Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12983


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Full Text
i
AAiKO XLIX. NUMERO 188
"y -
PARA A CAPITAL B M'GABES OSDE KM SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adianlados ...'....'...*/....... 69000
Por seis ditos idein................... 139000
Por um auno idem.................. SifJKM)
Cada numero atulso '...........'....".. ao

m
SAMADO 12 DE JILIIO DE 1873
PARA RE.YTBO E FHA DA PROVIXC1A.
Por tres mezes adiantvios................. 69750
Por seis ditos idem................... 139500
Por nove ditos idem.................. 909250
Por um anuo idem................... 79000
PROPaiEDADE DE MAN0EL FICUEIROA DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves Filhos, no Para; Goncaives & Pinto, no Maraiihto ; Joaquim Jos de Oiiveira Filho, no Cear; Antonio de Leim* Braga, no Aracaty ; Joo -ria Julio Chavea, no Ass; Antonio Marques da Sra, no fetal; Juan Julia
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Dulci, em Santo Anto ; Domingos Jos da Cost Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavaros da Costa, em Alagas; Alves d C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.



\
PARTE OFFICIAL.
Govcru* da provincia.
EXPEDIENTE D DIA 3 OK Sillo DE 1873.
J.' secnio.
u:hc.i :
Ao brigadero commairlante das armas.
Approvo os contracto* fue, segui.do os termos an
nexos por copia ao ollicio do antecessor il V.
Exc., de 9 de marco ultimo, sol) u. 615. celebnm
u director do hospital militar cun os cidadaos Fran-
cisco Pinto d> Magalhes para o fornecimcnlo dos
(fulleros alimenticios necessarios as dietas dos
donnl e races a de Medeiros A C. e Jos Rodrigues da Silva Rocha
para o fomecimento de objectos precisos a seere-
taria d) mes no hospital, a Luiz Antonio Pacheco
para o d^ sanguesugas n > (rini ltre de abril a jn-
nho ib corrente anuo ; o que e onimunio a V.
Ex.:, para su c niheei n.mto e em resposta ao ci-
tado oCQci o
Ao com mandante do presidio de Fernando
do Noronlu -Communico a V. S. que no vapor
da companhia pcrnambucaiia que boje parte para
'*~' presidio segueta os sentenciados Jos Manuel
de Souza e J aepha Mara da Conceicao.
Aoeiigciiheiro enearregado das obras mili-
tares. Pode Vine, contrastar oom Basilio Jos da
llora, pela quantia do 5 8i58 ', u:n que foraoi or-
calos, os con:-ros prei'i-os no ab iratorio pyroie-
r-lincn, constantes do oreameatn que veio annexo
ao sen olBcio Je i de Janeiro ultima.
Aojwsmo. -Mande Vine, sem demora proco
dar ao encalieamento Jo lelbado da era do ran-
cho do quarM ilas Cinco Puntas, d-rsp-ndendo ejur
ess* servieo a'i'iana de li*Ji(J>, Je ciil'orinila-
do cr.n o urea liento -pie veio annexo ao seu oi-
cia do 31 de marco prximo lindo.
Ao mesm >. U iu le /me. proceder! de eon-
ormidade com o orcimento na importancia de
1394870, annexo ao seu otli :io de 10 do marco
altiino, ao asphaltimcuto e caiidora do xa-
drez do hospital militar, deven 11 Vine, previ i-
mant.5 exigir da companhia Drainige que repare
sai casta, c uno obligada, as wavatjoe "jue
tiver feito para a eollocaeio dos seus apoarelhos
no referido xadrez.
'2 seao.
Actos :
0 presidente da provincia, tendo em vista o Mr*
mo annexo ao ollicio do aspector do arsenal de
marintiade 3') de abril proxim lindo, sol u. 001,
do qual consta ler Antonio Goncaives dos Santos
Jnior prestad o exame, na conformidade do art. 3*
do regulamento que baixou com o decreto n.
1.32i, de3 de evereiro de 18.i, e sido approva-
flo para 4" michiuista de barcas a vap >r, determi-
u.t que pela secretaria da presidencia se paast) ao
examinado a e.>mpet>;Hte carta de habililacao, romo
dispoe o art 3." das iastrneoBM anncxas ao de-
creto n. 2,60!) de 2 de junho de 1850
0 prndenle da provincia, attendendo ao
que requeren Manuel da Kocha Ferraz de Azeve-
do, teneute da t." companhia do batalhio n. 25
da guarda nieional de infantaria do municipio da
Kscada, e a infonn icio de 23 de abril prximo
lindo do respetivoe:nnmlaa-e superi r, resolve
que se llie d a g.lia de que trata o art. t3 do de-
reto u. 1,13J de li de mareo de 1*53 pava o
ni i.neipio S. A'ltti) MIr ten'xa lo sui residen-
cia.
Ollicios :
A Dr. chele de p dicia. S n "ista da infor-
Oue msaJ-J Ihe que providencie no sentido de ser con-
cl'iido o proe-ssi instirtrado entra Joio los diw
Sanio.* por eriiQ > de m tria a > terB > de i >yanua.
Ao mxm) -Exp;i V. *. w\* o.-leus alim
di seguir n pira o presidio da Fernuil de No-
r iaha no vap .r, que para alli p irte boje, os sen-
tencialos Jos Man iol ii Souza e Josepna Maria
di i! moeicio, qiese acham n> casa de deten;io,
fieando assim raapoa iido o seu ofBeio ilesta data.
A mes a i. i; i:n o o'H rio junto p ir copia,
OjOA un dirigi if imp.'ctor di the zen la em 21 le a'iril ultiin. sob n. 578, serie C,
responda de V. s,di l\ do nn priximo pa*sa-
4a, n. 7J7, rela.ivaume i> ex un; a q e se pro-
ceden as notas lalsas de 5)i. apprehendi las em
podar dos portuguezes Pinto e Riheiro e do cida-
diio Accioli Santiago Ramos.
Ao con mandante supirior de Santo Antao
c Escala. -Mi lie V. S. ilir a guia de que trata
o art. 43 do diereto n. 1I3J de 12 de mareo de
1853, para o m.tiicipi i de Santo Anto, a Manuel
da bocha Fernz de Azevoilo, tenente di 6.' com-
panhia da b tlalhao n. 25 de infantaria da guarda
nacional, sob o seu eoinmando superior.
Ao juiz exeeutor de sen'.eu?as.Para sea
conhecimento e flns convenientis comnmnico a
V. S. que nesta data expeili ordens no sentido de
seguirem para o presidio de Fernando de Noro-
nha, no vapor que para alli parte boje, te senten-
ciados de justi.-a Jos Manoel de Svaza e Josepha
Man da Cmeeicat.
3.* secrlo.
W'-.m :
Ao inspector da thes mraria de azen la. -Ten-
do nesta data approvad 'os contractos, consUinles
dos termos jautos, que o director do hospital mi-
litar celebroacuio o. eidados Francisco Pinto
de Magalhaos, Joo WalfredV> do Medeiros & C,
Jos Rodrigues da Silva Rocha e Luiz Antonio
Pachoeo para fnnecren : o I.* os gneros alimen-
ticios necessarius z-. dietas dos doenles e racoes dos
mpregados, o 2 e 3* os ob'ectos precisos a secre-
taria do mesmo hospital e o 4* finalmente as san-
guesugas precisas no trimestre de abril a 30 de
junho do presente anuo ; assim o communico a V.
. para seu conhecimento.
Ao mesmo. Para os tins convenientes com-
munico a V. S. que o desta-.aioealo da guarda na-
cional existente na villa de luga eir fui no da 23
de marco ultimo reduzido a t pcapaa e um infe-
rior.
Ao mesmo.Constando de oflicio do briga-
dero commaodante da* armas, Je 3 t de abril ulti
mo, ter fallecido nesta capital as 10 horas da uoite
do da anterior o lenente-coronel do eorpo do es-
tado nuior de segunda classe cominindante do de-
posito de recrulas, Jos Lucas Soares Raposo da
Cmara ; assim o cummunico a V. S. para os flus
oonvenienles.
Ao mesmo.-Para os fins convenientes com-
mnnico a V. S. que a 6 do mez prximo passado
assumio o exercicio do san cargo o juiz munici-
pal e de orphaos do termo do Brejo, bacbarel Joan
Alvares Rereira de Lyra.
Ao mesmo.Tendo nesta data, de accordo
com a su informa.o de honlem datada,sobn. 737
tee C, autorisado o engenbeiro das obras mili-
tarea a mandar fazer pela quantia de 1594760, em
que estao oreados, o asphaJtaniento e caiadura do
xadrez do hospital militar, devendo a respectiva
despeza correr conta do crdito concedido pela
vrdem do (hesouro nacional, a 62, de 22 de mar-
co ultimo, conforme indica V. S. em sua -Miada
iuformacao ; assim lh'o communico para os lias
convenientes.
Ao mesmo. TransmiUo a V.s. a folha, re-
laces nominaes e prels juntos em duplcala, que
me remeUeu o commandante superior dos mu
eipios de B mi onselho Garanhuns e Buique,
com offlcio de 19 de abril ultimo, sob n. 26, afim
de que mande pagar a quem ae mostrar compe-
tentemente autorisado os vencimentos dos desta-
camentos da guarda nacional da villa de Aguas
Bellas e Assurema, sendo os daqaelle relativos ao
mez de marco desto anno e os desto a contar do
1* a 8 d dito mez.
Ao mesmo.-Tendo nesta data autorisado o
engenbeiro das obras militares a mandar proce-
der se n demora ao encalieamento da cubera dos
compartimentos que serrara de cozinha rancho
no quartel dar. Cinco.Puntas, nula quantia de
32590, em que est oreado, devendo o paga-
mento dessa despeza fr eneetuadi sob respunsa-
bilida le desta presidencia, visto nao haver credlo
para ella na competente rubrica, segundo informa
V. S. e o seu offlcio de bontem datado,' sob n. 738
serie C; assim lh'o communico para seu conbec-
mento direccao.
Ao inesuio Maule V. S. abonar ao Dr. An-
tonio Joaquim dfeXoraei u Silva aajuda de cus-
i qae Ihe comiste na qualidade de deputado
assembla geral legislativa por esta provincia, visto
ter elle de seguir brevemente para a corle ; de vendo
esso abono ser elTectuado aob a respomabilidadc
da presidencia se para issi nao bou ver crdito.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico a V. S. que o juiz de direito da comarca
de I tamli''. baeharel Joo Francisco da Silv Bra-
ga, obteve do presidente do tribunal da relacao
trinti dia-de len;a cun ordenado na lnna'da
le, |iara tratar de sua saude.
Ao mesmo. -Tendo nesta data, de conformi-
dad'! i'oni a sua infonuacao de bontem datada, sob
n. 723 serio C, autorisado o ngenlieiro das obras
.militares a coutraclar cmi Basilio Jos da Hora, pe-
la quantia de 518i.j8',>, a execucao dos oncenos
de que precisa a laboratorio pyrotcchnieo ; assim
o euMimiuxo a V. S. para osjins convenientes.
Ao m!sino.=.'ara os lilis convenientes com-
inunic i a V. S. que, na qualidade ue 2* supplente,
Antonio de Carvalho e Albuquerque assmino no
dia I do crrente o exercicio do cargo de juiz
mancipa] do termo de Serinhaem, no impedimen-
to do eueeiivo e do l" supplente.
Ao inspector da thesonraria provincial.
Km vista do que participou-me V. S. em oftlcio de
24 de marco ultimo, sob n. 117 e, iuformou o eu-
geuheiro chufe da reparticao das obras publicas
em o do crrente, nesta dala autoriso o mesmo
engenheiro a incumbir o do respectivo districto de
vender os prancboes que foram tirados da ponte
de S. Joio, servindo de base a quantia de 36OO
por duzia, cuja avahai;.ao alias considero muito
baixa ; o que communico a V. S. para seu co-
nhrcimento.
4.' ttCCBo.
Olllcios :
Ao prov-dor da Santa Csa de Misericordia.
Eoi resp ista ao oflhio de V. S., de bontem data-
d sob n. 401, tenbo a dizer-lbe que concedo a
autorisacao solicitada pela junta administrativa
dessa Santa Casa para entregar a Maria I-abel de
Jess Piales o seu lilho Antonio, educando do
collegio dos orphaos, o qual nao pode alli mais
permanecer, em vista do respectivo regulamento,
por ter completado a idade de quatorze anno?.
Ao commeudadur r. Joaquim de Aquino
Fonseca -Remetto inclusas as contas documenta-
das f irneeidas pelo conego regedor do gymnasio
provincial e solicitadas por V. S. em ollicio de 18
de abril ultimo.
Ao juiz de paz, presidente da junta de qua-1
liicacao da freguezia de Njssa Seora da Con-
eeicao de Aguas Bellas. -Nao tendo acompanhado
a lista de qualiiicacao, remeltida com ollicio da res-
pectiva junta, de 4 de inan;o ultimo, as actas da
segunda rcuiio de que trata o art. 24 da lei de
19 de agosto de 1846, cunipre que Vmc. preeneba
es-a formalidade, informando na niesma occasiao a
razan por que o primeiro juiz de paz niio presidio
a referida junta, como Ibe eumpria em vista do
art. 2 da lei citada, e que nao consta das actas
da primelra reunan que foram enviadas.
Ao presidente Ja cmara municipal de Na
zareth.Cora a iuformacao junta por copiado ins-
pector da thesouiaria de fazenda do 1 docorrente,
esponjo o seu ollicio de 8 de abril Ultimo, relati-
vamente falta dos livros para a classiiicaeao dos
escravos que podetn ser libertados, e que diz Vmc.
nao ter a respectiva junta anda recebido.
A Manoel Jos Pereira Borges, vereador da
cantara municipal da Victoria. Em resposta a
consulta folla por Vmc. em oiflco de 28 de abril
ultimo, tenlna dizer-llie que em vista do art. 81
da le do de outubro de 1828 nao compete ao
procurador da cmara municipal porcenlagem
sobre os procos das vendas e dos beus pertencen-
te' municipalidade, e sim rnenle sobre as
quautias que por elle forera arrecadadas, relativas
as suas rendas.
Ao mesmo. Em reposta consulta 'eita
por Vmc Mil oIBciu de 8 de abril ultimo, tenbo
a dizer-lhe que, nos termos do 7* do art. 27 da
lei n. 1,063 de 13 de junho do anno prximo pas-
sado, as cargas de quaesquer productos ou gene-
vos expostos venda nos mercados pblicos so
esto sujeitos ao pagamento de 120 res por urna s
voz, nao soffiendo nova imposico por pastar a nu-
tro dono.
5." seccao.
OUicios:
Ao ongenheiro chefe da repartirlo dai obras
publicas. Pode Vmc. aulorbar o engenheiro do
3* districto a vender os prancboes que foram tira-
dos do lastro da ponte de S. Julo, segundo propde
era sua. informadlo do 1 do crreme, sob n ISO,
visto terem ido tres vezas praca e nao seren ar-
rematados por falta de licitantes, como particpou-
uie o inspector da ibesourara provincial em 24 de
maro) ultimo ; servindo de base a qnanlia de..,.
36*000 por duza, cuja avaliacao dever Vmc. fa-
zer-Ihe ver que muilo baixa.
O Sr. gerente da companhia pernambucan
mande dar transporte paia o presidio de Fernan-
do, por conta do ministerio da guerra, no vapor
llequi, ao alferes do 2- batalhio de infantaria
Felippe Santiago de Albuquerque, que destaca
para aquelle presidio, o bem assim sua mulher e
dous lilboj menores.
U Sr. gerente da companhia pernarabucana
man le dar transporte para o presidio de Fer-
nando, por conta do ministerio da jusca, no va-
por que segu boje para alli, aos sentenciados,
Jos Manoel de Souza e Josepha Maria da Con-
ceicao.
EXntDIKNTK DO SECBETAW0.
1.' secco.
Omcios :
Ao brigadeiro eommandante das armas.
Nesta data se mandou satisfazer o pedido annexo
ao seu oflicio de 7 de abril ultimo, sob n. 375; o
que declaro a V. Exc. para seu conhecimento e
em resposta ao citado oflicio.
Ao inspector do arsonal de marinba,S.
Exc. o >r. presidente da provincia, tendo resolvido
qua se passasse a Antonio Goncalres dos Santos
Jnior carta de i macbiaista de barcos a vapor,
visto ter sido approvad em exame, segundo consta
do termo annexo por copia ao. seu ollicio de 30 do
abril prximo iludo sob n 604'; assi.n o manda
eurnmuniear a V. S. para sen c nhecimento.
2.a teco.
Offlcios:
Ao Exm. presidente da relacio.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusar o reeehiroen-
lo do offlcio de V. Exc, de li de abril prximo pas-
sado, commumeando qua a'aquella data conce-
den 30 dias de liceuca, com ordenado na forma da
lei, ao bacbarel Joo Francisco da Silva Braga, juiz
de direito de Itamb.
Ao eommandante superior do Bom Conselho,
Garanhuns e Buique.O Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. que n'esta data ex-
pedio erdem Ihesouraria de fazenda no sentido
de seren pagos os rentlmentos daf uarda nacio-
nal, de que trata o seu offlcio de 19 de a ril ulti-
mo, sb n.26.
Ao cbmmandahte superior de Flores e Inga-
zeira.S. Exc. o Sr. presidente da proviucia man
da aecusar o recebimento do offlcio de V. S., de 8
do mez prximo lindo, participando ter reduzido o
destacamento da guarda nacional da viHa de Inga-
zeira a 8 praeas e um inferior.
Ao pii/. de direito de Caruani.3. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimento do olBcio de V. S., de 13 do mez pr-
ximo lindo, participando que foi convocada a I"
sessao judiciaria do jury do termo de S. Bento para
o da 15 do crrente.
Ao juiz municipal e de orph ios do trino do
Brejo, Jlo Alves Pereira de Lyra. -O Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusar o rocebi-
mento do oflicio de V. S. de 6 do mez prximo lin-
do, participando ter n'aquella data reassumiJo o
exercicio do seu cargo.
Ao 2' supplente do termo de Serinhaem,
Antonio de Carvalho e Albuquerque.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda aecuzar o re-
cebimento do offlcio de V S., do do corren-
te, participando que n'aquella data assumio o
exercicio do cargo de juiz municipal do termo de
Serinhaem.
4.' $teX$.
Offlcios :
Au Dr. Joaquim Corris de Araujo, l* secre-
tario da assembla legls'ativa provincial. -N. 114.
Tendo o Exm. e Itvm. Sr. bipo diocesano decla-
rado em ollicio de 26 do crreme que, para poder
informar sobre o projecto n. 39 deste anno, relati-
vo a desmembracao dos terrenos de diversos en-
genhos da freguezia de Agua Preta para a de Ga
meleira, havia exigido os esclarecmentos precisos
aos respectivos parochos, assim o participo a V. S.,
de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, afim de que o faca constar a essa Ilustre as-
sembla.
Ao mesmo.-N. 115.-De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, passo s mos de
V. S, aflm de ujr presente a essa Ilustre assem-
bla, a inclusa copia da uformaeao ministrada em
30 de abril ultimo, pela reparticao das obras pu-
blicas, acerca da petic.o, que devolvo, do coronel
Joaquim Cavalcaute de Albuquerque, procurador
doDr. Joao Cavbante de Albuquerque. Ueste
modo fica de todo satisjeita a deliberacao da mes
ma assembla, contida no offlcio de V. S. de 2 do
mez lindo, sob n. 22.
Assim, pois, pedimos, em nome da ordem, em
nome dos proprios nteres-es que todos alme-
jam salvaguardar, que ninguem procure qttebran
tar os lacos de unio que torca que exista
eutre o governo e o povo, e que todos o* habi-
tantes do Reeife, sem distinc.Sos de classes nein
de opinioes, se deem as maos para o fin de man-
terem a orden e com esta irabalharem na grande
obra, que ha de ser tanto mais bella, tanto mais
sublime, qnanto maior for o espii it- de moderaco
que presidir soa eonfeccao.
as mahtpotisas circumstancias em qu> nos
adiamos; na resolu'.So "de problemas dillicilimos
como aquelle em cojos labyrinlbos se prende o
espirito linio ; tudo depende, ludo se prende inti-
mamente calma, reflexao, e urna attitudc
enrrgicamente moderada.
B" esta attitude que, aos nassos comprovincia-
nos, e espeiialmente aos habitantes do Recife:
pedimos saibam gnardar, lembrando-se sempre
de que, o governo nao remar urna linba da
psito ein que se eollocou; e de que, entrin-
cheirado na eonstitnicao, elle saltera ser digno do
povo brasilir i, que por certo tao intelligente
e nobru C'MBo qualquer outro povo, que se van-
glorie de r digno de um lugar no banquete da
civilisacao.
A qucslao. repetimb-lo, e t hoje affecta ao go-
verno, e inquesliunavelmente se debate entre o
estado e a igreja ; confie, pois, o povo no seu di-
reito e no governo, e crea que este saliera man-
ter (Ileso aquello, dando arrhas do sen patrio-
tismo e do empenho que faz em se mostrar na
aitura da civilisaclo e do secuto.
8 3.-
idem.
8 4.'
I*'
56.
I 1-'
8 rs. por litro de agurdente e alcool
Ao mesmo. -N. 116. -De ordem de S. Exc cerda, Amaral, Pinto Jnior, Olympio Marques, Cu-
o Sr. presidente da provincia, passo s mos de
V. S., alim de ser presente assembla legislativa
provincial, o offlci., por copia incluso, em que o
Exm. e Rvrn. Sr. hispo diocesano d parecer sobre
o projecto n. 13 de 1872, que desmembrado termo
de Tacaratd e manda perteneer ao de Floresta a
Serra Negra.
Itrjiiivt-a da polica.
!.' seccao. Secretaria da polica de Pernambuco
lldejulbo de 1873.
N. itii.litan, e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
qu das comniunicacoes reeebidas hoje, consta que
foram recomidos bontem detencio os individuos
segrales:
A' roitiha ordem, Demetrio, escravo de Jlo
Antonio da Silva Pereira, a requeriraento deste.
A'ordem do subdelegado do Reeife, Camillo,
escravo de Francisco Antonio de Almeida, a re-
querimeato deste..
A' ordem do do districto de S. Jos Marco-
iina Josepha da Coneeieao e Symplicia da Con-
ceigao, por disturbios.
A' ordem do di Magdaiena, Estarlo, escravo de
Joio Emiliano da Costa, sem declarado do mo-
tivo.
A' ordem do da Varzea, Demetrio Jos da Cruz,
Jos Joaquim de Sant'Anna, Francisco Pereira do
Valle e Leopoldina Maria da Luz, para averigua-
c5es policiaes, Jos Domingues da Silva, por va-
gabundo, Severina Feliciana de Sant'Anna e Ma
ria Firmina do Espirito Santo, por crinie de roubo.
Finalmente, a ordem e irn pllidade publicas
nao soOreram alteragao.
O qua ludo communico a V. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exe. -Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henrique Pereira de Lucena, dig-
nissimo presidente desta provincia.O chefe de
pulicia, Antonio Francisco Corma de Araujo.
^ERNAMBCtt
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 21 DE MAIC
MKSIRNCIA DO SH. 0LIVEIHA ANDIIABK.'
Ao meio dia, feita a chamada e ac:>ando-se'pn;-
sentes os Srs deputados* Tolentino de Carvalho^
Joaipiim de Araujo, Joa) Vieira, Lamenha Lins,
Goes Cavalcante, Camboim, Figueira, Ernesto
Vieira, Firmino do Novaos, Oiiveira Andrade, J. de
Mello Itrgo, Guedes Gondim, Alvaro Ucha, Barros
Wanderley, Pernambuco Filho, Alipio osla, La-
DIARIO DETffPaifU'ln
RECIFE, 12 DE JLHO DE 1873.
Questao religiosa.
Como sem duvida niio ter escapado perspi-
cacia dos nossos leitore*. o digno funecionario, a
quem o governo imperial commetten a adminis
tracao d'esta provincia, comprehendendo a melin-
drosa situapao em que se acba enllocado, deu ar
rhas do seu amor as patrias intiluieSos, ordenan-
do ao Ilustre desembargador procurador da co-
rda que, nos termos das leis do paiz interpozesse
recurso para a niesma cora, da decisao que hou-
ve por bem tomar o Exm. bispo d'esta diocese,
Suando preconisou e mandou executar o Bbeve
29 de maio, que nao fura beneplacitado.
^ Aceitando o alvitre da imprensa, que, em face
d'esse novo attentado da nutra, Ihe asonselhara
que fose enrgico, S. Exc. uao fez seno cura-
pnr o seu devr. mostrando-se assim administra-
dor zeloso e digno da conflanca do goverao impe-
rial, que, depois do acto de 12 de junho, nao po-
da n in pode mais transigir com qualquer arbi-
trariedade, que os depositarios do poder espiri-
tual quizessem ou queiram cominetter contra os
principios do governo temporal, definidos e ga-
rantidos na constituicao e as leis do paiz.
A portara do Exre. Sr. commendador Lucena,
de 8 do crrente, altestaudo o seu zelo patritico
e a sua obre conflanca no direito constituido,
por sem duvida credora dos maiores encomios, io
passo que deixa todas as encharcias para o espi-
rito publico repouzaar-se tranquillo sombra
da le, ipie tem sido, e lia de ser cumprida,
quaesquer que sejam as emergencias que veubam
a tona na momentosa questao religiosa.
A portara de 8 da julr.o, a nosso ver, define
perfeitainente a situacio, e mostra com clareza
quaes as vistas do govurn, d quem delegado o
Sr. commendador Lucena, vistas que alias se
acham bem expressas no acto de 12 de junho, que
tanto ab-nou o mesmo governo e o Ilustre con-
selho de Estado.
A questao religiosa, pois, entrou em ama phase
nova, que por sem duvida aquella em que deve-
ra estar desde o sen comeeo. A luta pois, agora
e definitivamente, entre o governo temporal e o
espiritual, entre o estado e a igreja ; e, certamen-
te, escudado no nosso direito patrio, na vontade
nac nal, expressa na conslituigao poltica, o go-
verno imperial n .o declinara urna linba da norma
de proceder que traenu no acto de 12 de juuho;
e saber ser tao forte em manter Ilesos os direitos
do povo. quao magnnimo foi em offereoer o ramo
de Oiiveira, que a pastoral da do crrente repel-
tio, com pleno desagrade do paiz.
0 que resta que, peraute digna e severa at-
titude do governo, o povo se mostr confiante e
nobremeiite anguloso, cercando a auloridade do
necessario prestigio, e ao mesmo tompo con servan-
do-se em posicao- pacifica, de forma a nao provo-
car oonfKetes, d forma a nao crear difflculdades
uuem tem por de ver executar a lew, e tente-se
feliz por executa-las, un ialeresae da soeiodade
DiaMbiHh.
nha e Figueiredo, Amorim Salgado, Gomes Paren-
te, Oiiveira Fonceea 3 Ratise ilva,abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acta da antecedente.
O Sn. 1* S+:i:n> taiiio d conta do segninte
KXJ'KII NTK C
Um ollicio do secretario do governo da provincia,
remetiendo um exemplar mpresso da falla com que
Sua Magestade o imperador encerrou a primeira
e alio a segunda sessao da assembla geral no
da 3 do obrrente.Archive-se.
O S. Ratis e Silva (pela ordem) diz que com-
pletando-sc hoje o prazo do intersticio do projecto
n. 65 d.-ste auno, e conlendo elle materia de sara-
ma importancia e estando pr< stes a findar-se os
traballios legislativos, pede para que entre o refe-
rido projecto na ordem do dia.
otlniiM Di) DIA.
1* disctissaodo projecto n. 62 deste anno, crean-
do escotas de instruoyao primaria para o sexo
feminio.E' approvad.
0 Sh. VtamA dx Mkllo (pela ordem) pele dis-
pensa de" i iterstieio do projecto que acaba de ser
votado, alim de que seja ROjO |>ara a ordem do
dia.
Consultada a casa, concedida a dispensa pe-
dida.
2J diseussio do projecto n. 68 deste anno, que
anlorisa o presidente da provincia a aposentar o
ex tenente de polica Julo Pereira Lagos.E' ap-
provad sem debate.
O Sa. Tolkstino e Carvalho (pela ordemj pe-
de dispensa de interstein do projecto que acaba de
ser votado, alim de que seja dado para a ordem do
dia segninte.
Consultada a casa, con edida a dispensa pe-
dida
3' discussao do projecto n. 58 do anno passado,
revogando a lei n. I, em que supprimio o offlcio do Ia tabellio de notas
annexo ao de escrivao de orphaos do termo de
Cimbres.
Approvad sem debate e passa commissao de
redaeco.
3* discussao do proejeto n. 23 deste anno, que
antorisa o presidente da provincia a refermar to-
das as reparticoes provincaes.
Vo mesa e slo apoiadas as seguntes emen-
das :
i Supprima-se o art. 5.'Joaquim de Helio Re-
g. >
Suppnma-se a emenda ao art. 6. -i. de Millo
llego.
Emenda ao artigo additivo ao art 2.*Em lu-
gar da palavra gratilieacao addicional dga-se -
as gratincaedes addicionaes concedidas, etc. Em
lugar de 30 anuos de servieodiga-se40 annos.
-Ratise Silva.
As art. 4.* Supprima se-salvo se houver lei
esjiecial que o contrario autorise.-/ de Mello
Reg-
Supprmam-sn os artigo additivos votados em
2- discussao. J. de Melli Reg.
O Sh. Ratis b Silva diz que quando este projecto
entrou em 2'discussao, elle mandou urna emenda,
e se bem qne se recorda nio se lembra de ler do
ella lida e discutida e qual lenba sido mesmo o re-
sultada dessa emenda.
O Sa. J.Cobreia de Arbuio : -{l A urna emenda)
Supponho que esta.
O Su. Ratis k Silva :E' justamente.
O Sr. Mello Ruco justifica as emendas que man-
d u mesa.
Vai mesa e apoiaia a segninte omenda :
Supprima se o 2* do art. 2.*Gomes P-
rente.
O Sr. Gomes Prente nao devolveu o seu dis-
curso.-
O Sr. Mello Reg (pela ordem y pede urgenci.
da discussao do projecto n. 23, que acaba de ser
adiado pela hora.
Posto a votos a licenca pedida, approvada.
O i\. LaMknha Lins nao devolveu o seu discur-
so.
Vio mesa e sao apoiadas as segnintes emen-
das :
a Supprima-se o art. 6 M. da Silva.
Ao art. 6* Depois de geral -diga-se somonte
-saldo os jutzes municipaes e promotores que
poderlo servir o cargo de fiscal das eollectorias.
J.dmio RegoG. Prente.
U Sr. Almeida Pernambuco faz nlgumas consi-
derarles sobre a materia era discussao.
O Sr. Mello Reg fat breves considerare so-
bre a materia em discussao.
Encerrada a discussao, procede-se votaciu das
emendas, sendo approvadas a L', a 1', a 4.*
a 5.'; sendo rejeiuda a 6. e prtjudicada a 3.'
Continua i Ia discussao do projecto n. 54 deste
anno (orcamenlo provincial)
Art. 3. Reattcts. .... 3:000:000
E' approvad.
Art. li. Eveatuaes..... 10:000*000
E' approvad.
Art 15.' Para as d espetas flxadas no art. 1.* fi-
ca auturisada a arrecadaclo dos seguinteo impos-
tos :
I 4 por cento do algodao exportado.
Ia 6 rs. por kilogramrao de assucar, idem.
6 rs. por dito do niel do furo, idem.
800 rs. por rouro, idem.
6 por cento dos demais gneros, dem.
iOi por escravo exportado, guardada a
disposjrao do art. M da lei n. 431.
8 8.* 220 rs. por kilogrammo de tabaco fabrica-
o e 41 rs. por dito nao fabricado, importado e
consumido na provincia.
.* por milheiro de charutos o 500 rs. por
dito de cigarros, idem.
10. 5 rs. por kilogrammo de sabio, idem, 14
rs. por dito exportado e i rs. sobre o fundido.
8 II. 8 rs. por litro de vinagre importado e 14
rs. pelo consu i do na provincia.
| 12. 35 rs. por litro de gehebra e licores e 20
rs. por dito de outras bebida espirituosas, idem.
8 13. 60 rs. p ir litro de agurdente de produc-
a do paiz, consumida na provincia.
8 14. laflB por eabeca de gado vaceum, menos
nas comarcas do Bonito, Caruar, Garanhuns,
Brejo, Flores, Taearat, CsbrOD, Boa-Vista e fre-
guezia de Taquaretmga, senJo este imposto de
18900 emPedras de Fugo.
15. Di/.imo do gado vacenm, menos nas co-
marcas de Garanhuns e Buique, onde se cobrar
800 rs., de conformidade com o disposto no art. 16
da lei n. 994.
8 M. Dcima de todos os predios urbanos ah-
gados, qualquer que seja a sna renda annual. e a
cdade, villa ou povoaeao em que forera situados,
respeitado o art. 3.* da" lei n. 769.
8 17. 3 '-i por vriida de escravo, exceptuados
os menores de 5 anuos que forera vendidos com
suas mais, devendo-sc, por n, pagar 3 por cento
do respectivo valor, quando a venda f r de partes
ou houver dilTerenea de preeo uas permutas e sen-
do este imposto de 60 quando a venda se realisar
por procuradores, pago |x>r estes.
8 18. 50*000 por caixeiro, corretor ou in-
cubador de escravos, nos termos da le n. 861 art.
48 8 19.
8 19 Sello de herancas e legados de todos os
herdeiros ab intestados ou testamentarios, inclusi-
ve os filhos espurios, com excepcao dos herdeiros
neeessorias, regulado pelo modo seguinte : at o
3.* grao inclusive, pagario 10 por cento e d'ahi
por diante *13 por cento ; o das doacoes de qual-
quer especie ser de 10 por cento e de 15 por cen-
te o das m rtis causa, exceptuados do sollo as que
forem na linba ascendente ou descendente, as me-
nores de 2001 e as feitas para emancipaeao de es-
cravos.
8 20. 10 por cento de velhos e uovos direitos
i" r nomeiico, aposentadoria, jubilacao, remocao
e accosso de funecionarios provinciaes.
8 21. 3 por cenu de cada nilhete de lotera que
nao for da provincia, t:00uj por garanta de bi-
Ihetes e 2 por cento dos premios de lotera maio-
res de 4'0.
8 z2. 5 por cento sobre a renda dos bens de raz
das corpuracoes de mao morta, exceptuadas
aquellas que manlin estabelecimentos pios.
8 23. 2' i por cento sobre a renda das casas em
que se acharem e-tabelecmentos de comraerciu
em grueso e a retalho oft de rocolher, fabricas de
rape, depsitos pequeos, casas do drogas, bobeas,
armatcns de algodao e trapiches.
8 24. 8 por cento sobre a renda das casas em
que se acharem consultorios, escriptorios e carto-
rios, inclusive os de solicitadores de causas.
8 25. 4 por cento sobre a renda das casas ero
que se acharem estabelecimentos commerciaes f-
ra da cidade do Reeife, assim cmodas casas em
que se acharem em toda provincia, photograpbias,
botequins, casas de pasto, cocheiras, cavallarices
de aluguel, e fabricas, exceptuadas as ruraes e as
que lveiem H discpulos em consUinte aprendi-
zagem.
8 26, 500! por casa naneara, empreza anony-
ma ou agencia, 200 poi casa de cambio, 2:00 i
por casa de pe.ibores, 1:0004 por casa de venda
de joias era grosso, 1:OOJ4000 por estabelecmonto
ou escriptorio em que se ageucie ou se cuectue
venda de plvora, exceptuados os pequeos dep-
sitos fra da cidade.
8 17. 2004000 por cada deposito do kerosene
e 104 por cada casa que nesta cidade vender a re-
tablo.
28. lOi por casa de vender roupa feta.obras
de selleiro, de marciueria ou de outra qualquer
arte, feita em paiz estrangeiro.
8 29. 1004 por cada corretor commercial e por
cada agente de leudes, 1.0004 por cada caixeiro
de corretor, 200# por casa de compra e venda
ou qualquer transacclo sobre escravos..
8 30. 304 sobre casas de modas.
8 31. 404 sobre casa de um so bilhar e mais
204 por cada bilhar.
8 33. 1 por cento dos objectos vendidos em lei-
lio, inclusive os judicaes.
8 32. 304 por cada escravo empregado no sor-
vico de alvarengas ou canoas de carga e descarga
no porto.
g 34. 14 por tonelada de alvarengas e canoa
abertas empregadas em servco do porto (navega-
cao e transporte nos ros) 24 por cada boto, ca-
traia, balieira e canoa, mpregados em servieo do
porto e navegacio dos ros.
8 35. 44 por escravo ganhador na cidado do
Reeife.
8 36. 164 por carro particular de quatro rodas,
104 por dito de duas e 30J por dito d: aluguel.
| 17. 154 por cada mnibus e 404 por carro
fnebre.
8 38. 64 por carroca ou vehculo nao compre-
hendido nos paragraphos anteriores, excepto os
mpregados no trahalho da lavoura.
8 39. 54 por cavallo de aluguel.
8 40. 5 por cent sobre o valor de capim vendi-
do ua edade do Reeife.
8 41. 2:000} por cada joalheiro que mascatear
na provincia.
42. 1004 por cada pessoa que mascatear na
cidade com fazendas, niiudezas. quinquilleras e
outros quaesquer objectos, 204 pelo que masca
tear fra da cdade e 504 por cada (averna que
na cidade do Reeife vender os referidos objectos.
43. Matricula da esc da normal
44. Pedagio das pontos e estradas.
45. Bens de evento.
46. Emolumentos e apprehensSes da polica.
47. Multas por infraccoes.
8 48. Emolumentos das reparticoes provinciaes,
8 49. Resttuifoes e reposices.
50. Divida aclivi.
51. Producto da venda e renda des gneros,
utensilios e proprios provinciaes.
I 52. Beneficio das loteras e saldo dos premios
prescripto?.
| 53. Cusas arrecadadas pelo juizo dos feitos
da fazenda.
54. Juro de 9 por cento pela indevida deten-
cio das rendas.
55. i reducto dos impostes creados pelas leis n.
350 e 396, art. 57.
56. 2 por cento sobre a dcima parte do valor
das emprezas que forera transferida*.
| 57. 1 por cento sobre a transferencia de ac-
edes de qualquer empreza ou companhia.
i 58. 54 por cada averbacio qoe fizer o coa-
subido provincial sobre as escripturas de trans-
missao de qualquer especie, que verse sobre a pro-
priedade urbana ou parte della, sendo o seu valor
inferior a 10:0004 e mais 500 rs. por cada 1:0004
d'ahi por diante.
| 59. 54 por cada estabeiecimenlo commercial
dista cidade, cujo produeto teri appjicacio espe-
cial a creajao da companhia de bombeiros.
8 16. Supprima-se a palavr-
S 60. 2004 por deposito de carvio de pedra e
1:3004 por cada casa ou agencia de seguro.
Va mesa e slo apoiadas as segnintes emen-
das :
Ao art. 15
al ugad"-.
i 8 32. Era'lugar deinclusive -diga-te-
clusive. Marques da Silra.
c Ao art. 15 g 20. Depois das palavrascai-
xeiro de corretor -diga-se -matriculado no tribu-
nal do comimrcio.-Marques da Silva.
Ao art. 15 8 additivo para ser collocado de-
pois do 8 14.-140(0 sobre cada cabera gado
cavallar que fdr vendida on permutada na pro-
vincia, dando o presidente da provincia instru- -
cao para a arrecadaeao deste impo.-to.-AMari/.
Ao J 36 do art. 15.No lint do artigo aceres-
cente-se nesta cidade. Mfc e Silva.
Ao 8 28 do art. 13. -Supprimam-se as pala-
vrasou de outra qual juer arte -Limenhn Um.
ArL 15 8 42.-Depois das palavras fon da
cdade, accrescente se enlendendo-se que nio
est snjeito ao imposto o negociante que na feira
do lugar de seu estabeleciiuento expoe gneros
venda. Joao Vieira.
Art. 15 8 42.Em vez de 1004 diga-se -
iOOi.-l.imenha Livt.
Ao art. 15 8 8.*Accresconte-seficando su-
jeilo ao imposto de 220 ris o rap importa lo
para consumo em barricas, fardos ou outro qual-
quer involucro. Marques da Silva.
Ao 8 28 do art. 15,-Aerresrente-sde qual
haja producto similar iu provincia. Marques da
Silva.Piulo Jnior.
Art. 15 8 I- l'epois das palavras gado
vaceum, diga-se com excepto do dos criadores
nas comarcis, o mais como no 8- Masques da
Si Ira.
t 8 23-Depois da palavra-~de algodio, diga-
sedito de vender madeira, trapiches e casa de
pbotograpbia.
i No 8 25. Supprima-se a palavra photogra-
phia.
t No 26.-Era lugar de 2:0004 diga-se.....
3:0004.
8 36.No lira deste 8 ac-rscente-seexcep-
tuados os de agricultores, que em seus carros u i.,
transita rem nas estradas do governo e nesta ci-
dade.
a 41.No lim accrescente se nio exceptu-
audo-se os joalheiros que tendo casa ou estete-
cimeutos collerHados em um lugar, deslocar suas
mercadorias para mascatear em outros lugares da
provincia.
< 8 61.Pelo que se deve continuar a arreca-
dar da companhia Street Railwav em vista do
art. 3- da le n. 974, 4:0004-
a 8 62.-5 por cento do valor de quaesquer
madeims de paiz estrangeiro consumidas na pro-
vincia. Cu nha Figueiredn.
No 8 3, em lugar de ris, 8 diga-se H rs.
a No s 'i.' Suprmase.
No i 7. em lugar de 404, diga-se-504
No f 8.* em lugar de 220, diga-se 300 rs.
Era lugar de 41 ris, diga-se 50 ris.
No 8 9*, em lugar de 24, diga-se 34.
No I 12. em lugar de 33 ris, dgase10 rs.;
e em lugar de 20 res, diga-se -30 ris.
No 13, em lugar de 60 ris, diga-se8*1 rs.
No If, suprimato-se as palavras menos na
comarcas etc., at o flu.
No 8 20, em lugar de 10 por cento, diga-se -
15 por cento.
a No 8 21, em vez de e 2 por cento. diga-se -
4 por cento dos premios das loteras mamres de
4004.Cunha Figueiredo.
Supprimam-se no 8 29 art. 13, as palavras
l:i:004 por cada caixeiro de corretor. Joo
Vieira.
Ao art 8 4", em vez de 6 res, diga-so t ris.
. 8 8--Substitua se pelo seguinte : 220 ris
por kilogramma de tabaco de qualquer forma, e
40 ris por dito bruto e consumido na provincia.
a 8 15.Substitua-se por este :-Dizmo de ga-
do vaceum nos municipios onde a cobranca dos
impostes fr feita por arremataco, sendo naqut I-
les em quo existirem eollectorias, substituid* este
imposto, que ser arrecadado nas uiesmas eollec-
torias pelo de 800 ris por cabe, a de bezerro, co
brado ua forma do art. 16 I 16 da lei n. 994.
8 liSubstilua-so assim : 24500 por cane-
ca de gado consumido nos municipios da provin-
cia, com excepelo do que fr desUnado ao consu-
mo particular dos criadores, sendo este imposto de
14900 em Pedras de Fogo.
| 16. Onde diz 2:0004000, diga-se-i:0004.
< | 14. '04 por joalheiro que mascatear fon
da capital com objectos de ourivesaria, embora es-
teja collectado com casa de vender joias.
a 8 additivo.5 por cento sobre o valor de ar-
mas de fogo, chicotes, chapeos de sel e bengalas
com estoques, puuhaes e caivetes de mota impor-
tados e vendidos na provincia.
8 additivo. 200 ris por cada potro, cobrados
nas fazendas de criacie, por occasiao das part-
Ibas, nos municipios de Bezerros, PaneJIas, Cania
ni, S Bento, Garanhuns, Bom Conselho, Aguas
Bellas, Buique, Brejo, Cimbres e em todos o* de-
mais municipios do alto sertao, com excepcao dos
potros filhos de animaes de raras melboradas.
Joaquim Mello Rego.M. da Silva.
Ao 8 39 do art. 15.Em lugar de o* por ca-
vallo de alugueldiga-se-por cadacocheira com
cavados para aluguel 3004000. -Jtatu Silva.
< Ao 8 30 do art. 15.Era lugar de 3>4 diga-
se : -504 Ratis e Silva.
< Ao g 2* do art 15 Em lugar de 6 ris por
kilogramma de assucar, diga-se 3 ris -Ralis e
Silva.
c Ao 31 do art. 15.Em lugar de 404diga-
se 504'"00. Ralis e Silva.
Ao 8 20 do art. 15. Supprima-se a palavra -
remocio. Ratis e Silva.
O Sa. Almeida Pernambuco nio devolveu o seu
discurso
Vai mesa e apoiadoo seguinte reouerimen:.
< Requeiro o adiamento da discussao do art. 15
do ornamento at que sejam impressas no Jornal
da casa as emendas apresentadas ao referido arti-
go.-Pernambuco Filho.
O Sr. Cunha Figueiredo justifica as emendas que
apresentou ao art. era discussao.
Encerrada a discussao e nao havendo nnmero
para proceder-se votacao, o Sr. presidente desag-
ua a ordem do dia e levanta a sessao.
SESSAO 0RDINA41A M 23 DE MAK).
PBFSiDKNCIA 00 SR. OLIVKIKA AMMUH.
Ao meio da feita a chamada e arhanda-ie pre-
sentes os Srs. depntados Goes GavnleanU, Joaquim
de Mello Reg, Tolentino de Carvalho, Ratis e Sil-
va, Freir Gameiro, Pernambuco Filho, Camboim,
Antonio de Araujo, Joao Vieira, Ernesto Vieira.
Lamenha Lins, Pinto Jnnior, GomeaJIarente, Joa-
quim de Araujo, Guedes Gondim, ooncalve* rar-
reira, Alvaro Ucha. Figueirda, Laceren. Flraaina
de Novaos, Amorim Salgada, Oiiveira Anana*.
Olympia Marques e Oiiveira Fonceea, abre-te a
ajala
E' lida e approvada a acta da antastdonti.
O Sa. 1> secretario declara ato haver expe-
diente
ORDEM DOMA.
Entra em 1' disenssio o projecto a 72 sete
anno que concede urna lotera a igreja de Hasta
Senhora da Gloria desta cidade.-E" approvad.
O 8r. J. C. de Araujo pede dispensa de iantrati-
co do projecto que acaba de ser votado; o jae *
concedido.
Entra em 1' e nica discussao o projecto a. 7*



