Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12975


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Full Text
JtMratttrtvi'iyERo iso


PAB1 A CAPITAL E LIGARES OS DE VlO SE PACA PORTE.
Por tres meses ndiantados ..>...<.........
Por seis ditos idem............... .
Por un anno idem............'......\
Cada numero avulso............
85000
12*000
iiflOOO
120
QUINTA FEIRA 3 DE JULHO DE i 813
'
PASA DENTRO E FURA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados. .,......,","......
Por seis ditos idem.............; .
Por nore ditos idem.........;
Por un anno idem............
9760
139500
909160
119000
DIARIO DE PEMAMBIM
PMPNEDADE DE MANOEL FICEIR0A DE FAMA & FILH0S.

Os Srs. Gerardo Antonio ****** -o M, Connives Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Olive, K,.,,, Ceara, Antonio de Len^ Braga, no Aracat, ; Jo*. *ria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jo* Justin
Forera dAlmeida.em Mamanguape -Augusto Gomes da Silva, a I'arahyba ; Antonio Jos (o.ues, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
_^^^^^ Antonio Ferreira. de Aguiar, em Goyanna ; Francino lavares da Costa, m Alngas; Alves d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.
PAUTE OmCIAL
Governo la
provincia.
1873.
. lIMmi DO DA 28 DE ABRIL DS
1.' seccao.
Portara :
Approvoo contraelos que, segundo o termo
auacxo por copia ao seu olfiViu de 10 deste niz,
celebrou o conselho de compras de marmita coin
as pessoas mencionadas em o dito termo para o f r-
aciment no corrente trimestre, uo su de pecas
de fardamenlo aos aprendizes artfices, imperies
tnarinheiros, aprendizes ditos, artfices avalsos e
marinhagem dos navios da armada, mas tambera
de carne verde aos referidos navios e estabeleci-
menlos de marinha.
OOicios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
Si.-va-se V. Exc. de fazur chegar ao poder do tol-
dado do batalho de infamara, Victorino da
Silva Azevedo a inclusa copia autlieutica da iuor-
maro prestada, pela presilencia da provincia do
Maran ao, em deforinienlo ao que pedia aquella
praea no requerimento que veio aiinexn ao oltl-
cio desse commando de armas, de 21 de mar .o
intimo, sol) n. 32.
Ao mesmo. Em vista do que ponderou o
insiioelor da thesouraria de facunda em olllcio do
2'r" do corrente, s ib n. 640 serie C, recoinmendo-
Ifie nesta data que mande entregar a importancia
dus vencimenlis da fe rea que segu para Flores
ao offlcial, e nao ao cabo, que faz parte daquella
forca ; convindo que V. Exc ordene ao menciona-
do offlcial que se aprsenlo naquella repartico
alim de reeeber a dita importancia.
Ao director interino do arsenal de guerra.
Mande Vmc. fornecer:o deposito de artigos bel-
licos da provincia do Cear 30," 00 cartuxos de
fe-tim do adarme lp36, de conformidade coin o
pedido junto, que me foi transmittido pela res-
pectiva ure-idencia com ollicio de 19 do corrente
sob n. 6.
Ao mesmo.Panqu esta presidencia possa
autorisar e crdito necessario s despe/as, a que
alinde o sen olllcio de 2t5 do corrente seb u. i,
cumpre que Vmc. precise os com|>etenles pedi-
dos e as respectivas importancias.
3.' secro.
Actos :
O presidente da provincia, altendendo ao que
requereu Aulonio Borges da Silveira Lobo, ta-
hellio de notas desla cidade, -resolve conceder-
Ule uiais seis mezes de licenca para tratar de toa
saude.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do r. chefe de polica, em ollicio
u 780 le 21 do corrente, resolve nomear para s
careos de 1% 21 e 3" supplenies do subdelegado
do 2- districto da ire/uezia de S. Jos desla cida
de os cidadaos segrales na ordein da enlloca-
?ao : Je s Francisco de Soma Lima, Jos Grego-
rio Paos Barrete, Miguel Arenante da Cruz Muniz.
O presidente da provincia, attendendo ao
due requereu Pedro Cavalcante do Albuquerque
l'eho.i, i- supplenle do juiz municipal do termo
do Rio Formoso, resolve conceder-llie i tures
de lieenca para tratar de sua saude
Olflcios:
Ao Dr. chefe de polica. Expeca V. S. suas
ordens alim de si-r-mc apresentado amauh a 1
hura da tarde 3 Antonio Gadolphin, recomido
casa de doten?*) em cumprimento da sentenca
por crime do fallencia.
Ao promotor publico Ja comarca do Onri-
Ciiry. -Transmiti a Vmc. copiado ofllcio diri-
gido em 20 do mez prximo passado ao Dr. chefe
de polica desta provincia pelo delegado do termo
da Boa-Vista, afim de que informe si acham-se
recolhidos cadeia dessa villa os criminosos, Joa-
qu.m Pereira Macambira ,e Victoriano, escravo
do Dr. Joio Antonio Correia Lins Wanderley, bem
como si o jniz municipal desse termo Morra
na falla a elle imputada pelo mesme delegado.
3.' seccao.
Dulcios:
Ao inspector da thescuraria de fazenda.
Attendendo ao que expoz no incluso requerimento
Julio Alvaro Texera do Manado, engenheiro civil,
autoriso V. S. a mandar pagar ao supplicante no
da 30 deste mez a gratiiieaco vencida at aquelle
dia. visto ter de seguir,para a provincia Ja Para-
hytia em commisso.
Ao mesmo. Tomando em considerarn o
que exnoa Ilufiuo Manoel da Cruz Cousseir no
incluso requerimento documentado, autoriso V. S.
nos termos do parecer da contadura dessa the-
souraria, a que se refere a sua informaco de 2o
do corrente, sob n. 631 serie C, a mandar pagar
ao supplicante a quantia de 4:150*518, a que
te.n direito, em virtude do contracto celebrado a
23 de agosto do anno prximo passado, e cons-
tante da copia annexa ao mencioaado requeri-
nunto; considerando para isto aquelle contractante
isanto da mulla em que incorreu por haver ex-
cedido o praso eslipulado no refer.do contracto,
attento o accrescimo de obras de que foi incum-
bid ), o bem assim os obstculos que se deram
na sua execu?ao, segundo informou o engenheiro
militar em olllcio de 7 de Janeiro deste anuo.
Ao mesmo. Em resposta ao seu offlcio de
13 do corrente, sob n. 6i0 serie C, tenho a dizer
a \. S que a importancia da pret, de que trata
a oidem desta presidencia do 21, deve ser entre-
gue ao otteial i|ue segu para Flores e nao ao
<".abo, pelas razoes constantes do citado offlcio.
Ao mesmo. Commuuico a V. s., para os
lias convenientes, que, segundo participou-me o
barharel Antonio Paulino Cavalcanie d'Albuquer-
que, juiz municipal do termo de Caruaru', em
ulBcio de 21 do corrente. nessa data assumio elle
o exercicio do seu cargo, por se ter lindo a li-
oonfa que gosava.
Ao mesmo. -Communico a V. S. que o admi-
nistrador dos correios nesta provincia parlicipou
cm ollcio de hoje sob n 99, haver nomeado por
ortaria de 26 do correle os cidadaos Joaquim
hnrique de S Brrelo e Estanislao Alves d'Assis
Bulhoes para os lagares vagos de praticantes
daquella repartico, em vista das provas que exhi-
binru no concurso que ltimamente all leve
lugar.
Ao mesmo.Ao lente do 2o batalho de
infamara, Felippe Santiago de Albuquerque,
dtnynado para ir ao presidio de Fernando de
floronha, amo de rendar no destacamento do re-
ferido presidio ?o lente do mesmo batalltao,
Laurindo Jos Pimenta, mande V. S. ajustar cou-
tas e pastar guia de soccorrimento.
* Ao mesmo. Tendo nesta data approvado os
coniratos constantes da copiac que o eonselho de
c<>mpras de marinha remetiera a V., S. eelebrados
com diversas pessoas, para o fornecimeato no cr-
reme trimestre, nao so de pecas de farJamento
aus aprendizes artfices imperies marinheiros,
aprendizes deste, artfices avulsos e marinhagem
dos naviosd'armala, mas tambein de carne verde
aos referidos navios e eslabelecimenlos de mari-
nha; assim communico a V. S. para os fins con-
venientes.
Ao inspector da thesouraria provincial
Em vista do incluso pret era duplcala que me re-
metteu o commandante superior interino do mu-
nicipio do Limoeiro, com offlcio de 10 do corrente,
mande V. S. pagar a Jos Mara Ferreira da Cu-
cha os veneimentos do destacamento da guarda
nacional da villa do Bom Jardim, relativos ao mez
de marco ultimo.
4.* necio.
Cilicios:
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Cea-
r. Nesta data mando fornecer pelo arsenal de
guerra desta provincia ao deposito de artigos belli-
cos dessa, 30 mil cartuxos de festim, constantes
do pedido que veio annexo ao offlcio de V. Exc.
de 19 do corrente, sob n. 6, que fica assim res-
pondido.
5.' secr.
Offlcios:
Ao director goral interino da estalistica.
Remeti a V. S., em resposta ao seu olllcio de 7
do crrenle sob n. 1734, um novo mappa de dis-
tancias entro os diflerentes pontos desta provincia,
organisado tela reparti?ao das ooras publicas,
de acord cem o offlcio dessa direcUria, de 9 de
outubro do anno proxim > passado, n. 923.
Dts quadros de biblio hecas solicitados, ja tive
occasiao de remetler dous; faltando somentc o da
bibliotheca .annexa Faculdtde de direilo, que
anda nao foi remeltido
Sendo incompleto o quadro da divislo adminis-
trativa, existente na secretaria desta presidencia,
por isso que oniisso as dalas das inslall.tcoes
das villas, ele, desta provinua ; e dependendo
das amare mnnfcipaai oses esclarec montos, que
serao solicitados, deixa por esta razao de ser sa-
tisfeila a requisi.ao de V. S. nessa parte, que se-
r opporiunamente allendida.
Ao engnheiro cheie da reparlico das nbr.is
publicas. Mande Vmc. sera perda de lempo orear
o) concerlos precisos na ponte do rio Goyanna,
de que trata em sua nformacao de 22 do corren-
t", sob n. 161.
Portaras:
Sr. gerente da companhia pernambuca-
naiivuido transportar para a capital da provin-
cia da Parahyba r do vapor que segu para o
norte no dia 30 do corrente, por conla do minis-
terio da marinha, ao engenheiro civil Julio Alva-
ro Teixeira de Macedo.
O Sr. gerente da companhia p?rnambueana
mande transportar ao presidio de Fernando de
Noronlia, no vapor que para aili tem de seguir
no dia 3 de maio prximo futuro, o lenle do 2.'
batalho de niaiitaria, Felippe Santiago do Albu-
querque, que v.u" render no destacamento do me>-
mo presidio o tenenle do referido batal ao, Lau-
riano Jos l'imenla.
Os Srs. agentes da companhia de navegaco
brasileira maudem dar transpone proa para a
corle pi r conla do ministerio da marinha, no va-
por Pamn, ao pralicante de machinas, Joaquim
de Magalhes Abreu.
das provas ipie cxliiblr.ini no ulti-no concurso qne
ahi leve luj;;ir.
Aos ngaUM da companhia de navojnljV)
Brasileira. O Exmi. Sr. presidente da provincia
inania acensar reivbi,|,( tfte'm de Vv. Ss., Js*i
dala, no qual iwrlic.pam i|ih o vapor Pirase,
Chegado dos poriw do n irle, seguir para os do
sul amanha s 3 horas da larde.
DKSl'ACIIOS IA
i Sr. ins-
to la nr-
l-XSIUSSl.'IA 0K 1 DK JIL'I l IE
1873.
Antonio BorneHa* Cimiri Inform.:
pect ir da Ihosour.iri.i de fazeu la com
geneia.
Audr de Abreu l'oito. Assigne o supplic'anti!
o sen ermirado a volte, ipii-reudo.
Tenenle-coron.-l Antonio Krincisco de SjUx*
Magalhes. Fornce.iise.
Antonio da Cunlta Ferrei-a B.ilt.ir Inf irm.-
0 Sr. commandante superior da guarda in*ioa.il
da capital.
Antonio da Costa o S. -Ortill |i *.
Bernar.lino >l< -ilva Cosa Ca-npos. -Pas.! por-
tara na forma requerida.
Francisco de Paula Cardo*) Junior Inlefvrido.
a vi.-t.i Ja ni inn.'i''o do inspector di sade
blica.
Felippe Florines de Paria Mell i.
ria Coitcedendo dnis mexes do
praso.,
Francisco Silverio do F.i'i-i Junior. Inlefe-
rido.
Francisco lattM Win lerlev I.i is Jnior. -In-
forme o Sr. mspjcior da Uiosunnria de faz nula
Germano Francisco Antonio Xavier. C eu-ed.i o
praso de 10 .lias.
Isabel Francisca de Qiinl.il. Nao lem
que raimar.
Jos Fr.im-isro los Sanios. htforWK o Sr. bri-
gadeiro coiiiinandiule das rumas
medica.
Tenenle-c tronj
(|uerque fe
l'rescindind) de insistir nos incidentes occorri- bre o projecio n. 69 de 1871, traba exigido infor
l.u-
Passe porta-
pror>gario de
lugar o
Joapiini
lio. 'orne.-a se.
iHlvmdn a jimia
Cicateante d-; Albu-
dos antes, durante e depos dessas duas manifes
tacoes lio antagnicas, lao divergentes na forma
e im fund, assalla-nis o e - Qual dos d tus escriptores exprimi o pen-
sinianu intimo do partido l.biral ?
0 Sr. Prado Pimejtel ?
OSr.J. NabucoT
Djpriileiro que francamente acompanha o Sr.
Silveira Martin*, ou o segundo que natitraluiento
rvceiu (K conselhos paternos ?
Este estado de duvida, aggravado anda pelo
prefin lo desaccorJo que rema entre os pareceres
dos Srs. Zacharias e Silveira Lobo, Bezerra e Sou-
za Franco, Nabuco e SiWeira Martina leva o pu-
blico a formar este conceito : ou os liberaes mar-
chun som bandeira e sem chefe por ingremesdes-
penhaderros na queslo religiosa, ou a Reforma
escrevnpor conla p risco de seis redactores sem
que os jriigos nella estampados sej un a pedra de
ti pie pira ajuizar-se com seguranza sobre as in-
bwfdni d> pirtido de que, alias, se confessa
orgao.
KuiroUuto, por f>rca de oceurrencias j dis-
cntdas, a queslo aprsenla agir trplice face, a
juigar pelo debate parlamentar :
O Sr. Silveira Martins ;
O Sr. Zfharias ;
O Sr. Sabuco.
A julgar, poim, pela discuss.io da imprensa, a
quesl.'io nao escapa as ponas de um dilema :
O Sr. Prado Pimentel.
O Sr. Joaquim Nabuco.
O desequilibrio explica-se fcilmente : o Sr. Za-
charias, chefe liberal, foi irreinissivelmente posto
iiiugem pelo org.io do mesmo partido I
Onde esta, p irianto, a unio e forca do elemen-
to que se nos destaca em frente ?
F.KPKDIE.NTK DO SRCRF.TAIUO.
is mtcfto.
Ollici M:
Ao brigadeiro commandante das armas. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S., em resposta ao sen offlio de 26 do
corrente sob n. '3ti, que nesta data licam expedi-
das as necessarias ordens para ser transportado
ao presidio de Femando de Noronha, o tenenle
do batalho de infantaria, Felippe Santiago de
Albuquerque, e bem. assim thesouraria de fazen-
da para ajustar cotilas e passar gnia de soccorri-
mento ao referido tenenle.
Ao commandante do vapor de guerra Reafe.
S. Exc. oSr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S., em resposta ao seu offlcio de 26 do
corrente, que licam dada*- as convenientes ordens
para ser transportado corte no vapor Paran
o pralicante de machinas, Joaquim de Magalhes
Abreu.
2.' seccao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de polica.Transmiti a V. S.,
de ordein do Exm. Sr. presidente da provincia, os
ttulos juntos de nomeacao dos 1.*, 2." e 3. sup-
plentes do subdelegado do 2.' districto da fregue-
lia de S. Jos desta cidade, de conformidade com
aproposla de V. S. em offlcio n.-78) do 2'i do
corrente.
Ao juiz de direilo de Olinda.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusaro recebi-
inento do offlcio de V. S., de 31 de marco ultimo,
em qne participa ter naquella data assumido o
bacharcl Braz Florentino Henriques de Souza o
exercicio do cargo de promotor publico dessa co-
marca.
Ao comraandanta superior interino do mu-
nicipio do Limoeiro.-O Exm. Sr. presidente da
proviucia manda declarar a V. S. que nesta data
espedio ordein thesouraria provincial no senti-
do de seren pagos a Jos Marte Ferreira da Cu-
nha os veneimentos do destacamento da guarda
n cional, de que trata o seu offlcio de lo deste
mez.
Ao bac arel Antonio Paulino Cavalcante de
Albuquerque, juiz municipal de termo de Carua-
ru.-O Exm. Sr. presidente da provincia manda
aecusar o recebimenlo do ollicio de V. S. de 21 do
crreme, em que participa ter nessa data asiu-
mid* o exercicio do seu cargo.
4.' sereno.
Offlcios :
Ao Dr. Joaquim Correia de Araujo, 1* secre-
tario da assembla legislativa provincial.N. 102.
)o ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, remello a V. S., alim de ser presente as-
sembla legidativa provincial, a inclusa copia do
offlcio de 21 do corrente, em que o Exm. e Rvm.
Sr. hispo diocesano d parecer acerca do projecto
n. 35 deste anno, que une freguezia da Se de
Olinda a parle do engenho Fragoso, ora pertencen-
te de Maranguape. Oeste modo fica satisfeita
em parte a resolnio da mesrna assembla, con-
tida,no offlcio de V. S.,de 18 deste mez, sob n. 37.
Ao mesmo. N. 103. De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, transmiti a V. S.,
aj'nn Je ser prsenle assembla legislativa pro-
vincial, a inclusa copia da informa?o ministrada,
em 10 do corrente, pela directora geral da ins-
truc?ao publica, sobre a frequencia da escola de
primeiras lettras do sexo feminino da villa do Ca-
bo, ficando assim satisfeita a requisi'-ao da mesma
assembla, constante do offlcio de V. S ,de 16 des-
le mez, sob n. 33.
Ao mesmo. -X. 104.-De ordem do S. Exc.
o M-. presidente|da provincia, pssso s maos de V.
s., ahm de ser subutettido apreciaso dessa il-
lustre assembla, o incluso requerimento em que o
engenheiro Jeronymo Luiz Ribeiro e Hcitor Rade
maker Grumevala se propoem a organisar urna
companhia nacional ou estrangera, que se encar-
regne da conslrucco de urna linha de bondspara
a freguezia da \arzea, a partir do principio da es-
trada do Catanga, medante um privilegio por 40
annos.
Coronel Jos Maria ilicin*> lacera) da Veiga
Pessoa e Mello Fonieca-se.
Jos Bezerra Civalca'-iti M.iciel. -En'rigue-se.
Hara Francisca da Greca. Infirme o Sr. ins-
pector da thesouraria do fizeiidi.
Manoel de Jesns Jordo i:,ild-ira Indeferido
Manoel Anlonio dos Sanios Das. Jume ri sup
pilcante piova legal dodominio ihm tem no escra-
vo. ruja entrega solicila.
Manoel Rodrigues do O'. Informe o Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
Tenente-coronel Sebastiao Jos Bazilio Pvrr^ o.
Forncca-se.
O mesmo. Idem.
Urania iNyinpha da Slv.-i. Indeferido, vilo nao
ter sida succionada a lei que rreou as radeiras a
que so refere a supplicante.
Vicente Ferreira de Pana Shnoes. Informe o
Sr. inspector da thesouraria luovincal.
Secretaria da pivilncia de'iVrnamhuco, 2 de
julho de :873.
O porteir >,
Silr-HD A. Rwliiiiuet
cpaioi.i il.i polica.
i.' seccao. Sneretaru da pttfic!? de Penuuibuco,
2 ile jiiio de 1873.
N 1167Illin. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que das coniiniuncaeoej recebidas hoje, consta -pie
foram lionlem locolliido a delea. > os iu lividuos
scgninles :
A' minha ordem, Antonio Ferreira Je Kigueire-
do Junior, como indiciado em crime de moeda
falsa. .
A' ordein d) subdelegado do Recife. os subditos
ingles Thomaz Madoenallo, Jom-oU T-lcmoug,
a requiseo do respectivo cunsn1.
A' ordem do da Boa-Vista, Joaquim AIws Be-
zerra, por d-itiirbos.
A' ordem do de Belm, Joaquim Luiz da Silva
Albuquoiquc, por embriaguez.
A" ordem do da Varzea, Fulismina Joanna Bap-
ti.-la ifci CoHceico, por embriaguez e disturbios.
Segundo coinniunicym-iiie o delegado da Esta-
da, por ollicio do 28 de jiinho ultimo, uo Ijrceiro
districto daquclle termo, Lordoua loa.piiua dos
Sanios ferie gravemente a Joo Antonio do as-
cimento : o deln.,nenie foi preso em flagrante, e,
coitlra elle prosegnia-se nos termos da lei.
Em data do 2o tambein de juuho ultimo, com-
mnneou-me o delegado de S. Loureneu da Mat-a,
que no dia 23 fora moii.ilmenie ferido Severno
Jos Gulherine por Jos Joaquim di Reg Barros
e oulros, os quaes conseguirn! evadir-se ; o que
sobre este laclo tratava de proceder contra os de-
linquemos
l'or offlcio de hontem datado, c nnmunicou-ine
o subdelega lo dos Afosados, que, s qualro horas
da tarde do dia antecedente, Manoel de tal, es-
tando um pouco embriagado e queieudo passar
a ponte da via-ferrea do Recife a S. Francisco,
cahio sobre o alicerce de una das columnas da
mesina ponte, do que resultou fracturar a eabeca,
nao morrendo afogado pelo prompto soccorro de
diversos pessoas que islo preseuciaram ; e que
apenas soube do acto, dirigio-se ao lugar e pro-
ceden competente Historia
Filialmente a ordem e tranquilldade publica
nao soflreram alierai o.
Deus guarde a V. Exc.-Hlm.'e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Ilearijue Pereira de Lucelia, dis-
nissimo presidente desta provincia.O chufe Je
polica, Antonio Francisco Corre n ile Araujo.
SOI'IIISMA DE COXFUSAO.
O Sr Joaqaiui Nabuco que tomou para seu uso
a primeira columna da Rrform, escreveu hontem
um artigilo i|ue comeos assim
.( Um sophisma que os seas autores, achara tai-
vez Hitgenhoso, mas que capitulado na peior es-
ptek de sophismas, os que provm da ignorancia
Jo assumpto, iiimiiu )u-se ltimamente no debate
sobre a queslo religiosa.
c Eis o sophisma :
< E' preciso na fiaer da queslo religiosa urna
anestao poltica.
E accrescenla o Sr. Nabuco, a refutar o so-
phisma :
t Sera duvida urna ques'o religiosa nao deve
ser lomada em qu-sto palilica ; a historia est
chi'ia dessas coufnsdes odiosas e a humanidade
tete uter rewmecar o guerras pel-i f.
De maneira, concluimos nos, que a.,uillo que
sophisni i nao o ou e nao ao mesmo lempo
Precisamente aislo chaimva HentliPin sophis-
ma de roiifusto que o Sr. J Nabuco nos dir se
de ntelhor ou prior especie que aquelle que os
ten* nutnres acham talvez engenkoso.
COM E.NDEHE0.0 AO SB. ZACIIAIKAS.
O Sr. conselheiro Nabuco de Araujo nao perdoou
anda ao Sr. Zacharias que o miorrompesse cora
successivos apartes quando o Ilustre chefe per-
lustrara o campo das questoes.
D'ahi veio que o Sr. Joaquim Nabuco, revol-
vendo o campo j perluslrado por seu Ilustre pal,
encontrasse anda um sophisma por ser confu-
tado
Justificando a denomuaco de igreja nacional
appli.ada igreja brasileira, diz o Sr. Nabuco Pi-
fia :
Outro sophisma dizer se que o partido libe-
ral nao qaer una igreja nacional, toraanda-se por
terete nacional urna igreja schsmatics, como a da
lnijlati'ira. n
Ora, fra o Sr. Zacharias quem tentara arredar
do partido liberal a iatenco de fundar urna gruja
nacional.
magues do respectivo parodio. Inteirada.
PeticSes :
Do Jos Albino dos Santos, pedindo o pagamen-
to da quantia de 1504, a que se julga com direilo.
""A commisso de orcamenlo provincial.
De Moreira'Jr C, pronrietarios da fabrica de ra-
p ama fin i, da provincia da Bahia, representan-
dosobre a desigualdade do imposto que pagam em
relacao ao fabricado por Meuron, daquella provin-
cia;.- A' commisso de oivanier.lo provincial.
Sao lidos, anprovadis e mandados imprimir os
projoctos ns. 61 e 67.
E' ldo e approvado o segrate requerimenio :
Requeramos que seja nomeada urna commis-
so que felicite em nomo desta assembla ao Exm.
Sr. coinmenda lor Hein ique Pereira de Lucena,
pelos imprtenles servteos que durante sua admi-
nistradlo tem prestado provincia, principalmente
pelo zelo e economia que tem revelado no dispen-
dio dos dinhoiros pblicos. S. R. Sala das ses-
soesem 11 de maio de 1873. Gomes Patente.
Ahneidn Pernamimco Filho. Padre Tilo de Bar-
ros. Pedro G indiano de Ralis e Silva. /. Cor-
rea de Araujo. A han Uchoi Cavalr.anti.
Antonio Francisco Correa de Araujo. Amara!.
Joo Vieira de Araujo. Jos Francisco de
Goes Camilcanti. E. Vieira de Mello. A. La-
menha Lins.
OllDEll DO da.
1.* discusso do projecto n. 53 deslo auno ( or-
camenlo municipal. E' anprovado.
* Sr. (ii-s tu va lea n ti: (pela ordem)
O
lio.
- Ao raesrao. N. 105. De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, passo s mos do
V, S., afim de ser prsenle a essa Ilustre assem-
bla, a in-tlusa copia do ofllcio de 16 do crreme,
sob n. IU bis, em que o Dr. director geral meri-
no da instrueco publica presta os esclarecimeu-
tos exigidos sobre o provimento da cadeira de pri-
meiras lettras do povoado de Gurjati de Cima e a
frequene a da 4* cadeira do sexo teminino da fre-
guezia de S. Frei Pedro Gon?alves desta cidade.
Fica, portanto, satisfeita a resolucao da mesma as-
sembla, comida no offlcio de V. S.,de 2d^ste mez,
sob n. 24.
6.' seccao.
Offlcios :
Ao administrador interino dos correios.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar o
recebimenlo do cilicio de V. S. desta data, sob n.
99, no qual participa que por portara de 26 do
corrente nomeou Joaquim Henrique de S Barrete
e Estanislao Alves de Assis Bulhoes para os luga-
res vasos de pralioanles dessa reparlijo, em vista
i le juuho SITUACAO INDKFIMDA.
0* partidos polticos regularmente instituidos
nao podara abandonar, sem grave pertiirbaeao, o
circulo que Ibes tracado pela lei da coherencia.
Fitar as ideas que snrgem por prismas difi-
reme, plantar a discordia no seio de taes cor-
poracoes, onde a unio conJicau essoncial de
forra e de vida.
Assim, o orgao de um partido ou ira he as legi-
tima< aspiracoes do mesmo, ou proenra Iludidas,
sophisma-las e dar-lhes estranho corso, -qnando
procede como ltimamente tem procedido a Ri-
fara i em
ligios.-).
Nao phantasiamos. A consci-ncia (em sido sem-
pre a fonte da nossas inspiraedes as lutas do pon-
sanenlo, fer as cota tenacidad-), certo, porm,
sem raocor. sera proterieao Ja justi;a qu^) cima
de ludo obligar) reciproca para aquellos que
no mais renhido do combate obedeeem apenas a
um s 'Impulso o d verted".
Preferimos qno a procidencia de nos3os racie
einku 'i'.io-i por uuica base a lgica convinconle
dos fados.
Recordaremos-um desses Tactos.
Qaando o deputado pelo Rio Grande do Snl, o
Sr. Silveira Martins, juigou prudente faxer na ca-
mar a apologa do plano de Cavoar, a igreja livre
no estado livre, a Reforma em arligo editorial,
assignado pelo Sr. Prado Pimontel, adiantoa esta
opinio : eis o*que quer, o que pretende o pr-
tido liberal.
Depois, quando o Sr. e nselhewo Nabuco acn-
selhou a maaulencio do art. 5- da censtituico,
restringrado, porra.as attribuicSes do poder ecele-
siastico, disse lambm por sna vez e as colum-
nas da mesma gazeta o Sr. J. Nabuco : eis o que
pretende e o que quer o partido liberal I
JI'KM E E QUEM XAO LIBERAL.
Escrcveu bnutem a Reforma, que nao podem
chamar-se liberaes :
1." Os que querera entregar ao exercilo roma-
no a direceo moral do paiz;
.* Os que alimentara o desejo ou a esperanza
da restaurarlo do papa ;
l Os que sob pretexto de nao tocar na reli-
giao, co.isenlera em todas as invasoes do poder
eclesistico.
Seo Sr. conselheiro Zacharias quer anda cha-
mar se liberal, nao consinta em todas, mas smen-
te em algum is invasoes do poder ccctesaslico.
E' o meio que Ibe aconselha a Reforma.
O QUE QUER HOJB O PAIZ ?
O Sr. Joaquim isabuco, em sua polmica escrip-
ia de hoje, responde a esta pergunta, dizondo que
o paiz e o partido liberal querera hoje :
Elelcao directa.
Emancipando dos escrotos.
Universalidade da instrueco.
Liberdnde de consciencia.
De sorte que nao existe boje entre nos lbenla-
de de conscienci I De sorte que a lei de 28 de
setembro nio satisfez ao Brasil, e precisamos des-
de j libertar todos os.escrotos existentes I
Que di rao a isss os Srs. Martinho Campos, Sil-
veira Lobo e ontros liberaes, que se oppozeram at
mesmo liberdade dos nascituros I...
(Nacdo).
PERNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM li DE MAIO
PRKSIDKNCIA DO SB. FE1UKII1A DR AGUIAR.
Ao meio da feita a chamada e achmdo-se pre-
sentes os Srs. deputados Ralis e Silva, Lamenha
Lins, Joo Vieira, FgueinJa, Tolentino de Carva-
llto, Alvaro Uchoa, Pinto Jnior, Pernambuco Fi-
lho, A. de Araujo, Firmino de Novaes, Joaquim de
Araujo, Tilo de Barros, Ernesto Vieira, Lacorda,
Gos Cavalcanti, Gomes Prente, Ferreira de
Aguiar, Alipte Costa, Cunha e Figueiredo, Aniaral,
Cainboim, Barros Wanderiey, Mello Reg, Amo-
reiaco qne.-lao do dia, a queslo re- .rim Salgado, Goucalves Ferreira, Olveira Fonce-
ca, Olympio Marques e Freir Gamciro.
Abre-se a sessao.
Sao telas e approvadas as actas da sessao de 12
ereunio de 13 do corrente.
O Sr. 1. secretario d conta do seguinte
EXPKDIBflTE :
Offlcios:
Do secretario do governo da provincia, remet-
iendo por cotiia o ofllcio da cmara municipal des-
ta cidade, em que propoe, entre ouiras medidas,
ni da creacii do lugar de fiel do procurador da
c.esma cmara. A commisso de negocios de
aamarae
Do mesmo, remetiendo copias do contrato da es-
trada de ferro de Jaboalao Victoria e dos termos
pelos quaes foram alterados os contratos dessa es-
irada o da do Limoeiro, e informantes concernen-
tes ao estado dos negocios de aranas. A* quem
fez a requisicsio.
Do mesmo, remetiendo 40 exemplares mpressos
do rotatorio apresentido pelo engenheiro chefe
da repartico das obras publieas. A distri-
buir.
Do mesmo, com mu cando haver o Bxm. bspo
diocesano declarado que para dar seu parecer so-
pede que o Exm. Sr. presidente consulte a casa i
ver se concede dispensa do intersticio, alim de que
seja o projecto dado para a ordem do dia.
Consultada a casa concede a dispensa pedida.
1.* Uiscusso do projecto n. 03 desle auno que
arante os juros de 7 "/ para o emprestimo de
200:U00j que contralnr a companhia da estrada
de ferro do Roele a Olinda e Bebcribe.
O Sr Gohks Paiikntk nao devilveu o seu dis-
curso.
O Sn Mki.i.0 Reg justifica e manda mesa o
seguinte requerimento pie aiwiado.
k llequeiro o adiamento da discusso por 2i ho-
ras. -Mello Reg. >
Encerrada a discusso, o requerimento po-to
a votos e appjofado, (cando adiado o projecto.
3." discusso do projecto n. 37 do anno passado
que altera a lei n. 9(56.
Vai mesa apoia-se o seguinte artigo nddi-
tivo:
Fica Mrtoneendo freguezia de S. Benlo o
povoado de Papagaio, que actualmente faz parto
da rregezia de Pesqueira. Vieira d* Mello.
O Sr. Vieira de Araujo nao fevolveu o sen
discurso.
O Su. Vikira de Mkllo nao devolveu o seu dis-
curso justificando o seguinte requerimento :
Requeiro que sobre o addilivo seja ouvido o
Exm. prelado diocesano. Vieira de Mello.
OSr. Vikika de Arauji nao devolveu o seu dis-
curco
O Sa. Olveira Fonceca justifica o seu voto coin
relacao materia em discusso.
O Sk. Vikira de Mkllo pede a retirada do seu
a dditivo.
O Sn. Ouvkira Fo.nckca nao devolveu o >eu dis-
curso.
Consultada a casa, esta oonsimte na retirada do
additivo, ficando prejudicado roquerimento
Posto a votos o projecto, o adoptado em 3.'
discusso.
Continua a 2.' discusso do orcamenlo provin-
cial :
Art. 2. (foi approvado com seus ficando re-
citado o reqnerimenlo em que pedia que a dis-
cusso do orcainento fosse 1.* sobre a receita e de-
pois a despeza.
Art. 3.* Secretaria do governo :
1.^ Fnipregado? inclusive a gra-
llic icio dos serventes.....
S-2. Expediente e asseio da casa.
E' approvado.
Art. 4. insirueelo publica :
l. Empregados continuando em
vigor as disposci;s da lei n. M n
una iraflearao de 2:000000 ao
secretario..........
2." Expediente e asseio da casa.
3.* Diaria do servente razo
de 2500 emquanto exercer as func-
?oes de carteiro e continuo .
7V:321*333
2:613O0
8:60.) 000
500000
9123501
i. Erapregados e professores do
gyinnasio, inclusive os repetidores e
enfermeiro, assim como a gratilica-
?o que percebe o secretario por ac-
cumular as funcydcs de ecnomo. 46:5200O0
5. Expediente e asseio da ca-
sa inclusive, a gratilicacao do ser-
vente .......... MIMOSO
6.* Mensalidade dos alumnos
pobres......,..... 3:60000
7.' Erapregados d escola nor-
mal, inclusive a gratificacao de----
SdOiOJO ao secretario, e 200000 ao
porteiro........... I6:380|000
8.e Expediente e asseio da casa
e auxilio para compra de livros 1:000*000
8 9. Alluguel da ca I 10. Diaria de 16',00 a cada
servente.......... 1:168*000
j II. Professores de instrueco
primaria. ,......327:309*666
g 12. Aluguel de casa, forneci-
ment de movis, expediente c as-
seio das escolas, inclusive expedien-
te e luz para as aulas nocturnas. 67:000* 000
8 13. Bi liotecario..... l:800f 000
8 14. Expediente e asseio da casa 2O0JWO0
S 15 Subvencao ao instituto ar-
cheologico...... 600*000
16. Subvencio socicdade pro-
pagadora da instrueco, para pu-
blicaclo da revista ..:... 6 0*006
Vo mesa e sao apoiadas as seguintes emen-
das :
No 3 I' em vez de dous contos de res, dga-
seduzentos mil ris.Araujo.
< S !* Supprimam-se as palavras e urna gra-
tificarlo de 200*000 ao secretario, diminuindo-sc a
verba. Figueira.
Supprimam-se os 88 15 e 16 do arl. 4.' Go-
mes Prente.
Ao | 4*. art. 4.*-Depois da palavra enfer-
meiro accrescente-se-e conservador do museo,
tendo alm do ordenado, qne percebe 400* de gra-
tificacao. flii e Silva.
t $ 17.Additivo ao art. 4*Subvencao ao se-
minario pequeo 4:000*000. Ralis e Silva. -Fir-
mino de Nvaes.Padre Tito.
Duzentos mil ris ao primero escriturario da
thesouraria provincial Horacio de Gusmao Coelho,
como remunerado dos servicos extraordinarios de
que esta incumbido. Goncaltes Ferreira.
O Sn. J- C. dk Arado (1 secretario) justifica a
emenda que apresentou.
O S*. ToLKraino na Casvalho nao devolveu o
sen discurso.
O Sr. Presidente taz urna observacao sobre as
emendas apresentadas, declarando que assim como
a commisso nao tem o direilo deapresentar emen-
das, decretando verbas nao consignadas no orea-
melo, assim tambera qualquer Sr. deputado nao
o pode fazer.
O Sr. Almcuh Pkrnambuco nao devolveu o seu
discurso.
O Sr. Bats e Silva (pela ordem) ,-Sr.
presidente, nao me dexa de sorprender a recusa
in ffetftw. que faz V. Exc. da emenda que eu e
outros collegas aiiresentamos, pedindo una sub-
vengo Je 4:U00*00o para o seminario pequeo,
e mais sorprendido fiquei quando V. Exc. mostra
al ignorar a existencia do plano desse estabeleci-
raento, que alias est determinado ; creio que por
urna lei, ou nao sei porque acto do governo geral,
cuja data nao me record, concedendo at o ami-
go edificio da academia pan el!e all eslabelecer-
se, portante eu nao sei mesmo como V. Exc. ig-
nore a existencia do plano autorisado para a crca-
5o do seminario pequeo
O Sn. Presidente : Eu nao disse que nao co-
nhecia esse estabelecmento.
O Sr. Ratis r Silva : Perdoeme entao V.
Exc, eu entend V. Exc. dizer que nao eonheca
esse seminario pequeo.
Um Sr. Deputado :E est funeconando ?
O Sn. Rath k Silva : -Nao est funeconando,
mas para que possa funeconar que eu aprsen-
lo a idea offerecida na emenda ; e quando eu pe-
di a subvencao de 4:0004 para aquelle eslabeleci-
ment foi bto a exemplo de outras apresentadas
pela commisso de orcamenlo, consignando verbas
para cousas iguaes, e talvez menos uleis ; me jul-
ga va portento tambera com o direito ie presentar
esta emenda, pedin lo una quola para o seminario
peuueno.
Se, porm, nos vedado poder consignar na le
do orcamenlo verbas desla ordem e se s as des-
pozas j.i decretadas por algtuna lei anterior podem
entrar, ento a commis?o nao procedeu bem, e
foi a pnmera a dar o exemplo.
Por islo, Sr. presdeme, rae jnlguei cora lano
direilo como qualquer outro deputado provincial,
quanto qualquer dos membros da commisso de
Presentar aqu una idea milito aceilavcl, na qual
eu enchergo toda a conveniencia publica, c sem
duvida dignara de grande alcance para a morali-
dade e illuslr.ico do paiz.
Se a casa entender que nao deve aceitar todas
estas subvenedes i|uc se acham consignadas na lei
do orcamenlo, porque nao esto determinadas por
lei, nesle caso tambera eu relrarci a minha emen-
da ; mas una vez que se apresentam emendas
iguaes, e contra ellas nm unta voz se levanta, eu
nao sei porque razo deva ser recusada a minhA
emenda.
O Sn. Presidente faz nina observaciio.
O Su. Ratis e Silva : Siin, senlior, mas eu
coniprehendi V. Exc. dizer que nao podiam fazer
parte do orcamenlo despezas que nao esLo decre-
tadas na lei.
(Ha nm aparte).
O Sr. Presidente :A commisso nao apre-
sentou emendas e se apresentar eu as rejeilo, nao
aceitOi.is.
O Sn. Hatis e Silva : Me pareca que cada um
de nos tinha o direito de apresentar na segunda
discusso as emendas que quizesse ; tem sido ao
menos este o costme, e praxe nesta casa ha mui-
to tempo.
Um ai. Deputado : Anda nao foi contestada
nesta casa.
Outro Sr. Deputado : -O anno passado retira-
ram-ss multas.
Anda outro Sn. Deputado:E'a primeira vez
quo vejo recusar-se.
O Sr. Ratis e Silva :-Se esta a disposlcao do
regiment, nao tem sido ella posta em pratica at
ho,e.
Assim, Sr. presidente, ou insisto em que seja
admittda a minha emenda na lei do organismo e
peco a V. Exc. que consulte a casa acerca disto.
Me parece, com a devida vena que V. Exc. nao
anda muilo acertado nesta sua decsao, e por
isso que preciso fazer um appello para a casa.
Digo islo, Sr. presidente, porque nao me record
de que durante a minha estada nesta assembla
se tenha recusado por um tal pretexto emenda al-
guma no sentido da que agora se discute ; por-
tento eu quero rae sujeilar dccso da casa. Fi-
nalmente euncluo dizendo que quero me sujeilar
aojuzoda casa, eo que ella decidir me satis-
far.
O Sr. Olimpio Maroues ((1(.|a ordem) faz tam-
bera algumas consideracoes em opposicio de-
csao dada pelo Exm. Sr. presidente relativa as
emendas apresentadas ao artigo era discusso.
O Sn. Prksidedtk diz que o nobre deputado pro-
voque a deciso da assembla sobre a inteliigen-
cia do art. !i3 do regiment, visto como de con-
formidade com o referido arligo que elle daessa
deciso.
Vai mesa e appia-se o seguinte requerimento :
a Requeiro que com urgencia so interprete o
art. I* dos artigos addilivos ao regiment da casa,
para o fira de se declarar se as emendas elevan
do as despezas da respectiva rubrica do orcamen-
lo ou creando despezas novas, se acham ou nao
comprehendidas no citado artigo. M. da Silva.
O S... Mello Reg nio devolveu o seu discurso.
Dada a hora, o Sr. presidente designa a ordem
do da e levanta a sessao.
da pre-
fo no-
pro-
REVISTA DIARIA.
Promotor publico.Por portara
sidencia da provincia, do 1" do corrente,
meado o hachare! Galdinc Eudoxio de Brito,
motor publico da comarca do Buique.
Diviso policial.-Por portara da presi-
dencia da provincia, do do corrente. foi creado
mais um districto de subdelegada na freguezia de
Pao d'Alho, do termo do mesmo nome, alterando
a nuraeraro e limites dos mesmos di.-trictos do
modo seguinte : o 1* licar do lado do sul do rio
Capibaribe, comprehendendo todo o territorio que
ficar da parle do nascente da estrada quo passa
pelo Bellu-Monle em diretura ao Desterro; o 2*
comprehender todo o territorio da freguezia, do
lado do norte do rio Capibaribe; o 3* finalmente
licar do mesmo lado do sul do rio, comprehen-
dendo o terreno do puente da supraciUtda estrada.
I iiininissii medica.Por portara da
presidencia da provincia, de 2 do crreme, foi
nomeadu urna commisso, composta dos Drs. Pedro
de Athayde Lobo Moscoso e Cosme de S Pereira,
para inspeccionar a Luiz Francisco Vieira de Lu-
na, 2o offlcial da secretaria da presidencia, que re-
quereu aposentadoria.
Vsylo de alienados.Dos offlcios abai-
xo publicados constara mais duas offertas impor-
tantes, destinadas ao humanitario lira qne tem o
Exm. presidente da provincia em vista realisar
nesta cidade, dotando-a com um asylo de alie
nados.
Illm. e Exm Sr. commendador Henrique Perei-
ra de Lucena.De pesse do favor com qno ni
honrou V. Exc. e no qual solicita um auxilio pe-
cuniario em favor do asylo de alienados, tenhoa
dizer|a V. Exc. que bastante sinlo presenlemen e nao
poder conti muir como desejo para tao importante e
pia obra, e por isso peco desculpa a V. Exc do
insignificante bolo que offereco, remetiendo por
intermedio do meu prestimoso amigo o Sr. padre
Dr. Antonio da Cunha Figueiredo, afim de ser en-
tregue a V. Exc., a quantia de 2004000.
Com este assumpto cabe-me mais esta occasiao
de apresentar a V. Exc. a alta eslima e subida
conslderaco com que tenho a honra de subscre-
ver-me.
De V. Exe. attento venerador amigo, obrigado
criado.Florismundo Margues Litis. Engenho
Giqui, 23 de junho de 1873.
Gabinete da presidencia de Pernambuco, em 30
de junbo de 1873k

