Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12979


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Full Text
AMO XLIX. MUERO iU
i
-'.
PARA A CAPITAL B LUGARES OX0K UlO SB PACA PORTE.
Por tres mozes adiantados ......'...".......
Por seis ditos idein.......- -..........
Por um auno idem.......*..........
Cada uutncro avulso.....' ". .
69000
129000
149000
320
TERCA FEIRA 8 RE JURO RE 1873
o
PARA 1IEVTRO E FRA VA PBOVISCIA.
V
Por tre mezes adiantados.......'...... .
Por seis ditos dem..................
Por note ditos idem.................
Por ura anno idem. ..;'...
19750
189S00
109360
179000
DIARIO DE PERMMB110.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
O* Sr*. Gerardo Antonio Alves & FUhos, no Para; Goncalves i Pinto; no Maranhao ; Joaquim Jos de Olireira & Fiiho, no Cear; Antonio de Leu^, Braga, no Aracatj ; loir, aria Julio Chaves, no Ass; Antonin Marques da Sra. no fatal; Jos" Justin
Perera d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Comes da Suva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peona; Belarmino dos Santos Bulcno, em Santo AnUo ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazawth;
Antonio Perreira de Aguiar,em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagdas; Alves C, na Baha ; e Leite, Cerqinho C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFnCIAL.
Ministerio la fazonda.
Por decreto de 4"> do passado, foi concedida
ao 1* escriturario da tlie-ouraria da llalua, Aulo-
iiio dis Santos Castro, a etnoonfad que pedio da
commisso de inspector da do Cear.
Foi Horneado para a referida coiiiinissd o I* es-
eripturario da thesouraria la Babia Aristides Jos
rorrea..
IliuistciM du iiiurrj.
Por despachos de 25 do passado, fora:n nsmea
do<:
Ordem da Ruja. Oficiaos : o subdito prussiano
Theodoro Scebeld, Jos Joaquim Vieira Soulo, da
i>rovinca do Rio de Janeiro, e o tcnente-coronol
Israel Soaresda Silva l'aiva, dad,; S. Pedro do Rio
Qmaula do Snl, pelos relevantes servicos prestados
a*< estado; o tenente-coronel Francisco Carneiro
Machad.) Hios Jnior, da provincia de IVrnainbu-
co, por servicos prestados a bein da orden) publi-
ca ; o tunate coraiid reformado da guarda nacio-
nal do municipio de Pelotas, na provincia de S.
Pedro do Rio-Grande do Sul, Jos de Castro Aoti-
quera, por servicos prestada na guerra contra o
Paraguay.
Cavalleiros : o capitio Francisco Furlado de Le-
idos, da provincia do Rio de Janeiro, pelos servicos
prstalos ao estado los Delgado Figueira de
Carvalho, da provincia do Espiriu. Santo, por ser-
vicos prestad.is' linlia tMOgraphitsa ; o major da
guarda nacional da provincia do Paran, Manoel
Jos da Cnnhi Riitencoitrt, par servicos prestads
em reiacdd guerra eoin o Paraguay, o Joaquim
Feleissimo de Almeida liWiaill, por ais'.iuetos
servicos prestad ao excrcicio do emprego de
secretario da provincia de Malto-Grosso.
Qrm de Christo.C ivalleiro: o padre Joao
Ferreira G miarte, da provincia do Rio de Janeiro,
por servicos instruecao publica.
Onhm de S. liento de Aoiz. Commendadores:
os liris ideiros Jos de Miranda da Silva Reis e
Francisca Antonio Raposo.
Cavalleiros: o major graduado Joao aparan-
ceno de Modeiros Mallei e os eaplaes Augusto
Fausto de Soiua, BalUnar Rodrigues GamVia,
J-sad da Rocha Fragoso, Fahriciano Augusto da
Silva, Jos Ignacio Pinheiro e o eapitAo-tenente Es-
tanislao Pizew.idowaky.
Secretario da provincia do Rio-Grande do Noria,
Francisco Lucio de Castro.
Oppistor da seccad de scion as leeoseoriaj da
faculdade de medicina do Rio de Janeiro, 0 l)r
Joao Vfartins Teixeira.
Oppositor da seceao de setenlas ciritrcicas da
faculdade de medicina da Rabia, o Dr. Jos Pedro
de s.viw Braga.
lonegos etwctivos da imparta! capella, os padres
Jos Lyra da S Iva e Jo:iqumi Mando M.tciel.
Pregador da mastn capella o padre Tertuliano
Turibio Plaza, do arcebispado da Babia.
Fez-se nierc di) foro de tidalgo com exercicio
oa osa imperial a Paulino Pires Falci.
Di ni'hlln ha limitara lie i* otaos* ao impe-
rial raarinlieiro Umingis Francisco di Paula, e
di Je i- classe a Joao Mondes, aquelle por ter sal-
vado co n riten da proaria as vidas do pharmaceu-
tico Joao M.irtins Arantes e de um dos cinco tra-
balhadoivs para a colonia militar do Itapura, na provincia'de
S. Paulo, B'U una ilas lincas da dita colonia, por
oceisilo do desastre que sobre-veio mesina bar-
ca na eaelioe ra de Micucos, em i de fevereiro do
corrate ano e e-t: p ir ter coacorrido om
Irtdn* os recurs M a sen alcance para este acm.
Ffin iritiiralisados os sublil is portugueses.
Antonio Gjinm dos Santos Vianna. Antonio de Oli-
veira iVn ilt i, Bonl) Di.is Percira, Gaspar Leite
Goncalves, Heari pie ll.iaiingos de Gasmao e J >s
Dotniogos de Araajo (viseonde de Araujo)eo*
^ll'^^!,|- italiano! Rra/. Antnada de Oiiveira e Jos
Loii l.udil.
U 'Mcedcra:n-;e as honras de coooga da imperial
apella ai padre Jos Antunes de Oiiveira, da di-
cesi' do Cear.
Forain concedidas as seguinles peusiies depen-
deatei da approvejo da assembla geral:
l)ei0aj meusaes t. Bel mira Carolina de
Oiiveira. viuva do lente ajudante do eMincto 2"
corpo provisorio de caladores a cavillo Paulo de
Oiiveira, tallecido na campanha d i Paraguay cni
eonseqnencia de tamealos recibidos em com-
bato.
De igual quautii a America Tourinho de Pi-
na i e I), luvina Tourinho de Pinho repartida-
tnenlo, Irmis do lente de voluntarios di patria
Dorval Candido Tourinbode Pinho, morto etn com-
Inte na campanha do Paraguay.
D- SSjOtw meusaes a i). Antala Augusta do
Nasci.ivnto Franca, viuva do alferes de voluntarios
da patria Luii Marques da Fan^a, bHeeklo na cam-
peuha do Paraguay am consequencia de feriuiiiii-
tos recebidoa em cmbale.
De igual quantia a 1). Umbelina Nunes da Silva
Rocha, mae do aleles de voluntarios da patria,
David Ferretea da Rocha, morto em combale na
guerra do Paraguay
pe igual quantia a D. Leonida Jacintha Garca,
viuva do alteres la guarda nacional da provincia
do Rio Graudo do Snl, Feliciano Rodrigues Gar-
ra, fallecido de molestia adquerida em campa-
nha
De 18000 mensacs a D. Harta Carolina Noves
dos fantos, viuva do alferes do 8- regiment de
cavallaria ligeira Carlos Pereira dos Santos, morto
fin c>mbate na guerra do Paraguay.
Deelarou-se queapenso equivalente ao meio
sold concedida viuva do eapitao Xdderieo de
Aleacar Araripe, D. Rosa CandiJa de Araripe, l-
timamente fallecida, e a suas tilhas menores, por
decreto de 24 de selembro de I8S5, deve enten-
der-so concedida roiiartimante as cinco lilhas da-
qoclle cauitao, Kdemia, Caudida, Olvmpia, Ortuliua
< Ircna.
Iliuisit'i-io | Juwtica.
Por Je-retos de 25 do passado. foram nomeados
j.ara a guarda nacional.
0 eapitao Ludgero Alvares Lima, major aju-
daate de ordens do commando superior d muni-
ipio de Marvau, na proviocia do Piauliy.
Lapilio Justino Jos RaptisUi, major ajudante
do Jaics e Picos, da mesiua provincia. .
Foram agregados: ao estado maior do cmn-
roando superior da capital da provineia de Sergi-
0 capitn secretario geral da capital das Ala-
Jo de Vasconcellos, devendo, porem em r
pro prximo futuro, rogressar para o seu bata-
De 19:
Coniedeu-io transferencia para o 7* batalhao de
infantina ao alfares do damesma arma Antonio
Jos da silva Viveiros, e para este batalhao o alfe-
res Joaquim Ferrar do Reg
De 20, concedeu-se transferencia :
Para o 4" batalhao de infantaria ao alferes coai-
raissionado no posto de lente da ompanhia de
hifaniaria da provincia do Espirito Santo, Antonio
Ernesto Gomes Carnero ; e para esta companhi
o alleres daquelle baulhio Antonio Nunes de
Salles.
Para o 16- batalhao de infantaria ao lente do
14" da niesma arma, M;inoel Thom Oirdeiro, e
para este batalhao o lente daquella Jos Vicente
Luiz da Silva.
Foi nomeado para servir provisoriamente no de-
posito de instruceo da provincia de Santa Catha-
nna o alferes do 5 batalhao de infantaria Napo-
leao da Costa Rosa.
Concederam-se as seguintes Ikencas :
De 40 dias, para tratar de sna saude, ao alfe-
res do 16* batalhao de infantaria Antonio Paulo
Correa.
De leas mezes, para igual fim, onde llie eonvier
ao lente do 9- dte, Florisbello Jos Ferreira da
Fon cea.
DttM:
Ginced?u-e ao bacharel Melchiades AugusU)
de Azevedo Pedra, a demissao que podio do lugar
de auditor de guerra junto divisad brasileira no
araguay.
pe
tjaa, Tito de Abreu Fialho.
Ao batalhao de infantaria n. 4S da provincia de
l'ei-iia.nl.u'M, o canito secretario geral do com-
mando superior de C^ibrob e Ex, Jos Joaquim
Amando Jnior.
Foram perdoadas: ao reo Theotonio da Silva
Marques, a pena de gales |>erpetuas, imposta por
erime de homicidio, peto jais de direito da
C'.^arca de Solitudes, na provincia di Amazo-
nas.
. Ao reo Antonio Martiuiano Ferraz, o resto da
pena de 18 annos e 8 mezes de prisao simples,
imposta pelo jury do termo de Tres PonUs, na
provincia de Minas-Geraes, por erime de fetinten-
tos leves.
Hinit-Ho la guerr.a.
Por portara de 16 do passado, foi nomeado,
para servir provisoriamente de coadjuvante da
curso preparatorio da escola militar o f teen-
te do t* batalhao de artilbaria a pe, Jos Rabel-
Foi nomeado o bacharel Jos Joarquim Ramos
Ferreira, para o lugar de auditor de guerra junto
a dita divisan.
Por pelaras de 2.1:
Fo_ concedida a Macario Lirio de Deus, a exo-
neracao que pedio, do lugir de ajudante do
porteiro do hospital militar da guarnicao da
corte.
Concederam-se as seguintes transferencias:
Para o | batalhao de artilharia a p ao 1* l-
ente do 5* da mesma arma Carlos Eugenio de An-
drade Guimares.
Para o 9- batalhao de infantaria ao alferes da
mesma arma Manoel Ignacio de Jess, e para este
batalhao ao alferes daquelle Mano -I Simplicio Cor-
rea Leal.
Foi rescinlidio con'rato celebrado com o Dr.
Joad Luiz d is Santos Titara, para prestar seus ser-
vicos no hospital militar de Andarahv.
Permittio-se que o lente coronel do corpo do
nstado-maior de artilharia Floriano Peixoto se de-
more na provincia das Alagdas, por um mez e ira-
prorogavel, aliui de concluir os irabalhos de que se
acha enoarregado.
Foi ac;ita a desistencia que fez o alferes da 1
batalhao de infantaria Cypriano Arislides de Souza
Lima, da licenca de n:n mez, ijue Ihe foi concedi-
da por portara de 23 de maio lindo, para tratar
deseas negocios na corte.
Foi appravadaa propostafaita pelo coronel com-
man lante do regiment de cavallaria ligeira, do
alferes Jos Luiz Alexandre Ribeiro, para preen-
cher o lugar vago de ajudante.
Conceleu-sepermissto ao alferes do 3' batalhao
de infantaria addido ao 1 da mesma arma Antonio
Augusto Fernandes Adao, para gozar na corte o
resto da licenca. que ohteve por portara de 19
de maio oeste anno, para tratar do suasadena
provincia de S. Paulo.
Foram approvadas as seguintes licencas con-
cedidas, com sold e etapa, pela presidencia da
provincia da Rabia, para trataineulo do sua sa-
de :
De 30 dias, a contar de 11 do passado, ao alfe-
res do l(i" batalhao de infantaria llornes Crrela
de Morae?.
De tros mezes, a contar de 11 do passado, ao ea-
pitao do referido batalhao Firoiiuo Jos Espin-
la, pudendo goza-la na provincia t Santa Catha-
ria.
Por decretos de 25 :
Foi nomeado chefe de atado da reparticao fiscal
annexa a secretira de estado dos uegocios da
guerra o 1 escriturario da mesma reparticao,
Lu/. Paulo dos Santos Mcedo Arque.
De oeoformidade com o | 2 do art. H da lei n.
o8j de 6 de setembro de 1750 e % f do art. 22 do
regulament i appruvado pei > decreto n. 772 de 31
de mata-o de 1851, pira execucjin da dita le, coti-
ce Jcu-se a graduado de brgadeiro ao coronul do
corpa do engenheiros, conselheiro Jos Joaquim
Rodrigues Lopes.
De conformidade Can o art. 2 da lei n. 1,973 dej
9 do agosto de 1871, concedeu-se transferencia pa-
ra a ama de infantaria ao eapitao graduado Joao
Brrelo Picaneo da Coila e para a de cavallaria
ao 2o lenle Cesar Furtado de Mendonca, ambos
do y batalhao de artilharia a p.
Concedeu-se transferencia para a 3" ompanhia
do 6* batalhao de infantaria ao major graduado
do 8 da mesma arma, Joaquim Mendos Ourique
Jacques; e para a 7* companhla deste batalhao,
ao eapitao daquelle, Nicolao Antonio Bandeira No-
gueira da Gama.
Foram transferidos para a 5* companhia do 5*
batalhao de infantaria, o eapitao do 12* da mes-
ma arma, Manoel Eufrazio dos Santos Das; e pa-
ra a 7* coippanhia deste batalhao o major gradua-
do do 4* da referida arma, Raphael Fernandes Li-
ma.
Foram igualmente transferidos para o corpo de
estado maior de artilharia, o major graduado Ber-
nardo Jos Vasques e o eapitao Luiz Antonio
Schmidt Pereira da Cunba, este do I* regimen-
t de artilb.tria a cavallo e aquelle do 1 batalhao
a p.
Em alinelo aos relevantes servicos prestados
na guerra do Paraguay pelo sargento quartel-
mestre do 25- corpudo voluntarios da patria. Can-
dido Reinaldo da Rocha, foramlhe concedidas as
honras do potto de'alferes do oxercito.
De conformidade com o j 3* do plano qtie bai-
xou com o decreto de 11 de dezembro dotlo,
foi reformado com o respectivo suido por inteirof
visto achar-se impossibilitado para o servico do
eierciio, em consequencia de ferimenlo recebido
em combate, o soldado do 15- batalhao de infanta-
ria, Francisco Jos de Souza.
Francelino Ferreira Crespj.Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Bacharel Jos Climaco do Espirito Santo. -Passo
portara, concedendo a licenca pedida.
Joao Manoel de Mosquita Barros Wanderley. -
Deferido com offlcio desta dala, ao inspector da
thesouraria de fazonda.
Jos Joaquim Borges choi.Nao oslando crea-
da a cadeira de que trata o supplicante, nada ha
que deferir.
Joiquiua Benedicta Vieira da. Silva. -Informe o
Sr. inspector da thesouraria do fazenda.
Manoel Lourcn.o da Mattos.-Passe portara na
forma requerida.
Mauoel Antonio dis Santos Das.-Justifique o
supplicante a identidido de pessoa d> escravo, cu-
ja entrega solicita.
Manoel Rodrigues d> O'.Concedo a permissio
padida. at que g resta"lelca.
Mara Barbosa da Silva Tav.ires. Sitn, pagis os
direitos nacionaes.
Maria Magdalena da Natividade. -Paste porta-"
ra, edm ordenado na forma da le.
Segismundo da Costa e Mello.Com offlcio diri-
gido thesouraria provincial
Secretaria da presidencia do Pernambuco, 6 de
julho de :873. O porteiro,
Silcino A. Rodrigues.
urna e mallas vezes batidos putos bandoleiros car- jfornalismo Iliterario, agora nao o teriaraos se
listas; ruidosos, porque os uossos pregadores mais nio fosse a pertinacia da imprensa das {ata e
retrgrados tem deitado as maosinhas de fra nos Artes. Tras flnissimas gravuras e bons arligos ;
oropnos pulpitos da capital ; ruidoso -, para que mas o tempo corre pouco auspicioso (ou para me-
riMn eclio e se oucan bein; rnidoses para que Ihor dizer o gosto pouce e portanto o mercado)
nq'iem milito na leinbranca da gerafao nova, que "
Repartida da pnlicia.
." seceo. Secretaria da polica de Pernambuco.
7 de julho de 1873.
X. 1183.Illin. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que das communicaeoes rece'oidas boje, consta que
foram recolhidos delencao os individuos seguin-
tes :
N i da 5 do corrente. ordem do subdelegado Ja
Roa-Vista, Veieslo, esciavo de Manoel Francisco
Marques a requerimenlo leste.
No da 6, a ordem do subdelegado do Recife,
Alexandriaa Maria da Conceicaj, por offensas
moral puolica.
A' ordem do do primeiro districto do S. Jos, Fio
rinda Maria da Coaceicao, Luiza, escrava de Joa-
Jiiiiii J unan.i Nunes da Silva e Tiiereza, escrava
e Gliceria Francisca Alves, p ir ofTensas moral
publica.
A' ordem do da Magdalena, Bolchior Jos dos
Reis, para recrula.
Por olllcio de 23 de junho prximo lindo, com-
municou-me o delegado do Buique, que, no da
18, na ierra de S. Jos que divide aquello termo
do de Garanhuns, Vctor de tal, assassnou a An-
tonio Dias, logrando evadir-se, em consequencia
do que, a; dia 21, Joaquim Martiuiano di Silva,
Claudino di Silva, Bino* do referido Antonio Das,
foram a casa de Vctor para assassina-lo, e ii.io
encontrando-o, feriem mortalmeate a uiai deste
com um tiro e Iros tacada.*, logrando tambem
evadirem-se, que sobre estes fados proceder aos
respectivos inqueritos contra os deliquenles, cuja
captara doligencia.
Em nata de 4 do referido mez de jul o, decla-
rou-me o delegado do termo da Boa-Vista que
capturara, no da 22 de maio, a Eugenio Rodri-
gues, pronunciado alli por crime de morto, e no
dia 27 a Jos Custodio Moreira, tambem pronun-
ciado alli por crime de morte.
O delegado do termo de It imb, communicou-
me em ollico do Ia do correle, que fizera peco-
loar respectiva cadeia a Joaquun Fernandes,
pronunciado as penas do art. 193 do cdigo cri-
minal
Finalmente, a ordem e tranjuilliJale publicas
nio sollroram alteracao.
t|ae ludo conimuuico a V. Exc, como me
cumpie.
Deus guarde a V. Exc.-lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Heari pie Pereira de Lucena, dig-
nissimo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Fruncico Correo, de Araujo.
nao ajndou a liberUr Lisboa das Violencias "da
usurpacao.
Ora ah temos debaixo de outro ponto do vista,
a f a ser imposta passeada pelas ras ao estal-
lar diM logeles, ao resmungar dos trombones e
das cwxas de ruf i.
Se agum homein de ferro se esp ijar pela areia
encarnada, ou se alguma da< dovotissmas ima-
sens da procissao poltica se desprender do andor,
nao riam, nao riam, porque sao estes os incunve
nienles de profanar por demonstrac5)s ruidosas o
que so medra e braceja no ambiente que Ihe con-
vem.
Governo
DESPACHOS DA
da
provincia.
PRHSIDENCIA DR 5 DR JULHO DR
1873.
Abaixo assiguados membrs do conseibo da
sociedadu propagadora da inslrucco publica, na
parochla de No-sa Senbora da Graca da Capun-
ga. Remetlido ao Sr. Dr. director geral in-
terino da instruccao publica para attender aos
supplicantes nos termos da sua informacao de 4
do corrento. sob n. 191.
Antonio Jos de Lima. -Informo o Sr. comman-
danje das armas.
Bacharel Antonio Manoel de Medotros Furtado.
Sejam abonadas as faltas.
Anna Igoez da Silva Ramos. Passe portara,
eoncedendo dous mezes de prorogacao.
Catharina de Senna Pereira. -Ficam expedidas
as convenientes ordens no sentido que requer a
sapplicante.
Bacharel Delfino Augusto Cavalcaote de Al-
bnquerqut.-Informe o Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda.
Pelippe Nery Santiago. -Informe a thesouraria
provincial, ouviodo o procurador fiscal.
Francisca Serfico de Assis Carvalho.-lQforme
o Sr. director das obras publicas.
C l'oriinoabuco. >
lisboa, 23 ds itmsn dr 1873.
Lisboa na espectiva de ir a Cintra em poneos
minutos nos trens Larmanj it o de fazer 0 pequeo
trajelo at Alcntara, em quanto o fiemo esfrega
um olho pelo caininho de ferro americano, quei-
mou pacificamente as suas alcachofras ao milagro-
so e popularissimo Santo Antonio, salta esta noute
s elassiejs fogueras de S. Jo), prepara-se para
ir madrugar praca da Figueira no dia de S. Pe
dro, e nio se esquecer de fazer tambem, na al-
guin quintalorio a sua foguerita a S Marca', ad-
vocado dos incendios c protector especial das eom-
panhias de seguros, que de corto estavam por in-
ventar no seu tempo.
Emquanto espera por ludo isto a muito nobre
e [eal cidade de Lisboa commonta anida o trambu-
Ihao que o pagem de S. Jorge, vulgo o homom de
ferro, deu do cavallo abaixo, defronte da Magia-
lena na procissao do Corpo de Deus.
Foi caso muito para rir, porque o homem 1a tol-
dado a forca de decilitros; appareceu logo outro
que n'om prompto envergou a armadura e capa-
cete de folha de Flandres o que fez dizer aos loca-
Hitas dos diarios de 1' reis, que mais fcil en-
contrar um homem de ferro era Lisboa, que um
ministerio duravel para a Hespinha Do tudo se
brinca, realmente I
Commcntada a galhjfa daquelle episodio, vek
logo depois outra procissao e outro episodio. Este
r.io era para rir, mas anda assim, honve quem
risse. O mais sisudos murmuraran. E' que na
procissao das Mercs, que leva 34 andores, se bem
me record, ealiio o S. Jos, do seu andor, na ra
de S. Mareal. Parou o prestito, atou-se a peanba
do glorioso patriarcha com m cardad qualquer, e
a pobre imagem deixou-se cajiir de nwo. E o no-
vo a ralhar e a fazer troca.
As follias a clamarem n> dia seguinte que os
lempos vo muito oteados para procissao na ru3;
qua as faem dentro dos templos, o que se deixem
de renovar ospeclaculos que se nao dio bem com
a babea temperatura a que lera descido a boa f e
sinceridade devota da nossa gente.
E' rao, ma que exponham os actos que si)
serios ou o foram muito, n'outras pocas de mais
religao a estas semsaborias que tiram o prestigio
que anda lhes restarla, circutnscrevenso-os ao
mstico recinto das grojas.
- Anda ontra espeetativa para os habitantes
desta bonissima capital: a alvorada e festejos que
vio preparar-se para celebrar 14 de julho.
Foi no anno passado, qne pela primeira ves a
cidade de Lisboa era despique do Porto, se lera-
brou de commemorar pelo modo mais roideso o
anniversario da entrada do duque da Terceira com
o exeecito libertador nesta cidade.
As foi has desta ultima semana tinham publica-
do uus convites para urna especie de meetiny,
hontera as S da tarde, aos pacos do coaselho.
Assignavan a convocatoria o duque de Loal, o
Dr. Francisco Manoel de Mendonca, presidente da
cmara municipal, e outros dous cidadaos. Ouvi
dizer que estove muita geote; que houve discur-
so e terminara o coraiciq liberal pala acc a macad
de urna commisso de festejos.
O Jornal o Conmercio andar, dias antes, es-
crevendo arligos para afervorar a grande familia
iberal, aflm de que estes festejos sejam o mais
ruidosos que f&r possivel.
Ruidosos o mtt trodre, ruidosos porque a
reacc)diz-se que anda de grimp levantada;
Os cultos nao se passeiam, nao se iinjioe, nao se
fazein ruidosos, nio se do em espectculo s tur-
bas quando a chama do enthusasmo n.lo as
apiece.
Antes nao c-nvdar a cidade a por luminari s,
do que v las rarear.
Sem ruido, que se dere professar a relgiii) da
liberdade, nos actos de todos os dias, as md rea-
(?ws politicas e administrativas dos p trits e dos go-
vernos.
As demonstracoes estrondosas em que as lumi-
narias, os arcos de iouro e bnxo, os hymuos poli-
lieos, o as girndolas de fugeles foliara todas as
despezas, erara o complemento obrigado da lula
Mas da lula restam so os frudis; apagaram-se
quasi de todo as malquereueas Para que at-
ca-las de novo cora o ruidos") das commemoracoes
qne j se nao usam, que cheiram guerra civil,
que tratera memoria os exeess cruentos e odio-
sos de uhs, e a represalias e revindictas dos ou-
tros? (
A luminaria fogueada, os hymnos da carta a
avtroaaar pelos campanarios ao cabo de 40 aliaos
em que a nova f poltica dijnella poca Corea
de tantos desapoatamentos meffl tido tem;io de so-
bra para arrefecer e procurar outros horisontes ao
nien s n. campo das aspiracoes e das theorias qui-
nao desorganisam oestatu ano, theorias ordeiras de
revolucao pacifica em que licito ao animo desillu-
dido espaireeer-se, esas luminarias e esses hymnos
repicados nos -inos bentos, esses foguctes o para-
das, sao anaehrouisino para o nosso vver actual,
tamanho como a procissao dos 31 andores ou como
o S. Jorge a cavallo a passear com o seu estado
pelas mas de Lisboa.
Mas, romo o leitor nao morro por longos com-
mentarios, traer fados, e tactos que preciso
dar-lhe, torcoso me ser, pus, respigar na chro-
nic* monotOKa destes dez dias, para enfechar al-
gnns que Ihe satisfae.im a cnriosidaJe, alias mui-
to justa.
Felizmente (nio me can.o de o repetir) Portu-
gal nao tem que contar. Ni.-to loe leva as lam-
pas a vfaitiha Hespanha : l.i sio dous niinisterios
por semana, propostas de papel (m >eda) com cur-
so breado, aventuras de carlistas pie roubam os
passageiroj dos combiios, ineonos de estacos
de eamin os de ferro, aliena I iras loadas de sal-!
leaderes redivivas no famgerado padre Sania
Cruz, estadistas vermellw* a fazer a mala e a se-
guirem a estrada dos Ama-leus, o commercio de
bracos cruzados % ver (piando o mobilis.am de es-
copeta s certas para dar saca aos carlistas ; as
guarniedes dos navios de guerra balendo o p aos
eonimand.inlcs e dando lei a bordo, os exercitos
de trra tai indisciplinados eomo a manija, os
contrabandistas a usaren os portas de umrcado-
rias sem que o fisco saiba como ha de haver um
caro, a agricultura a vender por dez reis de niel
coado os seus productos para o cstrangeiro, as
casas da oracao Sonvertldas em espeluucas de
repugnante saturnal, a moaarch dus vezes
posta no m-io di ra. a repblica lio desacredi-
para este genero de publcacoes em Portugal.
Finou-se ha dias um usperan{oso moco que
devia dar de si um verdadelro homem de lettras.
Era Joao Monto Roma. A imprensa e os seus
amigos choraramo. Era tambem um bello ca-
rcter Nem sempro andam a par-talento e ca-
rcter.
As aulas dos lyceas do reino fazem boje ponto.
>ai-se entrar na poca dos exarae?, em que ter
de ser experimentado o novo regulamenlo. E' o
governo qoem nomea urnas grandes commissSes
d entre os individuos de reconhecida competencia
que nao faeam profissao do ensino tivre ou parti-
cular
Cada urna das tres commissSes tem de exami-
nar em c ico ou seis lyceus, segundo as crcums-
cripedes, para o continente do reino. O governo
fornece-lhes subsidio. E' possivel que d ptimos
resultados, rnas duvido que pessoas, alias muito
sabidas cm certas disciplinas, mas sem pratica
do magisterio nem de hdar com rapares naquellas
oeeasioes, Horneadas ultima hora, desempenhein
com procieuca os seus papis. Cuidaran mais
de si que de fazer Inilhar os examinandos. Har-
monia do methodos nao a haver to pouco Ve- terstargo.
Isto, como devora presumir, oceupa a attencilo
oeste momento, de toda a gente moca que fre-
quinta aulas secun latas, que, diga->e a verdado,
nao pouea, sobretudo nos collegios de empresas
particulares.
Emfim, nao so acera som que a experiencia
nos amestre gradualmeut-. O principio bom
mas carecanos de commssOes permanentes de
exaines, e de homens para as eom|wr, que fizes-
sem vida dis:o Mas o que j se diz, pelo contra-
rio, que ha um .iviiltadisslni) numero de pedidos
de pessoas
cas
' Foi aprsenla lo no ministerio das obras pu-
blicas urna proposta para o e.-labelecimeoto de um
caiuinho de ferro para Cascaes, seguindo pela
margem do rio Tejo.
O valor do mineral de cobre exportado do dis-
trilo de Faro para o estrangeiro en fevereiro pas-
s.iJo elevuu-se a quantia de 17I::J69*000
as actuaos ferias do theatro d* D. Maria II vai
ser concertado o respectivo telhado, tirando for-
mado de lelhas de vidro.
O orcamenlo est ealeulado.eni 7::PJ0|0m.
Algumas folhas ingiezas leein- aggredid vio-
lentamente o governo portuguez, a proposito do
trauco dos c olies, pelo |wrto de Maco, trafico
que nao feito por portuguer.es, e que llscalisa-
do e resiriugido pelas autoridades de Portugal.
Nao me parece que taus hostilidadi s sejam inspi-
rad s, a|ieuas, pelo amor da lilicrdade e philan-
tropa.
- Varios jornaes da India portugueza dirigem
elogios ao Sr. Jayme Muniz pelo modo eomo oroa
nas cmaras a respeilo daquella possessid, era
urna das ultimas sessoes do parlameoto. Diz um
dos jornaes, nao me lembra agora qual, que os po-
vos de Margan estavam assignando urna felicita-
cao aquelle eavalheiro, pela energa cora que de-
fender as ultimas reformas feitas.
Chegou no dia 12 no vapor Boyne, o viseon-
de de Figaniere, ministro de Portugal em S. Pe-
Fallecen n'um dos arrnbaldes de Lisboa, o
reverilicador da alfandega de Lislioa. sotigo vocal
do conselno geral ios aircuduga* e ex-lente da es-
cola polytechinica, o Sr. Jos Alexandre Rodri-
gue-.
O morgado Calmil, proprietar do sitio cha-
mado Troya, em Selubal, cidade da co>ta a i sul de
l.i sima, e a urnas 12 legoas de distancia, e onde se
, encontrarn rumas da amiga Cttobriga, propz ao
governo portuguez a compra daqnellc terreno. Foi
1 ouvida a academia das sciencias que julgou de
protesta para os estudos larcheoloiicos a aequisi
cu. r.h- ?J"" "" par',aP Fhijm a:! 'V',,a m* d" terre'"' K s encontrara 55
Dove ser una grande (ratala.
O theatro de declamapad italiana fechou de
veras, eom o novo beneficio da emprezara Elvira
l'asquali. Muitos bouquets e palmas e urnas cen
libras de receita foi o qu-i teve por despedida a
gentil e talentosa actriz. Mas afBrma-se |ue per-
deu mil (libras) este anno. Podra I Se as cadei-
ras e camarotes erara quasi todas preenchidas por
gente obairn rfi Graai, que assim se chama
aqui em Lisboa aos que dispensam, porta do
espectculo, a pequea formalidade de comprar o
bonete.
Os thealros
provincia. Os que
Dos actores (que a gente que mais dopressa en-
vellio e) quasi se pode dizer outro tanto. Esta-se
to habituado a
segunda ordem divagara pela
ficarara dio repertorio vellu
Jiiis
e ti
1 como pelos petroleiros de Pars, e ni
tada
meo de ludo islo o crello publico a enterrarse
no atolcro, a desear c a sumir se, tanto que no
Stock-exchnige mal se divisara os insignificantes
nlffarismos que o repressntam !! Tal e a Hespa-
nha, emquanto nos reinos do Jsoata de ferro,
queimamos as misas alcachofras, amarramos de-
Iroute do caes do Sodr a bolorouta barca dos ba-
olios, ou fazemos um programma muito rococ
do luminarias monarchico-rcpresentaliv.ls cora o
Sr. duque de Loul frente !
E' claro que nao temos que dizer ao mundo.
Um correspondente de Listnia poo os olhos 110
seu tinteiro innocente, sobpesa ura maco de po-
r odeos nicouaes, bate na testa, olha compadeci-
do para a penna que o vai aturar.medita nos quar-
tos de papel alvissirao que Ihe vo receher as in
sonsas communicaeoes e conclue por aciiar-se na
mesma afiuaco que um correspondente de Macao
de II. Mara ou de Macedo de Cavalleios.
E isto hora. Nao ruidoso; mas a sombra
placida de3ta paz oclavana sobem os nossos fun-
dos em Londres, em Paris, era Amsterdam, em
Hambiirgo, cm Anvers, em toda a parle ; os t-
tulos da divida interna anda mais Os nossos ex-
teos estavam hontem por l a 43, com leuden
cas para alta, e os internos a 45.
Os capitaes portuguezes atiram-se, como gato a
bofes, aos empreslimos du governo, aos erapresti-
inos inumcipaes aos bancos novos e novssimos,
pequeos, grandes o monstruosos Temos muito
dinheiro. Em boa hora o digamos. Os salarios
rsticos estad muito altos; tanto |ieior.
0 chamaiuento da reserva, diz a opposicao, que
quem teve i culpa de subirem os jornaes agora
no tompo das ceifas. E' possivel, mas na trrenlo
da emigrarlo para o brasil j fallara menos. Sio
revoadas.
Os nossos capitalistas querera agiotar e nio teem
coragem para colonisar. Que se Tae ha de fazer !
Esta banco-mana dever trazer incubada urna li-
epo mestra. Ser salutar ao raeuos. Deus o auei-
ra, so ver de chegar.
O governo, faznndo empreslimos no paiz, faz con-
currencia aos seos proprios fundos, porque o io-
teresse que o_ capital pode tirar nos erapresti man
cora amortisacio maior do que aquello que lne
olferoce a divida consolidada. Isto elementa-
rsimo, e admira como os nossos llnaoceiros de
primo-castello dio raas desta ordem.
Mas, se os fundos sobem, porque nio ba esse
lierigo, dirad. Nio assim.
A questio de principios. A emissid da pri-
meira serie de obrigacoes dos camiiihos de ferro
do Minho e Douro, nio um faci de tal magni-
tude que faca stotir se por ora no nosso morcad
de fundos.
Mas a ad ip.o do systema, applica lo era maior
escala, pode refleelir se desvautajosanienle na co-
tacio da nossa divida fundada.
t Novidades litterarias, poucas. A desla sema-
na a sdssao publica da Academia Real das
.-ciencias, em que foi conferenle o socio effeclivo
Augusto Soromenho, tomaudo para a-sumpto o
direito consuetudinario di igreja lutUana. Pelo
extracto da conferencia, v-se qual a importancia.
dos estados a que se entregou o erudito acad-
mico. Travou-se diseussad. m outro acadmico
discutio e contradiclou. 0 cooitreote foi feliz na
replica. A iraprensa celebrou o acontecmento.
Dous' socios correspondentes, Piuheiro Chagas e
Toixira de Vasconcellos foram promovidos a ef-
ectivos. Foi justo, porque o ruareeiaiu. O Aalo
nio da Costa e duas illustrac5es litterarias estran-
ceiras, de cojos uooies agora nio me record, fo-
ram eleitoi socios correspondemos. Justissimo
qaanto ao autor do Caris/iaiusmo e da Progresso,
dos Tres Mundos, da Instruccao Nacional e da
ruidosos, porque os liberaos de Hespanha tem sido Historia da Eivcic&o em Portugal.
NUMERACAO MC8BKTA J
v los e a suvi-los, que o seu pu-
blico j os sabe de cor e salteados. Anda nao tem
comceado urna parase pathetica, una siiua;ao la-
crimosa, quo j o espectador lhes adivnha o ges-
ticular, a angustia, o delirio, nao ha enredo de
peci que so nao confunda com os das outras, por-
que sio serapre as mesmas figuras a reproduzir
cortos caracteres. Fulana deve ter seus quareata
e tantos amos, porque era eu bem moco e a vi
debu'ar. Fulano est muito vigte, e j nao sio
para elle osaj/uni.
Ora, estas e quejandas anuotacoos em prosa de
mais positiva que as plateas fazeai nos inlcrval-
los, tiran a poesa das illusoes al mesrao gente
moca que anda nio sabe aquellos actores ti) de
cor.
Popular) fljciuante, por ora, cous coai que
soobamos, do nosso admiravel porto c aperar de
serntos o che daEuropa.
O brasilero (Iuso-brasilero) nial sahe do lazareto,
entran a-se na provucia, que nao ha mais v lo,
emquanto nao edifica pjr l o seu palacio nem
lanca sombra dojeampanrlo que Ihe repicou ao
baplisado, as raizes que projectou ao di'.sradens
America.
A populacho que flucta nas dezonas de paque-
tes _q: te em cada mez vao o vem entre a Europa e
o Novo Mundo, deita-nos o oculo, prova os nossos
morangaos, torna a desear para o camarote, e
dentro om tres ou quatro dias mais de viagem
que salta em Ierra.
Ora, una cidade que nao recebe ondas de es-
trangeiros, podo negociar, pode ouvir missa aos
domingos e festas de guarda, confessar-se ao me-
nos urna vez cada anuo, por luminarias o locar o
hvmno, engordar inesmo a olhos vistos, mas o que
nao podo ter um theatro nacional sempre reju-
veneseido nem intere-sar-se pelo movimento pol-
tico do mundo nem curar-se de certas antiqua-
rias.
- *4 ~
A c mmissao parlamentar de uquerito sobre a
emigracio portugueza, contina a habilitarse para
poder redigir osprojectosde lei que a cmara que
a elegeu a encarregou de apresentar.
Brevemente vio ser retnettidos a diversas auto-
ridades novos questiouarlos com respeilo a pontos
muito interessautes para os estudos dessa grave
questao.
Aos gobernadores civis vio ser enviados uus
mappas para olies informarora : quanlos emi-
grantes sahiram pelas barras ou raas dos seus
ditriclos para a frica portugueza, Brasil, rep-
blicas do Rio da Prata, Estados-Unidos, Denerra,
Australia e outros destinos; -idade, sexo e esta-
do ; isto durante os annos de 1872 a 1873. Na
mesma poca, quaes os portos de embarque e des-
lino; navios de transporte dos omgrantes portu-
guezes dos dous sexos, oaiores e menores de 14
annos, numero dos emgrautes embarcados em ca-
da navio.
Finalmente informacoes sobre populacao, su-
perficie territorial,cultivada c sem cuitara', organi-
sado esse mappa por informosles oblidas das fre-
guezias e com referencia a 1872.
Aos cnsules serio re.net ti dos mappas para el-
les encherem, a fim de que se saiba o numero dos
emigrantes portuguezes maiores e menores de am-
bos os sexos, livres e contratados, desembarcados
nos seus dislrictos consulares, nos dous anuos de
1872 a 1873, com declaracio dos nomes e tonela-
gens dos navios que os transportaran), data da
chegada dos mesmos navios ao porto do sea desti-
no, numero dos morios em viagem, custo da pas-
sagem por iadiv iduo, qualidade e ideal do servico
contratado, proco do contrato por individuo e por
anno.
E mais um outro mappa da populacio portu-
gueza nos distrelos dos seus consulados, existen-
te nos dias 31 de dezembro de 1863 a 1872, e seu
movimento no periodo dos nove annos decorridos
entre os dous trminos ; com esclarecimenios so-
bre as remsssas de dinheiro e valores de gneros
mandados pelos emigrantes a suas familias e im-
portancia das fortunas que liquidaran) os que se
retiraran) da eraigracao, ou foram liquidadas por
conla dos lierderos dos que asila morreram no
mesmo periodo.
Alera destes cinco mappas, haver ainda mais
dous que se esli a imprimir.
Diz-se tambem que o Sr. Jayme Muniz, presiden-
te desta commisso, tem prompto um extenso ques-
tionario, e que espera poder reunir a comnussio
esta semana.
Fallecen hontem o Sr. D. Jos Antelo de
Noronha, conde de Valladares. Era muito esmo-
ler.
r. T.F^"li?u ,u?b*rai *"*** *" M*fa
Carlota de Paula Lettad, viuva do conselheiro de
estado e par do reino Manoel Duarte Leitio.
1 aa-
o seu
gios da antigs povoacoes romanas.
A associa>.rao dos architeclos foi tambem consnl-
tada, nio s acerca da aequisc 10 mas do valor do
terreno.
O propriotaro pretende vinte con tos de ris pe-
lo terreno.
Ha no respectivo ministerio prtp ias ddma
companhia ingleza para a Iransmissio das malas
para Mozambique, tocando mensalraente era Lis-
boa o vapor dessa companhia qne far cirreira
para o Cabo da Boa-Esperanca.
~ Ha dias houve reunio dos fundailores da
projeclada sociedade geral agrcola linanceira
de Portugal, que resol veu proceder oouslilui<;ai>
immediata da sociedade, vista que esta deliniliv-
raente subscripto em Portugal e 110 estrangeirn.
todo o capital da primeira serie.
Eot cm Ltsooa, e hospedado no hotel uni-
I versal o Sr. Joaquim Thomaz de Rrito, rico ndu>-
, trial do Rio de Janeiro, que vem a Portugal tratar
de um importante fomeciraenio .innu.il de cor ti-
I ca, para urna fabrica de rolhas que vai eslabelee-r
I uaquella c idade.
O eapitao de engenheiros do exeroilo de Por-
tugal, Brito Limpo, apresenlou nesies ullim m das
ao publico um novo telmetros de espelhos. que
avalia cora a approximacio as distancias que de-
vera ser calculadas vis'ta. E-=tc official e o
tor do aperMcoado nivel d'oculo, que tem
nomo.
O Sr. bario de Japnr ministro do Brasil,
mandou conduzir para Li-boa o corpo tle sna til a
que achava na Madeira, aira de ser transportis
para o Rio de Janeiro.
Diz-se que ha de:i:itelligencias entre os tes-
Unienteios da finada imperalrz do Brasil t o
ourives contrastes, avaladores d.isj)ias que fa-
ziam parte do espolio. Os contrastes pelem qua-
tro cantos de reis pelo seu trabalho e os testamen-
teiros s querem dar do s.
A corveta Balder levou para a .rain' a da Sue-
cia, herdeira, 34 caixas conleudn pr;las, quadro
o varios objectos daquelle espolio. Leva igual-
mente todas as joias para a herdeira esrolber, se-
gundo a deterininai.-o testamentaria. As joias fo-
ram primeiro examinadas no palacio por um ve-
rificador da alfandega, para se poder conhecer na
volla se houve troca.
Hoje realisase em Braga o cjneurso de b-e-
gordos. Para este fim serio destinados os pre-
mios de 200|, em couformida le cjni o decreto de
17 de maio de 187!. Fo; bastante concorrido o cer-
tamen
O governo inglez mandou entregar 30 libras
aos dous policas, Antunes e Castello Braceo, que
prendern) ha tempo cm Lisboa, ara subdito inglez.
cuja ralo fra posta a premio.
Foi autorisada a cmara municipal do Por-
to a contrahir um empresiimo de K2 mitos, para
pagar a compra do convento dos carmelitas.
Foi presentado ao ministro respectivo, um
projeeto do cdigo de signaes formulado pelo 2*
tenla da armada real, Carlos Leo|ioldo dos San-
tos D.niz.
Parece ser ura trabalho completo e bem elabo-
rado.
Veio da Suecia o modelo para o tmulo que
a finada Imperalriz do Brasil destinou s irmis
da caridade. A obra de esculplura foi incum-
bida ao csculplor portugus Joao Severano de
Abreu.
Est no prelo da casa da moeda, urna inte-
ressante collcc;ao de mappas estalisticos da cn-
nbagera de moeda que so tem feito naqueHe esla-
belecimento desde o 1* de Janeiro de 1752 al ao
lira do anno de 1871, Os mappas indicara o nu-
meroo o peso das mondas de ouro, prata, obre e
bronz-', cunliadas durante aquelle longo periodo
de 12<) annos, para o conline possessds portuguesas da frica, Asia Oeea-
nia. 1
S. M. el-re D. Luiz, foi ao polygono da arti-
lharia, estabelecido cm Vendas-Novas, encerrar os
Irabalhos do presente anno. Foi acompaohadope-
lo mioistro da guerra, chelas do gabinete e outros
militares. s
S. M. assistio anda, a aiguns exercick de tiro,
fazendo por sua mi >, pootarias cora urna metra-
I nadora n peca de Kruppe.
Os exercicios correram em todo o lempo como
era de esperar, o melhor possivel, e flzeram-se ex-
periencias que muito deve coocorrer para o apar
foi coamento da anua de aila aria. S. M. retino -
se no mesrao dia para Lisboa. Assistio o general
de artilharia, director geral da arma.
Est em Lisboa, e Sr. Gomes de Amorlm, ne-
gociante do Para, coininendador da ordem da Con-
ceicio e irmio do bem conhecido escriplor porlu-
guez do mesrao apellido.
O Sr. Gomes de Aniorim esc iptor, lera andada a.
publicar em lolbetms do Diario de IMkms, com
o tilu o de-Tres dias de jomada- a dtaerisrain
ddma viajata s Caldas da Raiaha e a S. Marn-
obo.
A academia real das bellas artes de Lisboa
recebeu mais sete quadros offorecids peto viseon-
de de Carvaihido. Eleva-se, paranlo, a 4* nu
mero de quadros ddados ao estado por este eava-
lheiro.
Est hospedado no hotel Universal o Sr. Car-
los Marfori, personagem celebre na reinan da D
Isabel 11 era Hespanha.
Diversos peridicos de Lisboa panam ama
seria reforma policial, por quanto din qna o ge-
neral eomraandante das guardas monieianaa, aj
vezes, arbitrariamente usurpi. as attr*niea ra
polica civil, do que resulta nao facer a au


