Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12986


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Full Text

A.VAO XL1X. NtML'KO 161
.fi


f
V
PAB1 A CAPITAL K LUGARES ONU* NAO PASA POl
Por tres mezes adiantados................
Por seis ditos idein ..........'.........
Por ura auno dem .'...............
Cada numero avulso...... :...........
ITE.
9000
129000
84*000
320
;
QL'AMfr FEIM 16 DE JULHO DE 1873*
A
<
PARA lE\TBO B FBA DA PROVI2VCIA.
Por tro mezes achantados................
Por seis ditos dem..............: .
Por note ditos idem..... ....... .
Por ura anuo idem............ .


6*750
moo
20*250
179000
(
PR0PR1EDADE DE MANOEL FlGUEIROA DE FARIA & FILH0S.

Os Srs. Gerardo Antonio AI ves & Filhos, no Para; Goncaivea d Piulo, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Fiiho, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Aracaty ; Joao aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no ."fatal; Joa iutx
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Suva, un Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da taina; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Auto ; Domingos Jos da Cost Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Macbaeo, no Pilar das Alag s; Aires d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
PARTE ornciAL.
I-o ver no tln provincia.
EII'KBIKNTK DO IMA 8 1>K SIMO l>X 1873.
/.' sei-oiii.
Offlcios :
Ao brigadeiro comnvuidanlt; da< armas.-
Para dar cumplimento au una me fui determinado
m aviso dt miiiisteriu di aerra do i de abril
ultimo, fatse preciso que v. Ext. informo acerca
do incluso ro luerimenio documentado, om qtte' >
capito Jos Marcelliuo Alvos da F-unceca pedo
set reintegrado no lujar de escrivao do hospital
militar.
Ao mesoje. Pruvidrncie V. Etc. para que
neta entape s--j:i rondada por i uruluas do cavalla-
ria, corno d'autes.
Ao mesmo. Constando ile aviso do minis-
terio da guerra, de 28 do ah il ultimo, ter sido
prorogada por 30 dias a bronca cotn que se HU
na curta coronel Antoaio Tunos Leal; asnina
o communicu a V. Exc. para seu conhecimonto.
Ao tuosm.i -Para Hlinuiir o dis.iostu ni
aviso (|iic mo dirigi ) Kxm. Sr. ministro di guer-
ra em S6 de abril ukiinu, acerca do incluso re-
quorimento era que o nU invalido d^ exlinc-to
ti corpo de voluntarios da patria l.mz di Franja
"onzaga, addi lo ai deposito de recrulas, pede
baixa do servicv do oxerco, jllegandi nao poder
onliniiar nd mesmo servico em eo:MM|UeMU de
erimenl >s receidos e.:i combate na guerra do
Piragua?, couvm que VJ&ia. o mando inspec-
cionar de sade o rem !ttcr-:no o respectivo tora i
para o iim conveniente.
Ao nusiit). Te.iiiu sido maullado pelo con-
sodio supremo militar de justica u prucessu de
conselho de gimen a que respondn oalferes gra-
duado do U bat iliio de infautaria Zozimo Adel-
trudes Jayme da Silva, pelo crime de haver fal-
sificado a tirina do seu commandante ai'un do ohtor
ama mohilia por aluguel, vito sor este crime civil
6 n 11 militar, transmiti a V. Exc. o mesmo pro-
OHSso para que pela atiurida le competente se Iha
d o devido andamento, Cuino me foi declarado
em aviso do ministerio da guerra, do 26 de abril
ultimo.
Ao inspector do arsenal de marraba. -Consta
do aviso do ministerio da iiurinlia, de 24 de aliril
un :i .. que nao teudo a lei do oirainenlo vigente
volado quautia necessaria para a de>peza cora o
augmento de praxis da companliia de aprendizes
artfices desse ai seal deixa de ser presentera me
altendida a proposta que nesse sentido i i por
V. S. apre-eutadn. que lite commnnico para
seu couheciineuto.
Ao direc:or interino do arsenal do guerra.
Mande Vine, reeeber da agencia da companhia
de navegaco brasileira e recolher nesse arse-
nal 3! volunies Mfltmdo calcado e fardamento
remetilos pela intendencia da guerra com destino
a MU provincia e do Kio Grande do Norle; cun-
prindo que da daqitella provincia sejam euviads
para all na primara oppcrtuiiidade que se olfe-
rocer, como reootninonda a mesma iulendencia no
offlcio junto por > npia, ao qnal vieram aunexos
< inclusos c oiliecimentos.
Ao capitio do porto interino. Ponderando
o Kxm. ministro da marmita em aviso circular
de It de abril ultimo ser conveniente s rela-
c/*e> commarciaet e ao servido da polica e soc-
comn no littoral e alto mar que lodos os navios
Hitvanies naeionaes tonliam fura da borda os
nimes respectivos em caracteres bem legiveis,
con se acha estahelecido e geralmente adiqitado
na uafaga^iu externa dos putos, assim o declaro
a Vino. j:r.i sen cinheeimento e aliin deqneseja
<^. r;.ulosamenie exeeitlada asta medida.
2J sec\ao.
AclO :
O presidente da provincia, de conformidade
eoni a pmpos'a do \j\: chefe de polica em olli-
<;. de 7 do crrente, sol n. 871, resolve. exone-
rar, a pedido, o cidado Firmino dos Santos Vi-
vira do carga de 2' supplente do subdelegado da
(regueiij da Var/.ea desta cidade.
O presid nte la provincia, de conformidade
Com a proposta do l)r. chele de polica, em olll-
Co de o do curente, n. 857, resolve exonerar,
pjr au ter prestado juramento, do cargo de :i
sapplentfl do subdelegado da freguezia de S. An-
tonio dista cidade o cidaduo M a noel Januario
de Arrudi.
O presidente da provincia, de conformidade
ouiu a proposta do Dr. ciiefe do polica em ollieio
de 5 do corrale, n. 837, resolve nomearoca-
pitao Jiw|!iiia Pereira de Memionea Jnior para
ejercer o cargo de,3 supplent.) do subdelegado da
frejiiezia de S. Antonio desla cidade.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de polica.Por falla de forja
publica disponivcl deixa de ser satisfeita a requi-
ticao que faz o delegado de pohcia do tormo de
Aaua Preta no oIBcio que por copia acompanhou
o De V S. de t do crrente, n. 801.
Ao mesnio. Nao haveudo forja publica dis-
posivol deixa por Uto de ser augmentado o dea-
tcame alo do tormo de Goyanna, como solicitou o
respectivo delegado no olllcio que acompanhou por
co|Ma o de V. S. do t do crrenle, u. 860.
Ao ni 's;no. Para cumprimento do aviso do
t-tjiio da juslica, de 25 do mez proxino pas-
i. recommendo a V. S. que remella a esta
Jdeiieia inforuiaces sobre o resultado do pro-
era que ja foram pronunciados no termo
ialiaetn, como implicado- no crime de moeda
l astio Accioli Santiago Barros e outros,
ssl.'B 'coino o das diligencias einpreglas pira a
captara daquelio reo.
Ao iviii.iiaudante superior interino da guarda
raal do Htscifle.Constando de aviso do minis-
terio da guerra, de 28 de abril ultimo, ter silo
jirorogada por 30 das a licenga com que se acha
na curte u cor mol Antonio Gomes Leal; assim o
comunico a V. S. para seu conliecimento.
Ai) (.umniainiante superior de Nazaretli. Ve-
rilicadllo-se de. tu afonuaco datada do 1.' d
Correte "cao .i/tere< da i." companhia do 18."
batslhao C:e inf.uitaria, Justino Jos Ferreira Li-
ua, tend ubttdo passagom para o munic.pio do
Recife, em virtudo da portara da presidencia
d" 11 de abril de 1870, dexou at o presente de
solu-taf a competente filia, ooiuj dispoe o art. i''
do decreto u. UdO, de il de uurc) de 833, e
acia-se entretanto mud.tlj m lis do 3 meses, recnuimcndo a .V 3. que, cut-
aideraado por esse laclo o dito a feri- ausente,pro-
ceda contra elle nos lermos d j decreto u. 3535 de
25 do (ovemliro de 18oo, commuuicando me o re-
jiH i i. a:im de resolver como for de le.
Ao juiz municipal e de orplos do termo de
Itainbc Kecummcndo a Vuic. que remella a osla
presidencia a guia de senlenca do reo Gesario (es-
eravo do liuado Antonio Orrea do Andrade) o qual
foi coodemnado pena ultima pelo tribunal do jury
dejsa villa.
Ao promotor publico da comarca.do Buique.
un- tita V:)i'. em sn offleio de t6 dentaren ul-
timo si, una vez aberta a >eao do jury e pro-
sentes l'J jurados, pJe procede-se a torteio na
urna supp emeutar atj completar o numero tet:il
marcad pela lei, *-irto por nao ter-se polido re-
utur o cunsellu de julgaaieuto de un reo, pelas
recusa e i.iioeduiieulos havidos, e se nao sendo
por eslu inoliro o ro julgadj uo dia para ato do
yoadojha de se-lo no aegjiiet, e finalaHWe en-
mo tle va m ser contados os. afumes em que, se-
gundo a- le, podein ser coodemnados w escravos.
Em resposu doclaro a Vine, qne, segundo o
decreto ifc 31 de agosto de W504 s oavendo falta
de numero legal de jurados para haver sesso, se
poder proceder a sorteio na urna supplemenlar,
e, esgolada osla, na geral.
Que, segundo o disposlu uo art. zl do cedigo
do processo e2ie6 do decreto n. 482i de
22 de novembro de J871, se deve marcar dia para
o julgamenlo de cada reo, e nao podeudo realisar-
se esse julgaiueato por motivos de impedimentos
on recusas dos juizes de factm, deve ser adiado o
julgameul para nova sessao do jury, que for .con-
Tocada, como, declaram os avisos de 3t de julho
de 183 e t." de agosto de 1839.
Finalmente, quanto toa acolites, Jevem elles ser
regulados de conformidade com a doulrina do avi-
so circular do ministerio da juslica, de 10 do iunlu
de 1861.
Ao eomniandante do corpo de polica.Sen-
do apio para o ser vico militar o paisano Antonio
Pedro de Barros Gavalcaute, pode \ me. eugajal-u
no corpo sob seu commando, como solcita em oIB-
cio de 6 do correte.
8.' scalo.
Ollkos :
Ao inspector da thesouraria de (aseada. -
Para os litis convenientes communico a V. S. que
a 2 do correte deixou o exercicio do cargo de
juiz da direito da comarca de .Nazareth o bacharel
Joo Paulo Monlero de Andrade, por haver sido
nomeado desembargador da relauo do Maranho.
Ao mesmo. -Connnuiiico a V. S. que a 2 do
correute assumio o exercicio do cargo de juiz de
direilo da comarca de Nazareth, o juiz municipalje
de orphaos daquelle termo, bacharel Pergcntino
Siraiva de Araujo Galvo.
Ao mesmo.Constando de aviso do ministe-
rio da guerra.de 28 de abril ultimo, ter sido pro-
rogada por 30 das a licenja com que se acha na
corle o curouel Anlouio Gomes Leal; assim o com-
munico a V. S. para seu conheciaiento.
Ao mesmo.Para os lias convenientes re-
mello a V. S. a inclusa portara prorogando por
tres mezes a licenja ltimamente concedida ao juiz
de direito de Ouricury, bacharel Manuel Caldas
Barrete.
Ao mesmo. -Mande V. S. fornecer ao com-
mandante superur nleriuo da guarda nacional de
Palmares, como solicita em ollieio do 2o do mez
prximo passado, & livros proprios para a qualili
cacao de guardas naeionaes, sen lo dous de 200
l'ollias cada um e os outros de 100.
Ao mesmo.Para os lius ora venientes re-
meti a V. S. a inclusa patente pela qual
reformado no posto de maj.r o eapilo do balalhao
n. 13 da gnarda nacoual desla provincia, Joo
remandes Vieira de Mello.
Ao mesmo. Para sen conliecimento e litis
convenientes remello por copia o aviso do minis-
terio da juslica de 8 do mez prximo passado, ap-
piovando a deliberadlo que tomou esta presiden-
cia le autorsar o comuiaudante superior da guar
da nacional deste municipio a mudar a respectiva
secretaria para o 1." andar do predio silo ra do
Duque do Caxias.
Ao mesmoPara seu conhecimonto e lias
convenientes incluso remello por copia o aviso
do ministerio da justica, de 23 do mez prximo
passado; dispondo que uo compete ajuda de cus-
i ao juiz de direito, cuja remoco para comar:a
pedida, ou seja de anterior da nestna ou posterior
entiancia.
Ao inspector da thesouraria provincial.-
Communico a V. S. para os Cus convenientes que
o major Jos Thomaz Pires Machado Portella offe-
receu para a coustruejao do asylo de alienados a
quanlia de 123iOOO, da fraejo que tem de reeeber
nessa reparlico pela arrematai.o por elle feila
dos reparos da estrada de ramilicacio da fregu
zia de Muribeca.
4.' seccit).
Acto :
- O presidente da provincia, alteiidendo ao que
propoz o director geral interino da inslroccao pu-
blica em ollieio de 3 do correle, sob n. 126, re-
solve numear u bacharel Joaquim Francisco de
Barros Barreta para o cargo de delegado Iliterario
da fnguezia de Santa gueda.
0 lelos:
Ao Exm. Sr. presidente da provincia das
Alagoa?. -Accuso recebido o ollieio de V. Exc, d
3 do crreme, remetiendo dous voluntes di com-
pilajo das leis des-a provincia dos annos du 1868
a 1872, comprehendeudo os actos administrativos
e legislarn goral subsidiaria.
Au irectur geral da inslrucco publica.
Coiniiiunico a V. S. para os devidos lins que Des-
la data deliro a peticio do Dr. Augusto Carneiro
Monteiro da Silva Santos, concedendo (cenca para
leccionar graluitameule arithmetica e lingua ver-
ncula nou(e das ten.as e sexlas-feiras na sala
do pavimento terreo do edificio da Escola Normal
onde diurnamente funeciona a aula pratca, nos
tprmos de sua inlormacao de 6 do correnle, em
oflicio sob n. 127.
Ao major Jos Thomaz Pires Machado Por-
tella. Agradeceudo a ollera que fez Vmc. em seu
ofcio de 3 do correnle da quantia de 123^000
para as obras do asylo dos loucos, resta-rae louval-
o por mais esta piova do seu reconhecido patrio-
tismo.
5.' secco.
O Vicios :
Ao engenheiro chefe da repartirao das obras
publicas. Para satisfazer o que no oIBcio junto
or copia, de o do correnle, dirigido ao secretario
desla presidencia, solicitou o da assembla legisla-
tiva provincial, informe Vmc. com urgencia, na
parle que Ihe for relativa, sobre o estad das es-
tradas de ferro de'Jaboalao e Liuioeiro, bem como
sobre a execucao dos respectivos contractos.
Ao mesmo. Cumpre que Vmc. envi a esta
presidoncia as infonnajoes exigidas sobre as de-
nuncias dadas pelo arrematanto das estradas de
Muribeca e Una, Antonio Viclor de S Brrelo,
contra os engeuheiros dos respectivos districlos.
EXPED liKTK DO SgCMSTAftlO ,
2' secc-e.
OlBcios : .
- Ao desembargador da ralagao do Maranho,
Joo Paulo Monteiro de Andrade. O Exm. Sr.
presidente da prjviucia manda aceusar o rece-
bimento do ufBcio de v. Exc, de 30 do corrente,
participando ler no dia ntecedente deixado o ex-
ercicio do cargo de juiz de direito da comarca de
Nazar tu.
Ao Dr. chefe Je polica. O Exm. Sr. presi-
dente da provincia, de eonformidado cora a pro-
posta de V. S. em ofDcios'da 5 e 7 do crreme, ns.
857 e 87 oxonerou, por nao ler prestado jura-
mente, do cargo de 3* supplente du subdelegado
la freguezia de S. Antonip desla cidade a Ma-
aoel J.uiuario de Andrade e, a pedido, do cargo de
2 supplento do subdelegado da Varzea o eidado
Firmino dos Santos Vieira; o (pie a V. S. manda
comraiinicar, remetiendo o titulo do nomeado.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia loante aecusar o receblmenlo do oflicio de
V. 6., di 3 do conrenlo n 843, participando a ex-
oneracij do guarda da casa de delencao Manoel
Francisco da Silva, e a substituicao deste por Izi-
doro de Oliuda Campello. .
Ao commandante perior de Pahuares. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar
o recebltnentu do oIBcio de Y. S, del do xaei
prximo passado, e communiear-ltoe ne;ta
data cxnedio ordeui a thesouraria % i ara Ihe
fornecer os qualro livros qae soliciv traaqna-
lficacao dos guardas naciomaet-^ alhes i)}
e 5 sob o-seu commando superit..
Ao juiz de direito da comarca de Ouiwuj-
Por asta secretaria se cemmunica ao Sr, Jn', 2
direito da comarca de Ouricury, t^enjarel %o\
Caldas Bar reto, que para a thesouraria geral .fui
remedida a portaiia com que S. M. o Imperador
honve por bem prorogar a ficeuca que Ihe foi con-
cedida.
Ao baeharel Pergentioo Saratva de Araujo
Galvo, juiz de direilo interino de Nazareth. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar
o recebimento do oIBcio de V. S., de 2 do cr-
reme, communicando ter naquella dala assumido
o exercicio do cargo de juiz de direito, dessa co-
marca, em substituicao ao Dr. juiz de direito no-
meado desembargador para a relaco do Maranho.
Ao capiao Juo Fernandes Vieira de Mello.
Por esla secretaria se connhunica ao Sr. ca-
p Ido Joo Fernandes Vieira de Mello q-ie para a
thesouraria geral reinetteu-se a sua patente de
reforma n i posto de major.
4.' seceso.
OIBcio :
Ao Dr. director geral interino d i inslrucco
publica. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, communico a V. S. para seu conlieci-
mento e (ins convenientes que o mesmo Exm.
Sr., tendo em vista a sua proposta em oflicio de
3 deste mez sob n. 126, resolveu per actu de hoje
nomear u bacharel Joaquim Francisco de Barros
Barrete delegado Iliterario do dislricto da fre-
guezia de Santa gueda, cajo titulo "remeti-1 be
para ter o conveniente destiu i.
5" secc".
Olidos :
Aos membros da junta de emane i paci de es-
cravos do municipio de Agua Preta. De ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, declaro
a Vv. Ss. que, segundo informo o inspector da
thesouraria de fazenda em otBcio de 21 de abril
prximo finduj seguirm a seus destinos os livros
que teem de servir para os trabaltios das juntas
de emancipaco de escravos, de que trata o regn-
lamenlo n. 5,135 de 13 de novembro do anuo pas-
sado ; licando assim respondido o oflicio de Vv.
Ss., de 6 do referido mez de abril.
Aos agentes da companhia de navegacio
brasileira. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a Vv. Ss. que licou iuteirado pelo
seu oflicio desta data de haver chegado dos por-
tes do sul o vapor Para, que seguir para os do
norte amanh s horas do coslumc.
OBSPACIIOS DA PanStDMCIA k l\ 08 JULHO DE
1873.
Auacleto Jos de Maltes. Soja relevado da
multa.
Abaixo assJgnaO*, propriotaros e moradores
ra do Mrquez do ilerval. Tendo a assembla
legislativa provincial resolvido suspender a execu-
cao do calcamente p.r dous anuos, nao podo ser
por ora altendida a pretencto dos supplicantes.
Antonio Jos Teixera de Mend mea Belm. -
Encaminhe-se.
Bononio llosa de Lima Leal. -Preju hcado
Baro do Ltvramente. Informe oSr. mspector
da thesouraria provincial.
Bacharel Beuto Jos da Costa. Como re pier,
satisfeitas as formalidades lgaos e pagos os direi-
lo naeionajj.
Cleomedio de Paula Carneiro. Passe portara
concedendo a li ;enca pedida.
Francisco Bernardo de Camino. -Informo o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Guilhermina Mara da Conceicao. Indeferido,
em vista da raCorraaco do Sr. comraandaute do
corpo de polica.
Gustavo Adolpho Sohmidt. Passe port ria de
clarando que as ras e pontea onde houver es-
paco deve a empresa de transporte de mercado-
rias estabelecer as suas Imitas ao lad) das da cotn-
panhia Ferro- Carril de Pernambuco, s pudendo
passar por entro os irilhos desta, qttando nao bou
W desvio, e neste caso dever previamente in-
demni-ar a mesma companhia <1> mater.al que
aproveilar, mediante acord
Joaquim Pedro da Bocha Pereira. Passe por-
tara concedend i a licenca pedida, com ordenado
smente.
Juanita Mara da Couceico.-Ao Sr. brigadeiro
colman Jante das armas para cortilicar o que
constar com relaco ao filho da supplicante.
Jos Joaquim de Lima Jnior. Informe o Sr.
Dr. chefo d j polica.
Bacharel Jos Bodrigues do Passo J'un.or. Ao
Sr. inspjct j|- da thesouraria de azenja pa" "':'u"
dar proceder a lotaeo de que trata o supplicante.
Mana Joaquina da Eseada. Concedo o prazo
de dez das.
Marcos Francisco de Paula Beis. -Informe o Sr.
inspector da ihesjuraria de [azandi, ouvindo o da
alfandega.
Maria Hermonegilda Vieira Machado. Informe
o Sr. provedor da sania casi de mizercordia.
rsula Candida de Carvnlho Paes de Andrade.
Informo o r. aspecto; da thesouraria de fa-
zenda.
Urbano Guedes GonJim. Bequeira por inter-
medio do Dr. chefe de policia.
Secretaria da presidencia de Pernambuco 15 de
julho do 1873. O porteiro.
Silan A. Rodrigues.
ltepartEo da policia.
.' seceo. Secretaria da policia de Pernambuco,
15 de julho de 1873.
N. 1230.Illtn. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que das communicaedes recebidas hoje, consta que
furam recolhidos honlem detencao os individuos
segumtes :
A' minia ordem, Anglica Mara do 0', at
segunda ordem, Francisco Borgcs Goncalves da
Bocha, disponeio do Dr. juiz especial do com-
raerco.
A' ordem do subdelegado do Becife, Nympha
Maria da Conceicio c Mitcria Mara da Concci-
cao, por offeosas moral publica.
Em offtcio de 20 do jnnho prximo findo, de-
ca ron me o delegaao de Ouricury qut no dia 9,
capturara e recolhera respectiva cadeia a Hay-
mundo Jos da Puriflcaco,' pronunciado alli
como incurso as penas no art. 201 do cdigo
criminal.
Segundo communicou-rae o delegado do Exu ,
por oIBcio de 19 do mea prximo passado, s 4
horas da tarde d i dia 9, naquella villa, es-
tando o menor Antonio Canuto, com espingarda
carregada, a gracejar com seu primo Estanislao
de tal (tambem de menor idade) que se esfbrcava
por tomar a espingarda, snecedea disparar-se esta
casualmente, e Hoju ferido Estanislao ; proco-
deu-se ao respectivo inquerito policial, o qual
tevo logo o devido destino.
0 delegado de Nazareth den-me .ciencia, por
oflicio de 2 deste mez, de que pelo subdelegado
do dislricto daquella cidade fora preso em fla-
Srante, por crime de furto de cavallos o Individuo
e nome Manoel Bezcrra de Lyr>, ijne o enn-
potete respectivo inquerito ja foi remettido ao
Dr. juiz municipal.
Em oflicio de hontem deejarou-me o subdele-
gado da Varzea que na mesma data remettera ao
Dr. jal, de direito de respectivo districto crimi-
nal os inquerilos poNciaM a que proceder con-
tra Maria Ferreira do Espirito-Santo c Jos Fran-
cisco dos Prazeres, por crime de roubo.
Finalmente, a ordem e tfaa^uillidade publicas
nao soffreram alteracao.
0 que tudo communico a : E\c, cont me
cmpre.
DedS^gard* a V; Exa.^-lllm.** Exm. Sr. com-
Sendador Dr. Hert-ioePertlrr'de Lacerta, dig-
ssimo presidente desta provincia.-^ chelo de Bandolrji de'IWloTOuHio-.* iWRMIt a* 5 liorada
polica, Arftonj" Rvmt'ice Corfea tIMHV.
SOJ|T.VLt:ZA, 28 UE JC.MH) DK 1873.
O hQiMiu un ser, ao mesmo lempo sensivel
couiuj^Bulo e ntelligente como o anjo, mas dif-
fereiiieonte.
Cotila'ipisivel tem paixoes, e como iutelligen-
te tj/iio ; e esla reuuio da razio com as pai-
xiies n'um inestii i ser conslitue um verdadeiro rei-
no moral.
Nesereino a razAo a soberana que impera,
a as paixoes os subditos que obedecern, sendo
ministro entre ellas a vontade, a lioerdade e a
consciencia.
l i ordem e paz neste reino auaudo as paixoes
obedecern com amor e respeilo sua soberana.
Ha uVsordem e desgraca quando ellas por odio
e despreso se rehollara, arrastam e deslhronisam
sua soberana.
As paixfes se ievidem em dous partidos intei-
ra.menUj opposlo-, contrarios e rivaes por sua na-
lureza.
Ha um partido de que chefe o autor, com seus
sectarios, u respeilo, a hamildade, o temor livre,
a obedieucia, a venerac dencia, i
Ha outro de que chefe o odio com seus secta-
rios, o de>preso, o orgulho, a vaidad*, a impacien-
cia, a audacia, a impudencia.
Estos dous partidas vivera n'uma luta eterna
no homoin : u do amor livre e conservador dos
direiles magestalicos da razo : o do odio libe-
ral e destruidor desses direitos da soberauia la
ra/io.
Os liometis era quera a monarchia da razo se
acha era biia or lem e plena paz pelo silencio das
paixoes demcratas, chamara se bons, virtuosos,
justos, sanl is, ele
Os horneas, |iorm, em quera esta monarchia
se acha em desuniera ou destruirn pela domina-
co do partido das paixoes democrticas, chamara-
se raaos, Jiciosos, perversos, reprobos.
Estas (ialilicaees sao senteneas dadas no ti i-
bunal daSouuseieiicia, e confirmadas no da opi-
niao pnica, sera mais appello neta aggravo.
N.1o bsoeslas ntssas ideas a originaiJade, que
alguem Mvz, pense, porque Mr. Guizot, n'uuia
caita de |l de julho de 1851 a Mr. Einiliu Deba s,
co'ii'i i'edo a idolatra dem icrati:a, j di/ia :
< Conjplercmos o humera solitariamente e em
si, n i -na nattiivza iiiiim i o individual.
Ha cerlamenle nelle inslinclos, inleresses,
ideas, paxiics essencialmente democrticas e le-
gitimas no mesmo lempo que democrticas : a
nocessiil4|le de independencia, o espirito de igual-
datle o orgulho do merecimente pessoal, o sen-
tiinealo Jo direito que o homem te i sobre si e
da sna importancia as suas relaces com os seus
seineltjajpes por grande* que sejam. Sao e^tes os
senlii^lns democrticos da mmanidade rumo
approuvel Dos crea la.
Mas a par destes senlimenios da nossa natu-
reza, ha outros que nao sao democrat.cos : o es-
pirit de auloridade, aambcio de superioridade,
o rastrado scrapre poderoso, posto que sdinore com-
balido, i|u; mpclle o :.o em a recooliecer a au-
loridade e superioridade uainral de outros lio-
mens ; a necessidade de perpeluidade no seio de
urna exstencia ephemera ; o respeilo du passadu
e da iradieco, regr. indeiendiiate da vontade dos
que se Ihe stijeitani. lucliua.iies lo naturaes e
legitimas como as inclina?oes democralicas e que
existem n'ahna humana era pern.anente luta cora
estas ; vencedoras ou vencidas, safando as car-
nalidades d i oslado o vida dos hotnens, mas iodos-
trucliveis, e que nunca cstio mais uroximas de
restabelecer,-se do que quando bao sido cm de-
masa vencidos
Por esta ni niarchia e democracia existente na-
turalmente uo hornera, fe-lo Deus social, daudo-
liie nattireza depeudent.- cun facilidades dll'ereu-
tes, vnculos naturaes de unio.
A sociedade como o uomem, um composto
moral de inenihros ligados por estes e outros mili-
tes vnculos inoraes e inaloriaes, era que abso-
lutamente necessaria utna cabera representante
da ra'.S i. social, que se chaina governo.
Este governo, ou razo social, segu a resul-
tante do amor e do odio, paixoes capilaes, como
tira astro a das tercas centrpeta e centrfuga, na
sua marcha regular.
c Do desequilibrio das paixoes por excessos de
unas sobre as oulras, resultam as revoluoes,
quefazem o governo sabir da sua esphera natu-
ral com transtorno da ordem e da paz
Este desequilibrio sempre produzido pela
violencia e preponderancia das paixoes democr-
ticas em revolta contra n soberano que as conten.
Mas os trurapliiM destas revolta.^ sao sempre
mais ou menos transitorios, porque sao sempre il-
legtimos.
Vira depois um lempo em que a sociedade
volte ao antigo estado, porque as revolucoes sao
doencas e a* naciies sao curaveis.
O amor e o odio traca ni na sua luta pe.rma-
denle a linha de couducta do governo, que o te-
mor livre do amor e o temor servil do odio se pro-
porcionara c conlrabalancam.
Quando o odio subulitue a audacia ao temor
servil, porque u governu llie d liberdade para
esta substituicao, como se observa nos combale
da iinp.ensa, a ordem sem seguranca, lano ha
tima grande (orea que o empeca de usar das
arma-.
Por um mal entendido res|ieito liberdade
do partido do odio, deixa-Ihe o governo revolucio-
nar o paiz pe i mentira, calumnia, desrespeito e
despreso da auloridade. S Ihe prohibida a re-
velorio de mo armada.
Arevolueioda imprensa chama-se liberalis-
mo, que nao se quer comprimir .om o receio de
explos i, e sujeita-se por isso a sociedade a condi;o
da trra com suas noutes e -seus- das, conforme
domina o partido do amor ou o fio odio
Nao se reprime a revolte moral do parti-
do, do odio pela mentira, calumnia, desrespeito e
despreso a auteridade porque nao se allende aos
eireitus que ella produz.
Quera atiende, ola q,ue oo ha verdadeiro
governo; porque quaiulo es ministros e presiden-
lea vo temando p nos negocios e tornando-se
habilitados para prever ae necessidades 'do paiz,
uue tem procurado conhecer, sao forjados a ro-
tirar-se.
O liberalismo st'x causa deste mal e de lodos
os que perturbara a sociedade actualmente. EUe
trabalha em nome da liberdade para a dommaeao.
do cesarisnio, da diaudura, do despolismo ; puis
destruiodo no povo o respeilo a auloridade pala h-
cenca, torna necessaria a violencia, oppresso
para Iha impor depoi, pois, sem respoitn a auto
rldade nao podo haver governo, oadem, paz e II
berdade
a Maldita tal liberalismo I
(Da CoHSlitvcao.)
Deixou de ser lid.i a acta da sesso anterior, pr>-
no haver comparecido e Sr. 2* secretario.
O Sr. I secretario den cunta do seguinle expe-
diente :
Um ulBciu do Sr. Oliveira Santos, participando-
nii poder comparecer sesso e pedindo.3 mers
de licenca. -Iuteirado e conoedida.
?arios offlcios de diversos socios, communican-
do nao poderera comparecer sessat. -Inleirado.
Dous nmeros do Tmbnlho e um do Lab no, pi-
las respectivas redaccoes.Recebtdos com agrado,
mandam-se archivar.
I'assando-se 1* parte da ordem do da, os Srs.
presidente e 1 secretario tlzeram a leitura de seus
relatorins, deixando de igualmente aie-lo os Srs.
2" secretario e Ihesoureiro, por nao acharem-se
presentes.
Depois do que n Sr. presidente, deu posse no-
va directora^ passando a oceupar a 1" secretaria
o Sr. Magalhes e Silva, viste estar doe.-ite e de li
cenca o respectivo serventuario, e a 2' sjcretaria
u Sr. Rosa e Silva, por nomeaeSo da presidencia.
Passando 2' parte la ordem do dia, discussao
da these : Q'ial a influencia do chrixtianismo so-
bre a familia f Orna o Sr Frederico Burgos,
sendo adiada a diseussao a requerimenlo do Sr. P.
Franco
1 Passando 3" parte da ordem do dia, discussao
da these : A quem se deve a independmci i do Bra-
sil ? foi a mesma discussao adiada a requerlmeo-
do Sr. Bandeira re Mello, visto a hora estar adan-
tada.
Marcada a Ordem d dia para a sesso ordina-
ria, o Sr. presidente levanta a sessflo.
diircssi lltterarto.Amanh (17 do
correntej,;n!iinir-se-ba em sesso ordinaria esta
sociedade, s horas e no lugar do costurae. Ordem
d da : 1* parle, discussao da seguinte these. cu-
jo drsenvolvimento compete au Sr. Camin
SuUZa. Ser conveniente que a propriedadi inii-
vidual seja substituida pela propriedad collecli-
va? 2- parte, des nvolvimento pelo Sr. Ariinue
Nogueira, da these : Deve-se obedecer lei po-
sitiva quando ella contraria ao direito natural ?
Sm-ii-iluil- Patritica Doxe Siv
temhr. Era sesso de'hontem propoz o Sr. Dr
Manoel Portella, presidente desta sociedade que
eila, creada para solemnisar as glorias naeionaes,
que Unto se esforeou para festejar as nossas victo-
rias no Paraguay, dirigsse a S. M. o Imperador una
peti.o implorando a commutaco da pena de mor-
ir imposta ao soldado Joan Ryinundo.
Esta prnpista fui unanimoinente approvada.
Desastre. Na villa do Ex, pelas 4, da tar-
de de 9 do mez nroximo Ando, gracejavam os mc-
nores Antonio Cintilo e Estans.o de tal, primos
entre si, tendo aquella urna espingarda carregada
liie o outro se esfbrcava por tomar, e acontecen
disparar a arma ferrado o de no.ne Estanislao.
A polica proceden na forma da le.
Prisa. -Por crime de furto de cavallos foi
preso em flagrante Manuel Bezerra de Lyra, na
cidade de Nazareih.
Embarque.Segtiio honlem no PiraptuM,
com deslino ao Rio Grande, o Sr. Francisco Lucio
de Castro, secretario da presidencia daquella pro-
vincia, nomeado pon o pelo governo imperial.
Fazemos votes para que o Sr. Lucio de Castro e
sua Exnia. familia se recolhara aquello porto com
feliz viagem.
O Sr. Lucio de Castro deixa saudosas record.!-
Siles, quer por seu carcter sincero, e quer por
ser verdadeiro amigo
Os ro-gran densos lero necasio de apreciar as
distinclas qualidades de que ornado o Sr. Rastro
qne vai continuar a prestar relevante coadjuvai.o
ao servi.-o publico.
Crescido nuraeio de amigos o acompanhou al
a caes da ra da Aurora, onde embarc m cora sua
Exma familia.
Prcmisam iHiiiicait. -Para a estrada do
'.'ombal o boceo ras Almas, chamamos a altencao
do Sr. subdelegado respectivo para um grupo de
hmrus que alasUolis da senda de seus deveres
honrosos, nao se pojara de, aobertados cora o
manto da uoute porem continuamente om urlica
os seus perversos instiactos, isto em detrimento
dos pacifico* haliitantes que moram naquellas pa-
ragens, que vo impassivois soffrendo a invasio
dos (aes inn cenes, que tudo roubain : gallinlus,
portees, grades, cavallos, etc.
.Iluiiicipi do Recire.-Deve reunir-se,
ao dia 2o do corrent', s 9 horas da manh, no
pac i da cmara municipai, o conselho de revista
da "guarda nacional do municipio do Becife. _
Asylo uc alienados.- Conlinuaco. do
pioducio do beneficio ulTerecido pelo Sr. Francisco
Libante Colas, em favor do asylo de alienados.
Transporte 4:175*380
Major Jos Thomaz Cavalcante Pes-
soa :*U0O
Dr. Aprigio Justiunp da Silva Gui-
mares "i 000
Dr. Maliquias Antonio Goncalves .'000
Dr. Franklin Tavora 5*0 0
Ulysses Hernambucano de Mello oiOOO
Manoel Corderu Sintes Jnior 5*000
CoosUntino Lopes Guimares 010
Dr. Francisco de Paula Sales 'jOOO
i:215380
Benclieenteds Tj-uosraubos.Ho-
je, s 7 lioras danoute, reunir se-ha esta sociedade
na casa de suas sessoes, para tratar de objecto
de grande uUetesse para a mesma.
Hospital Portugaez. ,i,. Bencfleen-
eia. .Movimento das enfermaras do nestna na
semana de C a (2 do crrente mez :
Existiam 2!, entraram 7, sahiran curados 10
licito existindo 26.
Est le semana o Sr. uiordomo Joaquim Duar-
l* Simes.
l"ria\':'n de gallinhas. Damos em se-
guida um artigo do jornal Cultim; de Pona
Delgada nos Acores, sobre este assumplo :
Descrevemos um viveiro inoostro destas aves
que- existo no Chile, aoade a estaeo pluvial de seis
mezes continuados lo nociva como poden ser
os Vigores dos invenios na Europa especie gal -
liaacea.
Don S Fuentes comecou a sua empresa de
criaco de gallinhas com 200 caberas, quantidudo
que foi augmentando de auno para auno al clke-
gar a 6,000, uue tantas sao aproximadamente as
que hoje possue. A rea que oceupam illimita-
da, vistu ser a sita propriedado do 3,800 q,uadras
iguaes 337 muios.
< A' cada grupo de 50 gallinhas e 2 gailue e-da-
do um viveiro, dos quaes ha 600ou 700 ao-predio.
Distara uns dos outros 200 ps, solando deste modo
cada grupo.
a Os poleiros sao de simples cunstruceuo, cuber-
tps de colmo. Cada telheiro coutm, 20 agulhei-
ros para a postura. Na proximidad da residen-
cia da familia ha um grande edificio para a con-
servacao do grao e dos ovos, enfermara para as
aves que aJooeem, repartimente. para a incubaoio
finalmeoteootro em que ellas sao moras e ae-
pennadas.
< Na enfermara ha urna ferie de caixas aonde
Cada ave doente est com oommodidade o aonde
tratada tonvementemcole, observando-se com ellas
roto cuidado que a murunilado est, na razio de
par 3*0. O ronde viveiro das gallinhas occ
nadas na rr.iro eoatm para olma de 3JO m
. IiMfitiHoVlstor4<'* c PhHnflwphleo ahos,- para aqu -iratida a galhnha logo queso
'entevaabmeiaJto. Sub a presidKicia o Sr; mantfesta a totubab!' e colhva-se sobre a sua
Jnoia d'ovoa. AMm 9a comida e agua ha senjn
re u,u*aUo4do de arfa cinzas.