A-'


y


Bforio de Pernambuco
iufca fira 3 de Julho de 1873.
Film. Sr. Florismundo Marques Lins.-Arpean-
do a reecpcao dawurta;. te 4: do corrcnte em qne
V. S. remellen nie a q.untia de SOOjOO) par**a
xio da construepw^ylo de alienados, caten*.
nai vis agradcccMMMlnlio.sa offcrla, mas tambora
louva lo por mais esta peo va dos seussenl? -montos
de patriotismo c candarte. "Son com estima o con-
llupresiiihcH fnlwAiuMad*:
Letras a recetor..............>
rafias ( duros depositados-..
iba, te. di banco.....
Diversas co5t*..
sideraeo. De V. S.
e criado. Hen/ri^ve
Engento Una, i
Exm. Sr. cettimen
cena. Acossi a fl
Exc. datada de 4
rec:billa qual ino honra eral
cdilica.io do un I
uiodar dcvidainante
Comprimon^H a
dosa idea, ao IMRno
attencoso, venerador
:i. Ulm. e
HM!r01PlJfc% li
.y offlrilt le V.
frrente* 3Mi a
passaff* ni a
^coirin-nir pata a
priado i acc->ii-
alpnado.,
r ti* felii cari-
c-melD-Ntc -WT 'noto
filho Thomaz Lins Caldas, a quantia de 3CKW0.
l"eco a V. Exc. desculpe- me uo dar maior
quaniia, attcnacnlo que outras mallas despezas
tenho feito prxima a esta data era ignaes elr-
cuaisiaacia.
Desojo i|!ie V. Exc. com vantagem consiga o
que pretende.
Aproveito o cnsejo para assegurar a V. Exc.
que consagro-tlid.speero slima, assim como, quo
piule dispor de meu fraoo prestimo. Assigno-me
De V. Exc. mnitn attenci.iso venerador e criado
obrigado.tas Liiiz de Cuidas Un.
Gabinete da presidencia de l'ernainbuco, em 30
junbo de 1873.
Illm. Sr. coronel Jos Luiz de Caldas Lins De
posse da tinta do i do corren?", em que V. 9. re-
raetteu me a quantia do WjiW) para auxilie da
construecao do asylo do alienados, cabe-me au
s agradeoer-llie tao v.,l.isa ollera, mas tambera
lonva-lo por mais esta prova dos mat sentimentos
de patriotismo e caridade. Seu com estima e eco-
sideraco. De V. S. amigo afteneioso venerador c
criado. Ilcnque Perda di Imena.
Fcrn.tmlo de Vironlia. -Deve seguir
amanh para case presidio o vapor Gequi, da com-
panhia l'cniambnraiia.
Arvemataces provncaes I'erante
a juuta da (heiouraxia provincial o praca: ho-
je, o sitio dos Remedios adjudicado, fazon la pro-
vincial i or .'l:7o0000, e o fornocimontn dos olijoc
tos preeisos ai expediente das ropartioes provin-
cial^, cnii o abale de S 0/0 uo proco das tabellas
respectivas; e, no da 10 dj Brrenle, os mpostos
privinciaes das comarcas de Flores e deTaearat,
valalo* os Jesla em 1:9734169, eos daquella em
3:i:i8H9.
Cumiuiasulo las armas,Esla r pirti-
aii contrata tima medico para servir no presidio
d^ Fernando de Norotiha.
C:>:upanhia rida para 8 do correte a arrematarlo dos clma-
r'.zes e bieas desta companliia nos barros Uo Re-
cife, avallados por tt:6500 0; de Santo Antonio,
por .*i -, e na povo.ie.ao d i Sionleiro, por 1805000.
Gremio Iraitnnutieo. No dia i" do
mee prximo lindo reuuio-so essa suciedade em as-
-eiuhla eral o resolveu crear una escola gra-
tuita de instrticc/io primaria para o sexo masonliii",
pira cuja inaiiiileiie.io dar por auno tantos bene-
ficio* quanlos jolgar neeessaiios, (cando cada so-
cio .ibi igaJ.i, uestes espectculos, a passar de tres
a quatro biliieles de cadeira, devendo ser os hilhe-
1 hales de camarote pass.id.is pela directora, ou
pur urna coniinissao por ella Horneada.
Rfeulvetl iguahneuti.' abrir um curso aunexo su-
p-iei iiTie.-iido-se nosta ocoasio, para leceic-
nar giatuitamente, os Sis. Jos Caetanoaritbme-
tica egeometra; )r. Prazoresum corso Iheorico
.oMina liugiia ; Br. Canu-iro Vilella-geographia
c historia ; coimwendad ir Luiz loncalves- csirip-
turaca i mercaiiiil, u Dr. Daarte l'ereirau;n cur-
so d.: astronomia.
O priiuoiro beneficio para este flu tera lugar no
di i / do eorrentH ihcz de jnllio.
Ni dia I" do i'orrcnte reunio-se a direcloria des-
ta s iciedade e designando o dia pata o c-pee!aeulo
da m;/, uomem director da noute ae Sr. capjlao
Joa.i .la Conua Soares Guimariis.
t'.siloria da U(*suuraria de fa-
zoii-.lu Pagim-se boje ai seguiutes follias :
platas do prel reformadas, arsenal de guerra, ca-
pitana do porto, guardas c mariuliagem da alfan-
dega.
Ikcsastre. -. I".n iirliviluo de imme Manoel
de tal pretendeu transpdr, s i horas; da tarde do
dia 30 de junbo ultimo a pude da va-ferrea do
ILvife a S. Franciscn, que tica em Afogados. Es-
land i, porra, um sonco bro perdeu o equilibrio
e f a a baixo, cabildo sobre o aliceres de urna das
columnas que sustontarn a mosma ponte, de qne
ro.-ullou licar oom a eabeca iraclurada, e morro-
ra alii alfigado a nao ser o soccerro prompto que
Ifaua prestaram diversas pesseas que por alli esla-
va ii na oecasiao.
M visinha.- Moradores da rna do Coronel
S a-suna, (outr'ora dos Martirios) pedem-uos que
di une.ios a aiten;ao do respectivo subdelegado so-
bre urna moradora dessi na que procede desho-
nestamente com a sua vismliaiica.
S:-.lulas l'.iNas. Como i.idi:ado no crime
de sedlas fal-as nlliiiianitiitc aoprehendidas foi
J,171:b.Vi00
Letras a papar.................. r,;C:tiU7
^TUqiMm canea e deposito..... 48u:*;ii3t0
. morsas cutas................ M.|:Sl2iSSi
*98to.H9fHL.>'9to prancbadas, porcm 4 gume, fofe rojav
' iido^a, a(0 licar estcndtto rfljre
I>Mho (reme da mat;-iz, e luir
I9:.10i*;8
4*):8*ti3(5'f
U:iG(iO
797::i7(il"0
Ciixa........................ 30t:830d80
1
PAS3! i
ContM correnles sinv
I>HS............ 30.872*910
Dyijsito a praio lixo
cota aviso e pr le
U-Ofi............. !,5i0:882690
3,139:899*630
cuhhvU) r l-eenntaudoji
a (tedras ;i'*t9U .
dctira: deim,4(ia *o eonservava TiNwtn^Jcki ,
lugj-de-.rac>iirT4nqd.is como umaeslannv^'v 'fi*r# fispeoefies particulares/- Bigit'desaordi
Ou sufdados dfi kj^f|:]-'i calada, c *s 'oflleiaT!^ ir ttWa para o proprio.
a Contra as fraudes, vicios, abnsos de toda casta
(is sui a.los uo, hjwanoia calada, c *s 'ofticiatf
nmsicos d- cipjHla' a^ada subiam rpidamente
esc-ada em sentido diagonal, em direitura a tm
'^^^^ficiiitta, de kelo
go c andeSa
^O
...Vi**!
Pernambuco, 2 de julho de 1873.
F. B. Bloxham, raanagiT.
L. Heiulerson,- accounlanr
NEW LONDON & BRASILIA* BANK LIMITED
Capital do Banco........... t.Otifl.OOO
subscripto.......... #00.00)
,_ pago............... fco.00)
Fundo de reserva contra de-
preciaijo do cipital...... 40.00!)
B*fc*ejO r>.\ CAITA FILIAL RM l'RIVAMHCO RM 30
JIJSHO DE 187J.
Aclico.
Letras descontadas......... 1,4"1:722*270
Crditos diversos, otitros ban-
cos e caixas libaos.....r. 896:328890
Caixa:
Em monda correte......... 256:668*750
gunlando-lhe ou se tamberfi estava preso, e elle di
znTo que nao, cu llio disso : Mas eu vou conti-
nuar a fallar. ^gt '. m r~wr* -^y ,tr '
E tanto era tuwcOm Wffges*fne, en aernsrmdo
a l'mdaliyb. de liave-lo mandado assassinar, fui
pdr rsto processado por crime de calumnia contra
o cliefc. de polica ; e, rospondondo ao jury, este
declarou unnimemente, que eu nao havia 'calum-
niado ao chafo de poHcia Wndaliyba de Mallos.
E' verdade que qnasi recebo um golpe da es-
pada do me-iiio Abren Porto, quan3o eu saltando
da ralead* a direecio a Berges queja eslava fora
d'alli, ciiburto de sanguc e enlre moldados e o 8r.
Rs........
Paxsivo.
Depsitos:
Em conta cr-
reme...... 464:474*200
Fixos e por
aviso. 811:608*120
2,604:719*910
Crditos diversos, outros han-
eos e caixas filiaos........
Letras a pagar.............
----- l,276:0323*iO
I,3i2:632i270
.fi:005*120
2.601:719*910
S. E. O.
Peroarotmco, 2 de julho d-> 1873
James Darcy,
Actg. Accl
'UWiCACOES ?EJ1D0
tamliem hontem feeulhido casa de ddtenco An-
loCdo Fenvira de Fignoire lo Jnior.
FcriiiicnU. Em 2'i ilo mez prximo lindo,
Corlolin; J i.aquhii dos Sanios ferio gravemente a
Jifn Antonio J Nascimeiito, no 3.* distrlcto po-
licial do termo da Esead.i. O criminoso foi preso
fin flagrante.
Atteiitado Jos Joaquim do Reg Barros
e nitros em 2:; do mez nltimo, accommettcr.im o
feriram morlalinente a Soverino/ Jos Guilherme,
em S. Louren.o da Malla ; conseguindo evadir-se
os deliiiquentes.
- Jl'RISPRDESCIA. Chamamos a attenco
do' nonos leitores para o luminoso trabalho do
Sr Dr. Antonio C VascOHeeHoi Mcnezes de Drum-
m nid, me sob o taie cima publicamos era nos-
sa oitava pagina.
Cidadc la Victoria. Grassam com in-
tensidad" as l'ebres intermitientes.
At 28 do junlio acbavam-se matriculados, na
i lectora geral do manicipio da Victoria, 3,533
eseravus.
Socicdailc Priasadnra da Inn-
trui'^it* Publica. Devendo o conseibo pa-
niihial da frejueziade-8. Jos installar, no di.a 7
d iri-euie, duas aulas, una de francoz, sob a di-
receo do Sr. bacharel Manoel Francisco de Bar-
ros Reg, o mtlra de instrnecio primaria, sob a Jo
Sr. Anacido Publii* de Moracs Carvalho, convida
a tulas as pessoas, que quizerera frcracn'a-las.
a Moiparecerem ra imperial n. 177, as 6 horas
da tarde daquellc dia.
Loderla A que se aeha *enda a 37.", a
1 'nelieio da nova igreja de ?iossa Senliora da Pe-
nba, que corre no dia 8.
l^il.-Hoje 3, de julho, enectua o agente
Pinto, em o armtizera da rna do Imperador n. 43,
0 leilao de candieiros a gaz, obre.-alente para os
memnns, estatua para jariim e muos enlros
cljeetos existnles no mesino arniaaem.
Amanhi, 4, elfeeluar o mesino agente, se-
gundo o seu annuncio, o de oerca de 090 saceos
coa caf avariado a bordo \i patacho allemao
tlMM'A Oaihitrina, exsiente uoarmazein alfande-
gado do bao do Livrainenlo, no caes do Apollo.
Casa de detenco. Movimenlo do dia
1 de julho de 1673:
xistiam presos 361, entraran 7, sahiram 7,
existe 361. A saber .
Nacionaes 241, mulheres 9, estraageiroe 44,
-scravo* 86, escravas 1LTotal 361.
AlimeaUdos a cn..'a dos cofres pblicos 291.
Movinieulo da enfermara do dia 1 de julho
de 1873.
Teve baixa :
Antonio, eseravo de Jcaquin Francisco de Souza
Leia clica.
Tiveram alta:
mie-iiiin lionies J is Santas.
i'elix Correa deOliveira.
Ceiuiterlo publico.-Obituario do dia 1
de junho:
Amelia, parda, Per/iarabuco, 8 nezes, S. Jos;
denticao.
Joaquim, eseravo, preto, Pernambuco, 46 anuos,
solteiro, Boa-Vista ; aseite.
Alezand' ina Mara da Conceicao, parda, Pernam-
bueo, 40 annos, solteira, S, Jos; paralysia.
Jxaiiua, parda, Pernaiubuc, 11 anuos. Boa-Vis-
la; idbereuios pulmonares.
Arma Carkta Pessiia, branca, Pernambuco, 28
annos, solteira. Roa-Vista; crysipela.
Cear.
Fatula*, ts dejwiho de 181 s.
Ojiando urna opposigao exagera os soiTrimen-
tos.do povo, desacredita-se. logo para cora elle.
u povo, em seu natural bmii senso, avalia de
prompto da justica eelevacao dos sentimentos do
futuro peder, pelas suas nvordades e quotidiano
desrespeite quando opposii-ao.
Ae adranos apena estas verdades cora a lei-
lura dos discursos do senador Poiopeu e o qne o
Ceurous lera dito aqui.
As violencias, os abusos de toda es|iecie, com -
mettidos pi lo goverao geral o provincial, succe-
deni-so com urna grandeza e requenca desolado-
ras na bocea dos dous apostlos do liberalismo.
Desdo o re, como elles ebaniam, at o micros-
cpico inqiectcr de quartero de aldea, s lem
havido urna platica o crime ; um nico senti-
nientoo inenoqirezo dos diralle* do cidado bra-
sileiro ; estiio elles a dizer todos os dias.
Pobres polticos J Nao apercebem-se dos dous
gumos da espada coih que tentara golpear o adver-
sario. Cora um de!les ferem-sc, senipre que a
raiva e a violencia, imprimem o exagerado movi-
llV'Iltl.
O paiz assisle lodos os dias esle espectculo,
ebem re que uns saliera semprefondos pelas pro-
prias m.os, e outros sempre Ilesos. Estes ulli-
raos sao o governo c os amigos a situaoao, njus-
tamente aecusados.
O povo, pois, ajaita com severo destarar contra
a opposieao, notadameote seos ebefes.
Se ainda ha duvida sobre islo, raciocinemos.
Ou n que a opposicio tem dito verdade u
nao. Se os bomens deste paiz sao raeros po-
voadores djs cemterios, porque nao quizerain
anda libertar-se da tyraunia. dos conculcadores
dos sagrados direito; do cidadli. Mas, o paiz vj,
ouve, trabalha, diflrte se e dorine, logo, tem cou
flanea no govemp ; porque este garante ibe os di-
reitos e o beneficio ; logo o paiz toma por passa-
tenipo de mo coraco e mao gosto as aposlro
plies da opposieao.
E' bem caracterstico o faeto segttinte :
O Sr. padre Pompen acaba de dizer no senado,
que o presidente do Ciar deportou dez o.1iciaes.
Que exageraco Que aprceiacao n-incera e
odienti, por um hornera duplamente respoasavol,
pela bana e mn asseuto no senado !
Dez olciaes S se i'raiu desde tompos mu
retintos, mas neste caso, o Sr. nadre Pompeu pas-
ta anda pojo incommodo de se lhe dizer que o hon-
rado Exm. presidenta nitut non erat.
Dez offlcioes nao, dous os capitaes Bezorra e
Beraigio, ese quzer incluir o capellao padre Guer-
ra, tros, tedos ellos mandados apresenlar ao minis-
tro da guerra por ordem deste oin vista das infor-
macoscontra ellos como elementos de indiscipli-
na o- desharmona no corpo que pertenciam.
E* isto, que o padre Pompen chama depor-
ta lis, quando deve tur cousciencia da impro-
priedade da expressao, e do augmento do algaris-
rao !
Na lera o mesino sonador, em sua longa vida
poltica, visto, se quer, urna ideportacao dossa
natarez ? AiTIrmames que sira.
.Mas, sen coradlo patritico e bemfazejo telo
ha feito reclamar contra semelhanle tyrannia de
algirn nutro presidente ? Aseguramos que nao
Essi ileporiaeao de ID ofleiaes pelo Exm. Sr.J
Dr. MacieJ pois, asserco igual suhlracoo
Jas actas das elcicOjs lbenos do Q:iixa l,
Je que o raesino senador fez tambera um capi-
tulo.
E' historia igual pagina de sanguc com que
atord ia todos os dias o senado.
K' iuverdade igual murtas outras, empregadas
por elle para chogar seus lins de oppjsicionista
apaixonado c inconfessavel.
Se o povo, o paiz precisa mais de um 'acto mulo
significativo em poltica, quando esta nao a
sciencia dos especuladores, ei-lo.
O Sr. padre Pompeu, cora) ja disseuios", alrma
ha poaco ao sonado, que as actas das eleicoes li
baraes ib Quixad l'.iram subtrahidas, ccon csse
fundamento aecusou o governo da provincia. O
Cearense, porem, que o seu guerido jornal aqui
tem dito e repetido, que nenhuma lec,lo se fez
naquclla freguezi ; e cora este fundamento cha-
ma posthiimas as mssas eleicoes e aecusa a pre-
sidencia por have-las approvado I
Estos dilTerentes modos de -proceder p5em em
flagrante desaccordo, em assumpto importantissi-
mo o chefe liberal d'aqui o seu partido.
Um pronuncian lo-sc assim, dovia tar fido mullo
em vista a propria digndade c o grande respeito
ao senado ; o outro tinha obrigacao de ser clr-
cumspeclo e verdadero.
Qoal dos dous, porem, falta verdade, o sena-
dor Pompeu ou o Cearense ? Ambos, dotemos
nos.
Qual dos dous dever ser acre litado ?
Nenlitim, diz o bem senso do povo e a d gnidade
do paiz.
(Da Constiuuflo.)
cecend^me
lello mror.
cao BIM
ges oG
Pitextam
5 o mim^si
estarre
>icao. en
dWo pe
que ae.
bnuatii
Era tn
I'inda I
ceo
es
de^do
u cava entre
bafaltan, ip
m pus tedos
em-me, o iam
naipilla
aajao, do
ia padas so
; espinga
a coniigo, o tanto oue
dora, fluajdo mandoQ,
iilho^afnf J^uns-oqtris
en
e prejuizos, representaran! em
camaiys-i|M|jeipaes, a
interior (cano osdeTroi
pAja, o lofistas recebe
EXHm BA.fc OF HIO DE JAiSfcUtO
(LIMfTEP)
Capital do Banco m 0:0(W
ac^es de tQ cala uib 4 i,000;000
Capital rcasado...... o00:0sft0
Fundo de rmefV...... 100:740
BALANCO DA QAIXA FILIAL E reRNAMBOCO,
RM 30 DE J.NH0 DE l73.
Activo.
Aolras descontadas............. 1,111:151*470