m j<1 IflJil M H /Jim HbHb de Pernambuco
noeao do cumpriraente de Mas oraawiarda municipal.
iulpflWiova t|uo |truten-.lo*osinho
lar confli tes ca
Ha urna er
lecer um canal diM|Ki>, que partiado jo Mora,
termine em Corunltjjnfi ndo assijn na extonsao
de 30 kilmetros^, camainas da raarger csiucr
da da ribeira damljili Rio di Sorrola. Log
110 este canal esteja concluido e d bous resolta-
Alare*, jm nroseuc
nrosouca d; Suas Magestades linga-
xi Sn bismo diocesano e dotvamls
rfees-e do IkiwSrhispo diocesano e devai^^Vti^eA^Im^te'estamos mellar rVare
s ralas, -a caremonia da collocacm da pe .s em 1807 em Paiis
da
aft
to
i'.me i
findanicutel pan ojtivo templo flac. $e-'vaiiNM i '>nir sob a mvocaeao do Seohor Santo Chris- uiiusu .Ut rto-Segu
, ser possivel reg^
roia e continuar a
magnifica vanea d
da poderao empre
na ribeira do S. fi
boca no Tej em
a cnstruccao de
Teos at Mugen,
veis de irrigacj
dos arejacs
Tejo.
As coadioes propostas' ai governo pararse rea-
lisar a constrnreo do canal de Mora a Cora-
che, sao moderadas e nii onerosas para o es-
tado.
flpinistrn das obras nntilicas to S,r. Cerdoso
A venino) re.-ebou cora applauso a pronos ta Sol
queslao que (he foi .presentada no dia 21 do cor-
rete. E' do grande alcance para a creado de
gados, t q>4Kf ta.^0 j a l^eontes au-|
nuaes e nao passava de 6 emites no scalo pas-
ToJavia, quasi que e exclusiva das provincias
do norte, quando as d > sul, possuindo os faro ij is
campos do Tejo o Sado esto reduiidos creacilo
le gado I) airazo aercola, O R) tejo que
dem bastecer o mercado de Lisboa c anda ex -
portar, v-se reduzido a importar gado manso
pira c* servjos ru rites. Se Iruvesse agua, os
efls campos fcastanarn para fornoeer Lisboa Se
pi <; carne dariatn abundantes obras para aug-
mentar o aosso movimento de Mtprtajjio.
futteias desta, e empre rom satislacfia que as
don. Creio miis em prog-ressos de-*!, que as
mil tricas partitarias, que ato passam de meras
phairfasMagorlas.
A parda Uenedicta, escrava do Manoel Lopes
Re, EMariin. Ao wRde Ev:
leaflm cojw dagijutatura
Jo d sal de arelas, febea rapid
'om#Uo. KoonlnoHido-se qite Bet
I t Os crivos e nutras obras de ag.ilha, Iwrdatl #*,t
Ote., teflratraliid i ;ui!.:ii:.i.i d i bollo sof.
nossa
ro, e aos c-tifivi
commissao superior!
icteijtera DOttw seus das,'condaik|jra-na pura
a l'Ijstaco -da guarda urtnna. E seguida re-
i *n* precisos soccorros em uma pharmacta
ila ma de S lo*'1.
Fot par lim rteolltida polica djsp> do
""'JWT"'" PMVttClivo. ._ a *-Jtm.
=~ rol rebolludo no di Sao nospita! da Mise.-
rfcordja o preto B'mto,|afcjvu,aue se^havasem
lalla, r.'-i 1 ise atirad i de lima Helia ra.
O iiurtiigtiez Kkucsw Marins, gnarda-elia
quj trahalharam com deicacio nos arranjos dos
Jhsfc* aind
no$ i
col ssal.*
iperficie de B0
o ziinltorio o
7:tni*
feira 8 de Julho de 1873. 981 OJCIlfl/ ./! 1/ W/l
ves da esla Ja de ferro D. Pedro IIX Ijaia no dia '' de >:; metros sobre 120 de compriinento
2G as i loras da madrugada, na esfcieao de S. t 0 palacT^cTrnToJas "as" suas "depend
bjecl
iais .w
ojOs
giadoj
\. O p
ilolo de
mi\ met
rotonda
tro* qu.
tei\130
luinjas flf sihI
um unmenso quadrilr
< di r'i.Viej|
u
iroxtmo tiud > i^jCNJflitlj a Antonio
sena de S. loa, qidlwe o tormo tle
) de Gamfrtiun, a d6tt J Dias, p.)re.n, Italia (i-llios. o loaqnim Martiniano da,jjva, Claudio da
va e Ignacio Dias da Silva, tref dias depois 3e
assasinado seu pae, no dia 21 dirigem-se i casa do
" para
den3fi
moiAimeakril
aSora, as co-
o centro de
grandes ga-
asjnais peque
e 13 me-
es falefiM
Itll Ri .1 l\i:9ISf
Segundo nina carta particular que o Jornal do
CommeiC'O receb-ra da Assumpeta, iam os nego-
cios tomanlo neHrar ninsn nar o governo para
guayo. P,r um lado, aquello governo, tendo re-
cello alguin armamento novo e 101,000 da pri
meira prestaijao ilo segundo emorestimo contrabi-
do em Londres, aguardava apenas una cava I da-
da, que t'Ntava a chegar. para c/vne.ar operac/ics
decisivas contra a revoluto, na p**j certeza de
esma;i-Ni com 2,-<00 homw que tiuha reunidos,
nao contando mais de 80J os wbebles que Cabal-
lero commandava sobre n Tebicuary. onde esta-
< ira. Por outri lado, o gener I Mitre reatara as
aeg:ea;oVs h.ivta algum tempo suspensas, pare-
eendo a tapubUea Argentina ag ira disposta a
transigir sowe a queslao dotlhapo, talvez aceian-
do IMco-.uay.) como linln divisoria direita div
rio Parasuav.
Francisco Xavier, slgnal para a passagem do trom
P. I) I.: mas on porque so distrahisse, ou porque
Hydfsse desyiar-su a lempo, fui alcanzado pela.
macbna e esmagado.
- -\ dia 29 |s 8 liora da manjia, p bond n 71
da linha do Anaara*iy, ao atravessar a cbacara do
Macliadinbo, foi s.ibro um homem ,de cftr hranra,
que por alli passava, atirou-o ao chao e passou-lhe
|f <)cochfiro ao bond evadise. O I>r. Thomaz
CoiHha fez autopsia no cadver.
- I.-se do Monitor Campista de 21 d& pas-
sido :
Xo dia 2! e houteai foi expeiiuimlada a loco-
motiva Campas. Na prmeira experiencia percor-
re os trillios desde a estacao at em frente ao
nqsso estahelecmentn, na ra do Principe ; n se-
gunda, at roa Direita, passando com umita sua-
vidad..' a.volla da ra do Principe para esta.
<( uvimos o priueiro apilo da lo)inativa Cam-
pos coran uoia sau.l cao ao progresso deste bello
piiz, e qoando a vimos em frente do nossir estibe -
lecimenio pareceu-nos quo se saudavam as duas
grandes potencias do universo, o vapor, a loco-
motiva material, o a imprena, a locomotiva da
idea
Le-so na poca de S. Joo da Barra, de 13
do rasgado :
Por nina carta do Sr. engenbeiro Cesar Rain-
v.lle, escripia da Victoria no dia 2(5 do inez pas-
sado ao noss3 juiz de dircilo o Sr. Dr. Francisco
Ferrcira Correa, soubemos com prazer, que os 1ra-
ba/nos da lin a tclegrapliica pioseguein com o-ifin-
co g act,'vidade, alm de S. Malbuis, ao norte da
provinca do Espirito-Santo.
Assim, pois, osla vencida a maior difkuldadc,
consistente no desrto que tinta do atravessar
entre Santa Ciuz e aquella cidade.
galeras de na
1:981:000 mfri
dependencias,
<^imrMifmnY0fma ana dC Mrajvdita MgMvxmnx aVi
'lqiTTOrims.m Wnmo^ocnmBToTni iTCntflr:
**, dala da-u aia esio alada ooocluidos
tnibalhos para a
i'KRir
Diz a Mario Pelotas que o< irtnaos Pa-
gables, que ha poueo tempo foram piswa, attaa
resl.riiando nina indeomisacao Sos dainos a pre-
jnizos que HoTr-rain durante o tempo em que es-
tireram recomidos cadeia.
Termioaia-s; em Pellas a construre/io da
ponte Jo Fragata. Lina commissao, encarregada
do oame, jnlgara boa a eonstrnecao.
Refere O Juina! Commerrio de Porto Ale-
gre .pie o Sr. Cedro Amonio (Vreira tfmtm. es-
tando a lomar mane era um dos galpoes de sua
basada, dftparara apenas acertuu na aba do chip i, cravando-se
um befo de chumbo na mgid temporal.
I'i-ocedera-se ao auto de eorpo de de|.:to. c fo-
ram presos todos os escravos, sobre os quaes M>
cahni vehomenies iodioiiu de um.i Oon^imeae.
- tJ eommereio de Jaguarao sena-se desani-
mado, per cau era demasiado r.lmvosa e fra.
Noticia o lio Granjease que o tcncnte-coro-
nel Mal'ilde receber.i, pelo telegrapho, a triste do-
licia do haver sida aswsiaado, no Passo Fundo,
s.-u tilho mais wllia, Adonso Mabilde Jnior. Ig-
uoravam se amo i os |M>nueiMim a ^r>0.
L-se no fontal di Commercio de Pelotas,
. em data do 2i :
A bordo do hiato Izolina, surto em nosso por-
10, deu-se ante-lwnlem, pelas h l|2 horas da tarde
ur.i lautentavel aennteeimento.
Entre Antonio Martlns Sanelies, patrao, e An-
tonio R drigues Mascarculia, empiegado, o am-
bas socios na propnedado d'a mella emharcacao,
deu se o fatal c.nllijt). Parece que j exista
eaitre ambo- rixa amiga, nascida de potica on-
fianca que reciprocaiiient >e dpositivani. Assim
que, segundo a informieo que col hemos, Mas-
carouhas exigi um aj|>te de cuitas, e ap; bre-
ve trocas de palavras; q ie Sane es o cmbolcasse
naqnelie dia, do producto de seus vencimentos.
Este, ivsp.Miileudo queja Ihe traja odinheiro,
afastim-se mu poueo, e voltoo rpidamente, con-
duzmdo a caima di lenie, e, acto continuo, com
ella dtseariegmi sobre -anches una bordoada,
anrmdo imnieosa brecha ni testa o qnebrando-lhe
parte do crneo. Sauchcs, atordoado inesperada-
mente pr i.io forte pancada cabio ddsfallecido e
de bruces, e o seu.algo conlinuou a descarrega,-
ihe diversos golpes, deixaii(]o-o cm um deplora-
vel estado de umtilaca.), nao havendo esperancas
desaira-lo.
Commettido lao hediondo crine, sem que
mua so pessoa se houve.-se aproximado, Sanche*
onseguio oceollar-se. Urna preta, porin, natn-
ralmenle rondoida pelo desarrparo do infeliz fe-
rido, levanto i-o, c, como pode, conduzi-o em di-
rec^o a casa da Sr. delegado de polica, aonde
cliegarain em um carro, que por felicidade en-
c.ntraram no caminho. Dahi, depois da autori
dade tomar onhecimento do fado, dirgiram-se
botica do Sr. Francisco Gomes de Araujo Ges,
onde foram ministrados ao ferido os socconos da
pliannacia pelo pharma..vutco o Sr. Dllon d'An-
drale, fleposao que foi o mesuw ferido recolhi-
do a urna casa de sua amizade, no porto, onde se
arha em Uatamento e em perigo de vida
Falleceram : em Sant'Anua do Lvramento, o
Sf. Antonio Jos Fernandes Lima, irmao do Sr
viscondc de Pelotas ; em Santa Isabel, o commen-
dador Domingos Faustino Correa, um dos mais ri-
cos estancieros da provincia, e no Rio Grandj: o
oficial de fazenda, Pedro Jos da Silva, da'canho-
ncira JkArique maifins.
As datas que temos de S. Paulo alcndara a 26
do pawaiio.
Refere o Diario de Santos .
Acba-so entro nos, desde o dia 23 do correte
o Exm. e Rvm. bspo desta diocese, D. Lyno Adeo-
dato, cuja presenca vera rasgar o crepa que ha
muilo euvoh-e a igreja paulistana.
c ncebido com todas as ceremonias que a grer
ja preceita, foi S. Exc. hospedar-se em casa do
Tigario deald panocho, onde tom sido visitado p ir
todas as pessoas gradas o lugar. No dia 2i ce-
iebrou a missa conventual na igreja matriz, onde
era seguida prodigalisuu o S.icramento da Coufir-
maco, i|ue conlinuoa a ser dispensado" bontein, e
consta-nos que encerrase arnaul.
As noli:i;n que prcederam a S. Exc, o re-:
eoramendan como um sacerdote, (kislrado e aves-
so .^ao. ultramontanismo, peki quo auguramos-lhe
decidido apoio e acatamenlo por parte da popiila-
Cio Ilustrada da sua diocese, ao mesmo tempo que
contamos com a benfica influencia do digno pre-
lado para impedir a continuari) dos abusosire-
ipientes que -Apad'raria ivasora 'em platicado.
REVISTA DIARIA.
Delegado litterari. Por portara da
presidencia da provincia, de 3 do corrale, fui
exonerado, seu pedido, Anirico Cavalcanle de
Albuquerqiie, de delegado litterar.o do districto
de Pa;iaca;.i, e foi nomeado para o substituir o
bacharel Manoel Mendes Bastos. '
GiiiM'tisi nacin!.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 5 do correte, forrm no-
meados para 39' batanan de nfanlaria, do mu-
nicipio do Cabo : 3' coinpanln'a -capilaoo tenen-
te Pirmino Pomposo de Mello Falc.ao, teneute o al-
feres Firmino Evaristo Ribeiro Varejao, atieres o
guarda Lourenco LaureiUino Cesar, de Menezes.
Socicdadc propagadora de ins-
Irnciro puhli<*a.-Reuni se a 3 do corren-
te o Cunslho superior da soeiedade propagadora
de instruccao, tendo comparecido os Srs. Drs. Pin-
to Juuior, Manoel Portella, Carneiro Hooteiro,
Liuai-que, Jacobina, Gervasio Campello, Jos Soa-
res, Dinz e professores Vicente de Mon.es c Libe-
rato ; rallando com caira participada os Srs. Dr.
Drumuiond, Mindello, Cooego Lino e Flix Valis.
Foi lido ,vi conselho um oficio do socio Dr. Jos
Tiburcio l'ereira de Magalhes, oir,iecendo um
terreno na estrada do Arraial, prximo ao povoa-
9o do Mnntoiro, |iin nulla edificar urna casa para
escola a soeiedade. Tao valioso donativo que nao
so mostra a gmerosdade de patriotismo do offer-
tante, como a aceitacao que vai tendo o lim e ideas
da soeiedade, foi com satisfico recebido pelo con-
selho sp* >r que, deliberou ([ie delle se lizesse
especial mencaona acta, agradecendo se c loiivan-
do-se o dito ofTertante.
O conselho parochial de S. Jos communeou ao
superior que eslava marcado o da 6 do corrente,
as.. .horas da......para a abertura de una es-
cola de ensino primario para o sexo.....
O eonselh fr Igando com mais esta prova de sua
ntalidade e beneficios, reso've congratular o con-
selho _parochial por tao benfica o promettedera
creacao.
Igual congralulacao rosolveu dirigir os eonse-
l-os parochiaes do Poco e da Cnpnnga pelas fun-
dantes da escola noclurna, na prmeira, e de urna
escola tambera primara na segunda.
Pululen] as escolas, tenha o povo a instruc?o
de que carece, que o futuro ser auspicios.!, seja
quaes forera as trevas qne se queram condensar
no horisonte.
oxposicao dos artefactos das
dilfcrentos iMffies u>ie couoj'reram ao appePo do
governo au-triaeo. A propria Austria arada nao
euncltiio tejos o* geas'apres|os para completar a
mise i"t tune de uns pmdoetos.
( A abertura oficial fez-se no dia i de maiuj
esiaHdo qnasi todas as seeroes em grande confu-
sao, e algumas sera productos anda expostos.
, A concurrencia de visitante tem sido inferior
a que se calculava, devida em grande parte ao es-
ta lo incompleto das dflerentes secodes, e ao mo
tempo que jemos tido. T^jn llovido .constante-
mente, c das temos tidqem qne o fri se torna
inenmmodativo. Apezar disto aexposieo ha sido
visitada por diversos testas coroadas.
O principe de Galles foi ipriraeiro ; Frederi-
cif.uilhcriue o segundo ; depois veio o rei dos
belgas e pir ultimo o czar de todas as Russias.
Kstj ultimo demorou-se multo poueo: viveu, os
poucos dias que aqui so demorou, em constante
sobresalto, suspeltpso do pun al de algum polaco.
Na expos/.v. nos passcios pblicos e at nos sa-
los do thpatro apparecia cercado de soldados.
Antes de percorrer urna gallera do palacio da ex-
posi.ai, era esta evacuada polos visitantes, e nella
formavain alas os soldados, que nao permittiam
ingresso einqiianto o czar alli se demorava. So
salao da op^ra o mesmo facto se reproduzia : o
mesmo, poim, n.1o aconteca com o rei dos belgas,
que a imila^ao do nosso Imperador, passeava mis-
turado com o povo, percorrendo as diversas sec-
coes Ha expsito.
Teve lugar qo dia 12 a procissao de Corpus
Cluisti, de cujo .prestito fez parte o imperador e
toda sua corte, bem como todos os grandes do
imperio, e mais pessoas gradas. Esta proeisso
feta cora um expleudor e magnificencia sera igual
no mundo catholico.
Esperara se anda as visitas de varios sobera-
I1QS.
t Smente em julho estarn concluidos todos os
(r.balhos da oxp.isi.ao. A seccao,de machinas
esta explendida. Ha muios Instrumentos e ma-
chinas agrcolas que serio de grande til dade e
proveilo para a nossa agricumira.
Ra de Olas Carduza. -Moradores des-
ta ra se nos iiueixam de que j nao podera sof-
rer o grande lainacal ahi existente, que ameaca
a salubndade publica. Chamamos para isso a
atteueao do liscal respectivo,
Fru^uczia de S. Vicente.-Escrevera-
n,.s dessa fregueza, em 21 do passado :
E' possuido de inexprimvel contentainento
que ora lancamos mo da peona para dizerrooi
algunia consa a respeo do modo edilicanle com
que foi celabrado esla apella o piedosissimo
excrciciodo inez cons.igrado as raaoifeslacoes do='
e-cplnndorcs da Santissima Vlrgem.
Qnal ser na ver.lade o coracao bastante duro
para, sem pillar de jubilo, presenciar com indilTe-
renea o aTan glorioso com que os cis corran a
depor suas granalda aos pos d'Aquella que se
calca da lita e se cora ,1a* estrellas? Sem he-
sitar remondemos que nenium.
Daixndo, porm, eonsideraroes que de todos
s:o mu bem sbilas, temos a dizer que muilo
regularmente corra o santo exerccio, quando i
lienulliino dia foraos sorprendidos pela nefasta
noticia dos horriveis acontecimentos do dia 14!..
Nessa occasiao ponderando o nosso distincto
cap-llao padre Francisco Raymundo da Cunlia Pe-
dresa, as funestas consequencias que d'abi viriam
nao so pelas aTrontas dirigidas SI ai de Dos, co-
mo por lerem, quaes outros pliariseos, invadido a
mo de Bi
sos de ra
Moreira.
IVotl
da va-
':,.l'?>..,:,?.;,,1? :V^M?*1 jswhflb-jtwi fMAnMmm, wmmo
a sna dmataeJo.
. De Lino Jos-da Silva GaimtiraV, tsmbem para
proceler-se.aorcgi\;.u?o de seas cal.
xeiros Andr (^ur-jnoSai
Jos de Paiva, MaHoel Augusto AI ves e Porfirio
de Lemas Barros.Gomo pedo o supplcanto, que
"Bio provou J#W^brasaTBlwr coiiMraTIMgns
cuixeinsno.aWdoK
Do mesmo Silva dJkiiuiara*, Atifii das o ,-
meaco's do,sens(vaixelro*,}lam2llfiPa.j Bar
rete, Jajaiin d M.' 1- rSa7| : t'W' de Barros
Brrelo e Jos Machado Ias.*>. .i.
Do mesmo Guinarae-, para i le tu
nar sem elfeito ,, r,._. luealjes de seus
ca xeiros Senr.iji'o Di*s m varo da Costa e Balsahupt 0> H:tojillaitoto.-
r jeirdlajdta. Deferido. I,
rancisco, vindo hon- De Jos Euzebio Marques Colko, impetrando
u-n5.dfl.quii,.niMi ^ij^Bk aesAlm *l mnaacao de seu caxero
Mi Kmdf da >^a.-f^*j|e a ceidlo do que
De Jos Aatanio dii Souza Baslo, pe lindo o re-
gistro da escriptura anti napcial junta, celebrada
por occasiao do seu casamento com D. Amelia da
Coneeicao Oliveira Azevedo. R-gisIre-se,
Dei Marcelino Gong.*! ves de Azevedo o> Francisco
de Souza Guerra, socios gerentes e resnonsaveit,
e Antonio Gooealves de Azevedo, commanoitario
na Urina Marcelino & Q, traundo o seu dislrat.
social, aliiii _4e que se ordene 6 seu registro,
vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Joaqum Amonio de Kan enralk > Antouio
lera tarde
eAnbo m"
proprielario
patico e enterrara o corno sem mais formalidades.
Sabedora~o*isso a aujoridade local se Tigira
ngema, t*
anhefro -e enr
E' de lamentar que todos os consolhos paro-
ehiaes nao tenham erapregado os esforcos de
<|ue tem dado mostra os de Santo Antonio* Poco,
Lapunga e S. Jos.
No desanimemos I A sement foi lineada em
trra frtil, e quando na America brota o relenlo,
nete-te e uitar que a arvore ser gigante.
Folgamos contar mais a* seguintes Exms Sras.
no nimero dos socios.
Quando a mais bella porc/io da humanidad-;
prista o seu apoio a nina idea, essa idea nao po-
de morrerporque tem protectoras qne a ampa-
raran.
que a imprensa quolidaiiaroeate denuncia. Assim
3hJo, damos parabeos prjviucia de 3. Paulo e
igreja paulisUni.....
S. Exc. Ilvuia. era esperado na oanital no do-
mine 29.
-r- rlleceram: ai Sanios o empregado publico
Joaquira de Jess Peroira, o era Mogyraidm o co-
rona rafenuadn da guarda nacional Anin Gon-
cslves Maraede.
Na cmara dos deputados, no dia 96 de ju-
nho, lett-se o expediente, qne eY.n*tou .lem de
outros omciof, de um Sr. depulad barab fn Sal,
agradecendo o voto preferida' por sta amara era
esalo d *8>do paitado, *m referencia k renuncia
3ne fez do mandato de deputado pelo t4 distrieto-
a provincia do'lUo-GfaMe-B'Sul, e declarando
uue, comquanto acate, rbspeHc, eaprecie a'flechtlo
da mama cmara^sabiiste shtiicao erl*la e-htie
Basas hxmas. Sras sSoas segnintes : baroneza
de Guararapes (Boa-Vlsia); D. Ttioraazia Adelai-
de Martms de Almeida, (Afogados); 1). Anna ar-
lla de Alnuquerque Barbosa, (Boa Vista); D. Ma-
ra Zeferina Bezerra de Menezes, (dem; ; D. Emi-
lia Amalia do Hillanda Cavalcante, fidemI : baro-
neza do Campo-A legre.
F.vposiean de Vienna.Dos trechos,
abanto publicados, de nina carta a nos dirigida
em data de 15 de jnnho prximo findo, ver.1o os
nossos leitores o que tem occoTido no palacio da
exposicao de Vienna com relacio aos productos
djeste imperio, que alli figurara n > magesloso cer-
tamen das artes e, industrias.
Tambem ahi Besss trechos se enconfra alguma
consa com relacao aos acontecimentos de ma.o, e
rjual a impressao que aqudles tristes successos
deixaram no espirito publico europeo.
Ets os trechos ermmae-tan :
Nao Ibes escrevi, ha mais tempo, porque te-
nho estado mnilo oceupado. Somenic agora qne
pude respirar nm poueo, e, para que fae.am idea
do nvn labor, basta dizer-lhes qne anda no visi-
tei a exposicao, alo obstante passar os das no seu
recinto. Pretendo cstuda-Ia com vagar de manha
em oante.
Eiton afllicllsslmi cm as tristes noticias que
dahi ti vemos e qne nos cobrem de \-ergoiha. Frti
muilo desagradavel a Impressao qne ellas causi-
rara no espirito publico da Europa, e principal-
mente aqoi.
'r Que bello Incentivo para a emlgracao I Que
eicellehte prova da nosSa clvliaeao I
Ja li ludo quanto respeHo ahi se tem escrip-
to ateo dia n.
Vi mm pezar o papel que ahi esli fazendo
os pescadores da politiea liberal
E culpara o Dr. Lucejia! ? Se elle tivesse
feto a 14 o qne fez a 16, a'aaotilena seria a raes*
taa. .
i Aqui leo ao sea dispor, e brevemente Ihes
djrei outrar noticiiis.
Vienna, ir, re jnnho e 878.- Depois de um
mez de aturado tratwlHo. conseguimos abrir no
aia f do cerrme, coaeflrrdmla publica, a sec-
ci doBfas naeposlc.io nacliioal desta capital.'
Estamos bem colfecaiftjs, e torehios urna bem
qYivel figura, 'atteutaiid; o-jrtiJsailiantimentv,
agrteola e Industrial. Teem sldeagradavel a im-
wd cansada nos tisrtafcte* pela nnssa expo
sijio.
casa santa c cora mos sacrilegas tjcdo seus sa-
grados ininisiros, vimos que una geral reprovacao
a taes actos se manifestava ara to los os semblan-
te^ pelas milites lagrimas que voluntariamente se
ws&gndlam
jTOssu'ido tambem do mesmo sentiraenlo con-
vidou (i mesmo capelln a todos para no da se-
grate ouvuem urna missaeni desaggravo mes-
illa bejihora.a qual foi adiniravelraenteconcorrida.
A noite fi.idou todo o exercicio com um pa-
negyneo, oo qual o mesmo padre Pedresa mu
bem mosirou quo poderoso o patrocinio
(I Aqu -lia a quera veneravam, e qulo felizes sao
os qiie-nelle sinceramente confiam.
Sendo, pois, o exercicio do inez marianno um
verdadero manancial de gracas celestes com as
quaes ni'is firmemente galgamos a estrada, sem o