GENAMBCft
EtJSTA WA1A.

geral. -Conego Mauoel da Vera-
Valerianu do AHeluia Cor-
Anteniu de Mello e Albti-
Dr. Francisco do lleuu
Duas uinhadas, depois de- descascados os ovos,
sao reunidas era um s bando de pintos entre-
gues a urna nica gallinha para criar, regreseao-
do a uutra par i o seu respectivo viveiro, para re-
eomeear as posturas. Tu depressa su os pinto*
abandonados pela m.ii, su transportados ao viveiro
pie Ihes desUnadn, 50 era cada grupo, e as gal-
linhas s suas respectivas localidades.
As gallinhas su tratadas tres vetes ao dia e a
sua dieta regulada de modo que aprsente sem-
pre varedade com quanto seja a ava a base do
seu alimente o que nunca Ibes falta as Upadas.
Um dia dn-lhe farinha de inilbo escaldada minis-
trada era queme ; outros ministrara Ibes cevada ;
depois batatas cosidas e esmagada de mistura com
migalhas de carne e faiellos, mil bu estornudo
assim por dianta alternaiivamenle. OSsos carbo-
usadus, conchas pisadas hu gral, e cal esto sem-
pre au seu alcance em pruiusao. Este Iratamento-
rom o que ellas paral a T.mjain uando sabem a
forragear, produz una extra trdinaria quaotidade
de ovos.
Durante i estaco pluvial nao se deixam sahir
do gallinheiro, a nao estar o da boin, mas nem
por isso sollrem com esta prisao. Nestas occatioe
auginenlam-lhe a rar.io de alimento animal.
0 pessoal empregado no traUmeato desla
6,000 gallinhas, corapde-se de um homem o qua-
Iro rapazes. Os viveros sao lunpos urna vez por
semana e o interior das casas eaiado de tres em
tres mezes. Todos os dias pela manb cada gal-
linha examinada, c, se a'guma encontrada doen-
te, conduzida inmediatamente para o hospital e
curada. A' meia tarde os rapazes p#reorrcm as
tapadas a fazer a colheila dos ovos, que montara
termo medio a 200 duztas por dia.
Ha dous penodnsno ano o pura a matanca, na
primavera e antes de cumeear a estaeo das citu-
vas.
Os fraugos sao vendidos vantajosamente e as
gallinas de mais de dous amos sao degoladas para
dar logara nova geraeo, visto j nao servirem
para a criaco.
Os inleresses de um auno foram 11,0)0 pala
as. Venderam-se 72,000 duzias de ovos e porto
de 20,Oi)d franges e gallinhas de menos de 2 an-
nes.
m D. S. Fuentes mostra-se satisfeito com o re-
sultado, e pretendo dobrar a sua criaco de anno
anno at qne cada 200 ps da sua extensa pro-
priedad cont um viveiro com seus 500 mora-
dor:s >
Mesa remedara & mesa regedora da
irtnan lado de S. Pedro dos Clrigos, para o anno
eompromssal de 1873 a 1871, se acha assim orga-
nsada :
Pruvedor.-Vigaiio Augusto Franklim Morara
da Silva.
Procurad ir
Cruz.
ZeUdor. Padre
reia.
Secretario. -Padre
querque.
Thesuureiro. Padre
Maia
Procurador do patrimonio.Padro Telesphort
de Paula Augusto.
Msanos.Conego Lin i do Monte Carmel o Lu-
na, padre Jos Alfonso de Lima o S, padre Frede-
rico Augusto Baposo da Cmara, padre Graciano
Villar Brrelo Conlinbo, Dr. Joaquim Jos da Pon-
cesa o Mauoel Jos dos Santos.
Lotera. A que se acha venda a 59.". a
beneficio di nova (groja de Nossa BenhoTa da Pe-
tilia, desta cidade, ;i qual curre no dia ti do cor-
rente.
Hospital Pedro Il.-O movimento deste
r-talieli'chiicntn, de 7 ao dia 13 de julho de 1873,
foi oseguinte: existiam 311, entraram U, sahi-
ran 3i, falieceram i. existem 321, sendo : 209 ho-
mens e 112 mulheres.
Adcertenri".
Foram visitadas as enfermarlas nestes das s9.
12, 8 (,', 8 1/2, 9, peinDr. Bellro, por ausen-
cia do Dr. Ramos ; s II l|2, 12,2 1/2.9 1/3.
10, 10 1|J, pelo Dr. Sarmenti ; s 9, 12,8 1/3, <.K
9 1/2,8 l|3, 10, pelo Dr. Malaquias ; as 8 i/i, S
1/2, 8 1/2, pelo Dr. Vianna.
Fullenlos.
Hennanu Egidio dos MaUyres ; dysenteria ehro-
nica.
Urna mulher que (allecen cinco lloras depois Aft
sua entrada, de congesto cerebral.
Casa de detencao. Movimento do dio
11 de julho de 1873 :
Existiam presos 310, eutraram 1 sahiram 3, exis-
tem 311. A saber :
Naeionaes 233, mulheres 9, strangeiros 43,
scravos 41, escravas 12Total 311.
Alimentados acusta dos cofres pblicos 276.
Movimento da enfermara do dia 14 de iulbo
de 1873 :
Tiveram alia :
Joo Ferreira Gomes.
Valenlim Mondes da Silva.
Manoel, escravo de Luiz Goncalves da Silva.
Marlinho, escravo de Pedro Jorge.
Passagreiros.-Sahids para o norle no va-
por Pirapama:
Dr. Miguel loaqmm de Almeida e Castro, sua
senhora, I ti I lio, i tia e 3 escravos, bacharel Jos
Burino Pessoa de Mello, Jos Augusto Arres Car-
valho, frei Joo deS. Jos Paiva, Dr. Octavio Affon-
9 de Mellu o 1 criado, Dnijamira C. de- Moura, F.
E. Vicente, Manoel R. Sva^ Jos -R. Cordeiro, Dr.
Jos Antonio B. Vianna, sua senhora, 3 lilaos, #
afilhado e i criados, tenente-coronel Guilherme Pe-
reira de Azevedo, Joo F: P. vianna, sua mai e tt
escravos, capillo Jos S. P. Pacheco, Joio E. L.
Lindoxa, Francisco G. M. Fonceca, Rodol|iho B., co-
ronel J. B. Santos, Dr. Jacmtho Jos L. Rosa.
Saludos para es portes do su no vapor Man-
ili :
1. Tliomas Guart, Maria Pastor* du Livramente-,
Francisco T. Almeida, Antonio Jos- Moura e Sirva,
Christevo G. dos Santos o Julio Samuel.
Ceiniterio publico. Obituario do a (2
do julho:
Pedro, pardo Pernambuco, 8 dias, Boa-Vista;
espasmo.
Lucinda parda, Pernambueo, 3. annos. Boa-Vis-
ta ; ttano.
Hermano Egydio dus Martirios, pardo, Pernam-
buco, 58 annos, viuvo, Ba-Vista, hospital Pedros
II; dcsenleria chronica.
Pedro, escravo, preto, frica, 60 anuos, solleirx.
Recife ; btpetrophia da corafo.
- 13 -
Bita, preta, Aragoas, 70 annos, scJteira, Graea ;
paralvjja.
Tertuliano de Paula Nery, pi'r'dn, Pernatnboc',
251 anuos, soltelro,. S. Jos; nibetcul^ pulmo-
nares..
(Vaharina Mara da Conceicao, preta, Peruaiu-
bti 9;fanBas, viuva, B4a-Msta ; tofcicam#TT<
Manoel Antonio dos Saltes, Alagoas, 45 annos,.
aolteiro, Recife; aneurisma
Anua Mara dos Prazeres, parda. Pernambuco,
14 annos, solleira, Recife tubrculos pulmo-
nares. .-
Honriquo Amante Chavea, branco, Pernambuco,
38 annos, casado, Recife; enotphalite.
. Vicente Manoel Ferreira, branco Pernambuco,
40 sonos aolteiro, S. Jos ; pbtjttea.
Germana Mana do Livramente, parda, Pernam-
buco, 40 annos, solleira, Boa-Visl*; luberculos
pulnwuares.
ll
Nrci?3 Maria da Coucerio#')JJJ &%





J
t

i
O
ILiGHu




*
o
<
o

M, 60 annos, viuva, I) a-Vista, hospital
tUl SU"(lilil ;U ti /JHX. fotffclOe Pcrnambuco Quajfc foira 16 de Julho de 1873. I.! UJtt J/) ./U/

