Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12982


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Full Text
Ai\i\0 XLIX. MMt'ItO 157

.

y
a
PABA A CAPITAL B LUGARES O*DE SAO SE PAGA POETE.
Por tres raezes adiantados................. mqqq
Por seis ditos idein..................t 12000
Por ura anno dem..................\ 24*o00
Cada numero avulso..........'........ jjq
SEXTA FEIBA 14 DE JUM DE 1873
"^
' PABA IE\TRO E FBA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados................
Por seis ditos idera.............."....
Por note ditos idera ,...............
Por um anno idem................ .
69TS0
139S00
aowao
S79000
PROPREOADE DE MANUEL FICEIROA DE FARIA & FILHOS.
0. Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Tara; Goncalves d Pinto, no Maranho, Joaquira Jos de Oliveira d Fho, no Ceara; Antonio de Lou^ Braga, no Aracaty ; Joa0 ria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques cUSt., no Natal; Jos Jostra
Pereira d Alraeida, era Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha, Belarmino dos Santos Bulco, era Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em iNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagos; Alves d C, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Gsverno la
EXPEDIENTE
OJ DA 2 DK
/.' safio.
provincia.
mii os 1873.
Actos :
0-presidente da provincia, atienden lo ao
un requereu Jas Tavares, resolve conceder-llie
cenca pan embarcar coin desuno ao presidio Je
Fernando de-Noronha, no 1' vapor que para alli
segur, os generaos constantes da retoclo jaula,
assignada pelo secretorio interino desla presiden
oa, os quaes nao poderlo ser desembarcados sera
que por parto do cuinmandanic d aquelle presidio
se pro-eda a exanie alim de se veriliear si ha
agurdente ou entra qaalquer bebida espirituosa.
Igual para Jos Emygdio da Cruz.
0 presidente da provincia, attondeado ao que
rejuereu Ad.-li Conrado da ;>st:i (ufana, re-
son conceder-lhe leen.;a para r a presidio de
Fernando de Voronha ni vaar qm pira alli tem
de seguir auriuha, alim de tratar de su.i saude.
('.Tinos:
Ao lirigaleiro c>mm indine das armas
Sirva-teV. Ese. de expedir suas ordens para quo
amana! s 9 Iwras d dia se aprsente na casa de
detencio urna forga de 20 pracas do linlia coinman-
dada por am inferior, .alim de, reunid i do 15 do
imperiaes nuriuhciros que ali se acnavad nies-
ma hora, ese oltarera ('aquelle estabtleeiineiilo al
bordo do vap ir Giqm 28 sentencalos de justica,
regressando a referida for.vi logo que lizer entrega,
a lordo, dos me-m >s sentencia lo-, que ferio vi-
giados durante a viagem pelos imponaos uurmhci-
ros cima mencionada-', auxiliados |iel w recrutas
que V. Exc. tem de remoller para aqielle pre-
sidio.
Ao mesmo. Attendendo a que expoz
O Era bispo diocesauo eiu ollieio de 3) A:
abril ultima, ralni-ei o c)in undaute do presidio
4* Fernando de Xoroufit a fazer ragre esta capital o padreJuit BapfJsta Riiberli, licandi
a!i provisoriam Mite eom i eapella i o padre Antonio
AragnettL-Oque comalmuj a V Ex:, para sea
roobeci meato.
Ao comm m lants d > presidio de Penando,
de Xoronlia. -Q ieira V. S. enviar ao juiz de direi-
to das execu ;o,ts criminaos desla capital as guias
dos sentenciados Jos Luiz da Silva a II niriqu!
Oias do Nasciiuento, este cond: nnad i a 2) anuos
de giles em Alagta<, e amelle a 8 n'esla provin-
cia, os quaes j ton lo concluido as .-espoetivas sea-
lenaas so podeui ser p istod .mii liberd Me em visla
drs referidas guias, sogund declara aquello juii
em cilicio de l do torrate.
Ao Besan. -Transmuto a V. S. para os lins
.-invenientes as inclusas guia-de28jseuteni-i;ulos de
jusli.a con-tantes da relami nominal junta, os
quaes seguem pan esse presidio nj vapor Giqui
alim de ai i eomprirem as penas, a que forara con-
demnados.
Ao mes.no -Attendendo ai qii3 expoz o
Exm. bispo diocesano em olHcio de 30 de abril ul-
limo. faca V. S. regres.-ar para esta captol o pa-
dre Jalo aptista Raiberti, libando provisoriamente
como capelllo o padre Antonio Aragnelti.
Ao mesmo. -TraosmiUo a V. S. para os fias
convenientes o tormo da acama a que se proco
deu nos medicamentos destinados a enfermara
militar d'esse pre-ilio, >rneidos pela casa de Ma-
noel da Silva Paria A C, constantes da rea,-i) ra-
neas ao citado termo.
Ao mesmo. -Gom os demais sentenciados
ser apresentada a V. S. a i Mara l'oreira Lopes,
condeainadaa aOOos e i mezes de prisio sim-
ples, e que achando-se na casa de> deten./ao reque
reu para ir tratar de sua saude n'aese presidio; o
que coinmuiiico a V. S. para sea eonheeimento c
Cas convenientes, certo le que pelo j uz compe-
tente ser enviada a gui i da supiiicante.
- Ao commaudante do vapor de gera Becife.
Jji"' \m:. suas orden* para que urna forca comps-
ta de ISpraoas e ojo oiBcial da guarnicao do na-
vio s horas do dia na casa d-, deten .-lio, afun de ali rece-
iwiem e escoltaren! at o presidio de Fernando no
vapor Giqu t sentenciad >s de Jastiea, certo
Vmtvde que a dita (prca se. auxiliada na con-
(lcelo dos mesm a sentenciaduf para burdo por
SO amas d.- linha, que se acliaro naqnelle esta-
beleeimento hora cima indicada, e na viagem
d'este porto para o d > referido presidio pelos re-
crutas que segueiii para este destino.
Ao msra. -Em additamouto ao meu ollieio
d esta data reco.uinendo a Vine, que determine ao
commandante da escolla que (ver de seguir para
o presidio de Fernando, onduzindo sentenciados,
que antes de ir buscar estes na casa de dotenejio
comparec na secretaria da cuefatura de po-
lica.
Ae capillo do p rtointerino. -Tornando-seds-
noces-arias as medidas sanitarias, que estavain um
execucao nos navios por ordem d'eua prosidencia,
visto ser diminuto o numero de casos de fetire
amarella que se tem dado n'estes ltimos das, se-
gundo informa o Dr. inspector da saude di porto
m offlcio de honlem datado, assim o commuuico
a Vine, para sua directo.
2.' secado.
Actos: ^
0 presidente da provincia, de conformidad*
com o disposlo no art. I- do decreto n. I3i. de 16
de abril de 1853, e vista da informado do juiz
municipal e de orphaos interino do termo de Se-
nnhaem, em offlcio de 18 do mez prximo passado,
resol ve nomear para interinamente servir os offl
cios de tabelliao de notas e escrivo do elvel e
mais amagos do dito termo, durante o impedimen-
to do serventuan. elTeclivo, o cidadio ailiias de
Albuquerqu.! Mtllo Jnior.
O presidente da provincia, de conformidade
cora o disnosto no arl. 6' g i* parte 2' do decreto
o. 4,821, de 22 de novembro de 1871, restlve di
vidir o'termo de Panellas da comarca de Caruar
era 3 rustridos especiaes. em cada um dos quaes
exercer as attribuig.-es, de .|ue trata o citado art.
3\ o supplente do respectivo juiz municipal e
de orphlos: | districto; o distncto de Panellas,;
2* dito, freguezia de Qaipap; 3 dito ; o districto
de Alagoa dos Galos.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Joio Alfonso Bigueira, tabelliao pu-
blico e escrivo do elvel e mais annexos do termo
de Serinhaem, resol ve conceder-lhe 6 mezes de li-
cenca para tratar de sua saude.
0 presidente da provincia, de conformidade
com o disposto no arl. C-J do delicio n. 4,82i
de 22 de novembro de 1871, resolve nomear sup-
plentes di juiz munieipjl e de orphaos do termo
de Panellas, da comarca de Garuara, os dadlos
abaijo mencionados, tendo cada um delles juris-
dic^ao no districto correspondente ordem em
qae'vao collocados, deven lo os nomeados tirar, t-
tulos e prestar juramento no prazo da lei': Ce-
zario BeneviJes Falo, 2* Claudino Jos di Mello,
3 tenente Jos da Silva Soasa Serodio.
O presidente da provincia, do conformidade
com o disposto no art. 6 4* parle 2* do decreto
n. 4,821 de de novembro de 1871, resolve'divi-
dir o termo de Caruar, da comarca do mearan no-
we, em 3 districtos especiaes, em cada um dos
quaes exercer as attribuigries, de que trata o ci-
tado art. I 3, o supplente do respectivo juiz mu-
nicipal e de orphajs, visto terem passado a formar
novo termo as freguezias de Qalpap e Panellas,
que compunbam o 31 districto d'aquelle munici-
pio: i districto, Caruar; 2* dito, Allinho; 3
dito, Raposa.
Ofllcios :
Ao Dr. chefe de polica. -Attendendo ao que
me reiuereu Mara Pereira Lopc3, condemnada a
i ranos e 4 mozejde prisiio simples, e actualmente
na casa de detenfio, recominendo V. S., upe a
lai;a e ODarcar com seguranca no vapor que se-
guir ainanh i para o presidio de Fernando, onde
tem ella de tratar de sua saude, baslan'emonte
aggravada.
^ Ao commandante superior de Tacaral e
Floresta. Experma V. S. suas ordens liara que
seja dissolvida a forca da guarda nacional sus
seu coinmando superio.-, que est destacada na
villa de Floresta.
Ao juiz de dreito de execucoes criminaes. -
Attendendo ao que me requereu Maria Pereira
Lopes, condemnada a 2 annos e 4 mezes de prisio
simples, e actualmente na casa de delencao, acabo
de recoinmendar ao Dr.chefe de polica que a laca
embarcar coa sagaraaca na vapor que sege
amanlii para o presidio de Fernando, onde tem
ella de tratar do sua saddo, bastantemente aggra-
vada. O que communico a V. S para seu eo-
nheeimento, e afun de que remeta para o mesmo
presidio a gua da supplicante.
Aojis de dreito de Caruard. Para seu
eonhecimen o e fins convenientes inclusas remeti
por copia as portaras desla data divdindo os
termos de Caruar e Naiareth em 3 Jslrctos
municipacs, o Horneando o.- supplenles do juiz mu-
nicipal do 2' daquelles termos, devendo os ditos
supplentes tirar titulo e prestar juramento no praso
legal.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo de
Ganbaos. -Accusj recebido o seu oflico de 18
de abril ultimo, e fieo inteirado de nao haver
Vmc. servido no consellio municipal de recurso
por na j ter funecionalo a junta de qualilicaijio
na 3- dominga de Janeiro. Cumpre que Vine.
promova essa reuniao, depos de ter funeconado
a dita junta, guardados os prasos legaes.
Aojpromotor publico de uique. Accusando
o recebmento do offlcio,de Vine, de 9 do mea pr-
ximo passado. representando contra o delegado
desse termo, tenente Jos Pires Ferreira, teulio a
dizer-lhe em resp.sta que mencione as faltas que
0 levaran) a fa-.er a dita represenlacao.
3.' scelo.
O.licios :
Ao inspector da tliesouraria de fazenda.
Para os fin convenientes commuuico a V. S.
ana Basta data mande dssolver a forca Ja guarda
nacional que est destacada na villa de Floresta.
Ao mesmo.Recommendo a V. S. que, vista
do incluso pret em duplcala, mande pagar a Clau-
diano da Silva Reg, conforme solictou o comman-
dante superior do municipio de Tacaral em olli-
eio de 3 de abril u'timo, os vencmentos das pracas
de cavallaria destacadas na villa de Floresta, con-
eerneutes ao mez de mir^o doste anno.
Ao mesmo. -Para os liiu convenientes coni-
inunieo a V. S. que no dia 4 do mez prximo
passado eomeaoo o juiz de dreito da comarca do
Rio Formoso, bacharel Manoel Corri da Cmara
Tamarindo, a gozar da licenca de tres ine/.t*- com
ordenado que Ibe foi concedida.
i Ao mesmo. De coiifoimidade com i sua
informado do (destemez, sob n. 713 serie C,
mande V. S. por em h isla publica o forneeimeuto
dos objectos constantes da relago inclusa por
copia, os quaes sao necessarios para o expediente
da secretaria do coinmando superior da guarda
nacional desle mnnieipio e dos respect .os con-
selli is de qualilkai.-ao.
Ao mesmo.Sendo diminuto o numero do
casos de febre amarella que se tciu dado uestes
ltimos dias a bordo dos navios, resolv ne.-ta
data, de acord cora o,parccer do Sr. inspector da
sanie do porto, que cessem as medidas sanita-
rias man la Jas obervar por ordem desta presi-
dencia, e approvei a deliberacao que tuiuou o
mesmo inspector de suspender o trabalho da
desnfec.ao e viga das al va rengas. O que com-
muaieo a V. S. para seu conbeciuien'o e alim
de o faer constar ao inspector daalfanJga.
Ao ine-nio. Tomando em consideradlo o
que expoz Jos Almeida de Souza Cesta no in-
cluso requermento documentado, a que alinde
sua ioformacao de 29 d* abril ultimo, sob n 6:)1
serie C, auUriso V. S. a mandar pagar ao sup-
plicante a gratieacio de 10, relativa a qualio
mezes pelo servido que prestou na qualdade de
enearregado do curativo dos indigentes aecummet-
tidos da varila na freguezia da Gloria do Goil,
devendo esse pagamente correr por conta do cr-
dito cousignado na ordem do tbesouro nacional,
n. 28 de o de novembro do anno prximo pas-
sado, segundo ndica o parecer da coutadoria dessa
thesouraria.
4.' seceo.
Ofllcios :
' Ao Exm. e Rvm. Sr. bispo diocesano.
fiesta data expeco a conveniente ordem ao com-
mandante di presidio de Fernaudo para fazer
ragressar para esta capital o padre Jato R3ptisU
Rierbi, como V. Exc. solicilou em seu offlcio de
3(i de abril ultimo, ficando provisoriamente alli
como capcllao o padre Antonio Aragnelti.
Ao Dr. inspector da sade do parlo.Fico in-
leirado pelo offlcio de honlem datado de haver
V. S. mandado suspender o trabalho da desn-
feccao n viga das alvarengas, visto ser diminuto
o numero de doentes de febre amarella nestes
ltimos dias a bordo dos navios, e nesta data ex-
peco ordens para que cessem tambera as medidas
sanitarias qne estavara em exeeuflo por ordem
desta presidencia.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o bacharel Ceciliano Mamada Alves Fer-
reira, conductor da reparticao das obras publicas,
resolve prorogar por dous mezes a buenca que
Ibe foi concedida para iralar de sua saud, per-
cebendo o ordenado que por lei lhe competir.
Offlcio :
Ao gereate da companhia pernambucana. -
Mande Vine, dar transporte para o presidio de
Fernando, por conta do ministerio da justica, a
Maria Pereira Lopes, condemnada a dous annos e
quatro mezes de prisio simples, e que' vai alli tra-
tar de sua saude, bastante aggravada.
Porlarias:
O Sr. gerente da companhia pernainbucana
mande dar transporte para o presidio de Fernan-
do, por conta do ministerio da guerra, no vapor
Gequi, ao capitao honorario do exercito, Manoel
Loureneo da Silva, que foi nomeado pelo goveruo
imperial major da praca do dito presidio.
O Sr. gerente da companhia Pernambucana
mande transportar para o presidio de Fernando de
Noronha, por conta do ministerio da guerra, no
vapor Gequi, os sentenciados militares, contera
nados morte, Manoel Jos do Espirlo-Sauto e
Joo Raymundo.
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande transportar para o presidio de Hernando,
por eonta do ministerio da justica, no vapor Gequi,
os 28 sentenciados civis, constantes da inclusa re-
anlo nominal, e bem assim a furo qne os va es-
coltando, compesta de 13 iinperiaes marinheiros e
1 ollicial.
Ratania que se refere a portara da presiden-
cia desta data.Antonio Maria Peres dos Carros,
Antonio Jos de Souza, Alexaudre (liberto), Ber-
nardno Correia dos Santos. Frederico Antonio Pe-
reira Bastos, Francisco de Paula Leite, Isidoro
Jos da Silva, Jos Alexandre Ferreira Gomes di
Lima, Jos Francisco Xavier (cunhecido por Jos
Catharina), Januario (liberto), Jos Vctor da Gama,
Joao Luiz da Si/va, Joab Bonifacio dos Santos, Joao
Antonio da Silva Santos, Jos dos Alijo Paciente,
Joo Paulo de Araujo, Joao Jo.- de Araujo, Lou-
reneo Tenorio da Silva, Manoel Jos de Oliveira
(conbecido por Manoe Batata), Marcos Evangelista
Paos Cobra, Malinas Jos de Barros, Manoel Auto
Ote Gomes, Manoel Correia de Amorim Cota, Ma
projiosla para os agon.es rocenseadores dessa pa i.iutorisa o presidente da provincia a jubilar com
roehia, constantes do seu offlcio de 12 de fevereiro | lodos os seus veiicimentes ao professor da 2' ca-
,'l)!t.'lno Pa*)|dO' reduzo-a a iO, e ueste sentido deira de latim do gymnasio provincial.
Vai mesa e apniada a scuuinte ei
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande dar transporte para o presidio de Fernando
de Noronha, por conta do ministerio da guerra,
no vapor Gequi, a vinte soldados recrutas do t.
batalho de iufantaria, que vio fazer parle do
destacamento alli existente, em substituicao de
igual nume.o de pracas do mesmo batalho que
devem regressar uo mesmo vapor ; mandando
igualmente dar transpone ao soldado do i. bata-
lho de artilbaria, Jos TheoJoro da Silva, que re-
gressa para o referido de tacamente.
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande dar transporte para o presifio de Fernan-
do, por conta do ministerio da guerra, no vapor
Geqai, ao alferes honorario do exercito, Antonio
Francisco Pereira Gitirana, que foi nomeado se-
cretario do coinmando do mesmo presidio.
KXI'KIK.NTK DO SCBKTAR10.
1.' secefto.
OlBcios :
Ao brigadeiro commandante das armas.-S.
Exc. o Sr. presidente da proviucia manda decla-
rar a V. Exc, em resposta ao seu offlcio do 1." de
correle sob u. 434, que licam expedidas as con-
venientes ordens para o transporte ao presilio de
Fernando de Noronha das 21 pravas menciouadas
no citado olflcio.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre
siJeule da provincia, declaro a V. Exc, em res-
offlciou thesouraria de lateada para tffettuar
esse pagamento
OKSeACIIOS DA PKKSIUEMCIA M 9 l>K JULIIO DK
1873.
Abaixo assignados, empregados do consulado
provincial. Informe o Sr. inspector da Ihesoara-
ria provincial.
Bario de Utiuga.Certifique.
Belarmino do liego Uirros. -Passe pirtiria, nos
termos da inforuiafio do engenlieiro chefe da re-
partirn das obras publicas, de 7 do correte.
Candido Jos da Silva Guiniaries. Deferido com
offlcio desla data thesouraria provincial.
Fortunato Andrajo da Cruz. Km.-aminhe-se.
Coronel Francisco Antonio de Barros e Silva. -
Certifique.
Guilhermina Maria da Concei;.io. Iuforme o
Sr. commandante do corpo de polica.
Bacharel Henrique \ITonsd< Miranda Leal.
Sim, satisieitas as formalidades legaes e pagos os
direlo- nacionaes.
Bacharel II moiio Fiel de Sigaiaringa Vaz-Gura-
do.-Sim, com recibo.
Joiquina Maria dos Prazeres. liil'oruu o Sr.
Dr. chefe de polica.
Jos Tbomaz i>ires Machad Prtela.-Informe
o Sr. director das obras publicas.
O mesmo. -Piase portara relevando o suppli-
cante.
Jos Re'-ello Padilba. -Forneca-se.
Jos Lzaro das N'e'es. Informe o Sr. inspector
da thesouraria proviucial.
Capito I i< Cario Man.o da Costa Res. In-
forme o Sr. iuspuctor da thesouraria de fazenda.
Lino Jos da Silva Costa. Informe a cmara
municipal da Victoria.
Vctor Raymuiido de Siquera. Informe o Sr.
inspector da theso orara de fazenda.
Secretaria da presdeucia de Pernambuco, 10 de
jnlho de '873. O porteiro,
Silcno A. R'idrigitei.
ros fica autorsada a despender cora as segrate*
verbas a quanta de 1:100*000.
!. Ordenado do secretario. .
2, dem do porteiro.....
i 3.* dem do fiscal......
S 4.* Porcentagem do procarador,
mbuco,
RepiartictSa la pulida.
'..' ecrlo. Secretara da polica de Pernai
lOdejulbo de 1873.
N. 1203 Illm. e Exm.SrParticipo a V. Exc
que das coiiiuiunicaoes recebidas boje, consta que
forain recolhidos honlem deteii<;ao os inlividuos
segralos :
A' rainlia or lem, Qnirino, escravo d j Jos An-
tonio de Brito Bastos, requermento deste.
A' ordem d i s ibdelegado d I' districto de S.
Jn.s, AnIr, eslavo de Saverino de tal ; Joao,
escravo de um fulano Ribero; e Antonio, escra-
vo da B.iroueza de Amaragy, por jogos prohibidos.
A' ordem do do i" d-treto de S. Jos, Marcolina
Bellarmiua de Ohnda, por desordem.
A ordem do de Belem, Margarida Maria do Ro-
zio, Laurinda Maria do Amparo e Maria Thereza
de Jezus, por olfensas a moral publica.
O delegado de Serinhaem den-me noticia, por
offlcio de 4 do correte, de qne, segundo commu-
ncafio do subdelegado do 2" districto da fre-
guezia de Gamelleira, daquelle termo, no da 30
de juuho ultimo, em trras do engenlio Caebueira
Lisa do referido districto, fura assassinado Liiz
Francisco Alves, presuminilo-se que este crime
fra pralcado por quatro ou cinco individuos que,
de vulto da fi ira de Gamelleira, se dirijiam para
o tormo do Bonito, que proeadeu-se a corpo de
delicio e pre-eguiase nos tirmos do iuquerito
O subdelegado da Boa-Visto declamo me, em
ollieio desla dala, que remetiera ao Dr. juiz de di-
relo do respectivo distncto criminal u aqoerito
policial a que proceder contra Luiz Pereira dos
pinada a scguinle emenda :
Fica o presidente da provincia autorisado a
iubilar o professor publico Anlouio Rufino de An-!
fiVtS i^KST^S !j* ** *- -
Vieira.-frene Gumeiro.-J. de Mello Beao.Pa- '
da Tilo -M. da Sitia. >
Encerrada a discussao approvado o projecto,
o. m como a emenda.
Con'.inua'.-io da segunda discussio do projecto
n. 53 deste anno (orcamento municipal).
Art. 10. A cmara municipal da cidade de Na-
iareth Seaauterisada a despender com as verbas
abaixo declaradas a quautia de 7:363*273.
200|(O<
6O0OO
HOOmi
1.
S 2 o
"5 *'
14.'
3.
zias .
6.'
gue .
7.
8.-
Oidcnalo do secretario,
dem do porteiro. '.
dem do do cemiterio. .
Ideo do fiscal da cidade. .
Ide;w, dos liscacs das fregue-
ld ni de mu guarda lo a.on-
Idem do advogado ....
Ordouadiis e mais dividas dos
annos anteriores, inclusive a de Jalo
de Araujo C-sar........
9. Porcentagem do;procurador,
na razio de 6 por canto do que arre-
cadar ...........
$ 10. Expediente e assignitura do
jornal offlcial.........
11. Jury e elucoes. ...**".
12. Cusas em que decabir a jus-
tica publica..........
| 13. Limpeza e inelhoramento das
ras............
14. Obras di municipio. .
| 13. Agua e luz para a cadeia. .
S 16. Curativos dos presos pobres .
% 17. Medidas para o mercado pu-
blico ............
18. Impostes sobre osacougucs .
S 19. Movis para o paco da cmara
S 20 Eventuaes........
5004000
tooioao
200*000
200000
2()0000
lOOOOO
230 000
1:233J337
3G0J0O0
60 000
130 000
2000(M)
80OJ000
2:104918
1505000
200*000
150JO00
(HMI
200*0IM)
2O3O0O
7.365S7S
S 5.* Expediente e assignatura do
jornal official.........
I 6.* Agua e luz para a cadeia .
I 7.* Movis para a casa da cmara
$ 8.* Jury e eleicoes......
i 9 Cusas em 'que decabir a jus-
tica publica..........
10. Obras municipaes.....
II. Eventuaes.......
661000
80 SO))
loosoon
168*01X1
30*001
100*10
*"0oix>
36*000
1:100*001
E' approvado.
Arl. 17. A cmara municipal da cidade de Ca-
ruar aulorisada a de-pender cmn as verbas se-
guinles a quantia de 3:000*000.
S 1.* Ordenado do secretario 60i"a00)
S 2* dem do pm-leiro..... lOOsICN
^ 3. dem ilo fiscal...... 230>000
t 4.* dem do administrador do ce-
miterio........... 4304(1
5.* Porcentagem do procurador,
na razio oe 6 por cento do que arre-
ndar............. I80*0>K>
6.* Expediente e assignatura do
jornal offlcial......... 6O*0)i)
7.* Agua c luz para a cadeia 130*0un
S 8. Jury e eleifoes...... 100*000
$ 9." Castos dos processos em quo
decabir a justica publica...... 300*000
10. Limpeza das ras..... 130*000
II. Obras municipaes..... 3ia)*00i
S 12. Eventuaes........ 80*000
3:000*000
E' approvado.
Art. 11. Acamara municipal de Tacaral fica
aulorisada a despender com asseguiutes verbas a
quantia de 867*000.
1.* Ordenado do secretario .
$ 2. dem do porteiro.....
I 3." dem do fiscal......
4.* Porcentagem do procurador na
razao de 6 por cento do que arre-
calar............
S o.' Jury e elei.oes .....
6.' Agua e luz pira a cadeia. .
S 7.- Limpeza das ras e fontcs. .
S 8." Cusas em que decabir a jus-
lica publica.
140*000
40*000
30*0)0
52*000
60*000
80*000
605000
9.- Dividas do exercicio fiado. .
$ 10. Obras municipaes.....
11. Evenluies, expediente eas-
signitura do jornal oflb-ial ....
12. Compra da una casa para
acousue......
lo i*iyjo
37*000
100 000
98*000
50*000
E' approvado.
Art. 18. A cmara municiual da villa de Salguei-
ro aulorisada a despender com as verbas abaixo
declaradas a quantia de 1:150*00.
1.* Ordenado do secretario. 150*000
S 2." dem do porteiro...... 40*000
3 !. Id-m do fiscal ..... 70*000
S 4."JI,orcenlagein do pnH-urador, na
0 de 6 "/ do que
arrecadar,
e assignatura
0
razao
?i *>. Expediente
jornal offlcial. .
6.' Jury e eleiciies......
$ 7." Cusas dos "processos em que
decahir ajuslica publica.....
8.' Pagam-nto da 2." prestado da
casa do mercado........
? 9. Obras municipaes.....
s 10. Eventuaes........
69 000
10*000
40*000
50*000
533*333
126*167
30*000
1:130*00
867*000
posta ao seu offlcio de hoje datado sob n.'io, que Sanias
acabara Je ser explalas as con remontes ordens filialmente, a ordem e irn pulirla te publicas
Ao juiz de paz, presidente da junta de quali
fieaclo da (reguezia de N'ossa Senliora dos Praze-
res de Maranguape.-Em resposta ao offlcio de
Vmc, de 5 de fevereiro uliimo, tenho a dizer-lhe
que cunare sejam asaignadas por toda a junia
as folhas da lista de qualificaflo dessa freguezia,
como determina o arl. 2i da lei de 19 de agosti
de 1846, para o que a devolvo, deveudo acompa-
utiaki, quando ter preenebida esla formalidade, as
amas di quo trata o arl. 21 da lei citada.
Ao l.'juiz de paz, presideute da junta de
qualificacao da freguezia de S. Jos de Bezerros. -
Accuso recebido o offlcio de Vmc, de 25 de abril
ultimo, remcltendu a lista da qualificaflo dessa
freguezia, e em resposta tenho a recommendar-lhe
que rae remella as actas de que trata o arl. 21 da
lei de 19 de agosto de 1846, que a deviam ter
auompanhado.
Ao .1.- juiz de paz da freguezia de Ilanib. -
Em resposta ao seu offlcio de 14 de abril ultimo,
tenho a dizer-lhe qne a Vmc, e nio ao 3. juiz de
paz,' ento em exercicio, que compela a presi-
dencia da junta de qualificacao, como expresso
no arl. 2 da le ff. 387 de 19 de agosto de 1846,
pelo que deve Vmc activar essa reunio, para que-l
nio deixe de ter lugar na terceira dominga de ju-
nho prximo vindouro, que fica designada para
tal Om.
Ao presidente da cmara municipal da villa
de Panellas. Em resposta ao offlcio de Vmc de
29 de abril ultimo, tenho a dizer-lhe que as pod-
ras dessa cmara municipal foram sujeitas a eon-
sideracao da assembla proviucial, afim de serem
approvaas.
Portara :
A' cmara municipal da cidade da Victoria.
-Cumpre que a cmara municipal da eidade da
Victoria remetta a peticio e documentos, que wn
ctefeza foram exhibidos pelo vereador Manoel Jos
Pereira Borges, que nio acompanharain, coma de-
clara, a sua informacSo em oflfcio. de 5 de abril
ultimo sobre a peiicSo de Luiz. los da Silva C^.
valcaote.
5.* seccao.
Acto ;
pas o transporte ao presidio de Fernando de No-
ronha dos sentenciados militares condeuinados
morte, Mauoel Jos do Espirito Santo e Joo
Raymuiido.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronha.De ordem de S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, remella V. S. para o expedien-
te desla secretaria alguns caixoos de areia.
2.' seceo.
OiEcios :
Ao Dr. chefe de polica. S. Exc. o Sf. pre-
sidente da provin lia manda declarar a V. Exc
que licam expedidos as convenientes ordens soli-
citadas em seu offlcio desta dala, .sob n. 828, rela-
tivamente ao embarque dos sentenciados de Jus-
tina destinados ao presidio de Femando.
Ao commandante siqierior do Recite, O
Exm. Sr. presidente da proviucia manda coininu-
nicar a V. S., cm i esposta ao seu offlcio de 18 do
mez prximo na>sado, que nesta dala ollkiou a
ibesouraria de fazenda para mandar por em hasta
publica o foroeciinento dos objectos necessarios
para o servico do expediente da secretaria desse
enramando superior e dos respectivos cjnselhos'
de qualiuca$.io da guarda nacional.
Ao commaodaute superior da guar :a nacio-
nal de Tacarat e Floresta.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
nesta data expedio ordem thesouraria de fazenda
no sentid > de seren pagos a Claudiauo da .-ilva
Reg os vencmentos das pragas de cavallaria de
que trata o seu offlcio de 5 de abril ultimo.
Ao Juiz de dreito de execuc5es criminaes.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. que nesta data expedio ordem ao
commandante do presidio de Fernando de Noro-
nha para lhe serem reuieltidas as guias dos sen-
tenciados, de que trata o seu offlcio de 21 do cor-
rente, que lica assim respondido.
Ao juiz de direlo do Ro Formoso.-S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimeuto, do offlcio de V. S. de 26 do uiez prxi-
mo passado, coiumunicaudo ler a 4 do dito mea
entra lo no gozo da liceuga que lite foi concedida.
Ao juiz de direitd da comarca do Rio For-
moso. 0 Exm. Sr. presidente da provincia man-
da communicar a V. S. que por portara desta
dala foi nomeado o cidado Malinas de Alboqoer-
que Mello Jnior para servir uterinamente os
ofllcios de tabelliao de notas e escrivio do eivel e
mais annexos do termo de Serinhaem, durante o
impedimento do respectivo secretario.
Ao juiz municipal do turnio-le SerinJieo.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda eora-
iiuiiiicir a V. s.. que por portara desta data foi
meneado o cidadio Matbias de Albuqnerque Mello
Jnior para servir inler.mente m oIMcios de
tabelliao de notas e escrivo do- civtl e mais anne-
xos do termo de Stirinliiiui, durante o impedimen-
to do respectivo servenluario, de conformidade
cora a sua proposla em offlcio de 18 do mez pr-
ximo passado.
4.' uteao.
. Offlcio :
Ao D#. Joaquira Correia de Araujo, I.* se-
cretario da assembla legislativa provincial.-.>.
113.-De- ordem de S, Exc o Sr. presidente da
provincia, passo s fulos da V. S., afim de ser
subinottute a apreciarlo da assembla legislativa
trovincial, o offlcio junto por copia, em que a
lima, cmara municipal do Recite representa con-
tra a projecto sobre carnes verdes, ora em discus-
sao na mesma assembla.
oV ttecao.
Offlcio :
A' commissjio censitaria da freguezia do Bonito.
De ordem de S. Ex o. o Sr. presidente da pro-
vincia, oommnnioo. a Vv. Ss. que, aebande o mes-
mo Exm. Sr. excessiva a retribuido pecooiaria
nao soffrer.mi altcrar;io.
O |ae ludo coinmunico
cumpre.
Deus guarde a V. Exc. -Illm. e
mendador Dr. Henri |ue Pereira de Lucena, dg
nissimo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Francisco Correia de Araujo.
a V. Exc, como me
Exm. Sr. com-
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSAOOltOlNAIUA EM 1UDE MAIO.
PHKSIDK.NCIA Du Sil. Da. I \ Ao meio dia, fela a chamada, achara-se presen-
tes os Srs. deputados : Ralis e Silva, Ges Cava I-
cante, Ernesto Vieira, Novaes, Veira de Araujo,
Barros Wan lerlcy, Figneinia, Antonio de Araujo,
Tito de Barros, Lamenha Lins, Olym[>io Marques,
Camboim, Lcenla, Freir Gameiro, Joaqnim de
Araujo, Alvaro tchoa, Pinto Jnior, Joaqum de
Mello Reg, ilomes Pareute, Tolentino de Carva-
llio, Amaral, Cunha Figueiredo, Pernambuco Fillio
e Oliveira Fonseca.
Abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acta da antecedente.
O Sk Io Secretaiiio d coat do s^uinte
kxpbdiintk :
ym oIBcio do secretario do governo da provin-
cia, remetiendo as informales da thesourarb
proviucial, sobre a petigao de Flavio Ferreira Ca-
llo.A' quein fea a requisico.
Uraa petirao tes moradores de A|4ucos, pedas-
do a collocayio de doze coinbuslores de gaz.A'
commissio de orcamento provincial.
Sao julgados objeeto de deliberav*> e mandado
imprimir os projeetos ns. 70 e 71, sobre postura
de cmaras.
E' tambera bdo e apolado o scguinle projerto-:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. 1.* Os seis ana,es escriVaes do civel tes-
ta cida le paasarao a servir iterante- os seis jnizes
criminaes la eorbarca e seus substitutos e sup-
plentes, guardada- a "rdem seguiule : o escrivo
mais antigo servir perante o juiao criminal do 1*
districto e os- ttentais, segundo a ordem de sua au-
tiguidade piante os do seguodov terceiro, oaarte,
quinto e sexto distrietos.
| unku. Os escrivaes interinos e os que forera
prvidos provisoria ou eiTeclivamente ttoaois da
execa.lii desta lei, servirio pesante o mesmo jui-
zo dos seus substitutos eanteeesores.
Art. & Revogain- se as nsposi^oes em con-
trario.
Sala das- sesses, 17 de nsio de 1873. Mm-aius
da S-ha.-Burros Wandertty.
O Sk. A Comba dk Ahaujo padt dispensa le
impreseio do projecto que acaba de ser litio.
Cwisullada a casa foi concedida a dispensa pe-
dida. .
O Sil Prksidentb notueia para fazer parle da
commissao que tem de ir felicitar o Exm. Sr. pre-
sidtulo da provincia, os Srs. Gomos Prente, A. C.
de Araujo, Vieira da Araujo, Ucha Cavalcante e
Almeida Pernambuco, declarando que S. Exc es
pera a commissao a ama hora da tarde do dia 20
do crrenle.
onotn oo da.
l1 discussio do projecto n. 65 deste anno, que
divide as delegadas iliterarias das ieguezias do
municipio do Recife. -E' approvado sera debato.
O^Sh. Rms b Silva pede dispensa de iutenti-
cio do projt co que acaba de ser approvado para
que possa ser elle dado para a ordem do dia se-
grate. Consultada a casa, nao'foi concedida.
.' discusiio do projecto o. 55 deste aaao, qu*
E' approvado.
Art. l. Contiauaui em vigor osarts. 10 e 2'.) da
lei n. 1,063 de 13 de junho de 1872 relativos c-
mara municipal de rl mata.
E' approvado.
Art. 13. A ciin ira municipal da villa d; Ipoju-
ca auterisada a desp ,'iuter com as verbas seguin-
tes a quantia d; 905iOf)l).
l. Ordenado do secretario 250J00
2. dem do porteiro..... 50i000
S 3. dem do Bseal...... 4i)lit)0.)
I.* Porceut igem do procurador,
na razio de li por cunto do que arre-
cadar..... ...
I 5." Expediente.......
S O.* Jury e cteicCes......
$ 7. Vgaa e luz para a cadeia. .
8.' Cusas om que decabir a jus-
tica publica..........
3 9.* Obras municipaes.....
i 10. Eventuaes.......
51JO0O
2i|000
70*000
3000d
lOOjOOO
271*000
20*0 0
905*000
E' approvado.
Arl. 14 A cansara municipal da villa do Cabo
lica auterisada a despeuder cora as seguiutes ver-
bas a quaftliade 3:232*000.
S |. Ordenado do secretario. 500*000
s 2.* Idera do porteiro..... 100*000
j 3. dem do liscal...... :*00i000
1 4.' dem do ailministrador do ce-
milerio........... 120*000
g 5.* dem do porteiro do mesmo,
que serve de coveiro...... 300*000
6.* Porcentagem do procurador,
na razio de 6 por cea te do que arre-
cadar........ ... 20OJ0O0
8 7.* Expeliente assignatura do-
jornal offlcial.......... 00*000
S 8.* Jury e eleic^es...... 50*000
| 9.* Limpeza das ras. .... 100*000
s 10. Cusas dos processos em qne
decahir a justica publica..... 200 J000
s U. Agua e luz para a cadeia 100*000
12. Dividas dos annos anteriores. 127*968
g 13. Conservacao do cemiterio 200*000
J 14. Obras municipaes..... 800*000
15. Eventuaes '....... 74*032
3:232*000
E" approvado.
Art. 15. A cmara municipal da villa la Esca-
da aulorisada a despender coin as verbas se-
grales a piantia le 3:770*000.
8 1. Ordenado do secretario. 500*000
g i.- dem do porteiro..... 200*000
3.' dem do scal...... 40:1*000
j 4. dem do advogado .... 200*000
5.* PorcentagemJ do procurador,
na razio de 6 po* cento do que arre-
cadar. ,.......... 226*200
j 6.a Expediente e assignatura do
jornal offlcial.......- 60*000
7. Gusta* era que decabir a jus-
l;ea publica.......... 300*000
8. Jury e eleicoes...... 100*000
9.* Alugnel da casa da cmara 240*000
10. Agua e luz para a cadeia. 70*0 (
11. Movis para a casa da cmara 200*000
12. Obras municipaes..... 1:173*800
13. Eventuaes........ 100*000
E* approvado.
Art 19. A cmara municipal da villa de fiar-
reros aut >i isada a despender com as seguales
verbas a quantia de 1 080*780.
I." Ordenado do secretario. .
2. dem do porleiro ....
3M5O0
5OJ0OO
150*01
I 3." dem do liscal.
4. Porcentagem do procurador,
na razio de ti "', do qne arreradar. 6ij0f
5 5 Alugnel da casa da cmara. ifMkOi
H Expediente e assignatura do
jonialomci.il......... 50*000
S 7." J.iry e eleicoes...... 4 <*IM>
S 8.' Castas dos processos em qu*
decahir a jiisliea publica..... 50i"00
9." Agua e'luz para a cadeia.. 40*01
II. Obras municipaes..... 2O0*(X
5 11. Eventuaes........ 31*780
1:080*7811
E' approvado.
Art. 20. A cmara mnnieipal da vil a de Peiro-
lin.-i auterisada a despender com as verbas se-
piintas a quantia de 993*500.
g I. Ordenado do secretario 250art
2. dem do porteiro..... 60rt
3.* dem do liscal...... 59*rt
| \." Pnreentagem lo procurador, na
raan de 6 / do que arrecadar. 59*61
5" Ex'iiedienle e assignatura do
jonial offlcial........ :*(l
8 6* Aluguel da casa da cmara. lOOV'Ot.
I 7. Jury e eleifoes...... 40*0w>
I 8 Cusas judieiaes dos processos
decahidos...........
g 9.* Agua e luz para a cadeia. .
i 10. Obras municipaes.
I 11. Eventuaes. .
50*rt
8U*I>
SOOiN
53*8'.!.-
993*51
E' approvado
Art. 21. A cmara municipal da villa de Granito
auterisada a despender com as verbas seguinles
a quantia de 1:607*988.
jj !. Ordenado do secretorio 160*0i
S1* dem do porteiro...... 40*01
5 3. dem do fiscal da villa. 80*00u
5 4. Idera do do Exd...... 50*000
5 5." Excediente e assignatura do
jornal offlcial
5 6." Jury e eleicoes......
t 7.a Agua e luz para a cadeia .
5 8.* Atuguel da casa da cmara.
S 9." Porcentagem do procurador, na
razio de 6 / do que arrecadar. .
10. Obras municipaes .
11. Castas dos processos decaS*
dos, inclusive as que sao devidas a
Joao Pereira da Costa Miranda .
12. Eventuaes......
40*000
40*000
50*000
60*000
75*000
700*000
21
92*982
l:07*9S-<
3:770*000
Vio mesa e sao apoidas as seguimos emen-
das !
i Ao $ 7* do art 15.Inclusive o que for de-
vido a Jesuino Arcnanjo de Albuquerque Pimen-
lel. -Ges Civilcjnte.L-cerda, a
inclusive o que se deve de cusas ao escrivio
do jury Hilario rbaao da Silva, augmentando-se
a verba.M. da Silva.
E" appravado sera discussio o artigo, bem como
as emendas.
Art. 16. A cmara jauaicipal da villa de Dezer--
K approvado.
Art. 22. A cmara municipal da villa de S.
Bonto fica aulorisada a despender com as vert D
seguinles a quanlia de 1:670*.
S I. Ordenado do secretario. 300*0i
2.a dem do porteiro..... 50*1 >
| 3.a dem do liscal..... 100*11
4.a Porcentagem do procurador,
na razio de 6 por cento do que arre-
cadar............ 100*0
5.a Expedieute e assignatura do
jornal offlcial........ 30*1^
i 6.a Limpeza das ras. 30*00
7.a Anua e luz para a cadeia. 5')*00
l 8. Cusas dos processos em que
decidir ajuslica publica..... 150*000
8 9.a Aluguel da casa da earaara. 240*00.'
I 10 Obras municipaes, inclusive
a do cemiterio. ........
S II. Eventuaes.......
500*01
t0*OOJ
1.670*000
E approvado.
Art 23. A cmara raun cipal da villa do Bonito
tica aulorisada a despender com as verbas aeguin-
tes, a quantia de 1:200*.
S !- Ortenado do secretario. 400*000
2- dem do plido...... 80*000
3.Ideufefl$0aL 80*W>