transito da qual jamis chegaremos verdadeira
patria nao podemos, dudando esta noticia, deixar
de felicitar a esso sacerdote por ter sido o insti-
tuidor de tal fonte de grabas oeste lugar. Continu
elle com taes rastituicoes e espere pela recompen-
sa a ellas devida. *
Alranaegra da Bihia L'emos no Jor-
nal :
Durante o anno financero de 187-I873 foi'
rendiuie.nto da alfandega o eguinte :
de tomar conhe
ara lenai resisten-
cia purp a re dcifoeriilo estrangeii;o._
Provavelmente hoje chegarao noticias mais de
UlhA'ias do facto, que, em todo caso, aqui consig-
namos sob as neressarias reservas.
. \ ailios e jugadores. Dtariamcole e
todas as hora, reunem-se alguns mole()ues ecrian-
cas vadios no pateo externo da esiac-Ao das Cinco
Pontos e alu prajteam varias yentilezas, seHdo a
mais innvate dolas um jogo rendido ao dado,
busio, etc., etc.
Chamamos para Usa a attenciio da autortdade
policial respectiva, que, enlre essos vadios, bem
pode encontrar alguns ptimos pra a maruha
ou para o exerejto.
Echo Imerlcno Cora a suspensao des-
te peridico os asignantes da Livraria Tran
ceza, Sad i perdem 1
Dos 21 nmeros, 25 48, dstribuiram-se 16,
de 23 a 40.
Os assignantes poden desde ja receber a quaa-
tu de i000, equivalente, aos 8 numeras il a 48
arada devidos e que nao foram publicados. Li-
vraria Francfza.
Hospital Port ligue/, de Beneficen-
cia. Movimento das enfermaras do us no na
semana de 29 de juuho a 3 de julho : existam 21.
entraram 15, sahiram curados 6, falleceram 3,
existem 9, Est de semaoa o Sr. mordomo Frao-
cisco Ferreira Maia.
Lotera. A que se acha venda a o7.', a
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nha, a qual corre boje.
Casa de detenefto. Movimento do dia
6 de jumo de 1873:
Existam presos 322, entraram 5, sahiram 2,
existem 323. A saber .
Nacionaes 2'3, mulheres 8, estrangeiros i,
escravos 49, cscravas 13.Total 323.
Alimentados a casia dos cofres puNcos 255.
- Movimento da enfermara do dia 0 de julhn
le 1873. '
Tiveram alta:
Joao Pereira Barbosa.
Antonio, escravo de Villac A C.
Cemitcrio puMico.-Obituario do dia 5
de jrtlho:
Jos Candido de Barros, branco, ignora-se a na-
turabdade, 56 annos, casado, Santo Antonio; hy-
perTrnpbja.
Clara Mara \'eira de Lcenla, branca, Per-
nambuco, 73 annos, viuva, Boa-Vista ; phtvsica
pulmonar.
Amonio Grnn-atves, nfanco, Portugal, 17 annos,
solteiro, Boa-Vista ; choxia putustre.
- 6 -
Antonio C.irnelro, pardo, Pernambue'o, 46 an-
nos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro II ; hydro-
pesia.
Pedro, branco, Pernambuco, 6 das, Recfe
convulses.
Mariana, escrava, preta, Pernarabao, 38 annos,
solteira, Boa-Vista ; entero colite chronico.
Jos Antonio Gomes de Ohveira, branco, Portu-
gal, 36 annos, casado, Boa-Vista ; abcessi no fi-
gado.
Jos Carrilho do Reg Barros, branco, Pernam-
buco, 21 annos, solteiro, Santo Antonio ; espasmo.
Julio Cesar Ribeiro, branco, Portugal, 42 annos,
casido, Santo Antonio ; infhmmacao do figado.
Manoel, resremnaseid, branco, S. Jos.:; ao na;-
cer.
Mara, rescemnascda, branca, Pernambuco, S.
Jos ; ao nasecr.
Joanna, parda, Pernambuco, 1 112 mez, S. Jos;
espasmo.
it aiti'ia') i.inn.. .
onvmr tiriiiH'irainonle a suarulode nn
cor.linsiVl' i*frejn.
So o o BrW >. nSo nporriBlio. ose f'l.
i' i !o ser pnMtea \a para pkVfkzit Seus efettos, a tomo-
quencid seria s irinan .ules mnn-wnrrn re
[wgFas ifif^W/T) caiil.ii ffWeinn.
screvemos eftns linti.-isfpoJimos a sua
|riblicar-o, porque trrtio-. ouviilo opitiior*
lijVBrsas sobro o conteuJolo Breve
-Mas, em nosso opiniao, oulra inlelligtii
ia na.; .si; llie polo dar.
Augusto de Vascmtceullos, camprlndo o despa \v,
do tribunal de 19 de junln ultimo, para qne te-
nha lugar o registro de seu contrato.Vista ao
Sr. desembargador liscal.
De Henrique Quauz, para certilicar-se-lho se
foi registrado o contrato social da firma Henri que
Leiden A C, a data do-contrato, se foi por escrp-
tura publixi. e a dala do seu registra, Certili-
que-se.
Replica de Thomaz de Aquino Fonceca 4 C.
Successorea, agenta da campanilla de seguros
Inden.uisadora, aprer-enlada em cumprimento do
despacho de 23 de jonli) ultiin .. Compra se o
despacho de I9dejunho u-oximo pissal-i proco-
dando porm a davina da secretara qu inte a nai
podere.-n ser authenticados os estatutos pelo cn-
sul porluguez.
Votaran) pela prmeira parte do despacho os
Srs. Candido Alcnforado e snpplente Pedro Cas-
cao, pela segunda o Exm. r. presidente e o Sr.
deputado Oliuto Bastes, e o mesmo Exm. Sr, con
selheiru.presideiite uso de v.iio de qualidade.
Inform.ic.iu da secreteria dada sobre o expend
do na replica da companhia de seguros UiiUdade
Publica, que pede o registro d is seus estatutos. -
Foi ao Sr. supplente Cascao para e\amioar.
Papis relativos ao pedido de E. R. Rabello 4
C., para declarar-se o m ido por q le devera ser
contados os dias pata o veneimento das lelra<
protestadas por falta de acite. Sobre a mesa,
por nao ter comparecido o Sr. S Leilao.
Snmmario contra o eorrel r Heorlqoe Gullher-
me Stepple, para impor-se Ihe as penas do art. 18
do decreto n. 8iM>.Adiado.
dem coolra o corremr Francisco de Miran la
Leal Seve, para o mesmo fin. -Sobre a mesa
Nada mais Im-eudo a despachar, S. Exc. o Sr.
conselheiro presidente encerrou a sessao ao meio
da.
rUSCACOES A PEPIDO
O Breve le I'io IX.
que nao escrevera siiiom
1872 julho .- 867:776*012
agosto. 94c?587807
-setembro. 91-i:l3U634
outubro. 899:67 J051
-novembro. 1,034:373*109
-dezetiTbm. 824:6284007
18-3 Janeiro. I,ti0:8i6|606
-fevereiro. 922:377*093
-marco. 843:l6*3i8
abril. 802:730*691
-maio. 8i4:JW8.18
> -junho..... 622:731^651
10,622:995*367
Es o rendimento no ultimo decennio :
1863 -6V 5,405:035!s3<;
3,770:314 i-SW
8,3B8:j\fifj
6,287:616*202
7,212.4.19*902
8,932:6il5l72)
8,301:867*048^ Termo medio do 2
Termo medio
quinquenoia
6,214:3533720.
do 1"
:0-71 9,144:927*39N/qoinquennio .....
71-72 10,798:8^3*343) J,6If!:2573i5.
172 -73 IOfiii:WBig!m
1864 63
4865 66
1866-67
1867 68
1868-69
1869-70
18
1871
1872
Companhia dBebcribe. -Dv reali-
sar-se hoje a arremataco dos c'n.ifarizes desu
companhia nos bairros do Recffe e de Santo An-
tonio, e na povoacao do Mnt'eTj.
Arremataco provlrtclai-Van a ora-J
ca, perante a junta da thesourara proviociai; no'
da 10 do corrente, os impostes provimaes das
comarcas de Flores e de Taeatat
Peslltirtaife rellglasa-Na igreja de
Xossa Senhora da Penha celebra-se amaaoa a
feta u Santa Vernica Juliana Capuchnha, ha-
vendo misa cantada d? madrugad.i /adainha
com sermio e bncao d) Santsimo Sacramento a
^^wSJSSi lM,rto-E'n f'in,e:iaenca^e1
nao ter apparefldo mais caso algum 1 febre kma-
Tella, as cartas de saide vao ser pssadas ttiti
date em dant sem nota de molestia
Bacli^cfaie*rtb.-T>ifagaHao rrrfVfi
CHKOiMCA JuMfilli,
Tribiinial do eoiiminreio.
ACTA DA SESSAO AUMIXfSTR.\TlVA1)E 3 DE
MAIO DE 1873.
PRESIDENCIA DO EXM. 88. C 8BLHUBO ANSELMO
KnA.VCISCO TEIIETTI.
A's 10 horas da manila, presentes os Srs. de-
putados, secretarlo Olinto Bastos, Candido Alcofo-
rado e supplonle Pereira Cascan, faltando com
participaeao verbal o Sr. supplente S Leito,
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente declarou
a berta a sessao.
Foi lida e approvala a acta da precedente
sessae.
KXPBWKKTC.
O n. 143 do j-,rual omcial.-Para o archivo.
Foram spreserffaflos os mappas do segundo se-
mestre de 1872 a 1873 do trapiche Barao do L-
vramento. -Cinfenido com o anterior, soja regis-
trado, nao havendo duvida.
Distribuiram-se os seguintes livros :
Copiador de Oliveira Filhos 4 C, dito de Anto-
nio Jos de Azevedo, dito de Francisco da Costa
Maia e diario de Jos Lini 4 C.
DESPACHOS.
Requenmentes:
De Gurgel do Amaral & C, para certificar-se-
Ihes se tem contrato registrado e se a viuva de Al-
varo Augusto de Almeida faz parte da arma.
Gomo requeren).
De Machado Pereira 4 Duarto, para dar-secer-
tldao da nomearao de seus caixeiros Luiz Leonillo
Pereira Dutra e Alfredo Severino Duarte.-se
a certido requerida.
De Souza Castro 4 Auneida, tambem cerlidao
da nomeacao de seu eaxeiro Auguro Carlos de
Miranda Henrique -Sim.
Oe Domingos Joauinj Ribeiro, no mesmo senti-
do quanto nomeacao, do seu caixeiro Guilhermo
Joaqulm da Costa.-a forma pedida.
De Antonio Doramgues Pinto, fazendo igual
pedo qnante a seus caixeiros Ursino Gervasio
Carneiro Pugta ePergentlno Ulysses de Oliveira.
LimaDeferido.
De Emilio Augusto Delouche, anda certido da
nomeacao de seu caixeiro Andr Borges da Silva.
Na forma pedida.
De Maooel Jos Martins das Nevos, pedindo
baixa no registro da noraeaco de seu caixeiro
Manoel Marques Dia>, c registro da nomeacao
que dera a alanoel Fernandes Ribeiro Jnior.
Como requer, nao, tendo o suppcante provado
ser brasileiro, como allega, o caixeiro novamente
nomeado.
uejkiuza, e S 4 C, siijeitando a registro a no-
meacao de seus caixeiros Auguste,Baptista Braga
o urbano Francisco Dures.-Registre-se a no-
meacao junta pelos supplicantes, que dizera, sem
o provarom, que sao bra^ileiros os caixeiros no-
meaaos.
De. Suza Castro 4 Almeida, tambem trazendo
a registro a noneacao de seus caixeiros Joao Car-
los Mendes e Jos Augusto de Souza. Seja re-
gistrada a nomeacao'apresentada pelos supplicaa-
tes, aue nao proyarara sua allegacao de sorem.
nrasfleiros os caixeiros noraeados.
De Perreira 4 Ic, igualmente apresentando a
nomeacao d aixeros que derm a Jos Luiz dos
"antes, paterno Machada de Bivar o Jos da Costa
.--IJ*fr'V..wP ^e se registrada. -Proceda-se ao
regltro-^diqo, acodo que os suplicantes nao
provaram qtte sao praieiros os caixeiros nomea-
Nao temos desejos de fallar dcste acto de
S. Santidade Pi IX, seno debnixo de um
ponto de vista : qual o de ser elle urna re-
provacao da applicaco que foz oSr. U. Vi-
tal aos maQons p mamonanos, das censu-
ras da Igreja.
Deixamos hoje de encarar a reincidencia
de S. Exc. em maular lor por empregados
pblicos, quaes os paroclios.urn acto do San-
to Pupa, sem o beneplcito do poder execu-
tTO.
Deixamos de discutir a suspeita de apo-
cripbo, que o Jornal do Recife, lembrou
em um dos seus artigos de fun lo.
Deixamos anda de comparar sua lingua-
gem e tvsolucao com a linguagem e resolu-
cao da pastoral do S. Exc. de 2 de julho,
na qual veno inserto o sagrado freve.
Nosso lim, fechando os olhos a tudo o
mais, e mostrar que o Breve desapprovou a
conducta de S. Exc. o S. D. Vital.
O nosso hispo mandou expellir os mac,ons
das irmandades, por estarem incursos as
cencuras ecclesiasticas de cxcommunlio.
As irmandades desobedecern). 0 Sr. hispo
luneou sobre ellas o interdicto.
D parte ao santissimo padre Pi IX, e
este cm seu misericordioso llrccc responde
dizendo, que foi mal applicada a panal ;
que primeiramente se devia applicar a sua-
vidade da misericor.lia e assim suspende
tudo quanto fez o Sr. D. Vital, e da um
auno, depois do qual, entao elle papa, re-
vivir a censura reservada, a pena que so
elle pode mpr, e ha de confirmar de modo
irrevogavel.
Nao seremos prolixos.
0 Breve principia dizendo que os Franc-
Mac,ons, peste mitiga, e per seus adose
escriptos mostrando ser hostis a religio ca-
tholica, eslo condemnados pena de ex-
communhao ; quo seos ma<;ons do Brasil
so iguaes aquella peste, filiaes 'asseitas
condetnnadascslaojlambem ipso facto in-
cursos tas penas, as censuras da igreja
So deste introito se v que o venerando
papa nod porjirovado o facto de que a
maQonaria brasilcira seja filial maconaria.
dos outros paizes, s seitas condemnadas,
mas apenas presume verdadeiro o facto.
Mas anda assim, ainda sendo verdade
que os magons brasileiros sao tao perversos
como os da Europa, e do todas os outros lu-
gares ; ainda assim quero usar com elles ds-j
misericordia, segoindo o exemplo de Le&o
XII.
Portento suspendemos ( traducQo da
Unido) por espacn de um anno, depois qne
fore.m conhecidas estas nossas lettra$, a
resurvarao das censuras em que incorreram
os que deram os seus nomes esta seita,
pudendo ser absolvidos por qualquer con-
fessor, approvado pelo ordinario do lugar
onde se achem. Mas, so este remedio de
demencia nao servir para affastar os culpados
de sua nefanda empresa e retrahi-los de seus
graves crimes, nossa vontade qne, passado
o referido pr'aso de um anno, immediata-
mente reviva a reservaco das ceusuras que
por nossa autoridadu apostlica de novo1
confirmamos; e formalmente declaramos
-que nenlium, absobrtamente, dos adeptos
soas se com a nalisacao em junho ui(tot"a"
fiulhjuennlode I8fi8a 1873 da mitricafal esM-i
lihaT nio'oM^i\s 'novar essa matri- dos. como Ihc^ri km> omeaclo jumMa."'
^\i!^rtX^\^n:,Wl^^ k-SJ[m ''"'reir Bastos fcSC, oulr"im
SlK' X?^.Styfc ClC ^W10* #&talo a aonSea^o para ser ceistrada, a>
l!Wo4,^ tL, WPSftrtra fttd|jforgea derrites. Como
responder pela afflnnatiVa-tfj. r
' Pelo respectivo'reglament,'ffndoinn quliaen-
nio passam-se toflas'asYn.irloalas-p.fra >ta.
i*.om eXcepcao sooiente dos
tmjBmtamente "
C(|ilBWHn;ite a
v
(isM'As-'-da9'aiMr%M #ajesx
toras lera ticado eitasif*S'*ltie mm
'oje'la BaAlaa
- esperado.uma i
"denominadlo,' a""
elep'
UNS. ^Sfl"^^^*^"w*?*ir-. f*;** ite?^*Srt Cej^ breT- ""Josw paMiea^
cicia.ro ana ftlncedes. E"expo8t,)ra destes prnductoi Mlle. Natte, residen- ranrmre novos, coiWP
- 6mt o. governo reso vera-adiar per to no Uto le Janeiro. 1^lfcirabrTr eamfhho nefti feras, e eseYamps Wel
rnaa iab mez, (eoaaa-dn-.iaa ano niandoa laoMessa trina, >tart t a>lMrftHMle' de U-' eoh^nhflh^ta^fl.
alelar wtrci.- -.:iaiMifiap.deftnMl), jiaas que aeeream. j'preccdom
"----------
dtit
diessa sociedadje^cA irpmune dessas j/fivu
eBpirituaes, sob quaiquer pretexto, quer da
sa boa f, quer da extrtmeca apparencia de
prribKtode que as referidas seitas sem os-
ienrar, e por conseguinte ficam todos no
nsesfrto perigo de eterna coodemneco,
em quanto a ellas adheriretn .
Ort, .n*o ha nada mais claro. Oqae
'sospende Pi IX, a pena, a censura reser-
vncf, a excommunho qi
laabs. 4e se ca teiro ai
lo. -Seja registrada a no-
nalo-
^reguerem os^upplicantes, que allegam, mas nap
BCcCCJr'0CaXer0aqUem a excommunho que sO etle pode no**qoer dnridas que foaeeaaa'
hi^W- ^ ^^odtleted^'alg^ p*a ou oro
tahcftM da aSzali i Se PaPa suspendeu a 'Mnswa, 'M/gpmn *fto ""* s^ resohnAn mem>, i
'fen h "pwri e eifdmmiAo, que rrSr. r) ^ti os'convenientes apenUdos sao de
Vctal appli,x)u aos ma?ons pernarrft.canos,' bom ^om^rto.
^Ufa*-^4MMtoy*'^^U)*ia i*f**c09 lancados As vant^ns comraun bu eapeclaa. aeaa.n
^* J&MfiSffilSi *f rmandades. debe, sao indubitaveis, nionqaeaae*) que ae-
^RS: Brevo,, Pfete quXi'desap^rovdyol^o^^
.Jrwarem a na- cAtppertanasnto do Sr, bispo, evaprno-qW! ra&ajeTTlSSi^ *
h Dar* aun se! o,*OtissimatjjlldW'-tto too prectpK EatemMrooa que aalreo trossyteos tu *-
W* fm as rnWr^ss H6 Sr: 0. Vitsl,' fe d* f01* ?4f**l ._..._ ..--------??_... .. S d po4em rafulir mrjgH* a suaprefertMia tr-
llonlia impudente lojornal
u Pra viuda u. '
Quando toda popularan desta provincia, e Ul-
vez de outras mais cinhecc os verdadeins mi
vos que levaram o Kxra. Sr. Dr. Lateaa a erapn-
gar meios enrgicos no intuito de rustr,.r planos
'Ule. sob a soijibra da. qi'fftan rcitiata, iiabaiH
sido tracados peles n uncus que se ineulc.ni de
beracs, o jornal a l'roeincii cm Mearle di i
tj"S sob o titulo Impudencia l'residcnri I deita <
bofes pela bocea, ja contrariando descarxlaiariiu-
a verdade dos fados, j illaquiando a ba f de a-
itns de setisleiteres, e j Inalinente injurio
nosso comprovinciano, cujo mente leda provincia
Mn era reconhecer.
Se no bastasse o que est no d minie de tol<~
com referencia justica que assMo au Kxm. ht
ftr. Henrique l'ereira de Liieena. nauta aos a:n:-,
tecmentos de'14 e l, essa pf'flfilVfa *. i Provincia, em enarcar-so poresonnror a rerda
de descoberta, siria safhcicute para convencer .
de que a luitica e a rati esli an latn dcS- Ex--
Tinto hcrtanV, alHamam is K-mens Sa Pn
rinda.
Mas o jornal a Pmrinria mesmo om na defer
nos tem dalo multa c*s8m conir..pr<>dncenfe'>
tem confirmad.) algnraa ro a que na simplrs-
inento presunip.ao, levad) p.4o esudo de deseap-
ro, rebultado, em tees b\p .Uieses, de qurm e
aelia coiiqilelaineule perdido era su s tentativa'.
Ora, se ( verdade qne o adversario deiendi-
principalmente pelo lado mais volaara***, pfW>
lado em que urna denota d<>sf..-l> em naw ji!anr
e portante procura a todo transe, salv.ir o mu
canliar de Aehilies ; e s bomens do j.>rn;*l a l't<
vincia nao cessam de fallar e negar que >, ja ,-xm-
Ut torera elles sib o pretexte da qim.Is ^neUmv
retifiotii, oaanarMa, tendo ca vista Hm pew
para se einniellerera os beta de l\ e 10 de ma
logk-o que esse grande incoraniodo e irfan *
l'iov.naa em querer dcM'azer a verdade ds far-
tos, revellada por ella mesma, que esse Micessai le
irabalho cm rabater a narracau qu fez apn-si-
delicia da prvvlncia cm- eu oflicio dirigido a
Kxm. Sr. riMoade do Itio Inaca, provnra que a
mearna prvWaacia foi exacta no que narr->n.
Se ji a Prorincii contestou ter bavid rolilxi
no caso e se appellou tiara os bjMta dista w-
pilal, liara que est t .dos os dias motar a nm-
ma historia as mesinas pessoas f
Talvez nos digam aue nao escr
para os da capital
Mas a isto respondemos que oque j di-se a
Provincia o os dentis ergios da op|>osicao i d<
unirs provincias, por deinais siilflciente par., a
defeza de urna causa que por ventura fosee i-.;sti
0 que significa esa repelieao da mesna cou-a
por diversas palavras seuao a conssiu de um
crirae ?
Ksses sopbismas serveriam para encobrir a ver
dade em outros casos, mas no de que so traa
nao ; porque a verdade ja e^t eila a limite.
Se fosse mera conjetura o que dis-e a presi-
dencia, se o directorio nao tivesse no dia 18 a
sumido a responsabilidade dos tata nw.nif-:.
mente, cu tao sim leara algum effoito M ron tes-
ta ciles da Provincia.
Mas aceitar a res|ions.ibilidade dos facto, decla-
rarse manJante, e ata aceitar as cunscquenclas
que natural e lgicamente decorrem d'.ihi, s a I-
gica do-----burro !
O que se dever esperar de tees lunieni. sen*.
coiitradicoe que in.iis agirravain a sua rikmjll
Era sem duvi la mais acertado a Provincia e*t
lar-se, do que e-tar a martyiisar a si propria &>o>s
os diai.
Pensara por ventura que rom taes artigos des-
concha vados e rontraditorios bao de arredar o>
s i inmensa, responsabilidade, a que MMn
no dia 18 de maio?
Pensam que o vellu Figueiredo am o seu mrve
so ossalvou?
Eslao engaados, e disto devem ter cert.-za, por
que se nao a tivesscni, nao esterian a apadrinhar-
se com tado e cora lata, e al cora o tnagnijkr
Adobm de Albuqucrque, republicano, rujas aza o
Pindab\ba de Mallos corten I
Que fossein c insultar as eutranbas do hrito Ra-
ma, antes de dar ura passo tao arriscado f
Que pedi>sem primen o que todo ao Braftafc
Jos Antonio de Figueiredo urna dislinccio entn-
poeira e povo I
"ra vejam como sao as cousas I
O Dr. Figueiredo manda eserevrr no artigo <
fundo do orgao a Provincia, que aexpressa. poei-
ra por elle embregada na cmara, ta re.re ars
aesordeiros. e nao s massas populares ; ma <
poeira conforme ensina o pedagono Figneir^oV
ijuer dizer os desordeiros; se os que se reuniram
no pateo de palacio para rontinuar a platicar o
neta do dia H de maio, caso a presidencia nar
manlasse retirar o< jesutas, sao os desordeirt
como e>tao reconhecidos, c|aro est que o jornal
a Pr vincia nao deve abracar a cansa da poeira
Mas se temara o partido da poeira, que qner
dizer, como ensina o velho Figueiredo. desordn-
ros, n*o devem queixar-se por ter o Exra. Sr. prr
sidente confundido-os cora os desordeiros.
Que pedissera primeramente ao milafrof
Figueiredo urna explicafo a respeite do pov-.,
para nao se misturarem com a poeira I
Queixem-se de si mesmos.
A poeira.
A agricultura, raiumrrcio r
Ose*.
LEIS SOBRE O ALGOD.lO, SEIS HMHflmt(M
OU MOTIVOS, 0BJECT0, F1XS E MEIOS I)F
FAECUglO.
Principiamos hoje concluindo, como nos impo-
zemos a tarefa de demonstrar os meios de excu-
cAo das leis do algodao, como presttbeleceinos d<
artigo ameror.
Prometteraos analysar os modos praticos de exv
cutar essas leis, segundo os termos do art. 4C da
lei n. 1,113 de iunho lindo, que antorisou o presi-
dente da provincia a dispensar a inspeceo mesmo
fa:nltativa c a repartteao offlcial.
E' o que vamos fazr preferindo aqudle que se-
gundo nossa opiniao rcalisa de modo mais efDca/
os fins da lei.
Um dos meios a verificacao do peso do ako
dfto as entradas da cidade.
Esse meio praticavel e tem vantagens, poden
do ate facilitar o servico da companhia destinada a
cnndnzir carga e que est em va de prestar barato
e com modos transportes, arredana desta impor-
tante cidade o trafego de centenas e centenas do
mallos que trazera o algodo do centro desta nro-
vmciaedo da PaTahyfta. K
Offerece entretanto tal meio o inconveniente >
demorar algom tempo o conductor do algodao na
entrada da cidade, em lugares onde talvez nao se-
ja fanl vigiar todo algodo que entra, e tambera
abriga-lo em casa eftberta e esparosa (tmnic (
invern emquanto se pesa.
Alm de muias vantagens porem. o agricu'tor
conhecena logo o ieso real do producto que vmtu
vender.
O outro meio qne nos offerece as leis para na
exeencao consiste era verificar o peso do aleodv
nos arrazens particulares.
Esse meio ignalmenie praucavel, abtiga da
rraud; o agricultor que sem duvida podera calcu-
lar fcilmente o valor de sna moreaaerla.
Demanda porm, esse systatt de exeeucao
grande pessoal para distribuir por tolos os arma-
*ens particulares, coavindo nour, qne aignns de*
que se iiopoem lei, podem cauar serio* emba-
races an ?ervico i intuito de deeaerediter a na
ejecu,-ao.
fra do teda duvida no nosso atender qee
cossar o rigor que este omprogou, c recorv-
en
tas cireumstanela* e elementos que administra


