujo do m'ior igno-
rante ?
Pod3-se acreditar que a E.xm. Sr. Dr. Gliveira
Macicl chtigasse atoa violencpi,pan'bostilisar seus
amigo-i? Qunnti le dementia ctfitl
Em face de tantp desafsisamenio, perguntamos
a oplniao publica -se devora ter em eonsid-raco
urna 'eiposicao, que assim so demacre lito, ridicu-
laris.l'uij-se a si propria, e mentiudo t;i i< escan-
caras,
O Cearense, porcm. timbra em ,s?.guir a mesma
conducta.que na curte, c o que mais aguiir.. no
alto parlamento, tem litio' o senador Pompeo, a
quem enlre'aut) o liberalismo pace onsid-'iar o
ideal d'i poltica, c uno bnolon tfi >l< cath ilicismo.
Na 1 a i.uira, porein, nos replicarao os gmenos,
ponina Mira! e l%. i la tam'i '.n bvcm ajidegis-
tas fanticos. l).-ix-?mos por lanth fine rala um
cumpra ijeste peivgrin.ir mundano as le- do desti-
no, que paiccein.ombar da humanidade.
(Da CoristUnieao.)
liROMC A jltt ARIA .
Tribunal ACTA DA SF.SSAO ADMAISTRATIVA DE li DE
JDLUO U.E I87.J.
PRCSIDB.IfilA DO EXM. Sil. CINSKI.IIKIRO ANSBLMO
flU.NCISeo l'EUETTI.
A's 10 horas da manda, presentes o Sr. de-
putado secretario Glinto Bastos, o oe Srs. supplon-
Xunes Parreira. apnellados emjMVga los C->rga \
Inr;o, se derla 011 nao ser assignado dilo aceorai >,
foi Quaninimenle deciirao pela afllrmativa. {-
cando assim prejudicada a materia do incidente
cbntdo na peticao de Parreira c consegnintemen-
[; o sorteio do Sr Pereira 'lascao. nao pode o vo
lo lio dito Sr. intervr nesta deciso).
Entrando em jnlgamento os embargos que pen-
diam dos aotos.em que cram : appellantes embar-
gantes Slendes Azevedo C, appeados embarga-
dos os administradores da massa fallida de Fer-
nandi Stepple da Silva. Juizes os Srs. Res e Sil-
va, Accioii, S Lcitj e Pereira Caseao. Foram
despresados.
Sendo proposto o feito entre partes: appellante
Joaquim Eneas Cavaleante de Albnqnerquo, appel-
lado Americo Cesar Cavaleante de Albnqderque ;
rol adiado o julgamento a pedido de nm dos Srs.
juizes commerchntes.
Continoam adiados os seguntes feitos : appel-
lante embargante Mara Adelina de Me lo, appel-
lados embargados os administradores da massa
fallida de Antonio Pedro de Mello ; appeMantes ap-
pellados viuva e herdeiros de Manoel Gon^alves da
Silva, appellarrtes appeHados o bario do Livra-
ment e Jos Antonio de Brito Basto.
K sobre a mesa a espera que compareja o Sr.
desembargad ir Doria, os autos entre partes: ap-
pellante embarga te Jacob Cabo, boje seus her-
deiros, apndlada embargada I). Delfina Tellcs de
Menezes.
i|-J'iVt!S.
Aggravante Joaquim Manoel Ferreira de Souza,
aggrav,idos Justmiano de Mendonea Lins e Miguel
Ac.-ioli Sagado. O Exra. Sr. conselheiro presi-
dente, negou provmento.
Encerrou-se a sessao l hora da tarde.
plante Silva Barroca, S. Exc o Sr. conselheiro
presidente deelarou abwU a sessao.
l'ii lida e approvada a acto da .precedente
WMfilii
Prestou o jurariiento do e-tylo o Sr. 6upplente
Al ves Guerra, tendo-o taiubein prestado o Sr. snp-
plenle Silva Barroca.
r.XPEDIENTE.
0.1l:io do Sr. suppienle Pedro Caseao, commu-
nican lo n*i poder comparecer presente arjiolfl
admnistrati*a.O tribunal fieou sciente.
OfUcio da junto dos CwfratoCM, anompaulundo
o boletiin das cotoyea 'ilBniim daeiuaua de 7 a.
izdo c.urrente.Para o archivo.
Mappas relativos ao segunda semestre 'los tra-
piches Dantas, rua -do Api dio u. i-).Conferido
com o anterior, eja tieUiv;nio, sao lutsendp dttr
vida.
Litro de registro da correspondencia ullical
regularmente escripturado ;* o n. 1U7.
Oistribniraiu-e os seguiptes livros ;
Diario e edgiador de Leandro Kibeiro Goucalves
de Meli^ eopVdor de Victorino Maia A C, dito de
Femando Gomes da gilva, diario de Can-alba *
-Nogueira.
DESPACHOS.
Hequerimcntos :
Oe Pereira da Suva A lrmo, curtido do regis-
tro da nomeaco de seu caaeiro Manoel Corles
Texeira. -Como requerem.
De Franeiseo Antonio de Brito k Fdho, dem
de seu caixeiro Jos Luiz loaoeoncio Poggi Jnior.
Sim.
De Antonio da Sur* Azevedo, idem, sendo os
caixeiros Thomiz Tymes e Jos Ales de CarvaTno
Porto.Corno-pede.'
De Carlos Jos de Medeiros 4 C, idem, *em*f
os nonis dos ettifiM|>fitt^A ub-goe Pedro MTt'^f^.-WrtMBnft-s.
le Prdeisco Jos GOBalves d B<*Hira, idem'
mamando-- o rahfro jos aonMlM!#eiiliel-'
ra FiHii-'Beerido. '
De'fos'ThiiBes; de MeHo, idem qnanw ao eaa
xeh-o Arttrar de Moraes e SHt?.-' a eertiae
prarida
De Elesbio Joaquim Das, igual pretenco de
Taixeiw WH CMAmo- Dlas.^Ma forma mfn-
se-
Fi-
TUESOCBARIA DE FA2RNDA
14 do julbo
Foram remetridos ao Sr. the-onreiro para
rcm pagos.
(inicios:
Da presidencia, mandando pagar a Manoel
ipieiros de Faria Filhos, aquanta de 23*100.
Da mesma, mandando pagar a Augusto Ca<>rs
a quantla de (SOOOO
Do.orretar Francisco de Miranda Leal Feve,
com as enntas dos ohjectoscomprad.-.s para o pre-
sidio militar de Fernando, na importancia de....
2:027, 133.
Do commandante da fortaleza do Brnip, com as
eonta-; do almoxarifad, na importancia Je 375600.
Rei|nerimentos :
JDe D. Mara da Concoicao de Mello Pereira
Pinto.
Docapitao Antonio Raymondo l.ins Callan
De Joo Baritina.
Do aiferes Francisco Evaristo do Sonsn
Secretaria da thesonraria de fazend de Per-
nambuco, li de julho de 1873.
O secretorio da junta.
Jesvino Rodrijtfs Cardoto.
"MiUim t PEUIBC
Esta cano la Peraaniboea.
dia jtieo de boje 16. fui desinascarado solem-
nemente o Club Republicano, cujas instilnicoes e
dos Jibaraes realistas dislarcados. U'iido j*or i-n
azer a todo transe apposieao poditici conien
vadora. 1
Gomo aJgumas pesMea.ia povo firme ms seus
principios, protestassan oonjra too cruel falsiitoda,
forana tasados par aifun bacbantiis ds.inuo4i'ias>
falta de luaespara dueutirfin asmisUr-eia.
Ei os- republicanos disfarcados que s.quarn*
o MtfKO& .a -papna'
.aienasi pav>'deia aasa lbaiiea( pnhtiaoB.,
.. Me i. 4-'(JMm>!* d* uonle.
Oarn.
rOBTALKZA. 9 DE jBtt : VK 18*3
0 Ceartnu Mirada coherente. Sempfe slm
criterio exhbndo desaso fofa! em sna devalrada
opposc'o ao tanm>
' Rebaija a mpreasa,. este irtaade Veliwnlo #
O Liberal Pernaiiibucano
e a mooidade acadmica.
J que o uossjartigo, inserto /Jirio de,Peina**
kuco do 10 do cori-enle, e:n resposto ao Liberal Per-
iix.iuriuo, .iiereceu ijoate u;na cesppsia em sen
artigo de i'i:i 11 no 1111;;) >.t > U'< do niesm) peridico,
no agradeceudo a atteue.io qae assim prestou-uos,
lambem por di.'ferencia a elle, da-euiis resposto a
alg j'.u.is de sus prop )s'u;oes
lata pirm. n'u obsta a que. embocamos no i-
ber?ilPeiHiiH:iuctiw as arlcmanhas do mir.'.ego.
EmbJra diga que a.sua arguci de incoherentes
iVio se.\ '.crlaiica'HiUi'.: mioiJide ^adenilca,
(logo ii certo Jos) cm quem recomiere bous
sentiin mas, protesta respeito ; todava continua a
azer-l!ie iiilerpePa.fws, quorendo asajw justificar
a incoherencia e por liai cia;ua-a de puro instru-
mento.
A isto j respndenos earnosso artigo e ento
mosteamos que nao oraups incoUerenies na ques-
too que serve de intima nossa d/ftpdisso; porque
a m 'c lade acadmica nao podia ser responsavel
por faciis q i; Ibes s) co npleUmente anteriores ;
que o seu acto pedndo o perdo para Joao Ray-
ur.indo, tinha por mitor os pricipos que ella pro-
lessa e n.-i.i interesses de terceros, visto como ella
estranha a loa > e qualqucr jogo p ditic >.
N.io obstante, veio o Libera! Perivwi'iucaao an-
da taxa-la nao s<3 de nco'ierente, omo al de puro
instrumento.
Assim o LHkt.iI Pernxnibuc.ino nao pode negar
que oend-3 a mordade acadmica, porquanto nao
re-. inhece nellj a capacidade de manifestar por si
as suas id-a- negadhe .-^-lignidade a que t'-m jas,
em vista da posie) qno ella ha tomado seinprc
que se trata de gran les cousas.
On a m i ndade acadmica tem sentm.mtos ge
nerosos ou nao tom : se tem, eotnp confessa o Li-
beral l'mi'i-nhticaiio, nico para quem fallamos,
e assim prejudka elle mesmo a segunda hypo-
these, deve alie admtur que e:n virtude desses
mesmo sr-uMmentoj, ella tenha a d''v'da energa
para traduzr por toctos a suas ideas, sem que para
isso precise de torca estranha,
Para to acre e "injusta aecusac-aopasea se o f-i-
lieral Pernambacano no testeraunho de um infor-
mante.
Se assim afrmamos que a sna bja t fbi il-
laqueada.
A mocdade acadmica obra por si e sob sua
responsabidade, a iniciativa de todo esteinnvinten-
io, para sua gloria, pertence-lhe; e a sna dgnida-
de-repelle a idea de tornar-se ella instrumc.ilo de
quem quer que soja.
Ella assim fazendo, nao tradnz somante o sen
pens.imento ; tradnz tambera a opieiao puh'ica ;
attcstem-iii asExmas. senhoras, as romas prnci-
paes de teres distnctos, experiencia nrovada--re!lexAo ama-
durecidn, o Club Popular, finalmente oatra mili-
tas eorporaroes, se nao todas.
Se a pjpnlaeto desto cldade, toda assim se pro-
noncia, <.omeicepc3o smente do Lber bucmi, que a todo transe quer ver decepada a ca-
beca de Jijo Raymunio ; pprgqe razao s ^ao do
canir suas censuras sobre aquella mocdade ?
A razao nao sabemos ; ella est takez, na perda
de algnm discurso, preparado para nina reunan
pmjectada e depois frustrada pela incauta mocda-
de. que nao querehdo ver desvirtuado o seu pro-
jecto ; eomprebendendo a mssio que hava toma-
do peranto o publico, procurou cortar tildo que
podesse dar azo ao abnso; que trouxesse ms
conseqnenclas a'insubordnacao tal vez ; limitou-se
smente ao que fosse pacific e menos ruidoso.
Examine o Liberal Pernambmmo que ah acha
r a origem das informa$oes qui diz ter de que
bra;o incgnito dirige a mocdade acadmica.
Peguntamos ao Liberal Pertunntucano porque
razao nao nos manifestamos do m"do que agora
azemos, qiiando f'ira-on Jcmtodo Joo Ray-
mundo ?
0 Liberal Perinmbucaw nao ignera que h a
mnito o poder moderador, comprehndendo a a1-
titude d'um govemo sabio e chrislao, ha sempro
commutado a pena de morte, nroenrando assim
com sna clemencia apagar a nodoa sangrento que
mancha o nosso bodigo criminal.
Assim, pols, todos nos esperamos p r este re-
sultado ; Unto que em nevembro ultimo ipiando
aqu chegou a confirmacSq do supremo tribunal
militar todos un roc, Voltendo os ollros para o
throno diri:im : isto n.lo s realisa.
Pergnnto-nos anda o Liberat Pernamintcano, se
-o perdo pede-sc arbitrariamente ? E responden-ij
do-ni's logo, diz : Deve'havor algnm fundamen-
to razoavel.
Oj motivos ponderosos para sustar os effeltos
de condmnaeiies sSo principalmente de dnas of-
dens :
Ou nasce do processo, ou 4a pestoa do-delin
quentc: do proeesso se ka preterido de formHas
que eAdlasse o pleno cMneimerito de verdade.
innocencia ou culpabilidade do reo, se a sentenca
fot injusta, etc.
Da pessoa do definqnenle, se te tora tal me-
pen;,. le ii a pena de
1 1S06 Logt A
tos
I be fal
mente
iinperfe,
Ora;
iidade c
inorie |
injusta.
A pena para ser justa, dizem os criminalistas,
alm de seus cari cteres, deve altngr set'lim.
Bste ihj -itcgunJgKi ,-jifiiao mais aceitovel,
o-'Mstabel.'HRWratirla orem social.
Apena de pifii^ urna vez executoda, restobe-
lece a ordem social ? Nio ; pelo contrario a per-
turba ,o.coujpromette mais., Logo a pena de morte
injusta.
Ja ve,rpois, o L'iurnl Periuim''ucsnn que abs-
trr.hnilo mesnio de qualquer outra considerado,
admttindo mesma | or hypolhese que o perilao
suppejicna iajmto ; nos ehamos para pedimos
o perdo uo Joao Raimundo fund ment mzoa-
tel.
Mas, dir-nos-lia c Lber l Pernambucano se a
pena de morte injusta para .,uc pedio o perdo
para ella, quando dissestes que dada ella, exige-se
a .-na reparacu c nao impetraste o perdi ?
Bespond-remus que, como o Liberal Pernambu-
cano nao ignora, que a justica humana c lallivel,
pode laliorar no engao por das, mezes e annos.
E pois para estes casos e quando da se a super-
veniencia de qualquer circumslancia poderosa,
que, umbora a pena tcnlia os furos de justa, mas
que nao u lanca-se mo do perdo
O Liberal Peraitnbucano teria razao para con-
trariar a noifa fraca argumeiitaco, se a historia
iio nos -desse testeiuunho de victimas d is errog
judicarios; se ella nao nos mo.-trasse o quanto
tem servido algumas vezes e em oulros tom (al-
tado o per lio Mesmo na hvpoese de fono Bav-
mundo, quem sabe se nao ha erro de justiea p-
blica f Sobre Ista chamamos a atlencao do
Liberai Pernambucano para a Gazetlha do Jornal
do lale de 11 do correnle.
Nos motivos para o perdo emanados da possoa
do deliuquente, menciona o Liberal Periumbucano
os servn; i? ao esdo. Sobre Isto milito tullamos a
dizer; mas basto nos lembr,tr a ultima guerra com
o Paraguay : em sua historia veremos que cada
soldado brasilero fui um leo, veremos mais o pa
pe que apresentou o bravo 9." batlho a que
pcrience Joo Raymuudo, na combate naval de Ria-
chuelo, este grande feito d'armas que abri a pa-
gina gloriosa para o Brasil.
Eis mais um fundamento razoavel para pedir-
nos o perdo.
atra punto da resposto no Liberal Pernambu-
cano que prende a nossa atten.o : o trocho do
Evangelho que nos fez recordar; querendo assim
como que dizcr que nos marchamos at contra o
direito Divino.
Sabe o nossa illust/e antagonista que os llieola-
gos, auturdade, na materia, explicando aquellas
palavras quem com ferro fere, con mes ai i ferro
ser buido, dizem que o Di ti no Uestie assim
dizend i, aooofielhsra e nenbum uso que se deve
fuer das aruias contra nossos rmos.
Se assim se o Liberal Pernaniinica.u, que
mostra-se obdicnte ao Evangelbo, contradz-se
quando nao contenta com um assassinato, pede ou-
tro. Poderiamos cilar outros trechos da Sagrada
Escrptura que provo aquella in:errel.i.ao dos
llieologos.
Alem d isso, sabe o Liberal Pt.uuii'ia:. no que
se tjinarnios aquelle tr/jeho en sua sig.iicaco
litteral, remos eahir na absurda conclusao de que
aganle principio da proporco.nalidaJe de pena
nao admssivel no direito penal ; icmus negar
tal principio que, gracas a Uceara, tem si lo a
imssula dos legisladores crimnaes. Cabirenws n'uu-
tra coucluso nao monos absurda de qno o J
der publico puniudo, o primo, lea nao s em vista
a vendido -social, como at a individual!
Ora, isso boje ser admssivel ? Porcertoque
nao.
Concluindo, pois, resta nos dizer ao fjberal Per-
nambucano que iiouve equivoco de sua parte
quando diz que nos negamos-Ibe o carcter iibe^
ral ; o que dissemes foi o que anda repelimos :
que admira-nos e lamentamos consiJeravelmente
que um sacerdote do progreso que portante tem
ideas generosas, que como nos pugna pela abo-
lieo dajiena.de marte, no entretanto e^ija a exc-
CtlCM d'um infeliz soldado.
ffpsto parle somos mais calironles, jorque a
par lo horor que mauifestamoi lel'.ra Ja le,
apresentormo-no pessmdos de nsior hprror tora
a sua execuco.
Se louvamos as deas vres e generosas do Li-
beral Pernambucano, mais louvaramos anda se
Ho continuasse a persistir na lula em u:n terre-
no falsa o odioso, e que por celo nao contara
victoria, pelo menos entre as pessoas peta inten-
cionadas.
Nao podemos crer de eanvicci) Restes amare
que o Liberal Pernambucano vota pJ> cumpri-
moito das leis vigentes e principalmente pela pe-
na de murta gne deve s ir es juecida e para sem-
pre apagada-
Nao i|ueremos aiiuia concluir sem que advirta
mis ao Liberal Pernambucan) que catastropbe
que ora pesa sobre o infeliz saldado, reclamando
sua cabaja por urna sentenca irrcvogavel, ue-
nlium de nos o;to Lsento, e segundo o oxcmpla do
Divino Mostr quando Ihe foi apresentoila a mu-
Iher adultera, diremosaquelle que em todo e
qualquer tempe nao fr susceptiva! de tal desgra-
sa, roubando a seu semelbante aquillo que nao
]^e pode dar, que o julgue de um modo to airoz
e reprovado.
Recife, 15 de julho.
Um ac ideac i.
te 'lestes seus irmios.
E Mib o piddeofpiffess^ndT foi feito srm
que miiilu nuil er tos-c abadora, declamando n '*s .,|:lli
a pseriptura nstof cito pr.eseyte ao acto da .venda,
u, eartoro dn respectivo tabeJ!iaO|l
O r. Amaro Js dos PrazVei tev'e dissaliur
de ser excluido de inventariante dos ben de seu
casal, quan
nitura m
aquella
desista
venda eof
seus iildoa
rocedswveniaj^r-da8Swrpri-
a oom, pi tend-iiJo uder
^psetleadjio, allegando rnin;.-,
iiitento>l'igo que |>e foi pemniBida a
sta publica. Isto fluer dizer que
riai"dBl)erda4)s se TU Mi a-solli-
rilude do joiz de.rpaQMU),enta#, O que elle pre-l
t-nde fazer boje com nimt miiner, na que nao/
devo rourt. por s6U legitimo c^tfk\ administ a-
dor.
Po.tant),>fl.pio-so sabende que eb vez dadutar
sua fllha, como diz, deseja que ella ncm ao me-
tus guie daiiiijjjo^gug Iba. jeisou sua inao. Eis
alii o que o fjr. Aura>ise das Prazeres.
R-relfe.M* jmf&e: i73.
M noel Mnrquf da Silva.
**f5irn^pftz*Trr?in4ip.if $6r%o de Goyanna, drr;
o qumoNi, iftfjnfjf, ilo ;ii. tU.s*a le da reforma.
lili di i neiro de 18*2.
pagina, 1." ca-
es
recimento e moralidade somprovada por seu?
de sua familia, por servica ao estadfy ete-
Daqui v-se (Ju a Lrbertl Peittambuetmo ad-
mitte : t'que 3 perdaa sepple pma injusta ; t'
que a pena da nterle justa.
Parece-nas'quc em .'ice dos principios que re
gem o direito penal nao se piH ateftar' aquellas
eonlusfes. : '
Se frvessemo* hafilitaeoos de*cnrolverins esto
nossa asse^Jo : mas.-fUlande-nos aqjwlie predi'-'
indo, diremos sinthetcameate o- que feum" 'pi cri-
minalista ententcad/unos sobro a maieria.
' PrimeiramSft (ffe a^retfr^^lwftrfMB^iii
um immd,ihi> ifeste'o'riio a iWdio'dd puna ; ert ^ log.tr o per-
daA, kmge de u'pdor umj jpena Inltfsla'; J
contrario a pena insta ; t-*
pnmelres tenijtfs "fBtu***
Viifto i^oli^ioaa.
Est prestes a expirar os 30 das marca-
dos pelo governo piral para que sejam le-
vautado os interdictos a<;ailo as irman-
dailes, desta cidade. Cunipie, pois, ao povu
abster-se completamente daquakjuer mani-
FF.STg.\o publica ; dexar que'a qitoslao se
debata as mos do goveruo e do i'is|jo ; a
nnssa aiissao esl nda, a dos dous poderes
principia agora : (avernos smente represen-
tarmos o papel de meros espectadores. .4s-
simo quarem, ajsim oteiihaml! A ques-
tt boje oliicial e o publico nao tem que
ver com actos do poder.'
fa abstenr;o boje qne existe a nica
dignidade do povo pornambucauo.
llecife, ltt de julho de 73.
Um Catfwlico Apostlico towino.
Ao povo.
A Provincia o. 87 d ua i'
lunilla :
A Provincia espera e obsecra I IA questao i
boje entre o Sr. Prannos e o Sr. D. Vitnl. Guar-
daremos silencio por oyera, a ver o que appa-
rece.
E o povo vernambiicano que ndo se inmiscua
nesta questm do Sr. Lvcenn cmn o bispo.
J nos tardava I
_Os coherentes e honestos polticas da Provincia,
nao poderam por mais trmpo sustentar o pape!
de liberaos que defendiam una questao so-
cial !
Demonstraran! cum o codilho e e-los j a re-
cuarem, recuarem.... at o campo dos ultramon-
tanas 1
Quem -tiver tido a paciencia de ler os escripias
da Provincia, de Janeiro at jiinlio prximo pas-
sado, tero visto que a bou'ijente que a dirige cor-
reram a bride solta, gritand contra o bispo I
A ouvi-los papas e bspos, Dorotheas e jesu-
tas devram ser enforeadas as tripas das autori-
dades e vice-versa
O povu era aturdida com-o grito contra os je-
utas -tiQitaqao o mais agitaeoqueriam-senio-
vnnentos generososchaguase aos bancos que-
brados e supapos em jesutas do dia 1-4,
Nao contentes promovern! a reunio de 16 para
rompletara obra c ir avante como o corscl do Maz-
teppa I
Felizmente houve quem Ibes tomasse a bride e
s'a cidade vio a gritara, os destos,\'as injurias
que se jogaram por se ter posto um paradero
desordem I
Houve quem em toda essa grita s vsse nina
armadilha do poder, urna geringonra de partido,
prompto a gritar Re oh Itique segando este ou
aquelle dsse o poluiru.
Nao era n povo, nao era a liberde que anima-
vam esses lu-roes e tribunos, era o souln do poder,
essa doce esperanca que Ibes sarria I
Igualmente quem hem attendesse o grito dos
patriotas da piiivuuia o dos iiberaes veria que o
bispo c jesutas apenas serviam de pretexto, e que
tuda essa gente seria ultramontana ejesuta, sopor
ah esperasse abalar o governo !
Eis seno quando vem a deciso da governo im-
perial dticisao j esperada, c por muitos sabida
e que inteira e completo nao ,poe mais duvi-
da quanto a opniao do governonesta ques-
to !
Os homens caram
teem !
Sem querer, vanvsc sustentando o governo
na mesma questeem qu 4 espera vam derru-,
bar !
Que hisieria I
Entre a espada e a parede nao havia a recuar
- dente ou ipielxoou sdsteatar o governoou
abrir cimiiiho novo !
Sustentar o governo ? menos sso Mil vezes
ser nltram uilaio, jesuta, o diabo menos deixar
de dar peitadas ao poleiro.
Que azer?
Sacrlicar tildo al a honra !
La diz o dtado quem nao teM vergonha todo
o mundo sea e j mxima entre us que em
polit ca ha suspensiio de honestidade.
A Prmincia, pois, nao podia deixar de precurar
outro camn o !
Ah I a cuusa i-so Pois F. Sr Junqueira,
V. Sr. Paranhos, V. Sr. J. Alfredo, defendem a
constitmcao, fazem echo a i pimo I
Pois be ii 1 nos agora vamos str u'tramon-
tanos.
E' sempre a Torre em concurso Sou o centra-
ro do que far voc.
Os homens, porm, tanto tnham galopado, tanto
esconceado ao Sr. Vital, que nao podian assim
do dia para a noute miniar de posicao!
Que Quer ? o que faz a Provincia.
Picar silenciosa Esperar e observar !
Dizer ao pavo: Cl, bnrrnbo,nos que te-
mos para nos que somos teu burriqueiro, te acen-
selbamas que paresXo Xo !
A questao j nao vossa Este infame go-
verno nao cabio no l.n.a que Ihe queramos armar,
cortou-nos a vasa e deu-nos eodilio, cun a lei.
A qnesio agora n;io liberal-j na
voesa, meu burro, entre o Sr. Paranhos o a Sr.
D. Vital!
Silencio Vejamos o que apparece Se fr
preciso, hurrinlio. amanh envergaremos aroupe-
ta e diremos: a Viva a nassa santo bispo Tiran)
os jesutas e vos, burrnhos, zurrareis comnos-
co. Tumai sentido I Nada de dar for;a ao gover-
no : s nos que devenios comer o pao de lo. Cui-
dado Silencia I Esperamos a occasio de enlrar
na c mjianliia de Jess! >
Agora porguntaremos ns:
Onde est a cruz e o cunlto dessa geqte f
Que coherencia Que polticos I...
Cabran.
com as caras que.
JK'. celebre.
Um abalsado advagada,. querendo tomar vin-
ganca de um seu dasafu-cio, fez com que dau p-
renles seus dussem quejxa caplra urna pobre crea-
tura inoffensiva, e depois de n>uito dejuora, em
projniao da victima, e como nada podesso provar.
pelo depoimento das teslenunhas em favor de sen
oetuido jnteola, abandanou o processap carlorio
do. escrvo, e %ao ha Urcas as leis o paiz que
obriguem os queUosos a enlrar com o quantum pa-
ra ser preparado o-processado 111
0 i;vjh. Sr. Dr. Lucelia e o Sr.
Villa-Bella.
VI
_ Damos boje ao publico, para terminar a discus-
sao, a queixa que ao supremo tribunal de justica
deu o ex-juiz municipal de Goyanna contra o pre-
sdeme que o suspetideu.
Eta queixa, quo com a subida da siluacio, foi
abandonada, expe toda a questao da suspensao do
modo o mais cabal.
Aprecien!-na os leitores.
bu i Migue.! Joaqniui
de Pariai Hhiga; paca Hr4Mbrlr alijeclos necesa-
rios a jmivas de crnasijiilo iuboriio e falsidade
perpetrados pelo mesmo esenvao (doc. n. 5). Nc
aet da busca (doc. n. 3}. aTanrehendeu o queixosi
afflhnas ca'i'UHK'abeijJtcn^Kf ap indiciado por
scu cninpliee, d uoun T: ojana^Dly mpio da Cnnha
Gao-.:i.
E>tes papis eoniinnatu a presta cabal dos criims
dennnciados (d*r. a, 4i.
Eis o fact*4je o pre-idsnte da provincia d
Periiiinbiie.o nqiituiou de infiae i
ti da eonsiitnioio, patenieaitdo por esta forma sna
enipleta ignorcia-a sespetted que sejainvio-
labilidade ao sejredo das cartas !
Nao mister recorrer a cunsfdeiai-oes doutrina-
rias para restabelecor essa noco jurdica inverti-
da pelo accusido Exm. Sr. barao de Villa-Helia.
A legislaeao patria a tal respeito clara e posi-
tiva. O cdigo penal, art. lfl, j o art-- '.'!:
al'*. *f+*tHltT tro tim HTOtlO ^TWttPT^j^j'TlOC^Bt*''^'^"
violabbdade do segredo das cartas.
E" a segnrane.a da carta desde que for posta m>
correo, ou em mo particular, al ser entregue
pewoa a quem destinada."
Esta seguranca, decnnformidde cam a bi, piule
?er atacada felas maneiras previstas no* citados
arligossnb!racr;ao, suppressue abertura da car-
ia no correo ; tirada da earla dr. inao do portad- r
particular.
fra destes casos, njltr se rila a segredirtlas
carias, e.por consegiiinte nose infrinue o art.
I7t, 07 da fnstnico do imperio. *
Pretender qne as carias iberia* pea pssoa que
as receben, e por ella guardadas s.-'m mtieiateis '
na verdade mu ab.-ur lo pois sses papis ja per
derain o carcter airearlas, e ti.rnaram-se na mo
de seu prepriclario objeoios parUeatMNi on Kr-
vados, da mesma nalureza |ue um registro de eur-
res|HiDtleiicia, um livro de Icmlirancaseqnaescpifr
nutras ciiusas.
K'coi rento na jurisprudencia, qne os pspei*
particulares sao urna piuva legluma.
H- ntham os chama uma especie de confia-oiex-
tra-judcial, e Boimier en sen tratado especial en-
silla, que a correspondencia a respeito de ceiiie"
rriises, designadaniiilo a respeito iln aduilcrio.a
unir prova possivel, desdo quedaba o flagranle
delicio, e a conUssao dos culpados.
E-la s duutrina foi adiritlida por nossa kgis-
laco.
O cdigo do processo, art. 93, aduiitte a produc-
co em juzo de cartas particulares sem o oonstn-
tinento dos nnofes, quando prnvem c.nra ns
niisnuis. O art. IH6 impfie ao juia a -nbrigivao le
mandar colliyir tiuh quanto encontrar, \\ logar
do delicio c sua visinliaura, que posta servir i9
prova. A dispysiyo (testo artign abfoluto, e nao
aduiitie a excep;-o, une su pieiende das cartas
adiadas enlre os papis do indiciado.
Setal oxcepcao podesse prevalecer, tornr-st-
ha urna iiiiquidade, a busca te i ti dcconfiirmiitoite
coinoart. I8<), j>, do wl.v1" endigo, para d -r<
brr no intimo da douiesii a. le (te iiideiao-ub-
jectos nei-.'ssaros pmva di ,i;: riiiie.
A cas.i a invi.jbiblidade de cartas aberta* .-u1 *
mais sagrada do que a iriviolabibdade do doRliei
Iwdottdada, garantida pelo art. M8, |4*/4a
constituico ?
0 papel, depositario do pens oiientv, est- p r
veiiliua maia vedad aos .profanos, do que o asfio
do pudor, o rcga.o da iuilia .' Cui'juiz pode in-
vadir a morada do cidado ; penetrar rom a tppa
rato dajustica no intimo da vida privada iiiandM
pela mo dos meirnbos devassar ludo que-bade
mais recndito; e a justica pela razo maxiin;. de
seg nanea social nao Ihe pao obstauuio, desdi q.
se baja precedida cun a prudencia e gravidade re-
conuneiidjda na lei Entretanto, a auturdade do
presidente de Peiiambuco nau.periuite quep
cart i io de um eserivao, reo de grae* crine*,
mal reputado geralmonie, o juiz faca appreliendcr
a Borrespiiiideucia aberta dos d us cmplices, a
historia aulhentca dos di lelos j perpetcadi s, e
de outros (|ue projeclavam !
0 qnpixoso tem de sobra denion>;rade a legal;-
dade de seu acia.
Quauta a este respeila so le na poitoria do pre-
sidente um tocido de inexactides.
O acensado Unge ignorar que as cartas appre-
bfididas eataaaa abenas ; cunsidera a cartaiia a*;
escrivio como uma raparti;o da correia eu a paiu
de um portador particular; nega abertomenteqtc
as cartas d( |iuzesseni contra o dilo escrivao e scu
cmplice; e sobre estas bases falsas airtllMptn
seus considerandos, fundado nos dous avisos de
20 de abril de 1839 c l'.l de maia de lSl, qual-
quer dellis mais e-tranha questo, pois se refe-
r m tirada de cartas fechadas depositadas n*>
correo.
Os dacumeutus juptus, sab M. 3 e i rilados, d^-
sioam sso erro em que labora o Exm. Sr. bar.''
de Villa-Bella
Conhecenda a fragilidade do motivo allegado, n
presidente da provincia de Pernambuco tentn r:-
ior a-lo, imputando ao queixnso a nfracea da lei
no modo porque procedeu a bnsca com preterc'>
das formalidades descriptas no art. Mi do cdigo
d,> processo.
Nao lia quem ignore que o mandado de nava
se refere ao duinicilio do cidado, que a lei no
permute seja devalado pela auturdade sem fi-
les presuminy.es, e sobre ludo sem a cirCQMSpec-
cao e garantas necessarias.
Os arts. 197, i'J8 e 2.,0 lornam esu verdade liu
patale, que sorprehende com effeito v-la desco-
nhecida pelo presidente de uma provincia I
Gensiderar o eartoro da nm escr vo como ni
domicilio inviolavel, excede tuda a cuiiipielicnsi '
O carlorio lugar publico, ande lem as parles u-
vre ingressa; uma reparlito judiciaria, r.a qua
a cscrivo figura nao cama pruprietorio, mas un-
plesmeule cama serventuario.
Acaso estar vedada essa reparlicao ao juiz, dr
medo que elle na'possa ah peuear seuecain o
cuiiseiHiuieuto do ase vi vo, ou preencbiJas as for-
malidades deMrripias no capitule /- de Ululo 3.*
Declara^o.
Vende a abajxo assignado na narie, paliciai de 11
do crrente, ter sjdo rncolliidc a casa de despojo,
a ordem do subdelegado da Varzea, .francisca Pe-
reira do Valle, dqclara. me nao ,se enlode com o
ntesrtto abalxo assIgHa'do, cujo nome
, Francisco Jos Pereirt) ip Valle. ,
SB-se. A cndemnaco jaita pelo contraro
a sna naVweeutK) fhsk tal On fal cob
cia, o recurso qpe ba i
sendo acto de mV
dMe. fftjB*
MfcBe*
'qtt'e^aibor
'' WjP**?*^!' Bstoa infoTOiado. op o Sr1.
> f*W 'ty* parns tem dijo dffferentes
psnjsto ctihle, qhe dotou a iilha eom auem
san casado com uma casa e outros etn de valor,
querendo cam sso tajvez apra.sent.sj:.-me amoQ um
ingrato a tontos obsequio? em ra3o oe um pleito
que ihe mov pelo jdrio' da segunda, vara.
fo jippcft>cab Devo declarar que rqinha muJher n5o leve dolo,
, exi- ie pelo contrario o dito fir. Amaro nSo s veadeu
iao.Sr..Fernando Jas Carrea, boje alJecjdQ, uoia
"-sua ApaiSa
p uas qu-
jemardino,
oejo diminro be penence por ler passaflo a re-
Un, ^5^*J?fe't,:'-^ ^ ^ Ihe mov pelo juizo da s'egu
e pomnt sla r^^^g** pedir
Illin. e Fxm. Sr. conselheiro presidente da su-
premo tribunal de justica.Vem a baehorel Men-
rique Pereira de Lucena, juiz municipal e do er-
ihaas de termo do Goyanna, em Pernambuco, dar
sua queixa, na forma da art. 15o de cdigo do
processo criminal, coatra o Exm. Sr. baiao de Vil-
la-ltr-lla. actual presidente da mesma provincia.
Victima de uma violencia da autoridade admi-
nistrativa, oqueixoso s espera garanta e repara-
gao do poder judicial, a quem incumbe nos paues
livres proteger o cidado contra o arbitrio e pre-
potencia do governo.
O Exm. Sr..barao de Villa Bella suspendeu em
S de julho de'l867 ao queixoso por urna portara
junta em certdo (doc. n. t)
Nossa portara o presidente de Pernambuco at-
tentou contra a le duas vezes : a primeira, exer-
cendo a aitribuieo om despreso das formulas
substanciaos; a segunda, exercendo a aitribuicn
tora dos oasos om qne legtimamente Ihe com-
pete.
A irrcgularidade e illegllmidade da suspensao,
toes sao os fundamentos da presente queixa. Sua
demonslracao nao exige grande desenvolvimento,
sobre ludo quando tem de ser apreciada por ma-
gistrados de tonta llustraoao, to liis exeeutores,
quanto sabios interpretes da le.
Quanto ao priineiro fundamento ;
0 ari. 8 da le de 8 de outubro de 1834, que deu
aos presidentes de. provincia a atuintujo de sus-
pender os magistrados, submeltsa-a s cjausuto.-*
do art. 17 da le de li de iunno de 1831. Estas
clausulas s): a audiencia da mag. strada e a pre-
via Ipfarmajo, a que so refere o art. lai da coiw-
tlUiiQio.
Essa infonnacae necesaria, de que lista o cita-
da artigo da constituico, cerno bem se rfepre-
i ende de sua lettra e espirita, um su/mnario ad-
uiiuisfravo a respeifo dos motivos que padem de-
terminar a suspensao, e, como a audiencia da ac-
cusado,4Mna jparia*te ganjili* da (NSrnMle in-
dividual, assim oomo da independencia dqa em
bros ,do poder ju4i*iariq,
0 laresidenle da proviacia de Pernambuee, pres-
ciudiudodassas fmulas substaociaes, inringio
abertomente as leis de 3 de outubre da frt e,U
de juoho de 1831, o violan a lei primaria, a lei
cardpaJ, a eoastituicaa do inprio; commeueu,
portante, a crlme do art 153 do oodigo ptnai.
Quanto ao segundo fundamento;
A suspensao foi motivada pejo prasideiile de
PeroamJjuw oom dous actos, os quaee o queixoso
rva successivamente analysar.
!. tocto.-pprrAw3o de carias.
cript..s no capitula
do cdigo da processe f
Do malo-que o legislador concedera ao joiz i
direito de punir sem recurso a desobediencia de
seus atliciaes ( cadige de processa, art. 2,1 I.',.
e aa mesmo lempo lite iabibiria de proceder .<
exame do carturio, quando ealendesss eunvenienle
para lscalisaiu ctiuprmento dos deveres daqutl-
le empregado de juslica.
Tal era a dlliculdade em que se achava o prv-
sidente de Pernambuco para justiliear seu acto,
qno recorreu a semelhante motivo 1
2.a laclo. Partilhapor meio de vriolameito :
Cuma juiz de orphue o queixoso procedeu a va-
ras psrlillias pelo summario da ai lulainenlo, ad-
mitiido muita racionalmente por nosso direito or-
phanologco para as herangas de mnimo vakir.
Desto tacto fez o Eitm. Sr. baro de Viua-Bnia
um novo capitula de aecusava cantra o queixoso,
imputande-lhe haver infringido a stej.'pattindo por
aquella forma.uma heranca do valor de 5:000i, e
recebendo custas simultoaeanionto como juia e
avalador.
O presidente de Pernambuco invoca em .-eu fe-
sor a autoridade dos praxistos, que positivamciiu'
o conirariam.
Nao de sorprebeoder em um administrador,
que nao conhece a jurisprudencia, errar env too
diflicil assumpto; mas semdttvidaeausaextranhei*
que um administrador em toes eircumslanrias an-
b cpe-se a julgar de um fado forense, antes ijm-
os tribunaes cempetentes se tenbam pronunciado
respeito I
. Xo fui de certa para tal fia que a- lei armeu -
amuinistracaa ppavocial do direito de suspender
os magistrados.
frmeiramente cumpro estabeleeer asircuu,s-
lancias da tarto.
A heranca quo a queixoso paitio por meiodr
arrolainento foi a de Miguel Lins da Silva, a qual
pertenria a 10 herdeiros ea meeira : pagas as di-
vidas-, ficaram os quuhaes reduzidus a IU* ( doc
n. 5. )
Esta heranca cansdorou o presidente de 1 nambueo avallada para ser arrolada, porque os
praxistas, segundo S. Bxc, s julgam licito diridr
beiuncas par este meia quitado as < eustos do in-
ventario, a que se houvesse de proceder, abeorvos.
sem todo ou qoasi todo o valor d. heranca.*
A regia em nosso diroito i seguate :
Inventario nao tora o juiz a onda se faca atm
de gasio que de preveilo psra oa arphaos. Etsa
regia toi deduzida do Digesto de ninis'.raitmm
Mella, u connealMleros de, nossa ordemfcav
do liv. t|, tit 8,pei9lim;me Bmbota, susws-
taram esta pcaxe : ppter expensas plus mm
PUfiUjimferenUs
ikus modei'iiaaieate o al ac de tu de outouVu
de 1,754 dspoz no artigo | 6. segnlau
porem nao ir tora (os jnces de oirbaos.jtfa"
zer inventario senao guando far. mas^m unltdad.f
dos orp aos,e na ksvario avaliadores fustarl-
lesi por jle>rerera ser viainkas do lugar on it-u.
onde es too os be**, oa qaaei tem raaio para sana
melhor o valor e oaliaf ia dallas. K- havadu
avahadpree oXoousebo juramentados, i |uirt1i
ir sn veocorem ulanos de oaminbo t "
levar.