SI.Li 041/a^to de Pernambuco Sacado 12 de Julho de 1873. 8 '! f
- litadas entro os eixos dos irilhns, conforme pres-.
) naVa
dade de Santo Anfanteta ^bedourq. appro
Entrara ora J* DMn> as emendas oleTcdlas
em 3' ao projecto w.W ueste annq, que autorsa
a reforma das rflfrtHiflSct provnciaes.- Sio todos
approvados, passando o projecto assim emendado
commissao da tedac *
Em l1 disenssao o
concede um augme
privilegio ila compa
vado.
Ratea m 2* dH
anno, que crea ilujj
ria p ira o sexo fe
Vio mesa e sao
das:
Acciesce
masculino no pWoado
Muribeca.-Pernatnhveo Filho.
(i E outra para o sexo masculino na villa de Bar-
reros, no lugar denominado Una do Jardim.
Amnrim Salgado
i Ao art. i JStrtra na fregswz+a de S. luso
do Recife, do sexo masculino. filies Caval-
tanli.
Aceresacnfr-se :. Fica creada urna cadeira de
instriteeai primaria para'" sexo maseatinn na po-
voacao da VoHa, da fregueza de Tacarald. Oli-
ttira Fonceca. o
E outra para o sexo femininn na fregueza de
S. Jos de.Jta cidade. Vieira de Mello.
c E oirtra para o exo masculino na villa da
Hoa-Visla.Ftrmim de Afore*
- Ollereco como emenda o projete n. 2! d"
auno passado.Gmnes Prente- i>
E outra para a sexo feminino na povnarTia de
Brbedouro, da fregueza do Allinho. Vieira de
Mella. Padre Tilo.
u igualmente outra para o sexo feminino na fre-
gueza dacscada m po'vuado de S los da Doa-
tisperanca. Padre Tito..
addilivo emenda :Mais urna escola de
iiislruecaii primaria para o stsq masculino na po-
voac. (|n t'Titw d'Agua Preta, e outra para o se-
xo fe ni uno na Palnieira do Garaahuns. Mar-
ees ila Silva. -TUo, *
Artigo additivo. -Pica o presidente da provin-
cia autorizado a protfcr as eadeiras que julg.tr
mais necessarias.Ges Cuenteante.
Uuia e-colu para o sexo masculino na povoa-
eaota Tolo, da fregueza da Vanea..W. da Silvq.'
Fica creada urna escola nocturna na povoaco
de lazareto do, Cabo Ges Cttcalcaale.
Emenda ao art. i.-Mais urna escola de ins-
trtnv.-ao primaria nocturna no povnado do Poco
da i'auejl-. Riiis e Silva, i
- Artigo auditivo. Fica transfera a cadeira
de nsli necio primara do sexo masculillo da po-
voa ejio de Mallu linha para a de Surubim, ambas
da comarca de Liiuouiro.t. Paren/e.
Igualmente outra para o sexo feminino na
freuue/.ia de Santo Antonio desta cidade. Padre
Tilo.
Ao art. 2. E outra para o sexo feniniuo
na fregueza ds S. Lonrenc,i de Tejucunapo. -
GoMfateet Ferreira. -Pinto Jnior.Quedes Gw.
ii i. h
ilS-'. (iiss C.av\lc\ntk justiCca as eoiendas
ijiii' mandn mesa.
O -li.uvKtiiA Fo.v.kca ustiliea a emenda por
iii" ,iii"0S'Hlada.
I'i.' 11 a votos o art. Io do projecto, foi fojeitado;
v.'i i i i la puem a votacJio a rei|uerimenlo do Sr.
IIa-i.; Silva foi aopi'V.i-lo, liem com as emen-
das a elle ulL-recidas ; e asslm lamliem o art. 2"
iis i'iiin las; passando o projecto assim
n i! i lo :t.' iliscussao.
i) Sx Bats uSii.vv pode dispensa de intor^ti-
c 11 o-ojvti \:i: aealia de ser approvado, afim
itrar para a maleu do dia seguinte. -
i! insultada a c..a, vota pela dispensa podida.
' .y; Pit::siu :nt;: d >cl ira autpeasa a sessai al
qae volte a cominis*.) nomeada para felicitar.
E\ i, o Sr. pre-iJonte da pr ivincia.
D -,'iis de ovia ho:a, teado voltaJ) a co:nais-
s.i". abro se a sesso.
0 Si. G mb Pahsis nao devolrou o son di-
t !.' Sil.
O Sii. ToL'cvriN :ik t'.AnvALiio (pela ordem) p^?-
de qne sejam transcriptos nn acta, nao so o ais-
cars i dos n >ir"s m imbrqs da cbinmissio encar-
ta do ir felicitar ao Exm. Sr. presidente da
i.ivincii, como tambem a resppsta di S Exc.
I'oo a votos o roquorimeato de adiamento
apresentado na sessao pedida, approvado, fican-
porlanto iddiada a iise'assao 3o art. 13, ate seren
impressas no jornal Ja casa as emendas a elle
aposentadas.
Entrando em discussao o ast Id, e nlo have-i-
dci niero para votar-se, o Sr. presidente desig-
i ar 13:11 do ara seguinie elevanta a sess:o.
REVISTA DIARIA.
Profrssnr publico.-Por portaria da pre-
sidencia di provincia, de Hi do correuto, foi remo-
vid sea pedido, o professor publico Vlndimial
Rilunro Soaroa, da eaeira da iovoarao iSOna
prna a de Nova Cr u.
#;.:.i'.!:i uaolonnl. Por portaras da pre-
sidencia da provincia, de 10 do corrente :
Maolm se dar gota le 'as-agem, para o muni-
lo Pilar, as Alagdas, ao toneute da 2.,conr-
bia do lo.- Iiatallno de infautaria do mnnici-
[tamb, los Renriuues de Mendone).
F i tiansf t;Io, sr;i pedido, para o servido da
res 1 vi, Bea I agKretjttdo ao respectivo 2. hata-
Ihfc), o eapito da 2.' COUipaftftin do .' Iiatalhao
; nfaatarla, do municipio d 1 Becife, Custodio Mo-
reir Diis.
C-maren I .ria .la presidencia da provinla, de l'1 do enr-
ri n'.e, foi designada a villa de Agua-Preta, para
servir i s le ao termo e comarca de Agua-Preta.
ere ve o cntrate.
Encerradas sai eercmoWta?, voltaram todos os
convivas da festa para o povoado'do t>Xng, e
aqi lavrou-sc ara termo da inauguracao dos tra-
liaios, o qaal foi assigudo por todas as tctem'u-
rrtias da festa industrial.
Oepobi deste ae*o toi sr\'Tdo ao* coniidados um
MFni lida e approvala a' acta da pnvedentrt
SOfBO.
fllWDHWT*.
ftfllrio-da or*<:il(?ncn la nrovineia a resftteilni lian.a " >* K
rsiil.^idtd. e snmp'i iSO htnrVlM ao'ef do Sr. Ji.ao "hoje. l
proj-j Farola, dm ante v ipial lin.i*rein 'iL mais doce
e -vmpnpii.-a coplialldidc eidros vartoa aonviva;
da sninjfts p gna testa.
') Kxm. Sr. lrao da Seledde foi qnom incet^
os Srines. ergunio um lirado de louvor ao Ivxm.
pr sidente da provincia e aossens dignos anteces-
< p-|o- muitos auxilios de que lem cercado a
emoftza que iaaugurava os seas trabamos,
iezia d A' e*<;' xMirrau-so ouiros muitos eaulvusias-
tiros brindes ao emprezario, aos engenheiros e ao
fiscal da linha ; aos auxiliare do ^uk.Sr. torao
da SoleJaile, imprens, ao coiiuneroio, inus-
tria e agricultura, irletn de muiros mirtos. Wlos
i-i4,i,0ip..iiaids cua galhardia c entliusiastico
pramr.
Terminou o fostim com um duplo brinde de
honra : do Sr. F. de Figueira S. M. a rainha da
Inglaterra, e do Sr. de Mornay < S. Itf. o Imperador
do Brasil.
Pind o festWn voltou o trem e.xpresso para o
Recife, partindo do Casanga as 3O 1/1 horas da
tarde e aq:ii chogando poueo dopids das 4
h ras.
lamcluindo esta ligeira noticia, fazemos os mais
ardentes e sinceros votos para que a empreja
Ja via frrea do Limoeiro conclua os seus Irada
fbosp lmenos tao bellamente qoaut os come-
con, marcando urna nova era nos fastos da his-
toria industrial da provincia de i'eniambiico, que
por sem duvida crodora dos eedreo dos seus
lillios a habitadores em prol d->seu futuro.
]'iip;r.-liint e;ptuvn. -o sr. I)r. chefe
de pohcia, Antonio PnaoiMn Grreia de Araujo,
acaba do proceder a nina importante diligencia,
ila (|ual resultou a prisao de um desertor, alias
coiidenjnado a gales perpetuas, por coininnlaco
que obleve da pena de morte que llie foi imposta.
Constando ao Sr. Dr. chefe de polica que, na
casa n. lio da ra dos Martyros, se achava no-
na siado o criminoso Manuel do Sacramento, ex-
praca do 10 batalhao de infamara de hulla, or-
den ni S. S. ao Sr. subdelegado do 1" distrcte ''e
S Jos que $ rocurisse captralo ; c effacliva-
inento este funeconario assim o fez, para o que
poz cerco referida casa n. li-'t da ra dos Mar-
tvrios, obstando fuga do citad) Mauoel Sacra-
mento.
Hoiilem pela manha, varejada a casa, foi appre-
lien I i lo o referido iaiividuo, que, como j disse-
nios, criminoso, e sentenciado a gales perpe-
tuas por coinmutacao que.obteve para a peoa de
urrte a que foi condemnado.
Esse ml.viJiio, logo api'M a priste, confessou
que, em maio do anno prximo passado, qnando
era conduzdo para abordo do vapor que devia
leva-lo para Fernando de N'oronba, evadir se do
poder da escolta, lancando-se ao mar -e conse-
guindo -anliar a trra, nao obstante os ferros
11' obs|avan aos seus movini.inlos.
O criiniioso aqba'ae, pois, novamentc recolhdo
apriaSo, e provavelmento nao escapa' mais a
aemo da lei.
', >m;!,>iiiia do Bcbiribe. -Vio de no-
vo a prapa, no da 22 do eorrcnle, os rhafarizes
ilos bairros do Recife e de Santo Antonio, avahados
iiywfj aaluoiiiia e a vilania.
'T^wnir l'orca e eif.-iij aos ujiva louvores
tribunal.O tribunal deu as convenientes oruVflS i\9 fe>e io Sr. Villa Helia, disse a rririnaa :
., .-.. .n.:.i i\.,kia,. .,,^n .., l -..r,,n.i;-
a'dito uniera
OITlcio do Sr. deputado Candido Alcofirado,
ceinmuiivnndiMkWrPoJ'-'t'
^^f^jrwra
este-
em 25:000*000 e aquellas em lii$f.30f0 0.
K!ci*o de irmaudnde.-Domingo (C{)
deveui reunir-?e os membros da confiara do Se-
nhor Bmn Jess das Chagas, erecta na igreja da
Santa Casa de Misericor lia do Itecife, alim de prg-
ce leram ulecao da mesa regedora pata o anno
de 1873 1874.
VirttvAoici'ittmia. Cono p-ellior se ve-
r do aiiniincio que ra publicado na scete com-
petenti, comecarao hoje. a ter lugar as funeeoes
que d'nra avante diariamente pretende dar por si-
gnan lempo una companbia ecuestre, gvmnastica,
etc, com exlibigiio de alguns IeOOl airicauos, um
elephanle de Zanzbar, caes e macacas, mis do-
ni! sticados e instruidos outros.
Oifereeen lo a presenca das feras um espectcu-
lo novo, de esperar que a concorrencia seja de
ponto a satisfazer as justas aspiracSes da compa-
nbia.
(oiisirsso Litteraro Na ouinta feira
( III do curente) bou ve sessio ordinaria desta so-
cieJalc, presidida pelo Sr. Moreira Alves.
Lida, 'ap|irovada a acta da sesste antee dente.
O Sr. 1." secretario lo o si guinte expediente :
Varias propostas para socios elTectivos. A'
commissao respectiva.
Aullando se na ante-sala os Srs. Arludo So-
gucira e Baptista Tourinho, .-ao introjuzidos no
recinto com as formalidades do otylo, e felicitados
em falta do orador, pelo Sr. Tneodoro Paclieeo,
a quem responden) agradecendo.
Em -eguida o Sr. Paula Pessoa declara que a
coiiimi.-sfio nomeada para m-nfotar o senlmen-
to do Congresso ao seu digno presidente, o Sr.
Chaves Jnior, pela morte ie sua cara av, cutn-
prio o seu dever.
Passando se a primera parte da ordem do dia.
discussau da tlies sobre a socieJad1 c seu fun-
damento, orara os Srs. : M. Rosa, Moreira Alves.
Becerra Jnior, Assjs Silva, Paula Pessoa. Carva-
llin c Souza, e Theodoro Pacheco
B" encerrada a discasso da these.
icbando-se a hora adiantada deixa-se de pas-
sar a segunda parte da ordem do dia, e sorteado
o Sr. Arlindo Nogueira que escolbo a these : -
Deve se obedecer a lei positiva, qnanlo ella
co itraria ao direito natural ?
Levanlou-e a aesso s duas horas da tan!*,
Oepois de designada a ordem do dia da vindoura.
Bei'c ser mudado.Pedem-nbs que re*
clamemos contra a permanenci de um louco reco-
JH'Vi!'. e Ijicr.-tario Ja junta dos
part* p.r. o o MT flT> no ii i-/ do jirilio prximo
o archivo.
ssmp-. fim^efmarlos.'-re.nelletido 0
bololim das eetaroes olieias d^aMiniu de 30 do
jiin'io ultimevi o dj corren*'. Para o ai chivo.
ii'co-da comphniiSlirnaiprajc uia de nave
.gacia*. r<)|<4P>a poj vapory'- dando ns razoes por
que nao remeti o mappa di semestre que acaba-
sa V lindar Para o axcliivo-
(ircio do bario de Na?arfH)- respondendo ao
do irAinilae do****nte,narandonfia^o
der compaiecer ao tribunal por incommodos do
sadde. O tribunal resolveu que se convidasse o
.upplente inimediato.
Communicacdruc *"HaTlsmciity WLabill, de
somih os,Bueessorea da.cxlincta firma Tiaset
Frre Informe a secretaria.
.Fiiram'npreaeutadjoa oa.mappas relativos ao se
gnndo semestre de 1872 a 1>-7:I dos trapiches An-
gelo, AlftjRfjftp Velha, SannJers Urotbers C. e
Guerra. -Conferido com o antrif.r, aichivc-se,
nao haveudo duvida.
bhm de registro da correspondencia offlcial
regulaimente escripturado al o n. 104.
DKPAHO*.
He.|,iei iin.Mitos :
be Franci-co Antonio de Albnijuerque Mello
pedipdo que se favam as necessarias notas ao
sentido de nao cstareui mais sob sua reaponsabi-
dade iw ai ana/, ens alfandegados da ra do Apollo
ns. 73 o 7o.A' secretaria para informar.
Do Antonio da t.i uz RtbrtrOi para certUicar-se-
liie se esto registradas as uomeagoes dos seus
caixeiros Fraucisc da Sdva e -Albuuuerque e
Ascendiuo Lins d Albuq' npie. Certiniuc-se.
De Basto, liveira xeiro Amaro de Barros ,oi lia Jnior. Como re-
ipierem.
De Alcoforad > Vieira 4 C, idera do seus cai
xoiros Odorico Alves Kapso da Cmara e Miguel
Augusto Fernandes Barros. Passe-sc do que
constar
De Francisco de Paula Gon;alves Ferreira,
idem da prncuracao ip.io llio foi conferida por
Francisca Bibero pinto Guiiuaraea. -Como pedo.
(Nao votou o Sr Pedro lsete.
Do mesmo Goncalves Ferreira, dem da mesma
procurante. Sin.
I'o mesmo F.-rrera, dem de dito.Deferido.
Do corretor geral Francisco Jos Silveira, igual-
mente certdo do ollicio do Exm. Sr. conselheiro
presidente, que autorsou junta dos correto es a
exlihicao dos livros de cada corretor. Passe-se a
ceriido requerida, tan havendo inconveniente.
De Bernardino Alves Ferreira A C, dem do
contrato da firma Duarte Antonio de Miranda 4
CNa forma pedida.
D Duarte Antonio Jo Miranda A C, certidao
e fo riu lio registrada a nomea-^to de seu cat-
xeiro, i|ual o sen ii'Uie, e sn j foi eliminado.
Passe-se a certidao re (Herida.
De Joaqnim Vieira Cocino da Silva, para certi
licar se Ihe se em ti de s-tembro prximo passado
foi ou n.o registrada a nomeacao de seu calxeiro
Manuel Orrn.aiio de Vfirinia. C.rtifiqne-se.
De Vianna Castro ,$ G., idem de seus caixeiros
Fahio Harmho Paos Barreto c Heonque de Castro
Pasis,PaMe-se a certi lao do que constar.
De Manuel fiiaquim l'ereira, socio da extincla
Urina Pereira Inr.aos, poilindo pennissao para
contin iar a MlJ escripturacao sob a firma nos
mesmos livros de q;e ella so servia. -Kim, traten
do os livros a secretaria para as devidas declara-
'.oes.
Fie Emilio Pereira de Abren, eliminaeiio no re-
gistro das nomeacoes de seus caixeiros (juilherme
Pereira do Abren e Carolmo de Souza Puntes.
Deferido.
Do mesmo Abren, trazendn a registro a nomea-
Cte de seus caixeiros Guilnerminofloncalve* de
Cajlcd-wniri pfoviinaes.-Por porta- Ihido ao hospital militar, c ao qnal deu-se urna
ras da presWeneia da provincia, de 8, 9 o 10 do Mas enfermarlas da frente do edificio, resaltando
crreme, foram nomeadosj^tseaj da colectoria Jahi vi ver incommodada a vmnhanea fronleira, a
quem emenden elle dever apresentat-se Nenipre
como AiMo no Edn.
do municipio de Bom Jardim, bacharel Manoel
Tertuliano Travasso de AhMfda; fiscal interino da
colleetoria do municipio de Fancllas. Julio Cesar
Cavalcante de Albnqiierque : BoHertoiia do ioni-
i-ipio de liarab, bach.irel J)> Cavaleante de Al-
nuquer ue Betita.
\sylo de alienado**. -Mais offerlas em
lavar Meae hospicio:
Illm. e Exra. Sr. Passo s mSos de V. Ex-, a
quaniia de 230a000, alim de serem applicadas a
realisacao da humanitaria ideia da fnndaco do
as lo'd<5 alienados desta cidade.
Desta miantia OOOoO san devidas a generosi-
dade do Exm. Sr. Barao de Morenos, e 0O3OOO
o pequeo bolo com que posso concorrer para tio
grandiosa idei.i. cuja iniciativa, sendo do V. Exc, o
torna credor da gniti Uo desta provinaia.
Renov 1 v. Exc os indis provistos' da consi-
deraco 4 e-'.inn eom me sou de V. ESJt amigo
arfeneioso, venerador e criado Padre A ntonia di
Cunka Fi'iuereio.
Recife i) de inilio de 1873.
Gabinete da presi lencia de Pernambuco, 10 de
julho de 180.1) Uvdm. Sr. Antonio da Cnnha Fi
gueiredo. {'Ara a carta que V. Rvma enderefou-
tne 9 diste mez, recebi 2o0400i), destinados
'onstruccao do asylo pe alienados, sendo 20000,')
pelo Exm. Barao de More/ios, o .'iDOOO por V.
Rvma.
Louvo e agradece a V. Rvma., bera como ao
jesino bario pela prova seus sentimentos de patriotismo e candado.
Sou cora estima e considera ;ao de V. Rvma
amigo attencioso, venerador e creado -Henrit/ue
Pereira de Imuuh.
fvifivtfla de ferro do S.imorro !l n
tem, como eslava aununciaeV, leve eqectivamente
ngar a inaaguiaetedos traballm de eonstrucco
da estrada de ferr te L'rooeiro, de que conees-
fwrvarlo o Exm. Jjr,dBaro da Soladadc.
A's-11 1/2 oras do dia parti do caes Vinte Dois
de Novembro am -trera 'expresso da via forrea do
Caxang, couduzindo itma-pequeiu, mas escolhida
focieiladn, adrede coniita||'pele digno emprezario
para assisiir leau inaugural da bella e pro-
meliedora'empreza.
Cerca'de i/3 liora depois chegou o trem.ao Ca-
xang, e d'nhi os convidado^ guiados pelp lluitce
concession 1 rio e osogan*etros da empreza, so di-
i-igiram ao ponto oade se achavam os primeiros
trhos da liaba, distante do povoado qunsi 2 ki
lometros, e log> aps tere comeco a ceremonia.
i'iMiKistio sta em serem parafusadas as vavilhas
ilas hapas de rooeexa d tres trunos, o eatidus
e.fia*vlo os grawpesd triho-, tomando parte nessa ceremonia os srs.:
Siro da Slodaae, agenheire llseal Tlbujpco'do
MagaihAes, o OMgfnbeiiyisKla aba 6. O. ^Ueii.e
Geohe Lee, que procederaracpmgalhardia o dis-
tineete aos rnisterefr da oesepriraia.
*ytel-.-qne.-foi-jBe aclo, aJgnmas das ueesoas
lireieaieiy-inciu^jve 0, emprezario eos angoaneros,
tomaram ausento em i/m- iialtf, que foi movido a
mo pel.s operarios tU linha, opexcorreram ili
versas vees a extensa dos tfillios ..sseales sobro
dormtnle de madeira do paiz.
f)< trilhoj tj) do systeTia Vignolle, chama-
do ie '.iifin,'e lora Je peso 30 kilogramrnos p r
Mu nca.
Sociedado Recrcatitit Nova Har-
mona. manha (13) funci*iona esta sociedade,
em Sessio extraordinaria, para posse da-nova di-
rectora. Sao convidados todos os ocios a com-
parecerrai s 4 horas da tjrfle1 do dia cima, no
lugar do costume,
Lotera. A que se aclfl n venda'^ a 58.', a
beneficio da matriz dt Cibroh, flae corro uo da
lo. '
t.rtlao.-Hoje leva a leilao, pela segunda vez,
i> agente Pinto, a ph.nrmacia da rna do Barao da
Victoria n. 30, pertnednte a rtmR taluda do Jos
Frailis o IHttenconrt.
PassaRciros.Vind.i dos porto ib snl no
vapor Dantas :
Leandro Bibe.iro Gonzaga do Mello, Luiz Gome
Ber/Tra, Jos Antonio oe Araujo Osorio, Joaqnim
Porfirio de Aranjo e quatro manas, Frederco Au-
gusto Ferreira de NoVaes.
Vindos do Ar'acaj e portos intermedios no
vai W Mandahu :
20 praxis d* polica, 13 preso* e 9 mnlheros de
soldados.
Casa de detenc&o. Movunorrto do flii
10 de julho de 1873 :
Existan) presos 330, entraram 12, sahiram i
if tem. 338. A sabor
Nacio'naes 216, mulhere9 fi, estrangeiros Ht
seravos 4, escravas li.-^Ttal 338.
Alimentados a custa dos cofres 'pblicos 252.
Moviraento da enfermara Jo dia 10 de iulho
de 1873 :
Te ve baixa : : 1
Francisco Antonio de-Souza, deflnxo.
Ccmiterlo {rabilen.'-Obituario do dia 11
de julho :
Maria. parda, Pernambuco, 7 annos, S. o|
bexig.is.
Antonia Izabel da Concjico, parda, Alagas, 19
annos, casada, S. Jos .varila.
Antonio Valentim Carvalho do Nascimento, p*r-
do, PernambuiM, 18 annos s'nllciro, Graca -teta-
tao traumtico.
Joao.firete, Pernambuc, Ifimezes,' Boa-Vista;
gastro hepatite. ,
Francist'o, escravo, pnet,:frica, Oftanrios, sol-
Iteiro, Grara ; phtysica pulmmar.
Anna Francisca da Lapa, branca, Pernarnbuco,
81 annos, viuva, Boa-Vista ; gastro oateritu,
Paria e Franu.-co Goncalves G.iunares Begis
lfe-se a nomeacao junta pelo suplicante, que
declarando scrim brasileiros M caixeiros nomea-
dos, nlo provon a sua decl.trap.io.
De Joo Joaquim da Costa .iitc. lamben pre-
sentando a iiumeacte junta, alioi de ser registra-
da. S>-ja registrada a nomeacao a que se refere
o suplicante, qne nao provon a sua allegacao
quanto nacon.alidadc do ctixeiro numeado.
De Basto, iiveira c G., igualmeiiie su'onielten-
do a registro a nomeacao de caixeiro que aera a
Francisco Joaqnim Pereira dr Costa.(mo re-
querem os snnplieanlee, aaslno jirovaram a na-
oionaiidade allegada do caixeiro numcalo.
Dt' Pereira Carneiro tC, no mesmo sentido
quar.to a sea caixeiro Lino Jaeques da Silva. lle-
gistre se a noiriea.o, sondo-que se n caixeiro no-
meado e brasejro, como allirmara os ipplican-
tcs, nenhuma prova jnntaram de sua assereau.
De Joo Firmino de llivoredo Freir 4 C, para
se Ibes registrar a nomeacao que apresenlaiu di
seus caixeiros Jos Teixeira da Cosa e Manoel
Theotoub Freir t'roceda-se ao registro da no-
meacao ann .xa, nao estando provado serem bra-
sileiros os caixeiros Horneados, como allegara os
supplicantes.
De Jos Gomes de. Freitas, uo mesmo sentido,
sendo o caixeiro que nocera Ricardo Luiz da
Cimba.-Na forma requerida.
De Manoel Soares do Amaral, tamben) no mes-
mo sentido, chamndole o coixeiro Anizio Jos
de Figueiredo. Registre-se a ncmeacte apresen-
tuda pelo supplicante, que nao provou sertrasi-
leiro, como diz, o caixeiro Horneado.
De Ismael Cesar Duarte Ribeiro, requerendo
igualmente o registro da uoiueaeo de seus caixei-
ros Tbeodomiro Cesar Duarte Ribeiro e Rudolpho
Cesar uartu Ribeiro.-Seja registrada a ornea-
ci junta, na qnal se declara sem prova alguma
serem brasileiros'vas caixeiros os oawfros no-
ineaJos.
De Jote Francisco Orphao, igual preUmco
quanto a Jacintho Arco Iris Correa.-Registro-se a
nomeacte junta pelo supplicante, que nao provou
ser brasileiro, como assevera, o caixeir. no-
meado
De Boaventnra Rodrigues do Amoriiu, snbmet-
tendo a registro urna procuraran bastante de
Francisco da Gjsta Maia.Faca-se o registro pe-
dido.
De Jos Maria Pestaa, agente de leita, mos-
trando nehar-se satisfila a exigencia do tribunal
constante do despachn de 30 dejonhe ultimo,
proferido na petico em que pede seinmixes de
hcenc 1 para tratar /le sua sade, deiiaudo em
sen lugar a nm illu.Vista ao Sr. desertbargador
fiscal.
De Manoel Joaqun) Pereira, socio do fir-,na Pe-
reira Irinos, solicitando que se registre dstrato
da mesma firma..-Junte o atpplicante-um se-
gundo ejemplar de seu. distraa, era que se
compra o disposto no arL 2." n. 7 do decreto n.
Mo.
COM O l'AHWIBH FISCAL.
PctoScs :
De Agostuh Ferreira da Silva Lea.
da Silva Len|. rogisJro do dstrato da
que tinham.Registre-se o dstrato, nos
derrew 11.4.394.
De.-Reg 4 Carneiro, idem do seu
junto. Satisfacam s supplicantes o^panecer
laeal.
Papis relativos ao pedido de E. R. Rabelb 4t
C para declarar-se o modo por quo devem ser
oontaflos os dias pai;a os venomiento* das tettraj
pft d tur HffnWi.de cunlacj^ com o sen dolo.
N \o ijo di'saggraroui odios e raitceres empre-
k Debalde, para tudo confumHr, tentou o Sr.
Lucena deprimir o carcter do Sr. barao de Villa
Bella, neo de cualidades singuiavexe distinctit* mm
ao dlrer ilopwprio proiedlbr di jf| Harte (l' (
Anda noel
dos
Para.
lavr
ronla d
pe.
echo vWvel o frace conceJto que
Sr. bario lazem u* seus tmigd.
argueza ao louvor, alt-ramas >a-
ran lo Sr baftn de Odegpe, para
irrer a qaalcm lo de disttnctisti-
mo dada .10 Sr. Villa Bella !
Es aqu a* piilavras do respeiiavel estadista,
profer las em 9 de junho de 1869 :
I-lo acontece, senhores. na milito Ilustrada
provincia de Pernambuco ; isto acontece quando
esta na presidencia daquella provincia um cava I -
liro era quem reoonlieco dotes Mito singulares,
o Sr. barao de Villa Bella ; mas, senhores, a at-
mjvsphera Je que elle se acha cercado, as emana
eoes ^ne se elevain al aquello Itrrffr c&ftclrr aerfa-se cun o espirito
desrancad).... n
Destas palavras do Ilustre estadista n5o poda
a Procinci'i, em boa fe, arranjar urna palma de
loaros para en'eitar o Sr. Villa Bella.
Pode qualtuer ndividuo possuir dotes muito
singulares, serh todava ser distinctissmo Ser
bom pai de familia, ser bom amigo, sao sem duvi-
da dotes muito singulares, mas quo nao bastan)
para caracterisar o bom cdado, o bom pro
sidente de provincia.
Um bello cometer, eerto, exprime alguma eou-
sa, mas nao qer dzer ludo
Pode-se possuir um bel'o carcter como ho-
rnera particular, e t lo pes.-iino como hornera pu-
blico.
Esta demonsirieo doduz-se pTfeitamonte das
palavras do honrado Sr. baro de Gdegipe. S.
Exc. "pondefou que a alraosphera era que viva o
Sr. Villa Bella, as emanaooes que se elevaram da
situaco, Ihe haviam derancol) o espirtt; isto ,
pervertido, depravad:
Ora. um presidente de provincia chegando ao
estado Ue depravacao do espirito, capaz de todos
os desatinos, una desgraca para os povos con-
fiados ao seu governo.
O bello carcter que se doxa arrastor at o
desvanecmento do espirito e seenveuena uelohafio
almospherico que o cerca, revela se inepto e
Je iutelligenca peca.
Portanto, anda em face do juzo do Sr. barao
de Cotegipe, o d* Sr. Dr. Kigaeredo tornou-se de
gran Je .acert il a crear o que dec.rear.
Bera ve* a Provincia que, era relaco presiden-
cia do Sr. barao de Villa Bella, ter-se-ha elle sa-
bido muito melhor se cscolhesse para sen accessor
algucn que possuisso dotes Miigulares. O erro
da escolha foi todo o mal le sua administracao ;
o accessor, indicado pelo honrado Sr. Dr. Figuei-
redo, nao ha duviJa, derancou Ihe o espirito.
Apreciaremos agora 11 juzo da Provincia rea
tivamente aos actos do Exm. Sr. Dr. Lacena, como
delegado de polica do Ourcury :
Referrao-se em sua carta (o Sr. Villa Petta^
as tropeliasque no uricury praticon o Sr. Lu-
ceoa, allui ao que notoriamente publico e cons-
ta de ropreseiilafe; presentes ao governo. Em
uina destas dzia se que o Sr. Lucena iniciou
as suas diligencias apossarido-se e violando car
las.
Nao exacto, falso que ao governo fossem
enderecadas diversas representaqocs contra actos do
Sr. Dr. Lucena quando delegado do Ourcury, e
que iniciasM- elle as suas dilig#icas violando
cartas.
Em t do o seu il.'flcl e atarefado exercico de
delegado daquelle ts.-iuo, nao soTren o Sr Dr.
Lucena a muma censura pela ta)prensa, e as
mos das aut rdades superiores da provincia s
chegon nina i|uexa, sobre a qual Toi ouVid 1 e deu
resposta completa e satisfatora. B-sta resposta
^foi publicada eninguem a conlestou.
Tambera nao exacto que volasse carias. Por
motivo de traicSo e de nideldade de una auto-
ridade policial, leve o Sr. Dr. Lucena necessld ido
de reuuerer ao delegado do Villa Bella, coronel
Manoel Pereira. a appreheusao de cartas que iam
por portador expresso a toda a pressa para Our-
cury, dando avisos aos criminosos das urdeas e
rastnfecoes que haviam sido expedidas.
Estas cartas forain intactas remettidas ao Dr.
chefe de pofira. Desta providencia dependen o
bom xito da commissao que levava o Sr. Dr. Lu-
cena.
Mais tarde tran-creverenios a resposta do ex
delegado do Ouricvry, dada ao chefe do pelicia
sobre a queixa de que fallamos.
Brrtao ver o publico a desfacatez e ousada com
ipic npl i-aveislnimigos envenenam e detnrii.uu
actos rpio < attesiam a mais pronunciada dedica-
do sansa publica e servieos de alta monta
Nial.
Pobre este assumpto a Pnnincia jala li-cor-
ren, RisfetiAdo nos aterree, falsidades e calma-
nias .'
Assoverou que o Sr. Dr. Lucena, sdenlo de
gloria1, violn o d tnicillo Jas familias, revoiven o
sido das'casas. di.c !:o paredes, e fore m um con-
selho do jurados a coudeninar urna mlher, a qiml
nao se dignou qu iliticar de iimoceuie !
Asseverou raais, que tinham sido envolvidos em
processos velho, mocos e meninos, e pie o Ilustre
tinado Paes Barreto, carcter adaten, como todos
reeonheciam, linha esjripto ao Sr. Dr. Lucena
por Mo estar hem informado, ou por se ter doixa-
do tetar pelo resultado assom'roso da~ commissao
de 8. Exc. I
Nunca mais a Provincia receber em tWU co-
lumnas mentiras Ido ousadas como estas.
O delegado de Ouricurv so penetren nos domi-
cilios por lotea do dever, nio pretcrinJo de modo
algum as fonnalidades lgaos.
Revoiven o solo ale ama casa para preender ar-
mas e as provas do. criine, como de laclo aprehen-
den, mas nao demoli paredes.
A casa do tenente-coronel Pintas Lopes de Si-
qiitira oi HM das v uvjadas, e elle, que nao in-
terrompnu |kir isto as suas relacoes com o Sr. Ir.
Lucena, po3era dar testoiuunho dos respeitos
prestados era lodos os varejos e buscas, ao cda-
do _e ao pudor das familias.
To ttenckiso e rasoaVel era o modo porque
o Sr. Dr. Lucena tratava os presos, que Alvaro
Grauja, em companbia do coronel Roque de Alen-
car, Veto recollier-se.
A arguicao de -iolencia ao crmsefho de jurados
tao vil como a da promessa de casamento para
obter revellacites.
Pira destruir laes alumoias na basta mais do
Ifef% ei|fo *t- OssjViV rfA fie^mnbmct, Js|M sidie,
com aquel! 1 apfomb de que s gozara as gran les
capacidades, a dar golpes nioMaes, diruita e
espenla, como quem nspradii nos inais.recij-
ditos mysterioi dii sciracia dos nmeros o rom
furor descoraraunal atira se sobro o Sr. 11 berta
Wngard, certi como est que esse Sr. se acha
ausenle o nao Ihe pode dar a Conrateme res-
Usia. .. ._
* Nao me compete daluc qual o pap Jqii" represeutou o Sr. Wngard na
lompanha Draliiage, e maito menos iratrsr e
lacios da vida pnrticufar da quera osla ausenle ;
Ii meu ver o bomem qualipier i\\
lao ou a mais humilde 011 a mais eh-va'da nao' dei-
ia de p ssair nm s.icrario que a sua vida par-
acular ; maguera mo por seu gosto ; todos
Isio sujeos aos niesmos acaBlecimeatos o r.i
Ijp tanto se desvair no ri;o como no p ibre, |o
-aiiiii coran no ignorante, no rei; como 110 vasal-
lo; atacara vida lailculai seja de quem for
omento un.a prova de imi nslincto perverso, le
um coraco de paredes -muito estreitas onde s
pode ter morada iinia alma muito diminua, e sem-
tmentos de muito pequemnhas dimensSes. Se os
estudos, a educacao, a llustraeao nao servem pa-
ra elevar os sentimenios do hurae.n, ira torna lo
generoso, para faze-lo cenhecer o nspeit 1 que de-
ve ler sociedade em que vive e o acatamento
que nove do toras aeseeju a i|iie;n se faii ou a
quem se escrevo, om.io melhor qae se fique no
oslado priiniiro, porque a iguoraicia, a falta de
edi3c.i(;io, a falta do poliraenlo que tr.:z a pratica
de viver entre gente civilisaJa serve de desculpa
para ludo. E ao contrario disso una investida
igual a essa que se nota no segundo perodo do
artigo do Sr. Law de la'
Law nesse sen tnflnaravid lete en qne eom
uiaior arieg.i!i!j l- Seml., m e V. S. ray-
nheiros t" iw d>*aeerifr.frte m is -I que ipont ir .<
iha- tires de psysiri qmteomtm Un m &r. i.i I i de s -u.it", etr.
A quosl.10 por CUtsa da falla de pressiw I I I
e 1 tnha seis ps de pressao e era |touca para
la/er funecionar o apparelho de syphao e auoraa-
lico rtfSr. I.airo Bounl o dado : mu laraA o appaitOio c ejbw.r.-m outro
'l'.ie.lwncioiia perfeitaesentc sem bolas porCm
esi7ip cotnc.radi as bolas uraa altura menor
i do qae seis ps, como se -.o l> mes|r no ua nana
ue seja sua posi- 1 ra e querem iiue elle funccione hem : cu ?t u a
ispea que o sr. Law Mlu der-no- qoa
dia, que a bola nao iiiierroni|ie a nressin, c que
lir ctiiiseguiiite a agda que safce aa Imla para '
apparelho anda vai con a pie-sao di t rre. e na
com a que dimana smente da bula para baixo
e quem tem congein para dizer em IVnnmlucf.
qu.' ha qm-in mella lampos de bul.-, camisas un
VeslidoS Una cano e tU p -r de Mas como ;.i f
disse o Sr. Dr. Tiburrio, no tem1* 1u*! f'H'va
comigu, tarabuiu lia de ler uoragca paca diaVC qu;
a pressao da torre contina, aprsar da aterro
da bula, ou Btie aquillo que foi ioipossivel conse-
guir com seis ps de preslo lquidos e com U 11
cano de una potiegada e meia de diam-ir, e d*
mais a mais cura milita agua, ha de se cn-eguir
com qualro pt ou menos de pressao com usa
cano de meia pdlegala de liara tro 9-u .111 >le-
dal d'agua : anda hontrm exam n i > apparelbc
da cmara e nao deitoit agua, nem deia na Ci.
segundo allii iiuio os empivg.idos.
Se se podesse remetler um desses ajipnrelh
liara Londres para a cmnpnahu verlitir, e n-
rito Si
or o,f.", ,''; 'w bl na'uri',a 'I1"' "'"''ieni engenlKifos d'a Ii, o progreso que leu.
m,e v'.'h 1 ",:' ? SCa ''?dVlm11' ^ :'>u?"!,',r '" w Pernambuco era iimalbrtoaa.
homem Ilustrado, do un boinera ac .siumado a
viver em urna sociedade de trato fino, de um ca-
valleiro que oceupa nina elevada posicao S .cial,
emlun, de um gentleman. *
Nao estaraos na Costa d'Africa nem nos rocon-
cavos da Abysshna : estamos em omadasprmei
ras provincias do Brasil e os nossos escriptos si 1
linos e apreciados por pessoas moito competentes
e que nao podeni relevar que os escriptos que 1 111
de passar polas raaos de muitos nlo s.'jara os
mais convenientes.
Deturpar a nq rensa e tirar-llio t ida a bonda-
de qne ella tem nao principio de illustracao nem
prova de saber.
Ningueni faca conte desta passageira ob-erva-
cao que nio lem applic cao a pessoa alguma.
O Sr. Law deve de comprelieuder que a sua pa-
lana honrada, por mais que S. S. queira, nlo po-
de ser hvida como um Evangelho, e quando nina
populaco intera esl'tcsteniunhando o sentindo os
ntiiS effeitos da sua empreza. nao esse tmn ma
gistral, esse. fofo orgnllu que ostenta S. S. em suas
expressoes que bastar para fazer calar o grito
uuisono de todos que sofTiom c que ainalJi^oam
a Recife Drainage Cmnpany, v em inglez parase
lomar mais ompbatieo.
[nform se tem passado durante a sua sentida ausenci
nicus don
crios de phy*ica \'. km Jo eu rindal> n\,:
nao prqiaralori.i a :j. aimos c passado a ninha
vida loda a ref doentes, precisava *n enlorcado,
talves, por suip.">r que o tamimbo do reaarenssvie
pudesae influir sobre .. pressao...
O Sr. Law, cngeiih 'iro toda ana vi Ja e em loda
partejior onde le'! anda lo diz que seis ps e>
preas) cmi ''a 10 de p.dlegada e meia e mu.ti
agua nao sao su avenles pan un certo st-rvico.
e vai enllocar p ir emita da eompinhia ineno* d'
seis ps de pressao, meia puBegaA da sasme egn
...nada vez nada___E veni sde-culpir -"in
lampos de bule, vestidos c camisas'
E multe, Sr. Law I !
0 Sr. Law, ( perdiera" o respeilavel pul.!.
bberdaJe), faz c uno aundre aiibadeca do een-
vento que ouvindo a dez horas um pequeo ru-
mor no corredor, sabio a t -car alarma, e em ve.
do capillo, levava na cab-ca as reroula* o
pella.1 que tinham ido para seengoiimnr.
Recife, 9 de julho d.- IH73.
Dr. Lobo Muscoto.
( Continuar->e-ha).
N. B. Por urna circumstauc.a imprevista ped
que se publcasse de preferencia c-t<' artigo e o
oulro que se segu, poique ronst u-'nie ijU'- um
entongada da Co.niuubia Drainage dlMrl a um
1 amigo meu pie eu eslava fallando ai oda porque
cK 1 -------------------------------- .1 11- j me 1 qui' i-u e-iava laiuooo iiiiu uoroi
Soube do trasbordainsiito que houve ha pjucua. a companbia nao linha querido nrroste-ar
oas na ra do Cabuga ?
Soube do qne houve na tjpographia do Sr. Mi-
ra ra estrala do Rosorio ? Do que M me cu
ha pones das na rna do Crespo, que a eouipa-
nlua djZem que trabalhou uraa noite inteira para
ipie nao se soubosse do facto ?
Ha algum estabeleeimento boje que se julguo
seguro de una ravasao d'agua ou do cousa pe ir
que isso ?
Por ende se oseoam esses milhoes de litros
d'agua de que tanlo se falla, quando os appare-
hns em Santo Antonio o Sr Jos quasi nao lem
una gotta d'agua ?
Ptirque nao anega esse diluvio nunca cmara
municipal nem aa palacio da presidencia, culos
appirelbos nem mesmo os enllocados no andar
terreo tem agua, e csio podres e redrenlos ?
On le estio esses apparethos bema ve mirados do
Itecife e Roa-vista, que sao um novo Edn na opi-
nulo do ?r. Law J
J examinou s. s o estado delles ? j fu com
seus olh.is verificar como estas) elles tiabalhando?
Como tem S. S. .1 coragem de dzer que elles fun-
cciiinam per'et.uiiente ?
Convid 1 ao Sr. Law para comigu ir dar ara
passeo em qualquer dos bairros e eu Inc mostra-
rei que -'. S. ou e-t engaado porque julga que
pela ua elevada postcao de engeabeiro em chefe
nao deve deseer a cousai pequonas, ou ento S.
S. s quer mostrar a mi f que o domina, quan-
do quer torea faz r acreditar que sua pala>
vra hornada na la ha que oppor.
0 Sr. Law Jove estar convencido ipie esta em
Peroambico, o nao ua) urna trra de. selvagen?,
onde nao possa ser coinprebendido o alcance de
sua vista nem a sua inteuejio.
Principia o cr. Law dizendo que quisi dc.inr-
Misario diur que iquslle konrn (o Sr. Wngard)
ii.itliim conlucimeio lem de obras d? esg to alem
doquclw que adquiri atirante o lempo que estece
ao servia da cmnpankia
A exposeao fcita pelo Sr. Wngard versa sobre
netos que eslao se verificando todos os dias : nao
versa sebro qUestoes scientifieas e menos metha-
pnysicasqne a poneos 6 permlttido entrar nease
a muitos prohibido.
Todos eomprehendem que nm eneanamento as-
sentado sobre urna areia froura sera iravessas
-ha de por forja tomar novas direcces, e to-
nnnJo-as, as juntas oflo poden) conservar a pos-
cao primitiva ; e por consegrante muanlo a, o
cimento 00 cal com que forain lomadas ha de ne
variamente fender-sc e dar lugar ou sabida
i W lquidos, a soliJicaudo-se as intras materias,
entupir se o cano, ou entrada de areia e sempre
o esi ipimnto,
O Sr. Law ciui o inaior desplan'c vem peran-
le gente, que nao idiota nem est fora do uso
dos_ sentidos e da razao, dizer que os apparelhos
lera 1 brevomeite le fnecinar muito bem, se
nao dekarem rielles lampas 3e tules, cAast$ ou
vestidos e substancias semelhantes ihntro dos
canos.
e como com a chegala do hr. Law isso sr Urilite,
nao quero deii.1T que i-so liqne para mais l.mge.
O ingrato o animal uiais desiTezivel que De *
deitou na Ierra I
ToImus !!!...
1
Cesse ludo quanto a musa antifm cuela
Que Otilio valor mus alise airear.! a'
HlLMCAJllrWLlBlt.
Ti-
rVCTA DA '$,
coiiinlrrci.
^ATIVA DK 7 DE
P1WIVDE9U1A Op.TsXJ. $. CuMSELUEIBO ANSELMO
iy:;cisco peretti.
As 10 horas da inaiiUJ,,";>.-> otes o Sr.-.de-
putado seeMafi O:ulq-.Rasts,.o |'Srs. su^plen-
1 Leilao e Pereira Cascan, fe ojo eoraarec,i,
do o Sr- suppleate Alves,Guerra a >\^pa lt,9m^9 Ca^tto-'Al^
eoaweiro presdanle de-
3ue o conhecimento Ja rnoraliddo e da nobreza
os sentimentos do Sr. Pr. Lucena.
O processo invcIveuivelhos,mocse meninos !...
Entretantoo Sr Dr. Lucena procedu em On.
rieurv por maiieira tao reprovada,e nao houve
un jornal no imperio 'que o censmas.se I '
O rgao do partido liberal'do "t"!''! o louvou
em termos os mais honrosos, o finado Dr. Foitosa,
chefe ento dos liheraes desta provincia, o ologiou
o seu jornal, e nnguein o oensurou.
Teria o Sr. Dr. Lacena alguma' vara mgica
para assim fazer callar todo o mundo ? O seu con-
di) Bao era nutro-senioo grande servco presta-
do, a regularidade dos seus- acto,-o intero cu.n-
priraento do seu dever.
E tanto assim que anda aqelTes que por Ii-
gaciTes de familia,' se achavara ressatidos por nao
lerem podido proteger e salvar alguns dos crira-
ndss ; o mais que fazam era ruinoreiar e quei-
tarcm-se particularmente,sem nunca teremanimo
de appaecer de pUblIco.
Oaano a caria do finado conselheiro Pac Bar-
protestadas por falla de aceite.Fearam sabr a r6^ ptl'1 lla'a s" v<5 ''"0 "'I'dirigida depois de ter
o Sr. Dr. Lucena terminado a sua commissao.
Aquello espirito escrupuloso e reffctido, nao
porli cahir na facildide de antecipar remunera-
cao e louvores ao conheciment) perfeito dos
relos.
E' unta profanacto a sa rospeilvel memoria.
dizer-se que se deixou arrastar pelo ruido dos ap-
lausos, nao curando de averiguar pWraelro a
jtistlca ofll.vofqae os flelernflnava.
'Para co'Hfnnair o 5r. Villa-Bella, para reduzi
suas assevera .-des a cousa nenhuma, basta a carta
do Ttnrstre finado.
fEe'o St. ba'flo de Villa Bella pode anda hoje
merecer dos horhens nouveis a qaalificacao de
bello caYacter, deve-o aquello lioadu, cuja pureza
desemimenjis eteyaVfl emanares taes que frliiiiol
gftWcaninio rifn'rlto Tioje derancado no'rr(mij
CortlriaWnios.'
... ,' S/'riMi.
'*tte|ilnio
mesa.
Mornt..lia impetrada por Joaqnim da Silva Ges-
ta. NAo foi decidido o requeriinento, por estar
iooompleti) o tribunal -em eonsequeucia de uav.
ter comparecido o Sr. depulado Candido Alcofa-
rado. ;.
Jsummario contra o corretor Henrique Guillior-
meStepiile, por falta de cortoees.-Ficou sobre a
mesa.
dem contra o corredor Francisco de MirMda.
1**1 Seve, instaurado pola .meama fa|tar--Ideii).
Nada mais.'havendo a despachar, S. xc. o Sr.
conselheiro presidente encorara a sessaoao -meio'
da.
.....