(/
1
J


/
V



PV

;16 eabe apresar enviudo as cimipetentes rc-
particue* ou |r>|^jf (^B.iaRyato;j dados e,
>'ilatorys existeuLcs.
ffatre.tant o promuiciama-nos pe)a vjrfica50 da
fio la algo a$o coi podios certas as bairr
rito Antonio e d)j Kedfe.
ftfles d> subido valor aconsclham a prefe*
nmrla tresse meio de execuco que previo aiel. '
P assfra qa era ditas bairros ba potitos do om-
tarque. arnzens espaeosos e outras condieries
materraes inaispensaveis ao desempenho do ser-
vico, estatuido na le.
Os conductares do>! algodao, caso* je demoren),
afumas hom (itam ho- centro da elda le e na
prara pateffttniijrVn a vendae ageniarem qual-
quer outro negocio eoiuo de compras, ou eucoin-
mendas, fieles para a volta, etc.
O algudio, ao menos na estacao invernosa fic'ar
Avigi'Uncla uas. entradas desse genero e a Asea -
i oiDf;p4raaliaaexei;:i;adaIeser^&ser-
Mathias
Cavalcante de Albuquerqucil toj do ris tarara 'gasto ejn u/enarar os ulanos
ftnilcWj 1 \ J soImoiq, iaaU 4 cesiffrU* Jlt^anifcfcttplnto
grande, mostrando caa casa quintaos, pocos e ou
rruda.
. BKBft ,
^*Rpp?Shh^^ldmeiro.
>r>tnfisaitllattuui!
3*E
C(
Cids Je niocLi mais seguro, e efllcaz.
Efinalaieuta alm de nutras Yantaron* .geraas
>> que eaijiricgam a franje uao poderao niara-
car o servio, coma por ventura aconteeeril se
(ase elle feito om cada annazem particular, oxigin-
do medidas mais forte* de execueao.
Uesia-nos resolver um ligeiro incidente acerca
da natureza da repartidlo ou empreza que lleve"
Ser cacarregada do servico.
' Sem hesitar diremos, que qualquer reparticao,
u empreza ou contratante poderia. desempenhar
ftem o servico na conformidade do regulamento
(to se expediss' ou conlrato, celebrado ; mas por
tfelo le empreza ou contrato offereceni-so vajra-
gens e facilidades quo podem, faltar ama repar-
jco publica propriamente dita.
Amjiii que ue precisa demonstrar o faeto de
se entender seuipre melhor "om o commercie qual-
quer empreza, que nio. una estacio publica ou
empregadis com o mesrao carcter.
bMn* ou aouella podem servir para liscalisar e
velar pela fijJ o^serwheia^do eontwto.
Accre,see o'utra faVio nao menos valiosa para
preferir u servio por oinjiroza.
A repartifo precisara pessoal, cuja retribuieao
Bao fcil usar desdo logo como spria indispon-
savel.
Seria mysler igualmente a acquisieao de arma-
iuiis a trapiches, etfljs alujraefe sai avallados e
k poderiam ser empreados no servigo essencia
decretado na le.
Exigira einfim entras condicoss materiacs de
estabeeeimeiito, quo multas vezes sao oblidas eom
iiiaisfanlidiile e haraleza pe!o osforQoda activida-
di e experiencia d^s negocios peculiares do utnou
alguns do que pelo governo muitas vezes obriga-
que precisa.
Isso iiie deixamos dito nao precisa ser longas
mente demonstrado, o que se ve o observa todo-
i>s dias.
Abstemo-nos por issi de repetir ou meirao des-
<;iivol\i'r o qu.inl> temos dito acerca da execucao
Parece-nos bastante o que temos expendido.
Assignalamos de mulo claro e positivo que as
fraudas o abasos inveterados ao commercio do
nlgodao deram origero as leis provinciaes respec-
tivas.
Apreciamos o seu objeeto e constatamos os seus
lias no plano dos tripliees interesses que advoga-
1U0S, especialmente do fisco.
DemonstrarQOi nessa occasio tambem a analo-
entre as eslaco.'s liscaei geraes e a urojecta-
iluael da ItucUa CarvaJhu.
Francisco da floeliajlluedes.
Jos Carlo da, Cnnha.
Pranci>co AnronlDfe Meira Lima.
S. I, da S. Guimarie!.
Thon Joaqulmda VeigaFigueirfdo.
Joaquim Candido da V&igaFigueiredo.
Antonio Ignacio do Nasoimonto.
Jos.} Genuino da Sifva.
JoaqufmSouza Cirne.
ABansd Uenrique V. Barrito.
Monocl Vicenta da Costa Pereira.
Ludgera de Paula hiaia tima.
4oaquiin Jos de Saijta Auna.
Thomaz Jos da Silva
Francisco de PaulaUrbano.
Manuel do Naspimerrto Carlos Vital.
Pedro rvolasco de Parres.
Antonio Pereira ndrade Lima.
Joie Cavalcant Simoes.
Jaehitho Santiago Ramos.
Jos Pereira da Voiga Nograo.
Jos da &lva Maia,
da roparticao ou empreza.
E" incoutestavel quo se aquellas tem o direilo de
verificar o peso de mercaduras para arrecadar
impostas, a provincia assisle igual para o fim de
garantir a boa liscalisa renda.
Leuibrareinos de passagem que a empreza da
eapatazia da alfandega offerece um perfelto shni-
U da creado das leis sobre o algodao.
Explicamos finalmente neste c no penltimo ar-
tigo oa meios praticos de executar essas leis.
<\s effeitos naturaese certos que da sua e>:ecu-
(Zo bao de resultar naopoderao desde ja ser com-
putados en tanto on quanto, mas bao de ser b -ne-
i para os agricultores, moralisadores para o
eomnercio, e eflicacissimos para boa e regular ar-
re.-adaejao e fisoalisaclo dos direitos de expor-
t.vao.
E' fora de du vida que conve;n por todos os meios
dar incremento e animacao cultura do algodao,
que constilue um dos principaes productos da nos-
M avuura.
Se isso depende da provincia e de seus legisla-
dores e governantes fagamos votos para que sejam
miadas todas quantas medidas |Kssam impedir
O deflnhamento deesa industria que luta com a
falta de bracos, difficuidade c caresta de transpor-
tes c procos baixos e oscillantes nos mercados im
portadores.
E' ileploravel dizer que una verda le haver
res no interior desta provincia e da Parahvba
onde nao cultivado o algodao, porque importando
em muito os gastos da produccao, nenhum lucro
deixa ao productor.
O commercio por oulro lado ganhar com pro-
videncias moralIsadpras como as de que nos oc-
.;. unos, que dar s transac;5es cortesa e segu-
ii.aque so existem no commercio licito, nico
que inspira confianza.
O fisco a seu turno lucrar com arreendacao as-
ida s bre bases exactas e liis e oio sobre as
ncertesaa e prosumpedes que tem originado o de-
erescimenU da renda"
Desenvolvida a producto, restituida ao com-
mereio a plena eonfiaoca que nao existe nastran-
saecesdo algodao, lgicamente econmico que
a fazenda veja o crescJroeiito da renda por dois
(actos : augmento da producjSo e do valor real c
efoctivo dos productos ; sem contar com completa
.e.* dos piejuizos resultantes do actual sys-
i ..i de arreca.laco, segundo a verificacao do
peso do particular interessado.
Niio aventuramos propusieres duvidozas; ao
e ntrario emittindo a oossa opinio, esludamos as
Jis do algodao luz do> lacios quo curroborain
O D julgamos nico e effcaz.
Outi'us poderao com igual estudo deduzir tul vez
coii-equencias diversas, e nao seudo possivel que
a faca com raso avista dos^elementos que reeo-
Ihemos para o presente trabalho, resta-ms pedir
qae concqrram comas suas ideias e por v^Wc^e'nrmuadTwaVnSri^ paraa'ia-"
experiencia e conhecimenlo perf-dto dos negocios
da provincia, no tocante especialmente aoe nte-
res^es da nossa fazenda to seria e gravemente
<: iinpromeudos em proveito de pone is.
Temos dito tanto qunnto i bastante para expli-
' r i nessa epigraphe.
He iiiliecemos porem qu9 nos corre o dever de
contestar o que nos for opposto contradilando as
nossas observa .oes, uma vez que o sejaem termos
a.-.vaveis.
-N lissimulamos tambem (po um estado mais
a profundado da questao e dos fados variados que
a e;la se prenden) pode trazer idoias novas ou o
de- -iivulvimento de entras j expostas, o quedeve
ter publicidade.
Finalmente niio deixaremos de dar igual destino
a outros factos que devidamente commentados
10 anda luz questiio se mais luz -preetsa
para tomar clara, o que j nao pode escapar as
vistas dos mais ndifferentes e desatientos.
Esees factos a que allndimos nao sero vagos e
duvidosos, ao contrario sero plena e cabalmente
c instalados eom testemunlios insusyeitos e pravas
irrecusaveis.
As declaraQoes o:!as e exaltadas se apparecerem
as doiitrioas sopliisticas, os principios falsos, e
fados bascados em circunstancias o condicedes
duvidosase problemticas nao poderao apparenlar
oiitra verdade.
Em todo e qualquer caso o peior effeilo moral
r'cahir sobre ospalronos e defensores dos inte-
r jsses de poneos a custa dos de outras clases e da
>>ropria provincia.
Voliiiremos uorianto ao asumpto.
Recife, 3 de jnlho de 1873.
SMfo,
X abaixo assigaados damos nossjs igitoted-
mentos ao colleclor interino da fazenda geral la
villa de Seriuhjem, Libanio Prezidio de Carvalho.
pela maneira digna com que se te n portado no
exercicio do seu emprege, tratando & todos com
urliani lade e dellcaeeza ; e seria ingratido da
parte dos abaixo asignados, ao deixar elle, do t.
de julho doeorrentatinno as func;oesde eoHector
Asta villa de Gamelleira, que passa a pprteueer a
".llcetoria da Esead i, deixar de dar-lhe tostemos
xilia do nuilo que vale eupregado to zoHoso e
distincui, e fazOHi voto* para que ello 3eja recompen-
sado. E os abaixo assignadosofTerecernjsciis peque-
os prestiino j .orna u?tf vV|0'ura & fl>rte o collo-
que, e qu* o? Ji|bJio ijalBa rlituierar eapro-
vetar lio bom empregado/
U de Gamelleir inlio do 1873.
J na Pvi Ir) Ve.llozo daSilveira.
, l(t ,J *ftr00o de ndrade Sirva.
\*Sto-i*r* ^Ibuquerquo.
Martoel AMMU iu?.a-
Joao Henriqaes da 8va-
J.uiz Jos da Silva Ramos,
liedle IlrMuu^e < oeiipniv.
Tenloo governo publicado oficialmente um do-
cumento com o,ty&;ljiMfo d j rio/ac!) Jo
contrato du compimhltt Recte Drainage-pelo Sr..
Kolwrtu Wiugaid, do uieu dever como gerente.
da dita compunja, faser a seguinte dedaracao.
Roberto Wwgard foi empregado peta aecift
Qruinigea* qualidade de apuntador na eta.;o d
eoinpiiuUia em Fora de Portas. Foi una vez preso
pela poiina per tor seduzido una menor iilna da
pessoa em cuja casa morava. Foi por espajo rjej
um auno cncfnrgMo^aTVvaikin dos enca-
menos, e de atttnier as reoktinJKies dos proprie-
larios, mas desptdiJ* (lejte(ftrvH em consequen-
cia de negligenfllar lisias Ar^ates.
E' quasi dusvucessari KeiEpe aquelle lio-
niem nenluim conhecimenlo tem de obras de es
goto alem daquclle que adquiri durante o lem-
po quo este ve ao servico da companhia.
A prrmeira declarayao feita e que difflcil ou
inipossivel col locar canos eom a inclinado marca-
da no contrata, e elle diz que os declives nao sao
sulllcienles
Minha resposta quellei que sabem como se
colloeam canos, o qiis este homem ignorava, 6
que nao ha diihculdade algnma, e que cm Ingla-
terra todos os dias elles se colloeam com inclina-
cOes tres vezes menores do que as referida*.
O segninle um extracto do relatono apresen-
tado ao Sr. conselheiro Paranagu, em setembro
de 1865 e que o induzio a estipular estes declives,
a Estas inclinaQoes dariaui uma velocidailo de lo"
ps por minuto mesmo quando o encauamento s
estivesse metade chcio, e esta yelocidade removera
at pedamos de lijlos e outros materiaes pesados
que por qualquer accidente all se introduzissem ;
como qualquer pessoa que entenda de clculos
pode por si inesnio verificar.
Que na Europa usual o collocar os eneana-
mentos pelas mas com um cano ramal para den-
tro de cada casa ; que esta companhia tem levado
os seus encaoaineuios pelos quintaos e por deVaz
duS predios, e que islo fui feito por motivos de
eeouoniia.
Mmtia .resposta qup em todas as obras novas
de osgoto na Europa os canos-at onde possivel,
secollocados por detraz das casas, e nao as ras,
e as razes do assim se fazer sao obvias a saber :
1." que sendo as latrinas geralmentc na parte
de detraz das casas, se o encanamento fosse na
ra o caito teria de p issar atravez do toda a
dasa com grande inc :nimodo do morador e com
damno dos alicerces.
- Que quando bouvesse algum catujiimenta no
cano que precisasse de concert o inquellino seria
smente incommodado.
.3, Que sendo necessariamente o cano limito
mais compndo teria de ter muito menos inclina-
ao, e por isso mais fcil seria de entupir-se.
4." Que nao s na collocaco dos encmamentos
como tambem nes concertos dos mesmos o trafico
das mas sem interrumpido com prejuizo pu-
blico.
Que o canos de ferro dentro das casas nao se
galvanizados.
Minha resposta que estes canos sao esmaltados
pelo processo patente do Dr. Augus Sniith, e um-
versalmente adoptados cora preferencia aosgalva-
nisados sendo muito superiores e muito inai d s-
pendiosos. Esles canos sao perfeitamento prote-
gidos de toda a oxiJajao e estao to perfeitos
il.i'pii a um secuta como cstao boje,
Qe os canos sao muito estreitas e por sso se
entopem.
Minha resposta que a experiencia prava que
es canos maiores se entopem nanitas vezes mais
do que os eslreitos, sendo a razao pie nos
canos c.-treilos, as materias enclieudn lodo o cano
a agua por detraz empurra tudo c o iimpa, em
quanto que nos maturos, a agua escapa polas ma-
terias, deixaudo os depsitos gradualmente acu-
mular-so at que do todo lica entupido.
, Como a companhia tem que conservar os enca-
uamentos e app irelhoi em astada de trabalhar por
30 annos, sem duvida absurdo suppor-se que
para econoinisar alguns vintens no custo dos ca-
nos (sendo o custo da cdllocae i o mesmo) collo-
casse canos snsoeptiveis de entupiren-se, tra-
zendo assim sobre si voxaun's e despezas cons-
tantes.
E' um facto bern notavel que emquanto a lava-
gem dos encanan utos foi cao/Jada a este hoincm
eslavam elles eontiniia.lamente entupidos, e depois
de .-er elie despedirlo nenhum ene mmenlo mais
se entupi, excepto por algunia substancia solida,
npropritneQte ntrodnzida. Por farpa que se al-
gumas pessoas batan lampas de bulles, camisas
ou vestidos e substancias enalbantes dentro dos
canos, cortamente se entupiro.
Que sao precisos dez d.as para a hvagem
dos encananientos o que um intervallo muito
longo.
A minha resposta que Pernambuco a nica
wtrMatcie.,
T
lu^0SSf;dL'4J*k>*a<,es;era ",nuir n|Banoo OommeFeial de PcN
jjgado honleui do Ris de Janeiro, s;
jira vi e^le documopto uu^ considero do
lengftcio para a coiupanfia, porgue prpva
"pela0
vagem de todos os encanamenlos, que esta provi-
dencia na verdade uma precaugad extraordinaria
tomaba para conservar os encanamenlos livres e
se 03 habitantes que se serven das latrinas nunca
lanc.i.siMii nell is substancial improprias, alavagem
seria desnecessaria. E da ficto o lempo gasto na
lavagem, sao cinco dias e nao dez.
o ie os canos d'agua sao do tamauho insufli-
cienle.
Respondo que a sufficiencia dos canos de-
monstrada pelo facto irrespondivel que a quanti-
dade d'agua que elles actuahnento supprem cer-
tameuU cinco vezes matar do i|ue aquella que h-
beralmenie pode ser gasta pelos apparellies, o que
a experiencia no- districtos do Recie c Roa-Vista
prova ser exacto.
O que real que devilo negligencia dos que
se scrveni djs apparellios, mais du 73,000 litros
por hora estn corroudo em desperdicio no dis-
trito de S tul o Antonio e S. Jos smentc.
Logo que osles apparclhos estejam em orJem co-
mo liu de estar deulr.o em poucos me es, elles se-
rao eotao urna resposta concluiente dada quelles
que persislein om de.larar que os canos d'agua da
companhia sao de tamanho insufllciente.
Qu os apiar.'Kios asados pida companhia sao
incapazes de trabalhar Den. e q eiero do ser
substituidos por outros.
Recpondo iftic sendo todos os apparelhos fabri-
cados pela mesma pessoa, o fabricante mais afa-
mado de Londres, I sendo idnticos e trabalham
porfeKamentn no Itacifo o Boa-Vista e tambem
grande numero'em Santa Antonio, ejiqr isso nao
pode haver defeita nu principio d* sju construc-
co; cono tambera se evidencia do segrale., in-
dependnat lestsiUMlia recebido pelo ultimo va-
por de Inglaterra quanto a maneira porquo func-
coiiam estes apparolhos naquelle paiz.
Sr. Knighiley, architoclu muift conhecdo, diz :
Tenho prazer era testemunliar que os 5'Jappa-
relbos do (Lars pitjnte) fabricados e quo eolio-
quei as Jludel Loigiug Houses em S. Luke Lon-
uie.s, funecionam perfeitamento send >, o apparelho
muil) simples, e nao sendo tacis de se desarra'n-
jaren. E outro do Sr. Underliay, o fabricante
mais experimentado do mundo para appareihos do
latriiii ; diz elle : U- apparellius automticos de
(Lars palentei contiderj-os expressamailte adop-
tados para grande prossao, e supiirimenlo d'agua
constante, sao rmiita simple S fcfcis de trabalhar
o nao se desarranjam eaai ta'ili dad', conservadlo-
ad Jimpj*s.,
Tanno um delies clillocado em minha fabrica ha
dus para tres airaos c ha milito* collocado cm
l.nndrde c suburbios que ten satisfeito perfuta-
mente.
Da allusaa taita qiwnto aos plano piecso^ 1
(contrato, suppuiihj deduzir-se que neiiiium plano
fui feito.
Em resposla posso declarar que mais de 50 con-
'
...oslipp^nsbtnestoso.sist
ra^ao de (lueixa lia contra a maneira, pela qual lem
a comparUMiCu^npridu o seu contrato,
ReeifeTleTuThoJeftjl
Hmy Laic.
Ue*|m(u tusar. 1'rMiivelueOui-
llierssae de Aaevede.
' Irdia 3 de 'fevereirp rteste anW,' respond a
um aaonymo publicado na Proei'nc'i (pajtel) sob
n. 39, nessa minha Tseosla procurci defender-
me das falsa* arguic&es que me rmlia o incimae-
HdenuBciadnr.
Todava, cunvidei a esas i|uidam*que tirasse a
mascara egra comquearditosainejUeeceiillava a
toidiondez de sna maaehada vida, artra de que con-
renienvstaente eu Iba pxxleaae respaadev.
Deixando cabi a nttssMa, ais aapajreee nu re-
torito peridica o ame do i;KLrjni-ticj Franjeri-
no Guiliierme de Azeredo, asugiianto-se em um
communicado, Albo de suas aWevalai intencoe.
Em dito coniraiinicado. ou aranzej, o Sr France-
liho vomiten um acervo de nieiiiJr4ssusteidapJi>
arada aquellas mesuias prpoiicodg passadas.
i) Sr. Fiaucdinodeps fawr Huuy^(ep,4lar a
verdade, e nao consinta que os seus amigos pol-
ticos vendos eos esertotos, lednm em sea oartc-
ter a inferaia a a mentira.
ContrlRta-me proftiixlainente ver que o Sr.
Francelino nao aprecie as qualidades de homem
do lii'iu, e que o moco anda toaba perdido o pundo-
nor a pinto de declarar-me arbitrasio e vwlrmlu s
porque em qualidade do delegado umaitoi rocrutar
a Beilaruimo itoze#ia da Silva, causa piucipal da
l1 A outro quaiipia- faria corar d vergonlia, alfir-
mar que a prisao dellellarmino foi filha o.odto e
do despeito ; e que oditorecruta era IHho de viu-
va honesta e uiijsotar(in*.ode s|a|rm.
Que conscienfa ela*ica I! f
Se o pru-parwe w* fcente fVirreira e o ex -
subdelegado bomlngos Ferreina de MaceUo, sea B-
Iho, se prestaram a dar attesiados que robustoce-
rain os seus aleives, porque anda estamos na
poca era quo as suas aafarrices de valenlao io-
felizm ule acharara abriga estas, maltas ; elles
quo virara o Sr. Franceliiw urnas vezes, arrancan-
do a foiv.i o chapeo a um moteo, negociante de
fazeudas morad ir em Pao-Ferro ; outras vezes,
esbofeteando publicamente a Jos Sverio da Sil-
va ; outras vezes, dando tiros de pistola m seu pro-
prio lerreiro, ameacandi c assombrando a popu-
lado : eisa raza) porque estes senhores nao he-
sitram em. assignar-se em um papel, que tanto
dcsar trazia s suas pessoas.
Que infamia Sr. Francelino. Que procedimen-
lo I Como, pois, ousa allinuar ain la que estes at-
teslados sao verdadeifos ? Nio v que isto ign i-
minioso c que o ferrete da infa na se imprimi
em sua face ? Alm disto, por motivos pouco
plausivei o Sr. Franeelino desgostou-se oiilr'ora
do Sr. Boraiiifos a ponto de escrever sua fami-
lia dizendj juie u ditoSr. aigos psoflurava as-
sas>ina-Io, dingindo-lhe entao carta* offensivas.
Rem presumo, que elle anda as conserve como
lembranea daquelle mesmo com quera boje esta
liKf.do. Apenas posso'dwer que vi e li asearlas.
D'ahi se- deiuz .que, ou o Sr. Fr.ui'elino co-
mo pens destituido de senlimentos de homem de
han, on o Sr. Domingos recelando suas bravatas,
procura tudo esquecer a fim de contrariar-rae, pois
forcoso conessar que o Sr. Domingos nao me
vota amizade.
Inda toncara dizer o Sr. Francelino que re-
crutei a Antonio Rosas, e que nao obstaste ser
casado o fiz seguir, dando por lestemunha deste
facto a Ciementiiio Accioli, que alem de nao me-
recer importancia alguna no termo de Pauellas,
meu ailversario.
E' calumnia dizer que houveram tiros no cerco
de quo falla o Sr. Francelino.
E certa quo mandei cercar a um grupo de la-
droes de cavados que se agglomeravan no lugar
denominado Poco Compridi) as irainediacoes de
Quipap e S. Renedcto, e entre esles havia um
tal Antonio Roberto que all procurava homisiar-
se ; e se o Sr. Franceno quizer certificar-se di-
rija-se aquelle carlorio, onde ver que os taes ho-
incns nao batan sido encontrados.
Nao eren o Sr. Francelino que com semelhan-
tes ardis mane ara a minha vida publica ; por-
que me ulano era dizer-lhe que nao tenho o seu
carcter o nein represento na minha politiea um
papel infame como o seu ; visto que sendo o Sr.
Francelino liberal como diz, recebe favores dos
conservadores mais conspicuos desta localidad?, e
alm disto para marlyrio dus prui'essores deste
circulo delegado lilterrio, fazeudo diSl'arle um
jogo vorgonhoso com o cargo que execrce.
O orgulho do Sr. Fraucelino para com os pro-
fessores chega a tal ponto, |ue no lempo era qne o
Sr. Cyrillo aqui estove, o delegado Iliterario enten-
dendo que o respectivo proessor nao lho havia
feito aquello rendez-vons sua alia pisieao, ves-
tio-se militar e dirigio-se a aula publica, e all
passou uma solemne reprimeuda ao referido pro-
fessor.
Que ignorancia I Que fofo orgulho I
Subslituiado ao Sr. Cyrillo o Sr. Torquato Lau-
runlino Ferreira de Mello, moco que tera sabido
compenetrar-e dos deveres inherente ao cargo
que exerce, j como empregado publico, ja como
homem particular, e porque as mu qualidades o
tornan recommendavel para coraos amigos, o Sr.
Francelino entendeu que devia constituir-se fia
gello do respectivo professor soraento porque o
Sr. Torquato se digna ser meu amigo.
Que baixeza d'alraa I 1
Que minenlos vis I 1 !
E' assim que o Sr. Francolino levantndose
gallardamente do po em quo o cynisiuo o ten en-
volto, S3 alardiia de probo e generoso ; pocen de
coraco Ihe digoperdo-te porqae s idiota.
Quipap, 10 Je raaio do 1873.
izidoro Ferreira Botul.
nambuoo.
coalra I.ottJros, Lisboa u Voitu
por todos os paquetes.
cjilfa-fgt>
Capital.
Fundo
000:0005000
000:0005000
gvntes,
Mills Lalhain&C.
KVA n.V CR17 N. 38.

COJSTOilGO.
A coirippa|bw U tios.U \nwi:\, tuina seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fugo
om edificios, inweaiiorias e mobilias: na
ra k Vifario n. 4, pavimento terreo.
SEaROS
rn' -F0G0
IMPERIAL.
Kim do a>Miiaaere 11. SH,
iM'sro andar.
JWS> 3 a J,vqs A C. .\lodoa 1 rol/
,4, Mfl4eiws,nego, i a.Cacvalbo liuima-
rtiesiifcC.
Perfumaras 1 caixa a Basto (Riveira !|
e-. Papel 1 cju'x^a Wal/redo "Sauza, 14
a Bernardo Res.
Lorga, i^ a J. Costa, 23 a BelVo 4 J-lho,
39 ordfirn,,, % t Turpin, 6 a J. Alv4ts C.,
30 a M. Uocba&C, 3 a Kpjler iv ('..
Ro has 4 farilosa E. Turpin.
Ssnlinha 100 c.iixas ordem.
Tecidos 2 volumiij a Craoier l'rey, i a
Flix Cautalice, t a Lopes Machado * Adriano C. de C, la Corroa de Vasoon-
ellosi 1 a Monhard & C, 1 a Gnimaros
Inno kt C, 2 a Burle C,, 1 a M. Lobo
C.
Vinho24 caixas o 13 barris a Turpin,
20Q djtas e V Jilos ordum, 1 barril a.
Cors, 2 a L. Siquoira, 7 a A. Cha pern, 1
a Cramer, 2 a Rabe Schammeltau 4 C, 8 a
Legere, 4 aos consignatarios, 8 a ieller /
C, 50 caitas a Burle A C, 2 barris a Cal-
das Branda >,la Arfredo ilassier. Vernwt-
le 20 caixas ordem. Vinagre 5 barm a
Turpin.
pri-
W. G,
ente,
'EXNELLY.
Agua de Florida d Marra y eLsn-
man. Inteirainente dilTerente generalidade
dessas intituladas aguas de cheiro e estrados de
esencias para o toucador, as quaes nao sao mais
que meras issencias aromatisaJas; este rico e
delicado perfume um cosmtico excellentei e ao
mesmo lempo possue a neeessaria virtude de ser-
vir romo um grande remedio externo.
Diluido n'urna pouca d'agua pura, torna se urna
excedente e agradavel lavagein para a pella, re
movendo toda aspereza da pelle, maculas, crup-
Q09S, erapingens, sardas, etc., tran?miUindo era sen
lugar uma clara c mipleico, rosada e linda, mne a
e fornosa. Applicada testa 011 onles. dissipa
dores de caneca, previue des naios e verligens.
dandi una nova vilalidade refrigeradora ao espi-
rito ; empregada como uma lavadora para os den-
tes c o rosta (mando diluida em agua) de uma
aromtica fresquidao sem igual assiui como serve
de suavisar e mitigar a ardencia da pelle depois
que se haja feita a barba.
Oleo puro mediciual de ligado de
uacalhu", de Laitiuau & Kciup. Tosse
afflictiva e fatigante. A tosse o signa! pre-ur-
sor do pengo. -e para logo nao se alalha, mais
tarde ?e toma Inruravel. Com ludo, existe um e--
pecilie precioso para os pulmSes irritados e abala-
dos pela tosse. Este o oleo de tigado de baca-
laao. Porra esto remedio ni. de ve couter mis-
tura algnma. Perguutareis lalvez, onde se potara
encontrar, nosto secuta de adulterado, urna pro-
parado semelhante? A respo-ta -nao a nossa,
mas sim a da faeuldado medica -< que o oleo de
ligado de bacalhio, do Lamnan A Kemp, oxtraliidt)
dos '.: idos frseos, e eflorecido debaixo da garan-
ta do seu noiue, como pretende se-ta, absoluta-
mente puro. Seus effeitos, se acha coraprovado
.ni centenares de attestados, demonstrara saa ox-
ceiloucia po(<|uo os otaos diluidus e alteradas nao
teem nenliginas qualidades curativas. Su produ-
ten nauseas;'ni'quanto qn'e, nenhuma pessoa.
mesmo nao eslando doente, tomando esta prepara-
cao legitima, au deixa dogantar'carnes, de surte
quo as suas i|ualidaJos natrtftyas so lo eviden-
tes como o a' sua accao njRJi'ciivil. Recoramen-
da-se poi a Indos quepadoejin aaolestias di>e.nnl-
nioes, do ligado ou da garganta, como um reme-
dio j beca experimentado seguro..
Nem
a perda dos denles, ora o datponUr das rugas da
idd Uo elequentCinente f.ilftrai O9 jvanjjir do^
Mflos ifano os eabeltos branoos.
O ViQa>\dO'eqbtHQ re^auea-UVi aerfe tama
vosso exterior mais agradavel para es outros
para fossi prnprla pessoa.
Com vinosos e luxuriares cabtinos, qs estragos
do lempo sao rnu'u.6 ajenos vlsiveis. '
COMPANHIA ALLIANgA
seguros martimos e terres-
tres egtabeleeida na Baha
em 13 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:00055000.
Toma seguro de morcadorias e dinheiro a
/.co martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fora do imperio, assim como
contraj fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente s Joaquim /os Gongalves Beltrao,
ra do Commercio n. 5, Io andar.
Seguro coiilra-fogo
THE .LIVERPOOL LON DON & GLOB
INSURANCE COMPANY
Amonios
SALNDERS BROTERS& C.
11 Corpo Sanio 11
Augusta F. d"Oliveira t C.
A casa commercial o bancaria de Augusto
f. d'Olivoira & C.'., ra do Commercio n.
*2, encarrega-se de eMOttaJio de ordens para
embarque de producios, e de todos os mais
negocios de commisso, qur commerciaes,
qur banearios.
Descoiita lettras, e toma diulieiros a pre-
mio, compra cambines, e saca vista, e a
prazo, vontade do tomador, sobre as se-
guimos pracas estrangeiras e nacionaes :
I.tHidrewSobre o 0010(1 bank of
london (db responsabilidado Ilimitada) e
varias firmas de 1 .a classe.
Pu*.Sobre os Srs. m.vucl'.vud ax-
Olll & 6/P. GIL, e A. BLACUL'li VIGNAL &
C.a BANOIEIKOS.
Hamburg.Sobre os Srs. jo.\o scuu
BACK & F1LUOS.
Ijifshoa.Sobre os Srs. fo.nsecas, san-
tos i V1ANNA, e SEBASTIAO JOS D'AUltEU.
Porto.Sobre o basco si.Ao do por-
to, eo Sr. joaquim pinto da fonseca.
Para.Sobre o banco commkucial do
para, eos Srs. francisco gaudencio da cos-
ta FILUOS.
Maranho.Sobre o Sr. jos ferbei-
RA DA SILVA JNIOR.
Ccar.-^Sobre os Srs. j. s. de vascon-
CF.LL0S SONS.
IBahia.Sobre os Sis. marinuos c.'.
Bio de Janeiro.Sobre o banco in-
dustrial B MERCANTIL DO RIO DE JANEIRO, e
0 BANCO NACIONAL.
Cardtff, barcaiugkut WUch, ofthg Ware,
consignada a Johnstn Patcr & C, man-
festeit :
Carvo 369 toncadas aos consignata-
rios. *
OESPACH^S DE EXP(3RTA6.\> JSODA 5 W.
JULHO DSI*73.
Para os portas do exterior
Na barca ingleza Stnrbinn. par.) o Bltico,
carregaram: G. Neesen & C 73 fardos cora 12,0'*ti
kilos de algodSo.
Na barca ioglea Pegijidoy; para o Canal,
carregarain ; Sirapson i C. .1,900 saceos com
SM,9t)0 kilos de assnear mascavado; J. S. Lo\o &
Fillio 500 ditos com 37,50) ditos d? dito.
No vapor, inglez Zeline, para Maco, carre-
garara: U. Seummettau & C. 2,5'. 0 saceos cora
187,300 kilos de assuear mascavado. Para Liver-
pool, J. S. Loyo & Filbo 1,300 ditos cora li2,300
ditos de dito ; P. 'arneim k C. 18i sacias com
13,921 12 ditos de algodao ; B. Oliveira A C. 91
ditas cora !,U5 ditos de dito.
No navio inglez Fuzilier. para Liverpool,
earregaram : Carvalho t Nogueira lOJsaccas cora
7,913 kilos de algodao.
No lugar inglez Fletvrr O' Moray, para o
Canal, earregaram : R. Schmmettau- & C. 5,000
saceos com 373,000 kilos de assuear mascara Jo.
No navio hespanhol Pnci, para Marselha,
earregaram : J. S. Loyo i Filbo 1,200 saceos com
90,000 kilos de assuear mascavado.
No lugar portuguez Julio, para Lisboa, ear-
regaram : Carvalho 4 Nogueira 492 saceos com
26,900 kilos do assuear mascavado e 30 dilos icom
3730 ditos de dito.
Para os partos do interior.
Para o Itio Grande do Sul, no lugar brasi-
leiro Francisco I, earregaram : Silva Caseao 180
barricas cora 17,900 1|^ kilos de assuear branco e
200 ditas com 8,73fi 1|2 ditos de dito mascavado,
26 pipas com 12,480 litros de agurdenle, 4 ditas
com 1,920 ditos de alcool e 23 barris com 2.400
ditos de dita.
I.APATAZIA DA ALFANDEGA
rlendiineuto do dia
dem do dia 7 .
1 a5
3: 7 8*9
8774872
4:20o*l61
VOLUJIES SAHIDOS
N'o dia 1 a 3 .
Pnmeira porta no dia 7 .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Concei;ao .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarre'gadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 5 .
Ditas ditas no dia 7 .
Navios atracados no trap. da alfandega
\lvarengas........
No trapiche Conceicao.....
0.968
122
97
3(50
1,098
8,642
14
17
GR
RECEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimenlo do dia I a 3 &955s5Sfi
dem do dia 7...... 5:883/352
rom. o abata de 10 e*r rento, nw Rica ta4m n-
itam.
Flores, por anuo......;i:l *M9
TacaralU .......|-79#M
E para constar se manda* (ttlbltear o nreeMkt
pelo jornal.
Secretaria da thraourwtt proviii:iil de Pernam
buco 30 de huilio de 1873;
" Ot^iiaiafc^r
_______________ll-lil A' Femir*-
Edtii 5,
Pela inspectora da tilbifcye faz pnldioa rar
nao tendo sido arremata k mercadoria aMxi.
derlarada. airanuciada a ***> par ediUI a. 2 *
corrate,, por Mita ta MManteej w traaeei* a
masaarrmatarao para dfc 8 as II horas, a
pon desta reprtlae.
Annorn a. 4.
Marca--B de M n. 87 uma barrica viafe de Li-
verpool nonavki mglot FitMln; esearregada em
2 de junho prximo passado, contendo bafoe 4e
nozvomica, pesando IxiuMa k%al 99 kilos, ava-
llada por 'ilili, e abandeuada aos direi|os por
Manoer Joairaim Ptcsoaf" WTi
Alfandega de Pernambao, 5ide julho de 1873.
Milaeaar
___________ Falito A. d CaritaU* Htit
Juizo dos fcitos da fazenda
nacional.
O Dr. Jos.' Manoel de Barros Wan Vrie>. jiu/
sabstiiuto dos feilos da lazenoa nadn.il, ele.
Faee ?aber a todos que este Jen*, t\ue no da
MI do julho vmdonro se vendfrtr im fmt* i-ldie
l.'ste jnizo, na sala das nudiewetae, palas II i. da manha, uma rasa lurrea a.'?, sa i ni i da
Iniperatriz, com 15 palm. s de UratM e r de fon-
do, eom duas portas, penhorada a Frniirieoa Ha
Cortes para pagamento do nae >. a ucenda p*-
blica, e aval iada por 3:0001.
E para que chegae a neNcat a lodos iraodft
passar o urcsek. mm "" """''" r1! T-
prensa.
Dado epassaloies|a eidldji'lo Recife, aos 27
dejnnhode 873
Eu Jos FrancTsCn fl subjerevi -Pagara) aluu.1 o sella..- (h arros.
Barros y>nlericjf.
A cmara muuicipd do \ixitv, jjeread.
testeraunhar do Rio de Janeiro (jnr nao foi de-
balde iuo solioiiun tiesta -niiaicipalidade seu au-
xilio na remessa dos escriptos lucessarios para
formarse e enrkjuerer a biMuaajeea inuaaiipai
ipie lera de fumcrlauar no pala^lb mtimcrpal da
corle, pelo presente convida a todm es aeus mu-
nic'ipes a remetter a esta cmara todos os escrip-
os com qne ententlerem dever an\ liada aftsc
cao paiiioteo,.|u?4o iraadleae empenho. certa de
que os seus municips alo deixarao de acndir
esso appello o desse modo participar da gloria da
referida pul.lii'a.:o
Paca da cmara municipal do Recife, V de ja-
cho de 1873.
Manoel loauuim do Rege e Albeapienpif.
Pro-piv Pedro de Albuiraerque Autraa.
Secrelario.
EGURaCOES.
12:..07/j808
CONSULADO PROVINCIAL
ALFANDEGA
dendimento do dia 1 a 3 .
dera do dia 7.....
183.0HOS227
38:61U527
221:61U734
Dcsicarregam hojs 8 da julho de 1873
Briguo inglez Robert A nderson mercadorias
para alfandega.
Vapor nacional Prapama gneros nacionaes
pera o trapiche da companhia peruani-
bucana.
li|orSacfto.
Portos la Europa, vapor francez Mendo-
za, entrado no dia 6, e consignado a Ha-
rismandi & Labille, iiianifestou -.
Agua mineral 1 caixa a C. Losaua, i a C.
C. Siojpsou & C. A.nostra 1 volume a
Adriano Castro & C. Artigo Jo Paris 1 cai-
xa a Sou/.a e S & C. Ditos de clupellarki
2 caixas a M. Maestrali. litos de culto 1
volume ao collegio la S.ilo l.i.l.- a irma
DanJegne, 2 a irnw Lesart, 1 a P. Cuel-
phe.
Bronze i Klwuo.a C Leclerc.
Cebla lOOjcaijLas & llabello 4t C. Calca-
do (1 caixas a Lyra .v. Vianna 2 a J. Aran-
tes, 2 a Oliveira, Sobriho, l a Siqueira, 2
Qjkleu). Coiisirvas 10 caixas a Miiliu-d
*<;., 1 aos consignatarios. Carne salgada
3 barris a Turpin. Cjitelaria 2 caixas a
WiM ifi -T. QtjchimlK 1 caixa a Bourgard
&i C. Chapis 1 caixa a J. Clirisliani, 1 a
S. Neves, 1 a Mendos Lobo dt C, i a Ar-
ninio Moreira. Camisas i a Amaral &
Molla, 1 a Monde?, Cobo & C, a l.Mesquita
& Carioso. Chalos l caixa a Keller & C.
Caixjj do chapcoo 1 calilo a J. Va-
lencia.
Espelhos 5 caixas nJ. M. S Aguiar.
l:ita 2 caixns a S. Castro A Almeida.
ERUttaso caixas a J. 1'. Paula, Ramos.
doias 1 caixa a Lehmaun Frieres, l a Lo-
pes Machado dtC, 1 llyvernat. Jomaos 2
volmnes a Lailaacar C.
Ltvros, 1 caixn aocoHegiodo Si Vicente, f
a Walfrodo Souza. Lunetas 1 caixa a II.
J. Robert.
Mauteiga 5 barris aos tonsignalarios.
Miudezas 2 caixas a Farjas i lr.v
S faiteo <& Cninn*-
rtendimento do dia
dem do dia 7 .
1 a 3
48:078,567 S
&M9*tt7
34:0086>"i
Navios entrados no dial.
Montevideo22 dias, polaca he.spauh.ola
Mt-rced'le, de 140 toneladas, capitao
Iraiicisco i'abroga, equipagem II, carga
3,600 quintaes de carne ; a Pereira Car-
neiro S G.
Rio de Janeiro1G dias, brigue nacional
Isabel, de 275 toneladas, capitao lote
Francisco de Oliveira, equipagem 10,
carga caf, barricas e outros gneros ; a
Thotnaz d'Aquino Fonceca & C.
Observando.
Nao houve sahidas.
m
O Dr. Jos Manoel de Barros Wanderlcy, juic subs-
tituto dos feitos da fazenda nacional, etc.
Fatco saber a todos que este virein, rae no dia
11 de julho prximo vindouro, na sala das au-
diencias, peas 11 horas da maulla, se vender era
praca publica deste- juizo un* casa terrea n. 20,
sitano lugar dos Remedios, com 33 palmos de
frente e 68 de fundo, bavendfl una uutra casa
annexa, dependente daquella, cora 41 palmas e
frente e 50 de fundo, cora cozinha e eoeiieira, t m
solo proprio, com 280 palmos de frente e igual
numero de fundo, penhorada a Manoel Antonio
Ribeiro para pagamento da fazenda nacional, e
avallada por 3:000*.
E para que chegue a noticia a lodos mandei
passar o pneseule, que ser publicado pela ini-
prensa.
Dado e pissado aos 20 de junho de 1873
Eu, Josi Francisco do Reg Barros, escrivao o
subscreuk
Pagar alinal duzentos ris de sello.II. Dar-
ros.
B
sarros Wanoerle-;
Edita! n. 4.
Pela inspectora da alfandega so intima por edi-
taos de 8 dias na forma do art. 743 do regula-
mento das alfandegas, ao dono das meroadorus
abaixo doolaiadas, appreUeudiuas ua ranina -do
Forte do Maltas na noule do 1. do corrento, para
vir com sua defeza dentro do praio de 13 dias,
sob pena do findo este, correr o processo de ap.
prehensao retalia.
2 pares de oaleas de panno ahaetado.
3 pares de botinas.
H camisas de flanella.
3 cintos de flanella.
Alfandega de Pemaiabuco, 3 de julho de 1873.
0 inspector.
FibiD Jo Catvadho Reis.
arvalho R
esoaVaria
O lllin. Sr. inspector da thesoifrana provra
cial manda fazer publico, ino, era eumprimoiito
da ordeai do Exui. Si', urosidento da provincia de
28 do corrente mez, vjo novaniente a prar* "
10 d Julho. prximo vindo ir
matados "~
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A unta admraislrava desta Santa Casa, atara
dous terrenos i|ue possue uo lugar dos Arixuiba-
Jos, boje Duirte Coelho. s.ih ns. :'.i e 40 tendo
a.pielle 390 palmus a .-le 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar
Secretaria da Santa Gaaa de "dis'ricordia da
Recife, 7 de abril de 1871.
O escrivJo,
______________Pedro Rodrigues le Souza.
DO
BEBEMBE
Nao se tendo eTocluailo a arrematar.i dos
cbafarizes do RecilV, Santo Anbmio e Mou-
teiro, no dia annunciailo, por nao ter ap-
parecido numero sutliciciite de concurrentes,
resolveu a adiniuiatraco leva-Ios novanien-
te a praca marcando o dia 8 lo crrente
para tal lim, que 'lcvcr ter lugar noescrip-
torio da companhia ra d Cabug n. lo,
onde serao recebidas propostas, devcmlo fi-
car certo os Srs. que prcteuJcrem arrematar,
que serao rambidas propostas, nao s em
rolaciio aos chafarizee dos bairros 'o Itecifi-
e Santo Antonio, pugloba!am uto co-uo por
ca la chafariz .1" dilos bairroi ilarg lado dcs-
irt forma o circulo de arraatata^ao ; as bases
abaixoserviro para os cbafarizes etiglobada-
mente, e quanto a cada um lidies particu-
larmente, a arbitrio dos propon nitas, resol-
viiodo a admiiisira;ao conforme jnlgnr ra-
zoavcl.
Bates sobre t- qwut M
BAIKilU iiO rcc: E.
Clial'ari/. o iii.a lo caes lo Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Bruna.
Dito do Forte de MatVw. 19:650-?OilO
BAI11RO BESANTO ANTOMO.
Clialariz do largo lo Caimo.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pudro II.
Dito da na .i> SoL
Dito da ra la Concordia. 23:000100(1
MOY.II'.O.
Chafariz lossa povOat|o. 180-?rt
I'.scriptorio da coapanliia do Beberi!*.-,
1 le julho de 1873.
0 siccrotario,
f.uiz ManoelJl tari i l' :
"SANTA CASA DA MISCRICOUDIA DO
RECfHS.
l'.da secretaria da sania eaaa se f.v puidic >| .>
i -.'iihor ihesoureiro, no naV> da casa dos aaaji
tos, pelas 9 horas da raanha do da 14 to aaaana-
t, fara pagamento das raoivalidailes relativas ..
triines re de abril ajunoo findo, s amas que >.
apresentareni cora as crianfai que llies foram con-
frulas.
Secretaria la santa aasa da misericonlki d.
Recife, 3 de jnlho de 1873.
O esrrivao
Pedro Rodrigues Soaz Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da nii-ericoidia
sao convidados os p. rentes das edu
do coltegio das Oiahae em seguida declarada, as
ijuacsja coinnleiaran asna edncico, para ij.
requeiram ao Exin. presidente da pr. vineTa i -
entrega, em vista do qao resolveu ajuata admi-
nistrativa, do confora.ulade cora o que dispe o i
3- art. 48 do respectiva reglame
Candida las Cnapi t l>i;.nixia das i
gas Coelho, lil ,is dq Vital das Cliagas Coeibo.
Mara Emilia. f
bzuacia Ribeiio, lil.a do Leandro los RiUn ..
Maiia Iguez de ilello, Qllia do Joao Bezerra de
Mello.
liara Magdalena de Mello, lha de Joa lava-
res do Mello.
Valeriana dos Sanios, lilha do Vicente Ferreu j
dos Santos.
liudtcia.
Felippa.
Thereza dos Santos Torre-, lilha d. San-
tos Tor es.
Parge tina, protegida de Maiia Hermenegilda
Machado.
Sopliia Maria da Coaceieao, expt>sla.
Maiia da l'aixo S l'lh
,
ooo^nada^oasadarai
..^- I Baymand
.isarliwrdU do *
i joercadorias, d
-...uia.
.- .uwn', 1 a
1 aD. A. Matheus.
caixa a P. SimOes &
. m 4uora mais der, os inu
caes das comarcas de Ta^^Jl lAt/
oeoiui.i.1-......
,- uu uia cite, 27 de unlio de lo. .
f,ara serem arre-J
il escnv.ui
provm-
.iovcno
^tim^elalugar^sabl.ata

