Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12976


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Full Text
1
A\.\0 XL1X. MUERO SI
'

.

/
PARA A CAPITAL 1! IXGABES 0\DE KlO SE PACA PORTE.
Por tres meas adiautadoe............ aooo
Por seis ditos Mein.............! iVZnnn
Por um anno dem................... JgJnS
Cada numero avulso....... ^IX
.......- uo
SEXTA FEIRA 4 )E JtjLHO DE 1873
PAMA WEXTBO E FRA DA PROt HJtClA<
Por tres metes adiantados............
Por seis ditos idem.........
Por aove ditos idem..........
Por um anno idem. ....... [ ,"
i
DE PEMAMBIM
PROPRIEDADE DE MANUEL FICUEIROA DE FARIA & FILHOS.
0. Sr, Gerardo Anton^ Alvesd Filhos, no Par*; Gon^ Pinto, no Maraco; Joaquim Jos de Oliveir.dFilho, no Ceurd Antonio de Leu*. Bra*a. no Aracat,"; Jlo aria Juho Chavea, no Ass; Antonia Marques da Suva, uoRata,, Jo* **.
Perora d Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Suva. *a I'arahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino do. Santos Bulcao. em Santo Antio ; Domingos Jos da Costa Braga, em Weth;
ADtomo Ferreira de Auiar'em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagdas; Alvea d C, na Babia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE 0FHCIAL
Governe provincia.
1873.
KXl'KIK.VTK Di) DA 29 DK AB IIL DK
/." StCMU.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requeieram Po.as & C, resoive com-eder-llies
lieeuga para embarcar rom destino to presidio de
Femando de Noronha no vapor da companhia per-
oambueaia, a seren all entregues a Maria
J.'.i i'iiiu da Gmceeao, os gneros constante-, da
relajo junta, assiguada pelo secretario interino da
presidencia, os quaes uao podeio ser desembar-
cado* sein ijue por parte do cominandanle da-
quelle presidio se proceda a exame, alim de se ve-
rificar si lia agurdente ou nutra qualqucr bebida
eapiriiOBM.
Oilicios :
Ai brigadciro cominanlauto das armas.
Em resposta ao seu omcio de lo do crreme ob
u. 398, a que voio aunexoo di brigadoiro director
eertus das roupas dos (lenles alli em tralauento,
tciiii a dizer que deven continuar esses serv-
ges a cargo da pessoa que os tem feito o sob as
usas e li.-ealisaeo do mes ido director, um i vez
qHC ii.'u apparecem pretendenles que se propo-
uiain a faze-los por pregos mais vantajoses fa-
zenda.
Ao mesmo.-Para salsfagiio do aviso do mi-
oisierio da guerra de 19 do correute, sirva-se
V. Exc.de informar quautos mdicos militares e
cootraciados existein ueste provincia, e si sao
oecessari s os servidos de todos elles.
Ao inesuio.Eiu cumplimento do aviso do
rniuislerio da gue. ra de 2 i do crreme, mande
V. Exc. inspeccionar de sade o recruta Joo
Machado Tosa, vindo da cjrte coui destino ao 2o
batalhao de infamara.
Ao mesmo. Tend nesta data, d conformi-
dade coiii o disposto no aviso do ministerio da
guerra do 21 desle mez, mandado fomecer pelo
arsenal de guerra desla provincia ao 9 batalhao
de infantera 1,000 pares de sapalos para paga-
utento dos triniu'lres do corrente anuo, devendo
<*>*e calcado ser tirad) dos 4,000 pares, cuja re-
utwsa pela inlendencia da guerra se determinan,
era 1 de ni i reo ultimo ; assim o communico a
V. Exc. para o fazer constar ao cominan lante
laquelle batalhao.
Ao mesmo. Mande V. Exc. por em lber
dade, visto ler provado isencio legal, o recruta
Jos Lourcngo Alves.
Ao inspector di arsenal de marinha. Faca
V. S. constar ao eommis genio Pintt de Andrade, que o Exm. Sr. ministro
da marinha indeferia a sua pretencao informa la
por V. S. em ofncio de 3 de mareo ultimo, rela-
tivamente ao pagamento nesta provincia do sui-
da de sua retorma, a contar do 1* de julho do
auno passado em diante.
Ao commandante do presidio de Fernando de
Noronha. Teudo nesta data concedido a Jos
Duarte de Oliveira Bego, preso actualmente na
fortaleza do Brum por crime de fallencia, per-
mi.i-.ao para seguir com roa familia para esse
presidio no da 3 do niez vindouro, afim de tratar
de sua sade, assim o communico a V. S. para
seu conhecimento e lins convenientes.
Ao director interino do arsenal de guerra.
Maride Vine, nos termos do aviso do ministerio
da guerra de 21 do correute, fomecer ao 9* ba-
talhao de infamara mil pares de sapalos para
pagamento dos trimestres deste anno, na confor-
midad da inclusa nota rubricada pelo quartel
mestru general ; cumprindo que es\o calcado
seja tirado dos i,000 pares que por avisa de 31
esse arsenal pela intendencia da guerra.
proce-
com a
alcance, alim de serem elles capturados,
riendo- ao mesmo lempo de conformidade
le, contra quem for a hado em culpa.
Ao commandante do corpo de polica. Ac-
osando o recebimento do offlcio de Vmc, n. 237
de 28 do correnle, tenho a dircr-lhe em resposta
que as 12 pracas que, segundo o meu offlcio de
26 desle mez, devein anresentar-se diariamente na
casa de detencio sao para reforjar a guarda
(laquelle esiabelecimento, e ficar sob as ordensdo
inicial de linda coinuiaudanU; da referida guarda.
Ao mesmo. Beiuetlendo a Vmc. copia do*
(.icios do promotor publico interino da comarca
do Ouricury e do juii municipal daquelle termo,
datados de 4 e 5 desle mez, tentio por Jim recom-
mendar-lhe a expedieao de suas ordens. no sen-
tido de ser recolhido a esta capital o destacamen-
to que all se acha, compo-to de pracas desse cor-
po, com excepeo somente do respectivo comman-
dante, procedendf ao mesmo tempo, de wnformi-
ilade com a lei contra os indiciados no crime de
fuga de presos de que tratam os ditos offlcios.
3.' sreco.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
representou o brigadciro comoiandante das ar-
mas, em offlcio de li do correnle, n. 394, e ten-
do em vista a informacao do inspector da thesou-
raria de fazenda do hontem, n. 677, serie C, re-
sol ve, nos termos do decreto n. 2884 do de fe-
vereiro de I8S2, autorisar sob a responsabilidade
da mesma presidencia um crdito na importan-
cia de 22:775*u20, afim de poder aquella thewu-
ra ia occorrer no actual exercicio ao pagamento
do augmento de sold a que tem direito a torca de
i" oaJa,ui exis,eu,e' em virtude do decreto o,235
de 8 de fevereiro deste anno, pois que para isso
nao baixou ajnda a competente ordem do thesou-
ro nacional.
fllcios :
'
a. seclo.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Francisco de Siqueira Qvalcante,
capilao do corpo de polica, resolve concedr-lhe
tres mezes de iicenca cun ordenado, para tratar
fie sua sade.
0 presidente da provincia, vista do offlcio
do Dr. ebefe de polica, n. 80i>, de 28 do correute,
rosolve demittir, a bem do servico publico, o c-
dadiu Joo Luiz da Franca do cargo de 2' sup-
nenle do subdelegado do districto de S. Benedicto,
lo termo de l'aiiellas.
Offlcios :
Ao lr. chefe de polica. Remetiendo a V.
S. copia dos offlcios, do promotor publico interino
da comarca do Ouricury e do juiz municipal da-
quede termo, datados de 4 e o do corrente, re-
<4)inuier:do-lhe a captura dos presos de que se
traa, procedendo a todas as syndcancias, afim
de verificar si houve da parle do respectivo dele-
gado culpabilidade, negligencia ou deleixo. Nesta
data ordeno ao commandante do corpo de polica
que faga recollier esta capital o destacamento
q i alli se acha, o qual ser substituido por 30
prafas da guarda nacional, que sero ceimnanda-
* pelo delegado, segundo acabo de officiar ao
respectivo commandante superior; cumprindo que
V. S. recommende ao mesmo delegado que apro
voite a opporlunidade do regresso da for.-a de
qae se trata, alim de para aqu remelter os sen-
tenciados alli existentes, aos quaes devein acom-
paniar as competentes guias. Igual recommen-
dago deve V. S. fazer aos delegados dos termos
por onde tem de passar a mesma for.a.
. Ao mesmo. Attendendo ao que me reque-
reu Jos Duarte de Oliveira Bego, preso actual-
mente na fortaleza do Brum por crime de fallen-
cia, recommendo a V. S. a expedieao de suas or-
den., no sentido de embarcar o supplicante com
toda a seguranza para o presidio de Fernando
de Noronua, no vapor que para alli segu no dia
3 do mez vindouro, alim de tratar de sua sade,
bastante arruinada. O dito preso levar em sua
c^mpanhia sua inulher e dous Dlhos menores e
utn sobrinho, lambem menor.
Ao commandante superior da Boa-Vista e
Ouricury.Mande V. S. destacar na villa de Ou-
ricury 30 pracas da guarda nacional sob o seu
com mando superior, as quaes de vera ficar as
ordens do capilao Antonio Jos de Andrade, dele-
gado de polica daquelle termo.
Ao juz de direito da 1* vara.Tendo nesta
dala concedido a Jos Duarte de Oliveira Bego,
preso actualmente na fortaleza do Brum por cri-
me de fallencia, permisso para ir no da 3 do
Diez vindouro ao presid de Fernando tratar de
sua sade, assim o communico a V. S. para seu co-
nhecimenu.
Ao juiz de 'direito do Ouricury, Chegando
ao meu conhecimento, por offlcios do promotor
publico e juiz municipal desse termo, de 4 e 5 do
rrente, que na noule de 2 deale mez se evadi-
rn) da cadeia desra villa 14 presos, recommendo
a Vmc. que promova as diligencias a seu alcance,
aflin de serem elles capturados, procedendo ao
me.uw tempo de conformidade com a lei contra
4uem for achado em culpa.
Ao juiz municipal do termo de Ouricury. -
luteirado pelo offlcio de Vmc., de 4 do correnle,
4t se taran evadido na noule de i desle mez,
14 prese* da cadeia dassa villa, tenho a dizer-lhe
eca resposta que empregue as diligencias ao seu
alcance, afim de serem elks capturados.
Ao promotor publico uterino de Ouricury.
fnleirado pelo seu ofncio de 5 *do correte de se
terem evadido na noule de S do corrale, 14
presos da cadeia dessa villa, tenho a dizer-lhe,
eift resposta que empregue as diligencias ao sea
Ao inspector da thesouraria de fazenda. An-
nuindo ao que solicitou o brigadeiro commandan-
te das armas em offlcio de hoje, sob n. 441, re-
commendo a V S. que em vista dos prets que,
segundo a nota annexa ao citado offlcio, ja devem
existir nessa thesouraria, mande adintar os ven-
cunentos do corrente mez e do de mao vindouro,
para as pragas do 2 batalhao de linha, que se-
gueni em diligencia at o termo de S. Beulo, con-
duztndo criminosos.
- Ao mesmo. Expeca V. S. suas ordens
alim de que por essa thesouraria se ajuste contas
e se passe guia de soccorrmento ao tenente da
compan ia de infamara do Hio Grande do Norte,
Emigdio Francisco de Souza Magalhaes, o qual loi
desligado do 9* batalhao de infamara c tem de
seguir para aquella provincia, no vapor da com-
panhia pernambucana.
Ao mesmo. Tomando em consideracao o
que expoz no incluso requerimente Lucio Alves,
anspc;ada relormado du 6* batalhao de infanta ria
actualmente cumprindo sentenca no presidio de
remando de Noronha, anoriso V. S. a proceder
ao respectivo pagamento do supplicante como in-
dica a contadoria dessa thesouraria no parecer
que veio anne'xo sua informacao de S5 do cor-
renle, sob n. 629 serle C.
Ao mesmo. Tendo nesta data mandado
destacar na villa de Ouricury 30 pragas da guar-
da nacional, que dovero ficar sob o commando
. resPec,ivo delegado, capito Antonio Jos de
Andrade ; assim o communico a V. S. para seu
conhecimento o fins convenientes.
Ao mesmo. Transmiti por copia a V. S. a
portara desta data pela qual resolv, em vista de
sua inrormapao de hontem, n. 677, serie C, auto-
risar de conformidade com o decreto 2,884 do l
de fevereiro de 1862, sob a respansabilidade da
pre-hlencia um crdito na importancia de .......
22:7734020, afim de poder essa thssour.iria oc-
correr no actual exercicio ao pagamento do aug-
mento de sold a que tem direito a forea de linha
aqu estacionada, em virlude do decreto 5,253 de
8 de fevereiro deste anno.
Ao mesmo. Conformando-me com o seu
parecer constante do offlcio de 26 do corrente,
sob n. 660, serie C, tenho nsta data rcolvido
que os serviros de lavagem e concertos de roupas
dos doenles do hospital militar conlinuem a cargo
da pessoa que os tem felo e sob as vistas o (sea-
Iisaco do director daqnello estabe'ecimento, urna
yez que nao tom apparecido qnem se proponha a
fazel-os por preces mais vantajosos fazenda ; o
que communico a V. S. para os lins convenien-
tes.
Ao mesmo. Achando-se satisfela a exi-
gencia da contadoria dessa thesouraria, que se
refere sua informacao de 24 do corrente, sob n.
614 serie C, autoriso V. S. a mandar paitar sob a
responsabildade da presidencia, nos termos do
decreto n. .884, do | de fevereiro de 1862, as
despezas fettas na importancia de 150, constantes
dos inclusos documentos, e provenientes dos soc-
corros prestados por ocrasiao da ultima enchente
do no Capibariba.
Outro sim, a Mina de que trata tarabem a mes-
ma contadoria nao val xm as competentes assg-
naturas pelas razies presentadas n copia do of-
ncio do capilao do porto de hontem n. 95, appensa
a este.
Ao inspector da thesouraria provincial. -
Autoriso V. S. conforme solicitou em seu offlcio
de hontem, sob n. 152, a mandar imprimir 100
apohees de 1:0004000 para supprir a falta das
3ue de igual capital foram dadas em substituicao
as de 1004000
Ao mesmo Deferindo a petic-o de Guilher-
mina Basilana de Oliveira e Silva, professora pu-
blica de instruccao primaria da povoacao de Quei-
madas, nesta dala foram-lhe abonadas as faltas
que deu nos mezes de janeiro e fevereiro prximo
passado ; o que communico a V. ?. para os devi-
dos fins.
Ao mesmo. Attendendo ao que solicitou
a mesa reeedora da contraria do Senhor Bom Je-
ss da Vif-Sacra da igreja da Santa Cruz, ni in-
cluso requerimento, autoriso V. S. nos termos do
parecer da contadoria dessa thesouraria a que se
refere sua informacao de 23 do corrente, sob n.
1*8, a mandar entregar ao ihesoureiro da mesma
conirana, Domingos Jos da Silva Nogueira o be-
neficio da 7- parte da lotera extrahida a favor das
obras da referida igreja.
Ao mesmo. Em vista do certificado anne-
xo ao incluso* requerimento a que allude sua in-
formacao de hontem, sob n. 151, mande V. S. pa
gar ao coronel Joao Vieira de Mello e Silva a
presta? o de responsabilidade na importancia de
3204, proveniente da obra dos reparos do orca-
menlo do agude de Garuar, e a que tem direito
em virtude de seu contracto, cmo se v do men-
cionado certificado.
*. secgSo
Offlcios :
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
-Em resposta ao offlcio de V S., de 25 do corren-
te, sob n._386, tenho a di er-lhe que approvo a
deliberacao da junta administrativa dessa Sama
Casa de mandar entregar ao Dr. Joao da Silva Ra-
mos o aeu tutelado Antonio de Meodooea de Al-
buquerque Maranbao, educando do collegio dos
orphios, por nao poder mais alli permanecer, vis-
to haver completado a idade marcada pelo respec-
tivo regulamento.
Ao regador do gvmnasio provincial.-Acce-
so reccebido o offlcio de V. Rvm.*, de 25 do cor-
rente, cobrindo a nota da receita e desposa desse
esiabelecimento. relativas ao 1* trimestre deste
anuo, e cuja puMeacio nesta dat determine!.
1.a tectU.
OJBcios:
- Ao Dr director geral interino da eslatstica.
Em satisfagao do que ?olicitou essa directora
em offlcio de 9 de setembro do anuo .prximo
passado, sob n 752, remello a V. S. os inclusuf
Suadros contendo os nomes dos cidadaos que noi
versos collegios eloitoraes desta provincia forantf
eletos depulados assembla geral legislativa.
Ao eugenheiru chefe da repartigo das obra]
publicas.-D Vmc. suas ordens para que sejauf
fornecidos commissao, nomeada por esta presil
dencia para examinarosapparellios da c impanhia
Red fe iainage e verificar si preencheiu os lina
a que sio destinados os documentos constantes da
n 'ia junta por copia, alim le que possa a mesma
coniuiisso proseguir em seus trabalhos.
Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Becife ao S. Francisco. O txm. Sr. mi-
nistro dos negocios da agricultura, coinmercio e
obras publicas, acouaando em aviso de 21 do cor-
reute, sob n. 17, a recepcao dos offlcios desla re-
sidencia, de 29 de Janeiro e 17 de margo do corren-
te anno, relativamente aos acontecimeulos que
houve nessa estrada de ferro, ciu consequencia de
ter sido ferido por urna locomotiva um houiom
que se achava deitado sobre a ponte do Motoco-
loinli, dando motivo reclamago de Vmc. sobre
o modo porque sao presos os empregadosda mes-
ma estrada, quando se do semelhantes acontec-
mentes, recommenda que seja observado o recu-
lamente appro /ado pelo decreto n. 1931 de 26 de
abril de 1857 para a pohcia das estradas de fer-
ro ; o que communico a Vine, para os devidos ef
feites.
Feriaras:
O Sr. gerente da companha pernambucana
mande dar transporte para o Rio Grande do Norte
por cunta do ministerio da guerra, no vapor que
tem de seguir amanha, ao tenente EmigJio Fran-
cisco de Souta Magalhaes, que vai reunir se
companha de infantera d'aquella provincia que
perionee, levandw comsigo suainulner.
O Sr. gerente da compantia pernambucana
mande transportar para o presidio de Fernando de
Noronha no vapor de 3 de ataja prximo vindou-
ro, por cunta do ministerio da justica, a Joaquina
Maria da Conceigo, mulher do sentene. ado Ma-
noel Joaquim da-ilva, e os dous menores dejg
anuos, Liberalino e Manuel, netos da mesma
Os Srs. agentes da companha de navegagao
brasileira mandem dar transporte para as Alagoas
por conta do ministerio da guerra, no vap>jr Pa-
ran, ao desertor da companha de infantera
daquelia provincia, Joo Baptista dos Santos.
Os Srs. agentes da companha de navegacao
brasileira mandem dar transporte para a corte
por conta do ministerio da guerra, no vapor Pa-
ran, ao 2' cadete Domingos de Paula Cabral.qtic
assentou praca nesta provincia com destino a um
dos corpos de guaraigao do Rio de Janeiro.
KVI'KDIKNTK DO SSCHKTABIO.
1.' seccao.
Offlcios:
Ao brigadciro commandante das armas.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
declaro a V. Exc. em resposta ao seu offlcio desta
data, sob n. 440, que nesta data lica expedida a
conveniente ordem para o transporte curte,
no vapor Paran, ao 1" cadete Domingos de Paula
Cabra)
Ao mesmo.S. Exc. o Sr presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc. em resposta ao
seu offlcio de 28 do corrente, sob n. 439, que nes-
ta dat ficain expsdidasas convenientes ordens, nao
so ao gerente da companha pernambucana para
o transporte do tenente Emigdio Francisco de Sou-
za Magalhaes e sua mulher, como lambem the-
souraria de fazenda para ajustar-lho conts e pas-
sar guia de soccorrmento.
Ao mesmo S. Exc. o Sr. presiJente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc. em resposta ao
seu offlcio de boje, sob n 441, que a thesouraria
de fazenda tem ordem para adiautar os vencimen-
tes das pragas a que se refere o citado offlcio.
Ao capitao do porto interino. S. Exc. o Sr.
presdeme da provincia manda declarar a V. S.
que nesta data expedio ordem thesouraria de
fazenda no sentido de serem pagas as despezas
de que trata o seu offlcio de honleiu sob n. 93.
4a seccao.
Offlcio :
Ao Dr. Joaquim Correa de Araujo, Io secre-
tario tu assembla legislativa provincial. N. 106.
- De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, transmiti a-V. S.. alim de ser presente as-
sem lea legislativa provincial, o offlcio junto por
copia latado de 23 do corrente, sob n. 30, emque
a lilil.* cmara municipal do Recife propoe as
medidas que llie parecem necessanas para reino-
verem-se as causas naluraes da caresta da carne
verde, e pede que a mesma assembla tome em
consideracao semelhante imposta.
5* seccao.
Offlcios :
Ao Dr. Joaquim de Aquino Fonceca.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda communicar a
V. S. que nesta data expedio ordem ao engenheiro
fiscal da coinpanbia Recife Drainage para que
mande fomecer commissao, da qual V. S. pre-
sidente, os documentos constantes da nota que
acompanhou o seu offlcio de 26 do corrente.
Ao gerente da companha pernambucana.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S., para os fins convenientes, que
nesta dat concedeu permissao a Jos Duarte de
Oliveira Reg, preso actualmente na fortaleza do
Brum por crime de fallencia, para r com sua fa-
milia ae presidio de Fernando de Noronha, alim de
tratar de sua saude.
em en me de moeda
Ignacio
Reai*4if j|o I polica.
V secgo. Secretaria da polica de Pemambuco,
3 de julho de 1873.
/,7a~"n- e Exm.SrParUcipo a V. Exc.
que das communicaefles receladas hoje, const que
foram hontem reolhidos a doten-ao os individuos
segiiinte :
A' niinh.i ordem, Antonio Maria Marques Ferrei-
ra Jnior, como indiciado em crime de moed:
falsa.
A' ordem do subJelegado de Afogados,
Paz da Gama, por disturbios.
O subdelegado da Roa-Viste declarou-me, que,
no da 30 de julho de prximo findo, remetiera ao
Dr. juiz de direito do respectivo distrcio criminal
o inimerlto policial que litera contra Luiz Pereira
dos dantos, pelos feruneutos praticados na pessoa
de Francisco Barbosa de Farias Mautya.
Filialmente, a ordem e irnquilhdade publica
nao soffi erain alteragao.
O que tudo communico a V. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exc.-lllm. e Exm. Sr. com-
niendador Dr. He irique Pereira de Lucena, dig-
nissiino presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Francisco Corma de Araujo.
dem do amanuense que serve de
porteiro doiury, tendo 1:0004 de
ordenado e de gratillcagao 6004- 1:6004000
dem do continuo que serve de
correio...........1:0004000
CONTADORIA.
| Vencimentos do contador,
sendo 1:6004000 de ordenado e 6004
de gralifleacao......... 2:2004000
dem do amanuense, 9004 de or-
denado e 6o04 de gratficacao. 1:5004000
Porcentagem do procurador, na
razao de 4 ir cento das rendas qne
arrecadar. ,
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM 19 DE MAIO.
DK JULHO UB
DESPACHOS DA PaESIURNCIA DR 2
1873.
Bacharel Deodoro Ulpiano Coiuo Catanho.-
Competmd junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia, em viste do respectivo compro-
miso, o arroudamento dos beus de raiz a ella per-
tencentes, nada tenho que deferir.
Domingos de Souza Leao do Reg Barros.-In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Francisco Jos Leite. Competiudo junta ad
ministrativa da Sania Casa de Misericordia o ar-
rendamiento dos bens de raz a ella pertencdntes,
nada tenho que deferir.
Francisco de Moraes Pimentel. -Informe o Sr.
director interino do arsenal de guerra.
Hermenegildo Eduardo do Reg Monteiro. -In-
forme o Sr. director das obras publicas.
Joo Hyppolilo de Meira Lima.Ao Sr. director
das obras publicas, para atieuder ao supplicante.
Joaquim Elias de .tlbuquerque Barros.-Requei-
ra respectiva cmara municipal.
Bacharel Joo Vieira de Araujo.-Informe com
urgencia o Sr. inspector da thesouraria de fa
zenda.
Joao Anaslaeio de Mello.- Indeferido.
Luiz Francisco Vieira de Luna. -Remettido i
thesouraria de fazenda para mandar pagar ao
supplicante.
Osear Deslibeaux Nao ha encanameniu algum,
segundo informa o director da repartigo das obras
publicas, e nem pode, por ora, ser aulonsada a
sua construceao.
Maria Florentina Seraphico de Assis Carvalho.
Passe portara, prorogando por mais dous mezes
a licenca que requer a supplicante, com ordenado,
na forma da lei. -
Abaixo assignados portuguezes residentes nesta
capital.Assignada e sellada a presente pecao,
voltera, querendo.
Secretaria da presidencia de Pemambuco, 3 de
julho de 1873. O porteiro,
Sihino A. Rodrigues.
PHKSIOKNCIA DO SR J AQUIM DR ABACJ0
Ao meio dia, feita a chamada, aeham-se pre-
sentes o* sngniMee Srs. depulados : Joaquim Cor-
rea, A. de Araujo, Ralis e Silva, Lamenha Lins,
Gaineiro, Tito de Barros, Pemambuco Filho, Gue-
des Gondim, Figueinta, Firmino de Novaes, Ama-
ral, Alipio Costa, Camboiro. J. de Mello Lego,
Olytnpio Marques, ftoes Cavalcanti, Cunha Figiiei-
redo, Gome* l'ar.'uie, Jo* Vieira, Oliveira Fon-
ceca, Lacrda, Gmcalves Ferreira, Uclia Caval-
canti, Barros Wanderley, Ernesto Vieira e Pinto
Jnior.
Abre-se a sessao.
Lida as actas da sessao de 14 e reuna de 15
do correte, sao approvadas.
O Sr. 1.a Srcrrtario da cont do segunte
axpRNRrrrR :
OuVios;
Do secretario do governu da provincia, remet-
iendo por copia o do Exm. bispo diocesano, no
qual emtre sua opiuao sobre o pmjecto n. 36 des-
te anno. -A' quem fez a requiscan.
E' lda e approvada a red iccao do prejecto n.
o deste anno e bem assim os suguintes :
Pareceres :
Sao ldos e approvad'* os seguinles :
t A commissao de obras publicas qu en foi
snbmettida a peticao em que Joaquim Pedro do
riego C ivalcante, solicit desta assembla permis-
sao pan construir a sua cusa urna ca>a para a
cobranga di podagio na barrena >la estrada do
norte, pagando as despezas com o rendituente do
dito pedagio, peto lempa de 8 aunos. Consideran-
do que falsa a citagaa que da lei n. 473 fez o
supplicante, pois que essa lei de modo algum auto-
risou o e'tebeleciiicnlo de semelhante barreira na
estrada do norte ; < anda considerando que na
ypotkfM dessa autorisai^o, era o poder txecut-
vo o competente para celebrar o coulrate a que
se refere o mesmo supplicante ; de parecer que
nao ha o que deferir em dita pelico.
t Sala das cominisses, 15 de maio de 1873. -
Felippe de Fianeiij Furia. -Pedro Gnu ano de
Ralis e Silcit.
A eonilissao de polica, a quem foi presente
o requeriinenio do Sr. deuutado Olympio Mar-
ques, pedindo que com orgen'ia se'interprete o
art. 1 dos arligos additivos de 6 de abril de 1852,
para o lim de se declarar se as emendas elevando
as despezas das respectivas rubricas do orgamen
to, ou creando despezas novas >e acham compre-
hendidas ou nao no citado artigo ; considerando
3ue a interpreta.;') que foi hontem dada no cita-
o artigo este de accordo com o pensamento que o
dictou, bem como coai o que se deprehonde do art.
2 dos mesrnos additivos ; considerando lambem
que a mesma interpretago nao se harmonisa com
o pensamento desta assembla, revelado na dis-
cussao que love lugar : ds parecer que se adop-
te o seguinte :
Artigo nico. Ficam revigados os artgos ad-
ditivos no regulamento de 6 de abril de I82.
Joaquim Correia de Araujo. Felippe de Figueira
Faria.-Lamenha Lins.
E" lido, apoiado e approvado o segunte reque-
rimento :
Requeiro que a commissao que tem de ir feli
citar o Exm. presidente da provincia, pela justica e
patriotismo d sua adininistrao, consigne-se em
seu discurso expressoes de louvor pela energa e
ao mesmo tempo pela moderacio com que se hou-
ve por occasio do triste acontecimento da noute
de 14do corrente.-/. de Mello Reg>.Gongalves
Ferreira.Uch i Cavbante.
E lido, apeado e posto discussao o segunte
requerimento :
t Requeiro que se consigne na acia um voto
de pesar ao Exm. prelado diocesano, pelos acn-
lecimentos havidos nesta cidade na tarde do 14
do corrente, e sso se communique ao prelado dio-
cesano.Padre Tito. -Firmino de Nooaes.-Rutis
e Silva- -Cunki e Figueiredo. -Ges Garateante.
-Oliveira Fonceca. -J. de Mello Reg.A. XA-
raujo.
O Sr. Almrida Prrnaubvco oppondo-se ao re-
querimento em discussao, justifica e manda mesa
o seguinte substitutivo ao referido requerimento.
Substitutivo. Requeiro que se consigne na
acta que a assembla legislativa provincial deplo-
ra os tristes acontecimentos da tarde do dia 14 do
corrente mez. -Pemambuco Filho.
O Sr. Prrsiobntr declara que na forma do re-
giment, vai submetler volacao primeiro o subs-
titutivo.
O Sr. Pinto Jnior (pela ordem) requer que se
consigue na acta que vota contra o reiuienmento
e a favor do substitutivo.
O Sr. Gomks I'ahkntk (pela ordem) requer tem
bem que se consigne na a "laque elle voiou a favor
do substitutivo do nobre deputedo o Sr. Almeida
Pemambuco.
O Sr. Frrirr Gamriro pede igualmente que se
declare na acta que elle vota lambem a favor do
mesmo requerimento substitutivo.
O Se. Olimpio Marques diz tambera que re
quer ao Exm. Sr. presidente que mande declarar
na acta que elle voten a favor do requerimento.
Posto a votos o substitutivo, foi rejeitad e appro-
vado o requerimento.
oaout DO MA.
2* discussao do projecto n. 3-1 deste anuo (orea-
ment municipal.)
Art. 1* A cmara municipal da cidade do Reci-
te autersada a despender durante o exercicio
de 1873 a 74 > quanlia de 171:083*998 com as
seguales verbas :
kcbrtaua.
| I.* Vencimentos do secretario,
wmdo 1:80*4 de ordenado eiWOjAe
gralificacao..........2:6004000
dem do ofaVial-maior, 1:4004000
da ordenado a 004 de gratiiaacao. 1:0004000
dem de dous amanuenses, tendo
cada'ura 9Udortaaaoadgra- ,
uncagao 00*.........3:0004000
6:0974500
Kl-RKO (IMS EXTERNOS.
3.* Ordenado do advogado da
cmara. .'........ 5004000
vogado dos presos pobres de 5004 e
de 3004 ao solicitador dos mesmos. 800*000
Ordenado do solicitador da cmara. 4004000
dem do offleial de justica. 300/000
Vencimentos dos fisoaes das fre-
guesas do Recife, Santo Antonio, S.
Jos e Boa-Vst, temi cada um
8004 da ordenado e 7004 de gratili-
cacao............6:0004000
Idem dos fiscaes das fregueaias de
Nossa Senhora da Graea, Poco da
Psala e Afogados, percebendo ca-
da um 6004 de ordenado e f.o 14 de
gratficacao.......... 3:6004000
dem dos da Varzea, S. Lourencp
da Malta, Murlbeca e Jaboatao, sen-
do para cada um 2404 de ordenado
e 240 de gralificacao......1:9204000
Ordenado de 13 guardas fiscaes a
7204 cada um.........9:3604000
Mem do medico..... 1:8004000
Vencimento do engen* eiro cordea-
dor. sendo l:6004001 de ordenado e
8004 de gralificacao......2:4004000
Ordenado do administrador do
matad.iuro do Poco da Panella. 720*000
Vencimento do administrador do
raatatouro publico, sendo 8004 de
ordenado e 4004 de gratficacao. 1:200400)
Mem do amanuense aposentado
Candido de Souza Miranda Couto. 1:0004000
dem do fiscal aposentado Joaquim
Jos Bello.......... 70O4OOO
A dous cobradores do imposto de
300 rs. para limpeza da eidade, 8 0/0
do que falt.tr arrecadar dos exerci-
afea Hados.......... 4
DESPKZISKKRAKS.
I 4. Expediente e impressoes.. 1:8004000
Jury, attalas, asseo da sala das
audiencias da 1* entranca, inclusive
3004 para seu expediente. 2:4504000
Despezas judicaes......1 -.0004000
Desapropriagoes.......20:000*000
Concertos dos predios municipaes 5OO4OOO
Couservacio do mitadouro publi-
co. ... ......2:0004000
Limpeza e asseo da cidade 4:0004000
Obras aovas, inclusive os juros do
imprestimo contrahido para a cons-
truocao do mercado publico. .22:0004000
Cusas em que decahir a justica
publica, inclusive as que sao devidas
a Jos Marcelino Goncalves Salguei-
ro.............5:4524298
Eventuaes e dividas passivas. 4:6004000
CKMITEI1IO 1)1 RECIFE.
j 5. Orden ido do administrador. 2:4004000
dem do capellao....... 1:2004000
dem do sacristao...... 6004'00
dem do port-iro....... 8004000
dem do jardineiro a I46OO dia-
rios............ 5844000
Vencimentos de um guarda, sen-
do 8OO4 de ordenado e 2.04 de gra-
lificacao...........1:0004080
dem do amanuense, sendo 1:2004
de ordenado e 4004 de gratitcaciio. 1:600*000
dem de II trabajadores a sa-
ber : 3 coveros a 24 diario-, 7 ser-
ventes a 14600 e 1 pedreiro a 44.
CRMITERIO DO PoQO DA PANELLA.
S 6." Ordenado do administrador.
Vencimentos de um servente a
14280 diarios.........
CEUITERIO DA VARZSA.
S 7. Ordenado do administrador.
Vencimento de um servente a 14
diarios...........
6.'_Porcentagem dofcrortirador.
na razao de 6 por cento do que arre
cadar............
i 7.* Agua e luz para a cadeia. .
i 8 Jury e eieigoes ......
9.* Expediente "e assignatura do
jornal offleial.........
S 10 Cusa em que decahir a Justi-
ca publica..........
}ll. Movis para o paco da c-
mara ............
I 12. Calgamento, limpeza das mas,
obras do municipio, inclusive a de
cemilerio..........
I 13. Compra de pesos e medidas
decmaes...........
14. Eventuaes.......
259480
50400
704000
704000
2OO4OOO
3004000
1 9004200
1004000
504000
4:3:4000
E' approvado.
Art. ."i.- A cunara municipal da cidade da Vic-
toria fca autorisada a despender com as seguinte
verbas a quantii de 5:0004000.
!!.? Ordenado do secretario 7004 100
2. dem do porteiro..... 20OJ0I10
3.* dem do fiscal...... 4004000
4 Idem do zelador do amigue. 804009
3 5. Porcentagem do procurador,
na razio de 6 por cento do que arre-
ndar............ 3OO4OOO
g 6.' Expediente e assignatura do
jornal offleial......... 140OO
% 7. Impostes genes, foros e ira
pressdes........... ftM4"00
8.a Jury e eleices...... M0408O
9.* Aluguel da casa da cmara 2104000
10. Agua e luz para a cadeia. 1304000
11. Cusas dos pmcessos era que
decahir a ju-hca publica, inclusive
as que sao devidas a liellarmino dos
Santos Bulcao Fil o......1:000400)
\ 12. Limpeza dos pateos da feira. 100>0O)i
13. Curativo dos presos pobres
e enterramentos das pesstos desva-
lidas............ lOUjoOn
9 14. Ordenado do advogado. 2UO4O110
15. Obras municipaes, inclusive
a do remiterio.......
I 16. Eventuaes.......
2:0004000
904060
5:0004000
E' approvado.
Art. 6.* Acamara municipal da villa dogBom
Jardim lica autorisada a despender oin as vertas
abaixo especificadas a quantia de 2:7714170.
1.* Ordenado do secretario.
i 2. dem do porteiro.....
i 3.* idem do ajudanle do por-
teiro............
4." dem do fiscal......
5. Porcentagem do procurador,
na razio de 6 por cento do qae ar-
recadar...........
I 6.a Luz e agua para a cadeia.
S 7.a Expediente e assignatura do
jornal offleial.........
8.a Aluguel da casa da cmara
e a que serve de prisao.....
S 9.a Limpeza das ras e agougue
10. Gustes em que decahir a
justica publica........
8 14, Jury e eleires.....
S 12. Obras do municipio. .
S' 13 Eventuaes.......
5004000
10)4000
5O4O00
IDO #00" I
1634170
1J04< 00
604000
2844000
HKIAO-HI
2'O4O0
140 0
1:000400
50401
2:77I4I7!'
7:7384000
6004000
4674000
5004000
3654000
5004000
CEUlTERIO DE JADOATAO.
S 8.a Ordenado do administrador.
Vencimentos de um servente a 14
diarios........... 3654000
CRMITERIO DK S. LOURENflO DA MATTA.
i 9.a Ordenado do administrador. 500*000
Vencimentos de um servente a 14
diarios........... 3654000
i 10. Eventuaes para os cen He-
rios............1:00)4000
171:0834998
E approvado com seus paragraphos.
Art. 3.a A cmara municipal da cidade de Olin-
da autorisada a despender com as verbas abaixo
especificadas a quanlia de 9:6754974.
g l.\Ordenado do secretario. 8004000
5 2.a Idemfdo porteiro..... 4004000
jf 3.' dem do ajudante do portei-
ro............. 2004000
8 4.a dem do fiscal da treguezia
de S. Pedro Martyr....... 3004000
5.a dem do fiscal do Curato da
S............. 3004000
6. dem do de Maranguape. 2504000
7.a dem do de Beberibe. 2504000
8.a dem" do advogado. 4004000
9.a dem do administrador do ce-
milerio........... 7OO4OOO
10. Diaria de 14600 para o co-
veiro............ 8844000
g 11. Expediente e assignatura do
jornal oficial......... 1204000
i li. Cusas em que decahir. a
justica publica......... 6004000
8 13. Agua e luz para as prisdes. 1504000
14. Jury e eleiges. .... 2004000
I 15. Obras do municipio, inclusi-
ve concertos dos predios e limpeza
da eidade........... 3:1414416
16. Aluguel do pago da cmara 4004000
17. Eventuaes e publicagoes de
editaos........... 3004000
J 18. Porcentagem do procura-
dor na razao de 6 por cenlo do
que arrecadar........
E' approvado.
Art. 7.- A cmara municipal do Brejo lea au-
torisada a despender com as verbas seguinte- 1
quanta de 1:0004000.
8 1.a Ordenado do secretario .
8 2.a dem do porteiro.....
8 3.a Idem do ajudante do mesmo.
8 4.a dem do fiscal. .....
5.a Porcentagem ao procurador,
na razio de 6 por cenlo do qne ar-
recadar ...........
6.a Jury, eleigo e expediente. .
7.a Cusas em que decahir a jus-
tica publica.......... 4040O
8 8.a Pagamento de foros. 704000
8 9.a Assignatura do jornal offleial. 1740U)
8 10. libras do municipio. 2234W>
8 11. Luz e agua para a cadeia 9040 <>
12. Eventuaes....... 404>OU
250401)
604000
304000
50400 1
61 4" KM
6040" "i
1:0004" Ol>
E approvado.
Art 8. A cmara municipal de Pao d'Alho
autorisada a despender com as verbas seguinles a
quanlia de 6:8874000.
" 1.a Ordenado do secretario 4004000
2.a dem do porteiro..... 250i000
3.a dem do fiscal da villa 3004000
4.a dem do administrador de
cemilerio publico da villa .... 3004000
S 5.a dem do servente do mesmo
cemilerio.......... 2004000
6a dem do administrador do ce-
milerio da Gloria de Goite..... 15040OO
$ 7.a Porcentagem do procurador,
na ra ao de 6 por cento do que arre-
cadar............ 3004000
I 8.a Expediente, jury e eleiges 1004000
8 9.a Luz para a cadeia .... 8O4OOO
8 10. Assignatura do jornal offleial STaOtM)
i 11. Limpeza das mas e agougue 150400)
12. Cusas em que decahir a jus-
tica publica .......... 4OO4(/O0
8 13. Ordenado do administrador
do eemilerio da Luz....... IOO4OOO
g 14. Obras do municipio, inclusive
a ponte no riacho Itahiba, .... 4.030400o
g 15. Eventuaes....... 1004000
4.8874000
5804554
9:6754974
Vai i mesa e apoiada a seguinte etnend-x:
Ao g 8* do art. 3.a -Em vezfde 4004, dga-se
a604.- Amoral. Joo Vitira. Marques da
Suva.
Posto a votos 4 approvado, bem assim a emen-
da.
Art. 4.* A cmara municipal da villa de Igua-
rasad fica autorisada a despender com as segua-
les verbas a quanlia de 4:3304000.
1.a Ordenado do secretario 7O6J0tO
1* dem do Bacal da villa. 2004000
3.a dem do fiscal de Itamarac 2004000
4.a dem do porteiro. .... 1304000
1' dem do continuo. .... 1004000
Vai i mea e e apoiada a segunte emenda :
Ao g 12 do art. 8.*Inclusive o que ae estiver
a dever ao eserivo Rangel e contador Bessone.
.4. de Araujo. >
Encerrada a discussao e posto a votos o artigo,
approvado, beta como a emenda.
Art 9.a A cmara municipal de Cabrob au-
topiada a despender com as seguinles verbas a
quantia de 9224750.
1.a Ordenado do secretario. .
2a Idem do porteiro.....
3.a dem do fiscal......
4.a Porcentagem do procurador,
na razio de 6 por cenlo do qne ar-
!recadar ...........
g 5.a Jury e eieicdes.....
g*6.a Expediente e assignatura do
jornal oficial.........
7.a Agua e lux para a cadeia. -
8.a Castas em que tecahir a jus-
puDttca .
9.a Obras do municipio .
10. Eventuaes .......
2004000
36400"
3040UO
554OOO
504000
404000
804600
tH47*a>
E approvado, ficando adiada a ftjseuaae pela
hora.
Ia parte da ordem lo dia.
. ..


