Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12973


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Full Text
tmmmmmmmm^*^
?
AMO XLIX. NUMERO 148
PABA A CAPITAL B IXGABKS OSDE HflO PACA PORTE.
Por tres mozes adiantados
Por seis ditos idem .
Por un anno idem .
Cada numero avulso .


69000
139000
149000
820
TERCA FEIRA 1 DE JIIHO DE 1873
PABA IE\TBO E FBA DA PBOVIICIA.
Por tree mezes adiantados................
Por seis ditos idem.................
Por no?e ditos idem ....'.............
Jor um auno idem..................
69760
139500
09S50
279000
BMMBUCO.
PROPRIEDADtNJE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & F1LH0S.
---------------------------------------------------------------------------d--------------------------------------------------,:-----------------5-------
(K
Srs. Gerardo .Antonio Alves A Filhos, no Para; Gop$alves> Pinto, no Maranho; Joaqun Antonio de Leiur* Braga, no Aracatj ; "jo fia Jul Efchaves, no Ass; A*htow.Marques da Sra, oo-Rital; Xofi JaJC
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahvba ; AuuuuoWIWBaa, la da Peni*; fietomino dos Santos Bralcio, em Santo Antlo ; Domingos Jos da Costo %aga, vn Nazamth:
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Fracino Tararee da Costa, em Alagas; lve/ dC.ni Baha; 6 Leite, Cerquinho C. flo Rio de Janeiro.
-
*
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PARTE OEFICIAL.
Governo la provincia.
LE N\ 1116.
O baehard Henrique Pereira de Lucelia, commendador da im-
perial ordem da-flus, cavalheiro da do Chrislo, juiz de direito e
(Hfsidsnte da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assombla legisla-
tiv.-rprovmeial, sob proposta d.i cainra municipal da villa de tum-
be, decretou as seguintes posturas :
TITULO I.
Das obrijaces dos empregados.
Art I. A cmara municipal desla villa, aJn dos empregados
do que trata a le do Io do outubro do 828, ter inais utn advogado,
um sorteador e quaesq-ter outros que fontm necessarios, depen-
Uendo, porm, o pagamento de seus ordenados de autorisa -ao do po-
di r competente.
Art. 1* Ao advocado compete :
i !. Auxiliar o procurador as questoes judiciaes para a eo-
branca e arrecadaead das rendas, impostes e mullas.
2.* Responder a< consultas, otncios e representocoes, scmpre
sjpe importaron) uuestSes de direito.
Art. 3." u procurador,, por qua quer falta que cocunetter, po-
dara ser multado pela cmara at a importancia dit 304.
Art. i. Os fiscaes e o porteiro, por qualquer omisso no cum-
itriarato Ue seu. deveres, serio multados, os pritneiros at a irapor-
taoffia de 204 o o ultimo at a de 104.
Art. 5." Ao cordeador goral compete :
8 1.* Fazer aeordeaco qu indo as partes exgirem, e cumprir
as ordeus da cmara, sol penado 10i de multa.
Art. 0." Servirn de cordeadores uos districlos fra da villa os
respectivos nseaes.
Art. '.' Exigindoa* ptrtes, o cordeador geral assislir as cor-
deaeoes nos referidos uistriclos, pagando-lhe diariamente, a titulo
de osuda, a importancia de i* e as despezas das mesmas cor-
(kw QiOS.
Art. 8.* Ao-; cordeadores compete :
S 1.' Alindar, antes que se d coraeco edificacode qualquer
predio, sendo-Ibas presente a licenca da cmara.
2.* Observar uos alinliameutos toda a simetra e regula-
ridade.
S 3.
clareza.
Declarar na licenca o alinliamento feito cosa a precisa
soffrerem
Indemnisar os proprietarios dos projuizos que
pela irregularida Je do aliuhamonto.
r, 5- Examinar os edificios o informar aos fiscaes quaes os que
ameacam ruina, para que estes intimem seus donos para provideu-
ciarem.
Art. .< Os cordeadores pelas faltas que commc em aerid
limitados em 54.
Art. 10. Aos administradores dos matadouros compe :
i I.* Velar na eonservaeao e limpeza dos curraos.
8 i* .Nao permttir que se matom rezes ua villa, povoaedes e
suburbios, san ipio tejan previamente examinadas pelos liscaes,
sob pona de lu ae mulla.
Art. 11. Ojiante s obrigaeoes dos mais empregados, observar-
so-iu a lei do I" de outubro de 182*.
TITULO II.
Da polica municipal.
Art. 12. Muguen) poder ter lojas abenas nesU villa e povoa-
{cws do municipio sem licenca aunual da cmara, sob pena de 10
de multa.
Art. 13. Nao se poder conservar aberto qualquer estabeleci-
raenl. Jepo da i horas da uoute, sob pena de oj de umita.
Art li. Todos os commerciantes, inclusive os que venderem
particularmente ou em feiras, farao aferir annuahnente seus pesos
0 medidas, sob pona de inj de multa.
Art. 15. A obrigacia e multado artigo antecedente sao exten-
sivas aos sonliorosde ongenlios, que veuderem assucar em seus en-
genbos.
A,rt: .'? 0* BasjoeiaBlBsi que forem encontrado? com'pesos e me-
dulas ralsili:ados ou falsilicaudo-os, sollrerio a multa de 104 ou 5
das de prisao.
Ait. 17. Os pesos e medidas serao os do systema mtrico deci-
mal francoz, sob pona de 254 de multa.
Art. 18 Os mscales e boceteiras, que venderom sem apre-
sentar quita^ao do imposto e licenja da cmara, solTrerao a multa
do o.
Art. 19. Xmguem poder ter vapor de descampar algodao, bo-
landeiras e maebuuu para o mesmo lim na villa, povoaoes e su-
burbios do municipio sem licenca anuual da cmara, sob pena do
t.)4 de multa.
Art. 20. Os carocos do algodao serio deposiudos nos lugares
que forem designados pela cmara ou pelos liscaes, sob peua de
104 da inulta.
Art. 21. Esse deposito, de que trata o artigo preedente, ser
(-ito logo que o algodo for descarocado, sob pena de 104 de
multa.
Art. 22. Qi cavallos que conduzirem gneros s feiras, logo que
1 irem descarregados, serao retirados dos centros dellas para lugares
m que nao embaracen o transito, ob pona de 34 de mulu ou 2i
i aras de prfci i.
Arl. 23. E' prohibido comprar o vender por junto al as 3 ho-
r w> o moia da tarde familia, legumes ou oulro qualquer genero, de
que baja taita no mercado, para os revender no mesmo mercado ou
conduzl-o para fra, sob peni de 104 de mulu.
Art. 2i. Tambero incorrero na pena do artigo antecedente os
que demorarom a venda dos gneros, maliciosamente, al as 3 horas
e meia da Urde, paraos veuder depois por junto e bem assim os que
forem atacar as estradas e entradas das ras.
Art. 2o Os negociantes ambulantes nao poderao vender suas
mercaduras teste municipio sem licenca da cmara, sob pena de
104 de n.uUa. v f
Art. 2t. Mnguem poder vender bebidas espirituosas a escra-
vos, lilhos-familia ou fmulos, sem escripto de seus senhores, pais e
anos, sob pena de 54 de multa.
Art. 27. Ficam prohibidos na villa e psvoacoes do municipio
os tiros de bacamarte, pistola, espingarda e roqUeira, sob pena de
114 de mulla ou 6 das de prisio.
Art. 28. Os que jogarem com lilhos-familia, fmulos ou escra-
\ js solTrerao a mulla de 104 ou 10 das de prisio.
Art. 211. E' prohibido criar porco,s sollos dentro da villa e po-
voaces : os contraventores pagaro a multa de 64, salvo si prefe-
r rem entregar o porco pela multa, em cujo caso ser este vendido e
recolhido > producto da venda aos cofres da cmara.
Art 31. As pessoas que tiverem caes dentro da villa e povoa-
t.los do municipio os conservarlo acamados, sob pena de 34 de
mulu e de seren morios os caos.
Art. 31. .Nao se poder matar gado para o consumo da villa
e povoacoes, sem liceiifa da cmara, e em lugares que nao forem
designados pelos fiscaes para matadouros, sob pena de 104000 de
multa.
Art. 32. E' prohibido talhar carne noute, e os acougues
g ochario as horas da tarde, sob pena de IO4OOO de
inulta.
Art. 33. Qualquer pessoa que falsificar gneros expostos
vnda, ou guarda-los corrupto?, o que se verificar por meio de
um exame, alem da perda debes, soffrer a mulu de 84OOO e 8 das
de prisao.
Art. 34. Ninguem poder lancar nos ros, ribeiros, acudes e
cacimbas do municipio inmundicia ou qualquer cousa que possa
orremper as aguas, sob pena de 15401)0 de multa e 8 das de
prisio.
Art. 35' Ninguem poder criar ovelhas e cabras, solas as ru s
da villa, sob pena de i.'OOO de multa.
Art. 36. Fica prohibida a vanda, dentro da villa e povoaedes,
d'j plvora', fogos Je artificio e de lodos os gneros susceptiveis de
xplosao. e esto venda so ser permittida, precedendo licenca da
cmara, e ein lugares que a cmara designar, na disUncia de 230
metros fra das ras, sob pena de 3040J0 de mulu.
Art. 37. K prohibido o fabrico de fogos de artificio dentro da
villa e povoaedes, e so poder lor elle lugar na disUncia de 230 metros
das ras, sob p.-na de 304000 de inulta.
Art. 38. Uvorneiros|ou qualquer pessoa que permittir em
sua ca>a ajuntameutos nocturnos de escravos, ou de outras pessoas
-in bebecagem com alaridos e vozenas, perturbando o socego
dico, soffrer a mulu de 134000 e 8 das de prisao.
> tkn 39. Nao se poder Upar, mudar ou impedir urna estrada
goral, ou caminho particular, e mesmo veredas ja transitadas, para
abt ir outras, anda que em lugares mais commodos, sem licenca
previa da cmara.
Art. 40. Nao se poder correr e esquipar a cavallo as ra* da
villa e povoa*;s, sob pena de 10*000 de mulu.
Art. 41. Nao se poder levantar em oras de silencio vozeria,
qu perturbe e socego publico, sob pena de i\ horas de prisio.
Art 42. Nao se poder proferir no meio das roas palavras
obscenas, e fazer gestos que offendam a moralidade publica, sob pena
de 8 das de prisao.
ArL 43. Somenle as pharmacias se poderao vender remedios
ou drogas, sob pena de 20 000 de multa, e no caso de reincidencia,
alem da multa, serao approherulidos os remedios ou drogas.
Art. 4%. Os pharmaceuticos terio em lugar seguro e fechado
com oh iws as subsUncias venenosas, e nao poderao vende-las
pessoa alguma particular e descouhecida, sob pena de IO4OOO de
mulu.
Art. 45. E' prohibido o uso de empanadas e urupemas as por*
tas e janellas das casas da villa e povoaedes, sob pena de 41000.de
multa.
Art. 16. Ninguem poder ler acongue aberto ueste mttti-,.
eipio sem licenca annuav.ida cmara, sob pena de 10XX) d!
umita. y
Art. 47. Kicam prohbido> os dobro e repiques de sino, excepto
nos casos seguintes: um dobre por cinco minutos por ocasio e
morte de qualqaer fiel; 2* un dilo uo dia de finados ; 3 um dito
por occ3-iao de offleio de corpo presoule e da visilaco da co"va r *
um repique na vespera de qualquer fostividade; 5* tres ditos duran-
te o dia do fesla; tt am dobre aa vespra de quarU feira de cinza,
na dos sermdes quaresinaes e festivos, e, alem destes, haver mais
por occasiio de passar o Santissimo Sacramento e as autoridades, que
a isso liverem direito, da chamada dos Sois para a missa e para
acompanhar o Santissimo, >s signaet de meio dia, irindade, oiUt o
nove horas da nouto, incendio e robalo : os infraciores soffrero a
mulu de j'ioiH) o o dobro na reincidencia.
Art. 48. Ninguem poder csaserrar as raleadas das ras -I
desU villa e povoaedes auimaes oa quabjuer objeeto, que prive e^
trausito subhco, sob pena.de 2i'X)0 de mulla.
Art 49. O almucreves que trouxerem aos mercados do muni-
cipio seus cavallos carpidos os puxaro pele cabrelo, sob pena
de 24' 00 de mulu.
Art. 50. 0 aferidor, assim qae ohegar a qualqner logar paca
aferir pesos e medidas, dever eominunicar aos Hmms para autos
observarem e inullare.n os que nao apresenurem afincad os sens
pesos e medidas. A mnlu a impor nosle caso .' de 64OOO.
Arl. 31. O aferidor lera de cada afencio dos pesos 14200, da
de varas s covados 20) ri* e das outras medidas 100 ris, e da
revisan para porovisto 80 lis.
Art. bi. O aferidor far lodos os annos a .iforico e reviso,
aquellas aos mezes de dezembro a Janeiro e esta nos de junho a
julho, sob pena de 104000 de mulu.
Art. 53. E' prohibido as afericoos o accro.scimo nos pesos por
meio de argolas ou ganchos, devendo esse accrescimo, quando ne-
cossario, ser foito de modo que fique soldado, do que far o aferidor
nos bilholes de afericiu urna declaraco, \ sob pena de 54000 de
mulu, na qual incorrer tambem si aferir de mais ou de menos.
Arl 54. Por cada licenca que a cmara conceder para vender
plvora se pagar 204000 e 104000 por cada urna que for conce-
dida para ter vapor, bolandeira de descaro-;ar algodao, na villa, po-
voaedes e suburbios.
Art. 65. De cada licenca que for con.-elida para ter machina*
movidas mo se pagar 540 0.
Art. 55. Os proprieUrios de nadaras a vapor, exislentes na vil-
la e povoaedes, devero fazer expedir o fumo p r meio de chamins
com quairo metros de altura,'sob pena de 2540)0 de inulU e de de-
molir i sua custa.
Art. 57. Fica prohibida a exfiumacio do cadveres antes de 18
mezes, contados dos enterramentos, e dous anuos si forem de pessoas,
que vercm fallecido de epidemia, sob pena do 204000 de muita.
Art. 58. Fallecendo repentinamente qualquer pessoa, nao ser
enterrado o seu cadver, sem previa particiuacao feita auloridade
policial para as averiguai.des necessarias, sob pou de 304000 de
multa e 8 das do prisao.
Art. 59. Os cadveres s se enterrarao dopois de decorridas 24*
horas, coudas do momento, em que as pessoas expirarem, sob pe-
na de 104000 de multa ou 8 dias de prisao.
Art. 60. A cmara ter a seu cargo a inspeccao dos cemitorio,
ficando desde j prohibido o entorramento de cadveres as grejas.
Art. 61 As covas na j poderao sor abenas para enterramentos
de outros cadveres antes de decorrerem 18 mezes e as catacumbas
antes do decurso de dous ann w, sob pena de 30fi 00 de mulla
Art: 62. Os cadveres as covas serao cobertos com seis palmos
de trra pelo menos, sob pona de lOOO de mulla.
TITULO III.
Do rmame nio, elegancia e regular id ide doi edificios.
Art. 63. Todas as ras, que se abrirem na villa e povoaedes do
municipio, ter) 60 palmos de largura e as travessas 40.
Art. 64. Nenhum predio peder ser edifica lo na villa c povoa-
edes sem previa licenca da cmara e informaba) do respectivo fis-
cal, para que se procela cordeicao, sob pena de 155000 de mulla.
Art. 63 Nenhuma demolico u reedilicacio de pred03 poder
ser feita, tambem, sem a nosma licenca, sob pona de 1040 mi de
multa.
Art 66. Os predios, que se construirem sem licenca da cmara,
serio demolidos a custa de seus donos, si estiverem tora do alioha-
mento.
Art. 67. As casas forreas, que se edificaren na villa e povoaedes,
nao tero menos de quatro metros e meio do frente e os sobrados
igual dimeuso de um a oulro andar ; suas porUs tero 13 palmos
de comprmanlo e seis de largura, e as janellas se guardarn as
devidas proporgoes: os infraciores soffrero a multa de 104000, in-
clusive o mestro da obra, e ser ella demolida.
Art. 68. Os proprietarios que tiverem casas nesta villa e povoa-
edes do municipio, com as frentes, ainda nao caiadas, serao obriga-
dos \ caia las logo que os fiscaes afiixarem editaes para esse lim,
sob pena de 54000 de multa.
Art. 69. As frentes das casas e oitdos, que deiurem para o
lado das travessas e baccos, serio tambem caiadas annuahnente,
sob pena de 54000 de mulla.
Art. 70. As calcadas das casas tero metro e meio de largara
pelo menos, sob pena deo4'-0de multa.
Art. 71. As casas, que se edificaren) as esquinas, tero duas,
frentes, sob pena de i04OO0de multa.
Art. 72. Os que obtiverem licenca para edificado de predios,
e nio derem comeco a ella dentro de' um anno, soffrero a mulla de
204000.
Art. 73. Ninguem poder fazer escavaedes, mm (Rilar as mas
objectos que embaracen) o transito publico, sem I icen a da cmara,
s ib pena de 54000 de multa.
TITULO IV.
Da limpeza das ras e prunas.
Art. 74. Os proprieUrios e aquilinos conservarlo limpas as
frentes, oitdcs e muros de suas casas, sob pena de 10400) de multa.
Art. 75. Ninguem poder deitar animaos morios as ras e lu-
gares contiguos villa e povoaedes e as estradas, sob pena de
54OOO de mulu.
Art. 76. Os donos dos aniuiaes que nnrrerem nos lugares indica-
dos no artigo antecedente os faro conduzir o enterrar nos que fo-
rem designados pela cmara, sob pena de 54000 de mulu.
Art. 77. _Os proprieUrios e inquiliaos de casas da villa e povoa-
edes do, municipio nio poderao laucar as praeas, ras e beccos
fixo ou oulra qualquer cousa que incommode du damnifique o pu-
blico, sob penade 5/0 X) de multa
Art. 78. Nao se poder fazer escavaedes as ras, praeas e ca-
minhos da villa e pnvdaroe*, sob pena de 64000 de mulla e de serem
ellas entulhadas cusa de quem as lizer.
Art. 79. Nd se peder por as frentes das casas da villa e po*
voaedes, para seccar, couros salgados ou ontra qualquer cousa, que
incommode os habitantes, sob pena de 64OOO de multa.
ArL 80. Os proprietarios e inquilinos conservaro em bom es-
Udo as calcadas dos predios, sob pena de 540 H) de multa.
Art. 8!. Nao se poder ter nos predios postigos que abram para
fra das mas, sob pena de 54000 de mulu e de serem mudados
custa de seu dono.
TITULO V.
Da agricultura e criacSo do gado.
Art. 82. Este municipio exclusivamente destinado agricul-
tura.
Art. 83. Nao se poder criar e conservar sollo neste municipio
gado de especie alguma, excepto dentro de cercados ou pastora-
douros, sob pena de 54 de multa por cada cabeca.
Art. 84. Fica absolutamente prohibida a criacio do gado vae-
cum e cavallar nos lugares de planuco, sob pena de 54 de mulu
porcada cabeca.
Art. 85. Por cada cabeca de gado vaceum e cavallar, que se
encontrar as lavouras, pagar seu dono a multa de 54, e ser o
mesmo gado entregue aos fiscaes.
Art. 86 Os animaes, cujos donos nofirem encontrados oito
dias depois de atusados editaos em que se declaren) os signaes dos
mesmos animaes, os fiscaes remettero ao juiz de paz do{_districto.
Pela importancia da multa e despezas, caso sejam ellas arrema-
lados como bens do evento ou de ausentes, se dirigir o procurador
da cmara autoridad? competente.
Art. 87. Os que tocaren) fogo em rocados e pastos, sem as cau-
telas necessarias para evitar que se com muirme aos rocados e la-
vouras visinhas, soffrero a mulu de 204 e oito dias de prisao.
TITULO. 6.
Dos ordenados e emolumentos dos empregados.
Art. 88. Os ordenados dos empregados da eamara serlo mar-
cados annuahnente no respectivo orcamento, e alear desses ordena-
nados terio emolumentos os seguintes empregados :
I i4 0 secretario ter por cada licenca que a cmara conceder
1 wwm \
1 MI I I
500 ris.
J 2.* De cada titulo que passar 14.
3. De cada termo de multa perceperio os ficaes 14, pagos
jwlos multados, de cada cordeaco a mesma importancia, e tero
mais condueco e suda de 34 diarios, quando forem chamados
para fra da villa o povoaedes.
8 4." Os cordeadores por cada cordeaco na villa e povoaedes
perceberao 24, e fra 84, e tero tambem condueco.
TITULO 7.'
Disposicoes diversas.
Art 89. Fica fazendo parte das rendas municipaes a impor-
tancia das multas, que torea) impostas por nfracco destas posturas.
ArL 90. Todas as multas e penas eomminadas as presentes
postara serao duplicadas as reincidencias.
Mamlo, perianto, a tolas ai autoridades a quem o conhecimen-
lo e execuco da presente resolucao perlencor que a cumpram e
facam juinprir tj inteiramoute eomo neila se contm.
O secretorio interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
-Palacio da presietmeia de Pernambuco, 17 de junho de 187'4j,52^
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resoluto nesU secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1873.
O seereUrio interino,
Adolpba Lamenha Lins.
LEI N. 1117.
O hachare! Henrique Pereira de Lncena, cominendador da Inmo-
rtal ordem da Rosa, cavalheiro da do Uristo, juiz de direito e pre-
sidente da provincia de Pernambuco :
Faeo saber a todo* s seus babitontos que a assemMAa legisla-
tiva provincial decretou e ea sanecionei a resolucao seguinte :
Art. |. Fica presidente da provincia autorisado a conceder
eompanhia do lleberibe, que abastece d'agua potovet a cidade do
Kecife, am augmento de privilegio por lempo nunca maior de 20
anuos, firmando para esse fnu clausulas addicionaes ao contracto
que tem a mesma corapanbia c >m o governo provincial.
i !. Nessas clausulas se estipular qae a conpanhia s gozar
do- accrescimo do tempo de privilegio :
!. Si se obngar a coiwlruir castellos e depsitos'-ll*agua em
numero tal que possa abastecer a cidade e sens arrabaldes, por
onde passa o encauamenlo, durante o tempo de durarn de seu
contracto ;
! Si se obrigar, para o mesmo lim, a adquirir as tontea ou
manancia.;s necessarias a esse abastecimento ;
3 Si Umbein se obrigar a assentar, durante o mesmo tempo
de privilegio, os encanamenlos que forem precisos para o referido
abastecimento ;
4.* Si se qulzer snjeitor a enllocar em todas as mas da cidade,
onde passar o encanamento, boceas dagua ao nivel do pavimento
das ras, para o lim de fornecer gratuitamente a agua para ex-
tineeao dos incendios, comtonto qne as ditas boceas nao fiquem
maior distancia de-200 metros urna da oulra ;
5.' Si se obrigar, finalmente, a ceder, lindo o tempo do privi-
legio, todas as obras que liver construido, provincia, sem nenhuma
ndemnisico.
Nessas clausulas tambem se estipular que nao pode a
eompanhia augmentor o preco d'agua, estabelecido no seu contracto
primitivo.
$ 3. Sellas, finalmente, se estipularo multas para o caso de
nfracco das clausulas relativas ao abastecimento.
Arl. 2." Celebrado o contracto addicional, ser submettido
rabla provincial, depois de cuja approvario somonte poder
le vigorar.
Art. Ficam revogadas as disiwisicoes em contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem o conhecimen-
to e execuco da presento resolucao peitencer que a cumpram e
facam cumprir lio inteiramente como nclla se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia do Pernambuco, 17 de junho de 1873, o*
da independencia o do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lacena,
Sellada e publicada a presento resolucl nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 do junho de 1873.
O secretario interino,
Adolpho Lamenha Lins.
LEI N. 1118.
O hachare! Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da llosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a tolos os seus habitantes que a assombla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolucao seguinte :
Art. !. Fica elevado o ordenado do solicitador dos feitos da fa-
zenda provincial quantiade 1:200400), e o do eapellao do asylo
de mendcldade a 8014OOO.
Art. 2. A gratificacao do escrio da receita da thesouraria
provincial ser igual que percebem os cheles de secjio da mesma
thesouraria.
Art. 3. Ficam revogadas as disposicoes era contrario.
, Mando, portanto, a todas as autoridades a quemo conhecimen-
to e execuco da presente resolucao pertencer que a cumpram e
facam cumprir tio inteiramente como nella se contera.
0 secretario interino d3 presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junho de 1873,52.*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lncena.
Sellada o publicada a presente resolucao nesta secroUria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1873.
O seereUrio interino,
Adolpho Lamenha Lins.
LE N. 1119.
O bacharcl Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da osa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolucao segrate:
Artigo nico. Ficam concedidas ooie loteras de 120:0004000
SXFEOIKNTK DO OU 25 DE ABHIL DK 1873.
/.* seceo.
Offlcios:
Ao hrigadeiro commandante das armas.
Dou solucao ao offleio de V. Exc. de 23 do cor-
rele, sob* n. 423, declarando qne o recruta (ion-
calo da Silva Barros, a que alinde o dito offleio,
*e acha incluido no deposito, o mesmo que com o
nome de Goncalo Theodosin da Silva mandei pdr
em liberdade por ter provado isenco legal; pelo
que sirva-se V. Exc. de mandar fazer effectiva essa
mesma ordem.
Ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de expedir suas
ordens afim de que seja recebido na fortaleza do
Brom, para onde ser remettdo pelo Dr. choto de
polica J is Duarte de Oliveira Reg, que se acha
preso na casa de detencao.
Ao brigadeiro Joad Guilherme de Bruce.
Sirva-se V. Exc, na qualidade de presidente da
commisso incumbida de eseolher local apropriado.
e proceder ao orcamenio e piano de construccao
do p rojee udo edeficio para o arsenal de guerra, acti-
var a remessa do resuludo de seus trabalnos, at-
ienta a urgencia que ha de quanto antes attender-
se a essa necessidade do servico
Ao director interino do arsenal de guerra. -
Pode Vrac. mandar entregar com as formalidades
cada urna; sendo das para o edificio destinado ao hospicio dos alie-
nados nesta cidade ; sote de igual valor para as mv ni ates if rajas :
matriz do Bom Jardim, S. Francisco desta cidade, S. Lom-anre de
Tejuoupapo, Belmente na Villa-Bella,confraria de S. Benedicto, erec-
ta no convento de Santo Antonio desta cidade, Nossa Senhora do Ro-
sario de Pao d'Alho, nova matriz de Salgueiro, e duas, finalmente,
para o collegio do Bom Conselho de Papacaca e socedade Monte Pk>
Santa Cruz.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
monto e execuQio da presente resolucio pertencer que a cumpram
e facam cumprir to inteiramente co no nella se contera.
O secretario interino da presidencia danta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de jun*io de 1873, 52"
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesU secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1873
O secretario interino,
Adolpho Lamenha Lins.
LEI N. 1120.
O bacharcl Henrique Pereira do Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, jniz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Faco sabor a toJos os seus habtenles que a assembla legisla-
tiva provincial decretou eeu sanecionei a resolucao seguinte :
Artigo 1.* Fica o presidente da provincia autorisado a ratificar
o contracto celebrado em 18 de dezembro de 1865, con Aotonu
Gomes Netto, obrigando-se a eompanhia cessionaria deste a redazir
a qnantia a que ^ julga com direito pela canalisacao d'agua aos
predios.
Art i." Seta intentada a aeco do nallidade nu metalo do con-
tracto, conforme no caso cnuber, si a eompanhia nao chafar a acedr-
d), na forra i d > arlig) antecedente.
jj nico. Igualmsnte sera intentad* i*raseiao, si a systema do
..Trico erapregad) pela eompanhia nao proencher todas as eondieOes
estipuladas no contracto, que cmsliluem principal objeclo dosle.
Art. 3.* Fica entendido que a resciso nao pode sor ajustada
administrativamente com a eompanhia, mediante indemnisao em
caso al.'iim.
Art. 4.* E' igualmente autorisada a presidencia a expedir quaes-
quer aegulamentos que forem precisos para o servico da eompanhia
o modo de pagamento das obra* que execut.tr o animidades.
Art. 5.a O presidente da provincia resolver as divids oceur-
rentos na execuco das lei*, regulamentos a contractos que regulara
o servico da eompanhia, expedindo os necessarios actos", de acerdo
com os'representantes da mesma eompanhia, nos casos em que isso
estiver previsto por estipnlacdes anteriores.
Art. 6. Sao revogadas as disposicoes em contrario
Maado, portanto, a todas as autoridades a quera o conhortaren-
to e cxecuolo da presente resolucao pertencer, que a cumpram e
facam cumprir lio inteiramente como nella *se contm.
O secretario interino da presidencia desU provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de mnho de 1873, m*
da independencia e do imperio.
L. s. Henrique Pereira de Luce*'.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1573.
0 secretario interino,
Adolpho Lamenha Lins.
' LEI N. 1121.
O bacharcl Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Chrislo, juiz de direito o
presidente da provincia de Pernambuco:
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legislati-
va provincial decretou e eu sanecionei a resolucao seguinte :
Artigo 1.* Fica sob a directo da Santa Casa de Misericordia
do Recito o servico mortuario e da carros fnebres desU cidade.
Arl. 2.* A mssma Santa Casa poder contraclar com os que
actualmente huera esto servico, ou cora quem melhores vantagens
offerecor, o referid) servico sob as seguintes bates :
i.* Prazo nunca maior de 20 annos para o contracto ;
2. Obrigacad de indemnisar ocontraclante aos dentis estaba-
tegmentos de carros fnebres existentes na cidade ;
3.* DoacVo nunca menor de 23:0.104000 ananaes, por parte do
eontraclaute,' para o lim do serem applicados s obras dos csiabele-
cimentes da mesma Santa Casa e especialmente ao asylo do alie-
nados,
4.* Pre&H de carros fnebres laxados em una tabella, que do-
ver ser revista de cinco em cinco annos.
5.* Respeilo total e completo das laxas cobradas actualmente
pela municipalidade.
6.* Obrigaro restricta de, lindo o contracto, entregar o contra-
tante mesma* Santa Casa todo o material dos seus estabelecunen-
tos %m perfoito estado de conscrva.o, e sem nmhuma rademni-
Art. 3* O contracto de que se traa no artigo antiscedentc ser
submettido approvacio do presidente da provincia, a quem lea
igualmente incumbida' a revisto das tabellas de precos dos carros
fnebres. ,
Art. 4.* Findo o contracto a Santa Casa continuara a fazer o
servic) nellc estipulado, respetando sompre as uxas municipaes o
revendo as tabellas no sentido de baratear o preco desse servico.
Art. ." Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conheci
ment e execuco da presente resolucao pertencer, que a cumpram
e facam cumprir to inteiramente como nella se contera.
O secretario interino da presidencia desU provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junho de 1873, o2*
da independencia e do imperio.
L s. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada o'publicada a presento resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1873.
O seereUrio interino,
Adolpho Lamenha Lins._____

\
i
- Ao mesrao.-Expeca V. S. suas ordens, para devolvo a V. S. o offlaoJo commandante d asmelle
que seja transferido para a fortaleza do Brum, presidio e o pedido a elle annexo. _______
afim de ser ali tratado Jos Duarte de Oliveira. Ao nesno.-Transmuto a. V S., para que
Reno aue se acha pres na casa de detencao. mande sat.sfazer sob responsab.hdade desU are-
I Ao commandante do corpo de policial-Para sidencia, visto nao haver crdito para a respecli-
poder ^coacS a autorisa/o que pede 1^ ^^-^^^tTctlS ^
Vmc em seu offleio n 230 de 24 do corrente, 23 do crrente, sob n. 611, sene Lo incluso pe
f-se raSe!\u lente Flavio Jos dos Santos dido Mo pelo conselho econmico do presidio de
080TaTOTe^^tletaade 'medico que o al- Fernando de Noronha, de objectos precisos para
e silva prove com ubsmjo h supnrimonto do alraoxarifado, pharmacia, capella .
lega.
Ao mwmo.Em resposU ao offleio de Vmc.
n. 237 de 23 do corrente, tenho a dzer-lhe que
expela suas ordens, afim de que se recolham a esta
capital as praeas que seguiram para o termo do
Bonito, conduzindo presos que forara ali respon-
der ao jury, e dos quaes irata o seu dito ora-
co- .. j
Ao mesmo.-Pode Vmc. engajar, sendo id-
neos, no corpo sob o seu commaudo, os paisanos
Manoel Joo Francisco dos Santos, Tertuliano Mar-
ques da Penha e Jos Goncalves Chaves, dos quaes
trato o seu offleio n. 231 de 24 do corrente.
3." sCf.
Actos :
O presidente da provincia, usando da allri-
buicoque Ihe confereo art 33 da lei n. 1,061 de
3 de junho do anno prximo passado, e tendo em
lajaes a quem se apresentar autorisado a recebel-os vista o regulamentojdo 1* deste mez, resolye no-
os objectos vindos da edrte para o 2' baUlho de mear Augusto Pater Cezar agente fiscal dos direitos-
intantaria, e quanto aos que se destinara ao hos- dos gneros agrcolas desta provincia na cidade uo
niul'militar, proceda Vmc. de conforraidade cora s Penedo. -li
meu offleio de hontem datado. I O presiente da provincia usando daattn-
Ao engenheiro encarregado das obras mili- buicao que Ihe confere o art 33 da le n. l,w ae
ures.-Tendo o empreiteiro das obras do paiol 13 de junho do anno prximo passado, e tendo em
que se vai consumir no logar denominado En- visto o regulamento do 1* deste mez, resotve no-
canta Mocas de dar comeco s mesmas, segunda mear Antonio Joaquim Machado agente tiscat aos
communica o inspector da thesouraria de fazendo dlreitos dos gneros agrcolas da mesma provincia
em offleio de 22 do corrente, recommendo a Vmc. na cidade de Goyanna. "
que si incumba de fiscalisar se na execuco da Ao inspector da thesouraru de fazenaa. -
referida obra sao observadas a planta e orcamento Autoriso V. S. a remetter pelo commandante ao
por Vmc. ore anisados. 1* vapor da eompanhia pernaaibucana que seguir
2' seccao. para o presidio de Fernando de >oranha con des-
Offlcios tino ao respectivo alraoxarifado a quantia de.....
- Ao Dr. chete de polica.Acensando o re-' 25:004000, afim de que possa aquelle almoxarifa-
cebimenlo (to offleio de V. 8^ n. 770, de do do occorrer as despezas a seu cargo, devendo essa
corrente, acompanhado de copia de oulro do de-. remessa effectuar-se sob a responsabilidade da
legado do term de S. Bento, com relado aos presidencia, nos termos do decreto n. i,ww ao i
barbaros castigos inflingidos por Joao Montairo da de fevereiro de 1862, visto nio existir crdito para
Costo em seu escravo de nome Manosl, tenho a isso na verba-presidios e colonias militares no ac-
dizer-lhe era resposto que providencie respaito,' tual exercicio,-segundo consta de suainformaco
como entender de justica. de 23 do corrente, sob n. 510, serie C. Incluso
supprimonto i
enfermara do mesmo presidio
Ao raesmo.-Em vsU da conla em duplcala
annexa ao incluso requer nenio, mande V. S.
pagar aos empresarios da Iluminado publica
desla cidade a uuanlia de 404, em que importa-
ran) duas bacas de vidro para o candieiro da
escada principal do palacio da presidencia, segun-
do indica a mencionada conto, de vendo esse pa-
gamente ser effectuado pelo crdito de 2:0004^
consignado na ordem do thesouro nacional, de 17
de julho do anno prximo passado.
Ao mesmo.-Expeca V. suas orden3, aflm
le que por essa thesouraria se ajuste coatas o
se passe guia de soccorrimente aos alferes Lu
Telles da Cunha Sandes e Cassirairo Jos d'Oli-
veira Maia, este do 16, batalho de infanUria o
aquelle do 17, da mesma arma, os quaes seguem
para a corte no vapor gue se espera dos p>rto?
do norte. _,
Ao mesmo.Era resposta ao sen offlcroem
22 do corrente, sob n. 601, serie C, tenbo a
dzer-lhe que ne ha necessidade da nomeaca"
de um engenheiro especial para fiscalisar as lAras
do paiol, que se vai construir no lugar don
nado-Encanta Mocas ; porquanlo a II- *- -
ci da dita obra deve ser exercida pelo na**-''
nheiro das obras militares, que organisou pectivos planos e orcamento, e neste sentido tsr-t
peco nesU data as convenientes ordens.
Ao mesmo. -Devotvo a V. S. o incluso re-
querimento do anspe^ada do I* batalho de ar-
tilharia a pe, Manoel Ignacio da PuriBjapao,
afim de que, nos termos de sua infornac>o do
hontem, sob n. 615, serie C, providencie de medo
a ser paga pelo aimoxarifado do presidio de Per
nando de Noronha, a pensad, que pelo governo
imperial foi concedida ao supplicante, que acha-
se actualmente cumprindo sentenca naqnsllo
presidio. .,_,-,
Ao inspector da thesouraru provincial.
Aaauido ao que sollcitou o teoente-coronel com
\


