Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12972


This item is only available as the following downloads:


Full Text
^
AiVAO XL1X. NUMERO 147
- ^
PARA A CAPITAL E 1AGIBES OXDB KftO 8E PAGA PORTE.
*or tres mezes adiantados .'............... 63000
**or seis ditos idein..........- ........ 12C000
Por uin anno idero.............\ 14&000
4>ada numero avulso -............ 320
DOMINGO 29 DE JIMIO DE 1873.
PARA ESTRO E lOHA DA
Por tres mezes adiantados..........
Por seis ditos dem............
Por note ditos idem ...........
Por um anno idein............
rotiitcia.
I9TM
OW50
17*000
DIARIO DE PEMA
PROPRIEDADE DE HANOEL EICUHHOA DE FARJA & FILHOS.
i no Cear; .
Os Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para; Goncaves d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jos de Oliveira d Pilho, no Cear ;| Ai*Ko de LerM Braja, no Aracatj ; Joao .ria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silra, no Ratol; Joo5 Jur.
Pereira d'Almeida, em Hamanguape ; Augusto Gomes da Suva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Ptaha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Naxareth;
Antonio Ferreira do Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagas ij JUves d C., na Babia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAl.
-
Uluiwtero da lusi-mlu.
KXl'KDIRNTK UK 10 Di MAIO DK 1873
Circular n. 13 s thesourarias, declarando, de
acardn com a ordem expedida aesta data da
provincia do Amazonas, <|ue n 10 necessario sub-
metieren] approvaeao das presidencias as nomea-
*os i|ue fuerera, de esrrivaes das mesas de reii-
.1 i^ e collectorias sol) sua juiisdlcMo ; visto ser
eM acto da exclusiva competencia da- ditas llie
*ourarias, como se deduz da doutriua do art. 2",
2 do decreto n. i,6M de 21 de dezembm de 1'870.
- 18 -
Circular u. II s thesourarias, n-metiendo,'para
seu conheciineuto e devida execucao na parle que
fr aoplicavcl as repartires sob sua junsdiccao,
a copia do aviso ne-la data expedido directora
eral da cont;ibilidade. solvendo afumas duvidas
relativas a execuejjo do decreto n. 5,2'to de 5 de
abril prximo passado.
Aviso a que se refere a circular cima.
Scelo -Mmislerio dos negocios da fazeuda.
Kio de Janeiro 13 de nai de 1873.
A 3" contadura do tbesouro nacional, em sua
representen de 14 de abril prjximj passado,
propoz as soguintcs duvidas :
1.* Se os addidos que exisliain, e passaram
para o qnadm dos em pregados do tbesouro e se-
cretaria de estado dos negocios da hienda, estilo
comprehondidos na 2' parte do1 art. I* do decreto
n. S.i'i de t do referido mez, que manda contar
e abonar os novo* vencimentos desde a data do
decreto n. 2,10o de 8 de fevereiro ultimo aos em-
pregados que continuarem no servico ;
2.* Como se dever proceder coni os emprega-
dos que iicaram add'dos, mas que, nao obstante
continan) no servido, e com os qoo, pertencendo
ao quadro, se aciiam doeutes emquanto nao se
apresenlarem ao servico ;
3.* Quaes os vencimentos a que tea dreilo os
4" escripturarios promovidos a 3", durante o
periodo de 8 de fevereiro a 9 de abril, em que foi
publicada a, reforma ;
4." Se a disposicao do art. 5" do decreto n.
5,245, que manda cssar, desde o da em que co-
mec-arem a ser abonados os novos vencimentos,
quaesquer gratificaroe-s especiaos ou extraordina-
rias por servir is que nao sejam executados Aira
das horas do expediente, extensiva as gratifica-
coes de que gozam diversos empregados por con
tarem mais de 30 anuos de servico, do cense-
Ibeiro olUcial-iuaior da secretaria de estado dos
negocios da fazenda, como secrttaro da seccao de
fazenda do conseibo de estajo ; do ebefe s'it.na
das secedes extinctas, Sebasio Ferreira Soares,
racarregado da estastica commercial ; conce-
dida para aux ilio de aluguei de casa ao porleiro, e
s do ajudaute Francisco Rodrigues Barbosa c
continuo Silveri.) Antonio da Cesto, por acharem-
se enea negados, aquelle do archivo da secreta-
ria da fazenda. e este do da directora geral da
tomada de sontas;
.' Finalmente, se, tendo servido de chefe de
secean por diversas vezes, no impedimento dos
elfectivos, at D de abiil finda, alguns escriptura-
rios, deveni ellos continuar a fruir al esse dia
as vanlagens da substituirlo reconhecida no rgi-
men da anliga legislado, com a melboria conce-
da aos referidos lugares.
Lm folucio, tenho de declarar a Y. S. para sua
intelligenci e os fins convenientes :
Quanto 1 dnvidaque os addiilos, que entra*
raui para o qnadro actual, lm direito ao augmenlo
de vencimento concedido s classes respectivas
desde 8 de fevereiro.
Quanlo 2-, que os empregados que sobraram
on nao tivi-ran entrada no quadro actual dos ef-
luelivos, conservando-so anda como addidos, per-
c-1 rao pela verba Extinctos um augmento de
50 0 I desde 8 de fevereiro. Que aos empniga-
di. compreliendidoe no qnadro actual, que por
impedimento pliyiko lm deixado de compara-
cr ou de frequtintar o Memoro em todo ou em
I irte do periodo decorrido de S de fevereiro ul-
tio'.o ein dianle, compete, |>elos dias em que ser-
virain eflectivamcute, a diflereuca ou accreseimo
integral, arada que depos sobreviesse o impedi-
mento ; dos dias, poreta, em que estiveram doeu-
tes cabelhes somente a mOBrenea do ordenado,
logo que tenliaiu justificado SI faltas.
Quanto 3', qne, vi#la do disposto no art. 2*
nuenses da secratarin de estado dos negocios da
fazenda e aos extinctos 4"' escriptuxarios ora pro-
movidos a 3"' M se deve abonar como gratilicafai,
pela verba -Extinctos 50 0|0 sobre os vencimen-
to* da passada tabella, de 8 de fevereiro a 9 de
abril ultimo, em que eMMftjM a execucao do ci-
tado decreto. Dahi em diante passaro a perce-
ber regular e integralmente os seus actuaos ven
cimentos pela verba Tbesouro e thesourarias,
genio a referid! gr3tlcacao s abonavel sob a
Coiidifo de elTectivo exorcicio.
Quanto 4", que a disposicao do citado art. 5*
n.io se refere s gratilicacoes por mais de 30 an-
i is de servico, nem s que se abonain ao chefe
d- seccio extincto Soares, e ao olH;ial-maior da
s-cretaria (Ja fazend. Que as otitras gratifica-
<;' s. de que trata esta duvida, nao devem conti-
nuar a ser alionadas.
Quanto 5' e ultima.que aas 1" escripturarios,
qne serrina de ebefes de seccao entre 8 de feve-
reiro a 9 de abril, compete a melhoria de venci-
mentos das novas tabellas, sein prejuizo da gra-
t.licaco a que tenham direito por aquelle exerci-
eio, calculada sobre os antigos vencimentos.
lieiis guarde a V. S. Viscmde do Rio Bronco.
Sr. conselheiro director geral da coulabilidade
i\ thes turo nacional.
27 -
Circular n. 15, s thesourarias, ordenando
que conimuniqueui ao tbesouro em que dia co-
n: >u a ter execucao Aas mesmas thesourarias o
decreto n. 5.245 de 5 de abril prximo passado,
juntando, a easa cmmnunicaco um quadro do
pessoal existente, classificado segundo as cathego-
r-ai dos empregos contemplados as ultimas ta-
bellas, coin especificaban dos empregados que, em
virlude do dispolo no citado decreto, foratn
d dignados para substituir o contador, e para o
.Nrvic,o-da secretaria e das sessoes da junta ; ou-
Irosim, na intlligencia de que, sempre que tive-
reni lugar npvas designacies de empregados, par*
taes substiluicoes, as devero commonicar ao
tesouro.
29 -
A' thesouraria do Amazonas se declara que
nao pode serapprevada a deliberacio que tomara,
de irupOr as multas de que trata o art. 11 do re-
gnlaiuento annexo ao decreto n 4,129 de 28 de
inarco de 1868, aos donos ou administradores de
scravos que, pela matricula especial a que se
f*t pjocedendo, em virtude do regulamento que
laixou com o decreto n. 4,835 do i do dezembro
de 1871, se verilicasse nao te-Ios dado dita ma-
Uicu:a ; porquanlo jide este facto ser proveni-
ente de nao residirein na povoaeio taes escravos,
ou de ainda nao haver terminado o prazo era
que devem ([ser matriculados, ou finalmente de
terem sido dados matricula geral pelo admi-
nistrador e especial pelo dono, que para isso
competente.
Catharina de Senna Pereira. Informe o Sr. di-
rector interino do arsenal de guerra.
Companhia francesa de paquetes a vapor.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Candido de Barros Wanderley. Passe portara.
Tencnte-coronel Decio de Aqnino Fonseca.-In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Soares de MaraInforme o Sr. comman-
dantedo corpode polica.
Jos Ignacio de Mello. -Dlrija-se thesouraria
de fazenda.
Jos Antonio dos Santos.-Dirija se n thesoura-
ria de lazend r.
Ji> Ignacio de Siqneira. -Indeferido.
Joao Antonio Velloso.Kequeira o suppbcante
auloridade competente.
Jos Lucio Lius.Sin.
Jos Ignacio da Silva.-Como requer.
Manuel Muniz Falcan. -O lilho do suppbcante j
foi posto em liberdade.
Melquades Antunes de Almeida. Deferido com
ofllcio desta data a thesouraria provincial.
Manoel Antonio dos Santos Dias. Informe o
Sr. brigadeiro commandante das armas.
Manoel Antonio de Jess. Tendo-se mandado
por novamente em praeaoforneeiinento de que se
traa, concorra o supplicante, querendo.
Secretara da presidencia de Pernambuco, 28 de
junho de 1873.
O porteiro,
Silvino A. Rodriwtes.
pado despezas. S. A. o Sr. duque de Saxe, presi-
dente da commissAo, bem como o Sr. baro de
Porto-Seguro, visitara quasi todo i os dias o de-
partamento do Brasil, examinando os progressos
que vo lendo os nossos trabadlos.
Como a nosso lado esto os dos Estad os-Unidos,
ainda em completo atraso, e a Repblica Orien-
tal, em cujo compartimento nao ha ainda caixa
nenhuma, figurando ella com a repblica de Ve-
nezuela, smente pois oenipou too ^Seqneno
espaco que llcou para as repablicas sulamerca
as, entre o Brasil e os Estados-Unidos, as quaes,
Goversu da provincia.
OISPACHOS DA PRES1PENCU DE 27 DE JUNHO DE
1873.
Alexandre Americo de Caldas Padilha.-lnfor-
me o Sr. commandante superior da guarda nacio-
nal de'Rio Formoso.
Coimiinndo das tunas.
QUARTfil GE.NKI.VL DO COMM.VNDO DAS ARMAS
DE PUUAMBUCO, EM 28 DE lONHO DE 1873.
Ordem do dia n 738
O brigadeiro.coinmarnlaritft das armas faz
publico para conhecimento da guarni^ao e
devidoeleito.
I. Que segundo conslou do aviso do mi-
nisterio da guerra de 24 de maio ultimo,
foi appro 'ado a nomeaeo que fez a presi-
dencia, do Sr. alferes bonorario do exurcito
Antonio Francisco Pereira Gitirana para o
lugar do secretario do presidio de Fer-
nando.
2. Que por oTtcio da presidencia de 27
do correte se declarou teroin sido Hornea-
dos os Srs. major Antonio Dorneilas Cmara
e capitn Manoel Claudino de Oliveira Cruz,
ambos reformados, o primeiro para o lugar
de ajudante do ordens, e o'segundo de secre-
tario da iiispecco exercida pelo Sr. coronel
do corpo de estado-maior de 2.1 elasse, An-
tonio Gomes Leal, que regressou a esta pro-
vincia vindo da corle no dia 22 teste mez.
- 3." Que segundo deliberou a presidencia I'
em ollicio de liontem datado e:n additamen-
to do de 25, deve o Sr. eirurgiao-mr de
brigada graduado I)r. Jos Zacarias de Car-
valho, continuar no interino esercicio em-
quanto nao segu a exercer idntico cargo
la guarnirao do Amazonas: conseguinte
mente deve o Sr. cirurgiao-mr de brigada
graduado Dr. Fortunato Augusto da Silva,
reverter para o Iflgar de 1." medico do hos-
pital militar, o Sr. 2. cirurgio Dr. Juvi
niano Iteginaldo Alvim, para o de 1." cirur-
gio do mesuio hospital o o jSr. cirurgio
contratado, Joaquim Jos Alves, para o ser-
vido da
O mesmo brisa
leiro determina
que
na
manh do dial.dujulho prximo vindouro
se passe revista de mostra em seus respecti-
vos quarteis aos 2. e 9. de infantaria, de-
posito o companhias soladas, pela ordem
sogiiinte:
A's (J horas a companhia de operarios, os
1/2 ao 2." batalho, as 7 a companhia de
cavallariu, ns 7 1/2 ao 9." batalho, e final-
mente as 8 ao deposito de recentas.
(Assignado.) )Uonel da Vuia Wunderley
Lim.
Conforme. O major Jos i. dos Santos Mertju-
lulo, ajadante d'ordens encarregado do detalhe
EXTERIOR.
Austria.
EXTItACTS DE CMA CORRESPONDENCIA.
F/>n A exposii-io foi aberla no dia !. de maio com
as solemnidades e discursos que caracterizara taes
festas, e que ludo im estar j publicado nessa
corte. Ahi deve-se tambera saber que a aberlui-a
foi apenas olllcial, pois que todas as secgoes esta-
vara atrazadissiraas naquelle dia.
Por honra, e para gloria do Brasil, nem de lon-
ge taesjnotivos pdem justificar nosso atrazo na
exposicao. A tardia cheg.ida dos productos, a fal-
ta do catalogo geral que devia ter sido de anlemJo
remedido ao digno presidente ou vice-presidente
da commissao braslera, que s reeebeu um ni-
co exemplar no dia 28 de abril, vindo por niao
de um dos adjuntos da commissao, as dllculda-
des com que lulou o Sr. baro de Porto-Seguro
para mandar fazer as vitrinas necessarias, ludo
isso (consecuencia 'inmediata da ndole dos brasi-
leires) concorreu rauto para o estado em que nos
acharaos. Embora estejam presentes todos os
membros adjuntos, os quaes teem tpibalhado des-
de o dia inmediato ao da abertura, fazeudo abrir
os caixes e arrumar os productos as diversas
seccoes. regularisando-se d.'pois o arranjo de todas
sob a intelligente e artstica direccao do Sr. coin-
mendador Porto-Alegre, que s a 25 do mez que
linda hoje, chegou a esta cidade, em razio de scu
mo estado de sade, e da demora que teve depois
que sahio de Portugal, rnuito, quanto a mim est
ainda por fazer. As vitrinas anda nao chegarara
todas ; dizem os francezes, que foram deltas en-
carregados, que os allemes demorara todo quan-
to vem de Paris p\ra a expsito, e que essa a
razo de nao eslarem ainda aqu todas as vitrinas
eneommendadas. Ser verdade ? Crcdat Judaus
Appella, non ego.
Ha quatro dias chegaraoi apenas as quatro
grandes e quatro pequeas, que j se achavam
armadas e cheias. A decoraco de nossa seceiio
rene era escudos todas as provincias do Brasil:
fui feliz idea do baro de Porto-Seguro.
A commissao superior havia mandado vir de
Paris um architecto brasileiro para fazer os arran-
jos e a decoracao da seccio dos productos do
Brasil Foi o Sr. Caminho, que sanio d'aquella
cidade a 17 de abril. Mas este architecto, em ra-
zo dos motivos j apontados, nada pode fazer e
vollou no dia 18 do mez que finda, tendo armado
apenas o monumento por elle delinalo (e j co-
nbecido no Hio de Janeiroi como memoria nacio-
nal para o campo de Sant'Anna como ornamenta-
cao da seccao brasileira.
A presenca do digno Sr commendador Porlo-
Alegre ser, porm, a garanta segura de um bo-
nito arranjo para a seccao do Brasil, para o que
S. Exc. c Sr. tarao de Porto-Seguro nao tem pou-
excepcio d'aqnellas duas, nao concorrerain
exposica-i, nao se torna milito notavel a lentidao
a que som is forjados, nem a pobreza de nossa
industria.
No raeo de toda esta grandeza que descrevi da
mmensidade destas extenses, ha uai defeito la-
raentavel na exposicao dos productos para o estu-
do regular e acurado de tojos elles. '
Se a commissao imperial e real da OXpOSieSo da
Austria tivesse querido imitar o exemplo do"plano
da ultima expospSo de Paris (1867), os productos
similares de todos os povos que coiicorreram
aquelia fesla di indusiria.ac ar-se hiam colloca-
dos, uns aps outros, naquellas galeriis ellypticas
3ue facilitavam o estu lo, e o examo comparativo
e todos elles. Mas, ou por espirito de novidade,
ou por nao qu-rerem os alternara seguir exemplo
ranhuum da Franja (louca vida le !) o amalgama
de todos os productos em cada naciooalidade,
achando-se os similares rauilo distantes nns dos
outros nos differentes lugares de cada nacao, que
lleam do Oriente para o Occidente, difflculu, e
talvez iinpossibilite o verdadeiro estudo delles. E'
da coinparafao prompta qu; mana o jnizo seguro :
da antitbese que jorra a luz. Cotegem-se pro-
ductos similares a centenas de metros de distan-
cia, depois Je ter distrahido a atlencao percorren-
do productos ir.uto differentes ; comparai, por
exemplo, o precioso caf do Rio, com o das colo-
nias hollandezas (Java) da< indezas, das francezas
etc. e que fleain muito distantes do compartimento
do Brasil ; comparai-os depos de urna extensa
caminhada que cansa, e diflicil ser notar desde
logo a superioridade do caf do Mrasil.
O plano de 1867 em Paris atisfazia a todas as
cundieres da exposicao.
O actual plano de distrbuico apresenta em
globo todos os productos de no paz, mostra cala
povo tal qual elle, noba duvida, d a cada um
o que seu, verdade ; manffesta todas as rique-
zas de cada nacionalidad \ fazen lo as s ibresahir
pelo exeraso de suas produccoes, pela magnili-
cencia de suas industrias ; mas nio o mais con-
veniente para o estudo dos productos similares.
Pode ser que este defeito uao tenha dependido dos
dous motivos que cima apontei ; mas ser talvez
a consequenca di propria ndole da lingua alle-
raa, pis que o estylo o homem.
Esta grande fosfa do trabaln j ha dous anuos
era annunciada ao mundo. Em 1871 um decreto
do imperador re da Austria declarava que esta
nacao faria em Vfonua urna exposicao universal
dos productos da industria, das arles, ele, para
a qual erara convidadas a concorrer todas as po
tencias.
nacfies
raen tos
neste
activid
parte i
de ca
tuando
les caix
Os prograramas annuncavam depois que have-
ria durante a exposicao congressos internacionaes
de sabios, de artistas, de professorfls, de mdicos,
de representantes de.mnseus, de bellas artes ap-
plicadas industria, de dcsenlialores, de archi-
tecio?, de engenheiros, de representantes das c-
maras do comaiercio, de accionistas para as ques
toes de bancos e seguros o do agricu tres
Entre os assumptos da discussao ligurarara des-
de logo os seguntea pontos : prenriedade iutel-
lectu.il, melhorameiito do gosto publico, propaga-
cao e desenvolvimento do de.-enhu industrial, apir-
fetcoamenlo dos transportes, maucira de obler o
melhor effeito til das madiinas, propagaco e
desenvolvimento da estilstica florestal, diminu-
fio do custo da almenta.So (pelo augmento da
prodiicco das materias alimenticias, pela melhor
organisaco dos mercados, pola reforma da cozi-
nha. por outros methodos de conservaco), almen-
tac.io c primeira educaciio das crancas, hygiene
pedaggica, orthope lia, instrucco da iulher, me-
Ihoramento da sua existencia.
Todos ese* pontos constavam de um regula-
mento da exposicao, ,jUe a eommtwio imperial o
real da Austria distribuio a todas as potencias.
Mas o povo do Brasil quer que o governo s faca
O zeloso e activo ministerio aclual do Brasil fez
logo-distribuir, depois de mandar traduzir, aquel-
les prograramas e regulamentos. Infelizmente a
perda lamentavel do sabio ministro de agricultura
do gabinete Rio-Branco, o visconde de Itaiina, o
facultativo intelligenle, e o professor afamado, m-
pedio o governo do imperio de apressar, como de-
vera, os trabadlos attinentes a esse assumpto.
Dous eram os pensamentos que oceupavam a
lucida intelligenci d'aquelle ministro, como lhe
ouvi urna vez, tratando desta exposicSo em casa
do Sr. visconde do Rio-Branco, no Andarahy.
1." Representacao do Brasil p la exposicao de
seus productos, em relaeao aos 26 grupos.
2.* Preparativos pra nm estudo elllcaz da ex-
posicao universal de Vienna, visto que a expe-
riencia havia demonstrado que as exposicoes an-
teriores o plano adoptado, par certo cora as me-
mores fntcnc/ies, nao produzira os effeitos que a
nacao tinha direit) a esperar de taes esforcos. A
morte aniquilou os elevados intuitos daquelle es-
pirito lucido, d'aquella cabe;a que a tudo ibran-
gia. Por maiores que fossem os esforcos poste-
riores do gabinete Rio-Branco, os dous ministros
que succederam ao visconde de Itana no pode-
ram, p^r causas superiores sua vonlade, satisfa-
zer completamente aquelle precioso legado do mi-
nistro defunto.
O dia l. de Janeiro de 1873, o dia que era o
ultimo prazo, notera bem, o ultimo nrazo, marca-
do nos programlas da commissao imperial de
Vienna para a recepcao da lista dos expositores
estrangeros, para a descripgao das installaQes,
e para a recepcao dos elementos do catalogo ge-
ral, fei o dia da abertura, da exposicao brasileira
na corte no imperio Depos da exposi;o, que
durou na corte um mez intero; as sessSes dosju-
rys especiaos, to lenta?, tao demoradas, para a
preferencia dos productos, as reunidos da com-
missao superior para a escolha dos que deviam
ser. remettidos para Vienna, tudo isso em ais al-
guma cousa, contrariava rauto os elevados fins
daquelle honroso convite d'Austria.
A falta de iniciativa individual foi o primeiro
mal que o governo teve de yencer.
A m&o da Providencia pezara fatalmente sobre
o ministerio da agricultura. Um ministro era en-
yolto no sudario da morte, e com elle a grande
iniciativa da idea; outro se retirava por doente,
depois de aberta a exposicao ; o terceiro va ex
pirar a exposa querida, victima da epidemia da
febre amarella que devastava ento a capital do
imperio. Atravez de Untas difflculdades o minis-
terio Rio-Branco s pode fazer embarcar a 18 de
marco os volumes que deviam seguir para Vien-
na, e foi muito bem inspirado neste dia, tazndo-
os seguir no Tiber, sem esperar pelo Gambie, que
os teria perdido todos no naufragio, de que foi
victima ao norte da Baha. Felizmente, sim, pois
esta inspiraclo foi providencial.
Aqu chegarara antes da abertura oficial da
exposicio estes productos, e quahdo o imperador
d'Austria, depois das solemnidades da abertura, .
visltava com toda a corte, e com
entes fnelia testa, todos o i departa-
diversos paites, que tomaram parle
dotrabal o, da intelligenci e da
humana, embora visse, co no na maior
otros, o compartimento do Brasil c eio
fechidos, vio aom:smo lempo (luc-
re o tniphi do imperio, e sobre aquel-
t fqrtiido' e posto na respectiva sec-
cao, a W ja d,, BrasU. ua Magestada^expri-
nno o s* eontentamenlo a S. A. o presidente da
commiajio brasileira e ao Sr. baro de Porto Se
guro por'ver qut de tao longo acudir o imperio a
seu co ivtte, escauwido at de um fu icsto- uaufra-
gio.
Nao quero, porn, afastar-me da qjinha missao
de noticiador. Dire o que o lugar em que se
esta fazeado a expoi.-o, para a qual foi escolla-
do um grande p irque, situado na proximidade da
cidade, e Praler.
u?a"ttel' foi rr6a'l} Pe'0' imperador Jos II
(1776). E'ainda hoje pr*priedaile imperial : o
que se chama em por.ugue urna tapada. Fica
situado sobre a grande Jlia do Danubio, que en-
cerra Augustin, Briagitemn e o arrebalde de>o-
polllai, formando-lhe aparte S. E
Na vizinhanca dessas psragens licam os lugares
ja celebres na historia pelis batalhas de Essling
(chamada ni Allemanha jatilha de Aupern) e a
de Wagram, as quaes coutituiram duas pocas
notareis do imperio de N'ipoleo l (i e 22 de
mtio, 5 e 6 de jutko de 180), Ires annos depois
de ganha a famosa batalha dj Autterlitz, que for-
cou a Austria assignar a paz de Presburgo, lu-
gar que llca tambera niraiito distante daqui
Qne coincdoncia! Que mulanc de aconteci-
inentos e de alc.mce social!
A batalha Essling durou 30 loras, e cus'tou aos
raneen* i,0(JO homens, e aos Austracos 26,0 K),
licando indecisa. A batalha de Wagram comeca-
da a 5 do julh >, prolongau-se pelo dia 6, e cnsion
11,000 aos francezes e 44,1)00 .aos austracos, nao
sendo entretanto tao completa, cuino a de Ausler-
litz, de lena e de Frieiland. E igora, em 1873
se trava aqu, nestes mesmo lugar, urna grande
batalha, qu-t ai i custa urna gota de cingue a p)vo
iieiihum, a batalha da industria, a guerra pacifica
do talento, o combate glorioso do trabadlo I
Desculpem os leitores do Jornal do Commercio
estas fascas de enthtisiasmo que me escapara do
bico da penaa. Assisto sempre apitonadamente
a (nm grandes certames do talento t do trabalho.
Para mira s exposicoe* representan nao s os
progressos dos povos, mas a harmona da huma-
nidade, a unio do todas as raca*.
Este conjunto qne descreve ao mado as mar-a-
vilhas dj engenh i industrial e artiseo, assgna-
lm.lo ao recouheciinento tle to creadores dessas raaravillias, toraidas por sui
volgaris cao progressiva um lago poderoso entre
as differentes na>;d> do Universo, tem alguma
cousa de providencial.
Estes torneius pacficos era que os homens mais
notaveis por suas inveoces, por seus trabadlos
ou pela applicaco i mais brilhante de suas facul-
dades intedectuaesjtm sos direito s palmas do
triumpb o^assim comoa reconluicbueto da hu-
nni!dale7s!> outros Tatitos marcos pal** foltci-
ilade intellectual e material do governo humano.
Na mesa desta communhao sentara-se t >\t.
grandes e pequeos, nobres e plebeus, ricos e po-
bres, europeus, asiticos, americanos, africanos e
os fihos da quinta parte do mundo, com guies
dreitos, com guaes devores, com iguaes aspra-
coes.
As pretencoes arist'>cratcas desapparecem. S
hv un privilegio : o do trabadlo. S ha urna
aristocracia : a do talento. E o hornera do povo,
o representante de qualqucr raca, o descendente
de qualqucr casta, odia com seguran.a para sen
artefacto, para o trabadlo de suas mos, em que
enanriii ama idea sua, < confia tranquillo na
imparcialidade de seus juizes, que a eivilisacao
levautou cima de todos os precouceilos sociaos.
(Jornal ilo Commercio, do Rio de Janeiro.)
Notici I norte honteni em nosso porto o vapor 1 do dito vapor, que fundeou no purt- d4capiUI
no domingo s II horas d > dia, sen lo |M>rUdor 4'
.. em nosso
brasileiro Paran, trasendo datas: do Para 18, do
Maranho 2, do Cear 2i, do Rio Grande 26, e
da Paraliyba 27 (Jo corrents. Es o que collie-
inos:
AMAZONAS.
o da 29 do pretrito encerrou-se com as fjr-
mab-bute da pragmtica a egumla sessio ta as-
semblea provincial legislativa, e pelos actos do que
DURlODEPEttNLMBUU
KF.C1FK, 20 UK JUNHO BE 1873.
convidados, eo corpo diplomtico de toda Ml&3:WSjU3.
\olirius lo sul do imperio.
Chegou hontem pela manh;\ dos portos do sul
do imperio, o vapor inglez eca, trazendo datas :
do Rio de Janeiro 23 e da Babia i6 do correte,
um dia mais que as trazdas pelo Rio Grande.
Eis o que colheinos dos jomaes:
s. PAULO.
O vapor nacional S. Jos, trouxe noticias da
capital at 21 do corrente. O Diario de S. Paulo,
de 18 noticia que s 4 horas da tarde de 17, no
bairro dos Pinheros, Jos Mart ns de Almoida,
conhecido por Juca do becco, matara com um tiro
de pistola o subdito portuguez Antonio Ferreira,
eonhecid) por Antonio Patusco. O assassino foi
perseguido at capital pelo inspector do quartei-
rao daquelle bairro, nao conseguindo a sua cap-
tura, por ter lomado o caranho de Santo Amaro.
O subdelegado da Consolaco, capitn Francisco
de Paula Xavier de Toledo, tomando conhecimento
do facto, dirigise com dous mdicos ao lugar
do conflicto e fez o competente auto de corpo de
delicio.
Ignora-se o motivo deste fatal acontecimente.
A mesma folha, em data de 20 d noticia da
captura de dous criminosas, em S. Vicente, nos
segrales termos:
Sabemos que houve raquisco do Dr. chefe
de polica, e que a prisas dos dous criminosos f.-a
feita pelos Srs. Joaquim Lopes dos Santos, encar-
regado das obras dos bonds de S. Vicente, e verea-
dor Manoel Pedro, com quem previamente se en-
tender a auloridade.
Depois de baverom estes dous cidadaos apo-
derado-se das armas dos indiciados, sem que
eomtudo percebessem elles, e de resistencia de
braco a braco, subjugaram os presos, c chamando
a forja, que de combinacio conservava se distante,
bem como a auloridade, entregaram os individuos.
A estes senhores deve sea prisa, sendo para no-
tar que, estando as armas carregadas, nada hou-
vesse succeddo, muito embora parecessem disp3S-
tos os soldados a matar ou morrer, sera que justa
causa houvesse para islo.
c A' prudencia dos auxiliares, que merecem
louvor por tua dedicarlo e presteza, julga-se nao
torera havido desgracas a lamentar.
a 0 delegado foi fiel no cumprimento de seus
deveres, e nao exacto, conforme dizem, haver in-
vaddo noute o asylo do cidado, pois que os n
diciados moravara no rancho do Sr. Joaquim Lo-
pes, que, orno disseraos, depos de captralos,
entregou-os auloridade, que limitou-se a faz los
conduzir, depois de adoptar, as medidas precisas
ao boai deserapenco da commissao que o ievou
aquelle lagar.
Rio DK MNBIRO.
Pelo decreto n. 3,309 de 18 do corrente, foi
creada-unta companhia de aprendizes raarinheiros
na cidade da Parahyba, provincia do Piauhy. .
Sahio para Pernambuco, no dia J3, o brigue
brasilero Isabel.
B.VHU.
Encerraram-se no dia 25 do corrente os tra-
balhos da asseinbla provincial, os quaes dura-
ran este anno tres mezes e 29 dias.
Fallecer, no hospicio de Jerusalem, o Rvra.
Fr. Antonio de Laynegro, vice-commlssario da
Terra Santa.
os prlncipaesj A al/i niega reileu de 1 a 25 d" corrente
aqu temos dado noticia, verilica-se que todos os
Lycurgos amazoueuses, incendiaos no mais frvi-
do amor da patria, esforcaraiii-se para que a legis
atura que acaba de liiiJar tottf das mais ricas de
beneficios para a provincia. O Boletim OffcM
contina a publicar as leis sanecionadas pela pre-
sidencia da provincia e que sao:
N. 266, autorisando a presidencia a conceder a
Francisco Leo|>oldo de Mallos llibeiro, offlcial-
malor da Ijiesouraria de blonda provincial, oito
mezes do licen.a com todos os seus veucmentos
para tratar de sua sude fra do imperio ;
N. 267, regulando as liconcas concedidas aos
empregados provinciaes;
N. 268, creando, desde j, na villa de Barcel-
los una escola de ensino primario para o sexo te-
minino ;
N. 26'.l, autorisando o goverm a jubilar com
todos os vencimentos o professor do ensino prima-
ro da villa de Silves, padre Daniel Pedro Marques
de Oliveira.
N. 270, creando tres lug res do guardas, sendo
um para a collectoria das rendas prrvinciaes de
Villa Bella c dous para a da villa de Serpa:
N. 271, revogando o capitulo 6* do regulamento
n. 2i de 30 de agosto de 186'J.
N. 272, regulando os vencimentos dos emprega-
dos da secretaria da assembla provincial.
N. 273, autorisando a presidencia da provincia
a transferir a cadeira de priraeiras leltras do sexo
masculino, creda no lugar Sait'Anna de Atona
para a povoaeio denominada Capella do Paran -
rairy de Silves; o
N. 27, approrando a tabella e o respectivo re-
gulamento expelidos pela presidencia da provincia
em 13 de maio do correnle anno.
O Sr. presidente da provincia seguir em 1*
do corrente no vapor Rio Brunco a percorrer os
municipios de Serpa, Silves, Villa-Bella oConceicao
de Manas.
O Sr. presidente regressou a Manos em 9,
lendo sido por toda a parle acollado com as mais
eloquentes demonslra'.es de respeitoso affect.
Sob a epigraplio Accidente, lomos no Com-
mercio do Amizoms de 5 do corrente :
A' bordo do vapor Ycamaba achava-se um
escravo do Sr. commandante Nuno, de dade de 6
asaos prximamente, e que ahi era conservado,
alini de perder o vicio a que se entrega vado co-
mer Ierra.
No domingo essa enanca accidentalmente
cabio de bordo do vapor, submergiudo-se, e sendo
infructferas todas as diligencias eilas para des-
cobrir o seu cadver,
A recebedoria da fazenda provincial arree*-
dou, iJui^nlU ,,u do malo linio a quaniia de
IrfBlfffRrfindo ^ '
Para a provincia 17:727*317
Para a companhia fluvial i:H5ioo7
I'AIt
Lentos no Jornal do P.n.
Desde que S. Exc. o Sr. Dr. Cimba Jnior leve
conhecuiento de qne os gneros alimenticios e de
primaifa necetsidade eram vendido n'esta capital
por um pree elevadissiino e porlanto superior s
torcas da pobreza, concebeu a idea de mellwrar
este estado de soasas que nao poda continuar por
mais lempo, sem que o grito defomeso levan-
taste as prarjas publicas.
E sendo a farinha o carne vt rde ( gneros de
maior consumo ) os que mais caro se vendM no
mercad, o honrado presidente da provincia iratou
de etnpregarasforeos afin de cjnseguir que taes
gneros fossem aqu vendidos por proco milito me-
nor, dando assim um allivi p ipulacao pobre,
que nao sabemos eomo ple vivar comprando m-
rinha a ItiOOO o alqiieire e carne verde a 600
ris o kilo I I
Para levar a effeito sua idea, raandou S. Exc.
iiiii empregado da thesouraria de fazenda pro-
vincia do Maranhito comprar una grande por.
de farinha, para ser vendida nesta capital.
Felizmente, o vapor costein do Maranhio
trouxe a seu bordo a primeira remessa da farinha
que S. Exc. mandn comprar e j se a cha ella no
mercado publico para ser distribuida por pre>;o
muito inferior ao corrente na praca. As nutras
remessas virio proporcionalmente e em ocea-io
opportuna.
Mandou tambera S. Exc. que das fazendas na-
cionaes de criarlo de gado viesse para a capital
grande numero de rezes para seren (adiadas e
vendidas populacao por preco menor do aue se
vende actualmente esse primeiro genero da ali-
raentaco publica. Parte do gado pretende S. Exc.
fazer seguir para a cidade de Camet, onde a po-
pulacao est sofTrendo alm da peste a sua couse-
qnineia -a miseria.
Achava-se j no exercicio de juz de direito
da capital o Dr. Joo Florentino Meira de Vascon-
cellos.
Na cadeia da capital falleceu o escravo Sabi-
no, um dos assassinos da familia de Aycar, o
qual fra pelo jury condemnado marta.
O Exm. e Rvra. Sr. bispo diocesana seguir
oara Viga, em visita pastoral.
No vapor Gurupy chegaram ao porto de Be-
tem 5 nufragos do navio allemao Courier, que se
perdeu nos baixos do Tamandu.
A alfandega rendeu de do 1 a 17 do corren-
te 193:000 000.
Lemos no Diario do Grao Para :
A's 7 para 8 horas da noile de 13 deste mez,
deu-se nm deploravel acontecimento na comarca
de Breves no trapiche denominado tuauara, de l
propriedade do subdito portuguuz Manoel de Car-
valho de Moura Serra, quo fot victima de una fa-
cada, que lhe dra com um tercado um negro li-
vre de nomo Joaquim Clarindo.
Eis o facto :
Clarindo devia algdm dinheiro ao infeliz Moa
seu cadver, que desembarro na punte la Ruar
ilamoria, ondea auloridade p Jn-iJ ein os (aenl
lat vos l>rs. I'rli..a e Karellir prormkTam ao eoi>-
de delicio, sendo depois o rorp-i eonduaidn ao re
niiierio da Soledade, onde f stpulu.1. o iiMir
fallecen as 3 horas da madnigaifi i>- I", ^nand
Aii'/ifti, airavessava a baha r Mar.ij..
Moura Serra resida ha mmi-*s annos no hi
g.ii- denominado tuqmiu ; era um Ihmmni ken-
quislo, porque proceda ovnipl.inu'-n Ifc-ixa i
lillms menores, e os seus Iuv.ti-s, qu" m.i i *i
miiilos, cirrera o risco d i extravio, se da |rt<-
das autoridades soliretudo na partir a mi iitn
para salva-Ios ou garant I ta
< O assassino foi entregue auiorid.iJe p do dstricto.
Esto em aanalraepM n*s afanijUas atriu
ios Srs. I.iird ,V C, n Clyd-, |tm vapore* para
-Amas ni St.-am Navigalion rompan\ d M .fi
do Ararg, islo de f> i I m-l 11 m. de f-*-.* uf-
lici.-nte para ser com MtMI ;n,irep* M
vegada <|o rio-mar. Os eng-nho* d-i* noviw vf -
res s dolados com os apcrfi* h; .iin-nio- ennqn.
lados iiltiiiiamente (tela scieuciaV pHa mt>\ de ar-
te que econMiiisario crea di invlade 4o C -
bustivel |ii; consomem os. alias magimico-, vapo-
re* aetuaes do servico desta acr<>ditadii>iaa con-
lianhia.
< Hontem (18) s 2 horas da Urd-, no nli da
[iraca do commercio e sol a presnleiiru Sr
'rancheo Caudencio U Co-ta, re.iniram *e os ir
ei-en-t.is da companhia Fliaa! /Mo**, repre
sentando duas mil trex<*nt.is e inl ac.oe*. alm
de debber.irem MafOl da MOOBii d* W**cui
roes cn'aboladas rom os represen!anl.- Ja cuimp*
libia fluvial Jo Alio-Am jemas <- d<- luvrgacis 4~<
Amazonas, limitada, para etertnar-se fu-i" com
algilllia del I as, segundo o venrido na sc^mi di
OS nibla veral de ti do mez passado
Aberla a OOte foi ilad i a palavra H Sr. Itt
Augusto Tliiago Pinto, relator da cninns-a eap-
Wal, para Mr a expoMr4 d > ore irri-l > de*4r o dia
23 de maio. em qu se iniei iram as gori.n;"--,
at o dia 29 em que tiveram remate.
Da dita exposii/o se \>': em r. -nm ., que s J
de maio tevelugar a priOOTa oaoi o a i la can
injssoes das duas companhias i'uvj o- ; aBOtaiBia
iufruclifera, porque a pTCpaN i i M i < 4a-
emprezas para formaron simp! sincnte um rapilal
de l,2OJ:00iOOO, rejiieseu:ado p-jo* rootCliTo-
balancos, na poca da fus. se lorniva ma-eitavi
pela commissao da Fluvial l'ar.ien-e p ir ser niaia-
meule lesiva aos intere-sr- d >s m-ii* aT-a-ta?
mxime do> que nao tnliam aefla na oiiira em-
presa, e por isso cavam sem correctivo a drorr-
ciaca i provavel das as acrVics.
l'ar;. dar lempo refl-sao d r .m m--
da fluvial do Aitt Auuzonas, foi apraztda a-jvi
conferen:ia jiara o dia 2K.
Nesse/lia apreseniaram este a pr-pita 4*
recebeicni o activo e passiv i di lluvial paraeas*-
por 5f>3:tR"0 5iOi mais lo por c.-n'o, para -rr 4i-
Irbuid, ein dinheiro i-'..- n^.-ii.io-ti- 4n4a ttp-
i-i .... Tul propona nao hkIa. pela n.-- na rasa -
ser aceita. > na dir.-cl ira, que constitua a maioria Ja rommis-
so, ou de nialbarateadora d a intre-** 4m sois
comraittenles. ou de conlr. dil<.ria dos r* ron
coitos, exarados n.s ltimos baburiM e relato-
rio de Janeiro pMMOa
A pniposla que esla l-z, para rlf < luar-r a
U eli'iidiill fusao. da dedil.- SM I *T Wto 4-
Ucrw aceuiiiiilidos, foi rcjeiUiU |ea CMNOMiV-
da lluvial do Alio-Amizoni-. OOl prrj4icial a
esta eMipreza !
No da i'.l apresenl u---' o i e-- I i.-
rial paraen-e o -'rente da ronpauUia 0> ni
rao do Anuwoai limi'.ola pan Mnov^a ooi
a coinmis-sa i daquella s obre as baMapO* i
corpora-.a i d is duas etii|MVza*. O resultada 4-'
conferencia foi Concordarem asdua> palle
tant m em sete rl nsulas de um pro!..- !l -. ~
tas approv.irio da lir.-r'.ri i lio I. Ir '.
companhia de navcpaco do Amazona* lunitel
da assembla geral dos accionistas da fluviil. nm
lituida na forma la art. j\ m mi csiaJol. s.
KoM i'oalra i provisorio ficoi eilatau que
afliiviil pr.raen^e cedera \*ir .Mo ^ 01 o o*
material llnctiianle ("i va|H ponte e as apolces provincia qi |mssue a <
lor nominal fdo 23:0000 o. Que a r. mpanlua
e.-.-iioiaria e incumba de toda a despeja taari
com transferencia de contralor r de |<-.pr>fda4
e ia pagar ao tbesouro provincial a mi iMiiari
do terreno em que est aMOOM i trafteai1. n
forma do contrato celebrado pe i J--
Bent >. o ic 500:0001 seriaa lagos em S i
coes mensaes, de 10 :00r3. sendo a
ato da assignatura do competente coatralo. A>
accionistas que quizerem empregar os valores rra-
li jados de suas accoes ein arges 4a compaalin
do Amazonas, limitada, serio logo entregm-s int -
gralmente as que lhe conheressem.
< Que dentro do prazo d'. \ mezes daa a m
cionada directora a sua decisio. e date if ua>
prazo lie:.va interdicta qualqucr nryocu.io da*
duas emprezas com nutra da m-'-nia i->pie.
< Finda a le tura da exposicao e 4m owi -
que a aco'npanharam foi posta em disenssao r acm
assim as prop.ist.is das duas companhia*.
< Subinellid a votacio a prupusU 4a eao.-
nhia de navegacao do Amizonas, limitada, toi at>
provada iinanimemenie. licando prejudirada a d.
fluvial do Alto Amazonas.
t Por m Jicaeio do Sr. Freir Barata foi v Ha i
um agradecimenta aos cinco menbros 4a cotaois
sao especial pelo zelo, aclividade e aerrto coa fu
desempenharam o mandato da asserablra gwa'.
MAkAHHAO.
Em H escreve nosso correspondente da cap
Lamentamos profundamente os uliawi acaa -
tecraentos que tiveram lugar nessa pruvaeia, r
fazemos votos para que a esUs horas ja eiaajini
ni iis serenos os nimos 4os que deram lugar
cenas alludidas nos jornaes qne a'ahi receben)
pelo penltimo vapor.
Em relaco este assurapUi fotgaaos ea 4e
clarar que a provincia do Maranho nao snCre *
menor alteraci na ordem e tranqueante B-
blica.
a Aqu cada qual commenU i oa aoV *-
acontecimeutes, guardando loJavia eoosifo a api-
nio que resulta da apreciarlo 4aHw.
O grandioso impulso que S. Exc. o Sr. Dr Si1
vino procuran dar no importante ramo da "~
cao publica, desde qne assornto a atoa
desta provincia, vai cada dia revetooto
benficos resultados.
t Dividida a provincia ea tres
ra Serra, e parece que nenhum esforco empre
gava para solver o debito, que contrahiracom ele.
Moura Serra, alm disso, admoeslava Clarinde,
porque este homem de vida irregular, e ltima-
mente proceda de forma reprehensivel, pelo que
Moura Serra tuve de exprobrar-lbe o modo indig-
no poraue se porta va ale-com a mulher, com quera
o dito Clarindo viva e com quem tem fllhos.
i Clarindo, em occasio, em que. Moura Serra
entrava para um quarto do barracan, em que resi-
da, crava-lhe traicoeiramente o lerendo na regio
do ligado, fazendo-lhe um ferimento mortal. Aos
gritos da victima acudiram algumas pessoas quo
stavam no mesmo trapicho, duas das quaes esca- leda ura dos quaes urna commissao,
param milagrosamenfe da sanba do malvado, que cidadaos dedi-ados, incumbida 4e
coai o tercado em punho, arremessou-se ao peito facilitar os ineios da inslruccao publica
de urna dellas resvalando o ferro homicida sem tem e las correspondida aobreoeate ao
poder penetrar a victima que buscava.e adrndo-
se o assassino contra outro homem, escapou de
traspassar-ihe o ventre com o tercado, sendo nessa
occasio "ganado, preso e desarmado por aquel-
los, que acudiram ao conflicto.
Conhecendo as pessoas presentes, que era
gravissimo o estado de Moura Serra, flzeram-no
embarcar immediatamente no vapor Augusto, que
eslava no port>, de onde se dirigi para esta
capital, e ao passar por Breves foi all o doente
tratado gratuita e caridosamente pelo digno Sr.
Dr. Canavarro.
C 0 vapor Auguto seguio a SDA derrota para
-i.
"i
presidencia, de nma maaeira loavavcl.
a Ha bem poneos dias nm ios atoara 4a a-
misso da freguezia de Noasa Saatina 4a Caneei-
cao, o Dr. Cesar Marques, pacten i & Ble. can-
municando-lhe qne, i seu peala, o citooto lla-
mingos Tribuzi otarecata na avadro atoa, ra-
presenlaudo a efflg ie de S. M. a naarotor, 4* ta
manho nitnral, para or cottocaaa aa sala proa
destinado to antas liaito toaf
pal do edificio
ais.
Dias|depois o mesmo Dr. Casar 4sctarea y'
sidencia que, tambam por aatoa ara, Ito4. ar.-
vincial do coaveato dn Carao, Ff. Caatoa 4s Saa -
c
i
----. ._..,.---------
.M-


