Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12978


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Full Text
AMOXLIX. MUERO 153

PARA A CAPITAL E LUCABES 0\IE \AO SE PA6A PORTE.
Por tres raozes adiantados........,......t 69000
Por seis ditos idem ?.............. 129000
Por un anuo idem.................. SipOOO
4^ada numero vulso............ -...... 320
SEGUIDA FEIRA 7 DE JULH0 DE 1873
PARA lDVTR) E FRA DA PROVINCIA.
Por tres meses adiantados................ i 697 SO
Por seis ditos idem................... 139509
Por noTe ditos idem.................. 309950
Por um anuo idem. .................. 379000
i>s
PEMAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILHOS.
Srs. Gerardo Antonio Alvesd Filhos.no Para; Goncalves d Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de OliveiradFilho, no Ceara; iatonio de Len** Braga, no Aracaty ; Joo *ria Julio Chayes, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Ilatal; Josa Jostn
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Suva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na ViJia d| Penha; Belarmino do Santos Bulco, em Santo Antio ; Domingos Jos da Costa Braga, emfJazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna; Francino Tarares da Costa, em Alagas; Alves d C, na Baha; e Leite, Cerqunho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio da faccuda.
DBCRKTO N. 5,321 DK 30 DK JU.VHHO DE 1873..
Heorqanita o servico das capataztas e da doca di
olfandega do Rio de Janeiro, e dii diversas pro-
videncias a bem de outrot serviros d oegas.
Tendo sido rescindidos < s contratos approva-
nos pelos decretos n. 4.438 de i de dezembro de
1869 e n. 4,618 de 4 de novembro de IH70, em
virtude dos quaes a companhia da doca da alian-
lea do Rio de Janeiro se enrarregra das obras
hydraulicas e .internas da mosma reparticao e d)
respectivo servico das capatazias, da armazena-
gem e da doca : Hei por bem determinar que
taos obras e servico volletn adminstracao do
estado e conlinueni a ser executados por Cunta e
*/ a Ufcalisacio do ministerio da fazenda, obser
vando-se o que pres revem os decretos n. 2,617
de 19 de setembro de 1860, n. 3.986 de 23 de
oulubro de 1867 e n. 4,510 >de 20 de abril de
1870, na parte que Ibes dizem respeto), o mais
ordeus em vigor, com as modin.-aces constantes
deste decreto.
Art. !. 0 servico das espaladas por admnis-
traco na aifandega di Kio de Janeiro, Picar a
cargo dos empregados coistantes da tabella anne-
xa a este decreto, os quaes peicebero os venci-
mentos ah tixados, salvas as alteracoes a que, na
parte relativa porcentagem, possam soffrer em
virtud* do disposto no art. B. do decreto n. 4,175
de 6 de maio de 1868.
5 I. A referida porcentagem ser-llies-ha paga
pela mesma quoia para os demais empregad s da aifandega, na for-
ros da tabella n. 5 annexa ao decreto u. 4,687 de
M de Janeiro de 1871, que flea nesta parte alte-
rada.
8 2. Os fiis da armazem serio tantos quantos
Caal os armazens internos e externos da dita
aifandega, qae receberem- mercadorias sujeitas a
direitos; as nomeacoes, porin, para os armazens
externos, serlo consideradas provisorias e dura-
rao emquanto taes armazens forem dependencia
da aifandega.
3.* Cada Del de armasen) poder ter um aju-
mante de sua confianza e sob sua responsabilidade,
para auxilalo e substitu lo em suas faltas e un-
Sedimentos. Estes ajudanies percebero a grati-
cacao que Ibes fr arbitrada pelo ministro da fa-
zenda na folha do pe-soal le que trata o art 186
Jo regulamento de 19 de setembro de 1860.
4. A llanca do administrador das capatazias
e seus ajudantes ser a flxada no art 122 do ci-
tada regulamento. A dos os de armazens ser de
3:0004' 00.
Art. 2.- O admini-trador das capatazias, seus
ajudantes e os fiis de armazem serao nomcados
pelo ministro da fazenda.
0 ajudantes dos tieis serao da escolha destes,
que os poderao despedir, quando Ihes nao mere-
torem confiara**
Art. 3." As relaedes de descarga do que trata
o irt. 442 do regulamento n. 2,647 de 19 de se-
tembro de 1860, conteni tornate as quantdades
o especies dos volumes de>embarcados, isto
quantas caixas de fazenda, barricas de ferragens,
rdos, gigos de louca, etc.
$ I.* Para (aeililar a remessa das ditas rel-
ceos, a I. seoeo da aifandega as mandar impri-
mir, e assim as distribuir aos offlciaes de des-
carga.
5 2* Se nao fr possivel ao commandanto do
avio organisar a que Ihe compete fazer, devora
pelo menos assignar a que Bear cm poder do offl-
cj de descarga, n qual a entregar ao adminis-
trador das capatazias logo que chegue aifandega
com as mercadorias all contempladas.
3 o decebida a mesma rclacao, o administra-
dor far conferir os volnines eoiiduzidos, e orga-
nisar as folbas de descarga, rom as declaiacoe*
exigidas no supracitado art. 442, afim de as re-
mettar I." seceo, onde se procede conferencia
dos manifestos
Art. I." o servico das descargas se far em to-
Jos os dias uteis, das 8 boras da manh at as 3
da tarde. Se as partes o quzen-m de sol a sol, o
requisitaro ao administrador das capatazias, pa-
gando e embaivaeao em descarga, alm da taxa
do art. 8.", mais 201, se for s.iveiro ou embarca-
ba de igual tamanho, e 30 j se fr maior. A
estas laxas extraordinarias nao (carao sujeitas as
enibarcacoes que, tendo comecadu a descarga an
tes das 3 horas da tarde, nao a poderem concluir
al essa hora.
Art. 5. Nos casos de descarga le volumes com
indicios de avaria ou arrombamento, se proceder
nos termo* do art. 43i do regulamento cima ci-
tado, avisando-se logo o dono ou consignatario,
saja ou nao condecido por annunco no Diario
Oficial, iadependentomente de qualquer relribu-
co por esse aviso.
S !. Se a mercadera tiver de ser beneficiada
la aifandega, dar-se-Jia ao fiel di armazem onde
'r depositada, urna conta da despeza do benei-
amento, para averna-la no livro de entrada, e
laugar depois a respectiva importancia as notas
do despacho, quando estas Ihe forem apresentadas
para apontar a data da entrada dos vo ames.
% 2. A declaracao pelo tiel, as notas do des-
pacho, da data da entrada de qualquer volume
nos armazens, indispensavel em lodo o caso,
para que o despacho possa proseguir, exceptua-
dos os que se lizerem sobre agua.
Art. 6. A escriturado do livro de entrada
das mercadorias nos armazens ser feita de con-
formidade como modelo que o ministro da fazen-
da der.
Art. 7.' Emquanto urna tabella especial nao re-
gular definitivamente a cobranca da arraazena-
geia das mercadorias reeolhida* aos armazens e
depsitos publico*, a dita cobranza se far de con-
onnidade com as disposiede* do art. 13 do deere-
to o. i,o!0 de i) de abril de 1870, art. 25 da le
a. 1,507 de 26 de setembro de 1867, arts. 692,
693,6^4 e 693 do regulamento n. 3,647 de 19 de
da sotembro de 1860 e mais disposic6o9 em vi-
gor ; sendo a taxa e que trata o referido art.
693 calculada na razio de 1U0 ris por tonelada
ntrica.
Paragrapho nico. Das excepedes de que trata
o art. 691 do mesmo regulamento ficam excluidos:
!. Os volume pertencenies a particulares, em-
MW ou associafies, contendo gneros isentos
de direitos, sendo a taxa da armaznagem ne*t
caso calculada, como presentemente, na razo de
dtnu ris por da e por Jezena de kilogramma do
oeso do volume.
f Os volumes contendo gneros apprehendidos.
cajo producto fijr adjudicado aos apprehensores ;
sendo a taxa calculada sobre os direitos deduzidos
para a fazenda nacional, c paga pelo mesmo pro-
ducto.
Art. 8." A cobranca das taxas pela estrada das
embarcares na dca se far de conformldade com
disposto no decreto a. 3,986 de 23 de outnbro de
4867. Os botes, escateres e oalras embarcaedes
Miadas, qae conduzirem nicamente passageiros,
esuas bagagens, nada pagario, se nao tromte-
rein de bordj volumes osea mercadorias, sujeitas
a despacho: o caso nampe ficam sujeitas s
laxas estateloeidas.
Art 9.* As laxas que ae icinoaam de embar-
que o desembarque coetimarao a ter as aaoMnas,
quo actualmente se eobcaai, a saber :
Por volante de peso alo excedendo a 90
kilogr. ..-....,......#040
Por dezena ou fracijio de de.wna de kiloer. 020
B
Paragrapho nico. Exneptuam-se 03 volumes
que caustituirem bagagem, propriamente dita, de
passageiros, os quaes nao sio sujeitos taxa al-
guia.
Art. 10. Alm das taxas de quo trata o artigo
antecedente, se cobrar mais de nada caixa, fardo
ou barrica e volumes semelhanles, contendo mer-
cadura importada para consumo e cujo peso ex-
ceda de 20 kilogrammas, M ris, para as despe-
jas de abertura, fochanunto e concert dos mes-
mos volumes, em substituir') das laxas de aber-
tura, que hoje se arrecadam e que ficam abolidas.
Art. II. As embarcacoes que entrarem na dca
com mercadorias para despacho sobre agua, nao
serao sujeitas ao pagamento da taxa da doca ; os
volumes porm, que tiverem do ser descarrogados
ahi para qualquer lim, nag-.ro 33 taxa* dos arts.
9el0.
Art 12. A verilicaclo do peso bruto de cada
volume, que eutrarou sahir das pontes e arma-
zens da Miaadega, indispensavel para a cobran-
ca das taxas de que tralam o art. 7; paragrapho
nico, n. 1, o arts. 9 e 10 Jeste decreto, que devo-
ra ser feita conjuiiciaoiente com a dos direitos;
bem como para servir de base a qualquer recla-
maco futura, sobre extravio de mercadorias;
observando-se nesle servico o que dlspSem o de-
creto n. 3,986 de 23 de outubro de 1867 e ins-
truccoes em vigor.
Art. 13. As maecadorias despachadas sobre
agua, que se demorarem as pontes, caes oa ar-
mazens da aifandega por mais de tres dias uteis,
por culpa de seus dono3, (Icario sujeitas ao pa-
gamento da respectiva armazenagem.
Art 14. Os liis de armazem apresentaro ao
inspector da aifandega, quando este o exigir, e
nao de sois em seis m;ze3, como prescreve u art
147 do sobredito regulamento, o balando dos vo-
lumes existentes em seus armazens ; porm en-
tregado ao administrador das capatazias, mensa!-
mente, para os devides effeito*, urna relaco cir-
cunstanciada do*, volumes que, tendo vencido o
lempo de armizeaagem, estiverem no caso de ser
arrematados para consumo.
Art. 15. O administrador das cpala-hs, por si
e sens ajudantes, nao per nittir que dentro da
aifandega^enetrem quaesquer individuos com o
fim de abrirem ou carregarem volumes para des-
pacho ou j despachados. Esses sarvicos serao fei-
tos exclusivamente pelo pessoal das capatazias, do
qual o dito administrador separar o que fr ne-
cessario e mais adestrado para abertura e echa-
mento dos volumes.
Art. 16 O servico do despacho das bagagens
continuar a ser dirigido pelo guarda-mr ou seus
ajudantes, de conformidaJe com as ordens em
vigor, no que concerne ao desembarazo dos pas-
sageiros a bordo dos navios e a remessa dos volu-
mes que deverem passar pela aifandega.
I l* Logo que estes all sejam carregados, oad
ministrador das capatazias os far separar por
suas marcas, e de modo que faciltem o exame
aos conferentes delle encarregados.
S 2.* O inspector nomear por escala semanal-
mente.spara esse lim, um conferente, o qual ser
obrigado a comparecer todos os dias, quer sejam
uteis, quer santificados ou feriado?, no armazem
das bagagens, e a permanecer ahi desde as 9 ho-
ras da manh at s 6 da tarde, sob as penas es-
tablecidas nos regulamenlos, se o nao flzer, para
examinar o dar sabida s bagagens que se apre-
santa rom.
Nos casos de extraordinaria aflluencia della3, e
de baver urgencia na sua entrega, o inspector po-
der nomear mais um ou Moas conferentes, que
auxiliem o servico.
3.' O conferente que estiver de semana far o
despacho das mercadorias, que encontrar, sujeitas
a direitos, assigaando as competentes notas para o
pagamento destes ao thejuureiro da all'audega, nos
dias uteis.
Nos dias feriados, porin, e quando houver ur-
gencia de entrega dos volum-is, o pagamento de
taes direitos'ser feito a o fiel do armazem, como
est em pratica, Qsealisando o conferente a sua
reeepcao e a remessa ao thesoureiro da aifandega,
no da immediato impreterivelinente, para o que
(cara o conferente com urna das vas do despacho
que remetiera, sob protoeollo', ao mesmo thesou-
reiro, logo que se abra a reparticao.
4. Para auxiliarem o conferente no exame
das bagagens, o guarda-mr prestar o numero
de guardas que fr necessario.
Art. 17. O calculo d > tolos os direitos o rendas
excepto os dos despachos, que tiverem liTgar nos
d|as feriados, na forma do artigo antecedente, se-
rao feilos na aifandega di corto pela 2' seccao,
como determinam os arts. 2fi-s Io e 132 do regu-
lamento de 19 do setembro de 1860.
Art. 18. Nenhum guarda ou empregado de qual-
quer categora das alfandegas ser oceupado em
servicos estrauhos aos que Ihe incumbe desjmpe-
nhar pela natureza do seu emprego, senio por
ordem expressa do ministro da fazenda, na corte,
e dos presidentes na* provincias, salvo o caso de
substituido na forma das dispoifss em vigor.
Art. 19. Nao ser pennittdo o augmento de
quaesquer das classes de empregados da3 alfande-
gas por meio de colaboradores ou supranumera-
rios. Quando houver alBuencia de servico, ou es-
te cahir em atrazo, o inspector prorogar as horas
do expediente para os empregados a cujo cargo
estiverem taes servicos ; e se fr absolutamente
indispensavel que se execute o disposto no art.
22 gS 1* e 2* do regulamento de 19 de setembro de
1860, os vencimentos que se tiverem de pagar
aos supranumeraros serio deduzidos 3a porcen-
tagem que couber aos empregados da aifandega.
Art 20. Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
O visconde do Rio Branco, conselheiro de esta-
do, senador do imperio, presidente do consetho de
ministros; ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da fazenda e presidente do tribunal do Uie-
souro nacionai, assim tenha entendido e faca
exocutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em trinta de julho de
1873, quinquagesimo segundo da independencia e
do imperio.
Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador
Visconde do Rio Bronco.
Tabella do numero e vencimentos dos empregados
das capatazias da aifandega do rio de Janeiro, a
3ue se refere o art. 1* do decreto n. 5,311 desta
ati.
Empregados
Vencimenlo de cada empregado
Ordenado
Administrador..
Ajudantes.....
Fiis d'armazem
2:700*000
i:80JOOO
1:8 OOOJ
Porcentagem
18 quolas
7
7
Observaeoe.
1.* Os fiis serio tantos quantos forem os arma-
zens, na forma do art. 1* I* do decreto cima ct-1
lado.
1* Para se achar a importancia de cada quota
se addieionara a somma total das que competirem
os empregadosj em exercicio ao divisor da tabel-
la atmexa ao decreto n. 4,860 do 31 de Janeiro de
1871
Rio de Janeiro, em 30 do junho de 1873. Vis-
conde do Rio Branco.
Ooverao da provincia.
EXPaDnirrawaA ds maio dr 18'73.
/. secco. ,
Actos: '
O nresidente da proviucia^ttendendo ao que
requereu Joaquim Facundo de Castro Silva, re-
solve conceder Ihe licenca para ir ao presidio
Fernando de Noronha no vapor que para ali lein
de seguir no dia 3 do corrente, ahm de tratando
negocios de seu particular interesse.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereram Ulysses & Irmio, resolve conceder-
Ihes licenca para mandarem ao presidio de Fer-
nando de Norenha no primeiro vapor que para
ali seguir o sen caixeiro Joo Augusto de Athay-
de, afim de tratar de negocios de particular inte-
resse dos supplcantes.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu Jos Antonio de Albuquerque Pedresa,
resolve conceder-lhe licenca para ir ao presidio d9
Fernando de Noronha no primeiro vapor que pa-
ra ali seguir, afim de tralar de negocios de seu
particular interesse.
OhVios :
Ao brigadeiro commandante d;w armas.
Communicoa V. Bxc. para seu conhecimento que,
segundo consta de aviso do ministerio da guerra
de 23 de abril prximo (indo, foi nomeado o capi-
to honorario do exordio Manoel Lou'enco da
Silva para exercer o lugar de inajor da.prai;a d<)
presidio de "ernando de Noronha.
Ao m.'smo.-Constando de aviso do minis-
terio da guerra de 2! de abril ultimo, ter silo no-
meado Avelino Pereira da Cuaba para o lugar de
Asefvao do hospital militar, assim o communico a
Y. Exc. para os m convenientes.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronha. -Constando de olHcio do Exm. presi-
dente da Baha, de 14 do mez prximo passado,
n. 339, que dos sentencalos que d'aquella pro
vincia deviam seguir no dia immediato no brigue
escuna Tonelero com destino a esse presidio, eva-
dira-se o de nome Domingos Goncalves Valentim,
cuja guia, entretanto, foi eo n as dos outros presos,
assim o communico V. S. para o seu conheci-
mento.
Ao mesmo. Constando de aviso do ministe-
rio da guerra, de 23 de abril ultimo, ter sido uo-
meado o capito honorario do exereito Manoel
Lourenco da Silva para exercer o lugar de major
da praca desse presidio, assim o communico a V.
S para seu conhecimento e direccao.
Ao director interino do arsenal de guerra.
Mande Vine, recolher a esse arsenal, afim do se-
ren concertadas, 76 espingardas de pederneira
que para isso Ihe serao mandadas apresentar pelo
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Olinda.
Ao capito do porto interino.Recommendo
a Vmc. que remeta a esta presidencia a lista dos
passageiros dos vapores que chegarem a esto por-
to, apenas forem elles visitados, a qual para esse
fim Ihe ser enviada por parte do encarregado do
registro do porto.
Ao mesmo.Em resposta aoofllcio do Vmc,
de 23 de abril ultimo, sob n. 92, tenho a di/.er he
puo podem os navio* descarregar pequeos las-
tros de carvao de pedra nos respectivos ancora-
do uros.
Ao mesmo.-Mande Vine, por em berdade
o recrula Joo Lourenco da Silva, visto ter prova-
do isenco legal.
2." seccao.
Actos:
O presidente da provincia, attendendo aoque
requereu o desembar.'ador Jos Pereira da Costa
Motta, resolve conceder-I .e 3 inezes de licenca
com o respectivo ordenado, na forma da lei, para
tratar de sua sadde onde Ihe eonvier.
Ofilcios :
Ao r. chefe de polica. -Respondendo o of-
liciode V. S, de 19 do mez prximo passado. re-
commendn-lhe que faca ver ao ofucial da visita
do porto que respectiva capitana deve elle re-
metter a lista dos passageiros dos vapores, visto
ler aquelle recebido ordem para a enviar a esta
presidencia, logo depois de visitados os meamos
vapores.
Ao mesmo.Nao havendo no arsenal de
guerra armamento algum, nao pJe ser satisfeita
a requisico que a este respeito faz o subdelegado
do distriets de Beberibo no offlcio que por copia
veio annexo ao de V. S-, n. 796, de 26 do mez
prximo passado, o qual fica assim respondido.
Ao commandante snperior de Olinda.-Em
resposta ao olcio de V. S.. de 7 do mez prximo
passado, n. 379, recommendo-Ihe quo expe.-a or-
dens no sentido de seren recolhidas,por inutilisa-
das. ao arsenal de guerra as 76 espingardas de
pederneira pertencentes ao 10.* batalao de infan-
taria, sob o seu commando superior, afim d se-
rem as ditas armas concertadas.
Ao commandante superior de Itamb. Re-
meti a V. S. a inclusa proposta que me foi en-
viada directamente pelo capito commandante in-
terino do batalho n. 15 da guarda nacional desse
municipio, em contrario do que dispde o art. 48
da lai n 602 de 19 de .-elemhro de 1850, afim de
que declare qual a raa pela qual vera a dita pro-
posta assignada por esse capito.
Ao juiz dos fe tos da fazenda. Transmuto
por copia a V. S. para seu conhecimento o aviso
que me dirigi o Exm. Sr. ministro da justica em
22 de abril, solvendo a duvida proposta por esse
juizo acerca do pagamento da porcentagem que
lOppSe competir ao seu substituto as execucoes
em que funecionar.
Ao commandante do corpo de polica.De-
claro a Vmc, em resposta ao seu offlcio de 24 de
abril ultimo, sob n. 23?, que em vista da ultima
parte do % 18 do decreto n. 689 de 27 de julho de
1853 as disposicoes acerca das sepulturas s tem
vigor aonde nao ha cemiterios geraes que os emo-
lumentos marcados no % 10 do mesmo decreto sao
devdos, quando tem lugar a enconimendaco; que
a conta nao ndica si houve ou nlo esta ceremo-
nia, e aos parochos nao cabe emolumento algutn
pelas (cencas de sepulturas, em face do j 18 ci-
ma citado. Por tanto nenhum direito assiste ao
vi gario de exigir 41 pela licenca concedida para o
enterramento do cadver do soldado da primeira
companhia desse corpo Jos Soares da Silva, de-
vendo ser modificada nesta parte a conta que veio
annexa ao mencionado offlcio, e que para esse fim
Ihe devolvo.
Ao mesmo.Mande Vmc. apresentar ama-
nha na casa de detenfo urna escolta de 4 pracas
e 1 cabo desso corpo, afim de conduzir com segu-
ranza at ao Cabo o criminoso de morte Francis-
co Caetano Ribeiro, devendo a referida escolta ali
demorarse para reconduzi-lo com a mesma se-
guranza para a mencionada casa, segundo solicita
o Dr. chefe de polica em offlcio n. 823, de hoje
datado.
8.* secgdo.
Offlcios :
Ao inspector la thasouraria de fazenda.
Transmiti a V. S. o inclusos prets em duplcala
que me foram remeltidos pelo brigadeiro enraman-
te das armas com offlcio de hoje, sob n. 451, allm
de que mande pagar, na razan do augmento, os
^vencimentos dos offlciaes, pracas e calcetas empre-
i gados no deposito de recrutas, sendo os dos offl-
ciaes e calcetas concementes ao mez de abril ul-
timo, e os das pracas segunda quinzena do mes-
mo mez; e bem assim a diTerenca desse aug-
mento, a contar de 8 de fevereiro deste anno.
Ao mesmo -Attendendo ao qae solicilou po
incluso requerira?nto o bacharel Gaspar de Mene-
zes Vasconcelos Drummond, auloriso V. S. a
mandar pagar ao supplicanie os vencimentos dos
dias decorridos de 19 a 20 de marco e de 17 a 23
de abril, tudo desle anno, por ter exercido interi-
namente o cargo de promotor publico da comarca
do Rio Formow, como se v dos attestados annexos
ao mencionado requerimeato.
Ao mesmo.Para os dns convenientes com-
eo a V. S. que a 23 do mez prximo passado
harel Manoel Joaquim Ferreira Esteves as-
o o exercicio do cargo de promotor publico
marca do Ro Formoso, para o qual foi remo-
vid por portara de 26 de marco ultimo.
* Ao mesmo.Annuindo ao que solcitou a
coramssao censtaria da freguezia do Bonito em
offlcio de 12 de fevereiro deste anno, auloriso V.
S.,aos termos do art. 9-14 do ragulamento de 10 de
dezembro de 1871, a mandar pagar aos agentes
recenseadores d'aquella freguezia, Vulpiano Jos
de Mello, Mathias Benigno Wanderley Traba, Fran-
cisco de Paula da Cunha Bastos, Jos Martins de
Albuqaerque Mello e Joao Coriolano da Silva a
qaanlia de 404000 a cada um.
Ao mesmo. -Constando de avisos do ministe-
rio da euerra, de 23 de abril ultimo, terem sidos
nomeados, o capito honorario do exereito Manoel
Lourenco da silva e Avelino Pereira da Cunha,
aquelle para o lugar de major da praca do presi-
dio de Fernando de Noronha, e este para o de es-
crvo do hospital militar; assim o communico a
V. S. para os fins c invenientes.
Ao mesnu Intelrado de quanto V. S. ex-
poz em seu oScio de 30 do abril ultimo, sob n.
70J serie C, acerca do arrendamenlo do proprio
nacional denominado Calabouco, tenlio a dizer que,
segundo a deliberacao da iunta d'essa thesouraria,
pode acceitara proposta de "orao Maximiano da
Caiha, relativamente ao mesmo arrendamenlo.
Ao mesmo.Cominunicando-ine o Dr. Manoel
Bua-quo de Macedo haver assumido nesta data o
exercicio do cargo de engenheiro fiscal da estrada
de ferro do Recife a S. Francisco; assim o decla-
ro a V. S. para seu conhecimento e fins conve
nientes.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Tendo nesta data autorisado o engenheiro chefe da
reparticlo das obras publicas a mandar fazer pelo
arrematante da ponte de ferro do Taliyoa um arco
de al vena ra junto referida ponte, mediante o
abate de 1) *|. sobre o valor do orcamento dessa
obra ; assim o c >ininunico a V. S. para seu conhe-
cimento e flus eonvonientes.
Ao mesmo. Em visla da inclusa conta man-
de V. S. indemnizar i cofre da reparticao da poli-
ca da quantia de 414600, proveniente das diarias
abonadas aos criminosos que segumm para Flo-
res o Villa Bella, allm de serem suhmettidos a
julgamento, conforme declarou-m- o respectivo
chefe eai offlcio de 29 de abril ultimo, sob n.
812.
Ao mesmo. -Recommendo V. S. que, a vis-
ta da conta junta em duplcala, mande pagar a
Francisco Pimeotel, conforme solicilou o Dr. ebefe
de polica em offlcio de 4 de abril ultimo, sob n.
66j, a quantia de 314350, despendida durante o
trimestre de Janeiro a marco aeste anno com a la-
vagem de roupa da enfermara da casa de deten-
cao, segundo indica a referida conta.
4.' seccao.
Acio :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requeren tfaria Leopoldina Micnado, prolessora
de instrueco primaria da cadeira da oovoacao de
Muribeca, e tendo em vi-la ainformacao do direc-
tor geral interino da instrueco publica, de 31 de
margo ultimo, sob u. 9i, resolve prorogar-lhe por
mais 60 dias a licenca que Ihe foi concedida, vea-
cendo metade do seu ordenado.
Olllcios :
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
-Em resposta ao offlcio de V. S., de 26 de abril
ultimo, sob n. 395, tenho a dizer-lhe que pode ser
entregue o menor Francisco do Salles Cavalcante,
educando do collegio dos orphos, a seu lo Anto-
nio Goncalves Guimares, si este se obrigar a
mandar ensnar Ihe um offlcio, e no caso de que a
mi do mesm > edu:ando ni) reclame prefe-
rencia.
Ao mesrao. -Communico a V. S. paraos fins
convenientes que, nos termos de sua informacao
de 26 de abril ultimo, era offlcio sob ji. 394, deliro
nesta dala a petieo de Fortunato Jos Dias de
Sarapao, av materno c tutor do menor Manoel
Theodoro Goncalves da Porciuncula, educando do
collegio dos orphaos, concedendo que Ihe jeja en-
tregue o dito menor.
Ao mesmo.Em resposta ao offlcio de V. S. de
25 de abril ultimo, sob n. 392, tenho a dizer-lhe
que para esta presidencia poder resolver sobre os
offereciraentos para compra da ca-a n. 72, sita
ra da Soledade, e da meia agoa da ra da Cam-
pia, se faz preciso que a junta administrativa des-
sa Santa Casa emita o seu parecer sobre os mes-
mos ofTerecimentos.
Ao mesmo. -Communico a V. S. para os fins
convenientes que, nos termos de sua informacao
de 26 de abril ultimo, era offlcio sob n. 393, nesta
data deliro a peticiio de Mara Rita Sarment do
Kego Leite, concedendo que Ihe seja entregue o
seu filho Manoe! Rodolpho Cordeiro Leite, educan-
do do collegio dos orphos.
Ao presidente da cmara municipal do Li-
moeiro Era additamento minha circular de 4
de abril ultimo, tenho a declarar a Vmc. que o
presidente da cmara do municipio onde se acha
a coNectoria, e no os dos que Ihe sao annexos
quera deve presidir a junta de que trata o art 28
ao regulamento approvado pelo decreto h. 5.135
de 13 de novembro do anno prximo passado para
a execuco da lei n. 2040 de 28 de setembro de
1871. Mutatis mutandis aos presidentes das c-
maras municipaes de Caruar e Ingazeira.
Portara:
A' cmara municipal do Recife. Era res-
posta ao offlcio da Illraa. cmara municipal do
Recife, do 23 de abril ultimo, sob n. 31, boje rece-
bido, tenho a dizer que concedo aulorsaeo para
-er eftecluado o contracto com o arrematante Ma
noel Anselmo Corroa do Figueiredo para fazer a
obra dos concertos da estrada da povoaco da
Varzea pela quantia de 1:1794, por quanto foi ella
era praca arrematada.
Circular :
Ao 1.* juiz de paz mais votado da freguezia
de S. Frei Pedro Goncalves do Recife.Recom-
mendo a Vmc. a remessa do inappa que, de con-
formidade com o art. 12 do decreto n. 3,572 de
30 de dezembro de 1865, Ihes incumbe ministrar.
Mutatis mutandis aos demais juixes de paz das
freguezias da provincia.
5." secedo.
Acto :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o bacnartl Luz Antonio Pires, thesou-
reiro da reparticao do correio desla cidade, resol-
ve prorogar por mais um mez com ordenado a li-
cenca que Ihe foi concedida para tratar de sua
sade fora da capital.
Offlcio :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-Auloriso Vmc. a mandar fazer pelo ar-
rematante da ponte de ferro do Tahyba um arco
de alvenaria junto referida ponte, mediante o
abate de 10 /. que ollereceu o capito Manoel
Thomaz de Albuquerque Maranuo sobre o valor
do orcamento dessa reparticao.
Portaras:
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
mande dar transporto para o presidio de Fernan-
do de Noronha, por conta do ministerio da justi-
ca, no vapor que para all segu prximamente,
a Mara Antonia Goncalves e urna fllha menor,
familia do sentenciado Januaro.
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
d tuas ordens afim de que sejam recebidos a bor-
do do vapor que segu no dia 3 do corrente para
o presidio de Fernando de Noronha os volumes
constantes da. nota iunta, oa quaes oram compra-
dos pelo corrector geral, Francisco de Miranda
Leal Seve, por conta da fazenda nacional ; cor-
rendo essa despeza a cargo do ministerio da
guerra.
Os Srs. agentes da cum,,.,!.a de navegaro
brasileira dem suas ordeus para que sejam rece-
bidos a bordo do vapor quo se espera do norte,
e conduzidos corte por conta do ministerio da
marinha, dous caixes contendo as pecas compo-
nentes do antigo pharol da barra do rio S. Fran-
cisco.
KXPEMK.NTK DO SECRETARIO
1' seccao.
Offlcio : .
Ao engenheiro Julio Alvaro Teixeira de Ma
cedo. S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V. S., em resposta ao seu offlcio de
honlem datado, sob n. 57, que a agencia da com-
panhia de navegaco brasileira est autorisada a
fazer transportar corte, no prximo vapor que
para all seguir, os dous caixes contend o antigo
pharol da barra do ro S. Francisco.
2.' seccao.
Offlcios :
Ao chefj de polica. O Exm. Sr. presidente
da provincia manda declarar a V. S. que nesta
data expedio ordem ao commandante do corpo de
polica no sentido de se apres ntarem amanh, na
casa de detenc.io quatro pracas e um cabo para
o fim de que trata o seu offlcio n. 823, de hoje
datado.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda do clarar a V.S. que nesta dala ex-
pedio ordem a thesouraria provincial no sentido
de ser eRectuada a indemnisaco da quanlia de
que trata o seu offlcio de 29 de abril ultimo, sob
n. 819.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que nesta dala
expedio ordem thesouraria provincial no senti-
do de ser paga a quantia de que trata o seu offl-
cio de 4 de abril ultimo, sob n. 665.
. 4.' seccao.
Offlcio :
Ao Dr. Joaquim Correa de Araujo, 1.' secre-
tario da assembla legislativa provincial.N. 112.
Do ordem de S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia, remello a V. S., afim de ser presente as-
serabla legislativa pro ricial, a inclusa copiado
offlcio datado de 23 de abril ultimo, hoje recebi-
do, em que a Illma. cmara municipal do Recife
expe o motivo p;rque nao tem sido executada a
lei n 1,011 de 13 de junho de 1870, que estabele-
ce a venda do pao por meio de peso
5." scalo.
Offlcio :
Ao engenheiro Manoel Buarpie do Macedo.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar recebido o offlcio de V. S., communicando
haver reassumido nesta data o exercicio do cargo
de engenheiro fiscal da estrada de ferro do Recife
ao S. Francisco, bem como da do Caxang.
OESPACHOS DA PRESIDENCIA DR 4 DE JULHO DE
1873.
Abaixo assignados, habitantes na povoaco dos
Remedios. Informe o Sr. director das obras pu-
b le as.
Alexandrna de Lima e Albuquerque.Deferido
com offlcio desta data thesouraria provincial.
Major Bellarmino do Reg Barros. Informe o
Sr. director das obras publicas.
Companhia Recife rainage. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Flix Barretto Muniz Telles.Indeferido.
Francisco de Paula Barata.Ficam expedidas as
necessarias ordens no sentido requerido.
Bacharel Henrique Alfonso de Almeida Leal. -
Satisfaga a exigencia da thesouraria de fazenda.
Hemterio Vital de Negreiros. Informo o Sr.
commandante superior da guarda nacional do Re-
cife.
laquia Fernandos da llosa.Sim, com recibo
e nao havendo inconveniente.
Joaquim Laurano dos Prazeres. Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional, da ca-
pital.
Major Joao Jos Gomes.Forueca se.
Joao Hypolito de Meira Lima. Informe o Sr.
director das obras publica*. ,
Justino Jos de Souza Campos.Encamnbe-se.
Jos Maria Marques de Camino. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Luiz Jos da Slveira. Indeferido.
Dr. Luiz Jos Correia de S. Informe o Sr
inspector da thesouraria provincial.
Lydio Gomes Porto.Iodeferdo.
Manoel Gomes Loureiro.Nao tem lugar o que
retraer.
Manoel Camello Rodrigues Esteves. -Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Mariana Apolonia dos Prazeres.Indeferido.
Manoel Muniz Falco.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Tenente-coronel.-Sebasnao Jos BazihoPyrrho.
Forneca-se.
O mesmo. dem.'
Vicencia Alves de Carvalho Dacia. -Passe por-
tara na forma requerida.
Vicente Ferreira de Paiva Simos. Indefe-
rido.
Manoel Teixeira de Carvalho Ralalo.-Requei-
ra o supplicanie a quera competir.
Secretaria da presidencia de Pcrnambuco, 6 de
julho de 1873. O porteiro.
Sil vino A. Rodrigues.
Correspondencia do a Diario de
Pernambueo. o
CoVle, 30 de junho de 1873.
Os jornaes levados pelos vapores anteriores de-
ven t-lo inteirado da suspeusao da cmara mu-
nicipal, desfecho esperado ao conflicto por ella
suscitado com o governo. Havia de ter notado que
a portara dessa suspeosao foi assignada pelo Sr.
ministro da agricultura, e que Uto servio arada de
motivo para que aquella corporagao nao quizesse
reconheeer o acto como lagitimo, allegando que s
era competente para expedi-lo o ministro do im-
perio.
Este segundo cundido, porem, pouco durou e
ficou dosfeito cora urna outra posterior portara do
mesmo ministro do imperio, ordenando ao nico
vereador que nao fura comprehendido na suspen-
sao, q Sr. Dr. Thomaz Coelho ( que divergi da
opiiio dos seus collegas ) que convocaste os sup-
penles, na ordem da volcao, que devem corapor
a nova municipalidade. Dizem, entretanto, que
essa turma convocada, bem como as quatro oa-
lras que se Ihe seguem bao de raanter a resolacio
dos vereadores suspensos, visto milito terem ca-
bellado nesle sentido os Srs. Paulino e Ferreira
Vianna, por um lado, e os Hberaes por butro. O
lempo nos dir se isto exacto.
Como o negocio dos (rilaos maito anecia o me-
lindre do Sr: Ferreira Vianna, nao poda era de-
via e ra, e por isso interpellou na cmara ao Sr. minis-
tro da agricultura para que deciarasse em qae lei
so fundou para suspender a cmara.
Juutiucaoda essa interpellacao, com argumentos
mais engeakosos dos que solidos, e notando que o
acto fosse expedido pelo gabinete do ministre com
carcter de expediento peculiar do respectivo mi-
nisterio, quando alias deyera ser acto do poder
executivo de que o ministro agente, fonnuMi
as segrales questes:
i.* so acto da suspendo e responsabilidade dos
vereadores, ou da saspensao somente, foi decidido
em conseibo de ministro ;
X.' seem conselho de ministro ficou renolvid
a competencia do ministro da agricultura por ex-
pedir a ordem da suspensao ;
3.* que explicado nesse caso dar o nobre mi-
nistro da agricultura sobre a interveneao do seu
collega do imperio ;
4 a finalmente se j se expedio ordem para
responsabilisar-se a cmara municipal pelo segn
do delicio de ler desobedecido ao Sr. ministro da
agricultura.
Respondendo o Sr. Costa Pereira pela alBrma-
liva quanto ao primeiro e segundo quesilos, pa-
sou a tratar englobaJamente dos outros, mostrando
os fundamentos em que se ^tribava o seu acto,
ou antes o acto do governo, visto ser o ministerio
solidario na decisao dada, fundamentos lirado-
da propria lei do !. de outubro de 1828, mu
perfeilamenle fora demonstrad > no parecer das
seceoes reunidas da justica e negocios da agricul-
tura do conselho de estado Fazendo o historie..
da questao, passou depois S. Exc. a demonstrar
que a competencia para suspender, nesle caso, deri-
va-s naturalmente da especialidade do servico de
que se tratava, e em virtude do qual foi expedida
ordem directa a cmara municipal, servico que
da conciencia exclusiva do ministerio da agri-
cultura.
Mas urna vez realisada a suspensa, seguia-se o
acto, determinando a chamada dos suplientes, isto
, aquillo que se refere organiuro da cmara,
o que nao entrava as attrihuices do ministerio da
agricultura e sim as do ministro do imperio : o
aviso deste, pois, nao significa va, nem poda signi-
ficar que o aclo daquelle estivesse incompleto.
Noten o Sr. Ferreira Vianna que ha discordan-
cia estre a porlarh do Sr. ministro da agricultu-
ra e aviso do Sr. ministro do imperio : naquella a
cmara suspensa e mandada responsabilisar, e
nesle se declara apena- que ella suspensa.
Esta discordancia desapparecer e nunca exis-
ti, pondera S. Exc, desde que se attender a que
o ministro do imperio no seu aviso refere-se por-
tara expedida pelo da agricultura, e nesta esta
bem explcito nao s o acto da suspensa), ma
anda a ordem dada ao promotor publico para que
denuncasse a Illma. cam ira municipal.
Alm disso, como o orador j disse, o aviso lintu
por fim nicamente providenciar a respeito da cha-
mada dos supplentes.
Censurou anda o nobre interpellante que na
portara da suspensao nao se achassem declarado
os artigos do cdigo penal, em qne a cmara mu
nicipal eslava incura. O competente nesle casu
para promover a responsabilidade o promotor pu-
blico 0 governo suspendeu a cmara, espeeificou
o facte porque o fez, expedio ordem promoto-
ra publica, e a esta cabe apresentar l sua denun-
cia, classificar o delicio e promover a sua puni-
cao.
E se fosse necessario ao orador prevalerer-se precedentes, invocara o acto platicado pelo Si
marqoez de Olinda, o qual suspenden igualmente
a cmara municipal por meio de una portara ex-
pedida pelo ministerio do imperio c na qual nao se
declararam os artigos do cdigo era que estavam
comprehendidos os vereadores.
Tomou anda a palavra o Sr. Ferreira Vianna e
fallou por 2 horas, tanto para sustentar a compe-
tencia da cmara para concessao de privilegios
como o de qne se tratava. como para demonstrar a
incompetencia do Sr. ministro da agricultura para
expedir a portara da suspensao. Depois del-
le ainda orou o Sr. Duque Estrada, defeadendo os
seus amigos suspensos, que alias nao quizeram
ouvi-b e recusarara o seu conselho, como 'sa-
bido.
Mas como noblem oblige, tomou o illuste a defi--
za dos amigos, cujo proceder tm seucorace con-
demna.
A dscusso ficou adiada, e provavelmente con-
tinuara quando a materia for novamente dada para
ordem do dia.
Por ora tratou da discussao da proposta da re-
forma da guarda nacional, cujo debate tem corri-
do calmamente e nao promette ir muilo longe.
Quem o eslreou foi o Sr. Duque Estrada, que leve
resposta do Sr. Conta, relator da commissao. Fal
larati depois o Srs. Martinho Campo e Lourenco
Martins, aos quaes respondeu o Sr. ministro da
justica. Hoje fallou o Sr. Brusque, e fallou Mi-
to bem. Ninguem ombatc o projKl i no seu fun-
do ; todos concordara eme elle preste nm grands
servido, livrando a guarda nacional do grande
onus do servico a que sujeila hoje ordinaria-
mente. A questao de mais ou de menos provi-
dencias e medidas accessoria?. O Sr Brusque
chegou al a dizer que renda louvores ao Sr. mi -
nistro da justica por ter apresentado a reforma ;
mas acha que'falla Ihe ainda alguma crasa que
torne os commandos menos dependent-s do go-
verno.
Esquecia-me dzer-'be que j foi votada pe >
par amento e acha-so sauccionada a resolucao que
proroga o ercamenl) at que seja promulgado o
que se discute no senado. Nada valeram a oppo-
sifo da cmara, quer dssdcnles, quer liberal.
as tricas, manejos e protela^les a que reeorreu
para embarazar a sua passagem antes do lim do
exercicio ; a medida passou como o governo dese-
ava, e no senado apenas fallou sobre_ elia o Sr.
Zacaris-, declarando, entretanto, que nao preten-
da demorar a sua passagem, pois nlo era seu in-
tento recusar ao governo os incios de viver.
Fallando no senado, nao concluirei sem dar-Ib"
noticia do modo porque o Sr. Silveira Lobo res-
pondeu ao Sr. Souza Franco, no que todava foi
moderado.
Combatendo as op'mioes deste respeito da ques-
tao municipal, assim concluio essa parte do seu
discurso:
c Eu nunca ouvi, nem vi os ministros de 3 de
agosto sustentarem doutrinas c principios como
alguns dos sustntalos pelo nobre senador pelo
Para. A propria dscusso, em que fallo, na qual
S. Exc. expendeu, contra as cmaras municipaes.
a ante-liberal doulrina, que venho de combater
me, fornece prova irrecusavel da verdale da mi-
nha assercio.
Sem a pretendo de encarregarme da bic-
graphia poltica do nobre senador, posso citar um
outro faci sea de dala nao muilo remoto, a foi a
sua opiniao emitiida nesle recinto, na oecaso em
que se discutirem, creio eu as penltimas eleicoes
senatoriaes fetas na provincia do Amazonas. Ha-
via a escolha da cora recahido em o nos so colle-
ga o Sr, Letio da Cunha. O nobre senador con-
testou franca e aberiamenle ao senado o direito
de entrar na nvestigacio da validado ou nullida-
de das referidas eleicoes, sob o fundamento de
qae, (Bita a escolha, a decretaeaO da nullidade das
eleicoes importava um desacato corda.
a O Sr. F. Octaviano : Isto foi sustentado por
liberaes, um delles o Sr. Alves Branco.
a 0 Sr. Silveira Lobo : -Fosse quem fosee quo
a sustentasse, nao menos corto que essa deutrw
na nao i aoeilavel, nem ante o aosso direito con,
titactonal, nem em faca das boas theorias do di-
reito publico.
O Sa F. Octaviano :-Concordo.
Fallando depois de sna presidan ota de Pernam-
bueo e dando longo cavaco por ja torea dito qae
ahi interveio aas eleicoes, passou a explicar como
yue tinba consentido na fuadaeio de collegio
js padres que dizem ser Jesutas, mas qne elle
nao sabe se o sao, e acreseenteu : w
Tenho nois. o direito de uer asnees liberac-