*m
013in.
'tei* N.
fiaiiicipaco iscnpta o Ss. i
ara lo, S. Kxr. o Sr m
ciaron aberla essao.
Sr. Dr. JLts3ana
Ym.'-Rrlln
' III
Coalinoarem^'a nosa penosa laf fado res-
evidencia a.vwdaJe, .convencer..q eserptr
lleee nimiuu^e C
Vai mesrai. ^.^qnep'roin mais elTeito.)
, ,*nry ,L>w : faienfos-ilie nossos
! ... ttggorla e danos os parabeus ,1 b3f!a Venaza
tdaqnellB jornal que andou mal- awsa4o-.cn s*u Americana jwr lao feliz successoT
tsmpenfi re fazer subresanir ) Sr.- \*illa Belli E S. S. quie dar logo nma prova de sua
Ora. j^i se vio albura dia tanta coragem, tanta
talla ite lesjeiio a vetdade .' Eutiio alguem deitou
vestidos d fttio ;dos cauos i u tamu..s do bules,
Sr. Law Como jue passa um objecto destes
por um eano de duas poliegadas de dimetro, que
taolo tem de dUmetro o syphao ? se alguma cousa
deslas cahir deutro da baca sera duvida que se
ha de tirar tara tora, porque quando as outras
cousis nao mergulham no syphao por falta d'agua,
como que ha de mergulhar urna tarapa de bule
ou um vestido f I I Isto nao fazer caso de sua
repauco e expor-se ao mais desprervel ridiculo.
Nao sezomba assim daopiuao publica era dos
seus ommilletites. A companhia sera duvida nio
p de deixar de tomar contas aoSr. Law, quando
sobmetteudo a otros engenheiros o proccdim&nto
de S, S., elles eatmein uo oonheciawnio dos dis-
lates que escrovj o Sr. Law.
' Dia mais o Sr. Law o seguinie :
.. O.qte verdtule c que decido negligencia
ds que xc serven dos apparelhos, mais de 73:000
p.n- hora eslo C rrenio em desperdicio no ilistric-
lo de Santo .1 ntonio e S. Jos.
Obi seahor, tata 1 que se falla verdade com
semiihante. despudor I 11
Poisem Santo Antonio e S. Jos quasi que nao
ha uraa easa em que se coeonlrc agua om um ap-
pafeibo, como que se.gasla 7j:0'J0 li'os pur
hora em JesperJicio e por negligencia i Nio duvi-
do que se gaste ossa quantiIide d.gua, mas por
que os canos e as suidas estio indas turadas ou
rotas e a agua toda se perJe era caminho e nunca
mega aos-apparelhus, que es tao pela maor. parle,
entupidos o podres, como todos os eslo vendo e
sentindo.
Urna asseroao destas d claramente a entender
(me o Sr, Law sabe lano da companhia, como eu
do que se pa-sa actualmente em Londres esssa
continuar o Sr. Law a administra-la come o tem
frito ate hoje, ella ha de dar por forea em vasa-
barrls, parque nao ha dmheiro qae ihegne para
tantos e ta grandes concert como os que tem
'de se fazer e se fazem diariamente, como estamos
vendo acada-momento I I
A questin prinoipal tem sido sempre a falta
d'agua : o'dimetro dos tubos, seja elle grande de
ma-s ou pequeo, de nadafcproveita, nao haven-
do agua ; e qnando a eompanlim fez o contrato
sujeitou-se a da la em qnantidade nocessaria para
os apparelhos serem inodoros, e isso nao se eou-
segue seno eom muta agna.
O Sr. Law nao sabe irada'do estado da compa-
'nhia : procure s|ber, examine tudo pornsUo:
veaha atriiuhaessaseconvetenquo oappare+ho
que a companhia colljeou nella inodoro, e foe-i
tona perfutamenle bem com seis ps de pressao,
porque tem agua om abundancia u nao tetn as
bolas,rtjue oSr Lawieimiem conserva-ias ed'ani
iraii 13 enmara municipal para -. S. vermcarJ
que eu nunca falto verdade : all anda nao en
irra um dedal d'agua* napparei-o-lade que Bin-
gue n pofiB.passar por perlo ddlo, aptsar de so m*i v deiUir todos oe dias um ou dona oaaeoo-. d'agua,
e frer v no palacio da presidencia para o Sr. Law
se cerlificar que nem no andar terreo ha sgun.
Anla ha urna outra razio alie 'a* pelo Sr.
Oh! cuno a o mundo neslo sefa'e de lu-
zes I
Que fiaterni lade, que loucura I Ap.nas Pava
ah um presentmeuto,.......................
.........Surgi.............................
TOMA* !ll .
filora Ierra Jos Canecas c Jos Cama roe* a ;:e
coube a ventura do exhib-lo ao mundo.
E elle vem rdeme, dcrrauaiid 1 ilaniejanUs
seus raios luininosos .cintilantes!
Em verdade. para erciier da ma- 1 i .
ra, da mus furibunda indign ic.10 :
Depois de lautos seculos de trabali", .
conlrou o mundo sepultado ua profunde-.:,
breves I...
E com a prosnmpcao de tor nsiefiilii ao sec aiu
das I u/e-1
Por te la a parte a ignorancia, por tuda a |a/U
a Bstente presumpi.o do sab.r!
E a turba unnime pro-lrada, de llu-rib;:'
pniilu a incensar os bonzi.s I
O coraeo de Tobas Irasborda em santo tiw r.
Levanta herclea maesa, semana eom todo ... p*i
de seu gigantesco saaqn, thuriferados e thi
lanles de un e do 01H10 lado allantiro.
S a Allomauba Ine merece apenas seu de-
poique promello alguma cousa para o futuro, poi
que elle diz que sao o allemo 1
E para que nao fique e.n duvida la vai o panno
de amostra :
Nur Sanada das* das Vahredavcn neciil bou
uud das Nene uichet vahrtsln.
Poda Tobas fazer-so calmo en-inando. a gen-
les J Mas isla o que pareee a no-, turbas de to-
los, este mundo todo tan inunerso lias trovas que
al estamos longe de nos tomar ite assombro ilo
genio dos genios que appareco agora I
Nao porque ou o comprehenda, aquella Cabe-
ra que se eleva alem dos sete cos; e.i, dos si
nfimos dos pyguieus da turba ignara: pnruuc
elle, (o cujuj diz
Mas bem justa a indignug febril do espiral*
nico cabido ou decahido das atora*, ueste valha
anda lairimoso que nao o eompreheiide aeiu Ht*
presta culto.
E' missao da-gratules almas, que ,>pp;>recera ra-
lamcnt na ten a, dos genios quo tem assumbrado
o mundo, inipelbra liuraanidado a um grande pas-
so, guiada pela luz que elle derrama eom o seu
verbo inspirada.
Mas quando vem o genio, acha a Iiuraautlaoc
preparada para reube-lo e segui-lo; porque e-.c
vem com as kreas com que pole ser cmprela,.
dido, sanio sempre por lodos, piT alguns mais ai-
lados.
Mas, Tobas nao precedeu s a seu secute. O ec-
cuio de Tobas anda e-la distante de as um soca-
lo de sculas III...
Como c iiiielit Tobas! como poJer-se-iia elle
deixar de lomar se de um santo furor, de raiva
tanta, a >e parecer canina, em pre.-enca de lauta
ignorancia, que u irauslorna e desvair I
Que culpa lem a humanklade que Tenias .;.
to cedo I ?
Que culpa lem Tubas de ei.e .nliala anda ti.
brula?.'
Ah Fatalidad, desgraca <1 is illn.s db pria
neceado, de que ntai a propria luz do ttasng*Hto
nimia nao iu>s podo levantar um paimv.
Ah I Evangelho. Ah Christo !...
Se nio o braco dehesar, o que seria dr ua
lei I?
Sem a arolecfodo-Oesar, o que l-riara Bem a
tmecildade de seus milagres. nem a perseguicao
que d'outros Cesares soffreram leus se^uros 1 Se
ella prosegue mais um pnneo, o cbn-haawsmo *e
loria varrido, nao s da trra, raas da roerse, fct
memoria dos homens.
Idea perseguida, idea propagada! Qae san-
d es de Alexandre Herculano, essa bessa dedeus
1*8 que considerado por ledo esse muodo de
beslas igual a elle.
Pois nao para indignar a eneber da tveniv
aquella alaia-iminensaT
J nio tem Tobas dado outras lices, sem tm\
a mnima esperaora de ser compre .endita, fiem
d*aqu a mil secuto- ?
Eu nao sei. (o quem seria eu santo Deas) *>
impossivel reproduzir a* suas palavras, e o seu fre-
ntico furor ; mas embira eu nio as conapreben-
d, sao aquellas suas ideas.
Ah Tobas, Tobas I Nao sem rasao o leu des-
espero : vieste immensamenle cedo; este and.
nam percebe que oslas dando Jicao.
A todos pareee que se fallas aileme. Talvea
que entre os germanos dos mais illumiaados, n-
eonsres algum que te suspelte.
Mas, desses nao ha aqu, 6 Tobas ; e ta So -es-
tas Ij.
Ah Tobas I que decepcao I Vieste jara *tn-
11 linar e oondnsir ; mas nh I encentras un mando
de miopes, que velvem do teco de tua cabeca os
sois elhosquc se cegarium ao loque ta menor de
mrs rates. '. r
Vio totas imlifferentps Sen camteho, sem wm
aumenes atteftlat para esse innrmorte de furiosa
o ioagiqua tempestado que sabe do leus labio fre-
menios da ira em que trasborda o-teu -cqrafis.
Nem ao menos Tobas, sers mariyr. -6n*o
n+'ios u'm aporto todarterio, vJemne-mene* ma
crela te farite.
Qae maito que esmkemes araras c A.lter-
ti lao, ch nindo par ti m rontempteele soa.
nihieusagtafidoza, o respeta ta,ajosles Miemil
na f
o nrinM*o,
tal empreza; 'mas 'os raedtes euo te lanenderlun
iKsto glorioso intento^ como necios u csaiiarau
~ats.
I
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4*
Skrfo 4k 'ernaflAi Sacado '13- te Jftffia de iig.
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K-