ETK1 3-
!f.Bfcirio de Pcmainbuco
ta Hita Sergio, oltoreecra na erra il o*-
vento nm terreno de G bracas de frente e R de
tundo, para n- lilicado o predio ^w deve
servir paca as anas-da freguezia de 'ossa Senho-
ra da Victoria.
o S. Exc. offlciaado a estes c/rfadoo. agradeeeu-
Ihes ra nome .lo tes dnnatvos o a so dedfcacao pelo desenvolv -
monto da nstrucco li?Viiesta ^w'OvTriti..
A obras do cdjllf) destinado a escola da fre-
guesa de Nossa Senhora da Conceico estilo bas-
tante ndiantadas, ee crer qwe teja inaugurado
n.i da 8 do julluy Como proaletteu a S. Ex-, a
respectiva commissao,
< Por oulro lado o pTofessoT fublico da villa do
Arry, Antonio AugaHo Rodrigues, acaba de offi-
eiar directora, da soefd:ide->-Onze de Agosto?
otereccndo laetadc 4e seus veneiftvntot para cr
essa quantia aplicada as obras do edificio que a
mesma sociedade e aulas; o o cidadao Joaquim Js Godinho, lavra-
dor do interior da provincia, acaba tamhem de of-
ferecer o cedro preciso para a construceao das es-
tantes da iithjiotheca aquella sociedade', cuja dos-
peza calculada em um cont de res, pouco mais
ou monos.
E' eoui cslis actos que a administracao de S.
Exc. o Sr. Dr. Siripi tm de marcar una poca
gloriosa na historia desta provincia, como um das
campeoes mais esforzados na grandiosa propagan -
oa da educacao popular.
t uara-nos grande satisfacfio o importante
projeeto de reforma administrativa aprosontado na
cmara pelo deputado por esta provioeia, Dr. Me-
detros e Albuquerque. pois sfn iucontcstaTt h as
vantagens que delle resultm, tanto ao regalar an-
damento dos negocios pblicos, como aos interes-
sis particulares de diversos funecionarios, quetem
de fruir os seas benficos resultados.
JA era tempo de emanar J) poder competenta
urna medida de tanto alcance e lio anciosamente
esperad).
a Segad fiesta oceasiao para os portos do solo
n so prcstioiOso amigo Dr. Antonio Pedro Fcrre-
ra l.iina, que dignamente exerce nesta provincia o
carp di1 secretario do Enverno." '
S. S., tonda sido fortemente atacado da beri-
rjer, va i procurar em outros ares mais salobres o
retabeteeimenro de sua preciosa saiide, como Ihe
fin" aconselh.1 I > p>r sen medica assistente.
< Sentimos sobremodo este lametilavel contra-
tempo, que"nos priva da presenta doSr. Dr. Lima,
nao s pelo aproe o i|ue damos a sua salido, como
porque a repartidlo a cargo de S. S. tt ra por al-
giini leo po ile se resintir da falta do qaom i di-
rija eooi a intetligencia e illustra,;o que lio carac-
leii.-a.
o Sr. Dr. fama segu bstante contrariado,
pelos incommodo--, que alm de tuda sao inheren-
tes a una viagem tio repentinamente realisada,
era as commodtdades que requer nina numerosa
familia como asna.
Itesejamos-lke prospera viagem e prmpto
restat'elei-imento.
Te-e lugar no me? pausado a festividad'1 le-
nominada Me; de Mai^a, que foi feita com muita
P upa e eso endur ou hospicio de Santiago, gra-
eas no disvell i, ralo c dedicado do Kvd. capnchi-
nho daquella igreja. Fr. Celestino de Pedavoli.
Ha limito lempo nao presenciamos esta festividade
mi tanta pompa e magnificencia, como foi feita
alli este anno.
E' aquello sacerdote um dos mais ineansaveis
lidad'res dos negocio-; da igreja.
Val funrcionando regularmente a assembla
legislativa desta provincia, cojos debates tdm sido
publicados na fnlha offieial.
- Em sulHiiuc-i do t i'-hygraplio Coara"y, que
aqai fallecen, foi contratado o irmao deste, Anto-
nia Jo- Pereirada silva Pery, que nio menos
hbil que o siv.i antecessor
" J.i se ach duri.lamente impresso o bem ela-
borad i relator!, com que S. Esc. o Sr. providen-
te da provincia abri a actual sessa i legislativa da
u nsa a^embl i.
< O Publlcaor Miiianhenw, em cujas paginas
foi elle laubem publicado, assim se eXpressa cer
ra ift'e traba'ho :
Terminamos luje a publicacao do importante
relatorio do S Exc o Sr. Ur. Stvino Etvidio Car-
neiro da (ainlia, presidente da provincia, apre-
sentado a assembla provincial na presente ses-
Bto.
_ E'um Irabalin mlnuciis) e multo rofleetido
i l3i completo quaato se pode conseguir dos es-
-- is liados nao fornceem documentos c informa-
Bes dedeientes na maior parte ; accresccndo em
mrito o mesmo trabalho por ter elaborado no
enrtissimo periodo da administracio do Sr. Dr.
-ilvino. durante o qnal nao deixu de attender
con y.do e Milieitode a todos os outros encar-
o !! k |inaiMr5u, ijuo uui boa liora UlC foi COn-
tiada.
>i llanwm do trabalho, S. Dxc. nao se furia a
nenli ini Ineommodo de que possa advir pro-
veito publico, atienden lo alm disso as partes
con as atlenoes e delicadeza de um perfeito ca-
valbeiro. ,
Possuido dos melh oresdesejosde fazer prospe
rara arovincia do Maranho, esluda S. Exc as
DeoessidadeS della pare acudir s mais palpitantes,
ouanto lli'o |ieriiiittam OS eseassos recursos deque
pode dispar, e os que tbe forem dados pela assem-
bla provincial, (pie moil i o deve auxiliar no seu
BObreeropcn o
Dens o auxilie para qno veja coreados os seus
eafbreos em bem dest. trra to digna do apreco
que S. Exc. Ilie da
- Por aceordSo ile 17 do corrente foi pelo tri
banal da relaedo absolvido o juiz de direito do
eotamereio, Sebastiao .los da Silva Brega, do pro-
lessa que por orriem do mesmo tribunal, foi elle
-obmettidii, por nao ter no devido tempo qnalitl-
irtdo a fallenoia da esa oommereial da Viora \
Filtros de Jo- Pedro dos Santos.
Aclia-se o ntinto concluida, com absolvilo
de ambas as partes, a iii> otante qneati) que por
algu.n lempo oecupou a attenco publica desta
capital.
i Chamamos a attenclo dos a-signantes do Dit-
lie no n. 130 de 17_ Jo corrente di o Publicar Mura-
tHumse i redaeco da Re-formn da corta, em rela-
ca i a uoi rninl.ih! que foi victima o mesmo jornal
que fcilmente dea echo, eom o ambicioso lim
de calumniar S. Exc. o Sr. Dr. Silvino.
Deas queira Ihe sirva isto de licio para ser
mais No dia 7 deste mez o Sr. Dr. Miguel Calnion
Ou l'iu e Alioeid prest<>u juramento o entrn no
esercicio do cargo de chefe de polica dosta pro-
vincia, assiimindtambam logo o Dr. Joaqnim da
vista (tarradas, que interinamente eslava ier-
cendo a pnlle cargo, o oxurcicio de juiz do direito
da 2.a vara, pava que foi ltimamente despa-
chado.
No desempenho do cargo de chefe de polica o
Sr. Dr. Barradas grangeou muita sympathia, pelo
aceito e intelligencia com que o exerceu, revelan-
do ao mesmo tempo muita justioa e criterio as
Mas decisoes.
' No momento em que cscrevemos estas linhas
acabaS Exc. o Sr preidente da provincia de
roceber tres ollicios, cominnnieando-llie a offerta
de quantias importantes, para auxiliaren! as obras
il)s tres edificios destinados s escolas publicas
desta capital.
Urna das ofertas da quantia de 2:000000
eita pelo Dr. Ricardo Decio Salazar ; outra de
igual quantia pelo majar Alexandre Collares Mo-
reir, e outra de I :O0000 pelo negociante Jos
Moreira da Silva.
S. Exc, em nome do governo imperial res-
pondeu-lhes, agradeeondo-llies to importantes do-
nativos em favor do de.'envolvrrento da instruc-
. i publica desta provincia.
t A administrara) de S. Exc. o Sr. Dr. Silvino
una das em que maisse tem*manifestado a de-
dicacao popular causa do ensino publico, sera
duvida impellida pelo uobre exemplo de S. Exc,
que no descanca na realisacao do seu nrejecto, de
:! itar esta provincia com tres importantes edificios
destinados lio elevado fim.
u Ja ao concluir estas linhas e'ajou ao nosso
conhecimento que o Dr. Joao Antonio C qaeiro
acaba de remelter a presidencia a quantia de....
2:00010 ;0, por elle oblida de um seu amigo para
auxiliar as obras do edificio destinado s aula? da
sociedade Onze de Agosto; e na menina data o
coimnendador Jos Joaqunn Toixcira \ ieira Bel-
ford fez o donativo do l:000i000 para ser app-
cadp s obras dos edificios desuados s aulas de
rl II:9NJ3M ;.-re-*flh=oifo'Pr\'iunalndeniw>
mesmo araco 29:331^612.
DBAva.
. O Exm. Jipcesano.seguir, fin vir.gcni pas-
toral^ para o itftoiior da provincia.
Falleocram : Ta capital, D. Elisa Theberge,
viuva do Dr. Pedro'Theber-ge ; e na Granja, o ma-
jor Jos Pedro de Carvalho.
O vapor PM^fHimutnijUirj. para o Aearac p4
oscilas lio dia 21 Foraui nomeados agentes da compapbia bra_-
silelra le ^pores oi Srs. Joaquim da Cunlia FreT
re s
Foi nomeado promotor publico da comarca
de Jaguaribe-merim.obarliaref Joaquim Gomes da
Cunta Bel tro.
Lemos na Comtitkico :
O no-so amigo Manoel Antonio Garca, subde-
legado hgrosaniente'de ser assas.-inad i redo celebre lac-
ora Tristo Barroso Brjga, bem cunliecidolla
;ente do Cearense o qual, is 7 boras da %oite
.-;ia i.illistra'.'ao c JiatjioMiio.
Xcs'se mesmo dia, aquella sobre corno
procedeu a c!eicart *da mesa e commissScs rs-
pee-Uvas.
FoapNi e
Pretidei
nte Dr. C
nriqufe
qae pelaja
No I
marcial
< O
o>isandM
sitadas, id
loja.
de 8 do corrente, acamparibado de tu* gr*pl d(
sens col|egas de rapia, armados de c)ayinote3 e
fa'cas, entrn apparatosamunte na povoaco a ala-
cou a loja de nosso amigo, que, estando a conver-
sar com seu compadre e viziuho, Marcos Das dos
Santos, foi sorpielieudjdo com tres tiros.
Marcos cabio fulminado pela baila certeira dos
assassinos; e o subdelegrdo, amparado pela Div.na
providencia, pondo 'alcanzar o interior da casa e
lgir; espavorido com sua muiher e tcoros lili-
nlms, pelo quintal para urna ea*a vizinha.
Senhore-' da casa, os assassinos aos gemidos
da agonisante victima, saquearam aloja ecasa,
roubando da gavetaceuto e quarenta mil res e das
pratelfeiras a fazenda que pjderam conduiir.
Este acto de canibalismo deixou a povoaco
aterrorisada o indignada, e mesmo esta capital,
onde o subdelegado bem conhecido como om-
merciante honrado, extremoso^ai de familia c de
genio inteiramcnle incapaz de lazer mal al-
gili'in.
P.IO UHANDE DO NORTE.
Em 26 do corrente escreve nosso correspon-
dente do Natal :
A II d corrente installou-sc a assembla
provincial, lendo o Exm. vicc-presidente, coronel
Bonifacio Francisco Pinheiro da Cmara o seu mi-
nucioso relatorio, inteirando os representantes do.
estado c das, necessidades da provincia.
O coronel Bonifacio, que nao goza da reputa-
eao de um bomemlliuslrado, mostru no seu re-
latorio, (iie um administrador de senso pratico
e eonhecedor do servico publico e das cousas da
trra, em que nassea.
Entre os artigos de seu relatorio, distinguc-se
o do reeenseamento da popu.aco, em que S. Exc.
com toda a justica e imparcialidade aprecia o tra-
balho das comniissoes censitarias, comparando-o
com trabalhos anleriores, que as mesmas commis-
soes ignoravam.
Constituc esto artigo nina noticia to impor-
tante que me nao possO feriar ao desojo de trans-
creveioaqui textualmente :
(i Reeenseamento id pnpulnco.
" A apuraco geral do recen-e miento da popu-
l.aco, a que se procedeu em toda a provincia no
l. de agosto do anno passado.de conformidade
eom o regulamento de 'JO de dezembrb de, 1871,
ainda nao est deiinitivamcntc concluida, porque a
commissao censitaria da parochia de S, Gmicalo, a
mais prxima da capital, at esta data nao den
conta de seu trabalho, abozar Jas reiteradas exi-
gencias desta presidencia!
O quadro appenso sob n. o synopse da apura-
cao das listas remedidas pelas outras 26 paruchias
aprsenla asomma ds 217:nU habitantes, sendo:
Do texo masculino 108:520
feninino l<:fti
iiislre familia.
se.nhla
No dia scoinle 17 ) S. Exc, peranto '.ias>'
^wdcfttvpreftoii
mingo 29 de Junlo de 1873. Til 01-
juramento "%'*|
comti 4n *doii;sHiitao da provincia, cnh^djkg,
"tliV, agente fiscal iU's diroilus dos gneros
rQ V'npow da provincia de Perjiambrco em M e-or
IlaEriiia Jo :yimiiisto. P >r portara
liWHcin'ia da provincia, de -i do fo rente, foi
i la u:ia commissao, coi i s Srs. : re
g'edor interino do gymnasio Dr.lfigasto Carnei^
Mnteiro da Silva Santos, o director Ja escola or
o prest-
ario W.
ranbio.
i nomeado Alpiniaao M*cbM4 da OoaiiaP|.yeTla;w|ilo!*la ^ el 5ofe*e-:ar-o ao dono da
ci.-ante
corenl
quan
uzio soi
inaW exiswc
A pohcia do Sr.
rei^.iiiufindada putscj
d n i cniffbrlicnto de
todos aereditam qAib
autor do crime.
Pelo tenent Francisco Cesar do RefiTlIarros,
com-nandante il&^r^atoenjr\'nfajiffda'ajfaj*.
ea de S Jos deTB^bt,^rarn^apTOraOjB%^rf*!
mmm
os;
i ll)al.:ao
) em 'iiiiero.
silva, tem-se
ctivjdjj
m tesa
U *
Livres
Eseravos
Sabein ler
Analphabetos
Brasileiros
Estrangeros
Total
217:001
805:939
12:052
217:901
28:191
189:800
217:991
2l7:o7i
117
217:991
No anno de 1870 o Dr. Aurelio Ferreira Es-
pinheira, na qualidade de chefe de polica, proce-
deu por intermedio de seus delegados c subdelega-
dos ,i mi) reeenseamento da pipnlacao, e das in-
furmacrios que Ihe foram ministradas organisou
qual attribue provincia 2G2:j"07
um quadro no
habitantes :
k^
res
rravos.
217.081
2i:32C
ensino pnblico desta capital.
A' cada instante vao seodo correspondidos por
differeules modos os ineansaveis esforoos de S.
vxc. o Sr. Dr. Silvino, em rolaca ao eshvo'lvi-
menlo da ihstruccSd- po;lar.
t Foi por elle .designado o da 2 de juluo pr-
ximo -ymdouro para ter lugar o assentameato da
primeira pedra do edificio da escola publica da
fregaezia de .Vosea Senhcra da Yictoria desta ca-
pital."
O vapor Par|fi>p.irtador desta, chegou,dorari
lioBtems;2 horas da tarde, e legue paraos por
tos do
    * be i 3 lv deiteinez rendu a alfendega....
    2G2:307
    235:810
    27I
    23:738
    508
    Sendo daquclles:
    Hrasileiros
    Estrangeros
    E destes
    Brasileiros
    Estrangeros
    Total 2ti2:307
    Aquella distincto magistrado julgava com al-
    g.um fundamento que este algarismo nio era a ex-
    pressao da verdade, e calculava a pepulaco da
    provincia em '1110:000 habitantes.
    t Em I8ii o Dr. Joo Paulo de Miranda, de
    saudosa memoria, tambem che.e de polica, rnan-
    dou proceder pelas delegadas a um armlamento
    da populaeio.
    Esse trabalho pode ser considerado deficiente,
    por ter sido penoso e difliclmenle organisado;
    mas nao deve ser tiJo por imaginr.ro.
    Nos arrolamentos podiam iiaver omissoes, mas
    nao acerescimos de individuos.
    A apuraco dos arrolamentos parciaes deu
    Erovincia 9:072 almas :
    ivres 130:919
    Eseravos 18:153
    minosos Joaquim Soar4 j seotenciado, l'edro
    Jos dos Prazeres,' pronunciados em crime de fur-
    to de cavallos.
    O Aveie de 31 do mez passalo, d neteia
    do se"uint facto:
    Segundo nos nformam, deu-se no da 21 do
    corrente, no lugar do Bugo deste UTrno, um la-
    menta aeontceimonto entre deus ruMos de-no-
    mes Jo- c Manoel, lhos de Manoel Antonio Cubi-
    llo, morador no mesmo lugar.
    Sendo Jos, casado, e o irmao Manoel, sollei^
    ro, teve aquelle serias desconfian.as de que este
    mantiuba relacoes Ilcitas com sua mullir; e, em
    um desses assmos d colera, desfecha splir- o ir-
    mao Manoel um tiro de espingarda, ferindo-o gra-
    vemente : Munoel procurando desfarears vai so-
    bre o irmao e consegio fazer-lhe ai. ii leve
    ferimento oom u;oa pequea faca'qiie-inha na
    man.
    Jos, busca fugir, mas pJe ser ainda agarra-
    do por outros irmios, de cujo poder logreo eva-
    dir-sc.
    rMiAiirnA.
    Da capital escreve nusso correspondente em
    27 do corrente :
    Pouco teulio a dzer, porque a quiuzena f i
    pobre de novidades.
    Installou-se a escola de iustrucca primaria
    do bairro alto desta cidaiie.no seu novo edificio,
    assisindo aoacto o prsidclte da provincia, direc-
    tor da instrdecao publica, ili:e de polica e outras
    militas pessoas'gradas \ (edificio foi acabado ha
    pouco e tm as necossanas accommodacoes alm
    de muita elegancia.; esttambem convenientemen-
    te mobiliado.
    Na villa de Patos, a cadeia foi a-saltada por
    um bando de criminosa; que travou lula com o
    destacamento, nao se lo resultado ; mas sobre;
    maneira sensivel a fa'ta da forja publica, nao sy
    alli como em outros pantos da provincia, dando-so
    por isso frequenteirehte scmelhantcs aconteci-
    mentos.
    X) Jury nao funecionou na sua terceira sesso,
    por na i Ka ver procesaos.
    Fallecen em das da semana linda ocomraon-
    dador Francisco Alces do ouza Carvalho, um dos
    primeros negociante Jcsla capital, deiXando aval-
    lada fortuna.
    O edificio que servia de palacio da presiden-
    cia fui vistoriado por urna commissao de peritos
    de que fez parte o engenheiro desta provincia Dr.
    Rodrigues, e jilgado cm estado de completa
    ruina.
    A administraco do corroid desta provincia,
    durante os meses de marco, abril e maio fiados,
    receben:
    Papis do servico publico..... 8.'8
    Cartas...........2,081
    EiK'niiinendas......... 2
    Livros e outros mpressos ..... -9
    Auto........... 1
    Jomaos........... 3,689
    Objectos registrados coin valor declarado. 29
    dem sem valor.........
    Jchoa
    BeBord,
    ma o Ez
    b.
    pe
    ros e Alb
    Jacnllio
    interino.
    Mi Hr. Jos Jea-
    areis As re do Al-
    ~^fco de Sa. para
    as quepoilvii adoptar-so no ae-
    do musmojgsiBnasi>. servio I > de
    ijeetos de rebnus, crgwiisados um
    Jos de Campos da ue, outio |*l i bachar I Francisco
    paio, e nutro pelo dual r
    !n.
    e os niUicDs t i.-av.un adni-
    Vi^artoaJeiK-omiueiitlados. Porpro-
    visoes de 18 e 23 do corrente, foram nomeados v-
    carips encomomudados os aadres Manuel .-UiUniiu
    ifartiiis d Jeius l'edro Partir i de Barros Bezr-
    aa, fcste^ara a freffueaia de Santo Amonio o> ranbuns, e acuelle para a de Nossa Senhora do
    Bom Conselho do Grapilo.
    jajCgBUnaMAu^>FottiJB)dado continuar na
    WadWcfcria a.-rTrifgfteziawd' Nossa Senhora da
    Siiiiledo Pofo da l'auella, |ior piovisao.de 19 do
    corrento, o padre Vicente Mara Ferrer de Albu-
    qerqno
    CouJjiictor. Foi nomeado cbadjuctor da
    freguezia de Nossa Sonhon da Corroico de Na-
    zareth, por um anho, e em data de 23 do corrente,
    o j>adrc Jos Francisco da Silva Borges, sendo nos-
    la inesitia dal exonerado de igual cargo, na fie-
    goezia e Taquara.
    I'i'4-giie/.Ia Jo Biiifiuc. Por provsao
    de -1' do corrente, S. Exc. Bvm. noineou yijjario
    encomraendado, para a fregueza de S. Flix do
    Bnque, ao padre lerculan < Marques da Silva, em
    virtude de l-r fallecido, ora a noute de II tambem
    do correte, o respectivo vgaro collado 11 vd. Jos
    Teixeira de Ve'lo.
    Grava euiritual.No dia 27 do corre-
    te, depois Ja bencao solemne da magem do Se-
    nhor Bom Je-us das Chaga<, foi declarado pelo
    Itvd. sacerdote uficianle Dr. Francisco do Reg
    Maia, que S. Exc. Bvm. o Sr. bispo diocesano con-
    cala 10 dias de indulgencias a quem, perante
    aquella yenaraoda magem, rezasse com o cora;So
    casa para tocar nt
    Pcoicipiou o bailar
    ravol monte.<
    o.iutijisu ao -cu enorrne iiisiramcm caaaa-
    v.cn a admiracu geral, o Jim da casa c!iegou-se
    a elle, e'perguntou-lhe :
    - Tein a hondada de me dzor como se chama
    esse instrumeuto ?
    E' a vtogigciMf.
    la jurar que ni Ihe ouvi o som.
    Podera, d graess a Deus de o nao ouvr,
    be este instrumento tivesse som bavia ah um ter-
    remoto que, arraza va tudo.
    , OiiyinalfJaile.-dade sao pescados os ea-
    rengiiejos ? perguntoQ urna dama a um cava-
    |lheiro.
    f Nao e-tou be;o oerto, mas ser fcil adivi-
    uia-lo. Nao sao 'uesroaios ?
    Parece que sim.
    Jiatu) u-i ha que duvidar, peseam-se no mar
    ?ermrlli.
    *Cm e*H<#elho til. -I.'m malulo quexa-
    ra-se a outro de una graudo dr n'uin olao. c
    perguntara-llre se'sabia de algum remedio hora
    para aquillo.
    O outro respondeu-lhc :
    Ha oito dias andei eom una forte dr nu n
    dente, disseram-mc que o tirasse ; trei-o, e a dr
    |i,i-SMii-uie. Experimeuta o remedio se queres.
    A licjiia allcuia. Eis o titulo de urna
    broehura allem publicada em l'ri (Suissa) poree*
    casiao dos ltimos acositccimentos palicos, as-
    sim concebido :
    Bundescerfits'ungsrTwerfiiiiijsrotkrersnmin-
    lunyssrltliim.
    O que em linguagciii ehris'a, quer dzer sin-
    plesmente :
    liesolucao da assembla do povo, reoilando a
    revisao da coBstitioio federal.
    Aqu para nos, pensando bem, muito coniprida
    dove ser a lingiia dos allemaes I
    \>lot;ija!los dos ventos. E' muito
    variare! a velocidade dos ventos. O vento ligeiro
    a que us poe"as cbamam zephyro apenas agita a
    folhamm dos bosques e a sua velocidade apro-
    ximadamente de meio metro por segundo. E' bran-
    do, sendo a sua velecidade de d^us metros ; fres
    co a dez metro ; forte a vnte por seguudo. (Juan-
    do a velocidade chega a trila metros, ha tempes-
    con rielo um P. N., urna A. M. e urna G P., todas tade e furacoes quando a velocidade se eleva de
    Somma. .
    Exportou :
    Papis do servico publico .
    Carlas ..."........
    Livres e outns impressos.....
    Auto............
    Encommenda.........
    Jornaes...........
    Objectos registrados com valor declarados,
    dem sem valor. .'......-
    I Somma. .
    Emittram-se no mez de mar? > tres val
    taes na importancia de .'JOOjOOO.
    7,817
    1,301
    2.003
    i
    I
    J
    Saliendo lr
    Analpbabetos
    140:072
    2V.U2
    12'i:660
    Total 0:072
    O magistrado, a que me retiro, allega as no-
    tas que acompanham o mappa que organisou, os
    embarazos encontrados nos arrolamentos, para
    Bao dar pela exactid lo delle?, e avalla a populacao
    da provincia em 160:000 almas.
    Ser possivel que de 184'* a 1872 nao tenha
    duplicado a populacao desta parte do imperio,
    narrad a sua receita tem quintupliead>, e novas
    povoacoes se tem fundado, |uasi na mesma pro-
    porci do accrescimo de sua renda *
    No arrolamento dos povos da delegaca do
    Ass no anno de 184* cneontra-se aquella zona
    habitada por 44:820 almas; no reeenseamento de
    1872 eaconlra-se os seus municipios actuaos, Ass,
    Triumpho, Mossor, Sant'Anna do Mattos, Aqgicos
    e Maco, os quaes constituan! a antga delegaca,
    com 40:160 ; donde resulta o absurdo de haver a
    populacao da mesnia zona diminuido de 4:660 ha-
    bitantes.
    O arrolamento da delegada do ipody em
    1844 deu 11:302 almas; os dous municipios ac-
    hules Apody e Carabas, me for-oiavam a antiga
    delegaca, deram no ultimo reeenseamento 9:78o ;
    sto 1:522 habitantes menos do quo em 18i4,
    absurdo igual ao quj se manifesta no reeensea-
    mento do Ass.
    Das demnstraseos que acabo de fazer resul-
    ta qu o reeenseamento de 1872 esl muito longe
    da realidade, e que a estatistica de 1870 organsa-
    Ja pela polica exprime maior exactido.
    i Anferoridadc dos tr.abalhos ceustarias que
    se procedeu 'em 1872 6 devila principalmente ao
    pouco zelo dos agentes recenseadores.
    At na capital, onde mais fcilmente se podia
    obter resultados que mais se aproximassem da ver-
    dade parte d pooiilaco deixou de receber listas.
    e das que foram distribuidas omitas deixaram d
    ser arrecadada-.
    E' de esperar que do ontra ver, depos da
    experiencia que se acaba de fazer, ser melbor
    comprehenddo o v.lor e alcance deste importante
    servico.
    t Por estes dados, que sao offleiae?, e nao de
    stmqles estimativa, nao se pode dizer que esta
    provincia nao tem estalistica Je.sua. populacho..
    Se estes trabalhos ainda sao defeituesos, se
    nao exprimem i omplcta exactido, aproximara
    se enrretaulo verdad i
    " Se o nosso distincto deputado Tarqun!
    Souza os tivesse mo na cmara temporaria,
    quan lo sustentou asna 3,mefida apresenta/Ja ao
    oreecto do Para augmenta n lo a respectiva tfopu-
    taw,- terla ertamente conven :ido a seu honrado
    collega Gustno I^ojo de que o Ri Grande do
    Norte est as condifoes de se'r, representado na
    assembla geral por qoatn deputados'edous
    nadore?.
    No dia 10, pelas 6 horas da tarde, qtlando ja'
    nao era esperado o vapor Pirapama, chegon' este
    a nosso porto, procedente dd da Parhyb...
    t Trouxe a seuJwrdQaJSx n. Sr presidente Df.
    Jo3rj Caprrsttmoftmitira'de'lTello-nirio rsua
    REVISTA DIARIA.
    Itiuisi. rio da guerra.Por este minis-
    terio lu expedido o. segointe avis Gabinete do ministro.-Ministerio dos negocios
    da guerra.-Rio de Janeiro, 20de juoho de 1873.
    - lllm.e_Exm.Sr. Ten lome remettido a presiden-
    ca da provincia de Pernambuco, com o olBci i n.
    136 de 26 de maio ultimo, o processo do conselho
    de investigarlo a que mandn proceder para co-
    nbecer do procedimento que teve o maior gradua-
    do do 0 batalhao de infantaria Denlo Luit da Ga-
    ma, que se achava de esta-maior no respectivo
    quartel por eccasio dos acjnteeimeHtjs occorri-
    dos no collegio de S. Francisco Xavier, no da 14
    do referido mez, declaro a V. Exc, para seu co
    nhecmento c fins convenientes, quo o referido
    major deve ser submettido a conselho de guerra,
    pois, nSose tratava simplesmente de obstar a urna
    reuniao jiopular, caso era que precisava de ordem
    da autoridade competente, mas sim de mandar au-
    xilio, a poneos passos de di-taneia, ao menciona-
    do collegio, que fo.ata'oatio,' c onde se commeite-
    ram desacatos na capella, e as pessoas dos reli-
    giosos ; cenas essas que deviara ter durado or
    algum tempo.
    Nesses casos nio se faz myster ordem da au-
    toridade superior, pois, a obrlgacao de proteger
    orna habitaco on estabelecimento assaltado nao
    pode ser desconhecid x pelos commandantes. da
    urca armada.
    Compre, pois que o referido major em conse-
    lho de guerra procure justificar-se das suspeitas
    que contra elle se levantaram, e que conhecdas
    perteilamente as circunstancias do caso, sejam as
    IcU mili'arcs completamente xeqladas.
    Dens guarde a V. Exc.-Joo Jos de Olivei-
    ra Junqueira-StT. baro da Gavea.
    Pena ultima.Acaba de ser desatendida
    pelo poder moderador a petico de graja elle di-
    rigida pelo soldado do 9o batalhao de infantaria de
    Suba, estacionado nesta provincia, Joao Ravmun-
    da, condemnado pana ultima pelo conselho de
    gnerra, por ter assassinado dentro do quartel res-
    pectivo um seu superior o ferido diversos cama-
    radas, qando todos estavam em servico, sentenra
    que foi conrinada palo conselho su remo mili-
    tar.
    Vai a cidade do Recife presenciar esse ea tigo,
    do pul coran que-j4 se nio rec^rda, tantos sSoos
    annos decorridos aps a ultima execuco.
    Eis o aviso do 'ministerio da guerra sobre fac-
    to :
    Hio de Janeiro, 21 le junho de"W72.-nim. e
    Exm. Sr.-C >mpianico a V. Exc, para seu conhe-
    cimento e devjdos fius, que S. M o I., conforman
    do-se por sua immediata e imperial resoluco de
    18 do corrente, tornada sobre consulta da saccao
    da guerra e marnha. do ct)nselh/) de estado, rela-
    tivamente ao reqerimento intormado. por essa
    presidencia em 24 de Janeiro ultimo, c em que o
    soldado do 0o batalhao de' infantaria 'Joao Ray-
    inundo pedio comniu.ta.ao da pena de' ntorte que
    Ihe foi imposta pelo conselho supremo rniljtas de
    justici, houva' por bera declarar que o referio
    reo nao digno da clemencia imperial. Deus
    guarde a V. Exc. -Jlo Jos" dt Oliceira Ja.nquai-
    M.-Sr. presid3.te da provlriciA de rnambu-
    Q.
    Assembla provincial. Por portara
    da presidencia da nrovineja, de 28 d<' corrente, m
    vista do art. 24 $ l da le de lf dcagostede.183-1,
    ^i copvpi- jiubla, le-gi^ariva'. wovJojaL
    ijuc teriUe rupeciopar rw,bienaia',Te;,re7i a:
    !' de -.marco de 1874, Wr$l) lrjujr
    as vezes que honvesse de visita-la, na igreja do
    Paraizo, onde erecta.
    Dnlicirn O vaporbrasileiro Paran trou-
    xe para :
    Joaquim Jos Gon;alves Beltro & F.
    J. Kraus 4t C.
    Manuel dos Santos Villaca
    Domingos Ferreira Maia
    Percira Carnero
    Jos da Conceico O. Fiyuciredo
    7:2214620
    3:0;X)/>00!)
    2:000*000
    l:80l80(
    |:300i000
    i: 0):00
    1:2 0000
    l:KiOifi00
    UflOOO-O
    800OX)
    800 5551990
    180')!)0
    m
    ovembro prximo vindouro.
    Coiuiuisso inculca. Por pqrtar-ii da
    A. Hyvcrnat i C.
    Jos Rodrigues de Souza
    Jos Rbeiro da Cunha
    Carvalho & Nogueira
    Maooe da Silva Sampaio
    Braga Son k C
    Joaquim Jos Godinhn Jnior
    O vapor inglez eca trouxe 8:000OOJ para
    Silva i Casco.
    Para a Europa. Com 24 recebidos em
    nosso porto, levou o Nevo. 183 passageiros.
    Asjio de alienados.Houve mais offer-
    ta de 200* como se ver dos offlcios abaixo pu-
    blicados :
    llliu. e Exm. Sr.Ao receber o officio em quo
    V. Exc. me cominunica a generosa idea que coa-
    cebeu 1e fundar na oda le do Recife um hospicio
    para os alienados, nao teuho cessido de conven-
    cer a todos os nieus amigos, para que, vindo eui
    nosso auxilio, empregucm seus estorbos em coad-
    juvar a V. Exc na con-ecucio de lio philanlropi-
    ca como grandiosa obra, cuja utildade do pri-
    meira intuico.
    Pela mnlia parte tomo a liberdade d offerecer
    a V. Exc. vinte e einco prancbocs de pao carga
    para taboados, postes na estaco das Cinco Pon-
    tas e 2003 em dinheiro que serio entregues a V.
    Exi. pelo meu amigo padre Antonio da Cunha Fi
    gueiredo, a quem declarei vcrbalmente que alm
    desta insignificante offerta, nao dexarei de conti-
    nuar a ccadiuvar a V. Exc com tudo quaiito csl-
    ver era mnfias Iracas forjas para levar a effeito o
    beneficio mais humanitario que se peder fazer
    nossa provincia.
    Son com a mais perfeita estima e consideracao
    do V. Exc. amiga attento obrgado e criado. -
    Francisco Antqnio de Barros e Silva.
    Gabiuete da presidencia da provincia de Per-
    nambuco. em 27 de junho de 1873.lllin. Sr. co-
    ronel Francisco Antonio de Barros e Silva. Ac-
    enso recebida a 'tarta de V. S, sera data, ofiere-
    cendo viole e cinco pranchoes de pao carga para
    tabeado, postas na estacao das Cinco Ponas, e
    200 que me foram entregues, em auxilio da cons-
    truceao do" asylo de alienados.
    Em resposta cabe me agradecer V. S. lao va-
    liosa offerta c louva-lo por.mais esta pros-a de seus
    sentimentos de patriotismo e de caredade.
    De V. S. amigo attencoso, venerador e criado
    H-nripic Perera de Lucena.
    E.spancaniento.Era 26 do corrente, pelas
    8 horas da notto, Antonio Fernandos da Silva es-
    pancou a Juvenal Jos Antonio de Brito, ferindo
    esto quelle com um faci de que lanrara m.io
    fia sua defei.i, no lugar deoomiriado Fundao, do
    districto policial do Beberibe.
    Oinlieiro. -O vapor inglez eca trouxe para
    Silva & Cascao (0:0004.
    Em transito.Pelo vapor cima declara-
    do vieram dos portos do sul duus passageiros, e
    seguirn) para os d Europa cento e oitenta e cin-
    co, sendo vinte e qualro recebidos neste porto.
    Sociedade Patritica Dze de Se-
    teinUro.-Segunda-feira, 30 de junho, haver
    sessao desta sociedade no lugar e hora do costu-
    me :
    Ordem dos trabalhos.
    Pruposta e almissao de socios.
    Pareceres de commissao, letura da memoria do
    Dr. Tiburcio sobre o meltioramenlo do por o (2.'
    parte).
    Trabalhos preparatorios da expofieao de 2 de
    dezembro.
    ZdinL-Este vapor da linha de Liverpool,
    chegado hontcm de Lisboa, nada adianta, por ter
    sahido d'alli no dia 11 do corrente, antes do va-
    por Boyne.
    Gazeta jurdica. O numero deste jor-
    nal, de 13 do corrente, contera:
    tiuzet't Jurdica : O marido o administrador
    legal dos bens do casal; mas, por elfeito.de con-
    trato ante-nupcial, a muiher pode conservara ad-
    ministraco dos propris bens, na constancia do
    matrimonio.
    Jurisdicta~o cicil: Os privilegios sao de nature-
    za restrictiva, e, por isso, nao se podem interpre-
    tar extensamente, e nem ampha-los alm das
    pessoas a quem foram concedidos.Dividas ante-
    riores ao casamento sao pagas pelos_bens do con-
    juge devedor, e os juros dellas nao correm.pdr
    coata do casal.Legados de simples usufructo nao
    pagara imposto de trausmisso de propriedade.
    O pagamento vontade do devedor pode resultar
    do modo da consttuco da divida.
    Jurisdirgo conunercial: O modo de pedir o pa-
    gamento da soldadas determina o art. 237 do re-
    gulamento 737 de 1850 ; e nao ha disposicao al-
    guina que classilique de summaria bu ordinaria
    tal aeco, tefido havido ou nao contrato.
    Reforma judiciaria : ."Na acg.ao decendial (civil
    ou oommereial) de valor excedente a 500400J,
    vindo o reo com embargos, o juiz municipal ou
    o de direito o competente para pronunciar sobre
    efles ?Depois da le de 20 de setembro de 1871
    pode se applicar ao escravo a pena de morte ha-
    veudo dous tercos de votos, ou preciso para a
    imposico dessa pena a unanimidade ?Jnrisdc-
    cao civil dos juizes de direito as comarcas ge-
    raes ('ontinuaco da pagina 184.)
    Direito administrativo : A fazenda nacional nao
    obrigada a pagar foros de terrenos de marnha,
    e sesraaria, que tenha tomado para uso publico.
    Doutrhia : Direito civil. Prova da filiacao na-
    tural. Le ti. 463 de 2 de setembro de 1857. (Con
    tinuacao da pag. lia).
    Aunos Hnanceiros.Termina amanba o
    anno finaneeiro de 1872-1873, e coroeea na ter-
    Qa-feira o anno finaneeiro de 1873 1874.
    Passcio publico. No dia 2 de julho de-
    vera comparecer, na reparti.o das obras publ-
    oasj ao meia dia, os proprietarios dos terrenos be-
    neficiados comprehQnldosna .rea d$nada pata
    lo jas'ed publico, afim de realisar-sc a compra dos
    iJos trrenos.
    \rreiu;ita<,-o provincial.-Perante a
    .trem o tenehte-cornet jQM^atfaranTilelT,
    o efe flb archivo 3a secretari'da prsnlencla, que
    rermereu apoaejhUdoti^.. ^:
    Agrencla-ttseal m Macelo
    tarja da presidencia da provincia, di'
    o' ele 'seiis resp^t^fe*riri^mtros'nQ'flia"9 d^Liunta da thesourria 'proviacial yai praca, no dia
    j'ujha,' o Tornecimepto ios objectos preciaos ao
    expedient das repartisoes provinciass, como aba-
    te de 5 0/0 durante o xercicips de. 1873 -1870
    Un novo instrumento. Um esperta-
    'lhao, victima da sorte infeliz, oilvio dizer que no
    prtmeiro andar da casa onde morava.ia liayer um
    baile e gr. -idi como paeri.
    aera ser.coBvidado, tirar o.'seu ventra de miserias,
    o sdsou que ae icrabrou de fazer um instru-
    yes vzesmfotine m zabChnb, de car-
    trinla c ciuco a quarenta metros- A raloci l.o!
    media dos ventos, no nosso clima, de cinco a seis
    metros por seguiid i.
    Pensainentos.Em geral nunca se diz a
    verdade sobre um ponto, senao depois de se ad-
    veren) esgotado todas as formas e transformabas
    da mentira sobro esse ponto.
    A rosa do amor deixauos cahir os espinhos
    no cora ci.
    1)-"seja-se ardentemente ; po*su-se com en-
    fado. A razia modera o desojo, e prolonga agoto,
    A rosa symbolisa a dr, puis, foi tinta nu Ma-
    gna de Venus.
    Nao ha sabio a quem urna inuPer nao pos-
    sa dizer com razo : A cien ia son eu.
    Para bem conhecer as Gllias de Eva, pre-
    ciso esperar o momento propicio ; a hora am agitara os ramos formosos da arvore da sciencia, a
    hora em que fogem attonHas e arrependida<, mas
    com um divino sornso de amor, consoladas das
    tormentas da palxo pelas amargas alegras da
    saudade.
    Duus portuuczcs *niucrain o sc-
    nhor pc(|nen>. Dous sujeitos que estavam
    alojados em una casa, levantaram-se de noute com
    urna fem incrivel e comecaram a pa*snr revista
    as gavetas e armarios, a ver se encontravam algu-
    raa cansa que os satislizesse.
    Isto passava-se s escuras, porque o dons nio
    luiham phosph iros.
    Depois de algum lempo de indagar), em certo
    sitio, um dellesdeu com um frasco, e pelo cheiro
    a agurdente que exhalav.i, e por urna cousa que
    boias'a a superficie do liquido, disso para o conipa-
    nheiro :
    C temos damascos ou pecegos de conserva.
    E, reunindo se ambos, comeram o que havia
    dentro do frasco do solido, e heberam o mllio.
    A sua fome era to pyramdal, que nao deram
    pelo que tinham comi lo e bebido : Blrt nada me-
    nos que um feto, que a dona da aan guardava
    cuidadosamente, e que era o frncto abortad) que
    Deus conceder, ale enti >, aos amores della coin
    um marido exquisito.
    Na manha seguinte, depos de os homens sahi-
    rem, entrn urna criada no quarto, e pelo frasco
    tomand.i-conhecimenio do caso, exclama :
    Ab senhora, que horrvel desgraca!
    O que succedeu ?
    Aquelles homens comeram o eenbor pejueno!
    Protestos de letlras.O escrivao dos
    protestos, Jos Mariano, est de semana, cartorio
    onde foi a secretaria de polica, sala do lado
    da maro.
    Lotera. A que se acha venda a !>6.', a
    beneficio da igreja de S. Pedro Martyr de Olinda,
    a uiial corre amanh.
    Leilffs.Teiva-fera, 1 de julho, deve ter
    lugar o leilao de moris na Capanga, conforme
    ost anntincado.
    Qnartafpira, 2 de julho, effeetua o agente
    Pinto, o le lio de todos os movis e mais objectos
    existentes no annazem. da ra d> Bom Jess n. ti.
    Casa de detencao. Movimento do da
    27 de junho de 1873 :
    Exstiam presos 338, entraran) 12, sahiram ',
    fal'.ecea I, existem 364. A saber .
    Nacionaes 238, mulheres 11, estrangeros II,
    eravos 00, escravas 14.Total 364.
    Alimentados a custa dos cofres pblicos 276.
    Movimento da enfermara do dia 27 de junho
    de 1873.
    Tiveram baxa :
    Joaquim Alces de Olveira, coiiea.
    Joo Ferreira Barbosa, sarnas.
    Vicente, eceravo de Manoel Tinoco, ndigesMo.
    Fallecen :
    Mano I Martina Bezerra.
    Passageiros. Sabidos para Europa no
    paquete inglez A'ccu:
    Carlos Jos Pinte, Domingos Antonio da Silva
    Beirs, Jos Rodrigues de Carvalho, Joio Pedro de
    Mello. Francisco oa Silva, Domingos Pereira do
    AzeveJo, Jos llgdrigues de Carvalho Jnior, pa-
    dre Manoel Moreira Gama, Antonio Fernandos
    Soares, Francisco Ribeiro Pinto Gormarles, Anto-
    nio Jos Soares, llonrque Bernarda de Olveira,
    Jos da Silva Loyo, P. Neednam, sua senhora, cu-
    nbada. o meninos c 2 criadas.
    Entrados dos porto do sul, no paquete in-
    glez A'eca :
    Ileary Burle o T C. IlarroVoo.
    Ceinitcrio publico. Obituario do dia 26
    de junho:
    Ignacio Ventura Braga, branco, Portugal, 33
    annos, solteiro, Boa-Vista, nospital Pedro II :
    typbo.
    Um recemnascido cujo nome ignora-se ; Boa-
    Vsta.
    Josepha, branca, Pemimbuco, 2 metes, S. Jos ;
    convulsoes.
    Mara Ferreira d'Anuunciacio, branca, Per-
    nambuco, 48 annos, soltoira, Boa-Vista ; nieiicn-
    gito.
    Amaro, branco, Ptrnambuco, 8 metes, Boa-
    Vista ; espasmo.
    Isabel Augusta Pinto, branca-, Pernambuco, 23
    annos, casada, Graca ; tubrculos pulmonares.
    Anna Mara da Omceieo, parda, Pemambiieo.
    26 annos, casada, Boa-Vista, hospital Pedro II;
    cachexia rheumatica.
    (HROMC4 i\m.I.IRIM.
    -riiiKi \ ir da luiir lo
    SESSAO DE 28 DE JUNHO DE 18*73.
    PBBS19BNCU DO KXM. SR. COJ1SBUIKIHO CSKTANe
    SANTIAGO.
    Secretario Dr. Virgio Coeiho.
    As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
    L embarcadores Lourenco Santiag..), Almeida Albu-
    querque, Doria, Domingues Silva, procurador da
    cora, Regueira Costa, Araujo Jorge, Neiva, | ai
    juizes de direito Thoraaz lleuriques e Qu ntiuo Mi-
    randa, abrio-se a sessao.
    JULO AMENTOS.
    Recursos Crmes.
    Recorrcnte o juiz de direito do Cear, recorri-
    dos Joaquim Al ves de Brito e outros. Juizas os
    Srs. desembargadores Doria, Usgueira Costa,
    Araujo Jorge e Almeida Albuquerque.Improce-
    dente.
    Recurrente o juo de direito da Fortaleza, re-
    corrido Thomaz Lourenco da Silva (astro. Juizes
    os Srs. desembar^adores Begueira Costa, Doria,
    Araujo Jorge e Neiva. Improcedente.
    Recurso de lalienota.
    Recrreme o juico especial do Recife, recorrido
    Joaquim Silverio de. Souza. Juizes os Srs. desem-
    bargadores Neiva, Almeida Albuquerque, Reguei-
    ra Costa a Araujo Jorge. Raformada a sentenca
    para jnlgar-se a quebra casual.
    Recorreote o jizo espacial do Recife, recorridos
    Magalbacs, Mendes & C. Juizes os Srs. deserabar-
    gadoren Araujo Jorge, Regueira Costa, Doria e
    Neiva. Improcedente.
    RiVTrent- o jirlz.i h i;-.
    i -i m dos Rus. j lije* - Reguaira Costa, \iaujo Jurpe, Niva e Al-
    meida Allnipi-r1,Ti..._lt.-f!,nnih a senli-ssja pai.
    jnlgar-se casual a tNatHi.
    Carta isiiiaawwahiwil.
    De Iguarass. -Aggi avante Jio Franos"
    neiro da Cunha, aceravado o juico. Jui"* < v
    desenili iiyadores Re^ut-ira (>sta, Almeida >
    ipierquee Neiva.-Negarain |aitcni...
    Habeas rorima.
    Paciente Antonio Alves da Silva. IV-lai- i i -
    desembargadnr Doria.-Conrederaa "i !-n.
    a sessao do do julho tutin >.
    AajpeNafaw craM.
    Do juizo de direito do lle.'iia.-Ap|N-llante>
    tomo l'eitoia de Mello a ooiros, arqvliada
    ca.(Jniiirmaila a sealenrj
    De Cabarras.Ap|M'llante Tilo -irarro aV
    Mello, aiipellados Alfonso Perera unir *.A
    sm jury.
    Do tonio. Appellanto Sargia ienvntii s->.:'
    Maior e Albuquerque, ippgHaa ll.-nedirlo 6* v
    va e. iaaak. Iiiipriirr Da Indetieiideucia.-Alquilante o jinzo, a, .-
    lado (.mullo Jov de S.111/.1 .\ n.oo jur>'.
    De Maiiiangii.i|H;.Vpp aMaaJaW li
    e outros, apnellada a jnstw-a.AntinlUi-sr pr>
    ce>so.
    Ap|dl.l'"H-- nv.-i-.
    Di juizo municipal do II.: 1' 1 fi|ifii Hala 11
    cisca de Barros e Silva, appdla lo Ji-e Kr.r
    has. Dcsprezarain os einl>jrgo<.
    Da cidade d* Naial.AppaMante o rurn-l r a
    parda Ignec, a-qnllado Maaaal 4a Helia.<
    u.ada a sraieaca.
    De lin.la.Ap|x-llaiitc Jo-e J^eoni" Ta-- -, -
    pcllado Francisco das (aliagas Salv"-'i" ;
    urna dirigencia.
    Dia de apparerer.
    A|ipellado Antonio CurtaiKi de (Nivfira. a; -
    lanle Joaquim Cernido de llast..-.JutfMl fr
    erta a ai'peil.-i.-.-n..
    PASAFHS.
    Do Sr. desembargad >r l.-nirenco Saalwg' 1
    >r. d -.iiiliiirjrador Abo-ida Aliniqiiei
    Do jury do Ituique. Apix-IUnte Mivnel h
    m de Azevedo, apH-IUd.. t justica.
    Oa Cajzoiras. -A|qellaw> o juizn. aiqa M
    s M II i.l de JesUS.
    Do BiiiqucApiHdlaule" JoS llci^rra I.-
    outro, appeila.la a jn>i a
    Uo Sr. doseinliarg.id o Alin-i.la Albu 111 |
    Sr. desa^mb.irgador Doria :
    A|qtcll.ir DeCaruard.AiqHIanle Jost'- Ant-io .
    appellado Manoel Alves Pereira.
    Do Recite. Appfllaiite Joao AnlniH" 1..11
    maraes, appellados Aut-mio da Cuaba S**n
    maraes e outro.
    Ap|ioll.'ic 11 crini".
    Do S ibral. Appellanle Unitario Fex iaTt-iw
    amellada a justica.
    Do Sr. desembargadnr D gad< T Regueira Costa:
    Appeila^.V> crime-'
    Da linperatriz. Appollante o pin. a|>p"MaiM
    Francisca, escrava ; ap|ndianto o j-he appallaa"'
    Jos llioiiiaz de Parias.
    De Cimbres.Appellanle o juizo. appaHkdo Ar
    tooio Cordeiro do Hego.
    Da Escala.Appellanle AhI-hiio Teanrio 1
    canti de Almquerque, iiqn'llad. a jiMtira.
    De Pctrolina. Ap|dl.int<; o jmzi, lapalli 1 -'
    Francisco e Izidro, eseravos.
    Da luqwratriz. Apiicllante -Maa -I de raak
    Araujo Luna, ap|>clUda a justtea.
    Ao Sr. desoiiibargador Araujo Jorgr
    Apiiellav-io rrrane.
    Do Pilar.A|.i llan Antoajo Tararea Y Mi-
    randa, appellado l.ucin.l 1 Demetrio de Brito.
    Ao Sr ilesembargador Hmiiingue< silva :
    DoUeciie. -Appellanle D Jara S"|diia i-a:n.
    appellados herdeiros de Jo* Sinio M Alaacsda
    Do Ass. Apiiellante Vicente F.-rreira .1.
    peca, appellado coronel Manoel de M-li > M
    gro Pessoa.
    AoSr. desembargado!- Lourcnro Sanlug.-
    De Podras de Fugo. Apimilaate J- do > .1. .
    Aranjo, appellado Francisco Xavier dr I 1
    Do Sr. desembargadnr Dominfrne* Sirva -r.
    desembargador Regueira Gasta :
    De Oa tu rite Appellanle Fraartaeo rereira Ma' -
    ques, appellados Paulo Joaquim Pereira a a'.' -.
    Do Si. de-enbargador Hegueira tjeta v Vi-
    d'-sembargador Araujo J.Tge :
    Ap|ieba..oes rrimes.
    Appellante o juizo, appellado Indi., l-ctmnak
    Costa : appellanle o juiz >, apfellado CmimU
    mes da Silva e outro : aipellaola Fraaeasea 4o
    1110 Cavalcauti. appella I > Ant nio Joaqun Na-
    co nenio ; ,ip|(cllante Ai W1110 Alves
    appellado Manoel Lopes da Silva p>wi.iw
    promotor, appellado Virentt Korreira de Sonr;
    Ap|MdUco civel.
    Appellante Ignacio Alvim da Silva. a,q>
    Jos Cyraco da ilva.
    Do Sr. desembargador Araujo tafaaa Sr embargador Neiva :
    Appellacoes criin;s.
    De pesqueira Appellanle o juizo af>pdM
    Valerio Ferreira de Mello.
    Da E*c la. Appollinte ., piizo. : i-peUmla D
    Mara Rita Paes Brrelo.
    IK Serinhaem.Appellante o juizo, appcllao
    Pedro (/irra da Silva.
    Do Recife.Appellante o juizo, anaefafla Paira-
    Pereira da Silva.
    Appella. iics nveis.
    Do Recife. Ap|fllante Fr.uici M 1 (aacalre-
    to, ap|tellaJo Manoel J aipi 111 ilapti-ta aMMlMMc
    Mattiias Lopes da Costa Maia. appellado Jo., inu-
    3uim de Castro Monra; appellanle Mathia I.
    a Costa Maia. appellado Antonio Ca-ein 1
    ('. mveia.
    Da (iranja.Appellante major Viul Vac d. i
    pirita Santo, appelada ). AgoHinha Brrt'
    so?.
    I) Area AppcUanic Joio Jo de iivcira :**
    pellado Jo.io \ irlorino das Heve.
    De Olinda. -Appellante Jo* Goacafre* 4a v.ru"
    appellado Francisco das Chafa Safarafir'.
    Uo Sr. desenliar.'.! I-t Neiva aa Sr. 4e*
    gador Lourenco Santi:.
    Do Inga.Apnellante Manoel 4a Costa Tnvj^-
    sos, apivllado Domingos Trigueiro CasleJa ..'
    Do Sobral.AppeUaata* Aalonio Fe
    Roeha e outros, appellados Jos Cmm I
    de Albu pierqne
    Do Recife. -Appellante e juizo. appead ><-
    berto Alves de Lima.
    Ao Sr. desambargador Doria
    latbargos
    Embargante Tristo Francia < Torre-, i.:' .
    da D. Fenhorinha(i.
    Diligencia criase.
    Ao s i |or promo4or da justic.
    Appellante o juizo, ajipeiladn Silvam- Pereira
    Silva ; appellante o juico, appclladfl Pedra Aatr
    da Silva ; appellanle Leoaardo AMaaio do Ear
    10 Santo, appellado coronel Tal ib a Arri... u
    Costa Villar.
    Appellaeio errel.
    Ao Dr. carador geral :
    Do A-suAppellanle o curador 4a par4a Thr-
    reza, appellado Elvira da Silva CaMa
    C ni vista ao Sr. uVm-io! arpad-t pruCMbar 4a
    cona :
    Appellantes (nilherme Ferreira Perro e aain.
    appelada a haroneza 4a rean.
    Assignou-sa 41a para julfaaaeajla m Mea
    pguintes:
    AppdlarAes eriaec.
    Dj Recife. -AppeBaate o juizo, apfala4aiWl
    tnazar e Candido, por sea earadar.
    De Ca broll. Appeilante Aprarto da C/aCa Anca-
    jo, appella lo Ernesto 4a OaaU Agre.
    Da linp- ratric AppeUaata o prai
    lados Mana Joaquina 4a Conraiaia e
    Da Villa Bella.Appellaatc a jacte
    Antonio Manoel do Monte.
    De (tamb.Appellante o jesico, acaiala4a Ray-
    mundo Pereira de Anaca a acaro.
    Da Telha. Aji| ilwaiii Dcjaiuali Ta
    c nutro, appelada a jascica.
    De Mamaagaapa-Apjielaale FHix
    Silva Cantaliee, appelada a jasfJea;
    juizo, appellado Joio Fraudar* ; apa
    c
    }
    miserias, Magalhes, Mende A C. Juizes os Srs. desamb
    m instru- gadores Araujo Jorge, Reguaira Costa, Doria
    , de car- Neiva. Rnprocednte.
    ceslo da Rocha,
    Tenadaio EraaaK
    nardo Antonia de
    AppsNaeAas ereatc
    Da Recifr.-
    Suva Mervle*, appafada Ja*
    paHante Jos da Sthra ief
    da Silva Ferrab-a.
    Da Impartrie. -AafiMaa
    appellaoVs Manoel 4a Coate
    Afjravee 4a pe-.^a.
    A^gravaata baataarel Joaa Fan
    maraes.
    Ao |r. iHircaarajaJi Neiva :
    Aggravaola ioa U Alvec
    AanabuMM Ct
    Ao Sr. daceaabirpanr Loarwato