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. Efc fundamentas da pr.au de uartilha
*i*jt'| *)S bn* di herai
como nos eoramentaros dos amigos* jnrisensdltb,
oulro criterio para dispensa1 do inventario apparc-
Ihadta,.senitor iirtewsse-dos orphaos, e essecri-
lerift-dejieiida da apreciaran d juiz. O alvar el-
tado ti positi*) a e8seespelo, que estabeleeeo
inventario, como excepcao, quviofor 'mais en
*tti4*ktfmm m iryftioA' i .1
lnadH*;fve| ae musir va a rainmi a rugra eta-
foelecida pelo presidente de Pernambuco, da com'
POleoai do, arrotamento s para a caso om i^uass
matas a^aotvessem todo oa qnas todo o valor da
haraofa. .De.feio,. polir* orpho, a ipiein t-
cae *#eua un qialo da 10v, pi doria soffror
uaiu reduceo do mata deiraa,lad.do son exiguo
havor prcveicute das formula*, do, inventario a
i-eaiMetivas cusa*. Nao obstante^ o Sr bario de
VtalMin jnlgari ewa.dctapidacao muilo confor-
me aequidade.1
Para acabar com ta. pwt to de. accuiao, D
qoefxoso dTssi;-riue_.ncnhrim dos arrolamentos a
presentantes
iue procedcu fi
legaes dos orp
Se, pois, asp^&Mur44djklfoJiecedor.'is(l)
fados, nao se coMroraMllJrljfflirradas, e nao ap-
pclluram, como tinham weilo, das decisoes do
juiz de oatgbm Angflradjr adjfniaralivo se
ccnstitue aeftn?orafflirei,tdsrpriraas flucfon-
*or :uais zelio'o do que, qs proo'rW iijdividuost
A liberdade^iv e.suMiyvfi rtse eTlan.io qucr
a eompreasao, tambem nao seiconmioda tutella
tifiteosa do.poder cxectrtW^"*
O faca da .to r recetado uustas semultaneamenle
como juiz e a valladar, carena, do urna c.irruucao.
*W fi|W"'(i uJIe so deu quando os quinhoes, erao
insigufUcaie., q queixoso ou renunciava inteira
ineOM #s cusa afiladas, oa mnndava coma-las
por luetade, como est provado -ceoY os documen-
tos us. 5e.
Eia mu portara o presidcjue do Pernamboco
insinouu que a simullauoidadodas custas, do juiz e
do avaiiador ora um mcrp Ilegitimo cqm nip so
locnnjetava o queixoso-, defraudando o qiutno dos
orphaos. Conteudo o sen justo resenle'mento pe-
raW este supremo tribnnaf, o queixoso se esfor-
.arapor dcdiuir com toda a calma a legaljdade do
se acto.
As custas sao ajusta remuneraran, ta.xa.da por
lei, dos trabalhos forenses.
Ueede.que o alvar* de 10 da outubr do UM
incumbi ao juiz o ofllcio do avaliajor as par'i-
Ihas d mitimio valor, implicitamcote lre conee-
.deu o direito de havor os emolumentos correspon-
dentes a esse novo traualho. Mas osla mente do
legislador bem clara se revela da* seguinles -pa
':, ,,is: -1 E lia vendo avaadpres o conselho,ju-
iuouUdu3, queicudoir sem \*iioereJi salarios do
caifliulio, os devem levar n. Era, p >is, a despeza
do.eaiuiuho, e nao propriameiile a da avaliacao,
qoe 0 quera poupar aos orplins pobres.
Osjiujcessuros do actual juiz municipal o de
ipliaos do termo do fioyanua soinpre receberam
i-uLas de contadur, o distribuidor qoaudo oxerciaui
>- s ofUcos ; e esa a praxe vigente ( docu-
malo n. 7 ). Accresce que a addieao das custas
de a va iador para o juiz uuia conipcnsaeao, pois
com a brevidade dn processo orphanologico vem
ello a perder as proprias distas pela su|ipressio
dfl mulles actos, indisponsaveis ao inventario ap-
p:urftlbado.
lato, considerada a que.^tao puf parte do juiz;
considerada cm rela.ao a lieranga, obvio^que
i abaiimeuto das custas do um dos dous necossa-
rios -waliadoros, dos dan* partidores, assim como
Jas i!i';iw:i> le ciiniuio o as do escrivo, impor-
tam em urna diminu;io considoravol dos gastos
judales. Fortuito, os rrotamoatos a que pro-
ceden i queixoso, loqgn de prejudicar, favorooe-
ram us orpbios.
%'osto capitulo o fl maior do que a aecusa-
; i -Hiiive inteiit > de insinuar que o juiz de or-
pbloj de Goyanna proforia o meio samario do ar-
roiameoto, a > para bendlcio dos orp aos, mas
pjr interesae propro, cod a mira em .naiores
c Isl \n,
Mas, para desvanecer perantc este supremo tri-
bunal do justioa, que nao conhece os precedentes
ili qu dios >, iMii) juiz, aqu ostao as provas in-
''HCiissa; do que olio fez durantq os (jualro au-
n .. de sua adiUinistracao orplianilottica (doc. ns.
."i.(!,o 8) Heuunoiou as custas em favor de or-
phSiW pobres ; fez recollier ao cofre o:n dinheiro
a qaantia de 0:S8|858. qnando nos orne anuos
an -ri res apenas so recollira do diuheiros door-
ji'i.'iisa quanjia d'78o.il(>0; arodM mais a
i i.t ile 2.0iSi368 om dmlioiro, me na i so
tiaree Iberpefa superveniente emancipa-
c% erifieoa akace do valores na quantia de
41 ~ {VjO'i, que arrecadou eji bens do r.iiz. Gimo
juiz uMvador de oapellas, o doennaeoto sob n. 8
rara os servaos que prestou aosou termo,
-1 I es servidos doviam ou nao ser polo Sr. ba-
ria de Villa-Bella dovidamoiuo apreciadas.
Taes locara os fundamentos que em sua porta*
ria, Jo "> de juiho de 18J7 allogo.i o presdeme do
Peraaoahaeu pira resolver a suspensao do ju'u
pal e d orplia.vs do tormo de Goyaona !
A i'liJa da susp.'usa) das magistrados tio
srivo quo a constituidlo d > imperio s a concodou
ai supremJ poder moderad ir, e com as garantas
leeid is n) a.'i. I"i.
S i "actos de suin na graidadb, quo possa alte-
rar a ordo.a publica, -ou causar males irrepara-
v ios eidadoa, jattiloasn easa medida extrema.
I" itrelanl i, um presidente de provincia abusa a
ul ponto'd ssa me lida, que a ordena sob pretexte
da pprehesie de cartas abenas de dous delin-
q talos, o Ja su;i,iosta infracra i do regiment de
c islas!
P irgarw a ordem publica em Goyanna, corren-
.'i risco a vida, seguranfi o proprijdade
de abjura Ciliada?)., de modo que se nao dovesse
es-, tu- a d 'oi-u d is tribuuaos sobre a respousa-
bil h le 'I i :n:igistrado?
Nao, Sxs. ministros; mas davj-se o exlrcmo,
ve pongo de car patenta a criminaGdacla do
"i i MiiicI loaqnim de Parias Draga, S'gro
di iatario da comarca l)r. Jos Joaquim Firmi-
n que tom t unb 'in a dita do ser sogro do depu-
tad ;.d Dr. l'r.uioisco de Araujo Barros, assos-
le raja data do actual presidente da provin-
cia. As penas do soborno e da falsidade pode-
i'iui: macular a faaiilia do protegido escrivo
Kis ii v.o-daJoii-ie nico untivoda suspensao |
Era nacessario impadif o cur^o da justica, arran-
cando imprevistamente a vara do juiz zeloso no
cuBiuriinoiit'.i do seos deveres.
Ao.inljaieucias politias aasim exigiram, e a au-
t... i Ja lo superior, cm leseen lente, sujeitou-se a
instru nenio dessa inipunidade, embora com
oiinsa ropuiaru do um magistrado!
A i<; ->va irreou-avol dosta vorJade lornsce-a o
do ter sido o queixo*o suspenso tres das
,s depois da busca, distaadj a sede do termo
quiur. leguae Ja capital, e'iogp que realisou-se a
i, f iran n.-stitunlos ao osct'ivao indiciado
:rime Jo suiomo e falsidades 'os papei* com-
probatorios de sua cuba ; fmalmeiite a arremata
tem-
12$
bosi^o daJei,poriodio%% un
plafo ^iei-^iniJIsl
IfKdoapdiMtvwijil^ n
i O mal causado ao queueso por. este*, crimes
nao se a valia oui dinheiro, sobro ludo aquello quo
ataco u sua reputacilo, de homcm o juit ms um
abeJipncia luj.o queixoso avalla pni .50:p(W om
favor dos orpbios pobres do termo, do Goyanna.
Revrj#,oai buneliew ^es a:r,ep3lWH! do mal
que a sombra dolos ffaeram art magistrado, du-
rante qoalro annaa^daicati iajnlmaclo de seus
-Vestes termos! f^Mpf 1farM3(lue ejt0 su"
promo trihunal,Moi*aBdu ^fffiuiiwito da lei,
mande proceder na forma do art 20 e seguinles
da lei do U de aetemltfo de IW-- ,
Justioa, etc.
Henrfytle Pereira dq Lhcc/ki.
Uol de| tcteinu||tm,|- i^
l.'-Capitao Francisco de Paula Capul,
!---Tenent-coruhel Bento los 'da?'Heves Wat-
derey. "" '' '"*
3.'Padre Manool Cirvalcanto Bc%drr^ de 'Meno-
zes, '
4.*Antonio Ferreira de A^uiaf Jnior.
5." -Escrivo Joajum do BattJ Alcantilado Ro-
6."-Miguel Tavarcs dqlraujo Pessa, nego-
ciante.
Todos moradora* na cidade de Goyanna..
Esl terminada a uossaLi|cia, .Esperamos que
urna (uitra impru leivia Jo Sr. Villaiella, ou de-
zazo dos seus amigos, nao nos .traga u> novo a pe-
nqsa condifao de o conlestar e'couitater.
18 do julnp.
Siriu,
fanse procura relaalaj a. marchado feilo, e d
dos os recurspipjffifil rMuertts.
Xendo vindo MHfta|fcllT|||iltrabalhar em
meus terrenos quando absolutamente nao o podia
faaer, visto como a matitencio feduzio-se i sim-
ples citacio pela contestado ITerecida aps a
In#macofenert ai juiz municipal,- me iastiflea-
doe-ca preeilos leiae., eonclesse raat*rt--da
leguestro, de modv quo liraxia a poise dos^efln
indores, se evitssemjixas e destorc e conti-
uaria a discussio, amj que se llmentasse alguma
scena desagradave. >' ~ J^L.fl_
Kazcm doze_dias e at *t achada a ptu)E9HBft Si*^M"ovidencia
igal e juslaSP
As provas ao
as autoriid* i
extra'urAfoIrtl
. Pd^tiMtas cotraft^i
iulU) 09in c prestigio do paer.
Fea r-so do que lliejiao.perlence ?
! Pode*er juiz quaaijari cima, la lei, consonto
iio se faca semellianles violencias, e quoyoita e
lUlcuaiodoB .oa raeiol da .detata palos qaes se
rjsn
fi
que
X
verdado exhibir!
ao^publico e
e
IfcCe*, SM.-.presiden trhofe,
quer asi
.do,
P
t.ve metisJlr^n^a^u3^m^*^e'ni'e
porque o delegado de polica (Teiles precisa, por
i lical j.i olTootiuda dos bous do cumpli
is vi, Tiv.jaiu Olympio da Cunta Gouvea, foi
desfeta, o os bens devolvidos ao poder do oxen-
la! ', o qual para mirar cscaiilato'foi despachado
pa.a um i.U~ lugares de supplciites do juiz muni-
I id ns. K) 11)!
O :'i>'i\ >; > i luv-spoitoaraoiile toda a atten-
;sle tribuna! para as cartas aprehendidas^
I ni a ivara Ja susp^nsai. taita pilos pro-
teWr'.'s do ascrivao Braga c claramente annun-
n j diicumonto n. 12, mandou tirar copia,
"evenir o sumi.) iuu pretoudiain Jai', e
d| faite iera a; proyas.du crimj, Nao menos
digna de ctamc a p tMjaa de Leal t Irmaos (doc.
o i; denuncian Jo is'crimes daquelle escrivio,
:ii urna certidio dos dous peritos, 11
iitw de execu;ao contra Traja:M.
Se i suspensao precipitadamente ordenada p'lo
i -o'o de l'ornamlmoo leve torna para arreba-
tar u ti d;l:ii liento da ordein, do e.~cr|vao. Braga,-
rio Ja i isti-.v,' ooH iiqaoixoso que no Je
suueraj tribunal ser inuotoale, e irto iuapeJira
3 o/do ii para a rospia-iliiiJado do cuipalo.
^Comparan 11 os mqtivoe em quj se fon lou a
portara cfnX as vola:5pj que dola resultara-.!,
acba.se daum lad u.u juiz su'spaaso por ter
caiaprido a jej, d.. nutro lado um presidente ap.
plauaida por ter dtsprcsade a cortstituicio f
Nem se quer, empregaudo contra o queixoso
um u aar.i arrncalo ao excrcicio
legitimo de seu cargo, se buscn disfarcar
aCN. Ha m;iis de um annn que se realisou a
su;>;r,'ao, e at oprsetue ainda nao se instau-
p i kj Bste cun recurso a K'ia-
fio, porta um termo violencia (doc. n. I't>. -Nao Undo
se instauroo prooissi, e quando o queixoso so-
ticit por dofeqdir^q. ante ps tribqu%sfreqiier ao
juiz ce diroito ad-lioij (porque o pruprietario sem
motivo legal se avorb tu de snspeito, entregando
dd^asi penea 1 urna
: raspeilo, csso juiz nio trepida em aerj
uo decorosa, despichan
di; i b io mais ro-
i fboc. ns .li, l.'i, lli, |/. i8ewi
Iflk)
Pi-' i pres lento do^
ni-nliiien, o xm. Sr. Bario d.' Villa-'Blla, o
uspensSo do'quebrte'' cratra a litjgrl
1 na declara*?Ao (*),r
Consta-aos que espiritos. perivoi-sos e indign is,
quo se quorom ,fazer valer pela intriga e pela in-
famia, prestamao penltimo trocho de uo>so artgio
do boje urna iulorprotaviv a quo u*o
noiu cuta januis em jio.-s.i ialenrao.
Tomos animo lia.-tanto para arcar com ;is indis-
posicoes, o para_assuimr leda inteira a responsa-
biiiilade do quo~ escreveuios O nnoninio nao
nejo nunca foi para nos um meio do fugjc a res-
pousabilidade moral dos nossos escriplos,; quer os
assigne quer. nao; esta re^popsaiiilidade aacceita-
os om todo o caso, e toda vwz que o nosso iiome
caroca ser chamado a autora, o exhibiremos son:
recejo.
O insulto, a calumnia e a injuria da. iinprensa
vilo sem conscii'.iica nao nos abrigar jamis ao
sileucio e a despiezaremos at o dia que. dos tri-
buuaes euteudamos dever reclamar o desaggrayo.
Se algnem ceaio cavalleiro, quizer cum seu li-
me arguir-oos, recebereoios uto como ura fa-
vor.
Pesejamos muilo quo dos nossos desafTeetos, o
que mais leal e eavalleiro fr, nos insulte de fren
te, derrame contra nos a injuria c a calumnia. -
E' assim que havemos de ojefetider-nos e con-
fundir os calumniadores.
A'quelle que por tal forma proceder, llie offere-
cemos a certeza de qne nao empregaremos :onlra
elle o meio da responsabilidade legal.
Nao envenenara, porm, as nossas palavras e
inleugao para fazer crr quo vames Terir os ad-
versarios at no rejinto sagrado, ante o qual te-
mos, senipro estacado animados do maior res-
pe ito.
Nunca fizemos em todos'os nossos escriptos urna
allusao se quer, de aicanco alm do que a nobre
za dos senlimentos impoo.
E (irme, neste modo de guiar-nos na imprensa,
nunca fizemos uso da calumnia, o nao .aviamos
luje ser autores de insinuacoes calumniosas con-
tra pessas de quem nunca nos constou procedi-
mento equivoco.
Feita esta declaraclo, que touiarao como quize-
rera, passaremos a fzer esta
BRRATa :
No periodo do nosso artigo de honteui, onde eo-
meca Ao invez -l-se em vez derororou em que
reprovou -cm vez de -em que o acto o acto.
No autc-penultimo periodo, em vez deerudi-
cao dos comido*la-se erudieo dos convicios.
Recitol.'i de juiho.
Sirius.
O rnajoi*
tlci*lev
ores
!>c.
loit da Cimlia
autoridad es
Wm
supe-
da provincia e ao pu
as
Quando a autoridad*1, pi-
sando a lei, se alvora
cm instrumento de iii-
.toes atildas, s ha um
meio de reprimi-la= o
desformo pessoal.
Em 10 do junto prximo passado, quando eu
procurava dotar para tora do moa engenho Car-
neiro um mou morador, que ha treze mezes j
o .hara dispedido, apresenlou-se o delegado de
polica do tormo de Seriuliaera com seus morado-
res PeJro Cliimenes e oulro, seu cunhado Joo
Cavalcanle e com seu lillio, quereudo impedr-me
que islo lizosse, com meios s mais violentos pos-
sivei;, maltratando-ne at com palavras injurio-
sas, as qnes foram por mim retribuidas.
Causou-me sorpreza semelhanto procedimento,
tanto mais oxtranhavel quanto iHegal, vendo quo
linha dia uto de mini o delegada de polica que de-
ven lo sor o mantenedor da ordem, tal o seu ri-
goroso dever, era o primeiro a perturba-la abusan-
do da autoridade, que immerecidameute Iho foi
confiada.
Passados dous das segui para o Recife, eestando
all lovei ao cmoecm.'iito dos Exms. 3rs. Drs. pre-
sidente da provincia e cliefe do polrra todas essas
oocorroncias: os quaes nio garanliram, quo vol-
tasse para o mou eiigenlio, quo baviam de tomar
as providencias nooo.-sarias.
nestas cmenos recebo cartas de mnha mullicr,
que chcia de apprehensoes e recoios me eomuiu-
nicava, quo haviam pegado no coreado um boi, o
que liaviau-no morto, dexando apenas o couro e
a cabo.a.
Com esta noticia fui do novo smentc ao Dr.
chote da polica, que anda tranquilNando-me dos
met* justos temores, me assegurou que sem es-
crpulo.? vollasse para o engenho : o quo iz no I
dia do mesura moa.
-No dia seguinte ( 23) fui citado pelo Sr. Pere-
grino, delegado de polica, para assistir DO da 2-"i
a urna audiencia no juizo de paz dodistricto, a que
nao comparec e no mesmo dia sou noVamente ci-
tada para comparecer na audiencia do juiz* mu-
nicipal, aim de assistir a una justilicacao requerida
p >r aquello, na qual pretenda provar que eslava
de posse do terrenos do meu engenho, onde exis-
ta a casa do morador de quem tratei.
Tranquillo em mnha conscioncia, e julgando
tambem iinpossvel que se entrasso pela proprieda-
de alheia, e mais anda que houvesse juiz que fa-
vorecesse ou abroquelasse senielhaiito preten.'ao,
to Jo-iiaturail.i, quauto illegal, nao compareci a
audioucia. om quo se i.. procoder a exquasita jus-
tificacao Com a maior sorpreza, uio foi no dia 2G
intimado um mandado do manutenco do posse,
com preceto comminatorio, em mous terrenos que
cultivados, produzein muilo mais de mil e quinien-
tos pies de assucar.
Estava na vara de juiz rauuieipal o 2. supplen-
te om excrcicio Antonio de Carvallio, que como
amigo intimo, e segundo me parece prenlo do de-
legado do polica, se prest iu om doeilidade levar
cil'eito o nojento e inesqiiinbo esbulho dessa au-
tpridade.
Doscri desdo logo da ]ustca dessa Ierra lauto
lempo prostituida, o contra qual j se tem tantas
vezes clamado d balde I
Mas, ooniurolioiidi cutio a raz.io porque o dule-
gad i de pijlicia-se tinha intervido no tacto, que
anteriormente relato); ora crear una aggressao e.
pre;entar-mo a'seiedauo' como-ggressor das
osses do seu engenho.
Isla incrivel, eso se v ues(a.trra infeliz, onde
a 1 i e urna mentira, o a vontade de cortos ho
m.'Us, una verdadeira tyrannia.
I'rocure inconlbicnti um advn'gaQ .para defen-
der o meu dirojo'sacrilicado as ambijSes dsera-
freadas'd delcgado'd polica por urujaiz 'lei'o'o
de mais a mais parcial.
Embarguei inmediatamente o mandado, mos-
trando que sempre eSliv de posse dos torrnos
en quostio, e que os depomientos dajustiqc
ajm de falsos o mentiroso?, nao deyiam merecer
neuliUMia c msidoraj.io, por que todas as lestemfl:
erain m iradores. c oiiipjeg^dji' d JelogaJo
de polica, e que este com e;S ct0, auiedr .-167 oboJioucia
eaprclr-
SeXgp seu engenh^ detoasiadamtiaie.p^aijtto ?
E jusbi que o juiz munic'pal effoclivo, quo tem
re^onsabilidade e ura nomo .' oouquis'ar, jure
suspeieao em iima causa desta ordom, deiaaj\p a
na*.inaos.do,umjuiz.lcigq e paiicijil,e, priucipal
t^^qan'do a quIm parte dela(lc, a^.ou'al
eoplanlcuiome precuiameiu deqtcaf^cuaistau
aiasos juiiA's .suppjeates ?
A's'aiitoridaaVs'super0''" ^ PcCt/,r("v'(!e'1;
ias paraaiit desvarios, pois (les cuiupre zelar
pola tranquillidaes e seguranca do eMairoi io da
su nroprfedade, e i opiniao publica ou peco o
acoliimoto da [visigao em qm vou me enllocar
se pr*sla,, na pre^erft qnesto
Orando a justica sarda aos gritos daqnelle
que pede soeeorro pirra a sn proprMd vjolen-
tada, s ha um dique a oppressaq^a resisiencia da
forca.
t delegado de pelicia quer plantar a mr$ erf
meus terwnos, j juizos des la (erraisto consenlem,
neganddinie todos os reemoao, eu tazando seni
tir do ai(i Ja unpreiKi o-ta desabrida violen.-a,
este horroroso attentado, protesto solemnemenlQ
oppor feca at derramar a ultima gota'de san-
gue.
E' este um direito qne as lela do meu paia-me
aonfercm, e as scenas Jaiaeatavtii quo surgirem
para a eTcctividade desse misino direito, tem por
seus responsaveis o juiz que as provocara e as au-
toridades superiores que dormireni e forem sur-
das s justissiii ;s roclamiyB^P dos ipio sofreui.
Nao considerem esses meus nimigos gratuitos
que querem arraucar o poucfl.que pessuo, ganh;,
cust dos maiores sacrificios e suprema econo-
ma, que essa ininha manifestacao cobarda, nao,
mil vezesho. E'o senliraento quo me acom.ia-
nha de ser laxado de turbulento, ipiem com todas
as torcas de sua alma declara com inteira satisfa-
zlo, que gratas Providencia, al hoja nunca des-
respeitou le o nem tao po.uco'qucbrou os, lacos
de amizade (uo so deve manter entre visinhos,
por questes Je tal naJaircza, porque intelitmente
em todos os lugares em que tenho vivido, nunca vi
atlenlar-se, voletar-'sc e eshulhi-sK a proprie-
dade alheia, como pretendeu,fazer o meu visinho
Peregrino, delegado do polica, e ortela mais apoia-
do pelo 2o juiz municipal do termo...
Infeliz torra: e desgra; da jnsli;a !
Sou conservador de principios Je.de que rae en-
saiei nos movimentos polticos de miaa provincia',
lenho concorrido com o meu pequeo contingente
para elevacd e prosperidado desta poltica, son
hoje maltratado, e violentado por aquellos quenes-
te termo infolizmenle sao senhores feudaes no pe-
riodo que atravessamos, mas anda assim nao
anialdicoarei as miuhas crengas, iiorque acredito
que as mais das vezes as autoridades superiores
completamente Iludidas gnoram as loucuras quo
se fazem, suppondo encontrar nos seus subalter-
nos senliinontos de honra e probidade, o porque o
prestigio do partido a quo tenho a alaria de i er-
teneer, nao se limita esphera restricta do [termo
de Scrinhaem, onde aquelles que cnservamsc no
fausto do poder, s tem por f o sordiio intoresse,
e por baldo a miseria.
Tenho cumprido o iucu dever chamando a at-
toncao das autoridades superiores da provincia so-
bre todos os factos que narrei, e dando conta del-
les a severa opiniao publica.
Estou no meu posto de honra defendondo a ini-
nha pro-'perdade, queem nome de una justica ini-
quaqucroiii forca arre batir-mi, e deste direito
nao affastarei urna potegada, eu o juro quaesquer
que -ejain as eonsequebeias resultantes do seu
excrcicio.
. ngenho Carneiro, 14 de juiho de 1873.
Jodo da Cunhn Wanda l-'y.
proposito, na presente accao, de negar
prnajiro marido de sua nada consorte
pvesso r*cebido o dote para provar qdeised'casal
pao ticou oueradn pela responsabilidade* de
DitrWVffiaHli.o HiiarhS la*Sm|pto
defeza, que loi tnico quejo, venerando aecordao
embargado tomou em cpnsidqrac,ao, e om que
fundou-se para {etprfea/ojdJrfitt l iBupplicante
e de seus legi|m|BFfcrdW*,Te/tole rai o se-
grate :,. .
O.euiLarVdonQ d:k|stifukjAo ojole
en^ v,jflnd* fa tc,w ||r|wIa/L1al|U.Jrf/i
AMlyse'm'os' osle To&fft
Primen menle qcm era a nica credora. d
dote ?
Nossa conslituiala sA3|kl|gao.
Nesse escript^kRWnii^WlAoybo amgavel,
ura ella ? O
aerJl^t "V^ '! ^W^^ffll6
Podiam. os que nao erara creitoKs.dar, qHagio
da divida 1
. Absolutamente nao.
E este o principio- -dominante, inconcusso,
decisivo na questaq. ,,,-,
Por outro lado rii^n^Mdiali accordo ami-
gavel, inadmissif^Jjnj fhrf f| f. de nada vale,
porque importa o mesmo que em um contrato so-
bre IraraucJ/lo mesia/ vira, pronfeido'por lei.
O v-ei<;iy*ijBq aoofd,v6 eijbjirgado puppo
Unja iiaiai veiitlaiSo con um ai-
leeee. don hraacbM.
Sena' progressos sao rpidos e assustadorei.
Atalhemase pois os primeiros yrnptomas mediante
dases rpgulares do Pdtoral' de A+acalmita de
Kemp, o qual para lofo tari parar os progressos
da molestia ou inflammacao local; impelir juea
incosidado se 'aggkwire-aos tubos broncWaes,
(oru'licara orgaos da voz, e finalmente retate-
fecer a sade e o vjfcr de lodo o syatema Tespi
rator*). Embora' mesmo no caso, que a nlotestri
se achc ji algum tanto nvancada, proporcionara
considoravol alvio.'eem mnitos casos effoctuar
urna prompta cura. Portanto a* victimas da tos-
serconstipafoes, catarrles, tabres iiflani'natoria-
dos pulmoes, ou de qualquer|uBia outra enfermi
dade dos orgios da respifacSo, nao devem por
isso desesperar por nm s momento, de' 'sua
lina! cura urna vez que (trabara a mao este ad-
