Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12981


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Full Text
,/*r-
AMO XLIX. NUMERO 186
PARA A CAPITAL E MGAHKS OXDE KlO SE FACA PORTE.
Por tres mezes adiantados................ 6$000
Por seis ditos idem.................. *13$000
Por um anuo idem................. fijjooo
Cada numero arulso ->............... 320
QUINTA FEIRA 10 DE JULHO DE 1873
vv-
PARA IIHVTBD E FRA DA PROVINCIA.
Por tres meres adiantados................
Por seis ditos idem................' .*
Por note ditos dem .- ................
Por um auno idem.........
I
>
69750
139500
S0935O
179000
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILH0S.
-
0. Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Gonces & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, uo Cear; Antonio de Len^ Braga, no Aracaty ; Joa* ra Julio Chayes, no Asad; Antonio Marques da SUra, no I*.Ul; Jo* Jut,
Tereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emWazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tarares da Costa, em Alagoas; Alves d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
fARTE OmCIAL.
Governo da provincia.
le n. tim
O barharel Henrique Pereira de Luccna, comineiidador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de ( hristo. juiz de direilo e
presidente da provincia do Pernambuco :
Faco saber a todos os seos habitantes que a assembla legisla-
lira provincial decrctou e eu sanccionei a resolu.o seguinle :
Art I. Fica autorisado o presidente da provincia a expedir os
regulaiiientos necessarios ira a reorguuisacao do ensino primario
e secundario, sob as bases que vao adiante declaradas,
llnsiuo particular.
Art 2." E' iiVre o ensino primario e secundario. Podo o na-
cional ou eslrangciro exarcer a industria do ensino sem dependencia
de cciica e prova de capaeidade proissional, mediaule as ?eguin-
tes clausulas :
. 1." Communiear dentro de um me* autoridade fiscali*ad mais graduada d'> districto a denominado e o local do estableci-
miento que houver fundado, o prograinina de estudos e o pessoal
mpregado no encino, obrigado a renovar a communicaco todas as
Tese* que houver alguna alteraco.
2. Kemettor mesilla autoridade urna relaco semestral dos
alumnos que frequeniareni o estabeieeiment.., cun declara-ao da
uaturalid.ule, lilia.-ao, idade e aproveitamento.
3.* Submelter-se liscalisaco d > inspector da instruceo pu-
blica e seus ageutes, a mu tora por lim verificar si sao guardadas
as Il-.s do paiz, os preceit s da moral e as regias da livgiene.
Art. .*$. Verilicada a existencia de um tteto, a autoridade lu-
terana o cominuniear ao juiz eriuiual competente com as pravas
*\u houver colligido.
Ar 4." A ufracc/10 de qnjtlquer das obrigacoes fixadas no art.
2.- ser punida com una multa de Ot a 2 0/, imposta adminis-
trativamente pelo inspector da n conselho luterano da provincia, cabendo recurso para o presidente
dentro de liinta dias contados da notificaco, que ser eita ao in-
leressado e publicada na imprensa, com declara.o do motivo que a
huurer occasionado.
Arl. 5/ 0 ensin > profossado no domicilio do menor sent de
toda a nspecea:.
I iisiiu) publico primario.
Art. 0.' A instrueco primaria obligatoria para todos os indi-
viduos livies Diaiores de seto annos e menores de quinze.
,Aj)briSaC5 imposta pelo art. Gi da lei n. 369 de 11 de maio
de 18oo, que somente se entender extensiva aos pais, tutores e cu-
radores, ser regulada por acto especial do governo da orovincia,
que estabelocera inultas applicaveis ao nao eumprimento da mesma
obrigacao, o modo de as inmr, os recursos e la forma.
Art. 7. Sao motivos de legitima escusa ai eumprimento da
mesma obrigacao :
1.* Inhabilitaco physiea do menor.
i* Frequeucia de e-cola particular ou o ensino no domicilio.
3. Residencia distancia, que ser fixada por acto regulamen-
lir do governo.
4." Indigencia.
Art. 8 Aos indigentes autorisar o inspector ca instruceo pu-
blica, sob inforinat-ao dos delegados literarios, o fornecimento de
vestuario simples, correado a despeza pela verba que for decretada
no orcamento provincial.
Aos que forem por este modo subsidiados nao aproveita a escu-
sa d.> 5 4.* do artigo antecedente.
IMMOQO do snsino. .
Art. 9.' A nspeccao do ensino serexercida por um inspector e
tantos delegados e subdelegados luteranos quantos forem de
mistar.
O presidente da provincia designar em cada comarca, median-
te gratilicaco rasoavel, pessoa idnea para fazer a nspeccao* das
escolas.
Art. 10. Ficam creados um conselho luterano da provincia,
coosemos de districto e conselhos de familia :
l. O conselho Iliterario exercer as attribuices do actual con-
selho director, estipuladas no artigo 11 da lei n. 369 de 14 de maio
2.* 0 conseiho de districto regular-se-ha pelo art. 12 da mes-
ma lei.
3. O conselho de familia, que se compara do subdelegado
Iliterario e dous pais de familia, que tenham filho ou tutellado na es-
cola publica, nomeados pelo inspector, exercer em cada subdivi-
sao de districto as fuicoes quo a respeito do districto compelem
aos respectivos conselh is.
Art. ti. Para a fiscal sajo do ensino a provincia ser dividida
em dlstrictos Iliterarios, e estes subdivididos em circuios, cada nra
dos qna?s comprehendendo pelo menos a zona em que existirem
tres escolas de nstrurjo primaria.
Art. 12. A nsx um delegado, c em cada circulo por um subdelegado, auxiliados
aquell? pela conselho de districto e este pelo conselho de familia.
O subdelegado litterario ser nomeado pelo inspector da instruc-
eo publica, e, bem eomo o delegado, nao olera exercer a indus-
tria do ensino.
rXASSIHICAQAO DAS RSC.OI..IS, PROVIHKNTO E PKRMUTA.
Art. 13. As escolas sero classilicadas em 1.", 2." e 3.* entran-
ca, tend ose ltenlo nao s as distancias que as separam da capi-
tal, como importancia da localidade em que forem fundadas, quer
em relaco diviso civil e judiciaria, quer populaco, commer-
co c industria.
Depoi. de approvada pela assembla esta classificacao, que fica
eommetuda ao presidente da provincia, somente por lei poder ser
JUWHWIr,
Art. IV. O provimento das cadeiras de I." cntrancia farse-ha
fela forma que for prescripla em regulamento, mediante concurso,
a que somente poderao concorrer, alem dos quo exhibirem diplo-
ma de capaeidade conferido pela escola normal :
l-#* Os titulados eom fro scientifico pelas faculdades do
imperio.
i.' Os que exhibirem diploma conferido pelo gymnasio pro-
vincial.
3 Os clrigos de ordens sacras.
4. Os hachareis em bellas lettras, titulados pelo imperial col-
legio de Pedro II do Rio de Janeiro.
5.* Os que exhibirem diploma de capacidade conferido pelas
escolas normaes do imperio.
6." Os que, preslaqdo exame das materias professadas na es-
tola normal, forem julgados aptos para o concurso iuizo da mes-
ma escola.
Os mencionados nos Sjj l.\ i.% 3., 4. e 6., nao sero admitli-
dos a concurso se nao exhibirem provas de vocaco para o magis-
terio, revelada na praiiea anterior do ensino durante um anuo
pelo menos.
Art. 13. O provimento das cadeiras de 2.' e 3." entrancia ser
Jeito por accesso devendo ser nomeado o professor que contar mais
lempo de effectivo exercieio na entrancia inmediatamente inferior.
Quando dous ou mais professores tiverem o mesmo lempo de
exercieio, ser preferido o que houver habilitado o maior numjro
de alumnos..
Art. 16. A permuta de cadeiras somente pode verificarse entre
jirofessores de igual entrancia, quando nao for julgada inconveni-
ente aos mleresses da nstrueco.
VITALICilDADB.
Art. 17. O provimento em cadeira de instrueco primaria ser
considerado vitalicio depois de cinco annos de effectivo exercieio
no magisterio.
Art. 18. O professor, reconhecida vitalicio, smenle pode per-
der a sua eadeira por sentenca em prooesso disciplinar, que ser
inteiramente indopendente da aecusago criminal, a que possa ser
ubmettido peranle os tnbuuaes.
PUNAS.
' Art.- 19. Alem das penas disciplinares em vigor, ficam sugeitos
os professores:
!. A' remociiopara cadeira da mesma entrancia em que estejam
a servir, si duas vezas multados e urna suspensos, mal cumprirem
os deveres de seu ministerio.
2.* A' de-sisao e consequente exclusSo da classe com impossi
"bilidade de entrada, seudo esta pena imposta por meio de processo
disciplinar :
I.* Si commereiarem no lugar em que exercem o magisterio.
2 Si exercere^i qualquer oUtra industria que os inhiba de
:bem cumprivm seus deveres.
3. Si, sem causa justificada, interromperem o ensino por mais
de um mez.
kf Si soffrerem wndemnaco irrevsgarel por criuie eoalrario i
loral e bons costumes, ou por oulra qualquer que esteja imposta
a pena d gales ou de prisao simples por mais ae seis mezes no
grao media
Art. 20. Em acto regulameotar se determinar a Corma do pro-
cesso disciplinar para a mposicao das penas decretadas por esta e
pela lei n. 369, sal vaguaf dudo o direilo de deesa, e concedidos os
recursos que couberem.
VE.VCIME.1TOS K GRATIFIC.ACOES.
Arl. 21. O inspector da instruccau publica perceber 2:6005
de ordenado e i:40 de gratificaco.
Os professores o mais empregades da' secretaria da instrueco
publica continuaro a porceber os mesm vencimentos.
jlii.\i;i-s.
Art. 22. Ficam em pleno vigor as disposi.oes que regulam a
jubilacao dos professores, entend-jndo-se que a gratificaco concedida
por virilidad) art. 24 da lei n. 598 de5 de in.o de 1864 somante
sera attendida na jubilagao quando houver sido percebida em dez
umos de effectrvo exercieio.
Arl. 23. O inspector da instrucijao publica ser substituido e:n
seus impedimento* por pcsas idneas de livre nomeaco do presi-
dente ila provincia, que peicebe'ro a gratiticacao que competir ao
effectivo, e o ordenado quando este nao o perceber.
Os professores de qualquer categora sero substituidos por
pessoas idneas, mediante cscolha do presidente da provincia sobre
urna lista de tres nomes indicados pelo inspector.
Os funcionarios, assim nomeados, perceberao a gratilicacao s-
mente quando o effectivo, no goso de Iicenca ouem outra qualquer
ommisso, nao tiver direito ao ordenado.
INCOMPATIBILIDADES.
Art. 24. Os cargos de inspector da instruc/ao publica,- regedor
do gymnasio, director da escola normal e professores pblicos de
qualquer categora sao incompatves com quaesquer ootros ge-
raes, provinciaes ou municipaes, salvo) os que forem de eleic'io po-
pular.
Os que depois da publicado da presente le accetarom quul-
quer outro cir^o, enteudo-se que renunciaram os que exercom na
instrueco publica.
PREMIOS
Arl. 23. Sob prop.>sta dos conselhos de familia ou dos de dis-
trictos, devidainenfe approvada pelo conselho litterario, ou sob pro-
posta deste, podera o presidente da provincia conceder premios :
1.a Ao professor ou professora que escrever ou traduzr qual-
quer trabalho referente a instrueco, de qus possa resultar proveito
aos progressos deste ramo de servco.
2. Ao que se distinguir por outro qualquer servico digno de
nota a causa da instrueco.
3.* Ao alumno indigente de que trata o art. 8a que, prestando
exame das materias professadas as escolas, se zer recommendavel
pelas suas provas.
Art. 26. Estes premios onsistirao em dinhoiro, impressio do
trabalho ou em objectos d'arte apropriados instrueco.
CRE.yjAO E SUPPRRSSAO DE CA0K1HA8.
Art. 27. Toda a localidade que offerecer provincia por esfor-
ces de seus habitantes, ou cusa do cofre muuicip il, o uso d'uma
casa apropriada ao ensino primario, devidamenle mobilhada, tem
direito creacao de urna cadeira.
As escolas, assim.fundadas, serio con ecidas pela denomnao
deescolas municipaes.
Arl. 28 Por acto da presidencia, depois das nformac5es neces-
sarias, podem ser supprmidas as escolas do iustruc;ao primaria
que, tres mezes depois de installadas, nao tenham obudo frequen-
ca superior a d<>ze alumnos, assim como pode-se crear novas cadei-
ras, somente si na occasiao de expedirse o regulamento para a
execuejo da presente lei, forem julgadas nocessanas.
Ait. 2. Os professors vitalicios das escolas, assim supprini-
das, perceberao o respectivo ordeuado at que sejam chamados a exer-
cieio ; e os que nao tiverem adquirido direilo vitualdade, nada
perceberao.
DISPOSigSES DIVERSAS
Art. 30. PoJer o inspector da instrueco publica autorisar, a
titulo de ensaio, o emprego de qualquer novo methodo recommen-
dado, acompanhan lo por si ou por seus agentes o seguimenlo das
cdos, e verificando o grao i aproveitamenlo dos alumnos, do que
dar conta partcularsada no seu relalorio annu).
Poder igualmente autorisar algumi ou algumas professoras a
admitirem matricula alumnos do sexo masculino menores de dez
annos.
Art. 31.0 concurs para provimento das caderas para o sexo
feminino continuar a ser regulado pelas disposicoes em vigor, obser-
vndole no accesso das enirancas as regras estabelecidas a res-
peito dos professores.
Art. 32. No concurso para o provimento das cadeiras para um
e outro sexo pode a commisso examinadora deixar do classficar e
propor aquelles dos concurrentes que se revelarem pelas provas
inhabeis para o magisterio, cabendo recurso desta de-isao para o
presidente da provincia.
Arl. 31. Serlo feriados as escolas publicas, alm dos domingos
e das de guarda, os de festividad^ nacional designados por lei, os
d? luto publico declarados pelo governo, o da 27 de Janeiro, os de
carnaval desde segunda a! quarta-feira de cinza, os da semana san-
ta ate o domingo da pasehoella, o dia de finados, os que decorrerem
do I. de dezembro at 7 de Janeiro e as quintas-feiras de cada se-
mana em que nao houver algum outro feriado, excepto as localida-
des em que houver feira, onde ser este o di'j feriado.
Art. 34. Ser atlendido na jubilado o tempo de servico em es-
colas noturnas, contado na razo da qu irla parle.
Art. 35. Aos estabelecimcnDs particulares de instrueco prima-
ria que, fundados a duas leguas de distancia da escola publica mais
prxima, obtiverora urna frecuencia de vinte e cinco alumnos, pode-
r ser concedido um subsidio annual, sendo o professor ou professo-
ra obngado a admittir gratuitamente pelo menos cinco alumnos po-
bres.
Desde que qualquer estabele3mento nestas condicoes solicitar
o subsidio que deve ser-1 he concedido pelo pnwidente da provincia,
flca submetlido ao rgimen das leis e regulamentos que regem a ins-
trueco publica.
Ensino publico secundario.
OYMXASIO PROVINCIAL.
Art. 36. Fiea o presidente da provincia autorisado a dar nova
organisacao ao gymuasio provincial, podendo diminuir o numero de
cadeiras, alterar a ordem das materias, methodos dos exames, attri-
buices dos professores e tudo o mais que fr tendente ao rgimen e
disciplina do instituto.
Art. 37. Ficam elevadas : a 100 a paga trimensaljiue devem
fazer ao instituto os alumnos internos ; a 20/ a mensaiidade dos
meio-pensionislas e a 6J> a dos externos.
Art. 38. A admisso gratuita de alumnos no gymnasio provin-
cial somente ser concedida a meninos pobres, sendo preferidos em
igualdade de condicoes os filos de servidores do estado e os que,
subsidiados pela provincia, se tenham feito;recommendaveis por seu
exames ; podendo ser retirados, si depois de dous annos de estudo
nao revelarem vocaco para as lellras.
Art. 39. Os professores tecm direito :
1. A urna gratilicaco extraordinaria, que no exceda 'quinta
parte dos vencimenios, quando se houverem distinguido no magiste-
rio por mais de 15 aon"s.
2." Ao augmento de urna terca parle do ordenado quando
forem conservados no magisterio depois de 25 annos de servico.
3.' A seren jubilados com o ordenado por inte.ro no fin' de 23
annos de servico activo.
4." A serein jubilados con a parte di ordenado proporcional ao
te.opo que houverem servido, quando esiiverom imposibilitados de
continuar no exercieio do magisterio, nao podendo gozar deste favor
aates de 5 anns de exercieio.
8.* A seren jubilados com todos os veneimentos quando hou-
verem servido por mais de 10 annos, alm dos que vo mencionados
no 8 3.'
6. A ser-Ihes attendida najubilacio a gratilicaco extraordina-
ria de que trata o J 1.
ESCOLA NORMAL.
Art. 40. Sao condiees exigiveis para a matricula :
1.* Saber correctamente as materias que se professam as es-
colas de instrueco primaria.
2* Ser maior de 15 annos.
3.' Nao haver soffrido condemnacao qualquer d'aqaetles crimes
que, em virlude da lei presente, podem motivar a perda de cadeira
ao professor publico.
Arl. 41. O programma de esludos approvado pela lei n. 861 de
14 de maio de 1869 ser executado segundo urna nova distribuieo
das materias, procurndose que, sem augmento do tempo do esta-
dio escolar, tenham mais desenvolvimento as que se professam as
escolas de uslrucjio elementar.
Art. 42. 0 tempo do exercieio diario d* cada urna das cadeiras
ser regulado segundo a natureza da disciplina quo nella se pro-
fessar.
Art 43. Ao alumno mestre que. a ]uiao> da congregacao, se fi-
jar noUvel pela sua applieacao, assiduidade aproveitamento pode-
r ser concedido pelo presidente da provincia um premio que con-
sistir em livros, ou em qualquer objpeo. d'arte destinado ins-
trueco.
Art. 44. O presidente da pratincia far remover o instituto do
edificio em que funecicua para outro que coateuha as de.yidis pro-
paro3es, assim para o curso theorico, como "para a escola pratica e
exerejeios a que y relera o art 1* do regalaineftto do 28 de Junno
Art. AS. Peder ser. creada urna cadwrft de msica, devendo
ser contracta'' o o respectivo professor, mediante a gratificado an-
nual que ro polera excede? a 800jv A (requencia desta cadeira
que fnnecionar nos dias e horas designados pela congregacao, ser
obrigalona durante os (res annos do estadio.
Art. 46. Logo que o periniltam as circumslancias da provincia,
o presidente croar urna escola nonnal para o sexo feminino, po-
dendo ser aproveitados os actuaes professores da escola normal, me-
diante urna gratilicaco annu ti. que nao poder ser excedente a
1.O00J.
Art 47. Os professores da escola normal gozarlo as mesinis
vaiitagens que compelem aos do gymnasio provincial, sendo-lhes
em tudo applicaveis as disposiefles do art. 4' e seus Sj$.
Art. 4S Ficam revoga las as dspos$"es c:n contrario.
Mand >, portanto, a todis as autoridades a quem o conhecimen-
o o e.cecujio da_ presente resoluto partencer que a cumpram e
fagam cumprir to inteiramente como nella se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a fa$a im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junhode 1873, 51*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucen.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta secretaria da
resileneia dj Penn n'juCJ, ais 17 de junh) d 1873.
O secretario interino,
Adolpho Limenha Lins.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE 8 DE JULHO DE
1873.
Abaixo assignados, negociantes de carnes-ver-
des.Informe a llustrissitna cmara niunicip.il do
Recife.
T-.inen'e-coronel Alexandre Augusto de Fras
Villar.ForneQa-88.
Benedicto Marques Vieira. D-se poc eerti-
do.
Citarles Curruthers Johnston. A planta que o
supplicante deve juntar a do teTeno e nao do
predio que pretende vender.
Genesio Libanio d'Albuquerqne Vonteiro. -Sim,
com recibo.
Caiiit) Jos J>aquim Coelho. -Forne/a-se.
Joo l!:i|iti.-ta d'Athahyde Squeira. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
Julia Clementina Camargo. Sim, com re-
cibo.^
Joo G )ines dos Res.Informe o Sr. inspector
da Ihesouraria de fazenda
Joo Caolino de Ges. -N) tem lugar o que re
quer.
Joo I5.ipii-t.-i d'Athahyde Siqueira. Certifiqe-
se, nao havendo inconveniente
Mara Caetana de Caballo. Informe o Sr. ins-
pector da tiiesouraria de fazenda.
Dr. Pedro d'Athahyde Lobo Mostoso, Informe
com urgencia a illustrissima cmara municipal do
Recife.
Sebaslio Mendos Bandeira Guinares. Infor-
me o Sr. inspector da Ihesouraria provincial.
TheoJoro Jjs da Silva Lins. Informe o Sr.
inspector da tiiesouraria de f.-iz-n la.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 9 de
julho do 1873.. O porteiro,
Silvino A. Rodrigues.
Coiuniando das armas.
QUARTEL GENERAL DO COJIMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 9 DE JULHO DE 1873.
'); ./.' i, do il i n. Hi
O brigadeiro commandante das armas declara
para os lins convenientes, que segundo constou
de oflicio di presidencia de 8 do corrente datado,
foi pelo ministerio da guerra approvado, em aviso
di 23 de junho prximo findo, a nomeaeo que a
mesma presidencia lizera do phannaceuto civil,
Braz Marcelino do Sacramento, pira pharmaceu-
tico interino do hospital militar dosta guarnijo, o
qual dever ser dispensado logo que houver phar-
maceulici) militar que o substitua.
O mesmo brigadero declara igualmente, que
hontem se apresentaram viudos da corle no vapor
Vara, os Srs. tenentes Jos Caetano de Souza
Coussciro, e alteres Olivia Hermano i>ardozo, que
se reunram ao 2.' batalh > de infantaria a que
perlencem. '
(Assignado.) M.niel di Ctuiha Wandtrley
Lins.
Conforme. -0major Jos B. d>s Santis Mergit-
lilao, aju lante d'ordens eucarregado do delalhe
llfpartiviin la polica.
1.' seceo.Secrelana da polica de Pernambuco,
9 de julho de 1873.
N. 1200.Illm. e Exm.Sr Participo a V. Exc.
que das commiinicacoes recebidas Inje, consta que
foram recolhidos hontem deleuco os individuos
seguintes :
A' minha ordem, Eustaquio, escravo de Manoel
Joaquim M >n;eiro, como criminoso de mortc no
termo de Nazareth ; e Pedro Alexindrino Da-
masceno, dispsicio do subdelegado da Vanea.
A' ordem do subdelegado do Recife, Francisco
Augusto da Cunha, requisiclo do capito do
porto ; e o subdito ingles Eduard Balderim, re-
quisi;ao do respectivo cousul.
Em daU de 29 de junho prximo passado, o
delegado de Bezerros deu-me scicncia de que, no
dia 23, no lugar Fazendnha, do districto daquella
villa, por occasiao dos festejos de S. Joo, Anto-
nio da Silva ferio gravemente com um tiro de pis-
tola a Pedro Ceh-stino da Silva, sendo preso em
flagrante ; que do inquerito que j foi remettido
ao Dr. juiz municipal, verificou-se que semclhaote
facto fura casual.
Finalmente, a ordem e tranquillidade publicas
nao soffreram alteraco.
O q'ie tudo communco a V. Exc., como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henrique Pereira de Lucena, dig-
nissmo presidente desta provincia,O chefe de
polica. Antonio Francisco Correta de Araujo.
demonstrar que era verdadeira a sua proposco,
e que sahindo os corpos co-legisladores do voto
popular, devia ser conferido maioria e minora
o direilo de representacao, para que ambas fossem
all proporcionalmontc representadas, porque s
deste molo lograr qualquer paiz eleger delega-
dos seus, em vez dos diplomas seren confiados s
aos agentes dos partidos.
N'um interessante opsculo intitulado -Direilo
eleitural moderno se eneuntram compendiad'is
. lodos os arligos e correspondencias publicados
I pelo Sr. Dr. tafear (.'arnciro Bezerra Cavalcanti
sobre a momentosa questo que hoje nos oceupa.
i K um livro curioso, o que lodos devem lr. A osla
I propaganda activa, persistente, enrgica e que re-
vela o consceucioso estudo do aesompto, deve
! a Dinamarca a legslaeo eleitoral que all vigora
ha dez anuos. Foi j um trumpho para o Ilustre
1 eidado pernambucano. Emquanto o Brasil se
moslrava iudilTurente ao tnbalho de um dos seus
i mais dedicados fillios, os povos scandinavos ini-
\ planlavam o systema, nacionalsando o principio
i (iue assegura a todos odreit) de represenlaijo.
, Portugal incluio em 1869 o mesmo direito n'um
| projecto de reforma eleitoral, que todava nao foi
approvadn pelas cortes geraes da naco. E em
11873 o Brasil, conscio da excellencia da idea, que
na Europa harta sido acolhida com benevolencia
e se havia convertido em preceto legal na Dina-
I marca, punha os sellos do estado sobre o bello
I ideal do enrgico publicista, que nao tinha reciiada
I ante as dilllculdades que encontrara ao apostolisar
os dogmas da sua ( poltica.
Em 30 de abril do orrentc anuo apresentou o
ministro do imperio, o Sr. Joo Alfredo Correa
de Oliveira, e ua'ural de Pernambuco, urna propos-
ta i* reformada le eleitoral. A' cmara dos depu-
tados incumbe aprecia-la. Resume este trabalho
as aspiraces de milharcs de c laios, que dse
fosi ver iutroduzido na legslaeo patria o direito
I de representado, para que todas as fraeces do
I paiz sejam proporcionalmente representadas, e se
| acabe com o despotismo das maioras numricas,
I cessando a confusio de principios distinctos, que
d ao direilo de representacao as mesmas facul-
tades que perlencem ao direito de decsio Este
absurdo que tem prevalecido at hoje, nao pode
j subsistir. Di-lo a historia, e proclama-o a phi-
losophia.
A proposta do ministro do imperio substancia o
principio que o Sr. Cavalcanti tem advogado com
i rara firmeza. O verbo tomou carne. O estado
I realisan Jo as esperanzas dos povos, postou-se
frente do movimento que ha de collocar a socie-
dade brasileira na plana das naijes que mais
teeui avancado no largo estadio da civilisa^o mo-
ral e intelfeolual. O Sr. Correa de Oliveira ligou
o seu nome a urna reforma, que tende a oxtin-
guir todas as resistencias, porque desde que o di-
reito de representacao for proporcional, cessario
os pretextos para os conflictos materaes, origmn
das calamidades que a fui geni os povos.
EXTERIOR.
A rcfiirnin eleitoral.
!
0 Brasil caminha a passos de gigante. As ques-
iSes polticas, que alguns publicistas modernos
suppdem de curto alcance para os povos, Tazando
consistir o verdadeiro progresso nos certamens
econmicos, teera no imperio americano lugar pri-
vilegiado, e vemos com satisfacao, que at nos
conselhos da corta aleancaram zelosos propwgna-
dores. Entendeu-se n > novo continente, que a
sociedade que nao aspira a melborar as condi-
coes da sua existencia poKtica, nao digna do
viver em communho eom as ideas civiUsadora?,
que quebraram as gargalheiras da servidao, e que
destinarais s escotas de ensin> publico, os d-
nheros votados para erigir monumentos em lou-
vor de um principe philosopho e grande sa-
bedor.
Um publicista notavet do imperio foi c iniciador
de um generoso principio, e tomoo sobre si a
propogacao de ideas, qne evangelisour com f r-
deme.
Era em 1C52, qoan lo a Fraor/v premtda pela
demagogia, a quein Lamartine conseguir mo-
mentneamente encadear, se arremecava aos bra-
cos de Napoleo, e prepara va com a sua ceguei-
ra obstinada o famoso golpe de estado, que manie-
tou a liberdade. Nesta poca un espirito alumia-
do pelos fogos do entendim-ntoy robustecido pelo
sstudo e alentado pela crenca, qne em todos os
lempos fez martyros e hroes, levantava em Per-
nambuco a cruzada que doria um dia abalar a
mundo, o submetter as na;5es cultas ao influxa
das suas doutrinas.
Nao era visionario o novo Podre Eremita, Com-
prehendeu elle, que sendo a eleico a base d
systema representatiro, deviam ser concedidas ao
collegio eleitoral taes franquas, que a orna expri-
mlsse bem e fielmente a voutade publica. Inter-
pretar o sentimenlos das multidaes e applca-Io
ao governo do estado, foi o objectivo de seus labo-
res incessantes. Dedcou-se com rerdadeiro afn
a este trabalho. Escrereu artigos qne foram inseri-
dos nos jprnaes. polticos, pubhcou livros, escreveu
cartas aos horneas ralis entendidos do seu pais em,
assumptos de direito publico constitucional oo-
ordenou um systema, explicou-o, caasou se eift
Rio, 91 do junho do ISM
AS ILLl'SOKS LIBKIIAES.
Hontem falln a Befornu sobro a santa harmona
do partido liberal, mas, por urna singular coin
cidencia, os dous redactores que subscrevem os
artigos Argumentos contraproducentes nei/-
lusoes republicanas, constiluein a perfeila anti-
these, a iulgar pelas suas opinics, receuteinente
consignadas.
O Sr. Prado Pimentel quer dizer :a greja livre
no estado livre.
O Sr. J. Nabuco exprime: a religiao catholi-a
apostlica romana como religio do estado; sem
obediencia do Syllabus, e dos diversos preceitos
conciliares!
ai um e oulro dao-se agora as mios, mu
fraternalmente, no intuito de fazer acreditar que
o liberalismo est compacto, unido, forte, ndisso-
luvel; que, quando muito, existem pequeas des-
intelligenciat, occasionadas pela rebeflo contra o
despotismo da rasoura, e, finalmente, que o partido
conservador, falta de programma, tem usrpalo
e va usurpan lo ideas liberaos, adoptando-as como
ras, e convertendo-ai em realidade Dar o pair.
Como prova disto, cita o orgo democrtico a
le de 28 de setembro.
E' preciso que tanto o Sr. Prado Pimentel cerno
o Sr. J. Nabuco conven^am-se urna vez por todas
de que os seus esforcos sao baldados no intuito de
contestar a.uiil.o que acha-se em pleno dominio
do paiz, isto que o partido liberal est moral-
mente impossibihtado de pezar na batanea poltica,
a menos que se transforme, que se reconstrua so-
bre os destrozos de suas recentes e estrondozissi-
mas quedas.
Palavras, simples palavras, argumentos banacs,
razos soplistcas podem, lalvez, preencher duas
ou quatro olumnas da Reforma, ma- nao des-
iroeiu a viva impresso deixada no espirito publi-
co pelos ltimos acontecimentos, pela elevago
precipitada do Sr. Silveira Martins, pela deposi-
co brusca do Sr. Zacharias, pela deifieacao solem-
ne do Sr. Nabuco, pelo esquecimento inesperado
do Sr. Silveira Martins, ?elo desaccordo do Sr. Sil-
veira Lobo com o- Sr. Souza Franco, do Sr. Prado
Pimentel com o Sr. 1. Nabuco, pelo jogo de ep-
thetos poueo lisongeiros entre uos e mitras, pela
attitude dobia. certa, contradictoria e falsa do
orgo democrtico, einlim, por esta serie accorde
de circunstancias, que nao admiitem negaeo por
por que ichairt-ee ao aloance de todas as compre-
hensoes. que nao podem ser explicadas se nao
pelos seguintes rocabulosmorte e decomposl-
N ha pequeas ienntelligen-a*, como decla-
ra a Rrforma, ha sim distinctas e profundas di
vergencias pea falla de cjhesio, de unidade e de
fore>
O pruridb que arrasta os liberaes a rebellarem-
se cootra o despotismo da rasoiwa, poderia at
corto, ponto justificar a posicao divergente em que
se collooasse a maioria do partido em relaco ao
parecer abracado por um ou outro ohefe, um ou
outro nota val, esta ou aiyiella rasottr* t
Porem, o descalabro que se observa, o incendio
3ue lavra, cada .vez mais intenso, a confusio que
omina desde o soldado at o general, a rapidez
com que a bandeira do partido tem passado da
mo de um para o poder de out.-o chefe, a tibiez,
o reeeio, o temor do orgo democrtico, em definir-
se clara, franca e positivamente, elle que adheie
ora a esla ora aquella theoria, anda que entre
ambas haja um abysmo; o eommedimento, a re-
serva guardada pela Reforma, quando se lhe in-
daga qual das leis professa em nome do partido,
se a do Sr. Silveira Martins, se a do Sr. Zacharias,
ou si, agora, a do Sr. Nabuco ; isto, de certo.J o
que falla mais alto do que os arligos do Sr. F,
Oclaviano, do Sr. J. Nabuco; isto o que robuste-
ce e confirma o $n,ceito dos que entudw que
do partido liberal reslam apenas dispersos frag-
mentos confusamente espalhados aqu, all, alem.
Esta a verdade: a verdade pura e simples, a
verdade sem phantasticos atavos, a verdade que a
naco inteira reonhece e confessa.
O expediente a que hoji se soccorre a Reforma
attribumdo ao partido conservador falla de pro-
gramma poltico, una dessas trivialidades sem o
menor prestigio a que s vezas o pensaraento se
abandona.
Consulte o escriptor opposionista a historia de
todos os povos; reluca bm sobre a nossa propria
historia; medite sobre o que mesmo agora occor
re nj paiz e responda-nos em boa f:
j Qual dos dous partidos vai nsensivelmente
I desapparecendo falta de principios certos e pa-
i lentes?
O conservador que vive, ou o liberal sobre cuj
' cadver j so entoam as ultimas oraces ?...
Ao terminar este artigo nao ser lora de pro
psito lembrar ao Sr Prado Pimentel que a eman-
eipae.io do elemento servil nuuca fez parle do pro-
\ gramma do partid* liberal.
O impulso mais pronunciado que a idea receben
: veio sempre do partido- conservador.
E demonstra-se este asserto do seguinle modo
-Deixando de parte os tratados de 1817, e 1826
porque nessas duas pocas uo existiam anda n<>
paiz polticas descriminadas, vemos o decreto de
de novemhro do 1830, abolindo a introduce,io de
escravos no imperio, decreto assignado pelo falle-
cido e benemrito senador Eu'ebio de Qneiroz .
vemos tambem a opino emittida no parlamento
pelos vultos mais preeminentes do partido conser-
vador a traduzir a aspiracao do mesmo partido,
hrilhantemonte manifestada na lei de 28 de se-
tembro de 1871.
O partido liberal, durante as poeas em que
tem dominado nada fez, nada adiantou em tal sen-
tido : ne.iii um passo, nem urna palavra!
Apraz-lhe hoje dizer que a idea emancipadora
pertcncia-lhe, tal vez porque a utopia converteu-se
em proveitou realidade; porque as difflruldades
licaram vencidas; por que o pensamento humaai
'.ario encontrou echo no corago generoso daquel-
les que nao costumam exixjr contemplaco da.-
turbas, mostradores resplandescentes, sem que
no fundo haja outra eouss alm de illuses, quasi -
sempre amargas I
Emquanto os liberaes lamentam a invaso de
seus suppostos dominios, os conservadores avan-
i;am e recommendam-se gratidao nacional!
Cada qual com sua estrella !
Rio 5 de junh de 18*3.
A BEGKNERAfAO DO SYSTEMA RRmKSKXTATIVO.
Agitase de novo a opposieo parlamentar, e dis-
sidentes liberaes, com honrosas exceptos, recor-
rem mesma tctica subl.me, que a de esteri-
llar as sessoes, negando at os meios indispensa-
veis de governo.
O Sr. Zacharias recebe e man la estampar nn-
jornaesj urna demonstraco de Maranna. pela-
suas ideas ultramontanas, o que nao pode ser
agradavel aos seus chefes Nabuco e Souza Fran-
co, e ao Sr. Silveira Martins e mais mocos fogosos.
mas, nem aqueile nem estes j se importam com
as questoes religiosas, e com as divergencias que
ltimamente se revelaram : unem-se, c entendem
que de loa poltica unirem-se contra o gabinete
;i.-tual.
Os Srs. Souza Franco, Bom Retiro. Jaguary, Sa-
pucahy, Nitheroy e Nabuco, nomes distinctos d->
partido liberal e do conservador, sustentam em nina
consulta do conselho de estado que a cmara
municipal incompetente para conceder linha-
de carris de ferro, e que, concedendo-as, usur-
pava um direito de que em todos os temos se
servir e governo : urna opposico, que guer-
rea pelo poder e s pelo poder, acomeda e anima
a cmara municipal em um de seus maiores erro-.
levando-a a resistir acintosamente s ordem- le-
gae> da autoridade superior, s porque acredita
que essa desobediencia urna difftculdade mais
para o governo !
Nao ficam ah os bons cxemplos que nos do os
Ilustres regeneradores do paiz.
Alguns liberaes do senado, com o Sr. Zacharias
por enefe, escondem-se at que se declare se ha
ou nao sesso para relirarem-se, delles depender
que haja numero, ou para irem discutir sine fi>"
se nao rirem satisfeilo aqueile seu desejo. A pare
de tornou-se, segunda-feira, palete aos olhos de
todos: os Srs. Zacharias e Pompeu espreilaram
em baixo, na secretaria, at que se annunciasse
que nao havia casa.
A grve parlamentar est arvorada em meio re-
gular de opposicao, e a sement \n de produrir os
seus fruce.
E creem os famosos estadistas regeneradores
que assim fazem obra doradora e patritica, que
os immortalise ? !
A ucer|oIIcTa de hojo.
O famoso ex-presideule da cmara municipal
?ue kvanlon o presento confUicto, o Ilustre Sr.
erreira Vanna, interpebou hoje o honrado Sr. mi-
nistro da agricultura. ,
Iodi> oeslado-maior, toda a claque do deshilo-
rossado patriota eslava presenta e euchia as tri-
bunas.
O Sr. Ferreira Vi arma, levantou-se solemnemen-
te, leudo diante de si oito enormes volumes e va-
no* folbelos e pap**,
Em sua opinio o ministorio da agricultura nao
era competente para, suspender a cmara munici
pal, e tanto assim, diz ene, que o Sr. ministro do
imperio te ve de expedir, depois da portara da-
quetle ministerio, um novo arito para tazer effecti-
vo a suspenso. Estranha que nessa portara nao
so tenha declarado o arl. do cdigo erimiual esn
que o governo considera incursos os vareadores
suspensos, e nanea que a portara do ministerio da
agricultura reveta que honre direagencia entre os
ministros, recusaado-se o nobre ministro do. impe-
rio a suspender a cmara.
O honrado Sr. conselheiro Costa Pereira, antea-
de a patarra, fas um breve histrico da qnestm.
Lemlira que ha mais de 13 annos o gorecno tem
feito na corte concessoes para o estabesecMnento
-de carris de ferro. Ninguem lembrou-s da attri
Luir cmara municipal esse direito, e nunca re-
reador algum protestou coatra taes eoneeasoes do
governo.
Em Janeiro deste anno, porem, ohegon ao co-
t. hecimonlo do governo que a enmara municipal
passada, de que era presidente) o Sr. Ferreira Van
na, antes de expirar o quatriennio, e em sur ulti-
ma reunio, conceder algumas unhas de cama
de ferro, usurpando dest'arte asaa altribui$ae o
(overao.
O gabinete diante desse estranho conflicto, nao o
r,uiz resolver logo, impedindo a eonstroeeno das Ii-
r. has autorisadas pela eamara. O gabinata pnce-
deu com toda a prudencia, e o sen honrado ante'
cessor Sr. conselheiro Barros Bazreto. eonsalloa a
tecSes do imperioe justie de eonseho de estado.


