Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12985


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Full Text
k .
ANUO XL1X. NUMERO 160
------------------------------------------t^r.---------------------^-------------------------.
PAILA A CAPITAL LUClAmBS OffDE SA SE PACA PORTE.
Por tres mus adi&ntados .... Jfb. ........ 6*000
Por-M d^ idn................. ,521
Por un asno dem.......%.......... liawtn
Cada numero aguiso..................
MARIO DE
PROPRIEDADE DE MANOEL
TERCA fElKA 15 DE JILIIO DE t73
O -
PAMA NCXTBO B FBA *% PBO VI\< I A.
Por tres meses adiantados............., .
Por seis ditos dem..................
Por noe ditos dem.................
Por ara anuo dem..........
1*600
mu
179000
DE FARIA & FILH0S.
0. Srs. Gerardo Antonio Aires & Filhos, no Para; GonSahes d Pinto, no Maranbo Joaquim Jos de Oliveira d Filho,, no Cenr; Antonio de JW. Braa, no Aracntj ; Jodc- ai Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Siha, no JUUl; Jo* Jntn
Pereira .d Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paxahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa di Penha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jos oa Costa Braga, eru Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna; Joo Antonio Macbaeo, no Pilar dns Alig snj Al ves d C, na Baha; e Leite, Cerquinh* d C. no Rio.de Janeiro.
PABTE OFTCIAL.
Gavera da pros lacia.
EXPEDIENTE DO DA 7 DK MA DI 1873.
/.* tetrao.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
que sejam receloJas no furto de Pao Amarello os
oflciaes e pravas da guarda nacional dos munici-
pios de Olinda e Iguarass, que para all forem
remeltidos presos, por parlo do respectivo comman-
dante superior.
Ao mesmo.A' vista do que V. Exc. expoe
em seu offlcio de honlem datado, sob n. 479, coiii
referencia ao soldado da companhia de cavailaria
Marcoliuo Alfredo, auloriso o a remetter essa pra
ya para a corte coin destino a um dos coros esta-
cionados na provincia do S. Pedro do Sal, a nesta
data providencio acerca do seu transporto para all
no vapor que se espera de norte.
Ao director interino do arsenal de guerra. -
Mande Vine, recolher a esse arsenal os objecin
constantes do indu-o termo de incapacidade, os
quaes estavaio a cargo da companhia de cavailaria
desta provincia e forain dados em consumo por se
diarera invi Ao engenheiro encarregado das obras milita-
res.Mande Vinc. com urgencia reparar um ar-
rombamento (iraiicado na fechadura do xadrez
do quartel da companhia do cavailaria por um dos
soldados da mesma, all preso.
Ao capillo do porto interino.Pode Vmc,
como solicita em seu offlcio desta data, sob n. 104,
mandar aprescnlar ao enanas lano do brigue-es-
cuna de guerra Tonelero, par.i servirem na re-
pecliva guarnieae, os rocrutas apurados, Raymun-
do Duarte l'inheiro, Jos Antonio de Mana e Ma
aoei Pedro de Vasconcellos.
3.' secc.
Offlcio :
AoDr. ehefede polica Informe Vine, si
si desvalidas as alienadas Mara Rita do Sacra-
mento e Militana, das quaes trata o seu offlcio n.
8it, de 3 do corren!-'.
Ao mesmo.Offcrecendo pouca seguranza a
asa que serve de cadeia o quai tel do destaca-
mento no termo de l'anellas, segundo declara o
respectivo delegado uo offlcio. que acompanhou
por copia, o de V. S. de 5 do corrente, n. 850, con-
cedo permissao para qne se alugue outra em na-
daras condices, contante que o seu aluguel nao
exceda ao da actual.
Ao mesmo. Nao havendo fon-a publica dis-
peoivel nao pode por isto ser retorcido o destaca-
mento da cidade de Caruar, como solicita o res-
pectivo delegado de polica no offlcio, por copla,
luo acouipaubou o de V. S., de 3 do corrente, n.
3.' seccao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Gommunico a V. S. para os tius convenientes
que a 87 do me* prximo passado deixou tor mo-
lestia o exercicio do cargo de promotor publico da
comarca de Palmares o bacliarel Fran isco Ma-
oel Wanderley Lins Jnior.
Ao mesmo.Transmito a V. S. para os devi-
dos fin, copia das inforniaoSes que vieram anne-
xos ao offlcio ii. 629 serie C e de que trata a sua
requisicao do do crente, sob n. 7*0 serie B.,
relalivaraente ao pagamento da pensao do anspeca-
da l.uiz Alves.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. a inclusa
conta em duplcala que me remetteu o capillo do
porto intario com olllco do do abril ultimo,
que se refere sua informacao de hontem, sob ti.
776 serie G, alim de que mande pagar a Jos
Nogueira de Soma, segunda o parecer da conla-
doria dessa thesouraria, smente a quantia de 103,
proveniente da ssnadernaejb do relatorio do Exm.
ministro da marmha e da* correspondencia oflicial
oou aquella reparticao.
Ao mesmo.Gommunico a V. S. para os lins
convenientes que a 28 do mes prximo paspado,
an eonsequencia de incommodos de sade, passou
o bacharel Manoc! Annes Jacome Pires, juiz de di-
reito interino da comarca de Palmares, o exerci-
cio daquelle cargo ao respectivo 2 substituto.
Ao mesmo.Gommunico a V. S. para os fin
venvenientes que a 17 do mea prximo passado,
a.-siiinio o exercicio do cargo de oromotor publico
i nterino da comarca do Rio Formoso o bacharel
Gaspar de Menezes Vasconcellos de Drummond.
Ao mesmo. Gommunico a V. S. para os lins
convenientes que a 23 do mez prximo passado
entrou no exercicio ia cargo de promotor publico
interino da comarca do Rio Formoso o bacharel
Manoel Joaquim Ferreira Esleves Jnior, remo-
vido para igual cargo da comarca de Sanio Antao.
j Ao mesmo. Gommunico a V. S. para os fins
convenientes que nesta data concodi autorisacto
ao Dr. chefe de polica para alugarse no termo
de Pancllas urna outra casa em coudefles de ser-
vir para cadeia e quartel de destacamento, com
tanto que seu aluguel nao excede ao da actual.
Ao mesmo. Interado de quanto V. S. expoz
m eu offlcio de 2 do correnle n. 726, serio C, lo-
nho a dizer que o auloriso a mandar effectuar sob
a responsabihdade da presidencia, nos termos do
decreto 2,88i do !. de fevereiro de 1862, o paga-
mento de que trata o offlcio desta presidencia, de
24 de marco deste anno.
Ao mesmo.-Communico a V, S. para seu co-
ohocimenlo, que,segundo consta de offlcio do bri-
gadeiro commandante das armas, falleceu hontem
esta cidade o major reformado do exerclo Joo
Itibeiro Peisoa de Lacerda.
Ao mesmo.Para os lins convenientes com-
munico a V. S. que a i do corrente assumio o ex-
ercicio da vara de direito Ja comarca de Palmares,
o bacharel Manoel Annes Jacome Pires.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico a V S. que a 2 do corrente reassumio o
xercicio do cargo de promotor publico interino da
comarca de Palmares o bacharel Francisco Manoel
Wanderley Lins Jnior.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista das relacoes e emitas juntas que me re-
metteu o Dr. chele de polica cora offlcio de 5 du
corrente, sob u. 858, mande V. S. pagar ao capi-
llo Jos Laurenlino de Azevedo a quantia de...
750O) em qne iinportou a despesa com o su.'ten-
lo dos presos pubros da cadeia do termo do Gara-
ohuns no mezes de fevereiro e marro deste anno,
como se v das mencinalas relacoes e contas.
-- Ao mesmo.Transmiti a V. S. para os con-
venientes a folha e preis juntos em duplcala ti-
rando vencimentos da guarda nacional existente
na cidade de Olinda e na villa de Iguarass, con-
cornentes ao mez de abril ultimo, as quaes me Ib-
rara remettidas pelo respectivo commandante su-
perior com offlcio de 5 do corrente, junto por co-
l*a
Ao mesmo.-Tomando em considracao o que
tiacharc! Manoel de Skjueira Gavalcante no incluso
requerimento, a que se refere sua informacao de 2
do correrte, sob n. 158, auloriso V. S. a mandar pa-
gar ao supplicante em quanto esliver exerceodo o
Jugw de chefe de seceso, o* veneimento corres-
rmientes a asea lugar por ler passado o chefe da
seccao a eurcer as uaccoes de*ocrourio, sen-
do que esse pagameote deve ser eflestuado a con-
tar do marodesie asno.
4.* teeeSo
Actos:
O presidente da provincia, attendendo ao que
nropoa o director geral interino da instrue^ao pu
Mica em offlcio de 30 de abril ultimo, sob n. 123,
resolve dividir em dnas a delegada litleraria da
fre^uezia deNossa Senhora da Graia daf-apungs,
coinprehnndendo a primeira os povoados da Ga-
punga, Manguinho e Graz das Almas a encontrar
os limites da fregueza do Poco da Pan.Ha, e a se-
gunda os demais |>ovoados da fregnezia at os ex-
tremos das parochias limitrophes, e outro sim no-
mear para delegado da I. o baos-arel Jos Joaquim
de Oliveira Fonceca e da 2/ o Dr. Jos Aastrege-
silo Rodrigues Lima, (cando exonerado, como so-
licitou, o actual delegado litterario da Capunga,
bacharel Francisco Augusto da Costa.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o Rvd. Manoel Ignacio de Lima, vigario
da freguezia do Limoeiro, resolve conceder-lhe 30
das de licen^a com a respectiva congrua para
tratar dos seus nteresses nesta capital, a contar
do da 30 de abril ullm.
Olflcio :
Ao 3." juir. de paz do i.* distncto da fregue-
za de Nossa Senhora do Hoza rio de Govanna.
Em resposla a^ offlcio de Vmc, de 21 de abril ul-
t:mo, tenho a dizer-lhe que designo a 3.* dominga
de junho prximo vindouro para tor lugar a reu-
niio da junta de qualificacao dessa parochia.
5.' uceo.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.Em resposla ao offlcio de Vmc., de hon-
tem datado sob n. 190, tenho a dizer-lhe que deve
o gerente_d companhia Rtcife Drainage requerer
reparticao competente certidao das relaeots no-
minaes dos proprietarios das quatro freguezias
desta cidade.
Ao engenheiro fiscal da companhia Recife
Dminage. -Constando de ofllciodo brigadeiro com-
mandante das armas, datado de 5 do corrente sob
n. 169, que o apparlho de limpeza collocado na
casa da guarda deste palacio nao funeciona regu-
larmente, recommendo a Vmc. que entenda-se com
o gorente dessa companhia no sentido de serem
feitos sem demora no dito appareio os concertos
de (jue carecer.
A' commissao censitaria da fregueza do Bo-
nito. -Accusando recebidos os trabamos do recen-
seamento da populaco dessa fregueza, cbeme
agradecer e louvar os serv os prestados por Vracs
na qualidade de membros da respectiva commis-
sao ; cerlos de que taes servicos serao oppertuna-
mente levados ao conbecimento do governo impe-
rial, que nao deixar de lomal os na devda con-
sidera'.ao. Ignaes s comniissdcj censitarias de
Barreiros, Gravat, Caruar, Altinho, S. Caetano,
Cimbres, Pesqueira e Alagiia de Baixo.
Portaras :
Os agentes da companhia de navegacao bra-
sileira mandem dar transporte para a curte por
conta do ministerio da guerra, no vapor que se es-
pera do norte, ao soldado voluntario Januario An-
tonio Raymundo, que se alistou com destino ao
i.* regiment de cavailaria lgeira.
Os Srs. agentes da companhia de navegaglo
brasleira ujandem transportar corte por conta
do ministerio da guerra, no vapor que se espera
do norte, o soldado da companliia de cavailaria
desta provincia, Marcolino Alped.
KXI'KDIKNTK DO SECRETARIO.
1.' secQdo.
Offlcios :
Ao brigadeiro commanlante das armas.
S. Exc o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S., em respo-ta ao seu offlcio de hon-
tem datado, sub n. 477, que fleam expedidas as
convenientes ordens para ser reparado o arromba-
mento existente na fechadura do xadrez do quar-
tel da companhia de cavailaria.
Ao mesmo.-O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, tendo expedido ordens para serem rebebi-
dos no arsenal de guerra os objectos a cargo da
comp inhia do cavailaria, os quaes foram dados
em consumo por estafan inserviveis ; assim o
manda communicar a V. Exc. em resposla ao
seu offlcio de hontem datado, sob n. 416.
Ao mesmo. S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc, em resposla ao
seu offlcio de 5 do corrente, sob n. 467, que nesta
data se providencia no sentido de ser concertado
o apparlho de limpeza, collocado na casa da guar-
da de palacio.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente di pro-
vincia manda declarar a V. Exc, em resposla ao
seu offlcio de 16 do corrento, sob n. 480, que nes-
ta data fica expedida a conveniente ordem para o
transporte, com destino a corte, do soldado vo-
luntario Januario Antonio Raymundo.
Ao capillo do porto interino. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.
que nesta data expedio ardens thesouraria de
fazenda no sentido de ser paga a Joao Nogueira de
Souza a quantia de 10 j e nao a de 18s, de que
trata o seu offlcio do 1 de abril ultimo.
2.' seccao.
Offlcios :
Ao Dr chefe de polica. -0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
nesta dala autorisou a thesouraria provincial no
sentido de ser paga ao eapitao Jos Laurentno de
Azevedo a quantia de que trata o seu offlcio de 5
deste mez, sob n. 858.
Ao commandante superior de Olinda e Igua
rass. O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da acensar o recebimento do offlcio de V. S., de
26 de abril ultimo, e communicar-llio que nesta
data providencia para que sejam acceitos no forte
de Pao AmarcHo os offlciaes e pracas que, como
presos, forem remeltidos para all por V. S.
Ao juiz do direito interino do Rio Formoso.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o recebimento do offlcio de V. S., de 23 do
mez prximo lindo, participando ler entrado exer-
cicio do seu cargo o promotor publico dessa co-
marca, bacharel Manoel Joaquim Ferreira Esle-
ves.
Ao bacharel Manoel Annes Jacome Pires,
juiz de direito interino da comarca de Palmares.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda ae-
cusar o recebimento do offlcio de V. S., de 28 do
mez prximo lindo, participando ler uaquella data
por molestia, passado ao respectivo 2o substituto,
a jurisdiegao da vara de direito dessa comarca.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vi acia manda aceusar o recebimento do offlcio de
V. S.,de2 do corrpnte, communicando ler naquel-
la data reassumido o exercicio da vara de direito
dessa comarca.
Ao bacharel Gaspar de Menezes Vasconcel-
los de Drummond. -O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda aceusar o recebimento do offlcio de
V. S, di 17 do mez prximo lindo, participando
ter i juulla dala assumiJo o exercicio do cargo
de promotor publico interino dessa comarca.
Ao bacharel Francisco Manoel Wanderley
Lins Jnior. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aceusar o recebiraenio do offlcio de V. S.,
de 37 do mez prximo passado, communicando ter
naqnella data deixado, por molestia, o exercicio do
cargo de promotor publico da comarca de Palma-
res.
Ao mesmo.O Etra. Sr. presidente da pro-
vincia manda aceusar o recebimento do offlcio de
V. S., de 2 do corrente, communicando ter na-
quella dala reassumido o exercicio do cargo da
promotor publico Interino dessa comarca.
d.* teccao.
Offlcios :
Ao Dr. Joaquim Correa de Araujo. 1.* secre-
tario da assemhlea legislativa provincial. N. 119
De ordem de S. Exc p.Sf. presidente da pro-
vincia, .remello a V. S., afim de terem convenien-
te destino, os inclusos originaes das reaoluQoe ns.
1,074 e 1,075 ejbem assim as de ns. 1,077 a 1,081 e
de 1,083 a 1,091, sanecionadas em 24 de abril
prximo lindo, deixando de fazer igual lumessa
das de ns. 1,076 c 1,082 por baver sido presente ao
mesmo Exm: Sr. um s exemplar das inesmas.
- Ao mesmo.-N. 120.De ordem de S. Exe.
o Sr. presidente.da provincia, passo s roaos de V.
S., afim de serem presentes aassembla legisla1 i va
provincial, as aformaooas que em 5 d > oirrente
forarn prestadas pelo inspector da thesouraria pro-
vincial acerca do projecto n. 40 deste anno, que
autorisa a presidencia a mandar pagar a Manoel
Peres Campello de AI me ida, signatario da petico
que inclusa devolvo, a quantia de 1 :000i a quo
tem direito, em ciimprimento do contracto por
elle celebrado em 1858 para conservacao da es-
trada de Pao d'Alho Fica, portante, satisfeita a
resolncao da mesma assemblea coolida do offlcio
de V. S., de 22 do mez lindo, sob n.43.
Ao Dr. director geral interino da nstrucco
publica.S. Exc o .*r. presidente da provincia
mana declarar a V. S. para seu conhecimonlu e
fins convenientes que, tendo em vista a' sna pro-
posta em offlcio de 30 de abril ultimo, sob n. III,
resolveu por acto desta data dividir em duas a do-
legaca litleraria da fregueza de Nossa Senhora
da Graca da Capunga, comprenendendo a 1* os
povoados da Capunga, Manguinho e Cruz das Al-
mas a encontrar os limites da fregueza do Pobo
da Panella, e a o< demais povoadus da fregue-
za at es extremos das parochias limitrophes, e
ouirosim nortear para delegado da primeira o ba-
eharel Jos Joaquim de Oliveira Fonceca e da se-
gunda o Dr. Jos Anstregesilo Rodrigues Lima, li-
gando, exonerado como soliciten, o actual delegado
litterario da Capunga, bacharel Francisco Augusto
da Costa, remetlendo-lhe os ttulos dos nomeados
para terem os seus destinos.
Illm. e Exm. Sr. Acenso recebido o offlcio do
V. Exc. datado de 8 do corrente mez,em que, cha-
mando rainha alinelo sobre o n. 80 do peridico
Ofelia, de 2 do corrente, onde se l urna pastoral
do Exm. diocesano mandando publicar e cumplir
um breve, em forma de caria, do S. P. Pi IX, sem
que tenha obtido previamente o indispensavel be-
neplcito imperial, offendendo assim a constitnicio
poltica do imperio e praticando ulna verdadeira
usurparan do poder temporal, me recommenda
que proceda a respeto, de confnrmidade com a e,
nterpondo logo e em resposla enmpre-me fazer as seauintes eonsi-
derajoes, que submetto ao esclarecido juizo de V.
Exc.
Tendo a nossa constituirn poltica, que a su-
prema expressao da v.-ntade nacional, declarado
no art. 5i que a religiao catholica apostlica roma-
na continuara a ser a religiao do estado, e tendo,
como garanta do cumprimento desta sua voniade,
obrigado a todos aquelles, que tivessem de oceu-
paros mais altos cargos, como o Imperador, o prin-
cipe imperial, os ministros, os co sekeiros, os se-
nadores e deputa dos, ito o poder moderador, o
poder executivo e o poder legislativo, a prestaren)
um juramento so emne de manter esta religiao, pa-
rece fra de toda questao que a vuntade da na-
cao que Ihe sejam facilitados lodos os meios ne
cessarios para seu desenvolvmento no paiz, e qut
nao se Ihe ponhain embaracos sua marcha re-
gular.
Partindo deste prncipta, entendo que o art. 10
14 da nosso pacto fundamental nao pode ser en-
tendido na sentido da nao poderem os hispo* do
imperio publicar nenhum decreto dos concilios,
bullas, huras apostlicas on coustiluicSes ecclesias
ticas sem o beneplcito do governo imperial, ou
da assemblea, si conliverem disposirao geral, mas
smente no sentido de nao serem consideradas leis
do paiz, nao produzirem nenhum effeilo no foro ex-
terior, nem serem executadas pelos juizs e tribu-
naes civis sem o dito beneplcito, que, em meu en-
tender, nao cxig'vcl para o lim de obrigar os fiis
em materia de consciencia.
Si as im nao fura estara a greja de peior con-
dcao neste o em cutros paizes catholieos do que
nos protestantes e schismaticos, onde suas delibe-
racoes nao estn sujeitas a taes restnecoes de pu-
blicidade, o que cortamente nao admissivel.
A mesma censtituico, determinando os casos
em que o beneplcito dever ser concedido pelo go-
verno ou pela assemblea, niostra mui tclaramenle
que nao se trata da publicacao (los actos pontifi-
cios, mas sim da execucao dclles na parte que
affeclar as relacoes civis ou toinporaes.
Todas as vezes que a autoridade eclesistica, sa-
hindo da esphera de suas allrbnicdes, tentar inva-
dir a jurisdiccao temporal, por meio de Breves ou
bullas nao plantadas, os poderes do estado, por
muo do recurso cora, as farao conler, e lero
os meios de execuUr suas decsoes pela forma es-
tablecida no art. 24 do decreto n. 1,911 de 21 de
marco de 1857, e arts. 13 e 14 do decreto de 19
de fevereiro de 1838 ; o contrario, porm, succede-
r quando a autoridade civil se oppozer s ordens
ecclesiasticas, cuja nica execucao so opera na
consciencia dos deis; ento nem o recurso corea
pode ser permittido em face do citado decreto de
1857, nem comprendido quaes os meios, de qne
se servirlo as autoridades do paiz para que no fo-
ro interno dexem de ter execucao as ditas or-
dens
A y. Exc parece que o Exm. hispo diocesano,
publicando o Breve do santo padre, a elle ultima-
mente dirigido, tem qne primeiro o governo lb.9
tivesse concedido seu beneplacto,jusurpara|o poder
temporal. Pela minha parte peco licencia a V.
Exc. para discordar deste modo de ver; porquan-
lo nao podeodo dar-se usurpacao sean quando
alguem arroga a si poder que a outrom pertenee,
seria preciso, para que esta se desse no caso ver-
tente, que o poder de publicar as bullas c os bre-
ves pontificios perlencesse ao governo e nao aos
bispos; mas contra esta pretenco protesta a pra-
tica seguida desde o estabeleciment do imperio e
reconhecida como fundada pelo governo imperial,
que at boje tem visto os bispos brasileiros publ-
earetn e executarem, no espiritual, todas estas dis-
posicie da santa S, embora nao placitadas, sem
a isto fazer nenhuma opposicjta.
Nesta provincia mesmo tem todos procedido do
mesmo mods que o Exm. Sr. D. Vital. O Illm. Sr.
deao Dr. Joaquim Francisco de Faria, quando vi-
gario capitular desta docese, pubcou, sem bene
plcito, a bulla pontificia que defini o dogma da
Imraaculada Coaeeicio de Nossa Senhora, aeoropa-
nhandoa de urna pastoral sua; e do mesmo mo-
do noblicoii o syllabus do S. P. Pi IX, ao qual fez
igualmente preceder de outra pastoral. Sendo es-
ta, pois, a pralica consunto a este respeto. e es-
tando eu convencido de fue fundada, alm .de
ter a approvacii tacita do gotarno do paiz; estan-
do anda convencido de que na hypotheso mesmo
de ser culposa a publicacao da bulla que allude
V. Exc, o recurso cora nao viria dar remedio
ao facto da mesma publicacao, nao julgo dever pro-
ceder do modo pele qual V. Exc. rae recommen-
da ; em vista do que, nao querendo por embara-
zos a marcha do governo do estado, passo a solici-
tar do Exm. Sr. conselueiro presidenta da retaclo
a minha exonerac>o do cargo de provedor da co-
rda, soberana |e faunda nacional, que interina-
mente exerco, para dar assim lugar nomeacin
de outro desfmbargadojv|qe. mais esclarecido
qne eu, possa pensar de Nodo differente.
Deus uarde a V.'Exa. -Becife 11 de |ulhe de
1873.-Illm. e Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira de
Lucena, digno presidente desta provincia (Assia-
nado).0 desembargador, Francisco Dominones h
Silva.
guexia do Bonito.Nao tendo a respectiva com-
missao censitaria proposto retribuirn nos termos
do g 4 do art. 9." do regulaiivNUu de 30 de de-
zembro de 1873, nao podemser alleudidos os sup-
plicantes, visto terem-se prestado a servir gra-
tuitamente.
Anna Bezerra Cavaleattte d Silva Cuta. -Passc
portara, com ordenado comento.
Ant nrio JosTeixeira de Menloai; Belem. En-
cainin e-se
Antonio rauliu.i ''avalcaiito de Albuquerqne. -
Paste iwrtaria, conceden lo a Uceara pedida.
Alexandrma le Lima e Albu^uerque. -Deferido
com offli-io desta data, Jthe*oiii\iru provincial.
Dout ir Augusto CarnoiM Monteiro da Silva San-
tos. -Dirja-se thesouraria proviueial.
iaro do LivramentoInforme o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Casimiro Lucio Tavares.informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Ciiristovo Francisco de Paula Gavalcante. -lu-
deferido.
Fraucisco Sancho Ribeiro.Requera pelos ca-
niles competentes.
Fraucisco de Barros Albuquerquo Lius. -Defe-
rido com offlcio desla data ao Sr. inspector da lili-
sour.ina de fazenda.
Francisco Pacfico do Amaral. Informe o Sr.
mstiector da thesouraria provincial.
Joaquim R rido.
Joaquim Maximiauo de Oliveira. Indeferido.
Padre Joao Vicento Guedos Pacheco.Deferido
com offlcio desta data ao Sr. iusper,t>r da thesou-
raria de fazenda.
Jos Soares do Mara, -lufonue o Sr. com man-
dante do corpo de polica.
Jlo Bezerra de Vasconcellos Torras. -Dirija se
i thesouraria proviueial.
Jas Tuo.naz Pires Machado Portella. -Deferido
com offlcio desti data ao Sr. inspector da thesou-
raria^ provincial.
J-jo Antonio Corroa Lins Wanderley. Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda
Jos Vieira de Mullo. -Informe o Sr. comman-
lante do corpo de polica.
Bacharel Levino Lopes de Barros e Silva.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Bacharel Luiz Antonio Pires. -Requeira ao go-
verno imperial.
Manuel Jeronyra.i de Azevedo. -Do.erido com
oiflcio desta data ao Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
Pereira Vianna & C. -Informo e Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
O m-'sKio. dem.
Thomaz Jos da Silva Gusmo. Deferido com
offlcio desta dala ao Sr. in-pector da thesouraria
provincial.
Antonio Fraucisco Martiiis. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Secretaria da presidencia de Pernambuc > 11 de
juiho de !873. O portero,
Silvia A. Ro-lrhjues.
o juiz monicip.il do termo da capital Dr. Mign-:
Gomes do Figueiredo, que all fora ein objecto lanriptj
Copiamos das folhas de M.iuos:
a Anteakontom um boi, dos que desembarcaram
do vapor M'idrim, atirou-se furioso obre n Sr; 1*
lente Jos Antonio de Oliveira Fru tas, e i.nm.i!'.-
dant da comjanlia de apprendizes maiinheiros,
que vinha passan lo, o deu Ihe urna marrada, qu
ternaeao e a unirte aos habitantes das margens
di rio.
NaquelU fegio deserta rara a pesaos ac-
eorameltida |iela peste, que. escapa Santa Anto-
nio est deserto e receia-so que tenha succedido
o mesmo no Puns.
< Nu no Tocaniins tambera ha horrorosas des-
granas a lamentar.
< A varila accoinmetteii a trpolaco das ca-
o proslou sera senbdos, tendo sido pregado para'noas de ^neiroe v,se boje raitas'destas em
a casa do r. Pinganillo onda se Uie pestarmn os bareacoes i
OCamOB neresvariuM .1... "*VI*.
soccorros necessanos.
Tambera una pobre mulher fui victima do
mesmo boi, que a deixou bstanlo maltratada u
em pergo de vida. 0 Sr. Pinganillo raandou-a
conduzir para sua casa e consta-nos que elle e o
Sr. Marcal sv: tem encarregado do curativo della.
. sem viva alma a bordo, perdidas ao p
das cachoeiras.
Finalmente mo o estado sanitarie do inte-
rior da provincia, e reclama peremptoriamente
as mais promptas providencias. i>
Leir.os no Baixo Amozonns: \
Lago Gran-
atisfactorias. O
fez pequea
tando de vo-
garam em poucos das macea at onde
lor da thesouraria de fazenda fo o que a princi- r
^fiLL'!^! e Sf- An,,>,", ?S? M l^menum sosetreitos da endiente, que
Chave,, quera subi para corlar a palha e extra- fez desapparecer.as pastagens, como a peste que
DURlOTEPEttNAttUUCO
aspACNM na msanttu os 12 m julbo on
IT3.
Alaiso auignadM aconte receosadre da Ir-
RECIFE, 13 DE JULHO DE 1873.
%tieias iajMrica lo norte, a*
Par A e enealaa.
Chegaram hontem pela manh os vapores Guar
e Ontario, este americano e aquelle brssileiro,
trazen lo datas : de .Xew-York 23 do junho, do
Amazonas 1, do Para 8, do Maranho 8, do Cea
ra 1-', do Rio Grande He da Parahyba 13 do cor-
rete. Eis o quo colhetnos dos jornaes e cartas.
ESTADOS UNIDOS.
A questao dos Medocs ler.niuou, com i se espera
va, com a rendico dos indicoj ao general D.iv,
entre elles o eapitao Jack, o ass.assino do general
Canby. 0 gorerno resolveu que seiam esses re-
beldes julgados em eonselho de guerra.
O general MacKeuse, commandante das
trjpas americana* na i'ronteira do Mxico, que l-
timamente tem sido assolada por indios que se re-
fagan) com seus despojos no territorio desla re-
publica, penetrou 80milhas alm da fronteira, per-
segumdo os indios e isto sem consenlimento do
Mxico.
Esse negocio causn nos Estados-Unidos sensa-
cao, mas assegurava-se que nao resultara d'ahi
desinlelligencia seria entre os dous governos.
AMAZITVS.
No Bolet'm Oficial encontramos publicado o
texto de duas leis voladas pila assemblea provin-
cial e sanecionadas pela presidenci i da provincia.
Urna de n. 375, autorisa o presidente da provincia
a contratar com Alexandre Paulo de Brito Amo-
rim, ou com quem mais vantagens offerecer a en-
corporacao de urna companhia que ter a seu car-
go a e-Iifica^o do predios urbanos, era Manis de
eonta propna ou de particulares, e empreitamen-
tos de obras publicas. A outra, de n. 276, appro-
va era todas as sna clausulas o contrato celebra-
do pela presidencia em 6 de abril ultimo com o
commerciante Antonio Jos de Abren, para illu-
miuacSo a gaz carbnico da mesma capital.
Alm dessas foram mais publicadas as se-
grales leis :
N- 2J7, autorisando a presidencia da provincia
mandar pagar mensalmente companhia fluvial
do Alto Amazonas, o imposto de 3 por cento addi-
conaes sobre todo e qualquer genero que se ex-
portar da provincia.
N. 278, Osa a despeza e orga a receita provin-
cial pira o anno fiaancelro de 1873 -1874. A
recolta oreada em 585:126*880. A despeza
distribuida pilas seguintes verbas :
Representaco provincial 16:300J'M
Secretaria da presidencia 17:361)400 i
Instrucco publica 58:620/.000
Educandos 59:100*000
Culto publico 5:20(>i000
Obras publicas I54:600i000
Reparticao provincial 37:866*8S0
Diversas despezas 23J:28000)
N. 279, flxandu a despeza e orcamento a receita
das cmaras municipaes da provincia para o anno
financero de 1873-1874. S5o oreadas as despe-
zas :
Cmara de Manos 60:7204000
deTefl 15:308*000
da{Concei(ao 3:050*000
de Serpa : 755*0; 0
deSilves 4:1(2*000
de Villa-Bella 3:790*000
de Barcellos 7:550*00.1
N. 280, autorisando a presidencia da provincia,
desde j, a contratar com Nash Ferreira & C. agen-
tes de urna companhia agrcola que se est ora-
nisando em Londres, ou com os seos legtimos re-
presentantes, um on mais estabelecimentos mode-
los com proporcoet hecessarias para plantacdes da
caana o cereaes e fabrica de assucar, agurdenle,
etc., e:c
0 presidente da provideia reeebeu no dia 17
urna commissao delegada pela cmara de Serpa
para felictalo pelo acert e tino com qne tem
administrado a provincia. Houve o escambo de
discursos de rigor era taes casas.
-fo da f9. pera ianhi, seglo para o rio !ci,
no vapor tari, a c nnaiissio mixta de limites en-
ir* e Imperio e o Per, a aftraaf demrcacio
por aqnette rio.
-* A cmara municipal de nos, em 9, demt-
tio lo cargo de swi angenltetro o Br. Joao Ribeiro
Francisco Gomes apreentaramse com suas pipas
cheias d'agua.
Gjispareceram todas as autoridades desde o
Exm. Sr. presidente da provincia al o ultimo ins-
pector de quarteiro cora excepto das autorida-
des ni i lita res. >
No Andir chegou em destino ao rio Purs
o Sr. padre Jos Thomaz que vem eutregar-se a
calechese dos indios.
EsperaiiKis que o digno misionario continu
no Amazonas a serie de boas obras que no Cear
Ihe grangearam reputaco muilo honrosa.
O Sr. padre Jos Thomaz acha-se agora entre
nos, e pretende seguir para o Alto Amazonas e
ir at o rio Purs, onde deseja ir residir para tra
bailar na catechese dos indios. 0 Sr. padre Jos
Thuinaz pode tambera ser muilo ulil as familias
Jo Cear e Maranho, que ah se tem estabeiecido.
pois s raras vezes pode l r um sacerd >to admi-
nistrar os sacramentos.
Ajude Deus com sua grana ao seu apostlo,
dando Ihe forra, coragem constancia I
MEA*.
-_- Tendo seguido para o Rio de Janeiro o ea-
pitao de fragata i'amborira, ticou no exercicio do
chofe do 3> distrcto naval o !. (Mate Leao.
Fo nstallado, no dia 19 de junho, na capi-
tal, o Omservatoro Dramtico Paraonse, licando
sua directora provisoria assim organ sada : pre-
sidente, Dr. Marcello Lobato de Castro ; secreta-
da Silya^ior e ai#tf |I6> s*sltivi-lo o Dr. do interior da provmcia do Amassna!
nefMsnira m nyia1eirl,'tio vapor Anman coro todo o sen cortejo de horrores levi
ra, Dr. Migjel Lucio Filho; e thesoureiro, Jos
Borges Ferreira.
No dia I do corrente leve lugar a abertura
da i' sessao ordinaria da 18- legislatura d.a assem-
blea provincial, com as formalidades do estyio.
I anea na Diario do Gram-Par :
No dia 30 do passado descobrio-se nm crime
gravissmi, perpetrado no banco Mau & C, no
banco Ginmercial do Para, e em algumas casas
de ommercio da nossa praca.
Eis o fact) :
O caixeiro cobrador do primeiro dos estabele-
cimentos referidos apresentou ao aceitante urna
lettra da quantia de 1:800*, que se venca na-
quelle dia, sacada pelos negociantes Guerra &
Ferreira contri outro negociante, Manoel Jos da
Costa e Silva ; este, sorprendido com a apreseuta-
co daquella lellra, recusou-se ao seu pagamento,
por ser falsa, dirigindo-sc immodiatamente casa
d* Guerra 4 Ferreira, onda apurou negocio, e
seguo in conlinenli para o banco Mau, onde de-
clarou ser falso aquolle documynto.
A' vista de una scmcllianle declarado, os
agentes deste estabelccimento Iralaram de proce-
der a averiguacSes e exames as lettras de Guer-
ra 4 Ferreira, encontrando outras falsificadas.
O banco Commercial tendo noticia do facto,
traton tambera de fazer idntico exarae, e consta-
no* ime neste estabelecimento foram do mesrao
molo encontradas outras lettras falsificadas, cujos
valores, reunidas aos do banco Mau, prefazem a
somma de 32:000*.
Inforpiam-nos que ha mais lettras falsificadas
no valor de 6:ifJ0*, descontadas ao Sr. Lucio
de Son Machado ; outras no valor de 8:000*, ao
Sr. Jos Bento da Silva, e outras, emlim, no valor
de I5:i 00J ao Sr. Joaquim Nogueira da Rocha.
Os agentes das duas casas banca ras levaram
esta gravissiina oceurrenca ao conhe.-imento do
Sr. Dr. chefe de polica, e esta autoridade remet-
teu a respectiva communicacli ao Sr Dr. juiz
municipal, que procedendo as diligencias legaes
mandou capturar os socios da dita firma commer-
cial de Guerra k Ferreira, sendo preso o Sr. Jos
Agostinho Carreira Guerra, e evadindo-sc o seu
socio JoSo Rodrigues Ferreira, que at a hora em
que escrevemos (6 da tarde) anda na i tinlia sido
encontrado pela polica.
A' casa commercial destes Srs. mandou o Sr
Dr. juiz municipal pr ceder a apposico dos sel-
los, recolhendo as suas chaves em poder do Sr.
Fortunato Alves de Souza, eoramercante da nossa
praca.
OSr. Guerra acha-s9 detidona cadeia publica
desta capital, como incurso no 4* do art. 264 do
eed. pen., devendo s lo tambera o seu socio, co-
mo incurso no mesmo crime.
A opiniao publica no infensa ao Sr. Guer-
ra, que alias gozou serapre de bom conceito entre
nos; e no commercio principalmente, ella se ma-
nifesta abertamente em seu favor, vacillando-se
era acreditar que elle, por assim dizer, no ultimo
quartel da vida, procedesse de um modo to in
digno e criminoso. Outro tanto j se nio pensa
do seu socio, cuja situacao aggravou-se mais com
a sua evaso.
O facto gravssimo e de erer que a justi-
ca buscar descubrir o delicio com tedas as snas
circumstaneias, para ser devidamente punido, e
reparada a offensa, que tras elle sociedade.
Noticias de Santo Antonio em data de 20 de
junho, rindas pelo Tujapnr, dizem que tnha ha-
vido molestias que j esto felizmente terminadas.
Tudo vai be ni.
Ha va noticias dzendo que um dos agentes do
Pablic Works Construrtion Company tnha passa-
do as fronteiras com 1,200 trabalhadores bolivia-
nos, em perfeita saude pira o servico dos Irilhos
do caminho de ferro.
A picada da floresta ter principio o mais
breve possivei e ha certea que a picada de Santo
Antonio a Guajar-miry ju fronteira boliviana,
ficara completa dentro de um anno, de maneira
3ue os gneros possam sem demora ser conduzi-
os para os lugares navegaveis do madeira.
a O Money-m'irkel Reeien o( London em data
de 3 de maio afflrraa que as mais seguras indaga-
fdes tem sido feitas sobre as boas financas rola-
fitas ao emprestimo boliviano e os caminbos da
ferro, sendo tudo muilo satisfactorio, e nio ha-
vendo a menor du vida de que o Pubiic Works
Constrnclion Compan? nio deixar de completar
o caminho de ferro no termes contratados e san Situada na mat_.
ter a necessidade de importar trabalhadores de.Jto Grande, a urna Tegua pooco mais ou menos
lhw6t,B]fir0'. > excepcio da Bolivia. du sua f >z, acha-w a cidade do NntaL por assim
' Tr?5??. y'^^y".11 ,MT*M "* ,,*^'0 pontoejAier, comprimida e aSpbixiada ds lado do snl e
I U por alterosos morros de rea, aait eu meaos
delta e vai yvedca e improductiva, e do lado de eeste por
cortejo wnorrore$ (erando a cons- utajong/je immeflw leucol 4'ajaa, que au
cias da falta de pasto.
A industria pastoril a que mais se ia desen-
volvendo nesta comarca, e pr mettia um futuro
seguro ao criador, entretanto que a sorte, sempre
varia, ve mais ama vez confirmar de qne nesie
mundo nada estavel. O prejuizo dos criadores
e graudn, porm, se as enchoiites que se seguirem
forem regulares, o prejuizo pode ser compensado
era poucos airaos, gracas a uberdade das nossas
campias.
MABANHAO.
Falleceram : na capital, o comraorciante de Ca-
sias Manoel Pinto Ribeiro, e o eapitao Raymundo
Marcelino do Moraes Reg.
No dia 2o de junho, wn regosijo pelo seu
casamente, o Sr. Joao da Cosa Gulart liberteu
urna sna escrava.
Lemos no Paiz :
Teve hontem (2) lugar o as.enlamento da pri-
meira pedra para a construyan da escola da S,
senda este acto precedido de TeDeum na igreja
do Carino, que se achava convenientemente ador-
nada.
t Assstram a elle os Exras. Srs. presidente da
provincia, presidente e membros da assemblea
provincial, chefe de polica, presidente e membros
da commissao da praga, inspector da msTiccao
publica, presidente e vereadores da cmara mu-
nicipal, diversos funocionarios do mando ufflcial,
cdados de outras claises, eollegios de menin e
de meninas e muilo. poro.
As ceremonias religiosas (o Te-Deun.a hen-
fio da pedra) foram celebradas pelo Exm. Sr.
governadordo bispado. Fez as honras tnijitares
o 5* batalhSo de infantaria.
Con luzram a pedra da igreja, onde reeebeu
a beiicio para o lugar era que devia ser colloeada,
os Sr?. presidente da assemblea provincial, presi-
dente da eommissao da praca, chefe de polica e
inspector da nstrnceao publica.
0 Exm. Sr presidente da provincia fo quem
primeiro deu as pancadas do estyio sobre a pedra,
seguindo-se-lhe os outros convidado?.
Terminada esta ceremonia, leraui os rs. Dr.
Cesar Marques, Jorge Sobrin^io, A. AzeveJo o ma-
jor Jacarandi, discursos, e assim tambera tres in-
teressantes ahumas dos eollegios do Nossa Senho-
ra de Rastren, de Nossa Senhora da Gloria e de
Sant'Anna, as quaes offerecerain cada urna um
bouquel ao Exm. Sr. presidente, condurado todo
o festejo com os sons festivos das bandas de mu-
sica marcaes, repiques de sinos e foguetes. O
Sr. Lima Barata leu urna bonito poesa.
A todos estes disciu-sos e sandacoes respon-
deu o Exm. Sr. presidente da provincia, agrade-
cendo e louvando o patriotismo dos maranhenses,
que se revela Hobremeute na santa cruzada da li-
berdade e no elflcaz auxilio que prestara ao go-
verno na ililTu.-o da iii-irurcao pelo povo. >>
A alfandega rendeu no mez de junho.......
167:208*636.
PIAUHY.
Falleceram : na Parnahyba, o tonente-coronel
Joaquim Mendes da Rocha ; em Jaicoz, os capites
Joo Damasceno Rodrigues e Manoel Rodrigues
Coelho de Souza.
CEAR.
No dia 7 do corrente teve lugar a abertura da
assemblea provincial, licando a nica assim orga-
nisada : presidente, vigario Xavier Nogueira; se-
cretarios, Drs. Araripe Jnior c Samuel Ucha..
No dia 1* leve lugar o corneco dos trabalhos
da va frrea Je.Ilaturil, que passou a denomi-
narse do Grato ao S. Francisco.
-~ J se achara devidamente impossados, e em
exercicio de suas funccSes os juizes de direito do
Crato Dr. Joaquim Cordeiro Coelho, do Ipu' Dr.
Samuel Felippe de Souza Uchoa, do Jaguaribe-
merim Dr. Manoel Coelho Cintra Jnior o o do
Aracaty Dr. Francisco de Souza Cirne Lima e os
juizes municipaes de Granja Dr. Manoel Thomaz
de Barros Campello e de S. Bernardo Dr. Jos alen-
des Pereira de Vasconcellos.
A alfandega rendeu no mez de junho......
111:141*385.
MO GHANDR DO NORTK.
Ein 12 escreve nosso correspondente da capi-
A assemblea provincial continua era seus tra-
balhos legislativos.
J votou a le do orcamento para o exercicio
de 1873 a 1874.
Sancconada a 28 de junho ultimo, sua exe-
cueio comecou no da do correnle.
Por e.fsa le, que tem o n 858, se concede
urna diminuirn consideravei nos direito sobre os
gneros de produeco da provincia exportados do
porto de Guarapes ou CamavnnAa pelas casas
commerciaes, qne all se forem eslabeleeer.
O imposto era de 5 por cento e pela nova le
flcou reduzido a 3 por cento.
< Hontem passou em terceira disenssio o pro-
jecto apresentado o anno passado pek) Sr. Gomes
da Silva, autorisando o presidente da provincia a
desappropriar terrenos naquellas localidades e-a
langar urna ponte sobre o rie Jundiahy, conce-
dendo por dez annos o privilegio dos 3 por cento
de que traa a nova lei do orcamento, bem como
a dispensa do pagamento da decima urbana aos
predios que all se construirem.
Parece que essas medidas tem por fira prepa-
rar por msios indirectos, a mudanca da capital.
A idea consignada no projecto aceita e abra
cada por todos que de veras desejam o engrande-
cimento e prosperidade desta Ierra.
Nao ser fora de proposito que aqni Irans-
creva alguns pedacos do'relatorio cora que o ex-
6residente desta provincia o Exm. commendador
mrique Pereira de Lacena abri a primeir ses-
sio ordinaria da assemblea provincial em 5 de ou- -
lubro de 1971
< S. Exc. occupaido-se dente importante as-
svimpto fez as consrderacdes seguintes:
Situada na margan direila do Potengy ou
legua douco nais ou menos