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l&gfa
ctnteflioMR
0_ual verdad
principios, qual
:nst.-nitiii> qufijr/fc rfltloF
fV'Mii oulrJliiflmo, aMtB
>a!
o entanto Tomas, tu-exaltas "o goverfto por-
tuguez por (juc ttrliil)|(i a*coufe/e-icws coalla o
hrislianismo. 2Q etHenfe, qtio qpalqqert go-
bern onde haji fcl^lito i lgalo*nte institula,
nunca KXOMBirA^I l \ytpnn:*ruut 4e[ende-tm
,u na ousaria explicar Tibias; mas setal
fosse dado humana gente, ou dira que' cll
confirma a sus idea.
A religi so se propaga e patela pelo braco
de Cesar; a perseguir > a mata, portadlo nao ha
veruadeeu alguma.' Mas l)eiis me livrv, s T*
las sabe oque elle quer dizer ; oeste mundo d
poetados nao ha quem emenda a sna lingnagem
sublimemente nllema. ni'in mosmo na Allmanha.
Queireis una prora de asnidade aneada eom
insolento pretenea >, pelo asno de Alexaudre Her-
u!:ui i ijue a re>ete depots de lanos oulros,
ideia perseguida, ideia propagada? Ei-la, vede
seao menos ah eomprehendeis Tobas para apnla
car um pouco aquella ira mordenle, aquello des
espero dasenvolio o desencadeado.
Os ladro*' perseguidos estao com' sua
causa tranha, a ser verdadeiro este principio banal.
o mesioo caso, anda argumenta Tobas, estao
Jesutas perseguidos na AUemanha.
I: Tobas nao diz lo hem f De ideia da la-
IrSo -fdra de jesuta que differenca rae?
Mas isto, repito, nao quer dizer, que e mtenda
TobiaiV seria voar ao ultimo dos cees, quero nem
lem asas para apernar Tobias, por sua desgrana
adrado ueste mundo de imbe.-es.
Eijwe tal Onde lia r.'li^iao- de estado todo o
molo licito ao governo para defende-la ?
F. cuno ha de esa* lurha de sandeus'quealor-
menh Tibias eo'ii a sna indifferenca entender o
librrimo, o republicana-Tobias?
Ao menos eu sou nesta parte menos peccador
que os oulros, einlmra sein compr.ehc.nde lo ao
menos, o creo e *enho celebrar a, gloria de son
nomo, embora n'una distancia inmensa do que
elle vale.
E quem sabe qnanta asneira vae por aqu e
seistoainda o irritar mais, ao pobre bemoin
que est de frenes, doente de ouvir sandces ?
Embora: a i menos ser mais um que elle
tenlia para enterrar seus* tientes, consolando
so ni idea de que f;z ra va a todos.
Eu sei, diz elle, que mulla genle lera raiva
como um cerlo doutor revisor, de meu modo de
fallar. Tolo, diz elle, ainda uao sabes que cu me
rio de ti o de todos.
E assim vae Tobias procurando o consol ou
a fdiei.la.te, p >s que vao se rindo dos tolos e os
tolos sao todos para desgrana de Tobias. Que
niaior desgraca d.< i|ue nao poder ser comprchen-
diflo, o por islo nao venerado, nem contemplado
tela tola turba deste mundo inteiro que nem ao
menos sabe o clleinao.
Mais urna escomo as oulras de Tobias que eu
nao comprehen lo : Se niog-.iem o emende e aern
ao me ios o seu vulto percebe nossa lingoa
um que falla, como bao de ter raiva de Tobas?
01 na, Tobias, este poro anda mais asno do
que tu pensas; os principaes deeDlre elles saotao
tolos que nem se h-mbr&n do l. E quindo algunj
sonto ao Ir upe o ten grntibUb allemo (gruido,
porque nao te entctidein) c diz nos oulros: Ou
rem? l vuin Tibias lodos licam se rindo com
cara d'asno.
Adeus Tibias; mete o pao de veras uestes litle
ritos de borra, e fiea s a espera da eontempla-
clo do inundo inteiro.
Adeos, ele
P. S. E ame passando... E o oulro crime de
Alexandre HerciBano 1! Dizer que o que Baria
csctilado por rem, ser lido ag-,ra por militares!
Mas abi c que foi dar em rhcio. Foi a pao di-
reilo. O homem ah eslava damnado de colera.
Dizer Alexandre una tal asneira sein ao menos.
lembrar-se de Tobias eslnr ali presente 1
E inuila audacia, Tobas, bota cangalhas nestas
bastas todas; ponna a mim s, que te contemplo
absorto como um oaspalhSo, c se me morderos,
lu tti ras, nao, que eu fu o chorando.
A leus T i i is, n ivanienle- aden-, al oulra vez.
Teu eontempMftM'
lessing.
-fDtlmrTTljjf' dd
wfe'dV o\*$W lipral'riatTv:
u a ophiio publica j 08 eondemna
uiesmo artigo que" respondemos Ifl-i o
*uihfc-
*$%
rTi-nOih-poTtJt' i
' Traptetic Goaeeie^o-
O presidente la pi*oviii*ia e a
caidiira siiiniicipHl.
At quando se prolongar a luta em que se de-
ite a as-iciarai Amor Benefictncit dos t all a-
iortt de carnet rrrdes, entre oExm. presilente da
provineia, joit inteferrimo, que lhe reconhere os
diri-iios por ella insiaiilemeate reclainaCo?, ampa-
rando-os aos hombros da lei, de que S. Exc.
apostlo devotadi-s:no; e a cmara municipal,
id a desp"o!to dos mais bm intencionados es-
tarsos de alguns senhores vereadores, tem,, at a
(fitina de snas sessoes, vingado a inlluencia do
gento do mal, que cntciideu o|ipor-se s nobres
wpira^ftes d'aquella corpora^ao?...
Q laido tolos emeravainos que na ultima ses-
s i) da cmara municipal, a de quarla feira 9 do
orrente. fosso de nina re para sempre resolvida-
a oreagio da matricula dos talh.idores de carne!
v rdw; eom exclu-o expressa dos pseravos, cuja
peranut*nfia em tal mistier sob todo; os pontos
d rita pernicioto, j aos bomens livres que o
'-iii.ii aos propnos marchantes, j em fim
ao publtoo em geral, -urge inesperadamente no
ni nnento decisivo urna di culdade, mas diffleul-
dade illha di mi f, libia sen inte io caprichoso
proposito de ijnnhar tem/io, de adiar o acto lo
justica liara lempos em que se presume soja lalvez
possivel abafa,- iquella.
P i\< que! Quando urna lei provincial acaba de re-
cmhecer os to que.-tionados dirrtttos dos talhado-
rs;s livres, ainda qu >, de um modo nao completo ;.
do o Exm. presidente da provincia, por ofl
ci i mullo exprvssir e terminante, que a cmara
nese nicsmo da 9 do corrente recebeu, resolve
COm aquella iuijian-ialidade e criterio, que liie sao
os melhores ornamentos, aulorlsar a cmara a
bbleeer a matricula dos ulnitadores, com ex-
clusao dos eseraros, decidindo simultneamente
com a precisa lucidez, acerca do poni da citada
!.-provincial, que adava para mais tarde a cx-
.i dos escravos; eis que apparece um abaixo
[nado do alguns marchantes, misando anda
o,,>ir bices a um aclo d'assembla legislativa
provincial e as innumeras, justiceiras e sabias do-
s iln ixui. Sr. eommendador Luicnares-
p de lao justa causa.
i\> isso bastante para que um vareador o Sr.
d;f"i-ir le Musas ctaderdubdas pel opitAa
putilica, como a qu asitarn alguns marchantes,
Si iri-as-e-so e fouseguisse afinal, que fossem de
qov.i todas as pecas da quaslo romettMas com
BBJssao do matadotiro para que IdfrmaSse esta de
IrtvQ, pretextamlo aehar-se o abaixo. assignad
ibspachado pelo Exm. pyesidenle com direcQiQ
cmara para ser tomado eiq &:>nsidera<3o.
Ora, S. Exc. fiel cumpridor o snatentaeMo da
lei fez o que doria ; o acto niocstava consumado :
ni i poda despachar de oulro modo aquella snp-
plisa ou qucixa. Has o que cumpria a cmara
qne.tinha de jnlgar de seu valor, quando a que--
to pelo p em que se aeha. de apreeiacSo com-
pleta de soaS menores cfrcumstancia, j nao
prtde deixar duvid i sibre a deeisiio que a deve
tornritor ?
Cumpria acamara ligar a tal docunj.ento o de-
vil valimento, isto qua nao valia nada; ai
mesmo resolver sobre ella; iiorque mais qu
miai:"'"=to que osmardiantes. qu- ainda tenaz
menta se opp5em exeluso dos escravos, o faxe:n
inte para ganli.tr lempo, em nina patarra
procurando evitaren) que tal questo se decida
d-,Unitivamente sob a sabia e podemos dizer hu-'
manitari i adminislr*e4o do 'ixm. Sr. commen*-
(l >r Lucena, que boje, para gloria sua, o uesi-
dolo (remend dos espritus baixamente especula-
dores.
Nada mais claro, nada mais conhecido.
Por isso que pronorijao que os Sr.'. marchan
tes fogem d'acgao de 5. Exc, dos a procuramos p
siuipiicauos.
Ihremos era poueas patavras o que c osse nbai-
JJt assignado, que por nina vez ainda prejudic iu
<"fe direitos dos talh.-.dores livres.
Vedase : i a vate e tantos Srs. marehamos e a
ssa peca iHo assgnou u-n lersjn deltes, segund
ti i> consta ; e antee m-sinos alguns assiguaraa
por gratuita considerar.> de amisal".....
Sojam* francos.: todo asse eastellp de npp
<;.io exclu-* dos .- erguido por um f
inarcha)it|, qne te:inij sHis interesses seran
ameagados por aqu -Ha sxclueio, o Sr. Hillarmlfio
M Archa.
.. Smk. O Sr. Ilellarmioo tfm, segundo diz, U es-
cravos, dos quaes a inaior parle empregada cu no
tJ^Jiadores de carnes verdes, parcehendo de alu-
^iKil por cada um delles ^SO diarios, sem exxep-
5o dos dias santiffeados e domingos ; isto ran-
gajoso, reconliecemos; mas resta provar que lonha
cifla^v.
JQue enorme djisUMia eutesse caralheiro ge- Tambera qunlo a este servipo ha clamor p-
irso^psAiida.dispd- e fcrogresso e o Sri bli
fll.rmio I r ". PreO por (ex cao e preso por nao ler cao.
Outro cidadao dfctlnco, outro marceante digno
de cousid raqo e respeito. o Sr. major Joaqun)
Ferreira'Esteves, exclama sempre a'quera o queira
ouvir: Nao iposso con correr coiti meu bolo para
a oxtiiiecao dos escravos, mas tambera nao me
prestarei a mante-los entre nos. .,"J
A' vista d i oscpoilo, que i i portancia sedpw li'
gar ao abaixo
assignado promovido- jpah Sr, Al*
cha ?.. Toda questo levantada pelo Sr. Ilenanni-
no Atcba reduz-so a urna1 questo de iuteresses,
u:n pouco srdidos.
E conhecido isto, poder-sq-ha adpiiliir que Rep-
inara municipal contine a prstar-se aos capri-
chos do Sr. Rellarmino-f> Nao, de ceito ; mil vezes
nao.
A cimmissao do maldopro, a quera foi submut-
tido .aquele abaixo assignado, se conta can))
meraliro o Sr. Cuuha, paraoyrapio dedicado do Sr.
liellarmio, conta tambera,-por graca -de1 Deps, u
Dr. Moscoso, esse esorcado deiensor do direit do
nove, esse Imneslisssimo cavalheiro que- em cato
algiim transige com interosses inconfessaveis.
O Sr. Dr. Moscoso, cujo neme kojo una segu-
ranza publica, nao doixar, por cerlo, de dar na
prxima se-vso da cmara asoluco deuda ques
tao vertente.
Acabaram-se as ccDsideracSes : o Sr. Bellarm
no Atocha ha de *er conliejifle |>d qoe verdadei-
rameiile e, por um escravecrata sein alma, por
um eguisia sein rival, que estimula seusiescravos a
vcsfireni lm, e a caK'Srein se melltor cada um
sna cusa,"porque i mqunnto o lizerein, nito jun-
taran dinheiro para se libertar I
Pn.uudismno pensameulo que peis escancaras
o i injrjln do um liomepi. .
Sr. IHIuraino A. AlOcha.compenetrc-se nielhor
da raissa i que cabe a nos Bomens destes lempos
de liberdade e de ph.lantropia.
A provuciit
Na falta absoluta do factos que srvara de base
a una censura ao actnal aira nistrador da pro-
vincia, o orgo jppocionisu injuria e insulta.
O lliema ubrigado de suas discussoas sio os j
muilo discutidos acontecimentos dos dias 14 e 16,
dos quaes se prelendeu converter em arma polti-
ca, suppondo-se assim ter encontrado um msfo de
marear a reputaeo do integro e Ilustrado prei-
dente da provincia, cujos procedentes lioiirosos ad-
quiridos por urna suceesso de fados inequvocos
cortamente nao polem ser abalados por estas
apreciacoes apaixonadas e suspeita-.
De feito, durante o periodo deoito | mezes de ad-
mioistracAo ainda o orgo oppocionista nao articu-
lou um facto censuravel do digno e Ilustrado pre-
sidente da provincia, apezar dos sentimentos re-
pro vados que nutro injustainonte contra to dis-
tinclo funceionario, que em certa poca do domi-
nio pngrelisla foi victima de um presidente vio-
lento, vingativo, partidario decidido, e tambera
criminoso.
Nesle fabo suppJ3tr>.oori)oppoiiionjsta acre-
ditou que-era chog.-rtla occasiio di derrotar o
administrador da provincia, e com elle o ministte-
rio de 7 de marco e depois a situaco.
linto exagerouse os fados, fez se o Sr. bario
d Vilt.i-lijMa assigaar ara i cari i a *m amigo par-
ticular onde se cont ra umt historia ageitada e
preparada, calumniando-se o presidente da pro-
vincia, nao se esquecendo do relatar a sua sus-
penso como juiz muuicipal de Goyanna.
I'rovavel nente o Sr. Viila-Hella nao leu a carta
que Bsaigaon ; os seus amigos abusaram de sua
boa f e o expozeram ao opprobrio o ao ridi-
culo.
liecordar a sttspensao do ex-juiz municipal de
Goyanna recordar um aclo ominoso ao Sr. ba-
rio de Villa-Helia, recordar tira acto de que S.
Exc. ha de ler sempre os mais pungentes remor-
aos, acto que foi reprovado por seus proprios ami-
gos, que nem se quer o poderara defendr.
Ah esli as discu-isoos do senado onde o con
selheiro Zacaras articulot una paluda e sofsti-
ca defea, que foi completrnoste destruida pelo
consclbeiro bario de iJotegipe, no que era apoiado
e sustentado pelo uuuspeito Sr. senador Pom-
pen.
Recordar a suspensao do ex-juiz municipal de
Goyanna, recordar um aeto iinmoralissimo da
quelia triste poca, acloque foi eondemna lo pelo
ministro da jnittca de enloo conselheiro Martins
Francisco que mandou reintegrar o honrado juiz
Dr. Henrique Pereira de Lucena no cxercicio
de seu cargo.
O 00390 fim, nirm, nao lem'orar hoje a lumi-
nosa discusso que deu lugar o aclo arbitrario de
suspeoso de um raaglsirdo sem ser ouvido e sob
falsos c c.iiuinniusos pretextos; o autor deste at-
teniido ji foi soberauaMinU julgadj pala opiniao
p baca.
Dirigimos ao orgao opposicionista una provoca-
do : abandonar o terreno das personalidades,
sempre odioso ; venbam os fados c com elles a
censura.
.Veste terreno nal recejarnos o combate franca e
eal.
Mis isso ipiasi imposslvcl; a opposicao tein-se
revelado sysiematica e rancorosa, e nestas condi-
coes nao se pode esperar :n iJu'a'.i e juslica.
Agora m smo trinos entre mos um artigo pu-
nteada na Procinci t de 8 deste mez, sob a epi-
graphe caJcamento da cidade -que nos d a
dea do espirito do intolerancia poltica do nossos
adversarios.
Paremos urna ligeira analyse a este artigo c
vr-se-ha se exageramos.
Estamos do aecrdo com o articulista na parte
que chama a alien.i di) presidente da provincia
para o servico d-i calcamenra da ciiade, que tem
sido pessi nam rnte exeaulado; mas ainda memo
nesta parle claudicou o orgo da opposirao
Se o calCa neuto rao, se seu calado de con
sei vaco nao o men is, so o contrato nao tem
siilu exocutado (cimente, quem o principal res-
ponavcl disso?
Cortamente o contratante ; mas o articulista,
que sacrifica filas uttei^Ses particulares, nao o
responsabili-a I I 1
Ma- cnto quem o responsavel por essarn
o.v-vu.i do contrato ? O Exm. Dr. Lucena nao,
porque administra a provincia apenas ha 8 mezes,
e em t ido et>$ lempo nao se fez caleaineato pjr
estar deuendenle ta npprova.o da assembhsaa
provincial a prorogafO concedida pelo Sr. desem-
bargador Paria Lem .
Entretanto mostraremos que este o caso de di-
zer-se : foi buscar l c svhio tnsqueado. ic
Se lia alguin responsavcl pela m execucao do
Contrato celbralo com o Baro. do Livramento'
pira u calo miento da rilado, nao pode ser outr
seni'j o S. Bario de Villa Bella e sei^s amigos ;
se o contrato primitivo lem defeito, como o diz
o orgao opposicionist, 'nico resp.msavel o
Sr. conselheiro Silveira de Souza. que o elluciu n
era 1862, com o prax-o de sote annos.
Pind esto prazo.o Sr. Baro de Villa Bella,
enlao presidente ilcsta.provincia,'sem auluracao
di aueablia provincial, prc-rogou o emirato pop
mais qu.iiio annos, os quaes de findarem no anuo
pnssado ; por sua vez o Sr. doiembargador F.
Limos o prorogou nujritnna este sen arto a ap-j
provag^do pod'r ''gislalivo provin.-iali
Est prorogcao ,foj approvada pela assembla
proviacial, apegar- da grande opposic o que sof-
freu : modiic indo-ac, purem, o primitivo contrato
cm sentido faroravel pr.ivmcia.
Bntretanto" apeser de taes inodificacoes o Ex n.
Dr. Lucena n.'?ousanc.;a-i ao proio-t, pelo que
Qcou do' nenhum eHeito a noM prorogajjao e lindo
o contrato do calcameoto, que (torera ir de novo
\ pra;a abrindp-se aconcarrcaicia, se assim o en-
tender o poder competer.'
J se v, poi% q ie o hoaralo ailransl.-ador da
provincia nao sacrifica ps Intt+esscs da provin-
cia atlcnr;e-pai tentare--; se o Sr. Baro de
Villa Bella tivosse pfociUido da me.-ina foran
em 868, se em vez de conceder urna prorogaco
a contratante por qmU-o annos, tivesse aberjo
a cuncuri'onc'ia, cartau,e;il nao teriaraos hijo
iain mtar a mi ex < contrajo o a
eam'uie loouua dqspeddi -erviro do oal-
lamento da cidadV.
De fuito, o 8i -Villa Bella aerifievi a
provincia com -este o outros eontratos onerosos,
como o do .tyanay, e rlifila i|o tfzer p ir seus
larids quera rpocl Jtluil P Je favores, manda
a seus alveivarios pelos actos por ello
ados. :.-.
PWue-sej p-'i-. sribenlo qne a provineia (pa|H)
ix faltn a rerjade; mas mis
>r ter dado becasiS a'fegistpatmo
mais um acto do Ilustre prudente- da provincia,
.que earaeterisa o seu espirito recto, esclarecido e
ind-ipeudente.
All cosura-se por nao ter-se tomado medidas,
aqu se diz que as que foram tomadas excluem
a devlda prudencia e criterio
Nada de declamares ;' renham Vt fados, e di-
am que medidas forrm estas tomadas com rea*
5o allecif Orhihage,'que excluem a devida pru-
encia e criterio.
Esperamos.
' O.
Praga iiniverstal.
Em todas as regities, e entre as pessoas de todas
as'occupacoes e proiissos, pre'vaieem as enfer-
midades pulmonares. Portaito, o' grande e admi-
ravel remedio contra ellas, e que produz a sia
completa anfliqni};o o Petvral de Akacahuita
de fonin, o qnar-as deve perseguir, e em sed de-
vid tempo as perseguir indeftjdivelmjnte at' aos
mala remotos con mis do mundo.
O soldado no acaiupamente, o mineiro as mi-
nas de onro, o colono as frOMeiras, o lavrador, p
viajante por mar e por ierra, e especial mente to-
das as pessoas' njettas a pidecerem d losse, cons-
tipa/oes, resfrlamenios e caufrhos, bronehite,
asthma e outras iffec^oes nae-mnos afllictivas da
KamMita e diig in-flji da i-ysA*^ti o uue t fa -
eilmente se desnvol%;m a prpag|i, iio's lugares
hmidos, inelemerjcta da attaosphera, ;acbaro
com a ms grata sansracao, no Pitoral de Ana*
cantuta d k'rmp, um remedio irrsislivel e abso-
luto para o -coi i u> teto sutijiigainenio do tao pergo-
sas enfermdads* Lumpretse em lempo; pois
bom estatHe prevenida.
ClDr
iu*
\Jvarengas desiarregadas no trapfcht
rta .itfindKn un tila la 10.
Ditas ditas no i
Navios alracadsj |^raj). Ji aj^ndega
Alvarongas
No trapiche
TTTVT-
?Jr
;(5MMERCI0
Banco Commercial de Per-
nambuco.
Sacca contra Londres, Lisboa c Porto
por todos os paquetes.

Seguro coutra-fijp
' COMl'ANHlA
liNORTHERN.
Capital..... 20,000 :OOOM)0(i
Fundo de reserva. 8,000:0003>00(>
Agentes,
Mills Latham & C.
IllA DA CRUZ N. 38.
GUROS
MARITIIHOS
CONTRA O FOGO.
Acoinpanliia Indemnisadora, ostab^lecida
nesta praga, toma seguros martimos sobro
navios o seus carregamentos o contra fogo
em edificios, nercadorias o mobilias: na
ra do Vigario n. i, pavimento terreo.
seguros
C0MPAMI4 ALLINQA
martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0005000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
/.co martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim come
contruj fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquina Jos Gonr;alvcs Beltro,
ra do Cunmercio n. a, Io andar.
Banco bMerfialde Peniaisi-
IlllC).
O banco paga o primeiro 'dividendo de
23>o00 por aci;o, relativo ao periodo findo
em 30 de junlio prximo passado.
11,113
18
18
.' J..a-|hm* dst^flreil kMk i
a.
RRCEEDOItlil DE
HAES I)
I

HENDAS INTERNAS GB
PERN-aMBUCO
"': '; attti
f&Wfim
^
CO.XSW.ADO.PHOVDitiAb.
rtandiinenio do da i a 10 79:193*777
Idemdodiall. i:48J*44
t. ME M- mM
82:679^521
-1U-J.JIU. -I4JU4111 luM
Nucios entrado no din 11.
Arnca; e portog intermediosi dias, vapor
nacional Mandah, de 223 toneladas,
coTttnan lauto Julio lomes da Silva, equi-
pagem 17, ourgaa^o*Jp e outros gene-
ros ; a cornpanhfa l'ernamlincnna.
Mai^o11 spsj hia|erif*ional /). Luiza,
de 159 toneladas, .capittu .asnoel de Car-
vallio l'ess)" erff#3M o-outros gene-
ros ; a Gomes do Millos lrmo.
Navios nhidos no rncstno da
Wlmjnot'jn (na America)Brigue ingle?'.
liubert Andei-son, captao John Hopkins,
em lastro.
Babia o portos intermediosVapor nacio-
nal Dantas, commandantc Anselmo Pe-
res, carga varios gaiteros.
Ohwrvu'cao.
Fundeou uo lamarao un brigue inglez,
mas nao teve communicac com a trra.
lendunento
dem do da
4LPANDRCA
do da 1 a 10. .
11 ....
316:9875881
18:457^10
39S:4MSV7
Descarregam hoj 12 de julho de 1873
Vapor nacional Mandah gneros nacionaes
pira o trapicho da companhia pernani-
bacana.
Hiate nacionalGraciosa gneros nacionaes pira
o trapiche do Barao do Livramento.
Ii|>nrtacflo.
Aracaj, vapor nacional Mandahit, consig-
nado companhia nernainbucana, manifeslou :
MgodaO- 20 sacras. Assncar 100 saceos a
or lem.
Cabo 1 meada ordem.
Tercuinhas 9 volumes ordem.
!)EJPATH"S DE EXPORTACAO NO DI \ 10 DI-
JULHO DE 1873.
Para os portos do exterior
No vapor inijlez Ztlinn, para Liverpool, car-
regou: J. J. da Costa Leile 9o saccas com 7,812
kilos de.algndo.
Ni navio franca/ Ven Una, para o Havre,
carregiram : 15. A. Hurlo A C. 5 JO couros verdes
om 10,500.1^1 os.
No'navio* hespanhol Marina, para Marselha,
carregou : L J. da Silva >00 saceos com 37,500
kilos de assncar masca vado.
No lugar portuguez Mi, para Lisboa, car
regou : N. da C. Moreira 100 saceos com 7,509
kilos- de assncar mascavado.
No palhaboto prluguez oco S: Ijmrenco,
para Lisboa,, carregoa : N. da C. Moreira l'6!
barris rom 2.1,568 litros de mel.
No brigue nortnguez 'Soberano, para Lisboa,
carregaram :' J. 1!. Moseira 26 canros seceos com
182 kilos; B. Oliveira Jb (1. 713 courps salgados
com 8,556 ditos.
Para os portos do interior.
Pan o Rio Grande -do Sul, no logar brasi-
leiro Fr'inriKo I, carregaram : arvalho A Nrt-
gneira 113 barricas com 12,648 kilos de assiicar
Branca; J. J. Perreira 161 ditas com 17,327 ditos
de dito, e 20 ditas com 2,122 ditos de- dito masca-
vado.
Para o Araraty. no hiate nacional Dos te
Guie, carregon : L: J. Marques de Aranjo 10 bar-
ricas com (,182 kilos de assucar branco..
Para Granja, no vapor brasileiro Pirapnma,
carregaram : L. J. S..Guimar.ics. 2 barricas com
215 kilos de assu'ar branco. Para o Acarac, Fer-
nn les & Ir.uaa'2 ditas com 221 ditas d dito, e 1
casco com 210 litros de agurdente.
Para o Rio de Janeiro, no brigne bra?ileiro
Victcria, carregaram : P. Vianna .'* C. 50 barri-
cas com 3,7.'0 kilos de assucar branco.
fara o Para, no patacho portuguaz Rociar,
carregaram: P. Vianna 4 C, 150 barricas com
11,828 kilos de assucar branco ; Amorim lrraos
k C. 30J ditas com 23,731 dilos de dito,; B. Oli-
veira i C 10 ditas com 7,855' ditos de dito.
t.APATAZlA DA ACFANDEGA
llendinurnto no dia 1 a 10
dem dtvlia 11. .
7:'4&58
546^656
7:504*838,
BIT*i\
O Itlm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 5 du corrente, ihanda fa-
zer publico qpeivi norametite praca no dia 17
do tnesmo mar. pira ser irreiaiado a i|uein mais
der, o sitio dos Bemedi'* ad,udieado a fazeuda
provincial, serrindo de liase a arremalacao a quan-
tia de 3:7501
Secretaria da thesouraria ptjvincial de Per-
nambuco 9 de julho de 1873.
O ollicial-iiiaiur
Miguel AlTonso Kerreira.
O.Dr. Sehastio do Reg Barros de Lacerda, juiz
de dircito esp"cial do commcrcio da cidade do
Recife de Pernanibnco, uor S. M I., ele.
Fajo saber pelo presente, que no dia 9 de se-
tembro deste corrente auno, s 11 horas da ma-
nila, na sala da* audiencias, (forera ler lugar a
reiiniao dos credores da inass.i fallida de Antonio
Jos dos Reis para se verificar os crditos e delibe-
rar se acerca da concrdala, ou formar se o con-
trato de uniaj e tiomear-se administradores dita
massa, certo o? credores de que nao serio admi-
tidos por procurado1- sem que este exhiba proen*
rai;ao especia), a qual nao poder ser conferida a
devedor do fallido, nao pudendo outro simums
individuo representar por dons diversos credores,
que ser havido o rrcdur que n'o comparecer,
o uno adherente as resol.icfles que tomar a maii -
ra tic votos dos credores que coiiiparecerem, com
lano que para s-r valida a concordata, oneces*
sario que seja concedida por tita numero tal de
credo-es que represente pelo menos a maioria
destes em numero e Jou* tercos no valor de to.los
o* crditos suje tos aos cuestos da couroniala.
E para quechegue ao conhecimento de todos
niandei fazer o presente edital, que ser afflxado
nos tugaros do cos ,me e publicado pela un
prensa
Dado e passado nesta aidade do Rec'fe d Per*
nanibtico, aos 8 de julho de 1873.
Eu, Ernesto Machado l'reire Pereira da Silva,
escrivao, o subscrevi.
Sebasflao do Reg Barros de Lacerda.
ditaln. 10.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
no dia 11 as 11 h ras da manlia se la de arre-
matar, livjes de direilo-, porta desta rep.irticao,
ao inercaaorias abaixo declaradas, abandonadas
aos mesnios direitos por Joo de Oliveira Leile e
Souza.
Marca J ORS. n. 38-l'nia palia, viuda doBor-
deaux no vapor francez Rio Grande, entrado em 6
de Janeiro du corrate anuo, couiendo o seguinte :
27 kill igrainmos c'e carneira branca
avalida por !OiS30
60 ditos de couro de porco avahados
por 93*000
10 ditos de peluca de algodao avaha-
dos por 26666
21 bridos com enfeites e guarnicoes
de casquinho avahados por 18000
0 pares de estribos de ferro para se-
lins de lianda avahados por 20j5000
1,500 graminos.de fivellas de cobre e
suas listas pratealas nos lados e ava-
liadoepor lisOOO
Aifandega de Pernambuco, 10 de julho de 1873.
O inspector,
Fabto A. de Carvalho Reis.
VOL.VWS 9AHWGS
No dial a 10......I n,V%
Primeira porta no. dfa-H 257
Segunda perla ... 167
De ordem do Htm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda e fiz puhlico que se achara
venda na inestna reparticao as seguintes colleceoes
de lcis e decisSes do governo.
Imperiaes resoluedes d? consultas da seccio de
fazenda do eo-vlho ds estado em seis volumes,
sendo o primeiro por 7OOO, e os onlros por
23 cada um.
Collecoes de leis e decides do governo
de 1866 pof i 75600
Ditas dem i-ienl dti 1867 a 1869, cada
una a 65000 18 00!)
Ditas de ditas ditas de 1870 por 7*8 0
Ditas ditas.de 1871 por 7*03o
Imperiaes resol ujoes sobre negocios oc-
clesastieos.est 3 volumes, 3 cada um 950H0
Regnlamento 'do sello do atine de 1870 13000
Manual do empregado de fazenda em 7
rWnmes, sendo o 1 por t, o 2 o
V por 33 cada um, o 3.* e 4.* por
?5ufcida um e o 6. e 7.'a 33 ca-
da um 193000
Indico Mphabetiro a 5*000
Vendem-se os volumes separados a quem assim
os qnizer comprar.
Secretaria da-thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 11 de'julho de 1873.
O 2.' cscripturario,
____________* Jcsnino Rodrignes Gardoso.
O Dr. Manuel Trtnliano Thomaz 'Henrique. juiz
'de direilo da segunda vara desta comarca do
Rbeifo, por S. M Imperador, etc.
Faco saber que pelo Exm. presidente do tribu-
nal d'a relatflo nre foi commuuicado- ter designado
o dia 2(1 de jnlho do corrento nnno, peras 10 ho-
ras da maiiha para, ter lugar a 1.' sessao ordina-
ria do jury,.que Iraballnr cm das c nsecutivos ;
e havendo hoje prnoetd?! aosoiteio dos 48 jura-
dos, que (em de servir'ha mesrrM e-s.o, Bm con-
frmidade do art 328 do regut.rmento n. 120 du
31 de Janeiro lklj|2,|lrfi*rjf-irados os cida-
dos sejuintef ,
Jos Francisco ae*auao.
Dr. Antonio Gont-alvesFtrreira.
lYancisco Jos James Galvao.
mtMi'Jiat o> QQ/ta r %
Ismael Joao Baptista de Dl.veira.
Francisco Joo d Bfirros'JUtilor.
.niz Antonio GoneaNes Penna.
Jos lzidom Pereira dos 'Reis-, ,
Manoel JoaQenoaino* dos SsbU. ,
Santo Antonio.
Dr. JtHKfuim- Pinto de Miranda.
Jos Candido Vn'g,u.
Antonio Alfonso Fcrmira.
ThomazLias Caldas.
-Dr. Antonio Jos da. Costa- Ribeiro.
Jos Gonjalves Pereira.
Dr. Celso Tertaliano l'ertoira Quinlella..
Fmujfisci. Pucilic do Anural.
Antvinio Franoiseo Bereira de Lv
S. Jos.
Joaqun Alvos Marhatlo.
Jo*q Boo Cesar (iavalcante de Albuqoerque.
Boa-ViMa.
r. Mnnoel Kerreira da Sibre.
Thoirax. Carneira dn Cunba.
Francisco de ',arvalho Soares Brand.io.
Candido Casimiro Guedes Alcoforado.
C'-ristovao Santiago do Oliveira.
Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
Joo Francisco Antnnes.
Francisco Augusto de Araujo.
Theodoro Jos Ta varos.
Dr. Miguel Jos da Costa.
Joaqun) Juvencio da Silva.
Dr. Estevad Cavatcante de Albuquerquo.
Henriqne Eduardo da Costa Gama.
Dr. Joaquim Antonio Carneiro da l'unha Miranda,
"rancisco da Paula Goncalves da Silva.
Dr. Joaquim Correa da Aranjo.
Antonio Maria de Miranda S'ove.
Joaquim Cactano de Souza Cousseiro.
Gra^a.
Jos Joaquim da Silva Guimaraes.
Afogados.
Jos Goncalves de Albuquerquo.
Jos Barnardiuo Pereira do Brile.
Dr. Bcnto Boages da Fonceca.
Varzaa.
Manoel Francisco de Carvalho Paos deAndrade.
Jaboatao.
Anionit Pereira da Gainara Lima.
Ignacio do Nascimento Goncalves da Luz.
ituii-o siui, fi'.-o saber quena referida sessao
tiao de ser julgados os reos que se achara atlian -
?ados e ausentes, pronunciados era crime quo ad-
millein lianca, a saber: I.* Francisco Jos Correa
Marque?, Larenco di) Freltas Guimaraes, Manoel
Rodrigues Fernandas Leal; 2. Tranqtiillino Fran-
cisco de Paula ; 3. Jos Paulo do Espirit Santo ;
4.* Alexandre Jos da Silva; 5.' lovenlino OJiloa
Tavares de Lyra ; 6." Joao Jos de Aranjo.
A todos os quaes e a cada um de per si, bein
como a todos interessados era geral, se convida
para compareeerem na casa em une foi cadoia na
sala do jury, tanto no referido dia e hora, como
nosdemaii dias seguintes em quinto durara
sessao, sob as penas da lei, so fallaren).
E para que chegue a nolicia a todos mandei
passir o presente ediul que ser lido e atusado
nos lugares mais pblicos e publicado pela iai-
prensa, c tambem reme'ter iguaes aos respectivos
subdelegados para publica-tos, o mandaren! fazer
as notillcacoes neces.-anas aos jurados, aos cul-
pados e s les'.binuiihas quo se achaarem em seus
districtos.
Reeife, 11 de julho de 1873.
En, Florencio Rodrigues de Miranda Franco,
escrivao do jury, o escrevi.
______Manoel Tertuliano Tlioimtz lleniiques.
A cmara municipal do Recife, querendo
testeraunhar do Rio de Janeiro que nao foi de-
balde que solicitou desta municipalidade seu au-
xilio na remessa dos escrlptos nocessarios para
forraar-se e enriquecer a biblioihera municipal
que lera de funecianar no palacio municipal da
corle, pelo presente convida a lodos os seus mu
nicpes a remetter esta cmara todos os escrip-
os com quo entenderem dever aux lia-la nesst
cao pairiotieo.quo grandioso einpcnlio. certa de
que os seus municipes nao deixar&o de acudir
esse appello e desse modo participar da gloria di
referida publlcacao
Paco da cmara municipal do Recife, 1 de ja-
nho de 1873.
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque
Pro-presidente.
Pedro de Albuquerque Autran.
Secretario.
folian corrida. WrttVV idade. o de iiaV.sqn.r
ouiioS'qne jalyuetar'oBfaeHmie' juntar. iWira Ajie
deiioii de lindo o'Bivamo.jaiuo pesia t.-lc iw/>
reiaptler ao Exm. Sr rusUa>ic da pravjiura,a
respectivas pcOcma. ass\in ocuicnlada.
E para que chegm? ffcwnhcimato a todos jue
nteressar poss i, mandei pastar o presente e bB-
xar no lugar do coateuov.
Villa dei l^rrpfftiaj.eoipjfr"- <- mesmo nome,
provincia de l'ornaihbuco, os 3 das do rae/, do
julho de tr. T
Eu, Flix da Cunh*lcedi) Franca, escrivao,
o subscrevi. v| ,t
. Jmio Carlos de- M^K/tguja ,Va$coucrUs.
Edital n. 8.
Pela inspecloria da alfandega de Pernambuco
se faz putlico que, aehando-se as mercaduras
contidas nos volumes abaixo mencionados no ca-
so de seren arrematadas para consumo, nos (er-
raos do cap. ti." do til. 3." do regnlamento de 19
de seleniliro de 1800, os cus donos ou consigna-
tarios deverao despacharlas no prazo de 30 dias,
sob pena de, lindo elle, seren vendidas por sua
conta, sem que Ibes fique compelindo allegar con-
tri os efieilos desti venda :
Marca V V sein numero.Urna ineia p;pa de
vinho viuda de Barcelona no navio hespanhol Jo-
ten Adele, entrada a lodeinaio de 1872, e con-
signada i Souza Bastes & !'.
dem A C B sem numera. Sete meias pipas
de vinho viudas de Barcelona no navio hespanhol
Themoteo, entradas em 4 de novembro de 1872,
consignadas a Joaquim Felippe da reata;
dem A J G sem numero.-Nove pipas de vi-
nho vindas de Lisboa no navio portuguez Cava,
entradas C'.'i 3 de novembro do 1872, consignadas
a Joaquim Jos Goncalves Bellro.
dem dem sein numero. Cinco barris de 5."
dem idem dem.
dem P L sem numero.-lima pipa idem idem
idem idem.
dem dem sem numero.-dem dem dem dem
idem.
Uallele n. I.-Doz pipas derrabo vindas do
Marsella no navio francez Maria Celina, entra-
das a 9 de de enibro de 187J e consignadas a
Tasso lrmo & C.
dem idem n. l.-Cento e noventa e quatro bar-
ris de 5. idem idem dem.
dem dem n. I.Setenta e dous barris de 10.-
idein idem dem.
Marca li D P Rl V A T E A G D E sem nume-
ro. Vinte e seis pipas de vinho dem idem, entra-
das a 12 de dezembro de 1872, consignadas a Tas-
so Iimao & C.
dem idem sem numero. Cont e cincoentr-
barris de 5." idem idem idem.
dem idem sem numero.Trezentos c 20 barris
de I0. idem idem idem.
Alfandega de Pernambu:o, 9 de julho de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Ediial n. 9.
Pela inspectora da atfandcga. d" Pernambuco
se faz publico que, achando-se as mercaderas
comidas nos volumes abaixo mencionados no ca-
so de seren arrematadas para consumo, no ter-
mos do cap. 6. do til. 3." do regula monto do 19
de setembro de 1860, os seus douos ou consigna-
tarios deverao despchala; no prazo de 30 dias,
sob pena de, findo elle, seren vendidas por sua
cmta, sem que Ibes fi pie competindo allegar con-
tra os efieilos desta venda :
Trapiche Barbosa.
Marca E R R.=Tres pipas viudas de Lisboa no
nano inglez Crusader, consignadas a Jos Tavares
Cordeiro.
dem S B.-Uma pipa vinda de Lisboa no navio
inglez Ariel, consignada a Saunders Bro'.liers
StC.
dem I S P J. -Urna pipa vinda de* Lisboa no
navii FiNM, consignada a Joaquim Jos Goncal-
ves Beltro.
dem P C C.-Uraa pipa vinda de Barcelona no
navio hespanhol 5. Mar.ann, consignada a Souza
Bastos & C.
dem idem Um barril de 5." idem idem, con-
signado a Pereira Carneiro dem idem Dez caixaa dem dem idem idem.
Alfandega de Pornamhuc, 10 de julho de 1873.
O inspeelor.
Fabio A. de Carvalho Reit
tpal.ujiHU Cidade os-
lar era praca nua tlias- 1^12, li, l.'i e 1,6.do cor-
rente para ser arrematado por hejii aienpr prero
offerecer, es reparo*'dir rmetn'da fregnotia da
Boa-Vista oreados em ttOjOOO,- As pessteis, qua
pretenderem arreniatar^icixiiw-rvaaei.ao paco mu-
nic.i|ul em os referidos dias, jO>ua|do|,-de Ibeca.
Payo da cmara municipal do ncife 10 deiullic-
de 173 '
Manoel Joaquim dnitkjoe .Wb*qm-q*t.
Fresidente.
Pedro de Albuquerque Auti-uu,-
________________Secretario._______
0~])r. Manoel Tertuliarlo Thomaz" l^euri-
ejues, juiz de direito da 2.a vwa ciwl,
(esta adtck do Iloeifu dn l-Hrnainbiieo,
por sua magestde o Imprador, et. etr.
Fago saber aos que a -irosento carta d'e-
litos i ruin, ou (Julia noticia im-inn, em
cotnu Francisco Jos Leile nieta* \vn i-'i-rifHo
a potieo do theor seguitite :
llhu. Sr. Dr. juiz de direilo d.'. .1 vara.
francisco Jos l.eite, reeelwudo ..-iu patp-
menti) do que lhe deve e carsd d I'aHeciSo
francisco Lopes da Silva, a casa n. 107
outr'ora n. 155 da rua Imperial, que lho
esteva hypothccada, o na qual corre umaexe-
cur;io por esle juizo, escribi aWta, c cum-
primlo lho pegar o respectivo laiidemio por
ser o solo foreiro, nao *so saliendo se fa-
zenda publica, ou algum particular, requer
a V. S. se digno de mandar passar guias
para sor recolhiila ao deposito publico a>
qiiantia do 40*5807, laudeqain correspon-
dente a quantia de l:6Sr203tW, sendo inli-
in.nl o deposito ao Jilo procurador fiscal,
ou quem for dono do solo, sendo este per
editos. Pede a V. S. assim delira." F, re-
cebera merc.
Lstava sellada co.n 200 rs. do una cs-
tampilha iimtlisada pela forma seguinte.
Recite, 2 de julho do 1873.Brancisco Jos
Leile. Despacho. Sun. Retife, 2 de ju-
lho du 1873.Tbomaz Heiiriques.
K inis se nao cootinha om dita petir;io o
despacho aqui tudo copiado em vertude do
qual o escrivao que esta subscreveu iuan-
dou passar a presente carta de edito pela qual
e seu theor se intime e hei |ior intimado o
deposito da quantia cima declarada dolai-
demio, aodono do slo onde existe a casa
referida, alim de que fique scieole, ludo do
conformidade com a peticao cima trans-
cripta.
Pelo que ser esta afxda no lugar do
eostume e publicada pela imprensa.
Dada e publicada nesta cidade do Recife,
aos de julho de 1873.
Bu, Leopoldo Borges lialvo Ucha, ts-
crivo interino o subscrevi.
Koeife, 4 de julho de 1873.
ftanol Tertuliano Tkoiriaz I! ariqua.
LiBicai
SANTA CASA DA MISKIUCORDIA D
RB6IFK.
Pela secretara da sama casa se fa- publico <|ue
o aenhor tliesoureiro, no tallo da casa dos ex#ee-
IOS, jiclas 9 horas da inanlia do dia li do corren-
te, far pagamento das mentalidades relativas ao
trunes re de abril a junho lindo, is amas que se
apresentarem comas criaii(*as quelhes foram con-
fiadas.
Secretara da santa casa da misericordia do.
Recite, 5 de julho de 1873.
O escrivao
Pedro Riidr'ijnes de Souza
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da mi-cricorda do
Recife sao convidados os prenles das educandas
do COegio das orplil em scjUa declaradas, as
quaes ja completaram asna educacio, para que
reqoevaa ao Exm. presidente da provincia asna
entrega, em vista do nao reeetvea a unta dmi-
nislratlva, de conformdado com o quo dispe o
3' art. 48 do respectivo recutament.
Candida das Chagas Otellio e DtonizJa das Cha-
gas Coelho, lilhas de Vital das Ciiagas Coelho.
liara Emilia.
Iguaria Itibeiro, iilha de Leandro Jos Ribeiro.
Maiia Ignez de Helio, filha de Joao BeatM de
Helio.
Hara Magdalena de Mello, filha de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Sanios, fillia de Vicente Ferreira
des Santos.
Endei-ia.
Felipiia.
Thereza dos Santos Torres, filha de Jos di s Sai-
tos Tur es.
Pe ge dina, protegida de Maria Hermenegilda
Machado.
Sopbia Maria da Conreicao, exposta.
Maria da Paixo Siqucira, filha do Raymundo
Jos de Siqueira.
Secretaria da santa casa da misericordia do lie-
cife, 27 de nnho de 1873.
.
O escrivao
Pedro RMln')es de Souza.
Seccao 2."Secretaria da pro idenria de Per
nambuco, 10 de julho de 1873.
i'or esta secretaria se faz publico para os devi-
dos iins e de conformidade com o dsposto n art.
2." do decreto n. 4 Gt8 de B de Janeiro de 1871,
o ediial abaixo transcripto do kiii municipal e de
orphos do termo de Barreiros, pondo a concurso
a serventa vitali ia dos ohcios de -2 tabelliao,
escrivao do-civel e mais anne.v's do dito lernio,
devendo os interessados apresentarno prareo em
dito ediial marcado, as suas peti*oej devidamente
instruidas.
Adolpho Lamenha Lint,
Secrelario iiiieiino.
O Dr. Joao Carlos de Medonca Vasccncellus, juiz
iflniHcIpiO 9o termo da villa- do-Barreiros da co-
marca do meemo neme, |>roviuoa de IVinain-
bueo, por Sua Magestde o Imperador, que
Deus guarde, etc.
Fat-o saber aos que o presente ediial rem ou
d'elle" noticia tiverem. que arh:
'.villa, coiji-o praio de sessenla (lias, n ev.n'tar da
data da alltxaro do presente, o cwicur>o d cio de justica de_ 2. tabeHao (Vi publico, nd
e notas c escrivao das oxeen.oes eiveis e crime?
deste termo c comarca, creado pelo decreto de 3J
,ncim de 1834, que Se acha va:
Treacl do mesmo termo, pelo q,: ida a
todo o .qualquer ijuo pretenda o referido cargo,
para queilenlro do dito.prazo se apiysqnte i
juizo com os FeoA ddeumetuos da liabiHtaeo, que-
deverao-constar, de auto de exames de suflcionca,
Santa Casa de jsencrdin
do Recife.
A juma aduiiiii-ativa desta Santa Casa, ,.
dous terrenos que poswie no logar dos ATror$ba-
dos, hoje Huirte Copulo, sot) ns. 39 e 40 trnd
aquello 390 palmos o este 309 de frente e mb a
de fundos al a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Miscrlordia do
Recife, 7 de abril de 1*71.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa casa do Recifej
Do conformi 1 e resolveu a junta
ajiiiinistra'iva dsfti santa* ci 26 do corrente vai a praca todh Ifr predi
da roa do- imperador n. 81, lOuianda-pefior base
a quantia de l601$Uij*, niii.a u,e^ofliweciil''.
Os inter>rssa3ba cer para o lim
iti.licado na sal; da me*-nia junta pe-
las S Itunrs da tartte de dttjf di*lel>4e-|itHM>. 1-
vendo ficar scienje^de (iiwilln da 'renda, l
do pagar a importancia d> Kerak) do seguro, e a
! is apparelhos e annuiaadaaw ua companbia do
limpeza publica. _^
Secretaria da saaft en-1 da miseric. .lia o-
Rtcife, 30 de junho de 1873.
O esonvc-,
. Podre. RovliigneS de "onza.
,1'
!l
. BEBEIUBE
iNao set-.nd a arremta-
los rnafari v"-a o dia 8
du cun-cnti.-, porare) Juniouias as o Ved-1>
icu-liMites aos chaflrffc do liairro do Refil"
e Santo Antonio, lo novo roso ven a o I i
nistra'ao i 11 do cw>
il h.....
. Convida, porttil^ jbjlas as possoas, quo
se, firopuzerem a a apresentarem
propostas quo sejant mais razonvei.
d