::*t

ii

Diario de temambuco Quieta feira 10 de Julho de 1873.
sriaTzsz
awfci"-. -.
O relator Borneado fui o murta dfelincto'Sr.'ooiis-
Ibeiro Soiu;i Fr4iiPpdc eujn liberalismo ninga^m
pode duVidar. As dras fijfies do conselho le
estado Toram UiWrttifc'em declarar que a eamajra
era incoinpetcnlnvjMojjisurpara urna aiiritiui.ao
do governo, o qaei4cvia compelli la a respei-
tar a le.
A' vista deste parecer ^ministerio da agriculm-
ra ordenou a cama
taos cuncess5os, e r
relativos s coni-esaj ja
rou quedan podiatjnprira"
so fi expelido, o
rtimdiataiocnto
sistio om sua dftM
verno fazer? Su!
fclis*r Seriaren
portara de Wab j
mar, nao foMtom<>
M
i flos Ek pancis
. K cartfara dc ofihjm. Novn a vi
que eumiuisi'
K el
inri. Qt le-la. o manila U resp 'sa-
l o se nan li/.ofsfr i*s >, A
lo ufen o sapoiulMo ara-
tAA^iciju ao ,-r, Forrek.a
Vianna, acto exclusivo T ministro da"agricultura.
f ui resuluttfo de todo o gabinete: todos es minis-
tros foram solidarias.'( Apoiados dos Srs. minisfros
do imperio e da judlios). Resolveu-sc em conse
Ui.a. auspjiiii) da turnara c resolveu so mais que
a portara levia sor expedida pelo ministerio da
agricultura. A formula usada em taes casos, e
se o Sr. Ferreira Vianna arha extraordinario que
nesse documento *oja a orden do senpensao traai
mittida cm nome de Sna Magestadc o Imperador,
leia a portara-do marquez de Olmi*, snspcnileu ;o
a cmara de T$61, e ver que tamben) ah M a
sspenso reramunicada em noiwe de Sua Magos-
tade. Era o ministerio da agricultura cjmpettmtc
para expedir soiiiclliaute portara 1 A competen-
cia dtrivjfse naturalmente da esprcialidade do ser-
vico de que se trata, e quo, w stava antes car-
go do ministerio do imperio, ola hoje, depois do
decreto de 16 de foverciro de 8&1, que fracciono;!
o ministerio do imperio, creando o da agricultura,
couimercio e obras publicas, esto boje carqo des-
te ultimo ministerio. Se o Ministro da agricultu-
ra competen'e para ordenar cmara que infor-
ma e llie rnnutta papis, se no quo concerne is
obras publicas a cmara municipal Ihe luberdi-
nadi', por |in'razao n 1) ser -tambem competente
para cominunicar-llie que (oi suspensa, quandn
MM arto nao de tiin < ministro, mas e acto do
governo? Se umjuiz municipal na qualklade de
presidente do bjbwWw municipal de recurso deixar
de umprir urna orden do ministro do imperio,
juera o suspende ? K' o ministro do imperio.
Entretanto, segundo a theoria do Sr. Fer-
reira Vianna, di-veria ser o da jusca. E o
presidenta da cmara municipal, quando se
trata da qnalilicaco de jurados"? Ao ministro da
jusiica compete suspende lo, o na ao do imperio,
como parecera ao Sr. Ferreira Vianna. Quanto
a razo pela i|oal na portara nao se. faz mencao
eos os vareadores suspensos, c obvia. Ao g verno
competa simplcsmento suspender o mandar res
p msabilisar >s vereadores que desobedecern! urna
orden da auloridade superior e competente, de-
terminando ae ino-mo tempo, como o fez, que o
promotor publie) Ibes instaurasse processo. Ao
promotor publico compete capitular o criine e pro-
ceder na apotra de su.is attribuigoos.
O aviso de %l dejunho, expedido pelo ministerio
do ini|)erir., dtpoj.s ped.la pelo orador, nao revela, cjmo suppoi o Sr.
Ferreira Vianna, que boiivo Imsiiaroes c. divergen-
cias entre os ministros. A portarh de 12 de junho
suspendeu sete vereadores. A vista disso o mi-
nisterio do imperio ordnou que o vereadur que
nao fra TOtfieftso assumisse a presidencia da ea-
imm e convocaste os supplcutes na forma da lei.
N > primeiro caso traLva-se da sspenso, e o mi-
nisterio da agricultura era tambera rompen-nle
para isso, como entendern toda os ministros reu-
nidos em eonselbo ; no segundo aso, lratava-se da
iTg.iuisacao interna da ca.nara, ila ehamida de
rapptenUs, bu era competem-ia excrusiva do
iiinste.i o do imperio.
Taes foram, em breve extracto, as considera-
Ces feilas pelo muilo digno Sr. ministro da agri-
cultura.
O Sr. Ferreira Vianna levanlon-o ainda, e em
un longo e fasti.li.iso diMMM*, que Mant navio buqui-abeito, procurou U;tificar a sua bri-
Ihairte administrar0 municipal.
Os depatados presentes foram eondemnados a
ouvir a loitura de (aginas iiMMiru do relatorio la
ex presidoit da cmara municipal O Sr. Fer-
reira Vianna tem em grande conla esse iiionuineu-
tal trabalho. O relatorio est magnficamente en-
adernado ; capa de velludo verde ricamente bor-
dada, fullias douradas, etc.
O narcchal do futuro servia de acolyto ao nosso
eHiseinfO, muito amado c muito distincto inno em
/vis Cltris! o prvfefior de moral do collegio de
S. Sebaato.
l'ara que tanto e>for(;o em querer defender a
sua administraco municipal '
Todo o municipio conhece as brilhaturus do cx-
presidente da municipilidadc. 'is grandes beneii-
cios quo fez populacho e os en irmes melbora-
nientjs que introdu'io nesta corte.
U estailo-uiaior do Sr. Ferreira Viauna nunca
vio presdeme mais Ilustre, mais traballiador e mais
civical,
l.^fgraviiuhro se 1110 osquci-eu ormali lado alguma: omllu a
fil'siiieac.iii fi incala por sm.n.a I
ira p."iiajltvsnos quo facamos Tuna Po:i-
froritaij.uj dus aclig-js do coutraiu entre si para ver
\mh> se aini >ta inconcussa prova material, htftaw*
bem protfis rftor.es!quo ainda sao mais poderosas
que aquellas.
Panypie oumMi<;o iioaa-afluilaUr ,0 moa mo-
do de ivn-ir, trjscrejWi 01 u& prncipaes ar
ligo- que din lis r.)lae>i i'tMBf cato de queso
Ar). i? O -ysleuia fc liunexa V; (paa (rata o
artigo procede1.: se emipor jjHfcm apparolno de
latnia 1 sypfc 1, iinfiirn o $)aeii!iii ann.'XO uli
n. t, eori suppriideilki d'agr.i salgla, e
dosiinadu Ifu.ilinente ao ese i.|wep{o de aguas sor-
vidas e de-uia canalisa?i<> ilerferr > ou de gros vi-
drad 1 iuteJ-iernioote, por orle todas as matorias
devero ser conMfttSTao inar etancadas nop tu-
to indicado na planta 11. I, ou em outro que a ex-
periencia mostrar ser mais WHivanfente c for nrtr-
eado de acc.i)rdoom coueessitmaiio
l'etjo a attenco da leitor e principalmente do
no'bre redactor da Produca sobre s patarras-
REVISTA DIARIA.
Delegad littcrnrin.-Por portara da
prosideucia da provincia, de 8 docorrente, foi exo-
nerado, seu pedido, LooucioJus de Siqueira Cam-
as de delegado litterario do districto da villa do
riump o, c foi numeado para o substituir o ba-
clurel Fiel Vieira de Torres Grangero.
Cullectui'ia pi-ovim-al. Por portara
da presidencia da provincia, de 8 do correte, foi
nomeado Julio Cezar Cavalcante de Albuquerquc
liscal interino da collectjria do municipio de l'a-
ncas.
Refurma clcitoral. Sob a rubrica Ex-
terior publicamos uo presente numero um artigo
do jornal Cainpedo dis Provincias, de Portugal,
acerca do livro do Sr. Dr Nabor Carneiro Bezeiva
Cavalcante. Kecommendamo-lo aos leitores.
Asyld de alienados. Continuam as
ilferlas :
Illm. e Exm. Sr. Acompaubando o generoso
sentimento de piedade que determinou a V.
Exc. a recorrer earidade publica para a fuudacao
de um bospicio de alienados na cidade do Recifc,
toraoaliberdaJe de onerecer a insignificante quan
tia de 8iO0.)0, que lite ser entregue pelo meu
Uel amigo o r. padre Antonio da Cunha Figuei-
mdo, a quem encarregnei de apresentar os meus
cumprnkiutos a V. Exc. e pedir desculpa da pe-
l lennez de ininlia olTerta.
Sou com estima e considera..-ao. De V. Exc.
inuitoatfectuadoobrigadissimo criadx-Belmiro da
Silveira Utu.
Engenbo Lmoeiro 8 de julho de 1873.
Gabinete da presideacia de Pernambuco, em 8
de julho de JSJJ. Illm. Sr. tenente-coronel Belmi
ro da Sihvira l.ins.Aceuso recebida a -caria de
V. S. de boje datada, acompanhando a quantia do
KidOOO. para aeon-truc<;o doaavlode alienados.
Agradeciendo a V. S. to valioso donativo, o lou-
vo por mais esta prova dos seus soiiiimentos do,
patriotismo e de earidade D.i V. S. amigo atten-
cioso venerador e erialo.HwHfne Peteira de
Lacena.
Muntc-pio S;tiit< Amaro.-A socieda-
de bencflcente assim denominada celebrar, no
prximo domingo 1.1 do eorrente,-na sessao magna
de installaeiu, que deve ter Jugar na sedo da Mes-
ma sociedade, ra do Lis n. 3i.
A ceremonia principiar s 10 horas da maulla
desse da por urna missa cantada na eapella de.
Santo Amaro das Salinas, palroeiro da sociedade.
Club tramatfco aeadesMieo. Esta
soeiedade inaugura hoje a sua installaco, no thea
tro de Santo Antonio, cooi a primeira represen-
tago do drama em 3 actos original do Dr. Domin-
gdfrOijunpio B. C.araicante-4 mhicu di Henos.
Finalisar-sc ha o esperUcnlo com a comedia em
ara acto -Um uwiio victimadas m das.
Gaceta iluridica. -O numero deste jornal,
Gazeta Jurdica.A priso antes da culpa for-
mada, entre nos, regida e pratieada eagundo os
principios em que se funda ?
Jurisdiceo Cioil. DfuUo o julg.unento em que
intervem juiz incompetente.-Pena, no aso de
souegadn, imposto pela Ord. Liv. 1; Tit., | 9o,
diz resneito somente panilha, em que ha meno-
res ntresadris. Na exeena^n aaona ppoe a-
argos infringentes do julgado, quando- a causa
Prtneipal pande todeeiso da wiacao revisont.
8alsto#4iiaijugiidiM Mquidam-so na execoedo.
Jurisdiceo Comtneirial. \.* AppeHagaov ,e nio
ag^ravoylabe dantecisao definitiva; ^ne jalga Bul-
lo o pnir^aasaiporittcotnpeMiMiadejuizo; 2. Abo-
nador tHal.'-amrietra de trra,- pelo faoto tinipls
ser nlerposto para o presidente d trihutjal d 1
eoranemo 1 2.'' Sentenc* -Uo juiz- de-diroito, liti-
gando subi'c (n ompetcnca do juico, pode e deve
ser reformada pelo presidente do tribunal do e >,n-
mercio ; 3* Escriptura de pehor, para garanta
to que se dever por leu-a, o titulo accessorio; i."
Letra que apenas declara valor recebido, sem es-
iHHJttioawj detjind se(AUo, vale oonw letra
Agljravo, que nao versa sobro competencia do
jr.ito, nao tuina delle eonbaeimenoto o presidenti
11 tribnuil do commercio, quan lo taior posto do
lespach 1 le juiz qtw se aeha fra de K) leguas,
JvrMicr'iO Criminal.Juiz de direito rnto tem
oinpeU' ia, nasomareas especiaos, para expedir
ordem "de /ict(was-c}i'ptu em prisao feita por jaii
de outro distrk'to criminal.
Dirtiti CcMhi'i/.-Injiiria em carta conslitio
\cime.
Tr6(/c Eslrangeiros. -Blgica. Grue mons-
truoso.
Tiro casual.Rm 23 o moz Sedo, ,pr oc-
casiao dos festejo "d *. loio, Antonio di^Silva-
lferio gravejnepte com um tiro de pistola a Pedro
Celestino da Silva, sendo preso em flagrante.
Po inquerito, porcm, qnc se iwocedeu sobre o
facto, verillcou-se ter sido -casual o ferimento.
JEcho Aiu<-'i'aiio. i un a siuqieiisao des-
te peridico os asstgnantes da Livraria Fran
H, .Va i 1 perdem 1
Des 2t nmeros, 23 48, distributramse 16,
le 2:5 a 10.
Os assignantes podem desde ja receber a quan-
Ui de i(K)0, equivalente aos 8 nmeros i I a 48
ainda devidns c que nao foram publicados. Li-
vraria Franceza.
I.eo.-lloje, s 11 horas do dia, effectua o
agento Martins o letlo de movis e louca no ar-
inazera da ra do Imperador n. 48.
Passa^eiros. -Vindos de Mamanguape, no
vapor nacional Cururipe :
Avelino T. de Oliveira. D. Antonia Ferreira de
desquita, Joa(|tiim de Souza Azevedo, Jos Mar-
cos Ferreira de Moura, Jos Pires Licale Pedro
R. Nonato, Francisco Jos Botelbo, Joao Victorino
das Nev' B., Joaquim Caetano Targes, Manoel
Joapiimde Souza Lemos.
Casa le deteneao. Movimento do di
8 de julito de 1873 :
Exi>tiam presos 322, entraram 4, sabiram 2,
xistem 32';. A saber :
Xacionaes 213, mulberes 7, estrangeiros 46,
iscravos 47, escravas II.Total 324.
Alimentados a eusta dos cofres pblicos 2'.
I.it"ri:t. A que se aeha venda a 58.', a
beneficio da matriz de Cabrob, que corre no dia
re.
Cemiterio publico.-Obituario do dia 8
de julho:
Francisco Bzorra da Luz, preto, Pernambuco.
35 anuos, casado, S. Jos ; varilas.
Clara fiarla da Conreico, par lo, Pernambuco,
?0 anuos, solteira, S. Jos ; hepatile.
Nicolao, cscravo, pardo, Pernambuco, 7 annos,
Ua Vista ; febre maligna.
Rapfiacl l'rancisco da Luz, pardo, Pernambuco,
40 annos, casado, Boa-Vista ; hidropesia.
foKftO, preto, Pernambuco, 7 annos, Jos ;
rrniipn.
Olivia, parda, Pernambuco, 6 mezes, SantJ An-
tonio ; espasmo.
Manoel da Silva Amnrim, branco, Pernambuco,
80 annos, viuvo, Boa-Visia ; gastro cnterite.
Adoljlo, branco, Pernambuco, 14 mezes, S. Jo-
s ; cnterite eolite.
Ti*ouiial do coumiercio.
SESO JUDKUARIA EM 7 E JULHO
DE 1873.
i>!KSi!)!.:.\,a\ DO KXM. si. GONMtUMBtO AlfMUIO
nUNOUGO I'KKKTTI.
Secre/nrio interina, o o/pckil Torrrs..
Ao nieio da e 15 minutos, presentes os Srs. des-
embarga lues Silva (iumiares, Rnis e Silva, Ac-
cioli,e os Srs. deputa Jos i linio Bastos esnpplentes
S Leitao c Pereira Cascao, S. Exc. o Sr. consc-
Ibeiro presidcnle abri a sessao.
Lida, foi approvada a acta da sansas de 3.
O Sr. denotado Candido Alcoforado communi-
u nao poder comparecer sessao.
com Mippriineiga^'afcuMidnnda.^p' \ r-
cou
Preseutcs os livros dos registros dos protestos
de letras. wrilcou-so que o do escriv.to Albtt
querque liaba o ultimo protesto o n. 2,87 em 1
do correte, e o do escrivao Al ves de Brito o y.
2,778 em 4 do mesmo mez.
O Sr. desembargaior Res e Silva, apresentando
a assignatu^a o accordao lavrado nos autos tntre
partes : appellante embargante Manoel Nunee
Parreira, appcllado Corga & Irmao, fez a leitura
de urna petiQo Je embargante cm que peda tost
reconsiderado o julgameut) a que se allude, visto
ter se dado erro na apreciarlo de urna das res-
postas dadas pelos peritos no exame coit.-laute dos
autos ; e corno 111er que nao se achasse presente
o Sr. deputado Candido Alcoforado, um dos juizes
que mterreran em dito julganient.i. adiou se a
deciso deste incidente para a prxima gesta" >.
Foram assignados os dous seguintes accordw
proferidos cm dita sessao :
Appellante Joo Jos de Carvalho Moraes, ap
pellados Jaymes Eneas Gomes da Silva, Jeronymo
elsuc e l>. rsula Cordolina da Rocha Miranda ;
appellante a baroneza de Jaragu, anpellada D.
Almirina Pres de Mendonca.
A DI AMENTOS.
Sendo pedido dia para ser iulgado o feito entre
partes :
Appellante Joaquim Eneas Cwalcanti de Albu
querque, appellado Americo Cesar Cavalcanti de
Albuquerque, procedendo-so o sorteio dos Srs
Olmto Bastos e S Leito, adiou se a pedido de
um dos ditos senhores.
A pedido tambem de um do- Srs. juizes com-
merciantes, foi adiado o julgamenlo, para o qual
fu desiguala a presente sessao, entre partes :
Appellantes embrgame? Mendes Aievcdo 4 C,
nppellados os administradores da massa fallida de
Fernando Steppie da Silva.
Em conseqiienci.t de nao ter -omparecido o
Sr. (.andido Ale-aforado, nao pode ser proposlo o
julgamento da revista entre partes :
'He.'orrentc a conipanlu'a de seguros Garanta,
recorrido Joaquim Pereira le Faria.
Em virtude de haver sido por um das inizes
sorteados pedido o adiamento, deixou de ser ul
gado o feito em que sao :
Appellantes appellados viuva e herdeims de Ma-
noel Goncalves da Silva, e o em que appellante
embargante Varia Adelina de Mello, e appellados
embargados os administradores da massa fallida
de Antonio Pedro de Moli.
Nao se adiando presente o Sr. desembargador
oria, nao podo ter lugar o julgamenio dos autos
em que sao :
Appellante embargante Jacob Cafiu, hojo seus
herdeiros, appellada embargada D. Leltina Telles
de Menezes.
AGCRAVOS.
Juizo especial do commercio. Aggravante
Antonio Ferreira Lima, aggravado Antonio Jos
Paulo de Larvalhr
O Exm. Sr. conselheiro presidente nao tomou
conbcimeiilo, por nao ser raso de aggravo.
Aggravante Joaquim Salvador Pessoa do Siquei-
ra Cavalcanti, aggravada a directora da caixa fi-
lial do Banco do Brisil nesta cidade.
O Exm. Sr. desembargada Silva Guimares deu
provimento.
Encerrou-sc a sessao 1 har e 1/4 da tarde.
5
bucacoes a mm
lt<*sposlM oitipiinltia RooMc
Wi'Hinn^r e os artlgos do jor-
nal cr Provincia n.
FaLsificariio do art. 11 lo contrato innovado em 18
de iezembro de 1865.
J se tem ventilado esta juesto de uianeira a
nao haver duvida ; nem duviJa pode haver quan-
do se observa a transforraaoao de um papel em
que se encontram raspaduras, manchas e outros
effeitos pbysicos dcalteracao : um papel escripto
liuipamente desde prinoipio atoo fim, pode nao
ser verdadeiro ; mas um papel em que se achain
as proras materiaes, que a yinos visto* se nolam
ao art. 11 do contrato, nao pode deixar de sorcon-
eidorado como falsificado, ou alterado por alguem
cera segundas tenQoes.
Por consequeucia lemos aqu as razoes mate-
riaes do act), asrazops-.-awrae-o-aa'tjlaow eonelBseejjpieo spiritnswlvfisiigadores podera
tirar,-depois do maduro,pensar, dppois doesiudo
#sr>jritode prewnco.
tutmto prova material ella tai que n ha
Hiera possa Huyid^ lima veiqae nao sondo ceo,
da vista ou da m^\g^ara, fIUe para o papel a
_ o
que foi feita .auorajo a^ju es criaiiiaJistas
o sua assinatara ndofsthtlftboshb, adatm- chamam -felsilicaco.
portando a falla de i-ddssa, - sjgram:}.Excepoj dp ineoa)dtqcia,-q04qdo ein lito, porque no,aquerp&wardeaa#,'eal.i
apeua* mpuguada, jaJjiada pelo-juiz municipal. I dlsso ja foi ese rfbgocjD Terlffcdo e coOrmado"
Vjanos agfl" rftjuCTIz Vart^fl.
custo dos apparelqos de latrina, corapreben-
dendo-se oestes a Baca, caixa, canalisacao, reser-
vatoriq para agua, e t ido mais servico ser o mes-
rao j ostabelecido de accordo com o governo para
a execuje do contrato celebrado em 2 de soleli-
bro de 1858 -a saber .pelos de 3.* ciaste 505 ;
segunda classe, sendo a baca de melhor qualdade,
a caixa de madeira enverisada, e ludo mais eai
melhores coudiedes, 854. Os precos dos de pri-
meira das c, que scro .apparellios de luso, sero
ciivcncionados entre o comprador o o cessiona-
rio A canafisaco d'uaud nos predios seid piga
pelos precos estipitlad'is entre o gocern 1 e o cessio-
i'irio rtizSo de 750 res o palmo.
Da leitura do art. 2." se conhece bem que o for-
necmento d'agua sfilgada foi condico essencial do
contrato: ora, nao havendo esse fo-necimento de
ser feito pelos encanamentos do esgoto, e nem es
lando determinad) nesse artigo nem em uenhum
outro do coutrato, o dimetro, a qualdade, nem
oulra qualquer cousa relativa a elle, parece razoa-
vel pensar que elle ab flcou incluido e por conse-
guinte nao havia mais neivisdade de fallar a seu
respeito, conveoconado o fornecuienlo d'agua,' ha-
via porlanto necessiilade de ranos.
I ola leitura do art. II se v que o eucana-
mento ou caualisa.o, como a'd cbamam, foi in-
cluida no custo do apparelho, porq.ie della se tra-
ta esoeeiiieadani. u'e, e alm disso do final do artigo
se deduz claramente que a ialencao dos contra-
tantes foi nao augmentarse despeia para os pro-
prielarios ou inquelino* porque se diz baca,
caixa, canalisacao, reservatoro, e lodo mais ser-
vieoora, se a canasaoio d'agua devesse ser pa-
ga parte, era nesse artigo que sedeveria ter de-
clarado a qualdade da canalisacao e nao acres-
rentar mais cousa alguma depois das palavras
lodo mais servico Estas ultimas pahvras mostrara
claramente u,ue all licou ludo incluido econcluido.
Alm disso fa, como j temos dito em outros
communicados, a creumslancia a que ninjaem
pode deixar de prestar muita considerado, e a
de >o haver artigo nem no contrato primitivo
nem na innovacao, nem em nenhum dos regula-
mentos, em que se trato de canalisacao, da manei
ra porque no final do artigo 11 se declara as pa-
lavras procos estipulados entre o gocenw t o con-
cessionario.
Isso prova que no uve muta vontade de concluir
esse negocio fosse como fosse, e para fazo-lo apro-
veitaram um rei>to de liuka para mett'rem muito
aperladas cssas ulais palavras, nao esquecendo
dizer que o valor ~~Q res est escripto atn alja-"
rismo e nao em lettra coininum, orno em to lo o
resto do contrato.
Ha ainda urna oulra prova irrccusavel, de que
a canalisacao d'agua nao poda ser paga parte,
na declaraco que se encentra 110 art. 23 da inno-
vacao, porque tratando-sc da sabstituicio dos ap*
parelbos coilocidos pola empreza Caubrone, ah
se aeha especificado que dessa minlanca 11S0 re-
sultar outro onus ao proprietaro, alm da despeza
do encanumento d'agui e da annuidade do servico
diado pelo artigo 16.
Se a eompanha na confeccao do seu contrato
naoespieceu cousa alguma que tivesse rclaeo
com seus interesses, c 1110 deixou um dos pontos
principis pana meller a maitelio em um lugar
em ipie ndn caba nem no tamaito nem no sen-
tid. !
Pelo papel do qual se copin o contrato consta
que o presidente de enio etereven nelle pouco
mais ou.menos estas palavras Copie-se liuipa-
mente. Ora, a nao se suppr que o uresidenle as-
sigua se um contrato de tanta importancia o valor
sem lelo, impos.-vel acreditar que reeoinmcn-
danJo que se naska itmi copia limpa, aatimam
aquella em que havia raspaduras, man da* de
tinta e presos csc iptos em algarismos.
Alen disso como que nao se tendo fallado nun-
ca era canalisacao d'agua, se inclusse ella em um
artigo, se:) se ,lwr qqaes cratn os dimetros dos
tubos, e a espessura de suas paredes, a sna resis-
tencia B presso e quaesquer uutras condie^es qau
era essoacial especializar f En to ficott isso ao ar-
bitrio da coinpaBbia, para usar e abusar de tudo
quando o elevailissmo e iniquo preco da canalisa-
vo era do tal valor que s elle fatia urna fortuna?
E vamos ver se exacto ou nao o que digo.
A libra do c nimbo no principio da guerra do Pa-
raguay e antes della veodia-sc a 240 ris. Com a
baixa do cambio passou-sc a vender a 280 ris :
mas como nao era genero deprimoira necesidado,
quem liuha alguma obra a fazer foi so deixando
della espera de melhor preco : sende genero
hoje de muita oxtraccao, devia de haver, m-ui ha
sempre, grandes qnantidades em deposito, as quaes
foram supprindo as poucas necessdades forcosas
que appareciam : e aqueile que tinhain esse ge-
nero ganhavam sueienleinente nelle, mas n.io fa-
ziam grandes encommendas com medo.de virem
depois a perder, se o cambio ficaste de repente
mais.favoravel, o que se realisou logo que a guer-
ra acabou, porque entraram os logstas 3. annun-
ciar a 260 a libra : ora, se o logsta vende a 260
a libra .porque compra por menos, e se o neao-
cianle importador vende por menos do que q lo-
cista, nio pode deixar de .ganhar tambem. A
companhia que tem sua sede em Londres e man-
da vir tudo-de l e em,grande porcao, ha de re-
ceber o cano de chumbo por menos "preco do que
o qnc vende aqu o negociante importador: alm
disso a compannia naqueile tempo nem hav.
principiado ainda as obras, e-por consegunte nao
tinba preciso de mandar vir canos de chumbo
em primeiro lugar, quando era a ultima cousa
que tinha a ampregar, e.no ha a menor duvida
que no tempo to Sr. Paranagu nao eslava a com-
panhia sbrlndo as vallas para ctrtlorar o oncana-
mento geral ; todos ?J*>tn fua.nao se fez esse
trabalho naqiwHe liypo.-o tim amito depois que
acabou a guerra, por causa do recrutamento que
afugentava os trabalhajoses.
O cano de chumbo que a companhia cellocou
para agua era ao principio de menos de mea pol-
legada e muilo lino, e pesava muito menos do que
o que est collocando actualmente que de
meia pollegatla, a tres quarlos de pollegada e de
paredes mais espessas : um palmo do de tres
piarlos de pollegada pesa 52) grammos e custa
2-30 rs. as lujas, e tendo paco os direilos da alfan-
uega: o de meia pollegada oeve cusiar um ponco
menos. A companhia abandonou o ano da pri-
meira qualdade, de que cima fallamos, por ser
muito fino e eslreito e ser somente proprlo para
gaz, e nao ter resistencia necessaria para a pres-
so d agua: isso prova exuberantemente quo ella
faz suas experiencias nossa custa e das fazendas
dos mglezes que molba-as e depois pde-sede va-
lente, e nao quer pagar.
'Na cara de tolo aprende o barbeiro oco.
E sai) estes iznoraules crassos em materias do
seu ofnuo, que se atreven'a censurar um engao
ou erro em physica en um individuo que tlao ex-
erce.a prosso de epgenheiro I que insolencia,
que despudor !
Pensaran que.razian medo !!
.Se nao osse o receto que tenho que alguem me
d de stispeito nesta quesli, cu dizia que tenlip.
muito yiva l tas vetes a algmn dos tressadts na companhia
aue k trjbaliava com todo o ardor para o presi-
dente estabelecor ou concordar no preco dos en-
canamentos d'agua e que o presidente recusava-so
formalmente a isso e que Sua recusa era urna in-
justi/a grande : ma, reparem bom^ue essa con-
versa foi j om^iampojnjojto. petierior.ag ^r, Bara-
aagii,: tambem so diaia.que os p'pnrieJa'rios etaxn
obngados a'pagar(1a canalisaiso de portas, para
dentro a.que una alevo%a, porque rtao h espe-
ciflcaaj do tal condieco oosar*ios do coqtrato;
e a prora deque a cotnpaphia tinha iateqco'de
ratertaas esta ganancia ique lia as cenias que
aprejenteufl^Uio a canalleagao geral en totes
as casas ; a 36,0^0 a 'v^caio.tJLV'UtetojiraTi
raais^noi
de^opagar^rtniroera v*|ii dnnsftlMBet!.) attcara tor sido Ib IMteeudd na hial,,l, -, ,- -
ia?a me nos lazia a bemavenluiada por un individuo, o o finado Dr. Loureiro amei- iwtin/ii 1 ni
ilrainago : vendia-nos um apparelho t-adn. ) 1"^?-.^ .1,
D'aqni fcilmente se conclue, ain'la na grande
distancia emanevoos factos, que. pora-
com o presidente, para fins que tinha cm villas,
foi que a assembla proviheial de Pernambuco es
leve (caso nunca visto!) mais de oito lias debf.ixo
nosjieiq tfer- de cerco.
0 Sr. Ruarque de Majado, pois, qne niio es
tranho aoarte'go da J?r nlncia, e-ano nao o foi ao
cerco ile que tratamos, dar tctterauiho de que
esta ou nao a verdade.
Em falta do sea testemunln ah esto os Srs.
Drs Costa Ribtiro e Teixeira. Riles que digam
qnaes foran os desirdeinrs de que falla a Protin-
da.
Em vista do exposto, pode ser o. proceder do
ex-presidente Villa Bella posto em coninaracao
com o do actual administrador ?
A scena horrorosa uuo Jescreveu o Sr. Affonso
d Albuquerque, do alienado contra Borges da
Fonceca, fleari em csqiiccinieiito, para se dar tin-
tas de-nunca visto -ao acontecimento do dia 16
iaio?
Continuaremos em outros artigos. -
7 de julro.
Sirius.
eza,{en!o de
Eva urna gi
C'jnigjfthia Drainago : vendanlos um ajiparelho
Rgr JJpt.Mi.i, quo nao val 530*), e al* o dls
bravjrcein sna innocencia mais mos 5)000 de
cnc*i>auieiitos.
Que boa f, que lealdade, qire simplci lade, que
honra, queh onestidade I Nos com elTeito deve-
nios muito a-esses esluageiros pie
/.er n luz, a edu aeao.-oi eos turnes, e 001 fin toda
qual lado de felicidadjB I abeo*oad* fento I 11
to majquivaria de reetir qiw quando a
jianlii*,fc propoz a onlralar egra a cmara
mtmicipat aMimpcza das ras e podio <> contos
annti^esjpor esse servnjo, sustenta va com a mes-
illa teii;:eidade com que hoje diz we os apparelhos
est.io os Hn odoriferintes possivel, que nao era
obrigada a tirar o ciscilas casas, quando algun3
dos vereaijores t|ue j Uhliara ndticia exacta do
contrato aflrmavam o contraro, e vista della vo-
rilcou-se que no ariigo 13 eslava especificada
essa ciindceao.
Alomo sao'actos da memoria, a qual felizmente
ainda conservo muito feliz e completa, eu lembra-
rei que (piando se tralou da fundarlo da torre e
cas t no bairo da Boa-Vista, i-ouv'o grande con-
te?tic*o da parte to cemparmia a respeito daobri-
gaco que tinha o governo do dar terrenos gra-
tuitamente para as casas que ella tivesse de edi-
ficar allegando que essa condcao se acbava de-
clarada formalmente no contrato, c dizia a com-
panhia (seus representantes est claro ) que nao
havia de comprar terrenos para depois entre-
ga-Ios ao governo sem pagamento. Estou persua-
dido que c Sr. Dr. Tiburcio ha de estar muilo lom-
brado distu, pois resisti s prctencoes da compa-
nhia c iiiosti'ou que o governo nao tinha obriga-
cao de dar terrenos, porqne o artigo 31 era
muito explcito e terminante.
Para nao par:er que sou injusto, devo declarar
que dessa vez o Sr. Dr. Tiburcio liscalisou. .0 Sr
Dr Tiburcio muito perspicaz e lisealjsdor I I
Pergunla-se : vista a m f que temostentado a
companhia em todos os actos de sua criminosa ex-
istencia, visto o procedimente que tem tdo sem-
pre que trata de seus~ interesses, como ninguem
ignora, poder alguem duvidar que a ultima parte
do artigo II foi all enxertada por quem tinha in-
teresse inmediato nesse negocio ?
Os empregados da secretaria do governo nao
tinham o meu.r interesse em lalsificar um contrato,
porque nenhum lucro disso Ibes resultava :o pre
sidente da provincia nao quereria nunca sobrecar-
regar os habitantes desta cidade de onus pesad-
simos e indebitos depois de se acharcm especifica-
das todas as condie5es, que como so v, foram
estabelecidas muito a contento e gosto da compa-
nhia : o presidente da provincia nao mandara
nunca fazer um decrescimo em un contrato depois
de feito e assignado, quando para isso era preciso
raspar palavras e escrever outras, viciando o papel,
e isso por urna forma tio inconveniente que os
olhos menos perspic^azes nao podem deixar de per-
cebera altcracao : o presidente da provincia, se
com efTeito, por forca de alguma das condicoes do
contrato, cuja determinadlo liaasse dependente de
accordo posterior, o que uio consta da parte algu-
ma dos documentos relativos empreza, fosse
obrigado a mandar fazer aiguma alteraco
ou revalidagio, ou como melhor o qneiram
chamarno contrato, or'diuaria que se lavrasse
um outro termo com as formalidades requeridas
pela lei, e nuuca que se tizesse urna altera-
cao to indecente como essa que se v no
artigo 11 ou ento, em ultima analysc, ordinaria
que se OzcSSfl urna declarao no fim do ter-
mo, indicando a emendas fetas ; nao ha-
veria presidente de provincia que fosse to inep-
to e tao deshonesto que autonsasse nmator-
peza de tal quilate e que se animasse a chamar
um empregado da sua secretaria para pratica-la :
porque impossivel pensar que um presidente de
provincia seja capaz de tanta imprudencia : fados
de tal qualdade sempre se ven a saber : e justa-
mente o contrario disso aconteeu : nunca cor-
rea noticia desse enme, entretanto que se disla
que o representante ou gerente da companhia fozit
inauditos esforcos para conseguir essa alteraco
do contrato o o presidente ou os' presidentes nunca
annuiram a ella.
Fallaremos nu seguinte artigo do sumir-odas
plantas, planos e mais papis relativos compa-
nhia.
Recife, 18 de junho de 1873.
Dr. Lobo Moteen.
,que Q,diveciar,
yeruo'j 'uai
noventa cUto,
1 e .tantos tonto?
ubras publicas e
jw .constas por
teciaj' na*
;oC-sc orte ta p3fartsa-des-
\o respeitavcl publico.
Veja-sc como respei!a-se a cousliluicao dos bra
sleiros, que garante a propriedade do cidado em
toda a sua plenitude.
Eis o caso :
Ilontem (8 do crrente) adiando-me no Recife
com ininba familia, fiando os meus escravos em
meu silo da estrada do Arraial, onde resido, foi
dito Sitio invadid por algumas pessoa, que at
ao escrever a presente ainda ignoro quem atrevi-
danente a|iroveitando-sc de mnha au>encia, in-
vtidio o meu sitio, fazendo pelo meto do inesra
urna larga picada, derrabando uiadeiras, fincando
estaca*, danlo aesiin entrada pelas extremas para
o sitio, que se estou eu casa, saberia fazer res-
peilar a minba propriedade.
Passo a proceder contra quem quer que seja
que to ousadamente commetteu tio grande at-
leado contra o meu direto, que as leis me ga-
ranten.
Arraial, 9 de julho de 1873.
Marcelino Jos Lopes.
OExm, .Sr. Dr. I.m-t..... e o Sr.
Hla-Bella.
II
O artigo da Provincia a que respondemos, con-
testa que houvesse o Sr. Villa Bella em sons dias
felizes, mandado quebrae urnas eleitoracs e forjar
eleicSes sem medir as consequenclas dos seus
desatinos; diz corn o maior cynismo, que o Exm.
Sr. Dr. Lucena talvez core diante da pureza da
administrarlo do uiesmo Sr. Villa-Bella !
Nao era de crr que o lefensor do Sr. baro fos-
se capaz de tanta protervia 1
A admini trnco desse cavalleiro, que anda ho
je tem tragos tao vivos da sua corrupeo; que
esbanjou os dkiheiros pblicos distribuindo-os com
os amigos, que prostituio a justiga e cancellou a
moralidade, certo, traz o rubor as faces de qual-
quer pernambucano de brio rae recordar as mi-
serias passada?, mas nao far jamis corar um ad-
ministrador esclarecido, de iniciativa propria, que
faz da jastica e da moralidade o seu escudo.
.Vega a Provincia os actos de vandalismo admi-
nistrativo praticados pelo Sr. Villa-Bella na eleicao
de 7 de setembro de 1864; actos une, por seren
inauditos occasionaram mais tarde una aciutosa
exoneraco.
Reccrra-se aos joruaes d'aquella poca de deli-
rio uncial, e vr-se-ha que foi a polica quem que-
brou a vrna eleitoral da freguezla de Santo Anto-
nio desta cidade, quem ferio um mesario, espan-
cou votantes, e assim deu lugar a interdicao da
matriz.
Vr-se-ha tambem scenas de horror representa-
tadas em todas as freguezias da provincia, o jugo
militar petando sobre a populaco votante, nTT
derramado, e um assassinato na freguezia de Alo-
gados.
Em todas estas cenas de horror influa a forca
publica, ao mesmo tempo que o presidente da pro-
vincia impassivel e ndeflerente a todo, dansava e
jogava prendas em seu palacio I
0 horror que oxitou os actos de crueza e vilania
praticados naquella oca, pinda hoje permanece
vivaz uo espirito de muitos.
Passando destas scenas Be tyrannia a do cerco e
invaso da assemnla provincial por forja armada,
pretenden a Provincia attenuar o faoto allegando
ter a torga sido requisitada po|a mesma assembla
para garanti-la dos desordeiros que boje dominara
nesta provincia.
Sempre a mentira em relago ao seu partido, e
a calumnia quando se trata dos adversarios I E'
a lei da gazeta denominada Provincia.
Recorramos ao manifest dos deputados liberaes
que se revoltaram contra semel ante a tentado, e
que, por causa delle, abandonaran a assem-
bla.
Era um trecho diz :
Alli coaiparecendo (a casa da assembla) ob-
servamos de feito que tropa numerosa guarneca
aquello .paco, que a porta principal do edificio e
ante sala eMaVara guarnecidat por.sentinellas, alm
de diversos saldados de poltca que existiam as
galleras. ___
.Bata torga- da qne trata-o, wpifesto, no qual-'
guratn as asignaturas dos Srs. Dr. Costa Ribeiro e
Joo Teixeira, membros "do directorio liberal, nao
foi requisitada peta assembla.
K4o.contrario, por ser aposentada sem.sciencia
dos dpuiado*/ agitou-se na mesma.asseimSIa nm
renljlda disetjsso tendQ por fim a retrnda da tor-
ca, e nes^ disejissase averigtjon^iuo o pre-
ConilenauacAo suorte.
K' sob esta epigrapho que ;ipresentou-soo
Liberal Pernainbncnno de o do correte
censurando n mocidadu acadmica da Fa-
culdail de Direito do Recife, por haver
tentado salvar a vida d'uma infeliz pracn do
9." Iiatalhao que, esgotados os noios lgaos,
tem de ser victima das espingardas de seus
irinSos e em nome da lei.
Censura o Liberal Pei-nimlmcano, Bao
porque seja amanto de semclhante pona, isto
tleclara.e nos de corado ncredilamo-lo, mas
poique, diz elle 110 linal de seu communi-
cado, da-so lugar a Um acto digno do lou.
vor n'administrago do actual presidente da
provincia (I).
Chama-a de incoherente, p irquo assim
se pronuncia a respailo da hvpidhese ond
elle nao v causa de horror, o nao empre-
ga meios para abolir a regia a pena de
mortc, porque, ao passo que assim faz em
favonio infeliz Joao Raymuodo, ouiros pa-
tricios nossos liveram igual sorte e nada se
fez em seu favor.
E alinal diz quo a .mocidade acadmica
incauta, e tem lilis oceultos.
Sentimos que um peridico liberal asiio
se pronuncie...
Amocidade acadmica, dando o passo Jo
que se trata, tem por lio rcsvalar os projee-
tis que osto destinados r ceifar aquella vi-
da, 1 poupar a cidade do Recife desse hor-
roroso espetaculo, nao quer justificar con-
eoito deste ou aquella, corlo de que preslc-
tni eterna gratido a tolos que com ella
concorrerem directa ou indirectamente para
consecuco daquelle fim.
Pedera, como pedio ao actual presidcnlo
o concurso de todo aquello que sotivessen'ad-
ministrago da provincia, assim c orno pede
a todos que se ditera humanos e chrisians.
Amocidade acadmica coherente 11 isso
ella que nos seus exercicios escolas icos
sempre tem profligado a pena do morte,
agora que se proporciona occasio, corre
pressurosaa traduzir por factossuas ideas,
nao insuflando os nimos e nem empregan-
do meios i I lega es, pois que, respeitando a
autori lade de lei appareco apenas pedindo
e esperando, porque a'.esperanza annexa
mocidade, tanto mais quanto nao pede o
impossivel e se for attendida nao sera* o
perdo de Joo Raymundo, ficto virgem.
A onde est a incoherencia da mocidade
acadmica ? Pode ella ser responsavel de
nao ter apparecido nos lempos deseus maio-
res quem, como ella hoje faz psdisso perdao
para ?s Canecas c Untos outros, victimas
ilas prepotencias d'ento, ella que ainda niio
existia?
Aonde est ainda a incoherencia da oci-
dade acadmica ? Km nao empregar meios
para a bol gao da pona-de morte? Quor o
Liberal Pernambucano quo os bancos de
academias so converlao ty cedoem banca-
das do parlamento, d'on le smente polo
sabir a revogago das leis ?
Nao, a mocidade acadmica nao
incoherente; incoherento o Liberal Per-
nambucano, permilia-nos dize-lo, porque
na mesma columna que mostra-se adverso
a pena de morte, grita por sua execugo na
hypothese para nao dar lugar a reconhecer se
emum seu adversario urna s inlensao boa I
Oh tmpora 1 1
Isto que o ser incoherente ; isto su-
plantar o bem geral ao interesse particular I
Seja a mocidade acadmica censurada
porque assim anda nao sabe obrar.
Kllanotem fim oceulto, seu intuito
tante conhecid quanto nobree humanitario.
Klla, pura ainda em sois sentimentos, s
sabe obedecer aos impulsos de seu cora-
co.
O ar que ella ainda respira, nao est im-
pregnado dosla poltica corruptora que se
tem enthonisado no Brasi. Completamen-
te estranha s hitas potiticas nao sabe ainda
injuriar ao adversario que nao tem,
ainda quo fazendo joquete com a cabetja de
seu prximo.
Ser oncauta, concedamos, como so sc-lo
quem como ella vive sempre na boa f,
?uem como ella s tem no coraQ&oDeus e
aridade christa, esta virtude cnsinada
pelo martyr dos martyres e reis dos
reis.
Recife, 8 de julho do 1873.
Um acadmico.
rocdlhiniont>- na cidade
nao leudo agradecido as |m--o.is qu-5
e diguaraiii cejar ai mea pedo em favor da
quilla infeliz, vnilio hoje etmiprir'cste dever qi
uupdo agratid.to publicando carta que a nesmi
sonaora me euviwu, a qual oub-bida neles ter-
mos :
Sr. Jos Joaquim Affonso Guinarae. Recel
da ndnba proteelora Exma. Sra. D. Thereza E-
milia'Vieira Uile, de Fa.'e, o producto da su Ir
crip.o que V. se dignoa prunewr em mea bene
Ao receber a elevada qaanlw qne V. e os s
amigos subscreveram, nao pude eonter as lagrim. s
e alegra, e ae mosino lempa confundida em c -
uhecer a earidade de que V.te M seus amigos
dolados. I lo i jo a todos a mio benfazeja qae tao'.
auxiliam ns ijue viven na indigencia e hitan con
peneverante infeheidade. PermlMa o co premia-
tos com a feheidade eterna a que todos apirames
e na trra com as maores prosperidades, certos ii
que pedirei sempre ao Altissimo, em minhas ini-
gnficautes supplica, pelos llustrissimos senh"-
ras :
Antonio Joaquim Rarbosa Vianna.
Manoel Francisco IVJcas.
Jos Rodrigues da Silva Rocha,
Joaquim Ferreira l^bo.
Daniel Tavares Coclbo.
Domingos dos Santos Coclho Pereira.
Domingos Jos Anluncs (uinara .
Domingos Martins Goman.
Domingos Jos da Silva N'ogueira.
Joao Fefreira Rebebo.
Maaeel Martins d'Azevedo
Jos Antonio Vieira de llarcellos.
Jos Francisco de Figueirolo.
N'apoleao Dtiarte.
Jos \ ictor da Silva Pinentel.
Antonio Teixeira Mendes.
Manoel da Silva Oarv.-Hho.
Herculano Ferrara Lobo.
Teixeira.
Um anonymo.
Pedro Ferreira Virguliuo de Soma.
Vicente b'errera d'Albuquerque NaKneut.
Manoel d'Abreu Macdo,
Joaquim Anicell
los Gomes Ganchas.
Pedro Celestino Soares de (Carvalho.
a men do coracao agradeco assim como a V.
f'ermilla-meque assigue. De V. n-speitiJora
obrigadibsiuia.
Isabel .imilii da Silva Maques
Braga, 2i de abril de 1873.
Em vista da carta acuna julgo lesnecessario na-
da mais dizer, s que a lodos os meus amigos 11
subscriptores protesto a mnha eterna gratidao
Recife, ) de julho de 1873.
Jos Joaquim Affonso Guimares.
IJstoiUAgt debilitado, opprcfto
leIos dn cernidn, ele.
A indigestio toma innumeraveis furnias. As vt-
zes o estomago tornase tao sensitivo, que rejo.la
at mesmo as comidas as mais simples, c outros
vezes a digeslfio tao penivel, que o doenle teme
satisfazer o appetite. E' justamente om casos se-
melhantes, que as qualidades Imitas das plalas
assucaradas de Bristol mais claramente se mani-
festara. A Sra. Margaret Me Klroy. de Truy, Nova
York, assevera que durante 5 annos, rila nio po-
da dirigir comida alguma solida-nao comendo
mais nada d quo gelas, arroz, mngaos, ele, c
isto mesmo causava-lhc tanto vexame que ella se
vio obrigada reduzir a quantidade um par de
on;as tres vezes ao dia. Klla acbava-sc n'um es-
tado terrivel de magreza, e para servirino-nes lie
suas proprias expressesj bem pouco se I e la-
va o viver. Depois do ter experimentado mais -Je
20 modos de Iratamento, ella llnalmeiito principien
a tomar as pilulas assucaradas de llrist >l, e se
seus resultados silo por ella nie-nia narrados da
maneira segninte : a com o maior regosijo de
gratidao que Ihes partecipo que uio acho boa. ('-
mo porfeitamente bem, durmo descancada, tornui
engordar o nao sinto as menores dores. Tudo
Uto devo s pilulas assucaradas de Bristol, c por
sso com o maior gosto do mundo as reconimcui o
a todos que padecem d'um estomago fraco e debi-
litado. Rilas sao da maior efflcacia. Em todas
a* molestias aggravadas ou provenientes de impu-
reza do sangue, a salsaparril a de Itrist I deve de
ser tomada conjuntamente com as pilulas. O sea
excedente acondicionameuto torna a sua MM
Cao fixa em todos os climas.
Nem
a perda dos denles, nem o despontar das rug. da
idado, tao elequentemeute fallan do avanqar ios
anuos como os cabellos brancos.
O Vigor do cabello restaura-lhe a cor c torna
vosso exterior mais agradavel para os MM (
para vosea propria iMssoa.
Com vicosos e luxurianles cabellos, os estrago
do tempo sao u.uito menos visiveis.
COMMEBCIO.
Banco Coramercial de Per-
nambuco.
Sacca conlra Londres, Lisboa e Porb
por todos os paquetes.
Seguro coulra-fog
COMPANHIA
Capital.
Fundo
INORTHERN.
de reserva.
20,000:0009000
8,000:0009001'
Agintcs,
Mills Latham C.
RA DA CRUZ N. 38.
ente "Dr". "Lourero e e secretarto* Buarqu de
J|a'cedo,forata.fltieni particularmente a.pedirara, e
rae 13 mQtivoaSiifcsse'pfocedlmento rfio issenta
ir.....1 liiMUl tfJl
res
.

