Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12977


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Full Text


AlWO YLIX. NUMERO 152 *%'
-----------------------------------------------------------_------------------------------------------------------^
PA% A CAPITAL E VX6ABE8 OXDB HlO SE PACA PORTE.
Por tres meies a l'or seis ditos lem.........."....''' S
Por iim tumo .Jen............ 2222
Cinl imraero avuUo.............'.'.'.'.'. iJJ'
r1

SSBBAIIO 5 RE JtlHO DE 1873
PARA IHMKlt E nmi DA PROVINCIA.
Por Ira mezes arliantaclos.......
Por seis ditos idera.........II.".!.."."
Por nova ditos dem...............
Por um anno dem.- ...
crrso
t500
208250
S79000
RMMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL RCEIROA DE FARIA & FILHOS.
Srs. C* *"^ *- I *"** d Pito, no Maraco; Jo.qa.rn iose de OUveiradmo, o Ceara; M de l^. Braa, no Aracat, ; iod* -Ha Julio Chaves, no Ass; Antonio Maraes d. Silva, no Sata.; Je* *
Pereira d Almmda. m Mamanguape Auguro Gomes da Silva. a Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; BeUrmino do. Santos Bulcao, em Santo Antao Domingos Jos da Costa Braga, em Nuareth,
^^^^^^ Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em lagdas; Alves d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
(averna
KU'hOlENTK
ti proviuciu.
ABIIIL Dg I873.
Afilo
do da 2'.l de
l. lecfo.
; as-
que
0 presiente,a* provincia atenaceado ao <|iie
requeren Antonio Ferrara ile Oiiveira, resolve
conee.ler-l.he hc-iica p;ir.i embarcar cun destino
ao presidio de Fernando i!e Norouha, no pritnei-
>ro vapor qne para all Seguir, e a serein entre
gttes a Aim-ni. Francisco edeiros, M gneros
constantes da rela.o junta, asignada pelo secre-
tari interino denla presidene a, nao podendo, po-
rm udertuar-se u desembarque dos ditos gneros
sem que por parte do conim.1iidan?e daqnelle pre-
sidio se proceda a ex:mie, allm d.-se verificar si
4>a agurdente ou entra qualqner bel)ida espiri-
tuosa.
Offlcios:
Ao brigndeiro r. minaMdadto das armas.
Man-le V. Exc. yr em lihenlade visto ter prowvlo
iscnean legal.o reinita Fra..eisc. Celestino Pe rei-
r r.u B-zerra, .pie Ihe foi aprsentelo pelo Dr.
dicte d{ polica eum uluViu de 28 du crrenle.
Ao inesmo. Com u inclusa copia 4o aviso
do ministerio da guerra de do correle, respon-
do o offlcio .pie V. Exc. me dirigi hontem, sol n.
442, acerca do titulo de divida de faldamento per-
tencente ao ex soldado do !> batalhao de infanta -
na. Lniz Jaewthu.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Nern I.. rendo nesla data concedido a Ber-
nardo Correia dos autos, sentenciado a ti anuos
d-- prisSo. e aclualmente ni rasa de deienco, |*r-
tutean) para seguir com d--tino a ene presidio no
vapor que para all tem de partir no dia 3 do mez
.prximo lindo, alini de tratar de sua saude
un o coininumco a V. S, reeommeudando
ah o tenha ciin toda a segiiraiiea
2 scalo.
Actos :
0 presidente da provincia designa para o
coii-e'.ho >te julgamento a pie tem de ser siibmet-
lelo o 2* arpean graduado Fran.iseo Sergio Flo-
rencio da Cunha, e os soldados d eorpo de poli-
ca. Antonio Saturnino de Lima e Pedro Manuel
dos Sartios :
l'resideute. 0 inajor Joao Francisco da Cu-
aba.
Auditor. O Dr. adjuncto do
"tilico da capital.
Vogaes. Os tenentes, Jos Carlos Vidal e Ca-
ni.Ho Maotudo Freir, alteres, Flix Antonio de
Alcntara, Francisco Ignacio do Moura Gondim e
Mareme da Costa llaposo.
O presidente da provincia designa para o
conseibo de julgamento do soldado da .V compa-
ohia Francisco dos Sanios Lias, pelos ehmes de
injurias e atinaras, pratrados ao furriel da 3
ompaobia, Jj.ioTite de Mello, ambos do corpode
.polica :
Presidente. O major J.ao Francisco da Cu-
Oba.
Auditor. 0 Dr. adjuncto do promotor publi
co da capital.
Vofw* Os tenantes, otronOs nr. Joaquim
Jos Alves de Albu.pierqu e Gamillo Machado
v reir, alfens, Marcoliuo da Coste Ka poso, Flix
Antonio de Alcntara e Franci>cu Ignacio de Mou-
ra G'indim.
O presidente da provincia, designa para o
(oiiseliiode julgamento a que tem de responder o
t' sargento graduado do cupo de indicia J.rsuiuo
Gorn..ves de Azevedo :
Presideote. O major Joao Francisco da Cu-
iit-.i
Auditor. O Dr. adjuncto do promotor publi-
o'li canitil.
Voaaes. Os lenles. Jos Carlos idal, Ca-
millo Ma liado Freir, alteres, Flix Antonio de
Alcntara, Francisco Ignacio do Moma Gondim e
Hafcoiine da Csta Rapnno.
7 O prndente da provincia, viste do oflicio
promotor pu-
bem bmpo esse negocio, trazendo ao meu conhe-
ciinento o resultado das averiguacCes que llzer.
- Ao commandante. superior do Limoeiro. -
fc.\pe';a V. S. suas ordens no sentido de ser dis-
solvido j destacamento di guarda nacional que
se aeba em fi.nn Jardim, logo pie ah se aprsen-
le outro do eorpo de polica que o deve render.
- A., juiz de direii da l* vara. Tendo ues-
te data conced lo a Bernardo Corris dos Santos,
sentenciado no termo de Villa Bella, a tt anuos
de prisao, e actualmente na casa de detencao,
fenaisMii para seguir com destino ao presidio de
ornando de Nor.mha no vapor que para all tem
de seguir no lia 3 do mez prximo futuro ; assim
o comniuuico a V. S. para sen conhecimeuto.
- Ao promotor publico do Hecife.Recom-
inendo a \ me. que sem perda de tempo requeira
ti;n mqueriio mimicioso em orden a verilicar si
e exacta a ujticia que se l uo Acri/ Pernam
burunn de S dcste mez, .pie boje li no ar-
ngs que tem por epigraphe Um reo des-
enjbargadnr devendo para esse fim requisiter
todas as diligencias que forem necessarias, princl-
lialmente o testemunho do desembargador Ale-
xandro BeinarJmo dos Reis i- Silva, apresentado
como pessoa bem informada de todo o occorrdo.
t^infio que Vmc se eievar altura do importan-
te cargo condado a sua liuura e probidade, e sa-
bera espaucar as sombras que possatn obscurecir
o enorme attenlado denunciado opno publica,
trazendo ao coimecimeaio de sullado das diligencias que lizer.
Ao commandante do eorpo de polica. Ex-
peca Vuic. suas ordens. aiim de que o olllcial
que ci.minanda o destacamento deGaranbuns passe
para o de Grvala, e, vice-versa o deste para
a pielle. F
Ao memo.-Expeca Vmc. suas ordens para
que sejam recolliidos ao quaitel desse eorpo as
segiiintes Macas : duas que esUo de ordens ao
subdelegado da freguezia -ie S. I.oureoen, una do
niatadouro publico, urna da estaco das Cinco
Ponas tres das queso acliam de guarda na nbeira
de S. Jos, duas das que eslo destacadas em Ca-
ruar, qnatro do destacamento de Una, duas de
neterrns e duas do Bom-Jardia devendo, logo
que ellas ou o destacamento volante *a recolbairi,
Quer seguir seis e um sarg nlo para destocaren
em Boin-J.iidim.
3.' secco.
Dulcios :
- Ao inspector da Utesouraria de fazenda.
Declaro a V. s., para seu conbeeimento e fins
coov.-nieutes, qUc Manuel Gomes de Olivoira e
Ml*a tica relevado da multa Impasta pelo collector
do inunicipio d Limoeiro, por nao lerellenutri-
cubdo em lempo o m.'nor Francisco, fllho legiti-
mo de seus escravos Cieinenle e Auna, segundo se
depreheude do incluso requerimeulo que vci an-
nexo a sua iuformv.ao de 26 deste mez, sob n.
ttob, sene C.
Ao mesmo.-Em solucao duvida que me
foi verbalmente apresentada por V. S., tenho a di-
zer-lbeque o presidente da cmara do inunici
po onde se acha a collectoria, e nao os das que
tne sao annexas, quem deve presidir a coininissu
encanegada do alistamento dos lilhos da tnnlher
escrava.
- A.o mesmo. Transmiti a V. S. copia das
mformacoes da eo.iiadoria dessa thesouraria, dadas
acerca do pagamento da pensao do anspe-ada Ma-
noel Gomes da Purificado, que se ada cumpiin-
do sentenca no presidio de Fernando de Noronha,
i ao1'?" trlU a Sl,a fWOisicao comida em ollicio
.te K do corrente sob n. 678. serie C. Cnvm
tainbem qHe V. S., para a boa regularidade do
expediente dessa repartico, faca archivar na
coutadona copias das inf rmacoes por ella mi-
nistradas, afim de evitar-se o inconveniente nue
ora se da.
Dr; Fr'->isco Velloso de Albuuuerqne Lins, alfe-
res Fra^.,.,00 Camello Pessoa Cavalcau, Theudo-
ro Ferrei/a de Andrade, Jos dvalcante de La-
cerda Campeilo, Manoel Cavalcaoti de Albuuuer-
que Gadeiha.
- 0 presidente da provincia, usando da attri-
buicao que ln: confre u artigo 7.' da lei de 12 de
agosto de I83i, resolve prorogar at u dia 2i de
uni pr.,xinio viudouro a presente sesse da as-
sembla legislal va provincial.
Odien. :
Ao Exui. Sr presiJeate da provincia dos
Amazonas -acenso a recepgiodo offleie de 29 de
marco prximo mido, em que V. Exc. se diguou
ollerocer-me os i exeinplare^ iuipressos, que a elle
vieiam anexos, do regulamentu n. 23 de 8 de fe-
vereiro dcste auno, reformando o estobelecimeuto
dos educandos artfices dessa provincia.
Ao Exm. Sr. presidente do Osar Com o of-
licio circular que V. Exc. enderecou-me em 16 do
crreme sob n. 1 recebi 2 exemplares impressos
da collec^ao Jas leis e reglamela. promulgados
pela assembla legislativa dessa provincia no anno
prximo passado.
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Para,
Dr. Domingos Jos da Cunha Jnior. -Accuso a
recepcao do ofliciu circular de 18 do corrente, ein
que V. Exc. me connnunica haver na mesina date
prestado juramento e tomado posse do cargo de
presidente dessa provincia, para o qual foranomea-
do por carta imperial de 21 de marco ultimo.
Aproveito o eusejo para .presentar a V. Exc os
meus protestos de estima e cousiderace.
Ao director gcral interino da taslraccao .pu-
blica.Accuso recebido o ollicio de V. S. do 25
do corrente sob n. H8, e fico inteirado de haverem
sido approvadas pelo consel o director as obra* a
que elle allude, afim de seren admillidas as aula
publicas do insiruccao primaria, da conformidade
do Dr. coate de polica, n. 7K8 de 2o do corrente,
resive nomear para o cargo de subdelegado do
re
distrietii de
'' I
Canholiiibo do termo de S Bento
actual I suppleie, Laurentiiio Ferreira Pneutel,
e para preenclier a vaga por este dexada o cida-
I la Cecilian" Jos Marques.
O presdeme da provincia, vista do offlcio
d i Dr. chele de polica, n. 7*1 de 2o do corrente,
resolve exoneiar o cidado Jo- Ljpes Das do
caigo de 3- supptente do subdelegado do dis-
tncu da freguezia de S. Jos desta cidade, (>or fi-
car resid.ndo no 2- pela nova divisao porque pas-
sou a referida freguezia.
O presidente da provincia, conformando-se
com a proposta do Dr. chele de polica, em oto-
co o. 790 de 2o do corrente, resolve nomear o
dadao Antonio Dias da Silva Cardeal, para o
Pango de S supplenle do subdelegado do dis-
trito da freguezia de S. Jos deste cidade.
O presidente da provincia, viste do olli-
ci do Dr. ahite de indicia, n. 803, do 27 do cor-
reme, resolve exonerar o cidadao Vicente Licinio
da Costa (ampollo do cargo de l supplenle do
subdelegado do districlo da freguezia de S.
J desta cidade, por nao ter prestado jura-
mento.
- O presidente da provincia, conormando-se
coma iM-oposla do Dr. ebefe de polica, em ollcio
n W-J. de 27 do corrente, resolve nomear para o
car.> de I supplenle do subdelegado do dis-
triwto da fregnezia de S. Jos desta cidade o cida-
das Manoel entunes Correia.
O presidente da provincia, vista da propos-
ta d i lente coronel commaiidaute do : bala-
lliao de infantera da guarda nacional do muni-
cipio do Recite, sobre a qual informoj o co-n
ai inJame superior respectivo em oflicio n. 373 de
19 do corrente resolve, de conformidade com o
disposto no art. i8 da lei n. 602 de 1 de etem-
Jjro de i8"tO, nomear para o referido balalbo os
pfflciaes seguiuies:
Estad maior. Tenenle q artel mestre, o al-
eres la i' compauba, Manoel da Silva Luyo.
2.' coinpnnhia. Alferes, alferes aggregado
ao mesmo batalhao, Jos Franeis de Souza Men-
OOlKS.
' >'oiuparibia. Tenenle, o alferes da
Edu irdo Daniel de Souza, e alferes, o guarda Jo-
s Aegesto Vteira.
6' PompaaM. Alfere?, os guarda, Joao Re-
mifiO de Albuquerque, Aiiiumo Joaquim Barbosa
O'li 'os :
Ai Dr. chefe de polica. Atlenden*> ao
q te ftV reqeerea Bernardo Correia dos Santos,
seiiteoeado a 14 ann os de prisao, e actualmente
na casa de detencao, reeemmendo a T. S. a ex-
pedico de suas ordens no sentido de embarcar
o !"Jn a seguran-.-a para o presidio de Fernn
di de Noronba no vapor une para all segu no
dia 3 do mez prximo futuro, afim de tratar de
ua su le.
Ao mesmo. Chamo a atteneao de V. S.
psra um artigo qd, sob a epigraphe Um rao
desembargador sahio publicado no Liberal
Pernaiiibucano de 23 do correte, que so hoie me
vero as mios. Convindo averiguar, o que na de
real no facto criminoso nesse artigo enunciado,
espero que V. S. proceder, sem parda de tempo,
s necessarias deligencias e averiguaeoes, poden-
do at ouvir a respeito o desembargador Alexan-
dre Bernardino dos Reis e Silva, que se diz infor-
mado de todo o occorrido.
Espero que V. S. proceder a respeito cera a
deligeneia a zelo, que lbe notavei e deve cor-
retpondr ao cargo qae exerce, de modo a ficar
Ao mesmo.-Aiiciulendo ao que expoz Tlio-
mazia Mara de Lima no incluso requerimenlo, a
que anude sua informaein de 26 do corrente. sob
n. uo/ serie C, resolv considerar a snpplicante
isenla da multe imposta pelo clleeior do munici-
pio do Limoeiro, por nao ter ella matriculado no
praso competente a menor Barbara, lill.a de sua
escrava Amia
Ao mesmo.Anniiind.) ai que solicitou o
bngadeiro commandante das armas em olnriu de
boje sob n. U6, autoriso V. S. a mandar abonar
ao alferes Flix Brrelo Muir, que segu em di-
ligencia para o termo de S Bento, os vencimen-
ios u*ste mez e o sold do vindouro.
Ao inspector da thesouraria provincial.Bu
vista da relaco nominal e copta.juntas, que me
reuietteu o Dr. chefe de polica com offlcio de 26
do corrente, sob n. 797, mande V. S. pagar a
Joaquim Ferrora da Coste e Silva ou a seu pro-
curador a quantia de 69*440, em que importou
o sustento dos presos pobres da cadeia do termo
de Bezerros, durante o mez de margo ultimo.
Ao mesmo. Cemmumco a V. S. para seu
conhecimento e fins convenientes que, usando da
attribmeao conferida pelo art. 7.' da lei de 12 de
agosto de 1834, resolv por acto desla date pro-
rogar at o dia 2i de maio vindouro a presente
sesso da assemula legislativa provincial.
Ao inesmo. Communico a V. S. para os
fins convenientes que nesla date aparovei a mul-
ta de 50* imposta coinpanbia de trilbos urbanos
do Rerife Olinda pele engenheiro fiscal em 27
deste mez, na i'oima do art. 70 do regulamentu de
II de outubro do anno prximo'passado.
- Ao mesmo.Remello a V. S. para os fias
convenientes copia do acto deste dala, pelo qual
resolv jmpdr ao arrematante da obra do acude da
villa de Pesqueira, lenenle-coronel Sevcriao Von-
tei.ro Leite, a multa de que trata o art. 76 do regu-
lameuto da reparticao das obras publicas.
Ao mesmoTendo sido verificado pela re-
partido das obras publicas que a estrada a tesen
se entre tGomes e Bebedouro., da qual sao em-
presarios Joo Ferreira de Araujo Cardoso e Wil
liam Lmdsey mede smenle 60 kilmetros, sendo
o proco de cada kilmetro estipulado em 33:000* ;
assim o declaro a V. S., afim de que nesse senti-
do Ibes seja passada a guia para o pagamento
dos respectivos direitos.
guia para
4." seccao.
Actos :
0 presidente da provincia, dando cumpri-
mento ao disposto no aviso do ministerio do im-
perio do <3 do setembro do anno prximo passado,
resolve nomear as commisses abaixo declaradas,
afim de promoverem as freguezias do municipio
do Olinda a acquisi.o de douativos para a edil-
caco de casas apropriadas a funecionarem as
escolas de insiruccao primaria das respectivas
fregueztas :
Freguezia de S. Pedro Martyr.Dr. Delfino Au-
gusto Cavalcanli do Albuquerque, bario de Taca-
rnn, D. abbade Frei Joao de S. Jos Paiva, Dr.
Jos-Cardse de Queiros Fonceca, major l.auren-
tino Jos de Miranda, Dr Bernardioo de Senna Dia,
conego Dr. Manoel Thomaz de Oiiveira, Dr. Jes
Domingnes da Silva, Candido Ecslaquio Cesar de
Mello.
Freguezia de S. Sebastilo da SMajor Jos
Joaquim Antunes, Frei Antonio de S JCamillo de
Lellis, capto Francisco das Chagas Salgueiro,
Dr. Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior, co-
nego Jos Joaquim Camello de Andrade. Dr. Gas-
par de Meneces Vasconcellos de Drummond, cura
lose Vas Guiterres, Francisco Soler de Figueiredo
Castro, f.enente-eoronel Manoel Dionyslo Gomes
da Reg.
Fregoaiia de MaranguapeCoronel Joaquim
Cavalcanli de Albuquerque, major Antonia Gon-
ealves da Suva, vigarw Thom Narcio de Almei-
da Coutiooo, majar Joaquim de S* Cavalcapti,
com a deliberar.) do mesmo co'n-ellio, approvada
por esta presidencia em 6 .le evereiro do 1869.
- Ao commendador Dr. Joaquim de Aquino
Fonceca. -Transmito a V. S a noia da.-- qiiautias
fornecidas pelo thesourero do gvmna cial desde 16 de setembro de 187 "a 31 da dezem
bro du anuo prximo lindo, a qual solicitou em
ollicio de 18 do corrente ^ara continuar uo examo
das contas daquelle estabeieciineiito.
Ao presinento da caara municipal do Re-
cife.Em resposta ao seu otli-o de 28 do corren-
te, tenlio a dizur-ilie que, quaudo o escrivo que
se acha servindo na junta de eiiiaucpae.o, enj
virlude do disyosto uo artigo 29 do decreto n___
5,133 de l-'t *de novembro de 1872, estiver impe
dido, dever V. S. nomear pessoa doea para o
substituir, de conformidade com o referido artigo.
Quanto, porem. gralincacao, de que trata ein sou
mencionado offlcio, nu p .do ter ella lugar, visto
como o respectivo roguianent i nao autorisou des-
peza alguma para esse servir..
5.-' jftti o.
Acto :
0 presidente da prov.ucia, leudo em viste o
que expoz o engenheiro chefo da repartca i das
obras publicas em offlcio de 22 deste mez feo n
16i, com referencia inloruiaeao do conductor
Francisco Americo do Arago Rabello, acerca das
obras d a.ude da villa do Pesquoira, de que
arrematante o tenente-coronel Severiano Monleiro
Leite, resolve impar ao mesmo arremtenle a mul-
la de que trata o artigo 76 do regulainento
daqueila repartiefio, por nao ter ello concluido
taes obras dentro do praso de seu contracto ; eum-
prindo que estas sejam execulados de coai.-rmi-
dade com o respectivo orcainonlo, que foi alterado
na iuipoiteuca de 376i'*03.
fflcios :
Ao engenheiro chee da rcparli^io da; obras
publicas.-Remeti a Vmc, pira seu conheci-
meuto e fins convenientes, copia do acto desta data
pelo qual, um viste do .-eu Otbcio de 22 desie mez
sob n. 66\ com referencia informadlo do cou-
duclor Francisco Americo de Araguo Rabello,
acerca das obras do acude da villa de Pesqueira,
resolvi impor ao respectivo arrouiatante a multe
de que trata o artigo 76 do regulamenlo desso re-
paili.o.
Ao engenheiro fiscal da coinpauhia de tri-
roes urbanos do Recife a Ouda c Bibribe. Fjco
inteirado |telo ollicio de Vmc, de hontem datado,
do accidente occorrido nessa estrada de ferro na
Eiicruzlhida de Bolein, occasonaio pelo choque
do trein que partir desta ci lado s 7 lluras da
manila com o que voltavanla de Olinda, be:n como
das providencias dalas no sentido de evitar se taes
occurreucias.
Ao iue.-mo.Scionto do que expoz Vmc. em
offlcio do :7 deste mez sob n. 29, relativamente ao
accidente que se deu nessa va frrea as 7 turas e
meia da imite de 26, no lugar denominado alga-
diolio, approvo a mulla imposta respectiva coin-
pauhia, que dever eueetuar os reparos conveni-
entes de modo a eviter-se as desagradaveis oc-
currencias que tem h,.vido.
Ao gerente da companha icrnambucana.
Declaro a Vmc. para os lins convenientes que na
portara de honiom datada, dando passagem para
o Rio Grande do Norle ao teueute Emgdio Fran-
cisco de Souza Magalhaes e sua mulher, deve ser
contemplado um lho menor desse oiBcial.
Portara .
OSr. gerente da companhia pernambucuia fa-
ga receber e transportar ao presidio Je Fernando
do ioronh.a no priinoiro vapor que para all
seguir, um caixo conlendo arligos de farda-
ment, destinados s pracas do batalhao de
infautaria, que uo mesmo presidio seacbaui dos
tacadas.
- Ao commandante do eorpo de polica. -Trans
millo a V. S., de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, as portaras desta date designando
os conselhos de julgamento. a que devem ser
submettido-.s soldados deque trata Vmc. em sen
olDcio n. 233 de 26 du corrente. devolvendo os
processos que vieram com o dito oftci..
4.' seccao.
OfHcios :
- Ao Dr. Joaqun) Corro. de Araujo, secreta-
rio da assembla legislativa provincial.N. 107.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, passo s mos de V. S., alim de ser presente
a assembla legislativa provucial, a inclusa copia
do ollicio em que a c.imira municipal da eidale
da Victoria, participando quo no dia 8 do cor-
rento fra enllocada a I" podra da obra do cemi-
lerio publico daquella esja*. pele quo a mesma
assembla designe uiu.. quota para auxilio do
tal obra.
- o mesmo.-N. 108.-De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, nasso s mos de
V. S., allm de ser suinnellido apreciarao dessa
Ilustre assembla, o offlcio datado de i8 do cor-
rente, junto por copia, em nue a cmara muni-
cipal da villa de Itamb pedj que a mesma as-
sembla haMIito-a a'mandar fa/.er os reparos e
comprar os movis indispensaveis par a casa em
que funeciona o tribunal do jury na mesma villa.
- Ao mesmo.-N. 109. -De ..rdem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, passo s Mina de V
S., alim de sor presente assembla legislativa
provincial, a inclusa copia do offlcio de 23 do cr-
rente, ciu que o juiz de direito di comarca de
Iguarassu'. participando haver fallecido o escri-
vo do civil e tabellio de notas da mesma comar-
ca. Francisco Xavier Cavalcante, opina pela sup-
presso do cailorio vago por semellianie alleci-
meu'.o.
Ao mesmo. -N. 110.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, remollo a V. S., alim
de ser prosele a essa Ilustre assembla, o offlcio
Junto p.r copia datado de 24 do correte, em que
a cmara municipal d.i cidade da Victoria pede
a creaca > do urna cadera de lingua latina na
mesma ci lade.
- Ao mesaio. N. M. S-Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S., para
tenar ebegar ao- couhocimouto da assembla le-
gislativa provincial, que por acto deste date resol-
ven prorogar at din 24 de maio prximo vin-
douro a presente ses.-o da mesma assembla.
5.' tecfo.
Ollicio :
-- Ao gerente la compantiia prnambueina. -
0 Exm. Sr. presi lente da provincia man la com-
iiiiiiiir.u' a V. S., para os lins convenientes, que
nesla data coucedeu permisso a Bernardo Cor-
rea do* Sanl is, sentenciada a 14 auuos de prisao,
c actualmente preso na casa c detencao, para ir
ao ,r.;.sidij 3 Fernando de N >p*ft, aun !* tra-
tar de sua saude.
0 Sr. te Sbcretario d conta do seguinte
KVeiDIBNTK :
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia, remet-
iendo por copia o offlcio da cmara municipal
desta cidade, e mais papis relativos concesso
solicitada por Antonio da Coste e S. -A' commis
sao de legislado.
Do mesmo, remetiendo por copia o offlcio da
cmara municipal desta cidado, pediudo um au-
xilio de 13:0004 annnahnenle para oecorrer s
despezas^ com asseio e limpeza da cidade. A'
fiominissao de orea ment provincial.
Do mesmo, remetiendo M balances e on/amenlo
da recita e despeza da cmara municipal de
Goyanna.A" commisso de ornamento munici-
pal.
Pelic5es :
De Caeteno Bessoni de Assis Campos, coalador
<1o juiz. da comarca de Pao d'Allio, pedindo o pa-
gamento de 323, proveniente de costes.-A' com-
misso de remenlo municipal.
Sao I idos e approvados os seguintes pateca-'
A commisso de obras publicas, quem foi
presente a peli.ao do engen atril Jeronvmo Luiz
Riot-iro e Heitor Redemka Gnimvula, em que pe-
marcado no contrato, foi porque, i proporeie que
elle trabalhava, as cheias do rio, e as aguas tor-
renciaes desmanchavam o trabalho. Ninguem
contestara que este accidente ronstitue forca maior.
sendo este a razio porque o contratante nao aca-
ben a obra no lempo dvido.
De mais, Sr. presideote. o contrato nao obriga-
va a fazer urna bomba no riactio da Materia e ello
a fez ; nao obrigava a empedrar a estraia e elle a
empedrou ; o contrato nao obrigava a ludo isto ;
por conseguale elle fez obras eslranhas ao con-
trato, e o tempo que nellas se gasiou deve ser le-
vado em conta e o contraanle deve ser deltas in-
demnisado.
Todas estas razdes, Sr. presidente, obriganm o
contraanle a nao concluir a estrada na prazo do
contrato.
Vendo o arrematante que se aproximava o ter-
mo do prazo do contrato, e que nao o poda enm-
prir completamente, pedio urna prorogacao de don*
mezes; mas teodo o engenheiro director das obras
publicas, recouhecido ser anida esse prazo insuf-
ficienie, informou que o contratante nao poda
concluir a obra n'um prazo m mor de seis m*zes ;
entretanto ficou sua peticao retardada sem despa-
cho algum, apezar da solicitud.- com que era pro-
: curada, e so obtevu a concessio depois de quatro
mezes, quandoelle. sem esperanca j bavia aban-
donado o trabalho e protestado contra tal demo-
dem um privilegio por 40 annos para organisarem
uma^coinpauhia nacional ou oslrangeira, para o
" lirein, sem onus algum para a pro-
iha de bonds por trilitos para passa-
ado aYpotoaUTv saa: z issa^} ***
le c-iistruirein, sem onus algum' para a pro- ra> para 0 l|m;- ^reVaTguma multe.
vincia, urna liuha de loiids por trilitos para passa
geiros e carga, movidos a
principiando da e
nominado Sobrado uranue aie a po.
zea ; considerando que j existe nesta assembla
um projecto, appr vado em 2' discussao, de n 14,
consignando a mesma idea, porm 'em sentido
mata ampio, julga prejudicada a dos suppcaules ;
pot teso e de parecer ,ue nada ha a deferir. -Sa-
la las commisses da assembla legislativa de Per-
Todas estas razdes, Sr. presidente, forana rece-
nainhiic, am 17 de maio de 1871. Pedro Oes-
di-ino de H-iti* e Silca. FeVppe de Fijueiri Fi-
na.
Da c-)mmisso de rodacijo, sobre o projecto n.
37 da anno passado, alterando a lei n. 966.
Projecto :
E fido e mandado imprimir o seguinte pro-
jeclo :
A commisso de urea policial, quem foi
presente a peticao do ex-toneiite do eorpo de po-
lica Joo Pereira Lagos, em que requer a sua apo-
seniadoria.attendendo que o supplicante quando foi
dispensado do referido eorpo, achava-se inhabili-
t d.) pelo* serviros que havia prestado, j na pro-
vincia e j na guerra do Paraguay, altendeudo
que o sjipplicante est no caso comprehendido na
le n 276 de 7 de abril de 1831, de parecer que
se adopte o seguinte nroieclo de le :
IIKSPACIIOS DA CUKSUIKMaA 1>K 3 1)K Jl'l.lto bF.
1873.
Anaclel i Jos de Maraes Informe o Sr. ins-
peetoi da Uiesourara no fazenda.
Aa mo da Costa e S. Requeira o supplic a ti-
le autoriza le competente.
Coronel Ernesto Ju.-Iiii.mio da Silva Freir. -
P.n-e portara.
Hermenegildo Eduardo do Reg Montoiro. In-
forme o Sr. eepeeter da thesourana provin-
cial.
Irmatiilade do enhor Bom Jess das Chagas.
Deferido com offlcio ao commandante superior do
Hecife nos a data.
Manoel Joaquim Ferreira Estoves Jnior.Pas-
se portara coiicedondo a ecnca pedida com \en-
cmenlos na forma da lei, podendo aprsente la o
suppcante, se nao estiver convocada para tempo
em que a tetina de gozar alguma se-sao do jury.
Manoel Antonio dos Santos Dias. -Informe o Sr.
briga.leiroeoiumaii Jante das armas.
Dr. Manoel de riguena Faria. Informe u Sr.
inspector da thesoirara provincial
'Barbare! Manoel Caldas Barntlo. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Dr. Pedro d'Alliayde Lobo Moscos. Certifi-
que.
Secretaria da presidencia de Pernaiiilitico, 4 de
julho do -873. 0 porleiro,
Silvino A. Hodrigues.
EXPED .NTK DO SECRETARIO.
/. serca-.
Offlcios :
- Ao brigadeiro commandante das armas. S.
Exc. o Sr presidente da provincia manda decla-
rar a V. Exc, em resposta ao seu offlcio de hon-
tem, sob n. 445, que tiesta data licain expelidas
as convenientes ordens, alim de ser transportado
ao presidio do Fernando de Noronha um caixo
conlendo artgos de fardanienlo para as pracas do
2. batalhao de inf miara, all destacadas.
Ao mesmo.- 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc que nauta data
autorisou a thesouraria de fazenda no soulido de
ser feito o abono de que trate o seu offlcio de hoie.
sob n. 446- '
2.' seccao.
Offlcios: '
Ao Dr. chef.3 de polica. Communico a V.
S., de ordem do Exm. Sr. presiJcnte da provincia,
que por portara de hontem foi demittido. a bem
do servico publico Joo Luiz de Franca, do cargo
de 2' supplenle do subdelegado do districlo de S.
Benedicto, do termo do Panelias, do conformidade
com o seu offlcio n 806, de 28 do correle.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que expedio or-
dem tbosourana provincial no sentido de ser
paga a Joaquiui Ferreira da Costa e Silva a quan-
tia d que trata o sea offlcio de 26 deste mez,
sob n. 797.
Ao mesmo.Transmuto a V. S., de ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, os ttulos
juntos do nomeaco de i* e 3* supplenies do
subdelegado do 1 fistricto da freguezia de S. Jos
deste- cidade, de conformidade com os seus ofi-
cios, os. 790 e 803 de 36 e 27 do eorrent.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, transmiti a V. S. os ttulos
de nomeaco do subdelegado do districto de Ca-
nnotioho, do termo de S. Bento, e do respectivo
supptente, de conformidade* com osea oifcio n.
788, de 15 do correte.
Bepnrli;Ao lit iiolcm.
!. ueccio. Secretoria da polica de Periiainbuco,
4 de julho de 1873.
N. 1180.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que das communicaeoes recehidas hoje, consta que
foram hontem rocolhidos deten.ai os iuJividuos
seguintes;
A' iniuha ordem, Pedro Jis de Lima, vindo de
Itatr.b como recruta.
A' ordem do subdelegado do Recife, Lniz. es-
clavo de Antonio Francisco Correia Cardoso, a re-
querimeat i deste.
A' ordem do do Santo Antonio, Manoel, escravo
de Joaquim de Souza Nevos, a requerimenlo
deste.
A' ordem do do pritneiro districlo de S. Jos,
Antonio, oscravo de Bellarmiuo Alves Arocha, por
disturbios, e Mari Bemvinda The idolna, por of-
fehsas moral publica.
A' ordem do segundo districlo de S. Jos, Sal-
viano, escravo do Augusto de tal, por suspeitas de
andar fgido.
Por 'offlcio de hontem, o Dr d legfdo da capital
den-me sciencia de que, segundo cotnutinicaco
do subdelegado d Recife, hontem mesmo, prxi-
mo s rodas do vapor Giquid, fora encontrado o
cadver de um individuo; que, do eorpo de dee
to e mais diligencias a que se procederam, verifi-
eou-se ser o cadver do pardo Manoel Gomes, e
ter sido a m irte occasionada por foriinenlos gra-
vea feitos por alguem na cabeoa do mesmo pardo,
que talvez fosso laucado ao mar ou nelle se pre-
cipitasse para escapar sanha de seos aggresso-
res ; o que sobre esto faci proseg ie-se dos ter-
mus da lei.
Finalmente, a ordem e Irn jtiilhdade publicas
nlo soffreram alteraco. '
O que tudo communico a V. Exc, como me
compre.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Ileari pie Pereira de Lucelia, dig-
nssimo [iresidente desta provincia.O ctiefe de
polica, Antonio Francisco Correa de Araujo.
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 17 DE MAIO.
MIF.SIMNCIA DO SR. /: DE ARAUJO.
Ao meio dia, feito a chamada, achando-se pre-
sentes as Srs. Goes Cavalcante, Ratis e Silva, Joa-
quim Correia, Lamenha Lins. Figueiroa, Ernesto
Vieira, Lcenla, Antonio de Araujo, Barros Wan-
derley, Pomambtico Fillio, Vieira de Araujo, Gon-
calves Ferrara, Totentioo de Carvalho, Gomes P;
rento, Alipio Costa, Gandes Goadim, Firmino de
Novaos, Cambuim, Mello Bago, Pinta Jnior, Cu-
nha e Figueiredo, Amara!, Tito de Barros, Alvaro,
Amorim Salgase, Oiiveira Fonceca e iympio
Maraes.
Abre-se a sessao.
E' lida e approvada, a acU da uioeedeite.
p!e o seguinte projecto de lei
A a-seaibea legislativa provincial de Per-
nambuco resolve :
* Artigo tnico. Fica o presidente da provin-
cia autonsado a aposentar o ex-tenente do eorpo
de polica Joo Pereira Lagos, com os veucimentos
a que tiver direito na forma da lei.
t Revngadas as disposic^ws em Contrario. -Sala
das commisses, 17 de mio de 1873. -Joo Viei-
ri. -GoHcalces Ferreua. Pernambuco Fillio.>
0 Sr,_Go.NgAi.vES Fehrkira pede dispensa de
impressao do parecer da commisso de polica que
acaba de ser litio, que foi concedida.
ordem do da.
1J discussao do projecto n. 40 doste anno, auto-
risando o presidente da proviucia a mandar pagar
a Manoel Peres Campeilo de Ahneida a quantia de
Ur.Q'Mi que tem direito, pela coiiservacao da es-
trada de Pie d'Alho
O S:. Mello Rico nao devulveu o seu dis-
curso.
O Sr. It.ttis e Silva : Cuo signatario
di projecto que se discute, eu me julgava dispen-
sado de accrescentar alguma cousa a elle ; por
que o nubre depuiado que me precedeu, o justili-
cou perfetaniente bem, e tratou da materia de mo-
do nue se elle nao concluisse o seu discurso dizen-
do (ao passo que reconliece o direito que tem o
arrematante sobre .> qne pede e se llie dive dar
em cumprinieuto do contrato) que devia haver
una uiodificaeo para que nao fique muito pesa-
do provincia, nada mas restava dizer sobre ella ;
mas, viste da sua conclnsao, nao possu deixar
de fazer algunas observaedes, por que nao se trata
de fazer aqu urna caridade, tratase da elfectvi-
daJo de um Jreilo ; trala-se de proporcionar
meios para a pagamento de uaia divida da pro-
vincia.
(Ha um aparte).
O Sr. Vieiiia oe Mello : O nobre doputadj
quer ser mais generoso.
O Sr. Ratis e Silva : Nao quero ser mais ge-
neroso, quero dar o direito a quem o tem..
Sr. presidente, d'entre multas petics que aqui
tem apparecdo, ainda nao vi nenhuma tao bem
documentada, nem.uma pretenco co.n direito
toliquiJ), como a quo aprsente o coiiiratante
Manoel Peres Campeilo de Almeida, faz um contra-
to com a thesouraria, e logo na primeira preste-
cao falln ella a una das suas condic3es ; entre-
tanto o contrato obrigava a trabalhar na obra- e de
feito continuou o arrematante com difliculdades a
trabalhar nos dous primeiros annos, lutando com
muitos emharaeos ; porm, no 3" foi obrigado a
parar o andamento da servico pela razao de falta
de cumprimento de contrato por parte da thesou-
raria que o obrigou a receber as prestacSesem apo-
lices da divida publica, devendo pagar em moeda
corrente, conforme foi contratedo'e costme; en-
tretanto, foi obricado por forca da necessidade a re
cobe-las em apolices, qne para reduzi-las a di-
nheiro sujeitou-se ao abatimenlo de 40 0/0 : e o
que fazer o arrematante?
Deixar de receber era collocar-se na imposi-
bilidad.! de eumprir o contrato.
O contratante esperava receber da thesouraria
em moeda corrente as prestacScs, porm, nao re-
cebeu assim ; porque este so Ihe quiz pagar em
apolices, e perianto achou-se na collisao de, ou
receber em apolices ou parausar o servico. .
(Ha um aparte.)
_OS. Ratis Silva :Bem ; mas nesje caso
nao lem o contratanto ubrigacao de eumprir o
contrato ; porque a thesouraria fui a primeira
em nao cutnpri lo ; nao cuuvinha, pois de modo
algum que dcixnsse elle de receber as apolices,
apezar do prejuizo do abatimento de 40 0/0.
Se por ventora o peticionario fosse homein de
grandes recursos, que podes.se de um inuiiieulo
pata outro latear mo de capitaes, seus, certa-
mente elle teria enmprido o eontrato se.n necessi-
dade de rebaler as apoiiees.
engenheiro das obras publicas, como tambem pe-
la quarta se;ao da thesouraria, e pelo poder ju
dicario em sentenjas proferidas na primeira e se-
gunda instancia, por accordao do superior tribu-
nal da relacSo.
O Sh. Gomks Prente : A primeira sentenca
da relaeo foi contra ello.
0 Sn, Ratis e Silva : E porque foi contra *
E a segunda ?
O Sn. Gomes Prente :No sei.
0 Sn Rets e Silva : Mas eu sei porque foi ;
logo qoe elle juntou n >vos documentos foi ella re-
formada, reconhecenJo-se o direito do arrema-
tante.
0 Sn. Vieira dk Mello : -A sentenc nao loo
d semelhante direito.
0 Sn. Ratis e Silva : -(Mi senhor I Como nao
Ihe d semelhante direit) f Sen duvida nenhuma
o d, lea o nobre depuiado a sentenca ou accor-
dao com a lien cao.
Logo que a relacao reconliece o direito qu lem
o fiador de nao pagar a quantia all meada, qual
a concluso t Qual a consequencia lgica que
se pode tirar ?
O Sr. Gomes Prente : -D um aparte.
0 Sr. Ratis i Silva : -Quanto a verdad.- e ter-
ca das provas, Sr. presidente, eu nao posso dei-
xar de dizer que confio na ilkistracjto dos juizes
que as apreciaran), e no direito que assi.-lc ao ar-
rematante em viste destes autos que a assembla
pode lr, e reconbecera o direilo que lem o con-
tratante ; e que por conseguate omito justo o
que pede elle.
Estou persuadido de que os nobres deputados
que eslo ainda em duvida acerca deste questao,
em viste desles documentos se hao de conrencer
do direito -que assiste ao peticionario pedindo o
pagamento da quantia de 10:000,1, que Ihe deve a
provincia.
E' por isso, Sr. presidente, que eu disse que nao
concordava com o final do di-curso do nobre T-
putadoque me precedeu na tribuna, quando opi-
nou que ao men m se mandasse pagar ao peticio-
nario a metade de um? parte da quantia que elle
pede.
Nesta parte discord do nobre collega ; se a
provincia deve Ihe dez cantos do res, pague-se-
lbe os dez anata*, de reis; portante voto pelo pro-
jecto tal qual est.
O Sa. Gomks Prente nao devolvou o seu dis-
curso.
Encerrada a discussito e posto a votos o projec
lo, foi approvado.
Contnuaci da segunda discusslo do orcamenlo
provincial
Art. 5.* Auxilio industrial :
j I." Subvencao companlua per-
nainbucan.i.................... 54:000*000
i.' Sitbv.-ni'o coinpanbia de
reboque......................... 6:000*000
3." Subvenco a sociedade dos
artistas mchameos e liberac...... 3:000*000
Vai mesa c apoiada a seguinte emenda :
Suppritnam se os gS 2* e 3*. t"a*a de Fi-
gueiredo a
O Sr. Cunha dk Fiuu-iaEDo faz algumas consi-
deracoes sobre o projecto e justifica a emenda
que acaba de ser apresentada.
O Sr. J. C de Arauio faz consideracoes sobre o
projecto em resposta ao precedente orador.
Sr. Gomes Prente nao Oevolveu o seu dis-
curso.
Encerrada a discussao, posto a votos o artigo
e seus paragrapbos, e sao approvados, sendo re-
jeitadas as emendas.
Art. 6. Obras publicas:
? I." Empregados, na conformida-
de do art 19 | 7 da lei n. 963..... 44:700*000
2.* Expediente e asseio da casa,
inclusive o servente............... 3:552*000
5 3.a Calvamente da cidade......
6 4.* Estudos graphicos......... 4:000*000
S 5." Reparos e conservar.)...... 140:000*000
i 6. Obras de matrizes.......... 5:080*000
7* Aterro do lugar destinado pa-
ra o passeio publico.............. 4:000*000
Deixa-se de votar por falta de numero.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e te-
vauta a sessao.
REVISTA DIARIA.
(Ha um aparto).
0 Sa. Ratis e Silva : Mas,- d go eu, que so
succeJeu assiin foi certemente a thesouraria quem
pritneiro f;,ltou ao cumprimento, e deu causa a
qne o contratante nao poderse tambem eumprir o
contrato por (alta de recursos proprius, sem d-
nheiro nao podia trabalhar, e tees foram as cir-
cumsianrias, que vte-se obrigado a aceitar o pa-
gamento em apoic's em vea de ser em moeda
crrente, sujeitando-se ao enorme prejuizo de 40
0/t, como se v dos documentos que exhibi.
0 Sa. Cunha di Figukihido :Mas a tneson-
raria nao impoz.
O Sr. Ratis k Suva :Nao, nem quero dizer
com isto que ella directamente impoz; nao quiz
pagar da outro modo ; porm se a provincia nao
tinlia dinheiro, nio devia ter contratado a obra.
Autoridad^ polieial.Por portaras da
presidencia da provincia, de 3 do crranle, foram
nomeados : o tenenle do eorpo de polica Jos
Carlos Vital, subdelegado do districto de Capoei-
ras. e Joaquim Cordeiro Ribeiro Campos, subdele-
gado do districto de Pimenteiras, do termo do
Bonito ; alferes do eorpo de polica Flix Antonio
de Alcntara, delegado do termo de Pananas.
Ordenados.-Damos em seguida os nomes
dos seminaristas que na igreja de s. Pedro, no do-
mingo ultimo, foram promovidos tonsura, a di-
versos graos de ordens menores e subdiaoono,
por S. Exc o Sr. bispu diocesano.
A' tonsura. Sebastao Bastos de Almeida e Al-
buquerjue, Odilon Bemvindo de Almeida, Manoel
Pereira da Silva, Luiz Francisco de Salles, Julio
Cesar do Reg Birros, Joaqnim Paulo Vieira Mal-
te, Amaro Jos -Je Oliuda BarceUos e Theotonio
Ribeiro e Silva.
A' tonsura, ostiario t leitor Antonio Soares
de Mello, Djooysio Pires da Co*ta, Marcelino Viei-
ra da Coste e S, Francisco Vieira das Chagas,
Zeferino Velloso Ferreira Jnior e Antonio Fabri-
cio de Araujo Pereira, Manoel Candido das Cha-
gas.
A txorcisla facolyto. -Jos Gomes Montoiro
Joao Carlos de Moura.
A' saidwcoao.ThemisioclesGoDcalves de An-
drade, Antonio Manpel de Castilho Brandao, Joo
A segunda razio, Sr. presidente, allegada pelo Marques de Souza Jnior e Jlo da Costa DaMps
peticionario a de forca maior, como provou o j de Carvalho.
men collega com os documentos que apresentou Inauffurafao.Ja toado sido approvado
e analfsou. pelo Exm. Sr. presidente os estatutos da sociedade
Se o contratante Dio conetow a jura ao tempo! Vnm CalhoiiM 4e Pernambuco, deve tor W|*r
r