Fliclfoa^o da freguiatJ H
julho



4
Diario fo Pernamfeiioo Terea feira 8 de Julho de 18fc.v
do da 5 do correte : quem se julgar con direito
o mesmo, compare.*, que provando ser de sua
propriedade, e salsfazendo o que dispoe o artigo
lo o titulo 4* da posturas de 30 de junho de
*M>, Ihe ser entregue.
O fiscal
_______;________Jeronyinu Ferreira. .______
Hospital militar de Pernam-
buco.
Precisa-se par fontecimentn do hospital militar,
de Jguiis inedicaDMMw parara receituario* apn-
sentados pelos Srs. Ora. do mesuio esmljeleeimouto.
O* sentares ptiarmaceuticos que quizcreni f->ine
cer ditos remedios, comparepam no da 10 do oor
rente, pela 11 hora* da manha, em dita reparti-
co, altm de examinaren! a relacao dos remedio?,
e estabelecerem os precos por quanto podem for-
neee-Jos.
Hospital militar, 7 de julho de 1873.
0 escrivo
Aveliao Pereira da Cunha.______
Santa casa da misericordia
do Recife
De eonformidado ra o que resolveu a junta
administrativa desta santa casa era sesso do dia
l do corrente vai a praca todo o predio
da ru* do Imperador n. 81, tomando-se por base
a quantia de 1:601 J0OO, maior proco offcreeido.
Os interessados podero comparecer para o lim
indicado na sala das sessdes da mesraa junta pe-
Jas 3 taras da tarde do dia 3 do mez de julho, de-
vendo finar scienles de que alm da renda, terio
de pagar a importancia do premio do seguro, e a
do* apnarelhos e annuidadades da co:npanhia de
liuipcza publica
Secretaria da santa casa da misericordia do
Becife, 30 de junta de 1873.
O esenvio,
Pedro Rodrigues de Soma.
gajado, e para o resto que Ihe futa Irata- ba e agua, portao que d sabida para a ruado Pa
9e cor os consignatarios Joaquirn Jos
Gon$alvos Beltro & Filho, ra do Goni-
moreto n. 5.
COMPANHIA PKRNAMBl'CANA "
DE
!% a vr garito cwtdraa vanw.
?ARAIIYBA, NATAL, MACAO, MOSSOIW', ARACJ.'
TY, OEARA, ACARAUU' E GRANJA.
0 vapor Pirapamn
conimandantu Kon'ppo
seguir para as por-
to cima no dia 13
do corrente, s S no
ras ib larde.
Recebe carga at o dia It, eneommendas, at
li, pasiagens e dinheiro a (rete at as 1 horas da
tarde do da da sabida : cscriptorio no Porte do
Mallos o. 11
Primeiro andar-i calas, i quartos e cozinha.
flugundo andar.3 salas, i qartos,- seto co-
zinha.
l'm sobrdo de dous andares na ra da Moeda,
n. 17, em chao propino, pavimento terreo, primea
ro andar, 1 salas e akovas, segundo andar, t sa-
las, 3 quaitos, sotao e eotnh.
O asente Pinho Borges competentemente AUtor-
sado, levar a leilao >k sobrados cima declara-
dos, por conla c fism de quem pertencer. no sen
escrptorio, ra do Bom Je* n. 53, primeiro
i::Jar, onde envernar leao e darse ha alguns
esclareciincitus sobre os dk** snhrados.
LEILAO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Qiiarta-iira ) de jtilln.
Primera representaejio nesta poca, do excel-
lente drama em 5 actos, original lrancez de
AnicetBorgeois
que tanta acccitacao obtere na eropreza Vicente
A Bahia:
A MENDIGA
(Tradcelo do ador Julio Xavier, j
listlilnill;,<>
Margarida Uerghen D. Manuela
Thereza Berghen D. Joanna.
Leopoldina de Stolberg D. Emilia.
Brgida D. Josephna.
Rosalba D. Bernardina
Joo Paulo Berghen Sr. Flavio.
0 cura Everardo Sr. Bernardrao.
O conde de hendnrfT Sr. Santos.
Zabn Sr. Vicente.
Bobin Sr. Florindo.
Solimao Sr. Julio.
Alcindor Sr. Cmara.
Blum Sr. Mximo.
Joaquirn Sr. Antonio.
Frantz Sr. Philadelpho.
Um Ricial Sr. Silva.
L'm operario Sr. Menezes.
Soldados, operarios e camponezes.
A scena passa-se na Allemanha.
DENOMINARES DOS ACTOS.
!.Crime e sentenca.
1*Fogo do co I
I.*Boubo de crian ca.
V"v," e cga !
*.Aos ps do confesor.
Terminara o espectculo comja primeira repre-
sentacad da joeoaa comedia em i acto:
0 CHOLERA MORBOS
ou
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
\nvcguco costeara a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe, co'm-
mandante Silva, seguir Dar
o porto cima no dia 12 de
corrente, s 5 boras da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, pasagens, e dinheiro a
frete at as i horas da tarde do dia da sabida -
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
C0MPANIA PEJANAMBUCANA
DE
NaveffacOo costeara a vapor.
GOYASNA.
O vapor ParaJtybn,
commandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
corrente, s 9 horas
da uoule.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frele no escriptorio no Forte do Mattos
n. l.
DE
dous buhares e suas perten<;as, urna Iwga-
tella, movis, quadros, fou^a -e' mais
objectos do hotel da ra do Baro da Vic-
toria n. 48.
QUAJITA-FEIRA DO CORRENTE
*Vlo Hcoiile Wartini.
Entrada pela ra de Santo Amaro.
A's 11 horas do dia cima.
LEILAO
SMIMiiM
Williams, pintor
Morihoml.'e, medico
Lavenett, offlcial de justica
Lusirill, negociante .le verniz
e encerados
Daniel, aprendiz
Anna, mulliir de Williains
A scena paasada n'uma ciliada da Inglaterra.
Principiar s 8 1 (i horas.
Sr. P. Augusto.
Sr. Flavio.
Sr. Cmara.
Sr. Julio.
Sr. yaximo.
U. Josephina.
Prepai
em beneficio do
\a\ior
tra-se
para subir brevemenle' scen,
astor
fofo
o excedente drama em 5 actos :
\ repiiblica tbs pobres
original do escriptor fiancez
Lamber* Tliihoust
e Iraduceio livre do beneliciado.
TATM
Santo Antonio
EMPREZA--V1CENTE.
Pacific Nicaiii \<\\0\ n topan;
Ruyal Mail Sleancrs.
Ijitiha quiixcual
0 PAQUETE
UZORNNE
E' esperado da Europa at o dia 20 de julho, e
Jepcis da demora do cosume seguir para o sul
do imperio, Bio da Prata e costa do Pacifico, para
onde recbela passageiros e dinheiro a frete.
Os agentes Wilson Bowe & C, ra do Commer-
:io n. 14.
Espera-se dos portus do sul at o dia 18 de ju-
lho, e depois da demora do coslume seguir para
Liverpool, via Lisboa, para onde recebe passagei-
ros e carga o paquete John Eldr.
N. B. Este paquete, da mesma sorte quo o Ga-
licia, esperado al o dia 1J do prximo mez de
agosto, tocarao ambos em Burdeaux (por orden
da companhia) para onde tambera re:ebcrJo pas-
sageiros, havendo lugar a bordo.
Os agentes Wilson Bowe 4 C, ra do Commer-
ci n. 11.
Rio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo, seguir em poneos
das; para carga trata-se na ra do Vigario nu-
mero 7.
0
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima eom muita
brevidade o brigue nacional Amelia, tcm parle
de su carregamenlo prorapto ; para o resto que
Ihe talla trata-se com os seus consignataiios n-
to-io Luiz do Oliveira Azevedo & C,rua do
Bom Jess n. 57.
COiIK>A\HIA
DE
VAVEGACAO BRASILEIRA.
Porns ilo norte
Dos portos do sul esperado ate o dia 8 do cor-
rente o vapor Par, o qual depois da demora
do c stume, seguir para os portos cima.
Becebe carga a bordo nos dias de entrada e sa-
luda.
Para carca, enc-immendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario n. 7.
Pereira Vianna & C.
_____________ Agentes.
DE
botica da ra do Bario da Victoria n. 30,
pertencente rnassa fallida de Jos Fran-
cisco Bittencourt.
CONSTANDO DE :
Urna armario de amarello envidra.-ada, 1 dita de
pinho, balcao, candieiros a gaz, laboratorio, ba-
lanzas, cofre (prova de fogo), drogas, e mais
objectos perteneeales reerid4 pharmacia.
Urna mobilta de Jacaranda, 1 marqueza, 1 tapete,
. 18 candeiras, 1 candi.-iro a gaz, 13 moldaras, 1
comraoda, 1 lavaloik, 1 estante e diferentes
uvros.
QUARTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
Na ra Nova n. 30.
^ O agente Pinto comprimi o mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio, le-
var a leilio a botica e mais objectos cima de-
clarados, bens pertencentes massa fallida de Jo-
s Francisco Biltencjurt.
A venda dos movis principiar s 10 i\i horas
em ponto, e a da botici ao meio dia.
Os pretendentes podero desde j examinar o
mandado etn poder do mes mo agente.
Para os ladres toniarera
nota.
Tendo sido por duas vezes, com pequeo espaco
de ternpo,, invadirle por ladres o armazem sito
ra do Apollo bh. M e 40, levando semelhante
gente da primeira vez ura cofre, cuj contheudo
mal compensara e trabalho qne tiveram, e da se-
ganda vez tendo os mestnos tr;rbalhado desde sab-
liado at segunda-feira, afim de ahrirem um outro
eafM, sem o c>useguirem, os proprietarios do
dil armazem faze n cenle que anda que ditos
ladres livejSjeiH ('inseguido abrir o cofre, nada
iimoiKrsirkim e nein jstnais etteontrarto oasa ni-
nuoa .iic usiMdrium* 40 trabaUw que possam
t'T. Oulfo wn, fa*m sciente qne sendo dito ar-
iiia/eui rxilusivdmei*; deposito de pei;^s de ferro
macice nao merece a alteuco qji ltimamente se
lera querido dar-lhe.
A pessoa que annunciou no Jornal do Re
cife, procurando urna senhora para reger casa,
cortar costuras, coser, ler e escrever, drija-se
ra da Concordia n. 109, que achara com quem
tratar. Na mesma casa trabalha-se bem de al-
faiate, lava-se e engomma-se com perfeicao o bre-
vidade. Rogase tambero as pessoas que reeebe-
ram cartas para a festa de Joo de Barros a vrem
entregar ou as cartas ou as e-molas.
Lava-se e engomma-se com nromptidao e
aceio : na ra Duque de Caxias n. 32, loja.
Deutscher Hulfsverein
General Versammlung am IS Juli 1873 im Lekai
der Herrn H. Leiden & C Abends 7 i|2 Ulir.
Der Schriftficbrer
Wra Otto.
- Arrendase o armazem da ra do Bom Jess
(amiga ra da Cruz) n. 8, onde esteve estabelecido
Jayme Ryder & C. ; e bem assim o 1* e 2 anda-
res do mesmo, juntos ou cada um separadamente :
a tratar na mesma casa, no 3 andar, ou com Lnz
Amavel Dubourcq, em sen escriptorio, ra do
Commercio.
O abaixo assignado roga a todas as pessoas que
Ihe sao devedoras de contas do sua extinta loja
de fazendas, que teve a denominacao de Pavilhao
da Aurora, ra da Iraperatriz n. 2, de Ihe man-
darem saldar seus dbitos at o dia 20 do corren-
te mez, depois nao fiquem zangados por ver seus
nomes pelos jornaes chamados a virem pagar os
mesmos seus dbitos, ra da Santa Cruz n. 10.
Recife, 5 de julho de 1873.
Joo Luiz Ferreira Ribero
LEILAO
Para Lisboa
i
0 til)..^
Deixa de ler lugar o espectculo annuneiado
para quarta-feira 9 do corrente com o drama
A .Mendiga e a comedia O Choleru-morbus per
haver a emprza recebido fioje, com grande sur-
preza sua, a carta abaixo transcripta.
Amigo e collega Vicente.Por motivos, que rae
sao particulares, de hoje era diante, deixo de fa-
zer parte da companhia que o collega lo digna-
mente dirige. Portante, peco o obzequio de, ao
receber esta, fazer tirar a minha conta e mandar
receber o saldo. Aprov>ito a occasio para agra-
decer cordealmente a todos os collegas, ao digno
nsaiador, e a V. espccialmenle o modo cavalhei-
resco qne os caraclorisa e com que se dignaram
honrar-me.
Becife, 7 de julho de 1873.
Sou etc.
Flavio Wandeek.
VISOS MARTIMOS
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
avejs;a<;o eowteira a vapor.
MACEI, ESCALAS, l'K.NEO E ARACAJU'.
O vapor Mandahit;
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga al o dia 12, encommendas al
o dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte do Mattos n. 12.
Seguir com toda a brevidade o palhabote por-
tuguez Novo S. Lourenco : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem dirja-se aos con-
signatarios Ihomaz d'Aquino Fonceca & C. suc-
cesfores : rua do Vigario n. 19.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
:a demora o patacho porlugnez Olinda, por ter
maior parte da carga engajada, para- o resto
qne lne falta trata-se com os consignatarios Joa
juim Jos Goncalves Beltro & Filho : rua do
ommercio n. 5".
AVISO
DA
tavorna do pateo de S. Pedro n. 1, perten-
cente massa fallida de Joaquirn de Bri-
to Vasconcellos.
QUARTA-FEIRA 9 DE JULHO.
O agente Martina far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, da arma-
$ao, gneros e mais pertencas da taverna cima,
pertencente massa fallida de Joaquirn deBiito
Vasconcellos.
______Ao meto dia na mesma taverna.
LEILAO
DE
movis, loiip e crystacs.
Carros c cavados.
A SABER:
li i piano forte, 1 mobilia de Jacaranda a Luiz
XV, 1 conversadera, 2 espi-lhos grandes doura-
dos, 2 ditos ovaes, i jarros grandes para flores,
7 gaaefai douradas, coi tinados e reposteiros de
seda e damasco, tpeles para forro desalase
quartos, 1 divn e 8 caderas de charao.
Una mobia de charlo, 2 lindas secretarias de
madeira embutida, 4 eadeiras de abrir e 8 qua-
dros com unas gravaras.
Urna mobilia de faia branca, 1 dita de junco, 1
can lelabro de 0 luzes, 2 ettagers 3 4 figuras.
Dous sofs de ferro, 4 eadeiras e bataneo de
ferro, i ditas americanas, 4 quadros, 2 mesas de
jogo e oifferentes quadros.
Urna mesa elstica demonio, 1 guarda-louea
envidracado, 2 aparadores de faia com pedras/i
ettagers, 12 eadeiras de guarni.ao, louva para cha
e jantar, copos, clices, garrafas, compoteiras e
fructeiras de lino cryst.-I, porta-fructas de mar-
more, roberas de metal, garios, facas e colheres.
Dous guardas-vestidos com espelhos, 2 guardas-
roupa, 1 cama franceza de Jacaranda, t dita de
ferro, toilettes, lavatorios, mesas de rama, com-
moda-, camas para meninos, 2 costureiras de
charao, 1 machina de costura (perfeita), quadros,
tapetes, 1 exccllcute secretaria de jacar-and.i, 1 so
f Je mognoe 12 eadeiras pretas.
Um carrinho e I eavallo de molla para menino
e muitos ouiros objectos que e^uro patentes ao I
exame dos concurrentes:
assim como
L'ina victoria forte e era ptimo estado, 1 ca-
briole! (do geart) arrefoe, 1 cabrioltt amerioan
de i rodas para 1 ou 2 cavallos, 2 cavallos para
carro e um de sella.
'i'crca-feira 1. lo corrate.
Na rua do Viscondc de Govanna, ctac3ra a
177.
Eduardo A. Burle, tendo de fazer urna viagem
Europa com sua familia, levar a leilao por n-
tervencao do agente Piolo, os movis e mais ebjec-
tos existentes em casa de sua residencia rua do
Visconde de, Goyanna n. 177, a qual liea perto da
lin' a dos bonds para a Passagem da Magdalena.
As 10 e J[l horas da manha partir da estacan
da rua do Brum nm bond que servir de conduc-
co gratis acs eoocurren es ao leilao.
O hilo principiar s 10 '|2 horas.
Conipi silor.
Na rua estreita do Bosaro n. 12, typographia
Coramercial, precisa de ura compositor.
CASA M FORTUNA.
AOS 5:000#000.
BILIIETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de .tfarco (outr'ora rua kt
Cresjto) n. 23 e catas do coslurwt.
0 abaixo aasgnado tendo vendido nos sens fe-
ilzes hillietes, um intein n. 4lt eora .*:!) 01, tres
quartos n. 2.369 eom :00, e nutras sones de lo $
e 20* da lotera que se ac bou de extrabir (50. ),
convida aue pi ssuilores a vir?m receber na con-
f rmidade do coslume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilheies garantido-
Ja 19" parte das loteras a benellcioda uovaigre-
ja de Nossa Penhora da Penha (57*), que se ex-
trahir lerca-eira, 8 do corrente mez.
PBEgoS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio hil hete 3*000
Q n arto 1*600
EM PORgAO DE 100^000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
______________Mnnoel Martins I, g
Aluga-se duas casas novas e frescas, cora
commodos para familia, na Capunga : no largo do
Hospital n. 14, tavernajse dr, quem alaga
Allencilo.
A tua do Rangel n.13 existem duas moedasde
ouro apprehendidaa em mo de urna mnlher qne a-
proenrava trocar por menos do sea valor : quem
se julgar com direito a ellas all v, qne provan-
do serem as mesmas se Ihe entregar com a con-
dicao nica de pagarem este annancio.
AVISO.
Carrocero.
No pateo de Terco n. 33, tem am para se
gar.
alu-
lime. Amelia lllarrt.
Mme. Amelia Blard, habilitada com provsao
pela academia de Paris, oferece-se ao publico des-
ta cidade para dar lirdes por casas particulares
de egeriptura, calculo, lingua franceza, historia e
geographia e trabalhos de agulha. Pode ser pro-
curada rua da Matriz da Boa-Vista, n. 28, an-
dar terreo.____________
O abaixo assignado faz scienle ao publiso e
ao corpo do commercio, que tendo em 30 de mao
do corrente anno acabado a sociedade commercial
que gyrava nesta pitea com a firma Pereira Ir-
mos com loja de louca rua h de Marco n. lo,
exonerando o seu ex-socio Manoel Jos da Costa
Pereira, a quem passou ltalos de seu capital e
lucros, e o abaixo assignado responsavel pelo ac-
tivo e paaslro da i xtiucta firma qne de hoje em
diante continua no mesmo negocio debaixo da
razio de Pereira Irmao. Recite, 30 do junho de
1873.
____________Manoel Joaquirn Pereira
0 abaixo assignado tendose compromettido por
carta dirigida Exma. Sra. D. Anglica Xavier
Carneiro da Cunha, em resposta una outra des-
ta senhora, a fazer em setembro deste anno o
adiantamento de 1:000* ao seu genro Joo Xavier
Carneiro da Cunha, filho da mesma senhora, e ha-
vendo mudado de resoluco nao s porque a esse
seu genro j tem feito adiamntenlos, como por
outras cousideraco'es que nao julza a proposito
mencionar, vem fazer ao respeitavel publico esta
declaraclo, apesar de reconhecer que dessa carta
nao result a obrigacao de fazer o adantamento,
afim de que ninguem faca com a mencionada se-
nhora qualquer transaeco, que tonha por funda-
mento a promessa firmada pelo abaixo assignado
na carta a que se refere, visto como est disposto
a nao dar-lhe cumprimento. Engenho Santos fon-
dea, 2 de junho de 1873.
______Laurentino Gomes da Cunha P. Beltro.
NUVENS ESPARSAS"
POESAS DE
FELINO G11E0ES.
Acha-se venda as livrarias desta cidade.
vir.
O Sr. Jos Pereia Lomos pela segunda vez
rogado vir rea do Imperador n. 28, a negocio
de seu mteresse.
Escravo fgido
D) engenho Regala do termo de Barreiros Ri-
gi o escravo Aristdcs, pardo, representa ter IR
annos, ponca barba, magro bat nte e altura re-
gular, costuma ailar cateado, falla bem, sabe ler
e ewrever ; presume-se estar acontado no Recife,
irado lera mai c prente* : gretifica-se a quem
apprehcndor e lvalo ao lefcrido engenho, ou M
Recife ao Sr touv-ism da Costa Maia, rua da
Cruz n, 56.______________________
Escravo fgido.
Fugio nn dia 2 do orrenfo. do engenfio Canoa
Grande, na iV.g.iezia de l'm, comarca tn Kin Kor-
muso, o escravo Laurentino, preto, i-ui barba,
representando a idade de 30 annos, estatura re-
gular,js grandes e mnito regrsta. Qaando foge
costut^Bacoutar-sr aqui no Becife: quem o ap-
preheoder e entn'gar no referido engenho ao abai-
xo assignado, reeeber ndeinnisaclo de todas as
despezas, e mais a gratifioacao de 50*.
Peilro Cavalcanto ile Uc*"oa.
Escrayo fgido.
Auscntou-se do poder dos abaixo atsignados o
seu escravo de norac Joaquirn, ir preta, e de
liarn, traja muito limpo, anda calcado e usa de
cabellos comprdos, querendo fuer mcia cabelki-
ra, sabe cozinhar, oceupaco a que te dedica va,
quando falla se conhoco ser negro africano : ro-
ga-se a apprehen5ao de dito escravo, cuja captara
se gratificar bem,
_j___________Jos da Silva Loyo Filho.
Precisa-se
enal n. 7.
de refinadores : no largo do Ar-
Aluga-se nm moleqne
que de Caxias n. 44, loja.
a tratar na rua u-
Escrava fgida
No da I* de junho prximo passado fugio da
casa de seu senhor, moradm- em Beberibe, a tua
escrava preta, de uome Domingas, de idade 38
annos, pouco mais ou meno*, com vestido de cassa
branca e chale de merino encarnado com palmas
de cores, a qual tem os signaes seguntcs : estatu-
ra regular, secca do corno, rosto proporcional,
olhos ura tanto g andes, nariz regular, ventas ura
tanto grandes, bocea regular, batea inferior mn
tanto cabido, pei'.os muilu pequenos e murcho-,
nadegas um lauto .-alientes, nemas ura tanto gros-
sas, a prepon, ao do corpo, dedos -do* ps curtos e
muito separados uns dos outro* em consequencia
de quemadura que solTreu nos ps qaando pe-
quena, sendo este o signal mais caracterstico pelo
qual poder ser 1 gn recoulienda, Lera fallante, e
costuma dizer quando se acha fgida que forra,
ou que est pagando .mana, foi escrava do finado
porlugnez Kimono J..s Flix da Bosa, e muito
conhecida no mesmo lugar do Beberibe, praia do
Biu Doce, cidades de Olinda c Becife, principal-
mente na freguezia de S. Fr. Pedro Goncalvea,
onde sesuppoe estar homisiada ; protestase haer
dias de servir e a proc der-se criminalmente con-
tra quem por ventura a tenha oceulta : roga-se,
portanto, a todas ts autoridades, capitaes de campo
ou a qualquer pessoa a sua apprehensao, levan-
do-a casa do capillo Joaquirn Jorge de Mello, na
freguezia da Boa-Visla, rua do Aragao, sobrado n.
16, onde se gratificar generosamente.
J. Dhibaut de Paris
Constructor
de
pia-
n
H
SSUVtHSS
A carga que estava a bordo da Georgiana para
a Babia foi transferida para o GartbnMi, que deve
seguir em poucos dias ; e para o Bio Grande do
Sul fica i carga o Georgiana : tratase na rua do
Amorim n. 37, com Tasso Irmios & C.
I
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o patacho portnguez Lia por ter
a maior parte de seu carregamento engajado, e
para o resto que Ihe falta, que recebe a frele com-
modo, trata-se cem os consignatarios Joaquirn Jos
Goncalves Beltro,' rua do Commercio n. 5.
liio de Janeiro
Brigue nacional Victoria.
Sahir para o porto cima at 13 do corrente, e
para o resto da carga trata-se cora Pereira Vianna
4 C, rea do Vigario n 7.
Para a Bahia.
:* eom muito brevidade o palha-
*". tem parle de seu car-
Prelende segu.. iue Ihe falla
bote nacional Jocen Aran.,, nii
regamento prompto, para o res,
trata-se com os seus consignatarios Antonio _
de Oliveira Azevedo, rua do Bom Jess n. 57.
Rio Grande'do Sul
Para o referido porto pretende seguir com
a possivol brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte de seu carregameoto en-
LEILOES.
LEILAO
INST TUTO ARCHEOLOGICO E
GRAPH1CQ PEUiUCJl- '
Haver sessao ordinaria quinta-feira, 10
de julho corrente, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDF.M DO DA.
Pareceres c mais trabalhos le commis-
ses.
Secretaria do Instituto, 7 de julho de
1873.
. J. Soares Azevedo,
Secretario perpetuo.
Ao commercio.
Francisco da Costa Maia segu para Kumpa no
vapor Illimani, e durante sua ausencia deixa en-
carregado de todos os sens negocios o Sr. Boa-
ventura Rodrigues de Amorim, e no impedimento
deste, o Sr. Manoel Ferreira Bastos. Para tra-
tar de seus negocios fora da capital, deixa pode-
res precios aos Sr% tenante coronel Joaquirn
Francisco Diniz e Sebastin Mendes Bandeira Gui-
mares. Os Srs. advogalos Dr. Jos Diiz Barre-
te e Dr. Manoel Nicolao Regaeira Pinto Je Souza,
licam tambera autorisados a tratar de suas ques-
ees judiciaes.
Becife, 6 de julho de 1873.
e afinador
nos
Ex-Ainador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e a litigo director das officinas da casa
Affonso Blondel.
33Rua do Imperador33
Tem a honra de declarar a respeitavel publico
desta cidade, que lem aberto sua casa de concer-
tos e afinacoes de pianos, qualquer que seja o es-
tado d instrumento : rua do Imperador
n. 33.____________________________"^
Bogi-se a qualquer pessoa a quem for ofle-
recido por cempra duas voltas de trancelim com
urna medalha e um par de brincos a balo com
seis rubins cada um, (.idos estes objectos de ouro,
baja de appreliende-los e levar rua de Paysandd
n. 33 C, que ser generosamente gratificado, ou
indicar sua morada para ser procurado.
Commendador Jos Candido
de Barros.
D. Carolina Isabel Lins de Barros. Olympia Lins
de Barros, a irm de caridade Anna de Barros,
Jos Candido de Barros, Thomaz Barre'.o Lins de
Barros, Amelia Carolina Lins de Barros, Dr. Ma-
noel Antonio Moreira e seus filhos convidam seus
amigos e parentes para assistirem as mssas que
mandam celebrar as 8 horas da manha do dia 10
do corrente na igreja do convento do Carmo, s-
timo dia do fallecimento de seu prezado esnozo,
pa, sgro e av o commendador Jos Candido de
Barros.
O Sr. Lucas
pode vir rua da Madre de Dos n. 7 liquidar o
negocio que tinha com o fallecido Jos Joaquirn
da Silva Ouimares.
Ha para se alugar
ura grande terreno com urna vasta plantac/o de
capim, no caminho-novo (Soledade): a tratar na
rua da Cruz n 3.
(iaixeiro.
Trecifa-se de ura caixeiro com pratca de mo-
lhados para a cidade da Escada, de idade de 12
a 15 aapa : a tratar no pateo do Terco n. 23.
lia para alugar ura escravo, crioulo, sadio,
robusto e apto para todo o servico :. rua d'Au-
rora n. 6o.
Viuva von Sohsten faz publico, que tendo
se findo no dia 31 de dezembro de 1871, a socie-
dade que tinha com Sr. Geraldo x. P. Brinder
Brandis, dexou o mesmo Sr. de fazer parte des-
de o dia .''0 de junho do corrente anno, da sua
casa commercial sob a firma de von Sohsten &
C, cujos negocios todava contnuaro a ser ge-
ridos sob a mesma firma pelos actuaes procura-
dores, era primeiro lugar o Sr. Leonardo Marques
von Sohsten e em 2." o Sr. Antonio Marques
da Cosa Soares.
Becife, 5 de julho de 1873.
Aluga-se a casa do caes do Capibaribe, con-
fronte a serrara, cora os segrales commodos : 2
salas, o quartus. cozinha fra, quarto para escra-
vos, entrada ndependente, tem agua potavel e cora
bom bauheiro, um grande quintal, tendo no mei-
rao urna grande casa de madeira e tambem ura
bom chiqueiro para gallinhas, muitos e difleren-
les alvoredos de fruclo, como sejam: sapotizeiros,
joiabeiras, roraeras, figueiras, pinbiras, mmoei-
ros e 3 grandes parreiraes, tem tambem muitas e
diversas qualidades de flores plantadas em jarros e
canteiros : na mesraa se dir quem aluga.
CAZA DA FORTUNA|
Rl"A 1." DE MARgO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 2:0$()00.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Bio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
1:000/.
Preco.
Inteiro ....*... iOOO
Meio........12000
Quarto....... 6000
Manoel Martins Fiuza.
mmmm
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
CASA DO OliO
Aos .VO-
Bilhetes garantidos
Itua do llardo da Victoria (outr'ora \ca)
n. 63, e casa do coafume.
O abaixo assignado acaba do vender nos awa
muito felizes bilhetes a sorte de 100*000 en
quatro quartos de n 2657, alem de outrss sertes
menores de &000 e 2<>'00 da lotera qne se
acabou de exirahi (56*j; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente ero
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu eslabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer | remio, como prova pelos mesmos
annun os.
Acham-se a venda os muito felires bilhetes ga-
rantidos da 19' parte da lot ria a beneficio da igreja
de N. S da Penha, que se exlrahir no dia H
do corrente mez.
Preco
Inteiro 6*000
:> eio 3*000
Quarto 1*500
De lOO^OOO para olma.
Inteiro 5*500
Meto 2*750
Quarto 1*375
Becife 6 de junho de 1873.
Joo Joaquirn da Costa {e.
Aluga-se o gabinete do Io andar do sobrado
da rua do Bangel n. 7 : a tratar na taverna do
mesmo sobrado.
Precisa-se d'um bolieiro, que sirva tambem
de copeiro : no armazem n. 3, da rua do Vigario,
no Becife. __________
BOLIEIRO
0 commendador Tasso precisa de um.
DE
predios
sendo um Juilas bem construido e elegante.
Hoje
s 11 horas da manha.
A Haber :
--nada Assump-
Francisco da osta Maia, era conseqoencia
dos incommodos de sua mulher, vai Europa le-
vando-a em sua com anhia Pede desculpa ans
sem commiltentes, e pefioas de sua amisade de
quem nao se despedio, e offerece-lhes seas servi-
cos na cidade do Porto, onde vai residir tempora-
riamente.
Heclfe, 6 de julho de 1873.
Est para alugar o segundo .crtar do so
brado da rua de S. Jorge n. 7 : a tratar na rua
Nova n. 8.
0 commendador Tasso tem algumas casas
na cidade da Parahyba, que precisa vender
ou pennuttar "por outras nesta eidade ou
seus suburbios : a tratar com o mesmo.
u
rgencia
O annuncio do Diario de hontem que chama
o Sr. Lucas a entender-se com alguem da rua da
Madre de Dos, nc se emende cora Jos Loeaa
Ferreira, que nunca teve negocios com o fallecido
Sr. Jos Joaquirn da Silva Gtrimares.
Agencia de empregados.
Caixeiros, criados, copeiros, amas de leite, en-
gonimadeiras, coznheiras e para todo servico do-
mestico, ha sempre boas e afianzadas, no pateo de
S. Pedro n. 3, travessa da matriz de Santo Antonio
n. 6, e caes Capibaribe n. 12, aonde os senhores
pretendentes faro os seus pedidos por escripto.
Criad
o.
Precisa-se de um cradi para casa de pequea
familia, preferindo-se escravo : na rua da laipe-
ratriz n. 37, 1 andar.
- 0 abaixo assignado, cnsul portuguez e en-
carregado que foi do consalado de Portugal em
Pernambuco nos ltimos tres mezes, participa aos
seos amigos, tanto nacionaes como portuguezes,
.. -he tem o sen escriptorio na rua Duque de Caxias
im obrado de dotis andares n.. /,!& m das Cruzas) onde pd
cao, n. 44, em chaos propnos, que faz frenio .,.- .n ---.irf^^^
o convento da Penha, fresco e deleitavel. |n. M, Io anuai v...
0 pavimento terreo cora boas comraodidades,jSpi" procurado todos os das nao sau....
tendo 3 quartos, cozinha, quintal com boa cacim- J Domingos Mana Gonsilves. r*~
nrn '
Precisa-se fallar ao Sr. Joo Anastaclo Hypolito,
re idente na povoaco de Tejucupapo ha 12 an-
nos, a se acbando ha pouco residindo em casa de
um sea amigo nesta capital, igoora-se o ultimo
destino que tomara : pede se a pes-oa que delle
poder dar algumas informacSes, qne por favor di-
nja-se rua do Coronel Suassuna n. I, ou rua
Augusta n. ,203.
Engenho para arrendar
Arrenda-se por pre?p comraodo o engenho Ca-
nauduba, distante urna egoa da povoaco de Ja-
Precisa-se de dous rapazesv prefere-se por
tuguez, de 12 a 13 annos, para caixeiro : na villa
de Bom Jardim, a entender-se na rua de Marco
numero 8.
Manoel Jos da Costa Pereira declara ao
corpo commercial e ao publico em geral, que des-
de o dia 30 de maio deste anno deixou de fazer
parte da firma social Pereira Irmios, cajo activo
epassivo fleou a cargo de su ex socio Manoel
Joaquirn Pereira, sahindo quites para com seu
ex-socio e exonerado de toda e qualquer respon-
sabilidade da mesma firma. Becife, 4 de julho
de 1873.
No ultimo do mez passado roubaram da casa n.
28, nos Alllictos, um annel de brilhante no valor
de 350*. tendo c.mo signal duas pequeas listras
pretas de cada lads do aro, a comecar de cada
urna de suas extremidades e terminando quasi no
meio delle : pede-se aos senboros ourives ou a
boatao, moendo com agua, e com trras pare qualquer pessoa que por ventora o tenha compra-
11,000 paos animalmente : a tratar no mesmo en- do ou appreheadidp. que mande leva-lo ao seu
genho, ou no Becife, rua do Mrquez de Olinda dono, naquella me^ma, isasa, que ser generosa-
"ranero*.
J mente gratificado.
Fugio no dia 24 d<> corrente do engenho
Qimorzinho do tormo de Agua-Preta, o escravo
patdo, de Dome Claudiiio, de iJade de 30 a 32 an-
nos para mais, com os signaes seguinles : altura
regular, chelo do corpo, cabellos carapinnados,
testa e cbeca redunda, ulhos grandes, ps gran-
des o largos, era um dos ps tem urna cicatriz ja
velha de um golpe de machado, e tem os dous
dedos alguma cousa abertos provenientes do diio
talho, tcm os denles da frente pt-rfeilos, sem bar-
ba, s con pouco buco, tem offlcio de carreiro,
levou camisa e calca de algodao] da Baha, cha-
peo de carnauba, panno e cobertores de elgodao:
roga-se as autoridades policiaes a apprehencoes
do mesmo e capitaes de campo, entregando-o ne-
sa praca ao Srs. Jos Loureneo Goncalves, a rua
do Mrquez de Olinda, ou ao mesmo engenho ao
seu Sr. H. A. Cavalcanle de Alhuqucrque.______
liMtrueeto primaria
No oilo da matriz de Santo Ant. nio n. t, ha
urna senhora habilitla, que se propoe a ensinar
por commodo preco, garantlndo desvolar-se pelo
adiantamento das meninas que Ihs fizerem a hon-
ra deconflar.
Joaquirn Jos Goncalves
Beltro.
Rua Sacca por todos os paquetes sobre o banco
Jo Minho, em Braga, e sobre os segundes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Barct'llos.
beja.
Chaves.
Coimhra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Moncho.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|CasteUo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenija.
Figueira.
Attenco.
Precisa-se da quantia de S00 a juro* para pa-
gar-se em presU(dea mensaes de 80*000 : ooem
quizer fazer este negocio deixe carta fechada com
a inicial G em mao do administrador, no 1* andar
o qnal tambera poder dar alguma inforaacio.
Regente!
Precisa-se de urna sonhora para a refeacia de
casa da familia, e que saiba ler e escreverTeoel.
rar e cortar vestidos : a tratar na Praca de Ped*
II n. 81, e 3 andares, das 6 8 horas da ma-
nha, ou das 5 as 7 fia Urde ; ou u praca do
Corpo Santo n. 17, \ andar, em dias uNs, a
qualquer hora.