cf#t*aa OIUJl 3*1 i mm /(fitoVde Pemanibuco
ama

que, como o ttobre scnadir, me censrfateVsti^ Mplrittfalsofci? a\po^)onJiUBO eM*
inatisam, flor estes por outros factos anlogos r^uViia doutrina 'jo placel regio,
obre que, coma**fco, dou nunha humildeiol- & ^ c(Jnstuitao-(lo- intaerio.
fessar. 'abolido, em quatito exrstir na constitutivo
t Um pobre rJaMn pela provincia de P^a*; O att. '5.; como pretende 'o Exm. Sr. bisp'
Tarquinio, a quem nao
irwocpu
Eto rfprinde !i
en* o ijeHcnd/i.
Jo nlto desto tn-
bueo, o Ilustrado Sr. Dr.
tenho a honra de
sse raeu acto
tratou-rae com
que folgo de Ihe
tuna.
Essa invocacio den I ufar a fi n oulr o >:"
deputado, tilvez f^^fcera laceria, ni'1 qnalif.a^
de jesuta. Fica^HlodofiW*! pairaticni1o,
ou aquetles que leanm >-". men decurso, a ta-
neira porqutj^L w sere i lit-i quu exac-
tamente a m^pa pesa qual seroi ultramontano 011
calvinista, ou o que iBln|uizerem.............
t Qae lberaes sae sea que negam o direito do
nsino, nao a urna corporaeo, mas a um ou dbu
individuos, que se moslram habilitados, so porque
cm assumptos mystiS*estao com ellos em manir
eu menor desaecordo? o essa, scnhore, a dou-
trna, os principias, do catliechisino que muito me
honro de seguir.
Devo anda ponderar, Sr. presidente, que nem
fui eu qum admitlio nn Pcrnambuco, como disse
o nobre senador pelo Para, 08 flotis padres de que
*e trata, ou quem os mandoii vir di Europa ; nem
sei se iminigrarain espontneamente, como podia
mui bcn arqnteccr; nem sao ellos jesutas ; nem
eslo osles balidos ile entre nos por sentones oh
leialguma; nem havia, ao lempo oro que estive
m nornarabuei, ino*isposro alguma contra a-
quelles ou quaesquor outros padros.
c evo porem declarar qnanto a este ultimo res-
peto, que fosse qnnl fbssH a md:s-|>nsie.io popular
que houvcssc contra esses d*ws padres, on quaes-
quer outros individuos, igualmente habilitad )s pa-
rante a lei, e, portan**, nao excluidos, antes a.*o
lhid'is e protejidos por ella, o meu defrrimento to-
na sido o inesmo. (Apoiados). Do contrario, Sis.,
dcixara d- cumprir o meu dever, AVtiarM de exe
cutnr a le, c de girantir os direitos do cidado.
por palrinlagiwi, por adulafao ao povo; e eujnlgo
U repulsiva e eondemnave! a adulaeSo ao povo,
orno a que c fei'a aos reis, da qnal vivem eertos
ulicos, as dillerentes e variadas pacoes que
occupam. Sao flsos e pes-imns guias os adulado-
res. Mais umo rons'deracao, Sr. presidente para
terminar e.^ta minha res|>osta ao nobrc senador pelo
Para.
que e-te episodio e um potteo fora da materia.
n O S-i. Sttvna* Lobo:Agrade?) a V. Ene.
Mas rc-uu-nie urna s observaco; permit'.a-m'a
V. Exe.; a farei rpidamente.
Sr. presidente, miando fui para Pernamhtico
sabia da provincia de Minas, onde habilava e ha-
bito. Ha 0111 Minas, como V. Kxe. sabe, de mui
langa data, um co|l"giode instrucro seeunlaria.
muito cui.heeidoe acreditado no paii (apoiados)
Decae collegio tem -ahido muito homem dislincto,
e arpii memo 110 senado tem elle lillms, (apoia-
dos). Fallo do collegio do Cara.a. que e tem
sido sempn; dirigido por padres, como esses a
quem dei liceiira para ensinarem preparamos,
collegio para nqual os varoes mais dignos e mais
respeitav-Ms daquella provincia, de um e antro
credo p iliti.-o nianlaram s-miprcseus liUios, (apni.i-
dos) C 11 estas reoordaejfls, ao dar a lieenca. qne
em paso algmn poda deixar de dar, live malta
satisfago a praidr. E sou informa lo de .po esses
padres se team mostrado muito ajitos (airan en-
era 1
Ounbine es*a adnl to.lo fita aos reia pelos u-
lico'- com aquella recorda.-ao do proeedimento do
Sr. Soma tronca quanto se tratou da atoirAn do
Sr. A ubrosio, e veja onde ir Jar a amabilidad da
bola
Esqoecia me, di/er-lhi! qrn do expediente do
trHtonal siiprem 1 de 'aatfei, pnhHeado na Diario
Offki't, consta que o Club popnlir do Recito itera
ama queixa contra o 3' vce-prexi -namboco, eni exercicio, Dr. Henrique Pereira de
Lueena.
II1 ver erro de improssao, ou estar conforme
e original r
que o Bitj.vi. de 29 de maio tenha resolvido
1 qaMtlao 1 S .
Por ventura ibi beiieplacitadq em p.rkvbT
11ra tem ou podb elle ler valor no
foro i te mi? Por ventura, aijjtgt) cumsa
l.anra romana, pod S. Etc. IMha. invtdir
atriboieoea do poder temporal, cxpelir quem
qiior queseja dac irmaaoades, (solver es-
los, e privar de direitoseregaHas garantidas
por le aos subditos e habitantes do Brasil r
NSo ; eS. Exe. _Bvrjia. deve Jgr scjpncia
de
do
Vidrias |a llurnpn,
nrcconi-|. Sabbado tartlf. undeon no lamarao
1 inghpOr'0#Ke o Nhntem pola manti or;
^4u>*eilrgnd.1atas de Lisboa at at^d* j
ei iwt.-_-.aata rio. V
.rjls o que entilen dos jornacs c cartas :
' KUNg\.
A assembla nacional approvou a eleicao do Sr.
feira 1 de Julio de 1873. :\ dil.HM/ ./lj/. t//
estault no exercicio do vaHn&mm --H A.lt*t AadipUNL f.* cteaVfclnirarla di
o que assim nao aconteeur, porque as leis
opai/. Ih'o nao petirrittrro, e de ver dos"
goveraoa 4wne9toa fltorartsatlos-Yigmr pek-
liel oxecurao d'essas leis.
Assim, pois, o breve do 29 de maio do
modo nentium veio resolver a questo ; o,
pelo contrario, se .ilgum contingente Ihe trou-
xo, foi antes atiar a ogaeira do que amor-
tecer as labaredas cun tue se pretende quet-
uiar a soberana nacional.
A pastoral de 2 do correte, firmada
n'esse brete, consequentemenle urna in-
sidia, um novo alternado, releve-nos S. Kxc.
Kvma. que lb'o digamos, contra a sabia
conitituicao do imperio, que todos os bra-
s.leiro, inclusivernento S. Exe, tem por de-
ver respeitar e obedecer, porque represeota
a expre.so da soberana nacional.
Essa soberana, estamos certos, nlo ser
violada, porque o governj imperial eos (le-
ma is poderes pblicos, cuja guarda ella
se aeita confiada, nao o consenliro, e obri-
garao entrar no caminho da ordetn e do
dover quellesque a quizerem conspurcar,
esquecenio que o primeiro dever do cida
do res|>etar as leis do seu paiz.
O Exm. Sr. bspo de Pemambuco deu
OD passo errado, impoltico e condemnavel
regeitando o ramo de oliveira que Ihe foi
ollerecido e respondendo ao grito de paz com
O seu grito de guerra de 2 do correte.
Nao assim de certo que devem proceder
os ministros de urna religia de paz e de
amor. Jlas, j que assim o quiz e quer o
Exm. Sr. I). Vital, nao trepide o govorno
em cumprir o seu dever : e cumpra o certo
deque o povo confia no seu criterio c sabe-
dona, asss revelados no acto de 12 de
junho.
%.?-i>is 1I0 mirle lo iiii|ei*.
Cliegou sabbado do Acarac e escallas o vapor
brasilciro 1'tripami, trayendo datas: do Cear 28
de junho, do Rio Grande 3 e da Parahyba i do
rente.
CEAn.
Durante a viagem do diocesano ao centro da
provincia lieou enearregad do expediente do bi: -
palo o Rvm. vigario ge ral e provisor onego Hyp-
pQllio ( anea Brasil.
Palleceram : na capital, o alumno do semi-
nario. Antonio Pereira de Antojo Magalhaes; e n
Granja, o major Jos Pedro de Carvalho.
No da 19 de junho foi inaugurada a nova
comarca Je Jagnaribe merim, com a posse do res-
pectivo juiz de direito Dr. Manuel Coc o Cin-
PIARLO DE i'EfiN\Mhu
. RECIPE, 7 DE BLHO DE 1873.
O breve n:: 29 DB
ll.VtO K A CONSTITir.lO DO
IMPERIO.
do santo padre Pi IX, datado de
O brev
29 le maio, e aqu publicado com a pasto-
ral do Exm. bispodo ''emambuco, de 2 do
correte, de modo algum pode modilicar a
qnestlo suscitada entre a mitra e a macona-
ra, cm face da resoluto do governo, de
12 do me/, pretrito.
O governo imperial, nltendo-se lettra
c ao espirito da constituido do imperio, e
conformaiido-se, como Ihe cu.npria, com as
domis leis que regem to milindros as-
sumpto, aeeitou a-, coneliisos da consulta
da seee'i) Jo imperio doconselho de estado,
as 'iues so aclia exarado um pensamonto
completo uerc de objecto lao grave quao
interessante para a sociedade brasilea, e
certamente ha de fa/.er cumprir e respeitar o
S3u acto, que nao seno urna venia s leis
do paiz.
Basta acto o Exm. bspo de Pemambuco
teve pleno conhecimento, j p-!a publicaco
que delle fizram to los os jornaesdesta e das
demais pr jvocias, j porque, como S. Exe.
coiifcssa em sua pastoral de 2 do corrente,
rec;beu communicaeo por va olficiul, como
alias dos estylos.
Em face da misso de paz e de amor que
incumbe aos ministros da religio de Christo;
permite a opino de sobra manifestada nes-
ta c n'outras provincias; o, finalmente,
diaute da attitudedo governo imprial, dig-
namente collocado no posto que Ihe tracou a
constituico para velar na sua guarda, nos,
o coranosco mu tos espiritos crentes, nos
embalamos na doce esperanca de que S.
Exe. Rvm. oSr. D. Vital saberia mostrar-se
respeitador das leis e do governo do seu
paiz, o consequentemenle tomara o acto de
12 de junho como a norma do seu proce-
der, obrando em consequencia e de accordo
com os interesses sociaes, tao violentamente
abalados por actos menos pensados e reflee-
lidos.
Pois bem, nao devia ser assim ; e a pas-
toral de 2 do correte, nos, como todos,
veio desiudir, enchendo nos do dore ao
inesmo lempo de jnligtiacao!
Etichendo-nos de dor, porque, habtua-
dos ler na historia as mais pungente des-
criprrV's destas Iotas firmidolosas outr'ora
bandas por motivo de regio, sentimos um
como veo de lulo cobrir-nos a alma, ao passo
que peuelrou-fios no curasao o esty late da
amargura como para signil*ear-nos quo o fu-
turo se nos vai antolhando cheio de tremen-
das apprebeuses.
Enchendo-nosdo tndif nacao, porque.eon-
Tencidos de que o acto do gotwno do 12
de junho, foi utn como ramo de oliveira,
symboio da paz, ollerecido ao Exm. bispo
de Pemambuco, vimos osso ramo deapreza-
do e como que menoscabados rs principios
JJe soberana e independencia do paiz, que
MiHe em corto modo representava 1
' E porque assim proeedeu o Ex.n. Sr. ).
Vital ? Qual o movol- il'essa acc*0"de 8.
c. Urrna. ?
* Evidentemente, asse movel oi e nao pode
ixar do ter sido o breve de 29 de nnk>s
e faz parte da pastoral- de 2 do crrante.
8,---pr^inar^rr pretende S. Kxc.eH coa^qi^icia -esoUer a
fliwso pe propria quastao /
t i}ant ara-, qai 4, emTiMma awafyse, a
^twrta'r rergfiisa, cojos labyrintrrfts i^
._|Mtride o espirito public ? ., ,t' J
Essa (juestao manifestamenle a da supra-
inacia.d* ifr ijo- bne -oatoad,- domador
toi
r%ris;
lo me
pe lido ; 11
cesso, p s doj
nfultidao era tio cousiderave, como de
ALI.S1IAKH4J
novo projecto do Ici d^.govTnn prussiano
a imprensk, est produz'if) n AUoinanha
"ma pessima inipressao, e prdme-se que encon-
trar urna fortisslina opposiflo no seio do parla-
Tssio do MBRselho fed^raj cu, arre-.
do projt> de|at*obra a inipren-
a sua dislusiao.r
o supprliio ns dispo do-as pelos artigas doprojeeto parla-
O projl
impressa
naes mal
imperio_
Sr. de
lado
s mitpti'os ila guerra*
i.'ocfsqbii' aqu" s tem
Ran\a a fazerton conlieoer o
(levo ter instruido oMitra o deputa-
do pelo Rlioiljuo. ^^ ^^ ^^ j _
0 utiniatro da jttiea declaron que a justica nao
tiiiha inftteKia lfimw ueste >sttHaM >
o juiz de nriincira instancia do tribunal do Sena
entregara ajusica militar o Sr. TTam', e esta en-
tender que o nii devia pronunciar. ^yl"
Quanto cnfpbflWaiffdiWr. Wne; fle-hron o o Ff<*ee
iniiistco que o Sr. Ranc fora em 1853 nieltido em
processo em conseqtiencia da chamada conspiradlo
do Hypo Iroiiw ; mas quo e;B seguida fora abs vido em audiencia geral ; i|ue responder depois
em polica correccional por fazer parte de sacie-
dades secretas, e fora condemnado prisao, mas
que aproveitara a amnista imperial de 15 de
agosto do HB9.
Depois da guerra com a AHemanha, e dos des-
varios dos cummunaes de Pars, o Sr. Ranc foi
aecusado pelas juslicas ordinarias per luurpacao
de funcfoes publicas por ter sido o delegado na
maiiie do9" drstricio i que chegara a havea or-
dem de prisao eoiitraclle, mas nao havia sido le-
vado a effeit) ; que em iulbu de 1871, esses pro-
cessos haviam sidos levados jurisdiCQo militar, e
3uc o Sr. Ranc fora despronanclado pelo jnii
a iusirucco em 2i le agosto,e havia sido depois
chamado como testemuuha em 13 de setembro e
nada mais houvera a resneito delle.
Poi nomeado o Sr Uaragrun relator da com-
misso, e no da 18 apresentou assembla o re-
latorio da cuinmissao, prooindo qne se conceda
autorisaeao para se continuar o processo contra o
Sr. Ranc.
A sse.nbla depois de animada discussio auto-
risou por i83 votos coulra 127 o processe contra
o Sr. Ranc.
O conselho de ministros oceupa-se activa-
mente da questao da le municipal, disculiram-se
j aseases do projecto, e segundo se affrma sr
adoptado o principia da descentralisaca ; exige-se
um domicilio de tres annos, para se oDler o di-
reito de votar ; e as comraunas onde o orcamen-
mento municioal ft votado pelos conselheiros mu-
nicipaes, c que se juntam em numero igual os
maiores contribnintes.omai'r^er eleito pelo mes-
mo processo ; as grandes cidades porem a no-
meaijo dos maires ser feila directamente pelo
governo.
O ministro do interior deu ordens terminan-
tes para que os prefeitos, qoandn tomem posse das
suas premiaras, mi enven aos maires circular
algum.!, que nao tenha previamente sido appro
vada pelo mesmo ministro.
Diz o Pe'.U Jonr.ial que vao ser medidos em
processo, a requerimento do ministro da justifa,
dilTerentcs autoridades locaes do meio-dia que se,
le lei do|eo#rnn aflenio pnlazio
deplorawl, qua.-at inesfl ns Jor-
ie.idos ; politieado chaneeller do
todos os eforeos para de*vlarem do
a respofis.ihitraae fl'aqucllas ideas.
A Gazeta do Weser diz :
* E' am projecto prusshuo; niio foi apreso*
prTmeira or-Jem tom m varias resolu;oei tendentes
a fnzerface a cre llrranceira. O banco naeijnal
fornecor os fiuilv ne-essarios em ti-oea.de letras
dossas casas, tCora esses Jando- far-seblj ope-
ra.oes de descontoa, adiantameutos sobre ni r< i-
ilorias/emprestunos, etc.'
Da Hungra tem chegado grandes porrees de
numerario. ^""N. ^^WKf' '
O consellm deBaJuistn^e-j rf^ni8tx> da
fazeada osnwis afcpfos i
cnse (inaajjjl'a. i
Dizem de Pe
principe Carlos .l.i-Rouinania ab.unlonaia prximo
mente o prcipfc para nunca mais voltar ; e
acerescerttin m ,is alguns jmaos? c cn're no-*5 a
Reform ', qne o paiz esipre:ir^do jara aqnella
eventualiilade, e iiue Sobrevindo eBa, O Sr.Plres-
cu seria encarre^ado ilis negocios em BuCharest,
e o Sr. Lasker *atarain na loluavia.
___-_- ziazpuR.
Dizem de Aden qua o suh 1 de Zauzcbar pensa
cono pftjbfQ Jm^ertaSllaino, posto errr abdicar.
que traga a assignatura do principe de Bis- Como sa'ndo aquelle monarcha aJricana xecu-
marte. sou-se a aceitar as propostas de sir Bartlhe Knire
ae* do UeiAiDi aUfam-se violent miente
milhocs, adian-
eoutros un
a pasta oaas-
hte poltica r^-
laganila que Bf
as nacSjs c cri-
ticas.
manda reunir a
re a iniciativa,
tra.
.
Leuios no Ctarenu
n A loj t Fraternidade Cearjnse festejou o dia
2i do corrente, com um baile, mui concorrido e
expen lido. a qual comparecern) numerosos ca-
valheiros pertencentes Ordem, e muitas senhoras
das familias mais distinstas, que nao loram alean-
cadas pelo espirito supersticioso, o fanatismo dos
padres eslraugeiros.
Reinoii muita ordem e profusio, sendo o ser-
vi.o feto ceta a maior regularidade.
Aos saldes do edificio da Loja concorreram
umitas pessoas cstranhas, com o ftm de visita-lo,
oulras de satisfacer a sua enriosidade as cousas
lerrivels, ijue o vulgo pretende existir all.
mo r.rtASDE.
.Vcnhuiu jornal ou carta recebemos desta
provincia.
FAnAHTBA.
Em i do corrente oscreve o nosso c irre -
pondentc da capital:.
A sociedade emancipadora que se organisou
aqui com o titulo -rno e Fraternidade ro ins-
tlenla no da 2 deste, com apresenca do prenden-
te da provincia, chefe de polica, director da ios-
trucQo publica e de quasi todo o funecionalismo
da capital.
Foram entregues nessa occasiao S. Exe.
duas cartas de liberdade, de duas escravinhas me-
nores alforriadas pela sociedade, para as destri-
buir.
Nesse mesmo dja teve lugar a posse da mesa
administrativa da Santa Casa de Mlsericord a e
11 tute o hospital estove a ierto concurrencia de
visitamos.
Foi annunciado o concurso para o contrato da
Iluminarlo desta cidade a gaz carburetado, com
o prazo de 30 dias, que se finda a 26 do corrente,
devendo os proponentcs apresentar suas propostas
at esse dia na repartan das obras publicas e se-
gundo as clausulas do edital.
Consta que em Mamanguape os presos arrom-
baram a cadeia e que tres ou quatro se evadi-
ram.
As autoridades policiaes estavam fazendo toda
a diligencia para captura los.
L-se no Jornal di Parahyba :
Da villa de Misericordia escrevem nos o se-
guinte :
Foi preso no termo de Flores da provincia de
Pemambuco e remettido com toda segoranea para
a cada publice da cidade do Pombal, onde se
acha recolhido, Manoel do-,Monte Virgolino, por
antononasia Castigo, um dos mandatarios do cri-
rae de tentativa de morte contra a pessoa do
nosso prestimoso amigo o coronel Joao Dantas de
Oliveira por motivos polticos, as proximidades
da eleieo de 18 de agosto ultimo.
Oex-chefe dej)olicia, Dr. Manoel Coclho Cin-
tra Jnior, logo que teve seiencia daque le tiro,
achando-se a esse lempo na villa do Piancd, cons-
cio da impotencia das autoridades loeaes pira to-
marem conhecimento desae attentado atroz, porque
sabia acharem se nelle implicados meinbros im-
porUote* do partido litara! de Pombal, para all
dingio-se, e, procedendo .sobre o mesmo facto ao
inquerito policial, chegou a destofcrir mandantes e
mandatarios.
Esse inipieritb. segundo pensamos, acha-sc na
secretaria de polica. ^_^_
a fmmersos em sfneera dfjr, rfeplora/nos a per-
da do nosso ditiocto a aresiimosb amigo, Rvm.
Dr. Patricio Manoel de Soma, fallecido hontem (Io
do corrente) s H horas da manbia, na villa do
Pilar, onde resida.
Victima de febre perniciosa que ha dias o ae-
comettera, sem que jamis eedesse aos recursos
meJieos, auxiliados pelos desvellos e incansaVel ze:
Ib de sua familia, gneenmbio aflnal!
Vantajosatnente eansiderarto por snas eminen-
tes qualidades, quer como advogad>, ctrja nobre
profisso exereia com muita honra e protUeiencia,
^qner como sacerdote de reeonhecidas virtudes, sna
perda tornase sobre-modo lamentavel para todos
<|ue o Irqnentavm.
Naqu-lla hcalidade o prestigio d> que gcral-
mente gozara era um elemento de paz e tranquifli-
dade.
Dedicado poltica dominante, que prestara
diosos servifo?, foi sempre dlstmgnido como etei-
tor, preiidonte da cmara municipal e membro n
wsembda nrovrnctal, da qual occopara o Itrgar de
vire-presidente.
Sacerdote que honrava oseo ministerio por
fneowesraveb vrjndes e iflostra^so, tbi mais de
ama vez conidefdo edmo elevado cargo de ar-
cypreste desta provincia, em cojo exerefcio gran-
gcou sempre a ostirri* e respeito de1 swi jurnlflfe-
etanaMoVe a ?ieelta^lr>^j^dnffe^tyft. 'ujl'gyfce-
>an 1 p'M* vefdadeirof'c ranvatites sw tvos, prBsta-
1* lgrija.
Mnero; leal e exewplar de coslu-.; era nrn
MadSo rm^recedor do mais alto aprceo.
. O partio>Wi*'vHdbrperdeu mle utn rlda-
ior Ineaawpf, diffhJ-detwma- Wnftfibtaegta-
iiao; orWareiises n afnfgo rJerea8r*fmo,- a
provincia um cidado jwr maitos r*Wos r#com-
metidavi'i
recusaran! a fazer saber s populacScs as mudan-
cas o acorridas em 21 de maio.
As eleicoes mnnicipaes de Lyon, apesar do
novo modo eleitoral deram o memio resultado que
com o antigo methodo : de 3t5 conselheiros muni;
cipaes cleitcs, 35 pertencem lista radical ; s
urna seccao de Bellecour deu maioria ao candidato
republicano liberal.
Foi j distribuido aos depntados um appen-
dice ao relalorio feito em nomc da commUso dos
contrato' relativamente ao inquerito sobre o ma-
terial de guerr.
Afflrma-sc que o governo tem tenc-id de reti-
rar a lei que lancou um_forte imposto sobre as
materias primas, e que vao proseguir as uegoca-
coes com a Inglaterra sobre as questoes aduanei-
ras.
Falla-se na emissao de um novo emprestimo
para saldar a coala de liquida.rio, e prevenir os
effeitos immediatos da supnresso do imposto so-
bre as materias primas e da taxa do pavilhai, e
finalmente para prover insufflciencia do rendl-
mento de certos impostes.
Diz o Constitucional que deve come;ar com
a maior brevidade a discusso sobre os tratados de
commerciq,
O duque de Broglie receben communicacao de
una nota, pela qual as potencias estraigeiras pe-
dem para serem informadas o mais depressa pos-
sivel de quacs sao as inleneoes do governo fran-
cez acerca dos novos tratados.
O ministro pedio cmmissio que apressasse os
seas traba! os.
Vai ser brevemente dado para ordem do dia
da assembla nacioual o projecto de lei sobre a
instruc.-io publica.
O marechal Mac-Mahon, presidente da rep-
blica, reeebcu j as insignias de gr-cruz da or-
dem de Chrsto, que lne foram mandadas pelo go-
verno pnrtugnez.
E.' apocrypho o protesto que Br attribudo
a imperatriz Eugeuia, sustentando os direitos de seu
filho cora da Franja.
Afflan>;a-sc que o prncipe Napoleo tenciona
demorar-se era Franca muito pouco terapo ; e que
antes de partir para Prangns-na Snissa, ir visi-
tar a princeza Mathilde sua proprieiade de S
Graciano.
Comecaram j os trabalhos para a recons-
trucca^) da columna de Vendme, que deve ftcar
prompta no prazo de 2 mezes.
Aulrma-se que o governo vai pedir um ere
dito assembla nacional para a reeepco do Shab
da Persia. llavera urna grande revista militar, re
presentarlo de gala na opera, e festa nocturna no
parque de Versailles.
Na fullia oiBcial de 9 de jnnho, l-se a ordem do
general Ladmirault, governador de Pars, prohi-
bindo a publicaco do jornal o Corsario, em con-
sequencia da organisaeao Ilegal de recebederias
instituidas em todos os bairros de Pars, para a
subscrpoo chamada dos operarios delegados
exposieio de Viehna ; e em consequencia da pro-
pagico de doutrinas subsersvas e anli-socaes.
Ja demos conta aos no;sos leitores do resultado
da Interpellacao feita ao ministro "sobre este as-
sumpto, de que resultou votar-se a ordem do dia
pura e simples por urna grande maioria.
Os jornacs republicanos censuram quasi todos
a ordem de suppressao do Corsario.
O Porcir Nacional entende que urna violen
ca natil; e que a violencia para aquelles que
dispdem do poder e da lega'idade, nao urna pro-
va de forca ; pelo contrario urna confissao o urna
prova de fraqueza
A Liberdade acha que seria poltico da parte do
novo presidente, o marechal Mac-Mahon, provar
que os rigores daijuelle qne o preceda no governo:
eram a prova mais evidente da sua fraqueza, e da
sna falta de confianca no patriotismo esclarecido
da maioria da hacio.
O Temps nao q-r pronunciar-se sobre a oppor-
tunidade de semelhante medida; limitase a re-
commenda-la aquelles dos seus collegas, que todos
os das esto arTlnnnnle o liberalismo do gabinete,
e a sua sincera repugnancia peras medidas reac-
cionarias
A OpiniSo Nacional faz notar que os homens,
que hoje se servem da conservacao do estado de
si ilo para supprlmir jripaes hostis, faziam disso,
ha pouco, arma de opposicSo cintra o Sr. Thiers.
Os jornaes francezes publicam una carta do
Sr. Thiers dirigida a'nm amigo seu, que habita
Nancy ; a carta concebida nos segumtes ter-
mos : "
Pars J3oulevard Malesberbes, n. 48. 7 de