u/V /.
branca, PcriMinbnco>.
a; hipctrophia do cor
Tito da Silv
:I3 airaos, viuvo,
Mafia, parda, ft^ruttiMico, 6 das, Boa-Vista';
ospasmo. vvvwk .
Marta Benedicta- Siqueira Cavalcante, branca,
Pernambuco, 60 anuo
beri.
Thereza Mara do:
49 annos, casada, S
Luiza, parda, Pe
eseaanM
Manoel, pardo, V
gestan.
f OKIttfiU dtf jfltf* I llM1V.aMlu^llll"f i
I Je julho Jo 188') lllni. Sn-Oidena-me V. S. ora I eartuxame.
t>ucf,
,Bf$*fcta{;
buco, l*a. Gr.aet;
c-a
TRIBUAL
sioss^o d ;;
KHKM'Jk.NCU 00 KkU.
inni
'nutri
DE JU4.HO DE 187.1.
SK. CMUkHHM) CAKTANa
sa.vri.Tuo.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
1K101ioras ra ntrmti*, frsentos ~m Sr?." n>s
mhargadores Lourenco Santiago, AI incida Alba-
querque, Beria procuraJor da cora Domingtifs
Silva, Araujo jorga q Neiva, faltando n Sr. des-
mbargadw Rc-jueiru Cesta, por prfrsldir o jnr He
IgaarassiL-asrio-se a seteno.
utaim
Recersos crimes.
llocorrento o juico de direito do Maeei, MCor-
rido o Br. Antonio tacinlno Simpara Jnizes i>s
Srs. dBsem&aqraiares A. Allm ji.-r pie, Seira, Do
mingues Silva e Lvnrenro Santiago. Improce-
dente.
Hecorrento o.juhw de dimito da Imperatriz, re-
corrinu Francisco Antonio da Silva e uniros. Jni-
zes os Sr*. defeintnrgadores Loureuee Santiago,
A. Albuquerquo, Araujo Jorge e Neiva. Impro-
cedente menee na condcmna>,-o das cm*ms.
Me rorrente o juico do direito de Maaei, recor-
rido Dr. Ani iniu Jaointhi de Sampaio. Juizes os
Hrs. desembargadoros A. Albuquenpae, Louriairo
Satttirgn, Domiagues Silva e Neiva. Improce-
dente.
Hococrento o juizo de direito do Rumio, recorri-
do Autonio Alves Turres. Juizes os Srs. desen-
ti.irpad irt' Alinead Alhuquerque, Luurenro San-
liago, Domingues Silva e Araujo Jorge.Impro-
Ir jiogaro de inventario.
Iiiv.-ni.ari.uit>' llerculano C. de Si Albuquer.|ue.
Conoederain prazo du t meze.
Denuncia do proinolor publico do Sobr.il centra
Fraucisro Man;.al de liveira Gondiin.-liiipi'.i'e-
?c.ite.
Carta tet'emnnhavoi.
De Iguar.iMii. A^'gravante Joao Krancise* Car-
neiro da Cimba. Juicos o* Srs. desrinbargadnres
Lourenco Santiago, Aimeida Albuquenme e Nei-
va.Sai toinaram conbtriniento pr nancer caso
d agirravo, ti.'.i'i sein elfeilo o jiiigaraenie anle-
rir.
H.ibe.is corpus.
I'acienie Keliuian. Primo de Jesus. Coucederam
jura o da rhi do tiorente.
luciente Hara, por sen senlinr Miguel ve*da l.uclieipieira aojad de direito.
rASSAliKNS
Do Sr. deso nb.iiR.nl ir LiMirenOH S.iniiago ao
Sr. deseniliai'!aiif Alioeida Alini.|iier.|ue.
Di jury d> i-abo. Apiasllanli) o juico, ajipell.i-
dos A.loljibo M.inoei daSil'a o mitro; appellaate
J De Caraiiba AppatUnli Clem iino fiimiil
. .'.ali.ii '. appell ula a jnslic.
Do Sr. rlwsembarpai'ir VI.unida Albuijuer.|uc ao
Sr. des.'inbaigailor Dnia
Do Hecife. Ai|M'ilai!i's iMniiina Aoginto Pei-
xolo e ouiros, ap;iclla.| .s Dr. Innnefntio Serapliico
de Assi Carv.iliiu como Utaineiileirode Kelicuuo
Jaa>|uiiu dos S.iii.'.is.
Do Sr. desinliargailor MMligaM Silva ao Sr.
(.'sombarpador Araujo lurg:
A|ipi'lla>;ao cive
Di Atalaya. |uiellaiite capitn Pelippe da
Qiuh i Lima Araujo li i:i, ni,ella lo Joaii Anli-
iuo de Aimeida iiuinaros.
Diligencia ci'ime.
Ao Sr. dflseinbargadw promotor da justiea :
Da ranja.Appcllante Manool Hygmo u Ai
rada-e Silva, appellado o ni/, i.
Do Bonito. Appe lantes Minod Jos BarDOsa e
outroi, appellado Antonio Gomos de Brlto.
Diligencia civel.
A i Dr. promotor de capollas e ao Sr. desein-
^.a^gaJor procurador da eolia :
Do Recite -AppeilaiHe loto Antonio Alves da
Silva, appel'ado Jase Joaquim Alves da Silva.
Asignon-sc da para julgamento dos feilo.-
seguintcs:
AppeJIacSe civeis.
to lt<*::ie. Apuellante Joao Antonio Gomes
iuiuiaraes, appella ais Antonio da Cunba Sobres
Gaiuiara-js < ixttro ; appellaiiie Francisco 'oncal-
ves N:to, ;i|ipellailo Mu i..el Joupum aplisla : ap-
pedante Malinas Lopes da Cosa Maja, appella lo
Antonio Cirneiro de Gooveia ; appell aillo Matlua*
l.upe> da Coila M.iia, appellado r. Joa piim de
CmU*o Moura.
D'Arom. Appellante J Jvllado Joao Viclorino das .\eves.
Da Granja. Appcllante \ ilal Vaz do Espirito
Sanio, ai:i.-i:.i.|.> Ag.isliitbo do Brito l'assos.
De Obnda. -Aiipeliaiile Jo- Gou?alvesda Cruz,
appellado Francisco das CHagaj Sulgueiro.
Ap|i.:lla..ijes crimes.
J)e Campia. Anpeilaule o jui/.o, appellado Jo
s Alejandre de Caivalho Ceara ; appcll.inte Ha
lia Venancia de Gliveira, appellado Antonio Alves
Peitoza.
Do BobI.A.ppellanie Fclix Jusiiniano de Car-
valho, appellada a usiic.a.
isTiiimagAo
Becursos crinws.
Ao Sr. desembargado!- Lourenco Santiago :
Becerrele o jui/.o de direito do Sobral, recor-
rido Jlo Kibeiro Duartc.
AoSr. desembargador Aimeida Albuquerqua :
Heeorrente o juico de direito de Palmares, re-
corrido Manoel dos Santos do Naseimento.
Ao Sr. desembarga.;or Domingues Silva :
liicorreute o juizo do direito da Imperatriz, re
corridos Antonio Kodrjfaes de Souza e oulr.>s
recrreme o juizo de direito de Nazaretu, racor-
rido Joao Francisco de barros.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Kecorrente ojuwo de direito de S.Jos de Mi-
plb, recorrida Josepba Maria da Conceicio; le-
orrente o juizo de direito de Baturit, recorrido
i\ lyuuiido Alves Ribeiro.
Ao Sr. desembargador Xeiva :
ltecorrcnte o juino de direito da linperaiz, re
corridas Henriquela e Laurinda.
Appeacoes crimes.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Oe Anadia. -Appellante o juizo, appellado Jos
Mximo da Hora.
Ao Sr. desembargador Almeia Albuquerquc
Ha Granja.Appellante Manuel Hygino de Ar
ruda e Silva, appettada a juslu.-a.
Ao Sr desonibaigador Uoraiagues Silva :
De Papar i.Appellante e appeUados o juizo e o
curador do pelo Hoiioraio.
Do Gibo.Appellante o juizo, apiiellado Wil-
iiam Scoth.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
D'Agna Preta.Apoellante o curador de Cesa
aio, appellada a justi.a.
l>e i-uyanuioba. Appellante Joao Alexandre
Frrreii',1, appellada a justiea.
Ao Sr. diwembaigador N^iya :
De Baturit Appellante Paulo Joaquin Perei-
ra, appelladp Gabriel Geraldo de CarvaJlio.
AppellacSes civeis.
Ao Sr. deseutbaador Lourenco Santiago :
Do Cabo.Appellantos Manoel Ignacio de A.
Mji anuu e outre-s appellados Manoel, Ignacio e
utroApor sen curador.
Ao Sr. de Do Acarae. Appeliaale Narcizo Marques de
Azevetb, appellado Viceite Fqrreir de *ul
ilva.
Kncerroii-se a sessao a 1 e 1/2 hora da larde.
ofllcii ik !l ti jul ultimo, s#b n. Si,
uforoic ,\ cesca .do conlcdo de urna represenja-
?ao, que coaira inini ditigiol(o Bfttjsta d
Ailiayde Siqeir ao Kxm. presidente da p'rovln*
ca, k obedeevnd Mordenr de#V. S., cont do
meu dever, frisarei os pontos prineipaos da aecu-
-a-i.>, .Mspodooe4MN [>roMi> 4 Jl'11 ''JJafdia \-Mh-la
per si. Wfi seuslsaci
A|H|iorcm, 'V'CO!TM'cir a mua e,!qiosiaoj( M S. J
scja-aKlcito ponderara \. S. presHUijio, iafeoraM |'f KW-|) rito de malo
v.ili'tcwce dcirunwa ofio- jts como un paito
il i lespiflto, e ttsentinwnto, visto como peiilmn
.les helos Bolla apoutaVi> me fazem-carga, per
carccerepi do prova e-espneillcacao.
'.'.lo tste reparo, que jalguoi iieoessarie, entra-
na rita se di/ia, qoc, uclla c havia fshrci
...uxame. a \ w/1
qU*t*h -HepWs ,fHnipeitinhi'i>|Ksk legisU.a >. qut civilv
OMitli^a,; ciw i*> .,ua|.|iur culadao, _
uriyitegio-, n*o gij de iiiiinuuidade.s piirqSC a
nrgn flfanntmt; qifer premie, ytter castigue;
o cu que a considero, come urna religiio, nao
' o
ir'fcSS
foi essa i%encia, quo no ^tOTlijMr>cJah*lPa ftWT-S{fttflJ|l>vJWHII4^fli*
horas 4a larde, Uve jJ^AS1";-1" l,,! v,;r
'jorreto j.i do volta n wm^pwlr d-; um
conductores du;is cirtaM.qai.ille condit-
i teiiente-coronel lintu ^'ges le Si-
JSjjSuTi o capit.io Lucio Jn de ^jjueira Canipos,
rei ua maiTi'da acaattv cujas pnptos cardoaos rx. rjue me p
si va a V. S.
pja^vr
sS i os
^BLICACflCS I pcnion
Bs seusj s
VcereJil
pi-i^cesso Ir
ovegiiln.
doj^Kctpoi
i iJb, i lei
n limero
1818 mck^Haniki fa
diciadiH eir; Hmcs iiuHanciv
Toritlada.^Hro-in% diHl sna
cisistrade pr Itavorus^B
Vill
Terminando a apreeia en Mlter s minadeucias das- suas acgaie9es,>
nem ao muilp batido acontecimento do dia M f
alo jftlfaffls airtda a uossa Wrafc concHuda sem
danuos ao pulieo eoBhsciineiQtoexacto doflwdo'
partti-Wiesea c*xb>. Dr. Luaena eoato detega
do de^ikia.do'OorJeary, e omo jwc Buatoifal
f$r$Sfi:fato farees a ttocrip*o.4e dona-
^nentos aniigos, que muito servem para aivar *
iembranca ios (actos.
saaiovM a atienoio dwf MMVff
para m oocaeotoi que segueta ;
egaintes:
H.tver trazido dcs^ ciuade unja liaU de su>-
peitos para prender.
2. Trr pralicad ftecitmiiiho -(atuMas leneias, _______ ______
:i." T-or procedida buscas domiciliarias as
casas los pa rentes ae Alvaro Krnesto de Garvallio
Granja
4." Ter lambeyp precedido busca domiciliaria
ni do ciiladio lenente-coronel lomas Lopes do
Siquoiiv, cunsidci imdu-o igualuii.nle S|>oito.
S.' Ter prendida, sern culpa formada, aos indi-
nadas no as-assinato do infeliz c ipitio Domingos
Ah- a Branco Muniz Barrete.
6.* Haver prendido a ctdadaos rcipeitaveis,
orphao. iirn.icentes, e matronas veneraveis, sen-
do urna dellas a mulbor de Joao Brasilero Granja.
7. T-r demorado a formacaoda culpa.
S." Ter prendido cscravos sem fuaJamento, sol-
lando-os immelialaiuente, somonte pela ridicula
vida Je de ostentar oninipo.loncia. :.
'9. Ter exwcido v oleucias contra es presos.
10. Ter interceptado cm Villa-Bella cartas,
que eram enviadas pessoas residentes nesla villa.
11." ilaver liualineule plantado esto.lenno o
rugiinen do terror.
A simples leittira de laes aceusar/ies pelo mojo
vagji e indeierminadi, porque >au fetas, e pela
falla absoiala de provas que autnriseto a menor
Cieiica. basta por si s |iara a miaba cabal dnfo-
xa. S a malignidade e deseni'iarac.) en faltar
venia le, i! ii":;;.r a eyleii.-ia dos fados; s a ton-
ga distancia de 2'K) leguas que me separa dessa
rapital, uinle os acuntecniuntos, por va de rqgrn
cliegam adulterados podiaui levar o representan-
le proferir scmelbantes aleivozias
Mas, nem isto mesmo, nem a va e ridicula oslen-
lacio de eru licao di escript ir, qoesi assalariou,
nem o seu incuicailo podero, ao n liualmente o
sen insondivel orgulbo Ihc valer.io de cooia al-
guia cunira a verdade, que allim surgir csplea
ilin e brilhantc para confudi lo e disipar do cs-
pirit i de V. S quaesqoer resquicio de duviila
que por ventura potu ter concebido contra o meu
proco.limento ueste termo, coino delegado de po-
lica.
Islo dito, respondo ao I" ponto, que verdade
ter eu trazido dessa cidade urna lista de indiciados
ein crimes para prender, a qu.il me fui dada, nao
pelo Rvm vigirjq Francisco 'elfo da Silva,quem
Mnenle ba da-, vnn a conbecer, como disse o
represeutaire. ma< sim por V. S. en oicl-i reser
vado .le I" Je mar;o ultimo j coavindo anda no-
lar, qao iguaes lisias furam por mira transuiitli-
das a diversas outra. autoridades, p >r onde pas-a
va, por ileterminacao de V. S, ein ufficios tambein
reservados, Jo que fui parlador.
E' realmente para aJmirar. que representante
nao soutiesse a origen) dessa lista de suspeilos de
que tanto falla, ten lo sido teslemunha occttlar da
entrega do ollicin res rvaJo, um que vinliaui os no
mes dos iudigttados autores do assassinalo do ca-
pita i Alves r .-.neo ao delegado de polica do ter-
mo de Flores, que o seu prente-, compadre,
intimo amigo !
Qua.ito ao 2' ponte, lenho a declarar, que nao
pratjnei vmfonaias, e o fado, que talvw autotise
a assercao do representanle, foi a captura de um
Individuo tlho dessa edade, o qual, tendo aban
donado a companbia de seus pais, andava vaga
itndeando por estes sertoes, e intiltilanJo-se al
feres da foca, viulia planianJo pelo caniinbo o
susto n.is a:i:!:i.3'.'S los tiuuratos campjn.izes, es-
pallando que atraz dflle rnarcliava um batalhao
de I" linia, o qiial vinha levando ludo ferro e
logo, e j havia toinaoo grande numero de ca-
vall is paqa a conlucjio da bagagem, pel> que,
lanibem pelas rapias, que a merc dessfi litul i,
vinha fazeadu as estradas, jnlguei conveniente
mandar dcle-lo para nao retardar a marcha da
for.a, pela falta de animaos, que, para o seu trans-
porte j se exp^rimeniava.
Afora esta medida, de une tnc vi forcado a tan-
car mao e a apprehensio de urnas cartas de que
opjortunamente tratarei, n.io aportara o represen-
tante um s acto que possa inculcar de violento,
por mun praticado durante a minha longa jorna
da. Falle toda essa populacao por entre quem
transite!, desde es-a ciJado al e.-ta villa, faem
todos os iidadiosnoe me deram hospedagem ; ap-
pareci esso individuo, que so(Trc ineus ordenancas o mais leve insulto, o minimo
acto de violciicia.
Tonho .necessaria raoderacao para por ella
pautar os meus arlos, e durante 10 mezes conse-
cutivos, que exercei nessa capital o cargo, que
hoje aqni occapo, nao pratiquei faci algum, que
me denunciasse como arbitrario e violento.
Quauto ao terceiro ponto' direi que vejo-me em-
baracado ein responder.
Suppunha que como aulori Jade policial me as-
sistia o direito de dar busca as casas dos cida-
daos suspeitos, residentes no termo de minha ju
risJice.o para a captura de criminosos, e appre-
benso de objectos. reveladores de algum crime
o de fazer todas a? diligencias necessarias para o
descobriinento da verdade, afim de nao virem
soifrv ros innocentes pelos cuipados : agora, porem,
eis que se ergue o representante, para dizer-me,
que tenho estado ein erro, 6 que me emende, por-
que o nosso cdigo criminal, o cdigo do proeesso
as ordenares do reino, e tantos antores por elle
citados sustentam a sua dotitrina, c refutam
minha.
Onde, Doren), est provado o meu excesso de
poder c dejurisdiccao ? Pois. ento crime por
se em cerco durante a nnute algumas casas de ci-
dados suspeitos, e ao amanhecer do da seguinte
corre-las e vareja-las, aeompanhada a competen-
te autoridade de escrivao c testemunhas, c appre-
hender documentos impirtantissimos contra o cri-
me que se trata de punir ? Scmelbante aecusacao
importa cerlamenlc a irriso do boin senso que re
pella ai'gaicOcs estultas. enhum funecionario *
argido por fados, que con?tituem o desempenho
de urna atlribuicao legal: se ha abuso, preciso
especificar o facto abu ivo e nrova-l). Felizmente
para mim e para outros cidadaos, que querem ser
liis ao seu juramento de bera servir ao paiz, (
direito nao admitte allegacao sem prora-; e o pn
blico Ilustrado de hoje tem o criterio preciso para
nao se deixar mais embar pelos tremendos pala-
vroeSj^ violencia, perseguieo, tenor e outros quj-
andos, lanzados ao p.ipcf multas vezes por um i
dado inquieto c turbulento, que por va de regra
o que tem sempre na bocea os vocabulos consti
tuica, lei, garantas individuaes, etc. etc.
Quanto ao quarto ponto sou tambera aecusado
por ter dado busca em casa do tenente coronel
Dimas Lopes de Siqueira.
Accusacoes desta ordcui sao verdaduiras futili-
dades, incapazes de respnsta sera.
Ein que cdigo, era que lei ( permitame V. S.
que eu interrogue ao representante ) se aeha dis-
posto, que a casa do tenente coroucl Dimas Lopes
de Siqueira >ejx um novo temp o de Vestal, impe-
netravel aos olhos maliciosos da polica 1 Onde
foi que o representante provou, que a busca em
questao fosse feila sem as formalidades legaes
Sob que pretexto ou fundameoto me devia abster
de dar busca na casa desse cidado. quando havia
para isso fundamento, j pelo que se me denun-
eava, e j pelo que constava das parlinpaces
ufflciaus, tendo-se devulgad que nella se fizera
cartuxames, na vespera do assassinalo do infeliz
capitn Alves Branco?
Quando aceitei esta espinhesa coramissio j foi
resignado a sufhvr agritnria dos des;ontemes. 4)
tenente coronel Dimas Lopes do Siqueira, pesso
alia- recomm'-ndavel pela sua austera pi-obidade,
nao poda levar a mal, como deleito nao levou,
esse liuu procodiraent, que, segundo elle proprio
m'o declaro, era um don muios mais pro raptos
Re.izes de os me convencer de sua innocencia.
8 o cidado orgalhoso, fatuo, e ignorante, a cujo
domicilio em veie ser o apntnario a paa ti dui
bous co'tumes. pelo contrario, a cspeluaaa.n.oi
Rovil es vicios, quo pode stribar note prflee
er dn autoridad.
A busca s por si nada ten As aviitsat* para o
oidwHo, era cu[o domicilio ella so vurilica; o que
Ijiavilta, o deshonra, e o defra4a a aahada e
appre en6o de objeclo crawaoeoa.
A prova do
que venho de dizar se aoortra aet dada utfmtl UmeV
pneedmento, que teve o aobradito tanle-ooto-< flrwpiamenle, e cora
nel, nanotitedo assa-sinato do inlWiz aapttle.AJ- CQ,>flue tanto
ves Branco, indo pedir ao Dr. jniz de djNilo tara ja-lo voltar, pondo logo
dar busca cm sua casa, visto como m conalava, cavallos precisos, e um gata j
*Vqafl!eil(*|ado
SveMi (W4ndi-lu4
de ja Aso de
s in-
is, an'.'-s lie culpa
, /\ae se Jevo ser
e arbiina,.* ce nao-I
nssa clbeifl^i'e ser lamtttu cx{en-
e m Exm. luru ila l! in aardim,
. c lo f n por ordera
erargtoe eiupresi-
dame, (pie prend (UtudilJa d#qm- se trata.
N'etn eUj nem V. S., nem o Ex n. barao de Bom
Janlm, |> irui, devemos ter o mais pequeo senti-
uiento de nezar jiSV IfaiJfrncMdfeijMW obrado,
porque a (vindiilaTTefrWronllverta rnor parte-fes-
se* individuos redama va todas a elida* te se-
guranza em relaco s suas pessoas.
QuaiOo ao ti" potito, direi, pe b|n poucos das
cidadAos presos como indiciados no referido assas-
sinalo, uierecem a aualitiaaoao d respeitaveia que,
a todos generJisa e representare ; porque se fo-
Ibearuios as pagmaj di vida de ;dguns delles, ve-
remos com -retacao ao ten nte coronel Alvaro Er-
nesto de Carvalio Granja, aue se acha pronun-
ciado por crime Je ruino Utl I Antonio Cesario
Alves Je Castro, desate pa Gia> di auno pjssado,
pie esta sendo procoMfld pir enme de morte,
feila com as ansa proprias maos na pesara do in-
feliz Joo .le Coi!<;o, ua fa^atja .Angico do termo
de Cabrob, e cuiidemqado a p^na de gales per-
petuas, como mandante do brbaro assassinato do
capito Mves Branco, sendo alera disto aecusado
de prevariracSe?, que se provam pela adiada de
varios pncessos crimes e civeis em sqj conclu-
so, desde longa data, occltos maliciosamente em
sua fazenda d i Pao Ferrado. Com relaco an co-
mel Jos Severo Granja, veremos, que se ada
tambein pronunciado no tormo de Cabrob, ein
crime de morte, perpetrada na pessoa de um po-
bre vaqoeiro na f.i/.enta Si ico ; que se acha pr.i-
ressado por crime d" temada de recruta e lin.nl-
nienle. pronunciado e pnelkdi como cmplice no
assassinalo do capit.io Alves Uranco Com relaco
a I). I-ahcl Adelaide de Siqueira 'ranj.i, veremos
igualmente qn .. apha conderrmada a pena 9e
0 annos de priso, como eoinplirc do assassinalo
do capilo Alves llrauco, que <:st.i sendo processa-
d como mandante das mortes perpetradas as
pessoas de Josepba de tal e na do seu temo lillii-
uno de mime l'edro ; que est sendo tambein pro-
cessad.i pela surra cruel que inandou o seu es-
cravo Manoel Carantba, ja fallecido, dar publica
mente em una das ras tiesta villa, ao meiu d'a
em pmto, coi Maria Gorda, a qual, pasudos pou-
cos dias abortou e moneu. Aifh diste tambera
acensada, cono^nnnlandc das surras dadas em
Vieenc i de tal, cm Auna de tal, cm Justina de
tal e em varas nutras, cojos cabellos manduu cor-
lar. Com relaco aos ontros individuos, veremos
que uns f-tam conJumnados a pena de 20 annos
de gales o ooiros appellados pelo Ilustrado e in-
tegerrimo magistrado o Dr. Joaquim de Paula Pes-
soa de Lacenia.
Bi os cidadaos resueitiveis, as matronas venc-
raveisj quem prend...
Dis prend a mulher de Joo Brasileiro Granja, por
esta haver censurad.) as miuhas violencias f E'
lastirttavel. lll:n. Sr. Dr eliefe.de polica, ver um
homem. que autepoe ao seu nome o honroso pos-
to de capito, faltar asslm verdade. perante
umi autoridade superior e perante o publico. Mas
nao de admir.'-r que assim procede-se o repre-
sentante, miando a Uta exposicao em vez de ser a
express.io fiel da venlade, que todo o hornera brio-
so se cultivar a inspiraco do odio c do orgu-
Iho fatuo.
A mulher de Joao Brasileiro, senhora alias re-
oummendavel pelo sen genio nimiamente brando,
nunca foi por mim presa, nem nunca censurou
om minha presenca acto algum que eu prati-
casse.
Os attestados juntos provarao exuberantemente
esta e ;utras fatuidad-s semelhantes. de que est
reclinada a represutacli, se por ventura nao bas
tarem os meus simples ditos.
Quanto ao 7o ponto, sou aecusado por ter demo-
rado a formaco da culpa, isto sou aecusado por
ter em menos de dous mezes organisado uin pro-
eesso de mais do otocentas paginas contra 18 i i-
dividuos nelle indiciados, e com tempo snffleente
para ser submcttklo a jnlgmeoto em una das
sessoes do tribunal d > jury, convocado para o dia
18 do mez prximo passado ? Onde se v.io nos-
fastos criminaos do Brasil organisar-se com mais
rapidez um procosso desta ordem, em to cuno
espaco de temp em grande parte empregado na
orgauisar 1 de mais de 15 processos dilTerenles e
em ropelidas diligencias para a aptura de varios
criminosos, que percorriam este termo com offeo-
sa da lei e dajus.ica* Quaes sao os processos
daquella natureza e importancia organisados
julgados no curio periodo de dous mezes ? Se os
ha sero besa (oueos e V. S. bem av&liara sem
razo da aecusacAo acerca deste p?ulo, sem que
eu insista em demonstra la.
No 8 ponto sou tambem aecusado por,ter pren-
dido eseravos sem fundamento, sollando-os im-
raediatamente pela ridicula vaidade de ostentar i
minha omnipotencia. Quando o homem, lllro. Sr.
Dr. chefe de polica, nao considera a verdade, ce-
rno um altributo da Divn lade, tropeca a cada
passo na mentira e na calumnia. O representan-
te, se Bjrtwgie rendar preito e homenagem vir
tude, por certo terse liia abstido de dizer, que
eu prend cscravos para ostentar a minha omnipo-
potencia ? A excepto d um fscravo de D. Isa-
bel Adelaide de Si.|ueira Granja, que foi preso fu-
ra de lioras, rondando a cadeia, e de urna cabo-
cla escrava le tuit de seus ilhos orphaos, presa
cm virtude de sua requisico, nao prend a mais
escravo algum. Os attestados juntos o compre
vam.
No 9' ponto sou tambera aecusado per ter xer-
cido vijlcocas contra os presos I Ora, na reali-
dade esta a njustioa mais clamorosa, que rae
pode fazer o representante, que morando mais de
paseata legnas distente desta viHa, e nao tendo
anda aqu estado, depeis da minha chegada, fal-
la de ouliva, ou por informaefies de pessoas sus
peitas I Felizmente para mim ah est a popula-
rn intera deste termo e dos circumvisnhos, e
testemunho dos proprios presos, se quzerem fal-
lar a verdade para desmentir o representante
felizmente para mira ahi esto os attestados. de
pessoas insuspeitas para confundi-lo.
Tenho tido possivcl complacencia para com
esses presos, j cuosentindo qne seus rilos, so-
brinhos e prenles frequentem e os visitem ns
prisoes, e passem dias em compantna d'etles, no
sallo claro e espacoso que serve boje de sala de
jury, e no grande sali terreo, cera janellas ae
redor, ja censen (indo que presos que nao gozam
dos privilegios da lei, estivessem e estejam ainda
hoje agglomerados cem aquelles quem a lei
distingui.
1 No 1 em Villa ReH i cartas do representante, enviadas
pessoas residentes nesta villa. Este facto ver-
com a iadicacao no sobrescriptaH(f urna deltas -
Otfe se ochar. Estas cartas me forara entregues
nel, e m wln.to -.m quo
agora a V. S. pam darj*
estino.
o dia 11 befaram i \Wi Bellav boj
conservava a espora do; iiiajop
o referido ropreseolante e o Ur.
di. FfHHCso Xacier Paes 'Barreta. Rio, 7 d
rrovembrt) e 18fi llhn. 5f. ;r. HenrfqueTei'ei-
rade Luaena* digno oiHcial- datoraVinnra Bosa.
K.de Jullio..........
Sirias. ,
.* eiSjiu,;'1
com-
BorgeW
varias outi
Barros Fa
| oa na lo. e
o segredo
presentante
o bom-ls
passe a
dadeini eno o conteste. AeNe se dere
resultado das minhas diligencias, como
provar
Tendo chegado na manhi do dia de abril ul-
timo villa de Flores, fui hospedar-me em casa
do respectivo delegado de polica, o tenente-co-
ronel Pedro Pessoa de Siqueira Campos, quem
logo entreguei o oMeio reservado de ?. S., em o
qual Ibe recommendava a captura dos individuos
nelle indicados, como autores e comptiees do j
referido assassinalo, e na tarde dejse mesmo df
segu viagetn para a rMIa iella, indo pernotar
com o Dr. Borges da Fonceca na fazenda Saeeo
dos Bois, e fazendo a minha entrada naquella
villa smente na manh-ia do dia 7. All, rm- casa
Ido Rvm. vgario Mano?l L'ipes *todn*ods de Bar-
ros, veio procurar me na tarde do di 8 o coronel
Manoel Perefra da SHva, delegado de polica
idaqueHe termo, e referi -me, qn% nm seu Who
m genro hara encontrado un eorreio particu-
lar, sat-ido da villa de Plores -ora destino este
termo, o qual devia naaueila noite periioitar- em
Jraa fazenda aqe dist qkqtteH ?WJJieie-' launas-.
ccetanw ojtt* a tpedlAao desse correie nao ti-
f-; ""."."-c" ". "f*'""" *"ia" H' TT'Timii
Urna ex|ilcu' nsta-nos que espirito- pea*r-
si; pierem fa/.or valer 4ela mi
a. d io ao pemil limo trocho de
iii.I
-^e pi'sti,
:o i
nem
ca, os quaes me revellaram a &
ssoas, t:its c uno ao dito majar
o juiz municipal Dr. Cantara Ta-
vm. vigariejkLopos de Harrot todo
__es cartaa,: -e como visse o re-
fruslrado o seu plano de aviso, com a
appreheng'i djs c;irs, chcaim a tal punto de ri-
dicula exaltacao que foi desaliar-mo para um
(kielfc. ein-eaee de moa referido collega e amigo Dr.
Cmara Tamarindo, perautequem deu utpa qtieixa
contra liiim retiran-do-a logo depois.
Nao me record mais da todos os tpicos da
parta do representante, que este e o Ur. ltorges
da Fuuce.-a repi'odiizirain-nie : apouae rae loin-
bra, que o indicado represemante raandava avisar
ao seu paralo capilo Lucia Jos de Siqueira
Campos da minha chegada villa de Flores, c
pedia-lhe quo sem perda de t.-nip. se retirare
por taes e bes caminhos, e que avisasse aos in-
dividuos indicados na lista quo inclusa Ibe reraettia
que se eva-lissem tambera, porque eu levara
ordem para os prender.
Becorda me mais de me haverem dito, que ora
urna das carias se formara de mim um juizo me-
nos justo, julgan.lo-se-me capaz de sacrificar a
juslica, sob proinessa de rae fazerera deputade
geral.
ttiflectndo bem sobre urna Ul revelacao, e re-
cciand > qie o ropresenlaule mandasso de novo
partir aulro crrelo para o mesmo lint, s.gui
nessa mesma larde eo:n o predlo major 1 ut >s
Falco.e marclias forjadas chegamos ua Uirde
do dia 2J esta villa, ponda logo cm cerco, ua
iioute-dusse, iiie-in-i dia, as casas dos indignados
autorus do a^saosinalo, realisaudo-se a minha
previsao com a chegada de um outro p irl idor d >
representante ao capilo Lucio Jos de Siqueira
Campo" na man ha do dia seguinte, deoois de
terciadas as casas, e presos alguns dos suspeitos.
Es Illui. Sr. Dr. cljbfe de polica, a cau-a de
toda a qgerisa, que me vola o represeotaule ; o
fac) que venho de expender a cxprosao pura
e geuuina da veidade : se d-li pii, devo ser des-
empajo, porque foi o seotimeuii vivo ua justic..a,
que arda ein meu pe to, que rae iinpellio a to-
mar tolas as uieJidus preventivas, para quo n.io
ncassom mallogrados os louvaveis esfor.oj do
governo.
Sou finalmente aecusado de ter plantado uiste
termo o rgimen do terror. Eu desejava, que o
representante dissesse, uiesuio sem pravas, qual
fo o acto de terror par mim praticado, paracou-
fuidi-lo com o testeininio de urna populacao, no
aeio di qual tenho procurado inanler o i .;
perioda lei, persegundo ecazmeiile o homem
criminoso, e asseguranJo a yaz do ciliadaJ ho-
nesto.
Quando cheguci a esta villa, achei-a ainda sol
a impresso dolorosa do liarbaro facto, que coe.s-
tituia verdadeiro escndalo do assassinalo do de-
legado de polica : nnguem se prosuuiia seguro
do assafJ as ras da villa, ou no proprio di-
micilio.
A tranquilla assistencia do ousado mandante
de crime tan atroz, em sua casa, proclamara o
silencio da lei, que traz o terror dos bons, arre-
dando a conliaanga da autoridade. A miaba che-
gada com a forca pu dica mudou o estado das
cousas. 0 cidado pacillco fieou de.srs6ombr.ido ;
os faeinoras, porem, buscaram as brennas ou en-
rlaram as prises.
Assim (eprallos devem estar, com effeto, o le-
nent". Francisco Rayinuiulo Teixcra e Silva, o
capilo Bellarmino Gomes Ferreira, Manuel Ro-
drigues, Joo de Moura, Jos Cesario Rodrigues,
D. Joaquina Maria de Castro. Paulino Fereiru
Bispo, Alvaro Ernesto de Carvalho Granja, los
Severo Granja, D. Izabel Adelaide de Siqueira
Granja, Francisco Lopes de Siqueira Granja,
Cleomcnes Lopes de Siqueira Granja, Zefexioo
G.>ncalves de Lima Granja, Joo Brasileiro Granja,
e Jovino de Alencar Granja, por mim arreia.es-
sdos as prisiies, e todos por crimes de mor-
te : atterrados devem esler i'oriolano Ribeiro
Granja, que tixou a existencia, ha pouci>s auaos,
na povoa^o do Salgueiro, um velho portuguez,
de nome Antonio Joaquim pan o roubar; Salviano
Ribeiro Granja, que, alera de ter assassiuado em
seu terreiro a um seu credor, de uonie Jos Ni-
colao, de mais mais autor de varios espanca-
meiuos; Antonio Gervazio Granja, que mandou
por ojn seu escravo e nm guarda-c .>tas assassi-
nar, perto da fazvnda Pintada um miseravul, mo-
rador no Cariri; Francisco Targiuo Granja, que
e.-pan-' ni n.'.-ta villa ao ineio dia eiu ponto a um
pobre vendedor de niel, era d'a de entrulo, d-i-
xndo-o bastante maltratado no pelo da ra, pelo
grand crime de nao querer deixar-se cnlrudar ;
Leandro Borges, Fraucisco de tal e os eseravos
Ju->e o Manoel, que de concumitanca com D. Joa-
quina Maria de Castro, rnandaram assassinar ao
infeliz Paulo Jos da Silva, entre as lazeiulas Me-
dubira e Agua Preta, arrebeniando-lhe urna das
ternas, e arrancando-lbe o couro da cara : capi-
lo Fraucisco Lins de Araujo Galdino, condemna-
do gales perpetuas pelo jury do Serid, em vir
lude do assassinalo feto em sur. propria uiulher;
Cleraeutiiio de lal e Jlo Paneraa, coaulotejdo
assassinafo brbaro do infeliz Ignacio, quem
forara prender na serea do Ignacio para recruU;
Flix l'assarnho, prouuncado jwr crime de morte
e evadido da cadeia desta villa era julho do anno
passado; Manoel Maugang, pronuncia lo em crime
de ferimontos graves; Jes Lourenco, que, ha pou-
cos annos, assassinou no lugar los Sitios Novos
um inleliz ; Joaquim Torio, autor de varias mor-
tes ; Victorino Mendes Monteiro, pronunciado era
crime de fenmentos pavs : Antonio Gruso, pro-
nunciado em crime de morte ; Rodrigo Castor da
Rocha Barros, pronunciado em crime de morte,
no termo de Garanhuns ; David Jos de Oliveira,
que assassinou a sua propria lilha, evadido tam-
bein da cadeia desta villa, e j pronunciado ; o es-
Avelino de Souza Cabral, pronunciado, em crime
de tentativa de raorte no termo do Crato, e por
inim pe seguido al o termo de Cabrob, onde se
acua oceulto; Joo de Moraes. o escravo Felippe e
o capilo Lucio Jos de Siqueira Campos, pronun-
ciado era crime de raorte na pessoa do infeliz ca-
pilo Alves Brauap, e outros criminosos seme-
lhantes, aos quaes tenbo perseguido inoessante-
meule, e afugentado para longe do meu termo.
Os lacios abi eso : poj elles ser julgado o
meu procedraiento, a nao pela voz apaixouada do
reprc-enlante.
Accusa me mais o representante de ambictoes
eleitores e de ler dito era Villa-Bella, que Irazia
caria branca para frzer tudo quando rae aurou-
vesse. Quem uo entrev o lira oceulto do re-
presentante em propalar taes falsidades ?
Acerca de taes aecusapes, verdadeiras falsida-
des, apenas direi, que o meu proeediineuto u;sie
termo e&uberanteinente raostra quo (emerarios
e infundados sao os juizos do repreieaiaiite. Of
ereao factos, de V. S. bem sabidos, uu* excluem
de iim quaiuuer presuiipfao de clculos eleito-
ir cnnjr*!ts indis
i la int> n i a re>
Oanonunonao
i de llgir a res-
uma interpreta'fio a qne na
ir ii jamis abi nossa -interajio.
>s animo li.istaate p ra an'
jjosicoes pessoaas. e para a-sumii
onsabilidade do que esBvvenios
nem nunca foi para a< uM. nv i
^onsabilidade moral do que escrevemos; qiter afc-
ne, quer nao, M*la res|ions,inllt(lade acceitaros
nossos escriplos em lodo o caso, e, loda a vez que
o njesfi noai soja eptunado fautora, o exhib-
reinos semreeV>.
O insulto, a calumnia e a injuria da imprensa
vil e sem conseienea neo nos nitriga mi silencio,
e a desprezar-mos at o dia emque dos tribunaes
entendamos dever reclamar o^desaggravo.
Se alguem, como cavaUeJro quizer com seu no-
me, argair-nos e caJumamp-noB, recebereraos isto
como favor.
Desatamos muito qne dos ilossos desaffectos, o
que mais leal e cavalheirp for, nos insulte de fren
te; derrame contra nos a calumnia sem reserva
E* assim quo nos havemos defender o con-
fundir os calumniadores.
Aquelle qne por tal forma proceder, Hie olTere.
cemos a cerioza de que n empreemos cotitra
elle o ineio de rosponsabilidade legal.
Nao envenem, porm, as nosstis ,palavras e nten-
cao para fazerem ceer que vamos ferir adversarios
ate no recinto sagraUo, ante o qual temos at hoje
estacado tomados sempre do msior respeilo.
Nunca lizemos era todos os nossos escriplcs urna
allus >, se quer, de alcance alm do que a nobleza
dos sentmientos iinpde.
E firme leste mmlo de guiar-nos na imprens,
n> haviamos de ser boje autor de calumnias con-
tra pessoas de quera nunca nos conslou procedi-
mentoiequiVBCo.
Feila esta declarv;ae, (pie a tomaro como qu-
zerem. passammos a esta errata :
No periodo em que comeca -Ao nvez em vi /.
de reprovim lea se em que reprorott. Km vez de
em que o acto lase o acto,
N" a itepemihiino artigo, onde se ks--erudito
dos comicios la-se erm'.fS Aks omoicios.
Becifelo de julho.
Sirias.
H*"ifV t>rnina;e l-'uinpaiiy.
Nao possivel deixar de continuar a conte-Iaros
princijiai's (lonio da ('Xpo'ico do Sr. Law, cujo
lirn depreciar o rolatoi'io do Sr. V\ ing.ird e in-
culcar o estado da sua couipanliia Draiunge, em
oslada do prospenuade, por que as proposi;oes do
ir. Lw a maior parta dellas leui o deleito da
niaior inexaelidao, e algumas tem o catibo da mais
reviilimiie falsidade.
Tenho muito pozar om exprirair-me desta ma-
neira ; pirra, ainda miis me .-usta supportar que
o Sr. Law, no estado actual da quixto relativa
coiiip.inlia rainage, lance mi de e.(pe.Iienles
d: que ii"nhum honieni qne presa sua reput.icfi i e
lignidade se podo valer.
O Sr. Law ema aounmos a generosidaledere-
leva -me essa lianpie/-i, ; qual aulorisada pe..
seu de-leal proced ment.
Se o Sr Law tem razo de pugnar pelos inte-
fnsses Ja coinpanliia de que agente, os quaes S.
lem comprometilo e contina a compiomettei
Estou comente com a aecusacao que uto fez o
represntame, iterante o governo da provincia, nao
so porque ndla nao ha um s facto especificado e
provado, senio como porque nutre Ules nao ba
um s que me faca corar, # uie empega de filar a
u deslumbrante do sol.
Eis, lllm. Sr. Dr. chote de polica, o que ie cura-
pre dizer cere* da represeutacu, ubre que V..
me raandou ipfurmar. Qs uious actos ahi esio
bem paleles V' S. o examino atteutanieiite, a
anal recouhacera, que oa me afastei um pice
da senda do nevar e da lei.
Em coucluso, s pe .-o a V. S. que se digne des
cnlpar-me por .er abusado da sua paciencia, e
pelo dc-salinbo Je*le escripia rasado da pr.'Ssa,cvi
que sabe o portador, que esta condu, par* aiada
-esta vaz impetrar de. Vi $ pruvidencias de nutra
ordem liem deste. tumpf que muito j Uie deve
pelo? beneficius injipieciaveis, que, sobre elle ha
ikrramado.
Afflpt.Awififc dito (ib,efe.d,p
Migitados
ae porem e:
de tal com
presentante na oixasiao
ito que nada nata Dar
tei immediata
vados 3o V. S., para
ndo conciliar a ida
iqaeaandwi o re
de despedir-me drlle,
i, requisi-
.cQ.'fluetantoo reeommanda, aae
IwntflAfe Be fknrimu Ptrr* 4t MetHa.
Cvfltortne.-O suereUrio, Hufino Augunb ae
4lmeuto.
i Illin. cat|ejja.e Sf.-() celniMftt sei'w>wN V.
acaba de prster eseiupenjbMdiM>r .mannira,
yHM. a *iqpa. tWHMafteO^l.quefora da
Cambian na comarca da Boa- vista, nao pedia de
ce|v7s.nri3o as miabas sicers felioi-
" e crea que sou con veraadeira estima e
desapiadadamente, eu tambera tenho rao de so-
bra de pugnar pelos de meus conci.lados, tanlo
mais quando acUialmenle estou foia do alcance da
companhia Draiuage, que nao me ha de vr arrom-
bar a minha casa nem o meu quintal todos os das,
com i est aconlectiul i por toda parle: nao sou
egosta, nem vim a Pernambaeo buscar veiUura
para, dopois de deixar tudo entregue p"ste, ir-me
embiira com o aacoo cheio s co.-las.
Nao ha necessidade le preanibulos.
Diz o Sr. Law no sen arligo de fundo, publicado
na Diario de 8 do correle : Esta veloc dade i>-
movera at pedacos it tijolos e tiutras luitcrias
pesad '.
A nao ser a especialidade da physica do Sr. Law,
: '! ;s i i carao pensando que a forca que eapaz de
impedir um polaco de lijlo, mais que suflicien-
te para levar por dante urna lampa de bule, qual-
quer que ella fosse, a nao sor a daquella em que
se fama cha oara os masladontes ou hypopotamos ;
ora, se a lampa do bule enlrasse no cano, laclo
este que s pode entrar na coucofico do Sr. Law,
ainda assira elle nao servira nunca para entupi-
(u, por qne a velocidade da crrante que poda lo
var pedacos de lilos, poderla tambera levar mes-
mo bules nteiros, quanto mais as lampas:
amia, Sr. Law, esta nin-juem agenla !!
Outra tambem que ningueni aguanta : diz o Sr
Law queos canos ti i evnnltahs pelo praentaa
patente do Dr. Augusto- Smith e unioersalmente
adoptados com preferencia aos gatvanisadns.
Brimerainenle diroi que o Sr. Law ou a sua
companhia, lando contratado canos giilvanisados,
nao poda Bubstitni los por outros, anda que fos
.sein melliores, sem o consentimento do governo
mas a companhia fai a faz ludo quanto quer, poi-
que nunca teve nem tora quem olhe para cousa
alguina : nunca houvo nem ha liscalh-acao.
Em segundo lugar, cu arala nao vi canos es-
maltados nm cas algum i, e se os ha, o Sr. Law
pJe indicar onde eiles.esto para eu ir v los.
Em terceiro lugar ainda, falsa a proposico do
Sr. Law, quando diz que sses caaos sao perfeita-
menle livres de toda oxidapao e estaro to perfei
tos d'aqui a um secuto como estao hoje.
Os ranos andam ah pelas ras, e appell para a
populacao intera desta cidade, brasileira ou es-
traugeira: quera j vio cara esmaltados em algu-
ma parle ou assentados pela Recife Draiuage Cra
pany, i'az-mo especial favor declarar por esle
Di(i/(.
Em ultimo lugar" raro o cano pelo qual nao
filtre agua redrenla, prova exuberante da grande
bondade ilelles, e -anda urna proca de bomba a
companhia inandou mudar lodos es canos da casa
do Sr. Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, e os
pedacos que esta vam convertidos em crivos tova cui-
dado em raander esconder antes que eu 4 chegas-
se. Ora, se anda nao ha dous annos quo foi
aquelle cano assentado, e lahio elle aos ped&cos,
cerno qne hao de durar seculos T E' muito Sr.
Law, assim nem o Quaresraa I
Pelo quo tenho dito, nao s nestes dous ltimos
artigos, como em lodos os outros, claro que eu
nao falto verdade em cousa alguma ; o que faco
sement esforzarme para que nao se estabeleca
em principio que a mentira muitas vezes repetida
a verdade.
Eu estou prompto a rasponder perante o gover-
no nao s pato qne digo em meas etHcios, como
ein meus eemmueirado*, e ainda uinguem foi ca-
paz da dizer que eu meuti em cousa nenhuma : errei na pkysica, cone errei nem erro nos factos, porque estao patentes
ao attios de todos, e s ule os enebergam o Sr.
Law e a sua cmara no nosso eagenheif, que era
negocios da sua (tscalUacao ceg da vista e do
intellecto.
Contina o Sr. Law a querer culpar o Sr. Win-
a d, pelos defcitos da companhia, e diz: --/' um
acto notavel que enguanto a lavagem dos encana-
memos foi confiada a este homem estavam sempre
entupidos e depois de ser eteespedtdy nenhum en-
canamento mais se entupi, etc.
Eu bem digo oue o Sr. Law sabe tanto da com-
panlua como eu do que se passe em Londres. De-
pois que o Sr. Wingard foi-se entrara houve o ter-
rival iransbordamenlo dos apparelltos da ra do
Calinga, e quando eu cheguei, a chamado de um
dos Srs. negociantes, que receiou morrer afogad
perder todas as taxena*. ahi encomrei o Sr.
desembargador Aiexandre Bernardiao que me dis-
se Dr., desta ferina mis uiurreinns tedas em p tu-
cos dias. Nao se se o que houve na typoajraphia
do Sr. Mira f"i poneos dias depois da sa-ida do Sr.
Wingard, mas sai qne a companhia nao fox o ma-
nar caso disso e *Sr. Mira estove tres dias sem po-
der traballiar,o aaquiz manten buscarareia e pa-
gou a quem mmanreaaa o que havia sahido do ap-
pajel'o.
Outras iuundaodes tera ha vida, e estao haveado
Indos os dias, mas nao me mandam participar, e
eq ni tan lionera obrigaqM dnaa>viaiurt nem, de
aniar aiirocurar oratetiaa se din,
Por consiguite, e falsa a a em querer attribuir ao Sr. Wingard os enlapimea-
tos.
Bous permuta que o Sr. Wingard volte aqau e
toree coplas ao 8r. Law.
Dzo_Sr. Law qm,P*rn*mbuco i a nica cidade
imu*4.i onde mam te foerom pona a lavagem
ifjoa-o mcantmmtm
Supponho que. j dwae em una outra eoraannou
?>do i^ue, ote -araaste de lavagem de eaennasnen-
'oi um tvitrete que a corapanni laaoon?raao
" (tontaona a hnperfeiia doa apparelb.
o seu servico, c principalmente que a fallaJ
ufignV /eftlJ VwJ A ^(fnfnera ca-as
coippletjimt'Bite-ite iiMli|ali*iil proeJ d reuic-
(li.tr a tu lo isso cop outro n.-curso. Uav. ul > ira.'-
la agua, nao lia n -es- fado lo lavjgen,. bavend'
le Hiv.-s, ti 11 vai-ft1 sem d nii'.rfdadi', e nao eslau-
do na cano* uns-pura bmxo eoulfos para cima, na^
ha entupimentos.
lisias lii-torias da corpos ".'"ajibo* introduzdos
nos apparelhos. smente sito invealas para o Sr.
Lawso desculpar onm oa-sau pttlionentes que
na > i'o de ser to lulos que ne satndein a pii v*-
rilear os erras eamnteU'do pelo Sr. Law, o que
tenho apona lo, eqneiram foira quo o governo
I es o ande pagar o servio c -intratado que el lis
uto fizeran, mi que flieram lo mal feto que le-
rio veigoulia de confessar a C'lstoneia ds lo iras-
sos Tros de olllcio, que elles meamos nao acredi-
ta rao. ,
A companhia, cm lugar de eentirar a inmi
que tenbo profligado os principaes causadores dr-
seus grandes prejuzos, qii; sao o Sr. Law e o Sr
Tiburco, para nossa infeheidade, ha uC me agra-
decer o servico importanli-simo que eu Ihe lenh"
prestado, c m'andir o Sr. Liw pcnTCTr raaranr.
Continua o Sr. Lawme a exoeriencia u dis-
tridos d> Hecife e Boa-Vista, prova ser exacto
que os canos d'agua sao suficientes vara dareni
agua cinco vezes mais dn que aquella que liberal-
mea e pode ser gisla pelos appai cilios !
Esta asscrc/io estupenda, e br.ri ivel I! mas
e-t ein lettra redonda : vamos I verdade.
sei guantes apparelhos estao fnnecionandono bar-
ro do Recife I o que crio pon1 o o n seguinte
quando se elles. abriram o do armazcm do Sr. fon-
tes (andar terreo), fuicunava iL'gularnieiite,i>lo c
erara precisas quatro ou mais re|ietici para s>-
liii'.-iii as materias, p- faltando e boje ha oecasie* em qne nao lia absolu-
tamente emitas em que liapouca,no.armajlt,ni do
Sr. major Caelano Cyriaco, ra do Vigarw, creio
que nunca houve agua, pelo menos en nunca .. vi
oj houve um irasbonlamento da pullas sobre-
ditas; no escriptorio do r. Joaquim Lopes Ma-
chado, ha um apparelho no seguodo andar, qu-
j'ift OJWHita, exsnda desde a |Hrla da roa, gru-
cas superiwidiide d esmaltado du Sr. Law, c abi
mesiun se seule o sen perfume II! As pessoas-
que morara no segundo andar, dizemque lia oe-
easies em quo lea medo de morrer de tanto k -
dor.
Oue boa erapreza I !
Iodos os das se abrem as ras para dawiMnpir
os canos ; logo elles estao entupidos a por falta
d agua.
Qiuudo os agentes do Sr. Law andaram agen-
ciando asignaturas no bairro do Recife paia man-
iluvio no Rio de Janeiro prever que [also o que
se.diz dos apparelhos, ja umita gaete uo quiz v-
testar, porque os seus apparelhos nao iara beiii:
boje passa como corlo, que algn* que assiguarara
o tal papel da verdade, eslo arrependidos, p uqu*
os apparelhos os lem desmeulido corapleumenle ,
e.-la a verdade uua e crua.
A espciui da Roa Vista : certo que na bOMoe
do Sr. Gaiuciro (andar torreo) nao ha agua qoaet
nunca ; u. segundo andar, os engenheirs uU o
quer me sejaiu da coinpaiihia, Ueclaiaiain i|i>
nao collocavain apparelho, porque na* se rospD*
sabilisavam por agua, o que cuitra o estipulado
no art. 0 da iunovag.io. A coinpaiihia faj sempre
o que quer, porque iiinguein Ihe va i s raaos.
E'cello tambein que a maior natte da caws
nao lera agua ; a torre muito baixa e .-o leui uo.a
cacimba ; no sobrado da ra da Imperatriz n. t,
em 8 dias o maravilloso melhoramento j se que-
brou duas vezes; no da esquina da rua Sele tte
Seterabro, o Sr. Dr. Silva, uo primeiro auda, iiitu
tera querido servir-se. do apparelho para lu fe-
der ; mas o do segn lo anJar j Ibe empata aco-
sa com o fe.lor; eniretanto, o engenheiro li>cal.
define iranquillamente o sorano da inaoceuco,
como quem nao quer ser algoz da companhia. e
sim dos seus patricios.... abeucoada tena I !
Portaiilii lira conhecido quo isso de apparelLo?
perl'eiios em Roa-Vista ou Recife, urna historia
de oura, a rateo muito simples : c eu s digo
aquillo qua lodos couipraheudeiu ; na Boa-', i-u.
quande apiolar o vero a cacimba nao d a cente-
sima parte du que d no invern, logo a de ser
preciso ir buscar agua salgada na rua da Aurora ;
o Sr. Law nao quer ga>lar dnheiro..... Ou o Sr.
Law nunca soube o valor que tem o fallar veril*-
ile, ou perded a iaz.u ; ou penan que eaM sua al-
tivez da estrangeiro, que se lia dainais na proteo-
5>o do seu g iveriio e do nosso, ha de nos deixar
li^ar lodos |or mentirosos, ou enlo enter.de que
nos ledos perdemos a razo.
Varaos fazer urnas passageiras cousideracoi a
respailo do Sr. Wingard, e da sua exposn.o
O Sr. Law diz que o Sr Wingard foi apontador
da coinuanhia e nada sabia de eacanamentos, ele,
etc.
inguem pode isso saber melbor do qut o Sr.
Law.
O que nos sabemos, porra, que o relatorio de
Sr Wingard, nao parece obra simiente de apontn-
dar; nao ser obra de inestre, como essas do Sr.
Law, que s recumain falsidade e ra fe, mas BMB-
tra que elle tem inlelligaucia bstanle para com-
preliendor com exaclilo os defeitos prolundos
da3 obras da companhia e da faila de pessnal eoiB-
petante que tem havido para dirigir e inppaccJe-
nar a sua execuco.
Nao -- as academias que se aprende t M
faz um homem iustrudo ; lia sciencias ein qnr a
platica val muito mais que a theoria, c quem tura
a piatica, depois compeliende muito mais fac-
mente a theoria.
A maior parle dis observagoos fcitas pelo Sr.
Wiugard, sao muito sensatas, amito raaoaveja e
muilissimo bem fundadas e sao de lal natureza que
desaponlaram os sateUdes da cuinpauha, c zerara
o Sr. Law perder a tramontana.
Os factos rcaes e mais que reaes descrplos >ioto
Sr. Wingard, inuitos dos quaes liuham sido eapos-;
tos por niiiii com a maior claneza no ollicio de li>
de marco, eso coaiirinados oxuberanteuienic a l
todos os habitantes desia cidade.
O Sr. Wingard faz reflexes lo sensatas que k
vam a pensar que elle mais inestre do que pswi
que dizem que seis ps de presso nao sao suili-
cientes para fiineciooar o apparelbo, e do menos
prosa i que essa, aos callocados por elles, e que
com o maior descomedimento alDancam no mais
ampio jornal do Brasil que os moradores metiera
vestidos c saias nos canos.
O Sr. Wing .ni diz entre outros, o seguinte
Duvido que o que a experiencia km mostrado,
niio se pdtr fazer em outros pases, se faca aqui:
Diz m >is. Um apparelho para amostra ou ex-
posicao pud fu accionar bem ; porm se o pnzerem
em servico todo dia, tornase muito diferente.
Em inuitos outros pontos a exposicao du Sr.
Wingard ramio judiciusa a fundamentada, e mea-
ra que elle aproveitou muito dos grandes mestres
c ni quem esteva trabaJbando palo espa.o de dous
annos.
Nao carece ser engeuheiro para conbecer que *
exposicao do Sr. Wingard reflectida, pensada
e toda duvida a este respeilo deeapparece quaiuh*
se sabe que ella toda bascada em factos verdades
ros.
Deixo da esicad r-me mais sobre isso 'porque
o publico apreciou-a devidamenle; e-.-e publico
ufelizmenta condemnado a sentir por loda parte
os elfeilos da mais criminosa especularo de mi
volta com a mais eacandatosa protervia.
A' discripcu iniuuciosa de factos que estao n
ileno conh.cimento de lodos, s razos scienlih-
cas aponiada* cora o mais fundado criterio, o Sr.
Law nao teve pie oppr seno am ataque vida,
privada de uin boraeni ausente II O Sr. Law lau-
ca rao da arma do coaanle: pansa que larra ju
a lepulacao ai aia, iutullida a faz calar, para cana
esse aiak) fazer acreditar as falsidades, com que
com o maior deseiuharaooj aflrouta a opimo pu-
blica. .
O patbulo, ou desaire morte affrentosa a ma fe,
a falta da cunsciencia, a caita, de lealdadc cora
seus commitientes, a pertinacia no erro o no dc-
sejo de engaar e sacrificar inilhares de habitan-
tes de urna cidade, cuiu nico crime ter-lbe
dado muito boa husiulaudada e agasalho, est ar-
mado as Cinco Pontos. dTerente do outro que
ahi houve smente por ter sala panas em vez de-
tres, e que:n ha da fazer atii danzar ao Sr. llera f
Law e ao sen uaieo igual em caehacnantoa o nos-
so probidoso direrter dea-obras, publicas e Asea*
da todas aa oorapansnaa o lilm. Dr. Jos Tiburco
IV re ira Magalbes, lia de sor a Mecif Druinumt
Companu, isto os oessionariua ou dunos dalla,
a quera o Sr. Law est illudindo e nem ao menee
tora a consciencia.de duar que preciso sacriCcer
o que tem gar para madnr eque este faito, pee
que nao presta nem pode prster.
Se o Sr. Lew 4 kaanem da bem e tera diguieV
de veabu pnate este publica doctorar qvaaa oa
motivas que tes pera diaar, pela boca pequea,
que eu acceso.a.cranpaasMa non ingaa^a eu-oo
troe SBMieaa rapto vaste*: teihn nnrapem, Sr. Law.
que eu nie eterno aeaanenboa raaldiaant: a.
minha vida, de haon e potMande a mile p-
rantia : tonhewvito dos lucren, mais qea soft-
cieates dn minha profisso, anee teabo faite rea-
tuaa palo nea o. abaso 4oa eaapragoaputliaoa: estas
a mira, s temando prapaiaa; etpumdo autlbe te
para elles entrado de cotovellos rolos c os dedot,