    /
    M


    J
    Ditt dehPeniambaoo
    .. o-S-9otefnfaor'id> !$
    Do Qlw.-Appellantf o*}uizo, appelltflo Joao
    erque :
    dos San-
    AoS
    Do Recife. -Appellante Miguel
    los, apnelbdna justiea.
    Do rejo -Appcjlanlf rVau?a appelado Joa-
    qun Pomes da Silva" "* **
    Ao Sr. desembargador Doria:
    Be Cajazeiras. Appellante o juizo, apnalIaSo
    Gabriel nodrigiafhdE Simios.
    Ao Sr. do.*eii*arga4or Raguai-a tosa :
    Do Cabo.-Aechante Joaqaia Baptista Negrao,
    appellada a j muir.
    Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
    Da Imperatriz. -Appaante o Vomotor, appel-
    ado Haynutv|oIVrtniagosoteli.'idf ftiireira.
    i Ao Sr.\1embarganor serr*:1 J s
    Da Parahyba.Apoellaiite o juizo, appelado
    firmM'FriineMefl de Oliveira.
    Eneerrou-se a sessao a 1 1|2 bora.
    Trbaiinl lio t-oim?rco.
    ACIA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 23 DE
    JUNHO DE 1873.
    CMBEKCIA DO EXM. SI. CONSELHK1BO ANSELMO
    FRANCISCO l'ERKTTl. .
    A's 10 horas da manila, presentes os Srs. de-
    putado.*, secretario Olilo Bastos, Candido Alcofo-
    "' e supplontes Sa Leitao e AI ves Guerra, cora-
    rado
    pare-endo o Sr. desembargador BscaLe fallando
    rop participacao o Sr. supplente Pedro Casco,
    S. Exc. o Sr. eonselheiro presidente deelarou aber-
    ta a sessao.
    Foi Jida e
    sessao.
    approvada -a acta da precdeme
    oiBAill Moervador do-eomniere'ie le Maeci,
    d .udo a inforinacao pedida acerca da necessidade
    da creaeao dos lugares de dous correlores para a
    orara de Penodo.A'.visU dessa informacao o
    tribunal resolveu que se procedesse na forma da
    lei, consultando se o governo.
    fflcio do Exm. Sr. presidento da provincia,
    tendente a ser exhibida a sentenca da fianca do
    oflicial que servo do thesoureiro deste tribunal ao
    inspector da thosourana de fazenda.
    O tribunal resolveu (pie se ofuoiasse a S. Exc,
    dizendo-se-lhe que mandou-se o thesoureiro rapo-
    Iber thesoutaria o saldo existente em suas mos,
    e pedindo a S. Exc. que se 6irva declarar se as
    quantias que se forem arrecadandi devem ser
    guardadas em poder de algum outro empregado
    sem fianza, ate que o referido thesoureiro apr-
    sente a sentenca de que se trata e que tem de ser
    proferida no jouo dos feitos da fazenda.
    Offliio do Dr, Antonio Francisco Corroa de
    Araujo, comiuuuicando ter assumido o exercicio
    do cargo do che-fe de polica desta provincia no
    dia 10 do corrente. O tribuna! iletrado, mandou
    acensar o recebimento.
    Oflieio do secretario do tribunal do eommercio
    da captl il dj imperio, remetiendo a relago dos
    comnierciantes matriculado naquelle tribunal
    no n'M de maio lindo.Para o archivo.
    Offleio do Sr. deputado Pedro Csela, comoiu-
    nieando niio podar comparecer sessao de hoje
    p-r incoramodos de sade.Intoirado.
    fftcio do presidente e secretario da junta dos
    correlores, remettendo o boletiin das cotacoes
    Swjfiw cod'tVs lcilfrWrf'a
    mas debati. A ir.jastiea, a ieiquldade prevale*
    corara.
    O juiz de orphaos em voz de permitir; eotno
    manda a lei, procector arbitramento por loRvodoe,
    do ambas as parles, nomeou por si so dows peritos
    organisou mu saldo do oh:? con'os de reis, e n;s-
    tauuamia eoideiano.n:eiinMjr! I O ,
    Iniquidades som ponte, que se nojosso o res- grande interesa
    peilo que debemos ao trilulMl,- en muramos rou- E' tempo de |al
    bo ;//c'a/,porquc importa tirar os bens do clda- :de perder tirana, e que gritem
    dao. coiu violencia oQleial' da autoridade. s se lembrant de si.
    Toda a-opposcao legal que tem feito o curador,
    tem sido injusta e caprichosamente desatten-
    didn.
    'las ile.
    rior a 2..,
    rior por meio de canaes, qae rlame paisde ttm
    extremo a outro.
    Entre nos, porm, infelizmente o receio infon-
    dado do arriscar cabedaes nestas era-treme r*aat
    dado lugar"a nao se cuida^ *ena.meule dcs.le
    S 1110'
    Appellou o curador para'a relajo
    Em um paiz, como o nosso, epi
    hbitos do povo, o syjema, d
    ram inicala /a indiviiuaij _5
    Mas, oh I escand lo, aappellatjao foirecebida so inistrador d|_ provine
    teffeilo devolutivo! .mover o grande i nleresse la pro'
    HO
    Urna causa do vdlor de anze cmlos, com ap-
    pellacao soiu effeto suspensivo !
    A nova lei de 20 de setembro d 1871, dotermi-
    na'que as causas de can. mil res dosjuizes de
    paz, tenham appe!laco suspensiva; que as Caflsas
    do guihentos mil res dos juizti municipaei^te.'
    iiliain tambem appetracao susptMjsi*.
    Sao estas as cansas snmirniiiv^ summarissi-
    mas! .,
    Como possiw qiM as causas ordinarias, do
    grande valor-a appellajp nao ha de ter efleito
    suspensivo ?
    Ningnem assim pensa : nao ha advogado, nao
    ha juiz inteJIigente qu? tenha semelhante opinio.
    la o principio geral de direito -que as causas
    ordinarias, toda a appeWacSo em ambos os effei-
    tosdevolutivo, e suspensivo t
    Assim eaminlia o fro em primeira instancia.
    Tae berracoes jurdicas vo pascando, porque-
    niio se esclarece respetto-a Segunda, instancia, a
    relajad.
    Nao podemos niais liearere (ileiicio. A relajo
    atienda.
    Nesla grave siluacao, tem maraado tumultua-
    riamente a excuso em virtude dessa appellaco
    s ievoiutira,
    Naexccucaoa prepotencia tem chegado ao.seu
    auire; as nulhdadi* sao in'lutos ; mas nao se
    adiittem embargos, seaao em auto apartado.
    Urna s vez, por misericordia de Deus, foram ac-
    ceilos nos proprios autos da execi^ao, uns em-
    bargos de nuilidade ; mas o juizdispresouos i'n-
    /ne.nao deu lugar a larga discusso, e menos
    prora que era o essencial!
    Como se ha de mostrar a iniquidade, a prepo-
    tencia, o roubo judicial, sem diseusso ? I tipos-
    sivel.
    Quero porque quero=onze contos de reis,pa-
    guen) os j ; niio admittimos defeza, queremos ja
    csses onze contos que fazem bom ananjo, a qaan-
    tia sotfrivel, j serve.
    Eis o que est decilido em primeira iustancia!
    Appellou-se desta inicua e violenta deciso, da-
    da alias por juiz incompetente, como se demons-
    trou ; mas nada aproveitou a appellaco.
    Esta recebida s no eeito decslutivo.'//!...
    Aggravamos, e sobe agora o aggravo ao conha-
    cimento do tribunal da relaco.
    Negou-so effeito suspensivo a appellaco, para
    adquirir-se logo os onze contos, e depeis nao ha-
    ver reiiaragio : estarlo gastos, consumidos, e
    s haver um trapo quente para ser pregado
    Ihando a assemblm que autorus|e
    juros dos capitacs empreados as estradas
    ferro.
    Nesle voytj rakiente.MRiy e fnu itrat
    inerfiaf MtMoV tai H]oa *6 le dbjIUhi
    os iiovos pr^cessus d.v 4*1 mf^M WI
    fft enenada, reslese liiialirienle a q^uaTqiier"nTe-
    lhoramento ; ( precM^4*iMqia parta a iniciati-
    va da governo, e qae o povo v se cuveiMien4o
    que preciso- abandonar a rutina, 1prearawk)r*CM
    para o diaida emaacjpac> i do esfcravo..
    Um notavel oscriptor, o autor da earlM-snwei
    a America do Nort, exprime-se assim imelto-
    rw ns commuaknodtfi uabalhar (wm.1 bajHlhj
    de tratlo j faaer pariitipar toU >o* inamWf aa
    da familia hrtmina a. Jacirl dade- de
    jsasfseraana de ,6 a 2l do corren,eJiiara %tvtsfjs^n
    Livro de registro da correspondencia official
    rejrularateBte cscripturado at o n. 97.
    Distribairam-se os soguintes livros :
    Diario c copiador de Jo" Rodrigues de Faria,
    diario de Mendos 4 Gomes, dilo de Zeferino Car-
    netro de Almeida..
    DKSP.VCTIOS.
    Requerimentos :
    De Sebatfio Marques do Nascimento, para cer-
    tilicar-se-lhe se foi ou nao registrada no anno
    panado a nomeacao de seus caixeiros Francisco
    de Paula Prudencio Marques e Manoel Herinino
    Alves.Passe-se cerlido do que requer o suppli-
    canle, o anal estamplhou a sua peticlo com a
    dala u> 5 do corrente. qnand ella s boje (23)
    apresenlada a despacho
    De Bczcrra Irmaos, tambem para certificar-se-
    ibos se foram ou nao registradas as nomcacoes
    de seus caixeiros Jos Bezerra I'essoa e Joaquim
    l de Bnlo.-Cerlifique-se.
    Je Walfredo & Souza, igualmente cerlido da
    nomeacao de seu caixetro Jos de Fretas Ribeiro.
    Como pedein.
    De Joao W. de Medeiros & C anda cerlido
    das nomcacoes de seus caixeiros Eduardo Firni-
    rio da Silva Filho e Manoel de Freitas Ribeiro.
    Sim.
    De Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes, registro
    da proruracao que junta. Seja registrada.
    De Lehmanri Frres, dem de dita.Na forma
    trida
    De Damese Ronquayrot e Hypolite Ronqaayrot,
    Solicitando e registro da inclusa escriptura de ac-
    quisifo que fizeram da pharmaca de Augusto
    (laorsVista ao Sr. desembargador iiscal.
    De Moreira Pontos & C, registro do documento
    que apresentam. Bgistre-se a nomeacao junta
    petos suppiicanlcs, que nai provaram ser brasi-
    leirns os eaixeiros nomeados.
    De Bezerr Irmaos, submettendo a registro a
    nomeacao de sena eaixeiros.=Como requerem.
    De Marcelino Jos (}jnaWe da Fonte, nego-
    ciante matrisulado, offerecendo a registro a no-
    i.i apio de seu caixeiro Candido Jos uoncaWeg
    da Fonte.Registre-w a nomeagao junta pelo
    siipplicante, que provea ser brasileiro o caixeiro
    romeado.
    De Joaquim Alves da Silva, satisfazendo o
    .irho do "tribunal laucado na petio da
    lirma Joaquim Alves da Silva i::ta.Regstrese 'o distralo nos termos do de-
    n.4,39i.
    De Reg t Carneiro, requerendo o registro do
    rato mercantil unto em duplcala.Vista ao
    Sr. desembargador Bacal.
    Replica da companhia de seguros Utdidade l'u-
    '. lira, para-ser reemsiderado o despacho de i> do
    corrente, que mandou cumprir a duvida da secre-
    taria que o Sr. desembargador fiscal achou fun-
    dada.Adiada por estar incompleto o tribunal,
    visto o impedimento do Sr. deputado Candido Al-
    chorado.
    Informacao da secretaria, declarando que os
    oniprezarios das obras e capatazia da alfandega
    sao obrgados a registrar a alteraeo feita pelo
    tribunal do thesouroao seu contrato com a presi-
    dencia desti provincia.O tribunal resolveu que
    responderse no sentida da informacao da se-
    cretaria.
    dem sobre a petigao de Thomaz de Aquino
    F leeea & C, suecessores, agentes da companhia
    .'. seguros Imb-mnisadora, em que pedem a en-
    trega de don? exemplares dos estatutos da mesma
    sente duvida da secretaria.
    i.OM OPAUKC.ER fttCSL.
    Peticoes :
    Da companhia ingleza l'nion Marine, apresen-
    tando os seus estatutos e caria imperial de auto-
    rlsacSb para serem registrados.Uiga a secre-
    taria.
    De Joaquim M ireira de Mondonga e outros p v
    dndo a destitui;o do liquidalario da firma Costa
    Irmaos A C Adiado.
    De Manoel do Nascimento Cesar Rurlamaquc,
    matricula de commerclantu. Como uede.
    Summario ex-oli:io con'.ra o corretor Henri-
    que Guilherma Stepple, por falta de cotaedes.-
    Foi entregue ao Sr. deputado S Leitao.
    O thesoureiro da secretaria do tribunal reco-
    Iheu o saldo dos emolumentos existentes em seu
    poder na importancia de 4:376*688, do que apre-
    *entou o competente conhecimento.
    Nada mais hivendi a despachar. S. Exc. o S>r.
    i,-elbero presidente encerrou a sessao ao meio
    dia.
    mental c ind^cmavel; e pois
    oviocia nao t
    nada
    las que
    as leis, os
    prnicreve-
    governa-
    rado admi-
    que pro-
    icia aconse-
    a garantir os
    ltradar por justica ne.sta ierra, sera o mesmo
    que bradar no descro f
    Nao, nao o eremos. Pedimos justica ao tribu-
    nal, aos honrados senhores desembargadores.
    Deem proviniento ao aggravo, para que nos li-
    vremos de perder assim da nnite para o dia onze
    contos de reis: deem provimento ao aggravo, para
    (pie esses onze contos du res nao sejam arran-
    cados por umaexecuo violenta.antes de_ser afinal
    decidida a questSo pelo tribunal da rclarao.
    Deem provimento ao aggravo, para que possa-
    inos mostrar as nullidades escandalosas da exe-
    cuo, e o venerando tribunal da relaco se pos-
    sa convencer das monstruosidades que se esto
    pratcando na primeira instancia.
    Deem provimento ao aggravo, para que possa-
    mos mostrar que prorogou-se a jurisdigao admi-
    nistrativa do juizo de brphaos para a jurisdco
    civil contenciosa, da mesma maneira iiue se se
    commettesse o altentadq de prorogor a jurisdic-
    cao commercial para a jursdiccAo ecclesastica
    e esta para a jurisdieco criminal, ou dos feitos
    da fazenda.
    Justica, senhores desembargadores; misericor-
    dia para os pobres, os desvalidos, os opprimidos
    dos quaes se quer com pressa, com muita pressa,
    com muita pressa, arrancar onze cantos do res,
    sem dar tempo aos tribunaes superiores para co-
    nhecerem dos fados, da violencia e da iniquidade.
    Justica bradamos hoje, Justina bradaremos aina-
    nha ; e todos os das posteriores, para que nao
    nos roubem onze contos do reis que no tpenos.
    Estamos disposlos a nao guardar mas o silen-
    cio.
    Havemos de gritar c gritar muito, bem alto, pa-
    ra que os cos oueam nossas preces, e nos facam
    justica, se os lioin;ns nol-a negarem-
    Pediremos Detts vinganca, se o direito nos Tor
    negado pelos juizes da trra.
    Mas nao ser necessario :.a Relacoo dando pro-
    vimento ao aggravo, mandar que suba a appel-
    la;ao cni ambos os effeitus.
    Este aggravo interposto por Mitbiai Lopos da
    Costa Maia, da deciso do Dr. juiz e direito da 1"
    vara I
    Justica, Srs desembargadores : remedio ao ag-
    gravo, quo prolosiamos mostrar as nullidades da
    execu^o e a iniquidade atroz com que a' hoje e
    incessantomente se tem perseguido ao aggravante
    Malinas Lopes da Costa Maia.
    O Patrono di .ti.
    **
    PUiClCACOES A PEDIDO.
    Ao Tribunal da Relaco.
    Nao se perca urna causa importme, por falta
    de esclarecimentos.
    Nio se comroettam graves injusticas, estupendas
    iniquidades, por falta de eonheeimentos dos fac-
    tos.
    E' um deyer, e sagrado dever fallar a verdade,
    diser toda a verdade ao venerando tribunal da
    relacio.
    Tanto erime mentir no confessionario. como
    mentir a aquelle alto tribunal de justi?a.
    Tal o motivo de dirigirmos hoje a patavra aos
    Jsrs. desembargadores. porque confiamos que, far
    justija, como a fez nteira no hapeas-corpus de
    Manoel Alves dos Santos.
    Eis o caso, a nypothese que merece ser atten-
    didapelo tribunal.
    lia alguna annos um interdicto foi rehabilitado
    e restituido administra^So de sna pessoa e bens.
    Apesar disto, contimiou, contra lodo direito es-
    cripto a tomar-so cantas aoseu curador, pelo juizo
    de orphaos. Primeira ajuslra.
    Allegoo-se joatra, provou-se o direito fartar ;
    A Provincia.
    J demonstramos que se o nosso estado finaneci
    ro nao satisfactorio, nao todava tal que se
    considere a provincia l>ord:i de um abysmo, como
    parece ao escriptor da Provincia.
    Demonstramos tambem que o meio mais fcil e
    acertado para conseguir-se a extincr \o de um dfi-
    cit, nao o augmento de imposto, mas a rcduccAo
    da despeza ; que finalmente s em casos extraor-
    dinarios se deve empregar simultneamente o re-
    curso extremo de augmento de imposto e redueco
    de despezas, e que conseguintemente o presidente
    da provincia foi bem avisado quando em sua falla
    assemblea provincial disse : a ve"d'ideira eco-
    noma consiste'em gastar-se til e conveniente-
    mente.
    Resta-nos examinar a segunda parle do artigo a
    que respondemos, quando considera um novo en-
    cargo para o thesouro a garanda de juros do capi-
    tal das novas estradas do ferro, que foi ltima-
    mente concedida pela assemblea provincial.
    Devoraos desdo j dizer que a assemblea provin-
    cial autorisou ao presidente da provincia a conce-
    der urna garanta de juros sobre o capital das es-
    tradas da ferro dS Sauto Anto, Lmoeiro e Tim-
    baiiba nunca superior a sete por cento, sendo cal-
    culado em 3O:iiO3000 cada kilmetro da estrada
    inclusive o material rodante e mas despezas, s
    tendo lugar a garanta do juros depois de ser a es-
    trada entregue ao trafego.
    vY-se, pois, quo por ora anda nao foi concedi-
    da a garanta de juros ; tem, porm, o presiden-
    te da provincia autorisacAo para a conceder sob as
    condic/ies j mencionadas.
    Resta saber se o presiden! da provincia, usando
    da autorisaco que, sabiamente lhe foi concedida
    pela assemblea provincial, sobrecarreg i os cofros.
    pblicos com um onus.
    O nosso finaneciro oscriptor da Pr vieta (pa-
    pel) assim o pensa ; entretanto sonfio o diz smen-
    le com o flm de deprimir do carcter elevado do
    digno administrador da provincia, onto torca
    convir que o nosso finaneeiro um emperrado,
    inimigo do progresso.
    De feito a dolrosa experiencia de tantos annos
    deve ter convencido a lodo3 os brasileiros que, sem
    dispendio de grandes sommas, nao poderemos ter
    estradas de ferrs, mas que esse dispendio longe de
    ser um onus, antes fonte de novas rendas.
    Na ha boje quem desconheca qae as estradas de
    trros sao, na phrase de um escriptor, os ervos
    das sociedades modernas
    E' por isso que vemos todos os governos em-
    penhados nestas grandel obras as quacs se gas-
    tam sommas fabulosas.
    Foi com estradas de ferro e os de rame que a
    Prussia em poucos das reformou a carta da Eu-
    ropa e instaurou a unidade da raca germnica. ,
    Foi com estradas de ferro que Napaleo III, o
    usurpador, fez a Franja esqueeer seu crirae, trans-
    formado o paiz por continuas linhas de ferro, que
    pozeram Paris em communicacSo com Lisboa, e
    com diversas cidade do litoral.
    Porra mais que todos, os Estados-Unidos exce-
    den! a medida d)verosmil; representando u'm ca-
    pital de cinco bildes de contos, assogura Frortt de
    Fontporlins, que cortara o territorio da unio 60
    mil milhas de ciminhos de ferro.
    Todas estas estradas foram construidas em vir-
    tude de leis dos estatlos, por coiaahliias miles
    fundadas, com auxilio delles, osara, a tutella do
    governo supremo ta repblica.
    Mas os norte-americanon) selimitam a estra
    globo, seu nauiwnidi (U ,
    Cun rilV-iio nae toa ")inters nfais vital pa-
    ra o Brasil do que aquello que diz respeilo aoj
    meios de transporte ; porque seos -ros sio, se-
    gundo a ex-pressa* de Pascal, giwwies estradas aya
    rmuvham, os eaminbos do ferro'sao- a setr ti*9*
    poderosos venioatos para as -deas de^xpansao.^la
    iiberdade, de justifa e de eoncordia
    No*po*;mo',-porem.oWer esses grandes me.
    Ihoramentossem-o di|end.io de muifo dinheiro ;
    nao de vemos,-pownit estacar diaate de difilculda-
    des i liuanceiras porque, experiencia len> demons-
    trado qui) as despezas productivas, sao tontos
    abundantes de novas renias.
    Entre nos ja a provincia de S- Paulo offerece-nos
    um exemido digno do ser imitado.
    Com firmeza, perseveranca o confiamjaflo- futu-
    ro a provincia de S. Paulo garante juros sobre o
    capital das estradas de ferro muitssiino-superiores
    as suas rendas ; entretanto as flnanfa- da provin-
    cia nao se arruinaran).
    O Cearj que nao dispoe dos nossos recursos,
    conceden garanta de juros estrada de ferro de
    Baturit ; as obras j se acliam em execuco e o
    futuro mostrar se asea garanta traz ou nao van-
    tagens provincia. Pois quando o Cear e S. Pau-
    lo dio destes exemplos, havemos nos de eomwrvar-
    mo-nos na espectativa ?
    Se recorremos aospaizeseslrangtiros vemos que
    ahi se consomera enormes somfias ffm garanta e
    subsidio estradas de ferro e ainda.ha pouco
    tempo a do Pacifico foi construida con largos sufy
    sidios e con:esses, de Ierras.fedftraes, estendatiJo
    se 1770 milhas atravs do deserto .e ligando o
    portos de dous ocanos.
    Michel Chevalier na sua j citadaobu* partas
    sobre a America do Norte, tratando do syrtefna de
    navegaco adoptado nesle paiz, escreve o seguinte
    sobre o canal que liga os lagos Eri c Champlain :
    Nao obstante as sinislras predicados d'. horneas
    notareis por sua sabeduria e servidos, nao obstan-
    te os conselhos do venerando patriarcha dajemo
    eracia, do prnprio Jefferson, em cuja opiniiio {ora
    preciso um secuto para ousar tentar trabalho si-
    rnilh inte, nao obst >nte as exprobaqes do Ilustre
    Madison, o estado d New York, que ento (1B17)
    contara apenas AQQfiQQ almas, comegou a cms-
    Intir o canal Ee eom350 milhas de comprido.
    Pouco tempo depois, accrcscenla o Dr. Tavares
    Bastos, com ramincaces em todos os sentidos, o
    canal nao bast u as exigencias do eommercio ;
    foi preciso al.irg.vlo e aprofnda-lo, e hoje s os
    dous Eri c Champlain, na extenco continua de
    428 milhas, representam o- dispendio de oitenta
    e dous mil con'os.
    Talvez nao se possa fazer o que tem sido feito
    pelos outros paizes';' mas nao nos fallecem recur-
    sos para emprehendermos desdo logo as estradas
    de ferro j contratadas e que mais nos interes-
    sani. .
    Jnao novo o systcun de subvencao entre
    nos; a provincia ha mais de 18 annos subvencio-
    na os vapores da companhia pernambucana, alem
    da subvencao que dada pelo governo geral e pe-
    las provincias das Alagoas, i'arahyba, Rio Grande
    do Norte e i'ear, e ltimamente Pauhy.
    Entretanto nao se pode contestar que ha mais
    vantagem. qflo mais urgente para a nossa pro-
    vincia' a abertura de estradas do ferro para o in-
    terior, do que vapores para o Cear e Alagoas pa-
    ra onde nos communicamos, j pelos paquetes da
    companhia brasileira c j em navios e'bareacas.
    Sem, querer desconhecer os serviros dos vapo-
    res da companhia pernambucana, todava para ser
    completa a resposta que damos ao nosso financei-
    ro escriptor da Provincia (papel) lembramos-Ihe
    que em 1868 alguns daquells que hoje commun-
    gain das suas ueias, elevaram a,subven;ao da
    companhia peraambucana a 9O:0O)00O annuaes
    pela razo de que a cidade do Recito deveria ser
    o emporio das provincias limtrophes.
    Erro manifest ; bem podam prever que os
    alagoanos, os ecatenses, os parahybanos nao sao
    dotados de sentimentos mepos nobres que os nos-
    sos ; e de feito, o Cear, por exomplo, nao expor-
    ta directamente os seus productos ?
    A sua mportacao nao tambera directa ?
    Pois bem ; se ha razao para subvencionar se a
    navegar!) martima, sta mais palpitante quan-
    do se trata de eaminhos de ferro que facilitam a
    circolaco e a aceto commercial, e com ella a pro-
    dueco e o consumo, j pela rapidez dos trans-
    portes, e j pela diminuir i dos sous pree ,s. e fi-
    nalmente, aproximando os homens e as ideas, di-
    minuindo os prejuisos. apressando todos os pro-
    gressos matanaes, physic a, moris e polticos.
    Entretanto com boas fundamento.- e.< pode pre-
    sumir que nao seja preciso fazer eff jctiva a ga-
    ranta dos juros votada pela assemblea provin-
    cial ; pode muo bem ser que essa garanta seja
    nominal
    E' o que esl succedendo em S. Paulo era qia-
    s todas as suas estradas, o que siiccedo com a
    da estrada Pedro II cuja renda ebega para pagar
    o seu cosleamento, os juros do capital, e talvez
    em breve, para amortisa-Io se purventura, como
    de esperar, ella se prolongue ao valle do S.
    Francisco.
    Entretanto se diz geralmente que esta estrada
    est por um preco muito superior quelle que
    rasoavelmente podera custar, sendo que caro pa-
    gamos a nossa primeira experiencia.
    Quando. porem, assim nao acontera e a provin-
    cia tenha de pagar juros de todo ou de parte do
    capital empregado as estradas, ser isso compen-
    sado pelo augmento que necesariamente lera as
    suas rendas.
    Sobre is*o-no pode haver duas opnioes : pro-
    duzr mais, mais depressa, mais barato a forma
    la de todo o progresso econmico obtido por um
    melhor emprego dos instrumentos da industria.
    Citemos um faeto que apreseatado por G.ir-
    nicr em sua obra Curso de economa poli-
    tica :
    - o Antes di invencao dos morahos eram os es-
    cravis, pobres prisioneiros e desgranadas mulhe-
    res que moviam ; e os autores antgos nos dlzem
    quanto esta operarao ora lenta, panivel e cruel.
    No dizer de,Homero, dze mulheres eram cons-
    tanteraente oceupadas na casa de Penelope ^moer
    o grao necessario para a casa. Homero nao diz
    de quantas pessoasse compunha a casi de Pene-