*
Diario dePemambuoo Sabbado 12 de Julho de 1873.
As propostas, como j antecedentemente
ticou determinado, p> den ser foitas, quer
englobadmneitte a retpeito aOs bairros, quer
por cada chafar: quanto a >s bairros en-
gtobadamento, sorviro as bafcos j nnnnncia-
das, a saber:
Bazea sobre as quaes m deve lanpar.
BAIKRO DO RECIPE.
Chafar e hioa do caes do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brurn.
Dito do Forte de MftUaj. 1<):GjO?H)00
BAIKKO DE SANTO ANTONIO.
Cbafariz do largo do Careno.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. -25:0008000
Escriptorio da compahia do Bebe-ribo,
10dejulhodel873.
O secretario,
Luiz Mu noel Rodriques Valenca.
De ordem do illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda, se faz publico que, em virtude
do arfeo do ministerio dos negocios da fazenda de
21 de junno ultimo, vai em hasta publica, no dia
30 do correte mez, pelas 2 oras da tarde, pe-
raute a junta da moma thesouraria, para ser ven*
dido a quem maior vantagem oflerecer, o barra-
cao que em Santo Amaro das Salinas, servia de
quartei compahia de cavallaria, avallado pelo
juizo dos feitos da fazenda em dous contus e oit-
ernto* mil ris.
O- pretendentes devero apresentar as suas pro-
postas em cartas fechadas, competentemente sel-
ladas, al urna hora do supracitado dia.
secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 9 de julho de 1873.
O secretario da junta.
Je tu i no Rodrigues Cardoso.
Obras militares.
Nu se tendo rea lutado a arrematarlo do enea-
Lamento de ferro, que tem de conduzr as aguas
plaviaes e servidas do quartei da Soledade para o
cano ge ral de esgoto, de novo aberta a concur-
rencia para este servieo, calculado em 1:2425670,
como se ver do urcamento, que se acha na re-
pariicao das obras publicas. As pessoas; que dis-
so se quizerem encarregar, aprsenteme; na mes-
ma repartija >, com suas propostas em carta fe*
chada, 15 do corrente ao meio dia.
Ptrnambueo, 8 de julho de 4873.
O engenhero,
Cbrvssolito F. de Castro Cnaves.
THEATRO
mam dramtico
ESPU3CA & TONANTE
Sabbado 12 de julho.
Do primeiro centro dramtico
Flaviii ffandefk
e dos syitipthicos artistas
Bernurdino C'ardoso
e Mximo Coelho.
Logo que a orchestra dirigida pelo hbil maes-
tro pernambucano Marcellino Cleto tiver execula-
do una de suas mais lindas ouverfuras, snbir
seena pela primeira vez neste theatro o magnifi-
co drama em um prologo e quatro actrs de appa-
ratoso effeito, intitulado :
JOCELYN
OUO
Marieiro da Martinica.
'Pcrsona^ens do prologo.
Jocelyn Sr. t-ta'vio.
Flarubart >r. Mximo.
D. Esgrigny cr. Silva.
Gaspar Sr. Lyra.
Um oficial Sr. Curreia.
Um cabo Sr. i'roeopio.
Um marinhtiro. Sr. Taurino.
Amelia D. Olvmpia.
Wme. Flambart D. Philonilla.
Marinheircs e toldados.
Pcrsoiiagcns Jocelyn Sr. Flavio. .
O almirante conde de S .int-
Raynaud Sr. Thomaz.
Eduardo Van-Broust Sr. Rernardino.
Cavalleiro de Servieres Sr. Braga.
Kerkadek Sr. Penante.
Um.feitor Sr. N. iN.
Condessa de Saint-Ravnaud D. Olympia.
Clotilde D.'Hcnnqueta.
Escravo*, etc.
Ilenuminacan dos actos.
Prologo. 0 assassinato.
I acto.-A volta do marinheiro.
2.* acto. A falsa aecusaco.
3. i> Pai o jaiz.
4. Vinganca e segreJo.
Terminar o espectculo rom a sempre apolau-
dida seena cmica, composta e executada pelo ac-
tor Penante :
0 jesuta na garganta,
Principiar as 8 1|2 horas.
I
13 de julho de 187-3. .
1." representacao do drama :
JOCELIN
ou o
0 MARINHEIRO Di MARTINICA
FinalisanJo com a seena cmica, executada pelo
actor Penante, intitulada :
FUI A PARS
Principiar as 8 horas.
Em ensaio
Os a paratosos dramas :
fabo Sinaao.
I'orca por forca.
lujo da meia noute.
O Brasil e o Paraguay.
Crrelo de l.y io.
Corar ilo de pai.
Boeambole ou o Marques de
('hamen'.
O Africano.
MUM* EXHIBipi
NORTEAMERICANA
NO
CAMPO DAS PRINGEZAS.
HOJE
12 (k jiiIIi s 8 horas da pele.
DEPOIS HAVERA' PUXCQO TODAS AS NOITES.
Nos domingos e das festivos nave rt duas unc
<;$es, uina s 4 horas da tarde o ontra s 8 da
noute.
Esta rompan1!la, composta,de elementos hete
rogSBWS, pretende oilerecer ao ilustrado publico
ilesia capital unta se.ie de funecoes, que sem du-
vida despertaro o iuteresse publico, por ser urea
exhibifo que encerr* o instructivo ao recreativo,
neutralisando deste modo todos os gustos e dese-
: os.
\.i parte loologica, conta com quatro impotentes
Mea blico pe domador Mr. Fierre, n qual demons
trar o que pode a inteligencia sobre a forra
bruta.
Um elephante do Zanzbar, sommamonte intel-
ligente, sob as orden* de seu instructor etumoc,
Mr. Hall.
Urna compahia canina composu de 10 cae e
macacos perfeitamente instruidos por Mr. George
Wambold.
Urna compahia equestre gymnastica, aeobra-
tica e equilibrista pela celebre familia Aymar,
Ridguay, Wambold e entros, e o inimitavel clovm
ou pal h ac Lourenco Maya, o qual amenuar oa
espectculos con seu lino espirito, satyrico e phi-
losophieo.
A famosa banda de msica da compahia coo-
perara com o novo repertorio de Offenbaeh, Au-
ber e outros, sob a direceo do hbil professor
Lamy.
h'rro dos MIMes.
Camarote* com 6 cadeiras 18 000
Entra Entrada geral 2*000
Criancas menores de 16 annos 14000
Occnpando lugares reservados pagarao como
adultos.
VISOS MARTIMOS
Gonipanliia americana c hrasileira
de paquetes a vapor.
At o dia II do corrente esperado de New-
York e S. Thomaz, o vapor americano (Mario,
rommandante Gco P. Slocum, o qual depois da
demora do costume. seguir para os p rtos do sul
Para fretes e passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster & C.
Para Lisboa pela Ilha de S
Miguel.
0 plhabote portugoez Jfi m 8, Lourenco pre
tende sabir com toda a brevidade : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, trate
com os consignatarios T. d Aquino Fouceea & C.
surcessores, ra do Vigario n. 19, primein an-
dar.________________________________
COMPAHIA PF.RNAMBLCA.NA
DE
\a\egarAii costeira a vapor.
MACEI, ESCALAS, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Mandakk,
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia ii>
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at odia 12, encommeadas at
o dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da fallida : escriptorio no
Forte to Mattos n. 12.
COMPAHIA PERNAMBLCANA
DE
liavegactto costeira a vapor.
PORTO DE CALIMIA, KIO IORMOSO E TAMA.NOAR
O vapor Pwahybn, com-
mandante Pedro Nolasco.
seguir para os portos
.-.cima no dia 15 do cr-
lente, s 9 horas da nou-
te. Heeebe carga, eneom-
inendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
o. l.
COMPAXHIA
DE
SAVEGACiO BRASiLEIRA.
Por los do sul.
O vapor nacional Guir, esperado at 12, sa-
fa ir para os portos cima depois da demora do
costume.
Para carga, eneommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ra do Vigario n. 7, escrip-
torio.
Rio-Grande do Sul.
Para o referido porto segu em poucos dias o
patacho hespanhol Themoteo, por ter a ma >r
parte da carga engajada : para o resto que lhe
falta tratase com os c nsignatarios loaijuim Jos
Goncalves Beltrao 4 Fillio, ra do Commercio
n. 5
Para Lisboa
Seguir com toda a brevidade o plhabote por-
toguez Moco S. I/mrenco : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem dirija-se aos con-
signatarios 1 hamaz d'Aquino Fonceca 4 C. suc-
cessores : na do Vigario n. 19.
Pacific Steaiu Savigalion Coinpany
I.alia quincenal
O PAQUETE
John Fldr.
Espera-se dos portos do sul at o dia 18 do cor-
rente, e depois da demora do costume seguir para
Liverpool, via Lisboa, para cujos portos recebe pas-
sageiros e carga.
N. B. Este paquete, da mesma sorte que o Ga-
licia, esperado at o dia 1* do prximo mez de
agosto, tocaro ambos em Bordeaux (por ordem
da compahia) para onde lambem re.-ebero pas-
sageiros, havendo lugar a bordo.
Os agentes Wllson Rowe 4 C, roa do Commer-
cio n. 14.
a possivel brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte de .seu carregamento en-
cajado, c paea resto cjue lhe falta trata-
se com os consignatarios Joaqim Jos
(ionralves Beltrao A t'ilbo, i ra do Com-
mercio. 5.
-----------:-------.r y .
AVISO
A carga que est va a bordo da Georgiana para
i Babia foi transferida para o Ganbaldi, que deve
irfguir em poneos das ; e para o Rio Grande d>
Sul iim i caraca o Genrai na : tratase na ra do
AiiMirini n. 37, eom Tas* Irmaiw A C
Rio de Janeiro
Brigue nacional Victoria.
Sahir para o porto cima li 13 do corrente, e
para o resto da carga trata se com Pereira Vianna
4 C, ra do Vigario o 7.
O
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima com muita
brevidade o brigue nacional Amelia, tem parte
de sea carregamento prompto ; para o resto que
lhe falta tratase com os seas consignatarios An-
to io Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra do
Bom Jess n. 57.
m
candelabro de 6 luzs, t eUagers e 4 figuras.
Dous sotas de ferro, 4 cadeiras de balanco de
ferro, i dita* americanas, i quadros, I mesas de
joco e diflerentes quadros.
Pina mesa elstica de mogno, 4 guarda-louca
envidracadn, i aparadores de lala com pedras, 4
ettagers, 13 cadeiras de guarnicii, lou^ para cha
* jantar, copos, ralices, garrafas, compoleiras e
fructeiras d filio crysfcl, porra-fructas de mar-
more, cobertas de metal, garlos, facas e ctilheres
Bous guardas-vesl>los com espelhos, guardas-
r-upa, I rama franeeza de jacaranil, I dita de
ferro, loilfites, lavatorios, mesas le cama, coin-
moda-, camas para meninos, 2 costurciras do
chato, I machina de costura (pTfcita), quadros,
tpeles, I ex< cliente secretaria do Jacaranda, i so
a le mognoe it cadeiras prelas
Um larriiibo e uayall i de molla para menino
e muio.- Huiros objectos que esliraa patentes ao
exame dos concurrentes:
assim co:no -
Unw victoria forte <* em ptimo estado, 1 ca-
bil.let (do geart) arreios, I cabriole! ameriaan)
de \ rodas para 1 ou i ca vallo*. 2 eavallos para
carro e um de sella.
Terca-feira 99 do corrente.
Na ra do Viscunde de Goyanna, clarara n.
177.
Eduardo A. Burle, tendo da fazer urna viagem
Europa com sua familia, levar *a leilo por in-
terveu'.-o do agente Pinto, os movis e mais ebjec-
tos existentes em casa de sua residencia ra do
Visconde de Goyanna n. 177, a qual lica perto da
lin' a dos boods para a Passagem da Magdalena.
As 10 e l|4 horas da manha partir da estacan
da ra do Brurn um bond que servir de condc-
elo gratis aos concurren es ao leilo.
O kilao principiar s 10 '\i horas.
LEILOES
LEILO
DA
botica la ra do Baro da Victoria n. 30.
CONSTANDO DE :
ma armacio de amareli* envidra .-ida, 1 dita de
lauro, balco, laboratorio, relogios, candieiros a
gaz, cofre, lancas, prenca, eseadas, mesas, ladri-
tho, droga.* e movis, bens pertencentes massa
lallida de Jos Francisco Biitencoun, avahados
em 15,052*985.
Hoje
Ao iioii dia
O agente l'into levar noramente a leilio. par
despacho do lm. Sr. Dr. juiz de direito especial
do commercio, a botica cima mencionada, tal
qual se acba mentada na ra do Baro da Victo-
loria n. 30, onde >e effeciuar o leilio ao meio dia
do dia^cima dito.
LEIIAO
DA
tavernn di pateo de S. Pedro n. I, perten-
ceiite messa fallida de Joaquim de Bri-
to Vasconcellos.
lije
O agfnte Martins far leilo por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, da arma-
Qio, gneros e mais pertenc,as da (averna cima,
pertencenle massa fallida de Joaquim de Brito
v'asconcellos.
AS 11 HORAS HA MANHA
LEILO
DE
I ca c erysltes
Sendo : 1 piano, 1 mobilia de mogno, 1 cama
franeeza de amarello, I guarda-nupa, I machi-
na de costuras, mar.|uezoes de amarello, lava-
torios, 1 cabida, marquesas de amarello, cariei-
rasavalsas, secretaria de amarello, melos,
cadeiras de balando, i banheiro de choviseos
com bomba. I rewolver, I rologio americano,
Linternas, jarros, serpentinas, lou^as, trrm de
r /.inha, e muit.s outres artigo* de uso domes-
ti i, que esiarao patentes no diado leilo
SKGUNDA-FEIKA 14 I!0 CBRENTE.
s 11 horas
noarmazem daprai;a do Corpo Santn. 48.
O agente Pinho Boiges por ordem de urna fa-
milia que se retiren para (ora da provincia, e de
civersos. vender em leilo os movis cima de-
aradosd.
AVISOS OVERSOS
ADE BENEF CENTE DOS TYPO-
APriOS EM
De ordem desta sociedade sao convidados todos
os socio* a comparecern sua sosso que ter
lugar no domingo, 13 do corrente, pelas 10
horas da manha, na casa ra velha de Santa
Rita n 15, aliin de tomarem parte na discusso
dos respectivos estatutos, como lh?s compre.
Secretaria da sociedade benefieonte dos typo-
graphos em Pernambuco, 11 de julho de 1873.
O 1 secretario.
Belmiro Ferreira da F. Cadac^i
4*isiociactto portuguesa de be-
neficencia dos cniprcgados
no commercio e industria
- Ignorando se as moradas dos abaixo
mencionados, queseacham inscriptos como
socios d'esta associaco, sao pelo presento
rogados a darem as suas moradas ra da
Imperatriz n. 60, ou ra l'rimeirode Marc;o
n. 17, no prazo de oito dias, depois dos
quaes serao eliminados. 0 que rafO pu-
blico para que cheguu ao conhecimento d
todos os Srs:
Manoel dos Santos Maia.
Antonio de Oliveira Gomes.
Jos Maria da Silva,
loaquim Jos da Silva Jnior.
Jacintlio Manoel dos Santos.
Jos Francisco da Silva.
Jos da Silva Baplista de Almeida
Joaquim de Oliveira Maia.
Joaquim Gomes de Oliveira.
Manoel dos Santos Alejxo.
Jos Joaquim Rodrgaos Braz.
Jos Luiz Martins.
Manoel Moreira de Mattos.
Francifco Joaquim (romes da Silva.
Recife, 9 de julho de 18T2.
0 1. secretario,
J. .1. Alfonso Guiarlas.
- Aloga se a casa n. 5, ra da Vangueira,
hoje Leao Coroado, com solea e grandes accom-
modacuOS para familia : a tratar na ra da Ale-
gra do hairro da Boa-Vista n. 8.
Cozinbeiro.
Acaba de chegar a coiinuetrade forou e ogo, niassas e doces : quem
deseus prestimos qoiier utillsar-se, ineira deixar
carta lechada nesta typog-aphia com as ini-
eiaea A. B.
LEILO
DE
Fazcndas avariadas
QL'INTA-FEIBA i7 DE JULHO
Por intervcm;o do agente l'into
lm seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
Leilo
DE
PA2ENDAS
madapuluo, algodao, chita, caasts de cores,
cortes de vestidos de cambraia bordada,
(variados) chapeos de sol para homens e
senhoras, e outras lazemlas.
O agente Pinho Borges far leilo das fazendas
acuna, por conta e -risco de quem pertencer, sen-
do : chitas com pequeo toque deavaria eas
outras com toque de mofo ; todas estas fazendas
sao expostas a leilo para fechamentu de facturas:
no armazem do largo do Corpo Santo n. 48, s 10
i|2 hora* da manha do dia 14 do corrente.
Boa gratificaco.
Prometiese nma boa gratificaco a quem des-
cobrir o ladrao, que furtou na noite de lerja para
qnarta-feira da semana prxima passada, do en-
genhe Matapirnma, do Barao de Utinga, tres ca-
vallos, cujos signacs vo abaixo declarados, indi-
cando, ao mesmo lempo, com certeza ; -o lugar em
que fe acha ni, ou forara vendidos os refer Jos
eavallos: I*rodada, grande, ferrado do lado di-
reito, ferro muito visivel, anca feia, deus pe me-
nos brancos no peador ; 2 rudado, chato, peque-
no eestiva muito gordo : 3* rudado, tem um ca-
nco no meio da cauella, e tem uina pelladura na
cara de um lado e do ouiro._______________
Aluga-se
um excellente sitio com bea casa, no arrabalde
Chacn : a tratar no armazem n. 48 rna do
Mrquez de Olinda.
LEILO
Espera-se da Europa at o dia 20 do correte, e
depois da demora do costume seguir para a Babia,
Rio de Janeiro, Rio da Prata e costa do Pacifico,
para onde receber passageiros e dinheiro a frete.
Os agentes W'ilson Rowe & C, ra do Commer-
cio n. 14.
COMPAHIA PERNAMBLCANA
DE
IVavegacao costelra a vapor.
fARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ABACx'
TI, CEAR, ACARACU* E GRARJA.
O vapor Pirapama
commandante Felippa
seguir para es por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 5 ho
- ras da tarde.
Recebe carga at o dia l, eneommendas, at
14, pasiagens e dinheiro a frete at as t horas da
tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte do
Mattos a. 11_________________ ^^^^^
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com
DE '
um esplendido sortimento de
miudezas.
Terca feira 1. lo eorrente.
AS 11 BORAS DA MANHA.
0 agente Pinho Borges competentemente auto-
risado por Duarte 4 Innao, epor conta e risco de
3uem pertencer, levar a leilio o seguinte: Blas
e seda, largas e estreitas para cintos, pecas de
seim de cores, ditas de rochet, enveopes, co-
ques, linhas de 300 jardas, extracto* linas, tran-
cas, chapeos para criancas, quadros para retratos,
espelhos, botos para pun' o, calcas e camisas,
caivetes, dminos, guizos, flores articiaes, brin-
cos, meios adereces, collares,, lamparinas, estam-
pas, galoes, bicos dourados, caixas para rap,
oculos com aros de metal, meias para homens e
senhoras, chapellinas, banhas, eosmetiques, botes
para palitots, pentes escovas para denles, pos para
ditos, vazos com pos de arroz, agulhas finas, li-
nhas para marcas, luvas los de Escocia, leques,
lencos de linho e de chita, espanadores, e ontro*
muito* artigo*; no seu escriptorio, roa do Bom
Jess n. 53, primeiro andar.
LEILO
DE
movis, louca e crystaes.
Carros e eavallos.
A SABER i
Un piano forte. 1 mobilia de Jacaranda a-Luiz
XV, 1 conversadeira, 2 espelhos grandes doura-
dos, i ditos ovaes, 4 jarros grandes para flores
7 sanefas douradas, cortinado* e repostetros de
seda e damasco, tapetes para forro de salas e
quartos, 1 divn e 8 cadeiras de charo.
Urna mobilia de charo, i lindas secretarias de
madeira embutida, 4 cadeiras de abrir e 8 qua-
dros com finas gravura?.
"Urna mobilia de faia branca, 1 dita de junco, 1
Pede-fe ao Sr. lenente-coronel Manoel Joaquim
do Reg Albnqnerque o favor de vir ou mandar
ra do Coronel Suassuna n. 4, a negocio que
lhe diz re^peito.___________________________
ift
Urna familia composta de quatro pessoas,
sendo que duas sao pequeas, precisa to-
mar para sua compahia urna muiher ho-
nesta, e do bous costumes, e que d abono
sua conducta ; quem pois quizer appareca
no 3. andar desta typographia, para tra-
tar________________________________
Aluga-se urna boa casa na pjvoacoo da Var-
zea; a tratar na ra da Saudade n. 11
Consistorio da irmandade do
Divino Espirito Santo, em
10 de julho de 1873.
0 irimo procurador geral convida aos membros
do conselho fiscal desta irmandade para reunirse
em nosso consistorio no dia 13 do corrente, pelas
9 horas da manha, alim de dar execucao ao dis-
posto no art. 83 do nosso compjomis*>.', em sua !
sesso ordinaria, assim como ao que dispoe o tit.
10 em seu 1 capitulo, para attender as escusas
que lhe devem ser aprsentelas, segundo dispoe o
art 84 do mesmo cempromisso.
_______ Jos Ignacio Avilla.
D. Maria Jos de Leo Azevedo, viuva do con-
selheiro Antonio Ignacio de Azevedo, manda rezar
algnmas missas por sua alma no stima dia de
seu fallecimento, segonda-feira 14 do corrente ;
sendo no cemiterio as 7 horas, e na matriz oa
Boa-Vista s 8 iit horas da manha d'aquelle dia;
e para esse acto de caridade convida aos amigos
e collegas de seu prezado marido, aos quaes pro-
testa desde j o seu reconhecimento.
Manoel da Silva Amorim.
Os irmo, cunhado e sobrinhos
do finado Manoel da Silva Amorim,
agradecem cordialmente s irman-
d-'des e de mais pessoas que acom-
panharam o corpo at o cemiterio
ede novo convidaos para assisti
rem as missas que rnandam resar
pelas 7 horas da iiianh de segunda feira 14 do
corrente, na matriz da Roa-Vista. Aprcvcitam
ainda a eccasio para manifrstarem seu reconhe-
cimento a aquellas innandades e pessoas que at
a ultima corada prestaram ao finado os seu* bons
offlcios de amizade.
,--. M -r""W i ^ >" ii
Os abaixo assignados tendo contratado a
compra da taverna sita ron do Bario de S. Bor-
ja n. 13, com o Sr. Carneiro da Costa, pelo pre-
sente faz sciente ao respeitavel corpo do commer-
cio. Ontro an, pede que havendo alguem que a
isso se opponha declare no praxo de tres dias, a
contar desta data.
Recife, 11 de julho de 187o.
Oliveira & C
FHDICAO DE FERRO E DRORZE
FABRICA DE MACHINAS
l ra do Urii> d) Triumph (ma iliBruiii) ns. 100a \M
CARDOSO '4 IRMAO
AVISAiM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que rcri-lieram da Europa
grande sortimento de ferragens para engenhos [tara lavoura.e qiiai'squor outros usos
i inisteres da industria agricula, o que ludo \eiidem por preco razoaveis.
V apOreS horisontaes de 4, 6, 8 e 10 (vidlos, os melhores que vem ao mercado.
MOenaaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS mOenuaS |);ira assentar em grades de madeira.
TaixaS de feTO ,UI"''<^', e l*tdo, ile todos ostamanhos e dos melhores fabri-
cantes.
RodaS d'agUa de diversos tnmanhos.
fcvOdaS dentadas je diversos tamanhosequalidades.
Arados americanos de diversas qtriMte.
rOrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvnnisadas.
C/OncertOS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que toero
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS ^andam vir por encomnu-nda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se corres|K>ndem com una respeitavel casa de Londres
a com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as litas machinas, e se responsabUisam pelo bom trabalho las mesmas.
Ra do Baro do Triumpho (ra do Brurn) ns. 100 a 104
FUNDICO DE CARDOSO & IRMO.
MI DO LIVKAHE\TO \. i
ESPECIALIDADE
EM
Tinta Violeta a 13#000 a duzia, de botijas.
Esta tiuta torna-sc recommendavel para escripturaro mercantil por ser superior a
todas estrangeiras at hoje conheciJas, e ha muito experimentada, nao s no Rio Granito
do Norte, donde o autor, como na l'arahyba, Mossor, e mais provincias para o norte
do imperio, para onde tem sido exportada, e tem arhado ptima acquisiio: a sua magni-
tude., nos consiste na sua inalteravel c> por ser s composta de puros vegetaes, como
por ter a propriedade de conservar as iiennas de ac sempre em bom estado, que por
isso se torna digna de procura, em casa de Gomes & Cardoso. Ra do I.ivr*-
mento n. i.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
A' ra Primeiro de Marco n. 7 A, 1. andar.
Lacoste, perito cozinheiro francez, 20 annos de pratica, acaba de montar
luoso hotel na ra cima, denominada, aonde o respeitavel publico desta bella
Santa Cruz encontrar todos ns dias urna comida deliciosa.
Vinho de todas as qualidades.
Conservas idem idem.
C.erveja dem idem.
Licores idem idem.
GISuLO T01M!ODl\
Toma-se assignaturas.
Aberto desde as 6 horas manh at as 10 da noite.
um sump-
terra da

(1ASA DA FO f A.
AOS 5:000,^000.
B1LIIETES GARANTIDOS.
^' ra Primeiro de Marro oiitr'ora ra do
Crespo) n. 23 e rasas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido no9 seus fe-
iizs bilhetes, um meio n. 839 com 3005, quatro
quartos n. 307 com 1005, tres quartos n. 230f>
com 1005, e outr;i> sortes de 105 6 205 da lotera
que se acabou de extraliir (o7), convida aos pr-
suidores a virem rebeber na conformidade do eos-
lume sem desconlo algum.
Acham-se venda os felixes bilhetes garantido
la 2' parte das loteras a beneficio da igreja ma-
triz de Cabroli (38"), que se exlrahira k'n;a-feira
15 do corrente mez.
. PP.EgOS
Bilheto iuteiro 65000
Meio bil hete 3000
Quarto 1S00
EM PORgXO DE 1005000 PARA CIMA.
Bil hete inteiro 35o00
Meio bithote 25730
Quarto 15375
Manoel Martins Finia
Precisa se de um fetor para engenho, sendo
preferivel nortuguez : quem pretender dirija-se
roa da Penha n. 9, que achara com quem tratar.
Troca-se t sanctuaiio amederna e enverni-
sado, com tres imagens todas apparelha'das de pra-
ta, sendo urna do Senhor Crucificado, urna do 3.
Jos e outra de Nossa Senhora da Cohcei'.ao, to-
das muito delicidas : a tratar no largo do Carino
n. 77, faz-se todo negocio.
p|^ Convite.
Os senhores abaixo declarados, sao encarecida-
mente rogados virem ra do Imperador n. 28,
a tratarem de negocios particulares que llies di-
zem respeito:
Antonio Anacleto dos S.intos
Antonio Affonso Mereira.
Antonio Pinto dos Santos.
Antonio Jos da Silva.
Antonio Jos Kibeiro de Moraes.
Benjamim do armo Lopes.
Domingos M. de Barros Monteiro.
Deoclecio de Brito.
I>r. Francis -o Pinto Pessoa.
EbomWistig.
Emilio Jos de Moraes.
Pernandes de Azevedo.
Francisco Alves de Mello Tico.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Jos Carneiro.
Jos Lopes Van ni.
Joaquim.Guedes da Costa.
Joaquim Jos Mara da Penha.
Jos de Brito Mello.
Jos Paulino da Silva:
Jos Joaquim da Costa.
Jos Mnniz de Almeida.
Jos Goncalves da Silva. %
Jiw da Silva Rodrigues.
Manoel Antonio dos Nascimento.
Manoel Jos Antunes Gui'naraes.
Manoel Silvino de Barros Falcao.
Paulino Joaquim Tavares.
Theotonio de Barros t Silva.
William Kawlin-on.
Escravo fgido
lio lia 8 de jullio lo I8S3.
Manoel da Malta, crioulo, alto, nagr*, canrHas
; linas, ps grandes e compridos, barb^ l;ianra{ tat-
' vez tenha raspado, cabera prela, tem um Mgnal
j bem vizivcl nos peitos, de duas co-tuias atraves-
ndas, cmn idade de .">.'{ annos, tem um lllho que
alforroii-so por nome Manx-lino, foi escravo ilo
engenho denominado d'Agua, do finado Henriuc
Poppe Giro, da ccunarca de Iguarass, e por isso
bem eoiiliecido na coman; j esteve fgido oo
centro da provincia da l'arahyla, dcmde ven
preso ; tero conherimento dos lugaies do centro
desta provincia porque fazia viagens. Fugio fa-
zendo um furto de dinheiro que levon, e por is^o
protesta se contra qnnm o tiver asylado, costuma
intitalar-se de f.'rro, Ihmii cmhct'ido na fregu*-
z>a da Boa Vita io Recife, aonde renda agua,
usando de urna pequea palrona ; deve ter se-
guido para o mato: rogo polica e mais pessoa*
que prfUdam este negro, rccol' endo a cadeia, que
pagani todo e qualqmM' trabalho : quem der no-
ticia, nrecurertia ilo Mondcgo, na Bua-VMa,
otaria do portao n. 63, ou no sitio do csabor, no
Arraial.
________ Marcelino Jos Lopes.
Attenco.
AVISO.
Vaga lelas ras desta cidade um industrioso de
estatura baixa, rosto redondo, ainda bem moco,
que so iotilnla ou cigarrairo, o qual procurando
comprar Diarios de Pernambuco, tem o loov
vel costume dos levar a pretexto de ir pesar, e
nao volta mais, cuidado com e le, que ligeiro de
mos^____ '
Attencjio.
Manoel Alves da Silva Caldas, para evitar du-
vidas, pede que pessoa alguma faca trnsacc*o
com a letra que se acha em mi de ntonio Ro-
drigues de Moura, aceita por Antonio Quinlino da
Cruz, visto estar dita letra emhargada pelo an-
nunciante para seu pagamento. Ecada, 10 de
julho de 1873.
Urna pessoa com a* precisas babiUcOM para
contratar qualquer obra de nedreiro, conhocedor
das regras desta arte, se offerece para conir.tar
on administrar qualquer tralnlho ; da Mador a sua
pessoa e seus conlieciinentos do oIBc.o ; e, pode
ser procurado ra dos Pues n. 27, ao n da
alia d'agua.
SOCIEDADE
Unio catholica orthodoxa
pernambucana
Domingo 13 do correnle, pelas 11 horas do dia,
ter lugar a insta i la ..io desia sociedade, que nao
poJe ter logar domingo ^ag^ado por motivos im-
provistos. Para este acto sao convidados todos a
socio* da mesma sociedade.
O 1* secretario
Jos II. B. de Menczes.
m ADVOGADO
$ BACHARKI.
Joo Gonzaga Bacellar J
Villa do Cubo
9 BA IHJ'JUE DE CAXIAS N. ti, W(
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul prta(uez
de 2a classe e en arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos trexe m-
zes, participa aos seus amigos, tanto naeionaen
como pirtuguezes, que tem o seu escriptorio na
ma Duque de Caxias n. 41, i* andar, antiga ra
das Crazas, onde pode ser procurado lodos os
dias nao santificados, das 9 horas da manha s 4
da Urde.__________ .
Precisase dc505 a juros-do 1 l|2 por ce*
to sobre hypolbeoa em urna propriedade que val>
duplo : a tratar no pateo da ribeira de S. Jos
numero 9.______________________________
Wf Urna osera va precisa de 4005 para romutoto
de sua liberdade. e quem quizer empresta lo, de-
clare por este jornal sua residencia para ser pro-
curado e duer-se qual o negoci".
?3 Aluga-se o i" andar do sobrado junto a
igreja dos Martyrios, concertado e pmtadado >
novo: a tratar na roa Sete de Setembro, casa
n. 15.____________,_____________________
Rilgi-se a qualquer pessta a recido por compra duas voltas de trancelim oom
urna medalha e um par de brincos a balao cosa
seis rubins cada um, lodos estes objeetos de oam,
haja de apprehende-los e levar ra de PavsaMCt
n. 33 C, que ser generosamente gratificado, on
indicar sua morada para ser procurado._____
Ai
e vir.
OSr. Jos Pereia Lomes pela segunda ven
rogado vir ra do Imperador M, a negoea
de seu mteresse._____' _________
- Prcisa-se de um criado pira copeiro, a^f
a la aunas : na roa da Impnrafriz n. I, primeiro
andar.
s
*
.
. .