'



Sr 3(1 (HIJA JU i:i /JI3JUW Pmambuco TW*ita 15 do Julho de 1873. ci ad-a-sc ui'tdip-
Ae PernamhBw, c
algasias 'pifwacoes
"ate do transporto
menas dispendioso
ocano eondftz o Pinta
O scu pequeo
menlc avassalado ao
mais ou menos snje
circumviiinlias, onde
tem tornado mais com'
o tralieo mercantil.
E'-Ihe pouco abundante,
tam Ihe absolutamente
facis que a^ponliam om
terior da provincia, da
zcr sequesirada.
No exterior, em u
gaas quasi nenhuma ni
ver as suas roas estrcft
pela maior porte deualh'
verdadeiras rapoeii^B d
a A idea, poia, <^Jfcirsen iMa c
m outro local, para a plmiciPtfeiiini
naubinha,-par cxcmplo, fronteira aguarapes,
por domis 'ascendente o de neeesdadu inde-
clinavel, visto ser o nico ponto conhecido que
mais vapjajiens pffcreoc para isso.
Jera. uomeadqs:
Jon PrRtfdsen '
l. denficto" nfl
hClanfliiro Bezona da -Amiral' e Jos'CfliMdode
Vascencellos I.? e .'sjnpaientes do Melegada
< : .ii dieses t coi no do ipcflrc-iq
da Sim i'aJro, Mi(>JdbgH& > if
I trta* .ft Simio VRaV, fetnilir
do districto da Preguic, do termo de Agua l'reta.
Comer-a ama
iriMN de*V ker
iv-fUrflfiirtijB.
untar io e pMrri
intcirame'nte pTrm na exn>ns1o 1. Ki ilustra1 1!.
O lugar al
de urna a duas leguas quadradas'; indo suave e
gradualmente snbindo nara o interior das torras,
a ponto de -sfl^naj^ai iu^yel o nendor do
terreno. Aifiam-sc a pe^tTew manera qua-i
mao, o barro, n nteia, a cal o madeja npssa-
ria para a consftrucco, alm de soffrirel peora de
antana e podra pmpria para cal/amento incia
legua pouco mais tui menos de distancia.
f ossuo con^jderavd ahtindanda d'agua nota-
vel da rannu iimmdndV, n*ttond**"se urna Uf.a ou
paro na Carnanbiuha, una /ante d'agua erystalina
e dous fortes rrctios prrainf/som Grtaraprs, alm
do caudaloso rio Pilimha' que corre meaos de
nina legua distante; o Catuplranga ni>menos rau-
daloso, ponevs brabas res fortg, e cntre"aiirbos *
fermoslsslnta lagda Parnamerim.
<< Mudada para aouelle lug.tr a capital, e lad-
rada obre oriff rfrfra pci|nen.i ponte da madoira
que, quaudo milito, poder costar nos'rnte ren-
tos dotis, Beata a debite ailmir.*rtdmente sima
da, e para ntelhor me "xpriirrrr, enllocada no cen-
tro de nm vasto permetro conste-Hado de cidades
e pnvoailus mais qa menos distantes, tao< eemn S.
Jos e Cvir-injrim i cinco legua, aproximada-
mente, rada liriin com estradas fricadas em terre-
no plano e consistente ; Extremor rom sua tensa
< pisr.osa.laga ; S. Goitraro, Macahyha.|Santu An-
tonio, ('tinga, Eerreiro Tarto e Pitimbri, e final-
mente a cifladc do Natal tres leguas por agua,
pudendo umitas dessas povoaees servir-lne de ar-
rabalJes.
Alm disso coawdm notar que o trafico mercan-
til em Charape*., em temno em que alli ainda resi-
da i majar Fabririo, rateo -""ni rntagom rom o
do Natal, e S'ibr";;n;ui o da Macahyba, "ap'-zar fi<'
*er F.ihrieio nego-iaiiti- nnco naqu^lle lugar ; af-
i! iiii'ln de tolus os lados compradnres, aos seos
armaims, ale nosmo do'icrUO da l'arahvha c des
la capital.
Com sabis da na fuz at o ponto de lloara'
iics, Pinna o IVi'.ensy ama rcrdadejra ticn natu-
ral do mais de tres Irjrhas de exteitslo 0 de pro
fundida !e uiais ou menos consideran-I. serviola-
lile de segando qdehram.i!' a pona rhi irtnrro e fn
bancos de areia denominados -As vel a-, froH'
teiros ao porto da Itediaha ; o que o torna d.
ine uit'-stivel uperiondaffr) sobre rt da l'arahylia,
< q ii. sobre o de pernambue^, embora carera
de meioramentns.
a-:iiiini dou o porto de t> artipes por rews ga le-
as de mais do .*i00 toneladas d* ..|;iea;ao. So-
n-ente no exeicicjo de 1869 a iftTt) carreg.irain
naqucDe pon i para fra Ho imperio viole navios
i'1 differentes Int i;'.<-, hoinbrean (esta ortM
rom o |K>rte dj Natal, i|.n- d-miro do mem pe-
riodi earregoii il. n
Do AisittAa, joroil rfn- sf poldi-a no lertfl
des a provincia.exlralii as gumtes luitirias:
" Na n Mil'de 7 3 j roneet-, no sitio Itii, do
i.iiiicipii de S.irrf'Aona (i-i Mallos, foi barbara-
mente abs.xs-inadT, efliii od i inhaladas, G"rgo-
nio Danta-', stf'tero, por Aletantlre d.' tal i-onhe-
cid.i peloappelido >ie (1 irailia la, (nml-fin solefro.
Estes dous indivi'Li i-, ?egunl >nos inforinam
frequmlavan una me-:m ?aa, ifi qnal se acba-
vam divorciados a tinra!. bWs costantes" 6 hones-
lid.ide.
Motivo--, talvez de pn'fTencia os fez oh 'ir
'ntre si. c d'ahi partir.tn re;>roeas ameaeas, que
deran portim o ti i >te resultado que :v>ticiamos.
(> assassfno poz-se em fuga ; er-n antoridal
cririiinal tratuii ie tizer no din segninte a com-
potente vistura no cadver do assassinado e pro-
KgOS na in-tatrac.i) lo precedo.
No ilia l.'l do corrente deu-se no suburbio
desta eidade nm conflicto entre duas irmaes de
urna familia eonheeida pelo appelb'do de Cur-
ramltas de que re;>ul<)ii tsah r urna dellas l'erida
oni duas facadas que, felizmente, nio foram njor-
taes. -
Procedendo-so ltimamente inventario nos
bens deixa los oor falleeiinrnlo de Juanna Bap-
lisia do Ks|iirilo Sanio, niomdora que fui no silio
-Malliada vcrmaHM du municipio de Sania Ao-
t>a do Mallos, inra pe :s lierdeiri-- da dita lina
da graiuitani-Me liboi lados, na neco do inveiHa-
rio, 3 escraviK ile "> que apenan exi;
te inveutariado.
O ikissi amigo o l'.vm. Elias Barbalbo liozerra
nos e ivinu p ira ser publicada a escriptura priva-
di insera uesu lulha, pula ipial coneedeu gratui-
.amonta lil.ndade a sua escrava de mino Hermi-
na, de idadode |ii auno.
Publicando em nossas columnas aquella escri-
ptura, nao podemos deixar de louvar e appluudir
i- tenflmealoi de pliilautropin a de acrisolado pa-
triotismo do nosso amigo, do que tem elle dado
sernpre as mais repetidas e exuberantes piova*,
lesteiiiiiiihando sempre a uobreza de seus aenli-
OMBIM e grandeza de sua alma. >
<. Anle-lonlein f.ii eiontrado do cargo de dele-
gado de polica do Canguarelama, por assim n
haver pedido, oeidadan Antonio Bezerra Ceiar de
Andrade, sendo nsinea.l i para substilu-lo, o ca-i
pilao Antonio Jeronymo l'nheiro.
jNaqaella villa blleceu lia pouco a velha r-
sula contando 109 anuos de idade.
Poi casada duas vezes, leve S fi Ibas, 40 no-
tos e 17 bisne tos. Viveu sempre robusta e nun-
ca usou do uceulos.
Encerraran!-se as c.iixas da tliesouraria pro-
vincial do exorccio de 1871 a 1871.
a Naqnelle anno a receita liquida fo de......
:KK):769*849. .
i'arauyd.v.
Em 13 do crrente escieve nosso correpon-
ucnte da capital:
Reali-.oii-se urna iniporlanle diligencia policial,
foram presos seis sucios que se da vam a proiissao
do furto de ea val los as pr >x mida Jes desta capi-
tal e costra os quaes havia ger.il clamor. O elie
fe de polica conaeguio sorprende-las e loram
capturadiis.
Foi demittido pelo governo imperial o com-
nandante dacnmpanhia de nprendizes marinhei-
ros, teuente Francisco Jeronymo Goncalves.
O capitao de porto assumio o comtnando da
compartida.
o hrigadeiro redro "Maria Xavier de Castro
que veie em commissao inspeccionar a companbia
nxa de infanta roa desta provincia, ja 'prineipiou
seus trabalos e cuiwu-um que se musitara satis-
teito rom o estado da mesma companhia que achou
em levida ordeaa.
S. late pretende demorar-se aqu somonte
dous mezes e segu para a provincia da Babia.
ten sido feralmente bem aeolbido parque pa-
rece Sin disliuelo euiaciro.
LeiH No dia i da corente, as 4 lioras da tarde, le
vo lugar x insialiaco da socieaade Unido e Scgre-
do, esiabeleeida nesta capital
ii O.acto eateve soiemne o esplendida.,
n Foi cofieorrido por .versos unecionarios p-
blicos o pus-oas gradas.
Una Qmwiaa*, de sociedade idetica de
Mam,ingua[ie Muipareceit ao inesmo acto.
< Dill'ereiiii's discursos se {tronunciaran aoaio
os a, UCUoSlio.
< Para, sulemnisar u a escravinbas, cujas carta de liberdade receberain
as meMii.is que aotaavam-se praen.e$.
< A' imite gran le concurrencia visiiou a casa
das reuoies.
Acabainps de ter a trisi*iotioia de haver fal-
lecido na eidade de Souza o nosso amigo tenonte
Rento Gorpet da -Sa, qu* alli e aeiiava tra(andv
de sua aude.
O ftuado da profwsor pifilfai da otumo.^
uiinu da na swra'iana, da. gown^oW' *WJ:>L9 >$$
ofjlciai do r^censeameni desta provint^i
' Ns di^ Aidj ez_ttaasadii.lAlliWfiu.aa W>ua
War o noss
mmrtmt
o p*e"flncra ila^rfrii ^faYWrmfMmf 'iwlMfar cm onfi-osjwal picr pont. *i -costa.
qoo '"^i "'"ooif* l'ia *vj a*i Hriisitiatn T{f!
'/r(ipa^njb'rty'^.fr1f*!faz*?as sonlag ns du
* P lowayM^tigariCouiiic4>Pi,Ma, a quein fui
cha Siqi eir Cavakanle, illWsH Manoel Francisco Maniues
Knllcr i C.
Miguel Jos Alves
Amnrini Irmos 4 C.
.20H|
A este ca
estamos
-a.nwiuoi
2:fl06*0(>0
1:633*070
1:469*000
:0#JJl0
i:oqp*ooo
1:01*13000
a linda sub-
Barros Jnior t C.
Pendra Carnoiro 4 C
.Thaodoro hrisiiansen
JoM:Rorl|nie>de'So(ttl
-ivl^^gneira
A. Hyvernatov G. 4:000*''00
Francisco Vieira f%rdlg1o A '"> *s3f>*0W
O vapor Ontario levou de nossacraca para
o Rio da Janeiro *-.ttt*t)0O.
Dcsias^-e. Pejas 4 horas da lardo do dia
31 de mata.ultimo, em Cahemlit, localizado do ter-
mo de TaCratn, stava Sergio Bezerra Vulentini
sentado com um clavinoto carregado sobre as per-
as e iiiosperadainettle a arina rabio ao chao, dis-
parando'com rtthoqne e ferlmhia igra do'mesmo
Sergio.
A pulida tmrfn conhecimrnio do fado e pro-
eeileu eomo do lei.
I ustrino-a primaria Est appravado
e pode ser admittido as escolas publicas primaria
da proviada o compendio de artthmeliea theorica
e pratica, editado pelo Rvd. padre Ignacio Fran-
cisco dos Sanios, em 1872.
Mmite po Santo Amnrn. Domingo,
<'!, fej! esta saeiedade a sua sossao solemne de ins-
rallaran, sob a presidencia do Sr. Marques Baca-
Miau.
As |i horas do dia. prsenles milites dos Srs.
eonvi lados, o Sr. presidente abri a sossao, depois
de pronunciar um discurso anlogo ao acto. Dada
a patarra Ho orador da casa, o Sr. Sdvoira Carva-
Iho, desenvolva este o thema da candaile, mos-
trando os lins que tinha em mira o Monte Pi.
Oorup.imm a Inbnna os oradores das sociedades
Iliterarias e benelicentes que lizeram-se represen-
tar, sondo : por parle do Instituto Histrico e Phi-
mpl/iGO o acadmico Jos G. Coimbra, da socie-
tlade pliilantrophica diis Artistas Mechanicos o Sr.
Antonio Marcelino dos Santos,dr Congrrsso Littera-
' o acadmico Casimiro Bias Vieira, do A'ot
commdldo o traualho das sondagens.
dewmos as infoi macees con
a7 Ir
di em^
Pe
e i
nos
dos
did;
n;
ico
io
1
ara Sl Thomaz, at onde estender
ariudtnftMr fos|K|Ptt flca
>mmJlWjrA,VeiwUGoni
muiidS r>inS era^L^oinazl
lransatinntieqwe oe eommunio
o das Antilhas com ouaste^ii
da America'MeridionaKVAl
fejra para Pernambuco, aflm de fazer a, sonda
MMdd xsetrTMrd.r M. Galtesvaiy.
O cabo teltgraphico submarino da West and
BrttMliai Tetegrafa Compctny -estendor-se-ha,
[mis, anda este anuo, das Antilhas ao Rio de Ja-
neiro. teeanJO nn Hetm. ih. nef o na Haba.
A linda (errestre, que ora se esl construindo no
Brastt-.rsiaheleceHdq ramifiegeoca para--*te callo
submarino completara as cummunica Ts de todas
as provincias do imperio entre si com a rede
tolegiaphi a que eufaixa o mundo. Assim, de
todas as provinas do Brasil, P-ra a que mais
brevemente tal tjr communirarites toleflraimicas
com o estranjfMro.
Bori'aelia mancaba. Lomos no
Paiz, do Maranho:
Temos por vezes tratad j de gomma elstica
ser
s eaixeiru* Manitd N
les da Silva Filho.I
nstar.
igthtonii da Molla Guirnarad^lfertsen-
uo iwReiro fi que se refere Jos Ueurjje de Uli-
veira. Passeso a cejlido que constar.
De Remigio Kemps, idem de teu caxeiro Can-
te de
tistiam DO tnon
P trthrnon o acadmico Adriano Ferroira Nevos,
do Monte Pin S-mta Cruz o Sr. Jos Uuiz de Ma-
eedo ('.irva:i\ do Club Jurdico o acadmico An-
tonio Uomcs Pereira. Jnior. Alem desle Srs,
felicilaram .; Monte Pi o Sr. Samuel do Espirito
Santo Ch.rita e os acadmicos tuse da Cunha Tei
xeira e Piederieo Aurtusto Borges, resresenlando
este a redarcSo do peridico Iliterario Culto *
lettrus, que reeebeu nm convite especial.
Foi encerrada a si-sso as horas da tarde, de-
pois de usar da pala vi a o orador da casa, agrade-
eendo s cessoas que dignaram-se comparecer.
Soefrdatlc C'athnlica Peniinb-
ana. -Pedem-nos a publicario do seguinie :
Do ningo, 13 do frente teve lugar a instaliaco
da socieila.le Uuiao Qrtbolie.1 Ortbudoxa Pernun
bivana.
O ,e'to passou-se no consistorio da igreja de S.
Peilr.i c i'-ti've imponente.
A sossao foi presidida por S. Exe. Rvm. o Sr.
hispo diocesano, prcsidenie honorario da socie-
dade.
Ao abrir a sossao pronnnei m S. Exc. Rvm. urna
breve al! icueao, em que, agradecendo a honra que
Ihe Bzora a sueieJade de nnmea-lo prcsidenie ho-
norario, congratuloase com a mesma soeicdade
pelo fim que olla so propde e pelos feilos que ha
de prodiizir.
A p;davra mansa e autorisada e iloante do vir
tuoso prelado foi ouvida com o maior acatamenlo
e mi ineio do mais profundo e respeiloso silencio.
Concluid! a atlocucao S. Exc. deferio o juramen-
to dos estatutos ao Sr. r. Antoni > de Vascono.clLis
Monezos de Drummond ; l.cviee-prcsideute da so-
eiedade, e que substitua o presidente o Sr. Dr. Vi-
cente Pereira do Reg que por eslr doente, dei-
Koq de comparecer.
Findo es>e acto subi a tribuna e orador da so-
ciedade o Sr. Dr. Cypriano Fenelon Guedes AL-o-
foradit, que em ura encllenle discurso inr.strou
assim o li;n da soeicdade, cjiiio o bem que elia se
uropuuhi l'azer.
0>Ilustre esympalhico orador u muitas vezes
inlerroinpido por unnimes e estrepitosos sigoaes
de approvacao de toda a asseinb!a.
Succederani-no na tribuna o Sr. Dr. Folippe
Neiy C.lla.o, padre Tito do Danos Concia e Df.
Manuel Barbosa do Araujo.
i.Vpontaneas e calmas demoustracoes de appro
va cao abalar un do vez em quando a palavra dos
oradores que pronunciavam es scus discursos com
tal acento de conviccao e def que era impossivcl
nao merecessem os expressivos appUusos de nu-
merosa assembla catbulica, composta de cerca de
oi tcenlas pessoas.
E escusado dizor que os Ilustres oradores uian-
tiveram-se sempre nos limites da razio e da con-
veniencia.
Foi depois deferido juramento pelo Sr. vice pre-
sidente todos os siwios presentes.
Assisiiram o Ilini. Sr. Dr. chele de polica, assim
cuino ouiras pessoas gradas, as quaes haviaui sido
convdalas por urna omtnissfio do seio da sacia-
dade.
Variassenhoras abrilli.uitaram o acbi com a sua
assislenoU, assim orno a Rvds. superiorei da.v
nossas ordens religiosas, alguns Rvds. conegas e
parachos das freguezias da eidade.
A hora adautada em que comecou o aeto fez
com quo muitos oulros dMnelos oradores nao pu-
dos-em pronunciar os seus discursos.
i:i'i-a< de irmandade. No dia 13
do esrrente reunio-se, em mes;i eral, a unan
dadejla Senhor Iloi.i Jess ihs Chagas, para a
eleitao da nova niesa regedura, que licuu com-
posta assim :
Provedor Francisco Luiz do Carmo Biliciro.
Procurador ge ral l'.otilio FrancL-co da Rocbn.
Se.-retano-Jos TUesoureiroManoel Lopes Ferreira.
1.' procurador ~ Manoel Sergio de Hollanda.
y dito. Manoel Alexandrino Goncalves dos
Santos.
Ze.'ador-Manoel, Vctor de MWlo.
Definidores Luiz Francisco de Aluuquerque
Melbi, Ljdgeio Lopes Lima, Simplicio da Silva
Barbosa, Mauol Jos de Sou a, padre Juvencio
Urissimo dos Anjos, loo Jauuario Serra Grande,
Uandino Antonio Vieira da Cunha, Genniro de
Souza Mana, Dr. Manoel Francisco de Barro:
appareeida .tiesta provincia, me verfica-se
du-leiie da mangabeira, e j publicamos cartas de
Inglaterra dirigidas casa dos Srs. Man ef Fer-
reira llampos & (, dandi-Hies conta do oxame
feito por ordem driles as mrfostnw ijue romette-
ram, exames qe foram milito animadores
Agora vimos carls no mesmo se?itido diri-
gidas de Londres aos Srs. Rilieiro llover, qie,
apenas notando ser a amostra mn tanto viscosa
e pouco elstica, do-lbe cointodo a cotaeo, se-
gunda os melhores entended 'res, de 2 s\ a 2|(i por
libra ou cerca do 30* por arroba, que ptimo
prec.i, qnasi igual ao da meHiur borracha da Para
T.imhem transcrevemos ha das um artigo de
nm jornal de Minas, ainda muito animador, sobre
esta industria, que deve ser extensamente ex-
plorada nos lugares onde hoaver grandes mang-
baos, como em mijitos ha nesta provincia.
E por ultimo dirigio-nos o Sr. engenheiro Or.
Raime a carta que eom muito prafceT abaixo inse-
rimos, c amando para ella a attenjao dos leiteres:
i Sr red clor. -Espersta en a resposta a uns
pedidos que liz a alguns amigos do interior, para,
conheeendo exactamente or lugares onde existen)
mangbaos e sua importancia, poder en'.ae da*-
Ihe urna nolicin que muite interessa prosperic
de do-la provincia.
Tendo lino no seu ultimo numero do Paiz a
transer|K.ii de un artigo sobre a mang..bdr\
jnlgo no dever mais demorar a noticia que quera
he dar sobre o inesm i producto.
* Con-ta-me que existem importantes manfsi-
baes jielo lado das Rarreirnhas e Iiatti, entre
Caxias e S. Jos dos Maitcs, e em alguns outrus
pontos da provincia, como tambem na provincia
do Piauhy. eima de Amarante.1
Cuino V. S sabe, a mangabeira da um l'iie
que at boje servio smente no Maranhao para
tratar os phtysieos, a quem se dava a beber; ra-
tamente me se nao Ihcs t'azia bem, mal lanibem
nao llie* razia.
Urna das vanlagens do leite da mangabeira
que nao demanda qnasi trabalho para prepara-lo.
Precisa-te smentc doixa-lo coagular, e fica
prompto.
Mando-lhe urna amostra que .foi oblida deste
modo, e V. S, reconhocer qiv urna perfeita
borracha de urna pureza excepcional.
A extraecjM do leite da mangabeira una
fortuna para o Maranho e Pianhv que aprovei-
tarao deste modo, s.eui grande trabalho, inmensos
terrenos boje completamente abandonadla
Se ralo desta nova industria extractiva por
ter lido ha pouco na Rente Indttstrulle um dos
melhores ornae? cientficos e industriaos da Eu
ropa, urna noticia dizendo que a mangab* que
A C, id<
silo J -
iVIvos
uenda.
Molta, p
quaes
idenun
ao tem
tida re_
Penambuco, qual a porcentagem que costumaen-
eonMAf-M de a%ttio de i- mW--IWiVflte
'iW^v^ino^wniSWl'psrra a inusmJunL
Jluiicetlilicar qaaes o precus e abjadoes cor-m-Jauto.AJacriliiin de nina vida,"culunlu
ts no mercado em tvfireir^abril c maio de 1872. possa dar expansdo aa infrene desejo d
aquellos

de_ dasinccriJade de suas laicnco,s e da ju-ii.a
da'cau'sa q'ue dveigain. ']
Ki lirmoiiio, par* honra-do partido lilmV so
6 Lilirial PmambHotno pieiii se vanja jiesja
cruzaba de mqriofcestygnylisandu o proecdiinento
honroso e louvavel do Sr. presiaente no u^ocla!
do soldado Joao Haymiind
e razao
accu*a o
porque
em pr
esta cri
iz que
enano d
PCopri
ns ijue po
''' ''orn aeeJBifot's'dflfta
as politcbs^kjaj/TO g_.
sario ? lata nao lealdade, senhor do Liberal Per
fttYI
trm rain ver, Jiae nao recua
A1 nioito oS*HS'*r!^J-|rdcTte' IftAri: An-
t-ni Francisco dasflUwts, '^tt\t*V (***'*': a-
signad > pela seu zel>b niabvl ucia que fez PMjl^ndtr^^ todif resti-
n fuir-llie o dinheiro que me linnasldo Tunado m>
ia I i do corrente mez.
Sr