mravel e maravilnoso medicamento, verdadeiro
restaoradpr da vida e, ande, quatquer pessoa que
jse;dew( ter perfeita f o codflanca, mesm nos
indicio* 03 mais" pronunciados da molestia.
aoi,,igqorrtnafcJH
passiva aos seis mais bvro
I r-so, jurn o juiz nnrii
liavia entrado em e
lio
sur
'a fun,cco.n;,radq
a
,-ao
cs-
.; vAlh^aup,M ilig..
sgtfierl)
{*l por tor ttav
i artigo, o publicara.;'
^BKicTio Jov
0;;7l .'. *
Snsten'afao dos embargos oppstot pelo
advogado da interdicta D. Francisca
Thomazia da Conceictio Cunha,na causa
cm appellardo entre parlu, como a mel-
lante Joo Antonio (ornes tiuimnres,
e appellado Antonio da Cunlia Soares
Guimaret.
Possuida de saisfarao pela confianca quo llie
inspirara as lazos c Vecouhecid s sonlimentos de
justioa desle venerando tribunal, aproveita ininha
constitiiiiite a presente occa-siao, que a priinera
qae se llie offerece, de expor ante elle o direil
claro e inconcusso que llie assisto no presente
pleito.
Como preliminar, julgamos conveniente mani-
festar qual o motivo pelo qual nao fallamos nos
presentes autos, antes do venerando aecordao em-
bargado, e explicar os motivos da dcclaiacio do
escrivo do feilo a (1. 213, os quaes foram os se
guiutes:
Teudo nos sido os presentes autos remettidos
com o termo de vista a (1. 2ii v., nao tratamos
logo de usar de dita vista, utilisando-nos do prazo
que para islo nos era dado legalmente ; porm den-
tiode lal prazo, tratando de faze-lo, verificamos
que nos linha sido dada i vista antes de fallar O A,
priucipal, pos a posieao de nossa constituinte,
nesta causa, apenas a de assistentc.
Isto observando e nos caliendo, nos termos da'
lei e estylo tallar em ultimo lugar, remellemos os
autos ao cartera para que primeiro fossem com
vista ao A., appellado.
O escrivio, porm, nio dando importancia a
essa nossa observacio, que, par coniianea, deixa-
mos do axpressar por cota nos mesmos autos,
fez seguireiu esles o seu curso com pretericao
n is i. sondo qno, quando reclamamos tonlra tal
proceder, ante o digno juiz relator, nft tomos
attendidos, conformo consta tudo dos documentas
que juntamos sob us 1 o 2.
Eis por que s afora cafce-uus desenv|jver anle
este coloJissinio tribunal o dire < claro 6 iucou
cusi quo nos coube patrocinar.
Entrando na apreciacio dos fuodaineutoa dp ve-
nerando aeoordo embargado, seremos breves.
A qiiMtle, por sua naturoza dispensa longo
aiiazoado, i iUus'.rae,.!) deslo voikjraadii tbuBal
ainda mais o diaponsa e snpre-o parfc-itan nt<-.
Trata-se da obrigacao em que se aohava o casal
do embargado e so. acha arada o-te, do tazar
niissa conslituinte restituico de um dote rece-
bido por sua fiuada mulhcr, ecouslitaiJo nos tor-
mos da esoriptura pie so fr ao- presentes autos
de II. 't!> infrie a ft.ol.
A_ defeza do embargado j, curso da presente
accao, quer na primoi a, qafr na segunda* instan-
cia, tom-se baseado era-dous fundamentos que
se repeliera.
. E' assim que, por um iado nega que tives-o
sido recbido. realpuile o valor prometliJo em
doto, o pqr outro preteude provar quo j foi ello
restituido: ',.
So_ i'Jo'rcoeliuu o-dolo, como dolle i fe^ il'.--
tui^iB, o suslonja que o fez vlidamente '.
' Oeixamos o'ficlo sm iqais c#iuuiotit';io ao
aprejo dps ilUtirados sennpre* jui^.tJor
O venerando aecordao embargado nao eulroiij
esse^imeirotajidgupnloda defeza,
io-a*i; pornlS Waseufento cou-
I difaoccAUarB^o^auda! que em
RitfBraeulsT que nos
iervem para por patente a: boa f com que o em-
bai'fcid. W u -o cou)uiilirUes;a,i^
O dote er~
tribuqal, foi
oousorte irokigos Antonio G
sea segundo inri
na iudagagag
a elle nao t
ciuir que
. Todava
muilo potica
i jfi*iioiitv< a- i/i/it p jiii uui- >/ vm ma. i^J^auuj uiuhU'U/t lu
,cudwduiiestftf*i4j. imais respoi tavoii- o Dr. W>n-,
q^a^^fCorai v de^de logo o di?; touTio.ha mais de 18 ajozc-
lonao ao e^ibargado; mas tinada constante uso das pilulas assucar.
por ocor-"
ment com, r
irmao di^Srabrgdo, f ..
ALA, o),i-sp amjMtaii
'ter roeebrao esso^doty.
A- lis. O I
,
de De.
nitra i
., A ti. y segViutes. 1HR4|
oonfirinacao dsseacc
tunte. em algurasiaj*!*' il|
20i a p} ej^ivsrr
Esias n|av| sqj#^seBJB|ei
E ha vendo |la credpra (iypq
do esta quantrtiveide k'tfa'df-f
ppoz adiar
to ,3. nossa consti-
esefiptura de fls.
corre nf4,44ifepofreii'aa9P da.
posieao feita emre todos oa, ier
sifleito por causa
Je vomingos Gui-
^ caria recebi-
"fc fevereiro do
:a>e,qpm-
"ii'os de seu casal
cs'a mesma data, conforuie o esQirito particular
que existo om poder do llovedor hypothecario, as-
signado por os ni'smos.Ierdeiios; vinhi dar
ten genro e detJor pen i e (ral quitando de paga
para nunoa mais llie ser pedida temellianle uu;irt-
ta. 1
Da eomtiinaeao desta essriptura com o aliudido
accor4o,..ou,es"criptoja/icular.a,ll 18, tosulUo
contrario do |ue iiretinnlo o venerando accorqao
embargado, o se nao., viejaiups :
1.* A escriptura refere-so a urna transaceao e
coinposic.io feita entre o< herdiros, por occasiao
da qual declara minba constituinte que recobou a
quantia que Ihe era deviia ur l*t gero, a bem
de quem pasVm-'se nit^ma escriptura.
Ora, o'papel particular ?di 11. 108 nao somente
nao declara quc.tixesso uiinlii constituinte rece-
bido quantia algui.i de quem quer que fosso, co-
mo noin foi um aceorJo em quo ella figurasse ou
intervesse de qualquer modo, logo como dizer-se
que a referida escriptura refere-so a esse cscriplo
particular ou acConlo para Coffirnia-o ? Nao
possivel ; portanto, se alg'nm accVdo essa escrip-
tara confirma, nao o Je lis.. 108 e 101>.
Snpponha-sc, porm, par3 argunientar que esse
accordo o mesmo a que se refere dita escriptu-
ra, a que, apuzar de sor. contra direito, ella o po-
do confirma/. Amda assin, naeaa propria es-
criptura ha a exprossa declararn da nenhuma
validadn desse accordo, piis, apezar de estar a di-
vida do genro do minba constituine, do qual tra-
ta a mesma escriptura, expnssa o olvida em
tal accordo, foi necessario que ella vesse por
meio da qscriplura dar-lhe plcn.i o gerul equita-
can (formas palavras).
So o escripto particular valia, para quo mais a
quitarn dada por urna escriptura publica ?
Logo a mesrai escriplura, longe de confirmar o
accordo, prova de sua nenhuma validade
as nicsmas circumslanciis em que se arhava
este genro de mnha conslituinte, (devedor por de-
bito constante de escriptura publica) achava-se o
embargado, tambem gearo,
do seu casamento com a vbiva d
maraes a urna divida'constante dC"cscrptura pu-
blica, como a do dol em questio. -
Como para nm debito se fazia necessaria a con-
firmaeao da qulacio, ou recebiinento por meio de
escrptui'acio publica, e nao se fazia para outro?
Supponlia-se anda quo o accordo vale, mas
como abranger elle a divida do dote de que nao
tritn uein cogitou de forma alguma, ao passo que
expressamenfe referi cadk urna das parcellas do
debito de cada um dos lierdeiros quo se quera
solver ?
Pois, em taes circunistancias, do forma razoa-
\id. i|uo um tal accordo nulliique una escriptura
publica, como a do dote, para torna la de nenhu-
ma sigiReacjb) f
E' assim que se pode provar que j foi feita a
restitnicAo do doto do que se trata
E* com estas provas que se pode contrariar a
pretenc/io de ininha constiiuinte, pretencTio tao
justa e tao fundamentada i
Fica provado, pois, que o embargado tem em si
a importancia de dote em questo :
!.'porque o primeiro marido de sua mulhcr
confessou l-Io recebido;
2." porque o mesmo roo podio cm juizo diviso-
ro, e depois no juizo contencioso, por meio de
aceta, a entrega esse dote ao pai do primeiro
marido de sua mulher, que fra herdeiro deste.
l'ica provado que esse date nio foi restituido,
como deva se-lo:
1." porquo a prova que em contrario
sonta um coutra.'o particular nullo e
por direito;
2.' porque esse contrato nio foi, por
goma, confirmado, como se pretende ;
.'!.' p >rque ainda mesmo que o livesse sido, nao
so relerio de modo algum ao debito do dote cm
queslao.
A' vista d'islo, claro que deve ser restituido
esse doto.
Ora, se a partilha que fez-se por morte da mu-
lhcr do embargado nao atlendeu.de forma alguma,
a esta_restituico, e-U lio desordenadamente feita,
que uo susceptivo! de emenda, e s de reforma,
Consequentemonto 'urlica foi a conclusio da
sentonea de tls. 93 e l'i, a qual deve ser confirma-
da, reformando-se o aecordao embargado, como
espera ininha constituate da sabedoria e justica
desie. collcndiaiim tribunal.
Por ultimo observamos que, conforma se v do
documento que juntamos, sob n. 3, na poca do
fallado accordo amgavel, fl da assignatura da es-
criptura de fls. 2Jt a 20H, ja ininha constituinte
nao estava no uso de sua razao, como ainda hoje
nao osla. Isto nos parece por si s de valor deci-
sivo na presente questo.
Finalemenle, o venerando aecordao embargado
anda deve ser reformado, porque sendo mnha
onstiluinte interdicta o legalmente declarada por
entonga, como tal, peh que caniparada est por
! aos menores, nio foi aite esse venerando tri-
bunal ouvido, coitio.oiimpria, sob peha de nullida-
c, o Dr. cur.idyr geral.
De sorte qne, tambem nKo tendo sido ouvida,
como j explicamos ao eoinegar, por meio do seu
fdvogado, nio leve, a iirteruieta quem por ella
iroferissc nina palavca siquer ante ste eolendssi-
-o tribunal.
Assim, pois, de justica rigorosa |ue seja ro-
I i ni.ido o aecordao ombirgado, e confirmada a
sentcnca appellada, condemuando se o embargado
as cusas.
Recife, 13 de junho de 1833.
O advogado,
Soares Brandao.
se apre-
prohibido
forma al
lailir,e.<)tito ou D)pepsia.
E' urna cnfci niJado nascida o criada pelo luxo
ija ivilbacao. Ellas' constitu.'m a peuildad im-
posta pola nalur^za^ppixou^iiaeiic a da demazia-
da iiidulonciarjA/ cograshiir- o tratimonto des-
th molestia s|o| m^es.i ffsSq pplicnveis para
tujos o5 casos. Conservo se o vcutre livro, rcuo-
ve-su o too e vigor perdido do estomago, e regu-
lfc'-se a accio do fig.lu i, e assim ter-se-li i conso-
gujdo ;i cura, Porom agora segueiu-se as per-
gualas aocoaas do enfenoo Como a de que modo
polo isso sor'feiti' Onde existe, ou poder se
aebar urna medicina possuidora d'nma virtude e
fir.a investigante, fortalecente e carreciim sobre
estes orgitrTV ioHiosUi ac ar-se.-lui nos segua-
tbi attesados divuUiados. pelos., nossoa uiedcuaos
W>l|s. le Nova York,
i, osla parto feilo
sucaradas de Bristol,
oomaum alterativo m-idero como
q remedio mais efffcaz cort que'teios pira cora-
ba ter a dyspepsia ou indigestao, e assim como para
"tolas as! (raVirdeaJ, e liejiuanohjBldjvjskfciago,
flgadi e Intestinos. O Dr. L. Mills, daNva York,
o Ur. Elia Mott; (to Brpoilyn, o Dr. Mrkor Nel-
h^4 MWladfllplwaj Wjix. raft^o, faoowsa das
WifiSVP om i^ualafnnco.As
Ss.vii" itio do vidrinli
.fl^opbflislPse Amservaiao iM-fcife em l
Ea> tbdof o> casos la intpuroza d^
v*lsa par'lha.a> Briat^idyeJ.ie.,ujrtft,
^..;un;taraeate co as pilula?.
Simple prrguil^n.
P^-^umta-so ao 'Sr. supWnlendtye da linha
terrea ci" Recife a Sao Francisco, se ha algum'
arligo no, regulamento que rege esto trafego, que,
se faculta a algum ,dos empigadds e servenl-.-
d'eojji cidado a nao pagarem quecoinprara fiado ?
PoJTdHe^uuando se cobra dizem que estao garan-
tidos, aum.de nada soffrerom. Omro siin; sendo
qu^ o, Sr. superintendente, quclra sabor quem
elles sao pode se declarar" Real nomes
Escada. 13 dejulho de 1873.
Um caixeiro^
:MMEMMr.
. PllAQA DO RECIFE 16 DE JL'LHO
DE 1873.
AS 3 1/2 MOKAS DA TARDE
Cotacdea uiciiiw.
Assucar-Canal 1*300 por 15 kilos, liontem.
Cambio sobre Londres a 90 dtv. 26 d. por 11,
hontem.
Dito sobre diio a 90 d|v. 2o 7|8 e 23 3[V d. por
1, banco, hoje.
Dito sobre dito pagavjl em Paris a 90 d|v. 367
rs. o franco, do banco, huntcm c hoje.
Cambio sobro Hamburgo a 90 d|v. 46i rs. por
11. .M., do banco, hontem.
Cambio -sobre Lisboa vista lli 0|0 de premio,
do banco, liojo
Cambio -sobre o Porto a 93 d|v 108 OtO de premio,
boje.
A. P. de Lemos
Pelo presidente.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Pelo secretario.
\LFANDEGA
aendimeuto do da 1 a la. .
dem do dia 16 .
l92:8U57'i.l
lftM4Wil3
339:169*306
Lxpes
Descarregara hoj 17 do juiho de 1873
Brigue fnglez Argos (atracado) mercodorias
para alfandega.
li:iportac;a.
Porto, barca poi tugueza Vencedora, consignada
a Tito Livio Soares, manifestou :
Albo 127 canastras a Manuel Silva Main, 101 a
D. C. Guimares, 31 a J.-F. da Silva, 98 a Rabel-
lo & C, 301 a Soares da Silva. Azeitonas 2 an-
coretas a U. A. Barbosa, 3 a Olveira & Filho, 4 a
Braga Gomes & C, 200 aos consignatarios, 10 a A.
S. Coimbra, 2o a Ferrar, 25 a C. Guimares, 1 a
M. Gregorio & C, a a Fontes, oOa B. J. Pereira.
AlTOS 200 saceos ordem, 200 a J. V. Monteiro.
Agua gasosa 9 caixas a Goncalves Fontes. Ac-
tate 2 volume; a Habello & C. Arcos 200 rodas ao
consignatario, 200 a Bcltrao. Archotes 3 f.rdos
a Habello & C. Assobios 1 caixa a Netto Campos
c C. Azcte 6 barris a Goncalves Emites. Azule-
jos 33 voluntes a B. D. Campos. Artigos de buhar
1 caixa a A. de Senna.
Balacustres de barro 300 a Goncalves Fontes.
Bagas 3 barris a Paulo Jos Gomes. Ruchas de
forro 12 caixas a F. Guimares.
Ceblas 2,3o0 resleas ordem. .Cadnhos 2 bar-
ris a Schman Fieros. Chourieas 1 caixa a J. G.
Guimares. Cavada 20 saceos a Goncalves Fontes.
Calcado 2 caixas a Goncalves & Irmao, 1 a M. Gre
gorio i C, 3 a Pocas i C; 1 a Netto Campos &
C, l ordem, 1 a Nunes da Fonseca, 8 a D. C.
Guimares, 2 a Roargius Irmao -Se Guamaraes, 1
a M. Pereira & Duarte. Chumbo de municio 120
barris a S. P. Jobnston. Cabo de linlio 19 pacotes
a S. Leitao A Coimbra. Capachos 2 fardos a D.
M. Martins, 1 a M. c Mlva, 3 a D. T. Bastos. Cabos
do vassouras 41- amarrados a C. Azevedo. Cestas
de vi mes 10 alados a Braga Gomes & C, Carne
salgada 1 barril a A. Pava Ferreira. Cabos de
pap 30 amarrados a Bcltrao A Filho.
Feii-i 25 saceos a Baltrao & Filho 2 a J. F. Sil-
va, 40 a Guadas de Araujo, 260 a Esteva J. Vot-
ta, 23 a Goncalves Fontes, 30 .1 Silva Lima, 80 a
A. J. Silva. FarelD 30 saceos ordem, 130 a
Guedes de Araujo, 10 a Rabello A; C. Ferragem 1
barril a Lapa A Primo, I a Rodrigues Irmao &
Guimares, 5 a Rabello & C, 7 a F. Guimares, 13
ditos e 2 caixas ao consignatario, 3 a Carvalho 4
Noguora, 2 a tf. Gregorio & C, 3 a Yiadita Cas-
tro & C, 16 a Fonseca & Suceessores. Facas 1
caixa a S. S & C. Folies 1 a Barroca 4 Filaos.
Ferragem de agricultor 1 caixa a Fraga &
Rocha.
Garrunchas 6 caixas a Si L. & Coimbra. Gal-
lo 1 fardo a M. o Silva, 1 a Netto Campos
&C.
Imagem 2 caixas a Lehmann Frres, 1 a J. S.
Mala.
Linhaca 6 birria a J. F. Silva. Linha 2 caixas
a U. M. Martins. Livros t caixa a Cunba &
Irmao.
Miudezas I a (falto Campos V C., 3 a Nones
da Fonseca, 5 a D. T. Bastos, 2 a D. M. Mar-
tins. Movis 42 voluntes ao consignatario, 1 a D.
S. Rodrigues.
Objectos do louca 167 volumes a A. Pereira, 6*a
F. Monteiro. Dito do vimos 27 volumes a Rabello
& C, 2 a N. Leitc. Dito de prata I caixa a P.
Barbosa. Dito diversos 2 caixas a S. Ferraz,
0 a J. Leite, 1 a Oliveira Torres, 2 a J. R-
beiro.
Presunto 23 barris a Guedes de ArauK 1 a F.
Ribeiro. i a J. A. Bica. Piano 1 4 F. P. Silva.
Pas de barro 10 a Uegallo Brajja, Pomada :ll)
ciinbetes a II. A. Barbosa. Pacas, de moalhar 20
pacotos a Si L. 4 Coimbra. Poleaine 5 caixas aos
mesmos. Palitos 5 caixas a Guedes de Araujo, 1
a Maia e Silva.
Re'roz I caixa a D. T. B stos, 1 a Basto Olivei-
ra 4 C. Rolhas 10 saceos a B. A. Barbosa,
1 fardo a Lapa 4 Primo, 10 a Braga Gomes
fc C.
Salpicos 3 caixas a J. A. Pereira Jnior, M a
Guedes de Araujo, 1 a Anttnio 1'. Santos, 1 or-
den, 1 a A. A. Maia, 2 a D. J. Guimares, t a B.
Barbosa, 1 a D. M. Silva, 1 a Albino Amorint, 1 a
F. Monteiro, 1 a Cunea!vos Fontes, 2ta Oliveira
Filho, 3 a B. J. Ferreira, 1 a A. Mala.' Santuario
1 a D. M. Martins, 2 a Sa L. 4 C^imlwa. Sabone-
ta 1 caixa a Souza S.4 C.
Telhoes de barro 120 a Regallo Braga. Tubos
de dito 230 ao mesmo. Torneiras 1 caixa a Souza
Sa 4C.
Vinho 2 caixas ordem, 70 a Beltrao 4 Filho,
96 a Braga Gomes & C, 23 a D. S. Rodrigues, 90
a Cunba 4 Irmao, 194 a J. L. Vieira, 1 a C. Arau-
jo, 2 a .1. Carvalho, Iz barris de ."! a Domingos
C. Lagos, 13/3e 21/19a $ Maia,. 2/8b Pocas, i/4
ordem, 5/5 a Labre i Heis,' 101/3 a D. S. Rodri-
gues, 1/3 a M. J. Ribeiro, 2/5 a Rodrigues Iqmio
4 GuimarSes, 30/3, 10/4 o i pqs a Fernandas 4
Irmao, 31/10 aFoBseca *, Sa0ce%ires, lfl/5> i.
:nno,31/l0aFeBseca 4 Suocessores, lQ/5i *.
leona, 20/5 a M. Gregorio' & C, I'i 5 i 30fl0 a
Rodrigues Mondes, 22 a Goncalves Fontes, 4/3 a
Andrade 4 Maa, 4" 10 a O. Gomes, 10 a M Aze-
vedo, 21 o a Pouseca 4 Succossoros. '
f # ^ f.7-* 9KMi
Rio Grande do Sul, brigue braseiro Galgo, con-
signado a Francisco P; Qaimaraes inaprfestuu :
Couros 63.
Xarque 177,927 kik^'<(Cnaigiatario.
caraagaraw : %, /.nrM^..W% t**#* &*
ga.dos cora \vptb kilo
Na palhabolo porlu^uez oCo- S. Loarenrv,'
para Lisboa, carregoa: X. da C. Moreira loi
barril com 33,216 litros de niel.
Xa; barca iogleza Mwithy, para o Caar,
earreyram! Smpsoni C (Of/saceos com 12,000
kilos do ssuear liascav^
No vapor laWfZp'^ff Para Liverpool,
oarregram : C. A.JBK&ra S c. ?30 saceos com
21,<'00 kilos de can
Para os poi-ti di' ienor.
Para o Rio JmAdtdtfht sumaea Ues-
panhola Mari*a earrdgaaam*: niorim limada *
C. 75 pipas com 36,00.lros de agurdenle. .
Para o Para, np>a tmliouiqrl^af anr. itocA'i
oarregaraimt Oiivetote' Dtps oara l.iW,
titeos deaicoak ,u* oImio -b r.
Para o Hio Gran>ladUk|iiapi'PaUeho bra-
seiro Civdiu, carrgaraijijA>liveira & C. P.O
pipas ora. 4,800 litro* u ataludante.
Para Maungnapavvtaibpxaya^ k'jor do flfoi-.
te, carregou : B. i. C eUtu.ibiirria oam lu luru.
de afuardedte.e A barrijilMan:IH Wlos, 4assu-
car branco. a ) o O
i'ara Mossor, aa baroaga/iH'i/'i'Ki''. car-
regou : A. J. da C. q Silva, j. caixa,com 78 kilps de
docq. ;
Parx o 1Q Grande SL^
Joop F(i/, carregarain : trac,
cascjjm aOi kilos de asUfar^''
1,320 litros de agurdente, e'
de alcool Faria 4 Filho 1 do agurdente. "
Paia o Riq do Ja
Victoria, earregram : '
(fructa). ,
Para o Rio Gr.
cional Georaiand. ca
Iho 15- narric| c}0 K&U'- \T<- asttear
Para o Ataoy, nviuQ nar, :ul Gram,
carregou : J B. de CaivaUjo, 26 barricas com
V
. 4 pipas cum
,.1 com i8 dito?
coui 960 ditos
briiie braseiro'
1,1X1) cocos
do SuL na escuna 0.1
rW*l. S. I.ovo Fi-
_ M'O^I.WI ?r*,W --
1,178 kilos de assucar 1
UAPATAZIA da
Kendimento do dia 1 a l!l4
IdUi do dia 16 '': .
OF.GA
9:033137.4
t:409973
I0 743i3t7
VOLUMES SAIflDOS
No da la 13. .....
Pnmeira porta no dia 16 .
Segunda porta.....
rerceira porta .
Trapiche Conceicao .
13,524
-61
396
30
948
______ i
14,97^
SERVICO MAR1T1,
Alvarengas descarregadas no tra
da alfandega no dia la 15,,'
.litis ditas no dia 16. .
Navios atracados no trap. da alfandaga
Alvarengas.......
No trapiche Conceicao -
2
20
RKCElEDORiA DE RENDAS INTERNAS GE-
llendimento do dia 1 a 13.
dem do dia 16 .
27:634 850
3.-5701671
31:203*521
CONSULADO PROVINCIAL
Kendimento do dia 1 a 15. 98.6711684
lleui do dia 16...... 2:030*90
100:7221593
MtfVlMfNTG SOPORTO,
------------------------------_----------------.
Navios entrados no dia i6.
Port32 das, barca portugueza Vencedo-
ra, de 429 toneladas, capitao Joaquim
Martins do Oliveira, oqnijiagem 16, carga
vinho e outros gneros ; a Tito I.ivio
Soares.
Rio Grande do SulIG das, brigue nacio-
nal Galgo, de 2'Jo tunla .las, capilo An-
tonio (lonQalves torras, oquipagem 11,
carga 13,500 arrobas de carne ; a Fran-
cisco Pinto (iuimnraos.
.\ucio saiti.lo no mesmo dia.
LiverpoolVapor ingrrz Ada, capito
(ireffith, carga assucar o algoiliio.
2ST
0 Dr. Jos Nicolao Toleiilino de Carvalho,
juiz substituto de orp'.iaos do termo do
Recife, por S. M. o imperador, a quem
Dous guarde etc.
Paco saber aos que o presenta edital virem
quo por este juizo, serio arrematados por
vooda, lin las tres pravas, os bens movis
seguinles:
Urna mobilia franec/.a de mogno, eom-
posta do i oadeiras de guaraioo, 2 de bra-
cos, 1 iardiaira, 2 consolos, 1 sof, ava--
liada por 130j?000, 7 tarros para (lores,
por 7-3000, I par de figuras de porcelana,
por 2J000, 1 dito de dita, pequea, por
13)000, 1 espolho, por 200 rs., 1 escarra-
deira, por 500 rs., 1 relogio de mesa, por
G>000, 1 par deconsmos deamarello, em
mo estado, por 4$9jM>, 2 .om.no las, por
255000, 1 marquo/.a de amarello, por
G-3J00, l dita de dito, por GgtOOO, l
manga de vidro, por o00 r5.,'2 casli.. -
de vidro, por O rs., 1 tocador de amuivi-
ki, muilo estragado, por 1?>000, 1 mar-
qneza, muilo vllia, por 2-~O00, 1 mesa
de meio de sala, muilo estragada, por 3SH10D,
1 quartinheira de amarello, por 3-^000, 1
wdeiras de jacaraml;!, niuitn estregadas., a
5'JO rs. cada limaS9300, 2 cadoirns ame-
ricanas, por ItylQi cinco cadeiras desip.
por 23300, duas pequen is mezas .' 1; 11 1 -
relio, por 100000, urna mesa redonda de
jacarando, milito vellia, por ivlOOll, una
banquiolia de uarello, p* 30(l^Cla-
vatnrio de Ierro, por 13000, 1 S0TOO#ja-
1,11,111 l., milito velho, por 4-3000. duas
camas de ferro, por O3O0O, urna rama
deamarello, muilo velha, por 53000, doas
bacias de cobre, por 103000, 3 ban cijas
vclhas, por 1-3000, tJmnheirO do l'oltia.
por 23000, urna caixa de costura, por
13000, urna jarra de barro, por 13000,
urna bacia com jarro, por 13000, 1 ean-
di'-iro gaz, por 13000, 3 garrafas para
vinho, a 500 rs.13500, :! copos Mm
azas por 3000,' thias co'iipoteiras, por
23000, 4 copos para aguo, por 13000.
urna porco de lou<;a, por 300t>, 1 tapeto
grande, por 53000. I
V. vai a praca requermoirlo de Man
.los Cueles Magalhes, inventn,]anv>
meieiro dos bens deixado; por sua ftl^cida
nmlher, D. .oaniia Mdna da Silva Maga-
tpes, cujo intentarte se est'proeedndi>
por este juizo, A arrematarlo ter logar m>
primeiro andar do sobredi! da ruada lm,
rat'riz 11. 'ii, e.
E para que le
, IfcNPAJH S DE KXpfvPACAO NO DI A li DE n
iUlQ. QB 18? I. ,. y
Para, os porlte d.) exterior
No navio austi 'erich B, para o t,a
nal, carrogaram : G. Nesen 4 C. 3~saccas com
202 kilos do algodao.
No vapor fnglez Linl'i, para Liverpool, car-
rogaram : G. Neesen &. C. WO saecs com 65.590
kilfs de aigodao ; B IV. tta'joUo k C 30O ditos
18,016 l|2.ditos dbdito.
Na na, rarregaSTuTGpSraftfC
Na .bafea fhifieiitaaiiiwi % iur* o Havre, Ipoi
Indos, inandei passar o presi uto q
ublicado e aflixado no lunar do costme
Dado e passa'lo nesta cidade do "Recife,
'i de junho do 1873.
Ku, Hyp^olito da Silva, escri tlbs-
otevi.
'Jos yicoldo Tolentino de Oarvatl
V 14.
iQUnciada
\.l,UI 'JiUUUI. 4-
q'ii1
1 12.
%
'