ZXH 3M iHIJkJi, M MJiHl I
o c
Je Pcruainbuco
y

Continua a diseussto di pmjocto n $ipdpliyan' I
no (orcanicnlu provincial/
iMica :
inuauJo m
i n. 96.1 e
000 ao e-
-j"
Ait. 4 L-istru
1. Emprcg.
vigor as dispos
una graiili.-a-.a)
cretario
| Expediento o asseio di casa.
1 Diaria do so
do JiSK) emquanto
cues de carteiro o i
4.* Ivnpregado
gvumasio, inrlusiv
enfenii'iro. assim
cao que percebe
cumular as funejj
s" ">. Expedieote
h lusive a gr^tov
Meib-aMo
"bres. \~ .
7.' Empregados da escola BOf-
iii il. inclusive a gratiucacAU de 300$
ao secretario c 2005 ao porteo. .
8.* Expediente e assoio da casa
e HftnHi yara u wmipt'a O livm .
8:fnWOfO
30050)0
10.380 000
M* ir5" :WMif,'','i,1l'if*til,i,*<"*Ui!k Ittf1' !'r"-'"' PV* "s Srs. : Silva Marquj
ioif lj^lf.-*^!fH.|nFiloy^nr'iflf,^.if:fli*'i.va, M.,icira alvf, M. llosa, C'.rreia de
mmlajo, -o aatrauj M(e capaza* A r^*ufiN;4bi&Hn*r;'^lfl Ji,nio'' Pt'roni
lo:.; oxig i", 'Mi .V)iisi'|uoiicfj, ao km Swji Tuo,: A. s.iruntia"...
lis. evuiV.-idn JuraniMUi/peh qnal piomottnm n .fru.w'N-P'^i^.'.vliao'ala ViXa-s
nunca e e.uv.isi ilgui deseobrIr, ao ii,> filia-
dos a sociedado, cansa, algum) eone}i nenie, a
olla ; ou communicar aos que ,se acliain ein graos
inferiores asnillo uno pert 'nce- aos graos ujicrio
apa clij
incaii;
a a|.
OS, V(|
ricord
rrimokplorj
ii.i,
jB>oi
i| vi\ lil
ni
f.i flmeo
lIliiBr
lauta Main
*at ti i>-parirda ttroe.'ii do dia.
"M'lll'/uS^.^I11"^"10 e Souza que eseo
a litse : Sera cor. veniente que 4 propricJad
vidual soja substituida pe"
ra.
feira
i de Julho de 1873. |;| Joaquim Kerreira Hamos
os l'erreira c Cnelajio Fi
a cerlidao do qu r
cisco Pereira Caineli.t
nomeacan do so:
.- .:'
(liar
uja
[ant<\ I<*
,;
fgrfja, d) qi
iw-ipMiA*' rw
1:2033000
67:0'O'O ii
baan
200 i0)
0005100
doojpo
5? 9." A'ngucl da caa
10. Diaria do l Oj a cada ser-
vente, ^ ....,.. 1:
i itMttre^rW^ imano
primaria.........' :j(.;:i09(5Ot)O
I i. Alague! da casa, fofiWfc.-
monte do inoris, expediente e asseio
das oscilas, Inclusive espedanlo c
luz para is aulas nocturnas .
IX nUwlUteari<......
? li. Expediento o assuiq da casa,
*$ !. lubvenja i ao ul>rtlulo ar-
tivJgiO. ......
16. Subvenefu sucio jado pro-
pagadora da instnjrrllb para a pu-
Emrafao da fflvitta......
fw :i ni--:* o sai at-.liadas as seguintos eni'n-
das :
No | ). -siiopi'iiiiam-so as palavrasa ra/a !
533 eiuipiaiitH exrcei'as riiqcc.t}os de ciil'ir.ifl'
riiiitiniio ficando a verba reduzlJa a 7:i25'O0.
N.i S "- Ein lugar de i:3800OJ di^a-M"
13 91 Vi02. KejiU0|,
No S ti. Ein liffir de 07:00>000 digasu.
l5::o,H) OM). -C'M<14 fyuix^..
^ A art. i." | II.- Inclusivo a gratificado que
-minpcte ao professr Joaqum Ad^juo do distro
Xanes ein vil lude da loi 30. M. di Silva
AoaiC i." II Ein vez de 0003000 dia-se
i:i>.)lK)J. FigueirtL
HSr C.i-MiA FMUEliutoo nao devolveu o sea djp-
cr.-"
< S.i, Qi.nnfiu Marvi;ks faz consiJoraooos |u
lilicalivas ao nroaniiiutu'
O S disctti'so.
Encerrada adiscussao sao toitoi a yotop us ?
coii as i'iii.-ndas o sao api>rovados os segpUijes :
g l.'Km vw de .O dig.i-se jOO-!.
Aaje
St*-A;iprovaJ...
S "i." Aiprova|h>.
3 i.' Approvadq.
opr.s da uaiavra-enroriHi'k > accrosionU:-
s e OMfervador do museo, tando alm do odo-
liado .po porcolio KllOO't de gwlic.a^ai). /{/(.
r Sitru. Aiipiovado.
< 5 .*. Approvado.
S 8.* Ai;iiMvaJ'.
; 1." Approvado
S I.* -Appr.vad-).
<5 '..Apriovad".
j 1'1,-ApprovaiiiV
% II. Aopovado.
vezes daquelle que nao^veio chamaros justos,
nao os peccadoros, as
de nosso j citado proj|'
siispondoiiios, por ospaeo de um anno, dopols
mvtTT c"miui*irlns~c?t!fB luisas Icttm^, n reso va
ltibeiro e Urbano TuleUWlFdk Figueiie-
li(ique-se. (#tt
DUV1DAS DA 8ECRETABIA.
eslarem regulares os dous exenipl
'social i\
duvida
er a
ambos
diinle. Josj St'.iiin Freir tiufio. Jote di Silva
To/i Jmi.%: Jun Pedro Sus'Ne'ves.-ifuodoro
Haclfid'j-Fiein PerAra na SoA. .Wmhinl Iky 1 Uaivi.Jmvitj/in* deSouict LeOi 3o.io-da
Cjtiihp fyurft (fuinariks. "" '
de Lobo Hoscoso.
mili oeilidab
t!io:ii.'i/. de
L)r. Pedro de Athay-
THE
us que taeaa de apreco e adhcao. Rogistre-se o contrato imito, nos termos 1