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y;n:if irW'io ** PcrMwbttC0 ~ T^a feira l J"'Q^i873. ,m 0OK1/. ./!.!/. tf./.
----------------- r ..... ,------------------------------------'1---------.* --------1 -------------- ~" ------------------------
mandante do corpo de polica era ollicio de 21 do | quaes r.isnlvera a presidencia abrir crofSs sup
eommle, sob n. ii, autoriso V. l mandar j fiemen"! para itagameaod d.*liWiiHtffjft
abiui.tr os VLMicimentjis dos destacamentos daqu
le corpo existw-te* m diversos puntes da pro-
vincia, sendo dous. metes a um official e dqze
pravas em Mnxot, a wms ofllciaes e treze pracas
em Nazareth, a um oQcial a trin'a pracas m
Buique, a um offielej e vinte pracarein Goyanna,
a um offlcial c dote pracas em Limoeiro, a um
official e qninze pracas em liammb, %_um offi-
cial .! oilD pravas em Grvala, a oit.) me* cm
Bonito, c finalmente a seis om "Rmliawi,' ttWo
3 contar do t' Ja maio viaaouio.
Ao mesmo. -A Joo Perc de, Meitoaiaiide
Y.S. pagar,* viciada inclusa eonta rm'oplicaJa,
me me remetteu o Br. chefe de polica om olll-
vio de 23 di> e rrerfto, so n. 773, a quanti. de
V8. proveniente 4o aluguH da casa uto po ter-
mo do Cabo aarve toqmt-rtel ao respecjlbdest.v
camonto, cna^pc vif^airida costa
Ao mesmo. -TenoB o condueW rVancseo
America de Arago Rabello tomad anota do t."
fe da repartirn das rieras publicas, segundo cons-
ta do ollicio do nirsmo engenheiro, n. 171 de 23
*r wraente ; a51m o Tico scient a Y. S. para
os Bns couvenietftes.
Ao mesmo.Tomando em considerado o
Sue expoz no ir -luso requerimeato documentado,
oatfiim Teheirn Bastos, tliosnureiro da irmand"
do de Hasta Senhora do Terao, erecta na */Cja
da roesma invoc-tco, ante-.! .. ".",' u >s termos
de sua infonr"v? ^ ti do torrente, sob n. li'i,
ami">'- v-iitregir ao Bupplicante a quantia de
. jo*, proveniente do beneficio da ijuarta parte da
latera cxirabida a favor -das duas aquella
groja.
Ao mesmo Transmiti a V. S. para ter
a devila ea-acueao na parle que me tocar, 109
exomplarcs ietpressos do reglamela > do 1- dsto
mea, crMii4e-agencias hscacs dos dreitos dos g-
neros agrcolas -tiesta provincia, as da Parraba
e Alagoas, c bem assim na cidade de Goyanna.'
.'teccao.
Acto : r
O presidas*! da provincia, altendendo ao qnc
requerou a l)r. Joao da Silva .unos, medico do
bospa ,1 IVdr* II, aasoive, de eontormMo.de com a
le n. 1088 : 2i do oorrenle, roncednr-lho um
amo de leeuea para tratar de sna saiide onde
Iba cooviei-, dexando um medico que o subs-
littia.
dulcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia das
Al.uoas. CumiBuni>:o a V. Kxc. parasen conhe-
cimento, 4ue por pnrtaria do hoja nomeei Augusto
later Cesar agente fiscal dos direitos dos teneros
agrenla* desu provinoia, na cidade do Mnedo.
flas pela le tl<>
1871
oiT.amenlu do >:verci;-io *o 1871 a
Ao niesni.X. 99.- Be ordc.,n $3 S, E\c. n su>ijaj*itt.,*ig!iR$t'i|nivrtl q:i) Ih ':'**5jfcV.*. C*1^* Jl.ic vido, l)r. Francisco A lS%A'uiu.> l'.ulio
<*ll- e,4J:iad, llr. Macario C. II
7 $H?as do exercito, Carlos dn^va Araujo e
----- >y "u-tt'v. ^'. v.- jt*v wiui,m ^-j *. j^au. v
Sr. president) da pnwwria tcansmftto a V. S.
A Lija acibava 4e-libertar essa mjmffa, quj4ISir;l>|Francisca Mecf*s Silva Lo
foi enlfwconduzili a presenca do i\'steHav!l pr- Vasc^cellos e su ramilia, Fian
Siiente. refes^endouc^ Fclix Neto. T, Hapjp, F
* tant natura se ti < !ira;oj, tfdaAH* do caaatitifc,.immcndad;r M. A. f.rspSr.l
XitMio
t?rrointei
I E t&di
ni msii'je
Entre
res;i"it.iv
qle vel|
or, f
toiisoa
discurs '
Latb'TsJu
afim dc'ser p'resente a csa illustre assemblfia, a
inclusa nota fornecida lela tliesenrari provincial,1}
contendo os esclareoimentos pe bdos sobre o con
tracto cclebr.i.l.i en 2a. A& uur.-o de l>(- con*
o burilo do Liframento para e caleamct" da ol>
dadte 4o ltocife. Fica assim aiisiolta a reque*
cao 4a mesma aascmlda ro ni.la no .>!li -to de
V. 8. de IH do corrftnttj, soltm, 36.
Ao ineMa. N. fot). lie ordom de S. Ixe.
o Sr. presidente da nrovincin pa^so s na is do V.
S., .ilim de ser pi-esideate a essa Ilustre a-sem-
bla, a indnsa nota fomerida pela thesourarU pro-
vincial, da divida activa rrecadaila .1* sames-
tic 4o rorr.!H exorcicio, llcando dete jpudo t-
no offlcio c V. S. de IS desio mez. Jtfb 3P
- Ao mesmi.-X. "I0|.He oudm d-'S. Exc.
o Sr. presidente da provincia*' iaso a mii de ida ve
V. S, atini de ser presente a essa illustre assem-
Ma, a Inclusa resulneUo de lo de niarco ultimo,
|a;itorissndo a presidencia a nomea1*, qnalquer
Icadeira do instD*";"*'" ivamnik o pr fessor jubi-
\\n-, iu^> muI'O GoiicaUoj da Cnu, a anal dei^
'op de ser saneekmada pelos farflminro- nella
declarados.
o.' tecjjao.
WnVios :
Ao engenheiro chefe da reparlicaj das obra'
publicas. S. Exc. 0 Sr. presi lente da provincia
muida acensar reeobido o oflicio do V. S,de 23
do Brrente, sob n. 171, n > qual diseieneia de ha-
ver o conductor Francisco Amancio de Aragao
flabello tomado conla do V districio, para designado por W. S.
A' com.nissao censitiria da Ireguezia deOu-
ricury.De ordom de S. Exc. o Sr. (K-e-identeda
proviuci', cuninunico a V. S. (joc adiando o
mesmo Exm. Sr. pr demais excssiva a retribui-
po peeinian.i proposta para os agentes recenseado-
res, constante, do olllciu de V. S. de 20 de Janeiro
prximo liodo. leiluzio a 2)03 a retribuii;o do
primeiro o a 3005 a do t.; c UJStc seulido se
ollleou iesuiiraria de fazenJa, afini ile effee-
Inar o pagamento, nao sti destas ipiautas, como da
de SUS a Adriano Teixeira Lima, conductor dos
elementos originaos d recenseam ;nto procc.lido
nessa parochia.
|iju>itii|do;^' u.ijljaponas pronunciar
lvrts:
-BiVi liVr>h1 meas irmos
pia.........
uar
voi
os
ais
o a'
idnle
insl'/flte
canta
/imCP.-iado, Dr. Macario C. Ilnohii*Ltsa, duas ex-
A Macona- filho, capito Maniva, Antonio "etto Borracho, una
praca do exercito, francisco Figuoiredo, Manoel
"-'^BJtescravAs^mRrrMpjrJoseJM>rr^
FifBco Jos SFies ||| esojBo
rtins PintK OlynBo l'itanga
V|1
e TiirUafcHC
u a aociel-uk-
iicacao da me-
ni.iis cari 4
anoei de Sova lirafti, Julio Cezar
i'i i l!.i-tos da Silva jiromiuciaram
do a*!snmpto grandioso .dos tra-
l'orc-ta aeeasiao
dir
r go a V. Exc. se sirva do eifpe-
suas ordens p.ira que o mesmo agente seja
auxiliado pelas autoridades policiacs daqnella ci-
dale no de de d > re^ulaiikiito eonslante d >s .--eis inclusos
exomiiiares.
( Ao Exm. Sr. presidente da provincia do
l'ar Defe.undo o incluso requerintl'nto que V.
Ex*, se dignar devidver-rae do Mildado do 9."
batalhaa de mantaria, Maxmiano dos Santos Al-
ve-, rego-ihe se sirva de transmit'ii-ine um docu-
mento comprobatorio daallegaciw fo.ta por aquel-
'..'. praca de lar marchado para a guerra do I'ara-
guaj fiu 18(17 na quaiidade de guarda nacional
designado e a|iresentado-se volunliTiiiinente para
niardiar.
- Ao mspeeter da saJe, publica.Sirva-se
\. S. de, eut.mdendo-se com os deuiah inembros
i! i eominissao nomeada para dar parecer acerca
du 11 al apropriado a coiistruccao do edlQcio des-
tinado a servir de quariel da companhia do ea-
Vjll.ir:.;. activar a remess.i do resultado de setas
irabalhiiK, atienta a ncessidade que ha de quanto
jtates levar se a ed'eilo diacon-truceao.
$." stccin.
0.*Dcios :
Ao eageabeiM chefe da reparli.ao das obras
publicas.-Itemetto a Vmc alim de ipie lmitta o
aso parecer, o projocto de reforma dessa Fe-jarti-
{!, iiiganisado pela commissfto jiomeada por esta
pre.>i le teia em U de fevareiro do eurrenlo anuo.
Ao easenneiro das obras publicas gerats.
Reitero a Vmc. a orden desta presidencia relati-
vamente planta e orcaincnto do novo edlGcin
me de ve servir para reparticao do correio desta
provincia.
- Ao president da junta de emancipacao do
mnnicipio de Ha. reros. Com a informacau un-
ta |> >r copia do inspector da Ihesoararia de
fazenda, respondo o offlcju de Vmc. do "di
correa te, relativamente leqtiiseiio dos livros
de que trata o regularnento que baixou com o de-
cret > n, 5133 de 13 de uovembro do auno prximo
passajp
Porta nas :
O Sr. ger-no da companhia pernambucana
man ie dar transporte a proa no vapor que segu
para o presidio ile Fernando de Xoronha no dia 3
a> inaio prximo vindouro. por conla do ministe-
rio da Ju-ti.a, .i Violante Maria da Concoicao, Ro-
alina Manada Omceicao e aos menores, Darme-
negil lo e Venancio, que aeompanbain senten-
ciada 1! imana Maria da Conceicao.
Os Sra. agentes a companhia de navegacaa
brasili.ra majidem d ir transporte para a corle,
por cinta do iniui-teri.) di guerra, no vapor que
espera-se du norto, ao alferes addido do 2. bata-
Ib io de infanlaiia, Luiz Te!les da Cunha Sade,
que vai reunir-so ao 17. da mesma arma, a que
pertence.
Os Srs. agentes da companhia de navegacao
bra--ileira inandL-uidar transporte par?, a corte, por
' itita do ministerio da guerra, no vapor que se
espera do norte, do al.'eres Casimiro los de Ol-
veira liaia, que vai rcuuir-se ao seu batalhao,
10.' de iufautarii.
Circular :
Aos presidentas das jnntas de emancipaejio
dos municipios desta provincia. Cunsultaiido-me
o presidente da junta de oman-.pacao de escravo
de-te municipio sobre alguns p nlos do regula-
uiento que baixou com o decreto u. 5,733 de 13 de
njvembro d>) anuo prximo passado, e nodiido
arontecer que essa junta aprsente as mosmas
davidas, Irazendo assim eu.'baraco ao servico pu-
Mi o nessa parte; antecjno-inc em remeller a
Vmc. copia, nao > da consulta que o mefino diri-
gio-me, como da solueao que dei em data de
uontem.
EXPKOIEST DO SECRETARIO.
1.' secrao
Olidos:
Ao brigadeiro commanuante das armas -S.
.Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. Exc, em resposta aos seus alQcios de 21
do corrente, sob ns. 427, e 429, que ne-ladaaficani
expedidas as convenientes ordens nao s para o
llT J. n... i .
traasporio oirte dos alfcres Liz Telles da Cunlia
Sandes e Casimiro Jos de Oliveira Maia, como tam-
bem para que a thesouraria de fazenda Ibes ajuste
cotilas e passe guia de soccorrimento.
- Ao mesmo. -O Exm. Sr presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc. que nesla data
expedio onlein thcsotiraria de fazenda a provi-
denciar de modo a ser pagb pelo almoxarifado do
presidio de Fernando de Noronha a pensao que
pefo (foverno imperial foi concedida ao sentenciado
militar Manoel Ignacio da l-uriftea-ao, de que tra-
ta o sea oQicio de 2 do corrente, sob n. 355.
2.' setrfio.
Ofleos :
Ao Dr. chefe d polica.9, Exc. o Sr. presiden-
te da provincia manda dcd-trai-'a V. S. que nesta
dat* artterfWQ thesouraria provincial no sntido
le sor paga a Joao Pdro Manoel a quantia de
quo tr.it o seu ollicio de 23 deste mez, sob n.
773
Aojuiz de dreito da comarca da Boa Vista,
Miguel Gnealves de,Liipa.$. Exc. o Sr presl-
d m!e da provincia manila transmittir a V. S, por
,-i,i. .i offlcia do almlht'trad'r interino dos cor-
rirs desta provincia relativamente ,i rempsM de
..:: i.'lKi.. registrado, qnc por \.fl. foi dirigido aj
mesoio Sr. presHente do supremo tribunal de
juiflca.
Ao commandante do corpo de polica.0
Exui Sr. presidente da provine*, manda commu-
ni5-ray^-S que nesl^ daja fl*uiedio ord m a
iheouraria provincial no seolidQ e seren feitos
os abonos, de que trata o seu'offico de 28 deste
i'iczsob n. 2?i.
4.' tecplb.
Jicos :
kDr'. Jo^quim Corroa d,oA"raujo, l. secretario
S?erobl5a legislativa provincial.-X. 97.-e
fm de S. Esc. q Sr. presidente da provincia,
Settoa V. $., afun de srem presentes a assa
si
r.SPACHOS DA PRESIDENCIA DE 28 DE IU.XHO DE
1873. .
Andr de Abreu Porto. Defeldt cem officio
desta data thesouraria provindal.
Claudio Diiheux. Como reqner, depois de satis-
fui la a exigencia da thesouraria de fazenda.
Eduardo Daniel Rodrigues de '.arvalho. Sim,
em termos.
Emilia Julia dos Santas.Nao ha vaga.
Francisco do Paula Barata.Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.
Francisca da Fonsrca Meira Lima. Requera a
supplicante t esouraria def.izenda, a qnem com-
pele defer la c perante qnem devora habilitar-sc,
nos tormos do decreta n. 3,to7 de 10 de fevereiro
de lXfi.
Gregori:) los unarinhas. Dse tima passa-
gem iira.
(ieuesii Libanio de Alhuquer pie Montclro.-O
supplcauto ja foi posto em lierdade.
Bacharel Honorio Fiel de Sigmaringa Val-Cura-
do. Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Julia Clcmen'ina Camargo.-A supplicante de-
ve habilitar-so, na forma da lei, perante a thesou
raria de fazenda para poder per-'-eber os vencimen-
tos a que se julga com dreito.
JoaoJos Francolino. -Informe o Sr. comman-
dante do corpo de polica, por intermedio do qual
devia o supplicante requerer.
Joao Anastaciode Meilo.-Informo o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial, onvindoo Dr. pro-
curador lisc.il.
J,>aipii:n Ignacio Gaoaalves da Luz. Seja rele-
vado da mulla.
Luiz Clementino Carneiro de Lyra. -Ficam ex
rdalas as necessaias ordens no sentido do que
reqner e supplicante.
Luiza Elias da Paixao. -Passe portara na for-
ma requerida.
Leoncio l'creira de Azeve lo. Passe portara ag-
grogaudo o supplicante ao 1" baKalhau de infanta-
ria da guarda nacional desle municipio
Marianna Apolinaria dos Prazcres.Ipforaie o
Sr. Dr. chefe de polica.
Maria Sancha Ilorges Uchoa. Seja relevada da
mulla.
Quirino Joaquim Madeira.Passe portara con-
ociendo a licenca pedida, cun a condieao de vol-
tar o supplicante quaudo o Sr. coronel Antonio
Gomes Leal rgressar do presidio de Fernando.
Tenonte-coronel Se'nastiao Antonio do Regd Bar-
ros. -Fornega-se.
Umlielina Rosa de Lima Pnho. Materno, a
vista da informacao.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 30 de
junho de 873.
O portviro,
Sil vi no A. Rodrigues
sr
entre ivas 4tBto*Mtrjj)e$
ro-repatijo/ HV IIimUU
Segiio-sj um lauto banquete em carcter fa-
miliar rio qual reinou, como sempre, a mus feliz
harmona. ~^M r.
Vir.u-ria -O Sr. Br. Miguel Bernardo Vid-
ra de Auiwriai e -cus irmaos para per|teluar a me-
moria de -vil iallecido pai, o Sr. Dr. Jos dos An-
jqs Vieira J A mor i m, com un *ola de g^eiierosida-
de c philantropia, no sabbado 28 de junho, por
occasi.'nido meimnto que mandaraiu resar por
sua alma, fizeram entrega sna escrava Rachcl,
do seguinto documento:
Ocla ra (ios in'tg abaixo asignados que dentre
os bns que temos de mansa e pacifica posse, e,
bem assyi-j a nassa oscrava Kachel, parda, idade
de 38 auuis piden niais ou manos, qual em al-
teut-ac aos scrvjcoa (restados, e aos bons desejos
uunifestados nudas vezes por nosso fallecido e
sempre lembrado pai, o Sr. Dr. Jos dos Anjos
Veira d'Amorim, ao deixa-la lvre por sua morte,
boje que ello indizmente nao exista c pela sor-
presa do seu passiunenlo nao pode por si realisar
csse acto Je sua pliilantronia e bondade de seu
eoniyao, nos om veneracao e rqspeito sua me-
moria como un legado que sua alma manda que
cumpramos, teos resolvdolibertar gralmtamen-
te a mesma escrava Radie), como de aclo a li-
bertamos para que goze ello, desta data em dian-
tc, de sua liberdade uin toda plepUude, corno se de
enero bvre tivesic nasddo.
E para constar pasaiinxs a presente em que nos
assignamos com as testemunlias aljaxo assigna-
das; t servir ysU de titque sna registrada
para completa varillado. Recite, 28 de juahe- dt
1873.-M.guel Bernardo Viera de Ammim, Jo-
Daciauo Viera de Ainorim, Manoel Augusto Viei-
ra de Amoriiu. Horieucio Eneas Vidra de Amo-
nio, Addaide Candida de Am-ritn Rurlamaque,
Manuel Jo Xascimenio Cezar Burlamaque. imo
tesleni'inhas, padre Kjp Je Barros Corroa, Fran-
cisco Xavier Rodrigues-de Miranda.
F:icul nos das 26' e30 de junoo, e icceberain o grao de
bacharel:
4u anno.
Femando Luiz Ozorio. approvadi plenamente.
5C anno.
Alfredo Carneiro Brando, plenamente.
Femau lo Luiz Ozorio, plenamente.
s -dulas i'iils-.is Acham-se mais presos
como n (calos no crime de moeda falsa, nltima-
mente descoberlo Poilro Antonio Ferreira e Joao
Apolinano Dias Forreira.
Captura lu-mi-tante Em Cimbres, no
da 17 do concille foi capturado pelo subdelega-
do de Ahgoi de Baito, alferes lellarniiuo Pililo
de Paiva, o celebre"criminoso .Antonio Cairiry, es-
cravo, que azia parle do grupo de faciuorasde
Manoel Chico.
Dinhi*nf.-Com deslino ao sul conduzio o
vapor Mandaba para :
Aracaju 4:400/000
de Albaq
drna Ca
Fortuata
- S
siloiro
p. Matagfa|
Jofluim de.',
Jo do 8. 8v
heiro.
n-i vapr
scalas:
de Albuq
440MUMlMr1Nr1lJtn
nhores.
Sendo (,-lmhem 'aedido d Sr! desmnargadof
'Aceio-dcsfgn nlo a dia delioje para erem jillga-
dos.os cmbargjs que (endem do Caiton que lio :
appellante .embargante Mar Adelina de Mello,
appollados os administradores da massa fallida de
Antonio Pedro_iL Mcllo.-Sdrteado o Sr. de
*%-W"ti*V*!*rbi
* i-dairo '^fiii
'que.AjpiaroRo
Frneisca :
doas oriad j
FigiieiitedoJ I), Francisca Alixan-
Iios e '
Lea.