4sociaca portugueza de be-
neficencia dos cnaiire^ado.s
no eoiuiuercio e industria
Ignorando-se as moradas dos abaixo as-
signados, que se acliam inscriptos como
socios d'esta associago, sao pelo presente
rogados a darem as suas moradas ra da
Imperalriz n. 60, ou ra Primeiro de margo
n. 17, no prazo do oito das, depois dos
quaes sero eliminados. O quo fago pu-
blico para que ebegue ao conhecimento de
todos os Srs:
Manoel dos Santos Meira.
Antonio de Oliveira Gomes.
Jos Maria da Silva.
Joaquim Jos da Silva Jnior.
Janntho Manoel dos Santos.
Jos francisco da Silva.
Jos la gilva Baptista Joaquina le Oliveira Main.
Joaquim (iomes ote Oliveira.
Manoel dos Santos Aleixo.
Jos Joaquim Rodrigues Braz.
Jos Luiz Martins.
MattBol --Hort-ira le Masos.
Antonio tUnreim o Camura.
Francifco Joaquim Gomes da Silva.
Recife, 9/de julho de 1872.
O i.* MllMtAFio,
J. J. Afltmso 'Ruim Agfadeeime&ixx
SEGUROS
NARITIHOS
CONTRA O FOGO.
A companhia Indemnisadora, esta be I crido
nesta praga, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fugo
em edificios, mercadorias e raobilias 1 na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHIA ALLIANCA
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro Je mercadorias e dinheiro a
/.co martimo em navio le vola evapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contraj fogo sobre prodios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquim Jos Gongalves Beltro,
ra do Commercio n. 5, i andar.
Banw dommerdal de Pernan-
Iwco.
0 bauco paga o primeiro dividendo de
23>o00 por acgo, relativo aoafiodo findo
em 30 de junho prximo pasado.
ufandega
'^ndimcnlo do dia 1 a 8 St}l:l75J757
(dem do dia 9......$7:656J~
t88:83^50t
Descarretam 1oj* 10 de jtjlijode 187.)
Bripue nacional Isabel gneros nacionaes para
alfandega.
Tendo pnwnDvido urrra .sulHCri:>;to, cm marro
pereppftido.|proximi) eassado, era favor-te ti. Izabel Amalia
Sr. Baar-}daSilra Haruqey natural desta ci.laJe, que o
Importando.
Barcelona, polaca hespaiihoia -tAtrevula,
oonsifnjida ordern, maiifestou o s>
jurnle
Vinho tmto WiHfpa?, Vi dftas, 1|/3, 190/10,
c dito branco HW0.
V
..