Dito de Peraamboco Quinta feira 17 de Julho de 1871*

<*
fcre a mwma attemataelo para da 8 do cer-
rente s 11 horas da manha.
Armazvm n. 6,
5 kilogrammos, peso liquido real, de folhas para
fabril aco de flores, avadados por 168*866, uno
faaiam parle do con tendo da caixa marca SI 8 V I'
it. 175, vindi de Bor-Ieaux no vapor francez Men-
dozi, entrad em 9 d'corrente raoz.
Alfandegii, 11 de Julho de 1873.
0 inspector,
Fnbio A. de Cnrcatki iris.
=
Kdltal n. 13.
lela petitoria da alandcga-de Pernambuco se
Intima aodonos consignatario xo mencionado, pan iw despaeiw-lo dentro do
prazo de tres da, visto o meo estado de seu con
teda, sob pena de udo este prazo, ser arremata-
do o referido volme porta desta reparticao.
Armazem n. 6,
Unta caixa com leMiro-Js Moruira viada
no vapor inglez1Vt>, d volia do sal, edescarre-
gada em 58 do naez praxiao passade.
Allandega de Pernamboco, 15 de julho de 1873.
0 inspector,
____________Kaa* A. de Carralho Res
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento daordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 5 do correte, manda Ta-
zer publico que vai novamente praca no da 17
do mesmo mez, para ser arrematado a quem mais
der, o sitio dos Remedios adjudicado a fazenda
provincial, servindo de base a arreraataco a quan-
lia de 3:730*.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 9 de julho de 1873.
O ofltcial-maier
Miguel Alfonso Ferreira.
UfcCUBACOES.
CONSULADO PROVINCIAL.
De conformidade com a ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do correte, transmiti-
da esta administraco por portara do Sr. ins-
pector da thesouraria provincial de 12 do mesmo
mez hojo recebida, achate de novo aberto, al o
ultimo de agosto vindouro, o recebimento dos d-
bitos provenientes dos apparelhos e annuidades
pelo servico da Recite Drumage Compauy, corres-
pondente ao semestre lindo emjuuho do anno pr-
ximo passado, com a mulla de 6 /..
Pelo prsenle sao, portante, avisados os respon-
sayeis a essa contribuido, alim de que curem de
salisfaze-la as condiees do edita! desta reparticao
em maio ultimo publicado, evitando assim a co-
branca por va judicial.
Consulado provincial, 16 de jumo de 1873.
O administrador,
___________A. Carneiro Machado Ros.
arrematacao!
Na audiencia do dia 23 do crrante' presidida
pelo Illm. Sr. Dr. juiz de diretn da I." vara, se
ba de arrematar : I casa de sobrado de 1 andar
ra do Apolo n. 63 avaliada por 4:200*000. 1
armafo na venda, com varios objectos e utenci-
lios, e porcao de vinho de caj, como ludo se po-
dera ver do escripto no poder do porteiro .dos au-
ditorios com as respectivas avaliacdes ; "c para
examinar a armaco, vinho de sajo, e mais ulen-
eilios. Os prelendentes podein vjr ra da Sen-
zalla Nova n. 7 1. andar, por cima da loja onle
esta a dita armaco e objectos referidos, e tudo
vai a praca a requerimeuto de D. Alexandrina
Mara do Sacramento, viuva inventarame do lina-
do Jos Perera, para satisfago de otius do mes-
mo inventario.
30 do'cOrrente mez, pelas 2 -horas da tardo, pi-
rante a junta da mesma thesouraria, para ser ven-
dido a ipiem maior vantagein -oflereaer, o barra-
cao que em Santo Amaro das Salina, servia.de
quartel companaia de avallara, avaliado pelo
Juao dos feitos da fazenda en dous coutos e oto-i,
centus mil res.
i prelendentes devern apre*entar as suas pro-
postts em cartas fechadas, eoni|tenteuiente sol-
tadas, at unta hora do supraritado da.
Secretaria da thesouraria de faaonda de Per-
na.nbueo, 9 de julho de 1873.
Jezuino Kodrigucs, Cantoso.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife sao convidados os prenles das educandas
do coltegio das orphs em seguida declaradas, as
quaes ja completram a sua educaco, para que
re^ueiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, cm vista do que resolreu a junta admi-
nistrativa, de conformidade com o que dspoe o
3* art. i8 do respectivo regulamento.
Candida das Chagas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Coelho, filtvas de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
falacia Biheiro, fil' a de Leandro Jos Bibcird.
Mari* Igncz de Mello, fillia de Joo Bezerra de
Mello.
Marta Magdalena de Mello, lilha delesTava-
re? de. Mello.
Valeriana do? Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudocia.
Felippa.
Thcreza dos antos Torre?, lilha de Jos des San-
tos Ton es.
Perge.tina, protegida de Mara Hermenegilda
Machada
Sopliia Mua da Conceieao, exposta.
Maria da Paixo Siqucira, filha de Raymundn
Jos de Skjnera.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 27 de un lio de 187.
O escrvao
_______________Pedro Rodrigues de Souza.
Santa casa da misericordia
do Recife
De conformidade cm o que resolveu a junta
administrativa desta santa casa em sessao do dia
26 do corrente vai a praca todo o predio
da ra do Imperador n. 81, tomando-se por base
a quantia de 1:6015000, maior pre-o offerecido.
Os interessados poderao comparecer para o lim
indicado na sala da? sessoes da mesma junta pe-
las 3 horas da tarde do da 3 do mez de julho, de-:
vendo licar scientes de que alm da renda, tero
de pagar a importancia do |iremo do seguro, e a
dos-apparelhos e annuidadades da companhia de
limpeza publica.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recite, 30 4e junho de 1873.
' O escrivao,
___________ Pedro Rodrigues de .couza.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
KECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa oasa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala do suas sessdes, no dia 17 de julho, pelas
3. horas da tarde, lem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer, pelo tempo de um a
tr s annos, as rendas dos predios cm seguida
declarados.
ESTABELECIVIENTOS DE CARIDADE
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar n. 21......282*000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 45.......200*000
Ra das Calcadas.
Casa terrba n. 30...... 220*000
dem t 32....... 134*000
Ra do Senhor Bom Jess das Crionlas
Casa terrea n. 8.......2i3*000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra de Gervazio Pires.
Casa terrea n. 2 ...... 136*000
Roa das Cinco Ponas.
Casa terrea n. 94.......300*000
Ra da Senala-velha.
Casa terrea n. 16 209*00(1
Becco das Boias. .
Sobrado n. 18.......421*000
Ra da Cruz.
Sobrado n. 14......1:400*000
Ra de S. Jorge (Pilar)
Casa terrea n. 103...... 206*000
Os prelendentes de ver o apresentar no acto da
arrematado as suas naneas, ou comparecer
iflOfl panhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar aleni da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeleci-
ment commercal, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de jmnho de 1873.
O escrivao
____________Pedro Rodrigues de Souza,
O Illm Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que do dia 16 do cor-
rente em liante principia nesta repartirlo a pa
gar-se o juro das apolices da divida provincial,
vencido no simestre lindo em junho ultimo.
' E para constar, se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, em 14 de julho de 1873.
O offlcial maior,
.W. A. Fereir
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afur;-.
dous terrenos que possne no lugar dos Arrumba-
dos, hoje Duute Coelho, sob ns. 39 e 40 tendo
aquelle 390 palmos e este 309 d frente c ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de-
R.'cife, 7 de abril de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
De ordem do Mm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda de ta provincia se faz publico que
no dia 16 de agosto prximo futuro, pelas 2 horas
da tarde, e perante a junta da mesma thesouraria
ser posto em hasta publica para ser arrematado
de venda, a quem mais der, em virtude da ordem
do tribunal do thesiuro nacional n. 19o de o de
setembro de 1872, o terreno proprio nacional, sito
ra do Nogucra Hesta capital, em que existi a
cas-1, terrea n. 16 ; servindo de base para a arre-
matacao a quantia de 400*, valor da respectiva
ava!iac;io : os,prelendentes deverao apresentar
tiesta reparticao suas propostas em cartas fecha-
das, devid.iin-.-ute sllala?.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Tcr-
namtmeo, it de joJho de 1873,
O secretario da junta
______________Jezuino Rodrigues Cardoso.
Coneio geral
Helarlo dos objectos registrados existentes
na adininistr.ipw dos corraos desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Manoel do Medeiros Furtado, Antonio
Faustino C. de Araujo (2), Antonio da Assumpcao
CabraljJJr. Antonio Clementino Accioly Lins (2),
Antonio Goncalves Rodrigues Franca, Rraz B. L,
Sarava, Domingos Lins de Brito Vaseoncellos,
Francisco Xavier Perera, Henrique-da Silva An-
tunes (2), Jos Antonio Maia, Joaqum Guennes da
Silva, Jos Antonio Sarava Sobrinho, Joio Evan-
gelista da Silva, Joaqum Moreira de Aguiar, Joao
Antonio Francisco da Luz, Joaqum Machado M.
Braga, Lourenco Jos de Figueredo, Livino Lopes
de Moura e Silva, Lisardo Nazareth B. dos Anjos,
Manoel Jos da votla, Manoel Carvaiho de Men-
don^a, Severano Feneira de Souza, Thom Lopes
de Senna, Vicencia Ferreira da Cunha.
Administradlo do correio de Pernambuco, 13 de
julho de 1873.
Jos Candido de Barros
Encarregado do registro.
DO
*"
Mjuiflbeiro da ttarliiica.
Terminar o.espectculo coa
actor Penante:
ti
secna cmica do
0 jesuta ya garganta,
20 de julho de 1873.
Principiar as 9 huras da tarde c
acabara as H em ponto
que o lempo que aempreza pode dspor sem a
interrupce do circo.
Pira (Moa
Seguir com toda a brevidade o palhat^te por-
tupoe* oco 8. Ltmfieiqo : quem no mesmo qui-
rer car regar mi ir de passagem dirija-so aos con-
sifMtaria Inomac 1'Aqumo Fonceea k C. suc-
eesores : iua do Vigano n. 9.
JOCEHN
ou o
0 MARINHEIRO DA MARTINIGA
Terminar o espectculo com urna scena cmi-
ca escrita pelo actor Penante e que anda nao est
baptsada.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
Sabbado 19
As f |2S horas era ponto.
E
HiniRgo 20.
S 8 HORAS EM PONTO.
DI\SllTlHASREPRESEmCOES
do drama -
A ESTATUA DE
Terminan Jo ambos os espectculos com a co-
media em i acto:
0 CHOLERA .MORBUS
ou
I
Vi proxiaa semana
importante peca em i actos, ornada de msica
do maestro Noronha :
A SALOIA.
AVISO MARTIMOS.
X
o
x\
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima com muita
brevidade o hrigue nacional Amelio, lem parte
de seu carregamento prompto ; para o resto que
lhe falla trata-se com os seus consignatarios An-
to i Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra do
Bom .tesos n. >7.
Bahi
a.
Paravo porto cima pretende seguir com toda a
brevidade o bri.rue Isabel : qu>m no mesmo qui-
zer carregar driia-se aos consignatarios Thomaz
de Aquino Fonseca 4 C. Succes;ores ra do \ i-
gario n. 19.-
Para Lisboa pela Ilha de S
i
O paihabote portuguez Nvo S, jnirenco pre-
tende sabir com toda a brevidade : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, trate
com os consignatarios T. d Aquino Fonceea 4 C.
successores, ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar.
sexta-feira 8 do correte, linda a audiencia
do Dr. juiz substituto de orbaos, iro pra.-a 1
mobiiia de amarello e outros movis, avaliados em
250(KiO, 2 erras, serrotes e 10 duzas de ta-
*oas de refug9, avahados em 70*000, cujos bens
vo a praca a requermento de Antonio da Silva
Ramos, tutor dos menores lilhos dos finados A-
delo Antonio Ferreira e sua mulher, contra Jos
*"errera Coelho, escrvao Hntto.
(IMPAIIA
DO
BBERIB
Mo te tendo aioda concluido a arremata-
,*o dos eJiafarizes, annunciada para o dia 8
do corrate, por ereo diminutas as olfertas
tandente* aos chafarzes do bairro do Recife
e Santo Antonio, de aovo resolveu a admi-
nistrago adia-la para o dia 22 do corrente,
pelas 12 boras.
Convida, portante, a todas as pessoas, que
se propuzerem a contratar a apresentarem
propostas que sejam maisrazoaveis.
As proposta6, como j antecedentemente
licou determinado, p< dem ser feitas, quer
englobarlamentea respeitoaos bairros, quer
por cada chafariz: quanto a >s bairros e'n-
globadamente, erviro as baze6 j annuncia-
das, a saber:
Bases sobre as quaes se deve lancar.
BAIRRO DO RECIFE.
Chafariz e bica do caes do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do firum.
Dito do Forte de Matas'. 19:650^000
BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
Chafariz do largo do Carmo.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. 25.0002000
Escriptorio da companhia do Beberibe,
JO de julho de 1873.
0 secretario,"
Liiz Manoel Rodrigues Valenfa.
De ordem do Illm. Sr. inspector 4a thesou-
raria de fazenda, se faz poblco que, era virtud
kr avigollo ministerio dos negocios da fazenda de
31 de junho ultimo, vai em basta publica, no dia
.*,.
GBAME EXHttlO
\0RTE-AMERC4\i
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS.
fOJE
Depois haver funec^o todas as noutes.
Nos domingos e das festivos baver duas func-
coes, una s i horas da Urde e ouira s da
noute.
Preco das bilheles.
Camarotes com 6 adeiras tlOOO
Entrada a lugares reservados 3*000
Entrada geral gjoon
Criancas menores de lannos JiOOO
Occupando Jugares reservados pagario como
adultos.
THEATRO
COMPANHIA i'ERNAMBLCANA
DE
\avc;'a!;So costeira a vapor.
MACEIO, ESCALAS, PF.NEDO E ARACAJ'.
"k O vapor ilandak,
c mmandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no da 1?
do corrente, s o
horas da tarde.
Recebe carga at odia l, encommendas al
o dia l'i, [lassagens edinheiro afrete at as ho-
ra? da larde do dia da sabida : escriptorio no
Forte iio Mal tos n. 11_____________________
COM PA NHIA PE RNAMBIC4NA
DE
-. Vi %'<>-a (;iio costeira a vapor.
PORTO PE GAI.1NHA, RIO FORMOSO E TAMANDAR
O vapor Pwahyba, com-
mandante Pedro No'asco,
seguir para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. l.
(iOinpanhia Franccza de Navfga-
i'.i a vapor
Linka mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambnco, Baha,
Rio de Janeiro e Santos
Al ti do corrente, esperase da Enropa
um dos vapores da linha, provavelmente o Ville de
Santos, que seguir depois da demora precisa, pa-
ra os portos do sul.
Relativamente fretes, encommendas, passagei-
ros, para os quaes ten excellentes acommodaedes
por precos reducidos a tratar com os consigna-
tarios Augusto F. de Oliveira & C, a ra do Com-"f
mercio n. 48. entrada pela ra do Torres.
Vende-se o palhabote porluguez Sympathia,
de lolaco de 146 metros, forrado e pregado de
metal, construido em setembro de 1867 com todas
as pertencas e sobresalentes, pode ser examinado
ein frente o caes do collegio ; a tratar com o ea-
pitao ou eom Perera Vianaa 4 C, ra do Viga-
rio n. 7. ___________.
Brigue nacional Arroio Malo
Para o Rio Grande do'Sul vai seguir iem demo-
ra o brigue nocional Arroio Malo, navio de or-
dem, poueo faltando para o rosto da sua carga,
para esse tim trata-se no escriptorio de Silva &
Casco, a ra do Mrquez de Olindan. 60 andar.
LEILOES.
sexta-feira 18 de julho
obrado da ra da Aurora it. IH>
O agente Pinto, autorisado pelo commendador
loio Marttns da Silva Continho, levar a leilo os
movis e mais objeetos cima mencionados exis-
tentes na casa da ra da Aurora n. 60, em que re-
sidi a familia do mesmo senhor.
________O leilo princ piar s 10 !|2 horas.
LEILO
DA
armaeo, gneros e mais pertencas da ta-
vi-rna da ru;i do Rangid n. 53.
Sexta-feira 18 do corrente
O agente Martlns far lelio da armaco, gene-
ros e mais pertencas da (averna cima, em um
ou mais lotes vonlade do* compradores.
A's i I do dia cima na mesma taverna.
Leilao
de madapoles, algodoes, pannos, camisas
do linho, ceroulas platilas, esguioes e
outras fazendas lirapas e avadadas.
e
Hoj
as 10 Ii2 horas em ponto.
Por ntervencao do agento Pinto, ra do Bom
Jess n. 43.
LEILO
DE
Rio de Janeiro
O brigue nacional S. Pu/o seguir em poneos
das ; para carga tratase na ra do Vigario n.. 7.
RSP113CA k TCN\NTE
Sabbado 19 de julho.
ESTBA '
Flavio Vandeck
Bernardino Cardoso
e Mximo Coelho.
BENEFICIO DA JOVEN
Henriqueia Ponles.
Depois da orchestra tocar urna das suas esco-
lludas pecas subir soena o drama em 1 pre-
logo e 4 actos :
J0CELYN
Pacific Slcaiii Savigalin Cooipanj
Linha quincenal
O PAQUETE -
John EJdr.
Espera-se dos portos do sul at o dia 18 do cor-
rente, e depois da demora do costume seguir para
Liverpool, va Lisboa, para cujos portos recebe pas-
sageiros e carga.
J. B. Este paquete, da mesma sorte que o Ga-
licia, esperado at o dia l' do prximo mez de
agosto, locaro ambos em Bordeaux (por ordem
da-companhia) para onde tambe m re.-ebero pas-
sageiros, havendo lagar a bordo.
Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Comraar-
cio n. 14.
G4H0NNE
Espera-se da Europa ateo dia SO do corrente, e
depois da demora do costume seguir para a Babia
Rk) de Jaiteiro, Rio da Prata e costa do Pacifico'
para onde receber passageiros e dinheiro a frete'
Os agentes WiLson Rowe k C, rua^o Commer-
cip n. 14.
movis, loip e cryslaw
Hoje
NA
FEIRA SEMANAL
I6=rua do Imperador n.16.
mobilias completa? de Jacaran-
da e vinhatico teda a com lam-
pos de peiira, pianos de armario
e dd mesa, guardas \tslid,o
guardas lou^a,*; pparadores de
mogno d;m pedra e iem eliu?,
una grani fiteiro proprio para
qoalqu- r loj, rarteiraa para es-
criptorio.*, una linda secretaria
de mogno, machinas de costu-
ras, commodaa de mogno Jaca-
randa e amarello, marquezo^s,
ramas fancezas le Jacaranda
e amare lo. camas americanas
com laslrn de madeira, appare-
lhos de louqa para jantar eal
mo e lanUrnas
avradas, relogios ce pa-
rede, quadros com molduras
deurades, copo8 para agua,
?ompotetras, objectos de curo
e prat i, cadeiras para crianqas,
mesas para advogalo?, tima es-
pingarda de dous cano com
pertentjas, um rewolver com
caixa, diversos passaros canta-
dores, muitos movis avulsos e
infinidade de objfcos do uso
dome tico
O agente IVlartins vender
por conti de diversos, nao s os
artigos cima mt-ncionados,
como outres muitos que etta-
i5v i-atentps no referido da.
LEILO
DE
Fazendas avadadas
DE
movis, lou$a, viilros, cryslaes e outros
objectos Je prata.
SEGUNA-FEIRA 21 DE JULHO
\o Caldeireiro.
O commendador Euzebio R. Rabello, tendo de
retirar-so com sua familia para a Europa, far
leilo por iuterven.ao do preposto do agente Pes-
taa dos objectos egiiintes:
Urna mobiiia de Jacaranda com tampos de pe-
dra, t dita de dito, 1 rico piano inglez, 1 cadeira
para o mesmo e diversas msicas, 1 cama de ja
caranda para casados, 2 espelhos, S guanlas-rou-
pa (obra do Remigio), 1 dito de dito, 4 rasticaes
com mangas de vidro, S pares de jarros, 1 cande-
labro de 4 lutes para meio de sala, ditos de
luzes, i nonecas, I casticaes com Linternas de
vidro bordadas, 1 aparador (obra do Remigio), 1
guarda-louca idem, 1 mesa elstica, 22 cadeiras
avulsas, 5 lavatorios com espelhos, 2 apparelhos
de lonca para jantar, 2 ditos para almeno, 43 co-
pos de crystal para agua, 28 ditos para vinho
dem, 28 ditos para champagne idem, 10 ditos
para dilo, 20 ditos para cognac, 4 garrafas para
vinho, 4 ditas, 8 compoteiras para doce, 1 porta-
licor e galheteiro de metal, 1-eaixa com um com-
pleto servico de prata e palitero idem, 2 bandei-
jas grandes idem, 2 salvas idem, e muitos outro
objectos que seria enfadonho menciona-los.
Na quinta-feira 21 do corrente s 10 1|2 horas
da manha partir do arco de Santo Antonio um
trem expresso que servir (gratuitamente) de con-
duco aos concurrentes.
muitos eulros objectos que estufo patentes a
exame Ao concurrentes:
assim coma
Urna victoria forte e em ptimo estado, 1 ca-
briolet (do geart) arreios, 1 cabriolet ameriaan>
de 4 rodas para 1 ou 2 cavalliuw 2 cavallos para
carro e um de ella.
T*iM;a-lcira ZZ lo correnle.
Ni ra'do Viseoiblo de Govanna, ctacara i.
177.
- Eduardo A. Rui!.-, tendo de faxer urna viagem
Europa com xtia tamilia, levar a lelio por in-
tervengan do agente I into, os movis e mais ebjec-
tos existentes em casa de sua residencia a ra do
Visconde de toyamw 177, a qual lira pert da
lin a dos bonds ira a i'aosagein da Magdaiona..
As 10 e I |l botar da manlii partir >!a estaro
da roa do Brum um bond que servir de ooatuc-
cio gratis aos concurren es ao leilo.
O Kilo principiar s 10 t|2 horas.
LEILO
LEILO
para florea, pares
isas e
DE
um importante sitio e casa em chao pro-
prio n'Agua-Fria (caminho de Beberibe
SEGU.NDA-FEIRA 21 DO CORRENTE.
s 11 horas
O agente Pinho Borges, bastante autorisado, far
leilo do sitio cima declarado, por conta e risco
de quem pertencer, o qual te as seguintes com-
modidades e bellezas.
Casa para grande familia, bem construida e ele-
gante, urna grande cozinha, cochera com estri-
bara para 4 ou 6 cavallos, quartos para escravos,
um lindo jardim guarnecido dn%grades do Ierro,
terraco ou sala de recreio, muitos coqueiros e ou-
tras arvores fructferas e bellezas mais qne s
vista dar o apetite ao comprador, cujo sitio fica
cercado das duas linhas frreas, distanciadas 20 a
30 passos. Iformacoes e clarezas com referen-
cia ao dito, no escriptorio do referido agente
ra do Rom Jess n. 53, primeiro andar, onde te-
r lugar o leilo.
Grande e inMtiftanle IciLv.
DO
hotel da Jaqueira
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA
O agente Pnho Borges autorisado pelo propie-
tario, vender o muito conhecido hotel denomi-
nado Jaqueira, situado em um dos melhorcs ar-
rebaldes desta cidade, cem todas as suas perteu-
cas e accessorios, buhares c bemfeitorias ultima-
mente feitas, garantindo-se tambem o arrenda-
ment do predio. Para melhores informacoes os
Srs. pretendentes podem-se dirigir ao mesmo ho-
tel, onde pessoa competente lh'as dar, e onde tu-
do se acha patente para ser previamente exami-
nado, e o leilo ser effectuado no seu escriptorio
ra do Bom Jeu v. 53, primeiro andar.
?
DE
novos e usados.
Porliquidac^k)
Nendo:
Em magnifico piano de meia cauda do bem
conhecido-fabricante Pleyel.
Um dito de Erard e muitos outros pianos
de armario dos mais. acreditados fabri-
cantes de Pars.
Ouiilalcia 24 do corrate
Na ra do Baro da Victoria.
Antonio Jos de Azevedo, querendo definitiva-
mente acabar com o seu deposito de pianos, far
leilo por intrven^o do agente Pinto, de dife-
rentes pianos no/os e usados, existentes no pri-
meiro andar do sobrado di ra do Baro da Yic-
toria n. 12.
O lelio principiar s 10 12 horas
avisos Densos
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portnroez
de 2* cbisse e en *arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
zes, participa aos sens amigos, tanto nacionaes
como prtuguezes, qne tem o seu escriptorio na
ra Duque de Callas o. 41, 1* andar, antiga ra
das Cruzes, onde pode ser procurado lodos os
das nao santificados, das 9 horas da manha s &
da tarde.
Aluga-se
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. 15, com
3 quartos, 2 salas, cozinha fra, copiar e quinta,
murado; a mesma casa estucada, e torna-se
recommendavel por passara linha dos bonds : a
Qnrr no n. 19.
At vir.
O Sr. Jos Perera Lomos pela segunda vez
rogado vr ra do Imperador n. 28, a negocie
de seu interesse.
li
i:!
Urna familia composta de quatro pessoas,
sendo que duas sao pequeas, precisa to-
mar para sua companhia urna mulher ho-
nesta, e de bons costumes, e que d abono
sua-conducta ; quem pois quizer appareca
no 3." andar desta typographia, para tra-
tar.
Veneravel confraria de Santa
Rita de Cassia.
Pelo presente sao convidados todos os irmos da
veneravel confraria de Santa Bita de Cassia, a
compareeerem no consistorio da mesma confraria,
quinta-feira 17 do corrente, pelas 6 horas da tar-
de, afim de fazer-se a eleico para os lugares que
se acham vagos do presente conselho.
Secretaria da veneravel confraria de Santa Bita
de Cassia desta cidade do Becife, 14 de julho de
1873.
O secretario interino
Modesto do Bego Baptista.
DE
duas tercas partes de um sobrado e de um
terreno.
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
s 11 horas.
O agente Pinho Borge* far leilo, por cont e
risco de quem pertencer, das duas tercas partes
do sobrado de 2 andares e soto, em chao forei-
ro, com commodidade para grande familia, sito
no largo do Paraizo n. 26, e de um terreno na
Torre, na do hio, com 200 palmos de frente e
800 de funde, com 4 quartos de pedra e cal, gran-
de poco de excellente agua, etc., etc., cujas es-
crituras podem ser examinadas no escriptorio
do referido agente, ra do Bom Jess n. 33,
primeiro andar, onde ter lugar o leilo
LEILO
Por intervenco do agente Pinto
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n.
43.
Rio-Grande do Sul.
Para o referido porto segu em poucos das o
patacho hespanhol Themoteo, por ter a maior
parte da carga engajada : para o resto que lhe
falta trata-se com os consignatarios ioaquim Jos
Goncalves Beltrao & Filho, ra do Commercio
n. 5
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende 9eguir com
a possivel brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte de seu carregamento en-
gajado, e para o resto que lhe faha trata-
se com os consignatarios Joaquina hm
GoncaJves Beltr8o A Filho, I ra do Com-
mercio n. 5.
LEILO
Hoje
DE
16 saceos com arroz com toque de avaria,
marca MSF.
O preposto ao agente Pestaa far lelio, por
conta e risco" do quem pertencer, de 18 saceos
com arroz com toque de avaria, marca MSF,
viudos de Liverpool no vapor Zelini, desembar-
cados a 18 do mes passado, quinta-feira 17 do
correnle, as 11 horas da manha.
No armazem do Aunes, defronte d'alfandega.
aovis, louca, erwtaear e obran
de prata do Porto
. A SABEB:
Um piano forte, urna mobiiia de Jacaranda, jar-
ros para flores, castlcaes eom mangas, tapetes e
escarraeiras.
Orna cama franeeza, urna toilette, um lavatorio,
um espelbo, tres cabides, um guarda-roupa, um
guarda-vestido e urna commoda.
Dma mesa de jantar. um guardv louca, dous
aparadores, um sola, 12 cadeiras, um gnarda-co-
mida, loara para h e jantar, um apparelho ie<
eleetro-jplate para cha, compoteiras, garrafas, co-
pos, clices, camas, mesas, cadeiras, trem de cozi-
nha eamai adeiras para speninos, e outros ob-
jectos de cata de familia
DE
um sitio na Torre, ra do Rio n. 6, onde
reside o Sr. Bloxham.
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha.
O agente Pinho Bornes competentemente auto-
aisado far leilo do sitio cima mencionado, com
100 palmos de frente e 1.200 de fundo (chio fo-
rero), com casa muito bem construida, cm soto,
eoxeira e estribara para 4 cavallos, quartos para
criados, gal'inheiro, casa para banho com tanque,
e outros muitos accessorios indispensaveis que se-
ria enfadonho ennumerar.
O referido sitio alm de ser em um rrebalde
perto da ci Ja de, est bem plantado de fructeiras
de diversas qualidade9, jardim feito com gosto e
esmero, 2.baixas de capim, etc., etc.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 33,
primeiro andar.
l'recsa-sc de- um caixeiro que tenha pratica
de padara, na ra da Guia ti. 'V
- Aluga-so o i. ailar do sobrade junto a
igreja dos Martyrios, concertado e pintadado de
novo: a tratar na ra Sete de Setembro, casa
n. 13.
Aluga-se por 2.">000 a casa n. 6, sita roa
do Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
de novo : a tratar na ra da Bestauracao n. 64,
eutr ora Guia.
Aluga-se um moleque
que de Caxias n. 44, loja.
a tratar na ra Du-
LEILO
DE
loip e crystaes,
Carros e cavallos.
A SABER:
Un piaa forte, 1 mobiiia de Jacaranda a Luiz
XV, l.wovemdeira, 2 espelhos grandes doura-
dos, l ditos ovaes, 4 jarros grandes para florese
7 saneba donradas, cortinados e repostero d
seda e damasco, tapetes para forro de salas e
quartos, 1 divn e 8 cadeiras de charo.
Urna mobiiia de charo, 2 lindas secretarias de
madeirj embutida, 4 cadeiras de abrir e 8 qua-
dros com finas gravuras.
Urna mobiiia de faia branca, i dita de junco, 1
candelabro de 6 luzes, 2 ettagers e 4 figuras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras ae balanco de
ferro, 4 ditas americanas, 4 quadros, 2 mesas de
jogo e rtifferentes quadros.
Urna mesa elstica de mogno. 1 guarda-louca
envidracado, 2 aparadores de faia com pedras, 4
ettagers, 12 cadeiras de pnarnico, louca para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, compoteiras 4
fructeiras de lino cryatel, porta- frac tas de mar-
more, cobertas de metal, garfos, facas e colheres.
Dous guardas-vestidos com espelhos. 2 guardas-
roupa, 1 cama franeeza de Jacaranda, 1 dita de
ferro, toilettes, lavatorios, masas de cama, eom'
modas, camas para meninos, 2 eostureiras de
charo, 1 machina de costura (perfsita), quadros,
tapetes, 1 excellente secretaria de jaearana, i so
f de mogno e 12 cadeira? pretas.
Um carrinho e i vallo da molla para menino
CASA DA FOKTIA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro de Marco (outr'ora ra do-
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
ii;es bilhetes, um quarto n 1361 com o:0O0000,
dous meios n. U com 100*0t;0, um quarl n. 669 com 100*00,
e outras sortes de 40* e 20J da lotera que se-
acabou de extrahir (58 ), convida aos possuidores
a vir.mi receber na conformidade do costume sem-
descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
la 20- parte das loteras a beneficio da nova igre-
ja de Nossa Senbora da Penha (59"), "que se ei-
trahir na terca-fera, 22 do corrente mez.
PBECOS
Blhete intero 6*000
Mejo bit hete 3 000
Quarto U500
KM PORgiO DE 100^000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*600
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Marins Fiuta
Attencao
Quem precisar de boas amas seccas e de leite,
afli.-.ncadas; assim como de coparos e ardiViras
diii;a-se ao pateo de S. Pedro n 3, loja.
Precisa se de un criado (moleque) para ser-
vir Juas pessoas de tamil: a : na ra do Mar [lies
de 01 inda u. 23.__________________________
Precisa se de urna criada para engommar e
fa. -r nai< algum sem..o de urna famili:. de duas
pe-'Oas : ua na do Mrquez do Olinda n. 23
ATMCAO
Peda-se ax Sr. Jn Ignacio Corre:;, morador
na cidade de Santo Ai'o, o especial obsequio de
com toda a urgen-ia, vir fallar cora Antonio Jos
Gaspar de Azeyedo, morador na viHa do Cabo.
Sitio para ahigar na Passa-
gem da Maedaleua.
Uuga-fc na Pas.-agein da Maydkna prximo "
lie i a do Luiid-, un.a caa ivm accuu pa;;. grande taimiia e i-ui sitio minad : a tratar-.
com Domingos
i na no Vui,. u. 24 !. anrtar,
AJve Matr-eus.
en Jo.
J"r"Ciss-so r)e eafca de familia, e qu: atiba ler e escrevor, costa-
ra)- o Cmter VBslidua Wai-u1 na Prav* d P^dra
II u. 6i, i e fcuare, fea o as 8 horas da ma-
nir ju das *; ,i< u fcrdo lkl lu ^raca do
Cw o Santo n. ii, l- aw*r, eui das uteu, a
qualqaar hora. ______________*
Na ra da Imper att n. I precisa-se de un
perito cofeiro.
s