)






_.________I___


m
Diario de Pernambuco Terca feira 8 de Julho de 1873.

j-

ALT* MOUlllAlli:
PIANOS E MSICAS
AV^MO JTOSfi HE AZEVEDO
Ra do Bario da Victoria u, 11, armasen,, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aendt o publtco em gtral encontra}sempre o maior e mais esplendido sortimento depmuos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
A. J. Reogh, como represen tinte
casa dos Srs D. Oppentiemor A C, d<> Lon-
dres, olTerece sos sentaros logistas le Pm*-
nanibuco un completo sortimento de amos-
tras Quilos, ailtio, ii.iu !.v..!>, *'t'.. -'I.:; p.'i
den do-se entender eo. o iuomiio suiiii, It*
BI.'ADOCUM.MKHC|ON. ^8,
__________ ARMlZKtf._____________
~ OSr.OIympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
linga-sc

^^.4 w *"** brtriB0 P/imeiro indar do sobrado n. S confront* i
tica m orar, na grande mi onde esto expostos og magnificas
M.A. tM ffS de armario, de PleyeL
-------- de meia canda, do roe?mo aator.
-------- de H. Henri.
de Amede Tbiboni
nico agente netU cidide, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
ortmiados em diversas exposi;oss om 14 medalhas de
Sio os onicos pianos qns aqni vem da Europa,
a, fetos com elegan :ia e solidar
onro e prata.
perfeitamente afna*
Tambera reeeben grande sortimeuto de mnsieaa para piano, piano
canto e sotre ellas as lindas composieoe* do ranito sympatbico maestro
F. SJ.WT1NI
A SABER :
Voc me qaer Walsa.
Olga Mazarles,
La Separacioni Para canto.
A Luz elctrica, grande Walsa.
Franco Brasileiro
Tomada da Vllela
Joaninha
A Libertadora
A Primeira espada
A Mmha Ljrra
A Natalicia
Stadieole
Polka.
Galope.
Walsa.
Polka.
Walsa.
Walsa.
Polka
Polka.
U aqni em., oante continuara a annnneiir todas as poblicacoes qoe se forem friendo as soas oficinas de musitas.
l'1(1 mas publlea?5e
Feitas nss offleinas de mnsieai
do annonciante.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Circacianr, choteo, por Smoltt.
Jardim do Campo das Pricesas,
qaadrilba, por J. Popne.
Cbuva de Rosas, Walsa, por H Al
bertas!.
MOFINA
Est encourac,ado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
esc n vio na cidade de Nazareth desU provincia, o
favor de vir roafluque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 187$, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S, S. se deve lembrar que este negocio
de mais de eito annos, e quando o Sr. sen filho se
achava nesta eidnde.
CAITE
w m m A.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores que qaizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes trag-am o nome de MEITRON & G, e a desig-
nbalo de REA PRETA.
ion a- c.
Aluga-se por 261000 a casa n. 6, sita rra
do Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
de aovo a tratar na ra da Restaurarlo n. 54,
outr'ora Guia.
Olhem...
Frederico Pinto 4 C, com loja de C&zendas ra
do Mrquez de Olinda n 40, pedem aos seus deve-
dores de contis antigs o obsequio de viran satis-
aze-las no improrogavel prazo de 13 dias, certos
de que, findo este praso, empregaro os meios ju-
diciaes para seu emboleo. Recite, 2 de julho de
1871
Aluga-se a casa n. 10 A da ilha de Bemfica,
na I'assagen. da Maiidalena, com banho do Capi-
baribe na frente, de exceUentes ares, e de preco
de 2004 annoaes, tendo cowmodos pzra familia:
a tratar na ra estreiu do Rosario n. 17,! andar,
sscriptorio.
H. II. Marti.
ff. B. Biard, arehitecto con/tractor, offerece os
enrieos aos habitantes desta cidade para execu-
tar qualquer obra de sua profisso eomo p'antas
oa modelos de casas particulares na cidade ou no
oampo, planos e deeenhos de lindos jardins, tudo
segundo o gosto franeez. Encarrega-se da direc-
cao e execucao destas obras. Ofterece-se igualmen-
te para assentar os modernos ladrilhos de mozaico
franeez ou inglez com toda limpeza e perfeicio.
Pode ser procurado ra da Matriz da Boa-Vista
p. 28, andar terreo._________
Quem quizer dar 1:0001000 a premio sobra
hypetheca, defxe carta a Z Z Z, na ra do Co-
to vello n. 40, at o dia 8 do eorrente para ser pro-
curado.
3
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
Atten^o
Fugio do engenho Goiabeira, freguezia de Ja-
boato, no dia 25 do eorrente, o escravo Joao
Comedor, preto fula, cabellos e barbas cor de fogo,
olhos amarellos, alto, possante, reprsenla ter 33
annos ponco mais ou menos; levou camisa bran-
ca, caifa de casemira escura o chapeo de couro:
desconfia-se que ande a trabalhar no carvao, ou
no algodo, ou entao que ande para as bandas da
Estrada-Nova, onde tem urna irraa : quem o pe-
gar leve-o ao pateo do Carmo n. 1, onde ser re-
compensado.
iiisiillorio medico %
DO ffl
Dr. llurlllo. O
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR. V
Recem-chegado da Eurepa, onde fre- O
quentou os hospitaes de Paris e Londres Q
pode ser procurado a qnalquer hora do Q
da ou da noute para objecto de sua pro- fzj
fissao. f.
Consultas do meio dia s duas horas f<\
da tarde. Gratis aos pobres. %*
Especialid:^d>i.=MoIestias da pelle, de M
crianca e de inulher. Ql
Emprega no tratamento das molestias (5
de sua especialidade as duchas fras e o
banhes a vapor, para os quaes trouxe Q
os apparelhos mais modernamente em- rl
pregados na Europa. W
Tambem applica com grande proveito m
no tratamento das molestias do tero a j
electricidade.pelo procosso do Dr. Trepier.W
Precisa-se de um homem para conductor de
carrosa : a tratar na ra do Baro de S. Boria n.
8, antiga ra do Sebo.
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes. por es-
tamos no mez de Sant'Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necessario para regalo e distraccao de quem
tem gosto pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez so d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulminantes, o que
tudo isso se acha na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os proprietarios da
confeitaria do Campos chamam a attenco de to-
dos e de todas para o preeonisado caf em p ver-
dadero de Java, e bolachinha em latas denomi-
nada Sugar Watfers Vanella : especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de pereita
Em vista do referido espera o dite Campos que
nmguem, para pedidos de taes objectos, se diri-
jan), senio Confeitaria do Campos, ra do Im
perador
Lampeo na porta.

Aluga-se o prirneiro andar da ra do Impe-
rador n. 73 : a tratar na Soledade n. 27, com Jos
Hmno^ene^d^SjlyaGuJmarae'.
Precisa-se dVum forneiro : do ra da Gua,
n. 54.
DE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n, 381. andar.
0 artista Andrade, antigo e acreditado olTicial da casa de Delsuc, participa as Exmas.
famlias eao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo salao, aonde
se aprompta com perfeico toda e qualquer encommenda tendente sua rte.
Prepara-se pentemreado6 e postigos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfeigo toda obra de cabollei-
reiro sobre encommenda;tudo 10 por eento mais barato do que em outra qualquer
parte.
Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfei-
fo e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Bunas. familias que em seu grande salo, ha continua-
damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modernissimos
gostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
i na A Na ruada Alegra n.
BL II /^ precisa-se de urna amL
^A*. xa. idade, que lenha boa condj
ta, para andar com urna menina.
Ama
Escravo fgido.
Escravo fgido.
Precisa-se de urna ama que saiba bel
cozinhar : na ra de Pedro Alfonso, ou-
tr'ora da Praia, n. 3.________________
URGENCIA.
Ama de leile.
Preoisa-se de urna ama de leite, quer seja
forra ou captiva, porm sem filho, e que te-
nha bom e abunlante leite, paga-se bem : a
tratar no 3." andar desta typographia.
AMA
loja de Calcado.
Precisa-se de urna ama boa
cozinheira. paga-se bem : tra
tar na ra do Livramento n, 11
Pracisa-se de urna ama :
de de Goyanna n. 161.
na ra do Viscon
50#000 de gratificacao. 150$000 de gratificacao.'
noticias leve ao seu senhor Dado Ferreira da Sil
va Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corpo Santo n. 7, andar, que ser recompensa-
do generosamente.
AVISO.
O gerente da casa de empreslimo's sobre penho-
res, travessa das Cruzes n. 2, previne ao publico
que no dia 15 do eorrente levar a leilo todos os
penhores constando das camelas vencidas at 30
de junhci.
Joaquim Goncalves Batos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senheres foi cozinheiro, tem
sido visto por pessoas qne o conhseem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capites
campo qne o pegando leve-o roa do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que reeeber a gratificacao cima decla-
rada.
A II i Precisa-se de urna ama para
VI A casa ae pouca familia : no largo
1T1 IX da Penha n. 12, sobrado.
Precisa se de urna-ama, preferin-
do-st escrava, para lavar e engoin-
mar : na ra da Imperatriz nume-
ro 37, andar.
AMA
leite : a tratar na i
Precisa se de orna ama de
^leite que seja sadla, moca,
lllho e que tenha bom
sem tilho e
a tratar na ra do Hospicio n. 27.
Aluga-se urna boa casa terrea nos Arrom-
bados. em Olinda, perto da estacto e junto do rio,
pe barato preco de 124 mensaes : a tratar na
loja do Paco, ra do Crespo, junto ao arco de
Santo Antonio. As chaves acham-se na esta cao
eptregues ao Sr. Vianna, chefe da mesma, para
quem a quizer ver.
Ao Sr, Firmo Candido da Silveira roga-se o
favor de apparecer na rna 55, isto iwr se .procurar em sua caja c nao ser
; encontrado.
Aluga-se urna casa de pedra e cal, em Api-
pucos, junta a porteira do engenho Dous !rmaosr
lugar mnito saudavel e fresco, com hons commc-
dos para familia, sitio bem cercado a Hmoeiro, com
boas larangeiras, cajueiros. froett-pao, limeiras e
outros arvoredos, cacimba nova cora bomba e
mnito boa agna. por preco raioavel. "a tratar na
travesga da Madre de Dos n, 18.
Refinador
Precisa-se de ato que intenda
ra da Senzala-nova n. 4,
de fornalha na
Attenco
Urna pessoa que tem de rendimento certo por
mez 150|, necessita de tomar a juro 6004, pa-
gando mensalmente 80* ; e descontando logo do
cap tal o competente foro que se tonveneienar
auem, pois, quizer fazer este negoeio, dente carta
lechada com as iniciaes D, Q., no escriptorio deste
Di.-.rf?,
AO AiLlAZEM
VAPORnFRANCEZ
RCA l)0 1tARA0)A VICTORIA
8. 7Outr'ora NvN. 7
Calcado
franeez.
Pura IioiiKcMii.
BOTINAS de bezerro, cordavo, pellica, lustre e
de dnraque com biqueira, dos mclhnrcs
fabricantes.
SAPATE8 de be/erro, de eordavao e de case-
mira.
SaPATOS de lustre aim salto.
SAPATES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, itios e j.irdin*.
SAPATOS de tapete, eharlot, castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para tenliora.
BOTINAS pretas,. brancas c de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
sAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, cbarlot, castor e de tran;a.
Para itieninaa.
BOTINAS pretas, brancas e de cures differentes,
lisas, enfeitadas bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninag.
BOTINAS de bezerro, lustre c de cordavio.
ABOTINADOS e sapatdes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para honien-, e meias perneiras
para meninos.
No armazn do vapor france', fu do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanjo, de braco, de guernicOes,
sofs, jardineiras, mezas, conversaderas e costu-
reiras, tudo isto muito- bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e ga
bneles de recreios.
No armazem do vapor francer, rna do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes c
de elegantes modelos, dos mais notaveis c bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C.: no
vapor franeez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a breos muito commodos.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonctes.
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes taa-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecides fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor franeez, ra do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilh arias.
Artigos de ditTercntes gostos e
phantaxas.
Espelhos donrados para salas e gabinetes.
Leqnes para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de lio de Escocia e do camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imitacao c bot.les de punhos de pla-
qu.
Bolsnhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincnez de cures, de prata dourado, de aro e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as gunrnirdes.
Bengalas de luxo, canna, com castoes d'e mar-
fim.
Bengalias diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentea de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
s-(Escovas para roupa, cabellos, unhas epara den-
tes.
_ Carteirnhas de medreperola para dintero.
JiMeias para homens e para meninos.
-Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para cti-mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bol', as e saceos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as crianzas morde-
rem, bom para os denles.
Bcrcos de vimes para embalar enancas.
Cetinhas de vimes para bra?o de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
crianzas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
fastas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas-
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantemas.
Tinteiroe de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras donradas e pretas para
qualros.
Quadros j promptos com pavsagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
, Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos peqnenos de veio com liadas pecas. '
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinqnilha-
rias dinVeis de mencionarse. No armazem do
vapor franeez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a presos mais resumidos que- possive : no ar-
mazem do vapor franeez, ra do BarSo da Vic-
toria, outr'ora rna Nova n. 7.
Ceslinlias para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor franeez, ra do Barao da
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Na ra do In i r.id^r n.
nin eM'r.vn pa a ajndanit
'"-II!.
'At preci-a-sc alng;,r
d: roxin a. P.
Fu,
Fugio da raKi i! dn eiteatu anu.>, a e-crava- com os signara seguimos : bem preta, cxn, urna
cicatriz na testa, falla mr.it, e tem por habito d-
zer que livre : qnem apprehendcr queira levar
a rna de Santa Bita ii. 3, entrada pela rea nr.va
de Santa Uta. ConsLind^ ao seu scnlior que ai-
guom usnfriio olialialho da ditaescr.tva, elle de-
clara que ha de proceder juJi'Jalineiite cmtra
qnem qner que seja.
Aviso c proleslo.
Gmstando-me que se acha proeedendo 6 in-
Mtario dos bens que tk-arain peto faltocinieuto
da |tenhora do ir. Gabriel Antonio em Rio
Formoso, previno em tompo que ningnem U,.\
(unirato ou traii^ccio de esperic alguina Mbre
as trras do engenhoMasraimbo a que oram
aunexadas por sentei'.ra purk< das trras do ta-
tfn' o -Mscate-, porque a'lu tenho duas paiy<
i^uars .(|uc me oaMW por heranca palera* e
|ior compra 'ue fiz de outra depoH do reconheei-
das proprivdade do casal de met fallecido pai por
aceordo do supremo tribunal de jnstifa, em grao
de n vista, do L deinaiode 1872, t..das na pos'
do referido r. Gahri. I Antonio ha lempo inime-
morial sem nada me ter pago at hoje, como
consta dos autos.
E constando-me ainda que os dom.vs hcrdi-iro*
fizeram venda, cessao, desistencia ou eoua que
mellior nomo lenha no vocabulario juri.lii-o. com
o que nada lenho, protesto, todava, contra toda
e qualquer venda, rso cu dcsisirncia cm qne
pon-entura se lenha Mumfelfjl* qualqner
parte relativa a t.r.a legada pi-toinpii dilo all.-ci-
do pai, porque son o nnicn lierdtiro desta terca
Urna minha sobiinha legitima.
Como sempre, lerei iiiuia satisfa.o que o Sr.
Sr. Gabriel Antonio continu a ser incu m rad< i
pelas partes que tenlio em dita propriedade ; mas
que nin seja pelo mesnio preco por que tem n
ra Recife, 2 de julho de 187.1
Dr. Joaquim Antoni- Civnfim da Cunhi Mmm.la.
Cakeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 a annos
na taverna do pateo do Ter.o n. V.
1 17
OTE
Ultiti
Compra-so o Dtrio de Pernambuco, da 5
de agosto de 18(>8. nesta typographia.
Compra-so algumas easta le ivas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da ra Duque
de Caxias n. 44.
Comprase Diarios de Pernambuco a lid
rs. a libra : na ra do Coronel Suassuuan. I.
9 S & 9 $ #9 v;: # i
Trastes. |
' ^
&
Compra se e vende-so trastes novos
e usados : no armazem da ra do Im- Ji
ferador n. 48. vt-
Compra-sc
urna casa terrea q,ie tenia bons commodos tai
familia, e bom quintal, no bairro da Boa-Vista, > i
algum sitio prximo a linlia do* Ivjnds, ou da :.:.
chambomba : a tratar na ra do Rangel n 7,
Io ou 2o andar.
Compra-s
eseravos de ambos os sexos, sendos mocos e ro-
bustos, com offlco3 e sem elle : a tratar na ra
Duque de Caxias n. 87, loja
Jilciv
VENDE-PE
No Camiaho Novo travessa do Padre iiplez n.
7, ps de fructa-pao de 2 a 8 p.ilmos, idem de 1-
ma de umbigo, sapoliseiros, abacates, larang'ir.is.
liguu'ras, parreiras c Curas muitas fructeira?,
por preco que o comprador nao deixar de c >ru-
prar. A ellas emquanto chove.
Vende-se
urna mobilia de amarillo (fot pnea ramavel e a
Luiz XV, contend G cadeira ue guarnido, 2 di-
tas de braco, 1 sof, 1 par de consolos, urna jari-
neira, urna cama franceza e 6 cadeiras america-
nas, tudo em perfeito estado : na ra de Antonio
Henriques, antiga dos Acougiiinhos n. 2.
Piano
Vende-se um piano forte e em muito bom ota-
do : a tratar na ra da Saudade n. 12.
VENDE-SE
na ra do Livramento n. 32 poupelina de sed;. '.-.
cores a 1*300 o covad >, para acabar.
PBCBINLBAS
Cobertas de chito adamascada i 3|."00.
Lencoes de bramante a 2J.
Ditos de algodO de duas larguras a 14200.
Cobertores de la escuras a 24.
Colchas adamascadas a ifi.
Toalhas alochoadas a 64 ,1 dnzia.
Na na do Cre po n. *, loja de Guilherme k
(.ompanhia.
Grosdenaples
Crosdeniple p etoa (800 o covado.
Dito preto de rordao a 2.-2(0 e 2i00.
S na rna do Crespo n 20, loja de Guilherme A
Ccmpanhia.
Cretone
Cretone, lindos padroes, a 440 rs. o covado.
Na ra do Crespo n. 20, loja de Guilherme k
Companhia.
i-se
armazem da roa nova Me Santa Rita n. 57, pro-
rio para serrara : a tratar junto n. 59.
VENDE-SE
nm sitio no Barro, freguezia dos Afogados, mar-
gem da estrada da Victoria, com perto de 3C0
palmos de frente, sufflcientes fundos, e duas pe-
queas casas de taipa : quem o pretender dirja-
se a ra do Imperador n. 29, a tratar com ea-
pitao Antonio Correia Maia.
PRAIADOLUGENA
Vende-se o sitio Camacary, na praia do Lucena,
provincia da Parahyba, preoo muito commodo : a
tratar com Tasso Irmos.
Oleados
baratos.
Aluga-se a loja da travessa do Livramento
n. 10 : a tratar na praca da Independencia os.
18 e 20.
Precisase de urna senhora de boa conducta
Sara fazer companhia a urna familia composta de
nas pessoas : a-tratar na rila dos Pescadores
'n. 17.
Oleados bonitos e muito barato*, para cima de
meza : no armazem do vapor franeez, ra do fia-
rlo da Victoria ontr'ora Nova n. 7.
Liqidac-ft de chapeas.
Chapos de castor brancos e preto* pan ho-
rnees o meninos a 2i e 34 : a ra do Rangel n.
64._______
Vende-se urna, escriva preta, ansea, parte*
engimmadeira, coainheira e costureira. para en-
genho : na rna' do Imperador n. 2, sabrado, se
dir qnem vende.

;


6
Diario dQPefna^b$CQ- Tor^a feirji 8 do Juijio de 1873.
PNDICAO DO B0,1MANms0*!!!
RA DO BRM H. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS enflores de engmho e ontrn agrcollores, e mpMgnibil W m
ifiini8mo o favor- de orna visita asea estabeieei ment, pan vereca o MW aortimnto
coruDlet) que abi tem; seado todo superior em qoalidade e tortidao; o que coma m
oecc3o pessjaJ pode-se verificar. r ... *T -i m
ESPECIAL ATTENGAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA Ft^DlOiOv
Vaprese rodas d'affaa d0\maismodernTw***u
w v.jrv** w v su,** a c*g uo> maobo8 conveDicDles para as diversas
sircnmstancias dos enhorea proprietarios e para descarocar ajjwdao. -*
MoeildaS d8 Calilla delodos 08 JAn>Mko* s.'mel&ores que aqu
Sodas dentadas paranime8'^evapr- ,,
Taixas le ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
Mflplliriiamne Para roantlioca e a'godle.l Podendo] todo*
i.utuiiaiilU& t para 8errar mi(jeira. f$er movido a mi
RnmhiR .. Pr w nv*>
uuiuuao de patete, garantida........ |oo animaes.
Tod&ft as machinas *pe?as de qne M coslDoaa precM^
Faz qualquer concert de machii"smo'a pre Dwi wwtfft
Formas d6 fdrrO tem 3S meIhore8 e m3is barl,as existentes no mer-
C3 UO-
?f1Pf>TmmaTl?TB Incumbe-se de mandar vir qoalquer machinUmo von-
uuv7iuiuwiuaa. ude do8 cipotes, lem brandme- a vaotagem de hieren
mas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qoakuier necessidade pode
es prestar anxiiio.
Aradas americanos e in8,r0Dlent0 aricola8-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
GRANDE "REDUCQAO EM PREQOS
Attenco. Attenco.
Na lojade Soares Leite Irmos, ra do Baro da
Victoria n. 28.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 js.
dem idem de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 1$200
dem k.inanga do JapSo, a 1(2200.
dem divina, a 1JP0OO e 1&200.
Abotoaduras para collete, de todos os
gostos, a 2o0 rs.
l.amparinas gaz, dando urna luz muito
twa, a 155000.
Duzia de pegas de cordo imperial, a
280 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
Z50O0.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 1#000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do, a 3-5100.
I.lem idembeira lisa, a 2JS400.
linrrafa de tinta roa extra-fina, a 1#00.
i'aia 'le botes de osso para caiga, e
200 rs.
i*uc|ii 'S moderaos, a3?500.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos ehinez, muito bom, a
500 rs, e 15000.
Duzia de sabouft.es de amendoa, a 255500
e 3Ti;.
Opiata muito boa, a 1$, 1J&500 e 2JJ0O0
i frasco.
Duzia du sabonetcs.de anjinho transparen-
te, a 2-5200.
dem dem com flores, a 1$500.
Duzia de eullarinbos borjados para bo-
mem, 3 85000.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,
i 00 rs.
dem idem lisas brancas, 20o rs.
dem idemlisa de cores, a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 25*800, 45000
e65000.
dem idem liso, a 25000, 35500e 55000.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia de talheres cabG branco, 2 B., a
55000
Mago de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros de linba, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 320 rs.
Pita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
800 rs. .
Chapeos para senhoras e meninas.
Cixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Leques para senhoras, a 25000, 45000 e
65000.
'ivrospara notas, a 320.
Redes enfcitadas com fitas, a 25400.
Duzia de collarinhos lisos para homem, a
65000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
Os leques todes de madrepcrola,. braneos e de
cores a que trazfli dsticoUNIAO em lellras
tainbem de niadrepcrula em alto retuvo, tor-
nndose por isio apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERANZA roa Laque de Caxias n. 63
(antiga do Queiraatlo) qnem os tem.
Mo de tartaruga
Oa brincos,.broches, mejos adcrccos, erases,
ooracoas e'caisdetas, que eo OKjostas ba
escolna dasExmas. {amantes, do cbiijuii) vende-se
\^m*&; 4 MMe' ifc, ?'
Aos meninos
. mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
US.
Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
tina em sua caixa, boneeas de boi racha o bolas do todos os tamanhus, candieiros a gaz,
bjectus lo orcellana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
gaiolas de arome, muldura e estampas para quadros etc., etc., emuitos objectjs que se
torna longo mencionar.
LABIBRAI
AP. HiVAOO PELA ItCADZHIA DZ MEDICINA DE PARIZ