foi mandada do Brasil da um cauchouc muito querque Mello, o qual esl brigadu a satisfaser
apreciado desde w apparici rcenle no couuer-
OM
Julgueiconveniente dar-lha asta n >tla, tesdu
a certeza que a auraccao desta gomma dar um
lucro extraordinario aquellos que dedicarem se a
este trabalho angme.it.in lo deste modo a expor-
tar.....; as reala* da iiroviiujia. Sou ate. J.
Gaune.
I. beneficio da matriz de Cinrob, a qual corre
boje
Casa do detracao. Movimeiite do di:
13 de julho de 1873 ;
Exstiam presos 342, sabrain 2, existem 32o.
A s-'.bor :
Naciouaes 233, mulheres 8. estrangeiros 43,
stravos 44. escravas 12.Totei 340.
AlimenUdos a custa dos cafres publicas 277.
I.r-ilps -O l.nUo de movei-,linea, crvstaes,
carros e -avallas annunciado para a casa do Sr.
E. A. Burle, deve ter lugar terca feira, 22 du cr-
rente, conforme est annunciado.
Sexta-feira 18 do corrgute deve ter lugar
por interven;ao do aaeute Pinta o leilao dos mo-
vis da casa da ra da Aurora n. 6', em que re-
sidi o Dr. CoutHno.
Passagciros.-Sabidos para o ?ul no vapor
americano Ontario :~. F. T. Lteens, F. M. de
Alvaro Ruarque, Dr. Antonio Garca Pacheco,
Brandao Augusto Christianseu, Joaqum Torres
GaJ.ndo, bario da Soledade, Dr Alvaro Caminha,
Joaquim Cravella, Cypiiano Gomes e Manoul Ro-
drigues.
Entrado ios partos do norte no mesra > va-
por :Salomara Lovy.
i mercad'
M-9rmm.
Da companhia luifidadePubfiea, juntando a
Carta imperial do approvacao do scus estatutos,
aos papis em que pedio registro dos mesmos
Jante-so- proceda-**! ao registro na frraa da
lei
' nrPrmndsoo Janilterreira Guiraareso.Augus-
ta Octaviano de Sor.ta, apresentando a registro o
u cntralo da odudade em cuniiiiandita que cele-
braran.Vista aoSr. de^embargador fiscal.
Do Jos da Custa Dourado, pedindo dispensa do
lapso de lempo pata registrar a carta do marica-
la tfiieihe foi concedida pela mitiga junta da com-
iuerc>.-Vista ao Sr. de*embargador fiscal.
De TboodnroGluistiansen. registro da procura
rao quer on*erece.-Seja registadt.
De Mxnorl Teit. ira Basto, iduiadedita, que jun-
ta. Seja registrada
D> Monteiro & C ineia, solicitando o registro das
nomeacosde seuscaixoiro Francisco Jos de Li-
ma, Coutinho, Jesuno da Azev.-d i Cesta e Manoel
Rartholomeu de Lima. Hegislre-se a nomea'.fn
junta pelos unplieantos que nao provaram a na-
cionalidade allegada dis raixeiros numeadoL
DeAntonio Joaquim da Silva & C-, idem da n >-
meara.} que dora a Andr Das Gomes Ferraz, para
seu caxeiro. Rgisire-se.
e Jos Vctor da Silva Piiirsnlel, igual preten-
co, sendo Antonio Jos da Silva Jnior, o c.aixei-
M nomeado. -Do'erilo, nao leudo o supplieante
provado a nacionalidade allegada do caix-eiro no-
'neado.
D.' imingos Fiancse Ranulbo, fazendu igual
pedido para a noineacan do Joao Francisco Raoia.-
l!ioPrecdase ao registro da noinea;/io junta
pelo supplicanie que, nao provou ser brasileiro,
como allega u caixeiro nomekdo.
Do Olveira Cru< i C, tambem para precederse
ao regi-tro da nomeaco ie caixeiro que deram a
Alvar ainiiauo de Olveira. Registre-sea uomea-
ra.i apresenlada pelos suppbcanles que n> prova-
ra ti a nacioualhiad*' allegada do seu caixoico
^ D.1 Manoel tiMaestia:,, id-;n sendo Joto llaplista
Ferreira o sea caixeiro. Sim, nao tendo os sup-
plicantes provadu com o enastaste documento a
nacionalidade de seu raixeirii.
Dos inesnio; Manoel 4 Mao-trali, idem tendo o\
caixeiro a que so referan, o uoine de Manoel Al-
Vfrino Pereira de Lyra.RguU'tse a numeagao
afiteseutada pelos suppbcanles que allegaran! mas
nao provaram ser b.awleiru o caixoiro nmneada.
Do Joaquim U-rnardiu) de Ci-lro Ros,, igual-
mente trazend > a. urnca de seu caixeiro Joao
Itaptista de Lima Tubaro, al'nn de ser registrada.
\.1 lnna requerida nao leudo o supplieante
provado a naeionalidade allegada de seu caixeiro.
De Manoel Cuelbu (uimares idem quanto a
norneacao de Caetano l'.ielieco di Silva. Como
pede o supplieante. o qual todava nao provou ser
brasleiro; como diz o eaixtdro uomeado -
De Roberto Fleieher, ton da sua nameacao di)
caixeiro da rana cqmmercial de los Smilh de
Vasconcellos A Sons (juno re pier.
- De Antonio Zenobero Rodrigues Braga, tambem
a sua nomeaco da caixeiro da mesma casa de
Vascoueelloi Se Sons. Cuno pe le, n> otando
provada a nacionabdada do supplicanie, declara-
da em a nomeaco junta.
IXK0HIAC6liS U SRCIIKTABIA.
Para que sejam unilorniisados os exemplares
do distrato da linna Agustinho Ferreira da Silva
Leal fc C subinetiido a registro. -PnM-eJa-se de
conrorinidade cun a presente informaca.
Sobre a peco de Fiaucisro Antonio de Albu-
ejo do ferir-se
que nio commungam as mosmas ideas,
que nftt militan) as mesma i fileiras de seu par-
Mida. t\t ,| i-
Quando fnra certo tudo o que diz o artiguis'ta
'V\ Liberal Pernambueano sobro te demora prope
sital da eiwueao da sentenca de inurtc, por parte
do Sr. commeddadar Luceni, seria uto motivo
para urna accusaeo leal e justa ?
Esle proceder de S. Exe. nao dev.-iia anl"s at-
trahir os applausos de todos os partidos, de todos
os homeaa, que abngam em seus coraeoes fenti-
isentos de. carid ido e humauidade f
Nao seria para louvar um presidenie, qoe nao
deixa abafar S'tlire os velludos o broqueis do sua
farda os impulsos generosos elevadas de seu
caraca, antes pr*iura sen* desviar-se urna
liaba de seus. deveres, dar lugar que. a ci-
vilisacao passa contar, salvando a vida de um
homem, mas um triuiikpbo contra o passado de
hormres, que amollara o cutello do algoz as
cabo<-.H da victimas para meilior jungir a coa-
seieucia popular no euibruleciinenlo, e dos
IKltisDIO ?
Se lescabida e injusta a censura frita ae> Sr
commendador Lucena, pelo artigela do liberal
Pern-itn'iuam injusta e maligna a maneira
pela qual procura elle explicar o urucediuieula dos
aj.id iiiii'u- noste negocio.
Diz o senhor do Libenl Pera mltacano : unta
cabeca que ignoramos qual soja, eoneebeu o plano
de facer um bonito o atira mecida le acadmica
a idea de salvar a vid* de um houiein, o os eslu-
dantes, que nao recuam ante qualquor pens;m)cn-
lu g^neruso, tbneam inmediatamente a idea, e
azem a reprosenlacao, (wdindo'o perdao da peua
Je morle a que fora condemuado um soldado du
exereito. Como se Id de-te tupio i, o senhor do
Liberal Pernambueano nao v ni procedini'.ito
generoso dos estudantes mais do me a rea'L-iae-ie
di um plano, de mte mo cancebiio por nao s-i
quem, que habilmeule souba swvir-se da niouida-
de acadmica para seus lias oceultos.
A idea de salvar a vida de un pobre soldado
uao parlio, dos estudantes, segundo pausa o arti-
gnista.
O procedimonto liouroso da maci-iade acadmi-
ca ipiai lo se dirigi ao Sr. presideuto, pedinJo-
llie que demorasse a oxecui;ao da seutunja, em-
quanto so enviava ao Imperador urna pelic:w do
graca, nao deve ser attribuido aos iiipulsos nobres
generosos, que a macidade sabe nBijffft ter em
ludas aecasias.
A idea parlio de um exlranho, que rusta da
mocidade acadmica qniz faxer triumphar os seus
planos, e a macidado acadmica tola, nescia, in-
consciente de que fazia, cuivou-se obediente aos
manejos desses espertalhjes, que, querendo fazer
um ooiiio, suube Iludir compleuuicuie ao estu-
dantes.
Dessa maneira desaparece da pirte da mocida-
de acadmica todo a mrito do acta praticad> por
do joiz
Vilia-
carace
digni-
nunoral e

Rogo, Luiz Antonio da Silva Paranhos, loo Paulo
Cameiro Pinto e Auastacia Pacheco de Almeida
Qucsitao religiosa.Lemos no Puiz, 4a
Maranhaa:
No de esperar que os bisposresi tam ao quo
Ihes determina oprudeuti**ina aviso do uiimsteria
do imperio sbreos recursos das rniaodades. Sao
muito Ilustrados os Srs. bispos do Piara, Pernam-
buco. e Rio para que assitu procedam. Porni,
no caso de tal kuule;r, no art. 24 da decreto n.
1,0 1 de 28 de moi-cu de 18o7 est u ri medio que
coosiste em ttr a deciso considerada scniencu
judicial, e remettidA ua;'/; ir. direito respedno,
a qeal, firocedeado na furma preseripta nos arts.
13 e I i do decreto de ifj de fevereiro de 1838,
dedurar sem efl'eito as censurase penas ecck-
Hastiis qmfin iido imp slas, piolaban c obsta-
- l a qualouer'vieUacia da parte do bisp-ulo, ins-
taurando proeessu de rvspoisabilidadc contra os
desobediautes, anuuncianao ludo por edilaes.
Tclegrapho eleetrio subiiiarinho.
Lomos no iuriudu tiran I'ar :
u A'vbora em qua o tur percorro cota oloar
awiraliid) as luloi deste. local dotase o twssu
paiz eunj um -ranJe ii)ellioram..'iilo de acalcula-
rel alate'para.o nosso iii#gfessa e rjviu'sat*,*
A Ulegrapla.eWtr|oa cjinaa.^.daicaralar .-tSu*
cabo S(: Uttiga da .va/lssjipo u*oc*i do itupajua
a,431)^ ,i Mu^jiieaes torio. a^^MP'^1'
fHHOMC* JUBM1IAEI1L
Trlliunul do eontsuerclo.
ACTA DA SESSAO AMLVISTRAUVA DE 10 DE
JULHO DE fn71
PBKSIDESCIA 00 EXM. SI. OtflSJLHElftO ANSELMO
fiuxcisno PsnKTTi.
A's 10 horas da inanbjL presentes o Sr. de-
putada secretoria Oiinto Bastos, e o* Srs. supplen-
les S Leitaoe Pereira Casco, faltando o Sr de-
putado Candido Alcoforado pelo motiva constante
do offleia abaixo raeuclonadoj e comparecando o
o Sr. supplente Alves Guerra, que fora convida-
do para lomar parle no Julgamento da rehabilita-
cao d Bcmvenaio Cavalcant Buarque de Albu-
querque, c na moratoria de Joaquim da Silva Cas
U, S. Kxo. o Sr. consebeiro presidente declarau
aborta a sessao.
Foi Iida c approvada a acto da precedente
sessao.
EXPEDIENTE.
Oltoiado Sr. depulado C Alfoforado, participan
do nao podar comparecer s sessdes do tribunal
por estes uous mezes. O tribunal decidi que- se
cliamaso o Sr. Guerra para servir no imuudunen-
to do Sr. depulalo Machado, paseando Sr. Po-
dro Cascao a, sentir em lugar do Sr. Chdidu Al-
coforado : senda oauvidadji a.supplent que se se-
guir, para funcionar na moratoria de Joaquim da
silva Costa, se nao houver incanvenieiUe.
9 tribunal resolved, outrositn, que se respondes-
se :v> Sr. Caadjda que ficava inteiradq.
Joruut's offidjes de ns, 144 a|148. Paca o ar-
ebvar.
o disposia ua art 87 do calic "cmimercial, como
adiniuistrador da annazeiu n, 3 do largo do Arse-
nal de Guerra. Vista ao Sr. desombargaJor
fiscal.
Mostrando estar a fuma Harsmendy & Labcllo.
e so dit succassora la de Tisset Freres, ooriga-
a a proceder coufuruia o que se apha disposto no
art, 2 do da decreto n. 4,:<9i. O ;ibunal refol-
veu que se respondesse. de accordo coin a infar-
iiiacao, nina vei que os meuilirus da dila lp na
aiu vez de requ'rerem o que enlenderam sei -Ibes
canvoaiente, tomaraiu o expedanle de aluciar ao
tribnual.
Oppoado-se a certdo que pedio o corretor go-
ral Francisco Jos Silveira por ser isso contrario
s pralicas e usos das ropaitiedes publicas -Adiado.
COM 0 PAm.CE'.l FISCAL.
Petieoes :
De Jos Maria Pestaa, agento de leiles, pedin-
do seis mezes de licanca, deixando em seu lugar
um seu filh i. Deferido.
De Joaquim de Souza Maia, Victorino Jos Pe-
reira do Abren e Manoel de Ovoira Maia, regis-
tro da contrato de sua sociedade. Registre o con
trata na forma do decreta n. 4,391.
Papis relativos ao registro dos estatutos da com-
panhia de seguros Utilidade Publica. .J foi de-
ferida a supplicanie na eutra pelcao que sub-
mellen a despacho.
dem concerncnles ao ped do de E. P>. Rabello
A C, para declarar-so o moda porque dizeni ser
contados os das para o vencinento das letras pro-
testadas por nao aceitas. Adiada
para a primeira sessao.
dem tambem relativos a destituicao do liquida-
(ario da linna Casta Irmaos A C. -ftio tem lugar
o que requera ii os supplicantes vista da ras-
paste dusupplicado e documentos em que ella se
bazea.
Smmaria por falta de cotacaes, instaurado con-
tra o corretor H. G. Slepple.Sobre a mesa.
dem instaurado pelo mesmo motivo contra o
corretor Francisco de Miranda Leal Sevc.-Sobre
a mesa.
Moratoria impetrada por Joaquim da Silva Cos-
ta.Adiada por nao ter camparecido o Sr. depu-
lado Alcoforado.
Ao ineio du tendo de entrar a sessao judiciaria
S. Exc levaotoua sessao, e sendo da novo aborta,
fui depois encerrada s duas horas da tarde.
ella, que netse negocio represenwu o papel da Us-
a-de ferro.
E-tamos convencidos quo o senb >r da Libenl
Pernambueano nao qniz naquelias suas palavras
> tei ir e insultar a mocidade acadmica, mas para
quo nao tome vallo asea inriauinlia, (|ue cusa
da mocidade acadmica quer fazer o arguista do
liberal Pernambueano, e para que uu cresea no
pnblieo a suspeitar de que, no negocio do soldado
Joao Rayinundo os estudantes nao se portaran),
como pedan) a sua dignidade e os seus brios;
desde ja pretestamos contra o que assevera o se-
nhor do Libera! Periu.-nbucano, garanlindo ao pu-
blico e a eesfl senh t, que o procedimento dos e-
tudaules nao foi acouselhado por pessoa alguma ;
que foi dictada nicamente, peto horror, que deve
causar a todo o caraca) bem formado, a morte de
u.n bomem, sacrificad) a cansidera.oes, absurdos,
e que nao tem mais valor perante a civilisacio c
o progresso t\w tssa procedimento t'oi como que
um protesto, que a mocidade acadmica lavrou con-
tra tssa lei, que man la matar Itoinens sob luteis
pretextos ; lei que ultraja a civilisacaa, o. que re-
pugna com o progresso a que tem cliegada as so-
ciedades.
Fique corlo o senhor do Liberal Pernambncaui,
que, quando se Irata de qualquer pensamento ge-
neroso, a mocidade acadmica tem a dignidade
precisa para guiar-se por si, obedecenda somante
aos nobres impulsos de seu coracao ; lique con-
rencido o senhor do Liberal Pcrnarnbuc.ino, que a
mocidade acadmica, que sempre se distingui
pela nabreza de seus sentimentos, que ainda nao
manclinu a chlamyde pura de sua alma na ladaral
immundo da vida real, que nao al -a a honra, a
dignidade, a justioa, o bem e tudo o que ha de
bello e grande nesta mundo, pela veo dos interes-
ses mesqufnhos, que a sociedade endeosa e legiti-
ma, a mocidade acadmica nao neces-ita, nao pre-
cisa, n o se snjeita a influencias cstranbas, nem
dade, resoivesse por sl
aviltante. Ao seu pervertido accessor deve caber
a respansabilidade moral de seuielbante acto.
Nem por isio, parem, podemos consentir que
. t mattffi5rdtj"5r' Tma" Tettarpor elW"
adre impunemente aos caracteres honestos, es-
corada em factj de tanta torpeza que nao so des-
iicoa couiu humilli^p scu ulf-
E para dar a audacia proporcAes anda nTn**
rjsto, a PiQv/fcia assim ae exprime :
'i Poda e devla o Sr. baro de Villa Bella er-
gucr o espesso veo do passado em que quer u.
brir-se o ex-jiiz municipal de Goyaniia, para que
aindi o paiz, se record a- criminoso que ou-oj,
qualquer que fosse o fim preUxb ou int,'nc,io,
ibZtmfk^^f
sados pelo pmpria r. que en verdial uub o Si
Lucinamrte o **r. Vftts Belbr: -njwpixfw preMdew
suspjndendo juwui|ri|i^iue,cAi^aatot>/
seus deveres e era o flagello de unvi populacao.
devatii estar boje laucados aas paginas negras da
historia deste juii
E um empregado publico qnem escreve lo
das. eslas injurias e insolencia !...
Admira muretanto que a ae. Viila Bella myi-
de exaltar lo miseravel acta su.ipundo que as-
sim incoinmixlae Sr. D-. Luceua I
Ai ola inc-mo que a apieensao das curtes abvr
tas coasiiiuisse um acta viuloutu di x-ju.z mu-
nicipal de Goyanna, nao era elle motivo bastaof
e valioso para dar espacu a medida extrema Ua
SUSI enso
Neutiuui presidente causcia dos seui actos, t
pssuiUa da granuda rusponsabdidade e luipoi-
tancia da iwsicao procederiu coma o Sr. VjIIa
lidia.
A: cartas apreendidas pelo ex-juiz muaicipul
de Goyanna, cstavam abarlas ; elle nao apreen-
deu caitos lacradas, para abr las e violar -e^r
di-; as que iirou do escrivo Braga j liuhjtu
diegado ao seu destino, j erain na mi da sea
possmdor doeumeutos sem reservas.
Nao atlendeuda a osla circuslancia a Sr. ViiU
Bella, arvarado em defensor dos segredus d-s
cartas o vendieadur das prescripoes canstuucio-
naes que lana atacara e infringir ; expeda
attentado de suspeiiso du juiz, seui lh servir d*
Caterva o aviso de i de abril de 1870, que de-
vera ser um precedente diguo de acceitar-se
Este aviso referia-se ao acto violento e ill< gal
platicado pelo finad Abito) Tarares, com apprq-
vaeao do Sr. Silveira de Souza, na provincia do
Cear.
O Sr. Aailio, como chofa de polica, para cltoy
privas contra um individuo indiciado em crime
do introduooo de olas falsas, foi ao corrfio,
tirn cartas e abrio-as.
Este aeto certamen te ferio de morte a inv,ia-
latnii lade do segeodo das cartas, e o gave na im-
perial no citado aviso, o reprovou e cjndomou,
mas nao suspeudeu o magistrado, nem d .idti o
presidente que com elle tei solidario.
.Aitcndeu que o teto pela servir publica fui a
more) do proceder, embora irregular.
Ao nvez, o Sr. Villa Bella, tez do um acia
guiar um crite, suspeudeu um juiz parque ap-
preendeu carias aliena?, fuudando-se no avis o- M
governo, reprovou sem suspender o juiz, em qae






o acto de tirar e abrir cartas depositadas na cr-
relo
rUBUCACOES A PEDIDO.
ton
o
vida.
DistrjuiVam-se os s
diaria de Lavra & Gralu
dio do Lima Pontuar
Cunha, diario de Mag
S Joaquim da Cunha.;<
ilto>, dito de RabeT
IiKSPA'
rtequrimntos
De,
Jivros-copiad ir.^
pi.idpr.de Bernar-
Ja> Joaquim da
^fQpiadpr de
irreira Caspaa

Ilroposla nm, Ubernl Per-
namhiicano B.
Na Liberal Pernambucuno de deste mez se l
Um artigo, em que na meio de injustas censuras
dirigidas ao Sr. c iinmeodadar Lucena pela ma-
neira porque o mesmo senhor se tem portado no
negocio do soldado condemnado a pena ultima,
procura o seu autor in -inuar no animo do pub ico
Q:n proceder menas digno io porte.dos'acadeniicos.
rlativamsnte ao pedid.) fdto ao Sr presidente
L.cena para demorar a excticao da pena, em
uante a S. M. o Imperador era dr(gda urna nova
petifo de gracia.
Nenhuma Importancia teriarp.os ligado nm tal
artigo, se n.lo partisse elle das columnas de um
jornaLqne se pfegpa sedarlo do principios tibe-
raes, e deffenspr das grandes Seas d scalo da
civilisiicaa e do progresso. Casta a crer na reali-
daJe -que um orgae libejal que se ufana de que-
brar Lincas em prol do Toda a fcsos generosa e
botla, venha ante um,^aplico maralisado, o nm
aflronU dos mais santos pi mdpips d namanida-
de e candado, censurar o !>r presidente Lucena
por nao ter anda d*fo execuc.io lirgiibre e pa-
yorasa tragedia d .qVn asiassmato legal, por nio
prestase planos oceultos para por-se afrente
de nina idea generosa, quando do seu consenso
pode resultar algum bem humanidade, ao pro-
gresso, e civilisajao.
Nao procure, pois, o senhor do Liberal Peraum-
cacan') marear o pracedimento que as estudantes
tiveram naquelio negado, porque o publico nao
Ihe prestara f ; antes ficar convencida que issa
mais urna arma poltica, que se pretende jogar
entre o Sr. presidente Lucena.
Um acadmico independenU.
Venho imprensa manifestar ao Sr. Julio
Aires Gama, conductor do trem da linha
frrea do Uecife Casanga, pela maneira
cavnllieira porque so portou para comigo,
quando do passagem para urna das estates
da linlia, por esquecimento deixei ficarno
carro em que ia, um chapo do sol, novo,
o qual sendo por elle encontrado fez en-
tregar ao meu correspondente, o qual de-
minha parte muito Ihe agradeceu o cuidado
e n vigilancia que lem o mesmo Sr. para que
os passageiros que transitan) nos carros que
andam debeixo das suas vistas, nao solTram
prejuizos, quando por esquecimento deixam
licar objectos quo trasiam comsigo.
Recife, Ji de julho de 1873.
Amaro Barretto Filho.
Ao respeitavel publioo.
Publique i no Diario, qnc no da 8 do corrente
mez, achando-me no ioctfc com mintia familia,
Ocano smente os meus escravos em raou sitio
estrada do Arraial, no qual resido, fura nesse dia
invadido por alguem, abrindose urna larga picarla
emuma pnquena raatta, pausando se as extremas, e
qae at ao escrever a publicaco ignorava quem
fora_o atrerido que tanto abnsou de mea direito.
Eis o que fui infonnado a respeito :
Que o inglez William lames Lind o arrojo d abrir a referida picada, marcando-a
lie entreoa a extrema com estacas para a passa-'
geni da estrada de ferro do Limoeiro.
Se este fnglez assim proceden, por ignoranci.r*
.eu o daaculpvnocase.de nao ter sido totormado
como devia procedtr enj vita das rei< rh paiz.
mas nao se ppde psesumir que um encarregado dos
trabfllhos tie uma RStrada de ferro soja ignorante.
ar isso deve saber que nos pz<9 cirfKsados
tiBWjflflWJ! PlSPredade albeia sem consent-
i ptrpTteterriy^ portttte 9 ron*
o tprna,-se criajinpso.
Eslq
w
Tc^peitadas.
passar a referida estrada"de^ierro,
dr valor por "
r*
assim n'outro* paizs tente-lo, oxetenoa :
Mas o Sr. Baro vio-se cm serios apuras, tal.**:
i sua rnnscii'ncia He ni esmagada pelo pesa e in-
fluencia do accessor I
O ex-juiz municipal de Goyauna bavia, na io.m...
c ap|>roenoo de cartis que fez, eolsiw) pravs
que serian) a perdilo e a conderanaco de um es-
crivao : esto escrivo era sagro do soara do ac-
' i' do Sr Villa Bella, cumpria salvado, era
preciso o emprego de um meio que lizesse !,
appareeor as proras.
rara diegar-sc a tal fin, deveram existir tro
pcoos serios ep|>ostus pela honra e pela morali-
dade ; m is obstculos nao ha que ma t eetsiti
nao renca.
Menos de 36 horas depois da approeusu ds
documentos, o juiz, eui dislancia de li Ugua*
desta eidade, recebera a portara de suspensa,
som ser ourid, e sem dar a razo da seu pro-
cedimento I
Suspenso o juiz, as cartas e documentos appie-
cndiilos foram entregaos ao crinu'noso f
Eoesrrivo prevaricador assim ficou sa ve, c
juiz severo o honesto suspooso !
llavera nos aunaos da administrado desta pro-
vincia, acto mais depravado, inmoral e escan-
daloso ?
E a deshonra delle sobre quem recabe, sobre
o aliroz ou sobre a victima ?
Este acto do Sr. Villa Bella foi apreciado au
senado, na sessao de 9 de junho de 868.
O venerando Sr. Bario de Cotegipe, oeslignw-
tisou.
Em seu discurso, expoz o occorrido, eondetu-
nou o attentado do presidente, distingui e louvuu
o ex-juiz municipal. -Depois de manifestar dr
modo honroso o seu juizo sobra aquello juu,
disse : omitti ei seu noine, m-is agir em imni-a
d i magistratura declaro ter o Sr. Dr. Henrtttm
Pereira ie Lacena,
A liar deste eoneeite esternado |ior um dos vul-
tos mais respetaveisda paiz, vem este eutra (tra-
tando da suspensas do juia citado) ~.. .presstr-
que em vez de deshonrar o magistrado, deshonra, e
deshonra muito a administrando do paiz.
Avista do que lica dito, a Provincia ainda lera
duvida em que o acto da snspenso do ex-juiz mu-
nicipal de Guvanna muito dero euvergonlr o Sr.
Villa-Bella? '
A Provincia para completar a sua obra de dif-
famai;ao e injuria falla aa percepcaa de custas in*
devidas, na sabida do termo sem liceoca, c do
que ilisse no senado o Sr. eonsQlheiro Zacaras,
para provar que o acto do Sr. V illa Bella lora
justo e legal.
A arguico de abandono do termo, leda ao ex-
juiz municipal de do.anua, sem importancia,
ama ptierilidado. A relativa i custas, apena'
maligna, mas som etfeite.
O ex-juiz provou a toda a evidencia que dos- in-
ventarios feitos por arrolamentos, apezar de, cos
praxe, haver recebido custas de avaliador e
juiz, nunca estas foram superiores, nem iguaes *
que percebia nos inventarios regalares. I'mw i
mais ifae qaasi sempre renuncia va as casta ^o*
Ihe cabiam na judies inventares; provou ainda
que o fallado inventario de Manoel Lins da Sd"ra;
ctijo monte era de 5:(W0|O6, dod.izidas as divi-
das, tlcou este rednzido a pouco mais de lu^OOn.
Foram de til peso estes ronsidttvndot (nao con-
siderados) do acto do Sr. Villa-Bella, que o Sr -eoa-
selheiro Zacaras, primelro minisiro, -orno tal na
rigorosa obriga>;o da defender o presidente,
quem. por exigencias partidarias, as poda e>-
mllfir, assim se expressou:
lacena um liarhorel-que reputo hbil, e
do cuja honestolade nao dnvido ; no estado das
Suestdes que se prendem ao fea prncesso, nada
eseubro (tie Me tere a duriaar de sua prob-
dade.i i
Kazendo todo- esforc, porm, para atteuuar >
aeto do seu delegado, proeoriw, oem aviso sem ap-
plicac* o caso e oem argamenuco falseada, >
monsirar que a apprehensao de cartas abenas
ronstituia violacao de segrede das mesraas
Era tal a sua argumenlaf* qae o Sr. Bare de -
Cotegipe o rontestava frequwtfemente em aparWi,
e rboeou a dieerdhe :
Nao lia esperanca de moUmra, meuthsre se-
nhor, quando V. Bkc. d-feod is\o. 1.1.
K' d'Krtnna falsa V. Exe. ecti se aoronettea
dd da neeessidade da causa e V- Exe. tem se u
pn-ismad. ni >,A
' O. Sr. senador SWrtra da 'atetts,- taasMte e) onv r
moineme V tedajp^aV aeiHra hirtoriatl ai


I
HO
respeitodo i
a leria iJotlca aivfa-
tifl, porqne a$",lf<-saV
t.
meu
E aiiidn "onedham a corda ^oe eaxc oanth-
nau-este miaistorio neteada'M -s >
' iCnrren*) assim teda a df*Cw*|w, o' SrV Cunten,.
fHleiro Zacaras trahw ..somonte 'da-atirihutr te;...
ion siiioil"raocilii'tle lei ao-aote' do jala,' mas naa fidav *
ar,parlido ;__iaeste castf tt *-' |ir ln-n njVpn m.la iln pim laHaiali i, il
paiz, pugMaVnJa ?r.t Vil la-Bella nao proferto ; aa ***.** la ...
_ a t f**4pou qualificar da leglil'^t'laa inquaficarel
d3f4873. Marta. ^ e
UtiriilMo Jos l*fcs, ffftf fea, pas, rora ma^robosUi e>^8te
do Rr. >Hto-flHa iafusMafefeel, fbi um
-
.
.-)


.STf*i*6o.46 f fcambuefr ^fi&<^Jw%d]dtotf9lli arruas
nst;jo para ostentar ferudccao
nac
Indictafciuhejicu a
Vendemse os volmes se
Mdate nacional J)es H os qu^ar eeqjprar.
Mattos Irmaos ip pipas
ci ande"
histrica.
Nao mArfc #se ajisipiafe tiftttLcoll
desaso daIalpKconfe afeiiiliccjjbjicoii
Est irriratlr o^tror d'antfo a qTtc nos rere
-li-ui rinos?, JfMMripw amar da Sn.VilWWUitj ns,
o-atwditams,, s^ra.poiflufcQd amorei. ..A.nriKAi-
tuicao do aereo eavencn e prostilu quasi sempre
a alma dotfifar>Wo!<. *
viciima do sen proprio veneno.
9 de julli i.
_ fSiffMi
dd- -i .' KMMTA.
No artigo anterior, onde se \-desvoHeciii\ento
tli espirito-iga se derancamento espirito.
Onde se l.-M a crir o ^ue c' de crear l*-se
f o Cesar o fue a> Cezar.
i
all

raf
_ ente.
&rwJ.'
assucar branco.
aiguftpX na barcaca Boa
d Crvalho 6 barricas
rfeflaa; M. A. Senna
tn"3Mll!b# df dffcrwa neo.
tarr^fJ,.Ma.&>s.t<>W *m,^
sS3it!
dfv
3.' o 4. por
-e 7.* a 3J ca-
doce.
frw. isr ".ti'ir
Rendimento dodia 1 a la
Idew do-di* 'i- -; -roa
, fcBhnoom 3n5
,|!,n"V(IWlB SAHtBfls"1
SJafl
IM 011
t) ?^itrmtfn
^ii^SSfl^JesilIntf Ub
lliP.12
Errata.

XodlaUrtl. _
BOiSonoifti -'oJbinA
'>
No rticoPalavras sobre a liltoralura brasi-
leira -alm de erro weraateMo tyiwgrapb>cos,
|ue dejfptz.iiaos a ,flue calregamo i emendado.
eitor, devenios notar alguns oulrs substancial'-.,
que dizem respefto ao penstnento que qufeenrs
dpiir;tfta!*am Hpregidas palavra* dtTersaS
das 4u saina.
^j,, ^ \ parte ^ *rtigo-X)ario do 10 de alna
logo no principio haespiritas Iliterarios ja-
mis deixareinoVpns'r tero Ws-scrn sftrjurar
l*\ ~KftQnbltH(9riD.. M .){jr
Nesta mesma liarte, no periodo que corteca
niogtwT) 4udqufee*e atereter''cte., ha um erro
substancial que o seguinte :... aos phenomenos
> leis physitkis t snciaes que so deve leraos phe-
nomenos e leis\hy*h
mitro, eje
Va 2' parte* flo artigo -Diar de
quando fallamos do poema (Moiafou^ia... qtje
a gente se can/a de tac- athalico- parte* Hhlolii-
sernos catholico e sim cahot co.
Antes disto ha no fin da primeira dtaisao do
artigo sernos aindt*miM mitudsres, t\u defo-so
lr-amaos uts mos imitadores.
Mais adame no-periodo que eomeca Domine-
mos em notsocoracao o sentimento, etc., onde est
comrots patrios -la-se creacoes patrias.
fio periodo i|iie cometa -Pagundes Varella -
ha fados ulteriores, que se deve lr objeetos ex-
teneres.
X\ 3' parte do artigo Diario de 12 -s ha um
rru nslavel e o seguinte -no periodo (comeco)
Mas que podir poderoso poderia, qne se deve lr
mas que poder ou influencia poderia, etc.
BIS ^-Wldft-WKrfMy?^
Un navio io trapiche d ^Ufldvga.
ttECEfilJOWA DE IlENDAS INTERNAS
BAEs'Ws-wsnniwfora) -
neBdlrnenfo-doia 1 a 12. 18-.8J6A3S
Mem-4oa li. M J-^ uoo:fdA<66l
M>t
muhT oh o^H oi-dtiaS
i qne lofUou diiu uiiinxnii^lidadB sec
]i%iDa(f^u dos-^>riid,iwci!ssarios
' ~* wijjnftwr^lHiQAaeft.ntioll
w4# (ucciaipn uodiaviajs^wcipal
J)eAo,pc^an^ cwiviila a tpdos os *eus mu.-
i ,4 reeaetter a esta cmara |ods os'aSMp-
W que ^teadenwa d#*pr 'i>::!.rf-l;i nesse
pah'ioiivo.ium) rfra^iW tupadio. cvrta de
4 'fUtii'TiMflrri. irT^'V' de acudir a
** a4j*e unja tMf%i^ar da glorio da
.^a^MblUacao. arv>
a^^caoiw* UBiwialtbUocire, & ie.ju-
fcdo Reg e Albuqfaerque
ro-presidente. I *.,i
innerque'Atitran.
i-, ." :' -*i | -m "
*1M
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"Buza.
ii' i.
. Ttflll
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nho-de-^a.'
0 Ui loo Carios)tetfeoiaMHr*'asMloaMU-4P^ ta, a -hr
mnhictpal 4rteMMK),vhPle'irreiro9l da co- /;
i#S|lypa3.,Crn?Iujat) a arrepata-
0o a osrtihVi V mf, o ma acial a pa o ilw 8
wrrtrKe, jwpWem AtiMmitiis -fis oliueUs
trtdentfr ar>- chafarizes lo Biilrr6'-ff Mfe
e Santo ^(^ii^enovo resolveu a aJmi-
nirtrac^Tiiifa-lirnira t) dia 22 do correMg,
pelas 12 HBHGDI/
'H <*
e outra s 8 da
E
DerwsBvff^iircelo todas as noutes.
Nos domhigo'edias festivos lia vera das func-
fteco (Is kilhetes.
Camarotes com 6 cadetras 18fWft|4 fo j-
Entrada a hiares reservados 3 |TO If. F l
fcutrs&igpral 2*f*
Crlaaoks meaotes de lannos iOih> ,
OjMH4wnd. lugares reservados pagaio
adultos., ,ltU|
! -
PStftlStea
Seguir com M&lbfeVda'do o
tuguez Hovo~L Lomatca : qu^fti
zcr carjuYo
signatvlsah
ees son
te por-
mo qui-
gem dirija-se aos con-
no Ponceca k C. suc-
n. 19.
w firt>pnz-reta coarstar t pvm
pfoprtsla? qw ?t?lrm'fllftftrtRr)aTei.
. que
farcm
As pjptjjtas, cqixp .] antccQiJeQtaiWBte
icou determinado,^flHi er-tJtaa, quqr
AngtobaJamoota a rflflpeitoos Cirros, ^trflr _
)or cada cbal'ariz: qiwato m.batiros erj-
glt>l*alatqiite, si;viro as Imzs j;i anniiiieia-
[CaNIDIlAPO PROVINCIAL
Kedimenfo dn dia la 15.
dem do dia 1 i. .
(Mi Mi
sotuer
8:lli2B
91:")7i390

C0MMF8W8S

Praga do Recife.
M <\ iaicnt' c. iransaecoei Commercites d.i
[j;-*ija to otifc, aa Kiaana de'7 a 12
de jullio de 1873.
Cambios. Sobre Londres a 00 d/v 2o c 7/8 e
26 por 00 V leltras do English Bank of Rio
de Janeiro, negociadas uaqucla [iraca e vendi-
das nesta.
Acje dacompanhia de Beberibn a 735.
Algodo de :
Maeei 2* sorte 880O ior 15 kl. posto a bordo
frete de 7/8 e 5 /
Hem refugo 7>-'OOdito dito.
dem 1" sorte 9600 ditodito.
dem refugo 780j dito dito.
Parnambuco Ia soriu-O^MO.
R:.i Grande lo Norte setn inspeceao 8l).)0 pir
IS kil.
Peeap 1" sorte a 000o posto a bordo a'fre'e de
."i/8 e 5
dem 2' sorte 93000 dito dito.
M->:n refugo 85200 dito dito.
A'aramericano purgado 2 por lo kilos.
Bruto bom 180 i.
Dito americano 1700.
Baixo l600.
Couros -seceos salgados 22 rs. por kil.
Ditos do Natal ."00 rs. dem.
Entradas de assucar e de algodo :
Acucar ',819 taceos.
Algodo l,MB saccas.
Ohsiivaco :
K as entradas sao as que se verificaran! al
meto dia de sabbado, 12 do corrente.
^4mot entrados no dia 11.
fPar/l e pedas iataruiedios-MlO das, >vapor
nacional Guara, do 750 tonelladas, com-
mandanto Alcoforado, cquipagem 55,
carga dilTerentes gneros; a Prente Vi-
anna & C.
New-York por S.' Thomaz ePar.l20 das,
sendo do ultimo porto 6 dias, vapor
americano Ontario, de 3,451 toneladas,
commanJante Sloeum, equipagem 8,
carga y-irina- pmg|^, n Honrv KorMor
Navio saludo no mesmo da.K
Seguio para os portos do sulvapor aie-
ricano Ontario, com parte do carrega-
ment que trotto dos pottos donorte-
V1MENT DO
maraa do mesin mtn*, prmimkiia&tuwu-
' bwoft* Sna -MafeMad*" lwpraH*srue
U#a eoarde,-etc. Tf
aoo'aber aos qwe o pmmotmnlMv*tcm-m
d'-alle antffia Uveiwm, iflea%lia villa, rom o acaan ie'essanla 4o*y.-* Hitar ila
data-da aUlTajio do presente, o concurso Htt t)0i-
'ftWeJlnil^a^e^I'.'lbelliao do publico, judicial
a notaa e ajcrio das execujoes oiveis e crwes
wsM#fte oWaVea, ifeai pifcecreto de :1
de iaaeifo 4e .Weli, iqiw -ae aeba vago "esde a
creagio do aeuaotM^j*el flMt m u*lda a
toda e iiU4.|uer que rateada o reiepidtf r
paca jmzo com u< sen ddcuuMiiios da UatiWtot'to,-'
devero constar de auto de oaaiues dqsuici
ioH>a-.carrla,,/:ntil|iav o>,i outros <|ue *1hiii> conveiiienuj juntar, par
depois de lindo o mesmo prazo possa es(et
remetterao >2xflL Sr presidente da provijT
respecta* Kwe ascim documentadas.
E P*AflW vJe Jconhecimeito a tu
interessyyysf nfnpi passar o presente
xar no
Villa
provine
jiillio do 1673.
Eu, Flix da Cunha o subscrevl.
Juan Caries de Menonoa Yasoanctl
i
Associacao
Lo de :8'73.
Ojmmsrcial Bcuelicente, 12 de ju-
J. V. Ferreira Lopes,
Archivista.
PIUCA DO RECIFE 14 DE JULHO
DE 1873.
AS 3 1,2 H0BAS DA TARDK.
Cotftcs oSYIcincs.
\ o -de I sorte escolhido 9303 por 15 kilos,
sabbado.
Diti dtdita regul.ar.9*200 por lo kilos, sab-
bldo.
A!g>!ao-de dne.'i.'. 2 sorte 8^800 por 13 kilos,
posto a bordo a frete de 7[8 e 5 0|0,
sabbado.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 23 7(8, 26 e 20
1|8 d. por 1() 0, sabbado.
C.x:i,:. -abr Lboa a90 div. 109 0|0, do banco,
abaada.
.cal Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lentos
Palo secretario.
ALPANDEGA
nenio do dia 1 a 12. .
dem Jo dia 14 ,
421:6112 :.73
3:1:770^.110
461:463VJ}
Desearregam hoj.n lo de julhode 1873
Brigue ingle/ Argos (atracado) mercodoriai
liara alfamiega.
Sain;a liespa'iholaVen'Hrita- xarqne jardea
pachado para a trra.
I inpor< acffo.
Portos *) norte, vapor nacional Guar, consig
aidn a Pereira V. A C, manifeston :
ipo do chile I fardo, a Ferreira & atbeoa,
Cft't l caixa a Kellar A C.
dfayeiija 10 tainas a lielt* & Filho; lo barra
atoa cfnsignalaiaa
Salsa 24 rolos a Bartholomeu A '.
Tapioca 20 paaekas a Gont;alvos Bastos e S.
\ampe de manacan 6 caixas a A. J. F. Mon-
teiro.
.\--.v-Y i-k v.i;iir anwricana Ontd-io, consigna-
di i i. FoN*r t C. manifestou : "
Borracha 3 saxas a oroem.
L"U*-1 caixa a J:Cairo. >'>
w OEiPAU' S DE EXPORTACAO NO DJ* r2 DE
JULHO DE 1873. .
Part o poWoj do exterior
y "i y Apir ing4e tlindH; para Liverpool, car-
regaram:. G.Neeaeni C. 234 fardos com 4'6\663
kilps a"e alg.jdi i.
th'mn ini-dez Fu?her, para Liverpool,
carregaram : C Naesen A C. 427 laceas com
32.o V. kilos de algodo.
Na poiia -liespanbola Temeraria, para o RO
garam : J. S. Loyo & Filtn 130
pipas rom 72, 00 litros de agurdente.
N) lugar. portugU"/. Julio, para Lisboa, car-
:r.