    lope ; mas II. Chevalier julga ir alem da verdade
    elevando o numero de pessoas a tresentas.
    O mesmo escriptor. considerando de outro lado
    os moinhos de Saint Maur perto de Paris, achava
    que, neste notavel estabelecimenlo, 40 moinho?,
    onde se oceupassem somente 2) operarios, re.lu-
    7,ara em farinba 72 hectolitros, com,quo 5.? a'.'-
    mentassem 72.000 pessoas.
    No tempo de Ulysss o trabalho de urna pessoa^
    produza a farinha necessaria para 23 outras; bo-
    je se tem apereicflado est operacao a ponto que
    urna pessoa pode satisfale 'nelssidades de fa-!
    rinha a urna populacau iateifi de 3,6')0 pessoas,
    isto 141 vezes mais ; asiim hoje 278 operarios,
    repartidos em 14 estabelecimentos smilhantes ao
    de Saint Maur poderiam moer para um milho de
    Habitante?.
    O mesmq progresso se tem realisado na indus-
    tria dos transporta.
    Se a opposico qiiizesse ser justa deviareconhe-
    cer comnoscaque o actual aelministrador da pro-,
    vinca tjm, mais que nenhum outro, cuidado se-
    riamenle dos intere3?es da provincia que o Vio
    nascer, e que s merece louvores.
    Pela nossa parte o apoio que prestamos ao Ilus-
    trado administrador Dr;Lacena tao sincero e de-
    dicado quanto desinteresado, e por amor da nossa
    provincia desojamos qne ssja durdouro o seu cs-
    tadio administrativo.
    <,
    --------------
    Queseo forense.
    4 nit;iltn.
    Joc, solfelro, tete Maila, tambem solteira,
    dSHW^Who naftiraes, que Ibranf- periWftdos fegal-
    rtlteate ? faecea Jos delxand bens qne foram
    ^deferidos seus dous Ribos ; faUeceu u'm dos fi-
    llhos d'^JdSi'senl desen^Htes'.'qiiaodo j se acha-
    Va (osada MOTra, eento os Uenr que pertenciam
    ao lilUo fMeerdode Jas, passaram para e sobre-
    vvente sentDH)0',ii;io algiuna. llaje que sao de-
    borriii aitaiana "qna-esirt da pos** o nico filho
    de Jos, ibis baos detaados por seu pai, appa'rece
    Maria e quar liaver por heranca da seu filho fal-
    laoidu a prapsie&da dos bens qu- lhe pertenciam
    com todos os eu* rendimenios desdo a dita de
    aiu muela-,lera direito'?
    N. '6.Parecer.
    de i
    *ifH(|p,awai(M*, moi dos dous fimas nolu-
    rje de *woinao tomdiaitu alguin aueceaaao
    6 intestato de qualquer delles, por guanta, em-
    bira esta soja lixiada para o ascendentes, na fal-
    ta do deacaadanlej, e na destes para os collate-
    racsrCom'tndrr ella ornete appltcavei, quando
    OM| sircare 4 te|ilqfraie ni natural -or.
    118, Od. liv 4, lit.UJ pr.tt ,
    F.' corlo que, sejaioJtofciPficiJItotas a Mello (L.
    3 lit.lt 3 15 n,.18.e 19, pag.,462 e 4G3 J-os as-
    c'enjentes ufdWij dos defeemientes Ilegtimos
    nos m&smos c >is,em que fsti'Jhs sacatueriam,
    po, sr reciproco o diredo st.ii. ;sma reciprocado i dita Maria nao pode-
    rla sucteder, visto como ;IIs succedem aos seus
    ascendtiltos na Jinha respectiva.
    ' -Mo aiiuelU mloha opbjlao basea-se na dou
    E tai
    trina.(gralmeute.m-ebii ,-por ser mais racional,
    e niaisjusla, que nio n q cod. civil portU'goei-
    Jnos arta^ 1,905 e 2 0C ab^apu-a interamente, djs-
    pondoau
    tqjdajl
    luranca
    coukoiui
    na fttk
    filho ilhigitimo fallecer sem pos-
    sorte sol>ret>a% devolver selta a
    a 'ios pah, que a hurerem re-
    atanda-.da successao do> irmaos)
    : legamos, e e descendentes her-
    ikrnioi Mi moda os irmaos nerfilhados, ou
    reconkecidos; bem como 'j assim navlam con-a-
    grado ( mutatis mutandis ) os cod. civis fraucez
    arl. 765 e 766, do Chile art. 993 etc.
    Logo evidente que s aa falla de irmaos na-
    turacs solem.iemenle reconhcidos por seu pa, se
    dave adiuilr qou a uii\succeda a qualquer
    tfeTc i predefuncto!.
    II
    E,:oa toda: razao, porque nSo.s seria muito
    injusto que ella pariieipasse das vantagens dessa
    suefi -g. nos bens, o.up os. Jtiuts. seas filhos natu-
    raesihonvcran de ser. pai, em razao do reconbe-
    nto legal, que espentaneamente outorgoulhes.
    tambem, segando a op'iujao de alguns Icios,
    la por ella com n/Fila, ou a circurastancia
    lhe altribair a mnttrnidnde.natural a cons-
    tituto em eondcaq menosl'4voravol do que aquel
    les irinw,QjM;aes(i!rm\wt legalmenlo reconbe-
    cdus pvir seupi, ligados ei'.tre si po_ yiaciUO du;
    po, p mais nfima do aangw, isto pafrrno, j
    nao duyidosQ pelo dito .reconbecimcnto, e materno
    apenas supi yfo an uufimJ% Vista da grande:
    ap parto; p'rovas phjsicas de bastante valor, mas
    nae sempre infallivis, como reconheceram o
    Enlretanto, eontowVj da conault ^^^ a |^e
    easou, deve notar-se que tila nio ter* *ireu0 a
    propriedade da heranca, mas s ao usot^^
    nos termos da ord. liv. 4", til. 91, quo me parce
    applicavel ao caso, conforme entende Borge-
    Carneiro. Direito Civ. Lv. tit. 17 g 157 n. tS-
    Tal mea humilde parecer, qae sutometto a
    censura dos mais dnutos.
    Recfo, 16 de junho de 1873.
    Antonio Jos da Costa Ribeiro.
    Concordo com o parecer do Sr. Dr. Druni-
    mond
    Recife, JO do junho de 1873.
    Francisco de Paula Penna.
    m
    COMMtBCW.
    Praga do Recife.
    Moviinenio o transacoes cominerciaos da
    pracn do Recife, na semana de 23 a 28
    de junho de 1873.
    Cambios. Sobre Londres a 90 d/v 25 e 3'i.
    25 7/8, 2, 26 1,8, d. por 1*00) particular, e
    2o 3/4 do banco.
    Sobre Paris, 3 d|v 375 o franco do banco, e
    particular.
    Sobre Hamburgo, 3 dtv 474 reicbmarc
    Sobre Lisboa, 90 di.v 108 \. particular c a 3
    djv 116 |. do banco.
    Sobre o Porto 110 'i,
    Sobre o Rio de Janeiro, 8 drr ao par.
    Descont do letras 10 (. ao anno.
    liara Liverpool,, por vapor,
    ; Fretes do algodo
    7|l6ci. por libra
    Entradas da assucar e de algodo ;
    Algodao-658 saccas.
    Assucar2,923 saceos.
    Ex|wrlaco para :
    Liverpool -2.566 saccas de algodo.
    4,000 saceos de assucar inasravadi.
    Para20 pipas de espirito de vinho.
    680 barricas de assucar branco.
    Buenos Awes260 pipas de agurdente.
    20J barricas de assucar branco.
    23 ditas de dilo mascavado.
    Gneros vendidos.
    Algodo sem inspeceo 84500 por 15 kil.
    Assucar para o canal 1300.
    Americano bom 11700.
    Associaco
    nho de 1873.
    Commercial Beneficeute, 28 de ju
    /. I'.. Ferreira Lopes,
    Archivista.
    A Ual, 1 a N W^r*
    a i lnipri r. r
    arla. 3U e i do cod. civ.Tr.,os arts. 131 e 132
    do do portughez. p autorisou o aviso di governo
    imperial n. 279 de 17 de der.embro de 1853 quan-
    dodinitliram a mssiMtdadi tacho da materntdade.
    III
    Em conclnsao lano ( e?ta mesma a doutrina
    seguida pelo direito patrio que b Sr." Dr. Perdiga)
    Malhelro no cap. 7. n. 5 e 6 ( pag. 139) de sua
    excelente obraCoramentario al., n 163 de 2 de
    setembro do 18i7indicando os (VfeiXs Sella,
    bem como a conveniencii de dectaraeo e reforma,
    por occasiao da confeceo do nosso cdigo civil,
    apontou a especie vertente, isto que se devera
    estatuir, 1." que fallecendo o filho natural sem des-
    cendentes suceessiveU, serem seus lierdeiros os pas,
    e mais em partes iguaes, excepto o p i, que o nao
    houvesse recontrecido em tempo hbil; 2." e na
    falta deftes ab infstalo mis irimosnatuntes -
    germanos -, ou seis descernientes ; niio os haven-
    do, os unilaleraes por parle de ma-, ou sens des-
    cernientes; e jor ul'imo os unilaleraes pyr pirle
    ih v-i', u seus descendentes _
    O mesmo eximio Icto brasileiro na Nota 30b e
    307 procarra apoiir esta sua respoitavel opjhiao,
    ou;s constitiiendam l."com o principio de que_a
    reciprocidad.; que regula em geral as snecessoes
    fundamenta esta determhiwao, e com lod i a jus-
    tica ; 2." cora o cdigo francez, da Luisiania e ou-
    tras legislaro'.'s, as-im como com a nossa Ord. bv.
    i tit. 93 pr.', e a Nov. 118, cap. 3.
    I'/
    Entretan;o, elle mesmo na nota-305da dita
    sua obra reconbecau e confessou expressamente que
    o filho natural se reputa sem familia, por isso que
    os direitos desta nao lhe competem, donde ve polo
    concluir lgica e jurdicamente qae excepcionaes
    tornam-se as circunstancias delles mxime era
    relaeoes regra da piella reciorocidade cabivel
    especialmente saccesso legitima pelos princi-
    pios cima ponderados.Demais, se aquella Nov.
    -118 -Cap. 3, e a Ord. liv. 4 tit. 93, e tit. 96 pr.,
    (que elle apontou) -j consagrassem o que elle in-
    dcou para ser estatuido no nosso cdigo civil, se-
    gur-se-!iia, que essa doutrina j constituira parte
    integrante da legislado patria, e por consegrante
    nada liaveria a Innovar a respeito, como abas elle
    anhela, e indea.
    Ento seria o cazo de bem dizer -ugeai habe-
    mus=Tollitur questio.
    Finalmente a citada Nov. 118-Cap. 3 -apenas
    dspoz sobre a successuo dos collaleraes -isto 6-
    que na falta de descendentes e aseendentes succe-
    dem os mesmos collaleraes pila seguinte ordem e'c.
    Os irmaos, on irms germanas, e os filhos dos
    predefinidos pelo direito de representaeao=,.o que
    claramente se refere. S linha Irgtlim i-e nao
    - llegetima na qal o proprio direito romano ate
    considerara -M filhos como se nrw tivessem pat
    quasi sne paire /W=lnst.-Iv. 1tit. 10- 12,
    fiv. 3tit. 5 -| 4 etc.
    Outro sim, o Ord. liv. 4 til. 91 -dspoz-soire a
    successuo -ab intestato reciproca dos irmaos de
    coito d-nnnado, ou punhel (como os incestuosos,
    adulterinos, e sacrilegos) com excluso do pai, ou
    mi delles ;-bem como a Ord. liv. 4 tit. 96pr.
    regulou a pariilhadosbensdoconjuge predefuncto
    ab infstalo, succes cendentes, ascendentes, e prenles mais prxi-
    mos. ... ,
    Ora, no caso d'aquclles filhos de coito damnaao,
    nu punivel -nao esto por certo os filhos naturaes
    propriamente ditos isto de hornera solleiro cora
    mulher solteira="(acio/fJ et soluta),_ bem assim
    estes n5o podem ser considerados -priorina
    classe dos filhos legtimos, ou oriundos de justas
    nupcias, (Unto que alies procedem habilitacao re-
    gular para successo, alem d'aquelle reconhoc
    ment solemne, e legal -Ord. n. 180 de 13 de julho
    de 18W; o que alias os legitimes nao precisan!
    pelo principio pater est quem justa nuptia demons-
    trad, para que na hypothese figurada do fallec-
    ment de um dos conjugas entre elles dar-se par-
    tilha, segundo a dita Ord. liv. 4 til. 96 pr.
    Logo a meu ver cssas, Ord. (liv. 4 tit. 93, e tit
    96 pr.) invocadas pelo Sr. Dr. Perdigo Malheiros
    para aotorisar aquelle sen asserto, carecem de
    toda applicaeo para a especie vertente.
    VI
    Em urna palavra -sendo oart. 916 di Cod.' Civ.
    da Luuisano idntico ao supracitado art. -765 do
    Fr. -bem se evidencia, que nenhum apoio podem
    prestar aquella opinio do mesmo Sr. Dr. Perdigo
    Malheiros como cima demonstrei cabalmente-
    Assim pens, e quero, salvo melhor iuzo.-Re-
    cito 5 de junho de 1873.-Dr. Antonio de Vascon-
    celos Menezes de Drummond.
    PUACA DO RECIFE 28 DE JUNHO
    DE 1873.
    AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
    ' Caliu-ecN oIYlciacs.
    i^imbio sobr Londres a 90 d|v. 25 7|8 d. por
    1*030, hontem.
    Descont -de letras 10 OO ao anuo.
    Fretede algodo para Liverpool pelo vapir /|l >
    d. e 5 0|0 por libra.
    Leal ?eve
    Peio presidente.
    A. B. i'into de Meiuit.i.
    Pelo secretario.
    ALFANDEG\
    aendimonlo do dia2 a 27. 678:418*1/0
    derado dia'28...... 15:7 n *'>*<
    094:143)138
    Descarregam hoj 3J de junho de 1873
    Fapor inglczZelitu mercadoras para alfaudega
    e trapiche Coneeicao.
    Barca norueguens i-FenVlmercadoras para al-
    fandega e farinha para o trapiche Con-
    cei -o, para despachar.
    Lugar inglezF/cjot O' Moray -farinha detn-o
    ja despachada pira o caes do Apollo.
    Escuna alterna Almuth Cathannu cafe para
    deposito no trapiche do Barao di I.ivra-
    mento. .
    inglez-/to&/ Anderson mercalorias
    para alfandega.
    4C..1 P. da Silva 4 Ca-ri... I a
    ('.. (.hmiiUi lorras Al
    harria a WIM C, I mm Ma a tlte*
    Hrother A C Cwxas e samhi I y**wmt t Pm-
    '.orreias oImn a P.
    nlK. 3 VOlmqtpg St*HH* *
    Gonralvis, 1 *<-o.-m, 2 a M C
    Drogas I vuli. J. tbm, 9 a!
    C., 2 a Ferreira n*% a C
    Estopa 20 v.Juiup* a :- Or AtaHa.
    Ferreira & Mallnim*. Evw*, | raru a l T
    Bastos, 1 a Canallio A Gwnurits. E4aha l
    barril ordem, 3 a Ota ***.
    h'errngem 8 vuluaes a CaNaaa A Inafta, I
    llalliJa\, 5 a D. T. Itaat*, I a aniai 4 C-f
    Parias a Irmo, 8 a (Me Bafcna, tiich
    C, I a M. Gn.io A C. 4 a SwmH f. MMm.
    11 a Suaw II. A C, !' a hall T. 4 C. I a
    Monliard & ('.., I a Val
    12 a orJem. Fumo I o.xa .
    rinha de Irigo 100 larris a Siaiaaa A < J**
    de sajwliiio 5 fardos a M llalli Jai. 12 a Wltmm
    Rowc 4 C, 5*a Adaaa N AC Fita- I rmm
    a D. T. lia--. 3 a (Mln llohm. 1 '
    Folnas de Flandre* 15 riinhrtr a i
    duras I raixa a OH.. Bohr.f A <
    Geuebra 50 caiva- a M. L Aapriii, Si a '
    de S.uia. 50 r.rdpm, 50 M X^ataim A <*..
    Linha 20 raixas a B-Ui <*veira A C J a >
    Leitao A Cimbra. 9 a Pararte V. II., Si a
    W'ild AC I .uvas I cana a Va Jumur A I
    a M. ilarros .te MeH,, Uvtv i can a V
    kel. Lona 6 tar4o a Bcltr- A F.l't t, Uao t
    caixasa Pater C, 1 i oriein. 25 ^ ir,- im km
    ved., it i... 1 a L. Srqoeira. Lin *;' p*a
    a S. P. Jolmsion. 1 a A Aranji. A (
    Manteiga 25 barr* a M barr.i* FJfc 4 '"..Sa
    a Rosas A Filhos. 4t a S. Bal..- A '. Ua
    CosU Amoriiu al'., IWI a F.-ra h Irma*. Si
    a Barros JA C, JO a C Mraaa. IMhra* A
    Fillw. 20 a J. J. Corta. 30 a P. d (uaha A Iraae.
    50 a C. 4 Mana. a A. Kowcra 4 C, Si a J
    A. Carvalho, IW a Hiveira 4yaa 3
    ao mesmo, II barns aTassi Irma. A '.. St aa
    eoaslyn.ilarios. i-". ;\ l'ri-cn Barhoa. SU a Garfa
    25 a J. Palim-ira. 25 a M. R.^lu 4X i t-'' *'*tmm
    iu A Mama, HMi NauwAir^ U. 4 C*&Jr
    maraes A Al-oi'.iado, .'! caixa a 1'atannia, 3
    a Th Cl.ristiaiistm, 3" Hr*pirJ A iJt^m.W>
    a M. M' nt.-iro Mimtetas I caxa< ti
    vea A ("^ 2 a D. P. WiW 4C, S a I T. Ma-a.
    Mercadoras diversas 1 aV Hdii4a>, I a n.
    L. 4 Coimbra, 1 a D. Manas 1 a Nlva NfW A
    C, 7 ordcni, | a Ha/ara, 3 a J Araah A i.
    4 a S. JoIiiiMoh, I a B hn-> A i 2 a J P
    Caata. Martuure 1 caix-i a araav Mageea I
    dita a Caors. Machina* 1 romaiaiihia ** In
    Ihos urbano- do Itecif.- a Wi ida. I aiMiwhmSi
    brii.li... 2 a S. Sa 4 (.., I Mtwhard A C
    Oleo 40 barr* a ordem. 1 a i'ramer .Vra 4
    C, 10 a Cunha A.MauW, a Sora. '**'
    de csgolo \ v.il ini"> a imnantiu Dramafa.
    I'iino I a Montein. lirefaHi A P-H 2ra.
    xas a J. Y la Siuz. 9 a P.iirto iMivnra A ...
    a D. T. bastos, I a Upa Mjrha*.. I a l> A Sa-
    Ihcus, 10 fardos a Ci.-t i Auiorim 4 C. lal. J.
    Alvos. Perfumaras laau il Hiiii'-. t a S
    Leitio A am'ora, I a I. ^.|o,-ir:.. i ;. Harta Mi
    veia A C, 7 a Pereira >im.-> il.,6ii'*
    Irmio. Panno 1 voium a Muahari & '.. 2 .
    Keller A C rYatiaSe i rataa* a H*!*^ Ph.>
    lograiihia larlii'H ti I fmi I h^dl
    subios 5 raixas a (". II Filh
    (Jueijo 25 eaixas a Tiaar e s ata.
    . U.-ii !..< I caixa a D. T. B.iM i i n-t. IV
    ter A :.
    Sabao | caixa a M M.nr. iil Ramea. Bhm-
    rilo K eaixas a J Ramo. I i M. M.ir
    Theaouraa I caixa a Val A Le Ton. I
    I xa a Denker. I a Cunte. ^ Irma I j*aaaaa
    \ ('.. Tapetes I volunte a '..4 N
    V A I' Toallia* de ino i raixa 4"iM AL. 5 a
    Si^naira, I a It. Irij-'U.-- Irmi- v i.oniurir*. 3
    Carneiru A Nocoeira, 1 i A In m 11 i
    a Kerrera A Matli.-u i i> te liaha Selu-
    masa Mhwlai Mar a<:. :t a RnrV 4 t.. i
    Deaker, \ Mi rMmjmMMms I a Cram-f i
    I a Carneiro A Xcu-ua. 2 Kt!. *' 1^
    Okell Bindlos. 2 a l.-p.- Ma haa. .cAem.
    Dito de l 5 volunte* Keriv.i i a Malhra*. I
    Juhn-ton Pater A C. I a Ato.io.i.l. Arira 4 .
    I a Wild A C, 29 a K-ll.-r ftt'.ii* SWK 2 *
    i I
    Brigue
    ALTERAQAO SA PAUTA DOS FRKQOS DO* OKICEBO)
    slji:itos diruitos dk kxi'ori.vi;ao, ka sr.uAN.i; Irma .
    DE 30 DK JUNHO A 5 DR JILIIO DK 1873.
    Assiicirmascavado 107 rs. o Kilo.
    Carvo de peora estrangeiro, tonelada metnea-
    10*000.
    Carneode algodo 20 rs. o kilo.
    Alfandega de Peruambuco, 28 de junlu d; 187J
    O conferente -M. A. II. rHahalro.
    O 2" conferente -E. Mundim Pestaa.
    Approvo. Alfandega, 28 de junho de 1873.
    o inspector da alba lega
    Fabio Me.cantlrin de Carralho !
    RESPOSTA.
    E'minha opinio tje Mar tem direito para,
    haver a heransa de que se trata, pois a ella devi
    ter passado a nao ao rrfniJ do mirto.
    Em nosso direito, conform sepr.de ver da con-
    solijacao' das leis c rt. 939 e leglslajio ahi ci-
    tada, ordem da successo a seguinte :
    1." Os djseendentes. 2. Na falta destes, os as-
    cendentes. 3." Na falta do uns e outros os colla te-'
    raes at o 10'grao contado por direito civil. 1*.
    Xa falla d i todos, ao conjuge sobrevivente. 5." Ao
    estado era ultimo lugar.
    E'exprcsso na'ord. liV. & tit. QL pr. que na or-
    dem dos oerdeiros ascendentes succedem; com ex-'
    cluso dos irmaos do ntejitado, o pai e raai onj
    qualquer delles que vivo Tor.
    E a respeto Oes desr-endmes iMegltimos sue-
    cessiveis, a regra que seus ascendentes Ibes suc-
    cedem nos raeraol iso| em qpc eljes Ibes succe-
    def ara, porgue o lireitoi de ifrek lo raciproco.
    Alraeida e SiuzA not. a Wello11*. 3 iit. 8 15 n. 9,
    Corr. TeUes DigsPort. lom. 2 arU. 831 a 8 6.
    Sendo tora de duvida. quo Uefanca de Mana
    teriam difcito M eds dou* filho* de quera se tra-
    a (salvo se tossenl filhos de eduto d.minado, o aue
    nio suppoe a consulta) porgue o direito do fimo
    a heranca materna nao dependo do reconhecimen-
    S assim tambem nao se pode contestar o direito
    jrda tale? Wrand de fitftyc. ades.
    Iuaportacilo.
    Liverpool por Lisboa, 'vapor mftei Zelin-;
    consignado a Mills Latham & C, mani'estou :
    Lisboa
    Batatas 50Seaixas a J. J. T.*so, 20 a Barro*
    Jnior & C, 50(2 a Lima A Silva, i) a Aunes oO
    a C. Bodrigues Mendes.
    Cebollas 50 eaixas a Lima & Silva. 50 a Uuedes
    Araujo, 50 a C. Rodrigues Mendes, 25 a Aun.*. 13
    a S. Santos, 25 a J. Tasso, 20 a Sarna Junior A
    C, 2 a J. Azevcdo. i a Goaealrea Basto-, BJ i
    llosas & Filhos, 40 a Corga, i a Carvalho Mora.'*,
    i a Pinto Guimaraes, 4 a A. F. de Cirval o. 1 <
    a Lebre 4 Reis, 10 a M. Barros Finos A C. Cal-
    fado 2 eaixas a A. P. Ferreira, 2 a J. Maia. 2 a
    J. Ribeiro, 1 a R. Fonceca 4 C. 1 a Port i A Bas-
    tos, 1 a Ferreira Gama, 2 a M. Ilalliday. (.bolin-
    ea* o" barris a Goncalves Bastos. Conserva* SO
    eaixas a Pereira V. C. Cantara 7 eaixas a S.lva
    A Alves. '
    Fcrragem I volunte a Silva .\. A'.ves.
    Livros 5 eaixas a Lailhacar & <'-, 1 a J. J Ri-
    mes, 1 a F. Cosa, 1 a J. 8. Sooia, 3 I Walfredo
    A Souza.
    Obras de prata 2 volumes a Assis Bnto, I a
    Lehman Freres, 1 a Hyvernat.
    Passas 25 fardos a Jorge Tasso. 25 a l-osta
    Amorim & C
    Typos 2 eaixas a P. Sim jes & C Toueinho 60
    barris a Rosa 4 Filhos. Toneis .batidos 5 vo-
    lumes a P. A. Ferreira.
    Vellas de cera 40 eaixas a E. Rab -lio A C. Di-
    tas steariuis 200 dites aos mesmos.
    Liverpool
    Arroz 50 saccas a J. J. Costa, 50 a J. i Leitao,
    20J a F. da Costa, 300 ordem, 100 a S. l'ana*.
    50 a JM. %Cardoso, 100 a Sodre da Molla, SO a
    Beltrao A Filho, 100 a Costa Amorim A C. Absin-
    thio 1 caixa a Wild 4 C. Agua de Colonia 1 eaixa
    a S. Castro 4 Almeida. Acido 1 caixa a L.
    Starr. Alvaiade 10 eaixas ordem. Alpaca 1
    caixa a Saunders Brothers A C. Aguatepc II
    eaixas a Cunha 4 Manta. Amostra 1 volante a
    Duarte 4 IrmSo, 5 a Wild A C, 2 a Cramer Krn,
    1 ordem, 3 a Monhard 4 C. i a Keller H,
    1 a Amaral & C, 14 a Carvalho A Guim-.r es.
    Artigos de botica 2 volumes a Baitl.olomeu A
    C, 1 a Caors.
    Biscutos 15 eaixas a Costa 4C,1I a terrena
    de Carvalho, 30 a M. F. de Sonza. Brinquedob
    2 eaixas a Adour, 1 a P. A. Pacheco, 1 a Chns-
    tiansen. Bot5es 3 eaixas a Monhard A C. Brim
    1 vqlume a Cramer Frey A C Barril ha 25 bar-
    ris a Fernandes da Costa. Banha de (toreo 10
    barris a Th Christiansen. Bonecas 1 eaixa a
    Otto Bohres. Bombas 1 raixa a Samuel P. Job-
    as ton.
    Conserva 50 caixa a J. C. Braga, 50 a M. S.
    Farias, 22 ordem, 4 a Tinoco de Souza. 4 a
    Sodr da Molla. Cevada 10 barris a Tb Chris-
    tiansen. Cha 10 eaixas a J. J. CosU, 3 a Ferreira
    de Carvalho, 8 e 50i2 a F. Costa, 5 a Guimara *
    4 Alcoforado, 10 a Simpson 4 C, 50 a S tire da
    Molla, 9 a Lebre 4 Reis. Chocolate 3 eaixas a
    Wild 4 C. Chapos 5 eaixas a Va Jnior 4 C.
    4 a M. Gregorio 4 C, 1 a GaoeaWes. Irmio, l.a
    Mendos Lobo 4 C, 2 a C 4 Manta, 1 a Lia leu
    Wydmau, 3 a Monhard A i' 1 a Monteiro 4
    Silva, 1 a Cramer Frey, A ordem, i a A.
    Matlteus. Ditos do sol 1 a Amaral A Motla. I a
    Amaral Nabuco & C, J a Cramer Frey A C, 3 a
    Adriano Castro A C, 1 a Goncalves Ferreira A
    C. Calcado 1 caixa a Farias A Irmao, 2 a J.
    Christani, 4 a B. Oliveira & C, 1 a C. Moraes,
    1 a Monhard A C, 1 a Rodrigue* Irraos A (lu-
    maraes, 5 a Lyra & Vianna, 4 a J. P. Arantes,
    2 a Mendes Lobo A C, 1 ordem, 1 a J. Araujo
    4 C, 2 a Wild A C, 1 a Porto 4 Basto. Cha-
    les 3 eaixas a Keller A C, a Duarta A Irrno.
    Couros 1 eaixa i. ordem, 4 a Silva Neves4 C. Ta-
    bos 46 volumes a Beltrao 4 Filho. Cartas de
    jogar 1 caixa D. T. Bastos. Charutos 1 caita a
    Crtristtansea. Cutelaria 3 votantes Bnga 4 C,
    f a Samuel P. Johnsion, l a S. e Si 4 C, 6 a J.
    l'K. A'anj 4 C: Camisas 3 eaixas a Cramer Frej
    a witu ... t.' a iviUt \ f a A
    f.ramer Frev 4 1. 2 a Moni, ir I '
    Ohvera 4 C, t a Xdrian n ... I "'.'
    tice, 1 a Siqueiri. Dilo d- algo.1.. < a \ .
    Oliveira A C, 5a or.l-m, ilaWml 12
    4 Carioso, 15 a Lind-n kC ;'
    2) a Canfir. \ N vo-ir.' 17 a I
    Oliveira C., 6i a ramer Frey. I a ltartlj".
    A C, 45 a M.-'. rao A eira a I 1 I
    A Fillio*. 10 a t'.ar.l.- A In .:.. i' ..
    i. 5 a Burle 4 C, I a P. de M-
    Alnnao. I a ba*K>s Oliveira 41.. I a 1
    Irmai, 2 a Rodrieuf Irmt. al,
    I). P. Will A ... 2 ,i Saunders lr i
    M.nl.Mo i,iv- ou A '.
    Siqueira, 14 ) 4*
    Rindi*. I a Tii leSVri.-. i11 '
    is a M oil. .r i; '.. '.'. i J i.
    r-ir. \i' VI a
    Ibera A c, M Burle > C. M a Fanalm Sh-
    Iheus 1.1 a C.*ta a '' laeira. JS i
    Mac ad. Mi Dito .1*

    a iloiiealves Iruma, 2 a
    Keller A C. 3
    \i.lro 5 eaixas a r i- n. 2 a IVrligao Ni*
    AC 1 a O o-'!--I all l- -
    o la ll'll-^'e. I Xj"
    58 raixas o C. C Simt-oi. IClili
    /.meo 1 eaixa a S. P. Joliuslaa.


    13 a

    tarta* '.....'''- w| ;
    consigiia.lo a 1'. Mam
    Chapeo Jo Chile I "ni>
    rios.
    Manteiga 73 bar
    a i Barro '
    m Bamrao Fu, a l\ M. Matin.
    Salsa SO rol
    fBw-York, barca gmami
    na la a JoinisU'
    Agua Florida 50 eaixas a ^
    ton.
    - Krtoquedus 7 voluntas a Cimba A' i-
    lrim 10 voluntes i lVnvira A
    Bombas 7 volumes aos SMSSS ""-
    DrmjM ivmllwmaB.amacamIJaaa
    Farinha 12'Jd onkmt, 1
    W.ller C.1 tawamma l voltuM,
    Manta.
    Mantcign i caisai a Cuiika 4
    eiiinas 11 raflammi im mamaos,
    Juliuston.
    Piano I a Cunha A Mai
    Presunto -1 caixa> aos nx-sni.
    Pregos 23 luiri- a Plii^ts I. A i
    rVaMn '- >* SmmS,
    aos <5on>iiMa!irios.
    Queixo 1 eaixa a Cuaba A Manta.
    VtnJi 1 barril a i.4 lima.
    Terra Nova, pancho iirIcz I- r
    signado a Johnsion Pater A .
    festn :
    Baca ho 2,730 barrica a
    tarios.
    0KSPACH-"S DE EXPOMTACAO NO 1MA r I.
    MAIO DE l8T?.
    Pac o piwiot M txttritK __
    Xa larca russa Frtrrici. para SJamw.
    carregarant : G. l*aeae A i 4S4 sarta orna
    :ti.4f.: kilos de ala***. _.
    No vapor aa^af SJ4Ma,pafa UaaiaaaLom
    reparara : F. <- Torre SSi mrem ^p^J*7.
    kilos d- alp.-olao : T. JetTene* A C Hl amwesai
    42,275 l|t ditas de 4Ne.
    Si naviii inplez FuzHier.
    earregaram : T. Jefferies A C.
    40,259 l|2 kilos de algoAao c bt
    30,'XK) ditos deas*nrr in i.-avaaA.
    No Lripiie poitagaat
    carrecou : J. dos Santos e Silva
    9,936 litros de
    Pira os porto 4
    Para o Cear no
    carreparam : A. C Araujo
    3,195 1|2 kilos de assurar
    10 ditas rom 2.3V8 tos le 4He ; J
    20 ditas rom 1.17 dito e
    M da S Faria 4 C I hirril eom ti tBree *> mel.
    Silva 4 Irmao I dito cam W mm Saamartaaar
    Para Marntaftapa, a amar_ari*>h
    ruripe, rarref ou : J. B. a fSrpabe t
    com WO kUos da I
    ara Lrverm.
    tSS mera eam
    A i
    F IfJaa-
    i
    {_ iimisllj
    ^ ~
    , ,..