emiJjdi
lacha
cinco
Figueiivja.
.ara os [rta do anl no vapor bra-
ins jmi u*, Um-
e inafcnhora, Fr.
Safi: "
Peuedo 13:tH)o'l3(i
ao nrte pelo Ipojua seguirn)
Com destino
para :
Cear
Missoi
pa?^ad9 e ddJda janemt d^e hp, pelas
resolvafa.-' nr-Jideacia abrir cred(los spiiieineQ-
tares para, mfflM) de d.spez(s decrtaflas na,
le do ocaincnto -{feeutc,
- AO tnesoQ. -% 98pe. Qrdem de s. Ex*, o
br. >shle1ite .*i provindaTJao-asmSos de V. S.
afim daserem presentes a essa Ilustre.assembla,
as Hiclusas copias dos actos de 8 e 20 de julto e
18 de seteoibro do anno' prximo pausado, pelos
REVISTA DIARIA.
( i!ect(ii'i:i (irevi-icinl. I',] portaras
da presidencia da provincia, de 28 de junho, forana
nonleados : bacharel Gaspar de Vascoucellos Me-
ner.es de Drummond, pmmolor publico da comar-
ca de Santo Anio, liscal da collecUiria do muni-
ci io da Escada ; Gaspar Accioli Santiago Ramos,
cobrador da eoitoctoria do municipio de Barreiros.
famaiva de .Vu/.-.n-i-tli. Por portara
da presidencia da provincia, de 28 de junho, foi
transferido para 2. supplente do juiz municipal
do termo de Nazareth, visto nio ter tirado o titu-
lo o bacharel Herculano Cavaleante Bandeira de
Mello para elle nomeado, o 3. supplente Fdicia-
no Jos de Mello, e foi npmeado para este cargo o
bacharel Joao Silverio Marques Bacalho
narihi nacional. -Por portara da pre-
siencia da provincia de 28 de junho, inandoii se
aggregar ao I. batalhao fle infantria, do munici-
pio do Re-ife, ;i seu pedido, o alferes do !. bala-
ilio de nf miara da provincia da Parahyba, Lejn-
do Pereira do Azevedo.
Pagatloria da tlicsourai'ia de fa-
zenda.Pagam-se boje nesta estacad as segnin-
tes follias: presidencia da nrovincia, faculdide de
dirdto, ndaciio, tribunal do commercio, preta e
folbas dos offlciaes do exercito, thesouraria, iuizo
dos feitns.
Manrra^i. -Arribo,i iontem ao nossj por-
to a barca americana Crown of Shields, afim de
eixar dez pessoas da tripolacao de briguo brasi
leiro pamo, capitao Casimiro Ribeiro Gomes,
pertencente praca do Rio de Janeiro, o qual fm
pique no dia 19 de Jnnho ultimoMia lat. S. 24" e
|3\ b na loqg. O. de Greenwieh W* e 35'.
0 Damao, tendo sabido do porto de Paranagni,
com um arreganiento de matte, para o de Monte-
video, a 19 de abril ultimo, abri agua no dia 23,
em consequencia de um grande -temporal que
apanhou, pelo que o commandante e trlpola?5o
iam entregar-se s ondad as fragois embarcares
de que dispunham, quaddo lhes appareceu a bar-
ca Croicn o/ SMelds, para a qnt fl?eram o signal
devido.
Apenas o commandante desti- navio descobrio o
signa! fez atravssar o navio e arriar tres balei-
ras, e transporten para seu bordo tddos os nanfra-
gos do Damfto, aos quaes acornea etnitoa'com
todo o 'eavialheirlsmo e eonfdffaVel at o nosso
porto.
0 Sr. commandante Jo Damao incansavel eni
tenar elogios ao digno collega o, tripolacao da
Crowii c{ Shields, pelas mandras aiave? e dedica-
o)as porque I'atou-o e sna gente,
Vapor-Gcojul. Clieftiu dorningp (29) de
Ar.icai e e$a!las, trazcudo datas de'iTacei al
28 do eorrente.
. S encontramos no Jti'ml dis Alagis o se-
Huinle:
A augusta Loja "capiuiUr Virtile e Po'adade,
do rito escocez, ao Oriente ibsla. cidade, liliada ao
Srandc cpoderoso vallo dp Uiur::do, riuuio ante';
ontem'tij, os seus asociados, aCu de festejar
0 a|njversanq do seu "jdroeiro S. Joao da Esco-
cia, acompa ihada por viole e um dos membros da
augusta loja symbolica Pei'feita Amizade Alagoana.
, Decorado o Teniplo, segundo o ritual, o ador-
nado a edificio com a inaplliiJj conveniente, ef-
ftctuoi-jao a magna sessilo, 'autip^ncipiou a.s 8bo,-!
ra8dano.ufeelerunQ..u]t}iv3,
Foi nicwdi un) proano, ft quem coube a
gloria de vjjr a luz maconiea eto' U-j assi(
Aq abjrom-se o&lc;
dente, rauito digno del
Ju'aJs meaibros'presen..
de iiberdada, da escaviub;
asEss***'
igualado
.peilavel pro
de Qrintft,
" orna carta
ia:000f>''0
15:00;i000
Tentativa de rapto.As 9 horas da ma
ola do dia 23 de maio ultimo e na fazenda l'mutu-
tetras, do dislrijlo policial de Ouricury, Manuel
Torres, Scbaatiao Rodrigues Teixeira e Mauoel
Francisco Duarte, todos bem armados e monta-
dos a cavallo aggrediram ao cidadao Antonio da
Silva Oliveira, um lilho deste de nonio Antonio
Alv 's de Oliveira o a seu genro Antonio da Silva,
que so achavam dasarmadas. com o fim de levp
rom forra urna lilha daquelle Antonio da Silva
Oliveira ; o que dando lugar a urna rendida lula,
rthultou sahireu: (ridos gravemente com duas
lacadas e alguiuas cacciadas o pai tra infeliz moca,
e leve.m;n!ecoinduascaceladasormio da mesma.
Merce do cu nao conseguiaui acuelles dosal-
mados o fim que tinham e:n vista, pois lverara
deevadir-se sem conseguirem levara cubicad,
presa.
Esta preso. No lugar dcnominailo S. Pedro,
do [erm i le Duricary. o famigerado criminoso Se-
verino Jos de Aiidrle, pronunciado alli como in
curso as penas do arl 192 do cdigo criminal,
combinado com o arl. 31 d) mesmo cdigo, foi all
mesmo capturado pelo respectivo subdelegado ;
ae-jnleeeudo que p)E occasiao de etectuar-se essa
dilligeucu foi laubeui preso Raymundo Jos da
Cruz, que a ella'lenaz nente se ppozera, o qual.
veio depois reonhecer-se ser indiciad o em crime
de morte na cidade do Crato, da provincia do
Cear.
.V*sassluatos.Antes de hontem, no do-
mingo ultimo, houve dous nesta cidade. No cortico
denominado du Thom, que Dea ra de Joo do
Reg, Arminia Maria la Cjoceico matou faca
Tneodora Maria da Conceicao, com quem aUi ma-
raya em vsinhanca ; no becco chamado das Bar-
reiras uui individuo assassinou urna mulher, que
era sua araazia, segundo dizem.
I'i aclamas Foram litios na matriz de
Santo />otonio no da 22 do cnenle, os se-
gumos :
1" denunciaio.
Antonio Viera de Barros, com Amalia Maria
dos Santos.
Ernesto Luiz da Silva, com Josepba Carolina
de Barros.
Joo Das Mains, com Maria Anglica Filguei-
ras Machado.
Antonio Perejra da Cunha, com D. Maria Ama-
lia do Passo.
Jos Raymundo de Souto, com alfa Mara de
Lima.
Uyglno Rodrigues Pereira e Silva, com Maria
Franciscanos Santos.
Joo Jos Oliva, cora D Bernardina Theotonia
Mon leiro.
i" denuneiac^io.
Egas, cou) Joaquina.
3* denunciaco.
Manoel Felippe Pimehtel, coa) Landelina Maria
Cesar.
Flavio Jos dos Santos e Silva, jora B. Leopol-
dina Amelia Gonzaga da Roeka.
Lotera. A que se ada venda a 57.*, a
beneficio da nova igreja de Messa Senhorada Pe-
uba, que corre no dia 8.
LeilAes -Huje, as 10 l|t horas em ponto,
partir da estacan do arco de S. Antonio" o trem
expreswTque servir de condcnraT graHs aos con-
cnrreWs ao leila na Gaptjbga, casa d residen-
cia do Sr. W. Geor-gelPennllv:
' Amanbii elletuar-se-Ra por liqulacA o
lei! io dos movis no armaiem da j- dp'Spm
Jess n. 6, conforme ejt annnnciado.
qufsStlanha, fns
Micuel Rodrigues Jnior, Aniouiol Leal Barros,
Antonio Jos de Ahnejda Costa j Joa(|uim Sanios
Coli.
Sahiram para o norte no vapor Ipojnca :
Octave Jauns Cazeur Groulte, I). Maria das
Neves o urna criada, Francisco de Oliveira Conde,
Fr. Fdelis Fognano, Fr. Carlos Fogaauo, Amaro
Cavaleante, coronel Antonio Basilio R. Dantas, Jos
Alexandre Ribeiro Costa o urna escrava, Thiago
Vctor Pereira. Manoel T. Araujo Saldanha, Fran-
cisco Antonio Louzada, major Joaquim Jos Barbo-
sa e um criado, Ointo P. de Mello, Primo Pacheco
Ikirges, Jos Francisco Moura Jnior o um criado,
Antonio Rato, Luz Pedro Mello Cejar, Emig Cao,
Eneas Americo de Miranda e sua senhofa, Pedro
O. da Costa Aguiar, Elseu Ferrdra da Silva, Joa-
qiim Soresd I'inho, Antonio Francisco Pestaa,
pdre Dr. Luiz Ferreira Nobre Pelinea.
Il>sjitu l'ui-tii-i-ue/. de Keneflncn-
eia. -Movmeiiio das enfermaras do mosme ua
semana de 22 a 28 de junho lindo :
l'Ixisium 3ti, entrarain 7, sahiram 17, fallece-
rain 3-; ficam exislwdo 23. *'\
Esl de semana o IIIm Sr. Bernardino >0umi!s
de Curvaili.).
Casa 4 deteiaeAo. Movimento do di
29 dejuuao de 1873 .*
Existan presos 366, entraran) 6, sahiram 1,
existen *71. A sabor ;
Nacjonaes 210, mulheres 11, estrangeiro 42,
cravos $3. eseravas 1S.Total 371.
Alimentados a eusta dos cofres pblicos 28.
-r-JI"vmeito da enfermara .do dia iSi de junho
le 1873.
Tiveram baixa :
Vicente, escravo de Augusto Omlho Leile, ulceras.
Jos, escravo de Lauriano de tal. boabas.
Ct-iuiteri publico. Obituario do dia 28
dejunho :
Rosa Maria da Conceicao, parda, Pernambuco,
38 anuos, iolteira, Boa Vista, hospital Pedro II;
heinorrhagia cerebral.
Joanna, preta, frica, 72 annos, viuva, Boa Vis-
ta ; tubrculos pulmonares.
Manuel Mat'-ias Bezerra, pardo, Pernambuco,
i6 annos, casado, Saato Antonio, casa de deten-
cao ; gangrena nos escrotos.
Francisco de tal, brain:o. Portugal, 30 annos,
solleiro, Boa Vista, hospital Purtuguez ; dianha.
Emereuei.'i Maria da Conceicao, pr ta, l'ernam-'j
buco, 48 annos, solleira, Santo Antonio ; espasmo.
Rita, parda, Pernamlmc >. 3 anuos, S. Jos ; en-
torile
Jos Ludo do Carino, pardo, Pernambuco, 'i
annos, casado, Boa Vista; hydroae*eardio.
Mauoel, escravo, pr.^to, Pernambuco, /' annos,
sol.oiro. Boa Vista, hospital Pedro II; sentenciado,
varila.
- 29 -
Vitaano Mximo de Campos, pardo, Rio de Ja-
neiro, 20 aun s, Boa Vista ; varila.
Thcreza de iesus ^ Baha, branca, Portugal,
22 annos, solleira, Roa Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Dorotha, escrava, preta, Pernambuco, io an-
nos, casada, Boa Vista ; gastro onterito hepatile.
Franquilna Anna do Espirito Santa, parda, Per-
nambuco, 30 annos, casada, Boa Vista ; urna ta-
cada.
Francelino Lopes, pardo, Pernambuco, 2 i anuos,
solleiro, Boa Vista ; diarrha.
t'HKONM'.t JMIUIIRIIL
P Trlmuil d coninicrcio.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 26 DE
JUNTO UE 1873.
PI1KSIUENCI.V BO JJXU. SB. C-mSKI.HEIIlO ANSELMO
KiuKcisco Masan.
A's 10 horas da maulla, presentes os Srs. de-
putados, secrotario Olinlo Bastos, Candido Alelo-
rado e supplente S Leitao, S. E.xc. o Sr. conse-
Iheiro presideiile declarou aberla a sessao.
Foi lida e approvada a aeta da precedente
sessao.
DESPACHOS.
Reqiieriinentos :
De Medoiros 4 Nascimeuto, pedindo que se cer-
tifique se foram ou nao registradas as nomeacocs
de seus eaixoiros Manoel Gregorio "da Silva e Ma-
noel Custodio Leal. Cerlque-se.
De Jos Maria Palmeira, eerUdio da nomeaeJo
de seu caxciro Manoel ctaviano de Carvalno
Pinto.Certifiqese.
De Bastos A Silva, solicitando tamliem a cert-
d.to da nomeacao que deram a seus caixeiros
Marcolno Vctor de Moraes e Jos Ilenrque de
Hollanda Chacn. -Como requeren).
De Gustavo Adolpbo Schimidl, gerente da com-
panhia Ferro-Carril de Pernambuco, para regis-
trarse os novos estatutos da mesma companhia,
os quaes foram appmvados pelo decreto n. 5,281
de 19 de maio do corrente anuo. Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
De Agostiauo Ferreira da Silva Leal e Albino
da Silva Leal, trazendo a registro o distrato da
sociedade que entre s tinham.Vista ao Sr. des-
embargador fiscal.
Beplica da companhia de seguros Utilidade Pu-
blica, ao despacho do tribunal de o do corrente,
que inandou cumplir a duvida da secretaria que
fofa sanecionada pelo parecer fiscal. Informe a
secretara. A secretaria deu a sua informacao e
foi a replica com vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Iiittfmae.o da secretaria, cobrindo a peticio da
companhia ingleza Union Marni Insurance, e
mostrando haver falta de poderes a Joao Roben
para re-juerer o registro dos estatutos da mondo -
nada companhia. Satisfaca o parecer fiscal, pro-
cedendo tambem a duvida da secretiria.
sopplente Sy
do, foi ada
Em eonsequoiida do nao coiupare.-mientn do
Sr. supplatHei'e'-eJrataseao, lic sobre a mesa
o feilo entre pai
App 'liantes e iurio d) LivraueMlu r Ja; An-
tonio de Brito l. i-tos, a;|idlados administrado-
res da massa ind i Ftep|.le Ja SJjva
e os herdfeiros da Li../. Ama\''. Dtibt.uivn e sua
mulher W<
- Pelo mc-n*A atvo *d*ton d*-aet preposto o
foto entro partes:
Appellante Joo ias de Maraes Carvalho, appel-
ladog Jaymes Eneas Gemas di Silva, Jcronymo
nelsuc e Xf. rrstn^CiIrdolina da Rocha.
Contina adiado o faite entre partea-: -
Appellantes appellados a viuva e herdeiros de
Manoel Gonealves da Silva.
Em razan de nao se acliar presente o Sr. dcs-
ombargadnr teria, nio |ioderam ser propostos os
seguintes :
A|ipellantc amhargania Jacob Cahrt, lioje seus
herdeiros appellaJa embargante D. Ddfina Telles
de MnezCs ; appellante a barmieza do Jaragu,
appellada D. Almirina Fres de Mendoiioa.
Do Sr. de-embargado!' Silva Guimaraos ao Sr.
desembargad.o- Accidi.Appellantes Luiz Ribei-
ro da Cunha & Sobrinlio, appellada D. Ihereai
Julia Botelho.
Do Sr. tVisorabargador Hcis e Silva ao Sr. des-
embargador Accidi. Appellaules embargantes
Mendos Azevetn ( C, appellados embargados os
administradores da massa fallida de Femando
Stepple da Silva, ficando sem elleto o sorteio
que na prxima passada sessao se fez para o jul-
gamenio deste feilo.
AliGRAVOS.
Juizo especial do commcrcu. Aggravante o
baro de M-rcs, aggravados Manoel Pereira Ma-
galhaes e seu.s lilhos aggravante o Dr. Luiz Jos
Correa de B, aggravado o bario de Nazaielh;
aggravante Jos Ribeiro Ferreira, aggravado An-
lonie Lnizdc OHvcira .Azevedo A C. O Exm Sr.
cojiselheiro presidente averbou-se do suspeilo
quanlo ao primeiro, e negou previmento quanlo
aas nliim >-.
Encerrou-se a sessao 1 hora e inda da
larde.
i airara-..
rain 3V; fanecerrt ?,' existem 298, seflffo: 200 no-
.mens e 98 malhres.
' Advertencia.
Foram visitadas as enfermabas, nestes das s 8,
8, 9, 8 1/3, 8, 8, f/, peloDr. Belirao, por'auifn-
cia do pr.Ramos is'.l, II 1/2, II jA lT.
peo pr^aroient i.; s 8, 1Q, 8 i/j, S. 6 1/2,9 1^,
DrMawqjas;^ 8l 8 1/2,8 1,2,07 g,^
0, poto Dr. Vinnua
Falleridus.
Sduirge^ Mara, da CuDcicSo hyijrnpesia,
Antonio i'areuaRaym'undj
Manoal Viera 'd*i Costa ; a,
FranVglina aria da Cpqcicao
ii-opieai.
Auna MAria da Goncejcio ; c4)Jiexia.
Rosa Mrja d^.CojkieMfl.';'jjr
Fassageiros.Sai^iram pa o sf o vapor
4)rasilero Paran : v
"^iKflft^dfr.MedeJw, SenhofiDita da(.ArU;
jo, D. 0Jmn^4o^iieft a cT-jk*, meninos, Dr.
Custodi?) AwJeJ flwya Gminarafi Dr. Roionao
Cezar e ipn eXS^T.Tft Manod J^ da Gusmio Li-
ma 'aura criado, vajeieBejli'
Antonio da Silva, Campos
ROM PARECEB DO Sil. DKSKMBAIIiiAUOII FISCAL.
i'etifoes :
pe Francisco Antonio de Carvalho, redstro do
dialrato da firma Oliveira & Carndro.Regstre-
se na (bruta do decreto n 4,394.
Pe Joaquim Moreira de Mendon.a e outros, pe-
dindo a desttuieo lo iiquidatario da firma Costa
lamaos k C. Adiado, tendo os papis sido entre
gues ao Sr. depntado S Leitao.
Nada mais ha vendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conseUieirajresiiente encere ou a sessao ao meio
dia.
SESSAO JUDICIARIA EM 26 DE JUNHO
' DE 1875.
PHSSIDENCIA DO f,XX. SB. COftSBLHKlRO ANSKUIO
FBACISCO PF.RETTI.
Secretario'intefno, o ofifial Torres.
Ao meio dia, acljando-se presentes os Srs des
eiid>argadores'Si]ya Guimar/s, Reis e Suva e Ac
coli, e os Srs. 'deputaos' '(fluto Bastos, Candido
Aicoforado e supplente S Leitao, faltando com
riaftiapafclo o ^i "supplente Fereira Cselo, S.
rae. o Sr. conselhero presidente abri a sessao.
Lida, foi approvada a a^U da sessao de 23, com
(igeiras cpr-e(fcd>>s,
JULGAJK.VTOS.
Apnellanie Ivu Antonio de Andia'le Luna, an-
pellaao vjcej)te Lsopolduo de .Mpudonca.Juizes
ps Srs desembargado!} Silva Quimaraes e Ruis
My.^ tftf!rJSW*0 o supplente Candido
Alcoforado Sa Leitao. Confirmada a sen-
JftSlffitin....
imada a >antaca
fia/rafe -Raceiiktos o*
j\ppe7lante cmbarganla MaootI Rodrigues Tei-
xe ra, appellaJos embargados a viuva e herdei-
ro de Heorique de Miranda H^nriques, o lulor
doi menor o o curador geral. -Becebdos o em
DIA.
JA pedido do. fif, da#mlMradar Roa a gilva
defignau o Bxau Sr. consakuiro prasidenie o da
rWboje.mi o julaaipento. dy faite entre partes :
Appellantes os aJminiiOradofas d> massa fallida
de Ainrim, Fragoso^ Sanios ^ L,afBUaclo o bar
rao dUemilca. Feilo o ortelo dos irs. deputa-
ClIVmi MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 18 JUNHO
DE 1873.
PIIKSIDKNCIA DO Sil. RKO F. AIJH:QLEn(jUE
Ao meio dia presento 08 Srs. presidente Rogo
e Albuquei'ijue e os sanhores vereadores Gameiro,
Lovo Jnior, Nevos, Theoduro Silva, Soma Lelo
o Cunha Guimares, o Sr. presidente abri a
$Qt-4o. Una a acta da autecedente, foi appro-
vada.
Leu-se o segunte
EXPEDIENTE
Um ollicio do Exm presidenta desta provincia,
declarando osla cantara que, lomando em con-
sideradlo o ufllcio que I he foi dirigido cm 11 do
corrente, liava om dala de li dado as necessarias
;rdens no sentido do cessar nor parte da compa-
nhia Reoife Drainago a pratica de depositar lixo
no lugar denoaiiuadoViveiro do Muuiz. Intel
rada.
Outro do mesm > Exm. Sr. presidente, pedindo
que esta cmara informe com brevidade qual 3 do-
cumonto que crean e a data em qua so installou
a villa do liecle.Maudou que se dsse a infor-
macao.
Outro do secretorio destl cmara, trazendo ao
seu conheeiment a demora da pa dps c.mtra-
taptes em publicar a- actas das -os es desta c-
mara.Mandou-se ouvir aos mcsmil.
Outro do mesmo seeretario a re-p. ito do roque-
rimeqto dos herdeiros, lilhos do fallecido eserivo
da subdelegada de S. Fre Pedro Goncalves do Re-
cite, Vicente Herculano de Lomos Duarte. -Ao ad-
vogado desta cmara para dar seu parecer.
Outro do dou'or substituto supplente da vara de
orph.os deste ldadc, eommnnicando ter deixado
no dia 10 do coirent- o exorcicio da mesma vara,
por l lo assumido o respectivo substituto elfectivo.
Inteirada.
Ouirojde 18 do earreple, cm que Clemenlino dos
Santos Lineo Sement, subdelegado nomeado para
o primeiro districto da freguezia da S. Jos desta
cid.ide, coinmunica t.T entrado em exjrc.'cio do
respeclivo cargo. -Ineirada.
Outro do advogadp desta cmara, dando seu pa-
recer acerca da desapropriaco ou veuda aiui-
gavel do irapicho Pelourinho, contratada com o
procurad ir do Exia visconde deSuassnna, dono
do referido trapiche e esta cmara. Mandou-se
ao ad vogado para em nizo competente fazer effec-
livo o referido contrato.
Outro do engenheiro desta cmara, dando infor-
macao a respeito da petico de Marcelino Jos Gon-
ealves da Punte, como procurador de Miguel Joa-
quim da Costa.-Mandou-se commissao de edifi-
cado.
Outro do procurador desta cmara, pedindo a
planta da capella em con-truc;ao na ra do Lima
em Sanio Amaro, afim de cumplir o despacho do
Dr. juizde dreito nos autos de appcKacio entre par
tos, esta cmara com appellante e ap'pellado Jos
Gonealves Ferreira da Costa.- Ao engenheiro para
tira-la.
Outro do mesmo procurador, remetiendo urna
relacau das multas impostas"pelos Ciscaos no peno-
de decorrdo de 11 e 18 do corrente.-Inteirada.
Dous olficios do juiz de paz da freguezia do Po-
co da Paudla, -emettendj o livro da qualilcadio
daquella freguezia, tres chayes do cofre e quatro
protocollos nndos Inteirada.
Informacao do contador acerca do rendimento
que animalmente d a esta cmara a ribeira da
Boa-Vista.Ao engenheiro para fazer o ornamento
dos concerlos de que trata o respectivo fiscal.
Olidos dos liscaes das freguezias do S. Fre Pe-
dro Gonealves, Santo Antonio, S. Jos, Afogados e
Boa-Vista, remetiendo a relaoiio das mullas impos-
tas de 9 a 18 do corrente, o primeiro na importan-
cia de (8U000, o segundo de 60*000, o terceiro
de 2i400, o 218j000. Inteirada e mandou dar scicncia ao
respectivo proiuirador.
Outro do liscal do Poeo, dando a uformacio que
esta caiunra pedio acerca ds um telharo >|ue a
compahia dos trilitos urbanos do Recite a Caxan-
g tem junto ao hotel do Monteiro.Ladrada
Foi apresentajlo o seguate parecer:
c A commissao de cnatenos de lora da cidade,
tendo examinado o officio do administrador do ce-
uiitorio de Santo Amaro de Jaboatao e mais papis
que o acompaiiham, assjm coino o parecer do ad-
vog.ulo da Hlu&trissima cmara, vem amiir a sua
opiniao a respeito : o primeiro ponto a liquidar
se o ex-iscal daquella freguezia Manoel Joaquim
Ildefonso Bezorra podia coueder a-Luiz de Franca
Jorge e Mauoel pomas dos Santos, terreno do dito
cemitero perpetuidade, par najes e edilica/em
catacumbas ; a commissao nao hesita em respon
der negativamente, por quanlo so a illuslrissima
cmara compel^pte para faz-lo e para approva
lo ; basta considerar que os dous con he-e mentes
de talo, dados pelo dito ex liscal, eram especiaes
para o recebimento do imposto pela inhumaco
dos corpos, estando rispada- estas palavras e as
que seguein, a e^cripto no espa^) em brauco de
um como marea o reyutaiuenfo a em outro p*lo
terrena reurofp para o mwi e sua familia.
E' pois manifest que nonhum valor podem ter di-
tos documentos para darem dreito a Luis de Fran-
ca o a Manoel (jomes, sobre os tarreaos de qua
estad de possse attendando se, porm. que elles
de boa f pagacam a qaantias que teram rocobi-
das pelo dito ex-fianal", por suu|M>remn'o antori-
sado i fajer semellianie coueossao, e ignorarem as
disposicOos do regulanvHio dos cemterios. a oon-.
siderando mais que seria manos justo, saoao tal
ve profano, obriga- los a exhumar os ossoe das ca-
tacumbas por ellos edilicadas em terrenos de qua
se julgaram lagiluiios possuidorea, fisto como ibes
haviaui sido concedidos pelo ewpMgado desta -i
lusirissima cmara naiuella freguezia, de pare
car que seja respailad 1 a posse era qua se acham
us mesmos dos ditos terrenos, mandando-se-tee*
pisar titules, que, passam pa/ e talara garantir-
I es udirerta.
Quaute, porm, ao ex-lisol Bezerra, emenda a
commissao. que prtense manos regularmente,
pois nao devia ignorar s disposicoes do regula-
memo dos eemHeros, e por tanto nao devia ter-se
arrogado a urna altribipcao, que nao loe poda
competir, qual a de oonteder terrenos perpeiui-
dade, seria entretanto djescnlpavai o seu proeedi-
mento se tivesse immedititanieute rooejhido aae co-
fres munioipias as quaptias reeehidas, e eslgido
desta illu-.trsima enmara as titulas, doe terrenos
por dia concdate*) para serem entregues a Luiz
de Franca a a Mjanoel 9nea ; aatretanto, tendo-'
sido ditos terrenos concedidos por aquelle ex-fiscal
li,/a^m ro em ( d. I.
BCAC0S A PIDIDO.
f
vereiro de 1869, e U>w\ci elle sido en ncrad-i |>
trioiMiitc, sein que hnnvcs fre* ipiinjripjjus a iin|wrlaui-ia seesfl mil n -
que liava reojbila peln iiwmh >s, cuno con-ti da
iuformaco ,\ > prueur.aLr desla illuslrissima ra
mar, proceden' inr.inlesljn-elmenle de ni.i f .-
criminosamrut', sondo par tamo a commissao oV
,,a5BK que-uBJ-Knetla U-frmmpn~f< eomprova-
dofDe sua ealpal.Jidafc a aaflrida I criminal.
para proceder eofllra e contoflr de dircil..
Passa agora a cmtmissio a considnar o pr
eadimeqio do Antecessor do utifl admiBistrasVa
dp Qaniitcrio de lab aio. Julga a commissao d-
todo a panto iojusliiicavelo proeeliir.ru"> Jom<--
mo, por .uanto nl<> podiam laiiz do Franca e M.-
noel Comes edificar as pilas* e|icuml as nitiu
seu rous.'uiiiusnlo, o nao davia.. ello concesV In
sen que se le ap.resentaasc Wmu f-Uuno d>-
posse noluios trrenos, nao devendo dio de nr.
do algiiin ignorar, em face do regularnento dos rc-
miterios, que nao poda ser considera I 0 M til
neiihuin dos conherimenlos dados polo ex-fiscal; ac-
cresce que, nao tendo-sii aquello ex ad:;.umUaikM
oppsfoa ediflcacao d>> taos ralarnml.as. nnn ieil.<
coiiiinunicacao alguma a respeito a esta ln-ari
sima cmara, como era de seu datar, nao ;
ddxnr de !oj- considerado counivunio jwsto-aHg--
ci, c por tanto criminoso, at quo >.o-a justili-
car-sejurante a antoridado comneleate. Julga a
commissao lauto mais censuravd o 1.....tportBBHn-
to daquelle ex-administrador, ddxanJo le l:a?. 1
m coniiecimoiiio asta (U*aslrtMaH eatnarmaej-ael
las occorrencias. quanto o actal auiiniir.nli.i
teve procedimento bom diverso, pois Igo qil R
v deiie de st>meHiant<-s fados, ai>reaaa*M
eti drter o* eicinppRtientos ronvcnieiil>s, parti-
cipando .m s.-guida huta a esta iUtutrissima ea
mar, dando |kt este mpdo provas inequvocas i
7>(o, rom quo cinipr as atlribuicH-s d
cargo.
a Quanto a que.-r.V, relaliva a Frauc eo MarU-
Ulano dos Sanios Bezerra, a commissao do pa-
recer que, leudo elle construido a calan m:.. V
que esl de posse, depois de obter hren-'a do Rvd
vigano da freguezia le Jab a lito, que enla. .
nico habilitado para da-la, data como n enrisi -
rio eslava sob sua admiaislrarae, nao se Ihe pi-ite
negar o dreito lila caUcnmoa, den-nd pt 1 la-
lo ser considerada legitima a sua passe, rom
observar que a illustrirsima cmara r-cdii-nd 1 <1>
digno vjgario de Jaboatao a idastilitriuii) dore-
miteno, quaudo ja esteva construida a litar.. ,.
cumba, nada pode exigir a respeito d-i le r n.. em
que a mesma so ada, nao d.-vendo p r iss.) Mar-
mano sir coagido a indemnisar ill:istris-iii,a
camaia do valor do lito terrena, poi n \m
competente para faz.-|.j sera o vigwio oa fregm
na, sob cu;a adniinisira-o eslava >niau >> eemiii
no, nao sondo mesmo verosmil quo Martiniaa :
vase construido aquella ralarumba so n"i 1 snpp
zesse que a permissio do disimci agario eq irva-
ha a una cunee sao (lerjietua do terreno mi -pi>
a c .nslruo, sendo oulrosim evidente que adquiri
elledireito nconlesia.d ao mesmo. pm ha. r -.1 -
ficado a oalacnniha can permissa > compleme sem condioo alguma. em Viati d>.
quo nansa a commissao que deve ser 1 -|. i::, h >
seu dreito. EV>to o parecer que a commissat.
sujeila ao cidare-ido crleiio gasta illu-lri-
cmara, que resolver em sua sabedoria tomo rr-
tender mais aceitado.
Paco da rain ira municipal du Herir-, l. i1>
iinho de IS71,Jeroiniiu deSoaaa La -Joi
da Cunha Soares Guimares.-Foi approvaJO, 1
lando contra esto parecer os lea. araaWe- '
oieiro e Loyo Juuior.
0 Sr. vreador Gameiro apreieutaai 9 soguiW1
requermento :
Reqneiro quo soja chamado a |>reslar > uta-
cobrador dos imposios da freguezia de anto Ar-
tonio. per;encentes a esta oaiuira.
Pac 1 da cmara muuicipal do Recite, H '.
junho d 187.1. -Gameiro. -Foi approv.ido
Foi tambem ap(irovado o si-guiuh- i>
ment :
Requi-iro que o procarador apr.'smi
relacao doqnautu recolimu o liscal da Irecoez.:
de S. Lotirciico, relalivamente M iapnato
rs. por cahci.a de rez mora na dita Ireguezia, n-
mezHs de man-o a maio do otrriNitc anuo
Paco da cmara municipal do Recite, Ir .,
junho de 1873. -Cunha Guimar-s.
Foi approvada a propoeta de exonera, i o i > ad
vogado desta cmara, o Dr. Jos Hernn! > (,
Alcoforado, opp>ndo->o a ella o Sr vareador 3<
vos, pela razao do mesmo advogado aoii>r-r> 1
senil' com assonlo na asscinbla peral.
Foi mandado ouvir o advom > desta
spbse a pcii.-o dos herdeiros, lilhos d finado Vi-
cente Herculano de Lentos Duarte.
Foram remetlidas a (viumisso de edMeaco >
peticoes de Jovino Ban lera de Mdlo, Joao Ptaa-
eiscodo Ri-go, Joaquim Raplista Nogueira. .1 >-
Jacinlho de Medeiros e Marcdin > Jaae Gon(
da t'onle.
Foi ndeferida, em vsla da informacao d > Bata!
a petico d Domingos Jos d'Avila e defentt-.
de Joo Carduzo Rabello.
Tiveram despachos as pclicoe de AjMbom J*-
de Souza, Allam Patersoo, Anlonte Batiaao do
Rogo Barros, Amonio da Paz. Bernardo loe* 1>
reir, Claudiuo Jos de Araujo, Cusma Maria dr.
Luz e Souza, Dimingos da Costa (i). Eng.-ni 1 Jos
Pinto, Francisco de Piala Tavaresde Mello. Fau-
lino Jos,, da Fonceca, Francisco Gencrino do |.-
vramento, Francisco Fernand-s da Silva, Franco-
lino l'eiera R.imalho. Francelino Olvinpio IV
de Oliveira, Hyppoliti Jos Roberto, Jus Joaquui.
Codho Brando, Joao Jos Vianna. loto Pinto d<
Lemos, Luiz Gonealves da Silva, Mannd de Itua
Tarares, Maria Joaquina dos NMeree, Mano.1
Paulo de Albuquer-ue, Manoel AMafcao Omu
de Albuqtierque, .Nicolao Casimiro Gome-,
Herculano de Figuoiredo, Urbano da Cruz do !
e Frederieo de Castro Carvalho. Franrise.1 '..
te e Franeiaso Rufino Batinga Braca.
O Sr. presidente levanten a sessao as du.v he
ras e ama.
Eu, Pedro de Albuquerque Auiran. ascniiiii
a escrevi.
Em addilami-uio declaro que a requer-non' !
Sr. voreador Naves, fd adiada a no-neacfto do ad-
vogado que tem de substituir ao Dr. Jos Bernar-
do Galvo Alcoforado.
Eu, Pedro de Albuqnerqne Antean, >fcreiari*>
fiz este addilamento.
Declaro que a exoneracao do advogado dista ca
niara passou e foi volada unnimemente.
Eu, Pedro de Albuquerque Aulran, secreter >
liz esta declaracan.
Manoel Joaquim di Reqt e Albuquerque, pre-
sidente. Jati Pedro das Seres. The.tdorc. Mu-
chado Freir Pereira da Silra. -Ummm de Sou-
za Ledo. -Joo da Cunha Soares Guimares
Bellwmino do Reg Barros.Dr. Pedro de Alkaydt
Libo Moscoio. Jote Maria Freir Onueiro. Josi
da Silca U>uo Jnior.
i
O K vai. 4r. Br. Lnrena e m*m>
detr-Mcte>rea.
Os acontecimaatos de ti o 16 de maio abrir*..
espaco a que os inimigos da ordem, aqudtes me-
mos quem pertence a auihoria de taes factos,
laacasscm-se com desabhmeuio sobre o Exm. Sr.
Dr. Lucena. J
E' assim que vemos a Provincia e o Liberal ion-
linuamenle jogarem a arma do insulte e da calum-
nia ooptea o presidente da provincia.
. 1' assim qae vemos o proprio ebele do libera-
lismo nesla provincia, o Sr. bario de Villa bt...
em sua correspondencia particular aeoimar de nr-
fliHencia ao Sr. Loceaa, petes factos de 14, atin-
buir-lha a responsabilidade dos que tiveram lugar
a (6 de maio, e finalmente com teda a emphaie e
assim com ares de infalltbilidade papal diier : e o
mesmo delegado de Ouricury ; o mesmo luiz mu-
niripal da Goyanna e chefe de polioia do Ceara
B assim, liaahnente, qae com todo peor nosso
vemos o Sr. Dr. Jos Antonio do Figue redo, appa-
roeer aantrariar a communteacao ofitekl tona
pele Sr. Lucena ao visconde do Rio Rraaeo, pro-
curando enllocar a ua palavrt ooipo a espada de
Brenno, como arbitro iafallivet da mentira e/fi- '
ciaL
Hevolia-nos taaianha injnstica III
Quem ignara qae a pretexte aV cortejar o im> '
Far;a, suspenso e-x^nformala eonvientia a \tn>-
oasna, se fez a reum do da I i de maio,' re-
unio nai leva como chafes: Dr. Aprigio, Floria-
ao da Brito e oatros intimlados membros 4o parti-
do liberal a do seu directorio?
Quem ignora as scenas de canibaJImo praiiea-
daa a'aqudla dia, quer no entietto de S. Frandsco
Xavier, me na wpgrenbia 9> Jni&o, por aqueises
mesmos que acabavam de sudar o eaj Faria,
a qnem elle eom mamsiil&o evanglica rocem
meadava pai <
Quem deaemneee ue frente dos araos m
invadiram o cellegio de %. Prancisco Xavier, des-
niada atovate, moUsado a ferinde a saeerdeeas
inermes, nio rspeitando o sanctuario do Deus (rer
i_i