;


I
Mi o I A\t
! l!

Qtyii<*4le Pernambuco Sext^'feira 11 de Julho de 1873. X'\ \f
i \

| 4.* Porcentsgcm 4o procurador,
ua razio de t por tenia to que arre-
cadar ... .
% 5.* Expediente Ojusignature do
jornal offlcial. ...
S 6.a Jury c elHjdcs.....
f~." Agua e lurparae cadeia. .
8 Costas dos processos era que
decahir a justica publj, oue sie
devidas do exercio imm aoimscrt|
ves Joo Gomes da Silva e Patricio
Comes da Silva........
9. Obras rauni^pacs e even-
tuaes......, frf.-
60*00'
60*000
70*000
lJtt0fOn6
Vai a mesa seginte emenda :
Ao 2 do art. 23 onde ae d impartido -di-
fa-se porteiro.-Jom Cdroffnte. **<~W
E approvado o artigo sera discusso, bera como
a emenda.
Art. 2V. A cmara municipal da villa de Panel
as flea autorisada a despender com as seguintes
verbas a qmmtia dcHti j.
SI* Ordenado do secretario. .
5 i. dem do partido.....
a 3 dem d i fiscal.....
4/Porcentagemdo procurador,
na razio de 6 por cen'o lo que ar-
recadar..........
5* Exp diente do jornal offlcial.
6." Jury e eleicoes......
8 7 o Castas dos processos era que
decahir a justica publica..... 70*0"0
| 8." Agua e luz e para a cadeia. 6o*U00
$ 9.* Obras municipaes. 20*0-l
5 10. Eventuaes....... ."2*340
200'000
40*000
40*0'.K)
ift/660
30*0 0
SOOOO
E' approvado.
Art. 2o. A cmara municipal de Itamb au-
lorisadi a despender com as verbas seguintes a
quantia de 1:907i.
8 1. Ordena lo do secretario. ,
S i. dem do partido.....
3.* dem do liscal da villa. .
t 4. dem do de Itamb. .
| .*>. Expediente, jury e eleicoes.
% 6. Luz e agua para a cadeia. .
% 7. L.mpcza da ra do Com-
roercio..........
S 8.* Assigiiatura do jornal offlcial
9.* Aluguel da casa da cmara
JO. Porcentagem do procarador,
na razio de 6 por cento do que ar-
recadar...........
II. Obras municipaes. .
5 12. Eventuaes. .-.....
M0000
120*000
120*000
120*000
80*000
100*000
60*000
275000
30 1*1,00
114*000
396f"00
36*000
1:907 aOnO
E' approvado.
Ar. 2ti. a cmara municipal da villa de Agua-
Frea autorisada a despender cora as verbas se-
guintes a quantla de 3:000*.
55 i. Ordnalo do secretario. .- 600*000
5 2 dem do partido..... 120*000
S 3." dem lo fiscal da villa. 150*000
54 'dem do liscal dos Montes. 24010 hi
jj .". dem do fiscal do Fri. 00*000
6." Porcentagem do procurador,
na razao de 6 por cent) do que ar-
.-....dar.-.......... 300*000
s 7- Expedienteo assignatura do
jonte offlcial......... 00*000
ij 8. ury e eleicoes..... 80*00.
5 9." Aluguel da casa da cmara. 240*09 i
s io. Lisnpciadas roas da villa
|i. Luz eagua para a cadeia. 120*000
!s :2. (instas dos procesaos eiu que
(uraliir a juanea publica .... 60;>*000
!? 13. Obras municipaes e compra
da oattj nos Montes para o mercado
j.ibli.-o. ,.........2:001*000
g 14. Ordenado dd administrador
do romiterio......... 120*000
$ 15. Eventuaes....... 140*000
#
Art 7." wgaranea publica :
.$ 1/ Forja, policial......a22:27i>*00)
S 2. Pardamente e mais desposas,
inclusivo illumin io dos quartis. 58:7(6*900
3 Empregados da casa de de-
toofio............ 0:0,i6*600
| 4. Exp -diente....... 77*000
5 5 Illjiminaiiu.......2:934*000
5 6.* Aluguel do casas para _ea-
deia3 o qnartel....... 3:000*000
8 ?. IllumraacT da eidade. na
8 do art. 7 da lei o. 1,081. 119:010*700
forma do!
R
30:000*003
79:000*000
800*000
l:00*0ii0
1:000.000
5:000*0 0
1:000*000
1:001*000
2:010*000
500*000
1:300*0 JO
8* approvado.
Art. 27. A cmara municipal do Duique auto
rifada a despender com as verbas seguintes a
uiaatia de I 509*000.
1." Ordenado do secretario.
s' 2.' Id.'.n do porteiro. .
55 3." dem do fiscal da villa. :.
5 i. dem do da Podra.
| :; Por
razan do
recalar. .
na
reculasen) do procurador,
(i por canto do que ar-
S 6" Agua e luz para a cadeia. .
7." Lnnpeza das ras e acodes.
5 8.* Jury e eleicoes.....
j 9. Espediente o assignatura do
jornal offlcial.......- .
10. Cusas dos processos eni
qae decahir a Justica publica. .
S 11. Moris para a casa da c-
mara............
5 I. Aluguel da casa do a.ougue
13. Obras moaieipe.es. .
14. Eventuaes.......
V. approvado.
Art. 28. Continuara era vigor para as demais c-
maras nao especificadas na presente lei os respec-
tivos ornamentos ltimos approvados por leis an-
teriores.
5j uuico. Fica autorisada a cmara muuieipal do
Liraoeiro a pagar peda verba cusas judiciaes-
i) que estfver a dever ao major Luiz Paulino Viei-
ra de Mello e a cmara da Victoria a attender, sa
.ulgar justas as redamacoes de Manoel do Reg
Oivalcante Ferraz e outros arrematantes dos io
ji >-t s municipaes.
Vio mesa esao apoiadas as seguintes enien
das :
n Ao nico do art. 28. -Dcpois de -custas
judicianas diga-se-a quantia de 300* por tonta
do que esui a dever ao escrivlo Luiz Paulino Vini-
ra de Mello -o mais como est no artigo. .1. de
t;-(f'*>.i. Get Cavalcanti. ?
additivo ao art. 28. -Pica a cunara muni-
cipal de Serinbem autorisada a despender .v a
iiantia_de 3 com despezas judiciaes para ar-
recadacao de suas rendas. M. da Silva.
E' approvado o artigo sem discusso, bni como
as emendas.
O Su Pbssioknte declara Bear adiada a discus-
so do projecto pela liora.
(^oiUinua a j* discusso do projecto n. 54 deste
..uno (orcamento provincial!.
Arl. 6. Obras publicas :
^ I. Empregados, na conformida-
d.-. doa#t. 19 5 7 da lei n. 93. .
2* IScpedienle eassoio da casa,
inclasire o -envine......
3.* Calcamentn da eidade. .
5 4.* Estudos graphicog. .
i 5> Reparos ecoajarvacio. .
55 6." Obras de ra.Urizes. .
7.* Aterro do lugar destinado
para o sasseio publico.
184*000 jj 8." Diti de Onda. '. li:820*0!)0
i- 9." Dita de O .yanna, com 30
lampeCta..........3:120*730
8 10. Conduccao de presos. 2:600*000
Vai mesa o apoiada a segrate emenda :
Ao .1." do art. 7.' -No fliu do augincnle-se
-mwldo elevado a l:0".'O* n ordenado do eseri
vio.
Augnente-se a verba.'- Ralis e Sifoa. .
0 Sn. Bats e SiLvvnede a retirada da emenda
|iie acaba de aprsenla!*.
roti'nltada a casa, e concedida
S 1. For a policial......42:273000
E' approvado.
| 2 ap|)rovado.
3.a approvado.
1 I- ajiprovado.
S '>' "approvado.
S 6" approvado.
55 7-approvado.
i 8.approvado.
55 9. approvado.
8 10 approvado. .
Arl. 8. Soccorros de benellcencia :
8 Io Auxilio Santa Casa de Mi-
sericordia, sendo 3:00li* para ac-
811*000 sa dos expostos.
8 2.* Sustento e curativo dos pre-
sos pobres.
3. Recolhimento de Olir.da.
8 4." Dito de Ignarass.
8 5. Dito do Coyanna.
8 (i Colli'gio de Papacara.
8 7. Hospitil de misericordia do
Goyauna.
8.* Casa de lenedcencia de Gr-
vala.
Dita de Bezerros.
10. Dita da Villa do Triumpho.
5 11. Religiosos capuchinhos
Tio mesa e saoapoidas as seguintes emendas:
8 12 coadjutores 34:300*. Conego Ftrmino
de JVotWM.Padre Tilo.-A. Figue'tredo. Ralis e
Silva. Oliveira F nceca.
additivo ao art. 8. Recolhimento da Gloria
desta eidade, para encanamento d'agua e luz no
caso de na receber a quota igual qua Ihc foi con
cedida pela lei do orcamento vigente, 1:0.0*.-
Rittlse Silva.
O Sn. Olymi'IO Marques nao devolveu o scu dis-
curso.
O S:i. Ratis f. Silva : -Sr. presidente, offereci
mesa um .8 additivo ao art. 8; consignando a
subvenan do um cont de ris para o recolbimen
to da 01 lia desta eidade, p?la razao de que, dan-
do o projecto aodeOHnda e Goyauna, suppuzque
prccisas'se tambera de igual soccorro o recolhi-
ni' uto da Gloria desta eidade; me pareceu injnatn
que, havendo sido concedido um auxilio a outras
casas d-1 beneficencia, se nao coneedesse a> reeo-
lliiinento da Gloria ; mas, desde que o nobre de
putado me afflancar que o reeulhimeoto da Gloria
tcm patrimonio e que nao precisa deste auxilio, cu
relirare a minha emenda: nmguem rae recom-
mendou nu pedio semolb?nte cousa, foi idea mi-
nha smente, porque soppaa que o recolhimento
da Gloria precisasse de um auxilio para sua ina-
nutenejo. Um soccorro que se vutou no orca-
nienlo do auno passado, foi especialmente para o
encanamento d'agua e gaz; o eaneltao desse reco-
lhimento fez eniao a mim o pedido, como o fez ao
nobre deplalo; eslava por 390 persuadido
de que acnava-se inuvsmt) caso dos outros, nSo
sabia que o c invento da Gloria tinha patrimonio,
pelo contrario m: parecen que preeisava de um
auxilio ; porn, como acaba de clizer o nobre de-
putado que nao pro-isa de auxilio, eu retiro a mi-
nha emenda : de agua c luz nlo precisa mais. vis-
to que (leve o recolhimento ter recebido a quota
votada para isto o anno passado.
I'm Su. Drpotado : Aflanco ao nbre deputadj
que ello n'oj receban a quota.
0 Su. ll.\Tis e Silva : -Se nao reeebcu a quota,
eu nao retiro a minha emenda, licar esto cont
de reis para este iim.
Un Sn. Deput.UK) : Se a emenda com Iim es-
pecial.
O Sn. R \ti> e Silva .-Fica a emenda com esta
modifleacao para o raesmo fim que foi concedida o
anno passado, istj para agua e luz e ueste sen-
tido eu ven reforma-la.
Vao a mesa e sao apoiadas as seguintes emen-
das :
8 12 coadjutores34:500*.-Conego Fumi-
no de Sovaes. -Padre Tilo.A. Figiteiredo. -Ratit
e Silva Oliveira Fonceca.
% additivo ao art. 8-Reeol ment da Gbria
lesta eidade, pjpa encanamento d'agua c luz, no
raso de nao reeebor a quota igual qno loe foi con-
cedida pela lei do orcamento, vigente 1:0 0*.
alts e Silva.
Ao 8 1* depois de 3:000*-diga seas obras
da casa dos expostos.-/. de Mello Reg. -M. da
Silva.
Ao g 4o do art. 8." Era vez de LOO1*d-
ga-se-l:30'.-.4wir(i/.-G. Prente.-Mo Viei-
ra. Ucluia Cavalcanti.-A. de Arttujo. -Firmino
de VbMM, Padre Tilo.
8 10 Era vez de 500* -dga-se -1:000*. -
Oliveira Fonceca. Fumino de Jiooaes. Padre
Tilo.
O Sr. Oliveira F nceca faz algumas conside-
' gueiredo,i Ai
Novaes, jiloJH
a Bou'
I Deixa-se -de votar poi- falla de niim to.
O Su. Presiokntf, desifna a ordem do i'u *}f
vaiu.-i- a sessio.
de volta daquellu lugar o-sulidolga-
no distriolo; c como est nao tfveso
feitu as d-Teneias qae ora taes casos a lei exige,
o fiavacrjifipanhariii a V) 0!tl!N i.RIa K\I 20 Di2 MA10. PHwmftfcUi o si. DLtvKiUA ANDitAi):-;. M>di-ter Irivido um tire gritos, nao em-oitrando
Ao uiKin dia aoliandh-se presentes os Srs. depu- Vesfigio algum, que demonstraas ter-se dado
lados Ratis e Silva, Vieira de Araup), Goes Ca- facto algum criminoso, nein tio poueo isso re-
valcinte. Ant'i;no_d-AmJi,_Freire Gamoiro. J a- sullando dos interrogatorios feitos ao iiidiitado
qeioi de franjo, Essmenlia fcins, Tolentino de Car- crimiafi o a oais quairo rudivfdoos.
valho. CanilHiiw,'0)i\ n^o,Marques, Conha oFi- Dos-es inUrrogitorioa aper
rquos
'AmfrU "algade, Piiui::oda
rt(l<: WWiroa, Gnui'-'s Prente,*
Oliveira oneeca. Pino KirMh R^o, Oli-
veira Andr.de, lo"ie-[i Viein, vlva > IL-hoa e
Pernambaeo-jyho, abropte a -essao.
E' lida oaffrovad. a acta la anterior.
O S. l/.SycET.vi; > da emita do segulnte
hxi'kdiuitr :
OMMos:
Do secre'ario do bispado, comnunicamh baver
o Exm. hispo djpcesano toad i ummamente agr-
leciil.) i patritica, orth id-'.ta a illustradi-sima
assembla, pelo voto de pozar por ella apresentado
ao mesmo Exm. Sr. etn vtrtmie dos acoritechnen-
tos da tarde do dia 14 do corralo.(otoirada.
Do secretario 4a governe, romctter'do o projec-
to de posturas da c uara municipal desta eidade,
relativas ao asuelo e limpezr. damesma eidade.
A' coniimssao de posturas.
Do mesmo, cominunicando tero Exm. presiden-
te da provincia designado o dia 21 d) corrent!,
gatnrio apenas soubo qcje, no
dia 22 -le iimh, Vivir, lepdojura milbaral e se as-
tandofurt uido-i, cntendisn ilfe ir como mefiinista
d'aqujlte eagosio pelas 7 horas da imite poucO
mais a inoiii, da pn lie dia', ao dito milltaral,-
l den um Uro. mandando o sen cantarada gritar
com se cfilVosse ten ,>, o isto c mo Cm de
amedronHroa adroes na noite do S. J..io.
t Todas as tsate.nunhas foram aceordes nos de-
noiraentostfe que os tiros e gritos 'se deram antes I paratorios ai
de S. Joio e que n'este tempo nao iesappareceulcife.
waojtwpe
-Tlal
Mai.-o
Mossor
Araealy
Acaracd
Cear
Maranhao
Para
34:6110*000
. .887*710
4:100*000
7fC*OfO
6:05'*tOO
30:633*610
30:060*000
'84:336*000
Arremut(t^-:\o provincial Vao de
tovo a praca, no dia 17 do corrale, peanlo a
junta da thesoutaria, provincial, o sitio dos Rerne-
O'os. adjudicado.-! fzenda provincial, serviado de
|a.<- o proco de 3:730*000.
Faculiladr de Direito Cuiii o prazo
de quatro maies, contar de 9 do corrCnte,
cha-se aberta a iiucrprio para o concurso d>
proyimento da substituir j das ca leiras de lingua
nacional, lalim, franeot e inglez do curso de pre-
faculdade de dlreito do Re-
3:00040:H>
220*000
60*' 0(i
100*0011
23*030
?0*000
90*000
120*000
30S0K)
50*000
30*000
|O0*C00
60*000
300500(1
&>*H00
1:3005000
raptes sobre a materia em discusslo.
Encerrada a discusso o artigo posto a votos
e approvado com os seos paragraphos, e bem assim
as emendas.
Art. 9. Arrecadaoio e flscalisao das rendas :
8 1. Empregados da lliesouraria
provincial.... -......94:302*900
8 2. 10 0 0 da uibranca judicial. 7:548*000
8 3. Despeza judicial.....4:321*000
8 4. Expediente e asseio da casa. 2:300*000
8 3." Gratiiicacio do servente, do
carteiro c correio da se -co do con-
lencioso......' 2.709*0)0
I hora da tarde, para receber a commissio que
tcm de felictalo, -luteirada.
Sao lidos, julgados objecm de delicracto c man-
dados imprimir os projetos seguintes:
A a-sembl;rlegislativa provincial resolre :
Artigo nico. Fica concedida urna lotera de
120:000* para a igreja de Nossa Senhora da do-
ria datS eidade. Sala das sessoes 20 de mulo de
1873. Juaquim Correa de Aran jo. P. G. de
Ralis e. Silva. Firmino de N vaes.
A commis>iode negocios eerlesasticos, reven-
do o eompromisso dajirmandade dc;Santo Auton'o
da povoaqAo do Bebe>louro da freguzia do Altinho,
de parecer que dito eompromisso seja approva-
do, adoptndose a resolucio seguinte :
A aMsmMea legislativa de Pernambuco re-
solve :
Artigo nico. Fica approvado o eompromisso
da irmandadfl de Santo Antonio da i ovoac.Vi do
Belwdonro da frognena do Altinho desta provincia
com as alt raeoes fens no acto da approvado
pela eomiietente autordade cccleias'ica, e accres-
ceniando-so mais no fim do capitulo as segnin
tes palavras: nao pudendo sor cleito para me.m-
bro desta o irm.lo menor de 21 annos.
a Rcvogadas as dispmiffos em contrario. Cu-
nha e Figneiredo. Firmino de Novaes. L/i-
menht Lint.
O Si. Ratis e Silva pede dispensa de mpressao
do projecto n. 72 alim de entrama ordem dos tra-
balhos. Gonce lida.
O Sr. Tito di Barros pode tambem dispensa de
mpressao d > projecto n. 73 aura de entrar para a
ordem dos tNWinoe. Concedida.
ORDEM i DO DIA
1* discusso do projecto n. 68 deste anno, qoc
antorlsa o presidente da provincia a aposentar o
ex-tenente do corno de polica Joio Pereira Lagos.
R' apir ovad) sem debate.
O Su. Tolentlvo d CvnvAi.no pedo dispensa de
intersticio do projOcM que acaba de ser approvaJo
alim de ser dado para a ordem do dia seguinte. -
Concedida.
2* discusso do substitutivo ao additivo olTerc-
cido em 3" ao projecto n. 21 deste anno que man-
da admittir a exame das materias do 3o anno d)
curso normal o alumno mestre Manoel Mara Ce-
zar de Mello. E' approvado sem di-cussao o
substitutivo ao addilivo e passado o projocto
commissao de redaccao.
I* discusso do projecto n. 63 deste aneo que
garante os juros de 7 / por empresiimo i-.oin-
panbia da estrada de ferro do Recife a Olii) la e
Beberibe sobre o capital de 200:000*.
O Sa. Go.xgAi.VKS Fkrreira 0*0 devolveu o scu
discurso.
Encerrada adiscussio e posto a votos o projec-
tos, rejeitadp; verificada porcm a votacio foi
approvado. >
2;1 discusso do projecto n. 36 deste anno, sobre
a divisio da freguzia de Pao d'Aluo cora a d<
Gloria.
O Sa. Pinto Jumos nao devolveu o sen dis-
curso.
O Sn. Barros Coeliio nio devolveu o sou dis-
curso.
Vai a mesa e 0 apoiado o seguinte rejueri-
mento:
i Requeiro que seja de novoouvido oSr. hispo,
pedindo-sc-lhe respeiiosamente que a informarlo
do vigario da Gloria de oiti nao assenta em ba-
sas exactas, para ver se em vista disto presta S.
Exc. Rvm o sea assentimento materia do pro-
jecto, c isto sera prejuizo da presente discussaa
/. ile Mello Reg.
O Sn. Visiha de Auaujo nio devolveu, o scu
discurso.
O Sn O.ivrir' Fonceca faz algumas considera-
cues sobre a materia em discusso e justifica o
scu voto.
O Sn A,("iibe.v de Aii.vi.n faz ligeras consi-
deracoes relativas materia em discusso.
Encerrada a discusso pasto a votos o roque-
rmenlo e approvado bem como os arts. e 2'
do projecto."
Continua a 2* diseusso do projecto n. 54 deste
anno.
Art 13. Restituices.....3:000*003
Deixa de ser votado por falta de numero.
O Sr. presidente desigua a ordem do dia e le-
vanta a sessac.
44:700*000
3:552*000
*
4:00"*000
140:001*000
3:0 0*000
Vio mesa e sao apoadas
das:
. 4:000*000
as seguintes emen-
Ao S 6' do art. 6.Em lugar de 5:000*di-
fa-se-10:00;*. Conejfo Fumino de Noeuet.
Padre Tito. U ti e Siten. Oliveira Fonoeci.
Ao art. 6- 8 3. accrescente so-continuando
somonte o da ra Imperial, j coroecado.
Siipprfna-sco 8 / Cunha e Figueiredo.
Requeiro o aJiamento da votacio do 8 3o do
art. 6. at ser votado o contrato celebrad') pelo
presidente para o serrco do calamento da eida-
de. M. da Silva.
- Ao 3. do art. :
Supprima-se o 3. do art 6.--G. Prente.
k g 6 inclusive 3:000* para abertura do ria-
,no Agua Fra e nina ponte sobre o riacho. /.
de Mello Reg.
j I." Empegados, na onfbrmida-
de do art. 19 8 7da lei n. 963. 44:700*000
E' approvado.
8 i.' Expediente e asseio da casa,
inclusive o servente....... 3:532*000
E' approvado.
Procedida a votacio do requerimento e teni'o s-
uo approvado, lica a votacio das emendas e g 3.
adiados em consequencia do requerimento.
O Sh. Tolentino de Carvauw _nio devolveu o
seu discurso.
O Sn. Gomes PaorrG nio devolvea o seu fia-
t\? Estodos graphicos. 4:000*003
E* ipproTado
5 eparos e HO.'OPQiSOW
' appmvad,, Irwu romo a emenda.
5 TObras d Hianfzes..... 3:000*000'
E'approvado, bem &irrfo a emenda.'
Aterro do lugar' destinado
para o passe, publico. .'. 4:000*600
y: rejeitad-i a emenda Ujipreseiva -e apf.rdva<]o I
5 l'>. Empregados d> consulado
provincial, sendo a porcentagem de
4 1/2 0/0..........79:949*000
| 7." Expediente c asseio da casa. 2:000*000 '
S 8." Diaria dos serventes 1:200*000
S 9." Empregados das collectorias,
inclusive o expediente.....43:000*000
10. Agencia de fumo e bebidas
espirituosas, sendo a porcentagem
de&O/O..........8:000*000
II. Porcentagem do fiscal de M-
Ihetes de loteras de outras provin-
*-.......... 300*000
12. Aluguel Je barreiras 96.000
K' approvado.
Art. 10. Aposentados e jubilados. 64:5705296
E' approvado.
Art. fl. Divida provincial:
!. Juro e resgates das aoolieos
emitidas em virtude da lei n. 963, e
de leis anteriores, guardada a or-
dem da antiguiJade ......130:000*030
2. Juro k amortisacio do em-
prestimo de 1,800.00)*009. 306:600*000
8 3. Dividas de exercicios flodos,
sendo 334*000 a Vicente Frreira
de Paiva Simoes....., 16 000*090
E' approvado com todos o? seus paragraphos.
Art. 12. PublicacSes e impressfles,
sendo 2:000*000 do subvencio a
quera se encarregar de imprimir as
obras do vigario (Jarreto .... 11:000*000
Vai i mesa e apoii-se a seguinte emenda :
Ao art. 12 accrescente se : Inclusive a quan-
tia de 2:000*000 a Franci-eo Pacifico do Amara!,
para a conteni o mpressao do almanak da pro-
vincia; os quaes Ihe serio entregues em duas
prestacOes: a !. ao dar comeco referida obra,
e a t.' entrega damesma, sem que seja para
isso preciso fazer eontrato; llcando o mesmo obri-
gado a foruecer s reparticoej provnciaes o nu-
mero de alraanaks igual ao fomecido pelo encar-
regada do anno passado.-7o.-7o Yieivi Oties'1 Ca>
vahante. Ratis t Silva.Tolentino de C ir valho.
Firmino de Novaes.Vieira de Mello. -Amatol
Gongafces Ferreim Gomes Prente.-Tito de
Barros. Freir Gameiro. Pinto Juni r
9ia. J. C. pe An.AUo nao devolveu o seu dis-
curso.
REVISTA DIARIA.
Csirris de fei*rn no Recife.-Em 9 do
corrente foi expedido pelo Exm. Sr. commendador
presidente da provincia o seguinte aeio :
Atti-ndeiiip) ao (fue rajuereu o major Rellar-
mino do Rugo Barros por si e seus socios, contra-
Untes ,i,i emureza de asseutament.v de carris de
ferro as ras desta eidade do Recife, para o
trao|iorte de mercaduras, pediudo se firme a
inteHigenca do contrato celebrado com a presi-
dencia em 12 de abril do auno passado, relativa-
mente ata arts. 16 e 18, e, tendo em visa a infor-
ma<;ao do engenheiio cUefe da reparticio das
obras publicas de 7 do corrente, sob n. 270, resol-
declarar que os referidos contratantes pelo
art. 16 sao obrigados a conservar o calcaraento
dentro dos trunos e mais trnla e tres centmetros
para cada lado dos mesmos someoto, e bem assiiu
que podem os mencionados contratantes assentar
os trilhos as puntes por entre os da corapanhia
Ferr r Carril de Pernambuco, ooHitanto que con-
servera guardas-vigas para evitar os encontros
dos carros com os da-pielia companha.Hetuimi
Pereira de Lucena.
Alisul vi-uc, de mulla Em 9 do cr-
reme foi expediJo pelo Exm. Sr. commendaJor
presidente da provincia o seguinte acto :
Attendendo ao que requereu o major Jos
Thomaz.Pires Machado Porlella, arrematante dos
reparos da estrada de Muriheca, e, tendo em vista
a informaco do engenbeiro chefe da reparticao
das obras publicas, datada de hoje, sob n. 274,
pela qua I se v que o referido arrematante fez
mais obras do que eslava obrigado pelo seu con-
trato, e isto gratuitamente, reaolvo relevo-Jo da
multa em que incurren por ter excedido um mez
alin do prazo que Ihe foi marcado para conilu-
sio das mesillas obras. Henrique Pereira de Lu-
ren'i.
Autoridad policial. Por portara da
presidencia da provincia, de 9 do corrente, foi
nomeado Manoel de Frenas Barbosa Cordeiro, sub-
delegado do !. districto de Itamb.
Xottolns de Vita. Do oflleio que abaixo
publicamos, do Sr. delegado de polica do termo
de Un, verao os leilores o que se deu n'aquelle
lugar.
) que le todo o occorrido parece resultar f
que gerou-so o boato do assassinato- e resistencia
armada em consequencia de aigiima m vonfade
contra os rendeiro- do ennenho Capricho.
QuanJo pnblicamos as pritm-im noticias sobre
o faeto, ignoravamos quero ellas se referi*rri,
sem o que n.io te-las-biamos dado pela razio va-
liosa de que. conhecendo os remleinw do citado
engenho, temo los na conta de homns trabalha-
dores, morigerados e honestos, e como taes inei
pases icto? rio criminosos* premeditados.
Em todo caso fie* tfradVr a limpo que- ftinwB'hi-
0uzido9 nina mitrei* errneo por orno nfm-
i> sn. Vieira de Ab.umj npdevolvgu o seu dis- 'cao honesta, mas que peccava em repousor em
^ir?0- um boato falso.
i '3 ''iN1 r-'mRK ns Aoaiuo pede que seja E.* oflleio qne Aeitaa nos reeriroos :
oomaltada a asa a Iim de vpt se concede permis- Defegaeia debiera do'tcrmwd'Ajaa Pretil'
sao pafa que a votacio seja nominal. dejolfmde 7i-Hlra. Sr. -Levo^ao ,:oo*eM-
Coniultada a ea*,- vola- contra o pedido cima mcrr'o de'V. S. qtOj me constando ter np eofcd-
n*o Cpricho, do primeiro Astricto dst lro;
^Encerrada a discusso-e approvado o art. I?, nVswppareeido um individuo eqac sffdilftl fcrosr-