junho de W3. Meu charo "r. de C. Agradeco a
sua lembrartca amfgayel Eu retirei-rae porque,,
na minha conviccSb prbfhndlssima os governos de
partido, em paiz to lastimosamente dividido eouu>
o nosso, sfb verfladblrts crmtfasensds, e so polem
augmentar asdivisSes existenlos'.
l'm governo enrgico contra a desorflam, mo-
derado, benevohi, pacilieo a respeito do todos os-
uartidos que nao sao facciosos, o nico apto para
apasionar as paix6*e> c dar rra.nc'algnmunio
e bem estar.
t Prefer pola retfrar-mo a sajar poltica OD-
posta mmha, e que de resto iaclmandp para a
direita, est longe de'nRmr3 piaran Taro da maio-
ria do^aiz. .....____ .
Voto ari sricegn, os mos !f+ros, aads meus
arofgbs, Tlesejado nicamente o resUbeJaeiraeiTjto
da Franca.
Sen amigo dvcofonco.A. thiers.
lunun-
A communidad
etouiK5 ebntrt' "oVyfiia da fe
vor das m.qgrj' s dis vflAos catL-,..
a prohibira do ens/roj d>sie ogora as 1
na* igrefaV
Ta'pjdre*iaciu1liiilti,tiis6Ti wi ratfsTlfiridi) prto
toflelfi. A iirlprcnsa saxonia fa mdar
une a legisl&cao existente em Saxe, ha muiLis
annos", sobre esta materia, nteiramente conforme
ao projecto parlamenur.
O governo bavaro tenciona propor muitas mo-
diiicaroes importantes io projecto de lei sobre a
iinpr.-n mento nova lei, se essas modifica^ries n 10 forem
adOpladas.
DiZem de Berlim qne 0 conselho federal e o
reichsiag v5o dar a sua adnesio ao projecto de
Tfei concernente ntroducco da cou.-tituigo do
lnpero na Alsacia q Loreua. As principaes dis-
posc3es do projecto sao qne a Alsacia Lorena ele-
ge -''i depuidos para o leehstag, e que nao po-
acm ser eletores nean elogiveis aquelles que opta-
ram pela naeionalidad franceza, .".inda que nao
tenham emigrado, salvo o caso de fetratarem
formalmente a sua dedar.Tco de opeao.
Corre o boato de urna seria ileintelligenca
entre o prnel|?c de fiismark e o embaxador alle-
mao em Varsailles o conde de Arnim, pela de-
masiada pressa cem que adantou a felicitar o no-
vo governo francez depois dos acontecmentos de
24 de maio; e por mostrar urna certa predilec-
^o pelos oiieaiiistas e legtims as francezes.
E' desmentida a noticia dada pelo Uoyd de
Pe
a sa3 est ida em Millo tivesse eelenrado com o
principe Humberto de Italia um tratado de allianca
entr.- a Alleinanha e a Italia.
A entrevista dos dous prncipes tev'e logar em
Vcneza, e nao em Milito, e afflrma-se une nao teve
carcter algnm poltico e nao passou de um sim-
ples acto de amisade e de mera cortezia.
O Sr. de Bismar< declarou no reclntag, na
occasiao de se disentir o orcameuto, e de se tratar
da verba destinada ao ombaixador allemo junio
da >anta S, que eslcporso anida que poda ser oc-
eupado, porque o representante allemo, nao poderi
consentir na sua presenca urna bnguagem
que o imperio nao poderia loferar; que entrutinto
o ultimo Ho destinado a restabelecer as relajos
nlerrompidas nb devia ser quebradi^; jue o
imperio se absleria de ntervr na eleicao futnra
do papa, mas que se reservava o direito de exa
minar a regularidade da eleieao futura.
O reichstag em vista tiestas dectaracoes votou a
veiba qne se pedia.
Diz a Correspondencia provincial que pouco
provavel que o parlamento tenha se^.io no ou-
tonino deste anno, mas que o governo espera fazer
passar algnns projectos importantes antes de 3 de
marco de 1874 em que expira o mandilo actual.
A actual sesso termina no dia 2o de junho; flca-
ran por votar tanto a lei militar como a que
trata do casamento civil e nutras de igual impor-
tancia.
O imperador Guilherme nao po le actual-
mente ir a Vlenna, como tencionava, por causa do
estado de doenca em que lieou, e do abalo que
Ihe causou a morte dos dous parentes seus, o que
Ihe dlicultar a convaleseencx
O imperador passaro m-z de julio em Eras, o
de agosto em G.utein e s depois disso ir" a Vicu-
a d Austria.
Tal o conselho d>s mdicos, e que o impera-
dor julgou dev?r seguir, para ver sealcanja alli-
var x seus padecimentos.
Os ltimos telegrammas dizem que o boletins
dos mdicos da cmara declarara que o imperador
Guilherme est mais gravemente doente.
Assegura-se que era caso de fatalid ide, o prin-
cipe imperial assumir a regencia; que o principe
imperial e o prncipe de-Bismark esto na melh-ir
harmona e intelligencia e que assim natural que
este ultimo continuara a dirigir a poltica geral do
imperio.
Aluanca-se que os bspos prussanos se rcu-
nirao de novo em Fulda na jirimera qulnzena de
setembro.
ITALIA.
Falla-se em urna nota oflkiosa do Sr. Nigra ao
Sr. duque de Broglie, fazendo-lhe notar que entra
os novos ministros francezes se cnconlram alguns
que, como membros da assembla nacional vota-
rara contra a ordem do dia pura e simples por
rxcasiad da dscussao das petiijes dos bi*pos so
bre os negocios de Roma; e deseja saber qual
0 modo de pensar do ministro dos negocios estran-
geiros, sobre a questo de respeitar ou nao os
tactos que se teem consumado cm Italia ne^tes l-
timos dous aunos.
As commssSes do senado italiano approva-
ram sem modificacSes, o projecto de lei relativo
seppresso das corppracfles religiosas.
O rei Vctor Manoel mandou ao commenda-
dor Jacome RatazZi um telegramma de ptzame,
concedido nestes termos:
a Tolos os patriotas de Italia se assocam vos
sa dor:
Reeebei e apresenti viuva a expressao do
1 meu profundo sentimento. Perco em Ratazzi
um verdadero amigo.
Calcnla-se em qnatrocentas mil pessoas o nu
mero das que assisram ao enterro de Ratazzi,
sem contar as'tropas.
O santo padre Pi IX, no seu discurso pe-
rante o collegio dos cardeaes no da 18, elogou-
Ihes o seu zelo por suslentarem os direitos da
igreja ; confirmou as censuras contra os usurp.i
mires dos estados pontificios e bens da igreja, 1
ajuntou que sentir dolorosa impressao ao siber
que o clero de Alexandria assslira aas funeraes de
Ratazzi, raostrando-se mais corlesos, do que mi-
nistros de Dos.
O papa persiste em repellir toda a idea de con
ciliaco.
Foi nomeado para substituir o Sr. Ratazzi na
presidencia da commisso permanente da opposi
fio parlamentar o Sr. Deprets.
A cmara italiana discutio j os ornamentos
definitivos para 1873.
Afirma se que o pa^a vai noraear em breve
os bispos para as ses que se acham vagas, espe-
cialmente em Franca.
Desmente-se o boato que correr de urna
carta dirigida pelo cardeal Antonelli ao conde de
Andrassy para que o prximo conclave se celebre
as fromefras da Austria.
Os jornaes clericacs atacam violentamente o
principe de Bisraark pelo seu discurso no Reichs
tag relativamente eleicao do papa.
mGLATBBRA.
Chegou no dia 15 tarde a Londres o Saah da
Persia; e foi recebido pelo prncipe de Gal-
les.
Havia grande concurrencia apesar da grande
chuva.
O czarwilek vsitou o Sbah,
Deve realsar-se no dia 23 em Spthead urna
revista naval e.n honra de Shah. O Shah partir
de Londres s 8 horas da nianb chegar a Sp-
thead s II, passar por entro as linhas da esqua-
dra que nesse momento saudar com salvas de ar-
rullara.
Afflrma-se que axainha Victoria acotnparhar,
o Shah nesta excurso, e contara estar de Volta
em Londres ames da noute.
Deve haver tambera em honra do Shah, tres,
bailes, o primeiro no palacio de Buckinghara ; o
segundo no Forelgn-Oflce; o o tercero no depar-
tamento das indias. O Shah asslstir tambera a
urna representaco na opera.
A rainha Victoria sentio muito o aeonteei-
mento desastroso, de qne foi victima o joven prin-
cipe Frederico GoHberme de Hess, neto
rarnlja,n1ho da prltfza Ace.
0,'B#liTenp prncjpa eahio de urna Janella, de
qne Ihe resultou morte q asi iustanuuea.
O. desastre acontetsfu qmsi debaixo das vistas
de nu mal. Era taa enanca delicada, mas de
fcracter vivo c fegre..
ATJST 'p'-HUMjatA
.Diz a Gazeta deifrss que se vai brevemente
rtfunir em Vtenha ou em rterlrm tira coOgresso
' Tbptv^rsal ijttethwr : de um accordo
toff>s os Mtaflijs para firmafao de um ttr-
ritorin pij.il iinl'ersal, e ? da ftrodu mtia-tarifa "uniforme e umtixa uniforme pata S
artas, Jornaes ImpreSsos, amostras, etc.
para a abolicao do trafico dos negros era Conse
quencia do que a Inglaterra ordenou sua esqua-
dra do mar das Indias que lizesso em toda a cosa
oriental d-? A frica ti 111 dos mais aperta los loqueos
para impi'dir a -aliida de c.rrega.'Oes de escravos.
sulla-) de Zanzbar n o poa mdo satisfazer as
exigeucias d^s seus subditos, a as de Inglaterra,
ve-se na oaliso de abdicar.
O governo injjlez deu ur Jera para .se apnmptar
sob o commando do almiranto CinnQlii a escua-
dra e tola a f irea disponivcl, com destino no Zan-
zbar ; parece qne se intenta una invasio
O Imn de Mas.-ate as>ignou, sera hesitacAo,
O tratado quo sr Barde Ihe apresentou, p> rque
nao prevra a raaHfealNa do afilia u Zanzbar.
Corre, porem, o bo ito de qne por causa da sna
condescendencia, fura assassinado o seu prirnciro
ministro pelos rabes, receiuso de que da reoenti-
11a suppresso do coinmercio da esc avalora re-
sulte grande prejuizo aos minios negociantes de
Mscate.
Em quanto presidencia de Bombaim, trata
dos preparativos para a expedco conlra O sultn
do Zanzbar, a presidencia de CalcuU prepara
urna expedco coutra AkboonJ de Swat, por ter
aeolhido, e conservar em liberdide Behiara Khan
assassino do major Macdonald, que, tonda sido
enviara pelo governo nglez na qdalidade de em-
baixador a corte de Ameer de Qaaei, all fr* br-
baramente asassiuado, sem iue aparte dmnajoi
houvesse a raen >r provocac-io.
Cabul est cm complot* "anarchia. e dentro em
ponco cahira era poder dos nglezes.
avtfit
Sao deseucontradas as versos eme correm re-
lativamente ao sueeedi.lo na entre-vista entre Po
IX e a imperatriz da Russia.
A unpreusa italiana diz que, eomijuanlo cordia-
lisaima, a entrevista, fora completamente allieia
poliea.
Os jornias eatlialic >s alrman que Po IX ap-
pellara vivamente para o coraco da czarina a la-
var dos catliolk-os da Polonia, apresenlando alui
disso esta politiea como a mais favoravel aas inle-
resstis da Russia.
Dizem raas quo a imperatriz sahra muito com-
movida, e que prometiera interessar-se para com
o czar, e interceder para obter alguma modilioa-
co na sua- poltica a favor dos calhoHcos, po-
lacos.
Sihram de Vieana emdiree.o a Siatt-
gard o impera lor e a imperatriz da Russia e o
gran-duque h.'rdeiro.
O imperador e a imperatriz da Au-tria acim-
panharaui o czar at esta. > da via-i'erre, onde
os esperavam os archiduques, os principesiestrau-
geiros, o coalfl de Andrassy, o principe de Auers-
pirg, os embaixadores da Alleinauha''c da Rus-
sia.
O imperador d'Austria nomeou o Czar coronel
e proprietario do regiment de AlexanJro ; e ao
feid-marechal conde de Borg cornele proprietario
do 70.' regiment de infantaria.
Dizem de S. Petersburgo que orre alli o
boato de se ter dado um combate importante entro
a columna de Turquestan com as tropas do Khiva,
llcando feridos muilos odiciaes superiores. _
O Gnlos pede a publicaco do relalorio official
do combale.
GRECIA.
O Sr. Commoundoros perdeu novamente a elei-
cao pela provincia de Me.ssen3.
A cmara adoptou o projecto de lei do cami-
nho de ferro do Pireu a Lamia, A concessio foi
fela ao banquero Syngros.
TpaoU.
Urna folha rabe, que se publica em Conslnnli-
nopla o Djvaib d pormenores nteressantes sobre
a questao alchineza, que lauto uceupa actualnim-
te a attenco da Europa, e uua tantos cuida los
lera dado ao governo liollanue?.
O Atc'iin foi conquistado pelo siiltao Gavir-Jev-
hen-Sbah era 1233, tic-ando desde cuto musulma-
no do rilo de Chahl.
Era 15'ii SviJ-Terraa.-Shab, ento principe de
Atento dirigise a Siman-Pacha, gran-visirdo sul-
tao Selm I, pedra lo-llu que o reconliecesso como
vassall 1 do imperio oltomauo.
A Sublime-Polla nao se deniorouemacolaraof-
ferta, sendo publicado para esse limum firman, re-
conlieceiido os principes do Atchin cono vassallos
do imperio oitomano.
Todos os navios atchinezes arvoram o pavilhao
turco, desde que se coUoou sol) a proleco da
Sublime-Porta.
Desde a conquista musulmana al o actual so-
berano Ala Eddin-Mahmond-Shah, sucoederam-se
tnnla e cinco principes frente do governo do At-
chin.
Em 1777 celebrou-se em Conslaninopla um ira-
lado de paz e amisade entre a Hollanda e o At-
chin, em virtud do qual os hollandezes podiam
entramo territorio atchinez, para fazer o seu com-
mercio.
Mais tarje celebrou-se outro traalo com a In-
latorra, o qual iistava anda em vigor, quando os
hollandezes quebraram os seus compromiso*,
apoderando-se de algmnas localidades da ilha
de Sumatra.
Km isti.i atacaram outras localidades, dep< n-
dentes do principado do Atchin, e quand) o
principe protestou, os hollandezes responderam
que nao tinham ultrapassado os limites das suas
possessoes.
ltimamente a Hollanda pedio a cedenca de al-
binias ilhas que se encontram sob a autoridade
do principe do Atchin ; e permsso para estabe-
lecer phares sobre alguns potitos da ilba; mas o
governo atchinez respondeu que nada poda fazer,
sem autorisaeao da corte suzerana oltomana.
O principe do Alcnin preslava-se ate mesmo, a
collocar os phares pedidos pelo governo hollan-
dez, sua custa, mas os hollandezes uao conseuti-
ram. passando s aineacas, e destas as aRgressoe<<,
para conseguir o seu liin, que era a conquista la-
quelle paiz.
O governo atchinez, em vista destes tactos, jul-
gou uevi-r appellar para a Sublime-Porta, a en-
vou a Constantinopla o primeiro mimstro de At-
chin.
Foi depois da partida deste enviado que os hol-
landezes comecaram as operacSes de guerra, que
se iram obrigados a inlerromper por teroin sido
vigorosamente repellidos
O Djhaib, depois de dar estes pormenores, es-
pera que o governo imperial ottomaiio e as p tan-
cas unidas tomar.) sob a sua protecfo o reino
de Atchin, pondo-o ao abrigo das aggressoes dos
hollandezes
Mabmoud-Pach, o ex-grao visir, foi nomeado
governador de KaslamouaL Esta nomeaco onn-
siderada como urna or.lem de exilio. Mabmoud-
Pach uao foi recebido pelo suo em audiencia
de despedida.
Partram para a Servia dous delegados do
governo ottomano encarregados de obrarem o tri
buto de yassallagem que aquelle principado paga
*9 Suieraw.
Pm demittidrj Riza-Pacti ministro da mari-
nha, e substitu lo por Almed-Kaserli-Pach go-
vernador dos Dardanellos.
Jb est assignado o firmara que confirma ao
Khediva do Ekrypto os seus antigos privilegios, s
Ihe nao ipermilte, sn autorisaeao especial, Inzer
acqusicao de navios eonraeados.
HBS0ANHA.
Acerca deste paii esjreve nosso correspon-
desu. dente de Lisboa :
O aagaassa em saatio saereta neialtou os
projactos de fazauda para, a amaca de papa)*
moedu. O ministerio nomeado, por eleicao dimota
foi : presidenip rean, Pi y Margall; haandav
Ladico ; obras publicas, Benot ; negiwos. sarn-
iros, I-z ; marinha, Aurich ; gueiraj EHawner. liste
ministerio transitorio-nao inspira confianca.
, Pi^iMftjtf.tf.MjoKf.4um:t.dtHJmveaaa sal-
var a repblica, e a orden? publica.
Foi annuncada, a seiiaut) da igreja e duj
estado Nicolau Salmeroii foi eleito presidente
das cortes por 176 votos contra 74, a favor de Pi-I
15 Salmern, tomando posse da presidencia,
dlAati* fiASrUi HrmlnHifc'i desapparicio das
i e discor.lias. ^ ~m
Afflrihou que a democracia nao representa
dominio do sWt partida. TniupiiMisou os conser
id..i.--, dieendo-Mie que 11:10 Wceicm o bru
exilq da, repjAluy JiHUotJ*(Mcai.,.^)dos os minit.-
tros'apresentaram, con maur ou menor desen-
vol vi ment, o programma a seir. UJico, apre-
_ isse que neces-
0 T
lament 1 il 1 semestre decontrli
nostos. Mozo, tomando posaa
trang.'ii'W, -xpoz que rehtii
u-aseira e hstil a qualquer |
derkT otTi'iidef a su-'jbi'ti>ill i
ginar frieza as reliWla dij
Foi publieadd" o leck-t > qti
beneficencia geral e paiculaf
e admnstr;icao esfeciurdcpendenlf do ministerio
do interior. Fui tambem publicada a nota, annun-
>-imu 1 a suppresso, nos decretos das demissues da
fu milla Sntisfazendo com zelo, inUlligcncia e le-
aldude.
Na sessao de -f travon-sn uma seili'patc-
mica entre o general Locias, demittidj ha pouco
de governador de Madrid, e o ministro da guerra.
Kis os principaes trabalho* oarame liara dos
uliiinos dias : Foi instituida nma cornmissfn en-
carregada de propor no prazo de 3 mezes, a
mcios de reoi-ganisar o ejercito. Foi tomada em
omsideraco a proposta de Blanc, pe lindo que os
deputados inobilisem os seus eleitores para batel
os caistas. A- depulacties proviu iats fari. ..-
despezas da guerra. Foi tleiU orna commisi '
de eom>liiuie>), camposta 'le dver*s kmc-nt -
da jamara, mas pn'doiiiinando-a diret*
Foi accortada a supprafSo flb* mia;~tei -
.le obras publicas, marinha e ultramar : BSSte
como a do cunsellw de estado e tribunal upr.:,
da guerra c marinha ; tu lo p.-lo reccio que ha
de gravas desoldeos as provincias.
a Todas as pmvinci.is esto dispostas a acatar
as decisoes das curtos.
as cortes o mmistrj da (a'cn.la apreent 1
umproeclo, aulori anlo governo a arrematar
os tabacos das hibpoin t*, por tantos ann -
quantos se julgassem mc-ssario-, tmnnd) pii
base o producto dos nllim .< cinco anno-.
Falla-se al hoje, muito, em al ei acie da er
dem, mas ha coniian.;.a no governo em que evi-
tar 1 -. 111.1.1. 1 eonllicio.
Em Orenseeem Murria levantanin-se nova*
pirtilas carlista'. Nuvilas, p.-rsegue mar-'.u
forcada? os facciosos ; mas sem consegnir|que Ihe
acceilem batalha.
O cabecillia estando ji frente de 100 homens,
entrn era M.mforle, depois de viva luto susten-
tada coun os voluntarios da repnhliea. Outras
guerrilhas carlistas teem to:aa augmentan lo a (orea, e de meios pelos imp'e-
tantes saques qne continuamente lazem de di-
nheiro e rafes.
As turcas de Dorrejaray, qimndo c!iegar..:o
nlliinaniento a Bacaicn, leva ain forjas com) -
tas de 5,5!)) homens de infamara ei'ii de aa
vallara.
a O general Xouvilas telegraphou de Victoria
participando que ia emprehender 11111 plano de ata
que CAintra os carlistas, o qual pr.iduzini um
resultado decisivo para a p icilicaco da> provin-
cias vascongadas Ateagoia nada appareceu aabif
tal promessa.
O balalbo e cacadoras de Madrid insu
bordiuou-se em Sagunto, matando os soldados 1
chefe
As tropas que erara c .mmand.id.is pelo ge-
neral Veanle coutinuara insubordina.la-
Os voluntarios instara pelo desarmamento Ja
guarda civil.
Por vezes se tem recelado asublcvaco de "o-
pas cm algumas provincias, ale 11 das j notadas .
mas ato hoje nada tem occarrJ..
n Os si)ldados indisciplinados do InUlliao di
Murviedro assassniram o tenenle-coronel. O go-
verno mostra-se resolvido a desenv.4ver energa
e restabelecer a disciplina.
Locias, capilo general de Madrid, preso por
suspeita de hostllidale ao governo, foi p >!*. am
liberdade depois de provar a sua innocrtici*. Apt-
sar de se esperaren! conflictos as ra de Ma-
drid a todos os momentos, a Bn.T.eacao do minis-
terio, caus >u bo impress ; pois desappaaece
rara os grupos armados. Pcrrad foi nomeado ca-
pito general de Madrid.
t Figueras sabio de M i.lrd para F'anr;, p3r
Lanfianc. Em Huesca pronunciou um discor>o
dizendo qu sahra de Madrid para evitar as difli-
culdades, que poda occasonar sua presenca a
onnac) lo novo ministerio.
No parlamento f.ii apresentada urna proposto
para que no exerclo se nao deera mais postos 1
periores patente do orouol, sendo o comraanli
das bligadas dado ao> lenles coronis, a das di-
visos aos coronis, c o cuimnaihlo cm chefe dos
corpos do exerclo aos cheles do estado maior ge-
neral e jos commandantes de divisad e brigada d'
exerclo da repblica.
a O dficit, segundo o ivlatorio aprescnlado f-
lo ministerio actual, dous mil e oitoceutos mi-
Ihoes de reales.
Para exterminaco completa dos carlista-, f"i
I ropos lo que Ihe foss.!in applcadas as leis dr
guerra
1 Pelo ministerio da guerra foi passada orden)
para serem expulsas com infamia do exercr.
passadas pelas armas as [iracas do batalha o, >ju
a8sassinarara o seu coronel.
A faccao de Mizol, em numero de 1:400 be
mens, que acorapanham D. Afionso de Bonrbon
D. Mara das Neves.esteve u'um dos prximos das
era Slenle, onde exigir 6:000 ou t era curto prazo. Esta guerrilha dirigia-sc e^
para l^astelltersol que vai at car.
t Em Miranda os carlistas foram derrotad
tendo de retirar com algumas perdas.
O coronel Carrafa foi nomeado secretario du
ministerio da guerra em substituir, to de PierraJ.
que se Jeinillio.
Urna circular do ministerio da guerra regula
a marcha e herarrhica que devem seguir as pedi-
dos de recompensas, ou para a collocacao de dr
poniblidade; e urna ordem para que volteta a.-
seus postos no prazo de 20 das, todos os generar?
e offlciaes ausentes, ou em lieenca, por inot !
que nao sejara de saude.
Saballs fui coinpleamente balido, |tcrdendo II
homens e dotxandu algumas armas e bagageus em
poder das tropas da repblica.
O cura Santa Cruz, incendion a estacio dr
Beasain, com 103 wagons carregades de mercado-
ras e 17 carruagens de passageiros.
Os projuizos foram eon-ideraveis.
r. mii.'ea a manifestar se a insubordinaq n
exerclo do norte, o qual se tem consrvalo at'
hoje isenlo da febre da indiscip'aa.
O governador militar drense partcpou qu
ao fazer so um reconheciraouto, foram encontr
dus 26 carlistas morios, entre elles o rahedfti*
Calisto, 4 afogados aa rio, bastantes armas e
grande numero de feriaos que estavam uceal-
tos.
Fjr.im capturados era Valencia muitos agente-
carlistas
Os socialistas de Barcelona tentaram estte
lecer urna junta dt salvacao publica ; mas a guar-
da nacional, favoravel an governo, abstou a tal
acto e manteve a traoquillidade.
Consta qne o general carlis* Doraagaray tp
v obrigado a editar o braco em virtud* daa eri-
das qne recebeu em Valencia.
A respeito da insubordinacio do exercil dt
Cablunba, direi, para prova da to trete verdad
qne em um mesmo dia, a em qattro povaaees
dist netas, insiibordinaram-se as trop s da quatr.
columnas, sabindo para as mas dando gritos coa
tra os obeles e disparando as arma*
Tem sido larguiasima a exportaran da trigo dr
Hesp.viha para Portugal. O qne existe as este-
chos principaes avaliado emaajauH aamoe? de
reales.
Tem apparecido alguns navio supacs u-
costis de spauha e em pontos muito distrae-
(a
0 governo deu ordem para aareni inventariadas
e> avalladas todas aa igr^as. pralaa, paraaaaates e
mais portencas, nao exceptuando aa coreas c raa-
plaiidores das imagcM.
Isto tem originada oatrntos graae caire "
povo e a tropa que-protege oe tocanlsaiajiMi. Na
Galliza n'nma povoacn d< raia, morto proxanc
de Valenca do minho (Portugal) houve nma des-
epiera que tiearam 16 martas e gradie nnmero
da feridos.
Os ultimo talegaanana 44o nova erica mi-
nisterial, lia urna sensana, eirsuava mu Mb>
dn& a segunte lista raiotatarial cara o asa* 4
sefanaar um gabinete oumucsto aMauarvaaaaute
de dapuUdos da direita.
Praudanem, fi y l*wgml; overeada, Patue-
ca; ostra ngeiros, M lisomuve; faasmac,oUarvaja) '
gBUa-e jnsfty Pedregal; amauta Qauumi; ni
tremar Semaj ; nunuhe, *rujr*; gmama, Scu-
chni Drena urir
Os aiH'istros e ha deas 4m nuuailanw <
ses mandato na assembla consttunt*.
1 Este 1I11 mu amare arnate.
'< A sitaaeso da repblica nao mclhorou, Emi-