9
e

/
>






Dj&fio d P^fi^nibuco :fluaita:feira l t 4e JuLLu) dos ps sahin lo pc!o carcomido cooro dos sapatos,
ido MM
rado'raui
esge uads,
ito lep
Idi:
-tido c din
oni ves1
,' ?r. Law, appre5ente-?e cmo
horaem de bem nao empwiiio.a arma de lr>-
foeiro e vil sicario : a ininlu peana nao estapein
nunca esleve anoaj.i a niuguora, c iiio.haSeni
o Umore : a minia peina esta o"rvir.ito ao met
pai, nos mens epiicidadio c a todos o csirangoi-
ros aqu residiles, para cujo teslemnnho eu ap-
l*llarja eni ultimo caso.'se me podesse pausar pelo
pensamento que alguemj a excepeaod} Sr. Law e
aos scus adjunctol, duvidasse da -verdade do qu
lenho dito: a niinlia pama esta prestando servieo
i-era igual Ilecife Drainage Company que tao
maa representante o gerente escolheu, qnc a teta
sacrificado, completamente : ella o- cunheeer a
tempo c me tora jnsti.a, o me. Qcar agradecida.
Mo tenha modo, Sr. Law, cu Ihe asseguro que
eu nao sei o que t modocjtou encouracado.
O Sr. Law tem consciencia disso, estou conven-
cido intimamente, porque ainda so nao aire ve u a
procurar ario/liarme c estou inuito e muito
tranquillo c sem medo da sua rlha.
O Sr. Law procure salisfaaer as obrigacocs do
seu contrato, mude os apparelhos, que esta pro-
\ a lo d j mais que nio proiliizem elTeito e esta obri-
gacao Ihe imposta pulo art. 5. : ludo est podre
e podrissinij, nem pode deixar de 03tar porque o
Sr H. Law nao da agua em parte alguma: deixe-
se de embuste, que ninguem mais o acrodita : dei-
xe-se de comproraetter ainda mais a compaa a
qaem S. S. tem sacrificado o exposto odiosidade
publica.
Agora eom n publico que nos ouve e a quem
repellamos e didicamos gratuitamente os nossos
fracos esforgos.
Para que minea se possa dizer que eu falto
ye,rdade, chamo a sua alinelo sobre o seguinle
faelo verdico:
O Sr. Wirgard, nao foi despedido pelos gerentes
ou representantes dacompanhia Drainage :
O Sr. 'Wingard vendo que a companhia nao pode
continuar nesse eaminho errado em que a mette-
ram os seus maus administradores sem cair no
,inais prfundo auysino, tratou de bater a linda plu-
magem, e deixar os seus leimosos companheiros
#m lula terrivel. com os seus fedorentos appare-
lhos e seu conteudo.
O Sr. Wingard foi bem apreciado pela compa-
nhia, como se v do altestado afra, com o qual
fique damnado embora o Sr. Law,: mas a ver-
tale seuipre em primeiro lugar. Sr. Henry Law
oom mais espado eu ihe torno a dirigir meus.affec-
tnosos eainpriinentos.
Breve Ihe dar noticias mais minuciosas da per-
ftiaio dos apparelhos da'Boa-Vista e Recife, que
.-jo' mulos dos do S. Jos e Santo Antonio.
Attendite et r fete :
a Certifico que o Sr. Wingarl estove ao nosso
servico polo espaco de dous annos, oceupado nos
trabamos da companhia Recife Drainage e o anno
pasado omou conta de um Importante districto.
j Sattsfez-nos e desenvolveu melhodo em dirigir
O trabadlos pelo systema adoptado.
E* activo e diligente, Peruarabujo em 28 de
oiitabro d]1873. -Assignado. -John Blount.
Quem dizque o* apparelhos estao perfeitos pode
dizer que o Sr. Wingard "foi apotaflof, quandose
v que elle fez um papel"muito distinelo em um
impartate districto da companhia Drainage. Que
Ah Sr. Law I
iteeiv II d-julho da 187.1
Di: Lobo Mismo.
So artigo mib'ieado ssbbado soba epigraphe
i >iasAl'em de outras erratas que o leitor pode
soprir, deu-se o seguiute engao que convem cor-
rigir :
No paragrapho, onde loseQue fraternidade,
que lcncura! etc.,la-se que faluidade, que
i meara etc.
Villa de Palmares.
Ilmva multa trovoada, secea c relmpago sesm
coriseos, grabas Providencia.
Qand i na i teda villa alguns horneas religiosos
c pios sonberam jue o respectivo vigario ia lr
um i carta pasl ral a elle enviada palo Sr. hispo,
..aii!-ei-se e:itre elles urna horrivel e arooacadora
ce'.euma, cojo effoito foi semelhante ao de caes
que ladra) la.
Enrgicamente prometieran res et verba ao bom
\. lito Lyra, o que faiiam, mesinj perante o al-
n (!) sendo nm dos exaltados um mojo conheci-
do por Macaqainho de Cheiro.
Como todo e qualquer sincero e fiel empregado,
i: Sr. rgario nao fez nem faz mais que cumprir
as ordena de um superior ; para que ,pois, tanta
grita contra elle 1 Sejammais humanos e razoa-
vow. Quand i u.o homem ferid > por outro, n.o
? criminalisa o instrumcti, pune-se a quemo
man iu.
Ante a ealiimnia, a mmtirae a perversidade de
certas moradores dessa villa, nio se atemorise o Sr.
vigario aera se abate, eomo at hoje, da senda de
sea- deverea ; porjae Deus de'bmdade e de jus-
ti.a o protejera,; c o.; horneas probos e honestos
slim.ilo-lo seoipre.
Q tem isso eserevea nao ieaofta n^m magon,
um impos moraJor nesta cidade d > Recife, e que
d lia m it i cmli'.'c ao Sr. vigario Lyra c o
distingaepor saas bellas qaaUdades.
O imparcial.
Vir^eni do Carmo.
Patrona Carmellilorum
Ora pro nubis.
V9 A!> eslrella celeste
Que nos dais luz com fulgor ;
i'ti ;niiai-4 que em nosso seio
II ija -empra o vosso amor.
Aqu estamos Senhora,
Para teippre vos ioavar ;
Dai-nos fo*S3 m 'rada
Para mais nos consolar I
Vinde estrella celeste
Com vossa luze fulgor ;
Vinde mostrar a grandeza
l)a vossa forja e valor.
Nos que semprecurvanns
A fronte perante vos;
lida temos a gloria
Que tinham nossos avs :
Moje era o da em que elles
C inaagraram um puro amor !
Moje da vossa grandeza,
S "nos ros o defensor.
Postea vs por um mysterio
S impre por nos enhecida ;
Erais louvada por lodos
Antes de serdes naseida.
Viada estrella celeste
'lom vossa luz c fulgor,
l:ii -nos a IHjJ ll'iJ lltilire.
Termo b>VBsjo amor
F. R. Ferr,ra.
S\ntx>\rs pr-rgaiitu.
i'.rgunta-se ao Sr. superintendente da lioha
i I i Recjfc ao*33o Francisco, se ha alglim
artigo no reglamenio que rege esto trafego, Sue,
-f'ii''i a aljum dos empregad >s e serven'..--
d'efa "i !a)fcanao pagarem oqu"'compram liad > '
Porque, quan h 6 cobra dizem que estao gafcn-
tid#, aji n de n i la iITrrem. Outro slm ; seAd i
superintendente, queira saber q'dem
pllessao pdese dVclarar kiis nonjes
Ideada, Vi de juHio de Ib7:i.
Um caixeiro.
----
#
^
-T
( PnA^ADO^lMSDE JULHO
\ TARDR.

U'iHtS
: IS
l|8d.
7fi i.,e duklueozTi ty .Dor i i
> 7f8 11,, e ler
Cali!
1!

ALFANPEGA
i!
iho de 1873
a^do) mcrcodorias
OESPACH S DE EXPORTADO NO DA l^DE
JIJLUO DE 1871.
P'.hu o| forfi do icterior
No vapor ipglez Lindn, para Liverpool, car-
rogaram: G. .Xeesaa* G. G96 saccas com 51,680
kilos de algodao.
\'a barca mruguense Venshibeth, para o
Rallieo, rarregaram : G. Meesen t C. 38i saecas
com S8,3i7 (tilos de algodao.
No navio austraco FrederickJB,.para o U-
nal, carregaram : G. Neesen 4 C. 1,143 jaccas
com 81,745 kilos do algodao.-
Na barca franceza Vendi-ma, para o Havre,
carregaram : E. A. Burle* 0. 1,300 couros I-
gados com 15,600 kilos. Para, o Para, N. da Ore-
ta Moreira 60Q barriquinhas com 4l,66 lr2 djtes
de assucar branco.
No brigue hespanlwl Amable Thereza, para
o Rio da Prata, carregaram ; P. Carneiro t C. 442
barricas com 52,034 l|2 kilos de assucar branco.
No patacho portugus C'i'f?, i ara o Rio da
Prata. carregaram : B. Oliveira & C. 100 pipas
com 48,0 0 litros de agurdenle.
No lugar porluguez Julio, para Lisboa, car
igou : M. A. da Silva 40 saceos com 3,900 kilos
de assucar mascavado.
Para os porto* io inUnor.
Para o Para, no patacho portuguez Roclia,
carregaram: Amorim Irmaos 4 C 3' harrias
com 2,359 kilos de assucar branco; J. S. Loyo A
Filho 200 ditas com 15^,062 ditos de dito.
r- Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
Victoria, carregeu : J. dos Santos e Silva 20 pipas
com 0,600 litros do agurdente.
Para o Natal, no vapor brasileiro Pirapima,
carregaram : Bartliolorneu 4 1 barril com 33
litros de agurdente. Para o Cear, J. J. da Costa
25 barricas com 1.548 kilos de assucar refinado ;
Costa A- C. 31 diia< cjin 1,927 ditos de dito.
Para Araca'.y, no hiate nacional Graci si,
carregaram : Costa 4 C. 10 barricas com 876
kilos de assucar refinado.
Para Macei, no vapor nacional Jfad./i',
earregou .1. A. G Siaueira 2 barricas com 176
kilos de assucar refinado.
para Macei, na barcaca B. da Assumpcao,
carregaram : ti. Comes 4 L. 1 barrica com 75
kilos de assucar branco.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rehdimento do da 1 a 14 8:803I9
dem dodia lo...... 828055
9:6i3i374
VOLUMES SA1IIDOS
No dial a li.
Primeira porta no dia 15. .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Couccigao .
SERVICO MARTIMO
Um navio no trapiche da alfandega.
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no da la 14. .
Ditas ditas ny dia lo......
N'avius atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
So trapiche Concei^ao.....
12,020
176
381
168
13,524
18
|9
RECEUEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
dendimento do dia 1 a 14. 26.0 1*095
dem dodia 15...... 1:621*756
27:634*851
CONSULADO PROVINCIAL -
Hendimentodo dia 1 a 14. 94:641*520
dem do dia 15..... 4:030*164
98:671*684
M0V1MENT0 M
Jos Nicolao Tolentino de Carvatho.
Navios sahidos no dia 15.
Rio do Janeiro e portos intermoliosVapor
nacional Guar, cominandanle Alcofora-
ilo, carga varios goner s.
Granja c portos intermediosVapor brasi-
lero Pijiama, commandante Mora,
- carga dilTerentes gneros.
Arieijii e pirlos inienneios -Vapor brasi
leiro Manlah, coairn-imlanle Julio Cl-
ines da Silva, carga dilfercntes gne-
ros.
Observando.
Nao liouve entradas.
fonm
I rn Ul t\-;'l'-ilir.
'do
etfia.
0 Dr. Jos Nicolao Tolontino de Carvalho
juiz substitua de orpbos do termo do
Ilecife, por S. M. o imperador, a quem
I leus guarde ele.
Fago saber aos que o presante e;lital viren)
que por esle juizo, serio arrematados por
venia, lindas tres pravas, os beus movis
seguintes :
Urna nobilia franceza de mogno, com-
posta de 14 cadeiras de guamigao, 2 de bra-
cos, 1 jardineira, 2 consolas, 1 sof, a va-
lia la por 15O3HI00, 7 jarros para flores,
por 7??t}00, I par do figuras de porcelana,
por 2?000, 1 .lito de dita, pequea, por
1J?000, 1 ospelho, por 200 rs., 1 cscarra-
deira, por 500 rs., 1 relogio de "mesa, por
GjOOO, 1 par deconsolos deamarello, em
mo estado, por ilpOOO, 2 commodas, por
255J0OO, 1 marqiieza de ama'ello, por
G^OOO, I dita de dito, por 09080, 1
manga de vidro, por 500 rs., 2 castigaos
de vidro, por 500 rs., 1 tocador do amarel-
lo, muito estragado, por 19000, 1 mar-
queza, muito velha, por 2$000; 1 mesa
ile meiodc sala, muito estragada, por 355000,
1 quartinbeira de amarello, por 3P000, 11
cadeiras de Jacaranda, muito estragadas, a
5';0 rs. cada urna5-5500, 2 cadeiras ame-
ricanas, por 15000, cinco cadeiras desip,
por &300, duas pequeas mezas do ama-
relio, por 10^000, urna mosa redonda de
Jacaranda, muito velha, por 45000, urna
'banquiuha de amarello, por 15000, 1 la-
vatorio de forro, por 1?000, 1 sof de ja-
caranda, 'muito velho, por 45000, duas
camas de ferro, por 105000, urna cama
deamarello, muito velha, por 35000, duas
bacas de cobre, por 105000, 3 bandeijas
velhas, por 151)00, 1 banheiro de folha,
por 25000, urna caixa de costura, por
15000, urna jarra de barro, por 15000,
urna bacia cum jarro, por 15000, 1 can-
dieiro gaz, por 15000, 3 garrafas para
vinho, a 300 rs.15500, 3 copos com
por "5000, diias compoteirus, por
2$b00, 4 copos para agua, por 15000,
urna porcao de louoa, por 50QO, 1 tapete
grande, por 55000.
li vai a prora reqiterimeoU) deMamwl
Jos Cite les Mogatties, ivenferiale e
meieir% dos baos doiisadu por sua fallecida
iiiidier, 1). Joanna Mara da Silva gtlga-
Ihae, cujo inventario se est proced
i'V; jiizo, A arrmatafo ter lugar no
.'^iro andar do sobrado da ruido lttpc-
rador o. V, ao rneio dia.
para q'ie cheguo ao conhecinwnt de
todos, iiKiobiLjiasiar- o presenta, que ser
publicadai&ai imrtga Jo obstame.
Hado e passaio nesta cidade do Ilecife,
aos 25 dejuWi* de 1879.
Eu, Hyppolilo'da Silva, escrivo o subs-
crevi.
IHHmI n. 15.
Pela, fnspeelorfa da alfandega de Pernambuco se
intima ao dono ou consignatario do volme, abai-
xo mencionado, para vir despacha-lo dentro do
prazo de tres dias, visto o mo estado de seu con
tedo, s>h pena de lindo e>tc praio, ser arremata-
do o referido volme porta desta reparlirio.
Arma'zem n. 6,
Urna caixa com lelreiro -Jes Moreiraviuda
no vapor inglez Seva, de volla do sol, e descarro-
gada em 28 do fnei prximo passad.
Alfandega de Peruambuco, 15 de julh) de 1873
O.inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis
' O Illiii- Sr. inspector da thesoiraria provin-
cial, em camptimeuto da ordein'do Exm. sr. pre-
sidente da provincia, de 5 do correte, manda fa-
zer.publico que vai novamente a praca no dia 17
do raesrao mn, para ser arrematado a quem mais
der, o silio dos Remedios adjudicado a fazenda
provincial, serVindo de base a arrematadlo a'qnan-
lia de 3:750*
Secretaria da thesouraria prjvincial de Per-
nambuco 9 de julho de 1873.
O offlrial-maiur
_____________Miguel Alfonso Ferreira.
- Perante a cmara municipal desta cidade es-
tar emjpraea nos diasj ll 12,. 14, 16 e, |6db tr-
renle para ser arrematado por quem menor preco
oflerecor, os reparos da ribctra da freguezia da
Ba-Vista oreados "em 660*000. As pe.;soas, que
pretenderem arrematar, comparecam no pa^o mu-
nicipal em os referidos dias, manidos de anca."
Paco da cmara municipal do Recife 10 de julho
de 1873.
Minoel Joaquim o Reg e Albuqnerque.
Presidente.
Pedro de Albuquerqtte Autran,
_______________Secretario.______________
llodolptio Juan Barata de Almeida, coronel coin-
inandante do--8 hatalhao de infantaria da guar-
da nacional deste municipio, commandante su-,
perior interino e presidente do eonselho de re-
vista da mesma guarda nacional, por S. M. o
Imperador, etc., etc.
Faco sal>er que, de conformidade com o dlspos-
tono art. 25 do decreto n. 1,130 de 12 de mareo
de 1853 e mais disposieoes em vigor, devora reu-
nir-seo eonselho de revista da guarda nacknal
deste municipio no dia2i do correntemez (! do-
minga) pelas 9 horas da manha, no paco da c-
mara municipal.
E para que chegue ao conheciinento de todos
man le fazer o presente edital, quo ser publicado
nos jornaes desta cidade.
Qaariel do commando superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, 12 de jlluo de
1873
Rodolpho Joao Barata de Almeida.
II
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da sania casa da mi-ericordia do
Recife sao convidados os prenles das educandas
do cocgio das orplis em seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua oducacJio, para que
requeiram ao Kxm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolven a junta admi-
nistrativa, de conformidade com o que dispoc o
3 art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Cliagas Coellio e Dionizia das Cha-
gas Coelho, fillias de Vital das Cliagas Coelho.
Mara Emilia.
Ignacia Ribeiro, Ulna de Leandro Jos Ribeiro.
Maria Ignez de Mello, filha de JoAo Bezerra de
Mello.
Maria Magdalena de Mello, filha- de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudocia.
Felippa.
Thereza dos Santos Torre, filha de Jos dos San-
tos Tor es.
Perge itina, |irotegida de Maria Ilermenegilda
Machado.
Sophia Maria da Coueeicfw, exposta.
Maria da Paixo Siqueira, filha de Raymundo
Jos de Siqueira.
Secretaria da sania casa da misericordia do lio-
cife, 27 de unlio de 1873.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Soma.
Santa casa da misericordia
do Recife
De, conformidade cmi o que resolvcu a junta
administrativa desta santa casa em sessfio d& dia
2i) do corrente vai a praca todo' o predio
da ra do Imperador n. 81, toniindo-se por base
a (planta de I:60l-S00i>, inaior p.ue oirerecido.
Os inturessadus poderao comparecer para o lim
indicado na sala das se;soes da me.-ma juuta pe-
las 3 horas da tarde do dia 3 do mez de julho, de-
veudo Bear Mimos de que alin da renda, lento
de |iagar a importancia do premio do seguro, e a
dos apparelhos e annuidadades da companhia de
limpeza publica.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 30 de junho de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de ?ouza.
r i apre-i nlar as siias nro;
r!as,efca.1(l'5.''o:uitlmiilel
nl uiua hora do supracit.do dm.
Secretaria da i the;oqrarla nambucj), 9 de julho de 187*.1-
O seretario da junta,
_ Jeinino Rodrigues Lardoso.
8ANTA llASA DA MISERICORDIA 1)0
ttECFF-
A Hlma. junla administrativa da sania casa da
HJswricordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 17 de julho, pelas
3 oras da larde, tem de ser arrematadas a quem
mais vaniagens olercer. pelo tempo de um i
tr s anuos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIME.NTOS DE CARIDADE
.Roa larga do Rosario.
Terreno andar n. 2i......252*000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 45.......200*000
Ra das Calcadas.
Caa terrea n. 30...... 2204000
dem x 32......... 130O0'
Ra do Sonhor Rom Jess das Crioulas
Casa terrea n. 8.......213*000
PATRIMONIO DOS QRPIlAOS.
Ra de Gervazio Pires.
Cusa terrea n. 2 .
Ra das Cinco Ponas.
Casa terrea n. 9i .. .
Ra da Sen^ala-vellia.
Casa terrea n. 16......
Rec das Boias.
Sabrado n. 18 ....
Ra da Cruz.
Sobrado n. Jfc / .
Ra de S. Jergo(PHari.
Casa terrea n. 103
156*000
300*000
209*006
421*000
1:400*000
206*000
Os prelendenles deverJo aprosenlar no acto da
arreiiiata(;ao as suas au^as, ou eomparecerem
acoapanhados dos respectivos adores, de-vendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeleci-
mento eommercial, a=sim como o servido da lim-
peza e prcciis dos apparelhos.
Becrefana da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de jinnlio de 1873.
O eacrivao
____________Pedro Rodrigues de Soitza._____
O film Sr. inspector da tliesonraria |irovin-
cia! manda fazer publico que do dia 16 do. cor-
rente em lianie principia nesta reparti^o a pa-
garse o juno das apolices da divida provincial,
vencido no simestre lindo em junho ultimo.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
buco, em 14 de julho de 1873.
O offlcial maior,
M. A. Ferreira
TiUIOAL DO COMMERCIO DE l'Ell-
NAMBUCO.
Na dala infra foi inscripto no competente livro
de matricula o Sr Leandro Ribeiro (nncalves do
ello, cidadao brasileiro, de dado de 30 annos,
natural da provincia das Alagoas, e domiciliado no
termo do Pao 'de Assucar da mesma provincia,
onde tem estabelecimento de fazendas a realho.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco. 11 de julho de 1873.
* O olJlcial-nnior interino
Innncencio Anlunes.de Parias Torres
Subdelegada de Santo Ama-
ro das Salinas.
Acliam-se recolhidos esta subdelegacia tres
cabras o um bode que foram apprchendidos como
furtadjs, e serao entregues a quem provar Ihe:
pertencerem.
O subdelegado
Francisco Pacheco Soares.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afors
dous terrenos que possue no lugar dos Arromba-
dos, boje Duirte Coelho, son ns. 39 e O tendo
^aquello 'M palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a Brisa mar
Secretaria da Santa Casa de Misericordia df>
Recife, 7 de abril de 1K73.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
-- I......' I I i Mi
Sexia-feira 18 do corrente, linda a audiencia
do Dr. juiz substituto de orpliaos, iro praca 1
mobilia de amarello e oulros movis, avahados em
250*000, 2 serras, serrotes e 10 duzias de ta-
boas de refngo, avahado* em 70*000, cujos liens
vo a praca a re |ueriinento de Antonio da Silva
Ramos, tutor dos ineuores IIIhos dos finados A-
delo Antonio Ferreira e sua mullier, contra Jos
Ferreira Coelho, escrivo Kntto.
mmm
C3?l
O
ERIBE
(fiiara-fcii'i l( de jHia.
6.a rojir <.<** la** a o
do cxcellente e muito applaudido drama em I pro-
logo e 5 actos :
I
Nao se tendo ainda concluido a arremata-
rlo dos chnfarizes, annunciada para o dia 8
do corrente, por serem diminutas asofferlas
tendemos aoscliafarizes do baifro do Recife
e Santo Antonio, de novo reso!veu a admi-
nistra<;o ada-la para, o dia 22 do corrente,
pelas 12 horas.
Comida, portante, a todas as pessoas, que
so propuzercm a contratar a apresentarum
propostas que sejam maisrazoaveis. .
As propostas, eomo j antecedentemente
ficou determinado, p. dern ser feitas, quer
englobadamente a respeito aos bairros, quer
por cada chafariz: quanto a >s bairros en-
globadamente, servirSo as bazes j annuncia-
das, a saber:
Bazes sobre as quaes st'deve langar.
BA1B.RO DO RECIPE.
Chafariz e bica do caes do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dilo da ra do Brum.
Dito do Forte de* Matas. 19:650ffi00O
BA1RRO DE SANTO ANTONIO.
Chalarizllo largo do Caroio.
Hito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito-da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. 25.000rOOJ>
F.seriptorio da, companliia do Bcbcrbc,'
10 de julho de 1873.
O secretario,
Luii Maaoe! Rodriques Vale-itcv.
- De nrilein (irTTm.'s'r. inspedr
raria de fazenda, se faz publico qae, em virfode
do avi?n do ministerio dos negocios. 91 de jonho ultimo, vai em hasta poHlicay no dia
30 do corrente mez, polas 2 oras- da tae, pe-
rante a junta da menina thesouraria para ser.vea-
dido a quem maior vantagem ou"P'i*efy o 'barra-
cao que otnSiaio Aoiano djs-Sdia;. servia de|t ssueafregament prompto ; p
quarte! a .-ouiaul^ du ejYillaca, "|%i ftffo] ft fal!a trata-sc com o
juizo mil rs, IBtw.lifias- a.*.
C41P0 DAS PRINCEZAS.
HOJE
Depois baver funer^o todas as noutes.
Nos domingos edias festivos baver duas func-
qoc, una s 4 horas da tarde e outra s 8 da
noute.
fre$ d :s iilhelos.
Camarotes com 6 cadeiras 18 000
Entrada a lugares reservados 3000
Entrada geral 200O
Crianzas menores de 1$ annos lOOO
Occupando lugares reservados pagarao como
adultos
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
.1 IJlJI.i H 6 .i
desempenhando a artista
Manuela Lucci
o importante popel de prctogonista.
Terminar o espectculo com a primeira repre-
sentado da jocosa comedia em I acto:
0 CHOLERA-MOKBUS
OU
i p wmm
Persona gens.
Williams, pintor 8r. P. Augusto.
Morlhombe, medico Sr. Florind.
Lavenett, .olcial de jnstiQa Sr. Cmara.
Lusirill, negociante de verniz
e encerados Sr. Julio.
Daniel, aprendiz Sr. Antonio.
Auna, niulher de Williams D. Josephina.
A scena passada n'uraa cid.id da Inglaterra.
Principiar s 8 1|2 horas.
T
mm^mmm
o
Rk>rQi,aiidc do SuL
Pretende seguir par
Wevidade o brigue nneimial A
, mi maita
tem }
o. reslo qfle
lata/ios AS
t,irua
Para Lboa pela IUia de S
Miguel.
O palhabote portuguez JV ro S, jmrenco pre-
tende sabir com toda a breydade>: quem no
mesmo (|uizer carrear ou ir do passagem, tute
eo1 ios emuignalanos T.'d Aquino Fpoceea & C
sceessores, ra do Vigario n. 19, primeiro an
dar._______
CO.MPANUIA l'ERN'AMDICANA
DE
HavcgactEo eosleira a vapor.
MACEt, ESCALAS, PENEDO F. ARACAJ'.
O vapor Mandakii,
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 1*?'
do corrente, s $
horas da tarde.
Recebe carga at odia 12, encommendas at
o dia li, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : cscripiorio no
Forte ao Maftns n. 12.
COMPANHIA PEUNAMBUCANA
DE
\uy<'km PORTO DE GAL1NIIA, KIO FORMOSO. E TAMANDAR
O vapor Pai-ahyba, com-
mandante Pedro Nolasco,
seguir para os portos
^ acnna no dia lo do cor-
rente, s 9 horas da non
te. Recebe carga, encom
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : cscriptorio no Forte do Matlos
n. 12.
OUINTA-FEIRA 17 DF. JIMIO
slO lii horas om ponto.
Por intervenao do agente Pinto, ra do Dum
------,-----------^
Jesqs n. 43.
Leil
ao
DA
taverna do pateo de S. Pedro n. 1, perteu
cente massa fallida de Joaquim de Bri
to Vasconcellos.
OlARTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
O agente Marti ni far 4e)lto for mandado d>
eciiloJkin|ercio, da arma
Mlaverna cima,
aflffir'T'iiquim de ItriU
Illm. Sr. Dr.
5o, gneros
perlencento
Vaseoncellos.
A's 11 horas
do dia cima na mesma taverna.
Rio de Janeiro
u brigue nacional Pauto segbir em poucos
dias ; para carga trata se na ra do Vigario n. 7.
Paciflc Slca KavigaOon Conipan]
Liiiha qiiinzcnal
O PAQUETE
John Eldr.
Espera-se dos portos do sul at o dia 18 do cor
rente, o depois da demora do cosiume eguir para
Liverpool, va Lisboa, para cujos portos recebe pas-
sageiros e carga.
N. B. Esle paquete, da mesma sorte que o Gfl-
licia, esperado at o dia I" do prximo mez de
agosto, tocaro ambos em Dordcaux (por ordem
da companhia) para onde tambem re :ebero pas-
sageiros, havendo lugar a bordo.
Os agentes Wilson Rowe & C, ra do Commer-
cio n. 14.
Cj
Espera-se da Europa at o dia 20 do corrente, e
depois da demora do costme seguir para a Baha,
Itio de Janeiro, Itio da Prata e costa do Pacifico,
para onde receber passageiros e dinheiro a frete.
Os agentes Wilson Rowe & C. ra do Commer-
cio n 14.
Rio-Grande do Sul.
l'ara o referid i porto segu em poucos dias o
palacho hespanhol Theinoteo, por ler a mai r
parte da carga engajada : para o resto que Ihe
falla tratase com os c n Goncalvcs Beltrao & Filho, ra do Cmmrcie
n. o
Seguir com toda a brovidade o palhabde por-
tuguez JVot'o S. Lourcnco : quem no mesmo qui-
zcr carregar ou ir de passagem dirija-se aos con-
signatarios 'Ilumaz d'Aqumo Fonceca & C. sc-
eessores : ra do Vigario n. 19.
movis, muca e cryslaes
Quinta-feira 17 de julho
NA
FE1BA 8EWA1WL
- 16ra do Imperador n.-l'C
tnobiiias completas i.(e Jacaran-
da e yinhatico t*-,rlis v pos de pedra, pianonde armario
e de mesa, guardas te&tid,o
guardas louqa, j'pparadores de
mogno com pedra e em ella?,
um grande fiteiro pruprio para
qualju-r lojn, larteiras para es-
criptorio, urna linda secretaria
de mogno, machinas de costu-
ras, commodHs de mogno jaca-
randa e amarello, marquezOep.
camas fancezas de Jacaranda
e amareilo. camas americanas
com lastro d,e madeira, appare-
lhos de iouqa para jau-ar eal-
moco, cand eires a gaz, jarros
para fljres, pares 'e iant.rnas
lisas e lavradss, relogios ce pa-
re de, quadros om molduras
dourads, copos para agua,
compoteras, objeclos de uro
e pratt, cadeiras para crianc^s,
mesas para advoca io.-, una es-
pingarda de dous cano i com
pcrtenqas, um rewolver com
caixa, diversos pagaros canta-
dores, muitos uaeveii avuUos e
mfinidade de objic'.o do uso
dome tico
O agente Martina vender
por cont-i de diversos, nao s os
artigos asma m ncionados,
como outres mtios que esta-
av'jatent's no referido dia.
de StYega-
ni
Cmp nhia rrancez
LinJta mensal entre o
Havre, S.isbo, Pcrnamhiiro, Bahin,
Hiudu .1 ). ii-o c Suntus
Al 22 do corrente, esperase da Europa
um dos vapores da lin'a, provavelmente o Y Ule de
Sontos, que seguir dejiois da demora precisa, pa-
ra o> porlos do sul.
ltelativamente freles, eneoinni<'ndas, passagei-
ros, para os quaes tem excedientes acommoda.oes
por precos reduzidos : a tratar com os consigna-
tarios Augusto F. de Oliveira & C, a ra do Com-
mercio n. 42. entrada pela ra do Torres.
Rio Grande do Sul
Tara o referido porto pretende seguir com
a possivel brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte de seu carregamento en-
gajado, c para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos
Gonralves Beltr3o & Filho, ra do Com-
mercio n. 5.
Vende-so o plliabote perltigaez Si/mpalhi'i,
de lotaco de 11G metros, forrado e pregado de
metal, constrnido em setembro de 1867 com todas
as pertenQas o sobresalentes, pode ser examinado
em frenle ao caes do collegio ; a tratar oom e ca-
pitao ou com Perefra Vianaa & C. roa do Viga-
rio n. 7.
Brigue nacional Arroio Malo
Para o Rio Grande do.Sul vai seguir sem demo-
ra o brigue nocional Arroio Malo, navio do 1' or-
dem, pouco faltando para o resto da sua carga,
para esse m irata-se no esciptorio de Silva v
Casco, a ra do Mrquez de Olinda n. GO 1* andar.
E
Ul
O
DE
Fazendas avariadas
QUINTA-FEIRA ,7 DEJLI.IIO*
Por intervencao do agente Pinto
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
SU.
(Imnla-foira 1 do corrcnli1
DE
l saceos com arroz com toque deavari.i,
marca M S F.
O preposto do agente Pestaa far leil io, por
conta o risco do quem perleueer, de 10 saceos
com arroz com loipie de varia, marca MSI",
viudos de Liverpool no vapor Zelini, desembar-
cados a :8 do mez passado, quinta leira 17 ..
corrente, s II horas da man' 1
No armazem do Aunes, di'fron'e d'alfandega.
LEILAO
DA
arma^o, gneros e mais prtenlas da ta-
verna da ra do Hongid n. 53.
Sexta-feira 18 do corrente
O agente Marlins far leilio da armai.ao, ge::e-
ros e mais pertenec* da (averna cima, em um
ou mais lotes vonladc dos compradores.
A's 1 r do dia cima na mesma taverna.
LOHKS.
Grande c apMtaBte leilo
DE
movis, luoca, crystaes e vi-
dros.
Hoje
NO
armazem da ra doVigirion.il.
Urna rica mobilia de Jacaranda a Luiz XV, com-
posla de i sof. 12 cadeiras razas, 2 ditas de bra-
jos, 2 ditas de balanco. 2 concolos e 1 jardineira
com tampos do pedra marmore, I dila de amarel-
lo as mesmas condicOes, l gnarta'-Jonca, 1 guar-
da-vestidos, 1 toilette de Jacaranda, diversos apa-
radores, machinas de costura, cadeiras avulsas,
cngolos, jardineiras, camas franee/as, marque-
zoes, estantes, marquezas, lavatorios cofres d
ferro, 1 magnifico sanctuano com imagen?, me-
aselsticas, secretarias, quadros com linas gra-
vuras, espelhos ovaes e quadrados, candieims a
gaz, cabids, qnartinheira-, copeS, garrafas, aj)pa-
r?'lhos para cha' ejanlar, e muii ^ oulros objec-
tos que se.ac:iaro patentes ao exame dos concur-
rente.
Joaquim Maximino Pestaa, preposto do antigo
agente de leilSes Jos Maria Pestaa, fura 1 iloo
dos objectos cima mencionados, s 11 horas em
ponto, no referido ami
Luan
x-
ifi madarjiuloei, a%odQ8,- pamios, camisas
rdatilns, esguies e
Qu'tr'as fazenlas avariadas.
"rv
muveis, toticii. crystncs c ohraM
do jimia lo l'orto
A SABER:
Um piano forte, urna mobilia de Jacaranda, jar-
ros para flores, castiraes com mangas, (apeles u
escarradeiras.
Urna cama franceza. urna toilette, um lavatorio,
um cspelho, tres cabides, um guarda-roupa, um
guarda-vestido e urna cominoda.
Una mesa de jamar, um guardi louca, don
aparadores, um sof, 12 cadeiras, um guarda-co-
mida, tonca para cha c jantar, omanpacelLo de
eleclro-plate para en, ctjmnotuirSj garrafas, co-
pos, aflees, Samas, mesas, cadeiras, trem de cori-
ntia camas e cadeiras para meninos, e outro
je.-tos de casa do familia.
sexta-feira 18 de julho
Nobrad da raa da .turara n. H9
O agente Pinto, antorisado pelo commendador
Jiao Martius da Silva Couliobo, levar a leilio o>
movis e mais objeclos cima mencionados exis-
tentes na casa da ra da Aurora n. 60, em upe re-
sidi a familia do mesmo senhr.
______O b'ilo princ piar s 10 1]2 horas.
Leitoo
di:
ra ovis, louga, vulros, crystaes e outros
objectos de pi
SEGU.N'.JA 'EIHA 21 HE JULHO
Xo Caldelrc Iro.
0 commendador Enzefclb l. Ral
retirar-se eom sua familia para a Em
leillo por interven;|o do preposto do ag
tana dos objectos egnintes:
ia mobilia defacarand cora tamp
dra, t dita de dito, I rico piano inglez, 1 ca
pa-a 1 cama de Ja-
caranda para casados, 2 espetaos, 2 guardas-mu-
pa- (obra do Re
cora mangas de 1 cande
labro de iluzos para u. le 2
de
vidro bor o), 1
guarda-lou
avulsas, 5 lavatorios "com espelhos, 2 apparluo