k
HH


9
Diario de Pemambuco Quinta feira 17 de Julho de 1873.


> i
.

5
i't i
AJL/MV% MOVIUAOG
PIANOS E MSICAS
Aarcavio JOS HE AZKVEIIO
Ra do Baro da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonie o publtco em geral encontr, }sempre o maior e mais esplendido sortithento de piano* de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Ataba d abrir do primeiro andar do sobrado o. II confronte
tica Jlarsr, no grande saiao onda esto expottos os magnifico!
rm Ji..^l"^ de armario, de PleyeL
------- de meia canda, do meemo autor.
-------- de H. Heori.
de Amede Thibont
nico agente nesta eidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
rumiados f tn diversas exposl;dss oo (4 medalhas de onro e prata.
Sao os i.-nico> pianos que aqu veo da Europa, perfeilamente ana-
it, faltos coro legan -Ja e solides.
D'iqoi emdante continuar a annnneiar todas as pubhcacoes que se forero friendo as seas oficio de msica
Tambera receben grande sortiraeuto de msicas para piano, piano *
canto e catre ellas as lindas coroposic.5es do roaito syvpaihieo maestro
F* SmlTIXI
A SABER :
Voc rae quer Walsa.
Olga Mazurka.
L Separacioai P*ra cauto.
A Luz elctrica, grande Witta.
Franco Brasileiro Polka
"Tomada ds Vllela Glupe.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Mraha Lyra Wals*.
A Natalicia Polka
Stadiente Po ka.
i Klraas publicares
Feitas as offleinas de tonsieas
do nDonciante.
Emilia, polka par 1. Smoliz.
Circaciana, cbJtcb, por Smoltx.
Jardita do Campo das Pricews
quadrilba, par Pooue.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al
bulaizi.
MOMA
Est encouraeado !! !
ll.ie.vse a. ll;:n. t. !'nsrj..Vt-ira de Mello
jtcFroki na nda.tc de Xa-reto a*c>ia fi'uviiKta, u
favor, de vr ra Duque de Caxias n. 16, eoo-
eluir aquel le negocio que g. s. se coriiproiiielteu a
realisar, pela terecira chanada desle jornal, em
lins de dezenibro di: IK71. e ilejioi para Janeiro,
pasaon fevefeim ^ aliril de 1872, e nada cumprio;
i p<>f esto mocito de novo chamado para dito
m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho
achava nesta eidade.
iHsiillorio medico
DO
Dr. Muralo.
RA DA CRUZ N. 26, 2 ANDAR.
fjf Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
k quentou os hospitaes de Pars e Londres
fil pode ser procurado a qualquer hora do
Qf da ou da neute para objecto de saa pro-
W Consaltas do meio da as duas horas
JK da tarde.
Gratis aos pobres.
*jwc/afiiJdej.=Molestias da pelle, de
erianca e de niulher. &
Emprega no trataroento das molestias u
de saa especialidade as duchas frias e fj
banhos a vapor, para os quaes trouxo Q
os apparelbos mais modernamente em- Ql
pregados na Europa. m
Tambera applica com grande proveto M
no tra tmenlo das. molestias do alero a
eJectr eidade, pelo processo do Dr. Trepier.W
Sociedade Beneficente Lozo-
Brasileira
Em camprimento s ordens do directorio taco
sciente a todos os Srs. socios que, domingo, SO do
eorrente mea as 10 horas do da, ter lugar a
sessao de assembla geral para a eleicio da nova
directora, conseibo fiscal e commissao de exame
de cont!1, devendo essa eleicio ser feila de con-
formidade com os novos estatutos ; nao podero
votar nem ser votado aquellos socios que se acha-
ren! em atraso de mais de tres mensalidades,
assim como aquellea que estao percebendo bene-
ficencia.
As sedulas para esta eleicao devero ser tres,
sendo ama para a directora, outra para o conse-
ibo fiscal e outra para a commissao de exame de
conts. A primeira constar de 6 nomes, 1 di-
rector, 1 vice-director, 1* e 2* secretarios, theseu-
reiro e orador. A segunda 18 nomes, 1 presi-
dente, 1 rice-presidente, 1 e 2* secretarios e 14
conselheiros. A terceira tres nomes que serio os
da commissao de exame e cont?, sendo mais vo-
tado o relator.
Antes da eleieo o Sr. presidente far a leitura
de seu relatorio, no qual acompanhar o batan-
ete apresentdo pelo Sr. thesoureiro. A directo-
ra desejosa que os Srs. socios concorram esta
elei;o, desde j esforca-se em que todos compa-
recen ; os mesmos acharo sobre a mesa dos tra-
bamos urna lista de todos 09 socios que se acham
no goso de votar e ser votado
Secretaria da Sociedade Beneficente Ltuo-Bra-
sileira, 15 de julho de 1873.
O secretario,
Bento de Souza Mira,
Urna escrava perfeita engommadeira e coii-
nheira e que desempenlia qualquer servco de ca-
sa com asseio e perfeico, precisa da quantia de
quinlientos mil res para sua liberdade e descon-
tar em seus servicos : a tratar no becco do Tam-
bi n. 30.
V."
I.- i
r r"S*
Feitor.
No liotel de Api pucos precisa-se de um feitor.
para iratar de um pequeo sitio.
Deseja-se fallar a negocio de seu interesse
com os Srs. Ignocencio da Ciinha Goyanna Jnior
e Franciseo Costa Arruda Mello : na ra do Bom
Jess n. 57. _______________j_________
Chaves perdidas.
Perdeu-se urna argola com 4 chaves, sendo urna
de relogio, ao sahir do caf iraperatriz, ra da
Aurora, Unio e Formosa, a tomar o trem das 9
1|2 hora da noite, em seguiraento a S. Jos : quem
tiver achaio queira entregar na ra de Marsilio
Dias n. U, que ser recompensado.__________
Roga-se ao Sr. tenente Amador de Araujo
Pesfeoa o favor de vir ra Duque de Caxias nu-
mero 71.________________________________
Offerece-se urna ama para cozinhar em casa
de hornera solteiro : a tratar na ra de S. Francis-
co n. 31.
Participo ao publieo e especialmente ao com-
morcia, que em 30 de junho do eorrente, dissolvi
a sociedade commercial, que gyrou sob as firmas
Joao Baptista da Cruz 4 C e lympio Goncalves
Rosa A Cruz, de cujos activos e passivos tornei-me
senhor e nico responsavel, dando quilacao ao so
co Cruz, que receben sua parte
Recife, 16 de julno de 1873.
Qlynpio Gmijalves Rosa.
CRIADO
Contina a precisar-se de um criado, pre-
i'erindo-se escravo : na loja do Passo, ra
Primeiro de Mar$o n. 7 A (antiga do
Crespo.) ___________^__
Na ra da Santa Cruz n. Si, vende-se orna
escrava com habilidades e com duas crias tm-
bem escravas._______________________
A quem interessar
Jos Ramos A Machado madaram seu escripto-
rio de commissao e deposito de movis, para o
armazem o. 10 da ra do Vigario.
CASA
Precisa-se de urna casa aceiada, de pequeos
commodos, em bom lugar do bairro de Santo An-
tonio ou mesmo Boa-Vista, nao muito longe ; gra-
tifica-se a quem der aviso de cousa que conveaha :
na ra Duque de Caxias n. 47, loja.
Caixeiro.
Precsa-se de ara caixeiro de 15 a 16 annos, que
tenba bastante pratica de moldados : na ra Im-
perial n. 161
Atten^o
Precisa-se de um feitor que saiba tratar bem de
vaccas, paga-se razoavelmente : a tratar no sino
do Caldeireiro a. 9, ou na ra do Torres n. 12, 1*
andar, escriptorio.
Cavqjfo furtado
A's 11 boras da-noite de, 13 do eorrente ao
ainanhecer do dia 14, lurtaram do sitio n. 8 da
travessa que fica defronte da capella de Joao de
Ba-ros, um eavallo pedrez de crinas brancas,
a-rntiuwln a an^sr m cabriniet. r alfrnma-ft-
><- de s*lla a ser<'i-;u : q icm d*'lk' noticia derou
a'|)rehende !;.d;r:;do--.i r.o>.ibrt(o sImi, ser
)ecoTpen*adn com genero dade.
Aliig.i-sc
casa ua rn.i Jliachuello, na qna rorou oSr.
K-eBl11 F^ri.'Tn da Gitta, ,'.om iiri^i^acoo^mo-
da^e. boa lar ra, u a|)0sejjos sparadjs da casa principal : a
tratar com Jjaquim Lopes Macudo, ua Iravessa
io Corpa Santo n. 25.__________
Na ra du F lores n 6 preeMa-ee1 ilt pretaa
fra vender bolos. \-Jr
Echo Americano
Com a suspenso deste peridico os assignan-
tes da livraria franceza, NADA. PERDEM I
Dos 24 nmeros 25 a 48, di-trbuirani-se 16, de
25 a 40.
Os assignantes podem desde j receber a quan-
tia de 4*000, equivalente dos 8 nmeros 41 a 48,
anda devidos e que nio foram publicados.
Livraria franceza.
?*-S M Mili fa.>---~-r-^. -
Deodoto Luiz Francisco Monleiro
pede aos seus amigos o caridoss
obsequio de assistirem as missae
que manda resar na matriz da
Escada pelo eterno repouso de so
__ presada mae, sendo a primeira no
dia 17 do eorrente at completar o numero detrin-
t ; e desde j se confessa grato aos seus referidos
amigos.
Commcndador Francisco Al-
ves de Souza Orvalho.
Um amigo do commendador
Francisco Alves de Souza Carvalho,
fallecido na eidade da Parahyba do
Norte, manda resar urna missa por
sna alma no dia 20 do eorrente,
trigsimo dia de seu fallecimento,
s 8 hora? da manh, na matriz da
Boa-Vista. Rogi-se aos parentes e amigos do 1-
lustre finado para que eomparecam a esse piedoso
acto.
wgmBsmmmmmmmmmmma*
Tito da Silva Guimares.
Hemiqueta Mara dos P. Guima-
res, Joao da Silva Guimares, Jos
da Silva Guimares, Misael da Silva
Guimares. Anna B. da Silva Gui-
mares, Heariqueta M. da Silva
Guimares, Virginia R. da Silva
Guimares, Domingos da Silva Gui-
inaraflP, ra, rmioc filho da Tilo da Silva
Guimares, agradeoem sinceramente a todas as
pessoas que se dignaram acompanhar e assistir
os ltimos suffragi09 ; e de novo convidam a to-
dos os seus parentes e amigos para assistirem as
mismas que serlo resadas na matriz da Boa-Vista
no dia 19, stimo da de seu pas.-amento.
D. Mara B. Coelho de 81-
queira.
Leonardo Bezerra de Squeira Ci-
valcante, Manoel Leonardo de S-
queira Cavalcante, Hercolina de
Siqueira Cavalcanle, Maria Amalia
de Siqueira Cavalcanle, Lourenco
Bezerra de Siqueira Cavalcante,
Clara Augusta de Siqueira Caval-
cante (ausente), e o Dr. Manoel Rodrigues de Ai-
ruda Cmara, ausente, feridos de pungente dor
agradecem profundamente aos seus parentes e
amigos que se dignaram acompanhar os restos
raortaes de sria fempre chorada mai e so.rra ; e
de novo os convidam para fazerem a caridade de
assistirem a missi que raaodam resar pela sua
alma na matriz d Boa-Vista, s 7 heras da ma-
nh do dia 19 do eorrente.
^Consultorio medico eirurgico
p. IVi-reira
Qy Antiqo fabinete de seu pal, ra larga
kr Rosaato n. 20.
Cura de hydrr celes seru injeceo,
eom punccao-capillar.
Abertura de abeessos e extraccao de
derrarnamen serosos, peto aspirador
de Potin
9
m
9
Roga-se a qualquer pessoa a quem for ofle-
recido por compra duas voltas de trancelim com
urna medalha e um par de brincos a balo com
seis rubins cada um, lodos estes objectos de onro,
baja de apprehende-os e levar ra de Paysand
n. 33 C, que ser generosamente gratificado, ou
indicar sna morada para ser procurado.
Espiritismo.
Conferencias espiritieas offerece a confeitria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
termos no mez de Sant'Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necessario para regalo e distraccao de quem
tem gosto pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulminantes, o que
tudo isso se aeha na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os proprietrios da
confeitaria do Campos chamam a attenco de to-
dos e de todas para o preconisado caf em p ver-
dadero de Java, e bnlachinha em latas denomi-
nada Sugar WalTers vanella ; especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de perfeita
sade.
Em vista do referido espera o dte Campos que
ninguem, para pedidos de taes objectos, se diri-
jam, sen o Confeitaria do Campos, ra do lm
pender
Lampeo na porta.
AO AR'ftAZKM
M
VAPOR FRANCEZ
UA DO BXRAO DA VICTORIA
Outr'ora NovaN. 7
lV. 7
Calcado
mm.
Roga-se a pessoa que achon um pincinez,
que urna senhora ao apear-se do bond no da >
do eorrente, defronte do chafar i i da Boa-Vista,
cahio-lhe, e houve quem vsse um senhor apa-
nha-lo, de lva-lo ao Corredor do Hispo n. 73, que
se gratificar Na mesma casa ha para alu^ar-se
um criado muito diligente e mu;to fiel, principa)
mente para casa de estrangeiro, a qual prefere.
Joaquim Cavalcante de Albuquerque, senhor
do engunbo Quitunde, da comarca de Camaragibe,
provincia das Alagoas, attendendo haver tanto
nesta como naquella provincia muits pessoas de
igual nome, faz sciente ao publico e s pessoas
com quem tem relacoes, que d'ora em diante as-
signa se Joaquim Machado da i 'milia Cavalcante.
Recife, 12 de julho de 1873.
Aviso.
Traspassa-se o resturant francez da Magdalepa.
sito na entrada dos Remedios : a tratar na mes-
ma casa.
3
I
'Consultorio medico-cirurgico &
DE
5 A. B. da Silva Maia. flj
%
Fugio
Ra do Vsconde de Albuquerque n. jjn
II, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista M
n. II. fi
Chamados : a qualquer hora. Q
Consullas : Aos pobres gratis, das 2 s fj
4 horas da tarde. f]
Aluga-se a casa n 10 A da ilha de Henifica,
na Passagem da Magdalena, com banho do Capi-
barbe na frente, de excellenles ares, e de preco
de 200/ annuaes, tendo commodos para familia :
a tratar na ra estreita do Rosario n. 17, 1* andar,
escriptorio.
Pracisa-se de urna ama : na ra do Viscon-
de de Goyanna n. 161.
Na ra do Rangel n. 9, precisa se de urna
ama para cozinhar paga-se 254000 menaes.
Ama
Precisa se de urna para comprar e co-
sinhar na ra do Hospicio n. 7.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar,
na ra velha de Santa Rita n. 18 1 andar.
Ama Precisa se de urna ama que cozinhe e
-i-illa compre para urna familia pequea : na
ra da Alegra n. 38.
AMA
Precisa-se urna ama para
cozinhar : a tratar na ra do
Imperador n. 14, armazem.
terrea.
Precisase de urna ama para cozi-
nhar e comprar para duas pessoas:
na ra da Senzala-nova n. 33, casa
A m Precisa-se de urna ama para cozinhar,
JXUll na rua Direita n. 26.
Attenco
Urna pessoa que tem de rendimento certo por
mez lo0, necessita de tomar a juro 6004, pa-
gando mensalmente 80 ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se conveneionar :
quem, pois quizer fazer este negocio, deixe carta
fechada com as nicaes P. G., no escriptorio deste
Diario.
Roubo
no da 14 de maio do eorrente anno, do engenho
Dous Mundos, o escravo Marcelino, preto fulo,
baixo e secco, rosto descarnado, pernas e bracos
finos, (alia baixa, sem nenhum deleito, represent
ter 30 annos, e tem algumas marcas antigs de
reino. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-
tones de Queiroz Barros, do engenho Ronca, do
Cabo, e consta achar se para os lados da eidade de
Nazaretli, onde tem pai e irroaos forros, ou em
Goyanna e N S. do 0' de Goyanna, onde de ou-
tras vezes j tem sido pegado, quando pertencia
ao dito Sr. Antunes : roga-se as autoridades po'i
ciaes e capites de campo a sua apprehensao e
conduzi-lo ao engenho cima, ou no Recife aos'
Srs. Cunha Innos A C. rua da*Madre de Dos
n. 34, que so gratificar generosamente._______
Irmandade do Divino Espi-
pirito Santo.
Por ordein do irmo juiz convido aos nossos ir-
mos para que reunidos era mesa geral em nosso
consistorio pelas 10 horas da manhado dia 20 do
eorrente, se proceda a elei;o de t esoureuo que
preencha a actual mesa regedoi a, em vista da es-
casa dada pelo que foi eleito; segando o que di-poe
o | 1* do art. 93 do mesmo compromisso.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Santo, em 17 de julho de 1873.
O escrivo interino,
_____________________Francisco J. Leite,
AnEpo
PRECISA-SE de urna casa em Olinda,
do pateo do Carmo ou S. Pedro, para
banhos salgados, para urna familia pe-
quena composta de quatro pessois, paga-
se bem ; a tratar na travessa do Vigario
n. 1 (eaeripterio) ou no pateo do Hospital
d. 28 primeiro e segundo andares, das 4
horas em diante, ou annuncie para ser
procurado.'
LSociedade Beneficente Mon-
te Pi Santo Amaro
De ordem desia directora, sao convidados os
Srs. socios para assistirem a sessao de posse que
deve ter Jogar no dia 19 do eorrente, segando'
determina o M1.--23 dos respectivo* estatutos.
Recife, 16 julho de 73.
O secretario,
________;________Sebastio Pyrrho.________
Precisa-se de refinadores : no largo do Ar-
siHl n. 7.
Est fgida.
Fugio em 17 de mareo prximo pausado a es-
crava Mathilde, de 32 annos, preta, crouia, esta-
tura regular, cheia do corpo, pernas finas, tem
uns carocos no rosto que parecem espinhas,faltade
dentes na trente, falla muito manso que as vezes
desafia a compaixo, boa cozinheira e engomma-
deira, fiiha do Para, foi comprada sogra d
Sr. commendador Lucena, muito conhecida por
ter estado aiugada em casa do Manoel, inspector,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tem sido
vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxang, Mag-
dalena, e aqui no Recife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes e capitaes de
campo a sua apprehenso; assim como se pde a
quem tenha anas que verifique nessas que dizem
ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
sahe roa, n que se gratificar a quem a trouxer
rua do Livramentu n. 1 Antonio de "aiva Fer-
reira.
Precisa-se de urna cozinheira e compradeira
para casa de urna familia de tres pessoas ; paga-
pe bem, podendo tambera engommar para urna s
3essoa : a tratar na rua do Livrainenlo, loja n.
4.
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I
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C/3 33
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Roubaram do estaleiro do Saraiva, em Santo
Amaro das Salinas, na noite de segunda para ter-
ca-feira 7 para 8 do eorrente, tres taboas costa-
neras, sendo duas de vefin luva, com 40 palmos
de comprimento, e urna da jathohi, eom 42 palmos:
roga-se o favor a quem ditas taboas for offerecidas,
de as aprehender e annunciar por esie jo nal para
seren procuradas. _____
- Precisa'-o do um criado para copeiro, de 10
a loaunos : na raa da Imperatriz n. 2i, primeiro
andar.
GASA DO OURO
Aos 5:000-000
.Bilhetes garantidos
Hua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova]
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 20' parte da lotera a beneficio da igreia
de N. S> da Penba, que se extrahir no dia 22 do
eorrente mez.
Presos
Inteiro 6x000
Eeio 3*000
Quarto 1*500
De f009000 para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 6 de junho de 1873.
* ________Joao Jooymm da CostaLeite.
Deseja-se saber do Sr. Joaquim Fernandes
da Ros, eonhecido por Joaquim do Poge, prove-
dor da irmandade do Senhor Bom Jess das Do-
res, porque razao se faz mesa na igreia de S. Gon-
cata e nao se avisa os dignos definidores da mesa
regedora ?
Joao Rege Coelho
Procurador geral
Gamillo Francisco Pires
Procurador da mesa.
Agua-Fra
Arrendase um sitio cora bastante lavoura e com
algumas frucleiras, janto a linha de ferro, no se-
gupdo ponto._____________
Josepha Henriqueta de Miranda Barros, avi-
sa a afguns senhores de engenhos que se acha
neslav-pra.a prompta \ ensinar em algum enge-
nho, que seja porto de alguma estecSo : quem de
seu prestimo se quizer utilisar, dirjase rua de
Santa Rita n. 89, aula publica.
' .m ii-n-..
Attengo.
Precisa-se de urna casa em Olinda, no pateo do
Carmo ou S. Pedro, para banhos salgados para
urna familia pequea composta de quatro pessoas,
paga-se bem : a tratar na travessa tfo Vigario n.
1 (escriptorio) ou no pateo do Hospital n. 28 pri-
meiro e segundo andares, das 4 horas em diante,
ou annuncie para ser procurado.
Pede-.-e ao S,. tenente coronel Manoel Joa-
quim do Rijgo e Albuquerque, o favor de vir ou
mandar rua do Gironel Suassuna n. 4, a nego-
cio que lhe diz re-peito.
* ADVOGADO
J BACHAREl.
[ Joao Gonzaga Bacellar j
VilUdo Caba 5
Wt RUA DUHUE DE CAXIAS If. Si,