I
1
i


BtMo .4d<8m*albm
:
i
MM*
DEVATO S DS-EJTORTACj .NO DI A 8 DR
Par* ot 09i1x do interior
Sa. barca ingleza St'irbim, para o Bltico,
cawettnoi: G. -Neesen &C i 11 saecascom 8,467
Mes de algodo.
Ife vapor ingles Jm, para Liverpool, car-
regaram : Rocha Lima & Guimaraas 177 saccas
cea 14,487 kilo da algodo ; Goncalves Iroiau &
C. 194 ditas com 14,332 ditos de dito.
No brigue portuguez Soberano, para Lisboa,
carrejroa : M. M. jllonteiro 111 saceos com 9,177
kilos de algodo. !\
No lugar WkgUbet Mi, para Lisboa, car-
regaram : Olveirartilnos & C, 200 saceos coni
1M00 kilos de assucar roascavado ; J. M. Barros
Kilhoe 4 C 3 barricas cor 111 ditos do dita
branco.
Par o pOMos do inferior.
Para o Manante, no vapor brasileiro Part,
eaereaavain : Barros- Jnior C. 100 s-ceos com
7,500 kilos de awauar branoo, 60 barricas cam
4,04? diis de dito, 23 ditas com i,:iM ditos de
dito niascavado ; M. L. Paes Barnetu 30 ditas eom
3,159 ditos de dita branco ; O. C oylo 80 saceos
colli 5,880 ditos de dito ; (Carvalho A.ogueira 35
I) irrigas (mu 3.968 ditos de dito, 10 saceos com
7o0 ditos, de dito, e 5 barricas com 519 ditos de
dito mas -avado.
Para o Car, no vapor brasileiro Pirapama,
carregaram : J. J. da Costa 20 barricas com 1,545
kilos de assucar branco ; Costa & C. 30 ditas com
i 306 ditos de dito.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasjleiro1
Victoria, carregaram ; J. L. F. Ribeiro 13 volu-
ines com 1,022 kilos de doce; M. D. de Figueiredo
15 pipas com 7,2'K) litros de agurdenle.
Para o Rio Grande do Sul, no lugar brasi-
leiro Francisco I, carregaram : Silva & Casco 165
barrjeas com 15,420 I \ kilos > de assucar branco ;
M. da S. Faria A C. 4 pipas com 1,920 litros de
agurdente.
Para o Rio Grande do Stfl, na escuna na-
rionttl- Cmo-gmna; earMgou '. J. Mural y Rosal ifcj
barr com 1,440 litros de agurdeme.
v^PATAZU DA ALFANDEGA
Condimento do dia 1 a 8 4:938680
dem do dia 9...... 98UW-5
sr=
,7fc,
im i
* Opry.u
cadowolpraJrj do
a pfvinMl ita.PemamlM, 4*tna aoteoMptiuO
i.i. do MrojoJo c mt-iWi, vio- Ihwlea- mar
do fiscal da
ajjfu Iregfta -
s, a eontafTi^ffW^*?* ewnformidade da lei n. 891, art.
>3, para "solicitorem da seceso do conten"''*0 respectaras guias, aflm de wcolherom seils
dbitos provenientes dos mesara impostos, c*.rl3 do quo bao faaondo dentro desta prazo, pro-
ceder-se-ha a eobAac. judicialmente, pubUoaBQ^'M para isto a relami dos Aevedores abaixo
transcripta.
Seccao do contencioso, provincial da Pernanbuco, 30 de junho de W73.
O prwurator llscal,
... ,' Cypriano Feiulon Gnedes Alcoforado.
' Racto dos dtoeikresi dt decin&dj frefuezia da Boa-Vista que deixaram de pagarte
dibitbs no 'exercwio de 1871 1872.
Hta n. 13.
lila n. 15.
Lu* do Rei_
ineida
da HbelM Ak
3
5-
>
9
2
.**
5:920*603
VOLUMES sabidos
No dia 1 a 8......
Pnmeira porta no dia 9 .
Segunda parla.....
Terceira porta.....
Trapiche Conceicao .
SliRVICO MARTIMO
Alvarengas descarregads no trapiche
da alfandega no dia 1 a 8 .
Ditas ditas no dia 9 .
Navios atracados no trap. da alandega
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao.....
8,135
134
91
415
332
9,127
17
17
RECEbEDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
R -ndimento do dia 1 a 8 13:782j0S
dem do dia 9...... I;0i6j050
14:828J139
CONSULADO PROVINCIAL
Raodimejnto do dia 1 a 8
11 'in do dia 9 .
6i:254620
11:610860
75:865*480
MftViMENTfl M Wm.
Navios entrados no dih 9.
Vtamangunpe 12 Horas, vapor nacional
Cururip, de 222 toneladas, comman-
daiite Jos H. da Silva, equipagem 17,
carga alg-ido, couros e outros gneros ;
roriipnnhia pernarnbucana.
.\.u/V) sihtdos no mesmo d a
Rio da Pratapatacho portuguez Cautella,
capito Antonio de Oliveira Yaz, carga
assucar e agurdente.
J.'.andapatacho portuguez Lia, capito
l'rbano Jos Ferreira, em lastro.
J'irtos do norte vapor nacional Pava,
commandante capito teneute P. II. Da-
arte, carga differentes gneros.
Obscwago.
Suspcudeu do lamaro para Mossor, a
polaca austraca Margarela, capito Fajco-
re!ii, com o
Motitevido.
mesmo astro que trouxe de
EDITAEt
0 l)r. Jos Manoel de Barros Wanderley, ju-: subs-
tituto dos fcitos da fazenda nacional, etc.
Faro saber a todos que este virem, que n dia
11 de julho prximo vindouro, na sala das au-
diencias, peias 11 horas da manha, se vender em
praca pabliea deste juizo unin casa terrea n. 2rt,
sita'no lugar dos Remedios, com 33 palmos de
frente e 58 de fundo, havendo urna outra casa
annexa, dependente daquella, com 41 palmes de
frente e 50 de fundo, com cozinlia e cocheira, em
solo proprio, corn 280 palmo.* de frente e igual
numero de fundo, penhorada a Manoel Antonio
Ribeiro para pagamento da fazenda nacional, e
avahada por 3*00*.
F. para que chegue a noticia a todos mandei
passar o presente, que ser publicado pela im-
prensa.
Dado e p.issado aos 20 de junho de 1873.
Eu, Jos Fraucisco do Reg Barros, escrivo o
subscrevi.
Pagar afmal. duzcnlos ris de sallo.R. Bar-
ro-.
______________________Barros Wanderley;"
Faculdade de Direito.
De ordem do Exm. Fr. conselheiro director In-
terino, e em cumprimento do aviso de 18 de junho
ultimo, faco publico que esta novamente posta a
concurse com o prazo de qunro mezes, a contar
da data deste, a substituido das cadeiras de gram-
matica e lingua nacional, latim, francez e inglez
do curso de preparatorios innexo a esta faculda-
de, vaga porter sido nomeado lente desta faculda-
de o respectivo substituto Dr. Francisco Pinto
l'ossoa, pelo que os que se qnizerem inscrever,
deverao apresentar-se desde j com documentos
que provem :
1. Sua qu ilidade de cidado brasilei.o ;
2. Maior.dado legal ;
;. Moralidade atlestada pelos respectivos pa-
roohos e ua corrida nos lugares onde houve-
rotU residid > nos cinco ltimos nnos ;
4." Capacidado profissional, a qual prova-se
exhibindo o candidato algum dos seguales docu-
mentos : -titulo de capacidade na materia era
concurso, conferido pelo conselho director da ins-
truc.o primaria e secundaria do municipio da
corte, titulo de professor lambem na materia em
concurso, concedido pelo goverao imperial, diplo-
ma de bacliarel on de doutor jnas faculdides do
iOjMrio ou academias estrangeiras ou de bacharcl
o ti lottras.
As pessaas notaveis per seu talento e reeohhe-
ctia0'M)te habilitadas, podero ser dipe nadas
Ja prova de capacidade pelo govemo e as que
iiio poderem provar ou obliverem dispensa, pas-
saTo por um exame ante de serem admittidas
, nscripeaa. milrt de conformidade com o capitulo
'i do regul.atnento ite S de ranio de l8jW.
f, para contar raindou o mesmo Exm Sr. con-
'lieire direetof ineriao afiliar este edita!, que
uMirado nesta prv%ieia, na corte e pro-
s mafs prxima?.
retara da Faculdade Ai Din-,:. do Reoifo,
julho de 1873,
O secretario,
Jos Honorio B. de Mentzes.
m*^-
' O Illm Sr. inspector da thesourarla provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia correte, manda fa-
zer publico arifl vi ndrai [i'ja no da 11
do rueijo m'i, para ser arrematado a quem mais
di>r, o sitio dos Remedios ad;dicado a fazenda
provincial, wviic de baso a arrcrualaso acuan-
tia de 3:7S#*. : '
Secretaria da th8Mar^2 prjvmeai de Per-
nambuco 9 de julho de 1813.
. O oIBcial-.^aior
Miguel AQoasa refreir,
Coelhos n. 3. Jos Goncalves da Silva
Dita n. 7. O mesmo
Largo dos Coelhos n. I. Jos de Amorim Lima
Coronel Lameuha n. 34. Jos Mara ios Santo* Ca-
val cante
DiUn. 36. JosHenrique'Dfiy .
Travessacdo Veras n. 1 A.- Heiein de -Joo Ma-
thou* r
Travessa de Joao Francisco n. 1. Joo Pedro d'Oli-
liveira
Travessa das Barreiras n. 6. Joaquim Antonio da
aivetra
Dita n. 8. O mesmo
Ditan. 19. o mesuro.
Dita n. 10. Dr. Jos Rodrigues dos Passos
Dita n. 23. O mesmo
Visconde de Goyanna u. 41. O mesmo
Travessa de Jlo Franoisco a. 9}- Joaaoa- Marro da
Conceicao Souto e outro
Leio Cornado n. 30. .'eronyimo oi Ferreita
Soledade n. 26. Ilerdeiros do padre Jos Marinho
Falcao .
Progresso n. 19. Joaqnim Augusto de Castro
Jo Feraandes Vieira n. 24. Jos Machado Bo-
telho
i'ombnl n. 4. Jjaquiui Fernandes do Aieredo
Nymphas n. 1 A. Joo Leonel
I'aysJnd n. 1 A. Jos Cordoso da Silva
Viseonde de Goyanna n. 21. Jos Joaquim Pe-
reira
Dita n. 83. Jos Antonio Bittencourt
Paulino (Limara n. 9. Joaquim Fernandes do3
Santos
Dita n. 27. Jos Joaquim Goncalves de Barros
Capito Antonio de Lima n. 40. Joaquim Jos da
Fonccca
Dita n. 58. Joo Francisco Regis
Vscond de Goyanna m 2. Dr. Jesuino Lopes de
Andralc
li
Aurora n. 16o. Ludgero Teixeira Lopes
Capibaribe n. 2. Leopoldo Ferreira Martina Ri-
beiro
S. Goncalo n. 2. O mesmo
Conde da Boa-Vista n. 49. Lourenca Maria J. de
Sant'Anna
Dita n. 69. Luiz Ferreira de Almeida
Coelhos n. 11. Luiz Antonio Pereira
Dita n. 13. O mesmo
Dita n. lo. O mesmo
General Scara n. 7. Lourenco Pereira Mendes Gui-
maraes
Baro do S. Borja n. 25. Lourcnjo Cavalcante de
Albuquerque, parte
Soledade n. 38. Luiz e Amalia
Dita n. 76. Lucina Maria da Fonceca e outro
Pouibal n. 2, Lourengo de Albuquerque Mello
M
Imperatriz n. 40. Herdeiros de Maria Joanna Mar-
tins Ribeiro e outro
Dita rt. 78. Marianna Olympiaj de Queiroga e
outro
Imperatriz n. 61 A. Maria Libania Monteiro
Visconde de Pelotas n. 14. Mauoei Jos de Azevedo
Santos
Ponte Velha n. 127. O mesmo
Visconde de Albuquerque n 24. Marianna Pacheco
de Queiroga
Tambi n. 4. Herdeiros de Miguel Bernardo Quin-
teiro
Dita n. 6. Filhos de Maria Eugenia da Cruz
Dita n. 18. Miguel Jos Barbusa Guimares
Dita n. 22. Maria Candida e Maximino
Visconde de Albuquerque n. til. Os mesmos
Tambi n. 17. Manoel de Medeiros Souza
Visconde de Albuquerque n. 68. Marcelino Jos
Goncalves da Fonle
Dita n. 100. Manoel Mauricio Dantas
Dita n. 120. Manoel Ferreira Pontos
Aurora n. 71. Netos de Manoel Alves Guerra
Ponte Velha n 87. Os mesmos
Dita n. 12. .Marcolino Lopes Clao
Dita n. 11. O mesmo
Dita n. 15. O mesmo
Dita n. 8. O mesmo e outro
Dita n. 16. Manoel Francisco de Moura
i.onceico n. 9. Maria Theodora da Assumpjo
Ponte Velha n. 102. A mesma
Dita n. 121. Manoel de S c Souza
Alegra n. 44. O mesmo
Cende da Boa-Vista n. 109. Maria Florencia de
Souza Pinto
Seto de Selembro n. II. A mesma
Visconde de Goyanna n. 99. A mesma
Unio n. 26. Manoel Gomes de Almeida Leal, 1/6
Dita n. 52. Manoel Luiz Vraos
Dita n. 27. Herdeiros do desembargador Martiniano
da Rosha Bastos
Ponte Velha n. 27. Miguel Francisco de Souza Re-
g e outro
Travessa de Joo Francisco n. 18. Miguel Francisco
di Souza Reg
Largo d> Quirtel ns 2"e 4. Marcolino
Gervasio Pires n. 3. Manoel Gomes Viegas J-
nior
Dita n. 29. Herdeiros de Manoel Antonio Gon-
c, al ves
Lilla n. 31. Os mesmos
Dita n. 35. Os mesaos
Dita n. 33. Os mesmos
Dita n. 37. Os mesmos
Riachuelo n. 17. Os mesmos
1* travessa de Joo de Bawos n. 2.
5alves Ferreira
Dita n. 4. O mesmo
Dita n. 6. O mesmo
Dita n. 8. O fnesmo
Dita n. 10. O mesmo
S. Gonjalo n. 40. Mauoei da Invenco da jSaota
Cruz
Dita n. 4. O mesmo
Becco de S. Gonralo n. 7. O mesmo
Dito n. 8. O mesmo
Dito n. 9. O mesmo
S. Goncalo n. 9. Maria Isabel Antunes de Oli-
veira
Travessa do Quiabo n. 10. Manoel Luiz Pereira
e outro
Leo Coroado n. 6. Maria do Bosario Borgos
Baro de S. Borja n. 32. Herdeiros de Manoel Jos
da Silva Guimares
Visconde de Goyanna n. 40. MaYioel Marques
Amorim
Dita n. 80. Marianna da Costa Bego Monteiro
outro
Luiz do Reg n. 35. Manoel Gcmcs da Cruz
Nymphas n. 2. Manoel Ferreira Coelho
Conde da Boa-Vista n. 67. O mesmo
m
Hospicio n. 29. Nabor Carneiro Bezerra Cavalcante .
Dita n. 36. O mesmo e outros
n. 5. Pedro de Alcntara
Manoel Gon-
de
e
Pedro Baposo do Amara)
Petronilla Antunes d Oli-
Travossa do Tiburcio
Vellozo
Conde da Boa-Vista n. 7.
Baro de S. Borja n. 38.
veira
3. Becco da Travessa do Lima fk L Porfirio An-
tonio de Souza Pinhero.
Dito n. 3. O mesmo
Dito n. 5. O mesmo
R
Capibaribe n. 16. Ramperck
Dito n. 34. O mesmo
Ponte Velha n. 2. O mesmo
Paysand n. 1. Dr.. Rumio AnfOiW de Almeida
Visconde de Albuquerque n. 174. Snhorinha Gene-
rosa de Azevedo
Ditan 119. A mesmo
Ditan. 123 A mesmo e outro
Travessa dos Coirhosn. 3. A mesma e oi*tro
Bario de S. Borja n. 14. Simplicio X. da Foocaea
Sol lade n. 72. Santa Casa de Misericordia 2/3
Visconde de Goyanna n. 25. Sebastian Jos da Silva
Paco da Cmara n. 32. HerJeicos-i^a Sandia Maria
e outro
22,A050
214200
0>OOO
6*480
8*0
8*640
3*780
8*100
2*700
6*480
14*58
13*500
10*800
8*640
13*500
19*440
6.48Qf
8*640
6*480
5*400
36*0,10
9*000
10*8 :o
13*500
13*300
21*600
67*500
8*640
135501)
18*000
63000
14*315
16*200
10*800
6*480
6*480
10*800
16*200
105800
13*500
14*940
37*800
93720
9*720
9*720
13*500
11*880
7*560
10*8 JO
13*500
7*560
16*200
6*480
22*300
8*100
5*400
4*320
12*960
2*700
2*700
2*700
2*700
2*700
9*720
22*500
4*310
13*500
F.340
45*000
408*000
5*400
3*240.
m
10*800
10*800
10*800
9*720
WiBOO
43*000
11*340
13*860
2*880
7*560
12*060
i
13*300'
10*800
3*5030
22*300
9*000
6*480
2*760
8*610 .
8*640
3*780
8*100
2*700
6JM0
14*580
SJMB
13*500
13*500
10*800
8*640
5*400
9*000
13*300
19*440
6*480
18*000
8*640
6*48)
36*000
9*400
10*800
14*040
13*300
^SOO
21*600
67*300
8*640
13*500
18*000
17*676
9*7i0
16*200
10*8011
3*240
0*480
6*480
10*800
16*200
10*800
13*500
10*800
13*50 i
22*401
37*803
9*720
9*720
9*720
13*500
9*72
11*880
7*560
10*800
13*500
7*560
16*200
6*48)
6*000
22*500
8*100
5*400
4*320
12*960
36*000 36*000
36*000 36*000
36*000 36*000
36*000 36*000
54*000 34*000
27oao 27*000
2*700
2*700
2*700
2*700
2*700
4*320
0*750
4*120
4A3S0
4*860
6*480
- 22*500
4*520
11*880
18*000
13*300
5*940
8*640
45*000
.108*000
55400
10*800
3*240
3*240
3*240
10*800
16*800
10*800
31*600
0*7!0
10*800
45*000
11)340
131300
2*880
7*360
12*960
MUIJ
*972'
3*969
4*030
1*620
1*166
*2W
1*553
1*555
*680
1*486
*486
1*116
2*624
*486
1*M5
2*430-
1*044
1*555
*486
*810
2*430
3*199
iS
1*553
15166
5*400 *972
27*000 2*430
6*480
1*620
1*944
1*2*3
2*430
21430
3*888
13*500 13*300 2*430
12*1.30
1*555
2*43
3*240
2*879
*874
2*916
1*944
33*300 33*300 5*994
*291
1*166
1*166
1*944
24916
1*944
1*215
*972
2*430
3*364
6*804
t*749
1*749
1*749
2*430
5874
2*138
1*360
1*944
2*430
1*360
2*S16
1*166
*540
4*050
1*558
*972
*777
2*332
' 13*500 1*?13
0*480
'6*480
65480
6*380
9*720
4*860
*486
*486
*486
*486
*486
4388
*607
388
*437
*583
*874
4*030
*777
1*069
1*620
2*430
1*069
#777
8*100
19*440
*972
*972
JS
t2
22*487
48*069
4930BO
19*620
14*126
2*943
13*910
37*670
31*784
3*886
14*713
29*430
23*544
18*833
5*886
9*810
*430
42*379
14*126
16*620
18*835
I4*T2ff
11*772
29*430
98*000
235544
15*303
103*948
29*430
147*150
18*833
29*430
39*140
A(o.pVar Visconde > Sttasstma
Pombal ii. -d mxan
Dita n.'IJilHMiaio
Dilk n. ia O mesmo
Djlan. 12. U uiesiih.
Dita n. 14. O msmo
Dita n. 32. O mesmo
Dita n. 11. O moH
Drta d. 1. O mesmo
Dit n. 9. O mesmo
DUa n. 17. O meamo
Atraer-Son. 3. Valerio Joaqnim de Mello
Travessa das Barreiras n. 3. Ver alo de Freitas Tu-
rare*
Visconde- dr ARraquerpie n. 43. Zacaras
Dito n. 4r*O*i*!0f \t\\
Dita n-. Omeflno '' ',
Dito n. 51. O awwio ^
Ditan. 53.- mejme
i.
Lopes
10*600
7*5t>J
13*500
&m
*WQ
5**00
5*400
4*329
4*310
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34100
67*500
31*320
16*200 6*200 2*9.6
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7*500 iiom,
13*500 2*430
5*400 *972
5*400 41172
5*100 4072
5*400 *972
4*320 *777
4*320 *777
8*!00 1*458
6*480 1*166
8*100 1*458
5*400 *972
67*500 12*150
31*320 5*617
7^*200
29*430
274*266
68*277
33*316
isa*
*i
63*000 11*340 137*340
34*870
10*594
58*860
72*394
3*531
14,5126
14*126
38*860
235544
14*715
115772
29*430
40*044
82*404
634507
29*430
10*594
19
378
IM
63*922
6*540
49*030
17*038
11*772
93417
28*252
143715
490*300
29*430
24*12)
7*063
MV9M
49*050
9*417
12*949
19*620
29*430
22*366
98*109
235*40
11*792
11*771
10*800 *972 11*772
*383
*583
*583
1*944
1*946
1*944
2*835
1*749
1*044
8 2*041
2*430
*!518
1*360
2*332
21*189
70*632
34*3)6
444733
122*8*1
29*430
6*278
16*480
28*252
Zataries dos Santos
6*480
10*800
10*860
10*800
10*800
10*800
10*800
10*8' 0
10*800
6*480
10*800
10480)
10*8)0
10*800
10*800
10*800
10*800
10*800
DitoTal W, tieniQ / *
Dito n. 50. O meimo
Dita n. 61. O inesmo
Travessa das Barreiras n. 17.
Barros 4*800 4*860
Secco do contencioso provincial de Pernambuco, 30 de junho de 1873.
O !. offlcial.
Horacio Walfrid Peregrino da Silva.
1416
1*944
1*944
14944
1*944
1 *944
1*944
1*944
1*944 188*332
487-4 . 10*594
O Dr. Sebasliao do Reg Barros de Laccrda, juiz
de direito espacial do commurcio da cidade do
Ilecifo de Pernambuco, por S. M I., etc.
Faco saber polo presente, que no dia 9 de se-
teinbro deslo corrente anno, s 11 horas da ma-
nha, na sala das audiencia*, dever ter lugar a
reunio dos ocedores da inassa fallida de Antonio
Jos dos Re* nara s verificar os crditos e delibe-
rar se acercada concordata, ou formar-se o con-
trato de unio, e uomear-se administradores dita
massa, ceno os credores de que nao sero admit-
tidos por procurador sem que este exhiba procu-
racao c.-pecial, qual nao ponen ser conferida a
devedor do fallido, nao pudendo outro sm nm s
individuo representar por dous diversos credores,
e que slr haviuo o credor (|iie n o comparecer,
como adhertnle as risolucoes que lomar a maio-
ria de 'votos dbs credores cfVre eomparecerem, com
tanto que para ser valida. concordato,, neees-
sario que seja concedida por mu numero tal de
credores que represente peto menos a maiofto
destos em numero o dous terc.os no valor de lodos
os crditos sujeitos aos effeitos da conrordata.
E para que cheguu ao conltcci'mento de todos
mandei fazer o present; edita!, que ser aOlxado
nos lugares do cost me e publicado pela im
prensa1
Dado e pausado nesta aidade do Bec'fed; Per-
nambuco, aos 8 de julho de 1873.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivo, o subscrevi.
_ Sebasliao v Reg Barros de Lacerda.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nmbuco, aos 8 de julho de 1873.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira d i Silva,
escrivo, escrevi.
Sebasliao do Reg Barros de Lacerda.
SECURAGEl
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
HLCIFE.
Pela secretarla da sania casa se fa- publico que
o senhor tbesosrero, no sali da casa dos expos
tos, pelas 9 horas da- inanh do dia 14 do corren
te, far pagamento das mensalidades relativas ao
trines're de abril a junho lindo, s amas que se
apresantarcm com as criancas quelites foram con-
fiadas.
Secretaria da santo casa da misericordia do
Becife, 3 de julho de 1873.
O escrivo
_________________Privo Rodrigues de Souza
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretoria da santa casa da misericordia do
Becife sao convidados os prenles das educaudas
do coogio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua educacao, para que
requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolveu a junto admi-
nistrativa, de conformidade com o que dspoe o
Pela inspectora da alfaudega se faz publico que 3' art. 48 do respectivo rgulamento.
na j leudo sido arrematada a mercadoria abaixo'
mencionada, annunciada a leilo por editol n. 3,
por falla de licitantes se transiere a mesma arre-
mataco para as II horas do dia 11 do correte,
porta desta repartido.
Anuazcm n. 4.
I'iu espclho inteirameate quebrado, com mol-
dura armada de madeira oriduaria. avallado por
5*000 rs, que faiia parte do conteudo da ca xa
do marca V J C F, n. 326. fiada do Havre na
barca franceza Veridmna, descarregada em ju-
nho prximo passado e aban lonados aos direitos
por Va z Leal.
Alfandega de Pernambuco, 8 de julho de 4873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Res.
Kllil:s| II. 7.
Edital n. 6.
Pela inspectora da alfandega se fai publico que
nao tendo sido arrematada a mercadoria abaixo
declarada, annunciada a leilo por editaos ns. 2 e 3
do corrente, por falta de licitantes, se transfere a
mesma arrematadlo para o dir. II s 11 horas,
porta desta reoafti'.'.ao.
Armazem n I.
Marca-B de M n. 87 urna barrica viada de Li-
verpool no navio inglez Fasilier, descarregada em
2 de junho prximo passudo, conteudo bagos de
noz-vomica, pesando liquido legal 99 kilos, ava
liada por 461, e abandonada aos direitos por
Manoel Joaquim Pessoa.
Alfandega de Pernambuco, 8 de julho de 1873.
O inspector
Fabio .1. de Carvalho Reis
O Llin. Sr. inspector da thosouraria provin
cial manda fazer publico, que, em cumprimento
da ordoai do Exm. Sr. presidente da provincia de
28 do corrente mez, yjSo novamente a pra^a no dia
10 d; julho prximo vindoiro, para serem arre-
matados a quem mais der, os impostos provin-
ciaea das comarcas de Tacarat e Flores levendo
os prelendentes habilitarcm-se na scsso extraor-
dinaria que para este lim ter lugar no sabhaio
3 do referido mez de julho.
A base para a arrematarjo o prego primitivo
com o abate de 10 por cchto, que Cea assim re-
duzido.
Flores, por anuo......3:138*449
Tacarat .......1973*169
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thosouraria provincial de Pernam-
buco 30 de junho de 1873.
O offlcial maior,
M A. Ferreira.
Candida das Chagas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Coelho, Ullias de Vital das Chagas Coelho.
Maria Emilia.
Ignacia Ribeiro, fil'ia de Leandro Jos Ribeiro.
Maria Igncz de Mello, filha de Joo Bezerra de
Mello.
Maria Magdalena de Mello, filha de Jos Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudocia.
Felppa.
Thereza dos Santos Torres, filha de Jos dos San-
tos Tor es.
Perge dina, protegida de Maria Hermenegilda
Machado.
Sopha Maria da Conceicao, exposta.
Maria da Paixio Siqueira, filha de Rayinundn
Jos de Siqueira:
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 27 de unho de 1873.
O eserivilo
Pedro Rodrigues de Souza.
Fiscalisaco da freguezia da Boa-vista, 7 de
julho do 1873.
Por esta fiscalisagao se faz publico que se aclia
depositado um burro que fora encontrado na noite
do dia 5 do corrente : quem se julgar com direito
ao mesmo, compare/a, que provando ser de sua
propriedade, e satisfazendo o que dispdc o artigo
16 do titulo 4* das posturas de 30 de junho de
1849, I he ser entregue.
O fiscal
Jeronymo Ferreira.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possuc no lugar dos Arromba-
dos, hoje Duirte Coelho, sob ns. 39 e40 tende
aquelle 390 nalmos e esto 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Recife, 7 de abril de 187 J.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Hospital militar de Pernam-
buco.
Precsase para fornecimento do hospital militar,
de alguns medicamentos para os receiluarios apo-
sentados pelos Srs. Drs. do mesmo estabelecimento.
~i p i Os senhores pliarinaceuticos que qnizerem fornc-
JUIZO OS leitOS Ca tazenCla ; cer ditos remedios, compareeam no da 10 do cor
rente, pelas 11 horas da manh, em dita reparti-
go, aflm de examinarem a relacao dos remedios,
e estabelecerein os presos por quanto podem for-
nece-los.
Hospital militar, 7 de julho de 1873.
O escrivo
Avelino Pereira da Cunha.
nacional.
O Dr. Jos Manoel de Barros WanJcrley, juiz
substituto dos fetos da fazenda nacional, etc.
Fago saber a todos que este lerem, que no da
18 de julho vindouro se vender em praca publica
deste juizo, na sala das audiencias, pelas 11 horas
da manh, una casa terrea n. 7", sita rin da
Imperatriz, com 15 palmas de frento e 82 de fon-
do, com duas portas, penhorada a Francisco Maia
Cortes para pagamento do quedeve fazenda pu-
blica, e ava' iada por 3:009*.
E para que chegue a noticia a todos mandei
passar o presente, que ser publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 27
de junho de 1873.
Kd Jos Francisco do Reg Barros, escrivo, o
subscrevi -Pagar afinal o sello.-R. Barros.
_________________Barros Wanderley.
A cmara municipal da Recife, querendo
testemunhar do Rio de Janeiro que nao foi de-
balde que soetou desta tnnnicipalidade seu au-
xilio na remessa dos escriplos n-jecssarios para
formar-se e enriquecer a biblitheea municipal
que ter de funecianar no palacio municipal da
corte, pelo presente convida a todos os seus mu-
nicipes a remetter esta cmara todos os escrip-
os com que eutenderem dever auxda-la nesse
cao patriotico.quo grandioso empenho. certa de
qu os seus municipes nao deixaro de acudir a Mis4,ricordia (lo Recifei nianda fazer puu|ico que
esse appello e.dosso modo participar da glor.a da na sala de guas ^ no dia ,Q de julh0) pelas
de ju-
referida publicado
PaQo da cmara municipal do Becife, 4
nho de 1873.
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Pro-prcsidenlc.
Pedro de Albuquerque Aulran.
Secretario.
Santa casa da misericordia
do Recife
De conformidade om o que resolveu a junta
administrativa desta santa casa em sesso do dia
26 do corrente vai a praca todo o predio
da roa do Imperador n. 81, tomando-se por base
a quantia de 1:601*000, maior prcro olTerecido.
Os interessados poderao comparecer para o flm
indicada na sala das sessoes da mesma junto pe-
las 3 horas da tarde do dia 3 do mez do julho, do-
vendo ficar scientes de que alom da ronda, tero
de pagar a importancia do premio do seguro, e a
dos apparelhos e annuidadades da companbia de
limpeza publica.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 30 de junho de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Fouza.
SAMA CASA DA MISERICORDIA DO
RFXIFE.
A Rima, junta administrativa da santa casa da
3 horas da tarde,, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer, pelo tempo de um a
trs anuos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIVIENTOS DE CARIDADE
Ra larga do Rosario.
Tercero andar n. 24......252*000
O Dr. ^ebastio do Reg Rarros de Lacerd, juu j Ra do Padre Floriano.
dedireito especial do eommerei) da cidade do Casa terrea n. 45. : 200*000
Roeife de Pernambuco, por S. M. I. Ra das Calcadas.
Faco saber pelo frsente edital, que no dia 9 de Casa terrba n. 30...... 220*000
setembro deste crreme anno. s 11 horas da raa- dem n. 32......... 134*000
nh, na sala dos audilefr*, devora ter lugar a Ra do Senhor Bom Jess das Ciioulas
reunio des credores da mssa fallida de Joaquim (Casa terrea n. 8.......243*000
Silvero de Sonsa 4 C para se verificar os crditos PATRIMONIO DOS ORPHOS.
e deliberar-sa acerba da concordata, ou formar se Ra de Gervazio Pires.
o contuto de iiuiiu o nonear-se administradores Casa terrea n. 2 ...... 156*000
dita massa, oertos Os credores de que nao serao Ra das Cinco Pontos.
admitlidos por pawurador, sem que este exhiba Casa terrea n. 94.......300*000
procuraco esfMcial, a qual nao peder ser confe-
rida a devedor do Mti um so individuo represen!ar por dous diversos
credores, e que ser bavido o credor, que nao
comparecer, como adhereote aj resoluc.oes que
tomar a maiora de votos dos credores que com-
parecerem, eom lano que para ser valida a con*
cordata necesario que sja concefflda por'ura
numero tal de credores que represente pelo menos
a maioria destes, em numero o deas tercos no
da
Ra da Scmala-velha.
Qasa terrea n. 16_...... 209*006
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 421*000
Ra da Cruz.
Sobrado u. 14....... 1:400*000
Ra de S. Jorge (Pilar).
Casa terrea n. 103...... 206*000
Os prelendentes deverJo apreseniar no acto da
arrematecSo as suas ffeajas, ou oomparecerem
ACompanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da rende, o premio da quantia ofn
ISoleSade n. II.
Souza
Thereza Rosa do Jeaus t
18*000 18*000 3*240
valor de lodos os credilos sujeilos ao'effei*oe
concordato.
IE para que chegue ao conhecimeato de todos que for seguro o predio que conlver esta!
mandei tazer o presente editor que ser atflxada ment commercial, assim como o servico da lim
nos lugares do cosame e publicactp nelos jornal peza-e prec/ dos anparellw^
Sccie!trt*^inta aas| da mi^ficordia d.. It -
Pedro Rodrigues de Souza.
Subdelegada de Santo Ama-
ro das Salinas.
Acham-se recoikidas a esta tnbdelepeia, tres
cabras e um bKlejqu| farara n^raiiendidos eomo
furtados, para serem ettreJuel J| quem provar
Ihes pertencerenf as Ursina*.
9 de junho de 1873T
O subdelegado,
________________Fraa^at Pacota 8omi<*.
Obras militares.
Nio se tendo realisado- a arrnnntaejo de eaet-
menlo de ferro, que tem de conducir a affoa^
pluviaes e servidas do quartel da Soledade para o
cano geral de esAWlIlfFoftberta a concur-
rencia para este ftMljUplii em 1:242*670.
como se vera do mftbMpJqjrse acha na re-
parlifo das obras publicas. As pessoas, que dis-
so se qnizerem encarregar, apresenlPn-so na mes-
ma repartir!), com snas propnstas em carta fe-
chada, 15 do corrente ao mel dia.
Pf rnambuco, 8 de julho de 1873.
O engenteiro,
Chryssolittt da Castro Chaves.
nal
De ordem do IUaa. Sr, iikpcctor da Hicson-
raria de fazenda, se faz puilfto que, em virtud.-
do aviso do ministerio dos negocios ia htmim de
21 de jnnlio ultimo, vai em basto pubhi-a. no *ta
30 do correnle mez, pelas i hora* la lano, pa-
rante a junta da mesma Ibriouraria, para ei voa-
dido a quem maior vaoiagei* oflere*-r, o barr-
gjo que em Santo Amaro das Salina?, wrv d.-
quartel companhia de cavallaqa. av.ili ,jo pelo
juizo dos feilos da fazeida era duu- routos e ni
eeioiiil re*.
Os pretenentes dvero apreflrrtar as suas pro-
postas em cartas fechadas, competentemente se-
ladas. at urna hora da supraead dia.
Secretaria da tnesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 9 de julho de 1873.
O secretario da junta.
Jezuino Rodrigues Cardo-o.
MISOS MMITtM
COMPANHIA
PKKNAMBltAKA
DE
nrrgarito eosteira a
M.VCEI, ESCALAS, PENEDO E ARACAJt'.
O vapor Mtinik.
r miiiandante. Julio.
sopuir para os por-
los cima no dia lo
do correte, s 5
horas da larde.
Recebe carga al o dia 12, enconiuiendas at
o dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da larde do da da saluda : eserptorio no
Forte ilo Mattos n. 12. ___________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\a\e;'iierio cosleiraa tapar.
PORTO DE GALI.NHA, RIO FORMOSO F. TAMANDAR
O va|r Parahyba, com-
mandante Pedro Nolaseo,
seguir para os portos
acinu no dia 13 do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, eneoni-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptoro no Forte do MatU*
n. 12.
COMIMJIHBA
DE
Portos lo miiI.
O vapor nacional Cu mi. esperado at 12, sa-
bir! para os portos cima depo da demora do
cosluine.
Para carga, encommendas, valores c passapei-
ros, drijam-se ra do Vigario n 7, eserip-
torio.
COMPANHIA PERNAMBUCAA-
DE
\iiv('snciio costeira a % por.
MAMANGUAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no da 12 do
correnle, s .1 horas da tarde.
Recebe carga, enrommen-
das, passagens, e dinheiro a
frote at as 2 horas da tardo do dia da sabida
escriptoro no Forte do Mallos n. 18.
COMPANHIA PERNAMBL'CANA
DE
.\nvo;aeto costclra a vapor.
COYANXA.
O vapor Parahjba,
conmiandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
corrente, s 9 h ra-
da noute.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no escrintorio no Forte do Mallos
n. 12.
Pacific Slcam Savigalian Compaoy
Liuka quinzpaal
0 PAQUETE
John VAOr.
Espera-so dos portos do sul at o dia 18 do cor-
rente, c depois da demora do costume seguir para
Liverpool, via Lisboa, para eujos portos recebe pas-
sageros e carga.
N. li. Este paquete, da mesma sorle que o Ga-
licia, esperado at o dia 1* do prximo mez de
agosto, tocarlo ambos em Bordeaux (por ordem
da companhia) para onde lambem icebero pas-
sageiros, liavendo lugar a bordo.
Os agentes Wilson Rowe & C, ra do Commer-
cio n. 14.
s
Espera-se d Europa at o dia 10 do correnle, e
depois da demora do costume seguir para a Baha.
Rio de Janeird, Rtb da Prstit e costa do Pacifico,
para onde receber passageiros c dinheiro a frete.
Os agentes Wsob Rowe C, iua^r*ominer-
co n 14. i
COMPANHIA PERNAMBICANA
DE
Viivesaco oosteira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, MOS&OBO', ARACk
TY, CEAR, ACARACU* E GRASJA.
O vapor Pirapami
coummudante Kel
seguir para por-
tos cima no dia l'
do crrante, s 5 ho-
ras da larde.
Recebe carga a.l o dia 12, encommendas, al
11. passagens e dinheiro a rrete al as 2 horas da
larde do dia da sabida : escriptoro no Forte do
Salto? n. 12.
O
-Rio-Grande
Pretende segiiir
com mu i a
brevidade o bfiaie Iff1'0' tem par,r
de seu carregJafeS*pren|w3 pa o resto quo
Iho falto trata-so m os seus consignatarios An-
to-jo Luiz de Oliveira Azevedo & C,rua do
Bom Jess nv57. .________ t
Rio de-Janeiro
O brigue nacional 8. Paula, seguir em pencos
dias; pava carga trata-se na ra do Vigario nu-
mero 7.