41
'
H


DftiI(W.Wwteibuca ** Te*$a>Ter 1 d MiS db *&2BQ
Uiino censurarse o b
rgno e Aprigld trio eVa
iMUas .ka e*>fii*n* r
por ter acrejji-
quj -o servido tinba sido
roo io ir.. Vx JJj>riffit> -NQUKi bohena
lamento do povo para o colegiados j
lesean*; fe .ftloHjoettr, ftorqt*
palarra aiitorisada, nao Jissijv
in7.iflie< kfjuielleio /Me jueriau
wa lufcar aiversn, evitando d'cst'apt-i
o^r defam X| que Mnof^oefii'. ai t
lona da'nossa proviucj.?
oi-aMa *H*niM^tu*'na
Dado o'fleialmente que a paternidadu
perlenjVae gaido abura!, i* .p
leudos thefea i esse partido quandales
lo (M(#to pfOiatadn a I 8 os.c^ioaiH d>s,
rgamente eensuram ao presidente da
|w* nao 0>r wmnH* *\t& *eai repapo
16 de mato ? '
de a-n*f llgoacla ito tir. Lorena para) os'Sc-
1 dia 14 ? Uirta reuuio dirigid'! por earac-
*m mm eiUfH Mr4kfa^fnr raeeios de
<4je a enjeni publica fosse |ierturbada, que o flu
oio era aip-IU; a que appareoteuienle se dirigiam
qs seus aitoxi*^ _
"Parece-iw que nao; e por aonsatpienua, que
nfr-ussiilade liavia deapnaralo militar, se o lim da
^ifeerafr>dpadMef
Como censurarse q S Lucena
' VUMnii~4r3. Jos
ram iiomens aptos par;
tfp*' tl* esla cWfcde
afijeiou % 44, d W*?: Wti***
No entretanto, e Sr. J.acea foi previdettju
la assim njio podo ser oenstfado com justhy.
se. dou a> previdencias precisas para que a
em publica nao fosse perl urbatla. S. Exc, ap^-
soube do que se praticava, anda nova jpr*
deas expedio para que a forra publica impedase
|psoideiros, e a ello se dve o nao termos t**
tir maiorcs desgranas! !
Exc. nao devia licar raerlo vista dos relos
lia 14, e ao annurido da reunan do dia i% e
^novos desatinos se premeditavam -e Deus f-
ate onde ciiegaiMauj os directores" da reanio '
Proceden Ib com toda a prudencia fea Mimar
que naa cousentia n^assa nova reuna i, que pro-
iiMtlia acontecile utos iguaesao do ilia 14. As iu-
UU'.'es (orara {eitas e nao toram observadas. O
jie'faeri Rcslova o eioprago da for^a pullica,
meio nico de ovitar novas soasas de sangue, c
rsse meio fui ei|irgado : o Sr. geral Waoder-
ley luaudou a cavallaria dispersar a rauniao, e a
reunan fui dispersa sem ajontecimentoi notaveis,
sem ferimentos ou factos de oulra ordem lamenla-
veis.
Quwn, as condiecSes do Sr Lucena, nao ottra-
r de igual fornm i Quein, oonhocodor da histo-
ria desta provincia, e lembrando-se do 26 e 17 de
junlio de 1818 deisaria effectuar-se urna reoniao
qlle promettia actos de verdadeira solvageria, leu-
>i i como seus trihunos e directores os que xeram
nii-rn'r-i bem (rito e limpo no dia H da m io f
Niuguotn, por coito.
Seriam, por ventura, aquelles que sem causa
justa 26 de abril do 1867 mandavam espaldei-
rar. aeutilar o enKo|ar i>.kiu de bayoneta a mo-
cidade acadmica qne pedia a prisa j de um de-
puiado provincial por linver em pljn > dia brba-
ramente cspancailo um seu c llega ?
Commetteri', por ventura, um crime. essa pleia-
do dejovens qne levados pea sympathia que inspi-
ra o aspecto doma victima, en vozes altas, agr-
Mudo-se em roda da primeira autoridado policial
Ihe dizia : aipii tendos mn cidadao ensanguenta-
do ; prendei e pun o criminoso que se senta ao
vos-o lado ?
Seriam. por ventu*i,aqn.>llei qu# applaudiram
o ehee de p.>liea que pib 30 da seteftbro de 1866,
no atrio da matriz de S. I* pata evitar a re-
un io popular annunciada pelo Dr. Bnrges da Fon-
befa, ordenou que um dos olciies do batalhao de
que major o Sr. Qninteiro, estando o mesmo ba-
talhio a (azor exercicio, fosse trocar palavrascom
0 m^smo dontor c deshumanamente aculilassc a
We homem inerme e franzino qne cahia e erguia-
s" pir vetes coberio de golpes e debaixo de exces-
ivas irancha las 1
Seriam, poi" ventura, aquelles qne nao contentes
omn o que se praticava c m o Dr. Horgnes da Fon-
c?ea, deram signal a qae diversos sol lados do ba-
talhao aceorressem com impeto de fnria ao conflic-
1 por sua vez, com a arma e bayoneta, lancas-
sem-se anda sobre a desvalida victima, seu lilho
o Dr. Alfonso de Albuquerque ; retallando de tu-
(11 Esto o erimento grave do Dr. Dorges da Fon-
cefa, o de seu flllio c ficar maltratado o Dr. Alfon-
so de Albuquerque, apparecendo depois i'sse M*j
bnrtlontwnto oficial o procnsul l'indahyba de
Hall i para uiii.-amente prender aos ferido's?
Respondam os homens imparciaes: respondam
os Srs. Costa Hibeiro, Fgueiredo eoutros, que en
!3b erara divergentes do Sr. barita de Villa-Bel-
la MI
o Sr Lucena bem merecen desta provincia pela
v lie enrgica e pelas acertadas medidas que
tomn uo dia 16 de maio.
A' elle so deve nao haver pertarbacjio na ordem
publica: a elle se deve nao termos de lamentar
Boros actos de barbarismo que enlatara as paginas
Ha historia de Pernambueo.
Nio era pos-ivel que S. Exc. ficasse livre dos
bolf i! das injurias d'aquelles cujas intencOes con-
trariara : era ito milito natural.
A par disto, porrn, acompanha-o as bncaos e
03 lnvores de todos os liomens sensatos, de'todos
os pernambneanos amantes de sua provincia.
ac sao as paJavras accentnadas nem ojmzo
i i Sr. bario de Villa-Bella que podom di-
miauir ao actual presidente da provincia o justo
i mceil i "iie tem merecido em seu paiz.
tou dessa questao e toda luz derBW*'ou a I
justiea que se havia por coavepfencias polticas fei-
to ao honrado mJaMiitf ttts lntao era juz mu-
nicipal de GoyanRH '' "" '
Sao,Dassadpj seis apnas: quaudp,, ooim, csl"s
facrosja devlam perteuerr historia, o Sr. Vilta-
Belatis fcfta para ferir de novo tuielle que fof
sua etiina de ootr'wa. E ao entAiilo, Hada
mato .aequerso nem mais digao de tonsura enr-
gica do que esse meio de marear-re a reputacao
arficfa!"
Ao terminar diderapsi io^.i Lucena qne ao
seu procedimeuto prudente e eergico deve-se nao
ter sido conflagrada esi* provincia ; e que cima
dos seus detBtcttras^Hx^fwpwO pneeito dos
homens seoyosj! sot
maio que ^ctdl de
um pariidof<ifcof om
vf ciwsada i-tmiiK
de 14 de
honram
apuatg* d'um \>>-
.4m"-
(i
Qae importa qne recordem que fura elle delega-
i de Ouricury e juiz municipal de Goyanna?
Em que deprecia o carcter do Sr. Lucena ?
TOtco delegado do termo do Ouricury o Sr. Luce-
na aerificando seus ulereases, expondo a sua pro-
Sria vida se enearregou da ardua tarefa de prace-
rf ebotra os assassihos do infeliz capito Alves-
Krlndao, se nesse intento conseguio prender e pro-
eessar a tolos os autores de tio enorme crime I e
o .a procedimonlo foi aUestado, foi louvado pelo
tjorerno imperial pe is proprios libBraes e pelo fi-
nado conselheiro r.es Barreta.
Com juiz municipal de Goyanna o Sr. Lucena
foi o acoite dos ladroes c assassinos: foi o inimi-
g irreeoncillavel dos empregados prevaricadores.
') -"u '.iro'-inio como juiz n'aquella localidade se
tonou indelevel pela regulardade de sua conduc-
ti, pela immaculada probidade de que dea tio
c nvinecnti's proras:
ih orplios perdrM com a retirada de S. Exc.
o seu mais dedicado protector: no espago du ci-
en annos S. Exc. fez recolher aos cofres.........
1 i82S8.G entregando a orpHos *0i5i368 npr
s a-harem emancipados; e Analmente ii:72U630
d^ alcance de tutores que recebeu ftl bens de raz
pr.-fazendo todas estas qoaiMhw 3:0S28.j'i qaan-
do anteriormente nunca foi a arreeadaeao superior
a 73800 >. Foi suspenso o Sr. Lucena por acto
doSr. bario de Villa-Bella, mas esse acto amesqai-
nha ao seu autor e nobilita a victima.
Nao precisamos procurar outro jnizo que o do
Sr. con>elbeiro Zichanas na sessao do senado de
t : de junho de 1888 relativamente ao Sr. Lu-
cena.
Es o que S, Exc. di : '
< Lucena tun nacharel eme repato hbil o de
rtrla moralidade nSoduvido : no Wo das ques-
tfls que e prendera ao seu proeesso nada descu-
bro que me leve drrvidar de sua probidade.
Sao conhecidas o'esta provincia as razies qu
motivaran] o acto presidencial. O Sr. Lacena nio se
<*insfitulo dcil instrumento do finado Dr. Firmino:
nao con-cntio que Trajano (.Mympio tix'esse o priyi;
lgo de se invulneravel ede no pagar sens cre-
lores. dipachando as execuenps eormnerciaes que
contra elle se moveram.
O Sr. bncena nao consontio qne a banca do ad-
vogado se tornas-'' bnleao de laberaero e.que ip-
dfTinctanaente aceeitasse o patrocinio do pro e
*t contra.
'OSr. Cr. Lucena qalz far emprir o testa-
nttnto dii.finati. D. MrgarMa de Jwns Nones Ma-
dMflo, e prateger os orpfraos fllhe* OO' tambem fi-
nado Dr Viriato.
O Sr. -Ur. Lueona niio cousealio, floaiiueota, que
1 o e8BTji(ta.qiia yeraite alie iserjiavontinaasse
a prevarica* garaitnt ffelo/ iMo dts sk togpo do
diere poliiieo da localidade IV. ^
todos e&les actoa juslificaVam a' suspensao
jirogreseisla e olla api>areceu.
^Eis os ipimigos i|he em yoyanna deixou o Sr.
Br. tuena: eis os motares do nio da itspensao
Sue com tania inJiMici foi'fulrfn*) "coftfra?..
exc.
De todos estes factos oSrDr. Lucena jusifflfiou-,
34 com vantagem: e*ftfflWRpbrasi!ero foi proviv''
calo o |irjftro Sr. conselheiro ZwfeaHas enlaoj
presidenjf W'consolhn, S, Exc. rembecendo el
oniirmaB* o merecido conceilo Ve.n'lirihaL di-f
reiio o Sr. Dr. LnW8, proetrou jastiflcar o acto!
Uivcnro proferida pelo Hr. oca*
Ipiiicu \l le M-iajidu. no
diafMtttfW*'"'"
convento le \ow.x Nenian do
('armo, por oenawlilo do iWe-
nacnto tnnndafto celebrar por
alma da Dr. Jas lu Anjo
Vieiru de Ainoriiu.
A'jfKMORlA DO DR, JpS(; UOS AXWS TIRIK.V l)t
AMOHIM.
Meus Senhori-s.Deixai que um coracao de
moco anda nao bafejado pelos dissabores na vicia
publica, que estremece de enthusiasmo dianto dxis
triumphos da intelligenm, dianta das glorias do
verdadeiro mrito; venha depr urna lagrima sen-
tida sobre a campa do Ilustre inorto Deixai que
cumprmdo um dever sagrado pela unfio da ami-
sad>-. preste tambem om culto a nm apostle das
.teas vre.s, aspliixiadu pelo meto social ma qae
viveu. Jos dos Antas Vieira da Amorinalma
retomperada nos ardores das firmes convicees aberta a todas as emocoes que nos trazo-ben,
todos os inseutivos que nos eonduzcm para as glo-
rias u^a patria, da humanidade, de Deiu ; coracao
anglico fortemente batido por ludo quauto ha de
grande, de enthusiasmador nos esplendores da na-
tureza,por ludo uuaata ha de sunipiamente ideal
as relaeoes sacrosantas da familia ; naiceu de-
baixo da inlluenciade urna elaboraein potica que
devia formar-lhe o carcter, e "devia dar-lhe
a mascula regidez dos principios do ho-
mem superior. 1814 traaia en seu seio os ele
meuiis ^em fermentago que deviain ii romper
em 1817, arrojando ao Pantheon da* glorias per-
iiambiieunas um turhilao de hroes I
Por certa sen.iorea elle nao oodia deiaar de im-
pregnar sua alma naquelles caHidos rumores que
viiibam da lu ita do povo pela independencia, do
homem pela liberdade 1 Dotado de profunda e
perspicaz intelligeiicia, sentmdo cada momento
soar aos seus ouvidoi as legendas sonorosas da-
quellas pocas revolucionarias, ello proeureu as
lorneos da sciencia o que poderia fortalecer sen
espirito para as ucus socfcies, sempre com a pa-
tria por diante, semtre pejfa idea que lUequennava
o eora.o. Estadal esludou muito. A pleiade
de illustracoes quo Taem hojo o orgulho da pa-
tria sempre o love ao seu lado como valente con-
tendor. J affeito ao gladiamento da palavra nos
cmicos populares, j tendo um nome firmado na
opiniao publica, j tendo prestado relevantes ser-
vicos trra que o vio nascer, sempre guiado pela
rectido invariavel de sua crenca poltica, elle foi
um martyr da luda de quarenta eoito, dessa lucia
d ideas!
Quera recordar essa poca de profundas ma-
guas para Pernambueo sem se Icmbrar do nome
do Ilustre finado ? I
Elle percorreu cora os amigos toda a escalla do
solrimentos que o despotismo sabe engendrar nds-
tes momentos decisivos de profundas liefies para a
bumanidade. Depois quando o vendaval tinhapas-
sado, quando.a sanha imperial tinha acalmado so-
bre aquellas pobres almas incendidas de sentimon-
tos grandes ; quando j se contava os inartyres da
revoluQo pelas cicatrizes do infortunio e os im-
provisados salvadores da patria pelo> ttulos hono-
rficos, elle, alma forte, coracao magnnimo, litou
do alto a face dos tyrannos e sorrio!. *.
Sorrio, porque senta ainda na fronte a seiv da
intelligencia que poda, abracada com as aspira-
'.oes de seu peito, levar sua* patria querida, que
se mostrava tristonha, trra da promissao. E
teria e.le razao ? por certa.
N'aquella poca ainda haviam caracteres nobres,
almas sis, profundamente desenteressadas. Con-
tinuou a lucta....A imprensa pernambucana ahi
est para ttestar o que tinha de fundo, enrgico,
luminoso, aquella aluja liberal. Coniecou pnrem
a invadir as almasacfrrupc,ao ; tudo se dilua pelo
ba?o malfico da mbito ; em torno aquelle vene-
rando ancio cal.iam as trencas, caiiiaui as no-
bres aspiracoes, u o servco mercenario dos ho-
mens polticos substituio ao pelejar franco, nebre,
leal.
Descreu esse sceptissismo o matau ; a vida do
foro por largo espaco ainda o sustentou, deixando
impressas no dorso da jurisprudencia laminosas
opinioes, porem ltimamente j isto nao Ihe fazia
as delicias. Era mais urna victima que devia ir
juntar-se legio daquelles que tem defmhado na
estufa centralisadora do nosso viyer poltico.
E no entanto elle sempre ascltava as palpita-
cues do coracao do secuto, extasiava-se com as so-
noridades da civilisaco modernai Isto reveiava,
qaudo por um perfume mgico qu tinha sua
palavra animada, prenda as almas que o eseuta-
ram em conversa.o amena Eis meus senhores
com largos traeos a vida publica do sempre cho-
rado Dr. Jos dos Aujos Vieira de Araorim! Pene-
tremos no sanetuario da vida da familia. Para
que ? Nao, nao profanemos esse lutiar sagrido,
onde esta o thesouro daquella alma serenamente
amavel, virtuosalnente boa, gravemente paternal !
A onde soube imprimir beneliainente na alma dos
filhos o vicer da moral as crencas religiosas, e o
qn" nihisseitUcues l...o desej* rdeme da ins-
trneeo leberalinente proveitosa. Basta...sennb-
res o mysterio da morte pateuteou mais urna vez
a sua face medonha, nio pOde*moS decifra-lu re-
signemos. Oremos pelo morto !
Nilo de Miranda.
Por ter de retirar-se d^qul por alguns um, e
prelendendo seguirlo primeiro fnpor que houver
em jullio para iSuJop^ fntene*er do seu dever:
dizer aquellas pessoiis iuls- betn intencionadas
que por conversas e nuli'os meios tem pretendido'
deprimir s> u crdito o de seu irmac Manoel Fran-
cisco Corga Jnior; bem como assim spes>oas
seirsatas qu de taes1 diferios Irverm coirheeknh-
to, para qile estas afastem seu juizo e possam Xk-
zer mlnizo mais jnsto e apTfiximdo v^rdfle^
que : ( Manoel Francisco PJorg Jnior foi caixeiro
00? Si?. Jos Faustino de Letnos e de FrantHsco
Al vs Monteiro Jiinior, ATitonio Francisco Cotga
foi caixeiro dos Srs. Vtente fterrerra da Cot e
de Seixas, Azevedo k C, nestajyraea.
Sem proteceo, em nmne da nroa fndKidnal d.>
Manoel Francis;o Corpa liniir, teve principio o
negocio e as relaces comrnemaes que S>r*ni
augmentandr-nr-la mdft'a deii'ar^o, ate 31 de t-
zembro de. 1867 ; nesta data intancias do socio
que pareca ser so solidario, oi substitoida a fir-
ma iodividual pela de Corga Intos qu fifofl se
lid.aria pelo activo e passlro, 'e asSitn eoft'intaram1
at 28 de junho de 1872 ; ohrigado pela pouca
saude que aqui goaava, nesta dala retirou-se para
a Europa o socio Manoel Francisco Corga Juntar,
Bcando o passivo, aereando cnstitoilo et/unloo procu-
rador a seu ft-roo/e sorlo^paf tiimir da liquida-!
gao social, e- dirigir o seu cs^p'tal *que. j eslavai
realisadL naldata ^itffeasIlulvajBr^ari- todos o
raais negocios rjosteriores. )
Desie W37 n-ManoiJraBiPbnC-*gaIfliior nal
eondieifl de caixeiro fejij)or,u4;m cumprir o seu
toser?* m jn>MmJrf*iVAtojih) PWtJcfjeo-Covga
seus patroes lodos existem, p ainda hoje o que, ehe
forant, tos ;<|ue1)f|Oi.
Na coudcao de negociantes, sempre satisfize
nm ^elitra, e-iriH !d ntic* lepara/u mnima
traceiora sea*'credores : nao a destCi sem qu
com habr e db cofiseieBia cilasle*
A maior r.auaza uzavam para cr',m seus dever
dores'rfaofhes etlgintrb astgffaUra anida d
^9es-
' i
se achar ere*
Corga Jnior
otar sua con-
ia" 3 de jalho
qiii aquellas
avoros ao pu-
tem de-
as quem
eseata-la
. c, ueoqditas pmf*.. Mo. toma, aolto
ortaVr*#***i* omrm redoaja. evitdo
nint, ao aissolvente e, ^lala ,o|
rulrta f s os que esiveram nestas b
dem dizer, se sera ou naj) verdwRr'1 *t"?r,a
InfelizmWAper irinlto-qu gVnoIr^para se an-
dar bem direito poranta alaodiedafU, nttrcos
feitos por mitos que sgjam, pre poucos. t. ^.
Jenho trabalhfaTj'VIra sfrinHnendeBle, e para
til aos nutro; rA*JeSs*NW*B-jfc eu
eir^irado-me,^YonSsn^eaeraie ht**m, *
quasf todos es^es tenrio coHiMenia fartj
rwe tem Mo bastado iptejatMWs'enweS*1
d|s_pessoas'rftie"w mdor de tuto' peqtrBOa
dio, estas qae Yne tem vindo os m&ior^
gotos.
.-Coflcluo podindo, u,ue, se_a.lguem
dor da firma
ou da de Corg,
ta no Caes d'AI
Sara ser pag
rmas na data de boje
blico, e generosa hos
Outro sio, aesla. dAt
bita algu
se julgar c:
para ser paga.
Meas negocios conlinnain da mesraa forma, st-
uo dlri|Mos daqai era diaate per 'ineus oaixeitos,
"* Augusta Pias
uraft.urocura-
- 'd? VBta e Joa-
quim Jos GOncrves BelfrSe.
*1eabUo, W'de junho de 73.
AtHotm -amoum Coivp.
m ..i
leo par metHHnal de -I
de ImcuIUo lw laiumim l'ma tosse pertinaz e fatigadora, que de vei ora
quando arriuica saague, um diir e oppreisao no
peito, pulso alterado e febril, extraefliuem rotor
ou vermelhidao das faces inores nocturnos, ma-
greza e debilidadfkcreScAtc, annuoliam ao doen-
te tsico, que a sfaana w khkfitamcrigo.
Os anodynos, os expecSrantes, oznicos e xa-
ropes, e at mesmo a madanca de ares sao geral-
mente em vao. Abandone poi o doente todos es-
ses mi'ios paliativo.e experimente o leo puro me-
dicinal de usado do bacalho de.Lan.man A Lemp.
E' urna preparaes preciosa da um: chusa que a
experiencia 4em'demonstrado, qae se pod-em tn-
dos os casos depender- e:conh)ir,dplla ; e os seus
bons effeitos nanea falham. O oh* de ligado dej
bacalho. lmpido e puro o remedio mais pode-
roso i' ffipaz para as ent^adadae dos palaMaa
garganta e bofes, de quantos sa. teein deeooterto
at agoia. Depositai, pois, intofale odie e expe-
rimentai-o sem susto. Porin ao ro esquecais
ita pedir a preparaco nica e veadadeira d Lan-
man k Kemp; porque o mercado infelizmente
acha-se inundado de composiees fraudulentas em
si tan ms como inuteis. Examme-se pois o le
treiro e a capa, afln de que possai* ver i marca
commercial da casa.
A -un lloridn de llureay Lan-
maq.
J l v.-ij esse lampo era que por meio de bem
elaborados e engenhesos aanufletos nos jornacs
pblicos, se alcancava o empalraar-se e introdu-
zr-*o ara artigo inferior actafp puUiefl. As
essenci.os ordinarias e duma emaflafr3o acerba, fa-
brieadas de oleo* baratas, sSo hoje em dia univer-
sal mente rejeitadas em despeito de todas as im-
pressas certidoes comprovativas ; era quaato que
este admiravel o riqusimo perfume e cosuielioo,
composto e exlrahido por urna rospeitavel e res-
ponsavel firma de raras e delicadas flores e plan-
tas iiatnraes. e sobre.naneira estimado na America
lo o I e Mxico, de preferencia a todas as mais
perfumaras e aguas oheirosas, vai grangeando e
adquirndo para si de dia em dia nova fama, novos
triumphos, por meio de todas as classes do mun-
do civilizado, seiu outra reeotiimendaoo mais do
que a sua incontestavel etoeilencia.
Nenhuma senhora, a qual haja espargido algu-
mas gotas desta deliciosa essencia florida sobre o
seu lenco, ou haja usado a mesraa n'nm estado de
deluico, como um cosmtico ; por certa hesitar
um s instante em perfeitamente coincidir com as
senhoras e se.nhoritas da America Hespanhola, as
quaes teem usado para mais de vinte annos,
mediante una completa exclusao de todo c qual-
quer outro porfume.
Qnnndo iiverden toe
ou sentirdes qual pier outra alfec^ao dos bronchios
ou do? piilmes, tomai o Peitoral de Cereja de
Ayer e tralai-vos antes que a molestia se torne in-
curavel.
ifv, carregoaljrisaet Frere .k^
W^ curos ver<
Rio U
a o
terht.
: B. Uliveira f L. 7 barricas cera zl
COMMECIS:
d. por
PKAQA DO RECIFE 30 D Jl'NHO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDK.
CotacSes olllelae.
Cambio sobre Londres a 90 d|V. 26
I,', sa libad i
Dito sobre dito a 90 d|v. 23 7[8 d. por 1J5000,
hoj.
Frotede assucar para Liverpool por vapor 25[
e 3 0(1) por tonellada.
Leal ?eve
Pelo presidente.
A. B. Pinto de Mosquita,
Pelo secretario.
carregaram : B. Oliveira VI. 7 barricas ewn 1711
kilos de assucar branco, 5 barris com'MtJfttsdej
^Wfwim*, t> w wfflOB Ovil) ?#v flOs QP ItrCI A.
Qoinlal C 10 volunMdfeom|,002 kilos de assu-
car branco ; J. L. flMtt%|unior I barril eora
90 litros de alcool ; Tr T. Vnus 14 cascos^ eom
2^80 ditos de aguai leMei Para Mossor, A. L.
Cfldps.i barriea com 43 kilos de assucar Jiranco.
Para o .Natal, J,. C. Paes Barreta 3 pinas com 1400
Ktros de agdardente. Para o Ceara. J. J. da Costa
40 barricas com 2,344 kilos de asnear refinado
Costa .aTdMba-tafin. a'*tas de dito; J. J. da
Rosa 22.4fcHrf^J^6^dtai;.jlfr d^p branco.
regaraid: ;. S.'T.oyo & tfib ISO saCcaS cm
fRflHoe de assucar franco.
Ara Ttlla da Pefm*' na barcaca Mistica
6fe;eari^Wffam : fM-Ooroqird 4 fl. I barrica
com 75 kilos. 6caBsucatreJrOjaof ''
1endrrtK-.flbr#'(lR f 1!
H E
Y/tf 5T^
a
rjrjrioiwi
y4*6i:
Prnneica poru\ no dia 3W 56
993
Sjajoa at;acado,s no tfp, da ajfaqdega tf
So lr>pk-ho oncejo '. .
9
17

aKEUEDORIA DB SENDAS INTERNAS
RAES DE
Rendimento do dia 2 a
dem do .dia 30. .
SI
ot
BW
AMBUCO
60:9I4S23
6:I24A305
ht'.
u7:039l28
eOJISLADO PROVINCIAL
Kendiraento do dia 2 a 28-
fdem do dio 3o. .
'
136.36a 8o8
12:81(5*427
149:212*285
*tuVtMNTC DO PP.O
ftend monto
dem do dia
A.LFANDEA
dodiaKaJB. .
30.....
691:1183138
20:0ri*329
714:167*687
Descarregam hoj 1 d jnlho de 1873
Tapor inglezZelintmercaduras para alfandega
Brigue inglez Robert A nderson mercaduras
para alfandega.
Liigar hollandez Solide farioha j despachada
para o caes do Apollo.
Barca noruegnens '-IVrttfmerradorias para al-
fanflega e fariftrra j despachada para o
cafes do Apollo.
Patacho inglez Gw'de bacalhodespachado
para o trapiche Conceicao.^
Lugar portugaez Julio pefir de-cantara para
o trapiche-Goceiivi o.
Iinpurtaeo.
Ri Grande do Sul, barca brasiteira yli-
drade .Xeves, consignado a Oliveira Filbos &
C, manifest:
Couros 65.
ftraxa em bexiga 10,472 kilosv
Sebo 77 barris.
Tainlta 12 eascos>
Xarquo 309,377 kilos,, aos-
tarius.
eonsrgn-
Araicaj, vapor laaioaal Gr/.m4t consig4
nado companhia IV.-namlxuraoa., mani-
festou :
Algodio 5i6acc3s, a Josl> . 170 onJetu.
Terra Nova, patacho in$e itnide, con-
signado a Jehostoa Pater C, mairi-
festou :
Bacalho 2,098barica8y-aos consigoa
tirios.
Triestre lugre hollandez Solide, cbnsrj
nado a Pbipps B. & C, raanifeslou :
Farioha de trigo 4,0.00 barricas, aos too
kigrieterioa:
genero, e nenhuma ddvida houvpj ndr tal raolWpi 'cem'26,276 talos-
Liverpool, bar* inglesa Margarelh Wtt-
trit, eooignaila a Swftpsoii<4 G.*rfn.att4-
feslou:
r.arvSo 540 toneladas, e quintaes-, a s
consignatarios.
LoBMkGH'S DB KJS>CO:iO DU 18, D
MAIO DE 1873.
"a a o$~ 'jfOftos aw' extevtov
Na barca braseira Amida, para Liverpool,
earregaram : G. mMbKc C. 99 saccas--oi
7^535 kiloede algodab."
Na barca fra*e*aa ViUe .' para 14-
verpeoL arregaram : G. Neesea,*. C. y&nztm*
Navios enlradtisno dia 20.
Rio Grande do Sul16 dias barea brasi-
lera Andxade Aeoes,,de 265 tonelada,
capitao Jos Alves Uibeiro, equipagiim
11, cargo 14,000 arrobas de carne ; a
Oliveira Filho o. C.
Terra Nova33 dias, patacho inglez Gulde,
de 146 toneladas, capitao L. Downey,
equipagem 8, oarga 2,093 barricas com
bacalho; a Jonnstoii l'ater A C.
Aracajfi e portos intermedios 5 dias, va-
por brasileiro equid, de 223 toneladas,
conimandantc Martins, oqtiipagctn 24,
carga algodao e outros gneros ; cooi-
panhia pernambucana.
Observadlo.
Nao houve sabidas.
Suspenden do lamarSo para os portos do
sul patacho inglez .le/ta, capillo l'reor,
com a mesma carga que trouxe do Terra
Nova.
Navios entrados no dia 30.
iN'ew-Zealand 70 dias, .pescando, barca
americana Croivn en Shield, de 257 to-
neladas, capitao Jonh P. Praro, equipa-
gem 24, carga 1,700 barris com azeite
do peixe, ao mesmo capitao ; veio refres-
car o deixar os nufragos do brigue bra-
siloiro Jamao, o segnio para New-Bed
ford.
Liverpool39 dias, barca ingleza Marga-
ret Wilkie, de 540 toneladas, capito
YYilliam AlexanJer, cquipagem 12, carga
carvao ; a Simpsou & C.
Assri9 dias hiato brasileiro Deus te Guie,
de 155 toneladas, capito Manoel F.
Jallos, equipagom 9, carga sal e outros
gneros; aBartholomeu Lourenco.
Navi't sahihs no mesmo dia.
Aracaj e porlos intermediosvapor brasi-
leiro Ipajuca, commandante Moura, car-
ga dilerentes gener s.
Acarac e portos intermediosvapor brasi-
ieiro Mundahu, com mandante J. G. da
Silva, carga
EOffilST
KiKtnl m. 14.
Pela inspectwl! alfafldaga se faz publico f|iie
nao tendo- sido arrematada a plvora, abaixo de-
clarada, annunciada a ledo por edital n; 143 e 144,
p r falta de licitantes, se transiere- a mesma am-
mateio auras il horas do dia 1." dejnBio pto-
xirao vindonro, porta desta reparticao.
Fort ateta do Bnraco.
Marta PFBn. 7-."100 barris vindo do.Lon-
dres tro navio- rnglez Glora, entrado nestfe ^orto
em 26 do inez pasadoy co 3,-442 Itiles de plvo-
ra-atariada, avahados p*r 3:786,5300, e abando-
nados aos direitos por Sauaders Brothers & C.
Alfandega de Pernawbuco, 28 de junho de 873!
O inspector
____ ______Fabio A. de Carvalho Res-,
O IUra. Sr. inspeeter da thesouraria pro*'
oal manda faoer pulilno, jne, em oumpriineuto
da ordem 4a Exm. Sr. paedidente da provincia. 4
28 do crrenle ihoz, vao aovainoute a praea no dia
10 de jullo |Kox-iino viudo uro, para seren arre-
maladm a |uem mais tter. oetirapoatos provia-
ciaei* das coiiiarca* de Titea rat e Flores, de vendo
os vrclendentee habjhliea-ee ua sessio extraor-
liiwM'ia^ue para cMe lii lera luga -uo sabaajo
.'> do rafochlo mil de juifau
\ base para a arreinataco o preoo priiwiWO
cora o.abale W iU- ,(7 i^rto, que toa a**in. re-
dundo. ... .,
.....3:i38AW-
.....JL9?3iiC0
publicar o prwsenie
valor oflcial de
'O grammas de malas de seda no va-
lor offlcial de^.
220 Igramm de fio de
para bordar, no v*toj de
I hulea de eouro pira
valor de^^^
seda frouxa
viagem, no
1 i.i "i 20
33460(1
2-i0
AirandP^ado Pernambueo, 17 dejonfio de 1873.
Inspector,
____ Eabjo A. de CarvaJKo H**.
Flore-,, por au*o
Tacaial ->K;.
E para constar se
pelo jornal.
Seeretajaavda
buco 30'^ J^oli^d*
8#52p
153*600
401080
|_se prejuizo por esla franqtraia b.J\fc7^r spnra
e nao para os devedores ; ajaiio nunca fo-
dvdoros rir S"u chamftlo 4mdre atmortara
No vapoftingta afc
caraoi. -J. P. iraaito i, C
abawbis.
Edital n. 145.
PeTa ir.pec^)rlada;arfandega s faz.ptiliMco que
<*s'l'lhfr3e'ditf dbsta.- npartirjaape'hn.de nrrisatar,ataeddi-
r.u, sawedoiasa^tf,nwnciojiadas,a{)re-
hendidas no dia 25 do correte.
800 gxamoios. pezo bruto aos car-
loes r^lijoi^rjide cOTP fl WWjfc
no valor olnciaf de
12a grarafliU. dejouroiomf pj^as d
ourives no valor ouicjaLa
8 relogios de cobrej)ra|pado, no va-
lor oTcjal fe
dras flKM^oVoWJle^r'" 70J00D
riuenaV^pedrasmite, *ortval*/eWfl
de .tttioif 'TBSBSiSSXSUBr- i--1
1 eacoletsf de ourl eom podras fi
a*3iorai; n*caVBlf
na valor offlcial de
,aaraJ.ivej;poiol^i>- 7 esparMv de algodio. no valor
. 1 barrtea o! 'l^Oilli '..-, .
> Sfttaoin]fte1ftibwt*>sefe* a
4ldd)albo (.Tootioio ;vindouro, na sala das au-
dtanaias, pela i i horas da manhi, se vender em
rara puWica teste jra'zo ama casa terrea n. 20,
sita'no lugar dos Ketiedios, cora Si palmos de
frente e 38 de fondo, liavendo una outra casa
annexa, de|>endentit daijuella, cora 41 palmas de
frente e SO Je fundo, com cozinfca e cochaira, am
JnMBtwar fta-ya
Ribeiro para pagamento da fazenda nacionalTe
avahada por :Qm.
i pana oue chegua a noticia a todos mandei
passar o ptesente, que ser publicado pela im-
Dado e passado aos 2| de jdnfc de 1873.
Eu Jos Franacij do RgpjrSros, escrivo o
subscreviWafuferley. pasar aiinal 200 rs. de
sello,- farro, '________________________
Jateo dos feitos da fazenda
nacional.
O Dr. Jo> Manoel de Barros W'anderlcy, juiz
substituto (os feitos da fazenda nacional.
Faco saber a toV ife este lerem, que no dia
11 de jnlho prximo vrodouro se vender em pra-
a fualica desle juizo, na sala das audiencias,
pelas II horas da manha, a parte do sobrado n.
64, sito na ra da Cruz do barro do Recito, pe
nhorado aos herdeiros do finado Jos da Rocha
l'arannos, para pagamento do que deve fazenda
publica, e avada por um copio de reis.
E pata qne negu a noticia a todos mandei
passar 01 rescate que ser publicado.
Dado o'pasedo nesta cidade do Recife de Per-
nartibuco, aos 21 dias do inez de junho de 1873.
Eu, iose Francisco do llego Carros, escrivo o
subscrevi.
Pagar aiiial duzentos ris de sello.R. Bar-
ros.
____________________Barros Wanaerley;
> iTftOiiadftdo de Direito..
De ordem do Esm. Sr. conselheiro director in-
terina, e era cumprimenlo do aviso de 13 de junho
ultimo, faco publico que est novamente posta a
concurso com'prao de fuatro mezes, a contar
da data deste, a oadeira lie f raiomatica e lingua
nacional do ciaao de preparatorios anneo a esta
faculdade, vaga por ter pedido a sua exoneraco o
respective professor, oelo que os Jjue se quizerem
inscrever devero apresentar-se aeide j cora do-
cumentos que prnvem :
1 sua qnalidade de cidadao brasileiro.
2' moralidade legal.
3* moralidade attestada pelos respectivos paro-
cbos e folha corrida nos lugares onde houvcrem
residido nos ltimos cinco anuos.
4* capacidade professional, a qual prova-so ex-
hibiado o candidato aigum dos seguntes docu-
mentos : titulo de capacidade na materia em con-
curso, conferido pelo con-eitio director da rastruc-
cao primaria e secundaria do municipio da "corte,
titulo de professor tambera da materia em concur-
so concedido pelo governo imperial, diploma de
bacharcl ou de doutor as faculdades do imperio
ou academias estrangeiras ou de bacharcl era
lettras.
As peisoas notaveis por seu talento e reconhe-
cidamente habilitadas, poderao ser dispensadas de
prova de capaci lale pelo governo, e as que na i
poderera provar ou obtiverera dispensa, passarao
por um exame antes de serem admittid s ins-
cripclo; tudo de conformidade com o capitulo 4o
do regularaeuto de 5 de maio de I806.
E para constar, mandn o mesmo Exm. Sr. con
selheiro director interino afflxar este edital, que
ser publicado nesta provincia, na corte e as
provincias mais prximas.
^Secretaria da faeuldvle de direito do Recife,
1; de julho de 1873
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezcst
IktfLABACflfc!
OBRAS PUBLICAS.
De conformidade com as o-dens de_S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, a coramissao incum-
bida da desapropriacao dos terrenos beneficiados
que se acham comprehendidos na rea destinada
ara o passeio publico, convida aos respectivos
roprietarios a comparecerera -nesta reparticao no
ia 2 de julho prximo vindonro, ao meio dia,
lim de realisar-se a compra dos ditos terrenos.
Repart,-o das obras publicas, 27 de junho de
1873.
O secretario
Feliciano Rodrigues da SiUa.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. tr. pre-
sidente da provincia, de to do corrente mez, manda
faier pnblko que vai aovamente praca no dia 3
de julho prximo vindouro, perante a junta desta
tliesouraria, para ser arrematado a quem por me-
nos rizer, o forneetmento dos ohjectos precisos ao
expedienta das repartieses provtnciaes dorante os
exercicio de 1873 a 1876; serviudo de base
arrematado o abate de 5 OJO no prece das respec-
tivas tabeltos, offerechlo pelo proponente Domingos
Ferreira das Naves Guimares,
s preteadentes esta arrematadlo compare
gam na sala das sesses da referida junta no dia
cima mencienado, peto meio dia, e competente-
mente habituado.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da theseoraria provincial de Per-
nambueo 27 de jnnho de 1873.
O efticial-maior
Mignei Anonso Ferreira.
Santa Casa de Misericordia
do Re.-i fe.
A junta adfcialrativ desta Santa Casa, afora
doos terrenos*!* possue no lugar dos Arrumba-
dos, hoje Huirte Caelho, soo n.-. 39 e 40 tendo
acuelle 390 palmos e este 309 de frente c arabos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Cas de Misericordia do
Recife, ? de abra de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
4o Recife, anerendo
que nao foi de-
alidade seu aiir
A cmara municipal
testeinuphar do Rio de Janeiro
balde que solicou desta municipa
xilio na remessa dos esertpios nocessarios ,
fbrrar-se e enriquecer a' biblintheca municipal
que lera de fanecianar no palacio municipal da
curte, pelo presente convida a todos os seus mu-
liaipos a remetter esia cmara lodos os escri-
os cora que entenderem dever auxilia-la nesse
ci patriutcuajuo grandiosfl empenho. cerra de
que os seus municipes nao deixaro de acudir a
esse appello e desse modo participar da gloria da
rafeada publca<;ao
Paco da .cmara municipal do Recife, 4
Pernaiii- ^ e 1873
de ju-