    -a-
    w
    Diario de Pernambueo Domingo 29 de Junho de 1873.
    Para Alagoa*, na barcada Doui Amigos, ear-
    regaram : J. A. Oliveira 1 barrica com 67 kilos di
    assueas retinado ; S. Juw|ueira & C. 2 ditas com
    142 ditos de dito e 30 latas com 5o ditos de doce.
    Para Maco, J. M. do Amaral 5 barris com i*'
    litros de mol, e para Mossor, I dito com S ditos
    de agurdente ; Suva 4 Irui o 1 dito coi 9o ditos
    de dita.
    GAPATAZl.Y TAWANnEGA
    Rendimento do dia 2 j 27. i3:'473^l
    dem do dia 28. Jr UtMS
    '' de luvts de sedo, no
    VOLUMES SABIDOS
    Noda5a7......
    Pnmeira porta no dia 28. .
    Segunda porta.....-
    Terceira porta.....
    Trapiche Conceicao .
    13:339*806
    26,267
    144
    190
    SO
    210
    26,861
    SEBVTCO MARTIMO
    Alvarengas descarregadas no trapiche
    da alfandega uo dia 2 a 27. .
    Ditas ditas no dia 28......
    Navios atracados no Irap. da airandega
    Alvarengas ........
    No trapiche Conceicao ,. .
    U
    1
    1
    47
    RECEtiEDORIA DE REXDAS INTERNAS GE
    RAES DE PERNAMBUCO
    fiendimento do dia 2 a 27. 44:3346R9
    dem do dia 28...... 6:58013
    o0:9!if823
    CONSULADO PROVINCIAL
    Bendimento do dia 2 a 26. 12i:2038.)7
    dem do dia 28......12:162*001
    136:363*838
    MOVlmEKTO 00 PORTO.
    Navios entrados no dia 28.
    Para e portos intermedios 11 dias vapor
    nacional Paraw, de 850 toneladas, com-
    mandante Pamplona, cquipagem O, car-
    ga varios gneros ; a Pereira Vianna
    & C.
    Liverpool por Lisboa 22 dias, sendo do
    ultimo porto 16, vapor inglez Zeline, de
    de 427 toneladas, commandanto J. K.
    Best; equipagem 21, carga mercaduras;
    a Mills Latham & C.
    Rig do. Janeiro o Bahao dias, vapor in-
    glez .Vei'a, de 1,635 toneladas, comman-
    dante Bax, equipagcm Ui, arga. chile-
    rentes gneros: Alamson Howie & C.
    TriesteT dias, lugre hollandez Solide, de
    171 toneladas, capitao Johan Hazwinkel,
    equipagem 7, carga 2,000 barricas- com
    farinlia de trigo ; a Phipps Brothers New-York 40 dias, barca norueguense
    Vivid, de 225 toneladas, capitao Patcr-
    son, equipagem 10, carga difercntes g-
    neros ; a Johnston Pater & C.
    Terra Nova33 (lias, patacho inglez XzeJia,
    de 181 toneladas, capitao Richard Preor,
    equipagem 9, carga 2,750 barricas de
    bacalho ; a Jonhnston Pater & C.
    Navio sahido no mesmo dia.
    ltio (irnde do Sul patacho brasileiro
    Amaro, capitao Luiz da Costa Amaro,
    carga assucar e agurdente.
    Southampton e portos intermedios -vapor
    inglez Nevo, cpmmandanle Bax, carga a
    mesma que trouxe dos portos do sui.
    Liverpoolvapor inglez Mnnoza, comman-
    danto T. .Metchell, carga assucar e al-
    godo.
    Obiervafo.
    Puodeou no larnaiao um patacho ingle/.,
    mas nao teve coinmunicarao com a tena.
    valor of?*' de
    5O^*niinas de meias le suda no va-
    >* otHcial de \ 33*608
    220 grammas de fio de soda fronda
    para Bordar, no valor de V 2*340
    l bolea de conro para \ iagem, no
    valor de ^2*30p
    Alfandega de Pernambueo, 27 de juuho de 1*7j-
    O inspector, x^
    Fabio A. de Carvalho Reis. -
    O Dr. Jos Manuel de llano? Wanderley, juU subs"
    tituto do< feitos da fazenda nacional, etc.
    Faco saber a todos (jne este virein, que no dia
    11 de julbo prximo vindouro, na sala das au-
    diencias, pelas H horas da manha, se vender etn
    praca publica desto juizo un* casa terrea n. 2rt,
    sita no lugar dos Remedios, com 33 palmos de
    frente e 58 de fundo, havendo urna outra casa
    anne'xa, dependente aquella, com 41 palmes de
    frente e 80 de fundo, com cozinha e cocheira, em
    solo proprio, com 280 palmo de frente e igual
    numero de fundo, penhorada a Manoel Antonio
    Ribeiro para pagamento da faienda nacional, e
    avaliada por 3:000*.
    E para qne chegue a noticia a todos mandei
    passar o presente, quo ser publicado pela im-
    prensa.
    Dado e passado aos 20 de junho do 1873. '
    Eu Jos Francisco do Reg Barros, escrivio o
    snbscreviWanderley. Pagar allnal 200 rs. de
    sello.R Barros.
    ttECLARACOES.
    OBRAS PUBLICAS.
    De conformidade eom as o'dens de S. Exc. o
    Sr. presidente da provincia, a commissao incum-
    bida da desapropriacSo dos terrenos beneficiados
    que se acham comprehendidos na rea destinada
    para o passeio publico, convida aos respectivos
    proprietarios a comparecerem nesta reparticao no
    dia 2 de julbo prximo vindouro, ao meio' dia,
    afim de realisar-se a compra dos ditos terrenos.
    Reparticao das obras publicas, 27 de junho de
    1873.
    O secretario
    Feliciano Rodrigues da Suva.
    EBITM1
    Juizo dos feitos da fazenda
    nacional.
    O Dr. los .Manoel do Barros Wanderley, juiz
    substituto dos feitos da fazenda nacional, etc.
    Faco saber a todos qu? este lercra, que no dia
    11 de jnllio prximo vindouro se vender em pra-
    ca publica deste juizo, na sala das audiencias,
    pelas 11 horas da manha, urna casa terrea de
    taipa, coberta de telha, sita no lugar de Beberibe,
    penhorada a Rita Maria dos Anjss para pagamento
    do que deve a fazenda nacional, avaliada por 600*.
    E para que chegue a noticia de todos mandei
    passar o presente, que ser publicado pela im-
    prensa.
    Dado e passado nesta ciuade do Recife aos 21
    de junho de 1873. Eu Jos Francisco do Kego
    Barros, escrivio Bnbscrevi. Pagar afina! 200 rs.
    de sello.lt. Rarros.
    _______ Huiros Wanderley.
    Seecao 5.aSecretaria da presidencia de Per-
    nambueo, em 27 de junho de 1873.
    Por esta secretaria se fa .publico que tendo o
    Exm. Sr. presidente da provincia de dar execuco
    ao 1. do artiga 31, abaixo transcripto, da lei
    provincial d. 1,118 de 17 de junho desle anno,
    convida a quem quizer contratar a construccao de
    urna estrada de ferro de Goyanna a Timbaba a
    apresentar suas propostas no praz) de 30 dias, a
    contar da prezente dala.
    O secretario interino,
    Adolpho Lamenha Lins
    Le provincial n. 1,113 de 17 de junho de 1873.
    Art. 31. Fica o presidente da provincia auto-
    risado :
    1. A conceder privilegio, cuja duracao nao
    exceda de tW) annos, a qualquer companhia" ou pes-
    soas que oflereeei'om-s com melhores garantas e
    maiores vantagens publicas a consumir nina es-
    trada de ferro de Goyanna a Timbaba e outras
    econmicas qne, partindo das villas e cidades lit-
    toraes, ou da zona da estrada da ferro de S. Fran-
    cisco, as ponba em commnnicaco com esta cida-
    dceo interior da provincia.
    Edital n. 14.
    Pela inspectora da alfandega se faz publico que
    nao tendo sido arrematada a plvora, abaxo de-
    clarada, annunciada a leilo por edital n. 143 e 141,
    p r falta de licitantes, se transiere a mesma arre-
    matado para as ti horas do dia lMle julbo pr-
    ximo vindouro, porta desta repsrticao.
    Fortaleza do Buraco.
    Marca P F B n. 73-300 bafris vimlos deLon-
    dres no navio inglez Gloria, entrado neste porto
    em 26 do mez passado, com 3,442 kilos de plvo-
    ra avariada, avahados par 3:7863200, e abando-
    nados aos direitos por Saunders Brothers & C.
    Alfandega de Pernambueo, 28 de junho de 1873.
    O inspector
    Fabio A. de Carvalho Reis.
    Edital n. 145.
    Pela inspectora da alfandega se faz publico que
    s 11 horas do dia !.* de julbo vindouro, porta
    desta reparticTio se ha de arrematar, livres de di-
    reitos, as mercadorias abaixo mencionadas, apre-
    hendidas no dia 25 do corrente.
    800 grammos, pefo bruto nos car-
    toes de bijoutoria de cobre c suas ligas
    no valor olTlcial de 843,23
    120 grammas de bur em obras de
    ourives no valor otHcial de 133*600
    8 relogios de cobre prateado. no va-
    ler official de 40*000
    I anneis de ouro com pequeas po-
    dras linas, no valor official de 70/000
    1 par de rozetas de ouro com pe-
    3nenas pedras finas, no valor offlcial J
    e 90*000
    i meio aderero de ouro com peque-
    as pedias finas, no valor official de 133*000
    1 cacoleta de ouro com pedras finas
    no valor offlcial do 3f 000
    220 grammas de coral, era carios,
    no valor offlcial de 7*080
    7 espartilhos de algodJo. no valor
    offlcial de 33*840
    - O deposito de fecrutas precisa contratar para
    o rancho das pracas de pret, no semestre vindou-
    ro, os gneros seguintes : arroz pilado, assucar
    mascavo refinado, azeite doce, bacalno, caf em
    caroco, carne seeca, carne verde, farnha de man-
    dioca e fcijao, lenha, manteiga franceza, paes de
    6|0, dito de 4[0, toucinho de Lisboa e vinagre ; as
    pessoas que quizerem fornecer ditos gneros, qne
    deverao ser de pnmeira qualidade, apresentato
    suas propostas, feitas,pelt> systema mtrico, at o
    dia 30 do corrente, s 10 horas da manha, na se-
    cretaria do referido deposito, no quartel da Sole-
    dade.
    Quariel da Soledade mi Pernambueo, 27 de ju-
    nho do 1873.
    O alferes secretario
    Damiao Lopes Pereira Guimares.
    O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
    cial, em cumpnmento da ordem do Exm. -r. pre-
    sidente da provincia, de 23 do corrente mez, manda
    fazer publico que val novamente praca no dia 3
    de julbo prximo vindouro, perante a junta desta
    thesouraria, para ser arrematado a quem por me-
    nos tlzer, o fornecmento dos objectos precisos ao
    expediente das rcpartb.oes provinciaes durante os
    exercicios de 1873 a 1876; servindo de base
    arrcinatacao o abate de 5 0[0 no preco das respec-
    tivas tabellas, offerecido pelo proponente Domingos
    Ferreira das Neves Guimares,
    Os pretendentes esta arrematado compare
    oain na sala das sessoes da referida junta" no dia
    cima mencionado, pelo meio dia, e competente-
    mente habilitados.
    E para constar se mandou publicar o presente
    pelo jornal.
    Secretaria 'da thesouraria provincial de Per-
    nambueo 27 de junho de 1873.
    O oflicial-maior
    Miguel Alfonso Ferreira.
    Santa Casa de Misericordia
    do Recife.
    A junta administrativa desta Santa Casa, afora
    dous terrenos que possae no lugar dos Arromba-
    dos, hoje Duute Coelho, sob ns. 39 e 40 tendo
    aquclle 390 palmos e este 309 de frente e ambos
    de fundos at a baixa mar.
    Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
    Recife, 7 de abril de 1873.
    O escrivio,
    Podro Rodrigues de Souza.
    Consulado provincial.
    Do primeiro de junho vindouro comeea correr
    o prazo para pagamento do 2. semestre do anno
    Bnanceiro de 1872 a 1873, dos imposlos da deci-
    ma urbana, 00 rs. por litro de agurdente, e 3
    O/o sobre a renda dos bens de laiz pertencentes
    s cori araeSea de mo mora, incorrendo na mul-
    ta do 6 O/o, os contribuimos que dentro do mes-
    mo prazo nao satislizerem as respectivas quotas.
    Consulado provincial, 27 de maio de 1873.
    O administrador,
    _____________A. Carneiro Machado Rios.
    A cmara municipal do Recife, querendo
    testemunhar do Rio de Janeiro que nao foi de-
    balde que solicitou desta municipalidade scu au-
    xilio na remessa dos escriptos nacessarios para
    formar-se e enriquecer a bibliotheea municipal
    que ter de funecianar no palacio municipal da
    corte, peto presente convida a todos i*s seus mu-
    nicipes a remetter esta cmara todos-QS escrip-
    os com que entenderem dver auxilia-la nesse
    cao patriotieo.quo grandioso empenho, certa de
    que os seus municipes nao deixaro de acudir a
    esse. appello e desse modo participar da gloria da
    referida publicacao.
    Paco da cmara municipal do Recifoj 4 de ju-
    nho de 1873.
    Manoel Joaquina do Pego e Albuquerque.
    Pro-presidente.
    Pedro de Albuquerque Autran.
    Secretario.
    Pela thesouraria provincial se faz publico
    que foi transfjrida para o dia 3 de julho prxi-
    mo futuro a arrematado do sitio dos Remedios
    adjudicado a fazenda provincial pela quanlia de
    3:73OO0O, por quanto vai praca.-
    Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
    bueo, 28 de junho de 1873.
    O ollicial maior,
    M. A. Ferreira.
    Command supeerior.
    Tendo sido transferida jiara o dia 3 de julho
    prximo vindouro a reuniao da junta medica de
    sade, convocada para o dia 20 do corrente moz,
    manda o Illm. Sr. coronel commandante superior
    interino dar sciencia disso aos senhores offlciaes
    que requereram ser inspeccionados e convida-os
    a comparecerem nesta secretaria no referido dia
    3 de julho s II horas da manha.
    Secretaria do commando superior da guarda
    nicional do municipio do Recife, 27 de junho de
    1873.
    O secretario geral interino,
    Jos Marcelino A lees da Foneeca.
    Obras militares
    A 5 de julho, ao meio dia, ter lugar na repar-
    ticao das obras publicas a arrematado do enea-
    namento preciso para dar escoamento as aguas
    pluviaes e servidas do quartel da Soledade ; de-
    vendo nesse dia e hora serem all apresentadas as
    propostas, em carta fechada.
    O servico, como se ver do ornamento que se
    acha na referida reparticao, esta calculado em
    1:242*670.
    . Pernambueo, 28 de junho de 1873.
    O engenheiro
    Chryssolito F. de Castro Chaves,
    i'or esta secretaria se declara, de ordem do
    Illm. Sr. Dr. chefe de polica, que nenhum escravo,
    a nao ser criminoso, poder dora em diante ser
    conservado na casa de detencao requerimiento de
    seu senhor por mais de 18 dias.
    Secretaria da pohcia de Pernambueo, 28 de ju-
    nho de 1873.
    O secretario
    Eduardo de Barros Pilcio de Lacerda.
    ADMI.NiSTRACAO DOS CORREROS DE PERNAM-
    BL'CO 29 DE JUNHO DE 1873.
    Malas pelo vapor Paran da compauhia
    brasileira.
    A correspondencia que tem de ser expedida
    boje (23) pelo vapor cima mencionado para os
    portos do sul, ser recebida pela maneira se-
    gu nti :
    Mac.03 dejornaes, mpressos de qualquer na-
    tureza e cartas a registrar, at o meio dia,
    cartas ordmarias at l hora, e estas at 2 horas,
    pagando porte duplo
    As cartas e jernaes qve se dirigirem ao Rio da
    Prata, pagarn previamente, aquellas a taxa de
    300 rs. por 15 grammas ou fl-accio de 15 gram-
    mas, e estes a de 40 r.-. por 40 grammas ou frac-
    cio de 40 grammas, na progressio estabelecida
    as tabellasC e D-annexa s instrueces do !
    de dezembro de 1866.
    O administrador interino
    ________ Vicente Ferretia da Porciuncula.
    ADMI.NISTRACAO DOS CORREROS DE PEHNAM-
    BIjO 30 DE JUNHO DE 1873
    Malas pelos vapores' Jpojuc e Mmnaki
    a* cotnpanhia pernambijcana.
    A orrespond.'ncia que tem de ser expedida
    boje (30), polos vapores acuna meiwionadiis para
    os (Mirtos do sul at o Aracaid, e para os do norte
    at a '-ranja, ser roccbwa pela maneira se-1
    gu inte :
    Macos de jornaes, impressos de qualquer natu-
    reza, e cartas a registrar, at I horas da tarde,
    cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 Irl,
    pagando porte duplo.
    S O administrador interino,
    i Vicente Ferreira da Porciuncula.
    Santa casa da misericordia
    Recife. x
    inta
    casa da miseric
    prenles das edu
    seguida declarad!. "
    que
    sua
    dmi-
    6>o8
    Cha-
    Pela secretaria
    Recife sao convida
    do collegio das orphs
    quaes ja completaram a )sua "ducaco, par/
    requeiram ao Ejtm. presidente da provincia J
    efltrega, em vista do queXresolveu a juntj
    nistrativa, de conformidade com o que di
    * art. 48 do respectivo rejtnlamento.
    Candida das Chagas CoVhp e Dionizia .
    gas Coelho, filhas de Vital das Chagas Coe!
    Maria Emilia. < ^
    Ignacia Ribeiro, fllha de Leand: biro.
    Maria Ignex de Melto, filha de .rra de
    Mello.
    Maria Magdalena de Mello, fill Clava-
    res de Mello. ^
    Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
    dos Santos.
    Eudocia.
    Felippa.
    Thereza dos Santos Torres, filha de Jos dos San-
    tos Tor es.
    Pergeitina, protegida de Maria Hermenegilda
    Machado.
    Sopbia Maria da Conceicao, exposta.
    Maria da Paixio Siqueira, filha de Raymundo
    Jos de Siqueira.
    Secretaria da santa casa da misericordia do. Re-
    cife, 27 de nnho de 1873.
    O escrivao
    Pedro Rodrigves de Souza.
    COXSGLHO DE COMPRAS DO ARSENAL
    DE MARINHA.
    O conselho manda fajer publico que em virtude
    da'dehberacao do Exm. Sr. presidente da provin-
    cia, contrata de novo em 3 de julho prximo vin-
    donro, sob as condifoes do estvlo, e a vista de
    prupostas reeebidas l as 11 horas da manha, o
    fornecimeato no trimestre findo em setembro do
    corrente anuo, de po o b9la?^a Pr OS navios da
    armada e estahelecimentos de marinKa; a>!!
    como promove de igual forma e no mesmo dia, a
    compra de 300 kilogrammas de graxa do Rio
    Grande, e 130 ditos de estopa de algodo, para pro-
    vimento do almoxarifado.
    Sala das seseos do conselho de compras de
    marinha, 28 de junho de 1873.
    O secretario
    Alexandre Rodrigues dos Aojos*
    Ter<}a-feira 1 de julho.
    Beneficio dos empregados, macbinita e cara-
    pina do mesmo theatro.
    O espectculo ser convenientemente annun-
    eiado terca-feira.
    VISOS MARTIMOS.
    do
    BEBERIBE
    No dia 30 do corrente, pelas 12 horas do
    dia, ter lugar impreterivelmente no escrip-
    torio da companhia, ruadoCabug a. 16,
    a arrematado dos cliafarizes e bicas por
    bairros, nao se admittindo propostas que
    comprehendam mais de um batrro e nem
    por espaco maior de um anno. Os Sfs.
    licitantes podem comparecer com seus fia
    dores ou declararlo los mesmos no mencio-
    nado dia, devendo' ser as propostas em carta
    fechada, ou antes no escriptorio onde melhor
    podero informar-se das condicoes do con-
    trato d'arremataso. Declarase aos Srs.
    licitantes que o pagamento ser feito em se-
    dulas.
    Base sobre as quaes se deve lanzar.
    BAIRRO DO RECIFE.
    Chafara e biea do caes do Apollo.
    Dito da ra da Cruz.
    Dito da ra do Brum.
    Dito do Forte do Mattos 19:6505*000
    BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
    Chafariz do largo doCarmo.
    Dito do largo do Paraizo.
    Dito do largo de Pedro II.
    Dito da ra do Sol.
    Dito da ra da Concordia 25:00035000
    MONTEIRO.
    Chafariz dessa povoago. 180J000
    Kscriptorio da companhia do Beberibe,
    2G de junho le 1873.'
    O secretario,
    Jos Honorio B. de Menezes.
    SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
    RECIFE.
    A Rima, junta administrativa da santa casa da
    Misericordia do Recife, manda fazer publico que
    na sala de suas 'sesses, no dia 3 de julho, pelas
    3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a qnem
    mais vantagens olTerecer, pelo tempo de um a
    tr s annos, :s rendas dos predios em seguida
    declarados.
    ESTABELECIVIENTOS DE CARIDADE
    Ra larga do Rosario.
    Terceiro andar n. 24......232/000
    Ra do Padre Floriano.
    Casa terrea n. 43. ... 200/000
    Ra das Calcadas.
    Casa terrea n. 30 ...'.. 220000
    dem i. 32......... 134#000
    Ra do Senhor Bom Jess das Crioulas
    Casa terrea n. 8.......243#CO0
    Ra do Aniorlm.
    Casa terrea de 26. 121 #0l0
    Ra de Hortas.
    Sabrado n. 94........601*000
    PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
    Rita da Senrala-velha.
    Casa terrea n. 16...... 209#o06
    Ra do Imperador.
    Primeiro andar do sobrado n. 81 500*000
    Segundo dito dito......300*000
    Loja do mesaio..... 800*000
    Ra de S. Goncalo.
    Casa terrea n. 22 ...... 240*000
    Becco das Boias.
    Sobrado n. 18....... 421*000
    Ra da Lapa.
    Casa terrean. II...... 202*000
    Ra do Burgos.
    Casa terrea n. 19 ..... 152*000
    dem n. 20......... 152#o00
    Ra da Cruz.
    Sobrado n. 14 ... 1:400#000
    Ra de S. Jorge (Pilar).
    Casa terrea n. 103...... 206*000
    Os pretendentes dever'o apresentar no acto da
    arrematacao as suas flaneas, on comparecerem
    wor pannados dos respectivos fiadores, devendo
    pagar alem da renda, o premio da quantia em
    que for seguro o preio que contiver estabeleci-
    raento commercial, assim como o servico da lina-
    peza e preces dos apparelhos.
    Secretaria da santa rasa da misericordia do Re-
    irte, 21 de jmnho de 1873.
    , O escrivao
    Pfro Rodrigues de Souza,
    THEATRO
    COlFiSHU
    DE
    NAVEGACAO BAHNA
    Para Ncele, Penedo, Aracaj
    e Bahia.
    E' esperado dos portos. do sul at o dia 5 a 6
    de julho o vapor Dantas, commandante Peres, o
    qual seguir no dia seguinte ao de sua chegada
    para ns portos cima.
    Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete : a
    tratar eom os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
    veira Azevedo A C, ra do Bom Jess n. 57.
    Para o Porto
    pretende sahir mnito breve a galera portuguesa
    M Fama II por ter grande parte do seu car-
    regamento prompto. Recebe a carga que Ihe fal-
    ta a pteos mdicos, e tambem passageiros, para
    m quaes tem ptimas arcommodaeoes : trata-se
    im Tito Livio Soares, ra do Vigarie n. 17.
    Para a Bahia.
    Pretende seguir com muito brevidade o palha-
    bote nacional Joven A rthur, tem parte de seu car-
    regamento prompto, para o resto que lho falta
    tratase com os seus consignatarios Antonio Lniz
    de Oliveira Azevedo, a rna do Bom Jess n. 57.
    Companhia americana c
    de.paqocles a Yapar.
    At o dia 1* de julho| esperado dos portos
    do sul o vapor americano South America, comman-
    dante Tonklepanzh, o qual depois da demora do
    cosime seguir para os portos do norte,
    Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
    Henry Porster 4 C, ra .lo commercio n. 8
    &HPBE2A
    ESPIUCA k VGNxVWIfi
    Pacific Slcain Navigation Compan]
    Rojal MI Steaincrs.
    I.iulia quinzemal
    O PAQUETE
    ILLIMANI,
    Espera-se dos portos do sul at o dia 4 de ju-
    lho, e depois da demora do costume seguir para
    Liverpool, via Lisboa, para onde recebe passagei-
    ros e carga.
    N. B. Os vapores dista companhia recebero
    tambem passageiros para Bcrdeaux, por mais
    f \. Para *?Se l Alm do preco da pas-
    Os passageiros de Bordeaux podem desembar-
    car em Lisboa ou Liverpool e a companhia obri-
    ga-se a pagar-lhes as passagens de qualquer des-
    tes portos para Bordeaux.
    As despezas porm, em Lisboa ou Liverpool,
    durante o tempo da espera, serao feilas custa
    dos passageiros.
    De Liverpool para Bordeaux, sahe um vapor
    toda as quartas-feiras, o qual atraca aos vapores
    desta cempanhia para reeeber passageiros e ba-
    gagens.
    Os passageiros que desta sorte seguirem para
    Bordeaux, tem a vantagem d'alli nao fazerem qua-
    rentena : os agentes Wilson Rowe 4 C, roa do
    Commercio n. 14.
    O PAQUETE
    COTOPAXI.
    E' esperado da Europa at o dia 6 de julho, e
    depeis da demera do costume seguir para o sul
    do imperio, Rio da Pralae portos do Pacifico para
    onde receber passageiros e dinheiro a frete.
    Os agentes Wilson Rowe 4 C, ra do Commer-
    cio n. 14.
    PARA'
    Para o referido porto pretende seguir com pou-
    i demora o patacho portuguez oiinda, por ter
    i mator parte da carga engajada, para o resto
    que lee falta tratase com os consignatarios Joa
    auim Jos Goncalves. Beltrao 4 Filho : ra do
    Commercid n. 5._________________________
    Rio de Janeiro
    Sahir era poucos dias o brigue nacional Vic-
    toria : para carga trata-se com Pereira Vianna &
    C, na ra do Vigario n. 7, 1* andar.__________
    Bahia.
    A escuna nacional Georgiana tem j parte de
    seu- carregamento prompto e segu em poucos
    dias para a Bahia : a tratar com Tasso IrmSos
    * r.
    Para o referido porto pretende seguir com a pos
    sivel brevidade o patacho portuguez Lice por ter
    a maior parte de seu carregamento engajado, e
    para o resto que Ihe falta, que recebe a frete com-
    modo, tratase cem os consignatarios Joaquim Jos
    Goncalves Beltrao, ra do Commercio n. 5.
    Rio Grande do Sul
    Para o referido porto pretende seguir com
    a possivel brevidade o patacho Cardia, por
    ter a maior plrte de seu carregamento en-
    gajado, e para o resto que Ihe falta trata-
    se com os consignatarios Joaquim Jos
    GoncaJves BeltrSo & Filho, ra do Com-
    mercio n. 5.
    LEILOES.
    LEILAO
    DE
    movis e predios
    A saber :
    Bons e differentcs movis, 1 piano, louca, finos
    ervstaes, quadros com finas gravuras, objectos de
    electro-pate, e truitos oulros objectos de casa de
    familia.
    Ura cabriole! americano e 1 vacea com cria.
    Terca-feira 1 le julio
    Na Capunga,
    casan. ... da ra das Crioulas
    William George FennelTy, tendo de fazer urna
    vlagem Europa, levara a leilao por intervenco
    do agente Pinto, os movis e mais objectos per-
    tencentes e existentes em casa de sua residencia
    na Capnnga, rna das Crioulas n. ...
    A's 10 l|thoras empunto partir da estacao
    do arco de flanto Antonio um trem expresso que
    servir de condaccio gratis para os concurrentes
    ao leilao.
    O lefia* principiara as lt hars.
    Em continuacao
    e s duas horas da tarde
    vender o mesmo agente uao so a referida casa
    com frente para a margem do rio Capibaribe,
    como urna outra ao lado do portao, rom frente
    para a estrada, sendo ambas odilicadas em chaos
    proprios, com 400 palmos de frente e cerca de
    2000 de fundo, com grande sitio, militas e difieren-
    tes arvores de fructos, grande viveiro, tv^i!... a.-
    com boa agua e casas de banbo.
    As ditas- casas tornam-se recommendadas por
    serem novas, moderna, commodos para grande
    familia, perto da cidade, por onde tem de passar
    a linha dos bonds (segundo dizem). -
    LEILAO
    DE
    78 canas tras com alhos marca + C f e 200 dita
    marca X.
    TERCA-FEIRA 1 DE JULHO
    s 11 horas
    - No armazem do Annes, defronte da alfandega.
    Por Intervenca do agente Pinho
    Bordes
    Leudo
    DE
    um piano forte, 1 mobilia de
    javraiul. 1 dita de mogno,
    l cama de Jacaranda, l guar-
    da r upa, 1 guarda ves'ido,
    I toilette de Jacaranda, 1 to-
    cador, mesa elstica, 1 apa-
    rador, 1 guarda louca, 2du-
    zias de cadeirts avula; s, I
    thear, l moinho grande, I
    mesa de sof, jarros, vasos,
    ]ouc; para cha e jautas, e or-
    tros mulos objectos que se
    o vendidos
    Por iBten'CD(llod(r agente Piulo
    ao correr do martello.
    Nq armazem da ra do Bom
    Jess n 6
    quarta-feira 2 de julho
    CONDICAO.
    O leilao principiara as 10horas
    Os a rematantes tomarlo con-
    ta de seus lotes fiado o acto do
    leilao, visto, que as chaves do
    armazem ser) entregues no
    mesmo dia, por se achar elle
    alugado.
    liquidado
    QUINTA-FEIRA 3 I Jlf.HO
    \ n f hora*.
    Por intcrvencio rio agentr PiiVi
    LEILAO
    DE
    miudezas
    0 duzias do luvas de jouv dw erat
    brancas, ditas le botinas para whorw,
    ditas para meninas, e ontros artifns.
    SKXTA-KEIRA 8 DE JUCHO
    AS 11 HORAS DA MANHA
    O agente Pinho Borges vendor em MB* mm
    completo sortimento de mhi74 srado : faan-
    coes para c.iiiiisas, ditas de diver-M quaMade.
    i cni\:i com papel almarn, borrarha e wda e d
    a'golao, trancas de caracol, linfas de wiitdi.
    pentes para cor, puheira*. agultias tnwyt**, t
    mnitos artigo* que se adiarn palale* ao dia de
    leilao.
    Em seu escriptorio, rna do Rom Jesns sj,
    primeiro anlar.
    Novo leilao
    DA
    barca portugucia ht/iique II, de 28.') to-
    neladas e 25,000 arroba* de carga, for-
    rada de metal, encavilhada de pao e co-
    bre, cotn o scu massame e apparetho
    completo, e os mais artigos Mstenles na
    mesma barca.
    SARBADO 5 DE JIT.IIO
    Na sala da entrada da associa,ao com-
    mercial
    m* II hnr-no
    O agente Pinito Bnrgcs par mandado do Illm.
    Sr. jon de direilo especial do nmiracrrio, e a n-
    Snerimrnto dos curadores fiscaes da nussa faaWta
    c Ferreira & Loureiro, prerel>dat as Inraiali-
    dades legaes, vender a sonradita larra r..m a*
    pertencas da mesma, a qual < arba en trente do
    trapiche Cunha, esposla acsame d. coamn**-
    tes.
    AVISOS OVERSQS
    Precisa-so de um homcm para roadnrtor >
    carroca : a tratar na na do Bario de S. Borja a.
    8, antiga rita do Sebo. _______
    Pura S. Kxc. n Mr. rewldbfte m.
    provincia mandar induipir,
    Sr. inspector da ilha r Frraaa*
    do. Trrs prra;nnlas:
    I." Qual o liin que teve o aaM do f.irinba. c>n-
    trmdo em Santo Antonio, de amarelki e iiitrus
    madeiras ?
    .* Foram as madeiras recolhidas ao aanoxan-
    fado, ou que fim tiveram f
    3.* Se foram recolhidas, por qnem e en qne
    lempo?
    O Sr. inspector indague por isto qne tem oma
    boa a saber-sc, mxime, qnando esta iaa>ira
    foram apresentadas por pessas encarrifada na
    ilha.
    Re:ife, 26 de junho de 1873.
    Um que sabe da pcpinmra.
    ' rJ
    DE
    dous buhares o seus accessorios, movis,
    louca e mais objectos perteicentcs a ho-
    tel.
    QUARTA-FEIRA 2 DE JULHO.
    A' ra do RarSo da Victoria n. 48.
    O agente Martins far leilao de dous biliares e
    seus accessorios, movis, louca e mais objectos
    pertencentes ao hotel da ra do Baro da Victo-
    ria, sobrado n. 48,
    s 11 horas da manh.
    Leilao
    DAS
    dividas activas da massa fallida de Joao
    Antonio Ferreira, na importancia do ...
    2:921?500.
    QARTA-FEIIU 2 DE JULHO.
    Ao nielo da em ponto.
    No armazem da ra do Bom .lesus n. 0.
    O agente Pinto levar novamente a leilao as di-
    vidas activas da massa fallida de Joo Antonio
    Ferreira, na importancia de 2,921o00, das quaes
    existem documentos, os quaes podem ser exami-
    nados al a vespera do leilao no escriptorio do refe-
    rido agente ra do Bom Jess n. 43 e no dia do
    leilio, na ra do Bom Jess n. 6, onde se effeetna-
    r o leilao.
    LEEAO
    DE
    movis, louca e crystaes.
    Tudo em bom estado.
    Quinta-feira 3 de julho
    A'S 11 HORAS DA MANHA.
    Na ra d Imperador, primeiro andar
    n. 73.
    A SABEB:
    Um piano de armario, dos melhores fabricantes
    da Europa, 1 mobilia de mogno com tampo de pe-
    dra, das melhoros, contendo .12 cadeiras de gnar-
    nicao, f ditas de bracos, 1 sof, 2 concolos, 1 mo-
    bilia de Jacaranda, contendo 12 cadeiras de guar-
    nicao, 2 ditas de bracos, 2 bancas, 1 cadeira de
    balance, I sof, 1 guarda-louca de ambrollo, 1 ca-
    ma para casal, 1 commoda do mogno, 1 dita de
    Jacaranda, 1 machina para costuras, 1 barmetro,
    espelhos com molduras douradas, cabidos,, bacas,
    tapetes, banqninhas, passaros cantadores, escar-
    radeiras, trens de cozinha, e outros muitos artigos
    domsticos.
    O agente Pinho Borges, competentemente auto
    risado, levar a leilao os movis e mais artigos
    cima, pertencentes ao Dr. Nunes Costa, o qual
    retirase para o Rio de Janeiro com a sua Exma.
    familia no vapor americano do dia 1.* _____
    O abaixo asignado f: z srieate ao eurpo
    commercio, que deu nesta data sociedade aa ssa
    taverna .pie tem sita no becco dos HartvrkM n
    8, ao Sr. Candido Jos da Cunha, cuja arma so-
    cial gyrar de hoje em diante Silva 4 Cnaha,
    como se v do bataneo dado nesta dala.
    Becife 16 de junho de 1873.
    _____________Manoel Carlos da Suva Juni< r.
    Chaves perdidas.
    Boga-se a quem arhu um maco ilc 8
    ves pequeas, o favor de as entregar no cae* da
    Alfandega n. 5, armazem de bacalho. qur
    se agradecer, e recompensando-sc generosa-
    mente.
    II. !. Ilhiril.
    H. B. Blard, archilecto constructor, onVnve
    seus serviros nos habitantes desta cidade para
    executaf qualqinr obra de na nrnflssn
    Slantas ou modelos de casas particulares aa d
    b ou no campo, planos e desenhos de liados jar-
    dins, tudo segundo i gosfo franoi-z. Em-arrrji--
    se da dirceco c execnca> destas oIims. Ow-
    rece-se igualmente para .---'u m inodenr"
    ladrillaos de mozaico fraini/. u inglezecm toda
    limpeza e perfeicao. Pode ser procnrad Matriz da Boa-Vista n. 28, andar terreo.
    L jas \\m ilu^r.
    A do sobrado do pateo Terco n. 27. para negocio a
    moradia : o a da ra Direila n. 120, para uia es-
    tabelecimento, para o que tem armar*, ba'rao.
    faz e outras commodidades : tratase a rna da
    mperador n. 81.________________ _
    Ka para alngar.
    LEILAO
    DE
    35caixas com ceblas marca FG A, e77
    ditas com batatas de 2 1|2 arrobas cada
    urna, vindas pelo paquete inglez Boyne.
    QUINTA-FEIRA 3 DE JULHO
    Ao meio dia
    O'agente Pinho Borges levar a leilio, por con-
    la e risco de quem pertencer, cm frente ao trapi-
    che Conceicao, e na presenca do encarregado do
    consulado de S. M. Britnica, ascaixas de batatas
    e ceblas cima declaradas.
    LEILAO
    DE
    candieiros, sobresalentes para os mesmos,
    figuras do bronze, moinhos, porta-cha-
    pos deso, barmetros, therinometros,
    tmpanos, cobertas para pratos, e muitos
    objectos que estaro no exame dos con-
    currentes.
    No armazem da ra do Impe-
    rador n. 45.
    POB
    Ura terreno cora una vasta plantario de rapim
    no Caminho Novo (Soledade) ; a tratar na rna a
    Cruz n. 3.
    Firmeza e humanidade.
    A sociedade beneficencia linni-ca c bu'n nida
    faz saber a seus irinos e as demais suciedades le
    beneficencia desto cidade, (pie mndou as suas *-
    soes ordinarias para as quartas-ieiras, a< 6 hora.-
    e meia em ponto. Becife, 28 de junho de 1871
    O secretorio
    s _______________J. F. Figneire.lu.
    Aluga-se o sitio de Bemflra n. 8 ilVsaaaa
    da Magdalena), com casa e solio, de muitos r m-
    inoaos para grande familia, margem do rio "a-
    pibaribe, e passando em frente os trilhos dos
    bonds : a tratar na rna do Apollo n. 36, f andar,
    ou em Olimla, ladeira do Varadouro n. 20.
    Convite jnslo
    Tendo do seguir boje para o sul do impcii*
    dislincto o Iienemerito maj t faral, e querc-jo
    os seus amigos dar una prava de apret a esse
    Ilustre otHcial, convida aos pcrnambiKanos a
    acoinpanha-lo de sua residencia ra do Orredor
    do Bispo n. 6, al ao lugar do embarque, manifc-
    tacao esta a que tem ju esse Ulii: Irado s r
    lelas suas to excellente- qualidades._______
    Attenco
    O Exm. Sr. desembargador flnera rrmtina a
    ter a mesma carta ra do Bao da Victoria n.
    69.____________________________________
    Avisa-se
    a qnem der notieja da escrava Gnilhermina aaa
    foi do tenentc-coronel Feliciano Joaqun dos Saa-
    tos, e aepois compraa ao Bario da. Katareta,
    representa ter 2o annos, tem falta de Vates aa
    frente e as mios com elcatrizes de quemadora
    de gaz, secca do corno c muito refrista, qne es-
    appareceu da casa de sobrado n. 16. da roa dos
    Coelhos, que ser generosainenie recoaajeaaaaa.
    l'erdeu-se, ao sallar urna senhnra do carro
    no theatro Gymnasio, urna cassoleta grande da
    ouro, ten em cima pela parte superior na ni
    de flores de ouro, tendo no centro urna
    dividida en quatro partes, e a parte
    tem dentro urna chapa de martim de
    una inscrip< a > feta de cbela e da ntra
    um retrato colorido : quem a acaon a a >
    restituir pode entrgala na secretoria da
    d encia ao porteiro e,oe gratiac; r
    Aluga se a caa do Caes do Capiaariat, con-
    fron te a serrara, com os seguintes eaaaaadas : t
    salas, 5 quartos, cozinha fon, quarto pera aa
    vos, entrada independente, tem agua patatal i
    bom banheiro, um grande qnintal te
    mo urna grande casa de madeiras I
    bom chiqueiro para gamahas; a artos
    tes alvoredos de Irado como sejtm,
    goia boiras, rnmeiras, figueiras, piaaeiras, i
    ros, e 3 grandos parreiraes; tea taaaVa aaMas a
    diversas qnalidades de flores glaataaii aa Jarros a
    cantelros : na i
    o urna torteas
    ra laserior laa,
    deuatoaoooa
    I
    i

    I


    ~>r?*
    w
    Diario de Pernambuco Domingo 29 do Junho de 1873.