Srs. redactores do Diorin de Pernambuco. Per-
raitta-rae rertiflcar algaas dos factos referidos hoje
neste jorual pelo articulista que se subscreve Al-
pha, n )s quaes envolve meu nomo, fallando do at-
tenlado inqualicavel (o que sncontra senieljian-
tes nos massaeres dos Graclios), o qual se deu no
adrio de S. Jos desta cidade em 30 de setembn
de 1866.
."ffio forara somente o Jalleeido Dr. Borges da
Fonceea e um Albo, os feridos, mais sim dows de
sejis filtros e todos tres gravemente, e to graUeraan-
|e que dess'es ferimenMs veio- a morrer o Be*. B >r-
Mase, seenndo me cose^e IIHo Br Bent an-i'l
naje padece.
re timbera /eride un prte maneta, que Wrt
nm pequeo caeele fHVtedeu defender Borge. '
Os tres ftttimos forara feridos por eslarem juntos
de Borges e teijtarem defendo-lo.
En Dio foi maltratado, no sentido em que diz o
articulista, porque estava apartado de Sorgos,'fia
belra da calcada, fieando eture mfrn e elle a-
Seve, perguntando eu a este porque estava preso
o Dr. Borges, Porto, que, preseule, contemplava a
sua victima salisfeito, me responded pelo Sr. Seve,
levantando a espada, que porpouoo nao 1110 cabio
sobre a eabeca. Aiaaa lalla's patife.
Mas o Sr. Seve que eslava a cavallo, mellen o
braco entre a espada e nimba cabera, e conteve o
furioso.
Foi ueste sentido que fui 111 Ilratado, e nao no
que se deprehende do escripto do A lpha ; porque
nada era comigq, a cuja palavra ou meio d? aeco
davara felizraeute pouia ou nonliuma importan-
cia.
Recite, 1.* de julbo de 1873.
Ifftiiiso de Albuquerqne Mello.
\ agricultura, o cvuatuercio e o
MHi
Letokre o algodao. Stiu fundamentos mi mo-
tivos, o'qeclo; /.m e muios de MNMM
I
Estaraos l'ra da lula dos partidos, nao apota*
mos esla ou aquella situacao, senao como simples
cidad.ios quando o governo ou a opposieao abraca
una idea e mostra sinceramente querer traduzi la
era redidade pralica, visando o bem geral ou de
certas classes, por fsro condemnainos os actos ou
mesmo intuiros do poder ou da opposieao, quando
ao invez pretende fazer preponderar as convenien-
cias meramente partidarias s*ibre o mteresse pn-
blico ou vaniagens de um corto numere, 011 elle
represente nina classe divorciada das outras, quan-
to ao bem estar geral, ou pretenees iudividuaes.
Ora, o interesso publico sempre oque deve dic-
tar a lei.
As conveniencias sociaes de um lado e os ele-
vados nteresses da adininisiraeao de outro acn-
selhain sempre o legislador na confesco da le,
de tal sorte que esta a expressao geuuina das
necess:dad".-s sociacs.
Urna loi, por excepcao de regra, pode afastar-
sc daquclles p.-uicipios e ser considerada m.
E', porin, sempre a lei.
A sui esecicao, uinda suppasta boa, podo of-
fonJer nteresses da coramunhao, reputados legi-
timos.
Bulto o legislador modificara a lei ou revoga-
la-ha.
Ainda quando mol vos de ordem mais elevada
o exigir, a execuo-b da le nao fpoder ser sus-
tada.
A vontade do legUador seria frustada pela in-
vasao de outros poieres, o que nao permitiera as
11 i-as lata fuudiuneiitaes.
So nos lenibramos de urna lei geral que nao
pdde ser exeeula la som perigo da ordem publica
e do sonso. .
O legisladorapprovou osados dos que a nao
tomarain ellcliva
Beatos estes principios, vejamos se ha caso em
que as leis provncaes especialmente possam ser
suspensas e nao excutadas.
Hasta ler o acto ad.lici nal no art. 21 % 3- que
confere aos presidentes das provincias : tutpenaer
a piiblic u:ao das leis procinciues nos cisos e p-la
forma marca addicional.
E' fra de duvida que era caso algum a lei pro-
vincial poder deixar de ser ejecutada, tendo sido
previamente publicada.
Portanto, dojxando csses principios que sao n-
conlostaveis, prestabole.-.amos sem falsos e infunda-
dos escrtipulos conn axiomas : .
1." Umi lei qualquer visa o interesso publico
ainda qne a sua exceucae possa aproteitar media-
la ou seciinlaramente ao individuo
2. A lei publicada deve ser execnlada.
Examinamos agora as leis do algodao.
Diz o art. 46 da de n. 1,11o de 17 de junho
lindo :
Art. 46. 0 art. 46 da lei 11 963 e as leis a que
elle se refere serlo executadas peto modo que ao
presidente da provincia parecer mais conveniente,
para produzrem os devidos eleitos, sem vexame
e alropello dos interessdOs, podendo dispensar a
reparlicao of!lehl e a n^neceso mesmo facultati-
va, e sendo adoptadas todas as providencias lis-
caes para a verlicacao necessaria i boa arrecada-
cao da renda e o peso feito em pontos certos nos
barros do Recfc e Sanio Antonio ou nos arnia-
zons particulares ou as en'radas da cidade, como
lor melhor boa regularidade e presteza da sen-
vico, com tanto que o peso nunca fique retardada
deum dia para outro.
Abstcmo-nos de colocar era terreno que nao se-
ria digno da questao e nem de nos meemos, que
entendemos que a poltica nao a intriga, e nem o
intorosse 1 ubfico pode sor snpptantado pelo indi-
vidual 011 por pretensos direitos sempre problem-
ticos.
Consoguratemenlft nao nos detem o receio de
so.nnos iiiiimudos ite parciaes por despresarmos o
que nao nos merece vaior algum, isto que
as leis sobre o algodao pdem-favorecer a um con-
currente ou empresario, etc, quando nos estamos
ntend 1 por empreza ou por contratos os raais
avantajados raelhorainenlos pub!icos, quer geraes,
quor provncaes.
Kin um paiz era que. a auoralidado e a niteh e-
za sao merecidos apanagios dos horoens pblicos,
os seus goveraantes e oscriptore nao teiuein o fal
so juizo de concidadioe mal avisados e muito me-
nos de estraiigeu-os suspeitos.*.
E" visto pois que deitamos a outros a mproba
larefa de explorarem seus nteresses por raeios
qae despresamos e nao nos atlingem.
A I'i citada manda execular com modilicacoes
outras a que se refere sobre o algodo.
Os motivos e fatidaments era que ellas se ba-
seam sao bem oonhsolJos j pelas ampias discus-
s6es na assembla at 1870 e na imprensa ante-
rior ou posterormen* qfella peea.
A asseuibku e 01 j roa* Jesla eajirtai dolas se
tem oceupado este auno.
O arlig) da lei citada Ibl atli plena e precisa-
mente justificado por um de seus dignos auto-
l'oi aind.
a pela ver
>mo essas a
m cora lal
as, conffcn
diversas pocas,
oeiajrMvrJc-fln
(as
de^algoo
imtaqie a eoergiea-
eira oiiiuio e polos
o alludiinos.
lado de cousas pe-
s na saliodoria e pa-
s legisladies, porque esuvam car-
ros meiosiUo [Kiderian ser de.'en-
huir
rec
pretaljea
Os^
diara prov;
triotistno
tos, que p
idos e p_
EiTeetivamente, se taes leis, nao podessem fazer
ce|sar os abusos som abalo 41 nem esteno para o
oonunercio, ape.iria 1iso.1l, municipal ou provin-
n _ Indubilavelmente n3o.
Algum pobre matuto quando escandalosamen-
taroutodo roeorre a pmioia.
Para obler reparacao devida seria niister cons-
tituir procurador, ou ao meaos colher provas,
demorar-se, andar s tontas sujeito aos azares de
sua ignorancia e natural tibieza no meio dos que
ella suppoe poderosos : relevando notar que rara-
mente os agricultores abastados veera ao mereado
vender os seus productos.
A falsa opinao porein.tem prevalecido contra as
vistas do legislador, cora prejuizos certos c consta
lados contra o proprio comraerco, a agricultura e
B flSCO.
izemos do pnjprio coinraercio, porque a diree-
cio da associaco commercial bonellcenlo anterior
a que se oppoz, era favoravel execucao das leis
anteriores sobre o algodao.
Mais tarde que se organisou a'celeuma, e o
patronato disfareado em conveniencias do com-
raerco enebergou estorvos as providencias legis-
lativas que abrigavam da fraude importantes inte
rasse pblicos e particulares.
Foi ou nao o resultado devido falsa opiniao que
entao se formou ?
Nao ha que duvida-lo, c havemos de deraons-
tra-lo at evidencia.
A opposieao planejada contra as lei, tendo advo-
gados para redgirem representaQoes e pennas
amestradas no jornalismo para dscutirema qnes
tao, nunca couvenoeu que essas leis cram inexe-
quiveis ou impraticaveis.
Foram desconhecidos os seus motivos, negou-sc
com futilidades e despropsitos que eram pratira-
veis, e dsse-se em criterio que nao preenchiam
o lira para que foram votadas.
Ainda mais Escandalisou-se o bom senso, im-
provisando-se factos e at principios I
Restan um recurso extremo que foi empre-
gado: o falsjfimcao da lei n. 963.
A Ihstia ;ao de alraanacks c relatoros pagou
largo subsidio questao, e a sciencia do publicista
foi repetidamente victimada.
As nocoes mais indigestas foram elevadas a ca-
thegoria de principios econmicos para terein con-
soante apiilicacao.
ir-se-hia que seria misler o chaos para envol-
ver as leis.
Ficara porem expostos com singeleza os factos
e motivos que II13 serviram de fundamento.
nteresses de ordem elevada como sao os da
agricultura e do coromercio, livre e espontanea-
mente manifestadas, reclamaran) a adop;ao das
providencias nellas contidas.
O fisco de seu lad.i exiga medidas ainda que
fossoni ligorosas, capazes de evitar as repetidas
defraudares da renda provincial.
Nos, repondo a questao no seu verdadeiro ter-
reno, exporemos os tactos simples e descarnaraente
como temos feito at aqui, colhnndo-cs as suas
verdadeiras fontes; e discutiremos as leis em face
d s principios ainda qne por longanimdade, ape-
zar do aphorismo : leaem abemjis.
Assim como os seus motivos, as leis sobre o algo-
dao serao por mis apreciadas, quanto ao seu ob-
jecto, lins e meio de execucao.
Ninguem sem m f julgar nopportuna esta
dscuss.io sobre negocio importante e quando a
le, que mandou oxecutar outras relativas sobre o
algodao, comfcou a vigorar hontem.
Hecife, 2 de julbo de 1873.
Senio.
.% compuiiliiu Hecife I>raiuage
e os ai-ii^,;i do jorual aPro-
vinciu.
( Conclnsio.)
Concedo que jeja exacto que o volume do re-
aervatorio d'agua era nada concorra para a pros-
sao, e que eu me h uvesse engaado pensando o
contrario : nao ser esse engao, on mesmo isso
perdoavel, a quera exerce urna prolissao inteira-
mente difTerente e por consegrante nao tem obriga-
eao de saber todo e milito bem f : e esse erro,
lierdoavel ou nao ser moiivo sulciente para se-
rtm pardeadas as faltas nao so de conhecimentos
de physca, como de boa f, commettidas polos
engenberos da c mpanhia e demas cncoliertas
pelo nosso fiscal ? Veremos.
Quando deliberei-mc a por em minha casa um
apparelho de latrina inodoro, entendi-rae com al-
gera da coinpanhia Drainage, c dcpois de hrgu
conversa com o Sr. Blount por intermedio do Sr.
Dawsley, que nos servia de interprete, fiqne era
duvida se com etTeito a prcsso de seis ps de al-
tura que tinha o meu reservatorio era n^nfflcien-
to para fazer funecionar o apparelho, qne a coin-
panhia houvesse de colocar, e lembrando-rae do
numero de apparelhos que ella tinha de colocar
na maior parto das casas desta cidade, fni levado
a pensar que se nm s apparelho nao poda fune-
cionar com seis ps de presso lquidos para
bem dizer tres ou quatro mil, quanto mais dez ou
doze nao poderhm absolutamente funecionar com
a pressao da torre das Cinco Pona?, da qual
devia ser deduzida a peda de carai cffectua-
da pela distancia, curvas, ngulos, furos e todos
os mais obstculos que havia ella de encontrar, e
isso levou-me a asseverar ao Sr. engenheiro Bl.rant
que so o meu apparelho nao podia funecionar
que tem lao
va as mSO f
So os racimas propietarios roiservam se mu-
dos e quedos, o so de loiige qm longo dao sigual de
sua vaporosa existencia, como se nao receias-
sem flear com suas propredades completamente
,-lnuiilisadas ?^M7|fc.. *^J
ciaates deeu On, consideranda-se que o tneu apparelho nao
t-m obstculo algara e que os apparemos da com-
pauliia i-eceDetn a agua dopois de vencida urna
porcao do qualidade de embanco* e que ainda
ellos prociaam de pressao muito grande para a
agua entrar 4 forra as bolas, evidente que os
Jmparelhos nunca funcionarlo bem pela essen-
cial falta d'agua e de pressao, r- a eompanhta es-
f otar todo sen cabodal em concentos que nunca
aproveitarad. ^%^W
Parece que os taes empregados nos concertes
uem ja se Jo por adiados eom as rcclamacoes:
vao a cama, dizetn li nmap moias palavras, e
vilo-se embota ; e o apparolhb fica podre e insup-
purtavei como seoipi'o us de 1 alacio da presi-
dencia j esto de lal forma, que demanh^edo
ninguem se levanta" das camas sera mandar pri-
meiro abrir as portas para sabir o ptrido C nau-
seabundo ar forti>simamente corrupto.
Ora, se nao ha concert nem remedio para as
latrinas da cmara municipal edo palacio da pre-
sidencia, como baver para a casa do pobre ?
Quando o (libo do nosso capitaortnr raorre, que
dra de nos p.'bre soldado !!!
Como j disse era meu ultimo artigo, a coinpa-
nhia uson de mais um artificio cora que empan-
nou as vistas porspieazes do nosso aballsado en-
genheiro fiscal, e elle com a mais adniiravel sim-
plicidado do mundo exclamou :
Onne tulit punctam.....
Dcsi-obrio-se alinal II!
Mas era de tal natureza a enxaboadela que cu e
o Sr. engenheiro Aquino, logo que odiamos para
ella, aliamos com o fim.
Estos senhores engeoheiros inglezos entendem
3ue todos teem os olhos tapados, ou que todos se
eixain cegar finalmente ou pie pelo menos sa-
crificara todos os seus bros no altar dos seus n-
teresses ou da devoco di part Jo poltico.,
Mostre logo alli mesmo que o metnoramcnto
importan o mesmo que estava nos apparelhos,
s com a differenca de se enferrujar menos, e de
por o individuo na terrivel colliso de gastar meia
hora era execular as manobras propostas com
tanta grara pelo Sr. director das obras publicas,
para a lavagem daouellas boas cousas...
A's reiteradas reclamos da municipaldade, a
companhia, depois de infructferos exames do sua
commisso seieutifiea, resolveu mandar colocar
na casa da cmara um dos laes melhoramentos.
E' at onde so pode escarnecer da nossa pacien-
cia II!.... Que coinpanhia !!!!!! Que contuma-
cia !! *
O resultado bem fcil de adivinhar : se no ni-
vel do assoalbo nao dava agua, quanto mais a
dous metros cima !!
Ninguem pode avahar a m f e falta de pudor
com que procede seuielhante companhia : e ainda
encontra era bra-ileiros extrenuos defensores II e
ainda lia quera se arreceie de pugnar al a morte
pelo mais santo dos direitos : o direito de proprio-
dade, o diroito de vida III
Se mis queremos desla vez mostrar que anda
nos circula as vei s o sangue de tantos hroes de
cuja Icmbranca nos ensoberbecemos a cada mo-
mento ; se (inoremos mostrar que ainda temos
coragoui para combator o inimigo que uos quer
tirar o dinliciro e a vida ; se queremos mostrar
que temos brios, qne temos pundonor, oue temos
amor nossa patria ; se queremos mostrar emliin
que somos brasileiros e descendemos principal-
mente de dou< povos cuja historia s de fe'os
valiosos, entao unamo-nos todos para combator
al a morte o inimigo oommum, porque de con-
trario n.10 faltar bando de piratas ou quadritha
de salteadores que nao venha buscar urna parte
da nossa fortuna, e por lira apoderar-se de nossa
propriedade e de nosso abencoado torno que
tantos rios do sangue e tantos esforcos cnstou a
nossos pas : e o inuudo nos condeinnar como
covardes, como infames, como poltronos : na pa-
rcha nunca que o poder do estrangeiro audaz nos
intiba a eoragera : lonibremo-nos (|ue em lempo
menos propicio os nossos a vos punham diante de
si a cruz do Hedemptor e invocavam o santo ara ir
da patria, e as cohortes inimigas que s pelo nu-
mero podiara subjnga-los, eram derrotadas como
por encanto por un punhado de bravos que erara
alimentados apenas polo amor da santa religiio o
do santo amor da patria.
Vamos questao.
J disse em um dos nieus artigo? publicados no
Diario de Pernambuc), que a comparada o nico
meio que tinha para salvar-se ora reformar a
maior parte do trabara.) mali'eito e interamente
errado que havia e.xecutado at agora : esscncial-
mente mudar os encanamentos d'agua por do-
mis estreitos que ella emprogou desde a torre
at os ubi os ramaes : tirar as taes bolas cora
qne a companhia pretendeu tirar grandes lucros
e colocar apparel os automticos ou nao, com
tanto que a agua entre em abundancia nelles e
nao tenba o emb?raco do entrar forca as bolas,
porque isso impnssivel absolutamente nos lti-
mos andares das casas, e de extrema dfiiouldade
nos lugares mais baMos.
Nao faco questao so o apparelho dev ser de
vlvula, como o que pozoram em minha casa, ou
de sypho como ouiros quj ha : o es-encial que
funecione com muta agua para nao ficar fedendo,
como estn lodos os raais que a cimpanhia por ahi
tem estabelccido e contina estaheltcer, fazondo
toda a especie de aleatrua, porque o engenheiro
fiscal e director das obras publicas lera fechado os
olhos a ludo.
Ha nasta cidade varios apparelhos que podem
ser examinados por quem quizer certificar-se que
haapparelhos inodoros,-completamente inodo-
ros (e nao quasi), e que a companhia t m restricta
obrigacao de adopta-los por forca do seu contrato
e principalmente do art. o, de que ella nao se pode
esquivar; e s por sua conveniencia insiste as
taes bolas, que nao servera senao para impedir
que os apparelhos funecionem bem : e como a
coiiipania nao tem enmarido um s dos artigos
demos queo o trajo 80 sabedorc jii
alg'iera- disse quo o silencio a loqueneia cui
sua ultima e.\[uesso.
Ha, pordin, bceasies era que nos devemos cs-
quecerdessa ra: .xi n i, ensinaa infancia embora
midi ajitadamonte, e benl'assrm do modo de
pensar desso panegyrista do silencio.
A ^ccasiao era uuo me uacotalca entre vos,
unia^Is que exigem que aqaeA que objecto
do ajweo, .'Miaia e considoraai|31o> habitantes
de urna lo'ahd:te imporbinio. profancic algumas
palavras : o que vou fazer.
Tendo o corafo ainda i transbordar do prazer,
orabora imigoad pela.saud de ; tendo a inenx<-
ria presa ionibranca do modo aoproso coira for
tratado pela briosa aopulacao da heroica co-
marca do Ciato e localidades intermedias ; vira
adiar-me entre vos, cuja generosa hospitalidad*
me enche de desvanecimenio.
Interrogo a minha con*cicnca, pergunto a mim
raesino, o que fizeste para merecer tanto t Ura
simplesquasi nada- a resposta.
Mas ouco dizer sonos apreciamos os teas soi-
"vtcos romo.magistrado : pois bem, seja.
Qual era, porin, o meu dever sead procurai
que a lei fosse execnlada ?
O pouco que z como raembro de um p> independente, nao merece tanto ; razao porque
levo conta de vossa generosidade as manifesla-
roes que me teem sido dis|iensadas.
Um grande pensador disse quepoderiamos
hora avahar da niorahdadc de um povo quando
rabesemos do modo como eram exccuiadas as
leis pelo poder judiciario. Vas aipiell- que vo-
laba, pensando do mesmo modo, exptessa-se por
forma diversa.
Desde que um povo acerca do respeito e esti-
ma ao magistrado que, por seus actos, procura
seja a lei urna realidad-; desde qnal pov.
honra ao magistrado que nao tem duas medidas
para distribuir justica ; digo, senhores, um lal
povo moralisado.
Beceber, pois, provas de apreco, estima e cob-
sideraeae de nm povo moralisado, a maior hon-
ra a que pode aspirar um funecionario que na
transige eom a sua conscieueia.
Deixo a ou'ros qne reinetrem por estrada di-
versa, para merecerem honras que nao h-mram, e
eu irei na senda trilhada, no percorrer da qoal
tenho reeeliido provas irnmorrenotiras de apreen.
estima e consideraeo. com as quaes me sinto or-
gulhoso.
A tanto que tenho recebido de vos, i.o posso
corresponder ; fago-vos, porin, una doclaracio :
serei o mesmo magistrado onde quer que me
aeha.
Meus senhores : eranjiriinento-vos com dua>-
palavras : muito obligado.
(Extrahido.)
ba
<'li-ila.
\c ha-se entre nos, de passagempara a Parpaby-
0 ex-juiz de direito do Cralo, Pr. Luiz de Al
buquerque Martins l'ereira, que cntrou ntsla ci-
dade cora grande acoinpanhamcnto de amigos
que o '01 ara encontrar na distancia de urna legua.
l'or (oda a parte o illustre magistrado lera re-
cebido as mais significativas provas de apreco e
consideraiao, a que lhe dio direito os servi$0!
que prestou no Ciato a causa publica e a sua in-
dependencia do carcter.
(Extraliidu do jornal Prono II.)
mnifiiaioiiiiiminiii iiim bbmiiaw
4o ftv. H11 noel Joai ( uinetni
l'hito, |i* occaaiio lo wetnio
la iifelK eonworte.
le s-itt
com seis ps de pressao, entao os outros asseota- de seu contrate, como ainda pretendo mostrar, nao
cada, cheia de gente, que aos primeiros golpe
espada de Porto, toda now.
da
* 4
res.
N lo fazemos por isso, mais do qne repetir o que
j e tem drto para avivar os factos, tantas vezes
alias invertidos e falseados".
A asserabla, certe, vntou eom ligeira onpasi-
cio de nm seu memliro, o artigo em questao.
Nao appareceu alli, e nem na imprensa liberal
(senao post faetum) opposteSo ao objecto do citado
artigo sem responsanilieade 4 redieeao.
A imprensa eomderada imparcial nao disse pa-
lavra.
Estava, sera duvid< prejulgada ao meaos na as-
sembla a eoBveWierir-dft'qiieias Ws, que pasa-
remos a asseatar era seus motivos.
Desde a situacao progressista qm e-rta no demi-
nio do commereio e da opiotSo-da provincia os ve-
xames e prejuizos que soffrem cnmmerciaates e
agricultores de algniii as tran8ae?ries desee ge-
nero.
O fisco a eu turno afrega com larga defrau-
darn.
A forma porque Jkram redigidas as leis em
qaostao, cj.nprehoiidendo diversos servcos qiieee-
pjctVreiiHis e pr^teaiaa ftinvocMeocta, atawnnal-:
o arrognawiiieate dominstrada nttaiafaia a exoca-'
vardade ime estas eaeaniio ma repanieto de
mapeccio do algodao Mvre commereio desse genero, porque atauos tn-
teadiara epte insptaKeaado- etessiflcado 9 algo-
dao, se taxava imprtaiuurMtMe o proco, que napra
ca varia segundo a cfoaMade qne sd verifiea pata
elassifica^ao. *
E-n r.;zad porm haaeaara^ae aeoro o Mto snp-
poste i* que o oomproier ajo- poderla d.r naatar
Borges, aocomm-diido lego por muitas espadas' {ou menor preco por tal qualidadc de alfodao-, o
dos por elle nunca funccionariam absolutamente.
Com etTeito a minia proposicao toda bascada
era physca tera si lo ainphssimanente confirmada
pela experiencia, triste e desgranada .verd.de,
mas verificada por rnuilos milhares de habitantes
de.-la capital que nao sabem como se han de ver
livres da (edoronta e podre companhia Drainage.
Em vista porra da minha duvida e eontestaeao,
o Sr. Blount quiz fazer o favor de mostrar-me
pratieamente a verdade da sua proposicao e man-
dou assentar o apparelho para servir-se d'agua do
reservatorio, isto e, seis ps de pressao : e com el-
faite veriicou-se que esta nao era sumeiente para
fazer as materias lecaes desapparecerem do appa-
relho, e eram neeossarios tres ou quatro repetieoes
para se conseguir um resultado incompleto : mas
devo asseverar que a agua era tanta como era ne-
nhtrm outrri apparelho tenho observado, e asdm
mesmo insuiflciente para fazer a materias mergu-
lharem no sypho o transporem-no, resultado este
que s se pode conseguir com umita agua e deba-
da de sbito.
A vista do resultado qne pratieamente foi obtido,
miuha convepao ainda mais lirmou-se do que era
irapossivel que os apparelhos da companhia podes-
sem nunca iunecionar bem, porque era irapossivel
que com urna infinitamente pequea pressao po-
desse a agua entrar forca as bolas para tambera
sa ir precipitadamente por otleito da elasticidade
do ar athmosohorieo, quaado com seis ps de prs-
alo livres nenhum resultado se poude obler f
O deposita d'agua na torre das Cinco Pontee
tera 13 ps de altara e o fundo da torre 67 ps
e ao poilegadas aciraa do ealeamcnto da ra: d -
gamos 68 oes (para nao fazer conta de poilegadas)
eom 13, te remos 81 ps.
Ora, se a companhia censervasso o deposite
constantemente cheio d'agua e tivesso eollocado
ubos ou canos com largueza sulciente para com-
pensar tedas as perdas de carga, e facilitar a
prouipla circulayao d'agua em todos as ramifica-
ces, ainda assim talvez rom nina s torre, nao po-
desse preeiicher as suas obrigacoes, quanto mais
eolio ando canos extremamente paqueaos e nea-
paiM de prosUrem-se a cousa alguna ?
Se acreditar por exemplo que um engenheiro
que aecusa a um medico por um erro de physira,
desses a que todo., esie sujeitos piando nao aa
prafessonaes na materia soja o aweata que aaao-
d* eoUocar em urna ata de dous ou trox aodares
baixo at era cima ura cano de chumbo de
I meia pottegada de dimetro para fornocer d'agua
a diversos apparelhos ? Ser o Sr. Law ou o Sr.
Dr.Ttaurck) ou outro qualquer engenheiro da for-
ea desses dous capaz de dizer quanto lempo gasa-
ra a chegar ao terceiro andar par diversas raudii-
dacoes 00 cano da igual dimetro, a agua que eu-
tar ora um minatto ni andar tarreo f
E oanun com ponen presao. (pac pie a que ha
ompensadaate de mais pela parda de carga),
qonnto tempo estario desprovidos d'agua o* ap-
parelhos dos segundos e terceitos andares em que,
merece que ninguem a defenda, porque-ninguem
a aecusa inju-tamenle : polo contrario, todas as
aecusares s;io milito somenos do que ella as me-
rece : e emfim como muito sensatamente disse o
Sr. Dr. Buarque de Macedo no seu parecer :
1 E' preciso que na hypothese prevista, nao ve-
ce nha o publico a sofirer, nem a retribuir um ser-
ce vico que nao recebe, ou que se nao faz corao foj
1 contratado.
Ujvantemo-nos todos, porque ninguem i>de se
julgar isento do perigo quando a peste nos atacar
cora tedos os seus horrores e circndenlas o nobre
e patriota presidente da provincia, que leva a pre-
cisa energa para expor apreca.-o do publico a
falsicayo do contrato ein teda sua hediondez e o
desapparociinento das plantas e mais papis relati
vos companhia, porque essas aecusacoos viru-
lentas e injustas que fazem-lhe a opposieao sysio-
raalica e o espirito de partido, tudo poderlo pro-
var, menos que sao inspiradas pelo amor que todos
nos devenios nossa patria.
V-se bem que eu nao me dirijo ao Ilustrado li-
dador, a quera procuro responder e a que tenho
profundo pezar de nao poder retribuir sua satis-
fagan, finezas com que to liberalmente rairaoseou-
me.
Se o Exm. administrad r da provincia mostra
desejos inequvocos de obrigar a cotipanhia a
cunriiir o seu dever, e nao ple chegar ao fim
seuio erapregando os meios competente', se faltam
os fundamentos, que, ninguem poda suppr que
nao existissem, ou qu'i bouvessem desapparecido,
como aecusa lo por nao resolver irapensadamente
e de um momento pira outro urna questao de tan-
ta raagnitude ? Sa so sabe que nao existe vestigio
algum da fiscalsacao da autoridade que a isso era
obrigada, se preciso ir procurar aliunde as pro-
vas dos erros ou m f da companhia, como exi-
gir se urna decisao, que nunca peder trazer pro-
veito, senao fr muito sabia, muito prudente e mili-
to cautelosa 1 Quer-se uma decisao quenada pro-
vina, nada reroedeie, e por oooseBuinte deixe tudo
ne estado em que se acha?
Parece que ninguem de boa f querer nm cr-
cuh viciosa, nem a continuas* 1 do estado actual:
a companhia nao procura remediar cousa alguma :
contunaz, e est persuadida oue com as amea-
;ao e ihselencias na de veneex todo, e deixar tudo
camodara.
A-nos compete njiriata'?
li de junbo de 1873.
Dr. Lobo Mocoso.
No mar revolto la vida di humani'taV,
dio-se acootecimentos que iazein-11'a sirp-
portar (is insoffriveis rigores de profun la e
agpdiaajma dr ; ao passo que a naturc/a
parece folgar, rir-se e modulnr mesnio
hymnos ih gloria !
E porque assim succede TI... B" que
a natureza sent sctti[ire estas convulses\iv
11111 prazer inexcedivel, quando recebe ^m
sen seio um de seus anjos que audavam
fugitivos por esle mundo Ilusorio e contin-
gente, dispensando ao ser humano exemplo?
de nbnegatjo e de virtude; e este sento-se
triste, com o coru<;o opprimido e abatiiio
pela saudade, quando v apagnr-sc como
por encanto a luz bnlhanleque o guiava na
vereda diflieil, verdadeiro labyrinlho *
Ddalo, para chegar onde a virtude se os-
tenta com todo 9 seu cortejo do thur i fe-
ranos.
Isabel Augusta Scolla Pinto tai um
desses anjos, cuja passagem foi rpida
sobre a trra ; a leinbranca, porm, .de
suas virtudes, de seu aflente e sacrosanto
anior caridade cun tanta profuzao exei-
cida em quanto viva, jamis ser olvidada
por todos aquelles que tiveram a suprema
felicidade de a conhecer e admiral-a. -
Alma candida, innocente e bondosa ella
deixra to cedo o mundo para reunir-se
.10 seio do Eterno I
.Na escalla ascendente porque passa a
mulher, ella oltereceu sempre o modelo
mais verdadeiro, em que jamis pode ser
imitada :
Como vrrgera, a pureza inmaculada era
0 perfume suave que rescendia, qual iim.'
flor, entretanto to cedo murcha e roduzida
triste renlidadeo nad.i .
Como esposa, a IMelidade, o amor c a
virtude eram os tres ornameutos sublimes
que cingiam-lhe o coracao, e que consti-
luiam o nobre orgulho de seu infeliz
esposo !
Como mi, seu corafo reunia trdas as:
caricias, as mais doces emocoes que uma
mai desvelada pode aninliar em seu seio por
aquel le a que-n deu o ser; era emfim seu
coracao, delicado cofre do mais sublime
amor maternal I
Mas o que feito de tudo isto, de todos
estes ornamentos, os mais bellos attributos
io um espirito anglico ? I... A morte
cruel e impiedosa roubou, despiudo o anjo
da maleria, oneroso emprestimo, o aiou-so
sua alma para co-participar e preeneber o
lugar que lhe era reservado junto ao thrtmo
excelso do Supremo-Architocto do Universo
para eutoar hymnos sua infinita gloria I
Eo que nos resta pois ?...' A resignago
e mostrarmo-nos reverentes e couformakis
com os designios do Altissimo; e pedir qoe
ella nao deixe de aben<;oar e velar de l do
throno de luz onde se acha, pela felicidad
da pobre filbinha, que em to teura idade
ficou privada das delioias que proporciona
o amor inatenal, epor todos seus prenles,
Rccife, 2 de julho de 1873.
Brinde dirigido pelo Dr. Luiz He Albuquer-
que Martins Pereira, em o banquete que
lhe offereceram as influencias polticas,
em of pasicao, na cidade do Ico, 00 di
18 de maio do correnta anno.
Meus sfnhores.Nos bancos das escolas apren- f morbosa posta em circulado pela poderosa agen-
Sui>|Mir:tvi'M perigo*:. Abcessos eji
minores sao sempre perigosos, fioim a rar par*-
dos melnodos de os curar, sao ainda muito ma
arriscados do que a pruprin molestia. Ues nun-
ca deveriam ser supprimidos por raeio de anpiica-
edes externas. A saLaprrilha de Bristol o m**t.
mofleosivo de todos os depurativos, porm ao raes-
h tampo o maja Tesnvel, em breve faz purg.ii'
> .sangue o veneno criador da mulestia. O raes
u.io acontece com o carbunclo, o qual nao maif
i que orna especie exagerada e vir tanta da le
cuneo e geralmente radica usa cousaituicio en|a-
qiecida. A salsaparrilba de BrietaJ, o grande to-
nco vegetal e deeoostrnente, justamonte o reme-
dio do qne se carece, quar^ara o curativo de mc-
leMtas carbusculares, cinxo as laloerueaa. lisan-
do-M ao roeawo -lempo das piluias egataeode
Bristol em doses moderadas, ellas ontriniira
mbito para applicar toilos a ajtnptomas fehfis. 1;
expellem para fra do systera toda a matorta
i
i

-


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I
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l