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Diario de Pernambueo Sabbado 12 de Julho de 1873.
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K-
.1LTA MOVinAUi;
PIANOS E MSICAS
AJrravio JOS l)fi JZLEVEIIO
Ra do Bario da Victoria n. 11, armasen., e 12 1. andar, antiga ra Nova
IHISCfi A&H&&S3I
ion le o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento de pimos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para bauda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no pn'meiro indar 4o sobrado o. 11 confronta i
tica aburar, uro grande saiio onda esto expostos 01 magoiflcei
M. ^ US de amano, da Pleyel.
-------- da meia canda, do roeimo aotor.
-------- da H. Henri.
da Amadeo Tniboot.
tico afete ueste cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRSBES
ora miados em diversas exposi ;6ss om 14 medalhaa de onro e prate.
Sao os onicos pianos qoe aqu vem da Europa, perfeiumeole afina
, frrtoa com < legan ;ia e solides.
D'aqni rojdjinie continuara a annuneiar lodaa aa poblcacoea qoe s forera frzando as snas offlcinss de mosieas
Tambem receben iraode sortiroeuto de mn-icas para piano, piano
canto e entre alias as lindas composicdea do meito ympatbico maestro
F. S.l"tfTI*TI
A SABER :
Voc me qner Wiba.
Olpa aJaxurka.
L* Separaeioni Para canto.
A Lu elctrica, frauda Wia.
I hlma* pnblleen
Franco Brailiro Polka.
Tomada de Vllela GMope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Prmeira espada Wal-a.
A Mmba Lvra Walsa.
A Natalicia Polka
Studiecte Po'ka.
Peitaa as offleinaa de msicas
do ?nnuncante.
Emilia, polka por I. SmolU.
Cirraciaoa, chotch, por Smortt,
Jardim do Campo daa Prieesa,
qnadrilha, por J. Popne.
Cbava de Rosas, Walsa, por H Al
bTtazii.

CAUTELA!
MERON&C.
/% w m s a m
fc3
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
REA PRETAr que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
FRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam onoma de MEURON & C, e a desig-
napo de REA PRETA.
MEURON C.
Aluga-se por 23*000 a casa n. 6, sita roa
do Lima em Santo Amaro, entrada a concertada
de novo : a tratar na ra da Restaurado n. 54,
eutr ora Guia.
AJuga-se a casa u 10 A da ilha de Bemfica,
na Passagem da Magdalena,"com banho do Capi-
baribe na frente, de excellentes ares, e de prego
de 200* annuaes, tendo coiiimodos para familia:
a tratar na ra estreita do Rosario n. 17, 1 andar,
escriptorio.
Associacao commercial be-
neficente de Pernambueo.
A direceo deliberou em sessio de 5 de junho
passado fazer nm dividendo de 4 0|0 aos conse-
nhoree do edifleio desta associacao; pelo que con-
vida os a receber do respectivo thesoureiro o Sr.
Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
Assooiacio CDinmercial benerieente, 8 de julho
de 173.
Lniz Duprat
Secretario.
Pnecisa-se de refinadores : no largo do Ar-
senal n. 7.
A4uga-se nra moleque : a tratar na roa Du-
que de Caxias n. 44, loja.
F
UglO.
Fugio 4a casa do sen senhor, o escravo de no-
me Paulo, rom os signaos seguales : bem preto,
alto, seeeo, pee grandes, tem no resto bastantes
espinhas, foi .escravo do Sr. Joio Valentim Villela,
em cujo tempo irabalhava n offleio de pedreiro.
Pede-se pois as autoridades policiaes e c m espe-
ciaiidade as da treguezia de N. S. da Greca e
B ja-Vista que o queiram apprehender e levar
ra das Triocheiras n. 16, no hotel Restaurant du
L'Hivre.
a'i m! Vi
AMimmiflo: PARIZ. lotirrut Momuim.
PASTILHAS DIGESTIVAS UbricdM.mVichy
com os Sata xtrabidoi tu FoatM. Me 4a gwte
igraiavel un acjt a carta contn a Alia
e aa geatlai diaVaia.
SAIS DE VICHT PARA BARH08. Da rolo
por nm feanbo, para as petoa* que Dio poden
Ir a Vleky.
Para evitar at imitaciti
exigir em todo* a* producto* a marta do
CMTRMTf M ESTtBO FRMCtl.
Os pradactos i* aeiau achla-se i
Em Pernambueo, TI88ET -;-A. REGORD. I
Criado
Na loja do Passo, ra 1* de Marco n. 7 A (antiga
do Crespo) precisa-se de um criado, preere-se
escravo._____________________________^ |
Aviso ao coramercio.
Joaquim Haximiano I'estaia, presposto de seu
pai o antigo agente de leudes desta praca Jos Ha-
ra Pestaa, que por enfermidade seria, por ora se
acha imposibilitado do dedcar-se de qnalquer
modo aos trabalhos de sua prorbsao, faz publico
ao respeitavel corpo commercial desta praeja, que
se acha habilitado pelo meretissmo tribunal do
commercio, parasubstitui-Io em seu justo impe-
dimento, poden Jo para esse fim ser encontrado no
escriptorio do referido seu pai, ra do Vigario
n. 11. Solicita dos amigos e freguezes de sea en-
fermo pai a rue.-ma prolec^ao que sempre genero-
samente Ibes dispensaram, corto de que. encon-
traro de sua parte, o maior telo e probidade no
cumprimento de seus deveres, assm como toda a
pontualidade no cumprimento e execucio de suas
ordens._________ .____________________
A pessoa quo precisar de urna ama de leite
moca, sadia e sem tunos, diriji-so ra do Coro-
nel Suassuna, outr'ora Marttrios, n. 152, que'
achara com quem tratar.___________________
Aviso.
Traspassa-se o restaurant francez da Magdalena,
sito na entrada dos Remedios : a tratar na mes-
macasa. ________
Precisa-se de um caixero para taverna, de
14 a 15 annos da idade, portuguez on nacional:
na roa dos Guararapes n. 10.
o. ... 9

Sociedade Monte-Pio Santo
Amaro.
Faco scionte a todo; os senhores convidados pa-
ra a sessao solemne de installacTio. que deve ter
lugar no dia 13, que de conformidade com delibe-
ra^o da assemblea geral em sessao de 9 do cor-
rente, deixa de haver a missa cantada, comejan-
do a sessao de installacao s 10 horas do dia.
Secretaria da sociedade B M. Pi S. Amaro, 10
de julho de 1873.
O Io secretario
'____ Sebastio Pyrrho.
A. J. Reogh orno represen tante
casa dos Srs D. ppenheiraer dt'C, de Lon-
res, ollerece aos senhores Ingistas ile Por-
uatubuco um completo wrtimento de amos*
tras de todas as .-izondas. f<'rrageus. sIIii<,
s.imt"s, rp'i'is, riiiudr/..-iS, !<.. Hi': pn-
uV'tl ilo-su cntendci fOin u ipesibo sotiCur, i>
Rl.V DOC0MMERCI0M. 38,
______________ ARM.VZEVl._________
OSr.OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
AO AlttAZEM
BO
YAPOR FRAMCEZ
KA DO B UlAO DA VICTORIA
NT. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
.MOMA
Est encouracado!! 1
Roga-se ao film. Sr. Ignacio Vieira do Mello,
escrivio na eMade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezemfcro de 1871, e depois para Janeiro,
passoa fevereiro e abril de 1871, e nada enmprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qnando o Sr. seu nlho.se
acbava nesta eidade.
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
francez.
%
Irmandade do Senhor Bom
Jess das Chagas.
* De ordem da mesa regedora, sao convidado to-
dos os nossos charissimos irmaos a comparece-
rem no domingo 13 do corrente pelas 9 horas da
manha, em nosso consistorio, afim de proceder-se
a eleicao da nova mesa, que tem de regir a ir-
mandade no presente anno de 1873 a 1874, visto
assim dspor o capitulo 6. artigo 79 do nosso com
promisso.
Consistorio da irmandade do Senltor Bom Jess
das Chagas, 10 de julho de 1873.
O secretario,
Gaspar Antonio dos Reis,
(jinsullorio medico
DO
Dr. Murillo.
RA DA CRUZ N. 86,1. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
*peeta/ crianza e de mnlher.
Emprega no tratamento das molestias
O de sua especialidade as duchas fras e
a bankos a vapor, para os quaes trouxe
W os apparelhos mais modernamente ein-
M pregados na Europa.
Jr Tambem applica com grande proveto
SL no tra iamento das molestias do tero a ^
SR electricidade.peloprocesso do Dr. Trepier.
Espiritismo.
Conferencias espiritcas ofTerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
tarmos no mez de Sanf Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necessario para regalo e distracc,ao de quem
tem gusto pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Rardek que neste
mez so d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulmmantes, o que
tudo isso se acha na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os proprietarios da
confeitaria do Campos chamam a attencio de to-
dos e de todas para o preeonisado caf em p ver-
dadeiro de Java, e bolachinha em latas denomi-
nada Sugar Waffers Vanella ; especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de perfelta
sade.
Em vista do referido espera o dita Campos que
ninguem, para pedidos de taes objeetos, se dri-
jam, seno Confeitaria do Campos, ra do Im
perador
Lampeao na porta.
Precisa-se de urna ama : na ra do Viscon-
de de Goyannan. 161.
Precisa-se de urna ama para
casa de pouca familia : no largo
da Penha n. 12, sobrado.
AMA
Precisa-se do gma ama para comprar e co
zinhar : na ra do coronel Suassuna n. 1, paga-
se bem.
A|| No Passeio Publico n. 5V, pre
II \ cisa-se de urna ama para cozi
libar.
Prensa-se de urna ama para o vco de urna pessoa : na ra estreita
1\ do Rosario n. 12, 1* andar.
AMA Precisa-se de urna ama forra ou es-
s\.iH-i. craV3i para coZnhar e comprar : na
ra da Suledade n. 29.
Attenco
Urna pessoa que tem de rendimento certo por
mez 1S0, necessita de t >mar a juro 600, pa-
gando mensalmcnte 80< ; e descontando logo do
cap tal o competente uro que se ionveneionar :
quem, pois, quizer fazer este negocio, deixe carta
fechada com as inicaes D. G, no escriptorio deste
Diario.
BOLIEIRO
O com monda dor Tasso precisa de um.
Cao fgido,
Desapparecen no dia 5 do corrente, da casa
do Dr. Moscoso, ra da-Gloria, um cao grande,
branco, com urnas malhas amarellas : gratifka-se
a quem o apresentar ou der noticia certa.
Roubo
Y Consultorio medieo-cirurgico 5
DE K
A. B. da Silva Maia. S
Ra do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
K3CQ&S30 {tXSaXiXS ft
Precisa-se d'um bolieiro, que sirva tambem
de copeiro : no asmazem n. 3, da ra do Vigario,
no Recife. .
uatruerfto primaria
No oitio da matriz de Santo Antonio n. 6, ha
urna seniora habilitada, que se propoe a ensinar
por commodo preco, garantlndo desvolar-se pelo
adiantamento das meninas que lbe fizerem a hon-
ra de confiar.
Aluga-se a casa da ra de Hurtas n. 77 : a
tratar na praca da In lependencia ns. 18 e 20.2
$ # (mm
Consultorio medico ciruraco
Dr. Ferreira
Sp A Htigo gabinete de seu pai, ra larga
hr Rnsaaio n. 3.
Cura de hydrc celes sem injeccao,
. eom punccocanillar.
.fio?> Abertura de abeessos e extraocio de \
derramamen serosos, peto aspirador
de Potain
O abaixo assignado roga a (odas as pesaoas que
Ihe sao devedoras de con tas da sua extinta loja
de fazendas, que teve a denominacao de Pavilbao
da Aurora, ra da Imperatriz n. 2, de lbe man-
darem saldar seus dbitos at o da 20 do crran-
te mez, depois nao flquem zangados por ver seus
nomes pelos jomas* chamados a virem pagar os
mesmos seus dbitos, ra da Santa Cruz a 10.
Recife, 5 de julho de 1873.
Joo Luiz Ferrefra Ribeiro.
Roubaram do estaleiro do Saraiva, em Santo
Amaro das Salinas, na noite de segunda para ter-
ca- feira 7 tiara 8 do corrente, tres taboas costa-
nenas, sendo duas de verinduva, eom 40 palmos
de compiimento, e urna de jathohi, com 42 palmos:
roga-se o favor a quem ditas taboas for offerecidas,
de as aprehender e annenciar por este jo nal para
serem procuradas.
Um moco ae ando-se habilitado para ensi-
nar primeiras lettras fra da cidade, offerece-se a
qualquer senhor de engenho, o qual querendo
utiiisar-se de seus prestimos, dirja-se a esta ty-
pographia, deixando carta fechada com as inicaes
D D. V. M.______________________________
Na padaria da ra do Rangel precisa-se de
um pequeo de 10 ann^s para fachina.
O abaixo assignado, cnsul portuguez e en-
carregado que fui do consulado de Portugal em
Pernambueo nos ultimo* 13 me7.es, participa aos
seus amigos, tanto nacionaes como portuguezes,
qhe tem o seu escriptorio na ra Duque de Caxias
n. 41, 1* andar (antiga ra das Cru/es) onde pede
ser procurado todos os dias no santificados.
______________Domingos Mara Gong Ivs.
A pessoa que annunciou no Jornal do Re-
cife, procurando una seni.ora para iv^er casa,
corlar costuras, coser, ler e escrever, dirjase a
ra da Concordia n. 109, que achara con quem
tratar. Na mesma casa trabalha-se bem de al-
faiate, lava-se e engumma-se com perfeigo f bre-
vidade. Roga-se tambem as pessoas que recebe-
ram cartas para a festa de Joio de Barros a virem
entregar ou as cartas ou as esmolas.
Deseja-se sabor onde residem as Sras. D.
fiiU Candida de Almeida e D. Mara Cecilia de
Almeida Camba, a prmeira viuva de Joao de
Almeida Bruto, e a segunda Alna do casal, afim
de ae Ihe informar de negocio relativo a heran-
a que Ihes eixara o mesmo loado : a enten-
feT-se ra do Crespo n. 18( 1. andar,
Para hamvm.
BOTINAS de bezerro, cordavao, pellica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de be. erro, de cordavao e de case-
mira.
S PATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de nao, pro
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, rharlol, castor e de tranca
franeezes e portuguezes.
Para cnlaora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentcs,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores dfferentes, bordades.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor e de tranca.
Para meiainna.
BOTINAS prelas, brancas e de cores dfferonles,
lisas, enfeadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre o de cordavio.
ABOTINADOS e sapatocs de bezerro, de diversas
^ qualidades.
SAPATOS de tranca franeezes e portuguezes.
Botas de montara.
Rotas a Napoleo e a Guilherme, perneiras e
rheias perneiras para homen-, e ineias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france', ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de bataneo, de braco, de guernicoes,
sof, jardineiras, mezas, conversaderas e costil-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e rs mais proprios movis para saletas e ga
binetes de recreos.
No armazem do vapor francer, ra do Bario
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Arphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor francez, ra do Bario da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trlice, agua de flor de laranja, agua de tolete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonete?,
eos neticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para nresentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differenles tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de prmeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo de difTereiites gestos e
plaantazias.
Espelhos.dourados para salas e gabinetes.
Leqnes para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvn, de fio de Escocia e de camur^a.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixin'ias com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de onro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imiticao e bolees de punios de pla-
qu
Bolsinhas c cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objeetos de phanuuia pnra cima de mesa
e toilette.
Pincnez de cores, de nrata dnurado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarniedes.
Rngalas de luxo, canna, com castes de mar-
im.
Rengalias diversas tm grande sortimento para
homens e meninos.
Chicolinhos de baleia e de militas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para lmpar ca-
neca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carterinhas de medreperola para dinv eiro.
Meias para.homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda prcta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jocos da gloria, de dama, de bagatcllas, de do-
min e outros muitos differentcs jogunhos alie-
mies e franeezes.
Malas, boleas e saceos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolnhas de marfim para as enancas morde-
rem, bom para es dentes.
Bercos de vimes para embalar enancas.
Ce.-tinhas de vimes para brajo de meninas.
Carrinhos de qualro roda*, para passeios de
mancas.
Veneaianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vdros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuroinacoes de
fes tas.
Balees aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de Imica branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos com pavsagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objeetos de mgicas para divertmentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos l armnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigo de quinquilha-
rias diffleeis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differenles partes
da Europa, para entretenimento das enancas tudo
a pre os mais resumidos quo e'possive!: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Bario da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Ccslinlias para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez. ra do Baro da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleados bonitos e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ra dp Ba-
rio da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Eu adaixo assignado declaro ao respeitae!
publico que at o presente tenho sido conhecido
por Manoel Joaquim da Costa Ferreira, e desta
data em diante ficarei assignando-mo por Manoel
Joaquim deJOtiveira.
Roga-se pessoa que achon um pinunez,
que una senhor a. a^ear-M do bond no dia 9
do corrente, d.fr.in(B do ehafarh da Bua-VHta,
i ahio-llie, e> uve nlia-lo. de leva-to ao Corred .r i i ni-pi n. 73,me
i.'r;ititi.-..r;i Na miHan ta* ha tara a! a ai -.-<
ih'-m kI i>!iiin .1:1 r- tit-- ti.M t'j li.|. Vr.p
in.l.l pal S, :-.! lk' :-:. iir|,,,_ :, ,,;, ||,.|,|. .
kitprSIt
una casa rm SantJ Amaro das Salinas n. 1.", com
3 quartos,! salas, corintia fina, copiar c quintal
murado; a mesma casa estucada, e torna-se
recoinmendavcl por passar a linha dos hoaa : a
tratar no n. 19.
Refinador
Precisa-se de um que nteda de fornalha : na
ra da Senzalanova n. 4.
COMPRAS.
URGENTE
Compro-se o Dirio de Pernambueo, d 5
de agosto de 18118, tiesta typographia.
Compra-se algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da ra Duque
de Caxias n. i l.
Compra se Diarios de Pernambueo a O
rs. a libra : na ra do Coronel Suassuua n. 1.
Compra-se
urna casa terrea quo ten' a bous commodos par
familia, e bom quintil, no bairro da Boa-Vista, 11
algum sitio prximo a linha dos boqds, ou da ma
chambomba : a tratar na ra do Rangel n. 7,
1" ou 2 andar.
Oompra-se
apolces geraes da divida publica : na ra Duque
de Caxias u. 87, loja.
as
VrNM$.
PECHINIIUAS
Cobertns de chita adamascada i ,lS*0O.
Lencocs de bramante a 23.
Ditos de algod de duas larguras a I jiO'J.
Cobertores de lescuros a 2a.
Colchas adamascadas ais.
Toalhas alox-lioadas a lij a duzia.
Na ra do Ce jio n. 20, loja de Guilherme 4
Companhia.
Grosdenaples
Grosdenaplo p elo a I |80B o covado.
Dito preto de coidao a 2 1(1 e Si'.OO.
S na ra do Crespo u 20, loja de Guilherme &
Companhia.
detone
Cretone, lindos padrn*, a 440 rs. o covado.
Na na do Crespo n. 20, loja de Guilherme
Companhia.
PRAIADOLUCENA
Vende se o sitio Camacary, na praia do Lucer.a,
provincia da Parahyba, preco muito commodo : a
tratar com Tasso limaos.
Materiaes.
Ha sempre para vender-se por commodo preco,
tjolos de alvenaria prossa, dito de dita batida, di-
to de tapamento e tenas, os quaes se manda por
em qualquer lugar : a ver e tratar na olaria da
ra da Visconde de Goyanna, antiga do Mondi j. i
n. fi:t.
Ldzinhas escocezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Litzinhas escocezas. padres inteiramente Le-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o corado,
pechncha e dao-sc amostras na loja de Guilier-
me C. da Cunha A C._________________^^
Casa terrea.
Vende se una casa
terrea, em urna boa ra. a
tratar na ra da Imperatriz
n. 8, loja.
Vndese o sitio existente na travesa
do Remedio, freguezia dos Afogadosn. II,
hoje Becco da Travossa do Remedio n. 18,
em chaos proprios: quem pretender cnten-
da-se com o seu proprietario na ra de S.
Francisco, desta cidade, n. 10.
Vende-se urna armarao nova e envidrajada,
propria para qualquer negocio : a tratar na ra
do Crespo n. 20
M de sealei>.
Acha-se as tercas e sextas-feiras de todas r.s
semanas s II horas da manha, a venda as w -
guintcs casas : padara ra da Guia n. 54, a
taverna do Sr Lapa no oitao da alfandega, ra
do Rrum n. 65 no deposito do Sr. Pires no eses
22 de Novembro, e na do Sr. Porto ra da Im-
peratriz n. 23.
Aliento.
Vende se nm cxeellente sitio na propriedadu
denominada Cavaco, a meia legua da povoacao da
Laga dos Galos, o qual tem una legua de fundo
e meia de largura, com militas fructeiras de di-
ver as qualidades e mais de cem pes de caf que
j dio fructo, alm de outros muitos que se acham
prestes a botarem. V. de multa fertilidade para
todo genero de agricultura, banhado |>or dous
riachos e no centro por dous olhos d'agua peren-
nes ; tem casa de fazer farinha e mais quatro
ditas para moradia. O proprietario vende todo ou
parte delle vontade do comprador, e a razo
de dita venda se esclarecer a quem pretender,
que pode dirigir-se ao me3mo sitio : a tratar com
seu proprietario, Joaquim lvcs Bezerra.______
S vendo-se
Alpacas de lstras muito fina e lindos padres,
a 500 rs. o covado : na na do Crespo n. 20, loja
de Guilherme & C.
Vende-se urna colleccao completa da legi*-
laco provincial, encadernada em dilTerentes \-
lunii-, e a consoldaco dis leis rivis, tudo por
preco mdico : ra da Imperatria n. 78.
Muito barato
vende-se urna arraacjto e gateros de moldad. -.
or 2'iOi, no barro, freguezia dos Afogados, logar
a praca do Capim : a tratar na mesma.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavo vende flnissimas cassas franeezas (k.
cores com os mais delicados padrees, por terem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pele
barato preoo do doze vintens o covado. E pechn-
cha : na toja dq Prfvao, roa da Imperatriz s
Vende-sc. .A
ios de pedra jaspe para calcar botinas, e urna
frasqneira arquenaa de ferro, eon feehadura de
legredn, e arraujos para viagem : na ra da Sen-
talla, defronte do- becco do Campello sobrado n.
121, primeiro andar : na mesma casa vende-se
200 frascos vasos, que foram de genebra, e alfu-
mas garrafas.
Vende-se nm sitio em chao pronro, no lujar
do Fundi, em Beberibe de baixc, com casa den-
tro, tendo 10 palmos de frente e 00 de fundo :
quem pretender dirjase i roa do Rangel n. M.



i
i



ftimo de-Pertambuee SaWbado' W flfc #S?fA) "tfc W&
*
FNDICAO DOBO
RUADO BRffl N.
(Passando o ~obafoii*)cj'3 nqjy
PEDEM AOS aenbores de eng^nho e ontrWgrrcoHore, ttnpteg'o'ore d* m
Uiiaismo o favor de orna visa | sea eatabaleciinerito, par yfirem o iio'p BOrtnenA
omplet j que abiten; sejdo todo soperior eui qaatidade e torlkBd ;; o <}w con* a 4tfe
neccJo p?')l pode-ue rarificar.
ESPECIAL ATTKNC-AOAO NUMERO E LUGAR DE SUA rNCTpAQJ
VaTiO^fi fl t*f..flCi d*a.0lrifl dos mais "o^roo ytenlas eem ta
VJJUFS G rUUtlS U ag^Ua maah0? conveRentes para as diversas
;rcumstancias dos senhores proprietarios pra deacirowrt aJg#<15o. "*
Uoendas-de canna tUV. 08Umal0S' >*"* ^ w]
Rodas dentadas !";***
Taixar de ferro fundido, batido e de crtfre.
Alambiques 9 fundos de alambiques,
MaftMvtiflTnnc para mandioca e algodao,| Podeodoltodo
im.iv/Aaixioihu> e para ferrar madeira. fser movidos a m5o
Rom has ., lpor W ^p01"*
/umuj de patete, garantidas........ |du animaes.
Teda-i as machinas epe5a,d<(1MM co*loau V"*T-
Fas qualqusr concert de nwchisnio> p^0 jf ********
Fofv^s de fir tBma9m6,bore8emi8bar,tasexisinW9 m afer-
C3G0.
12c ^nieadas.
Incombe-se de mandar vir qoalqoer machiniame & van*
tade dos clientes, lembr3i>do*Hiaa a vaategero de fazerem
ims compras por intermedio de pessoa entendida, qoe em qoalqoer necessidads pode1
Le prestar 3dxIo.
Arados americanos e iQ8lromeDl08 agricola-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
DE
REDUCC10 EM PRECOS
Aten^o. Attengo.
Xa loja de Soares Leite Irmaos, ra do Barato-da
Victoria n.28.
COMO SAO LIMOS!!!
Os tapies todos le madr*perBl,: Wtitmi e #
cere9 a que irazirm a di*lieo~UI*tAO em leltras
taoibeni d*' madrepiToli cui alto levo, tor-
nando-se por isto apropriados para, noivas, a NO-
TA ESm\ANCA na l'uque de CasiasV 3
(antiga do fcneirhado) qnem stem. "
Sao de'tartaruga
O bHufs,'' fcwenes, niei* M^os, eruzes,
coracSes acassoletas, ma esto oxmstas boa t
MUailil EMm na Nova Esperanca, wa Duima v de Casias.
ni ft

i>

io*-:2WMMW-
A Nova E?porania ra Duque de Caxias n.
63, acaba de receber uaHikM stftftM i\ky
iwcafl ^ mwtnt qunlidndw, vim& onlfo ellm h
engranadas boiients^ejhojpohii, sam lanibom
una pequea *]unojRalef di |o*Asf prelas que
se tornam
Ra do Barai) da Victoria n. 22.
ni.
Cariitiro Xmt
A' este grande estabolecimcnto tem clie-
l,ga(fcror1Jd>*9or|iellde Biacimms pare
costura, de todos os autores mais acredita-
Caixa -le linha com VO novellos, a 500 rs.
dem idem de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Idemkananga do Japao, a 1(2200.
Id>m divina, a 1$000 c 15200.
Abotoadnras para collute, de todos os
JOStos, n 2o0 rs.
Lampariaaa gaz, dando urna luzmuito
DOS, 8 '1?')0.
Duzia de pe^as de cordao imperial, a
a^o rs.
Frasee eom tnico oriental do Kemp, a
12000. '
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 155000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
d a 89400.
I lom idem beira lisa, a 2K00.
i. ,lo tinta rosa extra-fina, a 15000.
Clixa d bulaos de osso para cal^a,
s.
'' ;:. ion rnos, a 35foOO.
i'.., pos para dontes, a 200 rs.
ld< m idem d pAs cbinez, muitn bom, a 800 rs.
dem idemlisa de edres, a 280 rs.
Resma do papel pautado, a 29800, 49000
o 6?000.
dem idemlis->, a2-5600, 335500o 59000.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
dem idom idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia detalheres cabe branco, 2 B., a
59000
Ma'co de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros de linha, 200 jardas, a
700 rs.
Idem idem 60 jardas, a 320 rs.
Pita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a

. >0 rs. e 1OU00.
Duzia de sabonetes do amendoa, a 25500
39600.
Opiata nuitu boa' a 15, 19500 e 29000
frasco.
;/; i le sabonetes deanjioho trausparen-
tes, a 29i00.
dem i lem com flores, a 19500.
Duzia de collariuhos bnr lados para ho-
vnfcm, a d5d00. ^*
Duzia de pegas 4e trancas caracol branca,
t ';00 rs.
dem idem lisas brancas,a 200 rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Caixa do pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caita de envelopes tarjados, a 500 rs.
Loques para senhoras, a 29000, 49000 e
69000.
'ivrospara notas, a 320.
Redes engaitadas com fitas, a 25400.
Duzia de collariuhos lisos para homem, a
69000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e G*ll Frres, pro-
prias para presentes.
"ns de cera de lodos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
nma om sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
objecl i, espelhos de todos os tamanhos com m ildura dourada e rosa,
las le nrme, muldurae estampas para quadros etc., etc., emuitos object.s que se
t.,na b'i :-' nn i'.'-i iar.
BESSBKSBdK
exi'os;;;o cnwrsal pe i835
MEOALHA DE I CL 'SS~
ALF. LABAImon: & C"
1DH L&BRRi
Ppr.C -0 TELA t-.'.r.:r.i!j DE r*r-c;a d- par
0- Qu!si!:ir.i I.:t5iapraq:ie,
un vinho eminentemente t-
nico e feferifugo que deve ser
rido todas as outras pre-
Dea de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mcnlc empreados na medicina
preparam-se coa cascas de quina
cLj;i riqueza em principios acti-
vo:.- 6 extremamente vanavcl;
p;:'.e disso, em ra:-*o de scu
e prepara ;3o, estes vio-
ltos (.i'i''pi -,:;' na vwltgioi de
, el em pro-
j orcOes sentj re vareareis.
O ftrrtui'.n I.rs'jnrrarjrre,
oppro ijicadamia de ate-
te | lio contrario
'u;n i .' 'ament c coaiipo.-i-
cjio i jca em prin-
cipios ac'.ivo c com o qual os
m
4
mdicos e os doenlc3 podem
sempre contar.
O Qiiaium I.a)ipra->io
prcscriplo com grande xito s
pessdas frats, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgola-
menlo, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
una rpida crescenca, s meni-
nas qui tem difficuldade em se
formar e desenvolver; ts mu!!ie-
re:- denotados portos; aos vcllios
enfraquecidoa pela idado ou
dbenra.
Ko cazo de cblorosis, anemia,
cCre1? plidas, esto vinho um
poderoso auxiliar dos forro' "li-
sos. Tjm.'ido junto, jwr exemplo,
com &s pilub.' de Yauet, prodax
effeilos iiiaravilhOsos, pela sua
rpida acijao.
e.
A N*vt E^rall^ *>bA 'Du^o* e' Cakias n.
63, Keceth'U verdadeir ciipenk ingta, p/para
caopar ejierur ptH-celana bew mil.
Vestido perdido'
Muitas veie tiib vestido t'>rua-se interiaont
feio, smente por estar nial enfeiada: a Nova lis-
peranpa roa L'uqw *k Caxws n. Si, rwuove
ust raal; porque e.-ta benv pnevidd dos raelliores
a-iles e fraajw o Lnlas as coros, oad pode es-
colher-se vuiUile soWeeahitf? enlr* wta* ai
modernas franjas mesaicas, qua peia sua varieda-
de de cores, a bem em -qoasi toda as fawnth;
A Ha aalcs que sg acMjdnj. .
Bolas de borracha \
Vendera-se de todos os tamanhos ra Duque
4 Cwta a.- 99; na Nova KsferaBcc. -
OabeUos bruncoss tem quem^Mma,acrmnfi EaWpa. cdja9 m!lchnas
QUeX .' (sao garantidas por um anno, o tendo um
A tifa E*cranra a rea Duque de Caxias .tPerfwto *rtista Par3 cP,s"]ar as <**> em
63, acaba de receber a verdadeira tintura d Se; qualquer parto desta cidade, como bem as-
nous para tippir qs cabellos, o que se cqnscgue 'sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
(emfUbtMoytm malta ftefliadefepor ette anno seni despendi algum do comprador.
MOlivo, cabellos brancos so tem quera quer. *, l#i ':,.,,, ,u^ i
JP M *? Ncsle estabclecimenlo t mbem lia perten^as
JbSfO T^'fjlOWC para as mesmas machinas c se supprc qual-
Os cinturSes de couro; proprws para senhoras, qnar pega que seja uecessario. Fstas ma-
recebetiaNT KBporanca ra Duque* c|,inas tVabalham com toda a porfeicao de
8.%S rft^a^lfi. i dous pospontos, franze e M. lud.
Nova Esperanza a ra Duque do Casias n. V j,a|nat a mao de 309000, 40500L 455000
e 509000, para trabalhar com o p; sao de
805000, 903000, 1005000, 109000.
1205000, 1305000, 503000,2005000 o
25090OO, emquanto ais autores nao lia al-
tera(*ilD'de presos eoscomprado*res poderao
visitar este cstabelecimetito, que muito de-
vero gostar pela varifedade de objeclos que
ha sempre para vender, como sejnm : cadei-
rapara vingem, malas para viagem^cadei-
ras para salas, ditas de bataneo, ditas para
crianga (altas), ditas para escolas, coslurei-
ras riquissimas, para senhora, despensa veis
para crianzas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espclhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, a-
queiroa com cabo de metal e de mariim,
ditos avetsos, colheres de metal fin i.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
50, recebeu novas c bonitas volta* e brincos de J .,^ ,, .
grosso sljofarosdo cores, e como sempre conti-;arane- tamPaf Para Pratos' csttirab
nna a vende-las por preco eommodo. para forrar salas, lavatorios completos, ditos
NOVOS diademas douradoS e sinP'^. objeclos para toilette, eoutros inul-
tos artisos que muito devemagradar a todos