4
Diario de Pematoiboo Quinta eira 10 do Julho de 1873.
mTSZVW
Para Lisboa
Seguir com toda a brevidade o palhabote per-
tufuei .Vow & Lomrmco : uem no mesmo ler carregar ou ir d passagern dirija-so os con-
signatarios Ihomas dAquiao Fonceca & C. soc-
cessorcs : i rna do Vigario n. 19.
PARA
Pira o referido porto pretend; seguir com pou-
a demora e patacho porluguct. Olimla, por ter
a maior parte da carga engajada, para o resto
que ir.e falta tratas* eora es consignatarios Joa
quii Jos Goncalves Beltro 4 Filho : a ra 4o
Commercio n. o.
AVISO
A carga que eslava a bordo da Georgiana para
a Babia foi transferida para o Gariboldi, que deve
seguir em poueos das ; o para o Rio Grande do
Sul tica a carga o Georgiana : tratase na ra do
Amorim n. 37, com Tasso Irmos A C
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez .ice por ter
a maior parle de sea carregamento engajado, e
para o resto que I he falta, que recebe a frete com-
modo, tratase cem os consignatarios Joaquim Jos
Grmc.ilves Beltrio, ra do Commercio n. 5.
Rio de Janeiro
Brigue nacional Victoria.
Sahir para o porto cima at 13 do corrente, e
para o rento da carga trata-se com Pereira Vianna
A C, ra do Vigario n 7.
Vende-se o palhabote portu-
guez Sympathia
ilc Iota cao de I Vi metros, forrado e pregado de
metal, construido em setembro de 1867, com to-
das as pertencas e sobresalentes ; pode ser exa-
minado em frente do caes do Collegio : a tratar
com o capitao, ou coro Pereira Vianna & C. ra
do Vigario n. 7.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com
a possivel brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parto de seu carregamento en-
gajado, o para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos
Goncalves Beltro & Filho, ra do Com-
mercio n. 5.
Avista do telegrainma que acabamos de re-
ceber de Macei, o vapor Dantos deve estar aqu
amanh de manha, e segu no din segninte para
a Baha, com escalas para Macei, l'enedo e Ara-
caj. ________
XV, I conversadeira, 2 espelhos gran* doura-
dos, I ditos ovaes, 4 jarros grandes para flores,
7 snelas douradas, cortinados e reposteiros do
Seda e damasco, tapetes para forro do salas e
quartos, I diva e 8 cadeiras de charao.
lina mobilia de charlo, 2 lindas secretarias de
madeira embutida, 4 cadeiras de abrir 8 qtu-
dros com tinas gravuras.
Urna moilia fe fnia branca, 1 dita de junco, I
cani-labro de (i Itizcs, 2 ttagefs o-* figuras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras ue bataneo de
ferro, i ditas americanas, 4 quadros, 2 mesas de
jop o 'flerentes quadros.
Urna mesa elstica domogno, 1 gnarda-louca
envidrando, 2 a (ara dore* de faia com podras, *
ttagers, 12 cadeiras de guarnico, loaca para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, cwji|oeiras
ructeiras de flno crystel, porta-fructas da mar-
more, cobertas de metal, garfos, facas e eolheres.
Dous guardas-vestidos com espelhos, 2 guardas-
roupa, I cama franeeza de Jacaranda, 1 dita de
ferro, toilettes, lavatorios, mesas de can, com
modas, camas para meninos, 2 costuraras de
charao, 1 machina de costura (perfeita), quadros,
tapetes, 1 escolenle secretaria de Jacaranda, 1 so
f de mogno e 12 cadeiras pretas.
Um carrinho e 1 cavallo de molla para menino
e muitos eutros objectos que estarlo patentes ao
exame dos concurrentes:
assim como
Urna victoria forte e em ptimo estado, 1 ea-
briolet (do geart) arreios, 1 cabriolet ameriaan)
de 4 rodas para i ou 2 cavallos, 2 cavados para
carro e um de sella.
Tcrca-fcira 15 lo corrente.
Na ra do Visconde de Goyanna, cr acara n
177.
Eduardo A. Burle, tendo de fazer urna viagem
Europa com sua familia, levar a Icillo por In
tervenco do agente Pinto, os movis e mais ebjec-
tos existentes em casa de sua residencia ra do
Visconde de Goyanna n. 177, a qual fica perto da
linfa dos bonds para a Passagern da Magdalena.
As 10 e l|4 horas da manha partir da estacao
da ra do Brum um bond que servir de condc-
elo gratis acs concurren es ao leilao.
O lulao principiar s 10 i|2 horas.
LEILAO
Rio-Grande do Sul.
Para o referid) porto segu em poneos dias o
patacho hespanhol Themoteo, por ter a maior
parte da carga engajada : para o resto que Ihe
falta tratase com os c asignatarios Joaquim Jos
Goncalves Beltro 4 Filho, ra do Commercio
n. 5.
LEiLOES.
movis, tonca e viilros
Sendo : 1 rnobuia de Jacaranda, com 12 caJei-
ras de gtiariiioao, 2 ditas de bracos, 2 ditas de
balanco, 1 soto e 2 cunelos com pedra, una en-
tra mobilia de Jacaranda a Lnil XV, 1 dita de
faia, I machina de costura, 1 guarda-vestido de
amarcllo, 2 espelhos grandes, 1 toilette de Jaca-
randa, 1 mesa elstica de amarcllo, 1 guarda-Iou-
ca, 2 aparadores de amarcllo, i marquezao, cadei-
ras de balanco, ditas para sala de jantar, marque-
zas, jarros, internas, copos, clices, o meio appa-
relho de jantar, 1 dito do almoco, c outros muitos
objectos de ama familia que mudou de residen-
cia, e que serio vendidos pelo malar proco.
Peto agente Hui'tiua
No araaxem da ra do imperador n. 48, s 11
horas do dia cima.
LEILAO
DA
botica da ra do Barao da Victoria n. 30.
CONSTANDO DE :
Urna armaco de amarello envidra:ada, 1 dita de
louro, ba'.cao, laboratorio, relogo?, candieiros a
;az, cofre, lancas, prenca, escadas, mesas, ladri-
ho, drogas e movis, bens pertencenles massa
fallida de Jos Francisco Biitencourt, avahados
em 15.0523985.
SABBADO 12 DO CORIU.3TE.
Ao meio dia
O agente Pinto levar novamente a leilao, par
despacho do lllm. Sr. Dr. juiz de direito especial
do commercio, a botica cima mencionada, tal
qual se a-ha montada na-rna do Barao da Victo-
toria n. :10, onde se effectuar o leilao ao meio dia
do dia cima dito.
LEILAO
taverna do
DA
pateo de S. Pedro n. 1, perten-
cente massa fallida de Joaquim de Bri-
to Vasconcellos.
Sabbado 12 do corrente.
O agente Manas far leilao por mandado do
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, da arma-
co, gneros e mais pertencas da taverna cima,
perteDcente massa fallida de Joaquim de Brito
Vasconcellos.
AS 11 HORAS DA MASH
LEILAO
DE
loip eerystaes
Sendo : 1 piano, 1 mobilia de mogno, 1 cama
franeeza de amarello, 1 guarda-roapa, i machi-
na de costuras, marquezes de amarello, lava-
torios, 1 cabide, marquezas de amarello, cadei-
ras avuteas, ,1 secretaria de amarello, concolos,
cadeiras de balanco, i banheiro de-choviscos
com bomba, 1 resolver, 1 relogio americano,
lanternas, jarros,- .serpentina*, loncas, tran de
eozinha, e muitos outros artigas de uso domes-
tico, que estario patentes no dia do leilao
SEGLNDA-FEIRA 14 DO CRREME.
s 11 horas
Hoaraaazem da praca do Corpo Santo n. 48.
O ageste Pinbo Bofges por ordem de urna fa-
milia que se retirou para lora da provnefa, e de
.-versos, vender em leilao os movis cima de-
jrradosd.
DE
um esplendido sortimento de
miudezas.
Terca feira 15 'A'SH hobas da manha.
0 agente Pinho Borges competentemente auto-
risado por Duarte 4 Irmo, e por conta e risco de
quem pertencer. levar a leilao o seguinte : fitas
de seda, largas eestreitas para cintos, pecas de
selim de cores, ditas de crochet, cnvelopes, co-
ques, linhas de 200 jardas, extractos fines, tran
cas, chapeos para enancas, quadros para retratos,
espelhos, bot.-s para pun-o, calcas e camisas,
caivetes, dminos, guizos, flores artificiaos, brin-
cos, meios adereeos, collares, lamparinas, estam
pas, galdes, bics dourados, caixas para rap,
oculos com aros de metal, meias para homens e
scnlioras, chapellinas haihas, cosmetiques, botoes
para palitots, pentes escoras par! dentes, pos para
ditos, vazos com pos de arroz, agulhas finas, li-
nhas para marcas, luvas lios de Escocia, leqne?,
lencos de linlio e de chita, espanadores, e ontros
muitos arfigos; no seu escriptorio, ra do Bom
Jc^us n. ol, prinieiro andar.
Novo leilao
DA
barca portugueza Despique II, de 293 to-
neladas e 25,000 arrobas de carga, for-
rada de metal, encavilhada de pao e co-
bre, com o seu massame e apparelho
completo, e os mais artigos existentes na
mesma barca.
SEXTA-FEIRA 11 DE JULHO
Ao nicio lia.
Na sala da entrada da associaiao com-
mcrcial
O agente Pinho Borges por manlado do lllm.
5r. juiz de direito especial do commercio, e a re-
querimento dos curadores Hacaos da massa fallida
Je Perreir & Lourciro, e precedidas as formali-
dades legaes, vender a sopradiU barca com as
pertencas da mesma, a qual se nena em Iranio do
trapiche Cunha, exposta a exame dos concurre*
tes.
MI
LEILAO
DE
?js, lenca e cryslaes.
Carro*
c cavallos.
Sexta-feira 11 do corrente
NA
FEIR.t SEU V\ lili.
16Rna do Imperador14
!V1<>b lias complttaa de di-
verjas madeiras e feitios, pia-
nos de armario e mesa, mesas
elstica?, machinas de costura,
aparadores de mogno com pe-
dra e em ella, carteiras para es-
criptorio, cotnmouas de mogno
com pedra marmore, gunrdas-
louga, gnarda-roupa, 2 cofres de
rro (sendo l pro va de fogo)
camas francezas de Jacaranda
e amarello, catantes pRra msi-
ca, cadeiras para crianga, espe-
lhos dourados, transparentes e
tentzianas para janellas, bancas
para jogo, 1 secretaria do mog-
no, 1 apparelho delouqa para
jantar, 1 dito para almoqo, co-
pos, clices, garrafa?, resfriadei-
ras, candieiroa a gaz, 1 alcatifa
grande para sala, caixas com
charutos da Baha (forma da
H.av.ina), jarros para flores, lan-
ternas, peqas de guipure, (fa-
zenda transparente^, objectos de
ouroe prata, cadeiras para pia-
no, quadros com molduras dou-
radap, tapetes para sala, vivei-
ro para passaros, 1 grande fitei-
ro paraJoja, marquezas largase
estreita, e infinidades deobjtc-
tos que estaro patentes na
sexta-feira 11 de julho
NA
PEIRA SEMANAL
16=ra do Imperador n.16.
Armazem.
O agente Martina rendar
por conU e risco de diverjo?, no
dia, hora e lugar cima; naos
os objectos aciraa m, ncioiados,
como outres muitos que esTa-
MISOS DVERSOS
IUSTITUTO UCHEOLKIGO t
GRAPHICO PERNAMBUCAMQ-
Haver sesso ordinaria quinta-frra, 10
do julho corrente, jwUs f i horas da rna-
nli.
oiwm no I1A.
Pareceres e mais trahalltos de comruis-
sOcs.
do Instituto, 7 de julho de
Secretaria
1873.
J. SAKES AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
(M DA FORTUNA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' ra Primeiro de Marco (outr'ora roa de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assign.ido tendo vendido nos seas fe-
llies bilhetes, um meio n. 839 com :t00, quatro
((liarlos n. 307 com 1004, tres quartos n. 2306
com lOOj, e mitras nortes de 104 e 0 da lotera
que se acabou de extrahir (57*), convida aos pos-
suidores a vir?m receber na conformidade do cos-
tume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantido;
la 3' parte das loteras a beneficio da igreja ma-
triz de Cabrob (58"), que se extrahir terca-feira
1S do corrente mez.
PREgOS
Bilhote inteiro 61WOO
Mero bilhete .1*000
Quarto I 300
F.M PORFO DE 10OJW00 PARA CIMA.
Billu-lc inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Mnnoel Martins Fiuza
Mine. Amelia lllard.
Mme. Amelia Blard, habilitada com provisSo
pela academia de Paris, ollerece-se ao publico des-
ta ridade para dar li de escriptura, calculo, lingna franeeza, historia e
gpograpnia e trabalhos de agnlha. Pode er pro-
curada ra da Matriz da Boa-Vista, n. 28. an-
dar terreo.
Aluga-se a casa n. o, ra da vtangucira,
hoje Leao Coroado, com sota e grandes accom-
modaroes para familia : a tratar na ra da Ale-
gra do bairro da Boa-Vista n. 8.
Cozinheiro.
Acaba de chegar a rstt capiul um mnto hbil
cozinher de fornu e fogao, massas e doces : quem
de seus prestimos quizer utilisar-se, qneira deixar
carta fechada nesta typographia com as ni-
claes A. B.
Lava-se e
numero n. SO.
Atten(jo
engomma-se : na ra do Alecrim
Ao publico.
O abaixo asignado, lendo no Jurnul do Recife
de hoje (9) do corrente mez tima declaraco de
estar justa o. contratada pela quantia de l:000 a
compra do sitio no Salgadinho, pertencente a Ma-
na Antonia Tcxeira de Castro declara em tempo
ano a mesma senliora id lew parte do mesmo si-
tio (|iie Ihe licou pertencendo, visto ter feto venda
de 3iK) palmos ao mesmo abaixo assgnado. segun-
do ja fez publico pelos Diarios de Pernambuco ns.
108 e 119, do 19 e 26 de maio ultimo, o que anda
rpete para evitar duvdas fnlura?.
Francisco Ferreira Tavares.
Francisco da Costa Mala, em consequencia
dos incommodos de su mulher, vai Europa le-
vando- em sua com; anhia. Pede deseulpa'ans
sem commitlentes, e pessoas de sua amisade de
quera nao se despedio, e orTerere-lhes seus aervi-
eos na cidade do Porto, onde vai residir tmpora-
riatneute.
Hecife, 6 de julho de 1873.____________
Est para alugar o segundo andar do so-
brado da ra de S. Jorge n. 7 : a t'arar na ra
Sotan. 8;_______. _______^^
O abaixo assgnado, cnsul portnguez e en-
cai-rcjiado que foi do consulado de Portugal em
l'ernamhuco nos ultimo; 13 inetes, participa aos
seus amigos, tan tu naciouaes como portuguezes,
<|tie tem u >eu escriptorio na ra Duque de ljxias
n. \l, andar (anliga ra das Cfnaps) nudo pede
sor procurada todos os das mu santilicudos.
Domingos Mara Gonc-lves.
A pessoa que annunciou no Jornal do Re-
cife, procurando urna senhora para reger casa,
cortar costuras, coser, ler e escrever, dirjase
ra da Concordia n. 109, que achara coan quem
tratar. Xa mesma casa trabalha-se bem de al-
faiate, lava-se e engomma-se com perfeicao e bre-
vidade. Rogase tambem as pessoas que reeebe-
ram cartas para a festa de Jlo de Barros a virem
entregar ou as cartas ou as e-molas.
Lava-se e engomina-se rom proinptido e
aceio : na rna Duque de Caxias n. 32, loja.
- Arrenda-se o armazem da roa do Bom Jess
(antiga ra da Cruz) n. 6, onde esleve estabelecido
Jayme Ryder 4 C. ; e bem assim o e 2 anda-
res do mesmo, juntos ou cada um separadamente :
a tratar na mesma casa, no 3* andar, ou eom Luiz
Amavel Dubourcq, em seu escriptorio, ra do
Commercio.
O abaixo assgnado roga a todas as pessoas que
Ihe sao devedorai de contas de sua extinta loja
de fazendas, que teve a denomina cao de Pavlhao
da Aurora, rna da Imperatriz n. 2, de Ihe man-
daren! saldar seus dbitos at o dia 20 do corren-
te mez, depois nao flquem zangados por ver seus
nomes pelos jornaes chamados a virem pagar os
mesmos seus dbitos, rna da Santa Cruz n. 10.
Recife, 5 de julho de (873.
Joo Luiz Ferreira Riheiro.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n 31,
rita do Barao da Victoria : tratar na mesma
ra n. 10.
Boa gratificaco.
Promette se urna boa gratificaco a quem des-
cubrir o ladrio, que furtou na noite de terca para
quarta-feira da semana prxima passada, do on-
gen!io Matapiruma, do Barao de tinga, tres ca-
vallos, cujo3 signaes vio abaixo declarados^ indi-
cando, ao mesmo tempo, com certeza ; o lugar em
que se achara, ou foram vendidos os referidos
cavallos: Io ruJado, grande, ferrado do lado di-
reit'i, ferro muito visivcl, anca fea, dous ps mo-
nos brancos no peador ; 2* rodado, chato, peque-
no e eslava muito gordo ; 3* rudado, tom um ca-
ro? > no meio da canda, e tem urna pelladnra na
cara de um lado e do outro.
Aluga-se
um exceltente sitio om boa easa, no arrabalde
Chacn : a tratar no armazem n. 18 ra do
Mrquez de Oiiuda.
A' salubridade publica.
Ao corpo da ande do porto, que nao oceupe-
se su com a companhia Hecife Dramage, appliijue
suas largas vistas e brigacao para as alvarengas
que conduzem gneros para os navios, e veja al-
gum asseio que quasMudos estao com o deposito
potnticos, aiin de nao se poder supportar o mo
cheiro que exala, como acontecen no da 7 com
urna alvarenga chamada Cunhada, que eslava
atracada tomando carga no armazem dos Srs.
Lojo 4 Filho, que fKa>am todas as pessoas que
por all passavam suflbeadas.

CONSULTORIO
MEDICO CISEHCO
DO
Br. Ferreira.

&
19
OPERADOS
A n(i(jo gabinete de seu pai.
Ra larga do Rosario n. 20.
Cura de hydrc celes sem
eom punco capillar. |
Abertura de abeessos com o depura- Jp
dor de Potain. a-
injecao, '?5'
CASA DO OURO
Ao 5:00^:000
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assgnado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:0004000 era
um bilhete inteiro de n. 7i8 e quatro quartos de
n. 367 com a sorte de 8'10*, alera de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahir (57'j; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serio
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assgnado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes birbetes,qne nao deixarao de
tirar qualquer j remo, como prova pelos mesmos
annuncos.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 2* parte da lotera beneficio da igreja
matriz de Cabrob, que se extrahir no di 15 ao
corrente mez.
Pre$o
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
1009000 para cima.
Inteiro 8*500
Meio 14750
Quarto 1*375
Recife, 6 de juaho de 1873.
______ Joao Joaquim da Costa [site.
De
J. Dilibaut de Pars
Canstructar e afluador de pia-
nos
Ex-afrnador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das olicinas da casa
Alfonso Blondel.
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico
desta cidade, que tem aberto sua casa de concer-
tos e aflnaedes de pianos, qualquer que seja o es-
tado d instrumento : ra do Imperador
n. 33.__________________________________________
Rogt-se a qualquer pessoa a quem for ofle-
recido por compra duas voltas de traneelim com
urna medalha e um par de brincos a balo com
seu rubins cada um, todos estes objectos de ouro,
haja de apprehende-los e levar roa de Paysand
n. 33 C, que sera generosamente gratificado, ou
indicar sua morada para ser procurado.__________
Commendador Jos Candido
de Barros.
D. Carolina Isabel Lins de Barros. Olympia Lins
de Barros, a rm de candado Anna de Barros,
Jos Candido de Barros, Thomaz Rarre'o Lins de
Barro?, Amelia Carolina Lins de Barros, Dr. Ma-
nee! Antonio Moreira e seus filhos convidam seus
amigos e prenles para assistirem as missas que
niandam celebrar as 8 horas da manha do dia 10
do corrente na igreja do convento do Carmo, s-
timo dia do fallecimento de seu prezado espozo,
pai, sogro e av o commendador Jos Candido de
Barros._____________________________________^^
imtmwim'smmmamsmKMatmaammamm
I), liara Jos de Lco Azevcdo
viuva do conselheiro Antonio Ig-
nacio de Azevcdo, pede acs ami-
gos e collegas de seu presa-
do marido, o cuidoso obsequio de
assistirem ao seu enterramento.
que deve ter lugai s 8 horas da
manha de hoje, na capella do cemi-
ciio desta cidade
Jos Cardillo do Reg
Barros.
Damiana Sordoltaa Pereira e seus parentes agr-
decein .cordialmente a todas as pessoas que acom-
panharam os restos mortaes de seu prezado filho
Jos CaiTllio do llego Earros, ao cemterio publi-
co ; e de novo as convidara para assistirem a urna
missa por sua alma, a qual ter lugar no convento
do Carmo no dia sexta-feira 11 do corrente, s 7
horas da manha, pelo que se confessam eterna-
mente agradecidos.
Manocl Joaquim de Arroda, Senhorinha M-
xima da Cunha Arroda e seus llhos, convilam a
seus parentes e amigos para assistirem as missas
que mandam rezar pela alma do seu prezado fi-
lho c irmao Leoncio Goncalves de Arruda, falle-
cido em Roma, no collegio Po Latino Americano,
em 31 de maio passado, as quaes tcrlo lugar no
convento do Carmo, no da 12 do corrente s 7
l|2 horas da m3iih. Os mesmos convidara aos
Srs. padres para c.elebrarem missas no mesmo
dia e hora pela alma do mesmo fallecido.
gaM a" u wn -in ni itwBit'xga'i
- Viuva von Sohsten faz publico, que tendo-
se lindo no dia 31 de dezembro de 1871, a so;ie-
dade que tinha com Sr. Geraldo .*. P. Brinder
Brandis, deixou o mesmo Sr. de fazer parte des-
de o dia .'J0 de junho do corrente anno, da sua
casa commerca! sob a firma de von Sohsten 4
C, cujos negocios todava continuaro a ser ge-
ridos sob a mesma firma pelos actuaos procura-
dores, em primeiro lugar o Sr. Leonardo Marques
von Sohsten e em 2. o Sr. Antonio Marques
da Costa Soares.
Recife, 5 de julho de 1873.
Aluga-se o gabinete do Io andar do sobrado
da ra do Rangtl n. 7 : a tratar na taverna do
mesmo sobrado.
lo^fie, i mobilia iewM ^l'^Y*^** o refendodia.
Offerece-se
Urna moja de boa conducta, orpha de pai e
mi, para servir de companhia a alguma senhera,
oa lomar conta de meamos, com pouca paga ou
mesni.1 gratw; quem precisar dirij*-se ao oitao da
Peohi, el n^___________ ,
Pede-se ao 5r< lenente-coronel Manoel Joaquim
Precisa-se d'um bolieiro, que sirva tambem
de copeiro : no armazem n. 3, da ra do Vigario,
no Recife.___________________________
Aviso e protesto.
Constando-me que se acha procedendo o in-
ventario dos bens que ficaram pelo fallecimento
da senhora do Sr. Gabriel Antonio em Rio
Formoso, previno era rompo que nnguem faca
contrato ou transaccao de especie alguma sobre
as trras do engenhbMascatinho a que 'foram
aunexadas por sentenca porcau das trras do en-
gjnroMscate, porque ah tenho duas parte:
iguaes que me couberara por heranca paterna e
por compra que fiz de outra depois de reconheci-
das propriedade do casal de meu fallecido pai por
accordao do supremo tribunal de justica, em grao
de revista, do !. de maio de 1872, todas na posse
do referido Fr. Gabriel Antonio ha tempo inme-
morial sera nada me ter pago al hoje, como
consta dos autos.
E constando-me anda que os demais herdeiros
fizeram venda, cessao, desistencia ou cousa que
melhor nome ten ha no vocabulario jurdico, com
o que nada tenho, protesto, todava, contra toda
e qnalquer venda, cessao ou desistencia em que
porventura se tenha tomprehepdido qualquer
parte relativa a terca legada pelo meu dito falleci-
do pai, porque sou o nico herdeiro desta terca e
urna minha sobrinha legitima.
Como sempre, terei muita satisfaco que o Sr.
Sr. Gabriel Antonio eontinne a ser meu morador
pelas partes que tenho em dita propriedade ; mas
que nao seja pelo mermo preco por que tem mo-
rado at hoje.
Recife, 2 de julho de 1873.
Dr. Joaquim A nlonh Carneiro da Cunha Miranda.
La Illustracion Espaola y
. americana.
5* At vir.
O Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda ve*
logado vr roa do Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse.
Ha para alugar um escraro, cnoulo, sado,
robusto e apto para todo o servico : ra d'Au-
rora n. 65._______________________ |ja
CAZA DA FORTUNAS
RA 1." 06 MAIICO OUTR'OIIA DO CRESPO N. 23
Aos. 20:(I(HI$000.
O abaixo assgnado tem sempre expostn vend;.
os felizes bilhetes do lijo de Janeiro, pagando
Eromptamente, como costura, at o premio '
:0004.
Inteiro.......244000
Meio .......124000
Quarto....... 6000
Manoel Martins Fiuza.
d'
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Convidam-se os irmaos mesarlos da irman-
dade de N. S. do Bom Conselhn compareccrem
quinta fera 10 de julho, s tlhorasdodia.no
consistorio do convento de S. Francisco, afim de
dar-se posse nova mesa administrativa.
Recife, 8 de julho de 1873.
O secretario
___________________Francisco Ferraz P.
Associaqao commercial be-
nefieente de Pernambuco.
A direccao deliberou em sessao de 5 de junho
passado fazer nm dividendo de 4 OjO aos conse-
nhores do edificio desta assocaco; pelo que con-
vida os a receber do respectivo thesourero o t-'r.
Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
Associaco c.unmercal benelicente, 8 de julho
de 1873.
Luiz Duprat
Secretario.
r-.-
T-
-.

-St*
......
* *
Hft
umMmmmtmm
DENTISTA DE PAHIS
19-RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur- S
gio dentista, succes- ||
sor de F. Gautier, es- 3
pera continuar ame-
.: recer a confianza dos
& clientes da casa; e do
# respeitavel publico em
S geral.
fmwmmmitfifimi
Al PUBLICO
Oucm mais eonodo (florece ?
Incontestavclmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialdade ao bello sex, o PARS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razao ? a razo simples :
um cavalheiro (amanto do chique) por corto se
in:ommoda quando, para comprar ur.i par de bo-
tinas, v-se forjado a experimntala sobre um
pequeo o pueroso pedaco de tapete (s\ stema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conhecer se
a botina Ihe tica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, trae chegarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear vontade e desla
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi mpcfsivel, que uma se-
nhora (do bom toml qneira sujeilar-sc a experi-
mentar calcado ao lado de um baleao, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all podero estar em perfeto commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam ati as vantapens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tanibem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabncantes da Europa, romo Me-
lles, Snser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
ehnellos e snalos, assim tambera um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muit3s qualidades que poderao satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que Cea expendido, est claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Paris na America, rna Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Qucmado
Inlrue<;rto primaria
No oitao da matriz de Santo Antonio n. 6, ha
uma senhora habiltala, que se propoe a ensinar
por commodo prego, garantndo desvolar-se pelo
adiantamento das meninas que Ihs tizerem a hon-
ra de confiar.___________________________
Aluga-se um moleque : a tratar a ra Du-
que de Caxias n. 44, loja.
Fugio.
Fugio da casa do sen sennor, o escravo de no-
me Paulo, com os signaes seguintes : bem preto,
alto, secco, ps grande?, tem no rosto bastantes
espinhas, foi es.'ravo do Sr. Joo Valenlim Villela,
em cujo tempo trabalhava no offlcio de pedreiro.
Pede-se pois as autoridades policiaes e c m espe-
cialdade as da fregueza de N. S. da Graca e
B-Vista que o queiram apprehender e levar
ra das Trncheiras n. 16, no hotel Restaurant du
Lonvre.__________________
Desejase saber ende residem s Sras. D.
Rita Candida de Almeida e D. Mara Cecilia de
Almeida Camba, a prmeira viuva de Joao de
Almeida Bruto, e a segnnda lilha do casal, aflrn
de se Ihe informar de negocio relativo a heran-
ca que Ihes deixara o mesmo finado : a enten-
der-se ra do Crespo n. 18, I.' andar.
Precisa-se de um criado para copeiro, de 10
a 15 anno? : na ra da Imperatriz n. 24, primeiro
andar.
Aos senhores agricultores.
O engenhoiro, Frederico de Mornay vai Eu-
ropa com brevidade, com o Um de estudar os
meios de melhorar o systema de trabalho na agri-
cultura desta provincia, r de introduzir os melho-
ramentos que na pratiea nlo possam ter inconve-
niente algum, e so sm, vantagens reaes e pecu-
niarias ; e aproveita a occasib para offerecer-
para execntar qualquer encommenda que qui-
zerem coofiar-lhe promettende satisfazer o me-
lhor possivel ditas encormnendaa, pois pela longa
Cuica que 1em, est mais que habilitado. Car.
com o endereco Fred de M"i?rnay, Duas Barras,
o Hego AlbuqutT^09 ravor ae v'r ou mandar I tes e litteratura se publica em Madrid o sahe alEstaclo de Gamelleira, pela via-ft'Tea de S. Frart-
ra do Coronel Su.ur!a n. 4, negocio que luz 4 vezes por mez agencia, ra do commer- ciseo, sor2o recebdas sem demora c fe?pondidai.
) Ihe dii resjwfto. I ci n, 18,1 andar. 1 Recife, 8 de julho de 1873,
Escravo fgido
Do ongenho Regala do termo de Barreros fn-
gio o escravo AriMdes, pardo, representa ter 28
airaos, pouca barba, magro baft-nte e altura re-
gular, costuma andar cateado, falla bem, sabe ler
e escrever ; presume-sc estar acoutado no Recie,
onde lera mi e parentes : gretlica-se a quem o
apprehender e leva-lo ao referido engenho, ou no
llerife ao Sr Francisco da Cosa Maia, ra da
Cruz n, 56.
Escravo fgido.
Fugio no dia 2 do eonwe, do engenho Canoa
Grande, na fregnezia Al l'n. comarca do Kio For-
lllo^o, o escravo Laureiitno, prcto, ntxa barba,
representando a idade de 90 aanos, estatura re-
gular, ps grandes e muito regrista. Quando foge
costuma acoutar-se aqui no Hecife: qnem tp-
prehender e entregar no referido engenho ao ab-
xo assgnado, receber indemnisaco de todas as
despezas, e mais a gratiticacao de 504.
___________ Pedro Cavalcante de choa.
Escravo fgido.
Aii-i'iitou-se do poder dos abaixo assignados o
seu escravo de nuine Joaquim, cor prcta, e de
naco, traja muito limpo, anda calcado c usa de
cabellos comrjrdos, querendo fazer meia cabellei-
ra, sabe cozinhar, oceupago a que se dedicara,
quando falla se conhere ser negro africano : ro-
ga-se a apprei-ensao de dito escravo, cuja captura
se gratificar bem,
________________Jos da Silva Loyo Filho.
Precisa-se de refinadores : no largo do Ar-
senal n. 7.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Rna do Commerelo n. S, 1.* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
I.amego.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavirn.
Valpassos.
Vianna do{Castclle.
Villa do Conde.
Villa .Nova de Famalico
Villa Nova do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valonea.
Regente.
Precisa-se de uma senhora para a regencia de
casa de familia, e que saiba ler e escrever, costu-
rar e cortar vestidos : a tratar na Praca de Pedro
II n. 81,2 e 3o andares, das 6 s 8 horas da ma-
nha, ou das 5 s 7 da fr rde ; ou na praca do
Corpo Santo n. 17, andar, em das utes, a
qualquer hora.
Ao commercio.
Francisco da Costa Maia segu para Europa no
vapor lllimani, e durante sua ausencia deixa en-
carregado de todos os ^eus negocios o Sr. Boa-
ventura Rodrigues de Amorim, e no impedimento
deste, o Sr. Manoel Tcixeira Bastos. Para tra-
tar do sens negocios fra da capital, deixa pode-
res precisos aos Srs. tenente coronel Joaquim
Francisco Diniz e SebastUb Mendes Bandeira Gui-
mares. tls Sis. advnga loa Dr,. Jos Diniz Barre-
te e Dr. Manoel Nicolao Regueira Pinto de Souza,
ficam tambera aioiisidos a tratar de suas ques-
toes jndeiaes.
Recife, O de julho de 1873.
i

%
Fugio
No dia 14 de maio do corrente anno, fugio des-
te engenho o escravo Marrelmo, preto fulo, bai-
xo e secco, rosto descarnado, pernas e bracos fi-
nos, falla baixo, fem nenl.um defeito. Represm-
ta ter 30 anuos e lera alqumas marcas antigs de
relho. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-
tunes de Quciroz Barros, do engenho Ronca do
Cabo, e consta adiar se para os lados da cidade
de Nazareth, onde tem pai e irmaos forros, ou
em Goyanna e N. S. *o O' de Goyanna onde de
outras vezes j tem sido pegado quando perten-
cia ao dito Sr. Autunes. Roga-se s autoridades
policiaes e capilaes de campo a sua a pprehcnso
e conduzilo a este engenho, ou no Recife aos Srs.
Cunha Irmaos k C, ra da Madre de Deus n. 34,
que se gratiticar generosamente.
Engenho Dous Mundos 21 de junho de 1573.
Manuel Heraclito d" Albuquerque.
MEDICO-CIttUBGICO
DO
Dr. J. II. Curio
Ra do Mrquez do Olinda n. 2o, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas s 11 da manha.
Chamad n a qualquer hora

%
<*
lf




fr
-
I
'i
iS
i
Manuel Heraclito d" Albuquerque.
Est fgida "I
Fugio em 17 de marco prximo passado a es-
crava Matilde, de 32 airaos, preta, erioula, e?tatu-
ra regular, cheia do corpo, pernas finas, tem iras
carocos no rosto que parece espinhas, falla de-
dentes na frente, falla muito manso que as vezes
desalia a compaixo, boa sozinhera e engnmma-
dera, lilha do Para, for comprada sogra do
Sr. commendador Lucena, muito conhecida por
ter estado alugada em casa do Manoel, inspector,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tem sido-
vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxang, Mag-
dalena e aqui no Recife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes e capitaes de
campo a sua apprebrncao ; assim como se pede a
quem tenha amas que verifique nessas que dizera
ser forras, pois consta estar ella de am que nao
sahe ruarc que se gratificara a quem a tmnxer
ra do Lvramento n. 1 a Antonio de Parva Fer-
reira.

deYAUQUELIN
ResulU du obserrc colhid.-u pela* sumn*
dades meticasdot hospiues de Ptris, que o Xarope
peitonl balsmico do difundo e uitre profVneer
Vauqdlin cmpregsdo com succesao sempre igual
para curar
IS IWlBUfSES DOS IB8ICU0S I UttttftX N rOn
conliecid&s pelo nome de
BRONCHITES AGUDAS 00 CHRONK.*? '
astii>is. orra.ES^rs. catbio .
Definios, TomA. rebalcfc, Ettincciw. da voz. '
A MASSA, pelo sen uso fcil e agradare! sabor, t un
precioso medicamento para as pessoas que viajara, *m
io Dbrigoilai a fallar milito. Paria, Pharioaci
VADQDELII4)ESLAL'RIKRS, ra de Cery, 31.
ItaMUta ilunhMaitmiuu.Jlrtj.1. ,
Pharmcia de P. Maurer & G.