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Otero 4* Iw4m?p 3
_i\ la *alsapar
'fctatci^-.
t'Sti forna rV.ilita >' '
ne7 ~
convidado a
que encontrar,
quasi que ha
Us ssuc;;

o e*eri_pe_tnr-se a
'T.'isiin o leitor, (Tente, sois
no tnlho da fraude uraltido
rase__iviii, quaedo clla
as*d > .1.) u esperar, -tas pla-
lo BiTsicil. A exbjnsao da sua
1 vista. Ella nao ti produ-
tem os effetoY mais benficos cm todos os casos
immediatos deioiesttii do esto/neg, do ligado e
dos intestinos, la tribeo em grande numero de
casos fortuitos.' >t>s casos de espasmos, e ataques
conrulsivos, s ella* tidal, nao so pelos mediis
. m mais expaspeatadu, como Umbcm pelos nao
. iaiciadVw^cum o mas completo u perfeito de todos
remedios. EFI renovam o systema geral, ao passo
que braadamate movem oveatre, c por isso nos
caaos de prosracao physica, quer tenha sido moti-
vase pela klaie, tima constituyo fraea, ou por
qualquer um ouiro soffriment especifico, ellas
para isso sao ma precia veis. Emquanto que os ou-
tros purgantes d-bilitam c causam clicas e nau-
seas, ellas pelo ontrario recuperara as Coreas e
wirescam o esputo. As pilulas achara-ae acondi-
cionadas dentro /de vidrinos, o por isso conser-
vam-se porCeita^e invariaveis em todos os climas.
Em todos os Osos de impurezas do saugue, a
salsaparilha d Bristol deveser administrada con-
juntamente cm as pilulas.
MMMERC,
Banco Coraraercial de Per-
nambuco,
O banco sacca porto-Jos os paquetes so-
re aspr <;as de Lisboa e Porto.
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Para ot polios do rteijier
.\a barca noruguense Vmskahtth, para o
Bltico, carreaaram : (. teeeen & C. 705 fardos
com 8;t,0lt k los de alfodio.
Na barca francesa Vitte Bernard, para Li-
verpool, carregaram : G. Neesen & C. 152 saccas
com 11,738 kilos de algodao.
No navio allemao Gloria, para Liverpool,
carregaram : S. Brothers A C. oJ saceos com
3,750 kilos de assucar mascavado.
No patacho portuguez CauteUu, para o, Rio
da Piala, carregaram : J. S. Luyo & Blho $0
barricas com 5,396 kilos de assucar mascavaqu e 8
ditas com 1,020 ditos do dito branco.
No navio francoz Veruliine, para o Havre,
carregaram : A. Castro <_ C. 1 barrica cota 63
kilos de batatas.
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, no brigue bras/leiro
Victoria, carregaram : Carneiro & C 10- pipas
com 9,600 litros de agurdenle.
Para Banii, no hiate brasileiro Garikaldi,
carregou : J. O B. Pontes 103 barris com 17,28-J
litros de mcl.
Para Macei, na barcaea Assumpr.ao de Ha
ria, carregaram : Carpinteiro, Filho 4 Sohrinhe
17 barricas com 1,010 kilos de assucar refinado.
Para Mamanguape, na barcaea Mara Isabel,
carregou : J. 8. de Carvalho 3 barricas com 189
kilos de assuear retinado.
Para o Bio Grande do Norte, na barcaea Dous
Amigas, carregaram : B. Gomos 6: C. 1 barrica
com 60 kilos de assucar branco ; J. D.C. Lages
4 saceos com 291 ditos de dito smenos; J. do C-
Vasques 2 barricas com 60 ditos de dito branco e
2 barris com 192 litros de agurdente ; J. L. Fer-
reira Bibciro 1 barril com lo kilos de doce.
cAPATAZlA DA ALFAKDE&A
Itendimento do da 1 461*299
idem do da 2 65373
1:118*03!
VOLUMES SAIII^OS
No dia 1.......
Pnmeira porta no di.. 2 .
segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Couceico .
SEKVICO MARTIMO
Alvar eugas descarregadas no trapiche
da alfande^a no dia 1 .
Ditas ditas no dia 2
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Couceico.....
811
88
62
190
1:209
2,360
4
2
6
RECEUEDOBIA DE RENDAS INTERNAS GB
RAES DH PKBNAMBCO
Rendimonto do dia 1 .... 1:971*011
dem do dia 2....... o702(-"
CONTRA-FOGO
IMPERIAL.
Risa ilo Cominei'cio n. 38. pri-
iih-;<.o amlar.
Ageniv,
W. G. FENNELLY.
COMPANHIA ALLIANgA
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Babia;
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL i,000:0003>000.
Toma seguro de inercadorias e dinheiro ,
: ftco martimo em navio de vela c vapores
para dentro e fra do imperio, assim come
contra] fogo sobre predios, gneros e fa-
roudas.
Agente : Joaquim Jos Gom;alves Beltro,
ra doCommercio n. 5, Io andar.
Seguro conlra-fogo
THI. I.l\:itl'00l. d I.0ND0N4 01.01)
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERSJJROTHE^S & C.
11Corpo S;uito11
Aigusli T. d"Olivcira k C.
A casa ommercial o bancaria de Augusto
f. J'Olivi'ir.i i$ !'..a., i ra dqCominercio n.
42. encarrega-sedeexecneao de ordons para
embarque de productos, e de todos os mais
ir gocos de commissfto, quer commerciaes,
i ir bancarios.
Desoonta lettras, e toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaos, e saca vista, e a
prazo, vontade do tomador, sobre as se-
guintes jirafas estrangeiras e uicionaes :
Loiiilrcs.Sobre o unin baKk of
LOifDO (de responsabilidade Ilimitada) e
varias firmas de 1.a classe.
Paris.Sobre os Srs. marcuard ah-
M >X C.*P. GIL, C.A. BLACQfE VIGNAL &
C* BAHQUEIROS.
Hiiiiibiii'go.Sobre os Srs.JOO scuu
DAC & F1I.II0S.
liishort.Sobre os Srs. fonsfxas. san-
tos & VIAHHA, e sf.bastiAo jost d'abrf.u.
Porto.Sobro o banco lni.\o do POR-
TO, e.o Sr. joaoimm tinto da fonsi:i;a.
Pura.Soljre o banco commeucial do
para, e os Srs. FRANCISCO GAUDENCIO da cos-
ta FIL110S.
Haraiilitl.Sobre o Sr. jos ferrki-
tlA DA SILVA JINlOll.
Cear.Sobre os Srs. J. s. de vascon-
OlLLOS & SONS.
Bahia.-^Sobre os Srs. mauinhos &c*.
ICio le .lauciro.Sobre o banco in-
dustrial E MERCANTIL DO RIO DE JANEII'.O, C
O BANCO NACIONAL.
PIUCA DO RECIPE 2 DE JL'LHO
DE 1873.
AS 3 l'2ililRia DA TARDK.
Cotacos olUciaes.
Aigodiiodo sertao 1" sorte 9200 por lo kilos.
AJgouode Mamani-'iiapn 1 sorte 9000 or 15
kilos.
Algodao-de Mamanguape em inspcccao 8^100
por lo kilos.
<]amhio sobre Londres a 90 d|V. 2- 3|1 d.
e 26 d., c do banco 2o 3[i d. e 2o 7(8 d.
por \i, hontem.
Dito -sohre dito a 90 d|v. 25 7|8.d. por 1*000.
fcanfto e particular, hoje.
Sfliodi Haranho i j por saoco.
Leal teve
Pelo presidente.
A. B. Pinto de esquita,
Pelo secretario.
2:oHi279
CONSULADO PROVINCIAL
Kendimento do .lia 1 7:2I9109
Mera do dia 2...... 7:52li:.3
ll:71o632
irivwfjTd u mm
Nurias saliidns no a/u .a
Rio Grande do Sal -Patacho -brasileiro Uan
Emilii, capito Manoel Jos Prestello, carga
asssucar e um escravo a entregar.
Liverpool-Barca brasileira Rpida, eapiSo Mar-
tins, carga assucar, algodi e outros gneros.
Havrebarca franceza Gnllaume Tell, capito
Lmaistre, carga algodo e outros gneros.
Obserraaio.
Nao houve entrada.
ALFANDEGA
ttoodimento du dia 1 .
Mean do dia 2 ... .
28:91o Vil!'
27.8110
-36:7391559
Descarregam hnj 2 de jiilho de 1873
IJrigue inglez Rotort A Hderson reercadorias
para alfandega.
Lugar hollaodez Miie fan'nha j despachada
para o caes do Apollo.
EDTAES.
0 [loa. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda azer publico, que, din cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de
28 do correte mez, vio novamente a praga no dia
10 dd julho prximo viudo oro, para serem arre-
matados a quem mais der, os unpostos provin-
ci.ies das comarcas de Tacaral e Flores devendo
os pretondentes habilitarem-se na sesso extraor-
dinaria que para este lim lera lugar no sabbalo
o do referido mez de julho.
A base para a arrematarlo o proco primitivo
com o abate de 10 p.r mito, que fica assim re-
duzido.
Flores, por anno......3:1S8|U9
Tacaral .......1973l(i9
E para constar se mandjou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraiia provincial de Pernain-
buco 30 de junho de 1873.
O olieial fnaiur,
.1/. A. Ferreira.
Edital 11. 1.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
s 11 huras do dia 7 do enrrcnle, porta desta
repartieo, se bao de arrematar, livre de direitos,
os objectos abaixo meiici jnados, apprehendidos no
.lia 7 .i* mazpassado:
520 grammos, nos carloe-, de bijoteria de co-
bre e suas ligas, no valor de 74881.
6 porta-moedas com costas de metal dourado,
pesando nos envoltorios 370 grammos, no valor
de 113270.
1 rewoiver de 6 tiros imperfeitn, no valor de
11467.
tesouras de ferro at 18 centmetros de com-
primento, no valor de 2l70.
2 kilos de coral lino em sonta!*, no valor de
6|384.
515 grammos de contas de vidro lapidado, no
valor de U237.
1 caivete grande para fructa e sement, cabo
de mad.'ira, no valor de 210 rs.
Alfandega de Pernambuco, 2 de julho de 1871.
0 inspector
Fabio A. de Carvalho Beis.
Edital n. 2.
Pela inspectora da alfandega se faz publico r/ue
s 11 horas do dia 5 do corrente se lia de arrema-
tar livre de direitos, a morcadoria abaixo decla-
rada, porta desta repartico:
Armazem n. 4.
Marra-B de M n. 87 urna barrica vinda de Li-
verpool no navio Fuzilier, descarregada em 2 do
mez passado, eontend bagos de nos.vmica, pe-
sando liquido legal 99 kilos, avahada por 461,1, e
abandonada aos direitos por Manoel Joaquim
Pessoa.
Alnmdega de Pernambuco, 2 de julho de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Bcis.
O Dr. Sebastio .lo Rogo Barros de Laceria,
juiz de direito especial do comm'ercio da
cidade do llecife de Pernambuco, por S.
M. o Imperapor, a quom Deus guarde
etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
d lie noticia livorem, que por parte de Joao Gon-
calves de Souza Boir.io, li(|uid^tario da firma Bei-
ro & SobT nho, me foi dirigida a petigao do theor
seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz de direito dojcommercio'Jqao
GouQalves de Sonza Beirao, liquidatario da tirria
Beiro & Sobrinho, quer fazer citar a Jos Ferrei-
ra da Cruz, representanta solidario da firma Fer-
reira Cruz & C, para fallar nos termos de urna
ac<;So ordinaria p.Ha qual Ino pede a quantia de...
800*000 eos juros eitipulados. na leltra junta,
saldo da quantia de 2:5000Q0 constante da mes-,
ma lettra sacada pelos mesmos Beiro & Sobri-
nho, e acceita por Guilheruie Hanoel Martins ide
Albuquerque. garantida pela referida firma Fr
reir Cruz 4 C, sendo que por conla da mesma
lettra recebeu o sunpiicaiite em ^7 de novemnro
do 1860 1:000000 em 8 de Janeiro de 1870-2003
em 29 de marco do corrente nnno 3001000, e em,
8 de abril 200*000.
Bequer pois a V. S. se digne de o mandar citar
para a pnmeira audiencia com a pena de revelia,
de **<-
\'&fi fiejkdew|gttffr%. 4' #;
iki ^%ivo iij! jjii ffcpl
uas
les sjtfMOfa
6eoJau|av se-
lleTpo jt^i^ca
uem mando citar
allMo pubj
datferatjo* na
ausa. aeiru,25
p Kego Barros de
Por loria imp
eseofeedat. p.
11n4<) Jo* Facrew
ni seimte de *odp o expead!
juizo denUo do w-a*. ile El
|ar-u que ttr e jjftla. b\
Epar&cpie e^uo ao. ^oUcin0nto de
todm*ukMm pawa*o \amHf edital, que
ser alixado nos lugares do eostume e pu-
blicado pela imprensa.
Cidade do Becife de Pernambuco, 27 de Junbo de
1873.
Eu Manoel Maria Rodrigues Jo Nasrimento es-
crivo o subscrevi. Boclfe, 0 de junho de 187S.
Sebastio do Reg Rnrro* bae**'d4
dos Santw.s.
Ebaocia.
Fdfppa.
Thereza dos Santos Torres, lba de Jos dos San-
tos Tor es.
MaSo"' PW^''^>?>ra Honaene8lda
.Sopjua Maria.da Concflico, exoosta,
MaJ^a P^o Squelra, fif/i, de Raymundo
Secretaria da sania oaea da raiserioordia do Re-
ffe, 27* unl4de 18f6.
O escrivao
tiaues de Sonza.
garna repar-
SM do enea-
Obwfcf
A' 5 de julho, ao mel du
tirio das obraj (Tiliii* >
menlo priyo rjldlm eyomyiinj as aguas
pluviacs e sWvJdal |o ijpafti *f &j|dade ; de-
sendqjiesse.dia e ora seftnT alri apryntadas as
p>op O servioo, *emo se yeri 4o orcamento quo se
acha na referida-ropartifn, est calculado em
1:242*079.
Hernmbuco, 28 do junho de W73.
" "O sngenlieiro
Ghryssoltte F. de Catiro Chaves,
-----------1.1. II l"w ; l ,1 i IMV'U'I---------'-----------
'
DO
Juizo dos teitos da fazendp-
. t nacional.
O Dr. Jo.- Manoel de Barros Wandcrley, jujz
substituto dos fcitos da f.izcnda nacional.
Faro saber a todos que este. Icrem, que uo dja
H de jnlho prximo vindouro se vender em pra-
va iNiblica deste juizo, na sala das audiencia^,
pelas 11 horas da manha, a parte do sobrao p.
64, sito na ra da Cruz do bairro do Becife, pe
nhorado aos herdeiros do finado Jos da Roclja
Paranho, para pagamento do que deve fazenja
publica, e avahada por um cont de res.
E para que ebegue a uoticia a lodos mande
passar o iresenle que ser publicado.
Dado o passado nesta cidade do Becife de Per-
nambuco, aos 31 dias do mez de junho de 1873.
Fu, Jos Francisco do l'ego Barros, escrivao o
subscrevi.
Pagar aflnal duzenlos ris de sello.B. Bar-
ros.
_________________Barros Wanaerleyj
O Dr. Jos Manoel de Barros Wanderley, juit subs
titulo dos feitos da fazenda nacional, ete.
Faco saber a todos que esle virem, que no dia
11 de julho prximo vindouro, na sal a das au-
diencias, pelas 11 horas da manha, so vender em
praca publica deste juizo unu casa terrea u. 20,
sita no lugar dos Remedios, com 33 palmos de
frente c 58 de fundo, havendo urna nutra casa
annexa, d"penden!e aquella, com II palmes de
frente e 50 de fundo, com cozinha e cocheira, em
solo proprio, com 280 palmos de frente e igual
numero de fundo, penhorada a Manoel Antonio
Bibeiro para pagamento da fazenda nacional, e
avahada por 3:000*.
E para que ebegue a noticia a todos inandei
passar 0 presente, que ser publicado pela im-
Dado e passado aos -20 do iunlio do 1873-
.......mmmmmmmm\\ niiamai
&bbubi:
Nao setando etfiietuado a arrematarn dos
chafarizes ,do Hecife, Santo Antonio e Mon-
teiro, qo dia annunciado, por nao ter ap-
parfipidiOttumero.i/Bcnt de concurrentes,
re*)l(ea a adiiu^slra^o leva-Ios novamen-
te a praca marcaudo o din 8 do corrente
para-tal lim, que dover ter lugar nooscrip-
torio da comnanhia ra d i Cabug n. 1(5,
onde serc recebdas pnopostas, devenilo Q-
car eerto os Srs. que pretenderen! arrematar,
que serio j-ocebi.Ias pronos tas, nao s em
relafaa/> cUaaixzes tks barros 'lo'Ri;cif.;
e Saqto Antonjo, engloiadamente como por.
.caila cnaariz de ditos bairros alargando des-
ta forma o circulo de ariumatavao ; as bases
abaixoserviro pira os efaafarizes englobada-
mente, e quanto a cada um dell.-s particu-
larmente, a arbitrio dos proponentes, resot-
vernjoa. admiijistrarao onl'orme julgar ra-
zoavcl.
Baet sobra as 'unes se iP'W hincar.
AIRUO IH) RtiCIPE.
C.batariz e bica do caes do Apollo.
Hito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brum.
Dito do Forte de ilatt is. 19:C05000
BAJKRO PC SANTO ANTONIO.
Cliafariz do largo do Canno.
Dito do largo do Paraso.
Dito de largo de l'e-lro lt.
Dito da ra do Sol.
Dito da na da Concordia. 25.000?000
- MO.NTFJRO.
Cliafariz dessa povoago. 180^000
Escriptoro da companhia do Beberibe,
ldejulliodel873.
0 secretario,
Luis Hanoe! Itdri'/u L
i/
a*MW.
- O/hft. Sr, fasgactoi ^he*jurajia povin-
SI, iin cumprimento da uraTm w Txui. ,-r,jire-
ente da provincia,dk-x5.'dpeorteiite '.. iq*ida
fazer publico que va novamente a praca doK -a
de j mI n prximo xindooro, p>raiMe a junta f iu
- uraria, para sor arrainatadn a quem pownc-
no- izer, oiruecuejit i -i olyectui precisaa ao
Mtpedienle das reparn.-M rjrottnciaes ilin.ialt' os
ajorcieios de 187:1. a ijiTi; seniode di:hc
frenialacao o abate de OjU' no precji (Jas rqajec-
uvas tabellas, offbrenido pelo pn*ponnte Domiagos
Ferreira das Noves Gunnarafc,
Us pretendenles a esto mr.eiflatac.io comflire
fam na sala das scasdes daxcL'wa junta nt dia
cima mencianado, pelo meio dia, e co.uijtet|i(c-
uiente habilitados.
E para constar se mand iu publicar o prejf nte
pelo jornal.
Secretaria da (desmurara pr.jviucjal de fer-
anibuco 27 de junho de 1873.
0 oJKiaal-inaii r
Miguel AITqnso Ferreira.
Santa Casa de Misericordia
do Eecife.
A junta administrativa desta-Santa ("asa. Ar
dous terrenos que |ossue no lugar dos ArropJia-
dos, boje Un ni.; ikw. lis. 'l>. 40 tejido
aquello JPO iiala*-e este o)1. de fueate e arabos
de fundos at a bata a ifi.'ir.
Searotiiri* 4a Santa Casa de Mucoi Ja do
fteeife, 7 de abril de-73.
0 eaerito,
P.sdr) Boilrigu. de S mza.
-^ A cmara uinisipal do Hepife, quererido
testemunliar a do Bio do Janeiro que nao foi;de-
balde que solicitou desta mmiiripalldade seijiau-
xilio na remessa dos oseripios iMcossarios pii-.
formar-so e enriquecer a bioliotheca munidpal
Se lera de fuuecianar no palacio municipal da
le,.p.eio nxceflte cojjyjda alojos os seus Jim-
nicipes a remelter e*( cmara, uidas os escrip-
os com que entenderem dever auxdia-Ia nesse
cao patriotico.quao grandioso empenho. certa de
que os seus municipes no deixarao de acudir a
csse appcllo e desse modo participar da glprja.jja
referida publica.io
Paco da camal nnmiiil^l do Beoife, 4 de-ju-
nho de 1873.
Manoel Joaquim do Bego e Albuquerque.
Pro-presdenle.
Pedro de Albuquerque Autran.
Secretario.
Aviso
9. batalho de infaniaria.
Polo presente se faz constar a D. Maria The-
reza de Jess, ou a sen procurador nesta cidade,
que o governo imperial em aviso expedido pelo
i.iinisterio da guerra mandn indemnisr a-refe-
rida senhori com a quantia de (:200o00 pelo
sen .'.-era.o Joao, que com o mue de Manuel
Jos da Silva, assenlou f raea nesle batalliac.
Portanto, deve por si ou por se,u procurador,
comparecer na secretaria do referido batalho, afim
de ser passada a competente carta de liberdade
ao escravo em questo, a qual tem de ser remet-
tida a autoridade compleme e se podem trans-
miltir as ordens convenientes para o reoebimon-
to da ni -noiima.i.i qoaniia, devendo -a importan-
cia da citada escriplura e publicacao do presante
aviso qr |aga pala referida senliura.
Soorotana do 9. batalhi-i de infantaria no
quartel do Hospicio em Pernambuco, 2 de jullio
de 1873.
Odilon Fiock Romano.
. Alferes secntano interino.
Santa casa da misericordia
do Recife,
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Be.-ifo sao convidado os prenles, das eduoandas
do collegio das orphas em seguida declaradas, U
quaes ja completarain a sua educai.ai. para'npe
requeiram ao Exm. presidenta da provincia a sua
entrega, em vista do queTesovfi a junta ihiBi-
nislratlva, de oonfprmidade com o que dispute e %
3* art. 48 do respectivo regu*amMo.
Candida das lihagas Coeihii r Dionizia d;is Cha-
gas Qialho, fllJia&id Vital das Chagas Coeio.
Maria Emilia.
Ignaeia Ribefroj filh'a de Leandro im Kiboiro.
alaria Ignez de Mello, fiwa de. JocBezerra de
M$9-
Maria Magdalona do Mello, ftib* de Josf^.
res dcMqll".
Valeriana dos Santo?, fllha tfr Tcente, Ferreira
Pela tbesouraria preTlncial se faz publico
que foi transfrida para o dia 3 de julho prxi-
mo futuro a arremata.;'.! do sitio dos Bemedios
adjudicado a fazenda proviueial pela quantia de
3:750000, por quanto v piaca.
Secrcuria ila.Ibettonraria pi-(\iii.-i..l do IViium-
buco, 28 de junho de 1873.
0 oCficial maior,
M. A. Ferreira.
Subdelegada du Santo Amaro das Salinas
i de julho (le 1873
Acha-se recolbida nesta subdelegacia una trave
que foi approheudida em inios de pwsuds (|ue
procuravain \v>ii-io ior i rei;o inferior ao seu
valor : quom se julgar com direito amesma, com-
pareca, afim de recebe la depois de dar os signaos
cerlos e pagar as (lespezas de eouduceao e annun-
cios.
O subdelegado
I rancisco Pacheco Soares.
O procurador da cmara municipal da cidade
de Olinda, abaixo assipnado, previne que o terre-
no aasgado no caminho que vai para S. Francis-
co desta mesma cidade, onde se acha edificada
nina mei-agua que se acha annunciado para ser
levado em hasta publica pelo r speclivo juizo,
propriedade da mesma cmara, que fura aforado a
extracta irmandada de S. Joao; achand>se as
mesmas condieoes a propriedade no lugar da En-
ceda-grande, (pie pertenceu amigamente a Cosme
Jos Guedes, e hoje a Jos Roberto do Espirito
anto, que tambera so acha em praca por esecu-
cao da fazenda.
Olinda, 28 de junho de 1873.
Jos Marcolino da Fonseca Manguinho.
"SANTA CASA I)A~JISEK1C0RDIA DO
RECIFE.
A Illnia. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Becife, manda fazer publico que
na sala de suas "sessoes, no dia 3 de julho, pelas
3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer, pelo tempo de um a
tr s airaos, rs rendas dos predios em seguida
declarados.
. ESTABELECIVIENTOS DE CABIDADE
Ba larga do Bosario.
Tercciro andar n. 24......2525000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 4o......200000
Ba das Calcadas.
Casa terrea n. 30...... 220 000
dem i. 32......... 134U00
Ba do Senlior Bom Jess das Crenlas
Ca;a terrea n. 8.......243|COO
Ba do Amorim.
Casa torrea de 26...... 121 JOCO
Ba de Borlas.
Sabrado n. 94. .......COI000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ba da Seaala-veiha.
Casa terrea n. 16...... 209/OO
Ba do Imperador.
Primeiro andar do obrado n.6*|. 1:601 000
Ba de S. tioncaio.
Casa terrea n. 2 |.| ,. \ 24OOO0
Beceo das Boias.
Sobrado n. 18....... 4215000
Ba da Lapa.
Casa terrea n. II...... 2O2000
Ba do Burgos.
Casa terrea n. 19 1525000
dem n. 20......... 1525tO0
Ba da Cruz.
Sobrado n. 14.......; 1:4005000
Ra de S, Jorgo (Pilar).
Casa lerroa n. 103...... 2065000
Os pretendenles devero apresenlar no arlo da
arreraalacao as suas tiancas, ou comparecerera
aco-i panliados dos respectivos dadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeloei-
menlo conimereial, assim como o servido da lini-
peza e presos des apparelhos.
Secie'aria dasanta casa da misericordia do- Re-
cife, 2-1 de jmnho de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Sonza.
Ooixeio gersl
Uelacflo dos objectos registrados existentes
na admihislrage dos cerreios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
A. CarroII, Anua Isabel do Aranjo Castro, An-
tonio da Costa Bego Lima, Antonio Clemenliuo A.
Lins, Americo Nune3 Cirreia, Antonio Gon$alvcs
Bodrigiios Franca, Arlindo Francisco Nogueira,
Antonio Ignacio do Bego Medeiros, Bemjamin C.
de Moura; Celso Tertuliano F. Quintella, Clarindo
Jos Soaree, Deonizio Antonio de-Oliveira, Domin-
gos de Souza Barros, Epiphanio Pe-Irosa, E. Car-
roII, Felippe P Nabuco de Aranjo, F. da Silva
Vaz, Francisco Jos Bbello Filho, Jos Cetano
de Albuquerque, Joaquim Moreira de Agular, Jos
Vieira de Siijueira Ferraz, Jos B. da Silva, Jos
Antonio S. Lobo, Jos T. de Mendonca, Joaquim
Gomes da Silva <., Jos Antonio Maia, Levino
Lopes de Moura e Silva, Salvador Correia de S e
Vicencia Ferreira de Cunha.
Administracao do correio de Pernambuco, Io de
julho de 1873
Jos Candido de Barros Jnior
Servindo de encarregado do registro.
!W
THEATRO
ESPrcCA k PEIXXNTE
Oiiiiila-frini 3 k jiillin
Oitava o ultima representai.ao do importante
e sempre concurrido drama em -3 actos:
MA^ONS
: OH
i4 A ,2^J J
V*. 8 1|9 horas ean ponto.
msm martimos
Para a Babia.
Pretende seguir com muito brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthur, tem parte de seu car-
regamento proinpto, para o resto que lhc falla
traase com os seus consignatarios Antonio Luis
de Oliveira Azevedo, ra do Bom Jess n. 57.
GHLTAffitt
DE
NAVELACAO BAIIIAXA
Para Macei, Pcnedo, Aracaj
*S ataliia.
E' esperado dos portos do sul al o dia 5 a 6
de julho o vapor Dantas, coinmandante Peres, o
qual seguir no dia seguinte ao de sua chegada
para os portos cima.
Recebexarga.-passageiros c dinheiro a frote a
tratar com o seus agentes AntoHio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 57.
Para Lisboa
Seguir com toda a brevidade o palhnbote por-
zer carregar ou ir de passagem dirija-se aos con-
signatarios Thomaz d"Ai|uino Fonccca & C. suc-
cessores : ra do Vigario n. 19.
O
Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir para o porto cima com muita
brevidade o brigue nacional Amelia, tem parte
de na carregameulo prompto ; para o resto que
Ihe falta trata-se com os .-eus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra do
Bom Josus n. 37.

>.>*>.
COiPAMIU
MESSAGERIESMARITniES.
At o dia 8 do corrente mez espera-so da Eu-
ropa o vapor francez Mendoza, o qual depois da
demora do eostume seguir para Santos, tocan-
do na Baha e Bio de Janeiro.
Para condieoes, fretes e pas;agens, trala-se na
agencia, ra do Commereio n. 9.
Santa casa da misericordia
do Recife
De conformidade com o quo resolveo a junta
ftministtatlva desta s*gtac4sa.em sewao do da
26 Jo' corrente vai prae'a todo predio
da ra do Imperador n. 81, tonaando-se por base
a quffntia de 1:601^000, maior preoo eflerecido.
Os uteressados podexap.comparecer pa/a o fim
indicado naenl.a das-sessoos' da mesma yanta pe-
las 3 horas r^ m-,ic do dia .3 do.niez de iplliq, de-
vendo rr scienles de que aldm ai tSa., terlo
de pajar a importancia Ao premio io seguro.
{to-j apparellujs e anliuidades i\\ eompVnhia le
umpeza, publica.
Secretarla da santa; **s. misericordia do
" "Recife, 30 de juub,a de *pj73.
O escrivao,
' Pedro lodrigua* de fouia, -
Pacific Slcam Nagali!)B Companj
Rojal Hail Sieamers,
Linha quinzcnal
O PAQUETE
ILLIMAM,
Espera-so dos portos do sul at o dia 4 de ju-
lho, o depois da demora.do eostume seguir-para
Liverpool, va Lisboa, para onde recebe passagei-
ros e carga.
N. B. Os vapores d?sta companhia rerabero
larobem paasageiros para Berdeaux. por mais
* 5, ,, p8ra daSSe l Alera do proco da pas-
* a. (sagem do Liverpool.
C paasageiros de Bordeaux podem desembar-
car em Lisboa ou Liverpool e a companhia obri-
ga-se a pagar-lhes as passagens de qualquer des-
tes portos para Bordeaux.
As despeas porin, em Lisboa ou Liverpool,
durante o tempo da espera, serao feilas cusa
dos passageirns.
De Liverpool para Bordeaux. sahe um vapor
todas as quartas-feiras, o qual atraca aos vapores
desta companhia para receber passageiros e ba-
nens.
s passageiros que desta sorte seguirem para
Bordeaux, tom a vaulagem d';dli nao l'azerem qua-
rentena : os agentes Wdson Rowe 4 C, ra (V>
Commereio n. I.
O PAQUETE
COTOPAXI.
E" esperado da Europa at o dia 6 de julho, e
depois da demora do coslume seguir para o sul
do imperio, R'io daPratue porioa do Pacifico para
onde recebe nasgagajros e dinheiro a frele.
Os agentes Wilson Rowe 4C., fu do Commer-
eio n. 14.
Para.
Este navio recebo alguma carga a frele, que
resta a engajar : a tratar com Amorim Irmaos &
Companhia.
Pela tbesouraria provincial se faz publico quo,
do dia 3 do correa** dtate pagam se os or-
denados dos empreados proviuciaes vencidos no
mez de junho prximo tinao.
Secretaria da Uiesuurarin provincial de Pernam-
buco, de jullw de. 1873.
O ollicia I?maior,
3f. A. t'mreira.
;-----------------


ia.
A .-.inia nacional Ge^an* tem ja parle d.-
sea carrcgaiiiMrt. prompl e sefue em |x'iico>
dias para a Babia : a tratar com Tasso tnnAoa
> C
AVISO

A carga que eslava a bordo da Georgiana para
a Babia foi transferida para o Unnbalai, que deve
seguir i'in pouoos dias ; e para o Bio Grande do
Sul fica carga o Gforgiana : traa se na ra do
Amorim n. 37, com Tasso Irmaos & C
Para o referido porto pretende seguir ri m a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez Lice por ter
a maior parte de seu carregameulo engajado,
para o resto que Ihe falla, que recebe a frele com-
modo, traa-se cm os consignatarios Joaqnim Jos^
Gongalves Belli o, ra do Commereio n. 5.
Rio Graddo Para o referirln pbrto'prrjtendb seguir com
a possivol brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior pllrte de seu carreg^uiento en-
gajado, o para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos<;
Gon^alves Beltro' & Filho, ria do Com-
mereio D. 5.
LFILOES
DE
movis, loup e cryslaes.
Tudo em bom estado.
Hoj
e
AS 11 HORAS DA MAHA.
Na ra do Imperador, primeiru aaar
n. 73.
A SABEB:
Um piano de armarlo, dos nielbores fabricante>
da Europa, t mobilia de mogno com lampo de po-
dra, das mclhore, contendo 12 cadeiras de -uar-
n-;o. 2 ditas de bracos, 1 sof, 2 ornelos, 1 mo-
bilia de Jacaranda, contendo 12 cadeiras de gnar-
nicao, 2 ditas de bracos, 2 bancas, 1 cadeira de
balando, 1 sof, 1 guarda-louca de amarello, 1 oa
ma para casal, 1 commoda Je mogno, 1 dila de
Jacaranda, 1 machina para costuras, 1 barmetro,
espelhos com molduras domadas, eabides, bacas,
tapetes, banquinhas, pas-aros cantadores, escar-
radeira?, trens de cozinha, e outros anuos artigo-
din un.-lie. .-.-. I
Crngente Pinlie Borges, competentemente auto-
risado, levar i lcilao o movis e mais artigns
cima, pertencentes ao Dr. Nunes Cosa, o qual
relira-se para o Bio de Janeiro com a sua Exma
amiba no vapor americano do dia 1.
jLEILO
DE
eandieiros, sobresalen tes para os mesmos,
figuras de bronze, moinhos, porla-.ba-
pcos deso, barmetros, thermometros,
tmpanos, cobertas pare palos, c mullos
objectos quccstaro ao examc dos con-
currentes.
No armazem da ra do Impe-
rador n. 45.
POI!
liquidago
HOJ
A's lO horas.-
Por interveii(;o do agente Pinto___
mobilias, luuqa e vidros
ije
S E N D O:
Doas mobilias de Jacaranda eum pedras, 1 dita
de mogno, com 1 cadeiras de guarnicoo, 1 dila
de faia, com lampos de pedia, I guarda-vestidrw
de amarello, 1 guarda roupa, 1 guarda lo-i ai
mesas elsticas, 1 cama franceza de Jacaranda,
marquezoes, cadeiras de amarello, banquinha*.
mesas redonoas, 1 oslante para livros, cadeiras
de balance,"pianos de mesa, louca para jantar, ai-
ros, copos, garrafas, clices, e outros multes
objectos que serao v ndidos para liquidar.
Pelo agente Martn*.
No armazem da ra do Imperador n. 18
horas do dia cima..___________
LEIL0
DE
10O eaix s com ceblas vindas pelo, vapor
lloiids.
IJuiula-eira ,1 do enrrento
A's 10 102 horas.
O agente Pmho Borges vender em leilo as su-
praditas caixas com cbolas por conta e risco (te
quem pertencer, na prsetica do Sr. cnsul de >.
M.britanuica, no trapiche Coinvii.o._________
Para o referido porto pretende seguir com pnu-
a demora o patacho portugus (Himla, por ter
i maior parte da carga engajada, para o resto
que l'ne Ra tratase com os consignatarios Joa
auim Jos Goncalves Bettro. 4 Ftlbo : ra do
i .omraercia a 5.
LLEIAO
DE
cerca de 600 saceos com caf avaiad.
Sexta-fcira 4 o corrate.
Ai :ui;! Ha
No armazem alfamlegado do baro do Li-
vramento, 'no caes do Apollo.
A. Banmann, capitao do patacho allemao Atmn-
h Catharina. Vindo da)Bio de Janeiro comear-
regamento de caf, eom destino FaluiMith, a re -
cebor ordens: entrado neste porto, com agua,
aberta, far leilo com licenca do Sr. inspector da
alfandega, em presenga de um empregado da
mesma repartiqao para o lim Harneado, com as-
sistencia do cnsul do Imperio germnico, por in-
tervengo do agento I1nk>, e por cunta e risco do
quem perlemr.Wafywte do earregamenlo do dih.
navio, avariado ft'agpa salf ida, costando de oer-
ca de 600 saec >, exlst?ntes no armazem
alfandegado do bario
Apollo, onde se efectuar o leilo, ao moio di..
do dia cima dito.______________________
Novo leilo
DA
barca portugueza Despique ///da 293 to-
neladas e 25,000 arrobas de carga, for-
-
I

a*



Diario de Pernambuco Quintar Mta 3 de Julho de 1873.

ac
rada de metal, eneaybada de pao e co-
bre, com o sou raassarae e apparelho
completo, e os mais artigos existentes na
inesraa barca. #'
SABBADO 5 DE JULHO
Na sala da entrada da associaco com-
raereial
m lt hora*
0 ag?nte Pinho Borges por mandado do lllm.
Sr. julz de direiti especial do coinmercio, e a re-
ijuerimenlo do* curadores liscaes da massa fallida
de Ferreira & Loureiro, e precedidas as formali-
dades legaes, vender a sujiradita barca rom as
pertencas da mesma, a qoal se acnaem frente do
trapiche. Cunha, exoosla a exame dos concurren-
tes.
-t
LEILO
DE
miudezas
20 dorias de luvas de jouvin de cores e
brancas, ditas de botinas para senhoras,
ditas para meninas, e cutros artigos.
SEXTA-FEIRA i DE JILHO
AS 11 HORAS DAMANH
O agenie Pinho jorges vender em leilao um
completo sortimento da miudezas sendo : guarni-
joes para camisas, ditas de diveras qualidades,
i caixa com papel almajo, borracha de seda e de
algo fin, trancas de caracol, linhas de meladas,
pcnle para coco, pulseiras, agulhas francem
muitos artigos que se acharo patentes no da
Jeilao.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primeiro anJar.
Leilo
DA
loja de miudezas
ra da Imperatriz n. 54.
SEGUNDA-FEIRA 7 DO CORRENTE
s 11 horas.
O agente Piano Borges vender em leilao, por
cunta e risco de quem pertencer, a referida loja,
constando de arma;o e fzendas all existentes,
constante do bataneo que se acha em poder do
Agente, em seu escriptuiio, a ra d > Bom Jess
a. 53, onde se daro todas as informacoes preci-
as.
LEILAO
DE
pred
ios
sendo um delles bom construido e elegante.
Terca feira H lo corrento.
s 11 horas da manha.
A saber:
Vm sobrado de dous andares na ra da Assump-
cao, n. 4i, em chaos propiios, que faz frente com
o convento da Penha, fresco e deleitavel.
O pavimento terreo com boas commodidades,
tendo 3 quarto?, cozinlia, quintil com boa cacim-
i>a o agua, portao que d;i saluda para a ra do Pa
dre Floriano.
Primeiro andar-2 salas, 2 quartos e cozinha.
Segundo andar.2 salas, 2 quartos, setao e co-
zinha.
l'm sobrdo_ de dous andares na ra da Moeda,
B. 17, em chao proprio, p.ivimeaio lerroo, primei-
ro andar, 2 salas e alcovas, segando andar^l! sa-
las, :i quaitoe, gotao e eoiinha.
O agente Pinho Borges competentemente autori-
zado, levar a leilao os sobrados cima declara-
dos, por conta e risco de quem pertencer, no seu
escriptorio, ra do Bum Jess n. 53, primeiro
andar, onde effectuar o leilo e dar-sc-ha alguns
etclaieclmenios soDre os ditos sobrados.
MSS DORSOS
Firmeza e humanidade.
A socledade beneflcencRt firmeza c humanidade
faz saber a seus irmos e as demais sociedades de
beneficencia desta cidade, que mudou as suas ses-
sies ordinarias para as quartas-feiras, s 6 horas
e meta eiu ponto. Recife, 28 de junho de 1873.
D secretario
J. F. Figueiredo.
- Fugio no uia 24 do crrenle 4o engento
Cnmoriziuho do termo de Agua-Preta, o escravo
pardo, de iotne Cl judian, de idade de 30*a 32 an
nos para mais, com os signaos seguiutes : altura
regular, cheio do corpo, cabellos carapiniiadoa,
testa e caneca redonda, oIIio grande, ps gran-
des e largos, em uai dos pos tem urna cicatriz j
velha de um golpe de machado, e u-m os dous
dedos alguma cousa abertos provenientes do dito
taino, tem os dentes da frente perfeitos, sera bar-
na, so can pouco buco, tem offleio de carvoeiro,
levou camisa e calca de algodo| da Baha, cha-
peo de carnauba, panno e cobertores de elgodao:
roga-se as autoridades policiaes a apprchencoes
do mesmo e capillos de campo, entregaadu-o nes-
sa i iraca ao Srs. Jos Lonrenco Goncalves, ra
do Maruez de Olinda, ou ao mesmo cngenlio ao
sou Sr. H.-A. Cavalcante de Albuquerque.
Instrucctlo primaria
No oitao. da matriz de Santo Antonio n. 6, ha
urna senhora habilitada, que se propde a ensinar
por commodo preco, garantindo dcsvolar-se pelo
adiantamentn das meninas que Ibe fizercm a hon-
ra de confiar.