.'r

R NACIN AL
da Itiperatriz n. 72
Lu renco Peteira lleudes Guinuiries
Ivitfr^rendr onrasbTOD qui fTpossirel, j
ncclarSu'seus ir%ti^^ qw1em*resoh
qifAS k fdO E206JIS.6 C#VtfO. j ICOfTESDE BR1MDECORESA 15500.
Vende-sc chitas franczas largas com'to-i Venoe-sj cortes de brim de cores para
qtH.de avari, a 160 et# oc*adoV cti*b,- D58 e 2J000.
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado. JJOTLNA$A 35000.
CASSAS FRANGE/AS A 30 RS. ] tbnd-sa botinas part enhoras, 35000 e
ebeireso era vos braneos para o vossu casamenlp,' qualquer costura por fina que seja, seus
ou paa outro fin aproptiado, nceassario ir 'pre^osao da seguinloqualidade : para lia-
Nova Esporanea ra Duque do Casias n. 6),'
qrle alli encontrareis os meluores porti 4uMftfs |
qne se podo desejar.
Agua florida, de Guis'laio,
para fazer os cabellos pro-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 'O,
acaba de receber nova remessa da apreciavet apna
florida para aacr os cabellos pretos. O bom re-
sultado colbido por quem tein feilo uso dessa
inofTcnsiva preparado tem altamente conecitua-
do, e por isso apenas se faz euvbrar. a aueip no-
ramente detla precise e oiifiia se aprovertar de
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido-pira o mesuro uso, e tio acreditados
como"aqueHa.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A ajrnia branca, ra do Duque di Caxias n.
artigos q
que visitarem este grande estabelccimento
que seacha aberto de-de as 6 horas da nia-
50, reeabeu novo sortimento de bonitos diade- \ riba at as 9 horas da noute
comoSse,,orasni *"* m """^ Ra do Baro da Victoria n.
com podras.
A aguia bra tea, ra do Duque de Caxias n.
Vendo-se eassas fraiiavas a 3Q e 360 rs.
o covado.
I.ASINHAS A 200 R9.
Vendo-se lsinbas de cores para vestidas,
a 200, 860, 409 e 500 rs. ecovWlo.
ALPACAS A400RS.
Vende-so asacas para vestidos a-400, 500,
040 o 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-sc cohertas de chitas de cares, a
35500, a ellas antes que se ac bem.
ROfPA FEITA NACIONAL.
TendVs 'camisas bfanoa*. a 19004, 13,
29500 35000 a 4?UU0.
Califas de caerhWs dfc'cordS',' aB?^ Op r
79000.
Coletos de casemira, a 29, 29500, 35 >-
(-4*000.
Palitdts dfe casetnfra, a 49, 89 e 89000.
Seruulas a 14 e 1560*
15000 o 29000. Ditas de pello a 19400. BRIM DECORES A 440 RS.
Colxas de cores a 19200, 25500 e 4550O\ Vender" brir de todas as cores a 4i0
CHALES DE LA A 800 RS. !rs. o e.vado.
Voude-se chales de l de quadros a 800 LENCOS BRANCOS A 25000 A DtZIA.
rs. e 15000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 35000.
Yende-se pegas de carabraia branca trans-
parentes o tapada, a 39, 39500, 45, 49500,
55 e 65000.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-sc saias brancas e de cores, para
senhoras, a 25000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
VcnoV-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello o
maasa, a 29, 29500, 900u e 49000.
MADAPOLO A 35000.
Vende-se pocas de madapolo enfestad a
35000. Ditos inglezes para os presos da
49, 45500, 89, C9000 e 79000.
ALGODAO ABKOO.
c 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-so bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 15600, 29 e 25500 o rs#> para liquidar,
metro. ESPELHOS A 240 RS.
Vende-so a duzia de lencos braneos, a
23000, Ditos com barras de cores a 3500o
Ditos de lkiho a SfOOO.
TALTAS A_ 800 RS.
Vonde-se toalhas para rosto, a 800 rs. e
15000.
GRAVATAS de seda freta a coo rs.
Vende-se gravatas de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITAS l'ARACOBERTA A 280 RS.
Vertde-se'Chita para coberta, a 100 e 320
rs. o covado.
BO|TS PARA MENINOS A 155C.
VentTeBe l-ontes pira meninos, a 19500.
KSI'ARTILIIUS l'AKA SENHORA A 350f.
Vende se cspartillfea para senhora, a
00.
PEMTES1 120 RS.
395C
Vende-so pecas de algdf, a 39500, 49, Vende-se petes dlHsar, a 240, 020 r
0flrr*.
PO'SDfeARjOZA 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 4*#
Vende-se espelhos de diversos tamaahos,
GRANDE LIQUIDACAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande por$8o de sabone- a2$0 e 320 rs*.
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c^m ,' TESOL'RAS A 320 RS.
cheiro a 320 e 500 rs. Vende-so tesourasde diversos tamaahos,
Agua de colonia,'a200,-320 c 500rs. o,a 320 e 500 rs., para liquidar, e ootros
frasco para liquidar, e outros extractos muitos artigos que se vende barato para li-
muito barato. I quidacao de facturas.
Colecqoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
rerebeu novas a UeceOas ou normas para as crian-
gas aprendemm a oscrever |tor si mesmo, hoje tao
usadas as aulas e collcgios; e como sempre ven-
de-as por pi Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A toja d'aguia branca, a ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu novo sormento daquellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para menina?, e contina a vende-las por
precos commodos.
Yos ou mantinhas pretas.
A leja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a mitacao de
22.
SHEMY KINA
(VINHO DE QUINQUINA HIGINICO
PREPARADO COM OS MKI.HORES VINUOS DE Ul'S-
PANIU DA FIRMA
CALVMRAC A. G. C. DESEVILHA
FORNECEDolt
J
DA SUA MACKSTABB
DHIPI'ANIIA.
l'OR
A 11A1MIA
THOfflMlRET GELIS
flMiai'Hineeutico
EX-1ME1'.:ODOS IIOSP1XAF.S DE PARS
O SHERRY-KINA o vinho"de Quinquina
que hoje preferem a maior parto dos medir
croch, e vende as pelos' baratos"'precos" de 3*, j co6 de hospitaes, dos lentes da faculdado e
it e 65OOO. A fazenda boa e est em" perelio dos membros da academia de medicina.
estado, pelo que contina a ter prompta extrae-
cao
Perfeta no^idade.
Tem esla preferencia a sua explicacao nisto
que offerece todas as garantas que dcbal 1-3
se proeuram nos productos desse genero em
Grampos com borboletas, bezouros e gafa- que miitas vezes sesacrificam as qualida-
nhotos dourados e coloridos. di.s t.\o essencies oer do vinho, qer
A loja da aguia branca, ra do D'que de Caxiasn. 50, recebeu novos grampns eom bor- CK0S ESpEC A0 [Ver Guio das At/uas
boletas, be*..uros c gafanhotas, o que de certo ... u i>. pavctaimtiiv itairu
perfeita novid de. A quantiade pepuena, Mimr-aes. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
" a edigo.
NICO DEPOSITO
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadascom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
- ."50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l e seda, en-
neitadas com arminho, obras astas do muito gosto
e inteiramente novas.
NA

Dej-cs'.to cn> PurU,
Pli:.i-macla de P. Maurer &C~
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOMEO & C.
Grampos, brincos e rozetas Ra Lardado Rosario n. 34.
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias, n. tiO, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos c rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aj, e como.sempre conti-
na a vendc-los por precos razoaveis
Caixinhas cm. pos dourados
e pratcados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de ontms cores.
VERDADEISO LE ROY
EM LQUIDO OU MI.ULAS
|Rue cte Seine, 51, i PARS
0
Pechincha.
tt,
NA RA DO CRESPO N. 10.
Sacos de estopa vasios proprios para ?*
9. assucar e farinba a 320. jS '
A Madapolo a U, 2"00 e 41, a peca. M,'
X Algodausinl largo marca T a 'i i'W i S'
W peca. 55J i
Chitas de cores a 200 e 210.
25 Cambra ias de cres-a 210 r. c com '
barra a 280 rs. o covado. 0
Groidenaple preto a 1/600 e gor iro IfC'
largo a 3000 e 3S0O.
Vestuarios de fuslao para menino?, a x%
4J0O0 c dp camhraia boMado a 63qOO. |X
j. Chales de'rfires a t, H200 e 1J300. ***
9. Gangas de linho de reres a 3W rs. o c. fjfi
Jgs Anjoio azul ^merinmo prtra ronpa de XX-
35 escrawos f-'.flti rs. o coVadn.
fX Metas para meninos de todos os tama- W
{* manhos a 3| a duzia. w

tm cadj gai rafa, vai, entre a rollia t o |iaiicl azn'
fUi leva o mu sinele, um rotulo iin|irii>a cm a;.
Ae Vbre fundo negro.
(5. B. Remfltend-sc urna Idlra de S00 fian o.
lokre Paria, rcci*e-se ris frar.coi ile.nediamncntos
1 DenMlto principal rf
lo legitimo Le lUr /2 m Caza do no4i
unleo agente peto
Braxll a Sinor de
kAcamlia na Baha.
MHMMBMBMB
PPROVAOO PELA ACADEMIA IMPERIAL OE HEDICINA
tm 27 daembro de 1810
PA :>IS
PARS
PARS
E' 3obretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
^ie o nr.o de Beiioc deve a sua grande efficacia. Rccom-
menda-se-o especialemente contra as afTecces seguintes ;
GASTRALGIA
DYSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
OIGESTfiES DIFFICEIS
dOrzs de estomago
constipacao
CLICAS
DIARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERINA
RODO DE E^FREGO.0 CorvA.de BcIIoctC.arkifcle.lN)
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P tfu de
Pislhu. Geralmente o bem estar aente-se logo depois das pri-
meiras doses. Lina iiifoniiai;ao entensa acompanka cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
PARS
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHARMACECTice, J, RU DES LICNS SMUT MUL, pars.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Com IODURETO de POTISS1
0 iodureto de potasio 6 um verdadeiro alierante, um depurador de inconleatavjl efB-
! caria; combinad coiti o xarope de cascas de taran Ja amargas, c airado
| aetli pertureacto alguiaa pelos tempraa|eiii*s o* mais traeos*stat afier as fuajecoes
i c j esnunajjo. As doses rcalbemalicas que elle eos tem peranUemaosTnA|aoserecoiuii-o
I para todas as eomplit actas as alTec^oes crofuloaaa, tuerooloaas, oauaoe
rosaa nos accidentes intermitientes te.oairoa; alam d'tssa,
agente o mais poderoso contra as doeucas rnsuinatiaas.
XAROPE TNICO AKThNERVOSO-
de cascas de bcfcjai smftrgi"
35 anpos de soccessos attesUo a sua efnV
cacis para curar: as doenfta nervoia,,
ggudnt ou rhronicas, o* gastritn, gvstrat^
gias; t facilitar a digestSo.
XAROPE FERRUGINOSO
dnaosji tanuajM qm&ula usare.
L' sob a forma liquida queTnsto faoilmsn-
te sMssiriils o ferro; n'csls forma prefs-
rivcl m f ilutase pnfflhas en lodos es esao
em que s2o prescripti
INTIFRICIO
COM QUIMA, PY9ETB
L
ICO
Cirilas.
Chitas rere as cdL, petmeno difettorn W6 efu
na ra do Crespo ni.20, lo)ade Gailherme iC na ra de-MWqtwz desliada n. 51.
lbico ddpnsito; aonde se acha a venda na
casa dt> Y. Maurer iv C.
As-uuicas verdadeiras
Bichas hamburguezts qne vert a eMe merca*):
Blizir dsntlfriei*, para a alrura e eon-
seryacJo des dentes, curando as dres*i pnra'''
eausaMas pea caria oa produzidss pelo? srovd
coatado do calor ou do fri v lanii
"Dspositg a Rio de Janeiro, e. r.he-.slai; em P
Falca Mas; MB Piloto, Antees Lata*n B
Relia eiit iir^uihio Ferrt-lra r C"( Oiifo /roJ
J. rao. 8. ssfcule' ( ero Montevideo O. tnfcer* i em
Usia-awisssaraadura, provoaaod
de que emuede a reproduj*^
.S*M.Aw''.0"; Kt
, oonastM, ss.ft)s|tsfar*..
f. V. Weleraaa | ea Sftt
-iyw,akpseasrd.
limo deposite-, a onde se a'lia avnela na
Riro do barao da V
?sa> tWfi Maurer di *.

.


*
)



S
A
*^jk 4sS$?'3k jCS^k Jr#5'L y4*l*k
DE HOWE
Aderece de hri-
Hauuts, esBierafclas,
rubios e perdas, J
, .voltas.de pcrulas.
** 0\trm de coro*
I' prata de todas as
, I -quididades.
SOARES LE lE, IRIOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Burilo da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melliores do mundo!
Na exposifo de Paris, em 18G7, foi concedido a
Elias Uowe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
ban da T.egiao de Ilonra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medarha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
a E. lowe Jnior, nos
da machina do cos-
tura. *,
A aaedalha de ouro na exposirao de Londres acreditam
estas machinas.
N.
NOVA
2 A-
m joiAs
-Rua do CabugN. 2 A
--:;.
.'.-.' 1? >
A 90S000

C.be-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade rua do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para eni l'eiiiambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura do Uowe. Fitas machinas sao justamente apreciadas pela perfci ^mpregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
otereoer ao cxarae publico as melhores machinas (lo mundo.
As vantagens destas machinas sao as scgunlcs:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova inconteslavel, a
< ircumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contom o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terccira.Ha nellas menor friccAo entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu -
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
> logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozein a fazonda mais
lina.
Stima.'O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de muda
de agulha ao comear nova costura.
Oitaya. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaos parapolerem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tom constantemente
augmentado o sea fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas!
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instnics em portuguez.
OE
iiunto* runo
Achando-se completamente reformado este esUbelocirnento, e
tendo os seus propriatarios feito urna importante ai:quisigo de
jolas as mais modernas vindas ao mercado, p de qualidades superio-
res, convidan* ao respeitavel publico a fazer una visita ao seu es-
tabelecimento, am de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prego razoavcl.
W 3i !# j^t:

'

M araazcin de Jojuh Lopes Hachado t
Travcssa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de Torga de 2 a 4 eavallos.
Cormas para machinas.
Pofins de diversos tamanhos.
^aquetas para cobertos de carros.
S-!:n di; mtn para guarda lama.
Vinlas de langa para carro.
'.hi-.les para carro.
Galfles largo e estreito para carro.
cregos com cabega de marfim, dem.

nacuma acomnanna livretos com
A 9M)00 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Bar a o da Victoria n. 2 8.
DA RUA DIREITA
HOJE
N. Si
ste estalxdoeimento sempre solicito em offerocer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudozas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
preces os mais razoaves possiveis, para o que recebo quasi todos os scus artigos de pro-
prio encommenda da Europa e America, vem dar pubh'ctdade lealguns artigos por cujos
preces bem se poda avahar os.presos le oulros ftitos que se tornara enfadonho pu-
biiar.
dH.DFZAS. MIIDFZAS.
U pat-fl bordar, la m.lhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 25500.
Ubrt por 57500. Botos de setim pretos e decoros, a 800
Aguhas ftefteetws, fundo dourado, a cai- rs- c ,^000 aduzia.
wiiha com 4 papis a 00 rs., 240 %, I Franjas brancas de seda de tocias as lar-
Yoltas de tita de voHn'l uera lindos co- Suras. a SOOO e 100 o metro.
racos fngindO maoreperola, a 500 rs.
Voltas para opescogo, fingmdo camnfeu,
oompanhadas com i par de brincos seme-
'haiite, tudopor 25500.
I.inha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Hito de dita de Alexandre, numerago a
gesto do freguez, a )#I0'0 a duzia.
Diademas domados de 15500 a 35000.
Hitos de tartaruga com flores a 25000.
Ditos com borboletas a 15500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Hitos de plaqut de 500 rs. a 25000.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 15000 o
metro.
Cales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 5000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para snnhora, a
',5500 o par.
Hitas litas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 55000.
Hitas pretas enditadas, ultima moda, a
65000.
, Ditas dita de cores, Canto alto, onfeitadas,
a 55-500,
Hitas para meninos, pretas e de coros, a
56 aRua do Mrquez de Olinda 56 a
(nnlrWa mi! da Caileiu)
LOJA DBS MACHINAS
Sendo este antigo estabeleeimento assaz conhecido como principal o reeommen-
la;o polos grandes depsitos e bons sortimentos com gud sempre prima em ter das
mpfh.-irps, mais acreditadas o verdailoir.is tut&mwtk nmorcniuis \mvu al^o-
dl, desde 10 A f.O erra, c haven-lo em todos os tamanhos diversidades de siste-
mas e mclhoramontos nnra perf'ito c rapilo descaroram<:i(to ; torftam-se dignas de
serem vistas e apreciadas polos Srs. agricultores; os paos, ahim disto, encontrarlo
'.ambern mais :
Apurados VAfonns ioctjioveis, deforga'
ie 21' o 3'/j eavallos com todos pertcngas|
precisos para tr;iballiarcm i machinas para'
slgoilo, 011 para nutro qualquer mister.
Machinas para lavar roana.
ridos americanos para varzea c lade:-
a.
Carros de mao para atierros.
Tinas de mailciras.
Baldos de dita.
Hitos do forro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos le madeira para compras.
Apparelhos para jar lins.
Guards-comidas.
cobrir
A Predilecta,
no empenho <1b'bera servir aos scus Iregueztd e
ao publico era geral tein procurado prover-se do
3ue ha de inelhur e da ultima moda nos mrca-
os de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
109 d que o seus art^ scrao bem apreciados
pelos amantes do bora e barato ; pasea a euuu
merar alguns d'eBtre elles, como sejam :
ALBU.S, os mais ricos que tein vinde a este
mercado, com tapas de madreperola,
tartaruga, martini, vetludo e chagrn.
ADECEl^OS pitstos e voltas propiias para luto ;
assim c ihip, mu iniii.to sortimento de
ditos de plaqu, obra Una e milito Lera
acabada.
DOTOES para pnnhos, o que po pile dopejar de
mellW em plaqu,, tartaruga, madie-
penUa, iiiarinu e sso.
liU'AS de velludo, seda, palfia e chagrn,
lia de mais moderno e 1 ndas.
8IC0S de si'da e de algodao, tanto branco como
pretu, de variados desenlio
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAlXlflHAS para costura, muto ricas e de di-
versos forra tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitaco, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sorliroentM
capaz qualquer souhora por mais exigente
que m-j.l
PORT-BOUQUET de madreperola, raarflm e 6sso,
este um objecto indispensavel as se-
nhoras do bm tora, alim do aspirar
o aroma das Bares sera o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancLa-
rem as delicadas nios.
PENTES de tartariga, de marfim e de bfalo, pa-
ra ah-ar os cabellos e tirar bichos.
PEHFUMABIAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de lino
odor dos mais afamados fabricante?,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Ceu-
dray, Gomcs o Itiniel, que incuin-
bido da e-cnllia dus aroilias mais bem
areitos pela sociedade elegante da
Euroiia, e por tanto, achain-se ra
pussibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA duixa d: enumerar una im-
mensidade de artigos, alim de no mas-
sar aos leitores o se pede a benevo-
lencia da ri'speitavel publico em di-
rigir-se rua do i abug n. i A, pa-
ra couvuncer-se aonde pode comprar
o que bora e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e .urgurao
seta
IMENSVETTOS. lticos vestimentos para meninos,
por barassiaio pre<;o.
FLORES. A Predilecta prima eui conservar um
bello sortimento de flort ao alcance
de qualiiuer bMa anda que nao es-
toja bem ivpli rt.i de dinheiro.
FITAS. j bem sabido do publico que s na
Predilecta que poJem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafet, velludo, nho e de algodao, por
commodo preco.
GRASPOS de tartaruga, imitaco destes, pre-
tos e i?0 cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
laeos egolinhas do bonitas res, tam-
bera tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para hornera.
JARROS de porcelana e de vidro multo bonitos
para ornatos de sala.
Mci s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e liomem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
UJVAS de pellica, de seila e de algodao, para
hornera e senhora.
LIVR0S para missa a Predilecta^apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, jso,
velludo e chagrn, por precos mu
razoaveis.
Novidade.
Pafa aboacoiserv..cvio
V0SSOC4BELI0
Elle um preventivo BMMB
a calvice.
Elle d e restaura ftin.a o sanidad, paNa d,.
cabera.
Elle.de prompto faz cessar a qaeda .rema-
tura dos cabelles.
Fded grande riqueza de lit- *.. os ca-
bellos.
Ello doma e faz preservar os rabudos, n
qualquer forma ou psito qu
jo, n'um estado fonroso, li- macio.
Elle faz crescer os cabellos ba--t r..mor-
dos.
Elle conserva a pello o o 0B* i ,!. (i
limpo e livre de toda a cs|m ,.
Elle previne os cabellos de se t"' i, :.r." -li-
eos.
Elle conserva a cabera u'inn ,
cura refrigerante e agiadavH.
Elle nao demasiadamente teoso, cnrdn-
aoato ou pAgadir;o.
Elle nao deixa o menor cheiio desagrada-
vol.
Elle o melhor artigo para os <
enancas.
Elle o melhor eo mais a.r i I artigl
para a boa conserva;o e arratijo
ludios das sonhuras.
Elle o miico artigo pnprtfl [Mr
lo dus cal>ellos e barbas des i h i s.
NENULM TWJCAOOfi W SKN.nit \ >(.
I'ODECONSIIIEU^R COMO COM-
PI.ETOSKMO
TNICO. OKliv, AL
o quid presera, linpa, f>>rtca o afurnutsea
O CABELLO.
Acha-se venda nos firtabelecimeutos de
H. Forster A C, agentes. E era todas al
principaes lujas de perfumaras e hotn -.
Tiiumplio da
tiAv- '.'i*.
"d^E'rJ.-
Tampas para cobrir pratos
trrachas para fazer parafuzos de forra.
Pita dita Utos le madeiras.
Trens para cozinha.
Emtim muitos outros artigos, que savtsta e neste estabeleomodercentp
laminados.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cilindros americanos para nadaras.
Portemos avulsos para machinas.
'Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de divorsos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhailores para milho.
Azaite de spermacote para machinas.
Camas de ferro.
Bombas do 3apy.
T)itas americanas.
Cofres de'ferro .patente.
Cannos de trro esmaltado*.
Ditos de dito estarihado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiro.
Ci
A Predilecta, a rua do Cabugi n. 1 A, acaba
Je re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, ifm bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para enhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambera bordados o le phantazia,
saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tauadiuhos
e transparentes para meninas, que udo vende
por bnrato preco.
Ditos dourados, duzia de pares, a 15)500 3' e ''^OOO.
:j?000. ^Completo sortimento de calcado de case-
Voltas de aljofares com brincos, a 2^500. mira. Charlt, tapete e tranca, mais barato
Ditas de ditos com corages a 1JM)00. j0 7o d que em outra_ qualquer parte.
de cores, de
de 1# a 1$400
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
80 rs.
Rosetas de plaqut a 13> e 1J500 o par.
Gravatas de seda para senioras de 15)200
a 25)000.
Parures com 2 lajo para cabeca e peito
a 3t c 4*000.
Entremeios ebabadinhos bordados de 300
rs. a 25)400 a pece.
Gales de seda brancos e
1*500 a 2*500 a peca.
Ditos de algodao e seda,
a pefa.
hitos de algodao, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marlim a>*'e^fO00.
Ditos de sndalo a 4*500.
Ditos de madeira imitando, a 2*000.
Ditosde-papellesa 1*800.
Coques para senhora, a 3*, 3*500 e 4*.
Aderemos fingi lo coral, compondo-se de
allincte e brincos por 2*000.
Dito dUo pretos pOr 2*500.
Ditos de plaqut, compondo-se de alfinete
c brinco, sendo de muito gosto, por'5*000.
CHAPEOS.
"Ricos chapos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 11*000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 16*000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 2*800a 5*000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 16*000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 5*500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 6*000.
Ditas dito cabo de marfim a 9*000.
DIVERSOS ARTIGOS.
LOJA DO PASSO
mmJZ'vJT'a05' Zen(r'Ult* 2m *.** *, Hfas ^stfinas
ma moda, rom listras de seda, a 50 o co- de seda, W de linr, bramante, oambraas, 'chi-
Joaquim Jos Grono,alves
Beltro & Filhos
Teem para veader no sou escriptono rua do
Kuarnmeiro de Marco i commemon.s, o.Seguiute:
h i 7 AGURDENTE de caj: cala7de 12 garrafas.
n. i A, (*> tapan*B,-Mein dem,
_ .i a^_ i ii ARCSi de OUtrOra CIO iFeSpO. CAL Hie^ysba, menierneBte chegada.
Os proprietarios actualmente deste imperante CHAPEOS de sol, para homem c senhora, cabo
estabolecinentn, .tendo procedido a urna coraplela' rv*'c a* r n)*r'"s e ***-
r forma em precitado estabelecmento, e coBscios'ZuLl -T i-rrj' P2rL:p#,*'. L_, a
de ?er elte um dos mais bem sonidos principal- *TO-W--B?Bf *.** do commen-
mente em artigos do moda e alta n<.vtao>,.pe&tti!. IN. 'B'wa'or Pedroio.
ao respeitavel publico e em particularaoswus n*?* -.-m?1',
numeroos freguez. s a bondade de conlimiarimi a -ni?.t: RSS1-^ .u- a t
depositRr em sua comanos, garantindo seren bem PAOTro"e S^2 25^ febnca do coo>-
semdos e por precos nimiamente'baratos. 'Ve-lnc^j,,- '1?u'!!!mm lWW: ...
nhamprn* todos comcrar aovas e lindas-ftieo-rl,E0Z ^''^ l'whAdes^das.fabricas de
das, de cujas damos um pequeo 'reumojparaL^B,,,.^1*^* ,f "it:Mllrta-
que vista lelle possam apreciar. ^ fLSSPSPra botica.
Velludo prato, setim maco preto e hranco, gor- ^LSPARI A-do Para,
gurao de seda, grosdensnle preto o de'llndas co-
res, la com listras de seda, oambrala arlpoza,
nanstik dehndnsipcHriks, ias-brdadia para
homem, vestuarios pa'a criancas, chapeos para
baptisados, mantas brasileiras, meias.de cores pa-
ra homem e meninos, chapeos de abo femaTflra
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 1*800
e 2*000 cada nm.
Ditos pafa S0f a 3*e 4*000.
Toalhas de Iinho para rosto, a 1*300 cada
orna.
Ditas de algodao alcoxeados, a 640 rs,
Qolts de crochet para cama de casal a
6*000.
No escrptoro da rua do Commercio n. 32, de Joo Jos do Camino
Moraes, venoVse o seguinte :
Caf do Rio de Janeiro.
Cimento de Portlan I.
Palhinha pwpawKla.
Cera em vls.
Oleo de linhatja.
Coiiro de lustre.
Bezcrros.
Chumbo de munico.
Gomma-laca, superior qoalidade.
Cadeiras hambijrguezas.
Ditas de balehco.
Ditas para criangas.
tas, easemiras, etc.: na-loja do:Paso,>rua Pn-
mirec de y arijo n. 7 A.
Setim macio de'e6re.
Safas biM-da'das'pM's senbora.
C rtes de vestidos 'braneos bordidos pam se-
nhora.
Mcnnu-prcto e de crc?.
Capillas e mantas para- floiva.
Rin-cortes dcseds'de tfa*.
"Ht ruaios ;pgrfc.#aptiados.
I' Gha(>o* Jrtlxas de reda pan noivas.
Ditas de IS.
Toalhas bordadas de c-rhlbraia de-lIWrra tafa
baptisado, com o**iiW(?mas.
Na luja iloRass VEASE
urna mulatinha com ludas as habilidades e pti-
ma mucama : na'TOaide'S.'Prtuicisco n. 70, ulti-
mo sobrado.
---------
vELAade-eerar-deUudog oeitaroaohos.
V4NHO engarrafado do *orto,icaixas4e 12,gar-
dlwiioacatet do Donro, idetndem.
t' ditoiSetrital,^ca1t8S'deJPe'lde?i!Hi.
da. llalla engarrando, caixas de 6
gar
upetlor, m'an^ifWas.
de caj, ralxas de *t gar fas.
Malvaiia do Oauro, aiaas.coin 12
'Tafas.
I Carcavufti. dnaidern.
gar-
'(jtaUte \3 toante casa de
cafnpoi'popa "pewdeneia de
^saiiile ownilia.
oraMMba
TASSO IRMOS &d
Em seus armazeus rua do Amorim
n. 37 e caes do Apodo n. 47,
tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Maehinas de descaro<;.ar algodio.
Machinas de padaria.
Potassa da Rossia em barril.
fhosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha era garrafoes.
Lentilhas era garrafies.
ll:um da aJmaca.
Vinho do Parto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
batas de tuucinho inglez.
Barra com rapolho era salmoura__________
SEGREDO .ECONOMA E CELERiDADE.
Obtem-se com o uso.
iNJECg SHOST
nica, hygienica, radical einfalUval na cu-,
ra das gonorheas flores brancas efluxos de
loda especie, recentes ou chronicas; e que
otTerece como garanta de salutaresresultanios
a continuada applicago que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos los-
pitaes de Pars.
nico deposito para o Brasil, Bartholomou
& C, ana Largado Rosario n. 34._____
Xarope dlagrio do Para
Antigo e conceituado medicameuto para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
comoa,V>b.tysic&, bronchites, a^tbna, etc.,
appcado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na;pharraacia e drogara de Bar-
tbolomeuA C, rua Larga do Rosario p. 34.
Xa ba inais cabellos
Km tem pos modernos m-nhum :
ment ojMuromaior ii'vi'..rio i.) mi
curar aiitorioriiienti^ em veaja do que u
riTnuL de mm m'
TAMO NO TltAlA.V.v
DjQluia JraphinatMi:
aaiioer da.&fluf par jGuiUwnuo Puri
Amaro, vndeseu grande sobrado OOToeo
nella, em que reside, actufmaate^^r. 'r.-Sem-
fHk. hwduBy iMtrireao, ?ers*rifldiea&o .ero reeao
proprio. Ungva a#:re,rio sobrada Um una
bonita casa nova de bilhar cora ardim, carimba
a banbeiro : quera pretender dirija se proprie-
: fena^htriai^wlfcsoi>,'e*lSJ*ea'pai'0'8r;'.Gui-'
'Jtermie^irceUiiHaiAiiUa n,ao, .aw Aauro,
e parjfcMtfornttqirt, TUojad Sr.. Jtojuiuira.llaptista
de Araujo ti*<4h -Hihiiez de Olmda n. 3, ou-
tr'ora rua Ja ide^a
" T- VjmdjB-se (w'ar^dehie o1 egeho "Burare-
fTn^'n^rr^^ia^^^rttthadih, aislante -fcf e
meia da eetacao de GaurtWalta, cm proponte?
he>peridina, roiMTier e:are-rpao!sfrt(^ol)IWpAe* *ones -. a tnatar coa
t
------
Verdaiiriro bter
ditado : a venda no armawt de Taslo.4Bnl>
C, rua db Araorim n. 37
A
Leal a IrmoB Hit p'rAc^a, ou com o c atao Jos*
de Castrt Pas Batato, no engenti-) Mtw'Grosa.
I7<
MA! JAIWi .
' S nica apbrovada petas academias de
scrncias,'recoBnecida strperior a^toda-qoe
tem apparecido at'hoje.
[pil i rua da'Cade
quez de Olhiia, n
todas as 4otjcas e casas de ce.betei-,
reiro.
Vand-w eadras:de amolar : no arinazaoidtT
ltptU,iaUi
BICHAS DE HAMBRGO
As mais recentes e melhores.
Jendem-se na pha rmacia e drogara de Bar
tholomeu A C, rua Larga dpsario o Rn. 34.
Tosse, Cn ;...
Asthina, riii.-i. i.
Rouqiiiduo, Uosram ;.. -.
Dioiicliiti s,
Tosse Convulsa.
Dores de l'eito,
Kxpectiira;ao de Sang ic.
Como em toda a grande aerie le ... i
dadas da (-retinta, do lVio i
Org4N I rt-prH<'H >. ijut -t...
atormentam e Caseoa aeffrer a humani 1.
A manera antiga le curar eoosisti i _
mente na applica,ao de vesicatorios, ua-
grias sarjar ou applicar exItfliniMnle un-
gentos fortissimos compostos de sulMtau-
cias vesicantes, afim de produiii e 4h .->
cujos lilVureutes modos le OUMr, u >< ff"T
seno eiifraquecer e diminuir as fuljas d pobre lenle, conlnliuii'lo |Kir -! i fu..w<
d'urna maneira mais acil j certa p..i. a t.-
formidade a destruyo inivitavcl de *..a
victima! Ouain diltorcntu 4 pois Oudt.)
admiravel do
rEIIOSAL BE ^CASITi!
Em vez de untar, mortilicar e cauzai .
ditos soflrimeutos ao doento,
Calma, inodilica o suaiisa a dor.
Allivia a irrita;o,
Desenvolveo eHledimento,
Fortifica o serpa
e faz com que o systema
desaloje d'urna maneira prompta e ra|
ate o ultimo vestigio da cidermitiailc '-
melhores votos em medicina da r,ir.-, .. os
entes dos collegies de uiudk-ina de iWsi
testificara serem exactas e terdadeiras i si
relages analgicas, e alrm dissera exna-
riencia de militares de pessoas da Amanea
Uespanhola, as quaes foram curadas co;n
estemaraxdhoso remedio, somai nuesuffi-
cienies para sustentarein aopinao do
PE1TORAL DE ANACAlll ITA !
Deve-se notar que cate remedio se acba
inteiramente isento le venenos, tanto raine-
raes, como vegeta es, ennjuanto que aJguos
destes ltimos, c particularmente aqu<
que sao dados sob a forma de opio, e act-
do hydrocianico, formam a liase da maior
parte dos Xaropes, com os quaes to f-
cilmente se engaa a crodulidade do pu-
blico. A composi;o de anacahuita peito-
ral acha-se linde e curiosamente engarrafada
em frascos da medida le cerca de meio
quartiUio cada um, e como adoso que se
toma s d'uma colher pequea, basxa
gerauneute applicacAo d'um ou dous fras-
cos.para .a effesetua^o de qualqu >r cura.
Acha-se a venda cm toda as balitas.
H. iFrosters A C.,. agentes.__________
O uiuite acreditad rap |iriorenr VreaM
me amrellinlo ;'Maulo Cordero, coaaowiw o
jado, Mearen ara preta-e superior rolao t'ran-
cez e princea do Rio do fabric-intc Rocha.
Vende-se cerca de una t- -', p :lr J >
sobrado de 3 aullares c grande sotao, si!)
rua da Imperairia u. 53, na rano do fa-
voravel praao ^le a:0O0W)0O, a dinh
aun prato ; a tratar com o respectivo oon-
senborruado Sol u.2i.