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. --ir 7,-
Kftiio- fera 7 (fe JhW d^Itt3.
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todo o tran-
a,-pira que
lio Castellar decj
se, manteado sef
a Europa tciih:rB3n,flla?)-TJcl
< ai^so *ul tta< .targallr aleara,m
Latear (per.tu;ti a asamblea,) a dVBeU misio
de turraar auvo gabinete,
.( rortTUfiAu
Em 2' d junho escrevft uosso correspondente
< ealisou-sef coaio Uica di*e, A f rande forni-
cio liberal convcalo plr ivisls phble >s pe du-
que do Loul, pdJprcadait#da catara munici-
pal de Lisboa e ovaros ndida^.-aMde nomear-
se uua commisso para dirigir no errente auno
j festividade com memorativa doauaiverrtiriu do
di 14 de julio do 1833 (entrad* d i dn<|uo da
Fsrraira ein Lisboa.}
* Uesolveu.sa eos prunatro locar qu# toda a
cmara municipal da cidadc ficasse pertoaaaao
csnmiissao, e furaa eteds narf cctamacao soto
a presidencia do duqje jv Ladi5,Inai5 os -oguin-
les cidadios : V%\
Os Srs. AlbidVCarctarae MSseawnaas, An-
selmo Jos |li,"w Colho, atoflo .dfiaS Pomra de Hijada, An
toas Augusto 4e Swn.a-hinestiA Antn* Au-
gasie Teixeira de Vaneoneellos, .atonto Gregorio
de Freitas, Antonio Jos Condebta, Antonio Jos
Marque Leal, Antonio Jese o Mello, Antonio
Jos Pereira Serzedello Jnior, Antonio Manoel da
Cuaba lletein, Antonio Mara de Fras, Antonio
Maria de Lentos, AiilonlcdaMello Sirria, Antonio
doj Nasefaiento Rozendo, Antonio Aodrig es Ta-
rujo, Antonio Sergio de Sean; Antonio 1>ieedoro
Ferreira Taborda, Augusto Santira du Carvalho,
Avelino Eduardo da Slva MaUs c Carvalho, ba-
rio de Castro Daire, bario d/ Rio Zezere, barao
do Villa Nova de Fjf+to* aftolosneu dus Marly-
res Dias e Souza, f (Sjw Kxeira de Quei-
roz, Beichior Jos $irclBento Jos da Cuuha
V laHua, eni,, Rodrigues Hiaves. Carlos Ferreira
ii*:a,nti> Silva, Carlos NRria de Paula, Casimiro
MR-Mbrcira Freixo, fristovao Carneiro de An-
drade; entrie fe Borncn (Jos* Bento), conde de
(.atnpunhi, coBde de r,afra, conde de do Sobral, Luart Jovoe, duque de Loul, du-
que de PalnieUa, Dioep PuUo de aloraos Palmeiro,
Kduardo Colho, Fefateno de Andrade .Moura,
rraneisco Antonio 6n:alves Cardoso, Francisco
Antonio Nanwrado, Francisco Antonio da Silva,
rrandsco Jos* de Almeida, Francisco Jos Co-
lho, Francisco de Oliveira Chamico, Francisco de
Senua Fernandes, Francisco de Souza Canavarro,
Hehodovo Xavier Bezerra, Henrique Jos Alves,
Ignacio Francisco da Silveira Motta, Ignacio Quin-
tino-Un Avellar, Isidoro Tbomaz de Mour. Carva-
lho, Jayine Constantino freitas Miniz, Jeronvaio
de Moraes Sarmenlo, Jojb Alfredo Dias, Joo An-
tonio dos Santos Suva, Joao Baptisla Ferreira,
Joo Baptisla >colta, Joao Bernardino da Iva
Borges, Juo Bernardo de Almeida, J040 Chrysos-
tomo Molicio, Joao Jos Barreto da Franca, Joao
Jote Machado, Joo Jos Maria Jordao, Joao Jos
do Oliveira Queiroz, Joo Leandro Valladas, JuSo
Manod Goncalvos, Joao Marques da Costa, Joao
Maxuo da Silva Hnnvalno, Joao Torquato Lopes,
Joaquim Antonio de Afiliar, Joaquim Antonio
Rodrigues, Joaquim Oas da Silva Talaia, Joaquim
Jos de Andrade Pinto, Joaqu m Mana da Rosa e
Souza, Joaquim Olavo Ganfboa, Joaqujm Possido-
nio Narciso da Silva, JoMjiitni Thomal Lobo d'A-
vila, Jorge Candido Gordeij PiubeJro Furtado,
Jos Antonio Poreira d'E^a, Jos Bernardo da
Silva, Jos Carlos de FreMas Jacome, los da
C>sla Pinto Basto, Jos Dias Ferreira! Jo? Joa-
quim Alves Chaves, Jos Luciano de Ca?tro, Jos
Marcelino de Sa Vargas, Jos Maria de Barcellos,
Jos Maria Chaves, Jo.- Maria brHliano, Jos
Maria Leopoldino de Sampaio, Jos Maria Lobo
d'Avila, Jos Maria de Morae Reg, Jos Maria
de Moraes Reg, Jos Maria de Souza, Jos* do
Nascimento Goncalves Correa, Jo Ribero da
Cunha, Jos di Silva Maldonalo, Jos Silvestre
Ribeiro, Jos Teixeira Rebello, Jos Victorino Da-
tnazio, Luiz d Almeida e Albtiquerque, Luiz An-
tonio Ozorio, Luiz de Castro Guiraaraes, Luiz Ma-
noel da Cosa, Liz de Mascaronbas ([).), Luiz da
Silva Maldonado d'E^a, Luiz Travassos Valdez,
Luiz Waddington, Manoel Colho de Bastos, Ma-
noel de J.'.-us Collio, Manoel Jos Mendes, Ma-
noel do Nascimento da Silva, Manoel Patricio Al-
vares, Manoel Pinheiro Chags, Mariano Cyrillo
de Carvalho, man|uei d'Avila e de Dolama, mar-
quez de Firalho, marquez de Frontcira, marquez
de Beseode, marque de S da Bandeira, Nuno
Jos Severo Ribeiro de Carvalho, Polycarpo Jos
Lopes dos Anjos, Sebastio da Malta Muniz da
Maia, Simo Jos da Luz, visconde d'Algs, vis-
conde d'Arriaga, vizconde de Benagazil, visconde
de Leca, visconde de Olivaes, visconde do Pi-
nheiro, visconde da Praia Grande, visconde de
Sagres, visconde de Soares Franco, visconde de
Valmor, baro de Caslro Daire, Palmriro Pinto e
Torquato Lopes.
Esta extensa lista um verdadeiro arco-
iris. Todos os cambiantes da poltica libe-
ral se acham n'ella representados.
A grande commisso eleger agora a
commisso oxecutiva. Parece que alm das
demonstraQoes que se izeram o auno pas-
sailo, haver outras tendentes a dar mais
apparato solemnidadc.
Conmieinorou-se no dia 22 com so-
lemnidade ein varios templos do Lisboa e
Porto o 27." anniversario da enllironisacao
do sutnmo pontilice Pi IX.
Ein Lisboa correr m as cousas com or-
dem dentro dus templos, o fora d'ellos nin-
guem ii terrompeu a festa que os mais afer-
vorados catbolicos eclebram. As igrejas
puzeram lumiiiaiias, os sinos repicaran] titilo
desde o liyinuo do pupa at IOS lanceiros e
durante todo o santo dia e noite, cada
qual se associou como entendett unci;ao
catliolica. No Porto, porm, nao foi tanto
a ssi 111.
Eis o que um correspondente telegrapbava
antes de liontem ao Diario de Noticia* :
Porto 22, s 2 boras o 54 minut s da
tarde. Houvo boje alvoroto na S, por
OCCasio da fostividado do anniversario da
ascenrao de Pi IX ao solio pontiiieto.
Oeram-se vivas liberdado ebuscou-se
amotinar o povo. Foram presos como ca-
beras de motim os redactores d'um peridico
d'esta cidade.
Para dispersar a multidao ruaceira, foi
eoipcegada a cavallaria. Ha presos tambem
curiosos. Socego restablecido.
Uutro telegramna expedido s 8 boras
e 38 minutos da tarde ao mesmo jornal,
dizia seguinte:
No lim do Te-Dsum que boje bouve
na S pelo anu versa rio do Pi IX, alguns
individuos que para alli tinbam ido com o lim
de alterar a ordem, deram vivas librdade,
insultando os sacerdotes. A polica inter-
veio.
Grande tumulto, sendo presos os Srs. :
Anselmo Evaristo de Moraes Sarment, Edu-
ardo Luiz Ferreira Carmo, Gaspar Borges
de Avellar, Antonio Monteiro Leite, Joo
Jos; Teixeira (uimares, Guilherme Braga,
Avelino Pereira da Fonceca, Jos Urbauo
I.oureiro, que foram conduzidos para 01
Carmo por urna forca de cavallaria e infan-
taria, requisitnda pela polica.
Agglomerou-se no Carmo bastante
gente que foi dispersada pola cavallaria.
lloras depois os presos foram postos em li-
berdaile.
O Diario da Tard dist- ib.iio s 7
horas um supplemento acerca do aconteci-
mento, concluindo por dizer: que esta noi-
te se projectam manifestares. A's 8 horas
estao reunidos na praga de D. Pedro os que
foram presos e bastante multidao. A tropa
est do prevanco.
Os tumultos occorridos no Porto por
.occasio do anniversario pontificio, diz boje
o Diario de Noticias de Lisboa, nao tive-
ram seguiBaeno : 'ferminaram na noite
d'aquelle dia por ai^umas raanifestaedes pa-
cificas. Parece que l'oram provocados por
vivas que se dotatii ao pap i porta do
templo onJe houve u fe-Deum, por parte
de estudaotes do seminario e outras pessoas
e que foram correspondidos pelos vivas .
liberdade, dados pelos cidadios em seguida
Wsds.'ciidb a pHs'Ho'raoivitta
jiitos, lo de outros, contra
determinadas d clero.
Kste^incidcntc, prosegue 'o dUo jornal,
B ainda u'mTOnseq'uencia da luta travada
ii" norte d.Portugal entre os representantes
do Dartidocatholico conserva.!or, e varios
dlHTOte'do partido extremo representado
ha mpreris*a portuenso'pelo Dot da Tar-
dt, cuja redacto tem sido desfavoravel-
nunte alludida (Leia-se injuriada) por vozes
nc pulpito, tendo-se feio a'algns nmeros
dessa folha, em Braga, ha tempos, um of-
fen.ivo auttrde f.
o Em Baio hOuve ha dias uus motins.
Estflb atli cerca do 500 pracas de infanlaria,
n: fi'.'acliando-se nas'ifregaezta^.de Gett^oe
Thesoufas porto do 400. Dlzern d Sfso-
frio que o povo recebeu a tropa com re-
bates do sinos.
Em gesto foram presos diversos in-
Piibcara a imprensa rj prog'ramma^u^gjJpir^ffflBPW o%rWo^nlsfcapitazKH da ai-
_
tfflU
dividuos que iam para Barqueiro para amo-
tinara populaco.
Um jornal de Madrid noticiou ha poucos,
dias que o governo liespanhol bavia solici-
tado amigavelmente do nosso que retirasse
d'aquetla cidade o ccmselheiro Mendes Leal,
nosso ministro, por lbe constar que este
futiccionario' andava envolvido em enredos
polticos, e collaborava ou influa em jor-
naes adversos ao regimem estabelecido em
llespanlia.
0 Jornal do Commercw (de Lisboa)
osla manha desmiento o boato como desti-
tuido de fundamento.
Foi effeetivamente approvado o provec-
to definitivo do canstrueco da t* scelo, e
i 1" lauco da 2a seccab, do caminbo de
ferr do Douro. Os trabalhos comecam no
dia t do prximo mez de julbo. A 1*
seccao foi dividida em 3 leos, tendo de
extenco. 22,307 metros, e a 21 diz-se que
ter 25,000 metros prximamente, tendo o
t lan^o 8,080 metros. O custo da cons-
trueco por kilmetros, est calculado em
22:3V5381.
A linha frrea do norte e leste de Por-
tugal ronleu nos semana linda em 3 do
corrento i'.lil&m, mais ItthWili que
ein igual periodo- do anno prximo ftndo.
Grande a prosperidade queso vai m nifes-
tando as lindas frreas portuguezas.
Falleceu a Sra. marqueza de Vallada,
1). Francisca de Almeida, filha dos tercei-
ros marquezes de Lavradio mi do actual
naarquez de Vallada. Tinha 81 annos de
idade. Cento c quarenta pessoas da aristo-
cracia deitaram luto Jpor aquella senhora.
Segundo as ultimas noticias a provin
cia de Maco, est em socego. Comecou
alli a publicar-se um novo jornal intitula-
do 0 mparcit. Os sellos que o governa-
dor havia encommt-ndado para Inglaterra
para uso da colonia, j alli chegaram, o sao
em numero de 200:000, na importancia de
34,000 patacas.
As metralhadoras, oncommendadas na
blgica, tambem j alli tinham chegado.
Go!locaram-se tres cauhes em reparos de
rodizio as fortalezas do Bonn Parl, de S.
Francisco e de D. Maria II.
Em Timor o estado sanitario era mais
regular. Foi decidida a antiga questo so-
brea linha divis ria da Hora e Carail, fican-
do satisfeitos aquelles dos povos, e termina-
do a causa que dava lugar todos os annos
a guerras entre ellos por occasio da co-
lheita da cera. Tem bavido nesta posses-
sao urna tal quantdade|de febres intermit-
ientes, que ebegou a acabar-se a. quina.
Tendo os respectivos facultativos, do so de-
dicar, c m o maior fervor, a descobrir um
succedaneo daquella droga. Effectivamente
obliveram bom resultado das suas investiga-
cOes. A exlracco fez-se d'umas ai vores
bas'.anto vulgares, obtendo-se um medica-
mento de maior eflicacia que a propria
quina. Deram-lhe o nome de extracto
oriental. Vai ser dcvidainnte examinado.
Arribou Vigo, no dia 20 do corre-
la, com 29 dias de viagem, a galera por-
tugueza Aiuktcia, que ia de Pernambuco
para o Porto. Vai fazer abi quarentena.
"Acham-se carga os navios :Em Lisboa
Nova Sympathia para Pernambuco e Ligei-
ro para o Para ; no PortoRecife para
Pernambuco, e inda Pahneira para o
Para.
Chegaram os navios : LisboaSete
de Agosto a 11 do Aracaj, Ambroze (v)
a 16 do Cear e Para, e Alegra a 18 de
Pernambuco; do PortoBoa-Sorle do Ara-
caj e Firmeza de Pernambuco a 17,
TrHm)ho a 21 dem, sendo este com es-
cala por Vigo, c aquelles por Lisboa.
Sahiram os navios: de Lisboaa 13
Iternard (v) para o Para, a 16 Viajante
idem, a 20 Braganza (v) para o Mara-
nho ; do Portoa 13 Vencedora, e a 1N
Nova Sympathia, ambos para Pernambuco,
sendo esta com escala por Lisboa.
6aS 7rai arttaolomeu Mitn em iqtM esast
Uista snuncia os seus principios "M* Vetei
s questoes1 polticas, que sflgltem na
ubiiea. Nesse documento promette, se
levado presMiapoio-, manter a seguranca
tas fronteiras o respertar*a autonoma das
provincias nos limite* dk.Mtt!tituico.
Essa autonomtk provihcfl, pela qual se
clama "tanto em Baenos-Ayros, ero cruel-
mente .destruida era Eutre-llios, onde jbflaa.;
nistase governislaa saqoejivam faeod#
propredades e pouoa esertlpulo mostravam
nos meios de enfranquecer o adversa-
rio.
A noticias da revolu?ito anda conunuain
coniraditorias e dilHceis-depof ell#sse -o*
nhecer do verdadeiro estado d3 guerra ci-
vil. As versdes governstas sao^sempre as
mesmas: Lopes Jordn e a sua gente fu-
gindo em debandada, de^olamlo e saquean-
do, soldados maj armados, desfnorans'ados
e desertando aos centos ; as teVses jorda-
uistas do as tropas nacionaes acuadas ne
PaFan e a revolu$5o trlumptanta ora toda
a campanil, aguardando apenas que se
arganise a infantaria para dan o ultimo
golpe.
Por nico detalhe novo, l-se 00 Nacio-
nal de Iluunos-Ayres urna noticia extrahida
da Liberdade da Concordia, na qual se.an-
uuncia o completo desbarato da Columna
do ebefe jordanista Querencio pelo comraan-
dante Gonzalo*. A aeco devia ter tido lo-
gar em Palmas no dia 16, pei-dendo ns re-
beldes muta gente, i'-\ prisioneiros o um
estandarte.
O presidente da repblica reconhecera o
Sr. Alfredo Sergio TeliBira de IJacedo no.
carcter de encarregado de negocios do im-
perio, em substUnicio do Sr. Joio AdriSo
Chaves.
A cmara dos representantes- do Estado
Oriental havia sanociooado urna lei autori-
sando a emissio de um emprestimo de A
milhes de pesos, em apolces com o juro
de.V
O Ferro Carril denuncia era communi-
cado a existencia de um conluio dos partidos
conservad' r e nacionalista com o fim de no
anno vindouro elevar i presidencia da rep-
blica o Dr. Jos Maria Muoz, sendo de-
posto o Sr. Ellauri.
Commentando esse artigo, a Tribuna, por
seu lado, certifica correrem boatos seme-
Ihantes era Montevideo, mas nega-lhe qual-
quer fundamento, prognosticando novos
males para o paizse tal se realisasse.
O encouracado nacional Barroso, que
chegou a Montevideo a 23, teve a bordo
um principio de incendio, que foi feliz-
mente extincto pela tripolaQo, cora o au-
xilio que Ihe prestaram alguns navios de
guesra strangeiros. Nao houve desgraca al-
guma a lamentar, e asavarias foram in-
significantes.
RIO-GRANDE DO SUL
A presidencia communicara cmara mu-
nicipal de Porto-Alegre ha ver ordenado
repartico das obras publicas que mandas-
fe proceder ao nivellamento da cidade.
Fallecer no dia 23 o commendador
[andega.
" ~----------'-----------
- ,1 dt> ^''" m-" n,ercadd dt' c'1?^ i TOi1^ satisTfiaf 9 JaAi
antet-se imnle trines anteriores laxa &t)
or decreto ,302 de a^dv mez que fttjAtSP^" *'"*' *'
lipaa, fui saucciouada a resolugao da
lotcas do siil do m|icro.
Hontem, s 11 horas do dia, fundeou 110
lamarao o vapor inglez Illimani, trazendo
datas : do Bio da Prata 26, do Bio Grande
26, de Santa Catharina 28, e de Goyaz 17
de junho, do Bio de Janeiro l.e da Babia
4 do corrente.
Becommendamos aos leitores a interes-
sate missiva do nosso correspondente da
corto, que vai publicada no lugar compe-
tente.
RIO DA I'RATA.
A crise monetaria por que est passando
a praca de Buenos-Ayres, temiendo a aug-
mentar com a depreciacao do principal ar-
tigo de exportaco, a la, alarmava seriamen-
te o commercio e era o assumpto principal
para a atlencao publica.
0 governo havia acudido ao reclamo dos
negociantes, enviando cmara dos repre-
sentantes um projecto de lei pelo qual flearia
o banco autonsado a.elevar a sua.emisso a
doze railhoes de pesos fortes, tomando da
repartico do cambio tres milhes do pesos
para reforcar a reserva metallica, e nego-
ciando no estrangeiro ttulos do estado, que
pollera converter em divida externa.
Esse projecto, que at certo ponto_satisfa-
zla os interesses do commercio, facilitando
a importacaodo ouro, foi rejeitado.
Os negociantes, por seu lado, resolveram
dirigir urna representarlo ao congresso. Em
urna reunio havida na praca, adoptaram
urna moco, podindo, entre outras medidas
para conjurar crise, que os capitaes uiido-
bilisados no banco da provincia, apolicesve^
aeces da companhia, podessem ser hypo-
theeados no estraogeiro para a iulroducvo
do ouro, abrindo o banco um crdito de dous
milhes esterliuos aim de manter o cambio
a i'J.
Todas essas medidas e propostas nao ti-
nbam tido at ultima hora soluyao al-
guma, ignorando-se em Montevideo o resul-
tado da crise que, alias, nio tinha para al-
guns a importancia que se lhe dava.
Domingos Faustino Correa.
Era esperado em S. Borja o 13' ba-
talho de infantaria, que all hia fazer a
guarnico.
Lemos no Artista do Bo-Grande ;
Na nouto de ante-hontom (2) foi assas-
siuado, em casa ra de Paysimd, o ita-
liano Carmen Paladino, sapateiro, do 22
anuos de idade.
Segundo a aflirmativa de quatro ho-
mens que com Paladino habitavain a mes.na
casa, o assassino acha-se preso e" chama-se
Cario Natali de Marco; italiano o repre-
senta 24 annos de idade.
Deu causa a mais oste crime urna ligei-
ra questo sobre qual dos contendores falla-
va nielhor o portuguez c o hespanhol. Da
contenda rasuftou a luta ; luta breve na qual
Paladino recebeu una canivetada sobre o
lado esquerdo, que offendcndo-lhe o cora-
cao, deu-lhe raorle instantnea.
A autoridade deu as providencias ne-
cessarias, que a lei ordena em tacs casos.
SANTA-CATHARINA
No dia 24 havia chegado ao Desterro,
procedente do Paraguay, o transporte Leo-
poldina, que seguio para este porto no dia
seguinte.
GOYAZ.
Lemos no Correio Oficial, sob o titu-
lo Horroroso assassinato :
a. Chagaram a esta capital no dia 14 do
corrente, remettidos pelo major comman-
dante do presidio de Santa Maria o soldado
Jos Mathias de Mederos e Carolina Pereira
da Silva, muluerdo infeliz Francisco Anto-
nio de Oliveira, de quem tem dois lilhos, e
que fora por aquello e amante, brbaramen-
te assnssinado, a mandado della 1
Esses monstros acham-se recolhidos
cadeia, o o Dr. promotor publico competen-
temente habilitado para instourar-lhes os
processos, visto ter aquelle commandante
procedido diligentemente para faze-losacom
panhar das respectivas provas.
MINAS-GERAES
De Minas recebemos o Monitor Sal
Mineiro de 22 de junho, jornal da cidade
da Campanhada Princeza, onde se le" o se-
guinte :
t Hontem, as 10 horas da raauh, ostando
na casa fronteira cadeia desta cidade o
guarda policial Francisco Alves de Mello ar-
mado com urna garrucha, com a qual eos-
turna acompanhar aos gales quando traba-
Iham fra da prisao, aproximou-se delle o
Sr. Joo Candido 'de Carvalho, moro de 20
annos de idade, o qual, tjuerendo por gra-
cejo tomar-lhe a arma, disparou estae offeu-
deu no ventre ao infeliz Carvalho, que pou
cas hora depois ontregou asua a lma a Dens.
Antes do eTpirar disso o offendido que
nenhuma questo tinha com o guarda Mello
que casualmente o matara.
No dia 14 do corrente, na fazenda dos
Goncalves, freguezia de Santa Catharina,
por occasio de derribar algumas pal met-
ras, para colher palmitos, cabio sobre o
Sr. Luiz Antonio Machado urna pahneira
quo o matou instantneamente. 0 Sr.
Machado era filbo esta cidade, casado e ho-
mem trabalhadordor.
RIO Dfi JAiNEIRO
So recebemos jornaes de 30 de junho.
e 1 .* do corrente.
i Por portaras do ministerio da fzeuda &)
rara no.neados:
Para o lugar de administrador das capa
tazias da alfandega d Rio de Janeiro, Ma-
noel Pinheiro de Campos.
E para os de fiis de armazens da mesma-
alfandega JooJAnrelio Ortega Barboza, Ra
pbael|ilos da Costa Jnior,Jas Coeiba Go-
mes|aibeiro e Roberto Caer do Bustamante.
lmbla'geraf que prologa no 1.* trimes-
re de 187311574 4 le do orejunento aa-
leior.' T' "^
Foram removidos ; a pedido :
"O^iiz do direito Joaqun de Mello 14o-
rT"^ da comtwca das Lavids Diamantinas
ara a de ]"rub ambas de l.1 entrancia,
na provincia da. Babia ;
1 0 juiz muieipjj e de oruhos Jus Fian-
disco de Souza, ao termo do Fombal para
0 de Souza, amb ts na provincia da Para-
i Foi reconduzido o bichare I Antonio Jos
Lopes Bolrigae*, no lBgand jntt muuici-
pale rfe oroMos do termo da Constituido,
na provincia de S. Paut. .
Fui declarad o- sem effeito o deereto de 15
de mar^oxh eorcenta anno, que iiomeou
bacJfctrel'Fabio Alejandrino dos Keis e Sil-
va para juiz municipal e do orphosdo ter-
mo do It, na provincia do Gear, pjr nao
teii'aeeitado' a'noiHeaolo.
i Concede,u-se ao baxhafel Manoel da Pon-
seca Xavier de Andrade a demisso que
pedio do lugar de juiz municipal e da or-
phaosdo termo de Souza, na provincia' da
Paranyba.
Fai iioiiiedo juiz da direito da comarca
de Paulo. Alfonso, de 1.' entra una, na pro-
vincia de Alagoas, o bacharel Antonio de
OHverra Cardoso Guimarles.
roram nomeados juizes manicipaes e de
orbaos :
O bacharel Antonio Augusto dos Res
Serepifio,, do termo de S.Jos do Paraso,
naprcrviufli de Minas Geraes ;
0 bacharel Francisco, de Assis Correa Li-
ma^ do termo de Alaga Grande, na provin-
cia da Parahyba ;
O bacharel Miguel Peixoto do Vasconcel-
los, do termo de Pombal, na mesma pro-
vincia ;
O bacharel Pructuoso Lins Cavalcante de
Albuquerque, do termo de Ip, na provin-
cia do Cear.
Foram nomeados para guarda nacional :
O capitao Be)miro da Silveira Lins, tenen-
te-comnel commandante do batalho de in-
fantaria 11. 25 da provincia do Pernambu-
co;
O capitao Joaquim Marques do Andrade,
major ajudante de ordens do commando
superior dos municipios de Alagoa Nova e
Alagoa Grande, da provincia da Parahyba ;
O major Antonio de Lelise Souza Puntes,
ajudante de ordem do raesmo commando
superior ;
0 capitao Berllarmiuo Acurcio Cavalcan-
te de Albuquerque Vasconcellos, secretario
geral do commando superior da capital da
provincia da Parahyba ;
Joo Francisco Ucha da Costa, capitao
cirurgio-mr do commando superior dos
municipios de Augicos e Maco, da provin-
cio do Rio Grande Norte ;
0 capitao Francisco de Mattos Jnior,
major commandante da 3a seccao do bata-
lho da reserva da provincia da Cear.
Foram designados para exercer as func-
Ses do major :
0 capitao Luiz Francisco de Albuquerque
do batalho de infantaria 11. 13 da provin-
cia de Pernambuco ;
O capitao Francisco Bezerra de Figueire-
do, do batalho de infantaria n. 24 da mes-
ma provincia.
Foram reformados a pedido :
Corio'ano Veloso da Silveira, coronel
commandante superior do munipio de Se-
rinhaem, da provincia de Pernambuco, no
mesmo posto ;
Luiz de Oliveira Martins, capitao aggre-
gado reserva do municipio de Alenquer,
da provincia do Para, no posto de majo*.
Foi concedida a demisso que pedio An-
tonio Ribeiro Campos, do posto de alferes
do 21 batalho de reserva da corte.
Fez-so merc da serventa vitalicia dos
oflicios para que foram provisoriamente
nomeados pelos respectivos presidentes :
A Theodoro Nunes de Mello, do officio
de escrivo privativo dos feitos da fazenda
da provincia do Cear ;
A Sancho Salvador Vieira, do do par-
tidor do termo da Cacheira, na provincia
da Babia ;
A Vicente Pinto Bibero, dos de tabel-
liao e escrivo de orphos e ausentes do
termo da Serra, na provincia do Espirito-
Santo ;
A Joaquim Jorge da Silva Quintaes,
dos de l. tabellio e escrivo de orphos o
ausentes do termo do Cachoeiro de Itape-
meriro, na msma provincia ;
A Francisco' Fernandes da Silva Lima,
dos de 2." tabellio e escrivo da provedo-
ria, capellas e residuos e execuces civeis e
crimes do mesmo tormo.
Foram pordoadas:
Aos reos Francisco Antonio de Oliveira,
Francisco Antonio da Silva, Francisco Go-
mos de Almeida e Lourenco Gomes de Al-
moida, as penas que Ihes impoz o juiz
municipal do termo de Aquiraz, na pro-
vincia do Cear, era 14 de seterabro de
1850;
Ao reo Jos de Mello Alvares, a pena
de 2 mezes de prisao simples e multa cor-
respondente metade do tempo, imposta
pelo delegado de polica da capital da pro-
vincia de Goyaz em 13 de abril de 1870,
por crime de injurias mpressas ;
Ao reo Antonio Vieira dos Santos, o
resto da pena de 20 annos do galos, ira-
posta pelo jury do termo de Porto Feliz,
na provincia de S. Paulo, por crime de
tentativa de homicidio;
Ao reo Manoel dos Passos Ferreira, o
resto da pena do *2 annos de prisao com
trabalho a que foi condemuado pedo jury
desta Corte, por crime de homicidio.
Ei? as noticias ciuimerci'aes:
Mmtevido 25. Realisaram se transacSes re-
gulares em cambio sobro Londres a 51 J e SI
X t sobre Franca de 5,43 a 5,45.
1V0 dia 24 encaliou no banco inglez o vapor in-
glez Hallev, e tratava-se de o salvar.
Rio Grande rfa Si:/, SRA8 ultimas noticias
commeraaes.recetmliis da Europa o portos do
orle do imperio de alguma fraia pr.'judicarara
as transacc.'is coinmerciaes desta praga. PoOCfls
vendas se effectuaram de xaripie, os embarques
no geral sao por conta dos xanjueadires.
< Cola-se, canto erda,a 3S a airob, regular
del i a 11200 e magra 13800."
Nao tem havido nvwf nracura de gor-
dura.- _
0 O* procos regulan de 3*700 a 3*800, graxS,
e 4*700 e i*800 o sebo.
Os couros salgados soffreram bastinto altera-
ao, 'So obtendo h^Je mais de 190 rs. 08-de novi-
llo e 180 rs. os devaoca.
1 Nesta uliim* semana entraram diversos na-
vios que tinham j long* viagem, eausando j 9-
rioa cuidad )s o lugar portuguez .Mrnor //, qa
traz^i dias do Rio, o patacho Gavibaldi, 85 dl"
'o Pernambuco.
a Entraram 295 pipas de caxa-"
Huntem uu> do; banMB etevoa taxa K i.
So papel particular foi negociado a 26" % c. 2ii
> d.
SobmA-Mfa as k-aasaecAS1 sem regalado
de 358 a 364 rs. o franco.
As apatices getaei de 6 /- obttverar de
1:036* a 1:38* ex-dividendo e as do emprentinio
da .1868 a l:ft7* o 1:070*.
Veuderaafcse pequenoi loto de soberanos de
9*550 a 9*600.
Caniinuavam diOaeh os descoutos de 7 U a
10 /
Pretou-se o patacho alleinio Esperance, para
o Canal ordem, carregando no Aracaj assuoar
ein caixas a fiO/ o /
< Ha abamianei de navios em descarga, po-
rm sao poucos os disponiveis e por esses pedern
calillaos preoos mais altos do que as nussas se-
tnintes cotagues :
Canal 30/ a .12/6.
Mediterrneo 30/ a 3,*>/.
baha.
Failecerain : na capital, o subdito francs
Henrique Lamy ; na Cachoeira, o (.ropriotario Ju-
lio Emilio Pereira Guimare*; e na capital, o
alumnj do 6' anno de medicina, Antonio Gomes de
Araujo Silva.
m A carne-verde veddia-se de 280 a 40) rs. a
libra.
No mez de junho arrecadaram
Alfandega....... 622:7311651
Correio........ 5:101*685
Mea de rendas KW:708*689
Ilecebedoria b 42:670so66
No semestre findo em junho deram dividen-
dos : o banco da Bahia 10*o00 por accao, Sm-ie
da cammeruio 5*000 idem, banco mercantil 65OUO
dem.
Lemos no Jornal:
Ante-Dontem (2) solemnisou-se na forma do
costiune, o oi anniversario da independencia des-
ta provincia.
A' urna hora da tardo partirara do largo da
Lapinha os carros triumpliacs conduzindo os
emblemas significativos daquolle glorioso suaeesso,
e, depois de percorrerein as ras designadas no
prograinma, llieram sua entrada triumphal s 2 e
ni-11 tura na pra^a do Conde d'Eu, onde se acham
levantados o palajique e os dous pavil oes que
gaardam por estes dias oaemblemas.
Acompanharaa os carros os batalhes da
guarda nacional, o 18 de infantaria de linha e a
companhia de cavallaria tambem de linha, dividi-
dos em tres brigadas sob o commando do Sr. ge-
neral Herculano Pedia ; a companhia dos meno-
res do arsenal de marmita com a competente mu-
sica frente e nimios cavalneiros.
Os bata I oes formaram em grande parada em
frente ao palanque.
Na cathedral offlciou no Te-Deum laudnmus
S. Exc. Hvuia. o Sr. arcebispo. conde de S. Salva'
dor, e oceupou. a tribuna sagrada o Ilvm. Sr. Dr.
Romualdo de Seixas Barroso.
No palanque tanto tarde como noite S.
S. Exc. o Sr. presidente da pnvinciade cer-
rou as cortinas da eftlgie de Sua Magestade o Im
perador e deu os vivas.
i O forte do mar deu as salvas d) estylo.
A' na te houve ljluminacjio no palanqua e em
diversos edicios qublicos e particulares.
A direccao dos festejos do menioravd dia 2
de julho para o anno de 1874 licou composta dos
seguintes senhores:
Conselhoiro Manoel Pinto de Souza Dantas.
Barao de Marinho.
Brigadeiro baro de Sergy.
I ir rrancisco Jos da >.osta.
0 Dr. Antonio Pacifico Pereira.
Commendador Tito Jos de Mello.
Engenheiro Dr. Alexandre freir da Maia
Bittencurt.
Tenente-coronel Ildefonso Moreira Sergio.
Brigadeiro Francisco Vieira de Faria Bo-
cha.
a Antonio de Lacordt.
Joaquim Jos da Fonceca.
a Joo Luiz de Abren e Silva.
Dr. Arthur Cesar Hios.
' Emygdio Rodrigues Germano.
1 Manoel de Oliveira Rodrigues.
Luiz Francisco de Almeida Junqueira.
Domingos Adrio Rebello.
Coronel Joaquim Mauricio Ferreira.
Custodio Moreira de Souza.
t Joaquim da Costa Pinto.
t Triste espectculo deram alguns dos bata-
Ihes da guarda nacional que formavam a parada
na prava do Conde d'Eu no dia 2 de iulho.
a Eis como nos referem o fado, de que feliz-
mente nao Tomos testemunhas.
(( Alguns guardas do 4 batal o sahiram da forma para fazerem libacSes em urna
taverna prxima, onde outros do 3o batalho se
achavam, e ah travaram desorden), que veio ter
desenlace no largo, estendendo se a luta s domis
pracas daquelles balalhocs e aos tambores do 5.
f Didlcilmente podoram os oIRciaes conter taes
excessos, quo tiveram consequencias bem desa-
gradaveis.
O cambio regulava sobre Londres 26 l[8 d.
Sb a rubrica Parte. Oficial publica- vMa a|guma faro baixar
mos o decreto n. 5321 de 30 de junho, re-
REVISTA DIARIA.
Culleetoria provincial.Por puitaria
da presidencia da provincia, ce 4 do correute, foi
noineado Joaquim Candido de Miranda cobrador
da collectona do municipio de Palmares.
Guarda nacional. Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 4 do corrente, foi dispen-
sado Sebastio Antonio do Reg Cavalcante, do
lapso de tempo decorrido para poder tirar patente
de major ajudante de ordens do commando supe-
rior do municipio de Pao d'Alho.
Secretaria do governo. Prestou jura-
mento e tomou posse do cargo de ollleial archivista
da secretaria do governo, o Sr. Dr. Jellerson Mi-
rabeau de Azeved 1 Soares, nomeado por portara
da presidencia da provincia do 1." do corrente.
Vsylo de alienados.-Coniinuam as of-
fertas em favor da realisacao dessa importante e
necessaria obra. Vejam-se os oflicios abaixo.
c lllm. e Exm. Sr.-Accusando o recebiinento
do favor de V. Exc. no sentido de demonstrar a
nieus charos parochianos a urgente neceasidade
de um asylo para os infelizes alionados, afllrmo
a V. Exc. que assentindo e louvando to sublimo
idea, por V. Exc. justa e dignamente empreliendi-
da, tenho empregado os esforgos a meu alcance,
para que os habitantes desta fregueiia atteniant
ao piedoso appello de V. Exc. e desojando dar-lhes
um exemplo meu ; assim como participar dos fnie-
tos com que a Divina Providencia recompensar
tio caridoso fim.-rogo a V. Exc. se digne aceitar
a insignificante offerta, que incluso envi, crendo
V. Exc: ser o que justamente posso na occasio
disur ; attendendo V. Exc. que nao tenho sinda
i o V. fe\c. i hvhf (jnTiv,.. cot
ser aoptlcada refer Ja ediite.iAj.-e>,.
* maior estima e consideracIto.-'De T. ttt, BpK
tu atlenci so venerador e criado.lat Pir* tr*
rt'mt. Hecifc, 27 de junho d 187
' Gabinete da presidenea c Pernambuco, cal
1 de jaldo de 1873.
Aceuso recebida a carta de V. S. de 27 de jonL
lindo, remetiendo a quantia da 200*000 para a
oonsirnecSo do asylo dos aenhdos. Agradaeeaitu
a V. S. essa offerta, o louvo por mais eu prava
dos seu* entntenlos de patriotismo c de canutlc.
-Son. Os V. s. amigo anonclso a orlado.-i-
rique l'ereira de LmenS9^
Estrada de forro de (Miada.-A di-
rectora novamente cleita liberou entre si que
llcasse assim composta: presidente, Laurontirm
Jos de Miranda ; vlcc prosihPnie, Dr. Estev&t Ca-
valcauto de Albuquerque Utosoureiro, Luiz Jos
Pinto da Costa; !. secreurfo, Joio Joaquim .Uve;
2. dito, Angelo Baptista do nascimento.
Eleico de irm:tndade. -Po dia ido
prsenlo, reunidos em mesa ral 21 sacerdote,
irinos da irinandade de S. Pedro, no respectivo
consistorio, elegeram para nrtvedor o Rvd. vigarw
da Capunga Augusto Fraalsn Moreira da Slva.
Finda a eleicao entoaram o Te-Deum, que foi
presidido pelo Sr. Dr. vigario geral.
Anniversario. Amaofii o da do anni-
versario da partida de Col bo para a descobertt
da India.
?aores transatlaneos. Diz-nos
o nosso* correspondente de Li*boa :
Agora temos: ai ou 5 de iulh*' o Ltlnwie,
de Liverpool; o Ville de Rii de Tantt. > da cjob-
panhia Chargeurs Rfanit no mesmo flla ; Ga-
ronnr, da linha do Pacifico, a 8": o /> lloyal Mail (Southamptonl a 13 ; o Cinco vue es-
tro u antes de hontem dos portos ti 1 America d
Sul) a 22; o Trancez das Mi*$ager1r wwititmes a
23, e o Lttzittoia da carroira dt Pacineo, a 5 de.
agosto.
o E' por ora o que esta annunclado.
Porto de de Liverpool. Devtam sakir
desse porto para o do Pernambuco os navios : a
20 de junho, Eduard l'rhert, a 24 Nututam; a
25 Drlphin, a i lermioiie, e a I do corrente
vapor l.nl'imte.
Mercado de Liverpool.-Lemos na cir-
cular dos Srs J. S. do Vasconrellos & C. :
Em nossa penltima revista publicamos al-
guns extractos de circularos, com rela;lo ao es-
tado da safra de algodio na America, c desde en-
to o tonino nao tem lUollmraJo.
< Ein Nova Orleans, segundo os avisos que te-
mos, consta que a chuva alli tem sido excesiva e
muito forte, tendo chuvido durante a mato* parto
da semana, com atmosphera queme e carregada.
< Em Molido, o lempo continua chuvoso e aba-
fado, tendo chuvido tainbeni durante a maior par-
to da semana, e a reiva nes campos ia crescendo
tanto que j se tornava inrommodativa, sendo as
noticias da colheita pouco favoravet.
De Montgomery, dizem-nos o mesmo.
Em Sebna, a chuva tambem tem sido bastan-
te, porm dizom-nos que alli as ceras lera boa
apparencia e parecen) proincttcdoras.
Em Macn, as atars ni) f iram tio cupio-
sas, e urna parte da colheita j foi feita com grao-
do vanlagem.
Em Coliimbns, dizem-nos terem havido tres
dias de chuva.
Em Augusta, a chuva foi de (ramio, porm
o daoiii i reputado pequeo.
< Em Charleston, tempo (pente e bastante see-
co toda a semana, exoapon do un< pequeos
burrifos, a condico das coaras vai mi-Inorando.
c Em Memphis, tiveram cinco dias de chuva, e
una tempestade terrivel.e alli a relva tambem vai
assomiadn proporcSes dasagradwsis.
Em Nashville! parias t'-r chuvido toda a se-
mana com pinteas o [lequoooa intervallos.
a De Nova York, em Jai 1 ia :tl da tnez prxi-
mo passdo, tambem se queixam niuiio das diu-
vas, nao porque temain daino*, mas porque a
lienagcm cresco, havondi dopois dilnculdade em
conservar as torras limpat, sondo que pira reme-
diar uta o mdioa 1 to dosfavoravd predsariam
das successivos do almosp!i;ra litnpida e tempo
secco.
Dinlieiro. 0 vapor l'irapamn trouxe para:
Alfredo & C 4:433*000
Lond ni and Brasilian Bank ', ihuiini)
Carneiro A Nogueira 3:O0OJOta>
Pereira da -ilvaA Guimarles 2:780*000
llellr >, Oliveira & C. 2.000*000
Almeida A Vianna 1:934*000
Severino Irmo & C. 1:136*000
Jos Duarte das H*VM l:i80*000
Luiz Antonio Sequeira 1:000*000
donteiro Jnior 4 Fernandes I.00*00it
Jos Luiz (onoalvos Ferreira* C 1.000*000
Jos Luiz Pereira da Costa 633*000
BatTOS Jnior X. 601*800
Companhia pernambucana .*>66s600
Moraes 4 Irmao ")I8*000
Luiz Antonio Pereira 300*000
S Loil.i 4 IraM 260*000
Alfredo E. do Oliveira 230*000
O v.ipor franc z Mendna hvon de nossa
podido conseguir ter urna matriz. -Deus guarde a
V. Exc. como tanto se faz mister.Amigo attenti
venerador e obrigadissimo servo.-O conego viga-
rio, Simdo de Azecedo Campos. Escada, 18 de
junho de 1873.
Gabinete da presidencia de Pernambuco, 1 do
julho de 183.Rvm. Sr. conego Simo de Aze-
vedo Campos.-Aceuso recebiua a carta de V.
Rvm. da 18 de junho rindo, remetiendo a quantia
de 50*000 para as obras do asylo de alienados. -
Em resposta cabe-rae agradecer a V. Rvm. essa
offerta e leuvar lhe por mais esta prova dos seus
seatimentos de caridade. Sou. De V. Rvib.
Muio atlencioso veneradorecriado. Henrique Pe-
reira de Lacena.
t lllm. e Exm. Sr. Incluso achara V. Exc tima
nota de 100*000. Sinto que, para um fim to hu
manitarto, eu concorra eom to diminuta quantia.
Disculpe-me V. Exc. E' o que cabe em ininhas
forvas. Desejo que V. Exc. tlesfructe sempre vi-
gorosa saude e que me ,offereca urna occasio de
provar que so.u -De V. Exc. amigo devotado u re-
conheci 10. Barao de Bmique. Poco, 28 do junho
de 1873. a
t Gabinete da presidencia de Pernsmbuco, em
4 d iulho de 1873.
lllm. e Exm. Sr. barao de Buiqae.Aceuso
Decebida a carta de V. Exo. de 3 de junho lindo,
remetiendo a- uantia de 100*000 para as obras do
asylo de alienados. Em resposta cabern> '
lhe que, agfadeoendo. ese1 dosati^ utser-\uin*
mais esta prova dos seos so-' ,.',,,, I(1r vapor encostava _
rique Pereira de Lacena.
[iraca pan a do liio de JaneirofiO^fniiOOO.
Vapor n'ar. -Bntrava sa serla da Bahia.
em viagem para o norte do inperio, ineia noute
de i do corrodo. qundo d'alit saliia o llimnni.
Para o sul do imperio.-Com 5 recebi-
d ein nosso porto, le.-.i o Mendoza 47 passa-
geiros.
Para a Kuropa. Com W embarcados
oeste porto, levuu o ttimani 190 passageirsa.
Ruibnriiue. Hontem fitibarroa-M so pa-
quetfl Nurths Illimani, da linha do Parifico, com
ili-siino Eumpa, para onds vai wn '\ Ih.ras sua deteriorada salido, o Exm. Sr. Dr.
Manoel Cloinentino Carneiro da Cuaha, d.'pulido
geral parala provincia, juiz do direiio de prove-
doria* e c.i pe I as nesta cidade o sou nnn, e pro-
vodor da junta da Santa Lasa de Misericordia do
Recife.
S. Exc. foi acompanhado at o bordo do paque-
te por erescido amen deseas amig, o bem
assim por una eemmissad da ro rida junta di
Santa Casa, qno assim lito :e.tetiiiiiihou bem ac-
recido aprofo.
Outro emli-
paquete e com o mosm destino seguia h mti-m n
sr. Dr. Sym.thronio Cesar Coutinho, medica, capi-
talista e associado n'.-t 1 cidade varias empr-? -a,
pelas quaes se d^svellava.
S. S. vai demorarse ni Europa alguns anuos.
o teneiona, nos focos da s -i >n 1 rae tfea, aiala
mais ilustrar o son o.-olaro-ido espirito.
Obras publicas vi1" u atoen o thesoa-
reino d'est reparticio, cujo de^appareci-nunto no-
liciamos, aproseiito-se e.tpinlanoamonto ao Sr.
Dr. chefe de policia, e foi mandado reeolher a ca-
sa de detencao.
Segundo declarou perante nos o Sr. Dr. Tiho'-
cio de HagalliJe*, director daquella reparrio,
o Sr. Francisco de Souza Maia di sera que o des-
falque havido no cofre das obras aaMieas era ai>--
nas de ">: OOKlOO, c que elle o attribuia a 11:11 roob-t
que soffrera, declarando igualmente que era inex-
acto ter elle fgido c im malas e roupa cumo, se
propalou.
Correio da corte.(nauseo verdadeira sor-
preza ao nosso commercio o nio ter o vapor uiglez
lllimiat, che.2a.l0 hontom, trazi lo mala da e.'irt-.
a qual foi entregue por ossa repar-aa 30 vapor
brasileiro Para, que dalli sabia para o norte du
imperia piucas horas antesdaquefle vapor,ajiezar
de saber-ae que o priineiro liegaria ao n
porto um da pelo menos antes do segundo, p>r
cansa da demora em Maceio.
Chimamos para issa a attenc do Exm. Sr. mi-
nistro da agricoltnra.
Artistas dramatieos. Km viasem para
o Itio do Janeiro passou sabbado no CotOftx o
actor Siindes, o para a Balt a 1-iv pass r 01 .if-o
doza a actriz Gabriella de Vecchy.
Miseelanca. -A Sra. Villa-Nova Alta |
i|.ie, lilha do antigo ministro ik) Brasil em Madrid.
den. ita dias em Pars um couceru matinal era
liona ilo coi le d'Eu e sua esposa filia do impe-
rador D. Podro A'
[osla assistiram iiversos principes c algumas le-
psotoi estrangeiras.
Quando chejruu o vapor france SenepU a
Bertlous, regres^ando do Brasil, sncceiea urna h-
nttiilavel de-gra.a. A eonipanhia tom ama poni ,
pari 'o sevvloo 'excludvaoioni qn
tem ilo witr,'- r vipnres a qual desoaasa
... h.\i*s. \s 8 e awia da manha a toe-
sobre d
aas boias.
" ^AoSeneaU cncUoram-sfl as .n- ,,,*:* ue
l?un raultido consiuer" e no momento em qn-
a Mate, a miiUirio c.jrroaito
- sobre an*
9 outn
daa boias. i** so aiu.idoii
T* Parteoi. **2
havia pda falta. 1
v*, que sem du-
coiafSo de 160* que
...m. e Exm. Sr commaodador Itsnriaue Pe- *J!0JKu- na ag
mira de Lucena. Em resposta i ddj- ^^naT sessentapessoas qno eaht
'l .1.. ,..,nn<. A a salvaram 1
neiso (do frrente, com que V. Ex me honrTO,
so se salvaram urnas *).
'eahiram no Um**
conSidaiKio-me para um fim to til, como seja *. aa=^t 31 de malo encontrou *e o vaaw
edificacio de um aovo edificio para hospicio del ^ ^ o,reaao que *
alienados, tenho. asijaificaraV. Exc que. cetnlAf/icacom