0 Quuiuu Labarriique,
um vinho ominentemente t-
nico e fcbiugo que deve ser
pcrfcrido todas as ouIras pre-
pararoes de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mente cinpii'gados na medicina
prepararn-se com cascas de quina
cuja .riqueza am principios acti-
vos exticiiaincntc variavel;
paite disM), cni ra.'.;io de seu
i i'.c preparagao, osles vin-
hos contem apena ras^o&de
priucipius activos, el e.u |>ro-
porgCcs sempre' varinve'r,.
0 Oui'ifi-^i L,ulir*a<)u,
; I\a4 I .i A(-Liv:ir,i: idi^/ic-
diei.ua, cuii.titue pulo contrario
uta medicamento de composi-
gao determinada, rica em priu-
I
doentes podem
mdicos e os
sempre contar.
0 Qisiaiuiu Labarruiiue
proscripto com grande xito as
pessoas fracas, debilitadas, soja
por diversas causas d'es-ola-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenga, s meni-
nas qtii tem difficuldade cm se
formar e desenvolver, s mullic-
res depok dos partos ; a en1 (uccidds pela idc ou
doenga.
fo eazu de eiilorosis, anemia,
Cores pulidas, este vinho um
podero.-o aox&Ir dos ieri'ugilio-
sos. Toiindo junto, par exemplo,
com as plalas de Vallet, produz
effeitos maravilhosos, pela sua
rpida acgo.
4 Joyj Bsparanja rua Pujua de, Caxivp,
63, acaba de receber um lindo sotHirrento de bo-
neeas de umitas qunlidaf>|, indp PBrc < Haj as
urna pequea nuaptflad se tornam appciatjif pllL ii mJibJle.
A Npv Espvanca ra Duque de Caquis n.
63, lecebeu verdadeiro ciuieato inglcz, prepara
40.gara coftpertr porcolao bem til.
Vestido perdido
MuJUs vuzes um vestido toma,-so iaeirmaote
fefp, emente por estar mal eoftiido: a Nqra Es-
perare a jua .mjue de Caxias n. G3, remove
este mal; porque. Va hem prvida, dos melhores
aJSes e Tramias up Mas a cores, onde pode es.-
5olher-se vofttad sobrqabndo eiitre estas as
t^odernas franjas mosaicas, Mue pela sqa. varieda-
e de cores, Dea bem em qua$j todas as azeauas.
A ella aates que se acabtm.
Bolas dehorraAa
Vendea-^e de todos os taoianfeoj ra Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperhc.
Cabeos onmcosshmqmrn
quer
AvalEsp#tianeafua Duque (le Caxias o.
63, acal a ae-receber a vraaflira tintura de D'ei-
nous para Ungir os cabellos, o que te cousegue
(empreeandoa) com muita facilidade, e por esto
motivo, cabello^ braneos s tem kquejp quer.
Miona moda
Os cinturoes de couro, proprias para senboras,
que recebeu a Nova Esperanca ra Duque de
Caxias n. 63, ostao, sim, seidiora, estao na moda !
Se queris ler ou preparar um ramalbete de
cheirosos era vos braneos para o vosso casamento,
ou paca outi'o liiii apropriado, necessario ir
Nova Esperanga ra Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os melborea ports Luquete
que se pdedesejar._________________________
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 30,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado coltdo por quem tem feito uso dessa
inoffensiva preparado a tem altamente couceitua-
do, e por isso apenas se fa? lembrar a quem no-
vamente deila preri-e e queira se aproyeitar de
sua utilidade. Tambem veio agua de tonasio e
oleo florido para o mesmo uso, e tilo acreaitados
como aquella.
Cintos largos
A aguia branca, ra Duque do Caxias n. 50,
recebeu urna pequea porcao de cintos largos con
franjas e perfeitamate acabados ao ultimo goslo.
Alem delles ha filas proprias com difluientes lar-
guras e cores.
Gravatinhas com lagos e bor-
dadas para senhoras.
A aguia branca, ra do Queimado n. 50, rece-
ben novo sortimento de lindas gravatinhas com
lacos, bordadas, e outras de cambraia, enjutadas,
para senboras.
Bello e variado sortimento de
enfeites para vestido
A aguia branca, ra do Queimado n, 50, re-
cebeu um bello e vanado sortimento de franjas e
galoesde seda de diversos gostos e cores para ves-
tidos.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A leja d'aguia branca, ra Puqne de Caxias
n. SO, recebeu novo sormeoto daquellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora. vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos cominodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende -as pelos baratos precos de 33,
44 e 63OO0. A fazenda boa e est em perreito
estado, pelo que contina a ter prompta extrae-
rlo.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletns, bezouros e gafa-
nhntos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quanhdade pepuen, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Cajjas
- 50, receben urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l o soda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiraoientc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e roa#t*s {Inorado.; ssim como
novos diademas de co, e como.sempre conti-
na a vende-Ios por precos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que du laxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
Pechincha.
Declara a seus freguezes qi
saber :
Ra do Rara;/ da Victoria n. '1
DE
(Mro Vianna.
A' este grande estabeleciment tem che-
gado uin bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e leudo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, om
qualquer parte desla cidade, como bem as-
sa concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendi alguin do comprador.
Nesto cstabelccimcnto t mbem ha pertoncas
para as mesmas machinas c se supine qual-1
quer pega que seja necessario. listas ma-
chinas trabalham com toda a perfeii.o de
um e dous pospontos, frau/o e borde toda
qualquer coatura por fina que soja, seu*
presos sao da seguintequalidade : para tra-
bajar a mo de 30-5000, 40?M0i>. 455000
e 50JW00, para trabalbar com o p sao de
805*000, 9031000, OOJTOOO, 110-^000,
1202)000, 130-5000, 150JJ000, 2005000 e
250$000, emquanto aos autores nao ha al-
terado de presos, co&comi-radurespodcro
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedade de ohjectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balando, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nquissimas, para senhora, despensaveis
para crianzas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e enancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheresde metal fiui.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, ohjectos para toilette, o outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto denle as G horas da ma-
nila at as 9 horas da uoutc
Ra do Baro da Victoria n.
22.
SHERRY KINA
(VIN'llO DE QUINQUINA HYGIENICO
PREPARADO COM OS MELHORES V1NUOS DE BIS-
PAMU DA FIRMA
CLMiCi.G.COESEM
F0.NECED.'R
DA Sl'A MACFSTABK
d'iuspahba.
ron
A IIALNIIA
THOMMERET GELIS
Fiui'iuacoiiticu
EX-1NTERN0 DOS I10SP1TAES DE PARS
0 SEUUV-KINA o vinho de Quinquina
que boje prefercm a MAIOB parte dos mdi-
cos de. hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos menibros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicaciio nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que HU1TAS VEZES SESACRIFICAM AS QUAUDA-
DES T.\0 F.SSESCIAES QUER DO V1NIIO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da ESPECULAgio (Ver Cuta das Ayuas
Mineraes. Do Dr. CO.NSTANTIN JAMES,
7.a edicao.
NICO DEPOSITO
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTH0LO1ED & C.
Rua Lardado Rosario n. 34.
VERDADEIRO LE HG?
EM LIQUIDO OU IMLULAS
Ru de Seine, 51, i PAIUSj
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
^ de
Loiirciico Pereira lleudesGuinares
ue tem resolvid|i W'^kr o lajisbaj^
atol t or possivel. ;
I
ES DE BRIM DE CORES IftMO.
-se cortes de brioi de cores pr
o 2*000.
r Atinas a 3cooo.
NA HA DQ CRESPO K 10
Saeees de^stepa vnaios preprios para
Wi. assncar e farinha a 310.
Pharinacla de PTMaurer 'MQ.
i
m
i
s
*
Madapoln a 2J, 3f:00 e t
pega.'
Algoaonhb largo marca
a
al
*
I
e Com
Chitas de cores a JOO^ J40.
Cainbnias de cores a 0 rs.
barra a 28D rs. o cuvdo.
GrosdeuaiJ prclo a 1*600 e sor,- iro )fC
Iargoa3AOOO.o300.
VesUiarios de ueo para meninos, a JS(
ifOO e de cambraia bordadg a o'AoQO. flb
Chales de cores a l i, 1*200 e IJ5W w
Gangas de llnlip de cures .320 rs. o r. &
Algodio azul -ericano pa#a roupa de
escravu 32<> r*. o ovado.
Meias para meninos tle todo 08 tama-
^6 nunhos a 'SI a tlu*.
*m %&### *&**
Vende-so o sitio existente na travessa
do Remedio, fregnezia do$ Argados n. 21,
boje Becco da Travesea da Remedio, n. 18,
em cbia proprios : qtteen pretender euton-
d**e cem o sea pro/>rtetfii> na rua de 8f
raneisoo, dwtacidade/n. 10.
-v
Em et garrafa, sus, eiilrt a rullia e o papel i zii'.
lfXie lva a nicu sinelc, um otnlo ini|ireiio cm ani:i-
llo com mto selle SICNORET. PARS. EuMraMI
*re fttndo negre.
f. B. RmettiiJo-sf imia ledra de 500 francos
pobre Pirij, recebe-sc 725 traucos de medicaimnlas
Ue|iosU> priutii'i.l /?
i legitimo Le Ruj. C^C',~^TZk ,**
teo .|e,,. el, DOcSST
)Wffl a Skor 4>
Umu oa Baha. NP PHARMACIEN
su acba a venda na
nico deposito, aOme
casa de \K. .Hnuiw nicas verdadims
Blcha3jimibur"5,ue7.a3 qnc vui a cae mercado:
na roa do Mrquez de lrada n. 5
CHITAS A |09 E 200 RS. O CQ\
)^8do-sc cltas franeczas Iar||s,
que de avaria, a 100 o ^00 o,cuvad
las limpas a iiO, 280 e 320 rs. o covado
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS. Vende-se botinas pa/a senboras, a 3?000 .
Vende-se cassas franeczas a 320 e 360 re.'n
o covado. .
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 30, 400 e 500 rs. o covado.
AUPACAS A400RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
C0BERTAS DE CHITAS A 100.
Vende-so cobertas de chitas de cres, a
IrtiOO o 2C000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 1>20, 2??500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se cbales de la de quadros a 800
rs. o 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pe?as de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 35500, 49, 49500,
59 e 9000.
SALAS BRANCAS A 29000.
Vende-so saias brancas o de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos do seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapos de palha, pello o
massa, a 29, 29500, 9000 e 49000.
MADAPOLO A 39QQ0.
Vende-se pe^as de inadapolAo enfestado. a
39000. Ditos inglezes para os presos do
49, 49500, 59, 09000 e 79000.
ALGODAO A3&500.
Vende-so pcc/is de algodo, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 1JJG00, 29 o 29500 0
metro.
GRANDE LIQUIDACAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcao de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes Cjm
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia,^a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
39500, a ellas antes que s a
ROUPA FE1TA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 19600, 2?,
29500, 39OO0 e 49006. ''
Caigas de casaiBiras d cores, a if, 69 e
79000V
Colotes de casemira, a 29, 29500, 39 1
4^000.
Palitts de casemira, a 49, 69 e 89000.
Scroulas a 1(5 e 19C00.
BIU.M DECRELA 449 RS. I
Vende-se brim de tudas as cores a 440
rs. o c .vado.
LENCOS BttANCOS A 29000 A DUZIA.
Venuc-so a duzia de len<;os braneos, a
29000. Ditos com barras de cores a 39000
Ditos do. ludio a 59000.
TOAI.HAS A 800 1S.
Vande-sc toalbas para rosto, a 800 rs. e
19000.
GRAVATAS- DE SEDA I'RETA A 00 RS.
Vende-se grvalas de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITAS PAULA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19306.
Vende-se bornes para meninos, a 19500.
ESPARTILIIUS PARA SENHORA A 39600.
Vende se espartilk\p* para senhora, a
395U0.
PENTES^ |20 RS.
Vende-so pestes difusar, a 20, 620 f
400 rs.
POS HE ARROZ A 240 RS.
Vende-so pos de arroz em caixa, a 2i
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 210 RS.
Vende-so espelhos de diversos tamanhos,
a2i0e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesourasde diversos tamanhos,
a320e500rs., para liquidar, e outro
muitos artigos quo se vende barato para li-
quidacao de facturas.
Na
^respo
" LOJADE
Guherme Carneiro da Cunlia & 6.a
pars
UBVO BELL6G
APPflOVADO PELA ACAGEIHIA IMPERIAL DE mCOICINA
m 27 Liembro de 1810
//,'

PARS
Yfcc
T
PARS
I
M&
E'aobretudo As suas propriedades eminentemente absorventes,
que o tnnfto de itriioo deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemcnte contra as affec^ffes seguinte
GASTRALGIA
OYSPEPSIA
PVRQ&fS
AZIA
DIGESTCES difficeis
dOfus oe estomago
constipaqAo
CLICAS
BIARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERIMA
MODO DE EfflPBEGO. -Oc*4ode Beu (CktMi
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de ti eu de
rasiiliiis. Geralmente o bem estar senle-se lega depais das ari-
meiras doses. Urna informacao entensa acompattha cada vnlro
de p e cada caixa de pastilhas.
Deposito em Pars, I.. FRESE, 19, rae Jacob.
PARS
VRDAI)E1RAS
PILLAS de BLAJ>rCAMl>
COM lODURETO DE FERRO
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE Al
Possulndo as propriedades do iodo e do hhro,
(Oes escrofclos&s, a Tsica do priucijiio, a fruque:^fi
de Palta na ch.amnoriihra, em iju A neoossario
restituir a sua riqueza e abundancia noriuaes, ou par
dico.
N. B. 0 tOluteH ifi ferff Imaiiro ou illrndo i um
irritante. Como pr$va le plreL) e iutlicnt JaJe
TEBA
.N.

riuiiaa ae mancara, dere-se exigir nosso m
Uvm t noM* Imi, iipit repreAtziii, ilu.' e
aeaaHM eat tadaa a* aliarmaeia* fha
nico deposito, a onde se acha aven
Rua do baro d.i V

-




/


\
J
*?
Diario de PeYnambuco TdAjaTeira ;8"tfc Jilid Nfts.
RBSJJESTD
MlviHCINA
Pw?prddo por
L4toMta^&#md
para tbijsica e
tocia a quah'darie
rda deencaa, quor
soja na garganta,
( fMO o* bofes.
M tfxpressamento
eSCOlliKlodoS-
khoresfigaJosdos
quaes se estrelle
o otoe no banco,
da Terra Nova
puriicadochimi-
kclmente, e suas
IvaluavctspraprL-
^edades conserva-
das cum todo o
cuidad*, etn todo
o frasco garan-
te p o rfeit a men-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame mui-
to severo, pelo
chimieo de inais
talento, lo go
vemo hespnnhol
era {Juba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORQAO diodina
do que tro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IOLN'O V. UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de ligado de bacalbo, o na-
queJle no qual cont a maior porco dosta
iavaHivel propriodade, o nico moio para
curar todas as (fcencas de
GARGANTA, l'BITO, BOFES, FJGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tesse, resfriamientos, etc.
Uas poneos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e d vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou scienoia, d tanto
nutimento aosystema.e noramodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisaco tem sido des-
truida pelas afleccoos das
ESCRFULAS OU RHEUMATlSMO
e todas aquellas, cuja digestio se acha com-
pletamente desarrancada, devenr tomar
O OLEO DEHGADO DE BACALHO
K
LAXMAN & KEMP
Se que desejam ver-se livres e semas de
onfermidades.
Acha-se venda om todas as boticas e
drogaras. H. Forster & C, agentes.
<%t m o uso
r.i
WJC^fl S80ST
OfitaV^jrtteAife.raYlical'e iafal rival na cu-
ra das^rtrorheas, tloms brancas efluirts de
toda especie, fecrSiles ou chronics; e que
offfece como garanta desahitares resultados
a '.urtimiada appcarao que sempre com a
mafbr vritagnm se tem feito defla nos hos-
pitales de'Paris.
Unicn depsito para o Brasil, Barfholmeu
& C., ra Larga do Rosario n. &4.
Xarope d'agrio do Para
Arltigd o ettaceitoado medicamento para
cara das molestias dos Orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
apphcado ainrJa Om ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se'oa pharmacia e drogara de Bar-
tholrheu <& C, na Larga do Rosario n. 3i.
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprio para
vestido serve para luto, por ser sem lustro, na loja
das 6 portas em frente do LiVramerrto.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs, a peca.
Vende-so cnirempios, tiras e'bicos bordados a
retro', proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nhasdo crinca, pelo baratismno preco de 300 rs.
a pecana loja d3s 6 portas em frente do Livrv
ment, dito se pecas a mostra com penhor.
7
'! * tibiar m ponco lempo eom o aso do melbor dos licores--t f^mad
Lizinlns escocezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lizinhas escocezas, padroes inteiramente no-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o corado,
pechincha e do-so amostras na loja de Gniher-
me C. da Cimba & O.
DNtfiOS MENW
Rtia dBarta da Vktom n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na eXposigao 'de taris, em 18C7, Toi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha deparo e a condecora-
?o da Legio de Honra, por sererh as machinas mais pet.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. llowe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de oos-
tura.
A modalha de ouro na exposigo de Londres acreditara
-estas machinas.
A 908000
Nao lia mais cabellos
kj
Soe nicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconhecida srperior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, i. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
0 INEXT1NGUIVEL
PERFUME
Joaqun F. dos Santos Coimbra Guimaraes,
vende em seu escriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. 3 t. andar :
Laf do Rio
Cha t em latas de 1 libra
Fumo a em latas
Farinha de mandioca
Vinho de Thomar, em decimos-
Hesperidina
celebre
m
Florida
Vcrdadciro biter besperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos &
C, ra do Amortan n. 37
BE
HliRHAV i I. t\HA V
Urna pura distilla res dos trpicos. Contm, para assim di-
zer, quasi o odor odorfero las flores do
trapico da America, e su a fragancia quasi
inexhausta ainda mesmo por continuada
evaporacao e dilluso. .Teste respeito
ncomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para:
JVESMAIOS, VTAOUES SERVOSOS, DOR
BE CARLf.A, EBIL1DADE E
HISTRICOS.
E um cerlo o ligeiro allivio. Com o bom
ton, tem conservado sua influencia para
cima de vmte c cinco anuos sobre todos os
perfumes, as Indias Occidentaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo, seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pee:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna urna
iceHente mistura para banliar a pello,
dando um aroseado e cor clara a cornplci-
;8o nublada, sendo appncada depois de
barbear, evita a irritaco que geralmcnte
occorre, assim como tambem gargantendo-
se, o oheiro do cigarro dasapparece, e me-
lhora a con liro dos dentes e -gengivas.
Como ha umitas imitaces, as quaes nao
possuem nonhumas (Testas propriedades,
deve-se tomar cuidado e cojilaf smente o
o famoso perfume > cosmtico do sul da
Atnerica, chamda<:
fi AFL0R|f\
DE
nI RK%V t* I \MI \\
Se acha A venda em .todos odroguistasj
f'perfumarias da 'moda.
Vfende-9- por Wrtato pnxjo, ump mobilia de
amareiio coia tampo* de pedia, com pouco uso,
assim orno nm> cama ranceza de amartillo : na
ra da Roda; sobrado n. 17, 1- anlar.
-Matriaes.
Ha wmTrep*ra vn&r-m por commodo preco,
lijlos de nvenaria (rosna, dito de dita batida, di-
to de tapanwnlp e tolhag, os quaes te manda por
"m (l"ai'j,"'-'r lngat'.v ver e tratar lia olaria da
ra Vtscnde de Goyanna, anfip do Mondego
E. 63.

TASSO IRMAOS & Q
Em seus armazens na do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commedos
Tijolos encarnados sextavas para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraniicc.
Machinas de descarocar algodio.
Machinas de nadara.
Potassa da tussia em barril.
Phosphoros de cera.
Sagu om garrafoes.
Sevadinha om garrafes.
Lentiihas em garrafoes.
Rhum da aJmalca.
Vinho do Porto \olho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaos:, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madcira.
Potes com lingnas e dobradas inglezas.
Licores tinos sonidos.
Cognac Gaulhier Frcres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em salmoura______
Cabe-nos o dever de annunciar que a ccxnpanhia das machinas de Uowe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade A ra do Bara< da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Fernambueo e mais provincias so vendercm as afamadas machinas de cos-
tura de Howc. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfei^o de seu trabalho,
empregando urna agulha mais cuita coij a inesina qualidade delinhaque qualquer outra,
o pula introdueco dos mais aperfeicoados apparellios, estamos actualmente habilitados a
ollerecer ao exame publico as melhorcs raachinas do mundo.
As vantogens destas machinas sao as WJbmnks:
Trimeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para ito prova incoiitestavel, a
circutnstancta de nunca terem apparecido no mercado machinas d llowe "em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terccira.Ha ncllas menor friccSo entre as di versas .pecas-, e menos rpido estrago
do que as oulras.
Quarta.Fo'rmam o ponto como se Tora feito a mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabafbo de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modica'r-se a tenso da liiiha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.Ocompressr levantado com a maiorfaclidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaesparapoderem substituir: entretanto a conmanhia das macliinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes meclianicas, tem constantemente
augtnentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca C00' machinas
pdr da.
Cada machina acorrrpanha livretos enm instrueces em portugnez.
i o.
HBSPEHIIHNA
Fax oito doos qne coobeeido este prerioso tnico, e diffic aclis,- im r^^
qne, Undo ftxpertmeDAado pesoalmente, b5o falle em sea favor, j coBj bo ealaci
e ipetnador- tomando om calu della antea de jantar, uo como faciliudor da disMti.
tomando-ae depoia.
ABASE
da'HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ba om habitsnte do BRASIL (a *rt.
especial das aranjaa) qne nlo Conheca as propriedades medicinaei da donrida frect
igra bem, t
p M
MUJA AMA
em sen estado Dalaral tem om gosto pooco agradavel, o o mrito d* Hespehdio eo
siate em reter anas boas propriedades, e ao mesmo lempo apreaenU-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL oo tem nada qoe iovJir ,
inelborea importacoes enropaa de catbegoria seroelhante. Eataa, qoando h, ilo, po*W
ser goatoaas, porem a Hesperidina a combioacSo perfeiu do
AGRADAVEL E SA0DAVEL
para prova de que om artigo do qoal pde-se ter inteira cooSat-a. r '- ni p'.r-
a mnoceote, basta duer-se qoe foi plenamente approvada e auluriaatia pt>*
JUNTDEHYGOE
do Rio de Janeiro, permiltindo soa livre elaborarlo no imperio; ootr:
BOA PIWIVA
e a acceilagao geral que tem em todas as part; oude apieaentada. Em 1864 eaiai*
lacen-se a primara abnca em Rnenos-Ayres; em 1869 a s^eord en tcvidc .
no da da chegada de S. M. O IMPERADOR toaugcrooe a fbrica q--r i tuall
trabalba na corte. Em Vaparaizo e em toda a sta do Tacifico Um boa acceiUv*t
Unto qne rara a casa qne considera completo sea aparador sem tma gart de
JIM KiUiffll
O homem veno toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem doente tem Hesperidina para obter

do Baro da Victoria n.
BAZAR DA RA D1REITA

^"2!^ acreditado w printez. do Lisboa, das
faWIcS e X^breK^ e 'Sanu Auolonia, vndese
na VratEa Twafe^ttidclicii n. 5, loh Jaf valas A
assim-e", mais* efdiinlesqoali4d : tWe-
ceta Ida 9bia n^jnahmuo ; ae.fioo, gros-
sa e mereUiohq Pulo Cordeiro.coiumuin c via-
*5SL2SSr."n. 2r P1? te P*ior : rollo fran-
Farelo de Lisboa a 44300.
Milho novo a 44200.
H>'o traoicho da eompanhia Pernambucana nu-
mero 30.J____________________
VMl*4a arMad-se o onaenho Burare-
ma, na freguezia de -erinhera, disunte legba e
maia da estgo de Gamelleira, com proporedes
pai* wifreUi' a,S60 pftos annnae- : a tratar com
Leal rrrtntlos nfeta praca, dn com t c- de Castro Paes Barreto, no en gento Matto-Grosso.
Vende-se pedras de amolar: no armazem do
Motta, da eompanhia pernambucana.
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
grande familia.
D. Maria Jo?ephina Rawlinson que agora se acha
em casa de seu pai Guilherme Purcell, em Santo
Amaro, vende seu grande sobrado no Poco da Pa-
ne.lla, em que reside actualmente o Sr. r. Ser-
fico, o qual torna se recommendavel pela sua boa
localidade, copstruccao, e ct edificado em chao
proprio. Contiguo ao ref rido sobrado tem urna
bonita casa nova de bilbar com jardim, cacimlia
e banheiro : quem pretender dirija se propie-
taria Maria J. Rawlinson, ou seu pai o Sr. Gui-
lherme Purcell, ra do Lima n. 30, Santo Amaro,
e para informa cao, na loja do Sr. Joaqaim Baptista
de Araujo ra de Mrquez de Olinda o. 3, ou-
tr'ora ra da Cadeia ___________
LOJA DO FSSO
Ra Primeiro de Marco
n.7A,
outr'ora do Crespo.
Os proprietarios actualmente dcste importante
estabelecimeato, tendo procedido a urna completa
r-forma em precitado estabelecimonto, e eonacios
do ser ello um dos mais bem sortidos principal-
monte em artigos de moda e alta novinaa, peaem
ao'respeitavcl publico e em particolar aos sens
numernsos freguoz s a bondade de continuarem a
depositar cm sua coniianca, garanlindo serem bem
servidos e por precos nimiamente baratos. Ve-
nham pois todos comprar noVas e lindas faien-
das, de cnias damos ;um pequeo resnmopara
qe vista detle poBuam apreciar.
Velludo preto, setini maco preto e braaeo, gor-
guro de seda, grosdenaple preto e de lindas co-
res, l com listras de seda, cambraia raaripoza;
nansok de lindos padrSes, carnizas bordadas para
bomem, vestuarios para, ertaricas, chapeos para
baptisados, manas braileiras, metas de cores pa-
ra hornero e meninos, chapeos de cabo de marfira
e s
__________ DAS K. 51.
Este estabeleeiniento sempre solicito em offerocer a concurroncia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
procos os mais razoaveis possiveis, para o que receb< quasi todos os seus artigos de pro-
pria encommenda da Europa e America, vera dar ouhit'idade de alguna artigos por cojos
precos bem se pode avaliar os precos de outros gitos que se tornara enfadonbo pu-
blicar.
MIUDEZAS.
L para bordar, da meihor qualidade, 1
libra por 5JT500.
Agulbas francezas, fundo dourado, a cai-
xinha com 4 papis a 60 rs., 240 *<.
Voltas de fita de vellu"' com lindos co-
raedes fingindo rnaoreperpja, a 500 rs.
Voltas para o pescoco, fingindo camafeo,
companhadas com par de brincos seme-
Ibante, tudo por 2o00.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de raacbiua, a 800 rs. j
a duzia.
MIUDEZAS.
Brincos dito de dito por 2#5O0.
Botes de setina pretos e decOrcs, a 800
rs. e 19000 a duzia.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a 15000 e 1{?400 o metro.
Ditas'de cores e pretas a#00 rs. e 1*000 o
metro.
GatSes pretos de aeda, de muito costo de
806 rs. a 19000 o metro.
CA4jCADO FRANCEZ.
Botinas protas gaspondas, para senhora, a
43*00 o par.
Dito de dita de Alexandre, numeraco a! W4as dit8S ^-*>wque, aspeaxlas, caDno
v ; alto, a 5JS000.
Ditas pretas enfehadas, ultima moda, a
GD0OO.
DItas-ditade cores, cano'alto,enfeitadas,
a 59500,
Bitaspara meninos, pretas e de cores, a
3* e 49TO0.
0 bOmem dbil toma Hesperidina para obler
Ncs bailes as donieilas eos mocos tomam a Hesperidina par obicr boa *
Jiiiimaclo dorante oa loncos gyros da
n,DDAC WBMBk.
BARROS JNIOR 4 C, a roa do Vigano Tenorio n. 7, Io andar, mtbnm mi.
grande especifico, e venena-no nos depsitos legoiot :
Joaquina Ferreira Lobo, ra da Imperatriz.
Zfcferioo Carneiro, roa do Gommercio.
Marcelino Joa Goncalves la Fonle, roa dr- Cadeia n. 1.
Aotooio Gomes Pires C, roa da Cadeia
Antonio Gomes Firea & C, caes 22 de Novembro.
Gomea dr Irm5o hotel da Passagem.
aniiazeiii de Joaqnim Lopes Mlido
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
\ apores locomoveis de forra de 2 a 4 mallos,
torreias para machinas.
Polias de diversos tamanbos.
"^aquetas para cobertos de carros
Solas de lustro para guarda lama.
Pontas de lanca para carro.
Chicetes para carro.
Gales largo e estreito para carro.
Tegos com cabeca de marfim, idem.
5,
seda, ricas basquinas
ara sol, granadme, nl _
le seda, fil de linho, bramante, cmbrias) chi-
tas, cSaseminrs,'ele.: na tojKWoftwso, roa Pn-
mireo de areo a. 1>k.
Setim macip de cores.
. aias bordad
Crte-de1
Saia
ara senhora. .
.._Ds-hraiieds bordados
nhbra.
IfaSno preto edecorai.
paf' a&y
Cmmak
Bieos ca
iones
jPMrtas wra.nova.
es ae seda de cores.
i
VifttfinMos' pura Uaptisstios.
Cfcapos-^ar HaJttfeMt.
Colxas de sed* para noivas
-Ditas de la.
Tualhas bordadas do oafnbraia de linh para
baptisado, eom dotis emblemas.
m loja do Passo, ra Primeiro de Slarso, anti-
gamente Crespo, n. 7 A. _________
- Pw 7># veode-senm esersvo pardo, de &5
annos, wnhsirf, muito barato, e o motivo se
comprador, e mais um boeito meleque de
crucial de pedreiro r n raa de Hortas
18 armo.
n. 96.
gosto do freguez, a i #100 a duzia.
Diademas dourados de 19500 a 39000.
Ditos de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borbletas a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19o00
e 29000.
Voltas de aljofares com brincos, a 29500^
Ditas de ditos com coraeoes a ItfOOO.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, 4
800 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 49500'q par.
Gravatas de seda para senhoras de 49200
a 29000.
Pafures cota 2 lacos para cabeea epeito
a 39 e 49000.
Entremeios e bahadinhos bordados de 360
rs. a29400 a $>eca.
Gales de seda francos e de cores, de,
19500 a 29500 a peca.
Ditos de algodao e seda, de 19 a 94O0
a peca.
Ditas do aJgod*va lOO-e'MO fs. a peca.
Trancinhas do coros, a tOO e l#0 re. a
peja.
Laques de marfim 5* ^89000.
Ditos de sndalo a 4?N06.
Ditos de madeira1 Ihtando, fOO*.
Ditos de papel!oes a 19800.
Coques paraohom, 89, ^89>00e9.
Aderoocwfttpwh cmri,'Co/npdnd alrrrtete e brintee por 69000.
Dito dito "pretos'pop-29S00.
Ditos de plaqut, corapdrtthWde fihete
le brinco, setktetd^irftiitogpftoyjWw HWRIO.
~^o feeWptrio''tiS'rtrt&i

Completo eriiTWntd deTtral^adO da asen
mira, Cirarlt, tapete e'tremo*, mis barato
10 % tfo quoem outra paadquer"parte.
CAfPrS. I
Riasctaf>osde4reiha*teli, pora mi
nhora, a 419000.
Ditos 4itosplha-esw*,'dawltima moda,
a 189000.
Completo'.sortimewto de charpeosinhos-para-
menmae e eshorw, ** 298M a 59000.
-6b^loe'de8olidetsoda^ ingieMs, caho 4
marfim a 169000.
Ditos dito de merinoj cabo de metal mui
tohoitO'a9900.
DUosdito dee4ipanihori, cabo-dei
m*deira,.K)00.
DKasditovcbende rwanftm ff'99000.
MVBRSeS AfiTOtoS.
Mftadise fMoftti^86,-Tttn^(i wltf*-
^hia moda^wflifti-aa'idrTead, a 50 oee
WfifO^^cto*^aya-Waerras, tfJ?W
XT>HW partHMI^ 9^49000. ,a
TpaJbas de Uoha,parai rosto, a 9S0S) cada
Colias de croaw.nara oma de casaL
M.

SAPHIBA
NOVA LOJA DE JOIAS
2 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARROS tt I II.IIO
Aijhando-^fe oompletamente reformado este eatahelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisicao de
jolas as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel pubco a fazer urna visita ao sou es-
ta'belecirnento, allm de apreciar e comprar urna joia de gosto por
" razoavel.
(hmm Mttituets a 240 re.
o covado.
O PaaV> veide flntsBimas cassas francezas do
caras om o&mais delicados padroes, or leram
um peqOeno toque de avaria d agua doce, pele
barato preco do doie vintens o covado.^! pecnin
ca': 4#'le}a eftrvio,^ roa npewtMi n
0.
WGHAS DE HiMRGO
AsiwusTeceniesemeihoees.
VenwB -ec a phamacra a drogara de Rw-
tholomeu & C, ca Lfcrfa dosario o Ra..U.<
:
--------
Moraes, vende-se o seguinte :
intWii. 'tipm tta^fOsd-'lo'1 fMMJMf
i.

i
Oleo de linbaca.
"WWr'W ostre.
Beierfos.
Chnmbo de-nrunico.
(trfmms-laKi, superior -qttidae.
C(Mris''lIiam'burgaezas.
'asitw 'iAbf.
Ditas para crianjas.
Casa eim
"Tender tnaa casa
terr^tti1 umafeoa na. a
traiar iia.riia da Iniper-atria
u. 3,lpja.
I
averna
-^eWfe-sVailWHrila da ra lia Pnha a. OMSl
jo*, a rtbmt vaaevaadt, por seu dono ter de
retirar-se para fora dtsia praca: a tratar fia. me>
Vend-se
irtbo : no trapiche Cunba, a 6*
libras cada um,
Joaquim Jos Gron^alves
Beltrao & Filhos
TBem para vender bo o escriptorio roa de
CuMiuieio a. I, o apunte :
AeiARDBNTE de aj; caixa de 11 garrafas.
i de larania, idem idem,
ARCOS ff nao para DUtI.
'CAL de Lisboa, recemematne ehegada.
'CHAPEOS de sol,, para komem e senbora, eaao
do-niarnu e sso.
PEIXES de ferro, para porta.
FIO da afOdio*. 8aWa, a al'rica 4o eeaunaa-
aaadador Peinao.
OBRAS de palheta.
PAWK) > algodio da Baha, da fabrica do oon>-
mendaao**adrr.*x
HETiKa da,todaat|uali4adai, das faariaaa de
mXywr, : m** Kdunk) MilUao.
pOLHAS proprias pata botifa.
iSALSAPARRlLHA do Para.
>mA9<9ai ceMti4 lodMtofnajtaalM.
TOtHft^ inade da Parto, raJaasde Mgar-
dSo%sealel--aq Doro, idem dem.
dito Sttubal, caltas de 1 e orlas.
da -aya-inga iffitU, caiaa a t-^ar-
< de Collares superior, em ancorlas
n de caj, caius de t ganaras.
MirWsia do t)ouro, or -"
rafas.
< Carcavellos, idwn idem.

i*
Vende-se a das finco Pontas.(actual i
, com\a frit aj


r
8
Diario de Pernambuco Terqa feira 8 de Julho de 1873. v
VABEDADE
1389,253,662 florins.
1,824,885 florins.
\
HESPANHA.
O Sr. Estevanez, novo ministra da guer-
ra da repblica hespanlnrta, fez a seguinte
allocug&o ao exercito :
Soldados : Nao sei so as minbas for-
gas chegaro para cumpair cabalmente a
' misso quo a assainbla' constituate me
confiou no da de hontm ; j sa >em, po-
rm, muitos dos iheus antigos camaradas
que nao ba de altar-me deciso nem boa
vontade.
0 exercito est dos le muito tempo se-
quioso de justiga. A justiga lia de fizer-se,
e o exercito ba de entrar uovmenle na es-
quecida senda da honra.
Se o goveruo fe Ier.il, imitando oulros
governos de funesta memoria, esquece os
seus pregrammas e as suas promessas, ra-
zio ha vera* para perder a esperanza de que
o exercito se tome digno do seu nome.
Eu, porm, do-vos a minha palavra
deque, continuando testa desteministerio,
bei de abolir o rocrutamento, reorganisar a
forca publica, modificar as ordenanzas, ros
tsbelecer a disciplina e fazor a reviso com-
pleta das folhas de STvigo.
Temos soldados valentes, offieiaes dig-
nos e chefes brilhautes; podemos, por con-
segninto, fazer do nossi exercito o prime-
ro exercito do mundo.
lsto vos promeUe, ao enviar-vi>s os
seus cordiaes comprimentos, o vosso antigo
camarada.
*
Quatro importantes propostas do le fo-
ram lidas as constiuintes hespanholas na
sessao do dia 12. A primeira, apresenta-
da e defendida pelo Sr. Ocon, diz assim:
Artigo 1." E' autorizado o governo
da repblica para que. quando julgar con-
veniente, chame e mnbilise a primeira re-
serva nacional, conforme a lei de 27 de fe-
vereiro do correte anno, e o art. 2" dos
addicionaes da lei de 17 de maio ultimo.
Art. 2.* Decreta-se um imposto ge-
ral extraordinario de guerra de 100 milhes
de pesetas para o exercito de 1873 a 1874.
Art. 3. Concede so ao governo da
repblica todas as facilidades extraordina-
rias que julgue necessario exercer as pro-
vincias, theatro da guerra, para conseguir
a prompta terminacho da insurreico car
lista.
0 governo dar conta s cortes do uso
que (izer destas facu'dades.
Art. 4. As cortes nomeacao conmis-
spes do sou seio, rompostas de deputados
das provincias vasco-navarras o ctalas' pa-
ra que de accordo com o pode' executivo,
se trasladem ao tbratro da guerra, afim de
imprimir incessante actividade as operacoes
militares e ter ao corronte dos aconteci-
mentos da campanha as cortes constiluin-
tes.
Estas commissOes podero, de accordo
tambem com o poder executivo, dissolver
parte ou todos os batalhes francos, tanto
os creados [elas deputagoes como pelo go-
verno, e proceder a Ma reorganisago. con-
sultando essas deputagoes c as autoridades
militares.
As commissoes darlo conta s cortes
do uso que lzeram destas faculdades.
Palacio das cortes, 4 de junho de
1873.Joo Domingos OconFrancisco
Suner y CapdevilaRafael ManeraBenito
Arabio TorreJos ProfumoBartholomeu
l'i.
A segunda proposta de lei foi apronta-
da e defendida pelo Sr. Torres y Gmez,
assim concebida.
Os deputados abaixo assignados.
Considerando que a liberdade do ensi-
llo ficou completamente ineficaz desde o mo-
mento cm que, em virtude de varias reaes
Ordens e circulares, foi tirado tos ttulos ex-
podidos petas univer ida les e centros livre;
a validez que leen os que emanam das
academias offieiaes, tepm a honra de pro-
p6r s corles constituimos a seguinte pro-
posta de le:
Artigo 1." As certides e ttulos pro-
fessionaes expedidos pelas universidades li-
vres ou qualquer outro centro de ensno da
mesma ndole, quando se refiram a actos
pu exercicios em que baja intcrvindo urna
commissan de professores do centro univer-
sitario oflicial, tero a mesma eflcacia o o
mesmo valor legal que os expedidos por
aquelles centros oficiaes.
Art. 2." Os que obtiverem ttulos
professionaes em qualquer universdade li-
vre, estaro aptos com elles para desempe-
nhar todos os cargos e empregos. pan os
qua.es se requeiram por lei carreiras e ttu-
los determinados, como se estes os tivessem
picaneado as universidades oficiaes, sem-
pre que nos exercicios para a sua expedi-
dlo tivesse concorrido a commissa oflicial
de que falla o artigo 1.*
Art. 3. Eicam derogadas as leis,
reaes ordens, decretos e circulares, na par-
te quo se oppuzerem presente lei.
Palacio das cortes, em 15 de junho de
1873.ngel de Torrss Raphael Veredas
Jos Moria ligartePedro P, Herrera
Francisco de Paula del CastilloAdelo de
la RosaLuiz del Rio.
A terceira proposta diz simplesmente :
Pedimos s cortes se sirvam nomear
urna commissa de 25 deputados, encarre-
gada Je redigir e submetter aquellas o pro-
jecto de lei fundamental da repblica fede-
ral hespanhola, e resolver que a elego se
faga por listas, escrevendo em cada urna 25
nomes.
a Palacio das cortes, 16 de junho de
1873.Joaqun Gil BergesBenito Giran-
ta PrezAntonio Garca GilFrederco
Riesco Francisco CampanyMariano Mu-
oz Nougus-J. Pyela.
Foi apoiada pelo Sr. Gil Borges.
A quarta, apresentada e defendida pelo
Sr. Casalduero, consta so deste artigo :
Seo derogadas todas as disposiges vi-
gentes no relativo aposentadlo dos antigos
ministros da corda e dos membros do poder
executivo, os quaes ficaro sujeitos para a
classificagSo dos seus direitos passivos s
leis ce mmuns dos empregtdos na' adminis-
trago civil.
A'cerca da primeira destas propostas
ru foi consultada a cmara, por ser con-
tra o regulameuto ; a segunda foi tomada
e n consderagao, e enviada i commissa
respectiva ; a terceira, tomada em consde-
ragao e declarada urgente, foi logo discuti-
da e epprovada : a quarta foi, em votago
ordinaria, tomada em considerando, e en-
viada commissa rospectiva.
Satdo positivo...
que lh'os tinha visto.
0 Dr. Kenealy tez muitas instancias tes-
temunha, exigindo que declarassa quando
PtOQRESSOS DA HOMEOPATHLt.Diz tinha visto as marcas, se de manhi, se de
a Reforma Medica de maio que, se deram tarde e*a que horas.
dos EstadWUniosd AMertef 208 gtos de Um jurado disse: que 0 advogado est .va
doutor em medicina e cirurgia aos alumnos lazendo perder muito tempo com as ius-
que,,ujtunaram os seus cursos no anno leo tandas.
tivo-dJ 18^2 a 18, entrando n'esto nu- O advogado respondeu :s que tinba mui-
iiutro lv conferidos S senhoras, do seguinte to respeito pelo jury, mas que havia de Ca-
modo? zer todas as perguntas quo jujgasse necessa-
Collegio medico de Habnemann, de rias para a dufoza ; que a questao da marca
Pbitadelphia 47 ; colegio medico homoeo- no braco era capital, porque provado que
pathico de Now-York 40 ; cullegio medico Rogero Tichborne tinha tal marca, o seu
de Uahnemann de Chicago 39 ; sendo 7 se- cliente era criminoso,
nhoras ; collegio medico homoeopathico de 0 jurado observou anda que para sesa-
Glevalnd 34; sendo 4 souboras; collegio ber se havia ou nao a marca era iodiflereii-
medico homoeopathico de Pulte, em Cin- te que a testemuhha a tivesse visto de ma-
cinnati 10; collegio medico homoeopathico nh ou de tarde.
de Missouri 10 ; cullegio medico homoeopa- O advogado respondeu que tinha urna
thicode Detroit 19; collegio medico homoeo- louga pratica do foro, e Sabia o que convi-
pathico de New-ork, para mulheres 9. nha ao seu cliente.
O mesmo jornal acrescenta que nao sao No dia 6, foi a 32* audiencia,
incluidos n'este numero os conferidos no Os advogados do reo tinhara diauto de s-
collegio de S. Luiz, por no ter ainda rece- urna batera de mappas, planos, photogrni
bido a respectiva estatistica, pbias, vistas coloridas e enormes livros de
Afora a corimonia dos graos que desde a contas, tudo relativo ao collegio de Stony-
instituicao d Vtas escolas tem sido sempre hursl.
feita com toda a solemndade, houve tambem Foram perguntados diversos empregados
a distribuigo de alguns premios aos alum- do refondo collegio, e todos affirraaram que
nos e alumuas quo mais se dislinguiram as o reo nao era o alumno que elles conhece-
inemorias e pathogenesias que escreveram rara.
sobro os assuinptos dados. i .Os advogados do reo fizer>m muitas ins-
tiuciassobre o rgimen do collegio, osjo-
OSCIUMES AOS 75 AN'O. Um inglez gos edivertimentos em que tomou paite
morador em >orieli, por nome Georgo Tichborne, a situaco de diversos lugares,
Wright, contando os seus 75 anuos, ator- e a escripturacao do estabelecimentu.
mentado pidos ciumes (pie tinha da mulher,' A testemunha mais importante foi lord
cortou-lhe a garganta com urna navalha, e Bellew, companheiro de Rogero Tichborne,
d'ahi a pouco fez o mesmo sua, como pro- no collegio desde 1844 a t60.
psito de suicidar-se. Disse que marcon Rogero Tichborne no
Quando a visinhanca deu por aquello braco, fazendo-ihe urna cruz, urna ancora e
triste aconlecimento, encontrn ambos quasi um coraco, eas letras R. C. J e que Tch-
exangues. A mulher dentro de casa e o borne o marcou a elle, fazendo-lho urna
Uelho no patim da oseada. ancora.
A testemunha mostrou o braco marcado
O PRETENDERTE TICHBORNE. O jul- os jucados, e a todo o tribunal. Declarou
gamento do pretendente Tichborne, suspen- que o reo lo era Rogero Tichborne
so em consequencia da festa do Espirito Dr- kew>ly as pnstancias fez um ri
Santo, continuou no dia 4 de junho. N'es- 8"OSO exame a lord Bellew, nos estudos
ta audiencia que foi a 30* foram inquiridas classicose em historia, que elle disse ter es-
as testemuiihas do collegio dos Jezuilas de tudad? no. coeg'o. e bem assim lhe fez
Stonyhurst. onde estudou Rogero Tchbor- um m,nuc's0 interrogatorio sobre o ein-
ne. O jardineiro, a enfermeira, e Mr. W* Pre?, do ,emP- ua, Poca terton, magistrado de Yorkshire, e Mr.,Stonyhurst. Por ultimo perguntou-lhe, se
Williams, queestudaram no mesmo colle-1 "* cas?d e hospede do capito Hervey,
gio, foram conformes em affirmar que o ^seduzm a mulher, raptando-a.
reo nenhuma semelhanca tem com Rogero
Ticbborno.
A grande liberdade que as leis inglezasdo
aos advogados as inquirr.iies das testemu-
nhas prolongain demasiadamente os julga-
mentos. As instancias sao urna verdadeira
tortura, martyrizam os deponentes, e enf-
dame cansam os juizes e os jurados. Os
advogados uo se fatigara ; porque cada
parte pode levar dous ou mais. E a maior
das vezes o advogado, diga-se a verdade,
por instar muito testemuuha que depoz
contra o seu constituinte, procura assim
vragar-se n'ella do mal que fez a sua cau-
sa, o trabalha por confundida para atteuuar
o mo elfeito do depomento. E' um papel
que nom todos os advogados se prestam a
representar.
Apezar das ampias regalas do advogado
em Inglaterra, os jurados e os juizes no de-
curso d'este julgamento tera feito algumas
observagoes ao Dr Kenealy a respeito das
baten instancias feitas s testemunhas, co- nado Just,S e conderanado em sete annos
A testemunha recusou-se a responder a
instancias que compromettiara terceira pes-
soa.
O presidente disse testemunha que era
obrigada a responder a tudo que lhe fosse
perguntado, e que tivesse por fim fazer-lhe
diminuir o seu crdito.
A testemunha negou que tivesse feito o
rapto, asseverando que a mulher do capito
Hervey o procurou- com consent ment do
marido, o qual dera 5 libras a sua mulher,
para o transporte.
RIGOR MERECIDOTendo succedido em
Londres um crirae de homicidio, a polica
prometiera um premio a quem lhe fornecesse
informaces exactas para a auxiliar no des-
cobrimento dos criminosos.
.Apresentou-se um tal Joseph Sleddon,
pintor, e teve artes para apanhar o premio.
Reconhecendo-se posteriormente o logro,
o homem foi preso, convencido de ter enga-
ino aconteceu no dia 30 de maio.
Na audiencia do dia 4 o Dr. Kenealy, de-
pois de perguntar testemunha Mr. Water-
tnn quaes eram os estudos do collegio de
de priso.
APPREUENSO.Conta um jornal que
na estaco do camnho de ferro de Porrache
lunyhurst. o que materias tinha elle estu-1 foram apprebendidos cinco mil nmeros do
dado, passou a fazer-lhe um exame, como JP*tit Lyonnais. A polica, alera d'isso,
se faz a um alumno,
mica e historia.
Entr outras cousas, perguntou-lhe se
sabia o que era um triangulo scaleno, e se
coobeeia a differenca entro um lcali e um
acido, qual era, oassumpto do 6* liyro da
Eneida, eso podia enumerar os navios dos
o do
em mathematica, chi- tratou de recolher todos os nmeros que
encontrou as mos dos vendedores.
Dizia o Journal de Lyon ignorar o mo-
tivo d'aquelle procedimento.
INCENDIO DO PALACIO ALEXANDRIA.
Pouco antes de urna hora da tarde no da
gregos odos troyanos mencionados no 2o. 9 de junho rebentou um violento .incendio
hvro da Uliada de Homero. A testemunha no grande zimborio do palacio Alexandra em
ao principio respondeu com paciencia, mas \Muswell thill, perto de Londres. Este edi-
depois recusou-se a responder, dizendo que fico pertence urna companhia e tem o
nao estudou para, ser examinado 23 anuos'mesmo fim, no que respeita divertimento
depois de acabar os seus estudos.
No da 5 foi a 31a audiencia.
O Dr. Kenealy requereu psra fazer ins-
tancias testemuuha M. Hopwood inquirida
publico, bailes, eoucertos, parques que o
palacio de crystal.
Na construefo d'este edificio usaram-se
alguns dos materiaes que foram empregados
no dia 22 de maio, porque a defe/.a depois no edificio da grande exposico de 1862.
dosoudepoimentoobteve importantes iufor-
macoes
O fogo, de principio, nao apresentou um
carcter serio, mas as chammas cresceram
sta testemunha muito importante, por. depois com grande rapidez e em pouco mais
que conheceu o reo na Australia. de urna hora o edificio inteiro foi destruido.
De 1854 a 1860 houve na Australia um Felizmentesalvou-se agrande colleccaode
homem chamado Arthur Orton, e depois objectos de arte,
houve tambem all um hornera conhecido! Julga-se que o incendio foi devido ao
pelo nobre de Thomaz Castro. descuido de alguns operarios que^andavam
A accusaQo quer provar que havia um a concertar o ledo. Havia apenas duas
s individuo que usou os dous nomes, e semanas que o palacio foi aberto ao pu-
defeza esforca-se por mostrar que havia duas (buco.
pessoas. O reo allega que foi implicado
no furto de um cavallo em 1859 em Castle-
maine com Orton, que usa va dos noines de
OUTRO PROCESSO TICHBORNE. O
Sr. Morarty, advogado do Juner Templer
de Londres, conhecido as lettras pela tra-
Arthure Thomaz Castro. 0 advogado pra- i duc^o que fez para allemo das obras de
ticante Mr. Purcell, depois de suspenso o Dickens, vai publicar urna historia do cele-
processo civil, foi Australia para trazer bre processo bespanhol, que tem multas
urna cerlido doslivros do registro do tri-' analogas com o processo Tichborne, e que
bunal de Castlemaoe, mas nao pode obter foijulgado nos tribunaes bespanbes.
prova que fosse favoravel ao reo, porque! Depois de quanto se tem dito acerca da
nfio a apresentou. demoya e despeza da justica ingleza n'esta
A testemunha Hopwood conheceu o reo celebre causa Tichborne ba de ser nteres-
cora o nome de Arthur Orton em Gippes-' sante ver como as leis de Hespanha tratara
lad, e depois era Wagga-Wagga com o no- um assumpto semelhante.
me de Thomaz Castro. E at n'este ultimo |
lugar o reo urna vez estando cora muitos CASO MYSTERIOSO. Um viajante in-
estrangeiros lhe disse que nao lhe cbamasse glez passou por urna aventura que o deve
pelo seu nome, por causa de urna questo ter alegrado muito, se acaso viajava para
de um cavallo. i se distrabirde alguma forte doze de spleen.
No interrogatorio desla testemuuha houve | Desembarcando em Rouen foi bospedar-
um episodio, que caracterisa a excentricida- se no hotel Victoria, prximo da1 estaco
de ingleza. jdo caminho de ferro na ra Verte.
A' primeira pergunta.que lhe foi feita a Entrando no quarto aue lhe destinaram,
testemunha recusou responder sem que lhe encontrou um cheiro desagradabilissimo ;
dissess"m quem lhe pagara as despezas que mas cuidou ser apenas devido a estar ha
tinha feito para vir ao tribunal. muito fechado. Abri a janolla e nao fez
O Dr. Kenealy dissequo a testemunha mais caso do ftido.
tinha recebido duas libras. Caneado da viagera, ceiou e deitou-se.
A testemunha redarguio que nao lhe pa- Acordando vio-se novamente assaltado
gavam com aquella quantia as despezas do por um cheiro asss incommodo e tratou
caminho de ferro. de novamente abrir a janella.
Agitou-se questao sobre os das de demo- Lembrando-se de arrecadar no armario
ra e gastos de alojamento ; o Dr. Kenealy que havia a ura lado da paredo, algumas
declarou que a testemunha havia de receber pegas de vestuario, deparoucora o cadver
0 que lhe fosse arbitrado. de urna crianza de cerca de quatro annos,
0 presidente arbitrou 4 libras? e entSo a j em principio de decomposico.
testemunha respondeu as instancias que Dando conta do que se passava gente
lhe'foram feitas. do hotel, foram chamadas as autoridades
Depuzeram das testemunhas militares, para tomarem conhecimento do fado,
que conheceram Rogero Tichborne na Ir- Segundo as declaragoes tomadas aos cria-
land, no regiment de carabinein, e de- dos, estivera no mesmo quarto, dias antes,
clararam que nao era o reo. urna senhora ingleza com urna changa ;
1 0 padre Higby's do collegio de Steny- tendo sido esta vista sabir com a senhora
liurst, disse : que Rogero Tichborno. "tinha quando seretirou e pagou a conta. N'esta
AUSTRIA.A commissa do orcamento
no parlamento austraco epprovou o orga-
mento para 1873, nos seguntes termos :
receita 39a,fi77.697 florins despeza......iletlras e emblemas marcadns no braco, e.occasiao dissera que um amigo eu tmha to-
vado j a changa.
A ingleza declarou ao entrar no hotel, e
all foiescripto no liv.ro dos hospedes, cha-
mar te Mary Rboela Andersen, ser proprie-
taria e morar em Pars.
INCENDIO NA IRLANDA. Conta ura
despacho que no dia 7 de junho houve em
Dubliu um grande incendio.
Urna muibdo asss numorosa correu ao
lugar do siqistro, entregando-se, nao a acu-
direm, concorrendo para extinguir o incen-
dio, senoa actos de pilhagem, arrumbando
o taipaes nos ai ma/.ens, para n'el es pene-
trarera. ;
A polica, nao se achando sulficiente
para contar a turba, foi a tropa chamada.
Quando se aproximava do lugar do conflicto
foi recebd. por uraa ohuva do pedrea.
Euto a tropa atacou o povo bayo-
neta.
Ficarara furdas setenta pessoas do povo,
assim como muitos soldados e policemen.
Realizaram-se trita e seis prises.
T0L1CE ENGRANDA :0 g.:ner.-l que
commanda urna subdivisao em Perpgnam
orden ou um exercicooi revista s tropas
do seu cumulando. Pedio autoridade
administrativa que fosse prohibido estacio-
iiareni na praga (jue as tropas deveham oceu-
par, carruagens ou vaturas de qualquer es-
pecie.
Quando, porm, os regimentos tinham to-
mado a primeira formatura, o nuiire m^ndou
um seu subordinado dizer ao general que
mandasse retirar a artlheria, porque a pre-
senga ali daquellas vaturas, contrariava o
edital que se havia publicado.
O general respondeu ao emissario que
fosse o proprio maire fallar com elle.
Se la esperasse ainda agora pelo maire te-
ha de armar barraca do campanha.
O homem sumira-so para onde niuguem
lhe toruuu a por a vista em cima.
A MORTE DESASTROSA DO PRINCIPE
FREDERICO GITLUERME :Urna corres-
pondencia de Dnosla It, dirigida a urna
l'olha estrajigeira, conta circutnstanciadw-
raente o triste accidente doqu-.l foi victima
joven principe Frederco Guilberme de
Hess, neto da rainha Victoria. Na quinta-
feira, pelas 8 horas da manh, as govenian-
tes dos reaes meninos levaram-os, como de
costume, ao quarto de dormir da princeza
Alice, sua mi. Eram tres: o principe Er-
nesto, o principe Frederco Carlos c a peque-
niua princeza Victoria. 0 gabinete de dor-
mir comraunica com um quarto de banho,
e o principe Ernesto, logo que chegou, cor-
reu para elle. A princeza, lembrando-se que
eslava nina janella aborta, seguio logoofi-
Iho, dexando no leito o principe Frederico
Guilberme e a pequea princeza, afim do
nao se aproximaran de nutra janella que
eslava tambera aborta no quarto de dormir.
Durante a sua ausencia, o pequeo principe
saltou da cama, e aproximaudo-so da ja-
nella, deixou cahir um dos seus brinquedos;
como quizesse, porm, apanha-lo, subi a
paranda e cabio d'ella, sendo a altura de 20
vs. A priuceza ouvindo o choque do corpo
voltou logo, chegando anda a tempo de en-
contrar vivo o lillio. Os seus gritos attrahi-
ram as pessoas do palacio, porm foram in-
fructferos todos osesforgos que seemprega-
ram para salvar o principe, o qual' morreu
s 11 horas. Era urna changa delicada,
porm, possuia um carcter vivo o alegre.
A drdus paes inmensa.
RECEPC.AO DOSHAH EM LONDRES:
Referem o seguinte de Londres a urna folha
belga :
O Viijilant, o Livelij e oulros yachts re-
eberam ordem do ahniranlado, para sed-
rigrem a Oslende, afim de receberem a seu
bordo, na manh do da 18 de junho, oshali
da Persia e- sua comitiva. Os vapores de
guerra Devastation, Audacious e o Van-
guar servro tambera de escolta a S. M.
persa, devendo acompanha-lu at Douvrcs.
Logo que o Ilustre viajante entrar a bordo
do Viijilant, bem como quando desembarcar
era Douvres, ser acolhido com as sauda-
ces devidas aos soberanos estrangeros quo
viajam oilcialmente.
Urna deputagao do Porlsmouth, presi-
dida pelo Sr. Davies, maire da cidade, teve
ltimamente urna conferencia com o pri-
raeiro lord do almirantado, afim de se de-
cidir as medidas que se bao de tomar por
occasio da prxima visita do shah. A re-
vista naval cm Spithead est fixada para o
dia 23 do corrente. 0 shah partir de Lon-
dres s 8 horas da manh e chegar s 11
horas a Spithead, onde passar por entre as
linhas da esquadra, que n'esse momento
saudaro com salvas de artlheria. Diz-se
que 'a rainha acompanhar o shah n'esta ex-
curso, o qual dever regressar noute a
Londres.
0 programma das festas quo se pro-
jectam em honra do shah consistem era tres
bailes, o primeiro no palacio de Bucking-
hara, o segundo no Foreing Office e o ter-
ceiro no departamento das Indias. O shah
assistir tambem a urna representago na
Opera.
LITTRNA ACADEMIA FRANCEZA:
O Sr. Littr, ltimamente eleito pela
Academia Franceza para o lugar vago por
fallecimiento de Villemain, fez sua entrada
na referida academia uo dia 5 do corrente,
pronunciando por essa occasio o discurso
do costume. Eis os nomes dos escriptores
que oceuparam a mesma cadeira desde a sua
fundago at hoje:
1635Francisco de Cauvigny de Co-
lomby.
1848Trinsto o Ermita, um poeta da
corte, segundo uns, menos do que isso, se-
gundo outros.
1655La Mesnardire, medico em Lou-
dun e depois duque de Saint-Aignan.
1687Oabbadede Choisy. -
1724Antonio Portail, primeiro presi-
dente do parlamento de Pars.
1736La Chausse, dramaturgo.
1754Pedro de Bougainville, um sabio,
irmio do navegador do mesmo nome.
1763-Mermante!.
17950 marquezde Fontanes.
O ultimo fei Villemain, secretario perpetuo
da academia.
:jrisprudewcia
JriZO DE D1UE1T0 DO ClUTO.
(Continuaco)
Invetario dos bens do casal de Fran
cisco Ibiapina de Macedo : Crato. Vistos
estes autos de inventario dos bens do casal
do finido Francisco Ibiapina de Macedo,
julgo, porsentenga, a partlba de fl. ofl. ;
pagas as cusas pelos interessados, guarda-
do o que ordeno. O contador quando tiver
do contar as custas o divididas, leve a conta
da inventarame as das citagdes a fl. e fl.
das quaes foi ella causa, p- r nao ter compa-
recido em juzo, como lhe cumpria, bem
como nao contar as verbas das revalida-
ges encontradas nos autos. Tendo obser-
vado que nos inventarios so praticam actos
desnecessarios^ bem como o termo de deca-
rago dos avaliadores, depois de terminada
a avahago, que feita em seguida a dis-
cripgo, de modo que se entenrte taes actos
por praticados na presenga dojuiz. Tam-
bem se encontrara termos de juramento e de
declarago dos herdeiros, citados para con-
ferirom os dotes ou adiantamentos de legi-
tim s, por nao sor isso necessario, quando
nao nte,star declarago por parte do inven-
tara con por testamento, reclamago de in-
teressado ou apresontago espontanea do
herdeiros, em juizo n'esse sentido. Encon-
tra-se mais a citago dos partidores u que
nao o necessario por serem elles empregados
permanentes do juizo e bem assim termo de
alimpago de prtilha o juntamente vista
dos autos para os herdeiros dizerem, o que
entenderem a hora de seus direitos e pre-
tenges ; porque na confecgo de semelhan-
te termo de alimpago de prtilha, se ofie-
rece occasio para tal, soja, pois, observado
no juizo, o que fica notado. Passe-se carta
do adjudicago, meieira nveiitariante,
dos escravos adjudicados para o apagamento
das dividas do casal. Crato, 28 de outu-
brode 1872.
Aggravo : juizo cotnmercial do Crato.
Vistos estes autos etc. Dou provimento ao
aggravo (nao obstante apresentado forado
tempo ne;,te juizo, em face do disposto na
pt. un. art. 56 do Reg. n. 4,824 de 22 de
novembro de 1871) para mandar aojuz do
comraercio do termo d'esta cidade, que re-
forme o seu despacho de 11. e considere sera
elleito o embargo constante do auto a fl. ;
visto como nao e applicavel ao caso verlen-
te quanto dispe u art. 321 do Reg. n. 737
de 2o de novembro de 1850, por ser con-
ilicgo impressendivel a scicncia da intougo
do devedor de ausentar-so do domicilio ou
mudanga do mesmo, o quo nom se quer
foi posteriormente provado com a inqueri-
go das testemunhas a fl. e fl. que depozo-
rara na ausencia do aggravante; contra
quanto est determinado no art. 191 do
referido Reg. pagas as custas pelos aggra-
vados. Crato, 30 de outubrode 1872.
Recurso ex officio :Crato. Vistos estes
autos etc. Confirmo o despacho recorrido
pelo qual considerado incurso as penas
do art. 205 do Cod. Cr., o reo preso Gongalo
Jos dos Santos, cognominado Boquinha,
por ter feito o ferimento, constante do auto
a s., na pessoa de Mauoel Luiz. O escri-
vo lance o nome do reo no rol dos culpa-
dos, pagas as custas telo mesmo, a que o
condemuo c sigam-se os domis torraos,
para o julgamento do dito reo, pois que
convocarei brevemente a quarta sessao ju-
diciaria do termo d'esta cidade. As auto-
ridades policiaes ainda nao
compreheiider a forma de um
policial, tendo principalmente
de cumprirem o disposto no
art. 42 do Reg. n. 4,824. O eschvo cer-
tifique se destes autos consta o officio de re-
uiessa dos documentos passados pelo juiz
municipal ao Dr. promotor o qual a autori-
dade que procedeu a semelhante auto e se,
nestes autos, oxistem outros documentos re-
mettidos pola autoridade policial judiciaria;
feito o que mo aprsente a certidao. Crato,
31 de outubro de 1872.
Processo de respousabilidade : Barba-
llia. Vistos estes autos etc. De quanto se
contera uestes autos verica-se que o reo
Urbano Emigdio Capibaribe, primeiro sup-
plentc do juiz municipal do termo da Bar-
balha, prendera c fizera recolher prisao a
Bernardo Orondo Brigdo por tel-o desobe-
decido, segundo o refere dito supplente, que
considerou, como desobediencia, urna re-
cusa de Bernardo, que sendo chamado a
quiseram
i ii q oerilo
deixado
tem 6.*
de cumprimento de pena ao mencionado
Jos Mara, que esteva preso por indiciado
era crme do estellionato ; pelo que se nao
pode considerar extinctos os effoitos da sen-
tenga do documento a fl. Aecresce tendo Jos Mara sido posto em liberdade.
em virtude de recurso de babeas-eorpus,
fl. 16 v., neste recurso nao foi yerificado se
elle tinha ou nao cu morido a pena que lhe
fdra imposta pela sentenga do juiz munici-
pal, documento a fl., que nao podia ficar
invalidado pelo facto do langamento por
certidao a fl.; visto como destes autos nao
consta aue tivesse sido dado baixa na culpa,
o que taris acreditar que tal langamento
de cumprimento de pena fora ob e subrepti-
ciamente mandado abrir, se isto se nao veri-
ficasse da petigo por certidao a fl. na qml
Jos Mara quera declara que no dia 1.
de setembro do anno passado principiara a
cumprir a pena, sem provar o seu allegado,
que foi indevidaraeiite atteodido pelo des-
pacho por certidao a fl.
Deduzindo-se de quanto Gca expost ( e
dos autos consta que o reo Vicente Gon-
galves Aleixo, subdelegado de polica d'esta
cidade, provera interinamente no cargo de
eschvo da subdelegada, por afleico a
Jos Mara de Figueirdo, que conhecia na*
ter as qualidades legaes, por penderern oa
effeitos de urna condemnagao em vi ruido
de processo chine, por queixs, embors
quanto allegou o reo em sua contrariedad^
a fl.; visto como quanto feito contra o
direilo nao pode aproveitar. Julgau lo,
pois, o dito reo Vicente Gongalves Aleio
incurso as penas do art. 129 $ 7.*, grao
medio, por nao estar provada a aggravante
apontada no libello, o condemno a perda
do cargo o na mulla de seis mezes e na>
custas. 0 eschvo curapra o seu regimen-
t. Crato, 5 de novembro de 1872.
Contas de irmandade:Barbalha. Sendo
obrigago da prestagao de contas inherente
ao cargo de thesoureiro e nao tendo D. Car-
lota Pacifer de S Souto Maior exercido tal
cargo, nao era ella obrigada a prestal-as em
juizo pelo simples facto de ser viuva d<>
teen te coronel Jos Pacifer de S Souto
Maior, que exerceu dito cargo; pelo que
julgo as contas por nao prestadas, visto ser
illegal quanto se fez de fl. a fl. E como
quer que aquillo que contra dimito nao
produz consequencia, nenhuma ohrigegao
ha de pagamento de custas; observo en-
tretanto que as contas devero ser prestadas
pelo actual thesoureiro, em auto apartado,
sendo apresentada urna conta corrente, com
os documentos comprobatorios das despesas.
sellados o devidainente reconhecidos, bwn
como o respectivo compromsso, que dev-
ser observado. Crato, 5 de novembro
de 1872.
Recurso ex-officio : Barbalha. Vistos
estes autos crimes, instaurados por quetxa
do Dr. Manool Coelho Bastos do Nascimento
contra Joaquim Firmaso, a quera attri-
buida a morte de animaos vaceuns, perteu
cenes ao mesmo quexoso, depois do que
ha talhado e vendido as carnes de taes ani-
mis, alheiando assim bens alheios, romo
prophos, som consentmento do respeetivo
dono, o quexoso ; o que tudo constitue
um verdadeiro estellionato. Por quanto
fica visto e est provado nos autos reformo o
despacho recorrido, para o fim de pronun-
ciar ao querellado incurso as penas do $
1. art. 264 do Cod. Cr., (cando sujeito i
prisao e li vrmenlo; pagas por si as custa>
em que o cuudemno. 0 escrivo eipeg.i
mandado de prisao, em duplcala, contra u
reo, apresentando-os ao juiz da culpa para
assignal-os, laucando o nome do mesmo reo
no rol dos culpados. Crato, 8 de novem-
bro de 1872.
Recurso ex-officio :Crato. Tomo eo-
nhecimenlo do recurso para ordenar sejam extrahidos com urgencia os docu-
mentos quo forera apuntados pelo Dr. pro-
motor publico, para o lim de ser instaurado
novo processo contra os recorridos Manuel
Ignacio de Saut'Amia, Jos Ignacio le
Sant'Anna, Jos Francisco da Hora, Isaei
Manoel Francisco, Mauoel Braz da Cruz e
nao se prestara a dopr em certo processo,
bem como que a priso se realisra de um
modo illegal, sendo dito Bernardo reco-
Ihido priso, sem preceder a expodigo
do competente mandado.
Nao sendo pormittida a priso, em chine
de desobediencia, a nao sor para a verifica-
gao do facto delictuoso e nao hnvendo des-
obediencia no facto attribuido a Bernardo
pelo primeiro supplente Urbano Emigdio
Capibaribe, que nao apresentou a prova,
como lhe cumpria, de baver sido expedido
mandado para a previa citago, o que nao
obedecer o mesmo Bernardo, cuja presenga
em juizo, uo consta, por qualquer forma,
fosse consequencia de urna intimago. E
dado que Bernardo tivesse effectivamente
desobedecido ao reo Urbano Emigdio Capi-
baribe no exercicio das funecoes proprias do
cargo, ao supplente inmediato quem com-
peta fazel-o recolher priso, se fosse caso
d'esta o guardadas as formalidades lgaos.
Era vista pois do exposto fica provado que
o reo Urbano Emigdio Capibaribe, primeiro
supplente do juiz municipal do termo da
Barbalha, excedeu as funeges proprias do
cargo, a pretexto de exercel-as, com met-
iendo urna verdadeira violencia no acte da
priso de Bernardo Oroncio Brigdo, pelo
que o pronuncio incurso as ponas do art.
145 do Cod. Cr. e o sujeito a li.vramento.
Constando mais d'estes autos que o carcereiro
da cadeia de dita Villa recebera e recolhra
priso ao mencionado Bernardo Oroncio
Brigdo, sera ordem escripta, com nfracgo
das disposigoesque isso prohibem e isto por
oraisso; pelo que o pronuncio incurso
as penas do art. 154 do Cod. Cr. e o sujei-
to a livramento : pagas as custas pelos reos
a que os condemno. 0 -escrivo lance os
nomes dos reos no rol dos culpados o feitas
as devidas intimages d vista dos autos ao
Dr. promotor publico, para cumprimento
do disposto no art. 401 do Reg. n. 120 de
31 de Janeiro de 1842. Crato, 5 de novem-
bro de 1872.
Sentenga :Vistos estes autos nos quaes
est provado que o reo Vicente Gongalves
Aleixo, no exercicio do cargo de subdelegado
de polica d'esta cidade, nomera a Jos
Mana do Figueirdo escrivo interino da
subdelegacia, estando o mesmo Jos Mara
conderanado por crimes de injurias verbaes,
era virtude de queixa, como se veriGca do
documento a fl. E como quer que a exe-
cugo da sentenga, era consequencia de
processos taes, nao possa ser ordenada sera
seiencia ou provocago da parte queixosa,
que tem o direilo do perloar ainda no
cumprimento da pena; menos curial foi
o despacho do ex primeiro supplente dojuiz
municipal do termo d'esta cidade, Joaquim
Gomes de Mattos, mandando abrir assento
quanto eslo estos autos nuiles, devido isto
s faltas o irregularidades encontradas nos
mesmos, que denotara pouco zelo pelos in-
teresses da justica. Entretanto hiera para
admirar que estejara presos os recorridos ha
mais de um mez e que nao tivesse sido cura
prido pelo subdelegado que os preudeu,
quanto dispe o art. 13 da lu n. 2,&33 do
20 de setembro do 1871, pois o documento
a fl. nao sufficiente, porque cada preso
deve ter um dos exeinplares do mandado de
sua priso, o quo substilue a nota de sua
priso, o que substitue a nota de culpa. O
Dr. promotor publico proraova com urgen-
cia a foruiago da culpa, que ordeno seja
novamente instaurada aos recorridos, afim
de ver se possivel o julgamento dos mes-
mos na quarta sessao do tribuual do jury,
convocada para o dia 21 do correle. Crato.
14 de novembro de 1872.
Recursoex-o/jkio :Crato. Vistos estes
autos crimes nos quaes autor o Dr. pro-
mot>r por parte do_ offendido Joaquim
Ferrira e querellado Raymundo Zanolho,
tomo conhecimento do recurso ex-officio.
interposto do despacho a fl., para o lim de
jnlgar improcedente a queixa a fl; porquan-
to nao ha neste processo motivo que auto-
rise urna pronuncia ; pois nenhuma das tes-
temunhas depoe de modo que autorise acre-
ditar-so tivesse o querellado commeltido o
crirae previsto no art. 207 do Cod. Cr. E
nao ba crirae no procedimento do querella-
do porque nao flcou verificado que elle ti-
vesse promettido ou protestado fazer mal ao
offendido, visto como das proprias palavras
referidas pelas testemunhas, que as ouviram
ao querellado, se dedui o contrari do ex-
posto no despacho recorrido, no qual se at
trihue ao querellado a destruigao. da pro-
priedade do quexoso, tendo apenas aquelie
deitado por trra um pucaro de folha de
Flandres, que encontrara sebre um banco.
como o refere a terceira testemunha, sendo
rae at ha desharmonia as referencias das
testemunhas, urna das quaes,-a quarta, diz
que ouvira o querellado dizervelbo uo
cassue, se nao o como facasem mostrar,
sem ter comsgo semelbanle anua, ai-
gando como julgo, improcedente o despache
recorrido, condemno a iquiiicipalidade as
justas e mando ao escrivo que faga recolher
to cartorio os exeinplares do mandado ex-
imdido para a prisao do quereHedb. que fica
declarado sm culpa. Crato, 15 de novem-
3ro de 1872.
fConlinuar~M-h*J
TYPDO DIARIO- K7A DUQK DE UAi'
'

"UM i. wiuaiiiu, ijuc acnuu 1,11001,100 a iMnoei rraiicisco, Mauoel Braz ua unzo
sua presenga, sera as formalidades legaes, Malaquias Francisco do NasciiUcnto; poi
nao so prestara a dopr em certo processo, nuanlo eslo estos autos millos, devido *>
I


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