, 5?, i c;n 'a,b 'lsid0 as*^fnado por nm di* soissos, o de nomo
Arl. 3.-flwiHaioos.. 3:0005000 AiV. pura a!i me dirig- immoliatan*to,?oif?
liessiia algnma no lagar e so no Jia.de S. Pedro
foi que deeappareceu um trahalbador de nome
CleStino, o ijual ne.-te dia rebeber do suisso,
rendefro do dito engenho, jornal de dons das qne
lluvia trabalhado.
AtribumOs*stes bantos a dssejos que alguem
tem de que se retire o suisso cura o seu rompa-
nheiro d aquello engenho. Entretanto ainda con-
tinuo em pesquisas a ver se descubro indicios de
algum crime, e o resultado communicarei a V. S.
Deus guarde a V S. -Illm. Sr. Dr. ntonio
Francisco correa de Arauio, mu digno chefe de
polica desta provincia. O delegado, Auslriclino
dr C sfro S Brrelo.
Instituto Arclieologico c Geogra-
pliici.-Reunise hontciii, sob a presidmeia do
Exm. cooselhim nnnsenhor Muniz Tavares, e
com as res Gama, Paula Sales, Jocintho de Sampaio, e dos
Srs. Augusto Cesar o major SOrador Henri-
que
E' lila e approvada a acta daantecelente.
Nio se adiando presento o Sr. secretario perpe-
tuo, o Sr. 2' secretario o substitue e d conta do
seguinte expediente :
Umofllcio do Sr. secretario perpetuo, eommoni-
cando nao poJer comparecer por doente, a pre-
sente sessio. -Inteirado.
Outr.i do Sr. teuente-corenel Fras Villar, rom-
municando ipie por achar-se oceupado em servi-
co publico deixiva de comparecer presente s-s-
sao. Inteirado.
Ontro d i 1" secretario da sociedade M'inte Pi
Santo Amaro, convidando o Instituto a se fazer
representar no acto de sua installai-o no dia 13
do corrite. -O Sr. presidente convida os socios
prosete* par? comparocere.n naquella festivi
dade.
Ontro do E\m Sr. Dr. Dellino Augusto Caval-
cante de AIbu [uorque, otTertanlo um exo n.ilar do
relatorio oin'iue em pinho d-j anno passado en-
tres m > adminislrac.io di Ro Grande do Norte ao
respectivo vire-presidente. -Inteirado, sendo rece-
bida a olTerta com agrado.
O mesmo Sr 2' secretario ni raciona as seguidles
offertas:
Varios numero do Diario de Pernambuco, pete
consocio Dr. Figueiroa ; um exmnplar do o;iu-cu-
lo Questoes io Rio da Pruta, olTertado por seu au-
tor o Sr. Dr. Jos Avelin i (urgel do Amara!; um
dito de versos sob o titulo .Yuncas Espartas, pelo
Sr. Felino Guedei a pelo m smo olTertado : urna
nota de um peso da repblica do Paraguay pelo
Sr Or. Felippe de Figueiroa ; pelo mesmo Sr. tima
bala de fuzil que na Blgica l!ie offertara um ami-
go, declarando ter sido a inesraa apanhada no cam-
po de Waterloo. depois daque la celebre batalha;
um cxemplar dos estatu is da sociedade dos me-
loratnentos industriaos de Pernambnro, de.' 1842,
poto S*, tenenlecoroncl Antonio Juvencio" Pires
Falcao; (Mi'ri d'uma allocucio d) vigari> F. P.
Harreto, pronunciada no collegio eleitoral, que
para proceder i eleicao de dotissenadores reuni-
se na matriz de Santo Antonh do Recife, em 18 de
mnii de 1146, olTertado pelo inemn Sr.; um ca-
derno munuscripto, contendo varios registros de
ordens pertencentes ao jnzo dos bens confiscados
aos padres da companhia do Jess, expulsos de
Portugal o seus dominios ; olTertado pelo Sr. Dr.
J. de Aquino Fonceca.
Todaseta3olfertas sao rccebilas com agrado e
mandara so archivar.
Vem mesa duas propostas para socios corres-
pondentes. -A' commissio respoeti va.
E' lida e approvada a seguinte proposta :
o Lendono Jornal di Recife de honlera, n. 16o,
urna noticia que este transcn.ve do jemal Lib eral
de Alagos, vinda da villa de Anadia, sobre a im-
portante descoberta areheologica eita na cha de
Cajazcira, do engenhoTaquara, de propriedade do
Sr. Jos de Medeiro* Biitencourt, distante 4 leguas
da villa ; proponho que se oi :ie no Instituto Ar-
cheoiogicu Alagoano, rogando-lhe que nao deixe
de esnpragar todos os sens esteros e pesquisas so-
bre samelbantu descoberta, remettendo-nos impor-
tunamente o resultado de seus trabalhos, e bera as-
sira, sendo pesssivel um dos vasos cinerarios que
naquelle terreno se te.n encontrado, como refere o
referido noliciador. Saladas sess5es do Instituto,
em 10 de jnllio de 1871 6'. Uenrique de Albu-
querqtie.
E' igualmente lila o adiada a seguinte pro-
posta :
O Instituto ha quasi 10 anuos est no gozo de
um subsidio pecuniario de 1:2-H*, que a patriti-
ca assembla legislativa deta provincia de 1863,
com justica concodeu-lhe por lei n. 837 de 14 de
mato do referido anno ; e como ltimamente a lei
do orcamento que acaba de ser sanecioDada, tenha
reduzido aquella quantia 600*, talvez por snp-
pr a eemmissao de orcamento ser essa a quantia
decretada; preponho que se represente ao Exm.
Sr. presidente da provincia, para que ordene
thesouraria o pagamento integral do referido sub-
sidio, de conforraidade com a lei citada, e que ain-
da nio foi revogada. Sala das sessoes do Institu-
to, lOdejtilho de 1873.Salvador Henrique de
Albuquerque.
O sr. presidente declara que nao suhmettia
discusso o projecto de reforma dos estatutos por
ser limitado o numero de socios presentes.
E^ lido e approvado um .parecer da commissio
de adinissao de socios c era seguida eleitos socios
correspondentes os Srs. lenente-corond Antonio
Juvencio Pires Faleao e commendador Manoel
Canillo Pires Faleao.
Nio havendo mais nada a tratar, levanlou-se a
sessio.
Ysylo de alienados.-Damos em seguida
mais um donativo "para as obras deste novo
edificio:
Engenho Serr, i. de jnlho de 1871. Illm. e
Exm. Sr. commendador Henriqne Pereira de Lu-
cena. Tenho a horira de aecusar a reeepcio da
cari* de V. Exc. firmada do 4 de Janeiro d cor-
rente auno, em a qua! me fez saber o estado artnal
do hospicio que serve para os alienados desta pro
vnola e a urgente necessidade de ser suhstituido :
recorrendo para isto s pessoas era as quaes V.
Exc. deposita confianca, alim de realisar to gran-
dioso commetHtnento; visto nao dispar a provincia
nem a Santa Cisa de recurcos snlflcientes para
dito iim.
Em resposta cumpre-me declarar a V. Exc.
que, louvando a V. Exc. por tao sublime idea,
tenho destinado olTerecer para adjutorio d'ella a
quantia de 300*000, e peco a V. Exc. qe se
digne disculparme to insignificante offerecimen-
to, dovido isto ao peuco lucro que tive este anno
i grandes despezas que me foi necessario f;rzer.
Brevemente farei chegar s raaos do V. Exc. a
quantia qne oflereco. Qaeira V. Exc. mandar
suas ordens a quera tem a honra de assignar-se.
De V. Ex*., amigo respoitador, obrigado e servo
Jos Rtt/ino- Ilezerra Cavakanti.
t Gabinete da presidencia de Pernambuco, em
8 de julho de 1873.Illm. Sr. Jos Rufino Rezer-
ra Cavalcanti. Acenso receida | carta de V. }\,
de 1 do corrente, era que prometa remetter me a
quantia de 300080 para a construecio do asylo
de alienados. Anradecendo a V. S. a sua proms-
sa o louvo pela prova dos sentimentos de carida
de que ella revela. Son com estima e considera-
rax De V*. S. muito attencloso, venerador c criado.
I'roprio naciosial. Peante a junta da
thesoura la de fazena vae a praca por venda o
grande barracan existente Bffl Santo Amaro da-
Salinas, em frente ao Asylo de Mendfcldde, o qual
servio de quart-d companhia de cavallaria, ava-
hado em 2:800*000.
Estrada de toara do Liiuociro-
Hnje devem ser inaugurados os trabalhos de
construecio da estrada de ferro que tem de ligar
a eidade do Recife com a villa do Limoeiro, pas-
san lo por S. Loureii.o da Malta. Pao d'Alho e Na-
zirelh.
A inauguraijao ter lujar no Caxang, ponto
obrigado da linha, e onde vio comecar o referi-
dos trabalhos.
Por volta de II horas do dia largar do Caes
22 de N'ovembro um trem ila via-ferrea do Caxan-
g, para o (lm de conduzir os convidados testa
maagsJral, que ser simples, mas digna.
Deus queira que os trabalhos que vio comecar
sigam coin a maor rapidez, e que dentro em bre-
ve fj |ne concluida mais essa artera de comraun-
cacao e de transporte, que sem duvida ha de ser
urna das de mais vantagens para os que embarca-
ram sens rapKaes na empreza.
ItiMids de Afolados.Chamamos a at-
lencao do -r. gerente da empreza dos bonds para
modo cuno ltimamente vai sendo feito o servi-
cio da linha de Afogados, dando azo i queixas de
que"! Bella transita.
Com e.'t'cito all nao sos-; observa grande descui-
do e irregularidade as horas de partida dos car-
ros dos extremos e no cruzainentos da linha,
mas tamben falta de alineles dos boleeiros e
conductores pira com o pasfagoiroa.
Convm orrigir isso ; e de crer que o Sr. ge-
rente o conseguir.
Assasinato -Em trras do engenho-Ca-
choeira Lisa da freguzia de Gamelleira, termo
de Seriohiem. apparecea assassiaado Luiz Fran-
cisco Alvos, presumlndo-se que este crime -fora
cominellido por quairo ou cinco individuos, que de
volta da feira de Gameleira se dirigiain para o
termo do limito.
A polica local proseguc em averigtttfles.
_ Mo va sociedade.-Pedem nos a publica-
cao do seguinte :
Ante hoiitem, a 7 horas da noite. em casa
do Sr. Eduardo de Parias Albuquerque Maranhao,
a ra Nova n. 19, e a convite do Sr. Jos Ernesto
de Mora es Sarment, fun lou se una nova socio-
dado com a denomnacao deLitterara e Auxi-
liadora da Insti-.icco Secundaria.
^ Presemos bastantes socios, foi o Sr. Estevao
Garneiro Cavolcantl de Albuquerque I.a:erda no-
meado presidente interino, o qual organisou a
mesa provisoria, c mvidan lo a tomar astelo como
1.' secretario o -'r Antonio Sergio Lopes Lima, e
como 2.- o Sr. PraocisCJ Ferreira de Siqueira Ya-
rejao.
Foi nomeado ora'br o Sr. bacharel Luiz de
Henews Vasconcellos de Dromlnobd, que, em bre-
ves, mas eloqpentes palavras, demonstrou o Iim
di sociedade, crmrluindo que esperava que lodos
os socios que se achav.im presentes approvassom
t io grandiosa dea.
_< Em Srtguida pr icodeu-se elelcSo da commis-
sao que nove confeccionar os estatutos, sendo
eleitos os Srs. bach irel Luiz de Menezes Vascon
cellos de Drnmmond, Antonio Sergio Lopes Lima,
e rraneisco de Assis Borges da Fonceca.
E nao tendo mais nada a tiatar, o Sr. presi-
dente declaren encerrada a sessio.
E' incontestavel, que da mocidade sempre
que parlem as gran-les idea-'. E' que a mocida-
de antev que ama naci s verdaderamente
grande, i/uando tera attingido ao ultimo grao de
cmiisacao e apcrei^insnio mora!.
Satidamos, pois, a ni dado que se ergue das
troves do obscurantismo, e que procura contri-
buir para o cultivo das intelligencias entregues
ao abanlono da fortuna.
l'csejamos que esta sociedade, cujo fim
humanitario, progrida.
Termo de Burrclros. Com o praoz de
sessenta das, a contar de 3 do corrente, acha-so
a eoncurso o provimente vitalicio dos o;tlcios de
-* tabelli.ioe escrivao do cive! e'mais annexos do
termo de Barruiros.
to Sr. D.-. Itu:ir|jic de Miecdu.-
fcste senhor entendeu ronveniento adrar sobre a
redaccao d-ste Diario a responsabilidade de al-
guns artigos em que se tem fallado no seu nome,
e que teera sido trazidos ao nosso esciiptorio c
publicados sob a rubrica Publicares a pedido.
Em consequencia disso fez-nos o Sr Dr. Buar-
(|ue una intiraacio par que assignemos os futu-
ros artigus que porventura venhara ao nosso es-
crintorio para o Iim de serena publicados.
O Sr. Dr. Buarque, porm, nao refleclio quando
escreveu e mandou publicar o seu artigo de hon-
tem, poisda sua nguagem seevdencia que. ou
a paixao cegou-o ao ponto de faz-lo tomar a nu-
vem por Juno, ou quiz fazer um jogo pouco digno
de cavalleiros e credor de acre censura.
Eui qualquer das hypotheses lamentamos a des-1
cabida do Sr. Dr. Buarqje, ao passo que Ihe sig-1
roncamos que temos por habito antigo e sempre
aceito desprezar tedas quaslas injurias nos pos
sam fazer os apaixonados ouos intrigantes.
O Sr. Dr. Ruarque deve saber c sabe-o sem du-
vida, que a redaccao olo Diario tem lagares reser-
vados onde escreve, sempre que se trata de emit
tir suas o.iinioes, e que por estas sempre res-
ponsavel.
. Sabe tambem o Sr. Dr. Buarque que S. S. nao
e nenhuin personagem que assombre, e de quem
se nao nossa oceupar alguem poltica ou social-
mente fallando.
lleve saber portento que, se a redaccii do
Uiano tivesse ou tiver alguma censura a fazer-
1". sobram-fhe independencia c energa para fa-
ie-(o de viseira erguida, como alias praxe da
niesma redaccao.
Portante ainda ; convenea-se de que a redaccao
o Diario nada tem com os anonymos a que S.' S.
alludio no seu artigo de hornera, e que nao aceita,
como ja o tm declarado- mais de urna vez, essa
nova doutrina que se pretende implantar da com
pleta e plena rcsponvibidade por tudo quanto
publica o jornal era que escreve, extra-parto edi-
torial do m-smo jornal.
O Sr Dr. Bnarque antes de. screver oque
mandou publicar, devia refleclir em quo, na parle
ral, mais de urna vez tem exprimido a re
> pois queds asaasdnns, a preWKte de compnr
a "ift, iroduzirrin -e antes das 8 lloras na la-
iirie e-mxnmetierain o.assasiinato. EuronlroQ-
iu cadver Nina b iliMlia va';a, que sup-
lo ida p-'tos'assissinos para siiiiularc.in a
tedo da c, in.i.a c Iludir.m o prete ; e pda
posicaa' era que se achava o cadver eonhere- se
Blle foi apuntillado pelas costas, n acto de
liaixtrse parooaodlr o azeitr, rocobendo enlio
moa- punhalada tio c, rtera que o roatou in-
tantanoamente, sem dar Jugar a gritar so qner
por soccorro.
k Ao sahiiein os assassin >s pela porte
saltarem urna rampa, que era preciso transo'-,
leixareii iiii|wessas as pedrea a m*os oum"-
gneolarJas deixando tambara em Out hs lugar. <
da cana por onde passaram vesligips do sangU".
Ojui.de paz era exercicio o -r. Antonii Flix
'inheiro, apenas soube do iconleciinento, corren
i essuroso ao est.melrcimento e fez o eorpo de
delicio. O delegado de poMi ia, logo qne levec-
nlieciraeulo do farto dirigise aquella povoacio.
onde se acha era pesquizas. Nio consta terVm
sido ainda descobcrlos os autores de Uto bardar
crime.
Helio Americano.Cnn a suspensio iV ^
te peridico os asignantes da Uvniria Fran-
ce.za. Soda pe den I
Des 24 nmeros, 2"> i 48, distribuirara-se IP.
Je 25 a 40.
Os asignantes podem desde ja receber a quan-
tia da 1*1)00, en,uivalente aos 8 numeras i', a 4K
ainda deyidus e que nao (orara publicados. Ia-
ruria Fiancizu.
Lotera. A que se acha venda a 58.*, a
beneficio da matriz tk Cibrobo, que corre uo di
15.
Casa de detenefto. Mo.miento do d.a
9 de jolito de 1873 :
t'xistiara presos 354, entrarain 10. sahiram 4,
existein 330. A saber :
Nacionaes 214, innlhere* II, estrangeiros 4'..
Mcraros 40, escravas II.Total 3:(l
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 5M
Movimenlo da enfermaria do dia 9 de jull*
de 1873 :
Teve baixa:
Andr, escravo, senleuciado, febro.
Tiveram alta :
Luiz de Fran./a Jnior.
Joo Pereira Lima.
Joaqoitn Pereira de Albuquerque.
Cypriano Francisco do Naseimonlo.
Vicente, escravo de Bernardo Nogueira.
Pas-sageiros Entrados dos porlos do sul
no vapor brasileiro Danlnt :
Leandro Ribeiro Gonzaga de Mello, Luiz Gomes
Ilezerra, Jos Antonio d-Aranjo Osrie, fiiqnitl
Porfirio de Arante e 4 manas, Frederico Augusto
Ferreira dos X ves
Sahidos para os p'irlos do norte no paqii'W
nacional Para:
_ Alteres Anteuio de Barros Teixeira, Paulino rk-
Cerqneira, Jo:to Cordcio, Antonio de Moura Rol.IB,
M iHoel do Moiira Rolim e sua senliora. Amonio
Jos Duarte, Joio Franco, iliisoaililfgidlli Joo
Paulo Mnnteiro de Andrade, Jos S. Gimes Coellw.
E C. de Souza, J. Paranagua, Dr. Joo Je Souaa
Corroa, Vicente Pereira do llego Junio Ulisses da
Costa Spinda, Joo Gomes, J, Graf, I). C. Av.-lino,
Aulunio da Costa Lima, Antonio Alves dos Santo*.
Jos liaymuimo de Oliveira. Manoel Jos Lopes uV
Miranda, Jos de Mello L. Barbosa, Antonio II >!m.,
.Manoel de Souza.
Cemiterio |>ul>Iico. Obituario do da t
de julho :
Desenibargador Antonio Ignacio de Azvvedo
braceo, 78 auoos, casado, S. Pedro Marlvr ; be
palito.
Hara, branca, Pernambuco, C mezes, Boa i
la ; convulsoes.
Josephina, 20 dias, Santo Antonio espasmo.
Florn la, escravo, preta, Pernambuco. 3 annos.
solteira. Boa-Visu ; varilas.
Henrique Pe' eir de Lwena.
Ailminstraco do correio No se
msire findo a junho ultimo arrecadou esta re-
particao 43:619*756, sendo em :
Janeiro
Fe^ereiro
Marco
Abril
Mrtio
Juuho
6:873360o
6:87*330
7:6674650
8:774*980
ft5|9j*
Mov ment de fmtdosi Dorante os
meaes'de janeire a junho ltimos a praca de Per-
nambuco receben, sob a responsabilidade das di*
veroas companbls d nnvegacao que tonm neeie
porto a quantla de i,336:Wt)320, e expedte o de
1,732:4991400, sendo para :
Rio o Janeiro %4~*:578*740
* R*b 82:882*840
Aracali 18:580M4O
Penado W: 743*130
Mfrto 7S0.407M9O <
PaiihvtM 104:300*000
daccao deste Diario juizo lisongeiro a respeito de
S. S. ; e, pois, emTace disso devia ver, que a in-
justi.-a que ia fazer era ainda maior.
Entretanto nio Ihe tremeu a mo !
Pois bem, jodissemos e repetimo-lo, praxe
da redaccio do D-ario desprezar as injurias, ve-
nhara ellas de onle vierem.
Alabeas. Proce lente de macei chegou
nontem o vapor DanPis, rrazemro jornaes a; 9
do corrente.
Fallecen, com 83 annos do dado, o capito
reformado da guarda nacional Silvestre Manoel
da Silva.
L-se nq J mal de Penedo :
Foi nanoute do dia 27 de junho ultimo, na
povoacao do Proto-real do Collegio deste termo,
brbaramente assassnado dentro da fabrica de
extrahir cleo e de descarocar algodao, pertencente
ao major Jos Manoel de Aranjo, morador no Re-
cite, o preto ?|as, escravo do mesmo major, que
admiaistrava e guardava a mesma fabrica, mo-
rando dentro do|la. Foi encontrado o aeu cad-
ver na nnmM do dia 28 prostrad) de brucos em
um grande lago de sangue j coagulado, emanado
de urna gVande punhalada recebida no pesco?),
qne atravesson-lh a garganta. As portas da frente
do eslabelecimerrto estavam fechadas, e s abert
a. do quintal, or onde os assassmo?, depois de
matarem o mftfi prete, evadlrm-se, roubarido
cerca de um cont de ris que elle possoja, des-
tinados sna alterna, consumando o brbaro
crime tio'silencio!ament que s velo a ser c,
nhedo no da seguinte pela estrantiesa que can-
sen o consorvaremjsc ftchidas as portas da frente
do est.ihcleemieote, quando j o da tinha crfe-
cido, contra y costme habitual do preto, ira-
abria eodO:
Costurtiava o Infeliz vtiiidr azeite at 8 lio-,
ffls da noute, e a essa hora fchava o estabelbCi-' mBfligumnsm que antes s proceda a va'aio
m"nt^. e nao o abria mais a (es--. >a algum, re: ** art
Miando ser accommettido por algnni ladrio. Cr:
C.1MAR.I MUNICIPAL.
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 2 DE J 1.0*1
DE 1873.
PirStnFNCI.V D. SR. RE0O E ALB1 01 iMR.
Ao meio dia, prsenles os Srs. Reg e Albu-
querque, presidente, vereadores Gameiro, Nev*,
Theodoro silva. Dr. Hoscoso, Reg Barros, Souza
Lea, Loyo Jnior e Cunha Gumar es, foi aberta
a sessio, lida e approvada a acta da antece-
dente.
Leu-se o seguinte
1 XI'HUK.NTE :
Um oflleio do Exm. presidente da previne.-,, da-
tado de 23 do passado, communicando cmara
que foi deferida a p-licao da soriwdade Amor a
Benellcencia dos talhadores de carnes verde, re-
corren to da delibcracio Ja cmara que deferte,
para quando findasse o prazo do contrate do ta-
Ihos, a matrmla dos respertiviw talhadores con
exclusio dos escravos, alim de que esta cmara
faja vigorar desde j a referida matricula.Foi
adiada a materia desse ofDcio par?, a sessio vin-
doura, votando contra o adainenlo o Sr. Revot, e
a favor os Srs. Gameiro, Loyn Juniur, Ttieodorw
Silva, llego Barros, Soiizu Leao, Cunha Guimi
raes e Dr. Moscoso.'
Ontro do 2.* supplente do substituto d. em-
pellas e residuos, do |. do corrente, communican-
do ter deixado, em II da mez prximo passado, -
respectivo exercicio, por l-lo assnmido o substi-
tuto.-Inteireda.
Oflleio do cngeulit-iro, cora o orcamento pare
os reparos de |ue precisa o cemiterio publico de
S. Lourenco da Malla. Mandou-se commtssai
de cemiterio de fra.
Informacio do contador sobre o reqocruien-
to de Jos Thomaz dos Santo1. -Mandou-sc passar
por certidao a referida informacio.
Olli-io do administrador do cemiterio publi-
co desu eidade, trazendo ao contic-menlo desta
cmara o faeto de ter ura soldado do 2.* batalhio
de infantera quebrajo dous balaustres das grades
do portio do mesmo cemiterio, depois de bavrr
dirigido palavras injuriosas a um dos srvenles ;
e que, tendo levado o occorrido ao conheriinei.to
do respectivo comraandante, este responder que
o referido sollado seria convenientemente punido.
Inteirada.
Outro do procurador, remetiendo a relacio
das multas arrecadadas de 26 do Mes prximo
passado a 2 do corrate, na importancia de 1024.
Inteirada.
Outro o fiscal da freguzia de Sanio An-
tonio, remetiendo os termos das vistorias (eitas
no sobrado n. 30 da ra do Visconde de Snassu-
na, perteH^nte a Autonio Goncalves da Silva e
Joaqnim da Silva Costa, e no do bec-o de S. Pedro
n. 10 da viuva de Joaquu Lopes de Almeida.
Mandn-se qne fosseiu intimados os di n.i* para
fazerem os coucertes necessarios.
Outro do liscal da Boa-Vista, remettemio o
termo da vistura no sobrado de tres andares n.
88 ra da Imperatriz, pertencenie aos herde.r. <
do visconde de Loures. Ordenon-so ao fiscal que
a este respeito cumprisse as posturas
Outro do raesrae fiscal, trazendo ao coobeci-
menlo da cmara a necessidade da ctlloca^o de
al?nmas gaiolas era lugar das que existan) e des-
appareceram da ra daPoute \ elha e Caes de Ca-
Diharibe, era rod^ das palmeiraes all planudas ;
bem assim do concert de entras que se achara
em mo estado.Auterison-se o liscal a mandar
fazer c concertar ditas gaiolas.
Outro do fiscal de S. Jos, declarando oio
haver multado individuo algum no periodo de 25
do mez findo al esta data. Inteirada.
OYitro dos llscaes de S. Frci Pedro Goncal-
ves de Recife, Boa-Vista c Nossa Senhora da (ira-
ca, enviando a relacio das multas impostas em as
respectivas frcguezias, de 22 to passado a 2 d
con ente, o primeiro na importancia de 36*, o se-
gundo de 7o* e o terceiro de 6*. Inteirada.
Foram lidqs os seguintes pareceres :
A commissao de edificacio procurou exami-
nar o predio de Miguel Joaquina da Costa rita
de D Mara esar, em que Marcelino JosGoncal
yes da Fonte, como procurador daquelle, pretende
fazer certos nielhoramenlos.
A informa el do engenheiro cordeador (as
ver qna, marcando a plante da eidade alarcamcn-
to da ra no lugar em que se a:ha edificado o
predio, deve elfo ser demolido.
Emende a commissio que a cmara nao deve
por ora consentir nos concertos do predio allodi-
do. porque, nio sendo elles urgentes, podem ser
demorados por maja algum tempo. As rasos
que tem a commissao para pensar de sao : que nao pudendo a cmara djspflr presente-
mente de quantia alguma pare desapropriar em
consequencia de se aehar esgotada a verba, as
tmdo em poneos mezes.de entrar em novo exer-
cicio, Iho sjr fcil proceder i tal desaprop
vihto como o predio em questao da natureza
uclles que, sendo d poneo valor, Irario
euloficoiima grande vantagem.
'?ajre.Un}0__'?p a amara enteder que demsj*
m'ssJolem
devem fazer por Br-
opriac*
irca<-
9 coto a
1*"^ 1<*"1ra on
jvermi"rfltn a cenca requ
bra qu taes concertos. na
d pre lio, aflra de qne o proprictario se ob'rgw-,
tempo em que a caraira o queira "!
'