f
181 38 OHlJt 3ft <) OU/mS^0 de Pernambuco Sacado 5 de Julho de 1873. ;< OlJSf 1/ .711/ W/l
=
amanhi, pelas II h ras, a solemne inau.
b urna missa na referida, fsjraja.
A sessao sor abegta.airesid Ja polo 'Exift. Sr.
bispo diocesano, na M^Hrae de presidente heno-
rario da sociedade. 4m sifes mos -prestarlo os
socios o juramento tianeOTi dos estatutos. Cele-
bra a missa o Rvd. vigario Tito de Barros Correa,
deputado provincial.
OITerta A supert
da casa dos expostos
Scnhor Bom Jess
damasco de seda com,
una de cor negra, n
onlra .de sebasto pa)
est y lo rancoz.
Nao a primera v
dam a referida nm
culta, alias de a
de mencionar.
Novena.Principia a novena de Nossa Se-
nhora do Carmo, em sua igreja, na seguuda-feira
7, sendo a fesla ho da 16.
Na nilssa da testa prega o Hvm. conego Manoel
Joao Gomes; leie fls'digitia tur scmrn'rrt i de
Olinda, e no Te Deum o Rvm. Frci Joao de Santa
Thercza de Jess, vigario da freguezia do S. Pedro
*#tor< ,
Diario le Periisuilbux'o -Se negaren
hoje o vapores ingleze; lUinant e Cot-poxi,
istribuiremos amanha no-so numero de see-unda-
i'ira.
Cmara municipal do Reeife. Em
Sessao do i do crrente nomeou esla crpuracao
0 Sr. Dr. Angelo Henriques da Silva para 8XBT
cerinloi nanieute o cargo de seu advogado.
Hi'iIivks da polica.-Achara se encar-
regados du slrvipo medico da polica os Srs. Dr.
i i-e i.iaiiuiu do Souza e rirurgiio Joaquim Jos
Alves do Albuquerque, mdicos do corpo de po-
lica.
A mor a instruya. O Sr. eugeahairo
di ifo da ropartteo das obras publicas, Dr. Jos
Tihurcio Pereira de Magalliaes, mentn installa-
d Hila asa'Jaco Propagadora da instrucr* pu-
blica ulTertou .mesma assqeia.-u u o terreno de
sita piupiieJaJe na estrada do Atraa!, prximo
povoacao, do Muiiteiro, com 22 metros de frente
e 70 de funlo, para a edificaei da escola proje.-.-
ta U |>or es*a uss iciarn naquella localdadc.
Do semilunio acto dj Dr. Tiburciu de Maga-
1 aos s temos a dizer que digno de xem-
l'l- .
O elogio decorlas ac.es esta na existencia
delijw.
lulai-tunio Dea'.e-hontem para hantora
desappireeeu, -em que so saiba que destino le-
v.-u, ii Sr. llaymuudo da Silva Maia, tliesoureiro
da ieiarlieiu das obras publicas desta provincia.
S na a suppoy una ousaque eslava arrui-
nada. A polica tomn eunhecimenlo do fado e
precede avenguacTies.
E'a^siiuiciilit. Fallecen hontem sllho-
rai il i manila, victima de padecimontos ehronlcne,
oSr. Jos Candido de Barros; seu cadver teja-
se depositada na capclla do cemiterio publico,
A nad i |.el is 10 liaras da nianlii de hoje, ter lu-
gar i saiiini'-iito para animada etern que so I e
acaba do abrir.
Jos '.andido de Barros um dos cidados que
anda passou pela nossa sociedade cheio de sym-
(i alas, menos inspiradas pe is afago* da fortuna
quo o afejou em passageiros temos, que pelas
inni'iiras cavalbeiiii.-as que tanto o distingualo,
li i de'dse ;r campa acompanludo de c oradis-
siinas sautale?. nio obstante o obumbrado occiso
e:n i io i-l!e ve;.i linar-se.
ua desolada familia a quem dirigimos nossos
p.-a.o';, para .illi caquella hora, convidam a
U rigii'-llie o ultimo adeus atlo! os seas amigo-.
Benea Lar^n.-Moradores desse becco u>-
p i >ni que chamemos ail "OQio da polica para
ti.ius mull res de mi vida que aiii tambetn resi-
1 i, rujo pricedimento depravado ja se torna in-
>..,.,! )'t.ivei visinhanca.
A liit.iiidado respectiva quo compra com o seu
dcvjr
>i iva hariniiaia. -Sao convidados todo?
l- sucios para (Minp.ii'cceriMU a >es-aj extraordi-
naria quo ter lugar no domingo (i do corronle,
as i lunas da tarde, para tratar de negocios ur-
gentes.
Instituto Histrico c Philosophi-
.Domiugo, reuniu-so esta sociedade sol a
pr -sidencia do -r. Bandeira de Mello.
I'o lida e approvada a acta da scsslo anterior.
Uina offeru ao lostiloto pelo Sr. Dr. Januario
Montenegro, de sua obra Rifutaco Postol
d' Sr. Bispo ; :
Tu i o,ara pelo Sr. Pelino Gaedes de sua obra
Sacras Stptrta ;
Dous nmeros da Crenri, t da lltastraro Per-
nimbncann, 4 do Verdidiro Catholico c 2 do La-
h.iro, pelas respectivas redacroes.
Fortun estas offertas rebebidas com agrado, e
manda lis archivar.
Passandn a ordem do dia, primera parte, dis-
wso da tliese Que beneficios trouxe -o cliristia-
n ii em reanlo a familia ? Ornram os Srs. F.
Birles, v Boira, A. Ciroe e Oliveira Santos, fi-
candi adiada a discussao.
Na segunda parte da nrdem lo da, o Sr. Ban-
dnira de M''llo, como proponente deta these a
qtumsedee a independencia do Brasil? den o
seo ilesonviilvmiontn.
Em vi man'la prored t a eleican para nova directora na
ultima fe-sao de junbo, assim se fez, sondo este
t> resaltado :
Presidente./os Bandeira de Mello (reeleito).
i." vice-presidente Jos (ornes C.oimbra.
%.' vice presidente. Adulpho Tacio da Costa
'! rne.
I. secretarioManuel I'orphirio do Oliveira
Santos.
. seci-etario, -amonio Francisco de Magalliaes
f S;|v...
Tiie-oureiro.Isaas fiuedes de Mello.
tirador Albino Meira de Vasconcellos.
xdjunto Frcderico Augusto Borges.
Commissao de red:icc.-io. Frederco Borges (re-
li.tor) Isaas Gnedes, e Bandeira de Mello.
Commissao de syndicancia. Cirne rela.or)
Azsvedo e Silva, e Magalhaes e Silva.
Commissio de exame e rMitas. Gustavo Fon-
t '-ira (relator) F. Codiccira e Fernandes de Car-
valbo.
Dada a ordem do da da sessao vindoura, ama-
nh.i domingo, o Sr. presidente cncerrou a ses-
sio ;is :| h iras da tarde.
Theatro Santo Antonio. Repete-se
lije neste tfteatro, pela qnarta vez, urna das me-
ihores produccSes dramticas, que lemps visto,
A Estatua de Carne. Conhecamos do nome esta
poca, representada no Rio de Janeiro com grande
inessso, segundo diziam os jornaes. Descrente-
como clavamos nos succcssns thcatraes desta poca
onde parece que o bello da arte foi substituido
pel mecanismo das eomposicfles bombsticas, sem
lgica, sem criterio, em urna razo de ser, tive-
nios o bom senso de nao prestar inteira f aos
grandes elogios, que a imprensa fazia Est'tni
de Carne. Representada agora como foi no thea-
tro Santo Antonio, pela empreza Vicente, onde te-
ve urna magnifica interpretaco, podemos asseve-
rar, que a Estatua de Carne iffn drama, digno
nio s de ver-se, como de estudar-se.
Das pecas theatraes que se prooe regenera
<;o da miiliier, these imnortauUssima, a nosso
ver, a que mais preenehe e satisfaz o espirito hu-
mano na conteraplae'io de mu quaJro tao locante,
tan conimovente, e de tao agradavel impressao ;
porfeso niesmoqueo auiortevea faliz mspirafio
d; b isear-se na sublime ptlilosopia do eoraeo, a
religiio.
E' cora pe;as desta ordem que o theatro se no-
bilila e compre a sua civilizadora missao. Fazer
elogios empreza Vicente pela maneira com que
apresenta as suas pecas era cena, seria repetir
aquillo que est na conseienca de todos. Entre-
tanto diremos que o seeairio e mise enscene da
Estatua de Carne pode ser visto pel entendedo-
res sem medo de censura.
Os artistas vestem com luxo e todos enneorrem
para o bom desempenh do drama, qoe goza hoje
d'mna aceitarte geral. O Sr. Santos, eujo nome
do artista deve-o a empreza Visete, dos applau-
sos que j lem recebido tirar nm poderoso in-
centivo para e estudo.
Siiciedadc patritica doxe de sr-
lembro. Nos das 19 ^e 30 do mea passad)
honve sessao desta soeiedde, sendo na 1.* lida a
i.* parte da memoria do Dr. Tibureio de Maga
Ihles sobre o mellioramento do oorto desta capt-
pdal o na 2.' encloio o mesmo Dr. a leitura da
." parte deste importante trabahV, qae fui pelo
Lotera A que se acha venda a .7.
Ii lu'i.rila nova igteja' de'NoSsa Senliora'da re-
rrha, que* corre no dia 8:.
Casa de detcneao. Movimenta do.dia
i de.julho de 1873; .
Sxistiam presos 361, entraran 8, sahiram 5,
existem 36V. A saber .
i\l, mulheros eslran|rim '^
coparas iftTotakWl.
l<<- acuita dos cofre! pablicOs 186.
uto da enfermara 4o dia 3 de Julho
iserav
Aliir
- Mi
1872
Teve
pran Frane.isco do Xasciniiiito, febre.
Teve alta:
loaq liiii Leviuo Leal da BadrosJt
Ci-mlterio poitlieo. Obituario 4o dia i
it^ultmi ^~ -* *-~rj
Astero de Castrj Maria, pardo. Poreambaoo, 18
annos,soltir>, Santo AuWBjo; /ebre perniciosa.
Candida Mara de Olivea-Mme. Al gojs, W
annos, ollCJra, Bja-VisdT.ToSpfal PeafofT; HP
patrw'-------------------' ~
Ludgera Joaquina da Fonceca, Drasw,
buco, 8 annos, *liM, Boa-Vista, hoswtol
II; tubrcul.is puhaouares.
ial, e capataza para n (i.n do uspocQionaf.
sific ir e p3'.ar o alg idao quo viesse ao*mor-
' Tn'es sur W:h conhecidos e disjicto
ciHhj'n&Si>-',ni <<' '
A iai|satii emsiste Ha abertura dos fardoVmj;
saccas pata,,veff|\9a4.sf contam ellas materias
heterogneas ou quaesquer dilTorentes do algo-
dao afuu do acrescenla-lo ou fai;-l) pesar
la se Jor
irma as
lo mais
uns.
Ak la
Ihorfini
Jo modo
sea poso c aisj
'portes e baioje
embariiue f
Outrils ve^
Tas saetas
fjptos e pesal
A c'asMicl
1 VI II.-!,-
D... 1 I-..
, dar me-
ca nio-os
perca no
us tfims
ao acto de
M primti-
niais per-
para ve-
fres urna renda que por nielhor fiscali.-.yla uiie.
seja oiic.^entrar sem a oxecinjio da'fRTM
Devnodizer que a lei pode sc oicaaiitada pe-
los modos Differentos nella iinsmrj consignadas:
a jireferencia desses diversos ntflns prSticjs -
quesia) pnraniente regulameutar que dttvj ser re-
solvidn segundo as circumstanciajj tendose ie
uin lad) em attengao as melhores vanlagcns ou
eommodos para os interessados e de outro a mai o
Francisca Mara da Cjncoi .-o, pa da,
Pernain-
rilicar o producto e laxar a sua qualidadeou sor
te sagiiodooi ihteren*||itmos oajai|%ej%npalos
usos e iTOfttjuiOS wnmer on^so e cutos
mercados correspondeot '-
O poso Bit a quaatidado rw>f de-mowado-ia e-
;.; elle deixa de sec. taal, uto jrecer aquella
enominaco.
ara 0Xocnf;r o ser
vico
0
buco, 35 anuos, solleira, Rcifti,'Hevga coollueoo,
Manoel, escravo, preto, frica, 70 ann>s, soltoi-
ro, BoaVista ; ignora-so a' molestia.
B.izilio Antonio, pardo, Pernambuco, 50 annos,
oa-alo, Boa-Vista, hospital Pedro II; cancro no
penis.
MagdaloA Maria da Conee;ao, parda, Pomam-
bar-, t) anuos, solteira, %a.-V*ta, hospital Pedro
II; tubrculos pulmonares. ..
ngela Custodia do Sacraueato, branca, Per-
nambuco, 75 annos, casada, Santo Anljuio; bron-
chite.
Mtria RiHC.ida da Conceirao, branca, Pernam-
buco, 12 annos, casada, Boa- Vista ; tubrculos
pulmonares.
- 3 -
Agostnho, pardo, Pernambuco, 2 raezes, S. Jo-
s ; aonvolsoes. -
Benedicta de lesus, preta, frica, 7 annos,
solteira, Santo Antonio ; anemia. -.
Joo, pardo, PBrnaiubuo, i I dias, Bia-Visti ;
espasmo.
Manoel Gomes, pardo, Pernambuco, 40 ar.nos,
ignorase o estado, Recfe; afogado.
Antonio, ireto, Pernambuco, 60 auaos, solteiro,
Boa Vista, hospital Pedro II; ignti se a molestia.
Demetria Acacia da Paixo, parda, Pernambu-
co, l anuos, casada, Becife ; aneurisma.
Antonio, [ireto, Maranhao, 8 annos, solloiro,
Boa-Vista, hospital Pedro II; phtysica pulmonar.
Laura, brama, Pernambuco, 7 annos, Boa-\ is-
la ; augina.
HKOMI V JliUMI.IRIIL
Trilniint I conainercfo.
SE-SAO JUD1C1AB1A EM : DE MAIO
DE 1873.
PRRSIDRNCU DO EXM. SI. C INSELIIEIIIO ANSRLMC
kr\m:l-.(:o PKiiKTn.
Secretario interino, o qfficial Torres.
Ao meio dia, achando-se'presentesos Srs de<-
embargadores Silva Guunaraes, Res e Silva, Ac-
cioli e Dona, e os Srs. deputados Olinln Basio-
o Candido Alcoforado e snpplente Pereira Cas-
cao, i'aliainl i o Sr. depuladi supplenle S Leitlo,
S. Exc o Sr. conselheiro presidente abri a
sessao.
Lida/foi approvada a acta da sessao de 39 de
junbo ultimo. -
Accoanxos.
A- gailes leitos :
Appcllantc embargante Manoel Rodrigues Tei-
xeira, apjioliados embargados vuva e herdeuo-
de ilenrique de Miran la Hem iques, o tutor do
menor c o curador geral ; appellantes embargan-
tes us administradores da massa f illiJa de Amo-
rila, Fragoso, Santos & C, appellado embargado
0 bar.io de Bemllca.
jui.g\mi:ntos.
Appcllantc Joao Jos de Carvalho Moraes, ap-
pellados Ja\mes Eneas Gomes da Silva, Jeronyni i
nelsuo e rsula Ordol na da Bocha Miranda.
Juzes os Srs. desembargadores Beis e Silva c Ac-
cioli, e es Srs. deputados Olinto Bastos e supplen
te Pereira Casco. -Foi confirmada em parte,cem
parte reformada a sentenr;a appellada. (Pre-idio
este julgamento o Sr. desembarcador Silva Gui-
maraes cuino substitu'o legal do kxm. Sr. con llieiro presidente, que havia-se dado por sus-
peito.
Appellante embargante Manuel Nunes Parreira,
appados embargados-rga 4 Irmao. neos
Srs. Reis e Silva, Acciuli, olinto uastos e Candido
Alcoforado.Foi reformado cm parte o areordo
embargado.
Apiiellantes appellad >s o ba'rao do Livrament
e Jos Antonio de Brrto Bastos, appellados appel-
lantes os administradores da massa taluda de Fer-
nando Stepple da Silva e os herdeiros de Luz
Ainavel Dubourcq e su a mulher(Tendo-so dado
de suspeito o Sr. Caseao, nao pode dar-c o sor-
teo de outro depntado, em consequencia de se
nao adiar presente o Sr. S Leito.)
Appellante Jacob Cah, hoje cus herdeiros,
appellada embargada I). Delfia Tcfies de Hene-
an.(.Nao pode ser julgado por nao estar pre-
sente o Sr. S Leito, que juiz "certo ne feto.)
Appelante a barooeza de Jaragu, appellada
D. Almirioa Froes de Mendonca, tendo o Sr. des-
embargador Reis e Silva assumido a presidencia
do acto em virlude das suspeicoes do Exm. Sr.
consellieiro presidente e do Sr. desembargador
Silva Gnimaries, c feito o sortera do Sr. supnenle
PfreiKa Casco em lugar do Sr. deputado Lopes
Machado. Foi confirmada a sentenca appel-
lada.
Furam juizes os Srs. desembargadores Accioli
e Doria e os srs. deputado Olinto Bastos e snp-
plente Pereira Casco
ADIAMRNTOS.
Pelo nao comparccimcnto do Sr. S LeitoJ dei-
xarain de ser julgados os seguinles feitos :
Appellantes appellados viuva e herdeiros de
Manuel Goncalves da Silva ; appellante embar-
gante Maria Adelina de Mello, appellados embar-
gados os administradores da massa fallida de An
ionio Pedro de Mello.
Encerrou-se a se~so 1 hora e meia da
ta rde.
Balaiirete lo Banco fom !<--
eial de
juilio ile 181.
ACTIVO.
Accionisus...................
Letras descontadas.............
I,"tras a receb.-r...............
Letras caucionadas............
Va'ores depositados............
Despezas de installaco........
Movtis.....................;
Diversas eontss..........i
Caixa........................
l,*00:000*000
1,521:28S/J29S
89:5465770
11:.-500*000
35:431 ai96
6:117^373
.tillioo
30i: 218*084
lti:rtitiia
6,621:578*999
PASSIVO.
Capital....................... 6,000:000*000
4:500
iiveia o Miguel Lucio de Albuquerque Mello
JEc-liK ,likierlcano.i'jr.n asuspertsio des-
te Rlodico os .1s,-.gnanb3s dk imaria Fran
cezfl, Vnd'i perdtm !
Do 21 nmeros, 23 a 48, distrrfrtiitttn-se 16.
de 25 a 40.
Os sssignantes podem desde ja receber a qnafl-
li* de i*000, equivalente aos 8 numeres 41 a 48
Falo de reserva
Centtt correntes por dinheiro a
juros......................
Cout \s correntes simples........
Letras p >r dinheiro a juros.....
Cauc Jes.'....................
Depsitos da directora.........
Dividendo-...................
Oeseontos>....................
Diversas cuntas...............
Lucros pedas..............
162:393*4:10
9:180 *i KW
18:352*iO
19:434 296
36:000*000
73:000*0.10
29:611*274
233:987*743
11:130*006
i saaU a onecer
Eis abi "exuoslos clara e resuuliiiaiitenid os ser-
vicos de que tftani as. leis reliliVas no algodo.
J dissemoB em uriticipi > qu* segundo o nosso
pensar a mspeccao e classificaco do algoJao tor-
nadis obrigaioria-, nao resuiagiainaaoiicurrencia
e nefn can-ava o mnimo eslorvo a liberdade do
commereio, e que raesmo facultativa constituira
urna inspeccae- e classificaeao lype qee- eorrigi-
riam as particular.) que hoje Cazem esses servias
ou-ns dosacredtaria para O; proprio commercio-
Dah s proviesse pre^uizos para tira ou outro
seria i caso de dizor: sihi impute} ; porque bem
ciar i que sendo facultativas a-inspecjo e classi
cacao, haveria concurrencia, mas corrigido pela
regularidade do servico offlcial.
A concurrencia actual, porem. no aproVeita a
ninguem seno aos interessados ou douos desses
servicos.
0 q-ic se dira d i urna industria Ilcita ou no-
civa embira fosso explorada com mais livre con
currencia f
As leis e principios que regulam e prolegem esta
poderiam tolerar o abuso ?
N m.: u--n o dir.
Que rostrieco liberdade de commercio ou es-
torvo .-oncurrencia trasem a inspecgo e classi-
fica.^o do algodao creadat pela lei ?
Yertamente n-nhim, o a raz53 fcil para to-
dos quando com seus olhos observam o como se
tai o cura nercij do algido.
Es.se produelo quanlo c'aegasse ao mercado
iria |iara os mmuens da repartidlo, oapatazia ou
empresa e alii inspeccionado, e classilicado, e bt-
nrficiido por jonta de seus douos, co.no actual-
menie vio para as in-pecQoes particularc e os
oompradores muilas vezes nko o vem nem no
acto do embarque para o estrangeiro.
A coleuma porianto nun^a tov'e razio de ser.
O algodo hoje de-carraga-se as prensas, mu-
dado s veses para depsitos especiaos, inspec-
cionado, claisiiica 11 e pesado em arraazens ou
mspeeeoes particulares.
.\os termos da lei os servidos seriam feitos do
mesmo modo sem que se possa allegar com serie-
dade que o servicv) A ou B feitos aqui ou acola
constituem urna ondico da liberdade de com-
mercio ou urna restriega.) ao seu exercicio.
Subsi tiriam as prensas, os depo-tos particu-
lares, e at as inspecQoes ac'.uae-, so a reallsada,
segundo a crcajo da lei, fosse facultativa.
Se os aulagonistas da le entendem que o com-
mercio ficiria prejudicado ou estorvado em seu li-
vre exercicio pelo fado de passar o algodaoa an-
tes de embarcar nm mais de uin armazem ou pon-
to, e ahi demorar-sc claro e iudubitavel que com-
demmi a actual ordem de cousas, porque assim
acontece ou poderia tomar o alvitre de entregar
mspeccio olHcial o deposito do algodSo at em-
barcar.
N. i ha que sabir desse dilemma.
Quinto ao monopolio ou restricto da concur-
rencia ella illusoria, e irrisoria I
Se taes servicos nada tem que ver com a com-
pra e venda de algod o como se poder restringir
a concurrencia nesse ramo de commercio ?
E' at zumbar do bom senso dizer que se res-
tringe a liberdade de commercio porque os servi-
cos de iii-peccao e clasficac.ao do algodao que
sao feitos icio individuo A passam a s-lo pelo
inlivlduo B, sem alieracao da natnreza dos mes-
iii is servicos que provavclmentc seriam melhor e
mais promptamentc execiitados attenta a respoi-
sabilidule do rontratante ou empregado e o seu
proprio iii-eresse.
E" visto pois sem carecer insistirmos que seme-
I antes servicos nao podem restringir a liberdade
de commercio ou causar est>rvos ou lmitacoes
concurrencia pela face que acabamos de apreciar,
ist i da compra e vend do algodao.
Pretender demonstrar a contrario seria ab-
surdo.
As rcsirircoes e estorvos porm se referem
concurrencia nao na compra e venda, mas nos
proprios servan de inspeejao e classilicagao 1
Talvez os antagonistas das leis do algo o allu-
dam a e-se ponto.
E' porm ir muilo adiante com a opposico s
leis.
Se algucm receia restrieco concurrencia nos
servicos de inspeccao e classificacao do algodo
porque tem interesse na continuacao do actual es-
tado de coosas ; visto que claro que sendo a ins-
icccao e classilicago facultativas nem restrieco
podr'ra haver, e implesmenle concurrencia con-
currencia, o que nao allera a natureza e efleitos
dessa lei econmica, salvo se a reparttcao otficial
ou empreza podesse so acreditar a ponto de fazer
desapparecer as outras semelhantrs, o que seria
uin bem para os agricultores, o proprio coinmer
co e espcialmenle o fisco qoe lucra com o maior
valor do algodo.
Os nicos qne psrderiam por sua culpa somen-
te seriam os que actualmente fazem taes servicos
como simples indnstriaes particulares.
Em snmma tratase de servicos meramente se-
cundarios ou accessorios do commercio do algodo
qne nio sotTrona eslorvos ainda que fossem os
mesmos servidos obrigatorios; relevando notar
que as vantagons e proveitos da regalamentaco
desses servicos nos termos das leis vigentes eslo
plenamente demonstrados na esphera dos trplices
inleresses de que. nos oceupamos.
Couseguiniemente ao passo que tica assentada
a ci nvenencia da in-peceo e classificacao obriga-
torias, v se por igual que nenhum eslorvo atlinge
a liberdade das transaeces ou a sua celcridade
sobre o commercio do algodo.
Apreciemos agora a execuco das leis nos ter-
mos do arfe 46 da de n. 1,115 de junbo lindo, i-to
, dispensando a presidencia da provincia a re-
partico olucial e a Inspeceo mesmo faculta-
tiva.
BesLir o cstabelecimeato e obrgatoriodade da
verificapo d) peso do algodo que vera ao mer-
cado.
Temos j dito muilo para por fra de toda duvi-
va a necessidade e conveniencia de tal servido que
a lei creou.
Importa elle muito meos que a inspec;o e
a classificacao do algodo, consbtuiodo a base
nica de urna boa arrecadai.au da renda provin
ciai.
Se os primeiros servicos nao embarazara o com
mercio em suas transacedes e nem restringem a
concurrencia com maioria de razo, o mesmo
aeont*e com o peso. .
A -na execueo porm acarretar quelies ou
outros inconvenientes?
Certnnento nao. Nao podQ haver dieren-
tes usos commerciaes ou opinioos diversas acerca
do peso effectivo e real de qaalquer merca-
doria.
Verificado elle regular e licitamente ser o mes-
mo sempre, quer feito pelo particular ou offl.'ial
mente pela empreza ou de outro qualquer modo,
encas Nyfftfets ontr*
la.-ai ao eoiniatreiu, ijMr
o.
lece a l
do [eso.
s da oda le aj Idemidada de
razao nos porJ^Be descmqar.pe.
O 2 nos pr^Hs armazerfe iiarticulare-.
O 3o nalinJKf em pontft certas nos bairros
do Recfe e Santo Antonio.
Vnltaremos ai asumplo psra antrysar esses
tres meios de execugo, expondo as vanlagens e
dwvairtagens que da aopjao o qualquer deu.es
pode rueultar; e se a primt & preferivel jlgusm.
Reeife, 4 d julho de 1873.
BHMft
Os cjc/iptores da Rravin
cffsn'; TiiAllM^injiTla'm.firftrn
la vai repugnando at .jos iudi.Ti'ieiitcs.
" s que defeudem o aaninJstrador da pro-
S. R f>6.
6,621:378*999
O guarda livros,
J. Pereira Pinto.
BUCACOEg PEftlOt
empreza ou de outro qualquer
sendo que este deve offerecer as garanta que as
signal.unos.
O peso real e verdaeiro vcflflrado em urna garante diretos_ de que niugueui seno
mercadoria niipU pertarbar tmnsaccSes de
que olla pos a laler tJtejpeto e cem*guiniemente
nenlnrma Testricco sertreri a liberdade dVeom-
mercio nem ik concurreacia du egosie do algo-
do. i/J^^I
A tkf(riciil< tira, commcitio e o
fleco.
Leis sobre o algoMo. Seus fundamantos oit m--
tioos, objectm, fiHi* meios de execuco.
m
No artigo precedente apreciamos ssas lea sab1
o ajieeto de eu objecte tns? tnOsklararemo-lM
gor;t qunwto ao meios de aa exeetico ou pra-
ticabilidade, que pelos seos ffeitos eSlcazes o |T)-
veitisog trplice ordem dos inleresses que de-
'tendemos, lem sido atacad e reputada impossi-
vel ta dairmosa ao iWos aoBlnteressn do eom-
merco
AuterioFraenie prometlemos especificar os ser-
Vicei deretidos par essts leis.
E:ls creram, como disseraos, urna repartieoj
Ser um sorvic/ que os arwzeiis particulares
deixaro de fazer. se qulzeVei, e ale nsto ponto
nenhuma restr??aO TOarer a nd >lrla fie des-
empenha tal sertiao.
A vericaio d|*Ssa( cettaaieate ofcnigat'
ria, mas m^geisntt qae qusKit petar de nova-
n como actrtaMionle o sed algodaa o pederi fa- >
zer ; quem o impedir t
Mas a verificado offleial ou da1 erameea^ri a
uaiea que ervcide bace a arrocaiafu da ran>
da, e a solu.io do du vidas entra eomraerciaates
ou estes e os asrftuRures.
R' claro por i sso que os raaresMdt ert rmta
ios de algodo e que possam ser srjudismpe
ftdaro slidamente garantidos dttHmh^trm
Jase.
O fisco a seu turno veri entrar para 6 seus co-
lllm. e Rvm. Sr.-Em consequencia dos ine'j.5
mnitos-affiuert, 96 wbra nWTol'po!|vt*l ifltOtt
der aoofflcio que V. Rvma., na qualidade de se-
cretario da irrrlVIdad? do gmrmsn principe dos'
apostlos, S. Pedro, se dignou dingir-me em 28 do
prximo fiado.
Pfert respeltosamente desculpa a V. Rvma. por
e da demora, que, estou certo, V. Rvma. jamis
attribuir a outra causa, que nao aqueja que
eiiunciel.
iz-me V. Rvmi., em ?eO citado offlcio,"que a
mesa regedora, dependo dtr cumpriment d circu-
lar do Exm. Rvm. Sr. bispo diocesano datada de
28 de dezemhro d > anno prximo passado, delibt-
rou, em sessao (fe 24 de abril, que se offici *se a
cada um dos lrtnths=o qwtt^nchando-se iniciado
na mngomtria, neta podia continuar a fazer parte
da irmundtide, sem que abjurasse aquella socie-
dade.
Do trecho do olcio de V. Rvma. a |ui transcrip-
to, deprehendo eu que se me intimaj que abjure
na maraarla, ou que me considere eliminado da
ir.ii.tniiade.
Uto posto, declaro positiva e termmantpmenie,
que, por orina algn, abjurare! da maraara,
bem coma que jamis me considernrei desligado
da irmaudado em quinto a minha oliminacao nao
fr legalmente dterminada por lei.
Estou, ftv.n. Sr., no ultimo quartel da vida, de
urna vida (permitta-se-me a vangloria) sempre pau-
tada pelo mais slricto e escrupuloso cumplimento
dos deveres qne a todo o homem de hem impoem
a moral, a honra e a dignidado. Em minha cousci-
encia ha plena tranquilfidade, porque se reronheeo
que tenho prcidos, pois sao elles psrtilhas d>s
humanos, tambera reconhecn que s lia uin juta
competente para julgar-me, e que esse juiz nm
faz parte da mesa regedora da innindade de S.
Pedro, nio habita em Roma e muito menos no pa
lacio episco al da Soledade.
Felizmente para os humanos o Supremo Juiz
habita a manso da justica infallivel, onde nao
tem ingresso, nem inleresses c.-indcranaveis, nem
o espirito do erro, nem a especul'a;ao e anda me-
nos o tumulto de ruins paixes que tanto e tao fa-
talmente desvairam muitos homens ijue erronea-
uien e so julgam privilegiados.
Sou macn, tenho o ultimo grao que se confere
nesta humanitaria assoc'>aciio, e.tou conseguinte-
menle iniciado nos-seus mais recnditos mysterios,
e nem por sso me julgo menos christo, menos
catholico, apostlico do que os membros da mesa
regedora, o Exm. e Rvm. Sr. bispo diocesano e at
0 mesmo pontifico romano.
Sou macn, c sel o-hei em quanto a maraara
nao professar oulras douirlna* se o as que pro-
fessa actualmente, doutrinas que s pelos inimigos
de eus e da humandaJe podem ser acoimadas de
nocivas, perniciosa^, impas, etc. etc.
Sou macn, e se isto me co.istitue reo, Djus e
somente Deus rae talgara.
Pelo que tenho dito, eooemjr V. Rvma. que es-
tou firme e inabalavelmente resolvido a nao abju-
rar da ma;onaria. Qualquer abjuracao, importa
implcitamente a confisso de erros, o reconheci-
mento de haver trilhado seudas que levam per-
digad.
Rvm. Sr., sou velho, tenho bastante experiencia
do inundo, a idail: irreflexo pasou ha muito fot
mim paranlo nao ser agora que eu darei o r di-
culo espectculo do ir confessar que fui leyiano e
rrefleetido, e, que o continuara a ser, se nao hou-
vesse uin inanceuo tprivilegiado, que, ape sua inexperiencia, se dignasse dar-me conselhos.
E' digno de lastima o anciio que, a despert dos
gelos da idade, se deixa levar pelos que no verdor
dos annos tm coraco aberto a to los os impulsos
da it reftexo.
Tal caso nao se dar comigo, porque jamis ab-
dcarei dos direitos que tenho .-de ser o unico res-
ponsivel dos mens actos perante os homens e pe-
rante o Omnipotente.
Tenho desl'arte respondido intimacao formal
que se me fez para desligar-me da nia-.-onaria.
Ora, segundo a doutrina do offlcio que V. Rvma.
me dirigi, permanecendo na maconaria, como ef-
feitivamcnte permane.-o e tenciono permanecer
ido pos-so continuar a pertenctr irmand de do
glorioso postolo S. Pedro.
Porque ? Quem deu me=a regedora o direito
de legislar assm ? Acaso a mesa reged ira ab -
soluta para legislar como Ihe apraz ou conforme
os interesses que Ihe convm patrocinar ?
Nao ; e s o pode fazer arbitraria e abusiva-
mente, e nenhum homem de dignidatie e bros de
ve humilhar-se a ponto de acatar o arbitroe o
abuso como acto legal. Em tal caso a reaccao e
ura procedimentiu nobre, mais que nobre leal e
anda mais que legal necessario como baluarte
contra a invaso iniqua de poderes; contra a ten-
dencia perigosa de esbulhar de direitos legalmen-
te adquiridos, aquello que confiadamente di-scanca
sombra da lei.
A irmandade de S. Pedro, como todas as cor-
porales de igual natureza, rgese por uin com-
promisso legalmente approvado pelo governo Im-
perial e pelo prelado diocesano.
Este compromisso constitue o cdigo que esta-
tu os deveres, obrgaedes, privilegios e regalas
inherentes a todos os irmaos.
E", pois, claro que cima das conveniencias dos
inleresses, das paixes existe aquelle compromis-
so como dique opposto ao abuso, ao arbitrio,
m vontade de quera quer que seja.
E' certo que V. Rvma. em seu offlcio, no se
referi ao compromisso ; ereio eu que o devia fazer
para preci-ar os artigos que eu transgred, ou
quando menos para me scentificar em qnal delles
se apoiava a deliberaco tomada pela mesa rege
dora em sessao de 24 de abril.
EU, Rvm. Sr., conheco a causa dessa omisso e
di-la-hei francamente.
A deliberaco da mesa regedora foi lomada
arbitraria e illegalmente, o compromisso foi posto
margem como lei abrogada, porque entendeu a
moa regedora era sua subedoria, que ante os dic-
tames caprichosos de um bispa, nenhuma lei sub
siste.
Engao manifest, Rvm. Sr., o compromisso
est cima de ludo, pelo menos para mim que
Juando qui ser irmao, me foi dito que os uteus
everes e regalas estavam nclle estatuido e nun-
ca me advirtlram que elle s era lei da irmanda-
de naqnllo que nao conirariasso as intences d
diocesano.
Seria imprevidencia dos misarios d'entao ? So-
ria porque (al circurastancia s deve ser conhe
cida em occasiao oppurtuna como agora ?
Mas isto seria o cumulo da iniqtiidadc, um ver-
dadero laco para prender Joia de cem mil rls
dada; a troco de privilegios hypotheticos.
Felizmente, porm, nada dissO : o compro-
[.misso estatu tudo com referencia respectiva ir-
mandade, nem se quer pode prestarse a erradas
nterpretaces ;" claro, expresso, iotelligivel,
por Uso tanto empenho ha em o olvidar, j
Nao o olvidarei eu : lembrome delle pQauo me
) i|le pro-
prio pode esbulhar-me.
E estarel eu no gozo desses direitos t Vejamos.
S secular : o art. 4* do compromisso diz que
podera ser admittidos nesta irmandade pessoas se-
culares.
Cnmpri o dlsposto noS aru.fi. 7,8 e at do 9,'
o que qner dizer que paguel 100*0)0 de Jola.
Nunca transgred nenhum dos arts. 118 a 125,
em qw se resume a parte penal o eompromiss,
os quaes tajvez por impruvideucia nao preveem o
'ciirltile marinismo.
m concTusSo, permHta-ma V, Rvma. que ter-
piiue, assegurando que hei de pugnar pelos direi-
tos e me asslstem emquanlo Den? me conee-
1 lar conseienca liara Julxar o* raeus actos
. Dsus uard a Y Rvma.SHffuel ot Barbosa
bnijkarSet.
mMf, eVtn etc.
Aquel!
vncia l.n "ni cim o ibt'ress- srdido, rtisr-
Vi-io a la convicea ; obedeeem-aoj iiirtuXu; du
poder, ain (yiauto (pie elles sao o cerebro a o lrico
da na cao.
Podem continuarAnos insujjarj nao re
remos injusliea a#m^biust^2PBo dnMos
tu4x> n luz a crer que esi-s escriptorf silo
batidos por snlioieis reprovados, e n."u por
amor da patrit-'
Entretanto sempre que o tempe no permittir,
tornar......s -alientes as iueuhfcnBcias dea nossos
Implores; urna cousa adirdrawl As vezes no
mesmo jornal, na mesraa pagina econlram se dis-
Jpnites, conlradlcdes nianife-ia*.
me, piren, exe-le s m-'Jida d) WW'nnil,
qne tnnsrrevendo o discurso do senador Pompeo,
)uJe se encontram alguns apartes do senador
Barr\is Brrelo,.OS nossos, eseript r-- na) trepida-
rairti.eai arligus de fando, deelaan- que este no respeitavel amigo havi. censurado o digno admi-
nistrador da provincia pelos ac nteelmentos do
dias 14 e 16, censura que se manifestava no? seus
apartes,
Bom sabamos que o senador Pompeo resa pela
ihedma Cartilna dos esenplores da Provincia ;
sempre exagerado, ouipro injusto, sempre parcial
e intoleranc, o Sr. senador nao podia aprovar as
medidas de um seu aiversario.
Mas a curiosidade de sabor a piulad do unico
sacerdote que tem asiento ua cmara vitalicia, so-
bre as quesillos religiosas que actualmente se agi
tam no p ,T., fez-nos lr o discurso a que alinda a
Provincia, e eiilio liveuios uccasJau do ver que o
Sr. senador Ua ros Brrelo, clogiava e defenda o
Exm. Dr. Lucena da aecusacoes injustas do re-
,pre.-onlaute do Ccar, que se tem trnalo notavel
em deprimir o carcter individual de seus pa-
tricios.
Diza o Sr. Pompeo quo no dia 14 o p osdeuto
da proviacia tinlia sido Bromo, imprevleule ou
connivente, e que no dia 16 tinha sido violento ;
cntlo disse o Sr. Barros Brrelo : preso por ter
co e. preso por nao ter cao.
Na la mais a proposito Jo quo este aparte, que
des;oncertou o representante do Cear do modo
tal que nao souhe mais o que disaa
Ainda o senador B. Brrelo deu um outro apar-
te ; diz o Sr. Pompeo :
Quem conhece o Sr. B. de Villa Bella e os
cao llieiros que com elle formam o directorio do
pvtid lii/eral nao. pode acreditar ueejG celebre
olBeio publicado no Diario OJJicial, em que se im-
puta a elle e a sen-' honrados amigos a complicida-
de d is artn.< praticulos no dia 14.
O Sr. B. Brrelo:Aesira ramo nao se podo im-
putar ao presid ule a culpabilidad do ajonteci-
i nenio.
Onde a censura do Sr. senador B. Brrelo ao
presidente da provincia ?
E assim quo os escriplores da Provincia es-
crevera a hi loria !
E j que fallamos no discurso do Sr. Pompeo, o
cstatistico ; deste discurso que a Provincia chama
-adiniravel uo podemos deixar de trauscrever
o seguiule trecho que raspn le cabalmente ao ma-
nifest ao Brasil, feito peo directorio liberal desta
cidade.
0 Sr. Pompeo:Eu enlendo que vista do que
se luvia pass.ido na uouto de U, aaoloridade de
varia intervir a ben da ordem pulili:a para que
nao se tealitassa essa reuaio de que podiam re-
sultar m> consjquoncias ; mas o que fez o prosi
dente ? Segundo as parles olcaes que a!ii e-lo.
cariazes foraoi a:Uxados. a polica soube deltas
desde o meio dia al as 3 horas e nao deu provi-
dencia algu-iia. quando era do s;u dever, so o go-
verno quera impedir a reue.io, mandar para os
lugares designados nos Garlase* a necessaria forca
para dispersar o povo.
O Sr. Zacaras: -Para nao consentir que sereu-
ojete.
Eis aqui os Srs. Pompea o Zacaras sustentando
que o presidente da provincia uo devia consentir
em rounio ; e entretanto o directorio bradou em
altas votes que havia de privar cm fados, com
fados que o direito de reuui.io era urna realidade,
como se alguem pozesse sso em llovida.
Os Srs. Zacharias o Pompeu |doelaram em ple-
na aasembla que o presidente da provincia nao
devia consentir o povo reunirse, que devia eullo-
ear loicas nos lugares designados para a reunio,
e o directorio liberal acensa o presidente da pro-
vincia porque prohibi a reunia., porque nao cou-
sentioo povo reunir-sel?!
E' intoleravel essa gente da ra do Duque -e
Caxias II
O honrado Dr. Lucena ern seu olBeio ao gover-
no subre us acontecimontos do dia 14, disse;
Vi compungido os desirvis de uuu devas-
tado vandlica, inclusive n i capella.
Os escrmtores da Provincia, analysaudj este, t-
pico do offlcio, dsserara : -supiu (alsiiade, de-
monstrada pela vistura fela nos estragos du col-
legio, onde se dii :
A capella-mr, aliares e /ndeos respeitulos.
Nada ha man verdaaVira (la ja a obserfa^ao
do poeta : n affniblit toujonrt **nf f 'oa exa-
gere.
Mas, se a capella-in'ir fui ivspeitada, nao O f>*i
o corpo daigrela, e o Exm. Dr. Lucena nao fallou
na capella-mr.
Certanienle ninguem contesta que a capaila foi
violada, penetrando alii os desordeiros onde que-
braran) bancos, cadeiras, um riquissimo candela-
bro e diversos Milcos objectos. sendo que al des-
acalaram a una senbora respeitavel.
Mas, como a vistura diz que a capella-mr foi
respeila, seguo-se que loi lainbeui toda a capclla.
Isto que e impudencia e cynistuo I
Um sacerdote, disaa o Exm. Dr. Lucena, foi vie-
tiina du puuial do sicario.
E' falso, dizem os nossos adversarios, nenhum
paJro murreu assassinado. Os Corp descreveiu offeusas physicas leves, e ferimento le-
ve, curavel em 20 dias este, e aquellos em tres ou
dous dias.
Mas, o Exm Dr. Lucena nao disse que algura
padre livesse sido assassinado : isso urna calum-
nia, que Ihe at-.rbuem os seus desallectos, somen-
te cora o i'kii de fazer opp isico.
Eulreos celebres sophisraas da antiguidade. ha-
via ura denominado o -Mentiroso-e cuja fonuu
la era essa:
O que mente e diz que mente, mentio ou
disse verdade ?
Entre nos este .-ophisma traduzido pelo se-
guate anexiui: Mente Pedro porque o le u de
veso.
Tudo isto est eclipsado pelos nossos modernos
escriplores da Provincia.
Continuaremos em nossa analyse.
Nao devo, por amor verdade, consentir que se
propale e lome vulto a falsidade de (|ue no dia
16 de maio ultimo nao cumpareceu auloridade po-
licial para dispersar legalmeule o povo reunido
nesse dia no Campo das Princezai
Estive prsenlo como delegado de polica, ento
em exercicio, bem como o Dr. Queiroz de Barros,
chefe de polica, e arabos nos procuramos, muito
erabora sem bom xito, conter e persuadir o po-
vo a dispersarse, o que so se conseguio por meio
da torca publica.
Sirva esta minha declaraco de protesto contra
o que, com relacaO ao aconlecimento daquelle dia
tem-se dito ein alguns jornaes desla provincia, e
ltimamente repetido-se no Jurnal do Commercio
da corte.
Recfe, 4 de julho de 1873.
JVdro de Albuquerque A utran.
4o publico
Li no Diario de Pernambuco n. 137 de 17 do
coi rente, Jia publicacao sob a epigraphe O in-
ventario de Athanazia, em Bom Jardim, e
nada devia dizer porque vera essa publioacao ajia-
rentada cora a arma do covarde- e uaicoeiro, que
sempre prompto a ofTender, calumniar e infamar,
tem veriutiha e njo de si mesmo e representando
o mais vil papel na imprensa, oceulta o nome por-
que condecido.
Ma-, como seja oonhocedor de tudo qua ha pas-
sado em dito inventario, o melhor conheoa ainda
a integridade do juiz que o presidio e a probidade
dos caracteres que debalde pretende o vizeiro
enxovalhar, de passageai deixo algumas Imhas,
que mais on menos farlo conhecer o difamador,
alim de que mere, a o sligma do publico renxaio.
llesHjava que, quem tao audazmente foi mi-
prensa calumniar, deixasse as columnas do jor
nal estampado o seusignal, para maior gloria sua,
e nenhuma duvida deixar sobre a paterndade
do lao liado parto. Ma>acoHio, umitas veaea,
mHior te conheco o en e polos coturaes e lin-
(uagem, do que pelo nome, por isso deixou o
vizeiro bem patente, e. prin Mpaimeate para o lu-
gar onde escreve, que e sem duvida um llhsv
auo 4esobece jdo a todos oa preeeitos divioost na-
luraes e humanos, embosco* seu proprio pai aliu
de ansassina-lo, pelo que f.ic-llie recusada a bo-
co paterna durante a vida do pai, at qn mor-
reu #**,. t cando sempre o fia lera de sua
grao i ; que un nao, que vendo outro oppri-
iN do j\Ma Heeesmdaila d-mie.-Uca. arranca-lbe >ie
casa a nmea oserava fae possuie, em prera de
40ii^, e poucos momentos depois apura na dita
]soaava| nr Haa espeae r70tt;~aue i- um pai,
que vendo sen (illiinh > de leara idade qnasi e<-
nugado no rili'iede nata I olad ho fsridii, o onde' eslava, (por nniem do pai) em
ir.ili.illin. o primeiru e nico rumedtu que Ihe ap-
plicuu furam paimaJoadas e urna tremenda sufra
de chicote, o-quHl msplrando Com seu estado rom-
paixo sua mi, que veio em seu auxilio, foi
pibcnasjarticipsdawi da dsa-qsn "- applicava
o pai ftfae c um sonliorqt panuinlo um e-
cravo. diiem, de nome Ramio, o-qual era muito
querido do seniur velho.e para raj| rasa lead*
fiigido, porque nao supporlava o rtar ;'o.r. que o
Halara scnhor mora, Multando spaw inhalo, foi
tu ruoiinente surrado de a.'.urfaoue e palor.-
riaor nios e f, quoperdeii aa Mimas, h.jc
ainda foriserva em ludo ccrjiu aftafiunlade de e-
calrizes que jamis se apaga rao, acer.-centando
a lio.cruel castiga o duion so martirio de amar-
rar aos ps e s mos de dito escravu las cur-
das e destacando-as para pontos diversos, "fez sus-
peude-io por qnasi urna nouH inteira ; que c um
genro que tendo querido eumpr.T sua sogra
(viuva) um escravu por ciru pa (< qce Um aaa
' vinha, e sendo por um e.liaiiho coolralada a
venda pela dobro do prera onVrcrido p> lo genro,
esle fez affastar o oonijradr estrarlm, dizendo-
iho que o esoravo dra doente e ewtiim .va a lar saugue pela bocea, peio menos duas ve*s em
cada mei ; e finalmente, que um ente capaz de
pratcar toda a surte de infamias baadaHarirai e
paranlo vil e despr>-zivel, cuja maiur gloria por
elle conseguida, dizem, ter sidu iuunigi du a
pmprio pai, innrrendo esto se n delle querer m-
licia.
Eis s,ni duvida deucriptis os crarterislicos du
vizeiro. que por tanta esp.TiaJidqdo, digna de dm-
siderai i, occulla-s* de apparerer cni rereio tal-
/t'Z de ser apedrejado
Pan mostrar que o anor.Ymo s teve em vi-la
calumniar, basta ver que elle trazemlo por pre-
texto um invenlariu em que Sen duvida inte.
reioado, proearaado primitvaasente inserir ceniia
o juiz as raaiurcsiuex clidcs, |'- pruvoco-oalim
de que exhiba documento que prow ao iimu.jS
alguiua de suas aatanlaa, veio aliual M mesina
qneslo.incluir um tc-nento, que diz muilo aaasn-
cdo do juiz (e cu accrescento e d> pealka pela
inteireza ao seu carcter) o qual. da pnipria pu-
blicac>u se evideucia, que nada tem que ver com
dito inventario, nem mesino proco adur de al-
gum he.di-iro.
A que veio a noticia de 30:001'* que pussoe <>
tenenie que nao interesado no ai ludido inven-
tario 1 e quando mesmo o fosse, c.iiivuia aette
despender a quantia de 30:0t" i para perceber
una legitima ieduzida de ll'iNij. a quanlo
inonloii a massa inventara, subdiviida por S4
herdeiros ?
Com din eiro pretenlia ante* vencer, um her-
de m, cuju nomo me nao recurda, na* hem oa-
n!i -cdo por ser bailante barliado e ter Je menos
vista u.n oilio, o qua asado prixuradnr de .a
lia, herdeii.i uo m-sino iuventaiio, dina, que por
si e sua ta erain satisfeitos que fots -m sua le-
gitimas consum las um cusas -e isla fosse ne-
cessario para quo us demai- bjerJiitua unbraa c
urphos ou ao menos algn1 di'-'uj nada oerce-
MMSttn de legitimas; e por isso alariloava que tinha
contratado j advogado por mais de um ralo de
res, para aniquilar tudo.
Nem tambera podia o brilno de 30 0:M)| cogar
o juiz; porque alera de sua integridade, po-s....
fortuna avultada, com cujus lucros moderados se
Miiisfa, visto como ca ia vez mais aiigmcn'a o seo
vulto, sera prensar de fazer com algum nvernei-
ru de estrada que vende valor de oito, a |H>rq \t
nio pago in continenti, passalu- dias apresen-
ta cunta ao comprador no valor de cin.-ocnla.
E demais, accresce que d-aliado quem [i -<4
documenial.menie atorar qualquer aet i m- nos d.g-
11 da integridade do juiz du alludW iuvealario.
D-safio anda a que se mi-tre qualq ier docuui.n-
lo que prnve ter o juiz do inveitario comprado
partes de herdeiros.
Appar.'ca que.n for capa! com qualquer do; li-
cunienlos que se pede.
A vileza o a calumnia o caracterstico do am-
bicioso, que enxergando a sua miseria, v semp:-
com mos olhos os de fortuna superior, e deseja
arrancar o pao da viuva e du urptio para acu-
mular em si, com o que suppoe fazer-se grande.
Mas em recompensa de lauta vilesa, tora du pa
buco sensato o justo estigma e escarneo cora que
in rternum-c aco'.hido.
E anda por tanta vilesa nao cora, vndo im-
prensa atlribuir a caracteres honrados a* mane j?
torpes de que grandemente recheiado.
Assim c ipie mente insci.svelmenlr, dizendo
que Jos Lu.iroueo para uo ver a seu prenle env
juuii conciliatoria, pagou ura garrote que oaaafeav
trinta contot havia errado com seu ferro.
sen-I i de proprieda e allieia. l-xisle vivo Jos-
Looronqo, que hoje nimiga do antftsf dos Imi-
ta cont*, e declare se lal nunca pasaoa I ? ..
Nao com a mentira que se justifica o direito.
e nem calumniando que se jidquire probidade..
Onde o prejuzo dos orphos, con que quiz a
..iluminador chamar o odio o contra o juiz, acu-
lando as l.-iia/o.'- offereci.las pelos herdeiros,
quando cresceu o monte na razan pouco mais oa
menos de 10 / e foram as legitimas dos orphao?
feiaa era duheiro, qui M logo recolhdo ao cofr*
por i-mpre.-limo a jurus na forma da lei f O que
conviria mais quo fossem os o.-ph 13 inteirados .n
ilinheiro. ou i|Ue em lugar de din'teiio, reeeb*-
scra e-tes, bancos, mesas e gamellas veibas 1
S a ambicioso conviria que fossem usorphao*
inteirados com enes objectos, porque nao fazendo
dellcs uso, podia ludo ser accumulado em seu po-
der onde se acabaara.
Como ainda puderia deixar o juiz de dar Mar
ais orphos, quando Je nenhum aulo do cari -
ro cmslava que elles livesse.n tutor ? e s ea-
lumniador que sabe que os orphos (inham tu-
tor ? 1 P.rque nao juntoii doctimeato que oprove*
A mentira por si se d -siroe, e d-ixa o raentuo
so com o cunho da infamia, cun que quer aerapre
enlamear se.
Para poucas linhas, basta. Depois de todo ex-
plicad -, come est, o que convenientemente se
pro va, assevero que dito inventario de D. Athai.a-
a, foi procedido cora loda regularidad e formu-
las de direito, tendo o juizo como principal mira
aqninhoar os orphos de modo que oa garantHsr,
desprezando apenas as chicanas de un ambicioso,
quo sendo tambera herdeiro desejava ser o nico
scnhor de todo monte.
lustrn lo estas (oseas Imhas, rendo um cu..o
a probidade do homem hoaesto e integridade de
um juiz leigo ; e com a peona em trato Seo es-
perando que apparecm o signatario da pubiir
a que me refer no principio desta, para provas
do seu allegado, conforme tica desafiado. Adeu;.
Bom Jardim, 3 de junho d 1873.
A. G. Barbozo.
ReMposta A eoanpnikin Herir
Itraintige e as nrtlfroa do jor-
nal IVoviuciu.
Equilibrio dos liquidas nos ratot,commmmicanitt.
Porque aos leigos nao seja vedado fallar as
ciencias alneias, porque ttulos nio do sao r,
vou ver se digo alguma cousa a respeila dessa lei
de physii'a, com o lira smeate de provar qoe
impo-sivcl, que os apparelhos de bolas, que a coin-
ianhia Recale Drainage tem empregado, possam
nnecionar nunca, porque a pressao, oue Ibes pode
rrinistrar a lorreou torres que eslabeiecerem, nao
ser bastante para fazer entrar a agua a forra as
ditas bolas. .
Em virlude dessa lei de physica muito roahecida
e muito fcil e eouliccer, o liquido que se deitar
era ara vaso coilocado em urna certa altura, que
se coraraunica com dous, oa tres ou viole ou irra-
i.i outros vasos collocados em lugares di flor en te,
procurara lomar o mesmo nivel era lodos os vasos
(Os Srs. engenheiros ho de desculpar qoe me
explique assim, porque nao fallo sO para oa mas-
tres, a quera peco venia, mas fallo lambeta pera
o publico, que como eu nada sabe de phys,ca.)
Portante, enchendo um das vasos qualquer, a
agua subir em lodos os outros mesma altara.
0 liquido desee, por 'orea da atiraccao terrea-
re, o que constitue o peso e ajudado da pressao
alhmospberira : mas quando ten de subir oes
ouros vasos, tem de vencer a presniu aianaapfee
rica, mas cmodo outro lado ten duas forjas a
seu favor, isto a aitraocao terresire a a praasae
athmosimorica e do outro urna stoaata, a attsmos-
phenca vencida : assim fica claro qoe o ntaaino
da preaso do liquido est na parte mais Jnixa do
tubo ou so, e qua o.iniaiao estaa aunorficM
do vasa, onde logo que o liquido est niveJaiu, lia
ba mais pressao.
Snpuonbaoios que ura enober pelo meto urna
das bolaa.dos apparefbos sao precisos 60 pes de
pressae, en urna pressao de 6 p**, fra de da-
rsJaqpa no andar tarrao a agua atrasa como
41131ro, mas no primero andar entrar como doa,
as aogodo como um, a ao tereairu aoooin,
porque como ficou dito, ahi uaa > a prasaso alfii-
ua oaaxtreasidadidocaao. Esta a mimij
murdial, e que nao admiite eutasta^ao. da Jmja
situbdala total de ranoaioaaran ion o afjoarenN
adoptados pela companhia, porque'ella nunca f-
1
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Ifi8i.* Ptdairueo Sft^bado 5 de #tffli 4i IBT^f.
"
de disponle urna rosslo aup seja sufflriente para,
redazir o aratjMMqffte et.i 1p di' s.-u volume;-
ou por mitr o*af 'iym^Mssvel, mas para isso,
m^"-6*1'** uBa fo'a n,uil0 Poderosa.
Para que prnisan queacabj ra preciso que.
as condi^ef ji,^?*coiiifiuiiif^itesf()Ssem livraa
de toda guad u- diiuinuem a.
VTOM* <.u carga.d'a'gna ; hto nue dslt*es de
Jmumcaeao reseera de dimetro saUcieirte, Bao
tivessem mjerrugcao, nem todos os ontros''-entra-
ves, principalmente a p sidas mal f*itise pelos fhres rmuneros prove-
nientes da pXAdaoau.dw eanos lo.ferro, perda e-ta
que mais queitojlasaa oulra.% augaieuta a perdade nos encanamentos das casas, mas "o quV verde
fior, quer porque a maclima-eliame a agua ote
ellosxistei^uaudu poeai-se'em-ae^5o para lat
{arpara o mar as materias decaes : esva'amHi-
-tfc'de um segando niar por uicio do servieo''a,o
nndarteweo favoil de verificar emqaalquerasa,
i! por isso os terceiros andares sao m mais fedp
motos de idos e o fedor vam at parta da ra,
ofclhviiraca ^^M ll e na do 8r. Higas, ra"
do imperador-e ontros mtiitos; pare.-e que o ap-
paceHio do andar terreo faz effeito de embote de
bomba e chama a agua dos superiores; quanto
transmisso das materias para o mar, o engenhei-
ro da companhia contesta que Ha possa influir
provine^ *'>tiWnA*i,%eara feo? eontnbaif
ista, doexercicio de 18HP-187*, que IhesAcamar-
icaeie 4m\t, na. tii*awmtod*-4*m*.'i>>fl a*.
1kt?ffL?l!S!3F* i* ^^ilFS&ty *5 -WHlivis .oas, afun de ecolhercm seos
(delitos pn)ve*tXqs idWflwnoi iatacatos, '4ftjH de que nao fazendo dentro deste praro, pro-
cede^seHm a OTb^c^^fctfh^J^pnbihanilo-sc para isto a relacao dqfdevedorfs abaiao
tranfjrifUJMJ ^ 7 ~
6#)ito tio^hteftoto tro*nt*l de Pernambuco^ 30 de Junho
O procurador
Cypriano Fenelon Gi,
tes do
adt o prazo de 30 dias,
f^3L #ait aoliaitarea da
trancar*
carga e p..r consegrante difficulta a pa&sagoiu do
liquido es hos da cotnmunipacao.
Apeza* de j tor dilo quanto seja bastante para
provar que ihpossivef mathematico quo os ap-
^arlwos'furtoei.mein regularmente, como-tenho de
'daWgif^ne tal vez a mi medir, )u%o- que nao ser
eaeSsado repetir que a companhia eommetterr os
m*iores erros na dispiwifio dos encanaraenKis que
empregou pira a dislt muirlo d'agua ; asaim prin-
appiou por canos de dametro insutBciente para o
numero de casas a que tinha de fornece-la ; de-
pois foi diminnindo excessivamente e sem propor-
co, e se me nao engao, ras ha ein que os canos
. tein duas polk^adas ingeias de dimetro, que nao
carece ser m^enlmlro paca saber que impo^si -
vel ser bastante para un corto numero de casas,
itiejmo que nao hoavrsso nenhuma das militas
causas de perda de carga, as quaes podera ser
clasaificadas da maneira segumte : 1. a distancia ;
** o numero eotideravel de diviso: s : 3* a falta
rauito notavol c!o dimetro dos canos ; 4.* o erro
taaso de por eanos mai* ostreitos entre outros
mais largos; 5/ o grande numero de volla?, de
ngulos, da saenflias interna?, em ron cia da iinperfiicao corr que tem sido fetosos Ira-
baihos da cumpanliia ;'6.a o enorustamento interior
dos eanos pela agua salgada ; 7.' as subidas; P."
a falta de polido no interior Jo? eanos por serem
alies novos e nao esta re m limosos ; 9.* o Mallo
principalmente o grandissimo numero de escapes
d'agua, proveniente da oxidacao dos canos de fer
fO, do inalleito das sidas dos canos de chunliu
Aaslatrinis, umitas das quaes nao leudo agua
para fuiccionareni, tem todava para sah r em
pequeos fios ; o qne tudo junt ooacorre para a
iQUUlisacao completa dos apparelhos.
Portanto se se podesse admitlir que nos andares
terreos se enconirasse o mximo de pressao, livre
de todos os-entra ves, anda assim nao seria uftl
fente o jorro d'aua, e nem aquantidadequo for-
necc a bula, porque preciso uio sgrande (|inn-
tdadc d'agua, como que seja laucada de sbito,
para que as maierias feeaes possaro vencer a
\^olla do syphao, eahir do outro lado e ficar por-
ciio d gua liinpa nelle, afim de que os gazes que
existom no encanament > n.lo passem para dentro
de casa, nem nelle llijueagua sqja, uue certamen-
te exhalaos m eeiro.
A' vista do auo lk:a (posto ae oonhece, que o
tnaior obstculo que se incontra nos apparelhos
que a cumpanhia colloco i, sao as bolas, porque a
4gna tem a eajrar nellas forca, e portanto
nao naveJiJo essa forca, ella nunca entrar ; c
por conseguate a primeira cousa a fazer, alm de
haver muitaagun, removers bolas.
Assim se entera app irclhos inod iros, como di -
sem tolos quoao o? de Lonlrc-, Liverpool e ou-
tras cidades jnglazas, ao contrario ijpos de Paris,
que eran at p meo lempo do sj"Stema que o Sr.
Cambrone qmz aqui iutroduzir e que foram lgo
repellidos por empeslarem as casas rom um mo
cheiro : mas coaio elle.s nao eram obrigatoros, o
Sr. Cambr .no vio se obliga Jo a mudar de rumo
e nos condemnados a peiorar com os privilegios e
isencoi's, que se derain a companhia Drainage,
que ag ra quer nos matar com seus apparel 'os
inodoros, como se a razan de ser urna companhia
de iuglaaai d direlo a lomar-nos o diaheiro, sem
oumprir oom o ajustado, c nos entregar aos hor-
rores de urna peste.
Apparelhos de valvulis.
O nobre rediietor dos commnnieades do jornal
Proiiiici i, diz muio bein, nao faz questao de vl-
vula ou de sypliio ; eu ta.nbem nao fajo quoso
disso, mas quand t pro.iuz os apparelhos de tige e
vlvula, foi porque esses funecionam com menor
quaUdade d'agua c portanto, ajudavam mais
companhia na reforma total que tem de faier em
seu servico, isto se a Providencia Divina tiver
compaixao de nos, e houver quem cmeira e possa
obrigala a cumprr o que tratou.
Assim pois, quando se levanta a tige do appa
relho, abre-se a vlvula que d sabida agna, e
a chapa que divide o apparelho poese vertical,
de sorie que ludo se aelia sobre ella, cahe por seu
propri peso e atada mais tendo urna grande
quantidaled'gua para ajudar e para levar a me-
nor partcula que existir na hacia, visto cuno a
entrada d'agua neila lateralmente e pelo grande
impulso, eliu transcreve a hacia em espiral, quan-
du se larga a tige, a vlvula ou septo transver-
sal toma a sui pos.ao primitiva e a agua que nao
correo para lora, fica em altura quasi de um pal-
mo e por conseguinte nao pode ser atravessada
pelos gazes.
E' uin desses apparelhos que a companhia col-
locou en miaba casa, que tem sido examinado
por varias pussoas, e con eloito inoloro, e tai
inodoro, que p le-aa estar ao p delle sem se
perceber que elle existe perto.
Hr's Textoras em c id.i cisa.
Pelas informacoes que tenho podido obter de
senhores inglezesoa de pessias que tem estado
em Londres e que falla u com vantagem dos ap-
Sarelhos de latrinas ali usados, consta que em ca-
a casa lia um vsuvatoro que recebe agua e a
distribue aos apparelhos.
O Sr. Law diz i|uo u.io ha preciso-de reserva-
torios, lano assim ue hoje se usara os tubos cha-
mados stand pipes : eu estou a crer que esses tu-
bos nao sao ilodiametro de me a pollegada, como
com toda a sua mestria collocm aqu o Sr. Law
desde o andar terreo at o terceiro assim como
collojou o c.uo de reecber os objectos servidos
08 Ires pongadaa de dimetro tanto para um eo-
- Bio para tres aaJares, em cada um dos quaes ha
umappaHlio: assim eulcudeu o sabio phjsico,
assim seja.
Em muha iraca e loica opino parece quo a
gpUuca$aode um reservalorio na parte mais ele-
vada de cada casa seria o melhor alvitre de que
se pedera laucar mao para corrigir o estado dos
apparelhos.
Mudar Lados os encanamenlos d'agua por outros
de dimetro sufliciente cousa indispensavel, por-
qu o> existentes nao sao sulQelenles, como esta
provado exuberantemente; collocalo o reservalo-
r i no lugar mais alto da casa tres ou quatro
palmos cima do apjiarelho, tendo elle qualro pal-
mos do altura e abertura que de saluda prompta
a urna pgrco d'agua ,e sendo eliessuppridos cons-
tantement-', nunca falur agua, e os apparelhos
nao (carao entupidos nem ptridos como s 'achara
actualmente.
O Sr. director das obras publica? j, reconhec :u
a nrcessidade da collocacao de mais urna torre no
bairro de Santo Antonio; se como sneeorra da
d > Recife o Lanj de Sauto Antonio nao tem agua
qui'i em par;* algtana a n> bairro do-Recite flb
vae faltando ia maior parte.das casis, evidente
que haver 'cpsi'|ade Jje iais iun, nv-s torres
lio districto de Santo Antonio e S. Jos, e qufc
o bairro do Recife ni; podar, sgr aupprida so-
monte pela que hoje existe; da verjade clc.~te fic-
to ninguarn pode duvidar, porquein Bairf i h R !
cife, onde ainda ha uitln poneos npparelhos em
exercicio, vae faltanfcjigua na ainr parle del-"
les, e na Boa-Visia, iaainrapenas algaas v ,o sendo
entregues ao serviro, j nao se encontra agua a
maior parte das veces.
Para um apparelho de vlvula ou mesinode sy-
phao funceionar bcm.cinco ou seis palmos de pros-
sao s,-io mudo bastantes, convm a saber se ejlss
nai livererh as malditas bolas; e evidente que
prjporcao que se de^ce a pressto augmenta mili-
to mais, de firma que oandar terreo ser justa-
m inte o que gozara de mais faciJa4e,-4ois que
elle que recebe o mximo da tTeseae.
Foi o que eu propuz em meu offlcio dirigido
ao Exm. Sr. prs-sidt'nte da provincia em 2> de
mareo e pubileado no D/an'o-de 4 de bri^, e nao
o que inle pretou o Sr. engenheiro e fiscal era sea
offlcio dirigido presidencia cm contustaco a
esse meu. *p < | u
Dada a hypothese que os enc.inameot*s ten&am
o dimetro necessario e iesemnaracado, e que as
torres esiejam sempre cheias, certo que lodos os
apparelhos de urna casa, e mesmo de mnitas ou-
tsss, idtsn tanscienar ttiinaa um telnpa, perifte
aa-ua enra--sn4rcsafvaloB> pros#S Ae
sfjie; e Ulofysjteiskt j|r*jl ajoptou S #nfrnf a
nao pode acontecer o iiies-no, porque quan to fue
ciona o apparelho do andar terreo a agua desee
urna porco de paira .e depoi
l em cim, e assim fien o se
dares sem agua por mni:o
Inconveniente do mesmo di
-^fa"t^Bitr :i!iniMBjfe considera- Pessoa.
velmente a passagem d r Alfandega
cunsegfflMfc o'moHtbfflj vaaramento do?
syphSes, quer porque irabalhe o apparelho infe-
que lodos os moradores dhtem qoe'a certas ho
ras do da parece que ludo se refdlve e o fedor
(le malar...
NSo inejiareeiB que baja u.*sibilid*le de coi"
teslar-so o que tenho exposlo, guiado- pa|
pharol da verdade, felizmwle itovs senUua Os
males trazidos pela companliia Draiuage, e por
tanto s3o todos testemunhas oceutares aa verdade
da minha exposieo, alm de que muitos tamben
padecem pelo olphato; se a couipanoia (ivosse col-
locado eh urha casa de tr>s miares um rano-
duplo ou triplo de i^nftro, nlo sadaria esse phe-
nomino,-qne .uuiKo fcil Je iniem qitlzer obser-
va-lo.
Poderia para tornar mais technico est.e meu pe-
queo trabalho recorrer a alguns lvros de physioa
ou s algum amigo engenheiro que necessaramen-
tc havia de guiar-me melhor, mas o publico nao
lucrava nada com esse augmento de sciencia ou
apenas de technologia.
E de mais para que metter-me em questdes de
physica, se tenho de commetter erros?
Resta-me a consolado de saber que eu com-i
jeth um pequeo erro de phyfiea, e o-Sr. Law
como engenheiro commetteu rros to grosseiros
3ue certamente ho de custar-lhe alguma quepra
o endito de que goza, porque pensar que a pres
sio em um tulw ou sano igual, quer naextre-
rr idade superior quer na inferior, nao erro que
se possa perdoar.
Kntretanlo o Sr. Law ven proclamar com toda
ufana do alto da sua cadeira magistral:
O inspector da sade cjmnitteu erros de phy-
sica !Ll
Demonstrada cont Tieou a iiupossibllidade de
lunccionarcn os apparelhos r.ctuaes com os enca-
namenlos que existem, e demonstrado como est
qne necessario'fazer quasi tudo de novo, pirque
o que est feito nunca p Je preencher os fins, pa-
sarem, a nos oceupar de nutras questdes nao
manos importantes, e o que farei apezar da mi-
nha incompetencia na materia ; e ser a primeira
a alteracao qne se ola no artigo II do innovado
contrato feito em 18 de dezmbro de 186o.
Recife, 20 de junho de 1873.
De //jio Moseozo.
Helafin,.*ai ieetderet da
dt .fttguttia do- Pop ave deijmram V fOar