Para haaiem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, pellica, lustre e
de duranue com biqueira, dos melhores
fabricaoles.
SAPATOES de he. erro, de corda vi j c de case-
' mira.
SxPATOS de lastre com sallo.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, ntios c jardins.
SAPATOS de tpele, charlo!, castor e de tranca
francezes e portngnezes.
Para xenhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores diferentes,
lisas, enieitedas e bordadas.
SAPATINHOS de phantsia com salto, braneos,
pretos e de cores dfferentes, bordado?.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e do tranca.
Para meninas.
BOTINAS prets, brancas e de cores dfferentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualdades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre c de cordavao.
ABOTINADOS e sapates de bezerro, de diversas
cualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleao e a Guiliicrma, perneras e
meias perneiras para homen e rucias perueiras
para meninos.
No armazem do vapor france, rua do Baro
da Victoria n. 7.
Mobilia de vi mes.
Caderras de balanco, de braco, de guerniedes,
sofs, jardineiras, mezas, conversadeiras e coslu-
reiras, tudo isto muito bom por seren fortes e
leves, e rs mais proprios movis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor franeer, rua do Baro
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito hons pianos fortes c
de elegantes modelo*, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejain : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel WelfT & C.: no
vapor francez, rua do Baro da Victoria, ou
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Pe-fumarias.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
infice, agua de or de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muilos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de dfferentes taa-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conheridis fabricantes Piver e Gou-
dray.
No armazem do vapor francez, rua do Barao
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilleras.
Artigos de diflferentes gostos e
phantnzias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jonvin, de fio de Escocia e de camurra.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gio.
Brincos a imiticao c botoes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de setla, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette. -.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Octilos de ac fino e de todas as guarnicocs.
Bengalas de luxo, caima, com castoes de mar-
fim.
Bengalias diversas cm grande sorttaento para
homens e menino?.
Chicolnhos de baleia e de muits qualdades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaraear c para
barba.
Ditos de marfim muito fino?, para limpar ca-
bera.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Garteirinhas de medreperola para dnteiro..
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campanillas de mot para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatcllas, de do-
min e outros muilos differentes jogninhos alle-
maes c francezes.
Malas, boiras e saceos de viagem de mar e ca-
mnhos de /erro.
Argolnmas de marfim para as eriancas morde-
rem, bom para os dentes.
Berros de vimes para embalar enancas.
Cestinhas de vimes pira braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
eriancas.
Venezianas transparentes para portas ejanellas.
Beverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vdros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para iUuminacdes de
fests.
BalSes aereostticos de papo! de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de peonas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes eom vidrilhos para mangas e lantenias.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos com pajsagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertmentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos (armnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muits artigos de quinquilha-
ria? difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brnquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desojar de todos
os brintnedos fabricados em differentes partes
da Gurepa para entreteniment das eriancas tudo
pre;mais resumidos que e possivel: no ar
ATTENCO.
I'ieeis fe tie iini.1 ama |Ura cosinharparaduar
pessoa- e conjjirr, f rraou escrava : a tratar no
pajeado Hospital a iiB,|irhpptrti se^ilnd andares
Attenco
i'.'i!,,::.u- se .: r ir:.i .-!,)! i i r.'as pura fora
por |ireC mais mu c.aiia do que cm onira qual-
quer paite : 'quem pri ii-.ir d.rija-i; ao sobrado
da na i-stmta do ii-Jrn n. :!".
Quen estar devndo!
Os abaixo assignados prerinein a seus devedores
que veiihain pagar eus debito* at o fim do pre-
sente mez, se n*o qnereai ver seus nomes ueste
Diario Como i o aai tam com a casa para pa-
gar, ainda na rua Augusta u. 258. Recife, 14
de julho de 1873.
Joaquim Pereira do Asevedo Ramos.
Joo BaptiMa Aive< da Silva
Aluga-se o sitio em llemlca n. 8 (Passagem da
Magdalena) a margen) do rio Caiubarihe, e passan-
do na frente os trillis dos lioirds, com casa e so-
tao de grandes commodos para numerosa familia,
precisando apenas de um pequeno concert; a
tratar ua rua do Apollo n. 36, segundo andar,
ou na ladeira do Varadouro, casa n. 22, em
Olinda._______________________________
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da rua Direlt n. 120 propria
para qualquer negoci > e moradia, tem gaz e agua
da companhia do Beberibe ; aiuga-sc com a ar-
macao que nella exi^tfi, ou sera ella conforme se
conveneionar com o pretndeme, a tratar rua
do Imperador n. 81.
-~ntax.il :.i.r~*
COMPRAS.
wm
Compra-se algumas casas lerreas ou sobra-
dos nesta eidade : a tratar na loja da rua Duque
de Caxias n. 44.
- Compra se Diarios de Pemambuco a 140
rs. a libra : na rua do Coronel Suassuua n. 1.
(ompra-se
urna casa terrea que ten a bons commodos par
familia, o bom quintal, no bairro da Boa-Vista, t
algum sitio prximo a linha dos bonds, ou da ma
cliaialiomlia : a Iratar na rua do Rangel ni 7,
1" ou 2 andar.
Compra-se
apolices peraes da divida publica : na rua Duque
de Caxias n. 87, loja. ________
- Compra-se o Joniol do Recife de 11 de no-
vembro de 1"6>, e os nmeros do Correi; do Re-
cife cm que vem os artigas eseriptos pelo Sr. Dr.
Joaquim de Aqaino Koaseca, a respeito dos nego-
cios da ecmpanbia Recife Drainage : quem os ti-
ver para vender procure o Dr. Lobo Mocoso.
Latas
Compmm-se latas de gaz vazias no armaz#m d,a
bolla amarella, na travessa da rua do Imperador.
VINMS.
Vende-se una halanca grande cim corren-
tes e urna dit pequea, e alguns pesos, assim co-
mo um registoe arandelas, ludo por commodo pre-
co : a tratar na rua de Mareilio Dias n. 69 pa-
daria.
Hotel d l'Univers.
Vende-se na ehanceUeria do consulado de Fran-
ja em Pemambuco, sabbado 19 de julho por adju-
diao voluntaria, no caso de otTerecimentos sutfi-
eientes, o estaheleciniento denominado -Hotel de
l'Univers-dependente da successao de A.Gassier.
Para infonnacoes e condieoes, os pretenden-
tes podem dirigireinse ao consulado de Franca
Aliento
Vende-se a taverna sit na travessa da rua das
Ciuzes n. 6, coia puucos fundos, propria para
principiante.
Vende-se
urna mobilia de aniarello em perfeito eslado
rua da'Roda-n. 17, primeiro andar.
na
Cidade da Escada.
Dora cm diante vender-seha carne verde dia-
riamente no acongue publico a 120 rs. a libra.
VENDE-SE
urna escrava perfeita engommadeira e com bs-
tanle pratica de cozinhar, com 25 a 30 annos de
idade : a tratar na rua do Coronel Suassuna, ou-
tr'ora Augusta, a. 182, casa terrea.
Vende-se
urna taverna nos Alagados rua de S. Miguel n.
68, propria para principiante : quem a pretender
dirija-se a mesma.
Vende-se na laja da i ua Duque de Caxias n.
18, sescenta e qualro taboas de amarelio, por
muito barato pFeco.
Vellas para carro
Na rua do Amorim n. 58, armazem de
Lebre A Reis, lia para vender, vellas para
carro, re 6 e 8 era maco, por prego com-
modo.
Hesperidina
mazem do vapor francez, rua do Barao da Vic-
toria, outr'ora rua Nova n. 7.
Cesnhas para tostara
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armicem do vapor franrez, rua do Barao da
Victoril (outr'ora Nava) n 7.
Oleados
baratos.
Oleados bonitas e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, rua do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Precsa-se de nm caixeiro para taverna, de
14 a 15 annos da idade, portuguez ou nacional:
na rua dos Guararapes n. 10.
Precisa-se de dons menino- para caLveiros de
12 a 14 annos : a tratar a roa do Imperador n. 81
Verdadeiro biler hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso irmos &
C, rua do Amorim n. 37
Vende-se cerca de urna terca parte do
sobrado de 3 andares e grande sotao, sito
rua da Imperatriz n. 53, na razo do fa-
voravel prego de a6:0005O0O, a dinheiro
ou a prazo : a tratar com o respectivo con-
senhor rua do Sol n. 21.
Lzinhas escossezas
Ultimo gosto a 280 rs.: s o 43 da rua do Quei-
inado, em frente a praeinha.
. O 43 em liquidacao.
Rua de Queinaade em frente a
praeinha.
Chitas finas, bonitos padroes, a 240 e 280 rs.
Cambraias de cores a 240 rs.
Poupelin< Cambraia transparente fina a 3|.
E outros muilos artigos, todos por metade de
seu valor para acabar: s o 43, rua do Queimado
em frente a praeinha._____________________
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavo vende finissimas cassas francezas do
cores cora os mais delicados padroes, por terem
um pequeno toque de avaria de agua doce, pele
barato preco do doze viotens o covado. pecliin-
cha : na loja do Pavo, rua da Imperatriz d
0.
Vende-se um boi manso e Caito no servico,
urna carraca em bom estado : quera pretender
dirija-se rua do Visconde de Goyanna, antiga rua
do Mondego, n. 72, taerna.
Cevada
chegada agora de Lisboa, ese vende por baratis-
simo proco : na rua Direita n.,30. _________
4o ri a libra
Vcnde-se a 40 ris" a libra de rame proprio
para cercar sitios, cm lugar de varas, nio ha
pala mais barato ; no armazem da bola amarella
na travessa da rua do Imperador.
Cobre, latao e chumbo
Compra-so cobre, latao e chumbo velho: n ar-
mazem da bola amanlla'na traveasa da roa do
Imperador.




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I
c
i*
DfeferdtfaHWfepor- /(^nta,-fijra 17^,^^.(10 W&m
T T
cono ave
Os lequns todtfs ^f laadrcprola/. Macos e de
cores e que. trazoip o disticoUNIO em Iteras
tambem do midreacrola rm alio relavo, tor-
nando-se por isio apropriados para uoivas, a NO-
VA ESPERANCA ra Duque do Caxias n. 63
(amiga, do Queiinado) quem os, lera.
Sao, Os. brincos, broclies, uieios aderis, cruae,
na Nova BspeLaufa, a, Qui*Uu
n.| W.
ser movidos a mi
,'por afea, yapor,
de patete, garantidas..... | oo animaos.
as machinas *pe?as de qafl se C08WDM>rerfs'r-
de
CW4?3|.
l< uMI)I( 10 DO BOWitAN
RA BO BRffl t
K^ECML ATTL^ AO NMEHO E LUGAR DE SUA FUNfcc4/|
vapores 8 rodas d'ama dos mais ,no;,erno8 j^etm*4*m ta
fiirmmsian,.;,.-i \ ***&*** maobos convenientes para as diversas
arcnmsianc,as dos seorea proprieurios- e pata descargar (toiS.
*-06HuaS do 6ftTlTifl de ,odos o8 tamaimrjsValjmelDorea que aqrji
D J t v"" exfslem. .m- m*f mimI
**3das utentadjfi para animaes' >?e **$<
Taixas (tefcrrt* fundido, batido e de cobre.
AhmbiqAeg o fundos de alambiques,
S^SMiSlttOS Pari mwdiocaeagodo,'.' PodendoModos
Bombas
Aosmenirips
iba de receba- um lindo aortiinentp de bo-
de muif* tprfM.141, vMl jirtellas as
das bonccas de borraba, assim tambem R
quena qnantidfda (WJipneca prelas que
apreciad*? JM? Vmr ntfifede.
n A^on Esperaba rnjr Ooqte <*> Caxfenth.
63J iScebU verdades cimento inglz,' prepara
pi |(h-a Ooneertat' prtretsm^ MM >i.
< Vestido perdido*
Mollas vezes um vestido torna-so intetmnmeK
feip, mente por estar 1113I enfila&V: a Hijva'E-
pera^aroft Cbjup de Caxias n. 6,, re*orcK
esteral; porque est bem provW* dos-meHIere?
ACIONAL
eratriz n. 72
Lourenco Fereira Alendes Guimares
saber:
. porqu,' esia uKn itovkw nosmuHWiit n~** *-&* **:*V r
"P'jf -- -i %!.,.. a __i- ,* mod|pia9 franjas -mfisBlcas, quepeh s*fl faftlC. ? DE
r3 QaaiQUPr COnfifftrff} WW.iAimna, apreoo w-feMIJMaVdeWs, nafcem>nvqnitud^.asfnd*. *'
IA elrS antes_que se aeabem:'
* Otilias d fon*/) temas met0,"3S > baratas existroiM oo met-
cado.
*.tlO')mUndaS lQCumbMe de aandar w gaalqoer' nachiuisvo voo-
IQM comnrM nr ;, ^ lade do8 c,enies' l8mbrando-4bea v^DUgem d fazerem
WpMta, ffl" Pe8Sa "5*fe r^i ijoalqaerMcestid.de pode
Mudos americanos e in8rnme,';,w'38rw-
-A RM DO BRI E 52
BM d borracha
Vendem-sede todos o famanhos rus Bnqne
GroNf- Viiuma.
ji
. 'A' este grande estabeleeimcnto tom che-
GRANDE REDCO El PRECOS
Alten^o. Attenco.
Na loja de Soares Leite Irmos, ru*do Baso 4
Victoria n. 28.
'..'ixa de linha com 'O ii .vellos, a 500 rs., dem idemlisa de ct^res, a- 280 rs.
Idena i lem de marca, a 200 rs. Kesma de papel pauU-do, a 29800, 4^009
Garrafa de agua florida verdadeira a 1C200 e 6CO0O.
Idemkananga do Japio, a 1200.
de CMiaau W, a.v SspeMjf."" ""*""{&$ p.m-bom sorimento de machinas para
Cabellos hnmCoe s tem qtim'c(**'
1 qW\
A JomEspern?s Tua Dbciuh da" Caxia d.
63, acaba- de rucebera verda^ewa tintura do Des-
das utoiaumeotena; Europa, cujas roacliiuas
sp garantidas por tim annor e teido um
porfeito artista para ensinar as mesmas, em
qjualqoer parte desta eidade, como bem as-
noo$ para tinpir: cabelkxs 0 le. se consegue m coeerta-las pelo lempo tambem d'um
(empregaofe*) com bhiK fachado, e por est mm s6m despendio al^ do Cftrnprador.
motivo, cabritos braveos so. tem queai quer.
Esionambh
Os cioturoe^de coik, propriMpura" sentwraS
tfO* recebeu a Nova Esferanca raa Duque de
Caxias n. 63, eslfia^rsim, senbora, esto ua, moa !
3e queris tep 011 preparar um ramalbete de
eherrosos cravos brancos para o vosso-casamenSo,
oa para outro li.11 apropriado, neesssario ir
Nova Esperanra i ra tkn\m de Carta-ir. 68,
que aiii encontrare^ os- raclbores porlrtonque!?
que se" pode desejar..
gm florida^ de Guislain7
dem divina, a 1?000 e 15H200.
Abotoaduras para cohete, de todos os
gostos, n 2'O rs.
Lamparillas gaz, dando, urna luz muito
boa, a 19000.
Duzia de pef;as de cordao imperial, a
380 rs.
Fraseo coro tfinieo oriental de Kemp, a
iyo< -.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 13000.
?. i?ia de liaralbos francezes' canto doura-
j;i00.
' i :i dem bert lisa, a 29400.
,' \fa de tinta roxa oxtra-tina, a 19000.
iva de botoes de osso pera cali;a,
rs.
', ;,: is 6, a 39500.
,a ( 's para denles, a 200 rs.
dem idem liso, ^96-00,395000 59000,
Caira de papel aanisade, bei?a dourada,
a 800 rs.
dem idem idem lisa, a 000 r*.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de cnvelope* forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia de talheres calve branco, B,, a
59000
Mago de fita cbineza, 800 rs.-
Extractos muito fines-e baratos.
Duzia de carros de linha, 200 rda9, a
700 rs.
Idem idem GO jardas^ a 320 rs.
Pita de velludo de todas as crese larga-
tjs.
idem idem de sarja idem idem.
Sabonetas Glycerino transparentes-,, a
!dem idem de pos chinez, muito bom, a 800 rs.
I rs. 1' 19000. Chapeos para senhoras e meninas,
le sabonets de amendoa, a 2J9500
itO.
mu* bo, a I, 19500 e 2^000

Caia de peonas l'erry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopcs tarjados, a 500 rs.
beques para senhoras, a 29000, 49000
a de sabooej '' aojinbo transpareu-. G9000.
t:. a 29200. '. ivros tiara notas, a 320.
dem idem com Odres, a 19500. Redes imfeitadas com titas, a 2400.
Duzia de colla borlados para ho- Duzia de collarinhos lisos para humem, a
m ... >o. o-pDOO.
Duzia depetji icas caracol branca, Lindas e elegantes caixinlias com perfa-
< DO rs. mes d<> aulor E. Cudray e Gell Frres, pro-
Ide 1 lisas as,a 200 rs. prias para presentes.
i.S
Nste estabelecimento toibeni ha pertongas
panra as mesmas machina*- c se supero qual-
quer peca qoe seja necesario. Estas-um-
chines trabalham com tod* a pcrfevjo de
nm odous pospontos, fran* e bord toda
qualquer costura pir fina que seja, seus
preco&sioda seguintequalir(ie; paro tr-
balo. a mao de 305000, 40900* 4590V
e 50^00, para- trabalhar cor o ^ ss de
809WOr 909000-,. 1009000, J109OOO;
1209000-v 130908, 150900; 2009009- a
2509000, emquanfO aos autores nao ha al-
terajo de precos. e-os compradbros'podcrso'
visitar qste- estabeleeimenlo, qtiemilo de-
wro goster pelo vadedade de cbjeclos que-
ha^sempre para vender, eomosejan: cadei-
rs> para viagem, mftttspnra viagem, cadei-
ras-fYa salas ditas dabalanco, ditas par
crinca (altas), ditos para escolas, costurei-
ras nquissimas-j.para senbora, despensaveis
Declara a seus refwz que tea resol
CilfAS A lGt20ft
Alnrde-sa cljtat francea
que de avaria, a 160 c 200 o Cbudo. jl
tas limpas a 240, 180 Htt-* Veo vade
CASCAS FRAiNCEZAS A 320 JRS.
Vende-eecassasfrancozasa 330-p.COrs.
o corado; *\ ^fTfrTV
LSINHAS A 200 KS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 3G0, AOO e 5*0 rs.-oewado.
ALPACAS A 400 ftt:
Vende-se alpacas para vestidt*i 400, 500,
040 e 800 rs. ocovado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-se coberta de chitas de cores, *J
1*600 e 29000. Ditas de pello a 19400. |
Coisas de cores a 1920, 2950Oe 45500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de>* de quadrtss a 800
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000,
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SATAS BRANCAS A 29000.
Venderse saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETSA50ORS.
Vende-se-bonets pretos de seda paraho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pel^o e
massa, a 29, 29500, 390OO e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pecas de madapolo enfestad
Drtos ingfezes
vidoJPro.nilaralyq.tfp
r pOwvel, a
DE BRINDE CORES A 19500.
cortes de brim de cores para
fjafu a J95i>0^2f000.
r^ ^INASA39000.
Vende-flf bolinas para-senhoras, a 39000 e
39500, a illas-ante que se aeabem.
ROl'PA FE1TA NAQONAL.
Vendo-ee camisas brancas, a 19600, 29,
295O0, 39000 e 49000.
?inirasde cas^awra aerares, t*,.89e.
79001).
Coletes de caoemira, a 29, 29500, 39 e
35000. Ditos ingtezes para os preces de
j 49, 45500, 59, 09000 e 79000.
para tazeros eabello&pre~>rcracSo dt preH50S. eos Comr;ra<]brespodero- algodao a 39500.
to& a visitar qste estabeleeimenlo, qtiemilode- Vende-se pegas de algodao, a-35500, i^9,
A aguia braira, ruv Duque' de Caxias B. 50- ?*** 80Slcr Pel variedade de cbjectos que- 9 W000.
acaba de reeeber nova remessada apreciavel agua wsempre para venden, como sejan: cadei- ujtt.iift.iitA jmw.
florida para-fazer os cabellos pretc*. O be re- ras- para viagem, mftftspnra viagera, cadei- Aende-se Mamante com 10 palmos de
sultado colhifli> por muw tem feito uso iessa ras-TsiVa salas: ditas dabalanco. ditas parar largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
nofTensiva preparacab a lem altamente concettoa- _, ,ii^,\ ^k*.a-Wrk. ^.(* motro
do, e por i*so- apena se las lom*rar a quemno- cnCa .(altos), ditas para escolas, costure!- metro s\BO^rtES *#} RS
vainente dada reriso e quena se aproveitar de ras nquissimas,. para senbora, despensavcis; JHWfWWBwwi_^w
sea utilidade. Tambem veio agaa de tonas e para*crioneas>.detodas as qualidades, camas, j Vende-se urna grande por^ao de sal>ene-
oleo florido para: o mesmo uso,-te acreditados de ferro para bomem enancas, capachos, 'tes inglezes, a200 rs. Ditos francezes cm
espclbos dourados para- saa; grandes e pe- jeheiro a 320 e 500 rs.
querios, apparethos de metal para eh, fa- Agua de colonia,[ 200, 320 e 500 rs. o
queiaos com cabo de metal c de marim, 'frasco para liquidar, e outros extractos
Voltas e-briiK^s-de grosss
aljofres de* cores.
A aguia branea, ra do Duque- dj Caxiac-n.
50,. recebeu novas e bonitas voltas- e brinco-
grossos ljofarcs do cores, e como semprc ccai-
ma a vende-las- por proco eommode-.
i ditosavulsos, eollierss de metal fino.isondiei- J muito barato.
de to los os taannos, com camisolas

s de cura de todos os t.imanhos, co;n camisolas o ricamente vestidas- cada.
' caixa, b necas le borracha o bolas de todos os t.manhos, candieiros a gaz,
m ddnra dourada e rosa,
c mu i tos objeck'S que se
i caixa, nonecas ne mrracna e Dotas ne totos os im
porcellana. espelhos de todos os Aalfcanhos com r
is ;',. rame, tnuldura^e estampas para quadros etc., etc.,
\ ::
longo mrnoi' liar.
A^
MCATRAO D! 6DT0T
LICOR CONCENTRADO E TITULADO
0 Sr Cuyot chegou a tirar ae alcatrSo a
sua acrimonia e o seu amargor insupporlavcis,
o que o lorna mais soluvel. Aproveitando essa
feliz de>coberla, elle prepara um licor con-
centrado dealcalro, o qual, sob um pequeo
Wlutne, contem urna grande proporflo de
principios activos.
0 Aicairo de tuoi (Goudron de
Guyol) possue por consequencia todas asvnn-
tagens da agua de alcatro ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deilar d'elle urna
colher de caf n'um copo d'agua para obter
logo um cepo de excellenle agua da alcatro
sem gosto desagradavel. Cada qujd pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
ca!r3o quairlo d'ella precisa, o que oVrece
economa de lempo, facilidade de transporte
e evita o manejo (5o desagradavel do alcatrSo.
0 AlcairAo de Gayo* substitue com
vantagem muilas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronctites,
tosses, catarrhos.
0 AlcatrAo de tujo empregado com o maior xito as molestias seguintea -.
EM BEBIDA. l'ina colher de cafe" para um copo d'agiia ou duas colhertt de
sopa para urna garufa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITA^XO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
Efl FOHENTAQOES. Licor puro ou com umpouctoVagen
AFFECCES DA PELLE
COMICHOES
MOLESTIA DO COURO CABELLUDO
El ITUECCOES. UmaparUdelitr*quatrod'agmbmcmai*M&mnu*q*Ml)i
FLUXOf, ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO OA BEXIGA

O Alcatrito de Gayot fox experimentado com um verdadeiro xito no
pr'mpaes hospitaet de Franca, da Blgica e da Espanha. Foi reconhecido
que, para os lempos de calor, elle constitae a bebida a mais hygienica, e so-
bretudo durante os lempos de epidemia. Urna intruccao accompanha cada vidro.
epoalto geral em eut, A. FUERE, lt, rae Jaco
Rio Jakzuu, ttTponchellei Chevolet. I ahashao, Ferrelra et C.
Pkh>ab>, P. Haaret- et C". Puotai, Aaielro Lalvaa,
Haba, IMH P, I, IiK>, FalCO Bta*A
Ovbo-Pbito, Candido WelleMM I Poaro aumi, FraaeUea loa* Bello,
---------------,-----_ ------- .,.fc..,.^.
^iros par* sala,, jarros, guarda-comidas do l
' ? aratfoj tampas para cobrir- pratos, esteiras '
i para forrar salas, lavatorios completos, ditos
NqVOS diademas doiiradbS- d mp1*. objeetca-para toilette, e outros mui-
, | tos aitigos que muito devenagradar a todos
QQlfl pefraSi. que visitarem este grande estabeleeimenlo
\ aguia brama) -roa do Etique ic Cais*m. qu''se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
so, recebeu novo sortlmento .aenilos disfie- ati
mas domados e con pedra, tanto para me&laa-.
como para senhora?.
Collec.QoeS' de trabados n
normas para esererer-se..
A aguia brani-v. ra f)iiqu-(le CaKias n. 50,
recebeu nova* cellee^tBi ou narmas pa-ra as ei-iaa-
(88 aprendemn i esrever por si-mesmo, hoja Ito
Hsadas as aula? o eotle^ios; e-Tomosempr&vea-
d-a9 por proio ooinmodo.
Meias cni as finas para meni-
nas e senhoras
AJnja d'.-igusa branca, mi Pntf
Tahtots de casemira, a V9, 69 e 89000.
Sroofas a'liJe 19600,
BRIM DLfeORES Jt 41 RS.
Vende-se brim de tpdas as cores a 440
ps. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A Df IA.
Vende* a duzia de lencos brancos, a
29000. Ditos cora borrasde-eores a 39000
ltes d(j InIio a 5^000.
TOALHAfA 800 S:
Vande-se toalhas paca rosto, a 800 rs. e
15000.
GRAVATAS DE SEDA I'RETA A 00 RS.
Vende-so gfavalas de seda p*eta, a 500
rs. cada unta.
CHITAS tfARA COBERTA A 280 RS.
Vende-sa tinta para tobertl, a 280 e 320
rs. e covaao.
bonets pauhhiU 15500.
Vctde-se bonetes par* meninos, a 195C0.
r.SPARTW.110 PARA SNH6RA A 35500.
Vndese espartilhos- para senhora, a
39>d0.
PS&TKS A 320 RS.
Vende-se pentosde nsar, a 2i0, 320 e
400 rs.
PO'S DE AIVROZ A 240 RS.
Vende-se ps de arroz em caixa, a 246
rs., para liquidar.
ESPKLHOS" A 240 RS.
Vende>e espolbos dodiversos lmannos.
a240e 320 rs.
TESOTJRAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos,
a 320 e 500 rs., para liquidar, e outros
muitos artigos que se vende barato para li-
quidado defaetnras.
at as 9 horas da nortea'
Rm, do Barao da Victorm n.
22. _________
SHERRY KINA I
(VINHO DE OUNOL'INA HYOIENH'.O
PRF.SAHADO COM OS MF.I.1IORES V1NI10SD IIES- f
TNICO E FEBRFUGO
IKMIADO POR LA ACADEMIA DE MCRKU.Vt,
Bedalha
B>E PARS
PAfillA DA FIRMA
EALVAIRJLCLA. G. C DESEVILHA

fi# de f,x.ihs
n. 30, receben rovo soritento daqtenas lio pro-
curadas mcias f ras par entwra, viudo igoal-
i ate para meninas, o conticia a vendo-Lis por
precos coniinotos.
Veos ou inantinbas pretas.
A loja da agaia branca, nu.tVDut|oe de Ca-
xias n. 50, rscebeu bonitos ^os ou roiaatinhi"
pret&s de seda, com flores, -e outras a imk&cao de
cpoch4,e verxJo-as-pelos baratea presos de 33,
Vi e oaOOO. A fazenda boa e estem perfoito
estado, pelo fo
Perfeita novidad.
Grampos com horboletis, bezouros e gafa-
nhntos douredos o colorulos.
A loja da guia branca, ra do Dpque da
i-Caxias n. SO, recebeu novos grampos cora bor/-
boletas, bezouros e pafanhoto?," o que-ifle certo
perfeita novid de. A quann/ade puena, e
por isso em breve se acabam,
Novas gollinhas oreadas com
peluda ou araiinho
A toja d'apuia brafica n a Divine de Caxias
- ."0, receben nina peouena f-iiaiitida s o novas gollinhas, trahalho do la e seda, en-
neitadas com arminhs, obras estas de msito gosto
e inleiramentc nova^r"
Grampos, Sneos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, receben novanicnte bonitos gtam-
pos, brincos o rozetas doueadi ; assin como,
novos diadema. Je 4irot e toiMAdcmprc conti-
na a vendados por,precQ razoavei?
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da' Aguia Rranea na do Du-
que do Caxias n. 50.
Luvas do pellica prctas e de
outras -cores.
A loja da Aguia tiranta, ra'Duque de Ca-
xias n. 30, recebeit hovp sorliraeto de luvas de
pelin-a, pretas-e deourras cores.
-MNKCKDOn DA' SUA MACKSTAB. A BAVHA
DHKSPAMIA.
POR
THOMMERET GLIS
IMhopiu accieiico
EX-INTERNO DOS IIOSPITAF.S DF. MMS
O SHERRl-fclNA o vinho de Quinquina ;
qae hojo preferem a maior parte dos medi-f.
ci do hospihies, dos lentes da (acaldado e
dos membros da academia de medicina. I
Tem esta prcei^encia a sua oxplicacao niste
que offerece todas as garantas q.we debalde-{
so procuran) nos productos desso genero etts]
que MUITAS VEZES SF. SAC1UFICAM AS QLAI.IIA-^
DES TAO ESS:.X01AES Qt* !>0 VWHO, QflBR
DO QunotiNA. (as Vzts do rabes) aos lu-
caos da ESPEKULAf.AO (Ver Guia das Aguas'
Mneme* Do Dr. CONSTANT1N JAMS,I
7.a edico.
NICO DEPOSITO
NA
PHAaUACIAEDROGABIA
BARTHOLOIED & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
Ovo.
auiNA
IWsItMMd
Premio
10,000 F
10
ELIXIR TNICO, pf.rkii LGO, FORTIFICANTE B REPARADOR
nperUr lakM e xaraaea de Ouin..
.rapea ale Quina.
Operimentada com pleno auccesso noa hospitJea, a QtA Uroche (ou Eximio completo
de Quina) urna preparaco excepcional, por ser privada do amargo da Quina. Agrada por
consegrante as pessoas as maia intolerantes e aos paladares os mais delicados, pois nem
mulo doce nem muilo viscosa, .sendo-de urna limpidez constante. Emprega-se com muito
proveito nos casos de gatlralgia, dyspepcia, nevratgia, anemia, marasmo, cacheas,
magra*, fattio sem causa apparene, convaUscencas demoradas, chtorose e escrophulas.
E.0 BSPCiriCO DAS MOLESTIAS FEBRIS.
QUINA LROCHE FERRUGINOSA tu pauz,
Rcunindo todas u propriedades do feno-st da Quim. 15, ru Drouot.

J\JMiXj 1V>AJ ,
Cobertas df chitaadamasuda x 30,
Leneoesdi .ramahtea 2.
Ditos de a >d30 de duas larguras.a i200.
.Cobertores, j lcscuros.a S.
Colchas a.'. unascadaS^ vi. ? t
Toalhas alcucboaflas a flj a dtta.
Na ra do Cre po n. *>, loja de Gnilherme &
Cmptnoia. .
Grostapte .
Orosdenaplepetoa liSOO-o covado.
Dito preto d co'rdacm'2-W ft 2gi00.
S na ra do Crespo n SO,.hija de Quilherme a\
Conipanhia.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM 1DDRET0 DE FERRO INSLTEBSVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA E MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propiedades do iodo e do naso, ellas conven especialmente as Amc-
COes escbofdlosai, a Tsica no principio, a fr/ifurza de tcmperammto e tambem nos casos
ae i'alta de cR,AMEaonuHEA, em que necessario rsagir sobre o samcue seja para lie
restituir a sua riqueza e abundancia norataes, ou para provocar e regular 0 seu curso perio-
N. B. 0 lodurtto de ferro Impuro ou attrrao un inedicjiitnto Inflel. -
Irritante. Como prora de pureza e autlicnlicidade rilulaa de Ulancui-d, deve-se exigir noiso lio dopruta rnae-.
tla e nossa flrmu, aqu reproduzca, que se acha na parte inferlc
de um roalo verde. Deve-se deseouii
Acho-ce en Itdu aa pbarmuriun
ar das ra|slflca(5es.
I'harmaceutic, ru Bonaparte,
Pmris.
Sf rival
RA DO CRE- l'O N 30.
Acabou de reeeber um soriiroealo decaraUfaias
da cores o que ha de mais novklade e vend-sc a
280 rs. o cuvado, aa luja do litSiermc & C.
litlziiilm* cscoswcMKtiN a 940 e
*. rs. o eovntlo
20.--Ra do Cresph n.20.
Lazinhas escossezas, jiadmes nteiranicntc novos,
peki diminuto preco d 280-rs. o covado.
DiYas'tle quaJro? mindinlio? a !40 rs. o covado.
E,'pecbjacho, e do-se amostras.n loja
de
(uilliecnie A <'.
ID
rj%ns>
nmffliK
Chitas.
CutLjs luxa.- coli pequeo
1 C-espp 11. 20,
- v
[cito a SCO e 240 :
Guherme iC.


aM
rharmacia de P. Maurer &CT-
Cretone, lindos padrdci, a 4M| re( o oovado.
^oja^d^Guhame
Materials. '
para veader-sc .f&ir, coramodo preo,
ria proisa, Jitu de dita batida, ili-
^tcl^s, quios se maudapor
tj^kr : a. var e irajar Ja olaria da
de GiiyaoiAjL aiitia do Moodego
ras de
ia pern
; np armua#m do
anar
v
-V
igriK'. do Parca
>n*etfuid(C
sfi} $s.fm
brpnc,
com- o
Cpraeartht *___ "'*y^:"""3 '>
-^Vende-se uiaai c li\a a ri;\ das Salina* ^hotoirMu &f.
enllanto Amaro, af-unla. du ^emiterio inglez. ----5*-----*-
prorana aende parant W Wmus, feita a moderna; II
^ifi ^MaWmjpj r
tcaniectto para^
s aspira toiros,
na. etc.,
roioj^do) "noj

DO DlRDEtR
Preparado pof H. BZIER, Phr da Eschola de Pariz.
O VIMUO CErUHAl'IVO D> BOITTOR DEX.OR ao meso I
t.'mpo 0,111; u^nlica o sanuic itunja oiaueira cnetjica uao *1|)fc/ a e
cunsi'naasualJiiitidadcprfmiliva.. ^^"^ |
Tal e o resumo iloj nnuicromt allesloilo' rniTererados ao Dzm!,->- DRLOR
dojio (U exiwrtenclis Wl;,s |K-los principacs Mediis de rYj*'' *1 Iha,"1
' 'ieuianUu c da li.lgic*. j
inrattrd ito \)- DIStR o th^k-o pTf)'hre<,qe, nns
5OO [nklitos pi'lUCipjoS li>.i-t>iiloaw|irt qajtyt-n. pvAjJ
. ;-r 1 atu.: foii.a c a sua i-inisflfi^pjpijjjv'a^ |
ottlttlV aprcssarA -w ite itplicar Xa arepa
O Viiilo'DepiH-aiirorio '" '"'' 0" '":tnl>Tf>inVltMTlrit|iir i.lilt iaa||liili'
oV[idfWa!, (TO%al i.K^peiVAH,, cvtH^, i' ^qnml'u aRaAidtiniilflta^ [
oiniujn o-cuj ij'PlJ O S miii Orpuraliro da U eiapic ;ado cwfn 'rxiloriraas Sservidat,
.'.' :.., WlvA..v>|Mr
rgiacl**4rg^ijpa daBett;
uja.|'irai}lo HQsariu ru 3 '
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ferio de Prkattibiri) KJltit^eiTa *
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s
7
1
____

A Pmfiteda,
no empenho tc'bi servir aos seus freguezes
ao pubaeo em'geMl tem precWdo prover-so dv
ie lia jkrmrfbor a da ultima tnoda nos merca-
:, IMAOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Barao da Victoria ii. 28
As mais simples, as mais.baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Paris, em 18G7, foi concedido a
Klias' Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
cao da LegiSo de.lloara, por seram as machinas mais per.
feitasdo- mundo.
Amodalha do ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
tostados-Unidos por ser o inventor da machina de
.tura. i ; |
eos-
A
A medalha de ouro na eiposico de Londres acreditam
estas machinas.
9OS00O
'.ihe-nos o dever. de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Jova- j
York, estabeleceu nesta cidade ra do Barao da Victoria ri. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeieao de seu trabalho,,
empregando urna agnlha mais curta cOm a mesma quadadedelinhaquequalqusr outra',
e pela introduceao dos mais apcrfeicotfdos apparclhos, estamos actualmente habilitados a
oferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova ncontestarei, a
ciromnstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mi.
Segunda.Contom o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Tcrceira.Ha nellas menor frieco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra fcito mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os (ios, o que se nao consegu
nas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravesando o fio de um i outro lado,
e logo em seguida, sem moditicai^so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O comprensor levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
LO JA
-Ra do GabugN. 2 A
DE
BARRAS ni.H
Achando-se completamente reformado este estabeleriimenio, e
tendo os seus propritarios Yeito urna Importante acquisico de
joias asmis modernas' vindas-ao merfcad.e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer i/ma visita ao seu es-
tabelccimento, afim de apreciar
proco razoave.
e comprar tima joia do gosto por
(13-
raerar guns d'imtre es, coiao sejarn :
ALBU>S, es maii ricos i
.A
r ??
ti
a
Ra do Mrquez de Olinda 56 a
(o!i(r'(ri rua da i 'adela)
LIMA DE MACHIMAS
Sondo este uitigo estabelccimento assaz conrret'idr como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e boos sortinterrtos edirf-que' se'iprc pTloif em'ter das
i melhores, mais acreditadas e verdadeiras machina* anierfrniin para alo-
desde 10 A fio sorras, e havenddtem IWWS os taiWHos inVrsifMl
Machinas outrora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram: "7"' 3* .0U se,r"s' bavonao *m to'Jrts os 'f.mmhos .ikorsidiiles de syste-
Oitava.Muhas contpanhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e jan
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram I ?
mudabas radies para podercm substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe e m.e horamentos< para porfolio e rbido dcscaror;ame..(<. ; rbrh-se dignas de
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem .constantemente .mSJ apreciadas pelos Srs. agrteultores; os -ipi.ies. Herft disto, -montraro
augmentado o seu fabrico, e hoje ne atiende a procura, posto que faca C00 machinas J^^w'a =
de 2'2 0 3.
por dia.
Cada machina acompanha hvretos com instruccoes em portuguez.
A 90?>000 A 90^000
LEITE, IRMAOS
A1
do Barao da Victoria n. 2 8.
BAZAR DA IDA DIREITA
H0.lt
M1RGUJ0 DAS N.
PORES LOCOMOviis, de forra
'i 0 3*i cavallos cora todos pelongas
precisos para trabalharem i machinas para
algodo, ou para outro qualquer mistor.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea o lade:-
Jra.
Carros de mo para atierros,
Tinas de madeiras.
Baldes de "dita.
Ditos de ferro estanhado.
Hitos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras,
Apporelhos para jardas.
Ciuards-comidas.
lampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
M.