<
Vi)
__ica eauroa esjileliados com. 330 kil
r Fon-
oo
P*r* os portos f wftribr.
d Para o Ceari, n>.vafiwll*aaMro'#>ir^7inrf,
*rreg*ram : J. Urano S Iwrrieaj com -1277i (
ius de assucar'TelIlBado'; f.'i. 't\ HoWo*2 bar-
r i- c im"1.89l ditos de."to'braneo ; J. M. Pal-
tneira 2 barts aatiJjfflitros de agurdeme; M.
A. SjnnaW^aM-Wen 610 kilos do assucar
prai^'c. Par i icu, Fernandes A Irmo I
."^^fta^-rtiMtr-^gaifoV je-apwfdfni.', Para o Ara-
Para o Porj no pala&to portugna- Rocha,
O Dr. Sebastiao do Hego Barros de Lacer-
da, juiz do direito especial do commer-
cio da cidade do Recife de Pernanibnco,
por Sua Magestade Imperial, quo Deus
guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, que
no dia II do mez de sotembr prximo futuro, as
11 lloras da manhfi. na sala das audiencias, deve-
ra ter lugar a reunio dos credores da massa fal-
lida de Magalhes, Men les & C, para se verifica-
ran! os crditos, deliberar-se acerca da concorda-
ta mi formar-se o contrato de uniio o nomoar-?e
administradores a-dita missa, certos os credores
de que nao sero adimttidos por procurador, sem
quj exhiba proenracao especial, a qual nao pde-
la ser conferida a devedor dos fallidos, nAo poden-
do ontrosim nni 80 individuo representar por dona
diversos aedores, c quo ser havido o credor
que nao comparecer, como anherente s reiolu-,
caes que tomar a malaria do votos dos credores
que compareccrem, com tanto que para ser valida
a concordata 6 necessario que seja concedida por
um numero tal de credores, que recsenle pelo
menos a materia desfes, em numero, e dous t^rr^os
no valor de todos os crditos sujeitos aos effcitos
da concordata.
K para que chegue ao conhecimento de
todos, mamlei passar o presento edital, que
ser allixado nos lugares do costume e pu-
blicado pela imprensa.
Cidade do Recite de Pcrnambuco, II de iulho de
1873.
Eu Manoel Mara Rodrigues do NasdmeatO, es-
criv.lo o subscrevi. Recife, 11 de julho de 1S73.
Sebastiao do lingo barros dn Lacada.
Edital n. 12.
B(.i,ln5peetoria da alfandega so faz publico qeu
no dia lo, s II hora da man lia, porta desta
repartirn, se ha de arrematar, livre de direitos, a
meredoria, abaixa mencionada, abandonada aos
direitos por Paul Guelphe.
.Armazein n. 6.
3 kilograiimios, peso liquido real, de folhas para
fabricaejio de lloros, avdiados pjr (Ct66C, que
faziam parte do conleddo da ca xa marca crculo
SVP n. 47o, viuda de Bordeaos na vapor francez
Mendosa, entrado em 7 do crrente mez.
Alfandega de Pernambuco, 12 do julhode 1873.
O inspector
Fabio A. de CdrmJko liis
Bazes sobreas quaafse tkvefantar.
^**l MflWBO'HKP.fPR.
_,Chafarz e bica do caes db Apollo.
-fttto-tla rtta tk) ili rua do Bruin.
Dith db fcorTeSfBWiAMs. 19:65055000
BURRO'K SANTO ANTONIO. .
Chafariz do largo do'Carmo.
ii(0io largo to Paraso.
Dito de largo de Pedro II. I ,. .
DO da na do Sol.
Dito da rila da Concordia. 25.O00000
Esfri()tor coi
H


HEATIO
feftfte Ihiesri-

aomarca do mesmo
ernambuco, aos 3 dias do mead1
udoadfce
.ve-
nome.
0'-<'relario,
mt
ide es
Perantc a cmara municipal drst cHIade
tara em ntaca nos dias 11,' r2, 14, 1.*! e 16 do oor-
rente para ser arrematado por quem menor preco
olfereccr, es reparos da ribelra da fregueiia da
IVia-Vista oreados em 60i00O. As pe=soas, Ale
pretenderen! arrematar, compareeam i paco u-
niripal em os referidos dias, munidos de tianca.
I'aeo da cmara muHicipal d o Recife (O de j all o
de 1873.
Manoel Jonquim do aVi;o e Allniquerque,
Presidate.
Pedro de AHmqtterque Autran,
_ ____________Sucre'.ario.
l'oresta secretaria 'se faz publico 4u por
delibera.io do oonselho director, foi approvado
para ser admrido as escolas pnblica primarias,
de coniormidade com a diHiberacao tomada pelo
mesmo conselho em sesso de 29 de outubro de
188, approvada pela presidencia da provincia
em officio de 6 de feveroiro de 1869, o compendio
de arithmetica theorica c pratca edilado pelo
Rvmd. padre Ignacio Francisco dos Santos, em
1872.
Secretara da nstrucoao publica de Pernambu-
co, 12 de julhode 1873.
O secretario,
Aureliano Augusto Pereira de Carvalho.
O lllin- Sr. inspector da ttiesonrana provin-
cial, cm cumplimento dnordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 5 do corrente, manda fa-
zer publico que vai novamente praca no dia. 17
do mesmo mez, para ser arrematado a'-quem maia
der, o sitio dos Remedios adiudicado a fazenda
provincial, servinJo de base aarremala^ao aquau-
tia de 3:7503:
Secretaria da tijpsouraria privincial de Per-
naiabupa 9 Je julho de I8?3.
O olllrial-niaior
__.___________Miguel Alfonso l'eiroiri.
O.Dr. Sebastiao do Reg Barros de Laccrda, juiz
de direito espeial do commercio da cidade do
Recife de Pernambueo,, por S. M L, etc.
Fa'.Mi saber pelo presente, que no dia 9 de se-
tenibro dcsto corante anuo, s II horas da ma-
nha, na sala daa aailiencias, davei ter lugar a
reuniSo dos credores da massa fallida de Antonio
Jos dos Ruis para m verificar os crditos e delibe-
rar se acerca da coicoraata, ou formar so o con-
trato de uni2o, e nomcar-se administradores dita
massa, oetto os credores de que nao ser3 admit-
idos por procurador sem que este exhiba procu-
raran especial, a qual nao pqder ser conferida a
devedor do fallido, nao podendo outro sim ums
individuo representar por dous diversos credores,
e que, ser havido o credor que OJO comparecer;
como adherente as rcsoluces que tomar atnaic-
ria de votos dos credores que coparecrem, com
tanto que para ser valida a concordata, neces-
sario qne seja concedida por ura numero tal de
credores qw represente palo mono.-, a maioria
daaies em nainoro e dous torcos ao valor de todos
o* crditos sujeitos aos-eifeitos da concordata.
E pava quo chegue ,a conliecmento de todos1
mandei fazer o prsonte edit:,l, pao serafflssdo
ao-lugares do eoakime o publicado jwla im
prensa.
Dado e naado nesta aidade do Rec;fe d; Per-
namifo/aos-adejalhi d|H|t3.
En. F.rfiasw BioUdo ll-eW Pereira da Silva,
etcrrvo.o subscrevi.
Sebastiao doj Rogo Barros de-Uccria. '
O Illm. Sr. Dr. director geral interino da ins-
truccao publica, em virtude de consultas que Ihe
ten sido fetas por alguns Srs. professores, manda
declarar pelo presente que as disposicoes da le
n. 1,124. publicada no Diario de Pernambuco do
10 do corrente sao bases para os regulamentos
que o governo da provincia est pela referida Ici
aulorisudo a expedir para a reorganisaco do en-
sino primario e secnn laro, e que em qivanto nao
Atraa laes regulamentos publicados, continuara
ara vigor a Ici n. 369 c mais disposinles que Ihe
sao relativas.
Secretaria da nstrnc;ao publica de Pcrnambu-
co, 14 de julio de 1873.
O secretario,
______________Auri-liano A. P. de Carvalho.
Rodolpho Jobo Barata de Alenla, coronel coni-
mandante do 2' batalhao de infantaria da guar-
da nacional deste municipio, commandante su-
perior interino e presidente do eamethn de re-
vista da inesma guarda nacional, por S. M. o
Imperador, etc., etc.
Faro saber qne, de conformidade com o dspos-
to no art. zo do decreto n. 1,130 de 12 de margo
de S.'i.l o mala disposicoes om vigor, dever reu-
nir-seo conselho de revista da guarda uacknal
deste municipio no dia 2o do corrente moz (3" do-
minga) pelas i) huras da manh, no paeo da c-
mara municipal.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente edital, que ser publicado
nos jomaos desta cidade.
Quartel do commando snpiior da guarda na-
cional do municipio do Recife, 12 de i libo de
1873
Rodolpho Joo Barata de Almeida.
- De dem do Illm. Sr. inspector da thesou-
rariakle Iazeada,-se faz puWieo que, em virtude
do aviso do ministerio dos negocios da fazenda de
2i de junho ultimo, vai em hasta publica, no da
30 do corrente mez, pelas 2 horas da Urde, pe-
raate a junta da mesW theieuraria, para ser ven-
dido a quem maior Yantasen) oflereoer, o barra-
c.o que en* Santo Amar das Salinas, servia do
quartel conjpanhia de cavallaria, avaliado pelo
juzo dos citos da fazenda em dous contos e oito-r
centoa mil res.
(h preterjentes devero apresentar as suas pro-
postas em cartas fechadas, competentemente sel-
Jadas, at urna hora do supracitado dia.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Per-
nambaco, *-dej'Utl)0 de 1873.
O secretario da iuata,
Jeiuino Rodrigues Cardoso.
^vLA^COES
SANTA CASA l)\ MISIUCORDIA DO
KIXU'K.
Pela ceretaria da santa casa se Lv. pubhco que
o seubor thesoureiro, no salao da casa dos expos
tos, pelas 9 horas da manh do dia 14 do corren
te, far pagamento das monsalidades relativas ao
trimes'.rc de abril a junho lindo, s amas que se
apresentarem comas crianoaftte'Uies foram con-
fiadas.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, o de julho de 1873.
O escrivio
Pglro fudrig'ies'de Sou:a
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria.da'aW casa da misericordia do
Recife sao eoavidados os prenles das educandas
ilo collflgio (h.s ofphas em seguida declaradas, as
quaesja corapietaram a sua oducacao, pai'a que
requeram ao Fxm. presrdente dnfv.viucia a sua
entrega, em vista do que re-ohvu a junta dm3
nistrallva. de ccmffrrniidndc rom o qne diside o 5'
3' art. 48 do respectivo rgnlamento.
Candidadas Chagas Ooelho Dkmizia das Cha-
gas Coelho, Albas de Vital .w eh;tg;K Coelho.
Mara Emilia. (, A /
Ignacia Rilieiro,ffla flo Leandro Jos Ribetro.
"'Mara Igaez de Jklio, filha de oao Bezerra de
Mello.
Mara Magdalena do MeHo, fiUia dedatTva-'
res do Mello.
ValerianadoCTiaAtor^filha de Vicente Ferreira
to --31253
SANTA CASA DA MISKIUCORDIA DO
RECFE.
A Mima, junta administrativa da santa casa da
yiserier>rdia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 17 de julho, pelas
3 horas da tarde, tcm de ser arrematadas a quem
mais vantagens olferecer, pelo tenipo de um a
tr s annos, ?s rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Rua larga do Rosario.
Tercciro andar n. 24......2'2000
Rua do Padre Floriano.
Casa terrea n. 45.......2005000
Rua das Calcadas.
Casa terna n. 30...... 220*"0O0
dem i. 32......... 134*000
Rua do Senhnr Bom Jess das Crioulas
Casa terrea n. 8.......343*000
PATRIMONIO DOS ORPHaOS.
Rua de Gervazio Pires.
Casa terrea n. 2 ...... loOOOO
Rua das Cinco Pontas.
Casa terrea n. 94.......301*000
Rua da Semala-velha.
Casa terrea n. 16...... 209*00(1
BeccQ das Boias.
Sobrado n. 18....... 421*000
Rua da Cruz.
Sobrado n. 14.......1:400*000
Rua de S. Jorge (Pilar).
Casa terrea n. 103...... 206*000
Os preleodentes dever'o apresenlar no acto da
amuiataeao as suas Bancas, on comparecerem
ico i panhados dos respoctiVos liadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio qne contiver estabeleci-
tnonto commercial, assim como o servico da Um-
peza c preces dos apparelhos.
Seeretaru da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de jmulio de 1873.
O cscrivo
Pedro fodriiiiies de Souza.
O abaixo. assignado, lancador da reeebedo-
ria desta provincia, passa nes'ta dala a proceder
na freguis do Alagados ao lancamento dos im-
postos do industrias e prolissoes, da dcima do
corporales de mao-morta e pessoal, para o exer-
cicio de 1873 a 1874; e pe.'o que, na forma da
le, deveu) os sonhores impiilinos e locatarios doi
aredios que oceupam em dita fre.tnezia, exhibir
os respectivos recibos e contratos, afim de ser fi-
xada a taxa co:n que cada um tem de contribuir.
Roccbedoria de Pernambuco, 14 de julho de
.1873.
O lancador
Man -el Jos Sares de Avelar.
EMTREZA
-frira 16 do jflUio.
6.* representa^ito
lo excelleote e muilo applaudido dranue n 1-pro-
oga e o actos : ,
deseinpenbando a artista
Manuela Lucci
o importante popel de protagonista.
Terminar o espectculo com a prmeri repre-
seaUfu da jocoaacomedia em I acto:
0 CHOLERA MORBl
imputo
iiu'iom ,ui(V> ^

Havr^ou^sSia,Tas?oiahia'
Personagens.
Williams, pintor Sr. P. Augusto.
Morthiube, medico Sr. Florind.
Lavenett, official de justica Sr. Cmara.
Luslrill, negociante do verniz
e encerados Sr. Julio.
Daniel, aprendiz Sr. Antonio.
Anna, mulher de Williams D. Josephina.
A scena passada n'uma cidade da Inglaterra.
Principiara as 8 l| hora-.
VISOS MABmMOS
Coiiipanliia aHierieana e hrascira
de papeles a vapor.
At o dia IS do corrente esperado de New-
York e S. Thonuz, o vapor americano Ontaritr,
i ommandante Geo P. Slocnm, o qual depois da
demora do costume, seguir para os p >rtos do sul
Para fretcs e passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster A C.____________________
Para Lisboa pela Ilha de S
Miguel.
O palhabote portuguez N ro S, Lourenro pre-
tende sabir com toda a brevidade : qum no
mesmo quzer carregar ou ir de passagem, trate
com os consignatarios T. d Aquino Fonceca A C.
successores, rua do\Vigaro n. 19, primeir i an-
dar.
i
Alio dia 21 do corrente, esperase d Europa
um dea vapiraa da knti, prevajetnaateD iv//e de
Santo1!, que seguir dpoi^ da demora precisa, pa-
ra o portos dosut. 'i****'!
Itelativaraenj/i fretes, anroioraepdasjiassagei-
ros, para os quaes temiTteTleatea acmhodacoes
por privis redutidu* : a iraU c*ai t consigna-
tarios Augusto F. de Olivelra A C., a ruado Cora-'
mercio n. 4. fntagduyeja *Hj^f onda.
COalP^ilW,^
taHA
IWavegiao* 4totelrai vniaor.
faaAJiYBa, natal, 4uco,>M>&s4&&', arac*.
TY, CEAR, ACAKACL-' F. URA.VA.
O vapor rhupnma
eommandanie Felippe
seguir para es por-
tos 4i-ima no dia IS
do corrente. s 5 ho-
ras da tarde;
Recebe carga al o dia 12, ancuininandas, at^
11, pa?.ag>ns e dinhoiro a frete at as 5 horas da
tarda do dia da
Mattos o. 12.
aluda : esoriptort no Forte d<<
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com
a possivel breyidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte d sen carregameiito en-
gajado, o para o resto rjue lhc falta trata-
se com os consignatarios Joaqum Jos
(lonc^ilves Beltro d Fillio, d rua do Com-
mercio n. 5.
O
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima com muita
brevidade o brigue nacional Amelia, tem parle
de sen carregamento prompto ; para o resto que
Ihe taita trata-sc com os seus consignatarios Au-
to-io Luiz de Oliveira Azevedo & C, rua do
Bom Jess n. 37.
I
' :
De nrdfttn do'IIIm. Sr. inspector da llresou
raria de fazenda se lu publico quo se afcham
venda na-ftiesipa reparticao as seguintes coieccSes
ifc leis a decisoes do. gaverno. y-1
irapariaes rosolacoes.ds- conmltas da .ectada
l'aaonda do oonselho di estado em seis voluntes,
'soBdo-o-rciiaoiro-^acFdOOa a os eutri
2g cada um.
OoMeaos-de' leis o deefeoes do governo
de 1866 rpor
Ditas idpm ilem d"t7^i.lSWkcada
. aGiOOO '
r ^
Ditas'ditas de'im.pijr-
i ios resolu..!e's slbre negee
lapailMim
:
' '7*600
isoool
voluracs, sendo o
)Jdeaia*Jde'l*70
> di'laWMdliW* 7-
l'por^^f'a'
'IWO*
EudociAMAdiW fc *"
Febppa.
Theroza dos Saatos Torres, filha de Joeilcs San:
to Tor^ es.
i Pergeitina, protegida 'dfi'^iaa^JfaiMciegilda
Machado. > tn anl .
Sophia Mara da Concelfi, exposta. I*'**
Maria da Pmxlfl Bjlcira, filha de Rajammdo
Jos de Sjuora. ^ : '"
'Secretariada santa'casa da fHier}cmflia ido Re-
cfei27'dc untTo* !8T3. ^p^*\
O-estiMo Ll'j
Pedj-Q. -Rodrigues de So^za.
SbSHI7
isericordia

do-^Reftife
De conformidade e./m o'Tpr reserven, a
a.imfnfstratlva d*faH>ama'cisa1!mu'!fs.arl f
i& corrente vai a 'pnc,a fnd
0C
Wlitr,
da rija "do iwpaadpr ru.8|,,*ojnando-si3 pordfese
a qnnrtha de fCOiOW.'irfftMr^refo omirepr
(is interessadas fseaaa eB0ar:efif)a
MSW)' indicada na sah da9i>cessfei>^daTinaaaM rt9 Us.:t horas da tarde dn-Mia-a dopMaideintn
tendoiflear setenteside qia' 19'fim daiyigar-a jrnportaacraido&iicearto lianapi
daafpM*to<)^nna|briada> Oaa
mpetapualioa. .,..,, # M.*3m-,qi>
Secretaria da -
O Illm Sr. inspector da thesiuraria provin-
cial manda iazer publico que do dia t do cor-
ren^ em liante principia nesta reparticao a pa-
gara) o juro das apolces da divida provincial,
vencido no sime-tro lindo em junho ultimo.
i para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da toasouraria provincial de Pernam-
buco, cm li de julho do 187:1.
O otflnial matar,
_________________M. A. Ferreira________
ADMNISTR V'.AO DOS CORREIOS DE PEH.NAM-
31HX) 15DE JULHODE f873
Malas ncl vapores Pirafttna e Maadah
a eompatildaperuaiBliucana.
A cftrroap'md.'nria boje (lo), pe.los vapores cima Hiencioaados para
os ptrfos do sal at o Aracajtl, e para os do Uone
at a i ranja, ser recebida pela maneira se-
guinte : '
Macos de jorqans, improesos de quahf icr natu-
reza, e cari a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, cestas at 3'ij2,
pagando porte dupio.
Q administrador interino,
'Vicente Ferreira da IHirciuneula.
COMPA.MIIA PF.ll.NAMBUCANA
DE
\nvpgnciio coslcira a vapor.
MACEI, ESCALAS, l'F.NF.DO E AUACAJU'.
O vapor Miiudahii,
ommandante Julio,
seguir para js por-
tos cima no dia IS
do corrente, s a
horas da tarde.
Recebe carga at odia 12, encommendas at
o dia li, passagens ednheiro a frete at as 1 ho-
ras da larde do dia da sabida : escriptorio *no
Forte do Mallos n. 12.
Vende-se o palhabote porluguez Sympathia,
de lotAQio do liG metros, forrado e pregado de
metal, constmido em seteinbro de 1867 com todas
as perten^as e sobresal entes, pode ser examinado
em frente ao caes do collegio ; a tratar com o ea-
pitao ou com Pereira Vianaa & C., rua do Viga-
rio n. 7. ________
Brigue nacional Arroio Malo
Para o Ro Grande do Sul vai seguir sem demo-
ra o brigue nocional Arroio Malo, navio de 1* or-
dem, punco faltando-para o resto da sua carga,
para esse lim trata-se no escriptorio de Silva" i
Cascio, a rua do'Mrquez de Olinda n. 60 andar.
LEILES.
LEILAO
COMPANHIA PEKiNAAHJL'CANA
DE
\ivcHct costova a vapor.
PORTO DE GAL1MI.V, RIO FORMQBO E TAMAMlAR
O vapor Pai-ahyha. com-
mandante Pedro lolasca,
seguir pava os portos
cima no dia 15 'do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encoin-
meiKlns. pisageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
Rio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo seguir em poneos
dias ; para carga trata-se na rua do Vigario n. 7.
AMI.NLSiHACAO DOS CORREIOS tK PERNAM-
BUCO lo DE JULHO DE 187.1.
Malas pelo vapor Guara da companbia
brasileira.
A correspondencia que tcm d.e ser expedida
boje (13) pelo vapor cima mencionado para os
f3rl03 do sul, sera recebida pela maneira se-
uinle :
Macos de. rnr.es, mpressos de rjualqaer aa-
tnreza c ca'rtas a registrar, at horas da Larde,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1^2,
pagando porte duplo
Ae arta-; o orna* rpie se di r tai rom ao Rio da
Prata, pagaran jirevlamiute, ;iqu#llas a taxa de
300 lis. por Lj graiunxs mi t'racco du Ki gram-
nias, .e tstqs a do O r-, por iO grammas ;ao dfaO-fnvwwnas, na paijgressao estalielaeida
nas tabellasi: e D-auncxa s instrue.'oes do Io
oV de/^nibro de 1866.
O a^fmmistrador interinp
Vicente Perreira da Porcfhncula.
DE.
um esplendido sortimento de
miudezas.
II je
AS II HORAS DA MANDA.
O agente Pinito |org*e coinjtetcnlemente auto-
risado porDuarte & Innao, cfcr cuula c risco de
quera pertcncer. levar a. bahia o seguinte : fitas
de seda, largas eostreitas para cintos, pecas de
setira decores, ditas da crochet, envelopes,co-
ques, liuhas de 200 jardas, extracto- linos, tran-
cas, chapeos para enancas. Ruottot para retrato-,
espt'il.us, potan para pen o calcas e camisas,
caivetes, domines, guizos, llores artificiacs, brin-
cos, mcios adtrecos, collaies, lamparillas, estam-
pas, galoes, bicos (lomados, caixas para rap,
oculos com aros de metal, meias para homens e
senliuras, ciiapellina.-, I..ioo..<, cosniuliques, boto- >
para palitots, pentes e;cova para dantea, |>s para
ditos, vazos com pos d arroz, agulbas unas, li-
anas para marcas, lavas lio* de Escocia, leones,
lencos de Iiiilio e de clnt.., ospanadore& e outros
mullos artigos; no scu ascriptorio, a rua do Bom
Je.-us n. 53, pcmeiro andar.
Ultimo eio
DA
burea portujrupza Despique II, de 2!U! to-
neladas c 23,000 arrobas de caiga, for-
rada de metal, cncavilhada de pi e co-
bre, com o scu rnassame e apparelho
completo, eos mais artigos existentes na
mesma barca.
loje
As 10 3|i da manh
Na sala da entrad:! da associa^ao com-
mercial
O agente Pirrho Itorges per mandado do Illm. Sr.
Dr. juiz de direito es^rial do eoimnercio, e a re-
querimento dos curadores liscacs da massa fallida
de Ferreira & Loureiro, e precedidas al formali-
dades legaes, vender a supradita barca coin as
purteneas da mesma, a qual se acba cm freno il
trapiche Cunba, exposta aexame dos coucurien-
taa.
Lei
ao
?mk Slcisii Savigalibii Compan>
I.inFiu nnliMuul
..OP.vbUE^E
.
John Eldr.
Espera-se dos portos do sul at o dia 18 do cor-
rente, e dppoi's da demora do cosame sejrui para
Liverpool, > Lisboa, para oajos portos recelie pas-
sageiros e carga.
. B. Este paquete, da mesma sorte que o Gu-
liria, espirado at o dia 1" do prximo mee de
agosto, tocarn ambos em Hoteaux (por ordo*
da companhia) para onde tarabem iceberao pas-
sageiros, havendo lugar a I, ma
Os agentes WHson Rovre *C.,jna do Commer-
cio n.ft.
Espera-o da Europa at o da 20 do Arrate, e
depojsda demora do costme seguir para a.labia,
Ftio de Janeiro, Rio da Prata e costa do Pacifico,
para onde receber pa?sagciros e diaheiPo a frete.
Os agentes "vflfsfjn Rowc C.,'rnTfllfCQramer-
cio n. 11. .;..',.-<
Rio-Qrande -do SuL
io refer^ porto segu em p ucos dias o
'-'lanhol Tfiemuteo,. por ter a maior
"ara pie, ihe
pan,
.>r^a engajada j par
^iijaJ-seVom os'"c''nsgatarioi" loaquim Joso
ftcaivei BeTIril *' Pilho,. rua' do
Coromoreio
r .
MdAPg

*o3m***#\
AVISO
;a

-ya qae estava-ajiorilo d Gormma
illLl fldi li't MdafM tmoaferida para o 6anl*Ui. q
Kj Vfifl 1 l e^uir em JiueDaBaa ; fe para o-Mi tiran lo'db
- MPSft4 CWao Gem-ghm : trata-se namty
Amorun n. 37, coin Tasse rrmof 4: C.
DA
taverna do pateo de S. Pedro a. 1, pcrlcn-
cente in.'ssa fallida de Joaquim de Bri-
to Yasconcellos.
QUARTA-FKIHA 16 DOfCOHHK.Mi:
O agente Martuis far le.Uu/fior mandado do
ItTm. ?r. Dr. Jiifz esp. pial do c n riiereio, da arma-
rtibis pertenjas da taverna ari
p-rteucento massa fallida de Joaquim deBiito
Vascon cellos..
A'.- II libias Jo da cima xaiuesjoa lavcina.
lrHde cjaiiwrlitiii1 leilao
DE
movis, luoca, crystaesevi-
dro.s.
Qunrta f, ira !K do corrente
NO
armazem da na afcvVigwio n. 11.
l'ma rica toalHb de Jacaranda alam'XV, com-
poslade 1 sof; 12 cadeiras razss, 2 ditas' de bra-
cos, 2 ditas de balaneo 2 coneols e I jardlneira
com tamnosrde apikajoaBmore, 1 dita de amaril-
lo nasAsdhs cfcw^,guarda-louca, 1 gnai-
da-vesja^ltolellc* Ai randa, diversos apa-
'""' T'%*laJimnip UiiLfcii-1 cadeiras avulsas,
con?olos, jardineras, camas fraacezas, marque-
/oi's, eitaiUes, marqui-zas, lavatorios, cofres de
ferro, 1 magnifico sunctoarm tfmi irtagcn?, nu -
-as nlastiras, (ecretrias.'Jjaiiros com linas gra-
vura,'epelho ovans e a.uaalia4o, I randieims a
gac, cabidos, quartinhoiras.jcupoa.iprrafas, appa-
relhes pri'a cha eJaalr; e mifitd* outros ob
tos que se- aeitariio patentes ao txane dos coneur-
aaaaaai
Joai|uim Maxiuiano Peslaaa, prepoetodo antigo
ageate dedeiloes. iaa Mana Pestaa; dar leila
dos objeetos cima menctaiado, s-M horas em
noTt'lieridorariiiaeeiii.
Leiiilo
de ntedapoloes, algoJiia*^aauuos, -camisas
de linbo, oerwites fMias, esguies c
Sufras1 faten-das lirtrpas o avardas.