(Unios mo emixicio > J -tata.
cv O
A
4U0OO
IPQO
MOPO
I
.Visconde de Pelotas a. U*>. Aun Joaquina de Oliveira
Pita n. 125.lir. Anumio Aladim de Araujo e outros
Aurora n. 107,AJpuio Gomes Peseira
DiU n 109. -O mesmo
.Dita n. i07. Antonio Machada ftomes da Silva
Capb>ribe.n. l4.-Autonio Jaaquim de Souia Diua. 2,A---Dr. Aldsaodpe ernardino do* Re e Silva
Ponte- Velha n. 4 nna Carolina des Passos
niao n. 24. -leandrina Mari; do Espirito Santo Seve
Leal
Dita n. MO.Adalaide Gil de Houra Mallos q
Hospicio-a. 4o^Uios de Antonio Marques de.Amorim
Rosario n. 4. -Anna.e Zulmira
Socego n. 7. -Anlouip ||Bacio Fertcira Coellio e outros
Travessa do Principe n. JO.Antpnio e Jerpnymo
Santa Crqz n. ^.^Antono da Silva Mais
Dita n. 38. -Antonio dos Santos Mello
S. Goncallo n. 7.- Alexandrina Ttieodora de Barres
Largo dos Coelljos n. 33. -Augusta Carolina Presidies
Dito n. 3 B,-A mesma
Dito a. 3 C.A mesma
Dito n. o. AgostiQho Bezerra da Silva Cavalcanlc
Dito n. 13.O mesmo .
Dito n. 5 A.Antonio Carneiro da Cunta ...
Dito n. 13.O mesmo
Dito n. 19. -0.me Coronelamertha n. 8.Alexaadrina Araetia Moniz e
outros
Traversa das Barreiras n. 12. Antonio Moniz Saldanha
Largo da Capunga n. 13, Apna de Jess \eves Qua-
resma
Jaao Pernandes Viira.n. 54. Andr de Oliveina Porto
Dita n. 56. O mesmo
Becco de Joao Fernandes Vieipa u. A. O mesmo
Dito n 6. O mesmo
0
7S5CU
OMMEBClfi-
Banco Commercial de Per-
nambueo.
Sacca contra Londres, Lisboa e Porto
por todos os paquetes.
ALFANDEGA
leudimenlo do dia 1 a 3 .
' Jeni do da 4.....
101:319X139
40:880863
148:2001002
Descarregam boj 3 de jullio de 1873
Fapor inglez Zelint mercadorias para alfan-
dega.
Brigue inglez Robert Anderson mercadorias
para alfandesa.
Lugar hollandez Solide farinha j despachada
para o caes do Apollo.
Barca norueguensc Vieid kerozene e farinha
j despachada para o caes do Apollo.
OE-iPACHv S DE EXPOIITACO NO DIA 3 DE
JULHO DE 1873.
Para os portos do exterior
Na barca russa Fredericn, para o Bltico,
carregarara : G. Neesen & C. 135 fardos com
24,931 kilos de algodao.
Na barca ingleza Sloubian, para o Bltico,
carregaram : G Neesen i C. 30 saccas com 2,264
kilos de algodao.
Na polaca hespanhola Marianna, para Mar-
seille, carregarara : P. Carneiro A C. 2,6i0 saceos
com J93,'H) kilos de assucar mascavado.
No brigue hespanhol Amable, para o Rio da
Prata, carregarara : P. Carneiro i C. 2>i0 barricas
cora 25,386 kilos de assucar mascavado e 120
ditas com 14,138 dilos de dito branco.
No patacho portuguez Caulella, para o Rio
da Prata, carregaram : J. S. Luyo & Filho 300
barricas com 33,374 kilos de assucar branco.
No lugar portuguez Julio, para Lisboa, car
regaram : F. R. Pinto Guiraares 81 couros sal-
gados com 972 kilos ; Carvalho & Nogueira 50
couros seceos com 40i ditas, e 700 saceos com
52,300 kilos de assucar mascavado.
Para os porlos do inlertor.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
Victoria, carregaram : Silva 4 Irinao 13 pipas
com 7,2'i0 litros de agurdente.
Para Maco, na barcaca Gaadlupe, carrega-
rara : G. de Mallos Irmaos 1 pipa com 480 litros
de agurdente.
Para Alagos, na barcaca S. Francisco, car-
regaram : B. Gomes & C. 1 barrica com 03 kilos
Je assucar branco.
Dito n. S.
Dito n. 10.
Dito n. '12
Dito n. 14.
Dito n. 16.
Dito n. 18.
Dito n. 20.
Dito n. 30.
Dito n. Sft.
Dito n. :i.
Dito n. 36.
Dito n. 38.
Hito n. 4o.
Dito n. 42.
Dito n. 44.
Dito n 46-
i)ilo n. 48.
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O ra sino
O mesmo
O mesmo
O. roe*!
O mismo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesme
O nesmo
i
Paulino Cmara n. 19.
Visconde de (ioyanna n.
Lctao
Capitao Antonio de Lima
meo dos Sanios
O mesmo
123. Alina
Candida de S
n. 40 A. Antonio Jos Fran-
B
de
i^APATAZlA DA ALFANDEGA
Iteodimento do da 1 a 3
dem do dia 4 .
1:7221222
1:0391533
2:701175
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 3......
Primeira porta no dia i .
Segunda porta.....
l'erceira porta.....
frapiche Couceico .
SERVICO MARTIMO
varengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 3 .
Iiitas ditas no dia 4 ..... .
Navios atracados no trap. da alfandega
.varengas........
No trapicho Couceico.....
2.907
97
138
200
3,010
6,352
10
13
.HECEbRDRIA DE
RAES DE
Kendimento do dia la
dem do dia 4 .
RENDAS INTERNAS GE
PERNAMBUCO
3 4:0201013
. 1:0^26
.:678| '40
endinvnio do dia
dem do dia 'i .
CONSULADO PROVINCIAL
1 a 3
26:1851420
11:3261740
37:5121166
^CViMCWta OS PORTE
Navios sonidos no dia 4.
liba d Fernando vapor bra ileiro Giqui, com-
mandante Manir ; c.rga ditlerentes generes.
Canal eseuna allema Jaobut, capitao,J. Albers,
carga assucar.
Observaco.
Na houve entradas.
Fundeou no lamaro urna barca franceza, mais
inaotave communicaco com a ierra. Entra ama-
nh.
.: i
ECITAES,
Edital n. 2.
Pea
a 1
tar l^roj
BBWjSBi
ton da lfajddgae taz publico i dia .1 do correte se ha de arrua-
ir 'iS/is -'i iv:uloria.. nfcatjco ^dec||-
rada, porta dcsla repart.
Armszara n. i.
urna barrica vinda de Li-
ier, desea rregada em 2 do
feas vmica, pe-
por 4611, e
aquim
do Pernambucaj 2 de juiho de 4873.
> irtspeetiir,
Fabio A. de Carvalho-Hels.
Visconde de Albuqucrque n. 36. Basilio Alves
Miranda Varejo
Aurora n 129. Ilarao da Soiedade
Ponie Velha n. 94. Ilerdeiros da baronea de Cimbres
Conde da Boa-Vista n 108. Bernardino Jos Mon-
teiro e outro.
Travesa de loao Fernandes Vieira n. 7. O mesmo
General Sena n 11. Benlo deFreitas Guimares
C
Imperalriz e. 66. Convenio do Carino
Visconde de Alliuquerque n. 126, O mesmo
Ponle Velha n. 9. O mesmo
Alegra B. 30. O mesmo
Viscoude de Pelotas n. 26. Candida Izabel dos San-
tos Alves
Visconde de Aibuquerque n. 116. O mesmo
Tarabi n. 5. Capel la da Concei'.o do Beberibe
Aurora n. 69. Conde da Boa-\ isla
Conde da Boa-Vista n. 37. Companhia dos trilitos do
Recife a Caxang
Dita n. 149. A mesma
Hospicio n. 46. Custodia Carolina Augusta de Souza
Dita n. 56. Clara Carolina da Fonceca
Dita n. 60. A inesina
Gervazio Pires n. 17, Cietano Jos da Costa e Silva
e outra parte
D
Aurora n. 133. Domingos Jos da Costa Guimares
Alegra n. 5. O mesmo
Capitao Antonio d Lima n. 12. 0 mesmo
Visionde de Goyanna n. 77. Filhos de Domingos Fer-
rcira Vianna
Luiz do Reg n. 41. Domingos de S Ferreira
B
Travessa do Quiabo n. 13. Dr. Estevo Cavalcanti
de Aibuquerque
F
Imperalriz n. 70. Francisco Maia Cortes e outros
Dita n. 11. Ilerdeiros de Francisco da S. Santiago
Visconde de Pelotas n. 41. Francolino Bernardo
Quiuleiro
Ra da Aurora u. 173. Francisco Gomes da Silva
Saraiva
Ponle Velha n. 14. Flavio Ferreira Catao
Conde de Boa-Vista n. 43. O mesmo
Dita n. 65. Herdeiros de Firmino Pessoa da Gama, niea
Riachuelo n 10. Francisco Jos da Silva Saraiva
Hospicio n. 30. O mesmo
Uniao n. 2. Francisca Amelia Moreira
Dita n. 26. Francisco Gomes de Miranda Leal, 1 sexta
Hospicio n. 16. Francisco de Paula Corroa de
Araujo, meia
Gervazio -Pires n. 8. O mesmo
Dita n. 10. O mesmo
Dita n. 12. O mesmo
Dita n. 14. O mesmo
Dita n. 1G. O me.-uio
Dita n. 18. O inesno
Dita n. 92. Herdeiros de Francisco de Carvalho Paes
de Andrade
Dita n. 94. 0 mesmo
Dita n. 96. O mesmo
ocego n, 40. Feliciano Sabino do Monte
Dila o. 42. O mesmo .
Hospital Pedro II n. 2. Fortunato Correa da Silva, meia
Travessa das llarreiras n. 21. Herdeiros de Fran-
cisco Hibeiro Pires
Le5o Coroado n. 16. Herdeiros de Francisco Jos
Barbosa
Bar4o-dc S..Borja n. 22. Fraucelno Xavier da Fon-
ceca
Soiedade n. 53. Herdeiros de Fructuoso Jos Pe-
reir Dulra
Segundo becco das Nynphasn. 1. Francisco Bazilio
de A,.
Dito n. 3. O mesmo
Dito n. 5. O mosmo
Dito n. 7. O mesmo
N)uplias n. 10. O. mesmo
Dita n. 12 O mesmo
visconde de Goyanna n. 147. Francisco Rodrigues
da Cruz
Dila n. ,129. Francisco Xavier de S LeiUo
Norte u. 4. Francisco Botelno de Andrade
Luiz do Regen. 40 A. Francisco Jos de Medeiros
i
141490
*tsm
61430
18/720
91780
8/100
41320
211600
19*4.0
41320
3**40
34140
41320
41320
31210
4*3*0
1*240
4*3*0
700
2*700
4*3*0
4^*3*0
4J330
4*3*0
4*320
4 j 330
2*700
2A7O0
270O0
5*400
13*500
6*1*1
81281
8*100
181000
81100
10*801)
81640
HUSO
10*800
45*000
901000
4*320
&
oaoiN)
18*000
l8*00
81
331
tAaaon
45*000
*7*-t0
27*000
8*610
4*320
7*560
2**!W0
9*000
4*310
wm
3*210
3*340
6*730
144490
3*7D
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9*7*0 .
8*100
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193440
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35240
4*30
3*240
4*320
3*700
2*700
4*350
4*3
4*3*0
4*3*0
4*320
4*320
**700
'2.7IMI
27*000
9*720
5*400
13*500
2910
10800
5*762
7*922
8*100
181000
8*d0
H),NM
8*610
101800
104800
7*500
45*000
90*000
4*120
21*600
24*750
18*000
US Z
1*030
3*240
3*140
14168
50*000 4*500
13*500
131500
7*500
131500
13*5 O
7*560
14*400
S*400
2*430
21430
1*360
1*296
*48li
.5;i00 *'k86
Visconde de Aibuquerque n.
da Paixo
Dita n. 79. A mesma
Travessa das Barreiras n. 20.
Nunes de Oliveira
dem h. 22. O mesmo
s
22. Gertrudes Ma
Galdino dos Sanios
II
de Miranda Leal e
13*300
81*000
13*500
11*250
2*700
4*320
67*f!O0
91720
10*8n0
10*800
10*800
10*800
13*500
9*720
10*800
91710
15*750
11**50
10*800
18*000
18*000
3*780
3*780
3*780
3*780
3*4'0
5*400
5*940
13*500
10*800
3*025
8640
1315D0
81*000
2*431
14*38J
13*500 2*430
11*250
7JU0
6*480
2*700
61750
13,50.)
4*320
6*000
67*500
9*720
101800
10*800
10*800
10*800
13*500
9*720
10*800
0*7*0
6*180
61480
15*760
11*250
10*800
18*000
18*000
3*780
3*780
3*780
3*780
5*400
5*400
5*040
31*500
13 -'a "i
""DO
2*023
*680
1583
486
*607
1*215
*777
*540
12*150
1*749
1*944
1*944
1*944
1*944
2*430
1*749
1*914
1*749
*583
*583
**835
2*025
1*844
3*240
3*240
*680
680
inno
G80
4972
J972
11069
2*83)
21430
1*944
Uniao u. 20. Henrque Alfonso
outro
Santa Cruz n. *. Hermengildo M. deJMiraada
Largo da Campia n. 3. Henriqueta Francisca Ra*-.
mos, 2j3
Conquista n. 3. Filbo de Hypolito.AntouU) aXSilvp
Luiz do Rogo. n. 66. Hospital inglez
1
Visconde de Aibuquerque n. 27. Inmaodade d
Sant'Anna do Cabo
dem n. 99. Irmandade do Rosario da Boa-Vista
Travessa de JJoo Frsntiseo n. 5. A mesma
Rosario n. 5. A mesma
Poule Velha n. 76. Irmandade do Saatissimpacrar
meato de S. Jos
Rosario n. 37. Irmandade de Sant'Aoua da Santa
Cruz
!lem n. 3^. A mesma
Mem n. 41. A mesma
Lelo Coroado n. 22. Ignacio Alves de Barres
31*500
6*480
2*100
7*a60
27*000
5*400
8i640
7*56)
7*860
6*480
10*800
4*8
jt0*3
4640
5*400
3*780
31150)
6*480
2*160
7la*0
27*000
10*800
5*100
0*640
7*560
10*800
7*560
6*48
101800
4*320
1*
01
*48
#340
55070
1*166
4*83
14360
5*800
*97*
197*
-1*HB
1*WV
65*860
39*440
174658
1583
*583
883
1**30
2*608
.*680
1*106
3*369
1*749
1*439
777
3*888
3*499
#777
*583
#583
*777
4777
#583
*777
*383
#777
4486
*486
#777
#777
#777
#777
#777
#777
#486
#486
4*800
#874
#972
2*430
1*6*4
#972
1*009
1*458
1*458
3*240
1*458
1944
1*355
1*944
1*944
#b80
8*100
16*200
#777
i #944
2*227
1*620
14360
HI186
#777
316
98*100
49*430
58*86'
9*417
4*708
16*480
34*5*5
llO
il7
*'*189
46*303
63fl75
21*189
17*639
9*417
303*710
10*594
11*772
29*430
31*784
11*772
12*792
17*601
17*638
99*277
471088
SIMO
98*100
203*017
23*544
46*517
Bueno
75*340
15*696
5*886
5*886
23*430
170*380
29*430
24*525
15*303
5*880
22*022
9*417
0*510
Volla. daPassagem n.3. Ifcrdm'ros de-Ivo M. da
Cuaba Soulo-Major
dem n. 5. Os, mesmos
Visconde de^Goyanna n. 66. Irmandade da Con:
ceifo de Beberibe
Lufz do Reg n. 7. Ignacio de Alkiq'uejque Ma-
raplo ,
ImperatTM a. *. Jos Candido de Meueies e outro
LonceiBo..U. 19. Jos Candido de Moraes
ImperaMa. 30. Jos Jacome Tosao e outro
Ide *l. Filhos de Jos Rodrigues dos Pasaos
dem n.45. Jos Augusto Nabueu de Araujo e
outro
Conde de Boa-Vila u. id. Jos Augusto Nabuco
de Araujo.
dem n. 31. O mesme
Imperalriz n. 41. Jouo Bapiu Goaealvee Ferrei-
ra e outro
Conceico n. 4. Os mesmos
Praca do Conde dEu u. 8. Jos Alves Lima
Conceico n. .15. O mejoio
Visconde de Aibuquerque a. 87. O meamo
RiaWiulo a. 12. .O,mesan
dem n. 14. -O atesqw
.Rosario p. 3i. 0 mesmo f ,
dem n. 36. O mesmo
dem n. 31. O metalo
Sele de Setembro n. 17. O mesmo
Gervasio Pires n. 5J, O mesmo
3 becco do Pora bal a 4. O mesmo e oulro
Imperalriz n. 4. Joao Jos do C. Moraes, raelade
Praca do Conde d'Ku n. 1. Filhos de Jos Alves
Lima
Visconde de Aibuquerque n. 2. O mesmo
Praca do Conde d'u u. 12. Filho de Joao Francis-
co Marlins
Tambi n. 2. O mesmo f
Travessa da Campia n. 1. O mesmo
Conceico u. 33. Joaima Baptista de Azevedo Vianna
Dita u. 35. A mesma
Ponte Vejha n. 125. A mesma
\ isconde de tVIoias n. 30. Joao Rodrigues Lima
Una n. 32. Jue Lucio Lin
Tambi n. 20. Joaqulin Santiago P. do Nascimento
Visconde Aibuquerque n 30. Jos Antonio Marques
Dita n. 32. O mesmo
Di |. 4. Joaquina Mara dos Prazeres
Largo da campia n. 7. A mesma
Dila n. 9; A mesma
Vucoude de Albuqaerque n. Ii4. Jos omingus
Codeceira
Dila n. 156. Joauna Mililana de Jess
Rosario n. 54. A mesma
Visconde de Aibuquerque n. 158. Herdeiros de
Joao Pedro da Roca Pereira
Dita n. 17. Jos Manoel e Auna
Dita n. 121 Josu Matemos de Azevedo Santos
Aurora n. 19. Filhos de Joaquim Jos Silveira
Dita u. 47. Os inesipos e outros
Capibaribe n 10. Herdeiros de Jos Mainede Alves
Ferreira
Dita n. 12. Os mesmos
Ponle Velha n 56. Joaquim Candido Ferreira
Conde da Boa-Vista n. 18. Jos Alves da Silva Gui-
mares
Dita n. 24. 0 mesmo
Riachuelo n. 22. Dr. Joaquim Antonio Carneiro da
Cuaha Miranda
Socego n 9. O mesmo
Riachuelo n. 3. Jos de Vasconcelos
Camaro n. 2. Joo Bastos
Hospicio n. 12. Dr. Jos Antonio de Figueiredo
Dita u. la E. Jos Mariz da Costa Res
Rosario n. 42. Jo& Antonio de Magalhes
Pires n. 43. Jos Januario Paes de Andrade
Principe n. 12 A. Jos Correa de Bnlo
Travessa do Principe n. 10 B. Jos Cordeiro Bar-
reto
Joao de Barres n. 5.
Ilecco dos Coelhos n.
lito n. 4. O mesmo
Dito n 0. O mesmo
Dito n. 8. O mesmo
Dito n. 10. O mesmo
Dito n. 12. O mesmo
Dito n. 14. O mesmo
Dito n. (. O mesmo
Dilo n. 3 O mesmo
Dito n. 5. O mesmo
Dito n. 7. O mesmo
Dilo n 9. O mesmo
Diton. II. O mesmo
Dito n 13. O mesmo
Coelhos n. 2. O mesmo
Ditan. 4. O mesmo
Dita n, 6. O mesmo
Dita n. 8 O mesmo
Dita n. 10. O mesmo
Dita n. 26. O mesmo
Coronel Lainenha n 48. O mesmo
Dita n. 50. O mesmo
Joaquim Francisco da Cosa
2. Jos Carneiro da Cunha
43*160 WI360 8tiA4
4*3 ' 4#3*0 #777 1 7*5^0 #680 8*2W
timo 21430 2*f30
144*000 144*000 *** II8B0
10*800 10*806 1*944 t3JH4
27#000 27*000 43#000 4*860 584880
43*000 8.100 96*101
60*600 6S*J0 11**68 4W#I8K
2#-00 2: #300 32*500 22*500 4*050 4 #050 W*loo
* 46f060 16*200 4*010
1*458 64ffON
34*100 10#00 8*640 s tas 1*555
8*640 a*40 1*865
8*610 0*610 14565
8*010 8*640 1*53;
10*800 10*800 1*944 *
8*640 13*560 8*640 13*500 1*355 9*430
6*460 4*480 1*166 066*172
27*000 24430 09*438
40*500 40*500 7**90 881290
8*100 #729
94*3tf> 24-87 35*316
13*500 45*000 54265
101800 #17*
7M NO 83*777
134500 131500 *4U6
94*70 9*7*0 1*749
10*800 10*800 .1*944 74*16.1
18*900 18*900 3*102
l-. 6*480 #583 7*063
11*880 11*880 11*880 11*880 i 51*796
10**00 1*488
3*780 <340
27U) #243 24*7*1
10J800 101800 1*944 23*311
18*000 181000 3*240
13*500 13*500 2*130 88*670
10*800 10*800 10*800 1*944 21*344
10*800 1*644 23*51
13*500 1**15 14*715
63*000 63*000 11*340 117*340
40*500 4 4560 7**90 6t*r.M)
10*800 10*800 1*944
9*000 9*000 1*620 43*164
10*800 10*800 1*914 23*344
36*000 3*210
54*000 11800 98*100
22*300 2**300 4*050
14*040 14*040 2*6*7 86.37
67*300 07*500 1**150 I47#|.M)
9*000 9*0 0 1*820 19*820
45*000 1*030 49#<5I)
6*750 6*759 1*215 14*715
16*200 161*00 2*916 35*5 n;
7*560 7*560 1*380 16*480
20*340 20*340 3*651 14*341
7*560 7*560 1*360 1614'*)
5#400 #486 5*880
3*240 #291
3**411 #*w
3**40 #291
3*210 *2Ul
** 3**40 *291
3**40 *291
3240 **!
3**40 *291
.1*210 1291
3*21(1 1*91
3**40 *2M
3*240 1291
3**40 1291
3**40 #291
10*800 ,972
10*800 1972
10*800 #972
10*800 #972
10*800 *972
35*640 3*tf>7
30**10 21721
18*900 1#701 161*11 1
Seccao do contencioso provincial de Pernambuco, 30 de junho de 1873.
O f ofllcial,
Horacio Walfrido Peregrino da Silva.
(Continuar-se-ha.)
291*943
65*022
14*126
34*335
24*525
23*314
39*210
39*240
O Dr. Jos Manoel de Barros Wanderley, juu subs-
tituto dos feitos da fazenda nacional, etc.
Faco saber a todos que este virem, que no dia
11 de jalao prximo vindouro, na sala das au-
diencias, peias! 1 horas da manha, se vender em
praca publica deste juizo um casa terrea n. 2"i,
sita'no lugar dos Remedios, cora 33 palmos de
frente e 58 de fundo, haveado urna outra casa
annexa, dependente daquella, com 41 palmes de
frente e 50 de fundo, com cozinha e cocheira, era
solo proprio, com 280 palmos de frente e igual
numero de fundo, penhorada a Manoel Antonio
Ribeiro para pagamento da fazenda nacional, e
avahada por 3:0O0#.
E para que chegue a noticia a lodos mandei
passar o presente, que ser publicado pela im-
prensa.
Dado e passado aos 20 de junho de 1873.
Eu, Jos Francisco do Kego Barros, escrivo o
subscrev.
Pagar alinal duzentos res de sello.R. Bar-
ros.
Barros WanaerlevJ
10 de julho prximo viudo ir >, para seren ar re-
matados a quem mais der, os imposto* iin.vni-
cia.'s das comarcas Os Tacaral e Flore-, *fWllii
os pretendenles hibililarein-s- na se>aB axt
diuaria que para este lim lera lugar no sssiu I
5 do referido mez de jnllm.
A base para a arremataran >' o prero primitivo
com o abate de 10 p. r cento, que fica assim re-
dnzido.
Flores, por anno......3:118*449
Tacaral >.......1973**89
F. para conslar se mandoii publicar o iiresenlf
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provin -iil de Pernam-
buco 30 de junho de 1873.
O ofllcial maior,
M A. Ferreira.
REetmovs.
Ediliil n.
o.
58*104
12*949
31*333
29#430
23*544
*4#249
10#006
08*070
14*126
16*480
58*860
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
as 11 horas do dia 7 do crreme se ha de arrema-
tar, lvros de direitos, porta desta reparticao, a
mercadura abaixo mencionada.
Armazem.
Um espelho inteiramente quebrado e urna mol-
dura armada de madeira ordinaria, pesando 16
kilos, avahada por 51**0, quefazia parte do con-
teudo da caixa marca vj K, n 326, vinda do
Havre na bar-a franeeza Yeridian, descarrega-
da em junho prximo lindo e abandonida aos di-
reitos por Vaz & Leal.
Alfandega de Pernambnrn, 4 de julho de 1873.
O inspeclor
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 1.
Obras militares
A' 5 de julho, ao meo da, ter.i logar ata
ti'/o das obras publicas a arrcmalacio do
menlo preciso para dar escuamelo as ajrnas
pluviaese servidas do (|uart"l da S-Jedade ; de-
vendo nesse da e hora seren all apremiadas as
propostas, em caria fechada.
O sertifo, romo so vera do nrr-ameam nes
acha na referida reparticao, esla calclalo e;i
1:242*670.
Pernambuco, 28 de junho de 1873
O engenheiro
Chryssolito F. de Castro C'-avw.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Sania Casa, a fon
dous terrenos que pos-ue no logar dos Arn.mui-
dos, boje Duirtc Cqelh.i, oh ns. 39 e 40 ten.I
aquello 390 palmos e este 309 de frente e and* >
11*772
ofeWllt
4*4772
5411.10
9#417
Pela inspectoria da alfandega se faz publico rae 'flt PaK"0S.e esw
s 11 horas do dia 7 do corrate, t*m desta ^fundos at a baixa mar
reparticao, se bao de arrematar, livre do diredos, R "f81*** ,l. nH\7, **
os objectos abaixo meucionados, apprehendidos no
uia 7 de mez passado:
520 grammos, nos cartees, de bijoteria de co-
bre e suas ligas, no valor de 7 884.
6 porla-moedas com rustas de metal dourado,
pesando nos envoltorios 370 grammos, no valor
de 14*270.
1 rewoiver de 6 tiros mporfeito, no valor de
14*467.
6 teseuras.de farro al 18 centmetros de com-
primado, no valor de 2*170.
2 kilos de coral Uno em cuntas, no valor de
6*384.
515 grammos de comas da vidro lapidado, no
valor de l#*37. ..._
1 caivete grande para fructa e sement, cabo
de niadeirvno valor do 240 rs.
Alfandega da Pernambuco, 2 de julho de 1873.
O inspector
l'abio A. ile arvalho Reis.
de Misericordia do
O eaerivin,
Pedro Rodrigues de Souza.
Edital n. 4.
Pela inspectoria da alfandega se intima por udi-
toes de 8 dias na forma d* art. 743 do regla-
mento das alfatulegas, ao dono das mercadorias
abaixo declaradas, apprehendidas na rampa do
Forte dtf Mattos na nonte do 1." do crreme, para
vr rom sua defeza dentro do prao de 15 dis,
oh pena de Ando este, correr o proeesso de ftp-
preen s*o Feveta.
* pares de calcas de panno abaetado.
3 pares de botinas.
II camisas dVflAella.
3 cintos de flanell.
Alfandega de Periisrali ulho de 1873.
insfctor,
____________Fabio A. de Carvalho Reis.
O Illm. 8r. irrapector da thesouraria provin'
eiM mandfl -azer'pnblieo, que, em ramprmento
da ordeni do Exm. Sr. presidente da provincia de
28 do corrento mes, vao novamenle a praca no u
Aviso
>. batalho de infantaria.
Pelo presente se faz constar a D. Marta TV-
reza de Jess, ou a sen procurador neata cid
que o govenio imperial era eo espedido |
i.JnsUyio da guoria mandou indeunisar a rt!>'-
rida senhora rom a quanlia de 1.200*000 pelo
seu escra-.o Joao, que eoiu o uuuie de Manoel
Jos da Sdva, assojiiuu prava ue*U l.atalaac.
Porcutto, deve por si ou por mu preeurador.
comparecer nasc rclarajo referido batarfio.afim
de ser passada a coinpelenle carta de lber Jad--
ao escravo em questao, a qinl lea de ser rcael-
tida a auloi idade conipetento e se podeni iran.-
inittir as oidens convenienles para o reo Limen
lo da mencionada quanlia, devendo a importar-
ca da citada escriptura o publicac'w do prsenle
aviso ser paga pela re ilttffa.
Seeretana do 9. baLilhw de iaanUria no
auirtel do Hospicio eaa %ruam auo, S de julio
Wr^aane a*rlau_
DO
Nari'setetidrVBi
cliafarizes do I
teiro, no drfe annun
auto Antonio o Moti-
for iu ter ap-