-^.
00
13a*)B
SaCW>:
7oa
1
amo
1
-Maneel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Pr- presidente.
tedr de Albuquerque' Autran.
Seererio.
Obras -militares
A' 5 de j-alho, ao meio da, ter lugar na repar-
tlcfio Jas obres publicas a arreraataeao do enea-
menlo.preciso para dar escoainento as aguas
pluviaes e servidas do qoartel da i Soledade ; do-
vendo nesse dia e bpra serem 4II agresentadas as
propostas, en carta*feehoa.
Oaervioo, aovo(Be jiar^do nrcaraento .que se
acha na referida >rcpartic.ao, est calculado en,
iai*87
Peraambuco, J8 do junho de 1873
-0 -engarteiro
Chnsolito F. d Castro Ctaves,
-j-rr
Santa casa .da misejjeoiiia
doPecife.
Pela secretaria-da sama casa da misericordia do
tt^Bd^e saq convidados os parate das educands
I ao collegio das orphas em seguida declaradas, as
quaes ja compfetaram a,saa e/u-aco, para que
requeiran ao Exra. presdeme da provincia a sua
enrf*, am vi*a deuNeatveo a junta tlmlr
aistmtva, de conJbwnidade-eoiu a que ai^poe o |"
\ 3.' art. \ft.do |^eeliVQ-Cegl3iaAlo.
Candida -da CHmtoh+ *m* tu (Su
gas Coeth*, has d?VfeHI Clif J ftnn> J
ilelio.
Mara Magdalena do Mello, aaoa de Ja 'fin-
ValerM dos Santos, lilba dc|tUfl2 Fereira
dos Sanio? **
Eudcia. r
Felippa.
Tfeereza dos alos Ierres, fila de Jete dos San-
to- Tor.es.
Pergeitina, protegida & Mara Hermenegllda
Machado.
Marif? pfcxto S^elRWmW ftayronn.l.
Jos de Siqueira.
Secretaria da santa casa ida noaiinw ili 1 o Re-
cife, 27 de unho dd$& m
^^ -t escrivo
Tendo sido traniftrrTIa (fera o dia 3 de julh r
proxiHH vindouro a reum da junta luodua d-
sade, convocada pata o dja M) de corrente nioz,
manda o lllm. Sr. coroael co^ioaoaiito superior
interino dar .cieaeia diMO W WUtUtm oSntaes
que reaucreram ser raspeecjgnojjpae xonvta-os
a coTfftrareeerem nesn'srJ^rifMb mefm da
3 de jnlho as 11 horas da manha
Secretaria do counoaado swparior da guarda
11 cioiK.l do municipio do acifa, 27 d.-junho de
O secretario geral interino,
Jop ilarvUn Afres .
eT?a< iniblk-M
ela thesoueiria prt>vind
que foi transferida para o dia 5 Ai- 'jtttno prrtii-
mo futuro a arrematar*) do j dos Remedios
adjudicado a fazenda piwaietal pela quantia de
;i:7otU0t), or quauto vai praca.
Sacr*aB t(Mnrarr4^|aa| de PetBam-
buco, 28 de junho de 1873.
O qfBcial matar.
____________M. A. Ferreira.______
C0.NSLU10 DE CUAU'ilAS Q AllSfcJAT.
Di: MAKLM1A.
O conseibo manda fcizer pubheu qse em virtud*1
da dehberario do ?ira. Sr. prasidetrle da provin-
cia, contrata de novo em 3 de julho prximo vin-
douro, sol. a* mdrfie do esMn, e a vista de
prapostas repebidas at as 11 horas da aooob, o
fornecimanto no trimestre lindo era Miembro dn
corrente tono, d pao' bolacha pora navios da
armada e estalielecimentos d marinlia : aim
como proraove de igual forma e do mesmo dia, a
coippri de 300 kilogramnias de graxa do Rio
Grande, e 130 ditos de estopa de algodao. para pru-
vimonto do almoxarifado.
Sala das sessoes do con*elho de compra de
marinha, 28 de junode 1873.
O socretario
____________Alexandre Rodrigue dos Aojos.
SANTA CASA DA .MISCUICOUDIA BO
RECIFK.
A Hlma. junta administrativa da santa tasa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas 'sessoes, no dia 3 de julho, pelas
3 horas da tarde, lem de ser arrematadas a quem
mais vantagens oerecer, pelo tempo de um a
tr^ annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABEI.ECI VIENTOS DE CARIDADE
Ra larga do Rosario.
Terceiro audar n. 24......i.'>2UO
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 45.......100*000
Kua das Calcadas.
Casa terrea n. 30...... 2204000
dem i. 32......... 1344000
Ra do Scnhor Bom Jess da Crioulas
Casa terrea n. 8.......243*000
Roa do Amorim.
Casa terrea de 26...... lil'Mi
Ra de Horlas.
abrado n. 94........6OUOOO
PATRIMONIO DOS OllPHOS.
Ra da Senzala-velha.
Casa terrea a 16...... 209*004
Ra do Imperador.
Primeiro andar do sobrado u. 81 ou* Ra de S. Goncalu.
Casa terrea n. 22...... 2i0*00O
Beeco das Boias.
Sobrado n. 18....... 421<0fti
Ra da Lapa.
Casaterrean.il...... 2024W
Ra do Burgos.
Casa terrea n. 19...... to2i<>>
dem n. 30......... 152* 1
Ra da Cruz.
Sobrado n. 14.......I:i00*t>
Ra de S. Jtrge (Pilar).
Casa terrea n. 103...... 2060X
Os pretendentes dever lo apresen'ar 00 acto do
arreraabuto as suas liancas, ou eotaparacenn
aconpanhados dos respectivos liadores, dev.ml.
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio quo contivtr Htabdeci-
mento commercial, assim ramo o servico da lira-
peza e presos dos apparelhos.
Secretara da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de jmnlio de 1873.
0 escrivlo
PlVo Rodrigues de Souza.______
Santa casa da misericordia
do Recife
De conformidade ora o que resolveu a jonta
administrativa desta santa casa era sesso do dia
26 do correara vai a praca todo o predio
da ra do Imperador n. 81, tomando-se por b;:se
a quantia de 1:601500", maior pr&.-o ollerecido.
Os interessados poderao comparecer para o tira
indicado na sala das se.;soes da mesma junla pe-
las 3 horas da tarde do dia 3 do mez de julho, de-
vendo licar scientes de qne alm da renda, lorio
de pagar a importancia do premio do seguro, e a
dos apparelhos e annuidadades da companha de
Kmpeza publica.
Secretaria-da santa casa da misericordia
Recife, 30 de-junho de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de ~um.i.
Santo Antonio
PREZA-V1CENTE.
HOJE
Recita eitraoctlinana.
em beneficio re Thootonio re Souza, nuslro
da rnusipa. (Jo 1." batalhao de infanta-'
ra da guarda nacional, cooi o
[uvstimoso concurso dos
dislinctos pi-ofessores
Candido R. Lima.e Antouio M. Vianna.
l'iMigruiunm.
Rcpeenlar-se.-ka a liada e sompe apj^buJ.Vi
opereta burles;a em 3 actos :
\ ture m mam
Msica ib nweslro Ms.
Fiualisar o espectculo com um intervallo mu-
sicalpelos Srs Candido R. Urna (llanta) e anto-
uio M. Vianna (clariota).
.Nos inti'i yauVs a banda de msica do 1.* bata-
lhao de infantaria da guarda nacional,.executar.
no sala as raelliorcs_nfisas do seu repertorio.
Priwipmr s 8 1|2 horas
ctmkfli imm
RS1rH\3
K\NT1
de julho.
iSa-aoirte- > variado cyoeetucnlo
bcnKIfiu do in*hinisin ed araplnn do thentro.


>
1
/
a


t^-
Diario de Peraambuco Terca, feira 1 de Julho da 187&

Depois de ova liada syaeeonia, subir see-
a o drama ein 3 acK-s, 4o Sr. Cesar de Lacerta:
TRABALHO E MUA
Continuar o espectculo ooiu a cena cmica
pelo actor Penan*
fc FUI A PAWS
rermioara o espectculo com a media cm i
aeto:
O diabo atraz da porta.
Principiar as 8 t|X horas.
Ifriila-fein 3 de jnlho
Oilava e ultima representado do importante
e nempre concorrido drama em 5 actos t
MACONS
* 8 1|* h*r en p*nt.
i THEATRO
MTO ANTONIO,
EMPREZA
Quarla-feira 2 de julhii.
Espeetaale em festejo para solem
mistar malversarlo da Imlc-
pcndenca da Baha,
e dedicada pela emprea a todos os
. habanos residentes nesta
etdade
l>K4M.Il \M W 1 :
A orchestra, pelo maestro F. Colas, ejecutar o
Himno nacional
Segnindo-se a terceira representadlo do ex-
ce||ente e multo bem aceito drama em 1 prologo e
5 actos:
A
i
sendo o papel da protagonista desempenhado pela
artista
Manuela Lucci.
Terminar o espectculo com a 3.' representa
ca da muito jocosa comedia em i acto :
REDE PARA NOIVOS.
Principiar s 8 t|2 horas.
O theatro achar se-ha deceniemente decorado e
nma banda marcial executar no sala* escolhidas
pecas de msica.
*VISOS MARTIMOS-
COIFAMIA
DE
NAVEGACAO BAHIAM
Para llacelo, Penedo, Arncnjii
c Bahia.
E' esperado dos portos do sul ate o da o a 6
de julho o vapor Dan(as, eommandante Peres, o
qual seguir no dia seguinte ao de sua chegada
para os portos cima.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os sen?, agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C, ra do Bom Jess n. 57.
COMPANHIA
MESSAGER1ESMARITIMES.
At o dia 8 do corrente mez c-pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Mendoza, o qual depois da
demora do costurae seguir para Santos, tocan-
do na Bahia e Rio de Janeiro.
Para condeses, fretes e pas?agens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
*L
Para a Bahia.
Pretende seguir com muito brevidade o palha-
bote nacional Jopen Artkur, tem parte de seu car-
regamento prompto, para o resto que lhe falta
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, ra do Bom Jess n. 57.

Pacific Steain Na\igalhm Conipany
Rovnl lail Sleamers.
. I.iiilni quincenal
O PAQUETE
ILLIMAM,
Espera-se dos portos do sul at o dia 4 de ju-
lho, e depois da demora do costnme seguir para
Liverpool, via Lisboa, para onde recebe passagei-
ros e carga.
N B. Os vaporee desta companhia recebero
tambem passageiros para Bordeaos, por mais
* 5 m ^M "'f8* l Alra ove*, da pas-
S 3" (sagem de iverpool.
Os passageiros de Bordeaux podem desembar-
car em Lisboa ou Liverpool e a companhia obri-
ga-se a pagar-Mies as passagens de qualquer des-
tes portos para Bordeaux.
As despezas porm, em Lisboa ou Liverpool,
durante o tempo da espera, serio feitas cusa
dos passageiros.
\ De Liverpool para Bordeaux, sahe um vapor
loda as quartas-feiras, o qual atraca aos vapores
desta cempanhia para receber passageiros e ba-
gagens.
Os passageiros aue desta sorte seguirem para
Bordeaux, tem a vantagem d'alli nao fazerem qua-
rentena os agentes Wilson Rowe k C., ra do
Commercio n. 14.
O PAQUETE
COTOPAXI.
E' esperado da Europa at o dia 6 de julho, e
depois da demora do costurae seguir para o sol
do imperio, Rio da Pratae portos do Pacifico para
onde receber passageiros e dinheiro a frete.
Os agentes Wilson Rowe 4 C, roa do Commer-
lo n. 14.
i
1
Para o referido porto pretende seguir com pon-
ca demora o patacho porluguez Olinda, por ter
a maior parte da carga engajada, para o resto
une ]he falta tratase com os consignatarios Joa
gnim Jos Goncalves Delirio i Filbo : roa do
Commercio n. o.

Compauliia americana e kasileira
de paquetes a yapar.
At o dia 1* de alhof esperado dos portos
do sul o vapor americano South .Huerica, eomman-
dante Tonkiepaozh, o qual depois da demora do
costume seguir para os portos do norte,
Para fretes e passagens, trata-se com os agente;
Henry Porster A G, roa do commercio n. 8
Rio de Janeiro
Shir em poucos das o brigue nacional Vic-
toria^ : para carga trata-se com Pereira Vianna a
C na ra do Vigario n. 7, i* andar.
Bahia.
A escuna nacional Georgiana tem ja parte de
seo carregamenta prompto e segu em poucos
das para a Bahia
C
a tratar com Tasso Irmios
h
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez hice por ter
a malor parte de seu carregamento engajado, e
para o resto que lhe falta, que recebe a frete com-
modo, trata-se cem es consignatarios Joaquim Jos
Goncalves Beltrao.' ra do Commercio n. 5.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com
a possivel brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior jlrte de seu carregamento en-
gajado, e para o resto que lhe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos
Gongalves Beltrao & Filho, ra do Com-
mercio n. 5.
LEILOES.
LEILAO
DE
movis e predios
A saber:
Bons e differentes movis, i piano, louc-a, finos
crystaes, quadros com finas gravuras, objeetos de
electro-pate, e muitos outros objeetos de casa de
familia.
Um cabriolet americano e 1 varea com cria.
Hoje
Na Capunga,
casa n. ... da ra das Crioulas
Williaro George Fennelly, tendo de fazer urna
vlagem Europa, levar a leilio por intervencio
do agente Pinto, os movis e mais objeetos per-
tencentes e existentes em casa de sua residencia
na Capunga, ra das Crioulas n. ...
A's 10 l|2 horas em ponto partir da esta<;ao
do arco de Santo Antonio um trem expresso que
servir de condumio gratis para os concurrentes
ao leilo.
O leilao priueipiar s 11 horas.
Em continuacao
o s duas horas da tarde
vender o mesmo agente nao s a referida casa
com frente para a margem do rio Capibaribe,
como urna outra ao lado do portao, com frente
para a estrada, sendo ambas edificadas em chaos
proprios, com 100 palmos de frente e cerca de
2000 de fundo, com grande sitio, muitas e differen-
tes arvores de fructos, grande viveiro, CwUbn as
com boa agua e casas de banho.
As ditas casas* tornam-se recommendadas por
seren novas, moderna, commodos para grande
familia, porto da cidade, por onde tem de passar
a linha dos bonds (segundo dizcm).
LEILAO
DE
78 canastras com alhos marca + C f e 200 dita
marca X.
Ikje
s 11 horas
No armazem do Annes, defronte da alfandega.
Por intervenco do agente Pinuo
Bordes
Osa rematantes tomarlo eon-
ta de seos tutes fiado o acto do
letla(>, visto que as chaves do
* cruazein serio entregues no
mesmo dia, por se achar elle
litigado
Leilio
DAS
dividas activas da massa fallida de Joao
Antonio Ferreira, na raportaucU de ..
'2:921$o0.
QUARTA-FEIRA 2 DE JULHO.
Aa meio da eat paita.
No armazem da ra do Bom Jess n. 6.
O agente Pinto levara novamente a leilao ai di-
vidas activas da maasa fallida de Joao Antonio
Ferreira, na importancia da 2,9214500, dasquaes
existem doenmentoe, os quaes podem ser exami-
nados at a vespera do leilao no escriptorio do refe-
rido agente roa do Bom Jess b. 43 e do dia do
leilio, na roa do Bom Jess a. 0, onde se effeetua-
ri o leilo.
esa
i m
DE
35 caixas com ceblas marca F G A, e 77
ditas com batatas de 2 Ij2 arrobas cada
urna, vindas pelo paquete inglez Boyne.
Ao meio di
O agente Pinho Borges levar a leilio, por con-
ta e risco de quem pertencer, em frente ao trapi-
che Conceico, e na presenca do encarregado do
consulado de 8. M. Britnica, as caixas de batatas
e ceblas cima declaradas..
LEILO
DE
dous buhares e seus accessorios, movis,
louc^a e mais objeetos pertencentes a ho-
tel.
QUARTA-FEIRA 2 DE JULHO.
. A' ra do BarSo da Victoria n. 48.
O agente Hartins far leilao de dous buhares e
sens accessorios, movis, louca e mais objeetos
pertencentes ao hotel da ra do Barao da Victo-
ria, sobrado n. 48,
s 11 horas da mano.
Leilo
DE
um piano forte, I mobili de
jaco randa, 1 dita de mogno,
1 cama de Jacaranda, l guar-
da r upa, 1 guarda Tes'ido,
l toilette de jaca unda, 1 to-
cador, i mesa elstica, 1 apa-
rador, 1 guarda louqa, 2du-
zias de cade ir. s uvuls s, I
thear, 1 moiaho grande, I
mesa de sof, jarros, yasos
louc,a para cha e jantar, ou
tros mu tos objeetos que se
rao vendidos
Por inlervenCaOtt) agente Pialo
ao correr do marteUo.
No armazem da ra do Bom
Jess n 6
quurta-feira 2 de julho
C0ND1C0.
O leilio principiara' as 10 horas.
DE
bons movis
Sexta-feira 4 do corrente
NA
FEIR1 SEMiSJVAJL.
16-Rya do Imperador-16
M"b lias completas de jaca-
renda, mogno, vinhatico e frtia,
to as ellas com tarapos de pe
dra marmore, ap.ralores de
mogno, | toilette de Jacaranda
co m pedra, guarda vestidos,
guarda roupa ecoinmodas. to-
das 3 pecas reunidas em urna
fi, 3 guardas louqa, 1 guarda
comida enveroizado, c^rteiras
para e en|itorio, lindas c^m mo-
das de mogno com tampo de
pedra, 2 pianos de armarios de
3 corda?, i mesa elstica de 6
taboas, machinas de costura le
2 pospon tos, relog'os de pared e
e de atgibeira, quadros com mol-
duras dourada1, transparentes
de palha para jan II; s, tapetes
para sala, Cibeles, rommodas
de Jacaranda e amare!.o, Ilota
de chapelinas pira meninas e
senhoras, 2 cofres de ferro, sen-
do un pro va de fogo, objeetos
de curo e prata, cadeiras de fer-
ro para terraqo e jardim, urna
grande alcatifa para sala, Imo-
bi'i francesa oara erianqa, ch-
d ira para escriptorio, ditas pa
ra se fumar, espreguioadeiras,
berqos e caminhis iara crianq,
camas francezas de Jacaranda
eamarelio, marquezas largase
estreitas, estantes para msicas,
armarios pava dispensa ou cozi-
nha, e infinidades de obj dousn do me. tico.
O agente Martins vender
por conU de diversos, no dia,
hora e lugr cima, nao s os
objeetos cima m^ ncionados,
como outros muitos que esta-
r patentes*
NA
PEIRA SEMANAL
I6=rua do imperador n.16.
Sexta-feira 4 de julho.
LEILAO
DE
movis, louca e crystaes.
Tudo em boro estado.
Quinta-feira 3 de julho
A'S 11 HORAS DA MANHA.
Na ra do Imperador, primeiro andar
n. 73.
A SABER:
Um piano de armario, dos melhores fabricantes
da Europa, 1 mobilia de mogno com tampo de pe-
dra, das melhores, contendo 12 cadeiras de goar-
nifao, 2 ditas de bracos, i sof, 2 cngolo?, 1 mo-
bilia de Jacaranda, contendo 12 cadeiras de guar-
nido, 2 ditas de bracos, 2 bancas, 1 cadeira de
bataneo, t sof, 1 guarda-louca de amarello, I ca-
ma para casal, 1 commoda de mogno, 1 dita de
Jacaranda, 1 machina para costuras, 1 barmetro,
eupelhos con molduras ouradas, cabides, bacas,
tapetes, banqninhas, pastaros cantadores, escar-
radeiras, tren* de cozinha, e outros muitos artigos
domsticos.
0 agente Pinho Borges, competentemente auto-
risado, levar a leilio os moris e mais artigos
cima, pertencentes ao Dr. Nones Costa, o qual
retirase para o Rio de Janeiro com a sua Exma.
familia no vapor americano do dia 1.*
LEILAO
DE
candieiros, sobresalentes para os mesmos,
figuras de bronze, moinhos, porta-cha-
peos deso, barmetros, tbermometros,
tmpanos, cobertas para pratos, e muitos
objeetos que estaro ao exame dos con-
currentes.
No armazem da ra do Impe-
rador n. 45.
POR
liquidaco
QUINTA-FEIRA 3 DE JULHO
A's i O horas.
Por interven$o do agente Pinto
Novo leilo
DA
barca portugueza Despique II, de 293 to-
neladas e 25,000 arrobas de carga, for-
rada de metal, encavrlhada de pao e co-
bre, com o seo, massame e apparelho
completo, e os mais artigos existentes na
mesma barca.
SABBADO 5 DE JULHO
N sala da entrad* da associa^ao com-
'mercial
As il horas
O.ajante Pinho Borges per mandado do illoi.
Sr. jit de direito especial do commercio, e a re-
qumaento dos curadores scaes da massa fallida
e Ferreira 4 Lunrwro, e precedida* .as (urmali-
dades legMS, vender a sapiadiU barca cora as
perteocas da mesuut, a qual e aena en) frente do
trapiche Cimba, exposta a exame dos cocurien-
tes.
LEILAO
DE
miudezas
20 duzias de luvas dejouvin de cores e
brancas, ditas de botinas para senhoras,
ditas para meninas, e outros artigos.
SEXTA-PEIRA 8 DE JUCHO
A'S 11 HORAS DA MANHA
O agente Pinho Borges vender em leilao um
completo sortimento de miudezas sendo : guarni-
eses para camisas, ditas de divenas qualidades,
i caixa cora papel almaco, borracha de seda e 4e
aigodo, tranca* de caracol, linhas de meladas,
pentes para coco, pulselras, agulhas francezas, e
muitos artigos que se acharo patentes no dia do
leilo.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primeiro an lar.
Leilo
DA
loja de miudezas
ra da Imperatriz n. 54.
SEGUNDA-FEIRA 7 DO CORRENTE
s 11 horas.
0 agente Pinho Borges vender em leilo, por
conta risco de quem pertencer, a referida loja,
constando de armaco e fazendas all existentes,
constante do balanco que se acha em poder do
agente, em seu escriptorio, ra do Bom Jess
n. 53, onde se daro todas as informaedes preci-
sas.
IwtSQS OVOSOS
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000#G00.
BILHETES GARANTIDOS.
1' ra Primeiro de Marco (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
llzes bilhetes, um inteiro n. 411 com 5:0004, tres
quartos n. 2.369 com 300#, e outras cortes de iOj
e 20< da lotera que se acabou de extrahir (56.*),
convida aos possuidores a virsm receber na con-
formidade do costume sem descont algum.
Aeham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 19' parte das loteras a beneficio da nova gre-
ja de Nojsa Senhora da Penha (57*), que se ex-
trahir terca-feira, 8 do corrente raez.
PRESOS.
Bilhete inteiro 6J000
Meio bil hete 3*0(10
Quarto U500
EM PORQiODE l0O?SO00PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto U375
Manoel Martins Fiuza
Ao Sr. Firmo Candido da Silveira
roga-se o favor de apparecer na ra do
Duque de Casias n. 55; isto por se procu-
rar em sua casa e nao ser encontrado.
Chaves perdidas.
Roga-se a quem achou um maco de 8 cha-
ves pequeas, o favor de as entregar no caes da
Alfandega n. 5, armazem de bacalho, que muito
se agradecer, e recompensando-se generosa-
mente.
L jas para aliigar.
A do sobrado do pateo Terco n. 27, para negocio e
moradia ; e a da ra Direita n. 120, para um es-
tabelecimento, para o que tem armacao, baldo,
gaz e outras commodidades: trata-se a ra do
Imperador n. 81._____________________________
Ha para alugar.
Um terreno com urna vasta plantado de capim,
no Caminho Novo (Soledade) ; a tratar na ra da
Cruz n. 3.
Firmeza e humanidade.
A sociedade beneficencia firmeza e humanidade
faz saber a seus irmaos e as demais sociedades de
beneficencia desta cidade, que mudou as sitas ses-
soes ordinarias para as quartas-feiras, s 6 horas
e meia em ponto. Recife, 28 de junho de 1873.
0 secretario
________________________J. F. Figueiredo.
Aluga-se o sitio de Bemfica n. 8 (Passagem
da Magdalena), com casa e sotao, de muitos com-
mooo-- para grande familia, margem do rio Ca-
pibaribe, e passando em frente os trilhos dos
bonds : a tratar na ra do Apollo n. 36, 2* andar,
ou em Olinda, ladeira do Varadouro n. 22.______
Attencao
0 Exm. Sr. deserabargador fiue'ra contina a
ter a mesma carta ra do Barao da Victoria n.
Perdeu-se, ao sallar urna senhora do carro
no theatro Gymnasio, urna cassoleta grande de
uuro, ten em cima pela parte superior um nievo
de flores de ouro, tendo no centro urna turqueza
dividida en quatro partes, e a parte inferior lisa,
tem dentro urna chapa de marlim de um lado com
urna inscripta) feita de cabello e da outra banda
um retrato colorido : quem a achou e a queira
restituir pode entrgala na secretaria da presi-
dencia ao porteiro que gratificar generosamente.
Aluga-se a casa do Caes do Capibaribe, con-
fronte a serrara, com os seguintes commodos : 2
salas, 5 quartos, eozinba fura, quatto p?ra escla-
vos, entrada independente, tem agua pota vel e com
bom banheiro, um grande quintal tendo no mes-
mo urna grande casa de madeira e tambem um
bom chiqueiro para gallinhas; muitos e differen-
tes alvoredos de fructo como sejam, saputizeiros,
goiabeir, rnmeiras, figueiras, pinheiras, mamoe-
ros, e 3 grandns parreiraes; tem tambem muitas e
diversas qualidades de flores planudas em jarros e
canteiros : na mesma se dir quem alluga.
Fugk) no dia 24 do corrente do engenno
Caraorizinho do termo de Agua-Preta, o escravo
pardo, de nome Gaudino, de idade de 30 a 32 an-
uos para mais, com os signaes seguintes. : altura
regular, cheio do corpo, cabellos carapinnados,
testa e caneca redonda, olbos grandes, ps gran-
des e largos, em um dos ps tem urna cicatriz j
verba de um golpe de machado, e tem os dous
dedos alguma cousa abrios provenientes do dito
talho, tem os den tes da frente pTfeitos, sem bar-
na, s con pouco buco, tem officio de carvoeiro,
levou camisa e caifa de algodao] da Bahia, cha-
peo de carnauba, panno e cobertores de elgodo:
roga-se as autoridades polieiaes a appreheocSes
do mesmo e capitacs de campo, enlrcgando-o nes-
sa praca ao Srs. Josc.Lourenuo Goncalves, ra
do Mrquez de Olinda, ou ao mesmo engenho ao
seu Sr. H. A. Cavalcante de Albuquerque.
Casa.
Um moco solteiro, empregado no commercio, e
de exentplar conducta, precisa de um commodo
em casa de familia honesta, encarregando-se esta
da lavagem e engomraadn de sua roupa. ."Nao se
fas questio de preco. Deixe carta nesta redac-
cio a F. S. L. A.
Aluga-se o gabinete do 1* andar do sobrado
da roa do Raageiii. 7 : a tratar na taverna do
mesmo sobrado.
Precisa-se de um caixelro portuguez, de 12 a lo
annos, para taverna : no pateo da Ribeira 23.
Na roa Direita n. 27, 2- andar, lava-se e
engomma-se roupa de horneas e do senhoras, com
promptidio.
hoHl
LOMES.
M. JRa ilo CammercieIV. 1
Hoje de iulho ter lugar a abertura df ste
ntftfaiue eUbeleciinente. Fornece hospedagem
aos passagefro, qner da Enropa ou portos do im-
perio, por ter commodos excedentes. Promelte
modicidade nos pre.os. Fvrnece comedorias por
assignatura. E........... nada mais diz ; cinge se
ao antigo anexim. Quera ca'la, raelbor falla !
HOTEL DE LONDRES
N. 7Ra do Commercio-N. 7
Das 6 horas da manila s 10 da noite.
Attencao.
Precisase da quantia de 500* a juros para pa-
gar-se em prestacoes mensaes de 80*000 : quem
quizer fazer este negocio deixe carta fechada com
a inicial G em mao do administrador, no 1* andar,
o qual tambem poder dar alguma mformagio.
Eu abaixo assignade declaro que vendi nesta
data aos Srs. Pereira & Martins o hotel portuense,
sito ra de D. Mara Cesar n. 16 (outr'ora Sen-
zala-nova) livre e desembarazado de qualquer de-
bito que possa apparecer nesta praca correspon-
dente ao mesmo hotel. Recife, 30 de juuho de
1873. J
_________" Vicente Jos Lopes Pedroso.
Engenho para arrendar
Arrenda-se por preep commodo e engenho Ca-
nanduba, moeodo com agua, e com trras para
2,000 pes annualmente : a tratar no mesmo en-
genho, ou no Recife, ra do Mrquez de Olinda
numero 4._________
CASA DO OURO
Ao 5:000:000
Bilhetes garantidos
Hua do Barao da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos sens
muito felizes bilhetes a sorte de 100*000 em
quatro quartos de n 2657, alem de ontrass sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahi (56';; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serio
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer | remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham se a venda os muit felizes bilhetes ga-
rantidos da 19* parte da lote a beneficio da igreja
de N. S da Penha, que se extrahir no dia 8
do corrente mez.
I'reros
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De lOOOOO para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 6 de junho de 1873.
Joao Joaquim ia Costa Leite.
Joaquim Jos Gongalves
Beltro.
Ra do Commercio n. ."i. 1.a andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre os seguintes
ligares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Guarua.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
% CONSULTORIO *
I MEDICO-CIRURGICO !
W. DO W.
m, Dr. J. H- Curio ffi
Q. Ra do Mrquez de Olinda n., 25, pri-
meiro andar.
W Consulta das 9 horas s 11 da manha. J8
0 Chamados a qualquer hora. Q
Eu
gio
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pin-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Aluga-se nma casa terrea n. ti travessa
do Calaboaeo-velho atraz da ra Nova : a fallar
na ra do Imperador n. 14, botica do Ribeiro.
CONSULTORIO
f UESICO CISB&ICO
DO
\\\\ Mallos (auern.
pK Especialidades : molestias das mu- 4
5 lheres, das criancas, molestias venrea iWr
te sypbililicas. |^
Consultas das 8 s 10 hora da ma-
9 Chamados qualquer hora d dia e "
os da noute.
*& Gratis aos pobres.
Ra da Imperatriz n 3fl, primeiro,
andar.
Terrenos baratos de 3# a 6!
nos Aflictos, e 3# no Sal-
gadinha
Antonio Jos Uodrigues de Souza vendo-
terrenos de seus sitios de trras proprias, 06
palmos, cm a nova ra qua;i em frente a
igreja dos AiTiictos ; e do Salgodinho com
a frente para a estrada de ferr de
Olinda e oilao para outra estrada ao lado de
mesmo sitio; a tralar com o Sr. Trisito
Francisco Torres, na thesouraria das late-
ras. *
Na loja do Passo ra Primeiro de Marto n 7
A, precisase de alugar um moleque sadio de 15
a 20 annos, paga-se bem.
Precisa-se de um homcm para conductor de
carrocha : a tratar na ra do Barao de S. Borja n
8, antiga ra do Sebo.
A
No dia 14 de maio do corrente anno, fugio des-
te engenbo o escravo Marcelino, preto fulo, bai-
xo e secco, rosto descarnado, nemas e bracos fi
nos, falla baixe, sem nenbum defeito. Represen-
ta ter 30 annos e tem alqumas marcas antigs de
relbo. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-
tunes de Queiroz Barros, do engenho Ronca do
Cabo, e consta achar-se para os lados da cidade
de Nazareth, onde tem pai e irmaos forros, ou
em Goyanna e N. S. 4o O' de Goyanna onde de
outras vetes j tem sido pegado quando perten-
cia ao dito Sr. Antunes. Roga-se s autoridades
polieiaes e capites de campo a sua a pprehensao
e conduzi-lo a este engenho, ou no Recife aos Srs.
Cunta Irmaos k C, ra da Madre de Deus n. 34,
que se gratificar generosamente.
Engenho Dous Mundos 21 de junho de 1573.
Manoel Heraclito Albuquerque.
DENTISTA DE PARS
g I- RA NOVA19
S J- M. Leroux, cirur- 3
H gio dentista, succes- *
g sor de F. Qautier, es-
pera continuar ame-
recera confianca dos
clientes da casa, edo
5 respeitavel publico em
geral.
9ffffftffffffffff$fffff?fti
no empenho de'bem servir aos seus fregueze? e
ao publico em geral tem procurado | ruver-se do
3ue ha de melhor e da ultima moda nos mrca-
os de Europa para expo-lo aqu venda, cer-
tos de que os seus artigos serio bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar alguns d'entre elles, como sejam :
ALBUNS, os mais ricos que tem Mi a este
mercado, com capas de madrepcrnla.
tartaruga, marfm, velludo e cbagnn
ADERCEOS pretos e voltas proprias para luto ;
assim como, um bonito sortimento de
dites de plaqu, obra fina e muito btm
acabada.
BOTES para punhos, o que M pode desojar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLQAS de velludo, seda, palia e chagrn,
ha de mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de aigodo, tanto branco cotnv
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS preUs de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muit ricas <. de di-
versos forui tos, citn onmea e sen
ella.
COQUES a imilafo, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apo-
senta um grande e lindo sortimenu
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais txigcol
que seja.
PORT-BOUQUET de madreperela, marfm e sso,
e este um objecto indispensavel s se-
nhoras do brn tom, afm do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
ren) as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de marfm e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes.
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rimel, que incum-
bido da escoiha dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se na
possibilidado de bem sen-ir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar nma im-
mensidade de artigos, afm de nao man-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do < abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuqtiim e gurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para menina*,
por baratissimo pre< o.
FLORES. A Predilecta prima em conservar am
bella sortimento de flores ao alcance
de qualquer boira anda que nao es-
teja bem reelecta de dinheiro.
FITAS. Ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar em
grande sortimento de filas de setm,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo preco.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e Oe cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para sentara,
lacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitas
Kfa irnatos de sala,
si s de seda, de Ii e de algodao, pa-
ra seuliora, meninas e bomem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfiro e de sso, os mais modernos
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa [a Predilecta^apresenta ea-,
colha do respeitavel publico tua belfe
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartarufa, marfkn, ise,
velludo e chagrn, por preces '
razoaveis.
CAZA DA FORTUNA
KCA 1.* DE MARIJO OTIl'ORA DO CRKSPO R. 13
Aos 20:00(}$tN.
O abaixo assignado tem sempre exposto i venia
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuraa, at o premio de
:000#.
Preces.
Inteiro.......24J00O
Meio........124000
Quarto....... 6*000
Manoel Martins Finta.
T