Diario tte Pernambuco Quarta feira 16 de Julho de 18&*
T
^*k)U5a parajanlar, i ditos nara-alraoco, 41 eo-
|M6 de erystal para agua, J8 ditos para vinho
dem, ifi ditos para champagne klem, 10 ditos
atara dito, 90 dito para c>gnte,, 4 garrafas para
viudo, \ dita, 8 compuins para doce, i porta-
licor c galliotcire demctafc I raixa com mu com-
pleto servido destrata e fraleifo- idem, bandei-
t* grat Mcm, salva idom, e amitos nutro
biec'los que serij enfadonho menciona los.
Ifaqpiiilta-'Vra SI do corrente < 10 l|2 han*
darnaii'w partir do arco do Sanio Antonio aiu
trem expresso que servir (gratuitamente) de con-
ducho a, ooueurrontes.
LEILAO
DE
ni importante sitio e casa em iho pru-
4>rio n'AgtM-Fria (caminho de Beberrbe
SEGlNUA-FEIeU 21 DO CORRENTE.
as II horas
O agente Pinho Borges, bastante autorisado, far
leilo do sitio cima declarado, por conta e risco
te quem pertencer, o qual tem as segnintes com-
modidades e bellezas.
Cata para grande familia, bem construida e ele-
fante, urna grande cozinha, cocheira com estri-
bara para 4 ou 6 cavallos, quartos para escravos,
ura lindo jardim guarnecido do grades de ferro,
trraco ou sala de recreio, mtiitos coqueiros e ou-
Iras amores' fructferas e bellezas mais que s
-vista dar o apetite ao comprador, cujo sitio fca
cercado das duas liabas (meas,distanciadas 20 a
JO passos. Infunnac.oes e clarezas com referen
ria ao dito, no eseriptorio do referido agente a
salde Uom Jess n. 53, primeiro andar, onde te
r lugar o leilo.
Grande c iiiipiirlaule h'ilii
DO
hotel da Jaqueira
SEGLNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
AS II HORAS BAMAISH
O agente Probo Borges autorisado pelo proprie
tario, vender o muito conhecido hotel denomi-
aado Jaqueira, situado em un dos melhores ar
rebaldes desta cidade, cem todas as suas perten
^ase aecessorios, buhares e hemfeitorias ultima-
mente feitas, garaiitindo-se tambem o arrenda-
tnento do predio. Para melhores informacoes os
Srs. pretendentcs podem-se dirigir ao niesmo ho-
tel, onde pessoa competente Ih'as dar, e onde tu-
llo se acha patente para >er previamente exami-
jiado, e o leilo ser effectuado no sen eseriptorio,
a ra do Rom Jess n. 51, primeiro andar.
=>
duas torgas partes ile uin sobrado e de inri
terreno.
SEGUNDA-FEIRA SI DO CRREME
s 11 horas.
O agente Pinho Borges fr leilo, por cont c
risco de queni peitencer, das duas tercas partes
do sobrado de 2 andares e solio, em chao forei-
ro, com commndidadc para grande familia, sito
no largo do Paraizo n. 26, e de tim terreno na
Torre, ra do Mo, com 200 palmos de frente e
K00 de funde, com i quartos de pedra c cal, gran-
de puco ile excelKnte agua, etc., etc., cujas es-
cripturas podem ser examinadas no eseriptorio
do referido agente, ra do Rom Jess n. 33,
primeiro andar, onde ter lugar o leilo
,aJ
DE
nrn sitio na Torre, ra do R;o n. C, onde
reside o Sr. Bloxhain.
SEGUNDA-FEIRA 31 DO CORRENTE
A's I horas O agente Pinho Bordes coni|ietentemente ;uto-
aisado far leil.io do sitio cima mencionado, com
100 palmos de frente e 1.200 de fundo (chao fo-
reiro), com rasa muito bem construida, c m soto,
coxeira e estribara para i'cavallos, quartos para
criados, gal mheiro, easa para lianlio com tanque,
e outros nclitos areessorios indi-pensaveis que se-
ria enfadonho cnnumi-rar.
O referido sitio alm de ser em um arrebalde
perto da eiade, est bem plantado de frucleiras
de diversas (nulidades, jardim feito com goato e
esmero, 2 balsas de capim, etc., etc.
Em sea escriplorio, rui do Bom Jess n. 53,
primeiro anJar.
LEILAO
DE
loiMja e erystaes
Carros e cavallos.
i.
A SABER:
Um piano furto, i oiobUia de Jacaranda a Luiz
XV*,,! conversadeir, 2 e-pelhos grandes dnira-
dos, 2 ditos ovaes, 4 jarros grandes para flores
7 sanefas douradas, cottinados e reposteiros de
seda e damasco, tapetes para forro de salas e
quartos, 1 divn e 8 cadeiras de charo.
Urna mohilia de charo, 2 lindas secretarias de
inadeira .embutida, 4 cadeiras de abrir e 8 qua-
dros com linas gravaras.
Umainobilia de faia branca, i dita de juncoj 1
candelabro de 6 mus, 2 ettagers e i figuras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras ue,balanco de
ferro, i ditas americanas, 1 quadros, 2 mesas de
jogo e tfinerentes quadros.
'ma.mesa elstica demngno, 1 guarda-loue
envidrando, 2 aparadores de faia com pedra*,'*
ettagers, 12 cadeiras de guaruico, louca para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, compoleiras e
fructeiras de lino eryst, porta-fruetas de mar-
inore, coberlas de nielal, #arfos, facas e colhres.
Dous guardas-vestidos com espelhos, 2 guardas-
ronpa, l capia iranceza de Jacaranda, l dita de
ferro,toilettes, lavatiiios, mesas de cama, coni-
modas, camas para meninos, 2 costureiras do
haro, 1 machina de costura (perfeita), quadros,
tapetes, 1 excellente secretaria de Jacaranda, 1 so
fa de mogno e 12 cadeiras pretas.
Um carrnho e I cava lio de molla para menino
e muitos outros objectos que emrio patentes ao
exame dos concurrentes:
assim como
Urna victoria forte e em ptimo estado, 1 ca-.
briolet (do geart) arreios, 1 cabriolet amerioanj
de i rodas para 1 ou 2 cavallos. 2 cavallos para
carro e um de sella. *
Torra-le i-a do curro uto.
Na ra do Viscoude de Govanna, ciacara n
477.
Eduardo A. Burle, tendo de fazer urna viagem
Europa com sua familia, levar a leilo por in-
tervengo do agente I into, os movis e mais ebjeo-
tos existentes em casa de sua residencia ra do
Visconde de Goyanna n. 177, a qual fica perto da
Jintia dos bonds para a Passagem da Magdalena.
As 10 e 1 ii horas da maoha partir da estaco
da roa do Brum um bond que servir de conduc-
yao gratis as conenrren es ao leilo.
O kilao principiar s 10 i|2 horas.
CAS\ IA Mli
AOS 5:0t)0^000.
B1LHETES GARAMIOS.
I* rtto Primtiro de Marco (outr'bra ra de
Crespo} n.iSt casas do costunv:.
O abaixo assiguadn tendo vendido nostsen fe-
zes bifhetes, um quarto n 1381 com 5:0004000,
dous meiosu. li*W com :0iO0O, um meio n. 2W
com IOOO 0, um quart n. 69 com I00 e nutras sorles de 404 e 204 da lotera quo so
acabo* dy extrahir (58 ), convida aos pussiridoros
a viram receber na nit.'nnidade do costume sem
descont algum.
Acham-so venda os felizes bdhetes garaulnk
la 20' parte das loteras a benelicio da nova igre-
ja do Nosaa Scnbora da Penba (59"), que ;e ex-
trahir na terca-feira, M do correntc mez.
PREfOS
BiRiete intero 64000
Meiobilhele 34000
Quarto 14500
EM PORgAODE 1003000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 54500
Meio bilhete 2*750
Ou arto 14375
Manoel Martins Fiuza
Attenqo
Quem precisar de boas amas seecas e de leite,
afllancadas ; assim como de copeiros e ardin'eiros
dirija-se ao pateo de S. Pedro n 3, loja.________
Aluga se o armazem na ra da Ponte-Velha
n. I, prefiri para qualquer estabelecimenlo ;
quem pretender dii ja-se roa Duque de Caxias
loja n. 18, (antiga ra das Cruzes) ou na ra do
Hangel n. 0. *J _"___________
Alujase
a casa da rna Biachuelo, na qnal moreu o Sr.
Vicente Kerreira da Ctista, com militas aeco:i mo
dai;>"ies. bom jardim, agua, gaz, estribara, cnchei-
ra. e aposentos separados da easa principal :
tratar com loaquim Lopes Machado, na travessa
do Corno Santo n. 25.
%-**iioiaril poi'lii^iie/a do bo-
ioiicciicia los eniproga no eoimnoreio c industria
Ignorando se as moradas dos abaixo
mencionados, que se acliam inscriptos como
socios d'esta associac.ao, sao pelo presento
rogados a darem as suas moradas ra da
Imperatriz n. GO, ou ra Primeiro de Mar{0
n. 17, no prazo do oito dias, depois dos
quaes serio eliminados. O que fa<;o pu-
blico para que clieguo o coniecimento d
todos os Srs:
.Manoel dos Santos Moia.
Antonio de Oliveira Gomes.
Jos Alaria da Silva.
Joaquim Jos da Silva Jnior.
Jacintho Manoel dos Santos.
Jos Francisco da Silva.
Jos da Silva Baptista de Almeida.
Joaquim de Oliveira Maia.
Joaquim (Jomes de Oliveira.
Manoel dos Santos Aleixo.
Jos Luiz Martins.
Manoel Morcira de Mallos.
Francisco Joaquim Gomes da Silva.
Recite, 9 do julho de 1872.
1." secretario,
J. J. Aflbnso Guiiiaies.
Aluga-se
um excellente sitio com boa casa, no arrabalde
Chacn : a tratar no armazem n. 48 roa do
Mrquez de Olinda.
--
-st-
ftt-i
fe
** \
-.
-.-
y
S*.:;
Aluga-se urna boa casa na povoacoo da Var-
zea ; a tratar na ra da Saudade n. 12*.
DENTISTA DE PARS I
19-RA .NOVA:
J. M. Leroux, drur-
gio dentista, succes-
so.r de F. Gautier, es-
pera continuar a me-
recer a confianca dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em 1
geral. '
;-;-:-:-;;-M.r:::
Deodoto'Lniz Francisco Monteiro
pede aos seus amigos o calidoss
obsequio de assislircm as missae
que manda resar. na matriz da
Hscada pelo eterno repouso de suo
presada me, sendo a jinmeira no
dia 17 do eorrente at completar o numero detrin-
ta ; e desde j se confessa grato aos seus referidos
amig_os_.________
Coramendador Francisco Al-
ves de Souza Carvalho.
Um amigo dn commendador
Francisco Alves de Souza Carvalho,
fallecido na cidade da Parahyba do
Norte, manda resar urna missa por
sua alma no dia 20 do correntc,
trigsimo dia de seu fallecimento,
s 8 horas da manha, na matriz da,
Boa-Vista. Rogi-seans parentes e amigos do 1-
lustre tinado para que comparecam a esse piedoso
acto.
?to-da Silva Guimaraes.
^Heniiqueta Maria dos P. Guima-
raes, Joo da Silva Guimaraes, Jos
da Silva Guimaraes, Misael da Silva
Guimaraes. Anna B. da Silva Gui-
maraes, Hennqueta M. da Silva
Guimaraes, Virginia R. da Silva
Guimaraes, Bomingos da Silva Gui-
maraes, mi, irmaos e filho de Tito da Silva
Guimaraes, agradecem sinceramente a todas as
pessoas que se dignararn acompanhar c assistir
os ltimos sufragios ; e de novo convidam a to-
dos os seus pareutes e amigos para assistirem as
missas que sero resadas na matriz da Boa-Vista
no dia 19, stimo dia de seu pas-amento.
SOCIEDAOE BEHEF CEMTE DOS TTPO-
GRAPHOS EM PEMMBUCO.
De onlem da f alinela da sociedad* cima
sao convidados lodos os orto para assistirem a
urna sessio extraordinaria, que ter lugar a 16 do
crreme mea, na casa do cmtutnu, pelas 7 horas
da tarde, devendo tratar-se nesta ses-o ae onjec
to de grande iftteresso para a s.iciedade em jreraJ.
Observa-se que a quesUo inomentosa, pelo que
a sessio ter, iinpretcirMmeute lugar com o na
mero de socios que ivimp.'irecuicui.
Secrrtari.i da Snciedade Henodcente. dos T\iw-
gniphns ini P-riuiimuco; li de jullio de t87".t."'
O 1." seen-tario.
frimirii fkrrefrn da F. Cnite^t
Na ra das Floras n- 6 precisa se de pretas
para vender bolos.
Precisa se do um criado (moleque) para ser-
vir duas pessoas de familia : na nta do Marque*
de Olinda n. z3.
Precisase de urna criada para engommar e
fazer mais algum servico de nina familia de duas
pessoas: na ra do Mrquez de Olinda n. 23.
ATTECAO
Peda-se ao Sr. Jo Ignacio Corren, morador
na cidade de Santo Aito, o especial obzequin de
com toda a urgencia, vir fallar com Antonio Jos
Gaspar de AzeveJo, morador na villa do Cabo.
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual fora quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
a asa
Ur-H/c 84J
Aos senhores agricultores.
O engenheiro, Frederico ce Mornay vai Eu-
ropa ttim brevidade, com o fim de estudar os
meios de melhorar o systema de trabalho na agri
cultura desta provincia, e de introdnzir o* nnlho-
ramen'.os que na praea nao possam ter inconve-
niente algum, e s sim, vantageus reaes o pecu-
niarias ; e aproveita a oceasHu para olTerecer-se
para exeutar ipialquer encnniinenda quo qui-
zert-m conliar llie prometiendo satisfazer o ine-
llior possivel ditas encommendas, pois pela longa
pratica que tem, esta mais que habilitado. Car-
tas com o enderece Fred de Mornay, Duas Barras,
Estaco de (amelleira, pela va-ferrea do S. t-'ran-
rcisco.e sao recebidas sem demora e respondidas.
Ifecife. 8 de jnlho de 873.
Escrito fgido.
150#000 de e-ratificacao.
o >
AnseHt'on-se desde o da 13 do maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de Irnta e tantos annos.
crioulo e bastante ladino; este preto perf.it
eozinheiro, estatura alta, magro olhos grandes,
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em S.
Loiirenco da Matta, onde consta ter parentes, foi
eseravo dos Srs Adriano a Castro, e do Sr, Jos
Joaquim GoncarVes Bastos, negociantes desta pra-
C/ ; do todos estes senhores foi eozinheiro, tem
sido visto por pessoas q que est forro, assim tem podido escapar de ser
preso. Pede-se a todas a autoridades e capilaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxlaa n. 91, loja de iniudezas do Rival sem se-
gundo que recober a gratilicaeo cima decla-
rada.
Precisa :e do
enal n. 7.
AVISOS OVFRSOS
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves cnsul porto'guez
de 2* classe e en arregado que foi do consulado
de Portugal eai Pernambuco nos ltimos treze me-
sen, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
como portuguezes, que tem o eu eseriptorio na
ra Duque de i'axias u. 41, I* andar, antiga rna
das Cruzes, ond piie ser procurado lodos os
dias nao santificados, das 0 horas da manila s 1
da tarde.
Aluga-se
.urna easa em Santo Amaro das Salinas n. lo, com
3 (partos, % salas, cozinha fora, copiar e quinta,
murado; a mesma casa estucara, e torna-se
recommendave! por passar a linha dos bonds: a
tratar no n. 19.
retinadores : no largo do Ar-
Sociedade Beneficente Luzo-
Brasileira
Em cumprimento s ordens do directorio faco
sciente a todos os Srs. socios que, domingo, 20 do
correntc mez s 10 horas do dia, ter lugar a
sessio de assemhla geral para a eleijo da nova
directora, conselho fiscal e commisso de exame
de contas, devendo essa eleicao ser feita de con-
formidade com os novos estatutos ; nao podero
votar nem ser votado aquelle* socios que se acha-
rom em atraso de mais de tres mensalidades,
assim comoaquelles que estao percebendo bene-
ficencia.
As sedulas para esta eleigo deverao ser tres,
sendo una para a directora, outra para o conse-
lho liscal e outra para a commisso de exame de
contas. A primeira constar de 6 nomos, 1 di-
rector, 1 vice-drector, le2 secretarios, thesou-
reiro o orador. A segunda 18 nomes, 1 presi-
dente, 1 vico- presidente, Io e 2o secretarios e 14
conselheiros. A terceira tres nomes que sero os
da commisso de exame e contas, sendo mais vo-
tado o relator.
Antes da eleicao o Sr. presidente far a leitura
do seu relatorio, no qual acompanhar o balan-
cetc apresentado pelo Sr. thosoureiro. A directo-
ra desejosa que os Srs. socios conrorram ista
elei.o, desde j esforca-se era que todos compa-
recam ; os mf sinos acbaro sobre a mesa dos tra-
bamos urna lista de todos os.Socios que se acham
no geso de votar o ser votado
Secretaria da Sociedade Beneficente Luzo-Bra-
silera, tS de julho.de 1873,
O 1 secretario,
_________________Bento dt Souza Mira,________
Urna escrava perfeita engommadoiraecozi-
nueira e que desempenha qualquer servico de ca-
sa com asseia e perfeijo, precisa d quantia de
quinhentot mil ris para sua liberdade o descon-
tar em seus servlcos : a tratar no becco do liim-
bi n. 30.
vo fgido.
50^000 de gratificaco.
Ausentou-*e do engenho Victoria no termo de
Barraros, o mulato seini-branco Saturniano, de
20 annos de idade, baixo, gordo e meio.corcunda,
cabellos arnarellos e crespos, rosto largo, olhos
casjanhos, nariz regular, tem um signa! nos peitos,
proveniente de urna espinha, peinas e ps
gressos e mal feitos : quem o pegar, ou delle Ser
noticias leve ao seu senhor Dacio Ferreira da Sil-
va Mello, no_ referido engenho, ou na praca do
Corpo Santn. 7, 1" andar, que ser recompensa-
do vnerofliniente.
Eseravo fgido
D) engenho Regala do trhio de Barreiros Ri-
gi o eseravo Ari-tdes, parlo, representa ter i8
anuos, pouca barba, magro bast nte e altura re-
gular, cosluma andar calcado, talla bem, sabe 1er
e escrever ; presume-se estar acontado no Recife;
onde tem mai e parentes : gretitica-se a quem o
apprehendar c leva-lo ao referido engenho, ou no
Recife ao Sr francisco da Costa Maia, ra da
Cruz n, 36.
Eseravo fgido.
Fugo no dia 2 do corrente, do engenho Canoa
Grande, na freguezia de una; comarca do Rio For-
moso, o eseravo Laurenlino, preto,
representando a idade de 30 annos,
guiar, ps grandes e muito regrista.
costuma acoutar-se aqui no Recife:
sem barba,
estatura re-
Quando foge
quem a ip-
prehen Jer e entregar no referido engenho ao abai-
xo assignado, receber indemnisaijao de todas as
despezas, e mais a gratilicaeo de 50.
______________Pedro Cavalcante de Uchoa.
Eseravo fgido.
Ausentou-se do poder dos abaixo assignados o
5eu eseravo de nome Joaquim, cor preta, e de
nac.lo, traja muito limpo, anda calcado o usa de
cabellos compridos, querendo fazer mcia cabellei-
ra, sabe cozinhar, oceupa^o a que se dedicava,
quando falla se conhece ser negro africano : ro-
ga-se a apprehenso de dito eseravo, cuja captura
se gratificar bem,
_____ ." los da Silva Loyo Filho.
EsGravos fgidos
Anda so acham ausentes da easa do sen senh ir,
lio engenho Saltinho da frepuezia do Toa, do qual
ausetiUram-se na imite de 1* de Janeiro de 1872 os
pretos Benedtlo e Joaquim ; o baixo, eheio
do corpo, muito barbado, com os dentes da frente
Untos podres, e reprsenla 4.8 a 0 annos, perten-
CM outr'ora fabrica do engenho (tapireiua ; o
outio criou-so no Recife, xide ter 3) anuos, atu-
r.i regular, cara lisa, mus dentes e muito fallante,
ambos j esliveran fgidos en '871, e foiain
agarra.los; o Joaquim no Recie, onle j traba-
Ilion em armases* .le asscar, o Benedicto no
sitio Tres Ladeiraa da freguezia de Iguarassd f
mga-se as autoridades polici^es e capilaes de
campo a apjirehcu.-ao dos mon.'ioiud.is e-cravos,
e a sua eulivjf.i ni Recito an Sis. Leal \ Irmao,
qui- giatiilcvra o pl.ftiha'iiijr._________________
Attencao
Conlnua-so a fornecer comedorias para fora
por prec. s mais em conta do que em ouira qual-
quer parte : quem precisar dirija-se ao sobrado
da ra estreita do I'osario n. 35.
Por ordem da mesa regedora da rmandade
da Senhora Saot'Anna erecta na igreja da Madre
deDeos desta citLide, convido todos os nossos ir-
maos para se reunirem em mesa geral no dia 15
do corrente mez, s 6 horas da tarde, atim de se-
ren resolvidos negocios de interesse da mesma
irmandade. Rocife, 12 de julho de 1873.
O escrvo,
_________________Manoel de Azevedo Pontes.
Quem estar devendo!
Os abaixo assignados previnem a seus devedores
que venham pagar seus dbitos at o fim do pre-
sente mez, se n o querem ver seus nomes neste
Diario Como nao acertara cora a casa para pa-
gar, anda na ra Augusta n. 258. Recife, 14
de julho de 1873.
Joaqnim Pereira de Asevedo Ramos.
Joo Bautista Aives da Silva.
Aluga-se o sitio em Bemfica n. 8 (Passagem da
Magdalena) a margem do rio Capibarbe, e passan-
do na frente os trilhos dos bonds, com casa e so-
to de grandes commodos para numerosa familia,
precisando apenas de um pequeo concert ; a
tratar na ra do Apollo n. 36, segundo andar,
ou na ladeira do Varadouro, casa n. 22, em
Olinda.
Declarac.o
Vendo o abaixo assignado, na parte policial de
li do corrente, ter sido recolhido casa de deten-
cao, ordem do subdelegado da Varzea, Francisco
Pereira de Mello, declara que nao se cntende com
o un smo abaixo assignado, cujo nome .,
Francisco Jos Pereira do Valle.
Veneravel confraria de Santa
Rita de'Cassia.
Pelo presente sao convidados todos os irmaos da
veneravel confraria de Santa Rita de Cassa, a
comparecerem no consistorio da mesma confraria,
quinta-feira 17 do correntCj pelas 6 horas da tar-
de, afim de fazer-se a eleicao para os lugares que
se acham vagos do presente const-Iho.
Secretara da veneravel confraria de Santa Rita
de Cassa desta cidade do Recife, 14 de julho de
1873.
O secretario interino
_______________Modesto do Reg Baptista.
Veneravel Ordem Terceira
de N. S. do Carmo.
De ordem da mesa regedora, convido a todos
os nossos irmaos a comparecer no BOSfO consisto-
rio, no dia i 6 do correntc, parametados com seus
hbitos, para assistirmos a festa e TeDeum de
Nossa Mai Santissma do Carmo, que se celebra
no convento, para o que lomos convidados p.-lo
digno provincial.
Secretara da Veneravel OnL-m Terceira de Nos-
sa Senhora do Carino do Recife, li de julho de
1873.
0 secrelario,
Modesto do Reg Baptista.
Precisa-sfi de um caixeiro que tenha pratica
le padaria, na ra da Guia n. 54. ^
Olinda.
No dia 16 ilo corrente mez, ,i 1 hora da tarde'
tem de ser arrematada por venda, no juizo de or-
plios desta cidade, urna mohilia de Jacaranda em
bom estado, e una armelo e mais objectos de
taverna, tudo pertencente ao espolio da finada
Theresa de Jess Cedrim.
Carroeeiro.
No pateo do Terco n. 33
gar.
tem um para se alu-
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da ra Direita n. 120 propra
liara qualquer negocio c moradia, tem gaz e agua
da companhia do Beberibe ; a!uga-se com a ar-
macao que nella existo, ou sem ella conforme se
convenciunar com o prelendente, a tratar ra
do Imperador n.'81.
CASA
Precisa-se de tima casa aceiada, de pequeos
commodos, em bom lugar do bairro de Santo An-
tonio ou niesmo Boa-Vista, nao muito longe ; gra-
titica-se a quem der aviso de cousa que onvenha :
na ra Duque ie i'axias n. 47, loja.
Caixeiro.
FDigAO DE FERRO E RR0HZE
FABRICA DE MACHINAS
d'i Bat d> Trkupln (ma.iillnr.) ms. 10'la KM
CARDOSO IRMAO
l rui
AVIS.M nos Srs. 1:111 pi ral. (jiio rjceli^rarii grande sortiaictitu do fcrragotis para enajetiliOS fl |iara l.iviura.e quaesquer oUtrOe usna
e misteres da iiiuustria agrioul, o quo ludo voiuloiu pur (>re<;os la/naveis.
V apOreS horisontaes do 4, 6, 8e 10 cavallus, os molhoros que vem ao mercado.
jIOenQaS completas, obra forte e bem acabada.
iVieaS mOenuaS para assentarem grades de madeira.
TftixaS de ferrO ,un('''.' e batido, de todos os umanhos e dos melhores fabri-
m cantes.
rXOClaS U agua de diversos tnmnulios.
rXOaS uentadas je diversos tamanhosequalidades.
Arados americanos dc diversas quaiiadcs.
FOrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvaiiisadas.
ConcertOS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teena
sua fabrica bem montada, com grande e Iioni pessoa!.
EnCOmmendaS ^an('am v'r Pnr encommtnda da Knrop.i, qualquer machinismo,
para o que so corresponden! cora urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra; incunibein-se de mandar assentar
as ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho las mesinas.
RuadoBaro do Triumpho (ra do Brum)un. 100 a 104
F U N D I C A 0 DE CARDOSO dt I II VI 0.
HOTE
liestaurant de Bordeaux
A'ra Primeiro deMaiQo n. 7 A, 1. andar.
Lacoste, perito eozinheiro francez, 20 anuos de pralica, aaba do montar um sump-
tuoso hotel na rita cima denominada, aonde o respeitavel publico desta bella trra da
Santa Cruz encontrar lodos os dias urna comida iWliciosa.
Vinho do todas as qualidados.
Conservas idem idem.
Cerveja dem i'lern.
Licores idem idem.
gho toimowv
Toma-se as signaturas.
Aborto desde as 6 horas *< manh at as l(i da noite.
na
Troca-sc 1 sanctuario a mederna e enverni-
sado, com tres imagens todas apparelliadas de pra-'
ta, sendo urna do S-nlior Crucificado, una do S.
Jos e outra de Nt>ssa Senhora da Conceiro, le-
das muito delicadas : a tratar no largo do Carmo
n. !7, faz-se todo negocio.
iHP^ Convite.
Os senhores ababo declarados, sao encarecida-
mente rogados a virem ra do Imperador n. 28,
a trataran de negocios particulares que lhes di-
zem respeito :
Antonio Anacido dos Santos
Antonio Affonso Moreira.
Antonio Pinto dos Santos.
Anfonio Jos da Silva.
Antonio Jos Kibeiro de aforaes.
Benjamim do armo Lopes.
Domingos M. de Barros Monteiro.
Deoelecio de Brito.
Ur. Francis o Pinto Pessoa.
Ebom Wistig.
Emilio Jos de Iones.
Fernandos de Azevedo.
Francisco Alves de Mello Tico.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Jos Cameiro.
Joaquim Guedes da Costa.
Joaquim Jos Manada Penha.
Jos de Brito Mello.
Jos Paulino da Silva. >
Jos Joaquim da Costa.
Jos Goneaives da Silva.
J.is da Silva Rodrigues.
Manoel Antonio dos Naseimen'o.
Manoel Jo.- Antones Gui'iiaracs.
Manoel Silvno de Barros Falcao.
Paulino Joaquim Tavares.
Theoiono de Barros t.Silva.
Willi;im itawlinson.
Joseplia Henriqueta de Miranda Barros, avi-
sa a alguns senhores dc engenhos que se acha
nesta pra;a prompta a ensinar em algum enge-
nho, que seja perto de alguma estaco : quem de
seu prestimo se quizer utilisar, dirija-se ra de
Sauta Bita n. 89, aula publica.
Attenqo.
Precisa-se de urna casa em Olinda, no pateo do
Carmo ou S. Pedro, para banhos salgados, para
urna familia pequea eompLSta de quatro pessoas,
paga-se beti : a tratar na travessa do Vigario n.' ,
I (eseriptorio) ou no pateo do Hospital n. 28 pri- ^.r**^'-
meiro e segundo andares, das i horas em diante,'
ou annuncie para ser procurado.
Pede-eaoS.. tenentecoronei Manoel Joa
quim do Reg e Albuqnerquo, o favor de vir ou
mandar rna do Coronel Suassuna n. i, a neg- j
ci que lhe diz re.-peito.____________
Regente
Precisase de urna senhora para a regencia do
casa de familia, c que saiba ler e esereviT. costu-
rar c Cortar vcstidiw : a tratar na Praca de Pedro
li u. 81,2' e :" andares, das n as 8 horas da ma-
nha,cndas5s 7 da ttrde ; on na praja do
Corpo Santo n. 17, anl.-r, em dias uteis, a
qualquer hora.
Joaquim Jos Goneaives
Beltrao.
Rna lo tihiiiurrri,! n. s, i. andar.
Sacia por kxlos os paquetes sobre o banco
I" .Miiihu. (n Braga, e sobro os seguintes
iilgares .!e Portugal:
Amarante.
Arco de Val do Vea.
Bartellos.
Bojn.
Chavos.
Cojoibra.
CoVilha.
Paro.

luanla. -
fimmarSatx
LamOgo,
Lisboa.
Miivi-lella.
Moncho.
! unte do Lima.
Porto,
Tavira.
V'alpassos.
Vianna (loJCastelto.
Villa i! villa .Nova de EajnalR-ao
Villa Nova do I'oftiinao.
Villa Real.
Vizeu.
Vulenr,a.
Figueira.
At vir.
O Sr. Jos Pi-rei a Lomos pela segunda vez
;|rogado vir 1 ruado Imperador n. 28, a negocie-
de seu interesse.
Na ra da Imperatriz n.
perito copeiro.
1 precisa-se de um
Eugio
Precisa-se de um caixeiro de lo a 16 annos, que
tenha bastante pratica de molhadis : na ra Ira
perial n. 162.
Attenco
Precisa-se de ura feitor que saiba tratar bera de
vaccas, paga-se razoavelmente : a tratar no sitio
do Caldeireiro n. 9, ou na ra do Torres n. 12, 1
andar, eseriptorio.
RA
CAZA DA FORTUNA!
i 1.' DE MARQO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:<)0$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes biihetes do Bio de Janeiro, pagando
promptameute,
i:0O0i.
como costuma, at o premio do
Presos.
Inteiro.......J4JO00
Meio........IA000
Quarto....... 61000
Manoel Martins Finza.
S CONSULTORIO *
f MEDICO-CmURGICO
W DO
^ Dr. J. M. Cario
jft Ra do Mrquez de Olinda a 2o, pri-
S meiro andar.
W Consulta das 9 boras s 11 da manha.
0 Chamados a qualquer hora.
*
ft
*
tt % 0-0^B|r00* 9H0HMI
Cavatto fiuiado
A's 11 horas da noite de 13 do corrente ao
amanhecer do dia 14, (urtaram do sitio n. 8 da
travessa que fica defronte da capella de Joo de
Barros, ura cava I lo pedrez de crinas brancas,
acosturaado a andar era cabriolet, e algumas ve-
zes de sella servico : quem delle noticia derou
apprehende lo, dirigindo-se aosobredito sitio, ser
recompensado com generosidade.
* ao mm&m m
ADVOGADO *
BACHAREL *
' Joo Gonzaga Bacellar j
VH do Cabo
W RA DUUE DE CAXIAS N. i I, 9
00 000 000000000
- Alnga-se o 2. andar do sobrado junto a
igreja dos Martyrios, concertado e pintadado de
novo: a tratar na ra Sete de Setembro, casa
n. 15._______________________________
J. IHiibaiil de Pars
Coastrueior e afinador de pla-
nos
Ex-anador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das officinas da casa
Affonso Blondel.
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar a>. respeitavel publico
desta cidade, que tem aborto sua casa de concer-
tse afinacoes de pianos, qualqner que seja o es-
tado do instrumento : ra do Imperador
o. 33.
- Quem quizer comprar melado de una casa
com sitio plantado de coqueiros e larangeiras, no
Barro: dirjase 'rua dos Ac,ouguinbos n. 17, a
tratar com Joo Evangelista.
Ha para se alugar
nm grande terreno cora urna vasta, plantario de
eapira, no eaminho-Bovo f9oedade>: tratar na
ma da Cruz n 3.
(IllCill milis twmi* (i'.'lTrc ?
Incontestavelmente a loja de calcado)restrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sex, o PARS NA AMERICA
ma Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razo ? a razo simples :
um cavalheiro (amante do chique) por eerto se
inommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se toreado a experimenta-la sobre un
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao pudendo desta forma conhecer se
a botina lhe tica boa, pois, nao tem espaeo para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao inmun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear a vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, ento quasi impcssvel, que mua se-
nhora (do bom tom) gueira sujetar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balco, onde en-
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alli poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
^ao terminara a* i as vantagens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Caxias n.
59, pnmero andar, consiste tarcbem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e,
mais afamados tabricantes da Europa, como ale-
les, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade do
cbinellos e sapatos, assim tambem um lindo sor
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
umitas quahdades uue podero satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que fica expendido, tst claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
-o Pars na Amerito, ra Dnque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Queimado
Sitio para alugar na Passa-
gem da Magdalena.
Aluga-se na Passagem da Magdalena prximo i
linha dos bonds, urna casa coro accommodacSes
para grande familia e com sitio morado : a tratar
a ra do Vigario n. 21, 1.a andar, com Bomingos.
Alves Matheiy.
No dia li de maio do enrrente nnno, fugio des-
te enerinr o e"cravo l'arrelio*, preto fufo, bai-
xo e secen rosto descarnad, pr-ms e bracos li
n')s, falla baixi, sem nerd um deleito. Re, resen-
la ter .'10 fonos e tem alquinas marras antigs de
rellio E.-te eseravo jeit. nceii ao Sr. Manoel An-
tunes de Queiroi Barros, di enfenlio Ronca do
Cabo..e cmi>ia urbar fo |*ia os bulos da cidade
de Nuarrih, ondefctn pal < unaos luiros, ou
em Goyaiiua c N. S. <*o O' de Goyanna unde Um
outra vezo* j tem sido pegado quando perten-
eia aci dito Si Autunes. Roga-.-u ;s autoridades
policiaes e eaptilet dr campo a -na apprehenso
e condnzi lo a este engenho, un Ihi Recife aus Srs.
Cunha Irttio* A C, roa da Madre de Deus n. 34,
que se gralifirar prninrnmfna
Engenho Dous MmidoJI dejunho de IS73.
M:uv el |I>t:icIUi .' AlhllOlierqilo.
MEDALH& BU HONRA
FIGADOde BACAL HAU
FERRUGINOSO, CURO E TRttUEIRO
DE CHEVHIER
Cavaeiro de Legiode Honra.OfficiaM
do Medjidie Commendador da ordem
Slzabel a Catholica.
O ole de CfcOTrier dore oaen aromajl
_ abteneias balsmica que alada
augmenta aa auaa proprtedadea thara-
peatlcaa ao mesmo empo que o tornlo
ngradavel ao tomar-aa.
O senhor Chevrler completoa a ana
datenberta assoetando o Iodureto de farro
ao aea oleo de ligado de Bacalhau. Bate
le* de lg4ie 4 ltmtmXhwm fem-
! poMue todaa aa proprledades do
oleo e do torro, de fcil digeatao c
unnea causa prisao do veatre
Todaa aa eelanrldades medicas o pre-
Carexn ae ootraa preparaeOea fermiino-
saa. Convem em todoa oa eaaoa em que
eaaoreg* o ferro : atea
- e, MkttlM.e
kCMkHaei
RStX
eeaetHeleAe.
Ilovearrona pana: Pbarm.
. mtourg Montmartr*.
-y
-t


.
>


r
. >
Preclsa-'se de dous menino; para caixeiro de Pho^,,,.',, jn t> llfonrAr fc O
a 14 annos; a tratara rna do Imperador n, H rnailC]a) UC r. MaUTCr & \,
*^



i .
1
I
.<.