Diario de Perqamfeuco Saltado 5 de Julho de 1873.
. *
'' parecido numero suficiente decoacurreotes,
resolveu a dministracio leva-tos novamen-
ta a praca marcando o dia 8 do corrente
para tal lim, quo dever ter lugar noescrip-
torio da companhia ra d > Cafcug n. 16,
onde sero recebtda* propostas, devendo fi-
ncar certo os Srs. que pretendere arrematar,
que serio receidas proposita, nao s em
retaceo aos uhafarties dos bairros 'lo Recife
o Santo Antonio, eoglnbadamente como por
cada chafariz do ditos bairros lardando des-
ta forma o circulo' de arrematacao ; ns bases
abaixoservirio par* os chafantes englobada-
mente, e quanto a cada um delles particu-
larmente, a arbitrio "dos proponentes, resol-
vendo a administracao conforme julgar ra-
zoavel.
Bases tobre as (fuaes se deve lanzar.
BAIRRO DO RECIFE.
Cbafariz e bica do caes do Apollo..
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brum.
Dito do Porte de Mattos. 19:6509000
BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
Cbafariz do largo do Cairao.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da roa da Concordia. 25.000?000
MONTEIRO.
Chafariz dessa povoaco. 1803JOOO
Ksoriptorio da companhia do Beberibe,
ldejulhodel878.
0 secretario,
____LuizManoelRodriqu.es Valenca.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
Pela secretaria da santa casa se fa. publico qne
o senhor thesoureiro, no salo da casa dos expon
tos, pelas 9 horas da manh do dia 14 do corren
le, far pagamento das mensalidades relativas ao
triraes re de abril a junho lindo, s amas que se
apresentarem com as criancas que Ibes foram con-
fiadas.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 5 de julho de 1873.
escrivio
Pdro Rodrigues de Souza.
Correio geral
Relacdo dos objeclos registrados existentes
na administracao dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
A. Carroll, Anna Isabel de Araujo Castro, An-
tonio da Costa Reg Lima, Antonio Clementiuo A.
Lins, Americo Nuncs Girreia, Antonio 'Goncalves
Rodrigues Franca, Arlindo Francisco Nogueira,
Antonio Ignacio do Reg Melniros, Remjamin C.
de Houra, Celso Tertuliano F. (uintella, Clarindo
Jos Soares, Deonizo Antonio de Oliveira, Domin-
gos de Souza Barros, Epiphanio Pe rosa, E. Car
rol!, Felippe P. Nabuco de Araujo, F. da Silva
Yaz, Francisco Jos Rabello Filho, Jos Cetano
de Albuquerque, Joaquim Moreira de Aguiar, Jos
Vieira de Siqueira Ferraz.Jns R. da Silva, Jos
Antonio S. Lobo, Jos T.' de Mendonca, Joaquim
Gomes da Silva G., Jos Antonio Maia, Levino
Lopes de Moura e Silva, Salvador Correia de
Vicencia Ferreira da Cunha.
Administracao do correio de Pcrnambuco, 1 de
julho de 1873.
Jos Candido de Barros Jnior
________Servindo de encarregado do registro.
Escrivio do dito
Ilancel Jo;To, gaarftniacional
Mara Rosa, suamrther
Sinli Aninha, sua til ha
Jos, noivo da dka
Ignacio Jos
Joo da Silva
Franeiseo Amonio
Manoel Andr
Sampaio p vethe
Thomaz Cornija
Gregorio lomdriga
losepha das mbigndas
Denominara los quadros
!. O jauta r na gaveta.
2.*Audiencia do juiz-de paz.
3.*-A faga da rapariga.
i.*A testa do casamento.
Terminando com e-sempre gostoso
nbo fado:
Se me d de come
Se me d de beb
Se me "pagas as casas
Bravo sinh, vou mora com voc.
Priawiplar& m K horas da tarde
terminara as S.
Sr. Thomaz.
i$r. Penante,
tfi, M. Carolina.
ti. Joaquina.
r. Taurino.
Sr. Henrique.
Sr. Correia.
Sr. Antonio.
Sr. Proeopio.
Sr. Silva.
Sr. Paiv.
Sr. Lyra.
D. Phylonilla.
e chora*'
VISOS MARTIMOS
Para a Bahia.
Pretende seguir com muito brevidade o pafta-
bote nacional oren Arthur, tem parte de seu car-
regamento prompto, para o resto que Ihe falta
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira 'Azevedo, i ra do Bom Jess n. 57.
MVEGACAO BAHNA
Para Macelo, IVncilo, Ar acaj
e Bahia.
E' esperado dos portos do sul at o dia 5 a 6
de julho o vapor Dantas, commaudante Peres, o
qoal seguir no dia seguinte ao de sua chegtda
para os portos cima.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo &-C, ra do Bom Jess n. 87.
Para Lisboa
Seguir com toda a brevidado o palhabote por-
tugus Novo S. I/turenco : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem dirija-se aos con-
signatarios Thomaz d'Aquino Fonceca & C. sue-
cessores : ra do Vigario n. 19,
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
Sabbado 5 dejunho.
mm seccesso
Quarta representado do excelleute drama em I
prologo e 5 actos :
A
.1
I
desempenhando a artista
Manuela Lucci
o importante popel de
Mara e .\oemia Keller.
Terminar o espectculo com a 4.* representa-
ca da muito jocosa comedia em 1 acto :
REDE PARA NOIVOS.
Principiar s 8 l]2 horas.
THEATRO
o
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima rom muita
brevidade o brigue nacional Amelia, tem parte
de seu carregamento prompto ; para o resto que
Ihe falta tratase com os *eHS consignatai ios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra do
Bom Jess n. 57.
COMPANHIA *EB NAMBUCANA
D
IWvcftaeao csstelra a wapar.
MACEI, BSCVLAS, PENEDO B ARACAftl'.
O vapor Mondatm,
CAoimandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 6
horas da larde.
Reeobe carga at odia 12, eapommeaaaa at
o dia Hi, passageos e dinheiro afrete at as t ho-
ras da urde do dia da sahida : escriptario no
Porte no Mallos n. II
1
COMPANHIA PERNAMBCCAPiA
DE
Navegaba castelraa vapor.
PARAHYRA, NATAL, MACO, MOSSOtO', AtACK"
TY, CEAK, ACARACU' E GRANJA.
O vapor Pirapma,
commandaote Felippe,
seguir para e por-
tes cima no dia 15
do corrente, s 5 no
ras da tarde.
Recebe carga at o dfa 13, eneemmendas, at
11, pas tarde do dia da sahida : escriptorto no Forte 4o
Mallos a. 11.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Inve^HrAo conlelra vapor.
MAMANf.UAPE.
0 vapor Cmtripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 11 de
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, eneommen
das, passagenj, e dinheiro a
frete at as 1 horas da Unte do dia da sahida *
escriptorio no Forte do Matto? a. II.
A-^i
wmz
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
WnvecacSo eootelra a vapor.
GOTANNA.
O vapor Parahyba,
commaudante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia II do
corrente, s 9 horas
da noute.
Recebe carga, encommendas, pasfageiros e di
nlieiro a frete no escrplorio no Forte do Mattos
n. 12.
C0MPA5HIA
DAS
UESSAGERIES MAR1TIMES.
At o dia 8 do corrente nvz e-pera-se da Eu-
ropa o vapor francs Mendoza, o qual denois da
demora do costume seguir para Santos, tocan-
do na Babia e Rio de Janeiro.
Para condicoes, (retes e pasfagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
ESPU3CA & P^^i\^T,
Sabbado 5 do corrente
Depois da orchestra tocar una das suas oseo-
lhidas pec^s subir scena, pedido de muilas
familias, o sempre festejado drama do distincto es
criptor Dr. Carneiro Villela:
i: oh
Consulado do Imperio Ger-
mnico em Pernambuco.
O capitao A. Baumann, do patacho Almuth Ca-
thavina entrado neste porto com agua aberta na
sua recente viagem ao Rio de Janeiro para o
Canal, precisa contratar com quem por menos fi-
zer, os concertos de que necessita j dito navio
conforme as declarac/Ies dos peritos, as quaes po-
dem ses examinadas neste consulado, aonde se
receben propostas em cartas fechadas at o meio
dia de 7 do corrente mez.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE 1
\avrj(iu'o costeiraa vapor.
PORTO DE GALINHA, RIO FORMOSO E TAMANDAR
O vapor Pamhyba. com-
mandante Pedro Nolasco,
seguir para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 0 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
Rio Grande do Sul
Para o referan porto pretende seguir com
a possivelbreviilaile o patacho Ctirdia, por
ter a maior parte de seu carregamento en-
gajado, e para o resto que Ihe f.dta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos
Goncalves Beltro & Filho, ra do Com-
mercio n. 5.
AVISO
A carga que eslava a hordo da Georgiana para
a Rabia foi transferida para o Ganbaldi, que deve
seguir em poucos dias ; e para o Rio Grande do
Sul lica i carga o Georgi na : trata-se na ra do
Auiurim n. 37, coui Tasso runos & ('..
.1
JIIJDW
Para o referido porto pretende wgulr com a pos-
sivel brevidade o patacho portugufz Lice por ter
a maior parte le sen carregamento engajado, e
para o resto que Ihe falta, que recebe a frete com-
modo, tratase cem os consignatarios Joaquim Jos
Goncalves Bellrao, na do Commercio n. 5.
AVISOS DVERSOS
SOCIEDAOE BEHEF CEU D
MOS EU PERHAMBU
S T!Pfl:
Gfl.
De ordem desta sociedade sao convidados todos
es sonta a comparecer! sua sessio que lera
Iwgfar no domingo, 6 do crranle, pelas 10
n>ir*s da manhil, na casa i roa velha de Santa
Rit* n 15, allin de tomarem parte na discussio
des resneclivoa estatutos, como Ihes enmpre .
Secretaria da ?ociertade beneficente dos typo-
V aphns em l'Tfiainhuco, 5 de julho de 1873.
O I secretario,
fehniro Ferreira da F. Cndacl
Sociedade Monte-Pio Santo
Amaro.
Tendo sido marcada a installacAo desta socie-
dade para domingo 13 do correle, pelo presente
se convidara a lodos os enhores socios que te-
nhara deixado de satisfazer seus compromissos, a
faze-lo dentro do prazo de 11 dias, afim de se Ihe
tornr extensiva o ultima parte do artigo J8 dos
estatuios. Oiitro slm. sao convidados tambem
para as sessdes de quinta-feira 3, s 7 horas da
noiie, e domingo 6 do corrente, s* 11 horas da
manila, todos os socios.
Secretaria da sociedade B M. Pi S. Amaro, 1*
de julho de 1873.
O secretario
_____________________Sebastiao Pyrrho.
Sociedade Unio Cathoiica
Orthodoca Pernambucana.
Achando se approvados pelo Exm. Sr. presiden-
te da provincia, os estatutos desta sociedade, ter
lugar domingo prximo, 7 do corrente a sua Inau-
guracao no consistorio da igreja de S. Pedro, e
para esse acto solemne sao convidados nao s os
socios inscriptos e os que pretenderen) se-lo, co-
mo igualmente os livms. Srs. parocbos e sacer-
dotes desta cidado.
Antes da initallaco, que comecar as II horas
da manh. o Rvm. socio inscripto o Sr. vigario
Tilo de Barros Correia, celebrar o santo sacrifi-
cio da missa, com a assistencia de todos os socios
instaladores presentes e mais pessoas convidadas.
Recife, 3 de julho de 1873.
0 1* secretario,
_______^_______Jos H. R. Menees.
H0LIEIR0.
0 en ni m.'mlador Tasso precisa de um.
O commendador Tasso tem algumas casas
nacidadeda Parahyba, que precisa vender
ou permuttar por outras nesta cidade ou
seus suburbios : a tratar com o mesmo.
Caixeiro
Fugio no dia 14 do corrente do engenbo
Caroorizinho do termo de Agua-Preta, o escravo
pardo, de nome Claudino, de iJade de 30 a 31 an-
nos para mais, com os sigues seguimos : altura
regular, cheio do corpo, cabellos carapinhadis,
testa e cibeca redonda, olhos grandes, ps gran-
des e largos, em um dos ps tein urna cicatriz j
velha de um golpe de machado, e tem os dous
dedos alguma consa a herios provenientes do dito
taino, tem os denles da frente prf- itos. sa*b.ir-
ba, s con pouco buco, Wni \.fItcio ile cafreiro, da Silva Ouiniares.
levou camisa e calca de algodoj da 4uhTa, cha- fj ~5
peo de carnauba, panno e col* rt rogase as autoridades pe rcin.ncf.es ,,, ,,,..,,.,,.,,,. ,.,.m nma vasU plantado de
doinesmoecapiiacsdecan-K.-iarLMij,..,, Il(- (,,,,itll ,.alllll(ll,MIIvo (S.,ledade): a Iratar na
sa praca ao srs. Jos Loiircnco (w.ncjlves, ra ni;, (|a Cnu ., :t
do Manjuez de Olimla, ou ao nicsino Cngeiibo au
seu sr
Prccisa-se de nm caixelro de 11 a ii anuos, ;
na taverna do pateo do Tcr^o n. 4.
O Sr. Lucas
Dde vir r>ia da Madre de Dos n. 7 ikiuidar o
n.giio que tinha com o fallecido Jos Joaquim
larquez
>r. H. A
Cavalcaute de Albuquerque.