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Diario de Pernambueo Terca feira 1 'de Julho d 1873.
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/,


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ALTA lOVIDADE
PIANOS E MSICAS
AVTAYio JOS5 DE l/EVKDO
Ra do Bario da Victoria 3 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
amae o publtco em geral encontra]tmpre o maior e mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda miltai
A. J. Reogb, como representante da
casa dos-Srs D. Uppenhcirner & C, de Lon
drcs, offureoe a< seubores Ingistns de Per-
nambueo uin completo sortimento ik amos-
tras di- tudas as f.izcitdis, f.ur.ifji-iis. selliiis,
Si|iatos, #nci.i, liiiflt/is, i.-., te p:.-
den do-se outender mu u jnesui* seidior, p*
BL'AOtXMiMlRCION. 38,
AK1IAZEM.
e orchestra.
.i., u Ac,bi *br'r Prtiro andar do sobrado o. ti confronte i
aot.ea Maurer, am grande uiio onda esto posto os magnifico
.Arrenda-se nm aittoperto da estaco do Caxan-
ta, com boa, casa a cacimba de agua de beber :
Juem pretender dirija-se ao engenho PoeU a tra-
w com o seu proprietario.
Precisarse de 1:0004000 sobre hypotheca
predio, na fagonia de Santo Antonio, ou sitio
na linha de Apipneos, paga-se os juros mensal-
mente : q-em pretender deixe carta fechada
nesta typographia con as iniciaei M. R. para
ser procurado.
Isabel Augusta Scolla
Pinto.
Dnieo
da amano, de PleyeL
da meia canda, do mesme aotor.
da H. Henrc.
da Amede Tbibont.
ageote nesta cidade, dos celebre afamados
Tambera receben grande sortimento de msicas pira piano, plano
canto e entre ellas u lindas composicSes do omito sympathico maestro
F. Si1TI\l
A SABER :
Voc me qner Walsa.
ffseparacioni fe5J
A Luz elctrica, grande Walsa.
PIANOS DE AUCHER FRRES
remiados em diversas expsitos om 14 medalhis de curo e prata.
Sao os omcoa pianos que aqu vem da Enropa, perfeitamente afina-
as, fettoe com ciegan 'Ja e solides.
Franco Brasiltiro Polka.
Tomada de Vllela Galope.
Joaoioba Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Minha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Sindicte Polka.
aTaqui mediante continuara a annoneiar toda as pnblieacSea que se forera friendo as soas oficinas de mnsicas.
Feilaa as oficina de msica
do snnonciante.
Emilia, polka por L Smoltx.
Circaciana, sehoteb, por Smolts.
Jardim do Campo da Priceus,
Iquadrilba, por J. Poppa.
Chava de Rou, Walsa, por H. Al
Iberlani.
<' -. \
Manoei Jos Carneiro Pinto,
Theodollnda Balthar de Oiiveira,
Isabel Ferreira Balthar, Estepba-
nia Mana de Oiiveira, Isabel Au-
gusta Scolla Fraga, Joanoa Fer-
reira Balthar, Paulina Ferreira
Balthar e Antonio Joaquim Goneal-
ves Fraga, esposo, mi, av, irmao, tias e cunha-
do, agradeeem do intimo d'alma a todas as pes-
soas que se digna-ara acompanhar sua ultima
morada os preciosos restos da finada Isabel Au-
gusta Scolla Pinto j e de novo as convidam para
assistirem a missa do stimo dia, que ter lugar na
igreja de N. S. do LivrameRto, pelas 7 horas da
marina do dia quinta-feira 3 de julho; pelo que
desde j se mostram gratos por este ultimo acto
de religio e caridade.
Est fgida
Fugio em. 17 de marco prximo pastado a es-
erava M;.'iWi\ e :\1 ntinw, prvij, rrioula. e>uUi
i:i t'uifiii.u. rbtia d M-..rp.., p.-r>.:.s tim<. i. m v.ni
eara^oa im r ,>tj ,.u,: j'.r. u. r-jii;.:;.,. :..l:. .i.
lientos na fronte, fulla milito manso que as u*.s
desafia a c>M|iatx delra, lilh.i do Para. f.i comprada *mn ile
Sr. ciiimnenJador Lacena. milito rnnbecMa nr
ter estado alugada em casa ilu Manuel, inspector,
no Honteiro, ella intitulase de forra, e tem sido
vista no Poco da Panella, Monteiro, Cavang, Mag-
dalena e aqui no Reeife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes c capitaes de
campo a sua appreh neao ; as.'im como se pede a
quem tenha amas que verifique nana que dizem
ser forras, pbi consta estar ella de ama que nao
sahe ra, e que se gratificar a quem a trouxer
a ra do Livrameuto n. i a Antonio de Paiva Fer-
reira.
Feilor.
Xn hotel de Ipiooro, preri para tratar de utn -equeno sitin.
nm hiti
X.i rrw du lwpora|ir n. nj p$mt+-m afcajar
mu i-siTav.i paa ajitdante de raain a. Paira se
inuii.
Precisa-se de urna ama que saiba lavar e
engommar, n mais servijo de casa : na roa Nova
numero 28.
AMA
Fugio,
Fugio da rasa do ?cu senhor no dia W o al.ril
do corrente auno, a eserava do rmm l!.i\iniiir..i
com os signaf soguini.-s : bem pw, ,'\.i, n a
cicatriz na testa, falla muito e tem por habito di-
zer que 6 livre : quem apprehender iineira lavar
a ra do Santa Hita n. S, entrada |iela ra nova
de Santa Rita, ('..instando ao seu sea* .r que al-
guem usufrue o trabaluo da dita cscrava, elle de-
clara que ha de proceder judicialmente contra
quem quer que seja.
Precisa-se de moa ama pa-
ra cozinhar e outra para en
*- gommado : a tratr na ra
larga do Rosario n. t, segundo andar.
Precisase de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra do Coronel Suassuna n. 1, paga-
se bem.
AMA
CAUTE
r
MER8N&C
%. W IA M
Mara Ferreira d'Annun-
ciagao
Prancisco de P. Ferreira d'Annunciaco e sen
sobrinho agradeeem a todos seus prenles e ami-
que se dignaram acompanhar ao cemiterio pu-
blico os restos mortaes de sua mui prezada ir-
mi e tia Mana Ferreira d'Annunciaco e de
novo os convidara a assistirem as missas como
memoria no stimo dia, que tera lugar s 7 ho-
ras do dia quarta-feira de julho, na Ordem Ter-
cetra de Nossa Senhora do Carmo.
Precisa-se de una ama para
o servico interno e externo de
urna casa de pequea familia :
a tratar na ra de, Pedro Af-
fonso n. 47, fr andar, antiga ra da Praia.
Attencjlo
Precisa-se de nma ama para casa de homem
solteiro, que saiba cozinhar com limpeza e asseio, e
comprar: na ra de Pedro Alfonso n. 7,antiga ra
da Praia.____________^^
Precisa-se de urna ama forra, ou cscrava,
de meia idade, para casa de pouca familia : na
ra de Hortas n. 78.
COMPRAS.
Comprase algumas csas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar ua loja da ra Du deCaxias n. 4i.
Compra-se
Diarios a S|0T0 a arroba: na ra larga do
Kosario n. li, falirica de cigarros.
Aencao.
aos compradores do bem conheeido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qaizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao! serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
!uga-se
a casa terrea da ra do Coronel Suassuna, ou-
tr'ora Augusta : a tratar ra do Ainorim n. 37.
Ao commercio.
Offerece-se um moco portuguez de 30 annos,
fazendo a escripta por partidas dobradas, ou cai-
xeiro de cobranca, par pequea retribuido, ten-
do pessoas que afiancam o seu bom coraporta-
mento : quem precisar do sea preimo ter a
bondade de remetter carta reaaccao deste jor-
nal, com as iniciaes M. F S.
i Na ra larga do Rosario n. 28, 2. andar
precisa-se de urna ama para comprar e cozinhari
e tambem de duas pretas para vender bolos.
AMA
Evadio-se no dia 19 de abril do corrente
anno, o escravo crioulo, de nome Tertuliano, co-
nheeido geralmente por Teto, cor preta, com 20
annos de idade, estatura regular, sem barba, com
falta de dentes do lado de cima, tendo smenle
um na frente, trabalhou como offlcial de sapateiro
em casa do Sr. Mximo, ra da Cruz do Reeife,
esquina do becco da Lingueta ; levou vestido ca-
misa de chita preta e calca de easemira escura
com listra preta ao lado, e como carregasse com
mai roupa, de suppr que tenha mudado, cos-
tumava andar calcado : quem o prender leveo-o
a sea senhor em ra Imperial n. 181, que ser
gratificado.
URGENCIA.
Ama de leile.
Preosa-se de urna ama de leite, quer sej
forra ou captiva, portn sem filho, e que te-
nha bom e aban iante leite, paga-se bem : a
tratar no 3." andar desta typographia.
Precisase de urna para todo o
servido de urna so pessoa : na
ra de S Fraucisco n. 39.
IHediGo-cimrgico
RA DOiMHF.RAOKN.73, ANDAR,
0 DR. IONES DA GOST
MEDIO) OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECI.'.Ur>A0ES.
Molbbtias e nperacSes de o-Lob.
Cora radical e instantnea do
eitreiUmeDti>e da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 horas
da niobl
Ctiarcsdos: A qnalqner hora.
Na ra de Thom de Souza, sobrado n, 10, ou-
tr ora da Lingueta. com|ira-se unta atcrera de %
.'10 annos de idade, que sailia corinhar e aifaaB-
mar ; e igualmente pede-se aos sniores erre-
tores que tiverem algnma com as eondires ici-
ma especificadas, queiram dirigir-se a msma ra
e casa j mencionadla.
i
Trastes, f


Compra se e vende-sc trastes nnvi< j
e usados : no armazem da na do ha- '5
i orador n. 48. -
Compra-so jonaes rs. a libra : na ra do Coread Snataaja n. I.
N
VJIDAS.
)arahy]
)a.
MEURON ft C.
Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade 2a annos, pouco mais ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodo, tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olho grandes e ano-
toados : roga-se as autoridades policiaes e capi-
lies de campo o obsequio de pega-la e leva-la
seu senhor, no Caminho Novo n. 110. sitio, ou na
ra da Cacimba
recompensados.
n. l, que sero generosamente
Philip F. Xeedham, em virtude da rapidez de
sua viagem para a Europa, nao pode despedir-se
pessoalmente de todos os seus amigos, o que fa
pelo presente, e offerece os seus servidos, na ci-
dade de Londres.
Aluga-se por 231000 a casa n. 6, sita ra
do Lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
de novo : a tratar na ra da Restaurado n. 5i,
outr ora Guia.
Precisa se de um cai xeiro nacional para
urna taverna : na ra de VWal de Negreiros n.
?
DE
141.
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrade, antigo e acreditado official da casa de Delsuc, participa as Exmas
famltas e ao respettavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo salo aonde*
se aprompta com perfeic>o toda e qua!quer encommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e posticos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peienes
concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfeico toda obra de cabellei-
reiro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
puno*
Alm desta grande vantagem compromette-se em servir cora pontualidade, perfei-
a tratar praca da Independencia S40 e assei Para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ba continua-
damente sorttmente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo do modernissimos
gostos.
> Aluga-se o pavimento
travessa do Livramento n. 10 e a
Hortas n. 77
ns. 18 e 20.
terreo do predio
ra
da
de
Cozinheiro
Prec*a-se de um bom cozinheiro para um bom
feotel: a tratar na ra do Imperador n 51, arma-
zem unio e commercio.
Uioheiro juros.
Precisa se de 30 contos de ris a juros, dndo-
se como garanta da referida quantia proprieda-
des, cujo valor excede a noventa contos; quem
pretender pode deixar nesta typographia o seu no-
me para ser procurado.
Ra do Imperador n. 381. andar.
J| Escravo fgido. Escravo fuffido.
anmftmtclo. AR1Z, SS. mirrui M.
B8TACA0 DOS BAHHOS.
NtttUbtlcmenU) Viehy, nm do* mlki-
rei d* Kwopa, aeher-tt-ha Banhot Embroca-
dkidttoda a tortepara acurada dotncatd*
!, do *, da bml, .reta.,
dUketla, *, lliiHtm !Im,
o% pedra !!, ete.
Ciu ni,nui 11 si Hiwtn U n limaiie:
Tartw OwnFtai no Ct^m.Umkom ttrm.
fclSo i mtnrm.- S.lt imitU ron u BtnUn*.
(alw M*% MmMfS* Mhar.
Taeoa ai wihh> paltsso una vtcwv.
onutm m ptrmb-^nua fi-a. aimaT?

50^000 de gratificacao.
Ausentou-se do engenho Victoria no termo de
Barraros, o mulato semi-branco Saturniano, de
rannos de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos
caatannos, nariz regular, tem um signal nos peitos,
proveniente de urna espinba, pernas e ps
grosos e mal feitos : quem o pegar, ou delle der
not,cias leve ao seu senhor Dado Ferreira da Sil-
va Mello, no referido engenho, ou na praca do
Corpo Santo n. 7, Io andar, que ser recompensa-
do generosamente.
_ ATTEMCAO
Precisa-se de 4;000* a juro sobre hypotheca
em casa, na freguezia de Santo Antonio : quem
qtuzer dirjale a esta typographia em carta fe-
enana com as iniciaes A. B., dizendo sua moradia
para ser procurado.
150#000 de gratificaco.
Ausentou-se desdo o dia 13 de malo de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bastante ladino; este preto perftito
eozmbeiro, estatura alta, magro elhos grandes, j
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar, em S.
Lourenco da Matta, onde consta ter parentes, foi
escravo do brs. Adriano & Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociante desta pra-
ca ; de todo estes senheres foi cozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conheeem dizendo
que esta forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e canitles
campo que o pegando leve-o ma do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo
rada.
que receber a gratificaco cima deca-
Alnga-se a casa n. 10 A da ilha de Bemfica,
na Passagem da Magdalena, com banho do Capi-
*^.D*fren,e' de encllente ares, e de preco
de 2O0J annuaes, tende commodos pzra familia
a tratar na ra e3treita do Rosario n. 17, i andar
escriptorio. '
Sexta-feira 26 do corrento ausentou-se da
raa da Sanu Cruz n. 56 a ecrava Vicencia, che-
cada no mea prximo passado, da Russia (serto
do Ceara) tem os signaes seguintes : bem preta,
altara e corpo regulares, dentes perfeito, cabellos
earapmhos e avermelhados, levou saia com pal-
ma encarnada, cabeceo branco e rosario ao pes-
eoco : pede-se aos capitaes de campo a captura
da mesma, a quem se gratifica generosamente. I
OSr.OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
MOFINA
Est encourac,ado !! I
Roga-se ao Ulm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este mouvo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu iilho se
achava nesta cidade
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5.
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
Jos Antonio da Rosa, estabeleeido na villa
de Agua-Preta. declara nada dever a pessoa algn-
ma, e quem se julgar seu credor apresante-se no
5razo de 30 das, a contar da data deste. Reeife,
1) de junho de 1873.______________________
Attenco
Fugio do engenho Goiabeira, freguezia de Ja-
boato, no dia 25 do corrente, o escravo Joo
Comedor, preto fula, cabellos e barbas cor de fogo,
olhos amarellos, alto, possante, representa ter 35
annos pouco mais ou menos ; levou camisa bran-
ca, calca de easemira escura e chapeo de couro:
desconfia-se que ande a trabalhar no carvao, ou
no algodao, ou entao que ande para as bandas da
Estrada-Nova, onde tem urna irmJ : quem o pe-
gar leve-o ao pateo de Carmo n. 1, onde ser re-
compensado.
Consultorio medico
DO
Dr. Mu lio. .
RA DA CRE N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
qnentou os hospitaes de Pars e Londres
3pode ser procurado a qualquer hora do
1 da ou da nonte para objecto de sua pro-
fissio.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Especiaf/'/.=Molestas da peJle, de
crianca e de mnlher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua especialidade as duchas fras e
oanAns a rapar, para os quaes trouxe
gos apparelhos mais modernamente em-
pregados na Europa.
Tambem appliea com grande proveito
^ no tratamento du molestias do tero a J
S electricldade.pelo processo do Dr. Trepier.W
ossxsosixs i e*3i>?owoll
Conaiistorio da inuandade do
vino Espirito Santo.
O ajenvo da irmandade do Diviao Espirito
Santo declara em nome da mesa regedora, que
nao podendo ter lugar a posse dos novos eleitos
Sara o anno de 1873 a 1874 no dia 29 de junho,
cou traasferida para domingo 6 de julho do cor-
rente anno, aa 8 horas da manha, para cujo acto
previne de novamente aos mesmos irmaos eleitos
Attenco
Engomma-se com perfeico roupa para
bomem, ra do Forte n. 9.
Vasos de crystal para toillet.
A uia B anca, a ra do Duque de
Caxias n. 50, r cebeu bonitas garrafinhas de crys-
tal em par com ramagens douradas e mui pro-
prias para arranjos de toilet, etc,
Anneis e colares elctricos
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, recfbeu nova remessa dos proveitosos an-
neis e colares elctricos, e continua a recebe-loc
mensalmente, pelo que sempre estar provida de
taes obieetos
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
50, reeebeu novamente bonitos diademas dourado
e enfeitados com pedras e aljofares, obras de gos-
to e pliautasia. lambetn reeebeu novos grampw
pretos ou allinetes com flores para a cabeca.
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, reeebeu urna pequea quantidade daqueHes
bonitos leques com bouquets e outros chinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pelle
A loja d'aguia branca a roa Duque de Caxias
n. 50, reeebeu cold creme dos afamados fabrican-
tes Lubin, Legram e Condray.
Diademas e grampos de
aQO.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, reeebeu novamente bonitos diade-
mas e graTpos de ac.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias reeebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de cores, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
para barras e outros enfeites de vestidos de gra-
nadino, ou tnedina, e outras fazendas transparen-
tes. Pela commodidade dos pretos esses bicos tor-
nam-se mai commodo,s e pela novidade de gosto,
preferiveis a quaesquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, reeebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende-as pelos baratos preros de 3f,
i4 e 6f000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que continua a ter prompta extrac-
cao.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, reeebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o quo de certo
perfeita novid de. A quanljdade pepuena, e
r isso em breve se acabar. '
Vndese o engenho Toninha, lisame tela
capital duas leguas na inargem do rio Paralaba,
com Ierras para saln-jar 2 a 3 mil pes de assu-
car de 7 a 8 arrobas bruto, com todas as obras
precisas, e tudo de lijlo, assentamento de laixas
novas, muito boa moenda, casa do engenho e cal-
dera, diatJlUfSo jantoleasa de purgar para 600
pas, seaulla de lijlo para 16 a i eaeravoa, e
mais de palha para maior numero 'eacravoe,
casa de farinha arriada e com (otilo, casa de mq-
radia com muitos commodos, porque rontm 18
quaitos e salas, cozinha, tudo de lijlo, tem 3 si-
tios com casas de muitos commodos para 3 lavra-
dores, com bastante fructeiras e terrenos para
saffrejar 600 a 80) p5es, nos 3 sitios, sendo o
embarque na porta, o que facilita o transporte
para o cidade, c um escravo hela lodos o i
saceos deassuearna canoa, poiipando assim nm i
dous contos de ris de Iretes todos os asnos, e j
mesmo escravo condz o assucar dos lavradures,
e cada viagem regula de dez a d^ze mil rs. no
dia, e conserva urna olaria que randa mais de
um cont de rs. por anno. Ye!V-se com deus
sitios retirados que supre com madeiras, e utna
ou duas canoas bas ; lambem venda-s desas -
a vinte bois muito suficientes para o servico, par-
que os partidos sao p-rto, ue no din do seis ..
dez caminbos; assim como :o a 40 miaes, que-
rendo tudo isto se faz negocio por pouco mais de
metade de seu valor : quem pretender con ora:
dirija-so ao proprietario no mesmo engenho Toi-
rinha, a tratar com Jo5o Jo* de Mcdeiros C. r
reia.
Na Boa-Vista ra da Oinceicao n. 35, ha
para vender barato um marquezao de Jacaranda
grande e novo.
LOJA 00 PASSO
RuaPrmeiro de Marco
n. 7 A,
outraora do Crespo.
Os proprietarios actualmente deste impelante
estabelecimento, tendo procedido a urna completa
reforma em precitado estabelecimento, e conseios
de ser elle um dos mais bem sortidos prineipal-
mente em artigos do moda e alta novidade, peden)
ao respeilavel publico e em particular aos seus
numerosos freguczi s a boudade de continuaren) a
depositar em sua confianza, garantindo serem bem
servidos e por precos nimiamente baratos. Ve-
nham pois todos comprar novas e lindas fazen-
das, de cujas damos um pequeo retomo para
que vista delle possan apreciar.
Velludo preto, setini maco preto e branco, gor-
gurao de seda, grosdenaple preto e de lindas c
res, la com listras de seda, cambraia maripoza,
nansok de lindos padroes, carnizas bordadas para
homem, vestuarios para crianeas, chapeos para
baptisados. mantas brasilciras, meias de cores pa-
ra homem e meninos, chapos de cabo de marl'nn
para sol, granadme, fil de seda, ricas basquinas
de seda, fil de linho, bramante, cambraias, chi-
tas, caasemiras, etc.: na loja do Passo, ra l'n-
meiro de Vargo n. 7 A.
Veude-se urna taverna, na ra Imperial, e
urna das nulliores e mais bonitas na freguezia de
S. Jos e muito afreguezada para a trra e matto,
o motivo da venda se dir ao comprador e trata-
as na mesma ra n. 91.
At vir.
O Sr. Luiz da Veiga Pessoa rogado a vir ra
do ^imperador n., a negocio de seu interesse.
ovas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
- 30, reeebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da^ aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, reeebeu novamente bonitos -gram-
pos, brincq? e rozetas dourados ; assim como
novos diademas do ac.o, e como.sempre conti-
na a vende-los p$r precos razoaveis MM
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vndese na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Brantaj roa Duque de Ca-
xias n. 50, reeebeu aovo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de butras cores.
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, ra Dnque do Caxias n. 80,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado colindo por quem lem feito uso dessa
inoffensiva preparo a lanadamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
vamente detla precie e queira se aproveitar de
sua utilidade. Tambem wiu agua de topasio e
oleo florid para o mesmo oso, e lo acreditados
como aquella.
OS
largos
L 'Sh^
A aguia branca, na Duque de Caxias n. 50,
reeebeu urna pequea porcao de cintos largos coi)
franjas e perfeitamente acabados ao nltimo gosto.
Alem delles ha fitas proprias com diferentes lar-
gura? e cores.
Gravatinhas com lacos e bor-
dadas para senhoras.
A aguia branca, ra do Queiinado n. oO, reee-
beu novo sortimento de lindas gravatinhas cora
lacos, bordada*, e outras de cambraia, enfeitadas,
para senhuras.
Bello e variado sortimento de
enfeites para vestido
A aguia branca, ra do Queimado n, 50, re-
eebeu um bello e vanado sortimento de fraujas e
galoesde seda de diveraos gostos e cores para ves-
tidos.
Meias cruas finas para meni-
nas esenhoras
J A leja d'aguia branca, i raa Duque de Caxias
B. 50, reeebeu novo sortimento aquellas. tSo pro-
curadas meias croas para senhora, vlndo igual-
mente para meninas, e contina a vende-las por
precos commodos.



!
I Diatftfb fleraritobujjb irObr^ Mra- 1 tes Miwodk ASUmi
IDRTJBB9V
M E D I ( IN A
Preparado por
Lanman Kemd
para thr)sica e
toda a qualidade
de dben$as, quer
seja na garganta,
paito ou bofes.
>*' Expressamente
oscol ludo dos me-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochimi-
kcalmcnte, e suas
l'valuavcispropri-
eJades conserva-
das cera todo o
cuidado, eintodo
o frasco se garan-
te pe rfeit a men-
te puro.
Este oleo tem
sido aubmettido
a umexame mili-
to severo, pelo
chimico de mais
tlamo, do go-
verno hespanhol
em Cuba e fui
pronunciado por
elle a contr
M.UOR PORCAO D'IODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
KHHBO UM PODER SALVADOR.
En te o oleo di ligado le bacalho, e na-
quclle aal contrn a maior porgo desta
nvalu.ui i propriedade, o nico meio para
curar lo as as (cenlas de
GARGANTA, i'ElTO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tnsse, resfriamntos, etc.
L'ns poneos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e dd vigor
a todo o corpo. N'enhutn outro artigo co-
uhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutiineno aosystema e incommodande quasi
nada o estomago.
As peasoM cuja orgmisaco tem sido des-
truida pelas affeccffes das
ESCRFULAS OB 1U1F.UMAT1SMO
e todas a ucllas, cuja digestno se acha com-
pleUmonto desarrancada, devora tomar
O OLEO DtFIGABO DI- BACALHO
LA.NMAN & KUMI'
So que desojan ver-se Iivres eisoutasde
enfermidades.
Acha-se venda cm todas as boticas e
drogaras. I. rorsier SEGREIK) CCOKOMIA'fE >CKLERtmDE.
BJEGCiO* SHOST. "
nica, hygieoica, radical e infallivol na cu-
ra das gonorheas, llores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta desalutares resultados
a continuada applicac,o que sempre cora a
maior vantagem se tem feto della nos hos-
pilaes de Paris. n t..
nico deposito para o Brasil, Bartholoraeu
& C., ra Larga d Rosario n; 8*.
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conceituado medicamento par*'
cura das molestias dos orgos respiratorio,
como a phtysica, bronchtes, asthma, etc.,
applioado anda com ptimos resaltados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu C, ra Larga do Rasarte n. 3'-
I4A
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino pret a 800 rs. o covad, proprio para,
vestido serve para luto, por ser sem limea loja
das 6 portas em frente do Livramentb.,
Entremeios, tiras e f)icM a
500 rs. a peca.
Vende-se entremeto?, tiras e bkos bordados a
relroz, preprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nlias de crianza, pelo baratsimo preeo de-SO re.
a pega na loja das 6 portas em frente do Livra
ment, dao-se pecas a mostra com penhor.
Liziiilias escocezas a 280
rs. o covad.
Ra do Crespo n. 20-.
Lzinhas escocezas, padroes inteiramenfe ne-
vos, pelo diminuto prero de 380 r*. 9 coWBo,
peehincha e do-ge amastras na laja de Glbcr-
me C. la Cuaha & C.
Nao lia mais cabellos
HOWE
/T! .
MOV
S LE 11
NICOS ACI
Boa do Bario da Victoria n. 28
Pede obler em pafeco lempo
I IUHV1I
aso do melbor dos licorea afr.-mad
HESPEllllNA
Faz'oito annos rroe conbecido es* precioso tnico, e difficil acfcir orna peno*
jrje, tendo experimentado pmoilmtmt, nao falle em seo favor, j como bone eatomac
a apetisador, tomando om calix dalla antea de jantar, oo como facilitador da digest*
tomaodo-afi depoiay m ^ M^ ^m ^^m** >>>- ^.
I >. I! 1 .
A-BAJk'
da HESf>ER!WM> a LUIANJA AMARfiA,.n
especial des iranjas) que cao cMbeca ai pro
ora be*, a
habitante do BRASIL (a tem
es medicraaes da doorada frocta-
w
>'.
0 NEXTINGU1VEL
PERFUME
- -r--v>
i
*5*>3S
IBIA-


ti
S
Ui la
res
delre
i\mh
turara japoneza.
Se uuieaapprovada polas academiis'de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
tollas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Jofqaitn F. dos Santos Coimbra Guimarles,
vende em seu escriptorio rna do Marqz de
Olinda n. 3 i. andar :
Laf do Rio
(^h t em latas de I libra
Fumo o a em latas
Farinha de mandioca
Vinho de Thomnr, em decimos-

Hespeilina
Verdadciro biler hesperidina, superior e acre
ditado : venda no armazem de Tasso Iraios &
C, na do Amorim n. 37
agaa
DE
'ft'tY A L11MAY'.
ira distillac,o das mais raras flo-
Lropicos. Conten, para assim di-
qi ist o odor odorfero das flores do
trafico !a Amrica, c sua fragancia quasi
ii ha -t ainda mesmo por continuada
erapor 5o o diffusao. N'este respeito c
incomptraw!] a qilalqaer outro perfume
qne tui de ven la para :
DE! ': OS, ATABLES SERVOSOS, DOR
; cabeca, df.bii.id.vde e
ii\s.:h;i:os.
; un, certo e ligoiro allivio. Com_ o bora
too, toiii conservado sua iniluencia para
, vi',; o cinco anuos sobre todos os
tmes, as Indias Ooddeutaes, Cuba,
Meiico, A iierica Central, e do Sul o nos
com toda a oonfianga o rocommendamos
como um artigo, peto son aroma muito de-
licado, riqueza de odor c permanencia, no
pod jualado- Tambem faz remover
da pelle:
ASPI ; E1POLAS,
y tlMAORAS DO SOL,
: '/;!.)AS E BOUBCI.HAS.
Si i 11 re luzi la' com agua, so torna urna
excell ni mistura para banhar a pelle,
dando ni.i arqseldO o cor (dar a complei-
Co nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritago que geralmeuto
occon assim como tambem garganteando-
se, o i di iro do ciiarro desapparece, e rae-
Ihora a condico dos dentes e gengivas.
Como lia muitas imitac,5es, as quaes nao
possueu ai'uliuiiias d"estas propriedades,
devo-se l.vnar cuidado e contar smente o
TASSO IRMAOS & G.
Em seus armazons ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolns encamados sexta vos para ladrlllio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de descansar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sngu em garrafdes.
Sevadinha em garratSes.
Lenti'has em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dio.
Vinho de Hordeaux, dito.
Vlaho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com lingnas e dobradas ingleza3.
Licores finos sorli'Jos.
Cognac Gaulhier Frerns.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em saimonra.
As imfcsiflrtlte,. a* mais baratas e as melhores db mundo!
Na expsito de P*i, m 4%(fi, M Concedido a
/ E$l Bo*te Juriior, a medalba de ooro e a condecora-
?o da Legio ie Hbnn, pe iefem asmaennas-mais per,
feijsdomund.tB.tf{}>-ft f?f>BCf P
A medalfcardi? ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
EstMoa-Unidot por ser o inventor da machina de eos-
I w I w m *
A medalba de ooro na exposi^o de Londres aereditam
esfas machinas.
;

A 90800^
*RU'


Cibe-nos 'O-devor derannaneiar qne a ecmpanbia des machinas de Boe de .>07a-
Ynrk, estabeleceu nesta erdad rosf do 9&t da Victoria n. 2o, um deposito e agencia
gfcra, para emTriambwco e nns provincias se veaderem as afemadas machinas de ees*
tura de tMr: Esas TtiWrHi'mTS s*o JustatAente1 apreciadas1 pela perfei;3o de seu trabalho;
entpregando urna agulha meis curta com a mesma qualidade de linba que quaquer outra,
e pela introduego dos" mais- aperfeicoados anpafelhos, estamos actualmente habilitados a
ofibrecer ao exame publico as melhores machinvis do mundo.
As vm^m^Satai^maf^mas sao es seguintes:
Primeirar.'--0 publico sabe1 qoe ellas ato duradoara, para isto prova incont?stavel, a
cir^rnsta^fa'drtWaMeftrWapphftcWo-nO'me^^ d Howo >nvsegun-
da! m'io. fc,
Segunda.Cbjatm o material pteciso*pftr*repWaqualquer desifcwaaijo.
Tercerr*.H nellas menor friocAo eaH as diversas pechas, e-menos rpido estrago
dolquenas outras.-
_ Quarta.Formara o ponto c?mo se frafeito-a^b.
Quinta.Pfermkte que se examine o traaih de-arabos os fiosr o que se ao conoegu
as outras. ,
Sexta.Patew-peWrMiado ent casemiravatraTessando o fio deucf outro lado,
logo em 'seguida; sM rhodfelar-se a tenate*da- linha, *m a- fazenda mais
finia.
Setimai^'Compsrw6i* leYanw>o com a maief ficilidade, quando se- tem de mudar
de-agfllha'a' comejat nova costura.
Oitv.Muitas corrtpanbias de1 mlchinas te co*tarm tido pocas- de granderae
decadencia. Machinas outr'ora popares, sao boje qtiasi deseonhecids outras soffreram
mudanzas radicaes parapodetem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opiniSo de Elias Howe mestre em artes meehankas, tem constantemente
augWferrtado b ^fert'fabieb, e hnje n> attende a procura, posto que faca- 6ft machinas
por^Ui:
Cada machina acrJfnpalih'adivretos eomifistrue50esxem portuguez.
i LETE,
A"
L'
d'O- B''jo da Victoria n. 2 8.
BLii
em san esUde Daliuri] t#m uti |b*j po*o agradavel, e o merilo da Heiperidioa coa-
aisle em retar ana* boae proprwdadas, e ao aavssie tempe apfea-Aa como
EXQUISITO LICOB
A HESPERID1NA cumo INDUSTRIA NACIONAL Dio tem nada qee iivjar
ct-ihores impertac5es europeas de catbegoria semelhante. Estas, qoaado moito, poda
ser goatosas, porm a Hesperidina a combinarlo perfeita do
AGRADAVEL E SAODATEL ,,
Para prova de qije om artigo do qnal pde-se ter roteir confianca-, por aar yin
e DDocente, basta dze-se qoe foi plenamente approTada- e wlerrada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de* Janeiro, psrmittindo soa livre elaboracSo no imperto; ootra
A PROTA
a acceii3?5o geral qne tem em todas as partes onde presentad. Em 1864 atabe
lecease'a primetra fabrica em Buenos-Ayres; em 1869 a seaoed em Montevideo ;
no dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR loaugoron-se a nortea qee actsaiaenie
trabalba na corte. Em Valparaso e em toda a cesta do PxMeo tea bea atceUa^o
tanto qne rara a casa qne considera completo sen aparador sem om* garrafa de
ji


O hornea velho toma Hesperidraa para obter
VIGOR
O horneo ioente toma Hespendina pin obter
SAIIDE
0 bomem ebil toma Hesperidina para ob

ffos bailes as doDzellas e os mo^os tomam a Hesperidina par* obter boa cOr
animarlo dorante os loncos gyros da
MRROS JTCJIOI C, roa do Vigario Tenorio n. 7, 1 andar, receberam
grande'especifico, e v n-i^m-oo dos depsitos segninie :
Joaqnira Perreira Lobo, roa da lmper*lrlz.
Zeferino Caroeiro, rna do Commercio.
Marcelino Jos Gonfalves da Fonle, roa da Cadeia o. S.
Antonio Gomes Pires A C., roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmao bote! da Passagem.