Diario de Peraambuoo Tca feira ti de Julho dt 1873.
X>DIHt4-FBIU 17 0E4LH0
-rttMi*taras m panto,
^or iote**e3e do ag>;Me Pinto, ra do Bom
DE
mm, Inca e cryslaes
Qiiiafca-iwa 1? tle julho
K>ru do Imperador a.16.
ni o bilma completa* de j a car a ti-
da e viuhatico teda* cocn tam-
fM>8 depedra, pianos de armario
e de mesa, guardas guardas louca,' pparadores de
mogiM) <*>ro Medra e Kem ellas,
m graavle fiteiro proprio para
pialquf r leja, cartetras ,para es-
criptorie?', ama linda secretaria
de no|uo, machinas de costo -
rm, eommodas de ntogiia jca-
ra camns (francezas de Jacaranda
e aoaarefl*. camas americanas
corn lastro de nadeira, appare-
Ihos de lamga para jamar al-
moco, eaa4ieirc8 a gaz, jarros
para fljrea, parea -le lanternas
lisas e lavradas, relogios ele pa-
rede, qaadros com molduras
.douradfifi, copos para agua,
roinpoteiras, objectos de o uro
e prati, cadeiras para crianzas,
esas para adwga i os, nina es-
pingarda de clous cano* coai1
pertenqas, un rewolver com
caixa, diversos pagaros cania-
dnrea, mu i tos movis avuUos e
infuidade de objec'os do uso
dome tico
O agente Martina vender
por cont-i de diverso., nSo s os
artigos cima mt-Rcionatfos,
como outrs muitos que esta-
iSv. \ atentas no referido da.
timo
BE
ecrvstaes.
Carros 6 rjn .pu torio, I rnoW de.jottranda a Lula
SX, I mnveriadeira, 2 espetaos agrandes dowra-
1 tos, i tutos ovaes, 4 jarros grandes para flora*
ttntK iiiurada*, ooittaio* t i^fwteiro* le
seda c (tanateo, ta|Mles para -Unta de salase
qnartos, 4 divn e 8 cadeiras do ahno.
tima moaiti de chara, 1 lindas secretarias de
nadeira.estiatida, 4 eaneiras de abrir e8qua-
oros com-ana grasuras.
rjnnmoWUa de aia branca. I-dita de junco, 1
caodeiakra Oe 6 luzes, S enasew t 4 guras.
Aous ofs de ferro. 4 eWrae ea balanco de
ierro, 4 dita* aineriranaiV jUSdrea, I metas de
jago e diapentes quadroe.
Cma-mesa elstica d Hipno, 4 guarda-luu eawdracada, 2 aparadores de aia ou pedra*. 4
Rxflrs, MJ-eSdeirae de gaaroieao, lenca para cha
e >alar, ceos, clices, garrafas, compoteiru e
fmefciiag.de fine crytfel, portarfiartas de mar-
more, colwrts de metal, garfas, facas e comeres.
Bous .guardas-vestidos cora esperaos. 1 guardas-
roup a, 1 casa franceza de Jacaranda, 1 dita de
ferro, toilettes, lavatorios, mesas-ee cama, com-
aaoaas, camas para meninos, 1 costuraras de
efcarau, i madiiua de costura (perfeita), quadros,
tapetas, 1 exrnente seeretaria de Jacaranda, 1 so
ti de magno e 11 cadeiras pretts.
Um earrinfc' e 1 cavado d molla para menino
e unios -muros nbjectos que* estiro patentes ao
ex ame d'js cotieu rrentes:
assim como
Urna vietnria forte e era ptimo estado, 1 ea-
brioiet (doajtiatft) arreios, I cabrialet ameritan)
de 4 rodaejura i ou 2 eavalloa. i carro e um de-aella.
Trrf-fejra tf do frrenle.
Na ra do Viteonde de Goyanr.a, el acara n.
177.
Eduardo A. Borle, tendo de fazer una viagem
Europa com ua familia, levar a ik-ilao por in-
lervenco do aget Hinto, os move e mais ebjec-
tos existenies em casa de sua residencia ra do
Visconde de Govanna n. 177, a qual fica perto da
lima dos bonds para a l'assagem da Magdalena.
As 10 e 11 \ bora da manha partir da estaco
da ra do Brum um bond que servir de conduc-
cao gratis acs coDeurren es ao leirSo.
O lf ilao principiar s <0 r2 horas.
LEILAO
DE
Fazendas arariadas
QLINTA-FEIRA 17 DE JULHO
Por intervenijo do agente Pinto
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
movis, louca, crjwtucs e obras
lo prata lo I'ot-I
A SABEB :
Um piano forte, una niobilia de Jacaranda, jar-
ros para flores, castlcaes com mangas, tapetes e
escarradeiras.
Urna cama firaneoia, una toilette, um lavatorio,
um e9pelho, tres cabidos, nm guarJa-roupa, um
guarda-vestido c una commoda.
Urna me^a de jantar. um guard% louja, dons
aparadores un sof. 12 cadeiras, um guarda-co-
mida, lou;a para cha e jamar, um apparclbo de
electro-plate para cha, compoteiras, garrafas, co-
pos, clices, cama?, mesas, cadeiras, trem de cozi-
nha, camas e cadeiras para meninos, e outros ob-
jectos de casa de familia.
texta-eira 18 de julho
sobrado la ra da Aurora u. O
0 agente Pinto, autorisado pelo commendador
Joao Martins da Silva Coulinho, levar a leilao os
movis e mais objectos cima mencionados exis-
tentes na nsa da ra da Aurora n. 60, cm que re
sidio a familia do mesmo senhor.
_______O leilao princ piara s 10 1|2 horas.
SBDIDE BEHT CEI1E DSTTrl-
mm.
rttAatlRil da iriodado cima
steVAaalb%MJ> s fens para-aetireai
sessi mtnwrdioaria, que era' tugar a 16 do
Mi mea, na casa do ctistomLMtm 7 toras
da ujrdji dM|dV|rie M|a +**, *.- ojee-
ndr iaaei#i4MKn i^ldfi *" fF *.|tt*o i MMoeW H.. que
m^o ter.ftipretoirl^iiwn lu* oin .. iu
rae de-s*ciHrne enrannronitnai.
eornar k Sociedado IHeifeV;i)s Tupo-
imtj*uM'ai rVvuimbuco, 14 dr jullnxlt 1873.
O l-eoertaan.
Betmin) firrrtimMaF. CaHacil
PretiM'Oe de au criada nar* engommar e
fazer mais aifum servico de orna familia de daa*
pesaoas : na ra do Mrquez do Oliala n. ti.
Pedo-se.ao Sr. Jo< Ignacio Cornil, morador
na cidade oe Santo Aatao, o especul ^Azoquio de
com toda a urgencia, vir fallar com Antonio Jos
Gaapar de Awvedo, morador na villa 4o Cabo.
/msusovtBSOS
Atten^ao
(Quem precisar de boas amas seccas e de leite,
altiaa^adas ; assim como de eopeiros e jardin'elros
dirija-se ao pateo de S. Pedro n 3, loja.
AJuga se o armazem na ra da Ponte-Velha
o. i, proprio para qualquer estaheleciineuto ;
<{ucm pretender dirjase ra Duque de Caxias
loja n 18, (anliga ra das Cruzes) ou na ra do
Rangel iO.____________________________
Na pautara da ra do Rangel precisa-re de
um pequeo de 10 annos para fachina
4u<-iWfi ueliceiieia dos enipregados
no eoniiiM^rcio e industria
Ignorando se as moradas dos abaixo
mencionados, que se acham inscriptos como
socios d'asta associa$o, sao pelo presente
rogados a darem as suas moradas ra da
Imperatriz n. 60, ou ra Primeiro de Margo
n. 7, no prazo de oito das, depois dos
quaes sero eliminados. O que fago pu-
blico para que cheguc ao conhecimento d
todos os Srs:
Manoel dos Santos Maia.
Antonio de Oliveira Gomes.
Jos Mari a da Silva.
Joaquim Jos da Silva Jnior.
Jacintho Manoel dos Santos.
Jos Francisco da Silva.
Jos da Silva Baptisln de Almeida.
Joaqun) de Oliveira Maia.
Joaquim Gomes de Oliveira.
Manoel dos Santos Alerto.
Jos Joaquim Rodrigues lraz.
Jos Luiz Martins.
Manoel Morcira de Mattos.
Francisco Joaquim Gomes da Silva.
Recite, 9 de julho de 1872.
O 1." secretario,
J. J. Alfonso Guimaraes.
Aluga-se
um excellente sitio com boa casa, no arrabalde
Chacn : a tratar no armazem n. 48 ra do
Mrquez de 01 inda.
Alup-se
* asa da na Riachuelo, m oual.'saorou o Sr.
anata Herrara da Coata, mi imatas aecoomo-
daees. bou jardim, agua, faz, tafibaria, cochei-
n. o aposentas separados da casa jrineipal : a
tratar enra laaqnhn Lopes Mantudo, na Iravessa
wGorpo Santo n.tS.___________
Natoa daa Flores n ff proeaa-w de pretas
para vender noles.________________________
Precisa se de um criado (raeteqne) pnra ser-
vir dms pessoas de familia : na ra do Mrquez
de Olinda n. 73.
zea
Aluga-se urna boa casa na povoacoo da Var-
a tratar na ra da Saudade n. 12.
brande e ii!|ii1aii(e leilao
DO .
hotel da Jaqueira
SEGUNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A"S 11 HORAS DA MANHA
O agente Pinho Borges autorisado pelo proprie
tario, vender o muito conhecido hotel denomi
nado Jaqueira, situado em um dos melhores ar-
rebaldes desla cidade, cem todas as suas porten-
e& e accessoros, buhares e bemfitorias ultima-
mente feitas, garantindo-se tambem o arrenda-
niento do predio. Para rr.elhores informacoes os
Srs. pretendentes podem-se dirigir ao mesmo ho-
tel, onde pc>soa competente Ib'as dar, e onde tu-
doseacha patente para fer previamente exami-
nado, e o leilao ser efectuado no seu escriptorio,
ra do Bom Jess n. 53, primeiro andar.
s
duns tercas partes de um sobrado e de um
terreno.
SEGLNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
s 11 horas.
0 agente Pinho Borge far leilao, por cont e
risco de quem pertencer, das duas tercas partes
do sobrado de 2 andares e soiao, cm chao orei-
ro, com commodidade para grande familia, sito
no largo do Paraizo n. 26, e de um terreno na
Torre, ra do Rio, com 200 palmos de frenie e
SOO de funde, cora 4 quartos de pedra e cal, gran-
de puco de excellente agua, etc., etc., cujas es-
eripturas podetn ser examinidas no escriptorio
do referido agente, ra do Bom Jess n. 53,
frimeiro andar, onde ter lugar o leilao
LEILAO
DE
-um sitio na Torre, i ra do Rio n. 6, onde
reside o Sr. Bloxham.
SEGUNBA-FEIRA 21 JX) CORRENTE
A's 11 horas da mr.nh.
O agente Pinho Borfei competenleroente ?nto-
aisado far leilao do sitio cima mencionado, com
100 palmos de frente e 1.100 de funda (chio fo-
reiroi, com casa muito bem construida, crn sotao,
eoxeira e estribara para 4 cavallos, quartos para
criados, gal inheiro, casa para banho com tanque,
* outros inaitos accessoros ndispensavei* que se-
ria enfadonho ennumerar.
0 referido sitio alm de ser era um arrebalde
perto da ciiade, est bem plantado de frucleiras
de diversas qualidades, jardim feto com gosto e
esmero, 2 taigas de capim, ele, ele. '
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. M,
primeiro as jar.
DENTISTA DE PARS
19-RUA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar a me-
recer a confianca dos
clientes da easa; e do
respeitavel publico em
rt*-


geral.
m
-ie?
m
9
k
m**mYms$-mmm*mm
Commendador Francisco Al-
ves de Souza arvalho.
Um amigo do commendador
Francisco Alves de Souza Carvalho,
fallecido na cidade da Parahyba do
Norte, manda rosar urna missa por
sua alma no dia 10 do corrente,
trigsimo dia de seu fallecimento,
s 8 horas da manha, na matriz da
Boa-Vista. Kogi-seaos prenles e amigos do il-
lu-tre tinado para que eomparecam a esse piedoso
acto.
PENHORES
Na travessa da na
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
iiinheiro sobre pe-
nhoies de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Aos senhores agricultores.
0 engenheiro, Frederico de Mornay vai Eu-
ropa com brevidade, com o fnn de estudar os
mcios do melhorar o systema de Irabalho na agri-
cultura desta provincia, e de introduzir os intlno-
ramentos que na pratiea nao possam ter inconve-
niente a Iguai, e s si ni, vantagens reaes e pecu-
niarias ; e aproveita a occ;isio para oiTerecer-se
liara executar qualqu-T encominenda que qui-
zerem confiar-Ihe prometiendo satisfazor o me-
Ihor possivel ditas encommendas, pois pela longa
pratiea que tem, est mais que habilitado. Car-
tas cora o endereco Fred de Mornay, Duas Barras,
Estaco de Gamelleira, pela via-ferrea de S. Fran-
rcisco.e sii recebidas sem demora e respondidas.
Recife. 8 de julho de 1873.
Escravo fugido.
1505000 de gratificacao.
AuseRton-sa desde o dia 13 de naalo de 1872, o
preM de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crinlo e bastante ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro cilios grandes, j
estove no engenho do Sr. Lulo, de Caiar, ern S.
Lourcnco da Matta, o:irte consta ter parantes, foi
escravo dos Srs Adriano A Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
qn ; de lodos estes senhores foi rozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando lere-o ra do Duque de
Caxias o. 91, loja de iniudezas di Rival sem se-
gundo que recebera a gratilicacao cima decla-
rada.
Escravo fgido.
50$000 de gratificacao.
Aucntou- se do engenho Victoria no termo de
Barreiros, o mulato semi-branco Saturniano, de
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
cabellos amarellus e crespos, rosto largo, olhos
casianhos, nariz regular, tem um signal nos peitos,
proveniente de urna espinha, pernas e ps
grosso? e mal felos : uera o pegar, ou delle der
noticias leve ao sen senhor Da.io Ferreirada Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corpo Santo n. 7, 1 andar, que ser recompensa-
do generosamente.'
Escravo fugido ,
D) engenho Regala do termo de Barreiros fu-
gio o escravo Ari^tides, pardo, representa ter 28
annos, punca barba, magro bastante e altura re-
gular, costuma andar calcado, falla bem, sabe 1er
e escrever ; presume-se estar acoutado no Recife,
onde tem mai e*parentes : gretfica-se a quem o
apprehendar e -leva-lo ao referido engenho, ou no
Recife ao Sr Francisco da ('osla Maia, ra da
Cruz n, 06.
Tito da Silva Guimaraes.
lloniiqueta Mara dos P. Guima-
raes, Joao da Silva Guimaraes, Jos
da Silva Guimaraes, Msael da Silva
Guimaraes. Anna B. da Silva Gui-
maraes, Hennqueta M. da Silva
Guimaraes, Virginia I!, da Silva
Guimaraes, Domingos da Silva Gui-
maraes, mai, irmaos e filho de Tito da Silva
Guimaraes, agradecem sinceramente a todas as
pessoas que se dignaram acompanhar e aaistir
os ltimos suffragios ; e de novo convidam a to-
dos os seas prenles e amigos para assistirem as
nus-as que serlo retadas na matriz da Boa-Vista
no dia 19, stimo dia de seu passamento.
o. Mariana Pinto Correa de Barros avisa a
quem interessar possa, que sao do sen dominio e
pose as escravas Quitea, de 60 annos de idade,
e suas Alnas Francolina e Mara, existentes em
poder do Sr. Manoel Joaquim de Leraos Vascon-
celos, morador na Gloria do Goit ; pelo qua
nulla ser toda a transaeco qne o mesmo Sr fa-
ja a respeito de qualqocr das ditas escravas, e so
tal ac mecer desde j protesta a annuncaute usar
dos meios legaes. _________
Vende-se- urna casa sita ra das Salinas
em Santo Amaro, defronte de cemiterio inglez,
prxima aende param os bonds, feiu a moderna
acabada de novo e bem edificada, com agua enca-
nada, duas pintias aroarellas na fronte, com
os comraodos segaintes : i porta, 1 anella,
1 salas, 3 quartos, coiinha e qaarto tora. A
tratar na ma do Carnario n. 17.__________
Precisa se de fefinadores : no largo do Ar-
senal n. ?.
Escravo fgido.
Fugio no dia 1 do corrente, do engenho Canoa
Grande, na freguezia de Una, comarca do Rio For-
moso, o escravo Laureiitino, preto, sem barba,
representando a idade de 30 annos, estatura re-
gular, ps grandes e muito regrista. Qaando foge
costuma acoutar-se aqu no Recife: quem o ip-
prehender e entregar no referido engenho ao abai-
xo assignado, receber rademnisaco de todas as
despezas, e mais a gratilicacao de o0#.
_____________Pedro Cavalcante de Uohoa.
Escravo fugido.
Ausentou-se do poder dos abaixo assignados o
seu escravo de neme Joaquim, cor preta, e de
nao .lo, traja muito limpo, anda calcado e usa de
cabellos compridos, querendo fazer meia cabellei-
ra, sabe cozinhar, oceupago a que se dedieava,
quando falla se conhece ser negro africano : ro-
ga-se a apprehenso de dito escravo, cuja captara
se gratificar bem,
_______ Jos da Silva Loyo Filho.
CAZA DAFORTUNAl
RA 1.* DE MARCEO OTll'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20: O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes blhetes do Rio de "Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
i:000.
Precoxa.
Inteiro.......14*000
Meio........11*000
Quarto....... 000
Manoel Martina Fiuza.
Agua-Fria
Arreada-te wn sitio com bastante lavouraecom
atgamaa Jnicteiras, junto a Hnha de ferro, a se*
giuxto pinto.
Eseravos fgidos
Anda se acham ausentes da casa de sen senhor,
no engenho Sallinho da freguezia de Una, do qual
mnwrwarnni m na noite de 4* de ianeiro O 1871 os
revs Meiwirto Jnnim; o naxo, chtio
O cerpu, mnitn barbad, erti n dentes da frente
Irtdtw podres, V repremwta g a annos, perwn-
jo outr,)r fabrica do engenlw Itinirema ;
wiro frintt^ no Weo*. pode tr >> annos, altu-
ra regular, ara fea, fcma denles o milito (allanto,
amb"!" j t+versm fgidos mi S71, e toram
garraHus ; o Jua^aira no Recife, onde j traba-
Ihou en armazn* do ataucar. o Benedicto no
sitio Tros Ladetra 4a freguezia de iguarassii :
rogase s autorMados noMciaes o capitaes de
campo a anprohenaao dos mencionados eseravos,
e a sua entrega ao Recite aos Srs. Leal 4 Irmo,
que gratiBeario aBprehensor.____________
Attencao
Coalinua-80 afaruocer comedorias para fcra
por prec-.s mais tm unta do que em ouira qual-
Iuer parte : quem precisar dirija-sc ao sobrado
i ra estrena do Rosario u. Vi.
Por ardes da mesa regedora da irmandade
4a Sonhora Sant'Anna. erecta na igreja da Madre
de Dos desta cidaie, convido lodos os nossoa ir-
maos para se reunirem em mesa geral > no dia 13
do corrente awsz, s 0 aeras da tarde, afim de se-
ren ratolvidos negocios de inleresse da mesma
irmandade. Recite, 11 do julho de 1879.
O escrivao,
Manoel de Azevedo Ponte?.
Quem estar devendo!
Os abaixo assignados previnem a seos devedores
qne venham pagar sens dbitos at o fim do pre-
sente mez, se n-o querem ver sens nomos neste
Diario Como nao arertam com a casa para na-
r, anda na raa Augusta n. 158. Recife, 14
julho de 1873.
Joaquim Poreira de Asevedo Ramos.
Joan Baptista Alves da Silva.
Aluga-se o sitio em Henifica n. 8 (Passagem da
Magdalena) a margem do rio Capibarbe, e passan-
do na frente os tnlhos dos bonds, com casa e so-
tao de grandes nommodos para numerosa familia,
precisando apenaa de um pequeo concert ; a
tratar na ra do Apollo n. 36, segundo andar,
ou na ladeira do Varadouro, casa n. 12, em
Olinda. _____________^____________
Joaquim Cavalcante de Albuquerque, senhor
do engenbo Qaitnnde, da comarca de Camaragibe,
provincia das Alagoas, attendendo haver tanto
nesta como naquetla provincia muitas pessoas de
igual nome, faz scente ao publico e s pessoas
com quem tem relacoes, que d'ora em diante as-
signa se Joaquim Machado da Cunha Cavalcante.
Recife, ti de julho de 1873.
Declaracjio
Vendo o abaixo assignado, na par'.e policial de
l do correte, ter sido recolhido casa de deten-
cao, ordem o subdelegado da Varzea, Francisco
Hereira de Mello, declara que nao se entende com
o mtsmo abaixo assignado, cujo nome
Francisco Jos Pereira do Valle.
Veneravel confraria de Santa
Rita de Cassia.
Pelo presenta sao convidados todos os irmaos da
veneravel confraria de Santa Rita de Cassia, a
comparecerem no consistorio da mesma confraria,
qunta-feira 17 do corrente, pelas 6 horas da tar-
de, am de fazer-se a ele;fio para os lugares que
se acham vagos do presente conselho.
Secretaria da veneravel confraria de Santa Rita
de Cassia desta cidade do Recife, 14 de julho de
1873.
0 secretario interino
_____________Modesto do Reg Baptista.
Veneravel Ordem Terceira
de N. S. do Carmo.
De rnJem da mesa rgedora, convido a todos
os nossns irmaos a comparecer no nosso consisto-
rio, no dia (6 do corrente, parametados com seas
hbitos, para assisliimo? a festa c Te-Deum de
Nosea Mai Sanliasima do C:.rmo, que so celebra
no convento, para o que tumos convidados pelo
digno provincial.
Secretaria da Veneravel Ordem Terceira de N'os-
sa Senhora do Carmo do Recife, 14 de julho de
1873.
0 secretario,
Modesto do Reg Baptista.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratiea
do padaria, na ra da Guia n. Si.
Olinda.
No dia 16 do corrente mez, i hora da tarde'
tem de ser arrematada por venda, no jnizo de or-
pliaos desta cidade, urna mobilia de Jacaranda em
bom estado, e urna armaco e mais objectos de
taverna, tudo pertencente ao espolio da tinada
Theresa de Jess Cedrim.
Carroceiro.
No pateo do Terco n. 33
gar.
tem um para se alu-
Aluga-se barato.
A loja do sobrado da ra Direita n. 120 propria
para qualquer negocio e moradia, tem gaz e agua
da companhia do Rcberibe ; a!uga-se com a ar-
maco que nella existe, ou sem ella conforme se
convencionar com o pretndeme, a tratar ra
do Imperador n. 81.
Scio rival
RA DO CRESPO S. 20.
Acabon de receber nm sortimento de eambraias
de cores o que ha de mais novidade e vende-se a
180 rs. o covado. na loja do Guilhenne a C
Alpacas.
Chitas.
Lasinhas.
No arinazeia de Wilson Kowe a C, vende-
se :
0 verdadero panno de algodo azul americano.
Excellente fio de vela.
Cognac de primeira qualidada.
Vinao de Bordeaux.
Vende-se
-jma taverna nos Afogados ra de S. Miguel n.
68, propria para principiante : quem a pretender
dirija-se a mesma..
CASA
Precisa-se de urna casa aceiada, de pequeos
eommodos, em bom logar do bairro de Santo An-
tonio ou mesmo Boa-Vista, nao muito longe ; gra-
tiflea-se a quem der aviso de cousa que convenna:
na na Duque de < axias n. 47, loja.
Caixeiro.
*
1
2**
lurouliuhu m
MEDICO-CIfilIRGICO *
DO 0
Dr. J. M. Curie
Roa do Mrquez de Olinda n. 18, pri- meiroaaoar.
Censolla das 9 horas s 11 da manhi W
0 Chamada a analq-ier hora. JJ|
Precisa-se de um caixeiro de 1-1 a 16 annos, que
tenha bastante pratiea de mulhad : na na Im-
perial-n. 161
Atteneo
Precisa-se de um feitor qne saiba tratar bem de
vaccaa, paga-se razoavelmente : a tratar no sitio
do Caldwreiro n. 9, ou na roa do Torres n. 11, !
andar, escriptorio.
FUNDICAO DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
4 m do BartH i\ Tmwflw (ra diRnrai) ns. 100a Wt
CARDOSO IRMO
AVISAM aoo Srs. dfi etinonhos e an publico vm nvral, q ret-oboram da Europa
jrande.sortinif'nto de erragen* para engenhos e para lavmra.e nuaosquT outros usos
a misteresda industria agricola, o quotudo vohdem por presos razo^veis.
V apores horisontaes do 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores quo vem o mercado.
MoendaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS mOenOaS pan, ssentarem grades de madetra.
TaxaS de feTO funt''^0 e batido, de todos os tamaitos e dos melhorts hbr*-
Mcantes.
Rodas d'agUa de diversos tamaitos.
RodaS dentadas 4 diversos tamanhose qualidades.
Arados americanos de diversas quaiidadcs.
Formas para aSSUCar grande, pintada galvanisadas.
Ck)ncertOS concerwni promptido qualquer obra ou machina, para o que aaern
sua fabrica bem montada, com grande e bom nessoal.
EllCOmmendaS *'an(',,m T'r Por encommenda da Europa, qualquor macbinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; iucumbem-se Je mandar assentar
as ditas machina, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBaro do Triumpho (ra do Brum)ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMO.

ni \ do mumm v i
ESPECIALIDADE
EM
1NIH1ST111A NiVGlO^ULaU
Tinta Violeta a 13^000 a duzia, de botijas.
Esta tinta torna-se recommendavel para escripttirarao mercantil por ser superior a
todas estrangeiras at boje conheciOas, e ha muito experimentarla, nSo s no Rio Grande
do Norte, donde o autor, como na Parahyba, Mossor, e mai provincias para o norte
do imperio, para onde tem sido exportada, e tem echado ptima aeqnisicao: a sua magni-
tude, nao s consiste na sua inalteravel cor por ser s comp'osta de puros vegetaes, como
por ter a propriedade de conservar as pentias de ac,o sempre em bom estado, que por
isso se torna digna de procura, em casa de Gomes & Cerdoso. Ra do Livra-
mento n. 4.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
A' ra Primeiro de Marco n. 7 A, 1. andar.
Lacoste, perito cozinheiro francez, 20 annos de pratiea, acaba do montar um sump
tuoso hotel na ra cima denominada, aonde o respeitavel publico desta bella trra da
Santa Cruz encontrar todos os dias urna comida deliciosa.
Vinho de todas as qualidades.
Conservas dem idem.
Cerveja dem idem.
Licores idem idem.
Toma-se assignaturas.
Aberto desde as 6 horas *! manha at as 10 da noite.


Precisa-se do um feitor para engenho, sendo '
preferivel portuguez : quem pretender dirija-se
roa da Penha n. 9, que achara com quem tratar.!
Troca-se 1 sanctuario a rae derna e enverni
sado, com tres maneas todas apparelhadas de pra-
ta, feudo una do Senhor Crucificado, urna de S. i
Jos e outra de Nossa Senhora da Conceieao, to-
das muito delicadas : a tratar no largo do Carino
n. 17, faz-se todo negocio.
pV* Convite.
Os senhores abaixo declarados, sao encarecida-
mente rogados virem ra do Imperador n. 28,
a tratarem de negucioj particulares que Ihes di-
zem respeito :
Antonio Anacido dos Santos
Antonio Alfonso Mereira.
Antonio Pinto dos Santos.
Antonio Jos da Silva.
Antonio Jos Hibeiro de Moraes.
Benjamim do i armo Lopes.
Domingos M. de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
t)r. Francis o Pinto Pessoa.
Ebom Wistig.
Emilio Jos de Moraes.
Fernandes de Azevedo.
Francisco Alves de M.ello Tico.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Jos Carneiro.
Joaquim Quedes da Costa.
Joaquim Jos Maria da Penha.
Jos de Brito Mello.
Jos Paulino da Silva.
Jos Joaquim da Costa.
Jos Goncalves da Silva.
Jos da Silva Rodrigues.
Manoel Antonio dos Nascimento.
Manoel Jo- Antunes Guioiaraes.
Manotl Silvino de Barros Falco.
Paulino Joaquim Tavares.
Theotonio de Barros e Silva.
William Rawlinsou.
Atteneo.
Manoel Alvos da Silva Caldas, para evitar du-
vidas, pede que pessoa alguma faca transaccio
com a letra que se acha em mo de Antonio Ro-
drigues de Moura, aceita por Antonio Quintino da
Cruz, visto estar dita letra embargada pelo an-
nunciante para seu pagamento. Escada, 10 de
julho de 1873.___________._________________
Os abaixo assignados tendo contratado a
compra da taverna sita ra do Baro de S. Bor-
ja n. 13, com o Sr. Carneiro da Costa, pelo pre-
sente faz sciente ao respeitavel corpo do commer-
cio. Outro sim, pede que havendo algaem que a
isso se opponha declare no prazo de tres dias, a
contar desta data.
Recife, II de julho de 187o.
____________OHveira a C.______
Urna escrava precisa de fiOO* para comple
tar a sua liberdade, offerecendo os seus servido-1
at terminar dito pagamento, dando preferencia'sa.
se encarregar do tratamento de menino : a trata
na ra do Imperador n. 22, botica.
Josepha Henriqueta de Miranda Barros, avi-
sa a alguns senhores de engenhos que se acha
nesta praca prompta \ ensinar em algum enge-
nho, que seja perto de alguma estaoao: quem de
seu presumo se quizer utilisar, dirija-se ra de
Santa Rita n. 89, aula publica._______________
ATTENCAO.
Precisa se de una ama para cestnhar para duar
pessoas e comprar, f rra ou escrava : a tratar no
pateo do Hospital n. 28,primeiro e segundo andares.
Escravo fugido
V> lia H le julho de 1833.
Manoel da Malta, crioulo, alto, magro, canellas
linas, ps grandes e compridos, barba branca, tai-
vez lenha raspado, cabera preta, tem um signal
bem vizivel nos peitos, de duas coituras atraves-
. sadas, cora idade do 03 anuos, tem um filho que
I alforriou-se por nome Marcelino, foi escravo do
; engenho denominado d'Agua, do finado Henriiue
I Poppe Sirio, da comarca de Iguarass, e por issd
bem conhecido na comarca ; j esteve fugido no
centro da provincia da Parahyba, d'onde velo
preso ; tem conliecimento dos lugares do centro
desta provincia porque fazia viagens. Fugio fa-
zendo um furto de dinheiro que levon, e por isso
protesta se contra quera o litar nsylado, costuma
. intitular-se de forro, heiq r>mlnftdo na fregoe-
zia da BoaaVi'fa no llecil'e, aonde venda agua,
! usando de urna -pequea patrona ; deve ter se-
: gnido para o mato : rogo polica e mais pessoas
i que pnndnm esle negro, recol.-.endo cadeia, que
pagarei todo e qualquer trabalho : quem der no-
j ticia, precure ra do Mondego, na Boa-Vista,
1 ola ra do portao n. 63, ou no sitio do senhor, no
IA rra al.
Marcelino Jos Lopes.
ADVOGADO m
0 BACHAREL M
Joao Gonzaga Bacellar |J
Villa 0 RA DUyUE DE CAXIAS N. 21, 9t
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portuguez
de 2a classe e en -arrogado que foi do consulado
! de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze me-
zes, participa os seus amigos, tanto nacionaes
como portuguezes, que tem o seu escriptorio na
raa Duque de Caxias n. 41, anlar, antiga roa
das Cruzes, onde pode ser procurado Iodos os
dias nao santificados, das 9 horas da manha s 4
da tarde.
Precisase de 300 j a juros de 1 l|2 por cea
to sobre hypoiheca em urna propriedade que val o
duplo : a tratar no pateo da ribeira de S. Jos
numero 9.
Urna escrava precisa de 400* para completo
de sua liberdade, e quem quizer empresta-lo, de-
clare por este jornal sua residencia para ser pro-
curado e der-se qual o negocio.___________
' Aluga-se o 2. andar do sobrado junto a
igreja dos Martyrios, concertado e pratadado de
novo: a tratar na ra Seto de Setembro, casa
n. 13.
fflSF* At vir.
Atteneo.
Precisa-se de urna casa era Olinda, no pateo do
Carmo ou S. Pedro, para banhos salgado?, para
O Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vea
rogado vir i ra do Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse.
J. Dhibaut de Pars
Constructor e afinador de pla-
nos
Ex-afnador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das ocinas da casa
AiTnnso Blondel.
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeitavel publie
desta cidade, que tem aberto sua casa do coneer-
tos e Mlnares de pianos, qualquer que seja o es-
tado do instrumento : ra do Imperador
n. 33.
CavaUo fuado
A's 11 horas da noite de 13 do corrente ao
atnaaneoer do dia 14, furtaram do sitio d. 8 da
travesea qne lea defronte da capella de Jlo do
Barros, am cavallo pedrez de crinas brancas,
acosttunado a andar em cabriolet, e alguma ve-
sos de seRa serviao : qoem dallo noticia der ou
Na ra da Imperatriz n. 1 precisa-se do u
urna familia pequea compi.su de qualro pessoas, h"1"" "y"-___________ _________
?aga-se bem : a traur na travessa do Vigario n. | Quera quizer comprar roetade de ama casa
(escriptorio) ou no paleo do Hospital n. 28 pri- com sitio plantado de coqueiros o larangeiras, no
meiro e segundo andares, das 4 horas em diante, Bao- dirjase roa dos Acougoinhus a. t7, a
on annuncie para ser procurado. tratar com Joao Evangelista.
Pode-te ao Si. tencnte-coronel Manoel Joa-
quim do Reg e Albuquerque, o favor de vir ou
mandar roa do Coronel Suassnna n. 4, a nego-
cio qne Ihe diz respeito.
Aluga-se
urna casa em Santo Amaro daa Satina n. t,
Vende-se a eoxeira de carros do oasseio, si-, 3 qoartos, I salas, corinha lora, copiaf O |hMAl
U ra do Imperador n. 15, muito afregnetada murado ; a mesma casa estocada, o sraa-ee
1

. I
apprnaonde o, dirigtndo-se ao sobredi to sitio, seraje comaons aatmaos, tudo bom estado: a tra- recommendavel por pasear a liona dos hopa a
raaoanjHenado taaa lenerosidade. Jtar na neana. tratar no n. 19.
m 1




Diario de Pernambuco Ter

i \
'a
iwovid a. nms,
PIANOS E MSICAS
A*T\lO JOSft HE AZEVEUO
Rna do Bario da Victoria n, 11, araasem, e 12 1. andar, antiga roa Nova
HtSO AmMAgSTO ; j
nonio o public em f9ral/encontra}sempre 9 maiot e mais esplendido sortimento de pumos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
orchestra.
___. _AoM de abrir bo prhneiro andar o obrado n. 11 ooofronU *
otlen lnm\ mi graade uo onde esli sxpo tos m imfaiBees
mano, da PleyeL
* oaeie canda, do mesmo actor.
a* H. Hanra.
a Ameds Thibont.
Tamben rsceben franda sorumenio da msicas pira piano, plato a
ciato a entre ellas as liadas compcsioSas do ssaito sympathico maasiro
F. H4fTI\l
A SABER :
Voe me quer Walsa.
OI|a Mitorka.
La Sppaneioni Pira canto.
A Loa eleeirica, grande Walsa.
nico afate mu cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
*rem1ado a diversas exposi ;fas oes 11 madalbaa de onro a prate.
Sao os obwos pianos qae aqai Teca da Eoropa, perfeitameole afina-
ai, fcMoa cena eiegaoa sokdex.
IKInaaa ps>iieae5en
Fr.oeo Brasilelro Polka-
Tomada de Vllela GMope.
Joanisha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Prmeira espada Wal.-a.
A Mraha Lyra Wala.
A Natalicia Polka
Studiente Polka.
Paita as
do
la taasicaa
acnondante. -
Emilia, polka Mf I. Smoltt.
Circaciaoa, aenoteh, por Smoltt.
Jardim o Campo das Primas.
Iquadrilba, per Poppa.
Cbuv de Rosas, Walsa, por B. Al-
Ibertani.
A. J. fceagh, como represen (ante
casa dosSrs 0Ort**i*lmer C, k Lo*
tires, oftereee a> sennurvs fogistas ooRr-
nainlsuco um completo sortimento de amos-
tras fc indas as (airada, frrrac SApaA -s, nrri-oj, i:iu;|<.i-', etc., Mr'; po
leu du-sy otam-Iu- <>ii,o jnrjjHrSviJiot, i<*
MUADOCOMMKaU.ION. 38,
JMI|gSS>
i
^l^Cflv
MI? SI
- OSr,OymjioFr*ncis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nestatypographia a negocio
que nao ignora.
. .
MOFINA
Est encouraqado!! 1
Roga-aa ao film. 8r. Ignacio Vieira da Moli,
eeerivip na eidade da Naareth desta provincia, a
favor de vh- i rea Deque de Caxias n. 36, i con-
cluir aquello negocio que S. S. se compromet a
realisar, pela tercetra chamada deste jornal, em
flus de dezeomro da 1871. e depois para Janeiro,
passou i fevere-o e abril de 187), e nada cumprio;
a por este motivo da aovo chamado para dito
Um, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
da mais de tito Jamos, e croando a Sr. sen libo se
achava nesta e
r
t
Alt
4
l. k
W,
m
VPQR FR4NCEZ
RfX DO UAIIAO D.Y VICTORIA
. 7Outr ora Nova~
fal?aV
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COMPRAS.
URGENTE
i /'/
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N. 7
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ivipavr
r.r.
t.'liOpTfl .-
i Ir #
' X'.Tjpn re .-.:}.
dos pesta \ Mide :
(te f'jtKla> ii \\.
iu ti. /','. wniibtira. i r>
;.. i}(H*Krii|'l.....
.:ir." r*s;iv u neus ou sobra-
ti.it.ir nti laja da ra Duque
.'------------->j-r i-''.- -.
- Cf>tn(>ra se Vutiiot it /'
rs. a libra : n;. ra do Coron. 1
ase
/buco a 14
m. 1.
Oompra-se
traa casa terrea que ta a bos commodos par
familia, c lun t|uintj!, n i bairro algiim sillo provr|(i hnlia dos Iwmls, ou da m
rlianitiiitnlia : a tratar na ra do Rangel n. 7,
! oa S* aiidur.
D'aqaii mfidiaate continuara a annuneiar todas as pad)llca8e< que se forem (riendo as snas offleinas de nuisicas.