    A
    "

    \
    .~MUVj*L WOVID1HE
    PANOS E MSICAS
    uap JOS HE AZE1K1IO
    Ra do Bario 4* Victoria u. 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
    inicia AmmM%MSR
    aonde o puMv** em geral encontr, }semprc o maior e mais esplendido sortimento de pumos de
    Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
    e orchestra.
    Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado n. II confront i
    etica Maurer, aro grande sallo onda otilo expotos os magnficos
    aaT J-iJlOS de armario, de PleyeL
    ------- de meia canda, do mesmo antor.
    -------- de H. Henri.
    de Aroede Thiboot.
    nico agente nesta cidade, doi oeiebrea atamadoa
    PIANOS DE AUCHER FRRES
    oremiados em diversas exposi;oss om 14 medalbas de onro e prata.
    Sao os nicos pianos qne aqni vem da Europa, perfeilamente afina-
    *', fritos ccid legan ;ia e solidex.
    D'aqai emjdiaue continuar a annnneiar todas as poblicacoea qne se forem (riendo oas suas oficinas de msica
    Tambem receben grande sortimento de msicas pira piano, piano t
    eanto e entre ellas as liadas composicjSes do mnito lympatbico maestro
    F S41T1MI
    A SABER :
    Voc me quer Walsa.
    Ultima* publicares
    Pellas as offleinu de nnsieae
    do tnnonciante.
    Emilia, polka por I. Smolti.
    Circaciana, tchotcb, por Smoltx.
    Jardim do Campo das Priceu*,
    qoadrilba, por J. Poppe.
    Cnuva de Rosas, Walsa, por E Al
    bcrlaiii.
    Olga Maiurka.
    La Separacin! Para canto.
    A Los elctrica, grand ! Walsa.
    Pr*nco Rrasileiro Polka.
    Tomada dd Vllela Galope.
    Joaoinha Walsa.
    A Libertadora " Polka.
    A Primeira espada Walsa.
    A Mlnha Lyra Walsa.
    A Natalicia Polka
    Stndiente Pe ka.
    CAUTE
    A W M S A. ftfl
    aos compradores do bem conhecido e aere litado rap
    REA PRETA, qne reparem nos botes e meios botes,
    pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
    so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
    confundir com o d'aquelles.
    Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
    PRETA, devem para nao serem engaados ver que
    os botes tragaxn o nome de MEURON & 0., e a desig-
    nado de REA PRETA.
    \
    MEURON & C.
    A quem interessar
    J. Ramos & Machado mudaram 9eu escriptorio
    de commissoes e deposito de movis pana o arma-
    zem n. 10 da ra do Vigario.__________________
    Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
    idade 2o annos, pouco mais ou menos, levou saia
    de ganga e camisa de algodao, tem marca de fujo
    na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
    toados : roga-se as autoridades policiaes e capi-
    tes de campo o obsequio de pega-la c leva-la
    sea senhor, no Carainno Novo n. 110, sitio, ou na
    ra da Cacimba n. 1, que sero generosamente'
    recompensados.
    Jos Jaeote de Araujo, advocado dos au-
    ditorios das comarcas do Cabo, Victoria, Palma-
    res, Rio-ForniosQ, e Barreiros, encarrega-se de
    qualquer co^rane.a amigavel, ou judicial para es-
    tas comarcas o___ termos: quem quizer se uti-
    lisar do sen prestalo pode dirigirse i ra da
    Concordia n. 63.____________________________
    Aluga-se urna escrava para todo o s> rvico :
    na ra da Gloria n. 140.
    Pliip F. Needham, em virtude da rapidez de
    .-un viagem para a Europa, nao pode dospedir-se
    pessoalmente de todos os seus amigos, o que ai
    pe presente, e offerece os seus servico?, na ci-
    dad do Londres.____________________________
    Aluga-se por 23 000 a casa n. 6, sita i rea
    do lima em Santo Amaro, estrada ja concertada
    de novo : a tratar aa ra da Bestauracio a. 34,
    outrora Guia.
    C5S>
    * Precisa se de um caixeiro nacional para
    urna inverna : na ra de Vidal de Negreiros n.
    141.
    . Aluga-se o pavimento terreo do predio da
    traversa do Livramento n. 10 e a casa da ra de
    tfortaf^ i. 77 : a tratar praca da Independencia
    ns. 18Ts 20.
    ESTABELECIMENTO THERMAL.ey
    'ranea, DeparUmento do Alllcr,
    r0eIEiDt 00 EITUDO FMNCU
    AIUBSTUClO : PAR1Z. M, MST11 XoHTIUaiM.
    ESTACAO DOS BARBOS.
    Nocstabeleumenlode Vichy,umdotmttho-
    rt$ da Europa, achar-se-ha Bankos e Embroca
    eBei de toda a torie para a cura das doencat do
    >!, do *< da ftexlc, arelas,
    lakesia, f*m, oowopoeo mIwIomm,
    OM Nnu u !, te. -
    Cada sia,smss1I kUMAfl 1* bb Simno
    TMtre Cooeertoi no Cun. Mink no P.rqu.
    (lio de Hita. S.lio rwmdo ptri u Secaoru.
    D*mm f-Hm, TUS <"-*. Mate. S
    DE
    CABELLEIREIRO
    Ra do Imperador n. 381. andar.
    0 artista Andrade, Migo e acreditado official da casa de Delsuc, participa as F.xmas.
    ainlias e ao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo salo, aonde
    se aprompta com perfeifio toda e qualquer encommenda tendente sua arte.
    Prepara-se pentendeados e postigos, pentea-so coques, cabelleiras e cachepeignes,
    concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfeic,ao toda obra de cabollei-
    reiro sobre-encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
    parte.
    Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfei-
    cao e asseio, para o que lem habitissimos artistas.
    Outrosim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ha continua-
    damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de moderaissimos
    gostos.
    Ra do Imperador n. 381. andar.
    w | Escravo rugido.
    50^000 de gratificacao-
    Ausentou-se do engenho Victoria no termo de
    Barreiros, o mulato semi -franco Saturniano, de
    20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
    cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos
    castanbos, nariz regular, tem um signal nos peitos,
    proveniente de urna espinba, pernas e ps
    grossoj mal feitos : quem o pegar, ou del le der:
    noticias leve ao seu senhor Daeio Ferreir*da Sil-1
    va Mello, no referido engenho, ou na praca do |
    Corpo Santo n. 7, Io andar, que ser recompensa-
    do generosamente.
    ATTMCAO
    Precisa-se de 4;000| a juros sobre hypotbeca
    em casa na freguezia de Santo Antonio : quem
    quizer dirija-se a esa typographia em carta fe-
    chada com as inicia.es A- B., dizendo sua moradia
    para ser procurado.
    Philin F. Needham, socio gerente da casa
    commercial de Saunders Brodiers & C, tendo de
    reurar-se para Europa, deixa na gerencia da casa
    ao Sr. Tlioraaz M. Connan, e no impedimento deste,
    em logar ao Sr. Percival C Wnght, e em f o
    Sr. Hocart Huichinson.
    Escravo fgido.
    150$000 de gratificacao.
    Aaeentou-se desdo o dia 13 de maio de 1872, o
    preto de nome -llfredo, de trinta e tantos annos,
    crioulo e bastante ladino; este preto perfeito
    eozinheiro, estatura alta, magro olhos grandes, i
    esteve no engenho do Sr. Lulu de Caiar, em 5.
    Lourenco da Matta, onde consta ter prenles, foi
    escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr, Jos
    Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
    ca ; de todos estes senheres foi eozinheiro, tem
    sido visto por pessoas que o conbecem dizendo
    que est forro,. assim tem podido escapar de ser
    prezo, Pede-se a todas as autoridades e capitaes
    campo qu o pegando leve-o ra do Duque de
    Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
    gundo que recener a gratiliracao cima decla-
    rada.
    Saxta-feira 26 do crrente ausentou-se da
    roa da Santa Cruz n. 80 a escrava Vicencia, che-
    gada no mei prximo passado, da Russia (sertao
    do Cear) tem os signaes seguintes : bem preta,
    altura e corpo regulares, denles perfeitos, cabellos
    earapinhos e averraelhados, levou gaia com pal-
    mas encarnadas, caneci branco e rosario ao pes-
    clo : pede-se aos capitaes de campa a capiura
    da mesma, a quem se gratlca generosamente.
    COMPANHA
    DOS
    TRILH0SUH1IAIN0S
    Rfcifc a Oliii.la cBcImtIh1.
    Tendo esti tompuihia nl>Hnd fandega desta cid:i.l curta porcio de bithe-
    tes Me um pasngi;iis, e o llenando esta qo
    luMm all niei*> inutisados. succede
    qua alguns passagwros tcal>a-e apresentado
    com algons deetas bilhete : para que baja
    scieo,cia.deste encano, previne-se a quem
    intejcaaar poasa qufe ditos bil heles sAo todos
    amareffos com uro risco cor de rosa as
    costas de 100 rs. e outros todos cOr de rosa
    com dous riscos pretos e de 200 rs.
    O gereirte interino,
    Laurcntino Jos de Miranda.
    Cachorro
    Dosappareceu do 1.* andar da travessa
    dos Expostosn. 18, urna cacborrinlia de
    raga ingleza com dous mezes de idade de
    cor preta com urna malha escura no focinbo,
    a pessoa que a achou queira dirigr-se a
    mesma casi que ser generosamente gra-
    tificada.
    Precisa-se de urna conheira, escrava, ou
    forra : na ra da Penha n. 32, primeiro e segun-
    do andares.
    A. J. Reogh, como representante da
    casa dos Srs. D. Oppenheiraer & C, de Lon-
    dres, offerece aos senhores legistas. de Per-
    nambuco um completo sortimento de amos-
    tras de todas as fazendas, ferragens, sellins,
    sapatos, arreios, miudezas, etc., etc ; po-
    den do-se entender com o mesme senhor, pa
    RA DO COMMERCIO N. 38,
    ARMAZE M.
    Arrenda-se um sitio perf> da estacSo do Caxan-
    ?a, com boa casa e cacimba de agua de bebtr :
    quem pretender dirija-se ao engenho Poeta a tra-
    tar cora o seu proprietario.
    Precisa-se de 4:000*000 sobre hypotheca
    predio, na freguezia de Santo Antonio, ou sitio
    na linha de Apipuco?, paga-se os juros mental-
    mente : quem pretender deixe carta fechada
    nesta typographia com as iniciaes M. R. para
    ser procurado.
    t^^r^hxeHitnrTjVi
    * Vt> *
    *'tm.
    bacharel Miguel Bernardo Vieira de Amonm..
    seus manos, tos e cunhados, particularmente
    agradecem aos Illms. Srs. tenentc-coronel Anto-
    nio Carneiro Hachado Ros e professor Simplicio
    da Cruz Ribeiro, os ltimos offlcios de bons ami-
    gos que prestaram ao seu pai, irmao e sogro Dr.
    los dos Anjos Vieira de Araorim depois de seu
    passamento.
    Jos Ignacio Pereira da Rocha,
    Manoel Ferreira da Cruz, Jos Ig-
    nacio Pereira da Rocha Jnior, Joa-
    quina Pereira da Rocha, Ignaeia
    Pereira da Rocha, Clara Pereira
    da I'ocha, e Carolina Pereira da
    Rocha, feridos da mais acerba dor
    pelo passamento de sua espoza, sogra e mai D.
    Clara Mara Pereira da Rocha, agradecem a todas
    as pessoas que acompanharam ao cemiterio pu-
    blico no dia 24 do correnlc os restos mortaes da
    mesma finada, e de novo os convidam aos parentes
    e amigos dos mesmos para assistirem a algumas
    missas no dia 30 do corrente na igreja matriz da
    freguezia do Poco da Panella s 8 horas da ma-
    nila, e desde j se coafessam eternamente agra-
    decidos por este acto de religo e caridade.
    I.sabel Augusta Scolla
    Pinto.
    WV-.
    Manoel Jos Carneiro Pinto,
    Theodolinda Balthar de Oliveirp,
    Isabel Ferreira Balthar, Estepha-
    nia Mara d Oliveira, Isabel Au
    gusta Scolla Fraga, Joanna Fer
    reir Balthar, Paulina Ferreira
    Balthar e Antonio Joaquim Goncal-
    vrs Fraga, esposo, mi, av, irmao, tias e cunha-
    do, agradecem do intimo d'alma a todas as pes
    soas que se digna'am acompanhar sua ultima
    morada o* preciosos restos da finada Isabel Au-
    gusta Scolla Pinto ; e de novo as convidam para
    assistirem a missa do stimo dia, que ter lugar na
    igreja de N. S. do Livramento, pelas 7 horas da
    manh do dia quinta-feira 3 de julho; pelo que
    desde j se mostram gratos por este ultimo ac'o
    de religio e caridade._____ ^^^^
    MMMIII I MlllMIL Jl ,ll I "2
    A!uga-se
    a casa terrea da ra do Coronel Suassuna, ou-
    tr'ora Augusta: a tratar rui do Amorim n. 37.
    tu i'oinniemo.
    Offerece-se um moco portuguoz de 30 annos,
    fazendo a escripia por partidas dobradas, ou cai
    xeiro de cobranca, por pequea retribuido, ten
    do pessoas que alancam o seu bom comporta
    ment : quem precisir do seu presumo ter a
    bondade de remetter carta redaccao deste jor
    nal, cora as iniciaes M. F S.
    ATTENCAO.
    O Sr. Antonio Orlando Ferreira de Souza dei-
    xou de ser caixeiro de Jos da Silva Loyo Sobri-
    nho, desde 24 do corrente.
    Evadio-se no dia 19 de abril do corrente
    anno, o escravo crioulo, 4e nome Tertuliano, co-
    nhecido gerahnente por Teto, cor preta, com 20
    annos de idade, estatura regular, sem barba, com
    falta de dentes do lado de cima, tendo somonte
    um na frente, trabalhou como offlcial de sapateiro
    em casa do Sr. Mximo, rna da Cruz do Recife,
    esquina do becco da Lingueta ; levou vestido ca-
    misa de chita preta e caiga de casemira escura
    com listra preta ao lado, e eomo carregasse com
    mais rouaa, de suppdr que lenha mudado, cos-
    tumava andar calcado : quem o prender leveo-o
    a seu senhor em a ra Imperial n. 181, que ser
    gratificado.
    OSr.OlympioFrancis-
    cisco de Mello, artista fogue-
    teiro, rogado a apparecer
    nesta typographia a negocio
    que nao ignora.
    MOMA
    Est encoura^ado!!!
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
    escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
    favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
    cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
    realisar, pela terceira chamada deste Jornal, em
    fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumpli;
    a por este motivo de novo chamado para dito
    flm, pois S. S. se deve lenibrar que este negocio
    Je mais de oio annos, e quando o Sr, seu filho ie
    whava nesta cidade.
    O Sr. Octavio Pereira
    da Cunha, estudantedo 5.
    anno da faculdade de direito,
    queira appareeer nesta typo-
    graphia a cumprir o que pro-
    metteu.
    Eseravo Itigido.
    Autenlou-se do poder dos abaixo nssigti(lus n
    seuewravo do n-m- Jaaqmm, cV prrM < t de
    Iniivi .. 'fs-lja H iil < l:lll|. Piala :;l..ii|o c 11 s;: i\.
    f..W:'. iijm; 1...S i||i-l> ii'i I'.i/.i r ;:n ..' ... t-i-.ii i.i.
    Si be 'mln :u, ii'.-i-.iji.'ic.'i.i ,i i|iii- i- dchrra.
    Qnando falla 'n rntilicre ser negro fraciino.
    Koaa se a ippreliencAu le dito cscravn, knja
    captura so gratificar btn.
    Recife, 3 de jiuiliu de :73
    Jos da Silva Loyo h Filho.
    Est fgida
    Fugio t* 17 de marco prximo patsado a o
    crava Matilde, de 32 anuos, preta, criouta, c.-uiu
    ra regular, cheia do corpo, pernas finas, tem uns
    cancos no rosto qne parece espinhas, falla de
    dentes na frente, falla muito manso que as vexos
    desafia a compaixao, boa sozinheira e engomma-
    deira, filha do Para, foi comprada sogra do
    Sr. eommendador Lucena, muito conhecida por
    ter estado alngada em casa do Manoel, inspector,
    no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tem sido
    vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxanti, Mag-
    dalena e ai(ui no Recife : pede-se encarecidamen-
    te a todas as autoridades puliciaes e capitaes de
    campo a sua appr>;hncao ; asrim como se pede a
    quem tenha amas que verifique nesgas que dizein
    ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
    sahe ra, e que se gratificar a quom a trouxer
    i ra do Livramento n. 1 a Antonio de Paiva Fer-
    reira.
    Sn hotel d'- Apipncx, preri-a-p de mu imU-r,
    para Talar dr un lequenn -i'i"
    A!;
    De 10 palmos.
    Sapotiseiros e sapoleiros, e dahi para baixo, pl-
    aheiras, fructa-po, oiti-cor, ariticum-a-])e, aba-
    cate, laranja cravo, flanbovant ou lirilhante, pal-
    meira imperial, rosciras ae qualidade, alecnnss
    parrira coracao da india, romeiras e outra,
    lanas : na Capunga, ra da Ventura numero 20
    AMA Precisa-se t, uma Para co'inhar e fa-
    "-' zer mais algum servico de casa de fa-
    milia, no Corredor do Bispo n. o.
    m Precisa-se de uma ama que saina
    cozinhar e engommar, para casa de
    . familia : a tratar na praca do Corpo
    Santo n. 17, 3* andar.
    A TD) Na ra de Bom Jess n. 9, 2* andar,
    J 1 outra para eneomum1-_______________________
    Precisase de uma ama : na ra Uireita nu-
    mero 61.
    Precisa-se de uma ama qne saiha lavar e
    engommar, e mais servico de casa : na ra Nova
    numero 28.
    Precisa-se do uma ama
    secca, forra ou captiva, e sen-
    do boa na> sa ollia a pre;o :
    a tratar no bazar da ra ireila n. 51.
    Precia-se de urna ama, para cozinhar, es-
    crava ou forra : na ra da Penha n. 23, 1 andar.
    AMA
    Precisa se de uma ama de leite que nao lo
    nha filho : na ra da Penha n. 21, I* andar.
    AMA
    ra da cadeia.
    Precisase de uma ama pa-
    ra cozinhar : na ra do Mr-
    quez de Oliuda n. 22, antiga
    Precisase de uma ama pa-
    A II JL ra corinhar e outra para en-
    B.TA -A.5L gonimado : a tratar na ra
    larga do Rosario n. 22. segundo andar.
    AMA
    Precisase de uma ama que
    cozinhe : na ra da Concordia
    n. 149.
    Precisase de uma ama para comprar e co-
    zinhar : na ra do Coronel Suassuna n. 1, paga-
    se bem.
    Precisase de uma ama p:.ra
    o servico interno e externo de
    uma casa de pequea familia :
    a tratar na ra de Pedro Af-
    fonso n. 47, 2* andar, antiga ra da Praia.
    AMA
    Attencao
    Precisa-se de uma ama para casa de homem
    sojteiro, que saiba cozinhar com limpezac asseio, e
    comprar : na ra de Pedro Alfonso n. T.antiga ra
    da Praia.
    Precisa-se de uma ama forra ou esc ava,
    de meia idade, para casa de pouca familia : na
    ra de Hortas n. 72.
    IS Na ra larga do Rosario n. 28, 2. andar,
    precisa-se de uma ama para comprar e cozinhar,
    e tambem de duas pretas para vender bolos.
    URGENCIA.
    Ama de leile.
    Precisa-se de uma ama de loite, quer soja
    forra ou captiva, porm sem filho, c que te-
    nha bom e abun lante leite, paga-se bem : o
    tratar no 3.a andar desta typographia.
    AMA
    Precisase de uma para lodo o
    servico de uma so pessoa : na
    ra de S Francisco n. 39.
    GABIATEVE
    Medico-ciruratco
    RA DO IMPERADOR N. 73^ hANDARJJ
    0 DB. NMES DA G3STA
    MEDICO OPERADOR E PAUTEIRO.
    ESPECIALIDADES.
    Molestias e operares Cora radical e ulantcDea Jos
    eslreitmentos da uretr.
    Consultas: Das 7 s tO horas
    da ma:,h.
    C; amados: A qualquer hora.
    Cozinlioir
    Precisa-se d um bom eozinheiro para um bom
    hotel: a tratar na ra do Imperador n. 51, arma-
    zera unio e commercio.
    Madama Virginia Falque, segurado para a
    Europa, n > francez Mo-Grand?, a procurar all
    vio sua saude, bastante deteriorada, deixa en-
    earregados de seus negocios aos Srs. Francisco
    Xavier Ferreira, G. de Lailhacar e Antonio Ma-
    chado Gomes da Silva, com quem se podero cn-
    teader todas as pessoas que liverem transaccoes
    relativas a sua fabrica de chapeos de sol. da ra
    Primeiro de Margo n. 4.______________________
    Attencao
    Engomma-se com perfeicao reupa para
    homem, ra do Forte n. 9.
    Mine. Amelia llianl.
    Mme. Amelia Blard, habilitada com provisio
    pela aeademia de Pars, cfferece-se ao publico des-
    ta cidade para dar lices por casas particulares
    de escriptura, calculo, lingua franceza, histeria e
    geoa-.iphia e trabalhos de agulha.
    Pode ser procurada ra da Matriz da Boa
    Vista n. 28, andar terreo.
    -Dinheiro' jiros.
    Precisa-so de 30 contos de ris a juros, dndo-
    se como garanta da referida quantia proprieda-
    des,' cojo valor excede a noventa contos; qnea
    pretender pode deixar nesta typographia o sea no-
    me para ser procurado. _______________
    . Attencao
    Fugio do engenho Goiabeira, freguezia do Ja-
    boalao, no dia 25 do corrente, o escravo Joio
    Cernedor, preto fula, cabellos e barbas cor de fo)
    elhos amarellos, alto, possanto, reprsenla ter 35
    annos pouco mais ou menos; levou camisa bran-
    ca, calca de casemira escura o chapeo de eouro:
    desconfiarse que ande a traballiar no carvlo, ou
    no algodao, ou entao que ande para as bandas da
    Estrada-Nova, gar leve-o ao pateo do Carmo n. ly onde ser re-
    compensad.
    Aisga-se
    Na ra d.i lii)|-.eii.hr i- Sf proH-i-v alujar
    lira e'M-ravn pa a aj laiilr de r,>zu,'a. Pag-
    *-M-lll.
    Fll!
    Fugio da ca.*a do seu eiilmr no dia 2I d" ;' r-l
    do corrente anno, a eorva de u. me llajmunda,
    Com os siguars seguintes : bem preta. e"ixa,
    cicatriz na testa, Talla muito e lem \ aer que liviv : quem appri'hemkT queira levar
    ra de Sania Rita n. .'. >mra la pela ra nova
    de Santa Rita. CosMaMMO ao seu enhor que ai-
    guem usufrue o Iralialho da da eserava. ee de-
    clara que ha de preceder j'iJe;almeate ontra
    quem quer que soja.
    Terrenos e casa na cidade
    ilha de S. Miguel.
    Se faz todo neRoe a e permutase por predios
    nesta cidade : quem os preti "Wt dirija se rea
    Dimita n. 9. teverna.
    Quem aniiiuiriitu uma p.idatia para vender
    ou admillir um socio com algum capital e JM
    entenda : dirija-se ra de S. Jorge n. 8K.
    COMPRAS.
    Comprase algnmas aaaM terreas on ..lira-
    dos nesta cidade : a tratar na I >ja da ra Duque
    do Caxias n. ii.
    Coinpiu-se
    Diarios a50;0 a air.Jia: aa nu4arf.i do
    Rosario n. Ii. fabrica de cigarros.
    Allencao.
    Na ra de Tlmni de laaBB, <..lir.ido n. 10. o-
    tr'ora da Linguete. c,m|ira-se urna e*craa u> 25
    30 anuos de idade, que saiba rminhar e engoai-
    mar ; e igualmente pHW-aa S' cnh.>re< c rre-
    tores que tivereru ajgiuiui o m as ihk".
    ni espei'ififaila<, queiram dirigir-se a mi nu ra
    e casa j mencionada.
    1
    tk Compra se e venJe-aa trasKa novo*
    !P c usados : no anmm da ra t!o lin-
    I orador n. iR.
    Traslcs. |
    Comprase j rimes >!< Poriiaiiiboco a
    rs. a libra : na ra do Coronel Suassuna n I
    Vr.NDAS.
    Cassas avariadas a 210 rs.
    o covado.
    O l'.iv.in vende lim- unas ca cures com os mais delicado- parcs, \nn totea
    um pequeo toque de avaria de agoa A>e, pete
    barato proco do dnze vintens o covado. v pi-cnin-
    cha : na loja do Pavo, rna da Imp. .-tnz a.
    0.
    Band<
    cijas
    Amsral, Maluico k C. vendera baodeija* tal envernisaila^, a de arMra cluiio (te
    os tamanhos, para c coj**, botes, etc.. en-,
    um completo snrlMiienl .le !:. la >s. cala'.-.
    de viuie, e rotim para flore-, costina-, i >.
    etc.: no bazar victoria, rna d > Ra3o i'a > i.' : a
    numero 2.____
    Aa para lavrar a Mita.
    Canias da Ierro.
    Cofres de ferro, prova de f'2'>.
    Pogoes ame.ieaiios.
    I'regos anuicaiio.-.
    Ualaneas e pesos.
    Chapas do ferio galvauisa lo jira coliiir c .
    Taxos de ferro eataal ao.
    Machinas para dcscaroear algod*.
    Machinas de coi lar fumo.
    Maeliinas a vapor, forra de l l| e l rav..J .
    Km casa Je tmw laafcn A ('.., roa do lau.
    Jess n. \._________________^________
    Parahyba.
    Vndese o engenho Toriit.ha, d -i*
    capital duas leguas na marge.u do rio l'arali>l>e,
    eom Ierras para tlffrejar 2 a :S mil paes de a->u-
    car de 7 a arrobas bruto, com loda as .jias
    precisas, c tudo de iij. lo. assentamcn'o dr laixa*
    novas, muito boa nu en.la, i-asa do engenta e cal-
    deira, distillaeo junto, c-i*a de porgar para CIO
    paes, seiualla de tipil a p ra 16 a JOfscravo, e
    mais de palha para maior numero de csrrarcs,
    casa de farinha arriada in .rno, cata de ac-
    radia com nniilos comnmio-, |x>rque conbin 14
    quartos c. salas, corinha. Isla de lijte, tem ;
    lios com aaaM de n.uiWs c-minodiis para 'I lavra-
    dores, com bastante fructi ira e. Un
    salTrejar 600 a 80' p\, nos
    embarque na porta, o qu facilita o lran-i
    para o cidade, e nin es ravo bota todos os di.
    saceos de assiicarna canoa, poupand. assim um a
    dous contos de ri'is ia IralH todos os amar-
    mesmo eseravo eondiiz o a--u-ar dos Uvrad.TC-'.
    e cada viagem regula .le dei a d.re mil r r
    dia, e ouserva uma otaria qoe rendo man de
    um cont de rs. por anno. Vende-se rom de-as
    sitios retirados que snpre rom madeinm, e nina
    ou duas canoas boas ; lan.l.eii ven
    a viole bnis muito sncientes paia pr-
    Jue os partid is s p rte, m
    ez caminhus: assim eomo :M) a VO amina.
    rendo tudo sin se faz ncgicio p metade de cu valor : |ii.iu pn-lemler emarar
    dirija-se ao proprietario no mesmo eng-miio I
    niiha, a tratar com loan Jos de v l.-iro i/r-
    reia.______________________________________
    Na BAa-V'Ma ra da Cnnreirao o. Vi, hi
    para vender barato um inarquezao de jaearanJa
    grande e novo.
    Venda de silio e rasa.
    Vndese na passagein do Omlfiro Din sita em
    chaos proprios, tendo Unta bracas de freaie e
    cento e tantos de fund ra do rio Camban-
    be; ttm excellem. lacapim e 4 m--
    radas de casas de Mira c cal, iodepeode:*
    urnas das outias, leudo urna 11 paraos de freate
    e 100 de fundo, lailrimada de podra marmore,
    assobradada, com 4 salas, 16 guarios, entraba fc'-ra
    e eslribaria para cavallos ; outra eom 30 |aamos
    de frente e 10 de fundo, 4 salas, 14 qaart s, es-
    tribara para cavados, cocheira para rarr e co-
    znha fora ; mais 2 casas eom commodaa para ft>
    milia ; veude-se este Mita por proco mm cooa-
    modo : a tratar no beceo de S. redro a 17.
    Vende se tambem urna casa aa raa da Par.
    quo servio de cocheira e boje deposite de raers,
    com duis carinhas ao lado, aa qnaes se actual
    alugadas por "UOOO por anno ; o preco eoaa-
    iikmIo e quem pn tender dirija-so ao taero t 5.
    Pedro n. 17, que achara com quem tratar.
    Casa lema.
    Vende-se uma casa terrea cea aa boa ra 4
    tratar na ra da Imperalriz n. 8, loja.
    JlCl.
    Vende-se ."0 pifias OM mol, em barris
    a embarque: no eaes do Raaos a, 41
    Piano
    do
    Vende-se om piano forte o em ando
    a trazar aa roa te Saudade a. 11
    ' ,*s\
    r hfi*/
    A
    A
    '^-^(r
    LX
    tzt:
    _

    -w^


    G
    i

    Diqprj. rio.P^wuaJiMW) Domingo .23 ;de 'Jkuio fie 1873.
    t
    i
    ?
    r

    T------
    PILMAS
    V EGETAES
    BRISTOL
    Cas bofes sadios e saos
    Urna digestOo vigorosa,'
    Um excelleato appetite,
    sao alguns dos beneficios .que se podem de-
    rifar, fazendo-seum uso regular das
    Pilulas vegetaes do Urfotol.
    Fma cura certa o efficaz dos intestinos,
    Um remedio adiuiravel para os rins,
    Um tnico poderoso para o estomago,
    S as innpreciuveis quaiidades medicas
    que se podem encontrar, usando-so das
    Pitillas veg'?tacM le Rristol.
    Urna medicina que nao prodoz dores nem
    clicas.
    Um purgante. quo nao debilita nem en-
    fraquece.
    Lia kuanto que nao causa a menor
    nausea.
    Foi mam urna das muitas virtudes que
    possuem a s
    Pliilni vegetaes de Bi-istol.
    Um medicamento suave e favoravel para
    o bello sexo.
    Um correctivo sfguro dos desarranjos do
    System a.
    Um remedio completo e seguro para as ir-
    regularidades.
    Sao os eleitos sem falta, resultantes do
    soeem prego das
    Pilu^is vpsi'tiip do Bristol.
    Urna compleiQao clara, alva e transparente,
    Urna pelle macia e delicada c um
    Hlito doce o agradavel.
    Sao os resultados cortos e infalliveis, de-
    pois de.se
    haver tomado algumas dses deste
    melbor dos
    Remedios as
    Plala.* vegetaes do Bristol.
    Em todos os casos de molestias i urna na-
    tureza escrofulosa, ulcerosa 011 syphilitica ;
    ou quaivlo a massa lo sanguc se haja tor-
    nado tuna ou viciada pelo uso de ferro,
    mercurio, ou por outra qualquer substancia
    mineral a
    Nalsaparrilhadc Bristol.
    devora ser usada do conjuncto com as pilu-
    las, e assim obrando-sc, ein restricta con-
    formidade com as direccoes inscriptas no
    envolto; os doentes podem ricar cortos que,
    urna vez usada conjunctamente urna com a
    outra, ociihum enfermiJade ou molestia,
    por raais severa ou arraigada quo se acbe,
    r.So podera resistir ao combinado poder se-
    cretorio e sanitario desles dous
    I
    GRANDES, [ I
    &2tf.illllION.
    AinLis estas medicinas acbam-se < venda
    cm todas as principaes boticas o
    tajas de drogas.
    Acha-se a venda em todas as boticas.
    II. Forster & C.
    ACOTES.
    lea sito ajffeseatada a& publico
    Durante o espado
    1)E
    1 O A N N O S.
    DE
    RBISTOL
    '

    , tu o
    CASOS MAIS DESESPEftABOS 1
    A Si '. 'ARRILHA DEBRISTOL puri-
    i m losanguo, expello para lora
    iti ras e fezes viciosas c impuras,
    la to ios as secrec&es, d vitalidade o
    aoergia a to los os orgios e d forca e li-
    so systema alim de poder melbor resis-
    tir todos oj ataques da enformidade. E*
    -i.' un remedio constitucional. Klle
    afim do poder curar ; porm
    i ustantem inteoamlea .miuresa. l'ortanto
    em.to la a > doencas conslituciomm o era to-
    i '.ios lo:aes den'miente d'ain es-
    tad icios j oimper/eito dpsystevMfmgt-
    ral, acbar-se-ba quo a Salsaparmlba de
    BRisryL um remedio seguro e ellicassissi-
    mo, p iss lindo iuestimavuis c incontestaveis
    virtudes.
    .' curas milagrosas de
    I'scroTulas,
    Ucea-as,
    Cliagas antipas,
    ENFERMIDADES SYl'lllI.ITlCAS
    E lYSPEUS,
    u RHEMATISMO,
    BEYRALG1AS,
    ESCORBUTO,
    etc.; ETC., Ere,
    que tuin jrangeado e dado o alto renomo
    Salsaparrilha de Bristol
    : as [Miles do universo, sao to so-
    mente devidas
    NICA legtima e ORIGINAL
    SateaparriUia de Bristol
    11 Forster k C.
    AGENTES.
    NA PHAM.VCIA CESTO AL_______
    PCHJNUIAS
    SEGREDO ECQNOJIIA E CELER1UADE.
    IHJECCO SHOST
    Ubica, hygienica, radical o infallivol nca-
    ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
    toda especie, recentes ou chronicas; e que
    offerere como garanta de salutares resultados
    a continuada applicaco que sempre com a
    maior vantagem se tem feito della nos hos-
    pitaes de I'aris.
    nico ddbosto para o Brasil 4 Barth.eJome'j
    & C, rtalagda lotai-ioo.C., f
    Xarope d'agriao do Para
    Antgo e conceituado medicamento para
    cura das molestias dos orgosrespiratorios,
    como a phtysica, brouchites, asthraa, ate.,
    appcado anda com ptimos resultados no
    escorbuto.
    Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
    tbolomeu & C, ra Larga do Rosario n. 14.
    Merino preto a 80 O rs." o eo-
    vado.
    Merino prcto a 800 rs. o covado, proprlo para
    vestido serve para luto, por ser sem.lustro,na loja
    das 6 portas em frente do Livramentb.
    Entremeios, tiras e bicos a
    500:re.ape Vendase entremeio, tirase bicos boTdadot 8
    retroz, propriOs para enfeitar vestidos, e roupi-
    nhas de crianza, pelo baratisiimo prego do 500 rs.
    a peca- na loja das C portas em frente do Livra-
    mento, daose pecas a mostra com penhor.
    La/Julias escocezas a 280
    rs. o covado.
    Ra do Crespo n. 20.
    Liiinhas escocezas, padrSes inteiramente no-
    vos, pelo diminuto preco do 280 rs. o covado,
    pechincha e dao-se amostras na loja de Guilher-
    me C. da Cunha A r.
    mu
    jit"1:

    Nao ha mais cabellos
    brancos.
    TINTURARA JAPDNEZA. .
    Se nica approvada pelas academias de
    sciencias, reconhecida superior a toda que
    tem apparecido at boje. Deposito princi-
    pal ra da Cadeia do Recife, boje Mr-
    quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
    todas. as boticas e casas de cabellei-
    reiro.
    Jn.i(|uim F. dos Santos Coimbra Guimar5s,
    vende em seu escriptorio ra do Mrquez de
    Olinda n. 3 I. andar :
    Caf do Rio
    Cha em latas de 1 libra
    Fumo o Fariulia de mandioca
    Vinlio de Thomar, em decimos-
    llcsperidiiia
    Verdadeiro biter hesperidina, suenor e aera-
    ditado : venda no armazcm de Tasso Irmaos &
    C, rua do Amorim n. 37
    TASSO IRMA0S4.C.
    Em seus armazens rua do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    tem para vender por presos commodos
    lijlos encarnados sextavos para ladrillio.
    Canos de barro para esgoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hydraulicc.
    Machinas de deeeanfar algodao.
    Machinas de padaria.
    Potassa da Itussia em barril.
    I'hosphoros de cera.
    Sag em garrafoes.
    Sevadinha em garrafoes.
    Lentilbas em garrafoes.
    Rhnm da aimaica.
    Vinho do Porto velho engarrafado.
    Vinho do Porto superior, di o.
    Vinho di- lordeatix, dito.
    Vinho de Scherry.
    Vinho da Madeira.
    Potes com linguas e dobradas nglezas. .
    Licores finos sortidos.
    Cognac Gaulhier Frcres.
    Lata> de toucinho inglez.
    Ban is com repolho cm salmoura.
    0
    g
    m
    0
    0
    OREGARAM mais las de cores a 320 rs. o co-
    rado.
    SAPA1US UE TRANCA superiores- a quatro
    patacas.
    CAMISAS BORDADA5, peito do esguiao, a
    rooo.
    coBK.nroitES de aCgodao a i$.
    CAMISAS i'RANCEZAS, de chita, Jas melhores
    v.tii ao morcado, a 3000.
    POCPrlI.INAS DE SEDA a 1*. de urna s cr,
    mc ;'. i as mais modernas, e a Rosa Branca vende
    peto tamilsimo preco de If o covado
    REA DA IilPERATRIZ N. 58
    ilusa Branca.
    'VfKDE-SE
    a taverna com pmcs fundos, propria para prin-
    aa ne*oi*.
    Vende-se
    ama estdfra preta, excellcnte cozinheira e lava
    deira, sa%cado tambem engommar, com urna filha
    de 9 annos de idade, tambem preta, vinda recen-
    te mente do Maranhao : quem pretender compra-
    as, dirija-se rua da Imperalriz n. 36.
    Pechincha.
    NA RUA DO CRESPO N. 10.
    Mndapolao a 2, 25500 e i, a peQa.
    Algodosinho largo marca T a 4 000 a
    peca.
    Chitas de cores a 200 e 240.
    Cambraia? de cores a 2'i0 rs. c com
    barra a 280 rs. o covado.
    Grosdenaple pelo a 1600 a gorgurSo
    largo a 3000 e 35^00.
    Vesluarios de fustao para meninas, a
    i (00.
    Chales de cores a t, l200 e aOO.
    Gangas de linho de cures aJ320 rs. o c.
    Algodo azul americano para roupa de
    escrayos a 320 rs. o covado.
    Meias para meninos de todos os tama-
    mauhos a 3 a duzla.
    Algodo azul.
    dlgodao azul americano com pequeo defeito a
    320 rs. o covado : na rua do Crespo n. 20, loja
    do Guilherme.
    tiado|M>lai).
    Madapolao com pequeo toque de avaria, a 4 J
    a pera : na rua do Crespo n. 20, loja do Guilher-
    me.
    Gangas de linho.
    Gangas de linho para roupa de meninos a 320
    rs. o cotado: na rua do Crespo n. 20, loja do Gui-
    lherme.
    Cojierlores.
    Cobertores de la, escures, a 23 um
    Crespo n. 20, loja do Guilherme.
    Camhraias.
    Cambraias transparentes tinas a 3/, o 4#800 a
    peca.
    Ditas Victoria a 3*800.
    Na rua do Crespo n. 20, loja de Guilherme.
    .. Lencos de esguio.
    Lencas do esguio a 3500 a duzia :>na
    rua do Crespo n. 20, loja do Guilherme.
    Cortes de casemira.
    Cortes de casemira fiaa, a 4 e 3# : na rua do
    Crespo n. 20, loja do Guilherme.
    "i
    na ruado
    HOWE
    ralos
    Micos outbs
    Ra iln torso da Virtaiii. 28 K/.

    i4s-'maiftsimples, asmis baratas e as melhores omundol
    )ik.?r eposigiao de Ors, em 18C7, foi concedido a
    Pas. Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
    I nfte da>Ikegio do Honra^ pee surea as machinas mais per.
    fetaS'ao Brande. r/r ^^
    A aaedalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
    ' Estados-Unidoe por ser o inventor da machina de cos-
    tura.
    A naetWha | de ouro na exposicao de Londres acreditam
    astas maeninas.
    Pede obter en pooco lempo coa o ano do roen
    HESHRIb.
    Fu oito annos qne ftnhecido eate pre ioso tooic
    tndo experimenUdo pessealmeote, nao falle em seu
    qae,
    a apetiador, tomando nm cattr
    temando-te depoii.
    "a
    della antea de jamar, oo i.- ucitador da JifMtl
    t*
    qce
    ?lar .
    oito, Klftw
    A -90W00
    nq B4iHM