Diario de Pemambuoo Quinta feia 10 de Julho de 1873.
31 ri

PIANOS E MSICAS
AT^A^IO JOS! DE A 3BKVEDO
Ra do Barfto da Victoria n, ll,armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
nmsGO MmmmwM
aonih o publico em geral encontr, ]sempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba da abrir no priraeiro andar do sobrado o. IS confronte i
tica Maorer, na fraude aalio onda eatio expoitos os magnifleoa
5P da amano, da PleyeL
4a meia canda, do maaao autor.
da H. Henrx.
da Amede Thibont.
nieo agaota oeata cidade, dos celebre afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
oramiados em diversas expoleos om ti medalbas de onro e prata.
Sao os onieos pianos qne aqoi veo da Europa, perfeitamente aflea
la, fetoa eom elegaa:ia a solidas.
D'aqni mediante continuar a annnnciar todas as publicares que
Tamben) receben grande sortimento de msicas para piano, piano
eanto e entre ellas as lindas composcea do mnito sympatbieo maeatro
F. SAWltfl
A SABER :
Vocd me qner Walsa.
Olga Maiorka.
La Separacin! Pra canto. |
A Lu eleetrica, grande Walsa.
Franco Brasileiro Po!ka.
Tomada de Vllela Galope.
Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Walsa.
A Mioha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studiente Po'ka.
t'lffinas publicares
Feitas as offlcinaa de msicas
do annonetante.
Emilia, polka por L Smolts.
Cireacana, fcbotcb, por SmoItL
Jardim do Campo das Priceas,
Iquadrilba, por J. Popne.
Cbuv de Rosas, Walsa, por H. Ai
Ibertaui.
se forem friendo as suaa oBcinas da msicas.
CAUTE
A. J. Reofh, Cofio represen lente
caja dos Srs D.ilppejilieiiBer <&C, de Lon-
dres, oiTeroce ais senhorus logistns do Fer-
nanibuco um completo sortimento le amos-
ir.is'lf tn-lnsa* f.v/.>n.!ns, frrr.ijfetis, sellin?,
sapitn.S, M'i'ti-is, ii;ii.l<'/.as, rU\, i.'lr ; |n)1
den du-sc eniundor eoiu o mesilla senuor, i'.>
RA lOCOMMKKClOJi. 38,
AR..VUZE1.
%. v m s a. mm
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
AEEA PEETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelle!
>s.
Os apreciadores que qmserem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o noma de METTRON & C, e a desig-
nado de REA PRTA.
MEURON a C.
Aluga-se por 23*000 a casa n. sita roa
do Lima em Sanio Amara, estrada a concertada
de novo : a tratar na ra da Restauraco n. 54,
eutr'ora Guia.
Olheni...
iFrederico Pinto 4 ('.., com loja de fazendas ra
do Marques deslinda a 40, pedem aos seus deve-
dores de contar antiga* o obsequio de virem satis-
faze-las no itnprorogavel prazo de 15 dias, eerlos
de que, (Iodo esto praxe, eropregaro os meios ju-
diciaes para seu (bolee. Recae, 1- de julho de
1B73._______________________ _________
Aluga-se a casa n. 10 A da Mh de Bemfica,
na Paseagera da Magdalena, com fcanho do Capi-
baribe na frente, de cedientes ares, e de prego
de 200* annuaes, tendo enramados para familia:
a tratar na ra estreita do Rosario n. 17, i andar,
escripiorio.
II. II. Blard.
H. B. Blard, architecto constructor, offerece os
serviros aos habitantes desta cidade para ejecu-
tar qualquer onra de sua profissio como p aulas
ou modelos de casas particulares na cidade ou no
campo, planos e desechos de lindos jardins, tudo
segundo o gosto francs. Encarrega-se da riirec-
ao e execuco destas obras. Offereeese igualmen-
b para assentar os modernos ladrilhos de inozaico
francez ou ingles com toda limpeza e perleicao.
Pode ser procurado ra da Matriz da Boa-Vista
n. 28, andar terreo._______________________
Quera quizer dar 1:000*000 a premio sobra
hypotheca, deixe carta a Z Z Z, na ra do Co-
tovello n. 40, at o da 8 do crreme para ser pro-
curado.
Esoravo lgido.
50$000 de gratificado.
Ausenton-sedo engenho Victoria no termo de
Barreiros, o mulato semi-branco Saturniano, de
20 annos de idade, baixo, gordo e mcio corcanda,
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, othos
castanhos, nariz regular, tem um signal nos pekos,
proveniente de urna espiona, pernas e ps
groesos e mal feitoe : quem o pegar, ou delle der
noticias leve ao seu senhor Dacio Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corpo Santo n. 7, 1 andar, que ser recompensa-
do generosamente.
AVISO.
Admlnlftriflo : P ARIZ, ti, boalmrt Kataartr*.
SRIIIM-Mlllt.- AftefSa ljin*tleM, *
I 4*1 Tlii dijiUtm, UtnftM do flfrto do f,
**ttre;ln ikmtm. aMtit I WT1TU. Ae9*dMTlMd1f*lTM, toMB-
m4m4 mutu, tlftio dlSSdl, it.iKU,
Mnltla, driftpola.
CEIESTIRS. AffMffet Sm rifld, U k*dg, mas,
temante* tm oarinu, tott, tmm, SlkaateBrU.
NIITtaWf ..ASbeyOM m iIm, bal(t> m*m,
| raeros* du omrtnu, ftU, IHCA-8I
o ROKE ba FONT ha CAP8UU
J So Vlchy, uisit ioiooIm, uJiSo-m i
l Ptntmineo, TISHT, frtm; I. lESWt, 1
I
O gerente da casa de emprestimos sobre penho-
res, travessa das Cruzes n. 2, previne- ao publico
que no dia 1S do correnle levar a leilao todos os
penhore8 constando das cautelas vencidas at 30
de jucho._______________________________
Ao Sr, Firmo Candido da Silveira roga-se o
favor de apparecer na ra do Duque de Cavias n
55, isto por se procurar em sua casa e nao ser
encontrado.
Escroto fgido.
150$000 de gratificacao.
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome .Alfredo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bastante ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro olhos grandes, j
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em S.
Lourenco da Matta, onde consta ter prenles, fui
escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senheres foi cozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitles
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias b. 91, loja de miudesas do Rival sem se-
gundo (|ae receber a gratificacao cima decla-
rada.
Aluga-se urna casa de pedra e cal, em Api-
pucos, junta a porteira do engenho Dons Irmaos,
lugar muito saudavel e fresco, com bons commo-
dos para familia, sitio bem cercado a liraoeiro, com
boas larangeiras, cajueiros, fructa-po, limaras e
outros arvoredoe, cacimba nov com bomba e
muito boa agua, por prejo razoavel: a tratar na
travessa da Madre de Dos n. 18.
OSr.OlympioFraiicis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
MOFINA
Est encouracado!! I
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivio na cidade de Nazaretb desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxiaa n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872,e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de eito annos, e quando o Sr. seu nlho se
achava nesta cidade.
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAIRER & C*.
PKRSAMBl'tO
Esta tinta reoommenda-se pela eua com-
postead e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, da at
tres excellentes copias, meemo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se careca longa conserva nico deposito pbarraacia de P, Maurerd-C, ruado Barfio da Victoria.
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
2 Consultorio medico
B DO
g Dr. Murillo.
H RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Q Recem-chegado da Eurepa, i-nde fre-
U quentou os hospitaes de Pars e Londres
Q pode ser procurado a qualquer hora do
fZJ da ou da noute para objecto de sua pro-
r) fissao.
f\ Consultas do meio dia as duas horas
/i da tarde.
Gratis aos pobres.
5pC'a/ crianza e de mulher.
Emprega no trataroento das molestias
de sua especialidade as duchas fras e
Q banhos a vapor, para os quaes trouxe
m os apparelhos mais modernamente em-
m pregados na Europa.
m. Tambero applica com grande proveito
[Sf no tratamento das molestias do tero a
electricidade.pelo processo do Dr. TrepieM
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
tarmos no mez de Sant'Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necessario para regalo e distraeco de quem
tem gosto pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulminantes, o que
tudo isso se acha na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os propnetarios da
confeitaria do Campos chamam a attenco de to-
dos e de todas para o preconisado caf em p ver-
dadeiro de Java, e bolachinha em latas denomi-
nada Sugar Waffers Vanella ; especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de perfelta
sade.
Em vista do referido espera o dita Campos que
ninguem, para pedidos de tacs objecto?, se diri-
jam, senio Confeitaria do Campos, ra do Im-
perador
Lampeo na porta.
k -mjr k Na ra da Alegra n. iO,
% I /% precisa-se de urna ama de
Xm.i.TJil x5l idade, que tenha boa conduc-
ta, para andar com nma menina._____________
A rnl Precisa-se de urna ama que saina bem
2i.LII tr'ora da Praia, n. 3.______________________
Precisa-se de urna ama : na ra do Viscon-
de de Goyanna n. 161. ________________
A a Precisa-se de urna ama para
11 A ',i?a Je puca fam'i'a n ''"c'
da Penha n. 12, sobrado.
a Precisa se de urna ama de
Mk II ^% leite quo seja sadia, mora,
xjs\.l.TJlXm. gem fillio e que tenha bom
a tratar na ra do Hospicio n. 27. _____
leite
Ama
Precisa-se de urna ama : a tratar na
ra do Imperador n. 14
Precisa-se de uma ama para comprar e co-
zinhar : na ra do coronel Suassuna n. 1, paga-
se bem.
Air i No Passeio Publico n. 5't, pre
m/l \ cisa-se de uma ama para cozi-
nhar.
Aluga-se uma boa casa terrea nos Arrom-
bados, em Olinda, perto da estaco e junto do rio,
pelo barato preco de 12 f mensaes : a tratar na
loja do Paco, ra do Crespo, junto ao arco de
Santo Antonio. As chaves achara-se na estacao
entregues ao Sr. Vianna, chefe da mesma, para
quem a quizer ver.
Refinador
Precisa-se de um que intenda de fornalha : na
ra da Senzala-nova n. 4.
AtteiiQo
Urna pessoa que tem de rendimento certo por
mez 150J, necessita de tomar a juro flOO, pa-
gando mensalmente 80 ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se ronveneionar :
quem, pois, quizer fazer este negocio, deixe carta
fechada com as iniciaos D. G., no escriptorio deste
Diario.
Aluga-se
armazem da ra nova de Santa Rita n. 57, pro-
rio para serrara : a tratar junto n. 59.
Aluga-se a loja da travessa do Livramento
n. 10 : a tratar na praca da Independencia Di.
18e20.________________________________
Precisa-se de uma senhora de boa conducta
para fazer companhia a uma familia composta de
duas pessoas : a tratar na ra dos Pescadores
n. 17.
BOLIEIRO
O commendador Tasso precisa de um.
0 commendador Tasso tem algumas casas
na cidade da Parahyba, que precisa vender
ou permuttar por outras nesta cidade ou
seus suburbios: a tratar com o mesmo.
Lava-se e engomma-se com toda perfeicao
e por preco commodo : na ra da Palma n. 11J,
sobradlo ho.
O annuncio do Diario de hontem que chama
o Sr. Lucas a entender-se com alguem da na da
Madre de Dos, nlo se entende com Jos Lucas
FeTeira, que nunca teve negocios com e fallecido
Sr. Jos Joaquim da Silva Gnimarles.
Cao fgido,
Desappareceu no dia 5 do corren te, da casa
do Dr. Moscoso, i ra da Gloria, um cao grande,
branco, com unas mal has amarellas: gratiflea-se
a quem o apresentar ou der noticia certa.
AO ARMAZEM
FIO
VAPOR FRANCEZ
RA 1)0 H.UUO DA VICTORIA
tf. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
francez.
Para hornean.
BOTINAS de bezerro, cordavo, pellica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
. fabricantes.
SAPATOES de be. erro, de cordavo e de case-
mira.
S* PATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados cun sola de pao, pro-
prius para banhos, utios e jaratas.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor e de tranca
francezes e porluguezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
3APATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordades.
SAPATOS de tapete, chadot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre o de cordavo.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS ae tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para hornen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor francer, ra do Bar.V>
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guernicoes,
sofs, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e es mais proprios movis para saletas e ga
binetes de recreios.
o armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricautes ; como sejam : Aiphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel WoltT A C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua do toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cus neticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes lma-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo: i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dilTerentes gostos e
phantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes. *
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvln, de lio de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinlias com vulro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gios.
Brineos a imitarao e botOes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo c de cou-
rinho de cures.
Novos objectos de phanlazia p.ira cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cures, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac fino c de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, caima, com castoes de mar-
fin.
Bengalias diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diveras.
Esporas de tarracha pira saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pontos de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito fino?, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din'eiro.
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainlias de mola para ch mar criados.
Jugos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinlios alte-
rnares c francezes.
Malas, boiras e saceos de viagem de mar e ca-
minaos do ferro.
Argolinhas de marfim para as mancas-morde-
rem, bom para os dentes.
Borcos de vimes para embalar criancas.
Ce.-tinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venesianas transparentes para portas ejanellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidrus.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para Iluminares de
festas.
Baloes aereostalicos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palh e de pennas.
Tesourinhas e caivetes linos.
Tapetes com vidrilhos para mangas c lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos com paysagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinqnedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a presos mais resumidos que possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Bario da Vic-
toria, outr'ora rna Nova n. 7.
Cesuhas para costar
Grande sortimento do bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria (outr'ora Nova) n. 7. *
Oleados
baratos.
Oleados bonitas e muito baratos, para cima do
meza : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova n. 7.
LipdacSo de chapeos.
Chapeos de castor brancos e pretos para ho-
mens c meninos a tj e 3 : a ra do ftangel n.
Recuerdos de Italia.
A empreza da Illiisrnrion Espatiolu y Ameri-
r.twi il gratis a>.s fn, assignantes do crreme
atino, um livr i i ttu'ailo i-airidos de Italia cs-
i ript' p r
|). "iiili Ca-b>;r.
I i'- 1.i i:.- i- :i,-';ll.!ii: a- .1 "i, (.0 >. Fi'lWK'ri I
Ivi.im i .1 uta l'riu.eiro do Mar.o n.
, b na nw du tiiv da Victoria n. Bl, l" andar.
COMPRAS.
KGENTE
Couipra-se o Uirio de Petmambuco, a 5
Je agosto de 18C8, nesta typographia.
Comprase alguinas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da ra Duque
de Caxias n. 14.
Compra se Diarios de Peinmnbuco a 1*0
rs. a libra : na ra du Coronel Suassuua n. I.
lompra-se
urna casa terrea que ten' a bons commodos par
familia, e bom quintal, no bairro da Boa-Vista.) $
algum sitio prximo a linlia dos bonds, ou da m
chambomba : a tratar na ra do Rangel n. 7,
1 ou 2 andar.
Compr
t ra-se
apoliees geraes da divida publica : na ra Duque
de Caxias n. 87, loja.
VINOAS.
VENDE-fE
No Caminlio Novo lrave-sa do Padre inglez R.
7, ps defructa-pao de 2 a 8 palmos, dem de li-
ma de umWgo, sapotiseiros. abacates, larangeiras,
figueiras, parreiras e outras muitas fructeiras,
por preco que o comprador nao deixar de com-
prar, a ellas emquauto chove.
Cuberas de chita adamascada a 3*'J00.
Lengoes de bramante a S-
Ditos de algbda de duas larguras a 14300.
Cobertores de lescuius a ti.
Colchas adamascadas a l.
Toalhas alcochuadas a { a .luzia.
a rna do Cre po n. 2', loja de Guilherme A
Companhia.
Grosdenaples
flnsdemfitof etoa t800 o eovado.
Dito preto de corda.) a 2/*'0 t 2i0!>.
S na ra do Crespo 11 20, loja de Guilherme &
Companhia.
Cretone
Cretone, lindos padroes. a 440 rs. o eovado.
Na ra do Crespo n. 20, i-ja de Guilheime &
Companhia._____________^_________^^
VENDE-SE .
um sitio no Barro, (remeda dos Afogados, mar-
gan da estrada da Victoria, com perto de 3' 3
palmos de frente, suflici'iites funlos, e duas pe-
queas casas de taipa : quem o pretender d rija-
sc ra do Imperador n. 29, a tratar cora o ca-
pitao Antonio Corrcia Maia. _________
PRAIA DO LUCENA
Vndese o sitio Camacary, na praia do Lueena,
provincia da Parahyba, prc;o muito commodo : a
tratar com Tasso lnnS.-.
Vende-se una escrava preta, noca, perfe.;a
engommadeira, cozinheira e costureira, para en-
genho : na ra do imperador n. 2, sabrado, se
dir quem vende.
BICHAS DE BA1BURG0
As mais recentes c melhores.
Vendom-sena pharmacia cilrogariadeBar-
tholomeu & C, ra Larga dosario o Un. 34.
Materia es.
Ha semprc para vender-se por rommodo pre^o,
lijlos de alvenaria prossa, dito de dita batida, di-
to de tapamento c tullas, os quaes se manda por
em qualquer lugar : a ver e tratar na olaria Ja
ra da ^ isconde' de Guvauna, antia do Mondogo
u. 63.__________________________________
Lzinlias escocezas a 280
rs. o eovado.
Ra do Crespo n. 20.
Litzinhas cscocezas, padroes inteiramente no-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o eovado,
pechincha e dao-se amostras na loja de Gila-r-
me C. da Cunha & ('.________^___________.
Casa terrea.
Vende-se urna casa
terrea, em uma boa ra. a
tratar na ra da Imperatriz
n. 8, loja._______________
Vende-se cerca do uma terca parte do
sobrado de 3 andares e grande soto, sito
ra da Imperatriz n. 53, na r"azo do a-
voravel preco de 26:000>000, a dinheiro
ou a prazo : a tratar com o respectivo con-
senlior ra do Sol n. 21.______________
VEDE-SE
urna mulatinha com todas as habilidades e pti-
ma mucama : na ra de S. Francisco n. 70, ulti-
mo sobrado.
Vende-se o sitio existente na travessa
do Remedio, freguezia dos Afogados n. 21,
hoje Becco da Travessa do Remedio n. 18,
em chaos proprios : quem pretender enten-
da-se- com o seu proprietario na ra de S.
Francisco, desta cidade, n. 10.
Vende-se 6 cadeiras de amarello, 1 sufa e t
consolos, tudo anda novo : na ra dos Pires n. 71,
das 4 horas da tarde em diante achara com quem
tratar._________________________________
Vendas de duas easas
Uma moderna, na ra da Concordia n. 13?,
terreno de marinha ; outra na ra dos Coelbos,
Boa Vista, n. 18, moderna, terreno proprio : a
tratar com Marcelino Joa Lopes, no Mondego, si-
tio n. 63._______________________________
Vende-se uma porfi de lenba boa para
nadara ou olaria : no Arraial, ponto da Manga-
neta, sitio de Marcelino Jos Lonas.
Vende-se uma armacio nova e envidracada,
Sropria para qualquer negocio : a tratar na ra
o Crespo n. 20. ________^__
_ Vendese uma colleccao completa da legis-
lac,ao provincial, encadernada em differentes vo-
lumes, e a consolidacao dis leis rivis, tudo por
preco mdico : ra da Imperatriz n. 78.
Muit# barato
vndese uma armade gneros de raolhados,
por 280*, no barro,- freguezia dos Afogadv.*, lugar
da praga do Capim : a tratar na mesma.________
PechiRcha.
Vende-se caibros de mangue de 30 a 40 palmos,
ripas, porcao de esleirs de perperi, poitas de cor-
da< de multas e poucas bracas, abanes e outros
objectos: no armazem do caes de Ramos n. 4, que
se acha em liquidaco.


Dao deFniarabuM ** -Qnmla. .fcfra 16'de'Jtilftb de l8#t
FNDICAO DO BOWMN
KUA DO BRM N. 52
A \S
(Passando o okafari^) qA ina
'?EEM AOS seohores de engenho e ootros afrncoUors; mpregidjref tfcla
at)*t) que ahitera; seado lado saperior em qoilidade e orlidfo: o 006 en>in
5^g pess >al porie-se verificar.
ES ECIAL AmNCAO-AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDlCO
1?fl.TrOS"91 A 1*)a. irttrUi3S rU <* ag-aa maQh09 convenientes para as diversas
sutOBsUiBCias os seDhores proprietafios e pai-a descargar algolo. 4*
' C 3. TI TA de lodos os tamanhos, as'melbores qoe aqoi
de lodos
existen).
Bodas dentadas para Mi0Dae8' HW evapw-
Taixas de ferro fundido, batido e! cte cotes.
Alambiques e fundos de alambiques.
Maehiiiismos
para mandioca e algodao.J
e para serrar madeira.
Podendo^ todos
ser movidos a mo
por agoa, vapor,
de patete, garantidas........ joo animaos.
ss !nanh.inas e ^a8 ^ qae M costbmi p^cstf.'
Fas qtialqudr concert de m,chi,i8mo'a pr*$ nrai **
POS" S) US de 3rrO lema9m^hore9eo,isDarl*aseistente8 no- mW-i
cauo.
alUM.;* I
COMO SiO LIMOS!!!
O loque todo* de madrcperaia,. brancos o de
c6res,e que trazem u disticoLNIAO n Icilra*
tambem de madrcpcrola em alto relevo, tor-
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPEltAN.A ra buque de Casias n. 63
(antiga do Qoeiuiedo) qaern os tem.
Sao de tartaruga
Os brjeos, bfocties, nietos -aderoep*- cruies,
fcoracSes e cassoletas, que estao oxjxmtas boa ,'
escom das r?xn*l. (Dile* do ci|; feade-se'
ni NovaV Esperanza, na, Duque de Casias
ni ti:
qs meninos
A Nova kpera'nca ra tiqfi' de Caxias n.
63, acaba de receber um (indo .sorfMnentb de bo-^
ncas de arattas qnaliilailes, viudo'"' entre ellas a
erigracada boneras de borracha, asawn tambem
una pequea qitntoafie M6 V>4ec|.s|jptetas que
se tornam apreefadasjpela* sil* dovjUaViev
Ebff fkW
A Nnvi ^pVraae'aruS Duqfld de Osfefe n.
63, tecebeu verdadeifo cimento inglez, prepara
(Sopara concertar petelanabem'utfl.
Veskcfo perdido
Multas veres' un vestido torna-se nteirameW
Nova Es-
, remv-
merhores
glSes e franjas d lidas'a corbi on'de pode es-J
colher'-se yonttae' solJe?af!nV entr' estiVas'
modernas franjas' mssstca's; qu peta siia v'arfefla-
de de cores, tina bem em quasi roas as fazen'd'S.
A etl* anles q|e se: arabem.' .',
Bolas de oorraclia
l TU T1 M\ A <\ Q incumbe-se de mandar vir qaalqner macbinismo i von-
Jit&tiivu .4<*t tade do8 c|enteS) lembrando-lboga vantagem de fazerem
*^aacooapra8 por intermedio de pessoa entendida, e qoeem qoalqoer necessidadepdd
-jk pr-estar auxilio.
arados americanos e intrament08 w'1"-
RA DO BRUM B. 52
IMSSANDO O CHAFARIZ
GRANDE REDUCCAO EM PREGOS
Aiten^o. Atten^o.
Na ioja de Soares Leite Irmos, rua do Baro da
Victoria n. 28.
quera
quer
rrd
I 63; aeaba de receber a verdadeira tintura de Dcs-
noos para tingir os cabellos, o que se* rorfsegne
mo
Esto na moda
Os ioturoes de couro, proprios para ssnhoras,
Jne_Pecebeu a Nova Espernca rpa Duqne de
axias n. 6.', estarf, sni, senfiora. estn na moda
Rua do IIi'i da Vietom d. 22.
Caniero Viamia.
''mpri'tfamlo-ajciim umita (acilidade, e por ste
tiohVo;'cn'rtfos"brancos s tert qnem qner.
Se queris ter ou preparar m ramalltete de
cheirosos cratos brancos para o vo?so'casamento,
ou para ootr Irm' apropriado, necess3r?0 fr
Nova Esperafic ra Duque de Caxias n. 83,
que all em-ontrafis os melhres potts buvqttHs-
oue se pode desejar.
Caita de lioha com iO novellos, a 500 rs.
'L?vn iiliiui d<^ marca, a 200 rs.
G rafa de agua florida verdadeira a 1&200
dem kanauga do Japilo, a 1^200.
f'Jem divina, a IJiOOO e 155200.
Aiotoaliirns para collete, de todos os
tos, a 200 rs.
imnarinas gaz, danJo urna luz muito
*>, a fOOO.
>zia de pogas de corJo imperial, a
rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
W.
lo oleo Oriza verdadeiro, a lfOOO.
Dada do baralbos francezes canto doura-
.. ,.-S~iO().
.i i lena beira lisa, a 2#i00.
: n ifa Jeliuta rosa extra-fina, a 155000.
Cjk !:. botos de osso para caiga, p

* i ion "li.os, a 3j?5H).
a de ks para dent, a 200 rs.
%' m de pos chinoz, muitn bom, a
rs. e ICOOO. '
. le subonotes de amendoa.a 2i?300
:'-
uito boa, a 1-?, 1J500 c 230O0
' i.
I lzin de sabonotes de anjinho transparen-
m, 29200.
dem eom flores, a I^jOO.
Lzia de collarinhos borlados para ho-
msa, 89000.
Idemidemlisa decores, a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 2#800, 4$?000
o 63M)00.
dem idero liso, a23600, 3J?o00e5W00.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
dem idem dem lisa, a 600 rs.
dem dem dem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duza detalheres cabe branco, 2 B., a
5#0O0
Mago de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros de linba, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
800 rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Leques para senhoras, a 2#000, 4?M)00 e
639000.
ivrospara notas, a 320.
Redas enfeitadas com fitas, a 2#400.
Duzia de collarinhos lisos para homem, a
6J5000.
Bozia i peeas de trincas caracol branca,! Lindas e elegantes caixinhas comperfu-
V00 rs. mes do autor E. Cudray e Gcll Frres, pro-
n idem Usas brancas.a 200 rs. prias para presentes.
Agua florida, de Guisiam7
parfaze os cabellos-pres-
tos.
A agui branca, rua Duque de Caxias n. 30,
acaba de pecebernova remessada apfeciavel agria
florida para faer os cabellos pretbs. O bom ve-
sultado coltiitfo por quem tem feito uso desea
inoffensira preparagao^lrtem altamente conceitoa-
do, e por isso apenas se faz Icinhrar a quem no
vamente delta precise e queira se aproveitar dej
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido para o meso* uso, e tao acreditados
cmo aquelra.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A agfria "branca, roa do Duque d Caxias n.
S'\ recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossot iljofaros de efjres, c cottto sempre conti-
nua a vende-las por prego commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
FEC AS.
'as do cera de todos os tamanhos, com camisolas o ricamente vestidas cada
sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieros a gaz,
i porcelana, nspolhos de todos os taojanhos com moldura dourada e rosa,
de rame, muldurae estampas para quadrus etc., etc., emuitos objectos que so
longo mencionar.
EXPOSir.AO UNIVERSAL DE 1S55
MEDALH* DE
CLSSE
ALF. I.AAHRAQUE l C
1856]
LABARRAQOE
r-:?iO..'xo FEV.A k*n:r.iA or MEOtcilA o PAfi.2
O Ci-i''-'1 I.a'>arraquc,
uin vinlio eminentemente t-
nico e febrfugo que deve ser
pe lerido todas as outras pre-
paragOes de quina.
Os vinhos de quina ordinara-
nte empregados na medicina
preparam-se com cascas de quina
caja riqueza em principios ac-
extremamente variavel;
parte disso, er. razio de seu
!o de preparagao, eres vin-
s (onlem apenns vestigios de
incipios activos, ot em pro-
porgoes sempre vaciaveis.
O Qiaiuiuui Lnuarraquc,
rovad* pela-Acadamiade me-
ina, coiibtitue polo contrario
ment de composi-
^;~o (loienaii'.ada, rica em prin-
do3 activos, c com o qual os
mdicos e os doentes podem
sempre contar.
O Qinium Labarraque
prescripto com grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenga, s meni-
nas qui tem dfficuldade em se
formar e desenvolver; s mulhe-
res depois dos partos; aos velhos
enfraquecidos pola idade ou
doenga.
No cazo de chlorosis, anemia,
cores plidas, este vinlio um
poderoso auxiliar dos ferrugino-
sos. Tomado junto, par excmplo,
com as pihilab de Vallet, produz
effeitos mnravilliosos, pola sua
rpida acg3o.
Ce|;*Uo em Feria, L. FHEH, ru Jacob, 19.
A aguia branca, rua do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Colleccoes do traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, ;irua Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas cdleccocs oa normas para as crian-'
gas aprenderem a escrever por si im-ino. hoje tao
usadas as nulas e collegioa^ e como sempre ven-
de-as por prese commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'agaia branca, rua Duque de Caxias
n. 50, receben novo sortimento daquellas tao pro-
curadas meias cruas para senhor, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos eonunodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, na do Duque de Ca-
xias n. 50, receben bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e ostras a imitag
croch, e vende as pelos baratos precos de 3,
4 e 6^000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
cao
Perfeifea novidade.
Veste grande estaljelecimento leWdio-
de machinas-para
autores mais acredita-
dos oWvriamentema Europa, cujas machina
sSo garantidas por um auno, o leudo utn
perfeito artista" para ensinar as mesmas, em-
qnalquerparte desta cidade, como bom as--
sim concerta-las pelo tempe- tambera d'un'
anno sem despendi algum- do comprador.
Neste estabelecimento t mbera ha portengas
para as mesmas machinas e"i? suppre qual-
Iquer pega qoe seja necessar?o. Kstas ma-
chinas trabafbam com toda a-pe-rfeigao do
um e dous pospontos, franze e* bord tuda
qualquer costura por fina r\Jt soja, seus
pregossoda seguintequalidade-; para tra-
balhar a mao de 30-3000, 4SlD08i. 453000
e505^000^ para*trabalhar com o>pso de
803000, 003000, 100JOO0, HO-3000,
1203000,1303000, 1503000, 3003000 e
2503000, emquaoto aoautores n> lia al-
teragao de prego* eos compradorpodero
visitar est estalielfceimento, que muito de-
vero gostar pela-vdriedade de objvfios qqe
ba sempre para vender, como sejam: eade-
ras para viagem, malas para viagon:, eadei-
ras para salas, dita de balango, ditos- para
crianga (altas), dilas-para escolas, coslurei-
ras riqnissimas, par senhora, despensaveis
para criangas, dotcilasasqualidades, -camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
.espclfaos dourados pora sala, grandes e pe-
quemos, apparelhos de metal para eh, fa-
queiros com cabo ds metal e de marffm,
ditosavclsos, colher^de metal fin,eondiei-
ros para sala, jarros-, guarda-comidas- de
rame, lampas para cobrir pratos, esleirs
para forrar salas, lavatorios completos-.-xlitos
simples, objectos para-toilette, e outros miji-
tos artigos que muito devem agradar a.todos
que visitaron este grande estabclecknonto
q>ue se aeba aberto clede as 6 horas da ma-
nb at as 9 horas da noute
Rua do Baro da Victoria- n.
22.
.m
BAZAR NACIONAL
Rua da~Iperatriz n. 72
Lonrciifo Pereira Heniles Gui
Beelara aseos fregae*que*em resolvido"warier o maM
saber:
CWtTMS kiMl 200 RS. O (TrfktOt r.^ITlts
Verfde-se eMtas franceas largas cdrrf to-
qae de varia, a ISO e 200 o cavado. M*
tes limpas a 240, 280 e S20 rs. o'covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320;RS.
Vende-se cassas-frawcezas a 320 c 300 rs.
o ea4fdo":
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-sc lsinhas d cores para vestidos-,
a 200, 360, 400 e 500 #. 'covadO'.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidoaa 400, 50*y
G40 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CUITAS A 13000.
Vende-se- cobertas de chitas de cares, a
13600 o 23O00. Ditas de pello a 13400.
Colxas de sores a 13200 r 23500 e 43500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se cheles de la do quadros a 800 :
rs. e 19000.
Ditos de merino a 2, 33, W e33O00.
CAMBRAIA BRANCA A 3300.
Vende-se peas- de cambraia brenca Iranv
prenles e tapadov a 33, 33500, 4#, 43*00,
53 e 03000.
SAIAS BRANCAS A 23000.
Vende-se saias- brancas e de cares-, para
senhoras, a 23000 c 23500.
BONE2SA5O0RS.
Vede-se bonets- proto de serla para- W-
roens-, a 500 rs. Chapeos de palba, pelfc e
rrtassa, a 23, 23500,. b300 e 43000.
MADAPOLN A moft
Vende-se pegas de mndapoblo enssedo- a
3300O. Ditos ingle?3 para os paeoos- d
43, 43500, 53, C300> e 7JW00.
ALGODAO' A 300.
Veade-sc pegas de lgodl>, a 3350>,.43;
e 53000.
BRAMANTE A rffOO.
Vende-se bramante oom 10 palraos-de
largona par lengol, a 13000, 23 e 23300 o
metro.
GRANM LKPE1DACA0DESABO3IETES 280-RS-.
Vende-se urna grande porga de sabone-
tes ingleses, a 200 rs. Ditos francezes-cjm
cheiro a-320e 500 rs.
Agnado cetonia, Ja 200; 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
ara
DE BRIM DE CORES A 13500.
* Vfade'ae cortes de brim de cores para
caigo, aiWQ 2*000.
BOTINAS A 33O00.
Vende-sb botinaj para leu horas, a 33000 c
33500, a eHas antes que se acabem.
ROUPA FE1TA NACIONAL.
Vende-se camisas braacasy a 13G00, 23,
23500, 33000 143000.
Caigae easottirM db* eTes, a5J, 53 f
73000.
Coletos de casernira, a 2f, 23500, 33
*#00.
t'alitts de casemi,. 43, e 8*000.
Seroulas a 15 e 13000-.-
Btff DECORES A 4*# BS.
feiide- brim de todos as eeres- a 440
T&* a covado.
LENCOS BRANCOS A 23000 A BL'ZIA.
Venderse a dria de longos fcraneos,
23000. Wlos com'barra-de cores 3?^m
Ditos ele linio 53*00. ?
TOA?.1IAA,80I'R*
Voiale-se toalhas para, roalo, a 806: rs, e
13000.
GRAVATAS DE SEDA FRITA A 500-RS"
Vndese gravatas de seda-prOta, a50O
rs. cada urna. ___._____^
CHITAS PARA COBERTA A2S0 RS.
Vende-se-cbita para'colierta, a 280 e 320
rs. o covade.
BONET PARA MENINOS A 13500.
Vende-seVhonet pawjneninos, a 1^500.
ESI'AKTILHOS PARA HORA-A 33500.
Vende se espartilhoa** para senhora, a
33500.
PENTES A JO RS.
Vende-se pentes de alfear, a 240, 320 e
400 rs.
POS DE ARROA 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caka, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS,
Vende-se esperbos de diversos lmannos,
240 e 320 rs.
TESOCRAS A 320 RS.
Vende-so tesouras de diversos tamanhos,
320e500rs., para liquidar, e outros
noitos artigos que se vendo barato para li-
quidago de facturas.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhntos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Duque t
Caxias n. 80, recebeu novos grampos eom bw.
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo &
perfeita novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'agua branca rua Duque de Casias
- 50, receben urna pequea quantidade de boai-
s e novas gollinhas, trabalho de l e seda, en-
aeitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos g?atu-
ps, brincos e rozTas dourados ; assim como
novos diademas de. ac, e cotiascrllpre conti-
nua a venderlos per prego* raaoaveis :,
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca rua do Dn-
que de Caxias n^50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, roa Duque de Ca- j
xias n. 50, reeebeu novo sortimento de luvas de !
pellica, pretas e de outras eores.
Pechinena. w
NA ItUA DO CRESPO N. 10. A
Saceos de estopa vasios proprios para S1
W asaucar e farinha a 320. 5w
Madapoln a U, MX) e U, a pega. 2jj ;
X Algodosiriha largo marca T a \ #000 a \
W pega. 3
mL Chitas de cores a 200 e 240.
* Cambra ias de cores a 20 rs. e com J*
barra a 280 rs. o covado. W
Grosdenaple preto a 1*600 e gerr; rfio )fi
largo a 31000 e 3500.
Vestuarios de fusto pera meninos, a J$<
4*000 e de cambraia bordado a 6*n00. i
v^ Chales de cores a t, t*OO e U5O. **
9. Gangas delinho de cores a 320 rs. o e. JR
fAlgodo azul rrnericano ira roupa de M
escravos a 330 rs. o covado.-
Meias para roenines de todos os tama- ^
manhos a 3* a duua.
SHERRT KINA
(VINHO DE QUINQUINA HVGIENIGO
PREPARAW) COM OS MEUIORES VINHOS DE Hf-S-
PANHA A FIRMA
GM.VJURAC A. lk_C^ DESEVILKJt
aoIlH-ECEBOll DA SDA MltCFSTABB A RAUfHA
DHK3PANHA.
POR
THOIIEBET GLIS
B'harniaccnCico
EX-INTF.RNO DOS I10SNTAESDE PAR 13-
SHERRY-KINA o vinho de QuiMafiM
imitaco de V0 "^J0 P^fcrem a maior parte dos mdi-
cos- de bospitaes, dos lentes da facuMatle e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicagao nisto
que offerece todas as-garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que SiCTTAS VEZES SE SAGR1FICAM AS QUAUDA-
DES TAO ESSENCIAES- QUER DO VINHO, QUER
do qiinqi'ina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da ESPECUUAgAo- (Ver Guia das Aguas
Mineraei. Do Dr CON'STANTIN JAMES,
7.a edigo.
UXICO DEPOSITO
PHARMACIA EDROtaRIA
DE
BARTHOLOME & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
i
Pharmacia deRMaurer
VERDADEIRO LE ROY!
EM LIQUIDO OU PILWLAS
Ru de Seine, 51, & PARISi
na
Em cada garrafa, vai, entre a rol.ia c o papel awil
Ique leva o meu slnclc, um rotulo Impreifo em ama-
elle com mo sello SICNORET. PAlttS.' Encamai-
bre fundo negro.
N. B. Renattendo-se urna lettra de 500 francos
|tobre Pars, recebe-se 726 fraucot de aieditaaients
Depotito principal
|do legitimo Le ty
m Caza do nlsso ,^ Jr^
nico gente Relo DQejEtSflECIN'
Brall a SN0R- Uch.a na Baata. \ET- PHARMACIEN
?->?<
PARS
I
/Me
RODO DE EMPREGO. OCaraodBene(Cbar>oaJeBe!lc)
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
Pastillas. Geralmente o bem estar sente-se logo depois das pri-
meiras dosea. Urna informagao entensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
Deposito em Pcurls, L. FUERE, 19, rae Jaco.
PARS
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
rnARMACEUTico, J, UC BS LIO-SHIT-Pai>l, pars.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Com IODIRF.TO dr POTA88IO
0 loilurcto de petesfiio um verdadeiro alterante, um depurador d ioconteslavel efl-
caci; combinado com o xarope de cascas de laranjas amarga*, e arorado
fcfin perturbaclo alguina pelos temperamentos os mais trieos, sem alterar as ftroceJs
do eston!'. AsdoSes natninnatieaB que elle r.ontem peraittem aosTnetficos dereecttei^O
texta ai plica ces as aflilccoes escrofoloses, tuberculosa, oaooe-
rosaa noe accidentes intermitientes tercetros; alm d'isto, <
gente o mate poderoso contra as doetacas rheumatteas.
nico deposito, aonde se acha a venda na
isa de P. Maurer <&-C.
As nicas verdderas
Chitas rojas cow
na rua d Crespo .
di:fi'i;
. r I Bichas hambarguefts qne vem a e*te mercaito:
oja de tilhorme & C, .Ja rua 4o Mrquez de uliacla n. 51,
XIR&PE TWCO'ANTI-HEHVOSO
de cucas de liranjaa amarga*.
35 anos de successos attesto a sua cffi-
edt* pata curar: as doenpat i*noso,
agudas ourhronicat, as gastriies, ^attraU
gUt; f&ilitui'a digestSo.
XAROPE FERRUGINOSO
decRscaade laranja e croaada amara.
E* sob a fo-ma liquida que majsfieilmen-
te se air>il!i o ferro *, n'este. forma preft>
rivel as piulase pastilhas en lodos os cao
eniqueaaatiaMHlitnaHiaaB|hNa^
DENTIFRICIOS
COM QUIltl, PYRETHRt
atikir daHUfrltU, par* a alvuraeeon- i M
ervi;ao di denle, curando a dores para
causadas pela cari* oa producidas pelo proven
contado do ealor ot do fro I trtaro
Deposito em Rio de Janeiro, B. Chala; em P.
Palca Mas; Pittu, Aatara Lailvaa; em Bt
BdU; em JuraaMo Ferrelra e C) na Ouro Pulo,
nna, s. aeUutel\Vo Monthidn Q.laakert; em "
9 tr cunse vacSo do* oNAc
descarnadura, provocando o
q^e-eaped Mpro*WWr.
1 NnOTn c
asi
t^Ayut, KlchfaarelwrJa.
nico deposito, a ond|se aclia_ a venda na Ma, de rv Maurep 6
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RtttnJtrbarao da
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A