Toni'w ,f(i ffu\\ |;fUs (,i;i-.
'Cortantes para ;n;j^rr /ftalMf
OyllrVdrfjs \ithciit ai!..> pare, j.ai.uias.
'Pttengs:h\"iilso pnia ni.iclrinas.
Salitre reiiado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabrican:.', pata mi-
liio e caf.
Debuihadores pata miltio.
Azon'dc spermacetc ]iara machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Camos de ferro esmaltados.
Ditos de'ditb estnlialo.
Dtds de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Este estabelecimento sempre solicito em oflereccra eoncurrcncia do irspc,i\r, ,u-
blico um completo sortimeuto de miudezas, calcado francez. chapeos e qninquilbari/w
prego os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigr.s de pro-
pria encommenda da Europa e America, vem dar oublitidade dealguns artigos por cuios
pregos bem se pode avahar os pregos de outros mitos que se tornara enfadonho pu-
blicar. r
.MILDEZAS. MIUDEZAS.
I a pira bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2#50O.
ibra po 55500. Botos de setim pretos e de cores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs- e 1*000 aduzia.
xilina com 4 papis a 00 rs., 240 -e. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita de vellu'1 com lindos co- 8uras a l00Oe 1J>400 o metro,
races fingindo maareperola, a 500 rs. I)itas t'e cores epretas a 800 rs. e 1?>000 o
V'oltas para o pescogo, fingindo camafeu, metro.
ompanhadas com i par de brincos seme- Cales pretos de seda, de muito gosto de
'irrite, tudo por 2&500. 800 rs. a 1-3000 o metro.
eraminados.
Emlim muitos outros artigos, que svista e ueste eslaBeteomodroonU >f o
ailrtc
____:^_
'Lfi_____iW>M_________L_....._
Linha brama do 200 jardas em carrrteis,
propria para custah de machina, a 800 rs.
a duzia.
MWJ de dita de Alexandre,
gosto do freguez, a l#f00 a duzia.
FHndemas dourados de l500a 30000.
litios de tartaruga com flores a 2f000.
Ditos com.borboletos a f9500.
Brincos encarnados 1 par por 800 rs.
Hitos de plaqut de 500 rs. a 2?000.
i'itosdourados, duzia de paree, a i?>500
e -i-^OOO.
V'oltas de aljofares com brincos, a 2*500.
Ditas de ditos com coracoes a 1*000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a i* e 1*500 o pnr.
(ravatas de seda para senhoras de 1*200
a -2*000.
Par uros com 2 lagos para cabeca e peito
a 3* e 4*000.
Entremeios e babadinhos bordados de 360
rs. a 2*400 a pega.
Gatees de seda brancos e de cores, de
1*500 a 2*500 a pega.
' Ditos de algodo e seda, de 1* a 1*400
a pe?a.
Ditos de algodSo, a 100 e 500 rs.;a peco,
Tiancinhas de cores, a 100 e 500 rs, i
peca.
Loques de marfim a 5* e 8*000.
Ditos de sndalo a 4*500.
Ditos de madeira imitando, a 2*000.
Ditos de papellesa 1*800.
Coques para senhqra,- 4 3*, 3?f00 e 4*1
Aderegos fnujindo coral, con pondo-se e
alfi.nete c brincos por 2*000.
'ito dito pretos por 2*I}0O.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senbora, a
4*5'00 o par.
nuraeraco a ; Wtas_ ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 5*000.
Dita* pretas enfaitadas, ultima moda, a
6*000.
Ditas dita de cores, canno alio, enfeitadas.
a 5*500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
3* e 4*000.
Completo sortimento de calgado de case-
mir, Chaflt, tapete e tranga, mais barato
10 */ do queem outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 11*000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 16*000.
Completo sortimento de chapeosmhos para
meninas e senhoras, de 2*800 a 5*000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 16*000.
Ditos (Hto de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 5*500.
Ditos dito de seda para"senhora, cabo de
madeira, a 6*000.
Ditas dito cabo de marfim a 4*000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadina para wstidos, fazenda da-ultir
ma moda, com listras da seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para eadeiras, a 1*800
e 2*000 cada nm.
Ditos para sof, a 3*e 4*000. .
Toalhas de Unho para rosto, a 1*900 cada
una.
annarciii de Imhm f/ifm M\mk M
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomeeeia de forgade 2 a 4 cavallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
baquetas para cobrtos de earros.
Solas de lustro para1 guarda lama,
ontas de lanea--para carro.
tJlu'cotes para carro.
Gal5es largo e estreito tn earro.
iTcgos com ereca deimarfim, idem.
--------------------------^-~j-(- ..---------,_:--------,__________
Mi
Em seus armazens rua do-'Anwfflm
n. 37 e caes do Apotto n. *7,
tem para vender por pregos commodos
Tijolos encarnados sextavos para raflYillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland. ..,
Cimento Uvdraulicc.
Machinas ae descarogar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Rnssia em barril.
Phospboros de era.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafDcs.
Lentilhas em garrafSes.
Rhnm da aJmaica.
Viaho do Porte velho engarra/ado.
Vinho.do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinlio de Sthern'.
Vinho da Madeira
Potes com linguas e dobradas '"glnnnt
Licores linos sortidos. ,
Cognac Gaulhi- Frferes.
Latas de touahO'lfllei. < i
Bar s com rypolbo oa sabnour
Merino preto e de coras.
Cpellas o mantas i'noh-a.'
Ricos cortes de sedi de edrs.
Vistuarios pasa hiptimiofc i
Chapeos para Uptisadoa.
Cplxas de seda para nenvas.
Ditas d l.
Toalhas bordadas de caflftrafe;'*niiilw-#lra
baptisado, com dous erofakmaf. u> n ',
I Joaqun Jos Gonc^alves
.] Beltro & Filhos
i Teem para veadfr n.o sau escriptono rua do
ConrraerCio n. o, o'seguate :
i AGURDENTE ^'Hajftt -*mA)< tS grraas:
AUCOS da pao.para tarnl.
CAL ueLisboa, recej i emente ehegada. i
CHAPEOS de sol, para h'mem'e se'nhcra, callo
"e-ttirkk1 e'oSso.
9FXVES defeivei.ipnm (toa:
f M) de algodo da tehia, da fabrica do coiimen-
mendador Pedrojo.
LBiHX'de ro'riz. !
OrttASdeftilhet.
PANNO do jUgoflo da' DMir/fa abrioa dd' coa-'
aieodador Peirozo.
RETROZ de todas as qaalidades, das fabricas 'de
Peres e Eduardo llilito.
KtIAS prprias fiara "bmiea.
SALSA* AHHIUMt-dointt!
-BLAS de ewadei todos oataraabtow..
> on^arra^du do Porta, caixas de 12 gar-
tJsriaW'trilotirt; rWri'fdfem.
SrtabH- ffcatMB-p te'!'* furite:
daj itoa engarrafadoi Mas da 6 gar-
l :
_ elte
rntrnide^ com, capas de madreperla,
^^^ tartaruga, marSm, velludo e cliagrin.
ADEREMOS pretos e vollas'nropria's para luto ;
asHra c.nio, umT)driitb sortimento de
ditos d*plaqu, obra una o milito bem
acabada.
BOTES para pnhos, o que fe pode desojar de
melhor em plagu,, tartaruga, madito-
perola.'mVirnm'e ossa.
BOLgAS de veUod, seda, palfla e ehagrin,
ha de mais moderno e I ndas.
BICOS de seda e de algodo, lauto branco como
preto, de variados desenlias
CASSOLETAS pretas de metal e de madrope-
rola.
GAI'XLVHAS para costura, muilo ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imftacSo, o que pode haver'dc mais
bonito e bem' gosto.
DEADEMAS, neste gnero a Predilecta apre
sema um grande e lindo sortirneirto
capaz de satistazer os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigente
que seja.
PORT-UOUQl'ET 'aemadreperela, marfim e osso,
este um objecio indispensavel s se-
nliuras do boa tom, afim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as'lavas, ou' mancha-
riiii a.- (Meadas maos.
PENTES do tartaruga, de mailim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sorlimeuto de perfumarlas de fino
odor dos ma.s afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Coa-
iliay, Gosnes c Riinel, que ncum-
Hdo da scolha dos aromas mais fcem
aceitos pela sociedade elegante da
Europa, e por laulo, acliam-se ua
possibidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar ama lm-
menndade deartig>s, alim de nao mas-
sar ao$ leitores e su pede a benevo-
lencia dj respeitavel publico em di-
rigir-se rua do abug n. 1 A, pa-
ra cot vencer-se aunde pode comprar
o qte Inin e barato, assua eomo:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e aurgurao
se'la
IME.NSVETT03. Ricos vestimentos para meninos,
por bar.itissimo prejo.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello jortimento ae flores ao alcance
de qualquer bol .a anda que nao es-
teja bem reptela de dinheiro.
FITAS. R'i bem sabido du publico que s na
Predilecta qne podeni encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafel, velludo, luho e de algodo, por
commodo p.eea.
GRAMPOS de tartaruga, ImitacSo destes, pre-
tos e de cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonita
GBAVATAS de seda e de cambraia para senbora,
laeos e golinhas de bonitas cores, tain-
beiu tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para hornero.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para rnalos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodo, pa-
ra seuhora; meninas etiomem.
LEQUES. Ricos leqnes de madrepemla, tartaruga,
marlim e de sso, os mais modernos e
, por barato prego.
LUVAS de pellica, do seda e de algodo, para
homem e senhora.
LIVROS para missa a Predilecta"apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madrcperola, tartaruga, marfim, osso,
velludo e chagrn, por precos mni
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, rua do Cabug* n. 1 A, acaba
de rereber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phantazia,
saias bordadas, ditas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, qne udo vende
por barato preco.
Armazom do fumo
Rua da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazcm
i ua da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com-
pleto sortimento de fumoem fardos de patente I
V c 3.' sortes, dos melhores fabricantes da Dahia,
e bem assim a flor de todos os fumos de corda
em rolos, pacotes, latas grandes e pequeas, tam-
bem dos mui acreditados fabricantes Torres &
Aojo, Lizaur, Adolpho Schmdt 4 C, Lizaur
Schmidt & C, Veigas Araujo, Trindade 4 Are-
lar, Teixeira Pinto k Portella (garantido pelos
mesnios) e de outros ainde nao conhecidos pelo
publico dcsta capital. Oannuntante declara que
todo fumo que for vendido em saa casa ser pelo
seu juste valor, e qne quando garantir a respecti-
va qualidade, ser sincero, mui particularmente
com as pessoas que pouco entendam da materia ;
pois para bem servir a todos, lem o annunciantc
a ionga pratica de ti .frmos dete dommefcio.
VEGETSES
II R I HTO L
Cbs befes sadios e ses
lima digesto vigorosa,
Um exoull.-iite oppelite,
sao alguna dos benefuios }e se podem de-
rivar, fazendo se um uso regular i;.s
Pilulas vegeiaen fie Ui-;<.;l.
Urna cura certa e elflcaz dios iutestiuos,
Um remedio adiira.vel para Lm tnico poderoso para ueslomflgo,
Sao as inapreciaveis qualidaUK iiiodicas
que se podem encontror, usndose tas
Punjas vegetae d- B5r>to3.
Uma/nediciiiaqu': np pra!\:./. das nem
clicas.
Um purgante que nao debilita neia in-
fraquece.
Um laxante que ao causa a i.weor
nausea.
,
Formam urna das multas virtudes que
possuem a s
Pilulaw vc^etues de Stritol.
Um medicamento suave o favoruvul para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos descrrainV do
systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regularidades.
Sao os effoilos sem falta, reinita utos-do
uso e emprego dus
1'ilnIoH ve^etttCM de Elristol.
Una complejo clara, alva e transparente,
Uina pelle macia edelic.ijlao.um
Hlito doce c agrada vil.
Sao os resultados carise iilailheis, iic-
pois de stt
haver tomado algumas dses d&te
melhor dos
Remedios as '
i'iliilu* vegeiacs de ESe-.,1c!.
Em todos os casos de molestias i'urna na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou syphibtica ;
ou quanilo a massa do sanguo se baja tor-
nado turva ou viciada pelo uso de ferro,
mercurio, ou por outra qualquer substancia
mineral a
*ulu|turrilliitde V *toI.
dever si.t usada.de coirjuucto com as ptu-
las, c assim obrando-se, em restricta con-
formidade com as direc^es inscriptas no
envolto; os doentes podem i car cortos qur,
urna vez usada conjiinciaincnu'! urna com a
outra, nenhuma enfermidade ou molestia,
por rnais severa ou arraigada que se >che,
nao poder resistir ao combinado poder se-
cretorio e sanitario destes dous

ItRMPiltR?^.
Amb*is estas medicinas acliam-se w.
em tofas as pnneipnes boticas e
lojas de drogas.
Ach i-se a venda m todas as boticas.
H. Forster & 0.
______________AC.UNTES. ____
Tem sido apretanlada ao|ioi;:i
Durante o empaco
he
i 0 A N N O S.
DE
RBISTOL
>' laja eje Paso, na Prieiid Mma anu-
amente Crespo, 11. 7 A.

Me raes, vende-se o segMitMe :
Gaf do Rtq'de Janeiro.
Cimento- fa> Portland'.
tatoinhspv^parflda.. .
'uwtiwaKiwla,
<*Wrde l*hsr;a;
ouro d lustre.
Beierros.
Chumbo de muni<;o.
ftomma-laca, supqmor qu^^dar
Cadeiras hambujrguezas.
Dtas de bfftaiic^.
Ditas para crianzas.
Vende-ie urna islsejaa neai
Ijacioi pwTineiaJ, en^4}emaf^ w
Muito btttto
p*a'io(Ia*w-: Jrair'at
^j I |i i'l1|i|iKii.iitj,
, ,
i*tntagr-
e utilares superior, em inqo
c^ caixas,de lgaf.
tia&eVro*
itrasi'^Mar"
alas
lx' ga-
10JA DO PASSO
Rua Prmeiro de Mareo
n. 7 A,
btr"ra do t'respp.
Os propritarios actualmente deste importante
MfckboletfimfeRro, tendo procedido a nnm 'completa
reforma dm precitado estabelecimento, e conscids
de ser elle um dos mais bem sortidos principal-
mente-em ariigos do moda e alia novidade, pcdedi
a lespeitvel publico e en particular aos seds
numerosos freguez* a bdfiade de continuare a
depositar em stta confianeaj garantindo srem brt
servidos e por preces nimiamente baratoe. Ve-
nham pois todos comprar novas e lindas fazen-
das, de cujas damos uiiv peqdeflo resumo para
crac k vsta-delle' possam apreciar.
VeHodo preto, selfm maco preto e branco, gor-
gurao de seda, grosaenaple preto e de lindas Co-
.res, la com lislris de. sed3, cambraiA maripoza,
jlansok de indos pd'rSes, carnizas bedafla para
hdtwn, tmirioS para crismas, harjos para
aptieadea, manas braaielraa.iraelaadeoftWs pa-
lia i hornero e meninos, ohapes de in> de marfim
e seda, nro ae-.t .u^. ^m,u.a.m^,m.
ftqi do Pssa, ma- PVt-

Gaiavelios,,idB idem.
WkKle et^iojpihitt^ <.aa) d
fft(s, caSmffas; etc.
nllr> de1 UMHj't. 7 A,
. fietim aae de dores.
: ,
|$ty mivBitiade
"-.
110] i
'Ai
-*44
Biofcas liamhnrjteeis na_rua do Mrquez de olijdn ai'Jk,. i trera rua ai.:

.'Ittito
% ExMllente i
das Carvalha
cae.
m
UHMM
Amaro, Me ,1 grnnhi obraaol w i
nena, em aue reside actualmente o '
fice, o qaal torna se recogii
lacripaptjwlfari
6' I
p'pwa informa1
*
inhfadn-.ai<.i4iitD'ina iMp
m
^frR^jiP^ senhora.
u cs'borda'dbs nafas-
chio < Se uoieanpprnvatia pelan'oademias d
Kanc*a, tem apparecido atd boje. DepirisMi pata-
|M M drCadrilh do. JUpite, hoje Mar-
iWdeOhda, t^*f k andaty ..etn
.as boticas o isas de raneMei-
rfeiro
im

BtflS DE HAIBURGO
b mais rtcentes a melhores.
Vendotn-senapharmaoia edrogaria de Bai-
tholomeu d C, rua Larga dosario o Rn. 84
CURA OS CASOS MAIS DEStSI'ERAPOS !
A SAFSAPAIUUUIA DE BRKTOL puri-
fica a massa do sangue, cxpelle jiara fra
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecoes, d vitahdade e
energa a todos os orgos e d torca e vi-
gor ao systema afim de poder melhor resis-
tir a todo* os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitucional. Elle
nunca distroe alim de poder curar ; porem
constantemente assisk a nalitreza. Portanto
em todas as doenas coistiluciomies e em to-
das as molestias lcaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfeto do syvlema cm gc-
ral, achat-se-ha que a Salsaparrilh.v de
Brisol um remedio seguro e efRcassiss:-
mo, possuindo inestimaveis e ncontestavr-is
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Uceras,
Cuabas antlsns,
ENEERMIDADES SYPmitlCAS
ERStEIS,
RIEI3ATISM0,
NEVRiGUS,
. ESCORBUTO,
. ETC. ETC-, ETC-
que tem granged e dado o alto rni .re
Salsaparrilha de 'Brisol
por to lesas partes d universo, sao tib so-
mente devdas
WWCX '1i8GIT!A K 0*1G1!AL
SUprfUM de Bristol
NA PtmCfT CE!vTRAL
''Mim t iM>ifc.
Obtem'-se coth o uso
. ^ ...

ttc;i(e^a^Mhic ItfKftWl ha cu-
ca .da| gpn^rheas.fiores brancas e fuxds de
toa?Wta4Tmk,&u enmnieas que
offerqce cprno JaraM(Te slutares resultados
a continua^a1Dppca'ro (fu sempre rnm a
pijaitu- vqajp^STft tem feito delta iros tbs-
^cd'elofit'pa'b Bralr, BArtholbhieu
tfc'fMlfflMf^miA
4.
.x _

Y

. ya
J1
tratar otn Mb-taaioB.
mnfto commodo : a
se:
'
iKrtaw ptjmr.de algodo akul ameiicaivr
Rxeellante.flo da vela.
CoBia de-^riafea (Joalidada.
Yila de Boroeaux






;