    Cabe-nos o'dever de annunclar que a ctjmpanhia das machinas de Howe de Nova-
    York, esabeieccu nesta cidade rua do Rarao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
    geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
    tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
    empreando um* agulha meis curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
    e pela introducgle dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
    Offerecer ao exame puWieo m melhores machinas do mundo.
    As WBagms tiestas machinas sao as seginlcs:
    Primeira.OindHigo sabque ellas sao duradouras, para isto prova mcentestavel,,a
    cireuinstaiKia de minea terem apparecido no mercado machinas d Howe da mi.
    Segunck.Gontem o matorial preciso para reparw qualquer desarranjo.
    Terceira.Ha netlas menor frieco entre as diversas pe^as, tenos rpido estrago
    do que as outras.
    Quarta.Formam o ponto como se ira feito mo.
    Quiola.-rPermitte que*se examine o trahatho de ambos os fios, o que se uo oonsegu
    nasoukras.
    Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
    e togo em seguid1, sem modificar-so a tensio'da linha, coeem a fazenda mais
    fma.
    Stima.Ocompiessr levantado cora a maior facilidade, quando se tem de mudar
    de agulha ao comecar nova csura.
    Oitava.Muitas coropanhias de machinas de coatura, tm tido pocas de grandeza e
    decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
    mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
    adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
    augmentado o seu fabrico, e hoje nao atiendo a procura, posto que faca 600 machinas
    por dia.
    Cada machina acompanha livretos com instrucefles em portuguez.
    A 9(k>000 A 90^000
    SOARES LEITE, RMAOS
    A'
    do Bar a o da Victoria n. 28.
    ABASE
    da HESPERIDINA a URANJA AMa^ja, alo ha om a babiUote do BRASIL (a *tr
    especial das SaraojaB) qoe d3o eonbeca a* trofiifadea medicinae da doorada frocu
    ora bam, a
    lahmja mm
    em aeu estado natoral tem ira goalo pooco agradavel, e o inrl0 t
    aisle em reter suas boas propriedades, e ao meaao lempo apfea^^
    EXQUISITO LICOR
    A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL Dio tem nada
    meibores importacoea europeas de catbegoria semelbante. Estas, qoaodo
    ser goatosas, porm a Hesperidina a combinacio pereita do
    AGRADAVEL E SADAVEL
    Para prova de que um artigo no qoal pde-se terinteiraconflaoca. por sorp-ir-
    e innocente, basta dizer-se qne foi plenamente approvada frisada pela
    JUNTA DE HYGIENE
    do Rio de Janeiro, permiltindo soa livra elaboraco no imperio; outra
    BOA ll01 A
    a acceitacSo geral qne tem em todas as p?rlea onde apreaentada. Em 1864 eeur*
    acense a primeira fabrica em Bnenos-Ayres; em (869 a segoeda em Montevideo
    no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogurou-se a nbrica qc oesutetou
    trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a asta do Pacifico loa Um cceiutfc
    tanto qae rara a casa qoe considera completo seo aparador sem orna garrafa do
    HESPERIDINA
    O bomem velho toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    O bomem doente toma Hesperidina para obtor
    \
    SAUDE
    O bomem dbil toma Hesperidina para obter
    Ncs bailes as donzellas os mocos tomam a Heperidina para obter boa :tr
    aniaiaco dorante os loncos gyroa da
    BARROS JUNIOR A C, roa do Vigario Tenorio n. 7, t* andar, raceb^raa mi
    grande especifico, e ven^m-no nos depsitos seguate*:
    Joaqnim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
    Zeferino Carneiro, rua do Commercio.
    Marcelino Jos Goncalves da Fonle, ros da Cadeia n. 1.
    Antonio Gomes Pires d- G., roa da Cadeia.
    Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Ncvembro.
    Gomes Irm5o botel da Passagem.
    BAZAB DA RUA DIEEITA
    HOJE
    MARGUJ0 DAS N. Si.
    Este estabelociuaonto sontpre solicito em offerecer a concurrencia do respeitavel pu-
    blico um completo sortimento de miudezas, calgade francez, chapeos e quinquharias a
    pregos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
    pria encoiimenda da Europa o America, vem daroublieidado de alguns artigos por cujos
    precosbem se pode avaliaros procos de outros riiuitus queso tornara enfadonho pu-
    blicar.
    MIUDEZAS. MIUDEZAS.
    Lepara bordar, da melbor qualidade, 1 "B""COS dito de dito por 2-3500.
    libra por 55?o0O. Rotos de setim pretos o de coros, a 800
    Agulhas francezas, fundo dorado, a ca- rs- c H>000 a duzia.
    xinha com 4 paneisa 60 rs., 240 -s. Franjas brancas de seda de todas as lar-
    Voltas do fita de vellud,, com lindos co- 8Us, a 15000 o 15>i00 o metro,
    races fingindo madreperoia, a 500 rs. I D,tas ^ cores e pretas a 800 rs. e 1^000 o
    Yoltas para o pesclo, fingindo camafeu, metro,
    companhadas com 1 par de brincos seme- Cales pretos de seda, de muito gosto de
    Grosdenaple preto de cralo a l 800, 200 e
    i'iOO o covaclu : s na rua do Crespo n. 20, loja
    do Guilherme.
    BICHAS DE HAMBURGO
    As mais recentes e melhores.
    Vendem-se na pharmacia edrogari*de Bar-
    ] thoiomeu & C, rua Larga dosario o Rn. 14.
    lhante, tudo por 2#500.
    Linha branca de 200 jardas em carriteis,
    propria para costura de machina, a 800 rs.
    a duzia.
    Dito de dita de Alexandre, numeraco a
    gostO do freguez, a 151Q0 a duzia.
    Diademas dourados de 15)300 a 3$000.
    Ditos de tartaruga com flores .a 235000.
    Ditos com brboletas a l-?300.
    Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
    - Ditos do plaqut de.500 rs. a 25000.
    Ditos dourados, duzia de pares, a 1JJ500
    e 25000.
    Voltas de aljofares com brincos, a 25500.'
    Ditas de ditos-com coraedes a 15000.
    Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
    800 rs.
    Rosetas de plaqut a 15 e 15500 o par.
    Gravatas de seda para senhoras de 15200
    a 25000.
    Paruros com 2 lacos para cabeca e peito
    a 35e45000.
    Entremeios e babadinhos bordados de 300
    rs. a 25400 a pega.
    Cales de sedabrancos
    15800 a 25300a pega.
    Ditos de algodao o seda, do 15 a 15400
    a peca.
    Ditos de algodio, a 100 e 509 rs. a peca.
    Trancinhas de coros, a 100 e 500 rs. a
    peca.
    Leques do marfyn. a, 3S e 83JOQ.O.
    Ditos de smidoi # i$Q0.
    Ditos de nadoira nijhfclo, kfI5000.
    Ditos de papellera I?p8w0.'
    Coques pora senhorn, a H?, 3JP5O0 o 45-
    Aderegos fingindo coraJ, compondo-se de
    alfinetee brincos por 25000.
    Dito dito pretos por 25500.
    Ditos de plaqut, Compdndo-sc dealfinete
    e brinco, sendo de inuit,gosto, por 55000-
    Mor oes dtlrmdo
    Em seu escriptorio rua da Madre Deus
    n. 5, 1.' andar, tem para vonderpor preeo
    commodo : .
    Vinho do Porto- Superior engarrafado.
    Cerveja Bosb.
    Cha verde roiudhiho de superior quli-
    dode.
    de cores, de
    800 rs. a 15000 o metro.
    CALCADO FRANCEZ.
    Botinas preta? gaspeadas, para senhora, a
    45500 o par.
    Ditas ditas de duraquo, gaspeadas, canno
    alto, a 55000.
    Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
    69000.
    Ditas dita do cores, canno alto.enfeitadas,
    a 55500,
    , Ditas para meninos, pretas e de cores, a
    35 e 45000.
    Completo sortimento de calcado de case-
    mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
    10 */o do que em outra qualquer parte.
    CHAPEOS.
    Ricos chapos do palha d'Italia, para se-
    nhora, a 115000.
    Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
    a 165000.
    Completo sortimento de chapcosinhos para
    meninas e seidioras, de 25800 a 55000.
    Chapos de sol do seda, inglezes, cabo de
    marfim a 165000.
    Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
    to bonito a 55500.
    Ditos d'to de soda para senhora, cabo de
    madefn, a 65000.
    Ditas dito cabo de marfim a -05*00.
    DIVERSOS RTICOS.
    Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
    ma moda, com lisires d&seda, a $50 o co-
    vado. "'
    Pannos de crochet para cadeiras, a 15800
    e 25000 cada um.
    Ditos para sof, 35e 45000.
    Toalhas de linho para rosto, a 15300 coda
    lima.
    ' Ditas de algodio alcoxoados, a 640 rs.
    Colxas de crochet para cama de casal, a
    65000.
    m
    Aderecos de bri-
    Ihantes, esmeraldas
    rubins e perolas,'
    voltas de perola3.
    So armazciii k Joaqnii L?pes V.'Kludo f
    Travessa do Corpo
    Santo X. 25.
    Vapores locomoveU de forca de 2 a 4 ravMI.*.
    Correias para machinas.
    folias de diversos liunanlios.
    "raquetas para eobartos to eanw.
    Solas de lustro para guarda lama.
    Ponas de lauca para carro.
    Chicotes para cairo.
    GaliVs largo e Hlrcito para carro.
    l'regos com cabera de marlini, Mesa.
    t 2W' 2A 2M: ^2 'K '&

    Ubras He
    prala di
    APURA
    NOVA LOJA DE JOIAS
    2 ARua do CabugN. 2 A
    DE
    ' BARROS I II,IIO
    Achando-se completamente reformado este estal>elecim<'rito, ^
    tendo os seus proprietarios feito urna importante ooquisi^o de
    joias as mais modernas vindas ao morcado, e do qualidade < erio-
    res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
    tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gnsto por
    preco razoave.
    !
    \
    :

    J;Otl^nU'<)S -mW^lHMDS frgpJS Rfltll-;
    ciaes la-Chfna, para ser* sotfos ao* sajes e jar*
    das; caitiahn rom' fmio -sottinento-' a pre-
    ros desde "Opat o'O' cata c*aita : no arnlazent-
    i 1 do caes da alfandega.
    Manteiga ingleza a 1^000
    I c80rs.
    \*ando-ae no arnrazem da molkados Concordia
    Gmmereio ** proca flo Mrquez do Herval
    a *
    lk____-.. i..,i--------------------------------------------------------1-------------- '--^
    No escriptorio da rua do Commercio
    n. 32, de Joo Jos de Carvalho Moraes,
    vende-se o seguinte :
    Caf do Rio de Janeiro.
    Cimento de Portland.
    Palhinha preparada.
    Cera em velas.
    Oleo de Knhaoa.
    Couro de lustre.
    Bezerros.
    Chumbo de muniro.
    Gomma-laca, superior qualidade.
    Cadeiras hamburguezas.
    Ditas de balango.
    Ditas para criancas.
    S&xe-Ch&rDe
    Von^-^*mlj>Brftfimiltbbm.'4* rua
    tflMBgeira* r.-iO:
    das
    Fogo, fogo
    e o mehor de todos os fogos s so obtem eow
    a limalha da ac, de ferrro, de ?lno, de cobre e
    de agulha, que se vende por menos na phar-
    macia e drogara ce Bartholomeu c C, n. 34
    rua larga do Rosario.______
    Por 300 vende-se uiu'nom jircU) ganhador
    de 40 annos multo robusto e baratissimo e mais
    tres bonitas motilas de J8 M annos, dous roo-
    lequs de 8 10 anno, e urna malatinha de 10
    annos : aa rua de Moras n. 90. _'_
    A 9$ cada ar-oba
    "Superior MflWaW'Mtaas em rolos'pWfdfenos, a-
    e^Hfli'a vanmo eomprd(# : t# A do Amo-
    rftti,araiem ri'.OO.
    4a r.
    me
    r.
    VENDE-SE
    unn casa terrea, tem cmstniida. c>i dna> ja-
    nellas de frente, entrada pdo uilau. qniaial aV-
    queno o rarintlia, om lerrono |.ropno. a roa da
    Nymphas. com a frente pan o OMroaSa,
    remiendo l/UOO mensaes.
    l'ma dita pequea na estrila de J.4.1 iV llar-
    ros, sendo o terreno om qae est Misada, 3t pal-
    mos de frente e 160 de fundo ; lea a traale para
    o mente, no me coqueiros qne dio frurtos, o esl re
    l'm terreno proprio eroprio para
    com a frente para o suL sito aa na i
    Tem 118 palmos de frente, a mesma
    extrema do lad oppo^to, liO nadno-i
    menlo, extremando pelo lado do aa
    a n>va roa aa-osassassa
    c8sa,0ton^n#naalo selrco pWe>, W ts M
    h"riseH'mar.a5.
    . jfc. -
    Mntig.
    mantslga ingiera flor a 5W I
    para botoi de S. Pedro.
    Ceftmla^ francezaw oom n
    fb rimo
    i I' ini*|fli|i>,''r d 'rf"
    i ,'WP' 'i
    fregntjBpnrarrcrra.
    I
    Carawa % rae
    a UWa; a ,
    \

    ib -

    MUIIIBO
    -\
    i
    ^>*^\4
    <-
    ^



    TWFTJi aiiiu uvu
    JLVimJ
    "
    /
    BRll N. 52
    COM SlO LIMW8!!'!: jM|Z.f Sf"
    ----
    yev
    .ando o chafariz)
    jgeobo a antros agricultores, e empregadjres de m
    . a seu suheJeciment, pirveretn o mvo soriimento
    ido superior em qnalidadee fortido; o que com a ds
    rv_ ..di |)JUC-b. -*\
    ESPECULA i i^gOAO.NUMEKO LUGAR DE SUA FUNWCO
    VflTiniA a nrtn* i.ntrno dos roa'8 ^^f008 8yste,nas ?m ta
    y ajJUiO o jtUUao U (*gaa rnanbas convenientes para as diversas
    jrcamaianGias do* sanbore proprielar06 e psra derrocar aigodSo. f$
    Moendas de canna %Um*- ** -*'
    Rodas dentadas p-^'*"*".
    Taisas le ferro fudido, batido e de cobre.
    Alambiques 9 finidos de alambiques.
    para mandioca e algo"
    e para ferrar mdeira.
    ftachiaismos'1,"mlndiM,eil80"5o
    Pcdeudo]todos
    s'.t movidos a mo
    % j por agaa, vapor,
    'Om^aS de palete, garantidas........ |ou aniraaes.
    ?cds& as machinas e peca8 de ql,e se C06lma procisar-
    Fas qualquar 'concert de m2Chiilismo-a ^ mui resumid0-
    FormR t* fvra lem as me'Qores e mas ^aratasex'&lenle3 ao mer*
    ^np^iYirMOTirlG Incumbe-se de mandar vir qualquar machinismo von-
    LjKj JliilucilUa,&. t3lje ,j lS C|entes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
    i'jas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
    nei prestar auxilio.
    Arados americanos e in!,rnfficnl09 **
    RA DO BRUM N. 52
    PASSAINDOJ) CHAFARIZ
    GRANDE REDUCCAO EM PRECOS
    Atteneo. Atteneo.
    Xaiojade Soares Leite Irmos, ra do Baro da
    Victoria n. 28.
    Os leques todos de madreperla,, braacos e de Xeem na vender no seu eseriptorio
    cores e que traem o dsticoi:.VIAO mi leiras Commafcio n 5 o scitc
    tambem de niadrrpcrjla eni s*o rqlevn, ter- etTARlfffNTE namto-soporisiuaprauriados .pam nuim, n :VM- ,, ge taran a* idem ktem
    VA ESPERANZA a na Duque de Caxias u, (3 VUCOS do pao nara bamii
    (amiga do Qiiciraadd) c quem os lem.
    Sao de tartaruga
    Os brincos, broches, ineios .dre(;p^Mru/.^-FfUxESdo'^,'"iBr*ort7'
    coracocs e eassoletas, que esluo oxposlas a, ba po de Igadito-da DaMq, da fabrica do eonuaea-
    njnlidr, Podroia. -
    ra do
    CA do Listia, reoailentc cnegada.
    CUACEOS do rol; para, nouicm c senhora, cabo
    de marmtf e sso.
    Caixa de linha com 40 novellos, a SOO.rs.
    lie:in idem de marca, a 200 rs.
    Garrafa de agua florida verdadeira a i 200
    dem kananga do Japo, a 1^200.
    dem divina, a 19000 e 13J200.
    Abotoaduras para collete, de todos os
    gostos. a 200 rs.
    Lamparinas gaz, dando um ial muito
    ooa,a 19000.
    Duzia de pee* ^ cordo imperial, a
    280 re.
    Frasco com tnico oriental de Kemp, a
    irooo.
    dem de oleo Oriza verdadeiro, a 1$000.
    Duzia de baralhos francezes canto doura-
    do, a 35400.
    I!"ni ideg?-bera lisa, a 2J400.
    - Carrafa, tinta roxa extra-fina, a 15000.
    Caixa Je botdes de osso para caiga, a
    00 rs.
    loques modernos, a 35J500.
    Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
    dem idem do pos cbinez, muito bum, a, 800 rs.
    dem idemlisa de cores, a 280 rs.
    Kesma de papel pautado, a 2JC800, t^oOO
    e 65000.
    dem idem liso, a?*<"J0, 3^500e 59000.-
    Caixa de par amisade, beira dourada,
    a 800 "
    dem idem idem lisa, a G00 rs.
    dem idem idem, a 400 rs.
    Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
    Luvas de pellica com toque, a 500
    res.
    Duzia detalheres cabe branco, 2 B., a
    59000
    Mago de fita cbineza, a 800 rs.
    Extractos muito finos e baratos.
    Duzia de carros de linha, 200 jardas, a
    700 rs.
    dem idem 60 jardas, a 320 rs.
    Fita de velludo de todas as cores e largu-
    ras.
    dem idem de sarja idem idem.
    Sabonetes Glycerino transparentes, a
    600 rs. e 19000.
    Duna de sabonetes de amendoa, a 29500
    e 35600.
    Opkta muito boa, a 19, 15500 e 29000
    o frasco.
    Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
    tes, a 25200.
    1 lem idom com flores, a 15500.
    Duzia de collarinbos bor Jados para ho-
    rnero, a 83000.
    Duzia de pecas de trancas oarafol branca,;
    Chapeos para senhoras e meninas. -
    Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
    dem idem, a 400 rs.
    Caixa de envelopes tarjados, a 500 rs.
    Leques para senhoras, a 29000, 49000 e
    69000.
    I ivros para notas, a 320.
    Bedes nnfeitadas com fitas, a 29400.
    Duzia de collarinhos lisos para homem, a
    69000.
    Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
    s 400 rs.
    dem idem lisas braiicas.a 200 rs.
    mes do autor E. Cudray e Gell Fre'res, prc-
    prias para presentes.
    BONECAS.
    Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas encmente vestidas cada
    urna em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
    iiiectos de porcellana, espelhos de todos os tamanhos com moldura dourada e rosa,
    gaiolas de rame, muldurae estampas para quadros etc., etc., emuitos objectos que se
    torna longo mencionar.
    28 Una il Hiii',1 ila Victoria 28
    FAZEHDAS PARA ACABAR
    Na ra do Crespo n. 20,
    LOJA DE
    Guherme Carneiro da Cwriha 6.a
    :^v
    mm
    **k
    h
    ^aio exc^
    #

    XA18H PMT0ML JAMES
    OPTLMO REMEDIO CONTRA
    TOSSiS, HOLESTIAS k PB i PHTYSICAS
    ensaiado e approvado db hogpifes tie Lisboa,
    legaknente auctorisado pelo Coselho d iSade Putlica,
    doctdribaijao <|ue s acha reconhecida pelo
    ConsUl geral do Imperio do Bfazil.
    NICO DEPOSITO EM ri.Il\ AMBLtO
    ART!HlL0E[y) & /
    Ba larga do Ilozario
    t-
    escoma das Exilias, (mantel do chique] vndese
    na Nova Esiicranrii, ra'Duque de Caxias
    n. 63.
    Aos meninos
    LIN'Aa de roriz.
    O111 AS de patela.
    PANNO- #c algodSid la Itehia, da fabrica do co-
    nwndadiii'. l'edroio.
    RETltO'de loJui qualidadgs, das fabrica* de.
    Peres e, Eduardo Militao.
    Ebfan til
    i
    A Nova Esperanca roa Duque de Caxiasp.
    63, acaba de recelie'r tim llndi.i soilimento de bo-
    necas de muiljs qualii1ale>, vir.do entre ellas as rolHAS roprias para botica,
    engratadas bonecas de borracha, assim intnbcm SALSAPARftUillAdo Para,
    urna pequea quanlulade de bonecas prelas que VELAS de ccia de todos os tamanhos.
    se tornara apreciadas jiela sua novidade. yiNHO enganvaado do To/to, caas do 12 gar-
    rafas.
    dito Moscatel do Douro, idem idem.
    dito Setabal, caixas del* duias.
    da Italia engarrafada, caixas do 6 gar-
    rafas,
    de Collares superior, era ancoretas.
    a de caj, caixas de 2 par. afas.
    Malvasia do Douro, caixas com 12 gar-
    rafas.
    Carravcllos, idem idem;_________
    A Nova Esperanca i ra Duquo de Casias n.
    63, icccbeu verdadeiro cimento inglez, prepara
    cao para concertar porcelana beni til.
    Vestido perdido
    Muitas veas um vestido torna-so inteiramente
    feio, somente por estar nuil enfeilado : a Nova Es-
    peranza ra Puque de Caxias n. 63, removo
    esto mal; porque est bem provida dos melhores
    galoes e franjas de todas as cores, onde pode es-
    colher-se vontade sohresahfnilo entre estas as
    modernas franjas mosaicas, que pela sua varieda-
    dc de cores, dea bem cm quasi todas as faztmdas.
    A ella antes que se acabem.
    Bolas de borracha
    Vendem-sc de todos os-tamanhos ra Duque
    de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
    Cabellos bramos s tem quem
    VENDE-SE
    um luol^tue de i7 anuos do idade, pedreiro e
    opelro, robustu : quem pretender cmpralo di-
    rija saniadalniperatnzii^
    Insignias macuicas.
    Amaral, NaTmro' Se C. avisam aos cris amigos
    queestao suppridos de fitas raaconicas da diversas
    graos para os que quiepem assistir a grande fes-
    ta que costuiua so a fazer a S. Joao. uadrociro
    quer
    A Nova Esperanca a ra Tuque de Caxias n
    63, aca'ia de receber a verdadeira tintura de Des- das respeitaveis lojas maconicas no lia 2t de ju
    nous para fingir os cabellos, o que so conscgne,nhn. .__________
    (emprcarido.-a) com moita fnnlidade, e por -este
    motivo, cabellos Imneos s tom uoiii quer.
    Estdo na moda
    Os culturos de couro, proprios para senhoras,
    qne recebeu a Nova Esperanca a na Duque de
    Caxias n fk esto, sini. scrfliora, estAona nmda !
    Se queris tor u preparar um ramalhete de
    cheirosos cravos brancosnan o vosso casaineuto,
    ou para oulro fin apropiiado, necessario ir
    Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
    que all encontrareis os incineres fw19 bouquets
    (jue se pode desojar. ____
    SHERRY K1NA
    (VIISIM DE QUINQUINA HtGIENKO
    pnr.I>AB\DO COM OS 3IELH011ES VMIOS DE HFS-
    I'AMIA 1)A Fir.MA
    CALVA1RACA.G. C, DESEVILHA
    FURNECEDOR DA Si;A MAC.KSTABK A KAINHA
    D'lIESPANHA.
    THOMMERET GLIS
    Pliai'inncciitico
    EX-lNTERNO DOS H0SP1TAES DE TARIS
    O SHERKY-KI3A. o vinho de Quinquina
    que boje preferem a maior parte dos mdi-
    cos de hospitaes, dos lentes da faculdadc e
    dos membros da academia de medicina.
    Tem esta preferencia a sua explicarlo nisto
    que offerece todas as garantas que debalde
    se procuram nos productos desse genero em
    que MTITAS VEZES SE SACRIFICAM AS CUALIDA-
    DES TAO ESSEXCtAES QUER DO V1KU0, QUER
    do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
    cros da ESPEcm.AfiAO (Ver Guia fas Aguas
    Mineraes. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
    7.* cdi<;o.
    NICO DEPOSITO
    PHARMACIA E DROGARA
    DE
    BRTHOLOME t C.
    Ra Larga do Rosario u. S4.
    Vende-se urna'taverna,aia ra Imperial,
    una das melhores e niais bonitas na frguezia de
    S. Jos c muito afregwzada para a trra e matto,
    o motivo da venda se dir ao comprador c trata-
    os ua mesma ra n. 9i.
    S A' vender por causa de S
    | viagem, i
    s Um excellente piano da fabrica Bois-
    \jt. st'lot, em jierfeito estado.
    y Baratissirao 360(00.
    $ A ta lar na rna do lJum Jess n. 55,
    Q armazem.
    Yende-se
    um moleque de 17 aunos de idade, pedieiro e co-
    |ioHo, rolitibio : quem pretender dirija su a ra da
    Imperalriz n. 36 1 andar._______ _______
    Casa para vender.
    Vende-sc a casa de ferro e madclra, sia em
    SanfAnna petto da eMacio das tihtfs urtranos.
    E' fresca, bem construida a ferro c ra;.deira, e
    o chao de cimento Portbwd. As chave esto
    em peder do guarda da mesma estaoo de Sant'-
    Anha : para tratar e ver a planta, dirija-se ra
    do Bom .losu* n. i, armatem.
    As nicas verdadeiras
    Bichas hambarguezas qne vera a este mercado:
    na ra do Mrquez do (diada n. 51.
    Vigor do Cabello
    DO
    Dr. Ayer.
    Para a renovaco do ca-
    bello, restituicao de sua cor
    e vitalidade primitiva e nat-
    ural.
    O Vigor do Cabet.lo urna preparaeo ao
    mesmo tempo agradatel, stftidarel o effieaz para
    conservar o cabello. Por meio do sou uso o
    cabello ruco, crrisalho, e cnfi: pouco tempo revolve cor que lhe natural e
    primitiva, e adquire o luillio e a frescura do
    cabello da juventude; o cabello rido se torna
    denso c a calvicie muitas vezes, posto que nao
    em todos os casos neutralizada.
    Nao ha nada que pode reformar, o cabello
    depois dos follicuios estarem destruidos, e as
    glandes cansadas c idas, mais se aiwda restarem
    algums podem ser salvadas e utilizadas pela
    applicaco do Vigor. Libro de essas substancias
    deleterias que tornara ninitas proparacoes de este
    genero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
    Vigor sdmenle lhe e beneficia]. Em vez de
    sujar o cabello e o fazer pegajoso, o conserva
    Unno e forte, embellizando o, impedindo a queda
    e o tornar-se tinjo, u por consequintu previne a
    calvicie.
    Tara uso da toilette no ha nada mais h dese-
    jar; nao contendo oleo nem tintura, nao pode
    manchar niesrno o mais alvo lenco de eambraia;
    perdura no cabello, lhe d um lustre luxurioso,
    o um perfume muito agradavel.
    Para reformar a cor da barba, necessario
    niais tempo de que com o cabello, porem se pode
    appressar o effeito, envolvendo a barba de uoite
    com um lenco niolliado no Vigor.
    FBBFIARADO I'OK
    Dr. J. C. AYEI & CA., Lowcll, Mass.,
    Estados TJnidow,
    OJUmIcn FrmeMMS e Aitmiyticoi.
    VENDE SE 3?OI4
    BAZAR NACIONAL
    Ra da I-mpcratriz n. 72
    DE
    Lonrcnco Pereira Mondes Guinares
    o mais barato que ur |b,
    Declara-a, seus freguezes que tem resolvido vender
    saber:
    CHITAS A 160 E20dRS.O COVADO. CRTESDE BfilHDECORESX .:
    Vende-sc chitas tronce/as largas com to- Vuude-se cortes de 1>i un de cuica
    que de aaria, a 160 e 200 o covado. Di- caa, a 19500 o 2*000.
    tas limpae a 2i0, 280 e 320 rs. o covado. I DuTl.NAS A a?O00.
    CASSAS FRANCEZAS A 320 RS. Vende-so botinas para M* i
    Vende-se cassas francezas a 320 o 360 rs. 3^300, a ellas antes que so ncabum.
    o cavado. Rll'A FEITA XACMi.NAl .
    I,ASI NIIAS A 200 RS. Vendc-se camisas brancas, a iftM.
    Vendse lsiuh;is de cores para vestidos,' 29300, 39000 e 49000.
    a 200, 3110, 400 e 500 rs. o covado.
    ALPACAS A 400 RS.
    Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
    640 e 800 rs. o covado.
    GODERAS DE CUITAS A 19600.
    Vende-se cobertas de chitas de cares, a
    19600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
    Colxas de cores a 19200, 29500 e 49300.
    CHALES DE I.A A 800 RS.
    PARS
    (AMO BELLOC
    PPOVADO LA ACADEMIA IMPERIAL
    N V deumhro & 18
    DE KEDttlM
    -
    PARS

    E'sobretudo s suas propriedades eminentemente absorveates,
    tpw o Cuito Bciioe deve a sua grande efficacia. Racan-
    menda-se-o specialemeate contra as affeccoes eguintes ;
    GASTRALGIA!
    wmnn
    PVROSW
    MA
    BIGEST&ES DIFTfCEII
    RES DI ESTOBAGO
    CONSTIPACAO
    ooLicas
    DIMYrWrVA
    OtSSENTtRlA
    CHOAiCMNA
    IODO DE BPnEGO. 0 C-r*o ae Bellee (Clartoi toItk)
    toma-se antes ou depois de cada comida, ssb lora de ti ou de
    Pulhu. Geralmante o bem estar iaato*se le^o-dsp! a|pi*
    metras dosei. Dma informacao antensa acompanha cada aVb
    de p e cada caica de pastilbas. .
    Deposito con Patria, I* FRESE, *
    '
    Vende-se chales de la de quadros a 800!
    rs. o 19000.
    Ditos de merino a 29, 35, 49 a 59000.
    CAMBRAIA BRANCA A 30000.
    Venderse pecas de cambraia branca trans-
    parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
    59 e 69000.
    SAIAS BRANCAS A 29000.
    Vende-se saias brancas e do cores, para
    senhoras, a 29000 e 29300.
    BONETS A 500 RS.
    Vcnde-se bonets pretos de seda para ho-
    mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello c
    massa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
    MADAPOLO A 39000.
    Vende-se pecas de madapolo entestado a
    39000. Ditos iuglezes para os precos de
    49, 49500, 59, 69000 e79000.
    ALGODAO A 39500.
    Vende-se pegas de algodo, a 39500, 49,
    e 59000.
    BRAMANTE A 19600.
    Vende-se bramante com 10 palmos de
    largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
    metro.
    GRANDE LIQUIDACO DE SABONETES 280 RS.
    Vende-se urna grande porrQ de sabone-
    tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c >m
    cheiro a 320 o 500 rs.
    Agua de colonia, > 200, 320 c 500rs. o
    frasco para liquidar, e outros extractos
    muito barato.
    Calcas de (asetniras de cores, a 59, 08
    7.rooo.
    Coletos de casemira, a 9, 2CoC*\ 30
    4*000.
    l'dlttts do caswn.ira, i4?, We .".
    Scroulas a lie 19000.
    BRI.M DECORES A 4 40 RS.
    Vendc-se btim de tolas as .ores a'
    i rs. o c vado.
    A Predilecta,
    no empenho de' hem servir aos seus frcguen e
    ao publico em geral tem procurado prover-se do
    Jue ha de mellior e da ultima moda nos mrca-
    os de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
    tos de que os seus arligos serio bem apreciados
    pelos amantes do honi e barato ; passa a enuu
    morar alguus d'eulre elles, romo sejam :
    ALBU.VS, os mais ricos que lem vindo a este
    mercado, com capas de niadreperda,
    tartaruga, marfim, velludo e chatim.
    ADERECOS pretos e voltas proprias para luto ;
    assim como, um bon.to sortiuiento de
    ditas de plaqu, obra lina e muito bem
    acabada.
    BOTOES |iara punlios, o que se pode desojar de
    melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
    perola, niarlim e sso.
    BOLEAS de velludo, seda, pala e chagrn,
    ha de mais moderno e 1 ndas.
    BICOS de -seda e de algodo, tauto branco como
    preti, de variados desenhos
    CASSOLETAS pratas de ineul e de madrepe-
    rola.
    CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
    versos fonn tos, com msica o sera
    ella.
    COQUES a imilacio, o que pode haver de mais
    bonito e bom goslo.
    DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
    sela um grande e lindo sortimento
    capaz do satisfazer os caprichos de
    qualquer seahora por mais exigente
    que seja.
    PORT-BOUQUET de madreperola, marfim e sso,
    este um objecto indispensavel s se-
    nhoras do bum tom, afim do aspirar
    o aroma das flores sein o inconvenien-
    te de nodoarem as luvas, ou uiancia-
    rem as delicadas mos.
    PE-NTES de tartaruga, de marfim c de bfalo, pa-
    ra alisar os cabellos c tirar bichos.
    PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
    I.ENCOS BK VNCOS A 29000 \ DI 714.
    Vendc-se a duzia de len.'^ I ik^o, a
    29000. Ditos co:i. barras da juta 900*.
    Ditos de liulio a 590OO.
    TOA I.II AS A 8.
    Vande-so toalhas para ru-'.o, a c'00 -. .
    19000.
    (.ItAVATAS DESKDA l'KI.TA AL*ltf.
    vauda-M grvalas de sein [>r rs. cada urna.
    CUITAS PARA COBLRTA A 2i> VA.
    Vende-so chita para luberta, a N/ e -ii
    rs. o corado.
    RO.NETS PVRA MENINOS A l* i' '
    Vende-st IoiksWs para Ma)i ESPARTI!.IIOS PARA M3IIOKA \
    Vendo so esparti!l)t>s para s-'.lKra, a
    39500.
    PENTES A 320 RS.
    Vende-so peutes de alisar, a 210, J^t)e
    400 rs.
    POS DE ARROZ A 2VO RS.
    Vende-se pos de arroz em caa, 20
    rs., para liquidar.
    ESPEI.DOS A 240 M.
    Vendc-se cspidhos du diversos tamtarHos,
    a240 e 320 r*.
    TESOURAS A 3 I'-
    Vende-se tesour.K <\>- -Ii v-i
    a320e500rs., para IfaUaT, e (nttm
    innitos arligos que se venda barato para a>
    quidaeao de facturas.
    Vasos de crystal para loillci.
    t uia B anca, a ra do Duqr*- d.
    Caxias n. 50, r ceOu honius rarraaha i
    tal cm par com raitiagDii> doundas t '<*
    prias |ra arranjins de imi.-t. v
    Anueis e colares ele< tncx
    A lo a d'aguia branca a rna Du

    n. 80, recibeu nova rem.-saa lis i i.-v, t neis e colares atodrieas, c imMimu rw- -.
    meiisnlmenie, peto qu.> s-mpi.' r < an
    taes objectos
    Diademas doarados
    A luja d'aguia Inane.i a ra Duque ti- -. a.
    50, recebennovaotente Utum umIcii: ixi.^ar
    e enfeilados com |>edra- aljfar-. !" ra-
    loe phaiM.isia. Tainbcm io-cIn-ii !*- ^ixuam
    pretos yu allineles com flores par;, a raJieca.
    Leques com bouquets c -
    tros chinases.
    A luja d'aguia branca ra Du.pi- > Ca&iaa
    n. 50, recebeu urna pequena quantel i.
    bonitos leques com bouquets e mili' < min;
    Cold crome liara retocar e
    creme para re!
    amaciar a pello
    A loja d'a-ruia branca a rna Duq'i
    n. 30, recebeu cold creme dos a'amad r.liricaa-
    tes l.ubin, Legrara e Con lr:.\.
    Diademas c gramp
    a d
    A luja da afilia branca, i ni; J
    Caxias d. 50, re viieu aovamenl' I
    mas e gra i pos de ac.
    Bicos de seda prctn.s com
    flores de core-
    A toja da aguia branca, a ra i '. -
    dilecta sempre conserva um imporiau- Caxias recebeu, como novidaoV l.nn
    te sorliinento de perfumaras do lino, seda pretos com flores d> em. satoxe
    odor dos mais afamados fabricantes, les o preto com cncarnao,, < u<6>r- i >
    Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-1 para barras e outros afeles u> aaat
    dray, Gosncs e Rimei, que incum-; nadine, ou mediua. e outras Uzeoda- i
    Pela commodidade dos proco

    i
    \
    \
    'ARlS
    PA:
    Pharmacia de V. Haurer 6 u
    hido'da escolla dos aromas mais bem
    aceitos pela sociedade elegante da
    Europa, e por tanto, acham-se na
    possibilidada de bem servir aos aman-
    tes dos perfumes.
    A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
    meusidade de argos, afim de nao mas-
    sur aos leitores e se pede a benevo-
    lencia do respeitavel publico em di-
    rigir-se ra do abug n. t A, pa-
    ra oonveneer-se aonde pode comprar
    o que bom e barato, assim como:
    FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
    sala
    MEN'SVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
    por baratissiino preco.
    FLORES. A Predilecta prima em conservar um
    bello sortimento de flores ao alcance
    de qualquer bol a ainda que nao es-
    teja bem replecta de dinheiro.
    FITAS. ja bem sabido do publico que s na
    Predilecta que podem encontrar um
    grande sortimento de filas de selim,
    tafet, velludo, u'nho e de algodo, por
    commodo preco.
    GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
    tos e de cores, o que se pode desejar
    de mais moderno e bonito.
    GRAVATAS de sedk e de cambraia para senhora,
    laces egoHnhas de bonitas cores, tam-
    bera tem um bom sortimento de gr-
    valas e regalas para homem.
    JARROS fle porcelana e de vidro muito bonitos
    para ornatos de ata.
    Mei s de seda, de la e de algodio, pa-
    ra senhora, meninas e lioinem.
    LEQUES. Rieos leques Be madreperola, larlaruga,
    marfim e de sso, os mais modernos e
    pop barato preco.
    I LUVAS de pnica, de seda e de algodo, para
    j honvwn e senhora.
    ] LlVROS para missa [a Preddectjr*apresenta es-,
    eolh&ido respeitarol pulilico tun beBo
    . sortlmentodeteslivros com capas ae
    j madrepenoia, tartaruga, marfun, Ano,
    velludo e chagrn, por precos mai
    Novidade.
    j A Predilecta, ra do Cahugi n. 1 A. acaba
    i de receber pel ultimo paquete chegado da Eu-
    ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
    braia bordados para senhoras a meninas, golli-
    nhas e punlios tambem bordados a de phantaiia,
    saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
    ras, bonitas calcim>as de diversos lapaiiinhos
    e transparentes' para merdHas, qne tudo vende
    per barato proco.
    tes. 1'eia comniodioae aos pre...
    nam-se mai commodo, e pela ovi preferivei a quaosquor outros cnfeiMs.
    Veos ou mautinlia-
    A toja da aguia branca, roa do Do-; Cv
    xias n. 50, recebeu bonitos Veos na i -i iltat
    pretas de seda com narea, e oaVras *<:-.. i aV
    croch, e vende as pelos baratea \m ... j*.
    M o 6*000. A (azenda boa e cm.. u.
    estado, peto que coaliaaa ter pnaa); irar-
    co
    Perfeita novidade.
    Grampos com borboleUs, bezoun e aaia-
    nhotos dourados o cxdV rick*.
    A toja da aguia branca, innit aoe i
    Caxias n. 50, recebeu novos giampus nmlt.
    boletas, bezouros e gahflksaw. o ajar aV c. rta *
    perfeita novid de. 'A quantidade i pepiMH, a
    por isso em breve se acabar.
    Novas gollinhas ornadas co
    peluda ou armiidio
    A toja d'agnia bracea i roa Daaae aV r.aaa
    - 50, recebeu urna pequea qoandjdr da boai-
    s e novas gollinhas, trabalho le ii e > ea-
    nehadas com arminbo, obras estas Va
    e inteiramente novas.
    Grampos, brincos c rosscias
    deumdos.
    A toja da aguia braaca, i raa do Itao>
    Caxias n. SO.Teaabaa aitf tt bemum pia-
    pos, briaoos c rozlas doaradoa ; a*Mu < ano
    novos diademas da ac, e coaaa.aaprr coeai-
    oa a vende-tos por presos razoavei< fcJ^J
    Caixinhas com pos dourados
    e prateados, para cbelos.
    TeatOe-se na talada ifoia Braaca raa Oa Ba-
    rrae e t axiaa bvI.
    Lavas d pellica pretas c de
    tmttm elpes.
    A toja da Afoia Branca, 4 raa Baaaar 4a Ca-
    xias a. 80, laaabea aova i
    pellica, pretas e de outras
    Vende-se
    a padaria na roa do Capto Aataaao
    em Santo Amaro das Sattaas, per san
    relirax-se para Portofal a tratar de sua
    r A
    I
    J
    aV