I
I


\
- .. -- .-i..
-
Diario de Pemambuco Segunda feira. de Julho de 1873.
previamente combinado. O Minia tomn a pona
cabo, fez-je a ligei con o cabo que traiia a
borJo e guio coatinusndo a mmerso at' Ingla-
terra, que licuu concluid*, segundo ouviraos, no
da 15. A parte do cabo a imraergr de Vigo para
Lisboa esta carregada no Kangaroo, que est es
prando no Tamisa a chegada de oulros navios
que kao do ser empregado* n9 lanamente da-
quelle cabo.
Parti ji para Glasgow, a bordo de um dos
vapores da carroira, a trnnlacTio e offlciaudadc do
novo vapor Julio Dimz, perlern-enie nova com
panhia Progreso fariiiinn. I" commandante o
Sr. Contente, t) no* vapor, depois de eheg.v
ao Porto e. ter aMi alguma pequena demora,
seguir a fazer a mu nrirneu viagcot, para
Pernambuco, Baha Ro de Janeiro.
A linba sutwuriaa que ha de ligar a Euro
pa ao Brasil ji eomecot a ser collocada. Falmouth
ja est ligado a vigo, per estes das deve ser
ransporlado o cabo t|ue na de ligar Vigo cora
Lisboa.
Parece que se (es m Timor urna descober-
ta importantissima pan a sciencias medicas. Sen
tia-se all rauito a (alta de sulfato de quinino, lio
necessario para eonhator as febres intermitientes,
qoe grassaoi ordteirilente no paiz. Costuma ii
de Maco aquella Medicamento, porm as com
municacoes sao mu demoradas. Reunirarase,
pois, eni conferencia o delegado de saude, o nico
facultativo da provincia e o pharmaceutico. O ci
rnrgiio Sr. Ludovico Baracho, natural de Goa e
discpulo da escola medico-cirurgica de Nova Goa,
disse eonhecer ama arvorc nativa da ilha, de que
usam os indgenas, e cojos effeitos sao muto si-
milhantes aos do quinino Fez-se o extracto da
arvjie, muito coamum era Timor, e applicou-se
aos doentes. Vinte observao5es demonstraran),
que exista uro novo febrfugo, tal vez superior ao
qninin.j. Urna pessoa que tomava este uliimo me-
dicamento em grandes doses e sem resaltado, l-
cancou melhora apenas se Ihe applicou o novo fe-
brfugo. O sea dseobridor deu-ihe o noine de
extracto oriental, trata-se de clarificar a arvore
segundo os r-jetbodos de Linneo e Jussieu.
Hombre, si la eder I no signe, por San Isi-
dro te digo qoe el petrleo ha de inundar todo el
mando.
Caramba, no digas disparates.
i Te lo juro por el alma de mi madre.
Hombre, no jures.
Si habr grand incendio. Todo caliera em
(ierra, menos mi casa y 1a plaza de los toros.
Mademoiselle de Latour-d'Eirum, filha do
conde do mesmo ttulo e apparentada com a me-
Ihor nobreza da Franca, renuncia ao mundo e to-
ma o veo das Petite soeur des Pavores na igreja
das missoes estrangeiras de Pars. Mademoiselle
de Laloor, nova, tem um milhae de dote e parece
que a sociedade lhe devia sorrir.
Urna bella e bonita definico do-anuo da
graca de 1793 altribuida a Luiz Blanc :
1793 : ensaio leal... da gnilhotina I
A apreciaeao insuspeita.
Portos do Brasil. Pela junta de sade
de Lisboa foram declarados limpo de febre ama-
relia o porto de Belm, capital do Para, e inficcio-
nado dessa molestia i. porto de Aracaj, capital
dcSergipe.^
Proclamas. Foram lides na matriz de
Santo Antonio no da 6 do carrente, os se-
guntes :
1" denunmeao.
Joaqun) Francisco de Souza, com Rosa Amelia
de Sant'Anna.
Hennillo Jos de Alentara, com Mara Fran-
cisca Alves da Silva.
Alfredo Alves da Silva Fre, com D. Mara Ray-
munda da Rocha.
Manoel Theodoro Marques, com Joanna de Brilo
Crelo."
Jos Pedro de Medeiros, com Antonia Thereza
de Jess.
Antonio Luiz da Silva Jnior, com Davina Theo-
milia Marques da Silva.
Jos Francisco de Sant'Anna, com Anna Joa-
quina Alves.
Jos Francisco da Costa, com Seraphina Capita-
lina da Silva Amaral.
2* denunoiaco.
Joao Jos Oliva, com Bernardina Theotonia
Mnnteiro.
Hygino Rodrigues Perera e Silva, com Maria
Francisca dos Santos.
Jos Raymundo de Souto, com alfa Maria de
Lima.
Antonio Pereira da Cunha, com Mara Ame-
la do Passo.
Joao Das Martms, com Maria Anglica Filguei-
ras Machado.
Ernesto Luiz da Silva, com Josepha Carolina
de Barros.
Antonio Vii ira de Barro?, com Amalia Mara
dos Sanios Hamos.
Eeho Americano.Com a suspenso des-
te peridico os assignanles da Llorara Fian-
ceza, Nada perdem I
Dos 21 nmeros, 2o 48, dstribuiram-se 16,
de 25 a 40.
Os assignanles podem desde ja receber a quan-
tii de 4Oi, equivalente aos 8 numeres 41 a 48
ainda devdos e que nao foram publicados. Li-
orara Franceza.
Protestos de lettras.-O escrvo dos
protestos, Jos Mariano, est de semana, carlorio
onde foi a secretaria de polica, sala do lado
da mar.
Lotera A que se aclia venda a 57.', a
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nha, que corre no dia 8.
PassageirosVndos da Granja no vapor
nacional Pirapama:
Maria Pinheiro de Figueiredo, Joao Fonceca,
Pedro Jos Flix de Araujo, Izidro Ferrera Maia,
Gaidiao Po dos Santos, Emygdio da Rocha Athayde
Rodolpho B., Jos de Souza Lima, Manoel Fran-
cisco da Silva, Antonio Nunes de Moura, Francis-
co Jos da Silva, Jos Martina da Costa, Alexan-
dre Ferrera Gaminha, 3 flhas, urna sobrnha e 2
criados, Ildefonso de Moura e Silva, tenente-co-
ronel Guilherme Perera de Azevedo, Joo Paren-
te Yianna, Jos Feippe de Carvalho, Joaquim Gur-
gel do Amaral Valente, Antonio de Souza Ribeiro,
Francisco de Souza Ribeiro, Antonio F. Anlunes
FHho, Francisco Fructuoso de Deus e 1 criado,
Antonio Francisco Coelho, Joo Caelane Gomes e
1 criado, Pedro Jos Goncalves da Silva e 1 es-
cravo, Antonio G. da Silva, Benjamn) Lipes M.
F. E. Vicente, Alfonso Luiz Pereira da Silva,
Claudno Jos Dgo, Manoel Luiz Wanderley, An-
tonio Lourenco de Souza, Bernardo da Silva, Joo
Correa da Cunha Ribeiro, Procopio Epaminondas
d'Oliveira Brederodes, Jaques Gnaph, Joao Seeun-
dino Perera Pacheco e 2 escravos, Dr. Jefferson
Mirabeau A. Soares, Silva Flores, Gil Braz, Manoel
Jos Ferrera, Alvaro Jos Teixeira, Manoel Felip-
pe da Silva, Antonio Ataliba de Paula, Flix Coe-
lho Barbosa, Francisco Freir <1e Araujo, Eloy C.
de Soma Franceliao Candido da Silva, Francisca
Paula Rodrigues, Amaro Brrelo de Albuquerqiie
Maranho, Adelo de tal, Laurindo Pereira de
Lima, sua senhora e 1 escravo, Emygdio Jos Al-
ves, E. Luiz Clara, Bicina Maria do Nascimenlo,
Flix Gomes de Araujo, Manoel Jos da Silva, Jos
Luiz Velho de Mello, Adolpho Pages, Manael Na-
cimento da Costa Ramo?, Maria Fernandes, Jos
Gomes de Arafljo Quintella Jnior, Dr. Francisco
da Fonceca Barbosa, Vicente da Silva Antunes,
Adelino Antonio M., Adolpho Jos Meira, Bernardo
Caineis e 3 escravos a entregar.
Chegados da Europa no vapor inglez Coto-
paxi:
A Sra. Connelly, ff.n Glho, ama rm e urna cria-
da, Wilmotte Coogan,Hutchron, Croouch, Deosdedit
da Costa, Valenm Varella, Mariana Joaquina do
Carmo Ribeiro, Jos dos Santos Vllaca e sua fa-
milia, Francisco Laureotino, Vicenzo (ndice, Joo
Theotonio Maciel, Alexandre Raoul Mesnier.
Vindos da Europa no paquete francez Men-
doza :
Joaquim Ferrera Valente, Fortnalo Paterns-
ter, Fernando Cahen, Antonio Carlos de Pinho
Borges e inais duas rias de caridade.
Entrados dos porlos do snl na vapor lili-
mam :
Barao da Soledade, [ II. Law, Lorenzo May, A.
Moreira.
Sabidos para Fernando no vapor brasileiro
Giqui :
Coronel Antonio G. Leal e Antonio Ferrera de
Almeida.
Sabidos no Mendoza :
Jos de Oliveira Campos, Joaquim Paulino Arau-
jo ilavalcante, Antonio Pessoa de Siquelr* Caval-
cante, DT- Fernando Luiz OzoriQ, Jlo CardoJ0 Pe*
reir-.
Casa de detencC. Movimenlo do dja
4 de julho de 1873 :
* r^'s'iam presos 3C entraran) 3, sahiram 39.
exjatem 328. A saber .
Nacionaes 2i8, mulheres 6, estraneeiros 42
escravos ol, escravas II.Total 328.
^AJimenTados a cusa dos cofres publleos 288.
c H'Jiin^nto da enfeRnaria do dia 4 de julho
do 1873.. '
Teve baixa i
Fellsmina Joanna Baptista da Conceic*): bronehi-
tes.
Tero alta:
Francisco Coma das Cttagas.
Luis Jos da Slveira.
CemitertoimWIcw.-ObUuirio do dia 4
de Julho:
Manoel Antonio Coimbra, branco, Pernarabueo,
3! aonos, solteiro, Boa-Visu; hemorrtiagia cere-
bral. I J
P'idro, pardo, Pernarabueo, 7 dias, tanto Auto
n;o; espasmo.
Maria Clara dos Passos, branca, Pernambuco, 16
annus, soltcira, Uoa-Vista ; tubrculos pulinona
res.
Flix, escravo, pardo, Pernambuco, 16 amos,
siteiro, Boa-Vista ; varilas.
Jos, preto, Pernarabueo, 1 anno, Boa-Vista ;
coivulsoe?.
Ignacio, preto, Ce ara, ignora-se a naturalidade,
Boa-Visu, hospital Pedro II; ignora-se a mo-
lestia.
'USLICACOES k PEDIDO.
Urna colisa |ue todo inusa-
da deve saber.
O viajante munido das pilulas anacaradas de
Bristol, acha-se perfeilamente armado e precavido
contra aquellas enfermidades do estomago, Cgado
e intestinos, communs em lodos os climas. A pri-
meira cousa a fazer-se, no caso de un ataque b;-
10:0, a evacuaeao dos intestinos As pilulas as-
suc: i-1 las de Bristol completara este serv jo d'uraa
nuDe.i i rpida, e sem causarem o mnimo incotn-
molo oti dor. Ao par que ellas limpam, ellas sua-
visam e curam. Ellas conteem em si um certo
principio emoliente que evita a irrtacio ; a qual
de outra forma leria lugar durante urna atorada
punacao. Durante a sua operacSo nao se sent
essas agudas, lacinantes eespasmodieas dores, que
de ordinario acompanhara a aeeao produzda
por esses catharticos mineraes. Para o tratamen
to de dyspepsia, hemorrhoidas, affeecao do ligado,
enxaqueca, suppresao, vertigens, clicas, ardencia
do estomago, ellas sao justamente o remedio de-
sojado, e nenhuma outra medicina condecida, pode
supprir o seu lugar. Como se achem mettidas em
rasquinhos de cryslal, ellas conservara-se inalte-
raveis e perfeitas em tadoi os climas. Em todos
os casos aggravadns ou provenientes de impureza
do sangui*, a salsaparrilha de Bristol, de ver ser
usada juntamente com as pilulas.
*-_____mi
COMMERCIO.
Pra^a do Recife.
Movimenlo e Iransacges cominorciaes da
praga do Recife, na semana de 29 do
junho a 5 de julho de 1873.
Assucarpurgado 23 por 15 kilos.
Bruto bom U80'J.
Canal 2*060 post. a b. a frete de 30/ e 3 /.
Un ixi U6U0.
Algodo de :
Pernambuco 1 sorte 9*200.
SertAo idem idem 9*200.
Pernambuco idem idem 9*200.
Goyanna e Pilar idem 8*900.
Mamanguape 9*.
dem 8*400 sem idspeccao.
l'arahyba 1* sorte 9*300 posto a bordo a frete de
1/2 e 5 /.-
Macei sorte 8*800 a frete de 7/8 e 5 /?
dem 2* sorte 8*800 dito dito,
dem refugo 73*00 dito dito.
Couros salgados seceos 577 por kil.
Ditos ditos 577 idem.
Ditos salgados verdes 375 idem.
Milho do Maranho 4* o sacco.
Carvao de peJra de Cardiff 33* por tonelada.
Cambios. Sobre Londres a 90 d/v 23 e 7/8
d. por. 1*00,), 23 3/4, e 2t, 26 1,8, 26 1/4 par-
ticular, e do bancj a 2> 3/i e 23 7/8.
Sobre Lisboa 3 d|v 114 |, do banco.
Descont de letras 10 |0 ao anno.
Fretes de assucar.
Para Liverpool 23/ e 3 "/<> por tonelada pelo va-
por.
Accoee dacompanhia d Beberibe 73* e 72* por
aeco.
Associacao
Ibo de 1873.
Commercial BeneCcente, 3 de ja-
. /. V. Ferrera Lepen,
Archivista.
Banco Commercial de Per-
nambuco,
Sacca contra Londres, Lisboa e Porto
por todos os paquetes.
PKACA DO RECIFE 4" DE JULHO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDB.
CotacSes ofBciaes.
Assucaramericano purgado 2*000 por 15 kilos,
hontem.
Assucarbruto bom 14800 por 15 kilos, hontem.
Assucar de Macei canal 2*069 por 15 kilos,
posto a bordo a frete de 30|6 e 5 0|0,
hontem.
Aigodrio do sertao 1" sorte 9*200 por 15 kilos,
hontem.
Algodio-de Goyannae Pilar sorte 8*900 por
15 kilos, hontem.
Algodode Macei 2* sorte 8*800 por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7j8 e 5 0|0
hontem.
Dito-de dito R. 7*800 por 15 kilos posto a bordo
a frete de 7|8 e 5 0|0 hontem.
Courossalgados seceos 577 rs. o kilo.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 25 3|4, 25 7|8,
26, 26 1)8, 26 Ii4 d. por 1*000, hontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 25 7|8 d. por 1*000,
hoje.
Leal Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
na 8
Assucarbruto bom 1*800 por 15 kilos, hontem.
Assucar bruto baixo 1*600 por 13 kilos, hon-
tem.
Algodo-de Macei 2- sorte 8*800 por 15 kilos,
posto a bordo a frete de 7|8 d. e 5 OJO,
hornera.
Carvco de pedra de Cardiff 33*000 por tonel-
lada, hontera.
Cambio sobre landres a 90 d,v. 23 3i4 d.
e 25 7|8 d. por 1*000, hontem.
Leal Seve
Pelo presidente.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Ctnrio
ros.
500 toneladas, os cuunata
Acarac, vapor nacional Pirapama^ coa-
signado companhia Pornambucana, mani-
lestou :
Algodo 27 saccas a F. Camota <&(".., 8
V. Montinho, 30 i orden.
Couros IOS a Oliveira Filhos d C, 333 a
J. B. Oliveira, 11* nU Leitao C, 09 4
ordem. Carne 4 garajos a Moraes tk Ir-
mo. 9 a Braga Comes d C.f 4 A ordem.
'0ueij" i caixas ordena. *
Sola 6 rolos a Joo rlanOsd Machado.
Velas 7 caitas i ordem.
NO DIA 4
DE
i
OBSPACR S DE EXPORTACAO
JULHO DE 1873.
Pm m portas do exterior
Na barca inglesa Sinrbian, para o Bltico
carregaram: G. ifeesen k C 258 saccas com
25,895 kilos de algodo.
No vapor inglez Zelime, para Liverpool, car-
regaram : R. ScbmmeUai C 300 saceos com
22,500 kilos de assucar maseavado ; Carvalho &
Nogueira 500 ditos core 37,5 0 ditos de dito ; M
Lathan 4 C. 454 saccas eom 32,238 l|2 ditos de
algodo ; Izidro Bastos C. 151 ditas com 12,163
1|2 ditos de dito ; B. Oliveira C 1S ditas cora
.1,330 ditos de dito.
No navio ingle FuziUer, para Liverpool,
carregou : F. V. dos Santos 58 saccas com 4,487
kilos de algodo.
Na barca ingleta Peggidoy, para o Canal,
carregaram : Simpson k L. 1,0.0 saceos eom
75,000 kilos de assucar maseavado.
No navio hespanhol Para, para Marsema,
carrecaram : J. S. Lovo 4 Filho 1,500 saceos com
112,500 kilos de assucar maseavado.
No patacho portuguez Cautella, para o Rio
da Pra;a, earregon : A. Bastos 32 barricas com
4,273 kilos de assucar branco.
t- No brigue portugus Soberano, para Lisboa,
carregaram : Amorim I rm os k C. 1,960 saceos
com 146,25') kilos de assucar maseavado e 450
ditos cora 33,750 ditos de dito branco ; A. Bastos
1 barrica com 110 ditos de dito ; L. Duprat 60
cotiros seceos com 420 kilos.
No lugar portugus Julio, para Lisboa, car-
regaram : Carvalho k Nognera 358 saceos eom
20,830 k los de assucar maseavado e II barris
cora 1,056 litros de mel; Reg & Irrao 35 di o s
com 5,000 ditos de dito.
Para os porlos do Menor.
Pata o Rio de Janeiro, ao brigue brasileiro
Victoria, carregaram : J Francisco de Souza 10
pipas com 4,8'K) litros de agurdente; S. da Silva
k C 20 ditas com 9,600 ditos de dita.
Para o (lio Graide d Norte, na barraca
Guadlupe, carregaram : B. J. Pereira 4 Irmo 1
pipa cora 480 litros d agurdente e 2 barricas
com 120 kiles de. assucar branco ; Costa k C. 20
ditas com 1,156 ditos de dito refinado ; B. Gomes
4c C. 2 ditas cora 122 ditos de dito ; A. C Araujo
3 ditas com 3i8 ditos de dito branco e 1% ditas con
971 ditos de dito refinado.
i.APATAZIA DA ALFANDF.C.A
Hendimento do dia 1
Idem do dia 3 .
a 4
2:761*733
565*534
3:327*289
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 4......
Primeira porta no dia 5 .
Segunda porta ... .
ferceira porta.....
IVapiche Conceico .
SERVICO MARTIMO
Alvarengr.s dcsearro'gadas no trapiche
da alfandega no da I a 4 .
Ditas ditas no dia 5......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas.......'.
Xo trapiche Conceico.....
6,352
80
82
153
298
6.963
i:i
. 2 kilos de coral fino em contas, no valor de
1301.
Stft gratamos de contas de vidra lapidado, no
vafer.de I*J37.
1 caivete grande.para fructa e sement, cabo
de madera, no valor de 240 rs.
Alfandega de"Pernambuco, 2 de julho de 1873.
O inspector
Fasto A. de Carvalho Res.
n. 3.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
as 11 hora* do dia 7 do correte se Ita de arrema-
tar, Kvms-de dir!**, a porta desta repartieo, a
mercadera abaixo menrionadat
Armasen).
Um espolio inteirameiile quebrado urna raol-
ilura armada de madeira ordinaria, pesando 16
kilos, avahada por 51*200, quefazia parte do con-
leudo da caria marca VJ 4 i.F, n 320, vinda do
Havre na barca franceza Veridiana, descarrega-
da em junho prximo lindo e abandonada aos di-
reitos por Vaz 4 Leal.
Alfandega de Pernambuco, 4 de julho de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Res.
Edital n. 4.
Pela inspectora da alfapdega so intima por edi-
taes de 8 dias na forma do art. 745 do regala-
ment das alfandegas, ao dono das mercadorias
abaixo declaradas, apprehendidas na rampa do
Forte do Hartos na noute do 1.* do corrente, para
vr cora sua defeza dentro do prazo de 15 dias,
sob pena de Godo este, correr o processo de ap-
prehensio revelia.
2 pares de calcas de panno abaetado.
3 pares de bolinas.
II camisas-de flanella.
3 cintos de flanella.
Alfandega de Pernambuco, 5 de julho de 1873.
O inspector,
_______Fabio A. de Carvalho Res.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin
cial manda faser publico, que, em cumprimento
da ordem do Extn. Sr. presidente da provincia de
28 do corrente mez, vo novamente a praca no dia
10 de julho prximo vindonro, para seren arre-
matados a quem mais der, os impnstos provin-
ciaes das comarcas de Tacaratii e Flores, devendo
o pretendentes habilitarem-se na sesso extraor-
dinaria que para este tira ter lugar no sabbaio
5 do referido mez de julho.
A base para a arremataeo o preco primitivo
eom o abate de 10 p duzido.
Flores, por anno......3:138*449
Tacaratd .......1973* 169
E para constar se mandeu publicar o prsenle
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 30 de junho de 1873.
O offlcial maior,
M A. Ferrara.
Edital n. 5.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
nao tendo sido arrematada a mercadura abaixo
declarada, annunciada a leilao por edital n. 2 do
corrente, por falta de licitantes, se transiere a
mesma arremataeo para o di?. 8 as 11 horas,
porta desta reoartico.
Armazem n. 4.
MarcaB de M n. 87 urna barrica vinda de Li-
verpool no navio inglez Fusilier, descarregada em
2 de junho prximo passado, contendo bagos de
noz-vomica, pesando liquido legal 99 kilos, ava-
hada por 461*, e abandonada aos direitos. por
Manoel Joaquim Pessoa.
Alfandega de Pernambuco, 5 de julho de 1873.
O inspector
Fabio A. de Caroalho Reis -
I i
RECEBEDORIA HE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
Rendmento do dia I a 4 5:678* 140
Idem do dia 5...... 1:277*416
6:953*536
Rendmento do dia
dem do dia 3
CONSULADO PROVINCIAL
1 a i
37:512*160
10:566*509
48:078*673
.Pelo secretario.
endiraento
!dem do dia
ALFANDEGA
do dia 1 a 4 .
3 .
142:200*002
40:800*225
183:000*227
Descarregam hojs 7 de julho de 1873
Fapor Inglez Zelini mercadorias par alfan-
dega.
Barca norueguense Vivid mercadorias para
alfandega e kerozene j despachado para
o caes do Apollo.
AtTEBACAO Hk PAUTA DOS PRECOS DOS CUNEROS
SCJtKITOS DIREITOS DB EXPORTAgO, NA SK1IANA
DE 7 12 DE JULHO DR 1873.
Algodoem caroco 139 rs. o kilo.
Algodoem rama on l 556' rs. o kilo.
Assucarmaseavado 128 rs. o kilo.
touros-de boi seceos salgados 577 rs. o kilo.
toarosde boi verdes 375 r?. o kilo.
Carvao de pedra estrangeiro, tonelada metrica-
16*000.
Carocode algodo 20 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 5 de jolho de 1873.
* conferenteJos Amancio do Outeiro.
O *-nte -Basilio B Parlado.
" come.. *-, 8 de jolho de 1873.
Approvo.Alfanu..
Fabio Alexandrino
ir a alfandega
MOVMENTO Bft 3QRT0
Navios entrados no dia S.
Liverpool o porlos intermedios 17 das, sendo do
ultimo porto 12, vopor inglez Cotopaxi, de 2,583
toneladas, commanaante A. G. Gordon, equipa-
gera 106, carpa diflerentes gneros, a Wilson
Bowe & C.
Granja e porlos intermedios10 dias, vapor bra
siieiro Pirapama, de 312 toneladas, comman-
danto Felippe F. Ferrera, equipagem 30, carga
varios gneros ; companhia pernambucaoa.
Cardif 32 dias, barca franciza Grenoille, de 450
toneladas, capito L. Chanoine, equipagem 14,
carga carvao, a Tisset frere.
Naris sonidos no mesmo dia.
Bltico Barca russa Freilerick, capito Tagers-
tron, carga algodo.
Callao e porlos intermedios Vapor inglez Coto-
paxi, coininandante Gordon, carga a mesma que
trouxc dos portes da Europa.
Navios entrad's no dia 6.
Bordeaux e portos intermedios 16 dias, vapor
francez Mendoza, de 1,594 toneladas, comman-
dante Courier, equipagem 99, carga varios g-
neros ; a Tisset Frere.
Rio de Janeiro e Baha-5 dias, vapor inglez lili-
man, de 2,579 toneladas, commandante B. B.
Turner, equipagem 113, caiga varios gneros ;
Wilson Rowe C.
Cardiff-53 dias, barca inglesa WicA ofthe Waee,
de 273 toneladas, capito R. Guthrie, equipa-
gem 9, carga carvao; a Johnston Pater 4 C.
Navio* S'htdos no mesmo da
Portos do sul Vapor francez Sendoz'i, comman-
dante Courier, carga parte da que trouxe da
Europa.
Liverpool e portos intermedios-Vapor inglez II-
limani, commandante Turner, carga a mesma
que trouxe dos portos do sul.
CanalBrguo allemo Gloria, capito Lasch,
carga assucar.
EDITAES.
O Dr. Jos Manoel de Barros Wanderley, juii subs-
tituto dos feitos da fazenda nacioual, etc.
Faco saber a todos que este virem; que no dia
11 de julho prximo vindouro, na sala das au-
diencias, peias 11 horas da manh, se vender em
praca publica deste juizo unu casa terrea n. 20,
sita no lugar dos Remedios, com 33 palmos de
frente e 58 de fundo, havendo urna outra casa
annexa, dependente daquella, com 41 palmes de
frente e 50 de fundo, com cosinha e cocheira, em
solo proprio, com 280 palmos de frente e igual
numero de fundo, penhorada a Manoel Antonio
Ribeiro para pagamento da fazenda nacional, e
avahada por 3:000*.
E para que chegae a noticia a todos mandei
passar o presente, que ser publicado pela im-
prensa.
Dado e passado aos 20 de junho de 1873.
En, Jos Francisco do Reg Barros, oscrivo
subscrev.
Pagar afina! duzentos res de sello.R. Bar-
ros.
__________________Barros Wanqerleyj
Juizo dos feitos da fazenda
nacional.
0 Dr. Jos Manoel de Barros Wanderley, juis
substituto dos feitos da fazenda nacional, etc.
Fa$o saber a'todos que este lerem, que no dia
18 de julho vindouro se vender em praca publica
deste jnizo, na sala das audiencias, pelas II horas
da manh, urna casa terrea n. 70, sita ru a da
Imperatriz, com 15 palmus de frente e 82 de fun-
do, com doas portas, penhorada a Francisco Maa
Cortes para pagamento do que deve fazenda pu-
blica, c avaada por 3:000*.
E para que chegue a noticia a todos mandei
passar o presente, que ser publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Becfe, aos 27
de junho de 1873.
En Jos Francisco do Bego Barros. escrvSo, o
subscrev -Pagar afinal o sello.-R. Barros.
Barros Wanderley.
Obras militares
A' 5 de julho, ao meio dia, ter lugar na repar-
t;o das obras publicas a arremataeo do enca-
namento preciso para dar escoamento as aguas
pluviaes e servidas do qnartel da Soledade ; de-
vendo nesse dia e hora serem all apresentadas as
propostas, em carta fechada.
O servico, como se ver do orcamento que se
acha na referida ropartico, esta calculado em
1:242*670.
Pernambuco, 28 de junho de 1873,
O engenheiro
Chryssolito F. de Castro Chaves,
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dona terrenos que possue no lugar dos Arromba-
dos, hoje Duirte Coelho, sob ns. 39 e 40 tendo
aquelle 390 palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Edital n. 1.
de
Carvalho Reis.
Importaoo.
Cardiff, barca franceza Granvle, consig-
nada a Harismendi d Labille, raanifestou :
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
s 11 boras do dia 7 do corrento, porta desta
reparticio, se ho de arrematar, livre de direitos,
os objeetos abaixo mencionados, apprehendidos no
dia 7 de mez passado:
520 graramos, nos eartoes, de bijotona de co-
bre e suas ligas, no valor de 7*884.
6 porta-moedas com costas de metal dourado,
pesando nos envoltorios 370 graramos, no valor
de 14*270.
1 rewolver de 6 tiros imperfeito, no valor de
*e7.
i4ev. 4n ferro at 18 centmetros de com-
6 tesoura ~ 2*170,
primelo, no valor
Aviso
9. batalho de infantaria.
Pelo presente se faz constar a D. Maria The-
reza de Jess, ou a seu procurador nesta cidade,
que o governo imperial em aviso expedido pelo
luinisterio da guerra mandou indemnisar a refe-
rida senhori com a quantia de 1:200*000 pelo
seu escravo Joo, que com o nome de Manoel
Jos da Silva, assentou praca ueste balalhc.
Portanlo, deve por si ou por seu procurador,
comparecer na secretaria do referido batalho.afim
de ser passada a competente carta de liberdade
ao escravo em questio, a qual tem de ser remet-
tida a autoridade competente e se podem trans-
mittir as ordens convenientes para o recebimen-
to da mencionada quantia, devendo a importan-
cia da citada escrptura o publicacSo do presente
aviso ser paga pela referida senhora.
Secretaria do 9.* batalho de infantaria no
qurtel do Hospicio em Pernambuco, 2 de julho
de 1873.
Odilon Kiock Romano.
Alferes secretario interino.
vendo a adnlnistracSo conforme julgar ra-
zoavel.
Bates sobre as (mes te deve lanzar.
BAIHR0 do recife:
Chafariz e bica do caes do.Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito de ra do Brum.
Dito do Forte do .Mattos. l(J:650JW0b
BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
Chafarizdo largo do Cniuiu.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II,
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. 25.000r000
MONTELRO.
Chafariz dessa povoac,o. 1805OOO
Escriptorio da companhia do Beberibe,
ldejulhodei873.
0 secretario,
_____Luiz Manoel fodri'iues Valenga.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pela secretaria da santa casa se fa< publico que
o senhor thesoureiro, nd salo da casa dos expos
tos, pelas 9 horas da manh do dia 14 do corren-
te, far pagamento das mensalidades relativas ao
trimestre de abril a junho findo, s amas que se
apresentarem com as crianeas que Ihes foram con-
fiadas.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 8 de julho de 1873.
O escrivio
Pedio Rodrigues de Souza
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Qnarla-toira 9 de julho.
Primera representaco nesta poca, do excel-
lente drama em 5 actos, original francez de
Anicet Borgeois
e que tanta acceitaciio obteve na eropreza Vicente
& Baha:
A MENDIGA
(Traduccao do actor Julio Xavier.)
Distrlbulfo.
Margarida Berghen D. Manuela
Thereza lljrghen D. Joanna.
Leopoldina de Stolberg D. fimllia.
Brgida D. Josephina.
Rosalba D. Bernardina
Joo Paulo Berghen Sr. Flavio. .
O cura Everardo Sr. Bernardfno.
O conde de Rhendorlf Sr. Santos.
Zahn Sr. Vicente.
Robin Sr. Florindo.
Solimo Sr. Julio.
Alcindor Sr. Cmara.
Blum Sr. Mximo.
Joaquim Sr. Antonio.
Frantz Sr. Philadelpho.
Um eflcal Sr. Silva.
Um operario Sr. Menezes.
Soldados, operarios e camponezes.
A scena passa-se na Alloman ha.
DENOMINACOES DOS ACTOS.
!.Crme e sentenea.
2.Fugo do co I
3.Roubo de cranca.
4.*Mi e cga !
5.Aos ps do confessor.
Terminara o espectculo coma primera repre-
sentaco da jocosa comeda em I acto:
0 CHOLERA MORBUS
ou
0
Personagens.
Williams, pintor Sr. P. Augusto.
Morthorabe, medico Sr. Flavio.
Lavenett, offlcial de jnstiea Sr. Cmara.
Lustrill, negociante de verniz
e encerados Sr. Julio.
Daniel, aprendiz Sr. Mximo.
Anna, mulher de Williams D. Josephina.
A scena passada n'uma cidade da Inglaterra.
Principiar s 8 1|2 horas.
Prepara-se
para subir brevemente sceni, em benoficio do
actor
Julio Xavior
o excellente drama em 5 actos :
A repnblica dos pobres
original do escriptor francez
Lamhert Thiboust
e traduccao livre do beneficiado.
4VIS0S- MARTIMOS
DO
BEBERIBE
Nao se tendo effectuado a arremataeo dos
cbafarizes do Recife, Santo Antonio e Mon-
teiro, no dia annunciado, por nao ter ap-
parecido numero sufficiente de concurrentes,
resolveu a administratja leva-Ios novamen-
te a praca marcando o dia 8 do corrente
para tal fim, que devere* ter lugar no escrip-
torio da companhia ruado Cabug n. 1G,
onde sero recebidas propostas, devendo Pi-
car certo os Srs. que prelenderem arrematar,,
que serio recebidas propostas, n8o s em
reanlo aos chafarizes dos bairros do Recife
e Santo Antonio, englobadamente como por
cada chafariz de ditos bairros alargando des-
ta forma o circulo de arrematado as bases
abaixoserviro pana os chafarizes englobat'-1
mente, e quanto a cada um delles particu-1
larmente, a arbitrio dos proponentes, resol- f
Para a Baha..
Pretende seguir com muito brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthur, tem parte de seu car-
regamento prompto, para o resto que lhe falta
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, ra do Bom Jess n. 57.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com
a possivelbrevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte de seu carregamento en-
gajado, o para o resto que lhe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos
Goncalves Beltro & Filho, ra do Com-
mercio n. 5.
O
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima com muita
brdvdde o brigue nacional Amelio, tem parte
de seu carregamento prompto ; para o resto que
lhe falla trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra do
Bom Jesas n. 57.
Consulado do Imperio Ger-
mnico em Pernambuco.
O capito A. Baumann, do patacho Almuth Ca-
tharina entrado neste porto com agua aberta na
sua recente viagem ao Ro de Janeiro para o
Canal, precisa contratar com quem por menos fi-
zer, os concertos de que necessita o dito navio
conforme as declarares dos peritos, as quaes po-
dem ses examinadas neste consulado, aonde se
receben propostas en) cartas fechadas at o meio
dia de 7 do corrente mez.
Para Lisboa
Seguir coro toda a brevdaV paRiabote yr-
tuguez Novo 8. l/iurenco : quem no mesan ipii-
zer car regar on ir d" pnssagem dirjase aos cen-
signatarios Thomaz d'Aqaino Fonceca k C. se*-
cessoros : rna do Vifanc n. l.
PAHA'
Para o referido |Kirto pretende wgnir cosa I
ta demora o patarho itorlnfiies (HinAn, por ter
t ntaior parV da nu-ja enzajada, para o rw*
(M* r falla ti atas* din juim tose Goncalves Beltrto ft Filho : raa e-
Commf-f o n. .
Para.
Este navio recebe abruma carga a frea, ^m
resta a enpajar : a iraur com Amorim Innoa *
Companhia.
Pela thesouraria troviucial se faz poblieo .o*.
do dia 3 do torrente em diante pagara se es or-
denados dos empregidot provinciaes venddoe no
mes de junho prximo linio.
Secretaria da thesouraria provincial de Ptrnasn-
buco, Ia de julh de 1871
0 offlcial-niaior,
M. A. Ferrera
AVISO
A carga que eslava a Urdo da Goorfia par
a Babia foi transferida para o Garibaldi, que deve
sentir era poocos dias ; e para o Rio Grande do
Sul fica a carga o Geiirgi.na : trata-se na rna 4o
Amorira o. 37, cora Tasso Irraaos C
IMl
Para o referido porto pretende seguir eom a pos-
sivel brevidade o patacho portngoez Jet por t"i
a maior parte de seu carregamento engajado,
para o resto que lhe falta, que recebe a frete com-
modo, trata se cem os consignatarios Joaquim lom
Gontalves Beltran, ra du (lotnntercio n. 5.
Rio de Janeiro
Brigue nacional Victoria.
Sahir para o porto cima at 13 do corrate,
para o resto da carga trata-se com Pereira Visase-
k C, ra do Vigario n 7.
IEI10ES,
Leilo
DA
leja de miudezas
ra da Imperatriz n. 54.
Hoje
s 11 horas.
O agente Pinho Borges vender em leilo, por
conta e risco de quem pertencer, a referida toja,
constando de armaco e fazendas alti existente-
constante do balanco que se acha em poder do
agente, em seu escriptorio, a ra d Bom Jesu
n. 53, onde se darte 'odas as informaedes preci-
sas.
LEILO
DE
predios
sendo um delles bom construido c elegante.
Terca feira H do corrente.
s 11 horas da manila.
A saber:
Um sobrado de dous andares na rna da Assump-
eo, n. 44, em chaos propros, qne faz frente eom
o convento da Penha, fresco e deleitavel.
O pavimento terreo com boas comraodidades.
tendo 3 quarlos, cozinha, quintal com boa cacim-
ba e agua, porto que d sahida para a ra do Pa
dre Floriano.
Primeiro andar 2 sal-.s. S qnart >- e cozinha.
Segundo andar. z sato, i quarlos, MI e co-
zinha.
Um sobrdo de dous andares na ra da Mocda.
n. 17, em chao proprio, pavimento terreo, prmei
ro andar, 2 salas e alcjvas, segundo andar, 2 sa-
las, 3 quaitos, sotao r cotinha.
agente Pinho Borges competentemente antori-
sado, levar a leilao os sobrados cima declara-
dos, por conta e risco de quem pertencer, no seu
escriptorio, ra do Bom Jesas n. 53, primeiro
sdar, onde efleetuar o leilo e dar-sc-ha algn
esclarecimentos sobre os ditos sobrados.
LEILAO
DE
dous buhares e suas prtenlas, urna baca-
tella, movis, quadros, lotice o.mais
objeetos do hotel da ra do Baro da Vic-
toria n. 48.
QUARTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
Pelo agente Martina.
Entrada pela ra de Santo Amaro.'
A's 11 horas do dia cima.
LEILAO
DE
botica da rna do Baro da Victoria n. 3f>,
pertencente massa fallida de Jos Fran-
cisco Bittencourt.
CONSTANDO DE : .
Urna armacao de araarello envidra, ida, 1 dita de
iinho, balcao, candiciros a gaz, laboratorio, ba-
ancas, cofre (prova de fogoj, drogas, e mais
objeetos pertencentes referid pharmacia.
Urna mobilia de Jacaranda, i marqueza, 1 tapete,
18 candeiras, 1 candi jiro a gaz, 13 molduras, l
commoda, 1 lavatorio, 1 estante e diflerentes
livros.
QUARTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
Na ra Nova n. 30.
0 agente Pinto cumprindo o mandado do Illm.
Sr. Dr. jiiiz de direito especial do comraercio, le-
var leilao a botica o mais objeetos cima de-
clarados, bens pertencentes massa fallida de Jo-
s Francisco Bittencourt.
A venda dos movis principiar s 10 1|2 horas
em ponto, < a da botica ao meio dia.
Os pretendentes podero desde j examinar o
mandado em poder do mesmo agente.
AVISOS DVERSOS
COHPAMHIA
DE
NAVEGACAO BRA8ILEIRA.
Portn do norte.
Dos portos do snl esperado ate o dia 8 do cor-
rente o vapor Para, o qual depois da demora
do c istumc, seguir para os porlos cima.
Recebe carga a bordo nos das de entrada e sa-
hida.
Para carea, encemmendas, valores e passagei-
ros, dirjam-se ao escriptorio da agencia, rna do
Vigario n. 7.
Pereira Vianna A C.
Agentes. ,
O abaixo assignado roga a toda* as pesetas amo
lhe sao devedoras de contas de sua extinta Iota
de fazendas, que teve a denominacao de Pavilba
da Aurora, ra da Imperatriz n. de lhe man-
daren) saldar seus dbitos at o dia SO do corre-
te mez, depois nao liquen zangados por ver seos
nomes pelos jornaes chamados a virem pagar os
mesmos seus dbitos, ra da Santa Cruz n. 10
Recife, 5 de julho de i873.
_____ Joo Luiz Perreira Ribeiro.
0(Terece-se urna mulher de boa conducta
para o servico de casa de portas para dentro: a
tratar na roa d' Guian. 6t, f> andar.
Aluga-se doas casas novas e frescas, con
commodos para familia, na ''apunga : no largo do
Hospital n. 14, taverna, se dir quem aluga
andar do sobrada
o
_j