Mw& vmx&VP &&ita felra tt <*> *#,i9Viwe.
V
I
I
i.
inolir, a veaJerpelo prfco da avalizo antes dos
denegri*. E'esto parecer dfteommi
mar eni sua niaorh resolver o que for de jus-
tica.
Paco da cmara municipal, 2 de julho de
1873. Jctt da Silva Loyo Jnior e_ Jo|o da Cu
sha Soares Guimaries.Foi u.nanuic-n.t^ approva-
da a segunda parle de-te parecer, mandaml i
se pa>sar liceiioa, prcedanik) avaliaeo do predio
e obrigaqdo-se o dono aveude-lo 4 "cmara'em
todo o lempo que su exigir-pam demolir, pelo
valor dado.
A eommsso de edificar,*), lendo examinada
-a* razos, motivadas por Jgaijuira Baptisfa Noguei-
ra, em seu requerimeuib c ira data de 16 do nm
passado, em oppo.sn;io a pordpa gen'er, veo hoje apresentar a ela camama o
sou parecer," n' -
u Cornija,mo a planta da ciclado marque na-
quelte fugar um beeco, a comtrilssSo entende que
ello nunca se abrir ao transito publico, visto co-
mo a parte W> sul linita-se can o muro d arro-
zal d .mar nlia, toraando-se assim iiupossiud a
abertura por aquella parto.
Aoeresce mais que hk casas m. 437 e 139 es-
t'-uderam seu dominio em toda a largura do boceo,
esta cora muro de podra e cal e aquella coi* la-
pamenU do madeira.
Julga a eoiiimisiao que esta cmara muito
concurrer para oasseio da cidade.deteroiinaodo o
Upamento de cortos bocees que ulilidade alguma
prestan, ao contraro serven) nicamente de re-
copfaculo de toda a sorte de immundicia, e achan-
do-s o boceo em qaest em taca condiques, no-
chuma dosvantagem |rar aos liabitanles daqiella
localidado, eoncede"dose a licenca requerida pelo
dos predios contiguos sao se oppoera ae que pre-
tende facer rqifereote.
u Sendo este o parecer da commissao, ano pro
<*ur;i resalvar os interesses de seus munic pes,
vem ella ao mesan temeo leibrar que, no caso
de ser concedida a licenca de murar o terreno em
toda a largura do boceo, llie seja vedada abrir
porta para o lado d> norte., aliiii de que em todo o
lempo que os proprietarios dos predios ns. 131 e
133 queiram gozar da inema coneesso, nao se
vojain privados do o fazer, por allega :ao de direi-
tosque tenha q dito Noguira adquirido cora o
correr do tempo ; bem assim coqvm em lodo o
caso que o dito Nogueira e mais o dono do predio
n. 137 se obriguem por um termo a ceder c-
mara sem indomnisacao o torreuo que pretenden)
murar, quando de futuro possa acontecer realizar-
se a abertura do becco pelo lado do sul. K' o
que peusa commissao ; a cmara, porm, resol-
ver o que entender em sua sabcdoria.
Pan da cmara municipal, 2 de julho do
1873.Jos da Silva Loyo Jnior e Joo da Cunha
Soaros Guimares. "Foi unnimemente appro-
vado.
Foi presentado o seguinte requerimento :
Requciro que o administrador do cemiterio
examine, na occasio de receber-se algum corpo
no mesiii i cemiterio, a que classificaeao perteuce
o carro fnebre que o conduzir, allm de eortar-se
por abusos que, a este respeito se teni dado, com
prejuizo dos cofres dcsta municipahdade, a cojo
-conlieeimontn devora logo trazer qualquer falta
neste sentido para se providenciar como fdr con-
veniente. -Foi appiovado unnimemente e man-
dou-se offHar ueste sentido ao dito admi-
nistrador.
Foi adiada a nomeacao effeetva de advogado
desta cmara, votando em pro do adiamento. os
Srs. Loyo Jnior, Nevos, Reg Uarros, Cunlia Gui-
mares e Dr. .ttoscoso, e contra os Srs. a/neiro,
Th 'odor Silva e Souza Leao,
Foi nomeaao o Sr. Ur. Angelo Henriquo da
Silva para servir uterinamente o cargo de advo-
gado desta ca .liara.
Foi remedido commissao de peli.es o reque
rmenlo de Romualdo Alvos do liveira e Joo
Cancio da Silva, pedindo para que se lance o im-
posto de seis cotilos de ris sobre cada casa de
commercio a reulho que tiver caixeiros estraa-
geros.
Foi indeferida a petioo de Bernardiuo Jos Ro-
drigues Braga, pedrado lieenea para estahelecor
urna tema do serralheiro ra do Conde da B6e-
Vista. -Muidou-se o liscal respectivo fazer a vis-
loria requerida por Joaquim da Silva Costa.
Foram despachadas as peticoes de AlexanJre
Gilberto, Antonio Jos de .-vraujo traga, Antonio
i' iii.alves Parase Silva, Antonio Jos Teixeira
Lima, D. Anntinciada Carolina Alves da Silva;
Antonio Joaquim Tavares, Antonio Joaquim de
Mello, Antonio Carvalho, Antonio Pinto de Barros,
Barros Jnior Ac C, baro de Ouricury, Caliste
Jos de Moli, Castro & Monleiro, D. Custodia Ca-
rlina Augusta de Souza, Domingos Jos d'Avila,
Domingos Nones Ferroira, Flix Lias Cavalcanlo,
Francisco Ignacio de liveira, Francisco de Pau-
la lion.ah'S, Hermenegildo Eduardo do Rogo
Monleiro, I). Heorqoeta Amelia do Brito, Joseph
Grou, Jos de Souza Poreira, Tuomaz dos Santos,
Joaquim Dias Fernandos, a junta administrativa
da Santa Casa de Misericordia, Jos Anselmo Gon-
zaga de Oliveira, 1). Mana Venancia de Abrou
Lima Ha-tos, Mauoel Enedino do llego Valonea c
Victorino de Souza Pinto.
L iraoloa-se a sossio as duas-horas da tarde.
Eu, Pedro de Albuquerque AiUraa, secretario a
escrevl.
Declaro que a nomeacao provisoria que o Sr.
presidente for. do Sr. Dr. Angelo Honriquo da Silva,
para advogado desta cmara, foi anpnvada.
En, Pedro do Albuquerque Autran, (iz esta de-
riar.ico.
Manoet JoaqutM do Req-i e Albuquerque, uresi-
deolft Jos mafia Freir Gaasiro. Jos d i Silva
layo Jnior. Jos Pedro das Neces.-Belhwmi-
ij./o Btga Horros.Theodoro Hadado Freir Pe-
i -./ .i I Silva. ~ Jernimo de Souza Lto. -Jo.ui
daCuiihu Soaret Guimaries. Dv. Pedro de Athay-
de I. ' deixando por Jsso de tr
le mayis Deoqunm bominilmf.c-.mo diz o aposto- \bi.lla di} oxcmnmunlia o, delxanuo poi i-
lo) devenios t manda o ptrncpe. B' cerW-qutfm'virWMtfds *//**
Ouvamo ao apostlo summo nndRee. na
metra carta cap 1 Snbjeeti estole inni
!'l
sua
*1-
inance creatina- pr pter beupi : Sive Ihgi quafi
pracellerill, si re Duribrts ttimqw.m W eomiss'H.
'er'ri siityHH estofe in Omni limor lomir
etiam dysc^-
eris el pravt
ei conscienthm
E.'l0fsV'.' m
nts, non sol,
lis (o texto giefo
Httc est enim^rfi
sustinet quis (fisfTas palie injsle.
E'vontade do Dous que obedecais a'1^ vossos
roi<, maglsfr'ados e senhproj ; nao s aos hotn e
justos, mas tanibom aps*speros o iojdsbs'; ponp.e
em obedecer mjuslniehto est o n<*so merecimon-
to para com Beus.
Assim onslnava S. Podro aos liis, mandando-lhes
obedecer som contradiofao aos principes.legitimos,
anda que estes fossem to injustos c perversos,
como um ero em cujo tenipo oscreviar o .apos-
Como discpulo da mosma escola d? 4 Panloa
mesma doutrraa na Epstola aos romanos can. 11,
onde diz assim : Qii resislil potestati, Dei ordi-
nationi resistit. Ideo noiessitat sujjditi estote non
solttm propter iran sed etiam propter conJcieH-
tiatn. O <|ueTosiste s'ordens do principe ou ma-
gistrado, resista W erdesjda Dws: por isso nq-
cfi-sariamente'deveis obedecer,'nao so paraevitar'-
des a pena temporal dos que desobedecen! aos
principes, mas tambera porque cm consciencia es-
tais obrigados por Dcus a obedecer aos superiores
legitimo.
Instruidos nesta doutrina de Cbristo e dos apos-
tlos, ensinam a cada passo os antigo padres qne.
urna vezjjsar o principe i) eett diceito e poder,
ainda que sej i injustaBjeqie, d*vetos obedecer
todos, os^es p#eceilns Henrn*reiic#cSo que a
do caso cm que se mande violar a Ici de Dcus oii
a natura^ : ,E' o que diz igualmente Tertuliano :
In omni obsequit s*kd nofeil"
tal bu iutrt linkisiscipinm.
E Agostinlto diz : Sive potistas reritati
favent uliqatm corrigat, lauiem luet eje illa qui
fuerit otendatm : sive iniuiku veritali in ali-
quem sxciut, laudrm Imbet i'.c illa qui ftttrtt cq-
ronntus. Accrescenta ainda : Ha a plebibus
principe el a servs Qanini ferendi su ni, m jijo
'xercitatione I lerantia tuilineantwlempor,lia, it
sperentur terna.
Que precoito mais injusto; que tmndar dester-
rar pela f a um '.rislao ? Evrclatuo, S. Cypiia-
no na Epistula 13 a Rogaeiano afllrma que o
ebristo que mandado para o desterro por orden
do Imperador ou do pro cnsul gento, se contra
esta ordetn vollar para a patra, j castigado 'o
orno chnstao, mas como reo de desobediencia.
Alias in eam patriam, unde txtorru f clus est,
regreditur, ut ilevrbensus non jam quusi Chris-
tianus, sed quasi nocem perent. (Cypriano pag
190,.
S. Ensebio bispo de Samosata, querendo o sou
povoembaracar que elle fosse para o desterro, co-
mo llio ordenara Valonte, lembrando-se da le dos
apostlos que manda obejiecf r risca aos princi-
pes e magistrados, embareou para o desterro inv
mediatamente ;. Legew apostolicam recitavit, quai
discrt praecufli obedientfuio esse magislralibus
ac Potostatibus. (Theodoroto L. i" cap. li pag.
167).
Ontros dous bi-pos catliolicos Eleusio de Cozico,
e Silvano de Tarso, auieacandoos o impio Cons-
tancio em odio da vordadeira f que defeudiam
contra os Aiiuns, ambos rcspoderatn quo o
Imperador tinha autoridade para *s castigar, e e|-
les liberdade para abracarem ou nao os verdadei-
ros dogmas. Tum vero Eleusius el Silvanas di.ct-
runt Imperolori, penes illum js esse slaluendi de
supphcio : penes ipsos vero de pietate alque im-
pietati. (Cit. Theod. L. > cap. 27 pag. 123).
S. Athanazio, na apologa a Constancio numero
26, claramente diz que nao entrara em Alexan-
dria, d"onde ello o destorrara, cm quanto sua ma-
gestade o nao manlassc. Pietatis tua mandato
muiiin repugnavi: noque Alexannriam ingrodi
conabor, doee humantati tua id placuerit. E
pouco antes bavia confessado que elle ubeOtcerla
at o questor da t'ldade, nota vez que fjssa iniois-
tro do imperador. Htm tanti quippe sum, ut ob-
sist'im vel Qa tort urbis, nedum tanto impera-
lori.
Mauricio, quanlo por u:na Ici prohibi aos sol-
dados o fazerem mon jos, ainda assim S. Grego-
rio Magno, mandando-lhe o imperador
pravp
pena, nao nodem os bispos do Brasil "PP^^J;
menor ressiencia^ nenhprivar ff recorrentes da
prtumpc.5olltfttlbdi(*firi* externo quo
emenda de iiMlc^tMrtd Mtefl
consciepcii os mestuos reporreptes _
obodewr como deveni: por -quanto pela doulrts
ipostoli: tes /. obffga ao> bispos, e aurovet-
ta aos recorrentes, que alias por Uso e desde logo
de'ixaram de ser culpados por culpa externa.
A ewl. (sejamos calmos), nao importa um rom:
pimonto com o santo, padte enda menos aa te
calholica de modo a niar<$r dfc fiis a menor re-
pulsa de sacrifijoj JttAcUosZi cruz do Divino
Mestre como de*!V4alo* da execucao de
3m d.ecre'0 impo. Nn ; antes mostra separar-se
a malicia, como quem procura ajustar o direito
do jalado ^igreja.nos raites razoaveis de urna
cordial baxuionia a beodos subditos dps dous
estados-cspij'iio e crpo ^qu^ cfla um tem da-
-ds pela raao de Deus para ekistret m com-
mutn, querendo ura Jque quej o outro b fiofmo
que a pro-
fMIB! iCACSES A KMN
QueMtit religiosa.
L com attonco o parecer do conselho de esta-
do que, com a deeiso imperial do 12 de junho
dosto auno, baixou solvendo a questo religiosa,
que tanto tem agitado os nimos uestes ltimos
toinpos.
E' preciso moderaco, e agora mais que nunca :
porquaato a raoderaeSo, alm de ser una prova
d? luz, fonte de todo bom racionio.
Bem se que son urna nulldade em materia to
transcodento, onde s grandes vultos tem fallado
sem nada doixarem a dosejar; porm como rail i
a principio na questao, me animo a dizer ainda al-
gomas palavras por me serein pedidas, o que pas-
s a fazer com a devida venia ; nreveniudo que
segundo pon-., o pa-ecer do conselho do est ido o
juridico e orlhodoxo.
Tudo me podoro chamar os quo do novo ine
lena ; mas me faro injustica, se me chamaren)
suspeito, on bambo no sentimeuto da f que lenho
cm Jess Christo nosso divino Salva for : porquan-
tu o reconheco como o Deus verdadeiro de nlitiita
bondade, quo castiga c pordoa como pai do mise-
ricordia
Nos meus prmeiros escriptos sustente! com a
autoridade de S. Paulo edotitores da igroja a ne-
cossidade da obediencia as potestades da trra co-
ln poderos ordenados por Deus, quand) una luta
pharisaica cobria de improperios o prncipe sagra-
do de nnssa, igroja negando-To a devida obediencia
religiosa.
Agora qne o poder raagestatico pela sua impe-
rial decisao mpoo a noeossidade dplla polo do-
ver funda lo na mesma doutrina do apostlo, ago-
ra nao acham abrigo para sustenta-la, aquellos que
anegava ao principe da groja : tal o pongo que
amcaca a quem monos pensa nos-o gravo as-
' sumpto.
O dreli) quo hua para obedecer ao principo
da igroja, na coaormidade. de seos decretos, o
niesmo que ha hoje para obedecer o priucipe im-
perial; com a nica differen;a qne .dos decretos
daquelle ha recurso para este na conf mnidade da
Jei, e doste s para Deus, ou para o principe mes-
ino, eotno soberano poder da naeao.
l'm hispi, segundo os santos doulores, subdi-
to da nacao, e ponlilico na su* diocese em raatc^
na do ua jurisdircao. Como subdito obedece
pioaiptaraento ao quo manda o soberano dan
e como pontifico em caso de urgente neeessi
de seu rebanho, exerec toda htrsdieeSo que reec-
beu de Christo,jetn ser necessarip recorrer san-
ta S.
Vejamos o que'disse'o mestnCiiriste aos apos-
tlos sobre a obediencia que devem os bispos aos
imperantes dasnacSes, onde sao pastores dos reba-
n!i s a seu cargo, como etfsina a igreja calholica
nposlolica rom ma de. quo caheoa vi-ivol o. im-
mortal Pi IX, a quem abas devem igualmente in-
leiMsnbm o'sinos bispos. sem quebrar o
n da obediencia imperial.
E' principio da moral evanglica qne t das aa.
vezes que o principo usa de seu direito, ea mate-
ria do pieceito n?o se eeontra coqt o direito di-
\ iuo ou con a le aat.in*I; (qu dir opor-
mulgasse, a proinulgot, -eonessaod t|uo como
subdito o devia fazer, ni) obstaot conlieccr que
a lei ora pouco conforme com a do Deus. Ego
quidem jussimi subieetns candeal egem per diver-
t Itrrarnm partes transmit i feci : el quia lex
omnipdenti Deo minime concorda!, ecce Sereuitsi-
mis Dominis nunciavi (S- Gres rio T. 2. as.
677 ) v "
Fui ainia o mosmo Constancio, quando com era-
v'ssimo daino corporal de alguna 600 bispos, e
gravissimo espiritual de oilras tantas dio tesos,
detinha em Riraini por metes no rigor do invern
a todo um synodo geral do Occidente: ainda
assim, sendo legitimo este eongresso de calhollcos,
Drotestavam ao imperador que lhe d-se licenca
para voliarem para suas provincias ; porque sem
ella cotifess-avaiu nao poderem sabir. TaiM ele-
meiitiam iterum obtetlumur, imperator Auyustis-
time, ut ante hyem asperilatem, modo tu i pela-
ti visnm fueriti tum ai nocfrai Ecclesias revert
facas potestatem. ( S. Atoan, pag. 721)
Bem sabia in estos santos bispos que os preceitos
dos imperadores eram injustos, iniquos, e al ty-
rannicos; mas como por ulna parte conhecam
que a materia dos preceitos nao se encontrava
com a ,le de Deus; por ontra que os imperadores
n-ivain de sou direito, obodeciam sem contra-
dicc.ao, dizend i que en obedecerem a esses pre-
ceitos inj islos exiicutavam a lei que Christo e os
apostlos proscreveram a todos os professores do
cliristianismo, cuja doutrina nao pode, segundo
pense, soffrer a menor objeceo.
Ora, se quanlo o principe abusa de sua autori-
dade como a ptelles imperadores, ainda entao obc-
deciam os Atlianasios, os Melecios, os Cyrillos, os
Ensebios; e ainda ento protestavam e onsinavam
que se Ibes devia obedecer ; quem poder eximir
os bisp is lo BrasH de gaardarem e fazerem guar-
dar a etecuge risca da resolocio de 12 de ju-
nln do OOSSO piissinio c prudentissimo imparador,
negando cxprossainente o beneplcito bulla de
cxcoiiiiiinuho f
Por um lado, fallando de^apaixonadamenle com
guarda da igreja e do Estado, mostra a Resol, o
maor interosso de piedade, e se quizermos dizer
ludo, muito exalta o reverencia o governo da igre-
ja, limitando-se a mandar que os motivos das quei-
xas ficassein como se nao existis-em.
Dina lio cordial Resol tem em si nao s a in-
nata e notoria pioJade quo vi-mos luzir com i vir-
lude das aagSes do nosso imperante ; mas t.imbom,
a amate de toMos os res eathplicos qne, por meo
de sua suprema autoridade, cosluman do alio do
tlirono manter a harmona que sempre. houve en-
tre o Estado c a igreja, ora attendendo aos subdi-
tos, e ora dosattendendo em razao do tempo e
motivos occorrenles.
Por outro lado aos subditos nao toca o direito
de averiguar e julgar da justica ou injustica do
procedimento do saber no, ncm otte tem obriga-
:o de dar aos subditos a razio porque procedeu
dote ou daquelle modo ; por quanlo doutrina
crtente que, quando a materia do preceito regio
nao va alm do seu poder, ou nao se eneoulra
com a lei do Dous, presmase a justica em favor
do s iberano.
Ora, certo que a materia da Resol., negando
o beneplcito bulla de excommunhao, um ob-
jocta propino da autoridade do imperaute a quem
privativamente competo regalar o direito, atleu-
3tnd ou des utondendo as supplicas je seas sb-
itos, coHi-eropiitue a osso direito, om vista do 114
do art 102 da constilutca poltica do imperto;
logo anda puud a jttstiea da S M. 1. nio Josse
to patente cmo pela citada constiluico ; pelas
leis da caridade para wm o prximo, e pelas da
piedade para com o- soberbiie, uevomos todos pre-
sumir i ie ,; nulificada a-dita Resol, at om face
da lei da proprhi igroja. .
Mas dada a nvpothese que a Resol, injusta,
(o que ho de pre-nmir) : ertiin^nte-nunca
ser como os deeretos* de Constancio ou Va lente!,
quando mandarnm 8blrr da Alexandria e Sarnosa*
ta, a Athanasioq Eqsebto, lugateg que. Dos havia
desuad i a estos santos bispos como pastores de
sen rebanlio.
l'inihiicnt no lai injusto como o de que
falla o papa Innocencio III, quando na carta a um
bispo da Inglaterra, da opal so formou o Cap. Pas-
tb)-alis'-( L. I. T 29 de 'llcio et Potestatls Judicio
Dologatis) quo diz: Quia vero spe contingii,
quod hxecutio senfentra Ordinario demand rufi
ausiiikli an si rpsait injustnm esse c gnov^'r-it,
' e vn exc e-1 an sit ei polios
s ibsistendiim ? Btmuidcmis, quod cm 0 dia-
ras Une tur iien-
ti'Wi illam njsWnti tinas teneatur
onere ipsum absoh"'
'NeW^iitrsVnlA sor?!' ; olcisirio
(como diz Pascal) o anjo e a besta para enstituir
a ncessjda'de ti.a oti^euc'a vi^a, o-nbyoielj.chei)
de irazeres e agonas prximo ao cao e tltan;
do inferno no inttiito do alcancar aquciie e despre-
zar s*b.
Do raesmo modo a naturea e fundamento do
estad* a da igreja, e flo a}eW> >plu',10 bfain cjn?"
tituidos por Deus para peNstlrem em uarmona
at a ceiisunmiacao do .eculos.
Moyses s e AfJo, S, nao qujz Dus mas (co-
mo diz S. Paulo) ambos ao mesmo tenipo ; um de
espada a defender a justica, e oulro a sacrifica-la
na arca do Sen >or.
Eis o correctivo para eoossrvacio natura) do
t'ustp mcio que liga os doiu soberanos poderes des-
loados a prpar'arem a oxistoncia dos seros hu-
manos, em termos de serem recebidos na casa de
Deus cotuo obra sua.
E" por isso que os rojs as vezes concedem re-
curso aos subditos que procuraioja sua urot^eco.
qucixando so do opprcssSes dos qne dirigen) o ou-
tro supremo poder, como agora entendeu o nosso
imperaste pela citada Resol.
E' por isso quo o santo padre Benedicto XIV,
pela eonstituioao de 30do dezembro del7il, amea
cou o re de Portugal com peuascejclesiaatcas, e o
fez recuar do impio proposito era servando a escravidao dos indios do Brasil, como
at ento ha-viam decretado os reis seus anteces-
sores I
ET por isso que o rei D Jos I temeodo as pe-
nas ecslosiasticas qu Ibe Toram comminads po-
lo santo padre, declarpu immedataniente livres
os indios do todo o continente brasileird pelo Alv.
de 8 de maio de 1758.
E' de ilutar que nao sendo este recurso, muito
proprio do poder ecclesiasuco,contra os decretos
dos res de Portugal, todava, procedeu, e o rei
obedecou Resol, pontificia, sera oue se juJgasso
oflndido em seu supremo poder i d'onde de-
duzem alguns a necessidade do jus cavendi a qual-
quer dos poderes ao locante a materias ligadas ou
mixias.
E' porlanto dcstes principios que .vem a neces-
sidade da persistencia do poder temporal e da
igreja sobre a torra, para conter um ao oatro nos
justos limites que Ihes foram destinados por Deus,
ou pelo menos nao contribuir cora a vontade da-
quelle que se rebella contra Deus.
Portantn, se deveraos acreditar na doutrina dos
amigos padres e res catholicos, a que fica ex-
pendida tal que s o capricho mal entendido
poder em detrimento della, ter o arrojo de ta-la no oteresse menos rasoavolde quem pretende
estabelecer urna luta sem proveto da cotnmu-
nho.
Tudo se tolera i sombra da harmona, e nada
se consegu; licitamente peki desordem. D'aqui
vem algtins dizerem que as vezes necessario
resistir para bem servir; nos porm dizemos com
mais aceito que, devemos ceder o mais que p-
dennos para tnelhor alcancarmns o que desoja-
mos santificar : por quanto* de regra obedecer-
in is, para com razio sermos obedecidos.
Resistir ; ara bem servir doutrina de occasiio,
c por isso mesmo asss perigosa ; mas nem este
o caso, nem o caso pede que o santo prelado re-
sista, ao menos para prevenir o grande argumento
de resistente, daquelles que injustamente o perse-
gem para v-lo perdido !
E' muela de- immenso valor que nunea de, nem
dosej) que um amigo d aos adversarios; porlan-
to voltan lo materia decidida, pens que o santo
bispo desta feliz diocesc deve cumprir risca a
imperial resolucao; assim como que dopois de
eumprida litteraimento, objeclo proprio de sua
elevada jurisdiccao proceder cannicamente con-
tra a seta, se Jos satnar.os dentro de certo pre-
so nao se reconciliarem com a igroja, ou por pie-
dade os nao quizer absolver. por quanto dou
trina tambom corrente entre os theologos e cano-
nistas que as vezes necessario remillir o rigor
da Ici.
Recife, 10 de julho do 1173
B Tavora.
Sms J "';t-"-" ,"li,bJ" W "' P3'in ""
*tortA^^ nl 3e tarvim au poder adverso,
Svhl^tnnt ?.do r,JM;iinc,<> liberal, n*n
, Sr- h ,do ,riu,nPho nw mais adiante nos
ida bulla, se eilrTtrahe, e nos aiTaga e encoraja
a nao fniizerem *e.dos Anjos era liberal para os trabalhos, as
igai e os sacrifickw, os procesaos, a "prisao
bordo d MV,0S dt (MTJ) naj forta|eias e pb
rTrt f. Cuja no,,a bate as almas de mais
forte tempera : de tudo fe victima.
Mas tudo recebia com o riso aos labios, a ale-
gra uo corceo.
Nunca una exprobaeap, nunca um brado de
arrepentimiento, sunca urna blasphemia saliiram
fle sua bota, sempre pura e illibada para com os
adversarios e as miserias da humankladc.
se e martyrio tocou-Uie om vida, como rico qui-
nnao hereditario do acervo de perseguicio e pre-
natnoaai.de que, oeTiufl' patriota privado ; em
couipeqi^,,, 0 yj^^ cJado Yiejra de ^u\o-
rni), jaiiiai eolrov nos gosos o vauugens que as
victorias polticas raonopolsam para seus predi-
lectos,
I Qs 4'se/w obraos nunca
oasa
pafa
lhe cuegaram em
Puro eitrara para a vida publica, epuro aca)
de rojear?* de|la;Ua-fa, uara s receber de Deus
a, ije-jpiopuisa, dp suas virtudes.
I ara tal carcter, as vaidadts e os ouropeis dp
mnndo, nrtthnra valor tinham.
Jos dos Anjo, era advpaado hbil, probo,
muito lidono direti patrio, mjmf) fienhor da legis
lacio no fufo, mliuifus.triulippos aicancou com os
recursos de seu ta enlo.
.Eriium xeojlefilepoi de familia, quesoube dar
.ios iJio*, -dignos e c lientos filos que dexou
a patito, a mais esmerada edueaedo, cultivanilo-
Ihes i atellkeoca, e nohndo-lhos os coraces,
sempie ar niHu*o ben*Oct o exceilento das idoias
livres, de fecundo prjjncpio datjbel^ade.
-. d-Uhe ajtalefaja taraiiom o ajiiiuo as desgra
ca#d|if tieas f vt coi* resignar* chrinti vnar
ao& cts urna tilha querida, que idolatrava ; vio,
com itiensa dur, succtonbir a csfiota que tanto
amava**! por quem -dora a vida, se assim a po
desse sdvar : a|eaq> um desles golpes cruei< e
atrozes que o destino lli desrarregava, erguia os
olhos pira os cos, cuuio Abra^i.io, para render
gratas a Dous, e djzor contricto seja feita a tua
vontaoB I
Amrjo de Xune; Macjiado, Antonio Alfonso,
Arrudi Urbano, Venanc1o,rVih>la, uicena. Mcraes
de Inhiban e outros, quo j vo sentiudo a accio
das jusieas da posteridad, sua alma passou por
multas suiarguras, curti dores e angustias, que
s as >ue apreciar quem pai tilha os trabalbos
polticos de um partido denioeralico
Jos os Anjos Vieira de Amonm era ameno oo
trato, mrto pulido em suas relarcs privadas, de
um espilo jovial, o do una couversaco lio rica
de expatsjes aleares e drrtid|s,' que encautava
a quantoi o outiam.
No creglo era que se achava Jos dos Anjos, a
moiiotonii e a tristeza rugiam espavoridas.
Findousua tnissio, sin, lindou sua tnissio na
icir. uiaias portas do cise lhe abrram para
recJiti .cora bynuios uiolodiosos e divinos su* al-
ma immwtnl.
Xa tern doriaoi.un lagrimas de saudade sua
familia, eFens amigos que a osla do pezames ,
mas no inpyrio os anjos cantara besanas pola ac-
quisicio itequolle espirito eminente, que se apr-
senla muito digno do all habitar, e gusar a bem-
aventuransa eterna, por nunca sa liaver nnncha-
do na perfgrnacio terrestre.
(Do L&rul Pernnnbwano de a de julho do
1873. )
i mi
memoria do Dr
jos Vieira de
lose (Iom
Amoriui.
An-
Xa segunda-feira 23 de junho a note suecumbio,
victima do um ataque fulminante de apoplexia, o
nosso amigo, honrado pernambucano, Dr. Jos dos
Anjos Vieira de Amonm.
O partido liberal pranta sincera e profuu
damente esta morte, pelo merociinoiito elevado do
finado, sua honradez e inoralKlado, seus talentos e
nlelligeneia, e sobretudo por sua dodicacAo, cons-
tancia, e franqueza aos principios de liberdade.
Era o Dr. Jus dos Anjos Vieira de Amorim,
membro muito illuslro dessa velha escola liberal
pernamlAicaua, que foi denominado partido Praei-
io, recbela as ligues dos patriotas de 17 e 24,
educara-so kiz da moderaeao e firmeza do par-
tido cbimango, e ardendo por imitar os grandes
oxomplos d i patriotismo, viera batalliarem 1848,
manter a continuidade do systema oppos conista
e de revolta i toda a oppressao c tvr.mnia, sacri-
ficar a vida pelas ideias livres, morror em lim
con honra e gloria no memoravel da 2 de fe-
veroiro. .;
Seu carecter, sua ndole, seus eosiumes toda a
sua vida dio irrevogavol testemuoho de quanto
sinceramente era liberal, ue que piofundeza eram
suas conviccoes polticas, de quio extraordinaria
era sua conlian.a nos afilados no partido, no fu-
turo.
Nunca desharraoniaou cora oingnem, nunca as-
pirpu direccio ; mas nunca cncarou com, vesgo
oihar, ou com sacrilega inveja para os chefos do
seu partido, velhos ou moco?.
eixava liberdade de aego a todos quantos li-
vorarn a pezada cruz, a diftlcil njissao de dirigir o
povo; mas nao se isolava em criminosa indilTe-
renga poltica, e com as Inzes' da sui longa exp-
rencia, com os recursos de sua intelligencia e
saber, sempre auxiliou a jornada patritica de todo
o partido democrtico.
Foi um modelo de probidade poltica, um t;no
de abnegacio.
Era estiras
sa dedicaciq et
dosinteresse. \ _
Nao exerceu pos
nao as ainbiciouou
mullo.
oitava ufano a
va cultos ao seu
es polticas elevadas, porque
seu pjarito lhe dava direito
*
Pouco se imnortava com a sua pessoa, para so
cuidar no trlutiiphD fcil, proqinto, e completo das
ideias liberaos
Se sen pome grato lodos nos, em relacao
sna nobre o inyeilvi posicp de hombridado,
abnogaro no partido, mair seu titulo de gloria,
mais grata,nos, A sua tuomoria por baver-nos le
gado urna grande' felicldade na Tamllia que cll
fundou, offere?eudo-ne seus jhos, seus su
sores, como liberaos distinctos, que lhe ho d
honrar a fama, e Ilustrar commuuidado liberal
que de ha mnito perlencem.
Na epoooa de desanimo qno atravessamos, ero
que muilos cidadcs tem caneado e recolhido-se
qtiarles de invern, outros desillinliram-se e nos
esque:eram nos trabalho?, e nio poneos teera
descrido do fnturo^o nomo de Jas dos Anjos Vi
eir de AmorML jjmpre ferroreoo em suas ere li-
gas, c som faBa n)ais a.nedhuni ponto da nossa
f poltica, i^fe mafe. gnamente pode ser
apuntado como gtiiS segur, como pharol de lirai
pida luz aos neophytos qup coinegam a substituir
osoairiarrJJiaa da liberdade. '
Guarda a Vieira de Ansarina, relagoes de ami-
Eoii .qualquer que soja a natureza e. [sade com seos adversarios polticos represen- unos, mculas, assim como todas as mais orur^3es
fundamento da imperial Resol, da 12 de junSo, d lava as conviegose alheias, nao tfa orraca bota- 'oxtpnvi,- e decol rfd>M uairtifilam contra i pa-
cerlo que por ella -foi denegado o beneplcito ejfogo oeai nergomeao, in,aa cojisrTava' Ilesa roz\ taospVenoia, o "ftVsibiHdadc da. pelle,'
O m-rri'S urio da polica
ao iisblico.
Vojo-ni Coreado a quebrar o proposito que
via frmalo do nio oceupar a atioii'.-o publica
com a miiha pessa.
Em potitos do honra e do lealdade dever de
quem prosa a reputarlo p la a resguardo de ac-
cusa.os i|ue possara projudicala : eis o quo ora
fago.
O liberal Pern nnbucano de 9 do corrento,
ocupndose dos acontec montos dos das 14.e 16
de maio dste atino, em um artigo sob o titulo-O
chore de policadiz o seguinte: Saiba mais o pu-
blico que esta subsliluigao da parle offlcial, ti)
vordadeira e exacta, que o Sr. Dr. E luardo de
Barros Kalco de Lcenla, aetual secretario da
polica, resusou com altivez o nobreza, o nio pros-
lou-se a fazer as emendas e alter ges, a oscrever
ra'idadesjiar nnocontar o presidente.
Sou reconbecido r.;dacgo do Liberal Per-
nambucano pelo lisongeiro conceito que forma de
meu r.ararter, e para nio tornar-me indigno delle,
cumpio-ino declarar ao publico que o offieio .
queallude o Libe'al Pernambucano nio foi redi-
gido |pcr miin, mas pelo >r. Dr. Queiroz Barros,
pie tomn si tal trabalho, tanto por estar mais a
Dar do oteurrido, como tambera por ser o servico
do que me achava encarregado Jsufficicnte para a
absorver luda niinlia attengo.
Para continuar a oceupar o lugar do secretario
da polica (cuja couservagio alias n o promov) le-
teiiim procedido sempre cora a maor discnp.ao,
guardaniii) todas as couvouieucas quo devo guar-
dar ; o que importa dizer qne, apezar do nao sor o
meu resMitavel amigo, Sr. Dr. Queiroz Barros, ca-
paz de eligir de mim urna indiguidade (que par-
tisse d'onde parlisse,eu saberia repeitir com a alti-
vez e noJirora que o Liberal Pernambucano me
atlribue) todava, m caso algum revelara a quem
quer que fosse, o que so passasse couunigo em
razio de meu eiuprego (que de nteira confian-
ga) visto nao me pertencerein es segredos da po
licia.
as tardos dos dias 14 e 1G estivo em miaba casa
na compauiia de alguns amigos o vsiahos, como
ser-me-liia fcil provar"; nio lendo, portante, pre-
senciado o; factos que enlio se deram, nao podia
considerar infiel a cxposig.to dos meamos tactos,
feita pelo Sr. Dr. Queiroz Barros, que. como j
disse, fui quem rodigio o offieio de que falla o
Liberal Vnnambura.no.
Sou liberal, j o disse mais de urna vez, e repi-
to o agora para que o Liberal Pernambuano nao
lenha duvidas a respeito, caso baja sido o lira do
seu arltgo por era provas a minea f poltica; mas,
lendo merecido do governo imperial a consorvago
no lugar de secretario da polica, hei de conti-
nuar a mantf me em meu posto com a mesma
lealdade, ou renunciar o lugar quando me fallera
as Torgas para proseguir in eamiulio que me te-
nho tragado.
Itccife, 10 do julho de 1873.
Eduml, de Ba'iros FjIc) de Lacerda.
B*crgMnta qu;* Mito aiTeii-le.
Que. hplicsgo pode ter o facto de nm cama-
rista proieHtr urna questio j.idecidida, adiar duas
vezes as dscussoes e depos pedir que se mande
os papis a uina commissao de que elle faz parte,
o no da seguinte conversar em una scada com
quem se ompnha pela deciso contrara t
Da-se ura viniera a quem explicar isto em tro-
eos liudos.
a peda dos denlos, nem o desponlar das rugas da
jdade, Uo elequenteiaente fallara do avaocar dos
annos como os cabellos brancos.
O Vigor do cabello restaura-Ule a cor o torna o
vosso exterior mais agradavel para os outros e
para vossa prnprla pessoa.
Com vicosos o luxuriantcs cabellos, os estragos
do lempo sao muito monos yisivei*.
Oleo puro medicinal le flgado
le Hgado de S>aeallio de B.uii-
GartinUdo por sua marca eommereul, conserva-
se inalteravel e inimitawi, cotuo um artigo de pri-
mara- sfdem, da maierpuresa o cfficacia possi-
v medicinaes poBcionafemos os seguales nomes
dos afamados mdicos, os quaes nos remetieran)
cerificados o atistalos voluntarios de cu/a de
dlfferenies molestias desesperadas, Dr.Ben.ilo J.
Hiera, Iu do Cuba; Di* Jos Franco Ruz, Havana;
Dr. Palj|r) Vordua y Anto. Uhno, Matanza, Cuba;
l'i MiSDgl de lam to. Ppl., Cuba; Dr. Raphaol
rom os trindade. Esta lista poder-se-hia oncher
de alto baixo com os nomes dos mdicos, ni jos
testemuniios se acham arcniv^idos em nosso poder.
Todos os piincipaes drogusUs loem venda esta
admirar) preparaciq*
*K''i florida de Mih'imj e lain-
man.
Alm da ^a avanlajada sorforidade como uto
perfuma SJbre as inui va^as. composigoos es-
trangen-as, esta dh-iosa qnao del'itavcl ossoncia
floral, forma una amiidavei Uvagem para os don-
tos o geogjvas, jervioV) de>nser\Uivo (ira os
mesmos, o como applicacTo suave o modificante
para ao-dte dbrosej d*|Ktiii..dB;se Inver feito a
barba, deiuida era agua- Um lenco loouudo c m
aluiuiiii gutas da mofla o apidicado. testa e fou-
tes, prontamente tiisslpa o faz desapparecer as
dores J- rabogaa- uuii- violentas; ft as senhoras
ara sobre tudo rana compleijao. elara e
transparente, aoompanhnda do urna pele macia e
avelludad, aebaro (tue elb J exliemamente til
em remover'as epolliajW espienas^ sardas, sapi
COMMERCIO
Banco Commercial de Per-
nambuoo.
Sacca contra Londres, Lisboa e Porto
por todos os paquetes.
Seguro cMlra-ftig
COMPANHIA-
NORTHERN.
.... 20,000:000:001,
e reserva. 8,OO0:0O0?50OO
Agentes,
Mills Lalham & C.
IIUA DA CHUZ N. 38.
Capital.
Fundo
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
A. coinpanhia Inderonisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
era edificios, mercaderas o mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
seguros
COMPANHIA ALLIANCA
maritimos e terres-
tres estabelecida na Baha
em 15 de j aneiro em 18 7 0.
CAPITAL 4,000:000000.
Toma seguro de mercadorias e ditiheiro s
/o martimo em navio de vela e vapore?
para dentro e fra do imperio, assim come
contraj fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agento : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Commercio n. 5, Io andar.
Banco tonuiereial ie ?mm-
lineo.
O banco paga o primeiro dividendo de
25500 por acro, relativo ao periodo lindo
em 30 de junho prximo passado.
PUACA DO RECIPE DE JULHO
DE 1873.
AS 3 i/2 HORAS DA TAnDE.
Cotticdes ofliciacs.
Assuear -I ruto bom l00 por 13 kiles, I ontenv
Algodo de Macoi 2' sorte 8S'M par 13 kilos,
posto a bordo a frote de 7|8 e o 0(0,
liontem.
Acco da companhia do Beberibo 7.}00)
cada acoo, hoje.
Cambio sobre Londres a DO d,v. 26 d. por
1 000, liontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 2o 7|8 por lOOO,
liontem, letras do Ing'ish Bank of Rio de
Janeiro, negociadas no Ro de Janeiro,
vendidas em nossa praca.
Leal Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lemos
i'olo secretario.
- Da 10 -
Algodode l1 sorte 9200 por 13 kilos, honlera.
Algodo do Rio Grande do Norte 8000 pol-
lo kilss, sera inspecoo, liontom.
Algodo de Macei 1'sorte i|600 por 13 kilos
posto i bordo a frete de 3|8 o 3 0|0.
hoje.
Dito de dito R. "800 por 13 kilos posto a
bordo a froto de 7]8 e 5 0|0, hoje.
Algodao-de M.iooi 2' sorte 88 Ki por 13 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 o 3 0|0
hontora.
Dito-do dito R. 7800 por 13 kilos pesio a bordo
a frete de 7|8 e 3 0|0, hontciu.
Algodo de I'enedo l1 sorte 99U0 por 13 kilos
posto a bordo a frote de 5|8 e 3 0|0,
hontom.
Dito-de dito 1' sorte 9000 por 13 kilos posto a
bordo a frete de 3|8 e 3 0|0, hontera.
Dito -de dito R. 8200 por 13 kilos posto a bordo
a frote de 3|8 e 3 0|0 bonioin.
Couros salgados seceos 322 rs. o kilo, limiten).
Ditos -ditos ditos de Natal 366 rs. o kilo, boje.
ambiosobro Londres a 90 djv. 26 d. por i OJO,
hontera.
Leal ?eve
Pelo v)rosidnle.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Polo secretario.
Imporlacilo.
Aracaly, hiato nacional Graciosa, consignado a
Bartholomeu Lourenco, raanife-lou:
Algodo 14 saccas a Goncalves lrmo, 120 a
Ponseca 4 Successores, 32 a M. da Silva Pontes,
7 ordera.
Couros salgados 23 ordera, 1. a Souza Pontes.
Cera de carnauba 19 barricas e 2 wccos ordera.
Courinhos 20 molbos a Jorge Tasso, 46 a Silva
Pontes.
Esleirs 37 rolos a P. do Magallies.
Parinha de mandioca 303 saceos a P. de Maga-
llies, 200 a Tasso Irmiio & C.
Gorama 8 saceos a J. A. de Albuquerque.
Mouroes de carnauba 100 a Jorge Tasso.
Queijo 2 barricas o 1 caixa a M. Souza Pon-
tes.
Rpas de carnauba ?00 fcixes a Jorge Tasso.
Sola 131 meios a G. de Mallos < lrmo, 88 a
Tasso lrmo 4 C, 16 a Souza Pontes. Sal 280 al-
queires a coinpanhia.
Baha, vapor nacional Dantas, consignado a Ol-
vera Azevedo, raanifoston:
Algodo 154 saccas ordetn. Albo 93 canastras
ordem.
Charutos 6 caixas a Cunha Manta, 4 a Boltrao
4 Filho, 7 a Bourgard & C. Corveja 27 barricas
a Barroca & Filhos.
Louca 2 barricas ordera.
Rlsoadq (fazenda) 2 fardos a Barroca S Filhos,
3 ordem.
Mamanguapa, vapor nacional Curnripe, man-
festou:
Algodo 220 sacca a Rabo Sebmmettau.
Couros salgados ii) a Fernandos & lrmo. Sac-
eos vasos 1 pacote ordera.
Hibio 70 saceos ordem, 94 a Fernandos 4 lr-
mo.
Pipas vazias 6 a J. Jacntho de Carvallu.
aendimento
dem do da
ALFANDEGA
do di.i a 9 288:832*302
10...... '8.133&37
336:187881
Descarregam hoj II de jnlho de 1873
Vapor naciona' lhn!as~-gneros nacionacs para
o trapiche da coinpanhia.
Vppor nacional Curnripe gneros nacionaea
para o trapiche da coinpanhia pernar-
racana.
NO DA 9 DE
DESPACHOS DE EXPORTAg.\0
JULHO DE 1873.
Para os partos do exterior
No vapor inglez Zelin*, para o Bltica, enr-
regaram: Gv Neusen 4 C. 361 saccas eora 22.6J3
kilos de alfodao.
Ha nano hespanhol Paca, para Marsellia,
carregaram : J. S. Loyo 4 Filho 300 saceos cora
22300 kilos de assuear mascavad",
No navio be.-panhd Marin, para Mar.-cl':..
carregou : A. O. lAlt 1WH mcco? com tl,n
kilos do ssncar mascavad.
No brigue portuguei Soberano, para Listos.
carregaram : Amorim Irado* 4 C 601 <>
cora 43,000 kilos de assuear nutseavado ; m. OK
vi-ira C 141 eouros salgados cem l,IN kleo.
No lugar portugus JMio, para Lisbea, ear-
rogaram : Oliveira tiihos 4 C, 406 couros taifa
dos com 4,872 kiles ; Araerim Irmios k C. IOm
saceos com 22,300 kilos de assuear mascara*
Para es porros o interuw.
Para o Rio Grande 4o Sol, so lugar brasi
leiro Francisco /, carregararn : Carvalho 4 Ro-
gueira 227 barricas com 28.426 kiles de ammsar
branco ; Silva 4 Cascae 100 saceos osa 7JBO
ditos de dito soraenos.
Para o Rio Grande do Sul, na esean na
cional Georgiana, carregou : V. R, Pieto CaWU-
raes 30 pipas com 14,400 tktres de afaardente
Para o Marannao, ao vapor brasileiro f*r.
carregaram : I. Ramos 4 C tt votantes rom 874
kilos de assuear branco, 40 ditos com 1,606 dito
de dito mascavad.
Para o Araaty, u hiate nacional Deot te
Guie, caiTegou : J. Bruno 66 barricas com 68x
kilos de assuear branco.
Para o Para, no patacho purtuguez Umka.
carregaram : Amonm Irmios 4 C. 450 lorriias
cora 36,617 Ii2 kilos de assuear branco.
Para o Natal, na barraba Gnailupe, carre-
garam : II. Oliveira 4 C 5 barricas com 440 kilos
d as.-uuar branca.
Para Mamanguape, na barcaca Ib vtafrm
carregaram : II Gomes 4 C. 2 barrkas com 13o
kilos de assuear branco.
I.APATAZIA DA ALT4NUKGA
Kendimenlo do dia 1 a 9 .T'206tl>
dem do da 10..... I 127/977
7:OW2
vimaimks sahidos
.No dia i a 9...... Ul!"
Pnmeira porta no dia 10 1T
Segunda porta..... 179
Terceira porta .... 44
Trapiche Conceicao t9K
10,113
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregada* no irapiclv
da alandega no da I a 9 I*
Ditas ditas no dia 10......
Navios atracados no irap. da alandega
Alvarengas ........
S'o trapiche Conceicao..... I
I
KECE-EDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMItrCO
rtendmento do da I a 9 Il:82813'.<
Idera do da 10...... t:079i07
16:907*213
CONSULADO PROVINCIAL
(endnenlo do dia 1 a 9 73;863>iKo
dem do da 10...... :M30297
79:i95777
^OVjVfEMTD 80 ?flRTc
JVcirio sabido no dia 9.
UabiaBarca norueguense Vivid, tmpmht
Pettersenc, carga parte da que tronce d-
New-York.
JS'uvios entrados no din fO.
Baha e portos iiilonuedios> dia>c li bo
ras. sendo do ultimo porto .l hora*, va-
por nacional Dantas, de l> I lomUdas,
commandante Auseltno Peres, i|uipegem
2*. carga algodo e outrns ^eneros : a
Antonio Luiz de Oliveira A/.'-m- lo.
Vraatypor Maco lidias, nado do ulti-
mo porto 9, hiato nacional Uracibta, de
Da toneladas, caiiito .Manuel Jom i Sil-
veira, equip.igem 6, carga sal, algodo e
outros gneros; a Bartholomeu Loa-
ren^o.
Manos s iludos m mesma d a
BabiaHiate brasilero Joven Artmr, M-
pito Joaquim Mariauno de Souza, carg<
lrinha de mandioca c outros gneros.
LiverpoolVapor ingle/. Zflini, co.nmau-
danteJ. K. Best, carga algndlO9 OMtfD
gelieros.
ITAES.
0 Illm. Sr. Inspector da thosnnraria pro\-in
i'ial, era cumplimento da ordem do Evm. Sr. pre-
sidente da provineia. do 3 lo oorrenlo, manda fv
zor publico que vai novaraeote piara no dia 17
i i mesmo mea, para ser arrematado a dor, o sitio dos niedios ad.ndirado a fazenda
provincial, servudo de base a arremataco a quan-
liado:t.7.'iO
Si-relara da tbesotiraria provincial de Per-
nambuco 9 de julho de 1873.
O ofllrial-maor
_______________Miguel Allomo Ferroira.______
O.Dr. Sebastian do Reg Barros de Laceria, juix
de direito esprial do commercio da cidade do
Roeife de Pomambuco, por S. M I., etc.
Fa;o saber pe presente, me no dia 9 do se-
temlxro deste mnale anno, s li heras !t ma-
nh, na sala da* au lenoias. devora ter lugar a
reiini.io dos crodores da maesa fallida de Antoni
J .s dos Reis para se verificar os cretBtos e doh. -
r.nr se acerca da concordata, ou formar-se o em-
irato de nmo, e nomear-se adminislradores dita
massa, certo os crodores de que nao serao ailmit-
lidos por procurador sem i|uo oslo ta lidia proeu-
raco especial, a qual n*o |imlr ser conferida a
devedor do fallido, nio pooendo ontro smumso
individuo representar por oos diversos .-redores,
e que ser havido o credor me n o eanfmw -r
o im > adherente as reralaeBa que lomar a mal -
ria do volee dos ered tos que eompareearem,,
tanto qno para ser valida a e ni' i lata, u
Bario que seja concedida por um numero lal >
credores que represeate pelo menos a malana
destes era numero e dous torcos no valor de ledo*
oj crt>ditos sujeitos aos effeito* da oonrordata.
E para que ohegae ao pnnhwimcnto de t"d w
mandoi tater o preaente ediul, que smi aiTi\a-l
nos lugares do eost une e publicado pela im
preaaa.
Dado e paseado nesia aidade. do Rerfe d i Por-
nambuco, aos 8 de julho de 1873.
Eu. Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivio, o sobaeroel
Sebastio do Reg Barros de Lacerda
tM. 7.
Pola inspectora da alandega se faz publico m*t
n) lendo sido arrematada a mercaduria al>.n.
mencionada, annuneiada a o'ilo por edital n
por falta de licitantes se transiere a mesma arre-
mataeio para as II horas do dia II do corrente,
porta desta repararn.
Armazem n. 4.
. Um espclbo intoiramente quebrado, cora mol-
dura armada de madeira oridnartt, avahad o p
3*000 rs, que faza parto do contondo da eu
do marca V J C F, n 326. dala d. Havre ai
barca francesa Veridiuua,- descarregada emjn-
nhi iiro^irao passaJo o abaadwaaiiw ao direiti-
por Vaz 4 Lal.
Alfandoga de Pernainbnei, 8 de julho de W73.
O inspector
Fabio A. de Cuvalho Res.
Edital n. 6.
Pela inspectora da alfandoga se faz publico
nao teiilo sido arrematada a raereadjria ale
declarada, annuneiada a li n-.le .*
d corr-ntc, por falta do licita. usaJere -l
mesma arreinatacio para o di:. 11 s II Varas,
porta dcsta ronarticao.
Armazem n 4.
Marca-B de M n. 87 urna barrica vinda de U-
verpool no navii i era
2 de junhe prximo pasudo, contendo bagos de
Boz-voraica, pesando liauidu legal 99 kiles, aB-
liada por 101?, e abandonada ao direitos per
Slanoel Joaquim Pessoa.
asama aami ^sssakaBBBBBaVaBBiaBssmam