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ILlMwI



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btoro de Pernanibnco Qumti feira iQ-tfe**lho de 1 Aderemos de )ni-
lhantos, esmeraldas
rubins e prelas;
voltas dfe parolas.
imi.iiIWi'm
SOARES LEITE, IRIAOS
NICOS MENTES
A"
Ra do Harto da Vidoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
Na eiposico de Paris, em 1867, Coi concedido a
Elias Uowe Jnior, a medalha de ouro e a coudecora-
c,o da Lego de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na eiposicao do Londres acreditam
estas machinas.
Obras de ouro e
.prata de todas as
(jiuiiades.
JOS
N.
2 A~Rua do CabugN. 2 A
DE
iiimeos t iiiho
Achando-se completamente reformado esto estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisicao de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de quaJidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavet.
A 90S000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleeeu tiesta cidade A ru do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia'
geral, para emPeraambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicSo de scu trabalbo,
empregando urna agulha mais carta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,'
o pela introduccio dos mais aperfeicoados apjjarelhos, estamos actualmente habilitados a
oierecer ao examc publico as melhorcs machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellassao duradouras, para isto prova incontestavel, a
i. ireurastancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o aterial preciso para repararqualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frcelo entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feito mao.
Quinta.Perra ttte que se eiamine o trabalho de ambos os fios, o que se noconsagu
as outras.
Sexta.-Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maiorfacilidade.quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Okaya. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje ne altende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instrueces em portuguez.
*

No armeni de Joipm Lopes Hartado fC
Travessa do Corpo
Santo R. 25.
Vapores locomoveis de torca de 2 a i cavallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos taraanhos.
^aquetas para cobertos de-carros.
Solas de lustro para guarda lana.
Pona* de lauca para carro.
Chicotes para carro.
Galocs largo e etreito para carro.
fregos com cabeca de marfim, idem.

A 90>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Baro da Victoria n. 28.
BAZAR DA RA DIREITA
HOJE
IMRCILIO DAS N. 51.
Esto estabelccin>ciUo sempre solicito em oflerecer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudozas, calcado francez, chapeos e quinquilharas a
procos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus rticos de oro- p,r
aRa do Manquez e Oliiida 56 a
(outr'ora ra Ja Ca4ca)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelocimento assaz conheoido como .principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons- sortJmentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e v< i la deiras machina* aiuerleauas para alcu-
dia, desde 10 GO erras, o havoudo em todos os tamanhos diversidades de siste-
mas e mellioraineutos para raMaS o spido descaracamento ; tomam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, enconlraro
tambera mais :
Apurados vapores .ocomoveis, deforca
de 2',' e 8 Vi cavallos com todos pertonyas
ooisos para tnahalharem 4 machinas para
pria encommenda da Europa c America, vem dar pubicidade deateuns artigos por cujosi a'8?,tl?r ou Para u.llll' procos bem se pode avaharos precos de outros rnuitos
blicar.
MIUDEZAS. | MIUDEZAS.
I. para bordar, da melhor qualidade, i Brincos_ dito do dito por 23500.
libra por ?50.
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai-
vinha com 4 papis a 00 rs., 240 -s.
Vahas de fita de feUdo com lindos co-
racjdei fingindo madreperola, a 500 rs.
Voltas para o pescoco, fingindo camafeu, me,r0
que se lomara enfadonho pu-
Botoes de setim pretos e de cores, a 800
rs. e JOOO a duzia.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a 15000 e 1}?400 o metro.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 1??000 o
ra.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e lade:-
companhadas com 1 par de brincos seme-
jante, tudo por 2$500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeraco a
gosto do freguez, a 15100 a duzia.
Diademas dourados de 13500 a 33600.
Ditos de tartaruga com flores a 23000.
Ditos com borboletas a 13500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 23000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 13500 *& 43000
e23000.
Voltas de aljofares com brincos, a 23500.
Ditas de ditos com corceos a 13000.
Ditas de ditos- de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 13 e 13500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 13200
a 23000.
Paru res com 2 lagos para cabeca e peito
a 33 e 3000.
Entrcmeios e babadinhos bordados de 360
rs. a 23400 a pega.
Gaioes de seda brancos e de cores, de
13500 a 23500 a pega.
Ditos de algodo e seda, dei3 a: 19400
a pega.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a >3 e 83000.
Ditos de sndalo a 43500.
Ditos de madeira imitando, a 23000.
Ditos de papellesa,|3800.
Coques para senhora, a 3$, 3o00 e3.
Aderegos fingindo coral, compondo.-se de
alfinete e brincos por 23000.
Dito dito pretos por 2a>500.
Ditos de plaqut, compondo-se de alfiaste
e briaco, sendoide muitogosto, pot 53000..
Gaies pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 13000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
43500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 53000.
Bitas pretas enfaitadas, ultima moda, a
63000.
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas,
53500,
)itas para meninos, pretas e de cores, a
para se-
Completo sortimento de calgado de case-
mira, Charlt, tapete e tranga, mais barato
10 7o do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'ltalia,
ahora, a 113000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 183000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 2800 a 53000.
Chapeos do sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 163000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 53500.
Drtos; dito de-9eda para senhora, cabo db
madeira, a '63000.
Ditas dito cabo de marfim a 93000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadme para vestidos, lazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o'co-
lado.
i Pannos de crochet para cadeiras, a 13800
e 23000 cada um.
Ditos para sof, a 33 e 43000.
Toalbas de linho para rosto, a 13300 cada
urna.
Ditas de algodo lcoxeados, a 640 rs.
Colxas.de cocbit.paraxauaa de casal,, a
63000.
Carros de mao para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de.madeiras.
Temos de bandeijas finas.
Corrontes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarras.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azjite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Carraos de ferro esmerilados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferrerros.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que savista e n'este estabeleomoderoentp
examinados.
sji o
Joaqmni .Jos Ooncalves
Belrao & Filhos
jTera.para;aader.o.geu esoriptono ruado
Commercio n. 5, o .seguiute :
! AGURDENTE de caj : caix de 12 garrafas,
i 'de'tara1a,Hdem,4dem,
^v,,+.a^ J-^ i\. i ARCOS de pi pira barril.
OUtr Ora O treSpO. CAL ^ Unte, .recoowmente hagada.
Os proprietarios actualmente dete'mpaitante1^A*>^os d| solapara homem o senhora, cabo
estabeleeimenlo, tendo procedido a urna completa am\-trc j nfAra e sso.
reforma era precitado esubelecimento, e coascios Sr^.*l-rr'' ^n por,a-
de ser elle um dos mais bem sortidos principal- ^ atf9aao Balita, ilaiibBic do commen-
LOJA DO PASSO
Ra Primeiro de Marco
n. 7 A,
A Predilecta,
no empenho der bem servir aos ?eus freguezea e
ao publico em geral tem procurado provar-se do
[Ue ha de mellior e da ultima moda nos mrca-
los de Europa para expo-Jo aqui venda, cer-
tus de que os seus artigos serio bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar alguns d'eatre elle?, como sejam :
ALBU>S, os mais ricos que tem vindo a este
mercado, com capas de madreperoh;,
tartaruga, martiui, velludo c chagrn.
ADEREC0S pretos e voltas p'roprias para lulo ;
assim como, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra (loa e motto bem
acabad;).
BOTES para pimhof, o que fo pode desojar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlint e sso.
BOLEAS de velludo, sed, pallia e chagrin,
tu de mais moderno e 1 ndas.
B1COS de seda e de algodao, tanto bruteo como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIX1.N11AS para costura, muito rica e do di-
versos form.tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitacao, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto'
DEADEMAS, ueste genero a Predilecta aprc-
seala um grande e lindo sortiment
capaz de satisfater os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUET de madreperola, marfim e sso,
este um objeclo indispetisavel s se-
nhoras to bom tuii, afim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem asluvas, ou mancha
mu as delicadas maos.
PEATES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E" sabido do publico que a Pre
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubiu, Piver, sociedade hygienica, Cou
dray, Gosnes o Rimel, que incum-
bido da esculla dos aromas mais bem
aceitos pela tociedade elegante da
Earopa, e por tanto, achain-se ta
possibidadrf de beu servir aus aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna m
mensidade de artigos, alim de nao mas
sar aos leitores e se ide a benevo-
lencia do respeitavel publico era di-
rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas Je tuquim e iturgurae
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratsimo preco.
PLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de llores ao alcance
de qualquer bolea anda que nao es-
teja bem repcela de dinheiro.
FITAS. J bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
com modo preco.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e de cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
lacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e Homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marm e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
hornera e senhora.
LITROS para missa [a Predilecta^apresenta es>
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros eom capas de
madrejterola. tartaruga, marfim, sso,
velludo e chagrin, por precos mu
razoaves.
Novidade.
A Predilecta, roa do Cabugi n. 1 A, acaba
de re.eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambera bordados e de phantazia,
saias bordadas, ditas com eatremeios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
por barato preco.
TASSO IRMOS&C
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextaves para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrames.
Sevadinha em garrafoes.
Leutilhas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira'.
Potes com Unguas e dobradas inglezas.
Licores Anos sortidos.
Cognac Gaulhier Frercs.
Latas de toucnho inglez.
Bar is com repolho em sahnoura
rasuras lursaiisrss.
PILLjL as
yegstaes
l)F.
BRIST0L
Uns bofes sadios e saos
lima digesto vigorosa,
Um excellente appiitf,
sao alguns dos bcnrra>ios que se p-xb-m J-*
rivar, fazendo-seum uso regulas
Pilulas vegetacs de i?5- Urna cura certa e eflicaz dos intestino.
Um remedio ndmirnvcl pra os rm*^.
Um tnico poderoso para o estomat>-
So as inaprecinveis qualidades rae que se podem encontrar, usando-se fl*s-
l'ilulnM vegetar* le Brfitol.
Urna medicina que no ptoli / '' i
clicas.
Um purgante que nao eWBta nm a: -
fraquece.
Um laxante que nao causa a ns
nausea.
Formam urna las muil^ vJrt"s
possuem a s
PilulitM vegetnes Je Sti-frtof.
Um medicamento suave e favoravel f .
o bello sexo.
Um correctivo seguro dosdesarrat
systema.
Um remedio completo e st-guto pare i? '
regularidades.
Sao oseffeitos sera falla, mriMa
use empregt) das
l'ilulaw vegeiue le Veinfot.
Urna compleico clara, alvn r> InmpmB
Uina pello macia edf'i
Hlito loco e agr;i !..vl.
cortos ctnfal'i> .
algurrn r!<5s '->
Sao os resultados
pois de se
haver tomado
mei bordos
Remedios as
I'iliiltiw vegelaeM le Kvvtot.
Em todos os casos de inolijtio > Kvmb .
tureza escrofulosa, ntcvos;; ou i3
ou quando a massa do sanguo
nado tur va ou viciada pelo u-o i!( Ir
mercurio, ou por outra qualquer substat
nrineral a
SalMaparrillia le Sj-I -.L
dever ser usada de eonjuncto com ,rs ,
las, c assim obrando-se, em res trete eea>-
formidado cora as drccr,6fs bscri|i
envolto; os doentes podem Pear nrtet <$:>*.
urna vez usada coiijunctameiile urna tota -
outra, nenhuma enfermidale ou : .ote
por mais severa ou arraigada que N
nao poder resistir ao combina '.o pot
cretorio c sanitario destes dou
[ HCOMPAfiAVEtS
noneiM.
Ambas estas medicinas ehsv^B i u,
em todas as principaes botk
Iqjas de drogas.
Acha-sea venda era todas as I.
H. Forater & C.
_____________AGENTA.
Tem sido apresenlada m pif
Durante o esparo
DE
4 0 A N N O S.
S AI.S \P AWUU Al A
ii:
RBIST0L
mente em artigos de moda e alta novMaJe, pedem IVH. menlado' -Pedro,
ao respeitavel publico c em partieular aooeeus }{q:\ ie i.P;
numerosos freguez s a bondade de coutiauafem a 2?5Sv PJireta.
depositar em sua confianca, garantindo serem bem ^ATfNO'de dgo^ laflahia; da fabrica do com-
^ervidos e por precos nimiamente baratos. Ye-! -ram 'T*(k)r Ped"^!0i ...
nham pois todos comprar novas e lindas > fazen-'? *'!*iV6 -- WflW'as.qnafcdades, das fabricas de
das,-de cujas damos um pequeo rosumoiart nnrti.c Per**e Eduardo-Miliao.
que \asta delle possam apreciar. i Vffij?22$r& para-botica.
Velludo prelo, setim maco preto e hraacetiar-. i2,.o j r .}
So. de seda, grosdeoaple preto e de lindas c- *"* *1m***!
gurao
o os' tananhos.
No escriptorio da rita do Cwnraarcio n.' 2, de. Joio Jos de Carvalho
Moraes, vende-se o segrate :
Caf do Rio de Janeiro.
Cimento de Eoctland.
Paihinha pr^jarda.
Cera em vas,
Oleo de lnbara.
Touro de Jgstre.
Bezerros..
Chumbo de .municid.
Gomma-laca. superior -qualidade.
Cadeiras hamburguezas.
Bitas de bala neo.
Ditas para crianjas.
- i SALSAPARRILHA do Para,
seif cambraia6 maiSoza, VINH0. enearrafado do PoriOfaixas de 12 gar-
dito Moscatel do Douro, ideratdem.
ditoSttnfra!, caixasde 1 e,2-dotia*.
i da" -Italia gamfado, cairas de 6 far-
rrTalas,
..da CoUar^mperior,,fiancoretas.
a de caj, cateas de t garrafas.
Malvasia do Pouro, caixas com l far-
HMte,
< Carcavettosl(itii idera.
6MB0 ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
D.
INJECgAO SHOST
nica, hygienica,radicaleinfallivol natu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda.especie, recentes ou ebronicas; e que
offerece como garantia de salutares resultados
a continuada applieaco que sempre cora a
maior vantagem se tera feito della nos hos-
pitaes de Paris.
nica deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 84.
nansok de-Hndos padroes, eamizas-lwrddaspara
homem, vestuarios para cnaa^s, chapeos *ara
baptisados, mantas brasileiivis, moia* de. cures pa-
ra bomcm e meninos, chapeos de calio.de marfim
Sara sol, granadine, 'fil de seda, riQas basquinas
e seda, fil de linho, *ramante, eaniBraias, chi-
tas, eaasemiras, ate.: ja-fajadaPasso,roa Pn-
mreo de,Warco n. 7.A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas para senhora.
C res de vestidos brancos bordados- para se-
nhora.
Merino preto e de cores.
Capellas e mantas para ooiva.
Reos cortes de seda de cures. i
Vistuarros para baptwados.
Chapot |Mrjt baptisados.
iGolxaa de seda para, noivas.
-Ditas de J.
Tolhas bordadas de cambraia'de iinho para
MnentefiresBa,*.-;, A.
made..eotegmte} ..casabe
ca^irr^ara-resdencia de
~,e tniilia.
I^'Mftria Jo*^phinaw<4Bf>oo em rw^aroapi. daVmMB^cPxaatH,.flmto
vAaaro^wnde stqjKMtda sob 1 ..nalja4.erarauerea'.oe,actualm-nte o ?r. Dr. Sera-
1^5
Farelo de Lisboa a 4>*I00.
Milho ovo a MM0.
f'"-,alidade, constru-cao, e ser ed'cado em too
apr. ..'(katiHOj4ooefioMo s *adtom urna
nAcasatnova de-UIhar cqm j. .dim, cacimba
oanhero : quem pretender dirija se a proprie-
Itaria Hara J. Rawlnson, ou seupai o Sr. Gu-
kerme Pnrca, mafia Lknni."),"Sto'Aaro,
^ra)Eario,. naajMdo.Sr; Ja*^inritepteU
ie Araujo, rua^^arqaezrde XJinda,j, 3,.^a-
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
curadas molestias dos orgaos respiratorios,
coraoa phtysica, bronchites, asthraa, etc.,
implicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharroaca e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
ao traoidw da > companhia ?4cnvnbuca$a au- .tr'ora ra ja Cadena
UlcTO f.
- Por 70iJ1 ^nde-sftnin perayo. m
annos, connhejrn,' multo" barato, e o motivo se mcia na'
dir ao comprador, e rhsU m bonito rrtoledue'de paraafcfr]
. 18 annos. ofBciafcdepedTeiro :-iaaroa decHotlas-j:
n.86. d Castro
... r Ywm frft;* v*0 ^-
o, jjarjlP^ao!35 ,053, na fr^jueiia de -^nithSetn, djstaile legoa e
de GatfteHiH, eom propwfBes
w miqcMs : a.'.tratar com
Barreta, ao engetho Htto-GroAo.
Sfto ha mais cabellos
brancos.
Hli iHFBNEZ. .
1 <3 e uuica approvada pelas acad'mms tle
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem 'apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recie, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e-'em
todas as'botws'e casas 'de cabllei-
reiro.
-I---------------
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOF ni
fica a massa dosangue, expelle par k<.
todas as materias e fezes viciosas e Hiipur.^
regula todas as sec.re.es, d vitalidad i',
energa a todos os orgaos e gor ao systema alim de poder melbor aaK
tira todos os ataques da cniermidade. r
pois este um remedio contlibicioncl. t
nunca distroe alim de poder curar ; portir..
constantemente asiriste a naturesa. PortasfC
em todas as doencas co/wt das as molestias locaes dependente d': u -
tado vicioso eimperfeito do systema em _.
ral, achar-se-ha que a Salsai'arrit.ii
Bristol um remedio seguro e eflka-
mo, possundo inestimaveis e incontesL
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Uleeras,
Citabas mmt&gmm,
ENFER.HIDAUES SVI'Hll.lTICA-
ERYSIPELAS,
RHEL'MATISMO,
1SBVRALG1AS,
E8C0RRUT0,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e-dado o alto ret.o.i* .
Salsaparrilha de Bristo
por to'Usas partes do universo, sao to so
monto devidas
UJilCA LEGITIMA E OKIGl.NAL
Saisapa/rrilha de Brisoi
U. Forstor k C.
AGENTES.
NA PHARMACIA CENTRAL
Ka
ipe,
P

idiio
.XMaVw um pian forte e em muito bom su-
do : a tratar na ra da Saudade n. 12.
Vonde-se peflras de amolar: -no asnazem do
MotU,.da companhia pernambucana.
O muHo acreditado rapprineeia de Lisboa,-bs
fabricas de Xabregas e Sania Apotnia, venda-sa
na praca da Independencia n. o, loia da viejas
assim como, mais as seguintes qualidade* : Pn-
cela da;Rahia fino, meio grosso ; gasse fino,.grr>-
so e amerellinho ; Paulo Corteiro, commum via-
jado, Mearon- arda preta e superior ; rafia fino-
cez e princeta do Re do lbricaate Rocha.
Hesperidina
> erdadeiro biter hesperidina, supenor ase
ditado : venda no arraazcm de Tasso Irmi* &.
C, ra do Amorim n. 37
Cassas avariadas a 240 i&
o cotado.
O Pavao vende tinissimas cassaa franc*-a co
. eres com os mais delicados padroes, pe Nrara
um pequeo toque de avaria de agua dote, feto
barato preco do doze vintn* o curad* fmm-
etu : na toja do Pavio, i roa da Imaanaris a,
0.
milho
libras cada nm"
. 'Vende-se
a trapiche Cunhj, a C| o ^acco de%B>
L US