.
Dlario.de Pereambueo Qurta eira 16 de Julho de 1873.

/
MOVIII.IIIK
PIANOS E MSICAS
A W xa VIO JOSfi IIE 1ZEVE1IO
Ra do Bario da Victoria d, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
%on4l o puotitn em geral encontr, }sempre o maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Panos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acato* te abrir no primairo andar do sobrado o. 12 confronta
tica aorer, am grande mo onda estao expostos os magnificas
Ir i i%M OS da armario, de PleyeL
-------- de meia canda, do roaimo autor.
--------de H. Heon.
de Amede ThibonL
Onieo agente nesu cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE SUCHER FRSRES
tftmiados em diversasexposi;dss ora 14 medalhas de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqu vem da Europa, perfeitamente aliaa-
a, hitos com elegan :ia e solidez.
Tambera receben grande sortimeuto de msicas pira piano, piano
canto e entre ellas aa lindas composicdes do moito svmpalhico maes.ro
f. s i vn\i
A SABER :
Voc me qaer Walsa.
i Itlma publleac5e
Feitas as oficinas de msicas
do annonciante.
Emilia, poika por I. Smolti.
Circaciaca, icbotcb, por Smoltz.
Jardira do Campo das PriCczas,
quadiilha, per J. Popce.
Chnva de Rosa?, Walsa, per H. Al
berta ni.
#\l. J. Keogh, como represen Imito
uise dos Sis 1>. Op|xiiliemor di C, do Lou
dri'S, uffurece auH sculiorcs logistas de l'er-
nambuco um cou.plolo sortimento de amos-
tras de t');!.is aj a/.>'U<],H, f'ff-^'llS, scllill?,
|i:'", .-ur.'iis, li;..I'/.iS, l'tll., *>{ )m
den do so ei.lou k-r co.fl o nvsui > sXfthur, i*.<
IllA nOCO.MMIKCION. 38,
__________ AilMAZSl ________
OSr.IympioFraiicis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
MOMA
Est encourajado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivlo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir i ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S\ S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
Sm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta cidade.
&.sm&i
AO KVZKU
VAPOR
K1U UU BUtAO da victoria
iV. 7Outr'ora NovaN. 7
Piccba ro e u...a ama p.r.i cosinharpara duv
pessoa e comprar, f rra un raen va : a tratar ira
pairo <1:> Hosf.il.dn ft.pQineian atagunduandares
r 3-:?;A5.
M
Calcado
francez.
Olga Maza: ka.
La Separacin! Para canto.
A Luz elctrica, grind Walsa.
Franco Brasiteiro Polka.
Tomada de ValleU Gr.K-.pe.
Joaninha Walra.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A M nli Lyra Wlsa.
A Natalicia P ka
Siudente Pcka.
D'aqoi emjdiacte continuar a annnneiar todas as publicis que se forem frzendo as snas oficinas de msicas.
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
2 (iiisiillorio medico

Si A JIM


ios compradores do bem condecido e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio -se pode
confundir com o d'aqulles.

Os apreciadores qne qtizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o noma de METJRON & 0., e a desig-
nado de REA PRETA.
DO
Dr. Ilm lio.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR. T
Receni-chegado da Eurepa, onde fre- g
quentou os hospitaes de Pars e Londres Q
pode ser procurado a qualquer hora do rj
O da ou da nuute para objecto de sua pro- O
W lissao. n
P\ Consultas do meio dia s duas horas /*.
M da tarde. M
l Gratis aos pobres. ls
m peciafd;flV.=Molestias da pelle, de m
crianza e de mulher. Q
O Emprega no tratamento das molestias 'Q
Q de sua especialidade as duchas frias e O
Q banhus a vapor, para os quaes trouxe fjl
m os apparelhos mais modernamente em- rj
m pregados na Europa. m\
. Tambem applica com grande proveito m
5jL no tratamento das molestias do tero a g
electricidade.pclo processo do Dr. Trepier.W
Espiritismo.
Conferencias espiriticas oiTerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
tannos no mez de Sant'Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necessario para regalo e distraccao de quem
tem gosto pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentps em q^predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortea fulminantes, o que
tudo isso se ada na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os propnetarios da
eonfeitaria do Campos chamam a attenco de to-
dos e de todas para o preomlsado caf em p ver-
dadeiro de Java, e bnlachinha em latas denomi-
nada Su^ar Waffers Vanella ; especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de perfeita
sadde.
Em vista do referido espera o dita Campos que
ninguem, para pedidos de taes objectos, se diri-
jam, senio Confeitaria do Campos, ra do Im
perador
Lampeo na porta.
Para Iioiik-mi.
BOTINAS de bezerro, cordavao, pellica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melliores
fabricantes.
SAPATOES de be erro, de corda vi) .e de <;a re-
mira.
S PATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamanoados com sola de pao, pro-
prios para banhos, iitios e j.irdius.
SAPAT03 de tapete, charlot, castor e de tranca
francezes e portugnezes.
Para senliora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differenles,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
prctos e de cores differeiite*, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de ii an.a.
Para meninas.
BOTINAS preta?, brancas e de cures differenbjs,
lisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca poiluguezcs.
Para iiieninoa.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleao e a Guiliierme, perneiras e
meias perneiras para bornea', e meias perueia*
para meninos.
No armazem do vapor frauce', ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de bataneo, de braoo, de guernicSes,
sof", jardineiras, mezas, conversaderas e costil-
reiras, tudo sto muilo bom por serem fortes e
leves, e < s mais proprios movis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Comprn-so a!:::;::- c ;- i<-i-as ou obra-
ui'sla ahi'lj : a tratar na toja da ra Duque
i. H. m
ilS
ilo <'.axias
rs. a
Compra se Diarios de Pernatnbttco a lit)
libra: na ra do Coronel Siiassiui n. 1.
Compra-se
un>a ean terrea ajm tea) a bfths CMtmodos par
familia, e bom quintal, no bairro da Boa-Vista, 11
algiim sitio' prximo a linha des bond?, ou da ma
chambuniba : a tratar na ra a Hangel n. 7
1 ou 2* andar.
Compra-se
apoUces geraes da divida publica : na ra Duque
de Caxias n. 87, lja.
- Compra-se o Jornal do ecife de 11 dei-
vembro de l^6', e os numeres do Correh do fe-
cife em que vem os nrligos cscriptos pelo Sr. Dr.
Joaquim de Aqnino Funaera, a respeito dos nego-
cios da cf mpanliia h.-cife Drainage : quem os ti-
ver para vender pncure a Dr. Lobo Mo.-coso.
VENDAS,
Sem rival
RA DO CRE- PO N 20.
Ac bou de receber um sortimeoto de cmbralas,
de cores o pie ha de mais novidade e vende-e a
280 rs. ocovado. na lija do Guiliierme A C.
I.tixinlias eM*OMN'ZH.i a 540 c
'.SC r. o coi iilio
20. Ra doLrospo n. 20.
Lazinhas escoasexas, padmes inteiramenlc noves,
pelo diminuto preeu d.- 280 rs. ocovado.
Ditas de qua Iros iiriudinhos a J10 rs. o covado.
E' pecnmcua, c dio-so amostras na loja
de
(uiiri-sno di C
Chitas.
Chitas rosas coi., pequeo defeilo a 2''0 e 2V0
na ruado Crespo n. 20, lija .le (uilliorme \>:
Materia es.
lia scnipre para vender-aa por "ommodo preeo,
lijlos de ahcnaiia i rosea, dito de dija batida, di-
to de lapanunto c leMi.is, os quaes se manda por
em qualipicr lujtar : a ver e tratar na olana da
ra da Visconde de (ioyauna, antiga do Mondego
n. 63.
Aluga-se por 23*000 a casa n. 6, sita roa
do. Lima em Santo Amaro, estrada a concertada i
Aviso.
de novo : a tratar na raa da ResUuraco n. 54, i Traspassa-se o restauran! franeez da Magdalena.
eutr ora Guia.
Aluga-se um moleque
que de Caxias n. 4a, loja.
a tratar na ra Du-, ma casa.
sito na entrada dos Remedios : a tratar na mes-
'
Fugio.
Precisa-sede um caixeiro para taverna, de
14 a lo annos da idade, portuguez ou nacional:
na ra dos Guararapes n. 10.
sultorio mm drvfko
Pracisa-se de urna ama
de de Govannan. 161.
na ra do Viscon-
Na ra do Rangel n. 9, precisa se de urna
ama paracozinhar paga-se 2500! menaes.
ima
Precisa se de urna para comprar e co-
sinhar na ra do Hospicio n. 7.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar,
na ra velha de Sapta Rita n. 18 1 andar.
Amn Precisa-se de urna ama que cozinhe e
compre para urna familia pequea : na
ra da Alegra n. 38.
A pessoa que precisar de urna ama para co-
zinhar, pode dirigir-se ra do Bartholomeu n.
57, que l encontrar com quem.tratar. "
Precisa-se urna ama para
cozinbar : a tratar na ra do
Imperador n. li, armazem.
AMA
Acabam de chegar muilo bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conlieeidos fabricantes; como sejain : AlphOnse
Blondel, Henry Hers o Pleyel Wollf A C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a preeot muilo eommodos.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, oleo?, opiata e pos den-
trilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, ilorida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosueticos, muilos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas surtidas e garrafas de difiVrentes taa-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7. ,
Quinquilleras.
Artigo de dilTercutcs gostosi e
pliantaziasji.
Espelhos dourados para salas e gabinetes. XTeem para vender
Leques para senhoras e para meninas. ^_ Csininen
Luvas de Jouvin, de fio de, Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixintias com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gOJ.
Brincos a imitaQo e botoes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cures, de prata dourado, de ac e
de taYlaruga.
Oculos de a;o fino c de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, caima, com cianea de jnar-
fim.
Bengalias diversas Domea e meninos.
Chicolinhos de baleia c de umitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba. *
Ditos de marfim
beca.
Vendc-sc urna casa sila ra das Salinas
em Santo Amaro, defrunte do cemilerio inglez,
prxima aaude param os bonds, feita a moderna
acabada de novo e bem edificada, com agua enca-
nada, duas pinbas amarillas na frente, com
os eommodos gpguntc< : l piula, 1 janella,
2 salas, 3 (piarlos, cozinha e 1 quarto fora. A
tratar na Ma do Carnario n. \J.
Vcnde-se pedras de amolar: no armazem do
afotta, da eonpanhia peraamMieana.
1(0 arniazeiM de Wil.m owe i C., vnde-
se :
0 verdadero panno de lgodo azul americano.
Excellente lio de vela.
Cognac de primeira (|ualidada.
VinSo.de Bordeaux.
Vndese una armacao nova e envdracada,
propra para qualquer negocio: a tratar na roa
do Crespo n., 20.
Joaquim Jos Gonc,alves
Beltrao & Filhos*
ra d>*
muito linos, para limpar ca>
9
Fugio da casa do seu senhor, o esjeravo de no-
-mi Paulo, rom os signaes siguintes
ailo, secco, ps grandes, tem
sf inhas, foi eseravo do Sr.
em cujo tempo trabaitiava no officio de pedreiro. i
Pede-se pois as autoridades peliciaes e e m epe-'
ci.iJi lade as da freguezia de N. S. da Graea
fi ja- Vista que o queiram apprehender e levar
ra as Trincheiras n. 16, no hotel Restaurant du \
Louwe.
Boa gratificac^ao.
Proicette-se urna boa gratificaco a quem des-
cubrir c ladrao, que furtou na noile de terca para
quaru-feira da semana prxima passada, do en-
^enho iUtapiruma, do Barao de tinga, tres ca-
:M<, cujos signaes vao abaixo declarados, indi-
caudo, ao mesmo tempo, com eerteza ; o lugar em
.que f achara, ou oram vendidos es referidos
avallas: ft* rudado, grande, ferrado do lado di-
reita, ferro muito visivel, anca fel, dous ps me-
nos ibrancM no peador ^2 rudado, chato, peque-
o eiava muito gordo; rudado, tem um ca-
mc-, na meio da canella, e tem urna pelladura na
cara Ai um lao e do oulro.
^"nrrosto^sEl g'CoisilIflrio medico-cirupdeo g \m
: Joao Valentim Villela,' DE H S
*^g A. B. da Silva Maia. ffl;
a e j W Ra do Visconde de Albuquerque n.
ara: II,
DO
Dr. Ferreira
A ntigo gabinete de seu pai, ma larga
hr Risaaio n. 20.
Cura de hydrteles sem injeec.au,
eom puncco-capillar.
Abertura de abeessos e extraccao de
derramamen serosos, peto aspirador
de Potain

#)@
Ra do Visconde de
ora ra da matriz da "Boa^Vista
gnua a
11, outr-
n. 11.
u
Chamados : a qualquer hora.
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 s
4 horas da tarde.
lina familia cooiposta de quatro pessoas,
seoiio qua duas sio pequeas, precisa to-
mar para sua compaiihia urna mulher ho-
nesta, e de bous costumes, e que d bono
sua conducta ; quem pois quizar appareja
no 3. andar desta typographia, para tra-
tar.
Precisa-se d'um bolieiro, que sirva tambem
de copeiro : no armazem n. 3, da ra do Vlgario,
no Recife_____________ _________
Aluga-se a casa n. 10 A da ilha de Bemfica,'
na Passagem da Magdalena, com banho do Capi-!
baribe na frente, de excellenles ares, e de preco'
de 200 annuaes, tendo eommodos pzra familia:
a tratar na ra estreita do Rosario n. 17,1* andar,
escriptorio.
111 1JUI
O abaixo assignado roga a todas as pessoas que
lhe sao devedoras de contas de sua extinta loja
de fazendas, que teve a denominaco de Pavilhao
da Aurora, ra da Imperatriz n. 2, de lhe man-
darem saldar seuj dbitos at o dia 20 do corren-
te mez, depois nao iquem zangado por ver seus
nomes petos jornaes chamados a virem pagar os
mesmos seus dbitos, ra da Santa Cruz n. 10.
Recife, 5 de julho de 1873.
Joo Luiz Ferreira Ribeiro.
Attengo
Urna pessoa que tem de rendimento certo por
mez ISOt, necessita de tunar a juro 600, pa-
gando mensalmente 8i)f ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se quem, pois, quizer fazer este negocio, deixe carta
fechada com as im'ciaes P. G., no escriptorio deste
Diario.
Roubo
Roubaram do estaleiro do Saraiva, em Santo
Amaro das Salinas, na noite de segunda para ter-
cafeira 7 para 8 do crrente, tres taboas costa-
neirss, sendo duas de verinduva, com 40 palmos
de comprimento, e urna de jatliohi, com 42 palmos:
roga-se o favor a quem ditas taboas for offerecidas,
de as aprehender e annenciar por este jo: nal para
serem procuradas.
- Precisa-se de um criado para copeiro, de 10
13 annos : na ra da Imperatriz n. 24, priraeiro
Est fgida.
Furtaram da estrada de Belem, sitio de Mar-
celino da Silva Mindello, urna vacca parida, licando
a cria com 2 mezes; a vacca tem os signaes *e-
guintes: preta com o lombo vermelho, dous ps
, calcados, cauda branca, lendo a barriga branca
i at o ubre, pontas cerradas, e nova ; gratifica-
: Be com 20 a quem der noticias no mesmo sitio,
: ouem Olinda, no Varadouro, em casa do Amorim.
crava^a^lde SeMa^SSa "criola "esu" ~ Rogvse a qualquer pessoa a quem for offe-
fSIrSuJar cheia do oVSnatt ?m recido P^ compra duas voltas de trancelim com
dentes nfrente, falla muito manso Jue a vezes ??rl?pb '"^nr^u"^ ^'W6 oarof
desafia a compao, boa cozinheira e engomma- ^..de apprehende-los e levar a ra de Paysana
deira. fima % Para, foi comprada a sogra do 2i \"mf t^r 8e^amente grauficado,
Sr. cummendador Lucena, milito conhecida.por mKiI s"a morada Para ser Pwwrado.
ter estado alagada em casa do Manoel, inaoector, Roga-se pessoa que achou um n'ndne,
ZST^o^? ?e- forra' el?mu8i(l0 que urna senhoraao apear-so do bond no dS>
Tiala no Poco da Panela, Monteiro, Caxanga;Mag- do corrente, defronte do ehafariz da Boa-Vtata
dalemve aqu, no Rec.fe : pede-fe encarecidaraen- cahio-lhe, o hodve quem visse um senhor X
te a todas ae autoridades policiaes e capitana de nha-lo, de* leva-lo ao'corredor sn* n,73 ue
nnT,anhllananPP.r!,heHg40 'i?** "^ M f K r. Na mesma casa hadara alSKe
quem tenna amas que verifique nessas que dlzem um criado muito diligente e muilo fiel orincioM
sTSr forras, pois consU estar ella de ama que nao mente para casa de estran/eiro > aal *
ou
andar.
CASA DO OURO
lo* .':OOOr
Bilhetes garantidos
/fita do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda os muito felites bilhetes ga-
rantidos da 20* parte da lotera a beneficio da igreia
de N. S. da Penha, que se extrabjr no dia 22 do
corrente mez.
Preco*
Inteiro 6J000
Meio 3*000
Quarto 1*500
lOO-^OOO para cinta.
Inteiro 5*500
Meio 2*730
Quarto 1*373
Recife, 6 de junto de 1873.
hao Joaqun da Cul'iieite.
De
sane ra, e que se gratificar a quem a trouxer
ra do Livramentu 0. 1 Antonio de Faiva Fer-
reira.
esirangeiro, a qual prefere.
Joaquim Cavalcante de Alauque'fque, senhor
do engenbo Quitunde, da comarca de Camaragibe,
_ provincia das Alagoas, attendendo haver tanto
w^f'Ju"8* defuma.ccfnheira compradeira nesta como naquella provincia muitaa pessoas de
HLlil! Ta. a?l,'a de tres moas '' vml lcial Dome' taneiente ao publico e ae pessoas
C?' ^.7? m e?em,mar para u.m.a s c,om ^uem tero relacoes, ue d'ora em diante as
Seise .1 tratr na.nta do Livramento, lojan. signase Joaquim Machado da Cunha CavaJcaste
* I Recife, U de julho de I87
Deseja-se saber do Sr. Joaquim Fernandes
da Rosa, conhecido por Joaquim do ^oge, prove-
dor da Irmandade do Senhor Bom Jess das Do-
res, porqne razio se faz mesa na igreia de S Gon-
zalo c nao so avisa os dignos defiuidores da mes,
regedora ?
Joao Rege Coelho
Procurador geral.
> Camillo Francisco Pires
______^^^^^ Procurador ja mesa.
Agua-Fria
Arrenda se um sitio cora bastante lavouraecom
aJgumas frncteiras, junto a liona de ferro, no se-
gundo ponto.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din'eiro.
Meias para homens o para meninos.
Gravatas brancas e de seda preta paFa homens
e meninos.
Campainhaa de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e oulros muilos differenrts joguinlios alle-
maea e francezes. f *
Malas, bol* as e saceos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argoliuhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os denles.
Bercos de vimes para embalar crianzas.
Cetinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portas.e janellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com rica; vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos.para cosmorama:
Globos de papel de cores para illuminacoes de
festas.
BalSes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de pal ha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantepnas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos com pavsagens e phanta-
zia.
.. Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos t armnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muilos artigos de quinquilha
ras difilceis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Viclorla, outr'ora
Nova u. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differenles partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a pre.os mais resumidos que o possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora roa Nova n. 7.
no seu escriptorio
. j n. 5, o seguiule :
AGURDENTE de'Wjii : caixa de 12 garrafas.
de laranUa, dem dem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, reeentcmente chegada.
CHAPEOS de sol, para hotnom e senhora, Cabo
de marfim-1 osan,
FFIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia,da fabrica do commen-1
mendador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de palela.
PAA'NO de algodap da Babia, da fabrica do com-
mendador Pedrnzq,
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas do
l'ores e Eduardo Milito.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPAHRILHA do Para.
lELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado de Porto,, caixas de 12 gar-
rafas. -
t dito Moscatel do Donro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 c 2 duzias.
da Italia engarrafada, caixas do 6 gar-
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de caj, caixas de 12 gar afas. *, .
a Malvasia do Douro, eaixas com 12 gar-
rafas.
Carcavellos, idem idem.
iSio ha Slis cabellos
Ha
TNTUflA- JAPDHEZA.
Sd e nica approvacla pelas academias de
sciencias, roconhecida superiol a toda que
tem apparecido at hoje. Derjbsjto princi-
pal ra da Cadcia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda,- n. 51, 1. andar, a em
tpdas as boticas e casas de cabellei* ,
reiro.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos. orgSos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
ap'plicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto. v ,
Vende-se na pharmacia c drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
11
de seda com toque de mofo a 800 e 1*000 o cova-
do, para acabar : na ra do Queimado n. 43,
do-sa amostras.
Vende-se urna balanca grande c un corren-
tes e urna dita pequea, e alguns pesos, assim co-
mo um'registo e arandelas, tudo por commodo pre-
co : a tratar na ra de Marcilio Das n. 69 pa-
daria.
adiara costara
Glande sortimento de bonitos modelos ehegados
ao armazem de'vapor francez, ra do Rawo da
Victoria (outr'ota-eva) n 7.
Oleados
baratos..
Oleados .bonita* e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
re da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Urna escrava precisa" de 500* para eoruple
lar a sua liberdade, offerecendo os seus servic-
ate terminar dito pagamento, dando proferenciasa
se encarregar do tratamento de menino : a (rata
na ra do Imperador n. 12, botica.
Hotel de l'Univers.
Veude-sc na chaneelleria do consulado de Fran-
ca em Pemambuco, sabbado 19 de julho potadju-
diao voluntaria, no caso de orTerecimentooulB-
cientes, o eslabeleciinenlo denominado Hotel de
l'Univers -dependente da successo de A.Gassier.
Para informaoes e condicocs, os prelenden-
tes podem dirigirem-se o consulado de Franca.
Allencao
Vende-se a Uverna siu ua iravessa da ra das
Cruzes o. 6, com poucoa fundos, propria para
principiante.
Vende-se
urna mobilia de araarello era perfeilo estado : na
ra da Roda n. 17, primeira andar.________^^
Cidade da Escada.
D'ora em diante vender-seha carne verde dia-
riamente no ae/>ugnepublico a 120 rs. a libra.^
YENDE-Sk
urna escrava perfeita cngomma&eira o com bas-
tan'e pratica ae cozinbar, com 23 a 30 annos de
idade : a tratar na ra do Coronel Suassuna, ou-
I tr ora Augusta, n. 182, -casa terrea.




s


Mo de Ra&Unlwco .Qutft:jWra 16 (J ulive lfil.
FUNDtCO DO BOWMAN
RUADO BRUM N. 82
O A
(Passando o chaferiz)
PEDEM AOS ssobores de engeobo e ontro agricultores, eeopftgaUlbriAdVa!
anismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, pan verem o aovo tortimeoto
fiMtpIti que abiten); sedn todo soperior em .q'paiidade e fortidio; o qoecom,a ins
pMtio pess >a| pode-se vesificar.
ES /EC1AL ATTENgAO AO NTJMERO E LUGAR DE SUA FNDiCAO
Y EDO'8 3 6 rOvlaS d'ftPTlI dos mais moterQOS yrtemas eem ta
* ** **8 u<* maocc? convenientes para as diversas
aremosiaocias dos enhorea proprietarios e para descaropar algalio. "
OS.O$IUiS d C3.Tina de.lodS 9 tenaos, as>elbores qae aqoi
v ******** existem.
Eodas dentadas para 3aitam'agaa e wpor-
Taisas de ferro fundido, batido e de cobre.
alambiques o fondos de alambiques.
Eashinismos
bas
para mandioca e algodao.J
eparaferr?radeira.
Podendo'todos'
ser movidos a roso
por agaa, wpor,
de palete, garantidas........ fon animaos.
Todas as machinas e pecas de qae 8e cosloma v***-
Pez qualqu&r concert d* mchii>ismo' ** reamado.
Foruias de ferro tera as me,tiore8 e mais ***** existentes t mor-
C 3 U ().
VillO,ymxttfn iaa ,ucbo-e de mandar vir qaalqoer machinisoao i oa-
.v -uuDU jc*o. Iade do8 ciienl, lembnndo-lbes a vantage de fazerem
aea pre.Uar auxilio. ^
4r; i d 'i- s americ ano s e in8tromentos &">i.i.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
GRANDE RED'CCAO EM PRECQS
COMO SiO LINDOS W
Ob laques lodos de madreperla,, tranco? e de
cores e que tr.izem o disticoU.NIAO em lettras
tambem de madreperla em alto reloyo, lor-
nandoseporistoprepriadoa para noivas, a NO-
VA ESPERAXCA i rua tiuque de Caxias n. B3
(antiga do Queimado) quera os teni.
Sao de tartaruga
Qa brincos, broches, raek)$ adereces, cruzes,'
coraCoes c eassolotas, qut <*,t5o- oxpbstas boa
escql/tt Lis E.vuias. (amantes do chique) vende-se
na Nova Esperancay* rnfr Detrae de Caxias'
h.6.
Aos meninos
A Nova K-peranca na Duqne ,de. Gaxias n.
63, acaba de receber um lindo. sortimejito.de 07
becas de multas qualidartes, vndo' entre elfo'? a
engrasadas bonecas de borracha, assim tambem
uma pequea auantiad} ,1iej boiifras Arelas que
se turnam aprsciadaSpdhi n;\ novillada.
bem-km
A Nova Espnranca toa D&.ue de Ca as n.
63, ie.cebcu' veriadeiro rmeme- inglez, prepara
rio para concertar porcelana bem nti.
Vestido perdido
Multas vcaes umveslMc torna-w inteirammie
feio, sorente por estar mal en feriado : a Nota R-
nc* rna l;uque de Croias n. 6&, remow