Diario dePfernambuco Sexta feira 11 de Julho de 1873.
*-,.

Alfandega de Pernambuco, 8 de julho de 1873
Q inspector
__________ flibio A. de CarvalAo liis
A cmara munici|ial do Receto, queroodo
lestemunliar do Rio de Janeiro que nao foi de-
balde qoe solicitou desta municpahdade seu u
xilio na remessa dos escrptos noccs.-arios" para
formar-se enriquecer a Dibliotheca municipal
que tora do fbiieciaaar no palacio municipal da
-'orte, pelo presente convida a todos os seus um-
nicipes a rcinetter osla cmara todos os escrp-
08 eom que entender) itever auxilia-la ness:
eao pan knico.quao grandioso empenlia. certa de
que os seus luumcipes nao deisaro de acudir a
este appello e desse modo participar da gloria di
referida publlcaco
Paco da -canwra municipal do Recife, I de ju-
nta de 4873.
Manuel Joaqun) do Reg e Albuquerque
tro-presdeme
Pedro de Albiquerqne Autran.
Secreurio.
Edital n. 8.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco
se fax putlico que, achando-se as mercadorias
cdndas es voluntes abaixo mencionados no ca-
so de serem arrematadas para consumo, nos ter-
mos de cap. 6. do lit, 3.' do regulamento de 19
de setembro de 1860, os cus donos ou consigna-
tarios-deverao despacha-las no prazo de 30 das,
sob pena de, lindo elle, serem vendidas por sua
coala, sen que Ihes fique competindo allegar con-
tra os eneitos desta venda :
Marca V V sem numero.Una meia pipa de
, viabo vinda de Barcelona no navio hespanhol Jo-
te* A Me, entrada a 15 de maio de 1872, e con-
4 ruada a Souia Bastos & C.
(iIuih AGB sem numero. Sote meias pinas
de vinbo vindas de Barcelona no navio hespanhol
Tkemoteo, entradas ein 4 de novembro do 1872,
consiguadas a Joaqtiim Pelippe da rosta.
dem A i 6 sem numero. Nove pipas de vi-
nho vindas de Lisboa no navio portuguez Luza,
-entradas em 3 de novembro de 1871, consignadas
-a Joaqun) Jos Goiicalves Beltrao.
dem dem sem numero.Cinco barris de ".*
idern dem idem.
dem P L sera numero. Uina pipa idem dem
idem idem.
dem idem sem numero.-dem idem dem idem
idem.
Hllele n. 1.Dez pipas de vinho vindas de
Marselha no navio fraueez Mara Celina, entra-
das a 9 de de embro de 187 i e consignadas a
Tasso Irmo Al C.
dem idem n. l.-Cento e noventa e quatro bar-
ris de o." idem idem idem.
dem idem n. 1.-Setenta e dous barris de 10.
idem idem idem.
Marca E D P R I V A T E A G D E sem nume-
ro. Vinte e seis pipas de vinho idem idem, entra-
das a 12 de dezembro de 1872, consignadas a Tas-
so Irmo & &
dem idem sem numero. Cont e cincoenta
barris de 5.* idem idem dem.
dem idem sem numero. -Trezeulos e 20 barris
de 10* idem idem idem.
Alfandega de Pernambu *n, 9 do julho de 1873.
0 raspete r,
Fabio A. de Carcalho liis.
Edital n. 9.
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco
se faz publico que, achando-se as mercadorias
contidas nos volumes abaixo mencionados no ca-
so de serem arrematadas para consumo, no_- ter-
mos do cap. C. do til. 3." do reguLmenlo de 19
de setembro de 1860, os seus donos ou consigna-
tarios devero despacha-la-' no prazo de 30 olas,
sob icna de, lindo elle, serem veudidas por sua
cuta, sem que Ibes lijue competindo allegar con-
tra os effeitos desta venda :
Trapiche Barbosa.
Marca E R R.=Tres pipas vindas de Lisboa no
navio inglez Crusadet, consignadas a Jos Tavares
Cordeiro.
dem S B. Urna pipa vinda de Lisboa no navio
inglez Ariel, consignada a Saunders Brothers
& C.
Idem JS P J. Urna pipa vinda de Lisboa no
navio V^nda, consignada a Joaquim Jos Conni-
ves Beltrao.
Idem P C CUrna pipa vinda de Barcelona no
jiavio hespanhol & M'i-.auo, consignada a Souza
Bastos & G.
idem, con-
dem idem Um barril de o." idem
signado a l'ereira Carneiro & C.
Idem idem-Dez caixas idem idem iJern idem.
Alfandega do Pernambuc), 10 de julho de 187.'}.
O inspector,
_______________Fabio A. de Carvalko Res.
Seecao 2.--Sc.Tot,;ria da pro delicia de Per-'
nambuco, 10 de julho de 1873.
Por esta secretaria ,-e faz publico para os devi-
dos lins e de eonfortfiidade eom o dispoeto no art.
2." do decreto n. 16r8 de 5 de Janeiro de 1871,
o edital abaixo t inscripto do juiz municipal e de
orphos do termo de Barreiros, pondo a concurso
a serventa v.ili ia dos cilicios de i tabelliao,
escrivo do civel c inais anuexos do dito termo,
devendo oa interessados apre-enlar no prazo em
dito edital marcado, as su::s peliedes devidamente
instruidas.
Adolpho Lamenlia Lins,
________. Secretario interino.
O Dr. Joo Cailos de Mondonga Vasceneellos, juiz
municipal do termo da villa de Barreiros da co-
marca do mesmo neme, provincia de Pernam-
buco, por Sua Magestade o Imperador, que
Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o prsenle edital viren ou
d'elle noti:-ia tiverem, que acha-se aborto nesta
villa, din o praxo de sessenta dias, a contar da
data da aMxa.-ao do presente, o concurso do oi-
co de justica de 2." tabellio do publico, judicial
e notas c escrivo das execueoes civeis e crimes
(leste termo e comarca, creado pelo decreto de 31
le jueiro do 18:!i, que se acha vago desde a
cruagao do mesmo termo, pelo que se convida a
todo o qualquer que pretenda o referido Cargo,
para que dentro do dito prazo se aprsente ueste
juizo eom os seus documentos da habltaco, que
devero constar de auto de exames de sufDciencia,
lolha corrida, certido de i.lade, o de quaesquor
oulros que julguem conveniente juntar, para que
depois de lindo o mesmo prazo pesa este juizo
remetter ao Exm. Sr presidente da provincia as
respectivas pelicGes, assim documentadas.
E para que cheguc o conhociineato a todos que
interessar possi, niandei passar o presente o ani-
sar no lugar do costume.
Villa de Barreiros, comarca do mesmo neme,
provincia do Pernambuco, aos 3 dias do mez de
julho de 1873.
Eu, Flix da Cuuha Maeedo Franca, escrivo,
o subscievl.
Jodo Carlos de Mendonca Vasconcellos.
Perante a cmara municipal desta cidade es-
tar em praca nos dias II, 12, li, io e 16 do cor-
rente para ser arrematado por quera menor prego
ollcrecer, os reparos da ribeira da freguezia da
Boa-Vista oreados em 660*000. As pessoas, que
pretenderem anrematar, comparecam no pago mu-
nicipal em os referido dias, munidos de flanea.
Paco da cmara municipal do Recife 10 de iulho
de 1873. '
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque,
Presidente.
Pedro de Albuquerque Autran,
Secretario.
tampilba inutilisada pela forma seguinte.
Recite, 2 de julho de 1873.Francisco Jos
Leite.Despacho. Snn. Recifo, 2 de ju-
lho de 1873.Tho:n Henriques.
E mais so nao continh* em dita petigo e
despacho aqu tu.lo copiado em vertude do
qual o cscm&o que esta subscreveu tnan-
(lo passar a presente carta de edito pela qual
o seu iheor se iutimo e hei por intimado o
deposito da quantia cima declarada do lau-
d telenda, alim de quetique sciente, tudo de
cotrformidade coip a potieflo- cima trans-
c ripia.
Pelo que ser esta aflixada no lugar du
costume e publicada pela imprensa.
Dada e publicada nesta cidade do Recife,
aos 4 de julho de 1873.
Eu, Leopoldo Borges Galvo Uchda, es-
crivo interino o subsorevi.
Recife, 4dejulnb;de 873.
Manoel Tertuliano Thomaz Heuriques.
DECLBACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pela secretaria da santa casa se fa> publico que
o senhor thesoureiro, no salao da casa dos expos
tos, pelas 9 horas da manh te, fara pagamente das mendacidades relativas ao
trimes're de abril a junlio lindo, s ama- que se
presentaren) con as criangas que llies foram con-
fiadas.
Secretaria da santa rasa da misericordia do
Recife, 5 de julho de 1873.
O escrivo
______________Pf'ho Rodrigues de South
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretara da santa casa da misericordia do
Recife sao -convidados os pnrentes das educandas
do coegio das orphs em seguida declaradas, as
quaes ja completaran) a sua educacao, para que
requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que reslveu a junta admi-
nistrativa, de conforondade eom o que dispoe o
3' art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das unngas Coelho r. Dionzia das Cha-
.gas Coelho, liltias de Vital das Chagas Coelho. .
Mara Emilia.
Iguana Rilieiro, til-a de Leandro Jos Rbeiro.
Mara Ignez de Mello, lilha de Joo Bezerra de
Mello.
Mara Magdalena de Mello, filha de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos
Endocia.
Felippa.
Thereza dos antos Torres, lilha de Jos dos'San-
tos Tor es.
Per ge itina, protegida de Mara Hemieneglda
Hachado.
Sopha Mara da Conceico, exposta.
Maria da Paixao Siqueira, lilha de Ra>mundo
Jos de Siqueira.
Secretaria ila santa casa da misericordia do Re-
cife, 27 de unho de 1873.
0 escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que pqssue no lugar dos Arromba-
dos, boje Duirta Coelho, sob ns. 39 e 40 tend,
aquclle 390 palmos e este 309 de frente c ambo.
de fundos at a baixa mar
Secretara da Santa Casa de Misericordia d(<
ll.eife, 7 de abril de 1873.
O escrivo,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
Santa casa da misericordia
do Recife
De conformidade cm o que reslveu a junta
aiinnistrativa desta santa casa em sessao do (Ka
ffi do crrante vai a praca todo o predio
da roa do Imperador n. 81, tomado-M por base
a quantia de I:(i01-W>o. roaior preco ofli'recido.
Os nteres'sados podoro comparecer para o (im
indicado na sala das sesgos da mesma junta pe-
las 3 horas da tarde do dia 3 do mez de julho, de-
ven I o Bear scienlcs de que alm da renda, lero
de pagar a importancia do premio do seguro, e a
dos apparelhos o anonidadades da cotnpauhia de
limpexa publica.
Secretaria da santa casa da misericordia de
Recife, 90 de junto de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigue' de Panza.
Obras militares.
Nao se tendo realisado arrematando do enea-,
menlo de ferro, que (em de conJuut' as aguas
pluviaes e servidas do quartel da Soledade para o
cano geral de esguto, de novo aberta a concur-
rencia par? este servico. calculado em 1:242*670.
orno se ver do orgamento, partite das obras publicas. As pessoas, que da-
so so qnizerera enearr^gar, aprsenteme na mes-
ma repartir), eom suas pntpiwtas em carta fe~
chada, 15 do corrale ao nwo dia.
Ptrnambuco, 8 de julho de 1873.
O engeuheiro,
_________llbrysselito F. do Castro Chaves.
ADMI.VISTRACAO DOS COR REOS DE PERNAM
1P.1C II DE m\0 fiK IB73.
Malas pelo vapor Mufn.t di eumpania
Bamana.
A correspondencia qae tem de ser expedida boje
(II) pelo vapor cima mencionado para Macei,
Pnelo, Araeaj e Bania, ser receblda pela ma-
n. ira seguinte:
Magos de jornaes, mpressos de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar, at 1 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas at .1 lr2,
pagando porte dnplo.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Porciun cula
THEATRO'
falta trato-se eom os consignatarios toaquitu Jos
Goncalves IWtro Pilho, a ra do Commercio
n.S ^_^^_
Para Lisboa
Seguir cora toda a brevidade o palhabele por-
Wguex Novo S. Louren^o : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagera dirija-se aos con-
signatarios Ibomaz d Aquino Fonceca 4 C. sue-
cos-oros : ra do Vigario n. 19.
RSFIUCA. k WSXRTK
Sabbado 12 de julho.
i:vi ni: i '
Do primeiro centro dramtico
I l;i>i i \\w\kd
e dos xympithicos artistas
IIi'i'iiiiimIik CnriInMi
e llitvimo < ellio
Logo que a orchestra dirigida pelo halil maes-
tro i lerna 11 ib u rano Marcellino Cleto liverexeeota-
do urna de suas mais lindas ouverturas, subir
seena pela primeira vez neste theatro d magnifi-
co drama envum prologo e quatro acti de appa-
ratoso elfeito, intitulado :
JOCEIYN
OO
Marinlieiro da Martinica.
[Personagcns do prol<
Sr. Havi
Sr. Max{
>r. Silva!
Sr. Lyraj
Sr. Crlela.
Sr. Proiopio.
Sr. Taurino.
. Oivnbla.
D. Phililla.
da t>*-ca
Sr. Falo.
i) Dr. Manoel Tertuliano Thomaz Heuri-
ques, juiz de direito da 2.* vara civel,
desta cidade do Recife de Pernambuco,
jwr sua magestade o Imperador, etc. etc.
Fajo saber aos que a presente carta d'e-
ditos virem, ou della noticia tiverem, em
como Francisco Jos Leite me fez por escripto
a petiQlo do theor seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz de direito da 2.a vara.
Francisco Jos Leite, recebendo em paga-
mento do que Jhe deve o casal do fallecido
Francisco Lopes da Silva, a casa n. 107
outr'ora n. 155 da ra Imperial, que Ihe
esta va hypothecada, e na qual corre umaexe-
cupo por este juizo, escrivo Motta, e cum-
prindo.lhe pagar o respectivo laudemio por
ser o solo foreiro, nio se sabendo se fa-
zenda publica, ou algum particular, requer
a V, S. so digne de mandar passar guias
j)ara ser rocolbida ao deposito publico a
quantia do 40&807, laudemio correspon-
dente a quantia de 1.632353QO, sendo inti-
mado o deposito ao dito procurador fiscal,
.ou quem for dono do solo, sendo este por
ditos. Pede a V, g, jgsira defira. G re-
-ceber merc.
fstava sellada eom 200 rs, de urna, es-
DO
BEBER1BE
No se tendo ainda concluido a arremata-
g?io dos chal'arizes, annunciada para o dia 8
do corrente, por serem diminutas asotTertas
tenientes aos chafarizes do batrro do Recife
e Santo Antonio, de novo reso'veu a admi-
nistrago adia-la para o dia 22 do corrente,
pelas 12 horas.
Convida, portanto, a todas as pessoas, que
se propuzerem a contratar a apresentarem
propostas que sejam maisrazoaveis.
As propostas, como j antecedentemente
ficou determinado, p(dem ser feitas, quer
cnglobadamente a respeito aos bairros, quer
por cada chafariz: quanto a )S bairros cn-
globadamente, serviro as bazas j annuncia-
das, a saber:
Iinzes sobre as r/iiaes se deve lanzar.
BAIRRO DO RECIFE.
Chafariz e bica do caes do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brum.
Dito do Forte de Maltes. 19:650#000
BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
Chafariz do largo do Carmo.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito, da ra do Sol.
Dita da ra da Concordia. 25:0009000
Escriptorio da companhia do Bebcribe,
0dejulhodel873.
O secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Val enea.
Metan
Flaoiiart
D. Ergrigny
Gaspar
Um otflcial
Um cabo
Um in.'.riiihciro
Amelia
Mmc. Flambart
Marinheiros e soldados.
Persona gens
Jocelyn
O almirante conde de S unt-
Raynaud
Edur.nl i Van Rroust
Cavalleiro de Senderes
Kerkadek
Um feitor
Condessa de Saint-R\naud
Clotilde
Escravos, etc.
Dcnttinina^u dos :t-tis
Prologo.-0 assassnato.
1 acto.-A velta do Durfnhelro
2." acto.A faNa aecusaeo.
3." o Pai e juiz.
4.* Vingaitca e segre lo.
Terminar o e-pectacnlo eom a sempre aplau-
dida scena cmica, composta e execntada polo ac-
tor Penante :
Sr. i'hoiaz.
Sr. lien irdiuo.
Sr Bra a.
Sr. Pen nte.
Sr. N. .'
D. Olyipia.
.ileflriqueu.
AVISO
A carga que estava a bordo da feominua par
i Rabia foi transferida para o Garilmldi, que deve
seguir em poucos dias ; e para o Rio Grande do
Sul fica t carga o Georgi. na : trata se ha ra do
Amorro 0. 37, eom Tasso Irmos A C
Rio de Janeiro
Brigue nacional Victoria.
Sahir para o porto cima at 13 do corrente, e
para o resto da carga trata se eom Pereira Vianna
C., ra do Vigario n 7.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir eom
s possivel brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte de seu carregament en-
gajado, e para o resto que lhe falta trata-
se eom os consignatarios Joaquim Jos
Gonsalves Beltrao & Filho, ra do Com-
mercio n. 5.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avcrtC4To costeira a vapor.
JWMANCl ATE.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 12 d<
corrente, s S horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiroa
frete at as 3 horas da tarde do dia da sabida :
escriptorio no Forte do Mattos n. 11
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vi Yrgueito costeira a vapor.
GOYANNA.
O vapor Parahyba,
commandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
corrente, s 9 horas
da noute.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no escriptorio no Forte do Mattos
n. II
8.
jesuta na garganta,
Principiar s 8 1|2 horas.
DOMINGO
13 de julho de 1873.
repres-cnturito to Irania
0
Consistorio da irmandade do
Divino Espirito Santo, em
10 de julho de 1873.
O irmao procurador geral convida aos membros
do conslho flseal desta irmandade para reunir-se
em nosso consistorio no dia 13 do eorrenle, pelas
9 horas da manh, afim de dar execuco ao dis-
posto no art. 83 do nosso compiomissi', em sita 1*
sessao ordinaria, assim como ao que dispoe o tit.
10 em seu 1* capitulo, para attender as escusas
qne lhe devem ser apresentadas, segundo dispSe o
art. 31 do mesmo eempromisso.
Jos Ignacio A villa.
n.a-anJo eom a scena cmica, cxeculada pe
actor Pnante, intitulada :
Principiar s 8 horas.
Era ensaio
Os apparatosos dramas :
Cabo SiititEo.
Forcik por forra.
O Alijo da nieiu uoute.
O Hrasfil c o Paraguay.
Crrelo le 1,* a<.
Coracao le pai.
llocanibole ou o llarqaez de
Chaiiiery.
O Africano.
(VISOS dARITHIW.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.VivcgacAo costeira a vapor.
MACEI, ESCALAS, PENF.DO E AEACAJU'.
O vapor Mandah,
c mmandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia lo
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at odia 12, encomiendas at
o dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : esciiptorio no
Forte .lo Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBL
DE
Vvcgacao costeira a vapor.
PORTO DE GALINHA, RIO FORMOSO E TMANDAR
O vapor Pareaba, com-
mandante Pedio Nolasco,
seguir para'os portes
cima no dia 13 do cor-
rente, s 9 horts da nou-
te. Recebe carta, encom-
Pacific Slean \avigaliftn Cumpl}
Linba quiizenal
O PAQUETE
John Eldr.
Espera-se dos porlos do sul at o dia 18 do cor-
rente, e depois da demora do costume seguir para
Liverpool, via Lisboa, para cujosportos recebe pas-
ageiros e carga.
N. B. Este paquete, da mesma sorte que o Ga-
licia, esperado at o da 1" do prximo mez de
agosto, Ideario ambos em Rordeaux (por ordem
da companhia) para onde tamben) re 'ebero pas-
sageiros, havendo lugar a bordo.
Os agentes Wilson Rowe k C, ra do Commer-
cio n. I i.
GUONNE
Espera-se da Europa at o dia 20 do corrente, e
lepoil da demora do costume seguir para a Bahia,
Rio de Janeiro, Mo da Prata e costa do Pacifico,
para onde recebera passageiros e dinheiro a frete.
Os agentes Wilson Rowe & C, ra do Commer-
^p n. 11.
COMPANHIA PKK.YVMBICAIU
DE
.\avegacao costeira a vapor.
?AKAIIYBA, .NATAL, MACO, IIOSSORO', ARACa '
TY, CEAR, ACAUAC' E GRANJA.
O vapor Pirapama
commandante Pelippe
seguir para es por-
tos cima no dia 15
do- corrente, s 3 ho
ras da tarde,
lecebe carga at o dia 12, encommendas, at
I i, passagens e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde io dia da sabida : escriptorio no Forte do
Mattos ). 12.
O agente Martin far lelio por mandado do
llm. Sr. Dr. juiz especial de commercio, da arma-
lio, gneros c miis perten?as da taverna cima,
pertencento -massi fallida de Joaquim deBiito
Vasconcellos.
AS 11 HORAS DA MANHa
LEILAO
DE
liiBC-x ecryslacs
Sendo ; 1 piano, 1 mobilia de mogno, I cama
francesa de ainarello, Lg,uarda-rupa, I machi-
na de costuras, marqoezSes de amarello, lava-
torios, 1 cabide, marquezas de amarello, cadei-
ras avulsas, I secretaria de amarello, concolos,
cadeiras de balando, I banheiro de choviscos
eom bomba, 1 revolver, 1 relogio americano,
Linternas, jarros, serpentinas, loucas, trrm de
coinha, e muitt.s outros artigos de uso domes
tico, que estarlo patentes no dia do Icilo
SEGCNDA-FEIUA 14 DO OORUENTE.
s 11 horas
noarmazem daprac, do Corpo Santn. 48.
O agente Pinho Borges por ordem de urna fa-
milia que se retirou para fra da provincia, e de
civersos, vender era leilo os movis cima de-
aradosd.
LEILAO
DE
Fazwidas avariailas
QUINTA-FEIRA 17 DE JULHO
Por intervengio do agente Pinto
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess J). 43.
DE
FAZENDAS
madapolo, algoilao, chita, cassas de cores,
cortes de vestidos de caiubraia bordada,
(avariados) chapeos de sol para homens e
senhoras, e outras la/.endas.
O agente Pinho Burgos far leilo das fnzondas
cima, por conta e risco de quem pertcncer, sen
do: chitas eom pequeo toque de avaria e as
outras eom toque de mofo ; todas estas fazendas
sao expostas a ieilao para fechamento de facturas:
no armazem do largjj do Corpo Santo n. 48, s 10
1(2 horas da manh do dia li do corrente.
0
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima eom muita
brevidade o brigue nacional Amelia, tem parte
de S3u carregamento prompto ; para o resto que
lhe falla trata-se rom os seus consignatarios An-
toio Luiz de Olivera Azevedo & C.rua do
Bom Jess n. 57.
LEILOES
Novo leilo
DA
barca portugueza Despique II, de 293 to-
neladas e 25,000, arrobas de carga, for-
rada de metal, cncavilhada de pao e co-
bre, eom o seu massame e apparelho
completo, e os mais artigos existentes na
mesma barca.
SEXTA-FEIRA 11 DE JULHO
Ao meio dia.
Na sala da entrada da associac,ao com-
mercial
O agente Pinho Borges por mandado do Illm.
Sr. juiz de direito especial do commercio, e a re-
querimento dos curadores fiscaes da massa fallida
de Ferreira & Loureiro, e precedidas as formali-
dades legaes, vender a supradita barca eom as
pertentas da mesma, a qual se acha em frente do
trapiche Cunha, exposta a exame dos concurren-
tes.
LEILAO
DE
movis, oucii e cryslaes.
Carros e cavados.
A SABER :
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda a Luiz
XV, 1 conversadera, 2 espelhos grandes doura-
dos, 2 ditos ovaes, 4 jarros grandes para llores
7 saaefas douradas, cortinados e reposteiros de
seda e damasco, tapetes para forro de salase
quartos, I divn e 8 cadeiras de charSo.
Urna mt-bilia de charao, 2 lindas secretarias de
madeira embutida, 4 cadeiras de abrir e 8 qua-
dros eom linas gravuras.
L'ma mobilia de faia branca, I dita de junco, 1
candelabro de 6 les, 2 ettagers e 4 figuras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras e balanco de
ferro, 4 ditas americanas, 4 quadros, 2 mesas de
jogo e diflrentes quadros.
L'ma mesa elstica de mogno, 1 guarda-louca
envidrando, 2 aparadores de faia cora pedras, 4
ettagers, 12 cadeiras de guarnicao, lonja para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, compoleiras e
fructeiras de fino cryst), porta-fruetas de mar-
more, Cobertas de metal, garfos, facas e colheres.
Dous guardas-vestidos eom espelhos, 2 guardas-
roupa, I cama franceza de Jacaranda, t dita de
ferro,toile:les, lavatorios, mesas de cama, eom-
modas, camas para meninos, 2 costureiras do
charao, 1 machina do costara (perfeita), quadros,
tapetes 1 exccllente secretaria de Jacaranda, 1 so
f re mogno e 12 cadeiras pretas.
Um carrinho e I cavaII: de molla para menino
e anuos oulros objtttos que etiro patentes ao
exame d?s concurrentes:
assim coiO
Urna victoria forte e em ptimo estado, 1 ca-
briole! (do rear!) arreios, 1 cabriole! amerioanj
de 4 rodas para 1 ou 2 cavallos. 2- cavailos para
earro e um de sella.
Tcrca-feira 42 do eirrnte.
N'a rua'do Visconde de Govanna, c'acara n.
177.
Eduardo A. Burle, tendo de fazer urna vagi-m
Europa eom sua familia, levar a leilo por in-
tervengo do agente Pinto, os movis e mais ebjec-
108 existentes em casa de sua residencia ra do
Visconde de Goyanna n. 177, a qual fica perto da
linba dos bonds para a Passag_em da Magdalena.
As 10 e 1]4 horas da manha partir da estarao
da ra do Brum um bond que servir de condc-
fo gratis a:s concurren es ao Ieilao.
0 kilao principiar s 10 i|2 horas.
'cilia
cotn
Ihes dourados, transparentes e
teni zianas p:ira janella?, bancas
para jogo, I secretaria do mof-
li, l npparelho de louqa para
^ntar, I di o para almnco, c-
I os, calire. jftt raf h, resfriade:-
as, rjandif ir. :i a g-tz, 1 a
grande ji;.ri sala, 'a'xas
charutos H Bahi (forma da
l v ma), jarrns para flores, lau-
t*rna3, p (jas de gaipure, (fa-
zenda transparente), onjectos de
ouro e prata, cadeiras para i>ia-
tic, juailros Him molduros dou-
ra las, I ipetea para sda, i TiTei-
ro,p:;ra paasarosy I tjrande fitei-
ro pa aloja, ma qu< zas ar^ e
f streita-, e intinidades de obj c-
los(jiie Harao patenlts na
sexta-feira i l de julho
NA
FEI.IM SEUANAL
lG=-nia !o fmiierador n 16.
Aunaseeiu.
O agento Vlartins vender
por coitt e risco-le diverso*, no
di, hora e lug^r aeinia, nuf
os objeettis cima m- jicionados,
como outr< s muitos que e^-
<1. ^-atedUs no referido da.
~MSS~V-HSOS
4soociacilo portuguesa de be-
ueliceucia In >(iipi'>a;Hlus
no coiHiiiercio e iii Ignorando se as moradas dos aban >
mencionados, que se acham inscriptos coreo
socios d'esta as,ocaca<>, sao pelo presenIa:
rogados a darom as suas moradas ra da
Imperatriz n. GO, ou ra Primeiro de Mar^o
n. 17, no prazo de oito dias, depois dos
quaes sero eliminados. O que faco pu-
blico para quo chegue ao conhecimento do
todos OS Srs:
Manoel dos .Santos Maia.
Antonio de Olivera (ornes.
Jos Maria da Silva.
Joaquim Jos da Silva Jnior.
Jacintho Manoel dos Santos.
Jos Francisco da Silva.
Jos da Silva Baptista de Almcila.
Joaquim do Olivcira Maia.
Joaquim domes de Uliveira.
Manoel dos Sanios Aleixo.
Jos Joaquim Rodrigues Braz.
Jos Luiz Martins.
Manoel Morcira de Mattos.
I'nncifco Joaquim (lomes da Sil>a.
Itecifc, 9 de julho de 1872.
O 1.* secretario,
J. J. Alfonso (tiimares.
Mine. Amelia Blard.
Mine. Amelia Blard, habiliUda eom IWlkfto
pela academia de Paris, ol'erece-se ao publio o>s-
la cidade para dar li.oos por casas parttcBlarw
do eacripton, calcul >, lngua franceza, historia o
geographia e trsbaUos de agulha. Pode ser pro-
curada ra da Hatril da Boa-Vista, n. 2. an-
dar terreo.
Aluga se a owi n. o, ra da Niangueira,
boje Lelo r.>rnado, cora solea e grandes actom-
modacots para Lunilla : a tratar ua ra da Ale-
gria do bairro da PoaVi-ta n. 8.
LEILAO
Cozinheiro.
Acaba de ehegar a rta rs|4hri nm muito habd
cozinheirode foriio h logan, ni.-.ssas e d.ices : que.-o
deseus^prestjmos qoiier utili-.ir-?e, queira deixar
nesta typographia eom as im-
carta fechada
ciaes A. B.
tten^o
Lavase e engomma-se : oa ra do Alecrim
numero n. 40.
Ao publico.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda, se faz publico que, em virtude
do aviso do ministerio dos negocios da fazenda de
21 Vle junho ultimo, vai em hasta publica, no dia
30 do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junta da mesma thesouraria, para ser vea-
djdo a quem maior vantagem oflerecer, o barra-
cao que em Santo Amaro das Salinas, servia de
uuartet companhia de cav&llaria, avaliado pelo
juizo dos fetos-da fazenda em dous contos e oit-
centos mil ris.
03 pretendentes devero apresentar as suas pro-
postas em cartas fechadas, competentemente sel-
lada?, at urna hora do supracitado dia.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per
nambueo, 9 de julho de 1873.
- O secrettrio da junta,
Jezuipo Rodrigues Cardoso, i
nheiro
n. 11
mendas, passa|eiros e di-
a frete : escriptorio no Forte do Mattos
(OHI'lYIIIt
DE
LEILAO
DE
um cspleudido sortimento de
miudezas.
Terca Feira 15 lo corrente.
ASH HORAS DA MAXHA.
0 agente Pinho Borges competentemente auto-
risado por Duarte & Irmo, e por conta e risco de
3uem pertencer, levar a Ieilao o seguinte : fitas
e seda, largas c estreitas para cintos, pecas de
selim de cores, ditas de crochet, enveopes, co-
ques, linhas de 200 jardas,, extractos linos, tran-
cas, chapos para enancas, quadros para retrato*,
espelhos, botes para pUn- o, calcas e camisas,
caivetes, dminos, guizos, llores aftlLiaes, brin-
cos, mcios aderecos, collares, lamparinas, estam-
pas, galoes, bicos-donrados, caixas para rap,
oculos eom aros de metal, meias para homens e
senhoras, chapellinas, baohas, cosmeliques, botoes
Sara palitots, pentes escovas para denles, pos para
itos, vazos eom pos de arroz, agulhas finas, li-
nhas para marcas, luvas fios de Escocia, Ieques,
lencos de linho e de chita, espanadores, e outros
mudos artigos ; no seu escriptorio, ra do Bom
Jess n. 53, primeiro andar.
s
Porto* do sul
O vapor nacional Gira, esperad
hir para os portos cima depois
costume.
Para carga, encommendas, valores
" do Vigario n.
BRASILERA.
al.
irado t 14,
os da mor;
? dirjamse a ra
tono.
ros,
sa-
ora do
ssagei-
escrip-
Rio-Grande do S
Para o referido porto segu em poucfc
patacho hespanhol Themoteo, por ter
parte da carga engajada: para o rest
dias o
a maior
que lhe
DA
botica da ra do Baro da Victoria n. 30.
CONSTANDO DE :
Ima armacao de amarello envidra.ada, 1 dita de
louro, balco, laboratorio, relogios, candieiros a
gaz, cofre, laucas, prenca, escadas, mesas, ladri-
'h.i dro,8as e movis, bens pertencentes massa
fallida de Jos Francisco Butencourt, avallados
em 18,032*985.
SABBADO 12 DO CORRENTE.
Ao meio dia
0 agente Pinto levar novamente a leilo, por
despacho do Illm. 8r. Dr. juiz de direito especial
do commercio, a botica cima mencionada, tal
qual se acha mouda na ra do Bario da Victo-
loria n, 30, onde se effectuar o leilo ao meio dia
do uiaacima dito.
LEILAO
DA
taverna do pateo de S. Pedro n. 1, perten-
cente massa fallida de Joaquim de Bri-
to Vasconcellos.
Sabbado 12 Uo correte.
movis, louca c cryslaes
Sexta-feirall do corrente
NA "
I I lltA SKMAMAL.
16-Ra (lo l!iipcra(ror--.6
Mob'lias completas de d
ver. as madein s feitio3, pu-
os de armario e mesa, mesas
elstica?, machinas de costura,
apa rao ores 'ie mofli eom pe-
dra ese'm ella, carteiras para es-
criptorio, commodus de mogno
eom pedra marmore, gunrdns-
loutya, guarda- rouoa, 2 ce fres de
f> rro (sendo J prova de fogo)
O abaixo asignado, lendo no Jornal d) Rtx-ft
de hoja (P-) do corrente me/, uina declaraco de
estar justa e contratada pela quantia de 1:0004
compra do sitio no Salgadinho, pertencente a Ma-
na Antonia Teixiira de t^slro. delara em lempo
que a mesma senhoia >t,m parte do mesmo tio que lhe ficou pertenoendo, visto ter feto venda
de 3' 0 palmos ao mesmo abaixo assipnado. MgM-
do ja fez publico pelos Diarios de Pernambuco m.
108 e 119, do lt c 26 de maio ultimo, o que ain.li
rpete para evitar duvidas fnturas.
_____________Francisco Ferreira Tavares.
Boa gratificoslo.
Prometi se urna boa gratificarlo a qnem ilrs-
cohrir o ladro, que furto* na noite de terca para
qnartafeira dasmana prxima passada, do en-
genhe Milapiruma,o Baro de l'tmga, tres ca-
vallos, cojos signaes vao abaixo declarados, indi-
cando, ao momio tempo, cm certeza ; o lugar em
que se achara, ou taa vendidos as referidos
cavallos: l' rodado, grande, ferrado do lado di-
reito, ferro iiiuiU. visvel, anca feia, dous ps me-
nos brancos no pcador ; 2* rudado. chato, peque-
o eestiva muito gordo ; 3 rodad... tem um ta-
roco no meio da eanella, e tem urna pelladnra ni
cara de um lado o do Mitro.
Aluga-se
nm excedente sitio cora boa casa, no arrabalde
Chacn : a tratar no armazem n. (8 rua do
Mrquez de Olinda.
A' salubridade publica.
Ao corpo da saude do porto, que nao oecupe-
se so eom a companhia Beefe Draraage, appliqno
>uas largas vistas e obrgaro para as alvarenga*
que conduzem gneros para os navios, e veja al-
gum asseio que quasi tod.is esto cora o deposito
potnlicos, afim de nao se poder moportar o mao
cheiro que exala, como ac urna alvarenga chamada unkada, que eslava
atracada tomando csrga no armazem dos Srs.
Lovo k Filho, que fica am todas as pessoas qoe
por all passavam suffocadas.
Offerece-se
Urna mora de boa conducta, orph de pai e
mi, para servir de compauhia a alguma sennaca,
ou tomar conta de meninos, eom pouca paga mi
mesmo gratis: quem precisar dirija-se ao oitao da
Penhi, casa n. 5 ________
Pede-se ao Sr. lente-coronel Manoel Joaqun
do Reg Albuquerque o favor de vir ou mandar
rua do Coronel So
llv? diz respeito.
Suasrana n. *, a Mforio lima familia composta de quatro pessoas,
sendo que duas sao pequeas, precisa lo-
mar para sua companhia urna mulher ho-
nesta, e do hons costumes, e que d abono
5iia conducta
. ^ -......."...., quem pois quizer appareije.
cumas Iranc.'zas (Je jacanita no 3." andar desta typographia. para ira-
e amarello, estanttspsra msi-
ca, cadeiras para criaoc/i, espe-
tar.
Aluga-se urna boa casa na potoaeflo da Va
lea; a trata- na rua da Saudade n. It
1
)
i
" li