(__mwft _|


8
Diario de Pemambuoo Sabbado 12 de Julho de 1873.
i
LITTERATRi
Gomobella a manh no eco se esmalta I '
Da natureza o peusamcuto ousado
Mais seinflamma o radia... E' a luz, a gloria
Que mais um nada d-; illuses derroca,
Nova flor de belleza aspira e beija.
O abysmoleva a-sombra, suu esposa,
E a linda aurora amostra a ni mi dos seculOs
Mais clioia de grandeza o de harmonas.
O co falla de encantos que son tiara,
As nuvens sao donzellas acordadas
De tranjas soltas o Je espaduas nas,
Velho espectro das mattas, a palmeira,
Que mats falla de lulas l desporta,
Fitando a immensidade que Ihe acea.
S) mbolo da humaniaade, combatente
Afastando de punho ensanguentndo
As cen garras da morte, ei-la serena
Bebendo a luz Qtianto sublimo aov-la
Nessa attitude de gigante austero,
Que sabe do desdora jogar as ondas
Se o tonto temporal Ihe atira um raio 1
Mas que/*! Se os grandes coracessoaccendem
E as alnas fortes de fulgor so inundan,
Tudo vida e amor I As alvas meigas
Se en trelaca m a nos ; b zincam, suspirara,
S bem rir e chorar. Sobre a esplanada
Da immensidade sobem para vernos ;
Nos tambero as amamos, pois que ao ve-las,
Como o perfume de jasmim celeste.
Cae-nos na face uns beijos aromticos :
Sao de luz e de orvalho. Oh que sao ellas
Que entram un nos a alma para veri e a cpula.
Clica, esmaltada ; mais ento voamos,
Nao como ascetas suspirosos, lnguidos,
Asphixiados de sombra e de pavores,
Mas como amantes delirosos, tromulos,
Que uns seios beijam de 'esplendor e rosas.
Alegra, alegra I... Ah I inda tempo,
Pode a manha sonar. Km nossos labios
Queima o rojardafaeedos arehanjos,
A louca embriaguez da immensidaile ;
O co nosso amigo, nos convida
A subir, a voar ; d-nos encantos,
Sabe tambem chamarnos para ver-nos,
Para ouvir a harmona magnifica
Que a alma gitada oceulta em seu sacrario.
Sobre o eolio polposo da colima,
Onde as flores sonhavam devaneios
De sylphos amorosos, onde a rosa
Abria o veo nocturno ao delicado
Jasmim das selvas, e teimosa a la
Tinha medo de si, fulgindo muito,
Vai o sol magestoso se estendendo...
Alma divina, prodiga de encantos.
De grandeza, de forja e dd mysterios,
Grande esmoler da natureza absorta^
Sabe espalhar com a luz o enthusiasmo.
Ento o homcm avanza e tambem luta
Qual um athleta mgico, phantastico,
Pondo a mo sobre oesphinge do universo,
Abrindo d'alma as paginas recnditas.
Como quem husca ancioso umo lembranja.
Morde-lhe a forja interna. A natureza,
Sua melhor irm, quor ajuda-lo.
Raios de pensamento se misturam
Com os fulgidos lampejos luminosos,
Quo Ihe tombam na fronte; o nesse amplexo.
Que a vida comraum e a gloria de ambos,
Presente a historia, dama ajoelhada,
Nobre matrona de feijes severas,
Que algun'i novo ruido se aproxima :
Tombar do astros j velhos, j opacos.
Rolar de sombras l no immenso pelago,.
Pizar do homem chegando j sem susto,
Tendo por companheiro um Deus descido.
Masque?! Se os arijos se enfadaran fulgidos
Das eternas vises de um co profundo,
Tudo gloria e porvir 1 As divindaJes
Sao amigas de nos... nascein, fallecen),
Podem dormir, sonhar. Em seu abysmo
Hade a revoto jo tragar altares...
Sempre os arehanjos mostraram sorrindo
As frontes louras, esquecidas, lnguidas,
Sobre o seio das almas adormidas :
Sim que ld'oudc os aojos vem descendo
Viam o eolio s santas que subram.
O co desfaz-se em luz : o sol brilbante
Manda o calor ?s agonas que so atiram
Muitoalem.muitoalm... no espajo inmenso
Tudo se expande e sent o surdo abalo,
Qu arroja-nos em busca do futuro.
Nao sei oque mais lindo se urna dhalia
Aberta de abundancia delicada.
De fervoroso entumecer de encantos,
Onde, aos toques da luz, sent se urna alma,
Urna vida mimosa, um sonhar doce ;
Ou, te uns olhosde moja que fulguram
Com o mesmo brilho, que sua alma expande,
Purissimo, celeste, que denotam
Que l dentro urna dhalia desabrocha...
N'a sei o quo mais lindo I Mas que as mojas
Amanas flores, como irms menores,
Que se estreitam, se abrajam, se aniquillam
No extaso sentimental que as arrebata,
Existe a luz do co para affirma-lo.
Recife, 29 de marjo de 1873.
Sylvio Ramos.
episodios dessa luta sao verdaderamente democrticas e temperadas, e na ordem re-
fragmentos picos, como Riachuelo, Curu- ligiosa a razio e independencia, que tanta
paty e Reducto do Estabelecimento, onde a vida soprou em Germanos e Bretoes, tomou
bravura napolenica do Osorio se arremessou assento magestoso no templo da coscien-
tm rasgos de esplendida vinganja e gloria ca.
contra essas podras do despotismo de um .Mas quo poder poderoso poderia preci-
homom notavel. A poesa ahi teriasem du- pitar a ordem e harmona lentas e colise-
vida alguma cousa que- fazer, que extra- quentee, J| que tamaobas revolujes se
hir. elaboraran ?
0 genio do homem se aureola de inspira- Tambora na ordem ltteraria tudo depen-
jes com os factos de longicuo passado. E' de da natureza, qualidades de rajas, meio
preciso que as cousas, para serem bem gran- onde respiram e por isso um povo nao ser
des, sejam vistas do longe, atravez das ossa- n'esto ordem como em qualquor o que elle]
das do urna ou mais gerajes. quizerlogo ser, mas somonte oque elle
A litteratura btasiloira poderia anda se pode e tom de ser.
enriquecer dos factos da historia da humani- Alm d'isto, como deixamos dito, todo
dade, que nao exclusiva deste ou daquelle povo, as evolujes litte arias, antea de
povo, mas os factos de alta importancia e crear, de ser original, assmila, adquire e
valor Iliterario desta historia j toom sido concentra forjas, ensaia voos.'e justamen-
apropriados pelos genios europeos com suc- te n'este periodo de preparajo, em que se
cesso ; comtudo a tentativa nao seria infruc- acha a litteratura de nosso paiz".
tifera para ella, principalmente quando ve- Portanto as causas fataes do pouco deson-
mos evemplos de reprodcenos dos mesmos volvimento da litteratura brasileira nao sao
assumptos com maior ou igual successo na somonte as qualidades da raja, de que elle
historia ltteraria. deseen dente, aiada que seja exacto ter
Quem actualmente, que se acha com sempre a metropole sido considerada a na
forjas bastantes para encarar com esperanja jo mai* atrasada da Europa, dito pelos seus
os horisontes do futuro, e tomar aos hora- propros escriptores de mais mrito. Algu-
bros tamanha emprezu em nosso paiz? ma cousa de mj existe n'ella, em suana-
A poltica o l-dora Jo de todos, e a po- tureza, pois nao se elevou altura dos ou-
litica, como aserea da onda, urna moja tros povos na carreira litteraria e scieutifea
formosa de longos cabellos, sentada a cantar da civilisajo, com excepjao do um ou ou-
o embevecer as imaginajes, no meio de um tro homem superior que tem ahi existido?
martrahidor. Ella tem desviado de alguma Qual o seu grande philosopho, qual a
torta e retardado mais ou menos o mov- descoberta scieutifica quo ahi se operou.
ment nesta ordera de ideas. j O nico poeta seu de nomeada europea
S o apparecimento de um homem supe- Cames pelos seus Lusiadas, .o qual foi
rior, de estatura elevada, cuja mo podesse atrozmente criticado por Voltaire, que nao
dar um movimiento mais proprio e natu- tinha dimito de assim proceder,
ral. I Nos herdamas iufallivelmenle suas ms
Km quanto tal genio nao apparecer, nao qualidades, e tambem algumas boas, como
entraremos nos venladeiros camiuhos do o carcter e patriotismo, e nao temos direi-
ileal e das poderosas concepjcs, que fazem to de nos quoixar Sobre tal ponto,
as delicias das velhas o adiantadas, Gorma- O remedio est em chamar o governo a
nia, Inglaterra, Italia, Franja. ,torrente da emigrajo da raja germana to
Tal vez haja opinious sobre saber, se con- simpathica, virtuosa e intelligenle a rejuve-
vem naturalmente a critica neste periodo,, necer ou estimular germens menos energi-
que atravessamos eos de outra raja.
E' facto que a critica s tem vindo de- Isto nao quor di/.er jamis quo nao seja-
pois do apparecimento das obras primas do mos um povo capaz de produzir genios
genio, e s ha um paiz formando excepjao, mesmo na accepjo mais rigorosa da pata-
rras que chegarara ate* ameaja de morte.
Lu da estar o pobre rapaz era casa
muito desprevinido, entretido em qualquor
cousa, quando otio se abeirou dellee a quei-
ma roupa lbo desfechou urna pistola. 0 des-
granado cabio raorto.
A principio o assassin i pretendeu fazer
suppr que o infortunado mancebo se^suici-
dara, mas depois nao lava rusolujo para
perseverar nessa evasiva, e afinal confessou.
0 jury, aceitando as circumstancias atta-
nuanles allegadas pela dpfeza, deu o crime
por pro vado.
Km altenc&o avanjada idade do reo o
juiz lavrou sojitenja con lemnando Antonio
Denmmlel, de 70annosde dado, na peua
de dez airaos de priso maior.
QL'K MALVADO : 0 tribunal criminal
de Lyon acaba de condemnar morte Jo-
sph Soringer, ina'rinheiro, pelo crirae de
triplo homicidio. Kste scelerado raatou a
m, nina irm e-o podrasto, com o nico
intuito de Ibes roubar as economas que sa-
bia ellos possuiam O crime fra praticado
com urna grande faca, durante a noito.
A rni, rapariga de 21 anndS, recaben 13
golpes ; a m onze, o O padrasto oito ; os
cadveres estovan por tal forma mutilados
que a principio se nao conhecia de quem
eram.
Oassasino, cominettendo os homicidio*,
roubou oque pode, inclusive o relogio d'al-
gibeira do padrasto, o fugio.
O malvado namorava urna rapariga com
quem o.-tava para casar; porm esta, saben-
do que elle tinha sido condemnado a tres
mezes de pristo, por furto, escrevra-lhe
urna carta, dizondo-lbo terininameute que
por tal motivo nao queria saber mais d'elle.
Na audiencia e malvado encara o auditorio
com petulancia.
Ao ouvir 1er a sentenja que o fulmina,
mostrase ii.diforente.
Palavras sobre u litteratura
brasileira.
(Concluso)
Sem duvida nao o meio social, em que
vivem, que crea os talentos superiores, mas
o genio nao sendo outra cousa mais do que
urna feliz e incansavel assimilajo de ele-
mentos poderosos exterioresa historia, a
civilisajo, as lutas, a natureza com todas
suas mysteriosas e doces harmonas, o meio
social faz em engrandecer e despertar as intel-
ligencias que como o fogo precisam de ali-
mento combustivel. Emfim o enthusiasmo,
a admirajo, a boa f sao qualidades ou
motores da acceitajo mental e creadora,
que fez dzer ao philosophoser o genio urna
insania I
A historia do Brasil ainda nao vasta e
fecunda. Os tempos coloniaos apenas apre-
, seotam de verdaderamente importante a
guerra hoandeza, que foi em grande parte
aprovhada por um talento estrangeiro.
Sua independencia nio foi como nos Es-
tados da uno americana,esse paiz estu-
pendo, urna revolujo fecunda e grande.
Barata e fcil nos fra ella, que antes nos
tivesse custodoum pouco mais caro. As
revolujes que se seguiram, foram um arre-
medo das grandes comraojes seciaes euro-
peas : muito pouco interesse pode prestar
ao genio Nuues Machado m here de
cortos grupos de factos, que pode ser de al-
guma sorte urna mina, seno do mais puro
ouro, ao menos de valor subido.
Nossa ultima guerra urna luta vlente
nos vastos e solitarios pampos em face de
um co aberto do mais puro azul. Nossos
cantos de victoria e patriotismo se misiura-
vam com as vozes e gemidos dos ventos des-
sas solidos, echoando com urna certa su-
biUda.de sehagem e grandiosa, e alguns dos
que a Allemauha, Lessing ooutros deram
direcjo, j pela critica, j por suas produc-
jes importantes, litteratura alloma. A
critica creou neste paiz a litteratura.
Seja como for, j quo .o facto foi possi-
ve:, fosse por circumstancias especiaes em
que se collocara a Allemanha, urna critica
sensata, de boas e largas vistas, profunda e
scientlfica, conveniente, mesmo no periodo
da imitadlo, para corrigr e determinar o
moviraento do espirito litterario n'um paiz ;
mas se deve temer dos effeitos funestos da
critica parcial, insenseta, de mesquinhas e
acanhadas perspectivas, mordaz, feroz e
egosta, que s pode perturbar a accelara-
jo, e ou annuviar horisontes mais bellos e
luminosos que talvez se approximem.
Nao convm desanimar talentos mesmo
mediocres, porque servera d incentivo a ou-
tros de maior folego.
At aqu nao tinha apparecido no Brasil,
na ordem litteraria bem entendido, urna cri-
tica vasta e scientifica, que com principios
tentasse dar direcjo mais acertada, a nosso
espirito litterario, ou antes inostrar-lhe os
largos caminhos por onde se vai inonta-
nha da gloria.
Ainda que ao genio nao se possa dar re-
gras absolutas, uem direcjo determinada
(e pelo contrario sua independencia que
faz sua maior belleza exemplos : a Alle-
manha e a Inglaterra) porque como j disse
nlguei : tolo seria o critico que quizesse
hacaruin caminho aodesenvolvimentodo
genio, e isto exacto, porque cada talento
tem impressos em si proprio os selfos ou cu-
nho de sua personalidade, 'comtudo se po-
de mostrar as ms influencias, que actuam
sobro os espiritos, os desvos que ha no
caminho direito, as nuvens de lempestade e
mo tempo, que pairara em certas regies,
o Impulso falso que dirige o moviraento.
lluvia, verdade, um ou outro litterato,
so tal nome elevado so pode dar a esses ho-
mens, de que fazemos excepja i de Adreu e
Lima, os quaos com ideas acanhadas da
critica portugueza de puro classismo tinham
analysado, se critica ou analyse se pode
chamar um elogio continuo, algumas pro-
duejes de nossos escriptores, quer da es-
cola el ssica como fez Pereira da Silvanos
Vardes lIlustres do Brasil, quer da ro-
mntica, como Sotero dos Res e algura ou-
tro, critica onde transpiram sentimentos de
mal entendida nacionalidade, criticas que
talvez ignor .ssern o desenvolvimento hist-
rico e psychico das grandes litteraturas es-
trangeiras, ese apegavam decadente e es-
tril litteratura portugueza do hoje, como a
chama o grande artista lusitano.
Csses homens, como se v, jamis pode-
riara produzir alguma cousa de sao e espe-
ranjoso na direcjo e correcjo de nosso
espirito litterario, com ideas to estreitas.
I ni nosso collega (I) tem tdo o mrito,
apezar das censuras fortes que tem soffrido,
e gustamos de fazer sempre justija e dizer a
verdade, de applicar as ideas genes o os
principios da critica larga e robusta euro-
pea, deque foram coripheus outr'ora na
Allemanha Lessing, os Schellegel, na Ingla-
terra Corlyle com seus vinte volumes, na
Franja Yillaimain, e modernamente Sant-
Beuvc e tantos outros, a nossa litteratura ;
e nao obstante diTcrirmos de algumas de
suas ideas, e do modo desabrido e as vezes
menos pensado, com que trata nossos es-
criptores, que fcil e bem poda corrigir,
comtudo louvaraos seu proceder, a quo
ninguem pode deixar de reconhecer vanta-
gens.
Ha urna forja, um principio fatal, como
j deixamos ver, que rege as evolujoes das
civilisajes dos povos, quer no desenvolvi-
mento litterario, quer em todos os mais-
scieutifco ou philosophico, social, poltico
o religioso. Assim desdo Vico e Harder,
desde Baeon e Descartes, ou desde o metho-
do d'aquelle e o processo d'este, desde 89
e a grande revolujo ingleza, to bella e
profundamente desfcripto por Macaulay, e
desde a reforma, a historia deixou de ser
urna nafrarjo eloquente e apaiaonada nos
labios de Herodoto, Thucprdides e Taceto, e
consttuio-se urna scencia, a pbilosophiaj
va, nao, nao, mas um povo que tem pro-
duzido em menos de ura seculo com que os
outros bao de por mais ura seculo tomar a
pensar ainda, contm poderosos gerraens,
que poderlo accelorar nosso progresso Ilite-
rario, quando fuudir-se e derramar-se polo
seio d'este vasto paiz.
Parece desolador querermos fazer cruzar
rajas humanas, como se cruzara os cavallos,
os caes, os bois, mas urna le, e devenios
curvar a caliera sabiamente.
Polygeoistas ou monogenistas, todos con-
cordara na diversidade, superioridade ou ra-
feriondade das especies ou rajas, quer ve-
nhara somente dos Aryos, quer de difieren-
tes pares primitivos, pela variajao e cir-
cumstancias de clima, terreno, nutrimento,
hbitos, prejuizos, etc., porque passaram,
embora nao saibam, os monogenistas o ulti-
mo segredo.
Quando o Brasil possuir em si grandes e
vastos centros de populajo miis activa, o
espirito litterario se resentir do facto, maior
e nova varieaade de talentos surgir, que a
poltica, que hoje os desvia, nao poder
absorver.
As causas ficticias sao varias, as quaes
teera retardado nosso moviraento litterario.
Km primeiro lugar a educajo litteraria
do povo brasilero ou de sua raocidade, que
amesma cousa, nao de modo algum
robusta, completa e s.
Na Allemanha, todos sabem, assim como
na Inglaterra, Kstodos-Uiiidos e Franja, a
base de estudos solida.'
Funda-se as universidades sobre o co-
nhecimento das linguas raortas e vivas, pri-
meira condijo e elementoindispensavel de
adquerr-se alavancas de iustrucjo das lit-
teraturas estrangeiras, ensno feito por pro-
fessoros, cada qual mais instruido, e onde
ha emulajao.
No Brasil conhecido que o estudo prepa-
ratorio mo, muito mo, superficial e aca-
nhado (nao queremos fallar dos professores
que o dirige.) O collegio de Pedro II no
llio de Janeiro urna instituijo fe iz, e j
estove nos primeiros tempos, e at mesmo
quando estudou Alvares, bem prvido e re-
gular, mas hoje nos informam (nao temos
por certo) que as cousas mudaram.
Os mojos sahem das raras facilidades,
sera terera meios solidos de instruir-sc. Era
geral s sabem a lingua franceza, apezar de
estudarem tambem raglez, mas qual a causa
de um ou outro somente sabo-lo?
Km segundo lugar ha falta de bibliothe-
cas completas,Jbem reguladas e facultativas,
onde a mocidade possa era c da provincia
auzr novos e continuos conhecimentos,
sem fallarmos da caresta dos livros e da ra-
ridade de lVrarias na; provincias.
0 remedio ainda fcil de ser previsto, e
reformar-se as bases do ensino secunda-
rio as facilidades, generalisa-las por ou-
tras provincias mais adiantadas e populosas,
crear novos centros de elevada iustrucjo
de necessidade indispensavel e imperiosa,
cora) uraa escola ou faculdade de historia e
litterutura.de que o paiz completamente
baldo, e na ordem scientifica urna escola de
scencias naturaes, ndependente do que se
ensina era medicina, scencias que hoje sao
a base dos verdadeiros e solidos conheci-
mentos, de cujo estudo a Allemanha, Fran-
ja, Estados-Unidos e Inglaterra nos est
dando exemplo do progresso scientifico o
philosophico dos ltimos tempos, na des-
cobert de novas e vastas verdades.
Olnda, 24 de juuho da 1873.
Thmaz Muniz.
VARIEDADE
OQUE A AMBICO :Em um dos" tri
bunaes de Franja se julgou urna causa con
intervenjo do jury, na qual era reo um ho-
mem de 78 annos e o crine porqoa respon-
dahomicidio I
Este infeliz que s chama Antonio Der
montel, tinha por muitos annos vivido em
companhia de sea irmo Francisco, e sempre
na melhor harmona.
Tinha Francisco um filho natural, que
entrou em novos e ampios caminhos, e o ^n dft chamou a vrrer em sim companbia e
methodoomnipotente foi applicado s theo-.e ^ irm&o. Possuia Francisco alguma
rias em todas suas consecuencias desde Lo-1 riqueza.
ckeatComte. Substitui na historia ao ( Seotin do aproxraar-se a hora fatal, fez
providencialismo e ao individualismo grego e. M&$ disposijes testamentarias, repartindo
romano o fatalismo, que o encadeamento seusbens entre o filho e o irmo; deixando,
dos factos, na philosophia ao prior especu- fporm, maior quinho ao filho.
lativo phantastico e arbitrario de Plateo e. Chegado o momento de se abrir o testa-
Aristteles o positivo e o experimental. Na ento, Antonio Dermontel raudou desde
ordem social e poltica dos principias abso-! ^y^ 0 seU carcter,
lutos e tyrannicos de direito divino as ideas j \ affeicio que Uvera pelo sobrinho trocara
[i] 0 Sr. Sylvio Ramos. ""em odio, muitaj veies rfvelado por pala-
ASSEMBLEA GEHAL
SENADO.
Sessdo em 17 de mato de 1873..
NEGOCIOS DOCEAK.
O SU. V1SCONDE 1)0 RIO RUANCO (pre
sidente do couselho) :Sr. presidente, se o
nobre senador pelo Cear se houvesse limi-
tado a motivar a necessidade das informa-
jes que solicita pelo seu requeriinento, sem
entrar em considerar oes geraes sobre o es-
tado poltico da sua provincia, mnha res-
posta a S. Kxc. seria muito breve. Mas dis-
correndo sempre antes sobre outros factos
do que soban essa a que se referem os seus-
requerimentos, o nobre senador tem preten-
dido fazer-fttt crer que na provincia do Cea-
r nao ha garantas eflicazes a bem da se-
guranja individual e de propriedade, que se
commettem frequentemonte crimes, e que
esss crimes- icain iinpu es ; nao contente
com estas observajes, S. Kxe. nunca dexa
de accrescei>tar que as autoridades, se nao
CHiicorrem para a perpetrajo dos dbitos
denunciados, mostram-so indifferentes ou-
pouco activas era sua repressov
O nobro senador nao aecusa somente as
autoridades subalternas ; S. Esc. nos apre-
senta o actual presidente da provincia do
Cear como homem dominado pela paixo
poltica, nao fazendo observar a le, nao
dan'lo protecjo imparcial a todos que ca-
rejam da intervenjo do poder publico. E,
ao mesmo tempo que o nobre senador nos
descreve provincia do Cear eora essas co-
res sombras era retajan ao presidente, a to
das as autoridades policiaes e at a tropa de
linha, por outro lado nao v nos magistra-
dos que commungam as sua* ideas pol-
ticas, que teem auxiliado a parcialidade do
nobre senador naquella proviucia, seno
juizes muito moderados, amigos da juslija,
todos escrupulosamente empenhados era que
as cousas currara do melhor modo possvel
nos dstrictos de sua jurisdiejo I Os com-
mandantes superiores, amigos do nobro se-
nador sao tambem polticos dos mais mode-
rados ; as eleijes do Cear validas sao ni-
camente as que foram Cenas pelos amigos do
nobre senador....
Basta a exposijo deste quadro para se
ver quanto o nobre senador foi exage-
rado.
O Sr. Fkiukiiu. se. Mello:Apoiado.
O Sr. Pompeu :V. Exc. est ainda
mais.
O Sr. VisooeiK do Io-Banoo (presi-
dente do couselho) :... para reconhecer-
se que o nobre senador recebe informajes.
muito parciaes.
Eu nao contesto, Sr. presidente, que te-
tilia havido um ou outro abuso da parte dos
agentes do poder executivo: mas que a au-
toridade da provincia do Cear tenha mere-
cido as censuras do nobre senador, eu nao
o posso crer o contesto com o maior funda-
mento : sobretudo nao posso deixar de
queixar-me do juizo que o nobro senador
tem enunciado respeito do muito digno
administrador daquella provincia o Sr. Dr.
Oliveira Maciel.
O nobre senador nao vio as remojes
dos juizes do direito do Crato e do Ip, os
Srs. Martins Pereira e Leocadio Pessoa, se-
no motivos nao confessaveis de interesse
poltico ; esses dous magistrados, segundo o
nobre senador, se teem portado de modo
mais louvavel. Entretanto, sinto ter de in-
formar ao senado que s participajes otli-
ciaes e factos de incontestavel notoriedade
publica dizem o contrario a respeito do
procediraento desses ministros da le.
O Sa. Jaguaribe :Apoiado.
Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do couselho : Ellos deixaram-se do
minar pela paixo poltica.
O Sr. Fkjueira be Mello :Apoiado.
O Sa. Visconde no Rio Branco (presi-
dente do conselho) :.... e tomaram parte
activa as eleijes daquella provincia. Sim,
nao se pode negar que as casas do juiz de
direito do Ip e do commandante superior
se reunram muitos partidarios durante as
eleijes de juizes de paz e vereadores, e que
das janellas dessas casas partiram tiro'que
foram empregar-se na parede do edificio
fronteiro, a igreja, oa sobre o povo que ahi
se achara, produzindo ferimentos de diver-
sas passoas e a morte de urna.
O Sr. Poupeu :E* inexacto.
O Sr. Viscosde do Ro Branco (presi-
dente do conselho) -.Este facto nao se con-
testa.
Aquello juiz de direito e o do Crato, o
Sr. Martins Pereira, entenderam depois das
eleijes, arrastados por esses mesmos senti-
mentos polticos, que deviam conceder or-
dem do habeas-corpus a quasi todos os re-
erutos.
OSr. Pomm:A quantos? V. Exc.
traz a relajo ?
O Sa. Yisgorh do Rio Branco (presiden-
te do conselho) :Nao trago a relajao...
0 Su. 1'oMi'tt :Est mal informado.
O Sr. Viscohoe do Rio Brasco (presi-
dente do conselho) ;... mas sao numero-
sos os casos. r
O Sr. Jaguaribe :Apoiado.
O Sr. Visco.nde do Rio Branco (presi-
dente do couselho) :Fsse procedimento
raoveu o presidente da provincia a dirigir-
se ao governo, ponderando as difliculdades
com que lutavapara preencher o contingen-
to que tinha sido distribuido aquella pro-
vincia. Foi ento quo o nobre ex-mimstro
da guerra expedio o aviso, que j tem sido
commeutado nesta casa.
O Sr. Zacaras:K que agora estou
leudo.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :O nobro ministro rc-
commendou ao presidente da provincia que
aulorisasse os recrutadores, oudo o julgasse
conveniente, a asseutaram praja aos recru-
tas as mesmas localidades era que fossom
rocrutados.
O Sr. ZacarasInmediatamente.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :O inmediatamente
0 nobre ex-ministro da guerra, senador por
aquella provincia, j explicou o sentido que
tinha edeve ter...
O Sr, Jaci- vriiik :Apoiado, em termos
habis.
O"- Su. Visconde do Rio-Branco (pre-
sidente do conselho):...nao impeda
que se uiarcasse prazo para comprovar
senjes legaes aquellos que as allegassem.
Quando, pornu os recrutados nao allegas
sem senjes legaes, ou nao as comprovas-
sem, porque nao assentar-lbes praja immo-
diatamente. alim de evitar esse abuso quo
se esta va fazendo da garanta do habeas-
corpus 1
O Sr. Martins Pereira, juiz de direito do
Ciato, nao s imitava o Sr. Leocad o Pes-
soa n'este procedimento para com todos os
recrutados, seno ainda se tinha havido
com tal parcialidade, que nao era possivel
uemear subdelegado ou delegado para
aquelle dstricto, porque lodos eram mot-
tidosem processo. O juiz municipal Pr-
xedes Theodolo da Silva foi por elle proces-
sado, s porque, era diligencia do servijo
publico se trausonnara do tormo do Crato,
onde resida, para outro de sua jurisdiejo ;
e bem assim porque suspender correccio-
nalmente a um seu escrivo. Nao era pos-
sivel, como disse, nomear autoridade de po-
lica para aquelle lugar, nem mesmo jiz
municipal, que nao fossem do agrado
do juiz de direito ; desde que nao
se conformassein com ;s paixesque domi-
navam aquelle magistrado, nao poderian
all ficar seni processo.
O Sr. Pomi^u : -O juiz de direito nao
era partidario, pele menos nao era libe-
ral.
O Sr. Visconde do Rio-Bkanco ( presi-
dente do conselho ) :Sr. presidente, o no-
bre senador sabe bem que ha conservado-
res ligados hoje no Cear parcialidade de
S. Kxc. ; mas eu nao estou apreciando o
procedimento do ex-juiz do direito du Cra-
to como liberal ou como conservador ; o
aparte do nobre senador, portanto nao ser-
ve seno para mostrar que llie estou res-
pondendo como quem procura dizer a ver-
dade ao senado, advogar a causa dos bous
principios e nao os nteresses do um partir
do. Ksse juiz de direito tem precedentes
era sua vida, que mostrara quanto elle
susceptivol do taes exaltameiitos. Que o
diga ib os povos de Pernambueo.
Os mesmos magistrados, a quem rae te-
ndi referido, cora o commandante supe-
rior do Crato, Antonio Luiz Alves Pequeo,
do qual fallou o nobre senador, entende-
rn! que deviam aconselhar a algumas das
samaras muuicipues, que trabara- lindo o
seu quatriennio, que nao dessem posse s
que foram ltimamente eleitas.
O Sr. Pomp& :Que da prova disto,
Sr. ministro 1
O Sr. Visconde do Rio Brakco (pre-
sidente do conseibo) :Sr. presidente, a
prova (.listo est na nformajo ocial do
presidente da provincia.
O Sr. Pompeu : Como soube elle ?
O Sr. Visconde do tio Branco (pre-
sidente do conselho ) :Por informajes de
pessoas fidedignas. O proprio commandan-
te superior declarou ao presidente que da-
ra este concclho aos seus amigos,
O Sr. Pompeu d ura aparte.
O Sr. Presidente tange a campa.
O Sr. Visconde do llio Franco (pre-
sidente do couselho] :Quan o o nobre
senador profcre as suas graves censuras o
ios Ihe'perguntamos pelos fundamentos de
tao severo juizo, S. Kxc. abre algura nume-
ro de seu jornal O Cearense e nos apresen-
ta os seus artigos como nica prova.
O Sr. Pompeu ;Como faz V. Kxc. com
as suas informajes?
O Sr. Presidente :Attenjo.
O Sr. Visconde do Rio Branco (pre-
sidente do conselho) :A narrajo (lestes
factos corro irapressa na provincia do Cea-
r. O presidente da provincia, que nao
tem all nteresses polticos, que nao mes-
mo hornera poltico...
O Sr. Jaguaribe :Apoiado.
O Sr. Visconde do Rio Branco ( pre-
sidente do conselho) :...que procura ad-
ministrar a provincia com toda a m wlera-
ja e mparcialidade...
O Sr. Jaguaribe :- Apoiado.
O Sr. Visconde do Rio-Franco ( presi-
dente do conselho) :... procedendo a in-
vestigajes, ouvndo a pessoas insuspeitas,
estando no theatro em que esses factos
teem occorrido, onde ha prompta e exacta
noticia, esse presidente informou o que ha
pouco asseverei ao senado, isto que al-
gumas das cmaras que tinham lindo o su
quatriennio nao queran deixar o lugar s
novameute eleitas.
Allegava-se que as novas eleijes nao
erara vallidas ; punha-se, porjanto, era du-
vida a competencia legal do presidente da
providencia para conhecer e decidir A res
peito de toes eleijes. Nestas circumstan-
cias queria o nobre senador quo a prraeira
autoridade da provincia nao tomasse provi-
dencia, nao mandasse forji para alguns
pontos, onde era le receiar resistencia ma-
terial s ordens da presondencia da provin-
cia ?
E quando S. Exc. nos diz que se commet-
tem boje no Cear muitos crimes, quando
pede.providencias a bem da seguran ja in-
dividual e da propriedade. ao mesmo tem-
po vem estrannar que o presideute da pro-
vincia pozesse alguma forja a disposijSo das
autoridades policiaes, nao s para frustrar
a tentativa de resistencia s ordens legaes,
seno ainda para a persaguijo dos crimino
sos ? I A's medidas promptas e judiciosas
1 do enrgico e illuslrado presideute deve-se
o resultado que o nobre senador nao pode
deixar de applaudir, a captura de muitos
criminosos. Foi assim que o celebre facci-
noroso Jos Gabriel de Menezes, que era o
trro"- da Iraperatriz...
O Sa. Pompeu : -Apoiado era ama (era.
O Sr. Visconde do Rio Branco (pre-
sidente do conselho j:... foi preso, 6 cst
hoje sujeito acjio da autoridade e das
les.
Foi um oftlcial dessa li batalno de in-
famara, balalho contra cuja disciplina o
nobre senador articulou tantos qoeixas...
O Sr. Pompei" :Nao contra o ofDcial.
O Sr. Visconde do Hio-Branco (presi-
deute do conselho ; :... foi ura official
desse mismo batalno, cujo cominandiit
tantas censuras raereceu ao nobre senador,
que deseraptnnou tao importante e bem
succedida commisso.
O S*r. Jaguaribe:Apoiado.
O Sr. Visconhk do Rio-Branco | presi-
dente do couselho :-E nopata, Sr. preai-
dente, das informajes olliciaes, que por es-
se exeltainento poltico que domina boje na
provincia do Cear, as autoridades da Ira-
peratriz longo do surera auxililos- por al-
guns dos amigos polticos do nobre senador,
nao encontraran! desse lado senio eniba-
rajos.
O Sr. Pompeu :Foi ura dos mcu Min-
gos politic >s queauxiliou o tonento na cap-
tura desse criminoso.
O Sr. CansansAo ar. Senimru' da nrn
aparte.
O Sr. Visconde w> Uio-Branco pre*
denle do conselho, :Sr. presideute, o
Duhraa senadores nao acreditom | nao Ihe*
devemos levar isto a mal, seno o que pode
servird e censura e o qtw Ibes consta pelu
conducto de seus amigos^
O presidente da provii>ciar depois de int.r-
mar ao governo sobro o meto que em-
preguu para conseguir a aapHM desoe gran-
de criminoso, diz o seguirte- a respeito do
official que desompenhan* coiuiuissio.
( Lendo) :
Sendo, porm, iraproficua* as media
das tomada*, ti/, seguir especialmente p>r-
aquellcs luga es ura destaca monto de pri-
meira linha, ao mando do lente do li
de infantana, Alfredo da Costo Weue, a
quemdei toda* as instruejes pera realizar
a dita captura, cora proraess.i de recoiB-
meinlar ao governo imperial o servijo re-
levante que delle esperava.
Este ollicial, iolerpretando fulmente a*
vistas da administrajo, bouve-se cora tan-
ta diligencia, que eonseguio levar effcito
ofim da sua coraraisso, quando todos ara-
da julgavam ira possivel faze-lo.
Accresce ain la que esta diligencia^ de si
to notavel, realisoo-se sera despendi dos
cofres pblicos, quando as ordena'hs- por
raeus araecessores importarain era grandes
despezas sera o menor resultado.
Nao posso oceulta* a V. Exc. a satisfa-
jo que ti ve cora este acontecimen or po-
que, junto a outras rauilas prses effectuur
das durante a minbat adrainistrajo, d> a
populajo 'testa provincia a certeza de que
neiMium criminoso, po mais temido e pro-
tegido que seja, ficar fra da acjo da le-;
oque'principalmente tenho procurado tor-
nar bem saliente com mnha admuistra-
jo-,
Dando conta da priso deste faniigo-
rado criminoso, passo s mos de V. Exc.
a correspondencia official sobre este aa-
sumpto e rogo sua aeujao particular-
meiite para o ollicio do lente Costa Weyne-
que,. eralKira liberal, conessa que os prin-
cipaes libe aes da comarca da Imperatriz, cu-
jos nonios decliuara, sao os primeiros a ao'
rojoar a pralica dos criraos, protegendo es-
candofosaraente os seus autores e prucurau'lo
fazer presso sobre o animo das autoridades
locaes o comraaiidantes de destacamento,
cora o fira de frustar todas as diligencias
contra ellos ordenadas.
O" S. Pompeu :O Uniente que mandn
dizer isso calumuiou ; urna das influencia
da localidade foi que raandou ao lugar onde
estava escondido esse assassino.
O" Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : O'senado dar a es-
tas informa jos, confrontando-as com as-de-
negajes do nobre senador, o aprejo que
oLIs- merecem. Nao possivel que o gover-
no deste paiz delibere nicamente peto que
dt- o Pedro II o o Cearense.
Vou 1er outros officios, do prestante
hefe do polica da provincia do Cea* e de
ulguns de seus subordinados, para mostrar
que o nobre senador nao tem razio,.que
suas ikformajes nao sao em geral exactas.
Se o-estado da provincia do Cear reclama
energa da parte "la aatoridad, nao-* por-
que o presidente da provincia deiie-de cum-
prir o seu dever, nao- porque o-partido
governista naquella provincia seja o uraco
exaltado, como pretende fazer cree o nobre
senador.
Em data de 3 dofevereiro coavnunkava
o presidente da provincia (Lendo} ;
Tenho a honra de transmitir a V. Exc.
as copias juntas as respostas prolozi las
por varias autoridades, s quaes raandei in-
formar sobre accosajes que Ibes foram feitas
potos jornaes Pedro He Cearens*. Sao
outros tantas documentos da setn-razao com
que a imprensa opposicienista, principal-
mente a liberal, ten atacado a administra-
jo e seus agentes, attrfbuindo-lhes factos
imaginarios ou inverteodo o> verdadei-
ros.
O chefe de polica, o Sr. Manoel da Silva
Reg, informou i presidencia em 22 de Ja-
neiro o seguinte (Lendo):
Em visto do que acaba do communk-ir-
rae o delegado de polica do termo do Mila-
gros, com dato de 29 do raez prximo pas-
sado, devo fazer sentir a V. Exc. que' o
estado do distncto de Cuneas est-se tornan-
do auarchico pelas continuas resistencias s
ordens das autoridades, as quaes, sem forja
publica que de prompto as auxilie, sao vic-
timas da exagerajo poltica de seus adver-
sarios, que nada poupam desde a calumnia
at a provocajo de conflictos, no intuito de
as desmoralisar ou apresenta-las como des-
ordenas. Este systema poltico manifesta-
se em toda a provincia principalmente no
3." districto eleitoral, onde nao pode ebegar
a tempo a acjo das priuieiras autoridades,
e assim, perturbado o socego publico, pro-
curara es inmigos da situajo attribuir a
esta esse mo estado de cousas, queso de-
vido a elles.
/Continuar-ar-Yn).
TYP~Db DIRKfc- JA DUQUE DE r*
"
s
1
1


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