Sociedade Monte-Pio Santo
Amaro.
Tendo sido marcada a installacSo desta socie-
dade para domingo 13 do crrente,'pelo presente
Lse convidam a todos os senhores socios que te-
nham deixado de satisfazer seus coinpromissos, a
fize-lo dentro do praio de 12 dias, afim de se Ihe
tornar extensiva o ultima garte do artigo 28 dos
estatutos. Onlro slm. sao convidados tambem
para as sessoes de quinta-feira 3, s 7 horas da
noite, e domingo 6 do corrente, s 11 horas da
manh, todos os socios.
Secretaria da sociedade B M. Pi S. Amaro, !
de julho de 1873.
O secretario
Sebastiao Pyrrho.
Manoel Carneiro da Cunha declara qu de
hoje em diante fica nssgnando-se Manoel Guilher-
me Carneiro da Cunha.
Est fgida
Fugio em 17 de marco prximo passadoaes-
crava Matilde, de 32 annos, preta, croula, estatu-
ra regular, cheia do corpo, pernas finas, tem uns
careos no rosto que parece espichas, falta de
dentes na frente, falla muito manso que as vezes
desafia a compaixao, boa sozinheira e engomma-
deira, filha do Para, foi comprada sogra do
Sr. commendador Lucena, uiuito conhecida por
ter estado alugada em easa do Manoel, inspector,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tem sido
vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxang, Mag-
dalena e aqui no Recife : pedese encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes e-capitaes de
campo a sua appreh'-ncao ; assim como se pede-a
quem tenha amas que verifique nessas que dizem
ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
sahe ra, e que se gratificar a quem a trouxer
ra do Livramento n. I a Antonio de Paiva Fer-
reira.
Precisa-se de urna ama para cozinhar: na
ruada Cadeia do Recife n. 40, lja.
Alugase urna ama para todo o servico : na
ra da Gloria n. U6.
CASA DA FOBTPA.
AOS 5:000$000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' na Primeiro de Marg outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casos do cosame.
O abaixo assignado tenJo vendido nos seas fe-
lizes bilhetes, um inteiro n i 11 com 5:000*, tres
quartos n. 2,369 com :<00, e outras sortes de 40*
e 20* da lotera que se acabou de extrahir (56."),
convida aos possuulores a viram receber na con-
/ormidade do costume sem descont algum.
Acliam-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 19' parte das loteras a beneficio da nova igre-
ja de Nossa Senhora da Penha (57), que se ex-
yahira terca-feir;, o CST^nte mez,
PREQOS."
Bilhete inteiro 6*000
Meiobilhete 3*000
Quarto 1*500
EM POBCAO DE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro -5*500
Mcio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Mnnoel Martmt Ftuta
Na ra da Alegra n. 40,
precisa-se de urna ama de
idade, que tenha boa conduc-
ta, para andar com urna menina.
AMA
Alaga-seo gabinete do4* andar do sobrado
da. ra do Rangel n. 7 : a tratar na laverna de
mesmo sobrado.
Caixeiro
Precisa-se de nu caixeiro portugus, de II a 15
annos, para taverna: no pahio-tia Hibeira b. 33.
-- Na nu Uroiia n. 17, r andar, lava-se e
engommase roupa de horneas e do .senhoras, com
promptido.

DE
LOUIIES.
IV. 1Ba la Caninterei*IV. f
Hoje 1* de julho tora lugar a abertura diste
magnifico eslabeteeimente. Foroeee bospedagem
aos passageiros, quer da Europa ou portos do im-
perio, por ter commodos excedentes. Proniette
modicidade nos precos. Fornece comedorias por
assignatura. E....-..... nada mais diz; cinge se
ao antigo anexim. Quem ra la, melhor falla t
HOTEL DE LONDRES
N. 7Ra do Commercio-N. 7
Das 6 horas da manhi as 10 da noite.
Atteneo.
Precisase da quantia de 500* a jaros para pa
gar-se em prestacoes mensaes de 80*000 : quera
quizer fazer este negocio deixe carta fechada com
a inicial G em mao do administrador, no andar,
o qual tambem poder dar alguma informarse
Eu abaixo assignada declaro que vend ne-ta
data aos Srs. Pereira k Martins o hotel portuense,
sito ra de D. Mara Cesar n. 16 (outr'ora Sen-
zala-nova) hvre e desembaracado de qualquer de-
bito que possa apparecer nesta praga correspon-
dente ao mesmo hotel. Recife, 30 de junho de
1873.
___________Vieente Jos Lopes Pedroso.
Engenho para arrendar
Arrenda-se por preep commodo e engenho Ca-
nanduba, distante ama legoa da povoacao de Ja-
boatao, moendo com agua, e com trras para i
2,000 pes annualmente : a tratar no mesmo en-'
genho, ou no Recife, ra do Mrquez de Olinda I
numero 4.__________________
CASA DO OUKO !
Aon .>:OOOTOOO
Bilhetes garantidos
llua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova'
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seu<
muito felizes bilhetes a sorte de 100*000 em!
quatro quartos de n 2657, alem de outr.ss sortes'
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se I
acabou de extraa (56*;; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente sern
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-!
vel publico para vr ao seu estabelecimento com i
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixaro de
tirar qualquer t remio, eomo prova pelos mesmos
aiiiiun ios.
Acham-se a venda os muito felices bilhetes ga- i
antidos da 19" parte da lotera a beneficio da groja i
[ilfak
3B
i nc 1R9
HYHOPHOSPHliS
OOD^CHURGHIili
MROPE OE HYPOPHGSPHITO O SOD
MBOPt OC NIPOPHOSPHITO IX CAL
PILLAS OE HTPOFHOSPHITO DE pU'll 0
HiiMa.mH.kl*I^IBna
IMWPE OE MrPtPHOSPBno OE FEP.O
ULULAS DE MPCPHSPHITO DE MAKGAnESI*
MdBMdil'rtMilKHRgBEH
PASTILHAS PECTORAES 00 0' CMURf.H.'Ll
E>i|(ir inirm xautfitt o frauo ifuadmHo
t *m tno o> prbuclnt >.ssignaturi do
D' CHVBCBXL.I., f n leireiro rom a mirra
d lUTir* lia n.iinini 8WA.NN, ti, r3
Cattii/iioue. 1'AKIS.
i
Resulta das uti-ev\f-i^' cr!hid:i pclRR sunmii-
dadrs mlicas peitoral balsmico do dislincto e Ilustre professor
Vmqiki.i > e eaipnfado ciuu siicce-sso sempre igual
para curar -
as wLj:.rtES :c suciuai t tfttt&n bo t:xo
S wfil'ydiDMICA-
do corrente mez.
Preco
IjR Precisa.se rli> urna ama para comprar O co-
zinhar : na roa do Coronel Sun^una n. .
IB Xa ra larga do Rosario n. 8, 2. andar
precisa-se de urna ama para comprar e cozinhar
eftambem de duas pretas para vender bolos.
URGENCIA..
Ama de leile.
Precisa-se de urna ama de leite, quer soja
forra ou captiva, porm sem filho, e que te-
nha bom e abun Jante leite, paga-se bem : a
tratar no 3. andar desta typographia.
Meili.
Inteiro
Veio
Quarto
l>e KMiKH
' "Tmelro
"Meio
Quarto
Recife, 0 de junho de 1873.
^^^^^ Joo Joaqium da Coga Lritf
6*000
3*000
i*:;txi
para cima.
*S00
2*750
1*375
- *Ml:.;\r-. n,'ili:>-KS, CATAIll:H'ii
Definios, I'-j"; n-talite, Kitinccao da o.
AMASS \, r.fi.i- i ii-jji'aeileagvadaTClMbor,om
' precios") incdicaniciiio para paRoasnw riajaiu, m
\ sao ubrii/inii,. a fui m mailit. Pars, Pharmacia
I VAQUELI.V-DI^I.'.f-.'KI'.S, na df CL'ry, 31.
ItftiiU ru lltt > ri'.jruc.ii .>.-. k\ Urncjai.
lico-cirurgico
y ROA 00 'MPERAOR K. 73, ANDAR;,
0 DR. KUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPEClALrAb'S.
MobstiJse oper*5e (e olhos.
Cura radie! e inilantaoea 1o^
eMreit-rnet.tos da areii?.
Confilas: Das 7 s 10 toras
da rus; bf.
Cl'aro'dos: A qnalqoer hora.
I
Sociedade Propagadora da
Instruccjk) Publica.
O conselho parochial da Sociedade Propagado-
ra da Instruccao Publica na freguezia de Jos,
tendo de installar no da 1 do mez vindouro,
duas aulas, urna de fraucez e outra de instruc-
cao primaria sob a direccao do socio bacharel
Manoel Francisco do Rarros Reg e a segunda
sob a do socio Anacleto Publo de Moraes (Jarva-
lbo, que para o gratuitamente se offereceram,
convida a todas as pessoas, que se quizerem ma-
tricular em ditas aulas, a comparecerem, no re-
ferido da pelas 6 horas da urde, em ra Im-
perial, casa n. 177, onde ter lugar a installacao
bem como a todos os demais que com suas pre-
sentas quizerem abrilhantar este acto.
Sala das sessoes do conselho parochial da So-
ciedade Propagadora da Instruceao publica em
S. Jos, 28 de junho de 1873.
O secretario,
___________________Livino Chacn.______
Irmandade de N. S. do Bom
Conselho.
Convidam-se os irmaos mesarlos antigos e no-
iros a comparecer amanh 3 de julho s II horas
da manhi, no consistorio do convent) de S. Eran-
cisco, afim de dar-se posse a mesa desta para o
anno de 1872 a 1873.
Consistorio da irmandade acadmica de N. S.
do Bom Conselho, 2 de julho de 1873.
O secretario,
Francisco Fernandes Peona.
Ao coramercio.
Nos abaixo assignados declaramos que compra-
mos o hotel Portueuse, silo ra de D. Mara
baracado de qualquer onu ; e se alguem julgar-
se credor, quera se entender cem o dono, que ns
nao attendemos a reclamacao alguma. Recife, !
de julho de 1873.
Pereira & Martins.
AVISO.
O gerente da casa de emprstanos sobre penho-
res, travessa das Cruzes n. 2, previne ao publico
penhores constando das cautelas vencidas at 30
e junho.
Aluga-se
armazem da ra nova de Santa Rita n. 57, pro-
rio para serrara : a tratar junto n. 59.
Precisase de refirudorw no largo do Ar-
senal n. 7.
CAZA DA FORTUNAl
RA 1. DE MARf;0 OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:000$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
Eromptameute, como costuma, at o premio de
:000*.
Prec-os.
Inteiro.......24*000
Meio........12*000
Quarto....... 6*000
Manoel Martins Fiuza.
Official de barbeiro
Precisa-se de um perito official de barbeiro
tratar na ra do Imperador n. 38, Io andar.
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual fo?a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Aluga-se urna casa terrea n. 24 travessa
do Calabouco-velho atraz da ra Nova : a fallar
na na do Imperador n. 44, botica do Ribeiro.
Terrenos baratos de 3# a 6$
nos Afflictos, e 3# no Sal-
gadinho.
Antonio Jos Rodrigues de Souza vende-
terrenos de seus sitios de trras proprias, aos
palmos, cm a nova ra quai em frente a
igreja dos ATiictos e do Salgadinho com
a frente para a estrada de ferr de
Olinda e oito para outra estrada o lado do
mesmo sitio ; a tralar com o Sr. Tristio
Francisco Torres, na tbesouraria das lote-
j rias.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Rus do Comnaercif n. S, andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre os seguimos
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valencia.
Figueira.
i CONSULTORIO
1 MEDICO-CIRIRGICO
W do 9
^ Dr. J. .11. Curio 0
M. Ra do Mrquez de Olinda n. 2o, pri- >
meiro andar. T?
Consulta das 9 horas s 11 da manha. X?
10 Chamados a qualquer hora. 0
JKugio
No da 14 de maio do corrente anno, fugio des-
te engenho o oseravo Marcelino, preto fufo, bai
xo e seceo rosto descarnado, nrnas e bracos H
nos, falla baixo, sem nenhum deleito. Re restn-
ta ter 30 annos e tem alqumas marcas antigs de
relho. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-
tones de Queiroz Barros, do engenho Ronca do
Cabo, e consta achar-se para os lados da cidade
de Nazareth, onde tem pai e irmos forros, ou
em Goyanna e N. S. < outras vezes j tem sido pegado quando perten-
cia ao dito Sr. Autnnes. Roga-se s autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua a pprehensao
e conduzi-lo a este engenho, on no Recife aos Srs.
Cunha Irmos C, ra da Madre de Deas n. 34,
que se gratificar generosamente.
Engenho Dous Mundos 21 de junho de 1673.
Manoel Heraclto 6" Albuquerque.
Radical para
| Escrfulas, Chacas Antigs, Ulceras,
Fruidas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
POSTHEMAS, ERUPgOS, HERPES
Implngcna, Lepra, Tin ha
e todas as Molestias da Pelle
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
s molestias Syphiliticas
Febresamarella e Typhoide
TRATAMMTO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e RECONSTITUIRTE
Di D" DELOR. de Paris
DEPOSITO *, boulevard St-Martin. PAR
Agentes Gentes para o Brazo..
P. RODDE (ao grande mgico), roa do
Ouvidor, 118, Ro de Januro.
W* ? J
avcmla u
luid dcposiln. aonde .^ acli.i
.asa '!< I'. > ,ii>ri-i- <: ('..
Vigor do Cabello
DO


DENTISTA DE PARS
19-RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame-
recera confianza dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
g geral.
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituido de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello urna preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
conservar o cabello. Por meio do sea uso o
cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve cor que lhe natura] e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se torna
denso e a calvicie umitas vezes, posto que nao
em todos os casos neutralizada.
Nao ha nada que pode reformar o cabello
depois dos follicuos estarem destruidos, e as
glandes cansadas e idos, mais se ainda restarem
algums podeuj ser salvadas e utilizadas pela
applicacao do Vigor. Libre de essaa substancias
deleteriaa que tornam muitas preparaces de este
genero tam nocivas e destrnctiyas ao cabello, o
Vigor soinente lhe beneficia!. Em vez de
sajar o cabello e o fazer pegajoso, o conserva
limpo e forte, embellizaado o, impedindo a queda
e o tornar-se ruco, e por consequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nao ha nada mais dese-
jar; nao contendo oleo nein tintura, nlo pode
manchar mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdura no cabello, lhe d um lustre luxurioso,
e uia perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, necessario
mais tempo de que com o cabello, porm se pode
appwesar o effeito, envolvendo a barba de noite
com um lenco molhado no Vigor.

MKPAJLADO POS
Dr. J. C. AYER A CA., Lowell, MaM^
Katados Unidos,
CMmt AwMin Anmtftteo.
VKNDK 8K POR
FUHDICO DE FERRO E1R0NZE
FABRICA DE HACHIN1S
l ra (b Rara di Triiimpln (na diRrniii l'iis.llrtta M
CARDOSO & DffllAi
AV1SAM aos Srs. de engeiihos e ao publico ern geral, que reeebeilm da Europa
jiamlc sortnento ile ci agens para cngenlios e para lavoura, o quaosefer outros oso
i misteres da industria agrenla, o que tudo vehdem por presos ru/oaveis.
V apores horisontaes de 4, G, 8e 10 cavallos, os melhores que vemyo mercado.
MOenuaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS moenaS para assentarcm grades de madeira.
TaixaS de ferro |UI|J',1 u batido, de todos os tamannos e dos melhores falwi-
m cantos.
tOaaS O agua de diversos tamnnhos.
tvOdaS dentadas de diversos tamanhose qualidades.
Arados, americanos de diversas qualidades.
r OrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
CoilCei'tOS concertam L"om promptido qualquer obra ou machina, para o que t**tn
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS ^an("!,ra v*r Por encommenda da Kuropa, qualquer machinismo,
para o que se correspondern com urna respeitavel casa de Londres
i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar asaeutar
as ditas machinas, e se responsabilisara polo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (ra do Brum)ns. 100 a 104
F U N D I C A O DE CARDSO & IR MAO.

:*4ij
- .
k



56 aRa do Mrquez o'e Olinda 56 a
(outr'ora ra LOJA DE MAC
Sendo este antigo estabelecimento assaz coubecido como principar e rucoramcn-
iado pelos grandes depsitos e bous sormenos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas auicricaa para algo-
ilo, desde 10 60 serras, e havendo em t) los os lmannos diversidades de syst>-
rnas e melhoramentos para perfeito e rpido l.s( urocamento ; tornam-se dignas I-
serem vistas e apreciadas pelos Srs. fmnhores; os qiues, alm disto, encontrarn
tambem mais :
AP..rmios vapores locomoveis, deforma!
de 2'/i e 3'/i cavallos com to.loa perlificas
precisos paea trabalharem i machinas para
algodSo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mao para alterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos ile ferro estanliado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
<".uards-comidas.
lampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Turnos de l'n-le(jas finas,
i rreias para amistar madeira.
l vlndros americanos para padarias.
l'ei tencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Ureu superior.
Nii'inios de diversos fabricantes para inh-
ibo o caf.
1 .'iulliadores para milho.
Az. -ito de penacote para nucliioM.
Cai.i s dcl.irro.
BombM de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro jiatente.
Catinos de ierro esmaltados.
Ditos Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies | ara ferraros.

Traa para cozinha.
Emlim muitos outros artigos, que savistae niste estahele.niodi'iantitp
examinados.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
A' ra Primeiro de Marco n. 7 A, 1. andan
Lacoste, perito cozinheiro francez, 20 annos de pratica, acaba de montar
tuoso hotel na ra cima denominada, aonde o respeitavel publico desta bell
Santa Cruz encontrar todos os dias urna comida deliciosa.
Vinho de todas as qualidades.
Conservas idem idem.-
Cerveja dem idem.
Licores idem idem.
UVAA\ TiUHHHHX
Toma-se assignaturas.
Aberto desde as 6 horas 'i manh at as 10 da noite,.
H i 11 n
RAP AKAFINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MOREIRA & G.
um sump-
a trra d>
\
K

-----------


'

\
NA
BAHA
Moreira A C. solicitam a atten?o do publico da provincia de Per-
nambucopara o rapAKEIA FINAproducto de fabrica pertencente a
filhos do paiz cuja qualidade est reconhecida igual a do verdadeiro
^AREIA PRETAcomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo
alm disso a vantagem de ser viajado.
N> intuito de tornar conhecido e devidamente apreciado o rap
AREIA FINAos annunciantes acabam de autorisar seu agente em
Pernambuco a acceitar, mo grado i s obstculos edireitos de intro-
ducQo, a luta da concurrencia acompnnhando-a nos abatimentos de
preco at onde fr isso compativel com suas forjas.
Os annunciantes esperam encontrar na nobre populacao de Pernam-
buco o apoio que teem jus a actividade e os esforcos que elles teem em-
pregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de industria
que at boje s ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptorio do Sr. Domingos Alves
Matheus, ra do Vigario n. 21
As vendas sao feitas em libras ou em meias libras, a vontade do
comprador. *
Preco' 18*000 a libra, cora descont de 20 "0emporio de 10 libras
para cima.
Baha, 18 de abril de 1873.
Moreira & C.
)\


Diario de Pernambuco Quinta feira 3 de Julho de 1873.


/
MMJWJm, MOVID^IIE
PIANOS E MSICAS
A*rvio JOS DE AZEVEIIO
Riu do Barao da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonie o publico em geral encontr, }sempre o maior e mais esplendido sortimento de pimos de
Panos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acbi de abrir no prlmeiro andar do sobrado n. 12 confronte
aoticA Miurer, um grande sa.ao onde estao expostos os munficos
*m.^ vS de annar:o, de Pleyel.
* de me i canda, do roes roo antor.
-------- de H. Hean.
de Amede Thibont.
nico feote nesu cidade, dos celebre afamados
PIANOS DE flUCHER FRSRES
vremiado* em diversas exposi^das om 14 medalbas de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqai vem da Europa, perfeitamenle afin-
is, fiitoe com elevan :ia a solidez.
Tambero receben grande sortimento de msicas psra piano, piano a
canto e entre ellas as lindas compoeicfies do muito sympalhico maestro
F. 8A %TI\I
A SABER :
Voc rae quer Walsa.
UltlMM pnbllea^dc*
Feitas du cfflcmas de msicas
do annonciante.
Emilia, polka por L Sooltt.
Circaciana, schotch, por SmoltL
Jardn de Campo daa Prcexas,
qaadrilba, por J. Pepee.
Cbuva de Rosas, Walsa, por H. A
bertaui.
La Separacioni Para canto.
A Lu elctrica, grand s Walsa.
Frnco Biaslleiro Polka.
Tomada de Valleta Galope.
Jcaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Walsa.
A Mioha Lyra A Natalicia Walsa.
Polka
Studienta Polka.


D'aqai emgdiaote continuara a annoneiar toda aa publicares que se forem friendo as suas officioas de msicas.

CAUTE
MERON &
,%. w M s m, m
A. J. Itoogh, como represen tarde d
ras dos Srs D. Oppeohoimer de C, de Lon
drcs, ntlorece' aqs seuhores locistas de Per-
nambuco um completo sortimento do amos-
fr.tsdc lotos as f/.cii.l.is, rVrrag/i>, sollins,
saji.itus, arn-ius, inud<:/.:is, -ti:., "ti;; |i >-
den d-se entender com o mosmu senhor, ii
RUADOCOMMERTIOS. 38,
ARMAZEM.
Arrenda-se nm sitio perto da estaco do Caxan-
t"* com boa casa e cacimba de agua de beber :
queni pretender dirja-se ao engenho Poeta a ira-
H^ai pretender ainia-se a
t*r com o seu propnetario.
Precisa-se de 4:000*000 sobre hypotheca
predio, na fregnezia de Santo Antonio, ou sitio
na linba de Apipaeos, paga-se os juros mensal-
mente : q em pretender deixe carta fechada
nesta typographia com as iniciaes M. R. para
ser procurado.
Isabel Augusta Scolla
Pinto.
Manoel Jos Carneiro Pinto,
Theodolinda Balthar de Oliveira,
Isabel Ferreira Balthar, Estepha-
nia Mara de Oliveira, Isabel Au-
gusta Scolla Fraga, Joanna Fer-
reira Balthar, Paulina Ferreira
Balthar e Antonio Joaquim Goncal-
ves Fraga, esposo, mai, av, irmao, Has e cunta-
do, agradecem do intimo d'alma a todas as pe?.
soas que se dignaram acompanhar sua ultima
morada os preciosos restos da finada Isabel Au-
gusta Scolla Pinto ; e de novo as convidam para
assistirera a missa do stimo dia, que tora lugar na
igreja de N. S. do Livrameuto, pelas 7 horas da
do dia quinta-feira 3 de julbo; peto que
desde j se mostrain gratos por este ultimo acto
de religiio e caridade.
VY
ado-se no da 19 de abril do crreme
anno, o escravo croulo, de nome Tertuliano, co-
nhetido geralmeote por Teto, cor preta, com 20
aanos de idade, estatura regular, sem barba, com
falta de dentes do lado de cima, tendo sment-i
um na frente, trabalhou como rnela! de sapateiro
em casa do Sr. Mximo, i ra da Cruz do Recife,
esquina do becco da Linguete ; levou vestido ca-
misa de chita preta e ralea de casemira escura
com lisira preta ao lado, e como carregasse com
mais roupa, de somier que teoha mudado, eos-
tumava andar cal jado : queni o prender leveo-o
a sen senhor era a rta Imperial n. 181, que ser
gratificado.
* OSr.OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue*
teiro, rogado a apparecer
tiesta typographia a negocio
que nao ignora.
H.
AO AK.MAZKM
VAPOR FRANCEZ
ItUA IIOUAKAUIU '.lUOIIIA
7Outr'ora NovaN. 7
1 \mh
Iraiu'cz.
Aluga-se
Na rua do bupefador n.
IWI esclavo paa .ijuilaiilc
Htm.
3i pecisa-se alnfar
Ae co7.ii! a. Pa|
Fiigio,
Fujiiii da casa dri jen fi'iiln r no dia i'.i de abril
do emente B'i, es'cra.vn, de huim Raymuuda,
(um os siguaes segualos : boin preta. coxa, urna
cicatriz na torta, lalla inuilo e teni por habito di-
zr que c litro queni apprchcnder qiuira loar
rua de Santa Rita n. 5, entrada pe' rua nova
de Santa Rita. Con-tanao ao sen senlmr que al-
guera usufrue o inibullio da dita eserava, elle de-
clara que lia do proeeder Jndieialmente centra
quera quer que seja.
-* .... "
MOMA
Est encouracado 1!!
Boga-se ao Illm. Sr. Ignacio Viefra de 'Melto,
escrivao na cidade de KaUreth desa provincia, o
| 'favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira cnamada este jornal, em
dAdraembro de -1874, e denois para Janeiro,
passouiHnnc.< v^.........-,-__ \ '--
e por -este motivo de novo chamado para \
Bm, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de oito aonos, e quando o Sr. sen tflho se
achava nesta cidade

nos compradores do bem oonhecido e aers litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e om papel da mesma cor, cujo desenlio se pede,
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores qne q^iizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao seren engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEUBON & CL, e a desig-
nado de REA PRETA.
MERON & C.