Ar este grande eslabeleeimento lem ciie-
gado 84ii boa sortimento de machinas para
Cahetto* hranrns&fesm rtwnf51"' Je todos os autores- mais acredita-
\jWJWUS VlUflLb WbVm (UVm dos uitisjaaentena Europa, cujas maebinas
(JIMar N* garastidas por um antic, e tendo om
A Nova-BsneiM rua Durpe o> Caxias n. ?**&> wtstl P8" e?\sin,ar raesmr em
63, acaba de receber a verdadeira tintura e Des-1 qaalquer perte desta cidado, como bem as-
acas para ting- os cabellos, o que se eussegne sira corrcerft'-las pelo tempo tarabem d'nm
(eapi^ando-a) ram rouita acilijtede, e por este anB0 scm despendi algura do comprador.
ngao.
ao.
Xa ioja de Soares Leite Irmaos, rua do Barao da
Victoria 11.28.
He mal; porque est feem previda dos melhores
galoes franjas > tortas ais cores, nd yode es-
colber-se vontade softresaht*) entre "eatas as
modernas franjas mesaca., qw pela'sua v*#da-
fle de cores, fiea bem em quac A ella anles jjue se acaben-.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tawanhos rua Duqae
de Caxias o, &3, na Jiova Esperanca.
gTTt>iii-*lTBB?_^^-3r3Stfi _-.,"-,
BAZAR W
jKoa do Bara da lictoria n. 22.
Carneiro Viauia.
BAZAB RACIONAL
Rua da Iniperatriz n. 72
'de
Loii'chco Peroira lleudesGiiiinaracs
Declara a scus fregiizes quetem rcsolvido.jjnder o mais barato que fue poesivel, a
saber
CBIIAS A lfiO E2i0RS.OOVAI)O.
Yentlo-sc chitas fumcezas largas rom to-
que de avaria, a 100 e 800 o eovado. Di- s
tas limpas a 240, 280 820 r, o eovado.
CAUSAS FHANCEZAS A 32 HS.
Vende-ae cass* francezas a 320 e 360 rs.
o eovado.
LASINBAS A 200 RS.
Vendo-se tsinhas de cores para vestidos,
a 200, 300, 400 e 590 rs. o eovado.
ALPACAS 400 US.
Vende-sc alpacas para vestidos a 400,.500,
e* e 800 rs. o eovado.
COBERTAS DE CIHTASA 1J?600.
Vende-se coberas de chitas de cores-,, a
19G00 e 2$000. Ditas de pello a 1940.
Cobas de cores a- l*200r 29500 e 49500*.
CHALES DE LA A 800 RS.
Verre-so chales de I (fe- cjuadros a 8CO
rs. e 19000.
Dd*
nwtivrj; cabellos Srancos s tem qnem qner.
Estwna moda
Os-cinturoes de eouro, proprws para senr.onw,
Kes* estabelecimento t mbom Le pertemjas
para-as mesmao-machinas e se suppre qoat-
querpega que- seja-necessario. Estas rm~
tTOIfES DE BRIM DE CORES A 19500.
Veo je-se cortes de brim de cores par
alca, j 13500 e 28000.
' '** lt>TINASA39O00.
YendB-se botinas para seoitoras, a 39000
39500, a ellas ante que s aetbem.
KOUI'A FEI1A NACIONAL.
Vendo-se camisas bran:as, a 19600, 29.
29500, 39000 C 49000.
Cafe/ de caseta ira& t cores, a> W, 69 *
7900^
Coleto de easemira, a 29, 29506, 39 e
4^000.
Palitota de caeemira, a 49, 69 e 89060.
Seroalas ttje 19600.
MUM DE(X)RES A 440 RS.
Vende-sc biB de todas as core a 440
rs. c ,va<]b.
LENCOS BRAKCOS A 29000 A MH&.
Vende-se a dzia de Iurc^s braneos, a
Ditos de merino a 29, 39V 49 e 59000'.-l29000. Ditos com barras decores a 39000
qnerecebeu a Nov ^EspewBca a va*- Duqnerd! china t'rabaihemeom toda a neiei'ja ds
Caxias n. 63, estao, sita; sennora, &"
un? rom^lhe'dalim1e dous pospontt>Sy rau/.e e bordr toda
eheirosos cravos brancos-para o vossocasamen*, qualquer costura-por fina que sja,. esa
ou para- onlro flm aprupriado, nesBsario ir a procos seo da seguinte qnabdade : juro tra-
balhar a-mo de 3890OOf 40900 45900
Nova Esperan ca rna* lo
que all encontrareis ca-
que se pode desejar.
a> tmqoe de Cs^tas n. 6%
l- n*eores porifbbwjutt
dem idemlisa de cores, 280 rs.
Resma de papel pautado, a 29800, 4900O
e 69000.
dem idem liso, a29C00, 39500 e 59000.
Caixa de papel amisade, boira dourada,
a800.rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a TOO rs.
Lavas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia detalheres cabe branco, 2 B., a
59000
Maco de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos c baratos*
Duzia de carros de linha, 200 jardas, a
700 rs.
Idem idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sahonetes Glyeeiino transparentes, a
Caixa de linha com 40 n vellos, a 500 rs.
tdtn idem de marca, a 200 rs.
Gamft de agtM florida verdadeira a 19200
dem kanangai do Japo, a lfi200.
dem diw.ia, a 19000 e 19200.
Abotoadaras para colote, de todos os
fOStOS, n 2'>0 rs.
Lamparillas gaz, dando uma luz muito
fc:-a, 13000.
Duzia de pocas do cordo imperial, a
180 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
IJ000.
1 tem de oleo Oriza verdadeiio, a 19000.
t vm de haraihos franoezes canto doura-
' :';-witi.
idem heira lisa, a 25'tOO.
rr.-i''. :!i tinta roxa extra-lina, a 13000.
Cauta do botoea de osso para caiga, 1 rs.
r e, a 33500.
Gaixa ik pos para deotes, a 200 rs.
dem i I in >!e pus cbinez, muito hom, a 800 rs.
i0 e 19000. Cbapoe para senhoras e meninas.
tes de imeadoat a 29500 Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
Idem idem, a 400 rs.
vi'. boa, a 13, 19500 e 230001 Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
beques para senhoras, a 23000, 43000 e
abocetes deanjiobe transparen- 69000.
29200. 'ivrospara notas, a 320.
| m idem ecm Boros, a 1300. Redes nnfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia de oollarinhos horcados para bo- Duzia de collarinbos lisos para bomem, a
em, a 89000. 69000.
Duzia le p ;as do ranr- s caracol branca, Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
1 i.o* mes Ju autor E. Cudrav e Gell Frres, pro-
| lem i lem lisas brancas.a 200 rs. ^ prias para presentes.
Slljtiflo.
Borecas"de cura do todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada.
ma ( ra sita caixa, bonecas ile borracha e bolas do todos os tamanhos, candieiros a gaa,
ireeana, cspelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
aV.i'e, mu.bit-.n e estampas para quadros etc., etc., emuitos objeetts que se
1 rna I mencionar.
Agua floridaT de Guilaiiir
para fazer o cabellospre^-
tos.
A apuia branca, rua Duque- de Caxiae n. '0.
acaba de recMier nova remoss-ada aprecicvsl Oorlda para fazer os cabelle- prrtos. O1 >oiu re- "
amado eoHtwto por quem tem feito uso-, dessa
inoDensiva preparado a lenitraiente cenceiiua-
do, e por i>so apatas se faadembrar a quMnno-
Tamoiue delta precise e quema se aprovaitar de
sua utilidade. Tambem vc:.-> -ayiu de bpaHo e
oleo florido para o mesmo aeo, e to acraStados
orno aquella:
Voltas e brincos-de groases
aljofares de- eores.
A-agura branca, rua do=Doqne di Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas -vanas e brincos de
grsso? aljofares de cores, e- como sempr>ewnti-
nua a veode-iafi pr prejo cooiraodo.
Nov-os diademas dourad^s e
e 0O9OO, para trcrialbor com o pi-'so de-
809000,. 903000, IOO3OOO, 1103000,
1209000', 1303000r tSOjOOO, 200-,00 o
CANBRAIA BRMCA A 39000.
Vende-se pee.as.de cambraia Iranca trans-
parentes e tapada, a 39, 3950O, 49, 49500,
59 e 69000.
Salas BRANCAS A 29000.
Vende-sc saias brancas e de t-sres, para
senhoras, a-23000 e 29500.
BONETS A 560'RS.
Vende-se bonets pnetos- do seia- para ho-
mens, a 500 rs. Chapos-dc palho, pello c
massa, a 23r 23500, 39000 e 49000.
MAJMPOLO A 39000.
Vende-se peeas de madapolfto enfestado a
39000. Dites-inglezes para os pregus de
eom pedas.
A-aguia branea, rna do DUqiM de Caxias n.
50y. recebeu r.*vo sertimeDO'de bonitos diade-
mas dourados c cora pedrasj tanto ivir raetinas
como para senioras.
CollecQoes de traslados- ou
250900o: emquanto aas antores nao-ha al-J^, 4S500'.?ygJ"0 JgX*
teraco do-precos eos-cornfradorespotleifiot ALMlAU Ap n^,.nn ,-
visitar este-estabelecir.lo, que muito-de- [ Vende-se peas de algode, a 39500, 49,
vero gostar pela variedade de objectoe que^e 59000.
sempre w*ra vender, como sejain : eadei-1 BnMiA.iir.AWuu.
i par!iriv, malas^ra viagem, dU-t. ** b.rama.nle S, Z Sn l
raspara sale, ditas dabalar^>, ditas para largura para lcacol, a 19600, 29 e293C0 o
crianza (alias), ditas para, escolas, cosiurei- jj]0}^
ras nquissimas, para senhora. despensaveis
papa crionraSj de todas a9qpatwades, camas
de ferro para homem e crianzas-, capachos,
esptdhos doura queos, appsaelhos de metal para chr l'a-
queiros com cabo de metal- e de marirn,
die-a?lsos, eotheres de metal lino, condiei-
rca-para salay jarros, guanJaKomidaide
araaie, lampa para cobrir pratos, esteirns
para forrar saksylavatorios completos, ditos
simples, objec'.os para toilette,, eoutros rau-
toa-artigos que- rauito devemagradar a todos
qste- visitarem este gratule est*belecim^nto
que se acha aborto de-de 33*6 bofas da ma-
nhi.at as 9 basas da noiste-
R\ia do Barao da "Victoria n.
22.
normas para eacrever-ae.
A'aguia brasea, rua Dnfjoe de Caxiae- n. 50, j
SCflftOO novas culleeroes cu normas para as crian-;
cas aprendere;:i.a escVever per si.mesmo, lioje to I
asadas as aulas e eollej;ios ; e romo serLar* ven- <[
de-as por preca commodo.
Meias ciuas finas-para meni-
as e senioras
Aloja d'agniii bi-anca, rna Puqut-db- Caxias [
a. 50; recelieti novo sormento- daqnellas-tao pro-
curadas meia&4iiuas para sanhora, \ir.dc igual-
mente para ueu-uias, c ccaSna a veoJa-as por
preces com mudos.
Veos ou mantmlias pretas.
A loja da auia branca, .ma doUjque de Ca-
xias n. 50, reebeu bonitus veos oa> iaantinlia*
SHEBRY KINA
(VINHO DE QUINQUINA HYGILNICO
(rVEPARADO CCM OS UBLHOkBS Vl^llOS DE SS--
r-i\NH.V DA FIBJI.V
BtlVAlaatJLB. LJEaOUI
TORXECEDbH
A SLA MACKST.-.im
d'bbspanb*.
POR
A IALKIA
TB9HSRET C-EL1S
.vt>aranceuico
EX-]RTMtNODOS I10SPJTAESDF. PAUS
"O S1I:UHV-KINA o vi abo de Quinquina
pretas de seda com Qorcsy e entras a. imitacao e CRANDE.LIQUIDAQAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se uma grande porc,5o de sahone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos franeezes om
liciro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia,'a200, 320 o 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos.
muito barato.
Ditos de linho a 9000.
TGALHAS A 800 B.
Vende-se-toalhapara rosto, a 800 rs. e
19000.
BRAVATAS DE SEA TRETA A 500 RS
Vende-se grvalas de seda preta, a 500
ro. cada uma.
' CHITAS tAttA CftBERTA, A 280 RS.
Yende-se chita para coberta, a 280 e 320
t^ o eovado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Venda-se bonetes fara meniis, a 19500.
F^'ARTll.lWS PAltf>I:NH0RA A 350O.
Vende se espartiCs para senbora, i
S9500.
PENTESA.320RS.
Vende-se pentes de alisar, a 240, 320 c
00 rs.
rO*S DE AiaW>Z A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 240
s, para liquidar.
ESPF.LHOS A 240 RS.
Vende-sc espelhos de diversos lmannos.
a-240 o 320 rs.
TKSOURAS A 320 RS.
Vende-se tesourasde diversos tamanhos.
a320e500rs., para liquidar, e outros
muitos artigos que se vendo barato para li-
quidacJo de facturas.
O MAIS POS1HOSO
TNICO E FEBRFUGO
LA ACADEMIA DE MEDCIHA, DE PAR*
Bedallia F51 LTw.l Premio
rtEMIIDO FOl
Onro.
auiNA
IW;M>liN
16,000 F*0*
ELKIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICANTE E REPARADOR,
pcrlor bm TlBhM e i.rop,-, de Quina.
Experimentada com pleno snecesso nos hospitaes, a Qunu Larochs (ou Extracto computo
de Quina) uma preparacao excepcional, por ser privada do amargo da Quina. Agrada por
conseguinte as pessoas as mais intolerantes e aos paladares os mais delicados, pois nem
rauito doce nem multo viscosa, sendo de uma limpidez constante. Emprega-se com muito
proveito nos casos de : gastralgia, dyspepcia, neuralgia, anemia, marasmo, cachexias,
magreza, fastio sem causa apparente, convalescencas demoradas, cMorose e escrophulas.
E 0 KSPECiriCO DAS MOLESTIAS FEBRIS.
QUINA LARCCHE FERRUGINOSA
ileoniodo todas as propiedades do ferro et da Quina.
lf PARIZ,
15, ru Drouot.
croeb, e vaade as pelos baratos foscos de 3i,
Ki e 60OtV A fazenda e boa e est.eai peri-o-
/V
ALCaTRAO DE 6DT0T
LIC5R CONCENTBADO E TITULADO
0 Sfu- Cuyot ehegou a tirar ao alcatrSo a
sua acriiuviiia e o seu amargor insupporUveis,
que o torna mais soluvel. AproveitancWessa
feliz descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de alcalrSo, o qual, sob um pequeo
volianc, contem uma grande proporcao de
principios activos.
0 a rati-ao de Cu^oi (Goudron de
Guyol) possue por consequencia todas asvan-
tagens da agua de alcalro ordinaria, sem ter
as inconvenientes. Basta deitar d'elle uma
colher de caf n'um copo d'agua para obter
logo um cepo de excellente agua de alcatrao
scm gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
nlrSo quando d'ella precisa, o que offorece
economa de lempo, facilidade de transporte
e evita o manejo t.'io desagradavel do alca(r5o.
0 AlcalrAo le tujot substitue com
vantagem muilas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronctites,
tosses, catarrhos.
O Alrairao a* Cnjot empregodo com o maior xito as molestias seguinles :
Eiil BE3IDA. 'n,a colher de cafe' para um copo d'agua ou duat colhera d*
sopa para urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TO^SE PERNITAZ
IRRITACAO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
H F0HERTAQ0ES. Licor ptroou com umpouco d'agua;
AFFECQdES DA PELLE
COMICHOES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
eos do hospitaes, dos lentes da facuidado e
dos membros da academia de medicina.
h
estado, peto-que conna. a ter piompta extrae- Tem esU preferencia asua explica-jao nisto i
que offeroce todas as ojiantias qua debaldef
se proctiram nos produatos desse genero em
que MU1TAS VEZtS SESABUF1CAH AS-QUALllWr |
DES TAO F.SSENCIAES QUEft DO VINSO, QLT.R i
do cuNQiiiNA (as vezes de ambos) aos m- [
cros da. es#ecui.acao (Ver Guia dt-Agita*
Minante*. Do Dr. CONSTANTiN. JAMES,
7.* ldiQao.
NICO DEPOSITO
NA
PRIMACA EDISOGARIA
DE
BRTH6L0ME0 & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
1...H.1)
EIS BJECCES. Vma parte de licor equatrod'agua (ttiomaimi^tiMM
FLUXO& ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 Ale*tr&o de Gnyot fot experimentado eom um verdadeir txito no$
principaes hotpitaes de Franca, da Blgica e da Espanha. Fot reconhecido
que, para o$ tempos de calor, elle eonttue a bebida a mais hygienica, e so-
bretodo durante os tempos de epidemia. Uma intruccao aceompanha cada vidro.
Beposlto (eral em eaaa, L. FBERE, I a, rae Jacob
Rio Jimnts, DapoaehrlIei ChetokH.
Fci Baha, Daaae et 0a.
Owo-Pto, CaaMa Vallerao*
HaIauuo, Ferrelra et C**.
Pklotas, Aatelro Lelva*.
Macho, Falco Dlaa
Pomo ausm, FraneUco Joe DeTk.

Pharmacia de P. Maurer &C.
Perfeita sovidaaie.
Grampos com borbeiotas, bozouros e gea-
nhotos dourados e coteridos.
A loja. da aguia branca, rva do Dnqr de
Caxias n. SO, recebeu nevos guarapos combor-
boletas, bezouros e gannbotos, o que de cera
perfeita novid de. A quanttae pepueaa, e
por isso em breve se acabar.
Novas golliaiLas orRadas^eom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ama Duqne da Caxias
- 50, recebeu uma peques quantidade de boni-
s e novas gollinlsas, tnabamo de U e seda, en-
aeitadas com arminuo, obras estas de muito gosto
e inteiramentc novas.
Grampos, bincos e. rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, raa do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamenc bonitos guam-
pos, brineos o roretas dourados ; assim como
novos diademas de aro, e como.sempro conti-
na a vende-los por preeos raaoaveis ,,
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca rua da Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branea, & rua Duque de Ca-
xias n. 50, receben novo sortiniento de luvas de
pellica, pretas c de entras cores.
PECHHNTBA8
Cobertas tb chita adamascada a 3u00.
Lenfoesdi '.ramaate a 4.
Ditos de a > Cobertore: e la esenros a 2i.
Colchas n Toalhas alcnehoadas a Ci a duzia.
ama do Cre.po n. 20, loja de Guilberme &
Companhia.
Grosdenaples
Grosdenaplep etoa 1#800 eovado.
Dito preto d cordao a 2 2n0 e 2i00.
S na ruado Crespo n 20, loja de Guilhenne di
Companhia.
Cretone
Cretone, lindos padrees, a 4W rs. o eovado.
Na rua do Crespo n. 20, loja de Guilhenne
Companhia. ,..__________
Vjpde-se o stip. existente na travessa
do Kemedjp,'freguezia dos Afcgadosn. 21,
hoje Becco da Travessa do.Remedion. i$
em chaos praprios.: qtiieii^retender entena
da-e eom oaeu ^iroprietario na rua da S.I -Behas-hamJnrgnan ahe vem a e:-te
Francisco, desta-edade, n. 10. ,| na rra Mrquez deplrada a. 5t.
VERDADEIEO LE BOYl
EM LIQUIDO OU PLELAS
Ru de Seine, 51, PABISjj
Em cada garrafa, vai, eutfc a_ rolda e o impcl aiu
fcue leva o raeu iln!e, um rotulo lapmso em fiar
ello com mo sello SICnORET. PAIIIS. Ene.una.h
sobre fundo negro.
iV. B. Remetindole urna ledra de 500 fra-o>{
^obre Pars, recebe-u 725 francos de mediraracnlos
Depotlto principal rf
ho W..U *, rf^jazz
em Caa do osso ^, /_____ -~-^S
DOCTErMOECIN
laico agente pelo
tmsll i Srhor de
lacsBjfA na Bajita.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM I0CUHET0 DE FERRO INV.TERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do iodo e do ferro, ellas convem especialmente as Affkc-
CBes cscRon)LOss, a Tsica no principio, a fraourza de temperamento e tambem nos casos
de Falta de cor.auekorhuea, em que necessario keagir sobre o sargos seja para Ihe
restituir a sua riqueza e abundancia nonnaes, ou para provocare regular o seu curso peri-
dico.
1. B. O lodureto de ferro impuro ou atiera.lo um medicamento Infiel, ^ ,
irritante. Como prora de pureza e autlienticidade das verdadeira
Diluas de Blancard, oeve-se exigir nosso elle de prata rea
iva e oossa Hrmia, iqui iq.ro.luz.a, que se ada na parte Inferic
de um roalo verde. Deve-se desconfiar das falsiflcar,des.
Aeao-e em todas aa plicn auiu l'harniacentico, rua Bonaparie, 4S, Parts.
Vaa
D
-*%
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DO D_R DELOR
Preparado por H. BEZIER, Phc da Eschola de Paria.
O VINHO DSPUKATIVO DO DOCTOR DEX.OR ao mesmo
t -nipo que purifica o anjriie conserva a sua touicidide pttiailiva.*
Tal o resumo da numerosos ltesLiilos emliTrcndos. ao Douior DEI.OR j
depuis da experiencias rollas .pelos principaes Mdicos le Franca, da Uussia, da Alleniaiilia c da bVjgica.
O Vinho Depura! i vo do l)1' UELOR o twiiqo producto, que, nao sil
eliminsj ilosait'-'iie lujosas principios inoi linios que o nlleiiii, ooiuo
lamltfil jwB*a a sjia for;a ea sua consiuca piimitiya.
E Jtr.r isso ^affWiali*s apressarSo -s de :ipp!icr a ooia prepara.,* I
Ui.|-ap-.-in;i'j da Dawior DECOn.
O Vinlio Di-pnrai ho D* DKl.OR dein longo ile.i iralifw. ies i| :e [ardpK nb\ essiiicio, e au qaoe} em liiirar ite piii-iiiuaA j
OMffBf omCua :, e cuj<>s oftilosw unte wirimsdo^ji: uli s.
O Vinlio dp^aralivo iloD'OIXXl e ennregado cun exilocoajra as lisa: fulas,
t.hagas nmio'". Uleems, Feridas uleeroaas, Tumores, Jfcfe.jb, fViiaMM,
s;.;:ii/i's mi mal teaero)'
Feltifi urna-..
,.;>&_
v.lH'feilO.
VET PHARMACIEN
f
L'uico deposito, onde se acha a venda na
casa de P, Maurer ti C-
A nicas verdadeiras
PAIA RISTUIO :U
] SDA BOU \T!.v.r.\na A, b<
\ 5 ir.:-, pi>armnj
nico deposito, a 01 a ronda na
V rao da Y
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Diario de Pcmambuco Quarta fira 16 de Julho d 1873.
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COSTURA BE HOWE
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m%m jffism mx.
L$t Jg Ihantcj, esmeraldas I ^^ pratt de todas as
*?V\ rubina e perolns. /WB f^ ni
voltasde perolas. | ^k i> yuall(^aes-
As
SOARES LEIIE, IRMOS
NICOS AGENTES
A1
Ra do Bario da Victoria o. 28
mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
Na expsito de Pars, era 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a raedalha do ouro e a condecora-
gao da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha do ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de eos-!
^ tura.
I
A medalha de ouro na expoi<;ao de Londres acreditam
estas machinas.
iftaKilTASSOMAOS(l
NOVA LOJA DE JOAS
N. 2 ARa do CabugaN. 2 A
DE
BARROS t FlI.ilO
Achamlo-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os scus proprietarios foito urna importante acquisigo de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e do qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gnsto por
prego razoavel.
A 90S000
Cube-nos o dever de aniiunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova- i
York, estabeleceu uesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para om IVmnmbuco e mais provincias so venderem as afamadas machinas de eos-
tura do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho, i
;mpregando urna -agulha mais curta com a mesma qualidade delinhaque qualquer outra, j
e pela introduegao dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
oterecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
js vantagens destas machinas sao as secjuintes:
Primeira.0 publico sabe quo ollas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
iroumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe era segun-
da mao.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desirranjo.
Terceira.Ha nellas menor friego entro as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mao.
ouinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os (ios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo era casemira, atravessando o fio de um i outro lado,
logo MR seguida,
Em seus armazeus ra do Araorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tera para vender por pregos commodos
Tijolos encarnados sextaves para ladiilho.
Canos de barro para essoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulioc.
Machinas de doecaroc.ar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
[.entibas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Rordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas nglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Preres.
Latas de toucinho inglez.
Rarris com repolho em salmoura-.
Merino preto e de cores.
Capellas e mantas para noiva.
Ricos cortes de seda de core?.
Vistuarins para aaptisados.
Chapeos para Laplisados.
Colxas de seda para noivas.
Ditas de l.
Toaluas bordadas de cambraia de linho para
baptisado, com dous emblemas.
Na loja do 'asso, ra Primciro de Marco, ami-
ga mente Crespo, n. 7 A.
SEGIIEDO ECONOMA E CELER1DADE
Obtem-se com o uso
INJECCO" SHOST
nica, hygienica, radical e infallivol na cu-
ra das gonothoas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e qu<
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada applicaeSo que sempre com a
maior.vantagem se tem eito delLa nos hos-
prtaes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 34.
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'ora ra da Cadcia)
OJA DE MACHINAS
e togo em seguida, sem moditicar-se a tensao da linlia, cozem a fazenda mais
''"a- i Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
Setima.Ocompressr e levantado com a maior facilidade.qiando se tera de mudar dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
le agulha ao comegar nova costura. : melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas ti iNHricutiHS para algo-
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e 1S? desde 10 i GO scirns, e havendo em todos <>s tamniilios diversidades de-syste-
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram mas e indhoranientos para prfottOl o rpido driMaregamento ; tornam-se dignas de
jnudaugas radicaes para poderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe seren vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; ee q nos, |<>in disto, encontraro
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes raechanicas, tem constanterneuie tarnbem mais :
augmentado o seu fabrico, e boje nao attende a procura, posto que faga 600 machinas; Apurados vapores locomovkis, do forga
por da
Cada machina acompanha livretos cora instruegoes em portuguez.
A 9?>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Baro da Victoria n. 28.
So mmm de'JWph Lopes Miado m
Travcssa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores tocomoveis de forga de 2 a i .-avallos.
Gorreias para machinas.
Polia8 de diversos tamanhos.
baquetas para cobertos de carro?
Solas de lustro para guarda lama.
ontas de langa para carro.
Chicotes para carro.
Gales largo e estreito para carro.
i'regos com eabeea de marfim, idem.
de 2' j e 8*^ cavallos com lodos pertimgas
precisos para trabalharem 4 machinas para;
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea o lade'.-
ra.
Carros de nio para atterros.
Tinas de raadeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
IMtos-'Com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
luards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer para fazos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Teriros-de li.-tijVijas tinas.
Corren l>s para annst.u madeira.
Cylindroe" antefiranos-para pa-hlrias.
Pertengas avulsus para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
Iho e caf.
Debulhadores pora milho.
Azoito de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas deJapy.
Ditas americanas.
Cofres do ferro patente.
Carios de ferro esmaltados.
nitosde*dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferraran.
Jesperidina
Verdadeiro biler he>pcridina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso I^mao^
C, ra do Amorto n. 37
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
grande familia.
D. Maria Joiephina Rawlinson que agora se acha
em casa de seu pai Guilherme Purcell, em Sanio
Amaro, vende s<-u grande sobrado no Poco da Pa-
uella, em (juc reside actualmente o Sr. Ur. Ser-
fica, o qual torna se recommendavel pela sna boa
localidade, construccao, e ser edificado em chao
groprin. Contiguo ao ref rido sobrado tem urna
onita casa nova de buhar cora jardim, cacimba
e banbeiro : quem pretender dirija se propie-
taria Maria J. Rawlinson, ou seu pai o Sr. Gui-
lherme Purcell, ra do Lima n. 30, Santo Amaro
e para mformagao, na loja do Sr. Joaqnim Baptista
de Araujo ra Jo Mrquez de Olinda n. 3, ou-
tr'ora ra da Cadeia
Vende-sc.
pos de.pedra japc paca calcar bttinat, e -urna
frasqueira arqueada-ae (wiTo^co.n reehadura *
segredu, e arranjos para via^em : na ra daSea-
zalla, defroule do- becco do Campello sobrado n.
l't, primeiro andar : na mesma casa vende-sc
0 .ra.-cos vasios, que foram de graeura, e alga-
mas garrafas.
Vende-so um sitio em chito pruprio, no tugar
do Fandio, em Bcbcribe de b.iix', com casa dea-
tro, tendo 100 palmos de frente c 40 de fundo :
quem pretender dirjase roa do Rangel n. 48.
Vende-se wrca do urna (oii .a parla do
sobrado de 3 andares e grande sotao, silo
ra da Impcratriz n. 53, na razo 'lo fa-
voravel prego de -ItirOOOjyOCO, a >!ir.hra
ou a prazo : a tratar com o.respectivo con-
senhor ra do Sol n.21.
Lazinhas escossezas
Ultimo gosto a 280 rs.: s o 43 da rua do Otifi-
niado, em frente a pracinba.
O 43 em liquidacilo.
Rua lo encimado c:n frente a
|ii*acnlia.
Chitas finas, bonitos padrees, a 2'0 e 280-r.
Cambraias de cores a 2i0 rs.
Poupelin.ts de seda a 1*200.
Cambraia transparente fina a 3|. '
E outros moitos artigos, todos por mefade de
seu valor para acabar : s o 43, rua do Quefmado
em frente a pracinba.
Fumo da trra.
Excellenle pitada 13600 a libra : no !>it;3
das Caivalhas n. 1, esquina Ua rua da Assumf-
co.
Armazn do fumo
Rua da Madre de Deus n. 1C A.
Jo? l'omingnes do Carmo o, Sil\a parlifipa aos
seus fiTguezes e amigo* que no sen animen a
rua da Madie de Dous n. 10 A, SO .'(La un enm-
plcto pottinteplo de fumocn fardos de palate t.\
2." 3/ soi tes, dos melhores fabricantes da "ahia,
o bpin assini a llor de todos os ten s de corda
em rulo;, pacotes, latas granles e peqneaas, tam-
bem dos mu acreitiMWw fjtrkaniej Tu'km -
Aranjo, Lizaur, Adolpbo flnlMiiill i C, Litt
Schinid & C, Veigas 4 Araujo, Trindadc k Av -
lar, Treixeira Pinjo PbfMb parahttoa petos
mesnios) e de ottisis ainde ni conluci-los pelo
publico desUi capital. O annuncianie (kclai a qu
todo fumo que for vendido ero sua casa sera [icio
seu justo valor, e que quando parantir a respecl-
va qualidnde, ser sincero, mui particularmeate
com is pessoaa pois para bem servir a todos, tem oanniuicianle
a uinga pratica le 13 anuos desta c-iminurcio.
CSi:
Trens para cozinha.
Kmm muitos outros artigos, que savista e este ostabelejmoderaoentp
examinados.
VENDE-SE
: urna typographia montada com urna machina boa
e um prelo, a vontade do comprador, pelo mdico
prego de 4300*: quem pretende-la dirija-se
rua do Turros n. 12, t andar, escriptorio
Vende-se o sobrado n. 49 sito rua Impe-
rial, canto da travessa do Lima, lugar muito pro-
prio para negocio : a tratar na rua do Hospicio
n. 35, das 6 as 9 horas da manha, e das 3 as 6 da
tarde.
PRAIADOLUCENA
Vende so o sitio Caraagaryj na praia do Lucena,
provincia da Parahyba, preco muito commodo : a
tratar com Tasso Irraaos.
Vende-se uaioja da rua Duque de Caxias n.
18, sescenta c quairo taboas de amarello, por
muito barato prego.
Vende-se urna casa
terrea, em urna boa rua. a
tratar na rua da Imperatriz
n. 8, loja.
Vende-se urna collecco completa da legis-
larlo provincia), encademada era differeirtes vo-
lutnes, e a consolidaco dis leis rivis, tudo por
proca mdico : rua da Inmeratriz n. 78.
Muito barato
vende-se urna acmacao e gneros de mol hados,
Sor 2.*Oa, no barro, freguezia dos Afogadvs, lugar
a praca do Capim : a tratar na mesma.
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavo vende flnissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padroes, por teretu
um pequeo toque de avaria de agua doce, pe*
barato preco do doze vintens o covado. pechin
cha : na loja do Pavao, rua da Imperatriz n
Vende-se a coxeira de carros de passeio, si-
ta rua do Imperador n. 25, muito afreguezada
e com bons animaes, tudo ero bom estado : a tra-
tar na mesma.
Rua Primciro de Marco
n. 7 A,
outr'ora do i respo.
Os proprietarios actualmente drste importante
estabelecimento, tendo procedido a i;ma completa
r forma em precitado eitabetecuueuto, c coBSoies
de ser elle um dos mais tem soilulos uriaci]
mente, em artigos de moda e alta nivii'nde, peden
ao respeitavel publico e em particular aos #Ms
numerosos fregue&s a bondade de rowiaaaiem a
depositar em sua confianga, nnoliado serem bem
servidos e por pregas nimiamente barato?. Ve-
nham pois todos comprai aovas e lindas falca-
das, de cujas damos um pequeo resumo para
que avista delle possam apreciar.
Velludo preto, setim maco prtto e brrinco, gur-
guro_ de seda, grosdem.ple preto t de lidas i -
res, la com listras de seda, cambraia marij
nansok de lindos padroes, carnizas bordadas para
homem, vestuarios para chancas, chapeos para
baptisados, mantas brasih iras, meias de crw pa-
ra homem e meninos, chapeos de cabo de marfim
Sara sol, granadine. fil de seda, ricas basquinas
e seda, lil de linho, bram nte, cambraias, ehi-
tas, caasemiras, etc.: na !=] ilo Passo, roa !V-
mireo de \ argo n. 7 A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas para sunhora.
C rtes de vestidos brancas bordados par;, se-
ng"a.r
Vende-e
urna taverna nos A fugados i rua de S. .Miguel c
68, propria para principiante : qi'cm a pietender
dirija-se a mesma.
BICHAS DE HAMBRG
As mais recentes-e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Ba1-
tholomeu dYC, rua Carfa dnsario o Rn. Si.
Vellas para carro
Na rua do Amorim n. 58, annazem ds
Lebro & Keis, ha para vend.:r, vallas para
carro, de 6 o em mago, por prego com-
modo.
>
U
s
0
DOS FREMIOS DA A. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 40i, A-BENEFICIO DA MATRIZ DE CABR0B0 ', EXTRAHIDA EM !5 DE JULHO DE 1873.
NS. PREMS.'NS. PREMS.
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V