CAUTELA!
MEORQN&C.
A W 1 SAM
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
AEEA PILETA, quo ropavom nos botes e nidios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e oom papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qmzerem do verdadeiro REA
PRET&, devem para nao seren engarrados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nabas de REA PRETA.
MEURON ft C.
Q8l\ Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5.*
auno da faculdade de direito,
queira apparecer nestatypo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
CoBsullorio medie*
DO
ipr fjgtiimn,
HUA DA CRUZ N. ?6, t.. AHDAR.
Recem-chegado da Eirrepa, quentou os hospitavs de Phts e Londres
pode ser procurado a qualqner horado
da ou da noute para dbjecte de sua pro-
fissio.
Consultas do meio dia is duas horas
da tarde.
Gratis aos awbres.
Eipcciafi*(fci.=Mdkstias da peHe, de
erianra e d mulhr.
Emprega no trtamento das molestias
<3e sua es|iecialidade as duchas fras e
banhos m vapor, para os quaes tronxe
os apparlhos mais modernamente em
pregados na Europa.
Tambero applica com grande.prove lo j
no trajnenlo das molestias do tero a J
8E electhcid.ide,peloiprocesso do Dr. Trepier.^i'
K>Oa^>X>aX? tCWiJOOCWO
lsoiuom.
BOTINAS da beierro, cordavo, pellica, lusb-e e
de duraque com biqueira, dos melhorcs
fabricantes.
&APATOES de be.erro, de earda\io e de case-4
SaPATOS de lustre oom salto.
SAPATOES ataaaaneadott com so* de pao, pro-
prios paaa banho*, sitios e jaruins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
fnaceiee a pertagneaes.
Paran rnliora
BOTINAS pretas, brancas e da cores diflerectes,
lisas, entortadas e bordadas.
SAPATWHOS de phantasia com saho, braneos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
I*ar menina*.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
fisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOd de tranca portuguezes.
Para meaaineM.
BOTINAS de bezerro, lustre a de eordavao.
ABOTINADOS e sapaioes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portoguezes.
Botas de montara.
Botas a NapoIcSo e a Guilherme, perneiras e
rneias perneiras para homen', e meias perneiras
para meninos.
No armazem de vapor france*, i ra do Bario
da Victoria n. 1.
Mobilia de vimes.
Cadeiras 6o balanco, de braco, de guerni'.'"s,
sofs, jarmeiras, mezas, conversadeiras e oostu
reiras, lodxHsto muilo bom por serem fortes <
leves, a < binetes de recreos.
Conipra-8e
apolices geraes da divida publica : na ra Duque
de Casias n. 87, luja.
-7 Compra-se o Jornal 4o Recife de 11 de no-
vcaibro de 1H6.1, e os nmeros do Corrtiu do Re-
cife em jue vem os anigos cscriptos pelo >r. Dr.
Joaqun di- Aqttino Ponseca, a respailo 4os negq-
cioada oempanhte Rwife Diainagu : quemosU-
ver para vender prtirtin1 n Dr. I^wo Muscoso.
'A
VENDAS.
"1
%
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeiutria
do Campos aes seos innumerostfreguezes. por es-
ta rmos o mez de Sant'Anna, e haver a mesma
cofertaria conaajuido fazer um bazar completo
do neessaro para regalo e 'distraccao de quem
tem gosto pelo ^ue bom.
Reeommenda o grande Aten Kardek que neste
mez e d preferencia aos aumentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertinento os fogos de artificio e as
decantadas serprezas e soWes fulminantes, o que
ludo -isso se a** na
Oonfeataria do Campos.
E para censlar pois qae os proprietarios da
'concitara de Campos chanam a atten;o de to-
dos e de todas para o prejoaisado caf em p ver-
dadeiro de Java, e bnchinlja em latas denomi-
nada Sujiar'Warers Vanea ; especialidaces para
tmkS *" """" *"*"> ">m t rti n^rfelta
Em vista do referido espera o dte Campos que
ninguem, para pedidos de taes objectos, te diri-
jam, senioi Confeilaria do Campos, rna do Im
perador
Lainpeao na porta.
Procra-se de urna ama
deide Qofoaaa n. 161.
na ra de Viscon-
AM4
I'recisa-se de urna r:iki para
casadepouca familia : no largo
da Penha n. 12, sob
AMA
Precisare -de ma ama para o ter-
vico de urna pessoa : na ras. estreita
do Rosario ." 12, andar.
ATkf A ftecasa-se de. ama ama forra ou es-
^nvj**-ri- erftva,. para cozinbar e comprar : na
ra. da Seledade n. 29.
Na ra de Rangel a. s ft, precisa se de urna
amagara cotinhar paga-ae 254000 mensaes.
A.j^o Preoiea-se de urna para comprar e co-
** i1**1' sinhar a ra do Hospicio n. 7,
*reci?a-sede urna ama jpie saiba eozinliar,
[na roa vellia de-fianta Rita.o.M J^ andar. a
oozinhe e
na
AlUjga-se por 2o*000 a casa o. 6, sita roa
d Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
desovo : a tratar na ra da Restauracao n..5i,
eutr ora Guia.
Alugarse um molegue
que de Caxias n. 44, loja.
a tratar na ra Bu-
Fugio
Fugio da ca*a do seu senhor, o escravo de no-
me Paulo, con os signaes aeguintes : bem preto,
.ako, secco, pee .grandes, tem no rosto abastantes
eepinbas, fot es.vavo do Sr. ioao Valentim Villela,
em cujo tempo Acabalhava no offleio de pedreiro.
Pede-se pois as .autoridades poticiaes ec m espe-
cialade as da JCreguezia de N. 6. da Geaca e
B -a-Vista que o sjueiram aporetieader e levar
ra das Trocheiras a. 16, no hotel AesUucaaU du
Louvre.
BoagratificaQo.
Prometiese urna boa ratiacacao a^uem dea-
coWir o ladrao, que furtou na noite de (er^a para
quarta-feira da semana procima pasaada, do ea-
,genlM Matapjruma, do Bario de linga, tres ca-
ballos, cujos aignaes vo abaixiO declarados, indi-
cando, ao mesmo tempo, com certeza ; o lugar em
qne se .achara, ou forara vendidos es referidos
cavalloe: 1* rudado, grande, ferrado do lado di
reito, ferramuito visirel, anca feia, dous ps ma-
nos Imneos no peador ; 2* rudado, hato, peque-
no e esta va oonito gordo ; 3* rudado, lam um ea-
roco no meii da canella, e tem urna peUadura na
uta de um lado e do outro.
Criado
Na loja do Paso, ra de Marco n. 7 A (antiga
do Crespo) precisa-se de um criado, prefere-se
escravo.
Aviso ao eommercio-
Joaquim Maximiano Pestaaa, presposto de sea
pai o antigo agente de leudes desta piara Jos Ma-
ra Pestaa, que por enfermidade seria, por ora se
acha impossibilitado do dedicar-se de qnalquer
modo aos irabalhoj de sua profiisao, faz publico
ao respeitavel eorpo commercial desta praca, que
ee acha habilitado pelo meretissimo tribunal do
eommercio, para substitu-Jo em seu justo impe-
dimento, podendo para esee lim ser eneontrado ao
eseriptorio do referido seu pai, ra do Vlgario
n. 11. Solicita do amigos e freguezes de seu en-
fermo pai a mesma protec^ao que sempre genere-
samaate Ibes diapensaram, ceno de que, encon-
trar de sua parte, o maior zelo e probidade na
cumprimento de seus deveres, assim como toda a
poutuatidade no eumprimnto e execugao de suas
orden*.
Sociedade Monte-Pio Santo
Amaro.
fFa^o scionte a todos os senhores .convidados pa-
ra a sessao soJemne de installacao. que dere ter
lugar no dia 13, que de cooformidade com delibe-
raco da assembiea goral em sessao de 9 do cor
rente, deixa de haver a mtssa cantada, comejan
do a sessao de installacao as 10 horas do dia.
Secretaria da seeiedade B. M. Pi S. Amaro, 1
de julho de 1873.
O ecretario
________________________Seaastiao Pyrrho.
ATga-se a casa da ra de Hortas b. 77 :""
tratar na.pcaca da l lependema ns. 18 e 20"
I A Y ^ret'sa-se de ama ama que
t"m compre para urna familia pequea
ra da Alegra a. 18.
I A pessoa que precisar, de-inna ama para co-
zinhar, pode dingir-se roa do Barthoiemeti n.
[37, queja encontrar com aneja /tratar.
Precisa-se urna ama para
ozinhar : a:tratar na na do
Imperador-n. 14, armazem.
AMA
PMIDOLUCENA
. Vende-se o sitio Camacary, na praia do Lucena,
provincia da Parahyba, preco mnito commodo : a-
hratar com Tnsso irruaos.
, terrea.
Vende-se urna casa
terrea, em urna boa ra. a.
tratar na ra da Imperatriz
n. 8, loja.
Pito (le sciik'i
A pessoa que precisar de urna ama de leite
moca, sadia e se ni filhos, dirija-se ra do Coro-
nel Suassuna, outr*ora Martyrios, n. 152, ^ue
adiar com quem tratar.
Aviso.
Trapassa-se o restauran! francez da Magdalena,
sito na entrada dos Remedios : a tratar na mes-
ma casa.
lina familia composta de quatro pessoas,
aendo que duas sao pequeas, precisa to-
mar para sua comparibia uma mulher ho-
nesta, e de bons costumes, e que d abono
sua conducta ; quem pois quzer appareca
no 3.* andar desta typograpbia, para -tra-
jar.
Preeisa-se de um ealneiro para Uverna, de
14 a 15 annos da idade, portuguez ou nacional:
na roa doa Guararapes n. 10.
CoDSoltorio iisedico-cirurgico K
A. B. da Silva Maia.
, Ra do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora roa da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a qnalquer hora.
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
Precisa-se d'ura bolieiro, qne sirva tambem
de copeiro : no armazem n. 3, da ra do Vigario,
no Recife
f ..
medico tfamk$&

BO
l'Vrrcirn
Antigo gabinete de seu pai, rita Urga
hr osaaio u. 30.
Cura de hydrcceles eem mjeceo,
eom puneeo-capiliar.
Abertura de aoeessos e eitraccao de
derramamos serojos, pelo aspirador
de Potain
Atten-co
Orna pessoa que tem de rendimeuto certo por
mez ISO/, neoessita de tomar a juro 600/, pa-
gando mensalaiente 80* ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se ronveneonar :
quem, pois, quier fazer ate negocio, deixe carta
fechada om as iniciaos P.4J., no eseriptorio deste
Diario.
Roubo
Roubaram do estaleiro do Saraiva, em Santo
Amaro das Salinas, na noite de segunda para ter-
ca-feira 7 para 8 do correte, tres taboas costa-
neiras, sendo duas de verinduva. eom 40 palmos
de comprieieatc, e uma de jathohi, cois 42 palmos:
roga-se o favor a quem ditas taboas/brofferecidis,
de as aprehender e aanenciar por este jo i nal para
asm procuradas.
Alnga-se a casa n. 10 A da ilha de Bemflca,
na Passagem da Magdalena, eom banho do Capi-
baribe na frente, de excedentes ares, e de preco
de MOa annnaee, tendo commodos pira familia:
a tratar na ra estreita do Rosario a. \1, andar,
eacriptaria.
i
0 abaxo acsignado roga a todas a pessoas que
Ihe sao devedoras de contas de sua extinta loja
de fazendas, que leve a denominarlo de Pavlhao
da Aurora, ra da Imperatriz n. 2, de Ihe man-
daren) saldar seus dbitos at o dia 20 do corren-
te mez, depois nao flquem zangados por ver seus
nomes pelos jornaes chamados a virem pagar os
meemos seus dbitos, roa da Santa Cruz n. 10.
Recife, 5 de Julho de 1873.
Joao Luiz Ferreira Ribeiro.
Um moco ae ando-se habilitado para ensi-
nar nrimeiras kittras fra da cidade, offerece-se a
qualquer senhor de engenho, o quai querendo
ulilisar-se de seus prestimos, dirija-se i esta Jy-
pographia. deixando carta fechada com as iniciaos
- Precisa-se de um criado para copeiro, de 10
a 15 annos na raa da Imperatrit n. 24, primeiro
andar.
Furtaram da estrada de Belem, sitio de Mar-
celino da silva Mindello, uma vacca parida, ficando
a cria com 2 metes; a vacca tem os signaos se-
grales : preta com o lotnbo vennalho, dous es
calcados, cauda branca, tendo a barriga brarsa
at o ubre, pontas cerradas, e nova ; gratifica-
se com 20i a quem der noticias no mesmo silo,
ou em Olinda, no Varadonro, em easa do Amorin.
Roga-se a qnalquer pessoa a quem for offe-
recido por compra duas voltas de trancelim con
uma medalha e um par da brmcoe a baleo con
seis rubios cada um. todos estes objectos de ou,
baja da apprehende-loe lavar roa da Parsani I se gratifcala
O abaixo assigoado, cnsul portuguez e en-
carregado que fo do consulado de Portugal em
Pernambuco nos ltimos 13 meces, participa are
seus amigos, tanto naeionaes como portuguezes,
qhe tem o seu eseriptorio na ra Duque de Caxias
n. 41, andar (antiga roa das Crnzes) mide pede
ser procurada todos os dias n >o santificados.
Domingos Maria Gong Ivs.
Deseja-so saber onJe residem s Sras. P.
Pita Candida . Mana Cecilia d
Altneida Camba. a primeira viuva de Jlo m
Alraeida Brillo, e a segnnda fllha do caal, afisn I
de se Ihe informar de negocio relativo a heraa*
ca que Ihes deiiara o mesmo finado : a entena
ra do Crespo n. 18, andar
No armazem do vapor france?, ra do Bara i
da Victoria n. 7, ou t r ora Nova.
PIANOS.
ncabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
corihecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
londel, Henry Hers e Pieyel Wolff & C. : no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agna de flor de laranja, agua de teilete,
divina, florida, lavando, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muilos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes lma-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem eonhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Viclori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo de dilTercntes gostos e
pkantaziaa.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurca.
Caxinlias de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imitcao c botdes de punhos de pa-
Bolsnhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantaria para cima de mesa
e toilette.
Pincnez de cores, de prata dourado, de aro e
de tartaruga.
Oculos de ac Ono e de todas as guarnieres.
Bengalas de luso, caima, cora castes de mar-
fim.
Bengallas diversas honiens e meninos.
Chicotiahos de baleia e de muilas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Pooteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pernos de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito fino?, para limpar ca-
jasaa.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirmhas de medreperola para dinteiro.
Meias para homens e para meninos,
avalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Catnpainhas de mola para ch-mar criados.
Jogoe da gloria, de dama, de bagalellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolfas e saceos de viagem de mar e ca-
mnhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as crianeas morde-
rem, bora para os denles.
Bereos de viaies para embalar naneas.
CerUmbas de Carrinbos de quatro rodas, para passeios de
criara eas.
Veueziana8 transparentes para portas ejanellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e eosmoramas com escolnidas
vistas.
Lanternas mgicas eom ricas vistas de cores cm
vidros.
Vidros avulsos para eosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoe* de
fes tas.
Baldes aereosaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de vario* systemas para caf.
Espadadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos,
Tapetes com vidrilbos para mangas e lanlernas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
tilladme j promptos com paysagens e phanta-
zia. r
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan;
taaaas,
Objectos de mgicas para divertimenlos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio cora lindas pecas.
Realejos rawaonicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muilos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar se. No annazem do
vapor francez, ra doBro da Victoria, outr'ora
Nova n. 7. i
V.
Afhase as tercas e sexta's-feiras de todas as
semanas s II horas da manh, a vefnla as se-
guimos casas : padar'a na da Guia n. 54, j,
laverna do Sr Lapa nt> oitao da alfandega, ra
do Rrum n. 65 no deposito do Sr. Pires no caes
22 de Novembro, e na do Sr. Porto ra da Im-
peratriz n. 23.
Aliebra.
Vndese um excellenle sitio na propriedadt
denominada Cavaco, a meia legua da povoacao da
Laga dos Galos, o qual tem uma legua de fundo
c meia de largura, coto muilas frtteteiras de di-
ver-as qualidades e mais de cem |ts de caf que
j dio fructo, atn tk outros .nuilos qoe se achara
prestes a bolarero. !'.' de muita ferlilidade para
todo genero de agricullura, banhado por dous
riachos e no centro por dous olhos d'agua peren-
nes ; tem casa de fazer farinlia e mais quatro
ditas para moradia. O proprieta rio veude todo ou
parte delle vouta Je do comprador, c a razo
de dita venda se esclarecer a quem pretender,
que pode dirigirse ao mesmo sitio : a tratar com
seu proprintario. Joaquim Ivs Bezcrra.________
Vndese uma colU-ccao completa-da legis-
lado provincial, encadernada em differentes vo-
lumes, e a consolidacao d.s les tivis, tudo por
preco mdico : ra da Imperatriz n. 78.
Muito barato
vndese uma armarao e gneros de mnlhados.
Sor 250*, no barro, freguezia dos Afolados, lugar
a praca do Capim : a tratar na mesma.
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
O Pavo vende finissimas cassas francezas da
cores com os mais delicados padroes, por terern
um ppf|nenn loaue de avaria de agua doce, pela
barato preco do doze vintens o covado. pochic-
eha : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n.
(I__________________________________________
Vende-sc.
pos de pedra jaspe para calcar botinas, e uma
fiasqiieira arqueada de ferro, coai fechadura de
sepredo. e arranjos para viagem : na ra da Sen-
zalla, defronte do becco do Campello sebrado n.
124, primeiro andar : na mesma casa vende-se
200 Irascos vasios, que foratn de genebra, e algu-
mas garrafas.
Vende-se um sitio em chao proprio, no lugar
do Fundiio, em Beberibe de baixo, com casa den-
tro, tendo 106 palmos de frente e 400 de fundo :
quem pretender dirija-se ra do Rangel n. 48.
Vende-se cerca de uma terrea porte do
sobrado de 3 ailares e grande soto, sito
ra da Imperatriz n. 53, na raz3o do fa-
voravel prego tic 2G:0005K)00, a dinkeiro
ou a prazo : a trptar com o respectivo con-
senlior ruado Sol n. 21.
Lazinhas escossezas
Ultimo gosto a 280 rs.: s o 43 da ra do Qtiei-
mado, em frente a pracinha.
O 43 em liquidaco.
Ilua do Queintado cm frente a
prnciiiha.
Chitas finas, bonitos padroes, a 240 e 280 rs.
Cambraias de cores a 240 rs.
Poupelinas de seda a U200.
Cambraia transparente tina a 3|.
E outros muitos artigos, iodos por metade du
seu valor para acabar : s o 43, ra do Qtieiraado
era frente a pracinha.
Fumo da tena,
Excellenle pitada MCOO a libra : no becco
Urvalhas n. 1, esquina da ra da Assump-
das
Cao,
- Vende-se na loja da ra Duque de Caxias n.
I, sescenla e quat -*-
milito barato preco.
18, sescepta t taboas de amarello, p:r
Vellas
carro
n. 58, armazem do
para
Na ra do Amorim
Lebre & Res, ba para vender, veas para
carro, de 6 e 8 em mago, por preco com-
modo.
Armazem do fumo
Ra da Madre de Deus n. 10 A
Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu aro azem a
roa da Mad.e-de Deus n. 10 A, se achaZai com*
Pelo sommento de Aimoem fardos de patente t
hl3-" s?rtes'fldsm<'lbore9 fab"ntes da Sabia'
e bem assim a flor de todos os fumos '
Brinquedos para meninos. \)
A maior variedad^ qne se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em dinerentes partes
da Europa para entreterifmento das criancas tudo
a pre os mais resumidos que possival: no ar-
mazem do vapor francez, ra w Bar&o da Vic-
toria, outr'ora ra Nova o. 7.
Cesliiihas para fosfora
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, roa do Barao da
em rolos, pacotas, latas grandes e pequeas, ura
bem dos mu. acreditados fabricante" Tor es 4
Araujo, L.zaur, AdoJpfco Scbmdt 4 C"Lur
der-se
Roga-se a pessoa que achou um pincinez,
u9 orna senhora ao apear-se do bond no dia i
..oofnte, defronte do chafariz da Boa-Vista
cahw-lbe, e noore quem visee um senhor apa-
nhaJ:.de leva-lo ao Corredor do Bisp.) n. 73, qne
Na mesma casa ha para alugar-se
j Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleados bonitas e muilo baratos, para cima de
mean.: no armazem do vapor francez, ra do Ba-
rao da Ttcioria outr'ora Nova n. 7.
n. 33 C, que sari generosamente grattfteade, so I om"criado?mnito"diHgeirte Tmol M, p
Ww m monda pan ser procono. mante pan casa de estranfeiro, a quai prefsre,
Euadaixo assignad. declaiQ ao respeiUve!
pDbwo qne at o oresente tenhn sido eoohecido
porManoel Joaquim da Costa Perreira, e desta
data em dame Acare! assignando-me por Manoel
Joaquim de^Jiivera.
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garantido nelos
rTnhSe,de Ulr,:S liade n5 Snheddos ^
BiTJl8C* CarP"a'- Munelanledeelaraque
tod. fumo que for vendido em sua casa ser pelo
M^cVU'"* 'ue <,u*Bdo *matir respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
coro as pessoas que pooco entenlant da materia
pois para bem servir a todos, tero o annuncianlc
a moga pralica de 13 anuos deste eommercio.
P
VENDE-SE
uma typugraphi montada com uma machina boa
e um prelo, a votilade do comprador, pelo mdico
preco de :< 00>: quem pretenda-la dirija-se
roa doTi-rres n. 12, ,>udar, eseriptorio
Vena*. ; o sobrado n 49 sito ru I..y"5-
rial, canto da travesaa do Lima, lugar muito pro-
pno para negocio : a tratar na ma do Hospicio
n. 35, das 6 is 9 horas da manbi, e das 3 s 6 da
Urde.
i




8?&feioCi&k^r^ui> 9^a-BM^fMB9uttEo 0^4179^
F#]ll|A0 D(LttA
RUADO BR ~
(Pasando xm lf|$*
ft)E.\f AQS seorea, do engenrio e- ttotros
dBn^'0' favor de om vUla*SM wtablecm(Tirfu,.
wmSKt q^e shi tem; sendo todo soWior^m rjuaf"
. p44niWMLM ierificar.
E8*BC!AL- ATTBN^O AO-NU.MERO E LUGAR DB^MgEy^O
^h laiWK tolos 'demMlrp);..brancas' e de
cOres e ip ft,a2fnlQi-di|i(-.lfiv'^0 4 letlras
tambero- de madrepepja cm alio Jovo.l tor-
naado-se por isto apropriados para nolvas, a NO-
VA ESl^N^'1 i ra" ftttao* d CaXiasjn. 63
.. $ct&*Mtyrtamga~
'*' 'MMillti)^B>i(lereo?, erases,
CDlO roraeo"es ,e oassoietas, .ana. reta* oxpostas boa [
aHkEks.-'
Nora Espcr
mdernoVBysTemae e eib jfe) nvjrr 3 Aflfffi
DDvenientes para as divtersas ^ Uova E pernera
t-S
te mas d'agaa ,dt
suteias dos senhoras propnet'ai'ios e paja\
Hoendas de canna J1 Saj-SSlP,,lor6i qae **
Sodas deiiMa's t*^^w ** ^/''^
taixss de ferro fundido, batido e de cobre.
Al ambiques e fondee de alambraos.
'lff^lBtaWBMMI-Para-mandioca< Wio'| PaenSBodfli'"rAqA
nu%vx&i.iiOinv9 e para ferrar madeira. {tr motidV >olb
para
algodlo. ur
is, as'ralbores
JriJrtJe-se
(axias
ibas '
M1?
de patate, jarantidas........ |oa animaes.
pw eoVWpor,
mi inimiai
rroa
!Ar*&ttMntoow
~ Tresdadr-
p.ntriipi as as
assim la ubem
ceas preta
uvidade.
Ca: as n.
pi ;para
rodiij as incinas ^-w3.****^*^*!^.
Ffes quitan*} concert*-!***! rr
*2*^3.S dfi flT Baras ^^or6> e tnars baritas ftfstwtes 00 mar-
^nOAmmandoa Incumbe-ae de mandar vir qaalquer machioismo i von-
-H^JUmraaiiS, (tde do8 c|eDteSi it.bw.^Mt t*tagem de fasrem
as compra por interinadlo de pessoa entendida, e qo em qnaiqoer oecessidade p6i
li fresar auxilio.
Ar^dcs americaaos e 'mtnn^lM 88ricola8-

bmUW franjas _
dada..... II111 I 111 iilB^KaT
-I calleja feafl^etecafflrr. >
Bolas de borrpeha,
Yendpm-'o de todos ns tnrrrnlio* ma
CaMas breos so tem.gtiew.im ******>Mpa. o** mohn
rr/.v*
j-oi(
RA DO BRUM
PASSANBO O
GRANDE"
Atten^ao. Attenco.
Na loja de Soares Leite Irmaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
'usa fie linha com 10 nefelios, a 500 rs.
b'uirp. idem de marca, a 200 rs.
Garrafa i le agua florida verdadeira a 1&200
dem kananga do Japo, a 1^200.
IdVm divina, a l#0O0 e 15200.
Abotoaduras para collcte, de todos os
gBStos, a 2 uu rs.
lampan as gaz, dando urna luz muito
aoa, a 1SK)00.
Dmia de pe^as de cordo imperial, a
SSOrs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
19*6*.
Itfcm de oleo Oriza terdadeiro, a 1JJ000.
tezia 1) baralhos francezes canto doura-!
*.aSJi0O.
i tembeira lisa, a 25400.
6*rsab da tinta roxa extra-lina, a 15000.
Caisa di! botes* de osso para cal^a, *
i moiTornoss, a 35500.
Caisa pos para detiles, a 200 rs.
Id .: dem de pos chinoz, muito bom, a 800 rs
' ~!<>0. Chapeos para senhoras e meninas.
'.....sabonetas de amendoa, a 2$500
'-
: boa, a 15, 15500 c 25000
dem idemlisa de cores, a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 25800, 4*000
e 65000.
dem idem liso, a2$000, 35300e55000.
Caira de papel amisatie, beira dourada,
a 800 rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs. ,
Caixa de cnvclopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia de lalheres cabe branco, 2 B., a
55000
Ma^o de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito luios e baratos.
Duzia de carros de liaba, 200 jardas, a
700 rs.
Idem idem GO jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largn
r.is.
Meii idem de sarja idem idem.
Saboneles Glycerino transparentes,
Ditas vcies ura ve
, soineotopor eaur i_
anra rua i'ifi(ua de C.n
; mal ; poraue &:'
galSs e .fl
colher-se,*
ftflenafi

NACIONAL
Imperatriz n. 72
I)E
'-
oirH|^s (kiiimies
tera [M RdoVerMknlo !WJHL^iK>r^ossYt'l, a
iGfj wm J m\mo J 11 cortes
itaVWencftMfl'-rargas ewnfc- Vende-s(
CORTES DE BRIMDECORESA 15500.
Vende-se corles de brim de cores para
X *uo $t ft8' tMVU0 WHifl* BWLF*00 e 2*000-
II Tas limpas a irt"Jffr 59b rsT^TovadoT mxM* BOTINAS A 35000.
ras, a 35000 e
a ellas ame* que se acabem.
ROUPA FE1TA NACIONAL.
Yendo-se Usinhas de cores para \estidoj, 25500, 35000 e 450M .-
ALPACAS A 400 RS. 75000.
Ve)&Wi0lt)ieve#los a 400, 500, Coletos de casemira, a 25, 25500, 35 -
fiiQa800rs. o.cpyaJc
na do Bario da Victoria n. 22.
A' este grande estabolecimonto t^m che-
*^ll%%jfilriHf<^0 de uMobiMs para
ebstura, de todos os autores aig'aeredita-
so garantidas 'por um anno, 3^eddo um
pferfeHo artista para ensinar as mesuras, em
qTtalquer parte desta cidado, come bem as-
quer
A'lova Espiraiira rua' rttirpie de Gasias
63, acaba de receber a verdadeira tatuca A
nous para Ungir os cabellos,'* r^ne se'opsegu sim cojicriarlas pelo tempo tambera d'uiH
^ <* iSff^lf ^*,*!W ffl^'W? *** no x* despendi algnm do qomerador.
motivo, cabellos brancos so tem nuem djfer. ,- ... l .
T? 4Ji 7 \ INeste estabelecimento Itiujem lia parten^as
HiSUW Wl tiWuCl para as mesmas machinas e so sappre qu^
Os cinturoes dartouro, proprios para^fhoras, quer peca que seia necessario. stas ina-
^v'60^*^ ..Swranca rua winTI cUinas tVab^ro com toda a perfeieao de
Caxias n. 6.3, eslao, sjul ejiliora, eslaooa nio* h ^*" >/~^/^ !, i ..i
Se queris tor ou preparar um ramillete e : <" dpus poepOBtos, fraiwo c borda toda
cheirosos cravos b'raocos para o vsso caeameato, !quarqaer costura por fina que seja, spus
ou para outro Um apropriado, necesaario fcwJrer;os so da seguintequalklade : para tra-
Nova Esperaba fuaTpuuue de Castas n^^JJalhar a mao #-805000, 40-T0(; >, 455000
que all encontrareis os nielhorea porH,!t9ete*U|.._.-.. I i, ,, ,j
que se pode desejar. #005000, para tfbalhar coia o sao de
V-----------t-----r-;---------. .^ :, 1050U0, '.I050O, 100*000, I 05000,
igua florida, de 'Guislajh,u205ooo, i3o*6, i5o#ooo, 2009000 e
parafazor os cbelldsp*^^
tos.
9^
4"
Vende-se coblrtas de chitas de cares, a
15600 e 25000 Ditas de pello a 15400. r'* *
Colias ilo cores a 15200, 25500>o4*00v -hYmi' ae-ra
CHALE3 DE LA A 800 RS. 'rs. o "
BlrrM'lfB CURES Ti f^f^Tla.
de toda as cores a 440
Yeude-se
tn. 19000
baf.

mrrt
es de l do quadros a 800 LE?
COSA25OO0A DUZIA.
Verje-se a dWzia de lencos brancos,
titos de merino a 25, 35, 45" 55000.125000. Ditos com barras de cores a 3500o
eadfi-se pecas de cai2383Sc1 trSJ HiLmESOSUJs.
nto aosattores nao-ha
i al-
ero
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
I'lin Uom, u +oo rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Loques para senhoras, a 25000, 45000 o
Iamm i- sabouetes de anjinho transpareu- 65000.
tes, a 25200. vros uara notas, a 320.
iltiii idem com (lores, a 15500. Redes nnfeitadas com fitas, a, 25400.
pesia de coHarinbos bor.ados para ho- Duzia de collarinhos lisos para homem, a
en, 85000. 65000.
Deia de (Jec,as de trancas caracol branca, Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
a iW rs. mes do autor E. Cdray o Gell Frrcs, pro-
m lisas brancas,a 200 rs. prias para presentes.
VlIJrW
as de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
:a caixa, bonecas do !i >rracha c bolas do todos os tamanhos, candieiros a gaz,
;.)orccllana, ospelhos de todos os tamanh's com moldura dourada e rosa,
as de rame, rnuk'.urae estampas para quadros etc., etc., emuitos ohject* s que se
mencitmar.


/v
ALCATBAO DE 6DT0T
lic5h concentrado e iituludo
0 Sr Guyot chegou a tirar ao alcatrao a
y. i acrimonia e o seu amargor insupportaveis,
qne o lorna mais soluvel. Aprovoilando essa
fclii descoberta, elle prepara um licor con-
cntrado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
velciie, contem urna grande proporgao de
jrincipios activos.
O A'crfio de Giitoi (Goudron de
Cayol) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrao ordinaria, sem ter
m inconvenientes. Ba=ta deilar d'elle urna
colher de caf n'tim copo d'agua para obter
logo um cepo de excellente agua de alcatrao
sem gosto desagradayel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ella precisa, o que offwece
economa de tempo, facilidade de transporte
e evita o manejo lo desagradavel do alcafrSo.
0 ti,trio de irtijo substitue com
vantagem multas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronoaes,
tosses, catarrhos.
O aieatr* de Cajot empregado com o maior xito as molestias seguiatet:
0
O BEBIDA. Urna colher Je cafe' para um copo d'agua ou duai colkercs de
topa para urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE" PERNITAZ
IRRITAjAO DE PEITO ^,
TOSSE CONVULSA

El FOMENTARES. Icdr puroou com umpouco d'agua;
AFFECQES DA PELLE
COMICHES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
IB DUEC(|6lB. mapartedelicr*quairod'ajuatoticmiAmit*imaU
FLUX05 NT1COS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA mi
O Alemtriko d Onyot fot experimentado com um veradeiro xito to
jr.ncipaes hospitaes de Franca, da Blgica e da Etpanha. Fox recorihecido
aj, para os tempo* de ealor, elle consltae a bebida a ma'u hygienica, e 10-
trttudo durante ot tempo* de epidemia. Urna intruccSo accompanha cada vMro.
m, i*
''lllM^i1-
a j.im.4naipcMeMiie, Cfcei.l.t.
pcm4mcm, p; arau-er e o.
Simia, Hasee el Cm-
Ono-Vino, Caadldo Wellen**
L. VBEKE, 1, rae Jeeo*
iAKiio, Ferrelra el CK
f")TU,_Alelr* Leivea.
IMil
o de prec^, eosOMptudbrPspfxl
lisitar este estaL^eeiment, que mu isa de-
DoqneOe Caifas nJI l,lIero ^s,ar pA*>riedade de objec.* que
acafia de receber mra remes.*da aprectawl .apia *; sempre para^bnder, como sejam r-adei-
florida para faxeros cabellos preax. O bom k- ras para viagem, malas para viagem, cadei-
sultado eolhldo nor^qnem tem feito sa dessa r;ls pora salas, ditas-de balando, ditas para
in0T7LPnre^r^V'^ltoK.?ie ofK''>1*!'a- enanca 'alt;,s;, (lite para escolas, costurei-
do, e por isso apenas se faz Icmnrar a qtiem o- '
tamente deila vrtoie cqueira te -^prweitafde *as nquj-wimas, parasenhora. despensaveis
sua utilidadax Teimbe veio apiajrde topasio a para criancas, de todas as qualidades, camas
oleo llorido sam masoio uso, alo acreditados J(> ferro para homem e criancas, capacnos,
spelhos dourados pafa sala, g
para cha, fa-
lueiros com cabo de-metal e de marfirif,
. iitosavulsos, colheres-de metal fino, condic*-
^\^rsaXitX%dJbSfM.3ra sala, jarre,, guarda-comidas de
grsso, aljofares de cures, e orno semprecoati- grame, tampas para eobnr pratos, esteiras
nua a vende-las jw,pe?o cominodo. < Jara forrar salas, lavatorios completos, ditos
NOVOS diademas doUTadoS e^ples,object partoilette, esotros mui-
los artigcjs que muito devem agradar a todos
COIT1 pedraSv ^ue visitarem este grande estabelecimento
A agnia branca, raa do Buque de Gax-iaa n. 4jue se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
30, receheu novo sotimento de- bonitos diada- nha at as- 0 horas da noute
i^SShorr ^"vtamoparamenM Rua f](>Baraoda Victoria 11..
22.
y*""y Jaspelbos dourados pa^a sala, grandes e pe-
VOltaS e brillCS (le grOSSOS quenos, apparelhos de metal
aljofares de cres.
Colie'cc^es de traslados ou
normas para escrever-se.
* on.4 l,-"o. ------^- i-- a""o o,
recebeu novas crllereces ou normas para as orian-
cas aprenderem aescrever por si mesmo, ,hoje lo
usadas na aulas e eotte^ios; e como sempre veu-
de-as por preco eommodb.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'nguia braaaa, roa Duque da Caxias
n. 30, recebeu novo sonimento daquellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, vinda igual-
mente pam meninas, e contina a vendo-las por
precos eommodos.
Veos ou mant^nias pretas.
A loja da ajgoia branca, a raa do Duiuie de Ca-
las n. 50, recebeu bonijos veos ou mantinhas
pretas de seda cun flores, e oulras a iaiitaco da
croch, e vende as pelos basatos primos de 3J,
i e 6^000. A faaenda ba e est em perfeiao
estado, pelo que wntina a ten pronapta exlrae-
cao
Perfeita noridade.
Grampos cora borboletas, bezonros e gafa-
nbotos douredose coloridos.
A loja da aguia tranca^ rua do Duque de
Caxias n. SO, recebeu no vos gf ampos eom bor-
boletas, bezouros o gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quanudade pepaena, e
por isso em breve S aabara.
Novas gollinhas ornadlas com
pelucia c* arminho
A loja d'aguia brar.ea nf* BunTle de Caxias
- 30, recebeu urna pequoaa quantidade d booi-
s e novas gullialias, trabaUm de la o seda, eu-
neitadas eom arnuilte, ataras estas de muito-gosto
e inteiramentc novas.
Gxamposr brincos e rpzetas
dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque
Caxias, n. 30, recebeu nova meato battitos gram-
pos, brincos c rozetas dourados ; assim como
novos" diademas de aro, o como.sempro conti-
na a vendarlos por pracof razoaveis
Cafc^liti cilps dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na mjs da Agtria Branca rua quede Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, rua Duque de Ca-
xias n. 60, recebeu novo sortiaiento de luvas de
pHica, iietas e de outns cores.