-----------------,-------


8
Diario de Pernambuco Quinta feira 10 de Julho de 1873

JDBISPRDDEBCA.
Juls* dn direito (Concluso)
Recurso ex-oflicio :Misso Velha. Vis-
tos estes autos ote. Tomo conhecimento do
recurso, para reformar o despacho recor-
rido o pronunciar aos quorella los Ka vmundo
Cavalcante de Albuquerque e Luiz lonzaga
Urtiga. ocursos nas penas do art. 207 do
Cod. Gr. eos sujeito priso e livramento;
pagas as custas pelos mosmos reos. O que
est verificado nos autos que os reos pro-
metiera me protestaran! fazer mal,;ao quei-
xoso ej a mulherde nome Dolfnia,residente
na companliia do raesmo queixoso, em cuja
casa, entraram noite.sem previo consenti-
mento e antes inesperadamente; sendo certo
entretanto que os depoimontos das teste nu-
nhasnioautorisara sejam os factos observados
e constantes dos depoimontos referidos, con-
siderados como tentativa de homicidio.
escrivo passe novos mandados de priso
contra os reos que podero afiancar-se pela
quantia de seiscentos mil ris, cada um, ex-
clusive a importancia do respectivo sello,
que devora ser augmentlo no valor da
sesma flanea : sejam recollii los os manda-
dos expedidos em virlude do despacho re-
corrido.
leixo do tomar conhecimento do crime
de nitrada na tasa alheia, comnettido
igualmente pelos reos, por cabe^- na aleada
dojuizda culpa, acerca do qHepoler o
queixoso dar sua queixa, se assim lhe pa-
recer) sendo a forma do processo a estabo-
lecida no art. 48 do Reg. ik 4,824 de 22
de novembro de 1871. O escrivo lance os
nomes dos reos no rol dos culpados. Crato,
19 de dezembro de 1872.
Appellaro civel: Crato. Vistos estes
autos etc. Julgo o autor appellaJo Hay-
mundo Mues Branco sem direito a exigir
do reo appellante, na qualidade de arre-
matante de impostos camararios, o paga-
mento de oito mil ris por vender o
mesmo reo appellante, Francklin Benja-
mimde Carvalho, yjyjhos o cervejas em sou
cstabeleeimento ; pois taes productos nao
esto comprehendidos na expressobebi-
das espirituosascoudas no o. do art.
1. da Loi Provincial n. 1,349 de 30 de
setembro de 1S71, devendo considerar-se,
como taes, to somonte fs que sao fabrica-
dos na provincia. E tanto c esta a verda-
deira intelligcncia que no 3. do art. 2.
da Le Provincial n. 1,440 de 2 do outubro
do mesmo anuo, sao santas as fabricas,
CO0Q engenbo de forro ou madeira, do im-
posto pela venda de bebidas espirituosas e
somente obrigadas ao imposto sobre alam-
biques ; sendo certo que se nao pode ad-
mittir que a assembla desta provincia
tivesse em vista, usando da expressobe-
bidas espirituosasem a L- n. 1,439 de-
cretar urna imposico differeuto da que de-
cretou na L. n. 1,440, servindo-sc das mes-
mas patarras, quando o quo se de luz do
disposto na I., ti. 1,440 que a assembla
quiz expressamente sentar as fabricas de
bebidas espirituosasdo imposto creado
pela L. n. 1,439: pague o autor appellado
as custas. ('.rato, 19 de dezembro de 1872.
P?-ocesso de respo}\sabiltdade : Misso
Velha. Vistos estes autus etc. Verificado
da certido extrahida dos autos de demar-
caco, em que sao autor Valdevino de Souza
Rolim .Menear o reos Antonio ias Ferreira
e outros. documento a 11. 4, que o reo
Alderardo Baptista Percira recebra diversas
quantias, provenientes de algumas verbas
de seilo, pagas pelos interessados e que as
recebra o mesmo reo, na qualidade de es-
crivo do juizo da subdelegada e do de paz
da villa de Misso Velha, verificado pelo
documento a fl. 2 que dito reo nao fizera
entrega dessas quantias na respectiva collec-
toria, bem como que tambem nao fezera
entrega do producto das demais verbas de
semelhante imposto, que arrecadou em tal
qualidade ; verificado fica que o mencio-
nado reo A. B. P. extraviou, no todo taes
dinheiros pblicos, que tinha a seu cargo,
por torga do dispo3to no 3. do art. 25 do
respectivo lleg. ; pelo que, considerando-o
incurso nas penas do art. 170 do Cod.Cr.,
assim o pronuncio, sujeitando-o priso c
livramento; pegas as custas por si. 0 es-
crivo lance o nome do reo no rol dos cul-
pados e expela mandado de priso contra
elle, em duplicata, declarando que a flanea
poder ser prestada pela de tres contos e
tres mil rs. inri a indo o imposto do sello.
Seja dala vista dos autos ao Dr. P. P., para
F0L2EII1
FOD4ZEVI
OMITO
POR
PEDRO IVO
(Concluso.)
No dia em que o leitor me acompanhou
casa da Sra. Maria, nao sei o que se tinha
passado entre ella e o Sr. Augusto ; o que
sei que a rapariga trazia o animo em rija
peleja entre a indignago e a vontade de
perdoar. Conheca-se que lhe faltava o ar,
que lhe tardava ver-se outra vez longe d'a-
quelleninho de amor materno, cujo socego
nao convinha ao agitado espirito da rapariga.
Engolioo bocado pressa, como secostuma
dizer, pretextou urnas compras de que a
incumbir a mestra e sahio, deixando a
pobre velha a braco com a incerteza e o
receio.
III
Sao nove horas da noute. Rosa, assen-
tada ao p do pequeo postigo da agua-fur-
tada, com os formosos cabellos louros sollos
em vagas pelas costas abaixo, contempla,
scismando, a la e as estrellas. O vinco
entre as sobrancelhas, de fundo que est,
d-lhe ao rosto urna expresso de desafio ao
mundo, sorte, ao Creador talvez d'aquel-
les mundos de luz que rolam no espado ; o
peito arfa agitado ; as azas do nariz fremem
e dilatam-se ; os labios cerram-so teimosos,
desenbando aos cantos duas rugas de su-
premo desdem e intima amargura. Rosa
soffre, escutando, assustada e ao mesmo
tempo curiosa, a voz irnica e incisiva do
espirito do mal que lhe esta* pintando em ri-
dicula caricatura o porvir que a espera, sob
a forma resignada e prosaica da santa da
mSi, que vai erguendo preces a Deus e dei-
xando cahir as malhas da ma de algodo
azul que est fazendo.
Olba, olha tua mi diz o delegado
do infernoOlha para ella 1... Nao procu-
res a tua estrella no co I... Os jobres
nao teem estrella; teera sina... Tira os
olhos do co; wlve-m'os para all, queso
este offerecer o lbello na conformidade do autos efe. Do exame dos" autos verifica-se
art. 401 do Reg. n. 120 de 31 de Janeiro de que os reos Manoel Rayraundo e Caetaao
Crato, 24 de dezembro do 1872. Joaquina, travaram urna luta corporal, dau-
1842.
Recurso para a presidencia : recorrente do em resultado sahir o reo Caetano com
Joaquim Roberto Correa, terceiro supplente um ferime ito, produzido polo efioque de
do delegado do termo de Misso Velha. Da urna pedra, lanzada pelo reo Manoel, o que
resposta do recorrente a fl. ver V. Exc. tudo oi por mim verificado pessoalmente.
que o motivo allegado pelo mesmo foi igno- Tomando conhecimento do recurso, confir-
rarelle completamente quanto dispe o art. mo o despach recorrido na parte em qu
225 do Reg,. 120 do 31 de Janeiro, de 1842; pronunciou ao reo Mauoel Raymundo, in |
entretanto que da minuta a II. consta a eiis- curso nas penas do art. 801 do Cod. Cr. e
vornista e to extensa foi tal role que della Caetano Joaquim, pois foi esto, contra di-
ap3nas escapou o recorrente. Nao sei, reito, declarado sem culpa, por quanto nao
Exm. Sr. o que mais admire no rocorrente pode ser considerado como sufliciente o
so a franqueza de sua resposta a fl. que exame de fl., para provar que dito roo
a verdado ou a invengao dos novas moti- menor de quatorze annos, sendo entretanto
vos constantes da minuta a fl. pois que certo que nos autos a fl. e fl. declarou o reo
andalenho como cortoque o recorrente um tinha 14 annos, declaraco estaque nao
hornera perfeitamente ignorante, sabondo pJe ser destruida, pelo examo incompleto
assignar mal seu proprionome. Permane- de fl., feto por pessoas sem ttulos scienti-
cendo o motivo quo autorisou a condemna* fieos, embora em condiges de exercerem
cao do recorrente, a favor lo qual reconheci com proveito a profisso de curar, quando
a existencia de urna attenuante, julgo ao sabida que o exame phrenologho nao pode
recorrente carece lor da punigo pecuniaria dar com. resultado urna verdade e sim pro-
quo contra si decretei. Cumpre-me notar habilidades, que podero tomar outro ca-
que no termo do Misso Velha se nio faz, racter, sendo acompahadas de observares
desde annos, a reviso dos jurados, o que feitas em outros membros do corpo. O es-
um grande mal aos interesses di justica. 'crivo lance os nomes dos reos no rodos
Nos autos de recurso do delegado da Barba-culpa los e no mais cumpra o seu regimen-
Iha manifestei minba opinio quanto a in ,to, pagas as custas pelos reos, podendo ara-
tt-rposico do recurso na especie pelo molo^bo* prestar fianga, sendo cada um na quan-
seguinte : Entretanto outros que fossem os tia lixada no despacho recorrido alera do
motivos allegados
pelo recorrente, nao se-
nan suficientes para dUpensa-lo da
multa em que incorrou, quanto mais a falta
de lembranca (neste a ignorancia
sello. Crato, 28 de dezembro de 1872.
J ustficaciio de Antonio Pereira Filguei-
ras :Barbalha. Nao stuido em direito ad-
allegada missivel a prova da dale que nao por cer-
na resposta a 11. que nao pode aproveitan certido extrahida do livro dos assentos de
ao mesmo recorrente, que deixou de alle-.baptismo, competentemente feitos, salvos os
garopporlunamente factos e de declarar que casos previstos na le de 24 de setembro do
os quera provar, para ser-lhe concedido o. 1829, rio art. 4. da le u. 108 de 11 de
prazodeoito dias para isso, como est esta- outubro de 1837 eOrd. liv. 2." tit. 54;
belecido no art. 485 do referido Reg. 120. julgo por nao provado o de.luzido na peti-
Aln disso entonelo quo, cabendo a quantia gao a fl., pagas as rustas pelo justificante,
da multa na algada deste juizo, nao mais'rato, 30 dezembro de 1872.
admissivel o recurso facultado no art. 30 35. Recurso de habtas corpus:\mpe-
dalei de 3 de dezembro de 1841, que isso traille, o paciente Uaymundo Ferreira da
nao obstante, admitti por ser pratica n'este
juizo facilitar os recursos e deixar ao supe-
rior provocado julgar so o recurso interpos-
to ou nao cabivel. V. Exc. em vista dos
autos decidir como julgar le justiga. O es-
crivo junte a osle processo urna certido da
qual se possa verificar quantos juizes de paz
e subdelegados forara pronunciados por este
juizo, para o que reveja do seu cartorio o
respectivo rol de culpados. Crato, 24 de
dezembro de 1872.
Recurso ex-oflicio:Crato, vistos estes
autos etc. Confirmo o despacho recorrido,
pelo qual foi o reo Antonio Patricio, consi-
derado incurso nas penas do art. 201 do
Cod. Cr. como autor do ferimento feitoem
o offendido Agostinho Thomaz da Silva e
constante do auto de corpo de delcto ; pa-
gas as custas pelo re, a que o condemno.
0 escrivo lance o nome do reo no rol dos
culpados e no mais cumpra o seu regimen-
t. Crato, 2G de dezembro de 1872.
Recurso ex-oflilio :Crato. Vistos estes
autos crimes instaurados contra o reo Ray-
mundo Cruchatux em virtude de quuixa do
Dr. promotor publico, por parte do offendi-
do Joaquim Domingos Goncalves, pessa
miseravel, tomo conhecimento do recurso
ex-oflicio, interposto pelo juiz da culpa para
o lim de confirmar o despacho recorrido,
pelo qual foi o mesmo reo considerado in-
curso nas penas do art. 201 do Cod. Cr. e
suj'ito prizo e livramento ; pagas por si
as custas, a que o condemno. O escrivo
la:; 'c o nome do mesmo reo no respectivo
rol dos Culpados, no mais cumpra o seu re-
giment. Crato, 27 de dezembro de 1872
Recursoex-officio:C.rs\o. Vistos estes
autos, etc. Por conforme o direito confir
mo o despacho recorrido, pelo qual foi o
reo Cyrillo Alv.es Feitosa pronunciado in-
curso nas penas do art. 193, combinado
com o art. 34, ambos do Cod. Cr. por ha-
ver o mesmr reo disparado urna arma de
dous cannos contra a pessa do offendido
Virgulino Jos de Moura, como se verifica
dos autos ; pagas as custas pelo reo a que o
condemno. O escrivo lanceo nome do
reo no rol dos culpados e no mais cumpra
o seu regiment. Os intorosses da justica e
o zlo pelo cumprimento dos deveres exi-
gem que se nao repita o facto de se con-
summir tres mezes e meio na for.nago de
um processo crime. Crato, 27 de dezem-
bro de 1872.
Recurso ex-o/fkio :Crato. Vistos estes
Silva. Vistos estes autos etc. Dou provi-
mento ao recurso para o fim de ordenar que
seja expedito, in continenli, alvar de sol-
tura em favor do paciente, cuja priso um
acto Ilegal da autoridade que effectuou, por
quanto nos crimes policiaes a priso era fla-
grante tom por fim verificar o faci delictuo-
so e firmar a competencia do procedimento
posterior da autoridade, o que nao autorisa
o recolhimento do criminoso cadeia, onde
est o paciente preso desde o dia 13 do
corrento, sem culpa formada ; para o que
tem competencia o subdelegado, a cuja or-
dem o paciente entrou na priso, sendo cer-
to que nao se d o caso previsto no art. 37
da lei de 3 de dezembro de 1841. Verifi-
cado que houve abuso de poder da parte
da autoridade que fez a priso, condemuo a
mesraa, que o subdelegado Felisraino Mar-
ques Peixoto, ao pagamento das custas, que
devero ser contadas em tres dobro a favor
do paciente e bem assim julgo o mesmo pa-
ciente com direito a urna justa' indemnisa-
cAo, que a haver na forma estabelecida
pelo 6. art. 18 da lei n. 2,033 de 20 de
setembro de 1871. O escrivo tire copia
do presente processo e ra'a aprsente para
ulterior procedimento : recorro deste des-
pacho para o superior Tribunal da Rela^o,
devendo ser quanto antes remettido este
processo, ficando traslado no cartorio. Cra-
to, 30 de dezembro de 1872.
Recurso ex-oflicio :Crato. Vistos estes
autos em que sao queixoso o Dr. promotor
publico e querellados Manoel Braz da Cruz
e Sebasti&o de tal, tomo conhecimento do
recurso ex-oflicio, para o fim de annullar o
presente processo, por quanto a peticao de
quuixa nao foi confeccionada na conformi-
dade do disposto em o art. 79 do Cod. Proc.
Cr., pelo que nao podia ser recebido, alera
de nao constar a miserabdidade do offendi-
do, posta em duvida na propria petico de
fl. e smente reconheci da no despacho re-
corrido, quando semelhante reconhecimento
devia constar ou por documento junto a
queixa ou por declaraco do Dr. promotor
publico de que assim considerava ao offen-
dido, e para poier autorisar a sua inter-
vengo ollicial; pagas as custas pela cma-
ra municipal. Constando destes autos adiar-
se preso o querellado Manoel Braz da Cruz,
sem que ao mesmo tivesse sido dado a nota
de sua culpa e nem constando a existencia
de mandado, expedido nas coudicoes pre-
vistas em o art. 13 da lei n. 2,033 de 20
l achas resposta pergunta. Estuda bem
tua mi e ficaras conhecendo o futuro. Mi-
seria, um marido que talvez te maltrate, fi-
Ihosque te'pecam pao, primavera sem flores,
vero sem fructo, outomno sem follus, in-
vern sem calor I... Trabalha, soffre, sa-
crifica-to e morre I... Anda, rapariga I...
A quem assim faz nao recusa Deus, ao cabo
de urna vida despida de alegras, um lugar
na valla commume... talve? que um can-
tinho no co I...
E o monstro ria, revolvendo o coraco
da pobre crianca !
O calor, que tornava quasi nhabitavel o
aposento, o ruido das roas, que o vento lhe
trazia, e a luta intima, actuaram, finalmen-
te, to de chofre nos ervos de Rosa, que
as lagrimas saltaram-lhe, ardentes, dos
olhos abrazados e toda aquella ancia do seio
se exhalou em solucos.
A Sra. Maria, dando f do estado da fi-
lha, interrompeu um Padre Nosso, tirou
apressadamente a linha do gancho, pousou
a meia, sem se dar ao trabalho de espetar
as agulhas no novello, e correu coitada I
nem correr podia I para junto da filha.
Rosa, Rosa I dizia ella, sacudindo
carinhosamente o braco da jovenRosa, tu
que tens, minha filha ?... Ora falla, andal
Dize-me o que tens I insista ella, que j
ento chorava tanto como a filhaDiz-me
o que sentes Rosinha I... Ora nio sejas
ruim !... Falla menina... Ento?...
Rosa continuou a chorar sem proferir pa-
lavra. A mi, reconhecendo a inutilidade
dos seus rogos, contemplava-a, chorando,
com as ms aportadas urna na outra, o olhar
assustado e a mente cheia de sinistras hypo-
theses. Pouco a pouco a joven foi socegan-
doe aquella intempestiva exploso de pranto
succedeu o enleio, filho da necessidade de a
explicar mi.
S- Ests raelhor ? perguntou esta, fen-
do-a mais socegada.
Eu nio sinto nada balbuciou a jo-
ven.
Erito porque chorava ?
Eu sei l, minha mi 1 replicou a
filhaAcho que adormec... esoDM... e
acordela chorar... *" A
'Havia de serjisso..". Foi talvez o ar
da noute...disse a Sra. Maria, fingindo
acreditar a desculpa E' melhor res-te dei-
tar... Va-te deitar, vai... continuou
ella.
Rosa deu um beijo na mi, despio-se e
deitou-se. A mi, que se assentara de novo
a trabalhar, ouvio-lhe anda os suspiros
por mais de urna hora, at que, chegando-
se cama, p ante p, conheceu que a filha
adormecer e veio sentar-se outra vez a fa-
zer meia. Nunca o Padre Nosso foi rezado
com mais unego, embora cortado pelas
perguntas que aquelle atribulado coraco de
mi formulava mentalmente I
Que ter ella ?... Alguma zanga
com a mestra ?... Se fosse isso, tinha-m'o
dito... Algum mexerico das companhei-
ras?.. Tambem m' o dizia... Andar a
chocar alguma deenca T...Mas ella nio se
queixa... Ser namorico ?
A esta ultima pergunta a santa raulher
ficou sem pinga de sangue.
Pois nio outra cousa 1... Mas com
quem ser t Valha-me Deus 1... E esta
minhi perna que me nio deixa sahir i...
O' minha Mii Santissima 1 Pela vossa dr
vos pego que nio desamparis a minha rica
filha l,..
E a Salve Rainha foi immediatamente
recitada pela afflicta velhinha. Anda nio
tinha acabado a orac,o, quando ouvio pa-
lavras entrecortadas proferidas em sonho
pela filha. Ergueu-se, e, caminhando sem
fazer barulho, sentou-se na boira da cama
com o ouvido atiento e o corago a bater
apressado. Ao cabo de alguna instantes, a
filha inecheu os bracos e murmuran :
Cale-se, Sr. Augusto I... Nao torne
a dizer isso t... Se a minha mii soubes-
se...
E calou-se. Pouco depois continuou :
Nio quero, nio preciso dos seus fa-
vores l
Bem se demorou a mii espera de mais
alguma revelarlo; Rosa, porm, nada mais
proferto. Nio havia, com tudo, que duvi-
dar. Aquelle Sr. Augusto, que dizia cou-
sas que oio eram para se repetrem e que
urna mii nio devia saber... a recusa de fa-
vores offerecidos, e, sobre tudo, a indigna-
gao com que palarras e obras eram repel-
de setembro de 1871, nio tendo sido preso
era flagrante e nio cabendo no caso a pri -
sao antes de culpa formada, ordeno ao es-
crivo que passe, in continenli, alvar de
soltura a favor do reo se por al nio estiver
preso. A fim de que nio flquer impunes
os autores do espancaraento do offendido,
seja renovada a queixa contra os reos, guar-,
dadas as prescripces de direito, quer em
relaco as formalidades creadas para isso,
bem como quanto a presteza que deve ser
observada nos termos da formaeao da cul-
pa ; sendo que p:tra estranhar a demora
ha vida nao obstante estar preso um dos reos
e constar Uto dos autos, dos ques se verifi-
ca ter sido a queixa dada a 25 de outubro,
sendo que s hontem forara estes autos re-
mottidos a este juizo, cuja concluso su-
birara irarajJiatamente. Crato, 27 de de-
zembro de 1872.
Recurso ex-oflicio :Barbalha. Vistos
estes autos etc. Tomo conhecimento do
recurso ex-offio para annullar o presente
processo, visto como nao consta que tivesse
sido guardado quanto ordena o art. 88 do
Cod. l'roc. Cr., pois a certido de fl. nao
pode sanar essa falta, que iuquena todo o
processado. A observancia de tal fonnali-
dade substancial deve constar por tormo nos
autos, escripto antes dos depoimentos das
testemiiiilias e nunca posteriormente, como
foi a fl., o que dmota interesse em validar
actos nullos, sem trazer o cumprimento de
semelhante ordem proveito algum causa
da justica, pagas as custas pelo cofre da mu-
nicipal; la Je.* Crato, 28 de dezembro de
1872.
Hecucrso ex-olkio:Crato. Vistos estes
autos crimes em que sao queixoso, o Dr.
promotor publico por parte do offendido,
Agostin';io Cesar de Menezes, e reo Jos Pre-
tinho, tomo conhecimento do recurso ex-
olficio para o lim de confirmar o despacho
recorrido, pelo qual foi o reo considerado
incurso nas penas do art. 201 do Cod. Cr.,
pagas as custas pelo reo, a que o condemno.
O escrivo lance o nome do reo no rpl dos
culpa los e ne mais cumpra o seu regiment.
Crato, 31 le dezembro de 1872.
Recurso ex-oflicio:Crato. Vistos estes
autos crimes instaurados por denuncia do
Dr. promotor publico, contra Joaquim Fran-
cisco Bibeiro de Andrade, a quem o denun-
ciante atlribue a pratica do crime de resis-
tencia, previsto no art. 116, 1.a pt.,-com-
binado com o art. 117, ambos do Cod. Cr.,
sendo que considera tal o facto de haver o
reo dado urna garrafa com bebida alcooli-
ca a individuos rocolhidos na cadeia desta
cidade, contra ordem expressa do delegado,
inspector das prises, ordem expedida em
virlude do determinado em o art. lG3 do
Reg. n. 120 de 31 de Janeiro de 1842
Considerando que para dar-se o crime de
resistencia sao precisos elementos que fal-
tam ao facto criminado ; pois o texto do
art. 116 deve ser entendido de conformidade
com a materia da pnmeira e segunda parles
do mesmo artigo, que sao dedueces do tex-
to e nas quaes se trata da opposiQo que
frusta ou nao una diligencia ordenada a
officiaes, com ou sem offeasa physica. Con-
siderando mais que dos autos nao consta
haver o reo empregado ameagas capazes de
atterrar qualquer homem de firmeza ordi-
naria, e antes se deduz que nao ouve da
parto da sentinella a precisa vigilancia a
ponto de, como consta dos autos, ter sido f-
cil a entrada na cadeia de urna garrafa com
bebida alcoolica. Considerando anda que
o art. 118 do Cod. Cr. explicativo do de-
terminado no art. 116 do mesmo Cod., bem
como os arts. 182 e 183 do Col. Proc. Cr.
Considerando tambem que, dado estivesse
verificado o facto exposto na peti$o de de-
nuncia a fl., nao era cabivel applcar-se o
disposto na 1.a pt. do art. 116 citado e se-
ria antes caso contido nas condicoes pre-
vistas no art. 286 do Cod. Cr. Consideran-
do finalmente que nao ficou precisada a
reunio de tres ou mais individuos, para o
fim indicado na peticio de denuncia a fl.
Tomo conhecimento do recurso ex-oflicio,
para julgar improcedente o presente summa-
rio, declarando sem culpa ao denunciado,
pagas as custas pela cmara municipal.
Crato, 31 dezembro de 1872.
VARIEDADE
THIERS :Damos em seguida a carta
que euviou o Sr. B. Saint Hilaire aos estu-
dantes da faculdade de medecina de Paris,
(s quaes em numero de maU de quinhentos,
lidas pela joven, eram indicios mais que
sufh'cientes. A Sra. Maria voltou para o
seu lugar ; mas, em vez de pegar na meia,
escondeu o rosto nas mos e entrou a cho-
rar.
Lastimai-a, mi's I... Lastimai-a vos,
que sabis os cuidados que d urna filha I
Largo espaco de tempo se conservou a
boa mulher n'aquella posi^o, entregue a
dolorosas meditarles. Erguendo-se por
fim, ajoelhou, poz as mos e cravou os
olhos na imagem da Senhora das Dores,
como que. a pedir-lhe conselho. Parece
que lh'o nao recusou a Mi de Deus por-
que quando se ergueu do chao, lia-se no
rosto da Sra. Maria que tomara urna reso-
Iuqo qualquer. Caminhando nos bicos
dosps, dirigi se para a commoda, abri
cautelosamente urna ds gavetas pequeas
e tirou de l um objecto. Em seguida, er-
guendo a tampa de um cesto, tirou um no-
vello de cordo branco, de quo cortou um
pedaco com urna tesoura. Enfiando no
cordo o objecto que tirara da gaveta, diri-
gio-se para a cama, passou com mi subtil
urna das pontas do cordo por baixo do pes-
clo da filha, deu um n e assim deixou
um ponto negro pousado sobre o eolio al-
vissimode Rosa. 0 objecto era... urna
liga da azeviche I
Quando Rosa acordou, a alto o sol. Pro-
curou a mi com os olhos : nao estava no
quarto. A Sra. Maria nio tinha querido
presenciar o enleio da filha, ao descobrir a
figa de azeviche, symbolo quasi to eflicaz
contra as tentacoes do inimigo como, o da
cruz, onde foi remida a chrislaudade. Rosa
levou, finalmente, a mi ao pescoco e acbou
o milagroso esconjuro. Reconhecendo a
egide, que, oui quanto crianza, nunca dei-
xara de usar, senton-se de salto na cama,
com al faces robras de pejo, e estelamou,
desatando a chorar:
Jess, que vergonha 1
A joven comprehendera a tacita censura
e amoravel previdencia da mii.
Ia-se fazendo tarde e a joven nio sania
d'aquella posicAo nem cessava de chorar. A
final assaltou-a o receio das obsrvameos ma-
terna ; ergueu-se, vestio-se e sabio/ sem
haviam dirigido ao Sr. Thiers para o felici-
taren), pelos servicos que prestou ao seu paiz.
Foi o antigo presidente, que eucarregou o
Sr. Saint Hilaire de transmittir a resposta, a
qual concebida n'estes termos :
Meus senbores.Mostrei a Mr. Thiers
as numerosas felicitares que os estudantes
em medicina da faculdade de Paris s dig-
naram dirigir-lhe ; commoveram-no pro-
fundamente, e posso assegurar-lhes que,
entre tolas as que recebeu, talvez nio naia
nenhuma que lhe causasse ta profundo
prazer.
Os sentimentos que ellas expressam
esto cheios de benevolencia para com elle ;
mas alm disso sao excellentes na sua expo-
sico.
Querer a repblica o quere-la pelos
meios sabios, como rauito bem dizeis, sao
os votos que de vera fazer hoja todos os bons
cidados esclarecidos por todas as revoluces
que o nosso paiz tem atravessado ha oitenta
annos.
Mas rauito raro que a raocidade mos-
tr tanta molerac.to e tanta prudencia pa-
tritica.
Felicito-vos pois e sera lisonja, como'.vos
peco que acreditis. Se os nossos pais se con-
duzissem com vos, senbores, cometaos a fa-
ze lo, a liberdade estara desdo j estabelecida
nas verdadeiras bases, e as nossas provagoes,
to dolorosas estariam terminadas ha milito
tempo.
E vossa geranio, segundo espero, que.
esta felecidade est reservada, e na vossa
monsagem ao Sr. Thiers, sado eu um dos
symptomas mais seguros deste animador
porvir.
Conservai estas conviccoes viris; appli-
quein-as cora constancia inabalavel ; prati-
quera-uas sera cessar ; sejam o exemplo dos
vossos compatriotas menos instruidose menos
intelligentes do que vos,ea Franca recon-
quistar ora breve no mundo a posicio que
nunca deveria ter perdido.
Recebe!, senbores, os meus cumpri-
mentos mais cordiaese os meus votos sin-
ceros pelo xito que meregam.t. Saint
Hilaire.
FALLE.NCIA :Quebrou a casa bancaria
de Londres Slride, o passivo pequeo.
Esta casa tinha especialidade do transares
em gados para agougue, por atacado.
IMRATUKA,
l'aluvriis sobre a literatura
lira si lo ira.
Lapoeste. en supposanti; que
oc sait ici le lien de pronanar
un si grand mol, lo poesie est
come Uicu : une e inpuisoble.
(Hugo).
0 presente artigo est bem longe de ser
urna critica completa e perfeita sobre nossa
litteratura, mas, encerrando harmoniosa-
mente a parte geral das considerares do
desenvolvimento dos espiritos litterarios da
humanidade com a parte especiala littera-
tura brasileira, elle ser de algum pro-
veito.
Quanto parte especial, elle abrange se-
ment a phase romntica de nossa litteratu-
ra, phase ou poca mais vasta e mais bri-
Ihante da inesina.
Assim como a historia, a philosophia, a
religio, as bellas artes tm suas leis de
desenvolvimonto no tempo eno espaco assim
tambera a litteratura propriainente dita deve
tere tem as suas. Quando dizemos litteratura
propriamente dita, queremos significar a poe-
sa em todas as suas manifestares, o drama
em todas as suas formas, o romance em to-
dos os seus movimentos.
Como um facto humano, a litteratura se
desenvolve no meto physiologic'o, phisico,
moral e social de um povo.
Ninguem, quequizesse escrever sua phi-
losophia, poderia dispensar e desprezar es-
ses elementos, sera jamis comprehender e
apoderar-se de seu espirito, tal cmo o psy-
chologo, que internado no seio mysterioso
do si mesmo, fechasse os olhos nas suas de-
licadas analyses aos phenomenos e s leis
physicas e sociaes, em cujo centro respira
esto animal o homem. Assimnatureza,
qualidades dos ragas productoras, natureza
physica e social, que as cercam e envolvem,
como urna veste inconstil, deve ser estuda-
dos, observadas, generalisados por aquelle,
que tivesse a idea utilissima de escrever um
trabalho to importante, porquenatureza,
qualidades physicas e moraes das ragas esto
estampadas na face de suas littoraturas, que
ao menos se lembrar de almocar. Quando
voltou para jantar, mi e filha apenas tro-
caran) meia duzia de palavras. A' noute
Rosa nao se atreva a encontrar os olhos
da mi, ao passo que esta, apparentando
indifferenca, presta va os seus seto sentidos
ao revezilho da meia azul. Oppressa por
aquelle silencio, Rosa levantou-se, deu um
beijo na fronte da mi e disse : -
Vou-me deitar.
Pois vai, filha... Deus to abenge I
respoudeu a Sra. Maria.
Rosa deitou-se, mas os movimentos agi-
tados e os surdos suspiros provavam que
chamava em vio o somno. A Sra. Maria,
qua mais de cem vezes volver os olhos
para a cama, levantou-se, e, acercando-se
da filha, deu-Ihe um beijo e murraurou-lhe
ao ouvido :
Dorme, filha... Lembra-te de mim e
pede a Nossa Senhora que te d juizo I...
Rosa, cedeudo a um impulso irresistivel,
voltou-se, e, langando os bracos em rodado
pescoco da mal, puchou para si a caboca
encanecida da santa que lhe dera o ser e
quedou-se assim a ehorar. A mi, nao me-
nos commovida, deixou passar aquella ex-
ploso de lagrimas, salutar aguaceiro que
nos minora o soffrer da alma calcinada pela
dr, desprendeu-se brandamente dos bragos
da filha, e, affagando-lhe o cabello, mur-
murad :
Est bem, est bem I... Reza e dor-
me... Dorme, filha I...
Rosa andou alguns dias triste e enleiada,
mas ganhou juizo. O Sr. Augusto perdeu
a fregueza e s teve em troca as gracolas
pesada dos companbeiros. Entre a mii e
a filha nunca houve a mnima allusaoao
passado. Para que serviran) allusoes, se
mii era indicio seguro da cura a alegra da
filha, se a filha tinha severo censor na figa
de azeviche, que nunca mais deixou de tra-
zar ao pescoco ?... A mii, quando pensa-
va em tal incidente, nunca deixava de volver
olhos de gratidio para a imagem da Senho-
ra das Dores, e dizia mentalmente :
Fostetu, minha Mii Santissima'I...
A filha, quando se lembrava do que sof-
frera, levva a miQ ao posooco e murmu-
rava :
acompanham ou sao arrestadas no movimen-
to ou encadiameuto fatal dos factos e das
grandes commvces e revoluces progresi-
vas da especie.
Se nio temos dados e torgas extensivas a
to grande empreza, que custara annos de
trabalho e estu Jo variado e inmenso, cora-
tudo, observando algumas das grandes leis
do desenvolvimento Iliterario dos povos,
julgaraos conveniente partir de seu conheci-
mento para bem fundarmos nossas observa-
goes sobre a litteratura brasileira, quo nos
deva tocar to de perto.
I
Da observago do .trabalho intellectual
litterario dos povos, chega-se conclu-
sio precisa de que esta elaboragao se
forma e desenvolve em tres vastos perio-
dos completamente distuctos e caracturisti
eos : 1* periodo de eniubaco e formac
mais ou menos forte e fecunda conforme
notureza e actividade inte lectual da rag
productora. Assim quer tomemos a Grecia
primitiva, ou a Germania ou a frgida
Scandia ou modernamente Scandinavia,
ou a Bretanha ou a Iberia na Eu-
ropa, em cada urna encontraenios una
encubagao pre-histrica, e urna formara'-
mais ou menos d seu dominio.
Entre os Rellenos, antes de qualquer da-
do chroualogico, na guerra de Troya ou
lempos heroicos a raaginago popular ti-
nha engrandecido e dado lrmas potica >
aos epsodios da luta, antes de Homero (I
recolher esses cantos ( ou os rapsodes), e
formar a Illi.ida, poca que nos desco-
nhecida.
Suppe-se ser o secuto XIII a poca do
apparecimento do poema Niebelungen nas
tradieges anteriores coininuus no fundo a
da Scaddiuavia j tiubara fermentado one
os primeiros seculos, do mesmo modo os
poemas guelicos ou cantos ossianicos, que
cara cantados na Escossia forara sera dudi-
da creago eu lendas dos lempos primitivo?
dos breles, os quaes Macphercon recoihcu
depois. As poezias ersas, os poemas rni-
cos, cujos cantos rolavam tambem sobre as
mesmas ideas guerreiras ; crengas e sur-
perstiges religiosas das ragas teutnicas
tem origera desconhecida.
A poca da formago, para a Iberia veir>
mais tarde, quando os menestreis cantaran.
as faganhas do cid .do contra os reis mou
ros.
A farmago verdaderamente s comoga
para as litteraturas modernas, como conti-
nuago da precedente nos lempos de cava
lh'Tia, poca de simplicidade, energa amor
e f, qualidades desenvolvidas pelo ebristia-
nsmo, e que tiveram per base a ndole in-
dependente dos barbaros, liste periodo
afinal aquelle onde o espirito litterario co
niega a ensaiar, pela accumulago de fac-
tos primitivos, que se forara creando n'um
meio estreita e fraco anda. O 2* periodo
o do imitaco ou assimilaco.
Seria curiosa calcular o que teriam sido
as litteraturas europeas entregues a si raes-
mas, se os barbaros tivessem conseguido in-
cendiar e destruir as bibliothecas chssicas
dos primeiros seculos guardadas pelos mou-
ges, se a renascenga nio tivesse no secuto
XIV recussitado esses preciosos thesouro-
da inteligencia humana.
Este segundo periodo se pode chantar de
esterilidade nacional, porque todas as tor-
gas proprias e nativas de um povo, todo seu
genio e originalidade, sao desviados e aba-
fados por ama influencia poderosa e exte-
rior.
O primeiro paiz que imita a Italia:
nos seculos XIV e XV as litteraturas elassi-
cas. A l;ranea imita a Italia no sec. lo
XVII. A Allemanha a Franga e a Inglater-
ra no mesmo secuto. A litteratura all
nao fraquissima nesse periodo. A littera-
tura hespauhola se desenvolve parallela
da Kram.a, imitando a Italia. A Inglater-
ra imita ora a Franga ora a Italia, antes de
Shakspeare no secuto XVI. As jorgas-littc-
rias presto-se mutuamente as mos; e
hauriudo e seiba urnas, das outras, couren-
tram e accumulara torgas para poderem
chegarao ultimo periodo inmenso e fecun-
do das raaiores elaborages intellectuaes.
(Conlinuar-se-ha).
(1) Nio de uossa algada aqu a qoes-
to posta por Vico sobre a existencia duste
personagera. Principios de urna nova
scitncia.
Se nio fosse a figa I
E assim se dispou a nuvem quo ame.,-
gava trazer comsigo medonha teuapestade.
IV
Haver cousa de quinze dias, entrava cu
na loja do Sr. Manoel Francisco, acreditado
sapaleiro d'esta cidade, para ver se, inter-
pondo o seu valimento, conseguanlos cha-
mar a urna conciliagopara evitar deman-
dasas botas que elle me fazia eos callos,
que vio comegando a apoquentar-me...
(Tudo apoquenta os velhos l) 0 Sr. Ma-
noel Francisco nio estava em casa : gual-
da va aloja n'aquelle momento urna velhi-
nha, muito velha, que me disse ser sogra
d'elle. N'este momento entrou na loja, bei-
jando um pequerrucho de dous annos que
trazia ao eolio, urna formosa mocetona de
vinte e cinco annos. Sabem quem eram
aquellas duas muflieres ? Eram as nossa
conhecidas... a Sra. Maria e a loura Rosa !
Esta pareca, se possivel, mais bonita e
fresca do que quando pela primeira vez a
viraos 1 As alegras da maternidad fazem
as vezes d'estes milagros I Estava eu espe-
rando pacientemente a vinda do dono da
casa, quando se abri a porta envdragad..
ao fundo da loja e appareceu urna linda
rapariga de dezeseis annos, que trazia os
olhos vermelhos de chorar.
At logo, Sra. Rosa... Boas tardes,
Sra. Maradisse ella e sahio.
At logo, Julitarespondern) as duas.
Tralhaste com a Julita Tperguntou
a Sra. Maria filha, mal a gaspiadeira sa-
bia.
Ralheirespondeu Rosa.
Entio eila que fez ?insisti a velha.
Nio fez nadaretorquio a joven.
Essa agora I... Nio fez nada e tu
ralhaste-lhe ?
Sabe o que T redarguio Rosa, a-
zeudo-se coradaPrecisa que a mii lhe d
urna figa I... Ah tem o que I
Eu abri os olhos curiosos a perguntei pe-
la causa de tao extravagante ueotesidadt'.
Da explicagio que a Sra. Maria me deu, nas-
ceu este cont,
*

. I
TYP DO DIARIO- WJA DUQUB WS C4J
1 1


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