"t

Inclusive a grai8oa$*j que o;npelo o >ro-
fnmH Jniqiiiin Antonio de Castro Nuno-, en vir-
ado da le :r).a\ di s;u-.l> -Aajpivad>,
S l. Air-iv.*J>.
i i:;. Aipprovado.
I U. -Ai 1iK.1l>.
S I">. Approvalo.
S 16. -Approvado e prejudicada a emenda.
Ei'anJoein discusso o art. ">.", o Sr. presiden-
te verifica naa haver numero para vetar e.Je.-rg-
au lo a orden do-iba, iuvaiiti a tosi>4 (Ao das' censuras cm que incorroram os <|uo de-
ram o son nomo a esea seita, podendo serem absol-
vid 13 p(r qualauer cunl'essor, apsrovado pelo
ordinario do lugar onoV se ndiom. rqmeJio de clemencia nao servir para afastar os
culpados de sna nefanda empreza o rotrabi-los
de seu gravissimo, crime, e nusta vunjado que,
passado o referido prazo de um ail, immcliata-
iviile reviva a refervacao das censuras que por
Xos-a AuU.iidade A|>>ilica Je novo ciui'.inuu-
pos ; e rormalmente declaramos que ueuhum,
.disolulaiiieulc, dos adeptos da-?a sociedado Dea
iiniiiuuo deisspeb&s esiiinlu..es, soi q'jalquer
prelexlo, quer da sua boa f, qtior da extrnseca
|ipaicucia de pfobidade iuc s referidas s-.iii*
fooin slenla/, e por couseguinto ficam lodos no
piesmo pe igo de eterna cundeinuayai, om a ellas adbor'rum.
Alom iiisso, vos concedemos pleno podar para.
procoderdes com a severidade d;ia lels canpnic?s
contra aquellas irmandades, que por essa ni-
piodade taa torpemento vicijram a sua ludolo,
lissolvendo-as completamente e creando nuiras
qiwcorrespoiidam ao lim de. sua primiliva insti-
tnicao. Pta/.a a UeiiSvque a oonfideraoao da por-
veisidado das seilas, as qoiies nfio eur.iiuida Inf*
crevor-se tantos liomens, que arrogam-se o DOMM
de cliristaos ; a louii-aiiga dos a.iatiieinas coai
que repelidas vezes faraai feridas pola igreja ;
noin'ia da cleineneia desla Santa Se para ei.in
os engaados, ohegando por meio deslas ledras
aos ouvidos das ovelhas tiesmalbados, reeon-
duza-as ao eaminno da salva.ao. avila a ruina do
lautas almas, e vos poupe a necessidade de usar
(le rigor. E'o que nos, rom fevoresas pieos,
ptdimos a Dous ; (>, u que ardeoleineiile deseja-
nios ao TO*M zeljj pasloral: o que rugamos a to-
dos osses nosso* liihos Iludidos.
E. parque os mesnios votos estendenios a
lodas as domis diocoses tkfSM imperio, 011 le
grassam os mesmos males, desojamos communi-
(|Mfc estasriellras aosjvnssos venera veis unaos,
ulim do que cada um delbrs eiitmidn ser dito a sie
a sen novo lud > quanto ora vos ereveHio*. B ao
me sur 1 lempo que rogamos a D.vina Ctenroncia
digno-so favorecer os noasoa dosejos e soliciiu
d'.s, onio presagio do auxilio divino u do todos
os dous BowsteS) e juntamente ein penhor do nossa
bTiewilencfci, vos laucamos, com toda a elfusao do
osso amor, a v<, veneravel innao, e a toda a
vossa dioceso, a bene.ao apost.dica.
Harta 111 Roma, cm S. Pedro, aos 2) de inaio
de IS71 \ igosinio setono auno do nosso pontili-
cartn.-*k. Pl> IX. 1
Fcrnaiiilo le \ro:iii:i Segu hoje
para esse pr.'sidio < lxiu. Sr. coronel Gomes Leal,
ooinmandiiite superior da guarda nacional do mu-
tticipiu do Recita, nrimeado |M>r portara do ininis
lorio da "leira de '.) do pausado para a inuilo im
portante counnissao dc^ inspeccionar o presidio.
O Bxm. Sr. coronel Leal, militar de precedentes
honrosos e de sorvloos pele valan ao paiz, era por
lem 'lvida um d.n mais habHitados nara axMrCf
tao iniorlanlo ipianto ardua o esiniosa inis-a ,
que Me foi eominoida pelo govenio imperial, eo-
nbeeedar don sous serviles o conheeimenti's.
Por diversas vezes lew estado o. Exm Sr. coro-
nal Leal no presidio d Fernando do Noronha, sen-
do a nltiiia no anno de 1803. por flostpMfO'da
prndenle Mesia provincia, o Exm. Sr eoBsi^dHll
Sihi'ira itobouia, quand) os celebres pipona .-1 Ai-
'.vi 1 < Fnriil 1, corsarios americanos, infostavam
o* mares da America do Sul, ansioaandu o piei-
alando navios dMsa ua.ai a imhi ao depon sta-
conar n.is aguas dapielli Uha, onde se conserva-
T.1tn liara refrescar e fazor ponto de partida para
novas investidas : eomiuiasia esta que desampe'
nli.iu satisfaetorianonto, sem eittpiBgo de antros
mojos mais do que intiinaiao verbal.
C 1ngr.d11l.111lo-n.js com o Exm. Sr- ministro da
guerra pela acortada esculla que fez de oCHuial tfu
jistincto, fazemee votos para de felizos resultados us trabauis do Exm. Se co-
ronel Leal, e que ventos bonancosos eondi>:am-o
ao presidio e restituaino aos bracos de sua fami-
lia e de sous amigos.
A1111 i \ <>: iu;io Completam-sc.hoje 1011 an
nos ipio se reatiaoo a proclamacio da independen
ca rt'w E?lados Unidos da Ameiica do Nerto.
Doiiittivo iuijtortaiitc o Sr. Joaquim
Lopes Machado, digno thesoniviro do conselbo pa-
anchial da sociedado Propagailori da Instrucco
Publica, na freguezia de S. Jos, desojando con-
correr paran prompla realisacio da inslallaein de
aulas para difTusao \ instruccao publica gratuita
nossa fregnezia, preparou a casa de sua [iroprieda-
de na na Imperial 11. 177 nao s com os 1110veis
necossarios, como com os livias para o expeYmtc
di? aaras, o offerecei fornecer mais sna cusa
todos os livros da que precisaren! os alumnos que
freqneniarciH a escota.
Somelhaiite delioraoio, sem duvida alguma,
o donativo |>cosoal mais valioso que se tem feito
a-is conseihos p.inidiiaas da cidadn do Recita, pelo
q:ie inuio se recomnend* o notne,. di Se. Joaquim
Lopes Machado, digno coinmercianto e depulado
do"Trihnnal do Comoiercio de Pornambuco.
I'('li"^';ski s:iI>ih;i!-iiiIki. Acba-se
a !Ma ridade o Sr. enpenheiro major A. Wdod, que
?co di Rio de Janeici no paquete americano
S:>>iM Amrrica, para o lim de escotber e preparar
6 local onde rtevem sor instaad s os instrumentos
prnprios para o loli-grapho submaiinho, que teg
le coramanicar osui provincia com o sul e norfe
do incierto.
O Sr. major Wood, dapois de um exame que
propod'ii,.wconheceu que o nico lugar, que na
costa dcsta efiado se presta immersao do cabo
submarfnhoarha-se-enire as fortalezas do Brtrm e
do Bnraru,^roic-Hno (,rnz do Patrao. E' pois d'ahi
que partir.ie o.' cabos para ambos os lados do im-
perio, servindo provis.iriamcnte para os misteres
da operariojj (jw se v.ii proceder oedificio onde
finccioiaya laboratorio pyroteohuico da Cruz do
Patrio,,*diuoio que foi eedidopela presidencia' |hira
iqneUe. fiai, emi|iiaiilo se nao eoostrne o em que
tem de fuaccionar e.Tertivainonlo osanparclhos ta-
JepmpWebs. ^
.\estes iwucos dias devejshegar da Europa o va-
por ioglez oQ>er, .vonetruido ospecifllme>ti: na
Inglaterra i ara o (im detrazer o cabo-^tograpl-
>. que ja esta prompto, e cuja immorsao breve
icent 'Oiimecar.
l'-'iiaJment'* dewe clieizar por osles das n enge-
san, que vem presidir o dirigiros. rapcti\4n bsdfcos.'- "
AtDrma o Sr. major Wojdtque. dentm^ie i mi ,'i
uieeeft estar esta .provincia Upada, ao norte com
o Pari, e, por meiodeiua prowncia.eom f*ew York
o a Ea/ftpa, o ao sul r Ro Grande do Su), MoalevidiJo oJkieDOs-Arai.
Impmtiiiria dus dtmatlvus das divgisa^ prway
que tem eou<;orrdoj|)a^omMtrec^ do m^A J'e iiquiniJofflirafiit) Cajp
de alienados, e
la crrenle
Ass,)v-iac*ofcoinm(!i%)H! ttefWrente 10:710J^00
Produclo,do bqtieik-io offereeMj jwr
mffflsfeo L. Cisf
Prodqclo do beueficio pllrreddo bcIa
sorinrddtreihio-franfiH.* ^,
flarao de tilinga
SCicdadii i'hiCiliiiia 7, *
Commondador. Elias Baptis .
Cons-I ero rasfito *"ds'? MlVa
Santiago
Subserijicau agenciada peloDr. An-
lnio Venancio C de Albwqnr-
qtto
Hr. (laspar de Vasconecl'os Mene-
zes de Druimupnd
Bar*) 'feT^mna
Ai.lonlo Injc ta i?i'|va Brasil
Bar.oneza de Amaragy
Cunha A Mana
Major Maiciouilio da Silveira Lias
Coronel Antonio Francisco do H.t-
ros o Silva
('. roncl JoscMhomaz de al Jas Lins
Mgaiio Simo de Azeverto '/(idoos
:l65>8
I:'73n500f)
1:000*00(1
_ 05-00
?|00OJO
3201000
6**300
SpOiOOo
SOi'O
20-0-
7.11 28'1
oOOOOi
iuo loaba lugar o cebtl"A 1
.rvalho 4 Sahtos. --Roilstfc
i gario Siuiao de Azevedo Lanwo
pimnienahlor J is Pires Fefereira
Subscriuc/ proin i'.ila p n- H. Ma-
ra de M Ciirniiro Camiiollo
fjlOOfl
000
500
000
(911000
REVISTA DIARIA.
A'ilo! t:ti!<-s {i->Ii<*isies.I'or p.irtarias
da pKfsMcncia da provincia, de 2 d.) oorrente, fu-
ram ennadtM : ^". 2" e 3' supplentos do delegado
d > tormo de Lim ieiro, Antnii 1 Luiz Ity me, Anto-
nio Gomes He Honra e Jos Sames ib; Maura; Io
e 2* suppVrites do subdelegado do Io dislriclo
do lormod'' I.imooir), Joaquim Jos Gomes da Sil-
va c An'oiiio RodrigM da Ljsta Itevorodo ; 2"e
3' mppftdtos do sab lelegado do districto do Ma-
inadinha, do tormo de Lunueiro, Joiio Mano-d Pe-
rei'a Giraldes e Jos BaUarmina do Assum:>.-i k
ril5r( tuvi.i ii.iHineial Por |Rirlaiia
-da presidencia da provincia-, do 2 do correte, foi
nn'iie;ido (; i adiar Mannel Barata de Qliwim
Mi-ll 1, promotor publie 1 da comarca d* Naz.iretli.
5isc.it dn raspeci va c .lleotoria.
atsnrc. Para de algtun modo satisfa/eraios
a jiisfacuriosi 11 le publica, aiaixotranspualicamos
da-t'''''le 1 d 1 correte o Breve dirigido por sua
saatidade Pi 1 IX. ao Sr. bispo desta diocese, a pro-
posito da que-ti religiosa que actualinente a to-
das se 'iam mto pr<'iiecupa.
PI iX, l'AI'A.
Veneravel irmx salido a bancao apostlica.
Com sjoabi 1 xacei bosse noeaai mogn o que nos
V 17. ses apirea do virus inw.oiwo, por lii do tal
aorta derramado que at s proprias iroiainlades
religiosas t un invadido e algmnas dellas comple-
amonto coirompido ; nio podoinos, lodavia ddxar
de louvara cenfianca coui que deposita.-les em
nosso eOracao a dor pungente que por esse moti-
vo experim'ii'.ais, hem como o zdo com que pro-
curases e anda procuris obviar a lao grande
mal. E' essa peste anga, e a seu lempo i foi
pretoadn pela igreja o denunciada, ainda que
se.n fiwt > algnoq aos povoa e aos seus imperan-
tes, que p ir cansa dola ooraiam perigo. Ja dea-
de o anuo de 172S, Clemente XII, de veoenuida
o"inoria, lasdmOn, cm sua Eneyclica In tiMf-
mmtli do W de abril progredissem por (oda a
parle algtimas sociedades, vulgarmente chamadas
I fr/uteo macona, as qnaes humis deudas
. av- religidds e-ooits, conteatando-se com fomonti-
dtapiiueno de honeslidade, culligara-se-em-es-
iviti o issoornta alliau.a de?endo-se empregar
Md.i a vigilane < para que soinertiante geu'io,
ipanes Wroes, nao arromlram as inH'las d casa, e.
.< 111 uioira de B*p03as, na teatem estrai?:u' a v-
nlu, 1: prohibi taes convimtienlo, qualqner qne
to fiel delles se afastasse, son a pona *: esearamiiubi
ni'uiyuli ipw.fMto, sem mais doctorando algu-
ma, da ipial njo possa ser ausp-tvjdq, seB.o pe
romano pontitic,-3alvo em activo 4o roerte.
Essa constitaicao Bento XIV, eu suacesso;
depois uiserio-a4nais-niplaiLi>oa(o.oxp(icdu--cn;
sua Eneyclica ,iY\ de l 1751, eonJirmandfl.is penas e decretos estatuidos
n*lo sou predeoessof. NTw oltstaaSe,' essa irapia"
sijciedade, dividid a varias sertas, liversamente
danoiHina!as, unidas p...reiu pela iBesraa iuiq ia
maldado, foi sempro resropita .occiiKaraente,. al^
que largamente pnnagada, e sobremodo aug*n-
tadas as siuis for.-as, relientaadq de seus anuos,
pode patenUar-se e uw-itrAr aos bojao#s aasisa-fis,
com .juanu j-azao fura tndem nada |olas.aialaias
de Israel. .,
Tornou. se, pois, .pa|(e palos sous <:atljecis-
mos, sua.s constitiiicqes. e suas obras qaa pro-
posito seu acabar com a wligio eatnouea ; e por
isso mvor guerra cadeica apostlica, cenlro da
unida de; derrtbar toda a autoridade humana,
consti'uir o himem autnomo, iodependenle de
qualquerlei, desiiado da Uao; *inulo de fcimi-
n, e traicamenloscran de*aa.w fiiadt*. Bia
revelaram este, satnico espirito da soda as ru.
culentag/evolncoes da Franca que, no i'rm da b-
ralo pausado, abalaram o muod intfeiro e maa.
festaram como ine*ita*el completa disaalueoda
sociedide liumana, un nio fotsem onfraquecidaa
asdiiecas oV;ia tivrm|iia peia.
Pelo iiue Pi VII, de santa memdflra, fcom a
saa enryrlica -Ecclenit, espedida td-de-.e^
tembn de 1821, nao s tornon evidente ano-ollni
!' todos a ndole, a malicia, o perigo do taes so.
cieddes, como itA reiteroo., com maior grvida*
de, a oondemnaco a as ponas espiritpaejy contra^
s membros dellas, comminadas pe -8. eus anle--J
ceosoros. Tudo isto Coi depois eonftrmado. }*por-
Leao XII do fetfe memoria, nngaslatraipd*i
toiieas Quo gramora, de 13 Ae maro ii IStL
j por nos mesrao na ncyelica- Qui piar&ks; Si
Odenoygmbrodoil-ift ^ ~ yfj't Wr Dareeom d,ao^niteip/e vK****.^ piv>
yaav., dop-iis, de Oo.rapejdja deanM4*dDt>re d.vtrsas proposUs para socios elTeclivos.-. M do
igrofa, UKHuJog ale. gwivismma! saaae5oa,i'i Somma 21:.o83SlGO-
.llcrcai fui siirprebondido por um monibro aa,asSQCiaca/j
Amv Be.w/ifeiicm"dos Tulliqfores, u Limador
eseravo, na ncfsjo em que este iirochrava ven-
der umpso d carne com inoa libra de difieren-
l.evada a oecuireuela aoenruVcimonto do ros-
p"tivo li-caJ, lfix-Biou rslt a prisiio do delin-
queulo, vi-io seu ?enfu*r ler-.s negado sali-fa-
iao da multa ciu^iue inc^rnia -ou eseravo pela
fraude que ti-ntam praticar.
Cailaver. Iiontein pola martba appareceu
encalludj na rulise; do. vajwr Qeijmii, ancorado
no caes da rnmpanhia pernambucana, o cadver
de um hfim<*m m C6r 'parda," o (i.il om Virtude
dos competentes examci e ave.gHac^oes, reeontie-
oeu-so ser o do um tal Manee) Gomos.
Verillcou-sc pela autop-ia hav r elle snccwubi-
do a golpes recobidos no craoeo, u que faz sup-
por um aiiina. quo o ass.-tssinaram a depois lan-
caram-llie mtadvoY ao rio.
E d'- esperar que a poiioia nao pmjpo esforco*
111 milito ile c'negar a.iwndado do.faoUi..
.!<-:. A quo se aolia a venda a 37.", a
beneficio da nova igrnja do Nossa Senhora da Pe-
nha. quo corra no dia 8.
Clisa le (teleucao. Movimento do dii.
2 do. julao do 1873:
xistiam presos :GI, entraram 2, sabirjm 2,
ixistem 361. A saber .
Racionaos Jif, miilliere tf, estraugeiros '.
pwravos 55, eacravaa II.Total 36L
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 2K.'i.
Movimento da enferman* do da de julho
ilo 1873.
Ti vera m baixa : 1
Mauoel Benio-Werreira d* Silva,
Man 10I, eseravo dt Luiz Gunoalves da Sdva. *
Jo.uina. escrava de Joaquim Jos de Sania Auna.
Tivcram alia-:
Soraliin lie/erra dos S:iiit-j.
Joapiim Alces doiUiveira.
Andr, eseravo. sentenciado.
Joaquim, eseravo do visconde de Suassuna.
Pedro, eaeravo do Joaquim Virgolmo de Andrade.
as mes
Antn
a da
cas notat
ti cao a
o PAUS
PeticSes
Ma
so
junto os termos do decre-
to-. h;m
Iho o Damio Pe-
a procuraejio para
do,contralo da firma
CSrvafho 4 Santos. -BoglWc ste, na Porma do de-
cretq u. i,.'):!l, nao lislaolo a.duvida da seoreja-
ri,i, visto como estando sellados imo os exetrf-
plares do guncaq anu.xo, nao se tofua precisa 0
cumprimenlo 'o i-t. i.Jj 7." do decreto h.' 4,0S.
Suiimario contra o cpirator llenrique Guilber-
4 me Stepple, para impor-se-lbc as penas do art. 18
dqdtcieto n. 806,-Adiado.
N;ida inais ha vendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conselbeiro presidente cncerroa a sessSo ao meio
dia.
i-
CAiMARAMNICPAL
SSSMO EXTKAOftINoHlA AOS Jo K JIMIO
L-K 187.
PRf KIDFNCrA D) 8Ri nflo K AuHJonunou*.
Ao meto dia presentes os 9rs. presidcmio Rogo
de AHinquerqoe c vereadores Gameiro, Loyo J-
nior, Nc.tr, Theodom Silva, Reg Barros, nw-
za Le.o, Cunha Guimaraes e r. BSUfiS*, loi afear-
ta a sesso, lida e approVAda a acta da antecc-
dente
Leuse o segnirrte
kxpeiiiknte :
Um ollcio do Exm. presidente desta provincia,
pedindo a esta cmara uue informe qual o local
mais conveniente para a construccao do maladou-
ro publico, e nanlos logradonros convm crear-
se e as loralidades para os meamos.--Remetan'
se commisso do maiadouro.
Outr.i do terreiro supplente, do snbstituto d.
feitos da fazend.i data 16 de 11 do corrento, eoi
mullicando ter deixado na mesmo data o respec-
tiva exercicio, por telo assumido o substiiuto.
lnl''irada.
Outro do juiz de paz da fn-guezia do Poco da
Panuira, commuhirando que a 7 do crreme a*-
suinio o xorcicio daquelle c rgo em toda a fre
guezia, por ter sido exiinclo o segundo districto de
paz. nteirada.
Outro do advogado desta cmara, reimHtendn 'a
retacan, que Ihe'ioi cxigraii, das suas cansas cm
an lamento. InteiraoSi.
Onti-o do oiigenlioiro desla cmara, remetiendo,
segundo mis foi exigido a planta da capella em
construccao ra do Capitao Lima-em S.mtn
Amaro.An [irocurador da enmara.
lulorma.ao do mnslno engenheiri sobre a peti-
eo de Aristidos Durnlo Cmeiro da Cunha ta-
ma.-rA Comniisso de cdilicacao.
orflcii do procurador, fatendo remessa da rea-'
Sao das mullas impostas pelos IHcaes no prfido.
eoorrido de 19 a 25 do crranle. nteirada.
Oulros dos liseaes do S. Pr. Pedro Goncalves do
Recife S. os Foram
m pagos,
Ofllcis I
Da prcsl
mpreza i
*
J.800.
Da mam
necea, a
"*"Da mesma, a
1914952.
I
,iWi.WHT**'*#la fnivljop em ponto* ee<-
los nos h.iiiros do H.'Cife o Sanio Aelniio. 1
fi'>r.emiw'n>ai< |ieyaliqenle aifdisc^.
."i.uj adiamos U'J^ajjfajaikiL' {ooai provl-u-
cia5 inuilo lc-. .nielar os inler> ss".
de que-falhimb*,''g^artindo* &)bre tbdo a renda
da provincia.
rio, com a
iportaucia
folba da
de.....
Bo oiusmo; cun a "fitha das 'tflarl,TS'~n pnlrSo c
remadores do escaler daquella repartirlo na im-
portaola de VjO000.
nequeriuiqnio de Luiz Clomealuo Cu-ueiro do
UJr3
Secrekiria da Ibosourarja de uzeada dj-Per-
nambuco, 3 do julho do 1873.
. >, Q fWEFifc da |8Wb
Jesuiivj nnrignes Cirdn).
Sltlrtties to ^1110 Httncni fp l*"r-
imumiu0, >iu Ii|ii)iat;iiii. mis
30 lo jmilio de tHI.
ACTIVO.
Letras pivtsladas.....I^;39#j07tf
Dspozas goracs......10:7W ^26
.......I6:e83:J0
Caixa
l'.USSFVO.
Capil.il.........
Fundo de reserva.....
Mansas fallidas caigo do Banco.
Dividendos.,.......
Lucos e pedas......
S. E. e O.
i:;;;.:;::; ,0%
MfcWWB
iili:iiiV(!i
H.X4787
HlUitiH
7:34U7I9
r5:3l.)*89tl
kU8UC*CPE$
4 REUMA
O ccciii'Mi cenia.
Desojramos ver expoda nos termos di direilo
{ileJure c<>uslttUKii'l nossa log^sia-n) ( ilcjitre constitua 1 a voidadei-
ra e sa duirna-do recurso cora.
K exposilj/) da firma de inlnp.isioao, casos,
1 'RKUMG.l JUINrMlafJL
Tribiiaal d couiuicrcio.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 30 DE
JUiNHO bfi IS73.
enBSioEwt.v do yx%. sr. c ankiiuna anski.jio
raamnav i'shstti.
As 10 Iwras da tnaiiim, pieseotos os Srs. de-
utados, secretario Olinto Bastos, Candido Alooto-
rado e supplenlef i Leitio e i'ereira Casco,
S. Exc. o Sr. eanstilheiiv presidouto dei-laroii
ab?rla a sessao.
Foi I ida e approva'la a acia da precedcnle
sessa.
EXPKD1&NT.
Offleio do presidente e secretario da junta.dos
oonolons. remetiendo o holelim das cota.oes
olliciaes da semana de 3 a 8. Para o archivo.
Jomaos olliciaes de us. 13C a 142.Para o ar-
chivo.
Livro da registro da correspondencia ofloial
regularmente eseripturado at o 11. 101.
DESPACHOS.
Requorimeotos :
De Jos Martiuiano da Silva, eeilidio da 110-
meacaa de seu ciixciro Antoni.i Jlarliniano da
Silva. -Dse a e-rlidio rotiuerida.
De Joaquim de Souza Maia, Victorino Jos Pe-
reir de Atirou o Manuel de -Oiivelra Maia, apre-
seniandj a registro o seu contrato social em
tommandlta.-Vista ao Sr. dasembargador liso.il
De Wiiliam Gorge Pennoly, ubmetteado a pro-
curaQo junta, aliin dv sec registrada.Regis-
tre-so.
De Jos dos Sanios Oliveira, para dar-se baixa
no registro n. 3,0^8 da nomeaco de seu ex-cai-
xeiro, por lT-sa dospodidx Na forma roquo-
rid:u
(Nao Dton o Sr. Oliirto.Bastos, que na qualida-
de de seeretar#i. foi substituido pelo Sr. depuujo
Candido AlwTerHdo.)
Do mesmo Santos Olivara, trazendo a registro
a Bi-aieayao de aixejro que dena a Jos Dionvsio
endo a rela^ao da? multas impostas as suas res-
pectivas fregnezias no |"Todo decorrido de 403
23 do oorrente; o prtrnHro na imnortnncia de kli ;
o sogunlo de 139j e n tercelro de 324.
Outro do fioal da Boa-Vista, declarando que do
10 a tX nio foi lavrado tormo algum de Inrracfao
naquella fregaezia.nteirada.
Informara do fiscal de Santo Antonio, sobre a
petiejio de Claudio Jos de, Araujo. Manduu-.'e
passar a licon;.i requerida.
O Sr. verealor Nevos roqnoreu que fosse cum-
prido o art. 35 do tit. 2o da lei do 1* do oulubro
de 1828. Foi nnanimente approvado.
Tambcm foi unaiiiiuonte approvadq outro do
mesmo vercador, para .,ue as liseaes fornecessem
no priiiM|iio de cada moz commissao de policia
una relaco de todos os individuos que tivessem
sido multados no mez anterior.
O Sr. vereador Loyo Jnior roquereu adiamen-
to da votar.io para nomeaco do advogado desla
camar 1. Foi approvado, votando a favor os Srs.
Gameiro, Cunha Guiuaros. N ve-, Moseoso e
SwiMto inquestionaTcIracnte um podorosssiino
e'ehwico de progres^.,em contar qne>racmen-
te NOjMosa a rapidez toat que se exoii*iMo
os trabaios teobnicos, imrao4^a;ie alias fr.m
nlarcad.i 5 anona. .,
r>e*du -j feiici'ianns os acasos ,c xnprovhtoianns*
pelov*JW>di,w> pon que fe- vai abrir para Ptr-
aambuco. e *m geral dirigimaf simaos.paraliertt
fodos 6< Habitadores do Brasil .pelas juapreciaveai
vanlagens que ies troraoi a novo meio doeommu-
ofcacao rapidis-ia (|uoise lima trerace paca luios
os RenmvjS de traasacedes. .
Ctm^r^ss li{tcrrr. Hontem ( 3 d-
corrnie 1 ceunio-so esta socedade, sob a presio
deni-d-$r.-Cliaves Jnior.
Sendo lid, afmnxvada.laotf da sessaoBi*!.
Je Souza. Sim, nao tendo porm o supplicauo
provado sor brasileiro, com dise, o caixeiro
noiiieado.
(Nao. volou o Sr. O i uto .Bastos, que na.oonfor-
iiuda le mona foi substituido .pe!u Sr. Aleofo
rado.i
Da Anlero deMespia, podindi a registrada
nomeaco do sen cairo Francisoo ItPpOA Furto-
do.Soja registrada a nomeaco junta pelo sup-
pl.cant, o allega, 0 caixeiro uomoado.
De Gungeij do Aimmil-.i C^ ragisi. da nomca-
5 Ki.de caixeir.os, a qualjonlam^-Oimn pedem os
suppiienntes, tpie nao provanmiaomo. dizem, que
sao lirnsilero$-oscaisiroanoineadosv.
(Nao votou c Se. depulado Pedro Cascan.)
De J.js Allluno^ tiamingues de Figueirodn,
lambom soboian^o seja rgisicad a uouu;afao do
seu caixeiro Jos Jauario da Silva Santos! De-
dbrido, ^sendoi^piei 'ttuppliiftme no ppotou ser
buasileiro, como.diseiv aiieiro: onwad
De Moraes & Briio, sujeilaaao.ajiouleafAaslj
seu caixeiro Jofw Foancisco- doi-gaulws,Loian
i-eyuofcfli. ,
Do Vianm* Casia ^^t ftcui. sentido
npianto a do seu caixeiro Fabio Marinlw Pao*
Barrlo. Seja iicgjstrada, a nmpoafi'iu junto pelas
suplicantes, quu- liBiilaramri..' a dizer. mas- nao
pr.rvaram ser l>rasilirn.-o iUixeiso nonieaUtj.
- 'Da BJianeisnaJ/ertra^imeila, aai*ao igual
pedido imaolua nom,ea^a>de-eajxeironpionUf*
mar te-HeJio-. CaiiiaiQ^IVifiaU'<:ii.a aomaa^o/
aaraseiiia<.t.namtnMinlquftnao prtrou eoc
Souza Leao, e contra os Srs. ft-go Barros o Tbeo-
doro Silva.
0 Sr. Gameiro fczo'segunte requerimento para
que fosse inserido na ac-a :
Tmdo esta cmara, no exercicin legitimo de
suas attribuicfics, ordenado ao administra lor do
eeiniterio publico desia ridade que nio euuiprig-
se, ordem alguma directamente do Exm. diocesano,
relativa a mesmo cemiterio, c isloem consequeu-
cia de ter o 111 .-sino diocesano dado instrureoes aa
respectivo capellao concoruentes inhumaco dos
cadveres, e sendo esta rosolucao d.i cmara, to-
mada em sessao de 28 de mato do corrente anno,
levada ao con'iecimento do Exm. presidente desta
provincia, o qual em otnVio de 27 de abril proxi
mo ido, mandn qm esta cmara se abstivesse de
assim proceder e eassasso aquella ordem, resul-
tando de tudo isso, segundo nie parece, urna of-
fensa esta cmara no exercicio de um direilo
seu, nao con tamente a sous empregados. em cujo raso se acha
o capellao do referido cciiiilerfo que de nomea-
co da cmara, por eujos cofres pago de setis
ordenados, alm do que a fisoalisavao, Inspecijao
e diroci;ao do cemiterio est a cargo desta cama
ra, requeiro que se dirija neste sentido urna con-
sulla ao Exm. mini-tro do imperio, ali 11 de que
sirva a sua decisto de goverm para esta cmara,
se alias nao-se entender melhor iuterpor recurso
legal para quem competir dessa decisao do Exm.
presidente, mandando-se neste ultimo caso ao ad
vogado para interpo-lo nos tenns da le.
Paoo da cmara municipal do Recife, 23 de
junho de 1873.Assignado. Jos Mariu Freir
Gameiro.
Foi rejeitado o requerimento, votando contra os
Srs. Loyo Jnior, Ne .-es, Tneodoro Silva, Rogo Bar-
ros e Souza Leao, e a favor os Srs. Cunha Gui-
martes e Dr. Moseoso.
Sobre a peticao de Joio Baptista Simos, pedm-
do licenca para conservar provisoriamente A sua
pequea oftlcina de ferreiro ra da Ponte Vc-
lha>n. 10, requereu o Sr. vereador Noves que se
eoncodesseao peticionario o praro de um anno pa-
ra deatro delle mudar a sua olOcin?, foi rejeitado
este roquei meuto, votando contra a concesso do
qualqiier prazo os Srs. CBha Guimaraes e Dr.
Moseoso; oSr. Gameiro votou pela licenca, po-
rm, restringindo o prazo a tros mezes ; aliual foi
ooucedida a licenca pedida sement por seis me-
zes mprorogaveis," votando a favor os Srs. verea-
dores Neves. Loyo Jnior, Theodoro Silva, Reg
Barros c Sina Leao; votando anula contra os
Srs. Dr. Moseoso o Cunha Guimaraes.
O 9r. Dr. Moseoso requeren e foi approvado o
segujnte : que se declatasse ria jeta lervotado
contra o requerimento que permttte a continna-
cao de nma tenda de ferreiro na ra da- Ponle Ve-
ina, porque contra as posturas mnnidpaes, e
alm disso considerado peta m?pece*o da saude
publica como estabelecimento contrario e incom-
modo saude.
P6i approVado o requerimento do Sr. vereador
Gameiro, para arle se nanasse proceder a una
vesTria no sobrad amarello a rna da Imperatriz
0111 frente a nifrii'da Bda-Vista, esquina da roa
do Hospicio.
Pb'adjido o despacho peti;ao do bucharel
Luiz Bmydio Brgus Vitrma, ffereeen*>se
wta cmara pa/a eonarregar-sfrgrarujtqntenie-das
suas causasum andamento-, emquatrto ho -ae
Ujifis pro
voravid a esta 011 aiiuella caia.
Quanto a nos, entendemos, que interppslo o rc-
rhro por qu'aesduer motivos nu razGct que alle-
gue a paito rocureule, auturida lo que recebe o
recurso cabo capitula lo para s sous devidos ef-
feitos no co npeloiite caso, do .1 -confo com o de-
rolo n. L9U do 28 de DMrcjl de 1857.
Assim para valer-nos de um exomplo real dire-
mos :
\ trmandjido do Saptissiiuo Sacramealo da fre
guezia de Santo Antonio desta cidado interpoz o
seu recurso, allegando que a decisao do diocesano
(pie a mtruTssora iiiiportava nao s u;na usurpa
V'it;Cw di jiirisdiirao e p^der taupjr.i'. (% I do do
trulo citado), eoiuo laiiibe/n violencia notoria no
fxercicio Miurisiptcdo e aoser espiritual ele
vm .
E_ evidente para nos que assim como o presi-
dente da provincia p > loria doixai de resaber o re-
curso, easo nao :eubesse olio nos lermoi da le,
com niaioriade razao proe-dia muitJ logalmeuto
como o Tez, considorajido-o capitulado someule no
art. |'| 3 do decreto citado; e com o elfeiio con-
sequente de recebimentu no encito devolutivo,
como preceilua o art. 12.
Os principios geraes regulad .ros do pracesso
domnalo toda a jurisprudencia e Icgisla.ao.
AO juiz a so ihJei'|io"e um recurso, c impotente para decre-
tar se o recebe 110 etleit 1 suspensivo ou devolu-
tivo.
E* por isso que nao acbainis seno pruro do
censurar a lodo transe ao actual presidente da
provincia quando assim se ex, lime o bfgao da op-
posio.ao :
CAUtELA og MAIS K oaUUEN :ia M a .nos.Na
consulta da stecao do conselbo de oslado lo se:
Finalniento lera a seccao de notar noala Ua
invostigago preliminar, que o presidente da pro-
vfncia pola delibragjj do (3 do marco receben lo-
do o racurso.so no bTeitg devolutivo, qumdo no
nrl. 12 do dirref) n. 1.91 de 867 diz-sc positiva-
mente i/ue elle suspended sempre quo se nter-
pde na j.ypotliese do 11" do aa. L, a saber po"-
usuriiayao da jurisdiccao e poder temporal, caso
em que o present recurso foi lambem capitlalo
pela recurrente e polo desembargador procurador
da coroa. o
I^ta li.-ao que recebe o aliasaJo jurisconsulto,
que nos govenia, diz-nos lambem que S. Exc. par
tercaotella de mais ou calculado, levou a popu-
laban ao desespero, e por prudencia do monos quiz
abafar-lhe os brios a fio de espada.
Ao passo que o Sr. Lucena, recebe o recurso da
irmandade someule no efTeito devolutivo, despaba
as justas ivclamacoes do povo uo effeito suspensi-
vo e. ayyressivo.
Ora, na decisao do govaruo imperial nio trans-
panve a mais leve sombra de desapprovacao
ao ao o alias jurdico do Sr. Pereira de Lucena ;
e por outro lado visto que o tracto que aPror/ii-
tia aproveila do parecer ao consemo de estado .
inoraiooiite doutrinario, vem como simples razo
de ordoin, e esse modo de aprociacao livre e di-
gna daquelle egregio conseliio que militas vezes
lem.necessidade de fazor reparos e censuras s
proprias leis constituidas e vigentes.
No quo disse entretanto o conselbo nao vai por
nenouin modo deefavor censura, ou a mais ligei-
ra desconliamp ios crditos, illu.strai.ao c criterio
do digno delegad., do goveruo iniperiil.
Baslam essas palavras para darom a devida si-
gnificaran ao aJi 'do da, provincia, e ao uiesiuu
tenido robtaboJecer cid Anturtim a sa e verdadeira
doutrina do recurso du corda em casos deuti-
cos,
Outros a podero desenvolver, mas restar soui-
pre a mesma verdade que niio pode doixar de ser
urna so.
ff.
*o da I -i 11.
icta e indis-
r. clamos da
'ido- o en a
de modo pa-
ne r,od
1 sia! e-
eccao m
9
\ agi'icaiEiiira, a coiuiMercio
O fi.MCO.
LEIS SOBttE O ALGODAO, SEUS KNDAMESTOS
OL MOTIVOS, OBJECTO, Fl.NS E .-tlOS DE
EXE<:i-g\o.
II
J aiireciamos no artigo anterior os fundamen-
tos ou motivos irrerusaveis que dictaram as lels-
sobre o algodao, destinadas a prologorem os tri-
piieos inleresses da agricultura, oomraercio o lisco
\izemolas agora no seu objecto sobre o qual
aiis antecipamos ideas.
As fraudes e abusos mtrodusidos em larga o
entelante escala no eomeiorcio du algodao d.-sper
Idu. em u issos Wgtsiadores o poasauento de acu
direm com providencias enrgicas e acertadas aos
redamos que laeessantemenle Ihe t"azia:n, agricul
torc, commorciantes e a |)ropria {meada provm-r
oiaj.
Eslatujram ento leis anteriores, areac31 11
urna fparticao e.capatazia destinadas nspeoco 1,
olassilicarao e peao do algodao que v$s$e a> rncif-
car-
eno
dente.
1
ApproniddB
wm
btasiieiro, .orno allega, o raixoim-nanMiid* L f oi uaWerida
De Jos Mara Pejslan, tgmna de leloes, pe-
^} ^,s awM ii touea.ma-iTmnrf4a.aai dps Batos. Mandbu-se a
e, dandT-st' i facaldade de doiaC emsou In- y-piit ifhnimimifiaatrii
, 1. g, rs>-a.-u iil6a.-iiacidiip Wimwaaaa^aUat, u&r. l.'iseei'dterio da.fcoototib JT";" "-[-.""" *"*-- :i-**-*-TTnrl>T.iitJi iMTtmmmli.
vimos com toda ckirosa q\t j uspec,,ai me
obrigmoria naoi importa va uma relriucjjo. 5
i pvre oohcpr/encia. e acres'oat,iromos,.agqra,
.epionerado. : 1/ l. rrque a repar.ticio ou & capalasia os esecujaw l.y1? 1 hiU '''' '''.. ._??e.rl*9**
do n mea do os requisitos nljmtmpaiamti
decreto n. Som^uwaiado observar nesia
JOJSMii n t'.,i' 1. i '-.A p ica pelo de reimTai-lTHfc < l. ,. co | l
de maiiimsudijs. os. aelo dessas imnat sotiona-; tapri;rm;ta:piuaam.efcmi*o.^AVecjmBiie. n )o Thomaz deofetattmo flmaoaao* '
Ji^LjSr5.r':v,ar,a",J0S YorJader }te.nt0i stt^rmpoiiiiva. 'awjq,... .,.r... jnL^t^rhnMWJoAespZto
aMtmuli&, depiis das desordens, calamidades a Imlm'aSento o.Sr\..Jmraira fe a*raib(i e 2 do etHTeale
iHanmem^-enrNilkinis perptralas pe r eHas em (ellmMtt em falta diatam3tUamm>-r^&ih
ioda a porto, d de qw^n^i^e m^ralo Ah-ma-a-irtom reaptntaafti^dMadoT
mente glon.nn so em oscriptos pblicos; pori a0 8rilldreii-a Alves requarisiaaq smaotterHila
oerto que nonhuma desnuina o^taomia apimroiViyi ""'"*ffl,i r iirr" ijiprnaamn t" uimJLtu
aga&Bea que Ibes sao filiados. Todava, couside- passa-se i discuss o da tese obre a mentira em
m,
OppOUjaO SIUVMM.iKM
dojeorronte. Adia>h>jJ ac>peimiiaotf>d
Olfito Basto?, quatermijUBlamaittejm. dO
JlaKftrreia Ra moa, pedindo .Maidita
te achar 011 nao registr.vla* awBeafao de seus
quan
que
lento*
aos
m.
vouci
Jte,"1eii unir
sohrerir muiiv
locmieuto da n
140 riMilialpva.
Coifiou par Um ossemMcaao Wi' do arbitr-
da presidencia oxcular ou nao a lei neam parle.
Tal vez mesmo fosse urna conco-sa 1 faisa opi-
uiao que j se cncapou com o bem pn'dico ou m>
toreases do ronnaereo.
. 'liinseglliiilemenle A fra <1. .tiivi.l-, ,|n. a .l.jrfc,
to da lei siiiiplesmouto eslebeleeer que o al|,odv#
viudo ao morcado desla praca seja |ieudo por
..o.-.11 oflereca condiedes de idoaoidade 1 a| a la
ulheuic.ir esse servigo, lomando^ una verdaif
real para o negociante, o agricultor, oque sim
ao mesmo lempo de ha-e a arrecadaeio dos iu pon-
los provinoiao dovilos pela RporUcio de-so t''-
aero.
E" singular p>ranlo q.i essas lab .-,'jam ..'.... a-
d*% desHmlwcidiis na omw eonvomcneias. -dij-
tr.diidas as vista do legislador oda adiuiii-lraio
para nco'ivenienles qW a) f|T|fcfti Jt liiu-
_ Suppflem malvolamente que Jnas sitiac/ws p"-
Klicas diii'oieuies baj^u vwndo cstat. io> par..
vorecer iuleresaes individuaes.
I.' oerto porein e inooiilestuvel que se esse tul)
secundario foi mirado, milito boas o as b-is, poi-
que att.m lem de modo elfioaz ao nlerosse puldic'.
loado o principal o do fisco.
ElVoelivainenle e fura Je propirsilo qiv: a faz n-
da provincial arreeade a sua leuda sobro p st(o-
dio sem uma base certa poripie o fttm ar.uai i:
falseado a mor parle das vezos logo que o aigclo
choga ao nter ado.
Admitta-se porem par hfpMiMM me tuJoquji-
l diz respeo as fraudes eoiiilHtUidas im cmif-
inerrio da algodao Meato, e quo ma pan fal-
so do modo mais regular o escrupul saiiienle fiel.
dundo sempre um resultado real o exacto.
Ainda assim os inleresses da provincia miaa
ile. sua fazonda nao wdom repensar ir.ioquittos
scibre nina mera pivsuinpe.io qiH' pode onfo!-rir
iristes realidades fraudes e aMma
Inleresses econoliicos lao mfomdOBMntC id-
eados polos antigoinmas das citadas lis. aaaaw--
Ibam provincia e sua fazenda a exirucao c+
providencias votadas.
O mais venerando respcilo liberdade de cu.n-
Dtoreio lias nem de ISve oiloinlhla. nao piVle m>
pedir que se rngulainimie do modo mais provciio-
fO a a, iee-ul.iea 1 de uipo-tos ibnidos
Sao clares os intuitos, ou lins da lei.
E' ?l irnzorio que se descoiiher.i in I pea
pilblieos as legiliiiias atlriboici s i!e voi.ii- e cv-
cuiar leis roprossivas da framle que prejud .1
ilein de cerlas rtassea prouria fanmda pu-
blica.
Na conseeuco dos^e dosidnralum talla-sea lod
proposito fin resinera > a libordadedo commercio,
ostorvos a al en monopolio !
Ha ah minia ignorancia ou ma K, e Bem urna
il< 111 oulra poden 1 .litar os pinicipios quo dovem-
rcgular a poltica daadministracjj 1.
Quem livor nao as noroes, mais rudimeiitaos ,\
sciencia, mas mu dioriOnaMa ino so oonvaaaa
r que nao pode haver inmiopolio creado fci-fc
leis citadas, salv. so o monopolio anida na lifai-
Ib-ardo mais enieusa, nao no coinmcrrio a rrs-
trieao da concurrencia.
Em que restringir a disposicao dOMM leba la-
cnl lado ru liberdade de compra o veii'la do l-
godao *
E' visto quo em eor.sa alguma.
Algum e-torvo *m embarazo allingir essa e.'
ruerida libenlaito r
Nunca foi isso demonstrado.
Mais adianle eiiluoanlo osclarecerenn aiada
esses pontos, quando nos ocrnpartno* dos n*
pr.iticos do executar as lois du algodao.
Os seus lins sao patentes o de vantageus irre-
cusaves.
Le-anla-se una falsa ol>jocc.ae que consiste 1 in
aehar repugnante posar lodos os productos com o algodao veeiu ao nosso merrado.
Mas como essa n'mgnnnei.-i tica sem denv h -
Ir;', i-a -i ai-oitavol, diiom is ap-nas : oerto que as
leiss inandain pesar o algodao, mas pola razao
omito simples do Ser o commereio desso genen.<
que se pre-ta a fraudes e abusos contestad is de-
do muiUi.
N;o seria de modo algum repugnante que .a*
leis abraugessem lo los os oulms producios auia
exporla;ao osla snieila a impatos, se tundo o pc-<
e W as ini'sui'is leis nao os compreheuderam por
aquella razao peculiar ao commivio ik) algo-
dao.
Ninguom ousar negar que m lodos os pa.xu*
que vi vem sob o regimem da mais livre concurren-
cia, s alian logas o o lisco receben!, depoiuim y
detem as meicadorias. demorando-as o ten po mv
eessario para ins|>eccion'.r a sna qualdade e wri
ii-ai a sua quantidaiieo |ieso que dovem serv.r
de baso para a arrecadacau dos diroitos ou impos-
to.' duaneiros.
Esse facto, cuja legalidade ninguem atacari.
porque renreseuta um ervico iscal lao necesa-
rio ao estado como o imposto, que de outro- mulo
se nao arrecadaria, esse meto, diremos, que se
passa todos os dias debaivo dos aoosoa etoi s g
nosso paiz, em nossa provincia, na alianza
desta cidade.
Se os pudores geraes confiantes noa conlribuin-
les, cijlendesse que se estorvava a livre concurren-
cia com lal sysletr.a de arrecadacao e o aboli quo Qcaria reduzida a renda geral do imperio f
l'udo isso e justamente applicavel a nossa rena
provincial, que cada dia se torna mais escasea para
satisfazer aos numorosos encargos e servico* q"
sobro ella pesam.
:iao ser isso de toda ponto procedente ?
Nao ha noga-lo.
A sonda que escasseia, que se rediiz, que te ca, comprometiendo os recursos financeiros la
provincia nao pode lor a sua arrecadacao depen-
dente1 desuppost is e mal entendidos interesse*.
As leis em quesLo nao offenlem nem de levo
a livre euiicuneueia, e ao pasno mo giranUmme-
lhor a fiscalisago e Cobranoa do Maaata isej-
landoos dos habis manejos da fraudw auxiliada
pelo iieso falseado do commereio do algodao.
Poder parecer excntrico qoe apreciando mis
as te'is sobre o algodao insistamos acerca de seu
objecto ; mas ha urna razao plausivo! para rus un
pivceler-mcs.
O objecto dessas leis claro e deprebende-se logo
de -11a simples leitura,mas me menos eertoquoae
toiii procurado tanto mistificadas c obscurece-lar,
emprestando-me lins c vistas de que nio cogitaran!
os seus autores, que nao eseusamo-nos de apre-
oia-ias por todas as suas faces do modo mais claJ
ro e positivo.
Os que sao nteressados na sua inexeoucao quo
donjonstrem a improcedencia nos seos motivos, a
miatilidadu ou inconveniencia de seu objoeto e
iin- o as dtliculdades e desastrts ou metan eo-
lorvos concurrencia que acarretar a sna eno-
ou.o.
11 ojo tora de toda a duvida que ao menos um.
lercd dos impots de exporiaco-tirado 'atonda
provincial por contrabando, oirtro peta dillOMne
no puso, restando rim terc.0 que- vai. para bs.an
fre-.
Imagine-se quanto nio le.m perdido 0 fazenda
provincia,! eui uma simacAo fiaanceira d ida
grande numero de aiidoS i
, A lei reprime, e extingue o abusoe defrauda;*.
E natural qoe lonha antagonistas, oue amda,
quau lo nao expb rom a mina, prot>jem os que n
lizom.
Apresetitae como eseaaloHio a omcM4o-da
^uetooae.
assimiaiamos .a o-
araiisio aa.FraaemmJgaacia cp, r^lar^i, ^i{.fimpi^fatmm- W? XTlS^mZ^ZP*
Pewira, pqdindupara laaer,urna., pamoca na, liba, tficom- aprpnadaa de Jugar cea*a, e doladas de fI?J"r L^Ltl^'jEP ^51*
contador a petm> de neasoal sullicionte. *n
' 1 totolo peg^io-da-dlftW't,aue. ter gu-
Honotakspaaimaaa aa peliaatt <.-d> imrastdiiiir niailialHlwdawnm,,fe^i^d^^
m ito>itokamudra Joq,'da>.Arjniio. Camilla pl oiai>ra|adts oo-oe-lr'rel'W sol) -puiu de. m o
reir Mendes. Custodio Martin* dootjaeida, flo- ia. deniiseio ou restK)|saJjiljilad..
mu
tanoe.i?aBrmra.- Hamalao Jos da FoaaaeM
um. dt PotosT^'firuo de.tleii. Prederieu
^fiMtroiiiwa.bo. J^mckec/ Qfritmo 4* Jjvpa,
anto. Ju!j ; --'^SSIfS? Ul"**fc*:'"M
"ia Joaquina tito Ptwr*s n
fclrtr*
M> JeJNmtpu-sc a sestf&f k**ift* t
g, Pedro de lbnqiierflue Autran, secrelipo a
DexemasH poriai. de panto oss ppiitti ^ra.elv-
rar logo a Jei.jit> oreaineoto vigwu (artigo eta
) cm seu objecto.
Ftomrroirtur.a lei qu*sn inor a. HUpeofilo mtttna f&uU-iboa.
itoa parta 4a iiiosicn! eato justrjilla nos
umreaia^rcxiilisamoaejpjm iiao naa-iaslai-t
tiromosj ,...'.
i; I Dispfle igualmente omrttooi|be as leis anterio-
res sero exeeutadas, ctabeJecendo se a.vmtSB4>
tf) do peso obrigatoriamente qos armazons parli-
B' nnr argnmewo ni W-h^%^#oim>a damtf
anos, reafricHms e u U*
Otrta emprezd semelhHm'e', wtife- capitaes pora-
Jouipra ou aluguel de ^eW,
4o $m'
v'

.e tmiAM-o! msi* efflotos Jl
vrzaifiO aW
rer.a.'slWse*
L t3saMaV^**toe|to^tom
nwfto'd*-leji. w-*
zeab-^itmaOr
itoai-''
.-ciJ^S dl%Bi de/IBrt.
^|f#"* *im
______m-cm wBBK ti- oxin



i
-1



fe RfiMn>jM<*> ^A&um^^vdfhMff^M^I.
ti
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nambuco.Tenfo iiudi#_30 Jo iuuho,
dido utbli'"vf)^ffti&l. <* d
cao que eu desfjava razer ao commerc
s#t*o*k> q# Wr 9: sutrstteeratai* -preoftirij
agora .quejuflitBlias^'n e:n quo p
Ifteu conjofloj^jpeijtyntiftmcado, pel
iho, pe*
Rociara j
lercio, a
mm
as
jornal.., -ff
tiii3ha>e| >oitu >tfUfifvu
venerador e criado.
-ilil'JII
carta lumos a alzorque, atojj presento lita,
notrtnrnra coiit'stireiyTxnpawceu "pnbfrea-
co por V. S. M't/jfiT
SOBOi c.i.11 csliuu o i'.)ii-idi'.r.ivai).-Do
V.sfi^tsttenss'S tanofuorflR o criados.
-^e*, ^.i-'Hilhod*' T8T3.
tii : '^i i au
CVas-.
* Mr \>rtaleim-tildejnko4e til-i.
Se julilico precUasac inda devtma priva da
falla de ospirito.de ju-ti.a no Gfuvn, do olile
go cun <|i| y.piJu:|ii|f-4 IsIulreJn.rios, do des'
l>r.'zo. [):iflclJ a oJilil pAaM fastava-llie re-
parar para o slonm profundo que elle guardou
sspaato dos tuuiMkivuis uosotenii sontos ie f ve-
amrlugaT na'(v4aev) da 8. Gonculo, na nuute de
* do-torreuto.
**p Mt'jgouMt sVaa cotia solva*m o vorprattio
sissiOra fnt c) niimgefad'i^tif lber! eapilo Tris -
to B;irro?rrnraM, enntra o qual anda mais mis
desolada viuv" e innocentes urphao, tieam de
bracose oj1r^^iJsJpM*a'oc>,f)''lindo jusli
fiUI|
e.n menas dfc
a 80 rai-
-f#H Mr#W fPin
cra*;io a fuodjcao da capital o WAWtft, n*
#Jembra aba rio
jeial por v das ejlrapas !
a eautiljdadeqa
pWWalo .
iiaiiUaales, lew a
00 asaos u rjpulacj
1 lides.
Para isso os moto a ?mprago.r. ipio, no saber
querer do governo gerai, querendo elle.-podar Xa
cilmento tuda, realisar, adoptando a penda-orn pra-
Ua,e xewoao >*smujl diemgflfi, aforo das rnevas (pie aocrescentaYemoB
hoje na orden segainto :
: Deeretsr os Mdt tfttsjjrlortTunifecap
do noM, Imperial islilitt'aa MARM toorrtn
l>m Pnnrtifr.A
a perfeii-So ds
edificar com
fflftlMroV
fleri brasifrro.
Se por ferm.is nasudo em I80B>rAwa
triSflftn franczes NjiaWlff, o
alRTlMf" ?" :;' )P pauta
lo da U'
dr aifrtfa demora d- ipitnfft
illiidfcWIW e'fldriftcJW'tiitti'a' rfl
M'li.li
ai*diW(l9*ei'bi*to!i, *
I*"'*, twm.) k QiMtt do I
AfM fJiUl >>HlWe4giLi nm.6Ml
no m havenib l,m destunmcrado. esf^ii\i\v,catiM.
rail tap ver os annaes do plrlaiiento^Pi o pretenso c
't(fcva valleiro das anjtfhanfAj!fe/)*ino Jos) de o
D. Pfflro ra a banda.
erando e p* O
nossos di veri
rao sua exa-1imteiMcQ^iw- v\ '. KianrTt- o+> J
os fundos n'ecessarios para dar "W'cw.^uWH|ulimoo im**H *amt\t**r
*um*m
jjfltiuadini-noa.que, se S. U. .1
II e o seu prinwiro eft^heiro o
deroso maivjneg&pfiJj
sosjilanos, prJJel*#i
eucao prxima, e os fun_
principio nos nossos ioMtados projectos, serao vo
.Sabemos p^rreiHinenle que o dtarilo projecta
de esfroitar os lafosd.i nnio brasiltra por meio Je
iiHik^apilaj contnaJ,.a ondar M 14ntWVp de un
de seus principis riy*, o sj. Francisco, e o illus-
U peior de Indo foi a escavana dos ditos de uri
Ttc- O^l
t urd o,
aiiui para nos.
mxhm
om Pernrmb!co.
3.* Becrefar os ftwdos neeesleiffibs dar* a:fatt-
ih'.'o dos i engenlio ccnlr-'ies d fabricat iS-
uear. 4/ Mandad fafer os1 srtdos ^rpifeo? por en-
genheiros do estado jbjm Job das companhias daf
novas obras aoxs6dmr,4s,'
ca rigorosa pelo'isfassiift) ido iflTel* marcos Dia*
ui delirio
Assmj e ^ie ss
3 aoinu jdU iuiprensa a prtica
K'puis, vem o inljlulado orn'"io ber.d, l
au! .ridafle, e
aUogar ainda una voz, ewa aiWMUinada^^in i*e>
raynii, ijse-o seil silaows'era un dtivwr w sf\A
convoaieneia' para com a marcha recolar a ins-
tiga (
Mu dojiropositi k3a d:ssomos al antes d4
h^tihf soWe*se* ant(WmM de ft ijWWIiWH a eoiKhH*a-4o1ftr<'i<', pra qni
in tortura infernal o sileacw aoerea deqttal pn-r
facto, que elle pode por em jugo coutra a actuali
dade.
O resto da imprensa oeennou-so com isso ; falla-
va s o Clrente. Mas wte c^>o, sanio e mu-
do diantc da grana e m ma familia liberal, que
pode, seu salvo, matar e roubar, como aca'ia de
fuer o Trisito Barroso frente de alguns liberaos
bebedores de sangue, na refrida noute, em casa
d i proprio subdelegado, Maiucl Antonio Gar-
ca.
l> trem Midi assalto foi dirigido contra esse ci-
dadlo honrado, intelligente-c pacifico, que por mi-
lagre eacapou sanha dos cambaes, depis de ver
caliir morto perto de si em sua propria casa, sen
compadre Mareos ias com qoem conversavu as 7
horas da noato I
O Exui. presidente e Dr. ehefe depdicia deram
em continente as neeessarias proviilencias. I'oi
recommendado a aatoridade competente qae pro>
cedesse na fr.na di loi coiuwros culpados, e urna
(orea seguio lego para a consternada povoa-
fao.
Aquella pivoacao e a urna das Idealidades, em
?ue estiveram destacamentos idos da capital. A
wea era insignificante ; mas ainda assim o sub-
delegado eonsttgnio manter a orden, garantir se-
guranza inlvi ual e de propriedade, e entre nu-
tras diligencias, capturou tres desertores do exer-
cito.
No enitanlo, o Cartme e seas collegas da op-
posieiq grtavam com possessoa contra a admi-
nisiracao, aecusando-a de violentar a liiurdaJe. de
niilitarisar a provincia.
Pois beni Apenas, e>>e pequeo destacamento
recjlbeu-se i capital, as fras liberaos sahiram
dos antr.is, correram a floreecente povoaeto eali-
rsirlo desafio aos pacficos e laboriosos habitan-
es, derramaran) nella a ronsteniacao e o pasmo
com o ataque fnais odacioso e selvagem auto-
-ridaile do lugar I #
O Ci'irenm, depois de nin profundo spmno sobre
o caso, notici i'a pura o Simplesmente -u na mofle
p>! un l ro, que .vijiiiido se diz, era dirigido ao
subdelegado
Filo, na i foi isto s, como nao o seria si o Cea-
i podesse neste negocio entrar emjogo mats ou
menos franco cotirra asituacSo. Foi o assassteato
ejo Mar.: is 1) as por ler este" infeliz, ervido de tes-
tmuna em urna formaedo de culpa, parante o
juir inuni"!ial destt capital, a tentativa do homi-
cidio no subdelegado, o saque na casa deste, c... o
nJalo dos rnais" rev.dlantes qaa resultan de tu-
dL> isto praticaSo e mandado praticar pelo prest-
mosissimo amigo do Ceamise, capito Tristao de
Spuza Braga, poueas leguas da capital.
Agora, resta que o Cnense e alliado3 desatem
seus uranios o -e;is c, amores contra a ida da nova
forca para S. Goncalo.
O assassiaato de JoSo Picy foi o prim.'iro aeto da
grande tuagedi i interrompida, pur desarraojos seo-
n ... A impaciencia, porm, que enorme tai
precipitando os ottros actos i
escompor e matar I
Viva a li-rdade!
( Da Constil u iro. )
Tmi Si't. redactor! do Diario de Ptunimbu-
co. -Tive occasiao de ler honetn, em a e-
' utopia do sen m lito conceiluaJo Jornal de
sabbado 21 do corrate, o projecto de provincia
nova apres"iitado peta dignos depuiadis geracs
Canoa Figueiredo Jnior e Fausto da Aguiar pa-
rante a asseifibla geral na corle, o qualse acliiva
en segunda diseossio.
Ve ido na realisaco deste projecto occasiao de
realisar lambeni o grandioso proieclo de elevar a
opula?o actual d 8 milhoes, a 80 milhoJS de
abitantes em monos de ." i annos, v.iIi >
Vv. Ss. a favor de reunduzir o mais bifcve possivel
em as columnas Jo sen luuito Itdo Dito o artigo
Seguale que foi publicado pela primeira vez em
o n. 13 do Brasil Anricta de iu de maio de
1863..
Sirvam-se aeccitar adian'.ados os agradecimentos
de ipieni proza sea- de vv. Ss. atiento veneradore
amigobrmldo P. M. Duprat.
It.'cifa23de junho de 187.
D Pe-
A CAPITAL XOVA
NO OI-NTHIDo IMfKIUi. D : .tt.
. 7eyo !/(-' nsercamjs sabedoria de S. .!f
aro II.
i;m tres dilTerentes pocas, d.jsde a asembla
constituinte aitj. 1830 e tantos, tros dos mais na-
tioctos legisladores e dos que mais notave.s, que
foram dosde a fundacaj do imperio da S. Cruz, os
Exms. Srs. Jos loiyfai.io de Andrade e Silva, Luiz
Francisco dj P.tapWeinteii Alba merque e
Antonio Frani-fcw de i'aola ilol|ttnda Cavafeante
de AlbuquerqUc. apresenfaram ou renovaram a
a^resentae 11 ai parlamento nacional d> projecto
de finl-i.rii da n iva capital deste gri 11" e rico
imperio, no cent "o d> mesmo, em urna p"ovincia
formada de novo, ad noc, da extrema das provin-
cias de Minas, Babia, Pernsmbnco e i'iauhy, nos
eontlns das mesmas, sobro as margens dorio S.
Francisco.
Som nos dar ao trabalho de indagar o flm que
le veo supralito pmj'cto, cdntentaremoHies em
reconheeer que ainda nntao o tenpo nao era cha-
fado, daapresfcntacio, discussaoeapu r.acvad'um
pp t 'to tai vasto e dealeanc' taograndioso, comn
Misa robusta f no engrandorimento deste esps-
rancoso imperio nis Indar a propti^tlsar te S. M.
Imperial soube querer, e seas ministros conseltiei-
"toi de estad) quizerem o .acorapanhar na gloriosa
mi-vi i que a>s altos poderes do estado tem onthor-
gada pata sua regenerado physica e moral, o
ttropri
era dado
frnsor
Qnailo em 18W e tantos o Hxm. Sr. Hallaoda,
"ja perda recente beaba dasoffrer a familia brasi-
'doira na pessta do nrosino, ;ob o titulo de vfseonde
do Albuquerque, qne nwrrtu giorrosam^nte ao
stradas de ferro dfe
Peraambuco c da Baha, em direccao do .ponto
mais prximo da ultima estaca de cada- ama das
ditas linhas ao rio S. Francisco. Em cada m
lestes dous pontos, fundaf-se-ha una eidada, 4*e
n ponco lempo tomar murta importancia, era
aziodeseu porto de embarque, donde partirio
barcos vapor qoc (aro a nawgacA de ada
um dos dous portos ao porto at onJe os ditos
vayaree pntlerao ehegar, rio aeima. A ostf idliatO
porto ser ligada a estrada de ferro de Minas ao
Biode Janeiro,-o peftuilliti ft-ta capital e-pro;-
yiacia, assim como s outras provnlcias ao'sul de
imperio, deeowmunkn^cora o centro do imperio^
com a nova eapithi-, com o litloral pela Babia ot
por Pecnambnca^ conj o-attQ Anjazonav e Para
ior iliuf'n J'u'ia i aova eslr,ida de forro que libar
i) 'rToJ!5. Franisc) ao rio Tocaatina c a oulrus'rjos
aillueules do Amazonas,
5." Maifcar estudar %" eSgeabeirOs io servicb
do Bra^l^k-|n|isfeftalradjg|il)^rrd| o lugar
mais prp*#oVB^fcfclodl>#V1WiJles neces-
arias de hom clima, ba posico, trras feteis,
;eina ptavel abundante, per Ira raleara e nVcuns-
triH-^o, omfrm um tugar"perto do rio S. francisco
que prfssa ser ftm -porto corffmdo nnm'te>rfeio
t nvBtiienta^ara a coHocaof e fundaran de urna
capital de um imperio nue um dia poder vir
1er naUlttifttes aos milhaivs como tem hoje aos
entos.
6:* Depois de escolhido o lugar, os engenhelfos
levanrarao a planta de urna cidade de b'O'l mil al-
mas, com ras e boulevards bem largos, orienta-
dos de modo a serem refrescados^ pl'is vejttbs
frefaes, grandes pracas e sqaatei nuraero-os. so-
bre estas pracas e squares, serio reswvados espa-
c >s convenientes destinados a receher as edflca-
oes do palacio imperial, dos edificios de todos os
ministerios, thesouro seral c mais rcpart;>< pu-
blicas, igreja, hospitaes, escolas de -I* e S grao,
palacio episcopal, seminario, quarleis militare? e
mais estabelecimentos de utilidade publica.
Todas as casas gozarlo dn conforlo o onmmodi-
dades das cidades mais adianladas da Europa ;
todas ellas receberdo canalisacao do gaz de illumi-
nagla e de calrico para as cozi alias e aqueci-
meuto dos ferro; de, todas as industrias: canalisa-
rao d'apua potavel para bankos ctodos oscilis
serviCo- dom-slicm. Canali-aeto das aguad ser
vidas e ds materias fecaes ra!rc|i Jas pr a
l'.j-iilisac o dos campos, segundo o systenM de Mr.
Ward, u 'scriplo em nosso n. 2 e seguintes.
As casas particulares como os palacios e utros
monumentos pqblicos na devenio ter mais de
dous andares. As ras terao 100 palmos'de largo
e urna linha de arvoredos dcada lado a distancia
conveniente das casas.
as ras destinadas ao commercio, as casas
serao sobre arcadas, como as da ra Rivoli. em
Pars, alim de dar livre passagem s pessoas a
p, a garant-las ao mesmo tempo do sol arden-
le ou das cliuvastorrencaos destas zonas.
Cada auarleiro ser de ID casas de I01) palmos
de fachada ca la urna, cada ra transversal ter
t-'Ol) palmos de axtensao, o que permittir dar um
fundo do 750 paliaos ao- terreno deitiaado cada
casa, assim poderto ellas ler pateo e jardim, e
qnando o augmente da populacao o exigir, po 1er-
so-ha abrir novas ras cedeudocada um dos pro-
prietarios das eass j'existentes, 230 palmos dje
terreno eccupado. pelos jardins, at occasiao de
abrir as novas ras.
Ns outras ras que oceupario espacos igua?s
as precedentes ou mais, as caljadas serio eopertas
de arcadas sobre columnas, um muro baixo guar-
necido de grades ae forro, formar o alinhamento
sobre a ra, as casas sero collocadas em alinha-
mento tamban entre ellas, e tero um jardim na
fronte e um pateo alraz. ,
Principiando sua nova capital debaixo de regra
j preccit\ sobre urna planta maduramente atil-
dada, e fazendo observar risca a mais severa
symetrfa, regaaridade e solidez em todas ascons-
trucQoes, o Brasil ter a gloria de possnir um dia
a mais bella e rnais regular capital do universo,
eustando-ie inuit > mais barato do que distaran)
Londres, Paria e outras capitaes milito formozas
hoje, c as qnaes gastoo-sa dez vezes mais dinliei-
ro do que fura preciso se fossem leitas logo e des-
de o principio as condi.oes que cima indicamos,
ou das em que acham-se boje.
Xas excursoes dos engenlieiros sero igual-
mente levantadas as plantas dos terrenos que per-
correrem, notando as distancias das estradas de
ferro s villas arraiaes ou povoa.Ses vizinlias
urna, duas ou tres leguas de cada lado da linha
frrea. Ao mesmo tempo dever ser feita a me-
dielo e demarcaeao das trras particulares e a
demarc.acao c divisao das que forcm devolutas e
perteaceren ao goveruo.
Sendo medidas e demarcadas as trras perten-
centes ao governo, estamos convencidos que ellas
sero procuradas e cultivjjas.ao passo que se adian-
tarem os trabalhos da factura das e-tradas de
ferro. Estas trras, como o dissem s em outros
arligos, serio dadas gratuitamente a titulo de pro
rogar a mi) aos edgenlieiros agrcolas que maissedis-
tinguirem por sua boa conducta e conhecimentos
pracos adquiridos em o nosso Instituto. '
A capital da provincia do Itio de Janeiro nada
perder da sua importancia propria, quando a
sle dj'governo fr transferida para a nova Cipi-
tal do imperio.
O estado poooe ou nada perder com os palacios
do governo, visto nao c.stir ao menos quando
visita nos o Rio de Janeiro em 18-il edificio ne-
niium que livesse exterior de palacio Nao vi-
raos o palacio novo de Petropolis; mas vimos un
Jardim, urna casa grande para acabar, dita palacio
de S. Chrislovao, vimos o jardiirtzinho (le pelit
parterre) de S. M. a Imperatriz ; por baixo de
urna oseada Je sorvico particular da niesma esla-
va um vivero cosiendo alguns canarios ; o muro
do dito vivero era ornado a mod. do finao padre
Joaquim Monteiro, de cacos de pratns de tonca e
vidros quebrados com que ornava a cascata do
seu jardim. Por lmbrarmos que a capital do
iino'rio. a sede do governo c da curie, sej un
para o futuro no centro do imperio, nao preten-
demos cohibir ao soberano que d'aqui a 50 annos
imperar, no Brasil a liberdade de viitar annual-
rente, se Ihe convier, o Rio de, Janeiro e as ou-
tras capitaes das provincias, e mesmo de ir passar
os mezes do verio em Petropolis ; pelo contrario,
sen lo aberlas, como propomos, as communicacoes
de urna extremidade outra do Brasil, do norte
ao sul, do este ao Oeste, ter o Imperador a van-
lageui de ver seus subditos semoccasionar-lhea-e
elle fazer tambem despezas extraordinarias, como
tem acontecido as vagens que S. M. t). Pedro
II fhCr quando vsitou o sul e o centro do sea
imperio.
Portante, a capital do Rio de Janeiro pela sua
posiejo topographira, pelo seu porto inc unpara-
vel, pelas snas relacoes commcrciacs com as mais
importantes provincias do imperio, pelo extenso
commercio e retacees que tem com todo ornando
.. La^a Francisco c
Antonio de JliJJiida. C-v\ili-auie de Xlbut|Uui'q.ua.
Antes di puWtcacJiu dosta uu^so artigo luviia
Utros escriptures que teeu\ irai.id ^^acsino^
sumpto, seui entrar em dctalhes to mmbei^aot
fluairtt) os nossos : anda ae estondoriamos iaui
irmandades e a
em lettra redoi
Nao sei jiara
tal encamisada.7
oiWTr
nido
%qi1e^trnn!a*
IJVtWWr aemique se dia, Iaodi. eecwdii tV-mot (referida k-tle
I mM^rt doplioiua ao gajunie de luilaWae -e w
de?p.ngi^yiesftsto todas a pesanas d refinado
89askiilWli deser menas dispendio* da qaa,p
exlra|Rjs-o.|ssecias europeas, ella pura
e dchlPlpesa floral exisajnU til j ctinat
"m.v|ittBn|e sacie-bygienico possuiwta Hipemo-
res quaW|djps.i)3meticas ;e finalroaji|ji4,ooavde
hcado, Maajvpftidorno odorfero mimoso jHte|ca4o com posto dc4(jo fuanto um
ao ''w* que sonrenHB irritaea > e ardennia da pelle cau,
sada pela nianipufaco da oavalha de-barba,wandd
deste balsamo e reifperanU: p.;ni ne, ddluilf eul
agua, encontrara ne. o
, antidoto necessario, aervindo.ao mosmo tempo, dot
barao, po?t> .ij^nieitannesmi rma, como um meiowcell
| lente de disspar o gnsto o eheiro que tica ni
pobre barao ei4
dfe Aldrade e Silva, de ^V%er^***M^ tifn Pile em SsfenaT
gloriosa meeiia,a os nuo. spn nnovado a <|ire- TOeTWc^W.^'xjweti^M klTUiti e*Mse,"><|*
ien'.a<;4o du dititprojecto. sao u> Ilu&iradoi e ve- ot*#*e*ile,nmriWai'*brtas...
noraudos irmau.s, paciiaiiiuucaiiu L,uu, Francisco
se achassem
cordo entre
verdadeiras
co"es, curso
valles, etc., etc.
Quera nao quizar
nao encliewac "\
danuelles sft|ia>li
poderes do estado a
8 e mais de acl
onsultamos nal
ncipaes povoa
serras, monte:
creacao
servico i,\ patria, cxclidl de trabalho insano eiti do Paris moderno, que desejamos que a Brasil te-
-TToeuTar o fio par, a modo de Artadna, ss-sati
rictortoo', 'nao no labyt intlio de Creta, e sim do i;
fjyrintt*) moderno-^n^dlMm.afllira nos negdei 1 principiar d-
de secreta re. do ndntsttiria'da fazetida, que estav 1
ha metas aseahrgi. -
Di*;n
jmltra, na mesma poca, o Jnstrado e ineanc A tifow publicas.
*et aieJhciro Luiz Antonio Smpaio Vianhi,
Tuncsionatio minante do mesmo uiisterio-da f; -i
UNioa.
mfe.'-mno destas omnente? 9or*id'r8; maitto
TWdht o'SJstato 0 maito deveria eUe-so te *tmMdri as-lanflliafi das mesmos, nao psla
bH**feraL e sim em relapodos sorvi^os que
qnem nao quizer onvn
ue o projecto
reclamar dot-
idarao de nina
capital centrad, consista unioaineflfB em estreitai
os" lacos da familia rasijeira por.meio de yias't'e
cmHihtttchflo iihWiur, *llflr*la'9,rt*geni
e de ferro,"o migafto mtertor# vapor, sobr
todos os ros ']'": -"scf atliUi-n*" de urna (extrema
a mira deste vasto imperio.-guc- cbjtde 4 V'-'^t
d n^vogaco a v,por do Rio do Jaheiao a#' l^ji
c do Kiu de Janeiro au Rio lirande do Sul, lig.ua
rovicias do liu.u-al caj Ul com a abida
1 do Rio da Janeiro au l'ai t
io povo brasileiro, que por sua uaaninldade 'cdmmercial, pouco ou nada sentir materialmente do ao serio gosto.foi v-lo dcstrcouir-se p^r to-
ado ao seu soberano o titulo glorioso de do- na mu lauca, o qdando mesmo viesse a setlt al- dos e por tildo. O coraco deu-o a hiim^a
'perpetuo1 dolmpro. gtma dlfjernca, (lualquerprinciiiantedc studos, a liberdade a ao povo; as mus aos seus aniisf*,
de economa politica, sabe perfeitamente q_ne os
intere-ses do maior numero pasatn adiante e ao
preferidos ao do menor.
8.* Para poder um dia ver realisar o projecto
nha em sua capital central, o governo dever. logo
fazer abrir-urna verba no'orojmento para-fazer
'-) as estados graphicos"preli-
minares; am lunao especial deter ser votado
annualmente para servir ao pagamento das odifi-
daeie mab precisas, para o governo e as napar-
nm o concurso de algomas secledades ou cen-
)lMihias'deedficae3es nacionaos ou estrangeiras.
o tatvea o Crdt Mobillrer de Franca mandar n-
li> pente e dnhetro, so-V no governo do Brasil
mollar roqtade de se tomar urna naci de pri
meira ordetn, digna do socolo XIX, do qne tem
mostrado al hoje, e com a resoluco de fundar e
duas \v?s por juez do Rio da Janeiro
Wo Grande .do Si a viee-versa,
Se o lrasil quizer occupr'dignara'elile o lugar
elevado
< ltalo
<|ue
111a e exteiiso de seu territorio J.he- proporciona^
u de palptente nacessidadu pi S: 11. hn..erial e
satiscousellwitos de estado dem-se r.Q traba.lna
lo lr com a devii- atteno nosso preaente ali
go, que lhes dar matara para foruuilareia,uni
projecto de le, qua depois de maduramente, estu-
dado soi levado .aprasenlaQiiO, discusso e ap-
provagao das cmaras. Em todo 0 caso mujte
cuutamos sabr a sabedoria e bou vonladc de S.
al. I. D. Pdru I!, do ver perpelnar a ciiroa_iuic
rial em sua familia, e u desejo de ver n'aca
brOTlrlra completamente unida, cmno nwdiayde
provoeaco e de atajuo ou attentado iitegrida-
de do imperio pelo cstrangeiro.
O-joveii, mexi>erienle e esperane->so imperio de
Santa Cruz, Tem eui nssa lnunilite e esiateresa-
di oplafo o ma'or fnferesse. o interese mms vi-
tal em se conservar unido ; su perfea upiao
lia de cbiisthdr sha furc c engrAnolmertW fu-
turo.
A mnnutencio da paz e da concordia lia de,
pela ftirea da nalurez das oousasj proJiuir em
toda a extensito de seu territorio, aagmeato da po-
imiaoao, da preduccao agricdla induatriai, d 1
commercio nacinrtal.da formna publica eprivada, e
sem todava ser preciso augmentar a cifra das
despezas do esiado com o augmento dos ompre-
Mn do fisco, magiMra da jnstlca c outras re|>arti(ies publicas, porquo a
pirisdiceo nu MfsV dos actuaes diua e*i|>rega-
dos poderla comprohender um numero de hab
tantes-dez veres raaior do que o actual.
A generalisaro da nistmcco ptdilica espflciat,
a cadii ciaste dh socieJade, dos meios de
c3mmunira^o por estradas de ferro e navegacae
a vapor, hio de lomar o centro do Rrasil dez vezes
mais povoado do rae cata i 'je, c em lugar de
oito milhoes de habitantes avallamos que poder
ehegar a ter oitf nta milhoes em menos de 50 mv
nos, se nossos bem intencionados projectos e a
capital central forera executados exacta c reli-
giosamente no centro que indicamos.
Re S 'M. I. D. Pedro II e seu Ilustrado governo
forem animados, como o estamos, do fogo sagra-
do, continuaremos a lhes offerecer o do nosso
sincero contingente em materia de progresso real
para o Brasil* patria de nossos (litios.
PernamhucD, 5) de maio de 1863.
f. M. Duprat.
Carla <3<> citlaila Rollan noir-
taift Slasiol da esti*ada.
Fratello mi.
O leu silencio vai causando serio reparo. Mili-
tes enquerem sobre a causa delle, e eu cheguei a
inipressionar-ine bastante. *
Urna Mea fatal e lgubre assalleu-me o espirito ;
a calamidadc do tna morte precoce", foi nm mao
pensamento que gelou-me at a alma.
Mas revesti-me de coragem, e racocinci. -Se
Manocl morresse, a fama tena licado, nao vejo a
(ama, logo est vivo...
Oh coma estaiogica jorrada me alivou o co-
rado Entilo senti-ma nm grandj philosopho, e dei
palos como urna criauca.
Os meus pepienos riam como perdidos ao ve-
rem todo este mea todo a pallar m s qne um
cibrito.,.
Para lugo procurei noticias tuas, e soube qne o
leu silencio nao paso de urna manobra estrate
gica.
O nosso irmSo Austragesilo....Tenho antepa-
thia a este nome! Se fora proprio de bixo, su in-
dicara urna especie de onga, urjo, ou qualquer
bixo bravio...
Confesso-te, toasi e trem ao onvir o nome do
nOsso irmao, qua nao obstante tem semblante sem
expressao, e em todo de donato. Nao sei c -por
que-arrepia-semeos cabellos ao ouvir prunun
ciar some'hanto nome ; sao estravagancias do es
pirito.
Nao ha quom tenlia mel de curuja, morcego,
bacurau etc ? Pois eu lenbo raiva ou medo do
tal...
Mas vollemos a vacca fria; foi o nosso ruo
que me deu exacta e necessarias novas tuas.
Fallou-me de um leu desajirumo, ou queda da
cerda bambi. Veio te d'ahi um profundo desgos-
to, e talvez desrancamento de ospirito.
Nao para menos o caso. O desprumrj sera
pou-o, mas a queda___Qae faialidnde! E o ho-
mem deram grande vio-te por trra ...
Mas o nosso irmao disse-me eousa agradavel, es-
tudo um grande e monumental problema do en
genharia pratici a do phisica, que d em resulta-
do inutilizar a forca da actrac;ao do cornos, de
modo que os equilibristas quando eahirem da cor-
da, fiquem incarapitadosna maromba e suspensos
no ar, assim como urna especie dessa mal de'S.
Pedro que o vulgo imagina.
Em verdadee conseguires esto jesiiado, de
um grando desta ierra lo fara -o Tuafc nota vel do
mundo.
Desde j cas citado a ensiuar-me a historia dv
nunca cahir.
Entrnenles o tea silencio nao poJ: conti-
nuar.
Tdno s qualquer egosta, s um vulti publi-
co, nao ter penences a t, pertenecs as multidses
ea gloria.
Bompo com o silencio, vem a falla.
Do dia It para c os acontcclraents nao para-
ram, e (, mi caro, mudo coco um ebeo I
V l quautos importantes aconlccimentos teris
deixado passai: .
coro4&d do tl*i (ir
;- Whm mmrb. "' ***
Todava n5o*vW*iHl o'nsa'iHIe M\ aoontec*-
efetos que tinhJ
use em nova ca-
rifadV, para fazer gru-
littir
ac*
Anda tom bo
guando era da 1
rocana t)t romekps d
po de fa
Cuida
i.' HolrVeTailem m mii^iy de cliefe do club popuUr' o velh fantico Zaca
rM>Si>i*6 tl !||i IO' i ;
Son bem feliz em ser tas corajoso .
Son dos taes de caMlsliio coraco de que falla
o irmao Mello, nap achs ?
o ; Finalmejbt 'ttfNio nmtifue do dia 21.
N) faco commentarios sobre este suceesso. O
'onto jatees Mu iba
bocea depois da se uaver fumada
Quando.trmrdes tosse
po|ejaiirJasii|iiaiwenoaira alT^ocao imhrw/og
ou diis pnlais, iuigBi oPaitmiil d'1 C-i-i'j 1 de
i\i taco coiiimenlarios su
AefW d'poHei'l- j itl",eW-
metlu,.peW;VprcpBr f? nao sei-qual e quando
toe ,c,0Jm em asa.
Kwatpimeu l dftai^iwoiiaieiiii^^thuoita sobre todo* I
j>%#o pods star deb.iixo ; perde-se o animo !
Tampit liouv* (o |ilc te.uno I) em 4 a quai me
chanaasy se. ministro doisiperio-r*! t qua ape-
nas lias alguuus revistas ouuuuinieas, souliavas
cuhi* juashda fazenda I
Que Ijllipuiipo, wu que'tu eras uio furor nos
salt, a o wats aieru oui vi va do Jauto bauquet e
dp poder!
tnt^o gv.stwe- **-! iwt.alk'.Ci'as l-s'.o e os-
.trotitus.^euatnHvas uMf<7toeo veras einliui
ajefpmliitii) de paLico.
Tmpora mutanlu '.
Hnjc vegetas... Diligencias tens feto, l slo
verdade, mas Mal TflY T
.Nao obstanliftia |>tecia .1* gato, cajo nao
estima o donofdJt*ftfifafc| 1 f
Assim s tu/n;## llinfmTTu presidente, amas
apenas o palacio. O palacio a tua paixao Jom-
nanlc : una vez que lili lenMts en,rada, qual-
OiiiffTalotpWiMlA laMl tfctsrnou a to-
dos, al tem transtornado as fuas tos do equili-
brio t
Mas os nossos amigos sao demasiadamente rsi-
gentes e descodtia los. e isto te tem feito mal. Pa-
ja dares-rlrijVa de iJelidade, tem si Tu preciso en-
elier o Lifimfe ttiorlf#i> 'U'itlgos c.n'ra o
naco Sera, e por mijos qiie le re -01 vs, w ittas tem
ollios e paredes iem ouiidus..
E assim est caldo entornado. Pois pe-
na 1
O Ul no-so rmo barao andarla muito fj-am em
dar actualiiiento us seus costuinetri saraos de ou-
trote.np). Aln d: piolu-ir isti o conforto volun-
tario au estomago da trmaidiJe, h va a vanta-
geltl de dares as tuas provas de lidididale durante
o racacu da noile, e u dia te licar livre para o
eiiulitiro.
atas o bario dea agora ara vinagre.
E por mais que digas a quanlo amigo do pre-
sidente inconlcas, que nao escreves para jornal
poltico, iiiiitiieiii o er...
E assim ficastes, sem mais nem menos, na pc-
sicao de rato de bodca que s lambe por fora !
E' duro. O que me disse o irmao mrmal (te-
nho rledo de dizer o nome ) faz dor de c*-aco.
Tu cemlamnado a 4r deas vezes: por sdin.ua,
quolb pateo pitorsao do jardim. cd'.tlli olliar
para o amado palacio, e nada mais I
Q.iand.. muito, couseguos senlar-te no salan da
entrada naquelles durlssimos bancos de pao!
Ver com olhares cumprid a aquellas oseadas, e
nao ter forca de negocio, ou motivo da irosa, para
galga-la>! Que triste siaa !
Bit aqui, ao que se chana paixo infeliz, -a
que leus pelo palacio.
Pobn" Manuel.
Emtim, como ia dizendo, cinco grandes aconte
cimentos c tu de espirito abatido, e nem signa! de
vida I
Perdeu-se um amor, a sorte de quem ama,
procura-se oulro.
Perdeste o palacio, cuida n'uutra vida alma"
grande.
Nao s um homem para cruzar os bracos ante
as evolucpss sociaes. G neo acontecimentos Das-
sados, e nem urna rectificai/io lizeste f
Santo Dejis I Ninguem o acreditara ; mas
faci.
A ancedade publica o inliscreptivel. Os jor-
naes da inanlia j nao sao lidos, sao devorados;
e todos acham nelles nraa.decep5.l0 diaria.
Cada assignanle, ainda ao escuro da madruga-
da, loma o seu jornal, l desde o ttulo atlypo-
graphia de tul-o desalentado diz nao Iras rec-
tificado. ..
As cousas nao podem continuar assim. Tu que
s boje o eseriptor festejado, |ue lizeste da redi-
/cacao ura poema, nao te facas esquivo.
Acaba por nina vez com os estradas e com a
inania do preten ler ligar lea obscuro *mt a )?-
Ihoramentos importante; leu nom3 da historia
e da pupularidade.
Portante raeu Manoel___ urna redi fie cao ao
menos... urna s... en t'o peco.
Sim, urna s, Manoel, e acredita, ainda te des-
cubro oulro ponto de contacio cora o gato.
Este ainda atrado da maior altura, cabe sem-
pre po. T s assiui, parece que tens os ps mais
pesados du que a cabeca.
A base tuda.
Quem me dar que eu osse assim I Mas causa-
de cortina s serve para biliar, e a rollia s lica
pruino em bocea de garrafa.
Com pesar fago ponto, sao horas da audiencia.
DI novas tuas o dos irmos, cajos andan na tua
convivencia.
2! de junho.Tcu excorde
tlariano Rolha.
P.S.
Por S. Joo, cuja dia hoje, cuidado com esta
carta, nao a deixs ior ahi e de modo a ir parar
em mo do maldito, que vos anda no icalso.
26Um rabo leva, Manoel.
A demora da remessa foi boa.
Don-te os emboras.
Vi o teu esticadlssimo artigo no Jot-noi do Com-
mercio.
Procuraste fazer crer qne foi esefipto na corte,
mas eonlieei-te. O ten dedo de gigante nao rae es-
capa. Que ma'gano! ..
Briihastc. tyranno loraou de vezes. Nunca
te da as mos.
Recebe nm mnpleso nosso, no qmil vai o de loiis
todos nossos iudos.
O mesmo Rolha.
1 -----------
Oleo puro medicinal 4o figndo
de bncaluao de laiuuiAH ti
Keiup.
' Paroce realmenffe qne a phtysica eslava predesti-
nada suecumbir as quajida^des ba|saraicase
mti#.3 da seerecio do ligado ilo bcalno. Oe
ai.
11.'
PhAC.V-DD HEOtFBi DE JLHO
" DW "S>3. *
AS 3 1/2 IfObA* DA TAHOB.
CotaeSe* ofHciaes.
Assucaramericano prgalo 2000 por 15 kitos,
. hontem. m r
Algodode 1' sorle 92W per lo kilos, hontem e
h oj a.. HF 4f~rWttm^O
Acco da Ctipipanhia de BcWrlbo 72-5 e 7*
por accao.
CourosssOajados seceos 577 rs. o Jaso.
Couros salgad*; vordes 3J3 zso kilo.
Cambio sobre Londres a o d,v. .'i 7|H d.
por i 400.)
1 filpfnt>ue> /JWwbbsappiMado *W. ucu*| por ^r ^mlf. '*.-| i|p-
loria, Aiurau-
afmehte i V/9. qie
saa*i-
Ui^alvp, contra u
Iftius de Albuqucr-
Canil)
de madeira, o sagra-lo martyr da Lifeordo lo.
Coilauo-allegara ter feito o seu-haptismj.de
sangue... .puzdhe a corda cvica.
E o cmo que o mug pemvnbucano tompu til-
seus
a vida e sangue lambem a liberdade, e o que do-
mis leve ternera si -a cabeca-deu-a arada ao
povo, a liberdade e ao club I
Por este retaikar-se, fazo idea do quanlo est
cheiu da si ceaj a eeroa qss Ihe diese -valer par
duas.. .quatro. .cem mil coras de res j E elle aere-
ditou. meu discurso, fiea eerto, fid t.i?an,
provocm os diversos sentimentos d&coraoto hmmt-
no. As minhas palavra seguiram-st ara-'*imii\
misnos A nfftM*Wi'W, .ora mnrm*riosabmfa-
dos e pungentes cmo de suspirr d&MMj au<-#-
mndas irprecicoescontra ali/raun-a.
Foi ta vido e cheio de emocoe, tremulandoimt 4as i*s*f-,
- faces duas lagrimas felizes, resellad tras ap
que se pissava em menso "Jota ,- .avitmkei o den
dado moco e assim Ihe fallei:ddidao h*i_ Mi
rianno Larneiro da Cunha I.....melteiTOS em
de pao !...
-j' #
re Lisboa a. 3 div. 11 i Ojd de premio^
Ceaf Wm*
,i-h-ft*'% ,M* tNatfesMLM*'!
.*iWdrfpjjj;L
o .secretario.
A.[.FANnF.UA
do dfa I a T .. r)fc739*S53
3...... H:57*S80
-------------lj.
101:3195139
.^endimchto
(lem do dia
.
-
Descarregam-hojai de juUtt) de 1873
Tapar inglez Zlitu mereaddrias para alfan-
dega.
Lugar bollauJe/. -Solide farinha j despachada
para o caes do Apollo.
Barca norueguense Vivid kerozene e farinha
j despachada para o caes do Apollo
Patacho inglez Cuide bacalho j despachado
para o trapiche Conceicao.
OE-iPAClICS DE EXPT'\g.\0 NO DA 2 DE
JLHO DE 187-3.
Pici os portos do exterior
Na barca russa Frederici, para o Bltico,
carregaram : G. Necsen & C. 2'.'3 saccas com
13,190 kilos de algodao.
No vapor inslez Zef/V, para Liverpool, car-
regaram: P. Brolhers & C. 25i sacras com2-">,077
kilos de algodo Camino & Nogucira 1,3 0
saceos com I l.oOO ditos- de a>sucar mascavado.
No navio inglez Fuzilier, para Liverpool,
carregaram : J. S. Levo & Filho iOJ sanas c mi
8,"lfi kilos de algodao.
Nu Ligar portuguez Julio, para Lisboa, car-
regaram : F. R. Pinto Ouimaraes 12o saceos com
9,430 hilos deassucar braucu e 1,761 courus sal-
gados com 21,132 kilos; T. A. Fouseca C. luc-
cessores 214 saceos com 16,0o0 ditos de assucair
branca e 103 ditos com 30,223 ditos de dt>) mas-
cavado.
No brigue portuguez Soberano, para Lisboa,
carregaram : Amorim lamias 4 C. 8 barris o om
I,2 iilros de mol.
Para os portos do interior.
i'ara Villa da Penia, na barraca Mstica
Cidade, carregou : J. G. Valenle 2 barricas com
110 kilos de assacar branco.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Reudimento o dia 1 a 2 . 1:1I80:11
dem do dia 3...... 6011<)I
1:7225222
VOLUMES SAII1D0S
2,360
rnmeira porta nu dia 3 . 83
Segunda porta..... 61
ferceira porta..... !)>
Trapicho Cuuceieao . 308
1907
SEVICO MARIUMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfaudega nu da i a 2 . 6
Ditas ditas no dia 3......
Navios atracados no trap. da alfandega 3
Alvarengas .......
\o trapiche Conceico..... 1
10
rte.CEEDORlA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
uendraento do dia i a 2 2:5145279
dem do dia 3...... 2:070336
4:62061S
CONSULADO PROVINCLVL
Rendimento do dia 1 a 2
IJem do dia 3 .
14:745*632
11:439494
26:185*120
-aftrf
MnViMgNTP DU PMTU
Navio sabido no dia 2.
Aracaty -Hiate brasileiro Isonilla da Cruz, cap-
' tao Manoel Caetano da Cruz, carga varios g-
neros.
Observarao.
Nao houve entrada.
tBjTMfo
Edital n. 2.
Pela inspectora da alfandoga se faz publico ue
s 11 horas do dia 5 do corrate se ha de arrema-
tar livre de diretos, a mercadura abaixo decla-
rada, porta desla repartico:
Armazem B. 4.
Marca -B da M p. 87 um 1 barrica viuda de Li-
verpool no navib Fuzilier. desearregada em 2 do
raez passado, contendo bagos de nos vmica, pe-
sando liquido legal 99 kilos, avahada por 461*, e
abandonada aos dlreitos por Manoel Jiaqnim
Pessoa.
Alfandega de Peraambuco, i de julho de 1873.
O irtspector,
Fabio A. de Carvalho Res.
de'cora ^Xat^Mt Sea TcX^r^f^ ^ftS"^^
Kemp, o qual em virtude da sua recomienda pu-
reza, e excellencie, pbieve aauprenacia om todos
os mercados do muudo, produz resultauos sem
precedentes. Ditos senhore*- teem at toa po-
der urna multido de o*estados mdicos em se
favor (alera ds inuiUs carias dos eonvale-centes)
o que ludo mrmaria um groso v.ilunie. Ditos ai-
testados foram recebid is de quasi todas as partas
do mando civiiisado. Ajghns dos casos achara se
extonsaUsate eairiplDs waoflua dejdigslo com os
progresaos dijura de dia em dia. As jpjserepes
authentiqaj >) semfauvida alauraa ibjdj,extraer-
dindf*!ni)ift)| ui/rM/if Aajfincontesta-
vel, qeW perores melesiiis dos orgns da respl-
racao, sao susceptveis de cura. O oleo puro m-
iciual do flgado de baeilio de Lanman & Kenm
Sremitm nenhuraasl ri>nha esim
absulutament poro e eonSerta Sft frescal om todos
os climas; cirjumstaueias estas qoe.ae devora ter
aempre prsenle.
Agna e florida de Hnrrny 4
Lanman.
Est com urna rapidez espantoza iransmittindlo.
O Or. Sebstio ijo Jlego Hartos de Lacerda,
juiz de dirfito ajioctal rio commercio da
cidade dollecife de Peniiitubuco, por S.
. M. o lmperapor, a quem Deus guarde
etc.
Faco saber aos $o o presente edital virera e
delle noticia tiverem, que por parte de Joo'Gon-
calves de Souza Boirao, llquidatario da Qrma Bai-
ro & Sobr nho, rae foi dirigida a peticao do Iheor
seguinte : 'i
Illm. Sr. Dr. juiz do.direiio *>Jcommerco Gongaives de Souia Beiras, lijuidalario da lirma
Bero 4 Sobrnho, quer fazer citar a Jos-Ferrai-
ra da Cruay ren(esiiiaBt*.soWario da -.lirma For-
reira Cruz & (I., para fallar nos termos de una
'accjlo .ordinaria pela qual Ihe pede a quantia de...
8004080 e bs juros eftjphlados na lettra junta,
saldo da quantia de 2:500*000 constanto da mes-
ma lettra sacada pelos meamos Beraa& Si bri-
nho, e acceita por Guiluerme Manoel Mariins de
'Almiqaerque, garantida, pela referida firma
reir ,Cruz 4 C, sendo que por eonta da mesma
lettra rcebeu o supplicanfe em 7 de novembro
de 1869 1:000*000 em 8 de Janeiro de 1870 OOi
era 29 de mareado crrante anuo 300*000, o om
8 de abril 200*000.
Requet-pois a V. S. se digne de o mandar citar
para Tprlnerr" audiencia com a pena de rev:lia,
rio depois da
lb"- para qne
Justificada a mesmakjMl
fcico per editen.
1J suppiicaiit dcji
Pelo'a V. S assimdlN5t- 11. M. Ha i
de jnnno- da 1873, isbtss> Ji da Fnnceca.
1'-""" '' ''"' i'"'i^j'ffMy """[ aullo dees-
lampil a de diueutos 'ia egalmente inulisada
na forma da le.
Na qnal del o epbelis Mtninlo :
. Di6lrilHuda,^iri**7tCdei*uinude 187A-
Uaiws da UfCAU.. io, i-u.^,- .
Em ylrtiide deste raeu d fira a alta pe-
tfeao -ttelribuid ao espftlfjrdWtC Jurzo HtlMrl
Rodrigues do Nascimento.
E toado q supplicaaisjSfossido fuw nhas, sellados e prof>arad^,x)s miuha conclu.-i, nelles proiotL a sentenca s-
gai:ite :
Iiei por justiQcada aMlahsfk Jo quem mando citar por cdHaasicuw ijas da pra-
x#, attixados e publicadi* curio ,dp estilo, para
lins devisados, na ,Pli;aq de oJaM..enslas ex-
causa-, "flecife, 55 de jaWirj de (8TJ. -5ebatiln
du Reg Barres'eVLaslMa:
Por forca desta niftj>fr o eacvio fez par oas
presente edital% feto quid liaui^cilo, o bi por
intimado Jos Ferreira ttijxai* Jara que "fi(|ua
bem sciente de todu o eypendido f enmpareca ues-
te jblzo dentro do pra da 0 dJw. Mm da alle-
gar o que fr de JutUca. ( K para que cbegftp.vM, (iNtlt^iuonV > de?
todos, maudei passai-o preaftiite p.litd, que
ser alHxadu nos lugurej rk ostuni..- c pti-
Mii-ado pelauqwensu.
Cidade do liecile dePoriKunbyop, 27,de. juuho de
Ru Manuel Mara Rodripdea do Nascintenio, es-
crivao o subaciwi. Keeie, j0 4e jpnho'de IS73.
Sel/tututo do lieifo lianw dejjt&rda.
O Dr. Jos ManoH de Barra^'^^lfsV, Jui: snlls-
titiiio dos felios da fazend!HWt;iOfBfv efe.
Faro saber a todos qiie este- vfrem, ifce na da
tldejullin prximo vindaro. ita Hn dJrS8lu-
"HleTrclaS, peias 11 horas da sianliS, ue vender em
praca publica deste juizo una casa terrea rt.-W,
sita no luiardo Femedios. com 33 palmos de
frente c i?8 d filudo, havrWio una outra casa
annexa, di-pendoutc daquella, csii 41 palmes lie
frente e 50 de frtwl^ com emSfina e cocheira, em
s-ilo pro|;io, com280 palmos de frente e gaal
numero e fundo, penhurada a Manoel Antonio
Uibeiro para pagamento da fazenda nacional, e
avahada por 3:0003.
K para que cingue a noticia a todos rnandei
|Ki prsnsK
liadi c p issado aos 20. da jurttio de 1873.
Eu, Jos Fraucisco do Hego Barros, escrivo o
subsi-revi.
Pagar allnal duzenlos res de sello.IL Bar-
ros.
Barros Waaaerlevi
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa,' afora
dous terrenos que posaos no lugar dos Arrumba-
dos, boje Diurtc Coelho, su ti ns. 39 e 40 tendo
aquello 390 palmos e este. 309 de frente e ambos
de fundos at a baila mar
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 7).
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
A aunara municipal do Recife, querendo
testemunhar do Hio de Janeiro que io fui de-
balde que solicitou desta muni-ipaiidade seu au-
xilio na remessa dos esorntos naeessarios para
formar-se e enriquecer a mMiotbaea municipal
que ter de funcciaiiar 110 palacio inunicmal da
corte, pelo presente convida a tod^s os ssus mu-
nicipes a reraetter esta cmara todos os escrip-
os com que cntendetvm dever ataSb-la nesse
cao patriotico,quo grandioso ompenho. certa ile
que o- s.'Us municl|iis nao dexaro de acudir a
esse appello e desso modo participar da gloria da
referida publlcaco
l'a?o da cmara municipal do Recife, 4 de ju-
nho de 1873.
Mauoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Pro-presidente.
Pedro de Albuquerque Autran.
Secretario.
Aviso
1). batalhao de inantaria.
Pelo presente se faz con.-tar a D. Mara The-
reza de Jess, ou a seu procurador nesta cidade,
que o governo imperial em aviso expedido pelo
1.,inisterio da guerra mandan indemnisar a refe-
rida seuhori com a quantia de 1:200*000 pelo
seu escra' o Joao, que com o nome de Manuel
Jos da Silva, assenlou praca oeste batalhac.
Portan'.o, deve por si cu por sen procurador,
comparecer na secretaria do referido batalhao, afnn
de ser passada a c irapetcnte caria de liberdade
ao escravo em piesto, a qnal tem de ser remet-
liila a auturidade coinpelento e se podem trans-
imliir as ordens convenientes para o recebimen-
tu da mencionada quantia, devendo a importan-
cia da citada eseriptura e publicarn do prsenla
aviso ser paga pala referida srabra.
Secretaria do 9. batallno de infanlarla no
qurtel do'Hospicio em Peraambuco, 2 dejultio
do 1873.
Odilon Kioek Romano.
Alferes secr.'tario interino.
Santa casa'da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da sania casa da misericordia d >
Recife sao convidados os prenles das edu -andas
do collegio das orphas era seguida declarada^, as
quaesja completaran! asna edncacSe, pira que
ro lueiram ao Kxm. presneate da provincia 1 sua
entrega, em vista du que resolveu a junta admi-
nistrativa, de coiiforaod.ide com o que epBe o S
3- art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chapas Giclho e Dionizia das Cha-
gas Coelho, hllias de Vital das Chagas Coelho.
Mara Emilia.
Ignacia Rfnclro, (11 a de Leandro Jos Uibeiro.
Mara Ignez de Mello, LUba de Joo Bezerra de
Mello.
Mara Magdalena de Mello, filha de Jos fasta-
res de Mello, .
Valeriana dos Santos, Illa io Vicente Ferreira
dos Santos.
Eudocia.
Felippa.
Tbereza dos Sautos Torres, UUia de Jos dvS San-
tos Tor es.
I'eige itina, protegida de Mara Ftermenegilda
Machado.
S iphia Maria da Concojio, expusla.
Maria dad'aixo Siijiieira, filha deRaymundi
Jos de Sigueira.
Secretaria da sania casa da misericordia do Re-
cife, *7 de nnhude 1873.
O escrivo
________________Pedro Rodrigtt di Souza.
Obras mMiteirera
A' 5 de julho, ao m**l>dia, ter lugar na repar-
tir das obras publicas a iaemaUgo do enea-
bamonto preeiso para dar e-c amento as aguas
pluvia* e servidas do quarld da fcMeiado ; do-
vendo pesse dia rem all aprescutadas as
propo.- lechada.
O servico, como se ver do oreamento que sa
acua na referida roparticao, esta calculaii
1:5|6TO.
Pemambuco, 28 os) jtmhu de 1873.
0 engenheiro
ChfyasoItsiF. de Castro C Ha ves.
e entregaBdo ao negro etquetimento urna chusma sendo afina* condemnado n'aauelia quantia e ju-
de essencias e agua sfceuresa' para o toucador ros 1L1 lettra. O supplicante funda a sua accao na
lassssl
DO
Nao seltrfrlo elfectaado a arreta^laclu dos
chafarizes do Recife, Sanio Antunio e Uon-
teiro,--no dia annunciado, por iio ter p-
parecido numoro suflicieate aecoarorretesv
-


Diario de Pmambuoo Sexta feira 4 de Juflio de 187$.

resolveu a administrado leva-Ios novsmen-
te a praca marcando o dia 8 do corrente
para-tai lim, que deverd ter lugar noescrip-
turia da>companhia rudi Oabug n. 16,
onde serio recebidas propostas, devendo -
car certo os Srs. que prelenderom arrematar,
que serio recebidas propostas, nao s em
relami aos cliafarizes dos bairros -lo Recite
e Santo Antonio, nglobailamente como por
cada chafariz do ditos bairros alargando de-s-
ta forma o circulo d*j arrematado ; as bases
abaixoservirio para os cbafarizes englobada-
mente, e quanto cada um de I les particu-
larmente, a arbitrio dos proponentes, resol-
vendo a adtninistraco conforme julgar ra-
zoavel.
Bates sobre as quaet te deve lanfar.
BAIRRO DO RECIFE.
Chafariz e bica do caes do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da rua do Bnim.
Dito do Porte de Maltes. 14:6509000
BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
Chafariz do largo do Caimo.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de Pedro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia. S.-OOWOOO
MONTEIRO.
Chafariz dessa pevoaco. 1805000
Escriptorio da companhia do Beberibe,
ldcjulhodol873.
O secretario,
Luis Manoel Rodriques Valenca.
Subdelegacia de Santo Amaro das Salinas
Io de julho de 1873
Acha-ae reeolhida nauta suhddegacia urna trave
que fui apprebendida em mos de pessoas que
procuravatn vende la por \ reco inferior ao seu
valor : quem se julgar rom dirito a mesma, eom-
pareca, aliin de recebe la depois de dar os signaes
certos e pagar as desperas de couduccao e annun-
eios.
O subdelegado
Francisco Pacheco Soares.
Correio geral
Retando dos objectos registrados existentes
na administracao dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
A. Carroll, Anna Isabel de Araujo Castro, An-
tonio da Costa Reg Lima, Antonio Clementiuo A.
Lins, Americo Nnnes Correia, Antonio Goncalves
Rodrigues Franca, Arlindo Francisco Nogueira,
Antonio Ignacio do Reg Medeiros, Bemjamin C.
le Moura, Celso Tertuliano F. Quintella, Clarindo
Jos Soares, Deonizio Antonio de Oliveira, Domin-
gos de Souza Barros, Epiphanio Pe Tosa, E. Car
roll, Felippe P. Nabuco de Araujo, F. da Silva
Vaz, Francisco Jos Rahello Filho, Jos Cetano
de Albuquerque, Joaquim Moreira de Aguiar, Jos
Vieira de Siqueira Ferraz, Jos R. da Silva, Jos
Antonio S. Lobo, Jos T. ^e Mendon;a, Joaquim
Gomes da Silva G., Jos Antonio Maia, Levino
Lopes de Moura e Silva, Salvador Corroa de r e
Vicencia Ferreira da Cunta.
Administracao do correio de Pernambuco, Io de
julho de 1873.
Jos Candido de Barros Jnior
Servindo de encarregado do registro.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
Sabbado 5 dejunho.
.unsuccesso
Quarta representaco do excellenle drama em I
prologo e 3 actos :
ni nr funvr
A
desempenhamlo a artista
Manuela Lucci
o importante popel do
Hariu c \oeniia Keller.
Terminar o espectculo com a i." representa-
ca da milito jocosa comedia em 1 acto : ^
REDE PARA NOIVOS.
, Principiara as 8 l|2 horas.
THATRO
ESPWCA k TCNA1VR
Sabbado 5 do corrente
Depois da orchestra tocar urna das suas esco-
Ihidas pecas subir cena, pedido de militas
familias, o sempre festejado drama do distincto es
criptor Dr. Carneiro Villela:
C_.5__*
maqons
10 os
No intervallo do l. ao 5." actos a orchestra to
cara urna inipoitaiite polka, cscripta pelo hbil
pernambucano o Sr. Candido Filho, intitulada:
A derrota jesutica
Principiar s 8 I|2 horas.
DOMINGO
s horas.
Grande fulla cmica !
Typas burlescos !
i 'ostunies da raca I
C'ostunaes do ra !
Causas da poca !
balaca e mais chalara!
Depois da orchestra cumprir o seu dever, re-
presentar-se-ha a comedia do distincto escriptor
brasileiro o sempre lembrado Penna:
OS DOUS FIN0RI0S
OU
1
i
l.
Tomam parte os artistas Thomaz, Penante, Bra-
ga, Correa, D. Henriqueta, D. Mara Carolina e
i) Esmeraldina.
Seguir-seha a scena cmica do actor Penante :

Jesuta na garganta.
Terminar o espectculo com a comedia em 4
quadros de costumes da roca, composicao do im-
mortal Penna, autor dos Irmos das Almas, Quem
casaquer cas, e outras multas comedias do seu
importante reportorie :
0 juiz de paz da Roca.
Personagens.
Juiz de par Sr. Braga.
Escrivio do dito Sr. Thomaa.
Manoel Joo, guarda nacional Sr. Penante.
Mara Rosa, sua mulher
Sinh Aninha, sua fha
Jos, novo da dita
Ignacio Jos
Joao da Silva
Francisco Antonio
Manoel Andr
Saropaio p velho
Tiomaz Cornija
Gregorio lombriga
Josepha das umbigadas
D. M. Carolina.
D. Joaquina.
Sr. Taurina.
Sr. tteariqoe.
Sr. Correia.
Sr. Antonio.
Sr. Preeopio.
Sr. Silva.
Sr. Paira.
Sr. Lyra.
D. PtrrtooiHa.
Denominaran dos quadros
!-() jantar na gaveta,
t.*Audiencia do juiz do paz.
3A fugada rapariga.
4.-A festa do casamento.
Terminando com o sempre gustoso o ehoradi-
nho fado :
Se me d de come
Se me d do beb
Se me pagas as casal
Bravo sinh, vou mora com voe.
Principiar as S horas da arde e
terminar as H.
VISOS MARTIMOS.
Para a Baha.
Pretende seguir com multo brevidade o palla-
bote nacional Joven Arthur, tera parte de seu car-
regamento prompto, para o resto que lhe falta
trata-se com os sena consignatarios Antonio l.niz
de Oliveira Azevedo, ra do Bom Jess n. 57.
i'.ihiiwmiia
DE
NAVEGACA0 BAHIANA
Para Macelo. Penedo, Aracaj
c Babia.
E' esperado dos portes do sul at o da 5 a 6
de julho o vapor Dantas, eommandante Peres, o
qual seguir no dia seguinte ao de sua chegida
para os portos cima.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a (rete : a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C, ruado Bom Jess n. 57.
Para Lisboa
Seguir com tuda a brevidade o palhahote por-
tuguez jVoro S. Lourenco : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem dirija-se aos con-
signatarios Thomaz d Aquino Fonceca A C. suc-
cessores : ra do Viga rio n. 19.
O
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima com muita
brevidade o hrigue nacional Amelio, tem parte
de seu carregamento prompto ; para o resto que
lhe falta tratase com os seus consignatarios An-
tonio Luis de Oliveira Azevedo A C, ra do
Bom Jess n. 37.
Mimiiu
DAS
MESSAGEMES HABITES.
At o dia 8 do corrente nrz e-pera-se da Eu-
ropa o vapor franeei Mendoza, o qual depois da
demora do costume seguir para Santos, tocan-
do na Radia e Rio de Janeiro.
Para condicoes. Aretes e pasragens, trata-ce na
agencia, ra do Commercio n. 9.
Consulado do Imperio Ger-
mnico em Pernambuco.
O capitao A. Baumann, do patacho Almulh Ca-
tkarina entrado neste porto com agua aborta na
sua recente viagem ao Rio de Janeiro para o
Canal, precisa contratar com quem por menos fi-
zer, os concerlos do que necesita d dito navio
conforme as declaracSes dos peritos, as quaes po-
dein ses examinadas ntste consulado, aonde se
receben proposts em cartas fechadas at o meto
dia de 7 do corrente mez.
Pacific Seain Navigalion Companj
Boyal Mail eaiRers.
I Juica quinzenal
O PAQUETE
ILLIMAM,
Espera-se dos portos do sul at o dia i de ju-
lho, e depois da demora do coslume seguir para
Liverpool, via Lisboa, para onde recebe passagei-
ros e carga.
N. R. Os vapores desta companhia receberao
tambem passageiros para Rordeaux, por mais
*Qift ParaV.C'rel Almdoprecodapas-
o10 t (agemde Liverpool.
Os passageiros de Rordeaux podem desembar-
car em Lisboa ou Liverpool e a companhia obri-
ga-se a pagar-lhes as passagens de qualquer des-
tes portos para Rordeaux.
As despezas porm, em Lisboa ou Liverpool,
durante o tempo da espera, serao feitas cusa
dos passageiros.
De Liverpool para Rordeaux, sahe um vapor
todaj as quartas-feiras, o qual atraca aos vapores
desta companhia para receber passageiros e ba-
gagens.
Os passageiros que desta sorte seguirem para
Rordeaux, tem a vantagem d'alli nao fazerem qua-
rentena : os agentes Wilson Rowe c C, ra do
Comroercio n. 14.
O PAQUETE
COTOPAXI.
E' esperado da Europa at o dia 6 de julho, o
depois da demora do costume feguir para o sul
do imperio, Rio da Pratae portos do Pacifico para
onde receber passageiros e dinheiro a frete.
Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Commer-
eio n. 14.
PARA'
Para o referido porto pretende seguir eom pou-
ca demora o patacho portaguez Olinda, por ter
a maior parte da carga engajada, para o resto
que lne falta tratase com os consignatarios Joa
craim Jos Goncalves Beltrio A Filho : ra do
Commercio n. o.
V
ara.
Este navio recebe alguraa carga a frete, qne
resta a engajar : a tratar com Amorim Irmaos &
Companhia.
Pela thesouraria provincial se faz publico que,
do dia 3 do corrente em diante pagam se os or-
denados dos empregados provinciaes vencidos no
mez de junho prximo findo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, i" de julho de 1873.
0 fflcial-maior,
If. A. Ftrreira,
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com
a possivel brevidade o patacho Cardt'a, por
ter a maior parte de seu carregamento en-
gajado, e para o reato que lhe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos
Gongalves Beltrio & Filho, i ra do Com-
mercio n. 5.
Baha.
A eveana nacional Gtrpna lea ja parto d*
seu earregaiueaio promptn o fefao oa pcue*
ias piro a Bahia : a hraUr eom Tasso fmiio
h C.
AVISO
A carga que eslava a bordo da Gtoraimnm para
a Babia foi transferida para o GanbaUi, que deve
seguir em poueos dias ; e para o Rio Grande do
Sul fica a carga o Georfima : trata-so na roa do
Amorim n. 37, eom Tasso irmaos A C
LEIL0ES.
LLEIAO
DE
cerca de 600 saceos com caf variado.
Ikije
Ao meio dia
No armazem alfandegado do bario do L-
vraroeolo, no caos do Apollo.
A. Banmann, capiUo do patacho allemo Almv-
tk Catharina, vindo do Rio de Janeiro com car-
regamento de caf, com destino Falmouth, a re-
ceber ordens; entrado neste porto, < eom agua
aborta, fara leito com licenca do Sr. inspector da
alfandega, em presenca de um empregado da
mesma roparticao para o lim nomeado, eom as-
sistencia do cnsul do imperio germnico, por i n
tervenro do agente Pinto, o por conta o risco de
quem pertencer, da parte do carregamento do dito
navio, avahado d'agua salgida, constando de cer-
ca de 600 saceos com caf, existentes no armazem
alfandegado do bario o Livramento, no caes do
Apollo, onde se eHectuar o leUio, ao meio dia
do dia cima dito.
LEILO
DE
miudezas
20 duzias de luvas dejouvin de cores e
brancas, ditas de botinas para senhoras,
ditas para meninas, e outros artigos.
A'S 11 HORAS DA MAMHA
O agente Pin no Borges vender em leilao um
completo sortimento de miudezas sendo : guarni-
eses para camisas, ditas de diversas qaalidades,
I caixa com papel almaco, borracha de seda e a'godao, trancas de caracol, linhas de meiadas,
pentes para coco, pulseiras, agulhas francezas, e
mnitos artigos que se acharo patentes no dia do
leilao.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primeiro anJar.
z>
bons movis
Hoje
NA
lilil SI.IIA^ Ai..
fr-Rna di) latferatel(
Mob lias cmp! tas de jaca-
rauda, mogno, vinhaticoefaig,
to as tilas com tampoa de pe
dra iarmore, paradores de
raoguo, 1 toilette co i pedra, guarda vestido.*,
guarda roupa ec^mmodas, to-
das 3 pecis reunida mo ama
s, 3 guardas louqa, l guarda
comida envernizado, Giteiras
parae criptorio, luidas cnmnio-
ds de tnogno com tampu de
pedra, 2 pianos ie armarios de
3 cordas, i mesa elstica de 6
taboas, machinas de costura de
2 posponto?, re'og o? de parede
e de algibeira. quadro; com mol-
duras do.irada transparentes
de palha para janellas, tapetes
para sala. Ctbiiies, commodas
de Jacaranda e amarelo. Ii de chapelinas ).ira meninas e
senhoras, 2 cofres de ferro, sen-
do um pro va de fogo, objectos
de ouro e prata, cadei ras de fer-
ro para terrac/ e jardim, urna
gran le alcatifa para sala, Imo-
bilia franceza para crianza, ch-
d ira para escriptorio, oitaspa
ra se fumar, espreguicadeira?,
berqos e caminhis para crianc^,
camas francezas de Jacaranda
eamarelo, marquezas largase
estreitas, estantes para msicas,
armarios para dispensa ou cozi-
nha, e intnidades de obpctos
do uso do ti es tico.
O agente Martins vender
por conta de diverso?, no dia,
hora elugar cima, nao s os
objectos cima m-ncionados,
como oubv s mudos que esta-
ra,. \ ateutes.
NA
FEIRA SEMANAL
i 6ra do imperador n.16.
Sextas-feira 4 de julho.
Novo leilao
DA
barca portgueza Despique 11, de 293 to-
neladas a 25,000 arrobas de carga, for-
rada de metal, encavilhada de peo e co-
bre, com o seu massame e apparelho
completo, e os mais artigos existentes na
mesma barca.
SABBADO 5 DE JULHO
Na sala da- entrada da associacllo com-
mercial
4.11 kWM
O a|nte Piano Borges por mandado do Mm.
Sr. juuc de direito especial do commercio, e a re-
Iufriiwnto dos caradores ficaes da massa fallida
e Ferreira 4 Looreiro, o precedidas as formali-
1ails lefaes, vender a suuradita barca eom as
i tnpiche Ounh, ex|Kwta a cxaiue dos concurren-
mu
Leo
loja de miudezas
A ra da Impcratriz n. 54.
SEGCNDA-FEIHA 7 DO CORRENTE
s 11 horas.
O agente Piaho Borges vender em leilao, por
conta risco de quem pertencer, a referida loja,
constando de armacao efazendas all existentes,
constante do balance- qne se acha em poder do
agento, em sea escriptorio, a roa d < Bom Jesas
n. 53, onde se daro tv.ias as informaedes preci-
sas.
LEILO
DE
pred
ios
sendo um delles bem construido e elegante.
Terca feira 8 da corrente.
s 11 horas da manh.
Um sobrado de doas andares na roa da Assump-
cio, n. 44, em chaos proprios, que faz frente eom
o convento da Penha, fresco e deleitavel.
O pavimento terreo com boas commodidades,
tendo 3 quartos, cozinha, quintal eom boa cacim-
ba e agua, portao que d sabida para a ra do Pa
dre Florano.
Primeiro andar 4 salas, 2 quartos e cozinha.
Segundo andar.1 salas, S qnartos, selo o co-
rintia.
Um sobrdo de dous andares na ra da Moeda,
n. t7, em chao propro, pavimento terreo, primei-
ro andar, 2 salas e alcvas, segundo andar, 2 sa-
las, 3 quartos, sotan e cozinha.
agente Pinho Borges competentemente autori-
zado, levar a leilao os sobrados cima declara-
dos, por conta e risco de quem pertencer, no seu
escriptorio, ra do Bom Jess n. 53, primeiro
indar, onde effectiiar o leilao e dar-se ha alguns
esciarecimentos sobre os ditos sobrados.
Fugio no dia 14 do corrente do engenbo
Camorixinho do termo de Agua-Preta, o eteravo
pardo, de nome Oaudino, deIdade Ae 30 a 32 an-
uos para mais, com os signaos segnintes : altura
regular, chelo do corpo, cabellos carapintiados,
testa e cabeca redonda, olhos grandes, ps gran-
des e largos, em um dos ps tem urna cicatriz j
velha de um golpe de machado, e tem os dous
dedos alguma consa a herios provenientes do dilo
talho, tem os dentes da frente prCcitos, sem bar-
na, s con ponco bnco, tem ofheio de carvoeiro,
levou camisa e calca (fe algodao] da Babia, cha-
peo de carnauba, panno e cobertores de elgodiio:
roga-se as autoridades polici.ies a npprehencocs
do mesmo o capios de campo, entregandu-o nes-
sa [iraca an Srs. Jo** nrenco Goncalves, na
di i Marqncz do Olinda, on ao mrsmo engeobo ao
seu Sr. II. A. Cavalcaute de Albuquerque.______
In*trueca* primaria
No niao da matriz de Sanio Antonio n. 6, ha
urna senhora habilireda, qne se propde a ensinar
por commodo preco, garantindo desvolar-se pelo
adiantamento das meninas que lhe fizercm a hon-
ra de confiar.
Sociedade Moute-Pio Santo
Amaro.
Tendo sido marcada a installaco desta socie-
dade para domingo 13 du corrente, pelo presente
se convidan) a todos os tenhoies socios que ic-
nham deixado de satisfazer seos compromissos, a
faze-l dentro do prazo de 12 dias, atim d se lhe
tornar extensiva o ultima parte do artigo 28 dos
-estatutos. Oi.tro sim. sao convidados tambem
para as sessoos de qninta-feira 3, s 7 horas da
aoite, e domingo 6 do eorrente, s 11 horas da
manh, todos os socios.
Secretara da sociedade B. M. Pi 8. Amaro, Io
de julho de 1873.
0 I* secretario
__^_____________ Sebastio Pyrrho.
Caixeiro
AVISOS DVBS0S
Sociedade Unio Gathoiica
Orthodoca Pernambucana.
Achando se approvados pelo Exm. Sr. presiden-
te da provincia, os estatutos desta sociedade, lera
lugar domingo prximo, 7 do corrente a sua inau-
gurado no consistorio da igreja de S. Pedro, e
para esse acto solemne sao convidados nao se ^s
socios inscriptos e os que prctenderem se-le,
mo igualmente rs Hvms. Srs. parochos e sac
dotes desta cidade.
Antes da installagao, que comecar as 11 hoi as
da manha. o Rvm. socio inscripto o Sr. vigario
Tito de Barros Correia, celebrar o santo sacrifi-
cio da missa, com a assistencia de todos os socios
instaladores presentes e mais pessoas convidadas.
Becife, 3 de julho de 1873.
0 1.' secretario,
Jos H. B. Meneies.
BOLIEIRO
U cominenda lor Tasso precisa de um.
0 commendador Tasso tem algumas cusas
na cidalc 'la l'.iraliyba, que precisa vender
ou permuttar por outras nesta cidade ou
seus suburbios : a tnttar com o mesmo.
.Sociedade Propagadora da
Instruccao Publica.
0 aonselho i nroclnal da Sociedade Propagado-
ra da Instrucca Publica na freguezia de S. Jo-,
endo de installar no dia 7 do mez vindnuro,
las aulas, una de francez e outra de intlruc-
;o primaria son a direccin do socio bacharel
Vfanoel Franciscvi do Barros liego e a seguada
?on a do socio Anaeleto Publio de Moraes Carva-
Iho, que para isso gratuitamente se olTereceram,
convida a tudas as pessoas, que se quizerein ma-
tricular em dilas aulas, a comparec rom, no re-
ferido dia pelas fi horas da tardi, em rua Im-
perial, casa -i; 177, onde ter lugar a installacao
bem como a todos os dmala que com suas pre-
vengas quizerem abrilhantar esto acto.
Sala das sts.-oes do consellio parochial da So-
ciedade Propagadora da Instruccno publica em
5. Jos, 28 de jnnho de 187.3.
O secretario,
Livino Chacn.
Urgencia
Precisn-se fallar ao Sr Ino'An&stacio Hypolito,
re iilente na povoacao de Tejucupapo ha 12 an-
uos, e se achando ha pouco residindo era casa de
um seu amigo nesta capital, ignora-se o ultimo
destino que tomara : pede se a pes;oa que delle
poder dar algumas informacoes, que por favortli-
nja-se a rua do Coronel suassuna n. I, ou rua
Augusta n. 203.
Aiuga-so urna casa ae pedra e cal, em Api-
pucos, junta a porteira do engenho Dous Frmos,
logar muito snudnvel e fresco, com hons commo-
dos para familia, sitio bem cercado a limoeiro, com
boas larangeiras, cajueiros, fructa-pao, limeiras e
outros arvorodos, cacimba nova com bomba e
muito boa agua, por preco razoavel : a tratar na
travesea da Madre de Dos n. 18.
luga-e a casa do caes do Capibaribe, con-
frente a serrara, com os seguinles commodos : 2
salas, 5 quartos. cozinha fra, quarto para escra-
vos, entrada independente, tera agua potavel e com
bom banheiro, um grande quintal, tendo no mes-
mo urna grande casa de madeira e tambem um
bom chiqueiro para gallinhas, muitos e difieren-
tes alvoredos de fructo, como tetan: sapotizeiros,
.Toiabeiras, roineiras, ligueiras, piunnras, mmoei-
ros e 3 grandes parreiraes, tem tambem umitas o
diversas qualidades de flores plantadas em jarros e
canteiros : n\ mesma se dir quem aluga.
Escravo fgido.
Fugio no dia 2 do crreme, do engenho Canoa
Grande, na freguezia de Una, comarca do Rio For-
mlo, o escravo Laurentinn. preto, sem barba,
representando a idade de 30 annos, estatura re-
gular, ps grandes e muito regrista. Quando foge
costurha acoutar-se aqui no ttecife: quera a ip_-
prehender e entregar no referido engenho ao abai-
xo assignado, receber indemnisacao de todas as
despezas, e mais a gratitieacao de 504.
Pedro Cavalcate de Uc^oa.
No ultimo do mez passado roubaram da casa n.
26, nos Afflictos, um annel de brilhante no valor
de 350|. tendo c mo signal duas pequeas listras
pretas do cada lad do aro, a eomecar de cada
urna de snas extremidades o terminando quasi no
meio delle : pede-se aos senhoros nurives ou a
qualquer pessoa qne por ventura o tenha compra-
do ou apprehemlido, qne mande leva-lo ao seu
dono naqnella mesma casa, que sera gener>a-
mente gratifleado.____________________________
Escravo fgido.
Auentou-se do poder dos ahaixd assignados o
seu escravo de nome Joaquim, cor preta, e de
naci, traja muito limpo, anda calcado e usa de
cabellos compridos, querendo faz -r meia cabellci-
ra, sabe cozinhar, oceupacao a que se dedicava,
quando falla se conbeco ser negro africano : ro-
ga-se a apprehensao do dito escravo, cuja captura
se gratificar bem,
Jos da Silva Loyo Filho.
Quem quizer dar 1:000000 a premio sobra
hypotheca, deixe carta a Z Z Z, na rua do Co-
tovello n. 40, ate o dia 8 do corrente para ser pro-
curado.
Manoel Carneiro da Cunta declara que de
hoje em diante tica assignando-se Manoel Guilher*
me Carneiro da Cunha._______________________
Est fgida
Fugio em 17 de marco prximo passado a es-
crava Matilde, de 32 annos, preta, erioula, estatu-
ra regular, cheia do corpo, pernas finas, tem uns
carocos no rosto iue parece espinhas, falta de
dentes na frente, falla muito manso que as vezes
desalia a compaixao, boa sozinheira e engomma-
deira, filha do Para, foi comprada sogra do
Sr. commendador Lucena. muito conhecida por
ter estado alugada em casa do Manoel, inspector,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tem sido
vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxang, Mag-
dalena e aqui no Becife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes e capitaes de
campo a sua appreh nclo ; as3im como se pedo a
quem tenha amas que verifique nessas que dizem
ser forras, pois consta estar ella do ama que nao
sahe rua, e que se gratificar a quem a trouxer
rua do Livramento n. 1 a Antonio de Paiva Fer-
reira.________________
^ Precisase de urna ama para cozinhar: na
roa da Cadeia do Recife n. 40, toja.___________
'- Aluga-se una ama para todo o servido : na
rua da Gloria n. 6.
a mm a Na rua da Alegra n. 40,
% I /% precisa-se de urna ama de
ATmlTM Jrm. idade, que tenha boa conduc-
ta, para andar com urna menina._____________
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na rna do Coronel Suassuna n. 1.
Precisa-se de urna ama : na rua
do Mrquez de Oliuda n. 22, antiga
rua da Cadeia.
A Ttin Precisa-so de urna ama que saiba bem
x\.lill cozinhar : na rua de Pedro Alfonso, ou-
tr'ora da Praia, n. 3.
Precisa-se de urna ama
/* Ivl /wa para cozinhar: a tratar na
AiTlil- rua do Imperador n. l't.
URGENCIA.
Ama de leite.
Predsa-se do urna ama de leite, quer seja
forra ou captiva, porm sem filho, e que te-
nha bom o abun iante leite, paga-se bem : a
tratar no 3. ailar desta typographia.
r'fi
CAZA DA FORTUNA!
RUA l.DE MARCO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 2:)O$OO.
0 abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
i:000.
Presos.
Inteiro.......24*000
Meio........12000
Quarto....... 6000
_____________Manoel Martins Fiuza._______
Official de barbeiro
Precisa-se de.um perito official de barbeiro : a
tratar na rua do Imperador n. 38,1" andar.
PENHOBBS
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Escrava fgida
No da 1* de junho prximo passado fugio da
casa de seu senhor, morador em Beberibe, a sua
escrava preta, de nome Domingas, de idade 38
annos, pouco mais ou menos, com vestido de cassa
branca e chale de merino encarnado com palmas
de cores, a qual tem os signaes seguintes : estatu-
ra regular, secca do corpo, rosto proporcional,
olhos um tanto g andes, nariz regular, ventas um
tanto grandes, bocea regular, beico inferior um
tanto cahido, peitos muito pequenos e murnos,
nadegas um tanto salientes, pernas um tanto gros-
sas, a propop.-o do corpo, dedos dos ps curtos e
muito separados uns dos outros em consequencia
de queimadnra que soffreu nos ps quando pe-
quena, sendo este o signal mais caracterstico pelo
qual poder ser logo reconhecida, hem fallante, e
costuma dizer quando se acha fgida que forra,
ou que est pagando semana, foi escrava do finado
portuguez Finnino Jos Flix da Rosa, e muito
conhecida no mesmo lugar de Beberibe, praia do
R Doce, cidades de Olinda e Recife, principal-
mente na freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves,
onde se suppoe estar homisiada ; protestase haver
dias de servco e a proceder-se criminalmente con
tra quem por ventura a tenha cculta : roga-se,
perianto, a todas i-s autoridades, capitaes de campo
ou a qualquer pessoa a sua apprehensao, levan-
do-a casa do capitao Joaquim Jorg_e de Mello, na
freguezia da Boa-Vista, rua do Aragao, sobrado n.
16, onde se gratificar generosamente.
Precisa-se de um caixeiro de IS a 11
na laverna do pateo do Terco 4.__________ _
O Sr. Lucas
pode vlr rua da Madre le Daos n. 7 liquidar o
negocio que tinna aun o fallecido Jos Jowfma
da Silva (uimaracs.__________________________
Ha para se alugar
um grande terreno com nina vasta planta^** de
capin, no caniinho-novo (Soledade): a tratar M
rua da Crnz ti 3._________________________
Caixeirt.
Precira-se de nm caixeiro eom pratiea de Br-
illados para a cidade da Escada, de idade da It
a 15 annos : a tratar no pateo do Torco n. 23.
Ha para alugar um escravo, eroolo, sadio,
robusto o apio para todo o servco : roa d_o-
rora n. 65.______________________________
Aluga-se o gabinete do 1* andar do sobrad*
da rua do Haiigci n. 7 : a tratar na taverna do
mesmo sobrado._____________________________
Attenco.
Precisa-se da quantia de 004 a juros para pa-
gar-se em prestaefes mensaes de 80a000 : quem
quizer fazer este negocio deixe carta fechada com
a inicial G em mo do administrador, no 1* andar,
o qual tambem |ortcr dar alguma informac-o.
Regente.
Precisa-se de urna lenbora para a regencia de
casa de familia, e que sama Icr e escrever, costu-
rar e cortar vestidos : a tratar na Praca de Pedro
II n. 81,2* e 3* andares, das 6 s 8 huras da ma-
nh, ou das 5 s 7 da t rde ; ou na praca *>
Corpo Santo n. 17, andar, em dias nteis, a
qualquer hora. _____________________________
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Rua. da Comuaerel* n. S, 1.* __d_r
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre us seguinU"*
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
(uarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Miraridella.
Moncao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastdlo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do PortimAn.
Villa Real.
Vizeu.
Valencia.
Figueira.
i
HEDIGO-GIRURGIGO
W. DO Wt
g Dr. J. II. < uii
g Rua do Marque/, de Olinda n. 23, pr- m
meiro andar.
& Consulta das 9 horas s II da manha. f
^ Chamados a qualquer hora. ML
Escravo fgido
Di engenho Regalia do termo de Barreiros fri-
gio o escravo Ari-tides, par lo, representa ter 18
annos, pouca barba, magro bastante e altura re-
gular, costuma andar calcado, falla bem, sabe 1er
e escrever ; presume-se estar aeoutado no Recife,
onde tem mi e prenles : grelifica-se a quera o
apprehendar e leva-lo a o referido engenho, ou no
Recife ao Sr. Francisco da Costa Maia, rua da
Crux n, 86.
Eugio
No dia li de maio do corrente anno, fugio des-
te cngenbo o escravo Marcelino, preto fulo, bai-
xo e secco. rosto descarnado, pernas e bracos fi
nos, falla baixo, sem nenhum defeito. Itepresin-
ta ter 30 annos e tem alimnias marcas amigas de
relho. Este esclavo pertenceu ao Sr. Manoel An-
tunes de Queiroz Barros, do engenho Ronca do
Cabo, e consta adiar-se para os lados da cidade
de Nazareth, onde tem pai c irmos forros, ou
em Goyanna e N. S. <*o O' de Goyanna i nde de
outras vezes j tem sido pegado quando perten-
cia ao dito Sr. Autunes. Roga-se s autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua a pprehensao
e conduzi-lo a este engenho, ou no Recife aos Srs.
Cunha Irmos & C, rua da Madre de Dens n. 34,
que se gratificar generosamente. -
Engenho Dous Mundos 21 de junho de 1873.
Manoel Heraclito d" Albuquerque.


-

mm
BHTISIA DE PAKIS
19-RUA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes- 9
sor de F. Gautier, es- %
pera continuar ame- I
recera confianza dos |j
clientes da casa; edo
respeitavel publico em
geral.
i T-. .T
m
t! J .
tff?W
AO PUBLICO
Quem mais cominoda oerece ?
Incontestivelraenle a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espo-
cialidade ao bello sexo, o PARS NA AMERICA
rua Duque de Casias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razao ? a raaio simples :
um cavalheiro (amante do chique) por corto m
in .'ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao pudendo desta forma conbeeer se
a Imtina lhe tica bita, pois, nao tem eapaco para
experimenta-la, ao menos qne nio a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immua-
do ladrilhn ; o que nao acontece no Parit m
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se tica bom o calvado : para ?
bello sexo, ento qnasi impcssivel. que nma se-
nhora (do bom tom) queira sujeitar-se a' expori-
mentar calcado ao lado de nm baleao, onde en-
tra quem quer, anda meo para comprar : o
Parit na America nao resente-se desta falla ; ten
nm hem preparado gabinete reservado, pira an
Exmas. qne all poden estar em perfeito commo-
do para a eseolha do calcado.
Nao terminam ah as vantagens ou commodo
do Part na America i rna Duque de Caiias a.
59, pnmeiro andar, consiste tambem no bom sor-
timento de botinas para horneo, dos melhores
mais afamados latineantes da Europa, romo Mo-
lies. Su ser, Polak, etc., etc., e grande varodatfe de
"hinellos e sapatos. assira tambera un N__> aar-
timento de botinas para senhora, sapaliokos de
militas qnabdades que poderio satisfaxer a eseo-
lha da mais capichosa senhora (do bom gooto);
pelo que Oca expendido, calcado atrangeiro, que mais vantagens ofcreea,
i o Parit na Americo, roa Duque de Caxias %.
59, primeiro andar, antiga rua do Queimado
i


_


Diario de Pernambuoo Sexta feira 4 de Julho de 1873.


AJL/aTA. MOVID/tDB
PIANOS E MSICAS
AIVTairiO JOS HE JIZEVEDO
Ra do Bario da Victoria n. 11, armasem, e 12 1. andar, antiga na Nova
(Mude o publtco em gera encontrahempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
____ Aeabi Wr no primero andar do sobrido n. II confronta 4
* **rtr, o grande sali onda esli expoHos o mafninco.
ir MAJOS da armara, de Pleyel
-------- i nato canda, do roamo antor.
-------- da H. Henri.
_-------- da Arvtda ThibooL
Ooieo afame tiesta eidade, doa eeiebrw afamada
PIANOS DE AUCHER FRRES
sremlados en diversa, po.i-ds. ora U oedalbaa da
Sao os nice, pianos qna aqni ven. da Europa,
a, fritos cons legan :ia a solidai.
D'aqni aoCdiania continuar a aannaeiar todas aa poblicacSea qna sa forem friendo naa snaa offlcin. de mosieas.
onro a prata.
perfeitamente aflna-
Tamben receben fraude sortimento de msicas para piano, piano
canto e entre ellas aa lindas composigovs do mnito sympatbico maestro
P. S t*TI\I
A SABER :
Walsa.
SeiScl ***** **"*
A. J. Reogh, como represen tente
casa dos Srs. 1). pptniMimer <& C, .le Lon-
dres, oilurece aos staihores loglas do IVr-
namlxico un roinpleto sortiinunlo de nmos-
Inisili! todas as fanta, fr-rr.-ignw. s-'llins,
yijiiiti*, nri'i.fs, ciiti.lr/ii.-!, t... cu- |,u-
don do-se eiitonJur cum o niosiue senlior, ira
HUAOOCOMMKRXION. 3,
__________ ARMAZEM.
Voc me quer
Olga
L Separacioni
A Lm elctrica, grande Wai.e.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Vllela Galope.
Joaeioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Prmeira espada Walsa.
A Minha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Stodieote Po'ka.
Feitas bu otDcinaa de mosteas
do annoneiante.
Emilia, polka por I. Saolti.
Matea,
Ctreaciaoa, schotcb, por Smoltt.
Jardn do Campo das Priceu
qnadrilha, por J. Popo.
Cbnva de Roaaa, Walsa, por H. Al
fftaasj.
CAUTELA!
MEURON & C.
AVISAM
Arrenda-se uro sitio perto da laclo do Casan-
ga, cora boa casa cacimba de agua de beber :
quem pretender dija-ee ao engento Poeta a tra-
tar cora a sea proprietario.
Isabel Augusta Scolla
Pinto.
Maaoel Jos Carneiro Pinto,
Theodolmda Balthar de Oliveira,
Isabel Perreira Balthar, Estepha-
nia Mara de Olveira, Isabel Au-
gusta Scolla Fraga, Joanna Per-
reira Balthar, Paulina Ferreira
Balthar e Antonio loaqnim Goncal-
res Fraga, esposo, rali, av, irmio, tias e cunha-
do, agradecem do intimo d'alma a todas as pes-
soas que se dignaram acompanhar soa ultima
morada os preciosos restos da finada Isabel Au-
gusta Scolla Pinto ; e de noto as convidan) para
assistirem a missa do stimo dia, que ter lugar na
igreja de N. S. do Livramento, pelas 7 horas da
manlia do dia quinta-fe ira 3 de julho; pelo que
desde jase mostrara gratos por este ultimo acto
de religiao e caridade.___________________
OSr. OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
*
Aluga-se
Xa ra do Iinjerador n. 3J preciase atajar
I'' ajudfcns atetan ... Pagan
un csrrevo
fin.
AO AMIAZEM
VAPOR FRANCEZ
KA 1)0 BARAO DA VICTORIA
Outr'oraNovaN. 7
K. 7
Calcado
Fugio,
fraocez.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma edr, cujo desenlio se pode
MOMA
Est encouracado!!"!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na eidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir i ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
lins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passoa fevereiro e abril de 1871, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de eito annos, e quando o Sr. seu tilho se
achava nesta eidade.
s.
MEURON a C.
Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade 25 annos, pouco mais ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodo, tem marca de fajo
na na pema direita, e tem os oihos grandes e abo-
toados: roga-se as autoridades policiaes e capi-
Ues de campo o obsequio de pega-la e leva-la
seu eenhor, no Caminho Novo n. 110, sitio, ou na
ra da Cacimba a. t, que sero generosamente
recompensados.
AJuga-se por 251000 a casa n. 6, sita roa
do Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
de novo : a tratar na ra da Restouracao n. 5i,
outr ora Guia.
Olhem...
Krederieo Pinto k C, com loja de fazendas ra
do Marquet de Olinda n. 40, pedem aos seus deve-
dores de coatas antigs o obsequio de virem satis-
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
ttenQo
Fugio do engenho Goiabeira, freguozia de Ja-
boato, no dia 25 do correte, o escravo loio
Comedor, preto fula, cabellos e barbas cor de fogo,
olhos amarellos, alto, possante, reprsenla ter 35
annos pouco mais ou menos ; levou camisa bran-
ca, caifa de casemira escura e chapeo de couro:
desconfia-se que ande a trabalhar no carvao, ou
no algod .o, ou enlao que ande para as bandas da
Eslrada-Nova, onde tem urna irma : quem o pe-
gar leve-o ao pateo de Carmo n. I, onde ser re-
compensado.
Coosullorio medico
conftindir com o d'aquelle
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
1
i
8
i
DE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrade, antigo e acreditado official da casa de Delsuc, participa as Exma6.
amlias eao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo salo, aonde
se aprompta com perfeicjio toda e qualquer encommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e posticos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-6e com perfeico toda obra de cabellei-
fase-las no mprorogavel prazo' de 18 dh^certos reiro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
de que, linda este prazo, mpregaro os meios ju- parte.
diciaes para seu embol^i
mi.
Becife, 2 de julho de
perfei-
Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade,
. cAo e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
o'p^lam^ ^ 2 |10 A 2 "t* "$** I 0utr0 sim. avsa s mesmas Exmas. familias que em .seu grande salo, ha cntinua-
taZ?fe KcS^ae e t ^L 'lamente sortimente comP,eto de *"* cache-peignes e topetes, tudo de modernismos
. preco
de 200X annuaes, leudo commodos para familia:
a tratar a ra estreita do Rosario n. 17, lindar,
escriptoro.
gostos.
Precsa-se de um criado de 10 a 15 aunos,
que entenda de servir, de copeiro : na ra da
fmperatru n. ti, 1* andar _______
Precisa-se alugar duas %scravas, sendo ama
que engomme, cozinhe e faca todo o sen-ico de
ama casa de ponea familia, e outra propria para
vendas de ra : no pateo do Carmo n. 20, 2.* an-
dar.
Ra do Imperador n. 381. andar.
DO
l>r. ll.ii II...
RA DA CRUZ X. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro-
lis^ao.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
pecj7i//fl"-te.=Molestias da pelle, de
crianza e de mulher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua especialidade as duchas fras e
banhns a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
prepados na Europa.
Tambem applica com grande proveito
no tratamento das molestias do tero a o
elecricdade,pelo processo do Dr. Trepior.O
Precisa-se de um homem para conductor de
carroca : a tratar na ra do Baro de S. Borja n.
antiga ra do Sebo.
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
ta rmos no mez de Sant'Anna, e ha ver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do necesario para regalo e distraecao de quera
tem gosto pelo que .bom.
Recommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sortes fulminantes, o que
tudo isso se acha na
Confeitaria do Campos.
E para constar pois que os propnetarios da
confeitaria do Campos cnamam a atlencao de to-
dos e de todas para o preeonisado caf em p ver-
dadeiro de Java, e bolachinha em latas denomi-
nada fiugar Wafters Vanella ; especialidades para
dietas, quanto mais para quem est de perfeita
sade.
Em vista do referido espera o dita Campos que
nmguem, para pedidos de taes objecto, se diri-
jan), sen o Confeitaria do Campos, ra do lm
perador
Lampeo na porta.
Para homem.
BOTINAS de bezerro, rordavo, pellica, lustre e
de duraeue com biqueira, dos mulhorcs
fabricantes.
SAPATOBS de beierro, de eordavij e de case-
mira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancadns com sola de iio, pro-
prios para banlios, sitios e jardins.
SAPATOS de pete, charlo!, castor o de tranca
franceses e portuguezes.
Para weiiliora.
BOTINAS pretaa, brancas e de cores dilTerentes,
lisas, enfeiudas e bordadas.
SAPaTINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differente, bordados.
SAPATOS de tapete, charle!, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretos, branras e de eires differentes,
lisas, enfeiladas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de Iranca portuguezes.
Pnra nteninox.
BOTINAS de bezerro, lustre c de cordavSo.
INADOS e sapatoe8 de Iteierro, de diversas
^ qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Potas a Napoalo e a Guilherme, perneiras e
meias perneiras para homen-, e meiaa perneiras
para menino*.
No armazem do vapor france, ra do Bario
da Victoria n. f.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guernicoes,
sofs, jardineira,s, mezas, ccinversadeim e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e < s mais proprios movis para slelas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor franeer, ra do Baio
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIAi\OS.
Acabam de chegar fiuito bons pianos fortes c
de elegantes modelo, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
Ir'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosueticos, muitos artigos delicados em perfuma-
rla para Dresentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes taa-
nnos d'agna de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, ra do Baro
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilleras.
Artigos de dilTerentes gostos
pliantnzias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retrato?.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo
gios.
Brincos a miticao c botocs de punhos de pa
qu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinlio de cures.
Novos ohjectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cures, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarnid-oes.
Bengalas de luxo, canna, com castoes d mar-
fim.
Bengallas diversas fm grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentcs de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marGm muito finos, para limpar ca-
beca.
V Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carleirinhas de medreperola para dint eiro.
g Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch-mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes' joguinhos allc-
maes e francezes.
Malas, Jbotc. as e saceos d<* viagem de mar e ca-
minlios de ferro.
Mamadeiras de vidro de dar leite mu facl s
criancas.
Argolinhas de marfini para as criancas morde-
rem, bom para os denles.
Bureos de vimes para embalar criancas.
Ce^tinlias de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Veneaianas transparentes para portas ejanellas.
Reverberos transparentes para candiciros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistos,
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros-.
Vidroe avolsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
fes tas.
fcil
FngiM da casa ih -cu Muh.r -.(, iw su d abril
do convRle auno, a enema do u.inH.> Kavmunda,
com os signis soguintes : bem prcU, coka, urna
cicatriz na testa, talla muito e tem por habito di-
zer que livre : quem apprehender uucira levar
a ra de Santo Rila n. 5, eulrada pe? rna nova
de Santo R la. Constando ao en wnlmr que al-
gui-in usufriie o trabaliH) da dita escrava, etit de-
clara que ha de proceder jiiUcialminie eootra
quem quer que seja._______
Avise e prolr slo.
Constandome que se acha procedendo o in-
ventario dos Ik-iis que firarain |>elo aecimeato
(U Exma. aei.hora do .*r. Gabriel Anhmk- em Rio
Formoso, previno em tompo que ningnem faca
contrato ou transaccao de esptrie algutna orc
as Ierras do engenhoMascxtinho a que foram
aunexadas por senteuca pi-rciu da* Ierras do en-
?n' o -Mscale -, porque ah tenho duas parte?
iguaes que me cotihcrain por heranca palema o
por compra :iue liz de mira depois d reconbeci-
das prop iedade do casal de meu fallecido pai por
accordio di supremo tribunal de justica. mi grao
de revista, do |. de mam de I87J, t^as na poste
do referido Sr. Gabriel Ant-mio ha lempo imme-
morial sem nada me ter pago al hoje, como
consta dos auto.
E constandome anda qnc os dentis berdtrux
fizeram venda, cessio, desistencia ou cou
mellior doiih; teuha no vncatnUrw juridU-o. cora
o que nada tenho, pnilt>sto, bidavia. contra tuda
e qualquer venda, ces.-o ..n desUlencia em qce
porvenliira se lenha fomireheplid qualquer
parle relativa a t-r.a legada \l> meu dito fall-ci-
do pai, porpie mu o nico herdiiro desta terca e
urna minha sobriuha legitima.
('orno seropre, terei mnita salisfa.o que o Sr.
Sr. Gabriel Antonio continu a ser meu morador
pelas parles que tenho em dita proprieJadc ; mas
que nao rado at hoje.
Recife, 2 do julho de 1873.
Dr. Joaqum Anloni-' Ca'tiro da Cnmk'i Miranda.
J. Dhibaut de Pars
Constructor e afinndor dr pia-
nos
x-ifinador das antigs e ofunalas mua
I'ie>el e llertz
< ufficjnas da casa
Alfonso niondcl.
33Ra do Iniperudor33
Tem a honra de decl.irar a re-peiiavcl publico
desta ciclado, que tem afearla sua casa de concer-
tose afinares de pianos, qualquer uue s-ja I -
tado do instrumento : roa ib hapera I ir
n. 33.
e antigo dirsetor *
Aligase
armazem da ra nova de >anta Rila n. 57, pr>-
rio para serrara : a tratar junto n ..
Precisase de
seal n. 7.
refinadores : n<> largo do Ar-
Aluga-se um nmleque :
que de Caxias n. 4i, luja.
a tratar na ra Du-
AllPHCO.
A' ma do Rangel n.13 existem duas moedasde
ouro apprehendidas em man de urna ipulher que a*
procura va trocar por menos do sei valor : fue .1
se julgar com direito a ellas alli va, que pro*an-
do aeran as mesmas se lhc entregar eM a cou-
dicao nica de pagarem este annuncio.
Ao Sr, Firmo Candido da Silveira rogare o
favor de apparecer na ra do DfjfM de Cavia- n
55, isto por se procurar em sua casa e nao s r
encontrado.
COMPRASE
Comprase algumas ca dos nesia eidade : a Halar na loja da ra D
do Caxias n. Si.
Na ra doRruin n. "6, n finacao, preds:
comprar urna carroca para cavallo. '
Compra-se Diarios de fruimaiim 1 144
rs. a libra : na ra do Corow 1 HaMM n. I.
Trastes.
0

Compra se e ven.le-sc Inatef ovo* <-.,
e usados : no arm:zem da ra do lm- J
l erador n. 48.
Compra-se
urna rasa terrea que ten' a bons ronimodo par
bmilla, e bom ,|uint.l, un baitro da Bw-Vnta,i
algBOl sitio prximo a linl^a dos bonds, ou da MI
cliainlioinba : a tratar na ra M .Rangel n. /.
Io ou i- andar.
VElNDE-PE
No Caminho Novo travessa do Padre Ngle? n
7, ps defructa-po de 2 a 8 palmos, dem de !.
ma de umbigo, sapotiseiros, abacates, nma 1 1
ligueiras, parreiras e mitras muitas fniieii..-,
por pre^o que o comprador nao deixar de c, m-
prar. A ellas emquanto ehove.
Escravo rugido.
150#0.00 de gratificado.
Escravo fgido.
50|000 de gratificacao.
Asentoa-se do engenho Victoria no termo de Ansentou-se desdo o dia 13 de mai de'l87S, o
Barreiros, o mnlatosemi-branco Saturniano, de preto de nome Alfredo, de trinto e tantos anns
w annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda, crioulo e bastante ladino; este preto oerfeito
cabellos amarellos e crespos,. rosto largo, olhos. eozinheiro, estatura alta, magro elhos grandes, j
castanhos, nariz regular, tem um signal nos peitos, I esleve no engenho do Sr. Lul de Calar, era S.
proveniente de urna espinha, penas e pes Lourenco da Malta, onde consta ter prente, foi
grossos e mal fettos : quem o pegar, ou delle der-------
noticias leve ao seu senhor Dacio Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corpo Santo n. 7, 1 andar, que ser recompensa-
do generosamente.
Engommadeira.
Lava-se e engomma s com aceto e promptido:
na ra do Bom Jesu. n. 48, 2* andar.
AVISO.
O gerente da, easa de emprestmos sobre penho-
res,a -avessa da Cruzes n. i, previne ao publico
que no dia 15 do eerrente levar a leilSo todes os
peohores consundo das caujelas vencidas al 30
dejunho.
escravo dos Srs. Adriano & Castro, do Sr, Jos
Joaquira Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estos senheres foi eozinheiro, tom
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Peder a todas as autoridades e capilaes
Srapo que o pegando leve-o ra do Duque de
xtos-o. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratilicacao cima decla-
rada. *^ ^
Jos Antonio da Rosa, estabelecido na villa
de Agua-Preta. declara nada de ver a pessoa algu-
ma, e quem se julgar sea credor apresante-se no
Srazo de 30 dias, a conlar da data deste. Re;ife,
) de jnnho de 1873.
- Aluga-se um preto
ra da Palma n 57.
perfelto eozinheiro: na
O Sr. Jos Antonio Goncalves chamado
ra Duque de Caxias n. 49, a negocio de seu in-
teresse.
ALUGA=SE
tuna boa escrava : na Ponte dchoan. 10.
AUenco.
Precisa-se de nm forneiro e um araassader : na
pateo-Oa Santo Crote n. 1. \_/
- Na Ba-Vlsto ra da Conceieo n. 35, ha
para vender barato um marquezao de Jacaranda
grande e novo._____________________
Ao commercio.
Nos abaixo assgnados declaramos que compra-
mos o hotel Porlueuse, sito ra de D. Maria
Cesar u 16. outr'ora Senzala-nova, livre e dosem-
baracado de qualquer ona ; e se alguem julgar-
se credor, queira se entender com o dono, que nos
nao attendemos a recamacao alguma. Recife, !
de julho de 1873.
_a___-___________Pereira Martins.______
Consistorio da irmaatdade do
Divina Espirito Santa.
O esenvo da irmandade do Divino Espirito
Santo declara em nome da mesa regadora, que
nao podendo ter lugar a posse dos novos eleitos
para o anno de 1873 a 1874 no dia 9 de iunho,
ncou traisferiia para domingo 6 de julho do cor-
rente anno, aa 8 horas da manha, para cujo acto
previne de novrnoste aos mesmos irmos eleitos
Balees aereostaticos de papel de seda mu
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Eupanadores de palh e de pennas.
Tesourinhas e caivetes Unos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tira de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos com paysagens e pbanto-
7a.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazia..
Ohjectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas,
Realejos harmnicos ou accordions de lodos os
tamanhoSj e outros muitos artigos de quinquille-
ras difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, ra do Baro da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A malor vafiedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes parles
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a presos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Oslinlias para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegado.
ao armaaem do vapor francez. ra do Bario da
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
j_---------;____________________________:____________
Chaves perdidas.
Roga-se a quem achon um maco de 8 cha-
ves pequeas, o favor de as entregar no caes da
Alfandega n. 5, armazem de bacalho, que muito
se agradecer, e recompensaodo-se generosa-
mente.
Casa para vender.
Vende-se a das Cinco Puntas (actual ra Vid .1
de Negreiros) n. 136, cora a frente roretid.
azulejo, e de pouco reconstruida : a tratar na ra
Nova n. 42, loja.
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
grande familia.
D. Maria )o;ephina Ilawlinson que agora se acha
em casa de sea pai Guilherme Piireel, em Sanio
Amaro, vende sea grande sobrado no Poco da Pa-
nella, em nue reside actualmente o Sr. Dr. Sera-
nee, o qual torna se recommendavel pela sua boa
localidade, construeco, e ser edificado em chao
proprio. Contiguo ao ref rido sobrade tem urna
bonita casa nova de bilhar com jardim, carimba
e banheiro : quem pretender dirija se pmprie-
toria Maria J. Rawhnson, ou seu pai o sr. Gui-
lherme Purcell, ra do Lima n. IB, Sanio Amaro,
e para informar ao, ua loja do Sr. Joaquim Baptiza
de Araujo ra do Mirquex de Olinda n. 3, oo-
tr'ora ra da Cadeia ______
PMIADOLCENA
Vende-se o sitio Camacary, na praia do Lacena,
provincia da Parahyba, proco muito eemmodo : a
tralar com Tasso Irmos.
Bom negocio
Vende-se 11 casinhas na roa Imperial, que ren-
de mensa I mente 120 000. todas em solo pmprio e
reedificadas de novo, vende-te por nm preco har-
tissimo : a pe.-soa que quuer ter tea dinh iro so
seguro e com nm rendimenlo admiravel, dirija-M
ra das Trincheiras n. 34, que far todo negocia
Vende-se
ama mobilia de amareilo (por preco raxoavel o a
Luiz XV, contendo 6 eadeira de guarnidlo, i di-
tos de braco, 1 sof, I par de censlos, ama jaroV
neira, urna cama franceza e 6 cadeiraa america-
nas, todo em perfeito estado : na raa de Antonio
Henriques, antiga dos Aceogonhos B. 1


*---------------'--------------------------------------------------


)
OSWtt) Btff*n*>iqo /^}S^>/tiira <&y"fei]*Jfl 'd* '4878:
. -^-: -----*.
_________ DO BQ
RUADO BRM i..._..
' \Passando o -^baferia 1,2 OM a.
IS senbores de eng'uho e nutro agrioohKW/ rf 1m#r4jtni* no
qoe aqui

UT/SA*
PEDEM AOS
Juana o favor de orna visita aseo, estabalecimenlo, par varea novo wrtimeDto
awlM1 qoe abi tem; endo tcdo soperior em fiialidade e foriidao; '-{fe cofl? a ikfs
efe pesaba!' pode -*e verificar.
ESPECIAL ATl'ENgAOAO'NUMEKOE LUGAR DE SUA FfaOiUA
VftYinrfln A rnrliia foatrna dos mais nolernwtyilltfem ta
|IUX5 O rUUiiS U ttgaa mab09 corjVenientes para as diversas
ctDBstancias dos senhoren proprietanos e para desfamartiwdao. Qj
Modadas de-oatiia 12t <*^^>!taM
Sodas dentadas =para aDin,e8, igM e ,ap Tixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiqnsa o fundos de alambiques.
Wftphiniflmfva para mandioca 8 algodao, I PflflendcrJ todos
su.K/Uiiii9UiUi9 e para serrar madeira. I ser movidos a m3o
Rnnhaq |Pr a*M ^i***
iutui;ao de patente, garantidas........ |ou aoirnaes.
Todas as machinas e peca8 de qne w MstO0M prM,8af
Paz qualquer concert de machi,lismo'a pfe0 "*><>
f^'tfUim f* fflTf) lcm as memores e mais Dnratas existentes no ner-
C3*JU.
1?Tl ItYlTUAnHtas Incumbe-se de mandar vir qnalqner machnlsmo 4 von-
Etuli uilUlClluad. tae ,jf)s clientes, lembrando-loes a vaulagea de fazerem
na compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qualquer necessidade pode
be prestar anxilio.
rdca americanos e iD!lrmeDl08 a*ricola8-
!
RA DO BRM N. 52
PASSANDO O CHFAME
GRANDE"REDUCCO EM PRECOS
Aenco. Attengo.
COMO S\0 l\mSi Mi -A Predilecta,
Osleques iocTs de mattiaperla.* Vra
ores c fjiio irnzrui o m'sj5c.V-1lNTXO i
e ile no empenho def bem servir aos sens freruezes e
iiiau em letms a o publico em geral tem procurado prover-ao do
tambem de rtiailrrper.la em alto relevo, tur- uue ha de uieluor o da ultima moda nos merca-
dos da Europa para expo-lo aqui venda, cer-
naidnso por sto-anropriados para noiva* PiO-
VAfiSPERAgCA.- ra Uuq*a da Casias n. 03
(antiga dt QnfBj^ pn W* H
ao de kmaruga
Os brincos, b
coracoes e ca
escolha das Ex
na Nova Es
n. 63.
y
tos de-que os seus artigos serao bem apreciados
pelos amantes do bnm e barato ; passa a ennit j
merar alguns d'cfitre elles, como sejam :
ALBU>S, os mais ricos que tem vindo a este
aderlos, cruz. narrado, com capas de madrepcrola,
i oxpostas boa tartaruga, marfuii, velludo e chagrn.
chique) vndese: ADERECOS pretos e tollas proprias para luto ;
uque de Caxiasi assiin cnio, um bon lo sorlimcnto de
ditos de plaque, obra lina c muito bem
OS
A Nova "Hsjwiniiwl* Ma ftaqne 4eCaitas n.j
63, aeftbs oeas-d* rhn*s jnati engranadas nonecas de "Wra ama pequana T^Bf'\Alfa'iffjF"'T'
se tornm apreciada! pelai siutipo
A Nova EsperanQawfck'Bbque do Caxias n.
6^, teoebt'.i wrdadeir CMivnio
0*Pf* .nj}rar!por
110
perohi
COLIJAS de wllu
ii
inri
we Mr
-tai-ug*, wi'lre-
l".
lu
!ll '! ObSO.
pallia e -'iiigiMi
NACIONAL
peratriz n. 72
DE
. s;iber
! romper
ha de mais moderno c I ndas. 1 I f[ ] I Ji V A i I 1
seda e algodao, tanto bra^6 cfnoj |H|rFV8 i I E 2pWtS. m* WtfX i\ ICotl'ES DE MUS DE COK ES A 19500.
rtid^cfckltls fratesas laj^SsrcrW t*v L VeJIe-se cortes do brim de cores pera
^>##60>|M|!fYadfk|i^niM)P^p e2J000.
BICOS
prelo, di', variados desenhos
CASSOLErAS pelas de met;
rola.
CAIXINHAS para cu-tura, muito
,, ..'ease de di-' fflrftp^
Vendem-se de u>4os os 4ar
de Caxias n. 6.'!, na Nora 3i
Nalojade Soares Leiteirmaos, amado
Yictorian.28.
dem idemlisa do cores,
a
Caha de linba com 40 novellis, a 500/s.
I irlem de marca, a 200 rs.
Garrafa20
idemkan.'mga do Japfio, a 1^200.
dem divina, a 12000 c 19200.
Abotoaduras para collete, de lodos os
gestos, a SoQ rs.
Larnoarinas gaz, dando urna luz muito
MM.n'ieoOO.
9o2a e peras de eordao imperial, a
230 rs.
Frasco com tnico oriontal do Kemp, a
1000.
Mam de oteo Oriza verdadeiro, a IU060.
IKtiia de ralhos francezes canto doura-
do.aSHOO.
id -m idea boira lisa, a 25>'00.
a de tinta roxa extra-tina, a 12000.
Caa de botos de osso para cali;a, a
fSf rs.
no tornos, a 32500.
Cmso do pos para dontes, a 200 rs.
\ Iftm : tem de pos chinez, muito bom, a
rs. e K:>00.
Buzia de jabonetes de amendoa, a 29500
e -.-- o.
ta mito boa, a 19, 19500 o 22000
< eo.
Vi. .n e sabenetes de anjinho transparen-
tes, R 1 00.
! '.' :a tem com lloros, a 12300.
... e eollarinhos bor.iados para ho-
m na, a t-5000.
Ota d pecas do trincas Ctfracol branca,
400 rs.
Uem iO :n lisas brancas,a 200 rs.
a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 29800, 49000
e 62000.
dem idemliso, a22C00, 39500eS9000.
Caixa de papel amisade, boira dourada,
a 800 rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 508
ris.
Dtizia de talheres cabe branco, 2 B., a
52000
Maro de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e baratos.
Duzia de carros do linba, 200 jardas, a
700 rs.
dem idom 60 jardas, a 320 rs.
Fita do velludo de todas as eres e largu-
ras.
dem dem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
800 rs.
Chapos para senhoras e meninas.
Caixa de penuas Pcrry, a 800 rs.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Lequespara senhoras, a 29000, 49000 e
000.
'ivrospara noAis, a 320.
Redes enfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia de eollarinhos lisos para homem, a
02000.
Lindas c elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
. B Se cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
i_. : em su;; caixa, boneeas do borracha e bolas do to los os tamanhos, candieiros a gaz,
ol-. io grillas de rame, muidurac estampas para quadros etc., etc., emuitos objectes que se
tara tongo mencionar.
APFB3VAD0 PELA (ItADSWM Dr MEDICINA DE PA3I2
0 Qniaiiim Labarraqc,
um vinho eminentemente to-
c febrifugo que deve ser
ido todas as oulras pre-
. ;5es de quina.
i vinhos de quina ordinaria-
1 e emprngados na medicina
preparam-sc com cascas de quina
cuja riqneza em principios ac ti-
' oxlremamente variavel;
parte disso, em razao de seu
1 I ;,t ara So, estes vin-
hm contem apenas ve.tliios de
principios activos, et en pro-
5cs rci-pre variav.'i-.
O C :-:sn:a X approvado pela Acadamiade me-
dicina, coustitue pelo contrario
Um medicamento do coinposi-
co defermini nrifin
eipios activos, e eoin o qual os
I
mdicos
doentcs podem
f
e os
sempre contar.
O Oinlam LaliarraqTie
proscripto com grande xito s
pessoas tracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs moles-
tas; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenea, s meni-
nas qui tem difficuldade em se
formar e desenvolver; s mulhe-
res depois dos partos; aos velhos
enfraquecidos pela idade ou
doenca.
No cajo de chlorosis, anemia,
cores plidas, este vinlio um
poderoso auxiliar dos, ferrogino-
sos. Turnado junto, par exemplo,
com as pilulas'de Vallet, produz
effeitos maravilhosos, pela sua
rpida acolo.
Deyaalt* a Pars, L. FnSttE, ra Jacob, 1.
m, somciite por estw mal e
eraaea 4a <'uqu. de.Caiiiai
wlo mai penju* m la ttorn prvida dos nwjttiores
gakie e hranjas de tedas iw coras, onde pde ei-
cllr-8e YotUade sobrer-aUudo entre estas as
jjgadwoas i'fm^m sainas, qu pela sua virieda-
de de ores, ea tem ow quasi todas as fazeadas.
A ella antes que se acaben).
Bokwdeforrtth
laanlioi ra Duque
peanla
Cabdfos bmneos sitmqitwi
per",,'",
*^HlE?tM^'>rtfa'l>r 63, apaba-de eeeber a yeldadeiranfura de i)es-
hrrtW rlart' Wi^' osj caMw; -([he. se iVrfcpgrtfe
.reaaiiiloa/cniii ntuiia acilidade. < i>or este
voy-taltfJilns hi*Trned*i*tem qSfilj'qer.
Esto iiamoda n f>up
j TJs elfitTiicS He couto, proprtoirara seuliiirs,)
Jne receben Nova Ispelaqj^at trft Duque dei
axias n. 63/eslWBiii, nliiri, |sno na moda !
Se quereir~teirou fcreparttrijRi ramalhete de
cheirosos cravds DraTrens fAra o Vosso casamento,!
ou para 6u fu aproprado, neeessatio ir f
Nova Esperanza roa'Buque de e.Tttrf n. 63,1
qoe all eWofitferrts oe iAelnoree ports bct/Hels'
que se pode dCTpjur.______________________
Agua florida, de Guislain.
para fazer os cabellos pre-
tos.
A agnia branra, rna Duque de Caxias n.'S,
acaba de receber nova rerriessa da apreelavet agtta
florida para aier os cabellos pretos. O bom re-
sultado eolt>i'<> por quern ton foto uso dessa
inorTenstva ^irepraflo i tem aflarhenfe couceitua-
do, e por isso apenas se Caz leiubrtr a ijiiem no-
tamente ffella ftrepffr e qneira sua utilidade. Tainhein ivio agn de t<;paski e
oleo florido pira o- memo^lso, e'tann'i'rcdftadns
como aquella.
(juls lrg)S
A aguia bfan.-a, ra Duque de Caxias n. ao,
recebeuuma pequea porcao de cintos largos con
franjas e perfeitaincnte acabados ao ultimo gosto.
Alem delles ha lilas proprias ;cm dilferentcs lar-
guras e cares.
Gravatiiilias cofn'laCos e bor-
dadas para senhoras.
A aguia branca, rna do Qmiinado n. .">0, rere-
beu novo sorrimtnto de lindas ^ravafinhas edm
raQOs, bordada*, e oatras de cambraia, enfeitadas,
para senhoras.
Eello e variado srtimento de
enfeites para vestido
A aguia branca, ra do Queimado n, SO, re-
eebeu um beiio e variado surtiinenlo de franjas c
galnes de seda de diversos go.-tos e cores para ves-
tidos.
Meias cruas finas para- meni-
nas e senhoras
A loja d'igrta branca, rna Buque de Caxias
n. 50, receben novo sarment ilaquellas tao pro-
curadas meias croas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, o contmda a vndelas por
presos commodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, receben bonitos veos ou mantiulia>
pretas de seda com flores, e entras a imita cao de
croch, e vende as pelos baratos procos de 3,
i e 6$00o. A fazenda 'boa e est em per'ejto
estado, pelo qne contina a ter prompta extrac-
co
Perfeita novidade.
Grampos com borbletas, bezouros e gafa-
nliotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com hnr-
boletas, bezouros e gafanhntos, o que de certo
perfeita novid de. A quanttdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollikas ornadas com
pelca u ahinho
A loja d'acuia branca rua Duque de Caxias
50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinlias, trabaltro de l e seda, cn-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, na do Duque
Caxias n. 80, receben novamentc bonitos gram-,
pos, brincos e rozetas dourados ; assfm corri
novos diademas de .a*}, e] com.smpre eonti-!
na a vhde-fos por prefjos fazoavis r*^ ,
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Agnia Branca ra do n
qne de t axias n.'SO.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sorlitBento de'luvas de
pellica, pretas e tle ontras cores.
COQUES a imita. o, oque pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DfiADBMAi, %<-%U> genero a Predilecta aprc-
.senta uin_grande a lindo srtimento
"^"JffiqdffWJrl^.o? m^IxTg.TiS
qne seja.
PORT-BOUQUET de madrepcrola, marfim e osso,
este um obieeto indispensavel as se-
nhoras do bow tom, afim do aspirnH
o atonra das flores sem o incpnvenien
te de nodoarena V hva-, ot rtocUa
rem as delicadas niaos.
PENTES de tartaruga, de marflm e de bfalo, pa-
ra- aksar o* utUeltae tirar bichos.
' PERFUl*TRiATl:"sabTaTrao put
s a 240,
CAHSAS FUAN.CEZ.tS .,
VenfMsc cassfls francesas a
ocvado.
IA
)TINAS A 39000.
32000 e
A 200
Vendo-se lisiabas de cotes para ves
Vciiile-seripncasperlvestidusa-iOO, 500,' r
640 c800 rs. o cova*
Q&TfZ ROUPA FE1TA NACIONAL.
)0 RS. Ycnde-ae caiwwis brtoic*, a l0,g2.
es pifa Vestidos', 2^00,'WOOO e9000. ^ j--
als d# Kiflff|0cor|a8eRS-
00.
Coletos de casemira,
m*"
:
ififttSA l^(). j 41Lu de casemira, ^S*
DEPOS1TO&ERL
PhaTmacia de P. Maurer &-C.
LOJA DO l'ASSO
Ra Primeir de Margo
n. 7 A,
outraora do Crespo.
Os proprietaros actoahnente deste imptutante;
estabetecimento, tendo procedido a urna completa
reforma em precitado estabelecimento, e cobscms1
de fer elle um dos mais bem sortidos principal-
mente era artigos do aioflar caltaDwirlade, pedem
ao respeitavel publico e em particular aos seus
numerosos freguez. s a bonJade de continuaren) a
depositar em sua cunlianca, garanndo screm bem.
servidos e por prucos nimiamente barato?. Ve-
nham pois todos comprar novas e lindas fazen-
das, de cujas damos um pequeo resumo para
que vista delle possa'rh apreciar.
Velludo pretfc sptim mfo preto e branco, gor-
gurao de seda, grosdemple preto e de lindas co-
res, la com lietrai-dafeede,' cambraia -maripot,
nansok deJiuth paro, caaizas. bordadas para
hornera, vestuarios para riancas, chapeos para
baptlsados, mantas brasileiras, meias de efires pa-
ra hom,em e menino, chapeos du taU4 marrua
para sol, gianadine, 'fil de ^oa, ricas. baaquinas
neseaa, Oto" de Hnno, bramante, carabraias, chi*
tas, casemlras.-etc.-: na loj 'dWsso, rna Ta-
mlreoe Marco a. 7 A.
publico que a Pre-
ikleeU sempre conserva um importan-
la-srtimento Je perfumaras de lino
odor dos mais afamados fabricante,
Labm/ljv*, )C*'dadc liygicnica,GU-
orny, (snffl e Rknel, que iucum-
bido da esr.ilha dos aromas mais bem
aditos prla sociedado elegante Ai
ta 41 1r tanto, ;n-liam-se o
possibilidada de bem sf rtr aos anSaS-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa do enumerar orna m-
-apsiMitkd* e riigos, aliiu de nao mas-
sar aos Wtores e i ede a benevo-
renda do rof|*itavel poblco em dt-
rigrr-?e rna do ating o. I A, pa-
ra convencer-se anude pt'i le comprar
o que limue barato, a>: como:
FACHAS ricas e nioilcdJVde tuquim- .. -uurgurfio
seta
IMENSVK'I"l'i iS. lucos ^Rmentos para meninos,
por baratissiofc pre-.-o.
FLORES. A Predilecta prima em conservar un
bello sortiiiidito de flew- ao alcance
de qualquer |>ol.a anda que nao es-
teja bem repcela de dinlieiro.
FITAS. j bem salifc do publico que s na
Predilecta

e |iooem encontrar um
grande srtimento de fila- de^sctini,
tafet, velludo, buho e de algodao, por
commodo precn.
GIAMW5S de tartaruga, imitacao detes, pre-
tos e c'e cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVA/TAS de seda e de cambraia para senhora,
lai;os e gulinhas de bonitas eres, tat#-
bein tem um bom srtimento de gr-
valas e regalas para hornera.
JARROS de porcelana c de vhlro muito bonitos
para onutoa de sala.
Mei 1 de seda, de l e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e bomein.
I.EQUEB. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de osso, os mais modernos e
por barato prego.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa *a Pn dilecta"apresenta es-,
colha do espeilavel publico um bello
srtimento dcstes hvros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, Osso,
velludo e chagrn, por preeps mui
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabugi n. 1 A, acaba
de rebeber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, nm bello srtimento de corpinlms de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phantazia,
saias borladas, ditas com entremeios iara senho-
ras, bciitas calcinhas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que ludo vende
por barato preco.
SHERRY" KINF
(VINHO DE QUINQUINA HTCIOICO
PREPARADO COM OS RKLUORES VIMIOS Dli ItfS
fMuysnu
FORSECKUU DA SUA MACi STABE A I'.AIMIA
D11KSPAMIA.
POR
THOMMERET GLIS
l9!aarniaccu(icu
EX-1NTKUNO DOS UOSP1TAES DK PARS
0 SHERR\-KINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parto dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdadc e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicarlo nislo
que oerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MORAS TESES SF.SACRIFICAM AS Ql'ALIDA-
DES TAO ESSENCIAES Ql'KR DO VINHO, QTJEK
do quinquina [as vczcs de ambosj aos lu-
cros da KSPer.rf.ACAO 'Ver Cuta das agrias
Mineraes. Lo Dr. OOSTANIN JAMl-S,
7.a ediro.
UiMGO DEPOSITO
NA
PIIAIIM ACIA E DROGARA
DE
BtlTlBLOKO X C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
Joaquim Jos Gongalves
Belro & Filhos
ra do
Teem para veader no seu escriptono
Commercio n. 6/0 seguite :
AGURDENTE de caji: eik'a de If garrafas,
c de laranja, idem idem,
ARCOS de pao nara barril.
CAL de Lisbdh,'recetttemenJe chegadh.
CHAPEO6' de, sol, para hdioctn e sefiora, cabo
de rSfrlra e so.
FKIXES de ferro, para porta. .
FIO de algodao da Baaia, 0a fabrla do coTamen-
mendador Pedroio.
LINDA de roriz.
03RAS de pah-ete.
PANNO de algado da Baha, da fabrica do com-
mendador Pernizo.
RETROZ e todas as qualidades,.das fabricas de
P^res e Eduardo Militaa,
R0LHAS proprias para botica. >
gAl.SAPAlUULHA do Para.
1ELAS de cera de todos- os tamanhos.
VINHO enaarrafado do Porto, caixas do t gar-
ijtnMo9atel do Pomo, idem idam.
ditoSfUibal, xas de 1 e'Sdtnlas.
da Italja. engarrafadn, paisas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior! era ancoretas
de anj, eaiv.as 4 -tigar afas.
Malv#^o"^urol'd|liif|s/!om 12 gar-
rafas. I r\
Careavellos.jdem dem.
As nicas verdadeiras
Bichas hatubur^uezas ane .vera
ha ra do Mrquez de pilada ft
ete mercaio:

chales" diel
L
merino a 29,
e chitas' do ceres, a
s de pello a 19i00.
200, 29500 e49300.
LA A 800 RS.
do quadros a 800
COBERTAS DE
Vende-se coberts
19600 o 29000. Di
Col xas de cores a
CHALES DE
Yeirde-sc c!
rs. e 19000
Ditos de merino a 29, 39, 19 e 5#000.
CAMBRAIA BRANT.A A 33*00.
Vende-se pojas de Cambraia branca, trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e G9000. :
SAIAS ANCAS A 29000.
Vendc-c saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A flOO IW.
Vende-se bonels pretos de suda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de pallia, pello e
raassa, a 29, 2950o, :.9000 e 4-9000.
MADAPOLiO A tmo.
Tende-se pejasde madapolio enfestadoa
39000. Ditos ingleses Mira os prer.i s de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A500.
?ende-se percas de algodao, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 1*600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para longo!, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SABONETES 280 RS.
Vende-so urna grande porcao de sabone-
tes ioglezes, a 200 rs. Ditos franceaes cr
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, o oulros eltractos
muito barato.
a 29, 29500, 39 e
69000.
Seroulas a 10 e 196Qft|^k- 4
%mn nsoiitf?Af i.
Vrti.le-st briai tfc: audas as coros a 440
rs. o envado: .
lencos nruM:os v 29000 a duzia.
Vendvse a doria de lencos braneos, h
29000. Ditoscmbhrrasrle'fcres a 39000
\ ouJo-si: b .alba para rusto, a 800 rs. t
l0().
C.RAVATAS DK8F.HA CTA A*6.
Ven'dt'-sc gravtas ro seda prea, a 500
rs. cada urna. _____
CHIAS PAR A COHERTA A 2O RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 820 .
rs. o covaoo *
NOS A r.'iOO.
meninos, a tj>500.
SENHORA A mOt.
para st:nhara, a
'I~.*i00
PENTESA 320 RS.
Vende-se pdhtcs dMtfsar, a 2i0, Nte
\<$ rs.
I'O'S VEAMIOZA 2.0 RS.
Vende-se pos de "arroz em caixa, a 210
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos,
a20 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
*ende-se tesouras de diversos tamanhos,
a 3r20 e 500 rs., para liquidar, e outros
foifetos artigos que se vende barato para li-
quidaeao de facturas.
iECSpO II.


LOJA DE
GuiUicrme Oarneiro da Cunha & 6.a
PARS
GiRVAO BELLOS
APPROVADO PELA ACADEMIA IMPERIAL OC MEDICINA
*m 27 daembro de 1819
t,
/cc
pars
/it/c
E'eobretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
que o tnr.o de Ueiioc deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affeccCes seguintes ;
GASTRALGIA?
DYSPEPSIA
PYROSIS
AZA
DIGESTfiES DIFFICEIS
DfiRES OE ESTOMAGO
CONSTfPACflO
CLICAS
DIARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERINA
J i
.nr;
mRIS
OCMCc
MODO BE EMPREGO. -OCr.o d. lU (Charlea de Bcllocj
toma-se antes ou depois de ciada comida, sob forma de P ou de
Pasihu. Gcralmente o ibem estar fente-Se logo'depois daspri-
meiras doses. Urna informaeao entensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
Deposito em Pars, L. FRERE, 19, n lawvb.

PARS
/&
PARS
VERDADEIRAS
i
PILULAS de BLANCAff)
COM IffURETO DE FERRO INMttERAVJEl
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MfcliNA0E PA1
Possuihdo as propriedades do iodo e do nAntoAnTiJ"1! '*l"MMP"ll Al Ardo- ]
qBes escrofdlosas, a Tsica do principio, a {raqui
de Falta m cor, ambnokrhea, em que necessarid
restituir sai riqueza e aboadacia normaes.ou par1^aKtc%rifl
dico.' >k
N. Jf. Ofeaia1! d* Wro ftpi(ro ou ttrdo i ora)
IrrfMM. Obmo pi*v de parsu e iilticnUtdade
P1NIU a Bianena, d>e-ie exigir nosso Mil
tlf e MM rtMm, jcui reprodaziJa, que i
WeMnt*#ul ycr^. Deve-ie desconfiad
Aehi

L'nico deposito, a onde se clia aveuda i
fiwnlo Ixirao da V




Diii-iof &ira .odrfiJttlffldiblfiW^
:.






|IMK
V
tul!.

Preparado n br
l.aiffitaiAK
ra fiijsi
wtf a q'uatfflade
de dbencas, qiief
si'ja na garganta
pcitO ou l)i
Expresamente
Ihidodosme-
ihors ligados, dos
quMS.se. exlrape
IJ 9%, y^n^
da Tyra Nova
purilicuilucliifiiig.
cajtneulo, o suas
.altt.aveisprQjKJi-
odados.po^cryA-.
das oem todo u
cuidado, em iodo
o franco soga rau-
ta pe Efeitaue li-
ta puro.
Este oleo tora
sido subinottido
a umexamo limi-
to, severo, pelo
chimico de mais
tlenlo, do go-
vento hespanhoL
un Cuba e fui
pronunciado por
elle a conter
MAlOR l'ORCAO D'MMHJiA
do que outro qualqner oleo, quo elle lera
examinado
101M.N0 B UN POI)ll.AlVADOJft.
Em todo o oleo de ligado de bacalho, o na-
quelle no qual conten a nninr porro do&ta
invaluavel proprir Inda, o nico meio pura
curar todas as di eneas de
G-A1U1ANTA, HKITQ,BOtfES, FIGUM),
rhtysica, bronchsles, asihma,.o*tharrho,
tosse, ntsfriauentos, etcw
Gris pouoos truscos.da carnea ao muito
magro que seja, clarea a vista, e-d vigor
a todo o oorpo. Nenhum outrp artigo co-
nbecido na medicina ou sciencia, da tanto
nutimento ao-systema.e iucoraiiMtJando quasi
liad o-estomago.
As pessoas euja orguiisacao tem sido des-
truida pelas nflecedes das
ESCltOPIl.VS O! RIIETJ.1IATISM0
e todas aquellas, cuja digesto se noha com-
pletamente desarraigada, devem tomar
Or.EO nEFrCAHO DKlAC.U.HO
i i:
l.A.NMAN d KEMP
Se qne dejan ver-se livres eisentasde
enfermidades.
Acha-se ven la em todas as boticas e
drogaras. H. Forsler & C., agentes.
O INEXTiMUIVKL
PERFUME
**\im*A' EGOKMIIA. K CO.HRHiADK
Obtei-sf-ou-n u,so
c; L rifuuai
mam'
tuda^spAit'flCiKiiiift. -o ohroukas; e que
ol'crece.euma garaliade salutaresrosAiliados
a cuotjnu,ada.*pplicaco quesempre com a
aaaioc.vaiUageu). se tem eitj della. nos hr*
;tftes.fo.Pwis,
Union deposito para o Brasil, Barholomcj
A G., ra Larga do Rosara n. 84,________
Xarope cTagrio do 'Paca.'
| .Antiflo a bonoaiUiadp- odieameiuo para
cuna das molestias dos igaos respiratorios,
cuino a phtysiea, brenohitus, asuma, etc.,
appiicade inda com ptimos reroHados m) 1
escorbuto. |
Vende-se na pharmnck e drogafia de Bar- '
tholomteu &C, ra Larga do Rosario n. 34.
==
-'nq t! lili i.
------

Fa oitoi anews qoe conhecido este precioso inico, e difii.il acLsr orna (hmw,
qne, tendo experimentado penalmente, r,8o (alie tni seu favor, ji com i aoot '.:4ca
a apetador, tomando om calii dalla antes de polar, n cerno facilitador os -.tttfc
tomaodo-ae depoia.
NICOS
i
I
Mcriu preto a 800 m. o co-
Vado.

Merino preto a 800 rs. o cov.ilo, proprto par*
vestido serv para Intd/pW ser sniTustro, na !oja
idas 6 portas em fronte e 'Livraraentn.
Entremcios, tiras e bicos a
' 500 rs. a peca.
Vtnde-se entretneio?, tiras c bicos burilados a
retroL proprios para, enfeilnr vestidos, e roupi-
UM de crinea, [ieli/baratisiaio preca do .300 rs.
'a peca na luja das 6 portas em frente, do Livn-
mento, dio se pp^as a mostra com 'pelior.
ajp
BE
tuiiuiv i-aiiA\.
Lma pura distilla^ao das mais raras flo-
res dos U-opjeos. Goatio, para assim di-
zer, quasioulor dyi(eradas llores do
trapico da America, o sua fragancia quasi
inexhausta aiud;\. mesmo por contornada
.vapoiaco u dilusao. I\.'este respeito
BConpar.ivl a qua'quer oulro purume
qne ha de venda pata.:'
ULS.UAIOS, AlAUGES NERVOSOS, D0R
I-.l CABEi.V, DEBIliLUOE E .
r^tERiGas.
E um corto eliyeiro allivio. Com o bom
iou, tem couseivado sua inllueiicia para
Jnu do vnUe e cinco anuos sobre .todos os
purfumes, as ludias ccidenlaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu uroma muito de-
licado, riqueza do odor c permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEMADURAS D SOL,
SARDAS K BOItll.HAS.
Sendo reduzida com agua, se torna urna
xuelleiite mistura para hanhar a pelle,.
dando um aroseado e cor clara a complui-
co nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritado quo goralmente
occorre, assim como tamtiem gargantendo-
se, o ebeiro do cigarro uosapparece, e me-
lliora a condieao dos dentes e gengivas.
Como lia inultas imitaces, as quaes nao
possuem nonbumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar smeute o
o famoso perfume ; cuinelicu do sul d*
America, chamado:
i' i 1 D4 4\n
Laziulias escocezas a 280
rs o oovado.
Ra do Crespo n. 20.
Li7.iub.as esooceza?, padroes inteiramento no-
vos, pelo diiniuto pref-o do'280 rs. o robado,
pcrhfncha e d;tn-se amostras na toja de Guiher-
me C. da. Cocha tt.fi._____________________
\a Sia mis cabellos
braocos.
tinturara japoneza.
Se nica approvada pelas academias de
sciencias, reconbecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito priuci-
paL ra da Cade a dp Recife, boje Mr-
quez do Olinda, n. 51, 1." andar,, e em
todas as boticas e. casas de cahellei-
reiro.
Jiiac|uim F. dos San tus Coimbra Guiniares,
vende em seu esoriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. 3 l. andar :
L,af do Rin
Ck i em latas de 1 libra
Fumo em latas
Farinha de mandiuca
Vinlio de Thonlar, em decimos-
Ra ti Bardo la Victoria ii. 28
As mais sjfipfes, as mais baratas e as mentores do mundo!
Na exp(>sit; Elias Uowe Jnior a radalha de.uuro e a condecora:
;o da Legi4o de Honra, por sercm. as machinas mais per.
fcitas o*o mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junier, nos
Estados-Luidos por ser, o inventor da machina de cos-
tura.
A
A mdala ouro oa expos^ap de Londres acreditara
ostas machinas.
;<
PAde o^lef.,aai pou^o ti-jnpu cm o mo do icclbqr do& ticcr?*a ff^uda
IfESPEtlillNA

daJlJSSPEtylDINA LARANJA AMARGA, nao ha um bbH?ott do BRASIL
especial das aranjas) que tSo conhega as propriedades midieinses da dunrad*
ora bem, s
lar.
(roda
.*/ fu'l
em sen estado naloral tena om gosto poocp agradavcl, e o meriio da Herp?ri4foi -m
si^te em ter soas boas propriedades, e ao mesrco lempo spr^scnt-la cw
EXaISITO LICOR
A HESPER1DINA Como INDUSTRIA NACIONAL lo leat cada toe TAjir m
melbore8 iraportagoes enropas de csthegoria semelhante. Eat3, (Jnatido (rurlo, p.'/a
ser gustosas, porm a Ilesperidioa a combioaco perfei do
AGRADAYEL E SADVEL
Para prova de que om artigo no qual pde-se ter ratpr eocScn,. r-o; wr yz*
6 innoceote, basta dizer-se que (oi pleitaiueute approvada c autorizada ptU
mn DE HY&IE1V
otitrj
Ilespoi'itliiiii
Verdadeiro bter hesperidina, sncnor c acre-
ditado : venda no armnzem de Tasso Frmlos A
C, rea dn Amurini n. 37
TASSO IRMAOS & C,
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimpnto Poruand.
Cimenta Hydrauiicc.
Machinas de descarocar algodao.
Machinas de padaria
Polassa da Russia em barril.
Phosphon de cera.
Sagn em garrafoes.
Sevauinba em garraCes.
Lendias em, garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto vellio engarrafado.
Viuho do Porto superior, di o.
Vinbp de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Maduira*.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores Tinos sordos.
Cognac Gaulhier Freres.
Utas' de toucinho ingle;.
Barris com repolho em salmoura

a
Algitei azul-.
Algodao azul americano com pequeo defeito
320 rs. o covado': na ra do Crespo u. 20, loj
do Guilherme.
Madapolo com pequeno toque do avaria, a i*
a peja : na ra do Crespo n. 20, loja do Guilher-
me.
Gangas de linh:.
Gangas de linlio para roupa de meninos a 320
rs. o covado: na ra do respfl n. 20, loja do Gui-
lherme.
Cjbe-nus o dever de anuuneiar que a companhia das machinas de Hovve ile Nova-
York, esjabelece.il nest cida !c i ra do CaiTu da Victoria n. 28, um deposito e aRenci
geFal, para em l'cinambuco e mais provincias se veuderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas saje) justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
unipregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade deljihaquequalqucr oqtra,
e pela intiodui'co dos mais aperfoiroados apparelhos^ estamos actualmente, habilitados a
oli'erocer ao cx.une publico as melliores machinas do mundo.
As vatagemdeslas machinas sao as s,eguintes:
Primeira.O publico s.ibequc ellas sao duradouras, para isto pwva incontestavel, a
circumstancta de nunca tercm apparecido no mercado machinas d Howe i:m segun-
da mao.
Segunda.Conten materia! preciso para reparar qualquer desvranjo.
Terceira.lia aellas menor friceao entre as diversas pecas, c menos.rapido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fdra feto mao.
Quinta.Peruiitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nio consega
as outras.
Sexta. Fazem ponto mudo em casemira, atravessando o fio de urn outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-sc a, tefisio da llnha, t-ozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr lf^vantado com a maior facilidade, quando 9 tem de mudar
de agulha ao comegar nova costura.
Oitava. Jluitas companbias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes para poderem substituir : etitretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinilo de Elias Howe, mestre ern artes inecbanicus, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attendo a procura, posto que f.tca 600 machinas
por dia.
-

do Rio de Janeiro, permittindo soa Hvre claborarSo no imperio
MOJ jPIVA
6 a icceitacSo geral que tem em lodae as partes onde apf.eeciriada. E IAM
leceo se a primeira labnca em Rnenos-Ayres ; em ISfij a tg^rd-. tnj ItufttrvM;
no dia da cuegada de 8. M. O IMPERADOR taogi-rose ? lahrka q'.e ?"' stoaBa
(rabaIba na cftrte. Em Vaiparaizo e cm toda a cata do o u-oi Loa iLcen*
fanto qae rara ac^sa qne considera completo sen aparador ?a uuia (ar iW
HniliF
bomeo velho loma Hesperidina para obtir
Cada machina acompanlia hvret(*s eom instruegeps em pojftugpoz
VIGOR

O bomcm domu toma Hesperidina para obUtt


SAIID


0 boraem dbil toma Hesperidina para obter
E





*TOJCJA

A
SOARES LEITE, 1MA0S
do Bar a. o

A"
da Victoria n. 23.
.. J-----------------------------------------------

Nos bses as domelias eos mocos tomam. Hesperidm tar ^m ksi U*
aaimaedo duu.ite os loucos gyros da
BARROS JNIOR & C, roa do Vigario Tenorio n. 7, f iwlar, fe* ten* m
grande egpecinco, e venddm-no nos depsitos seguio-tef:
Joaquim erreira Lobo, ruada Imperatriz.
Zeferino Carneiro, ra do Commercio.
Marcelio Jos Goocalves da Fonte, roa da Cideta n.
Antonio Gomes Pires A C, roa da Cadeia
AiitOQio Gomes Pire? C., caes 2 de Noveuilro.
Gomes d IrmSo hotel da Passagem.


BAZAS DA KUADIRITA

-

DAS N. 51.
Este estabeleciinento sempre solicito em oflurecer-a coucurroncifl.do respeila val pu-
blico um completo sortimento de miudezas, clcalo francez, chapeos e quinquilleras a
pregos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe.quasi todos oseusartigos de pro-
pria encommenda da F.uropa e America, vem dar oublieidade do alguns arligos por cujos
precos bom se pode avahar os precos de outros u.uiijs quose tornaria nfadonho pu-
blicar.
MIIUE/.AS.
!
MIDLZ.AS.
Brlucos dito de dito par -r.
Botes de setim pretus e decores, a 800
Asplbas francezas, fundo tlourado, a cai- **0il a duzia.
xinha com 4 papis a G0 rs.. jftn -:. t,a"ias braucas desetJa de t0llas as lar"
La para bordar, da melhor qualidade, 1
libra por 395O0.

arniazeiii de Jokjh! L:/ies Safkd iC
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de forca de 2 a ti cavados.
Correias para machinas.
Polias de diversos lmannos.
'aquetas para roberas de carros.
Solas de lustro para guarda lama,
f untas de tanca para carro.
Uiicotes para carro.
GalSes largo e estreito para carro,
fregos com cabera de raarim, dem.



111 Itltl\ vi l,A\Hi\.
Se auba yenda -em todos odroguistasj
ejperumarias da moda.
Materiaes,
nwda preca,
Ha^empre para yend-G __
tijolos de alvBnana prossa, dito de dita bati
lo de tapamento e telhas, os quaes se mandapnf
em qualquer lugar : a ver e tratar na otaria da
ra da \isconde du oVtj^asa, amigado Aloodtgo
n 6:i. _______ .
Vendo-s' ij do.Uraieira, uuil%) e
Cobertores de l, escuros, a 2 um : na ra do
Crespo n. 20, loja do Guilherme.
Cwiraias.
. Cambalas transparentes finas a. 3/, c 4o00 a
pera.
Ditas Victoria a 380>.
Na ra d < Crespo n. 20, loja do Guilherme.
Lencos de csoi!>.
Lencos de esguiiu a 3()0 a duzia : na
ra do Crespo h. iO, toja do Gherme.
(Sutes de cascifiira.
Cortes de casemira fina, a l e 54 : na rna do
Crespo n. U, luja do Guilhenae
(iresdenaples,
Grosdenapje preto de cordao.'a 1*800, 2200 e
2 do Guilherin.
* pape
VoRas de lita de velftv* Lom lindos co-
guras, a 13000 e I9f 00. o metao.
racocs fingiudo maureporola, a 300 rs. f9S de eorea.^wtas*SftO rs..e d?J00O o
Voltas para o pescuco, fingihdo camafeu, m-.r<'- -. ,
i i i Ga oes nretos de 6eda, de muito nosto de
companhadas com 1 par de brincos s.eme- 0," ZT, CDOT*a* c t"-"
u.n.> .An > a-*-c\n ,^00 rs. a 19000 o metro.
lhaute, tudo por 2?o00. Z,,, CAlifl ,H,x,fej
Linha branca de 200 jardas em earreisJ ^ SS fSTS u
propria para costura de machina, a 800 rs.! J^E**** ** *1* '
a duzia. fT. .. ,
ito de dita de Ale.xa.idre, numeraco a LE" de durU,Ut' apeadas, canno
gosto do freguez, a 1,5100 adunia. i nu l r ? i u- a
niaderaas'dourados de 1^500 a 38000. J *<** ^{^^ uUa raoda'
!So! JlSSEl fTJJBR m9- ^ Jita d cores, canno alio, enfeitadas,
Daos com borboletas a IJaGO. bao
Brincus encarnados 1 par por 300 rs. j S2 '
Ditos de plaqut de 500 rs. a 25000. l
Ditos dourados, duzia $e pares,, a J.J550O r
e 25000.
YolLas de aljofares com brincos, a 2aOQ,
Aderecos de bri-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
vollaade perolas.
m
Obras de
prata de tod
qiulidades.

ftVdafrM^
da chin, a
e pin ci : na
Por 70UJ vnJe-s Um escrivo pardo, de 3j
anni.-s, cuzinheifo, emlf bai-ato, e o motivo se
dir o comprador, a-iiwis qia bpmto tei^ie *
18 auuus. oilicial.de w4refi
r.96. _iLL
na .ra do-.Uurtafi
-------------III r, l/ll
Atiendo.

sita e
meiro de teiroo.n. Ii, i'V, tod os dias,.aj^
ou em mta, m 4W."mSil.
t FaKio. ile Udioa A.K30C.
Millw novo a 44^00.
Mo trauiche da companhia cm
\tmxQ 30..
i (-]
__
Veode-se o sitio existente na travessa
di), Reuni, freguezia dos Afogados n, 21,
hoje-Becco da Travessa do Remedio n. 1$
em chaos proprios : quem pretender ^fltoft-
da-se/cpm ft sQu,Mqprie|a.rjo .na ra dt)s-
Francisco,.deslacidade, u. 10.
VqV^ um pian trttem %
Bo ; a ti atar i.a ra da Saudade o. 12.
Peqhincha.
N^UfrA DO CRESPO' N. 10.
Sceos e estorfa -vastos jiroprlo^ para> (_.
ar.a.ffriAa.a3i#JM m
i^AtniAx>M*j> aKi- m
P^e ^ teWW* T. a i#uQ0 a '
f *B-c6res a>We'2iO.
it liamU'.iiaa da eces a.iOifs. e coran1
**l6t*ibs de-ra'so ara rrltlilfdrff*
**. icami tiara roua de
'.VS^ro'cSva^: .
ht.. Hiig' pdra.musntgfe Ottl os tmw- J
MJW.a.M^dufa
Ditas de ditos com corajjes a 1C00Q.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
Rosegas dq plaquit a l$i.$ lSpOO.opar.
Gravatas de seda para seuhorae.de 1
a 23000.
. J.'arures com 2 lacos para cabera e peito
a3>.ettp00.
Entremeios e bahadjribosbord^do^de 30
rs. a 25400 a pega.
para meninos, protas o do cores, a
) e 45000.
Complete sor.timentle calcad da.case-
mira, C.harldt, .tapete e tranca, mais barato
LO 0 do q^e^n^ouHia, ^aJ^uec parte.
CJLU'.LUS.
. JiCQ*.fiimwsde g^ d H4iA| para se-
ahwniAd^B0|9O.
ilYllwrfliryMnl ^r^4uiUijaa..modlai,
a G3$Q0.,
GQmpite#qfAn^po da^bAiep^uhospar&
mmfiW ^W%:id^W.fl..5!>000.
Chapeos de sol de seda,,iog^scabo,de,
flWWftP-^ Wrjr>.9,
lftof tdtad WtlavPiW^^Wfl cabo 4ft
15300 a 253,00 a pec.a.
Ditos de^odio e.scda, dep a 1%$).
a peca.
Ditos de algsdao,, IM e 300 rs, Apl
Trancinhas de cores, a 100 e 500. r*. a
Pea'
Legues de marfmi a 5^ e-.8?tft0..
Ditos desndalo a 45300.
Ditos de madeira^mitando, a 25^)00.
Duis de jtpeyoes a 49800.
Coflucs.fftra3Qnhor.ap a'?5*' .^00 e 4.
A4erews fiagi^do coral, .qo^gp^Q-se
aW^flf*riW%o;25Pp,ft.
D^tordi.t4 pretaspftr.a^SO,^,
Ditos de pl^ua,vouipuu4p-|o4^ftalfiiM4 "
-opo. J
N.
NOVA LOJA DE J0IAS
2 ARa do CabugaN. 2 A
DE
BARROS <& I El.IlO
Achando-se completamente reformado este esUbeleoimeoto, e
tendo os seus proprietarios feito uma importante cquisico de
joas as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer uma visita ao seu es-
tabelecimcnto, a'fim de apreciar e comprar uma joia de gosto por
razoave.
'ms*
-i,rri /4^<..,Nd cBiplofio.id-ifqai
Moraes, vende-se o seguinte :
Ca.dnoajodt-Jaaaiio. > '
-o-^n-jdimnlui-d Vdnond.
t)flH^n4fcppjl8.
Cera 40 vfaa. < obj
Ulfio.i lioitaoa.
Gtmro' Awrrsi
1 Chambo de munifil.
it*. djfe ^abA^ft "WASM. *S(W0
^r WiWoda, wmigmfif^H^bb, a Mp <#&
vMfer.
faraaos deatoafa^acaiMftoirMkf'Ji iM
e 25000 i^daua.
. ttoe.par**of^ub.Iie UtoO*.
T0athas.de Imho para rpsWs*15300 cad
urna,
' ^Has^e'.tfgwrto altOneados, a 640 rs.-
* ^fcflWvdprMftrm* 'd-casa!, a
65000.. ; .li.-yia m
.d8:a,db dliqmiMaBij-aq di, toiivtod+iuteKmtitm
VENDE-SE
uuu casa terrea, beo construida, com duas
nllas de frente, entrada pelo otSo, quintal
queno e cacimba, em terreno proprio, na ra
Nvmphai, com a frente para o nascenle, e asta
reidende.Jt*000 measaes.
Uraa dita peauena ,pa estrada de Joao de Bar-
ros. seMfl'o teiTeno'era que est simada, 33 pal
mos Be frente e 160 de fundo ; tem a frente para
o poedte, no manso terreno-existen) dous pade
coqueiros que dao inicios, e ett rendendo 154
Lulerreoo proprio eroprio para edificar-se ;
com. a frente,para o sul, sito na ra do Principe.
Tem 116 palmos te frente, a mesma, extensa na
on^aioiadopporto, 440 palmos de compri-
mento, extremando pelo ladft do naweute com
3em dirir'r-se rna.da So-
r.f'
ufiiiq
Hb oh.'
nJ'njjie oa ae-iib ,abnm on
i.im'/iq ttmiKft noi a alea L
...eaw^eTonni oboted .eai^n 't
L M13KJI. w ZMritl .0 "
tU**A.K' l&iOS 8f JHirOLMil *r.
rMi- t, ,'Ui mip ;...
TiK"il> ntn

Vende-sl ffiPBHN&IWlK
a traur na ra da Imperatrii n. 8, loja.
t-uniioMO *i / '. iii^ofl.flJl t> oid
wina-4#ca,i auperioe- qtie. .uo' .^Mimoo
1 -;<rm-q i
iW8^d*.:l*lancB~ w Otodout ojiiua njsigi
Ditas para criansas.

* V
Vende-sc
a %t o wu de m
mimo : ne trapiche Cunha,
libras cada um___________________
Vepde:se urna casa em Niro pual" de Mpt-
jucm prukuder mi-
a-se a rna do Livramcnto p. \, loja.
oio, na ra Bella, em w : Juem pruV'nder

Vende-se o sitio n.
Sitio
42 d
la ra do Viscnnde t.
Goyanna, antiga rna do Cotovelk) : a tratar no
mesmo sitio, ou na ra do Livraiuento n. 6. luja.
i ----------------------
asa (rea.
- Veptj^>se uma ca&a
cees, e convenci:
horas da mwjjej,/
eceWfo^MaaqiHir o|ka terrea, em urna boa ra. a
tratar na ra da Imperatnz
n. 8, loja.
_____________' <- i u
satftm!j,8 a: ^4^ rs.
o cov-ada
^^'PaVXO nrw*e'iisslraii cassas francaus de
liwii iwrojoaffiMI^inaitr padrees, por terem
oeqI>'br%de #F*^ de agua duce, pelt
barato w^p,oe.%e vintens o covado. E pecbra-
Sha laTjl'fbmto, a ra da mperatm-n
Sin '70 ^- Afligir '*
Tana
TJUdiS DE HAMBRGO
, Asais fefientesemelhores.
. Vndeme na pharmaa edro^ciaaeBar
tholomeu C., ra Larga dosario o Rn." 8*.
Vend^M u taverna di rua.daleiilia o. 6, quasi
junta a fibeira; so s vetffe, por seu dono (er a*
retirarse paja fra desta pra^a: a tratar aa mi-
ma. t___________________________'
Ve^e-s dm ilk em chJo nToprtfK B Itpr
do fundi, em Babe^iba da baixo, coro aua as-
tro, tendo 100 palmos de frente e 400 de u.njf:
%i^^^per.di|ri^a.qa do Kan^el u^iA
Vende-se podras de aum'
Motta, dacomp '


8
Diario de Pernambuco Sexta feira i e Julho de 1873.
ASSEMBLEA GEBL
SENADO.
RECURSO A GOROA.
(Continuagio)
O Sr. Lbitao da Cunha :Podem estir
individualmente, roas nao como corporago
E' neste sentido que o nobre senador est
fallando.
0 Sr. vncORM we Souza Franco :
Os membros do outras ordeus religiosas
poilem se aprsenla!- como individuos eio
falta de lei que admitta a corporago, sera
oque nao podem exercer actos da corpora-
go, nem estabelecer collegios e conventos;
urna violago flagrante da lei. Os da
seita jesutica nem como individuos e sepa-
radamente podem entrar no Brasil, porque
leis em rigor o prohibem.
As iuterrupges azom-me perder o fio do
uneu discurso. Eu ia demonstrando que os
pontfices romanos oo eram imperantes,
porm subordinados aos res al a ero e
outros imperadores pagaos. At Curios
Magno assina conlinuaram ; mas, dando-so
o facto de entender este imperante que devia
ser c roado pelo pontifico, principiaran
estes a tirar dah a illago que s files
podiam coroar os res, pois lhes ficavam
dependentes.
Da va-se. tambem por essos lempos a iu-
vasoda Europa pelos barbaros, los quaes
alguns chefes se converteram ao cbrslia-
nismo e foram baptisados. A grutido e a
sujo i gao aos seus directores de consciencia
fe-Ios ir obedocendo-lhes e aos papas, de
sorte que aquolles que eram suzeranos
passaram a ser tidos como sujeitos ao papa.
A ignorancia dos barbaros os levou a essa
sujego.
O Sr. Mksdes n Ai.mkiiv :Est en-
gaado ; nossa ignorancia ha umita pban-
tasia.
O Sr. Visconde k Soza Franco :
A ignorancia dos barbaros que assolaram a
Europa pbautastica ? Eis at onde o le-
vara as opiuiOes do nobre senador I At
negar a ignorancia da idade media em quo
s o clero sabia ler. E porque ento go-
vernararn a Europa, querem fazercrer que
foi esta a idade de ouro.
O nobre senador que, como creio, falla
em nome da igreja, e cujas opinies sao of-
ficiaes, tcm bermeneutica especial para in-
terpretar as palavr s ; por exemplo, quan-
do a constituido diz : compete ao impera-
dor nornear bispos, responde S. Exc. que
nao nomear como uomeia os outros em-
pregados. Quid'indef 111 urna pequea
dfferenga. Euto diremos tambem que
nomear empregados vitalicios nao o mes-
mo que nomear empregados temporarios ou
d confianca ou de commissao etc. ; mas a
attribuico nao muda de natureza ; ha quem
uomeia como superior e quem nomeado
e, pois, subordinado aquello. Ora, partin-
do do imperador do Brasil a nomcago dos
bispos, elle o superior que nomeia o os
bispos os Horneados e subordinados.
0 que fazem, porin, estes ? Cousa muito
frequente, porm muito notavel I Alguns
nomeados mostram-se at o dia da nomea-
go e da instituigo cannica muito brasi-
leiros, muito obedientes e respeitosos. Des-
de que, porm, se julgam seguros com a
nomeago e instituigo cannica, ai cousas
mudan de face. Os nteresses do Brasil,
sua patria, elle os teem em fraca couta ; sua
constituido e leis declaram dcsconhecer ; a
vontado superior que proclaman) respeitar,
est fra do imperio ; a da soberana nacio-
nal e do chefe do estado, elles se nao a des-
prez m de todo, a subordinam vontade
de seu novo chefe nao brasleiro*
Somos principes da igreja, proclamam
alguns em todos os tons ; nao devemos obe-
diencia seno ao chefe da igreja e cham m
em seu abono o Syllabus, que no seu n. 25
condenina dizer-se que ao episcopado
attnbuido deveres temporaes, que o impo-
rio ciwl lhe incumbe e pode revogar. As-
sim o bspo nao brasileiro. Pelo menos
o Syllabus declara que o nao porm in-
dependen to do poder civil I
0 Sn. Mermes de Almeida : E' tra-
duego livre de V.'Exc.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :
Quem reconhece chefe fra do estado e
a ello recorre inda em materias religiosas,
considerado criminoso pelo art. 81 do
cdigo criminal.
0 Sr. Mendes de Almeida : Isto
que invaso no espiritual.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Segundo o nobre senador invaso no es-
piritual declarar que nenhum brasileiro
pode deixar de obedecer ao seu governo ;
que nenhum brasileir >, em colso entre os
direitos e iuteresses do sua patria e os de
qualqueroutro paiz o'i seu chefe, pode sa-
crificar aquellos a estes. A constituigo e
as leis determinan) o contrario, e se o indi-
viduo particular pode ter opinies, diver-
sas, o senador, o funeciouario publico est
obrigado a nao proclamar taes principios
subversivos de toda a ordem publica, por
quo do desprezo de urna lei se segu o de
todas as outras.
O Sr. Medes de Almeida : O pon-
tfice imperante, nao estrangeiro.
O Sr. Viscos be de Souza Franco :
Nao imperante estrangeiro ?
0 Sr. Mendes de [Almeida : Nao.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Entretanto V. Exc. e os outros que recebe-
ram condecorages do pontfice pediram
licenga ao governo imperial j para usar
dellas.
O Sr. Mendes de Almeida : Que re-
medio \ E' um despotismo.
Vozes : Oh 1 oh 1
O Sr. Visconde de Soza Franco :
E' o despotismo da constituigo.
0 Sr. Mendes d Almeida:Nao offendia
nesta pa-te os dogmas.
O Sr. Visconde de Souza Franco:
E' um senador que diz que despotismo
exigir a constituigo que o imperio nao te-
nha dous chefes.
0 Sr. Mendes de Almeida : E isto j
devia estar acabado, pois nao se trata de
coudecorago civil.
0 St. Viscos w> Rio-Bronco (presi-
dente do eoaselho) : Ora com effeito I
O Su. Vjscgnde de Souza Feamco :
Gr-cruzese com mondas como condecora
goes religiosas novidade. E depois diz p
nobre senador : A igreja invadida pelo
poder temporal. E quer acabar com tudo
quanto poder temporal em relago aos
agentes da igreja e quo estes sejhm isentos
da obediencia constituigo do imperio
Esta propaganda, comegada desde muito
tempo, tomou rgas no pontificado de Pi
II.
0 Sa. Mendes de Almeida : Cornecou
desde a prefacio de Christo.
OSr. Figueira de Mello:Apoiado.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Mo admitto esta heresia de attribuir a Je-
ss Christo taes pretenges.
O Sr. I.eitao da Cunha : Apoiado.
O Sr. ViscoNde de Souza Franco : -
Nao admitto que Jess Christo quiz-3sse in-
vadir os poderes temporaes, Jess Christo
nao era imperante temporal, nem os pont-
fices o foram por muitos seculos. Depois,
porm, que o foram e anda pretenden) ser,
a invaso va at o ponto do pretenderen)
dar condecorages a brasileiros sem licenga
do governo imperial.
O nobre senador to lido na historia ha
le lembrar-se das grandes questes sobro a
escravido, que surgirn) uos antigs lem-
pos da igreja o foram levadas a ponto que
um individuo ordenado sacerdote, e depois
foi mandado entregar sua senhora (era
urna matrona), que provou que elle era seu
osera vo.
O Sr. Mendes de Almeida : Onde V.
Exc. vio isto ?
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Posso lhe trazer o livro.
O Sr. Mendes de Almeida :Isto ha de
ter explicago.
0 Sr. Visconde de Souza Franco :
Era bspo, perdeu o ttulo e foi entregue, co-
mo escravo pela igreja catholiea. Eu con-
tino com a-minha proposigo, que era esta
nal grandes questes da escravido, a igre-
ja, que se dizia protectora da iiberdade, a
igreja, que segundo as palavras de Jess
Christo, devia sempro sustentar que todos
os homens sao iguaes...
O Sr. Mendes de Almeida : E sempre
sustentou. 0 p pa Alexandre III bein o
mostrou.
O Sr. Visconde de Souza Fhanco :
... a igreja dizia : Nao nos intromottemos
com a escravido, questo nao ecclesiastica
nem religiosa, questo profana, secular ; o
porque o nosso reino nao deste munlo o
governo que tome as providencias. A
razo era porque tinu* a igreja ento in-
torossem manter a escravido, porque as
parnchias e mosteiros eram na Europa sus-
tentadas polos seus osera vos bcincos.
O Sr. Menes de Almeida : Est en-
gaado.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Os conventos tinham escravos, o o eram mu-
nicipios e districtos quasi inteiros, que ven-
da m, trocavam por junto ou individualmen-
te e exerciam sobre elles castigos, s vezes
barbaros.
0 Sr. Mendes de Almeida : S
o dem da Trindade liberto u mais de mi-
lho.
O Sr. Presidente : Attengo I
OSr. Visconde de Souza Franco :
Mo sei do facto nem da dala desta con-
gregago. Provavelmente os libertou depois
de haver a igreja mantillo na escravido a
centenas de i nilhues no decurso de muitos
seculos. Vamos, porm, s nossas questes
praticas.
Desde que a constituigo determina que
seja preciso o placel; desde que a conse-
quencia do ilacet e da protecgo que o es-
tado deve aos seus subditos e aos habitantes
todos do imperio o recurso contra a vio-
lencia quo soffram o brasileiro ou outro ha-
bitante do Brasil por um acto ecclesiastico,
nao permittido entre nos ; desde que o arto
da expulso dos magons das irmandades
est fra das attribuiges espirituaes do bs-
po, eu porgunto : como, sem violar as leis,
sem invadir o poder temporal, o hispo o pra-
ticou e o nobre senador o deten do ?
O Sr. Mendes de Almeida : Qual foi a
lei que destruio o decreto contra a raago-
n.iria ?
OJSr. Visconde de Souza Franco:
A de 20 de outubro de 1823, que revogou
o alvar de 30 do margo de 1818.
O Sr. Mendes de Almeida dou um aparta.
O Sr. Visconde de Souza Franco:
Fosse embora ora Portugal, a questo seria
a masilla, porque as leis pertuguezas foram
postas em vigor entre nos com excepgo de
poucas expressamente mencionadas.
O Sn. Mendes de Almeida deu um aparte.
O Su. Visconde de Souza Franco :
Perdoe-me, cu creio que a lei que permet-
tio as sociedades magoncas do Brasil.
O Se. Silveira da Motta : E' da
constituinte do Brasil.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Desde que se admitto a legislago portugue-
za discriminando especialmente quaes os de-
cretos e as leis que nao teriam vigor no
Brasil, esses que nao foram eliminados esto
em vigor no Brasil. M.-s eu me lembro
agora que a lei de 20 de outubro da as-
sembla constituate do Brasil, como lem-
bra o nobre senador o Sr. Silveira da Motta.
Depois tivemos o cdigo criminal, que
marcou as condiges em que as sociedades
secretas podem funecionar ; este cdigo cri-
minal, que segundo o nobre senador he-
retico. 0 nobre senador nao recua ante o
perigo das perturbages que podem sobrevir
ao paiz de proclamar, nao populago ins-
truida, masa pnpuhgo menos Ilustrada,
que a constituigo e o cdigo sao herticos
e que nao lhes devem obediencia.
Senhores, a'tal hermenutica ecclesiastica,
que a que nos deve reger segundo as opi
i ioos do nobre senador, nos levaria ao bar-
barismo e ignorancia e atrazo da idade
media. E' o que se deduz das palavras
expressivas do pontifico Pi IX no n: 80 do
Syllabus. Nao posso nem devo, diz Po
IX, reconcior-me e transigir com a Iiber-
dade, com a civilisago, com o progresso
moderno.
0 Sr. Mendes de Almeida : Da ma-
neira porque se entende.
O Sa. Visconde de Souza Franco i
Qual a proposigo escripta que nao traz
em si a explicago da maneira porque se
deve entender ? Qual outra intelligencia
pode ser seno a dos seus termos ? Nio
pela maneira porque os senhores queiram,
que aquellas palavras devem ser entendi-
das; e sim pela maneira porque ella enten-
dida geralmente, isto segundo a forga dos
termos empregados.
0 Sr. Mendes de Almeida :A maneira
aquella que o pontfice disse bem clara-
mente na allocugo de 1865.
0 Se. Peesidente : Attengo.
O Se. Visconde de Souza Franco :
Senhores, sejaraos francos ; a curia romana
detest a Iiberdade, teme o progresso, receia
a civilisago dos povos. Eu sou muito bom
catholico, mas nm a constituidlo confia nos
papas, nem eu acredito em Pi IX. Mos-
trou-se ante-jesuita pira ser eleito papa.
O Sr. Mendes de Almeida : Oh 1 meu
Deus I
O Se. Visconde de Souza Franco :
Sinto muito ineommodar o nobre sanador.
Quando no conclave estove para veaew o
candidato dos jesutas, houve a juncefio das
opinies contrarias a elles, e o cardeal de
Mastai reuni a maioria dos votos.
O Sr. Mendes de Almeida : 0 can-
didato liberal era outro.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Foi eleito t oomoem 1848 triumphou a re-
volugo, qual nem Roma ejeapou, favo-
receu elle o louito rs ideal tiberaes trium-
phantos, o o chefe do poder temporal em
Roma o nos estados da igreja pensou em
reunir a elles a Italia .toda e dalu camiiihar
para o ^jstabcleci ment dopodor dos papas
sobre o mundo todo, revivando essaantiga
dominago a que at certo ponto chegarain
alguns pontfices da idade media. Ento
elles tinham dominado o mundo quasi in-
teiro, a ponto de distribuirem reinos e con-
tinentes. Exemplo a linha que dividi a
America. Esta parle pertencer ao re da
Hespauha e esta outra ao re de Portugal.
Foi o papa Alexandre VI quem fez esta dis-
tribuir t do continente americano ento des-
eo borlo.
Nao neg que de algum modo o povo da
Roma f 'i em 18V8 pouco reeonlieci do aos
seus servigos Iiberdade. Po IX, porm,
regressando de Gaeta Roma, lovou muito
adianto a sua reaego.
Depois o nobre senador, negando sempre
as invases da igreja, cliega at o ponto de
proclamar sua supremaca e procura justi-
ficar a interferencia do pontifica no poder
temporal.
Diz S. Exc. que a poltica urna parte de
moral; que a moral a doutrna resultante
dos dogmas. Excluidos os dogmas cathol-
cos, que moral teriamos nos ? E como a
poltica a a Iminslrago domestica em lar-
ga escala, fundada na honestidftde e na jus-
tiga, como aquilata-las sem ser por meio
do poder competente, guarda o fiscal dos
dogmas e mantenedor da moral ?
E o nobre senador depois do ter posto
estes principios que justificaran!, so fossem
verdaderos, o governo temporal directo e
mmed'alo da igreja, isto, do pontfice, con-
clue quo ha urna interferencia indirecta,
mas necessara, do espiritual sobre o tempo-
ral no interesse de todos e da sociedadu.
Nao se pode ser mais claro na exigencia
da soberana do pontifico sobre os res e so-
bre os governos temporaes ; o anda se sus-
tenta que a autoridade ecclesiastica nao inva-
de o poder temporal I Invade, repotireieu:
proclama-se o principio, e o convertem em
faclos como os de Pernambuco e do Para.
E o que nao menos admira que, encontran-
do resistencia, os aggressores, os invasores,
se quoixam do invadidos e se dizem perse-
guidos.
Nao ha moral seno a moral christ I
O Se. Mendes de Almeida :Isto urna
verdade.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Senhores, Jess Christo, o Omnipotente,
nunca pode comraetter injustiga. Deus pode
tudo, menos fazer aquillo quo contra sua
natureza divina, sabia e justa, nao pode fa-
zer, nao o faz. Hsveria flagrante injustga
e contradiego da parte de Deus, quando,
tendo mandado ao mundo seu Filho querido
para nos remir com o seu sanguo, somente
muitissiraos seculos depois da creago do
mundo, cinco, seis ou seto mil anuos ou
quantos forem, tivesse deixado o genero hu-
mano at ento sera moral, sem regra algu-
ma para sua direcgo e...
O Sr. Mendes de Almeida :Elle nao
veio crear lei nova propriamente, veio com-
pletar a lei.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Logo havia moral independente da nova ;
principios que Jess Christo modificou e ro-
gulou.
A moral torneu-se mais pura com a pro-
gago do Evangelho, porm subsisti e sub-
siste a moral humana regulada ou resultante
das leis ci vis e usos das nages.
O Sr. Mendes de Almeida t V. Exc.
nao distingue ?
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Tanto o distingo que Ibes marco as origens,
sendo urna ensinada pela razo o regulada
pela sociedade o a outra ensinada por Jess
Christo. Aquella de combinago com esta
da algada temporal. A remissao custa do
uso da razo seria deploravel.
Por um lado o nobre senador diz que
ninguem condemnado neste mundo, po-
rm s no outro pelo juiz supremo do nos
todos. Por outro lado a igreja diz e o no-
bre senador repete: o que for ligado por
ella na trra ba de ser ligado no co. In-
terpretando este principio, a'igreja sustenta
a absolvigo dos peccados neste mundo equer
fazer crer que o condemnado s penas eter-
nas pela igreja ou por qualquer dos seus
membros tica condemnado nos cos. Intor-
ponhamos recurso das decises mundanas
para a deciso divina do Todo-Poderoso e
confiemos de corago puro que ella nao lhe
ser desfavoravel.
Mas qual a palavra do Evangelho que nos
condemna no co quando sejamos condem-
nades na torra ?
O Se. Mendes de Almeida :Na trra
quando a igreja exclue do gremio.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Sou bastante velbo, cont 67 aonos feitos e
tenho assistido a muitos passamentos desta
para a outra vida. Via nos meus primeiros
annos o sacerdote entrar na casa do enfermo
e do moribundo sem procurar ser visto dos
vizinhos e paseantes. Era um amigo que o
vinha consolar na ultima hora e lhe minis-
trar os sacramentos.
O Se. Mendes de Almeida :Ainda
faz boje.
O Se. Visconde de Souza Franco :
Uoje nio : sabe do contento com urna gran-
de campainba, dlin, dlin, dlin. Elle la vai
salvar ou conderaaar de urna vez a urna al-
ma, o que se quer que todos saibaro e
pensem. Entra pela casa dentro e ao ebe-
gar diante do moribundo exclama: Filho'
ests perdido senio te confessares e arrepen-
deres ; teme as penas do inferno II lo
desgragado, que esperava consolago confia-
do na misericordia de Deus, nio ouve senio
ameagas ; amegas que em verdade nio sao
tanto ao moribundo, como aos circumstan-
tes. A impressio que se quer exercer nos
queficara, nos vivos, coja sujeigio absoluta
se procura.
Senhores, eu sempre ouvi e cri que a
doutrna christi inalteravel perpetua :
A igreja nio muda, diz-se no entretan-
to todos os das est a curia romana promul-
gando novas regras, fazendo in no vagues...
O Sr. Mendes di Almeida : Nio
apoiado:
0 Se. Visconde m Souza Franco :
... e querendo que nos aceitemos tudo sem
exame nonhum. Versara sobre o espiritual ?
Est tudo dito. Sobre o temporal T Nio
lhe compete. Pois, senhores, eu aceito tu-
do quanto est na primitiva igreja, todas as
verdades da igreja antiga. Tambem entao
grassaram erros, mas as verdades prevalece-
rn! e chogaraoi at os nossos lempos.
O nobre senador disse : A infallibilidade
nio depende da impeccabilidade. De for-
ma que a infallibilidade que nio pode pres-
cindir da omnisciencia, da omnipotencia e
da omeipreaenca, porque s o Omnisciente,
Omnipresente e Omnipotente pdc decidir
justamente tudo eser inlallivel uas suas de-
cises, essa infallibilidade pode, diz o nobre
senador, alliar-se com a peccabilidade I 0
homom mais peccador, os Borgias o outros
pontfices foram infallveis at nos seus or-
mes !
A razo humana, essa grande prerogatva
do homem, osse dom inapreciavel da divin-
't dado, seja sacrificada pela absoluta sujeico
a outro homem I E at qualquer religioso
que falle em nomo do summo-poiitifice?
Soroi eu Obrigado a crer as palavras dosse
religioso que anda ha poucos das, dizem-
mo, pregava contra os mcl hora montos mo-
ldemos, contra as estradas de ferro, contra
os telegraphos elctricos? Soro estas as
opinies do pontfice romano? Nao com-
prelieu l.-r Po IX que cpm es telegraphos
que elle pode fazer chegar a sua palavra
mais dopressa a todos os cantos do mundo ?
OS. Mendes de Almeida : Certamen-
te, nem nunca os condomnou...
0 Su. Visconde de Souza Franco :
Nao pelas estradas d ferro que iro mais
dopressa os misionarios, os agentes da igre-
ja 1 Nao por meio dola que sero derra-
mados os seus cathecismos ; estos cathocis-
mos que se inculcam como o Evangolho : o
quo ost escripto nolles est escripto e de-
vemos acreditar sem exame I
E' preciso a instruego, como disse o mos-
mo nobre senador, e para poder compre-
honder todas as verdades preciso ter con-
fianga no Mostr, no Predicante. O dogma
da infallibilidade exclue porm a osponta-
neidade da confianga.
Sem as estradas de ferro que facilitem as
viagons e as commiinicages, os bons mos-
tres nao podero ir viver no interior das
provincias. Nao se v quo, se ha perigo de
abusos em todo e qualquer melhorainento,
olios trazom comsigo urna sarama de rauta*
geus que sobrepujan) todos os seus perigos ?
O Sr. Mendes de Almeida :Ninguem
contesta.
O Su. Visconde de Souza Franco :O
instrumento cortante ou perforante mata,
mas um utensil de grande utilidade. Dei-
tai-o fra para evitar alguns perigos, e dei-
xareis do fruir tambom as vantagens.
Senhores, se sao os catholi:os perseguidos
no imperio do Brasil, pelos seus proprios
bispos, e o que se deve notar que o gover-
no nao se tenha compenetrado de que onde
ha urna religio do estado preciso haver
muita vigilancia para sustentar por um lado
os seus direitos e impedir por outro os abu-
sos da igreja, que o estado subvenciona.
Nio se deve consentir do forma nenhuma
que a pretexto de manter a religio do esta-
do se persiga ou mesmo se ponham emba-
ragos aos outros cultos que a constituigo
permiti, e nao somente tolera, j' muito
que os sectarios de outros cultos sejam obri-
gados a contribuir para o pagamento do
culto preferido. E' abuso intoleravel im-
pedir o baptismo a pretexto de que o padri-
nho macn, e dificultar os calamentos
com o mesmo pretexto o exigindo dispensas
que esgotam as bolsas.
O Sr. Mendes de Almeida :Se o go-
verno cobra pela licenga o pelo beneplcito...
O Sr. Visconde de Souza Franco:
Obriga-so os contrahentes a confessar, ou a
revelar se tlveram copula anterior! Ser
verdade este despacho ?
S houve alguina cousa de irregular neste
ponto o casamento o meio de o sanar.
Senhores, contra essas innovages que
os bons catholicos se revoltam, aquelles que
entendem que teem urna razo esclarecida,
qual devem tambem prestar obediencia.
Todo o homem que pratica actos contrarios
aos dictamos do sua intelligencia o das leis,
pecca ou criminoso, se o acto crime.
Mas d-se esta razio : Sois racionalis-
ta. Porque ha racionalistas que negam a
existencia do Deus, homens cegos que nao
vem que este mundo nao se faria por si
mesmo ; que ha urna grande causa ; que
esta causa toda poderosa, esta causa
Deus, nao so segu que todos os que fazem
uso de sua intelligencia sejam racionalistas,
no mo sentido.
0 Sr. Figueira de Mello :E ha racio-
nalistas que negam Deus.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
Mas ba outros que nao sendo racionalistas,
por exemplo o nobre senador pelo Maranho,
que acreditan) em o novo Deus quo agora se
apregao pontifico romano infallivel, e
pois omnisciente, omnipotente e omnipre-
sente.
O Sr. Figueira de Mello : Eu estou
muito satisfeito com isso.
0 Sr. Mendes de Almeida :Trrducgo
livre.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
E' urna idolatra de novo genero, mas to
condemna vel, mais condemnavel ainda, do
que as antigs, que a ignorancia de ento
apadrinha e era anterior vinda de Jess
Christo, destruidor dos falsos dolos.
O Sr. Presidente :Pego permisso ao
nobre senador para observar-lhe que j pas-
sou a hora da priraeira parte da ordem do
dia, e animo-me a fazer esta observago,
porque a materia, postoque muito grave,
parece-me que mais propria de um conci-
io do que de urna asserabla legislativa.
O Se. Visconde de Souza Franco :
V. Exc. tem razo e eu vou concluir o meu
discurso. Podia eu fallar ainda algumas
horas e V. Exc. com essa observago
fez-me especial obsequio, como sempre cos-
turas.
0 que nos queremos que a constituigo
do estado seja obedecida; que as leis sejam
executadas. Na constituigo do estado o
legislador parti de um grande principio :
elle nao podia impr urna religio a nin-
guem ; observou o paiz e pensou : Sao
| todos catholicos; o catholicisrao que existe
[ hoje com as crengas de agora o declaro re-
' ligio do estado. Curapro assim um deve -
respeitando a vontade da na gao.
1 naci decidir e o governo na parte
que lhe pertenga sobre as alterages tutu-
ras.
Senhores, foi sabia esta resolugio do le-
gislador constitucional: aceitando o presen-
te e regulando o futuro, nio pri vou a nagio
de conhecer e decidir sobre os casos occor-
rentes que podessem ofiender suas crengas
e por em risco a pax publica. Os princi-
ios geraes a naco toma conhecimento del-
ta por meio de seus representantes ; dos ac-
tos sobre particulares conhece o governo.
Deploro que baja brasileiros que digara :
! k A constituigo, expressio da vontade da
nago a qoe pertengo, ho me obriga ; es-
tou sujeito palavra daquolle quo fra do
paiz me quer governar mais do que a cons-
tituigo e leis da miaba patr
Nao Ibes contesto o simples pensament,
porque respeito a Iiberdade de consciencia.
A creng respeitavel, quando individual;
mas quando oxpressada a vontade da na-
ce, a vontade individual se lhe deve sujoi-
tar, nao para mudar suas crengas, porm
para respeitar as dos outros, o as leis o
constituigo do estado. Ha at egosmo oon-
domnavel em pretender que o individual, a
crenca religiosa, preponloro contra o que
geral, o intertss de toJosnaadministraco,
socego e prsperidade do paiz.
0 cidado que respeita seus deveres, nao
viola as leis as quaes. emquanto nao sao re-
vogadas, representan! a vontade de todos,
da grande maioria polo menos, ose alto
funeciouario publico ainda mais responsa-
vel, porque sacrifica os grandes interesse*
pblicos que lhe cumpre promover. Eu nao
serei funeciouario publico de urna nago quo
reconhega poder superior ao da soberana na-
cional e menos servidor de um governo
que possa contribuir para que o Brasil su-
jeito sua soberana qualquer outra o sacri-
fique a sua independencia.
Ficou adiada a discusso pela hora.
DISCURSO PRONUNCIADO EMSESSAO DE
3 DE JUNHO.
VOTO DE GRACAS.
0 SR. FIGUEIRA DE MELLO:Sr. pre-
sidente, os factos que ltimamente se teem
dado, guer nesta casa, quor fra della, em
relago i questo religiosa que agita o paiz,
obrigam-me a tomar parte na discusso da
resposta falla do throno.
Os requerimentos de dous nobres sena-
dores, pedindo u.ii informages ao governo
sobre os recursos interpostos por algumas
irmandades da ci dale do Rocife contra de-
cises do hipo da provincia de Pernambu-
co, pergun'arido outro ao governo que pro-
videncia tinha dado contra a usurpago da
autoridade temp >ral pelo bispo do Para,
tambom me obrigaram a tomar parte nesta
discusso. Devo porm, dizer que nao fa-
ria, se acaso os nobres senadores nao tives-
sem acompanhado seus requerimentos de
considerages taes,- que nao poden deixar
de offender minha susceptibilidade religiosa
e a de todos os catholicos.
O Sr. Zacaras :Apoiado.
O Sr. Figueira de Mello :Sr. presi-
dente, tomando parte nesta discusso, eu jul-
go que digo urna verdade ao senado e ao
paiz, declarando que ha no Brasil urna pro-
paganda anti-catliolica...
O Sr. Zacaras :Apoiado.
O Se. Figueira de Mello :... urna
pripaganda que, principiando ha tempes a
esta parte, tem-se augmentado cada vez mais,
depois que o episcopado brasileiro, o corpo
eclesistico, tem empregado tolos os meios
que esto a seu alcance para refutar, repel-
lir e condomnar as doutrinas perigosas que
so tem procurado divulgar no imperio.
Os bispos, em satisfago do seu dever,
crearam folhas, em que procuravam, con-
forme o modo ila :greja, para mo servir das
expressoes de um los alvars do antigo re-
gimen, esclarecer o povo sobre os seus de-
veres christos, sobre as questes que se
suscitavam na sociedade em materia religio-
sa e emfun sobre tudo quanto respeita va
doutrna christ. A indifferenga ou absten-
go, quetivessem em taes assumptos, nao
podia deixar de ser-Ibes censurada por to-
dos os catholicos, que desejam viver e
morrer as crengas, em que foram edu-
cados.
Os inimigos, porm, da religio catholi-
ea, os inimigos das suas leis-disciplinares,
da sua moral o dos seus dogmas, nao qui-
zeram consentir nesse til ensino e procu-
raran) oppVa estes jornaes outros jornaes
debaixode diferentesdeiiorainages e muito
especialmente dobaixo da denominagio de
Pelicano, que sem duvida bem indica a
origem, donde partem.
Senhores, nao sou eu quera, nicamente
faz essa denuncia, embora autorsada,
porque tenho alguns annos no servico pu-
blico e oceupo notavel posigo social, tanto
nesta casa como fra della ; esta denuncia
tambera dada pelo episcopado brasileiro e
especialmente pelos bispos do Para e Per-
nambuco, que como pastores do rebanho
catholico, como pilotos da barca de S. Po-
dro, devem attonder aos signaos dos tempos
ou das tempestades, afim de quo nem a bar-
ca sossobre e nem as ovelhas se dispersem e
sejam perseguidas pelos lobos.
Para fundamentar esta minha assergo,
permitta-me o senado ler as palavras, com
que os dous illustradissimos e virtuosos pre-
lados das provincias, a que me hei referido,
denuncian) esta activa propaganda, que, nao
s anti-religiosa, anti-catholica, como tam-
bero criminosa, porque perturbadora do
socego publico e prenhe de fataes resulta-
dos.
Assim o bispo de Pernambuco diz na
pastoral do 2 de fevereiro deste anno aos
seus diocesanos : Para todo o espirito sen-
sato e reflectido facto incontestavel, que de
alguns annos esta parte tem surgido em
varios pontos do imperio, como ha bem pou-
co vos dissemos, urna propaganda an-ea-
tholica; o se tem levantado urna perse-
guigo systematica, tanto mais perigosa
quanto hbilmente dissimulada contra a es-
posa immaculada do Jess Christo e contra
a religio catholiea, apostlica, romana, re-
ligio garantida pelo nosso pacto fundamen-
tal. Quera de vos ignora os esforgos insa-
nos, cora que alguns espirtos desvairados,
nao podendo soffrer que seja essa religio
do excellente povo brasileiro, tentam se-
no destrui-la, (oque seria rematada es-
tulticia) ao menos falsifica-la e sophis-
ma-la?
O bispo do Para tambem em phrases
muito expressivas no final da pastoral, que
dirigi aos seus diocesanos a 19 de margo
de 1872 para o lim de refutar dez erros,
que encontrara um Manifest do ^ partido
liberal contra a autoridade da igreja catho-
liea, diz-nos o seguinte: Este protesto
encerraos erros principiaos, que a impiela-
de tem disseminadoe est disseminando nio
s nesta diocese, senle tambem em todo o
Brasil, que brotam do racionalismo, da ne-
gago do ministerio iafallivel da igreja, e
acabara por dissolver todas as crengas e, por
conseguinte... toda a ordem social. Esta
carta pastoral um brado de alarma. Se
elle nao fr ouvido, se nem da parte da
povo, era da parte dos altos.poderes do es-
todo se oppuzer seria reaegio a esta escan-
dalosa propaganda, do protestantismo sem
doutrna, ou antes da impiedade voltairiana,
remos* ao abysmo. Teremos.... urna so-
ciedade cambaleando, como um ebrio, na
meio dos horrores da anarchU.
Senhores, esta propaganda tal que nio
tem poupado os insultos, as calumuias, as
injurias o clero catholico era todos os seus
graos nem to pouco respailado os proprios
dogmas da nossa santa religio, os saos va-
ueraveis mysterios, a sua disciplina exem-
plar ; e cortamente se lesseraos com olhos
alenlos o que se diz nesses escrptos, hara-
mos de pensar sem duvida que tinham n-
nascido no imperio aquellas tristes das da
Inglaterra, era que o catholicisrao era per-
seguido >oz do nada, de papistas, ou mes-
mo os em que a Kranga tinha eipellido o
culto de Deus pora substituir-lbe o da deusa
razAo.
Pego licenga ao senado para apraseotar-lhe
as pravas das assergoes que tenho enarttido.
e provas baseadas nao as pastorees de pre-
lados das provincias de Pernambuco c do
Para, mas nos escrptos que pertencera es-
pecialmente provincia do Rio Su I, que ti ve a honra de administrar al b*
bem pouco tempo, e em outros que ltima-
mente se tem publicado nesta Corte ; escrp-
tos de que pude fazer collecgo, afim de
fundar as minha* convieges.
Senhores, embora essas provas paregam
desu-cessarias para a nossa conviego, en
leudo quo devo apreseiita-laa ao povo do
meu paiz, afim de que elle possa esclarecer
se em sua conducta religiosa e sabam os
que combatem a religio do estado e os seus
ministros sol a denominagio de ultramon-
tanos, de jesutas, de amigos do obscurantis-
mo o inimigos do progresso social, que um
sena lor do imperio, quo nio pertenceao
estado ecclesiastico, nao duvidou em cura-
primeuto do seu dever defender os objedos
mais caras ao nosso corago, qual a reli
gio do paiz, que elle jurou defender quan-
do tomou assento em urna cadeira do se-
nado.
Antes, porm, de o fazer, pennitti, se-
nhores, que vos diga que a guerra que lti-
mamente se tem feito i religio catholiea e
aos seus ministros, tiveraio por pretexto
dous factos:
1.a Se terem a presentado os bispos do im-
perio a refutar as doutrinas anti-cathelicas
contrarias aos dominas da religio; el'o
havorein empregado a pena de excotnmu-
nliao contra alguns sacerdotes ou contra
certa classe do cidados, que tuviera des
conbecido os seus deveres de catholi-
cos.
Mas, senhores, quem pode negar que os
bispos, apresontaiidn-se a refutar estas dou-
trinas, que teem iufestado a sociedade bva-
sileirae envenenado a crtica catholiea, nao
fazem seno curnprir o seu dever, quer re-
ligioso, quor civil ?
O Sr. Firmino : Apoiado.
O Sr. Figueira de Mello iSr. presi-
dente, pelo lado thoologico os bispos esto
no seu direito. E' a ellos que Jess Christo
deu o direito de ensillar aos povos o verbu
divino por elle diviuamente revelado, quan-
do lhe disse : Etmtet do&t erarte* gtnttt.
foi a elles que o Espirito Santo estabeleceu
e ci uistiti lio como pastores para reger a
Igreja de Bous, que adquirir* cora o seu
proprii ? sangue. Foi a ellos qoe S. Paulo
na Epstola a Timotheo disse: Qiia avdute
a me. Inte conmutada hommibus fidr.lUnu,
qui idonei eran et alio dottrt; oque me
ouviste, ensinai aos fiis, quefeeea tambom
idneos para ensillar. A ellas que se di
rignam as seguiutes palavras : Predica
verbum ; insta opportunt et imporlunr.
arija?, obsecra, increpa tu Saaaf milenta el
doctrina.
Finarmente outros textos das Epstolas S. Paulo e outros Apostlos declaram, que
os bispos devero ensiiiar a s doutrna christ
com imperio, sem temor do homens. Por
Conseq oencia, os bispos esto no direito
quando, segiiindo as regras do Evangelho,
refutara as doutrinas, que Ihe-sao contrarias.
e indubMavelmcnte faltario ao seu dever se
se conservaren) inertes e apachicos.
Por outro lado, se attendermos para as
nossas leis, entre ellas encontraremos mu
tas, que especialmente reconhecemo rato
c dever qiie teem os bispos-de espalharem a
boa doatrina, o que os instigan) mesmo ao
respectivo exemeio, como oro poderoso meto
de conservar a pureza da fe e a tranquile
dade do estado.
O Sr. Firmiso :Apoiado.
O Sr. Figueira de Mello :O decreti-
de 5. de abril de 1768, creando a real me. censoria para constituir por si um tribunal
sobre a impressao das litros, por nao terem
os bispos tempo sutlieiente para os eiamiua-
rem devidamente, reconhece expressamente,
que o importante negocio da pureza da fe e
da religio da privativa competencia do
bispos.
O decreto de 19 de junho de 1769, esta-
belecendo os justos limites do poder da
igreja e do estado na punigao dos berefcs.
diz que aquello consiste, em declarar a
igreja o erro da doutrna e castigar cora as
penas cannicas os sobredi los sectarios, e
este em fazel-os os principes punir cota pe-
nas temporaes e coaeges externas, como
perturbadores da paz publica, ainda cora
trasxsgressores dos caones, cuja obser
vancia devo zelar e proteger nos meus rei-
nos e dominios, fazendo nelles conservar
sempre i I libado o deposito da f e da religio
sem sebisma e sem novago, assim como
foram fundadas e estabelecidas pelo R
demptor do genero humano, ominadas e
propagadas pelos seus apostlos, primevo
bispos da christandade, e conservadas pela
unidade e uniformidad da igreja catholiea
romana.
Como este temos ainda o alvar de 90 de
junho de 1757. Este alvar, depois de de-
clarar no seu prembulo, que, constituindo
a escolha dos livros bons e uteis princi-
pal parto da educagao do homem por apren-
der nelles as suas obrigages assim ebristis
como ci vis, e que por isso igreja somente
pertence o poder de declarar o dogma e a
doutrna, diz no C 10. que aos bispos.
cada um em sua diocese, compete o poder
dado por Christo para apascentar as ovelbas
que lhe forana confiadas.....e o direito iu-
separavel da razio do episcopado da plantar,
corrigir, prohibir ( ao modo sempre da
igreja) o que lhes for nocivo, e de algum
sorte poder prejudicar a verdade da rdigiio.
a santidade da doutrna, e por oaoseguntr
a jurisdiegio de eondemnar os livros, eaa
que se contiverem mximas erradas, renro-
vadas e contrarias ao que manda a Santa
Madre Igreja.
^CenliHMir-a-Aa^
. i

.
TYP DO DIARIO- U'JA DUQUE DE CAXlAi



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