O Sr. Octavio Pereira
dt* Cunha, estudante Oo o."
arnio dafeculdade de direito,
qaeira apparecer nestatypo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
Vende-sepes de larangeira denmbigo e
di. china, sapotas e sapotis, fructa-fin, pitonga,
jiinha : aa Ponte d'Ucha n. 10.
'Fugio do engeoho Gotabeira, fregnea de'Ja-] *">mm* e meninos.
Para homoiu.
BOTINAS de iiezerro, cordavo, pellica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melliores
fabricantes.
SAPATOES de be erro, de cordavo e de case-
mira.
SAPATOS de lustre com sallo.
SAPATOES alamancados com sola de pao, pro-
prios para banlius, .itiu e jardins.
SAPATOS de tapete, charlut, castor o. de tranca
francezes e porlugner.es.
Para Meahoi*n.
BOTINAS pretas, brancas e de cores diflerentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATI.NHOS de phanlasia com salto, brancos,
pretos e de cores dilTereutes, bordados.
SAPATOS de tapete, cliarlot, castor e de tranca.
Para menina.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugue7.es.
Para menino*.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portugueses.
Botas de montara.
Botas a Napotoao e a Guilherme, pernelras e
meias perneiras para hornen-, e meias perneiras
para meninos.
No armaxem do vapor francer, 4 rua do Bario
da Victoria n. ?.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de hVaco, de guernicoes,
solas, jardineiras, mezas, cjaversadciras e costu-
reiras, tudo isto rauito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para slelas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francer, rua do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabara de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo*, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejain : Altihonse
Bhndei Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor Tranoex, rea do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Pi>ios extractos, banhas, leos, opiata c pos den-
trfce, agua de flor de faranja, agua de toilete,
divina, florida,'lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, rrmitos artigos delicados em perfuma-
Ta para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos t>em conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor franciz, rua do Baro
da Victofi?, outr'ora Nova n. 7._____
...-Mft./lu"nii^risr ;'
.n*cs*ciites gstos o
pliantazian.
Bepelhos ilourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de. camurca.
Caixinbas de costura ornada com msica.
Hiuuus c i|iim imivi.i ,,... __.__.....
Caixin'ias cora vidre de augmentar retrato;-.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imita cao c botoes de punhos de pta*
^u.
Bolsinhas cofres de seda, de velludo e de cou-
rinlio de corda
Novos objectos de pnantazia para cima de mesa
toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac uno e de todas as gnarnlcoes.
Bengalas de liu% canna, com castoes de mar-
,m.
Bengalias diversas tm grande sortimento para
M IHMiM
ttoatio, no dia "o do corrente, o escravo Joao
Es'a fgida a eserava de nomeBernarda, de
idade 23 annis, pouco mais ou menos, levou saia
-de ganga e camisa de algodo, tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
toados: roga-se as autoridades policiaes e capi-
Ues de campo o obsequio de pega-la e leva-la
eeu senhor, no Caminno Novo n. 110, sitio, ou na
na da Cacimba n. i, que sero generosamente
recompensados.
Aluga-se por 25*000 a casa n. 6, sita rra
de lama em Santo Amaro, estrada ja iconcertada
de novo : a tratar na rua da Restaurar n. 51,
oulr ora Guia.
Precisa se de um caueiro nacional para
urna taveraa : na rua de Vidal de Negreros n.
141.
Diuheiro juros.
Precisa-se de 30 coritos de ris a juros, dando-
m como garanta da referida quantia propeda-
des, eujo valor excede a noventa contos ; quen
prefcnder pode deixar ne.-ta typographia o seu no-
me para ser procurado.
Aluga-se a casa n. 10 A dailha de Bemfica,
na Pawagem da Magdalena, cora hanho do Capi-
barioe na frente, de excellentes ares, e de preco
de 00/ annuaes, tendo cominodos 'para familia :
a tratar aa rua estreita do Rosario n. 17, 1* andar,
escritorio._____
z
Precisa-se de um criado de 10 a 15 annos,
e entenda de servico de eopeire s na rua da
peratriz n. 24, 1* andar
Precisarse alugar duas escravas, tendo urna
que engomtne, coiinhe e Caca todo o servido de
urna casa de ponca familia, e outra propm para
vendas de rua : no pateo do Carmo o. 20, !. an-
dar.
DE
CABELLEIREIRO
Rua do Imperador 38 h andar.
O Artista Andrade, antigo e acreditado official da casa de Delsuc, participa as Exaias.
famlias ao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo saleo, aonde
se apronapta com perfeicao toda e qua!qer eneommenda tendente i sua arte.
Prepara-se pentendeados -e pbsticos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignas,
concerta-6e toda e qualquer ote-a em cabellos e f*z-se com perfeicao toda obra de cabellei-
reiro sobre encommaada ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
parte.
Alem desta grande vantageai comproraette-se em servir com pontualidade, perfei-
cao e asseio., para o que iem hablissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que era seu grande salSo, ha contioua-
damente sortimento completo de coques, caebe-peignes e topetes, tudo de moderniesiaios
gOSt03.
Rua do Imperadora. 381. andar.
Comedor,freto'fnla, cabellos-e barbas- c olhos amarellos, alto, possante, representa ter 3o
annos pouoa mais ou menos ; levou camisa bran-
ca, caica de ca-emira escora e clias)o de couro:
desconfia-se .que ande a (rabalhar do carvao, on
no algodao, ou eatao queaade para as tandas da.
Estrada-Nova, onde tem una irm : iquem o pe-
sjar leve-o aaipateo de Carmo n. 1, ende ser re-
compensado.
Ganadlom medico ^
8
Escravo fgido.
50^000 de gratificacao.
Ausentou-se do engenbo Victoria no termo
Barraros, o mulato semi-branco Saturniano,
de
de
Escravo fgido.
150j000 de gratificacao.
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda, crioulo e bastante ladino ; este preto perfeito
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos eozinheiro, estotura alta, magro elnos grandes, ja
castanhos, nariz regular, tem um sipal nos peilos,
proveniente de urna espinha, pernas e ps
grossos e mal feitos: quera o pegar, ou delle- der
noticias leve ao seu senhor Dacio Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, su na praca do
Corpo Santo n. 7, Io apdar, que ser recompensa-
do generosamente.___________
Engommadeira.
Lava- se e engomma se com aceio e prompdao:
na rua do Bom Jess n. 48, 2o andar.
Ua para alugar.
Um terreno com urna vasta piantacao de capim,
no Caminno Novo (Soledade); a tratar na rua da
Cruz n. 3.
Vende-se iyn sitio em chao proprio, no lugar
do funda, em Beberibe de baixo, com casa den-
tro, tencio 100 palmos de frente e 400 de fundo :
quem pretender dirija-se a roa do Raogel n. 48.
estove no engenho do Sr. Lul de Caiar, em 5.
Lourenco da Matta, onde eonsta ter prenles, foi
escravo dos Srs. Adriano A Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senhores foi eozinheiro, tero
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capites
campo que o pegando leve-o rua do Duque de
Caxias n. 91, foja de miudezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificacao aeima decla-
rada.
:DO
Mr. IlurUlo.
RUA DA GBCZ N. 26, .2 ANDAR. ff
Recem-ckegado da Eerepa, onde fre- Q.
iqaentou m nospitaes de'Paris e-Londres Q
pode ser procurado a qualquer hora do t
da ou da swmte para objecto de sua pro-
fisso.
Consultas do^meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pebres.
/ Efpfcia lid%i$s.=Molestias da.paI le, dt
eriafli-a e de mutber.
Emprega no tratamento das molestias
de sua especialidade as imdias fras*
banhot a rapar, para os quaes trouxo
os apparelhos ohus moderaamente em-
pregados na Europa.
Tamben appliea .com grande proveito
rio tratamento da molestias do tero a ^
S 0tXSlXKX?C^.s>OOO<*Ot^
Conl*jt*rls> da iraaanl Nf/faas Espirita Hnmi:
O escr*vo da ilrmandade do Divino Espirito
Santo deetara em orne dajoesa rejedora, que
nao podeado ter fugar a posse dos novos eleitos
Sara o annode 1873 a 1874 no,dia 29 de junho,
eou transferida para domingo 6.de julho do cor-
rente anno, as 6 horas da manbi, para cujo acto
prewne de novameate aos mesmos iwnaos eWtos-
Precisa-se de um homem para conductor de
carroea : a tratar na rua do Baro da %. Borja o.
Chicolinhos de baleia c de multas qualidades
Esporas de tarracha para saltos de bolas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tantaruga para desembararar e para
barba.
Ditos de marfmi muito finos, para lirapar ca-
lseca.
K Escova9 para rotipa, cabellos, unhas e para den-
*s.
Carteirinhas de medreperola para dinr eiro.
^ Meias para -homeos e para meninos.
Grvalas brancas, e de seda preta para homens
|a meninos.
Campainhasde mola para ol mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mi e outros muitos differentes joguinhos alle-
raes e francezes.
Malas, bolease caceos de viagem de mar e ca-
mwhos de ferro.
Mamadeiras de ridro de dar le I te mui fac:l s
criancas.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bereos de vimes para embalar criancas.
Cestinhas de vimos para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criaaoas.
Veoexianas transparentes para portas ejanellas.
Beerbeios transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avnlsns para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminac5es de
fes ras.
Baloes aeeeostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Quem iiiaiscoHHiiiidoiilTerecc?
Incontestavelmente a toja de calcado estrangei-
ro qne mais ronimodo offerece em peral, com espe-
cialidade ao bello texaro PaRIS NA AUERICA
rua Duque de Caxias n. .'ifl. piiu.eiro andar (an-
tiga do Queimalo) e a rasao a razao simples :
um cavalheiro (amante, do clnqtie) per rerto se
in ominnila quando, para comprar utn par de bo-
linas, ve-se forgado a experimentaba sobre um
pequeo o puemso pedato de lapele (systema ma-
carrnico) no pudendo desta forma conheeer se
a bolina Ihc fica ba, pois, nao Iem espaco para
experimenta-la, ao menos que no a estrague dan-
do apenas un passo, que chegarlogo ao immun-
do lad'ilho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se pastear vontade e daata
forma conhccer-sc se fica l>m o calcado : para o
bello sexo, entao 6 quasi iiupcssivel, que uuia K-
ahora (do bom tora) queira siijeilar-sc a experi-
mentar calcado ao lado de um balcao, onde en-
tra qutiii quer, anda luesmo para comprar : o
Pars rtfl America nao resente-se desta falla ; tem
nm bem preparado gabiaBtt reservado, para as
Exmas. que all poderlo estar em perfeilo conimo-
do para a esculla do calcado.
Nao tcniinaui a i as vanlat-ens ou commodos-
do Paria n Anuricn rua Duque de Caxias n.
59, piiiciro andar, Cdksiste larlieni no lim sor-
timento de botinas para homens, dos melhures e
mais afamado* lalj-jcau'.us da Europa, como Me-
lis, Suier, l'olak, etc., ele, e grande variedad de
chinellos e sapats. a>sim laniliciii um QasVi sar-
timenio de bolinas para senhora, e sanabaaos I
muitos qualidades ,|ue poderao satefaaarat
llia da mais capichosa senboia (do bom gosto> ,
pelo que fica expendido, isla claro que a l ealcaao estrangriro, que mais vaatagens offerece,
o Pars na Anteric ; rua Duque de Caxias n.
39, primeiro andar, antiga rua do Queimadu
\\iso e prolesio.
Conslan.lo-me que se .".cha prucedendo o in-
ventario dos Iicbs que icaram pelo la'.leciiiiento
da Exma. senhora do ?r. Gabriel Antonio eu> Rio
Formoso, previno em tompo que ninguna
contrato ou transaccao de especie alguma s< bre
as trras do engenhoMascntinho a que toram
aunexadas por sentenca porco das trras do 11
pn' o -Mscate-, poique ah iculio duas partes
iguaes que me couheram por heranea palero., e
por compra que fiz de outra dep"i< de reconheci-
das propredade do casal de meii Mlacsda tai por
aeeordio do supremo tribunal de justica. '-in grao
de revista, do I.* demaiode 1872, todas na posse
do referido Sr. Gnm i 1 Antonio ha tempo iu.me-
morial sem nala me ter pago at boje, como
consta dos autos.
E constando me ainda qne os demais herd
fizeram venda, cessao, desistencia ou coua que
melhor nome tenha no vocabulario jurdico, com
o que nada tenho, protesto, todava, contra toda
e-qnalquer venda, ccsso ou daajsjaaeta >'
SAirvL'Ulura *" frirtm eoimire/i<;di parte relativa a tor.a legada pi-to mcu dilu ftirc
do pai, porque son o nico hcrdtiro desta terca a
urna minha sobrinha legitima.
Como sempre, tere milita satisf.ao Sr. Gabriel Antonio continu a ser meu arador
pelas partes que lenlio cm dita propriedade ; mal
que nao seja pelo mesnio preco por que tem -
rada at hoje.
Hecilc, am- jo. iti
Dr. Joaquim Anloit Cu'utiiV da cwwwi mu....-':
Regente.
Precisa-se de urna senhora para a regencia de
casa do familia, c que saiba ler c escrever. rosta-
rar e cortar vestidos : a tratar na Pmea de Pedro
II n. 81,2' e 3' andares, das 6 as 8 horas da ma-
nila, ou das.5 s 7d.it;rde; ou na praca do
Corpo Santo n. 17, andar, cm das utei-, a
qualquer hora.________________________
J. Dhbaut de Paris
'oiiNiruclwi* e iiiim(or de pa
M
Ex-nfinador das antigs e afamailas DM
Pleyel e Herlz
e antigo director das oflicinas da casa
Blandel'
33Rua do Imperador33
Tem a honra do declarar ai respeitavel pnbli-o
desta cidade. que tem aberto sua casa de concer-
tos e alinaeocs de pianos, qualquer qne seja o '<
todo do inslrumento : rua da Imperatriz
- 0 3r. Jos itbfe Goncahrw chmalo a
rua Duque de Caxias n. 49, a negocio de torease. '
in-
Olh
em...
Fredenco Pinto A C, com toja de fazenda* i rt'a
do Mrquez de Oiinda n 40, podem aos seus des-
dores de tontas antigs o obsequio de virem satis-
(ate-las no rmprorogavel prazo de 15 dias, cene*
de que, findo este prazo, empregarao os meios iu-
diciaes para seu emboleo. ifectfe, 2 de julho de
io/3
COMPRAS.
Comprase algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na toja d rua Duque
de Caxias n. 44.
8, antifa rua do Sebo.
ALGA=SE
urna boa eserava : na Ponte d'cha n. 10.
Alinela.
Precisa-se de um foroeiro e um amassador
pateo da Santa Cruz n. I.
na
Espiritismo.
Conferencias espiriticas offerece a confeitaria
do Campos aos seus innmeros freguezes, por es-
torraos no mez de Sant'Anna, e aaver a mesma
confeitaria conseguido fazer um bazar completo
do neeessario para regalo e distraecao de quem
tem gesto pelo que bom.
Reeommenda o grande Alen-Kardek que neste
mez se d preferencia aos alimentos em q' predo-
mina a fcula da mandioca (vulgo, bolo de mandio-
ca), para divertimento os fogos de artificio e as
decantadas sorprezas e sorles fulminantes, o que
todo isso se acha na
Confeitaria do Campos.
E para constar/pois que os proprietarios da
confeitaria do Campos chamam a attenco de to-
dos e de todas para o preconisado caf em p yer-
dadeiro de Java, e bolachinha em latas denomi-
nada Sugar Waffers \ anella especialidades para
dieus, quanto mais para quem est de perfelta
sade.
Em vista do referido espera o dita Campos qne
ninguem, para pedidos de taes objeetos, se diri-
ja-, sen perador
Lampeao na porta.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jaotar.
Machinas de varios systemas para caf.
Estaadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tioteiros de louea branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e prelas para
quadrot.
Qnadros j "promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phnn-
laaiaa.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veo com lindas pecas.
Realejos (armnicos oU accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, rua do Baro da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entrelenimento das criancas tudo
a pretos mais resumidos que e possivet : no ar-
mazem do vapor francez, rua do BarSo da Vic-
toria, outr'ora rua Nova n. 7.
Compra-se
Diarios a 5*000 a arroba: na rua larga do
Rosario n. 14, fabrica de cigarros.
Na rua doBnrm n. 56, refinaelo, precisase
comprar urna carroea para cavailo.
- Compra-se Diarios de Pernambuco a 140
rs. a libra : na rua do Coronel Suassuua n. I.
$y&. 9 % $ % ,
| Trastes.
^ Compra se e vende-se trastes novos
' e usados : no armazem da rua do Ini-
(fiador n. 48.
Compra-se
urna casa terrea que teni.a bons commodos
familia, e bom quintal, no bairro da Boa-Vista'', g
algum sitio prbximo a linda dos bonds, ou da ma
chambomba : a tratar na rua do Ranael
Io ou 1 andar.
par
n. 7,
rusta
a- para
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, rua do Baro da
Victoria (outr'ora.Nova) n. 7.
Chaves perdidas.
Roga-se a quem arhou um maco de 8 cha-
ves pequeas, o favor de as entregar no caes da
Alfandega n. B, armazem de bacalhao, qu muito
se agradecer, e recompensando-se generosa-
t mente.
ITHDAS.
Aluga-se
rua da Palma n
um preto
67.
pcrfelto eozinheiro
na
a tratar na rua Dn-
J8-- Aluga-se um mol que :
que de Caxias n. 44, loja.
- Na Ba-Visu rua da Conceicao n. 35, ha
para vender barato um marquezao de Jacaranda
grande e novo.
Jos Antonio da Rosa, estabeleeido na villa
de Agua-Prela. declara nada dever a pesaos algu-
ma, e quem se julgar seu credor' apresante-se no
prazo de 30 dias, a contar da dau deste, Recife,
30dejunhodel873.'

.
I
I


"
y
f
IJiwio daFou^mbac Qiiik-kira 3 de Jollio do. 1873.
FUP1CA0 DO BOWM'AN
RA DO BR1H N. 52
m
(Passando o chafar) .u
PEDEM AOS aenbores de eng-oho e ontros agricollores, e mpregadjrei le
tonismo o favor de nma visita a seu estabelecimentu, para veren o doto lortimento
WDlet que ah tem; sendo todo soperior ein qoalidade e fortido; o roe con a ios
jMfao pess )al pode-ge veritcar. m
ESI'ECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SA FtJNDlCAO
vapores e rodas d'atraa dosuraai8 moierDor q**mn*m u
A. *"* ** & *** maohos convenientes para as diversas
jTGBmstancias dos seonorea proprietarios'e para descargar affodao.B
uL06IldaS (8 Ca&lia dfl.,odos o8tan>anhos, as;melores que aqoi
existen.
para animaos, agua e vapor.
aeatadas
Talxas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machiaismos
Bombas
COMO SiO LINDOS! f! A Predilecta,
Os leqnes todos de madreperola brancos e de. ao empenho de'beni servir aos seus freguezes e<
cores e que trazem o dsticoUNlAO em ledras ao publico em geral tem procurado prover-se do
tambera de madreperola enr alto relevo, tor~ que ha de melhor e da ultima moda nos merca-
nandosc por islo aproprtados para Doivas, a NO- dos de Europa para expo-lo aqu venda, ccr-
VA ESPERANZA ra Duque de Caxiaa n. 3 tos de que os seus arligoa serio bem apreciados
(antiga do Quaimado) e quem os tem. pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
Ssfin (le i/ni/irilfift merar al8ur>s d'eatre elles, como seiam :
OUU mf tartaruga ALBOS, os mais ricos que tem vindoa este
Os brincos, brar^-j^na aderecos, cruzes,' mercado, com capas do madreperola,
coracoes e casaMal'eleafo oxpostas ba tartaruga, marfim, velludo e chagrn.
escolha das Exfaa fmn* chique) vende-sa ADERECOS pretos e vollas proprias para luto;
na Nova EspAM I alaJDuque de Caxia
n. 63.
OS
assim cemo, un bonito sorlimento de
ditos de plaqu, obra Una e limito bem
acabada. ajaj
OTuKSpara pun, >f, o, que re pode desojar de
Artora Esperanza a roa Deque de Caxiaa n, V' .lanr em plaqu,, tartaruga, madre-
a, acaba de recebe* nm lindo sortimento de no-! perola. marlini e usao.
ecas de mullas quatelades, viudo ontre ella* as, BOLfAS de velludo, -da, pabia c ehagrin,
engrapadas boneca* de borracha, aaaim lambe*) I ha de mais moderno e I ndas.
urna pequea qti'utdade de hpnecas ralas que, BICOS de seda e de algodao, lauto braaeo como
se tornam apreciadas pela ua aovidado. ; pm.., de variados deseuhos
EbVNh fH CASSOLETAS prelas de metal e de madrepc
para mandioca e algodao.l Podendojtodos
a para serrar raadeira. f ser movido! a m3o
/por agtw, vapor,
de patete, garantidas........ |oa aoimaes.
Toda^ as machinas 6 pec,1$ de qDe w co9loma v*****-
Faas qualquer concert de ma6hiiiUQi0'a v**0 q rew^f
Formas de ferro
. |)u fr^
no mor-
tero as melborea e mais baratas existentes
cado.
KUfi'VmroiPfli1'?*: lncumbe-se da mandar vir qnalquer machiflfcmo i \on-.
jk* .muiruuaa. iade do8 cjienle mu compras por intermedio de pessoa enteudida, e que em qnalquer necesaidade pode
is pregar auxilio.
e instrumentos agrcolas.

os americanos
RA DO BRUI N. 52
PASSANDO O CHAFARTE
GRA
IDE REDUCCAO EM PRESOS
AttenQo. Attengo.
Na ioja de Soares Lcite Irmos, ra do Baro da
Victoria n. 28.
A Nova. Esperanca ,rq Du/jae de Caxias o-
63, lecebeu verdaideiro cimenio inglez, prepara
cao para concertar porcelanai bem til.
Vesmo )(y Muitas veres um vestido orna-so in(eiramente)
feio, somentc por esp mal effettado : a Nova Es-
peranza ra fnqjff de Caxias n. 63, remove
este mal; porque esta bem prvida :>|m lashorts
galoe.3 e franjas de lodre a? cores, onde pa>-
colher-se vontadp sobTesaplndu eatre estes as
modernas franjas mesaJcas, que pe% si^ varieda-
ae de cores, dea bem era quasi loJ|f aa-fazendas.
A ella antes que se acabera.
Bolas de bwraeka
Vendem-se de lodos os tamaiihos raa
de Caxias n. 63. na Nova Esperanca.
CkmeBm areos s tem orttem
mm
A Nwja' Esperar*" rna fnms de Cania a-.
63,' acaba-'d'recefe a vrdadeir tintura de Bte-
nous nara Mugir os cabellos, o me se ewuego ;
(emprerando'-a] com mufla facirWhdc, e pr fsie
.motivp, caUoffdS bancys's tem q'uem quer.
Esta&na mok
Os cinturas O corneo, prnprios pira senhoras,
que recebeu-,a.aova' Er*>rapi n Duqcc de
Caxias n. 63, esJo, .s^h, senbora, esjaV>na moda'I
Se q..ere> tfr bu preparar um ramnlhte de
iwjue
Espera n^a Yi,
que all encodmirpis e*
que se podo- de'sej'r.
Gaixo de litiha com '0 novellos, a 500/s.
te/ea dem de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida vurdadeira a 13J200
dem kananga do -lapao, a lft*200.
dem divina, a 1!?000 e 19200.
Abotoad iiras para coliete, de todos os
gostos, n20 rs.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
Doa, a 1?000.
Duzia do pe^as de cor.lo imperial, a
280 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
15000.
dem le oleo Oriza verdadeiro, a 15J000.
Daa de barataos franceses canto doura-
i -'TTWn beraTisa", a 2S-0T.
' inrafa \e tinta roxa citra-fma, a 19000.'
Caixa de botes de osso para calra, a
rs.
Coques ip lomos, a 3$a00.
Caia de pos para dentes, a 200 rs.
J j, | ,1,. ,,/ti ,.i,;,ir,7. ~_;.-. i~., a
aw rs. e 5-000.
Duzia do sabonetas de amendoa, a 2^500
< apiioa.
Opiata nuilobba, a'19, 19500 e 29000
t> frasco.
Duzia le salmonetes de anjiuho transparen-
tes, i 2 200.
Idom dem com flores, 15500.
Duzic- e collariubos boruados para ho-
q, a -;9000.
iHr/.ia lpelas de trangas caracol branca,
i -Ji rs.
dem lem lisas brancas, 200 rs.
dem idemlisa de cores, a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 29800, 49000
e 69000.
dem dem liso, a 29000, 39500 e 59000.
Caia de papel amisade, beira doufada,
a 800 rs
dem idem dem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Ciixa de onvelopcs forrados, a 700 rs.
luvas de pellica com toque, a 500
ris.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., ,a,
59000
Mago de fita chineza, a 800 rs.
J.xtratns mnitn finos e baratos,
i iOO rs.
idem'idem 00 jardas, J320 rs.
l-'ita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Saboneta fllvrft8*"* 'vf**> '
ouu rs.
Chapeos para senhoras e meninas.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem dem, a 400 rs.
Caixa- de envelopes tarjados, a 500 rs.
l.equespara senhoras, a 29000, 49000 e
6J&000.
'ivrospara notas, a 320.
Hedea enfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia de collarinhos lisos para homem, a
P'JOO.
Lindas o elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
vorijjB o/ia tos, com msica e sem
ella.
COQUES a miiacao, o que pode haver de ai
iK>nitu e bom gosio.
DEADEM^, este genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimento
apaz de saiisfcuer os caprichos de
qnabpier seobora por mais exigente
que seja.
PORT-BOCQUET de madreperola, marfim e osso,
este um objecto mdispensavel as se-
nhoras do bm fem, alim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarea as ktvas ou mancha-
rem as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de marfim- e de bfalo, pa-
ja atoar os cabellos e tirar bichos.
PERFl'MARIAS. E' sabido do pablieo que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
ai aortimento de perfamarias do fino
odor dos mais afamados fabricantes,
lnbin,.Pver, sociedad* hygienica, Cou-
dray, Gosnes- e Rime!) que incum-
bido da escotba dos Iraqns mais bem
ateto* pela sociedad elegante da
Europa, e por tanto, aeham-se na
possibilidado de bem servir aos aman-
tes-dos perfumes.
A. PREDILECTA deixa de enumerar ana im
mettiUadc de artigos, alim de nao mas-
sar aos leitores e se | ct^ii a benevo-
leneia do respeitavel puhiteo em di-
rigir-se ra do abug -m i A, pa-
ra eoavencer-se aonde pida couquar
o que bom e barato, as.-- como:
PACHAS ricas e modernas de luquim aurgurao
se la
1MENSVETTOS. Ricos veslimentos pan- menino?,
por baratisskso preco.
9L0RES. A Predilecta prima em conservar um
bello sorinanto de flores ao alcance
de qnalquer bolea ainda juo noes-
, teja bom repketa de dinbeiro.
IHHA&. E ja bem sanado do publico (ue s na
Predileota qne poaem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafeta, velludo, nho e de algodao, por
commodo preco.
3BAMP0S de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos c t'e a'ires, o que se pVdesejar
de mais moderno e bonito.
SRA.VAT.4.S de seda e de eambraia para senbora,
lagos e golinlias de bonitas cores, tam-
bem tom um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JAdMbOS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algedo, pa-
ra senhora, maninas e homem.
LAQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e-de-osso, os DiajoajjdjVBA
*x**l*<^ ''' ifimS^pclgaf^-e de algoto,
homem e senhora.
UWROS para
L.Js" com capas de
madre- ** artarnga, marfim, osso,
cufldo e chugrin, por precos mui
razoaveis-.
imon
nterat
ores pffrti boyipielt
Agua florida, de GufelaDr
para/&zv9r p& eabellos-pre-
tos.
A Mua ftrwca, rija- Du^u ,d.; Cauta n. ^Or
aeaoa de recor nova rem#sa da apreciavel acua
. jori/ia para fazer os cabella prelos. O bom re-
sultado cfhiab por qum tem feo usa essa
inoffensiva preparacaoa lentattainenje coaceitu^a-
do, e por isso apenas' s far lerobfar* a quni no-
vamente defla precise quivia so aproveitar de
sua utilidade. Tiuibem Veio agna de topasin e
oleo florido para d)esn|o 'us#, t tS"> acrediJados
como aqueja.
r e quivra se api'
t ls larris
A aguia branca, ra Duque de Caxias nu 50,
recebeu urna .pequea porci de cintos largos ot
franjas e perfeitameule acabados ao ultimo gpsto.
Alem delles ha filas proprias com difirenos lar-
guras e cores. .
miStanaf-tiT-irihao./
dadas para senhpr^as.
A aguia brauca, ra do Qneimado n.;0, rece-
beu novo sortimento de lindas gravatinha.- oom
la?os, bordadas, e outras de cambraia, enfeitadas,
para senhoras.
^oilo cariado sortimento do
afeites pai^i vestido
A aguia branca, ra do Qucimado n, ">Q; re-
cebeu um,bello e vanado s.^rtiuirnto de franjas e
galoes de seda de diversos gostos e ccres para ves-
tidos.
para
ira misan [a Prnhlerta"apreserria j;
colha do respeitavel pub1'": lX1" ""l"
.nudo
azoav
Pav
idade.
IkfAaa pviimg flnt! rnro moni i 4*?' "m ,^0 s-rlimento de corpinhos-de eam-
lVlCIdb ClUdb Illiah. para.pieni- iraia bordados para seuhoras e msninas, golli-
Bouecas de cera de todos os tamanbos, com camisolas e ricamente vestidas cada
jm sua caixa, bonocas de borracha e bolas de todos os tamanbos, candielros a gaz,
los de porcellana, espelbos de todos os tamanbos com muldura dourada o rosa',
gaiobe de rame, muldura e estampas para quadros etc., etc., emuitos obiectos que s
t 'mi ti n ro mencionar.
[.abarraque,
nenlciiiente to-
i rjire deve ser
is as outras prc-
ina.
Os vinhos de quina onlinaria-
mente empregades na medicina
p: i 11 ram-se com cascas de quina
' ue i em prnieipios acli-
vos i'xliciiMi, ute variuvel;
parto di-so, em razao.de seu
m 'i 'le preparaeSp, estes vin-
i .jii-in apenas vestiglosd^
principios actr.os, et em pro,-
i eis.
approvatto pela Acaduinia de me-
lii.i!i, COJj LiLliU JMlu COilll'iU'io
mdicos e os
semprc contar.
0 Qiiinium Laharraque
proscripto com grande oxito s
pessoas fiaca?, debilitadas, seja.
por diversas caftsas dV-sgola-
menio, seja por antipas moles-
tas; aos adultos fatigados por
urna rpida crescema, s meni-
nas qui tem (lifficuldadeem se
formar e desenvolver; as mnlbe-
res depois dos partos; aos vcllios
enfraquecjdos pela idade ou
duen.a.
No cazo de chlorosis,.anemia,
cores plidas, este viulio um
poderoso auxiliar doc- feiTu.io-
sos. Turnado junto,, jiar e.Mindo,
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, ra P.nque de Gaieias
n. 50, receben novo sormtinto daquellas tao pro-
curadas meia> croas para senhora, vindo igual-
mente para feniga?, e $o9tiBja, vende-las por
precos oHiuiedo?.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duquo de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou maonba>
prelas de seda com Aojes, e outras a iiua^o de
croch, e .vende, as pelos baratos precos de ,3,
i e 6000. A fazeuda boa e est em per.'eito
estado, pelo que conaa a ter prorap.t extrae-
ca
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezoucos e gafa-
nbf>os dourado* e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Dque de
Caxias n. 30, recebeu novos grampos com her-
blelas, bezouros o gafanhotos, o que de eerto
perfeita novid de. A quanbdade pepuena, e
por isso em breve so acabara.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quanlidade de boni-
s e novas gollnhasf,trabaIho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras eslas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rna do Duque
Caxias n. u, recebeu Royamente bonilos gram-
pos, brincos e rozetas aburados ; assim como
novo diadeanas de ac, e comesempro ounti-
' na a vendc-los por presos razoaveis aj?#;
Caixinhas com pos dourados
e pr*todas, .para cabellos.
Vondexa-M luja da-.Aguia Ufanea sua do Dn-
que ib' l.a.\u> n. jU.
Luvas de.'^eHica pretas e de
outras edres.
A loja da Afinia Branca, -raa Duque de Ca-
nias n. 50, recebeu noy sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
abas e punhas tambera bordados e do pha'atazia,
saias bordada, ditas coai entremeioj- para senho-
ras, hernias calcinitas de diversos- tapadinhos
e trajispareatos para meninas, que tudo vende
por barato pre?o.
i
ti Mi
(VLMIO D QUINQUINA ETfGIENICO
PKEPAIl iDO COl 06 MELBOBES ViM10-S.DE IIFS-
PAXHA DA FIUMA
CaLilMELfi. C, BE SEfILHi
mnSJECKDOR
BA 80* MACIST.AUK
DIIKSI'AMIA.
POR
A KAIMIA
Pliarmacia de P. Maurer AO."
LOJAMPASSO
outr^ora do Crespo.
O proprielarios aonaalfueol deate impoitante
estabelecimento, tendo proeedido a-urna eomplcla
reforma em precitado eatabeieeimento, e conscios
de ser elle um dos mais hem-sorttdos principal-
mente em artigas do moda e alta uoyidade, pedem
ao repeitavel publico e m particular aos seps
numerosos tegueit a, a bendade do continuarem a
depositaren) sua confianza, gorantindo serem bem
servidos e por grecas mrnianvT>haratos. Ve-
nham neis 'todo? comprar nava 4 das, de cujas damas um peqneno raunio para'
que vista deliepoasam apreciar.
Velando pteio, sem naaco preto -e branoo, gor-
guro de seda, groadeasple froto e de lindas c-
r^s, la:com lisn^ ate seda, cambraia maripozp,
aBaokde lindos tpdrena, carnizas boidadas para
homem, vesluarios para crianfas, chapos para
bapaaoe,. manas beailetras, meias de.cores pa-
ra faiioammwaos>.)chnsiat,id9.oao deipailini
i ar aaf, aaafadttcotflafdpsda. nicas iwsquinns
J de seda, fil de nho, bramante, cambraia, 'Ja-
itas, caaaemiras, ele..: na-loja dp Passp, ra Pni-
mireo de Mares n.'^ A. T
THOMMERET GELIS
I*iani*mnea>tB(ee
EX-INTF.nNO DOS HOSPITAESbE PARS
O SBEIIRY-KINA o vinho de Quinquina
que boje preferem a maior parte dos mdi-
cos d nospitaes, dos lntes da fa cuidado e
dos memhros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicacao nisto
que offerece todas as garantas que debaldo
se proenram nos productos desse genero em
que muitas vezes be sacrifica! as qualida-
DES T.\0 ESSENCttES Ql'ER DO VINUO, QUER
do QOIHQUIR^ (as vezes de ambos) aos lu-
cros da EsrEGSLAC.vo (Ver Gi/ia das Aguas
Mineraes. i)o Dr. r.ONSTANTIN JAMS,
7.a edi^o.
NICO DEPOSITO
PHARMACIA E DROGARA
m
BABTH0L01ED & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
Joaquim Jos Gon^alves
Beltro & Filhos
Tcem para ve ador no seu cscriptono ra do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de \1 garrafas.
de laran;a, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL Je Lisboa,, reoenlcnientc chegada.
CHAPE0 do foj, rara hfiinrtn.c sjenhora, cabo
de^oinrlii e ??o.
FEBLES do ferro, para parla.
PI0 de-algodao da Baha, da fabrica do commen-
mendador Pedrozo.
L1XIIA de roriz.
OBRAS de patela.
PAXXO do algodao da Baha, da fabrica do com- i
ineiiibul.ir Bedrnzo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peses e. Eduardo Militan.
ROCHAS, proprias para bjlica.
SALSAPARRILHA do Para.
vELAS de cera de todos os tamanbos.
VI.MK) engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas,
f difpJlies/ratel do Douro, idem idetn.
- -dito.SetubaJ, caisasde 1 e^ duzias.
a da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de ColJares superior, em ancoretas.
da aj, caixaa de 0 gar a fas.
Maf'ajrfa do Douro, caicas com 12 gar-'
rafas.
GaroaveHo, idean idem.
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
Lourenco Pereira Mendes Guimirdes
:,-
Decala a seus freginw que tem resol vida vender o mais barato que a>r possivel, a
saber
CHITAS A 180 E 206 US. & 0OA*O.
Vende-so ckitas francezas la/gas com to-
que de avaris, a 160 e 200 o eotady. Di-
tas limpas-'a- 240, 20 e 32X) rs. o corado.
CAS6AS FHANCEZAS A 320 US.
Vende-sc easees francezas a 310 e- 3t0 rs.
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsmhas de cores para vwSidos,
a 200, 360, 40 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para teslidosva 400, 500,
*40 e 800 rs. o eovado.
COBERTAS DE CHITAS A JP600.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a-
JP600 e 25000. Dilas de pello a 1J400,
Golxas de cores a t?J2O0, 2*500 e 4?50O,j
CHALES DE LA A SOO RS.
Vende-se chales de la de cuadros a 80O;
rsv e 1JW00.
Ditos de merino a-23, 3?Jfr43> e 5000.
CAMBRAIA BRANCA A 3000.
Vende-se pegas de cambraia- branca trans-
parentes e tapada, a 33>, 3550O,. i), 45500,
5J> e 65OOO.
SAIAS BRANCAS A 200O.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 2J000 e 2?>500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos- de seda- para ho-
mens> a 500 rs. Chapeos do pnBia', p^Ilo c
massa,. a 2J>, 2*500, 35000 e 400O. .
MADAl'OLAO A 3000.
Vende-se pecas de madpolo enfestado a
35000-. Ditos inglezes para os presos de
45?, 45300, 59, 05000 e-75000.
ALGODAO A 35500.
Vende-se pegas de algodlo, a 35500, 49,
e 55000:
BRAMANTE A 19600.
Vendo-se bramante c?m 10 palmos de
largura-para lenQol, a 15600, 25 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQnDACAO DE SABOXETES 280 BS.
Veude-se urna grande percao do jabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezos cjm
ebeiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia,!sa20O-,.320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e- outros
muito> barato.
CORTES DE BRIM DE COI ES A 19500.
Veide-se cortes de brim de cores para
calca, a WiiO e 22000.
BOTINAS A 3500).
Vende-se botinas pera ssnhaas, a 39000
39500, a ellas antes que se acibem.
ROfPA FEITA NACILNAL.
Vende-se camisas brancas, a 19600, 2r.
29500, 39000 e 49000.
Caigas dv caseroiras de core, 159, 09 >
79000.
Coletos de caseroira, a 29, 29500, 39
4^000.
l'dlitts de casera ira, a 49, 69 e 89000.
Seroulas a i$ e 15600.
BUI.M DE CORES A 440 R*.
Vende-se brun de todas as cores a 440
m. o covado.
LENCOS BRANCO A 25000 A Db'ZIA.
Veaale-so a duzia de lencos braneos, a
2W90. Ditos com barras de cores a 39000
Dito de liibo a 59000.
TOALHAS A 800 RS.
Vonde-se toalbas para rosto, a 800 rs.
15000.
GRAVATAS DE SEDA i*RETA A 50>RS.
Vende-se gravatas de seda preta, a 50f>
rs. oada urna.
CHITA PARA COBETWA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 31^
rs. o-covado.
BONETS PARA MENINOS A 15500.
Vende-se l-onetcs para meninos, a 19540
LSPARfTIl.HOS PARA SENRORA A 3*500.
Vende se aspartiihos para senhora, a
35500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentesde alisal, a 240, 320 i
400 rs.
POS DE ARROZ A 240 RS.
Vende-so pos de arroz em caixa, a 240
rs., papa liquidar.
ESPEI.UOS A240RS.
Vende-se espethos de diversos tamanbos,
a240 e 320 rs.
TESORAS A 320-RS.
Vende-sc tesouras de diversos tamanhos.
a 320 e-500 rs., para liquidar, e otro-
extractos muitos artigos que se vende barato para li
qiiid.ii;o de facturas.
A Predilecta, ra do Cabug n. 1 A, aeaba
J reeber pelo ultimo paquete chegada da En-1
PAR
Crespo
LOJA DE
Gmlherme Carnewo da Cunki : 6.a
pars
GARVAO BII10C
/