    \
    ASSEMBLEA GEriiL
    CMARA DOS DEPUTADOS.
    DISCURSO PROFERIDO NA SK5SX.0 DE 30 DE
    MAIO DE 1873.
    (Concluso).
    O Sr. Silveira Mautins :O goverao
    quo podio urgencia para responder.
    O Sr. J. di: Alencar :Ditas estas pa-
    tarras a respeito do incidente que provoco
    a discusso, passo aos outros assumptos em
    que toeou o precedente orador, na intengao
    de re.spon ler-me. Espero que seja conce-
    dida dofosa a mesma liberdade que teve a
    accusagiio. (Apoiados.)
    Quem, senhores, taxou-me de contra-
    dictorio ? Aquella que as primeiras pala-
    vras proferidas nesta casa caldo em urna
    contradicho de pasmar. Fallando a respei-
    to da instituidlo monstica a quesou adver-
    so, pois a considero uin anachronismo no
    secuto actual, e urna aberrago dos deslinos
    do ho.nem...
    O Su. Pisto de Campos :Nesta parte
    nio estamos de acc >rdo.
    O Su. J. de Alencar : Fallando a res-
    pcito da instituicao monstica, disse o no-
    bre deputado, fazen lu lardo do seus seuti-
    m en los liberaos, do seu respoito in lepen-
    dencia individual : Concedo quequalquer
    inliviluo possa soquestrar-se da sociedade,
    clausurar-se, e, se encontrar sote emeos
    como Ignacio do Loyola, fundar urna nova
    companhia de Jess.
    O Sr. Sii.veira Martins :N'ao disse
    isso.
    O Su. J. de Alencar:E logo accros-
    contou nao tolero, porin, que o estado
    tiutorise essa clausura. Ora si o indivi-
    duo tivesse essodireito como podiao estado
    supprimi-lo sera tyrannia?
    Eu, senhores, ou qu9 nao blasono do li-
    beral, nao concedo quo o tiomem (eolia o
    direito do so divorciar da sociedade, para
    viver no is lamento urna vida incompleta.;
    nao concedo que un cidado tenha a facul-
    dade de sequestrar se do estado, e sob o ha-
    bito do frale, cximir-sc ao servido militar
    c a todos os onus pblicos.
    O Su. Pinto de Campos :0 fiado tao
    boii soldado como outro qualquer cidado,
    mas soldado da milicia celeste.
    O Su. J. de Ai.enc.au :.Nao concedo que
    o hornera traliindo a civilisago do seu se-
    clo so refugie ao claustro, sombra de
    una iusiiluigo caduca. (Apoiados).
    O Sr. Pinto DE Campos:As institui-
    goes fundamentaos da igreja nao serio nun-
    ca anachronicas o nem contrarias verda-
    deira liberdade.
    (Ha oulros a[iartes.)
    0 Sr. J. de Ai.enc.au : E nao s nao con-
    codo semelbante aberrago, mas ao conlra-
    rio usara de todo o meu poder.de tola essa
    pequea intlueucia que podem merecer a
    miiilia palavra e conselho para libertar qual-
    quer individuo dessa verligoin monstica.
    Fallo como pliilosopho, e tambera como po-
    ltico, porque o direito de extinguir as or-
    dens monsticas em nosso paiz, urna al
    tribu gao conferida pola nossa eonstitugao
    as asserabieas provinciaes e por vezes j por
    ellas exorcida. (Apoiados,)
    Passo agora ao sophisma que o nobre de-
    putado onconlrou no argumento com quo
    sustentei urna doutrina que anda hoje tem
    applicagio universal, com excepgio nica
    dos Kstados-Unidos ; a doutrina da igreja
    nacional.
    Enxergou o nobre deputado o sophisma
    na supposta confusio do interessc com a
    opinio. Sophisma hem claro, petigao de
    prin apio evidente fez o nobre deputado
    quando qualilicou a groja de simples opi
    ni&o, tirando-lhe o carcter ollicial, ponto
    que ain la llio nao conced, porque a igreja
    i- e ser sempre para mim urna iristtuigo
    nacional.
    O Su. Silvkira Martixs : Nao o deve
    ser.
    O Su. .1. de Vi.exca : Alu est a pcti-
    c.ao a principio. Emquanlo nao provar esse
    principio, nao pode invoca-lo pira fazer
    significativa de intolerancia acaba de dar o de um Sr. deputado por Pernambuco.
    nobre deputado em relacao ao meu argu- O Sr. J. de Alencar :Concordo com a
    ment, deduzido do direito que tem a maio- descripglo que fez o nobre deputado do car-
    nade constituir o estado sobre as bases que lista e do communista, nesta descripglo
    julguo convoniente, e portante de conside- ainda mais me convenceu da inconvenien-
    rar a igreja urna instituicao nacional. cia de se applicarem a membros do parla-
    0 Sr. Silveira Martins :-Hei de dar a ment semelliantes termos (apoiados) e
    replica, designar com alies os que sustontam as pre-
    0 Su. J. de Alencar :P le replicar rogativas da igreja nacional, e os que de-
    uma e multas vezes que me achara no meu s>jam a igreja livre. (Apoiados).
    posto para responder-lhe. Nao fugirei; O Su. Araujo Goes Jnior :=Efoi con-
    nio. S peco Divina Providencia que tra esta deriominaco que protestamos,
    rae conceda toi-gas para nao desamparar O Sr. Silveira Martins : -Foi em sen-
    esta tribuna, ainda que seja nella esma- tido englobado. **
    8*Jo- Sr- Araujo Goes Jnior :Quem
    O Sr; Pinto de Campos :Ha de sa- chamar os outrus de carlista d lugar a
    hir sempre tnumphante. (Muitos apoia- que se o chame de communista.
    We o i ,- .. Sr> J- de Alencar:A significao que
    O Sr. Silveira Martins : -A. Exc. cha- tomou n termo carlista na questo religo-
    mouf,!!!olf.ran*!,a,ruSP6sta! s:,lv<* se sa provenidos factos hediondos praticados
    na infall.bilidade do papa na Hespanha por um sacerdote e petos
    u s.u. J. de Ai.enc.au :Eis a intolerancia quaes nao por certo responsavel o clero
    qi
    ate neste aparto I Nao foi na resposta que catholico.
    I

    dello premissa de stia argumentago. Em-
    quauto nao mostrar que o estado repug-
    uante com a religio, esta alm da op-
    iio do individuo, um interessc da nagio.
    Tem, pois, a maioria ncontestavol direito
    de applicar manuteugao da igreja, parte da
    conlribuigao publica, da mesma forma que
    a todas e quaesquer outras instituigoes que
    sejam necessaras ao desenvolvimento mora
    ( material do paiz. (Apoiados.)
    Mas senhores, nolavel que neste nosso
    paiz a intolerancia cahisse em partilha aos
    liberaos e nao como costume a seus extre-
    mos antagonistas. (Apoiados).
    O Su. Silveira Mautins :Nao exacto.
    \ ozes :E' exactissimo.
    O Su. J. de Alencar :Quando ha das
    cu oceupei a tribuna para emit'ir minha
    humilde opinio acerca da questo religio-
    sa, da qualbem a meu pezar me havia abs-
    tido, colloquei-rao em urna posigio mode-
    rada e nao por tctica, pois nao costumo,
    nem sei usar dola ; mas pela torga de mi-
    nha conviego.
    Procurei fazer sentir, quer aos livres pen-
    sadores, quer aos defensores da igreja ro-
    mana, que nao convinha levar a hita para
    o terreno onde infelizmente j resvalou. Os
    livres pensadores compromettem a causa da
    liberdade de consciencia, pois se a reaegao
    lhe fr contraria, pode cercear direitos que
    alias ninguem hojo contesta de boa f e es-
    to reconhecidos pelas leis do paiz e pela
    opinio de todos os brasileiros. Os defenso-
    res da igreja romana por seu lado tornam
    a religio catholica o alvo dos golpes de seus
    adversarios incorrendo na pecha de ultra-
    montanos, expresso alias mal eraprogada
    cm nossi paiz, porque nao um monte, mas
    o ocano, que nos separa de Roma, nem ha
    no Brasil gallicanismo.
    0 Sr. Pimto de Campos :Apoiado,
    urna expresso oca, roas da moda.
    0 Sr. J. de Alencar:Que vimos, senho-
    res ? Os lberaes, os que blasonara de libe-
    raos, logo me qualificaram de ultramontano,
    porque nao admittia a sparacao do estado
    1
    i
    e da igreja ; chamaram-me de retrogrado, e
    attribuiram-me palavras que nao profer.
    Emfim, quera os ouvisse pensara queeu ti-
    lia eliminado as duas horas que oceupei a
    tribuna, um passado que me custou rauito
    a formar, e s o consegu com milito traba-
    lho, pois nao me dotou de grandes recursos
    a natureza. (Nao apoiados.) Entretanto os
    ultramontano, a quera imputam ordinaria-
    mente a intolerancia, respoitando as opi*
    nies adversas quo se devem mutuo acata-
    xneuto, nem por isso deixaram de aceitar o
    roqueo subsidio, quo eu lhes trouve na
    sustentado de certas necossidades.
    0 Sr. Pinto de Campos :Subsidio raui-
    to valioso.
    0 Sr. J. de Alencar : Umaprova bem
    manifeslou-se intolerante o nobre depu-
    tado, mas sim no modo de a dar.
    A intolerancia est nisto : depois de ar-
    gir de sophistico o argumento de que me
    servi para responder i objec<;ao com que
    se pretende sustentar a necessidade da sepa-
    raro da igreja do estado, disse o nobre de-
    putado : S falta deduzir a consequencia
    deste argumento ; levantai a fogueiru para
    quemar em auto de f aquellos que
    nao commungaren na religio do es-
    tado.
    Ora, senhores, islo consequencia que
    se possa tirar do meu argumento ?
    O Sr. Silveira Mautins :E' urna cm-
    cluso dos seus principios.
    OSr. J. de Alencar : Pelo mesmo me-
    tliodo, do principio da maioria, em virtude
    do qual o nobre deprendo tem o assento
    nesta casa, do principio da maioria em que
    se funlam nossas instituices monarciiicas,
    se p Je tirar como consequencia a torca para
    os republicanos?
    Nao, senhores, se o direito de goveruar
    pertence maioria, o direito de deliberar;
    o direito de opinio coynpote unanimidade,
    compete a tolos; por isso desojo ver nesta
    casa legalmeule representadas nao s a maio-
    ria como as menoras.
    Nesta conformidade entendo que maio-
    ria assisto o incontcstavel direito de crear
    as instituices quo jnlgar necossarias ao
    desenvolvimento da sociedade, e por conse-
    guinte de fazer da igreja urna instituicao
    nacional, impond i s menoras a sua opi-
    nio como um facto poltico, applicando ao
    culto publico parte dos irapostos, sem que
    lahi resulte para as menoras um esbulho
    de seu incontcstavel direito de manter suas
    convieces, manifesta-las, defende-las, pro-
    paga-las, de lutir e de vencer afinal, so
    obtiver o apoto do paiz. Onde, pois, o
    sophisma, se nao no espirito daquelles que
    nao me comprehenderam ?
    OSr. Silveira Martins :Olhe quo nos
    referimos materia religiosa.
    O Su. J. de Alencar :Urna con-
    tra lieco apontou o nobre deputado que eu
    realmente nao entend. Arg o projecto
    quo live a honra de submetter considera-
    yo da casa, do contradictorio em seu pri-
    moiro artigo por declarar que os decretos
    do concilio tridentino cm materia de f
    (estas palavras forain supprimidas) tm
    vigor no Brasil in dependente \to loi.
    Ora; senhores, o projecto encerra urna
    idea to clara que a percebem ainda mes-
    rao aquellos que apenas corrercm os olhos
    por csse trabalho.
    Os decretos do concilio tridentino logo
    depois da promulgarlo toram geralmente
    a ';:os nos diversos estados (apoiados) sem
    neuhuma discrepancianu/to penitus re-
    riuu discrimine habito, como disse Mello
    Freir.
    Era Portugal foi posto em execucao pe-
    las leis de 12 de outubro do 1561 e 4 de
    abril de lo(ii), sem a menor restriccao.
    Entretanto, diz-nos um jurisconsulto
    muilo notavcl, o Sr. Borges Carneiro, que
    nao toram laes leis rigorosamente cumpri-
    das, c que o concilio tridentino nunca foi
    executado na sua integra por conler no-
    vidades contra as leis, costumes o soberana
    do reino.
    Eis o estado anmalo cm que nos acha-
    raos. Urna le antiqusima declarando
    concilio tridontiuo na sua integra obrigato-
    rio para o Brasil, o rpgulando nos a f,
    como a disciplina ecclessiastica e os costu-
    mes ; por outro lado leis derrogando decre-
    tos do concilio tridentino.
    Todos os escriptores que trataran da
    questo do placct em relacao ao concilio
    tridentino, especialmente Dupra, todos s3o
    concordes na seguinte dislinccAo que a ba-
    se da igreja catholica.
    Nao podem deixar de ser aceites sem
    schisma os decretos que versarera sobre
    pontos de f (apoiados) por que nesta es-
    phera a igreja legisla como soberana ; mas
    os decretos que so referirem disciplina e
    costumes podem nao ter execucao, ou te-la
    com restriccoes. como succede em muitos
    pa zes e especialmente em Franca. (Apoia-
    dos. )
    Ora. quem sabe estas cousas, alias tao
    comesinhas e corriquofras, compreheude
    perfetamente o im do meu projecto, ainda
    quando nao adopte o seu pensamento.
    Eu quiz consagrar em lei urna opinio
    que fortifica a igreja catholica cm nosso
    paiz, no momento em quo est sendo ag-
    gredida. Quiz definir por urna lei ordina-
    ria o pensamento constitucional da igreja
    do estado, declarando que a f, o cathoh-
    cismo nao est em questo.
    Eis a minha intencao ; nao tendo alias
    meditado profundamente este projecto
    cuja sorte desde logo antevi.
    0 Sr. Silveira Martins :Nao dis-
    cut o projecto ; mostrei contradieco no
    art. desde logo.
    por certo responsavel
    (Apoiados, muito bem.
    Nao
    pode ser dirigido tio odioso epitheto a um
    partido moralisado. (Apoiados.)
    0 Sr. Silveira Martins: -Chamoi car-
    listas porque os nobres deputados declara-
    ran! que aceitavam como termo honrse.
    O Sr. Araujo Goes Jnior e outros sc-
    nhores : Quem diss isso?
    0 Sr. J. de Alencar :Tambera, senho-
    res, a accopcAo vergonhosa da palavra com-
    munista data dos factos repugnantes que
    se passar.tm ltimamente era Paris. Antes
    significativa apenas o sectario de urna asi-
    la phlosophica : um utopista social; hoje,
    porin, um tormo ignominioso, e que
    todo o hornera de sentimento e bro abomi-
    na. Nunca me animara a applica-lo a
    um liberal. ( Apoiados).
    O carlista assim como o communista sao,
    S- Exc. bem o frisou duas
    ( Apoiados) ) Um traz a roupeta negra, o
    ontro o bonot phrigio. Mas senhores por
    quo o carlista representa o estado de de-
    gradago a quechegou o fanatismo trajando
    o habito de jesuita e o communista a feroz
    utopia do urna irapossivel igualdade, ho
    Jo ser a religio e a liberdade as victimas
    de semelhaHUtisiravagancias e aberrarles ?
    (Apoiados.)
    Se ha homens que dizendo-se jesutas,
    praticam actos de hvpocrisia, e se abrigam
    aquella sombra gloriosa para commetterem
    crines torpes ; tambem os ha que profanan)
    o santo nomo da liberdade, e se revoltam
    contra a ordem social; taes sao os que em
    Paris horrorisaram o mundo com a sua
    ferocidade. E infelizmente, tal a verti-
    gem desse delirio, quo l estava urna das
    maiores glorias litterarias do secuto, Vctor
    Hugo I
    Eu que admiro nelle o talento, nao pos-
    so de modo nenhum justificar o seu pro-
    cedimento nesta acc^o.
    O Sr. Eunapio Deiro' : Nao fez parte
    da communa, ao contrario protesto i con-
    tra os seus autores.
    O Sr. Escragnolle Taunay :Recebia
    os fgidos da communa.
    Sr. J. de Alencar :Nem foi s
    Vctor Hugo: all estavam homens muito
    notaveis na scencia, verdadeiras celebrida-
    des europeas, quo de certo nao approvavam
    as atrocidades da plebe. E por isso ho
    de ser objecto de execracAo gerai, como se
    pretende que sejam aquellos jesutas que ti-
    zeram a administracAo do mundo, smente
    porq-io houve na companhia raaos pa-
    dres?
    Scjamos justos, senhores, para as gran-
    des instituices como para os grandes ho-
    mens ; so alguns erraram pagando tributo
    miseria humana que se manifesta em todos
    os actos sociaes, nio islo raza j para des-
    cousiderar tradices gloriosas e nomes que
    se recommendam a posteridade. (Apoia-
    dos ; muito hem.
    Lamentou o nobre deputado que fosse um
    americano quem levantasse sua voz aqu
    para negar aos Estados-Unidos o tributo de
    sua admirado.
    Senhores, a America tem dois potos : o
    nortee o sul. Nao era um americano que
    S. Exc. devia dizor; mas um brasileiro
    (muito bem ), o americano do norte re-
    publicano; o b-asleiro .monarchsta
    (Muitos apoiados). Elle filho da raga
    saxonica, que s recentemente come^ou a
    distinguir-so ; eu sou filho desta gloriosa
    raca latina (muito bem), que tem escrip-
    to as mais brilhantes paginas da historia
    da humanidade. Nao contesto a superiorida-
    de industrale o genio emprehendedor dos
    po'vos de origen germnica. Mas raja lati-
    na cabe a supremaca da intelligonca. Nos
    brasileiros somos os athenienses da ameri-
    ca (muito. bem), sejam os Estados-Unidos a
    sua Sparta (Muito Dem). E quem, senho-
    res, nao preferir para o seu paiz a gloria
    de Alhenas ? ( Apoiados ).
    Devia o nobre deputado dzer um brasi-
    leiro, e deixar-me a mim invocar o teste-
    munho de um americano do norte. Sim,
    senhores, nao sao eu, nio o brasileiro,
    o proprio cidado dos Estados.Unidos, escri-
    tor distincto e imparcial quem confessa os
    vicios da organisacao poltica do seu paiz,
    o lhe vaticina a prxima ruina, se nao lhe
    acudirem cora as necessaras reformas. E'
    o Sr. Sesman quem d testemunho da cor-
    rupto que lavra naquelle paiz, e da ex-
    ploradlo que os partidos all fazem da po-
    tica.
    Os Estados-Unidos nio um paiz que
    so tormasse lentamente desde a nascen-
    ?a, .pelo seu esforco proprio, pela natural
    expanso de suas forjas, como se formam as
    cousaandestinadas a urna tonga existencia.
    ' Apoifdos).
    Cooaidero os Estados-Unidos um paiz de
    aggloroeraco : colonias inglezas sabidas do
    seio de urna na gao adiantada, aggregaram-
    outras colonias allemes, francezas,
    heso. Nio assim que se conslruem os
    monumentos duradouros. (Apoiados, muito
    bem).
    E j que toquei nos Estados-Unidos, cum-
    pre-me dizer ao nobre deputado que nao foi
    exacto imputando o despotismo da maioria
    nicamente ao comraunismo. 0 despotismo
    da maioria existe tambem no paiz, cuja
    organisago o nobre deputado tanto admira.
    Quem io sabe, senhores, que nos Esta-
    dos-Unidos a tribuna, a imprensa, todas as
    inanifestagoes da idea esto avassalladas
    maioria omnipotente que nao adraitte a me-
    nor resistencia e nao tolera a menor contra-
    dicho ? Quem nao sabe que .at os trbu-
    naes solfrem o jugo da mullidlo intolerante
    e nao se aniraam a condemnar o criine que
    ella absolve ? Se ha paiz em quo sob as ap-
    parencas de liberdade, existe menos franque-
    za de pensamento, os Estados-Unidos.
    Sao bem condecidos os factos de intole-
    rancia que all so bem dado o que andan
    reproJuzdos as obras de escriptores ame-
    ricanos e europeus.
    Aqui por falla de alguns factos quo la-
    meutoi; por causa da maniestaco contra
    duas t)pugraphias, urna de Pernambuco o
    outra desta corte, faz-se grande escarceo, e
    emp'regam-se como arma poltica semelhan-
    tes oceurrencias.
    Pois, senhores, se estes factos solamen-
    taveis, anda mais para deplorar sao as rui-
    nas dos grandes estabelecimentos typogra-
    phicos atacados nos Estados-Unidos pela
    inultido desenfreada contra jomaes que ti-
    voram a coragom de exprimir urna opinio
    cunJamnada pela maioria. (Apoiados).
    E'este, senhores, o typo do liberdade
    constitucional, esto o padro do gnverno
    representativo que o nobre deputado deseja
    que imitemos ? Este o despotismo (muitos
    aberracd's. apoiados), despotismo que nao tem urna s
    cabega como o autcrata, mas h)dra de
    mil cabecas. (Muito bem).
    Tem este despotismo rauito mais do que
    temo aquello que senta-so em um throno.
    (Muitos apoiados).
    0 vi-rdadeiro emblema da liberdade cons-
    titucional que eu admiro c que eu desojara
    ver realisada em meu paiz, outro bem di-
    verso ; aquelle de que nos oferece a Ingla-
    terra o mais bello exemplo.
    E. senhores, o alvergue do proletario, a
    cahirem ru..;)s, Com as paredes endidas,
    dovassado pelo venio o pela chuva, mais do-
    eso tyrannia do re e violencia do povo,
    que nao podem penetrar, porque ah est o
    domicilio do cidado, que com sua t.oij-
    sciencia, um asylo inviolavel e sagrado.
    (Muitos apoiados, muito bem, muito bem).
    (O orador cumprimentado por quas toda
    a cmara, assim como pelos ministros e se-
    nadores presentes).
    DISCURSO PROFERIDO PELO SR. DR. GUSMAO LO-
    BO na sessao de 2 de maio de 1873.
    0 SK. GUSMAO LOBO :Sr. presidente,
    o nobre deputado peto Rio Grande do Sul,
    que acaba de deixar a tribuna, comecou por
    lavrar um protesto que, traduzindo elevados
    sentimentos, inspirou-se em urna apreciadlo
    de todo ponto injusta. Estranhou S. Exc,
    e estranhou vigorosamente, que um dstincto
    membro da maioria fizesse reparo em quo o
    nobre deputado houvesse regressado da ex-
    curso que fez ao Ro-Grande do Sul com o
    animo refeto o retemperado como se fra
    pedir estmulos ao brilho das gloriosas espa-
    das rio-grandenses.
    Se ao meu honrado amigo, representanto
    da Baha, fosse precisa alguma justificado
    para deixar bem transparente o pensamento
    que lhe dictou aquellas palavras, t-la-hia
    excellente as do nobre deputado pelo Rio-
    Grande do Sul.
    Que voz poderla erguer-se no parlamento
    ou fra delle para ainesquinhar glorias que
    sao motivo ao orgulho nacional, conquista-
    das a preco de victorias tantas vezes recorda-
    das como outras tantas applaudidas? Que
    muito que a influencia de chefes milita-
    res, drigindo urna opinio constitucional cm
    nome e sombra desse prestigio que anda
    de frequente associado ao triumpho das ar-
    mas, fosse parte na eleigo dos representan-
    tes do Rio-Grande do Sul ?
    Relembrando estas glorias que nenhum
    partido feria o direito de confiscar, esta in-
    fluencia e prestigio de Ilustres chefes de
    quem o paiz repeto os nomes com legitimo
    desvanecimento, o nobre deputado pelo Rio-
    Grande do Sul encarregou-se de fazer justica
    s intences do Ilustre representante da Ba-
    ha (apoiados), que alias as explicou de ma-
    neira a apartar qualquer interpretarlo me-
    nos digna de cvalheiros que devem prezar-
    se como leaes adversarios quo sao. (Muito
    bem).
    0 Sr. Caudoso Jnior :Nao havia razo
    para o protesto, mrmente depois das expli-
    cares dadas.
    0 Sr. GusmAo Lobo :Lamento, Sr. pre-
    sidente, que o estado de sade do nobre de-
    putado pelo Rio-Grande do Sul nao lhe tenha
    permittido dar ao ampi quadro do seu dis-
    curso as oroporcoes que de seu talento po-
    diam ser esperadas e que, devido a este gra-
    ve motivo, fosse obrigado a tocar ligera-
    mente em assumptos da mxima importan-
    cia, exprimindo sobre cada um vistas to ge-
    raes como ucertas e em mais de um ponto
    indecisas.
    se a
    que lhes traziam todas as conquistas do
    progresso europeu. Se estas colonias as-
    0 Sr. J. de Alencar :Offereci esse sim reunidas com a industria e adiantamen-
    projecto como um meio de enunciar a mi- to que traziam da velha Europa, e osecur-
    nha opinio sobre a questo religiosa ; e sos i inmensos desta America abencoada, se
    sem encarece-lo creio que se estivesse no esst populaclo n8o tivesse feito o que se
    pensamento desta augusta cmara dar maior admira nos Estados-Unidos, se nio tivesse
    desenvolvimonto i questo religiosa, abrin- jehegado ao auge de engrandecimento Dia-
    do debate especial, ah estava urna baso.tena 1 quechegou a confederadlo, esse
    mais larga, eque efloreca a muitos orado- paiz seria reo de lesa civlisacAo (Mudos
    res desta casa ensejo de se pronunciaren!, "apoiados, muito bem ).
    do que os requerimeotos que os nobres' Vas, senhores, esta civlisacAo industrial
    deputados lberaes trouxeram a esta casa.' dos Estados-Unidos, nio sua; a civilisa-
    (Apoiados.) Icio-earopea transplantarda para a America,
    O Sr. Silveira Martins :0 requer- urna civiisaco cuja glora pertence Ingla-
    mento versava sobre materia poltica e nao trra, Allemanha, Franga, a todos osou-
    legislativa ou de administradlo. I tros povosdo velho mundo. (Apoiados).
    O Su. J. de Alencar:0 nobre dopu- 0 Sr. Silveira b.tins :Porqw nio
    tado, embora nao em resposta a mim di- fazemos o milagro dottazer de li essa aivi-
    rectamente, rqas sem duvida impressionado lisago?
    pelas opiniefque einitti nesta cosa, fez um 0 Su. i. de Alencar :Os estados assim
    paralello entro carlistas o communstas. formados j o disse e insisto, nao podem ter
    OSr. Silveira Martins :Nao me re- tonga existencia, slo ueoassariainente ephe-
    feri a V. Exc, foi em resrfostaa um parte^meros; falta-lhes a hemogeneidade e a co-
    0 Sr. Florencio de Adreu :Indecisas,
    nio ; ligeiramente, sim.
    0 Sr. GusmAo Lobo :Das apreciages
    do nobre deputado urna priraeira necessida-
    de est resaltando era honra do gabinete 7
    de margo, e que este gabinete nao tem le-
    vado urna vida estril (apoiados), nao'tem
    sido um embarago aos justos reclamos da
    opinio, antes tem diligenciado, sem contra-
    riar a ndole o partido conservador, bter o
    caminho indicado pelo espirito publico. (A-
    poados).
    Nos paizes representativos a isto que se
    chama viver para a opinio. (Apoiados).
    0 planp que ao seu brilhante discurso tra-
    gou o nobre deputado, obrigando-o a recor-
    dar reformas realisadas e reformas a realisar,
    actos to importantes como sao a reforma ju-
    diciaria e a do elemento servil, j consagra-
    dos em leis, e outros j sujeitados sabedo-
    ria do parlamento, eomo sio os que se refe-
    rem instituigio da guarda nacional e ao
    systoma de eleiges, o mais persuasivo pro-
    testo contra essa imputagio, tantas vezes at-
    trbuida ao gabinete 7 de margo, de manter o
    poder pelos suppostos gozos do poder. (A-
    poiados).
    Nem estas reformas desnaturam a raissao
    do partido conservador, como ao nobre de-
    putado se afigura,*nem ttestam o que
    S. Excchtmou desvirtuatnento dos par-
    tidos.
    Partido da acglo e do tnovimento, disse
    o nobre deputado, o partido liberal desti-
    nado por sua natureza a rasgar os ovos
    horizontes da vida poltica ; a elle que
    i)
    oceupar-se.
    Uma Voz :No Brasil acontece o contra-
    rio, o partido conservador que as tem
    feito.
    0 Su. Gismvo Lobo :Muilo outra no
    conceito do nobre deyulado a msso do par-
    tido conservador; o seu pfl|^| o da re-
    sistencia, nem pode ser ouiro. O partido
    liberal reforma ; o partido conaervador de-
    tende as instituiges at quo nova necessi-
    dades do espirito publico lhes ass^nem o
    termo da durago ; tal ao ver do obre
    deputado a attitude racional dos dous p.
    tidos constituciouaes.
    0 Su. Mello Reg :d um aparte.
    0 Sr. GusmAo Loro :0 conselho pedido
    historia da Inglaterra, longo de confirmar
    este estranhu asserto, traz ao espirito uma
    ligo verda Jeiramentc utl para fixar a con-
    viegn de que os partidos nao sao marcos
    estacionarios, podem progredir, avancar e,
    qualquer que seja a sua principal preocupa-
    cao, conformarse s circunstancias a exi-
    gencias do tempo. De outro modo nao se-
    riam vordhdelrof partidos'politicos, jiarti los
    de opinio.
    O que a historia da velha Inglaterra est
    doutrinando a cada urna de suas paginas,
    que importantes reformas reclamadas jmIo
    espirito liberal tem sido realizadas pelo par-
    tido tory. Roberto Pee pode fazer decretar
    a emancipaco dos catholicos a Disraeli a
    segunda reforma eleitoral; o tal a orga-
    nisarao dos partidos inglezes que ninguem
    interroga aos torys porque o lizeram.
    Reforma feita, reforma aceita : tal a m-
    xima iiivariavelmentesegiii lana Inglaterra,
    e ajunta um attento observador 'das cousas
    do Keino-l'nido que nao raras vezes tem-se
    visto um partido realizar reformas cujas
    ideas capitaes ontroinicfou.
    Assinque, por una transformago na-
    tural das ideas, os partidos corrgem-s! im
    ao outro, apro\imam-so, completam-se e,
    alargando o circulo de suas aspiraees, mo-
    dlicam as barreiras quo os separam, sem
    que cada um renegu suas tendencias, estas
    duas naturaes tendencias do espirito hu
    mano que a linguagem poli Jca chama con-
    servacao e progresso. (Muito bem',
    Se as raas dos partidos polticos, distes
    grandes corpos que repreientam sob formas
    diversas as aspiraces da sociedade, fossvm
    immu,Wvi;is, o progresso social serin o mis
    das vezes rcia..ii0 e compromettido peto
    antagonismo irrecocH;ttvul dos grandes n-
    teresses da ordem e da lib.Ti\a.|0 deste an-
    tagonismo que comligo de harmonin guan-
    do os partidos podan aproximar-se, ecorn-
    gir-se aproximando-so, para retomar adi-
    ante as suas naturaes posiges, resultara o
    avassallamento da liberdade pela ordem ou
    da ordem pela liberdade. (Muito bem)
    Applicando a alinelo ao curso dos ne-
    gocios politicos do nosso paiz, mais nos im-
    pressionaremos de que a immobilidado nao
    pode serum programma poltico. Oquo
    que temos visto? O partido liberal teve o
    poder em varios periodos; que reformarea-
    izou ou adiantou ? Em a ultima phase de
    seu dominio dizia-se muito alto que una
    guerra externa absorva-lhe grande parte
    da attengo ...
    0 Sr. Florencio de Ames -.Toda.
    O Su. GusmAo Lobo: ...que devia ao
    governo do paiz. Exigencias dia |H>r da
    renovadas de sacrificios de toda a orden, de
    homens, de dinheiro, de instrumentos do
    guerra, a rcorganisago das torgas do torra
    e mar, multplices cuidados impuzeram,
    certo, ao partido liberal uma proocupago
    sobre todas as preocupages, um empouho
    sobre todos e a todos preferiudo ; mas como
    quer que seja, a verdade amarga, mas irro-
    cusavel, que, cm mais de cinco anuos, o
    partido liberal nao procurou consignar em
    acto uma sodas reformas quo hojo oruamen
    tara o seu ostentoso programma. Apoiados)
    0 Su. Florencio de Abreu :Nao apoia-
    do ; apesar da preocupago da guerra, apre-
    seutou projectos de reformas quanto guarda
    nacional, lei eleitoral, etc.
    0 Su. GuaMiO Lobo:O espirito desa-
    paixouado quo quizer julgarda sinceridade
    das convieges do partido conservador, do
    seu profundo amor s lberdades publicas,
    da sua ambigo de salisfazer as aspiragoes
    nacionaes, nao t>m seno que contrapr o
    actual periodo ao periodo que acabou.
    OSr. Cardoso Jnior :Isto incon-
    tcstavel.
    cabe ce-llorarse na vanguarda dasidas,en-|tad0 nodc ***K~
    cam.uhare dirigir a opinio; a elle que ISff
    competera, em uma sociedade poltica era
    que os partidos se revesassem no poder se-
    gundo as reaes circumstancias do paiz, de-
    cretar as reformas de que o parlamento vai
    *
    3t
    -;*
    que t.
    O Sr. GusmAo Lobo :Epor ventura es-
    tar por algura principio reserva tido liberal, s e exclusivamente a elle, a
    missio de traduzir por actos legislativos as
    reformas pedidas e reclamadas pela opinio ?
    Porventura ser apanagio do partido liberal
    viver cora a opinio, inspirar-sc em seus
    justos reclamos, dirigi-la e encaminha-la ?
    Repugna em alguma cousa ndole do par-
    tido conservador que, acompanhando atten-
    tamente a marcha das ideas e dos aconteci-
    uientos, procure viver com o seu tempo,
    acommodando-se, como a todo o partido
    poltico convm, s novas exigencias da vida
    poltica, que nao e nao podem ser inva-
    riaveis ?
    OSr. Florencio de A rreu : Entiodcixa
    de ser conservador.
    0 Sr. GusmAo Lobo :Prova excellente
    de que a nenhum partido pode ser defeso
    acompanbar o movimento do espirito pu-
    blico, ah a temos no mesmo facto assigna-
    lado pelo nobre deputado de que o partido
    conservador, em sua passagem pelo poder,
    nao smente tem realisado reformas acolhi-
    das com applauso, como tenta reahsar outras
    cm que os mais graves interesses da ordem
    poltica sao escrupulosamente consultados.
    Por mais que estas reformas paregam incom-
    pletas escola liberal, nao menos certa
    que o paiz as tem acolhido como verdadei-
    ras conquistas do progresso dos costumes.
    0 Sr. Florencio de Abreu : D um
    aparte,
    O Sr. GusmAo Lobo :Disse o nobre de-
    putado que tudo est indicando a necessi-
    dade de ser entregue o poder ao partido li-
    beral, e esta indicaglo encarregamo-nos nos
    conservadores de a fazer com o proclamar
    a necessidade de reformas que restarem pela
    sua base o regimem representativo. Lem-
    brou-se a este proposito o exemplo da modi-
    ficaglo ministerial da Inglaterra, em que
    Disraeli, repugnando ndole do seu par-
    tido I aboliglo da igreja da Irlanda, esen-
    tindo claramente manifestada a opinio em
    favor daquolla generosa idea, depz o poder
    que, por natural successlo, foi caber a
    Gladslone.
    Sem ostudar sob todas as suas faces o
    acontecimento poltico a que o nobre depu-
    euiBstanr-*
    se em
    de Gli
    lustre .
    depois ..
    que a nuva
    tao no scn<
    Foi pi-rai!i
    du Sal rn;i.
    sua dcini&M.
    As nossas
    sas. Por qiio
    Irado do deseju *n,- iwur rpfon*s"*v.-
    caber-lhe o poder ? ., 4 part,jy |,_
    lieral nao as tm po I ido realizar deaawn
    tindo ua pratica o seu pnwraimiia.'tna aV>
    governo indilfercnto s justas aspirw.iea 4
    socieilade, deveroos nmservadoresdeiar-s.
    **tHuoiiarios quando o mpirito |hiMko que<
    uin.I.*-*. cMiquistis n-flectHas da 1,
    u-'i f.te Hitica ?
    >;'"" pvlil ,-ons-rva.h.r um partid..
    uM.tuci....,,, UI ,,,r(l,,(l ,lls4uorui ^
    Y *jmplim.s indirain
    .ux:ess,dad,^teum...%44Q ,tfa<
    O SK. hoKENUO h. 4t,, .^^
    aparte.
    USh.ismAo Loro: Nunca ^. W||,.M
    den que ao |wrU lo cmisorvwlor taja r^,',
    liante n-alizar n-lonnas, uma ve/
    realisn por awiir lo <-n a o|Mniio.
    i Ntl. Fl.rn;t>,;|, |,| AtUEl :Pois r.
    iiugnaiit<: a sua mi<*o.
    O Sr. G0MM Lun :S- rt^ qu^
    partido cou>T\ad da coiisen j-#o, eso dalii vem tirar-se -
    m.-iito, nao o i- ni.-nos que u progresso r-
    llixlidu i: L-uii tuigi-s.
    Entender de outro modo a mis.s> do
    partidos, para dt-uar a um a uriu cu iuow
    inenUii-a oulro a resistencia, expuria a fu
    uestes4toilos na onk-m pollina.
    Sena um delles que ao partido lite-r...
    nao p.i lena caber a v./. du*-r kuvituo mmI
    quando houv.sse reformas a r-alizat ; o :
    que realizlas, acabara a sua nwiniii.
    competindo ao partidu cmilraliir, manter e
    defender as liiierdad*s ron pilotadas. U
    partidlo liberal resignar-*- Ina a .->t- pa|-! '
    le s.T o part \>> liberal aqiKdh- a qit
    cal.- pela natureza das eouz.ts ,,| irgar o-
    horiz Milis da actividade p ditica, nao m se-
    gu que ao|iartido ronsenadar liquc IuIm-
    do o direito de realizar reformas que Ite
    panM,-am adaptadas aos co-tniii s publi.o.
    K' iheoria vt-rda leiram<-nt<- mar<-ita\t-l .jn.
    um partido se con leinne 4 i.nmobiiidad
    por quo de sua natureza c. te mi, ind !
    ser leuli e refl,Htilr> en seiis iiioviinentos
    O resulado desta iuversao de papnis.
    disse o nobre deputado, alu i-st.i ims n-for
    "*alicientes e illusonas j re.ili/adas; U
    estlisto iuoik. .rrecusavel as rvfunua a
    realizar. Mais que M- ,|M ^ t ^^.^
    juiciaria que, na phrase do Mato* deoU-
    ilo, illudio justas ambigoes do paiz. iet<.
    doocilado exposlo a inuteis veanws *
    restriegues que una ruter.ii.i cwuscieacio-M>
    podena corngir oin bem da liberdade.
    Primeira vez que nianif *to da tri
    meu juizo sobre o merit-i deD'
    acto, devofaze-locoin a trauqi.ez. que o
    vem a nago os seus represeiilant-
    A reforma judiciaria noe, si-^uram^te.
    uma obra acaba la d.- sab-- lona, um ioouu
    mente irrepn-heiisirel.
    0 Sk. Fi.ork>cio uk Aui:i : -i: iiKfn
    plata.
    0 Su. liisnui Limo: Mase |trwci* r.. ,
    fronlar o noto rgimen com o da le de :;
    de dezembro le 18 VI |ara mcslir o ateaace
    daquelte acto As providencias que reaue
    rain sobre bases mais larcas esta institu
    cao de /"i/"'/v-c.iyi/>, ene vate por si *
    urna excellente garanta te te lis as lite-r 11
    des; a separagoda polica t- da manstratii
    ra, tanto leui|o reclamada pelo part te lite-
    ral e niuica por elle realizada; a kaii.-
    provisoria e outras medidas de uran te vahy
    para a administraran da jusliga. traaem -
    recoiniueiid.im esta reforma como um *mt
    nalado servigo do g..billete de T d .-
    Mutlu* u/mado* c aptirUrx.
    l< outimiur-tr-liii
    naasai
    l'IIJ
    luiportsiu-
    VAWEDADE
    OS liKSlI.TAlMJS DA Gl lUKA.-t re
    parligo de estatistie,, .le Berim
    agora uin grande trabalho anlne a jm-i
    do exercito allemo na guerra <) INTo
    1871.
    Vl-so por csre trabalho que o e\<-r.
    invasor teve 127,897 homens inorlo>, I
    dos ou extraviados, em que entram 5,..
    olliciaes e cirurgies.
    \e-se mais que entraram em Franga...
    813,967 solda.ios.
    Dos 3,4 olliciaes cabidos 1,53 m.
    reram na batalba ou das frulas alu r-
    bidas.
    Os olliciaes ferid s toram 3,611, e >?
    prsioneiros ttt.
    Dos sol lad is in.Sil morreram duran
    a campan ha ; a saber 17,.'S*1 no ca mjo d-
    b.talha, 10,710 das eridas, 31 i de al-
    astre, 30 suii i laram-sc.
    De molestias morreram li..1 oIIkij -
    e soldados. _
    Home nesta guerra 78 batallias. -8"''
    combates de menor importan." Tt Crt
    das e mais i8ti encontros com o immig<
    As bata Ibas mais cruentas ficam a il
    Warth, de Tionville, de Granvellpte c a I
    i de dezembro de 1870.
    ltepois destas, seguem-ae a de ataocbe-
    les-Hautes, a de Loignj, de Rrie, e *V
    Champign).
    Os coi*|H)s que mais soffreram toram i i
    regiment prussiano n. 16, que |rAss
    1,691 homens, o n. 51 que deitou n
    campo 1,655 homens, e obatalhtoaV ce-
    gadores da guarda.
    EXPOSICAO CAMSA.U--o warnato
    na Independencia Belga : .
    0 conde Leopoldo de BeauflorU q:;e
    possuo a mais bella raga de raes tetlers fc--
    landezes, acaba de conseguir na e\po4^L>
    canina de Paris, nao souioute n pnim-tn.
    premi) dos setters irlandaMS ni mi atoa,
    mas tambem a grande medtlha W uro la
    500 francos do HM de to reunidos em uma ciaste. Ass.-vera-e que o
    mesmo ci de veri figurar tambem no grande
    concurso universal do palacio de cristal t
    Londres,- que se deve verificar ja# pmmt
    mez.
    0 jardim zoolgico de BrawRas en i
    mesma evposi^ag altnns dos sen* estwei*
    mens, que fofas admirad.^ p--los MMiantaa
    o coroados pelo jurj como tvpa de Vafa
    pura.
    TYP DO DIAKW- Siik UltHEi OUU~
    {

    t


    -,*
    r- ^
    MEUHIEXEMPIAR ENCONTRADO
    C
    .i-'N aA W4
    i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EPX5KA0KB_M470XQ INGEST_TIME 2013-09-19T21:58:54Z PACKAGE AA00011611_12972
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES