Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12980


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Full Text
MUERO 155

-*.
Pili 1 A CAPITAL B LCGABE8 OXDE SAO 8B PACA PORTE.
Por tres mezes adiaiitudos........ ...... W000
Por sws ditos dtn 'I............. 139000
Por uin uno dem.................. li$000
Cada uuinero avuko.................. fio
(RAUTA FE1KA 9 DE JILIIO DE 1873
PARA lE.\TBO B FRA VA PBOVl.f CA.
Por tree meaet adiantados. .................
Por seis ditos dem.......... .... ... .
Por boto ditos dem ......;...........
Por uru auno idem. ......
IWMM
. .
179000
DIARIO DE PEMAMBUCO.
-.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILH0S.
0 Srs. Gerardo Autuiiio Alves Fiios, no Para; Condal ves 4 Piato, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Aracatj/ ; Joio ra Julio Chayes, no Ass; Antonia Marques da Silva, no fatal; Jos Juatin
Pereira d'Auueida, ein Mainanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paraliyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peona; fielarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costil Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna; Francino Tarares da Costa, em Alajroa; Ai ves dC, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio {de Janeiro.

1

PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
. le n. un
O bacharel Henriqie Pereira de Lucena, commendador da ira-
portal ordem di Htm. cavalhero da de Christo, jujz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Fag i saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
ti va provincial, ~t proposta da camara munir,|>:il da villa de Seri-
nhfiem, dMMtofl ,-i< Retraate* pisturas :
Art. '. A' ndllraca de qualquer obra de pedra e cal oti ma-
deira as mas da villa e povoaciles de sen termo preceder licenca
da cmara a conloagi, 'Invcndo esta ser feta pelo cordeador e na
falla deste pHo respectivo liseal. Os infractores pagar' a multa de
tOJOt' e serio obrigados a demolir a obra e faze-la no aiiuhamento
da emlea.ao, si estivcr fra iteJla; no cas* co itrario pagaran a mult i
rnenle.
Art. i Ninguem pider lanzar as ras da villa e povoaoes
de seu termo immiiudicias e lixo das casas, sob pena de 3er multa-
to em llOtKI oh un um dia de prisao.
Art. :).' ifingnem poder estabelecer cortumes ou salgadeiras
dentro ila villa ou povoacoes, c neo estender oel*s ras couros para
decr.ir. Os ii-c.it-4 licaiao antorisados a marcar os logares nos ar-
rabal les. e os infractores streitos nena d) 10*00) porcada vez.
Art. i." Os moradores (taifa villa e povoacoes de seu termo a-
rio caiar urna ve* par anuo as frentes de suas casas, que forem re-
bocadas, e ilna* vezes arao capinar as ras as testadas de suas
moradias, sol puna de I* de multa. Os fiscaes marcaro o lempo
catn de taes brr-Meo >.
Art. ."i.* Os propnetarios serio obligados a fazer as caladas as
frentes de suas casas, medindo as mesmas cal;.i las 6 palmos de lar-
gura, jruard ndo se igualdate na altura, corno permittir o local, e a
consrvalas sempre em bou estado, sob pena de 51 de multa
de ser eita a raleada a sua custa. Por ediial os fiscaes mar-
cuao um praso razoavel para se levar a aflata) taes obras.
Ari. 6. Tolo o edificio, mun ou tpame ito .le qualquer natu-
reza, que aine.ig.ir |erigo pelo seu estado de ruina, ser visioriado
pelo* respectivos lisies e dous peritos. Si di exame verilicar-se
a necessidade de r.-pTos ou demoligao, sera avisado o proprietaro,
seu procurad toii depositario, para proceder a elle no praso que
for determina lo; e ni i o fazendo, pigar a inulta de H e a obra rea-
mada a arta de seu dono, de.nolind i-se o edificio quanto baste para
evitar o pwejM.
Art. 7.* E' prohibid* a cria, io de cabras, mralhas, porcos e caes
soltos dentro da villa e |>ovoagon do term i, sob pena de II, a o 'lu-
ido na* reincidencias.
Art. H. Nin 'ii.Mi peder dar tiro* com armas de fogo ou btm-
bas, nem sobar inscaos dentro da villa e povoacoes do termo, sob
ptaa de multa de .'i ou 3 dias de pns.
Art. 9.* Ninguem poder c nrer a cavallo dentro da villa e po-
voaooes e aera montar nos cavallosque se acliarem carrogados regu-
Urnirtiitu, sor pena de ti de multa ou i8 horas de prisa, sendo li-
vres ; e os escravos, paga rae por ellos seus senhores ou adminis-
Irnwwn,
Art. 10. Ningnem pilera dir espectculos publicis de qualquer
inturew dentro da vi la e povoa.^oes do terrn >, sem preceder licenca
da cunara e das autorlade* com ictmtes, sob pena da 10* de mul-
ta e o dupl i u:i* reincidencias.
Art. II. ^kigueni poder vender plvora nem fabricar fogos de
artificio .dentro 'la villa e p ivoaeokjs do tormo, sob pena de multa
de iOj ou oitodias de prisa, e na reincidencia Wi a 604000 ou de
15 a ;I0 di is de prisao. A cmara marcar fra da villa e povoacoes
os lugares em qnese polero estabelecer taes casas e fabricas.
Art. l Nmgueiu poler conservar solt e.n pastagens nao cer
cadas gado d i qualquer especie, que possa ollender as lavouras
allieias, sob pena de multa de o por cada caheca.
Art. 13. To.la a persea que conservar gado solt sem pastar
< cavallos.que olfeidam as lavouras e propriedades alheias, pagar
a mulla d-.! > por cada cabe.a alm do prejuizo que causarem o
ilespi-zas dos depsitos de aes auiraaes.
Art. li Ninguem piden banhar-se c nem lavar roupasou ou-
tra qualquer consa as fontos publicas desta villa e povoacoes de
seu termo, e nem tambem anegar com cavallos junio dellas para car-
r-'ga.los, ais la mesmo d'.igua, sob pena de 2* de multa ou dous dias
de prisa e d dobro as reincidencia.*.
Art IS. Ninguem pe lera langar tinguijadas ou corpos de ani-
niaes mnrtoa nos ros, riachos, tanques e acudes de uso publico. Os
i:il ractores,no primeiro cas i, pagarao a multa de 20*. sendo a tingui-
jada deita la n is rios, o 10* nos demais lugares ; no segundo caso
pagarn a mulla de i5 ou solivrio dous dias de prisao e o duplo as
reincidencias. Poder-se-ha, poriu, deitar tinguijadas nos rios peten-
Des, preceden lo licenca la cmara. .
Art. h. Ninguem (todera pescar com rede ou tresmallio nos
rios desle termo, sem i|ue obtenha licenca da cmara, observando
.as bitolas esUbelecidas, sob puna de i* de multa ou dous dias de
prisao.
Art. 17. Os arrematantes das pasagens publicas sern obriga-
dos- a fornece-las de embarcaijoos seguras e bons remeiros. sob pena
4e 5* de umita puf cada vez que forjm encontrados em falta.
Art. 18. llavera nesta villa e povoacoes mais consideraveis do
{.irme tora* ea mer;.idos pblicos, aonde podero concorrer lodos os
comprador se vendedores de vveres e mais gneros de produeco do
paiz e de fra delle. Nestas. feiras 9er livre comprar e veuder por
atacado ou a ret ilho o que nellas se apresentar, salvo no caso de
gran les faltas em que esta cmara tone com a polica do lugar pro-
videncias contra os atravesadores e pre.os excessivos ; e neste caso
I iri allhados editaes. Todo aquello que praticar disturbios ou im-
pedir o livre commercio ser multado em 5* ou dous dias de prisao
nao temi a importancia ou nao querendo pagar a multa. A cma-
ra marear os lugares e dias em que havera ditas reirs
Art. 19. Ninguem poder matar e esquartejar rezes para con-
sum i lo pov, seno nos matadouros pblicos ou nos particulares
que tiverem lieenca da cmara, sob pena de 5* de multa.
Art. 20. Ninguem poder lalhar rez alguma seno com asisten-
cia do respectivo fiscal, ou dos exactores dos districtos, e depois seus
donos a veudero pelo preco que Ibes parecer, sob pena de -'i de
multa.
Art. 21. Ao estabelecimento de casas para venda das carnes
verdes preceder licenca da cmara, e estaro ab-'rtas de modo que
possa ser isealisado o asseio e sanidade das carne?, a exactido dos
^esos. Os infractores pagarao a mulla de 5* ou soffrerao 3 dias de
prisao. Havendo, purera, inlidelidaje nos pesos, soffrerao as nien-
. clonadas penas era 1obro.
Art. 22. Uever haver matadouros publicas em todos aquelles
lugares onde existirem as feiras ou mercados pblicos pela maneira
ja determinada.
Arl. 23. Km cada um dos matadouros pblicos haver urna ba-
lanza otra pesos sulflcienles para pesar quatro arrobas, posto custa
da cmara, e ^e pagar por cada urna vez que nella se pesar a quan-
tia de 300 rs.: pena aos contraventores da qnantia do 2* por cada
vez que assim o nao lizer.
' Art. 2i. ToJa a pessoa que nos afongues pblicos ou particu-
lares vender ou exposer venda carne de boi corrido ou de qual-
quer molestia >er multada em 10* ou 8 dias de prisao, e perder a
carne si anda nao a tiver vendido, e neste caso sobrera o duplo da
pena.
Art. 25. Os matadouros pblicos e particulares sero estabele-
cidos nos lugares pela cmara determinados.
Art. 26. Ninguem poder vender eouta alguma a peso ou me
diiLi, sem que sejam aferidos todos os annos no mez de Janeiro ou
fevereiro pelos padroes da cantara, sol pena de sar multado na
sj'.uuiia de i por cada peso ou medida que nao estiver alarida.
Art. 27. Todo o eslab4ecimeiilo dever ter um temo completo
de batanea, pesos e medidas de solido, liquido e extensa o, sob pena
de 5* de inulta e do dobro as reincidencias. Os contribuimos su-
jeito i a este imposto, iu casas em que tiverem expoatos venda
rr
okspacuos na fbesidetcm de Z de julho de tor da thesouraria provincial.
873. Joaquim Gomes de Albnquerque. Informe o
Anea Eufraaia do Rosario.Deferido. com offl- Sr. commandante superior de Goynuna.
co deaia dau Uiesouraria de fazeada. Jos Joaquim de Sanl'Anna.Indeferido, era
Aatoio Jos Ferreira Uonteiro. Informe a Sr. vista da n/ormacao.
liquides espirituosos, sero obrigados a ter completos os temos de
i medidas aprupriadas a cada artigo. Para o azeitu de carrapato to-
rao tambera seu torno especial.
Art. 23. Todas as pessoas iiue 'luizerem eslabolecor casas pu-
| blicas de negocio, como lojas, tavermis o bdte|uus dentro desta
| villa e povoacoes de seu Ierra, de verao oh ter liceuca da cmara e
i todos os auaos ratifica-las, sob pena de 10* de multa.
Art. 29. Ninguera conservar em seu estabelecimento commercial
gneros podres, degenerados o a viciados, sob pena de "!< de multa
e des tcji ladeados fra os meamos gneros. as reincidencias pa>
garo os infractores o duplo ou sourer.io 3 dias de prisao
Art. 30. Todo o taverneiro ou oatra qualquer pessoa que ten-
der bebida espritu sa a individuos j embriagad >s ser multado
em 'i ou solfrer 3 das de priado. as reincidencias : penas do-
bradas.
Art. 31. Todo o taverneiro ou nutra qualquer pessoa que ad-
mittir em sua casa individuos em deuoc es, jugos, bebedeiras e ai-
gazarras ser multado era 10* ou 8 dias de prisao. as reinci-
dencias : penas dobradas.
Art. 32. Ninguem poder tapar ou impedir urna estrada geral
para abrir outra, anda que pareja raelhor, sem licenca da cmara,
sob pena de ser multado era 20* o de ser obrigado a abr-la outra
vez a sua custa.
Arl. 3). Ninguem poJer armar barracas volantes, palaaques
ou curro e tabolados para festejos as pravas e mercados pblicos,
sem lieenca da cmara, sob pena de seren multados era 10* os in-
fractores por cada dia.
Art. 31. Fisa prohibido o uso, sem licenca, de pistolas, baca-
martes, facas de pinta, punliaes, sovelas, faco s ou outros quaesquer
iustrumentos perfurantes : podero, porm, os cairciros, proprieta-
rise administradores de engenho usar de faco.'s qiando estiverem
no exercicio de seus empregos, os artistai d'aquelles ih sua arto, e
os empralos iu agricultura dos que forera necesarios para o
cultivo da trra.
Diipj.iirots gentes.
Art. 3"i. Al laxas que se pagam as passagens dos rios pelo
preco ja estipulado sero tanto na tJa como ua volta, e smenlo so-
rao seatos de as pagar : 1.a os padres o pessoas que os acompa-
nharem era actos de administraco do Santissimo Sacramento; 2
os gneros e elTetos que sao reconhecdamenle de propriedaJe na-
cional, provin ial e muuicipal; 3.* as pessoas, juer a p, quer a ca-
vallo, que forera em acto efTectivo doservico publico.
Art. 36. A cmara ficar abrigad i a fornecer ao mercado as
medidas afori las para a arrecadac i da taxa de 83 ris porcada
carga defarinha e q lalquer leguine. Os vende >re;, porm, si qu-
zerem, veudero pelas suas medidas ompete-itemeiite aferdas, pa-
gando 40 ris mais por cada carga.
| Art. 37. As liceucas para estabeleciment >s, cmorraeo | i* do
I art 23 da le u. 2Si de 1851, dever.io ser ratificadas quando tiverem
I de passar os ditos estabelecimentos de proprictario, pagan lo smente
I inetade da taxa.
Arl. 3S. A licencas peruiiitinlo tinguijadas nos rios perennes
serte dadas mediante a quaitia de lo*.
Art. 39. Nos engaitos ou natas quaesquerpropriedalos, onda
nl residem seus proprietarios^ sarao obrigados os rendeiros ou ad-
ministradores a cumprir ludo quanto ne a- p isturas diz respeite
aquelles, sob as raesmas multas e penas
Art. 40. Todos aquelles que sao obrigados a pagar alguma taxa
sibre qualquer objeelo nao especificado nestas pisturas, ni) o fu-
xendo, pagar de multa o duplo da taxa.
Art, il Devora ser registrados em livro especial, numralo e
rubricado p..-lo pres lente di cmara, todas as licencas por ella
concedidas.
Art. 42. O imposto de afer.clo ser pago segundo a segrate
tarifa : 1* pir terno de medidas desde oitavo de quartilhs at ca-
nila ; lio ii por balanca e pesos desdo moia arroba at -quintal ;
1* por dita e ditos d^ meia q tarta at ineia arroba; 503 rs. por
dita de marco e sous pesos; 200 rs. pir qualquer peso avulso de
balan.;a grande; 10 i rs. por qualquer peso avulso de balanca pe-
quea ; 20 rs. p>r vara e ovalo; I* >ir terno de modidas desde
oitavo de quarla at iu;io al |itere ; i>) rs. por qualquer medid i
avulsa.
Art. 43. Para a cobran.;a Je injusto Je patentes ou alvars de
licenc deve-so observar u seguinte :
I I.* Os alvirs de licenca serlo passidos pelo secretario da
caraira e assgnados pelo seu presi lente.
2.* O secretario ter i por cada alvar que passar.
3.' Para abrir oucontiuuar a ter aberta casa de botica 6*.
4.* Para abrir oucontiuuar a ter casa aberta de botequm,
jogo de blhar e outros divertimentos IOJ.
5.* Pela licenca para estabelecimento commercial 10*.
Para casa de outro qualquer nster, nao comprehendido
nos paragraphos autoceJenles, taes como oicmas, 63.
% 7.- Para mascatear com objectos de folhas de ll ladres, cobre,
aiaeo e etc. 10*.
8. Para mascatear com fazendas e miudezas 20*.
9. Para mascatear com ouro, piala e joias 50*
10. Para vender bilhetea de lotera 20*
i| II. Para mascatear com gneros de barca 5*.
| 12. Para edificar dentro da villa e povoacoes de seu termo e
depositar as ras mateiiaes de construeco 4*.
13. Pu- cada barca;a que navegir regularmrate uo rio des-
te tormo 10* animal.
14. Por cada canoa de remo ou vara 2*.
Art. 44. Quando as liceucas de que trata 3* do artigo ante-
cedente forera para se fazer o negocio coojunctamente com os g-
neros coinprehendidos no 5' so pagarao melada do imposto deste.
Art. 4o. 0 itn.'toslo de que ti ala o 5 5* do art. 43 ficar redu-
zido inetade quando fr para casas de poucos (irados de negocio, o
queple-se verificar pela falta de anuaeo nos estabelecimentos.
Mando, portante, a todas as autoridades a quera o conheci-
inenlo e execufio da presente resoluco pertencer que a cum-
prara e facam cumprir to inteiraineute comu nella se contara.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junhode 1873, ol*
da independencia e do imperio.
L. S. letifique Pereira de Lucelia.
Sellada e publicada a presente resoluco tiesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1873.
O secretario interino,
Adolpko Lamenha Lins.
LE N. 1123.
O bacharel Henrique Pereira de Lucena, coraraendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalhero da de Curisto, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Fago saber a todos os seus habitantes que a assembta legisla-
tiva provincial decretou e eu sancciouei a resoluco seguinte :
Arl. l> Fica o presidente da provincia auiorisadu a mandar
pagar a Manoel Peres Campello de Almeida a quantia de 5:360*,
sendo 3:360* importancia do descorno por que foram negociadas as
apoliees que a thesouraria indevidaraente llie fez receber, e 1:0)0*
importancia do aterro e bomba do riacho da-materiaque nao
azia parle de seu contracto em 9 de setembro de 1858.
Art. 2." Fica o presidente da provincia aulorisado a abrir o ne-
cessario crdito para ezecuco desta le.
Art. 3* Revogam-se as disposi.;.oes en contrario.
liando, portaato, a todas as autoridades a quera o condec-
manto-e etecugao da presente resoluco pertencer que a cuinprara
e (acara cumprir tao iuieirameute como nella se conten.
O s.-cretario interino da presidencia desta provincia a faja im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junho de 1873, 52*
da independencia e de imperio.
L. S. Henti-iue Pereira de Lucena..
Sellada e publicada a presente resoluco nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 873.
O secretario interino,
Adolpht Uimtnha Lint.
------------------------.i i
inspector da salido pubjioa.
Canos Ernesto Jfesquila. Deferido com oficio
desta data thesouraria provincial.
I'raacisco de Leaos Uuarte Jnior. -Prejudi-
cado.
Bacharel Fiel Vieira Torres Grangeiro.=-Defe-
rido cora oficio desta data thesouraria de fa-
zenda.
Baclurel Honorio Fiel de Sigmariuga Yaz Cura-
do Dirija-se thesouraria de fazenda.
Hermenegildo Eduardo do Reg Uonteiro.
Fasse portara na forma requerida.
Josepha Mara' do Carmo e Oliveira. Deferido
cora oficio desta data thesouraria de fazenda.
Jos Pedro de Oliveira. Deferido com offlclo' julho de 1873.
desta data ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Joaquim Rodrigues de Oliveira. -dem.
Bacharel Joao.Vieira de Arauio. -Deferido cora
oficio desta data tlesouraria de fazenda
Luiz Antonio CorJeiro.Paste portara conce-
dendo a lieenca pedida.
Ladislao Gomes do Reg. Remedido ao Sr>
iaspe:tr da thesouraria de fazenda com oficio
Irmandade de Nossa Senhora da Assumpcio da desta dala.
capeda das Fronteras.da laslaaoia. -Informe o Manoel Aprigio de Maraes.Passe portara con-
Sr. inspector da thesouraria provincial. ceden lo a licenca pedida.
Jos Albiao dos Bantos. -Informe o Sr. raspee-. Vaoool Simplicio Correia LealInforme o Sr.
. ..i
inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Rodrigues da Silva Cmara.-dem.
Thereza Mara de Jesu*.Concedo olio das de
prazo para o fim requerido.
Vrgolino Jos d"Almeida. Deferido cora oficio
desta d?ta thesouraria de fazenda.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 8 de
O porteiro,
SUvmo Rodrigue i.
fons Henriques Rudrgnes da Silva, e mandn
por oatra portara de 19, dar guia de passagem,
nos termos de art. 42 do decreto u. 1,130 de 12
de mar.;o de IH >:!, para o municipio de 'Muida,
au guarda do I- batalhio de reserva Jos da
Gusta Reg Lima. '
Outro son, delermiiio que proJuza os devidos
clleitos o parecer da junta medica, proferido em
sesso de 3 crrenle, a retpeito dos Srs. omciaes
abaixo declarados :
3. biitalk-lo de infanturia.
Teiieule -Josa Lipes de Oliveira, nao compare-
eeu.
7.' butalhilo de infatuara.
Capilo Jos Carlos Vieira Teixeira, um anuo
de Ii.'ih; i para o seu trataumnto
n." hatalhao de infnnt tria.
Alferes -Antonio de Aibuquerque Paes Brrelo,
nao compareceu.
Capitn -Jos Fernanda* da Silveira Dallro, 6 me-
zes de licenca para seu irataraeiito.
ipiU. -Manoel Flodoardo Ueudes Lins, nio com-
pareceu.
Alferes -Tiieinistoctes Canuto de Aguiar, ura an-
jio d.: licenca para seu Iratamenlo.
Acha*se de serviou durante esto raez o Sr. ma-
jor ajudmle de ordens, Jos Gomes Leal.
Rndalpho Joao Barata de Almeida,
Coronel commandante superior interino.
(mraanilw dan arma*.
(OKARTF.I. GENERAL DO eOMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EV 8 DE JULHO DE 1873.
Orde n 4n Ha n. 140
0 brigadeiro c nnraan lante das armas tem por
conveniente ao servco determinar que os rn.
ofi aes de ronda maior as visitas que por le
sao obrigados a fazer ais doente em tratamento
no hospital militar, se facam annunciar ao Exm.
Sr. dir 'tor do mesmo hospital, e nao estando
presente aos Srs.. facultativos de da, visto como
irregular que os sobre ditos Srs. oficiaes de ronda
maior penetrem no interior do estabelecimento
sem previa sciencia do director, ou des facultati-
vos ile dia, caben-lo a estes a obrigacao de acom-
puiharem a aquelles as respectivas visitas.
(Assgnado.) M n>e da Cunta Wauderleg
Lins.'
Conforme. O raajor Jos B. d >s Saut s Mergu-
Ih'io, ajulauta d'ordens eucarregado dn detalho
EXTERIOR.
C*iMjaaaade> auperlar.
OUAKTEL DO COMUANDO SUPERIOR 1MTMINO DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIPE,
7 DE JULHO DE 1873.
Ordem do dia n. J22.
Fago scente aos corpos sob meu commando,
que o Exm. Sr. commendador presidente da pro-
vincia, por portara de 14 do mez prximo pausa-
do, nomeou para o posto de alferes da 3* compa-
nhia do 1." batalhio de infanUfia ao fuarda /&
Biirnam-Avrcs
19 de junho de 1873.
.Yun i p ca em que a Repblica Argentina se
ac a a bracos com um i rebellio corao a de En-
tre -llos, em que urna guerra fratricida reclama
novas vctimas, deve-se reputar no exterior a ta-
refa do correspondente fcil e productiva, porque
semelhante estado de cousas deve produzir milha-
res de inci lentei dignos de chama, a a(tengao dos
leitores de diarios. E comtud, gracas indolen-
cia com que aqu se manejara e se ofhaui para to-
das as cous s publicas, ! carias noticiosas do que e.n temos normaos.
Nao ha duviJa que diariamente teein lugar no
theatro da guerra sceaas em |ue ainda a barbaria
vence a civilisaco, e:n que o faco representa pa
pe mais importante Jo que a espada, era que a
ne|cia ou o fofo orgulho de chefes ucaiiazes po-
denara servir de fun lo para pintar quadros inte-
ressantes; mas... se a provincia de Entre-Ros
estivesse situada na Groenlandia, uo poderia
achar-se mais longe de Buenos Ayres, relativa-
mente a noticias.
Nos jorn.ies s encontrara se palavras retumban-
tes contra o chefe da revolucau, proraessas bom-
nasticas de aaabaf qualquer dia com o iniraigo,
que se piula mal armado, desorgauisado, vctima
di deserco, e apenas dispondo de um omina-
do de gauchos seduzdos pelo roubn, pela licenca,
|>ela vida vagabunda.
K ccusado dizer que os acontecinientos nao
veem comprovar estas assercOe porque at ago-
ra nada de importante se tem feito para aulorisar
ou realisar aquellas proraessas.
Poderia suppr-se que o governo tem comraun-
cagoos. e as guarda para si, por motivos estrat-
gicos ; mas, esta saspuskau cabiria immediaU-
ineute daute da proverbial e nao conhecda ia-
dscri.ao dos empregados pblicos, e dos mesmos
ministros, su um teiegramma do miuislro da guer-
ra, datado do Paran, nao tivesse vindo provar,
por sua inopportundade e irreflexo, que mesmo
all, nada, absolutamente nada, se sabe, e que, cora
a habitual inhabildade, querendo dizer alguma
causa, s veio a dizer asneiras
No da 28 de maio tinha havdo ura encontr
perto do Paran entre (oreas da revoluto e tropas
do governo.
Os primeiros telegrammas oficiaes pnjaram es-
se encontr como urna licao severa infligida aos
rebelles, accrescentando que as forgas da nagao
nao tinhara sourido perdas sensiv is.
Passou-se o lempo, e uo nouve mais nada pa-
ra contar ao publico, curioso de noticias. Com-
preliu leu o Sr. mini-tro da guerra que o seu pos-
to de director da luta corra risco, que ia caair era
desprestigio, desde que nem sequer dava signal
de vida, e tirando-se dos seus cuidados, envin o
seguinte teiegramma, que vidamente foi repro
duzido por todos os iornaes. Cito de memoria,
porque s importa o fundo :
* As forcas ds Lpez Jordn mutilaran! horri-
velmente os cadveres dos soldados nacionaes que
ficaram no campo de batalha do da 28 de maio.
Denuncio este facto brbaro ao mundo inteiro,
afira di: s -rvir de neta para o processo que se ti-
ver de fazer mais'tarde.
c O vapor Pompi-i encontrou no porto da Paz
um bote, e querendo apoderarse delle, appareeeu
sa praia nm bando de gente armada, que foi dis-
persada a canhonagos, tomndose o bote.
Quando ura ministro da guerra eneontra nestas
censas materia para telegrammas especiaes, por-
que mui aseassas devem andar a< noticias. Mas
uto ainda nao seria nada S. Exc. era seu desejo
vebemenle de dizer alguma cousa, nao percebeu
que dizia urna barbaridade.
O combate de 38 de maio tinha sido nma gran-
de victoria alcangada sobre o iniraigo, como pro-
claraaram as cera boceas da fama.
Mas que victoria essa, se as forgas nacionaes
ae virara obrigadas a abandonar seus cadveres no
campo de batalha t Porque nao se pode adrattr
uue essas tropas sejam mais barbaras que os in-
dios, qne nio deixam os seus ir raaos morios na
luta entregues ao odio de seus raimigos. Deve-se,
nsuppnr que no dia 38 de maio quera veuceu
iiipez Jordn, e que, por eouseguinte, as noti-
cias oficiaes perdetn todo o seu crdito.
.Agora, quanto ao bole, tomado heroicamente a
tifo de pera essa urna faganba digna de vngar
a nossa brava marinha dos ridiculas ataques que
durante a guerra do Paraguay Ibe dirigi tao ge-
nerosa e profusamente a Imprensa de Buenos-
Ayres, qnerende disvrtuar os seos mais legtimos
triumphos.
Se Ihe dei estas duas amostras de noticias, foi
para livrar-me da aecusaco de nao tral r era m-
nbas cartas cora o de vid. interesse os acontec-
mantos de Entre Blos, e tambera para comprovar
o rifao : onda nao ha, Cesar pardea o direito.
Aqni na luta entre os candidatos futura presi-
deacia, o Dr, Alsina soffreo nos ltimos dias um
grande reses, grasas i inbabildads dos que adro-
jara su causa. .
Na ininlia penltima contei-lhe que o jornal a
Pampa tinha acensado seriamente alguns directo-
res do banco da provincia de manejos abusivos
em suas funcgdes. Portencendo estes directores
au bando poltico do Dr. Alsina, os redactores als-
nistas, em lugar de destruir a aecusaco, cobri-
raui o redactor da Pampt de improperios indignos
das columnas de jornaes publicados em paiz
culto.
O aggredido estranhou este procedimento, por-
que varas vezes tinha sido solicitado pelo Ur. A!-
suu para prestar-Ihe servicos. Enlao o Sr. vice-
presidente da provincia e candidato futura pre-
sidencia mandn publicar com sua assignatura um
artigo afirmando que nunca tinha solicitado taes
servicos, e chamando, por tanto, o redactor ca
Pamp i de mentiroso.
Mas este redactor, que tomou pr divisa A
Pampa nao mente publicara as cartas mencio-
nadas, | ir ovando que quem nesta occasio tinha
mentido era o v;e presidente da repblica, e ..-
companhou as de artigos fogosos em que demons-
tra ao paiz quo ignominioso seria se semelhante
funecionario ehegasse ao prjineiro posto da repu
blica.
Considerando que a Pampa tem urna tiragein
diaria de 8,000 exemplares, resultado que nunca
neiihuui. utio jornal argentino obtevn antes Jell ,
e que a palavra arjente do sen redactor, acatado
pela gente de bem, e temida pelos que nao tem a
cousciencia muito limpa, j levou cadeia ura juiz
omnipotente, mas prevaricador, compre ende-s-3
que a c.uzada contra o Dr. A sina far mais mal
a este do que as uiseus?5es dos seus adversarios
polticos.
Como consequencia dsso pode-se considerar o
facto de terem os partidarios do Dr. Quintana
creado animo para apreseutar a candidatura
de No da 1 de julho prximo apparecer um novo
jornal La Lilietiaii, redigido pelo Dr. Bilbao, anti-
go redactor da Repblica, para defender a candi
datura do Dr. Quintana, e dz-se que o Nacional,
que tc agora udv gou a causa do Dr. Alsina, pas
sar igualmente para as llleiras di novo candi-
dato.
Dos trabalhos do general Mitre no Paraguay
jioneo se sabe. Diz-se que j se acbavam bastan-
te adiantados, quando as complcages que a re-
volugao ereou ao governo daquella repuilica obri-
garam o plenipotenciario argentino a suspender por
ora a negociacao dos tratados.
6 congresso nada de notavcl tem [n\-Juzido at
hoje.
Foi eliminade do tratado postal com o nosso iui-
lierio o artigo que o governo imperial tinha im-
pugnado, relativo abrigarn de tomar sobre
si o porte das correspondencias em transito.
Povoam agora as.ruas desta capital muitos offi-
eiaeszinhos da guarda nacional mobilisada, que,
com seus uniormes multicores, contribuem muito
para animar o quadro do movimento que apresen-
um estas ras. Se eaegasse o momelo em que
estes oficiaes garbosos tivessem de marchar para
Entre-Ros, muito sorriso desappareceria.
Pullulam igualmente as comisiones que buscara
os guardas nacionaes refractarios, e submettem a
interrogatorio a qualquer pessoa Que Ibes parece
suspeita; os estiangeiros que nao andam mulli-
do de suas respectivas papeletas correin perigo de
dormir urna noule no quartel, o que, com o fri
que est fazendo, nao muito agradavel. Os cn-
sules, entretanto, nao esto muito desgostosos com
esta medida, porque as papeletas pedidas augmen-
tara consideravelinente os emolumentos.
Prodnzio-se no Oriente Magouico desta Repbli-
ca um rompimenlo entre os merabros mais proe-
minentes do supremo conselho o o grao mestre, pnr
causa de sua reeleigo, que aquelles aecusam de
inconstitucional c imposta por manejos obscuros.
0 novo supremo conselho constituido pelos disi-
dentes, e ao qual adberio a maior parte das lojas
eslrangeiras, dirigio-se a vare* orientes, inclusive
aos dessa corle, justilicando o seu proceder, e so-
licitando a sanego de sua formagu.
O que certo, que entre os que protestara con-
tra a reeleioo do gro-mestro achara-se os Iu-
mens e magnns mais eminentes por seus conheci-
inentos e virtudes, e que seria muito para desejar
que os nossos orientes atlendessem ao seu pe-
dido.
A crise do mercado monetario contina, sem
que se aponte remedio; muitas casas tem sido
obrigadas a fazer sacrificios immensos para satis-
facer os seus compromisos. Para dar urna idea
da dependencia em que vive esta praga do merca-
do de Londres, basta o calculo de urna revista
commercial, que demonstra que raen-almente
Buenos-Ares deve exportar termo medio u. milhe
de pataces, para pagar interesses, dividendos,
etc., ele.
A seguinte nota foi dirigida pelo Sr. general
Mitre ao governo do Paraguay, a respeilo de urna
possivel nvaso da capital da dita repblica pelas
Torgas revolucionarias.
Sr. ministro. O abaixo assgnado teve a hon-
ra de aeceber a ola de V. Exc. cora data de hoje,
pela qual foi servido communicar-lhe que as for-
gas revolucionarias ao mando do general Caballero
avancaram novamenle at quera do Tebiquari, e
que S. Exc. o Sr. presidente da repblica, de con-
formidade com a promessa que Ihe foi feta em
conferencia confidencial pelo seu digno collega o
Exm. plenipotenciario do Brasil e pelo abaixo as-
signado, conta seja prestado pelos alliados, em ca-
so de necessidade, o apoio moral e material que
for preciso para guardar a ordem publica e garan-
tir as vidas e propriedades de nacionaes e estran-
geiros nesta capital, caso fossem ameagados pelas
expressadas forgas revolucionarias. -
0 abaixo assgnado loma como um dever o
reiterar a V. Exc. oficialmente as segurancas que
deu naquella occasio a S. Exc. o Sr. presidente da
repblica, de accordo com o seu digno collega o
Exm. Sr. ministro do Brasil e com os Exras. Srs.
gen- raes das forcas alliadas de oceupaco, de coo-
perar eficazmente, na parte que Ihe diz respeito,
aiini de que esses lins se preencham, (cando a or-
dem. a propriedade e as pessoas desta cidade pro-
tegidas pelas bandeiras alliadas, no caso necessa-
rio e para os effeitos j mencionados.
Cora este motivo grato ao abaixo assgnado
aproveitar esta occasio para reiterar ao Exm. Sr.
ministro Miranda os protestos da maior consiJjra-
gao e alta estima com que tem a honra de as-
signar.
De Y. ExcB. Mitre.
RIO DE JANEIRO
36 DR JUNHO M 1873.
A cmara dos deputados hontem, depois do ex-
rediente, approvou em 3* discusso o projecto n.
73 de 1873, que proroga o orgamento vigente.
Em seguida, sendo vencida a urgencia, a cedido
do Sr. Cardoso Jnior, approvou tambem a seguin-
te redaeco:
t A assembta geral resolve :
Art. 1* A resoluco legislativa n. 3,091 de II
de Janeiro ultimo, relativa i receila a despeza do
3* semestre do exereico de 1873 a 1873, ter vit
gor m 1* trimestre de 1873 a 1874, emquanto
nao for promaigada a le de ercoaroentr; fleetiexer-
cirio.
tr^Art. Pelo revotadas as, duposieoes em eoa-
t Sala das rommissdes, era 85 de junho de
18711. Fausto de Aguiar.-Joao Manoel.
Occupou-se depois a cmara coa a diseassao
de nterpellago dirigida ao Sr. miaistro da agri-
cultura acerca da suspensio da cantara municipal
da corte. Oraram os Srs. Ferreira Vianna, minis-
tro da agricultura e duque Estrada Teixeira, Sean-
do a discusso adiada pela bora.
0 Sr. Joio Jos de Moraes Tavares, len-
le honorario da armad i nacional e 1* escripturaro
da rentadoria da marinha, organ.sou e cana de
publicar um Manual do tgttema mtrico, a que
deu o sub titu, de Auxiliador do Oficial de Fa-
zenda.
O Manual do Sr. Moraes Ta vares comer por
algumas nogoes sobre as fracgSes decimaes, se-
guidas de exeraploa das quatro operarles fuda-
mentaes sobre as mesmas fraccoes. Segu-se a
exposico do systema mtrico francez, a qual
feta com clareza- e raethodo, e aconipanhada de
tabellas para conversan das medidas amigas as
do novo systema e vice-versa. Termina o Manual
com algumas applicagoes das regras exposlas aos
casos de que mais frecuentemente tem de trataros
oficiaes de fazenda da armada.
37 -
A cmara dos deputados hontem, depois do ex-
pedi.mie, ocL-u|.u-se com a 3 discusso do art. i*
e seus paragraphos da proposta do governo, que
reforma a guarda nacional no imperio, conjuncta-
raente com as emendas da cororaissao especial.
Oraram os Srs. duque-Estrada Teixeira, Cor-
reia e Ignacio Martns, cando a discusso adiada
pela hora.
- L-se na poca de S. Joao da Barra, de lo
do corrente:
Por urna carta do Sr. engenneiro Cezar Rain-
ville, escripia da Victoria no dia 36 do mes pas
sado ao n.sso juiz de direito o Sr. Dr. Francisco
Ferreira Correia, soubemos c>m prazer, qne os
trabalhos da linha telegraphca proseguem com
afinco e aclividade alm do S. Malheus, ao norte
da provincia do Espirito Santo.
t Assim est vencida a maior dificuldade consis-
tente no deserto que tinha de atravessar entre
Santa Cruz e aquella cidade.
Por decreto de 18 do corrente foi prorogadu
por m lis um anno o prazo llxado pelo decreto n.
4,930 de 33 de abril de 1873, para conclusivo das
linhas concedidas companhia Linhas Telegrapki-
cas do Interior.
- 38 -
Na cmara dos deputados, hontem, depois do
expediente, continen a 3" discusso da proposta
do governo reformando a actual le da guarda na-
cional no imperio. Disculio'se o art. 1* e seus
paragraphos, com as emendas da commissao espe-
cial, e oraram o Srs. Gusmo Lobo e Martraho
Campos, ftcando a discusso adiada.
Em seguida occupou-se a cmara com a 3" dis-
cusso do projecto n. 306, que abre ao governo um
crdito de 48:000* para a reedificaco da igreja
matriz de S. Francisco Xavier do Engenho-Velho.
nesta corte; edm a f dita do projecto n. 439, que
approva a penso de 600* concedida ao \.:
Valeriano de .almeida Lima, vigario collado da
freguezia de Mattoznhos, na provincia de Wnas-
Geraes; e com a 3* dita do projecto n. 373, qua
concede duas loteras par a cdficacao da
capaila de Sant'Anna, na Tijaea, ficando a dos
dous primeiros encerrada e a deste ultimo, tendo
orado os Srs. Martinho Campos e Diogo Vascon-
celos, adiada pela hora, sendo apresentadas as
segrales emendas :
Igual favor para a; obras da Sania Casa de
Misericordia da capital da provincia de S. Pauto.
a Sala das sessoes, 19 de junho de 1873. Wo-
drigo Silca. a
< Ficam igualmente concedidas quatro loteras
para as obras da igreja matriz de S. Salvador da
Guaratiba, no municipio neutro.Borges Montei-
ro.
c Ficam tambera concedidas quatro loteras para
as obras da igreja de S. Gonzalo Garca, nesta
corte. -Borges Monteiro.
Ficam igualmente concedidas quatro loteras co-
mo auxilio as obras das matrzes das parochias da
provincia de Santa-Catharina.Colrhn. -Luz.
Igual favor de quatro loteras para a construc-
eo de casas de instruegao as freguezias de Pe-
dro II e Livramento, em Cuiab.- Cardoso Jnior.
C. Barreto. Prannos.
o Igual favor de cinco loteras para a Santa
Casa da Misericordia de Pelotas. Sil reir Martns.
F. de Almeida.Brusque.
c Igualmente quatro loteras para as obras do
collegio de Mattoznhos de Congonhas do Campo,
duas para as obras da matriz da villa do Rio
Pardo, ama para as obras da matriz do Porto de
Sanio Antonio, e quatro para o estabelerjment das
irms de candade em Mariana. -Cruz Machado.
Carlos Peixoto.D. Vasconcetlos.
For decreto de 18 do corrente determinou-se
3ue sejam d'ora em diante observadas aos corpos
e artilharia as instrucroes organisadas por urna
commissao de oficiaes da mesma arma e revistas
por outra sob a presidencia do commando geral
de artilharia, ficando revogada a disposcu do de-
creto n. 3.978 de 3 de outubro de 1863 na parte
que se refere dita arma.
Conceden-se, por decreto de 18 do corrente,
autorisacao para funrcionar no imperio a Brazi-
lian submarine Telegraph Cumpany United, orga-
nsada na Inglaterra e cessLnaria do Telegraph
Cimstruction and maintenance Companu limite,
qual foram transferidos pr lo ha rao de Man os
dreitos e obrigaces do contrato celebrado entre
o governo imperial e o referido bario de Man pa-
ra a colloeagao e eusteio de um cabo telegraphieo
submarino entre o imperio do Brasil e o reino de
Portugal e suas possessdes.
Foi concedido por decreto de 18 do corrente,
a Antonio Pereira Gabriel, privilegio por 10 anuos
pira construir e vender no imperi um apparelho
de sua invenco destinado a descascar, ventilar e
bruir o caf.
Foi tambem concedido por decreto da mesma
data a Daniel Lombard, privilegio por 10 annos
para introduzir ne imperio machinas destinadas a
descascar e brnnir ofeaf*.
Por decreto ds 18 do crranle foi concedido
a Luigi Dodici de Viserano autorisacao para incor-
porar urna companhia destinada eoasauacae do
predios para as classes operaras.
Reuniram-se antehontem em assembta feral
os membros da Associago Braslera de Arel ma-
can, e elegeram para o ronselho que deve dirigir
os seas trabalhos no biennin de 1873 e 1874, oa-
Xintes Srs.: Presidente, conselheiro Jos Libe-
Barroso ; vlcepresidenle, Dr. Nieolo Joaquim-
Moreira e Guilherme Chuch de Capanema ; secre-
tario geral, cotninenrhdor Joaiuim Antonio de
Azevedo ; secretarios adjuntos, Alexaadre Alfooto
da Rocha Saiiaroini, commendador Aatoaie Loiz.
Fernandas da Canoa e Dr. Jos Pereira Hago Pi-
lilo ; thesoureiro, Ignacio Eaganio Tarares; bi-
bliotecario, Henrique Qenaaek Possolo; membros
do eeasetho, bar** de SaaU IsabeL coosorheiro-
Joai Bonifacio Naseeatos de Atambuja, Dr. Anto-
nio, de Paula Freitas, cousebairo Baraardo Augus-
to Nascentes de Azarabuia, Dr. Lapo Diniz Geraei-
ra, bario de Nogueira da Gama, deeembargador
D/togo Teixeira de Macado, commendador ?taaciscM
Joaquim Biltencourt da Silva, yisconde do, Iqu,*
fteWo, Df. Augusto de QJrei/a, fw. K



2
5JJM i< MUJl JWM> f$ Pernambuco
10 Jos Agostinho Mnreira Gulmaraes, Dr. \*SooJ
Carrea de Souza Cos, Dr. Antonio Fernandos
Pereira Portugal br9Vm Bandera de Couva.J
Dr. Bcnjamm FrankliObMBfc Gal vio, Dr% Miguel
Antonio da Silva, Dr* Apautn FraacUco Mara
Glazon, Dr. Ladisl-JE Saua Mello Netto, Dr.
Thetidi.ro Peckoll, Dr.TSff Saldanha da* Gama,
Dr. Joaquim Honteiro Camiuho, Dr. Pedro nias
Gordilho Paes Lemo,- Dr
vo, conselheiro Henriq
coselheiro Dr. Jos Perei
Fialho, Dr. Mathcus da
Nasccnuss Pinto, Josa
val lio.
ft>*
REVISTA. DJAHU.
if c
Qucsto religiosa.->-S Exe or. com-
mendaior.presidente da provincia expedio hontem
a%x
soper.
es t,,
nio fivendo'leP
naval ao memoro"
Expedio-se aviso
munrando que S. ""
resoluto tomada
guerra e marraba
por heni determinar qne
precedencia no conselho
lar sobre o paisano, senao no caso de substitu
se .i natural precedencia em favor dn que rnais
antigo na qualidade d menbro efTeetvo do" mes-
oo conselho.
DIARIO DE 'EKNaMKUU
.----------------------------------------------1-------------i.
RECIPE, 9 DE JULHO DE 1873.
oticiu* lo mu lo imperio.
Anianhceeii hontem em noso porto o vapor
brasileo Par, trazendo data* : da Babia 5 e das
Alagas 8 do corren ie
Nada adianta este vapor ao Itlimini, que ehe-
gou domingo ao nosso porto, por tereni sabido da
corte no mesmo dia.
Da nova leitnra dos jorr.acs da corle, que hon-
tem llaertio-, coHIgimo mais a? nticias (pie damos
sol as rubricas Exterior e Mtrktr, e as-que se-
goam.
DIO DK JANEIRO.
Pelo ministerio da niarinlia fol expedido o se-
gu inte expedienta:
Em.t de junho eommuiiicouse ao conselho
naval o alleriiento do capitao d; fraga: Silvino
Jos de Gamillo Rocha, commaudante do encou-
raeado Babia.
Iin 17 fiN exonerado, a seu pedido, o !. te-
nente Franeso J.Tonymo Goncalves, de cornman-
dantc-da rompnnliia de aprendices marinheiros da
provioem da i'arinyba.
Km 19 dclerminot se ao quartel general que
expeca ordein ao eommandant da divisan naval
do 2. di -tricto [i.ir. que, emqtianfo a corveta Vi-
til de O/ireint nao chegar a Pernambuco, seja
all conservado o vapor Flmense,' ou o Recife,
afim de auxiliar os trabalhos para o atentamen-
te do cabo submarino desde o Para at o Rio
Grande do Sol com ligaeo aos portos interme-
d arios de mais importancia.
En 9H commiirne. use ao conselho naval que
S. M. o Imperador, por immediata resolucao to-
mada sobre consulta da seceo de guerra e mari-
nlia do couseltio de estado, houve por bein deter-
minar (pie nao liavendo leiqticd procedencia no
coa-cilio naval ao menbro militar sobre o paisa-
no, si nao no rao de substituir) na presidencia
do conselho, d^ve conservarse a natural prece-
dencia em favor do que mais antigo na qualida-
de de membro (lectivo do mesmn conselho
.Na ttiesmi data remetU'u se ao conselho naval,
para consuliar, o oftieio n. (30 da raspncao do ar
renal de Pernamhu;o datad de t do mez proxitn i
-prete.-Ho, com a refaci dos operarios, patroes,
servoittes o remad re-, que fiearem compondo o
aovo ipiadro, orgauisado em virtude do aviso de 18
d- dt-iembro iimii >.
Km Si aiitfirisni-e as presi lencias das provin-
cias do Para, Baha, Pernambuco e Matln-Grosso,
a mandar comprar os jogos de medidas e pesos
do systema mtrico, qne forera necessario* ao
siii-o especial de cada una das reparlicoes de
DiarJnba as mesmas provincias.
Km 3 comiinuiicou se presidencia de Per-
nambuco que por nimeJiata resolU'.ao de 18 do
correte, tomada sobre consulta da seceo de
guerra e marinha do conselho de estado, Sua Ma-
gestade o Imperador honre por bem indeferir o
re |'i"rimento em fu o barli.irel Duarte Estevo
XI
erani
Pal
de j ii I lio
te n-ao
i ito,
d Kvrn.
n i Br -V
de Oliveira e sens innans pedem permissao para
retirar do fundo de soccorros da as*ocaco dos
jiratic's urna quota do capital aecumulado, cor-
respondente ao producto das economas feitas por
seu tinado pai, Jos BaWvto de Oliveira, ajudantc
do pralico-mwr da barra dessa provincia.
Arrib ni, n>> dia 2">, o brigue francez Rapkfe,
que de Pecnan buco a para MmlOvido.
BAniA.
Lrmos no Jorn il :
Hontem (i) leve lunar a reunao ordinaria dos
accioiusls da Caixa Hypothecana, e. depois da
leitura dos relatnos da pestao do .-einestre lindo
em 3! de maio deste auno, qne foram approvados,
procoJeu-ie a clcc..io 'los diversos cargos, cujo re-
sultado foi o seguiuto :
Mesa.
o Presidente, Joao Luil de Abren elva.
Sjcretarios, Jos Juaipiim Pereira e coiumen-
dador Antonio de Frailas Paranhos.
Diruclor,- comiiieiidad ir Fernando Pereira da
Cttnha.
Supplentes.
.Vntono Teixeira de Araujo Guinares, An-
tonio Barbosa de Andrade e Altonio Jos l.uiz
Brandan.
Ojmniissao de contas.
Cmimenlador Jos Lopes da Silva Lima, cora-
rnendador Francisco Teixeira Ribeiro c Litio Pyr-
phirio da Silva.
t Os empregados da lliesouraria geral, queren-
do dar lima pmva de gralido ao Sr. visconde
do Rio Branco pelos beneficio prodigalsados
classe de fazenda, collucaram aote-hontem o seu
retrato acabado com esmero e ricamente moldu-
rado, na sala das sessdes da junta do fazenda, que
se acha de intrnenle decorada. Il.m ve urna al
locuelo feita pelo Sr. contador Umiieliuo Guedes
de Mello, e una poesa anloga ao acto, a que as-
sistiram o Sr. vice presidente da provincia e di-
rersos empregados de outras repartic,oes.
Sis a allocucao :
i Senhores. 0 que acabis de fazer urna ac-
'5o altamente meritoria ; tao simples e natural
como tudo quiuto inspirado pelos felizes impul-
sos da gralido, nao careca, como nao careceu de
revestir-te de apparatosas solemnidades.
n E' aasiin que se procede em familia.
Aquelles que vendo este retrato iuquirirem
sobra os motivos por que foi elle aqu collocado,
tero liicil resposta na concisa e cloquete senten
ca que abi se l na liogua de Cicero.
0.1'i tnluiit fructum dignan nos ferr labore
Luceat illios efTigies oculis.
Nos. os empregados da tbesourana de fazen-
da da Babia, reconhecidos iniciativa ellicaz do
Exm. Sr. vjsconde do Rio Branco na votacao de.
orna le que relribuUse mais eipjitativamenle os
encargos da nossa modesta ptufisso, tivemos etse.
impulTo d'abna clamado gralido, aniituese do
orgtilbo que julga tudo merecer ; e cono signifi-
caco.externA do nosso reconhecimento, occorreu-
nos iwr diante dos olbos de quantos aqu enlrarem
a efflgie do estadista, que servindu tao bem sua
patria, o tuo Iho dava direito aduiiracao collec
tva de seus cOncdifaos, soube arrosiar precon-
eitos para attemler jus.ica.
t Sao tempo anda de esbocar os longos tra-
eos rtp alto tnerecimento do v/Vonde do Rio IVan-
co ; isso pertence a huloria.
Mas, senhores, j que a occasiio se oTercee,
- digamos : o empregados i thesnuraria da Ba-
ha, hiendo a mesnw que ferlam os das outras
provincias do imperio, teetn dnflBiotivD para e
desvanecerem da homenagem JHais que moreci
do preito rend.lo ao Sv. vrscrfde'tio Rio Branco:
S. Exc. que un brasiteiro benstnerito por-tan
(os ttulos, Mm sea terco esta provincia, cir-
cumscrip;ao commum dos laureantes e do precla-
ro laureado.
. ucovJn 8
fn. r.-C!iame a a'- Abril
i o n. 80 di (atjoli.v. a
onde se l'uma-pa-
nu lUiiHlando publicar e einpnr
: forma de carta, do santo padre Po
IX. sein que'pnha obtido previamente otnlis|ien-
...-plcito imperial, oiTetdando assiui a
roas til i affe^olitintdo imperio, e pcaticando urna
verdadeira usurpa.ao do poder temporal ; pe)
que llie recommendo que nroct'Ja. resoeito de
conformidade com a le, iiitcriwiulo lo^-o o recur-
so por ella est&belecido. eiw| Pereira tlt
Lucenn. ________
" "Sccretarfa do jroverno. -Tor portaras
da presidencia da provincia, de 7 do crrente :
foi aposentado, a seu pedido, Luir Francisca Viei-
ra de Luna, .ofllcjal do archivo da secretaria
do govenio, com os vencimentos quc'lhe cornpti-
rera ; fj removido o.." official da 4." seccAo Ma-
noe! de Miranda Castro para igual cargo no archi-
vo ; foi promovido Joao Gonjalves dos Santos Ju
nor, praticante da 2 'seceo, a 2.' offlehl da k" ;
loi transferido de praticante da 3." para a 2." Lin-
dolp.o Olympio dos Iteis Campello ; e foi nomea-
do praticante da 3.' Walrido Brrelo de Mello
Reg).
Termo da Escoda. Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 7 do crrente : foi exo-
nerado, a seu pedido, o coronel Francisco Antonio
de Barros c Silva, do 1. suficiente do uiz mu
cipl (lo termo da Es.-ala"; foram transferidos
para |. e 2." os actuaes 2. e 3.; c foi Horneado
Fabio Velloso da Rilveira para 3.*
Reoartico das obras publicas.
por portara da presidencia da provincia, de 7 do
correle, foi exonerado Raymundo da Silva Maja
de thesoureiro da renartico das obras publicas,
por se achar alcanzado cotn o respectivo cofre, e
fui Horneado para substtui-lo Antonio Pinhuiro
de MenJooca,
Rari-4-ira do Caxang^. Por portara
da presidencia da provincia, de 7 do corrente, fui
autorizado Hermenegildo Eduardo do Bego Mon-
teiro, arrematante da barreira da estrada de Ca-
xang, a mudar a cobranca respectiva para o
lugnr Barreiras, na inesma estrada.
Sopreino Tribunal de Justiea.-Xa
sesso de 2-') deii se o julgamento seguate :
Revi-la civel n. 8,269.(Da relaco do Mara-
Db'i.)Recurrente, o Dr. Antonio de Aguiar
Silva ; recorrido-, o captao Frederico Augusto de
Mes piita, .-na muilier e outro. Juizes, os Srs. con-
selbeiros Valdetaro, relator, Coito e Veiga, reviso-
res. Hcl.it; dj o feito.'foi discutido entre o Sr. re-
lator c revs.r Veiga, coucedondosc a final a re-
vista por inj.istca notoria, c ntra o voto do Sr.
Veiga.
.-- Na sesso de 28 den-se osegninte :
Revista civel n. 8,277. -( Da relajan de Pernam-
buco ). Recorren'..', a cmara municipal da vi la
de Cimbres ; recorridos o major Pantaleo de Si-
queira Cival.anle e uniros. Juizes, relator, o Sr.
eonsoJheirn villares, revisores, os Srs. Valdetaro e
Albuquerque. Relatada a causa, foi negada a re-
vista por nao baver injustca notoria, nem mani-
festa nulli lade.
Vapiirex esperados.-Da Europa o in-
glez Guinnne, o do sul do imperio o inglez Joh*
Elilt'i; de 18 a 20 do crrente.
Vapores" a sabir.A* 12 do corrente, os
bfasile.iros Puidhyba para Goyanna, e Ctuuripe
para Mamanguape ; a lo os hrasileiros Ptrapnna
par a Granja e escallas, e Mamlih para Araiia-
jii e escaas.
c Geojrra-
.Airii
,:u'; v *
Janh.i "
Keeebedoria ^e rendas geraes.
Esta-aMaeiiviiaaluarrxAbu no semestre de Ja-
neiro a junlio ultimo 357:7(;iT7, sendo em :'
I9.768J
16:S 16:4]
I5:43j
i;.;tit'J
9 de Mko de 1873.

I Oilinr !/ Hfft

J:
Fe
Ma
ro
ocidado, o ^ S^ra to^r^U^Sj^^^^;,^^,
ro
Junhf V
Consiili
mesfri de ja
cao 1im
Janeiro
Ffereri
Marro
Abril
;S2JUJH_
Dnheiro.
fios
mes & C.
Santa Casa
fe de culag
lado o Sr. Z*caras,fHH|9nifesta
o partido libera! e anomaMibado
ultra-pipi-tas pelos Srs Parana-
n, lautos aliarles dirigW U***. Na-
Aranjo, no mouicnto om que este aecudio
tribuna para ver te obliuha recompor as filas
,-0
11 i-732058
vapor Pora trouxe *ou para
Braga Go-
les- SaWta
soaL de enfermos, mendigos, educandos jios esta
belerimonto de caridad/a cargo desta Santa Casa
em iunho lindo
Hospital portiiguez
Filbus de enferqios
Hospital dos (araros
Hospicio de alienados
Asylo de mendigos
O'llpgi'i de orphas
Dito de orphaos
Casa dos expostos
Meninos em criarao

su
S0.1
10
42
82
83
1
78
Total
lustiiito A.rchcoloslco
i S. xc. cultivou nesta cjdado, chamada com.
juslica a Atbenusbiasileira, os estudus das huma- sepdo" de :.
nidades ; e sua jtivehludo foi contempqranea da Sellos
de muitOs varees eopspieuoa que se lisoa^anr tfp, Carlas
c mtneiobrar o vos altivos com que, >aguia apa- Asignaturas
as emplumada, dievassava o armamento das Multas
vciencias e das letiras, como quera tiah de beh' Emolumentos
cedo subir ao Pantheju da patria, lor^ndp'os Agepcias
Plutarex* J>rasjei(ps a iii^creverem o sen nom .Pr^i
is ilhulj^s do seu paz. MQYiaienli
sor o'bco da'ffowr" reVa
rcm a prelfr^ncj
'jct -
;8:74.
>'-ia (atorren digno de thengo.
ate
p!iit*i>. Deve funecionar a man ha, em se.-so or-
dinaria, pelas (I horas do dia.
Missas fnebres.Amanh manda a fa-
milia do linadu commendador Jos Cuvlido de
Rarros celebrar, na igreja do convento do Carino,
missas pula alma desse finado, s8 horas do dia.
V'otieias de Una. Anda nada podemos
adiantar acerca Jo que se pa;souemUna, posto
que tenhamos oblido informacoes que se contra-
dizein.
O que ha de positivo que houve alguma cousa;
mas o que foi, s amanh o diremos com segu-
ranea.
Entretanto, convem dzer que a noticia, tal
como no la den o nosso informante de hentem,
nao exacta ; e isto se evidencia da resposta que
deu a autordade d;.quella localidade ao Sr. Dr.
chefe de polica, resposta que concebida uestes
termos:
Em resposta ao telegramma de V. S. infor
mo que n.-lo houve morte nem resistencia ; am-
alia olpriurei coinmnmeando minuciosamente o
ocwriitlu.
Dahi se v que o nosso informante ouvio mal e
nal referinos o fado ; mas tambera se observa
desse telegramma que alguma cousa houve.
Enifini amaulia veremos o que foi o occorrido
do telegramma.
Fallecimentos. Hontem pelas 3 horas
da tarde, den a a'ma ao Creador o desembargador
aposentado e conselhciro do supremo tribunal de
justiea, o bacbarel Antonio Ignacio de Azevedo,
victima de inflammacoes interiores. O fallecida cen-
tava 75 aunos de idade. Durante seu tirocinio
administrativo exerceu nesta e na capital da Bibia,
doude era natural, os primeiros cirgos da admi-
nistraco publica. A' sua prezada familia Ihe
tributamos os nossos psame?.
Deu ante-hontem, as 8 h.ras da noute, a
alma ao Creador, o Sr. Manuel da Silva Amorim,
d.-cano dos esculptores desta capital.
Geralmente conhecido pelo primor de sitas
obras, Amorim dcixa emsua arte um vacuo, que
difllclmente ser preenchido.
'Genio creador, abi flea seu nnme immortalisado
nessas mageris, que ornara quasi a maior parte
dos nossos templos, destacndose entre todas a
Jo Senhor dos Passos da matru do Corpo Santo,
verdadeiro primor darle, e que so por si bastara
para revelar a grandeza de seu genio.
Anda na i Jado de 80 annos, no ultimo quartel
da vida, como a luz que se extingue, Amorim con-
ceben e emprehendeu a estructura de urna magem
da Senhora da Conceicid e outra de S. Jos, que
foram apresentadas ultima exposicao, e onde
anda urna vez ostentou a grandeza de talento e
nltimo broxolear de sua fecunda imaginacao
Seu sabimento teve lugar hoBtem da casa de
sua re-idncia. A trra Ihe seja leve.
Tentativa de roubo Antes de hontem*
amanheceu aberta nma da? portas do armazem
dos negociantes Samuel Power Johnston 4 C, sito
no Caes do Apollo.
Tepdo a polica scienca do facto, para all se
dirigi, e da competente vistoriaaque proceden,
vorHicou-se que a porta nao fora violentada, mas
m o cofre que all existe, sem que tivcs.era,
porm, os ladroes couseguido abri-lo, c levar a
effeito o seu intento.
entretanto prosegue-se no termos da le.
Estellionatario.Como tal foi preso pela
poicia do Cabo, e act a-se rcolhido respectiva
cadeia nm iadividno de nome Jos Marm-'o.
Captura.Foi capturado em Bulqqe e aoha-
se rcolhido respectiva cadeja o ccrore crml-
unso Jos Joaquim da Silva, conhecido por Jos
Redondo, que fazia parte do grupo de um outro
nao menos celebre de nome Manoel Chico.
Suicidio. Na madrugada do diji i do cor
rente, "Jos Flix dos Saqtos, sobrnho do rendeiro
do engonbo Boa-Vista, do termo da EsCada, p qual'
desde 1832 soffrla de alienafao mental, conse-
guipdo Iludir a vigilancia d familia de sed.tio,
com q'iicm viva, snicidou-sc cpmo bata muto
premedrtava, ehfrcantto-seem nrri calbro d casa
w "rvenda.
A polica loinou conhe;imento do faci, na for-
ma la Uii mfcj.ji ..._i. i u...
\f ministracao 4a AOfnaai. Esta re-
partifo arrecadou noy|#|K ]|n|if | 374*953,
Congrcsso Litterario Amanhtdeve
haver dcssAo ordinaria desta soeiedade, as horas
e no lugar do cosluite. Ordm-do dia : O parte,
continnarao da dscusso da mese r o qne a
sociedade c qual o seu fqndaipento. ? 2- parte, ds-
cusso da segu mte these, rajo desonvoirmento
ser dado pelo Sr. Camino Souza : Ser conve-
niente que a propredade individual seja substi-
tuida pela propredade coilecnva T
Gazeta'Juridlea 0 numero dcste jornal,
do 2i de junho ultimo, tr.M o segu inte :
G'izeta'jurdica : A priso antes da culpa for-
mada, entre hs, regida e praticada segundo os
principios em ipie se funda t
Jarisdiqo Citl: Mi na > pode destruir mi an-
nullar o arbitramento em accn de honorarios;
aceita-u, homologando-o, ou mndifica-o quando
muito. -LiberJale, conferida em testamento aber-
to, nao pode mais ser revogada por outro, que des-
trua embora toJo o primeiro. -I.*, Os filhos es-.ra
ros e de e nto damnado o ptinivcl sao excluidos
da successo ab inlesMo : e nem a Ord. L. 4.*,
Tit. 03 foi altrala pela resoluc de II de agosto
de, 1831. 2.', A lei.de 2 de setembro de 1817
lambem nao altern a "esma ordenaco, antes, no
seu art. !., referindo-se -a-Ord. o-L. *. trt. 91,
go veni'j
eu pari^^^quea^illustra
omper-so ie o Sr. lacariaa o
o Sr. Octaviar, tpsgMUdj
ntos, est ris poltica i) *u silencio >
de I' Tnainliuco ennnuam
profunda sensaco. Tod .-
cenles s0 una inju-tillcavel
dade episcopal vira colloear o
e -essidade de mamr a sua
naturalmente,
mm*\
deixa entender, que trata A>s- limos naturaes em
especie, que o os navidns. ex suLuh, el jo/k/u. -
!., Appellacao interpusta por policio uo vale sem
o termo assig.nado no pjazo fatal ; 2., Ferias nao
lem os escrves; 3.-, Pacto antenupcial, relativo
ao rgimen matrimonial, se, pelo noivo noiva,
conten doaeo fcita, deve esta, com pena de nul-
lidade, ser insinuada. .
Jarisdiquo commercidl: Nullidade de-endosio
sem a prova defraude, em fallendas, nao est
autonsad. pelo art. 129, 4. do cdigo couimer-
cial remissivQ ao art 828. explicado esto pelo as-
senln n. 8 de 6 de julliu de 1857. -Segurador ma-
rtimo s responsavel pelo pag ment, depois da
prova legal le que a perda .do amo proveio pura
e siiiplcsmente de. forca do piar.Omsso ou
negligencia culpavcl, n> deserapenbo' d mandato,
Obliga, .or forca do art. 162 do cdigo coinmer-
eal, ,o rcspotisave!, iudcmirsaco do' preiuizo
causado.
Aggravos: as causas de awjnaco de dez
das cabe a.-'i-Tivo do ^esp^cJi />ue recebe os em-
bargos cun mi sem lomkmnaco.-l.eltra de Ier-
ra deve ser asonada judo s,o-,id..r e a noli pro-
missona por cu innereiante, para qjfe sejam aju-
Mdts no foro comirterca.Aggravo deve ser ra
tincado em audiencia e assignado por advocado.
{fnrimjudici'tri't: Jurisbc.o civil dos juizes
de diroito as comarcas geraes (coutinnacao da
pag. I i )
Discurso nntavel. 0 npsso distmeto ami-
go, e comprovinciano, o Exm. Sr. DrGnsmSo Lobo,
tiiiha proferido no da 27 um importante discurso
ao discuiir-se a reforma da guarda nacional.
O Ilustre pernambucano, ao delxar a tribuna
que oceupara por mais de dnas horas, rceeocra
congralula.oes de todos os lados da cmara.
Eserevein-nosda corte.- De urna carta
particular que recebemos da corte do imperio, ex-
trahimos os segnnts perodos :
s cmaras funecionam muto regularmente,
e o gabinete revela-so empenhado a adiantar a
dscusso dns' reformas.
t Nao obstante a opposco dos dssidentes que
esgoiaram to los os meios de embarazar a passa-
go-n da resnlu.io que-proroga o orcjimento para
e prnneiro trimestre do exercio de 1873 i87i, foi
este acto votado pelas cmaras e sanecionado em
data de 28 de junho.
A oppnsici \ liberal da cmara vitalicia, na
impugnando a deeretacio de urna medida que as-
circiunstancas tiubam feito indispeusavel a admi-
nistrado, sob pena de aobrigar a assumir adicta
dura tinanceira, andou nisto ouvevalmente inten-
cionada. Ella respondeu assim s tricas e insidias da
dissideucia, burando-lhe o plano que era demorar
a dscusso at que o novo exercico comecasse
sem ser regulado por urna le do meios.
Quando assim fosse, e o plano da dissidencia
podesse vmgar. eerto que nenhuma culpa cabe-
rla ao governo, pois que o orcamento destinado a
csse exercico est desde muito no senado a ser dis-
cutido e sem nenhura atropello, poderia eslar j
convertido em le ao estado.
Pica votada em 2.a dscusso na cmara tem-
poraria a proposta da reforma da guarda nacional
tendo tomado parte no debate os Srs. DuqueKs-
trada Teixeira, I. Correia, Ignacio Martras.Gusmao
Lobo, Marbnho Campos, Pereira-dos Santos, con-
selhciro Brusque e Candido Torres.
t A oppos-icao liberal, declarando-se pela com-
pleta extineco da guarda nacional, aeolheu a
proposla com um certo favor por ver nella urna
concesso I herdade e o termo dos vexames e
oppreses impostos ao cidadio brasileiro pela le I
de 19 de setembro de 183. |
i Fetos os seus protestos, nio dnv'rdon a oppo-
sicao prometter o seu voto ao projecto.
Nao muito que se vejam liberaes e conser-
vadores assim congraidos perante urna proposla
do poder executiyo Nao um documeoto este
da siHCertdadede vistas do gabinete 7 de mareo?
Nio um verdadeiro triumpho do partido con-
servador ?
A suspenso da cmara munieipal pelo minis-
tro da agricultura foi ohjecto a urna uterpellaco
do Sr. OepuUdo Ferreira Vianiu. Expoio exten-
samente os fundamento! do seu acto, o Dr. couse-
lieiro Coala Pereira deixou Sobejanietile demons-
trado que Qo se apartara das normas lgaos. A
preten.o da cmara, de conced litvenca* para o
esiabeleenneruo de carris de tetro, era aera plau-
sivel fundamento. A competencia do poder eje-
cutivo, nunca posta em duvida,'fura reconbecida
e|n um luminoso parecer do conselho de estado de
aue fcii relatqr nm chefe liberado Sr.' viseyade de
Souza Franco, e a que o Sr. "Sabuco de Araujo
prestou a sua aseignalura. A,imprenahptralaa-
cou, euiretanto, o acto do goTarno por llijega e
altentatorio das franquezes e altrUmc^es muoici-
Ka.es. Tal o espirito de disciplina que reina en
:e os liboraos I,
Tem sido aqui muito bem acomiflt^ assim ti ti-
'vro-^oSr. Dr. Nabpr .Cavrieante sobre .r^orhja
eleitoral, era qua. o autQr despendei vi3r,d5 rudico e muito vigor de raciocinio, cqmo o-, excel-
em:
^hrtl
nt.e Safo
Jnnho
Capata/.ia.-No
' iwni e-
llro
disi ir/t i'i
mtm... 1
rep.-rt{3D
:61'ii820
2:31830i
IBbMXMI
no
lentes rticos pufiffcadbs' em seo lornil'
Dr. CoDaco; Se o Ilustrado advogwe o> r_,
em um opsculo, preitaria um' bornIjervicb.
a A commiSsao especial 'ja ctnjira. a^jqt fojj
cummttido b stnd) do bejn ettmradr "
de reforma eteitorai, tetn-se repnJdp re
tencia do Sr. ministro do imperio m suc _
conferencias. Aereflija-sle qaa, ilentro epi p&eSsT
dias, vira a lume o'Jporfrcer que esperado' cota1 no
jpsta t*
deci o por actos de energa que
iestjara evitar.
A iperije* jttilU'le do Sf. f)r. Lncea no
responde pela ordem publica.
-Lateria.Foi presente cmara dos Srs.
depuudos jjraa ejfteada conredeudo 5 loteras a
Sata '.sm du Misericordia do Be~if-.
lsencao de di re i tos A cmara tempo-
raria adwptou urna resohico sentando d s direi-
tos do emportaco todo material ipiporlado para
as Impreias de canalisacao de agua e gaz para as
cidades de Olinda, Goyanna e, Victoria.
Echo Americano Com aslispensio des-
te peridico os asignantes da Livrnria Fian-
ceza, Sndi perden t
Dos 2V .nmeros, 25 48, distribuiram-se 16,
de 25 a ).
Os asslgnantes podem desde ja receber a qnan-
l(i de iU00, equivalente aos 8 numeras U a 48
ainda devidns e que nao foram publicados. I-
961 vraria Franceza.
Illnstra^o H>-spaiilii>)-i c Ameri-
cana. Acaham de chegar para a respectiva
agencia os ns 22 c 21 'desse importante jornal
madrileo, cujo crdito e prco cresce de da em
din.
Lotera A que se acha venda a 58.", a
beneficio da matru de Cabrob, que corre no dia
15.
I.ciles.- Huje effecliiam-se os seguintes :
As 11 horas do da. efiectuao agente Martinso
lelo de dous buhares, movis e iouea do hotel
da ra do Bario da Victara n. 48.
- Ao meio dia, effectin o mesmo agente o
lelo da taverna do pateo de S. Pedro n. I, per-
tencente massa fallida de Joaquim de Brito Vas-
concel'os.
_ Tambem hoje elTeclua o agente Pinto o le-
lo de movis da massa fallida de Jos Francisco
Biltencourt, no sbralo da ra do Baroda Vido-
rra n. 30.
Em continuado, s II horas, vender o mesmo
agenle a casa de pharmacia ltimamente mon-
tada no pavimento terreo do mesmo sobrado, a
qual se torna recommendada por estar bem sor-
tija, e em urna das ras principis.
Casa de detencao. Movimento do di
7 de julho de 1873 :
Existan presos 325, entraram ti, sahiram 9,
exislem 322. A saber .
Nacionaes 2i2, mulheres 7, estrangeiros 44,
iscravos 47, escravas U.Total 322.
Alimentados a rusta dos cofres pblicos 252.
Movimento da enfermara do dia 7 de julho
le 1873.
Tiver.un haixa :
Jos Marques da Silva, ccphalalgia.
Isabel, escrava de Francisco de Larvalho. rheuma-
tismo.
T vern alta:
Manoel Antonio da Silva.
Antonio, scravo de Joaquim Francisco de Souza
Leao.
Hospital Pedro II.O movimento dcste
esiabelecimento, de 30 de junho ao dia 6 de julho
de 1873, foi o segrate : exslam 198, entraram
55, saliiram 33, fallece-rain 9, exislem 311, sendo :
411 borneas e 103 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enferm irias nestes das s 8
l|4, 8 l|2, 9, 8 1/2, 8 1/2. 8 l 9, polo Dr. Bel-
tro, por ausencia do Dr. Hamos ; s 12, 9, 11
1|2, 12, 9 Ipl, 10, 11, pelo Dr. Sarment. ; s 8 1/4,
8 1/2, 9 l|4, 8 1/2, 9, 10, pelo Dr. Malaqnias ; s
8 1/2, 8, 8 1/2, 8 1/2,8 1/3, 8 1/3 pelo Dr. Vianna.
Fallecidos.
Joanna, tubrculos pulmahares.
Lndgera Joaquina da Fonceca, tubrculos pul-
monares.
Candida Maria de Oliveira, hepalite.
Magdalena Maria da Conceico, tubrculos pul-
monares.
Bazilio Antonio, cancro.
Antonio, moribundo.
Antonio, phtysica pulmonar.
Ignacio, moribundo.
Antonio Carneiro, hydropesia.
Cemiterio publico. Obituario do dia 7
de Julho J
Zebina Cecilia Alves Lima, branca, Pernambuco.
16 anuos, solteira, 5? Antonio ; angina do coraeao.
Pilomela, parda Pernambuco, 9 mezes, Heci-
fe ; convulsoes.
Mara, branca, Pernambuco, 15 das, Boa-Vista;
crysipela.)
Secundma, parda, Pernambuco, 20 mezes, S.
Jos ; convulsoes.
Manoel, branco, Pernambuco, 6 mezes, S. Anto-
nio ; bexigas.
'uIMINir.Ul'DirtAM*.
aMMB1A II. I i HH (( to
SESSAO DE 8 DE JULHO DE l?73.
>RRalDK.N:iA DO BXM. SR. 00MSRLH8IR0 CABTANO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgtli Goelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
embargadores Lourenco Santiago, Almeida Albu-
querque, Doria, Domingues Silva, procurador da
corta, Hegueira Costa e Aranjo Jorge, faltando
com causa o Sr. desembargador Neiva, por presi-
dir o jury de Olinda, abrio-se a sesso.
M1LGAM8NTOS.
Habeas corpus.
Paciente Pedro Antonio Ferreira. lie pteira
primeiro ?o juiz de direito.
Paciente Antonio Severino da Silva. -Requeira
ao j,n.z de direito.
Paciente Jo Jos da Cruz Slqueira Requeira
ao juiz de direijo.
Paciente Jaciuthi Pereira de Mallos. Conce-
deu-se ordem para o dia 5 do agosto futuro.
Denuncia contra o Dr. Benedicto Marques da
SHva Acauan. Tendo fallecido o denunciado, po-
nh.A'se perpetuo silencio na causa.
Carta testemunhavel.
po Recife. -Aggravante Joaquim Lopes Macha-
do. Juizes os Srs. desembargadores Araujo Jorge,
Almeida Albuquerque e Regueira Costa. -Noga-
ram provimenio por nao ser caso de aggravo.
Recursos crimes.
Recrrante o juizo de direito de Macei, recor-
rido Joao Antonio Cyriaco. Juizes os Srs. desem-
bargadores Lourenoo-Saaliago-, Araujo Jorgo, Do-
ria eiRegwwra flosta. -Improcedente.
Recorrente o jnizo de direito do Recife, recorri-
do Iqo Constancio da Silva Neves. Juies os Sr*.
desembargadores Almeida Albuquerque, Regueira
Costa, Lourenco Santiago e Doria, improcedente.
Recurrente o juizo de direito do Bonito, recorri-
do -Joao Gomes da Silva. Juizes os Srs. desembar-
gadores Doria, Araujo Jorge, Almeida Albuquer-
que e Lonrantyo Santiago. Improcedente.
- Recrreme o juizo do direito de Nazareth, recor-
rido Antonio Lopes de Mello. Juises os Srs des-
embargadores Regueira Costa, Doria, Almeida Al-
buquerque e Lourenco Santiago. Improcedente.
Hcorrente jnis de direito do Ipd, recorrido
Ar *o Carino Ferreira Chaves. Juizes os Srs.1
desembargadores Araojo Jorge, Almeida Albuquer-
tjjie, Doria e Loureaco Santiago. Improcedente.
Appellaeao' crime.
Do jury de Sant'Anoa, Aoaraoa. Appellante
H -z-jrr.;
appall.i'b
deenfibar-
\upella i te
Aives l'e-
ap-
r. 'Wenteslo da Rocha, appellada Mara Bagenia do
Nas,c|iinmto/-A trovo
2c
Bo S/. de3embarg.tdor Luurenj.i Santiago ao/
8r. psembargador Almeida Arufinerquo.
' Ooiurvtde Seriuh.ae.nvARpellante Bernarda
I1 M5trii decena, appellada a juslica.
re
no
ifT?J
inttipn;.o ^ne cumj
oj ch.efej liberteJ
dir.a sua Influencia
primera os consery
WflM
' *t) senado bjnjbi
uauto o 8r,^
,-ef lntrbdM'*roS^
irofer
armona e
Jffc
Suoiras, appeIJaJo, Bern a ni < ims ile Mjura,Cou-
tinho.
t Contlicto do jnrsd.-.ao do- juize- muiiicipaes de
S.Bento e Garanhuns.
4)o Sr. desembargador Almeida. Albuquerque ao
Sr. desembargador Doria :
_PQ.Ury do BuiUUa^.Annellantaa J^o
Dias e outro, app^|||la tjystici.
De Cajazeiras. Anpellanto o jiiz i,
Jos Alaria de Jess.
to Sr. desembanador Uori,a ao -ir.
ador i)omingua$ 5|va :
D.I jui/.n municipal do Camin.
Joao Antonio Comes, appeKado Man*1!
reir.
Ao Sr. desembargador fMujo'JoCge :
JDo jury do Natal.Appallante o promotor.
p^lranrr Pedro Marques-de Barros.
De Sobral.Amicllante Quitero Flix Barbosa.
ap|el|a(Jaalastk.a..
De l|iojn.;a.ApieHante o jni'.o, appellado Ca-
lmo Lopes da ;>Iva.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago :
Appellacao civel.
Do Recife.-Appollante Jos Iticardo Coeluo.ap
-podado Joaquim Jorge de Souza.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Araujo Jorge:
Appella-.o crime.
ApneHante o juizo, appellado Joo Goncalves
Vianna.
Apiiellaco civel.
Appellante D. Mana Thereza de Jess, appella
do bacliarel Francisco Ignacio de Souza Gouveia.
Do Sr. desembargad.ir Araujo Jorge ao Sr. des-
embargador Lourenco Santiago :
Do jmzo municipal do Recife.-Appellante Rjta
Slveria; appellado Manoel Francisco.W. I,in?, ap-
pellantes herdeiros de Bernar lin) Jos Monteiro,
appellada Maria Anunnci.ida do Carino Bocha Cos-
ta ; appellaute o curador do esfravo Benedicto,
appellado Manoel de Suiza Travassos; appellan-
tes herdeiros de Jos Hyguo de Miranda, apnella
da a fazenda nacional.
Diligencia crhne.
Ao Sr. desembargador promotor da justiea :
De Cascavel. Appellante Raymundo Estovio
Rodrigues, appellnda a justiea.
Do Kecife.-Apiiellauti Mximiano Jacinlho dos
Santos, appellado Pedro Ferr.dra Lima.
De Pao d'Allio. Apellante o desembargador
presidente do jury, Hnpellado Joaquina Jos de
Sant'Anna.
Do Rwrife.Appellante Miguel Pereira dos San-
tos, apqellada a justiea.
Do Brejo. Appellante o juizo, appellado Joa-
quim Gomes da Silva.
Do Ir.Appellante Joao Thomaz de Aquino,
appellada a justiea.
'Agua Preta.' Appellante Manoel M.r.hias Be-
zerra, apfiellada a justiea.
DoTraipii.-Appellaiile Jos Frederico Diniz
Bouvard, appellada a justija.
Da Imperatriz. -Appclbnie o jnzo, appellad i
Jos* Thomaz de Parias ; appellante Joaquim Bap-
lista Negrao, appellada a justiea; appellante o
juizo, appellado Jos Mendos de Lima ; appellinto
o juizo, appellado Jos Joaquim da Conceico; ap-
pellante Feliciana Maria da II i-!n, appellado Jos
Joaquim Duarte.
Appellacao civel.
Ao Dr. curador gend :
Do Recife. Appellante Elisa Galvo Campaba;
appellado Antonio Cesaro Moreira Das; appel-
lante Antonio Francisco de Salles Pessoa, appel-
lada Thereza Maria de Jess; appellante Domingas
Maria da ConeeifXo, appellada D. Maria da Cu-
nta Soares Brandan.
Assignoii-se dia para julganvnto dos feilos
seguintc:
Appella;oes crime*
D'Alagoa Grande.-Appellante Jos Ferreira da
Silva, appellada a justi.-a.
Do Buique. Appe'lante Miguel Francis o de
Azevedo, appellada a justiea ; appellante o juizo,
appellado Joo Baptista.
Da Escada. -Appellante Antonia Teno'ia Caval-
canti de Albuquerque, appellada a justiea; ap-
pellante o juizo, appelladis Izidro o Francisco, es-
cravos ; appellante Manoel da Fonceca de Araujo
Luna, appellada a juslica.
Appellacoes cveis.
>) Recife. -Appellante Manoel Antonio da Sd-
va Riis, appellado Joaquim Jos Alves de Albu-
querque ; appellaute Lenidas Tito Iioureiro, ap
pellado Jos Ri ardo Coelln; appellante o juizo,
appellados Norberto Alves de Luna e outro.
DlSTHim ICOES.
Appellacies crinies.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Bonito. Appellante o juizo, appellado Ma-
noel Joaquim Meroro.
Da Imperatriz. Appellante ClauJino Jos da
Costa Agrn, appellada a justiea.
Do Cabo,Appellante Francis'-,) Cietano Ribei-
ro, appellada a juslica.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Da Imperatriz. Appellante o juizo, appellado
Antonio Gomes da Silva.
De Misso Velha.-Appellante Francisco Gon-
calves Cavaleante, appella lo o uzo
De Garanhiins. -Appellaute Jos Duarte Pereira
Lima, appellada a jiisti-a.
Ao Sr. desembargador Doria:
Do Sobral.Appellante Antonio Francisco de
Paula Quixad, appellada a justiea.
Da AtalaiaAppellante Fernando Correia Paes,
appell da a juslica.
Do Ipil. Appellante o promotor, appellado Ma-
noel Ferreira Das.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Do Cr.ito. Appellante Salusliano Pereira Mala,
appellada a justiea.
Do Sobral. -Appellante Antonio francisco de
Paula Quixad, appellada a juslica.
Do Bom Jardn Appellante Alexandre Fran-
cisco Tu vares de Almeida, appellada a juslica.
Appellacoes cveis.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Recife.-Appellante Joo Rodrigues Lima,
appellado Francisco Flix Goncalves.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Bonito. Appellante hachare! Nabor He-
zerra Cavaleante, appellado Manuel Felippe de
Mello Lins.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do Recife.Appellante o curador geral, appel
lado Jos de Freilas Barbosa ; appellante o vis
conde de Suassuna, appel la lo Francisco Luiz Ca-
valeante de Albuquerque.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Do Recife.Appellaiiio Jos Antonio Alves da
Silva, appellado Jos Joaquim Alves da Silva.
De Cimbres. -Appellante Joaquim Rodrigues de
Mello, appellado Jos de Gese Mello.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
De Ipojuca. Appellante Joaquim da Mlva Costa,
appellado Luiz Gomes de Moura.
De Pao dos Ferros.Appellante Luiz do Reg
Lelte, appellado Domingos Affons.i Batalba.
Encerrou-se a sesso a 1 hora e 1|2 da tirde.
*l
DJr> Taiptl.
le Man
la. -pepenante ojuzo, tppellado' Ma.-
Lrnto o^ujao, appelladh os,"
THESOURARIA DE FAZENDA
8"de julho
Foram remettidos ao Sr. thesoureiro para se-
rem pagos.
OtUcios:
Do administrador da recebedoria, com as con-
tas do portoiro na importancia de 6V4S9O0.
Do inspector da sade do porto, com a canta da
despeza feu cem a sua repartico na importan-
cia de 9*400.
Do director interino da faculdade de direito,
com as cuntas do porteiro na importancia de.....
59#80.
' De prosiiiente da Miarlo, com a oenta- das des-
pezas feitas com o asseio daquelle iribonal na im-
portancia de 26*)0.
Do Dr. chefe de polica, com as contas do por
teiro na importancia de 38*800.
Do inspector da alfandega, wm s contas do
porteiro na importancia de U200.
Do mesmo, com as contas das ^espezas feitas
com o servteo rnternd e externo daquella rparti-
^iiP na iniportancia de 1:071*450.
Do administrador do correio, com as con.tas das'
despezas fejtas pelo respectivo thesoureiro na W-
i I'viii Hv. Uf. LneeM **.
. Uia-UVlla
n 1
O estenso e vndenlo artigo da Provincia eons-
trange-nos a voltar a um assiiinpto que es'enioria-
ips abarlUna-lo. *W*
Nio temos gusto em bater na quistos U.ue au-
dnm de invoRa com a iflivi4n-*lni;idPB*.
" As diseussoes nesse lerr.-u.. .-..' empr. s. .n ; .
vpito ; mas infelizmente os liberaes iWsta.provincia
nji) sabenfazer outra poltica que nlo.eep a das
jn-ssoas, vivara.e alnenlain da.injuria e da ca-
Wmnia aos adversarios.
Nao teosos, pois, meio de desvi u-nos jda pugna
que nos foi olTerecida : assim o quareot, assim o
tenham. Sna a4mi, suit p inri
Fiel ao seu flm, e correspondendo aos interno*
dos sous escriptores, a Pr vicia metteu-se no lodo
do passado, c dos fados invertidos e adulterados
fez armas e rouraea para dar bjtalha ao Exm. Sr.
Or. Lucena I
Vai nesle ignobil proceder1 certamente nao s
urna tacita, mas tamoem eloqueab conllssao de que
os actos da administra!.-fio de S. F.xc, escrupulosa-
mente pautados pelo justo f. honesto est fra do
alcance da malevolencia dos seus adver arios.
A mo ser oj muito gasto bordan aconte-
cimentos dos dias 14 e 16 de maio,outro capitu-
lo de aeeusacan nao teeln, e por isso mergulham-
se nos charcos do passado I
Ainda bem.
Notaremos entretanto a graciosa circumstancia
do paralel o que pr.wurou a Provincia ostabeleeer
entre o Exm >r. Dr. Lucena eo Sr. Villa-Bella.
Em to avantajado tentimn, procurou exaltar
um e depreciar outro ; desflgurou o mrito para
un-ernizar a inepcia I
Nem.pensou que loucura ser armar fogueira ao
meio dia, tendo por liol demonstrar ipi as '.abare-
das produzem luz mais intensa que o sol.
Nai obstante, pando ao lado as minias ninharia
do artigo a quo nos referimos, tomaremos em ton-
sideaco os seus p .ntos raplaes
Un .lelles o quo enfaxar .m e-tas oaiavras : >S.
Exc. avaliava be n t|uo a palavra autorisuh de um
covallero (o Sr har) cmihecido e qnalilicado
pelo seu espirito recio e moderado, de vera cooun-
di-lo peraule a opinio....
Pareca-nos que a l'rovinein para desvanecer o
concetj de imbcil que esmaga o Sr. bario, e re
forcar a autoridad.! da sua palavra, tera feito bem
em impntar-lhe mais algnmas qualidades singula-
res, illusirafo e cultura de espirito.
A esquivani-a nesle sentido pode ser acceiu
como reveladora da m idea que at os seos nti-
mos e dependentes formara das aptidoesdo honra-
do cJiefe.
Se esta razan nao inlluio no espinto do articu-
lista, o que se segu que.ou leve roceio de que
a qualquer largueza no Imivor. u Sr. Dr. Pifueire-
do, que em rolacao ao Sr bario j emiltio juizo
notorio e conhecido, sahisse ao encontr; ou ma -
liciosamente quiz deixar sobre a rabeca de seu
chefe a desconsiderafo que Ihe lau..ou o Sr. Go-
doy.
Km verlade, admira que, em um eseripto traca-
do em visos de epopa, apenas o seu aul >r magra
o seccamente deloneasse do Sr. bario tslo desenlio
e c.inliecido e qualilicado pelo seu espirito recle
e moderado !
Isto signiliea ou m vontade, ou nao adiar mai<
o quo dizer. Quer n'uin, quer n'outro caso o Sr.
baro licou em Iriste posigao.
Mas ao mesmo lempo entende que quem nao
possue aptidoes ijue p.jssam ser proclamadas,
leui lanto peso na opmiao publica, que urna sim-
ples carta sua foi bastante para fazer calar na
imprenta e na tribuna os caracteres respelaveis
que, na corte, sustentan os actos do Exm. Sr. Dr.
Lu'ena 1
T.raha a Provincia pena do seu chefe, nao o ex-
ponha assim ao rediculo e a* risotas.
A just.^ leva a convceo ao animo dos espri-
tus recios, e por isto a conducta de S. Exc. nao ha
de mais ficar abandonada aos boles da pervers-
d de.
Que importa que o Sr. bario desse ao.pubci
/'nmicia do Sr. Dr. Lucena?
O juizo desse cavalleiro nao tira nem d mere-
c iue:ilo a aJguem.
Os acontecimenlos dos das 14e Ifi estn por- (le-
ra ais discutidos: a opinio publica est sunViente-
mente esclarecida, nao precisamos insistir nelle.
para conlestor a mentira (antas vezes re|>elda
Em outro artigo, apreciaremos o que nos paree**
carecer coatestaco.
6 de julho.
Sirtes,
I ni repai**
O Rvm. Sr. Pompen, que dentro os sena.' re
do imperio o une mais l ao senado ; para dar
espancao ao seu prurido de leitura, approveitou
ensejo dos aconlecimentos de 14 6 16 de maio ul-
timo.
S. Exc. este anno-j linha lide todos os papis
velhos c novos do Cear, e, por uo Ur mais que
lr, linha-se armado de Simo de Nunlua para
matar o fado.
Os negocios de Pernambuco deram Ihe alma no-
va, e fui joffrego em ler, em plena sesso do -t i
oj, a Provincia (pap-l) e o protesto do directorio
liberal.
Nao sendo couvenenlo a leitura simples, entnu.
nos i-,iui neniarios, defendeu o Sr. baro de Villa-
Bolla, chaaou o de rico proprietario e o atlribui
os acontecimenlos citados a alijans exaliad' i *>
nao aos liberaes.
Esta declinatoria nos fez especie, e pareteu <--
muir de encommenda, mas deixamo-la i assar.
Mais tarde lemos no Jornal dv Commercio um
estiradissimo artigo, que nos dizem ter sahido da
abundante penna do Sr. Un arque de aced. o
qual nos deu o lio da miadao directorio liberal
e o seu chefe, o Sr. Villa-Bella, trata de apagar os
vestigos do erro commetlido, querem auejai a
responsabilidade dos aconlecimentos dos das 14 *
16, e defendem se atirando para os exaltados a cnl-
pa de tudo I
Vo mais loage, evitara at o contrato delles '
Eis o que diz o artigo :
m Nesse grupo (o que assallou o collegio dos je-
sutas) nao se encontrou um s membro do direc-
torio I beral, nem prenle ou amigo sen ; eompu
nha se em sua mxima parte de ridados alheios
poltica, e at de estrangeiros.
Atalaya. Appellante "los Joaquim Bastos
uto annAtfMV? zar.
ii jWVfe
De iTda o"'RodWpw>r flrtmes:
Dehenrique Soares de Azevedp-
to, ippOmftfm^. r#riAiKiti T De Umbelina Lanicia urges, Diniz.
BomULApsoiaala ojuzo, apellado Pe- Dp Manoel laiquira de Miranda e Souza.
^ead unto- i .De Francisco rreraufa ''.q'rfeia de Araujc
ique App liante o juis->, .appellada Hu- De os Gonrafves de Albnqui
escravo. De Fi^eriCAJJJyses de Alj
:. *P.e','a.nle. 1)u P^ W^xVv^

a prohibicao da lei e de baver-lhet"
P
cte _rarva
pJ'de
'-S^i'PS rranetser 9e! Paula
icannVapjillacios Sottza Gxifm
de f*ogr -Apnerente Joro de Souza
pprtanca de 2.9674180.
Tderus Sed
DAflp^eq, 8
rfaJm.*onrarl"i^B^
ilhp de 1873.
WcVe- :ifa
JemtM.Bodriuites Curioso.
Infelizmente assim nao acontecen. Algn*
cidadao cima este trecho da reiinio de 16), e
entre elle o Dr. Corte Real, contado do Sr. de-
putado Gusmo Lobo, embora dlstincto, mas que
nao se aehain filiados ao partido liberal da provin-
cia, nem ouvem ou consultara os sens chafes en
cousa alguma, deliberaran)...
A' vista dosles truenos, disse bem o Sr. Pom-
pou ; e andou acertado em chasquar do discurs*>
que do palanqiie fez o Sr. Dr. Jos Marianno ao
povo no dia 16, qualificanto-Q de arenga.
Entretanto nao fora de proposito um reparo
O Sr. Corto Real est interdicto, nao pVeaver-
gar a opa de liberal, peto grande peonado de ter
sido cu uhado do deputado Gusmo Lobo, o Sr.
Villa-Bella, ex-conservador e primo lepilioao do
deputado Ignacio Joaquim, nao tem h|iedimenlo
de ser liberal e usar o barrete de chefe t
Cousas desta mundo I...
Has convem saber, o Sr. Jos Marianno, que
declamo pelaimpreosa ser o autor ou promotor do
aeontecid i do dia 14, e proraoves. a reiino de
16; nio liberal ?
Se nao tem este predieado, qual a razio porque
elle e o Sr. Dr. Corte Real se julg-rain interna-
dos i levar urna queixa aquello direciorto, queixa
qne foi acnlhida e publicada como canda d afa-
mdo manifest Y
Se liberal, cmdo diz o mgo a.queMe referi-
mos, qus no assalto dos jtsuitas nio loso parte
iimlium paronte o amiga do dwsstorio?
O Sr. Jito Mamos, nao 0 snig pottoo do
direotoriof Nao foram Mes e o Sr. Corte Reol os
autores da reunao de 16
Como diz o artigo que os autores de tal reuniab
nao esli /il>ado* ao partido liberal, nao comul-
tam, nem ottvem'ds chefes desse partido ?
E, pois, fra de dnvida qne nm sonthnonto o>
cobarda, desleaWade e egosmo actiia boje no pre-
ceder do directorio Uberal deTernambiieo
Cnmprenenderara, embora tarde, que oe tase
atecimentos causaram-lhes grartde mal, e a-
emendar a mlto'oclinm, do da resnonsaBHi-
fe, e atirando-a toda inteira sobre mocos inex-
(Jpirientes que tiveram 6 desacert de servir-Ihe? ao*
ementes. "inDf'
iSvem se os grandes, os. homens de aspiraros
,s, e nao importa qne Hqitfm sacrinValh
"los pela demeafo e oMoalmcla* nos ene-
^Brn\asjruinas uestes marchen nq^Hto pora
^Em !o(h uta thtmmliea ha de o Sr. Jos
Hrmno pisar nos espinhos qrte aneod es n c 16 ; aeremos s-bs amigo}'dff'i^o setio-bs
.4
------
t

i



^?afDte<'W hwM& 1873.
mesm^^a ^^nfrarr pata rae tirarom wfespi-
^nnns Jo ca-nmho.
Jl)'* ^ *ycomPil* a mocdado e aos fiiuros
F niue
* [tolltieo.
i- 4.
? .1.

>
l.'m (cstcinunlio.
A Provincia, no empento de dar fur$a as alei-
vusas de que anda sempre pujada, fe* agora una
wudaiica de solfa, que espiramos Ihe nao d pre-
vcito.
Nao ta muito que meUia a rodioulo o Si. capi-
^/1iHn.n^i Joao Goncalves Pire? ferreira.
Manoel Ril.ino d/Shi Barros.
rtfi^.e entre umitas cousas dia p. Amia Bejorra Cavalcanie de Sibva.Costa.:
II Ci
que
to itreaMf,
Porque mudou da go.-to a-Provincia i .
; lijd hacia o de -distine
k Exmas Sraa. : MBr ,
Dr Mara da DYcs Costa Roto- Limar
D. Paula Anta i* d/Sonza "
0. Imifelinff *>iujata de Jesu*
roaduina Mambla Coocecao.
al*
E* cLaf^ porquo quer que o Sr. eupitio atieste D. Angela Mara das Dores.
-1 sVCHtadim,'espoza do Illti. Sr. Manoel Joaquim
f
que, no da (6 da uiaio, vio saague..... multo san-
s*!^1* calcadas I
Cao sato que o Sr. Cunha exagerado desaf-
f*Uo do Exm. Sr. presdeme, iltoga-o, pan traze-
le a MUiiii.
Agora u Sr. caailo j v a dirtUo, e no cha 16
nao vow os uivs4i I
One tal.
O-Sr. capitio Cuiilia, estarnas, eerto,. Bao dar
o testeminho qat Ihe pede a Ptvvincia, porque
inieirameote contrario a verdade.
Geuarosa Mara do. Espirito Santo.
Sopnia Isabel Lacas.
1). Clara Marta des P-raieres.

*1


.acetificado.
tana vei queo genio das recfieacei eacolheu
i .. venire, e nao ceminuou no seu syslema de rec-
tiQcar ^ara dker a mesan cousa, pedUuos-lhe ve-
nia para rectificar unta eaexactido.que conten o
seu artigo de noticia, ncerlo na Previnrii, sol >
titulo- bancarota.^
Falla a exaclidao quando aseevera que na ths-
sdsrtwia provincial nao e*rtte em deposito mais de
30) contws. Al-o dos 50 da caixa do instituto
agrcola, existem mais de 300 de outras catas.
Pware informar-se melhor, e nao tente fazer
jogo com o inspector da- Ihesouraria,
Tanbem f1na exaelMan em dizer que lioaae-
ama? mnwi para tr fazer exames nos eofres e livros daquelh
roparticao
cT mais urna mentira a que se soccorre o autar
da noticia.
Descance, portanto. que a banca-rota nao ha de
chegar. Os especiaos estudia flnanceiros do Sr.
Buarque all estao de reserva para, emcaso ex-
tremo, salvar a situaco. Como capacho de pala-
cio, ou com escovabotos dos poderoso?, olio fara
o seu offlcio.
A queslo de opporlunidade.
II. 4.
Assento da casa da supplicaciode 1 i de
agosto de 1767Qui potest capen co-
pat= { Traducco livre )^*T a quem
tuca.
Onl. Llv. 3^ Tit fl-8 .
Adrogado* enfregam os autos pela simples desear-
o i (einx no protocoo na presera do fiel, ou pe-
tos recibos osesatoaes.
Aos II das do mez de agosto de 1767, em me-
sa grande d'esta relaco, foi proposta a dnvlda
entre os advogados e escrivao d'esta relatjao,
a respeiio da entrega e cobranza des feitos,
(juerendo os escrivaes fazerem x descarga dos fei-
tos recebidos do poder dos advogadjs, dep U que
nos seus cartorios Ibes sao entregnes pelos seus
fiis; e qti 'rend) pelo contrario os advogado*, que
a referida descarga se deva faaer higo- no acto
da mesma entrega, e na presenca dos ditos fiis,
quando os recebem ; e se assentopor plurariilade
por outrent fazer entrega doa fcitos as audien-
cias na furnia da Ordinario di lie. 3 tit. 19 g /,
e liavenle por ossa causa "de se obraren) dos ad-
vogados pelos liis na forma do eostume incon-
cussameuto observado nesla relacto, e na casada
supplicacao de Lisboa sejain dssonerodos os advo-
y idis pela simples descarga feila n->3 praUroltns,
e na presenta dos memos fiis, no acto di sua
entrega, o* pelos recibos passados pelos escrivaes,
visto c un i abonando estes os1 ditos fiis, quando
continan) e remettem os dito processos aos ad-
vocados, ,os devem abonar tambem, quando por
lies os inantkun buscar.; ficado sempre salvo
aos ditos eserivaes o procedinisnto de cobraren! os
processos linio o termo, na formo do 17 da re-
formaeao d*joUe. Porto da e era, u' siiDra.
Como governador, A Imada Castanheda Freir
Pissarn Santa Barbara. Silveira. Figueire-
ili Vidal.Dique.Dr. Cimba. Araujo.-lthn-
teiro.Furtado Quintilla. Negrao Lima. -
Kmaug. V -rncenos. %r. Correa. Silva.-
Carvallio.-Mrlto. Vasconeellos e Souza. r.
Has, etc.
II.i!lenla de taIkadoren.
Resolvemo nos sempre a responder, ainda que
a tragos largos, ao artigo sob o titulo deste, publi-
cado no Jornal do Recite de 3 do corrente, sob n.
161
E de cunliecur que o autor dtsse tal artigo,
embora marchante inc.incovel, por mais que mar-
che, marchar sempre em vio.
Esgolado o a le ve e o emboste, o sophisrua e a
phanlasia ; desamparado da raxao e ajogica ;
alimentad.) apenas por um resto de teimesia in-
sensata; esse pequeo,adversario di associaeao
Amor Beneficencia "dos talhadores de carnes
v.-rdes, nio passa de um importuno cochichaihr
de ninharias.
Digamos de urna'vez : a causa est vencida, e
o talhador livre como nao podia deixar de ser, o
vencedor.
De que se compSe o artigo de 5 do corrente,
publicado pelo Jornal do Rteife n. 162, que ora
deseemos responder, somonte por consideraco
ao publico, aos poderes constituidos a quem deve
mus respeito e gratidao pela justica que se digna-
ran) de dispensar causa de direit03 que defen-
demos ?
Coinpoe-so de um acerve de banalidades ; por-
qai discutidas ultimas cousequencips a questo
l.avada entre a prepotencia do marchante e a li-
U-r.Iade de ac.ao do talhador livre, nada mais
resta aquello a oppr ao direito recouhecdo
denlo,
Sonliudo o articulista do Jornal do Recife que
r.o propno terreno dos factos a filu-lhe chao aos pos, atapara-se em tenues ius
tificaQoes que nada justilicam, antes mais o com-
prooMilein, o pretende ainda fazer carga com
tactos novos, e sabeUeus como esmirilliados.
Kaldado e tresloucado esfor.o.
Muito de industria deixamos de refutar o con
iili uo Cual desse artigo de o. urna vei que nao
exprime elle a verdade do facto occonido : a exa-
geraban, o sacrificio da verdade est condecida
como vossa arma ireJilecta. Mais Urde, po-
rom. o facemos.
E' preciso que vos convengis de que i nao
tndes torca nem pod-^r de preiudicar o direito
dos talhadores livres. Dizei o que quizerdes ; a
derrota e o desprezo ser.) os fructos da vossa
luta. Queris saber porque, t
Porque vos represeutais a violencia, e o tallia-
il >r livre representa o direito ; vos representis o
monopolio, e o talhador livre representa o traba-
Ibo ; porque v^ bebis o saugue do escravo, e o
talhador livre derrama seu suor; porque vos s
sabis o queris garantir vossa propnedade, sus-
pandend i o chicote sobre as costas do negro, e o
talhador livre procura abrigar-se sombra da
le ; porque vos representis o passado com o
tronco e jefum a pa, e agua, e o talhador livre
representa o presente eom a sua partidla de bem
ear na coinmanhao geral.
Em uini palavra ; vos defendis a propriedade
d> escravo, que reconhecida come o maior dos
enmes; os talhadores livres, querendo esclui-la
de seu seio, querem urna vicUria do progresso.
V oltaremos sempre
da Paz.
1). Laenar, espuza do lllm. Sr. Jos Nicolao de Ol-
vei|a,| t\ J \[
D. Eqiilia, espoia do lili. Sr. Mnael Pereifa da
Silva.
Pramadere.
Os 111 ms. Srts. :
los Mauricio de Jess.
Antonio Ignacio Barbosa.
Manoel Pereii Urbano Francisco Lopes. **
Jos Ignacio f^w,li-#e1S.
Belarmiiw Vctor da Cruz.
I'raaeisco Jos da Cruz.
Primeaio das Candeias.
l.onveaio da Piedad*, 19 de Janeiro de 1873.
Fre liento do Monte Carmello Flores,
Provincial.

0 Uaixw assigiiad), p'opn'jtario de um
dot e^penhi* d tn, lencV) na He vista
lio Diario (k i"nutiibuc di} lwje urna
noticia acerca do assassinatQ de uH|k>$ co-
peoprietarios do meino engonho pele ootro,
e sedu elle o seu irtuao os nicos proprie-
tarios estrangeiros, que alli resiowp, vero
protestar contra somelhaute noticia e pedir
todos os seus amigos e conbeeidos a sus-
pensSb de quakjHior juizo mado a seu respailo, at que possa provar
donde parte senielhante calumnia.
Hecifo, 8 dojullio de 1873.
Loros Schmfo.
luttcnliua petural de Kenip.
Est izendo pasmar a todos os nossos mdicos
ros rWBSlallA*
Pr(.Sobre o B,VPr^ u^tio no
TO, fi O Sr. WAQUIJI PIJTO UA FO.ISEf^,
Par.Sobro o a>AKti0.coi'4vRUL no
MAk; eoaSrsi FfMM>M0>4MUMltaoA COS-
TA A-rtLBO.
MTajraiao.Sobre o>. jAs"ftnn-
RAO* SH.VA Jt'Mioit. -0. ..'.'JH.l'j
Uera-**ofcre o*rtJ. s. de vasci-
CELLOS d Sotft. "'
BaKfa.SObre os Sri arinhos tlj,*
lli de Jaaeii-a. Sobre o banco m-
OSTRIAL E MERCANTIL BO'*0 DE JANEIROs
O BANCO NACIONAL. '
i%a&
icas vastas tfV!'**-Antonio 1 Furtado,
s. 300,4' tt'ltrau & Pltho, fnn/3- % F.
'S'sacca'a M-. tfe Barros Who i ('.., 30 a
Alvos d C.iS, a .Fraga i.ltocna, Sv Costa
Amorim 4 C., 7f a BeltrliTi -FilhO, 103 a Fernn-
*a^>*B; oinhfl|MBt)a*eo*ft RabellO,'& C.
flfl5 sacoas tfragtAItocitt, fitm^ la-
tas a Pereira Vianna 4 C
fa.J caixa J. J. Coala Leite
Nlia H voluraes a i. rtamos 4 Machado,
m
Wlho
C,
i
rn*iri>.fe C. aS Lau 4 Irmao.
saceos Companhia dwfiondL
iloupa caixa e l ban a JXX Hatlieus.
Sebo Q.fcarrs.a i. J. Ramos, 30 a S. Silva A
> inlio t quartola a J. Jsixmvno Mouteiro.
Phfwtiji, patache hesparrirol Mnrctiita,- eonsig-
PHACA UO R*aP7 D5 JILUO nado a P. Oirneiro 4 C, mtfnlfcstna o seguinte :
xs Mfl&Sfii rxtmK. |, nn< "* ^WW*r\.
Cotace. ofUciae, ok^ach S db jjxpoktacAo no da* de
Assucar-auwican* purgado *W fot io kitos, jtjtlK) DE WJ.
sabbado. pra oi portos j0 exteor
Assucar-bruto.bom *80^r-tk*fo#U)ado. Nq vapor \fi$i ;Z(Vne, para Liverpool, car
Assucar -americano UWm^kilos, sabbado.'regaram: E. B. Babelto cf*. l?3 saccas com
Assucar bruto baixo 'l#8qfc.par 13 kiiosj sab- 1U48 ifl'ktlas'd algodio ; A. Bastos 390 saceos
i>ada .' l,5#*t*sfiaBvraa*ea tTi ^emo? &Wli!0- dH con 3,7Odiio^todito.
Pelo prttfideatrt. No navia ffiajwei Vertdiam, para o Havre,
AutoDio Leonardo Rodrigues.. carrega*am.; E..A. Burle4rC. 1,300 couros ver-
d>.,cn>,3l,iQf4.kaat,
ii.i*nTiW-iv>'ldgr pftrtuguas regaam,; Onveir*. FiUws 4 C, I0O tancas com
Sil:6U*W W4j4UkA algoda*,
39.56
v.ol >r (L' ff>^ o^rcljo sj.-i'r.- aos r-Retos da
concrdala.
E para" que chegac ao conheclmento d* todosfirj
mandei faieropreseatc eJial que ser afxado
nos lugares Do castume o publicado pelus.prnaas.
ebastiiudo Reg Barros do Lace ra.
O Dr. Schastiao do Reg Banys de Lacerda, juii
de direito -espacial do commercio da eidade do
Reelre de Periiaminico, por S. M I..
Faro saber-pelo presente, que no dia 9 de se-
tembro deste corrente anno, s II horas d ma-
nha, na sala das audiencias, dever ler lugar a*
reuniao dos crettore Ja massa fallida de Antonio
Jos dos Reia*ftra e verificar os coditos e delibe-
rar se aeerca'aa coricordata, ou fofuiarse o con-
trato d uniao, e uomear-se administradores dita
massa, eerto os redores de qne nao serio admit-
idos por nroaarador wm que este exhiba procu-
racti e-|)*pfcil, a qanfl)Irfpo(fcra ser confer !a a
devedor do tajatria, p pfdedo outro sim um s
ividuo%aTaViiaSr*por doo diversos eredores.
ldAtifnl 0 de jiinlio d>
ymo Ferreira.
cordia
Saota GaatTe
A junta administrativa, di | afor*
doa terrenos qne possue etpgaTOosArronib.i
*os, hoi> Dmr\fi OWMlo, sob ns. 39 e M tnd>.
aquelle WO palmos frito 309 de frente e'amtx*
de fundos ata a hata bjb?
Secreiaria da Santa Casa de Misericordia 4a
Wtrt) Rodrigues de Souaa.
ITosptal milita- de Pernam-
Precisa se paraftAeciimaVdo baaaital a<.iuar
de dlguns medi< ..ira os receitaalJo> apr.
sentados pelos Srs. Tih. do nestno estabcleciineiitn
Hendiuiento
Idao do dw
pela grande raiiidez com que cora a tosa em to-
dos os seus periodos. A academia medie de Ber-
ln) leve umita razao em considerar o sueco desta
balsmica arvore, como um especifico absoluto
para as irntaces e inflammacdes da garganta, ou
vasos bronchios. Nenhnm caso de rouquilo,
asthma, catarrho, dor de garganta ou bronchites,
pode resistir snas propriedades contra-irritan-
tes. Restitue-e'reslabelece a vor., quando por af-
fecees datrarhea cu larynge se chega a-perder ou
debilitar; faz parar a expectoracao sangunea, e
impede a agglomeracSo de mucosidades nos tubos
da respiracao, que conduzem aos ptilmdes. Intei-
ramente nnii difrerente a esses peitoraes composlos
priHcipalmente de fructas acres e adstringentes,
etc., finalmente na sua delicada e elaborada com-
posicao nio enir.i nenbnao acido prussico, nem
t:lo pone o Ingrediente algtm de especie ou carc-
ter venenoso.
39:oGl{A00'l o brigue portuguez Soberao {tara tisboa,
;------f earreffaram : P. Vianna 4 C 30 saceos com 8,150
J6I:17757 kilos de asacr na*-*VB*ti ; Prente Vianna 4
C 3 barriaas coiati litas de farinlia de man-
Descarreian boi. de-jiriho de 18731 dioca. ".?/ III I <
Brigne nacionai-/o)e<-geBeroi nactona* paia >Vzra os portos d interior.
alfandefa.. Para- Macao,-na barcaea Gwndlape, oarrega-
r> rwiii Silva A Caaeio ."> barri liNperaauuao. agaaadetdi
e que ser havido o credor quo D'o comparecer, Os senhores pharniaoenrffus qne qdizeram f.
mim Ajlhronta na .^1...!.. n..A i^.M^M m ...n:^ nn~ Ait..~ i- ______ __ .n .
como adherente as resoluo3es" que toinjr a maio-
ria de vatos dos credores que comparecieren), com
tanto que para ser valida a concordata, neces-
sarto que seja concedida por um numero tal de
credores qne represente p?lo menos a maioria
denles em rntrnero e dens tercos no valor de lodos
o crditos sujettos aos effeitos da conrordata.
E para que chegue ao conbeciment de todos
mande! fazer o prsente edilal, qne ser affixado
nos lugares do" eostume e pnblicso pela im
prensa
Bado e passado nesta aldade do Rec'fe d > Par-
naibucp, aos 8 de julho de 1873.
Eu. EKkesu Macludo Freir Pereira da Silva,
escrivao,o subscrev.
______Sebaskao do Reg Barros de Lacerda.
Portos dosul, vapor naoteaal-PaV, consignado" a
Percra V 4 C, maaifastou seguinte:
W(x
jAPATAWA- DA-ALFANBEtiA
Rendhnmtto no al a 7
Idevu'do-drS" R". '. .
Nem
a perda dos dentes, nem o despontar das rugas da
dade, tao elequentemente fallan) do avancar dos
annos como os cabellos brancos.
O Vigor do"ca'icllo restaura-lhe a cor e torna o
vosso exterior mais agradavel para os outros e
para vossa propria pessoa.
Com vicosos e Invariantes cabellos, os estragos
do lempo sio muito menos visiveis.
i'OMMt!CI0.
Banco Commercial de Per-
nambueo.
Sacca contra Londres, Lisboa e Porto
por todos os paquetes.
Seguro conlra-fugii
COMPANHIA
LNORTHERN.
Capital..... 20,000:000J000
Fundo de reserva. 8,000:0009000
Agvntes, .
MilU Lalham & C.
RA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
IMITIMS
AHio 0 caxas aflUrft) 4FMio.
Cigarros-20 barwas a B. A^Mtheu?. Comlnhos
7 saccas a Bellro i Fimo. Cuales i caixas M-
nhard 4 C. Cariases impreasoa-: 1 caixa I enrjr
Forster. VOLUMtS SABIDOS
Fumo 124 lata* Palmeira, *t7 a Beltrao & Fi- So dia l a 7 ... -
Iho, 2o rolos a Magathos 4 Irmao, 12 encapados Prnneira porta no da 8 .
a Jos A. Pereira. Segunda porta.....
Livros 1 caixa a Silva Vianna, 1 aos consigna- Tlrceira parta J" .1 .
tarios. Ttapieba- Coaccic^it .' .
Milho lo sacra* a Braga Gomes C. Papel 2
caixas aos consignatarios. ,
TYpos 2 caixas ao Dr. Jos Soriano de Souza.
Baha.' SER VICO MAUITIMO
Charutos 8 caixas a D. C. Ferreira. Caf i sac- Alparsegas desoarcogada no trapiche
eos a Cramer Frey 4 C da aitandeca no dia 1 a 7 .
Massa 90 caixas a Souza Bastos & C. Ditas ditas no dia 8-. .
Panno de algodaa 32 fardos a Pinto Guimires. Navios atracados no trap. da alfandega
Sabio 10 caixas a Fraga 4 Racha. .Arvarengas........
Tecido 12 caixas a Simpsom 4C. Noirapwhe Cvncoijo .
Macei.
Algodao 68 saccas a J. A. da Gama.
i
i :50o i 160
7904520
4:955*680
8,641
109
100
13o
149
9.133

17
1
18
l' "soH>in4t<
:
TABELLA DO RENIME.NTO DA ALFA.NDEGA DE PEHNAMBCO DO MEZ DE JU.NIIO DO
CORRENTE ANNO F1.NANCE1RO, COMPA1UDO COMO DE 1GU.VES MEZtS D ji
DOUS ANNOS LTIMOS.
Importacao
Oireitos de consumo.....................
Dito de augmento do 40 /, 34 /., e 28 0/.
Dito de dito de 3) / i"> O/o e 21 O/o.......
Ditos addieionaes de 5 %.................
Expediente de 5 "/. dos gneros livres de.di
reitos de consumo.....................
Armazenagem...........................
Despacho martimo
Ancoragem.............................
Exportacao
Diretos de 15 /0 do pao brasil.............
Ditos de 9 /, de exportacao...............
Eleitf;)
dos juices e mala devotas que
teciaa de tei(ejnr ai Senhora
da Fiodade, padroeiru dorm.
venta da meaataa neme, na l're-
tiesta de Murheca, no anua
ejisyi.
Juizes.
Os Ilkhs. Srs. :
Manoel Carneieo Lcao.
Francisco Gouf aloes Nettm
Juizas.
A* Eima<. Srs. :
Julia HaMiday Garca.
. *epha Maris de Afboqoarqoe:
, Proteclmes.
O? ltlms. Sr
Manoel m Santos de Oliveira Goncalves.
Antonio InVnias di Costa Sbres.
VanoelA).Silva Barros.
jose da Silva Barros.
Amaro Jos da Cruz.
TrAjano ./tvmp& da'Costai
JOS) Bernarac Dibiz.
CONTRAJO FOGO.
Acoinpanhia liideinnisailora, estabelecida
nesta praga, toma seguros martimos sobre
navios e seus 'carregamentos e contra ogo
em edificios, merendonas e mobilias: na
ra do Vigario n. k, pavimento terreo.
COMPANHIA" ALLIANCA
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercajorias e dinheiro a
<.co martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contra^ fogo sobro predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquim Jos Gonralves Beltrao,
ra do Commercio n. o, Io andar.
Banco frnimemal de Pernam-
Siiiro.
O banco paga o primeiro dividendo de
29500 por ac^, relativo ao periodo fiudo
em 30 do junlto prximo possado.
Seguro coirtra-fogo
TIJE ^LIVERPOOL & I.ONDON GLOT
INSURANCE COHPANY
A^enteM
SAUNERS BROTHEKS & C.
11Corpo Santo1!
__
AugusbU Oliveira *C.
A casa commercial e bancaria de Augusto
F. d'Oliveira & C.V, ra dr,ommercio n.
12, encarrega-se de execugao de ordens para
embarque de productos, e de todos o mais
negocios de comroisso, qur commerciaeSj
qur bancarios.
Desconta lettras, e toma dinhejros a pre-
mio, compra,cambiaos, e saca vista,, e a
prazo, ventado do tomador, sobre as se-
guimos pravas estrangeiws e nacionaeS':
Londres.Sobre o unin bank of
LOirtMW \b responsabidade illimitada) e
varias firmas do 1.a classe.
ParsSobre os St&hMARCard an-
QSSr4Mk*-TrP. GIL, O A. lJ&Ott VlG.NAL &
C.a BANQElROS.
lia ni burga Sobre os Srs. JOAO srjHU |
BACK Ditos de 2 i/i % dem.
Ditos de 1 1/2 /o do ouro em barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Expediente das capatazias................
Interior
Renda da typograpaia nacional............
(proporcional por verba......
Sello do papel < lixo......................
(adhesivo..................
Emolumentos.........................
Imposto de transmissao de propriedade, a sa
ber : de 5 /. da venda de embarcago...
Dito de i /. da arremataeao de beiw movis.
Extraordinaria
Receita eventual.........................
Depsitos
Depsitos de diversas origens.............
Dizimos da provincia das Alagas..........
Dito da provincia da Parahvba............
Dito da provincia do Rio tirante do Norte.
Contribuyo para casa de caridade.........
1872 1813
ii:i.u:iii7
110.08-lJi.t:i
.i-"i7!M8
7i;y9iAi7
3:079*312
2O9809
3:1383*250
9i:76J&83
324000
720*0i>
528i70
00O
i:50oG0S
1871, 872
610:62)i8o8
162:816*102
3:487*897
103:10221()
1 46o.o30
2.517*387
4:163I50
180.809*292
33*400
134*000
i:2122o0
780/30
10500
*160
1:816*089
1810 a 1871
705.303*484
1:488*721
5:490*326
1.685*150
714:167*687
Alfandega de Pernambuco, 4 de julho de 1873.
1,079:135*714
1:793021
8:893*166
66*082
1:895*380
1,091:783*309
286:217*588
04:597*365
824fi778
49:999*914
2 75i*816
10:238* 115
3.843*550
67:376*002
772*352
2*000
2*000
913*800
405*960
15*000
2*252
861*073
518:821*865
403*518
2 095*943
5:570*479
15*213
1:023*853
t 7.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
na) tendo sido arrematada a mercadoria abwxo
meneionada, annunciada a leilao por edtal n. 3,
por falla de licitantes se transiere a mesma arre-
mataeao para as 11 horas do din 11 do Corrente,
porta desta reparticao.
Armazem n. 4.
L'ui espeUjo inteiramente .quebrado, com mol-
dura armada de madeira iridnaria, avaliado por
.iOOO rs, aue faija parte do canteudo da caixa
de SwfcaiV J G P, a 328. viuda do ll.iv,-.> na
barca franceza Vtridiana, descarregada em ju-
nho prximo passado e abandonados aos direilos
por Va a 4 Leal.
Alfandega de Pernambuco, 8 de julho de 1873.
O inspector
______________Fabio A. do Carvalho Res.
Edtal n. 6.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
nao tendo sido arrematada a mercadura abauo
declarada, annunciada a leilao por editaes ns. 2 e 5
do corrente, por falta de licitantes, se transiere a
mesma arrouiatacSo para o dir. 11 s 11 horas,
porta desta reoartieo.
Armazem n 4.
Marca ~B de M n. 87 urna barrica vinda de Li-
verpool no navio ingloz Fusilier, descarregada em
2 de anno prximo passado, contendo bagos de
noz-vmica, pesando liquido legal 99 kilo?, ava-
hada por 461 *, e abandonada aos diretos por
Manuel Joaquim Pessoa.
Alfandega de Pernambuco, 8 de julho de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho liis
.me-
cer ditos remedios, comparecaoi no da 10 do cor-
rente, pelas 11 horas da manh, em dita reparti-
rn, allm de examinar;ra a relaco dos remedios.
e estabeleccrcu-os pre^si por qu.into podem f >r-
nece-laa.
Hospital militar, 7 de Julho da 1873.
swferivio
Diosa.
';euMD0Et.

no
527:939*931
Serv *o de chefe,
Jos Goncalves de MeJetros.
GE
RKCEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO
Rendraento do dia 1 a 7 12:807*808
dem do dia 8 974*281
Flores, por anno......3:118*449
Tacarat .......1973*169
E para constar se mandou publicar o prsenle
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
13:782089 buco 30 de junho de 1873.
----------------------I O otlieial maior,
CONSULADO PROVINCIAL i___________ JM A. Ferreira.
endirnento do dia 1 a 7 54:008*605 "r ---------i---------7T~r.----------------tj------------t~
idemdodia8...... 10:245*620 uizo dos eitos atazencla
64:251*225
ej"ig
M.av,MENT0 n POBTg
Nacas entrados no dia 8.
nacional.
O Dr. Jos Manoel de arros Wanderley, juiz
substituto dos feitos da fazenda nacional, etc.
Fa$o salter a todos que este lerem, que no dia
18 de ultw vindouro se vender em praca publica
deste juizo, na sala das audiencias, pelas II horas
da manlia, urna casa terrea n. 7, sita ru da
Rio de Janeiro e portos intermedios7 dias Imperatrii, >i *5 palmos de frente e 82 de fun-
vapor oaciona
commandante
B]BERIBE
Nao so tendo elTectuado a arrematar< do
chafarizes do Kecife, Santo Antonio e Mon-
teiro, no dia annunciado, por nao ter ap-
parecido numero suRciente de concurrentes,
resolveu a administraco leva-Ios novamen-
te a praga marcando o dia 8 do corrente
para tal lim, que devera ter lugar no escri-
torio da companliia ruad ) Cabug n. 16,
onde sero resabidas propostas, devendo Pi-
car certo os Srs. que pretenderem arrematar,
que sero recebidas propostas, nao s em
relacao aos chafarizes dos bairros ''o Kecife
e Santo Antonio, englnbadamento como por
cada chafariz de ditos bairros alargando des-
ta forma o circulo de arrematarlo ; as bases
abaixoserviro para os chafarizes englobada-
mente, e quanto a cada um dilles particu-
larmente, a arbitrio dos proponeiik's, resol-
vendo a administrado conforme julgar r i-
zoavel.
Bases sobre as (uaes se lleve laucar.
BAIR.110 O RECIFE.
Chafariz e bica do caes do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brum.
Dito do Forte de Mattws. 19:60*5OO0
BAIRRO DE SATO AMONIO.
Chafariz do largo do C.-umo.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. 25.O0OJOO0
MOMEIRO.
Chafariz dessa povoaro. 180&000
Escriptorio da compauhia do Bebcribe,
1 de julho de 1873.
O secretario,
____Luiz Manoel Hodrir/nes Valonea.
Santa casa da 'misericordia
do Recite
De confyrraidade ca que r-o|v>h .i unta
administrativa desla sania cala asi M>s-ao do da
li du correiUo vai a praga '''!" <> predio
da ra do Imperador n. 81, tdmaudo-Mi por baa.i
a quautia de t:6Dli8rtOn, maior pre-.-o offerecido.
Os interessadoa p.iderab. tvmparecer para o lim
indicado na sala das se?soes da me>ma junta (Hi-
las 3 horas da tarde do dia 3 do mn de julho. d--
veodo ficar scientes de eiou alin da renda, ler jo
de pagar a importancia do premio do segnro, i
dos apparelhos e aiuniidadades da coinpmbia de
limpeza publica.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 30 de jante de IS73.
O esenvSo,
Pedro Rodrigacsde 7oau
SANTA OSA A MISKR1COKDIA JM)
ttttCIFI*.
A Hlma. junta adaiinistratira da santa casa da
visericordia do Recifp, manda fazer publico qu
na sala de suas sesseles, no dia lo de jalho, pelos
3 horas da larde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens olTerecer, pelo tempo de um ;
tr s annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIVENTOS DE CARIDADE
Ba larga do Notario.
Terceiro andar n. 21......25**000
Rna do Paire Flariano.
Casa terrea n. 45......200*000
Ra das Calcada.-.
Casa terrba n. 30...... 220*onn
dem i. 32......... 134*000
Rua do Scnhor Bom Jess das Crioulas
Casa terrea n. 8.......243*000
PATRIMONIO DOS OHPHaOS.
Rua de (ervazio Pires.
Casa terrea n. 2 ...... 156*000
Rua das Cii.co Ponas.
Casa terrea n. 94 .....300*000
Ba da Scn;ala-volha.
(^isa terrea n. 16...... 09*i!0S
Ismo daa Botas.
Sobrado n. 18 ,...... 421*000
Rua da Cruz.
Sobrado n. 14.......1:4SO000
Rua de S. Jorge (Pilar)
Casa terrea n. 103...... 206*000
Os pretenderes dever o apreseniar no arto i!
arr matarlo as sifis ii.ioeas. cu rinparccerem
i'-o: lanhadis dos lespectuos iuidmes, dev.-nd"
pagar alem da renda, o prensa ola quantia em
que for seguro c predio que conliver estabeleii-
.neiiio commenal, assim cosu o servco da lim-
peza e precos dos apparelhi-s.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 2t de jmnho de 1873.
O escrivao
___________Pedm Ri.dfigues de Souza.
vapor nacional"Parrf, de 1,320 toneladas, ^'f0"1 d,,as PrUs' penhorada a Francisco Ma
' Cortes para pagamento do <
i.iC ueve a azenJa pu-
capillo tenente Pedro H. blica.e aval inda por 3:000*.
Duarte, equipagem (0, carga differentes E para que chegue a noticia a todos mande
gneros; a Prente Vianna- & C. passar o presente, que ser publicado pela im-
Barcelona 60 dias, polaca hespanhola prn*?: ., f ,
J*M,;W/. j di ii- -.- Dado e passado nesta eidade do Recife, aos 27
Atrevida, de 127 toneladas, capitao Joao de junho de 1873.
Abril, equipagem 11, carga vinho;
ordem.
Observacao.
Nao bouve sabidas.
EGITAES.
O Dr. Jos Manoel de Barros Wanderlev, juu subs-
tituto dos feitos da fazenda nacional, etc.
Fac saber a todos que esle vrem, que no dia
11 de julho prximo vindouro, na sala das au-
diencias, peias 11 horas da mansa, se vender em
praca publisa deste Juizo um casa terrea n. 2f,
sita no lugar dos Remedios, com 33 palmos de
frente e 58 de fundo, ..hlvendo urna outra casa
amiexa, dependente daqeella eom 41 palmus de
frente e 50 de fundo, osm coiinlia e cocheira, em
solo proiso com 280 valo* de frente e igual
numero de fundo, penhorada a Manoel Anlonio
Ribeiro para pagamento da fazenda nacional, e
avahada por 3:(O0.
E para que chegue a wHicia a todos-rpandei
pausar o presente, nue ser publicado pela im-
preosa.
Dado e passado aos 20 de junho d 1873.
Eu, Jos Francisco do l'ego Balrps, escrivjo o
subscrevi.
Pagar aflnal duzents ris de sello.R.' Bar-
ros.
Barros Wanaerley) .
O lllm. Sr. inspector da thesourawa provift.
cial manida fazer publico, que, em cumplimento
da ordeai do Kxm. Sr. presideuu da provincia de-
10 di jiatt prxima vindo iro, para eren) ira-
matados a quem mais der, os mpoatos prorin-
ciao dasoiaarcas da Tacarai e Flores, devanio
os pretendeotes habitarem-se na sessao al#aor-
dnarja aae,oa^a Weitm tfi(jB|ar nosabbalo
8 do ro/Sdo mez de jiilbo.
A base para' a arrernatac5o i o pxaco prnitivo
duzido.
Eu Jos Francisco do llego Barros, escrivao, o
subscrev -Pagar ainal o sello.-R. Barros.
Barros Wanderley.
A cmara municipal do Recife, querendo
testeuiunbar 4o Rio de Janeiro que nao foi de-
balde que oeilou. desta munieipalidade seu a-
idi na remes dos cscriptns oocessarios para
formar-se e enriquecer a bibliotheca municipal
que lera de lanccianar no palacio municipal da
corle, pelo prsenle convida a todos os seus mu-
nioipes a remelter a esta cmara todos os escrip-
08 ctiiii que enlenderem dever auxdia-la aesse
cao- iirknioji|uao grandioso enipenbo. certa de
queos seas ptssdSSi nao deixaro do acudir a
ease'appeMo edesse modo participar da gloria da
referida publieacflo
Paco da cmara municipal do Reeife, 4 de ju-
nho>4e Maaouli JoMuiar da Rago e Albuquerque.
Propresidentev
Ptodro Se- Albuquerque Autran.
Seerelark).
0 Dr. Sebastio di Rago Rjut^js de Lacei du, juiz
de UireU especial do commercio da eidade do
Recita de Parnambuco, por S. M- I.
Faca saben pelo i rsente odilal, que no dia 9 de
sete*nbro desu. crreme annu.s 11 horas da ma-
nila, na sala dos .auditorias, dever ter. lugar a
reun-iao dw,credores i)a qias^a-falliia de Joaqun
Sikv'etio desonza 4 C para se-verificar os crditos
o dali^urn^ aeri.ada.o)ic()rdat*, m formar se
o.coair a dita maaaa, certos os credores de que nao sero
adoiitlid.is por pnieaiador, semque este, exhiba
28 do qorrenle mez, vo navamente a praga no dia, pirocuaac-3 asiwcial, a anal n iwcler ser cnfo-
l(\ lh lt.llw\ I.^/.wi.n.i ^.Ja ..r ...... ^n_. W.-n -:Jn .1 ......1... J- r.ll! |- 1
ridft a--dvedor do falli u, o poilendo entro' sim
aq> s6 Bcbdo, raprevsttar poiom |iYrso
CEedores, e que ser havido o creaor, que nao
comparecer rumo ailhsfaiyie as reolugoes qoe
turnar a maior a do votos Jos redore.- qi^e eoaar
.paTecefera, com tantiyqd* para sor valida acori-
ta neciTssario que seja concedida por lim
com o abato de w por cento, qije flea ajsiia nj- numen tai dewedcres que represente poto menos
a maioria daates^ em noraw o dd09 tercos na
SANTA CASA DA MISKKICORDIA IM)
RKCIIT..
Pela secretaria da santa casa se fa^ publico que
o senhor thesoureiro, no salo da casa dos expos
los, pelas 9 horas da manh do dia 14 do corren-
te. Cara pagamento das mentalidades relativas ao
trinies re do abril a junho (Indo, s amas que se
aprosentareui com as enancas que lhcs foram con-
fiadas.
Secretara da santa casa da misericordia do
Recife, 5 de julho de 1873.
0 escrivao
_________________Pgdro Rodrigues de Souza
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recite sao convidados os prenles das edneaadaa
do eoegio das orphs em seguida declarada*, as
quaes ja completaram a sua educacao, para que
reqaeifas) ao Exm. presidenta Ja provincia a sua
entrea, em vista do qne resolveu a junta admi-
nistrativa, de conformidade com o que dispie o

Candida das Chagas Coelho o Dionizia das Cha-
gas Paelboj ulnas de Vital das Chagas.CdcUio.
Mara Emilia.
Ignacia Ribeiro, b a de Leandro Jos Ribeiro.
Maria Tgnez de Mello, (Iba de Joo Bezerra de
Mello.
Mara Magdalena de Mello, filha de Jos tula-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos
Eudoeia.
Kelippa.
Thereza dos Sanios Torres, finia de Jos d. s.San-
tos Tor es.
Ptergaiina, protegida de Mar Hcrmenecikla
Machado.
Sopbia Maria da Conceioao, espoota.
Maria da Paixio Slqueira, filha de Ravmnndp
Jos Siqueira.
Seeretasa da santa easa da misericordia do Re-
cite, 27 de unho de 18rj.
O escrivao
.Pi*- HodriQts de Sottzt.
ADMINISTRACO DOS CORREIOS nK PERNAM-
BUlf) 9 DE JCLIIO DE 1871.
Malas pelo vapor Paca da couipaultia
brasileira.
A correspondencia que tem de ser expedida
boje (9) pelo vapor cima mencionado pira oa
portos do norte, ser recebida pela maneira se-
guiule :
Macos dejornaes, impressos de qualquer na-
tureza e cartas a regiatrar, al 2 horas da BWS>,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas ale 3 l|2,
pagando porte duplo
O administrador interino
Vicente Ferrcia da l'.Tcijncnla
TBvri [
Santo Antonio
EMPREZA-VICEKTE.
Ao |llll HlM
Deixa de ter lugar o espectculo annunciado
para qnarta feira !> do Cfrenle com o drama
A lendi 8 a cume lia 0 fiflsTa surtas puf
haver a empreza receliido boje, com grande sur-
preza sua a carta asaixo transcripta
/migo e collega Vicente.-Pe nn :i\ -. qne me
sao particulares, de hijc eu dianic. ssiao de >i
zer parte da compauhia que o coilega tao dgsa-
mcnle dirige. PortaW >, psga o otassaio de. -"o
receber esta, fazer tirar a minha cuita e man I r
rerobero saldo. A|.n.viiu a'ocraaiaa pan
decer cordealmente a todoa .-s caMsfai, ao divo.'
ensaiador^e a V. eapecialmasB) o shmIo rav..ll.< i-
resco que os caractersa e com que se dignaran!
liiiiirar-ine.
Recife, 7 de julho de 1873.
>'ll ele.
r'lavi Waudcck.
4VsS9S :fiJM0^
de

Fiscalisafo da freguezia. da Boa-vista, 7
juiho de 1873.
Batate lisealisaoao se faa pablieo que se .
wpWitdo um barro que fra encongado ta, noite
do da^B do cowente : quemas* julgar c i
ao mesmd, cwnpareca, ue provaudo ser do sua
propriedade, e satlsfazenio s que dispoe o. artigo
tk
COMPANHIA l'LR.NAMBLCAN.v
DE
\acsii;ao cimteira a vapor.
MACEl, ESCALAS, PENISO B AKAi.AJl".
O vapor Mutuli,
c iiiiuandaata Julio,
seguir para
tos cima n '.. I
do correni..
horas da tarde.
Recebe carga al o dia 12, ansas)sinsas at
o dia 14, paadagens edinheiro a rreteaie* as 2 hu-
ras da tarde do da da aluda: esrriptorii> u>
''orte lo Mallos vr. 12. ________
tOMPANIUA PKRNAMBlCANA
DE
\uvi>HurMa cosOira a vapor.
PORTO BE GAU.NHA, U10 VORMOSO K UMANDARK
0 vapor Farakyba. mm-
inanilante Pedro' ffajasc...
seguir para os pon -
acuna no dia 15 do mi-
rente, s 9 hoans da m>-i-
carga, enroiu-
masdaa, pasaageiros e di-
nheiro a hoto : escriptorio uo Porte do Mal..*
a. 12.
Ni
M.MLKIIU.
Portes do sul.
O vapor nacional fu-mi, esperada ala I i, sa-
l ir para us porlos cima dqwis -* dswura ik
ccsibrae.
Para carga, esaoaanendas, valores o paaaagei-
s, dirijam-se roa do Vigario a. 7, t%cht-
orLo.
I


i


Diario de Peraambaco Quarta feira 9 de Julho d* 1873.
V
vr
COMPA3HIA PERNAMBIOAIU
DE
!V*vegaf* Mitobrv
aASUtHilWPK.
O vapor Contrip, eom-
ruddaale Silva, seguir pera
porto cima no da Iz de
"Vorveato, s 5 horas da tarde.
Refebe carga, encommen-
das, nassagens, f dinheiro a
frote at as 1 horas da Urde do da da sabida
"cripuiho no Pinte lo Matu* ti. 11
COMPA.MIIA
PKRNANBUCANA
DE
tvecafto eo*Oira a vapor.
COMNNA.
0 vapor ForaAyfra,
cooiroandante Pedro,
seguir para o porto
acuna no dia 12 do
crrente, s 9 horas
da nouie.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete do escriptorio no Forte do Mallos
ii. II
Pacific Sleam Navigaliiin I.iiijkiii)
Boyal tfail Sfeaniers.
l.lakw quinxcnMl
O PAQUETE
John ldr.
Espera-se dos portos do sul at o dia 18 do cor-
rate, e depois da demora do cosame seguir para
Liverpool, va Lisboa, para cujos portos recebe pas-
ageiros e carga.
s. B. Este paquete, da mesma sorte que o Ga-
licia, esperado at o dia 1 do prximo mez de
agosto, tocaran ambos em Bcrdeanx (por ordem
da companhia) para onde lambein ie:ebero pas-
sageiros, havendo lugar a boido.
Os agentes Wibou Rowe 4 C, ra do Commcr-
eio *. 14.
J
G
Espera-se da Europa at o dia 20 do corrente, e
depois da demora do costme seguir para a Baha,
Rio de Janeiro, Rio da Prata e costa do Pacifico,
para onde receber passageiros e dinheiro a frete
Os agentes Wilson Rowe 4 d, ra do Commer-
.io n. 14.
COMI*A\IIIA
DE
NAVEGACAO BRASILEIRA.
Portn lo norte.
Dos portos do sul esperado ate o dia 8 do cor-
rente o vapor Part, o qual depois" da demora
do c .turne, seguir para os portos cima.
Recebe carga a bordo nos das de entrada e sa-
luda.
Para carea, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam^e ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario u. 7.
Pereira Vianna & C.
Agentes.
Seguir com toda a brevidade o palhabote por-
tuguez Modo S. Lourenco : quetn no mesmo qui-
zcr carregar ou ir de passagem dirija-e aos con-
signatarios lhomaz d Aijuino Fonceca 4 C. suc-
esores : ra do Vigario n. 19.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
:a demora o patacho porluguez Olinda, por ter
a inaior paite da carga encajada, para o resto
que he falta tratase cun os consignatarios Joa
quim Jos Gbncalves Belirio 4 Filho : ra do
Commercio n. 8.
AVISO
A carga que eslava a bordo da Georgiana para
i Babia foi transferida para o Gartbaldi, que leve
seguir cin poucos dias ; c para o Rio Grande du
SuTfica carga o Georghm : tratase na ra do
Ainorim n. 37, cot Tasso Irmaos & C.
II
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez Lice por ter
a maior parte de seo carrega ment engajado, e
para o resto que Ihe falta, que recebe a frete com-
modo, trata-se cem os consignatarios Joaquim Jas
Gonealves BeRrio, ra do Commercio n. 5.
Rio de J aneiro
Brigue nacional Victoria.
Sahir para o porto cima at 13 do corrente, e
para o resto da carga trata se com Pereira Vianna
4 G., ra do Vigario n 7.
Vende-se o palhabote portu-
guez Syrapathia
de lotaco de I i6 metros, forrado e pregado de
metal, construido em setembro de 1867, com to-
das as pertencas e sohresalentes ; pode ser exa-
minado em frente do caes do Collegio : a tratar
com o capitio, ou com Pereira Vianna 4 C. ra
do Vigario p. 7. ____________
COMPANHIA PERNAMBL'GANA.
DE
\avesacilii conieira a vapor.
"ARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACx*
TY, CLARA, ACARAC' E GRANJA.
O vapor Pirapama
commandante Felippe
seguir para es por-
tes cima no dia 15
do 'corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 11, encommendas, at
I i, pasjagens e dinheiro a frete al as 2* horas da
larde do dia da sahida escriptorio no Forte do
Mallos a. i 2.
O
Rio-Grande do Sul.
Pretende' seguir para o porto cima com muita
brevidade o brigue nacional Amelia, tem parte
de seu carregamento prompto ; para o resto que
Ibe falta trata-se eom os seas consignatarios An-
to?lo Luiz de Oliveira Azevedo & C, raa do
Bom Jesns n. 87.
Rio de Janeiro
O brigue aa -ional & Paulo, seguir cm poucos
dias ; para carga trata-se na raa do Vigario nu
mero 7.
Illm. Sr. Dr. juiz especial de c ommercio, 4a arma-I
cao, gneros e mais pertencas da tavern* cima,"
erlencente roassi (altda de Joaquim do Brtto
Vasooncellos.
________Ao meio da aa mesma lavena.
LEILAO
DE
ilous buhares o suas pertencas, nnw Wgn-
tella, ihuvos, qua Iros, louc* r, mais
objectos do hotel da r do Baria toria n. 48.
. Hoje
Pelo asente artlas*
Entrada pela ra de Santo Amaro.
A's 11 horas du du acuna.
LEILAO
DE
botica da ra do Baro da Victoria n. 30,
pertencente massa fallida de Jos Fran-
cisco Bittencourt.
CONSTANDO DE :
Unta armario de amarello envidra ;ada, 1 dita de
pinao, balean, caudieiros a gaz, laboratorio, ba-
taneas, cofre (prwva de fogo), drogas, e mais
objectos perteneentes referid < pbarinacia.
Ciin niobilia de Jacaranda, 1 maroueza, 1 tapete,
i "i candeiras, I candi iiro a gaz, 13 molduras, 1
cunatoda, 1 lavatorio, I estaate e differentes
livros.
Na ra Nova -tu 30.
O agente Pinto enmprindo o mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz de direit'i especial do cominercio, le-
var a feilo a botica e mais objectos cima de-
clarados, bens pe tencentes massa fallida de-Jo-
s Francisco IMtene uirt.
A venda dos movis principiar s 10 l|3 horas
em ponto, e a da bstkv; ao meio dia.
. Os pretendentes poderao desde j examinar o
mandado em poder do mesmo agente.
movis, lonca e vidros
Quinta-feira 10 de julho
Sendo: 1 mobilia de Jacaranda, com 12 cadei
ras de guarnicao, 2 ditas de bracos, 2 ditas de
balanco, 1 sof e 2 eoncolos com pe Ira, urna ou-
tra mobilia de Jacaranda a Luiz XV, 1 dita d
faia, i machina de costura, 1 guarda-vestido de
amarello, i espelbos grandes, 1 'oilette de jaca-
randa, 1 mesa elstica -de amarello, 1 guarda Ion
ca, i aparadores de amarello, I marqaezao, cadei-
ras de balanco, ditas para sala de jantar, marque-
zas, jarros, lanternas, copos, clices, o meio appa-
relho de jantar, 1 dilo de al moco, e outros muitos
objectos de urna familia que mudou de residen-
cia, e que serao vendidos pelo maior preco.
Pelo agente Hartlnn
No armazem da ra do Imperador n. i8, s 11
horas do dia cima.
LEILAO
DE
movis, louca e
i.
Francisco da Cosa Maia, ea cemaftencia
tas ineommodos de saa walher, val Blupa le-
vando-a em sua coai^anhia. Pede tem commitlentes, e nessoas de a* aaaada de
quem ao se despean, e offerece-tkes sena servi-
cot* na cidade do Poeto, 'onde vai rvit tempora-
riamente. .
Heeifc, 6 de juta ae 1873.
Esta pera atufar a aeciaat atar do so-
brado da ra de & 4re u. 7 : a tratar na ra
Nova n. 8._______________________________
O atwiio sstnuado, caaseil ^irtunie/. e -m*
earregau <|iW Periiainbaeo ons HRne. 13 mtf.tm, participa aos
sen auiigns. tntn twetenais rtiaa purtugnezes,
qhe wii h !ea *irrip*TiM aa ni Buque de Casias
n. 41, t4ar ^aaliga ma t> Cro s) adu pede
ser procaratto **>! es jas mi .-mtifleados.
Domingos Maria Goncalves.
A pessea cife, procuraado nma seaN>ra para reaer casa,
cortar costaras, coser, Vr e eserever, dirjase a
ra da Cencordia n. 108, que achara coui quem
tratar. Na mesma casa trabalha-se bem de al-
faiate, lava-se engomaa-se com perfeico e bre-
vidade. Roga-se tamben as pessoas qae recebe-
ram cartas para a fefla de Joo de Barros a virem
entregar oh as artas au as e-mola*.
Lava-se e eagoauua-se eota promutidao e
aceio : na ra Pe,ne de Caxias n. 3a, loja.
- Arrenda-se o armazem da roa do Bom Jess
(antiga raa da Ctui) n. *, onde esieve eslabelecido
Ja y me Ryder 4 C ; e bem assim o f e t anda-
res do mesmo, jantes oa cada nm separadamente :
a tratar na mesma asa, im 3* andar, on com Luiz
Amavel Uultourcq. em sea escriptorio, raa do
Commerdo.
i _____
ATTEiXCAO.
Carros e cavallus.
A SABER:
Un piano forte, 1 mobilia de Jacaranda a Luiz
XV, i conversadera, i espelbos grandes doura-' indicar ana morada
dos, 2 ditos ovaes, 4 jarros grandes para flores.
7 sanefas douradas, coi tinados e reposteiros de
seda e damasco, tpeles para forro de salas e
quartos, 1 divn e 8 cadeiras de charlo.
Urna mobilia de charlo, 2 lindas secretan is de
madeira embutida, 4 cadeiras de abrir e 8 qua
dros com linas gravuras.
Una mobilia de faia branca, 1 dita de junco, 1
canlelabro de 6 hizes, 2 ettagers o 4 figuras.
Dous sofs de ferro, 4 cadeiras ue balanco de
ferro, 4 ditas americanas, 4 quadros, 2 mesas de
jopo e librenles quadros.
Urna mesa elstica demogno, 1 guarda-louca
envidracado, 2 aparadores de faia com pedras, 4
ettagers* 12 cadeiras de guarnicao, louja para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, compoteiras e
fructeiras de fino crystal, porta-fructas de mar-
more, coberlas de metal, garfos, facas e colheres.
Dous guardas-vestidos com espelbos, 2 guardas-
roupa, 1 cania franceza de Jacaranda, l dita de
ferro, toilettes, lavatorios, mesas de cama, com-
modas, camas para meninos, 2 costuraras de
chaio, 1 machina de costura (perfeita), quadros,
tapetes, 1 excel lente secretaria de Jacaranda, 1 so
f Je mogno e 12 cadeiras pretas.
Un carrinho e 1 cavallo de molla para menino
e muitos oulros objectos que e.-Urao patentes .10
exame d3s concurrentes:
assim como
Urna victoria forte e em ptimo estado, 1 ca-
briolet (do geart) arreios, 1 cabriolet amerioan)
de 4 rodas para 1 ou 2 cavallos, 2 cavallos para
carro e um de sella.
Terea-eira 15 lo corrente.
Na ra do Visconde de Govanna, c acara n
177.
Eduardo A. Burle, tendo de fazer urna viagem
Europa com sua familia, levar a.leilao por in-
tervencao do agente Pinto, os movis c mais ebjec-
tos existentes em casa de sua residencia ra do
Visconde de Goyanna n. 177, a qual tica perto da
lina dos honds para a Passagem da Magdalena.
As 10 e l|i horas da manha partir da estacao
da ra do Brum um bond que servir de conduc-
cao gratis acs concurren es ao leilao.
0 kilo principiar s 10 '|2 horas.
O abaixo assignado roga a todas as pessoas que
Ihe sao devedoras de cenias de oa extinta loja
de fazendas, que teve a denominaran de Pavilhao
da Aurora, ra da Imperatriz n. 2, de Ihe man-
darem saldar seas dbitos at o dia 20 do corra-
te mea, depois aa tiquera zangados por ver seus
nomes pelos joruaes chamados a virem pairar os
mesmos seus dbitos, rba da Santa Cruz a. 10.
Kecife, .1 de julho de it)73.
Joo Luiz Ferreira Riheiro.
CtUtcririi.
No pateo de Terco n. 33, tem um para se alu-
Mine, Amelia Klard.
Mine. Amelia Blard, habilitada com provisao
pela academia de Pars, oiTereee-se ao publico des-
ta cidade para dar lindes por casas particulares
de egcrptnra, calculo, lingua franceza, historia e
geograpnia e trabalhos de agulha. Pode ser pro-
curada ra da Matriz da Boa-Vista, n. 28. an-
dar terreo.
J. Dhiliaiit de Pars
nos
Ex-xtinador das antigs e afamadas casas
Fleyel e Hertz
e angodirectur das otlicinas da casa
Affonso Blondel
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar a > re.-peitavel publico
desta cidade, que tem aberto sua casa de roncer-
tos e alinacoes de pianos, qualquer que seja o es-
tado d instrumento : roa d Imperador
n. 33.__________________________________
Uogi-se a qualquer pessoa a quem for ofle-
recido por compra duas voltas de trancelim com
urna tnedaiha e um par de brincos a bailo com
seis rubins cada um. todos este* objectos de ouro,
haja de apprehende-los e levar ra de Paysand
n. ;W C, que sei generosamente gratificado, ou
ara ser procurado.
OE
JHEOLOG
PERHAM
sesso ordinaria quinta-feira, 10
11 horas da ma-
Haver
de julho corrente, pelas
nh.
ORDEM DO DIA.
Pareceres e mais trabalhos de commis-
sOes.
Secretaria do Instituto, 7 de julho de
1873.
J. SOARES A/.EVEDO,
Secretario perpetuo.

m
LEILOES.
DA
tavorna do paleo de S. Pedro n. 1, perten-
cente massa fallida de Joaquim deBri-
to Vascon cellos.
Iliijc,
O agente Martins fa.ra Icilio por mandado do
CASA DA FORTiA.
AOS 5:000|000.
BILHETES GARANTIDOS.
' ra Primsiro de Marco (oHtr'ra ra di
Crespo) n. 231 casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
llzes bilhetcs. um meio n. 839 com :(00, qoatro
quartos n. 307 com 100^, tres quartos n. 2306
com I00J, e outras sortes de iOj e 20 da lotera
que se acabou de extrahir (37'), convida aos pos-
suidores a vir?m receber na conformidade do cos-
tume .sem descont algmn.
Acham-se venda os felizes hilhetes garantidos
ia 2' parte das loteras a beneficio da igreja ma-
triz de Cabrob (38"), que se extrahir terca-feira
15 do corrente mez.
PRESOS
Bilhcte inteiro 64000
Meio bilhete 3*000
Quarto U300
em PoagAo de 1007000 para cima.
Bilhete inteiro 35uO
Meio bilhete 2*750
Quarto 11375
m_____________ iBVittori Martin* Flua
rAiugA'se a casa n- S- rua da *nn'",
Commendador Jos Candido
de Barros.
L>. Carolina Isabel Lins de Barros. Olympia Lins
de Barros, a irgi de caridade Anua de Barros,
Jos Gandid.i de Barros, Thomaz Barre o Lins de
Barros, Amelia Carolina Lins de Barros, Dr Ma-
noel Antonio Moivira e seus filhos convidarh seus
amigos e parantes para assistirem as missas que
mandam celebrar as 8 huras da manha do dia 10
do corrente na igreja do eonveuto do Carmo, s-
timo dia do fallecimento de scu prezado esnozo,
Sai, sdgro e a\ o commendador los Candido de
arios._____________________
Jaae de Leito Azevedo
viava do conselheiro Antonio Ig-
Bario de Azevedi, pede aos ariii
gos e collegas de seu presa
do marido, o caridoso obsequio de
assistirem ao scu enterramento,
que deve ter lugai s 8 horas da
manhi (le hoje, ua capella do cemi-
teri'i desta cidade
Jos Carrilho do Reg
Barros.
Damiana Sordoiina Pereira o seus parantes agra-
decen cordialmente a todas as prssoas que acom-
pauliaram os restos mortaes de seu prezado filho
Jos Carrilho do Reg Barros, ao cemitero publi-
co ; e de novo as convdam para assistirem a urna
missa por sua alma, a qual lera lugar no convento
do Carino no dia sexta-ieira 11 do correute, s 7
horas da manha, p lo que se couessam eterna-
mente agradecidos.
moo #***wi)Mta- < i.va \iin Sohsten faz pnblicn, qae tendo-
se indo no dia 31 de dezembro de 1871, a so;ie-
dade que tiaha com Sr. Geraldo >. P. Brinder
Branda, deixnu n mesmo Sr. de fazer parte des
de o dia :;0 de jnnho do corrente anno, da sua
casa commercial sob a tirina de von Sohsten 4
C, cujos negocios todava continuarao a ser ge
ridos sob a mesma firma pelos aetuaes procura-
dores, em prmeiro lugar o Sr. Leonardo Marques
von Sohsten e em 2. o Sr. Antonio Marques
da Costa Soares.
Recife, n de julho de 1873.
- Aluga-se o gabinete do 1* anda do sobrado
da rua do Rang. 1 n. 7 : a tratar na taverna do
mesmo sobrado.________________
Precisa-se d'um bolieiro, que sirva lambem
de eopeiru : no armazem n. 3, da rua do Vigario,
no Recife.
Aviso e protesto.
Constando-me que se acha procedendo o in-
ventario dos bens que licaram pelo aecimento
da scuhora do .cr. Gabriel Antonir- em Rio
Formoso, previno em tompo que ningaem boa
contrato on trans*cco de especie alguma sobre
as trras do engenhoMascatinho a que foram
annexaJas por sentenca porro das trras do en
jn'o Mscate-, porque a'hi tenbo duas partes
iguaes (pie me eouberam por heranca paterna e
por compra que fia de outra depois de reconheci-
das propriedade do casal de-men fallecido pai por
accordao do supremo tribunal de justica, em grao
de revista, do !. de maio de 1872, l das na posse
do referido >r. Ganri^l Antonio ha tempo imme-
morial sem na 1a me ter pago at hoje, como
consta dos autos.
E constando me anda qne os demais herdeirns
lizeram venda, cesso, desistencia ou cousa que
melhor nome tenha no vocabulario jurdico, com
o que nada tenho, protesto, todava, contra toda
e qnalquer venda, cessao ou desistencia em que
porventnra se tenha comiirehepdido qualquer
parte relativa a terca legada pelo meu dito falleci-
do pai, porque sou o nico herduro desta terca e
urna minha sobrnha legitima
Como sempre, terei muita satisfaeo que o Sr.
Sr. Gabriel Antonio continu a ser men morador
pelas partes qne tenho em dita propriedade; mas
que nao seja pelo mesmo preco por qne tem mo-
rado at hoje.
Recire, 2 de julho de 1873.
Dr. Joaquim Anloni Orneiro da Cunki Miranda.
La Illustraeion Espaola y
Americana.
Este importante jornal de ciencias,
A Predilecta,
ap empenho de'bem servir aas seus fregueses e
ao publico em geral tem procurado j>rovet-se do
me ha de inHhor da tttma moda nos merca-
dos de Borapa para expo-le aqui venda, cor-
tos da que os seas artigue seo bem apreciados
pelos amantes do bim e barato ; passa a eiinu
merar aiguas d'eatre enes, ordscjam :
AIJtUNS. os mais reos que tem vinV a este
tnemdci, com e*j.a de madreperola,
tartaruga, luarluti, velludo u chagrn.
AOEHGCOS tfefes e vollas proprias para luto;
assim c iua, um bonito sommento de
dM de plaqu, ebra tina e muito bem
t acabad.!.
BOPiiES para ptuino.-, o que so p.ie dOM-jar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marhm e sso.
BOLCAS de velludo, seda, palfia e chagrn,
ha de mais moderno e 1 udas.
ItICOS de seda e de algodo, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
GAJXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos fono tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitacio, u que |tode haver de mais
bonito e bom goeto.
OEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimente
+ capas de salisfazer os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigente
que seja
PORT-BOUQUET de madreperola, marlm e sso,
este um olijecto indispensavel s se-
nhoras do bom tom, aflm do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as lavas, ou mancha-
reis as delicadas mos.
PENTES de tartaruga, de marffm e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gasnes e Rimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acbam-se ua
possibilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mensidade de artigos, alirn de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do rcspeitavel publico em di-
rigir-se rua do i abug a 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurguro
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meninos,
por baratissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer boira anda que nao es-
teja bem replecta de dinheiro.
FITAS. E ja bem sabido do publico que so na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de fitas de'setitn,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo preco.
GRAMPOS de tartaruga, imitacio destes, pre-
tos e de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
tacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gra-
vatas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Sara ornatos de sala,
lei s de seda, de l e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos loques de madreperola, tartaruga,
rnarim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
LIVROS para missa Ja Predilecta'apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
velludo e chagrn, por precos mui
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, rua do Cabugi n. 1 A, acaba
de re eher pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinbos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phanlazia,
salas bordadas, ditas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que udo vende
por barato preco.
NVENS ESPAR&AS
poesas de
PEL1N0 GUEDES.
Acha-se venda as livraras desta cidade.
At vi
O Sr. los* Preia Lomos |ela segunda in
rogado a vfr rua do Imperado! n. 28, a negocio
de seu uiteresse._______^__________________
- Ha pira alugar um esrravo, emulo, sadio,
robusto e apto para todo o servido : i rua d* Au-
rora n. fifi. _________________________m
CAZA DAFORTUNAj
ROA 1.* D MAROJO OUTlTORA DO CRESPO H. 13
Aos 20:(!00$(I0().
O abaixo assignado tem >einpre exposto venda
Janeiro, pagando
os felizes bilheli's do Rio de
romptamente, como eosiuma,
0001.
1'recM.
Inteiro.......
Meio........
Quarto
at o premio de
24(KJO
I i MU '
6*000
Manoel Martins Fiuza.
PENHORES
Na travesea dama
dasCrazes n. 2, pr-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaese pedras.
Agencia de empregados.
Caixeiros, criados, copeiros, amas de leite, en-
gommadeiras, cozinheiras e para todo servico do-
mestico, ha sempre boas e aancadas, no pateo de
S. Pedro n. 3, Iravessa da matriz de Santo Antonio
n. 6, e caes Capibarbe n. 12, aonde os senhores
pretendentes farao os seus pedidos por escripto.
Criado.
Precisa-se de um criado para casa de pequea
familia, preferindo-se escravo : na rua da Impe-
ratriz n. 37, 1 andar.____________
Precisase de dous rapazes, prefere-se por-
tuguez, de 12 a 13 annos, para caixeiro : na villa
de Bom Jardim, a cntender-se na rua de Mareo
numero 8.
Manoel Jos da Costa Pereira declara ao
corpo commercial e ao publico em geral, que des-
de o dia 30 de maio deste anno deixou de fazer
parte da firma social Pereira Irmaos, rujo activo
epassivo ficen a cargo de su ex-socio Manoel
Joaquim Pereira, sahindo quites para com seu
ex-socio e exonerado de toda e qualquer respon-
sabilidade da mesma firma. Recife,* 4 de julho
de 1873.
Aluga-se duas casas novas e frescas, com
coramodos para familia, na Capunga : no largo do
Hospital n. U, taverna|se dir.a quem aluga
Convidam-se os irmaos mesarios da irman-
dade de N. S. do Rom Conselho comparecerem
quinta feira 10 de julho, s II horas do da, no
consistorio do convento de S. Francisco, afim de
dar-se posse nova mesa administrativa.
Recife, 8 de julho de 1873.
O secretario
Francisco Ferraz P.
GASA DO OURO
Nova)
Aos 5:000-000
Bilhetes garantidos
liua do Bardo da Victoria (outr'ora
n. 63, e casa do cosame.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
um bilhete inteiro de n. 748 e quatro quartos de
n. 367 com a surte de 8 O, alem de outras sortes
menores de 40000 e 2OJO00 da lotera qne se
acabou de extrahir (57*; ; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pagos na forma do costume.
mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu eslabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer i remio. como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se a venda os muito felices hilhetes ga-
rantidos da 2* parte da lotera a beneficio da igreja
matriz de Cabrob, que se extrahir na dia 15 do
corrente mez.
.Preeo
Inteiro 6O00
Meio 3*000
Quarto lAoOO
De lOO-OOO para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*7i>0
Quarto 1*375
Recife, 6 de junho de 1873.
____________Jof Joaquim da Costa Uite.
Aos senhores agricultores.
O engeuheiro, Frederico de Mornay vai Eu-
ropa com brevidade, com o lim de estudar os
meios de melhorar o systema de irabalho na agri-
cultura desta provincia, e de introduzir os melho-
ramentos que na pratiea nao possam ter inconve-
niente algmn, e so sim, vantagens reaes e pecu-
niarias ; e aproveita a occasio para offerecer-se
para executar qualquer encommenda que qui-
zerem confiar-Ihe prometiendo satisfazer o me-
lhor possivel ditas encommendas, pois pela longa
pratiea que tem, est mais que habilitado. Car-
tas com o endereco Fred de Mornay, Duas Barras,
Estaco de Gamelleira, pela via-ferroa de S. Fran-
cisco, serio recebidas sem demora e respondidas.
Recife, 8 de julho de 1873.
Precisa-se de um criado pira coperro, de 10
a 15 annos : na raa da Imperatriz n. 2i, prmeiro
andar.
Associaco commercial be-
neficente de Pernambuco.
A direccao deliberou em sesso de 5 de junho
passado faz?r am dividendo I nhores do edificio desta associac'o; pelo que con-
! vida-os a receber do respectivo thesoureiro o Sr.
Francisco Joaquim Ribeiro de Rrito.
Associaco cDinmercial b?netlcente, 8 de julho
de 1873.
Luiz Duprat
Secretario.
DENTISTA DE PARS
19 RUA NOVA19
Escravo fgido
TJ-) engenho Regala do termo de Brrente ru-
gi o escravo Ari*tide, pardo, representa Mr tft
annos, pouca barba, magro bast nle e altara re-
gular, cosluma andar calcado, falla bem, abe ler
e escrever ; presmese estar acoutado ao Recife,
onde tem mai e prenles : grrtifica-se a qnem
a|iprehcni!.ir -leva-lo ao referidn engenho, ou ao
Kecife ao Sr Franejse.i rta Corta Maia, rua da
Cruz n, 56. ____
Escravo
Fugio mi dia 2 do currtni'e. dn engenho Cerna
Grande, na fregiinzia de Vn, comam da Rio For-
iiio-o. o escravo f.aurenlin, preto, sem barba,
representando a idade de 30 asnos, estafara re-
gular, ps grandes e muito regrista. Qaando oge
costuras anmiar-se aqui no heeife: qnem 8 ap-
prehender e entregar no referido engenho ao abai-
xo assignado, receber indemnisacao de toda aa
despezas, e mais a gratiticacao de 80*.
Pedro Gavalraiite de Cchoa.
Escravo fgido.
Ansotitott-M do |xider dos abaixo assignado* o
scu escravo de nome Joaquim, cor preta, e de
naco, traja multo linrpo, anda calcado e osa de
cabellos comprdns, querendn fazer meia cabellef-
ra, sabe cnr.inhar, occnpaeao a qne se dedicava,
quando falla se conhece ser negro africano : ra-
ga-se a appretiensi de dito escravo, caja eaptora
se gratificar bem,
______________Jos da Silva loya Filho.
Precisa-se de
seal n. 7.
refinadores : no largo do Ar-
I
-
-3=#
--
AVISO.
*, bellas ar-
hoje Leo Coroado, com solea e grandes accoov les e litteratura se publica era Madrid e she a
mrdacoes para familia : a tratar na rua da Ale- luz 4 vezes por mez : agencia, rua do commer-
gna do bairro da Boa-Vista n. 8. ido n. 18,1 andar.
O abaixo assignado tendo se comprometido por
carta dirigida F.xma. Sra. D. Anglica Xavier
Cameiro da Cunha, em resposta urna outra des-
ta senhora, a fazer em setembro deste anno o
adantamentode 1:000* ao seu genio Joo Xavier
Carne i ro da Cunha, filho da mesma senhora, e ha-
vendo mudado de resolucao nao s porque a esse
seu genro j tem fe i lo adiantamentos, como por
outras considerares que nao julga a proposito
mencionar, vem fazer ao respeitavel publico esta
declaraco, apesar de reconhecer^jue des'sa carta
nlo resulta a obrigacao.de fazer o adantamento,
aflm de que ninguem faca com a mencionada se-
nhora qualquej transacco, qne tenha por funda-
mento a promessa firmada pelo abaixo assignado
na carta a que se refere, visto como .est disposto
a nio dar-lhe cumplimento. Engenho Santos Ven-
des, 2 de junho de 1873.
Laurentino Gomes da Cunha P. Beltr
Ha para se alugar
um grande terreno com urna vasta plantado de'
capim, no caminho-novo (Soledade): a tratar na
ruada Cruz a 3,
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
7
pera continuar a me-
recer a confianc,a dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
geral.
Ohck is coinii'fdt) riTrece ?
Incontestavelmcnte a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexe, o PaRIS NA AMERICA
a rua Duque de Caxias n. 59, prmeiro andar (an-
tiga do QiieimaJo) e a razo t a razao simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
njommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experimenta-la sobre um
pequeo e pneroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico! nao podendo desta forma conhecer se
a botina ihe tica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que ebegarlogo ao immun-
do ladnlho ; o qae nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma eonhecer-se se fica bom o cateado : para o
bello sexo, ento quasi impcssivel, que urna se-
nhora (do bom tom) queira sujeitarse a experi-
mentar calcado ao lado de um balcao, onde en-
tra qnem quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ;"tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alli poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminan) a* i as vantagens on eommodos
do Par* na America i rua Duque de Caxias n.
59, pnmeiro andar, consiste tambem no bom sor
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me-
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos. assim fambem nm lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas quahdades que poderao satisfazer a esco-
lha da mais capirhosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que fica expendido, est claro qne a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Paris na Americ>, rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga rua do Qneimado
liMtrticco primaria
No oilao da matriz de Santo Anh nio n. 6, ha
ama senhora habilitada, que se prende a ensraar
por commodo prejo, garantindo desvolar-se pelo
adantamento das meninas que Ibe fizerein a hon-
ra de confiar.
Aluga-se nm raoleque : a tratar na
que de Caxias n. 44, loja.
Joaquim Jos Gonqalves
Beltrao.
Raa do Commercio a. 6>, I.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
'lo Minho, em Braga, e sobre rs SfiruiPtes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Barccllos.
Beja.
Chaves.
Cotmbra.
Covtb.
Faro.
(uarda.
Gunnaii*.
I .ai neg.
Lisboa.
Miraiidella.
MoBfia.
Ponte de lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna dofCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Porumo.
Villa Keal.
Vizeu.
Valcnca._______________
Regente.
Precisa-se de urna senhora para a regencia de
casa de familia, e que saiba ler e escrever, costn-
rar e cortar vestidos : a tratar na Praca de Pedro
II n. 81,2- e .1 andares, das 6 s 8 horas da ma-
nha, ou das 5 s 7 da U rde ; ou na praca do
Corpo Santo n. 17, 1* andar, em dias uteis. a
qualquer hora.____________
Ao commercio.
Francisco da Costa Maia segu para laropa no
vapor lllimani, e durante sua ausencia deixa en-
carregado de todos os seus negocios o Sr. Boa-
ventura Rodrigues de Auioriin, e no impedimento
deste, o Sr. Manoel Teixeira Pastos Para tra-
tar de seus negocios fora da capital, deixa pode-
res precisos aos Srs. lente-coronel Joaquim
Francisco Diniz e Sehaslia Mendes Bandeira maraes. (Js Srs. adv.jgados Dr. Jos Diniz Rarrf-
to e Dr. Manoel NiealM Regueira Pinto de Souza,
fleam tambem an'oiisados a tratar de suas ques-
toes judiciaes.
Recife, 6 de julho de 1873.

m
m
o
MEICO-UlttUGICO
DO
Dr. J. M. Curio
Rua do Mrquez de Olinda n. 25, pr-
meiro andar.
Consulta das 9 horas s II da manha.
Chamad a a qualquer hora.
i
4*
ff
$
m
Eugio
No dia 14 de maio do corrente anno, fugio des-
te engenho o esclavo Marcehuo, pn-lo fulo, bai-
xo e secco. rosto descarnado, nenias e bracos fi -
nos, falla baixn, sem nenhnm defeito. Refrcstn-
ta ter :td anno< e lem alqnmas marcas antigs de
ralbo. Este escravo perli-nceu ao Sr. Manoel An-
tunes de Quiroz Rarnis, do engenho Ronca da
Cabo, e consta adiarse para os lados da cidade
de Nazareth, onde tem pai e irmaos forros, oa
em Govanna e N. S. do O' de Govanna ende de
outras vezes j tem sido pegado quando ponen-
cia ao dito Sr. Autunes. Roga-se s autoridades
policiaes e capites de campo a sua a pprehcns*
e conduzi-lo a este engenim, on no Recite aos Srs.
Cunha Irmaos C, la da Madre de Deas n. 34,
que se gratificar generosamente.
Engenho Dous Mundos 21 de junho de 1673.
Manoel Heraclito d Albuquerque.
Est fgida
Fugio em 17 de marco prximo passado a es-
crava Matilde, de 32 anuas, preta, crioula, estatu-
ra regular, cheia do corpo, pc-rnas finas, tem uas
carocos no rosto que parece espinhas, falta de
lenles na freute. falla muit) manso que as reaes
desafia a compaixao, boa sozinheira a engomroa-
deira, filha do Para, foi comprada sogra do
Sr. commendador Lucena, muito conhecida por
ter estado alugada em ca-a do Manoel, inspector,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tem sido
vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxang, Mag-
dalena e aqui no Recife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes e capites de
campo a sua appreh i|ii.-m Pula amas que verifique nesas que dizeta
ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
sabe rua, e que se gratificar a quom a trouxer
rua do Luvrainento n. i a Antouio de Paiva Fer-
reira.
^in!Mai5>
deYAUOUEIIN
Reuilu das obaerraedes colhkbu pela* tua__
(I .idea meriic*. doa hotpiax de Paris, pae a Xarua*
puiloral balsmico do dotaclfl MhaMN
VAtQbiu.* eiusvcftado com auecowo i
para curar
ts nruiu'ffB ios koicimi i imt*fa m nm
conliecidas pelo noaae >
BHONCHITES A6UJUS OU CHROMh.M
tSTHVIAS, OTI-aUvs.'itN C4T4UHO
Deflaxot, Tosse rcheldes. El Un nal a da toa.
A.MAS8A,pelneu nvifucileaKradaveinbnr,i< um
preckMo medicamento pan a pwmiwi viajan, oa
sio nbrigeda* a fallar muilo. rtxk, PbarmacMi
VADQUBLIN-DISLAUHIGR8, raa deOery, a.
|>i|ili ifii ii rtiiiirii t't:i- *-****
PharmciadeP. MaurcrAC.




m-
Diario de Peraambuoo Quarta feira 9 de Jfclh de 1873.
' M

.1. J. Reogh, corno represe lenle
casa uV* Sr* I. Upptnhciroer C, de Loa
dres, ofTeroce os scnhores legistas nanibuco um completo sortimento de amos-
tras de. tolas as fni'it>la, fcrr.igf'iis, scMins,
s;i|'lus, aiir">, niu.l ..s, rl<\, eti : pu-
len do-so fiitundi:r com o inestna tenlior, i*
RCA DOCOMMRRf.IO.I. 38,
armuee*.
H
AaVaTA MOIID/IUE
PIANOS E MSICAS
APTAVIO JOG E AZEVEDO
Ra do Barilo da Victoria ja, 11, armasem, e 12 V andar, antiga ra Nova
nonde o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendidosortimento deptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de mnsicas para banda militar
e orchestra.
Acaba da abrir no primelro indar do sobrado n. 13 confronta i
mea Miortr, an grande sali onda esto ezpoitos os magniflcoi
"MADOS de armario, de PleyeL
1 da roela canda, do rnaano aotor.
4a H. Henn.
de Amede Thiboot.
utico tiente Beata eidade, doa celebres afanados
PUOS DE AUCHER FUERES
trtrlaBo* em diversas expoiitfss om li medalbas de ouro a pratt.
Sao os ooicos pianos qna aqu vem da Europa, perfectamente atina-
a, feuoi coro elegaa :ia a solidax.
Tambero receben grande sortimeato de msicas para piano, piano a
canto e entre ellas as lindas composicoes do ronlto svmpathico maestro
F. S.4WIMI
A SABER :
Toc me qner Walsa.
Ol4 Uainrka.
Li Separaclooi Para caoto.
A Lni elctrica, f rande Waisa.
Franco Rrasileiro Polka
Tomada de Vllete Galope.
Joaoinba Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Waba.
A Miaba Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studieote Pi. ka
Mllmai publlcact
Peitas nas ofleinaa de masreas
do i no o ocian te.
Emita, polka por I. Smofti.
Oeaciana, sehoteh, por Sroo'.u.
Jardim do Campo daa Proezas,
qdrilba, por J. Poppe.
Chova de Rosas, Walsa, por H Al-
hfrtaiii.
j cum tiegB;i smimx. Madrete Pu ka. nrnazzi.
D'aqui emCdiaoie continuar a anconciar todas as pwtiWcacSee qne se forem frteed oas snas officiais de msicas.

CAUT

fy
O Sr.Oiympio Francia-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
MOFINA
Est encouracao! I!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrio na eidade de Naurethitesta provincia, o
favor de vir roa Duque de Caxias n. 38, i con-
cluir aquelle negocio que fc S. se comprometteu a
reamar, pola terceira chamada deste jornal, em
flus de deiembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro abril de 187,e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
om, pola S. Iv se deve lembrar que este negocio
de mais de eito auoos, e quaado e Sr. sen Blho w
acbava nesta eidade.
AUIf.VZEM
bO
VAPOR FRANCEZ
RA 1)0 BA1IA0 D VICTORIA
. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
raneci.
Recuerdos de Italia.
A empreza da lllnslrarhn Espaola y Ameri-
cana da (.-ralis aos Sr*. assignanles do eorrenn
anuo, um livro i (titulado fWnerias de Italia c*-
ripl |Mr
n. "iiiS-d iVt.v.ir.
I i.-tli-m-'i' : ..( lu un* i 'S.0*, amcatrf, ca
livruia !>: ti .i.r.. mi i'runtiro de Man.-n il
a, e na na do li .i .i., da Victoria n. M, andar.
- O nmiuncio d o Sr I.uras .1 raienlc: sr Madre de Dos, n se entende cotii Jorf Lucas
I-'*: i eir, que nnnra leve n<-R<>ci>js rom o tallecido
Sr. Jos Joaquini da Silva Gmniaraes.
COMPRAS.
I

.j%l w m s a. mi
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA. PEETA, que reparem nos botes e meios botes,
pos que os ha de rap de outra fabrica e neme diver-
so, e com papel da mesma cor, cajo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne qiizerem do verdadero A&EA
PEETA, devem para nao seren engaados ver que
os botes tragam o nome de MEUON & C, e a desig-
na^ao de ABEA PEETA.
P3
F$
f^
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
H(nisnl(no medico
DO
Ir. Murillo.
RA DA CltE N. S6,1. ANDAR. 3f
Recem-chefaito da Europa, vn3e fre- Q
quentou os hospiues de Phris e 'Londres. M
pode ser irrocurado a qualqor -hora do Q
da 011 da neuie para ubjecto de sea pro- r
leseo.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis as pobres.
BsofCj/id-,(ie4.=lWes1iaS>a pello, de
triases de rnullier.
Emprega no tralamerito das molestias
de sua espeeialidade as fachas fras e r
batvx a vapor, para 3 quaes trouxe fjj
os apparelhos mats modernamente em- Q
pregados na Eurrna. m
Tambem apj*ica ttm grande prowito 'M\
^ no tratamenlo das molestias do tero a s.
JR e3ectricidade,pel*prooesso do Dr. Trepier.O
Espiritismo.
Gonferencias espiriticas offorece a confeitaria
5j Campos aes seus innmeros fregueies, por es-
tarmos no mez de -Sant'Anna, e haver a mesma
confortara oonsegoMo faer um bazar completo
do necesario para regalo e distraccio de quem
tem goslo pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d'preferencia aos alimeutds em q' piedo
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio
ca), para diverthnento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulminantes, o que
tud Mt- acha na
Confeitaria do Campos.
E para consur pois que os propnetarios a
coaneitaru do Campos chamam a attenco de to-
dos e de todas para o preronisado caf em p ver
daein do Java, e bulachinha em lata* denonii-
Mda Sugar Waffers Vanella : especialidades para
las, ^uanto oais para quem esi de perfeita
sade.
Era vista do referido espera o dito Campis (oe
pMjguem, para pedidos de taes objectos, se diri-
jan, aaaio a Gonfeitria do Campos, ra do Im
peaador '
Lampeo na porta.
AMA
.Na ra da Alegra n. 40,
precisa-se de urna ama de
idade, que lenha boa conduc-
la, para andar rom lima menina.
ral
-/!
MERON 8: C.
rVJ
A m Prcisa-se de urna ama que saiba bem
-cxiio. eeatahar : na ra de Pedro Alfonso, ou-
trOra da Praia, n. 3.
Pracia-se de urna ama :
de deGoanaan. 161.
na ra do Viscon-
AMA
Precisa-se de urna ama para
casa de pouca familia : no largo
da Penha n 12, sobrado.
Precisase de urna ama, prefern-
do-st escrava, para lavar e engom-
mar : na roa da Imperatriz nume-
ro .17, |. andar.
Aluga-se.por 25^000 a casa ji. 6, sita rra
o Lima em Sanio Amaro, estrada ja concertada
de novo : a tratar na ra da Restaurado n. 51,
outrora Guia.
01hem.
.Erederico Pinto 4 C, com lojde faiendas ra
do Mrquez de Olinda n i, pedem aos seus deve-
doies.d contas antigs o obsequio de virem satis-
faze-las no improrogawel praco de lo dias, certo
de que, lindo este praio, empregarao os meios ju-
diciaes para sea embolso, lleci/e, i de julho de
1^7 J.
Alnga-se a casa n 18 A da ilh de Semflca, I
r. I'asagem da Magdalena, eom banho do Capi-
b;tribe na frente, de excedentes ares, e depreco
de 200/1 annuaes, tndo commodos para familia :
a tratar na rita estreita do Rosario n. 17, I* andar,
esrriptorio. -**m
OTlar
H. II. Biard, architecto constructor, offerece os
Escravo fugik
50^0degratificacao.
1
Escrawo fgido.
150$000 de gratifica^o.
AMA
I lene : a ir atar na n
A v-. Prec.Ha.9
Ausentou-sedo engenho Victoria no termo de lnenton-se desde n dA tt (
Barreiros, o mulato semi-branco Saturaiano, de nrnm^ffnm? ttStu 1.11? "^-*- <^?~
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda, VZ*,!*'fgigg&J* "SfaUffiagS
g=UU?.quSolga^U Ser; ScHH3^ftS
S?r??-^!li?J?^'- andar' V* sera recniapensa. ^ vist0 por ^^ qne 0 conneeem dizendo
Precisa se de urna anu de
leite que seja sadia, moca,
sem llho e que tenha bom
a tratar na ra do Hospicio n. 27.
Ama ^fc'sa-se de urna ama : a tratar na
___**" TU* do Imperador n. 14
Aluga-se urna boa casa terrea nos Arrom-
eados, em Olinda, parlo da estacar e junto do rio
pelo barato preco de 12 mensaes : a tratar na
Iqja do Paco, ra do Crespo, junto ao arco de
Santo Antonio. As chaves acham-se na estado
l entregues ao Sr. Vianna, chefe da mesma, para
quem a quizar ver.
do generosamente.
AVISO.
O gerente da casa de emprestimos sobre penio-
res, travesta das Crines n. 2, previne ao publico
que no dia lo do corrente levar a leilo todos os
que est forro, asskn tem podido escapar de ser
prezo. IMda a a todas as autoridades e capitaes
campo que- o pegando leven) A ra do Duqe de
Caxias n. 9r Joja de miudeza* do Rival sean se-
gundo que recebar a gratilicacao cima decla-
rada.
Refinador
Precisa-se de um que intenda de fornalha : na
ra da Senza la-nova n. i.
Para haiueau.
BOTINAS de beterro, cordavSo, pellica, lustre e
de duraque com biqueira, dos mclhores
fabricantes.
SAPATOES de be erro, de cordavio e de case-
mira.
S A PATOS de lustre com alto.
SAPATOES atamancados com sola de pi, pro-
prios para banhos, sitios e jarains.
SAPATOS de pete, charlot, castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de ores differentes,
lisas, enfotadas e bordadas.
5APATINHOS de phantasift com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugueses.
Para meninas.
BOTINAS de bezerro, lustre c de cordavio.
ABOTINADOS e sapates de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portugueses.
Botas de montara.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para homen e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france', ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanro, de br;o;o, de guernieoes,
sofs, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reras, tudo isto muito bom por seren fortes e
leves, e es mais nroprios movis para saletas e ga
binetes de recrelos.
No armazem do vapor france?, ra do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes c
de elegantes modelos dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolf 4 C.: no
vapor francez, ra do Ha rao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a prejos muito commodos.
Perfumaras.
Pinos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
rla para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas c garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologac, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Pivcr e Cou
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victori?, outr'ora Nova 11. 7.
Quinqulharias.
Artigos de diflerentes gostos e
phantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leqnes para senhoras e para meninas.
Luyas de Jonvin, de tio de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de onro bom de le garantido,
torrentes do plaqu muito bonitas para relo-
g!09.
Brincos a imitacao e botSes de punhos de pl.i-
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
nnho de cores.
Novos objeclos de phantazia para cima de mea
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga. "
OeoJoa do aep fino c de todas as raarakSee.
^^liengalas de luxo, caima, com castoes di; mar-
Bengahas diversas em grande sortimento para
noniens e meninos.
divernh0* dC ba,da d raU,as 1"a,i(Ia(ies
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Pon eiras de espuma para charutos e cigarros.
barba ,artarua Para desembaracar e para
Ditos de marfim muito finos, para limp.tr ca-
Escovas para roupa, cabellos, unlias e para den-
es.
Carteirinhas de medreperola para direiro.
Meias para homens e para meninos.
Orayatas brancas e do seda preta para homens
Campainbas de mola para eh mar criados.
JoMi da gloria, de dama, do bagatellas, de do-
mino e ouiios muitos diflerentes joguinhos alie-
rnaes e francezes.
mi&eSo.0 MCC0S dC Vag6m de mar e Ca"
Argolinhas de marfim para as crianzas morde-
Ult(it.NTE
Compra-so o Di* io fe Pcrmtmbuco, de 5
de agosto de 18f:8, nesta typographia.
Conipra-se algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta eidade : a tratar na toja da roa Duque-
de Caxias n. i'i.
- Comprase Dimits ie. Pemamimen- IVO
rs. a libra : na rna dn Corum I Snassmia n. t
Compra-s
un;a casa terrea que ten- a bons roinmodos par
familia, e I1..111 iuoCiI, no bavro da Boa-Vista, > a
algum sitio prximo a linda dos bonds, ou da ma
chambomba : a tratar na ra do Rangel n. 7,
1" ou 2* andar.
VrNBAS.
VENDER
S Cainiuliu Novo Iransta do Padre iagi-'z
7, ps de fructa-pao de 2 a 8 p .Irnos, idem de li-
ma de utnbigo, sapotiseiro?, abacaies, larangeira?,
figu "ne o roinpradiir n>;io deixar de eooi-
Ogu
por prec.
prar
Jas a
as eutquauUi vbtive.
Vende-se
urna mobilia de amarello (por preco razoavel e a
Luiz XV, contendo ti ratieka >ie guarnicAo, i ti-
tas de bra>o, 1 sof, I par de orneen*, nina jar '.-
neira, urna cama fianceza a fi eaJaira amerira-
nas, tudo em ocrmktmiado : aaMaaaAn'
llenriques, antit!' dos A..ouyniolios n i._______
VENDE-SE
na ra do Liv amento n. -1? poupelina de sed^ do
cores a lailO o covado, para acabar.
Cubartas de chita adaanacaai *">00.
Lcncocs de bramante a 25.
Ditos de algodO de duas larguras a 142'.
Cobertores de la escures a 24.
Colchas adamascadas a \l.
Toalhas alcocboadas a 64 a luzia.
Na ra do Crc po n. 2, loja de Guilb-i i
Compauliia.
Grosdcnaples
Grosdenaple p elo a I JflOt) > .-ovado.
Dito prato.de coidfn a 2 -2 fl I|tO0.
S ni ruado Crespo n 20, loja de Guillin \
Companhia.
Cretone
Cretont!, lindos padroes. a \K0 rs. o eovndo.
Na ra do Crp>po n. 20, loja de Guilhi-ri. A
Companhia.
um sitio no Barro, freguezia dos ^rrtl. a oai --
geni da estri la da Victoria, com perto de 3 0
palmos de frente, sulllcientes fundos, e dua- e
quena; casas de taipa : quem o pretender drJ3-
se ra do Imperador n. 29, a tratar com o ca-
pao Antonio Girrei.i Mala.
PRAIA DOLCENA
Vende seo sitio Camac.irv, na praia do l.u,-
provmea da Parahyba. preoo mnito commod-. a
Ira lar rom Tasso Innaos.
- Venle-se urna escrava pnta, moca, perfeita
engommadeira, cozinheira e emtarira, pan e.i-
twho: na ra de Imperadoi n. 2, sabia!
una luem vende.
BE HaMBRGO
As mais recentes o molhnres.
Vendin-sena phariu.1r.ia erlrogara dr V-j
tholomeiid-C, ra Larga dnsario 0 Rn. 3a.
Aluga-se urna casa de pedra e cal, em Ap-
pe"hoes'co^tado"das aiefs" veadas"at 30 '.! PUm. junta a porteira do engenho Dous Irmos,
de junho. cmds aic */ ,ugaf mu0 gaudjVeI e fregco CQm bong eommo_
servcof aos habitantes desta eidade para execu- ~ Ao Sr, Firmo Candido da Silveira rogase o
tar qalquer obra de sua profisso como p antas *1"V de apparecer na ra do Duque de Cavias n
ou modelos de casas particulares na eidade ou no M>lo Pr se procurar em sua casa e nio ser
fu: a Huonh/L. ,ia n.wi^o :..jn. ...j encontrado.
campo, planos e desenbos de lindos jardins, tudo
segundo o goslo francez. Encarrega-se da direc-
cao e execucao destas obras. OtTerese-se igualmen-
te para assentar os modernos ladrilhos de mozaiuo
francez ou inglez com tuda limpeza e perleico.
Pode ser procurado ra da Matriz da Boa-Vista
n. 28, andar terreo.
Quem quizer dar 1:0004000 a premio sobro
hypntheca, deixe carta a Z Z Z, na ra do Co-
tovello n. 40, at o dia 8 do corrate para ser pro-
curado.
dos para familia, sitio bem cercado a limoeiro, com
boas larangeira*, cajueiros. fructa-po, limeiras e
outros arvoredos, cacimba nova com bomba e
muito boa agua, por pre.-o razo.wl: a tratar na
travessa da Madre de Dos n. 18.
AJalalttnflo PABIZ, tt, bosUrvt MonUiutr*.
, faiRM-tRILU. -w Ae.cfM ljrapkatUM, Ihiw
I ok.trncfi*i rhctnm, wmnfim jlcalMi a *-"
IfTiUL. ASKcUtUri*tt*-irm,\
. m*m4. Mnifi, fjOo iimcU, latrf*
fMttUfi., *7*m*K
J 11STIM. ASNfaw dM ra, Nil j, wtIm,
mmtCtidHwUu, |oU,Mk*M,, aibBBlkMr*. I
Hurtante-aumco** dM ra, u u.im .^ 1
eor^ti dM ouriM, tft, dUtM, alboaiaurto.
ETJGA-8I
o HOMI u rOHTI u CAPSULA
Attengo
Orna peesoa que lem de rendiroento certo por
mez 1584, oeeessita de lomar a juro 6004 pa-
gando iiMutalmeale 80| ; e descontando logo do
cap tai o comitente juro que se ronveneionar
quem, pois, quizer fater este negocio, deixo carta
fe.-hada mb w iniciaos n. G., no escriptorio deste
InaYlOa
Al FmI d. Vltby, aciaa nom*Uu, chio-M i
tm p rit, mw, atfwi a. ataaaa. 1
i.i:Z/.P"lT2
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. HAIIER C.
PKIt-NAMIH (O
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posicad e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje condeci-
das. Nao ataca as pennas de aoo, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qal-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se care9a longa conservacao.
Ubico deposito pharmaeja de P. Maurer f,., ruado Bario da Victoria.

Aluga-se
armazem da ra nova de Santa Bita n. 57, pro-
rio para serraria : a tratar junto n. 59.
- Aluga-se a loja da travessa do Livramento
? ka ar na P1"3^ da ^dependencia n^.
lo e 20,
Precisa-se de urna senhora de boa conducta
para fazer companhia a urna familia composta de
anas iwstoas : a tratar na ra dos Pescadores
n 17.
rem, bom para os denles.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Ce^tinhas de vimes para braco de meninas.
manca" q0Mr rodas* para Passeios de
Venecianas transparentes para portas e janellas.
Heverberos transparentes para candieiros de
gaz.
vistasere0SeP0S 6 cosmoramas com escolhidas
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vitrea.
Vidros avulsos para cosmorama.
f s, de papel de cres f*** lluminacCes de
deBSu-aereStalC0S de papel desed* mui acil
Materia es.
Ifa seni|)re para vender-s.- por commodo pr. ea
Ujolos de alvenara grossa, dito de dita batida, di-
to de lapamento e lenta, os quaes se manda por
em qalquer logar : a ver e tratar na otaria da
ra da \isconde de Goyanua, antiga do Mond^o
Cassas avadadas a 240 rs.
covado.
o
O Pavao vende finissimas cassas franceza da
cOres com os mais delicados padroes, por ,,
um pequeo to<|ue de a varia de agua doce, i#l
barato preco do don vintens o covado. perhic-
cba : na loja do Pavao, ra da Imperalriz n.
Machinas de
Espanadores
varios systemas para caf,
de palha e de pennas.
BOLIERO
O conimendador Tasso precisa do um.
O commetidador Tasso tem algumas casas
na eidade da Parahyba, que precisa vender
ou permuttar por outras nesta ci lade ou
seus suburbios : a tratar com o mesni i.
No ultirrui do mez passado roubaram da casa n
26. nos Afflu-tos, um annel de brilhante no valor
de J504. tendo c mo signal duas pequeas listras
prrtas de cada lado do aro, a comeoar de cada
urna de suas exlremidades. e terminando quasi no
meio delle : pode-se aos senhoros ourives ou a
oualquer pesada que por ventura o tenha compra-
do ou apprehendido, que mande leva-Ir- ao sen
dono naquella mesma casa, que ser gener*a-
mente gratificado.__________ .-
Lava-se e engopim-se com toda perfeicio
e por preco ommodo na ra da Palma a. 112
' rubjadilio, '
Tesourinbas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas c lanternas.
iinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
liras de moldures douradas e pretas para
Qadros j promptos com paysagens e phanta-
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tti/. ias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos Harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqulha-
rias difllceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Casa lerna.
Vndese urna casa
terrea, em urna boa na. i
tratar na ra da Imperatriz
n. 8, loja,
-^ Vende-se cerca de urna terca parte do
sobrado de 3 andares e grande sotao, sito
ra da Imperatriz n. 53, na razio do fa-
voravel preco de 26:000*000, a dii.heiro
ou a prazo : a tratar com o respectivo con-
senhor ra do Sol n. 21.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se-pode desejar de todos
os bnnquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a presos mais resumidos que c possivel: no ar-
SriroodrUr.Nou n'/r d B ^
Ceslinlias para costara
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez. ra do Barao da
Victoria (outr ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleados bonitos e muilo baralos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova n. 7,
VENDE-SE
urna mulatmha com todas as habilidades e pti-
ma mucama : na ra de S. Francisco n. 70 ulti-
mo sobrado.
Chitas.
... .._------------r
. '
Liqrida^o de chapeas.
Chapos de castor brancos e pretos para no-
Cieos e meninos a U e 34 : a rw do ngel n.
o*.
Cltas roxas coui pequeo defeito a mo e MO
na ra do Crespo n. fO, lo] de Guilherme A r
Voltas e brincos de grssos
aljofares de cores.
A aguja branca, ra do Duque dJ Cazt n.
i, receben novas e bonitas voltas e brincoa de
grossos aljofares de cores, e como sempre conti-
nna a vende-las por preejo eommodo.
Novos diademas douradog e
com podras.
A agnia branca, i rna do Duque de Caxia n.
50, receben novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados c com pedras, tanto para meaaas
coino para senlioras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A agnia branca, ra Dnqne de Caxias n. 50,
recebeu novas colleccdes ou Bermas para as chan-
cas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje tto
usadas nas aulas e colleiuos; e como sempre ven-
de-as por prece commodo.
--------------------------: --------;

,-----------


..T8fQferhrf!ttBraftnibua> QluHtorftAi8r4iJifllioHdt(n873.
-

J
H
RUADO
DO
BRUH N.
%
(Passando o chafariz) a*saA\i
fBDfi.M' AOS Aeobores de engeoho e otros apicultores, e o prega do rae de id
samo o favor de orna visita a sea estabelecimento, para verem o noro aortimanto
dM) ajae ah tem; seado todo aoperior em qoalidade e tortidio; I ana con** Im
Bfs>pess >al pode-se verificar. '*- r ^
- ES+*BCIAL ATTfcN^tJAO NUMERO E LUGAR DE SUlFlSDiAO
faporese rodas d'agaa Sff^2*rs dS
aajtJBB&fncias d09 senhorea proprietaries e para deacarocai< algodlo. *?
IbOdftS (8 CflTina. de.lodos 8 ,*,Dt'0S. as.'melriores qoe aqu-
6X1S6QJ. >i#irJ JLPflafe*!
Sedas dentadas para ,Btai8i' **"fl **"'
Wsae ;e ferro fundido, batido e de cobre.
alambiques e fundos de alambiques.
B&Moiamos
Bombas
GOMO S\0 LRIIMIS! i!
O leques lodos de raailiepereU.. brancas, e de
cores e ipie Ir^zt-ni o dsticoTJfUAO cm lellras
tambem de trradrepefl.i cin aho relevo, lor-
naodose por isio apropriados para noivss, a NO-
VA ESPERANZA ru Duque de Cax*as n. 63
(amiga da-Quepada) (jvem os lera.

para mandioca e algodSo, I PodendoJtodos
e para serrar madeira. aer movidos a mao
(por agnt, va^or,
de patente, garantidas........ ] ou animaos.
Ifeda-i as machinas e pecas de qne M coa,OB>l prMWr-
Has qualqusr concert **&*^'*to0 mai wm*
bs,,T*is de fsiro lemasme'lioresema's-)aratasex'steiii9s m mer-
TSn^r'TT'ITVIAnfiuQ Ineumbe-se de mandar vir qualquer macbinisrao von-
AV tUUlUU'lo. ,ade do8 dientes, lembraudo-lbea a vaptagem de fazecam
saicoapraspor intermedio de pessoa entendida, e qae era qrjarquer necesaidAda poda
km jrastar auxilio.
ridos americanos e instrDDJeD,8 aricoIa-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
GRANDE REDUCCO EM PREQOS
Attengo. Attengo.
Sa foja de Soares Leite Irmos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
Safade linha com 40 novellosr a 500 rs.
feer* iiiem lie marca, a 200 rs.
*er^f?> de agua florida yerdadeira a 1JJ200
haikananea do Japo, a 1^200.
utas,divina, a 1?J000 e 155200.
sWe-toadnras para collote, de todos os
paflaa\ s-2io rs.
laap-irinas gaz, dando urna luz muito
mol,* -7000.
ana de pegas de cordao imperial, a
Ir.
anea com tnico oriental de Kemp, a
nw
i Ira de oleo Oriza venladeiro, a 15000.
4>*in de baraihos francezes canto doura-
i3900.
i km i lem beira lis:i, a 99400.
o tinta rosa extra-lina, a 1$000.
de, botos de osso para caiga, a
H#rs.
tqtti I mas, a 35500.
fceu do j-s para dentes, a 200 rs.
i idem de pos chinez, muito bom, a 800 rs.
dem idemlisa do cores, a 280 ra.
Resma de papel pautado, a 2*800, 4*000
e 65000.
dem idem liso, a 25600, 35500 e 5*000.
Caixa do papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopcs forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia de talheres cabe brnnco, 2 B., a
5*000
Mago de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros de linha, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
Sao de tartaruga
ecos, brodtej rneioa i aderecos, cruzes,
"e casioletas, que estao oxpostas ba
taaEkfnaa. (artro/dQ qbj.je) ypnde-se
I* TOberimca, a'Yt Dtfnie drJCapias
Aos meninos
A-Nota Efpwanca rtta tcfit d Csfrias n.
63, acaba de receber-. mu. Imito gorinoQiatabo-
necas de muitas qtralMaile*,; virad entre das as
engrapadas Boncas d borracli.1, assim lairabeni
urna peqjena #a|tflfle/ da loftcas prelas que
se tornajp apaMialaUBA fci Avidade.
< A Xova-Es|M.'.ranca ra Duque de Caxia's n.
03,-leceberi- verdadiro rimenro inglez, prepara
l^a pao concertar porcelana bom mil.
Vestido.ptrdd
Muita ve iun vestido toma-s inteiramente
ko, samen to por estar mal eafoibulo : a Nora Es-
uera<;a a ra Diiquo du Carias n. 63, reuiove
esternal., porque e-t bem provida dos melliores
galoes franjas de todas as cores, onde jn'ide es-
colber-se vuuiade sobrwalMndu entre estas as
moderna Irania* rasaicaa,-que pala sua varieda-
de de cores, flea bem t-m- quaii lodae as faaeadas.
A ella, antes que se acaoerp.
Bohs de borracha
Vcndem-se de todos os tanianhp ;rua Duque
de Casias n. 63, na >'pva Esperanra.
OetbeUos bmncossiem^mm
quer
A fym EsppraiQa nua Bu*|ae de Cajias n.
63, acaba de receber a verdadeira ti
tintura de Des-
nous para tingir os cabellos, o, que e aasegue
BIX.IH m
Ruado Har:) da \doria n.22.
DE
IF!
A' este grande estabelecimento tem che-
gado uiu bom sortiinento de machinas para
costara, de todos os autores mais acredita-
dos ult^mameatcua Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anuo, e tendo um
perfeito artista para cnsinar as mesmas, em
qualquer parle desta cidade, como bem as-
sim eoncerta-las pelo tempo tambem d'um
(empreandoa)cim muita facilidade, e por este annn __ (iMnp,in imi'n (in ,nmnP.,inr
BioiW. caholioa branos srt tr.m nuam.nuir. anno sem UespeilUio aigutD (10 compra.loi.
SwHw, eafcoMoa braaoos s tem quero- quar.
Estao na moda
Os cinturoes de couro, proprios para saphoras,
Jne recebeu a Nova Esperanza ra Duque de
axias n. 6J, esli, atfli, saojiora, estao na moda I
e queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosps crayoa brancos para o. vosso casamento,
ou para ouir jlm apropriado, necessrio ir a
Nova Esperanza ra JDuuue de Canias n. 63,
que lili encontrareis os mefhores poiis fauquett
que se pode deseja'r.
Agua florida, de Guislain,
parafazeros cabellos pre-
tos,
A aguia branca, ra Boque de Caxias n. 30,
acaba de receber aova remessa da apreciavel agua
florida para faaer os caboUoS pretos. O bom re-
sultado colhido por quem tem fcito uso dessa
inoffensiva prepararlo a tem altamente conceima-
do, e por isao apenas se faz lambrar a quem no-
tamente deila precise e queira e aproveitar d
sua utilidadu. Tambem veio agna de toitasio a
oleo florido para o mrsmo uso, e tao acreditados
como aquella.
(linios largas
m ~v e 19000.
a;.-.'..-! ele sabonetes de amendoa, a 25500
. K
".: :. muito boa, a 15, 15500 e 25000
r I-r,.- .
a de sabonetes deanjinho transparen-
te fl 25200.
boa idem com flores, a 15500.
Vaiia de coUafiohos boriados pata ho-
3; .-83000.
3toa de pecas de trancas caracol branca,
-' .'
m idem lisas brancas,a 200 rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Loques para senhoras, a 2*000, 4*000 e
6*000.
Hvrospara notas, a 320.
Hedes enfeitadas com fitas, a 2*400.
Duzia de collarinhos lisos para hornero,
6*000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
aboneras de cera de todos os tamanhes, com camisolas e ricamente vestidas cada
hhwm ?tw caixa, bonecas do borraeha e bolas-de todos os tamanhos, candieiros agaz,
wWa'BK de pofccllana, espelhos de todos os tamanhos com moldara dourada e rosa,
gpjflHfeFtft rame, ntaldorae estampas para quadros etc., etc., emuitos objectes que s&
kns i foncro mencirinar.
SXPOSIfjJO r:'I7ERS.VL DE 1855
MEDALHA DE I- CLSSE
ALF. LAARAQUE & Cu

LABARRAODE
aPIROVUO PSL* B'AO'MM DZ MCDIfii^A DE PARI2
C Qiiiiiium Ln!>arraite,
i um vinho eminentcmcnlc to-
aieo e febrfugo orno deve, sor
aerferido todas as outras prc-
3ra<,oes de quina.
Gs vinhos de quina ordinaria-
x< ntc empregados na medicina
iram-se com cascnR df qjiina
atija riqueza em principios acti-
tos exemamenle vaviavel
parte disso, ein 'rasSo de scu
odo de ['rcpan'-fio, estes vio-
Sos con lem apenas vestigios de
pitucipios aclis os, et em pro-
jorccs sempre variaveis.
pprovado pc!n Aoadamhde me-
kina, c :is',itue pelo conlmrio
Tita iiii;(!icainenlo de co.i.posi-
9o deerm'mada, rica ein prln-
o5 activos, ccoiri'O q'ir.l os
i
'
mdicos e os doentes podem
sempre contar.
0 Qmitiuin Labapraqiie
prescripio com grande xito s
pessoas frucas, debilitadas, soja
por diversas causas d'esgola-
mento, seja por antigs moles--
tas; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenra, s meni-
nas qui lem diliicublade em se
formar e desenvolver; s muihe-
res depoisdos partos; aos velhos
enfraquecidos pola idade ou
doonca.
No cazo de chlorosis, anemiav
cores plidas, esUj vinio um
poderoso auxiliar dos ferrugino-
sos. Tomado junto, par excmplo,
com as plalas do Vai.i.kt, pioduz
elieitos maravliiosos, pela sua
rpida aceo.
Deposita em rail*, L. I ItlUK. ru Jucob, 19.
A aguia branca, ra Duqne de fiaxias n. 30,
reeebeuuma pequea porpo de cintos largos com
franjas e perfeifaiuenle a sbados ao ultimo gnsio.
AJem delles ha fitas proprias cora differentes lar-
gura* e cores.
Gravatinhas com lacos e bor-
dadas para senhoras.
A aguia branca, ra do OJtieimado p. 50, rece-
beu novo sortimento de lindas gravatinhas com
la^os, bordadas, e oatias de cambraia, eaeitadas,
para senlmras.
Bello e variado soitme'fco de
enfeites para vestido
A agu' branca, ra do Qccimado n, 50, re-
cebeu um bello e vanado sortlraonlo de faanjas e
galoes de seda de di vosos gostos e cores para ves-
tidos.
Meias cruas finas para meni-
nas esenhoras
A leja dfaguia brane?, ra Dique de laxias-
n. 56, receben nevo soriincn'" dbqnellas la pro-
curadas meias croas para sennpra, vindo igual-
mente para meninas, continua a vndela por
,precos coBimodos.
Veos ou maotinhas pretas.
A loja dn aguia bnwapa, ra do Duque (te Ca-
sias n. 50, recebeu bonitos veos ou mannlia
pretas de seda com floras, e outras-a imitadlo de
croch, e vende-as |>-ir* baratos preces Ja 3#,
44 e 60o. A fazetida boa e est em perfeito
estado, pelo que ceatiaaa a ter prompta extrao-
cao
Perfeita novidade.
Grampos com borbolclas, beaouros e gafa-
nbotos doucados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque da
Caxias n. 50, reeafca aovos grampos cembor-
boletas, be^ouros e fafanhotos, a qne da certa
perfeita novio1 de. A quanudade pepaena,
por is-o em breve s* acabar.
Novas gollifilias oreadaseom
pelucia qu arminho
A loja d'aguia branca ra Duque d Caxias
- 30, recebeu urna pequea quant-idade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho ae II e seda, en-
neitadas com arminho, obras eslas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
domados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, receben novamente bonios gram-
pos, brincos e rozetas acurados ; assim coma
novos diademas de ac, o como.sempre conti-
na a *ende-4os por preces ramveis ***
Caixinhas com pos dourados
e prateados?para cabellos.
Veade-se na loja da Aguia Branca ra do Du-
que de Caxias n. 80.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agoia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sorlimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
W*|<
harmacia de P. Mfturer ^ 0
PeeMncha. 0
A NA \\Y\ DO CRKHI'O X. 10. m
Saceos da eetopa vasios proprioa para X
IR assucar e farinha a 3i0. 53
ff Madanora.0 a25, 2f00 e-i*; apeca. J
X Algodaositilto largo-atarea T a 4|000 a
peca. fSt
mL Chitas de cores a 200 e Hit.
2 Cambralas de-eoreaa MO rs-. e cotn 3
barra a1280 rs. o covach.
MK Grosdenaple prete a 1/600 e garcirao
% largo a 3/000 e 3*.r:oo.
jB Vestuarios de'fustao para, meninos,a
x 4|f>00 c de cambraia borclndn a 6n00.
X Chales de cOrcv-1*,.1*200 e l/SOO.
4R Ganna de liado d* rres a :\i0 rs. o c.
gt Algodla zuJ -'mericano para roupa de
X escravos a 380 rs. o covado.
9tk *Was para meninas de todos os lam-
is mauhos iJ$n flozia.
Veode-sosHn enislente na travetsa
do Remedio; fregcsHa d6s A'f'gadosn. .21,
hoje Bcco da.TraveSsi. Retuedion. 18,
om chaos proprios : quem pretHder u4flr
da^se conl o Sei propiictario na ra de fe,
Francisco, dest#*rioae, a, 10.
Neste estabelecimento t mbem ha prtenlas
para as mesmas machinas o so suppre qual-
quer pega que seja necessrio. Estas ma-
chinas trabuliiam com toda a poieicu de
um e dous posponlos, fran/e e bordt toda
qualquer costura pw lina que seja, seus-
presos sao da seguinlequalidado : para tra-
balhar a mo de 305000, 40*000. 45*000
c 50*000, para trabailwr com o pe sao de
80*000, 90COOO, 1009900, 1105000,
120*000, 130*000, 150*000,200*000. e
250*000, emiiuauto aos autores nao ha al-
terado do presos, eos compradores poderlo
visitar este estabelecimento, que muito de-
yero g*>star pela variedade de ohjectos quo
ba sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas pora viagem, cadei-
ras para salas, ditas de bala-neo, ditas para
crianca 'altas), ditas para escolas, costurei-
ras nqiiiss-imns, para senhora, despensa veis
para crianzas, do todas as qoattdades, tamas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, appnrelhos de metal para clt, fo-
queiros com cabo de melal e de. marlim,
dos avlsos-, colheres de mctaPlino, condiei-
fos para sajo, jarros, guarda-comidas de
rame, lampas- para cobrir >ratos, esleirs
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, ohjectos para toilette, eautnos mu-
tos-artigos que muito devem agradar a todos
ijue visitaren este grande estabelecimento
qae se'acha aberto de-de as 6 horas-da roa-
nb at as 9 horas da noute
Ra do Baro da Victoria n.
22.
NACIONAL
Imperatriz n. 72
DE
Louren^o PereiraJleudesfiijinaraes
ndakW mlkbJH qfllr passivel, a
MG0E200*W.f>CflJVAID. I COI
chitas francezns largas com lo \'ei
\
Deelara a seus fragiiaaHjuo tem n
saber:
\ J \
CUITAS A
Vfend*>jfc c
RTES DE BRIM DE CORES A 1*500.
ende-se cortes de brim de cores para
que do avaria, a 100 o 200-0 uovm(* i)i^ cMVdNi J*500 e 21000.
tas linrpas a 240, 80 o 320 rs. o covado. ~ r
A>SAS FUANCEZAStAr320 RS.
Venile-sp cassas francoras a 820 c 3*80 rs.
o covado.
LSINIIAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas do cores para vestidos,
a 200, 3(10, 400 e 509 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Venda-se alpacas para vestidos a 400,500,
G40 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1*600.
Vende-so cobertas de chitas de cares, a
15G00 e 25000. Ditas de pello a 1*400.
Col xas de cores a 15200, 2*500 e 4*500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de i do quadros a 800
rs. e 1*000.
Ditos de merino a 2*, 3*. 4* e 5*000.
CAMBRAIA BRANCA A 3*000.
Vende-se pegas do cambraia branca trans-
parentes o tapada, a 35, 3*500, 4*, 4*500,
5* e 6*000.
SAIAS BRANCAS A 2*000.
Vende-se saias -brancas e de cores, para-
senhoras, a 2*000 e 2*500.
BONETS A 500 RS.
Vendes bonets pretos de serla para ho-
mens, a 500 rs. Chapos de paha, pello o
naassa, a 2*, 2*500, *00 e 4*000.
MADAPOLO A. 35000,
Vende-se pecas de madapolao esdstado a
3*000. Ditos inglezes para os presos de
4*r 4*500, 55, 0*000 e 7*000.
ALGODAO A 3*500.
Vende-se pegas de algodao, a 3*500, 4*,i
e 5*000.
BRAMANTE A 1*600.
V.nde-se bramante com 10 paitaos de
largura para lencol, a 15000, 25 e 25500 o
metro.-
GIIANUE LIQUIDAGAO DE SABONETES 280 RS.
Ycrxle-se urna grande porgo do sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes-cjm
cheiro a 320 o 500 rs.
Agua de colonia,*a200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
BOTINAS A 3*000.
Vendtrso botinas papa swtbwas, a 35000 ?
3*500, a ellas antes que s acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-sa camisas brancas, a 1*000, 25,
2*500, 3*000 e 4*000.
Calcas de easemirs de otras, a S9 65
7*000.
Coletes de casemira, a 2*, 2*509, 35 e
4i5000. flflhflihMi
Pdlitls de caaemira, a 45, 6* 8*000.
Seroulas a le 1*099.
BUIM DECORETA 449 rW.
Vende-se brim de todas as cores a 440
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 2*000 A DUZIA.
Vend-se a duzia de lencos brancos, a
2*000. Ditos com barradc cores a 3500o
Ditos e linbo a 5*09*.
TOALHA* A-99 US.
Vande-sc toalhas para rosto, a 800 rs. u
15000.
BRAVATAS DE SEDA PRETA A 90 RS.
Vende-se gravatas de seda preta, a 500
r, cala urna.
CHITA PARA COBUTA A 290 RS.
Vende-sa chita para coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 1*400.
Vtale-se kmeles para meninos, a 1*5C0.
ESPARTIIJIOS MR A SENHORA A 3*500.
Vndese cspfljflhos pora senbara,
3*500.
I'KNTSSA 329 RS.
Veade-se penliade alisar, a 249, 120 <
400 rsv
l'OaSDBARROZA 240 RS.
Yeml-se pos de arroz en caiaa, a 2*0
rs., para liquidar.
ESPELHOS A240RS..
Vendes espelhos de diversos tamarih -.
a2V0c32O rs.
TESOURAS A320-RS.
Vende-so tesouras de diversos tamanhos.
a 320 o 500 rs., para liquidar, e outro.-
muitos artigos que se vende barato para li-
quidacao de facturas.
i
!
SHEURY KINA
(VINHO DE 01 .'INQUINA HIGINICO
PSaSPAlUDO COM OS ME1.UOKES VINHOS DE HFS-
P.VNttA DA FIRMA
GALVAIR1CA.6. C, DESEVILHA
OHNECKDOIl DA- SfA MACP8TABI A- HAINHA
DIltSl'A.MIA.
POR
THOHERET GL1S
fliat^aaacciitico
EX-INTKRNO DOS DOSPlTAES DB RAR1S
O SIIERRV-K1NA o vinho de-Quinquina
qne hoje preferem a maior parte dos medi-
eos de hospitaes, dos lentes da facuWadc e
dos membros da academia de medicina.
Tem-esta preferencia a sua exjdicacao nislo
que offereco todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MUSAS VEZES SESACR1F1CAJI AS QUALlftA-
DES T.\0 ESSEN'CMES QUER DO VJNHO, QLER
do quinquina (as vezos de ambos) aos lu-
cros da especlac-ao (Ver Gnia das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANT1N JAMES,
"7.a ediigao.
NICO DEPOSITO
rllAKMACWEINSOGARIA
DK
RARTHOLOMEB & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
1 ^m i i
PARS
E'sobretudo ssuaspropriedades emrnentementeabsorvente,
que o c*rao de BeUoe deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affecedes seguiutea ;
PARS
GASTRALCIA>
OVSPEPSIA PYROSIS AZIA
DIGESTES DIFFICEIS
DORES oe estomago
CONSTIPABA
CLICAS
OIARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERINA
PARS
pars
MODO DE EKPREGO. Ocr^aodcBctiocfCbrUidftK)
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
Pasiilhu. Geraliuentc o bera estar aente-se lego depois das pri-
meiras dosea. Urna infointacao entensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilla.
T
*//.

VERDADERO LE ROY
EM LIQUIDO OU PILULAS
|I\ue de Seine, 51, PAP.IS
Em cad garrala, va, eiilrca rullia e u papel afU'l
Iquc leva o iiicm sincte, um rotulo iinpri-HJ em ania-
rello comimio sello SICNORETt PARH> F.ncarnail.
obre Tunio negro.
N. B. Remettcnit i-se urna Mtri de 500 franro J
Obre Parif, reerbe-se "25 francos le meJicamenloi
Deposito principal
lo legitimo I.e Roy
:in Caa (do osso
unieo agente pelo
aratll a Seor de
Ucirba aa BaMa.i
IIQCIEl)R-MEClNr'
ni ni iTm
nico deposito, donde's acna a venda aaj
casa de R Maurer & C.
As Tjtrfegr veraaocifar*
Dichas hainBiirguejaf|iir*'Vt#i'.i este mercado:
na ra do Mrquez de yliada n. 31.
/
^N
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHARMACBUTICC, 5, RU OES LIONS SJUNT-MMU, PARS.
XABOPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
, Com lOUlHKTU le fOTNSIO
O I durlo de potassio Din verdadeiro altrame, um depuralor rt. D'-ontestavel eB-
<-fi; combinado com o xarope da cascas da laranjas amargas, e atando
.-iii ixrturbavo algiima pelos temperamentos 01 maia Iracoa, sean alterar as faoccats
ft" caUMiaaja. As ases njathamaticas que elte contem pe rmttem aas mecncos de retosti-o
pia todas as compticacoes gas affeccoes Mcrofuloaaa, tuberoolosata, oanoa
rosna -noa accidentes intermitientes e tereniro; atm i'istn.
agui<' o mais porlero I
IARQPL FERRUGINOSO
a*cascas d larBjaa quMsia. na.
E' sob a forma liqaida que mais fcilmen-
te s assirja o ferro; n'csta forma prefe-
rivel as r ilutase pastilhaaen lodos os casos
MRQPE TNICO ANT|-NERV0S0
de cascan de laranja amargas
85 annos de snecesaos atteatao a sua effi-
caeia para curar: 5 doanjw nervotat,
aguda* ou rhronicas, as gastritis, gastral-
gia*; e fatilitar a digestios
DENTIFRICiqi l&AtlE
COM QUIMA, PYREftatte K-Ali,C0
aUiair dwwtiWti, para a alvura e eaa- | |aa deaaiCrieia, com
ervasfo dea dewes, curaftlo as dores pafaV tVHm e cansa
causadas pela caria ou* produxidas pelo I pftTevrlhdti a^lesraniadftr, provoendero
contado Deposito era Ri rfe Jneiro, % r.he*Ul; rmaTlrssisssai n *! s f) sai Usaste.
ral esi P*tsau. ARttn Lelfai; ajiasi iaWii| *
Be|U era MurusAlq 'rrrira C"( em Ouro rWNW'llfi i|aaai|MakhM|HSi SaBS*^M*W>
n*a, S. SrBuleV. ero1 IfOntend/s B Imbeiii emBurtat-Afru, lies
;..
k
Uiiii-o depsito, a onde
jacha avenda
do bario da
CCS
V. Vw,
I

j MBal #1


7
WmiD Ue famambucbr Quaj-^'feifaoB.rtlaidiiti ib 4j88.
SOARES LE
NIC5QS
Run do Barao da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as mlhores do mundo!

Na exposigo de Pars, em 1807, foi concedido a
KliwWowe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
do da T.egiio de Honra, por serem as machinas mais per.
eitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Ilowe Jnior, nos
KstadosrUnidos por ser o inventor da machina de eos-
tura.
A medalha de ouro na eiposirao de Londres acreditan)
estas machinas.
;hoh
marcilio das .. |.
I-*

/
A
..
C:ibe-nos odever deannunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
lork, estubelecei nesta oidade ruado.Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em l'ergambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Mu machinas sao justamente apreciadas pela perfoicao de sen trahalho
npregando urna agiha mais curta com a mesma qualidade de Imbaque qualquer outra,
epela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados
ofeieuer ao exame publico as mlhores machinas do mundo.
As vantagens destas-machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circumstaucia de nunca terena apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso, para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.lia nellas menor friccao entre as diversas peas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Forman o ponto como se ora feto mo.
Quinta.Permit que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta,.Fazem ponto miudo em cascraira, atrawssando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sera modicar-so a tenso da linha, corem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de muda
de agulba ao comocar nova costura.
Oitaya. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza t
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaes para poderera substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opkiio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje ne altende & procura, posto que hen 600 machinas
por dia.
Este estabelcwiuonio semprc solicito .'fludTorecer a wpcurraneia do,reseeilavel pu-
blico um completo sortimento de niiu(lz,isi:cflfca.lplraw precos os mais rozoavas pussiveis, para o que rectAbo,aiM6 todos os seusarligos de pro-
pria ncotumen.l,. da Europa Anwica,.vi>in djroubUvidadu de,|Jguosartigo* por cuios
presos bem se pode avaharos precos de oulros iuVs ...que*j,wwi *nf*douho pu-
MW&8M*. 1 RUDEZAS.
L para bordar, -da molhor q**lidade. 1 -Brincos dito.iJe dito por. 39500.
libra por 6j?50u. botes de setim pretus decores, a 800
Agulhas francezas, fundo doutado, a cai- e.UOOO aduaia.
xinha com 4 papis a (0 rs., 24< Fraujas brancas. lesed, de todas, s lar-
VHas de fita de vellu<* com lindos co- 6ur8S- a W00g.-lfc00 o raen.
raijes (ingindo "s.ireperola, a 800 rs. I),las de cores'e preta8j0Qi rg. e 1?W00 o
Voltas para opescoco, flngindo eamafeu, me,r companhadas cora 1 par de brincos seme- Galoes pretoade seda, de auito gosto de
Ihonte, ludo por 2500. 800 rs. a 19000 o metro.
Linha branca de 200 jardas em carrkeis, I CALCADO tilUttGRZ.
propria para costura de machina, a 800 rs. Botinas pelas gaspeadas, -para senhora, a
a duzra. U5>600opar.
Dito de dita de Alexandre, numeraeo a' ^'las gosto do fregaez, a l100 a duzia. alio, a 5*000.
Diademas dourados de 1*600 a 39000. Ditas prelas enfeitadas, ultima moda, a
Ditos de tartaruga com flores a 2*000. 6*000.
Ditos com borboletas a 1*500. | Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
Brincos enramados 1 par por 500 rs. 5*00.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2*000. ^iias Para meninos, pretase do cores, a
Ditos dourados, duzia de pares, a 1*500 3?t e 4*000.
o 2*000. Completo sortiracnto de (vlcado de case-
Voltas de aljofares com brincos, a 2*500. mira Charlt, tapete e tranca, mais barato
Ditas de ditos om corares a 1*000. {0 7o do que om-outra qualquer parte.
Ditas de ditos de contas'comcassolelas, a CHAPEOS.
800 ts. j Ktcos chapeos do palha d'ltalia, para se-
Kosetas de plaqut a f* o 1*500 o par.' "hora, a 11*000.
Gravatas de seda para senhoras de 1>>00' "'los fl'lrtS l)n'na escura, da ultima moda,
a 2*000. ;a 109000.
Par uros com 2 lacos para cabeca epeito' Completo sorti ment de chepeosinhos para
a 3* c 4*000. i meninas e senhoras, de 2*800 a 5*000.
Entremeios e babadinhos bordados de 360' Chapeos de sol de se rs. a 2*i00 a peca. marfim a io*000.
Cales de seda brancos e de cores, de ^'tS ^'l0 ''c wWi c*ho de metal mui-
1*500 a 2*500 a peya. to bonito a 5*500.
Hitos de algodo e seda, de 1* a 1*400 ^'tos ^'t0 tle M',a Para enhora, cabo de
madeira, a 6*000.
Joaquim Jos Gon^alves
Seltro .& Fillios
Tewnpara -rtuier,a&u cseripiprio i na do
Coaunercio AGURDENTE de aj :. cai xa de 13 garrafas.
de Jran a,, idem dem,
i ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, receniemente rhegada.
CHAPEOS de sol, para fcotnem e senhora, cabo
de marlia e seo.
FEIXES de ferro, para porta.
PI de algodao da Bahia, da fabrica do commen-
mertdador Pedroxa.
LINHA de roriz.
OBRAS de painel*.
PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do com-
mendador Cedrozo.
RETROZ de todas as quahdailes, das fabricas de
Peres e Eduardo Hilitio.
ROLHAS proprias para botica.
SAJiSAPARlULHA do Para.
ELA> de cera de todos os tamanhos.
') enijarrafado do Porto, caixas de i gar-
Cada machina acompanha livretos com instrucc,es em portuguez.
A 90>000 A 90^000

SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Barao da Victoria n. 2 8.
So armazem de fotM\m\n Lopes HaeMo (C
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de torca de 2 a 4 tasajlos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
baquetas para cobertos e carros.
Solas de lustro para guarda lama.
^ontas de lanca para earro.
Chicotes para carro.
Galdes largo e estreito para carro.
Freiio com cabeca de marfim, idem.
a peca
Hitos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 5* e 8*000.
Ditos de sndalo a 4*500.
Ditos de madeira imitando, a 2*000.
Ditos de papel loes a 1*800.
Coques para senhora, a 3*, 3*300 e 4*.
Aderecos fingindo coral, co-npondo-se de
olfinete e brincos por 2*000.
Hito dito pretos por 2*500.
Ditos de pjaqut, compondo-se dealfinete
e brinco, sendo do muito gosto, por 3*000.
Ditas dito cabo de marfim a 9*000.
DIVKKSOS AUTlOS.
GraDadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 050 o co-
I vado.
Pannos de crochet pora cadeiras, a 1*800
e 2*000 cada um.
Ditos para sof, a '3*e 4*000.
Toalhas de linho para rosto, a 1*300 cada
urna.
Ditas de algodo alcoxoados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
0*000.
j^^JSSaissSaS
Aderecos de bri-
Uiantcs, esmeraldas
rubins e perolas,'
voltasde parolas.

Obras-de onroe
piala de tudas as
quaUdades.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de caj, caixas de 12 |ar afas.
Malvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
i Carcavcllos, Idem idem. ____________
LO JA DO l'ASSO
Ra Primeiro de Mar^o
n. 7 A,
outr*ora do Crespo.
Os proprielarios actualmente deste importante I
eslabelecimenlo, tendo procedido a urna completa'
reforma em precitado estarrelecimento, e conscios,
de ser elle um dos mais' bem sortidos nrinciol-
mento em arligos de moda e dta novidade, pedem
ao respeitavel publico e em particular aos eeus
numerosos freguez s a bondade de continuarcm a
depositar em sua conlianoa, garantindo seren bem
servidos e por precos iniiainenlc baratos. Ve-
nliam pois todos comprar novas e lindas faien-
das, de cujas damos um pequeo resumo para
que vista delle possapi apreciar.
Velludo prelo, setim maco prelo e branco, gor-
gorito de seda, grosdenaple preto e de lidas co-
res, la com' listras de seda, cambraia maripoza,
uaHSok de lindos, padroes, cainizas bordadas para
homem, vestuarios para criaucas, chapeos para
baplisados, manas brasileiras, meias de cores pa-
ra homem e meninos, chapeos de cabo de marm
para sol, granadme, fil de seda," ricas basquinas
de seda, fil de linho, bramante, cambraias, chi-
tas, caasemiras, etc.: na luja do Passo, ra Pri-
mireo de Marca n. 7 A.
Setim maco de cores.
Saias bordadas |iara senhora.
C res de- vestidos brancas bordados para se-
nhora.
Merino preto e de cores.
Capellas e mantas para noiva.
Ricos cortes de seda de cores.
Visluarius para baptisados.
dispeos para baptisados.
Colxas de seda para noivas.
DAas de U.
Toalhas bordadas de cambraia de linho para
-baplisado, oom dous emblemas.
Na loja do Passo, ra Primeiro de Marco, anli-
gamonte Crespo, n. 7 A.______
Por 7on vende-se um escravo pardo, de 35
annos, cozinheiro, maito barato, c o motivo se
dir ao comprador, e mais nirY bonito moleque de
18 annos oftlcial de pedreiro : na ra' de Hortas
n. 96.
Nao lia iiwis dA\m
fcnwiws.
iiimnuu JiflMFiL
S e nicaapprovada pelas at^i'^mim
sciencias, reconhecida superior a tofe t+j
tem apparecido at boje. Deposito prir i
pal ra da Cadeia do Recifo, 1k>j I
quez do Olinda, n. 51, 1. andar, e
todas as boticas e casas de
rer o.
Hesperidina
N.
JOAS
2 AR*ia do Cabug^-N. 2 A
BE
BARROS I IIMIO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisicSo d
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qulidaaes superio-
res, convidam ao respeitavel pubiieo a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afira apreciar 3 comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
Vende-se
milho : no trapiche Cunha, a 6/ o sacco de 108
libras cada um
Rap,
O muito acreditado rap prineeza de Lisboa, das
lubricas de Xabregas e Santa Apolonia, vende-se
na pra^a da Independencia n. 5, loja da.j violas ;
assiin como, mais as segui'es qualidades : I'rin-
ceza'da Rahia fino, meio grosso ; gasse fino, gros-
so e amerellinho ; Paulo Cordeiro, commurn e via-
jado, Meuron ara preta e superior ; rolo fran-
cez e princeza do Rio do fabricante Rocha.
Pechincha
Farelo de Lisboa a 44300.
Milho novo a 4#<00.
fti>o trapiche da companhia Pernambucana nu-
mero 30.1
Verdadeiro bter beperidina, tuperier
ditado : venda no ariuaaeui de lasso b
C, ra do Aiuorim b. 37
TASSO IRMOS WL
Em seus armazecis roa do Amoi*
n. 37 e caes do Apollo u. 47.
tem para vender por preoos oomaaaaaac
Tijolos encarnados sextaivos para I nliaaw
Canos de barro para esfoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de dewaro^ar af^odlo.
Machinas de nadara.
Potassa da Russia em bartiL
Phosphoros de cera.
Sag em garrafies.
Sevadinha em garrame?.
Lentihas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dio.
Vinho de Rnrdeanx, dito.
Vinho de Scherry. .
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas ingli'zas.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglei.
B.inis com repolho em sahnoura__________
Grande e elegante casa de
campo para residencia e
grande familia.
D. Mara Josepliina Rawlinsou que a'jra m
em rasa de seu pai Guitlierme Puuvll, 5jbj
Amaro, vende sed grande sobrado w l'i>5.i4ah-
nella, em ane reside acuialmenle o >r. Ur. Sen-
Gce, o qual torna se recommeDdavd pela toa fcu*
localidade, coDtruccao, e ser 'edhicado em ci
Eroprio. Contiguo ao ref rido sobr.ido ten urna
3nita casa nova de bilhar cora jardim, eanmhi
e baoheiro : quem pretender dirija so a pr vpt -
taria Mara J. Rawlinsou, ou sen pai o Sr. Gui-
Iherme PurcelJ, ra do Lima n. 30, Sanie Amar..-,
e para informa^ao, na loja do Sr. Joaqnim fi,
de Araujo, na Je Marqoez de Olinda n 3, ob-
tr'ora ra da Cadeia
SGRGD ECONOMA K CKI.KH1I1AM
Obtcm-se com o uso
BA
INJECCO SHOST
nica, hygionica, radical einfailival nada-
ra das gonorhens, flores brancas e fluvjc de
toda especie, reeewtes'ou chron'uas; e^tr
ofTcrece como garanta de salutansu-sutiio
a continuada applicacfio qusompre coa a
maior vantagem se tem feito delta us aos-
pitaes de Pars.
nico deposito para o Brasil, liartboaBivi
& ('.., ra Larga do Rosario u. 34.
Xarope d'agrio doPar
Antigoe eoncftuadn iiedi'- cura das molestias 6*< Krgi
como a plitysica, brofid
f.|
su'
.
-
TJ

Vende-se ou arrenda-se o engenho Rurare-
ma, na freguezia de Serinhaem, distante legoa e
meia da esta^ao de Gamellera, com proporijSes
para sfrejar 2,300 pitos annoaes : a tratar com
Leal e Irmaos nesta praca. ou com o epitao Jos
de Castro Paes Rarreto, no engenho Mallo-Grosso.
Vendse pedras de amolar : no armazem do
Motta, da companhia pernambucana.
applicado anda t i^lim -s
escorbuto.
Vende-se na pharmai-ia e '"-'.' i --
tholomeu & C, ra Larga do RosArioa. 34-
Lil/Jiiiiiis eseocezas a M
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lizinhas eseocezas, padroes inteiramenl* a-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o covaAo, c
pechlncba e do-se amostras na loja de Gnur-
ne C. da Cunha & C.
Jl 1
ano

Vi'inle-se um piano forte e em muito bo este-
do : a tratar na ra da Saudade n. 12.


57
a
<5

19
DOS^PREMIOS DA IU. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 9i6, A RENEFICIO D\ NOVA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PEXHA.
EXTRAIIIDA EM 8 DE JULH0
1873.
NS. PllEMS'NS. PREMS.INS. PPEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS.
3
10
20
23
34
40
42
44
48
51
52
54
61
63
65
73
77
78
79
82
90
91
99
107
11
18
19
33
3T
49
62-.
6
72.
76
78
8%
84 S
6(J 211
13
, 5
27
36
51
53
. 56
61
64
69
72
79
90
96
97
302
7
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8
Diario de Pernambuoo Quarta feira 9 de Julho
dT^k
Y
V
JURISPRUDENCIA.
Julao dedrfvit* Ciato.
fCeiitiniiagoi
Recurso ev-officio .Crato. Visto estes
autos etc. Sera motivo jurdico pedio o Dr.
promotor, em sua promoc a fl. a pronun-
cia do .denunciado as penas do art. 193,
combinado com o art. 34, ambos do Cod.
Cr., pois dos depoimentos das testemnnhas
nada ha que possa antorisnr a'convicta o de
que o denunciado Manoel Antonio da Silva
tentn motar a sua mtilhcr. manifestando
essa criminosa intonso, por actos exterio-
res e principio de execuco, que nao tive-
ram effeito por circumstancias independentes
da vontade do mesmo delinquonte. A ul-
tima testemunha que itepoe de vista, decla-
ra que o querellado tinha na mo um faco
velho, em estado de embriaguez, e na della
testemunha perguiitara a sua mulher, a
oTendida, porque nio se retirava dalli, urna
vez queja Ihe tinha ordenado fase para a
casa de seu parantes, era vista do que ella
testemunha recejando alguma desnrdem se
interpozera entre o querellado e a nnendida,
sahindo esta pela parte posterior da casa e
aquelle pela da trente em procura de sua
mulher, a quern nao encontrara, leudo in-
mediatamente adormecido por causa do es-
tado de embriaguez em que se aehava Ne-
nhuma outra testemnnha depe de vista ;
quanto a materia da denuncia e do depoi-
niento da stima, que tica substanciado, se
nao deduz, se quer ao menos, urna amcaca
qualilicala, quanto mais urna tentativa de
homicidio. Por quanto tica exposto dou
provitnento ao recurso ex-otlicio para re-
formar o despacho recorrido e condemnor a
municipalida le as cusas. Nestes autos
enconlram-se diversas irregularidades, sendo
1.* a falta de distribuico da denuncia, 2.
ter sido acceitn a denuncia, em crime de ten
tativa de homicidio, com quatro testemu-
uhas em rol, quando o numero legal
maior, e 3." ter si lo pronunciado o denun-
ciado, pelo juiz re-orrente, como incurso
as penas do art. 207 do Cod. Cr., quando
para o coihecimento do crime de anteabas,
o uieio legal queixa, que competera ao
promotor publico depois de reconhecida a
impossibilidade da parte da offendida de por
si promover a punieSo de seu otensor. Re-
sultando dos autos que na priso do denun-
ciado nao foram guardadas as prescripijes
do direito, mando ao escrivo que extrahin-
do dos autos os documentos de fl. e m'os
aprsente bem como urna certido dos de-
poimentos de fl. 0 escrivo passe alvar de
soltura em favor do reo Manuel Antonio da
Silva, se por al nao estiver preso. Crato,
15 de norembro de 1872.
Inventario. Crato. Vistos estes autos,
etc. Julgo por sentonca a partilha dos bens
deixados pela finada Anna Francisca de An-
drade, entre seus seis filhos havidos de seu
consorcio com Praacisco Kibeiro de Andra-
de, tambero fallecido, nterpondo assim a
minha autoridade para que dita partilha
produza todos os etTeitos legaes; pagas as
custes, ex-causa pro rata. As determina-
coes (leste juizo no proposito de regularisar
a forma do processo das partilhas e de evi-
tar a accumulac^o de custas, nio po lem
ser alteradas no juizo inferior e smente por
ni vas determioaces deste mesmo juizo,
emquanl) o contrario neo fdr determinado
no juizo superior ; pois seria anachronico
que no juizo inferior se creem normas con-
trarias as estabelecidas competente o legal-
raente
Proce dos, para o pegamento das dividas, guar-
dadas as disposiQes de direito, sendo que o
excesso que possa aaver entre o preco da,
avaliaco eo da offerta, dever ser dividi-
do entre os herdeiros em sob partilha.
('.rato, 15 de. novembro de 1872.
Inventario. Crato. Vistos estes autos
de inventario dos bens do casal do inven-
tarite Antonio Telles de Mendonca, o par-
tilha procedida entre este e os filhos de sua
finada mulher, julgo a mesma partilha por
sen tenca, para que produza todos os effei-
tos de direitos ; pagas as custas proporcio-
nalraente pelos interessados ex-causa. Na
confeceo da conte das custas observar o
contador quanto tenho ordenado, nao con-
tando como auto de inventario o termo a
fl. e sim comoautoamento, bem como nao
contar ascertides de fl. e nem os termos
para conferencia de dotes e o de declara-
c/tes dos avaliadores a fl.: visto como o in-> Procmo ex-officio.?or quanto se en- esta casado o mostrar-se nostes autos o al- .fendido, tomo condimento do^ecurso para
ventariante nao fez declarares de aliante-{contra nestes autos vertfica-se que Joaquim vara que orieuou a entrega dosquinhyes confirmar o despachi. .'cornij, ptlo qual
mentos e pelos herdeiros nao houve recla-
macio a tal respeito. Qualquer determi-
nado deste juizo deve ser guardada e respei-
tada no juizo inferior, como i o declarei
de outra vez, observando mais que as no-
meaces interinas para os oflicios de Justina
pertencem a "este juizo em face da lei de
11 de outubro de 1872
0 escrivo dever reconhecer as assigna-
turas dos documentos que forem juntos aos
autos, en que ofliciar, quando isso nao te-
nha sido feito por tabellio, Crato, 19 de
novembro de 1872."
Justificaco. Barba Iba. Julgo por jus-
tificado o deduzido na petico de II., para
o fim d^ poder o justificante Hermino Pe-
reira Callou receber os bens pertencentes a
sua mulher Anna do Coraijo de Jess Cal-
ln, que casou sem licenc.a do respectivo
juiz ; pagas as custas ex-causa, sendo-lhe
entregue o original independente de trasla-
do. Expoca-se alvar para puder o tutor
que foi da mulher do justificante, fazer a
este a entrega de taes bens, devendo dito
alvar antes de subir o assignat-ira ser com-
petentemente sellado i mais na conforraida-
de do dispusto no penltimo membro do
art. 1, 1* classe do respectivo Reg. do sel-
lo, pelo recib." que pnssar o justificante ;
visto como o documento de fl., nada em
direito.
Aos autos do contas do tutor dever
ser junto o alvar, cuja expeda) ordeno
com o recibo, no qu al indicar o justifican-
te todos os objectos aquinhoados a sua mu-
lher as respectiva, partilhas. precedidas
nos bens do casal dos finados pais da mes-
ma. Crato, 22 Je novembro do 18721
Outra de Francisco Pereira de Alencar,
pare o mesmo fim ; sentenca igual tetad*
de 30 de novembro de 1872.
Recurso ex-officio. Barbalha ; denuncia
do Dr, promotor, reo Justino de tal ; r.
art. 205 do Cod. Cr. Vistoestes autos, ctev-
Tomo eonhecimento do recurso para o fimv
de anrwlfor o processado de fl. a fl., visto-
como nao fot observado- o disposto no art.
88 do Cod. Proc. Cr. motivo porque nao
ha mu i tos Jias aun u I lei o- processo instau-
r-do contra Joaquim Firuunwno em vir-
tude de queixa. Proceda*se a nova in-
querico das testemunha, sendo expedido
o competente mandado, cemprindo que se
observe o disposto nos arts. 88 e 142 do Cod.
Proc. Cr. o que dever constar do proces-
so. As determinaras deste juico devem
ser guarda las e no caso coatracro promo-
verei a responsabilidad^ dos que' forem en-
contrados em culpa. Grato, 2$ de novem-
bro de 1872.
Recurso ex-officio.Crato. Visto estes
autos, etc. Tomo conhecimento do- reeor-
50 ex-officio para o fim de reformar o des-
pacho recorrido, em face de quanto- consta
dos autos ; visto como ficou sullfctentenien-
te provado quaes os autores dos ferimeotos
constantes dos autos de eorpos do Mtto
e bem assim que alm de taes feriraentos,
Manoel Ignacio de Sant'Anna soffirera offa-
sa physica com autor sabido. A visto- do
que consta dos autos pronuncio- ao reo- Jos
Francisco da llora incurso as penes-do art.
201 do Cod. Cr. como autor da- offensa
physica que soflreu Manoel Ignacio te San-
ta Anna e ao reo Jos Ignacio de SanTAnna
tambem incurso as penas do mesrao>ar.,
pelos erimentos constantes dos; autos de
eorpos de delicto a fl. e fl. Resultando an-
da deste mesmo processo que os- reos- Ma-
noel Ignacio de Sant'Anna, I'sael Manoel
Francisco, Manoel Braz dt Cruz e Melaqnias
Francisco do Nascimento concorvem direeto-
H.nte para a pratica dos referidos mmes ;
os pronuncio incurso as penas do referido
art. 201, combinado com o art. 35 do mes-
mo Cod. e a todos sujeito priso e liyia-
raento, sendo expedido mandado de prisao
contra o reo, que est sollo, que podev pres-
tar Banca pela quantia de duzeirtos mil ris
alm do sello, bem como aos demais reos.
0escrivo lance os nomos dos reos no rol
dos culpados, aos quaes condemno ao pa-
gamento das custas e os recommendo na
priso em que se acham. Neste processo
foram inquendas testemnnhas em numero
superior ao fixado no art. 266 do Reg. 120
e mais disposicoes paralellas e nao consta
terem sido intimadas as testemunhas t* 7' 8*
para comparecerem no juizo da culpa,
constando apenase adiamento do processo
para o dia seguinte, o que irregular, Cra-
to, novembro de 1872.
Roberto Correa, incorreu km multa por nio hereditarios ao marido da mesma, Hermino
ter cumprido o disposto no art. 225 do Reg. Pereira Callou que, tondo casado sem li-
li. 120 de 31 de Janeiro de 1842: sendo cenca, justificou idoneidade para admiois-
certo, porra, que o motivo anegado pelo trar sua pessoa e bens : pagas as custas ex-
dito'Joaquim Roberto, 3! suppleute do de causa. Crato, 4 de dezerabro de 1872.
legado do termo de Missk Velha, nio o -Justificante. lio Quesado Filgueiras
isenta da falla que commetteu. e atienden- Julgo por sentenca a presente justhlcacio,
doca que nao fica verificad a existencia de para proluzir os eTeitos legaes ; pagas as
algum motivo que possa aggravar a suafal- eustas pelo justificant-% a quern seentregar
ta e antes sendo ceno que elle ignoran- a mesma, independente de traslado, na for-
te e que mal sabe assignar seu nome, eo- rna requerida. Crato, 6 de dezembro de
mo ntormei a presidencia que, isso nao 1872.
obstante, o conserva no exercic.o do car- 34.Recurso de habeiu-corpui : impe-
go ; attendendo pois, a quanto fica exposlo trante, o paciente f s'- ltib-iiro dos Santos.
condemno ao mencionado suppleute do de- Vistos estes autos etc. Desde o dia 5 ou 6
legado do termo de Misso Velha, Joaquim de novemb.-o ultimo, fui preso o paciente
Roberto Correa,, a pagar a multa de cen pelo 3.* supptente do lelegado do termo du
mil ris, cuja importancia ser recolhida Misso Velha, em oxerccio, Joaquim Rober-
aos cofres da cmara municipal- Crto, to Correa, que ein *:u olikio a II., datado
29 do novembro de 1872. de 8 lo mesrao mez, declaran havia prenlido
Iijicil quanto ao delegado da Barbalha, a dito paciente em flagrante ; o que nao
Francisco Rodrigues Vieira. Porquauto se exacto e ficar opporlouameutc demonslra-
encontra nestes autos verificase que Fran-do. Do nutro ofneio do mesmo supplente
cisco Rodrigues Vieira incroreu em multa e da mesma dia, o de 0., consta reines*
por nao ter cumprido o disposto no art. do paciente para ser recothido caV'iu des-
225 do Reg. n. 120 de 31 de Janeiro de ta cnlade, como criminoso, sem estar pre-
1842. K como quer dae n*oHefteja wrifi-eisailo se a priso foi ou neo em flagrante,
cada a existencia de afgoma cirumstancia qnal o crime praticado, se ata leve oi> nao
qoe aggra?e ou attenue fck commetlida, nota da culpa ; faltando anua a declaradlo
condemno o dito delegado ao pagamento da da autoridade a ceja disposic>e passava o
muha oue foo em uzentos es emeoenta mil 1 mencionado paciente; seu-Jo upe taes falta
ris, i-u;j>i importancia ser- recolhida ae-deram- lugar expedijo do raattdadoa fi.r
cofreuV cmara municipal ; poge as cus-, no qoa-l nada se eucuntra que sejit sulficieu-
tas pebr multado. Crato, 30 dr novembro' te para' mdicar os motivos que autorisaram a
de 1S72. j priso-do paciente. Do ofilcio do primeiro
Inerr$ario. **arbalha, inveiltoriante, serpiente do juiz municipal do dito* termo
Joo Raynundo-Pinto da Costa. ft?pu-i era> exercico a ti., l-se ojie ata o dia 12 do
cito. Procsda-se nova partilha, ?i%ro to- corKnle,. trinca e sete dias-depois da priso
mo contra oxpress determinaco- do
8 do art. 4 da lei 2040 de 28 (te se-
tetnbro de 187t,- fo porfilhada a cscraviwlia
do pacMite, n-> jui/.o uad consta va r quer
quano aos imivos desse actoe quer q'itefito
a existencia do paciente en> priso, entre-
"CLHBTIS
A FIGA 0E~AZEV1CHE
CONT
POR
PEDRO 1VO
I
Tome folego, leitor !... Olheque ainda
temos a subir mais dous Uncos de escada.
At que a final... Entre. Nao se canse a
procurar ; esto vista todas as riquezas do
inquilino. Ora diga, leitor : no verdade
estar l por dentro a perguntar : Como
se pode viver aqui TI Pois pode, sim
senhor. Vive-se aqui ; vive-se ainda em
Scverina de doifr atino* 4b idade, com* os tanto que nofoml doolicio *8. so encentra
menores Maria, Auna eJoaquina, entreten- o seguinte r-e ordeikei para queso e toque os pais d mesmu foram aquinnoa-jgasse os autos ao>juz municipnl do termo
dos ao meeiro iwentaritHrte, sendo que- para proceder no-termo da lei. De tudo isso
reforma ordenada' ser teka independeate-.se deduz que na opHMo do pacrote nao hti-
de pagsnnento de navas cuBdas, visto nao seH guardado quanto- dispoe os arts. 12 13 te'
rom1 os-inleressado* no inventario culpadas*' lei n. 2,03$ de 3(1 de setembro de 1871^
^i infraT;ode citada>disposte^k>. Revalide-sej po alm da> desbarmnia que se-sola entre-
sello do documento a-fli, na-eonformidadbjos-officios de fls. 7,-8 e 10, do* auto de-
do-art. 39 do respectivo' Reg. por ter sidaJ,pergsntas a fU 5 se deuwz que t--i *> havi-
o sello pago inferior,, era face do ultime* do-unt conflicto em-local distante, mais de
membro- $ 2* art. 13'do1 mesmo Reg.
Cratb, 5 de novembro de 187-21
Sentencia, Vistos estfes-autos-cte inventa-
rio dos'bew do casal' do iwrentariante
Joo- Hnw.wndo Pinto- da fosta, jul-
go por sentenca, para produzir os effeitos
legaes? a< partitba de ditos- bens* procedida
entra o-mesmo inventarianle e seos seis fi- obstante os haver roKcitado*. Rio teodo-do
urna fcgua da residencia- do dito lerceiro
suppleaite do dntegado e* a horas movtas da
nopte, s no da-seguinte all foi ter dita
autoridade, que realiseo a priso-do pa-
late na villa d Missao- Velha e nao em
Sagrante; como o- declarow nos oflici*? a fl.
8 fli,.sei:i'OtTerecer ilocomeir. algum^ nao
Ihos aienores-;- pagas proporcionalmentr'as
custas- pelos-interessados. Gratoj 30 de uo-
vembro>de 1854.
Partilha.Crato. Vist<- os interessa-
dos Jos Joaquim- Telles e seos-filhos, ha-
vidos drt-saa 'finada jnulher IgoaciaMaria de
Jess, esiarem oonforme com a partilha
amigaveHconstan* destes autos, a jplgo por
senteneat- para- os effeitos legaes--; pagas
proporcionalmenta- a custas es>caaa. Cra-
to, 3 de'dezembro-de 1872.
Ri-curw ex~offjtto.Crato. Vistos estes
autos, et; Deprehendendo-soda certido
a fl., que*o querellado nao foi citada para
assistir a fotmucae.de sua culpa/ ne dia
des;nad.vnevamen*e para isso/ nio sendo
assim cuatprido qrnaoto recommanda o art.
142 do Cod: Prtc.Cr.; dou provinmito ao
recurso para-o fim de annullan o presente
processo, reformando o despacha recorrido.
As testemunhas oderecidas n*< pel-o de
queixa emm suffioieotes para a> fennaco
da culpa em:crimessea>elhantes-f sendo que
a sexta, stima e oita*a sao de mais e nio
podem faaer. obra porque fot excedido o
numero legal precisado no art-26>.doReg.
n. 120 de 31 de Janeiro de 1842-.::eendemno
a municipalidade ao pagameEte -das cus-
tas. 0 escrivo MM contra-raandado em
favor do querellado- e faca entrega dos do-
cumentos d fl. a IL. ao Dr. promotor, pa-
ra os finssde direitos. Crato, l! de dezem-
bro de 1H72.
ContaseJe'tutor. Barbalha.. Vbtos estes
autos de oontas prestadas pelo tutor dos me-
nores, filhos dos finados Henrique Gon^alves
Martins Prente e Maria da Cireameiso Cat-
in, as jplgo b6as.e tomadas para os fins de
direito. E bem assim considero ao mesmo tur
tor desobrigado dt> continuar na prestaro de
contas^quanto a pessoa e heraacade sua.ajr
teHada*.Aunado,Coraco de Jfesus, por haaer
muito peior inorada 1 A mingua que nota
seria o superfluo para militares de familias !
J vejo que preciso ajuda-lo a analysar
esta agua furtada. E' fcil descrever um
quadro d'estes.
Quatro pa.edes mal caiadas, tendo por
nicos adornos urna imagein colorida da
Senhora das Dores, a ve-a efllgie do Senhor
Jess de Mattozinhos e a patente que prava
ser Maria Rosa da Silva irm da Celestial
Ordem Terceira da Santissima Trindade
todos tres em caixilhos de vinhatico, com
cantos de pao preto. Alm d'estes caixi-
lhos, nao se veem seno pregos, muitos pre-
gos -, sao os guarda-roupas dos pobres. A
um canto, urna cama de ferro ; aos ps da
cama urna cadeira ; entre esta e o canto
fronteiro ni lavatorio, tamben^ de ferro,
com urna hacia radiada e um jarre esbei-
ado. D'quelle lado nada mais se v nem
ha espaco para mais cousa alguma. Do
Udo opposto oocupa o centro urna commo-
d*. tendo duas cadeiras de cada lado. De-
pois de abertas as gavetas d'aquella commo-
di. nao ha memoria de terem ellas con-
sentido que as fechassem sem opporem vigo-
rosa reststeucia Felizmente, as donas j
Ihes conhecem a balda, que nio passa de
rabugem da idade, e sabem que preciso
empurra-las, primeiro de um lado e depois
do outro. Praticaiido-se esta opera^o tres
ou quatro vezes, raro nio se drixarem con-
vencer. -
Junte o leitor a isto urna mesa de pinbo,
com urna gaveta, que contm urna velha
toaUaa de mesa, alguns garios e facas, com
os cabos amarellos e rachados, quatro ou
cinco codeas o militas migalbas de broa;
veja se descobre o que encerra aquelle ar-
mario, encravado na parede e caiado de
branco,porm quasi que Ihe posso affir-
mar que encerra meia duzia de pratos,
dous ou tres copos de quarteiro e duas
canecas de quartilhoe est feito o inven-
tario d'este pequeo aposento, allumiado
por um postigo, que d sobre o telhado, e
pela luz, que coa por entre as telhas, que,
alm da luz, do passagera ao sol no vern,
s nortadas no invern, i agua sempre que
chove. Nao ha mais nada; vejamos bem..*
Decididamente, nao ha.
Passemos da morada aos moradores. Ella
aqui est, a Sra. Maria Rosa da Silva, viuva
de um honrado municipal, victima das eon-
sequencias do servicp de patrulha, feito
n'uma noute de dezembro na ra deWel-
lesley. Coitado I A trra Ihe seja leve!
A Sra. Maria lem urna d'estes caras que
nao enganam ; urna santa I Solteira
era o descanso dos pais e a segunda mii dos
iranios ; casada era a confidente e a eofer-
meira do marido ; viuva o aojo que vela
pela Glha. Pode escrever-se-lhe a vida em
duas palavras : abnegacio e soffriraento.
A Sra. Maria, em quanto pdde, nunca con-
sentio que a filha fosse ssinha para a casa
da modista, onde trabalha ; infelizmente, ha
um anuo, quebrou urna perna, tem difficul-
dade era andar e isso boje telvez o que
mais a amoflna. Nio que elle, tambem,
poresse mondo, ha cada malvado mais
atrevido I... E depois, a sua Rosa ...
tio bonita 1
Valha-me Deus I diz a pobre reina,
quando pensa n'isso.
E a Rosa ?... Que d ella, a Rom ?...
Escute... Ella ahi sobe escada -, ella ah
este I
A su* bencio, minha mii.
'Deuste abenQoe, filha.
pecho para s superior Tribunal *i:i> Uelarao,.
dorendo esSe-pr-ocesso san leuwiM por se-
guao, no cerreio, e quaato auteSy licandr
traslado no sartorio. O escrivoe- certifique
gaardadoquanto lUpe o 2.* do artl 13
da-lei citada e sendo o caso de soltura, por
ter sido' j'prio realisada' seto as fo.Twa-
BiadesJoaaes, como* decidi o superior Tri-
bunal da Itfelaco, por aceonJau de Pdo
(BeZ'passaiio (novemKro-^-/f3/ do Reyiff
o.- 263; : don provni>to te- recurso para
ordenar qceseja expedido -alvo-ra de soltuw
a favor do unciente JcsRibrivo dos Sanies,
se-par al iiae-estivcr 3eso.- Condemno ae
referido sutpfente do defogadot <{oe prenden
ao-paeienti,. ao pagamento t!tw eustas en*
trea-dobro. por ter abusado do- poder que
Ihe foi confaote- e bem assim- ctetdaio o pa-
ciente com direito a urna-justa, nutemnisaije
poi semeiheate- acto, pois -a kiAa> qua ndo o
ji-referido pastele fosse-etfticttmnente cri-
minoso, a saa -prisao s pedera ser realisadaU
guardado quaato dispoa os-art_ 12 e 13 d> dos ferimento feitos na pessoa do Manoel
lei .cima citada. Recono- deste- noeu des-
foi considerado incurso'. flas penas do art.
205 do Cod. Cr. o mencionado reo Justino
de tal, a quera condemno ao pagamento das
custas, e sugeito priso e livramento, de-
vendo o escrivo lancar-lhe o nome no rol
dos culpados o certificar a expedirn do
mandado de priso, em duplcate e que do-
veri constar dos autos antes de subirem a
este juizo. Crato, 17 de dezembro de
1872.
Appell/ifo: -Juizo de paz do Crato.
Vistos estes autos etc. Tondo oficiado,
como escrivo, no presente feito, Jos Ma-
ria de Filguerlo, que estava illegalmente
exercendo o cargo, como o declarei no pro-
cesso crime instaurado por denuncia do
promotor publico interino, noutra o subde-
legado Vicente Concalves Aleixo, a quem
condemnei no grao medio das penas do art.
129 ^ 7.'do Cod. Cr., porhaver feito se-
meluante nomeaco : tomo raherimento da
presente apptfllaco para aunullar o proces-
so, como auiiullado fica; fisto como sao
millos todos os arlos praticados por indivi-
duos aos quaes faltara as condoes de capa-
cidade legal, para exercerem cargos pbli-
cos, condemno ao autor appellamle ao pa-
gaiaento das custas. Grato, 17 de dezem-
bro de 1872.
Recurso ex-offkio ,'Barbalha. Vistos
estes autos etc. Tomo conbeciinerrto do
recurso ex-ollicio para confirmar o despacho
da pronuncia do reo losPelix da Si I va, que
fi considerado incurso as-penas do ir 192
d> Cod. Cr., por ha ver mora com um tiro a
sua*propria mulher, com a (fol vivia desher-
moaisado, por causa de seu mo comporf-
meitto. O escrivo passe OMSdado de pri-
so contra o reo e lance o notne do mesmo
110 rol dos culpados -. pagas as- custes por
dito reo; que o t-ondeinuo. B-' para es-
tranhai' a demora-que tenho notado as for-
mages du culpa neste juizo, onde pouco ha
que fazere reeoiWnJe aoescnfo que te-
lilla mais-cuidado no escrever os-depoimen-
los, alim de evitar as oceurrencias-, como
as que va-apontadas- e bem assisva- assig
natura do adjunto (te-promotor est'tlo mal
jeollocada, qpe s pareue- ter sidclangada
depois detcJo'escri|>tov(onio meio de repa-
trtxr urna fana. Crato*,. *7 de dezembro de
1872.
Processo sontra funcoioario pubieo-:
Crato Vistes-estes autes-ete. Julgiv- im-
procolente a denuncia ;\ til, por quaut-de
tiulo que existe nada h.vquo aatorise a pro-
nuncia do denunciado, )qil se nao pile
atfcbuir a fugado preso Joaquim Caroso,
e sua ao conanandante (te guarda, conlmo
quzl deve ser dada a coianetente deoOBfn
no jaizo respectivo, pagas as^cusas pelos to
fres da cmara -municipal. Owsscrivo inti-
me tata sen ter. ea-aoDr. pronetor, para quey
quaxee'antes, stsja dada a- competente de-
nuncia contra> o cabo da guardo nacional}
.Maxiiniano PVeira dos Santos* Crato, 17*
de deaembro i* 187-2.
liintrso ex-gieio :Cratev. retos estes-j
aut(*crimes, amque sao autonoDr. promo-
tor e- sao Maneel Ra-ymundo, loe Lopes,
Krai v. Igninio de Sant'Anna, Msoo*I &ri8, mora-
dor noLameinoy.lzequiel de tafejuoradorno-j
Coiceioe, PedrtCarneirov morador aa Bata-
teir> Sebasaao de tal, apfahdado P ;
tomnionheciinentodo recurso es-otBtio para
o fica Je, refoonandoo despacho-recorrido,
considltrar ao -leo Manoel Rayrcundu, autor
dos culpados, pagas pelos mesmos reos as
custes. Crato, 17 dezembro de 1872.
Recurso para o presidente da provincia:
recorrente, o delegado da Barbalha, Fran-
cisco Rodrigues Vieira. Illm. Exm. Sr.
A imposicAo da multa de duzeotos e cinco-
enU mil ris, (2509000) decretada pela sen-
tenga recorrida contra o recorre! te a ju-
rdica applicagao do disposto no art. 235 do
Reg. n. 120 de 31 de Janeiro de 1842.
Tendo o recorrente confessado a sua falta a
a fl. 3, permanece inteira a sna confisso,
nao obstante os documentos a fl. e fl., que
nao podem ser considerados para o fim que
pretende o recorrente e antes ba motivos
!|ue levam a acreditar que taes documentos
oram obtidos posteriormente condemna-
co do recorrente que, em sua resposta a fl.
nao refere baver expedido ordem aos inspec-
tores de quarteiro para apresentarem as
listas dos cidadcs as eondigoes de serem
qualilicado jurado. Cumpre notar qne
recorrente deixou de allegar issoem oa res-
posta; nao juntou olicio do subdelegado, do
(|ual coustasse bavia providenciado a tal res-
peito, e mais que sendo o numero dos ***-
pectores rrescido, eomo se poder verificar
do acto da presidencia, qne dividi o terjno
da Barbalha em distrietos, em execucio da-
pt. un. 4,* art. ,* do Reg. mandado
executar pelo Dec. n. 4,824 de i2 de no-
veiobro de 187"!; o recorrente juntou ape-
na os- dous ollfeios referidos e tao escasx
nuiwro ainda faz acreditar qne to oflkio
fora* obtidos postoriormentecondVmnaco
lo recorrente, comparada, ae datos dos
mesini-.
Entrevante nutro que fossew os nastivos
allegados- pelo recorrente, nao sepiant Jufli-
cientes pura dispensaao da mufto, em> que
incorreu, qpanto mais-a falta de lembraar.a
-llexada lia resposta fl., que o pnde
aproveitar ao mesmo recorrente qurdeixoi*
d allegar opportumente factos e-de' de<-
r.larar que os quera provor, para ser-dhc:
concedido o preso de oito- dias par isso,
como est estabetecido no art. 485 de refe-
riK> Reg. n. ISO. Alm d'isso entendo
que; cabendo a>quantia da malta na a!;ada
d'este juizo, n&emais admissivel o recarso
facultado no ar!.-'M) da L. de-3>de dezembro
de 1841, que isso, nao obstante, admittir
por ser pratica 1;'este juizo facilitar os re^
eursi>s-edeixar aosoperior provocado julgac
se o racurso interpesto ou nao eabivel.
A sfracco coramettida pelo-Beeorrente -
puniveH-est provodo e nenia: motivo a
justifica; entretanto, porm, de proprios
docuineotos a fl. e QL se v qeeno 1.a o
iuspector'det-lara qpe Ihe foi eicitala a
lista no tempo proprio e no segu-mlo que o
oificio do-recorrente,. soliciteiido-tal lista,
tinha a dato de 10 de outubro, eomeco do
prazo lixado pelo aati-225 do i>encionado
Reg. dettro do qualdevia o recorrente re-
metter-iae a lista, poivordem alphebetica, de
todos os "inJadaos raoradores 110 (hstrieto de
sua juris/.ieco, as coialifoes criadas pelo
artigo aotorier. Crato/..la de dezankbro de
1872.
(omln%v-e-iikf
VARIElADE
CRISE SETARIA*:- Diz o rtian- no-
tM-tario d'> Iktily Mei(.->:..fae as 11 Itutas no-
ticias de l.-tun e \ ieeua..'Austria sa>outra
,vez iles;tuicitiloras : tem aconte ido em
Victo, econstantes doauto de eoepodede- jtienna umitas quebrar import ntes- entre
ficto a fl-, inoarso as petias do aet. SOS do iannas fafcrio. fcsperai>a^i>, na oi-csskt da
ultima crisosobre a bol daquella cidade,
'jue as dil'iouldades seuao estendessam ao
,asocio gana!. Agora, ha receios .te que
aquella esperanza seja rtteilograda, o- qae a
Cod.Cr.eos demais reos,,computes de taes
ferimenios, i.wursos uas-penas do dito art.
|05> combiaado tem > art. 85^io mesmo
deouto de parguntas a fU .do iisMwki.lo a*fl..[Cod.; vist. eomo dos Jepoimeiit> das tes-
a>4wilnlBCn4at afl./frqae4ate>me anra-^a)maaAnatn dap.rilal.tte que o reo Ma- molestia fiuanceira em Vfonna, sejamuito
sent, alim deser promovida -a. lesponsab-hoek Raymundo tivess* deixado fio eonsum-f Iberia,
lidnde de qpMBfor achado.em caApa, como maro crimo de homicidio por otreumstan-
estdeterinteadono 3."de-apt. 8da lei a.lOfas indepcadentes la sua vonlatfo, pois das
1.033, j toda. Crato_ 14- de dezembrojpalavras aJiribudas ao reo, s so pode do-
ie 1872. [duzir que seu. intento, fra espaaear ao of-
O superi Tribunal ReU*-*k> deu pro-l{tendido, a u que lizsse sciente
jititento, pura atandor rtndvr ao yacien-th sous ca lastradas, o pe seu pa Manoel Ray-
ia; isto por, aceordo de- d*S73. muado fOra quem ospancara. Ainda istojxtuto banquete que a.eainara muaMftal de
Recurso ea.-offkio .Barbaina. Vistos, se deduz Ja. referencia.'de algumastestemu- I.omlrus.va offerecerrao shah da Bureta no
estes autos orimes instaurados, por denuncia. Uaa qusdizem tcr-ojwo declaaado que s "
do Dr.proraotor publico, coulra oreo Jus^ ito-acabava de malar ao olTundido por se
uno de tal,, indiciado autor dos. ferimentos. bav,-r elle abrigado o* casa do Joo Bernar-
que soffreu,o.otfeudido Manoel Lopes Be- do e a pedido da, mulher deste.. 0 escrir
xerra, constantes do auto, do corpo de de- vo pase mandudo de prisao contra os rusj
licto a fl..os quaes ferimente* produzirami acerca, dos quaes- jato tenha sido expedido
grave incoaimodo de sa'de- no mesmo ofi- o beuaassim lance os- nomes do-todos no col.
tor.... .l vio tabello looro eomo aqueite ?
Oudella outros olboscomo osd'ella L. E
aquejas duas covinhas das-, faces, onde os
risos e os amores jogam asescoudidas.?...
E a cinta, capaz de fazer morier de inveja
a vespa mais.espartilhada?l E... Basta ou
fico.at amanea a dizer e>... e... e...
A Rosa, porm, tem boje um naeei que,
que a torna, menos b taita. Que ser T...
Sigamos o olbar da mii, que logo descu-
brir o que E' a ligeira raga tracada
entre as sobrancelhas ; urna vaga expres-
so de lula interna ; um corto, ar de desas-
socego que Ihe nao proprio I: Rosa do-
brou e pousou a capa sobre & eaooa tirou a
manta azul da caneca ; alisou o forraoso.
cabello .liante de um mesquinho espelhcv
d'estes espelhos de papelo, forrado de pa-
pel encarnado, e sentou-so, deixando pen-
der os bracos com gesto dd desanimo. A
Sra. Maria, depois de interrogar debelan o
rosto da filha, aproximou-ee d'ella, agar-
rou-lhe a eebeca com as mios, e, cravando
os olhos nos de Rosa, perguntou-lhe com
urna d'estes inflexoos de voz que sao segre-
do privativo das mis :
Tu que tons, filha T... Tu andas
doente !
- A mii est a brincar I... respondeu
a fllha, desviando os olhos Eu que hegerido pela viste da nossa conhecida Rosa.
II
Anredie, senhor oonselheiro. V. Esc.
nao tesii esUtdado, como eu, o viver d'este
gente.. Sao felizes, creia... Mais folizes
do qpe eu, mais felizes do que- V.
Exc !'.,.. Ora vajp. V. Exc. aquell
pequea que all vai... Veja que riso aquelle
que-alegria t... l.'ma. manta, urna capa,
unti vestidinh Iba estrella o p, uoi> conversado.... Ahi
tem.o necessario para ella viver mais feliz
ora, oito vintens por- dia do que a filha (te
V. Exc, a quem sobejam todas ascoiruno-
didades da vida t. Nao tenha pena d'este
gente,senhor conselkeiro 1... Sao felizes,
rea I
Isto dizia um, sujeito grave, que se pen-
teia para ser depntedo, a outro que j o foi,
que, julgandivse ainda na cmara, la-
mentara, da bocea para fra. que se nao
podesse raelhorar o viver das carnadas in-
feriores, bordao estafado de quasi todas
essas velhas r a pozas que a indifferenga dos
eleitores parece mandar a cortes... justificar
essa indifferenca. Se nao causasse nojo,
faria raorrer de riso a philosophia rangosa
d'estes vendedores de agua chura. Nao
procuremos outro assumpto ; aproveitomos
o exemplo que nos apresentou e Ihe foi sug-j
de ter ?... A mim que ma taita ?
Havia tanta amargura envolte n'este ulti-
ma phrase, e tio manifoste, apezar do ser-
Ento com que, feliz aquella rapariga?
Tem ja manta, a capa, o vestido, os oito
vintens, o conversado telvez... logo, feliz?!
riso que a acompanbou, qae a velha niojE' feliz, hein ?... Eoto all uio ha sspi-
pde reprimir um gesto de aflieco. | racoes, nio ha facuWade de comparar, nao
Nao I... Tu tens alguma cousa que,n in-j ; ha apenas a necessidade do pao
te allige 1... Ora dize-me oque tees, Rosa I ,de cada dia, o desejo de que boje-soja igual
insisti a pobre mii, aioelhando, .para a hontera e amanbi igual ahoje?l... Va-
melhor rer o rosto da filha. Iha-to Deus, bomem I... Que circulo te
Olbem que scisma I... reapondeu a, escolher para o representares ?1. .
joven, forjando os labios a sorriram Eu Ha tudo isso, miope I E como pedera
que hei de ter T... Se me calo cinco minu- deixar de ha ver ? Como, se tu, bomera
tos, logo a mii comeca a imaginar que es- grave por fra, mas corrupto por dentro, es
tou doente I.., Nao tenho nada... Acredi- o primeiro a dizer Ihe, quando mnguem te
te cobiouou ella. pode ouvir, que Deus a lalhou para duque-
atrevidos, mas sempre Ihe digo que por uto
olhard'ajuelles, duas amostras do ceo, era
capaz de fazer asneiras como qualquer rapaz
assim 1 Se ella at aos dozc atinos nunca
deixou de ir de anjinho em todas as pre-
cisaos | Ora olUe" baja para ella, tei-
Duranto-alguns diasa>bolsa de Bertui tem
roostrado^raude fraquaso, sendo a razao em
jHi-to a especia ti va dt-ujue novos ilusastres
coinmerciaes veuham.apoarecer ens V'ieima.
ACABALUM AS DISTANCIAS:-No pro-
antigoo rico pa^o municipal do Ruildhall,
o rame- do fio e!ctirio ser oonduzido
raesmo-i mesa do siali.. Elle antttsde prin-
cipiar ojantar mandar urna rneusagem ao
sen ministro de estado ora Tehern na Per-
sia, e-antes de acabara sobre mesa, spera-se
que teceber ares^esta.
Paciencia Ireplcou a mii, erguendo-se. aristocrtica, pe mais distincto, do que a
E a mii a dar-lhe l observou Rosa, pelle, a mo e o p que fazem o desespero
com visivel impaciencia. de todas as autras mu Iberas ? Como, se,
canaZ ue lazer asneiras como uuaiquc 1 ou v^... ....^..,~----------- ._____. ci,.ji
devinteannosl Nao qu eu nunca vi cou$a Aqu para aos, o maior defeito de Rosa alem de U, lh o dizem o janota, o estudante
era estar perdidinha com mimo. Mas como traveseo, o argento byperboheo eo mais
nao havia ella de ter mimo, se a mii nio. perigoso de todo0 caixeiro que Ihe ren-
liaba otilra, q ella... a Uo boulatl.. 4te o wlroz, essa Loteiace dechiaello de liga
e peana na orelha, que Ihe-deslumhra, a.
vista.com um arco-iris de peca de seda.e
Iheajuda a combinar a cerque melhor se
allktria ao preto ou ao louro dos cabellos,
se ella podesse trabar sedas ?!.,, Ora anda
c, phys'jlogista da lareira... Fallarme
serio I... Crs que entre essa alluvio. de
raparigas pobres que trabalbam para rapa-
rigas ricas Itaver urna tao indifecente .
vaidade,. to despida de curiosidade. que ao.
ver-se s. entre as quatro. paredes do. seu
quartov depois de dar a ultimo ponto n.'um
vestido de seda, tenha resistido i tentayao
de experimentar em siesso vestido.fl... E
se a sua boa ou m sorto quiz qu ella fosse
bella e o espelho Ihu-ilisser que assim ves-
tida mil vezes mais bonita, ser: para es-
tranh&r que a pobre crianga diga : As-
sim... quem nao ba de ser amada, quera
nao ha de ser formosa ? 1 distar a com-
prebender que, ao enfiar de novo o modes-
to vestido de caita, o suspiro, que nao pode
contar, seja a prime-ira maaifeslago do urna
sunla invej, o germen de outras paixes
ms, producidas por aquella ?!... Val la-
nos Deus l Compreheude-se.
Mas... ainda eu agora reparo I... Eu
eslou peior do que o tal candidato da eputa-
do I... 01 ha que raassada eu preguei ao
leitor I Per lio, amigo... Era preciso. Eu
s tive em vista i-lo guiando, insensivel-
mente, para onde me convem. Sem este
longo aranzel, ficavamos ambos, como a
Sra. Maria, pasmados diante da Rosita, sem
sabormos q mal de que ella soffre e tentan-
do em vio descobri-lo.
A Rosa soffria deque nome tio feio t
soffria de... inveja I... Perdi 1 Nao en
bem inveja o mal d'ella ; era um desejo ir-
resistivel de ir passeiar s tardes, reclinada
as almofadas de um landav, ancadernada
era moire e velludo, e ver com os seus
olhos se o theatro da S. Joo, mirado de
ura camarote da segunda ordem, produzia
melhor efleito do que visto das varandas,
d'onde ella se lembrava vagamente de o ter
visto, havia muito terapo, urna vez qu o
pai Deus Ihe falle n'alma estava de
guarda ao theatro, e a levara o ella c a
mulher a ver A degolaco do innocentes.
Este desejo, esto aspirar ao impossivel,
nio poderla ella explicar como germinara.
Tinha apparecido spwitaucaweiHe," a ciju-
.trasiur com a caudura e modestia que Ihe
oruavam a alma,, tomo estas parsitas que
o. zophiro maldoso se compra em deixat
caAir, na passagera, entre as mimosas plan-
tas, dos vergeiseque fazem raivar o horti-
cultor. 0 caso- era que Rosa, senta era si o
fermento de um nial que tem feito tropean
e cahir milhares de anjos candidos e puros,
eomo ella. Havia cerca da-um mez,'come-
tjara ella a perder as cores > a alegria, o vi-
sees, a um terapo tristes e oisonhas, a perse-
gua era sanhos, que Ihe teaziara aos labios.
palavras sem nexo, em que o ouvido. l-
tenlo da roi buscava esa vio detcobrir o.
segredo da filha.
A ieitora, a quera a sua posigo otlepen-
dente torna, por assim dizer, fcil a santa
tarefa de mii, e qu apezar d'isso,, estreme-
ce, o notar a insistencia com que qualquer
mancebo lite conleaapla as janeltes e a se-
gu, quando she em companhia de uraa
tillu joven o formosa, coraprehnnde de cer-
to as torturas da pobre mik abrigada a
I afastar de si e a entregar aa proprio arbi-
trio urna tUua, diante da qual surgen), a
cada passo, todas as tentagjes do luxo, to
das as ciladas d ura amor que o coracao,
aos dezeseto anuos, considera sempre pu.ro.
e sincero,
Rosa, alm das aspiraces que j loe
conheceraos, tinha encontrado um tentador
porigoso na pessoa do Sr. Augusto caixeiro
de uraa Iqja de objectos da moda, mimoso
alfenira dos arredores de Braga, proprietano
de duas rosadas faces e senhor de luxuriante
floresta de cabellos -pretos, atravessada por
um carrairo, aborto a ponte, a comecar na
teste e a lindar na cova d ladran. Nio
havia era toda a ra outro caixeiro que Ihe
bot-ssa agua s mios na maiguice do gesto,
na elegancia cora que cortava urna peca da
seda, ameacendo cortar tambem os dedos
mimosos da fragueza. No que elle, eolio,
era inexcedivel era no rolar aos olbos e as
lisonjas alambicadas, a qoe. jo abuso do r,
dava subido realce. Rcjsae mais urna du-
zia de Rosasera capaz da esquecer horas
inteiras a ouvi-lo e posso asseverar que ne-
uhum bem Ihe vinha de tio agradavel con-
versa.
(Continuarse-ha.)
TYP DO DIAAIO^ KIA DQUfi DiCAI
-u
II1R






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