PPROVAOO PCLA ACADEMIA IMPERIAL OE MEDICINA
m 37 iaembro de 189

E*aobretudo s suas propriedades eminentemente absorrentes,
que o tnrvflo de Deiiee deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affecQdes seguintes ;
PARS


pars
I
tiZR
GASTRALGIA?
DYSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
OIGESTES DIFFICEIS
DfiRZS DE ESTOMAGO
CONSTIPAQO
CLICAS
OIARRHEA
OYSSENTERIA
CHOLERINA
MODO DE EPREGO. -0 C^-.no deBelloc (ClwrtoiieBilK;
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de U on de
Piulilfcu. Gerainiente o bem estar aente-se logo depois das pri-
nieiras doses. Urna iformacao entensa acompanha cada vidro
di* p e cada caixa de pastilhaa.
Deposito em Paria, L. FRESE, 19, rae Jacob.
. 9 //
I
PArUS

i
VERDADEIRAS
PlLULAS de BLANCAiaO
tm lODbRET DE FERRO inW-TERAEL
APPROVADAS PELA ACADEMK DE MWCINA 4)E PARA*, tTO.
PiisguiDdo as iiro.Tiedifles do ioim e do *m*Rat,sfcla-Cpnvm especialnealt nas
COTs escrofulosas, n Tsica no principio, a (raquea Icwpmmito e lanasaaa eos
de i-alta de cor, amlnurrhea, em que neces.irjo reagih saaec o anoi m anrt
restituir a aua riqueza.. ahondnncia normaes, ou rum jrrrrrnar'a mqiiIii n aaa
casar \
I serios
Asunic*s v^rdadeiras j
Bichas hamburgjieias qnc vera a e-tc mercado:'
na ra do Mrquez de uliadaa. 5|.
Q
V. M. O loriurdo d Trro Impuro ou turrado i um mcdletsnnA Mk],
IrrllMie. CiMbo |rra dr pureza e aull:(iiliridnde i)a ~~iSjxgMfa
riluln- dr MUnraril, iteve>c tigir nosso saUff (tejinu
tlva> c nuMa Urma, (|ui reproilaxiila, que se m^f au parfr *
4* irm rnittto THK>. Peve-sc desconfiar dat f'Ufin^es
liiiro deposito, a onde se acha avenda n sa de C. Haurcr fcC<
Roa do bario da f
I
O


Diario 4e Pomanibueo*-^ Quint&'feira^dfc 4&fat> <& 18*9.
i*1

\

PIlUiL
rteems
DE
BRISTOL
l'ns bofes sodios e sSos
tltna digesto vigorosa,
L'm escolente anpetjle,
sao alguns'dos beneficios qpe.se podom de-
rivar, tazendo-se um uso regular das
I'iluln* vegcUu' de Brtol*
Urna cura certa e eilicaz dos intestinos,
lia medio od miravel para os us,
l'm tnico poderoso para o estomago,
Sao as napreciaveis qualidades medicas^
'ue se podeni euuentrar, usndose das
I*ililM vcftelues de Bristol.
Urna medicina que nao pro luz dores nem
clicas.
Um purgante que nao debilita nem en-
fraquece.
Um laxante que nao causa a menor
nausea.
Fonnaiu tuna das militas virtudes que
possuem a s
Plala vegetar de Brlstol.
Um medicamento suave e favoravul para
o bullo sexo.
m correctivo seguro dos desarranjos do
systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regularidades.
Sao os elle i tus sem falta, resultantes do
'is e omprago das
Pitillos vegetues d Bristol.
Uma comploico clara, alva o transparente,
Uina pella naca e delicada e um
llalito doec.e agradavel.
Sao os resultados certoseinfallivois, de-
pois de se
baver tmalo algumas dses deste
melliur dos
Remedios as
Pitillas % c^etar* de Bristul.
km todos os casos de molestias d'uma na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou. syphilitit-a ;
ou quando a massa do saugue se baja tor-
nado turva ou viciada pelo uso de ferro,
meriHirio, ou por outra qualquer substancia
mineral a
Sulsupuriilhn de Briwtol.
dever sor usada de coujuncto com as pun-
as, e assim obrando-se, era restricta con-
formidado com as direc^oes inscriptas no
envolto; os doentes podera licar cerlos que,
urna vez usada coaj un clmente nina com a
outra, nenbiima eufermidade ou molestia,
por mais severa ou arraigada que se ache,
r.o poder' resistir ao utiubiuado poder se-j
rctorio e sanitario destes dous
HKMfco economa b cki.eridade.
Obtom-se com o uso
DA
IHJECCiO SHOST
tnica, hyfiemca,radicaleinfallivel nace-
r das gonorhdas, 'flores brancas e (luios de
toda especie, rcenles ou chronicas; e que
offerete como garanta de salutares resultados
a continuada applicacAo que sempre com a
msior tatitagem se tem feito della nos hos-
pitaes'de Paris.
Unten deposito para o Brasil, Bartholomcu
& C, na Larga do Rosario n. 8i.________
Xarope d'&grio do Para
Artigo e conceitnado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronohites, astbma, etc.,
appHcado ainda com ptimos resultados no
escorbuto. ,,
Vende-se na pharmacia e drogara do Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprio para
vestido serve para luto, por ser sem lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livfamento.
ntremelos, tiras e bicos a
500 rs. apeea.
Vendse entremeto, tiras e bicos bordados a
re tro z, proprios para enfeilar vestidos, e roupi-
nlias de enanca, pelo baratsimo preco de 500 rs.
a peca na loja das 6 portas em frente do Livn-
mento, dao-scpe'cas a mostracom penhor.
it!:ui:zio*.
4mbis estas medicinas acbam-sc vend3
ora todas as principaes boticas e
Ijjas de drogas.
Ach i-se a venda em todas as boticas.
H. Foreter & C.
AGENTES.
Tem sid i aposentada a;i piMc
Durante o espado
DE
4 0 A N N O S.
RBIST0L
Luinlias escocezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lizinhas escocezas, padrees inteiramentc no-
vos, pelo diminuto piejo de 280 rs. o coTado,
pecbmoha edAo-se amostras na loja de Guiher-
me ('.. da Ctinha A C.
Nao ha mais Cabellos
brancos.
TINTOfiiMA JAPONEZA. .
Se nicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tm apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, boje Mr-
quez de Olinda, n. 51, i. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Joaquim F. dos Santos tloimbra tiuiniare?,
vende em seu escriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. -i 1." andar :
Caf do Rio
Ui:t f em latas de 1 libra
Fumo a cii latos
Farinha de mandioca
Vinho de Thomar, em decimos-
Hesperidina
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no arniazeni de Tasso Irmios
C ra do Amorini n. 37
URA OS CASOS A1AIS DESESPERADOS!
A SAfcWARRII.HA DE BRISTOL puri-
fica a raaisa do sanguo, expelle para fra
todas as materias e fezes viciosas c impuras,
regula todas as seerecoes, d vitalidade o
energa a todos os orgaos e d forja e vi-
gor ao systema aim de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitucional. Elle
fiuiiua distroe afnn do poder curar ; porm
onstanteraente assiste a naturesa. Portanto
?;ra todas as doengas coustitiiciowea e em to-
jas ns Molestias lozaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfeito do sistema em ge -
ral, achar-se-ha que a Salsapaurii.ua pe
Bristol um remedio seguro e ellicassissi-
aio, possuindo inestimaveis e iiiconteslaveis
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Ulceras,
Clmgus mitigas?
F,NF:il.MIDADF.S SYI'HILITICAS
LR\SI PELAS,
RHELMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto renome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao to so-
mente devidas
chica legitima e original
Salsaparrilha de Bristol
R. ftirster & C.
AGENTES.
________IfA PHARMACIA CENTRAL
Materiaes.
Ha sempre para vender-se por eomraodo prdeo,
lijlos de alvenaria pros, do de dita batida, di-
to de apamenio e ulhas, os quaes se manda por
em qi il.jiier lugar : a ver e tratar na olaria da
ra da Visconde de Goyfljna, antifi do Moodego
n. 61
TASSO IRMAOS & G.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilbo.
Canos de barro para esgoto. .
Cimento Portland.
Cimenlo Hydranlicc.
Machinas de descaro^.ar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafes.
Sevadinha em garrafes.
Leniiihas em garrafes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto suprior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira'.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores linos sorlidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglei.
Barris com repolho era salmoura.
000 0^000 0^0000
0 Pechincha. 0
0 NA RA DO CRESPO N\ 10. 0
Qf Madapolo a 2i, 1*500 e \l, a peca. l
S Algodaosinho largo marca T a i/000 a ^
W peca. K
aChiUis de cores a 200 e 240. 0
0
0
0
0
Camliraias de cores a 2i0 rs. e cora
irao
barra a 280 rs. o covado.
Grosdenaple preto a 1000 e gor
S largo a 33000 e 3300.
&. Vestuarios de fnstao para meninas, a
Q Ui oo.
ww> Chales de cores a
0
l, 15200 o 15300.
Gangas do linho de cures a320 rs. o c.
Algodio azul mericano para roupa de
escrayos a 32.) rs. o covado.
Meias para meninos de todos os tama-
manhos a '! a duzia.
Pode obler em pooo lempo com o oso do melbor of. c^ieji affta>ad:
HESPEfiiNA
SOASES LEITE, IMAOS
NICOS AGENTES
A'
tota-Btfle da Victoria h. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores -da mundo!
NVeiposico de Paris, em 1867, loi concedido a
Elias llowe Jnior, a medalha, ele ouro e a condecora-
cao da Legio de Honra, por serem as machinas'man peti
feitas do mundo.
A medalha de ouro, coifcria a E. Howe Junier, nos
listados-ruidos por ser o inventor da machina de cos-
ura.
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditam
estas maehinas.
Fai oito itcps qtjB conhecido este precioso tnico, c ikil acba
o experimentado pesse.^nuente, na-j falle em seo
qae, teodo
i? apetisaflnr, tomando mn "cahl ella atitew
tomando- depois.
,.iT p:rt*
favor, j com boc. eslomac
de jar.tar, ou comn fafi.itador da diceitl
A BASE
da HSPER1DINA a LAflANJA AMARGA, no ba om f6 istitaote da BRASIL (i teft.
especial das Uraojas) qae i-k coabeca as propiedades medicioaes da doorada rwu
ora bem,
A 90S000
Ctbe-nos o dever do annunciar que a companhia das machinas de llowe de Nova-
York, estabeleccu esta cidado ra do Baro geral, para em Pcrnambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade delinhaque qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais aprfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao examc publico as melhorcs machinas do mundo-
As varkagens destas tnaclvirms sao as seguhes:
Primeira.O publico salte qne ellas s3o duradouras, para isto prova incontestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da m3o.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entre as diversas pec,as, e menos rpido estrago
do que as outras.
(Juarta.Formam o ponto como se fra f>;ito mo.
Quinta.Permiti que se examine o trabalho de ambus os fio, o que se nao consega
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessairdo o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-se a tensan da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compresor levantado com a maior faeilidade, quando se tem de toudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de tostura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sD boje quasi desconhecidas, outras soffrur'am
mudanzas radicaesparapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas do Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mocbanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e boje ue attende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acompauha livretos com instruredes om portugus.
A9(k>000 A 90*000
SOARES LEITE, IRMAOS

em ?eo estado natural tem nm gosto pouco agradavel, e o roeriio da He#per !:na c-*-
siste em teler suas boas propiedades, e ao mesaio lempo apreteota-la como
EXQUISITO LICOE
A HESPER1D1NA como INDUSTRIA NA'.lONM. nSo tem nada qe invjir
memores raportacoes enrrpas de catbegoria seraelhante. Estas, qan.u naji n*tt
Mr goslosas, porm a Hesperidioa a combin^cao perfeiu do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qae um artigo no qoal pde-se ler itei.-a consoci. pv ar pon
a iDDOceate, bast3 dizer-se que oi plenamente approvada e ajtoianli p*>
do Rio de J?neiro, perriltindo soa livre ebborseo do Imperio : .-otra
BOA PIUIVA
> acceitacao geral que tem em W&U as parte* onde ipreMMda> Km IW4 wf^-
leceuse a priuieira labrica em Ruenos-Aj-res ; em 48tj a sepe; di kn Hrtevidt)
ao dia da cfcegada de S. M. O IMPERADOR toauguroo-se > fabrka roe ietoilB*fc
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a o-sta do luijiii luu boa acttiud
tanto que rara a casa qae considera completo seo parador sem mna gaiD; '.>
1
tu I
O bomem t/Ao toma Hesperidina para obler
Hu
O bomem dnenle toma Hesperidina para otltr


J!
M

A'
do Baro da Victoria
n.
2 8.

BAZAR DA BA



H0JE
MARCILI0 DAS N. 51.
Este ostabelecimento sempre solicito em offerecer a concurrencia do respeilavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, coleado fraacez, chapeos o quinquilleras t
presos os mais razoaveis possiveis, para o que recebo qiiasi lodos 06 sena artig< le pro-
pria encommenda da Europa o America, vem dar ouhlicidade dealguns aitigos por cujos
precos bem se pode avallaros presos de outros ruil^s que se tornara onfadoulio pu-
blicar.
MlUDEZAS. | MIDEZA8.
La para bordar, da melbor qualidade, 1 J"'100*, d,l0.dc J'to P-?*W.
libra por 5J50O. Dotoes'le sutinaiprets decores, a 800
Agulhas frRncczas, fundo dourado, a cai- rs-,.e ??0 'lllzia- .
linha com 4 papis a 60 rs., *n -. traJ*3 ***** dti *** *> ,ar"
Voltas de fita de veHe-' ,;o,n lindos co- l"2 ,WM W.W 22? *n
races fingindo ma .rept-mia, a 500 rs. J" de cores Prta6a.800 rs. e ij000 o
Voltas para opescor;o, fingindo camafeu, r
companhndas com 1 par de brincos seme-
lhante, tudopor 25O0.
Pechincha
trelo de Lisboa a 4*300.
Milho nove aiOO.
xn traoic*e da companhia'Pemambuca
maro 30.
Aliento.
Veaiin-aa uiua> loja^e faEeadaa o naudent,
tiea aln'|{iiaz OI:i la, nos Quatro Canto* : ,i tratar na ra Pri-
meire d M ir-;n n. 14, Vp, lodM os1 das nteis,
ou em Olinda, dos domingos.
r*4iof)far: n6ffri
- Vende-se |)odltM4iKjfcr: _
Motta, da Mmpanhia pernambumn*.
mazem do
T
- Por 70n vcnile-se nm escruvo pardo, de 3o
anno, codiHtfirn, rntuto barato, e o motivo se
dir ao comprador, o mais um bonito moleque de
18 anuoj.ifllcial de pedreiro : iuraa de Hortas
B. 90.
lgftdr azul.
Algodo atol amencano com pequeo defeito a
320 r. o covado : na ra do Crespo n. 20, loja
do Guilherme.
Uadiijfilao.
Madapollo oom pequeo toque de avaria, a i J
a pefa : na ra do Crespo n. 20, loja do Gailher
me.
Gangas de lilil.
Gangas de linho para roupa de meninos a 320
rs. o covado: na ra do respo n. 20, loja do Gui-
lherme.
Cobertores.
Cobertores de la, efeuros, a 2* um : na ra do
Crespo n. 20, loja do Guilherme.
CaiiiH'iias.
Cambraias transparentes finas a 3|, e 4*500 a
peca.
Ditas Victoria a 3*800.
Na ra d.. Crespo n. 20, loja do Guilherme.
Len^s deesgoiito.
Lencjs de esguo a 3*000 a duzia : na
ra do Crespo n. 20, loja do Guilherme.
(lories de easemira.
Cortes de caSemira fina, a 4* e 5* : na roa do
Crespo n. 20, loja bjuilherme
GrMenaples.
Grosdenaple preto ds cnrdao a t^SOO, 2*200 e
2*400 o covaJo : s na ra do Crespo a. 30, loja
do Guilherme.
5*
(VaJees.peetes'derseda, de milito gosto de
800 rs. a 13000 o metro.
CALCADO FRANG-V..
Botinas.pretasgapeadis, para senliora, a
4S0O op#r.
Ditas ditas de duraqm, gaspeads canno
alto, a 5T0O0.
Ditas pretanfaitadas, ultima moda, a
6000.
Ditas dita da cores, canno arto, enflatadas,
aHf0,
Ditas para meninos, pretase de cOres, a
39 6*9000.
Completo sortimento de cataado do case-
VotaVde aljofares com brincos, a 29300.' m!r?' C,harft' "P^ e-tm**> ***'* .barat0
Ditas de ditos com coracoes a 19000. 10 do 1ue^tT **
Linha branca de 200 jardas em cn-riteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerado a
gosto do freguez, a 10100 a duzia.
Diademas dourados de 195O0 a 39000.
Ditos de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borboletas a 19500.
Brinc s encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 300 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19300
e 29000.
0 nroptn dbil toma Hesperidioa para obter
Ncs bailes as dooiellas e os mocos tomam i Hesprida pa.'j *niajar,a duraote oa loncos gyros da
BAHROS JUNOR 4 C, roa do Vigario Tenorio d. 7. udr. m*n>tm m
grande especifico, e venriem-no dos depsitos segniote? :
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Z-ferino Cartje.ro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncslves da Fonle, roa da Csdea i.
AotODo Gomes Pirss d- C, roa da Cadeia
Antonio Gomes Hires C, caes 22 de Novei<-br..
Gomes A Irmo hotel l Fasagem.
No ariiiazem de Joaquim Lopes hnh k(
Travessa do Corpo
Santo N. 25.

Vapores ocomoveis de forca de 2 a i cavsllos.
Gorreias para machinas.
Pulas de diversos tnjannos.
'aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
ontas de langa para carro.
^hieetes para carro.
Galoes largo e estreito para carro.
fregos com cabera de nutran, idem.



T
ano
Vene-se um piano foiie e em mn' han esla*
do : a tratar na ra da Saudadd n. 12.
Vende-se o sitio existente na travessa
do Remedio, frnguezia dos A.gadosn. 2t,
boje Boco da Travessa do Remedio*. 18,
em cbos proprios : quem pretender enten-
da-se com o seu proprietario na ra de S.
Francisco, deste cidade, d. 10.
Ditas lo ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosotns de plaqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas de seda para sonhoTa*-d f92f00'
a 29000.
Parures com 2 lagos para cabega e peito'1
a 39 e 49000.
Eritremeios e babadinhos bordados de 3B0
rs. a 29400 a pega.
Galos de seda brancos e de cotes, de
19500 a 29500 a pega.
Ditos de algodao e seda, de 9 a 19400
pega.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de coros, a lO e 50 r9. a
pega.
Loques de marfim a 59 6:89000*
Ditos de sndalo & 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos depapeliesa 19800.
Coques para senbora, a 89, 39500 e 49.
Aderegos fingindo coral, comppndo-se de
alfinete e brincos por 29W0.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, compondo-sc de alfinete
e brinco, sendo de- muito gusto, por 59000. '^OOO-
Ricos chapeos de palla d'Italia, para se-
nhora, a ltrOOO.
ilfts.ditoapalha escuras d*ultima moda,
a 109000.
(vompteta eart imerr de bapcoainhos para
meninas e sonhoras, ote 29600 a 59000.
Chapeos do ^old* sd^ mglewsy cabo d
marfim a 169000.
hitos dito do merina, cabo de metal mui-
to bonito a 595M.
DHosdito de sada parasehor*, cabo de
madeira, a 6900*j>
PiWl diw^al*Wle rtatRnt! 99000.
DIVERSOS ARTIMft.
Granadino para vestidas, faaonda da ulti-
ma mod*,'oiai4Ktrt kMdaVa 90k> co-
vado.
Pannos 6e rocMt paWva(R5#SS, a '19800
e 29000 Cada um.
Ditos para ef\ '39 e^iWW:
Toalhasde^inho para rosto, a lftfO' cada
urna. '> ";'
Ditas d^'argtldad a1flJia*5, a\9tt.
Cdtts d W)00. 'ilL
in^irth.itarnihmUiii ,>

N# escriptWio daran Gora|neBCo M. Qi, da JooJw d* Carvalk
Moraes, v9ode*s o sguinto: ,ji gt ..
i*4y~ do Rjo da, Janeiro,
1 I .J Cimento) da. Prtlawl.
l'alhiuha! pcepaiadat i.i i
Cera 'en vetes. i
Oteo-de Imhaga.
Cmiho -de-kwtr Baierus.
Chumbo da munioo.
Gomfm^aaai suparior qualidade
Catewashaipbafgnazas.
Ditai do bafe'flg.
Ditas para crianzas.
.'.w
~a
NOYA LOJA DE JOIAS
2 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARRO* ti Hl IIO
Achando-se completamente reformado este estabeJecimeoto, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisigo de
jolas as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidan ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prego razoavel.
y

.--

VENDE-SE
urna casa terrea, bem construida, com daas ja-
nellas de frente, entrada pelo oitao, quintal pe-
queo e cacimba, em terreno proprio, na ra das
Nympnag com a frente para o naseente, e est
rendando 46OOO mensaes.
Urna dita pequea na estrada de Joio de Dar-
ros, sendo o terreno em que est situada, 33 pal-
mos de frente e 160 de fundo ; tem a frente para
o poehte, no mesmo terreno existem dous ps de
cogueiros qae ddo fruetos, e est rendendo 15*.
Um terreao proprio erprio para edificar-se ;
mi a frente para o sal. sito na ra do Principe.
>ttt 148 palmes de frente, a mesma extensas na
extroma drttediopno-'to, lO palmos de compri-
msnto, etu-emando pelo lado do Astente com
a-aova roa do cemlterio.
Os pretenantes podem dirig'r-se ra da So-
laos B- 84, onde reeeberSo quaesquer explica-
fi*s, ommMomto Sobre o pWflo, das 6 is 8
ha* daaianhk i
Vende-se 30 pipas cem mel, em barr prempu
a embarque :- no caes do Ramos n. 42.
Yende-se
ft.il
sacco de 1
milho : no trapiche Cunha,
libras cada um____________________
Vende-se urna casa em ta ponto de nato-
olo, na rna Bella, em Una : iucm pretender diri-
|a-e rna de Lirramento n. 4, loja.
Sitio
Cassas avuriadas a 240 rs.
o oovado.
O PavaO vtofc ftiisstmas eassas franeeus o
cares oom as mais delicados padrees, por teres
um pequeo taque da avaria de agua d&ce, pele
barato prevo do doze vintens o covado. pechin-
cha : na loja do f avio, ra da Imperatriz n
0".
BUHAS DE HAIBDRGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se oa pharmacia e drogara de Ba*-
tholomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 84.
Vende-se o sitio n. 42 da ra do Viscande de
Goyanna, antiga rna do Cotovello : a tratar no
mesmo sitio, ou na ra do Livrameuto n. 6. loja.
terrea,
Vende-se urna casa
terrea, em urna boa ra. a
tratar na ra da Imperatriz
n. 8, loja.
Taima
tette- e a taverm d ru da Penha ft. 6, qaf
jtmaaiittTa;sftB^#a,aorpeuAoar a>
retirar-se para Wr\desU pra^a: a tratar na
ma,
L_

s.