(aixeif*.
-, ft.5B*frn^V P c u ^Mta-w de um caixeiro com pratiea de mo-
No oio da matriz de Sanio AnU.mo n. 6, ha ihajos para a cidade da Escada, de idade de 11
urna senhora habiliteda, que se prop5e a entinar a 15 anuos : a traur no paleo do Terco n. .
por commodo prec/>, garanlindo desvolar-se pelo ------s--------------------------------f-----sr
adiantamento das meninas qne Ihe fizerem a hon- ," H* **n. a,""!ir am *>'r*,"<- cnook, aa>>,
ra de confiar. robusto e apto para todo o servico : a na dMu-
Est fgida
Alnga-se o gabinete .lo andar do sobrado
da ruado iLmifrl u. 7 : a tratar na taverna do
; ilii'.sino solnailo.
Escrava fgida
Fugio em 17 de marco prximo passado a es-i
crava Matilde, de 32 annos, preta, crioula, esutu-1
ra regular, eheia do corpo, pernat linas, tem uns! No da I* de junlio prximo passado fugio da
carocos no rosto que parece espinhas, falla de casa do seu senhor, morador eiu Beberibe, a sna
denles na frente, falla muito manso qne as vezes escrava prela, de nome Domingas, de idade 38
desafia a compaixo, boa sozinheira e engomma- annos, pouco mais ou menos, com vestido de cassa
deira, tillia do Para, foi comprada sogra do branca e chale de marin encarnado com palmas
Sr. commendador Lucena, muito conhecida por de cores, a qual tem os signaet seguintes : estntu-
ter estado alugada em casa do Manuel, inspector, ra regular, sana do corpo, rosto proporcional,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tem sido olhos um tant-i g andes, nariz regular, valas m
vista no Poco da Panella, MonU'iro, Caxang, Mag- tanto grandes, \>< era regular, beieo inferir um
dalena e aqui no Recife : pede-se encarecidamen- Unto cabido, pullos muito pequeos e mrenos
te a todas as autoridades policiaes e capites de. nadegas um tanto salientes, pernas um tanto gres-
campo a sua appreh.-nco ; assim como se pede a sas, a pmporco do corpo, dedos doa ps curtos e
quem lenha amas que verillque nesias que dizem; muito separad<^ uns dos nutro tm conseqnencia
ser forras, pois consta estar ella de ama que nao de queimadura que. sotTieu nos ps quando pe-
sahe ra, e que se gratificar a quem a trouxer quena,sendo esle o sigual mais cararterislieo palo
ra do Livramento n. I a Antonio de Paiva Fer- \ qual poder ser logo reconhe.-i h. Um rallante, e
reir._______________________________ costuma dizer quando se acha fgida que forra,
piril na nnnmnvi J" qae est Paando 'man:', f"' rn do dnarf
IjA/A 11 l I' 11 !S Mi A 3' Prtuguei F'rmino Jos PH da Rosa, e muito
.n t >./. *y I? conhecida no mesmo lugar de Beberibe, praia do
RA 1. 0E MARgo 01TR ORA no CRESPO !f. 23 ro Doce, cidades de Olinda e RecilV. Jiaeipai-
A(K '^lilill'sllllO mente na freguezia de. S. Fr. Pedro Goncalvt*.
riuij W.VVV&VVV. j onde se suppoe estar homisiada ; proteste-^ haver
0 abaixo assignado tem sempre exposto venda dias de servico ea proc. der-se crimiu.ilinciiie tan
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando Ira quem por ventura a icuha occulia : rog.i-?e,
promptamente, como costuma, at o premio de [ portanto, a todas s autoridades, rapilaes de campo
*:000*. ou a qualquer pessoa a sua appreliensio, levan-
do-a casa do capitao Jaqum Jorge de Mello, na
freguezia da Roa-Vista, na do Arago, sobrado n.
16, onde se gratificar generosamente.
Precom.
Inteiro.......24|000
Meio........12*000
Quarto....... 6*000
Manoel Martina Pinza.
Urgencia
Precisa-se fallar ao Sr. Joo Anastacio Hypolito,
re idento na povoa..ao de Tejucupapo ha 12 an-
nos, e se achando ha pouco residindo em casa de
um seu amigo ne-ta capital, ignora-se o ultimo
destino que tomara : pede se a pes-oa que del le
poder dar algumas informaedes, que por favor di-
nja-se rua do Coronel Suassuna n. I, ou ra
Augusto n. 203.
Aluga-se a casa do caes do Capibaribe, con-
fronte a serrara, com os seguintes commodos : 2
salas, 5 quarto-. ozinha fra, qnarto para escra-
vos, entrad independente, tem agua potavel e com
bom banlieiro, um grande quintal, tendo no mes-
mo urna grande casa de madeira e tambem um
bom chiqueiro para gallinhas, muitos e differen-
tes alvoredos de fructo, como sejam : sapotizeiros,
^oiabeiras, romeiras, figueiras, pinnrjras, mmoei-
ros e 3 grandes pan-eiraes, tem tambem muitas e
diversa qualidades de flores plantadas em jarros e
canteiros : na mesma se dir quem alnga.
No intervallo do 4.' ao 5.' actos a orchestra to-
car urna importante polka, esa pta pelo babil
pernambucano o Sr. Candido Filho, intitulada:
A derrota jesutica
Principiar s 8 l|2 horas.
DOMINGO
s Ii horas.
Grande fulla cmica !
Typos burlescos !
4 ONluiticM da caca 1
Costantes do rio !
Coasas da poca !
Chalaca e nta chalaca!
Depois da orchestra enmprir o seu dever, re-
Sresentar-se-ha a comedia do distincto escriptor
rasileiro o sempre lembrado Penna:
OS DOUS FINORIOS
"acific Stcoiii i\iivigati!in Compan)
Boyal Uail Sleamers.
I.inlia qainzeoal
0 PAQUETE
COTOPAXI.
E' esperado da Europa at o dia 6 de julho, e
depois da demora do costume seguir para o sul
do imperio, Rio da Pralae portos do Pacifico para
onde receber passageiros e dinheiro a frete.
Os agentes Wilson Rowe 4 C., rua do Commer-
;in n. 14.
'
Para o referido porto pretende seguir com pon-
a demora o patacho portuguez Olinda, por ter
i maior parte da carga engajada, para o resto
jue I' e falta tratase coiu os consignatarios Joa
quim Jos Goncalves Beltrao & Filho : rua do
Commercio n. o.
Rio de Janeiro
Brigue nacional Victoria.
Sahir para o porto cima at 13 do corrente, e
para o resto da c.irga trata se com Pereira Vianna
4 C, rua do Vigario n 7.
LIL0ES.
Novo leilo
DA
barca portugueza Despique II, de 293 to-
neladas e 25,000 arrobas de carga, for-
rada de metal, encavilhada de pao e co-
hre, com o sou massame e appareliio
completo, e os mais artigos existentes na
inesma barca.
lije
Na sala da entrada da associaro com-
mercial
s 11 horas
^ O agente Pinho Rorges por mandado do Illm.
Sr. juiz de dircito especial do commercio, e a re-
querimento dos curadores liscaes da massa fallida
dades legaes, vender a sjpradita barca rom as
perlencas da mesma, a qual se aclia em frente do
trapiche Cunha, exposta a exame dos concurren-
tos.
Escravo fgido.
Fogiu no dia 2 do corrente, do engenho Canoa
Grande, na freguezia de Una, comarca do Rio For-
iii o, o escravo Laurentino, preto, sem barba,
representando a idade de 30 annos, estatura re-
gular, ps gramles e multo regrisia. Quando foge
costuma-, acontarse aqui no iteciTe: quem a ap-
li'.lienler e entregar no referido engenho ao abai-
xo assignado. receber indemnisaco de todas as
(Icspez.'is, e mais a gratilicaeao de 50*.
Pedro i^ivalcante .le Uchoa.
muii
^""S '$VrT' ***-e'" "*"'^? ^^K- /nutyr 7r*c(fNrrV.,f
PENHOEES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
O annuncio do Diario de hontem que chama
o Sr. Lucas a entender.se com algnem da rua da
Madre de Dos, n < se entende com Jos Lucas
Ferreira, que nunca leve negocios cora o fallecido
Sr. Jos Joaquim da Silva Guimares.
Agencia de empregados.
Caixeiros, criados, copeiros, amas de leite, en-
gommadeiras, cozinheiras e para todo servico do-
mestico, ha sempre boas e afiancadas, no pateo de
S. Pedro n. 3, travessa Ja matriz de Santo Antonio
n. 6, e caes Capibaribe n. 12, aonde os senhores
pretendentes farfto os seus pedidos por escripto.
Para.
jija n
Tomara parte os artistas Thomaz, Penante, Bra-
;a, Correa, D. Henriqneta, D. Mara Carolina e
Esmeraldina.
Seguir-se-ha a scena cmica do actor Penante :
Jesuta na garganta.
Terminar o espectculo com a comedia em 4
quadros de costomes da rara, composcao do in-
mortal Penna, autor dos IrmSos das Almas, Quem
casaquer casa, e outras muitas comedias do seu
importante repertorio :
0 juiz de paz da Roca.
Este navio recebe alguma carga a frete, que
resta a engajar : a tratar com Amorim Irmos A
Companhia.
Pela thesouraria provincial se faz publico que,
do dia 3 do corrente em diante pagam se os or-
denados dos empregados provinciaes vencidos no
mez de junho prximo lindo.
ecietaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, lc de julho de 187a.
O olfkial-maior,
M. A. Ferreira.
Leil;
. No ultimo do mez passado roubaram da casa n.
26, nos Afflirt >s. um annel de brilhante no valor
de 30. tendo c mo signal dnas p.-quenas listras
pr tas de cada lado do aro, a enmeear de cada
urna de suas extremidades e terminando quasi no
meio delle : pede-se ao* senhoros ..urives ou a
qnalquer pessoa que -jor ventura o tenha compra-
do ou apprehenoido, que mande leva lo ao seu
dono naquella mesma casa, que srra gener)?a-
nienie erat'ficado.
Escravo fgido.
Ausentou-se do poder dos abaixo assignados o
sen escravo de nome Joaquim, cor prela, e de
nacao, traja muito limpo, anda calcado e nsa de
cabellos compridos, qaerendo fazer inea cabellei-
ra, sabe cuinhar, oceupacao a que se dedicava,
quando falla se conheee ser negro africano : ro-
ga-se a appre^enso de dito escravo, cuja captura
se gratificar bem,
Jos da Silva Loyo Filho.
Oferece-se urna mulher de boa nducta
para o servigo de casa de portas para deutro : a :
tratar na rua d Guia n. 62, anaar. i
Aluga-se duas casas novas e frescas, com
eommodoR para familia, na (."apunga : no largo do
Hospital n. 14, taverna, se dir quem alnga
Criado.
Precisa-se de um criado para casa de pequea
familia, preferindo-se escravo : na rua da Impe-
ratriz n. 37, Io andar.
Quem qnlzer dar 1:000000 a premio sobro
hypotheca, deixe carta a Z Z Z, na rua do Co-
tovello n. 40, at o dia 8 do corrente para ser pro-
curado.
Precisa-se de reflnadores : no largo do Ar-
senal n. 7.
Aluga-se um moeque
que de Caxias n. 44, loja.
a tratar na rua Du-
Allencao.
ao
DA .
loja de miudezas
rua da Imperatriz n. 54.
SEGUNDA-FEIRA 7 DO CORRENTE
s 11 horas.
O agento Pinho Borges vender em leilo, por
eonta e risco de quem pertencer, a referida loja,
constando de armaco e fazendas alli existentes,
consunto do bataneo <|ue se acha em poder do
agente, em seu escriptorio, a rua d Bom Jess
n. 83, onde se dar? ;odas as informacoes preci
jas.
A' ma do Rangel n.13 existem duas moedasde
ouro apprehendidas em mao de urna mulher que a
procura va trocar por menos do sea valor : quem
se julgar com direito a ellas all v, que provan-
do serem as mesmas se Ihe entregar com a con-
dicao nica de pagarem este annuncio.
Ao Sr, Firmo Candido da Silveira rogase o
favor de apparecer na rua do Duque de Cavias n
55, isto por se procurar em sua casa e nao ser
encentrado.
Frecisa-se de dous rapazes, prefere-se por-
tuguez, de 13 a 13 annos, para caixeiro : na villa
de Bom Jardim, a entender-se na rua 1* de Mari
numero 8.____________
Manoel Jos da Costa Pereira declara ao
corpo commercial e ao publico em geral, que des-
de o dia 30 de maio deste anno deixou de fazer
parte da firma social Pereira Irmaos, rujo activo
epassivo flcou a cargo de seu ex socio Manoel
Joaquim Pereira, sahindo quites para com seu
ex-socio e exonerado de toda e qualquer respon-
sabilidade da mesma firma. Recife, 4 de julho
de 1873.
Attcnco.
Precisa se da quantia de &00 a juros para pa-
garse em prestares mensaes de 80000 : qnem
qulxer fazer ete negocio deixe carta fechada eom
a inicial G em mo do administrador, no 1* andar,
u qual lambciii poder dar alguma informacao.
Regente.
Precisa-se de nma senhora para a regencia de
casa de familia, e que saiba 1er e escrever, costu-
rar e cortar vestidos : a tratar na Pra^a de Pedro
II n. 81,2* e 3* andares, das 6 s 8 horas da ma-
nh, ou das 5 s 7 da U rde ; ou na praca do
Corpo Santo n. 17, 1 andar, em dias uteis, a
qualquer hora.__________________________
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Rua .I.. Commercio n. S( fl.* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Roja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Moncao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
V'alpassos.
Vianna do|Caste!lo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
Eueio
COMPANHIA
DE
NAVEGACAO BRASILEIRA.
Portos do norte.
Dos portos do sul esperado ate o dia 8 do cor-
rente o vapor Para, o qual depois da demora
do c stume, seguir para os nortes cima.
Recebe carga a bordo nos dias de entrada e sa-
hida.
Para cania, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, rua do
Vigario n. 7.
Pereira Vianna & C.
_______^___^_ Agente.
LEILO
Personagens.
Juiz de paZ
Sr- Braga.
Bahi
a.
A escuna nacional Georgiana tem j parte de
ieu carregameato prompto e segu em poucos
lias para a Babia : a tratar com Tasso frroios
* C,
DE
predios
sendo um delles bem construido e elegante.
Terca felra 8 do correte.
sll horas da manh.
A saber t
Um sobrado de dous andares na rua da Assump-
cao, n. 44, era chaos proprios, que faz frente com
o convento da Penha, fresco e deleitavel.
O pavimento torreo com boas comraodidades,
tendo 3 quarto*, cozinha, quintal com boa cacim-
ba e agua, portao que d sahida para a rua do Pa
dre Floriano.
Primeiro andar S salas, 2 quartos e cozinha.
Segundo andar. -2 salas, 2 quartos, seto e co-
zinha.
Um sobrdo de dons andares na rua da Moeda,
n. 17, em chao proprio, pavimento terreo, primei-
ro andar, 2 salas e alcvas, segundo andar, 2 sa-
las, 3 quartos, soto e cozinha.
O agente Pinho Borges competentemente autori-
zado, levar a leilo os sobrados cima declara-
dos, por cuota a risco da qqem pertencer, no sen
escriptorio, rua do Bom Jaius n. 83, primeiro
indar, onde effeetuar o leilo e dar-te-ha alguns
esclarecannos sobre o dito sobrado.
ATM
Escravo fgido
Dj engenho Regala do termo de Ramiros fu-
gio o escrayo Aristides, pardo, representa ter 28
annos, pouca barba, magro bastante e altura re-
gular, costuma andar cateado, falla bem, sabe 1er
e escrever ; presume-se estar acontado no Recife,
onde tem mi e prenles r gretifica-se a quem o
apprehendor e leva-lo ao referido engenho, ou no que se graficar generosamente.
Recife aoSr. Francisco da Costa Maia, rua da Engenho Dous Mundos 21 dejnnlio de 1S73.
Cruz n, 56. Manoel Heraclito d Albuquerque.
No dia 14 de maio do corrente anno, fugio des-
te engenho o esciavo Marcelino, preto fura, bai-
xo e secco rosto descamado, pernas e bracos fi
nos, falla baixo, sem nenhnm defeito. Represen-
ta ter 30 annos e tem alqumas marcas antigs de
relho. Este escravo pertenceo ao Sr. Manoel Ao-
lunes de Queiroz Rarros, do engenho Ronca de
Cabo, e consta adiar se para os lados da cidade
de Nazarelh, onde tem pai e irmos forros, ou
em Goyanna e N. S. do O' de Goyanna onde de
ontras vezes j tem sido pegado quando perten-
cia ao dito Sr. Antunes. Roga-se s autoridades
polkiaea e capites de campo a sna apprehense
e condnzilo a este engenho, onno Recite aos Srs.
Cunha Irmos C, rua da Madre de Dens n. 34,
0 abaixo assignado tendo se comprometiido por
cana dirigida Exma. Sra. D. Anglica Xavier
Carneiro da Cunha, em resposta urna outra des-
ta senhora, a fazer cm setombro deste anno o
adiantamento de 1:0004 ao seu genro Joao Xavier
Carneiro da Cunha, filho da mesma senhora, e ha-
vendo mndado de resolucao nao s porque a esse
sen genro j tem feile achntamenos, como por
outrs considerarles que nao jolga a proposito
mencionar, vera fazer ao respeitav I publico esta
declaraco, apesar de reconhecer que dessa carta
nao resulto a obrigacao de fazer o adiantamento,
afim de que ninguem faca eom a mencionada se-
nhora qualquer transaeco, que tenha por funda-
mento a promessa firmada pelo abaixo assignado
na carta a que se refere, visto como est disposto
a nao dar-lhe cumplimento. Bngenho Santos Men-
dos, 2 de junho de 1873.
Laurentino Gomes da Cunha P. Oeltro.
NUVENS ESPARSAS
poesas de
n
GRANDE
HOTEL DA INDEPENDENCIA
ANTIliO ISIAMINET
. i Da di liii|ierafc .">
Almo^os
Lunch
Jantares
Ceias e bebidas de todas as qualidades a qualquer hora.
Limpeza eservigo pontual e apurado com o qual ninguem podo competir.
Tem magnficos aposentos para alugar e
BONS mi Al YUF,S
O proprietario dispensa-se de elogiar o hbil e raro cozinhetro francez. a ra-
peito do qual podem ser consultados os verdadeiros gastrnomos que j apreciaram a
sua arte.
PRESOS
Os mais resumidos do mundo.
V
Acha-se venda as lvrarlas desta cidade.
4t vir.
J.
0 Sr. Jos Pereira Lomos pela segunda vea
rogado vir rua do Imperador n. 28, a-negocio
de sen m torease.
- Aluga-se a loja da travessa do Livramento
n. 10: a tratar na praca da Independencia ns.
118 e 10.
FSZENDAS DE GOSTO
BARATISSIMAS.
Lindos cortes de cassa de
Superiores sultanas lisas
derna a I #u00 o metro.
Na foja das Columnas, oe
tiga do Crespo n. 13.
cores eom barra e os competentes eafeiies e figurina* a S000.
bastante largas e com barra para fazer oa eafeiies, hueadr
Antonio Correia de \'asconcIlos, ma Primeiro de liaren, an-
?
I

y
>

\
/


7


V
Diario de Pemambuco Sabbado 5 de Julho de 1873.
h'W)
-
lMiiabs!
ti
PIANOS E MSICAS
ABT'ffairiO JOSfi HE JkZEVEIMI
Ra do ILrao da Victoria d, ll,armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
oonae o publico em geral encontrahempre o maior e mais esplendido sortimento de pimos de
Pianos, msicas e instrumentos de mnsicas para banda militar
e orchestra.
i a u Ac*M d *briT B0 Primeiro sobrado d. 12 confronte i
otlci Maarer, um grande sa'io onde estio. expostos os matuiBcoa
PIAYOS
A. i. lteogh, tomo represen Hule
casa dos Srs tV. Oppcnlieimer A C, rio Lon-
dres, utferece os scnliures logt^tas do Per-
nnralmco mn completo sortimento
tnts*'* -ferias ;is *aw>p ln, fr'itv'gr-iis, sH'i's
r}*\ :..;i: /..;?, !>-.. fi i -
den do-ae euloi.vlu toiii n iiiesiut sonlioi-, idi
_______________A!_r.i\y>;vf. -__________
-* OSr.OiympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographa a negocio
que nao ignora.
de armario, de Pleyel.
de mea canda, do meimo autor.
de H. Henri.
de Aroede Thihooi.
nico agente nesta eidade, dos celebree afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
raimados em diTersas exposi ;6ss om ii medalhaa de onro e prata.
Sao os onicoa pianos qne aqni vem da Europa, perfeitamente atina-
es, fetoa com elegan ;ia e solides.
Tanibem recebea grande sortimeuio de mnsicas pira piano, piano t
canto e taire ellas as lindas composicSes do mnilo syropalhico maes:ro
F* stvriti
A SABER ;
Voc ene qner Walsa.
Olga Matnrka.
La Separacin! Para canto.
A Lnz elctrica, grande Walsa.
Franco Bi-:lciro Polka.
Toreada de Valida GMope.
Joaninba Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wttsa.
A M>nha Lvra W'lsa.
A Natalicia Polka
Stadiente Polka.
l'llraa publlea^e*
Peitas as offleinas de mosteas
do snnuncante.
Emilia, polka por I. Smoltz.
Circaciana, tehotcb, por Smoltt.
Jardim do Campo das Prieta*'
qnadrilha, por J. Popne.
huva de Koaas, Walsa, por H Ai
bfrtaiti.
D'aqai emjdiaele continuara a annnneiar todas aa pnblicacSes qne se forem friendo as snas offlcirms de mnsicas.
CAUT
4A.
Wi
N&C.
%. W
M

aos compradores do brm conhecido e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qne os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e eom papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qaizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem encanados ver qne
os botes tragam o nema de MEURON & C., e a desig-
nado de REA PRETA.
MOFINA
Est encouraqado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivio na eidade de Naxareth desta provincia, o
favor de vir i roa Duque de Caxias n. 36, i con-
cluir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cuwprio;
e por este motivo 6 de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de eito annos, e quando o Sr. sen fllho se
arhava nesta eidade._____________
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
Atten^o
Kugio do engenho Goiabeira, freguezia de Ja-
boato, no dia 25 do corrente, o escravo Jlo
Comedor, preto futa, cabellos e barbas cor de fogo,
olhos amarellos, alto, poscante, reprsenla ter 35
annos ponco mais m menos ; levou camisa bran-
ca, caifa de casemira escura e chapeo de couro:
desconfia-se que ande a trabalhar no carvao, ou
no algod-io, ou entao que ande para as bandas da
Es orada-Nova, onde tem urna irma : quem o pe
gar leve-o ao pateo d Carmo n. 1, onde ser re
compensado.
S Consultorio medico
Q DO
% Dr. MurlIIo.
M RA DA CRUZ K. 26,1. ANDAR.
Qf Becem-chegado da Eurepa, onde re-
Ql qnentou os hospitaes de Paris e Londres
fj pode ser procurado a qualquer hora do
fy da nu da noute para objecto de sua pro-
ra fissao.
W) Consultas do meio dia as duas horas
Jfi da tarde.
S, Gratis aos pobres.
m Especia lid d>s.=Molestias da pe le, de
V criam.a e de mulher.
M Emprega no trataroento das molestias
Q de sua especialidade as duchas fras e
banhos a vapor, para os quaes trouxe Qf
os apparelhos mais modernamente em- n
pregados na Europa. pf\
Tambem applica com grande proveito *
m no tratamento das molestias do tero a *j
jS electricidad!, pelo processo do Dr. Trepier.W
Precisa-so de um homem para conductor de
carroca : a tratar na ra do Bario de S. Borja n.
8, antiga ra do Sebo.
HO
VAPOR FRANCEZ
IIIA DO B VftA DA V1CWUIA
N. 7Outr'or NovaN. 7
Aluga-sc
Xa ra do Imperador d, 3J preri>a-se alug.ir
llfll (m-imvi |.i .. ij'id.inl ifc r;n ;.. P.-g;i se
V"lll.
Ii

Calcado
francez.
ense-
pro-
Fgi.1,
MEURON ft (1
Est fgida a eecrava de nome Bernarda, de
idade 25 annos, pouco mais ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodao, tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
toados : roga-se as autoridades policiaes e capi-
tes de campo o obsequio de pega-la e leva-la
aeu senhor, no Carainho Novo n. HO, sitio, ou na
ra da Cacimba n. 1, que sero generosamente
recompensados.
Aluga-se por 23*000 a casa n. 6, sita rea
ao Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
e aovo : a tratar na ra da Restauraco n. 5i,
outr'or Guia.
GS3
Olhem...
Frederieo Pinto 4 C, com loja.de fazendas ra
do Mrquez de Olinda n. 40, pedem aos seus deve-
dores de contas antigs o obsequio de virem satis-
faze-las no improrogavel prazo de 15 das, "eertos
de que, Sado este prazo. empregar&o os meios ju-
diciaes para en emboleo. Recife, 2 de julho de
Aluga-se a casa n. 10 A da ilha de Bemtica,
a l'assagem da Maudalena, com banao do Capi-
baribe na frente, de expelientes ares, e de proco
de 400i annuaes, tendo coRunodos pzra lunilia :
a tratar na ra estrella do Rosario n. 17,1 andar,
escriptorio.
- Ka Ba-Vista ra da Coaceicao n. 35, ha
para vender barato um marqoezao de Jacaranda
grande e novo.
Preci6a-se alugar duas escravas, sendo ama
que engomme, cozinbe e faca todo o servico de
urna casa de pouca familia, e oulrs propna para
vendas de ra : no pateo do Carmo n. v>, 2. an-
dar.
. BE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrade, antigo e acreditado official da casa de Delsuc, participa as Exmas.
famlias eao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo saleo, aonde
se prompta com perfei^o toda e qa!quer encommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e posticos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peigiies,
concerta-se toda e qualquer obraem cabellos e fai-se com perfeico toda obra de cabdlei-
reiro sobre encommenda;tudo 19 por cento mais barato do que em outra qualquer
parle.
Alm desta grande yantagem eompromftte se em servir com pontualidade, perfei-
co e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim,-avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ha continua-
damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modemissimos
gostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offereee a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
tarmos no mea de Sant'Anna, e haver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do neicessario para regalo e distraccao de quem
tem pisto pelo que bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sorles fulminantes, o que
tudo isso se acha na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os proprietarios da
confeitaria do Campos chamam a attencio de to-
dos e de todas para o pre anisado caf em p ver-
dadeiro de Java, e bolachinha em latas denomi-
nada Sugar Waffers Vanella ; especialidades para
aietas, quanto mais para quem est de perfelta
nad.
Em vista do referido espera o dte Campos que
ninguem, para pedidos de laes objectos, se diri-
jan), senso Confeitaria do Campos, ra do Im
aerador
Lampeo na porta.
- Aluga-se um preto
ra da Palma n 57.
perfelto cozinheiro : na
Consistorio da iritiumlmlc do
IMyluo Espirito Santo.
O esenvo da irmaudade do Divino Espirito
Santo declara em nome da mesa regedora, que
nao odendo ter lugar a posse dos novos Jeitos
para o anno de 1873 a 1871 no dia 29 de junho,
ficen transferida para domingo 6 de julho do cor
reute anno, as 8 horas da manda, para enjo acto
previne de novamente aes mesmas irmos dekos
Aluga-se o primeiro andar da rna do Impe-
rador n. 73 : a tratar aa Soledad* n. 27, com Jos
Bennogenes da Silva Gaimares.
Precisa-se de um forneire : do ra da finia,
Precisa-se de urna ama para cozinnar
roa da Cadeia do Recife n. 46, leja
na
Aluga-se tima ama para todo o servico
ifori
raa da Gloria n. Ii.
na
Na ra da Alegrh n. 10,
precisa-se de urna ama de
idade, qee tenka boa conduc-
ta, para andar com urna menina.
AMA
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra de Coronel Suaesuna n. 1.
Precisa-se de urna ama : na ra
do Mrquez de Olioda n. 22, antiga
ra da Cadeia.
A Tlft Precisa-se de urna ama que saiba bem
Xi"a' eozinhar : na ra de Pedro Alfonso, ou-
tr'or da Praia, n. 3.
Para hom.-ni.
BOTINAS de bezerro, cordavao, pellica, lustre e
de duraque com bqueira, dos mclhorcs
fabricantes.
5APATOES de be erre, do cordavao e de
mira.
SaPATOS de lustre cora salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao,
prios para banhos, *itios e jarains.
SAPATOS de tapete, charlol, castor e de llanca
francezes e porluguezes.
Para sehliora.
BOTINAS prelas, brancas e de cores dffcrentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAP.jTINHOS de phantasia com salto, hrancos,
pretos e de cores dilferentes, bordad) s.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS prctas, brancas e de cores dilferentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca porlugueze>.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lastr c de cordavao.
ABOTINADOS e sapatdes de bezerro, de diversas
^ qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e pjirtnguezcs.
Botas de montara.
Botas a NapoleSo e a Gulhcrme, perneiras e
meias perneiras para homen e meias perneira;
para meninos.
No armaiem do vapor france', na do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, .le guernicoes,
solas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e > s mais proprios movis para saletas e ga
binctes de recrcios.
No armazein do vapor france?, ra do Bario
da Victoria n. 7, outr'or Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo*, dos mais notaveis c bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : AiphflM
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wollf & C.. no
vapor francez, ra do Baro da Victoria, ou-
tr'or Nova n. 7, a precos muito commodo*.
Perfumaras.
Pinos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos d arroz, sabonetcs,
cosneticos, mnitos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos do extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differenies lma-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victori?, outr'or Nova n. 7.
Quinquilharias.
rticos de dilTercntes gostos e
pliantazias.
Espelhos douradns para salas e gabinete?.
Leques para senhoras c para meninas.
Luvas de Jouvln, de fio de Escocia e de eamurea.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixin! as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para rolo-
gios.
Brincos a imiticao c botes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phanlazia para cima de mesa
e toilette.
Pinrinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
vulos de a^'o fino e de todas as gnarniooes.
Bengalas de luxo, canna, com castes de mar-
ha
Bengalias diversas f m grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de militas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Peules de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
p Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din eiro.
Meias para homens e para meninos.
"Grvalas brancas e de seda pret* para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jugos da gloria, de dama, de bagatellas, de ^0.
min e outroi muitos differenies joguinhos ^^
uies e francezes.
Malas, boiras e saceos de viagein de mar ea-
minhos de ferro.
Mamadeiras de vidro de dar leite mnt fcae:l a.-
enancas.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
re-in. bom para os dentes.
Boreos de vimes para embalar criancas.
Ge^tinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quairo rodas, para passeios de
criaucas.
Veaesianas transparentes para portajejanellas.
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e eosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidroe.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para ilIuminacSes de
fes tas.
Piigo d.) ):<: ,',. -, o j j'i (i,, abril
ilo a iioiiu- auno, a c-i rava do M.iue Itavinuitda,
cum os signis segniites : bem presa, c'xa, urna
cicatriz na tosa, falla multo c Um pir habito di-
zer que livre : qncm nppnihender queira levar
rna' de Santa Hita n. 5, entrada pela ra nova
de Santa R-tn. Constando aa sea senlmr qno
guein iisnfiue o trabado di ditaescrava, rile de-
clara qne lia de proceder judicialmente aira
quem qner que seja.
. Aviso c protesto.
Constando m que M ach procedendo o io-
vint.oio dos heos qne Rranrai pelo alecimeiit
da Exma. senhora do ir. Gabriel Anhink em Rio
Koinioso, previno em lempo que ninguem fa;a
con:rato ou irans*ccte de espi-cie alguma sobre
as trras do engrith^MaMalniha a que foram
aunexadas por sontenea porrau das trras do en
iin o Mscate porque a"hi tenho duas parte.
iguaes que me coiiherain por heranca paterna o
por compra que fia db outra depnti de reconheci-
das pro|n iedade do casal da meu fallecido pai ,*>t
aerords d)> supremo tribunal de justica, em gra i
de revista, do l.'deaaMdo 1872, Idas na posse
do referido Sr. Gabriel Antonio ha lempo mime-
mol ial seio na la uto ter pago al boje, como
con E confiando ine ainda qne os demais bcrdi *. >
fizerom venda, cessio, dc.-islencia un c mellior nome lenha no voeautilarn jurdico, com
o que nada linho, protesto, lodavia, contra toda
e qnalqner venda, ressSn ou porveiitiira se l'iilia ftaiimibi iiIHii taalqui i
parte relativa a lor.a legada pel.imeu dito iall <
do pai. p,.ripie >ou o iiuico lierdtiro dela ler^.i
urna minlia rabrinha kfJM.
Como senip'c lerei mnlta -aii>fa.ao aaa Ir.
Sr. Gabriel Antonio continu a ser meu nwi- i >i
pidas partos que tenlio em dit i propriedade ; mas
que nao seja pelo niesmo prejn por que lera ai-
rado at buje.
Kecifc. 2 de julho de 1873.
Dr. Janqiim Anin! Ca'w,n da Cinih Mi romn.
J. Dhibaut de Pars
CmM i'iiet r e a Similar dr pia-
nos
Ex-afina Pkrjrel e lien/.
e antigo director das aflirmai 'la casa
Alt.uso llloinlcl
33Ra Tem a honra de declarar a re-pcitavel pul I M
desta eidade. que lew aborto laaoM d'- aaacer-
tos e alinaooes de pianos, qu-lipcr une s<-ja o es-
tado do instrumento : a ma do Iuiiki,. r
n. 33.
Mine. Amelia llard.
Mmc. Amelia Blard, habilitada com pmvi.sao
pela academia de Paria, nTereea-se anpnbco des-
ta eidade para dar li'.oes por casas particulares
de escriptura, ealeulo, lngua fraaraa, bluoria e
geograpliia e IrabaHtos de agulha. Pode ser pro-
curada ra da Mairiz da Boa-Vista, n. 28. an-
dar terreo.
II. II. Blard.
H. B. Blard, architecto con-IriKtor, offereee os
servic/is aos habitantes desta eidade para aura-
tar qualquer )bra de sua profissio como pul
ou modelos de casas particulares na eidade ou n.
campo, planos n desenhos de lindo jardius, tr /
segundo o p st o francez. Encarrega-se dad1
cao c execnc'o destas uhraa OrTerev-sc igo," roc~
te para asustar os inodernoa ladrilhos de -,rn'rri
francez ou lugiei otra toda limpca e i n"^?'^
Pode ser procurado rna da Matriz da *r
n. 28, andar terreo.
. Boa-V%;;'.
O abaixo assignado faz scientc --------rr.
M corpo do commercio. aaa tendo ao puliso e
Jo corrente anno acabado a sacie eni ''" dc "ia"
que gyrava nesta praca com a Ja 'c commeici;
mos com loja de loma ra *'n
exonerando o seu ex sucio y I'
Pereira. a quem pasara lid .anoel
lucros, e o abaixo assigna>' ks de *" f
tivo e passivo da uxtinc o raaaaaaavsj
diante contina ne m firma que
rulo do Pereira Irma jsa negocio
1873. A Recife,
Ir-
de Marco n. It,
Jos da Costa
e
K'o ac-
je em
debaixo da
30 de junho c>
Manuel Joaqnim Pereira
Compr
Jos nesta r
de Caxia-
-l JMPRA.
N
compr
rs.
a-se algumas ca^as terreas ou s->bra-
a tratar na loja da ra Duque
n. ii.
a ra do Brum n. 56,"rcfinacaoT
_arjuna^arr.^ajiara ca vallo.
Comprase DaoTlt Pernamkuco a
Jjltf-a : na ra do Coronel Suassuua n.
prec f.O
i.
Baloes aereostaticos de papel de seda mu
de sabir.
fcil
* I rastes. |
aj| Compra n a raaVaa trastes novos ^
W: e usados o armazem da ra do Im- u
^ ieradorn.48.
Comprarse
urna casa terrea que tenr>a bons commodos par
lamilla, e bom quintal, no bairro da ft-Viu t
"fe S Proximo a ,inha d" lx>nd.-. ou oa roa
na ra do Hangel n. 7.
chaiiilximba : a tratar
Io ou 2 andar.
Escravo fgido.
50#000 de firatificacao.
Ausento-se do engenho yictoria no termo de
Barreiros, o mulato semi-branco Satorniano, de
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corennda,
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos
Escravo fgido.
1500000 de gratificacao.
AMA
Previ-a-se de urna ama
para eozinhar ; a tratar na
ra do Imperador n. II.
Ansentou-se desdo o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome .Alfredo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bastante ladino ; este preto perfeito
-que esta forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-ae a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando Jeve-o ra do Duque de
Engommadeira.
Luva-se e eogomma se cora aeeio'e promptido:!faifas n. 91, loja da mudezas do RivrsenT se
na raa do Bom Jess n. 48, 2 andar
AVISO.
O gerente da casa de emprestimos sobre penbo-
gundo
rada.
que receber a gratificacio cima deca-
URGENCIA.
Ama de leilc
Preoisa-se de uma ama de lete, quer seja
forra ou captiva, porm Sem filho, e que te-
nha bom e aburilante leite, paga-se berq ; a
tratar no 3." andar desta typographia.
Prec.sa-se de uma ama boa
cozinheira. paga-se bem : tra-
tar na ra do Livratnepto o, II.
AMA
loja de Calcado.
pucos, jama a pbrteira do engenho Dous Irma?9,
lugar muito saudavel e fresco *~~ k"-
res^travessadasCruzesar^vinrao^^^ boaalanncairaa' cainoZ '^l-mT0'"m
que no dia 15 do corrente lev'afY a leilo tSS X^?^^T^? i
penliores constendo das caujelag vencidas at 30
de junho.
Aluga-se uma casa de podra e ca, em Ao;
ho Dous Irma?!
-, eom bons commo-
dos para familia, sitio bem cercado a limoalro, com
ftoas larangeiras, cajneiros. f
outros arvoredoe, cacimba nova com nomba e
S,*0* *^1 P0! P?50 fa*0": tratar na
travessa da Madre de Dos n. il.
MA do-st esc
Precisase de uma ama, preferin-
escrava, para lavar e engom
na ra da luiperatrU nume-
andar.
Aluga-se uma boa casa terrea nos Arrom-
asaos, em Olinda, parto da esiacAo e junto do rio
pelo barato preco da 124 mensaes : a tratar na
loja dnPaflo, a ra do Crespo, inato ao arco de
Santo *utonio. As chaves acham-se na estacJb
entregues ao Vnnar ebefe da mesma, paralhoje em diantelaasigMaoo^ MaaoeToune^
quem a quizer ver. i me Carneirn da Cunha.
Encorados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha' e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de Jouca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douracVis e pretas para
quadros.
fjuadros j pmmplos com pajsagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
liealejos pequeos de veio com liadas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamantios, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar se. fo armazem do
vapor francez, ra do Barfto da Vjetor?, outr'or
.Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejarde todos
os brinquedos fabricados em differeqles partes
da Europa para entretenimento das criancas ludo
a pre.os mais resumidos que possive: no ar-
mazem do vapor francez, rna do Barao
toria, outr'or ra Nov n. 7.
Compra-se
221! de aU'?)S 0? sexos. ^^ 'ocos e ro-
S5 ras: w1": a ">ff"""
VENDAS.
no ar
da Vic-
Oslinhas para costura
. Gi ande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armaiem do vapor francez. ra do Bario da
Victoria foutr ora Nova) n. 7.
Casa venda
Vende-se nina casa terrea em uma boa ra
a tratar na ra da Imperalrii n. 8, foja
VENDE-PE
No Giminho Novo travessa do Padre ingiez n.
7, ps de frucu-pio de 2 a 8 palmos dem de fi-
nia de umbigo, sapoliseiros, abacates, larangeiras
ligunras, parrelras e outras muitas frncteiraa'
por preco que o comprador nio deixar de com-'
prar. A ellas emqnanto chove.
Vende-se
uma mobilia de amarello (por preco razoavel a a
. LY' con,len? 6 c^e'fa' de guarnifio, 2 di-
tosde braco, 1 sof, 1 par de conslos, unu jardi-
neua nma cama franceza e 6 cadeiras america-
nas, ludo em perfeit.) esudo : na ra de Antonio
Mennques, aliga dos Afouguinhos n. 1
Materiaes.
Aliiga-SO
armazem daru nova de Santa Rila n. 87, pro-
ojiara serrara : a tratar junio n. B9.
Manoel Carneiro da Cmiha declara que. de
Ha seropre para vwader-se por commodo nrecii,
lijlos de ajenarla grossa, dito de diu batida, di-
to de Upamento "' P manda por
em qualquer lugar .' a *Br ***** aa olana da
rna da Visconde de GoL,0M ***f *> Moadeaa
n. 63. _____
Rap,
ippria
O muito acreditado rap princesa de Lisboa, das
fabricas de Xabregas-e Santa Apoionia, vende-se
na praca da Independencia o. 5, ioia dar violas ;
assim como, mais aa segnintea qnalidadea : Prin-
ceza da Baha fino, meio grosso ; gasse flan, gros-
so e amerellinho ; Panlo Cordeiro, cotnmom e via-
jado, Mearon ara prcta e superior ; roiao fran-
cez e princeza do Rio do fabricante Roete.



V



$
Rwi-oie^na#uo SWo,^^^,^,
DO 1S0MAN
BA DO BRUH I. $2
(Passando o chafariz)
ffiDEM AOS senbores de engenbo e onlros agricultores, e emprtgiuj rea de m
amo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem & novo aortitneDto
cnanto > que abi lera; sendo- ludo aoperior tai qoalidade e fortidavo: o que coa a Job
pessoalpode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgOAO NUMERO 12 LUGAR DE SUA IJNDlCjto
Yapme rodas d'agtia d08 mais mi*n **e
LififtS!
steqaes tonos de marepeivii*.. braircas o de
eresequa traawn o istico-^tiNlAO em ledras
tambem do nwdrepcivla em alto relevo, tor-
nndole por uto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERANZA ra Liuque de Caxias n. 63
(aattfa do Qoiflroado) quem'os em.
Sftd de tartaruga
Os brinnp, 'troches, meios aderecos, erares,
c aesoletas, que esto. oiepostas boa
escolha das Exinas. (amanM dpxhiqe) vende-se
Blandas doa senhorea proprietario* e p;ira deacarogar aJfodio.
ffOfTIfi AS dfi P ATI TI A ^8 ,oc'03 M laman^o asmelbores qae a
-I M.**l
exislem.
para animaos, agaa e vapor.
Bodas dentadas
Bxhs de ferro fundido, batido e de cobre,
alambiques a fundos de alambiques,
ismos
maobos convenientes para as diversas' A Non Espfcrsiifa raa -Deque de 'Caxias n.
deacarocar ala*od5o. SS 63, cana de receber nfti linio sorttmento de bo-
necas de muilas qualidadei, 'vmtlo entre ellai as
engrayadan lioneras de borracha, assim lambem
urna pequera quantidade -de booccas pretas que
se tornam ajreoiafasjpea ai^nfVj
para mandioca e algodSo.l Pudendo]todos
e para serrar madeira. (ser movidos a mi
(por agua, vapor,
de patente, garantidas........ |oa animaos.
Todas aS IHaChinaS e Pecasde qne se cofitamaprecisar.
Faz qualquer concert de machii8mo' pre? rtn resumido.
Porgas dfi fdrr temasmelu0reemakbaralase*toi3nte8 no mer-
Pn (* -'VTO m ATI Hl Q S Incumbe-se do mandar vir qualquer machioisao i von-
^ uiuiviiUAB. tade ot dientes, lembrando-lhee a vantagem de faceris
*s compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qualquer necessidade pod
J* prestar auxilio.
ara d: s americanc s e DglrDmeD,8 3ricolM-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
RANDE REDUC5A0 EM PRECOS
Altengo. Attengo.
Xa lojade Soares Leite Irmaos, rua do Baro da
Victoria n. 28.
dem idemlisa de cores, a 280 rs.
n. 63.
Caito
fiierbktil'
ide.
A,Nov Eseeranoa ra Duque de Caxias n.
63, iccebea vordalefro cimento i&glez, prepara
cae para conewlar .porceUna^ bem til.
Vestido perdido
Muitas sezes um vestido torna-so inteiramente
feio, someiite por estar mal enfeilado : a Nova Es-
peranza ra Duque de Caxias n. 3, remove
este mal; bor'que est bem provida dos melhoreB
galoes _e franjas d todas as cores, onde pode es
colher-se vontade sobresaninqo entre estas ae
modernas franjas mesacas, que pela sua varieda-
de de cores, fiea behi em quasi todas s fazendas.
A ella antes que se acabem.
Bdm de borracha
Wndem-se de todos os tamaitos ra
Duque
ftsa de linha com 40 no vellos, a 500 X*.
Sfeaa.iilem de marca, a 200 rs.
Carrafa de agua florida verdadeira a 1 #200
ifchm kanauga do Jap&o, a 1#200.
Sfem divina, a 18000 e 18200.
SBotoaduras para collete, de todos os
fBftft; a 200 rs.
SLmparinas gaz, dando urna luz multo
iu^.a 1J000.
Bteia de percas de cordao imperial, a
9B>* rs-.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
KM.
Ifca do oloo Oriza verdadoiro, a 19P000.
3ixia de baralhos francezes canto doura-
38100.
j asta iilom beira lisa, a 29400.
3wm>fi .! tinta roxa extra-fina, a 1J000.
4l:m do botos de 06so para cal^a, t
aitis.
Cjsqfuos ino.Iornus, a 39500.
Ci>T.a de pos para dentes, a 200 rs.
14am idem de pos cbinez, muito bom, a
Eto rs. e rooo.
de sahuiiotes de amendoa, a 23S50
#55*00.
rV.a muito boa, a 19, 19500 e 29000
f> frasco.
ik-aa ie sabonetes de anjinho transparen-
ls, 2^200.
a dom com flores, a 19500.
bsar le collarinhos bordados para bo-
llesma de papel pautado, a 29800, 49000
e 69000.
dem idem liso, a 29600, 39500 e 59000.
Caia de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs.
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
59000
Maco de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros de linha, 200
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
800 rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Csixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
f.eques para senhoras, a 29000, 49000 e
69000.
! ivros para notas, a 320.
Redes nnfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia de collarinhos lisos para homem, a
------_ o~ v ~ vamac
ae CaXias n. 63, ri Nova Esperanza.
Cobtos breos stem qwm
qmr
A Nava-Espefanea a ra. Duque, de Casias n.
63, atara i receber verdadeira tintura de BBs-
nous para tingir os cabellos, o que se consegue
(empreando a) com muita facilidde', e por Rft
motivo, calicllys brancos s tem quem quer.
UstMomtrtoda
Os cinturijes d couro, proprios para senlioras,
Se receoeu a* Nova Esperanoa rus Duque d
xias o. 63. csto, sim, seahora, esto na moda I
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosoa era vos braneos para o vosso casamento,
ou para otilro fim apropriado, necessario ir
Nova Esperan? ra Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os melnores ports b tquets
que se pode desejar.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Puque de Caxias n. 50,
acaba de receber nova r^messa da apreciavel agua
florida para fazer-os cabellos uretos. 0 bom re-
sultado colhido por qnbr tenr feito uso dessa
inoTensiva preparafSo a temallarhentc conceika'-
do, e por isso apenas se faz lembrar a qupin no-
vamerrte deila precife e queira se aproveitar de
sua Utilidade. Tarribem' veio agua de topas-i
oleo florido para o mesmo uso, e t3o acredita
como aquella.