8
Diario de Pernambuco Quinta felra 17 de Julho de 1873.


JDR1SPBDESC1A.
At trate ** So pftriuktldos
fl (Conclusio)
Ora,ton lo onosso Ilustro mostr sustentado
umseupriuioirotrobalhoquf) era valido aquel-
lo fideicommissodeixado por Podro a Ceci-
lia para depois de sua morlc e da seu ma-
rido passarem aos seus filhos legtimos, e
por raerte destes os seus notos (de Cecilia]
porque somonte sao validos entro nos, se-
gundo a sua opinio, os lideicommissos at
o 2.' g*o, (.(Mineando n contar a substitni-
cao de Cecilia os seus netos j nao esto
(Misno segundo esim no terceiro grao.de
substituido; logo o nosso illustremestre ja* sus
tent que valido entre us um lideicom-
raisso quo chega tt-rceirn geraco.
Nao nos parece extemporneo dizer ao
nosso Ilustro mostr que nao possuimos o
cdigo do Cbilo. nem o da Prussia, nem o
de alguns estados da Allemanha, e siin ni-
camente o de Portugal ; ms por oslo cdi-
go smente sao admittidosoj fideicommissos
at o primoiro, o nao, como pretende o
nos Ilustro mestrc, at o segundo, salvo
se preferir, nao obstante s consequcncias 'a
que possa chgar, contar o grao do substi-
tuido da pessoa do fiduciario.
Citaremos o rt. 1867 si~n prohibidas
para o futuro as tubstituicocs fiaeicoin mis-
taras excepto: i.", sendo fritas por pai ou
mi nosbens rtispuniwis, em troiieito dos
notar, nasclo* ou por nascer ; 2.* sendo
feita* em favor do. descendentes, em 1."
grdo, de iriruios do testador.
Na primeira eicepijo, como pelo cdigo
civil portuguez nao essencial a nstituco,
de herdeiros, a teniendo se aos principios
que regen successo natural, o fiduciario
naturalmente o filho do testador, o no se-
gundo o rmo.
Ms como nao se cout o grao do subs
tituico pelo fiduciario, segue-se quo as
duas exceptos do cdigo civil portuguoz
somonte ha um substituto. (1)
Temos, portanlo, analvsado e refutado a
. opinio ilo nosso Ilustre mostr.
Cumpre-nos em urna analyse pedir mil
desculpas ao nosso Ilustre mostr, so por
ventura no correr da penna deixamos esca-
par algum temo ou plrase quo o possa n-
commodar ; porque jamis passou-nos pela
idea ononder aquello distincto cavalbeiro que
descerni a discutir com o raais fraco dos
seus discpulos, tratrai-o com aquella deli-
cadeza, que smente so encontra as almas
generosas; sondo que concluiremos, son-
tindo que o nosso distincto mestro nao vol-
-te mais carga para assiin dar-nos mais
urna li-i;ao.
Recife.15 de julho de 1873.
Jovino Antera de C.Maia.
ASSEMBLEA SER.4L
SENADO.
2HSCURSO PRON.NCIAOO NA SESSAO l)E 9 DE
JUNHO, POR OCCASllO D.V DISCUSSO DO
VOTO DEGRACAS.
(Conclusoj
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselhoj:O digno pnsidente da
provincia teve aviso de quo se projectava
urna nova runio o resolveu impedil-a.
Segundo o nobro sonador pela Babia, dovia
fazel-o antes que o povo se reuuisse, man-
dando oceupar pela forra o lugar designado;
mas V. Exc. Sr. presidente, veria quo no
ultimo manifest liberal, nessa violenta im-
precarn contra a primeira autoridade da
provincia, se diz quo o direito de reunio
sagrado,...
O Sr. Zacaras : -E .
O Sr. Visconde do Rio Brasco (presi-
dente do conselho':... que em nenhum
caso podo sor tolbido, que os liberaos o fe-
rian respeitar praticamentc. Agora mes-
mo o nobre senador, como se eu estivesse
contostando o direito de reunio em princ
pi, confirma com o seu aparte a pretendo
de seus co-religionarios n'aquella provincia.
Se o direito de reunio to sagrado, como
poderia o presidente, antes que a reunio
se manifestasse, cobrir todas as ras da ca-
pital de tropa?....
O Sr. Pompec : Como pide depois
mandar dispersar ?
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho): Dir-sc-hia ento que
a primeira autoridade da provincia mostra-
va-se aterrada, que proceda qual D. Qui-
cbote, e talvez se accrescentasse que por esse
meio quera provocar os bros do partido
liberal.
(Ha varios apartes).
O presidente da provincia, porm, houvo-
se com toda cabria e cora a maior pruden-
cia...
O SR. POJIPEI! E 0UTR0S SENHORES :
Nao apoiado.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
donte do conselho):.....embora as'dene-
gares dos nobres senadores, com as quaes
eu sempre cont.
O Sr. Pompeu :-V. Exc. tem tido mui-
tas vezes approvaco nossa.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Nestes casos, nao.
O presidente nao procurou fazer ostenta
ijo de forca ; poz a autoridade policial e a
militar de sobreaviso, para impedir que a
reunio se verificasse onde querque ella
tivesse principio. Eu, que tambera reco-
nheco e respeito o direito de reunio, que
nao pens, como o nobre senador pela Ba-
ha, que o govarno devesse prohibir ao club
da Repblica que illuminasso a frente do
seu edificio, eu tambem reconheco que
quando a ordem publica corre perigo,
permittido impedir reunidos numerosas, por
cujoprocedimento ninguem responde e que
trazem sempre em taes conjuncturas graves
excessos.
O presidente esperou o facto ; as auto-
ridades estavam vigilantes ; intimoa-se urna,
duas e tres vezes que se dissolvesse a reu-
nio ; as inmaces, quer da autoridade
civil, quer da autoridade militar, nao fo-
ram respeitadas ; e neste. caso, o que res-
tara T
O Sr. Pompeu : Empregar o sabr.
O Sr. Visconde bo Aio-Iranco (presi-
dente do conselho): Nao empregar o sabr
,mra a pata de cavallos, como os nobres
/
l
em tdos os jor-
senadoresdisserarn...
O Sr. Pompe : Vera
oaes.
O Sr- Visconde -do IUo-BraJco' (presi-
dente do'conseluo) : ,*,. mas o que fez a
cavallara, que por meio de alguuiasevo-
lufdes dispersou a reunio.
Quaes-e quantos sao os feridos que ap
parecom T Apenas dons cjdados, cujos
nomos nao se mencionara, foram levemente
contundidos. Portanlo, para que exagerar
os (actos, o figurar que a comraandante das
armas, os officiaes dos batalhes de liaba e
seus soldados sao to deshumanos, to bru-
taes, quo acutilassam o povo, fizessem sobre
elle cargas sem necessidade, quande por
outro modo podiam conseguir, comocon-i-
seguiram, o mesmo resultado ?
Os nobres sonadores ondemnaram a pu-
blicado do officio'do presidente da provin-
cia o honrado Sr. Dr. Lucena. Com quan-
to u visse que a sua coramunicaco era de
natureza confidencial, e que elle( usava da
maior franqueza para com ogoverno impe-
rial, todava considerando que esse digno
funecionario nao podia dizor seno a ver-
dado dos tactos, salvo o juizo que sobro elles
formasse, juizo sujoilO" a erro de boa f,
julguoi que a pubficaco era conveniente,
para que todos conliocossc n o que tinha
feito a autoridade e o que por ella constou ao
govorno imperial. Nao vi no officio do
Sr. Dr. Lucena animosdade para com. os
liberaos; pelo contrario...
O Sr. Pour-EU : V. Exc. concorda com
elle !
O Sr. Zacaras : E' obra dos libe-
mes ?...
O Sr. Visconde do Rio Branco ( pre-
sidente do conselho) : O nobre senador
nao me queira por mal com os liberaos ;
lia dias dsso-me que ostou merocendo algu-
mns jympathias o eu nao desojo prdc-las.
O Sr. Zacaras : Entre os dissidentos.
O Sr. "Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do coiiielhn) :Pensei que era tam-
bera entro os liberaos. Illudi-me, mas eu
podia allegar que o nobre senador deu-rne
coran estando as gratis dos liboraes, com
quera apresenlou-me identificado as ques-
toes religiosas, quando certo quo eu nao
tinha entrado em taes questoes, at boje es-
tranhas s nossas controversias polticas,
mas que o nobre sanador c outros senhores
esto levantando e excitando no paiz...
O Sr. Zacaras : Essa boa nao
foi o Sr. Vieira da Silva ?
O Sr. Visconde do Rio Branco (pre-
sidonte do conselho) : Quando tivoraos
aqu dissertaces thoologicas, como as que
ha tantos dias ou vimos em pleno senado ?
O presidente de Pernambuco nao passa,
creo que nem mesmo entre os liboraes, por
homem imprudente. Seu espirito de Justi-
na, sua mu loraco e austerdade de carcter
sao geralmente reconhecidos. O juizo que
elle formou sobre o procodimento dos chofes
liboraes, em relcelo aos factos dos dias 14
e ,1G, nao o aprsenla como um homem exal-
tado e prevnido contra seus adversarios po-
lticos. Nao, Sr. presidente ; se os nobres
senadores puzerom de parte suas suspeiedes
departido, sequizerem julgar com toda a
imparcialidade, con vi rao em que os chefes
liberaes nao podiam fallar a linguagem quo
fallaram no da 16, dando assim forca mo-
ral aos motores dos successos tristissimos
do da 14. Semclhante linguagem, em
circumstancias to melindrosas para a or-
dem publica, nao abona a prudencia des-
ses chefes ; naquelle momento estavam sem
duvida muito apaixonados.
O Sr. Zacaras : Muito sentidos ; isto
suri.
O Sr. Visconde do Rio-Branco ( presi-
dente do conselho) -. Houve, Sr. presiden-
te, no ala 14 urna falta, do quem quer
que fosse ; pens com os nobres senadores
que os ataques feitos ao collegio dos jesutas
e typographia deveriam ter sido evitados
pela torca publica ; houve falta do energa,
seno improvidencia, da parto de alguem.
O Sr. Mendes de almeida : Apoiado.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Mas o culpado nao
foi o presidente da provincia.
O Sr. Zacaras : Da parte do guar-
din da trra.
OSr. Visconde doRo-Branco (presiden-
te do conselho) : Quo lgica esta 7
O Sr. Mendes de Almeida : A corda
vai arrcbeniar pelo lado mais fraco.
O Si\. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : Por esta lgica do
nobre senador que condemna sempre oguar-
dio, os chefes do partido liberal em Per-
imnbuco sao responsavois pelos factos do
dia 14, porque nao os evitararn, devendo
conhecer o espirito de que estava domina-
da a populaco, podendo prever as conse-
quencias de um grande ajuntamento popu-
lar em taes circumstancias.
Houve falta, mas nao do presidente, que
tinha tomado todas as providencias...
O Sr. Zacaras Menos as princi-
pacs.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : ... e expedido os
avisos nocossarios a* autoridade policial eao
comraandante das armas. O chefe de po-
lica, que en to servia, nao era homem
proprio para taes conjuncturas,_ com quanto
bom magistrado o estimavel anda por ou-
tras qualidades.
O Sr. Paranagua : Ha de sacrificar-se
alguem.
O Sr. Visconde do Rio-Branco ( presi-
dente do conselho) : Nao est de todo
averiguado por4ue o oflicial, que se achava
de guarda no quartel do 9* batalho, nao
acudi inmediatamente era soccorro do col-
legio dos padres jesutas. O presidente da
provincia tanto havia recommendado a maior
vigilancia e acjo prompta,. se a ordem pu-
blica fosse de qualquer modo perturbada,
que logo exigi do coramandante das armas
informaoo sobre o facto que com razo
notado ; e mandou preuder o oflicial que
deixou de acudir era soccorro das victimas.
Que mais quereriara os nobres senado-
res? quereriara que o presidente da provin-
cia fosse em pessoa dirigir a acQo da auto-
ridade policial e militar 7 E' necessario nao
condemnar sem ouvir a parte aecusada ;
nao esto anda bem conhecidas as circums-
tancias que torturara a forca publica inac-
tiva em presenca dos factos occorridos no
collegio dos jesutas e na typographia de pe-
ridico Unido. Cumpre aguardar e resul-
tado das investigacSes"; mas, qualquer que
este seja, asseguro ao senado, porque vi to-
das as ordens que de preronco tinba expe-
dido o presidente da provincia: este acau-
telou-se, raflo para factos repugnantes ci-
vilisaco do povo do Recife, porque seme-
lhante vandalismo ninguem poderia receiar,
mas para qualquer grave pertuifeaoo da orT
dem publica.
Os factos, pois, poden ter urna outra
1
pequeo
onde
recinto, aquella casa
se achavam reunidas
zenas de familias brasilci-
as classes sociaes, para ora-
fcntoarem alegros cnticos em
sa Rainha dos Anjos, para
rotos exercicios do MezMaria-
)pulares ueste vast im[)erio.
O Sr'. Silveira m Motta|: Tirante quelle
tres horas T de oracg,
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi- alg .masMto
dente do conselho! : Dizem que esses rasde ,lowb
factos duraram tantas horas e tantos minu- rom, Dar
tos, nao sei, porm, quem raarcou o tempe, honra aa o.
a relogio. ^zwtSdT*
O Su. Pompeu : Est as correspon- no, boj
dencias. Vejamos como aquella casa fi arooimettida
O Sit. Visconde do Rio-Branco (presi- e invadida por una raultilo do bomens
dente do conselho) : Slo corresponden- mal aoonselliados...
cias, nao sito informaQos authenticas, sobre O Sr. Pereira dos Santos :O excesso
cujas palavras possamos jurar. traz sempre em consequencia ontro ex-
Sr. prcsUlenVe, eu desojara aeompanhar cesso.
o nobre senador pela Babia em mutas ou- O Sr. Tarquinio de Soza :Vejamos
tras de suas observaedes. Tencionava mos- como innocentes senhoras, Ir nulas e cho-
trar-lbe, com as propr.as palavras da falla rosas, tomadas de susto u ipanto, lzorara
do throno, que nao somos m.-itorialislas, de strascorpos debis nina como muraUa
porque, se tratamos de estradas de ferro, para resguardaran os altares, ondesoacba-
tambem tratamos da educago popular, do vam as iraagons, e o Sagrado Tabernculo
aperfeieoamonto da instrueco publica e do ondoostava encorralo o leus Vivo, Jos
ensino profesional ; mas j tenho discorrido Christo Sacra mentado !
muito, o o nobre senador pela Babia pro- O Sr. Leandro Bezerra :Obraram co-
eurou previnir o senado contra esto iimju mo barbaros I
discurso, attrbundo-me urna grande an- O Sr. Taijuvinio de Soicza ;Vi-j.-nnos a
ciedade de fallar nesta occasio. Purtanto, destruiyao do tiyJos os rnalo daquella ca-
llao devo ir raais longe, e termino, assegu- sa de orago, a nVsiruico dotlos os seus
rando ao nobre senador pela Babia que, se movis I
elle quer evitar a propaganda que assigna- Tr.insportomo>s ain la por ira pouco
lou como urna das caus-s que [todera com- ao interior do collejjo, aquellas salas, pa
promottor o present: e o futuro da nossa cido remanso do estudo o da rai^titaeo....
sociodade, nao d tambem forga a essa ou- O Sr. GusnAq Lobo :Nao doixo de
tra pmftaganda contrae autoridade publica, fazer reparo que o* altares, as imogens. e
e una tambem a sua voz muito competente tudo quanto era saya lo foram ruspeita-
para ronter a autoridade espiritual dentro dos.
dos limites que Ihe marcam a cunstituico O Sft. Taruuinio dc Souza :Sin; mas
do imperio e as leis da groja. (Muito bem). em virtude daquella mixalha de quir nca-
' bei ikr 1',-vtlar.
CMARA DOS DEPTADOS. p Si!. Leandro Bezerra : -Apoia lo.
DISCURSO PRONUNCIADO EM 9 DE iUNMO PELO O SlV. lAWJCINIO DE Sot%.\ :... OlUf'M-
SR. DR. TARUUINIO DE SOUZA, POfc OCCA- m ^"f ^O" CO.npOSICOOS a glinMS
silo da iscussao de negocios im per- dezena* de jovens brasile.ros, conliad.(s por
namblco seus P'11* drec^o daquelScs meslres ; ve-
O' SR. TRQt'IIlIO DE SOUZA : Sr. JI,,nos com- foi lu,,,) esfui lo a u.
presdonto, V. Exc, corapreliwidoasdiluc.il- temPr0'. ^'iMm^ aquellas pobres man-
dados do miuha posieo succedendo natri- jogtmto. espowndas. trepando muro*
buna a to distincto oradores, o sondo obri- f8"""o-se Doras da norte as cas..*
gado a fallar om hora to adiantada. Varna *",h. epo ^m v^rt esbonloa- .
mo, pois, a benevolencia de V. Exc. ; ve (los- fcteadosr lendos o seus propnos
nha em meu auxilio geiiersidado dos mestres, amiclles a ryiem seus pas os ha-
r i mi v.mu n.-ir *iiii> Vlam confiado par qye tratassern do sua
edueneo 1
O Sn. LcwiokO' BtiZERitv :Sao c nso-
fiar era urna declaraco feita por algua Acato do figurar, aquelles qbe ae julgassem
honrados collegas quo me ouvein, para quo
eu possa cbogar desassorabradamente ac-
fim que me dirijo.
Senhores, abstive-me de tomar parl as-
discussovs que aqui se levautaram por occa-
sio dos acontoc.mentos que ultmainente-
so deram na provincia da Pernambuco ; e
o fiz muito de proposito.
Precisava pensar e reflectar, precisava so-
bretudo merecer o dominar as emoces quo
me assoborbavam o espirito, para poupar
cmara dos Srs. deputados o desgosto de
ouvir de iweus labios palavras apaixonadas
em uraa discusso em que so a razo calma
e reflectida deve ser consultada.
Eu sei, senhores, o lord Macaulay o disse
em alguma parte, que imaitas vezes o ho-
mem poltico forjado a Sallar e obrar sera
ter tido o tempo necessario- para 1er e pen-
sar. Mas, alera de que eu nao me achava
sob a presso da necessidade-, a que parece
alludir o ilustre publicista, e historiador n-
glez, aceresce, St. presidwiAe, que sempre
(ve para mira que ha certos assuraptos em
quo por sua importancia e gravidade nin-
guem tora o direito de faltar- sera haver pen-
sado madura meiit.;.
Sr. presidente, anda ao> abemos tuJo
quanto desejamos e precisamos saber sobre
os ltimos acouteciinen-.tos que se deram no
Recifo ; falta-nos arada iformages, a que
so esto procedendo e bao de trazer muita
luz ao debate ; mas oque sabemos j
bastante |wra que esta augusta cmara con-
signe u.n yoto de- reprovaco s oceurren-
ciasque all tiveram Lugar no dia 14 de raaio
o ao mesmo tempo ora voto de louvor e ap-
plauso attitude enrgica quo assuraio a>
autoridade no dia 1G, maniendo a ordem
publica to seriamente compromettida.
Senhores, eu nao pretendo demorar a aL-
teiK.-o desta augusta cmara na contemplar
5o daquelle assalto dado a um estabeleci-
uiento t) pograpbico, daquella destruico de
um prto inerte, e muito menos daquelle
incendio atoado com o petrleo, no qual ar-
deram todo o papel, todos os livros, todos
os autographos que baviam no escriptnrio
da redacto do peridico Unido, incendio
no qual tambem foi queimado a fogo lento
o retrato do augusto chefe do catholocismo,
do grande e immortal Pi IX, que ornava
o escriptorio daquelle jornal.
E tudo isto, Sr. presidente, feito por
aquelles meantes quo se dizem filhos da luz,
amigos da livre discusso, pregoeiros de to-
das as liberdades, apostlos da libordade da
i m prensa i
Senhores, e qual era o crime daquelle
jornal o de seus redactores, que nao tinhara
outro tira seno defender e sustentar as dou-
trinas da igreja catholica, os interesses da
eligio do estado T Se elles commettiam
crimes, so haviam abusos, abi estavam as
leis e os tribunaes para puni-los.
Mas, nao senhores, o jornal Unido s
tinha um crime,. e este nao est previsto
nem no nosso cdigo, era as outras leis
criminaos que nos regem : diziam que o
jornal Unido era ultramontano, e para pu-
n lo foi 'mister que se commettessera atten-
tadossem iguaesna nossa historia....
O Sr. Leandro Bezerra :Apoiado.
O Sr. Tarquinio de Souza :...atten-
tados que nao foram coramettidos nem pe-
la comrauna de Pars 1
Sim, senhores, era Paris, naquella gran-
de cidade, assim como em quasi todas as
outras grandes capitaes da Europa, exislem
jornaes que sustentam as mesmas doutrinas
que no Recife eram defendidas pela Unido,
entretanto nao consta que o jornal Le Mon-
de que o Univert e outros fossem assalta-
dos, destruidos e incendiados pela comrau-
na de Paris 1
O Sr. Leandro. Bezerra :Muito bem.
OSr, Tarquinio de Soma :Estava re-
servado este tristissimo acontecimento para
a nossa querida patria I
O Sr. Gusmao Lobo :Lamento o agen-
tados, porm, acho que a apreciacao do no-
bre diputado um pouco exagerada ; em
Paris foram incendiado edificios -pblicos
de muia importancia.
O Sa. Leandro Bezerra .Mas as ty-
pographias foram respeitadas, esta que
a verdade.
(Ha outros apartes.)
O Sr. Tarquinio de. Souza :Eu diste,
Sr. presidente, que na quera demoran
attenco da cas na contemplaco daquelles
elles se deram ; talvez que os autores desses
attentados procedessem com tanta rapidz,
estando o caso inteirjpwnto fora das prev-
sea, quo a fon;a publica, sera que bouvesse
culposa negligencia da-parlo- de seuscbefei,
quencias d.i chamad- liberdade-l
O Su. Tarquinio' dk Souza :Senhores,
eu nao protn lo passar alera, ni) quero ir
at o pago episcopal, quo diz* ter sido
guardado pola forcj publica, para'que nflo
fosse invadido- pela mullido. Nao, Sr.
presidente, nao-quero eporquo fosse preci-
so o auxilio da for<;a publica par. qu nao
tosse desacata>Jo> o hispo* de Pernambuco ;
elle estava entre-o seu rabanho o nao po-
da ser de modo-algura oflbndido 1
Agora, Sr. presidente, qpues foram os au-
tores do to graves attentados?
Dizem alguns-:: o govorno pela sua ira-
previdencia; o govorno, por nao ter dado
soluco a esta grave quosto- religiosa que
se-discute no patz, o tora tiazido, por as-
sim- dizer, todos os espirtys-inquietos.
Nao; Sr. presidente, o govorno aoo podia
prever to grandes.crimes, ponjue-os gran-
des crimes nao se prevm, 8< lgica o a ca-
ndado oppem so a urna tal proviso. O
goveruo nao podia suppdr que urna ques-
to que era to ampia e livaement debati-
dv assim na imprensa, como-as-duas ca-
sas do parlanento, tivesse una souQo to
triste e inesperada.
O Sr. Gusmao Lobo : -Solatjo, nao
apoiado.
O Sr. Pereira dos Santos :Foi o re-
sultado ilos excessos do bispo, invadindo
atti'ibuinV's civis.
O Sr. Leandro Bezerra :Nao apoiado.
O Sr. Tarquinio de Souz*:Eu j vou
a esses excessos, tenha V. Eso- um pouco
de paciencia.
Senhores, houve improvidencia ou falta
de energa o vigor da parte- da autoridade
local, do presidente da prowincia ? Incli-
no-me autos a suppdr que, so falta houve,
como eu ereio, essa falta pnoveio dos auxi-
liaros, d s autoridades subaUernas, que nao
souberam cumplir como doviam, o seu de-
ver, e sobre esto ponto exactamente que-
anda nos. faltara nformaces.
O Sr. Pereira dos Saksos : -Neste pon-
to estamos, deaccordo.
O Sr, Taruuinio de Socza : Conhego. o
fago justiicn ao carcter nobre o cnergio do.
honrado presidente de l*ernambuco...
O Su. Leandro Bezerju :Acho quo no
dia ti foi um piuco fraco.
O Sr. Pereira do&Santos :Se foi fra-
co no dia 14, foi forte do mais no da l(k
QSr. Tarquinio de. Souza : -... o qual
nao poda de maneka alguma tolerar quo
to deplora veis aconteciinentos so dessem.
S. Exc. julgou quo aquelles que haviam
convocado a reunio popular, e que, por
assim dizer, deviam presid la, davam ga-
rantas ordem publica : os fados denaons
traram o contrario, e o honrado presidente
de Pernambuco, reconhecendo o seu enga-
o, ficou do sobreaviso, para nao consentir
mais reunioes populares de c-to em diante,
manifestamonte suspeitas.
Poderia ou aecusar ao partido liberal por
aquelles acontecimentos ? Pedo a justca
que o nao faga, ao menos emquanto o di-
rectorio daquollo partido nao. assumir a si
a autora daquelles factos. Mas se cu nao
posso aecusar o partido liberal do Pernam-
buco, do qual fazem parto cidados que
sinceramente amara a ordem publica, nao
posso deixar de assignalar neste momento
que todos os oradores que usaram da pala-
vra no dia 14 de maio, pertencem ao par-
tido liberal.
O Sr. Leandro Bezerra Apoiado.
O Sr. Tarquinio de Souza :E so have-
m s de dar alguma importancia s palavras
daquelles oradores, devemos convir em que
os actos de vandalismo praticados naquelle
dia, foram consequencia natural dos dis-
cursos proferidos, que taes discursos foram
uraa verdadeira provocado s scenas quo
todos deploramos.
(Trocam-se apartes.)
Assim, pois, Sr. presidente, eu pens
que, sera maiores informales, nao pode
com justca ser aecusada a autoridade pu-
blica pelos acontecimentos do dia 14 de
maio, asSim como entendo. que ella deve
ser applaudda pela attityde enrgica que
tomou no dia tti.
(Trocam-se apartes.)
O honrado debutado pela provincia dp
Rio-Grande do Sul pergunteu se nao era
exDlIcaco'Tnio estamos no tugar em qoeftctofde que s inddeVemebte fall'": mas' urna garanjia para o presidente da provincia
nao posso deixar de eov'lar a V, Esc. o de Pefitalwcoa .declarado ftta pelo par-
aos honrados collegas qoe mu ouvera.a de-
morarem-se por um memento no das scenas de horror qae se passaram na
capella o no collegio dos padres jesutas.
tido liberal, de que roprovava os acontec.
montos do dia 14
. Senhores, urna tal pergunta tem fcil
respostai o'presi tente da provincia de Por-
(1) A 5.' conebso esU provada pela '.'. nao tivesse avisa- nom tempo para, acudiej Transportando-pos por um momenW nambugo QQ podtft <3 no# dovia mais cqu
-
membros do directorio liberal daquella pro-
vincia, dosde que a assistencia dos mesmos
merabros do directorio liberal i reunio-,
feita no dia 14, nao havia impedido os tris-
tes factos daquelle da,- os quaes pormsne-
cero como um* nodoa mdolovel na nessa
historia.
Admira, Sr. presid nte, quo aquellos que
nao tem tido nina palnvra bastante severa
para estigmatisar os attentados do dia 14, o
que nao tocara incidentemente nelles, seno
para logo desculpa-los, tenham todava bas-
tante forja e energa para
acl
d
offendidos por uraa lei civil injusta fossem
reclamar contra ella perante o poder eccle-
sastico? Diriamos desde logo: loucural
O poder ecclesastico nao tem nada que
ver com a legislacio civil, anda mesmo in-
justa, e se isto verdade, nao menos cer-
to que a existencia da lei ecclesiastica,
por mais injusta que se queira considerar,
nao podo dar lugar a um recurso para a
autotidado temporal. -
O Sr. GusmAo Loso: -Oque, entretanto,
se tem visto, que a autoridade ecclesasti-
*~m
forja e energa para cqndoran r os|ct ded^ em documento publico cojno hc-
stos da autoridade publica, praticados no j retca a doutna do ptleet.
t:t i**" O Su. Pereira dos Santo :=*E' a dou-
Senboros, eu nao posso co.Tpreuender to
ilo o elasterio que pretenden dar ao cha-
:na-lo direito de reunio, direito quo entre-
tanto eu aio vejo definido, era forraalinoa-
to consagrado no constituico ik) impe>
ro.
E' verdade que o cdigo criraiu! per-
miti o tjiiiilamonlo do povo desarmado,
pura o tira le representar contra as injusti-
53S, vosajoos e mo pronsliraento dos em-
preados- pblicos. Ma.s-, senhores, quaes
eran* as injusticas e abuso* contra que se
pretenda representar na reunio do m
16 ? Quaes ero os agente da autorida-
de |n!)1ii-.a i|ih:ii > dia 14 do maio haviam
praiii--v lu excesso e abusos ?
O S.. Pereira dos Santos :Era o
bispo.
O Sr, fatmmm Bezerra :Sempre o
bispo.
O Sr. Tarquin-io de Souza:O autores
la reuniodiS|>ersada no dia 10 declararam
formalmente-q.ue o fim derla nao ora outro
seno pedir ao presidente da provincia que
so nao oppuaesse retirada dos podres je-
sutas.
Pois, sen!>res>.quandu os padresjtsiiias
j baviam declarado que estavam promptos
a sabir, e s pedia:n o auxilio da f^rca pu-
blica para a garanta de suas pessoas> era
necessario fazer nina nova reunio separa
pedir ao presidente da provincia que >ao
obstassea retirada daquelles padres?
E" bstanle attender, Sr. presidente, pera
o motivo allegad*>da reunio, para que dis-
Jt logo se fique coinprolieudendo quena
calidadc o que se qjieria era a continuago
las scenas do dia 14, ora- a continuaro da
obra satnica que aquello dia se havia co-
mefido.
0Si. Leandro Bezerra:Apoiado.
Sr. Tarquinio de Souza :-Felizmente
autoridade noeoosentio-que tivessera e&-
eito tao sinistros intentos.
OSu. Cardoso Jnior :Felizmente ira-
petlio.
0*Sr. Tarquinio be.Souza:-Que que-
riaro'quo lizesse a autoridade publica, que-
crueasse os bracos, cja* consentisse na ro-
producijo das scenas do- dia 1 v, para do-
nois* tor o trabalho da enterrar os mor-
ios?
0Su. Cardoso Jnior:E ser anda
aqui aecusada.
O Su. Perbira dosSntos :V:to que
desculpa o presidente, jorque nao desculpq,
os eficossos do povo ?
O Sr. Cardoso Jrcsjoa : Quem pode
desculpir taes excessos?
OtSn. Tarquinio de: Souza :-Depois do
dia 16, Sr.-presidente, compre dize-lo. tudo
so ton empregado para, a perturbaco da
ordem publica. Manifcstos o proclamai;oos|
de toda a qualidade tera sido distribuidos
ao povo, guarda nacional, aos ofliciaes
honorarios do excrcito,.at, Sr. presidente,
para>cumulo do escarneo, a briosa o muito
distincta corporaeo acadomica tem sid
provocada a entrar nosla cruzada, ora qua
ti)- mal Qoariam cultores d sciencia !
0Su. Pereira dos Santos :Ento
manejo do um partido.
O-Su. MArtinuo de. Freitas : Expiara-
ejio.
O.Sa. Tarquinio de. Souza :Todas as
Ujntativas, porra, tem sido baldadas dimite
da attitude onergica....
O Sn. Cardoso Jnior :E do bom.-seu-
so do povo pornainbocano.
O Sr. Takquinio.de Souza:... do.pre-
sidente da provincia o do bom sonso o espi-
rito de ordem do povo do Pernambuco* que
como o do todo o imperio, est conecto de
quo a maior necessidade publica quo temos,
a ordora e a pa/....
O Sr. Pereuwv dos Santos : E. a tole-
rancia.
O Sn. Tarqulnio de Souza :.s. porque
da ordm e da paz depende ao mesmo tempo
o desenvolvimento do nossas instituicoes, do
nosso coni.nerco, da lavoura, das artes, dn
industria, de-todos os ramos dit actividade
nacional, som o que nao podeemos jamis
attingir o grao da prosperidade e grandeza
quo todos uis brasileiros dos.)
O Sr. Pereira dos Santos ;S quero a
manutengo das nossas iustuic,es, liberaos
como ollas sao.
O Sn. Tarquinio de. Souza :Senhores,
pretendera desculpar os excessos praticados
ora Pernambuco, com os actos do Exra.
bispo daquella diocese, mas eu entenda que
urna seraelhante justficaQo nao pode ter
lugar, raanifesleraente improcedente.
O Sr. Leandro Bezerra : Apoiado.
O Sr. Tarquinio de Souza Admita-
mos, por mpossivel, que a legislado eccle-
siastica. contra as sociedades masnicas quo
o Ilustre Dispo do Pernambuco procura exe-
cutar, seja urna logislac.au injusta, o anda
assim pergunto, ser meio conveniente o
oppoi tuno, para reclamar contra urna lei
injusta, a reunio na praga publiea, a amo-
tinaeo do povo, o a provocado das scenas
que tiveram lugar no Recife no dia 14 de
maio?
Se o poder legislativo, so a cmara dos
deputados e a dos senadores com a saneco
imperial houvossem prohibido a fornucao
ou a conliuuago de urna sociodado destina-
da a uraa certa espcculago mercantil, dir-
se-hia quo havia razo para reunir o povo
com o proposito de impedir a oxeeucao da
lei, ou de obter a sua revogago.
Em uraa socedade bem organisada, se-
nhores, sao outros os canaos, sao outros os
tramites por onde se podem conseguir seme-
Ibantes effeitos.
O Sa. GusmAo Lobo :Para resistencia
li as reunioes sero illicitas; mas para pre-
parar o espirite publico sao ellas licitas e os
paizes mais adianlados nos offerecem exem-
plos.
O Sr. Tarquinio de Souza :O quo tem
a misso de applicar a lei, bem como aquel-
lo quo a explica, diante de uraa lei injusta
nao pode nom deve ter outro procedimento
seno dizer : dura Ituaed lex.
Fora dabi nao na nao a revoluto e a
anarchia l
O quo diramos nos so na hvpotheso que
trina corrttitucional. /*
O Sr. Tarquinio de Souza :Nao tenho
necessidade, Sr. presidente, de manifestar
mitiba opiniie a respeito dos actos praticados
pelo Ilustro bispo da diocese de Pernambu-
co ; eu j me mavrifcstei nesta casa muito
franca e livreraeiHe a este respeito, ewfcrado
que o bispo obren na plenitud dos- *eus
dir i tos episcopaes tr no cmnprimento JV um
sagrado dever que Ibe- iiteurabia.
O Sr. Pereira sos- Santos :Illegiit-
raente, forrado a constituici".
O Sr. Leandro Bezerra ;S quera-
ple dizer isto o nobre depotadu.
O Sr. Pereira dos Santo :Pego a pa-
lavra.
OSr. Tarquinio de Sot/a .*Senhores, a
qiuesto'religiosa queso te agitado no paiz,
c- forra i.-onfessar, desde se principio, tora
sillo grandemente explorad* pela poltica,
popqne esta questo nao tenvaqueH gigan-
tescas propor$es que so ttem- procurado
dar-'tiu. Eu*Rao vejo nella mais ilopjse una
questo de familia, entre o biepo-d tocese
de Pernurabuce-c alguns dos seus- (Rosa-
rios, entre o pavespirtual e aquelles- qpe se
dizera fdlios da Mjivja cathi>lie.
0 Siu. Gusmao- Lobo : Nao apoiad*?,
questo gravissim.
0 Sr^ XarquMM de Souza >Para &-
monstrar que estw questo nao rsm as pro-
por^des quo se lhc-iem querido dar,, bueta
trazer ao oonhecimento desta augusta carun-
ra o procedimento qoe tem tido al^umas -
.nandadesdii'doceso- de Pernambueoj e des-
do logo se ficar sabendo queso bouvesse
menos capnoho, mono amor proprio, me-
nos rebelda-,, raeuos ihtiejo de lovardo ven-
cida a automlade diocesana, a questo teria<
tido uraa soli{o pacilfcr-i satisfaca>rrar as-
sim para a igreja, eomo para o estadbj emi-
iientemento iiitressadoeni que a au jtiridade
da igreja seja- rospeilada.
Sr. presidente, eu tenho aqui ura-oflicio
da iriiiaudade-do-Seiihov Bom-Josus das Cha-
gas, erecta erarama-dasiigrejas da cidade-do
Recife, o quli demonstra cabalmente a
assero que acabo deemittr, porqeo-delle
se v que a esa administrativa dnqpella
mandado, representado pelo seu provedor,
portou-se, sem tos dos membrns- da' >es;na irraandAdH-
hde modo a satisfazer autoridade dioce-
sana.
Nao posso agora ler essooflicio, qu* alia,
iw paroco rauitu-interessaute para a quista;,
mas desdo j peco licencj cmara pora o
jiisorir no meu discurso-,, ao menos para que
tkjue essa pecav.como um protesto honroso
no meio da rebelda, que- por toda a parto
se levanta.
Consistorio duirmMnditde do Senhor Bom
Jess das Chagax,5 deinaio.de 87'i.
Illm. o lCvmi Sr.A irraaudado-doSe-
nhor Bom Jesus-das- Cbagas, reunida hoje
em sesso da mesa regodora, para tomar
conhecimentc*do oificio do V. Rvma. data-
do de 20 do mez lindo,, a que acompanhou
copia da circular do S- Exc. Rovm., de 28
do dezorabro- do- auno passado e qpo s
agora lhe foi oomiuunicada, prezando era
muito o respeito eobodiencia quo todos .de-
voraos ao nosso legitimo pastor, o qualcomo
juizda doutrina o pai espiritual, jamis tenL
outro lito, ruis- providencias que oraprehen-
de para cora seu rebanho, seno nparta-ln-
do caminho.do-errov deliberou qua-a re-
ferida circular fosse- &>mada na devida- oorv
siderago ; exliortaoik>-se em norao do-Bwa
Jess aquelles.donossos irraos. que p r-
ventura o- infelizmente possam estar as. ow-
eumstancias da j, citada circular,, para qne
so conformein cora asordos do ilUstreJpreb-
do cora,mansido e humildade de corceo,
to recommendadas por quelle, sob cuja
proteco.est esta irmandade, e-cuja, iina-
gem veneranda acabamos do manda* en-
carnar.
I- k Mas a iruwnda le do Senuor. Bom Jess
das.Cbagas,. quo to dcil au. seu pastor,
nao. podo de momento precisar qu*m dos
seas. 1,334 irraos est as. circumstancias
lilas; pojo quo tera iraprescinvel oocessi-
dade do opporUinidado para ey*tdu/.ir--.
Bttsse negocio, assaz raelulroeo o R*o pre-
visto no seo corapromissa,. com aquella pru-
dencia de que nos falla o. livro sauto.
Uigne-se V. Rvma.fc fazer ente tiestas
consideracoes da irraaaiiade do Senhor Bou!
Jess da Chagas a S- Exc Rvma. aqueta a
raosma irmandade pode sua beniofpatei:;al
o desoja-I lie longos e tdizes dias de vilo.
Deusguarde a Y; Rvma.-Illm. e Rvra.
Sr. conego Antonio Marques de Castilii^,
vigario da frcguez'ia da Santo Antonio..0
provedor, Francisco Rutilioda Rocha*
Contra o actapratica lo pelo Ilustra bispo
de Pernambuco trazera sempre seus adver-
sarios a j cansada questo do placel tygio.
Senhores.eu j disse algumas palavras sobre
esta questo, mas tenho necessidade de de-
senvolver anda um pouco mais as minhas
ideas a tal respeito.
E' incontestavel que o placet regio, no
dominio da theoria, no dominio dos seus
principios, a mais grave offensa, o maior
attontado que se podo fazer autoridade de
orna sociedade livre, ndependente e sobera-
na, como i igreja catholica ; porque, se-
nhores, desd que se admitte que a igreja
eatholica-apostolica-romana, fundada por
Nosso Senhor Jess Christo, a despeito e con-
tra a vontade dos poderes da trra, precisa
para se manifestar,'para promulgar mais leis,
para torna-las oxequiveis, precisa, repito da
autorisaco da autoridade temporal, tem-se
desde logo destruido' toda a autonoma da
socedade ecclesiastica.
Sonhores, Jess Christo quando voio ae
mundo fundar a sua igreja, encontruiido-o
as trevas do paganismo e da'barbaria, teve
de arcar, ello e os dozo apostlos, uscolIn-
dos d'ontre homens ignaros e sem influen-
cia poltica, com o poder dos imperadores
romanos; mas perventura fot Jess Christo,
foram os seus apstelos pedir licencaaos Cesa-
res, aos imperadores e aos cnsules para
admittir.- n a sua sania lei ?
(Continuar-$e-ha.}.
r
v
-

-

T



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