S1ERM KINA
(VINHO DE QUINQUINA HIGINICO
Heparauo com os mkluores VK>I10S de 1IES-
PAXHA DA FIRMA
CALVA1RAC A. G. C, DE SEVILHA
KuH.NFXKDoa
I
DA BOA M.VCKSTAOK
Dlli-SI'ANIIA.
l'OK
A 11A1.MIA
TROIHERET GELIS
5'mrna<*cjitiN>
EX.-1NTERN0D0S HOSPITAES DE PARS
0 SBERRY-KINA o vinbo-de Quinquita
pgne hoje preferera a maior parte dos mdi-
cos de- hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos ixembros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicar,, nisto
que eflorece todas as garantas que debakle
se poocurarn nos productos desse genero em
que MU1TAS VEIES SE SACBJf ICAM AS QUALIRA-
DES T.\0 ESSOCIAES QCER DO VINHO, QJJER
DO-quinquina fas vezes -de ambos] ios lu-
caos da especui-acAO (Ver Guia das Aguas
fmerltm. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
T.a edigao.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BRTHOLuMEU & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
mi**nwuumm***amun\aW*Mt*aW*m1tm*Mu}mm
prenles o tapada, a 3-7, 3500, 4, 45500,
5$ (h?000. 1
"SAIAS BRANCAS A 2^000.
Vended-so saias'bf'ncas e*de1Mr^ para
senhoras. a 25000 e 25300. m^
. 'V\i BONETS A 500 RS.
VetwJevs*baaiols prctos de seda fiara ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello o
raassa, a US 25500, JOOO e 45000.
MAMl'OLOA 35000.
Vendenpecas do'maap>lao enfastado a
35900. ritos inglezc-i para os P%ts de
45, 4*300, o5, OK)00 e "tfOOO.
A
Al.fiODAO A 3*>00.
s de a
algod, a 350OP 4|
Vesde- pecas
o o500tV
fiDAMAllli: A 1S600.
Arende-se bramante com 10 palmos'de
largura para lencol, a 15600, 25 e 25300 o
metro.
GRANDE LIQUIDAfAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande por^ao do saque-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes om
ebeiro a 320 e 500 rs.
'Agua de colonia.'JalOO, 320 e 50Otrs. o
irasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Vonde-se toaUa pujroslo, a 80U rs. e
19000.
(iHAVATM Df:*EDA FIETA A00 RS
tnfle-se gravaray fle 9eda preta, a 500
CHII' \S VARA C01ERTA A 280JIS.
Ynidc-eehilaparaefeerta, afle 320
re. o covado.
mBONETS-fHRA MENINOS
A'cnde-lp l'Ates para menii
l'ARTff.UOtnRA SENHOI
^ende%e e^tilhos para
3*500.
P0frS A 320 RS.
Venderse peiiee de alisar, a 140, 320 e
00 rs.
IV'SjpARROZA 2'0 RS.
Vende-se pos de arroz em caiaa, a 2*0
rs,, para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos taroanh--.
a240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos.
a 320 c.500 rs., para liquidar Wf outros
muitos artigos que se vende bajpto para li-
quidaco de facturas.
"
.-

O MAIS fODSEOSO
TNICO E FEBRFUGO
MEH11DO rOB LA ACADEMIA BE MEDECISA, BE
Medallia Ten \v\\l A Premio

Ovo.
auiNA
LAROCHE
ELIXIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICANTE E REPARADOR,
nperlor Tlnho e i.ropc. de alna.
Experlmenteda com pleno succeaso nos ospitSes, a Qoih Uroche (ou Extracto compLt,
de Quina) urna preparacao excepcional, por ser privada do amarga da Quina. Agrada per
consegufate as pessoas as mais intolerantes e aos paladares os mais delicados, pofa nem (
ranito doce nem muilo viscosa, sendo de urna limpidez constante. Emprega-se eom muito
proveito nos casos de.-.gastralgia, dyspepcia, nevralgia, anemia, marasmo, eachexias.
tiutgrea, fastio sem causa apparente, cotnaUscencas demoradas, Morse e escrm/tulas.
E O ESPECinCO DAS MOLESTIAS FEBRIS.
QUINA LAROCBE FERRUGINOSA tu pabiz,
Rcinindo todas as propriedadts do Feno et da Quina. 15, roe Drouot.

EE:. .3
i
Itent, Falca Blas
Poi UWI
\o.^W
e&Kj&:v.
aurer &(j.
VERDADEIEO LE RO
EM LIQUIDO OU PILULAS
|Rue do Seine, 51, PARS
M;bas
chita adamascada 300.
a-amante a 2.
Cobertas d
Len^oes d;
Ditos de a::.- daO de duas larguras a 1*200.
-'Cobertores o l escuro a*if.
Colabas .adunastasae a4|. -
Toalhas alcochoadas a l .i duzia.
amado Cre'fe a. 81, loja 4e.Guilhernte 4
Compaatiia.
C,rodea>|.lep-e4M800 u covado.
Dito preto da cordio a 2 2'0 e,'?^t00.
S na./-aa do Cne^pp n 20, loja de Guilheraa.te"
Corapanhia.
jOretone
Crotone, lidi^padr)^ a iU) rs. o covado. i
Na rua dsCrefpo u. 20, hja de 6ui|ernB
Companhia.
r ,--------------*-7T----1--------'' l)Oi'l ------1 --*i
-- yeodeS%.er;itio i&eisteute na^rkv^sa


\.\
: taul Md
(e lera o me sinele, um rotulo impnsso em nui-
tllo eom mi (cito SICNOnET. PAl:li EiieamaiU
obre fundo negro.
fi. B. Remettendo-s urna ledra de 50 tranrolj
Are Faite, recbense TM franeos de medtaTrruilhs
Depoilto pilodpal /7
io legitimo I.e Rvy />^' ~- .->*
.- .-e .. aMN "
inte* agent.1 ptlo..w
Braal Sr-or-de
ctiKi na Baha.
-
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM I0DURET0 OE FERRO INaLTERAVEL
APPROVADAS PELA AGVDE3UA Dt 1ED1CLNA DE PARS, ETC.
Poesuindo as propriedades do iodo e do rmne, ellas convem especialmente oas Affec-
SBes tscROfOUMAs, a Tsica no principio, a fraqneza de temperamento e taiubem nos casos
e Falta de cAr^henorriiea, em que necessario reagir sobre o sangce seja par lhe
restituir a sua riqueza e abundancia norniaes, ou para provocar e regular o seu curso peri-
dico.
K. B. O lodureto de ferro impuro ou aderado um meditameaio Inflel, ^ ^
Irritante. Como prova de pureza e autlientieidade dai terdailrirn
Pllulas de Blnncard, dete-se exigir r.osso olio de prala roac-.
ila e nossa llrmu, aqu reproduzicla, que se acha na parte inferior
de um rolnlo verde*. Dere-$e desconfiar SU falsIfli-atSe*.
Acha-ae cat tadaa as pharaiaeiaa Pharmaceutico, ru* Boiiaparte, 4$, Parit.
wm h o
rji
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:fc
DO DT DELOR
Preparado por H. BEU2IER, Ph da Sachla da Paria.
O YIJtfHO BEX''HA'rTV-O BO DOTJTOK BXfiOB ao" mwmo \
t.iujio que purica o san-ui' d'uma maheira qjicrgicj nai o attert e lhe '
eonsma a sua tanicidade prhiilitva.
Tal o rrsumo dos nim-ciasos ti'testik erfilrcfadt ao Dontsr DP.LuH I
optiis da 9 da Iiussia, da Aiciiianha e da Bdptt.
O Vii'lri) Depon'ivo do f)( DI.'OH o uiiico productO>que, Jid
('!iiii*'i);-,rdii santftioiHla-i M principios morbfitos ij-ieo aiternu, ooiu j
laffSAU IV"' cins.-.-va a sp.-i fiuva o a sua cqn|l|l|i^(rMla|ll|'a.
kVpnr^^^f rM1*"' iprcssario -st id)||tUi Jfv| Je.,ura.a*
lfimpent O Vialio P|pu_iativttJfW( DI.Oft-dcita'VMna^ 4osarfiapons iiillluladas
dnMira'*Vf|4t*flfy','>1K:-. i"1^. V"Mi m *. e as .|...w lagar de pui :
i.-i:-:i, djnjns i-ll'"ilosxi'">inilo> ivV* dd qiic UU-W '"
_..0 Vwtia lUwiirnlir do0j)l'.' <*'7'-'.f Tl" tfrn;is,^Fcii.H>.i iiftv.'OjrX,. T>nn|-ej,'Kof.-iJ, /VaMMa*,i
y7!*? hri'prvs.llrnr'^ .*>',''.wi./O, litai/tn) Lti>* ' cii;!rV^fviW(ft*,ffi pi'K I-', un lr.-scn -nim rprlofonlra I'ibres nm.i-
h) ctWiU: MfjiHtutoHtj fin Jit\m"Su .s OSIiallaW-ilTrMiv'iiU'sda /.r..,.mi po .ciiiimi;i,,-.u-ocoib eili).
jf. "'..'-
t


do Remedio,-fraguezia.tos Alofarjosn. ti, -
hoj B^d^TWr IVfthedoh. 8, L-
7^^,eP^^eillr c'' 3IBS5*b Tdadcinfe
Ida4e' cm o seu pr^prtar^ na/a rj,5mm*
|Fcancisce,T*ata ' i
lia a venda qa
rcado
l'Al.IU
BtiOAi'iUt .OTACAOO J
t: ik* ifaja IV!j
^"'"BrtWl'
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'lnico deposito, a onde se acfia avendj
'Run4a bariio

r.'Ufinar
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Mim> ai* aBaD

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J


Diafo^e $wmti>W> rVf- rS^%;ftfi *L5 <%dhJte^9ks?a y
* 8
NICOS
Ra d Barao da Victoria 28
As mais simples, as mais'baratas c as. mdhores do mundo!
Na ejposigo de Pars, em 1867, foi concedido a
Klias Uowe. Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
o da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
I'.stados-linidos por sor o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditan]
estas machinas.
A 90S000
i



Cahe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Pova-
Vork, estabeleeeu uesta cidade i ra do Carao da Victoria n. 28, um deposito e agoucia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela pcrleico de seu trabalho,
empreando urna agulha mais curta com a mesma qualidade delinhaque qualquer outra,
' o pela introdueeo dos raaos aperfoigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exarae publico as melhorcs machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguhes:
Primeira.O publico sabe que ellas s3o duradouras, para isto prova incontestavel, a
:rou;nstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe cm segun-
da mo.
S-i,' uida.Contcm o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Teiveira.Ha nellas menor frieco entre as diversas peoas, e menos rpido estrago
que lias nutras.
Qaaitt.Formara o ponto como se fra feto mSo.
Quinta.Permitte que so examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
lias outras.
Sexta.fazcm ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
logo em seguida, sem moditicar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
SiHima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha no combar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das macbinas de Howe
- adoptando a opiniao de Elias Howe, mestro em artes mechauicas, tem constantemente
Pigmentado seu fabrico, c boje ne attende a procura, posto que faja 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruegoes em portuguez.
A 90>000 A 90^000
de oas
CabugN.
2 A

DE
BARROS B II.IIO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprieta/ios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, cunvidam ao respeitavel 'publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna jola de gosto por
preco razoavel.

So ar.izem de Joai|Riin L'jpes .Hachado l
Travessa do Corpo
Santo N. 25. .


Vapores locoinoveis de forta de 2 a i favallos.
Correias para machinas.
Pollas de diverjos tamauho*.
"aquetas nara cobertos de carro.
Solos do uslru para guarda lama.
^mas de lunfa para carro.
Chicotes para carro.
Cales rargo c eMreilo para carro.
pregos com cabera de marfim, dem.'




SOARES LEITE, IRMOS

A'
do Baro da Victoria n. 28.
BAZAR DA RA DIREITA
HOJE
S N. 51.

ArMecta,

56 aRa do Mrquez de Oliuda 56 a
(outr'ortt ra ta Cadeu)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido ooraw principal e reeoramen-
dado pelos gran les depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhorcs, mais acreditadas e verdadeirns iuucIuum uuh-i'Lchhus para alga-
da*, desdo 10 & (>U sorra*, e haveudo em todos os tomatillos diversidades de siste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descaraarneuto ; tomam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, en-ontraro
Ester.-labetecimeiilo sempre solicito era offmecera concurrencia do respeitavel pu-
olieo um completo sortimento de miudezas, calcado Craneez, chapos c quinquilharias a
prego* os mais razoaveis possiveis, para o que recebo quasi todos os seus artigos de pro-
pria eucommeuda da Europa e America, vem dar uublicidade dealguns artigos por cujos
pre'.osbem se pode avallaros presos de outros n.uitos que se lomara enfadonho pu-
pear.
HUIDIZAS, j MUIDEZAS.
L jmra bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 25500.
libra por ajrSOO. ; Botes de setim pretos c decores, a 800
\gulbas francezas, fundo dourado, a cai- rs- *3|000 a duzia.
ludia com 4 papis a DO rs., 24 Voltas de lita de veud com lindos co- guras, a 15000 e 1JM00 o metro,
reles fingindo maareperola, a 500 rs. ,)itas do cPr(?s e pretas a 800 rs. e 1?K>00 o
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu, inetro-
rompanhadas cora 1 par de brincos seine- Galoes pretos de seda, de muito gosto de
liante, tu Jo por 2juQ. 800 rs. a lftOOO o metro.
Lina branca de 200 jardas ora carriteis, CALCADO FRAN'CEZ.
propria para costura de machina, a 800 rs. Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
a duzia. 4$50O o par.
Dito de dita de Alexandre, ouraeraco a ^,3S dilas de duraque, gaspeadas, canno
yosto do reguez, a 10100 a duzia. alto, a oi?000.
Diademas domados de 1?500 a 33000. Ditas pretas enfeitadas, ultima moda, a
Ditos de tartaruga com flores a 23>000. 650O.
- Ditos com borboletas a 19500. Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
Brincos encarnados 1 par por $00 rs. la&JidOG,
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2$O0. Ditas para meninos, pretas e de cores, a
Ditos dourados, duzia de pares, a 1$500' $P e 4JJ000.
tambem mais :
Apurados vapores locomoveis, deforca
de 2'/i e 3'/i ca val los com todos porteras
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladel-
ra.
Carros de mao para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cohrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Tornos de bandeijas linas,
torrentes para arrastar madeira.
Cilindros americanos para padarias.
I'ertencas avul$ost|ra machinas.
Salitre refinado,
fireu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debilitadores para mho.
Azoite de spermacete para macbinas.
Camas deferro.
Bombas do Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ierro patente.
Cannos de ferro os*nHados.
Ditos de dito estauHen.
DHos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
ao empenliQ de' bem, servir ao* seus .freaueze e
ao'pdulco em g^ralfesi procurado prover-se do
oue ha de nttlhur a da almila moda nos merca-
(W* de Eufopa, para exporte afui 4 v,Wa, or-
tos da que os seus arl^uSj *rp beiu apreciados
pelos amantes do Lum e uaratp ; passa a ennu
merar alguns d'entre ellos, como sejani
ALUU.xS, s mais rios que tem \indo a este
mercado, com capas, de madroporola,
.n^^^fftarlw.U8** Lr*a. veUdo ehagiui.
ADjSKhyos pretos e voltas propnas para luto ;
assiin cilio, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra lina e multo bem
acabada.
BOTUES para piuino.5, o, que fe pode dcjfjar do
melhor em plaque,, tartaruga, madre-
perola, marinn e ss*.1
Bl.(;AS de velludo, seda, pallia e chagriu,
la de uiiiis moderno e 1 odas.
UICOS de seda e de algodao, tanto braiieo como
pretu, de variados descaaos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CA1X1AHAS para costura, muito rks e de di-
versos forra tus, cola msica e sem
ella.
COQUES a milano, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, -ueste genero a Predilecta apre-
spRta um grande e lido soitimculw
capaz do. salisazer os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOL'QUUT de madreperola, marfim e sso,
c esto um uliji-eio mdispeusavel as se-
nhora s do Uuiii tuin, aiim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou niaiieha-
reiu as deliradas inos.
PENTES do tartaruga, de marliiii c de blalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
ditect'sempre eonserva um importan-
te suriiiueulo de |ierfumarias de tino
odor dos mais afaniadus fabricantes,
L'ubin, Piver, SOCiedade hygienlca, Con-
dray, Gusnes e Riinel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aeeitos pela soeiedade elegante da
Europa, e por tanto, .icliam-se na
piissibibdada de bem Servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA -dma de enumerar una im
Dicnsidade de arli^us, aliiu de nao inas-
sar aos leitores e se | ede a benevo-
letti^a da res|itavel publico em di-
rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
ra con vencer-se aome pode comprar
o que bom e barato, assua como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo pre>^).
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de llores ao alcance
de qualquer bol a anda que nao es-
teja bem repcela de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que so na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafel, velludo, tinho e de algodao, por
commodo pre^o.
GRAMP0S de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e (Je cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senbora,
lajos e golinhas de bonitas edres, tam-
bera tem um bom sortimento de gr-
valas e reyaias para lioinem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Sara ornatos de sala.
lei s de seda, de l e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
niariim o de osso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
LIVROS para missa la Predilecta'apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
soitimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marflm, oso,
volludu e cbagiln, por presos mu
razoaveis.
Novidade.
A l'iedilecta, ra do.Cabug< n. 1 A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phantazia,
saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
por barato preco.
1ST0L
>*

Trens para cozinha.
Emfim muito? outros artigos, que savista eMata estabdeomoderoentp !i o
examinados.
o 2JW00.
Voltas de aljofares com brincos, a 2#500.
Ditas do ditos c-jm coragoes a 19000.
Ditas de ditos de contas com cassoietas, a
.800 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 19200
a 29000.
l'arures com 2 lagos para cabeca o peito
a 39 e 49000.
Entremeios e babadiuhos bordados de 3go
rs. a 29400 a peca.
Calos de s*xi braoeos de cores, do
l.-iOO a 29500 peca.
Ditos de algodio e seda, de 19, a 19400
'a peca.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e &W rs. a
pee*.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sandata a 49500.
Dftos de madVira imitando, a 29000.
Ditos de papellesa 19806.
Coques para senhora, 39> 39500 e 49.
Aderecos fingindo coral, co/n pondo -se de!
alfinete c brincos por 29009.
Dito dito pretos por 29500,
Ditos de plaqut, eompondo-so dealfineto
brinco, sendo do maito gosto, por 5*000.
Completo sortimeuto de c alead o de case-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
10 e/o do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapos de pallia d'ltalia, para se-
nhora, a 119000.
DHos ditos pallia escora, da ultima moda,
a 189000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol de seda, ingleses, cabo de
marfim a 169000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ritos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS RTICOS.
Granadina par* vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com tistraa de seda, a 050 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditos para sof, a 30* 49000.
Toaljaas, dehftbo, p*r9 rosto, a 10300 cada
Una.,
Ditas de algodo alcoxeados, a 640 rs.
Colxas.de crochet para cama de casal, a
AA/t
LOJA DO PASSO
Ra Primeiro de Marco
n. 7 A,
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao & Filhos
Teem para veader ni seu escriptono ra do
Commercio n. 5, o segrate :
I AGUARBENTE < de laraiva, dun dora,
1 ARCOS de pao .para barril.
OUtr Ora O Ll'eSpO. CAL de Lisboa, recentementa chegada.
Os propxietarios actualmente desle irapoi (ante, 1 CHAPEOS deso, para homem e senhora, cabo
estabelecimento, tendo procedido a una completa _, rf ulMuEi osae.
r'forma em precitado estabelecimento, e eonscios *;JV*' reJ^*r0i' l^a porta,
de ser elle um dos mais bem sonidos principa!-1 FI de alsodao da Babia, da.fabrica do commea-
menteem ai%os de moda e alta novidade pede ,,WM. niendador Pedroio.
ao respeitavel publico e cm particular aos seus 5;\ ; I^a'.
numerosos freguis a bondade de continuaren? a'^m"'**^B,prJ- ^ n 1-
depositar cm sua confianca, garantindo serem bem PA>N0 ,* iilgt(daoda Balua, da abnca do cora-
servidos e por procos riiniiameato barat. Ye- *__,-- mendador Pedroio
nham pois todos comprar novas e liadas aae* HHTRft* de>u,iu t?H,,u*llda^as fabriCM de
das, de cujas damos ura pequeo resumo para ^^. er?* e fc*w.rd Mihtao.
que vista dalle possara apreciar. Wf^W' 1ra beUca.,
Velludo preto, setim maco preto e branco, gor- S^A' AHKILHA do Far.
guro de seda, grosdenaple preto e de lindas ed- "&? dt cera d o* s tama.nhs.
res, l com 1-stras de seda, cambraia maripoza Y1"110 engarrafado do Porto^ caixas de 12 gar-
nansok, de indos padres, canucas berdadas.para
hornera, vesluarios para crianeas,, chapeos para
baptisados, mantas brasileiras, meias decores pa-
ra homem e meninos, chapeos de cabo de marina
ra sol, granadiae. tilo di- seda, riese tmtaM
seda, fil de buho, bramante, cambijas, chi-
tes, caaserairas, etc.: na loa do Passo, ra Pri-
9000.
fo scriptorio da roa 4o Corroncrcio n. 32, 'de W9 Jos' d 'Carvalh"
Moraes, ven.le-se o aecointa :
Caf do Rio de Imeira.
Ciment da POrrtBKd.
l'alhinha preparada.
<>*a-eto*elV-:'Jii'<>'l .*8 0
Oleo de linha^a.
Com de- 1aMi\-.-r
ttferrc,
Chumbo de munico.
iirn>.))Gmma-k,ca, super._,
Cadeiras bvmburgueus.
Ditas para crianzas.
r-ffi
:>'. ... -
o'-i- >'.'
f!l Ti .' t.t fui
asrtuqoti otnoo viu
uihiidri
.im).^r,,nma-k,ca, superior'quahdaJ,. "H
mireo de narco n. 7 A.
Setim maco de. cores.
Satas bordadas para senhora.
C ra* de veitidus crneos bordado*. Bara.ser
nhora.
Merind preto e de cores.
CapeRas e mantas para nohra.
Reos- cortos de sao* de cores.
Vistojarios para baptisados.
Chapeos paraXaRtisdos.
Cortas de seda para noivas.
Ditas dli.
Tealaas bardados de aanrania d* MiOiMnaJ
J8Bfeffl*5wA-^.fc
urna niulatmna ebm t.a^s MAiMMm e pto-
ia mucama : ne na 3c Si Fnicicetii.. 70, hlt
raojotfraoa. -iJ^ af. ...K

ik^loa
ditado;_ yendaW^ ti IfTasj :
E .
C ra do Atnoha a.
.- T
dito Ma^eatel do Daura, dem idtra. .
dit^.SetuVal. caixaa de M 2,du;isr
da Italia engarrafado, axas de C gar
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de cajii^ caicas dotftatr atea.
^vawidftj^uf^^wai ya, li.fiif-
Carcaveios.ideinideni.
Qtairde e elegante, easa de
campo padfa wduteiimiM
"M
roHfeT
ti|a ni
^,^Fo.-f^raBea*arali0JaiM
lantJaaril i.jBaOafNPbAUa'
TASSOIRMAOS & G.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de desearocar algodio.
Machinas de nadara.
Potassa da Russia em barril.
I'hosphoros de cera.
Sag em garrafdes.
Sevadinha em garrames.
Lentlus em garrafoes.
Hlnim da aJmaica.
Vinho do Perto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di 0.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas mglezas.
Licores finos sortidos.
Cognac GauUiier Freres.
Latas de toucinho ingiez.
Barrs com repolho em salmonra
SEGREDO EGOMOMIA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
IIJECCAO SHOST
nica, hygienica, radical e infalliv^l na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fliuos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garamia de salutares resultados
a continuada applicacao que sempre com a
maor vantagem se tem feito della sos hos-
pitafes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
C, ra Larga do Rosario n. 94.
Xarope d'agriao do Pai'
Antigo e conceituado rnedicaiiiento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
ooibo a phtysic*, bronchites, astlima, etc.,
apjAicado anda cora ptimos resultados no
escorbuto. .
Veade-e na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
m te bs cabellos
0
1'
1
4em-^aparecido ate note.
2JS &Mf* tdi| do R,
ti.l^ f.
4a '.adela
ti. .TI"I 1 \
01U.

ncad*ttirasde
p|)Hl&l
Hcjolla*-
'ar, q era
as. as boticas o casas de' cabdM"
eiro:
;-------------1-----------M.
ia#>0vat,*>#'Btiei' -*Sb4*mimmt4 i -uao'
WWp^loq .ailM >} -A
:, Chites roxas eou. peqM <*to* a*Ld.a*(xj L [ Ve
t -ecentes ejuclhores.
'endem-se napharmacla fe IftbMrla d*Bki*
L'ns befes sadios e sqs
Urna digestau vigorosa,
1 Um excellefte Bpplpc,
s.o alguns dos beneficios (jut se pou'era Je-
rivar, fazendo se um uso regular. Jas
Pllulns vc^eiaes tic B.ItoI.
Urna cura certa e elncaz dos infesliaos,
Um remedio admirayel para i ros,
Um tnico poderuso para pcalumajo
S3o as inapreciaveis qujindades medicas
que se podem encontrar, usando -,.; das
PuIhn vcs;('(iu"* do Ei-:,el.
Urna medicina que nao uroJujlOt^ nem
1 c
Ira purgante que nao debilita n,jm eo-
fraquece.
Umluxaiite que nao causa ,a rocflor
nausea.
Formam urna das muitas virtudes que
possuem a s
Pilulus vo^etacM Jo Dristo!.
Um medicamento suave e favoravulpara
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarraiijos a
systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regularidades.
Sao eseffeios sem falta, resultantes do
usoe etnnrego das
PiliiluM vo^otooM i!o Br't(.
Urna compleirjo clara, alva e transparente,
Urna peHe macia e ddica la e aia
Hlito doce e agradan 1.
Sao os resultados eertoscirifalliv!-:-, de-
pois de se
havor tomado algnmas dses dcste
melhor dos
Remedios as
H*ilu!as vegetaea de Brutal.
l'm todos os casos do molestias Cuma na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou svphilica ;
ou quando a massa do sangue se baja tor-
nado turva ou viciada pelo .so de ferro,
mercurio, ou por outra qualquer substancia
mineral a
Salsuparrllha de Brlsto?
dever ster usada de conjuncto com as pil-
las, e assim obranJo-se, em restricta coo-
formidade com as direcocs inscriptas na
envolto; os docutes po.Icm I car cortos que,
urna vez usada conjmictamente urna com
outra, nenbuma cnfermidaJe ou molcstt,
por rnais severa ou arraigada que se *ch ?,
uo podur resistir ao combinado poder se-
cretorio c sanitario destes dous
GUIES, E IHGOMPnflAVBS
RESIRDIO.
Ambas estas medicinas acham-se vfnda
em todas as principaes boticas e
fijas de drogas.
Achi-se a venda em todas as boticas.
H. Foreter & C.
______________ACEMES.________.
Teui sido aprsenla!- m pnilies
Dumnte o espado
4 0 A > > O S.
S\laS\YAAM\Lll\
1)K
BB1ST0L
i-


CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS 1
A SAFSAPARR1LHA DE BRISTOL puri-
fica a massa dosangue, expelle para ora
todas as materias e fezes viciosas c impuras,
regula todas as secrecoes, d vilalidade e
energa a todos os orgos o d forea e vi-
gor ao systma afim de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitucional. Ule
nunca distrae afim de poder curar ; porm
constantemente assiste a natureza. l'ortaoto
em todas as doenrjns constitucioniies e em to-
das as molestias locaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfeito do systema en ral, achar-se-ha que a Salsapamuui* ds
Bristol um remedio seguro e eflicassisai-
mo, possuindo inestimaveis e incontestatcie
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Ulceras,
Ckagas antigs,
ENFERMIDADES STPH1LITICA:'
ERYSIPEI.AS,
RHF.UMATISMO,
.>EVRALG!A8,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto renorne i
Sal8aparrilha de Bristol
por tolas as partes do universo, sao tao so-
mente devidas
ITSICA LEGITIMA B ORIGINAL
Salsaparrilha de BmUA
II. Forsler L
AGEftS.
NA PHARMACIA CfiNlftAL
a^taJialaas escosseza. n 9 iO m
'480 r*. o covado
20.-Ra doCrt n.20.
Lanbas escossezas, t^W*S Wtoiramente nov,
polo dimmuro pre^o nfeO-it. ocovae.
Ditas *)'qua'lro;adadiBhaa afiri corada.
E* pechmafca, e dio-se araasiras na ioja
de
<^ulhoouae al C.

. ,
-----
rs. o corado.
Ra do Crespo n. 20.
Lanha eseoeerts, paMca far
t pekraiapto prea
1 eeannelu o-dawe aaoitr
J'ao>da<
Ha sempre pava vewfler-s par canunoA ureftv
/Otes e ahreqarla roses, dito k >hla L..nUa, -
k> de tapamento e lulhas, os quar.s se uu la poT
'per lugar- a. ver e traty q oliria^dA
(Iscoria de r.ovantifj amg* do-MjBUdjo
\-fJ
tnHJaYma^e'abva reavidrapiiBv*
er negocie: a tratar iuma