8
Diario de Pernambuco Quinta feira. 3 de Juliio de 1873.
X
JURISPRUDENCIA.
RESPOSTA DADA A IMfUG.NACvO DO ILLUSTRE
SR. ACADMICO J0VI30 DF. CERQUEIRA MAIA
AO PARECER EMITT1DO PELO DR. ANTONIO
DE VASCONCE1.LOS MENEZES DE DRUMMOND
SOBRE FIDEICOMMISSOS.
I
O lllustre Sr. Jovino do Cerqueira Maia,
Acadmico do-5 anno na faculdade do D-
reito desta Cilade, cw sua resposta a Con-
sulta, publicada no Diario de Pernambuco
de 18 do corrente mez e anno, sobre a qual
emitli o parecer (publicado no .mesmo
Din rio de 7 do crrante miz) nrespeito da
existencia de fideicommissos atao2grdo
pelo Direito Patrio assim se exprimi
com relaco essa minha lucubracSo.
Retpoita.
Pela Untura da, these vemos, que se trata
de um fideicomraiss'o, e procura-se a solu-
co de doas questdes que I be s > relativas.
Assim pergunta-se cm primeiro lugar :
at que grao silo concedidos os fuleicommis-
sos entre nos ? >
Percorrendo toda a legislaco patria nao
encontramos urna s Ici, que detcrminasse
at que geraco po liam estn ler-sc os fi -
deicommissos
Pelo que nao podemos responder preci-
samente a primeira suestao ; isto nao p-
denles, ncm (levemos nffirmar, que os flei-
commissos sao concedidos at tal ou qual
grao, tal ou qual geraco, nem concorda-
mos com a opinio daqnelles que, como o
Sr. Dr. Candido Meudes, sustenta a perpe-
tuidado dos lideicommissos, embora bem
fundados as palavras mtlta snbsl.itincoes
da Ord. do Liv. 4* T. 87 12 e no Direito
Romano.
Com effi'ito ; ahi temos a lei de 6 de
ouiubro de 1835 que, probibiudo em se i
art. 1 o cstabelccinmito ie morgados, ca
pedias c quaesquer outros vnculos de qual-
quer natureza e denominaba que sejam, e
fazendo dusapparocer os existentes pela
norte dos administradores legtimos, pro-
testa contra os fideicommissos perpetuos.
Somos, pois, de opinio, que nao mani-
festando o testador vontade do que soja
perpetuo o fideicommisso, ello valido, e
como tal produz todos os seus cffeitos.
Entretanto, oSr. Dr. Drummnnd em res-
post' aquella consulta, depois do ter, se-
gundo pensamos, com vantagem combatido
a opinio especial do Ilustre Sr. Dr. Tei-
xcira do Freitas, nao vacillou em sustentar
em sen trabalho publicado no Diario de
Pernambuco, que entre nos os fideicommis-
os smente se estendiam at segunda
geraco, trazendo como fundamento do sua
tes a respeito, quando deveria attender, que Romano, que autorisa os fideicommissos
do oocordo do dispost na Ord. Liv. 4, Tit. perpetuos.
87 JJ12 com a Lei de6 de outubro de 183, Em favor anda desta opinio temos
resulla claramente a procedencia d'aquella Almeida e Souza no Dir. Emphvt. tom. i $
sua opinio. 392, apoiando-se em Pegas Forense cap. 10
IV n. 30, e com a Ord. do liv. 2 tit. 35 11,
Primeiro que tudo se elle, nao pode en- e cap. 149 n. 164 185, e de Majoratu cap.
contrar Lei alguma Patr que designe at 4 n. 205. E Pegas tanto no commentano
que grao, ou geraco se constituem entre
ns os fideicommissos como nao hesito de
arguir-me desprezo da nossa Legislaco nessa
como no Majoratudefende perfeitamente
sua opinio com casos julgados.
Isto posto, o Ilustre acadmico Sr. J. de
materia, na qual alias'enxergou essa total de- Cerqueira Maia tendo confessado que nao en-
licieneia ? Por ventura, sor-me-hia possivel contraa na Legislarlo Patriadisposico
phantasiar alguma Lei Patria para apoiar alguma que determinasse at que geraco sao
essa doutrina 1 extensivos os fideicommissos, e havendo-se
Muito injusto por tanto fui o lllustre Sr. interpellado por opinar, que s eram admis-
Cerqueira Maia para commigo nessa parte, siveis entre nos at o 2 grau, com menos-
quando deve ter plena conviego (por haver prezo ilusta questo da Legislaco Patria,
sido meu discpulo, durante tres anuos, as que lbe applicavtd-r-parece-mu laborar ua
aulas do Direito Humano em 1869 e de Ci- mais formal coutradico a respeito.
vil tm 1871 e 1872) que no meu plano de Vil
ensino sempre adoptei em primeiro lugjr a Entre'auto, nao desojo por isso somonte
aprocago desenvolvida do Direito Patrio, subtrabir-ine do dever de fundamentar
demonstrando a sua barmonia, ou diver- aquella minba opinio, principalmente para
geneia com o Direito Romano, que lbe o Sr. J. Cerqueira Maia, por mais esta vez,
subsidiario, em segundo lugar fazendo a convencer-se de que ella foi baseada, segun-
devida comparacAo com a Jurisprudencia e do coslumo praticar em materias to posili-
Legislaco, que tem seguido *s acries mais vas, que nao admiltem improvisos, mas sim
cufias, e finalmente aponanlo as diversas exgem estudo serio; dillicul lado alias mui-
Decises que por vontu a tenbaiu sido pro- to superavol para quem tem vontade e per-
fralas pelos Tribunaes Superiores do uosso severancia.
Paiz, o pelo Goveruo Imperial acerca de Em primeiro lugar, ta em meu apoioa
vistos, tom-mo obngado a um serio estudo. guiles bem expressos, aulborisando os fidei-
S. S. dever-se-ba recordar, que por comtnissos smente at o segundo grao,
umitas veies disse,n'aula, que, como lira-' $ 2Inprimis agitar tcieiulum est, ut
sileicos, eramos rigorosamente obriyados aliguis recto jure testamento heres instituii-
a estudar sobre tudo oque era peculiar tur : ejusque fidei commitatur, ut eam
ao nosso paiz, embora NOS kosse isso mais kereditutem alii restiluat; alioquin inu-
dillicl, do que recorrer de preferencia to lile est testanienlum, in quo nenio insti-
Ictos estrangeiros, que esetevuram de urd- tuitur. (Juum igitur aliis scripserit ;
nano sob instituices niui distinctas das Lucius Ticius heres esto, poterit adjicere :
nossas, seno oppostas, como live repetidas rogte, Luci Titi, ut, quem primumpos-
vezes de demonstrar-Ibes por occasio de sis hereditalem ineam adire, eam tiaio
miabas prelofcoos oraos, principalmente Seioreddas, restituasPotest autem quis-
sobre a nossa espinb sa Lei Hypothecaria o que el de parte restiluenda heredem royare
seu extenso Regulanicnto. I El lber um est, vel pur, vel sub condi-
Se por ventura disto j ostiver S. S. ol-. tione relinquere fideicommissam, vel ex
vidado, alii anda estao na Faculdade mui- cerlo die.
tos dos seus dignos condiscpulos, e meas $11 Eam, cui aliquul reslituitur,
mui presados Alumnos, que amam a ser- potest royare, ut id rarsam alii auttotum
Me o poderte iell dar testemunbo, e as- a ut pro parte, vel elium uliquid restituut.
sim Ibcavivaro a memoria a respeito.
V
A primeira regra digna de observancia,
instituir em seu testamento um herdeiro
Portanto, para que o uubre Acadmico directo, ao qual se confie por fideicommisso
Sr. Cerqueira .Maia invocou a Ord. Liv. 4 restituir a berau^a a algum terceiro, por
Tit. 87 12, e a Lei de G le outubro de quauto na carencia do herdeiro instituido,
1835* Seria em ap-to d'aquella sua opi-nullo ser o testamento.Assim quando o
nio, anda nao formada a respeito da gra-: testador, depois de ter escripto Iustituo por
duafo possivel na constituigo dos fideicom- j meu herdeiroLucio Tico, pode accrescen-
missos, o quando nao encontrou Lei algu- tar, ao qual peco, que por sua morte baja
ina Patria, que resolvesse a questo verten- (de entregar, e restituir minha beram;a a
opinio alguns cdigos estrangeiros, o al-'te, como alias teve a franqueza de confessar?.CaioSeo. Pde-se tambem deixar o fidei-
guns excmplos de fideicommissos at aquel-
la geraco.
Mas pedimos pcrmisso ao nosso Ilus-
tre mostr para dizer, que nao podemos
abracar sua opinio, nao s por nos pare-
cerem fr cas as razos, emqtic ella se funda,
como tambem pelo despreso que nessa ques-
to votou nossa legislaco.
De certo ; nos parece que, estudando-se
com atteneo a nossa legislarlo tal qual
actualmente se cha, nao ha necessidade
alguma do recorrerse aos cdigos das na-
coes estrangeiras, nem se podo enxergar
nidia lacuna ou omisso a respeito dos fi-
deicommissos porquanto, confrontando-so
a cit. Ord. do Liv. 4 T. 87 12, em vir-
tude da (nal, como adianto veremos, os
fideicommissos poden) ser perpetuos, como
a tambem cit. lei do 6 de outubro de 1835,
torna-se manifesta o clarissiina a vontade
do legislador, deduz se clara e lgicamente
a opiniao que sustentamos ; tanto mais
quando sabemos da diversidade de opiniocs
que ha cdigos estrangeiros, sustentan-
do uns a perpetuidade dos fideicommissos,
outros que smente-se estendem atea se-
gunda gora:;o, outros finalmente em que
nao permittido fazer mais do que um
grao do substituido,
E quanto aos exemplos de fideicommis-
sos at a segunda, gerago que tem sido
respeitados o considerados validos entre nos,
esta mesma validade assistiria a qualquer
f leicommissos de grao superior aquello, a
qualquer disposico fidoicommissaria que
nte trouxesse carcter do perpetuidade ;
pois que nao se poder dizer que sftja vin-
culo um fideicommisso at a 3' 4a ou 5*
geraco ao mesmo, lempo que se sustenta e
a:Firma-sc que smente sao validos os fidei-
commissos at o segundo grao. Se aquelles
sao vnculos, e como taes condemuados pela
lei do 6 do outubro, estes tambem o sao.
II
Por muito terapo besitei de aceitar esse
dosafio formal, porque, alm de affecges
moraes, que, ha cerca de 3 mezes me aca-
brunham, e de minhas occupaesdo Ma-
gisterio, o da Advocada nesta Cidade, (as
quaes sempre me forun asss penosas,
vista das minhas fracas torcas, e pelo esfor-
zado estudo e trabalho, que dedico para
prehenche-las, corno mesmo tem sido teste-
iminha aquelle meu contradictor) suggerio
me logo a valiosa considerarlo, de que po-
der-se-hia enxergar nesse meu proceder, que
como mais pratico, seno mais preparado
nessas materias pretendera levar vantagem
sobre elle, que alias anda principiante
em sua carreira se bem que com bastante
dedicado.
Fui porm obrigado ladeiar de todas
essas consideraces e optar pela resoluco
de responder-lhe, porque principalmente
muito actuou no meu espirito a idea de que
lambem se poderia attribuir-me sem razo
n'aqnella minha opinio, ao ponto tal, que
o meu silencio mportava essa minba con-
vieco, s c nicamente produzida pela
vigorosa argumentacao desse meu disc-
puloAlm disto, outra razo da minha
propria dignidade cbama-mo discusso,
qual a de nunca haver-me subtrahido a dis-
cussoes sobre taes materias, sendo porm em
termos habis, nem jamis ter imposto a
quem quer que fosse o retrogrado principio
Magister dixit como lambem nao lbe
desconhecido.
III
Do expendido se evidencia, que Ioo Sr.
Acadmico Cerqueira Maia declarou nao
sor-lhe possivel affirmar, que os fideicom-
iessos sao concedidos at tal ou qual grao,
UJ ou qual geraco, ao passo que confes-
sou, que nao se poder dizer, que seja
vinculo por faltar-lhe o carcter de perpe-
tuidade um fideicommisso at a 3a 4a ou
5a geraco, bem como o nao sao aquelles do
segundo grao ; 21* que percorreudo toda
a Legislaco Patria ndo encontrou urna $6
Lei, que -determinaise al que geraco po-
diam eslender-se o (Ulekoiimnssos, ao pas-
so que arguio-me de haver Votado nesta
questo desprezo nossa Legislaco, citando
alias alguns Cdigos estrangeiros, divergen-
Fois, a citada Ord. Liv. 4 Tit. 87 12, commisso puramente, ou debaixo de alguma
quo s fala de um ntico substituto, segn- coudgo, ou de algum termo.
lo o pensar do Coelho da RochaNota ao
7I'J (e Dio de mudas substituices, como
di/, o Exm. Sr. Senador Candido Mondes
Commentario ao Cdigo Philippino pag.
827) poder jamis ser applicavel s subs-
tituices lideicotnmissarias da 3a, 4* e 5a
gera;o, quo logo em seguida aquelle meu
estimavcl contradictor considerou como
possivois entre ns ? Pois, anda lbe des-
conhecido que essa Ord. Liv. 4 Tit. 87 $ 12
refore-se exclusiva e expressamente s subs-
lituircs compendiosas, quo se distinguen]
das lideicomuiissarias, de que ora se trart !
Pois, aquella Lei de 6 de outubro de 1835,
tratando especialmente da extineco dos
Morgados, ('.apellas e outros vnculos de
Aquelle, a quem se deve restituir al-
guma cousapode ser rogado, que o faca
no todo, ou em parte dessa cousa ou que
Ihe d qualquer outra difieren te.
Em seguidatemos a lei 10 $ 7 do Dig.
liv. 28 tit. 6que tambem authorisa os
fideicommissos at ao 2* grao nos seguintes
termos :
Ceterumsi do sint gradus potest dici
valere substitutionem, ut Julianus libro
trigsimo digestorum putat. Si houverem
dous graos, a substitu rao se tornar effecli-
va ; como peusa Juliano no liv. 30 do Di-
gesto.
VIII
Em segundo lugar, baseei aquella minha
qualquer deuo/ninaco ou natareza, que opinio -nser o fideicommisso smentead-
sejam poder-se-ha applicar, e reger a ospe-imitlido entre ntate ao segundo grdoaas
ci actual sobre fileico:rtmissos temporarios respeitaveis autoridades de Corri Telles
[almdo 2'grao), que, como amplamento Dig. Port. -liv. 3 art. 1,628que (invo-
demonstrei em meu parecer (publicado no, cando aquellas mesmas Leis Romanas com
Diario de Pernambuco de 7 do corrente referencia a Ord. liv. 4* tit. 8T 12)
mez e anno), nunca tiveram e jamis pode-
carac-
ro ter os csscnciaes e constitutivo
teres de taos vnculos ?
Por cei lo, o Ilustre Acadmico Sr. Cer-
queira Maia arguio-me de desprezo pela
assim se exprimi. E' permittido final-
mente ao testador instituir um herdeiro,
e para depois da morte deste substituir-
>< lbe outro : esta instituico se chama
compendiosa, ou fideicommissaria ; 2."
12, nao falla seno de um nico subs-
Ututo, e essa serie de substituices teria
w os inconvenientes dos morgados irregu-
nossa Legislaco na materia sugeita, porque i Coelho da RochaSchol ao 719 nos se-
no qui/. ver, que largamente oceupei-me guintes termos : A Ord. liv. "4 tit. 87
n'aquelle meu parecer do inmensas dispo-
sicoes Patrias emieernentes aos referidos vn-
culos, Je aos fideicommissos para marcar a
radical difiorenea reinante entre elles ; assim i lares,
com > que recorr anda ao proprio elemen- Logo, essa minha opiniobem longe de
to histrico d'aquella Lei de 6 de outubro ser solada, ou singularfoi adduzida nao
de 1835 isto a toda discusso havda s do Direito Romano, que fonte subs-
nesse auno, e no anterior em ambas as diaria da Legislado Potria, nos termos da
Casas do Parlamento RrasUeiro sobre o res- lei de 18 de Agosto de 1769 $9, seno
pectivo projecto para assim inelhor basear a tambem daquella ctada Legislaco,
intorpretago, que sempre preslei-lbe ; em da opinio autonsada daquelles dis-
uma palavra, que menconeia opinio una- tinctos Jurisconsultos Portuguezes, e ainda
nme dos distinctos Advogados da Curie, e mais corroborada pela Lei Franceza de 10
at a Deciso do Supremo Tribunal Supe- de Maio de 1826, e pelos Cod. Civs da
rior do Justina do nosso paiz no mesmo
sentido.
Logo, me licito esperar aiuda do Sr.
Acadmico Cerqueira Maia, que relendo mais
PrussiaPart1 tit. 12 art. -55, do Chi-
leart. 754, e seguintes, art. 1,164
1,666, e de Portugalart. 1,867-$$ 1 e 2
smente com relaro aos netos e mais des-
airadamente o dito meu humilde parecer. cendentes do testador, os quaes tambem sao
nao deixar de reformar aquelle seu injusto .fontes subsidiarias do nosso Direito Civil
jui/.o, < reparar esa clamorosa injustica, que. como meiot de nos decidir sobre a razo, e
para commigo praticou; confessando.que nao i *o das Leis Romanas (cit. L. de 18 de
fuiinfenso ao Direito Patrio a respeito da Agosto de 1769 $9) ; escudos estes mais
especie vertente para preferir o soccorro da iue suficientes para salvaguardar minha po-
Jurisprudencia e Lega^o estrangeira, quan-
do s a invoque!, como seu auxiliar pode-
roso, segundo o meu constante proceder em
taes occasies.
Logo, -me licito esperar anda do Sr.
bre individualidade, n'aquelle parecer.
Nao obstante estar essa minha opinio as-
sim to robustecidamereceu ser impugna-
da pelo lllustre Acadmico Sr. Jovino de
acadmico Cerqueira Maia, que, relendo mais Cerqueira Maia, sob a invocacodo Exm. Sr.
acuradamente o dito meu humilde parecer. Senador Candido Mendos de Almeida no seu
nao deixar de reformar aquelle seu injusto Commentario ao Cdigo Philippino, quando
juizo, e reparar essa clamorosa injustga, diz a pag. 927.
que para commigo praticou, confessando, | o aquella Ord. liv. 4tit. 87
que nao fui infenso ao Direito Patrio a res- 12 toda exemplificativa, e querer
peito da especie vertente para preferir o. dar-se urna interpretaco to restricta,
soccorro da jurisprudencia e legislaco es-' prevalece a opinio contraria, por isso
trangeira, quando s a invoque, como seu' que a predita Ord. fallaem muitas
auxiliar poderoso, segundo o meu constante substituices.
proceder em taes occasies. Accrescentou aindao mesmo Sr. Acade-
VI mico Jovino de Cerqueira Maia, que, como
todos nos sabemos, as nossas Ord. foram
Parece-me pois, que aquelle meu nobre' /"***" dl accordo com o Direito Romano, e
contradictor, tal vez seduzidopelo inglorio que por esse Direito^os fideicommissos po-
desejo de impugnar to indebitamente j"lom ter Perpetuos, como se renfica na
aquelle meu parecer, procurou soccorrer-se "0T* t''^,
unicanieute do commentario da citada Ord. I Entretanto, estou bem persuadido, que iu-
liv. 4 tit. 87$ 12 do Cod. Philippino pag. fundadas, e improcedentes sao todas essas
927 pelo Exm. Sr. Senador Candido Mendes asserces do lllustre Acadmico Sr. Jovino
de Almeida, porque serviu-se desuas pala- de Cerqueira Mala.
vras quasi textuaes, que abaixo transcrevo,' Para melhor demonstra(o deste meu
para demonstrar pelo menos a similitude, ou iuizo transcreverei textualmente a dita Ord.
homogeneidade de pensamento entre ambos, liv. 4 tit. 87--$ li.
Not. i a Ord. liv. 4 tit. 87. Substituigo compendiosa a que um
k Entretanto da lettra do $ (desta Ord.) testador faz ao herdeiro, que instituiu
nao se pode deduzir a doutrina sustentada quando quer que elle fallecer.E chama-
por Correia Tolles, e Coelho da Rocha, por- se assim, porque debaixo de um compen-
quanto toda a redaeco do$ exemplifica- a. dio de palavras contem em simuitas
Uva, e nao taxativa, e se querem to res- substituicesde differente natureza.
trictamento interpretar disposico nesse A forma, em que se faz he esta: Ius
caso a opiuio mais sustenta vel, visto titno por meu herdeiro a Pedro, e quando
como.nasexpresses-^muitassnbstituicoes quer que elle fallecer, ou depoisdesua]
so acha justificada a doutrina opposta i dos morte ou por sua morte seja herdeiro
mesmoB Juristas, e alias fundada no Direito Paulo.
Ora, a predita subslituicao tompendiosa
comprehende, (como insina a Consolidaco
das Leis Civis2.a edicoNot. 4 ao art.
1,052)a substitnico vulgar, e a subsli-
tuicao fideicommissariu, de modo que nao
ha sabstituifdo compendiosa, sem que seja
fideicommisaria, mas a subslituicao pode
ser fideicommissaria sem que seja campen-.
diosa.
Logo, essa Ord. liv. 4 tit. 87- 12 -
mais especialmente cogitou da substiluioo
comp-wliosa do que da fideicommissaria,
da qual exclusivamente nos oceupamos;
sendo que tambein j se tem dicto por mui-
tas bocas authorisaas, que mesmo ella lulo
lite applicavel, e at Gouoeia Pinto Tra-
tado dos TestamentosCap. 35 Not. 180
in fineassim se exprime :
Entre nsainda que nao tenhamos
titulo algum na Ordenaco que trata
de legados, e fideicommissos, temos com
tudo sempre usado delle, e o seu Direito,
isto o que Ibes applicaram os Romanos,
principalmente depois de Justiuiano, foi
quasi geralmento recebido em noss i
wro, assim como o Venerando Mes-
tre dos MestresMe lo Freir j -porigual
oJiavia dicto na sua preciosa. ObraInst. de
Dir. Civ.Part.liv. 2 tit. 7 Notaao $ 18
nos seguintes termos :
Fidjiicummis ctium us utimur mori-
bus magis quam legibus.
Nossas Leis se nao oceupam dos fidei-
coininissos, mas nossos costo mes os adop-
taram.
Parece-me p is, que isso s basta para
sur considerado como a ultima palavra a
respeito, e convencer aos nao teimosos, que
aquella Ord. liv. 4 tit. 87 12nao se
referiu especialmente aos fideicommissos.
Domis, a admiltir-se essa serie de subs-
tituyos, resultaran! os sensiveis inconve-
nientes dos Morgados irregulares, (como
ensina Coeliio da Rocha supracita-
do) os quaes perderam toda a sua razo de
ser, for.im oxtinctos pela Lei de 6 de Outu-
bro de 1835, por estarem incluidosentre
os vnculos, (a que ella se refere) de qual-
quer denominuco ou natureza que sejam.
Outro sim,as autoridades all invocadas
pelo Exm. Sr. Senador Mendos de Almeida
a saber LoboDir Emp ytton 1
392; Pegas ForensCap. 10, u. 30, ad
Ord. liv.2tit. $ 1, e Cap. U!)-
n. 16', e 165, e 'de MajoratuCap.4-
n. 26o para fundamentar aquella sua opi-
niotambein nao aprovoitam especie ver-
tente, visto comoPegas reeriu-su exclu-
sivamente aos ditos Morgados, quer regu-
lares, quer irregulares, e Lobono lugar
citado inda absolutamente disse sobre a ma-
teria, que orase contioverte, mas sim acom-
panhou o dito Pegas nesse ponto.
X
Ainda: a Nov. 150 (Cap. 2), a quo
se soccorreu o lllustre Acadmico Sr. Jovi-
no de Cerqueira Maia, ad instar do mesmo
Exm. Sr. Senador Mendes de Almeida, por
certo nao autorisa a sua opinio de que sao
admissiveis ntrenos os fideicommissos
alm do grao, isl al .".a, 4.1
e 5.' geraco, por quanto embora Waldeck
liv. 2, tit. 23 $ 480de accordo com
Heinecio Recitdessa Novella concluisse a
possibilidade de seeslabelecerem fideicom
missos ule ao q uarlo y rao, com tudo essa
doutrina nao se pude doprehender do res-
pectivo texto, por demais obscuro, e in-
comprebensivel, ainda mesmo com grando
exforoo de intelligencia, visto como falla da
hypothese de um impubere, que nao liuha
a testanmUifactio o que tambem tinha
herdeiro uecessario (sua propria Mi)a
quem devoria pertencer a heranga, como
bem explicaran os Srs. Drs. Biuscky, e E.
Costa, e Almeidaem suas Annotac;es ao
mesmo Waldech, e outros Commentadoics ;
sendo que Correa Telles Doutrina das Acees
Not352 ao$ 165 diz : que essa Nov.
159Cap. 2, o to obscura, que parece ser
fei de proposito para M nao entender ;
uns limitam o fideicommisso quatro
graos, outros suppoem possivel um fidei-
commisso perpetuo, o que equivaleria a
vinculo.
E para maior elucidarn da questo ver-
tenteseja-me licito ainda transcrever a ci-
tada Nov. 159Cap. 2na parte, que lhe
correspondente.
(Juum itf mxime hac decissent :=tamen
quod qualuor jam yenerationes prtiriisse
viderentur=liaud suslinereinns tam obso-
letam causam denuo tradi judiciis, el mu-\
xim cun Constant/ilia in pupillari ad
huc ate vilam finierent.
E' inadmissivel, que seja agora restau-
rada urna causa to antiga, que jatra-
vessou quatro geracoes, o ainda mais
quando a filha de Constancio falleceu na
na idade pupillar.
Onde poisdesta Novtoda com referen-
cia a urna causa protelada durante quatro
geracoes, e que aiuda so quoria renovar,
sera mais razo de ser, e nos supraditos ter-
mos, se pode concluir o estabelecimento do
fideicommissos at ao quarto grao ?
Que induego remota, e fugitiva 1!
Em verdade, para mim tudo sto m-
comprehensivel ; o que por certo nao admi-
ra, por ser ou o primeiro a roco ihecer, econ-
fessar, desde muito, sem o mnimo acanha-
meuto, a minha nsufliciencia em to arduas
materias, alias facilimas para outros mul-
tas.
XI
Alm disto, diversos Escriptores de Direi-
to Romano (eomo os Sr. Drs. Eugenio da
Costa, e Almeida Explicnco WaUleck
$11, Antonio Luiz de Souza Henriques
Sece=--Manual de Direito Romano Parte
1. Liv. 2 Cip. 5 $$ 22 e 23, Lentes da Fa-
culdade de Direito na Universidade de
Coimbra; Warnkaemg Inst de Dir. Roma-
no $ 9.; Berriat de Saint Prix Histoire du
Droit Romain de.) insinuara, que s-
mente98 das Novellas obtiveram forc,a, o
boje gozara do autoridade no Foro, por te-
rcio sido as nicas, que foram glosadas por
Accursio, e outros Interpretes, sob o titulo
deVetus, Vulgat?. ou Authentica ;e ai-
tribuidas Justirtianno, ou publicadas
desde que elle deU luz o seu segundo
Cdigo at ao ti n do seu Imperio, isto ,
durante 30 annos, por quanto as demais,
que com aquellas os crticos, depois do
seculo XVI elevaram ao numero de 168
nao fizeram parte |da dita glosa, e eram de
Justino II, eTiberio II, successoresd'aquelle
Imperador, e at Edictos do Prefeito* do
Pretorio Manual de Droit Romain pag.
70 c. por LaGrange. Ora, estando aquel-
la Nov. 15!) classificada eotre estas ultimas,
com alguma razo tambem nao se poderia
duvidar da plenilude de sua exiquibifidade?
Logo, nao havenJo incoutostavelmente
outra qualquer disposico do Direito Roma-
no, que autorise os fideicommissos at ao
tavel esta opinio, ante o mesmo Direito
Romano, como alias muito admissivel a
respeito dos fideicommissos at o 2* grao
vista da Inst. Liv. 2 Tit. 23 $$2, e II; Dig.
Liv. 28 Til 6 Lei 10 $7.
Finalmente, ainda improcedente o ar-
gumento d'aquelle meu contradilor, que
acta a mesma razo para o estabelecimento
dosses diversos fideicommissos por quanto,
como fica sss demonstrado, os do oais dous graos conslituiriam morgados irre-
gulares (na phraso do citado Coelho da Ro-
chascholio ao $ 719), os quaes sempre
'or imconsiderados vnculos ,e por isso
so acham prohibidos por aquella Lei de 6
de outubro do 1835debaixo da fonni in-
determinadade qualquer denominado, ou
natureza, que sejam.
XI
E'-me forcoso ainda ollerecor algumas
consideracous relativas a cortos pontos da-
quella impugnadlo, para que nao passem
sem a dovela resposta 1.a Que o Col.
Civ. Fr. art. 896 quando pr.ihibio as
substituicesnao foi por uivella las todas,
em razo mas simpela sua forma dejtrecaliva, ou
rogatoria, que as acompanha [royo, de-
precor, cupio, desidero), a qual por si
s nao bastava para conferir direito ao
substituto para exigir a cousa que Ihe
fura legada ;forma alias, & meu ver,
puramente accidental, que nao podoria in-
fluir obro a substancia da disposico testa-
montuna, como opinamMerlin Reperl de
Jurisprudoerbsubstitation, Toullier -tora
5 ii.-27; Paillet Com.ncnt ao art. 88a
daquelle Cod; Delvucourt Cours de Code
Cus tom 2 pag. 609, e seguintes etc. ;
tanto mais quanto essas mesmas palavras
deprecativas do testador sempre valeram
como imperativaslustJe Legatis
tolo tit; Inst. de sing reb per fideicom-
mis; Commundu Leg 3... in lidei-
ora nissis voluntas magis, quasse verba
pleniuqiie, ntuenda est
Nos lideicommissos dove-se attender
mais a vontade do Jefoncto. do que as
suas expressoes ; ou na bella phrase de
Justiuiano Nos euLn non verbis, sed
ipsis robus loges imponimus. -
E lauto ali sempre assim se entended, que
s, e exclusivamente foram restablecidos os
ditos fideicommissos at ao i" graopola Lei
Franceza de 10 de maio de 1826; nicos,
que considorarain sem o carcter do vncu-
losDuranton tom. 8 -n. 31.
2.a Que me parece aiuda nao acceitavel
a assen;o do Ilustre Sr. Cerqueira Maia -
de que as nossas Ord foram foitas de ac-
cordo com o Direito Romano, o qud pela
Nov -159 (Cap. 2)admittia os fidei-
coraminas perpetuos, por quantol"
cima demonstrei com a maior evidencia
passivelquo o mesmo Direito Romano s
os admittia at ao 2 grao; 2" tanto as
nossas Ord. nao o abracaran] nessa niatcna
do fideicommissos, e antes foram intora-
mente omissas a respeito, que s o Direito
Consuetudinario ( usos, o costumes )
tacitas coustiiess populis lomja consuetudo.
usus longvus etc. os tem se tolerado, ( se-
gundo insinuam expressamente os supraci-
tados Mello Freirlust. de Dir. Civ. liv.
2 tit. 7Not. ao $ 18, Gouveia Tinto-
Tratado do TestamentosCap.35 Not.
1S5 in fine ) ele, e do accordo com aquel-
le Direito subsidiario, ou ua falta de Direi-
to Patrio expresso sj devem admittir os di-
tos lideicommissos at o V grao; 3" as
nossas Orddesde as Affonsinas e Manoeli-
nas at as Phihppinas, anda hoje vigentes,
nao tiveram por fonte exclusiva o Direito ,
Romano, mas tambem o Cannico, dos ?.?! *L** I** Porque esta
lei do 6 de outubro de 1835, seno tam-
bem a mui contestada Nov139Cap. 2,
sem a mnima applicacao ao caso ver-
tente.
Assim, poi-, de bom gradopermanece-
r nesse doce e ledo engao, ( Indocti n
errorem perseverare), alias opiniao muito
roborada por taas autoridades; assim como
lambem dever caber ao lllustre Acadmico
Sr. Jovino de Cerqueira Maia agloria, ou a
satist'aco de nessa parte seguir ou adumbrar
aquelle eminente Icto Brasileiro o Exm. Sr.
Senador Mendes de Almeida.
Sobro tudo cumpre ao lllustre Acadmi-
co Sr. Cerqueira Maia demonstrar, que nao
ha antinomia alguma, e antes perfeito ac-
cordoentre a Instliv 2 tit. 23 $$ 2 e
leo Dig. liv. 28 tit. 6lei 10 $ 7
que admiltirain os fideicommissos at ao
2 grdo, e a tal Nov 159 ( Cap. 2,) que
no seu entender adnisiar do Exm. Sr. Sena-
dor Mendes de Aimeidaos anthorita at
ao 4" grdo, por quanto, creio, que nao Ihe
couvr dizer o contrarioeiu respeito ao
Direito Romano, que h ije s tem o im-
perio da razo, e nao a razo do Imperio
la razo na phrase de d'Aguesseau
Por todas estas mui valiosas considera
cues -concilio, que, si tambera nao estou il-
ludido o (Ilustro Acadmico Sr. Jovino
ile Cerqueira Maia parece estar nestes pun-
ios nao s contra o Direito, seno tambera
contra a propria historia da Legislaco aP-
tria. -
Creio ter cabalmente respondido a lodos
os tpicos da mpugnaeo do lllustre Acad-
mico Sr. Jovino de Cerqueira Maia,ao
dito meu parecer publicado no Diario d?
Pernambuco de 7 do crrente mez; sendo
que, se Ihe aprouver fazer um estudo me-
nos superficial -da materia vertente, ou
alias inelhor aprofundal o e precisar de al-
gumas d'essas obras por mim citadas (para
comprovar minhas asserciiesj ou mesmo de
outras que ainda della tratara e eu possuo,
caber-ine-ba a maior satisfarn possivel do
lh'as confiar.
Apenas teuho pedir-lhe a especia) fineza
de ilesculpar-me, si por ventura nao me for
possivel voltar mais carga, visto como
almde enformo,achando-me actualmente
asss acabriiuhado pelo profundo golpe,
que, ha cerca de tres mezes, tem-me tras-
passado o coraco ( como nao lbe desco-
nhecido,)smente posso agora dedicar-me
ao cumprimento de minhas mais restrictas
obrigaees.o no.occupar-me com discussoes,
em que pouco poderei aprender, e nio entro
cora a pretenc,o de convencer a quem por
veulura noqueira dar-se por convencido-
Entretanto fago votos mui fervoroso*, >-
simme para que o lllustre Acadmico Sr.
Jovino do Cerqueira Maia-continuando
cultivar sua inlellligeucia coinsiga distin-
guir-seera sua carreira jurdica, e tornar-se
raesmo um notavel leto entre os mais
abalizados do nosso paiz ; os quaes tambein
por sua vez-nao se improvisaram, mas
assmi constiturain-se progressivamente,
atraves de improbo trabalhoLabor im-
probas omnia vincit.
Recfe, 27 de junho de 1873.
Dr. Antonio de V. Menezes de Drummond.
ASSEMBLEA 6EBAL
SENADO.
KMXRSO A GOKOA.
E", como dissd, idem per idem. De-
monstro o nobre senador como pode ser in-
fallivel, attributo da Divindode, o homem
quaes os Compiladores extrairam ttulos n-
teiros, alm de muitas referencias a um, e
a outro, que a cada passo nellas se encon-
trara ; algumas dispusieres das Leis das
Partidas de Castella ; os autigos costuraos
Racionaos, e al estyllos das prineipaes. lo-
calidades, e muitas Leis promulgadas des-
de Affonso II; as detcrmiiiaeoes, e Resolu-
co das Cortes celebradas desde Affouso IV,
e posteriores ; assim como as Concordatas
do D. Diniz, D. Pedro, D. Joo, e outras
disposieoes, cuja maior parte transereverum
fictamento, como so evidencia das Fontes
Prximas da Compilaco Filippinapor
JiiMijiii.ii Ferreira Gordo; Coelho da Rocha
Ensata sobre a Historia do Govorno e
Legisl gao de Portugal$$ 151, 160,
16 170 in fino, 189, 24 250; Fre-
lechos do Direito Patrio Publico o Par-
ticular pelo Desembargador Francisco
Coelho de Souza e SampaioFart. 1 Cap.
2, 3, 4 e 5, e -Manual Histrico do
Direito Romano, e do seu destino entro ns
pelo Dr. Antonio Luiz de Souza Henriques
Secco Part. 3 liv. 2Jj 5 ; este Addido
da Faculdade Jurdica de Coimbra, e os
dous anterioresLentes Cathedraticos na
mesma Faculdade etc.
3.* Que o parecerdo Instituto dos
advogados da Curtei sobre serem admis-
siveis os fideicommissos do mais de um
grao embora seja muito respetavelnao
s dependo ainda, para sua melhor aprecia-
do, o baseiada convieco, do respectivo
Relatoro, que nao o acompanhou, ou nao
foi publicado, e cm quo necessariamente
tero sido feitas as necessarias dislnc^es,
seno tambem por isso s nao inspira lorca
probatoria irresistivel.
Se, vista de tudo isto, errei, fui levado
pelas opimes1 dos mais exim s mes-
tres, como Mello Freir, Gouveia Pinto
cima citados, quando affirmarain, que a
nossa Ord., nem outra qualquer disposico
da Legislaco Patria authorisaram entre nos
os fideicommissos, mas sim os nossos cos-
tumes ; 2 Correia Telles e Coelho da
Rocha que insinuaram serem elles ad-
missiveis smente at ao 2 grao ; 3* pela
lust. liv 2 til22 $2 ell, o Dig. liv.
2 $ tit.6 lei 10 $ 7que os admitt-
ram at o mesmo 2 grao, como alias se
tem praticado entre ns na absoluta ca-
rencia do Direito Patrio, e ad instar de
muitos dos Cod. Civis das Naces mais cul-
tas que cite; 4o pelos valiosos pareceres
do mesmo Correia Telles, e dos Srs. Drs.
Bruschy, e Costa e Almeida, que sus-
tentam a obscuridade, e ioapplicablidade
da Nov. 159 Cap. 2, para-estabefeciment
dos ditos fideicommissos at ao 4o grao
etc. etc.; ao passo que o lllustre Acadmi-
co o Sr. Jovino de Cerqueira Maia talvez te-
Uiha acertados, e nicamente combaten-
4 grao, segue-se lgicamente, quo insusteu-
dt> todas essas respeitaveis authoridades, e
abracan do-so com e Commontario do Exm.
Sr. Senador Candido Mendes de Almeida
ao Cdigo Philippino pag.927 ; o qual,
sem produzr urna s razode sua propria
lavra, invocou para apoio dessa opinio
nao s Pegas, e Lobo, que apenas trata-
ram nos lugires por elle mesmo apontados
dos Morgados propna,e impropriamen-
te ditos, verdadeiros vnculos, extractos pela
nfallibilidade, que nao tiveram seus ante
passados, subreveo s agora ao actual. E
sobrovoio to opportunamente para a exe-
cuco dos principios ante-sociaes e liberti-
cidas do sijUahus e para a dominaco, do
poder temporal pela autoridade ecclesi-
astica.
Quor-se invaso mais flagrante do que
o estabelecimento dos jesutas no imperio*
As lois.de 6 do maio de 1765, 28 de agos-
to de 1768 e 9 do setembro de-1773, dan-
do exocuco i bulla de Clemente XIV, ex-
pulsaram-os do Portugal, dos seus dominios
o do Brasil, quo euto era colonia portu-
gueza e a corporaco e individuos, foram
prohibidos de voltar ; estando as leis
ainda em vigor, teem elles voltado ao Brasil,
onde dominara sobre alguns hispo*. A
vontade destes vai prevalecendo contra a
lei. E' ou nao formal invaso da autori
dade ecclesiastica sobre o poder temporal *
0 Sr. Mendes de Almeida :Depois da
nova ordein de cousas....
O Su. Jobim :Nao est revogada.
O Sr. viscomde de Souza Franco :
A nova ordemde cousas ser a constituigo''
V. Exc. bem cautelosamente nao quer fallai
na constituigo do imperio, porque assim a
confessaria com alguma acgo sobre esta
materia, que no seu pensar ha de ser tam-
bem religiosa.
O Sr. Mexdes de Almeida : -O codig
criminal nao constituio um crirne...
O Su. viscosa* de Souza Frasco :
Nao constituio crime ?
O Sr. Mendcs de Almeida:... exis-
tencia dos jesutas no Brasil.
0 Sr. viscosde de Souza Franco :
Nao prohibida I A liberdadequea cons-
tituieao outorga, torna admissivel o estabe-
lecimento das sociedades,religiosas, mas con
a condico da approvaco por meio de lei;
l est no art. 10 $ 10 do acto addicional.
E, pois, os jesutas nao podem entrar no
imperio, nem em corporaco e nem indivi-
dualmente, sem revogaco das leis citadas e
sem nova lei que os admita. E eu entendo
que a lei de revogaco compete assombla
geral legislativa do imperta.
O nobre senador disse que nao ha no c-
digo artigo em que se proeja e puna o
crime de sua entrada. 0 nosso cdigo
sabe o senado que o menos casustico de
todos os cdigos ; mas nao ha acto nenhum
que nao possa ser encabezado em um nu
outro de seus artigos. 0 jesuta que entra
no imperio violando a lei, que lh'o prohibi
sob pena de morte, se nio passivel d'esta
pena, que o cdigo criminal nio applica a
este caso, pode com tudo e deve ser depor-
tado pelo governo como estrangeiro nio
admittido no imperio por forra de urna lei
em vigor. A classificaco em artigo do
cdigo precisa exame que nao posso fazer
durante o meu discurso. Ve.n elles sob
nomes suppostos- e titaloa indevidos como
lazaristas e no artigo respectivo e em qual-
quer outro haver puni^io para esta infrac-
co das leis.
O Sr. Mendes de Almeida :Logo im-
pliejtamente elles podem estar aqui.
(Continuar-se-ho)
TYP D DIARIO- BA DUQUE DE CAJU
MU
>^MM;ili .....,


Full Text
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