BAZAE
Ra da
Loorenco Pereira Hiendes Guimares
NACIONAL
Jmperatriz n. 72
DE
'' CUITAS A 160L20RS.OCC4V#>0. I COR
*-r* Vende-sc chhas francezas largas rom to-[ Vaid
W*t
\ s^-M-^mw- p
o e
tados
Ciiilbs largas
jardas, a
a *9000. 69000.
:.>i le pojas de trancas carajjl branca, i Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
y*- mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
.hknx '.otr. las brancas,! 200 rs. prias para presentes.
A aguia branca, rus Duqoe de Caxias n. 50,
recebeu urna pequea por^ao de cintos largos con
franjas e perfeitamente acabados ao ultimo gesto.
Alem delles ha fifas proprias com dilTercntes lar-
guras e cores.
Gnavatinhascoilacos e bor-
dadas para senhoras.
A aguia branca, ruado Queimado m 30, rece-
beu novo sortimento de luidas gravatinhas com
lacas, bordadas, e outras de cambraia, enfeitadas,
para senhoras.
Bello e variado sortimento de
enfeites para vestido
A agnia branca, ra do Queimado n, 50, re-
cebeu um bello c variado sortimeoto de franjas e
galoes de seda de diversos gostos e cores para ves-
tidos.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
Ba do Brlu da Ticloria n. 22.
DE
(ai'iieiro Viaima.
A' este grande estabeleciment tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
cestera, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo teaspo tambem d'um
anno sem despendi algum do comprador.
Neste estobelecimenlo t mbem ha |n;rtencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pega que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a peifei(,o de
um e dous pospoetos, franzo e borda toda
qualquer costura por fina quo s ja, sous
precossao da seguintcqualidade : para tra-
balhar a mo de 309000, 40900!)'. 459000
e 509000, para trabalhar com o \> sao de
809000, 909000, 4O09000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000,2009000 e
2309000, emquanto aos autores nao ha al-
teraco de presos. e6 compradores pdenlo
visitar este cstabelecimento, que muito de-
ver^ostar pola vaiiudade de ohjoctos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balango, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nqnissimas, para senhora, despensaveis
para crianzas, detodasasqualidades, camas
de ferro para homem e enancas, capachos,
ospelbos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
3ueiros com cabo de metal e de marfim,
itosavulsos, colheres de metal fin >, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, lampas para cobrir pratos, esleirs
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto deide as 6 horas da nia-
nha at as 9 horas da noute
Ra do Baro da Victoria n.
22.
^Declara seus freguezes qoe tem resol8o'vender
saber:
omaiskarato quo br possivel, a
largas
que de avaria, a 160 e 200 o covado.
BONECAS.
is de cura de todos os tamanhos, com camisolas o ricamente vestidas cada
a Kj 5.' i caixa, bonecas de borrjeha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
."!: Jo porcellana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
giaftfl de rame, muldura-e estampas para quadros etc., etc., emuitos objectes que se
loca longo meuciuiiar.
EXI'OSIfJiO UNIVERSAL DE 1855
MEOALHA DE I- CLASSE
ALF. LABARRAQUE A C
rm
OOINIDH LABARRAQUE
APiROVADO PELA UTADEMI DE MCOICirU OE PARIZ
0 uu!um .iVan-aque,
um vinho omitienlemcnte t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas as outras pre-
paraeoes de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
aiLlo enioivgados na medicina
preparam-se com cascas de quina
cuja riqueza-era principios acti-
vos extremamente variavcl;
paiie disso, em razao de seu
modo de propaia^ao, estes vin-
hos conlcm apcii; s '(-l,,ioiJe
principios actives, em pro-
porroes sempre varic.'
O Quinium I^uJtun-aquc,
approvado pola Acadarnia de me-
dicina, cnstue polo conlrario
um inedicainenlo de -comoo-1-
eSp dele;: n.w'a, rb\\ em prin-
ipios activos," e odas, o quul os
doentcs podem
mdicos e os
sempre contar.
0 Qiiiuuia LaliarraiiuB
proscripto cot grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgola-
, ment, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida efescenca, s .meni-
nas qui tem difieuldade em se
formar e desenvolver; s mulhe-
res depois dos partos aos vclhos
enrra.juecidos pc'.a dade ou
doenca.
No caao de clilorosis, anemia,
cores plidas, este vinho um
poderoso auxiliar dos ferrugino-
sos. Tomado junto, par exemplo,
com a pilulas' de Vallet, prorluz
effeitos maravillioios, pla sua
rpida accao.
A leja d'aguia branca, ra tiuque de Caxias
n. 50, receben novo sortimento daquellas to pro-
curadas meias cruas. para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos cominodof.
Veos ou mantinhas. pretas.
A loja da aguia branca, i ra do Duque de Ca-
xias n. 50, r,ecebeu bonitos veos ou mantiphas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende as pelos baratos precos de di,
4J e 6fi00. A fazonda hoa e est em per.'eito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
cao.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque df
Caxias n. 50, recebeu povos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quanndade pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duo,ue de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de U e seda, en-
neitadas com armiuho, .obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Casias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim come
novos diademas de a^o, e comasempre conti-
na a vende-Ios pojf_prec,os razoaveis &R01
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vendo-seina.loja.ua Agnia Branca i rea do* Dn-
qne de i axias n. 50.
Luvas de pellica prejas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca,- rna Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu noro sortimento de tovas e
pellica, pretas e de outras cores.
SHERRY KINA
(VINHO DE OITNOIINA HIGINICO
PREPARADO COM OS MELIfORES VINHOS DE HFS-
l'A.MIA DA FIRMA
CALVAIBAC A. 6. C, DESEVILHA
FliRNF.CKDon
DA SUA MACFSTADE
DHESPANHA.
l'OR
A RAI.NIIA
I'1',
Parla, I>. FKiUi-",
ru 4cob, 19.
^*-*^ v- ~^p HA. B_ ^B ^m %M 'r Hl^ a ^B^b
Pharmacia de P. Maurer & C.
LOJA DO l'SSO
Ra Primeiro fe trt-Jb
outrora do Crespo.
Os proprietiAritMacutalinpa<.dqie impoitaut
estabeleeiminM endo proaedMo ma completa
reforma em precjtado estabelecimento, e consciosi
de ser elle mn dos mais bem sonidos principal-
mente, em artigos do moda edita novidade, pedem
ao respeitavel .publico e em.particular aos seus'
numerosos freguezi s a bondade de cunlinuarem a
depositar em sua confianza, garantindo serem bem
se/vido e por precos nimiamente baratos. Ve-
uhaui pota todos comprar novas a iindks fazoh-
das, de cujas damos um pequeo resnmo para
que vista delle possam apreciar.
Velludo preto, setrrn maco prato e branco, gor-
gurao de seda; grQsrTeiiaple preto e d0 ludas d-
res, 15 com lis-tras de seda, coibraia maripoia,
nansok de lindos padrjej, amizas lnfdad* pira
hoineui vestuarios .para ,'crancis, chapeos para
bapii3adosylmaBiBSibiaileiaii, meias deiores pa-
ra humen* mftainoB.vtMpoi tie cnK d ruarfl
a ao\i granaM. *I6
THOMHERET GELIS
. Pbariuacouticn
EX-1NTF.IUNO I>0S BdSPITAESOE PARS
O S1ICRR.Y-KINA o vinho de Quinquina
que boje preforom a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da fanildndc e
dos Miembros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicaco nislo
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MUITAS VEZ ES SESACRIF1CAM AS QUALIDA-
DES TAO ESSEMC1AES QUER DO VINHO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da ESf ECULACAO (Ver Guia das Aguas
Mineraes. Do Dr. COXSTAIS'TIN JAMES,
7.a edio.
JNIGO DEPOSITO
NA
PIIARHAGIA EMIOGARIA
DE
BRIBOLOHE jt C.
Ra Lardado Rosario n. 34.
Joaquim Jos Gonc,alves
Beltro & Filhos
Teeut para vivader no hu escriptono a ra do
Cunuiercio u. 5, o seguiute :
AGABDENTE de caj : Misa de 12 garrafas.
de laran'a, idem idem,
ARCOS de pao para 1>arril.
CAL de;Lisboa, recenlemente rhegada
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de marJira e osso.
FKIXES de ferro, para porta.
FIO de algodio da Bahia, da fabrica do coramen-
mendador Pedroao.
LINHA de roriz.
0311AS de paheta.
PANNO de algodo da Baha, da fabrica do com-
mendador. Pedrozo.
RETROZ de todas as quabdaaes, das fabricas de_
Peres e Eduardo Militao.
ROLDAS proprias pata botica. rm
SALSAP.MUllLUAdoM'iU-.
v ELA< de cera de -todos os rsraanhos."
VINHO engarrafado do Porto, caixasde 12 fc;ar-
raras.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
t dito'Stetutal, caixas de i e 2 dniias.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-'
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de Mj,-caixas de If gar afas.
Mafrasia do Douro, cabs com 12 gar-
rafas.
Carcavellos, idem Idem.
para sol. granadMe, Id soda, ticas de soda, fil daJioho.-lwatnat^ camaraii, i-hi-
tas, caaseraifaayete- r-artejaf o Pura, ia
mireo de Marco*. 7 A.
As nicas veirdadeiras
na
Bichas hanrtmrgnezas
na do Mrquez ere
Pi
vem a e;-te mercado!
iflta n. 51.
,___... .. ___^..
ano
Yea4e-s.e uti piano forte o etn muito bom asta-
do ;. a tratar i'ia ra da Saulade n. 12.
tas Iimpai a 240, 280 e 310 rs, o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vonde-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o. ovado.
T.SIIYHAS A 200 RS.
Vcndo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
. ALPACAS A 400 RS.
Vende-so alpacas para vesdosa 400, 500,
G40 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1$600.
Vende-sc cobertas do chitas de ceres, a
IJ00O o 25?000. D|tas do pello a 1&400.
Colxas de cores a 15200, 29300 e 48500.
- CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales do la do quadros a 800
rs. e 1JJ000.
Ditos de merino a 28, 38, 48 e 58000.
CAMBRAIA BRANCA A 38000.
Vcnde-so pc<;as de cambraia branca trans-
parentes c tapada, a 38, 38500, i?, 48500,
58 e C8000.
SAIAS BRANCAS A 28000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 28000 o 28500.
BONETS A 500 RS.
Vendc-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapos de palha, pello c
massa, a 28, 28500, 38000 e 48000.
MADArOLO A 38000.
Vendo-so pecas de mada polio enfostado a
38000. Ditos inglezes para os precos de
48, 48500, 58, G8000 e 78000.
ALGODAO A 88500.
Vende-se pecas de algodao, a 38500, 48,
e 88000.
BRAMANTE A 18600.
Vende-so bramanto com 10 palmos do
largura para lencol, a 18600, 28 c 28500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACAO DE SABONETES 280 R5.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tes inglozes, a 200 rs. Ditos francezes om
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, "a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, o outros extractos
muito barato.
TES DE BRIM DE CORES A 18500.
ide-se cortes de brim de cores para
Di- calca, a 18500 e 2*000.
"BOTINAS A 38000.
Vende-se botinas para senhoras, a 380001
38500, a ellas arries que se acabem.
UOUPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 18600, 28
28500, 38000 e 48000.
Caigas de cnsemiras de corea, a 5, 6f -
78000.
Coletes de casemira, a 28, 28500, 3f .
40000.
Palitts de casemira, a 48, 68 e 88000.
Seroqlas a l& e 18600.
BRIM DECORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a 440
rs. o covado.
LENCOStoRANCOS A 28000 A DIZIA.
Vende-se a duzia de lencos brancos, f
28000. Ditos com barras de eores a 38000
Ditus de linlio a 58000.
TOALHAS A 800 RS.
Vonde-se toalhas para rosto, a 800 rs. e
18000.
GRAVATAS DE SEDA I'RETA A 00 RS.
Vende-so gravatas de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITA PARA COBERTA A 280 RS.
Vendc-se chita para coberta, a 280 e 320
rs. o corado.
BONETS PARA MENINOS A 18300.
Vende-se bonetes para meninos, a 18500.
ESPARIILHOS PARA SENHORA A 88500.
Vende se cspartUbos para senhora, a
38500.
PENTES A 320 RS.
Vende-oe pon tes de alisar, a 240, 820
400 rs.
PO'SAEAIAOZA 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a Alo
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos.
a240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos
a 320 e 500 rs., para liquidar, e outro-
muitos artigos que se vende barato para li-
quidado de facturas.

N
DAS PAM ACABAR
a ma

do Crespo
LOJA DE
ii.
20.
Guherme Carneiro da Cina & 6.a
pars
GARVAO BILlOt
APPROVADO PELA ACADEMIA IMPERIAL 01 MEDICINA
m 27 daembro dt 18!0
Oc/Oc
,
T
p
PARS

E'aobretudo s suas propriedades eminentemente absortantes,
que o cr>ao de Betioe deve a sua grande eficacia. Rccom-
menda-se-o especialemente contra as affecedes seguintei;
GASTRALGIA?
DYSPBPSIA
PYROSIS
AZIA
DlGESTfJES DIFFICEI5
06RZS de estomago
CONSTIPACAO
CLICAS
OIARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERINA

I

US
4 19

PARS
I
ooc
HOCO DE EHPRE60.o cwrc.de Bii0fCkkiftlfn)
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
Pasiilhu. Gcralmente o bem estar aente-se lego depois das pri
meiras doses. Urna informacao entensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
Deposito em Pars, L. FRERE, 10, rae Jacob.
VERDADEIRAS
PILULAS de BUSCA
COM lODflETO DE FERRO -IWkTERAia
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MBC1NA4)E PARj|,BC.
PosSvjindo as propriedades lo iodo e do --,*-----rr-------p rlalrmliaMi
es scaortressAs, a Tsica no principio, a f~m< n'aT r mjn.......<>m hiiIwmWmmuhiii
Falta ds ch.amesorrhea, em que rnecessarioREAtjiR sOBmPMMAKii n mis fte
sliluir a sua riqueza e abundautia oormaes, ou | ifia............mjmi ii sin ewwperi-
Zi. B. OWurrto^de ferro npnro tMM,
IrillanU. Como prQa i pureza (uUtentkM.-ide T r*r4**+trmm
iAnc-
l e
llameara, itnt-u exigtf bou* elIv^t.pMU* ri-ac
i reprodaili, queie cUM0+trt laAqU
Deve-K desconfiar cas
nnAm\*HiCQ, raoRj
-i
Jk
1 HHBn 1
amaj asaA inna'fama 'franeaza eVaniarel'.
i swda Roda, sobrado n. 17; il usan
*
L-o deposko, a ende s* lycha rvnd
Rira do'barao da V
CD
*^
\

i
%
*
i


Diarfo de Pemabufco fttftfdrj 5^#flfi8>V^^in
^
:*

>
i
Para a boa^onwepra^lo
VOSSoIuttLM.
SEGRKDO
ECONOMA- H (IRLERiDAOF. f
blem--se coro o uso
q
Elle um preventivo Seguro e certo contra
a caHice: '
Elle d-e restaura forja e sanidad pelle da
cabera.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
FUed grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posicjto' que so dese-
je, i'm listado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
dos.
Elle conserva a pelle e o casco da cabera
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren! blan-
cos.
Elle conserva a cabera n'um estado defros-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, gordu-
rent) ou pegadizo.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada-
vel
Elle o melhor artigo para os cabellos das
mangas.
Elle o melhor c o mais aprasivel artig
para a boa conservado e arranjo dos ca-
bellos das-senhoras.
Elle o urvico artigo proprio para o pontea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR 1>E SENHORA SE
PODE CONSIDERAR COMO 00-
PLETOSEMO
TNICO ORIENTAL
'i qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acba-se venda nos estabelecimentos de
H. Forster & C, agentes. E em todas as
prinoipaes lojas de perfumaras e boticas.
IlWCgO SHOST
: nica, hygieiucfefttilatliMirfailivdl otti-
ra iia,#MoriieBS,,floies/i)raonM efluio* de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
QtWeo como garanta o^salutanaj-eaultados
a continuada applica^ao quosempre con a
maior vaatagein. se tem feito deila nos hos-
pital do Paris. i
nico depesito.para o Brasil, Bartholomeo
& C, ra Largrt do Rosario n. 34
Xrope d'agrio do Para
Antige, cnoohuada medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a pbtysk'a, broDchites, astliina, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na puarmaciao drogara de BaJ
tbolomeo A C, ra Larga do Rosario n. 34.
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprio para
vestido serve para luto, por ser sem lustro, na leja
das & portas em frente do Livramento.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs. apec>
Vendo-se ntremelos, tiras e bicos bordados a
retnn, pruprios para euteitar vestidos, e roupi-
uhas de enanca, pelo baratsimo preco de oOO rs.
a peca na luja das G portas em freuto do Livra-
mento, dao-sc pecas a mostr rom penhor.
'.. '.


NICOS
Sitia liara da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
i
Triumpho da
"flift lilil
!
Lauchas escomas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n, 20.
Lzinhas escoerzas, padrees nteiraniente no-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o corado,
pechincba e d.io-se amostras na loja de Guiller-
me (1 da Cimba* 0.
Nao lia mais cabellos
braucos.

Lm tem pos modernos nenhum doscubri-
mento opc uromaior revoluco no modo de
curar ai i torio rien te em voga do que o
PTIIIIIL BE \MW\\ -
TANTO NO TUATAMKNTO
D.V
Tosse, Crupo,
Asthma, Tbisica,
Rouquidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Feito,
Expectorando de Sangue.
Como em toda a grande serie de enfermi-
dades da Garganta, do Pelto e dos
Orgtts la i-<-*i'ui'ao, que tanto
atormentara e fazem soffrer a humanidade.
A maneira mitiga de curar consista geral-
mente na appliua^ao de vesicatorios, san-
gras sarjar ou applicar exteriormente un-
gentos fortissinios compostos de substan-
cias vesicantes, alim de produzir empolhas ;
r ujos dEferentes modos de curar, nao faziam
s-^no enfraquecer e diminuir as Coreas do
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'u:na maneira mais fcil e corta para a en-
fijnnidade a destruirlo inivitavcl de sua
victima I (Juam differente pois o elfeito
admiravel do
miOBLDEmCSUITA!
hm vez de irritar, mortilicar e cauzar inau-
ditos sollrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irritagao,
Desenvolve o entendimonto,
Fortifica o corpo
e faz com que o systema
desaloje d'uma maneira prompta e rpida
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim)
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relages analgicas, e alm disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maraxilhoso remedio, sao mais que suffi-
cienles para sustentarem a opiniao do
PEITORAL DE ANACAIIUITA I
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente isento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, emquaato que alguns
destes ltimos e particularmente aquelles
que sa i dados sob a forma de opio, e aci-
do hydrocianico, formam a base da maior
parte dos Xaropes, com os quaes to f-
cilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A composiefio de anacahuita peito-
ral acha-se liada e curiosamente engarrafada
era frascos da medida de cosca de meio
qjartilbo cada mu, e como adose que se
loma so d'uma eolher pequea, basta
geralmoute 4 applicago d'um ou dons iras-
cos para a ffcctuac.ju de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Frosters A C, agentes._______
Pechincha
rarato de (.boa a 4<.m
ilho novo a 4*200.
' No traticbo da co^anbia Pcrnambuflaua an-
moro 30.
Gasa para vender.
Venda-w a das Cruco .Motas (actual raa Vidal
'le _\egreiios) n. azulejo, e de pouco reconstruida ; a tratar aa roa
Nova o. 42, loja.
Por 70U* vende-ge um eseravo pardo, de .'15
anuos, oaheiro, i Buito barato, e o motivo se
dir ao comprador, e mais um bonito molgu.ua de
18 anuos offlcial de pedreiro : aa ra de Hurlas
1.91

TINTURARA JAPONEZI.
S6 e nica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Joai|uim F. dos Santos Coimbra Guimaraes,
vende em seu eseriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. -i i. andar :
Caf do Kio
Cha a em latas de 1 libra
Fumo a em latas
Farinlia de mandioca
Vinho de Thomar, em decimos*
Na exposiQao de Taris, era, 18*7, oi concedido
Elias Ilowe Jnior, a medaiha d ouro e a condecor,
gao da Legio de Honra, por serem as. machina, mais per+
feitas do mundo,
A medaiha de ouro, conferida a E> llowe Junier, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medaiha de ouro na expsito de Uondres acreditara
estas machinas.
A.

llesjH'i'iiliii
Verdadeiro biter hesperidina, superior e aere-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos &
C, ra do Amorini n. 37
TASSO IMAOS&C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por preros commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de descampar alodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia era barril.
Phosphoros de cera.
Saga em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentihas em carrafo;?.
Rhum da aJniaica.
Vinho do Porto vellio engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o. .
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com Bngaas e dobradaa inglezas.
Licores linos sor'dos.
Cognac Gaulhicr Freres.
Latas de tonciiiho inglez.
Barris com repnlho em salmoura-
Vende-se o sitio existente na travessa
do Remedio, freguezia dos Afogados n. 21,
hoje Becco da Travessa do Remedio n. 18,
em chaos proprios : quein pretender euteu-
da-se com o seu proprietario na ra de S.
Francisco, desta cidade, n. 10.
Vende-se podras de amolar : no armazem do
Multa, da compauhia pern.imbocana.
$0 &m 0^00^

Pechincha.
NA RA DO CRESPO N. 10. m
Saceos de estopa vasios proprios para S
Wt assnear e farinha a 320. J&t
Q Madapolao a ti, 2iS00 e M, a pera. >
X Algodaosinho largo marca T a 4*000 a i
t'eeA W
Q Chitas de cores a 200 e 240. C
S Cambra ias de cores a 240 rs. e com -!
birra a 280 rs. o envad f. &
Grosdenaple preto a 1#600 e gorf irSo g
^ largo a 3iO00 n 3500. ?g
^ Vestuarios de fustao para meninos, a %k
'ii 00 e de cambraia bordado a 6n00. X&
7 Chales de cores a |, 1200 e I 500. J
^T Oanga de linho d crm a 320 rs. o e. Hk
TgL Algnd-'0 aznl merirano para roupa de
K escravos a 320 rs. o covado.
50? Meias para meninos de todos os tama-
JC mantir* a %S a dnzia.
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
e familia.
grand<
D. Mara Josephina Rawlinson que agora se acha
em casa d sea pai Guilherme Purcell, em Santo
Amaro, venda seu grande sobrado no Pooo. da Pa-
nella, em uue reside actualmente Sr. br. Seca-
fice, o qual torna se recommendavel pela an boa
localidade, constrncglo, e sep edificado em che
proprio. Cootigno ao re re sobrade tem urna
bonita casa nova de buhar cora jarra, cacimba
e banheir'o : quem pretender dirija se proprie
(aria Mara J. Rawlinson, ou seu pai o Sr. Gui-
llarme PurceH, roa do Lima n. 30, Santo Amaro,
e para informarlo, na loja do Sr. Joaquim Baptist
de Araujo ri Jo M.irquez de Qaada a. 3, ou-
tr'ora ra da i adeia _____
NA
Vende-se o sitia Camajarj, na praia do Lucena^
provmcia da ParahA-ba, pTeco multo oommodo : a
Wator rom Tas*u> irmfie
-_-^;-------,--------r.----------r-
tJom negocio
Vende-se 12 casinhas a ra Imperial, queren-
de mensalmen-f!#J0W). todus em solo'proprio e
reedilicaias de wmoy vende-e por um preo bara-
Ussimo : a ue-soa que quizer lef. u dinheiro no
Muroeeom um rendrmento aamiravel, dirija-se
i ra das Trincheiras n. 3, que far todo negocio.
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleecu nestacidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
goral, para em l'ornambuco e mais provincias so venderem as afamadas machinas de cos-
tura de llowe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfei<;o de seu trabalho,
empregando urna agulla mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
ollereccr ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As varagens destas inaeldnas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incoutestavel, a
circuinstancia do nunca terem apparecido no mercado maclnjs, d llowe em segun-
da mao.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha uellas menor fric(,o entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feito mao.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, -o que se nao consegu -
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem do mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechauicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina ar.ompanha livretos cora instruegoes em portuguez.
A 9e>000 A 90rt00
SOARES LEITE, IMOS
A'
do Baro da Victoria n. 28.
e oblw em ppuco lempo com o uso do melbor dos lcore t a^CEda
..\t
FW'Oito annos qoe conhecido este precioso tnico, e dMEril icb?*- rmi om
que tBdcexpeTimentado pesaoalmente, no falle em sen favor, j com:; bo* iiomm
petiaador, tomando am calix della antes de jautar, on cobo faci iudot ra due|.
fmaBdo-ie depois.
A BASE
da HS-ElUDiNA i LARANJA AMARGA, Dio ha nm *6 tatuante d BRASIL (>la>
especial das aranjai) que u3c conbeca as propriedades medicioaes da doii.aUa feca
ora bem, i
UUIIA ALUKA
em sen estado natcral tem nm gosto pooco agradivel, e o mrito da Hespesidiaa av
iste em'reter mas boas propiedades, p ao mesmo lempo apresanta-la co*
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL Dio tem nada qne irr*- <.
melhores mcortacoes europeas de cathegoria s-crelbante. Estas, qnando mn i.^jj^ai
er gostosas, porm a Hesperidina a combinacSo perfeita do
AGRADAVEL E SAUAVEL
Para prova de que nm art.go no qoal pde-sc ttr inteira confiar.,
a innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e anlor-isada p.*
tttf

JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiltindo sua livre elaborago no imperio.; outra
BOL P2SOVA
a acceitatio geral que tem enu-das as parles uode aprasentada. Em 1861 eaa*
lecen-se a primeira fabrica em Bnenos-Ayres; em 4869 a .rgoeds em Rfor'evMs
oo dia da chegada de S. M. O IMPERADOR inangrroc-se a fibriti q-c artratM
trabaiba na corte. En Valparaizo e em toda a i s;a do Pacfico1 leo Ba ccefcaite
tanto que rara a casa qne considera completo seo aparador sem orna uistit d
Srliiia
0 bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 homom doente tom^ Hesperidina para obu-r


O bomem dbil toma Hesperidina para oblcr
u.
Nos bailes as donzellas e os mogos tomam a Hesperidina
animago dorante os louco gyros da
RARROS JNIOR 4 C, roa do Vigano Tenorio n. 7, t
grande especifico, e veoci^m-no nos depsitos segnintes :
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, ra do Commercio.
Marcelino Jo< Gongalves da Ponte, roa da Cadeia n. s.
Antonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Aotonio Gomes Pires C, caes 2 do Novombro.
Gomes d Irm3o hotel Passagem.
par obttf boa f*
indi.'.
:t%
BAZAR DA RUADIRE1TA

HOJE
oas
N. 51.
Este estabelecimento sempre solicito em offerecer a concurrencia do respeit;ivel pu-
blico um completo sortimento de miuduzas, calcado francez, chapeos e qumquilljarias a
presos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pria encommenda da Europa e America, vera dar oublicidade dealguus ariigos por cujos
presos bem se pode avaharos presos de outros mu i tus que se tornara enfadonho pu-
blicar.
HIUDEZAS. MIUDEZAS.
La para bordar, da melhor qualidade, 1 Br-'*^ dito de dito por 23500.
libra or 55500. Botos de setim prctos e decores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- e 19000 aduzia. ''
xinha com i papis a 0 rs., 24o -?. | "-""J*- h" J seda de todas as Jar-
Voltas de fita do velbv' com lindos co- ^f5' \m i9m 'ue raes lingindo maorcperola, a 500 rs. ,las de cores e Pretas a 8P rs- e -*00-3
Voltas para o pesclo, tingindo camafeo, :meir<: ,
compsnhadas com 1 par de brincos seme-' OA9aU,9s Zf e seda- de mu,t0 gostode
lhante, tudo por 2$500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandrc, numerado a
gosto do freguez, a 3(5100 a duzia.
Diademas dourados de 1J&500 a 3JO00.
Ditos de tartaruga com flores a 2#000.
Ditos com borboletas a l$50O.
Brincus encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 25000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1#>506
o 2000.
Voltas de aljofares com brincos, a 25500.
Ditas do ditos com cora$oes a 15000.
Ditas de ditos de contas com caesoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 15 e 15500 o pan
Gravatas de seda para sonhoras de 15H00*1
a 25000.
Parures com 2 la^os para cabera e peite
a35e i000.
Entremeios e babadinhos bordados de BM
rs. a 25400 a pera.
Gares de seda brancos e de cores, de
1500 a 25500 a peca.
Ditos de algodo e seda, do 15 a 19440
a pega.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pe.
Trancinhas de cores, "a 100 e 00 rs.'a
pera.
Leques de martim a 5> e 85000.
Ditos de sndalo a 45500. '
Ditos de madeira imitando, a 95000.
Ditos de papeHoes a 15800.
Coques para 8enhora a 39, 35*00 e 4#;
Aderados lingindo oorat, conpondose de i
alfioete e brincos por 29900.
Arlo dito pretoa por 29500.
Ditos<*e pfaqut, compondo-se-dealftnete
800 rs. a 15000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senbora, a
45500 o par.
Ditas ditas do du raque, gaspeadas, canno
alto, a 59000,
Ditas pretas eul*aitada9, ultima moda, a
OJO00.
Ditas dita de cores, cuino alto, enfuadas,
a 59300,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 o 4500A.
Completo sortimento de calado dejase-
mira, Cbarlt, tapete e tcau.ca,. mais barato
10 e/o t-0 que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Rico*, cuapos- de palba dltalia, para se-
nhora, a. 1.19000..
Ditos^litos palha escura, da.ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de cliapeosiubos para
meninas e senhoras,rde 29800 a 59000.
Chapeos de sol de sed, inglezes, cabo de
marfim 1C900V.
Ditos dito de merino, cako de metal mui-
I to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senbora, cabe de
madeira, s 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma qtodp, com listras de seda, a 650 o co-
rado.
Panuca de crochel pva cadjras, a 19800
e -m0% catla um.
1% para sof, a3?o49pO0.
Toalbaade liiauo paa rot, % 19900 cada
praav
Mtaj de ajjodep aleajioato, a 6*0 ys.
Cokaj d cfaciwi jwa cai^a, di casal, a

e brinco, sendo de muo gosto, porfifOOO. '6W0ft.
" -' No escritorio da. rua'dp CojnnercLo~7527,de JoSe ose- de Carvalho
Moraes, vende-se o.seguinte: ."...
Caf do Rio de Janeiro,
Cimento d .Prtlan\
Palbinkka preparaba..
Cera em veLas.
Oleo de rpbaca.
Couro de lustre.
Bezerros.
Chumbo (je* mupjfio.
Gomma-Iaca, superior qualidade.
hamhurguezas.'
Digi.s de balan^j
* Ditas para crianzas.
...
Ko armazem ilc Joaquim Lopes Baritida &


Aderecos de bri-
Ihantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltas de perolas.
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de forja del i mallos.
Correias para macliiuas.
Polias de diversos tamanhos.
^aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
Ponas de langa para carro.
Chicotes para carro.
Gal5es largo e estreito para carro.
i'regos com cabeca de marfim, idem.
Obras de ouro c
prata de Uida& as
qualidades.
NOVA LOJA DE JOIAS
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARROS rt III.IIO
Achando-se completamente reformado este estabelecimeoto, e
tendo os seus propnetaros feito urna importante acquisigo de
joia&as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabolecnento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
proo razoave.
VENDE-SE
urna casa terrea, bem construida, com duas ja-
aellas de frente, entrada pelo oilao, quiutai pe-
queo e cacimba, em terreno proprio, na ra das
Nymphas com a frente para o nascente, e est
rendendo 16*000 mensaes.
Urna dita peqaena na estrada de Joao de Bar-
ros, sendo o terreno em qne est situada, 33 pal
mos de (rente e 160 de fundo ; tem a frente para
o noente, no mesmo terreno existem dous ps de
coqueiros que dio frucios, e est rendendo IH.
t'm terreno proprio eroprio para edificar-se ,
aom a frente para o sul, sito na ra do Principe.
Teui 118 palillos de frente, a mesni extenso na
extroma o jadi oppo?tb, 2D palmos de compri-
fnetp, extremando peto lao do nascente com
'i nova roa do emitario.
Vende-se
milho : no trapiebe Cunba, a 6 o sacco de UX
libras cada um
Sitio
Vende-se o sitio a 49 da roa do Viscende dfe
Goyanna, antiga roa do Cotovelle : a tratar m
mesmo silio, ou na roa do Livramento n. G. laja.
Os nfWaniantea podem dirig^-se ra da So-
Jedada a 5i, onde rec^aero quaesquer explica-
c5eg, a convencionarao sobre o preco,'das "
,WsdamaDhS'.:' "*T>
6ls 8
Cassas avadadas a 240 rs.
o cpyadp.
, 0 Payan vende flnissimas cassas francezas do
cores com os mais dBncaiRJs pdroes, por rara
um pequeo toque d avria de agua doce, pak
barato preco d daie vtetena o covado. .perain-
cha : na loja 4or-ffl*>. ra da npexatru a
-____________________
WfflAS DE HAMBRGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu d C., ra Larga dosaro o Ra> ^
Gasa terrea.
Vende-se urna asi
terrea, em urna boa ra. &
tratar na ra da Imperatris
n. 8, loja.
Tavema
Vende-te a tavema da ra da Btmba a.' C, qi
jun a ribeira; .so se y*nde, por sea dono tar
mlrar-ae para Tora desja praca : a tratar aa a
,nw.__________
Attenfjty.
Vende se urna loja de futradas e ma latir,
em afregueada e com poneos raudos, aa
Olinda, rkw Qnxtro Cabw? : a mirar aa rral rp-
meiro de Marco n. 14, toja, todos os diis a1ra\
ou em linda, -nos domiago*.


Diftrfc.jfe Pernambuco Sabhado 5 de Jullio de 83.
.