BAZAR1 DA


0 *
America,
o 'fume e
cnamadq :
cosmtico do sul da
Vende-se
urna, eseraara prota, excejlente cozinheira e lava-
dein, sabeado tambera etfgommar, crt una filha
de 9 annos de idade, tambem preta, vinda recen-
tenirnlo do Maranhao : quem pretender compra-
as, ilirij i-se ra da [mprratrlz n. 36.
jf( Peehincha.
NA RA DO CRESPO N. 10. 0
Madapoln a 2, 200 e ia, a pega.
Algudaosinho largo marca Tai DOO a
peca.
f Chitos do cores a 200 e 240.
25 Camhraia de cores a, 210 rs. e cora
Grosdenaple preto a 1*600 o gorgurao
rf largo a 33000 c 3500. S
Vestuarios de fuslao para meninas, ^ J
f iiOO.
5 Chales do cores a U, l200 e 1*500. J*
^ Gangas de linho de cores aJ320 rs. o c. fe
*X Algodao azul i mericano para roupa de
r* escrayos a 32.) rs. o covad.
5r. Hias para m.-ininos de todos os tama-
:.*a manhos a 3* a duzia.
nANUbiu DAS ti. 51.
Este estabetemeitto sorftpre^oUcito em offerecer.a concarrencia do respwtanrel pu-
blico um complete-sortimento de miudeas, ca^adtffrahicez, chapos e quinqnilharias a
probos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe-qtiasi todos os seus artig* le pro-
pcia encommenda da Europa e America*, vm dar puWkdad dealgnns artigo por cujos
precos bem so pode avallar os. preoos de outros moiloes que so tornara enfadooho pu-
blicar.
MIDEZASV i MDEZA&.
miMli.lacU i Bnes dito de dito por 2$3W.
quantiauev i, BotflS de setfta protos ft de cfes a 800
rs. e tSWOO a duzia..
l'raajas brancas de seda de todas as lar-
gUr.-By a>.^000 e 15'00 metro.
$
$
I
j
.i
Se
iraiiiiv
icha i venda
e'p u > irias da moda.
FLORIDA
di:
A LANMA>.
om todos odcoguistasj
La para bordar, da mel'aer
libra por o^SOO^
Agulhas francezas, fundo dourad, *ci-.
xinha com 4 pepeis a 60- rs-, 24^ -?.
Voltas do lta'de vetiuc1- com lindos eo-
racoes fingindo 'rhuOrepefola,- a odO'rs
Voltas para &f06doqot agindo' caaaeu,
companhadas com 1 par de brincos- seme-
lhante, tu dd por' 2U30O.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para'costura demachinai a 801 s.
a duzia.
Dito de drt de Alexaftdre, numeragao a
gOsto do freguez, a 1^400:a duzia.'
Diademas dourados de 1=JSOOti 35000.
DrtOs de-lartarugft,. conv flores 5W00.
Ditos ce-m b-rboletas! a *800v
Runeos: encarnadrJg.l par por 500 rs.
Ditos- de plftqot.de-500 fs. a 2S>0O0.
Ditos dourads* dqa^t de pires* a 1S>500
e'2900(K. ( II )% I )N /
Voltas do aljofares.com briosos, a 2$50fr.
DitaS do (Htoecorttebra^ges* 15000.
Ditas d', dus. de co&fae' Coi cassoretas,.
So irnazem de Joaqun Lopes bebdo f,
Travessa dtv Corpo
Santo N.. 25.


Vapores locoraoveis de for?a de 2 a i aavallos.
Gorreias para machinas.
Polias de diversos lmannos.
Taquetas para cobertos do carros.
Solas de lustro para guarda lama.
tontas de lanoa para carro.
Olientes par carro.
aloes largo e estreito para carro.
fi gos com sabeca de marfini, idem.

PECHINCHAS
\ij>';;aim axul.
Algodao azul americano com pwjueno deleito a
320 rs. o covadn : na ra do Crespo a. 20, loja
do Guilheroie.
Mapolio,
MadapolSo com pcqtiono totroo de avarfa, a 41
a peta : na ra do Crespo n. 30, toja da Guillar-
me.
Gangas de linho.
Gangas de nlio para- roupa da meninos a 320
rs. o eovado: na ra do Crespo n. 26. loja do Gui-
lhermo.
M mais la= de cores a 320 rs. o eo-
chi:gar
V8*P2W09 OE TRANCA snperiores a qualro
nalai-
CAMISAS BORDADA^, peito de.esgujao, ,t
KOf K).
COBERTORES 0E Al.oUAO al*.
CAMISAS l'R \ MEZASJ de chita, da* mefhores
nue vem ao merrado, a 34000.
POTPLINAS DE SEDA a't, de nma so cor,
qu" sao as mato moderna, e-a.Kosa Branca vende
pelobaratissimo prendo **.ov, .
7 1U;.VA IMPERATHIZ N. S6
KA
R
Piano
Tende-se um piano forte e em muito bom est
K
do : a tratar na rea o> Saadad i p. ti;
.. Casa tema.
VwoV-se urna caa sarfeaem ama.** roa
tr tr ra da Irnperatriz n. ,*
Cotojlorts.
um : na ra da
da plaojut
r.f.
800 rs.
Rosetas da-placfiH't a. 1350O o-par.
bravatas b sdh paraseiOras de VjfeOb' ^onoo
.irtftwrirt' a twuuu.
ai^OOO. T
Papures com 2 lagos pira cabera pCito
a W o hwm,
Entremeios o babadinlaosbordadosde'SW
6eles de seda brancos e do core
I%j00a2*50hpetat; :"'!'{ )
Ditos do algodao e- soda, to 1 a li04
a
l>kas de cores- opretas *800 rs. e 135000 o
metro.
t'rfdes pr. tes- le suda,, do muito gosto d
800*K. a 1900O o metro.
CALQAD0 FRANCEL
Botinas p rotas gaspeailas, para sen hora, a
i? OO o par.
Ditas ditas de durajue^gospeadas, canno
alto, a 5?J000.
Ditas pretas enfditadas, ultima moda, a
SfeOOO.
Ditas dita de cores,, canno alto, enfeitadas,
a53P500,
Ditas para meninos, pretas e de coces, a
35? e i^obo.
Com pinto sottidentodo calcado di cale-
mira, CJiarlt,Hap|te e tralca, maisJtiartto
10 /0 do que em outra qu'alqur parte.
lj CHFEOS.
Ricos chapeos.depdba ditalia', pata se-f
nhow a rt'jmmi
Ditos ditos palha esera, da ultima- moda,
Adereces de br-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas, j
voltas de perolas.
/%
Obras de
prata de todas as
qualidades.
na
Cobertores de 13, escuro, a 2
Crespo n. 20, loja do Guilherrhe.
r.aHibraias.
Cambraias transparentes finas a-3', 9; WSOO a
peca.
Ditas Victoria a 3S800.
Na roa d Crespo n. 20, toja do Guilherme.
Lencos de esgpiAn.
Lencas de esguiio a 3i500 a duzia: n;
ra da Crespo n. 20, loja do Guilherme.
Corles de casemira.
Cortee de casemira ana, a 4* e 5 : na rna da
Crespo n. 20, loja do Guilherme.
GiNisdfMiaples.
Gro?ifrn,iplepWdBCOfdao a'USOO, 2#<0d;e
iltiO o cotato : s na rna db Crespo n. O, toja
do Guilherme.
/ BICHAS DE EABMO
As mais recentes e memores.
Vendem-se na pharmacia e drogarim b BiN
tholomeu C, ra LargtfdosarQ 0'ftn. #'
Completo -sor ti ment de chapeosinhos para.
meninas e swihbtos; d 2*80 a' S^OO.
"CfeapOs do-sol d seda, ingtaes, cabo-de
marfim a 1C9000.
DiosidjtO'deMMei'in, oabode ntttal rui-
bonito a o?500.
Brtsdto *lseda parasenhora, cabo d
-artdtiav*. C90.
lff?a' .oJt iM .i ^itos algodt, a ) fia.te/ aipea> DIVERSOS.AWfIGOS; -:.
Tj-atwJinhas do coites, a 100 o 590'rs. a Granadino para vestidos, fazeoda da ulti-
I ta moda, com listras de seda, a 650 o co-
.U06 de mavftm-a 5*.o 8JJ0W). {Jado, .1
tos de sndalo a 4J50. _/>, >; Pannosd^c^biyara caMfk 180
itos de ma("wa^imltwtRlo raM0. L a^OO cadaum
utos de papelloes a HJ8.00. >* Depara ftt' e 45J06O.
Coques para-senhocav a 3$,\ SUSSOObe 4P ,. .Wa ,
Aderocoshgindo conal'v co .-upando *e d^i Twllws de linho para rosto, a 1JS300 cada
^SSPSEEB.' S^^-*waBft
Ditos de plaqt, compondlhaa,dot4ianetex| Jsf6,(fw'de croehtW Cftra,;' ** caS!,, a
ebriuco, sendo de muito-gostoy poriPQpQV ^^^ ,..n.-.. -
.fto escriptr' M-Mlto TChiu^iiio A JC'?* JoSo Jos d Carvamo
Mbraes, vend- o seginto.t
Caf do Rio do Janei* ,
Ctaartfcd Pr>rtd.,s..,;,.^:>
Palhihaprpcwlp. r
Gerai-enatTalfli
eico d* liwhw^at. *'
...... C6tty;dfeuj,Stre.
zrros.
Chumbo ^ munida.' ^.j
O^ttrrsa^ffc, supjWor' <|aVd^ev
ftadeiras hamburgb*l*'
UY Ditas de babngb. ? -
;;Cfias'ijarrei;ianii
NOVA LOJA DE J0IAS
N. 2 ARa do GabugS. 2 A
\ DE
m vimos a FHLno
AchAndo--se crimpletamente reformado esto estabaleeimonto, a
tendo os seus proprietarios feito urna importante ^ruisiglo do
joias's mais modernas vindas ao marcado, e de qululades superio-
res, convidam ao respeitavel publiao a fazer urna visita ao seu es-
tabelecirfleoto, aftnv do apreciar e comprar urna joi* de gsio por
preo razoavcl.
Por 500* vende-se um bom preto pulnador
de 40 annos raaito robus!/C baatssimo o mais
tn bonitas crioulas de 18 22 anuos, deus mo-
leques de 8 10 annoe, e urna malatinha de 10 uma casa terrea,
annos : na ra de tortas n. 96.
A 9#:ca*-arroba
Superior fumo de Minas om rolos pequeos, es
colhido.a vontadedo comprador : na ra do Amo
rim, armazem 40. '
mk j. i. i ),%
^ 1 il lu. .....u, .------------j mu u
Yenda tw

'! '
bem constwtda, cjm Atas ja-
nellas de, frente, entrada pefo fitao, quintal pe-
qui ao e cacimba, cm" tcYreM proprio, na na da.
N'jiWpha'. ffntt a frente para o Basceai e ente
readndo 46/000 tnensaes.
Urna dita pequea na estrada d# Jlo ele Bar-
rbs, sendo o terreno era qne est situada, 33 pal-
mos de frente alflO de f)inde ; twn,a frente para
poenle, no mesm terreno exislem dous ps de
iciros qno dio fhietos, e est rtndienAo I5J.
m terreno proprio eroprio para ed'mcar-sa ;
Vendase n* passagem do Cordero umallion ffil^Jffc9}?,w,'^diwtil*
.'boi nronriR ai nitenta tainas'de fwntei Tem ll8 P'llm"s frente, a mesma extensivo na
ba tem exceltenles baixas para cptala a ra* m6ttte. earamawte pelo lado do aascente com
rada* de casas de peda e eat, ndepenaeBte
um das*ai6, tentto nma-*S'palnios te fresa:
e:*00 e fande, ladri/hada de ^edi* marmwei '|a*
asobfdate, com 4 calas, 16 uartos, aoeihhaWroj rA
o kmbktln pm cavaflMj ofJiravjpanf J,aaWio- 2Ti
de fftnr e 90 de ftm*o, !*, f* nn*.' <"* f.n
tribaria para cavallos, cocheira pa*a-1'8arft-e o- v
ziirtra fora ; mats 2 casas cpm rommodos pra fa-
milia ; vende-* tsle skWJfrj Me?*, muito com-
modo : a tra(rrifc b^b ta 9 l*dfo n. 17.
Vebda s tawWnent otria caa m m da MU.
o'rvio oi' ochelra* hoje-depasito ie vaecaa, um
cor alugaa*JpS)r 7t4#O0Opr *nno ; o preaiaen cha
ruodo c quem pretender dirijavi tO'N"5W da* 0.
PJK'i, T7", qjJaTaeBar i
oni iiuoni tratar,
Vea4e-serh:pof
Larangeiras n. zo
mentcljoin'i a ra'das cp
na
.
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'




v
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Dlaiio de Peiikmbueo l^erca eira i da Jii 0 DO B0WMANC0M0S*^^
1/J.IU1U 11 VA VA RSPERAXCA i ,. Ira,,, de Ot n. 83 .,n00s d r H# l'Sr'li' *'
tuiubem de iuadrenerjjLi cm ,aho .reley,,
nando-sc por isto api
! VA ESPERANCA
(Paseando o ojiafariz) i**^E^\CJL
PEDEM.AOS seoborea de engento e ontro agricaUores, e apagad* re de m1 no lp. uwmJ^a
-ompletj que b.i lem; seado todo sppenor em qaalidade e fortid5Q; o que com a ios escolha das Exmas. (amates do chique) vcndo-se
Ctecfao pessja!pole-se verificar. na Nova Esperanca, ra 4>uque de Caxias
ESPECIAL ^TTEN^AP AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIGAO ,n- 63-
V&QTQ 8 IHldftS d'&PIA. do8 a'8 molernos systeom e em ta- Aos meninos
w*iw w. g<* masaos con veoieutes para as diversas1 A Nova Esperanca ra Duque e Caxias n.
.rcamstaQcjaf dos a,enb.Qrea propietarios e para desarorar algodao. 0 ,63, acaba de receber um iiuui sortiiueuio de bu-
ffTnflnrlaa r\a nanna de todos os njannos, aslmetoorea que tqai necas H milas (Jun,liJ'l,a,'- vnd>> entre ellas a>
iU.UDllUa.8 110 Calilla J,iam H M ensacadas bonceas de borracha, assim lambem
: uma pequea quantidade de bonecas pretas que
se tornara apreciadas pela sua novidade.
JE bem til
existem.
Rodas dentadas w*w*v*.nnww-
Taias de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Kaehinismos
Bombas
para mandioca e algodao,]
e para ferrar made-ira.
PodeodoJtodos
' ser movidos a mi
por igai, vapor,
de palete, garantidas........ | ou animaos.
Todas as machinas ePefa8de(iae M cob[Qm precisar-
de macbiismo, a preco mui resumido.
Faz qualquer oojicerto
Formas de ferrp
kV
mer-
tem ag memores e mais baratas existentes
cado.
KnCQmmenda^ lamberse de mandar vir qoalquer machinismo v
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63, iccebcu verdadeiro cimento inglcz. prepara
! sao para concertar porcelana bem uiil.
Vestido perdido
Militas vetes um vestido torna-se inteiramente
feio, somente por estar mal enditado : a ora Es-
' peranra ra Duque de Caxias n. 63, remove
' este mal; porque esta bem prvida dos melhores
' galoes e franjas de todas as cores, onde pode es-
; colher-se vontade sobiesahlndo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sua varieda-
de de cores, flea bem em qnasi todas as fazendas.
A ella antes que se acabem.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os lmannos, i ra Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
ado-lbesa vantagem de fazerem Cabellos brunCOSStcm queill
ioas compras por intermedio de.peisoa entendida, e qoe em qtialquer necessidade pode
Des prestar auxilio.
Arados americanos e n!,rnmentos agrico:as-
RA DO BRUM N. 52

quer
A Nova Esperanca a ra Duque de Caxias n
63, acaba do receber a verdadeira tintura de Des-
que se conseguc
este
GRANDE REDUCCAO EM PRECOS
Atten^o. Atteri^o.
Nalqjade Soares Leitelrmaos, rua do Baro da
Victoria d. 28.
a SOO rs.
! nous tiara tiogtr os cabellos, o ,
(t'mpreKaudo-a) com muita faci|ii|ade, e por
1 motivo, cabellos braucos s tem quera que*.
Esto na moda
Caii* de litiha com 4fl novellos,
dem idem de marca, a 200 rs.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Idemkananga do Japo, a 1&200.
dem divina, a 1?W>00 e l?>a00.
Abotoaduras para collete, d todos os
gostos, a -200 rs.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
MM, a 1JMJ00.
Duzia de pe?as de cordo imperial, a
-80 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp, a
19006.
dem de oleo Oriza verdadeifO, a 19000.
Duza de baralhos fraucezes- canto doura-
, a 39100.
Hem idembeira lisa, a 29400.
iarrafa de tinta roxa extra-fina, a 19000.
Caita de botoes de osso para calca, a
200 rs.
Coquea modernos, a 39500.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idemlisa de cores, a 280 rs.
Resma de papel pautado, a 29800, 49000
e 69000.
Os cintures do couro, proprios para senuoras,
| qne recebeu a Nova Esperanca ? ra Duque de
Caxias n. 63, estilo, sim, senhora, esto na moda !
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos braucos para o vosso casamento,
ou para outro tim apropriado, necessario ir
Nova Esperanca a ra Duipie d Caxi.* n, 63,
que all encontrareis os nieloores ports bouquels
que se pode desejar.
SHERRY KINA
(V1NHO DE QUINQUINA HIGINICO
dem idem liso, a 29600, 39300 e 59000. preparado com os melhores .vinhos de iifs-
Idem idem de pos chinez, muito bom, a 800 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com toque, a 500
res.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
59000
Maco de fita chineza, a 800 rs.
Extractos muito finos e barftos.
Duzia de carros de linha, )0 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 320 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem, idem de sarja idem idem.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
PASHA DA FIRMA
500 rs. e 1J000.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
e 3?G00.
Opiata muito boa, a 19,. 19500 e 29000
o irasco.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 23200.
dem idem com flores, a 19500.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mem, a 89000.
Chapeos para senhoras e meninas.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
Leques para senhoras, a 29000, 49000 e
69000.
I.ivros para notas, a 320.
Redes enfeitadas com fitas, a 29400.
Duzia de collarinhos lisos para hornero, a
69000.
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOME & C.
Duzia de pecas de trancas caracol branca! Lindas e elegantes caixinbas com perfu- T)lin T AMM Ar\\X n cari r\ m 9/A.
400 rs. | mes do autor E. Cudrav e Gell Frres, pro-: IUia -L,ar8a U0 ^ObdriO 11. O*.
CALVArfiAGA.G. C, DESEViLHA
FOHNECBDOR DA SUA MACfSTAUK A ItAIMlA
D-HESPANHA.
ruu
THOMMERET GLIS
l'liarmacciitico
EX-I?TERNO DOS HOSPITAF.S DF. PARS
O SHEIIIW-KINA 6 o vinho de Quinquina
que boje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicado nislo
que oflerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MUTAS vezes se sacrificam as qualida-
DES TJ.0 ESSEjCIAfS QLER DO V1SII0, QUER
do quixqulna (as vezes de ambos) aos lu-
cros da RgpECULACAO (Ver Guia das Aguas
Mineraes., Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7"
edicao.
UiNICO DEPOSITO
NA
dem idem lisas brancas,a 200 rs.
1 pnas para presentes.
BONECAS.
Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas encmente vestidas cada
orna em sua caixa, bonecas de borracha- e bolas de todos os tamanhos, candic-ros a gaz,
ibjectos de porcellana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
gaiolas de rame, muldura e estampas para quadros etc., etc., emuitos objectus que se
torna longo mencionar.
f.. A' vender por causa de 9
a viagem, B
Um excellente piano da fabrica Bois-
selot, em perfeito estado.
Baratissimo S60000.
A tratar na ra do Bom Jess n. oo,
5 armazem.
*>%
popj
CAL ile Lisboa, receolemente chegada.
.CHFEOS de o, para' haniem e senhora, eabo
Ao uurtiiri e itaik
FtXES do va-f, pa^a ^i la. |
FO d| algodao da Jjalua, da fabrica do commen-'
liiendilor fedrozo.
UMf.Me roriz. '
OdllAS *e pallKU.
PANNO de algudio. da Babia, da fabrica do eou.-
mendador Pedrozo.
HETBOZ d'foJai as qialidades, das fabricas de
Feres'e Eduardo Militan.
1101.HAS proprias para botica.
SALSAPABiyULA 4o Para.
VELA a de cerji d todog os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, catxas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Di uro, idem idem.
f dito SeUjfil, cauas de i e i duzi;i-.
da Italia engarrafado, cajxas'do 6 gar-
rafas,
de Collares supi^rior, em aneoretas.
de caj, cauas de 42 gar atas.
Malvasia do Douro, caixas coqt 12 gar-
rafas,
t Lareavellos, idem idem.
Insidias maciiiiia
Amapl, Nbuco & C. avisam aos seus amigos
queestao suppridos de fitas macu cas d diversos
graos para os que quizerem assistir a grande fes-
ta que costumu se fazer a S. JiTo. padroeiro
das respeilaveis lejas mavonicas. no dia i de ]u
ribo.
Vende-se
um moleque de 17 amos de idade, pedreiro t co-
peja robusto : quem pretender dirjase rtuda
Imperatriz n. 36, 1 andar.
Casa para vender.
Vende-sc a casa de ferro e madeira, sita, em
Sant'Anna nerto da e-laco dos triihos urbanos.
E' fresca, bem consteuida a ferro e madeira, e
o cbo de ciniento Portland. As chaves esto
em peder do guarda da mesma estacao de Sant'-
Anna : para tratar e ver a planta, dirjase ra
do Bom leras n. 4
armazem
Mel.
Venderse 30 pipas un mel, em barris prompto
a embarque : no caes do Hamos n. 42.
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ay^p.
Para a renovacio do ca-
bello, restituicSo de swa cor
e vitaldade primitiva e nat-
ural.
0. Yigor no Cankm.o um pwpaKwlfo ao
mesmo.teuipo agmdavel, saudavul e-i-fficaz para
conservar o cabello. Por meio do seu uso o
cabello rugo, grisaljio, e enflaquecido, dentro de
pouco tempo r.evolve a, cor aue lbe natural e
primitiva, e adquire o brillio e a. frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se torna
denso e a calvicie muitas vezes, posto que nao
em todos os casos neutralizada.
Nao ha nada que pode reformar o cabello
depois dos follioulos estarem dostruidos, e ag
glandes cansadas e idas, mais s* anda reetarem
algunis podem ser salvadas e utilizadas pela
applicacao do Vigor. Libre de essas substancias
dele tenas que turnam niuitus preparacoue t-
genero-tapi nocivas e destructivas ao cabello, o
Vigor somente lhe e beneficia!. Em vea, de
Mijar u cabello e o fazer pegajoso, o conserva
limpo e forte, embellizando o, impedindo a queda
e o tomar-se rugo, e por consequinte previne a
calvicie.
Para use da- toilette r8o ha nada mais dese-
jar ; nao contendo oleo iiem tintura, nio pode
manchar mesmo o inai*,avi> lencoilc cambraiaj
perdura uo cabello, lbe d um lustre, lusurioso,
c um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, necesaario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appressar o effito, envolvendo a barba de noite
com um lengo molhado no Vigor.
ritEPABADO POB
Dr. J. C. AYER & CA Lovvcll, MWi
Estados TJnidoB.
Chimicoi PraeticM e AaalytUe**
VBNDB SK POR
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatiiz n. 72
DE
Loiirentjo Pereira MedesGuimaracs
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender o mais barato que fdr paM:,
saber
CHITAS A 160 E200RS.O C0VAIK).
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que do avaria, a ICO e 200 o covado. Di-
tas.limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-so cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 3U, 0 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A400RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
CQBERTAS l)L CHITAS A 15600.
Vende-se cobertas de chitas de ceros, a
l??600 e 2-5000. Ditas de pello a L?400.
Cobas de cores a 15)200, 25500 e 45500.!
CUALES D LA A 800 RS.
Vende-se chales de la de quadros a 800
rs. e 15000.
Di,tos de merino a 25, 35, 45 o 55000.
CAMBRAIA BRANCA A 35000.
Vende-se pegas de camhraia branca trans-
parentes e tapada, a 35, 35300, 45, 45500,
55 c 65000.
SAI AS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
seuhoras, a 25000 e 25")00.
BO.NETS A 500 RS.
Vende-se bouets pretos de seda para ho-
naeus, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 25, 2550a, 2500o e 45000.
MADAPOLAO A 35000.
Vende-se pecas de madapolo enfestado a
35000. Ditos inglezes para os pregjs de
45, 45500, 55,65000 e75000.
ALGODAO A 35500.
Vende-se pecas do algodao, a 35500, 45,
e 55000.
BRAMANTE A 15000.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 15600, 25 e 25300 o
metro.
GRANDE LIQIDACODE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcao de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cm
eheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, Ja 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, c outros extractos
muito barato.
CORTES DE BRIM DECORES A 15500.
Vende-se cortes de hrim de con* ar.-i
caiga, a 15500 e 2J000.
BOTINAS A 3C000.
Vende-so botinas para senhoras, a 3vMK)
35500, a ellas antes que se acabcin.
ROUPA EEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a lwOOO, -H,
25300, 35000 c 4CO00.
Calcas do casemiras do cores, a 55, G5 t
75000.
Colotes de casemira, a 25, SP5M, C
44^)00.
Palitts de casemira, a 45, 65 e 8-rO00.
Seroulas a 1)9 c 15600.
BRIM DECORES A 440 RS.
Vende-se hrim do toda as coma440
rs. o c 'vado.
LENCOS BRANCOS A 25000 A DIZIA.
Vendo-se a duzia de ku..us HomM,
25000. Ditos com barras de tete a .'(5000.
Ditos do linho a 55000.
TOALHAS A 800 RS.
Vande-se toalhas para rosto, a 80O rs. o
1-rooo.
GHAVATAS DE SEDA PRETA A 100 V,<.
Vonde-so grvalas do toda preUi, a ^j)
rs. cada urna.
CUITAS PABICQBE&TA A 280 ILS.
Vende-se chita para coberta, a 2S0 c MO
rs. o covado.
BONLTS PARA MENINOS A 15500.
Vcnde-sc lonetes pan iiiciiim. j l-:*;>tO.
ESPART1LUQS PARA SOUORA A :;:5o>.
Vendo se espartilhos paia soubora, a
35500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 2*0, 320 ;
400 rs.
POS DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a i.Q
rs., para liquidar.
ESPELUOS A 240 RS.
Vende-se espedios de diversos tamaui.j?,
a240 e 320 rs.
TESOl'RAS A 320 RS.
Vende-se tesourasde diversos tan,...,;. -
a320e500rs., para liquidar, e <..
muitos artigos que se vende barato
quida^o de facturas.
FAZEHDAS PAR ACABAR
Na ra do Crespo n. 20.
LOJA DE
Guherme Cameiro da Ciinha & 6.a
V ende-se
tres cabras (bicho) paridas de pouco, com abun-
dante leite, proprias para criar meninos : tratar
na Capunga, ra da Ventura n. 35.
N
O VI
dade.
Na ra da Santa Ciui n. S6, vende-se urna
escrava de habilidades e com duas crias, tambem
escravas.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercado:
na ra do Mrquez do uliuda n. 51.
A Predilecta, ra la Cabug n. 1 A. acata
de rc.-eber pelo ultimo paquete chepudo da Eu-
ropa, um bello sortimcnin de corpinlios de cm-
brala bordados para senhoras e inciiiiia?. golli-
nhas e punhos tambem borladiM ( r pLmtazia,
saias bordadas, ditas com ntremelos fin HMi -
ras, bonitas calcinhas do diversos Upadla! *
e transparentes para meninas, que Ma
por barato preco.

-
DOS PREMIOS DA
13.'
56
a
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE'PROVINCIAL N. 106, A BENEFICIO DA IGREJA DE S. PEDO MARTYR DE 0L1NDA, EXTRAUIDA EM 30 DE JUNHO DE 1873
I

I
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8
Diario de Pernambuco Ter$a feira 1 de Julho de 1873.