f

i
.


*
Diario de Pernambuco Seguna feira 7 de Julho de 1873.
**
O
! :
1 i
NOVID4DE
PIANOS E MSICAS
Aj J. ,%N#H *>"> represen lauta
casa ios'SrV. u. uppenlieimer n
dres, offerejoe ana souhures locistas de l'er-
'naiwbuco m completo sortimento lo amas-
IrXflIfl toAna* l'.r/.c!i(la, ferraren*, s,.||Tf,
;ij>tu3, arreiu, uuull*/..is, etc., etc.; pi-
den do-se t>nlMKur com o mesura senlioi, i*
RLA DOCOMMEttCIO'N. 38,
__________ AUMAZK'l._______________
OSr.OtyrnpioFrancis-
ciseo de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
arrairio JOS iib zevedo
Ra do Bario d9 Victoria _p. 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonde o publico em tral encontra]sempre o maior e mais esplendido sortimento depwuos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba abrir no primairo andar do sobrado o. 12 confronta
oiicoiawtr, na grana mo onda lio xpottos os magoifleos
Me armario, da Pleyel.
de maia canda, do roestno aator.
/
de H. Hanri.
-------- da Aroede Taiboot.
Tnico agente nesta cidade, dos eelebrea afijados
PUOS DE AUCHER FRRES
aramiadoa em diversa expo9i,6ss om 14 medilhas de
Sao oa onieot piaoos que aqu vem da Europa,
, fettoa eom elegao -ia a solides.
ooro a prata.
perfeitamente afina
Li Separacicni Para canto.
A Lni elctrica, graad a W!?a.
Fr*nco Brasilero Polka.
Turnada de Vallis Galope.
Joaoinba Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal'a.
A Mmha Lyra Wals.
A Natalicia 1 ka
Stndieote Po'ka.
Tasobem reeebea grande sortitneuto de mnsicas pira piano, piano t
canto e entre ellas as Jindas eomposioSea do muito sympathico maasiro
F. S1WIMI
A SABER :
Voc rae qner Walsa. I
lllimsi publicares
Feitas ms oficina da moneas
do snnuneianle.
Emilia, polka per I. Smoltz.
Cirraeian, chotcb, por Stnoltc.
Jarditn.do Campo das Pricecas,
quadrilht, por J. Popne.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al
bertazri.
D'aqni emjdiarte continuar a annoneiar todas as pablicacSes qne se forem friendo as soas offlcinm de msica*.
MOFINA
Est encoiiracado!! I
Roga-se ae Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fina de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passou i fevereiro e abril de 1871, e nada cumprio;
e por este motivo de novo-chamado para dito
flm, pois & S. se deve lembrar que este negocio
de mais da oito annos, e quando o Sr. seu timo se
actiava nesta cidade.

M. W ISA i^l
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
Attengo
Pogio do engenho Goiabeira, freguezia de Ja-
boato, no dia 23 do corrente, o escravo Joo
Comedor, preto fula, cabellos e barbas cor de fogo,
olhos amarellos, alto, 'possante, representa ter 35
annos pouco mais ou menos ; levou camisa bran-
ca, ealja de casemira escura e chapeo de couro:
descona-se qu ande a trabalhar no carvao, ou
no algodao, ou entio que ande para as bandas da
Estrada-Nova, onde tem urna irm : quem o pe-
gar leve-o ao pateo do Carino n. 1, onde ser re-
compensado.
AO
VAPOR
Rl'A DO I1AKAO DA VICTORIA
fi. 7Outr'ora NovaN. 7
Calado
<*
aos compradores do bem condecido e acreditado rap
REA PRETA. que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aqueiles.
Os apreciadores que qoizerem do veraeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes trag-am o noma de MElEON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
i
MEURON a C.
DO
Dr. Morillo.
RA DA CRUZ N. 26,1. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da neute para objecto de sua pro-
fisso.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde. 'jt
Gratis aos pobres. Gjr
Especia Ud des.=M crian.a e de inulher. Q
Emprega no tratamento das molestias (i
de sua especialidade as duchas fras e Q
banhos a vapor, para os quaes trouxe Q
os apprelhos mais modernamente em- rj
pregados na Europa. m
Tambem applica com grande proveito jfl
no tratameato das molestias do tero a J
^ electricidade.pelo processo do Dr. Trepier.
8K>QOO:XSe>l i C*OS>OC*>a>Og
Precisa-se de um homem para conductor de
carrosa : a tratar na ra do Baro de S. Borja n.
8, antiga ra do Sebo.________
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeitaria
do Campos aos seus innumoros freguezes. por es-
tantos no mez de SanVAnna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necessario para regalo e distraccao de quem
tem goato pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os ogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulminantes, o que
tudo isso se acha na
Confeitaria do Campos.
P para constar pois que os propnetarios da
confeitaria do Campos chamam a atteneo da to-
dos e de todas para o pretonisado caf em p ver-
dadeiro de Java, e bolachinba em latas denomi-
nada Sugar Wafiers Vanella ; especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de perfeita
saiide.
Em vista do referido espera o dita Campe* que
ninguem, para pedidos de taes objectos, se diri-
]am, senio Confeitaria do Campos, ra do Im
perador
Para* honieau.
BOTINAS de becerro, corda vari) pellica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOBS de be:erro, de eordavao e de case-
mira.
SAPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardn-.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e do iraBca
francezes e porluguczcs.
Para seuliora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differeutes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para incuiuas.
BOTINAS pretas, brancas e do cores oiffoicntes,
isa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas quadades.
SAPATOS de tranca poituguezes.
Para niriiinofi.
BOTINAS de bezerro, lustre e de eordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
quadades.
SAPATOS de tranca francezes e portognete*.
Botas de montara.
Rotas a "Napoleao e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para homen e meias perneiras
para meninos.
No- armazem do vapor france, ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de halando, de braco, de guerni^oes,
sofs, jardineira?, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e s mais proprios movis para saletas e ga
binetes do recreios.
o armazem do vapor francez, ra co Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Ni.va.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo', dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como S'jain : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.; no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiflos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavando, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para Dresentes com frascos de extractos, cai-
xnhas sortdas e garrafas de differentes taa-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
Aluga-se
Ka ra do Imperador n. 'H proci-a-so alngar
" |' i aj.;.: 17.111 a. P:iga-te
um f>n::
'.ii'.
Fgii.
Kngli'"d.'i rasa itti Nal -ruh k m lia M de abril
do coiTCntu auno, a u>oiav.i de U'nne Itaymuda,
com os signafs scguinies : bom pifia, cxa, urna
cicatriz na testa, talla muito o tem por habito di-
zer que livre : quem ap|irehrmler ipieira levar
rna de Sania Rita n. 5, entrada pela ra nova
de Santa lila. Coni>uitb ao su senhor que al-
KiH'm uaufruc o trabamo da dita esersva, elle de-
ilara une ha de proceder Judicialmente contra
quem quer que leja. __________M
Aviso c protesto.
Constando me q.ic se acha procedendo o in-
ventario dos beoa que Ueaon pelo falleeimento
da |enhora do Sr. Uabriel Antonio em Uh>
Formoso, previno em tompo i|ue ninguem faca
contrato ou tranvecio de especio alguma sobre
asierras do engenho Mascatiuho a (pie foram
aunexadas por aeatenoa porco das trras do en-
l/$n'~Mscale -, porque ah Icnho duas parte*
iguaes que uie coiiberain por heranca paterna o
por compra quefiz de outra depois de reconheci-
4a- propriedade do casal de meu fallecido pai por
accordao do supremo tribunal do Justina, em grao
de n-vista, do I.' de mam de 1873, todas na posse
do referido Sr. Garirii I Antonio ha tetMM imme-
morial sem naia me ter pago al hoje, como
consta dos autos.
E constando-me anda que os domis herdeuvs
izeram venda, cessao, desistencia ou cousa que
melhor neme tenha no vocabulario jurdico, con
o que nada tenho, protesto, todava, contra loda
e qnal.|iier venda, eessSo na desistencia em que
porveniura se tenha eomorebcpdida qualquer
parte relativa a terca lepada pelo meu dito falleci-
do pai, porque sou o nico herdtro desta terca e
urna ininha sol.rinlia legitima.
Como semprc, lerei umita >atisfa.o que o Sr.
Sr. Gabriel Antonio continu a ser meu morador
pelas partes que leuho em dita propriedade; mas
que nao seja pelo mesiuo pceo por que te'.n ino-
rado at hoje.
Rccife, 2 do julho de 1873.
Dr. Joaqun Anloni- C,a>neiro ia Cunta Miranda.
J. iJiibaiil de Pars
pia-
dra?
por
da Victori?, outr'ora Nov
ray.
No
armazem do van
Lampeao na porta.
Aluga-se um preto
ra da Palma n 57. .
perfelto cozinheiro : na
Alaga-se por 25J00O a casa n. 6, sita roa
do Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
de novo : a tratar na ra da Restauracao n. 54,
outr'ora Guia.
Olhem...
Frederico Pinto 4 C, com loja de fazendas ra
do Mrquez de Olinda n iO, pedem aos seus deve-
dorea de contas antigs o obsequio de virem satis-
faze-las no improrogavel prazo de 15 dias, certos
de que. Ando este prazo, empregaro os meios ju-
diciaes para seu embolcp. Recfe, 2 de julho de
1873.______________________
Aluga-se a casa n. 10 A da Iha de Bemfica,
na i'assagem da Magdalena, com banho do Capi-
baribe na frente, de excellentes ares, e de preep
de 200A annuaes, tendo commodos pzra familia:
a tratar na ra estreita do Rosario n. 17,1* andar,
escriptorio. *
c=
H. II. Blard.
H. B. Biard, architecto constructor, offerece os
servidos aos habitantes desta cidade para execu-
tar qualquer obra de sua profissio como p antas
ou modelos de casas particulares na cidade ou no
' campo, planos e desenos de lindos jardins, tudo
segundo o gosto francez. Encarrega-se da direc-
co e exeeocao destas obras. Offerece-se igualmen-
te para asselar os modernos ladrilhos de mozaico
francez ou inglez com tuda limpeza e perieicao.
Pode ser procurado roa da Matriz da Boa-Vista
n. 28, andar terreo.__________
Quem quizer dar 1:0001000 a premio sobre
hypotheca, deixe carta a Z Z Z, na ra do Co-
tovello n. 40, at o dia 8 do corrente para ser pro-
curado.
DE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrade, antigo e acreditado oflicial da casa de Delsuc, participa as Exmas.
fainlias e ao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo salo, aonde
se aprompta com perfeico toda e qualquer encommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e posticos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfeico toda obra de cabellei-
reiro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
parte.
Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfei-
co e asseio, para o que ten babilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ba continua-
damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modernissimos
gostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
AUiga-se
rador n. 73 :
Hermogenes da Silva Gumarae-.
a primeira andar da ra do Impe-
a tratar na Soledade n. 27, eom /os
Precisa-se de um forneiro
n. 54.
do ra da Guia,
AMA
Na ra da Alegra n.
precisa-se de urna ama
40,
de
idade, que tenha boa conduc-
ta, para andar com urna menina._____________
Precisa-se de urna ama : na ra
do Mrquez de Olinda n. 22, antiga
ra da Cadeia.
AMA
QHIEi
1 Atainlrtnao PAB1Z, booltrtrt Honlmvtra. i
[ SRINK-IRILLI. Afeefttf ljaqtbttleu, otnaM
di tIm Mgutlru, obitruegSe* do Sfrndo t lo taco,
obitrac$a* Jltcmm, ermaifOet ealralom d> Me.
Nif ITIl. Afeceftea Im tm dlgeitlru, Inaoa-
Mai o tomate, dlgmtlo dlOdl, lotpMteaeto,
|um](te, dyiopii.
Cf 11STIM. AS.ceCi dot riai, di bl(, artiit,
oaentAM tu oartam, gti, HMwttt, ilbnmliDrU.
I HBTtairt. AffecfSc <* rlM, bexlg arelM, ;
contrteXt tu oorlnn, f ou, *\*b*m, tlbamlnu-ls.
HIGA-8I
o HOME di PONTE iu CAPSULA
Escravo fgido.
50^000 de gratificado.
i Ausentou-se do engenho Victoria no termo de
Barreiros, o mulato seini-branco Saturniano, de
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos
castanhos, nariz regular, tem um signa! nos peitos,
| proveniente de urna espinha, pernas e ps
grossos e mal feitos : quem o pegar, ou delle der
noticias leve ao seu senhor Daeio Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corno Santo n. 7, 1* andar, que ser recompensa-
do generosamente. '
Ai VobM* Vlahjr, teim !, ichto-ae >
InPwurtw, TISIET, t*rm I. RtBMO. 1
AVISO.
O gerepte da casa de emprestimos sobre penho-
res, travessa das Cruzes n. S, previne ao publico
que no dia 16 do corrente levar a leilao todos os
Escravo fgido.
150jf000 de gratificaco.
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bstanle ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro elnos grandes, i
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em S.
Lourenco da Matta, onde consta ter parentes, foi
escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senhores foi cozinheiro, tem
(sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
qne est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-ae a todas as autoridades e capitles
campo que o pegando leve-o rna do Duque de
Caxias n. 91, loja de mindezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificaco cima decla-
rada.
Ama
Precisa-se de urna ama que saina bem
cozinhar : na ra de Pedro Alfonso, ou-
tr'ora da Praia, n. 3.
Precisa-se de urna ama
para cozinhar : a tratar na
ra do Imperador n. 14.
AMA
URGENCIA.
Ama de leile.
Preeisa-se de urna ama de leite, quer seja
forra ou captiva, porm sem filho, e que te-
nha bom e abundante leite, paga-se bem : a
tratar no 3.* andar desta typographia.
AMA
loja de Calcado.
Precisa-se de urna ama boa
cozinheira, pagase bem : tra-
tar na ra do Livramento n, II.
AMA
Precisase de nma ama, preferin-
do-st escrava. para lavar e engom-
mar : na rna da Imperatriz nume-
ro 37, andar.
Aluga-se urna boa casa terrea nos Arrora-
bados. em Olinda, perto da estacan e junto do'rio,
pelo barato preco de 12| raensaes : a tratar na
loja do Paco, ra do Crespo, junto ao arco de
Santo Antonio. As chaves acnam-se na estacao
entregues ao Sr. Vianna, chefe da mesma, para
quem a quizer ver.
que no da 15 do corrente levar a leilao todos os _~ ,V^ u a ?***de pedra e aI' em ^P1'
penhores constando das cautelas vencidas at 30 P. s'um* a P""61 d, engenho Dous Jrmos,
de jnnho. i ^ar muito saudavej e fresco, com bons commo-
_ an *.*2SIL2?1 Candido da Silveira rogase o boas larangeiras, cajueiros. fructa-pao, lime/rase
k^LXTJ? ?A d0 Dn,ine de Cav;as n' omros "*. cacimba nova wm bomba e
I ^'li? *$* >irocorar em saa CM1 e nao *" imurt0 boa "f^ Por preco raeoavel: a tratar na
I encontrado. I travesa da aladre de Dos n. 1*.
Refinador
Precisa-se de om qne intenda
ra da Senzala-nova n. 4.
de fornalha : na
Attengo
Urna pessoa que tem de readimento certo por
mez 150/, necessita de tomar a jnro 6004, pa-
gando mentalmente 80* ; e descontando logo do
cap tal o competente juro que se conveneionar :
auem, pois, quizar fazer este negocio, deixe carta
fechada com as iniciaes P. G., no escrptorio deste
francez, ra do Barao
a n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dTerciilet* gostos c
phantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leqnes para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurca.
Caixiuhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixintias com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a iinUcao c botoes de punhos de pla-
qu '
llolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rnho de cores.
Novos objectos de phanlaza para cima de mesa
c toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarnices.
Bengalas de luxo, caima, com castoes de mar-
fim.
Bengalias diversas tm grande sortimento para
homens e meninos.
Chcotinhos de balea e de mutas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim milito finos, para limpar ca-
beca.
i Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carterinhas de medreperola para dinl-eiro.
Meias para homens e para meninos.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Camiminhas de mola para ch mar criados.
JogOfl da gloria, de dama, do bagatellas, de do-
min e ouos muitos differentts joguinhos alie-
mies e francezes.
Malas, bol; as e saceos do viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Mamadeiras de vidro de dar leite muj fcil s
enancas.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cetinhas de vjmes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezanas transparentes para portas ejanellas.
Reverberos transparentes para caudieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lantcrnas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de. papel de cores para illumiriacocs de
fes tas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jaotar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesournhas e caivetes tinos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e Ianternas.
Tinteros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tira de molduras douradas e prcu.3 pata
quadros.
Quadros j promptos com paysagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, pavsagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertmentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamauhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, ra do Baro da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em dinVrenies partes
da Europa para entrelenimento das criancas tudo
a pre .os mais resumidos que e pos*ivei : no ar-
mazem do vapor francez, ra do Baro da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Mullas para costura
Grande sortTmento de bonitos modelos chegads
ao armazem do vapor francez, ra do Baro da
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
c aflnsifloi*
ESOS
Ex-flfinador das ulicas o afamadas cas
l'lovel e Hertz
e antiga director das offieinas da casa
Alfonso Blondel.
33Ilua do Imperador33
Tem a honra de declarar a< respeitavel publico
desta cidade, que leiu abertn sua casa de confer-
ios e afinacSee de pianos, qualquer oue seja o es-
tado d instrumento : rita do Imperador
n. 33.
Mine. Amelia BIpiI.
Mnie. Amelia Blard, habilitada eom provi-ao
pela academia de Paria, OftTOee-se .'.o publico des-
la cidade para dar li.oes por caas particulares
de eterintnra, calculo, lingaa franeeca, historia .
geogiaphia e trabalhos de agulha. Pode ser pro-
curada ra da Matriz da Boa-Vista, n. 28, an-
dar terreo.
O abaixo assignado faz scien'e ao publiso e
ao corpo do couiniercio, que tendo em 30 de maio"
do corrente anuo acabado a nciedale commucial
que gyrava nesla praca rom a linna Pereira Ir-
mos com loja de louca ra I* de Marco n. |;,
exonerando o seu ex-socio Mancel Jos da Costa
Pereira, a quem passou ttulos de seu capital e
lucros, e o abaixo assignado responsavel pelo ac-
tivo e pass-o da i xtiucla tirina que de hoje em
diante continua* ne mesmo negocio debaixo da
razao de Pereira irmao. Recfe, 30 de ktnho de
1873.
Manuel Jonquim Pereira.
COMPRAS
888 *
Comprase algumas casas lerreas ou sobra-
dos nesla cidade : tratar na loja da ra Duque
de Caxias n. ii.
Na ra doIirum n. 'G, refinacao, precisase
comprar urna carrera para cavallo."
Compra-se Diarios de Pemambuco a O
re. a libra ; na ra do Coronel Suassuua n. 1.
Trastes.
Compra se e vende-se trastes novos
c usados : no armazem da ra do Im-
perador n. 48.
i
M
. Compra-se
urna casa terrea que ten a bons commodos par.
familia, o bom quintal, no bairro da Boa-Vista,) a
algum sitio prximo a linlia dos bonds, ou da n,a
chambomba : a iratar na ra do Rangel
Io ou 2o andar.
n.
Compra-se
escravos de ambos os sexos, sendos mocos e ro-
bustos, com oflicios e sem ellos : a tratar na rt>a
Duque de Caxias n. 87, loja.
VENDE-FE
No Camnho Novo travessaido Padre inglez n.
7, ps de fructa-pao de 2 a 8 palmos, idem de li-
ma de umbigH, sapotseros, abacates, larangeiras,
figueiras, parreiras c outras muitas fructeiras',
por preco que o comprador nao dexar de eom-
prar. A ellas emquanto chove.
Venderse
urna mobilia de amarello (per preco razoavel e a
Luiz XV, contendo 6 cadeira> de guarnicao, 2 di-
las de braco, 1 sof, 1 par de consolos, urna jardi-
neira, urna cama franceza e 6 cadeiras america-
nas, tudo em perfeito estado : na ra de Antonio
Henriques, antiga dos Arouguinhoa n. 2.
Por 70OJ vende-se um escravo pardo, de 35
annos, cozinheiro, muito barato, e o motivo se
dir ao comprador, e mais um bonito moleque d?
18 annos, oflicial de pedreiro : na ra de Hortas
n. 96.
V

li
Piano
Vende-se um piano forte e em muito bom esta-
do : a tratar na ra da Saudade n. 12.
VENDE-SE
na ra do Livramento n. 32 popelina de seda de
cores a l#30 o covado, para acabar.
Altga-sc
(

armazem da ra nova "de Santa Rita n. 57, pro-
rio para serrara : a tratar junto n. 89. '
- Aluga-se a loja da travessa do Livramento
n. 10: a tratar na praca da Independencia os.
18 e 20.
PECHINCHAS
Loberas de chita adamascada a 3300.
Lencoes de bramante a 2j.
Ditos de algodaO de duas largaras a 1/200.
Cobertores de la escuros a 2J.
Colchas adamascadas a 44.
Toalhas alcochoadas a 6| a duza.
Na ra do Cre po n. 20, loja de Guiljierme &
Companhia.
Grosdenaples
Grosdenaplo p eto a I i800 o covado.
Dito preto de cordo a 2-200 e 2{400.
S na ra do Crespo n 20, loja de Guilherme
Companhia.
Cretone
Cretone, lindos padrSes, a 440 rs. o covado.
Na ra do Crespo n. 20, loja de Guilherme tt
Companhia.


V

T
Diavio de Pemambuco fgttP4fr CCuV \ de JaU*o ^e .t?3-
-7-TT


DO
RUADO BRUffl N.
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS aeobores de eogenho e ontros igricoliores, eenpragajroa de o
itwiino u favor de ama visita a seo estabelecimento, para verem o ovo sortimento
basto > que abi tem; eado todo superior em qualidade e fortidSo; o que com ns
accio pss >al pode se verificar. *'
ESPECIAL ATTENQO AONUMHtO E LUGAR DE SA FHDigJto r\
fTftnorAa a roda.*, d'atynfl. dos m,is o^* ****"*. u
Vt(JUl Oft V rUUttS U itgua, maDhog convenientes para as diversas
renastancias dos senhores proprietarios e para descansar algoio. ,
Hoendas de caima ;2! 8 uaMfch, *>>,hore8 p"
Rodas dentadas para animae8' agoa e vapor*
Taixas de ferro fundido, batido 6 de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
lYfa.Vhin.emnc Pra.mandioca aJgodao.l PodendoJ todoi
WJ&bkki Uldiliud e para ferrar madeira. f ser movidos a mi
kvmhia por ?*" V8por'
ffvuiuo de patente, garantidas........ |oa animaos.
Todas as machinas e wa8 de qafl mtQm preci8,r-
Faz qualquer concert *m,ehili8,D0' w sumido.
Pi?*7>'' '1*. dfi f^lT'l tem as memores e mais baratas existentes no mer-
ffno'iTrimAnrloo Incumbe-ge di mandar vir qnalquer machinisno i von-
atXit:fllUiOUUAbi ta(je dt8 dientes, lembrando-lhea a vantagem da fawrem
ioac compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qaalqner necessidade pode
Jx prestar auxilio.
Aradas americanos
COMO SiO LQPS!!!
Ob leqttes lodos Oe mftrepon* fctKMM e te l
e#keTiua imam o imicoUN AO-*'ew-toara i"
taraam do madrepcrola em alto ralayo, |or-,
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERANZA a ra Tiuque de Cattas n, 63
(amiga do Onemad^ quem co tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meips adniecos, ernzes;
coracaei e caesfletti, qiev ao-ifllfoita boa
Leacolna das,Exmas. (atoantes do cbiuuej.vonde-se
ctta
olha c
fiel**
A Nava BsftraBca i na Dqqga e Ci*ft
63, acaba de receber nm hado ortnento de bo-
nicas de muilas qualidad^QB, viado catre Has ti
engranadas uuuecus de borradla, sim lambern'
ujma pequea quantfdada. ip Aooeea* apetas que
se tornam apre^adas-Oe si otid|df.
Ebem W
' A Noua Eiperanca ra Duquo de Caxias n.
C&ooaiia concertar porcelana bese ulU.
Vestido perdido
Muitas vejes um vestido torna-so inteiraineute
feto, somento por estar mal enfeitado: a Nora Es-
perares ra Duque de Casias n. 63, remo ve
este nial; porque e bem provida dos naeltiores
gaI5es e fraujas de todas as cores, onde pode es-
colher-se vontade sobrcsahindo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela aua varleda-
de de eflres, flea bem em quasl todas as fajeadas.
A ella antes que se acabem.
Bolas de borraha
Vendem-se de todos oe taaianho ra Duque
de Casias n. 63, na Nova Esperanca.
*
Ty
e instrumentos agrcolas.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
GRANDE REDUCGAO EM PREQOS
Atten^o. Attengo.
Na loja de Soares Leite Irmos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
Canta de nha com 40 novellos, a 500 rs.
dem i'lora de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadoira a 1200
Idemkanaiiga do Japao, a 12200.
dem divina, a 1JW0O e 15200.
Abotoaduras para collete, de todos os
ajoUW, 200 rs.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
boa, a 1JJ000.
Duta de pe^as de cordo imperial, a
90rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
1000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 135000.
Duzta de baralhos francezes canto doura-
<\ i 3400.
!dem idembeka lisa, a 2?>i00.
pMrafa de-tinta rosa extra-fina, a 1J5000.
llana de botos de osso para calca, a
WD rs.
Dt|oes moderaos, a3?>500.
|iia i te pos para dentos, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
IM i, e 1-?000.
Dmia de sabonetes de amendoa, a 2$500
Ojw>ta muito boa, a 1$, 1^500 e 2?d000
< frasea.
h;:h le sabonetes de anjinbo transparen-
te, 339200.
dem dom com flores, a 1J9300.
Ouzia do collarinhos bordados para ho-
nm, a 85)000.
Doiia dcpc?as dt' trangas caracol branca,
^ 04 rs.
dem idem lisas !.rancas,a 200 rs.
dem idemlisa de cores, a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 29800, 49000
e 69000.
dem idem liso, a2600, 33?500e 59000.
Caixa de papel amisade, boira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Ouzia detalheres cabe branco, 2 B., a
59000
Mam de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros do linha, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes,
800 rs.
Chapeos para senboras e meninas.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Leques para senhoras, a 29000, 49000 e
69000.
rivrospara notas, a 320.
Hedes enfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia de collarinhos lisos para homem, a
69000.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
AS.
Bonicas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
tmia em sua caixa, bonocas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
afeieelos oorcellana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
las de rame, muldurae estampas para quadros etc., etc., emuitos objectos quo se
torna longo mencionar.
EXPOSirJO UNIVERSAL DE 1855
MEDLHA OE I" CLASS:
ALF. LABARIUQUE & Cu
DIRIDH MBARBAQUI
*PfF.OVADO PELA KCADEMI* DE MEOICir.1 OE PAHIZ
0 Quimurn Labarraquc,
um vinho eminentemente t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas as outras pre-
para'Oes de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
nente empregados na medicina
preparam-se com cascas de quina
cija riqueza em principios acti-
vos c extremamente variavel
parte disso, em razao de scu
ruodode preparacao, estes vin-
hos conlcm apenas vestigios ds
principios aclrvos, et em \>to-
porcSes scinprc variavci.s.
0 lliiiiisuui I.atfar.-iiqnu,
approvado pela AcadUmi i de me-
dicina, ciii.-titpc pelo contrario
um medicamento de composi-
{3o determinada, rica em piiii-
ci ios activos, e com o qual os
i
mdicos e os doentcs podem
sempre contar.
0 Quiniun I^barraque
prescripto com grande xito s
pessoas Iracas, debilitadas, seja
por' diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenra, s meni-
nas qui tem difficuldade em se
formar e desenvolver; s mulhe-
res depois dos partos; aos velhos
enlVaijuedos pela idade ou
doenca.
No cazo de chlorosis, anemia,
cures pulidas, este vinho um
poderoso auxiliar dos ferrogino-
sos. Tomado junto, par exemplo,
com as pilulas de Vauet, produz
elfeitos maravilhosos, pela sua
rpida accjlo.
DcfuaUo cu i'aris, I.. FUl^UE, ru Jacob, 40.
Iiia do BarSo da Tclori n. 22.
1)F.
Cai'iioii'o Viauna.
A' este grande estabelecimento tem ebe-
gado um bom sortimento de machinas para
CaMtofibn/nfOs'ttenauem *?*"*?! (te todos os autores mais acredita-
VMCWftWft W.umiUl ewwjv/e ^ei^ff* ^ uitima,nentena Europa, cujas machinas
QU(>r sao garantidas por um armo, c tendo um
A No* Espuma i uie de Cwits % ferfeito artista para ensinar as mesmas, em
^3, acaba de receber a veriadeira tintura de Des- qualquer parte desta cidade, como bern as-
HMM
Pharmacia de \. Ma,urer & C.
nous para tingir os cabellos, o que se eonsegue
(empreandoa) com muita facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos s tem quen\fluer.
fkt&o na mda
Os cinto roes de conro, proprios para senhoras,
Se recebeu a Nova Esperanca ra Duque de
xias u. 63, esto, sim, senhora, esli na moda !
Se queris ter ou preparar um ramalheto de
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
ou para ou tro Um aiiropriado, neeessario ir
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 3,
que all encontrareis oh meloores pars k'tquets
que se pode desejar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Duque de Casias n. 50,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua,
florida para fazer os cabellos prekw. O bom re-
sultado colhido por quem tem fcito uso dessa
inoffensiva prepararan a tem altamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
Tamente deila precise e queira se aproveitar de
sua utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oleo florido para o mesmo uso, e ti) acreditados
como aquella.
('.hilas largos
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. 50,
recebeu urna pequea porc.o de cintos largos con
franjas e perfeita mente acabados ao ultimo gosto.
Alem delles ha fitas proprias com diferentes lar-
guras e eores.
Gravatinhas com la dadas para senhoras.
A aguia branca, ra do Queimado n. 50, rece-
beu novo sortimento de lindas gravatinhas com
laces, bordadas, e outras de cambraia, enfulladas,
para senhoras.
Bello e variado sortimento de
enfeites para vestido
A aguia branca, ra do Queimado n, 50, re-
cebeu um bello e vanado sortimento de franjas e
galSes de seda de diversos gostos e cores para ves-
tidos.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A leja d'guia branca, roa Hoque de Caxias
h. 50, recebeu novo sormento daqnellaa to pro-
curadas meias cruas para senhora, viudo igual-
mente para meninas, e contina a vendo-las por
precos cominodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinha>
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende as pelo9 baratos precos de 3J,
44 e 6000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
cao.
Perfeita novidade.
Grampos com borbolctas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu nevos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de corto
perfeita novid de. A quanndade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de Id e sed$, eu-
ueitadas rom arminho, obras estas de multo gosto
e inteiraneute novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram
pos,- brincos e rozetas deurndoe ; assim como
novos diademas de ac, e como.sempre conti-
na a -vndelos por presos razoaveis P* ?
Caixinhas com pos dourados
e prateadosylj?aE%ea,bllas.
Vende-se na loja da Aguia Brama iva do Dn-
le de Caxias n. 50.
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
2^dk
Loureoco Pereira MejiilesGui
Declara a aous frguezes qtit Itm resorvido>iideb o toiobarao
_jr :
CHITA!
sim concerta-las pelo teropo tambem d um
Sino sem despendi algura do comprador.
BSte estabelecimento t mbem ha pertenras
para as mesmas machinas e se supino qual-
quer peca que seja neeessario. estas ma-
chinas trabalham com toda a pereicao de
um e dous pospontos, franze e borde toda
qualquer costura por lina quo seja, scus
preeps sao da seguintequaluladc : para tra-
baiar a mao de 30-^000, 40900a. 455000
e 509000, para trabaluar com o ji sao de
80J0O0, 009000, 1909000, 1109000,
1209000, 1309000, UM8000, 2009000 e
2509000, emquanto ao**utores nao haal-
teracao de presos, c os compradores poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedaaVe de objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras pora viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
criaaca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nquissimas, para senhora, despensa veis
para crta#<;as, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditosavulsos, colheres de metal fino.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
quo visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nila at as 9 horas da noute
Ra do Barao da Victoria n.
__________22^__________
SHERRY KINA
(VINHO DE QUINQUINA HIGINICO
PREPARADO COM OS MELHORES V1N110S DE HES-
PANHA DA FIRMA
CALVIIRACfl.G. C, DESEV1LHA
FOKMBCEDCR DA SLA MACFSTABK A RAINHA
DHESPANHA.
POR
THOMMERET GLIS
l'Iinriiiiu'eiitico
EX-INTF.RMO DOS HOSPITAESDE PARS
0 SHERKY-K1NA o vinho de Quinquina
que boje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade c
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicacao nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MUITAS VE7.ES SE SACRIFICAN AS QUAL1DA-
DES TAO ESSENCIAES Qt'ER DO V1NUO, QVJER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da especulacao (Ver Guia das Aguas
Minerues. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.* edic^o.
NICO DEPOSITO
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOME & C.
Ra Lara do Rosario n. 34.
saber:
I | mr m- Y k |T F
TAS A 100 E 200 KS. 0 COTADlJ.
Vendc-sc chitas francezas largas cent to-
que de avaria. a 160 e 200 o cotudo. Di-
tas Hmpas a 240, 280 e 820 rs. covado.
CAS6AS FHANCEZAS A 320 BS.
Vende-so cassas francezas a 326 e 360 rs.
o covado.
LASINIIAS A 200 RS.
Vendo-se IJsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 US.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CUITAS A 19600.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a
1*600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 4*500.
CUALES DE LA A 800 RS.
Vede-se chales de l de quadros a 800
rs. e 1*000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39060.
Vende-se pecas de cambraia branca tcaBS-
parentes e tapada, a 39, 3*500, 49, 49500,
5* c 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 2*500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets protos do seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapos de palha, pollo e
massa, a 2*, 2*500, a*000 e 4*000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pecas de raadapolo "enfestado a
3*000. Ditos inglezcs para os precus de
4*, 4*500, 59, 69000 e 79000.
ALGODO A 39500.
Vende-se pec,as do algodo, a 3*500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vend-se bramante com 10 palmos de
largura para leofol, a 1*600, 2* e 2*500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACAO DE SABONETES 280 RS.
Vcnde-sc urna grande porcao de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos Trancezes cim
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia,'a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.

\\N
VERDADEIRO LE ROT
EM LIQUIDO OU PILULAS
|Rue de Seine, 5i, PARS
que
Luvas de
as3 de
A loja da Aguia Branca, roa Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu noy sortimento de lavas de
pellica, pretas e de.putras cores.
LOJA DO l'ASSO
Ra Primeiro de Marco
. 7 A,
outraora do,Crespo.
Os proprietarios actualmente deste importante
estabelecimento, tendo procedido a una completa
reforma em precltadp estabeJeiment, e (Cpiucios
de ser ello um dos njais bem sonidos, principal-
mente em artigos do moda e alta novidade, pedem
ao respeitavel publico o em particular aos seus
numerosos fregezi s a bonade de cootinuarem a
depositar em sua confianza, garantindo screm bem
servidos e por precos niniiaiiiopte baratos. V-
hham pois todos comprar novas e liadas fazen-
das, de cujas damos uin pequeo resumo para
que vista delle possam apreciar.
Velludo preto, setim maco preto e branco, gor-
gurao de seda, grosdenaple preto a e liadas co-
res, la com lisias ^sela|:CMbBi| paripoza,
nansuk de lindos $mtoyf, eamizs noldsdas para
homem, vestuarios para enancas, chapeos par
baptizados, mantas brasileira^' meias ''cores pa:
ra homem e menino*, chaWbs de cafc de marfim
para sol, granadiBe.' fil le seda, rifas ba?fpiin:i>
d seda, 016 de lloho, brafOAlfit, a'mbrafiK cM-
tas, caasemiras, etc.'. na loja do Pas, rd& PrV;
Aireo de Marco n. 7 A. ;
i.
mmmmmmta
T.iii tadd ghi n, vai, entre a rollia e o |opel azo:
Ique leva o uicn siuclc, um rotulo mpresso em ama-
llo com mo sello SICNORET. PAIMS. F.ncnVnailo
fcobre fundo negro.
'"'if. B. Rertifllentlo-se urna lettra de 500 franco^
obre Parts, recebe-se 725 Trancos de medicamentos
Deposito principa!
Ido legitimo If Roj
cm Caza do nos.
unleo agente pelo
Braill Skno* de
:.cirr na Babia.
na
,'-,',.,
L'iic'deposito,"auu'de se acha a venda na
casa de'P. Maurer ('.
As nicas verdadeiras
Bichas hamlmrguczas une vem a egtc mercado;
' na' ruA-dd1Ehi i (*Rf:SDEBRIM DE CORES A 1*500.
Vendo-se eortes de brim de cores para
cale*, a-l*>0%>22000.
B(fl|NAS A 39000.
Vande-ie botin\ara seuJlorafi, ar 1*000 e
3*500, a elbs antSque se acabem.
ROUU FEKTA NACIONAL.
Veude-se cauisas bwmtas, 1*600, 29,
29500, 39000\ 4*000.
Caleaade oasniiras Jo eores, a 59, 69 e
7*000.
Coletes de casenura, a 29, 29500, 39 e
.0000.
l'alitts de oosearo, \ 49, 69 o 89060.
Seroulas a 1<9 e 1960.
BRIM DE CORES \ 446 RS.
Yeude-se brim de todas as eores a 440
rs. o c'vado.
LENCOS BRANCOS A 2*000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de lencps brancos, a
2*000. Ditos com barras de cores a 3*000
Uitos de linao 59000.
TOALHAS A 806 RS.
Vande-se toalhas para rosto, a 800 rs. e
1*000.
(1RAVATAS DE SEDA PRETA A 500 RS.
Vende-se gravatas de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita pera coberta, a 280 e MO
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 1*500.
Vende-se l-oneteo par meninos, a 1*500.
ESPARTIL1IOS PARA HORA A 3*500.
Vendo se espartilhoo para senhora, a
8*500.
PENTES A 9M RS.
Vende-se pentes de albir, a 240, 320 e
400 rs.
POS DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa,' a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos,
&240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-so tesouras de diversos tamanhos,
a320e500rs., para liquidar, e ou*os
mu i tos artigos que se vende barato para li-
quidacao de facturas.

FAZEHDAS PARA ACABAR
Na ra do Crespo n. 20.
LOJA DE
GuiUterme Carneiro da Curiha & 6.a


PARS
I
/Sccc
I
PARS
CARTO I1LLN
APPROVADO PELA ACADEMIA IMPERIAL OE MEDICINA
m 37 daembro de 1810
/M,
PARS
I
/c/A
I
PARS
I
Vc/A
ITaobretudo As suas propriedades eminentemente absorventes,
que o Car a* de Uriioe deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affeccoes seguintes ;
GASTRALGIA
OYSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
digestOes difficeis
drzs de- estomago
CONSTIP'eiO
CLICAS
OIARRHEA
OVSSENTERU
CHOLERINA
MODO DE EMPRECO. Ocr*odB*lloe(Ckjrb(iiJeBe!loe)
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
raslillias. Geralmente o bem estar sente-se logo depois das pri-
meiras doses. Urna informacao entensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilbas.
Dpottito em Paria, L. FREAE, 10, rae Jacob.
PARS
I

I
'!

i
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM I0DURET0 DE FERRO INiLTEjlAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE OARJS, ^TC.
Po6suindo as propriedades do iodo e do vebro, ellas convem especialmente as Ajtrac- I
cCm scrofdlosas, a Tsica no principio, a (raqueta de temperamento t tambera dos caso* j
de Falta de cor, ahenorfhea, em que neeessario riair sobre o sarobe se)a para llie
riqueza a abundpcia normaes, ou para f rdvocare regular o au enrp'perlb-:
urdo it ferrf Imwiro
Corito pror^e plrez
restituir a sua
Alee.
N. B. O Murcio it ferr imwro eu alterado i um neill
irritante. Codio pror le par cu e aullienlicijade da*
Pilula-i ale Blaneard, deve-se exigir costo aella do
Uva e BOB* Oriim, arjul reproduca, que" se ada ni
i(e mu raala verde. Dere-ie desconftar da FaUifi
Acaaa-ae et tadaa aa paarauaela J'harmace
rala roac-
rk iaftrior"
Pe.
o, ra

L'nko deposito, a onde se acha avenda na casa le V. ^AU-rej; ft^C.
Ciiq rlr l.oi'n m V
Ra do barao da V
i


i

Diario de Pcmam'buco Sogiutda-feW^flF^l titilen.
PILUL,
IBEBBS


. Wtakfft&tt ^KDO EC#o'M F. CEI.tniPADE.
INJEGCAO" SHOST
[ifalliyol na cu-
fiares brancas efluxos.de
topa 'lites nu chroicas; e que
oBprce como garanta de salutares resullaaos
a continuada applicasao que sempre com a
maor vautagew se tera feto dola nos hos-
piUes de Pars.
nico dep/jsito para o Brasil, parlholomou
d C, ra Larga do Rosario n. ,34.
L'ns hofea radios$fys
Urna, d^sio_vigorosf
l'i escolente appetite,
s|o algns dos beneficios que se podem de-

ntar, fa^n.a^seurp.uwregqlac, das
Punais vcgetae de Bristol.
lima .qya, certa e efflcaz dos intestinos,.
Um remedio admiravel para os rirts,
Um tnico poderoso piara o estomago,
Sao as iiaprecia-veis qualidades meditas
que se podem encontrar, usandrse das
Pitillas vegtaes tic Bristol.
lima medicina que neo produz dores nem
clicas.
Um purgante que nao debilita nem en-
fraqueoe*:,
Lm laxante que nao causa a menor
uausea.
Formam urna das muitas virtudes que
pa&sgeni as
Pilulas vegetaes de Brfotol.
Um medicamento suave e favoravel para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
svstema.
fui remedio completo e seguro para as ir-
regularidad^.
Sao os elle i tos som falta, resultantes do
us e emprogo das
Punas vegetara de Bristo!.
Urna compleo clara, alva e transparente,
Uina pelle macia e delicada e um
Hlito doce e agradavcl.
Sao os resultados cortos einfalliveis, de-
pois de se
baver tomado algumas dses dcste
mcjlior dos
Remedios as
Pilulas vegetaes de Bristol.
Em todos os casos de molestias Turna na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou syphilitica ;
ou quando a massa do saugue se haja tor-
nado tur va ou viciada pelo uso de ferro,
mercurio, ou por outra qualquer substancia
mineral a
Salsaparrilha de Bristol.
dever ser usada do conjuncto com as pilu-
las, e assjm obrando-se, em restricta con-
formidade com as direc^oes inscriptas -no
envolto; os doentcs podern ricar certos que,
urna vez usada conjunciamente urna com a
outra, nenhuma enfermidade ou molestia,
por mais severa ou arraigada que se achev
nao poder resistir ao combinado poder se-
cretorio e sanitario destes dous
i*' '
.OTWji:.
Ni
Man etHUA. .-rtf JMRjastk Hj

jarope d'agrio do Para
Antigoe co'ncetuado medicamento para
cura das molestias dos orgoa respiratorios,
como a pat)Sca,,)>ronchites, asthma, etc.,
appcado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara deBar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
Merino preto a 800 rs. o ,co-
vado. .
Merino proto a 800 rs. o cavado, proprto para
vestido servo para luto, por ser sem lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livramento.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs. a peca.
Vende-se ntremelo.*, tiras e bkos bordado? a
rHroi, proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nhas de enanca, polo baratsimo preeo de 300 rs."
a peca na loja* das 6 portas em frente do Livn-
ment, do se pecas a mostra com penhor.
Lazinhas escocesas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lzinhas escocesas, padrees inteiramente no-
vo*, pelo diminuto pre de 280 rs. 3 covado, c
pechincha e do-se amostras na loja de Guilier-
me C. da Cunta A <\
i humos
Ambis estas medicinas acham-se venda
orii todas as principes boticas e
lejas de drogas.
Aehvse a venda em todas as boticas.
H. Forster & C.
AGENTES.
Nao ha mais cabellos
broncos.
TINTURARA JAPONEZA.
S e nica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tein apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Rccife, boje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Joaqun* F. dos Santos Coioibra (iuimares,
vende eui seu escriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. 3 1." andar :
l.af do Rio
Cha t a em latas de i libra
Fumo a em latas
Fariiiha de mandioca
Vinho de Thomar, em decimos-
SOARES HITE, IRMOS
W i i t.
lina do ton ila Victoria ii. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
Na expsito de Taris, cm 1807, foi concedido a
Elias Howe Juuior, a medalba de ouro e a condecora-
do da Lgio de lo'nra, por serem as machinas mats par.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a Uowe Jnior, nos
Estados-Unidos por" ser o inventor da machina de cos-
A medalha de ouro na expOsico de Londres acreditan)
estas machinas.
A 908000


Tem sido apivsriilaila ao publico
Durante o espaeo
nn
4 0 A p O S.
DE
RBIST0L
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS !
A SAI'SAI'AURILHA DE BUISTOL puri-
fica a massa do sangue, expelle para fra
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as 9ccrcc,cs, d vitalidade e
energa a todos os orgos e d forca e vi-
gor ao systema aim de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enformidade. E'
pois este um remedio constitucional. Elle
nunca dstroe aim de poder curar ; porm
constantemente assitte a natureza. Portanto
em todas as doencas constitucion das as molestias locaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsapariulha de
Bristoi. um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis o incontestaveis
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Ulceras,
i' liaga* antipas,
ENFERMIDADES SYl'HITICAS
KRYSII'E.AS,
RHEIMATISMO,
NEVRALGUS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto renome
Salsaparrilha de Bristol
por toda* a6 partes do universo, sao to so-
mente devidas
NICA LEGWlMABOHMilSAL
Salsaparrilka (le Bristol
N. FrsliT k C.
AGENTES.
IA PRARAGA CENTRAL
Pechincha
Prelo de Lisboa a (1300.
Mimo novo a 4100.
o trapiche da companhia Pernambneana nu
maro 30. |______
Vande-ae per barato prco, ump raobtiia de
amareUo com tampot Je ped, com poueo nao,
assira como uiiu tama fraoceza. de amarillo : na
ra da Roda, sobrado n. 17, l. anJar.
Materiaes.
Ba sempre para vm&rie jjflr contmodo preto,
lijte de acenaria otrn, 4* fo da bMa, di-
to de tapamento e telfeaa, o qoae Biandainor
em qualuuer kigar : a ver earatar na olaria da
ra aa Visconde de Goyanna, antiga do Hbudego
ITO muito acreditado ra+> prineeza de Lisboa, das
fabricas de Xabregas e anta Apolmia, vende se
na prat^a da IndependBuoia n. 5, luja ias violas ;
assfm como, nais as yejraiiites qualidades : Prin-
eeza da Baha fino, meio crosio ; gasse fino, gros-
so e aoicrelliiihii; Paulo Cordeiro, commum e via-
JSB, IjwmB arapreta superior i rolSo frtlj-
cez e prineeza do Rio do fabricante Rocha.
Hesperdina
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Uowe de Nova-
York, estibeleceu uesta cidade ra do Bario da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em l'ernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machiuasde cos-
tura de iiuwe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeifo de sen trabalbo,
empregando urna agulbit mais cuita com a mesma qualtdade de linba que qualquer outra,
e pela introducto dos mais aperfoicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
olfcrecer ao eiaiue publico as melhores machinas do mundo.
As varitagens destas machinas sao as seguintes:
^ Primeira.O publico sabe que ellas s3o duradouras, para isto prova ncontestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Uowe .em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Hnellas menor frcelo entre as diversas peas, menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto 'mSo.
Quinta.Permilte que se examine o trabalho de ambos os flos, 6 que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira.'atravessndo o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modlUcaT-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina. '
Stima.O compressdr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comec,ar nova costura.
Oitava.Muitas companhes de machinas de costura, tem tdo pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opiniSo de Elias Howe, mstr em artes mechanidas, lm constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje n3o attende a procura, posto que fa<;a *0 machinas
por dia.
Pde-obter en poseo lempo vota-o oso do melbor dos licoresa a^msa
Fu-pilo
HESPEHIINA
anoos que conhecido esie precioso tnico, e difcil arbsr niaa peno
joe, teodo experitnenUdo pesoalmeote, nao filie em seu favor, j coffi toa atuwtc*
e apetuador, tomando om ca!ix dell* antes de jantar, tro como facilitador da d;r
tomando-M depon.
ABASE
da HESPERDINA LARANJA AMARGA^ Dio ha om habitante do RRAStL (atsrr.
especial das aranjas) que nac conheca ag propriedades medicinaos da dourade fracia
ora bem, a
em seo eilido natoral tem nm gosto pooco agradavtti, e o mrito da Hesperdma as
siste em reter sais boas pmprii>dadf8, e ao mesmo lempo apreaenti-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERDINA corno INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada one ievjar t,
melbores imporlacoes enropas de cathegoria si>melhante. Estas, quando meito, po ser gostosas, porm a Hesperdina a combinarlo perfeita do
AG8ADAVEL E SADDAVEL
Para prova d? qoe nm artigo no qual pde-se ler inteira confiaota. por carpan
e innocente, basta duer-se qoe foi plenamente apnrovada e autorizada pt
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiltindo sna livre elaboraco do imperio; octri
a acceitao geral qce tem em tedas as partes oDde apiegenlada. Bu m*b
leceu se a primeira fabnca em Boeros-Ayres; ero I86> a rpnnds err. Iffonteelf;
do dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR Inaogi.m.i-se a rbrica qce KtonUmtUl
Irabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a e*8ta do Pacific tem bol acwiuc*
tanto qne rara a casa qoe coosidera completo sen aparador sem orna garr? de
i
l
O humero velho loma Hesperdina para ohter
.-

VIGOR
O bomem doente tom Hesperdina para ohter
SAUDI


.


Verdadciro biter hesperdina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos
C ra do Amorim n. 37
TASSO IRMAOS & C
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo m 47,
tem para vender por preros commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaro^ar algodio.
Machinas de nadaria.
Potassa da Rua em barril.
I'hosphoro* de cera.
Sagn.ein garraoes.
Sevadinha cm (rarrafoes.
I.en'i lias em garrafoes.
Rhnm da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Seherry.
Vinho da Madeira".
Potes com linguas e dnbradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulbier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Rarris com repolho em salmnnra
Vende-se o sitio existente na travessa
do Remedio, freguezia dos Afogados n. 21,
hoje Recco da Travessa do Remedio n. 18,
em chaos proprios : quem pretender enten-
da-se com o seu propriclario na ra de S.
Francisco, desta cidade, n. 10.
Vende-se podras de amolar : no armazem do
Motta, da companhia pcrnanibucana.
Pechincha.

#
NA RA DO CRESPO N. 10.
Saceos de estopa vatios proprios para M
assncar e fariuha a 320. I 5M
Madanolo a 2, 2-00 e l, a peca, m
Algodosinho largo marca T a 4*000 a *
pe?a. 55
Chitas de cores a 200 e 240. x*
Cambra as do cores a 2i0 rs. e com '
barra a 28U rs. o covad i. fgK
Grosdenaple preto'a U600 e gor irao g
largo a 3*000 e 3*500. Q
Vestuarios do fustao para meninos, a S?
*i 00 e de cambraia bordado a 6q00. Ai
Chales de cores a I*, 1*200 e 1*500. **
%&, Gangas de linho de cores a :i0 rs. o c. Q
fy Algod-io azul mericano para roupa de
X cscravos a 320 rs. o covado.
Muas para meninos de todos os lama- 55$
j manhus a 3* a duzia.
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
grande familia.
D. fiara losephina Ra wlinson que agora se acba
em casa .de seu pal Guilherme PurcelL em Santo
Amaro, vende spu grande sobrado no Poco da Pa-
nella, esa que resido actualmente o >r. r. Ser-
fica, equal tomase recomineudavel pela sua,boa
localidade, copstruccao, c ser edificado em chao
propno. Contiguo ao ref rldo sobrado tem urna
bonita casa nova de Minar com jardim, cacimba
e banheiro : qnem preteuder dirija te proprie
Una Maria J. lUwhnson, ou aeup*i Sr. Gai-
Ihenne Porcell, ra do Lima n. 30, Santo Amaro,
e para informacao, na toja do Sr. Joaquim Baptista
tr ora m 4a aJeia
MA^Y

NA
Vende se o sitio i]aammy, R iprai* dt> Lucelia,
provincia da ParaJjfcba, prefoi Amito Cvinniodo :
tratar com Tssu Irmaos.
.,;
______________________________.

i negoao
VenJe-sa 12 oasjnhas na ra Imperial, qu ren-
de iiiensaiBtnU! 120^000, todas em sol proprfe e
reedlftranas de novo, veude-.-e por um prec/) bara-
tissimo : a pe.-soa que quizer ter ^ru dinheiro no
aetmrofom um rend ment-adcnirav^l, dirlja-se
ra das Trncheiras n. 3, que far todo negocia
Cada machina aoompanha livretoa com instruccoes em portuguoz.
A 9d000 A 90s>000


SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 2 8.
O boooem dbil toma Hesperdina para obter
Ncs bailes as donzelias e os mo^os tomam Hesperidm pan bter toi m
animaco dnrante os ioucos gvros da
BARROS JNIOR 4 C, rna do Vigano Tenorio n. 7, Io andar, rt*(MMi ut.
grande especifico, e veno^B-Qo nos depsitos seguintes:
Joaquim Ferreira Lobo, rna da Imperatriz.
Zeferioo Carooiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalvea da Fonie, roa da Cadeia n. 2.
Antonio Gomes Pires 4 C, rna da Cadeia.
Aotooio Gomes Pires C, caes 22 da Novembro.
Gomes A Irmu hotel da Passageu.
.\o ariiiazeii de Joaquim Lopes Hadad t
BAZAR DA HUA DIMITA
HOJE
MARCILIO DAS
N. 81.
Este estabeJecimento sempre solicito em offerecera concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapos e quinquilharias a
precos os mais razoaveis possivois, para o que recabe quasi todos os seus artigos de pro-
pria encommenda da Kuropa e America, vera dargublicidadedeajguns artigos por cojos
presos bem se pode avahar os precos de outros miiitos que se loroaria enfadonho pu-

MLUDEZAS.
i
e, 1
blicar.
MIUDEZAS.
L para bordar, da melhor
libra por ffSOO.
Agulhas francezas, fundo doarado, a cai-
xirrha com 4 papis a 60 rs.; 240 -c.
Voltas de fita to vfeH*. com lindos co-
races lingindo rnaureperola, a 500 rs.
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu,
companhadas com 1 par de brincos seme-
Ihante, tudo por 25500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propina para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerario a
gosto do freguez, a J01OO a duzia.
Diademas dourados de 1J>500 a 3#00O.
Ditos de tartaruga com flores a 23)000.-
Ditos com borboletas a 13J500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaquet de 500 rs. a*2!00.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1J500
e 2J0OOO. '
Voltas do aljofares cora brincos, a 2P800.
Ditas de ditos com corac,es a ?WO.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a i9 e 19500 o par.
Grvalas de seda para senhoras de t*2O0
a 210000.
Parares com 2 lac,os para cabera e paito
4<.8* e 4|>O0O.
Entremeios e babadirmos bordados de 60
rs. a 2J5400 a pec,a.
Cales de seda brancos e de cores, de
1^500 a 29500 a pec.
Ditos de algodo e seda, de-I mt>0
a peca,
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs, a pec,a.
Trancinhas de cores, a 100 e 500. rs.. a
"PeC.a" K >fl i. tAI'-
Loques de marfim a U$ o 85,000.
Ditos de sndalo a. 49500.
Ditos de madeja imitando, a 29000,
Ditos de papelloes a 1J&800.
Coques para senhora, a 3% 39500 e 49-
Ailrec/js fingindo coral, compoodo-se de
alfinete e brincos por 29000.
llfta dito pretos por 29300. Ditas ^e a'^odo alcoxeados,
Ditos de plaquet, coin^ndorsc dealflnete,' Clxas ^ ertdhdtt^ira cama d^*l,
O'hrince, aeudo de umitogqsto, por 59000.. <&**
No Scrittorio da run da ConMaenio o. *2, da ioo Jos da Corvalho,
-.eq fiU9btml .ir .. ,,J
i W r
ifw .ofcaa.u," Vm>A-n4 ewitnj. u* <
I'l

Brincos dito de dito por 29500.
Botes de setim pjietos e de cOres, a 800
ts. e 19000 a duzia.
Franjas brancas, de seda de todas as lar-
guras,^ J9000 e, 19400 o metro.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 19000 o
metro..
Galoes pretos de. seda, da muito gasto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas prelas gasneadas, para senhora, a
495.00 o. par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canuo
alto, a 59000.
Ditas pretas entonadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canuo alto, entonadas,
a$950Q,
Ditas para meninos, pretas.e de coros, a
39 e 49O00.
Completo sortimento de calgado do caso-
miro, Charlt, tapete e traaga, mais h/tf&lo
Jfl */ ^ .<*.em omr,* quaquei; p#rta.
CHAPEOS,
B-icos chapeo* de palo* d'Jta*, para se-
nhora, a II9OOO.
Ditos ditos pallia escura, da ultima moda,
t69O0,
Completo sortimento dfrphajjeosioho* para
meamas a senhoras,. de 29800 a 59000.
Chapaos de sal do'seda, ingtozes, fabo de
mariiro lt>9000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mu
to bonito a 59500.
Ditos dito da seda para senUora, cabo de
madeira, a 69000.
Datas dito, cabo do marfim a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadina para watidoa, {atoada da ul
ma moda, com listras de seda, a 60 o Oh
in#w va oiii coinctyUH
Pawoa4eonfcpaa,cadra6, a ib00
a 29O00 cada n. > ";na *
Drtos para sof, a 89 e 4900*.
Toalhas de Imho para rosto, a 19800 eada
tima.


Travessa do Corpo
Santo N. 25.





Vapores locomoveis de forca de J a 4 cavallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
'aquetas para cohortos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
Pontas de lanca para carro.
Chicotes para carro.
Cales largo e estreito para carro.
Kregos com cabera de marfim, idem.
,kX 1



Aderecus de bri-
Ihantes, esmeraldas
rubins e parolas,
voltas de perolas.

A I
Obras de ouro e
prata de todas as \
(pialidadw.
SAPHBA
N.
NOVA LOJA
2 ARa do
DE
DE J0IAS
CabugN. 2
BARROS *k 1 11.114
Achando-se completamente reformado este estabelecimeato, e
tendo os seus propnetarios feito urna importante, acquisigo de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar ama joia de
preep razoave.

tb Obt
Noraes, vende-se o sagiuate
Caf do Mo df> mhhto.
GimeBtw a Poitamif.
a preparada.
Cera em velas.
ieodimbafav
RRBB -
6buat> BezerroSi ttititt
Churoba d* numiolo.
-*oiaaM-laca, per*er. qaafcdade.
OaWm ihauayk*i.
Rtas de bala, i v ie
Ditas para crianzas.

Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
0, Pavao vende finissimas cseas francezas do
cores com os mais delicados padroes, por lrem
un pequeo toque de avarla de agaa doce, pelt
aante arofo Ao oa vnoos o covado. pechin
can ; na loja de Pavao, ra da Imperatriz o
BICHAS DE HAMBURflO
As mais recentes e meihres.
Yendexn-seaapharuiacia e drogara de Bar-
tbolomeu 4 C, ra Larga dosario o Rn. 84.
Joaquini Jop Gonqalves
&edtrao & Pilhos
Teem para vender ne sen escriptorio ra do
Commercio a. 6, o leguinte :
AGURDENTE da caj: caix da 12 garrafas.
t de Urania, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL 'de Lisboa, recememeate chegaa.
GHArfiOe da sol, por tomen e senhora, caac
de marfim e osso.
algodao a Bahi^da faarica do commea-
aaodador Pedpaak
UMUA de
Gas* ivm.
Vender urna casa i
tericea, em urna boa ra. a
,tratar i?a ra da Imperatriz
n. 8, loja.
PA^WoeaTgSaodaBahi^dal
Hiehdador Pedro.
fabrica do
li tiiU .i .....
--------r-
Ja ra da Penha n. 6, quksi
5 vende, por eu dono Mr de
desta pra^a: a tratkr ua mei-
rnilho : no trapiehe Cuaba,
libras eada um
Vende-se
0# o
s i i
i
aacco de 108
RETROK da tooai at qaabiaaea, da fabricas da
fyret a Kdaardo Milao.
rourias paraboUca.
de cera de toaos os tamaabos.
garrafada do Porto, caiaa da U far-
da Italia enfarrtnflfe, aixa a gar
lafi
. a>oMare* **ti* aancar^U.
de caj, caixas de l gar aras,
a Malvasia do Douro, caixu cora If kr-
xafa*.
t Caifavqtlos, IdMn-idaan. __
Casa para vencer.
1
de Negreiros) n. I
azulejo, e de pouco reconstruida
Nova n. 45, loja.
& tratar fu