-.---
Diarlo de Pemambueo Sexta eira 11 de Jumo de 183.
\

-

J /
>I1
MO^MM /% I E
PIANOS E MSICAS
A^TftVIO JOSG IB .IKKVEliO
Ra do B:ir&o da Victoria tj, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
axtnie o publico em geralfencontr, hempre o maior e mais esplendido sortimenlo de pianos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
r A. J. Reogh, como reprecn lauto
casa dos Srs D. Oppenlieirocr C, ito Lon-
dres, oturuce aos scuhores logistns dePer-
nanihuco uin completo sortimento deamos-
IfMJ'lo to-l.isas frzvu-las, f.rr.igohs, sdlins,
.ip;tl. .s, ;imi')S4 littf li-z.-.s, Pt, to ; t.'i
den do-se entender com o mismo suulir, idi
RA DOCOMMKRCION. 38,
O Sr. Olympio Francis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
AO WitHEM
BO
vapor mtitmt
!>IU DO UARAO DA VICTORIA
tf. 7Outr'ora NovaN. 7
l)
Aesba de abrir no prlraeiro andar do sobrado o. IS confronta i
tica Mi arar, am pande sali onda estao expostos os magnficos
* *AJ%f PS do armaro, de PleyeL
de meia canda, do mesmo autor.
'------- de H. Heort
de Amede ThibouL
Coico aftMe nesta eidade, dos celebres afamados
PUOS DE AUCHER FRSRES
oramiados em diversas exposi;oss oro 14 medalbas de ooro e prata.
Sao os onicos pianoe qne aqai wn da Europa, perfeitameEte afina-
es, fsitoi com ciegan :ia a solidez.
Tambera receben grande ortimeuto fla msicas ptra piano, piano *
canto e entre ellas as lindas eomposicSf-s do snoito sympathieo aes.ro
F. S.4>TIMI
A SABER :
Vocd me qner "Walsa.
Olga Mazarte.
La Separackral Para caoto.
A Luz litrica, grande Walsa.
Frnco Brasilero Polka.
Tomlda de Valleta Galope.
Jcacioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Minhe Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studiente Po'ka.
Ultima1* aablleacSe
Feias as ottcinaa de msicas
do financiante.
Emilia, poka por L Smoltt.
CircacMna, tcbolcb, por Sroortx.
Jardim do Campo das Prweta,
quadrtlha, pr J. Poppe.
Chava de Rosas, Walsa, per H. Ai
btrtazzi.
MOFINA
Est encouragado 1! I
Rogase ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
scrivio na eidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir roa Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que 8. 8. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
a por este motivo de novo chamado para dito
mn, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito asnos, e quando o Sr. seu nlho se
ochava nesta eidade.
frailee/..
Recuerdos de Italia.
A mnprt'za da IHuttrno'oii Espaola y Innri-
...na da gratis ,i'S M. asignantes is cot
auno, mu wv i .l'lu'ado HaurrJos dr tlnli i
trifihi-r _
D. mu! i r. .
Vi'- i 'ii sr re,
livKtfia r> !! :.'.' de M..i
-'. o na rila fu Rui da | andar.
Rna-e a \**-* qim"acli i um proi.ez,
que una ttuluca a* a, eafte Jo l""'d no da 9
do correnu', dcfrontc do ebafail da Boa-Vista.
rahio-lhe, e hi>uve quem visse um scnbor apa-
nha-lo, de lcva-k) an Corredor do Bisp i u. 73, que
e gratificar Na indina casa ha para alujar---,
una criatle muito dtii(.le e un tu (el, prinrip--!-
mrnte para casa ik e?tra igi'ini, a <|iia prcfcTe.
Huga-sc
D'aqni en^diaote continaari a annnneiar todas as pufclfcacSes que se forera friendo as suas ofBcinx de msica.
< \ # $ W* 31 #*vN & # ^Sm S -*9* ^ &.4?M #*^jp>%^&!l$&*S$& tMjS. g
*l v w s al m
aos compradores do bem conhecido 8 acre litado rap
AESA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois (pie os ha de rap de outra fabrica e nenie diver-
so, e com papel da mesm cor, cujo desenho se pode
coirftmdir com o d'aquelles.
Os apreciadoras que quierem do verdadeiro REA
PEETA, devem para nao serem engaadas ver que
os botes toragam o noma de fflEURON & C, e a desig-
nado de REA PRISTA.
MEUIiON a- c.
Aluga-se por i3000 a asa n. 6, sita rea
do Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
de novo : a tratar na ra da Restaurado n. 54,
-eulr'ora Guia.
Olliem...
Fredcrico Pasto .4 C, com loja de fazendas ra
rio Mrquez deslinda n 10, pedem aos seus llove-
dores de contas antigs o obsequio de viren satis-
faze-las no improrogavel prazo de 15 das, certos
4eque, lindo ees; prazo, empregarao os meiesju-
diciaes para se mbok-o. Recife, -z de iuihe de
,i73.
Auga-se a casa n. 10 A da ilha de liemliea,
na Passagem da Magdalena, com banho do Cap.
baribe>Ba frente, 4e excellentes ares, e de preco
de 00a .annuaes, nado commodos paca familia:
a tratar na ra estrato-do flosario n. 17,1* andar,
escriptorio.
II. B. ttiitru.
H. B. Blacd, architecto .cansjf uctor, offorece ee
servir)* aos habitantes desta eidade para exeeu-
tar quaiquer obra de sua profisso como panza
ou modelos de casas particulares na eidade ou no
campo, planos e desenbos de lindos jardins, ludo
segundo o gusto francez. Encarrega-ee da direc-
cao e execuco destas obras. Onerace-se igualmen-
te para assentar os modernos ladrilbos de mozaico
francez ou inglez eos) toda lirapeza e perleijao.
Pode ser procurado ra da Matriz da Boa-Vista
n. 88, andar terreo.
A Sr, Firmo Candido da Silveira rogase o
favor de apparecer na ra do Duque de Cavias n.
55, isto por se procurar em sua casa e nao ser
encontrado.
Criado
A'a loja do P**so, ra Io do Mar;o n. 7 A (Miga
do Crespo) precisa-se de um criado, prefere-se
escravo.
Soeiedade Monte-Pio Santo
Amaro.
Faco scionte a todos os senhores convidados pa-
T r ; ra a "sessao solemne de inslallacao. que deve ter]
AVISO aO COmmerClO. lugar no dia i3, que de conformidade wm delibe-
Joaquira Mazimiano Pestaia, presposto de seu" raS** d.a aseamWa geral m sessao de 9 do cor-
pai o.antigo agento de leilSes desta praca los Ma- "nte. deJsa, de ".^f ? 'ssa cantada, coniecan-
ra Pestaa, que porenfermidade seria, por ora se 4 ? de inslallacao ae 10 horas do da.
acha jmpossibiiitado do dedicar-se de qnalquer Secretaria da sociedad B. M. Po fe. Amaro;
modo aos trabalhos de sua profi?so, faz publico de jumo ue la/3,
ao respeitavel corpo commercial desta praga, que
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
arino da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
C(insnl(orio niedictt
DO
l)r. MsnrlIlsK
RIJA DA CRUZ N. JB, ASDAR.
Receta-chegado da Eurepa, bnde fre-
quenteu os hospilaes de Pars Londres
ode ser procurado a quaiquer hora do
la ol da noute para objeeto de sua pro-
fisso.
Consultas do arcio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos .pebres.
Especia idiles.=MoIeStias da pelle, de
crianza e de mulher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua especialidade as duchas fras e
banhos a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
preados na Europa.
Tamteem applica com grande proveito M\
s no tratamento das molestias do tero a ^
JR elecericidade.peio processo do Dr. Trepier.w
Ir^OQSSCSlSSD IQOtWOCOJi
spiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
tamios no mex de Sant'Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazemni bazar completo
do necessario para regalo e diStraccao de quem
tem gosto pelo que bom.
^ecpmiaeB&i o grande AlenKardek que neste
mez se de* preferencia aos alimentos em q' predo
mina a fcula da mandioca(vulgo, bolo de raandio
ca), para drverlimento os fogos de artificio e as
decantadas sorpresas e sortes fulminantes, o que
tudo isso se acha na
Confeitaria do Campos,
E para constar pois qae os propnetarios da
confeitaria do Campos chamam a attenijio de to-
dos e de tedas para o precooisado caf em p ver-
dadeiro de Java, e boiaclnha em latas denomi-
nada Sugar WafTers Vanella ; especialidades para
ietas, 'qttanto mais para quem est de perfeita
saiide.
Em vista do referido espera o dte Campos que
\ ningoem, para pedidos d taes objectos, se diri-
jam, senk> Confeitaria do Campos, ra do Im
perador
Lampeo ma porta.
Para lioiuem.
BOVINAS de becerro, cordavao, pellica, lustre e
de dnraque com biqueira, dos mclhores
fabricantes.
SAPATOES de be.erro, de cordavao e de case-
mira.
S t PATOS de lustre cora sallo.
SAPATOES atamancads com sola de pao, pro-
prios para bandos, sitios e jardn*.
SAPATOS de tapete, cliarlot, castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores difTerentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantsia com salto, brancos,
pretoe e decores dilferentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de irania poituguezes.
Para meninas.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Petas a Napoleao e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para homen', e meias perneiras
para meninos.
No armasem do vapor france', ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balando, de braco, de guerni<;oes,
solas, jardmeiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serein fortes e
leves, e es mais proprios movis para saletas e ga
binetes de rerreios.
No armazeni do vapor francez, ra o Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
urna casa em Santo Amaro das Salinas ti. I">, com
3 quartos,2 salas, eozinha tora, ripiar o quintal
murado; a mesma casa 6 estucada, c torna-se
recommendavel p bonds : a
tratar no n. 11.__________________________
Refinador
Prerisa-sede um qaeintenda de fornalha : na
ra da Senzalanova n. i.
COMPRAS.
* URGENTE
Compra-se o Diiioile 'triumbaco, <) o
de agosto de 1868, nesta lyrx>grn.1iiq.
Compra se abrumas casas terreas ou sobra-
dos nesta eidade : a tratar na loja da ra Duque
de Caxias n. ii.___________________
- Conu.ra se Diarios Je rVrswastsw a IV
rs. a libra : na ra do Oiroml Soassntu n. \.
(ompra-se
uma casa terrea HpMlel a bmis comaI>s par
familia, e bom quiut.'l, do bairro iin Boa-Vista. > i
algum sitio pro\iiiin i Hola des btmds, ou da :ri.i
chanilmmba : a tratar ua ra do Itaiigd u. 7,
1 ou 1* andar. ___________
Compra-se
apolices ge raes da vi de Caxias n. 87, aja-
V^DAS
rticos
Na ra da Alegra n. 40,
precisa-se de uma ama de
idade, que tenha boa conduc-
ta, para andar com uma meuina.
AMA
Precisa-se do tima ama
dedeGovannaa' f na ra do Viscon-
A M 4
Precisa-se de uma ama para
casa de pouca familia : no largo
da Penha n. 12, sobrado.
Amar
Precisa-se de uma ama : a watir na
ua do.Imperador n. 14
Precisa-se de ua>a ama para comprar e co-
zinbar : .na ra do Coronel-*Buassuna se bera.
AMA
No Passeio Publico n. 5V, pre-
cisa-se de nma ama para cozi-
nhar.
AMA
Precisa-se de uma ama para -o er-
vico de uma pessxia : na ra estreita
do Rosario n. 12, .1- andar.
10
am^v^0utS^iiSt^iai^& Irmandade do Senhor Bom
se acha habilitado pelo merelissimo tribunal do
>.P
di ment, pode
escriptorio do referido seu pai, ra do Vigario
n. 11. Solicita dos amigos e freguezes de seu en-
fermo pai a mesma proteccao que sempre genero-
samente Ibes dispensaran), ceno de que, eneon-
irarao des aa parte, o maior zelo e probidade no
eamprimento de seus deveres, assn como toda a
pontualidade no cumplimento
ordens.
Sebastiao Pyrrho.
Jess das Chagas.
1 De erdem da mesa regedora, sao convidados to-
dos os nossos charissmos irmos a comparece-
rem ne domingo 13 do corrate petas 9 horas da
manhj em nosso consistorio, afun.de proceder-se
e execuco de suas a eleicao da nova masa, que tem de reger a ir-
___^___________ raandade no presente anuo de 1873 a 1874, visto
- A pessoa qae precisar de urna ama de lee as6itn. disPar cap''"1 6. artigo 79 do nosso com-
moca, sadia e sem filhos, dirija-se ra do Coro- P^misso. "- .
nei Suassuna. outr'ora Martyrios, n. 151 que Consistorio da irmandade do Senhor Bom Jess
' H das Chagas, Id de julho de 1873.
__________________ I O secretario,
Alaga-se uma boa asa terrea nos Arrom-
bados. em-Olinda, perto da estacio e junto do rio,
po barato prego de li meneaos : a tratar loja doPaeo, ra do Crespo, junto ao arco-de
Santo Antonio. As chaves aeham-se na estaco
entregaes ao Sr. Vianna, chefe da mesma, para
quem a quiger ver. a.
Atten*;o
Uma pessoa que tem de repdimento certo por
mee 150, neessita de lomar a juro 600 pa-
gando mensalmoRte 80/ ; e descontando logo do
capital o comnetente juro que se ronvencionar :
quem, pois, quizer lser este negocio, deke carta
fechada com as inioiaes D. G., no escriptoFio deste
Diario.
Acabam de cliegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo', dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejain : Alphonse
Blondel, Henry rers e Pleye^ W'ollf A C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou
tr'ora Nova n. 7, a precus muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilele,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
costieticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sorlidas e garrafas de differentes taa-
nnos d'agua de cologRe, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Pver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo: i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
de 'difTerentes gostos e
pliantnzias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Laquea para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia c de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muilo bonitas para relo-
gio*.
Brincos a miUrao c botos de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Ocoloe de ai;b fino c de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, caima, com ca?toos de mar-
fin.
Bengalias diversas tm grande sortimento para
honiens e meninos.
Ghicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
IVntes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de' marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas epara den-I
tes. J
Carteirtibas de medreperola para dinveiro.
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para horneas
e meninos.
Campairibas de mola para ch mar criados.
Jugos da loria, de dama, de hagatellas, de do-
min e oulros muitos dilTereuies joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, boJtas e saceos de viagera de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfiui para as enancas morde-
rem, bom para os denles.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Certmhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatrp roda, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para wrtas* janellas.
Reverberos transparentes para candiefros de
gaz.
PECHINlHls
Cobertas da chita adamas-ala i :!*,00.
Lencoes de tnaante s ti-
Ditos de algodo de doaa larguras a l(HM.
Cobertores de la aWM a ti-
Colchas adaflaacadM a i|.
Tualhas alcochoadas a t a duzia.
Na ra do Cre po u. 20, loja de GuiibeHM 4
Companhia.
Grosdenaples
Grosdoniple p eto a I ROO o corado.
Dito preto de coi da > a 2-2-0 c liOO.
So ii! ra do Crespo n 20, Ij.i deG.: l.ri.' .'
Companhia.
Cretone
Cretonc, lindos padr5e, a 440 rs. e covado.
Na ra do Crespo n. 20, It.ja de Guilherme i.
Companhia.
CAMACJ II
NA
PRAIADOLCENA
Vende seo sitio Camanry, na praia do Lucer.a,
provincia da Parahvba, preso muito cmnmodu : .i
tratar com Tasso Irmaos.
Materia es.
Ha sempre para vender-M por commod preCOi
lijlos de alvenaria poata, dito de dita l itida, di-
to de tapamonto e teihas, os quaa se manda por
em qualiiuer lugar : a ver e tratar in olarta da
ra da Visconde de Govanna, antja do alofld
n. 63. ________
Lazinhas escocias a 280
20.
rs. o corado.
Ra do Crespo n.
Lazinhas escocezas, patria inleiramento n *-
vos, pelo diminuto prono de 28o il co-f
pechwcfea odo-ee sjaaMaM loja de t.m. -
me C da Cunha A i'.______^_______._______
Casa terrea.
Vende >se uTr,a casa
terrea, em ttimft boa jua, a
tratar naroft da Impera triz
n. 8, loja. .
Vende-se ccren de un *JZu
sobrado de d mulares e gran |0 solao, N .
a ra da Imperatri n. 53, na iwfadola-
vor-avel prego de 26.000W0O, a dh-j,
ou a prazo : a tratar cotn o respectivo
senhor_ rodo Sol n. i.
Vende-se o sitio pstente na taiv^,
do Remedio, freguoz.a dos A logados 2,
hoje Bewo da TraAcssa do Romedio :i. is'
em chaos proprios : quaih iirf.in i.._
em daos proprios : quem prctenJer ooten-
da-se com o seu propriotario na rn ,i
ereoscopos e cosmoramas com escolhidas Francisco, dest eidade, n.
AJrrga-sr?
;a, sac
Suas
achara om quem tratar.
Avsrt Gaspar Antonio di Reis,
xx v ow, jyuga.se a jgj da raa 6 Hortis n. 77
Traspassa-se o restaurant franeez da Magdalena, tratar na praca da independencia ns. 18 e 20.
sito na entrada dos Remedios : a tratar na mes- ^ >> o- '** '^*- <**. j** ***
ma casa. :w:'w SSJ'',|
armazem da ma nova de Santa Rita n. SI, pw
rio para serrara : a tratar junto n. 59.
BOLEIRO
O nramendador Tasso p/iecisa de um.
Auantmqlo.- f ABJt. tt, s^uvtiT Moinuini.
PABT1LHA8 DIGE8TTVA8 fabricadas sai Tic,
com s Sm ntrataidns iu Fonlet. Si* t gasta
agradavcl e a raa aecia carta cantra a Alia
e aa Ogastfiei ditesis.
SAIS DE VICHY PARA BAHH08. Um rolo
par am asaba, para as aassaas qu alo poden
ir a Vieby.
Para evitaras imitafOes
txifir em todat tu producios a marea do
cmtsmti m cstam Fstsctz.
Os predecios de cima acalo-sa:
Em PernatUmco, TI88ET f";A. R1GORD. S
Precisa-sede um caixeiro para taveraa, de .
14 a 15 anuos da idade, portofuez ou nacional: i -
na roa dos Guararapes n. 10.
I^Consullorio medico-eirorgico fi
I DE %
% A. B. da Silva Maia.
m Ra do Visconde de Albuquerque n.
'm 11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados ; a qnalqaer hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 s
1 horas da tarde.
m
ocirargico
no
Dr. Ferreira
A aligo gabinete de stu pai, ra larga
hr Rnsaaio n. 10.
Cura de hydrcceles sem injecjo,
eom punccao-capillaT.
Abertura de abeesaos e extnceao de
derramamen serosos, pelo aspirador
de Potain
La Illustracion Espaola y
Americana.
i Este importante jornal de seicncias, bellas ar-
tes e litteratura se publica em Madrid. e sabe a
. luz i vezes por mez : agencia, ra do coramer-
Aluga-se uma casa de pedra e cal, em Api- c0 n jg i. ana>r_
Aluga-se uma casa de pedra e cal, em Api- v
pucos, junta a porteir do eogenho Dous Irmaos,;------' '
logar muito saudavel e fresco, eom JWna commo- ~ Aluga-se o gabinete do 1
dos para familia, sitio bem cercado a lirrweiro, com '" *J?f?frn- 7 :
O commeadador Tasso tem algumas casas
na eidade da Parahyba, que precisa vender
ou perrauttar por outras nesta eidade ou
seus suburbios : a tratar com o mesmo.
Lava-ae e eogomma^e com toda perfeicao
e por preco coxnmodo ; oa ma da Palma n. 112,
sobradiuho.
Cao fgido,
Desapparaceu no dia o do corrente, da casa
do Dr. Moscoso, ra da Gloria, um cao grande,
branco, com urnas malhas amarillas : gratificase
a quem o apresentar ou der noticia certa.
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illumioacSes de
festas. '
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espaaadores de palha"e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
TiBleiroa de louya branca, modelo bonito-e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros ja promptos com paj sagens e pbanta-
EsUmpas ayulsas de santos, paysagens e phan-
laziaa. v
Objeetos de mgicas para divertiraentos em fa-
milia.
10.
Yendas de duas casas
Urna moderna, na ra da Concordia
terreno de mannha ; outra na na d,14 rA'.i," '
Boa-Vista, n. 18. moderna, terS prop\!f
tratar com Marcvlmo Jos Lopes, no Mon.ic '-*
lio n. 63.
Vende-se
n. 3?.
^Pes, no Mondego, si-
urna porcio de lenha boa o7a
)adana ou olana : no Arraial, ponto da
eira, sitio de Marcelino /os Lopas.
.M,-,m?.-.-
Roubo
Realejos pequeos de veio com liadas ecas
Realejos Harmnicos ou aecordions de todos os
lamanbos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mancionarse. (o armazem do
vapor francei, ra do Pari da Victoria, outr'ora
Nova n. 7. '
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desojar de todos
os brinquedos fabricados era differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a prefos mais resumidos que o possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Bar2o da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Vende-se uma armacao nova e envidracadl
propna para quaiquer negocio: a tratar na ra"
do Crespo n. 20.
T Vende-se uma colecco completa da leii<-
acao provincial, encadernada ea diiTerentesv.)-
lumes, e a consolidacao d.s leis rivi.s tudo Dor
proco mdico : ra a Imneratri n ?a ** r
Pao de senleio.
andar do sobrado
tratar nltaverna do
_i_
boas larangeiras, cajueiros. fructe-po, lim,*ir
outros arvoredos, cacimba nova com bomba *' "" P'ecisa-se d'ura bolieiro, qne^irva tamben
meito boa agna; por proco raxoavl' a tratar na de" *opejro : no armazem n. 3, da rita' do Vigario,
travessa da Madre de Dos n. li.
I no Recffe
Roubaram do eatalero do Saraiva, em Santo
Amaro das Salinas, na noite de segunda para ter-
ca-feira 7 para 8 do corrente, tres taboas costa-
neras, sendo duas de verinduva, com 40 palmos
de compriraento, e uma de jatbohi, com 42 palmos:
roga-se o favor a quem ditas taboas for offerecidas,
de as aprehender e annenciar por este Jo-nal para
serem procuradas.
(tara costura
Achase as tercas e sextas-fejras de toda aa
semanas as ll horas da manha, a venda as ta-
gumtes casas : nadara ra da Gnu n 54 a
taverna do Sr Lapa no oitio da alfandega, l re"
do Brum n. 65 no deposito do Sr. Pires no caes
^^nT3bro,eMfcSrP^n,ad*,ra-
Allenc-Jo.
Um moco ac^ando-se habilitado para ensi-
nar primeiras lettras fra da eidade, ofterece-se a
quaiquer senhor de engenho, o qual querendo
utilisar-se de seus prestimos, dirija-se a esta ty-
pographia, deixando carta fechada com as iniciaos
IbMdarli
Grande sortimento de bonitos modelos ehegados
ao armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria (outr ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleados bonitas e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova n. 7
4
T P anni"icio do Diario de hoDtem que chapia
nfHr'aar\aen,ender-secom a,l?oom "d
Madre de Dos, n** "
se entende com Jos Lucas
^i^7^tU^^t^^^s^''!iii^
Vende-se um exceUente sitio na propriedade
denominada Cavaco, a meia legua da povoacao da
Lagoa dos Gatos, o qual tem urna legua de fundo
e meia de largura, com muitas fructeiras de di-
verjas qualidades e mais de cem pes de caf qne
ja do fructo, alm de outros muitos que se acharo
prestes a botarem. E' de multa fertilidade para
todo genero de agricultura, banhado por dous
nachos e no centro por dous oJhos d'agua peren-
nes ; tem casa do fazer forraba e mais quatro
ditas para moradia. O proprietario vende iodo ou
parte delle vontade do comprador, e a razio
de dita'venda se esclarecer a quem pretender,
que pode drigir-se ao mesmo sitio : a tratar com
sea proprietario, Joaquim arres Beaerra._______
S vendo-se
Alpacas de listras muito finas e lindos padroes,
a 500 rs. o covado : na ra do Crespo n. 20, loja
de Guilherme fy Q.