UTTERATURA
Vlage mdico cientfico
Del ttanos, su tratamiento.Mudo de prac-
ticar las operaciones quirrgicas para evi-
tar el ttanos, por el doctor E. Domn-
guez, especialista en enfermedades de los
rganos genitales y urinarios de ambos
sexos, y operaciones por la electricidad, y
por el doctor A. Mascaro, especialista en
enfermedades de ojos.
El ttanos, os no dudarlo, la enferme-
dad, que causa mas victimas en los pases
clidos: ya espontaneo, ya por causa trau-
mtica es el azote do las bellas regiones in-
tertropicales.
Esta enfermedad es la mas terrible, no
solo para el enfermo, que conservando, pol-
lo regular, ntegros, su inteligencia y sen-
tidos se ve morir en medio de sacudidas y
contracciones- violentas y dolorosas sin po-
der ^atsface^ la sed y el hambre ; sino tam-
bin para los asistentes quienes inspira
compasin y horror por la actitud estraa y
estravagmte del paciente, y basta para el
mdico que se ve impotente ante una enfer-
medad en que emplea con desconfianza los
medios hasta hoy los mas aconsejados.
Las operaciones quirrgicas son seguidas
en los climas clidos del mejor resultado,
las heridas llevan una marcha rpida hacia
la curacin. Las complicaciones, en otras
partes comunes, como la infeccin purulen-
ta, la erisipela ete son en aquellos muy ra-
ras ; sin embargo el ttanos hace en (.tos
paises muy peligrosas, operaciones que sin
el serian las mas felices.
En Europa e1 ttanos se presenta epid-
micamente ya en poblaciones enteras ya en
determinados establecimientos de beneficeu-
cia, entonces todas las operaciones que es
posible aplarar, no so ejecutan hasta que las
condiciones especiales que han desarrollado
aquella constitucin mdica pasan.
Pero en estos climas clidos la constitucin
mdica dieba es por decirlo asi constante,
los operados estn siempre bajo la espada de
l'amocles, el terrible azoto amenaza cous-
Uuteuientc los pobres operados. Debe
por lo tanto procurarse en el cambio de me-
dios y procederes en las operaciones evitar
e>te temible enemigo ; cous -guido esto, los
cumas que se consideran hoy en peores con-
diciones serian los mas favorables para la
prctica de las operaciones quirrgicas,
obtenindose entonces estadsticas induda-
blemente tau favorables que serian la admi-
racin do losb ombres de ciencia de alien de
los mares.
Invitamos pues nuestros collegas brasi-
leos en eslu iiucvi ra, que esperamos ser
fecunda en resultados, tanto mas, cuanto
que el impulso que la ciencias mdicas rea-
lizan en la actualidad, apoyado en las natu-
rales, no ha dicho aun la ltima palabra y
mucho tieve que esperar aun de ellas la
medicina.
Bien conocidos son desgraciadamente en
este pas los sntomas del ttanos para que
nos detonamos enumerarlos, lo que por
otra parte me alejara del objeto principal
que nos proponemos a saber: sobre los
medios quo deben emplearse, ya como m-
todo curativo, cuando se trata del ttanos
desarrollado, ya del mtodo profilctico 6
preventivo qu debe emplearse en las opera-
ciones quirrgicas para prevenir evitar su
presentacin.
Sin embargo no puedemos menos de re-
cordar por lo quo hace pr^-osiio,
que aumiue la mayor parte de los enfermos
Je leanos mueren los pocos das del en
que invadi la enfermedad y algunos en
menos de 2i horas, no mueren por causa del
ttanos, sino por complicaciones acarreadas
por este mal, las quo evitadas combatidas
no impediran que el siguiese su marcha
natural, pudiendo ser entre tanto combatido
y hasta terminar favorablemente, recurridos
todos sus periodos. No mo referimos en
esto la falta de alimentos y bebidas, pues
aunque el enfermo no pueda tragar, es posi-
ble suministrarlo de tal manera que durante
el penlo normal del ttanos, que es de 25
30 dias no muera de inanicin. Hacemos
relacin la falta de entrada de aire en los
pulmones, la asfixia, que es la que casi
constantemente causa la muerte.
La extacion de los nervios motores pro-
duce contracciones tetnicas con predominio
de tales cuales grupos musculares. Estas
contracciones tnicas con grandes intervalos
de remisin en un principio, permiten reposo
y tranquilidad al enfermo, y veces basta
hacen concebir falaces esperanzas al mdico.
Nuevos y frecuentes accesos se repiten, la
commocion nerviosa producida por las con-
tracciones dolorosas y los efectos de un tra-
bajo muscular escesivo se hacen sentir, la
piel se pone caliente un abundante sudor
baa la piel del enfermo; las funciones de
oxidacin se verifican con gran actividad, y
como las sustancias oxidables, (alimentos y
bebidas] son ya difciles para el enfermo
per la contraccin espasmodica de los mus-
culos de la faringe, la grasa del cuerpo se
consume, los ojos se hunden, el enfermo
emmagrece rpidamente.
La afeccin aumenta en intensidad, los
msculos cuyo funcionamento es necesario
para las funciones de la respiracin, ya in-
teresados, aumenta : la sangre venosa que
llega de todo el organismo para recibir la
benfica influencia de la hematosis no se
pone cu contacto con el oxigenono se ve-
rica la combustin vitalla sangre se satura
de acido carbnico, y en una palabra se
presentan los sntomas de envenamiento len-
to por aquel gas, los sntomas de asfixia tan
conocidos dominan el cuadro morboso. El
enfermo muere y muere asfixiado. Quizs
combatida la asfixia, la enfermedad siguien-
do su curso natural llegase una felis ter-
minacin. Yo abrigo la esperanza que com
batida la asfixia en el ttanos el mayor n-
moro de enfermos curara.
Ahora bien como obran las contracciones
tnicas de los msculos respiratorios para
dificultar impedir la respiracin? Atri-
bulse hasta ahora los msculos respira-
torios que elevan y deprimen las costillas y
al diafragma. No negar que en algunos
casos exista una contraccin tal de estos
msculos, que inmovilisen por completo el
trax, pero en la generalidad de los casos,
aunque estos msculos se hallen afectados
no llegan al punto de impedir esta funcin ;
la contraccin de los msculos de la laringe
son los que producen la asfixia que mata al
enfermo.
Para llenar esta indicacin vital no queda
Otro recurso, fracasado ya l tratamiento
mdico, quo facilitar la entrada del aire en
eltoraxpracticar la tratjueotomia.
A esto se objetar':
El envenamiento por el acido carbnico,
efecto de la asfixia, do obra relajando los
tos practicados en los animales vivos deca-
D&pendo a asfixia en primer trmino de pitados nos demuestra que el asiento del
msculos y por lo tanto evitndola?
Depende la asfixia en primer ten
la contraccin tetnica de ios msculos de la mal es la medula 'espinal.
aringe ? La autopsia no demuestra ninguna altera-
l'na vez practicada la operacin la asfixia cion de la medula; la luperemia en rela-
no continuar ? cion consecutiva la oscitacin,"presumi-
Y por ltimo, no es imprudente en un en- ble durante la vida desaparece con la
fermo que le ha sobrevenido el ttanos por muerte.
una herida, producir otra que coadyuve al Esto lejos de ser una razn contraria,
efecto pernicioso do la primera ? demuestra mas el aserto anterior ; en efec-
En efecto, en el asma se observa, que la touna medula Iterada y destruida nopue-
dificultad misma de la respiracin llevada de producir impulsos motuces por el con-
un grado elevado, carga la sangre de acido trario las alteraciones anatmicas que dan
carbnico, cuya accin se manifiesta por la lugar estas contracciones son siempre ina-
rclajacion de fas fibras que constraidas dfi- preciables al axanien anatomo-patologco.
cuitaban el paso del aire por los bronquios En el ttanos, au un principio, la menor
penetrando este fcilmente concluye el ac-. impresin obrando sobre las espansioiies
ceso. En el croup, laringies pseuio- terminales do los nervios sensitivos provoca
membranosa las falsas membranas inter- contracciones; cada "vez estas se pro lucen
puestas entre la mucosa que reviste los mus- por impresiones menores, y llega des pues
culos ti ro-asilenoideos, obstruye mecnica- el momento en que la excitabilidad motor,
mente el paso del aire, los mayores esfuerses de l medula es tau grande que las contrac-
por parte del enfermo son intiles para
vencer el obstculo ; cuando la asfixia llega
un grado elevado, los msculos se relajan
algn tanto, la respiracin no es tan difcil,,
pero los trastornos sobrevenidos son tales
que la vida os imposible. Aun cuando una
cosa anloga sucediese en el ttanos la com-
paracin no es muy lisongera, pero hay mas,
esc perodo do relajamiento de los msculos
no llaga en el tlanos, llega mucho mas
tarde, cuando ya' su inflencia es ineficaz ; lo
que por otra parte so comprende bien pues
la accin nerviosa en los casos anteriores es
normal y en este esta muy extada ; y un
agente cualquiera capaz de obrar en un ner-
vio en estado fisiolgico necesitara una in-
tensidad iucompari.bleinente mayor para
producir el mismo efecto en un estado tal de
exitabilidad.
Una observacin detallada nos permite
siempre diagnosticar cuando la asfixia '.iene
lugar por un obstculo en la laringe, en
este caso, y en el momento de la inspiracin,
el aire esterior hunde los espacios intercos-
tales y supraclaviculares, el vientre en sus
regiones superiores se deprime, todos los te-
jidos dislocables tienden oeupar el vacio
que se forma con la dilatacin del trax.
.Nada du esto tieno lugar cuando la contrac-
cin tetnica de los msculos que presiden
los movimientos de la respiracin tiene lu-
gar, entonces el trax permanece rgido.
Practicada la operacin, la respiracin
tiene lugar pesar de cierta rigidez de los
msculos respiratorias, complebandose en
los momentos intervalos de reposo.
Sobreviniendo el ttanos consecuencia
de una herida, parece imprudente practicar
otra, puesto que seria reproducir la causa
que acarre aquella complicacin. En este
caso dejar abandonado al enfermo una
muerto segura practicar una operacin,
una herida de la misma ndole tl la que
caus tamao mal. Ademas, la traqueoto-
ma en un adulto es una operacin grave
pues la hemorragia debida al corte necesa-
rio de gruesos y numerosos vasos del cuer-
po tiroides es importante, mucho masen un
estado de congestin venosa considerable
como existo cuando se recurro la opera-
cin.
Si pudiramos dar entrada al aire sin los
peligros quo enumeramos seria un gran paso
en el tratamiento de esta terrible afecciou.
Esto se consigue practicando la operacin
de la traqueotomia per medio de la Galvano-
caustia.
La electricidad quo tanto ha contribuido
al mielan tn social en todos los ramo ncsia
la medicina grandes recursos para el tra-
tamiento de las enfermidadesdesgraciada-
mente poco conocidos y por lo tanto mal
cnpleados.
En efecto la operacin practicada por este
proceder evita la perdida do sangre muy pe-
ligrosa en tales circunstancias, y produce
una herida que por su naturaleza no predis-
pone al ttanos.
Quien haya leido las anteriores lincas,
quizs crea las ideas en ellas emitidas, hijas
de una imaginacin, que deseosa de hallar
remedio para una dolencia se lanza al cam-
po de las conjeturas : lejos de eso, no son
ideas preconcebidas, que han de encontar
su confirmacin su decepcin en lo futuro,
son hechos realizados, adquisiciones de la
ciencia contempornea.
No ha muchos meses reinaba en Paris,
en el Hospital Sariboisier una epidemia do
ltahos. Todos los operados, salvas rar-
simas escepgiones eran atacados. El Do-
ctor Verneil encargado de la vsitt, veio
morir sus enfermos unos tras otros, obser-
vaba que moran por asfixia, dubaba sin
embargo practicar la traqueotomia ; la idea
de poder hacer la operacin por la Galva-
nocaustia le animo Da primera fu prac-
ticada en una muger, que h bia sufrido la
estrpacion de una mama. El xito fu
completo ; un segundo en'ermo fu operado
los pocos dias, la disnea ces inmediata-
mente. A su i sahida de Paris la primera
enferma estaba curada ; el segundo segua
bien.
Esto con referencia al tratamiento del
accidente sintoma asfixia ; com res-
pecto al tratamiento del ttanos me permi-
tir decir, aunque mu Jj por encima, das
palabras.
Las sangras, los sudorficos, los evacuan-
tes son intiles seno perjudiciales, pues de-
bilitan considerablemente al enfermo, y solo
pueden convenir en algunas circunstancias,
pero nunca como tratamiento principal
ciones son espontaneas. Los primeros fe-
nmenos morbosos de contraccin son pues
de la naturaleza de los actos reflejos.
Que causa ha obrado determinando esta
alteracin de la medula ?
Un estado particular del organismo pro-
vocado por la herida obrando como causa
predisponente, y la brusca impresin des-
cendente de temperatura como causa deter-
minante, es un hecho do observacin, pero
que no indica como obra produciendo esta
y no otro estado morboso.
Consistiendo pues el ttanos en un estado
morboso, en el que la medula espinal es o
asiento de una escitabilidad anormal muy
exageraba, por mas quo no pueda descubrirse
ni conocerse con precizion la patogenia,
debemos para su tratamiento emplear aquel-
los remedios que tengan una accione evi-
dent, palm ria sobre l medula, desmi-
nuyendo su exiiabildad y cambiando sus
condiciones hiologicas. El tratamiento sin-
tomtico es indispensable y apremiante
cuando se trata de llenar indicaciones vitales
y el nico posible en otros eu que no cono-
cemos remedios quo obren directamente com-
batiendo la enfermedad, pero siempre cuando
hay agentes teraputicos do accin directa y
conveniente sobre el rgano enfermo, la
indicacin es mas racional mas filosfica y
el result do mas satisfactorio.
Solo conocemos un medio de accin real
y no dudosa que obre calmando las exita-
ciones de la* medula espinal; este medio.es
la Galuanoterapia la aplicacin metdica
y conveniente de las corrientes continuas.
Este medio es poco empleado en la prac-
tica y hasta poco conocido : es verdad que
los hechos palpables, que han tenido lugar
en Alemania y ltimamente en Francia nos
hacen preveer que poonto se generalisar este
poderozo recurso, si bien es cierto, que el
precio elevado de los aparatos y lo engor-
rozo de su manejo hacen la aplicacin di-
fcil.
Modo de practicar las operaciones qui-
rrgicas para evitar el ttanos. -
El ttanos se presenta con frecuencia co-
mo accidente complicacin de las heridas
producidas por instrumentos cortantes, pun-
zantes etc ; este es un hecho incuestiona-
ble.
El ttanos no se presenta en ulceras or-
dinarias producidas por una diatezis vicio
de la sangre, ni en las producidas por los
custicos, v. g. la potasa caustica, la cal
viva, los cidos ntrico, sulfrico etc, y.si
acaso ser tan pocas veoes que hay justo
motivo para r.raor que es um caso de
ttanos espontaneo, como pudiera presen-
tarse en cualquier Otro individuo vent,. Ae,
estas afecciones.
Son innumerables las operaciones que se
pueden practicar y se practican en la actua-
lidad, habiendo nozoteos ejecutado muchas,
en que la accin no es por medio del ins-
trumento cortante, sino por un mecanismo
que produce una ulcera en igualdad de
condiciones las que antes hemos indicado.
En una palabra, se pratic? la operacin
sin esposicon al ttanos, pues segn hemos
anunciado no se presenta como complica-
cin en tales circunstancias.
El procedimiento que me refiero es la
Galvanocautsia.
Puestas convenientemente los dos seforos
de una pila de corriente continua y entre
ellos una porcin, de tejidos orgnicos, nor-
mal pata lgica, pasado cierto tiempo, la
sustancia interpuesta ha sido destruida ; la
accin de la pila ha descompuesto dichos
tejidos dirigiendo, un pobo los cidos y
otro los lcalis, los que han destruido la
materia orgnica combinndose N qumica-
mente con ella.
Otras veces el bistur es sustituido por
medio de instrumentos de platino, puestos
en comunicacin con la pila : en estos casos
el proceder es mas rpido que en el anterior
y la herida esta tambin en condiciones
convenientes para la no presentacin del
ttanos ; pues no es instrumento cortante
punrante dislacerante el que la ha produ-
cido. Los hachos pasados en Paris en la
ultima epidemia de ttanos lo prueban.
Creemos sin embargo que para admitir
este proceder como una adquisicin definiti-
va de la ciencia deben repetirse los hechos,
practicarse las diversas operaciones suscep-
tibles de hacerse pores os procedimientos en
diferentes circunstancias y variadas condi-
ciones.
Las operaciones practicadas de esta manera
tienen la ventaja de evitar las perdidas de
esclusvo de la dolencia; los narcticos 'sangr y ser aplicables en caaos en que el
calmantes, si han de producir algn efecto, empleo del bistur es imposible muy pe-
han de llevarse una doses tan considera- ligroso.
ble que pueden ser muy peligrosos, lo que Estos procederes son particularmente apli-
aun estara justificado, vista la gravedad del cables: parala estirpacion de umores, de
mal, si la esperencia hubiese demostrado la lingua, plipos, navi materni, hemorroi-
su eficacia. La anestesia cloroforraica, co- des, testculos, varee} y en general las esci-
veniente para momentos dados, es de un siones que se han de practicar en cavidades
efecto marcado, pero no puede instituirse' que comuniquen con el esterior como en la
como tratamiento de la dolencia. El hi-|nariz, vagina, ano; en las afecciones dla
drato de doral grandes doses da lugar i matriz, en las estrechecesj[de la uretra ; para
la resolucin y adormece la exitabilidad del seccionar el pedculo en la ovariotomiaetc.
sistema en general ; este es un escalente]
medio que debe usarse con constancia
valenta.
I
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPUTADOS.
Mas que de estos medios debo ou nuestro (
concepto esperarse de aquellos que obrando,
directamente sobre el rgano enfermo, pro- discurso proferido pelo sr. dr. gusmAo lo-
ducn en el uua modificacin profunda j' bo iu sessAo de 26 de maio de 1873.
evidente : roe refiero las corrientes con- (Continuaco.)
tinuas aplicadas la colunna vertebral. Convenho, j o disse, que a reforma ju-
Prejurgado el aiento del mal, natural diciaria pode ter e tem deleitas, alguns dos
parece demostralo y decir lo poco que en la q"aes j o tempo se encarregou de por em
ciencia hay se sabe cerca dela)patogenia, revelo. -
para comprender mejor como obra el agen- O Sr. Florencio de Abreu :Ficou a
te que acabamos de citar. mesma accumulago da polica com a jus-
El cuadro sintomatologico de l enferme- tiga.
dad que nos oceupa filoiente interpretado O Sr. Gusmao Lobo :Se m' nao impe-
ra con arreglo los conocimientos de sio- disse a estroiteza de tempo, eu no deixaria
logia patolgica, ya con relacin otras en- este assumpto sem indicar alguns desses de-
fermedades espontaneas producidas por feitos que o tempo e a experiencia corrigi-
venenos, ya por ultimo, por las esperimen- rfio, demonstrando-os.
O que se quereria ? Urna obra que en-
tende com interesses lao elevados nao sabe
apparelhada da cabeca do mais eminente es-
tadista como Pallas da cabera de Jpiter.
(Muito bem.)
O Sr. Florencio de Abreu : Mas essas
ideas esta vam debatidas, discutidas ha muito
tempo.
O Sr. Gusmao Lobo :Em, muitos pon-
tos capitaes o acto de 20 de setembro de
1871 provideuciou de um modo rreprehen-
sivel.
O Sr. Florencio de Abreu : -Nao pens
eu assim.
0 Sr. GusmAo Lobo:Reforio-se o nobre
deputado humanitaria reforma do elemen-
to servil, honrosissimo monumento que ha
de attestar s gerages vindouras o amor da
gerago actual pola causa da liberdade
(apoiados), padro de honra do partid > con-
servador (apoiados; muito bem), titu-
lo que ha de recommendar posteridade
o patritico gabinete de 7 de margo. (Apoia-
dos.)
0 nobre deputado, que nao pule ignorar
quantas resistencias, qu.iiitas dilliculdades
foi preciso vencer para traduzir em tei essa
gran le aspralo do paiz ; quanto foi pre-
ciso lutar, quao nobre o patriticos esforgos
foi preciso despender para fazer triumphar
o generoso principio que o monumento le-
gislativo de '28 de setembro de 1871 encer-
r : reconbeceiido como a justiga manda
reconhecer que essa resistencias represen-
tavam grandes interesses sobresaltados no
momento por pongos exagerados, nao pode
ver nessa reforma um passu tmido
Foi incompleto, disse o nobre deputado.
Foi deficiente. Foi Ilusorio.
Np Jevendp, por mais de urna razo que
a cantara comprehender reabrir urna dis-
cusso linda, contento-mo em recordar ao
nobre deputado que desde 28 de setembro
de 1871 nao nasce um escravo no Brasil. O
que isto quer dizer, senhe-res, a institugo
servil ferida por urna base, a fonte de um
grave mal social estancada. Pode ser con-
testa 'a a oxeellenea, a importancia social e
poltica de to generosa me I ida 1
E' certo que o homem escravo ainda
urna triste o odiosa excepgao ao rgimen de
liberdade em quo vivemos ; dolorosamen-
te verdade que o termo dos nobres esforcos
que motivaram o grando acto de 28 do se-
tembro ainda urna esperanza, um proble-
ma abandonado ao tempo e acgo lenta de
meios indirectos ; nao um facto com quo
a nossa civilisago e a nossa poca tenham
desde j o direito de orgulhar-se ; mas esta
suprema aspirado nao entende com eleva-
dos interesses em que nao se poderia tocar
sem grande abalo e profundo estremecimen-
to da sociedade ?
As condicoes da fortuna publica e da for-
tuna particular, o respeito propriedade, a
organisago do trabalho, o estado moral e
intellectual do paiz, todo este conjuncto de
circumslaucias nao suscitaran! oulras tantas
objeccoes, qual dellas mais grave, outras
tantas resistencias, para que o ousado im-
pulso de 1871 podesse chegar s suas ulti-
mas e naturaes consequencias (Apoiados
e muito bem.)
0 Sn. Florencio de Aureu -.Mas era
preciso nao decretar o imprevisto.
0 Sr. GusmAo Lobo : -A reforma do ele-
mento servil foi largamente discutida, debi-
damente examinada pelos orgos mais dis-
tinctos dos nossos partidos, na tribuna, na
imprensa, por todos os meios de publicida-
de ; mas por nenhum documento, desses
que valem um programma poltico, esso ge-
neroso partido, que o nobre deputado chama
da acgo e do movimento, ueclarou julgar
opportuna, inadiavel, urna medida que, an-
ticipando se ao tempo, coroasse o impulso
patritico de 1871. (Muito bem, muito
bem.)
Nao conhego, Sr. presidente, um docu-
mento poltico em que esta opinio do par-
tido liberal tenha sido definida de um modo
to claro e distincto como a tamanho assump-
to convinha.
0 Sr. Florencio de Abreu :Veja as
fallas do throno do gabinete liberal.
0 Su. GusmAo Lobo :Neuhuma destas
pegas ministeriaes accentuou, que eu saiba,
o alcance da reforma de inaneira a deixar
entrever como um pensamento resolvido o
que, jmente agora, se define como nobre
ambicio do partido liberal. (Muitos apoia-
dos o apartes.)
Essa reforma, Sr. presidente, que nao foi
urna reforma poltica, mas profundamente
social, do mais elevado alcance para o pre-
sente e para o futuro da sociedade brasileira,
(apoiados)...
OSr. Florencio de Abrei*:Mas in-
completissima.
0 Sr. GusmAo Lobo s... nao foi, to-
dos o sentem, to completa como pudera de-
sojar quem foi educado no amor da liberda-
dade ; mas tanto quanto era compativel com
o estado do paiz, tanto quanto permettiam
as condicoes econmicas de urna grande na-
go, opulentada sim de recursos, mas que
no homem escravo recebeu um presente fu-
nesto ao seu idesenvolvimento, a lei de 28
de setembro procurou corresponder mais
justa e a mais santa das aspirar oes nacionaes.
(Apoiados,)
0 Sr. Florencio de Abreu :Nao corres-
ponde.
0 Sr. Bai.bi.no da Cunha :Pois nao 1
Realisou a mais sublime aspiracao de um
povo.
0 Sr. GusmAo Lobo :Pede a lealdade
que o nobre deputado pelo Rio-Grande do
Sul faga urna vez justiga a esta situago e aos
homens que a servem com to raro patrio-
tismo.
O Sr. Cardoso Jnior :Apoiado.
0 Sr. Gusmao Lobo:Creio tanto na Sn-
ceridade das convieges do nobre deputado,
no seu profundo amor da liberdade, que
nao temo ser contestado por S. Exc. ao as-
segurar que, como quer que se deva julgar
do mrito dos dous actos de reforma, em
todo o caso irrecusavel que a passagem do
partido conservador pelo poder nao tem sido
estril (apoiados), antes tem produzido reaes
a importantes fructos em bem das liberda-
des publicas. (Apoiados.)
0 Sr. Cardoso Jnior : Opaiz o reco-
nhece.
0 Sr. Gusmao Lobo :Reformas nao sao
a obra de um da ; ellas nao podem irrom-
per to completas e ajustadas do espirito de
um pensador que o tempo nao tenha de
trazer-lhes modificages e retoques pelos avi-
sos da experiencia. Nao podiam escapar a
esta regra ns reformas realisadas sob o do-
minio conservador. Mas sejamos justo* que
a justiga nao incompalive com a polti-
ca ; os dous actos a que o. uobre deputado
se referi assignalariam honrosamnente a
passagem de qualqer partido na direcgo
da sociedade.
So fosse preciso, Sr. presidente, exhibir
urna nova prova do sincero amor do gabi-
nete de 7 de margo pelo bem entendido pro-
gresso das insttuigoes, te-la-hiamos irrecu-
savel nos d jus projectos submettidas atteu-
go do parlamento : e da reorganisago da
guarda nacional e o da reforma elei to-
ral.
Um como o oulro, diz o nobre deputa
do, nao correspondem s aspiragoes do
paiz.
Nao occasio propria para discutir com
a largueza que meroceiu assumptosde tama-
ita gravidade, e o nobre deputado o reco-
nhcccu ao assegurar que nao arriscara so-
bre cada um desses projectos seno aprecia-
ges muito superticiaes.
O rgimen da lei de 19 de setembro de
1850, a que esi submettida a guarda na-
cional, evidentemente acabou o seu tempo,
como o da lei de 3 de dozembro de 1841
tinlia acabado o seu ; como todo o rgimen,
elle nao poda ir alm do termo quo s as
circumslaucias, o nao as previsoes, tem o se-
gredo de fixar.
Era chegada a occasio de libertar o ci-
dado braeileiro das severidades desnecvssa-
rias, das frivolas formalidades, dos mus po-
sadsimos que lhe acorrentavam a liberda-
de e o entregavam de pes e mos atados o
arbitrio de todos os governos e de seus de-
legados. O grito de reforma da guarda na-
cional tinha ecboado bastante no paiz par.
que o governo, interprete da opinio nacio-
nal, se consociasee com o parlamento p r
alten 1er a este justo reclamo. A resposta of-
ferecida ao poder legislativo pelo gabineto 7
de margo corresponde mauifeslamento u
esta aspiracao do espirito publico. (Apoia-
tos.) ,
l.igwiras modificages, disse o nobre depu-
tado, distinguirn! o novo do velh re-
gime.
Basta confrontar, Sr. presidente-, os dous
actos para que resalte ao espirito a injusliga
deste copeante ; a guarda nacional era e
sujeita a servigos UiteiranKiitc estraohos
sua missio, a servigos de ordem policial, a
servigo de destacamento, de corpos desta-
cados, a todas as severidades do servigo or-
diuario e exti aordinario.
A proposta submettida sabedoria do
parlamento exime a guarda nacional a todo
o servigo, obrigando-a apenas a urna reuuio
animal, e anda ; ssm esla -jbrigago nao
imposta staio classe Activa. Assim Sr.
presidente, que sein destruir um elemento
de defeza e de segurai.ga, de que o paiz nao
poderia prescindir em quadra excepcional,
ficar o cidado perfeitamenre isendo aos
rigores que boje fazem odiosa esta insti-
tugo.
Sem discutir, Sr. presidente, a conveni-
encia da aboligo da guarda nacional, ideal
que o nobre deputado attribe ao seu gene-
roso partido, direi, muito de passagem,
quo esta medida viria offender a principios
reguladores da ordem social...
O Sr. Florencio de Abreu : Nao
apoiado. T
O Sr. GUbdl& Lobo :... viria encon-
trar interesses de grande vulto, e uo seria
menor d'entre ellos desperdigar um recurso
sempre prompto e de que o paiz tem colin-
do os mais iuestimaveis resultados nos mo-
mentos supremos da defeza da honra nacio-
nal e dos grandes interesses que Iba andam
associados.
No momento, Sr. presidente, .em que a
guarda nacional escrevou urna brilhante pa-
gina de civismo, devotando-se a todos os
rigores de urna campanha longiqua em que
deixou inexcediveis padres de patriotismo,
poder-se-bia sem grande imprevidencia de
cretar a extinego desta nobre milicia
cidada ?
0 Su. Florencio de Abreu:Como um
premio a to grandes servigos dever-se-hia
acabar com o vexame quo soffrem os ci
dados.
0 Sr. Gusmao Lobo : Convenho que,
eomo um premio a este nobre servigo, seja
libertado o cidado dos vexames da guarda
nacional.
Mas se a proposta corresponde perfeita
mente a este iim, se pelo novo regimon o
cidado bn. iileiro va ficar perfeitamente
sentado de todo servigo ordinario, apenas
obrigado a urna reuuio de auno a anuo,
nao sei a que grande resultado conduziria
a extineg o dessa milicia que est pos
hbitos do paiz o tanto interessa sua se-
gura nga.
0 Sr. Florencio de Abreu : Isso
illusorio.
- 0 Sr. Gusmao Lobo :Destruidos como
ficam todos os lagos de dependencia c subor-
dinago do amigo rgimen, como se poder
ver urna promessa Ilusoria no systeina da
proposta ?
Desobrigado do todo o servigo, conseguin-
temeote de toda a disciplina, como so pode-
r exercer essa influencia com que o nobre
deputado so apavora ?
A organisago planeada pela proposta
em nada podo prestar-se ao abuso.de influ-
encias indevda de que possam vir a arre-
ceiar-se a liberdade e independencia do
mais obscuro e desprotegido cidado.
0 Sr. Florencio de Abreu :- Ha sem-
pre o justo receio por parte do guarda na-
cional de que o commandante vingue-se de
qualqer acto seu que nao lhe seja agra-
davel.
0 Sr. GusmAo Lobo s Ser um vo
receio. 0 quo tem que ver o mais humilde
cidado com o homem enfaixado de insig-
nias, desde que nao lhe dem as dragonas o
direito de punir, de chamar a servigo, de
exercer qualqer acto desta natureza ? Im-
possivel cono a dependencia do simples
soldado para o mais graduado official, re-
guladas pela lei as relages de um para ou
tro, fica apartado o perigo com que scisma
o nobre deputado pelo Rio Grande do
Sul.
Se o nobre deputado se refere aquellos
que, a falta de instruego, a infelizmente os
ha em grande numero no interior do paiz,
nao possam comprenhender a isengo que
Ihes concedida, cumpre reconhecer que
outro o remedio, e seria ao mesmo tempo
o remedio a muitos males e vicios sociaes.
E' escusado indica-lo.
0 nobre deputado fez grave reparo em
preestabelecer a proposta um rgimen
Sarte para a guarda nacional da fronteira.
o quer S. Exc, que lauto conheee urna
parte das fronteiras do imperio, reconhecer
3ue sao razos de elevado alcance, interesses
e grande vulto os que influem para que
a guarda nacional dessa parte do territorio
brasileiro seja submettida a um rgimen de
excepgao. E' preciso recordar ao nobre
deputado pelo Rio Grande do Sul que at
a administrago da justiga sujeita nos
fronteiras a um rgimen especial, sendo
attribuido o julgatuento de crim.es, que
segundo o direito comraum, compete ao
jury, jurisdiegao excepcional creada pela
lei de 2 de julho de 185t ?
O Sr. Florencio dr Abreu : E' um
dos malas contra que a le deva reclamar.
0 Sr. Gusmao Lobo : Sem defender a
razo de ser a lei de 1850, indico o tacto
para mostrar ao nobre deputado que desde
muito tem -si- recouhecido a conveniencia de
subordinar a coudiges especiaos a admi-
nistrago de cortos interesses as fronteiras.
Em 23 anuos, que tantos tem de existen-
cia a lei ilo 1850, ainda nao so formulou
contra ella urna reclamagao em termos im-
periosos, ainda nao se elevou urna queixa
contra a excepgao por ella consagrada i
ordem das competencias. Sabe-se, entre-
tanto, que em regra geral, de mo aviso
attribuir o julgainento de criines communs
a jurisdiges excepcional ou privativas.
O |ue pode ser visto como um desvio dos
priucipios geralmeute accitos, encontra
militas vezes a sua raza de seren conside-
ragoes de ordem superior.
Sr. presidente, se o nobre deputado foi
severo com relago proposta d goarda
nacional, foi severissimo com relago ao
projecto de reforma eleitoral, apresentodo
pelo honrado Sr. ministro do imperio.
Observou o uobre deputado que o projec-
to apena* encerra modificages de mais ou
menos valor ao processo eleitoral, deinodo
em vigor todas a dependencias do inelhor
s-ystema, que ahi fteam para violentar a
hvre manifestago da vtmiado popular.
Basta conhecer em sen complexo o plano
il reforma que pemW oeste momento do
e*MOe de una cominissoespecial, para ve
que elle se revela penetrado de um genjiepso
p'Tistm'-iiio, quul e o de cercar a liberdade
individual de eUirassissinias garantas em
sua manifestarn nos nmiios eleitoraes.
As- cautelosas providencin e^ue o projecto
encerr-. drzem bem da smceridade de vistas
com que o governo imperial procura reme-
diar ui estado de cousa analo, lainenta-
vel, imijossivel de perdurar.
Nao era e nao esta reforma, Sr. presi-
dente, a aspiracao de um partido, mas a de
todos os partidos, a dw lodos os sincero*
amigos do-sysiema representativo, estffve-
dadeiro ideal das sociedades modernas.
Nao ha discutir quo o projocto consagra
ideas das mais adiautadas eui materia efiei-
torul. U. Bina debas a representado das
minoras, grave problema que faz es nosso
tempo a vofto do mundo e Iraduz a aspi-
rago de Ilustres pensadores, de quebrar a
omnipoteecia das maiorias, penuitlmdo aos
partidos unn representago proporcional
sua forga numrica, e a todas a opinies
um direito de manifestago equivalente
sua influencia. O supremo direito das mi-
noras de se fazerein maiorias, por este
modo dotado de um novo meio de desen-
volvimenlo.
.Miando, Sr. presidente, providencias d*
outra natureza uo estivessem consignadas
no projecto para attestar a probidade poli-
tica que o inspirou [muito bem}, s a idea
da representago das minoras o attestaria
de modo irrecusavelmente persuasivo.
0 Sr. Maktinuo Campos : Nao ser
urna realidade.....
0 Sr. Gusmao Lobo : Como uo ser
urna reali iade 1
0 Sr. Martinuo Campos :Ve-lo-horoos
na discusso.
0 Sr. GusmAo Lobo :Para mim, como
para todos os nossos partidos, que nesle
[konto sinto em accordo, seria sorpreza
muito desagradavel que o nobre deputado
por .Minas nos convencesse de que a repre-
sentagik das minoras vai ser knpralicavel.
A lei nao feita para ser inexecutada ou in-
fielmente executada ; se o projecto acautela
con ven i en temen te...
O Su. Florenuio de Abreu d um
aparte.
0 Sr. GusmAo Lobo :Observa-me o
nobre deputado pelo Rio-Grande do Sul
que o plano do reforma iucomprehensi-
vel. Nao impossivel, Sr. presidente, an-
tes me inclino a acreditar que smente a
falta de estudo e de exame paciente do no-
vo syslema desenvolvido no projecto raoti-
vasse queixas amargas que comegam a ter
echo na tribuua parlamentar; mas, quan-
do este syslema for conhecido em seu me-
canismo que nada tem de impraticavel,
ver-se-ha sem esforgo que nao s a vonta-
de nacional vai ser dolada com as deseja-
veis condieges de livre manifestago, como
que a todas as opinies do urna certa in-
liuencia, cabera o direito de urna represen-
tago proporcional na vida poltica. Re
conhecer-se-ha entao que o projecto corres-
ponda verdadeiras aspiragoes nacionaes.
0 Sr. Florencio de Abreu :Nao
apoiado.
O Sr. GusmAo Lobo iO nobre depu-
tado representante distincto da opinio li-
beral, nao podia deixar de invocar a objec-
go hrcules, ensaiada contra toda tentati-
va de reforma dos costumos eleitoraes que
nao pede eleigo directa o seu primen. >
argumento.
Nao despenderei tempo a demonstrar que
o syslema programmatisado pelo partido
liberal, e preconisado como a ultima pala-
vra sobre a reforma eleitoral entende com a
constituigo poltica do imperio; a discus-
so, que seria aqu inopporluua, vira mos
tra-lo de modo irrecusavel.
Esta nao seria entretanto, Sr. presidente,
urna objeceo i n venc val para o meu espi-
rito e para as iniuhas convieges polticas,
porque nao pens que as conslituiges,
ainda as que mais se recorametidam ao
amor nacional, devam ser to escrupulosa-
mente veneradas que nao possa ser aconse-
jado o retoque de alguma de suas disposi-
ges que a correte das ideas, o movimen-
to dos interesses, os avangos do tempo te-
nham feito iucompativel com o progresso
dos costumes pblicos. (Apoiados).
Antes creio, esta urna das grandes
virtudes que recoqbego em nossa lei funda-
mental,' que urna constituigo de ve ser,
primeiro que ludo, llexivel de maneira que,
sem estremecimento das instituigoes funda-
mentaos, possa a adaptar-se ao natural des-
envolvimenlo das ideas, nunca elevando-se
como obstculo ao progresso lento e refloc-
tido do espirito publico. ( Apoiados).
Nao portanto, na razo de inconstitu-
cionalidade que me aconselho para prouun-
ciar-me contra o systeuiu da eleigo di-
recta.
Est, porventura, neste nico syslema o
segredo da regenerago do syslema repre-
sentativo ?
(Continuar-e-ha).
TYP DO DLUUO- A DUtfl'E DE CAIl
I




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