8
Diario de Pernumbuco Segunda feira 7 de Julho de 1873.
ASSESBLEA GERAL
desse pipa ter poder superior o temporal
dos res; o podar que eHes reclamavam,
era o poder direi\obt rd*iatr>o, que
SENADO, approvava o sabio arcobispo fcrson, afim
DISCURSO PRONUNCIADO EMSESS&0 DE de^u os reis o o povos nio sil afcstassem
3 DE JL'NHO. "f
VOTO DE GRABAS.
(Conclusa*;
A propaganda quer tambora o casamento
civil, em que a igreja cftholica jamis con-
sentir seni offensa do sacramento do matri-
monio, o como preciso para o conseguir,
que nao naja tuna religio detestado, a reli-
gio catholica romana abracada por dez mi-
lhes de bra-ileiros, proclamar-se a separa-
Cao entre a igreja c o estado, a pretexto de
lberdade dos cultos.
O mesmo desidertum da propaganda an-
ti-catholica acha-se enunciado no n. 129 do
Diario de Pellas de 8 dejunho do anno
ultimo, e que os bispos e o papa desappa-
re^am, porque se quer destruir a jerarebia
de ordem e jurisdieco da religio catbolica
nos seus fundamentos e estabeleoar a religio
calvinista, que nao tem bisp. mas somente padres ou pastores para me
servir de sua especial denominado. Nesse
Diario, depois de se baver insultado o apis-
copado brasleiro e de dizer-se que este pre-
tende aniquilar os vordadeiros apostlos do
ehris'.ianismo, (a seu modo est entendido),
accrescenta-se: Loucos, mil vezes loncos;
tudo isso ter uin fun e esse fim ha de ser
breve. O primeiro toque do alvorada fea
agora ouvir mais do que nunca. O som
cchoou por todos os pontos do imperio... O
monstro ha de sor esmagado. Os obreiros
do progresso bao do supplantar os demonios
das trevas... supplanlando a mentira e o
embuste... Os papas morrero e os bispos
eclipsar-se-hdo.
Ora, a igreja de Christo tem por seus mi-
nistros, directores e defensores os bispos e
os papas ; e, portanto, desejaudo que ellos
lesapparegam della, faz-so guerra mesma
reja. Na 8' carta, que o padre Guilberme
rige ao bispo do Rio-Grande do Sul, de-
ira-se isto mesmo nos termos mais expres-
os, como se v do Diario de Pelotas de 9
junta . se convenca para semprc, que sou con-
o igreja ; e desojo que o povo faga o
io, pois que no seio della nao est a
o, que apregoam os ultramontanos.
due-so no fim da mesma carta:
ido a igreja j assenla sobre um vul-
! ruge... a revolucao inevitavel.
me ha le vingar o decoro e a dig-
humanidade.
porm, dizer, que a guerra que se
itado contra a religio catholica
mente sob apparencia das pala-
icas de ultramontanismo, jesui-
iranlismo, regressismo, etc.,
' de que se tem usado e abu-
> os propagandistas julgain
desnecessaria toda a de-
erdade das doutrinas, que
ae da razo humana,
eu : o que significa o ul-
Desiguam-se por essa pa-
ptentrional e Occidental
> professadas na Italia,
los montes Alpes. Di-
>res senadores que me
8 o nobre senador pe-
muito inimigo do
>
c
k
di
c).t
'W
de
En
team
raesn
salvar,
E con
a Quai
cao, qm
E' esta c,
nidade da
Releva,
tem aprese
faz-se nica,
vras cabalist
tismo, obsc
etc.; palavra:
sado tanto, qut
que com ellas
monstrago da
apregoam em noi.
Ora, pergunto
tramontanismo T
lavra na Europa St
as doutrinas que sai
porque icain alm c
gam-me agora os nol
ouvem, e especialmen
nusceram as here-
>s seculos XV, XVI,
ou ra da Italia,
tes? Sem duvi-
Wicklel, Joo
appareceram
consequencia,
de chamar ul-
que seguiam
am com as
'olica-com-
elles que-
u os ver-
olica.
emba-
le Espirito-Santo, que
ultramontanismo; ondt
sias qi.e appareceram nc
XVII e uniros na Italia
alm ou quem dos mor.
da, quem dos montes.
Huss, -Lulhero e Calvin,
quem Jos montes; e, por
ellos e seus sectarios haviam
tramontanos todos aquelles.
opinies que nao se coaduna\
suas, e que com toda a igreja cat
batiam os erros e novidades, que
riam inlroJuzir, sustentando assii
dadeiros principios da religio cath
Em taes LTumstancias, nenhum
rago tenh'j, senhores, em vos decan '. cluii
sou ultramontano, porque sigo o ens ino. e
as doutrinas da santa madre igreja cati
ca, apostlica, e romana, ereieito francam ,
te aquellas que sao ensinadas quem d
montes pelos sectarios de Lulhero, Calvino '
Zwiglo o outros hereges ; e por conseA
quencia em materia de f e costumes, quem1
segu as doutrines do ultramontanismo,
seguc as verdadeiras doutrinas catbolicas ;
e quem se afastar dellas est fra de igreja
catholica.
Outro motivo deu lugar a chamarem-se
ultramontanas as opinies da Italia que
eram contrarias i famosa dedaracao de al-
guns bispos francezes em 1682. ssa de-
clararlo do clero francez se divide em duas
partes principaes: primeira, que o poder
dos papas nao se estendia ao temporal dos
reis, ou que a soberana temporal por ins-
tituido divina completamente indepen-
dente do poder espiritual; e segunda, que
embora o papa tenha a principal parte n-s
questes de f, e os seus decretos se esten-
dam a todas asigrejascatholicas, a sua deci-
so nao irrcformavel, a nao Ihe dar a igre-
ja seu consentimento. Estes principios do
clero francez e outras mximas, que de ha
muito se propalavam sob o notne de liber-
dade da igreja gallicana, que muitos e sa-
bios theologos chamavam as servides da
igreja- catltolica, foram reprovadas nao so-
monte na mesma igreja franceza mas tambem
pordifferentes concilios de outras naces,
e at pelos mesmos papas, visto que ressa
declaraco se deduziam consequencias, que
destruan! todo o poder moral do Evange-
Iho no governo des povos e atacavam o pri-
mado pontificio e o governo espiritual per-
manente da igreja catholica. Essa declara-
do nlo poda desacreditar as opinies ca-
thelics que se seguiam alm dos Alpes,
ultra-montes,'
A primeira proposico do clero francez
resultou de se entender que a bulla do pa-
pa Bonifacio VIII, Unam Samctam, ataca-
va o poder temporal dos reis, attribuindo-
secomo monarcha universal o direito de
dar e tomar os reinos a seu bel prazer ; po-
rm, hoje est evidentemente pro vado que
esse papa nunca sustentou semelhante dou-
trina e que apunas se procuraram pretextos
para combater a verdadeira autoridade da
igreja. O proprio Bento VIII declarou
muilo especialmente em um discurso que
pronunciu em 1802 perante o consistorio
dos cardeaes, que nunca teve essa intenco
emprestada bolla Unam Sanctam, quan-
do ah disso.
Quadragiuta anni sunt, quod sumus
experti in jure, et scimus quod duie sunt
pro.estatesordinatoe a Deo. Quisergode-
et credere, vel potest, quod tanta fratu-
tas, tanta insipientia set, vel fuent iu capi-
te nostro ?
Por consequencia, nunca foi intenso
tas suas leis las doutrinas' do Evangelho.
Ora, esse poder sem duvida anda exeroi-
do.qttand a tgseja se oppe ao casamento
eiwl, a monogamia do estado do casados,
etc.
Pelo que diz respeito superioridade do
concilio para o fim de poder elle reformar
asdecisoes du papa em materia' de f, nao
pode essaTeclaratjao ter presentemente va-
lor algum, porque pelo concilio do Vatica-
no o pap infallivel em materia de e
costumes, quando decide ex cathedra, e
todos os calholioos hoje acredtam nesse
dogma.
Falla-se de guerrear o fanatismo. Se-
nhores, fanatismo o zelo ceg pola reli-
go, o zeio dos ectarios de Mahomet,
que diriam er ott tnorre; mas isto por
ventura o^que se praca hoje na igreja oa-
iholica t
O Sa. Jobim :A inquisivo dizia:
Crou morro queimado. *
O Sr. Figukira de Mello :A inquis-
o nao dina isto. A inquisieo tomara
mhecimento o crime de heresia para de-
clara-lo como tribunal espiritual ; e se os
reos desse crime, admittidos pelas les, eram
dopois punidos com penas civis mais ou
nsenos graves, ora o poder temporal quem
assim mandava-o por consiilera-ios pertur-
badores da |>az publica, segundo as ideas
que enlo domiuavam no estado.
O poder ecclsiastir.o apenas declarava a
heresia, porm, nao manda va punir; a
punico era imposta pelo poder civil ou so-
mente pela autoridade, que no tribunal da
inquisieo era dada pelo poder civil.
O Sr. Jodim :Os ris estavam subordi-
nados inquisieo ; o inquisidor mor sen-
lava-se cima do rei na occasio dos autos
def.
O Sr. Figukira de Mello :Ora, quem
nestes tempos de urna lberdade bem enten-
dida de ciyilsico quer retrogradar para
os da inquisieo 1 O nobre senador pelo
Espirito-Santo, no seu discurso de 21 de
fevereiro deste anno, declarou-nos que a
religio catholica era causa da intolerancia
e do regresso das sociedades, mas esla sua
proposigo nao p le merecer nenhum apoio,
por isso que os factos demonstram exacta-
mente o contrario ; e por isso c ira muita
razo dase o nobre senador pela Bahia,
que S. Exc. fazia (prmitta-me que uso da
mesma expresao) urna propaganda grossei-
ra contra a religio catholica.
O Sr. Zacakias :Muito.
O Sr. Jobim :A das irms de caridade
delicadsima.
O Sr. Zacaras :-V. Exc. j gabou-as.
OSr. Figueirade Mello :Finalmente,
senhores, pergunto eu : quem faz essa pro-
paganda ? E' o que mo resta examinar.
Neste ponto as opinies dividem-se; uns en-
tendem que o protestantismo, outros que
o liberalismo e outros que a macona-
ra.
Se attendermos para a denuncia dada pe-
lo bispo do Para, parece-me que o libera-
lismo, por isso que aquelle prelado, denun-
ciando a propaganda an-catholica e refu-
tando o protesto do partido liberal do Para,
nelle se encontrara dez erros reprovados
pela religio catholica.
Mas eu creio que o liberalismo nao tem
parte nisto, porque liberaese conservadores
se apresentam em guerra contra a religio,
o mais disso convenijo-me quando vejo que
umi pessoa todistincta no partido liberal,
io,no o nobre senador pela Bahia, o Sr.
Zacaras, foi um dos primeiros que nesla
casa levantou sua aulorisada voz em defe-
za da religio catholica...
O Sr. Zacaras E hei de levantar toda
a vez que fr preciso.
O Sa. Figiura de Mf. lo : -.. .e seja-me
peimittido dizer que fiquei com inveja,
nao s delle, como do mea nobre amigo se-
nador pelo Maranbio, o Sr. Candido Men-
des, por me haverem precedido na defeza
de to digna cansa. Portante, nao devo
suppr que esta guerra venha do liberalis-
mo, vendo qye um de seus principaes e
mais considerados chefes havia tomado a
defeza da religio catholica do estado.
O Sa. Jobim A religio catbolica en-
to- nrte-se de inuitu modos.
v OAi. Zacaras : Os protestantes que
entei. ,(,em assiin'
O Sv \ Jobim : Pratica-se de um modo
differonv e em Franca. E' preciso ver as
cousas.
O Sr. U carias : V. Exc. s quem
T* ?
O Sr. Jobim : Aquello que l foram
vram melhord.'
verana.
O Sr. Silveira
guerra dos protestantes, por quererem esta-
belecer entre nos as doutriaas de Lutbero,
Calvino, Zirkigle e outros ? Estou inclinado
a cre-lo, absolveudo por isso o partido li-
beral da iraputai;o de ter uella parte.
O Sr. Teixeira Jnior : E' ponto do
progreinma do partido liberal : a igreja li-
vre no estado livre.
O Sr. Zacaras : Nao nem nunca
foi.
O Sr. Teixeira Jnior : Quando li-
tar a palavra hei da mostrar que o partido
liberal condemna as ideas de V. Exc. E'
ponto que hei de discutir. ~
O Sr. Zacaras : E eu hei de mostrar
que V. Exc. [nao comprehende a questo.
O Sr. Figueira de Mello : Eu en-
tendo, senhores, que a propaganda, a que
me hei referido, inteirameate protestante.
Pelos principios ou doutrinas que se divul-
gara nesses jornaes, pelo facto de outr'ora
andarem padres inglezes espalhando biblias
falsas e mutiladas, procurando inocular seus
principios as familias, onde se introduziam
tazendp reunies religiosase derramando pelo
paizuma multido de pamphletos, onde a
religio chista era explicada a seu modo,
por esses factos, digo, acredito fque nio es-
tou longe da verdade, attribuindo ao pro-
testantismo a principal parle da guerra, que
se faz aos principios catbolicos.
Sendo tal a minha opiniio, tamboia nao
posso deixar de suppor que a maconaria o
instrumento, de que se serve a propaganda
irotestante para espalbar sua doutrinas,
azer p: oselytos entre a gente incauta e ob-
ter que a religio entre nos seja alterada.
O Sr. Jomi$,ij-r f majonara nio se re-
porta com a religio de ninguem.
O Sr. Silveira da Motta. : No me-,
nos no Brasil e urna cousa innocente. '
O Sr. Figueira de Mello : No meu
conceito esta guerra nao resultado de urna
aeco individual ; drz-se no Para, o mesmo
que se diz em Pjrnambuco, na Babia, ni
%.L>
Corte e no Rio Grande do Sul, em toda a passo ou signal daquelles que ento mo
parte do imperio. ensinaram e sio usados entre os confra-
0 Sr. Jobim : Em toda parte ae pensa. des.
O Sa. Figueira de Mbuo : Se pelos O Sa. Silvehuda Motta :-Sao os mes-
tactos se reconbece que ha homogeneidad* idos, ne ha novdade.
de croncas ou doutrinas protestantes Deesa O Sr. Figueira de'Mello :Por conse-
guerra qu so IreAftta i se est guerra guite passo declarar sera constrangmento
^opeM^^ie^bM^lon- Dennum, que nr* pertenco sociedade
res do imperio, parece que se pode tirar maeomca, e delmehiindo assim esse jornal,
sem erro a consequencia,"que ella proven rejeito as glorias e vantageus de macn,
deum s impulso, prnjcipiftnetite quando Varaos afora ao Jornal do Commro
tal guerra nio se pode fazer* sfera'roeos pe- de 22 demeo. o nelle encontraremos anda
cunianos suHiuiwiMs pAH opotar topogra- outra prova de que a maconaria entra no
phias, manter jorua^ pagar redaetores. movftnenio anti-religioso e anti-catholico,
etc., etc. ere que um poder occulto Ira- que denanoio : falla ^anganelli.
balha mdubitavelmeute para inculir os prn- Se a maconaria se aprsenla denoda-
T
cipios protestantes no imperio, e somonte
o negar quem nao tiver dhos para ver.
O Sr M en des de Almeida : Apoiado.
0. Sr. Figueira d Mello : Para
mim nao ha duvida nisto. Tenho urna
prova no seguinte faoto. O Diario de Pe-
lotas de 16 dejunho de t72, fallando da
necessidade de reunies publicas, em que
se propalem os principios do ricionalismo,
da:
Que faz o padre Guilheriie que nao so-
be tribuna popular para fallar ao povo
de seus deveres e dos seus direitos, dos saos
e mmortaes principios da nhilosophia e
da moral?... Abra conferencias moraes...
Nao Ihe faltar gloria ; nio lhe faltar a
subsistencia. Nio de crer que nesta
Ierra s encontr echo a torva algasara do
repulsivo jesuta. Falle contra os falsos
d* i testa do movimenlo generoso, que se
tem operado no paiz ; so conta com o trium-
pho infallvel contra os padres romanos que
a perseguem, nao sor ella quera aprovoi-
te s cora a revo4u vai surgir.
Logo a maoonaria se apresenta testa do
moviraento generoso, isto anti-catholico,
de que temos conhecimento. '
O Su. Juiiim :Contra os que a perse-
gu; ni.
O Sr. Figueira de Mello :Emtim te-
nho anda como prova o discurso do padre
Jos l.uiz de Almeida Martins, que na qua-
lidade de orador, profero na posse da ad-
ministraco da loja Estrella do Norte, e que
se acha publicado no Jornal do Commercio
de 24 de maio ultimo.
O Sa. Silveira da Motta :Nao o da
exemplos de Pernambuco.
O Sr. Figueira de Mello :Os defen-
sores officiosos da sociedade maconica alle-
gam que ellas nao podem ser punidas com
as penas espirituaes de excommenho, por-
que as differentes bollas pontcias, que as
excommungaram, nio recebettin o placel
do governo; mas, deixando parte-a ar-
gumentago de que o placel dexou de sub-
sistir por motivos polticos desde o tempo de
D. Joo II, que na phraso de Cames :
Ensinou a ser Reis os Reis do mundo.
O Sr. Mendes de Almeida :O perfeito.
O Sr. Figueira de Mello :... o Rei
Perfeito, como diz Paschoal Jos de Mello;
se deixarmos do parte qlio o mesmo Pas-
choal de Mello na sua Historia do Direito
civil nao declarou nunca que o placel fosse
adraittido depois e antes do marquez do
Porabal, e apenas se limitou a remetter-nos
para difieren tes escrptores nacionaes e es-
trangeiros, que sustentam a necessidade do
placel; nos temos motivo para dizer que,
se o placef, "o foi dado expressamentes
primeiras bullas de Cimente XII, e Benedicto
XlV.quecoiide.iinaramem 1738 e 1741 a so-
ciedade macojiiea.o foi dorando tcito, modo
que reconhecido pelo al vara de 5 de junho
te, deixo as vantageus e a gloria do seo si-
lencio, quando se trata de defender a reli-
gio do estado.
Os Sas. Mendes de Almeida, Fibmino e
Zacaras :Muito bem, muito bem.
ten si-
JTORMCIA
JUIZO DE DIREITO DO CRAT0.
Inventario dts bens de Domingos Alves
Duarte : Crato. Julgo por seutenca a par-
tlha de fl. para os fins de direito ; pagas as
custas ex-ciusa proporcionaltnente. Crato, 8
de outobro de 1872.
Testamento de Joo Luit Tararas, feito
em notas publicas : Missio Velha. Cumpra-
o testamento, guardadas as disposiedes
de direito, sendo registrado no respectivo
juizo e onde mais competir. Crato, 8 de
outuhro de 1872.
Recurso crime Crato. Vistos estes au-
tos, etc. confirmo o despacho recorrido por
quanto dos autos consta, e mando ao escri-
vo que lance o nome do reo Manoel Po-
reira de Souza (pronunciado as penas do
-w, nwwww"/ |ww unan ) or'* lz> 2.' pt. Cod. Cr.) no rol dos cui-
de 1769,quando mandando admittir as bullas Pfldos e no mais cumpra o sou regiment
le Benedicto XIV que condemnou as seitas T'",'ln ",lrt ".....;" "l,T",a------
apostlos, contra a horda negra, que procu- inaugurarlo do Grande Oriente ?
ra carcomir os fundamentos da civilisaQo
e as garantas da lberdade.
Este consol ho j foi sega i do aqu no Ro
de Janeiro, porque parti de um centro, a
que se obedece, e por isso ji temos confe-
rencias populares que se dizem destinadas
a ?dvogar a lberdade de conscienci, que
ninguem atacou ou, por outra, a combater
na relda le os dogmas e os principios da
religio do estado sob a capa de combater
o jesuitismo.
O Sr. Jobim : Ninguem combate a re-
ligio catholica ; corab..tom-se os abusos.
O Sr. Figueira de Mello: Senhores,
quando vejo a divulgarlo de to pessimas
doutrinas no imperio, nao posso deixar de
suppor quo nelle se est dando o mesmo
facto, que se deu, quando Eolo foi convi-
dado a soltar os veutos sobre a frota de
Eneas. Diz-nos Virgilio que, tendo Eolo
afastado com a ponta de seu basto a pedra
que tapa va a caverna, onde se ence-ravam
os ventos, estes sahiram em esquadro cer-
rado e varreram os mares com seu impeto
poderoso.
H(tc ubi dicta, cavum conversa cspidemontem
Imputo tn tutus, et venti, velut agmitu facto,
(Jua dala porta ruunt, et ttirat turbineperflant.
Assim tambem o protestantissmo, o ra-
cionalismo e o maconismo, todos de mios
dadas, rompendo todos os obstculos, que
os contmham, "Yalendo-se de meros pretex-
tos, se animaram a espalhar suas doutrinas
perniciosas no imperio brasleiro, e tra-
zem hoje inquietas as consciencias catbo-
licas.
Procuremos saber se a maconaria tem tido
alguma parte no movimento, que agora se
apresenta. Para provar a affirmativa de que
assim tenho primeramente o proprio
manifest que publcou a maconaria brasi-
leira em 1872, no intuito de protestar con-
tra a suspensio ex infrmala conscientia,
que fra imposta pelo bispo desta Cortea
um padre, membro desta sociedade.
Nesse manifest se diz: A maconaria
brasileira, entra agora, como um s homem,
(velut agmine facto), as esforzadas lides da
cvilisaeo contra o jesuitismo, do progresso
contra a supersticio, da lberdade de con-
ciencia contra a autocracia da epiniio; e
applaudrado e acompanhando a propaganda
(N. B.) utilissima da impvida filha de Gut-
temberg... toma a palavra para reagir con-
tra aleivosas insmuaces e destruir todos os
falsos pretextos... e malficos preconcetos,
levantados ha seculos contra a fraternal com-
munho, que mais tem cumprido os manda-
mentos da lei de Deus.
Por esta declaraco v-se claramente, que
a maconaria, em vez de limitar-se a censu-
rar a suspenso fulminada pelo bispo desta
Corte contra um dos seus associados, de-
monstrando a injustica e violencia, que nella
se dessem, attentosos caones da igreja, ou
recorrendo para os poderes pblicos ou para
o summo pontfice, como 6 perrnittido, tra-
tou de reagir contra as doutrinas santas da
religio do estado, pelo modo porque temos
visto, e acompanhou essa propaganda anti-
catlica, que ella propria confessa ter-lhe
precedido e que demonstrei existir pelo com-
portamento protestante entre nos.
Do manifest da magonaria v-se bem,
O Sr. Figueira de Mello :Eis aqui o
que elle diz em uio dos seus paragraphos.
No momento supremo das angustias da
conscionoia, no instante em que as trevas
lam cobrir esta trra, desfralda-so, porm, e
flucta o estandarte maconico, e depois
de dizer quo o pontfice romino afastou-so
da lettra e do espirito da religio chrst,
que as paginas do Evangelho teem sido subs-
tituidas pelas opnies dos theologos e dos
bispos, que se deve reagir contra as leis ca-
nnicas, que regularam a jerarebia eccle-
siastica, o condemnar os padres ultramonta-
nos, couclue o final do discurso : Dcixem
elles (os padres) a religio profana e o pro-
fano Deus, que acabara de crear; abracom-
se ao Christo e ao Evangelho ; e a macona-
ria, que agora os repelle, os receber como
mensgeiros do bem, amigos da paz e apos-
tlos da verdade, porque tudo isto... o
que symbolisa a civilisadora e phlantropica
palavra maconaria.
Assim por estas palavras v-se que a ma-
conaria considera a nossa religio como pro-
fana e nao divinamente revela Ja, o summo
pontfice como um idolo, que se deve des-
prezar ; e portauto. como nao concluir, de
taes assertos, que a maconaria contra a
religio catholica; que outra cousa muito
differento da religio catholica ? Que nao
na guerra anti-catholica to innocente, como
se pretende.
Senhores, tem-so dito tambom que a ma-
conaria urna sociedado tolerada no estado,
e que, portanto, as decisos dos bispos para
serem expellidos das irmandades os macons
como excommungados nao teem fundamen-
to nenhum. E' o contrario exactamente :
a s ciedade maconica est prohibida em nos'
so paiz desde tempos immeraoriaes. Era
los segllstas o dos jacobeus etc., disse que,
nao Ihes tendo sido dado o placel expresao,
dava-se-lhes expresso, ento retroactando ao
tempo era que appareceram as bullas; por
consegrante devemos suppor que os Reis de
Portugal tinharn dado tcitamente seu placel
aquellas bullas, muito principalmente quan-
do elles condemnavam pelas suas proprias
leis as sociedades secretas, e as bullas dos
pontfices nao vinhara sono dar-Ibes nova
forra, mostrando assim a reunioque havia
entre o poder espiritual e temporal. Nao
era possivel que os Res de Portugal prohi-
bissem as sociedades secretas, o entretanto
dcixassera de acechar as bullas de pontfices,
que nao s as prohiban! como as excom-
mungavam.
Senhores, os factos ltimamente plati-
cados em Pernambuco contra inermes padres
jesutas, de quera a maconaria inimiga
irreconciliavci, demonstram a meu ver que
elles sao efieitos desse poder occulto, que no
imperio trama contra a religio do estado.
O Sr. Jobim :Diz o presidente que foi
o poder dos liberaes.
O Sr. Figueira de Mello : Pero li-
cenca para presentir urna prova do que
esse poder procura excitar no paiz pronun-
ciamientos contra os nossos bispos e o clero
que os segu.
No Diario de Pelotas n. 116 de 22 do
maio do anno ultimo depois de insultar os
bispos brasileiros, como escarneo da huma-
nidade, c opprobio do imperio, como j
notoi, esereve-se o seguinte: E nao ha
correctivo para os obrigar a expulsar para
lora desta trra nobre c livre?... O povo nao
devecollocardeparteasua realeza, e com in-
teresse tem de lembrar-se desse insulto(a sus-
penso de um padre). Tudo quanto se faga,
ser bem feito. A extensao ou o castigo de um
tal bispo, importa a fecdade do clero na
provincia, o bem estar dos moradores, um
servido humanidade, e um algoz de menos
adepto do jesuitismo entre nos. E depois
de declarar que cumpre promover guerra
r, i .. t .,--------...... "" "wi"' 'i"" cumulo promover guerra
primeiro logar d.re que pelo decreto de II do raorte ao jesuitismo, concluc o mesmo
Ia RUtm de marr;o do 1818 prohibiram-se todas as
sociedades secretas, quaesquer que ellas fos-
sera, e que el e mandou pun-las cora as
penas da Ordenaco liv. 5..
Depois desse decreto veo a lei de 20
deoututrode J823. que rnuto expressa-
mente no seu art. 3" declarou que as socie-
dades [secretas estavam prohibidas, e que
como taes seriara consideradas as que nao
partkipassem ao governo sua existencia, os
fins a que tendiam, os nomes das pessoas
que as compunham, cora o protesto de nao
serem n-inca contra a religio christ, con-
tra a moral e contra a ordem social. Esse
j.' .A_.z.rrrr~ -.... a vum muucuswps, nao ponemos donar
jornal: Contaremos alm diss para o
effeto mais tarde com algum auxilio bas-
tante poderoso.
Senhores, quando reftoctimos sobre a iu-
teneo que manifestara as palavras deste ar-
tigo incitando o povo desordem contra os
seus prelados ; quando nos recordamos de
que ao bispo do Para se fizerara pelos jor-
naes maeonicos sob a capa de liberaes diffe-
rentes ameaeas, contra as quaes elle pedio
garantas ao presidente da provincia, quando
estamos vendo era Pernambuco as extraor-
dinarias desordens que l appareceram con-
tra padres innffensivps, nao podemos deixar
i^que os que nunca l esti- i "amres, aa Cn ve-se Dem,
i que nunca la estt que e]|a> apresentando-se testa do movi-
ra da Motta --Vira essa fnent0 ^"-catholico, pretende attribui-lo
tantas.TnM2r ;ri;:,Mra"nbu-0 pr?te$tan-
tismo, por entender que a marinara entre
nos nao seno o instrumento, que o pro-
testantismo emprega para seus fim.
Temos outra prova no Biario de Pelo-
tas n. 105 de 8 de maio do anno prximo
findo. Ahi, depois de mostrar que a reli-
gio catholica inferior rMotrie em- nu-
mero de sectarios, diz o seguate: contestaTel, que a maconaria encontrn mais
adheso no mundo do que a propria serta
do Crucificado, alterada e pregada por pon-
tfices infalliveis, ou por prelados zetosos,
como fosse o bispo do Rio de Janeiro. Outra
naturalmente teria sido a sorte e a extensao
do christiansmo, se nio livesse degenerado
no romanismo.
Declarando de passagem, que esta palavra
romanismo foi inventada per Lutbero para
designar a enra romana, e distioguindo-a da
igreja romana desclpar as suas doutrinas
anti-cathoficas, pergunto eu agora: se nio
ha grande fundamento para entender-se que
que infliga s sociedades secretas.
O cdigo criminal no seu art. 282 tam-
bem prohibi as sociedades secretas, porque
disse que considerara secreta a reuno de
maij de 10 pessoas, quando fr para fim de
que se exija segredo das suas deliberaecs,
o nao participassem em forma legal auto-
ridade competente do lugar em que se fizer
reuuio dos socios.
Pergunto agora : que lei ou que actos do
governo consideraram publicas as socieda
des maeonicas ? Neuhuns. Por consequen-
cia, subsiste sempre a mesma legsimo.
As associaees maeonicas sao de facto secre-
tas, porque ellas tem anda segredos espe-
ciaes e exigem dos seus socios o juramento
de os guardar inviolavelmente, sob pena
de persegueo, morte, infamia e nao sei
que mais.
O Sr. Jobim : E' um passatempo in-
nocente.
O Sa. Figueira de Mello : Aqui est
o proprio manifest para o coioprovar.
Depois de nelle se haver declarado que o
jesuitismo e a maconaria sao dous inmi-
gos irreeencilieveis, separados por um abys-
mo e que os jesutas esto masca rados pelos
padres lazaristae, diz o manifest ; O je-
suitismo, que vai querendo contaminar a
circularn do gigante americano, nao mere-
ce indulgencia alguma da maeonaria brasi-
leira, que capa* de rasgar todos os veos
do seu aysterio tradiccioual, com tanto que
fiquem desmascaradas todas as dissirnula-
ees de um tal antagonista.
Assim a mesma. maeonaria confessa que
tem segredos tradicciomes ', por consequen-
cia nio se pode recusar o testeraunho dos
seus propnos chefes, que a6signaram e pu-
blicara o manifest, par a conside*ar so-
ciedade secreta e, portanto tegalmente pro-
hibida.
O Sr. Silveira da Motta : Nio diz
isso o Sr. presidente do conselho; V. Exc.
caeo oceulta contra os bispos e contra os
principios catbolicos quo elles professam e
ensinara
Tendo sido a quantia arbitrada para a fi-
ariea provisoria, inferiora marcada na ta-
bella annexa ao Reg. mandado erecutar pelo
Doc. n. 4,824 de 22 de novembro de 1871,
mando que, caso queira o roo aiumcar-se
provisoriamente, sirva de base a quantia de
500?>000, alm do importe do respectivo
sello, o que deve constar do mandado para a
captura do roo. O escrivio tire copia do
documento a fl. e m'apresente. Crato, 10
de outubro de 1872.
Recurso crime : Barbalha. Visto estes
autos dos quaes nao consta houvesse o que-
rellado Antonio Jos de Oliveira e Silva
tirado cousa alheia do queixoso Lucas Evan-
geliza de Salles, contra a volitado deste
para si ou para outrem ; pois a prova teste-
munhal, nica existente ueste processo. nao
serve para isso, porque da mesma o que
se deprehende que o querellado tirara ub-
jectos, que nao sao precisados e pertenceuies
ao queixoso de certo local, ende estavam os
mesmos guardados e os lancera i ra.
d'onde foram retirados por terceiro. Atten-
dendo a que foi indebitamente qualificado
de furto, ura facto que o no ; e atienden-
do, tambera, a que nao foi cumprido o dis-
posto no art. 142 do Cod. Proc. Cr. tomo
conhecimento do presente recurso, pera
aunullar este processo e condemnar o autor
queixoso ao pagamento das custas. O escri-
vio logo que estareceber expeca contra man-
dado, para que nao tenha lugar a pnso do
querellado ; seudo que nao houve opportu-
nidf de no enxerto do documento a 0. que
devia ter sido offerecido cora a petic'cio de
quexa, era original, visto como as senteni;a
a 11. verificase que o juiz que procedeu a
vistoria mandara entregar o original a parte,
que a requerera, tendo mandado juntar
dito documento a este processo, que esteva
na sua conclusio, que nio foi aberta, como
consta do termo a fl. nao tendo o escrivo
feito e competente termo de juntada e sm
outro de conclusio. Deprehendendo-se que
tal documeato (o original) est junto a um
outro processo, do qual foi extrahdo por
certdo, cujo processo nao veioa este juzo,
ordeno ao escrivo que o faea sem perda de
tempo. Crato, 11 de outubro de 1872.
33." Recurso de habeas-corpus : impe-
trante Jos Francisco da Hora. Porquatu
dostes autos consta neg a soltura pedida,
por estar o impetrante legalmente preso, o
que devido principalmente aos esforvos
do tenente Joaquira Secundo de Chaves' a
quem nao foi iudifierente o audacioso pro-
cedimento do impetrante e outros que, leu-
do porcostume andarem armados, se am
tornando o terror da populacho pacifica,
que lastmava a inercia das autoridades, as
quaes incumbe directamente velar pela segu-
ranca. e tranquilidade publicas. O escrivo
extraa o documento de fl. e o restitua ao
carcereiro, certficaorlo a entrega ; sendo que
condemno o impetrante Jos Francisco da
----------......." "(IV'iiiuUOO I IUIH.I5I1I lia
O Sr. Jobim :0 presidente diz que fo- Hora ao pagamento das custas. Crato, 15
as associaees maeonicas nio sio fa voraveis ..
igreja catholica, se os seus defensores se. l se avenha com elle.
atrveme chamar a religue catholica urna I 0 Sr. Figuedu de Mello : Demais,
seita, ao pasto que dio maeonaria mais senhores, o proprio coraportamento da ma-
conaria do Brasil demonstra bem que' ella
reconhece que sociedade prohibida, e
que como tal nao tem personalidade juridi-
*..Entretanto ate hoje ninguem repudiou ca para poder em seu beneficio requerer ao
o seu titulo de macn; e mesmo aquelles estado ; e tanto assim que apesar della
fazer guerra extraordinaria religio catho-
lica sob pretexto de obscurantismo, ultra-
montanismo, romanismo, jesuitismo etc.,
adhesoes do que religio eatholica ?
0 Diario, a que hei alludido, accres-
centa:
que nio sio militantes, isto que nio fre
quentam lajas, nem por iaso deixam de de-
clarar com um orgulho bem entendido, que,..
sio macons, todas as vezes que a opportuni- nao pode animar-se a representar contra os
dade exige. actos ilo episcopado brasleiro, que a tem
Li este pedaco, Sr. presidente, para de- anatbematisado e que suscitam todos os
clarar antes que me lancera am rosto, que, 'seus rencores. .
sendo eu apenas bacharel formado, entre na 0 Sr. Jobim :-Neo tem que requerer,
maconaria a convite de amigos, mas que l, 0 Sr. Ficueu de Mello : Se ella est
nio fui senio muito poucas veies e desde o vendo seus irmios perseguidos, porque nio
anno de 1835' nunca mais traspassei o limi- ha de requerer a proteceo do estado, nio
nar de suas officinas ; que neste poueo tem- vem em seu nome denunciar os abusos, de
poni pude ser instruido nos segredos deesa' que victima ?
sociedade j o que boje at nio sei o menor; OSr. Mendes de Almeida : D os
w_______

S
ram os liberaes.
0 Sr. Figueira de Mello :Alm disto,
o mesmo Diario de Pelotas annuncia quo
para a guerra de raorte, que se vai promover
Contra o jesuitismo, espera auxilio poderoso;
que auxilio ser esse, nao e diz elle; mas
eu nao o podendo suppor que. seja o da re-
volueo armada, inclino-me a acreditar que
o auxilio consiste era dinheiro das socieda-
des secretas ou da propaganda anti-catholca
para poderem corromper o povo baxo com
as doutrinas protestantes, que repellimos
cora toda a forea de nossas convicees.
0 Sr. Jobim :Peca urna comrnenda de
S. Gregorio.
0 Sr. Figueira de Mello : Estimarei
recebel-a, se isto lbe for agradavel.
Declaro que adopto em religio o conse-
lho que aqui nos deu o nobre senador pelo
Espirito Santo o Sr. Jobim, quando disse
que o governo nio devia consentir na propa-
gado de doutrinas que^atacavam a naonar-
chia constitucioool, e que desrespetavam os
poderes do estado, e o Imperador, que est
na cpula social, porque, solapando-se
desee modo as nossas nstituieoes, havia de
desapparecer a monarchia e com ella a ordem
no Brasil. Eu digo que o mesmo deve prat-
car o governo era relaeio religio do- esta-
do, que a primeiro base dos estado.
O Sr, Zacaras. :Apoiado.
0 Sr Figueira de Mello :Digo ainda
ao governo que, defendendo elle a religio
do estado," nao trate somente dos especiaes
interesses della,mas tambem da salvaeodo
imperio, e citarei a este respeito as palavras
do papa S. Celestino ao imperador Theo-
dosio t Pro hti enim impert saluteryeri-
tur, quod proquieter ecclesiat, vel sa-ncta
religionis reverentia laboratur.
Finalmente, senhores, eu direi ao povo
brasleiro que ame e sustente a sua religio,
santa pela soa moral, veneravel pelos seus
dogmas, respeitavel pelos seus mvsterios;
que sustente essa religio, cujo impulso po-
deroso fez com que as errneas doutrinas de
Lutbero e de Calvino nao viessem plantar-
se no imperio e o impodissera de formar ura
s todo, destinado providencialmente a ser
no futuro um esteio forte e glorioso c que
ae una em espirito e verdade a seus pasto-
res, ao papa de Roma, que o pi e o mos-
tr, o guia e a luz, o fundamento e a colum-
na de toda a igreja catholica, porque, se
assim nio fizer, as revolueoes no estado e
as desordens na familia hio do augmentar
cada vez mais e seremos todos victima! das
maioros desgraeas.
Por ranha parte julgo que, exprimindo-
me por esta forma, tenho cumprido um
deter de coqsciencia; aos estadistas, ou
! aquelles que se considerara taes actualmen-
te outubro de 1872.
Inventario : Crato. Julgo por sentem.a
a partilha dos bens do casal do inventara-
te Jos Antonio de Moura, entre si e seus ti-
lbos menores, pelos quaes o curador geral
acceitou a heranr;a a bonelicio de inventario;
pagas as custas proporcionalmente. Crato,
18 de outubro de 1872.
Recurso crime : Barbalho. Vistos estes
3Utos crimes dos quaes nao consta fosse
cumprido o dsposto no art. 88 do Cod Proc.
Cr. o que fonnalidade substancial e cuja
falta inquina de nullidade insenavel o
presente processo, como mais de urna vez
ha sido decidido n'estejuizo; tomando, pois,
conhecimento do recurso ex oficio, reform
o despacho recorrido, por nao ter sido guar-
dado o disposto no referido art. 88, pelo
que annullo o presente processo ; pague o
queixoso, Dr. Manoel Coelho Basto do Nas-
cimento, as custas. Crato, 28 de outubro
do 1872.
Recurso ex-fficie; Crato. Vistos estes
autos ete. sendo necessaro, para der-se o
crime de fuga de preso, que a guarda ou
condcelo d'este tenha sido confiada a
pessoa certa e determinada, por quem es-
ti ver as condicees de prender ou conser-
van alguem em prsao, d'onde s se pode
sahir com ordem escripia de autoridade
com pelate, em cujo caso, nunca serio con-
fiados se ao a dous guardas, art. 178 do
Reg. n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, sal-
vo a hypothese dos Regulanientos militares.
E como quer que conste deste processo que o
preso evadido estava fra da prisio, onde
cumpna que estivess nio se sanando por
ordem de qoem, embora se prectro aco-
bertar essa ausencia d preso evadido, com
o servieo de fauna, quando era costurae ir
dito preso ao tamo. E constando mais que
ne fra o preso confiado a dous guanta*
como determina o citado art. 170 o que
condiccio necessaria, para que a fuga da um
proso, na especie, constitua um crime: deu
portanto, provimente ao recurso, para o
hm de julgar improcedente o presente sum-
mano e julgar, ao recorrido Jos Antonio da
Silva, sem culpa, pelo que o despronuncio
pagas as custas pela municipalidade. Sendo
a fuga do preso de que trata este processo
um facto, cuja autora dever pertencer
alguem, d o Dr. promotor qublico a com-
petente denuncia contra quem quer que for
responsavel, o que veriGoar. Crato, 24
de outubro de 1871.
(Continuar-se-ha.)
TYPO DIARIO- RA DUQUK DK CAXlf
i
'

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