*
Mwo fioJfamqfavw Sexta bb II 4e Julio de 1S7&
FUNDIDO 0 BOWMAN
RA DO BRffl N. 52
(Passando o chafariz)
-jk?Mf2? abore8 -e eng8nho e ontro genitores, eeinpraga4,>iei le m
2*?pei I po& i?ir?d MPeri0r Cm *"1d ^ 6 Wtyi o W co^ r
ESPECIAL ATTKN^Ab AO NUMERO E LUGAR DE SUA FfNIHfilQ,
yapOr83 6 rOdaS d'&Caa dos m3is mojernos ysteaaa e em la
-jaShnu Ja. .k. o ** maohos convenientes para as diversas
ancia* das seoljore proprietarios e.p*ra des Wa* adao. %
U8 CE21IIE de- ^dS 5 UaittM' asjmelhores qne aqoi
COMO SAO LINDOS!!
Os leones todos de madrepereia, brancas e de
cores e que frazem o dsticoUNIAO cm ledras
larabem de madrcperola cm alio relevo, tor-
nando sw por isto apropriados para noivas, a NO-!
VA ESPERANZA ra iJiiojie de Casias n. 63
(antiga do Queiraado) rjuem os tem.
Sao de tartaruga
Os brinco^ broches, meiqs aderecos, cruzes,
coracoes e caesoleta, que esli oxpostis boa
escolha das EJxmas. finantes do caique) vende-se
ha. Wf FspeYaarfaj roa- Dwpie 4b Caxias
.63.
Aos. yienmos
dentadas *""an,maes' aa *yw
Ifcixas ie ferro fundido, batido e de cobra.
Alambiques e fundos,de alambique.
UlSmOS par* D,aodioca e a'godlo,! Podendol todos
8 ePara?errarmadra. f ser movidos a m3o
*mba3 i^^........ ^w
rodas
vapor,
idp-
&S HiaChiliaS e Pe?as <* qe wcos,amaprecisar.
Paz qualquer concert ^ achid!8m. a,pco o i^
FoFu^s de ferro **as m6ihom e maia bari exsien m aw-
^ cado. ,
aSnC:>121!JiendaS. ,,n^u'EJbe-se de candar vir qoalquer macijiraaruo a voo-
r- rrrnn, &...-?* e do8 c,ientes- len>bD Siesta" auili" de PeSSa 6DleDd,da' e *08 em qoilqner'a&Si^dB ;fide
americanos e inetrDm6P105 *gr>coias.
d
RA DO BRM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
UBI REDUCCiOMPBBCQS
Altenco. Attengo.
que
A Nova p#Mnca i ri}a D^ique de Caxlju n.
63, acaba de rereber um lindo sortiriCTto je bo-
necas de umitas qnaldaU.s, wodo caire ellt fa
engrapada* ponecas de imrraena, assim tambe
urna pequenaiquanttM^ de /opeaa j pretas
se tornam apViadu tysup iolkMde.
te um
AIova|Esp^W>/m,^pe ,<} Caxias ir-
63, ecebem wrMetre otonlo inefez.- prepara
CfefUH cBcecur |rlaiaihem nW.
MuiUs yes am venido tornarse twanfent
feo,.>njene por estar mal,ofertado: Sor* g*-
perasa ra Luqne o> Casias *>...& imnove
este mal rpjprojH^estbem .prvida 4o* peibufes
gal5es e franjas do todas a> cure?, onde pii^de e-
colber-s .VQfjtoAe 34|JJes^blffd'? B're es& as
mpderaMJraAjas psaii;a,s, que jiela sua varieda-
de de cores, nea brm em qua^i (ouap a /Mw^dat-
A ella asjesque se aeatem."
Bolade borrada'
, Vendep^ede ^ qs Umanhpi ip Dj^ f eslf fande tabefccimcDto le- ce-
de Caxias n. 63, na Kova E^perpa. gado um kom sortiracnto de machina para
fkthelna hrt.vtna vh'iowr rnranaa eostura, fe-todos os autoras miis acredita-
lAWeUOS Ommm SOtem fmm^ uilimaB1eiitea Europ cujas macfcinas
(JUMI? sao garantidas por um anno, ptendo-um
BAZAR NACIONAL
Ra da tmperatriz n. 72
DE
Lourenco Pereira Heniles Gninaraes
idoiBHdpr a^sbifato^sjB fir-.J^vel,
ari) a Victoria o. 22.
(lanifirii Viaiiini.
h
5a lojade Soares Leite Irmaos, ra do Barp da
Victoria n. 28.
-raixa de linha cem 40 novellos, a S00 rs.
ktem Mera de marca, a 200 rs.
Arrala de agua florida verdadeira a 1J9200
J-fcaa k3nanga do .rapio, a 1^200.
em iHviua, a 15?000 e l2O0.
Abotoaduras para collete, de todos os
gastos, a 200 rs.
Lampanas gaz, dando urna luz muito
t.-., a nOOO.
I5^7.?a de pecas de eordao imperial, a
2*> rs.-
frisco com tnico oriental de Kemp, a
1*000.
. de oleo Oriza verdadeiro, a 155000.
i da de haralhos franeczes canto doura-
c i aSSriOO.
i idembeiralisa, a 23i00.
| -. le tinta roa extra-fina, a tJJOOO.
de botoes de osso para calca,
Mfrs.
\'mii fernos, a 3500.
i. ,., le pos para dentes, a 200 rs.
' m >le pos chinez, muito bom, a
|M ss. e I5JWOO.
de sabonetfts dfl arnendoa, a 25J500
*&>> '
:.-.it.) boa, a 1-5, tj500 c 29000
O'':
:( ,.,a sabonetes deanjinho transparen-
2; 200.
. !. a com flores, a 15J50O.
illarinbos bor lados para ho-
sie^aStOOO.
tezia da pegas de trancas" caracol branca,
a M0j rs.
' jra lisas brancas, 200 rs.
A^ovaEspeancarna- Dw|oe de Caxias B;perito artka pora ensinar as mesmasrem
f, aal> o r*eber a verdadeira tintura le' Dea* qielquer parte desta cidade, con)o ben> as-
aons para tingir os cabeHbsvp que se erse^ue m concerta-las-pelo tempo-umbem d'um
gPf-Mdoj)dss ronit BsmUaMr, W este anno sern despendi algn do comprador.
JzSeuO Ta JUVOua para as mesmaa maebinas o stB-suppre qual-
Os- einturoes de eouro, preprtos para seoheew,! quer peca que seja necessario. Estas ma-
Ee,^l A aJ!w -E,sRera"?a *?-* Du1L?*. cha trabalbam com toda a. perfeicao de
xias n. 63, estaoi sim, senlwr, etao na moda I -. ,* ,
Se (raeris tf wt' preparai*-um ramalhete de ium e dous pospontos, franze o borde l0 eheirosos cravos brmens par o voso casamenlo, \ quak^uer costuea-por fina ijae s'ja, sch6
ou pare Witro fin proprJarfcj necessario h* i- preces sao da seguintequalidado : para tra-
a iJp^iS^^lfiiibtilhat-a mao de 30UOO0, 40H*-. 5S0l>i
Nova
que alR enaintrarejs-os-
:que se p^Wte fesejar.
h'ores-Jptrtti -*oupiett
dem idemlisa de eres, a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 2980O., -ivOOO
e 69000.
dem idem liso, a25?G00,3J5OOe 5^000.
Caixa de papel amisade, beira dc>urada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a iOO rs.
Caixa do envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a SO}
res.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
5J000
Maco de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia do carros de linha, 200 jardas, a
TOO rs.
dem idem 60 jardas,.a 320 rs.
Kita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
800 rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Caixa de penuas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Loques para senhoras, a 2i?000, 4JW00 e
69000.
vrospara notas, a 320.
Redes enfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia do collarinhos lisos para homem,. a
69000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
lecas de efira de todos os tamaitos, com camisolas o ricamente vestidas cada
ir l am soa caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
rinfi de joroeIlana, espelbos de todos os tamanhos com moldura dourada a rosa,
rame, moldura e estampas para quadros etc., etc., emuitos objectes- que se
tan onge mencionar.
EXPOSHJO UNIVERSAL DE 1855
MEDALH* DE
CLASSE
ALF. LAIUriR.-lQUE i Cu
.16551
LABARBAQOE
FPROVADd PELA U'A,'M!A DE MEDICINA CE PAK'Z
0 Quiuinm Labarraqiis
um vinho eminentemente t-
nico e febrfugo que deve ser
pi rferido todas as oultas pre-
paracocs de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
:....-le cnijiregados na medicina
preparam-se com cascas de quina
euja riqueza em principios acti-
vos cxtreiiianiente vaiiavel
r- rlc dsso, cm rnzao de seu
modo de preparo.ao, cues v'm-
': ont'm apenas rcetigto de
principios activos, et em pro-
orcoes serepre v;n'aveis. '
0 Quliiuai I-Jiarrayue,
s; ;ro-uci. ntilmiade me-
dicina, cu:\- titue pelo conlinrio
ti medicamento de composi-
lio tktenninada, ricu etn prin-
cipios actives, c com o qual os
doentes podem
mdicos e os
sempre contar.
0 Quinium Labarraque
prescriplo com grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida erescenca, s meni-
nas qui tem difficuldade Cm s
formar e desenvolver; s mttlhc-
res depois dos partos; aos velhos
enfraquecidos pela idude ou
doenca.
No cazo de chlorosis, anemia,
crci pulidas, este vinho um
poderoso auxiliar dos ferrugino-
sos. Tomado junto, par exemplo,
com as pilulab' de Yal-let, produz
effettos tnaravilhosos, pela sua
rpida accio.
Dcjioillo
Part, X. mERE, roe Jacob, 19.
e oOJiiOO, para trobalbar con & ,*' sao de
8090U0, ooaooo, 1009000^ 1109000,
1209000, 1309006V 50900ft,.2i>O9t00 t\
2509000, emquaito- aos autores- nao lia al-
teracae de precos- eo compradoras podero^
visitar este estabeieeinaeiito, qtMviouito de-
verao gestar pe veteade de bjettos que
ba sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, uwlvs-para via 3S para
., ...eosturei-
Tamente delta precise--jueira sa aproveitar do-Iras nquissimas, para senhora, despensayeis
Agua floridr de 6ki{$laBr
,para fazeros, cafeelfe p^
to&.
A aguia branca, ra Duque d-Giias n. 50a,
acaba de recebe r nova remessa. da apreeiavel ajua
florida para faier os cabellos pretoo. O bom re-
sultado eolftfdo por qm tem fito uso dessa- ras para salas, ditas de balanco/dit
inoffensiva prepara^.a tmaUamente eoncemia- |<.riaoca. lallas)) (}ka.para escolas,, e
sua utilidade-. Tambemiveio agualde iopask>e<| para crtaneas, de todas as qualidades, camas
q moame uso, e !fio acreditados :,J0 ferro para homem e criancas> capachos, es inglezes, a200 rs.
oleo florido para
comq aquella. espelbos "dourados-para sala, g?3ndesepe-
VOlta* e-briQCOS de grOSSOS quenos, apparelhos-de metal pora eb, fa-
ftfrffarrtt An oct^n jqueiros com cabo-de metal e de marfim,
ayUldlUS-UC CCM^S. A aguja branca a rmo Duque dCaxias m, ,os p8rfl ^ arros guard.vcoinidas de
50, re*-ebeu novns e benitas volt e brincos kt r J '. *?
grosso aljofares de cVres, o con sempre coT)ti-.4rame/ ta,"Pas pa^>&f"- pratos estotras
ma a vends-las por preco commodo. para forrar salas,lavatorios corrpletos, ditos
Novos diademas dourados eisimP,es'obJCl0S v* *]Mc' c>uto's mul"
tos argos que rnuito devem agradar a todos
COITI pedraSw Kue sttarem esiograsde estalelecimento
A aguia branca, raa do Duque de Caxias n-. quo se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
50, receben novo sartmaento de bonitos diado- nha at as 9 horas da noute
XopSMrS? pedras'tan!aparameaint(RuadoBaioda Victoria n.
Collec^es de traslados ou|
normas para\ escrever-sCi.
A aguia branca, ra. Duque de Caxias n< 50, \
recclxiu novas ccllei^oos ou normas para as crias-
gas aprenderem x esorever por si majmo, hoje Uo
usadas as aulas e noilegios ; e ramo setnpee ren-
de-as por pre;o comtundo.
Meias cruas finas para meni-
nas- e sentlas
A loja. d'aguia iraiaca, ra Duquo de Caxias
n. 50, recebeu novo sormento daqnellas tat> pro-
curadas meias cruas para senhra, vindo igual-
mente para menia*, e continua a vende-las por
pregos eomiuodoR.
Veos ou mautinhas pretas.
A loja da agita branca, roa do Duque de Ca-
xias n. 50j reewbeu bonitc* veos ou. mantinhas
22.
SHERRY KINA
(VINHO DE QUINQUINA HIGINICO
fRPARADO COM OS MELHOUES V.WtOS DE HFS
tnfUM DA FIRMA.
Itt.VMm.C.C.KSOlJtt
Declara a seus fregueses que tem resol v
saber:
CHITAS iifL 20 RS. O COTA,
yende-sc.ebiths francezas largps qom
que de avaria, a 160 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, .280 e 30 rs. o ooado.
CASCAS PRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se easseefrancezas a 310' e,360 rs.
o eovado.
LSI!W1U*A 200 m.
Vendo-se lAsinha de i ores pw vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. p co^do.
ALPACA A 400 tt;
Vende-se alpacas para .vestidos* 4-00,500,
640 e 800 rs. o cov**>.
EOBERTAS DE CHITAS A *0.
Vendte-se cobertas de ebitas de ean, a
19600 e 29000. Dita de pello a 1>9400.
Colias- de cores a t$200, 29500 e 49300.
CHALES DE' LA A 800 RS.
Vende-se cbales de 15 de quadros a> 800
rs. e 1J&O00.
Ditos de- merino a 29,- 39, 49 e 5900O.
CVMRRAIA^RANCA A 39OOO.
Vende-se pecas do cambraia branca trene-
parentes e tapada, a 39, 3500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAAS BRANCAS A 29000.
Vende-so- saias brancas e-de cores, papa
seohoras, a 29000 e 29500.
BU.VETS A OO-lt.
Vende-se boneto pretos de seda para h-
meos, a 50Ors. Chapeos db palba, pello e
rnassa, a 29P 29500, 39000 e 49000.
MAMPOLO A 300O.
Vende-se pepas de madap>1ao enfestado a
39000. Di tes-inglezes para 06 precos de
49r 49500, 39, 69000 e 75000.
ALtODAO A 35500.
Vende-se ps^as dealgodao, a- 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
[largura para lencol, a 19600, 29e 29500 o
metro.
glt&rlDE LIQLTDAGAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande poreao de sabone-
Ditos francezes cjm
cheiroa 320 e 500 rs.
Agua de colonia,ra 200, 320 e 500 rs. o
^frasco para liquidar, e outros extractos
sauito barato.
oor
TES DE BRIJTDECORESA 19500.
Veide-se cortes de brim de cores para
calca, a 1951)0 e 28000.
* JDTINASA39000.
Vende-se botinas para senhoras, a 39000 .
39500, a ellas antes que as acabe).
ROUHA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a lffiOO, 2?.
29500, 39000 e 4500. "
XaU^ts {* ease^ras4e corea,. **f, t$
Coletas de casemira, a 29, 29500, 3?
4,)tX)0.
I'alitts de casemira, a 49, 09 e 9000.
Seroulas alje 19600.
DUI.W DECORE A 44J RS.
Vende-se brim de todas as cores 440
rs. o evado.
LENCOS BflANCOS A 25000 A DUZIA.
Vndese a duzia- de {neos branco, .
290OO. Ditos com barras de cores a 39000
Ditos de lnho a 59000.
TOALA8 A 800 RS.
Vande-s* toalttas para rosto, a 800 rs. -
19000.
GRAVATAS DE SEPA PRETA A 500 BS
Yende-se gravatas desedapreta, a 500
rs. cada urna.
CU11 AS PARA COBERTA 280 RS.
Vende-se chita para eberta, a 280 e 32o
rs. o covado.
BONETS PARA MEN4N0S A 15500.
Vettde-se I otaetes Dar meninos, a 19500
ESPARTILHOSI'ARA SENHOKA A 9500
Vende se esparulhos para senbora, n
39300.
PENTES A 320 RS.
Vende-se nenies da alisar, a 2i0, 320
iW> rs.
PO'SDEA^poZA 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 210
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos
e&40 e 320 rs.
. TESOURAS A 320 RS.
Vendo-sc tesouras de diversos tamaito.'-,
a 320 o 500 rs., para liquidar, c outro-
imiitos artigos que se vende barato para li
quidacSo de facturas.
'.
PPROVAOO PILA ACADEMIA IMPERIAL DE MEDICINA
tm 27 dnmbro i* 1819
JtlRiECEDuIt BA
Sea KACF8TMM
ft'nSPAKBJL
POR
A n.M.NUA
THOUERET 8ELIS
kc!*ui'Mia<"c>ut:t*'.
EX-1NTEKN0 DOS HOSriTAESDF. PARS
O SHERK-klNA o vinho de Quinquina
RARIS
PARS
pretas de seda com flores, o outras a imitacao de 1ue hoJe paferem a siaiob. parte dos rcodi-
croch, e vende-as pelos baratos pne<;os de 3,
55 e 64000. A fazenda -boa e est em per'eito
estado, pelo que contina, a ter prempta extras-
cao
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
eos de itospitaes, dos lentes da faculdado o |
dos membos da academia de medioina.
Tem esta preferencia a sua explicacao listo
que offerece todas as garantas que debaldc
se procuram nos productos desse genero em
que NUITAS VEZF.S SE SA2RIF1C.AM AS QUAlilOA-
DES T\0 ESSEXCIAES Qt'ER DO V1M10, QUER
A loja da aguia bEanca, rea do Duque da do quaxq'ina (as vezes de ambos) aos ll1-
Caxiasn oO, receteu novos grampos^com bor- CR0& A ESPEC1.ACXo. (Ver Guia du&A>juns
Pharmacia de P. Maurer & C.
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de carto e
perfeita novid de. A quantiiade pepueaa, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadaseom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca rna Duque de Caxias
- 30, receben urna pequea qoantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de" l.t e seda, on-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramentc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rea do Duque
Caxias n. 50, receben novamente bonitos gram-
pos, brincos c rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ajea, e como.sempre conti-
na a vendc-los por precos razoaveis t?
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Agnia Branca rna do Dn-
que de Laxias n. 50.
Luvas do pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agnia Branca, rna Dnque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pelliea, pretas e de outras cores.
Pechincha. 0

Minmxes. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.a sdirao.
UiNICO DEPOSITO
FHAUMACIAE DROGARA
DE
BARTHOLOMEU & C.
Ra Lar^a do Rosario n. 34.
NA RA DO CRESPO N. 10.
Saceos de estopa vastos proprios
assucar e farinha a 3i0.
para
X Madapol.io a 2, 2j.: 00 e 42, a #e$t. M .
S Algodaosinho largo marca T a 4MJ0 a S^
m Chitas de cores a 100 e 240. & I
JE Cambraias de cores a ?'* rs. e'com TJi
barra a 230 t. o oirad i. 9 :
Grosdcnaple piejo a t#60C e gor irao 5Q.
largo a 30O0 e 34^00. g*'
Vestuimes de fusto para meninos, a &
4*T00 e de canibraia bordado a 6in00. M
Chales de cores a t*, 11200 e 1*500. Jj
Gangas de linho de cores a 340 rs. o c. Wf'
Algod o azul -'leericano para ronpa de }fC
escravos a 320 rs. o covado.
Meias para meninos de todos os tama- &
mannos a 3 a duzia.
VERDADEIRO LE BOY'
EM LIQUIDO OU PILULAS
Ru de Seine, 51, PAF.IS!
fcO*.
E' aobretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
qtte o r.-ir.o de Beiioc deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affecces seguales ;
GASTRALGIA
DVSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
OIGESTOES OIFFICEIS
DORES DE ESTOMAGO
CONSTIPAC0
CLICAS
DIARRHEA
DYSSENTERIA
CHOLERINA
1HCD0 DE EMPUrGO. 0 raneo de Belloe (f barbel JefcK)
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P< eu de
Pasiilhas. Gcralmcnte o bem estar sente-se logo depois das pri-
meiras dosei. Urna nformacao enlensa scompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
Deposito em Pars, L. FRKRE, 10, rae Jacob.
PARS
pars
te
Em cada gainfa, vji, entre a tulla e o iispcl azul
Ique leva o Den sitele, um rotulo impresso em tma-
ello com (rio sello S1GN0HET. l'AhlS b(it:una,h
ubre fundo negro.
N. B. Remeltendo-sc urna leltra de 500 fran q
|iobre Parta, rteebe-s* 75 francos de medicamentos
Defotlto principal rf
cm Caza do nono
nnieo agerie pilo
rartl i Sima V
Ucria m Bahia.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHARMACBUTICO, 2, RU DES LIOS SAINT-PAL, PARS.
XAROPE DEPURATIVO li
DE CSEAS DE LARANJAS AMARG \S
Coui IODUICTO d POTASSIO
0 lodureto de potassio nm verdadeiro alterante, um depurador de incontestvel elB-
eaca; combinado rom o xaropo de cascas de larao|as amargas, e aturado
em prtureacio aKjurna pelos temperamentes os shw traeos, sem alterar s (uocoles
do estom|e. As doses mathemalicas que elle eontenvpcrmiMe! aosmeaioM de reoeafti-o
para todas as complitacoes as alteccAes escrofuloaas, Uaorouiesas, O anea -
rosas e nos accidentes intermitientes e terceiros j sdeni d'isso, e
agente o mais poderoso contra as doeacas rhennaatioas.
XtROPE TNICO INTI-UERV8SI
de cascas de laranjaa amargns.
35 annos de soeceesos aitestto a sua effi-
cacia para curar: os ioenpat sercosa,
agudm ou rhronicat, as gtulriUt, gastr-
f tas; e faeiUtar a digetti$.
XAROPE FERRUGINOSA
* oeoa de larsvnjae eqvaealaaaarca.
Evsob a forma lidnida qneiajs fticilmen-
te se assirrlla o ferro; n'esta forma prete-
rivel as piulase pastilhas en todos os caso
em que sSo prescriplos os ferntiinoses.
DEN
HU, PTRE
Ctixlr denrroi, para a airara e eon-
servaySo dts denles, curando as dores
causadas peia caria ou produdas pete
couiado do calor ou do fri
Deposito em fiio di Jtmiro, R. Chevele; em i'sr Falca Da; em PeMat, Antera Lelvaau em fltii*. S* B '
tyro Pr.si c. i.
m
para a elvura s c
pruresindo a desear
tar o de ese ampeae t repfodsfso.
am p~a Bella; em WaraaAilo Prrrrtra e C'| em OJro Pres, C. I. V. melar< es aSali Csl*|
n*a, S. Sehalal s em Monterideo B- laafcaaa em |Leas-i4yrei, Btebestarel
-^
i
Chitas roses eom r.
na rna do Crespo n. ?0,
io defeilo a CO e 40 :
oja de Gnllherm 4 C
l'nico deposito, auude se acha a venda na
casa de P. Maurer ,
Asmiicas Yerdadeiras
Bichas hanhurguetis rmc vem a B.-te mercado :1
na ra do Mlrqtiez de linda n. 51.
tnico deposito, a onde se adra
Rita do baro
rasa de P J(aurer t r.


I


Biark) de Peimmbuee Sexta feira 11 de iMBib de 1873.



SOASES LEIE, IRMAOS
NICOS AGENTES -
A"
lina do llario da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposgo de Pars, em 18G7, foi concedido a
Kn Howe Jnior, a medalha do ouro e a condecora-
cao da Legio do Honra, por serem as machinas mais per.
eitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
A 90S000
C York, estabeleceu nesta cidade ra do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pvrnambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Kstas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicfio de seu trahalho,
emprogando urna agulha mais curta com a mosma qualidade de linha que qualqucr outra,
e pela introduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
nferecer ao exame publico as methores machinas do mundo.
. As vantagens destas machinas sao as seguhites:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
liroumstancia de nunca tercia apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contom o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terccira.Ha nellas menor frieco entre as diversas pe^as, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permita que se examine o trabalha de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazcm ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em soguida, sera modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O comprossr lovantado com a maiorfacilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao coraecar nova costura.
Oitava.Militas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaos parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opiniao de Elias Howe, mostr em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje ne attende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccCes em portugnez.
2 ARa do CabugaN. 2 A
DE
BARROS IV III, IIO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado,,e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.

PN mwm de fonqyim topos Machado 41
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapor* locoraoveis de torca de 2 i i carallos.
Correias para machinas.
Folias de diversos tamantios.
^aquetas para cobertos de carros.
Sola.? de luiro para guarda lama.
fontas de lauca para carro.
Chicotes para carro.
Galoes largo c estreit para carro.
Pregos com cabera de marGro, idem.

A 90^000 A 90*000
SOARES LEITE, IRMAOS
A*
do Baro da Victoria n. 28.
BAZAR DA KA DIREITA
HOJE
N. Si.
Esteestabelecimeiito sempro solicito em offerecer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francoz, chapeos c quinquilharas a
procos os mais razoaveis possiveis, para o que recebo quasi torios os seus artigos de pro-
prii encommenda da Europa e America, vem dar oubliuidade de alguns artigos por cujos
presos bem se pode a-valiar os presos de outros muitos que se tornara enfadonho pu-
biiear.
MIUDEZAS. | MIUDEZAS.
La para, bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2#500.
libra por 5?fo00. Botes de setim pretos e decores, a 800
Agulhas francezas, fundo douraJo, a cai- rs- ,e W00 a duzia.
xuha com 4 papis a 60 rs., 2A0 -&, 1 Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas do fita de vello', com lindos co- 8uras- a W000 o 125400 o metro.
raides fingindo madreperola, a 500 rs. I)ltas de cores e Pretas a 800 rs. o 1$000 o
Voltas para o pescogo, fingindo camafeu, metro.
companhadas com i par de brincos seme- GaIes Pretos 10 gosto de
'liante, tudo por 20500. 800 1S- a ^O" o metro.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de AlexaBdre, numeraco a
gosto do freguez, a JjSIO a duzia.
I'ademas dourados de 10500 a 30000.
i'itos de tartaruga com flores a 20000.
Ditos com borboletas a-10500.
!':incos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut dc 500 rs. a 20000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 15*500
0 22000.
Voltas de aljofares com brincos, a 25500.
Ditas do ditos com corac/es a IJfOOO.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 10 c 10500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 13)200
a 20000.
l'arures com 2 lagos para caneca e pcito
a 3? e 0OOO.
ntremelos e babadinhos bordados de 3G0
rs. a 28400 a peca.
Galoes de seda brancos c do cores, de
15500 a 2?500a peca.
Ditos dc algalio e seda, de 15 a 15400
a pe<;a.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
peeft.
Leques de marfim a 55 e 85000.
Ditos desndalos 49500.
1 titos de madeira imitando, a 25000:
Ditos de papellesa 158*0.
Coques para senhora, a 35, 35500 e 45.
Aderemos fingindo coral, coropondo-se de
alnete e brincos por 25000.
Dito dito pretos por 9(800.
Ditos de plaqut, compondose deahinete
c brinco, sendo do* raoito visto, por 65000.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretos gaspeadas, para seuhora, a
45500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 55000.
Ditas pretas efoitadas, ultima moda, a
;65000.
Ditas dita decores, canno alto.enfeitadas,
' a 55500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
35 e 45O00.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
56 aRa do Mrquez de Olinda56 a
(outr'ora na ta Caricia )
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo establecimiento assaz conheculo como.principal c recommen-
dado pele grandes depsitos.e borts sortitnentos com^que sompre prima em ter das
melilotos, mais acreditadas c verdadeiras machina* n*ra>orirJnjaa*ai par alfo-
lla, desde 10 G0 xciiax. havendoem todos os tamanhos diversidades de syste-
mas e melhorameutos para perfeito e rpido- desearooametito ; ternam-se* dignas1 de
serem vistas o apreciad;s pelos Srs. agricultores; os quaee*, am dk>o, encontraro
tambem mais :
Apurados vapokes locomovkis, de forga
de 2' j e 31 j cavallos com todos perttocas
precisos para trabslltarem 4 machinas pa<*a
algcxJo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e lade';
ra.
Carros de mao para atierros.
Tinas do madeiras^.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estaohado.
Ditos com valvula-para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas-.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Teios de bandeijas finas.
Correntes' para arresta* madeira.
Cyiindros ameriennos para padarias.
Pertcngas' avslsos para machinas.
Salitre refinado.
Breusupprior.
Moiithos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azaite de spermacete para machinas.
Camas Bombas de .Japyn
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de- ferro esmaltados.
Ditos, de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies-para ferreiros.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que savista e neste e6tabelejmoderoentp
examinados.
s:io
10 e/o do queem outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 115000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 165000.
Completo sortimento dechapeosinhos para
meninas e senhoras, de 25800 a 55000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 165000.
Ditos dit de merino, cabo de metal mul-
to bonito a 55500.
Ditos dito de seda para sen hora, cabo de
j madeira, a 65000:
Ditas dito cabo de marfim a 95000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadirte para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 15800
e 25000 cada um.
Ditos pr sof, a 35 e 45000.
Toalbas de linho para rosto, a 15300 cada
orna.
Ditas de algodo aleoxeados, a 640 rs.
Celia de crochet para cama de casal, a
65000.
Joaquim Jos Gonealves
Beltro & Ellhea
:Teem par vetder no seu Pcriptorm raa do
CowimercLo d. o, .o seguate :
IAGUARESTB de Djui: caixa. de 12 garrafas.
' de lafn's, demidni,
ARCOS de pao para Uarrit.
CAL de Lisboa, reeentoiiaente chegd.
' CHAPEOS de ;ul', .para, hoinoiae -senhora, cabo
de manila e sso.
LOJA DO PASSO
Ra Primeiro de Marco
n. 7 A,
outraora do Crespo.
Os proprietarlos actualmente deste impoilante
estabetcimentrr, tendo procedido -j, urna completa' r*F!--lia fch^ -ah?
reforma em precilad estabelecirtente, de-ser olte unVdo mais ben* SS FI de algnaBldILri:!LdIfabriea da C6fflmeD"
meato em artigo*, da moda e alta nevidade,,p(dfli INI1. ,fiu^
ao respeitavel publico e m parcular aos seuS odwac de nali ea '
numerosos freguez. s a bondade de conmtuarem a piSSn d'aLodE-U Rihtn d fabrica do con,
depositar em sua confianoa, garanUndo serem 4>em *Au ae ^^pg^aa mne* com'
RETR0Z de tod a i|iialRfe*es, da< fabricas de
Moraes, vendf o sqgtiinte
Caf do Rio de Janeiro.
6imerito de^ PorMd.
Palhirma preparadev
Cetti en velas. _
Oleo de4inhaca.
CoiirD- de rustre.
Bezerros. .
Chdmho de nranicio.
<}omma-laca, superior qualidade.
Cadeiras hamburjuezas.
fitas debalanjo.
Ditas para crianzas.
mercio n. 32, de Joo Jote de Carvalho
servidos e por preoas ninrnmeate baratos; Ve-
nbam pois todes comprar novas e liadas (alen-
das, de cujas damos um pequeo resumo para
que vista oclle possam apreciar.
Velludo preto, setim maco preto e bVnco.-for1-
guriio de seda, grosdenaple pruto o deliadas co-
res, l cem listras de seda, capibraia. maripoea,
nansok de lindos padroes, carnizas bordadas para
hornero, vestuarios para criaticas, chapeos-para
baptisados, mantas brasileiras.meia* de-cores pa-
ra bomem a meninos, chapeos d cabo de marlim
Sara sol, granadiae. fil de seda, ricas basquinas
e seda, fil de Ifnhoi bramante, cambalas,' cui-
tas, caasem{ras,.etc.: na-tojw Paseei rnik Pn-
mireo de Mnroo n. 7 A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas para senhora.
C rtes de vestaos brancos bordados pr se-
nhora.
MeritfO preto e de eres:
i Capellas e mantas para noiva.
Ricos cortes de seda de cores.
Vistuarios para baptisados.
Chapeos'prti- baptWadoe:
i Colxas de'seda para oas.
1 Ditus de l.
Toalbas bordadas de cambraia de lii.hu paea
baptisdo, com dous emblemas.
Na loja do'PasM, roa Brlmelro de .HSr'}o, anti-
tgamentc. Crespo, n. 7 A.
Fet-ete- Eduardo Mrito.
ROLHAS prprias para botica.
SALSAT'ARRlLRA do Para.
vEiA5de-cera de todoSoB tamaitos.
VBiHO elgraado do r\*rte-, cahtae-d1 It gftr'
rafa- "
a dito Moscatel-do Douro, idem ideui.
i dftd Stpbal, caixas dele 2'dzias.
o da ftlct engarfftt, caixas de 6 gaf-
raflftf-
; o iCttues' mparioF, emaneoretae.'
ci de c, caiitas'de 12 g^r afas.
Malvasia do Doro, caixas cora r' gar-
rtfaS
C*rW'V<*IW?, iim iflem.
aper
iblic
*
Grande e elegante ea-sa> d
caopa piar rtdfeiida. dfi.
D.Bari'Joeplilta" R''JvlrtSbn'nu ajofa' sea AS' 1
Fec&tdia
Farelo de Lisboa, a 4*300.
Mifh riovo a: 4-|*W.-
no traoicke da comp&fmia Pernam%u#soa mi-
mero 30. |______________
Mtiito barato
vende-se nma armacd e, gneros de noinaaos,' pi
por 2"0j, no barro, fregn*2i dos Afogads, 4u^ar "Lesrl e
i da praca do Capim : a tratar na mesma.
em ci^(le^*t^|JW'OtS^eVmV1%bf, M*'SaWk>'
AirtWO,' ve'iiolgniite'S*ad notto&MB*
ueM, eiD'qne-resido aetaatanrt-oir. br. Sera-
tica, o(jual tornase recombuaulaverpela sua
localidad, copsfrticljo; e ser edrTc T I
prttprio, CoWigtM- ao'rerHtt'sc*rita*-1n' urh)
bonH'cafwrteta'deWlliai*- com Jardn, eeimba
e banheiro : quen pretender dirija se proprie-
taria Hwa,J lherme, Purce^rua Od ^)a n. |0, 'Sttj'.AttaH),
eparalnrortflSo.'tt'f a
d traojd rtft J^Mirifuez
A Predilcca,
o de'bem servir aos seus reguezes e
ao publico em geral tem procurado prover-se do
}ne ha de melhor e da ultima moda nos mrca-
os de Europa para expo-lo aqu venda, cer-
tas de que os seus artigo sero bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar alguns d'eatre ellos, como sejam :
ALBUNS, os mais ricos que ,lem viuda a este
mercado, com caitas de ma.lreperoia.
tartaruga, marii-n, velludo e chagrn.
ADEREMOS pretos o voltas proprias para luto ;
assim c. mu, ura bonito sortimento de
ditea de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
DOTOES para punbor, o que so pode desojar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, mariuu e sso.
BOLEAS de velludo, seda, palli e chagrn,
lia de mais moderno e 1 ndas.
BICOS do seda e de algodo, lauto branco como
__preto, de variados desenljos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXIM1AS para costura, muito ricas e de di-
versos lona tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitacao, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DE ADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortinitnte
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUF.T de madreperla, marfim e sso,
este um objeclo indispeusavel s se-
nhoras do bom tom, afim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as lavas, ou manclia-
rem as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de maftim e de bnfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
. dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras Ue fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubiu, l'iver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rime!, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se lia
possiulidad tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa dc enumerar una im-
mensidade de artigos, alim de nao mas-
sar aos ieitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
ra convencer-s aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas dc tuquini e surguro
seia
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meninos,
por baratissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualqucr bol-a anda que nao s-
. teja bem replccta de dinbeiro.
FITAS. E ja bem sabido do publico que so na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de fitas de setim,
tafet, velludo, linho e de algodo, por
cora modo preco.
GUAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e c'e cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
laros e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem nm bom sortimento de gr-
valas e regatas para hornera.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos do sala.
Mei s de seda, de l c de algodo, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.-
LIVROS para missa [a Predilecta.apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
soi tmenlo destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
vellud) e chagrn, por preces mu
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabngi n. 1 A, acaba
d Te eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados c de phantazia,
saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tanadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
por barato preco.

TASSO IRMAOS & G.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextaves para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Chtenlo Hydraulicc.
Machinas de dcscaroc,ar algodo.
Machinas de nadara.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafcs.
Lntilhas em garrafcs.
Rtlum da aJmaica.
Vinho do Parto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas ingieras.
Licores fios sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barrfs comrepolho em salmoura_________
SEGREDO ECONOMA E CELERIDAE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECgO SHOST
nica, hygienica, radica! eirrfallivol na cu-
ra das gorrorheas, flores brancas efluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offrece como garanta de salutares resultados
4i(ritiirada applicago que sempre com a
maior varrtagem so tem feito della nos hos-
pjtes de Paris.
frico deposito para o Brasil, Bartholomeo
& C, rualarga'do Rosario n. 34.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
comoa-phLysica, broachites, asthma, etc.,
npplica anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Veode- na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu C, ra Larga do Rosario n. 3i.
i\a brancos.
SrJoVqWihr'
OMmCI
^tr'ora ra da Cadeia
me, nafregaezi ito .-rinhiam; distante Woae ,
meia daiastito^ GaffleR.sij,. em BraBMtfts ,
atlhados, pana safreiar t^wO paos annuaes: a tratar com
~Ll e fTWartrneStf pfjicl off rf c #t fmi
i de Castro Paes Barrete, no engenho Matto-Grosso.
IWUIMtt. JtflIKtt. .
Se wucpprovflda pelas academias de
jsbiencks,, recoobjecida superior a toda que
.tem apparecido af hoje. Deposito princi-
pal-i-xav-d* Cadeia do Recita, hoje 5Tar-
uez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
idas- as boticas e tasas de cabellei-
tteiro.

ras de anotar. Do armaem do
-* Vende--'*'peara"i
l'MoUJf, d'dpftp^ya per n a mbucana.
BICHAS DE HAMBRG8
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar
tholomeu C, ra Larga dsario o Rn. 34
1 ----------
M E I) 101N A
Preparado por
Lampan & liemd
para tl)i_sica_ e
toda a quididad*
de doi-ncas, i
seja na gai
pato ou liofes.
I.\|i!"s..mflBlt
escolhiilodosme-
lhnrcsfi.'ndosdos
quaes se eitrahe
o oleo no hflam
da Terra *ora
purilieadoeliiH-
-almeiite, c sus
Voluaveispropri-
edadta conserva-
das cem todo o
CH'lado,mto4o
o frasco s1; garae-
leperfeilmen-
te puro.
Este 'oleo v*n
sillo subineUido
a um osante mui-
to sovnro, prfj
chiinico de mais
ladeMSr- do g-
VMM hespanhol
em Coba e fot
pronunciado por
ello a conter
MAIOR I'OKCAO D'IOD.NA
'lo que outro qualquer oleo, que olS too
eiamiffadfl
10DINO L UM PODER SALVADO!.
Km todo o oleo de Pigado le bncatlhi e ta-
quclle no qual conti-m a mai >r porcia dc*U
invahmv.-l proprie.lade, Ooni pira
curar to us as dientas de
GARGAMTA, PK1TO, BOFLS, FK.ADO,
Phtvsica, brotichistcs, asthma, catlianh,
tosse, rcsfriametitos, i':-.
Uns poucos frascos da cartn s ao iiiil
magro que seja, clarea a vista, e < 1 5 n&tr
a todo o corpo. Nenhun outro artigo ou-
nhoci lo na medicina ou sciencia, il tanto
nutimcnlo ao sistema e incommolanjoqua
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacio tem sido d<"$
truida pelas affcc/lM das
ESCROPULAS OU RIIEUMATISMO
o todas aquellas, cuja digesto se acha ooj-
pletamontf* desarranjada, devem toniaY
O OLEO DE FGARO DE BACALHO
MI
l.ANMAN i KK.MI'
Se que desejam ver-se hvres e neotai dj
enfermidades.
Acha-se venda em todas as boticas o
drogaras. H. Forster C, ogentes.
O INEXTffiQIVEL
PERFUME

A relelue aiua riwid'J
7
DE
MI RICA 1 A I.IVKU.
l'ma pura distil!ai;o das mais raras flo-
res dos trpicos. Contm, para assim ih-
zer, quasi o odor odorfero das llores dc
trapico da America', e sua fragancia quasi
inexhausta anda mesmo por continuada
evaporaco e difTuso. N'este respeito
incojijtaravel a qualquer outro perfume
qnjnut de venda para :
IMAIOS, ATAOL'ES NERVOSOS, RO
r DE CABECA, DEBILIDADE E
HVSTERICOS.
E um cerlo e ligeiro allivio. G ton, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, as Indias Occiduntaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do Sui e us
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza desodore permanencia, nao
pode ser igualado. Tambera faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EM POLAS,
QUEIMADUKAS DO SOI.,
SARDAS E BORBLLHAS.
Sendo redzida com agua, se torna urna
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado o cor clara a ooaiplot
cao nublada, sendo applicada depuis
barbear, evita a irritacao que Bjvhneuta
occorre, assim como tambem gargantean.'.>-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e loe-
lhora a condicA dos dente e gen^iv,.>.
Como* ha muitas imitaoec, a quaes na*
possuem nenhumas d'estas proprieda les,
deve-so tomar cuidado e contar smetitc a
o famoso perfume cosmtico do snl da
America, chamda '
Aft AFLORIDA
DE
MI Rlt AV A L VVU i *.
Se acha venda em todosodroguista^
"l>erfumarias da moda.
Rape,
-O muito acreditado rap princeta de i.i-.l>oa, dm
fabricas de Xaiirega-. e Santa. Apoloata, vendeat
na praca da Independencia n. o, loja da.* violas
assim como, mais as segnlntes qualidades : Prra-
ceia da Baha fino, raeio grosse -r ga* f soe amerelliuh.i ; Paulo Corsiro. commum e via-
jado, Meuron ara preta e soaerior rolao fraar
cet e princeza.do Rio do fabricanUi Rocha.
Ilcsperidina
A'erdadoiro bter Iresperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazcm de Tasso Irma 4
G, ra do Amorim n. 37
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavao vende finissimas cassas franceras V
odres com os mais delicados padroes, por tataas
nm pequeo toqoa- de- avaai* de afuadoe, pk
barato preco> do-den vinlans o covado. B pachu-
ch : na loja- do Pavo, 'rua da Imperak a
Vende-so
milito : no trapiche Cunh,
libras cada um
a 6f o saceo
VEHDE-SE .
una motatitma com todas as habUidade&eoal-
m mucama : na nu de S. Francisco n 70, ulU-
mo sobrado.