8
Diario de Pernambuco Quarta feira 16 de Julho de 1873.
VARIEDADE
A mulher.
(Conclusio)
Que importa quo o trabalho seja maior
ou monor ? Ser necesariamente vantajoso
collectividade, que., pelo factod'uma con-
currencia mais acliva, o ardor da competen-
cia augmento tanto de mu lado co rao do ou-
tro, e que a sociedad; nproveite tantas for-
jas at agora ostereis. O menos que pode
reclamar a mulher, quo se I he deixo livre
o accesso (lo meio ein que ella quer experi-
mentar a luta com o s ti mais forte.
Comoquer que soja, diz muilo bem lia-
denhausen, a motado fe.amina do genero
humano tem o direito de exigir que se he
permittaui experiencias sobro o que ella
pode fazer para auxiliar o progres:o da hu-
manidade om todos os ramos da actividade
humana, e bem assim que tolos os cami-
nhos que conluzoiu inslrucgo lhe sejam
abertos, da raesma sorte que a metade mas-
culina da especie. >
Se esta metade viril, so o sexo forte, como
se o chama, receia essa concurrencia o pro-
cura a nfasta-la, por medidas despticas,
isto, quaudo nada, prova de que na rea-
lidado so julga bem da mulher o da sua ap-
tido ao trabalho, embora se uoqueira dar
mostra disso nem so tome a resolugo de
renunciar em favor deste sexo o doce habito
do dominio 8 da prasso.
O estado da escravido suavisado, que,
anda hoje, em geral o da mulhur, ein face
do borneo, simplesm-rate um rosto desse
tempo brbaro, om que o h miera mais for-
te juugia charra a mulher mais fraca, e,
a despeito do seu menor vigor physico, lhe
impunha os mais pjnvois eos mais humil-
des trabalhos: ao passo que o hornera dor-
ma sobre urna macia pello de urso. So o.
ouropou de hoje exclue a mulher de tantas
oceupacoos utes, sob pretexto de que sua
natureza nao feita para ellas ; provra isso
de que essi lgica assemclha se mxima
esclavagista, bem conhecida, que nega to
escravo ou ao oppromi lo, em geral, a ap-
tidio de ser livre, e consoguintomerito lhe
recusa a liberdade no interesso do oppres-
sor.
Se a mulher nao tem realmente as facul la-
des necessarias que lhe podem garantir na
vida urna posicao igual a do homem ; se nao
lhe possivel lutar; eolio, despeito de to-
. daa emancipado, sua situago social nao po-
der mudar ese conservar invariavel.
Trata-se, pois, do nina experiencia sem
perigo, mas que demonstrar se a supposi-
go ou nao fuida la.
As objeeges contra o que so chama a
emancipago ta mulher, isto contra a
igualdade poltica o social dosdois sexos,
sao pela maior parto to futis, para as
combater, umescriptor conscicncioso deve
fazer urna certa violencia.
A mais habitual, a mais usada objeceo
consiste em dizer que a mulher sendo, por
sua completa orgaaisago, destinada casa,
fanilia, c lucaco dos filhos, sua parli-
cipago as c rasas de interesso publico ou
social, dando um curso novo sua activi-
dade, prejudicar sua verdadeira funego.
Esta objecgo nao tosa o poni de que prin-
cipalmente se trata, ella presuppesem ra-
zan que a ernancipaci da mulncr tem por
objecto arrauca-la sem necessidade egpbfi-
ra natural de sua actividade, isto a seus
deveres domsticos, para a precipitar no
grande labjriotbo do mundo.
Nenhuma mulher ha que, possuindo um
campo de actividade em sua familia e ahi
acbanlosatisfagao intelleetual e mord, pen-
se em afastar-se disso. A'quellas. porm,
qup, em mui grande numero, sao desprov-
das diste campo de actividade, ou nao acham
uelle pasto suficiente ao seu espirito, a pri-
vai.ao da liberdade impoe os mais crueis
soffrimentos ; ellas sao condemnadas, con-
tra a sua volitada, urna inaego physica ou
intellctual, que asss frequentcmente a
a (bule de termos males.
Ouantas mulUeres, casadas ou nao, se es-
tiolam eso degradam physica ou intellec-
tualmentesob a prsalo mortal de urna por
petua ociosidade imposta, quer pelo chimo-
rico cuidado de sua posigo mundana, quer
pola obrgago da preguica e da inactivi-
dade 1 ?
A necessidade innata de actividade acaba
por apparecer, em detrimento do carcter,
:
pela garrulice, pela affectago, e finalmente
ortoda. a sorte ile frivolidades o de ridicu-
os, que deprimem, com razo, o sexo fe-
minino aos olhos dos homens intelligentes.
Telo contraro, a mulher habituada ao
estudo e ao trabalho, e dotada por conse-
queucia de urna actividade til, a si mesma
sutticienlo e ornando-lhe a vida, se abster
cortamente de taes loucuras ; ella nao. ser
obrigada a especular sobro o casamento, a
conceder a mo de esposa ao primeiro que
lhe apparecc e que muitas vezes lhe des-
agrada, nicamente como se diz, para
nao tocar Santa CatherinaFique ella em-
bona solteira, nao se julgar por isso infe-
liz toda a vida ; o se casar-sc, sua attitude
face face oif ao lado do marido, ser en-
to mudada
Com a mo em sua mo, ella caminhar
com elle na vida, nao como sua criada, ou
como urna amiga absolutamente dependente,
mas como urna livre companhia, tendo d-
reitos igu.es o capaz mesmo, nos casos
extremos, de prover as suas necessidades,
e s dos seus filhos, emquanto que hoje a
familia, toda, inteira, cabe ordinariamente
aps a morte d'aquelle que a sustenta, nos
bracos perpetuamente abertos da miseria
em toda a sua nudez.
Nada ha to pedante e to ridiculo como
pretender que a instruego e o trabalho
descoroam a mulher da aureola de seu se-
xo, e que urna mulher independen'e, intel-
lectualmente desenvolvida, nao pode mos-
trar ao hmem urna verdadeira abnegado.
E' justamente o contrario que certo e ver-
dadeiro, visto como para elevar o casamen-
to e a vida da familia, ao apogeo do ideal o
meio mais seguro a emancipado da mu-
lher pelo trabalho, emulaco e instrue-
go.
A conscioncia de nao poder prover por [necessario
si mesma s suas necessidades, de estar du-
rante a vida ao cargo de uin esposo oude
um pai, desparta sem duvida ni mulher
um sentimento tanto mais penivel, quanto
ella mais intelligente e mais cultivada ; e
isto s basta para perturbar esse contenta-
nvMito de si mesma to necossario /elicida-^
de da familia.
Sem duvida, e, despeito de tu lo, a
maior parte dat mulheres procurar e achara
sempre o emprego de sua vida no casa-
mento e na vida domestica, ainda mesmo
quando a esposa e a mi Uvessem essen-
cialmoate modificado, por urna raals largd
medida d instruccio e de autonoma, por
fua maior independencia, su i situago om
ce do homem e tambem da posigo da fa-
milia. Segue-se dahi acaso que se deve
condemnar urna eterna oppresso, urna
inaclividado forjada todas as mnlheres, que
nao podem ou nao desejam attingir este ob-
jecto? Segulr-se-ha por ventura que a in-
tulligencia e o espirito nao dovera ter mais
valor, s pelo simples facto de habitaren)
um cerebro feminino l Seguir-se-ha que
faculdades e apti iao devero ficar sem cul-
tura, s porque existem na mulher ? Aca-
so o instincto do obrar, a necessidade de
crear, devero fenecer semproveito para a
humanidado, porque nao foram encarnadas
om urna forma viril ?
A historia prova som contestago que
tem h vil? entre as mulheres, assim como
entre os homons, sabios, artistas e politices
notareis, e, so o numero d'ellas pequeo
comparativamente a i dos homens, isto pro-
vm em parte da vocaco natural da mu-
lher para urna esphera d'actividade mais
limitada, eem parte ao defeito da liberdade
eda igualdade, o tambera da indispensavel
educago preliminar.
Na desigual direceo do instruego para
os flous sexos, ilurante os jove-ns anuos em
t|iic a educaste possivel, ha urna enorme
injustga. e mais tardo para a mulher, o casa-
mento, a familia, toma-se um dainno, que
na la pode compensar, lima mulher instrui-
da e urna mulher gros>era sao para a casa,
urna a henea, a outra A maldico de igual
importancia.
Sem duvida tem-se procurado erguer con-
tra a capacidadeda mulher'para se instriir
graves objeeges siieniilicaae physiologicas,
pretendenlo-se, segundo os factos, que o
volume do cerebro feminino cede ao do ce-
rebro masculino de urna quantidade que nao
neglgenciavel. Com certeza urna tal ob-
jeceo asss singular na bocea do vulgo,
que repellindo a applicaco dos principios
materialistas, nao os desdenha,desde que po-
dem delleS fazer um us vantajoso ; mas
se os factos invocados sao exactos, deve-se
ento aceitar as consequencias, com tanto
que ellas sejam bem deduzidas. Tal nao
o caso vertente.
Em primeiro lugar a forma diminuida, o
mais freo desenvolvimento dos msculos
na mulher determinara urna menorespessura
das massas nervosas correspondentes aos cen-
tros nervosos, donde naturalmente resulta
tima diminuido no volumo total do cerebro
feminino, sem que para isto o desenvolvi-
mento e a energa das regies cerebraes
prepostas s funeges iutellectuaes dev-mi
soffrer. Em segundo lugar, quando
mesmo fosje demonstrado que estas mesmas
regios cerebraes especiaes se desenvolvem
menos as mulheres do que nos homens,
tanto poderia isto ser attribuido falta de
exorcicio e de cultura como unta inferio-
ridade original, visto como sabe-se, que to-
iln o orgo, sem exceptuar o cerebro, para
chegar a seu ponto de perfeigo, e por
consequencia ao seu pleno desenvolvimento,
tem necessidade de uchar occasio de func-
cionar c do esforcar-se por mui o tempo.
Que estas con lices sao n'esle caso menos
realizadas para a mulher quo para o hornera
e isto dopois de miiharos de anuos, por
forra de urna educago e de urna instruc-
go geralincnte defectuosas, ninguem ousar
contestar. Assim, pois, de mister que se
molifique urna situago to prejudicial
mulher, e da qual ella nteiramente in
culpavel; e bem assim que se procure cul-
tivar suas aptides naturaes, tanto quanto
baste [tara lhe faz"r perder o gosto das ni-
nliuiase do ruidoso; tanto quanto baste
pin que ella ache prazer era oceupar o
espirito com cUsas mais serias e uteis. Isto
fito poder-se-ha .sera damno para a com-
inuuidaJe, conceder s mulheres estes di-
rcitos polticas que as mais avangadas d'on-
tre ellas reivindican) hoje para seu sexo,
sobre o p de urna igualdade perfeita para
com os homens.
Emfim para acabar de reduzr a nada esta
objecgo anatmica, importa recordar um
ponto sobre o qual nao se insiste bastante-
mente, e que para determinar o valor in-
tellectual do cerebro, precis ter-se em
conta nao s sua grandeza ou sua circumfe-
renca, mas tambem no lodo, ao menos, sua
contextura intima, e a delicadeza de cada
urna de suas partes. Nao se repugno, pois,
crer que, sob esta, relago, o cerebro femi-
nino leva vantagem ao cerebro masculino,
tanto mais quanto sobre-pujado por elle
era voluine, e isto concorda com a maior
finura e delicadeza do corpo feminino.
De ordinario o mundo masculino se le-
vanta contra extenso da iguldade dos d-
reitos polticos s mulheres emancipadas ; e
na realidade, no eslato actual das cousas,
urna tal experiencia ser bastante aventu-
ras e inuito perigosa para a liberdade e o
progresso. Longe de nos o pensamento de
pretender que as mulheres nao possam avan-
tajar-se em poltica l A historia ensina
ao contrario, at evidencia, que houve
entro as mulheres to bons polticos, como
houve detestaveis entre os demais homens.
Hoje mesmo, sob o ponto de vista polti-
co, sem fallar de outros casos quantos ho-
mens sao mulheres, mulheres mais astucio-
sas c comadres mais falladeiras que as
proprias mulheres TI Que de homens 'nao
estariam melhor assentados perto do fogo
ou com o fuso as mos, do que entro os
homens as graves assemblas legislativas ?l
Que de comparavel entre urna mulher es-
clarecida, familiarisada com as necessidades
de seu tempo, e oste criado, este Yemendo
cujo olhar nao vai alera do circulo estreto
de suas humildes occupa$es quotidianas ?l
Entretanto esse hornera usurpa urna parte
do suffragio universal, e por isso participa
das tetermnages e da historia de sua nago,
ao passo que ao seu lado a mulher racio-
navel, cultivada considerada como inca-
paz de exercer o mesmo direito II
Tudo isso porm- nao verdade seno em
casos particulares; e, na generalidade, o sexo
feminino muito pouco maduro, ainda
pupillo, muito fraco em relago aos senti-
mentos religiosos, para que sua completa
emancipago poltica possa ter lugar. E'
necessario, como preliminar, realisar as
indispensaveis condiges de educago e de
instruego, suhmetter os dous sexos urna
mesma cultura intellectual.
Todos os polticos expedientes concordan)
em que a perraisso immediata do direito de
suffragio universal mulher ser o signal
de um atrazo poltico e religioso,^ resultado
menos desejavel ainda para as mulheres,
que pensam livremente, sobre tudo para
ns que dirigem p movmento, do qm p*a
os demcratas masculinos.
-as melho-
sameoto, Fanny I.ewad levada por estas consi- commissos que Ulpiano 'diz que o fideicom-
dernges se pronunciar contra o suSrJgio misso poda ser feito por um simples gesto ;
universal das mulheres actualmente >ppli- qu Augusto, jpor considerago s pessoas,
cadas, formo lou assim seu progrararna de j ptfr constar que o testador.abriga va o
emancipago instruir ai mulhores igno- fiduciario a jurar quo restituira a heranga
rantes e as das classes inferiores, e reconhe- por sua vida (a d'aquelle Imperador) e j
cer a capacidade poltica das mulhares, cujo finalmente porque, nao havendo lei algu-
espirito for maduro. ma quo obrgasse o fiduciario n rostituir a
O autor aceita de todo o seucorago esta hertica, esto somonte a restituira so sua
formula, que subscreve.
L. Bttehner.
JRISPRDENC A.
consciencia e boa f o quizessem, ordenou
que os onsules interpozessem sua sutori-
dade; sendo que, como isso parecesse justo e
popular, mais tar le converteu se essa in-
tervengao em jurisdicgfto, crean lo-se afinal
pretores especiaes denominados Pretores
fidoico.nmissarii encarrila los exclusiva-
At qne grao aitu pnrmlttidoM mente d'aquella jurisdiego inst. I.iv. 2fc
m fltl(ieoiumIsaos entre ii f tit. 2'! 1..
No tempo de Claudio crearam-se dous pro-
Bem longe estovamos de suppor que, tores, mas Tito supprimo um d.-lles.
emittida a nossa humilde opinio sobre essa Mas mister confessarmos que, no reina-
these em um insignificante trabalho publ- do de Vespasiano Augusto, aquella mxima
cado no Diario de Pernambuco, de 18 do soffreu urna pequ ma restriego, decidindoo
mez passado, no qual simplesmente apresen- senado, dur; ote o consulado de Pegaso e
lamosas razes pelas quaes nao pulamos Pusio, que os herleiros ancarregadoS m
abragar o parecer de nosso Ilustre mostr, restituido da heranga por fi leicommsso
um dos mais Ilustrados lentes da faculdade podiam rotor u na quarta parte da heranga,
de direito d'esta cidade, o Sr. Dr. Antonio [excepto quan lo alies acoitavam-ni por
de Vasconcellos Menezesde Drummoml, nao ordem do pretor,) como a lei Ealcidia o
passas>emos desapercebidamente e meresse- permittio paraos legados; porquanlo ellos
sernos d'esso Ilustre senhor a subida honra recusa va m fazer urna ddicao, d'onde pou-
de urna resprtsta. 'cas ou nenhuraas vantagens auferiria u,
Assim, fcil de comprehender-se quo temiendo a desapparecerem por esse molo
furto f)i a sorpresa que experimentamos por as insttuges fideicommissarias -Inst. Lv.
occasio de lrmos seu luminoso trabalho, 2." tit. 23 5.".
publicado no. Diario de 3 d'este mez, nao O Renatos consulto de Adriano e a lei
s porque nao nos passou pela mente o fa- Falcidia, pois, sao somenlcas restriegues do
zermos um desafio formal ao nosso Ilustre que tratara Fresquet, Ortolan e muitos ou-
mestre, seduzido pelo desejoirujloriode im-' tros escriptores de Direito Romano a res-
pugnar indebitamenle sua opinio, como'poito da liberdade do testador as disposi-
tambem porque, obscuro estudante d'esta ges fi leicommissarias.
faculdade, esta vamos convencido da inferi- l'ortanto, por aquello principio nao se
ndade dos nossos conhecimentos, e do ba- pode deixarde admittir a perpetuida le dos
que inevitavel que haviamosde dar no meio'Hdeicommissos segundo o Direito Itomano.
da discusso com aquelle distincto senhor.
mo tempo e'.d^^Hkacji:
o'
ao mes-
do pen-
em quera respeitamos e admiramos seus
vastos conhecimentos da grande sciencia do
Direito.
Entretanto, com bastante receio de pas-
sarraos por teimoso ante o nosso Ilustre
mestre, embora nao so tenham realisado as
nossas supposiges, animado pela liberdade
de discusso que sompre nos conceden, ma-
nifestando-so sempre inimigo acrrimo do
retrogado principio magister dixitvolta-
mos pela segunda vez imprensa, j para
manifestar-lhe o sentimento de que nos
adiamos possuido por nao terem abalado as
nossas convieges a refutago eos argumen-
tos que olfereceu em seu segundo trabalho
era resposta ao nosso fraco parecer sobre
aquella iraportantissiina questo, j para
corroborar esse mesmo parecer, cercando-o
dos poneos recursos que por un estudo me-
nos superficial tivemos a felicidade de en-
contrar.
Somos, pois, ainda de opinio que, nao
manifestando o testador a vontade de quo
seja perpetuo o fidecommisso, parece-nos
ser elle vlido pela nossa legslago, e como
tal produzir todos os seus effeitos. E, para
chegarmos a esse resultado, reproduziremos
os mesmos argumentos que apresentamos
em o nosso primeiro trabalho.
Com elfeito, pela segunda vez confessa-
raos nao ha ver em a nossa legslago urna
s disposigo de lei que determine at que
grao possa cstender-so o fidecommisso, e
que por isso nao podemos era devemos af-
firmar que elle chga soraente at este ou
aquelle grao, esta ou aquella geraco, nem
recorrer legslago estrangeira, era final-
mente concordar com a opinio d'aquelles
que como o Sr. Dr. Candido Mandes, sus-
tentara a perpetuidade dos fideicommissos,
embora bem fundados as palavras muitas
substituir,es da Ord. Lv. 4. tit. 87 12 e
no Direito Romano; porquanto combinan-
do-se essa Ord. que foi feita deaccordo com
o Direito Romano, em virtude do qual os
fideicommissos podem ser perpetuos, como
se verifica pela Nov. 159, com a lei de 6
do outubro de 1835; resulta clara e lgi-
camente a opinio que sustentamos, torna-se
mauifesta eclarissima a vontade do legis-
lador.
De feito ; para provarmos que os nossos
legisladores fizeram as nossas Ordenages de
accordo com o Direito Romano, parece-nos
nao ser necessario grande esforgo de intel-
ligencia; porque, alm de por mais de urna
vez ouvirmos isso de nosso distincto mestre,
basta-nos citar a Ord. do Liv. 2. tit. 62
24, quo diz : E. tudo oque per bem d'este
Regiment mandamos que se faca na execu-
co dos estamentos, se fard e cnmprird nos
cdulas .ou codicillos, sendo feitos conforme
as nossas Ordenoces e Direilos para serem
valiosos, tornndose ahi a palavra Direito
pelo Romano, como muito bem disse o
grande praxistaportugus Almeida eSou-
za em sua dissirtaco sobre a necessidade
da instituico de herdeiros na sua obra
Notis a Mello Liv. 4.' pag. 3S1.
E sem demora alguraa retiraramos essa
interpretago que damos aquella palavra
Direito, se o nosso distincto mestre nos c-
tasse urna lei cannica que raarcasse o grao,
a que podesse chegaT o fidecommisso.
Cumpre-nos aqui observar que por um
descuido e nao por ignorancia nossa deixa-
mos de citar tambem o Direito Cannico
como modelo de nossas Ordenages; por-
que, como seu discpulo, ficamos com a
consciencia tranquilla de que o nosso Ilus-
tre mestre tal ignorancia nao nos attribuir
sobre urna cousa tantas vezes repetida em
sua aula.
Pelo Direito Romano pensamos ainda de
conviego, que os fideicommissos podem
ser perpetuos, j attendendo-se a um prin-
cipio cardeal que os regia, j pela Nov. 159.
Com effeito; pelo #ireito Romano antigo
a materia das fideicommissos nao era regida
pelos principios rigorosos do Direito Civil,
mas por esta mximaque elles emanavam
da vontade do testador e deviam tirar sua
origem de sua intengoFideicommissum
est non civilibus verbis, sed precative relin-
quur, nec ex rigore juri$ civilis proficis-
citur, sed ex volntate datur relinquentis
Ulp. Reg. tit. 25; mxima esta que atraves-
sou intacta quasi todas as evolucoes do Di-
reito Romano.
E tal era a liberdade do testador que
Fresquet, tratando d'essa materia diz que os
fideicommissos foram inventados para pode-
derem transmittir-se os bens s pessoas iuca-
pazes por Direito Civil, que diz Gao que em
sua origem os Romanos savam dos fidei-
commissos nara. sobretudo fazerem passar os
bens aos peregrinos=Aa5< fuil origo fidei-
commissortfm; sendo que mais tarde por
um senatus*consulto do Adriano um tM fi-
decommisso foi considerado nullo, passando
os bens que o constituiam para o fisco..
Tal ora ainda o respeito que se votava
vontade do testador na origem dos fldci-
Quanto Nov. 159 dsse o nosso Ilustre
mestre, citando o cap. 2.", que vista da
obscuridade do texto nem mesmo com
gran le esforgo de diligencia se po lera con-
cluir a possibilidade de se estabeleccr um
lideicommisso at a quarta gerago.
Sim ; sobre esse ponto abracamos a opi-
nio de nosso Ilustre mestre ; porquanto
aquelle cap. 2o da Nov. somonte citado pe-
lo nosso Ilustre mestre e nao por nos, ape-
nas diz que, tendo a causa j atravessado
quatro gerages, nao se devana consentir
que ella se prolongasse por mais tempo, dan-
do-se lhe urna solugo qualquer.
Mas, se o uosso mestre recorrer ao cap.
P da mesma Nov., esperamos que nao
deixar de concordar comnosco, pois ahi
por demais clara a disposig) da lei, nao
ha obscuridade alguma.
Vejamos o que diz o Cap. Io da Nov.
159 : Codcillum vero de solo suburba-
no factura pra lio etiam los, qu ex Hie
rii gloriosa) memoria) testamentores ac-
ceperunt, prohibuisse, no subur banum
prodium alienarent, et quod eximia se-
quitar, defunctum voluisse, ut illu I per-
petuo n familia maneret donde se
v quo o testador quiz que o predio subur-
bano ficasse perpetuamente na familia ut
illud perpetuo in familia maneret.
Ora, provado, cmo fica que a Ord. do
Liv. 4" Tit. 87 12 foi feita de accordo
cora o Direito Romano ; provado, como fi-
ca, que pe'o Direito Romano os fileicora-
raissos podom ser perprtuos, s;gue-se lgi-
ca e irresistivelmente que em virtude da-
quella Ord. os lecomraissos podom ser
perpetuos entre nos.
Mas ter razo de ser entre nos a perpe-
tuidade dos fideicommissos ? Nao ; p>rque
a lei de 35 aboli os morgados, capailas e
todos e quaosquer vnculos de qualquer de-
nominago que sejam.
Ora, sendo o fi luicoramiss) perpetuo n-
centestavelinente um vinculo, segue-se que
est tambem conleinnado por aquella
lei.
Mas se nao ha entre nos urna lei que de-
termine o grao a que possa chegar o fide-
commisso, c se elles nao podem ser perpe-
tuos, como se poder resolver to delicada
questo ? dever-se-ha recorrer legslago
estraugeira, como procodeu o nosso illus-
I tre mestre ? Nao ; porque assim nao de-
i\.muos mais votar desprezo nossa legisla-
gao, mas sim fazer-lhe grande injustgi.
Temos um caminho segurissimo que de-
vemos seguir, o qual tragado pela combi-
nago da Ord. L. 4o Tit. 87 12 com a
cit. lei de -33, o parallelismo, esse impor-
lant-t processo que nos aconseltia a grande
arle da interpretago das leis para a solugo
de questes taes, do qual na Faculdade al-
gumas vezes so servio o nosso distincto mes-
tre, como quando, fazendo urna bellissma
prelecgo sobre a revogago nplicita das
leis, provou magnficamente, comparando
e combinando as velhas com as novas ins-
tituiges, que a revogago Ja liberdade por
ingratido j nao liaba mais razo de ser
entre nos, e do qual nos falla cm seu tra-
tado de hermenutica jurdica o grande
jurisconsulto brasileiro e actualmente nos-
so respeitavel mestre, o Exm. Sr. conse-
lheiro Dr. Francisco de Paula Baptista, cu-
jas palavras aqui transcrevemos : Por
meio do paralllelisrao pde-se nao s ven-
c car, em cortos casos, a obscuridade as
a leis como em outros supprir suas lacu-
as, segundo os termos c peusamentos de
outra lei mais precisa e completa, qual-
quer que seja o lugar em que se ache, e
a materia sobre que verse, ainda que seja
lei estrangeira.
O nosso Ilustro mestre, porm, susten-
tando a opinio de que os fideicommissos
entre nos smenta podiam chegar al a se-
gunda gerago, baseando-a nicamente, ao
nosso ver, em alguns cdigos estrangeiros
como o da Prussia, Chile a a lei franceza de
10 de maio de 1820, e em alguns cxemplos
ejulgados de fideicommissos at aquelle grao,
coraecou sua refutago, allegandoP ter-
mos nos cabido n'uma formal contradiego,
pelo facto de enxergarraos deficiencia total
era nossa legslago a respeito da graduago
dos fideicommissos visto nohaver urna s lei
entre nos que marque o grao a que pos-
sam elles entender-se, e nao termos recor-
rido legslago estrangeira ;2*que a
Ord. do Lv. 4" tit. 87 12 smente falla
de um substituto, como sustentam Correa
Tellss a Coelho da Rocha ;3oque aquel-
la Ord. se refere exclusiva e expressamente
s sabstituicoes compendiosas;4*final-
mente que segundo a lei do 35 os fidei-
commissos at segunda gerago jamis fo-
ram nem pooijo ser considerados como
vnculos. Vejamos se podemos responder
a todas essas allegagoes.
Quanto i contradiego formal, eremos,
Ilustre mestre, nao haver cabido, ^m tal
contradiego, pelo simples facto de termos
nao hava lei patria alguma que fixasse o
grao aos fideicommissos, o nao haverrao-
nos soccorrdo legslago estrangeira, por-
quanto nao s tivemos a cautella de dizor
que nao deviamos a/firmar que lies se os,
tendiam at tal ou qual gerago, como tam-
bem um pouco mais adianto apresentamos-
sera ser-nos procso laugaf mo do direi'.o
estrangeira, aquelle meio segurissimo de
que nci na fallamos; isto o resultado?"*
consequencia lgica da combinago feita en-
tre a citada Ord. do Liv. 4n lit. 87 12 e
a tambora citada lei de G de outubro de
1835.
Mas, com relago sua segunda alie
gaga), disso o nosso Ilustre mestre, que
aquel a Ord. falla em um s substituto.
Quem, porm, prestando to la a attengo
defiuigo que nos d e legislador desubs-
tituigo compendiosa, onde elle falla em
muitas substituiroes ; quera incarando
bem ao molo porque foram escripias as
suas ultimas palavras (em grillo) ; quera
finalmente, so c que nao ignora os princi-
pios gua dirgiam a materia dos lideicom-
missos entre os Romanos, principios estes
que, como j dora mstrmos, passarara to-
dt/s para a nossa legslago, poder contes-
tar que aqueHla Ord. seja tola exemplifi-
cativa, como muito bem diz a Ilustre Sr.
Dr. Candido Mondes ?
Em verdade isto o que nos pareco im-
possivel de comprehender-se.
Disse ainda o nosso Ilustre mestre em a sua
torecira allegnco : -aquella citada Ord. se
reforo exclusiva e expressamente s substi
tuiges compendiosas.
Aqui dissomos que, ou nao livemos a
felicidade de compr.'hender o nosso Ilustro
mestre, ou encontramos uma pequea con-
tradiego de sua parte.
Por certo, su o nosso Ilustre mestre nos
diz e nos ensina que a substitnigo com-
pon liosa do que trata aquella Ord., coinpre-
hende, como insina o abalisalo juriscon-
sulto brasileiro o Sr. Dr. T. de Freitas, a
substituigo vulgar e a substitnigo fuiei-
comraissaria ; de modo que nao ha substi-
tuigo compendiosa sem que seja fideicom-
missaria, mas que a substituigo polo ser
fideicominissaria sera que seja compendio-1
sa, com i que d'ahi poder-se-ha concluir,
como concluio nosso Ilustre mestre, que a
Ord. Liv. 4o tit. 87 12 cogitou mais es-
pecialmente da substituigo compendiosa,
tendo-se dito que nao polo haver substi-
tuigo compendiosa sem que seja fidcico.i)-
inissaria ? Por ventura aquella Ord. nao
abrange a substituigo vulgar o a fidei-
commissaria ?
E porque se diz que a substituigo pode
ser fidecommissara, sem que seja compen-
pendiosa, poler-se-ha tambera dizer que a
citada Ord. se referi exclusiva e expressa-
mente substituigo compendiosa?
Nao nos parece fra de proposito o ci-
tarmos aqui as proprias palavras do nosso
Ilustre mestre em referencia ao Sr. Dr.
T. do Freitas.
Disse o nosso Ilustre mestre : pare-
ce-nos temoridado querer no silencio c
obscuridade da lei, dar lhe uma interpre-
tago tal, que importa visivelinente sup-
primi-la ou ampla-la, ou, pelo menos,
concluir pelo absurdo, principio altamen-
ti condemna io por todos os juriscor.sul-
tos ; ao passo que a verdadeira e s her-
meneutica jurdica, pratica ou exegetica,
offerece sempre a melhor solugo, e ou-
tros muitas recursos, e minstratada a
possibilidado de punetrar-se o espirito e
o alcance de qualquer le defectuosa em
sua redaego, ou duvdosa com relago
aos factos oceurrentes, ou mesmo silen-
te crasa, sem alias o jurisconsulto ou nter-
f. prele constituirse, por apucllc modo,
um elemento do corpo legislativo, c dahi
resultaren! ainda as fataos consequiiicias
dotot capita, tot sententice, que sao
anomalas evidentes c repugnantes em
casos taes.
Relativamente quarta o ultima allega-
gao, isto que os fideicommissos at o se-
gundo grao nunca foram, nem podero
ser considera los vnculos pela lei de 35, es-
tamos de perfeito accordo com o nosso il-
lustre mestre, pois que faltam-lhe os_ requi-
sitos essenciaes do vinculo, mas dahi nao se
segu que somonte os fideicommissos at 0
segundo grao que tem o privilegio de nao
ser considerados vnculos pela citada lei de
55, pois que, so elles nao sao vi iculos, os
que, por evemplo, chegarem at a 3.*, 4."
ou 5.a Ketac
tambera nao o sao, o que
mais adianto esperaremos provar.
At aqui temos desenvolvido' nosso hu-
milde parecer sobre a melindrosa questo
fidecommisso, combatendo com as nossas
fracas forgas todos os argumentos que con-
tra elle apreseutou-nos o nosso Ilustre
mestre.
Agora, porm, passaremos a apreciar os
fundamentos sobre os quaes assentou a sua
opinio o nosso Ilustre mestre.
Pedio-nos o nosso Ilustre mostr que los-
semos cora cuidado o seu luminoso parecer,
publicado no Diario de 7 do mez pas-
sado.
Pois bem ; nesse ponto, eremos ter satis-
feito sua vontade; pois que lemos e role-
mos cora a maior attengo possivel nao s
aquelle, como tambem o segundo, publica
do no mesmo Diario no dia 3 do correte,
onJo o nosso Ilustrado mestre dignou-se de
responder-nos, procurando refutar nossa
humilde opinio ; mas com grande pesar
confessamos-lhe que, confrontando ambos
aquelles trabalhos, tivemos a nfelicidade de
chegar sseguintesconcluses:
4.* Que nosso Ilustro mestre nao teve
muita conanga na doutriua que all sus-
tentou;
2.* Que as duas citares que fez do Di-
reito Romano tratara de-materia muito difi-
rante da graduago dos fideicommissos;
3.1 Que nao exacto que Waldeck no
Liv. 2. tit. 22 480 tenha-se inclinado a
sustentar a possibilidado de se cstabeleceram
fideicommissos at o 4."gr;
4. Que os Ilustres jurisconsultos por-
tuguezes, C. da Rocha e Correa Talles, esto
hora longe de pensar, como pensa o nosso
Ilustre mestre, a respeito da graduago dos
fideicommissos;
5." Finalmente que o nosso Ilustre mes-
tre sem querer ncliuou-se um pouco para
a nossa opinio.
Procuremos mostrar.
Cora relago primeira concluso, ella
exactissima ; porquanto, tendo o nosso il-
ustre mestre citado, nicamente com o fim
de pulverizar de urna s vez a opinido sin-
gutorissima do Sr. Dr. T. de Freitas, a
\resolupjo unnime tomada pelo numeoso e
Ulustrudo Inst iluto dos Advogadosda Corle,
em virtude do qual sao pennitiidos entre
quaes nao podem ser considerados as espe-
cies de que trata a lei de 35, em o seu se-
gundo trabalho disse que aquella resolugo
por si s nao inspirava forca probatoria r-
resistivel, cumprindo-nos aqui dizer que
esse mesmo parecer protege tambem a nossa
causa ; porquanto, resolvendo aquelles il-
lustres advogados que s fideicommissos
ile mais d um grao fossem permittidos en-
tre nos, nao se segu dahi que smente fos-
sem aeccitos entre nos, como prtendeu o
nosso Ilustro mestre, os fideicommissos at
o segundo grao ; alera de que, em face da
lei de 35 bao se poder nunca sustentar que
um fi leicommisso at a 3.*, 4.a ou 5.a gera-
go seja um vinculo ; porque quera diz vin-
culo, diz tambera perpetuidade, a por con-
segrante alienabildade e indivisibilidade
Coelho da Rocha, Tora 2. $ 497 pag 390 ;
sendo que tal perpetuidade nao ha naquelles
fiduicoinmissos; por isso que a vontade, a
condigo imposta pelo testador tormiua sem-
pre n'ura ponto dado.
Demais, tendo o nosst Ilustro mestre
langado mo da Nov. 159 era seu primeiro
trabalho as palavras e outros adduxido*
do Direito Romano Nov. 159-r, noseguudo,
porm, conforma-so cora a opinio daquelles
(pie sustentara nao ter forca de lei aquella
Noc. pelo fado de nao ter sido glosada por-
Accursio.
Mas, se essa Nov. nao tem forga de lei,
qual a razo porque ainda boje encoiitra-sc
da figurando no corpo do Direito Civil Ro-
mano !
Para quo o nossso Ilustre mestre servio-se
(tolla ?
Finalmente, para provarmos que o uosso
filustre mestre nao teve muita conlianga na
opinio que sustentou, basta-nos dizer que,
mostrando-so satisfeito com errar, tendo a
seu lado os.distinctos jurisconsultos portu-
gueses Mello Freir e Gnu vea Piuto que
sustentara que a nossa Ord., era outra
qualquer disposigo de lei patria autorisaiu
entre nos os fideicommissos, mas sim os
nossos costumes, disse era outra parte que a
Ord. do Liv. *. Tit. 87 12tratava da
substituigo compendiosa, e que nao po-
da haver substituigo compendiosa sem que
fosse fideicom missaria.
Aqui a contradiego maniestissima,
e desejavamos que o nosso Ilustre mestre
nos dissesse se aquella Ord. foi em algum
tempo revogada entre nos, e que papel est
ella representando no cdigo Philippino.
Devemos aqui observar que o mesmo
Gouva Pinto em a nota 185 diz que o di-
reito dos fideicommissos, isto o que Ihes
applicavam os romanos, principalmente de-
depois de Justuiano, foi geralmente acceito
era o nosso fro, autoridade essa que invo-
camos anda em favor de nossa opinio, isto
, de que os fideicommissos de quo trata a
Ord. do Liv. 4. Tit. 87 12 foram insti-
tuidos entre nos de accordo com o Direito
Romano.
Quanto 2.a concluso, fra de duvi-
da que a Inst. L. 2. Tit. 23 2. a 11 tra-
tara nicamente da necessidade da instituigo
de herdeiro; porquanto entre os romanos era
nullo o testamento, em que nao hava tal
instituigo, concedenlo urna tal faculdade
smente aos soldados, e isto por um privi-
E, se do exeraplo que o nosso Ilustre
mestre transcreve, se pretender determinar
a graduago dos fideicommissos, -so obri-
gado a admittir sominte um grdo, porque
no exeraplo a citada Inst. s falla de um
substituto. Eis o exemploCum igitur
aliquis scripseril : Lucias Tilias heres
esto, poterit adjicere : Rogte, Luc Tit i,
uti cum primum possis hereditatem meam
udires., eam tiaio Seto reddas restituas.
E' fora de duvida tambem que a segunda
citago do nosso Ilustre mestre, isto, a lei
10.a 7." do Dig. Liv. 28 tit. 6. nao trata
da subatUuico fideicommissaria, nem do
grdo a que ella possa chegar, e sim da Silbe-
tituirdo vulgar e papular, como diz e ti-
tulo, sendo que ahi trata-se nicamente da
hvpothesn em que, nao tendo o testador
certeza de que o primeiro herdeiro institui-
do acceite o fidecommisso, pode no teota-
meulO substitui-lo poroutro, como so ve-
rifica do exeraplo quo a mesma lei 10.a
apresonta, e quo o nosso filustre mestre.
nosei porque motivo, deixou de citar:
qued se ita:si Titius heres non erit, tune
Stichus lber, et Iteres, atinejuspartem esto,
dues gradas esse, al que ideo repugnante
Titio, Stichum liberum el heredem fore :
doutrina esta acceita por C Rocha em a
nota ao 714, e pelo cdigo d'Austria arl.
604, e que est de accordo com os princi-
pios quo regiam os fideicommissos entre os
Romanos, porquanto mais uma liberdade
que se concede ao testador.
Quanto a 3.a concluso, iuexaclissirao
que Waldeck na L. 2." Tit. 22 480 ti-
vesse concluido a possibilidade de um li-
deicommisso at a quarta gerago, porquan-
to elle smente se refere lei Falcidia, em
virtude da qual, como j dissemos, .era
concedida aos legatarios e lideicommissarios
a quarta parte da heranga, visto como elles
recusavam receber uma heranga de que
poucas ou nciihumaSjvautagens auferiran*.
Eis o que diz Waldeck. Detrahitur quarta
non solam legatariis, verum etiam fidei
commissariis partcula ribas, et secundum
conslilutioiiem. Severidojiatariis, quibus
quid mortis causa distinta m.
Com relago *.' concluso pedimos h-
ceuga ao nosso Ilustre mestre para fazer-
lhe a seguiute pergunta :
Donde coraega o nosso filustre mestre a
contaros graos de substituigo? Do herdeiro
fiduciarioheres dociarius.ou do fidecom-
tnissariofideicoinraissarius ?
Qualquer que seja a resposta que o nosso
Ilustro mestre digne-se de dar-nos, colloca-
mo-lon'um verdadeir dilemooa.
Com effeito : ou o nosso Ilustre mestre
comega a contar os graos de substituco,
conforma cotilam C. Talles e Coelha da Ro-
cha, partindo do primeiro fideicomraissario,
(sendo este o verdadeira modo do contar-se,;
e obrigado cahir u*uma termal contra-
diego ; porquanto aquelles eminentes juris-
consultos apenas admitiera um substUulo,
embora mal fundados na Ora\, ou comega
a contar do fiduciario, e entio v-se obrb-
gado a iuclinar-se um pouco para a nossa
humilde opinio, concedendo mais um grr
aos fideicommissos, vista da resposta que
deu questo fidecommisso.
%"
tidj a franqueza de confessa'r que entre nos ] ns fideicommissos de mais de um grdo, os
(Continuarse-la.)
*
'
i
TYP)OR!m- r.UA DUQUE DE T*'


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