8
Diarfe de Peraambueo Terqa feira 15 de Julho de 18?3.

4
ASSEHEEA GEftAL
SENADO.
discurso raoNUNciAoo na sesso de de
KM, POR OOCASUO DA DISCl'SSAO DO
VOTO'DE GRABAR.
O SR. VISCONDE DO RIO BRANCO (pre-
dento do conselho:-O nobre senador pela
provincia daBahia.oSr.- conselheiro Zaca-
ras, faawidn urna diversa s questes poli-
ticas que at hoje tm occupado a attenco
das cmaras, assignalou tres grandes peri
gos, em que so achara as sociedades moder-
nas, semexcluir a do Brasil. Estes pongos
sao a impiedade na direcco do ensino pu-
blico, aperverso dos coslumes pela ruina
das cremas, e una propaganda tendente a
iusuflar a discordia entre a igroja e o povo.
Estas ideas do nobre sonador, e o carcter
de que elle reverti a sua revelaco, parecem
indicar que S. Exc. pretende alteraros pro-
grammas de nossos partidos polticos, fazoq-
do-lbes algum additainento importante.
Combinando essas apprehenses do nobre
senador coin as deas que elle tem aqu enun-
ciado, rateen te mente, sobre as relajos da au-
toridade espiritual como poder civil e poli-
tico, eu por minha vez tomei-me de serios
receios ; tigurou-se-me quo u nobre senador
estava prevenido contra o nosso progresso o
quefia imprimir-lhe urna direero inteira-
mente nova, seno faze-lo retroceder; e esta
minha conjocturaetantr mais fundadaquauto
certo que o nobre senador citou-nos a esta
tistica criminal em prova de que a civilismo
moderna tem sido antes nocivado que favo-
ravel aos costura** pblicos.
E urna grande novidadeslo que annun-
. Cou to solemnemente o nobre senador pela
provincia da Babia, e o pensamenio poltico
deS. Exc. tend a estorvar o progresso, em
que^.l boje tem caminado o Brasil corn as-
'sentimeuioesatisfaco de todos. Sea propo-
sic,o genrica dooobro senador nao me pa-
rece exacta, em relaco s sociedades do|
velho mundo, menos posso eu admittir que
seja ella urna justa apreciado do estadomoral
da sociedade brasileira.
- Sr. presidente, um povo que provou ser
capaz de tantos sacrificios, que tantas provas
deu de seus sentimenlos de ordem, de amor
patria o do religio e caridade, durante a
longa g'ierra do Paraguay; um povo que,
depois de sacrificios t-.manhos e to penosos,
mostrou-se mais activo o prospero do que era
antes, sempre pacifico e nao querendo seno
o progresso refledido ; um povo, que anda
em 1871 resolveu o grande problema da
emanciparn dos escravos sem o abalo que a
mesma questo produzira em outros paizes;
esse povo nao deve incutir os receios de que
o nobre senador se acha dominado, e sob a
eonstitue a materia desse recurso. Nenhum
interesse pessoal me liga meconaria, e por
ser macn nao -lexo de ser catholico e ci-
dado fiel aos meus de veres.
Pertenco macollara porque a conside-
re! e considero urna associaco inteiramen-
tholic. Para abonar a ouha humlde opi- dente do conselho^ :..m alo annunciam
niaoem assumptoUo sublime para tran- urna propaganda nova, podera provocar e
quillisara Ss, Excs., que se mostram poli- dar corpa propaganda que Os sobres ae-
tieos descrentes, citarei as palavras de um uadorce denuncian) e que en creio ser urna
eminente prelado, o hispo de Orleans: jro de seus espiritos. Nao se pretenda
< Tal a profuodidade e a fecundidade de trazer para a nossa sociedade, al boje sen- .
seus dogmas, e tal o carcter expansivo de ta dos odios religiosos, as diasences que te pacifica, que em nada offende a re-
sua constituido, que ella nao ser jamis rcinaro na Europa, mais excitadas pelas ligo do estado ; sendo quo, pelo contrario,
excedida por nenhum progresso da sooie- exagera^ues dos ultramontanos do que pelos professa a mais completa tolerancia, seguin-
gimens polticos sem nada alterar doseusym-i roo. Sojam prudentes e Virtuoso os minis- aas leis. A associncio maconica nao se
bolo; ella tirado seu thesouro, como disse tros do altar, e a palavra de Deus acabar oceupa nem com poltica, nem com reli-
iNosso Senhor, de seculo em seculo,o se-'por dominar as orflhas desgarrada* do
gundo as necessidades dos lempos, cousas an-' chrstianismo. Como Desta materia, menos
ligase cousns novas, de thesauro tuo pro-(do que om qualquarout a, posso julgr-me
fert nova et velera; e vos a acharis sempre assaz esclarecido, o senado me penmttir
prestes a adaptar-se a todas a grandes trana-! que lea o que Cormenin no seu Direito A d-
formayoes sociaesea seguir humanidade ministrativo escreveu no mesmo sentido do
paiz, mencionou a rapidez das communica-'ponto em outro lugar e vou j tratar desses
em todas as phases de sua existencia.
0 virtuoso e Ilustre prelado francez enun-
ciou estes sabios conceitos em meio das
apprehenses qne na Europa causava a reu-
uio do ultimo concilio ecumnico. Nao re-
cejemos, pois, quo a verdadeira religio
chnst.....
pensament que acabo de enunciar. A
opinio do eximio publicista francez parece-
me digna de ser recordada :
Essa lberdade dos cultos, que pode
desprender alguns anneis da cadea catholica,
e condu/.ir com o andar do tempo i inditfe-
gio ; si alguem o faz em nomo dos ma-
cos, aberra dos prcccitis de sua consti-
iQCiO.
Posto que, como j disse, ou nao me
considerasse parte na questo, a nao ser
como membro da communhao brasileira, e
estivesse completamente desprevinido efos-
se capaz, se me convenceren! de que a ra-
zao estava do lado do reverendo chefe dio-
cesano de Pernambuco, de votar neste sen-
tido, todava, su no seio do conselho de
estado so aprosentasse a mesma divergencia
renca religiosa; ess^ liberdad) de pensa-1 que J;nrirain os nobres senadores, ter-me-
Catholica,: ment, que, sem parar ante as resistencias | hia absi/do. Mas, posso dize-lo ao senado,
urna grande maioria daqudla Ilustrada cor-
0 Sr. Figueira de Mello :
apostolica e romana. Ida fe, permitte sondar os mysterios da revo-
OSa. Visconde do Rio BRANCO.(prs- laco, a certeza de sous dogmasea intelli-
dente doconselho, :....a verdadeira reli-
gio christ, que para os catholicos a ca-
tholica, apostlica, romana, possa ser des-
truida peas estradas de ferro, pelas linhas
telegraphicas, ou por essa liberdado de pen-
samenio e de consciencia....
O Sr Mexdk.s if. Ai.mkida : Qm^n as
condemnou?
0 Sn. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do consolho) :....que,se podecon-
duzir a erros, nfinal conduz aotriumphoda
verdade.
O nobre senador pela Baha assignalou a
existencia no Brasil do urna propaganda.....
O Sn.Figueira de Mello: Apoiado.
O Sr. Viscomde do Rio Bao (presi-
dente do conselho) :....epara semear a
discordia entre a igreja e o povo. Eu nao
vejo simelhantc propaganda....
O Stt. Mendes de Almeida : E T, Exc-
tem a vwtn muilo aguda I
0 Sr. VsS)xde do Rio'Branco (pf?*,
gencia de suas pratcas ; essas leis da Uni-
versidade contrarias ao restabelecimenlo das
corporagoes religiosas, qo, pela unhiadedo
ensino, dirigiam pelos meemos camnhos
toda orna gerago de bomens como um
corpodecem mil raberas; essas leis polti-
cas queafastam para longe as milicia rga-
nisadas de monges, agentes oo especulati-
vos, sempre preste a combater, neo mo-
nhecendo por ebefe seno o sen geraf, por
patria seno lkmra, por soberam sendo a
Santa Se, por wdens seno suas orden? es-
sas instituiges, essas liberdades, essas leis,
Roma at v" con? apprehentd exagerada,
mas vira lempo lalvez en que ella tirar1
sua for<;a e sua recrudescencia precisamente
Qes antes das condiyes de melhoramento
moral I Dir-se-hia, vista da severdade
dos theologos do senado, que j nao pode-
mos fallar em estrada de ierro,,sem primei-
ro fallar no seminarios, sob pena de rmos
para a lista dos materialistas I
A lgica nos ensina que na expsita de
fados c ideas se .pode seguir a gradado as-
cendente ou descendente, do mais sublime
para o inferior, ou do menor para o maior,
mas o nubles senadores nicamente porque a
falla do throno mencionou as estradas an-
successos, guiado palo nobre senador, por-
que vejo que boje est bem inspirado.
Senhores, o nobre senador pala provincia
do Piauhy que fallou na ultima sessio, rei-
terando e segundando o que tinha dito o Sr.
Zacaras e o nobre senador .pela provincia do
Maranbo, que em todas estas questoes tem
acompanhado os nobres senadores da op-
pOiigo liberal como um perfeito alliado,
encheu-se de um calor que nao lhe habi-
tual contra o presidente de Pernambuco.
Pareoeu-me at que havia artificio oratorio
tes dos meios moraes, que alias se leem era Qa auima^o que raostrava o nobre senador,
seguida no mesmo periodo, concluiram que porque os Cactos nao justicavam a extraor-
us queremos de preferencia as estradas do dinoria vehemencia de S. Exc. to contraria
ferro, quedamos pouco apreco religin, aoS geus hbitos.
poraco. sobre fundamentos que breve che-
garao ao conbecimento do publico, enten-
deu ifae os actos do reverendo prelado bem
que lutados pe; ineihores Dteagfrst* offen-
dem a jurisdicrao do poder temporal des-
te paiz.
Sr. presidente, se uro grande divergen-
cia setlsse entre os- coneeberos dr estado,
era natural que o mesmo- apparecesatentre
os ministros; portanto, roas una Panto
para quo ei nao estivesse hia incomui^laii-
do ao nobre- senador pefe- provincia da Ha'-
bia e ao nobre senador pelo- Maranho-na-
qoalidjde der ministro cfc- est,do. O fac--
lo. porm, que nos coneelbos da coroV
qwasr todos opitarain no sentido do dar-s
nstrucco, a ludo quamo possa melhorar
os coslumes pblicos I
At so nos disse : Pelas estradas de
ferro passa o bem e passa o mal. Ms,
senhores, era que parte do mundo, e quan-
do, neste valle por que andamos, nao se
vio sempre w mal ao lado do bem? Pois
os nobres senadores emenden] deveras que,
so acaso relardarmos o |rogresso das estra-
das de ferro, o bem penetrar mais depressa
no interior do nosso paiz ?
Sr. presidente, se pelas estradas de ferro
podan paaaar o hertico e o materialista,
Segundo os nobres sonadores pelo Piauhy
e pela Baha, o presidente da provincia de
Pernambuco fez urna injuria a todo o par-
tido liberal...
O Sr. Pompec :Urna grande injustga
pelo menos.
O Sr. Visconde do Rio Bhasco (presi-
dente do conselho):... o seu officio nao
devera ser publicado e a publicando Ianc,ou
sobre o ministerio a responsabilidade dos
juzc enunciados por seu delegado.
Senhores, todas estas propojiyoes me pa-
recem iKiscidas de nimia prevewjio e does-
tambem passam o homem ratigroso e o prjlo partidario, permittam Ss. Excs. que
missionano ; o mundo est ass*m consti-
tuido. Deus roocou oo lado di sernenle
o antidoto.
O Sr. ZACMM.tjual o antidoto?
Explique.
O Sr. Viscomc no> Rio-Bu,vngo (pre-
sidente do conselho) :O nobre senador
q.ue tem muito que explicar-nos: ha de ex-
plicar nos essa sua averso recente s espa-
das de Ierro, ha de esplicar-Mo qual o-
seu novo pragramma.,.
E o aporte do nobre- senador despert*
dondo se originara seus recen. F.ntretw- ran? sempre de anordo a este respeito ; nao
to, se alguns bispos, cedeud- a suggestes houv*v nem ha divergencia entre elles.
de exterior, ou a relfex-ftes espontaneas A E mi> creio, Sr. presidente, que, quando
seu zelo, se permittirera1 o atacar em seu esses pnweeres o o* acto do governo forem
mandamentosasleis vigentesvelles-iicorrero'ipublicadbs, se tSo o*nobre senador pe
provimento ao recurso : os ministros estivo-Juma idus OJM me ia escapando-..,
0 Sr. Memas:O antidoto junto da
smente aue eu quero ver.
01 Sr. VtcosDE do Kio Brant (pre-
sidente do aanaulbo) :9 nobre senador,
dente do coroclho) :*..Podcm have op*.
nies errnea*,- prelences inconvenientes-
mas o que os nobres senadores notara a res-
peito de materia* religiosas, so nota tambem
na ordem das ideas eoltica e de ontros ra-
mos dos interesses sociaes. Nao ereio que
brasileiros pretendan? destruir- fo^catholica
que recebera m de seus-pais.- Eftpbqwem os
nobres senadores as aberraces- de m ou
outro espirito por raoV di verso*,- nao Ihes
einprestem tio ropuguanteproposit'. (Kpow-
dos.)
E aqu cabe observar que, se por utt Iadb
pressodos qiaes veio acensar do materials- apparecem proposgoes heterodoxas, erros db
tas os que fallam em estradas de ferro antes
de fallar na creaco de seminarios. (Apela-
dos."
A estatistica criminal, que o nobre se-
nador soccorreu-se, eu o disse c repito, nao
prova contra as vanageos da civilisaco do
seculo em que vivemos; taes estatisticas nao
sao perfoitas, e, ainda que o fossem, nao bas-
tara .citar seus algarismos brutos, fra pre-
.ciso descer analyse dos elementos que as
Conslituem, examinaras causase as circums-
taucias que,pro.1uzira:n oacampnnharam os
fados que os algarismos representam symbo-
lMnse;>te,
Pareceu ao nobreSetiadoi1 pelo Maraulio,
nSr. Mendes de Al rae-ida, que esta minha
consideradlo era especiosa, com alguma
(brea apparentemente mas no fundo falsa,
achando-se a verdade no desfavoravel juizo
que S. Exc, assi-ncomoo nobre senador pela
Baha, tem enunciado a respeito da influencia
opcivilisaeao actual.
Rio pou*), porm, o nobre senador des-
conhocer que hoje, sendo por tola parle a
polica mais vigilanto, e a Justina mais se-
vera, natural que a estatistica criminal re-
gistre maior numero de crimes, sem que
.esses fados provea maior perversao nos eos-
turnes, comparados com os de pocas ante-
riores. Accressc ainda o quebemobservam
os escriptores que teem tratado desta questo:
que a estatistica s> enumera crimes e aeces
puniris ; a vc-.-ddeira virtude oceulta-so,
a maior parte dos beneficios nao so divul-
gara, e, pelo menos, sao mais fcilmente es-
quecidos; em todo caso, nao ha quem esteja
encarregado olicialmento de registrar as
boas aceoes. Ora, era indispensavel este elc-
na supprosso de seus escriptos e r*i censo- 'Maranbsv o nobre senodor pela Babiu, que
ment, p'ra que pudessemos confronta-lo
com a estatistica criminal, em-que os nobres
senadores foram colher ideas to tristes I to
contrarias f qnedevemos ter no progresso
do mundo civihsado. (Apoiados.)
.Vssim, pois, va respondo a essas aprecia-
res dos nobres senadores, como respondem
alguns escriptores moralistas : pela estatis-
tica a questo se nao resolve ; os algarismos
nao do luz bastante, nem rnerecem con-
fianza tal,- que sobre essa base se possa as-
sentar juizo seguro e difinitivo, em materia
tio -milindrosa e de tanto interesse social;
s podemos julgar do estado moral dos
povos d priori, isto pelos seus fados cul-
E ento pergunto se hoje, por
intelligencia ou dos anuos iuexperientes, nao*
da vontade, tarabem certo qfje por entra
parto lemos eouvimos proposigoes to exa-
geradas, relativamente missce poder de
autoridade ecclosiastica...
O Sr. Jobim : Apoiado.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho! : ...que nao ndem
deixar de gerar descrenca, scepticismo e ani-
mosidade. (Apoiados).
O Sr. BARIO de Coteoipe :Para cao vol-
tarmos ao tempo de Gregorio VII.
O Sr. Visconde oo Rio-Branco presi-
dente do conselho) :Sr. presidente, as
opiniSes dajuelles que pretendem exagerar
tanto a aulo-idade espiritual, que a coo-
cam cima do poder civil e poltico...
O Sn. Zacaras : Ouem disse isto ?
0 Su. Viscosde do Rio-Brasco (prtsi-
J.'tite do conselho) :-.sao offensivas da
independencia nacional-,, das prerogatas
inauferiveis de nossa soberana, da dignidh-
de o dirertos do cidadSo brasileiro; taes opi*
nioes, aconselhando e bsritando mal aos mi-
nistros da igreja, podero- leva-Ios a exagerar
sua mrsso evanglica-, o ass-ignalam de cer-j
to un* perigo, qua- nao sei se come^ou
muito tempo, mas que actualmente merece-
nos particular attenco. Alludo ao perigo
ra ao governo pelo orgo-dose- conselho
de estado. Felizmente, mui pouco* vene-
raves prehidOs leem publicado em sus dio-
eesos msHvdavnentos polticos*. O' episcopa-
do-francez, o mais illustrado,tBlvez'deSbdos
os episcoptido do universo catholico-,. tem
sempre, stSprnOo- a trilha de glande Boseuet,
deenddio as- liberdades da neeMr igreja-, e
honrado o' seu< mmisterio por ssa- vive sttb-
rnisso ;i f, dKeplina da Santa* S, nao
menos que po sua- delidade s instituijees-
do seo- paiz.
O Sr-. Menmss- dk Ai.heida :fttO que]
syo visees.
O Sr. FigUKIRW de Mello :Apoiado.
O Su,. Visconsk do* Ro Branco* (presi-
dente d eonselno^,:s aqu o- aviaos,
creio eu, qpe os homem eruditos^, autori-
dJades na^questoes-d'dhreitopublieo'eccle-
Stistico, como sao os-nobres senadores, de-
vera dirig ao episcopado-brasileiro-, em -lo-
gar de idas-e consoms qne tenhanana' fazer
crer que a autoridade-espiritual poeVir at
*o ponto de entender coma ord mi-civil
desta s>cH*de, da-po*la mesmo ena>pe-
rig.
.Wlrnira, 9r, presidente, que o nc*>e se-
nmfor pela provincia da- fkk'm descobmse a
propagando* a*ti-relig->eM de- que ikjs i'Wout
e nrio lixasse- saa perspicax attemjio sobre
outro fado queno menosassustador : re-
t ro-me propaganda poltica que eroeara
tornnr odios a-autoridad tarilj quo prega
o desacato b contra todos- os mandatarios do
poder publico-^ induzindo-a-erer quo-os ma-
les iwciaes n. scem exclusivamente dogoveri-
no, que os- batas, de quo- por ventura geae-
mos> veem snwntede lieus, da huinidadoe
do calor.
0Sr. Jobimi: Esta ti aiindole lrancna,
o-governo o-maior inimigo.
0Sr. Presiente : Atten-jio*
O- S. Visconde do 1m>> Branox>'( prasi
o' crero- esteja llllliUMlllilllll ac liido do
nosso illuatt-e col lega, ki convir em1 q*je o
prelado-deeesano exorbitou de sua* attribui-
coes, aiudir ejie, repitov com a mehor in-
len^ot
E-muito-eonvm, senhore, que nao fa-
gamos crer an prelados ipe esses recursos
sao meras lonnaidades, ow qoe semprexie-
vem ser decidido era favjr dos achs- da
autoridad4* ecclsinsiica.
O Sib-MettOBtrl Almeim:beviam' j
ter acabado ha imiilo tempo*
O Sr V-iscoH* do Rio*Bisanco (pre-
.sidente Jo-conselho-}.:Taes- recursos se-
jriam completamente inuteis, o-ctero c po".-
jgeariam amerc uUe-autoridades ecclesiae-
r^s, se dkmsseni'de'ser decidid^ confor^j
me os dir.amies-da-jjastifja, por deferencia^
aos preladkM;
Sr. presidente, tem-s* apregeauT qne MM
cneommiiiinieS'fuliKtmas pelo-Kevm. bi.v
pe>' de Pemunbuco 8omprehefidiiBn-rae...
O- S. MkNDES- as.- Almeida :-Sao ful-
minou iienfcoma.
respoiulendo- ao nosso ili'jstrado collega
pela>provint*a>doRio do Janeiro; que cora-
parou as'opiniees- de S. EsK com as da
imprensa libesalv nos disse:: No-pro-
gramma'liberal il entraram as- ideas- que
por ahi se-propalara em nome* do-partido;
pelo menos, i* programma que assignei
nao esteva-isso. r S. Exc. Ibu-nos entao
o prognmma a q^ie-se refera, ah vimos
como v.m dos artigos da f poltica liberal
garantas- mais elficazes lberdade de
conscier.ria. IVisbera, senhores; todo-o
Brasil tern- direito a pela Bahi*. lhe diga eram essque falUventem 1861^.para be
ver perfeita- Iiberda nos. As-garantas queealo eai nossa cons-
tullirn eem nossas -i* nao sao- sullicien-
lett
O Sr. Jcarias:Asno muito saflicien-l
tes.
O Sr. VaeoNE mKI0'BraN'>0)- (pres-
dente do eonslho : Oumpre que>- o -nobr
senador nos-diga quo otrtras garaatias sao
. j*ecisas. E,. se como- acaba de |tclarar
i as garant."-.-uptuas sae- sutlicienteSf .como >t
de systematces conflictos entre a antoridade<|dn*e- do- conselho) :0>mesmo nobre se-
eccleskistica e o poder civil, quando estaaj uader-nos disse-::
duas entidades devem viver em perfeita liar*]; O governo- animaras ideas subversivas
monia, respeitando-so- e auxitiando-se mu-] d ordem social;, porque elle norespeitaia
tuamente. raoralidado publica, viola, sempre-que-lhe
0> Sr. visconoe de Ni.tiiejioy :Apoiar-i apraz, as leis deste imperio. Onde, potera.
do.
O Sr. Visconde do Rio-Braxco (presi-
dente do conselho) :Sr. presidente, o nom-
bre senador pela Bahia julgou-se autorisado
para dizer, mais de urna voz quo eu pro.
fesso a mxima da igreja lvra no estado U-
vre, mxima que o conde de Cavour pedio|
emprestada ao conde de Montalembert.
O Sr. F. Octaviaxo : Entretanto, o ac-
cusam de querer a igreja escrava.
O Sr. Visconde do Rio Brinco [ pre-
sidente do conselho) : Xunca professei essa
mxima, nem sei em que se fundou o. no-
bre senador para affirmar que eu a se-
gua.
O Sr. F. Octaviano Foi a mxima, dos
primeiros christos coutra o polytueismo,
sem o que nao existia o christianismOv
O Sr. Visconde do Rio-Branco ( presi-
dente do conselho) i Se, porem, iao sigo
I essa mxima, todava nao me horroriso ante
as provas de to gram imputa^o. Se o
nobre senador quiz- referir-se someate ao
gabinete actual,.a injpstica sobe-de jonto,
porque para to grarules, males, nao- se pode
assignalar urna causa, to prxima & suc-
eesso dos tempos. Se nossajsociedade cor-
esse os perigos que antevo-o nobr sena-
dor, e vista, dos quaes como quo elle nos
disse, em contrapoeico aodito de relictau k
nao marchemos, paremos^ vamos, reflectir ejitornam-se estasiajustas e millas.
retroceder; se nossa sociedade se achasse
minantes.
toda Darte, o sentimiento do justo e do honesto
nao ornis eral e preponderante, se as con-1 essa mxima, loaavia nao n w*^'
auUtas de lmerdadePcivPil, libordade de c^ns- ella ; entendo que espiritos *"*.
como o erudito e virtuoso conde de Monta-
lembert, podem aceita-la.
O Sr. Mendes de Aumeida :Quando
quistas
dencia, liberdade poltica....
O Sr. F. Octaviano : A extracto
dos escravos.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :.....noso verdade-
ros progressos moraes l
Aristteles dizia, harouitos annos, em se-
culo para os nobres senadores tal vez deme-
Ihores costuraes; eu convirei na abol^o da
escravido, quando o homem possa obrigar
as lonjas da natureza, a trabalharem por
elle. Pois bem, senhores, a civilisaco mo-
derna realisou o sonho dourado de Arist-
teles; a escravido foi abolida e o homem
tem obrigado as forcas naturaes a substui-
rera-n'o no trabalhomau penosoeaviltante.
(Apoiados; muito bem.)
Acaso o progresso do nosso seculo, a li-
berdade de consciencia, arte trujmpbo que,
ha mais de 200 annos, foi conquistado, con-
Juistado custa de muito sangue econsagra-
o pelocongresso de Westphalia, acaso todos
esses melboramentoa, que laxem o orgulho
das sociedades moderna, sio incompaveis
com a f religiosa, quaesquer que sejam os
fundamentos desta? A reieejiaochrista.se-
nhores, estar cora efieito em perigo T Nao,
ao contrario, o progresso das geraooes pre-
sentes tem sua origem e suas mximas fun-
damentaos na religio ensinada pelo Divine
Redemptor.
Esta verdade, Sr. presidente, est em
minhas convicc,es, masou devo aponta-fa
em juizos mais seguros, sobre tudo tendo de
contestar os de pessoas to doutas, como sio
os nobres sanadores a quem respoado e que.
teem procurado edificar-nos sobre a' f ca-
elle nao acceitou a explicado do conde de
Cavour.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Nao discutiroi se a
igreja deve ser lvre no estado livre, nem as
mximas da igreja no estado ou do estado na
igreja. Para mim o que incontestavel, era
face de nossa constituic^o a de nossas leis
ecclesiasticas, que a autoridade espiritual
limita-se ao que puramente espiritual....
O Sr. Mendes de Almeida :Hade virer
no mundo dos espiritos I
O Sa. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :...e dentro desses li-
mites ella perfeitamente independento. E*
outrosim, para mim indisputavel que deve
ha ver perfeita harmona entre a autoridade
da igreja e a temporal.
Se, porem, qmrer-se entender, como pa-
rece ao hornaao senador pelo Maranho,
que tudo quanto se relaciona cora a moral
e o peccado cabe na jurisdiccio eclesisti-
ca, ento nada ha que escape a essa juris-
dicco, e aquella independencia e harmona
sao impossiveis.
O Sr. Mendes de Almeida :Agora faca o
argumento inverso.
O Sa. Visconde do Rio Boanco ( pre-
em taes circumstsncias, as cansas viriam de
mais longe, teriara actuado por muito mais
terapo, de sorto que nao sei como o ntinis.-
terio da que o nobre senador fez parte, e
os mdisterios, a quem V. Exc. paestou
apoi.\ podenam escapar a essa gravussiraa
censaca
Para nao alongar osle debate, eu so con-
siderare! a ultima podra do escndate, que o
nobre senador enxergou no pracedimento
do govemo. Elle nos disse: Abi est um
triste exeraplo; ministro de estado um
macn, e entretanto este gabinete tem de
conhecer do recurso interposlo por alguns.
marons, mombros de irmandades das gro-
jas do Recife, contra actos do prelada da-
quella diocese.
Nao a primeira vez. quo eu considero
esta censura do nobre senador. Quereria
S. Exc. que acto do Rvm. biapo de Per-
nambuco, que ferio os membros de algu-
mas irmandades, tivesse tambem a forca de
demittir-rae do cargo de ministro da corda ?
Onde, senhores, ficaria a dignidade e a in-
dependencia do governo deste paiz, se pre-
valecesse um semelhante precedente T
O Sr. Zacaras:Nao trouxe istojeomo
exemplo da progressio do crime ; foi em
outro sentido.
O Su. ViscondedoRo-Branco (presiden-
te do conseibo) -.Senhores, o recurso nao
decidido nicamente pelos ministros; ha
urna deciso do governo, cuja responsabili-
dade cabe principalmente aos ministros da
corea, mas o recurso a interposto para Sua
Magostado o Imperador era seu conselho de
estado. Se acaso as opi nies do conselho
de estado divargissem e divergissera tanto
que a opinio de um eu outro membro do
gabinete e, portento a do presidente do con-
selho podesse tornar suspeita de parcialida-
de a deciso dogoverno, creiao nobre senador
sidente do conselho) -.Senhores, esses re- que eu, comquanto nao visee nossa qaostao
ceios, essas ideas, oue ora apparecera no agravidaile qu seihe tem querido dar, sa-
B.-asil... iberia arredar-me de .posico que ora oceu-
OSr. Figlewa de Mv^lo : Nunca fb- j po; fa-lo-hia, poeto que nenhuma preven-
rafa desconhecidaa. cao influisse em eaeu espirito para conhecer
Cf Sr. V5osisW) io;BaAA"^t^i!^<,,,,^^,cOIIIPl,e,^ao,,'!,0P0*r ^
0>Sr. Vissonde ba-'Rlo-IK.vrto presi- fezpela primeira vez artigo de um programr-
denedo conselho):...*. conseguiotemen- roa-politice-essa proposi^ao, esse- cmpre-
te qpe euiesM j pr.vade do carteo direi- missog.irootias mais-etficazes iiberdad-i
tos polticos, na pedia' manieron* nesta uoonscie:ukt? (Apoiados). Se cstu liben-
posifo. Es** monitona,. te repetida da dade estavanassaa garantida, noSaavia n-
parto do nobre senader pela- previaaia do.'cessidade de-levantar cqaella bandbira nt.- -
MarnohO; de-me quo- pensar e- u pedir ajmente urna. (Apoiados).
conselho q.twu tamheia versado no di- j Mas, seenores, aquitlo> que o robre sena
roito cannico* jdorno dk^.todos nos- o-comprebandemos ;:
tSe. Mennis de Aumoda :Attswt con- fados saberaos-queo partido liberal, por sua
fesso ?
natureza raa-adiantado-nas ideas de tale-
0 Sr. VuOBHM dowRk. Bra*B0" (pro-1 rancia o ptgresso, co aquello artigo que
isidente do assira nos escriptos- do- conde de-1 caja, co-
mo no-luminoso parece* da seceo-do con-
selho de estado, .certos- prineipios- o- concei-
tos (fue me tcauquillisaraui e devem. con-
lente senao atteuder-e necessidades espiri-r
tuaes e MBt..
O Sr. vacirias sfeaaes ?
O Sr. VtoDE B. Ro Branco (p*si-
jveneer. o,nobra-senador, pelo Maranho de que os actos- do protaija do I'ernambuco fbolica residente no Brasil, ou como estraja-
no podem ter-os^tfeites-que S. Esc. Ibes., geita ou etx-no nacicual.
attribue. Oocjaoos ilustrade-coudo de-j O Sr. ZaCARIA&zQ.uaes jSo essass ne-
Irajti, em cujas opiaiaes tarabea se fun-'cessidatka ?
dan os conselheiros de-estado. (E),:
m As censaras que-so-a espada da igre-
ja, s.devem;sFempregadas iw*-.eousas da
competencia del la, isio-, as causas espi
rituaes, quando honver crimes a-crimes gra
v66m0S, cujos, reos.so tornea, contunia_;-
e so no ultimo extremo.
*..O:interdicto,,sndo urna two orcae,
Suppoe um grave ftieto,
Violadas.pelos bispos as. regras.que-de-
vtin guardar nu.iraposigo dus. censuras ou
desprezados os motivos que as escusam,
E o.que
as soffre-om. taes ~circumstoncias, nao. tera
.obrigaejio. do portar-se como.censunado e
pode participardos bens espirituaes da.Igre-
ja, sendo, appcavel a este caso o dito do.
santo, padre (elazio : Si injusta, (senten.-
tia) est, tonto eam curare non debet qwu*.
to, apud DQum et ecdiwam eju&nominem
pokst inirm gravar* sententitk. i>
O S*.. Mendes de. Almeida Agor ap-
plique aconto e vejase tera cabimento,
O Sa. Visconds do Ra Brancq. j pre-
sidente do conseno) :Creio, poetante,
que nao estou sob a pressito moral em que
os nobres senadores me quuerara collocar;
posso ainda juhjar-rae cidado. brasileiro,
no pleno gozo, de todos os direnos que d\
e consagra a constituieio do imperio, e
mesmo filbo da igreja catholica, que sem-
pre pertenci e espera pertenoer. (Apoia-
dos.)
As ideas, Sr. presidente, que se esto
por abi inculcando, e que sao as nicas que
nos podem trazar a propaganda que alguns
nobres senadores tanto receiam, faeram di-
zer em outro tempo ao bisto de Tournay :
Por esse modo ninguem mais poder ser
francez nem christo. Aoque o Ilustro
Portalis accrescentou tempos depois :
Nem mesmo cidado de qualquer outro
paiz.
Sr. presidente, os nobres senadores, a
quem respondo, levados por essas mesmas
ideas que quasi os apresentam como inten-
sos ao progresso moderno, e que me auto-
risariam, se eu seguisse a lgica de que
algum as vezes elles nos do exemplo, a di-
zer que Ss Excs. esto a carainho dos retro-
grados ; os nobres sanadores, discorrendo
sob essas impressoes, foram ao periodo da
falla do throno que traa da tran-
quillidade |||i1ica e exdameram : A
falla do throno expende urna doutrina pro-
pria de materialistas.
Mas, senhores, onde est esse grande pee-]
oido dos redactores do discursa da cora ?
inguera poderia acredita-lo, se sernos aos nobres sanadores ; o materialis-
mo revela-e em aue, ponderando a falla do
throno o nietos |e ciTilieaf, 9 iaterior do
; O Sr^Viscoxde aoRio Brasco (presiden-
te do csaselho):Adiantawlo.essa idea qne
me pai we ser a justificaeo do artigo. do
programma libera^ nao teho eu ikj- bas-
tante pira que o nobre senatlor se axpliquo
e nos mostr quatfs eram essas garantas a
quo elle aspira va,como Rflcessarias e que neo
esto.ainda na tegislac;odo paiz ?
0-Snk ZACARiae.: Esto, como existwn
erafavor dos direitos individuaes e-polticos,
e ns. pedimos garantan para elles.
% Sa. Visconde do. Rio Branco (paesi-
dente do conselho :W primeira. vea n-
cho-se em nossos programinas polticos
esse principio da libordade de consciencia
eomo exigiadomais.elficazes.providencias...
O Sr. Zacaras;:.Q'uaes. sao- essas provi-
dencias ?
O Sr. Yiscokdc do Re. Branco (presi-
dente do conselho.):... portento, nao 1106
venha diaer o nobre senador, que, suas-
crevendx. o programma de 1863, nao fez
mais do que subscrever o que j estava :m
nossa legislaeo.
Q Sr. Zacaras ;^Certamente nao subs~
crevi o casamento civil, a separado da
igreja, urna religio nacional, tudoissaque
se anda inculcando.
O Su. Visconde no Rio Branco (presi-
dente do conselho):O artigo do program-
ma ou era urna inutilidade, apenas um lago
armado creduiidade publica...
O Sa. Teixeira Jnior :O que urna
injustica ao partido liberal.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho ): *-... ou tem, como
creio, significarn seria e digna de um
grande partido, como o partido liberal no
Brasil.
O Sa. Zacaras :Ora muito obrigado.
Nao diz assim o presidente de Pernambuco;
nesta parte ha discrepancia entre elle e V.
Exc.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho):Mas, Sr. presidente,
o nobre senador, assim come ha pouco cora
o seu aparte, querendo embara^ar-me na
serpente, despertou-rae...
O Sa. Zacaras Tenha a bondade de
dizer qual o antidoto.
O Sr, Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho ): ... lembrou-me um
episodio importantissimo da sua discusso
com o nobre senador pelo Rio de Janeiro,
assim tambem agora S. Exc, me chara a
outro ponto importante, aos successos ulti-
mamente occorridos na provincia de Per-
nambuco.
OSa. Zacaras:Isto estava por forca em
seus apontamcutos.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho): Mas, tal vez rieae a
o diga, espirito partidario que abas elles
attribuem e- muito- ceneuram ao defegado do
governo imperad naqoella provincia.
O digno presidente- de Pernambuco, o Sr.-
Dr. Lucena, caunciou-se-francamente,.como
ihec 1 nipiia na sua-corresponJencia eomo
governo imperiak >'arrai>do aquelles- su -
ceseos, logo depois que elles occorreram,
maffrtestoii o juizede que, wao os feitos de
vanrfeismo, mas a> igitni;> pofitica que irtfi-
so'operon, causa laedata- dbsses excessos.
foi pfeno dos libernas- de Pertiarobuco.
O- Sit. Zacaras :Tomaran* a auloria,-
jdizelle,dos fados do-dia IV.
O' Sw, Visconde do* Rio- Ba.y> (presi-
dente do- ewiselbo): Nesta apeeniaco po-
tlfer bafea erro da parte do-presidente, mas
nio ocrimitiem por ter elle manifestado o
juo que fcrraava. Vai-ios annl^-se- e ver-
se-ha que iwo'ha injuria.
0Sr. Za*;Aias :Toda.
O Su ViseoNDE do R Branco (presi-
dente do coo6eiho) : l^ler hawp juizo
injus ou- ertooeo, mas nao injowav eo
presidente da provincia tirha o- direito de
fallar ao governo imperial oomtoeV fran-
queza. .*-
O Sm- Zacadivj : Nunea- alterando a
verdade: -
O Sr.. Visconde. do Rio Branco (presi-
dente divconseibo; ...com a mesma fran-
queza deque nos-servimos, aas os senado-
res, depntados e ministros, q tan lo discirti-
iimis no seto da re^resentago aaeional a^iai-
[per facti'publco.
Os adc-d barbaria commettidos n- da
14 contra os padres-jesutas e contra at>-
nographia de periedwo Unit a tentativa
tyue nao C3aaeguiram lavar a efaite contra o
vilano do -prelado p estes fados o presidente
da provincia, nao os-podia impatar aos ebo-
fs ilo partido liberal ; mas csrte que ma-
i>les destacados doajuntamentO liberai.!'*-
ram os autores-de tio grandes ahadiondos
attentados.
Nao ha dbvida qa* os cbd&s liberaas
c>mo a popialago ddAecfe emigeral, coo-
doamarsm esse inaudito escndala, mao-em
presenta das-oecurreucias do 3a lft, cues
fallaram liuguagem muito diveiea, esqueeo-
r&m interamente o vandalismo- do dte-14
eomo que ojustlitaram...
O Sr. PUMO :Nao a|>oiaiio.
O Sr. YiscoNDE a Rio Ifci-sco presi-
dente do cooselho) t-r*.. como quo o juiti-
li-arain indirectaminte...
O Sr. Zcvbias -..Nao ha tal.
O Su. Visconde. do Rio Bbarco (p.resi-
sidente dc-conselho):... como que justi-
ficara m indirectaiT.ante a tentativa imprti-
dente o perigesa do urna outrareuniao.lego
em seguida, a que- produzio scenas te-Lu-
(ebres.
Ah, v-seu'psoestoque orre iwpresso,
issi -ra 11 i OS ehefis liberaos que O direi o de
reunan ara.incontestavel, sem restriegues,
e que o friam rsspeitar per fados..
O Sr.. ZAGAMHa: Quyriam. dizer que
haviam. de fazer [nutra rauniao,^ nao sao
prohibidas.
O S.. Viscckde do Ro Brando, (presi-
dente do, conselho)-.Oca, viste, de exces-
sos tio graves.e criminosos coma os (ios da
14, a&ohefesiliberaes nao podiain^. nao de-
viam usar, da linguage exaltada, de quo se
serviram no dia 11; essa. liuguagem
apaixonculai, que nao via como, cubjiados se-
no o presidente da provincia u seus dele-
gados, oesquecia inteiramaulc os autores
dos actos, vandlicos...
O Sr- Pojipeu :Noosqueearam.
O Sr. Viscondu do Rie< B&anco (provi-
dente- do conselho.:. .. essa excitars, e
annosidade contra os agentes do poder pu-
blica nao-podia servir paca infundir os.sen-
ti'montos de ordam, a paaque o nobre sena-
dor pela Babia quer (uudar na maior vene-
rar.) autoridade ecclosiastica, e qge eu
quero que tambem se funde no maior res-
peito autor ida do civil.
Senhores, pareeo-rae indubitavel que de-
pois dos fados do dia 14 os ebetes hberaes.
deviara tomar a poito impedir toda e qual-.
quer re-unio prxima; nao obstante, po-
rem, os dictamos da mais vulgar prudencia,
por meio de carteaos, lancados at por de-
oaixo das portas,, se annunoiou qoe no dia
seguinte (o que foi frusta do pela chura) ou
no dia 16 haveria 1 ova reunio popular.
Para que senhores? Apa* as scenas do dia
14, os directores do partido liberal deviain
entender-se com as autoridades da provin-
cia e prometter o seu concurso moral para
evitar-se a reproduoco de iguaes scenas.
O Sr. Pomku s-Que obrigac/ko tinham
elles disto?
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conseibo):Nao tinham obrigaco
perfeita, mas obrigaco moral; as chafes
lesse partido, horaens importantes, exer-
cendo influencia sobre seus co-religionarios
exaltados, entre os quaes estavam os reos
d'aquelles attentados, deviam por de parte
as prevenc,es e interesses de partido, con-
correr para o restabelecimento da tranquil-
lidade publica, e por esse modo reprovar
solemnemente os excessos que partiram do
seu lado.
O Sr. Pompeu :-Partirara de ambos os
lados.
O Sa. Zacaras Rada disto justifica o
proced ment do presidente.
fiontinuar-tt-ha.)
TYP DO nVM^r*A~~I>QUE njfre*

..


________L


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