8
Diario de Pefnambuco Sexta fer 11 de Julho de 187S.
JDBISPRDDERCIA.
QacstSo Trense.
Sob a epigraphe supra appareceu n'oste
Diario o em 29 do prximo passado urna
consulta respondida polos Drs. Drummond,
Costa Ribeiro o Paulo IVmia acerca de uina
causa forense, agitada n'este foro, a qual
onvolve as seguitites th.'ses : i* Na falta
de descendentes o pai ou a.mai sero her
deiros de um filho natural com preterigo
de um irmo germano tambem natural ?
2a No caso de que essa mi se tivesse casado
pela primeira vez com nutro, homem depois
de mono o pai de seus lilhos, ser anda
assim herdeira de um d'estes I los com do-
minio pleno nos bcns, ou ter smente o
usofructo ?
Achando-me em completo antagonismo
com os ditos pareceres, e tondo estes sido
juntos aos autos, como documento, "quo tai-
vez antes da sentenca nflo possam ser apre-
ciados por iniui, sou forjado a sustentar roi-
nha opiniao na i.npretisa, embora com um
cprto constrangiinento, j porque nao goslo
de fazer exposigo de meu humilde nomu no
jornalismo, e j porque me colloco em di-
vergencia com doutos collegas, a quom inui-
to considero.
O Sr. Drummotid, com quem ooncordou
o Dr. Paula Peno, re-spon leu pela negativa
primeira these, o consognnteinente se-
gunda, inteir mente filiada aquella ; o Dr.
Costa Rboiro, porio, separa.ido-sj dos pri-
meiros om relajeo .1 primeira these, roco-
nbeceu o direito hereditario dos pas sobra
os bcns de um lilbo natural com exclusa.)
dos outros irmaos, reslringindo com ludo
esse direito ao usofructo smenle no c:iso
de contrahir casamento o pai ou a mi.
Embora eu esteja divergente do Dr. Costa
Riburo, nao possoestranharsuaopini-, que
encontra apoio em Borges Carneiro ; o mes-
mo porm nao acontece com a opiniao d
Dr. Drummond, que sendo exclusivamente
sua, entretanto contraria aos principios
de direito civil patrio e ao que sustontam to-
dos os Jetos, que confiero.
Eis como se exprime o Dr. Drummoud :
u Solando que Mana, mi dos dous fi-
Ifios naturaes de Jos, nao tem direito al-
gum successo ab in(enlato de qualquer
d'elle>, por quanlo, embora esta soja usada
para os ascendentes n falta dos descenden-
tes, e na d'ostes (deve ser d'aquelles) para
os collacteraes, com ludo ella smente ap-
plicavel, quando'essa successo ligitima e
nao naturalNov. 118, Ord. L. i, tit. 96
pr.
A Novella e a Od. citadas nao sao alti-
nentes questo, pois que ellas nao prolii-
bem a successo natural. Lidas com alten-
gao e combinadas com os principios estabe-
lecidos sobre success i natural pela nossa
legislaco, mais benigna por certo a esse
respeito que a de outros pases modernos,
ver-se-fia que as leis citadas sao inapplica-
veis bypoth&e verteuto.
Contina o Sr. Dr. Drummond :
E' certo que segundo Eobo Notas a
Mello, L. 3, tit 8, 15, n. 18 e 19, pag.
462 e -iG3, os ascendentes succedem aos
desceiuh'nt''s illcgitinws nos mesmos casos,
em que estes lies succederiam, por ser re-
ciproco o direito de successo ; mas por esta
mesma reciprocidade a dita Mara nao po-
deria succeder, visto como elles succedem
aos seus ascendentes na linfia respectiva.
Nao pude bem comprehendor a razo,
porque se impugna a doutrina de Lobo, e
sedizque mesmo por ser reciproco o direito
de successo, que Maris nao podesucceder
a seu filho natural.
A razao dada assim concebida visto
como elles succedem aos seus ascendentes
na linha respectiva.
Esta razo faz explicar 'a reciprocidade
pelo seguiste modo : como o filho de Mario
deveria succede-la na linha ascendente,
Mara tamban s na linha ascendente ] derd succeder a seus pais. Acho to sin
guiar esse modo de entender a reciproci-
dade, que contino a dizer que nao pude
bem comprehender o argumento produ-
zido.
I'rosegue o Ilustrado Lente da Facul-
dade :
E tanto aquella ininha opinio basea-
se na doutrina feralmente receida por ser
mais racional e mais justa. ..
Creio que na assergo aventurada lia en-
gao. A doutrina nao geralmentc rece-
bida, ao contrario encontra opposigo nos
Jetos, que conbego ; e eu estimara que o
Sr. Dr. Drummond citasse algum em seu
favor.
No s Lobo quem sustenta opinio
contraria .-
Coelbo da Rocha, ... assim se exprime :
Os ascendentes succedem aos descen-
dentes illi'jtimos nos mesmos casos em
que estes lhes succederiam, porque o direi-
to de successo reciproco.
Correa Telles, dig. port. tendo dito no T.
2 n. 863, que o direito de successo reci-
proco, prosegue no n. 864 :
Por esta reciprocidade assim como o
filho natural succede a seu pai, tamben) o
pai succede ao filho.
O citado Lobo, depois de firmar a dita
reciprocidade, deduz o seguinte corollario :
Que em todos os casos em que o natu-
ral do peao succede ao pai na Ord. Liv. 4
tit. 92, tambem o pai a este. r>
. 0 Dr. Loureiro, que tanto illustrou a ca-
deira de Direito Civil na Faculdade de Di-
reito d'sta cidade, e cujas opinies por isso
sao muito respeitaveis, assim se exprime as
Inst. do dir. civ. bras. 432 :
Fallecendo pois dguem, testado ou in-
testado, sem descendente legitimo ou na-
tural reconhecido por escriptra publica ou
testamento, a sua heranca ou pelo menos
as suas tercas partes d'ella, no caso de ha-
ver testado da terga, devolve a seus ascen-
dentes, se os tiver, com exclusao dos seus
irmaos germanos.
Pegas, ad Ord. L. 2 pag. 71 n. 170,
tambem se pronuncia contra a doutrina do
Sr. Dr. Drummond, nos seguintes termos :
Quia in successione illigilimorum natu-
ralium descendentium ab intestato sic p-
renles succedunt filiis, sicut hi ab intestato
parentibus succedunt, reciproca enim nter
illos est successio.
Em vista da opiniao de Jetos to atori-
sados fica evidente que a doutrita do digno
Sr. Drummondo no. geralmente recebida.
Cita porm elle em seu favor o cod. civil
Portuguezarte. 1995- e 2002. Antes de
apreciarmos estes artigos, transcrevamos o
art. 1994, o qual repelle completamente a
opinio do respeitavel actual Lenta da Fa-
culdade. 0 dito art. tratando da successo
dos pas Ilegtimos, assim se exprime:
a Se o filho illegitimo fallecer sem pot-
teridade e sem consorte sobrevivo, devol-
ver-se-ha sua heranca por inteiro aos pais
que o'houverem reconhecido.
Agora transcrevamos e art seguinte in-
vocado pelo provecto advogado, over-se-ha
que, sendo confirmativo do antecedente,
profliga anda a alludida doutrina. Eis os
seus termos :
Se, porm, ao filho illegitimo fallecido
sem postoridade, sobreviver consorte, ha-
ver esto, em quanto vivo fr, o usofructo
de metade da her,mea.
Por semelhante artigo apenas se restringe
ao direito de successo do pai Ilegtimo o
usofructo de metade da heranca, o qual fica
pertencendo ao conjugo sobrevivo para pas-
sar depois de sua morte ao pai illegitimo, o
qual entretanto assume logo a outra meta-
de da heranca ; d'onde se v que firma a
regra de que ao filho natural sueco le o pai
com exclusao dos irmaos d'aquelle.
0 art. 2002. citado tambem pelo Sr. Dr.
Dr'immond,|nao pode ainda aproveitar-lhe ;
ssm concebido :
Na falta de irmaos legtimos e de des-
een lentes seus, horda rao do mesmo modo
os irmaos perfilhados ou rocoiihecidos.
Um tal artigo nao tem applicaco alguma
hypothesc, pois n'elle apenas se cogita da
3* ordem de successo a dos collateraes
na falta de descendentes e aseen lentos.
O col. civil Franccz, citado tambem pelo
doulo Lente, longe de favorecer sua opinio,
Ihc absolutamente infenso ; e para provar-
mo lo, transcrevamos os proprios artigos in-
vocados765 e 76G.
Art. 765 A successo do filho natural
fallecido sem posteridade ser devolvida ao
pai qu a mi que o -reconhearam ; ou na
metade a ambos, so por ambos fo reconhe-
cido.
Rogron, commentando este artigo, diz
quo a familia do filho natural se compe
principalmente de seus descendentes, pelo
que a lei os chama successo do preferen-
cia ao pai ou mi d'elle ; mas resulta do
artigo seguinte que o pai e m&i sao pre-
feridas na successo do um filho natural
aos irmaos d'este, legitunos ou naturaes.
Art. 7G6u No caso de morte do pai e
mi do filho natural, os bens que houvesse
recebido d'elles passaro aos irmaos legti-
mos...
N*os e artigo trata-se da successo colla-
teral, e combinado com o artigo anteceden-
te confirma elle a doutrina de que os pas
succedem ao filho natural com exclusao dos
irmaos d'este.
Do que levo dito, nao ser difficil concluir
quo a opiniao do Sr. Dr. Drummond nao
geralmente recebida o sim exclusivamen-
te sua e do Sr. Dr. Paula Penna, sendo que
nem o podein favorecer os cdigos por elle
citados, antes sao integramente contrarios s
suas ideas.
Foi tambem invocado o cod. do Chyli,
art. 963. Nao pude recorrer esse cdi-
go, mas se elle se txprimir como o de Por-
tugal, o de Franca, tambem citado, nao
terei duvida em dzor que a citaco con-
traproducente.
Rcforindo-se ao Sr. Dr. Perdigo Malhei-
ros, disse o nobre advogado que tanto sua
doutrina tem assento no direito patrio, qae
aquelle escriptr, apontandojalguns defeitos,
entende ser necessario reforma-lo no senti-
do de poderem os pas succeder aos filhos
naturaes ; concluindo d'ahi que se a suc-
cesso dos pai,s heranca dos filhos naturaes
fossse admittida pela nossa legislaco, des-
necessaria se tornara a reforma indicada.
Esta constquencia forjada, e contraria
s deas emittidas pelo commentador da
lei de 2 de setembro de 1847, o qual ape-
nas exige declarago d'esla le em certos
itos, alguns destes ali.s adniiltidos j pela
jurisprudencia patria, mas que nao est >
firmados em urna lei positiva, como o da
successo dos ascendentes Ilegtimos. O
Sr. Perdigo Malheiros nao disse que o di-
reito patrio prohibe seren os pais hordeiros
de um filho natural com exclusao dos ir-
maos d'este ; o quo elle diz que isso deve
ser declarado de um modo claro e expres-
so em urna lei positiva.
Diz o Ilustrado Dr. Drummond que sua
doutriija a mais racional e mais justa,
com o que nao posso concordar, pois se
certo que as leis de successo baseam-se
as de consanguinidade, dando-se prefe-
rencia aquellos, cujos lagos forem mais pr-
ximos e mais directos, nao se pode negar
que mais directo e mais intimo o paren-
tesco existente entre o pai e o filho natural
lo quo o estabelecido entre este o seu ir-
mo ambos naturaes. Basta saber-seque
a successo dos irmaos foi sempre contem-
plada no terceiro grao o col lateral ao
passo que no segundo est clasificada a dos
ascendentes.
Assim como os filhos naturaes succedem
aos pais com exclusao dos irmaos d'estes,
da mesma maneira os pais dovem succeder
aos filhos naturaes com exclusao dos irmaos
do fallecido. Semelhante reciprocidade a
mais justa, mais humana e rr.ais racional,
tanto que acha-se geralmente recebida.
O Sr. Dr. Drummond nao pode negar
que pelo nosso direito o filho natural devi-
ntamente reconhecido concorre com o legi-
timo successo dos pais sem differenca
algumaLei de 2 de setembro de 1847.
Como e com que fundamento se ha de
contestar aos pas igual direito para succe-
derem ao filho natural 1 Se esse direito
lhes fosse vedado, nao importara isso urna
odiosae injustissima desigualdade, condem-
nada pelos dictames da razo ? E cum-
pre notar que pela nossa legislaco os fi-
lhos naturaes sao mais favorecidos que pela
legislaco das outras naces antigs e mo-
dernas.
Pelo direito romano elles, como reconhe-
ce oproprio Dr. Drummond, eram at con-
siderados como se nao tvessem pai qaasi
sine paire fii. Ao passo que pela nossa
legislaco os filhos naturaes tem na heranca
dos pais quota igual a dos legtimos, pela
franceza elles tem apenas um terco do que
lhes cebera, se fossem legtimos, regra esta
admittida pelos cdigos da Blgica, da
Hollanda e outros com pequeas differen-
cas.
pleno na heranca do filho natural, ou ter modo quo o periodo de formaedo e quilo
smente o usufructo, para passar depois de ou quasi nullo entre elles, e por isso
sua morte esse dominio aos irmaos do filho que nos nao temos urna poesa popular ou
natural, enlendo que o pai ou mii, ainda original, seno transformacoesherdaJas da
mesmo casando-se, tem direito ao dominio Lusitana. Na inassa inculta fle nosso po-
pleno. E para s tentar esta minha opiniao vo s so tem formado de nativo alguma pro-
basta U)uvar-me nos jurdicos e luminosos dueco fraca e grosseirfc Mas todo o povo
fundamentos, que com o Sr. Dr. Manoel Ter- ou raga, quo nao pordo sea 4igor deterio-
tuliano Thomaz Henriques, juiz de direito da randos e prostitu los'sc social e politeamen-
2* vara, apoiou suasentenca, onde-eonsig te, (as p cas de tyrannia e verdadera
nou a doutrina que adopto, sentencas | corrupeo sao esteris e marasmatieas) ten -
alias j por unanimidade confirmada pelo de e necossaramonte' chega ap periodo de
venerando tribunal da relaco', e agora pen- fecnnlidade e rreacao.*1
de de embargos. O Brasil, este pak. dourado, como lhe
Eis os termos da dita sentenca : chama Hugo, em *uo periodo histrico
O que visto e eiaminado moslram os psychico se acba ou atravessa no seculo
autos quo a A. provousua intenco, islo XIX ?
ser mi do menor Antonio, havidi de Jos Para se conhecer se um povo tem choga-
Francisco de Lima, j fallecido, e por con- do ao periodo da crvac'io e nroducco ori-
seguinte com direito i sua heranca, visto ginaes e geniaes, preciso, romo o medico
ser reciproca a successo Lobo, notas a faz ao doonte para ver se a saude volta ou
Mello, I. 3 til 8 -Consol, art. 966, Coelho nao, tomar o pulso litteratura dada,
da Rocha, 342. O fado de havera A. casa- comparando-a com a dos povos chegados
do anda em vida do seu dito filho, nao pode aquelle penoso. E' precil > como o pintor
prejudicar-lhe na successo, a que tem in- ver se-os perita esto bem deiineades, ve-
contestavel direito ; visto como nenhuma siveis o correctos de tal litteratura. Se t>
lei existe, que a prohiba. pulso b .e fraco pintura incorrecta, on-
da excitacao nervosa imaginativa, da me-
lancola doentia de almas delicadas, como se
curou Goethe, produzndo Werther.
At all revelou smente um talento apro-
priador, e dara proJucccs mais sans e ori-
gnaes, se tivesse ebegado poca da virili-
dado do talento, com a vantagem de varia-
dos conhechncnto4 h'tterarios, quo tinha
adquerido'.
Lopes de Mondonga chamou-o vocac&o
omnipotente: cromos que foi indulgencia
ou exageraco do sympathico talento lusi-
tano. Era um grande assimilador, nada.de
original o profundo produzio.
(guando se um gonio, hiesmo n'aquclle
estado enfermo d'alinaKse produz Werther,
que fez Napoleo dizer a seu autoreis ahi
um homem!
Magalhaes um d'esses talentos medianos,
sdenlos de produzir, trabalhador mcansavel,
que tem urna ou outra vez om sua vida al-
gum rasgo inspirador. Elle teve o mrito
do despertar talvcz estmulos a outros escrip-
tores no p< iz.
Nao se pode negar que sua melhor obra
as Saudades e Suspiro? poticos, e que a
melhor e mais inspirada poesia d'esla
A Ord. I. 4 tit. 91, 2,niolho pode lo que a litteratura desse povo anda nao obra Wuterloo, composta no campo
ser applicavel por ser especialissima sua chogou poca da matvrdado e das con-
disposiro o relativa smente s viuvas, que cepcoes lucidas egrandiosas da taaginacio
passam a segundas nupcias, tendo filhos do e utelligencia.
prmeiro matrimonio. As leis excepcionaes Diz Stael : na Allemunha depois da
nao se ampliam suas restrieces e excep- imitacao franceza, veio a inglesa depois
roes eomprehendem-se dentro das dispo- algn? homens comecaram a trocar um
sices ila mesma lei.L. do 18 de agosto cminho por si mesmos.
de 17o9, 1. As determinacoes da lei J ti vemos nos om homem ou alguns que
sobre um caso, nao se estendem a outro di- tracasseni no Brasil um caminlio por si
verso, Ord. 1 4, tit. 45, 3. Suasdisposi- mesmos? Diremos com o Christo: quem
ges quando seafastam das reg'as geraes do estiver innocente, que lhe atire a primeira
direito nao se estendemBorges Carneiro; pedra, fu llaudo da muther adultera. Con-
ntrod. pag. 2, n, 31 tina StaelKlopstock. foi o prmeiro na
A opinio de Borges Carneiro tambem ordom ingleza, eWeiland na escola franceza,
nao lhes pleaproveitar, porque ar'gu- prmeiro e ultimo no seculo XVIII. E
ment de ana ogia deduzida da Ord. L. 4, mais adianto:.......Lessing deu impulso ao
tit. 105, nao tem applicaco, porquanto theatro allemo.
para dar-se analoga o identidade de razo K como se te.n sabido que esses homens
preciso quo a razo seja a mesma. A comecaram ento a tragar um caminho por
falta de fecundidade da mulher maior do si mesmos, um caminho proprio ? porque
50 anuos 4 commum s viuvas como s comecaram a produzir sem esforco, porque
solteiras, accrescendo nao haver a mesma'comegaram a seguir os impulsos de suajia-
razo .de.bonestidade, e int resse da familia, tureza e insprraco, e c s ento que o ge-
que se d as mulheres, que tem deseen- jnio alljino, sua nMginafao vasta., profn-
denles legitimos, e as solt ras, queso po- ida.phantastica, Comega a se imprimir o ve-
dan ter naturaes; notndose ahila que rilicar suas prodceles. Esc a litteratura
em vez da desvantagem, que se d de'de qualquer povo nao-toma este carcter
passarem as viuvas s segundas nupcias, | seu e proprio, nunca ser representada na
procede a vantagem geral dos casamentos historia das bol apartes.
inherentas i unio legitima dos dois sexos, j E nos ? I so nao podemos dizer como Sebe
que teem toda a aceitaco moral, civil e legef na Allemanba, e Carlyle na Inglaterra,
religBsa L. 3 1, ff. de cand. e dom. L,' homens de instr ice,o protligosa, e crticos
112 S 3 e 4 ff. de legato.
O novissimo cdigo civil Portuguez, oceu-
pando-so nos artsv. 1993 e 1994 da succes-
so assim dos pais legttim como dos na-
turaes, faz smente excepeo dos legiitmos
quando se der o caso do art. 1236, que
consagra a mesma doutrina da Ord. L. 4,
tit. 92 $ 2.
Accrescendo ainda que Teixeira de Fre-
tas consol das leis, ed. 2* art. 966,
Mendes de Almeida, Cod. Filippino Ord.
L. 4 tit. 91, $ 1, n. 7, e Kebugas; obser-
vares, 2a edigo, opinam pela especiali la-
de da Ordenaru e em sentido contrario a
Borges Carneiro. Pelo que, vista dos au-
tos e disposices de direito, com as quaes
me conformo, julgo competir A. a pre-
sente aeco, etc., etc., etc. *
Recife, 7 de julho de 1873.
Innocencio Seraphico de Assi Carvalho.
A Russia os exclue, salvo sendo legitima-
dos porgraca especial dosoberano.A Austria
lhes concede apenas direito a alimentos,
excepto se forem legitimados por subsequen-
te matrimonio, ou por graga especial do le-
gislador a pedido do pai.'
Se pois o direito patrio to indulgente
para a bastarda, no que so afasta do cdigo
das nnces modernas, como admittir a dou-
trina do Sr. Dr. Drummond, que vai con-
trariar os principios goraes de direito regu-
ladores da successo, segundo a jurispru-
dencia patria ?
[ Quat'o 4 segunda these, isto i, so no ca-
so de casar-se ou de j estar casado o pai
ou a mi, ter qualquer delles o dominio
LITTERATURA.
I'mIuii'i sobre a litteratura
brasileira.
La poesie, en supposant que
on sait ici le lieu depronanar
un si grand mol, la poesie est
come Dieu: une e inpuisable.
(Hugo).
(Continuaco)
Elle para a Italia o seculo XVI,., para a
Franca o XVIII e contina no XIX. A
Hespanha se aperfeicoa no seculo XVII. A
Allemanha produz seus prodigios de gran-
des obras, desde Iklopstok, no seculo XVIII
( principios) e contina no XIX. A Ingla-
terra comeca este periodo no secuto de
Shabspeare, o prolonga no XVII, XXIII e
XIY.
Cremos que nao podemos designar como
um quarto periodo o da decadencia, que se
observa em algumas htteraturas, como a
espanhalo e Italiana.
Nao ser mais prudente e philosophico
chamar a esta pocha de snspensth e re-
]M)USO ?
Qual a le que rege o phenomeno da
decadencia, do ailrouxamenio da acclarago
do movimento Iliterario dos povos ? Ser
que as litteraturas, dcscrevendo os tres
primeiros periodos, tenham fechado o circu-
lo de seu desenvolvimento, que nao possa
haver mais nenhum grande movimento,
que se tenha envelhecdo e escotado a na- -
tureza humana, que as litteraturas tendam Partllriar a^ seus tolgtfedos o gozos faz lem-
robustos: do segundo diz Taine : guando se
pergunla aos inglezes, sobreludo aos que
nao teem quarenla annos-, epiaes sao entre
elles os homens que pensam, nomeiam logo
Carlyle ; se nao podermos dner com esses
homensesta um. litteratura, certo nao
teremos entrado ainda no periodo da pro-
dueco original e earacteristiea, e ento
repetiremos, parodeaudo- a phrase do sabio
poeta de Weimor : somos ainda mais imita-
dores inais ou menos felizes, mas seremos
ainda um dos primeiros povos Iliterarios.
II
Sendoobrasileiro descendente em grande
parte da mesma raga aryana, que assentou
seus dominios no seto da Europa, porque o
genio d'este povo nao tragara ainda com azas
robustas e largas voUas e indefinidos hori-
zontes de cireunvolugpes arrojadas-?
Quem ha ahi conseieiicoso que nao co-
nhega a nullidado dio tbuatro brasileiro,
a mediocridade e debilidade de seu romance,
que sua poesia, o ramo mais adiantado de
nossa litteratura (poique a poesia o perys-
tlo, por onde entram os povos no Porthenon
da civlisagSo) ainda nao de elevadas pro-
porges ?
Nosso maior poeta, e que tinha um ta-
lento do certa torga, era, o inacgavel, 6.
Dias, mas quanto Das distava ainda do um
homem superior, como Kloptock, como
Sbakspe-are, como Caldern, como Dante o
Petrarcha, como Hacine o Molieri, capaz do
crear edar impulso litteratura de um povo,
de tragar um caminho por si proprio ?
Suas poesas mais importantes revelam al-
gum poder creador, mas nao tem a unver-
salidade do genio, nao revelam um senti--
monto e idealidade supremas e profundas,
que conslitiiem o poder gaa! Sua obra
principal sao os Primeiros e ltimos cantes,
onde ha poesas de inspirages mais ou
menos verdadeiras, como o tugante de pe-
dra, a Mi d'agua, o l=JucaPirapama,
o Bardo (vis) analta, (poeineto) etc., que
nao fariam vergonha as Horas Ge descaugo
de Byron, e que sero lidas com gosto e
admirago justa, por mais urna geraco.
Nos segundos cantos ha o Donzel, cuja lei-
tura produz urna triste e sombra sensago :
aquelle passar do Donzeigallopando atravs
de urna floresta ( e urna floresta do novo
mundo) ouvir o reclamo de donzellas, quo
dansam e foJgam as clareiras, sena duivida
luz da la moma e explondorosa dos tr-
picos, donzellas qu o querem deter a vr
a voltar poca da esterilidade, onde ape-
nas brotarlo algumas pobres llores estiola-
das e inodoras ?
Sao questes, a que ninguem ousaria res-
ponder immediatamente, sem ser. nimia-
mente superficial. A allirmativa ser deso-
ladora, a negativa trar em seu seio algu-
ma cousa de descreme e indiciso.
0 que verdade, o que se pode afirmar
que o homem de ordinario conta muito
comsigo mesmo, que quasi todos os assump-
tos j tem sido estudados, apropriados e
eseriptos, que a natureze humana j tem
sido encarada, desde Eschyllo, Sophocles,
Euripedes at Caldern, Lpez da Veiga,
brar, quando se v o fim sinstro da entre
vista, a mesma vidacurta Ilusoria e
cheia de dr. Parece urna poesia Byronca,
ou trai monto aquelle os morios, vao
depressa, os mortos vo depressa, de um
cont phantastico allemo.
Guiare e Mustaphd sensual, odorfera
e deliciosa, como o amor oriental. A can-
go de Guiare a expressao triste do urna
alma amorosa e longe dos lares patrios do
paiz do Prophta.
No genero indiano ha nos Tumbiras (poe-
ma incompleto] urna passagem de alguma
belleza e arte, e a de Pindahyba o louco,
que depois de ter vagado toda a noite estrel-
Shakspeare, Goethe, Schiller, Lessing, By- lada e balsmica do Co brasileiro, apro-
ron, Hugo, por todas as suas faces lumino-jxima-se ao fogo acceso, junto a rede do
sas e escuras. A historia tem sido trazida' velho Ogibe, e comega urna queixa doida,
para os poemas,, para as tragedias e dra-'e tristemente sentimental, que faz recordar
mas, para todas as formas e expresses da alguma passagem de Ossian :
poezia e do romance. Mas nao importa, j Em quanto o velho Ogibe est dormindo,
o genio do homem inesgotavel e incansa-
vel, e como a Phenix pagan, renasce de suas
pro'prias cinzas. Novts commogoes sociaes
se preparam e encubam no presente seculo.
para o futuro, essas revelages futuras e |
universaes daro novo mevimento s ideas,
o enthusiasmo se despertar fazendo appa-
recf r no vos genios, porque O periodo do
Nao me expulsa de ao p do lar I
O fogo bom, o fogo aquesce muito
Tira o soffrer.
E depois :
Coema, luz de amor, flor de belleza
Onde te tost quando o sol rayava ?
E' mesmo um louco, passa de urna para
construego e reconstruego, que o mais outra cousa com a expressao de urna alma
vasto e fecundo das produegoes genias to doenle.
codo nao cumprir sua esplendorosa mis-! Como citamos de cor, eessas leituras j
sao. sao de algum tempo, sentimos nao poder
0 terceiro periodo aquelle em que o trasladar mais alguns tteos verdadeira-
genio luterano de um povo, suas feigoes mente inspirados,
propriasse desenham e tomam frmas de- Morrendo Dias namatuxidade do talento,
tusivas e duradouras. ficou sem duvida tal qual caracterisado as
Os povos, que se frmaram Urde, como produegoes que nos logou.
o nosso, nio podiam deixar de sef imme- Alvares de Azevedo est superioj a Ma-
dlatamente iufluenciados peio espirito de galhes, e se esse mogo tivesse existido,
UtrataNjs diaiotdw e caracteriwda, de certo podia-se coptar que e tWwse curado

da batalha fatal, poesia por onde elle so fez
conhecido na Franga; e com effeito quem
joIgasse-o smente por esta produego, teria
o encanto de um maior poeta.
Wuterloo se nao |>odc ser igualada s pro-
duegoes de Unjo (quo fez (oetho dizer d'este
um vordadeiro talunto) deByrcn e Man-
zoni sobre Napoleo; com tudo pode ser
equiparada.
Carcere de Tasso, q^ie urna das molho-
res, devia, pelo objectoj, ser muito mais ins-
pirada. Toda ella parece una exclamago
autos que sentimento e indignago.
Urania e os Cantos Fnebres, nao sao
obras selladas da torga do talento e originaos.
Todo o mundo do mrito o peso no paiz j
o tem dito.
Como philosopho, Magalhaes quasi
nullo. Os fados do Esjrito humano o
echo pallido da phlosophia do tempo, obra
quttoi traduzida para o francez por alguem
de pequeo valor, de cujo facto nenhuma
gloria proveto ao paiz.
C. de Abreu, era urna alma I y rica senti-
mental, e um talento inculto. Sua poesas
ne transpirara aquella idealidade, que faz
a prova do verdadeiro talento no genero.
Seus versos sao do corago e naturaes. Sao
affectos simples e puros do amante, do filho,
do ckiado, do ph i ton tropo, cantados em
urna lyFados trpicos, d'onde se exhalam
odores de flores agreste de campos virgens;.
mas poderiaiios comparar C. de Abreu com
Andr Cbenier ?
Junqueira Freir um talento pouco ele-
vado, e despertado pela dr, pelo desengao,
pela deslluso, pelo desespero. E' urna
yra que s canta o monge ou a morte, e
quando se eusaia as Contradicges poticas-
(obra posthuma) na do amor, carece de sen-
timento e das cores delicadas da paixo.
Sua poosia es Claustros belli e de al-
guma torga, ea cango daorph doda,
delicada e pode fazer cahir da palpcbra de-
un corago anda puro alguma lagrima de
di'i e tristeza. A orph ahi a avesinba
eantando baixinho e dbil eialguma arvore-
solada ao cahir de tarde deestio. A Es-
trella Wesntf digna de lc-se. Hio tinha
assim como tambem C. de Abreu, grande
instruego, que a base, onde devem assen-
tar as imaginages. 0 talento contando
eomsigo mesmo, cedo ou taadese eslerilisa,
e por isso se elles tvessetn vivido, talvez
nada mais de interessantc tvessem produzi-
do, se nao fossem beber a largos tragos- as
torrentes de harmona e luz das grandes
creages europeas. E' c que acontece com
outras imaginages secundarias: publicam
seu livrinlio, c depois nao se sabe que fez
d'ellas a sorte. E' que faltou-lhes a seiva
de outros terrenos mais fecundos.
Temos ainda urna obra, que deve ser
trazida, e um poema do A. Porto Alegre,
intituladoCulombo. Devemos estar longe
de podermos orgulhar-nos d'este poema.
E' a historia da descoberta da America
contado em verso portuguez de um classis-
mo exagerado, em linguagem, que chama-
ra m os francezes reclherche.
Nao lia po'rtoda obra verdadera inspira-
gao pica, e se alguma grandeza tem de-
vida o>maravilhoso christo, que derra-
mado cera tanta ocofuso no poema j era
urna ilba, onde aborda Colombo, jd no tom-
badilho om pleno mar, j quando desee Co-
lombo ao seio da trra seguro n ponta do
ferro de Pamorfio etc. quO a gente se cansa
de to catholico porto.
J ouvimos dizer que alguem o quiz
comparar aos Luziadase al que o exceda...
quid te demencia cepita
O maravilhoso christo, com quanto nao
pos-a ser completamente vedado, todava
deve ser to artsticamente comprehendido e
parco, quo nao domine o poema, dte modo
que o elemento humano possa so desenvol-
ver com toda liberdade.
Goethe j tinha comprc4iendido esta le
Iliteraria: no Fausto, o prologo, que se
passa noCu, certissmo, e Mephistopheles
mesmo nao o mais, como elto uaesmo con-
fessava, do que a personifica^o do espirito
de nogago e irona. Depois appareceram
poemas, como Asvherus, Don Juan, Cld-
Horold, onde o elemento romntico domina,
e todo o maravilhoso. Preferimos antes
isto. A humanidade tem caminhado no
progresso de sua civilisagao a reduzir tudo
s suas proporges, o a historia do maravi-
lhoso applicado s creages litterarias, e
nao como crengas e superstiges, cuja his-
toria fez Figuier, seria una lei do desen-
volvimento do espirito Iliterario, desde So-
phocles que introduzio as tragedias carac-
teres mais humanisados.
Ninguem, artista ou nao, intelligente e
sensato, desconhecer que os homens, que
vamos deixando nao eram genios o talen-
tos omnipotentes o superiores, pa aecepgo
da pala vea, mas eram talentos, de que
nossa litteratara, quo nao tem cousa me-
lhor, poda se ufanar.
Quem negar a asscrgo, cima estabele-
cida, ser um ignorante, que nao compre-
hende ou nao conhece a torga vital de urna
litteratura, como se forma, quaes as regios
immensas e elevadas, onde se respira a*
forte e puro, onde se beben .torrentes de
inmensa luz.
Quem quer que tiyer enchido o seu espi-
rito das emanages delirantes e potentes das
grandes creages do genio, quem tiver
aberto sua, alma aos sopros densos e enor-
mes da verdadeita e grai diosa litteratura,
quem tiver meditado sobro as paginas de
ouro dos livros prodigios, ou da treago
divina de Abbadona triste e arrependido
mesmo no seio do inferno bblico, ou de
Fausto, esta persomQcafio da humanidad?
orgulbosa e fraca, ou assistido aos combates
titnicos dos Archanjos, e escutado os nti-
mos jubitos, e gemidos de dr dos esposos
do Edem de Milln, ou estremecer entrada
sombra da floresta do inferno de Dante, ou
lr Machbet e Don Juan, e doscer banhada
a fronte de Uto esplendorosos fulgores ; nao
poder deixar de balbuciar em face de nossa
nascente litteratura : orno* ainda /raro
creadores.
Nuo precisamos ir to longe e jo alt:.
Nada no Brasil se produzio ainda seme-
lhante, na concepgo pica dramtica, ao
Eurico de A. Hereulano, e ao drama Frei
Luiz do Souza e ao poema. Cames do
Garrett.
Nenhum de nosso* poetas se elevou,
classico ou romntico, altura concepcio-
nal, a nao ser com alguma exageraco, G,
Dias,
de modo a ser pssivel um paralleto a
a Boccage a Cames.
Dominemos em nosso corago o sentimen-
to justo Je uosso orgulho e susceptibilida-
des naciouaes, encaremos tranquillo e sem
inedo a scena que se desenrola uopsos
olbos, o ento conhecereinos quo alguma
algo na cousa de restricto vacuo ondula en
iiossos corages patrios, e s entao pergun-
tarem uns aos outros : qual o meto iatel-
lectual, em que respiramos, qual a natore-
za do no-so genio no drama, iw poezia
no romance f
Temos um romanceo Guaran;*, que
sem duvida a melbor produego uV 3. de
Alencar, que tem sito o prmeiro M> pai/.
a ra Tora.
O Uuarany lalvez seja inspirara. da- Ba-
tavia de II. Conscv^Hee, mudadas a.-
cres. E' bonito, poda figurar mes no *m
qualqiwr litteratura eur p sem tazor vw-
gouha, mas se o rouipararmos ao Calabar
de .Mendes I^al, talvez sejanao justos e be:r
justos eu> preferirnos o segundo.
A inao do artista no segando muito
mais segura no deseso' dos caracteres, as
peripecias se succedem de um isodo harmo-
monico e aJtniravel, Calabar esl perfeita-
mente desenlodo e ha sernas beffa, bellis-
simas, como a do altootado- de Calabar a
D. Mara Cezarv filha de Berenger, a da to-
ta desesper da de Calabar em Porto1 Calvo.
e 9ua morte, ec. Tambem o-Gmarany
tem bellezas de primeira ordem o- dtotogo
do Guarany com sua mi seivagera ver mal
la om scena do torosa e triste, todo scena
que cme ga desde que Guarany traw Ce-
cilia nos bracos, (nvolta em seu manto- tic
seda, aira vez de perigo por toda a p*ite,
Q que se prolonga at o destacamento- 4
pahneira-, boiaudo flor das. ondas enor-
mes do rio, e arrastada por suas grossuras-e
impetuosas correntes, de brande belleza e
sentiraente-real, em nada iuferior diva-
gago de Gactas e tela pelas florestas de
sua patria.
Q mrito- de Mendes Leal, porm, estaa
feliz realisago de um genero difcil, mas
eremos que elle evocou e aiiimou perfeita-
meiite todas essas sombras da pbase bri-
I liante da historia colonial brasileira.
0 gcuio histrico privilegio dos gran-
des e verdaileiros artistas Alencar susleu-
tar-se-ha em- igual altura as Minas de Pra-
ta- ? nao sabemos.
O Brasil nao possue- anda o se Coj-
per:
M. de Macodo entre nos um pintor de
costumes, e nio sendo essd conhecisdor \ytr-
feito do corago humano, pois as tintas de
que so serve s teem urna, cor nos seus ro-
mances, coinludo um ou outro tem pro-
vado bem, comuna Curteina de ntea lio,
produego espirituosa e exacta.
Fagundos Varella urna unaginaco sen-
sivel, o grandemente denoniida pelos faclos
ulteriores. A natureza tem sobre sua im.i-
ginago um poder assaz pronunciado. Em
suas produegoes principalmente as pri-
moiras, a natureza-americana se reflecte com
esplendor e naturalidade.
Seus versos sao harmoniosos e facis.
l'ma uucgode tristeza duvida ou descren-
ga e uui olon aos principios liberaos c de-
mcratas fazein se sentir em.quasi todas suas
produegoes. Seu talento parece porm
ter empalledecidj ha algum. tempo.
Nao estamos fra d*s kis que regem o
doscnvolvimeio Iliterario da humanidade.
V poca romntica so ten sido no Brasil
mais feliz que a classea, que imitara urna
das mais pobres litteraturas europeas, com-
ludo anda nao entramos no terceiro perio-
do da proiuccao e originalidade, que taz o
apanagio c gloria dos paizes velhos e adan-
tados.
m
Para que-a-litteratura. tteum povo ebegur
ao terceiro perodo, onde iiconteslavelmeu-
te nao attingom anda, a brasileira, neces-
sario, aleladas torgasestranhas que se tem
assimilado- era geral-, que o meio social e
poltico, em que se dnsenvolve, seja mais
ou menos vaslo e fecundo.
Homero nao tecLa apparecido nio, e
nem porranto pro-luz ido a ((liada, se a tws
loria de sua patria, nica ento que poli
conhecer, nao lhe oflerecesse um grand.
nianaucial immenso e poderoso^ coaw a
guerra prolongada de Troya, e as liada*
tradiegoes heltonteas sobre seus episodios.
Esso meio vaslo e fecundo que produz os
genios, a credores da arte.
Klopstok, Goethe, Schiller, Shakspcare.
Byron, s vieram quando tinbam mesmo .1.
vir; talvezpareca este modo de fallar un.
pouco simples e ingenuo, entretanto elle <
exacto e profundo.
. Antes de urna grande eoramoco social.
tem-se observado, parece que os talentos uf
existem, mas quando a revolucj rehent:.
com todas as suas torgas, elles apparve-s.
como por encantamento, e por isso que nt
dissemos ser o movimento poltico e socsa!
o auxiliador do desenvolvimento inteUectual
litterario.
Dante creou a Divina Comedia depois da
hita de dous grandes partidos, lata em que
tomou parte, Milton, o Paraso Perdido,
depois da grande revdugo social e religio
sa ngleza, e os horrores observados tu
segunda e os odios accumulados na primeira
foram transplantados para] os infernos uVx>
dous poemas. /Coninuor<-#e-Ja.
VARIEDADE
MORTE NOTA VEL: Ms. Thomseo, fi-
lha do bem conhecido poeta Roberto Bruna,
morreu em Escoca na idade de 8V an
VAI INDO :No da S, dii o Daily A>
assignou se um tratado entre o sultu Zanri,
bar e o governo inglez para supprimir o ne-
gocio de escravalura, e no mesmo d o mer-
cado de escravos em Zanzbar fecbou-se.
TYP 00 DIARIO- MA DQUB DK C5




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