ASSEHRLEA GERAL
SENADO.
DISCURSO PUOWUNCIADO EMSESSAO DE
3 I)K JUflHO.
VOTO DE GIIAGAS.
( Conttituadao]
Finalmente coitsantaneb uVfi esta don-
tuna etalvez anda maisoxprc.ssivo e termi-
nante o alvar de 80 de jullio de 1795,
porque no 42 diz: Uei por bem re^
. coramendar ao patriarcha e ordinarios dos
meas reinos e senhorios, que proeureui
exercitar com plena liberdade e zelo.... toda
aquella autoridade' censoria, que por di?
reito divino Ihes compote, e da qual nao
po lem ser esbulhados por agum poder hu-
mano, e que, resguardando flelmente dos
erros e prevaricares do seculo o sagrado
deposito da f e da moral, examinom, cen-
$u.rem e con(1emnem, segundo as fonnas ca-
nou,. *s em ,t'os .e quesquer livros... as
opinies e t'oulr'nast que julgarom con-
traria*, { vntleso bem ) ou as definiges
assira (Jornia*.,icas, Cl,,n d!>cpnares, rece-
bidas como taes c,n ,toda grcJa- U
palavra do Deus r. 'Te,;u'a na ***W "
na tradiego, de que oHS ,T ,0S,l,,n',s
interpretes, avisando... tods s *"
diocesanos ,,ara que erra-la."""0".16 as n*
gam, nem com ellas se porvt ,"'
O Si. KiM,*o:-iurisU,proc*. U'~
w bem o bispo do Para.
0 Sr. I'igueu d Mello:llera.
rm, esses padres no.querei sujullaT-6 a *raveneno as leis, que elle mesmo impoz
suspensaoeoi-tn/orfnalocoMci!ia, procu- "manidade.
ram declarar que todo o motivo beatas us- A exisiC.nc pensos provm de pertencerem elle* so- bem atacada fl fcha anli-catholioa como
dedada magpnica, o tei por aso prvido incomprehensivel razo hamana e especib-
anos jornaas tolas as defezas que por ahi se racnie no manifest da magonaria brasi-
teein feito. Mas nio somente por perten- ira. Basta fembrar a mfijtagao dessas
cereiB i magonaria qu| os bispos teem sus- perniciosas doitrioas que aofcfta de Ia*r o
pondib) a iHHitos padras; tambem pela Exm.'Sr. arcebispo da Babia por meio de
inanifista irregularidede de conducta, pelo um professor de theologia do seminario res-
concubinato em que publica a escandalosa- pectivo.
entre outros.muitostem sido sempre repetidos
em difiranlas tempes porjtodos ossuocessorcs
He S. Pedro a por muitos bispos, qu elles
constituiram na groja catbolica.
Pelo lado do clrigo inferior, quom ignora
f ram os jesutas, os primeiros que se
que
mente vivem, e por outras cousas que eb O primado de S. Pedro assim como a n-
les por caridade para com os sous subordir fallibili lale do papa tambem nao existe ni
nados, nao querem e nem devem revelar opinio dos apostlos da propagarla, ape*
em conseiencia ao publico, embora as com- sar de serum dogmas"da igroja catholica e
muniquem particularmente aos proprios fundamentos prmeipaes da soa unilade.
padres, qu suspenderam para poderem Ainda mais, a guerra que se- faz roii-
consoguir sua emenda. giio catbolica tambem feita aos papas e
lorem, estes, em vez de declararem os aos bispos, Assim, oaando observamoso4 de
veroadeiros motivos que concorreram paa qedi um relabre ^ya/i^if) nos furibun- ;*
sua suspensio porque uso nao convm o dos arjigos, quo sob o titulo A igreja e o Es
sen urgullio, declararan] que porque pr- t do tPiu puMieadoAo Jornal do Commer-
tei.cem magonaria; e em, consequencia do de 18 de maio ultimo, nio podemos
.lis o que levantare toda a grey magonica, deiiar de admirar a audacia de sua lmgua-
touos aqueUes que querem ferir a rel.gio gern e de concluir por esses artigas quo a
catnoi ca e sous ministros e diminuir con- propaganda anli-catholica premeditada,
jeguiiuemeiitij a sua autoridade, forga e n- Asmii tiesa Jornal )-se o seginutn :
n-iencia sbreos ammos, com. temos */ legitimidtub do potkr pontificio i
W>.r* duvid;ST; pela invenfo da cadeira de S.
lL''"o denunciado, senhores, a guerra Pedro; pela fbula,1a doaco de Conttan-
,, a religiaocalbolicae os pretextos para tino ; pda arbitraria investidura feila por
ella Miluznlos, agora passarei a apresentar Corlas Magno, etc.
as privas da activa e forU propaganda que A santidade duvidosa pela idolatra
oenunciei fanr-M m imperio, coiilra os de Marcelino e pelo arianisino e ati.esmo
dogmas e moral un religio catbolica roma-, d Lco.
. religi
catbolica. f necessario mostrar que elles,
por estas mermas leis, de que to zelososse
mostrara alg^ns Srs. senadores, nao azem
Senao exm^-r os direitos que Deuslhes deu
para desampaoho do seu ministerio, e que,
embota as propras leis civis Ibes tenbam
nconbecido, teem servido tambem de pre-
texto para a guerra descommuual que se est
tazen4o igreja catbolica .e aos seus mi-
nistros.
O segundo oiotivo, que tem provocado a
guerra que se est fazendo igreja, no im-
perio, fui da-SO no fado do tercm os bispos
usado da pona cannica ou espiritual da
excommunbopara c nser.varena'averdadeira
douU'ina da igreja o Chamaren) os catholicos
romanos ao gremio da igreja e os padres
devida obediencia, do que se tenb.un afas-
tado.
Mas, senhores, pode o exercicio deste po-
der considerar-so um crime peraute os ca-
tholicos, quauJu a mesmo Christo disse
que, se alguem peccasse contra o seu innao,
devia ser partictilariDeute admoestado ;
se duas testemuubas e fazer-lho as mes.nas
admoestaees ; que, se aiuda assim nao
conseguissem a sua emenda, devia se dizer
igreja; e finalmente que, se ainda assim
ouvisse a igreja, devia ser considerado como
pagao el nticas el publicanus ? E' exacta-
mente nesta doutrina do Evangelho que se
funda o direito deexcommunhao.etnprogado
pelos prelados, como pena cannica, afim de
chamar os catholicos ao cumprimento dos
seus deveres religiosos.
O Sk. Jobim : A ex-infurinaia comei-
enlia conforma-so com isto?
O Sr. FiGUKirvA dk Mello :Perdoe-me
o nobre senador; por ora trato somonte do
apresentar o texto especial em que se funda
o poder vio txcotninmigar; depois fallaremos
das razoes que fuudamoutam as suspensoes
d.ts sacerdotes ex-informata coiiscentta.
O texto do Evangelho o seguiute: Si
peccavent m te frater tuus, vade et corrige
eum nter te et ispsum solum ; si autem te
non audient, adhibe tecum unum -vel dos
Testes... si non audient eos, dic ecclesiaj;
si autem ecclesiai non audient, ut tibi sicut
ethnicus et publicanus (8. Matbeus cap.
18 v. 15 e seguintes.)
IVloque respeita ao direito civil, s cen-
suras, acbam-se ellas tambem autorisailas
pela provisao de 13 de Janeiro de I75,
quando as considera a espada que a
igreja desembaiuha para castigar os trans-
gressores tas leis cannicas e somente as
reprova, se tiverem por tim^ castigar os
transgressores das leis ou privilegios, que
os principes dorara mesma igreja, porque
nesta hypotbese o castigo deve ficar reser-
vado aos mesmos principes, afim de que
haja harmona entre o sacerdocio e o im-
perio, para felicidade espiritual e temporal
da sociedade civil, e sejam ambos os pode-
res independentes e distinetos no exercicio
de suas attribuiges.
O Sr Jobim :Est bonito ; mas nao
est conforme com a ex informata cons-
cientia-
0 Sr. Eigukira de Mello :0 poder
de excommungar est, pois, firmado na
propria voz de Christo e roconhecido pelas
leis civis. E nem poda deixar de ser as-
sim, senhores, porque a igreja, sendo urna
s chlade, deve ter o direito de obrigar os
seus membros a seguirem a regra que
ella tiver estabelecido. Se, porm, es-
ses nao a quizerem seguir, a igreja tem
toda paciencia para os considerar fra de
seu gremio, e elles vivem como pagaos.
Mas, emquanto quizerem pertencer socie-
dade ou igreja catholica, quero dizer
reuno dos fiis que teem os mesmos dog-
mas, que commungam nos mesmos sacra-
mentos e mysterios e esto ligados pela
mesma f aos seus bispos e principlmente
ao pontfice romano, mpossivel que i-
quem livres das leis moraes, que a relgo
tem estabelecido para conter a cada ura no
seu dever. Por consequencia as excommu-
nhdes sao perfeitamente legaes e convenien-
tes, e dellas usam as niesmas confissOes
protestantes, quando teem de reconhecer,
que alguem j nao pertence ao seu gre-
mio.
Pelo que respeita s suspenses que os
bispos teem fulminado contra alguns pa-
dres ex-informata conscientia e com que
tanto se ncommoda o nobre senador pela
provincia do Espirito-Santo, quem ignora
que estas suspenges esto admttidas nao
s pelas leis cannicas e pela pratica im-
memorial da igreja, como pelo decreto n.
1911 de 28 de margo de 1857, regulando
o denominados recursos corda contra os
actos do-poder ecclesiastico, que usurpam
iurisdiegao temporal, ousao injustos e vio-
lentos no exercicio da jursdiccao espiri-
tual-, etc. ? Portairto, se os nossos prelados
usam deste direito, nenhnra crime tem com-
mettido, e aos offendidos somente resta o
recurso de se queixarem ao juiz competen-
te, que o papa e somente o papa.
O Sr. Mendes de Almeida :Elles gos-
tara mais do recurso corda.
0 Se. FiGUElfiA de Mello :Como, do-
catbwftcui po**1* r*r abysino que se da doutrina ebCMNb*
tem cavad*'. no altado' com perversa dou-1 Para, abreviar utim, direi su uente que
trinas, eposs cons:%'Ui:atememe o govemo para o tal lianguneHi duvidos a huinil-
o poder fogrefertivo i'mp.-egar os reiedfO!* dade, caatidadu, imnalidade, .si.lade e'
que julga?em iwai irori venientes emsiss- quantas virtudes possa-.ni e devaiu ter os pa-
bedoria p-ra- Ibes- op>p>or tnn dqae< j pe; mas qae elle nao trata de demonstrar
Ajitesde t*l'o, fBVborefi, dyo dfeer que" verdade do suas assercjpes, inteirwnente
a guerra indigna iiae ae tei feito wo impv- (falsos, ou pela juaior parte-'inexactas, se coli-
rio rego ciboftea- principia quas sem- srtannos a materia do cbfiMfanismo.
pre pelo elogio, da magonari*, quw nos O qv/est diz dbe papas rniiptiios tambem.
peridicos que esta, asaociagao tecn criado applicadu a todo o episco:ad\r catbulico> c
como titulo le PeUotmtr+ fWMI> im que ainda mais ao episcopado brasAro. Asim
se distingue, querem ontws, que adopt*m o Diario-de Pelotas-msm l'29etfrdejuutw
outras'donouunages; apwocom bsUt fofa a maio de 1872 diz :
da sua aeco anredlath.- WwW pra o bispo nao tea' va4or, Ro-
Na eidade de Pelota, do Ro-tiran- ma e'K Pifpas- sin, porque estes- seo- ven-j romana umo religi ao fav estado, en
de do Sul, loi suspenso1 s- osdens um Uelhoe A religio- e MHMMKM d.hmrMiii ivdo-art. 59 de sua constttwigo 1
padre estrangeiro, ahamadO' Guilherme dade etrv /uatro bispos represewUwn no
Pereira Das da Cunba. Kstrpadre, depois Brasil n-iaTieO da bwnunidade^.- qwatro
presentarara defendendo a religioaatholi-
a contra os ataques do protestantismo ?
Que foram elles quas os nicos, quelzeram
as diferentes mises cbrisls da America e
que conseguiram espaldar o Evangelho na
Asia e na frica 1 Que a elles devemos a
domesticarn, caihecbese e progresso dos
nossos 'indiosa que depois que estes deixa-
ram de ouvir a palavra mgica, insinuante
e ver ladeira dos jesutas, nao bou ve no paiz
quem jamis os substituisso 1 Anda boje
procuramos saber que mysterio, que vara
le oondao tinbam elles para sujetar popu-
ees errantes a bravias s leis mais brandas
e mais justas, aos preceitos de Christo.
Quein ignora que, quando a espada dos
hespanhes decepava a cabega de'milhares
de i unios americanos, desde o Mxico at o
Pen'i. foram os jesutas no centro da Ame-
rica.i-ndeno tinba chegado ainda o furor
dos couquistadores, os nicos quo poderam
reunir etbamar religio christ os seus
barbaros habitantes, estabelecondo una ver-
dad-'ir nacionalidade, cojos restos ainda
vemos no Paraguay ? Quem ignora que,
pozar dos poueosmeios deque dispuiibani.
das diiliculdade que aprescutava um paiz
tio internado, elles- tniilicaram all templos
magnficos, que am-K b>je fazem a admira-
gao dos viajantes petos *as magostosas rui-
nas, deojue amia agum as vemos nws Mis-
soes, que ficaram perfencLiido ao imperio ?
Por coi>*^quenca, fallar contra o otero,
contra os bispo, contra s-pp(is que lauta*
bens te.ii feito humaniaVadc, e fallar pea-
modo porque o vimos em um poiz catho-
tico, nao desconhecer a hwto^a, mas tam-
bem procurar, pr meio de- sopbismas ou
de ratmtiras impudentes, destruir todo o
prestigio qm; sa pl vra posStHtbr, piando
u iliri4ei ao pumo, confiado ao i)a im-ntir sempre restar algtnna. cusa,
oouio se dfti geralmente, e como acuiiselha-
vn Veltaire pora m gar a roligo' catbo-
ca.
Agosa,. sniores-, ?ejaMwe licito perguntar,
purque-se faz essa-guerra* religiao oatbeti-
cem u>n paiz todo cathoteo, em u*n*pa
que a.bwltio a religiaocatholica apostlica
da infallibilidade do Soumro Pontfice, de-
cidindo ex-catlmlra em materias de f e de
moral tem sido sempre adoptada e procla-
mada por toda a igreja em differentes tem-
pos e lugares.
OSr. Zacaras:Apoiado.
O Sr. Silveira da Motta : Sempre,
nao.
O Sr. Figit.ira de Mello : Por todos
os padres, dontores da igreja ; por todos os
concilios geraes, de modo que se verificavam
bem no caso presente aquellas condignos
que exiga S. Vicente de Lerins, quando
no seu Monitorio dizia que na igreja catbo-
lica devia-se muito examinar o' que fo
acreditado por todos, em todos os tempos e
em todos os lugares, afim de seguirem como
crenga /;* ipsa tem ecclesia magimpere
curandum est, ut id teneamus quod ubi-
que t/uod semper, qwe ab mnibus credi-
lum est.
Fm poderia citar agora muitas pass geni
dos concilios geraes, dos santos padres da
igreja e dos mais sabios theologos para de-
monstrar que a doutrina de infallibilidade
do Summo Pontfice Romano rene todas
estas condigvs indicadas por S. Vicente de
Lerins ; mas para que faze-do? Essa de-
monstrago seria apenas a repetig-o do que
disseram todos os eacriptores catMicos-; e,
seo nobre senador o/ae tanto repugna amit-
tiressa doutrina, quer esclarecerse, eu oUju ,, historia, as .WerideVverdade,
remetto para una obra que ltimamente
publicou o Sr. arceljnepo- de Sigur, intitula-
da : Vo Soberano Pontfice. Ahi o nobre
senador ver que, o que eu tenho dif*>, se
acha muito e muito comprovado ; ver IfM-
benj que falsa a asseverago de alguns
iuinrigos da igreja quando1 propagam, de
que o papas laboro e llononio foram be-
reges, um no tempo dos Aryanos e o outro
no do Monolhelbtaz ; ver finafeiente que o
papa S. Mareellino nunca fo idolatra*, como
faa disse no Jornal do Commerc'wy que ha
BOUeO li,e QK comovigrio dtrCbrbny Uxlos
os papas fbraiu sempre dignos da< igreja
cadiolica.
Nos poderbmos, senhores, duviifoi Ja
infhbilidade io-SummePntilico at eerto
tempo, porque pesar do testemunocqe
nos dflvam o Evaigelho, os- concilios eos
santos-padres, nAa>se ach.va- ella declarada
coino'Jogian.tnasiepois q.eeo'foi por teda
a igreja-catholica M ul'tiui.y concilio genftJ
na maior e mais respnitavol assembla d humaMdade;, como -,ue um atbeJico apos
que baja na religiao a heresia, na poltica a
licenga e na moral a devassidio e o relaxa-
mento.
Sr. presidenta, tanto verdade o que digo
em relago ao racionalismo que a igreja ca-
tbolica, leudo condemnado as baresias que
appareceram em difiranles tempos e espe-
cialmente as de que Lutbero, Calvno e ou-
ti-os foram autores, eoatmaou a ser sempre
a mesma nos seus dogmas, emquanto que
as seitas protestantes sa teem extraordinaria-
Inente dividido. Onde estara a religiao de
Christo, se nos quizermos considerar os
dogmas e a moral, que admite cada urna
das seitas que contra ella se insurgiram ou
a desconheceram ?
Agora, senhores, permitti-me diier quaes
siio as pessoas que propagam os erros deque
hei tratado, ou antes que servem de instru-
mentos para propaga-los no Brasil e szer-se
guerra religiocatholica.
Vejo aqu no Rio de Janeiro um padre,
que o bispo suspendeu ex infrmala con-
siientiae um escriptor sob o paeudonymo
de GanganeUi. que a opinio publica indica
ser um dos chafas da magullara desta corte.
CJuer um, quer ontro nao tem avterdade
nonhuma para fallaren) contra a religiao,
quando pessoas da aforos virtud a do
maior saber a teem defendido em todos os
(lempos e lugares. Su Ganganelli nao aiu-
Bfpn-
rega com seu nwne de defensor da humani-
dade. Poique se occulta na trovas quem
de suspenso, ainsegio obter da popula-j bispos'Stnwnf para os brasileiros uVvergu-
go de Pelotas urna reprosentago, pedin-jnha e opprubrical quee da appcnrega em--
doao Exin. bispo daquel^idiocese cpie le- que este valente imperio do Cruzeiro- alaste
vantasse a suspensio, em qpe elle tinha in
corrido ; mas o bispo, conbeeendo SJBO o
padre nao poda pregar mais-a1 palavr. dvi-
n i, porque fallava contra os-dogmos-da in-
fallibilidade do papa eda Icnnacolada Cou-
ceigao de Hara, e contra as differentes pra-
ticas da religiao, assentou oaridosameete
que so llie devia permittir o> dizer missa.
o monstro, qife'o persegue, livre-se das- cr-
das que o oo'demem preuer. Na capital
do imperio, uo'Par-, no Car, esto- esses
tres emssarfos- do papa, e por desajraga-
nossa nesta provincia acba-5ro quarto, o Sr.
1). Sebastio Larangeira.
Quando se aprsenla to* descomedida e
iosultuosa lin^aagem. eontra o papas,, qne
padre por orgulho nao aceitnemolban- teem honrado*, cadena* de- S-. Pedro peisH
' su virtude, pala*- sua santidade, pela vene-
rag.au- respeito vidy e depois d- inortos dos- historia.i-.-we-s
iinpurciaes;. qnandoefiopor esta forma re-
lia i i* los e injuriados-os prelados, que estro
nos se distinguen) pelo seu saber e moralk-
dadtv nao se est que se procura- deseooeeituar a- regio aas
pess kis de suas- primeiras autoridades^ a
que ella, tem de mai elevado ?
Finalmente, senhores, os mesmos ataques,
Muas e-eakuanias-se- fazem ao* clero o-
ferior^debaixo- do- nomo de jesutas, porque
esse clero-nferioeestmais em oooUcto cem.
o po*o,.e cunipro desacrodita-lt comocoiv
te graca e principiou a Ihe eserever urna
serie de cartas, as quaes sao offendidos os
dogmas da religiao, fazendo as preeeder de
grandes elogios nagonaria, oomo- urna
preparago s doutrinas, que tinha de es-
palhar.
No n. 105 do Diario de Pelotas d-*de
maio do auno prximo passado, censuran-
do so a suspensao do padre Almeida Mar-
tins, imposta pelo itvm. prelado desta cor-
te, disse nesses formaos termos: E' in-
eontestavel, que a maconaria encontrou
mais adhesio no mundo do que a seita do
I'.: icificado, ( note-se bem : seita do Gru-
ciiicado ), alterada e pregada por pontfices
nfalliveis OU por prelados zelosos, come posto de homenew que proorara ao obscur
se sor obispo do Rio de Janeiro, e que'.rantiemo a.escrado das massa.
outra naturalmente teria sido a sorte doj Senhores, essa-. guerra uaaa. ingratidlio
christinnismo so nao tivesse degenerad no paraoom a religiaoeseus ministros ; e j>
romanismo e sobretudo no jesuitismo-. que se fez no pariamento brasfletro o elogio
Piesse mesmo artigo se declara: Qual- da magonaria drei tambem :
quer homom de bom senso, ainda mesmo i A regio catlioHca a uncai que nac*-
muito alTerrado ao carrancismo da fe,, sem trou ao hornera, seus verdadeiros destinos- u
estudo adquirido, e aos dogmas promul- nascida na JudayA voz divina,do Messias,
gados infallivelmente e sem demonstrago, atravessou burado a Europa, a- depote- de^
nao podo furtar-se a exclamar neste caso : I muitas perseguigoes,. de que fbi victima por
ou a magonaria realmente urna associago seculos, estabeloceu se na eapid dos Ceza-
condemuavel, ou o acto do bispo inqua-
lificavel.
0 Sr. Mendes de Almeida :Eis um ver-
dadeiro amigo do progaesso !
0 Sr. Figleiraue Mello :Restas pala-
res, derrocou o&deuses falsos e impdicos
do paganismo. Poi pelo impulso, desta. re-
ligiao que a liberdade se augmeatou no mun-
do e que foram os homens considerados
iguaes perante Deus e pecante a lei. loi ao
vras nota-se apenas urna proposigao ge- impulso desta regio ojue as. leis ciw* des
ral contra a f catbolica, que se denomina. nages europeas melhorariun e toroaram-
de carrancismo, contra a regio christ, se mais doces, mais utais e mais coiwenien-
que so chama seita do Crucificado, contra tes humanidade.
Pelo que diz respaito. aos papas,, quem
ignora que no tempo da inyaso dos barba-
ros o papa S. Leioo Grande pode obstar no
V seculo da igreja que os monumentos de
Roma fossem destruidos pela espada vence-
dora de Attila, que deixou de transpor os
muros da eidade, e de assolla-la como es-
ta va em suasiutenges? Quem ignora que
a Leo X devem as lettras, as artes e as
(ciencias todos os progressos que fizeram,
e conseguintemente acbisagao e instruc-
go tteraria que temos boje T Quem ignora
os dogmas que a constituem.
0 Sr. Zacaras :Querem dogmas uo-
vos, frescos.
0 Sr. Figueira de Mello -.Mas no n.
13i do Diario de Pelotas de 14 de junho
o padre Guilhorme, verdadeiro apostlo da
religiao catholica, ataca a existencia dos
santos Evangolhos, como obra divinamente
inspirada, e nega a existencia do inferno.
Assim diz elle : Jess Christo nao es-
creveu. Os Evangelhos sao obra dos chris-
tos primitivos, que mais ou menos remo-
tos da vida e mortedo Mestre coordenaram (que aos papas se devera a reforma do antigo
as tradieges, urnas vezes consoantes e ou- Calendario e muitos outros melhoramentos
tras vezes contraditorias. Apesar da me- moraes, de que a humanidade se orgajba
diana confianga que merece a collabora- com justa razo ?
gao do Espirito-Santo, nos annaos do cris-
tianismo nascehte, a altissima idea que for-
0 Sr. Jobim : E Gallileu ?
O Sr. Figueira de Mello t Quem
ignora que foram elles que poderam conter
os barbaros da Europa na idade media e dar-
mo de Jess, impugua crer que elle fallas-
se em inferno.
Nao ha inferno ; convm que eu diga (hes UZes e costums mais brandos ?
para previnir este bom po\p desses falsos, o Sr. Jobim : E lgumas vezes com-
apostolos que prgam as penas externas. j binaram-se com elles, tiraram 200,000
0 chorar e arder perpetuamente vingnga turcos s s-ias ordens.
desnecessaria justiga divina. OSr. Figueira de Mello : Isso fbi
0 Sr. Zacaras :Se nao houvesse infer- 'para gns iuteiramente mundanos e terapo-
no estavam elles como queriam. [raes.
0 Su. Figueira de Mello : Ora, senho-1 Quem ignora, continuando a rainha de-
res, indubita vel, de f para todos os (monstrago, que foram os papas que envia-
christos, que ha penas temporaes e pe- ram differentes bispos a civilisar a Europa
as eternas, que se cumprem no outro mun- inteira, como S. Patricio'na Irlanda, S. Bo-
do purgatorio, ou inferno ; e negar o iufer- nifacio na Bohemia, S. Atbjnasio na Asia,
no negar a sanego moral de todas as ,S. Ambrosio no Norte da Italia e tantos ou-
aeges que se possam praticar na sociedade. tros hroes do christianismo era diversas
Este dogma, que se acha claramente in- partes do mundo? Quem ignora que a roa
dicado e explicado nos livros da nossa reli-. de regio obrigou o imperador Theodosio
gio, tambem urna crenga universal. Pa- (o Grande azer penitencia e arrepender-se
tio no seu Gorgias admittia que depois da de crmes horrorosos que tinha commettido,
nossa morte havia um lugar de recompen- mostrando ao mundo que havia urna lei su-
sas e tambem penas eternas ou temporarias, perior ao arbitrio de sua vontade ? Quem
como punigo das ms acge6 conformo es-, ignora que foi S. Athanasio, bispo de Ale-
tas podiam ser sanaveis outnaonourt. A xandria, que fez com queo imperador Theo-
raesm,i crenga apresenta-nos Virgilio no dosio nio destruisse urna eidade inteira que
vooVl da sua Eneida. E', pois, urna con- se havia rehollado, oque em um momento
vicgcgeral da humanidade que bainferno, de paixo elle tinha jurado exterminar ?
e certa mente, se nao houver inferno, nio (Quem ignora que voz desse mesmo bispo
baver nenhuma sanego moral .para as ae- que um dos ministros desse imperador
gdes, que nio a tiveram neste mundo ; nem deixou de ser esmagado pelas iras popula-
mesmo haver Deus justo, porque Deus ha res, nio obstante ter procurado trsylo nos
de punir todos os criines, todas as ms llares ?
aeros que se fizeram neste mund> m coa-.J Estes actosj de que agora recordo-nw
E' porq-ie esto religiao* nao admire- o
Tliamado-puilosopljismo-, pelbqual ead.'.'unv
quer eutealer os dogm*- da religio;.os
pnneipios- dte moral que welb sfc ensuoin,
segundo sem proprio-- arbitrio:
Senhores-, j- religii' catlwolca aposto'.kn
romana tent il. a virtud*- admira vel de
subsistir ha XNU secslossen^pre a mesre}
sen* nenhurna-(literei-*;a., e a>tradigO e-a
hjstoris tesin-ilemoiistradoque-eHa- imma*
tavat'e-nio- pole admitrirasebamadas do>a
trinas-do racioaalismo, p trufiram aqpilb que a- est' estabelecidb
com-a.fcde Cbrato e,.psr tantu, como
os prhatipos coasulutivos-da igwj. que elb
estabaleceu.
O S. .Iobim :. Mas tambem- o Espirito
Santo-nao-quer pie se clume idiotas.
OSr. Figue** de fllllri Auni-
dadedu- igreja s pefa lindade la doutrin-.
que- pode subsistir^, e -em cnset|pencia
dessa unidade da.igreja qut-se temo-Jmittidu-
entre o-catholicos desde o ptisKpio do
christianismo o primado de t. Pedro, e pelo
primado, de S. l'edro a las&llibilidade do
papa;:de sorte qne negar a.infallibilidade
do papa negar opstmado e-negar o prima
do do papa de Roma negar* a unidade da.
igreja*. Estas trcs>ideas estio-entre sitie
conuexe*, sao to oorrelatas- qpe se tirantes-
urna deltas, todo- o-edilicio e*thoiico cabina
por tertn. Dalto^o o esforc, qoe se f
contra-o primado*-eontra a-.iuisllibidade
dos Sunimos Pcuvitkes.
A grande qiiesta, que actualmente ocau-
pa os-espiritos, consiste em ter. a igreja de-
clarado como dogma a infallibilidade do
papa.
Na*> -aUruL Ja unidade da, groja, nem:
do priiuailo ponticio, mas smenle da. in-
fiiHihiUdade, gorque a propaganda an-ea-
tli-.!cn contraeHa> assesta todos os seus.tiros,
eiueudendo .om-.cazo que*.emquanto ella
fdr um doglna.aceito, pelos- catbolicoSy nao
pede essa propaganda conseguir seus fns,
deque a li iiitc tratarei. Com, efeito, logo
qjae as dcoisoes do Siunmo l'ouilice em
materia de-f e de moral nao. ti.vecemo cu-
alio de bifalvel, como, sempre acreditou a
igreja caioca. e o declarou o uliUno con-
giliogerul dp' Vaticano^, e conseguintemento
o poder de np. furo da eonsciencia.de obrigac
a toda caJbulico sob pena, de nao pertenceu-
igreja,,. ooto as pain oirs doutrinas teco,
conseguido seu triumphoe a voz do pana.
sruox clamantis in deserto..
0 Sr,. Jobim : -Ate agora era dos onr
cilios ; agora da papa so..
O. S. Figueuia ae Mello : Se m no-
bre senador, que mo tom dado seus apartes
nao est pela y*ajlibidade do papa,, ento
nao deve estar tambem pelo ensino de
Christo...
0 Sr. Jobim : E' cousa muito djfferente*
O Sr. Figueira'de Mello i ... ento
o Evangelho n&o vale nada para o nobre
senador ; porque o que vemos do Evange-
lho T Do Evangelho se v que Jess Chris-
to disse a S, Pedro como premio da sua f,
por ter confossado que elle era o filho do
Deus Vivo : Et rojeto pro te patrem
meum,ut non deficiat |/tde tua- et tu aii-
tuamdo conversus confirma fratns uos....
eu rogarei a raeu pai por ti para que
nunca te falte a f. E assim em outro
lugar ; Et ego dico Ubi, quia tu es Pe-
trus et super hanc petrum edifcalo eccle-
siam meam U porta inferi non prevale-
bunt contra eam. Destes trechos dos
Evangelhos e de outros, que poderia adduzir
agora, porque os trago apntados, e que
deixo de citar para nao fatigar a attengo
do senado, conhece-se muito bem, que os
papas sao e nao podera deixar de ser nfal-
liveis pelas promessas de Christo, quando
fundn a sua igreja e prometteu assisti-la
at a consummago dos seculos.
Se acaso o papa, sondo o fundamento da
igreja de Christo, polesse fallar em sua f,
est claro que a igreja de Christo havia de
dissol ver-so, porque nio tinha mais o lgame
necessario, que constitue sua admiravel uni-
dade de doutrina mas Christo disse que
estara com sua groja at a consummago
dos scalos e, portanto, est claro que
Christo assiste sua igreja em todos os tem-
pos, para que sua doutrina soja sempre a
mesma e nunca falte.
0 Sr. Jobim j De sorte que tudo quan-
to os papas quizerem, ha de ser aceito...
OSr. "
tolico romauv pode *-gar~o-dogma da in-
lgr-s-jB* que o pro-
FigEira de Meho : A doutrina
fnllibiSdade aern* sabir, da
clainou*?''
0 Sk;. Frwmo : Apoiado, nao
si vel.
0 SfeuFlCMH DE \isixo : Qben quer
achar razoes para sua negagaer natural-
mente aG->invento, o urna- dellas, a-de que o
concilio uofoi detOla a* igreja, da maior
falstdade-,. porq/ie nunca bou ve n* igreja
urna assembla, am que sereunisstm tantos
bispos Oquasi todos os que a igreja conta
em.seu seio. F)faer-se que muitos- bispos
impugnaam o dogma d. infallibilidade,
tambem-naatem-niidamecto,. porque esses
mesmos bispos sim o fizeram, nao perque
me -.- rehgiao catbolica, ajiostolea, romana,
te n fci*o nascer, e ledos os dina se aprsenla
fallando* contra a sua> autoridade T
Mas, senhores, se examinantes acorada-
mente o-pie escreve Umiyanelli, conbevereis
que elle propala ntrntM impudente, que
mutila a histeria eque .-arece de fcSoa*fcoii-
veniente eiN> quem quer (lustrar pove>.
Pelo que respeita provincia do Rio-
Grande do Sulv j vos disse que o instrumen-
to de que se ser-ve a propaganda aiiti-re-
giosf, um podre portuguez, que o bispo
suspenden ex informata conscientia,. pelas
suas ms doutrmis regiia e po seus
costu mes; Os tibalbos, porem, destes-bo-
meiis, que querem civilizar e>povo brasilei-
ro e chamar a nossa sociedade' a melhores
destinan, sero baldados, porque, conf-rrae
todos n* sabemos,, tanto o ctem oomo todo
> povo brasileiro est unido feliamente aos
seus hispes, e, par-prova-io, bastae dizer-
se que o clero do Par tez nesae- sentido de-
laragoes muito ex^ressivas a o* se bispo, e
i'que o ilumino pratiemso clero de Pemam-
o [>os- .boto, roMiose confess.. noprofrm recurso,
j.) ut- a irmaudaue do> Satitissimo* Sacramento
Itecife dirigi ao goverao as-pata vras :
*? Onalquer-espirito desprerinida- veri que o
alero desta diocese, qpi eertameate cerca o
aosso abofe eeciesmstko'; e maia adan te :
i^snn tloii.niwndo, cernido da jfsnitas e
ds-om clero- ceg e obediaote, certamentc o
bir.po desta diaeesc, ete; -
'.-f.i, o quacontece nee bispadOs-d Per-
nambuco e P'tr, quant. unie de-clero
cornos seus prelados, tMnbem e-meamo,
qused le'xnneute em. toda a parte; e.
nao reconiecesscn no poiiifice romano o pontelo, essa ten tal ivas-nao-bao da ebegar
ireito db-decidir* qpestede moV- qua
obrgasse- a coosieuca de- todos- o>- fiis,
mas porqsa cntendleram. que-no estado c-
tual dos- espiritosaao era OJMpttHno fiuw-U.
Apenas, aorm, o-dogma foi .declarado peto
concilio,, todos esses liinpnsiiwlMnotionm so
a .-f. -du/ir iceultado diguui entre o povo bra-
sjietrv quant->.al8suas rencas, embora-possa
su sear gravt* desordetisa
Procreme saber agora, senhores, quaes
sao-os filis es^n-iaes que \nvm os raeieuas-
tas bmigumrrSMMMfi a-religiao. Para este
igiialinei.Se,. e-nas^uas dieceses- aprtseuU- ponto -cb uno. a sabia alteufae do senado e
rum-se (tefeiidendb esse dngxna cihra. o> J pero licenga para ler os. escriptoe, .era que
Deongers e outroSy que se-iotitulai-am. ve- j ellos patentetnsn as su*-i*iteogoes eu ^side-
MOS catbnlieos, .e 'jue nao ai> na resliuttde \ ratmm. Em.priiaeiilugar os taesraciona-
listas para .uegarem a sms lilis,.dascul-
pam, justilicaine glovittcaui todasessaa he-
resbs.que c igreja tem, condemnado por
coasMB evunienico,. ou pela autoridade
dc-suuimo-pontificiis. Assim o>padre Josv-
(iuilberine eni sua nona i.-irta, dirigida ao
piulado ric-grandensoo inipressa.no Diario
de Pelotas ue 12 de-junbo, propala o se-
guinto : Esta oppeai^io justissima feita
igreja j vara de antigs eras... As seitas, as
heresias u-todo ess partido da epposigo na
igieja sao.a prova icontesiavek de vida e de
ai.tividado moral, que Baila tam reinado ;
vida tempestuosa.... mas nobre d-foste, que
deu occasiao aos mais bellos desenvoivimen-
tos da tutelgentia. e da voniade.
JNo jactado Jornat do Comtnercio de 1H
de maio deslo auno, GawjpnelU* fazendo
coro com elle, di vius -.
Contra uaia.eoikrme qtantidade de cou-
sas, graves abasws da autoi i-lade raligiosa, a
conseiencia o a. razio hut-iana sao tem ja-
mis cessado de protestar, a pozar de nume-
rosos e cruoalos.sacriicioo. e depois de nos
tei: apreseniado as heresias de Arnaldo de
Bi-escia, de Pedro Valdo, de Joo Wiclef,
do Joo Uuss, de Socini,. de Lutbero e de
divino, como dignas de approvagio, em-
bora seuquo condemaadas pela igreja, ac-
crescenta :. No seculo WIII a philosopbia
de Voltaire c a escola, dos. encyclopodisla.-
destruiram toda a crenga e aboram o culto.
e no seculo XIX a democracia, continuando
o desenvolvimentoe sincero progresso. da Ii-
vre razo, abobri o pouiilicado, e restituir
ao povo a bordade Je conseiencia... Etaes
teem sido os Vsmandos da curia* tal o
egoismo dos que a doreiuam, que se chegar
conviego, de que a igreja romana deixa-
r do sor a groja catholica... Filha de um
pontfice Cesar e nao mais de Christo, ella
tora, cedo ou Urde, a sorte reservada a te-
dos os Cesares. *
Oestas pala vras resultara que a propaganda
anti-catholica, tomando por pretexto o resti-
tuir ao povo a liberdade de conseiencia, de
que etie goza vremente entre nos, quer
que se dosiruam todas as crengas, que abu-
la-se o culto publico, que se acabe com o
pontificado romano, e por consequencia que
a regio catholica deixe de ser a religiao do
estado.
Mas nao s isto. No Jornat de 22 de
maio ultimo, Ganganelli desenvolve ainda
mais os seus intentos e suppondo que o go-
verno o auxiliar na sua exocugo, diz-nos :
A palavra do governo est empeuhada ;
a questio religiosa vai ser resol vida, por-
tanto, e segundo o ensina a escola liberal.
Os bispos vo receber a devida recompensa
dos seus desmandos manidos, os jesutas se-
ro infallrvelmente ex pulsos do .Brasil e a
igreja libertada dos sicarios de Roma... E
as consequencias nfalliveis deste p.-iraeiro e
importanlissimo posso do governo serio por
coherencia, por necessidade o como impres-
cindivel consequencia o casamento civil, a
liberdade dos cultos e a separaco definitiva
entre a igreja e o astado, sera o que im-
p>ssivel aemigragio proveitosa, o desenvol-
v ment da agricultura ea prosperidide do
Brasil.
eno ventedero sehismatkes. herage.
A infalibilidad-que o soaeio uk Vati-
cano receabeceu asistir no Stemnio Ponti-
ce,.com>success(>cide S. iNdro e vigario- de
Christo, nao-devD- espantar as n ssas-cons-
ciencias, porqut tambem as a vemos na
ordem uadiciariaue-no poJot;civil; Va, or-
dem j udiicia ria a "TfiTTfr'ttfrfflrlrM jnimnMnlO
de que se nao pil mais recorrer conside-
rada romo a verdade, qua obriga a> todos,
e ba tesarexetwiada, takujuil. Jto-poder
humano todas sn-vezes quo o poder superior
decide-, ello tea direito de ohrigas obe-
diencia e do aaer. execu^ur suas dwcises,
porqjae- sem s'-oo princm, da autoridade
cahiria e appa:cera a desordem ea anar-
cha-
t" o mesn:y.que acntete na infallibilida-
de ; preciso para nianuir a unidade na re-
ligiao _catholica, que liaja urna autoridade
superior, que tenha a. extraordinaria attrir
buicio de tfater ond est a verdade catho-
lica, como se devem entender as^scviptuias
onde est a*herosia ea moralidjide ou recta
cegra de viver. A differenga nica est em
que esta declaragaoda infallibilidade dr>par
pa obriga, nao s a obediencia externa, como,
tambem a obediencia interna, stosasu-
jeigo do.nosso espirito deciso.que o,papa
deu, como consnleraudo-a, a melhor. Do
contrario acabania a unidsde da igreja^
Em face de tan grande necessida/le, claro
fica^senhoresv que a regio catholica nao
pode admittir-esse pirtid chamado philoso-
pbismo ou wcionalismo. E o que o racio-
nalismo ? E' o direito dejeada eidadio de
ontonder a,seu modo as leis de. espirito bu-
mano ou a lei moral ou a lei poltica rela-
tiva organisago da sociedad. Usando
e abusando desse direito, o racionalismo em
materia de regio tem produzido todas as
heresias, que a igreja tem coudemnado, des-
do os primeiros seculos at hoje. Em mo-
ral a prostituico, porque, cada homom pode
julgar as acedes debaixo de certo ponto de
vista, como boas ou ms e da mesma ma-
ne ira porque ellas parecem boas qu ms as
differentes nages.
A moralidad das aeges humanas raodi-
fica-se muito segundo as nages onde ellas
teem lugar, e tanto assim que nages teem
apparecido ondo sejulga que nao acto in-
moral comer os prisioneros de guerra ou
comerom os filhos os proprios pais quando
elles esto velhos.
0 Sr. Visconde do B.io-Biu.\-ca:Ha
melhores exemplos.
0 Sr. Figueira de Mello :Se dennos
toda a expanso ao racionalismo na ordem
moral, teremos tambera a polvgaraia dos
turcos ou dos mormns, entretanto que a
igreja catholica, apostlica, romana, nao ad-
miti seno a unidade do casamento.
0 que o racionalismo em polica ? a
licenga : cada ura engendra sua repblica,
um modo de governar segundo suas ideas ;
e quando as quer por em pratica o nio con-
segue lazlo, v necessa mente apparecer
a desordem na sociedade.
0 Sr. Jowm :Acabe-se cora a razio hu-
mana.
0 Sr. Figueira de Mello :Por conse-
quencia, se quizermos defender o raciona-
lismo pela maneira por que se tem querido
entender, entio bavemos de concordar em fyp do diario^. r:ia ditoitr nR r^iigr
(Con t i ntiar-te-h a J

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