Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12970


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AAXO XUX. MJMEIIO 143
I AII V A CAPITAL E LIGARES OS DE A'AO SE PAGA PORTE.
Por tres niezes adiautados ......'..,...... 69000
Por seis ditos idein.................. lflOOO
ior um anuo Mein .................. 2i;5000
Cada numero avulso.....'.....,....... -q
SEXTA FEIHA 27 DE JUNHO DE 1873.
PARA IU;\TRO E FURA I>A PROVINCIA.
Por tria- meaos ailiajitalosr.................
Por seis ditos i.luili..................
Por note ditos Mofl.................
\ft um anuo Mein...................
1W
ttWW
I7JXM*
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUE1R0A DE FARIA & FILHOS.
0 Srs. Gerardo Antonio Alvesd Fdhos.no Para; Goncalves Pinto, no Maranho Joaquim Jos de Oliveiralho^m CeaTaT ArdW| Le,,. Braga, no Arae-tj ; Joo -ria Julio Chaves, no Ass; Anto.no arque, da Silra.no3
Pereira dAlmeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peid.a|kUrmino dos Santos tuko, em Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagdas; AI veja C, tu Baliia ; e Leite, Cerquinho C. no Rio ;de Janeiro.
; Joatf Jastia
PARTE OFFICAL.
Goveril Iti jiroviucu.
rk<;tii ic.\g.\o.
Na lei n. ni.t (rpmwiKo provincial; deram-sc
o seguimos engaos, que convm eorrigir :
0 8.* d.i iirt 15 Ira se assim : 30 ri* por
kilogramma de taimen fabricado e preparad pur
qualquer forma, e 80 res por dito bruto e fumo
em fardo mi embarricado, iipurtadu e consum lo
na provnra
No 8 ll do mesme -irijro loa-se : e 14 r s polo
Consumido na provincia.
No final di 518.lu mem artiga, em logar de
lei n. 7(R) lea sele n. 7151.
0 j 21 do mesmo artigo lease deste modo :
Sello de bsranja* e logado* do lo los os herdein
a!> infstalo ou testamentarios, inclusive os lilhos
espurios, com excepcio dos herdeiros neeessarios,
regalado pelo mido seguate : al u3.*graoinclu-
sive pagaro 10 pir ce:ito,ed'alii |wr dianie 13 por
cento; o das d-o9es ile i|uali|uer e-po-e ser de
10 por tent e de 15 por rento o d;is Marfil
cnusd, exeeptiiilas do sello as que forera na li-
nlia ascendente ou descendente, as menores do
20)4 0 as faltas pura einanopaeo do escravos.
Leia se asim o -57 do mesmo artigo : pro-
ducto dos impostas ere idos, petas les us. 330 e
3%, art. 57.
No 159, era lagar de U Od-Jiga-se l
eenio.
o recenseamentp procedido n'aquella freguezia
ara a secretaria da nresidencia.
por
F.XPKjIKMK dj MiMm ABllL DF. 1873.
/.' sereno.
lieios :
Ao hrigadeiro eotnmandaato das armas.-Em
resposta ao sen olliciodesla dala, sob n. i30, IciiUo
a dizer-lhe que ao alferes coiuioandaute da Torca,
que ra escoltando criminosos para o termo de
Flores, foi ilado passe de 3" ciaste na estrada de
Ierro p ir delberacao desta presidencia, Que 000-
gideroo eootrarij a segaranca dos presos serera
estes entregues snnaeata aos cuidados da mesma
sera a iinprescindivcl vigilancia do referido alferes ;
o que de corlo se daa si elle segusse em wagn
de classe diversa.
Ao mes-i o.Nesta dala auturso o director
do arsenal de guerra a mandar conluzr pira o
hospital militar os volumes eonlendo a caixa do
instrumentos cirurgicos e o vasilhame para a pha:-
rancia, fiadas ultimim-mie da corlo no vapor Qu
iii, c.iin de-tino ao niosmo hospital, onde devorad
ser examinados por nina ennimss o eomposta do
! medico, i" eirorgiio e almoxarifo* respectivos,
conforme propoe em seo oflicio do lionlem datado,
*'i D. Mt. Quanto aos artigos de fardatnonlo pa-
ra o 2" batalho de infanlaria, viudos ta nliom no
mencionado vapor, desgnei nesta data para pxa-
ininal-os, de confonnid ade com o disposto no avi-
so do 1" de mareo de I8t>?, uoia eommiss.10 com
posta do director daquelle arsenal, dos majores Ma
noel Azeve lo d > Nascimento e Luiz Antonio Fer
raz, a qual dever opporluiamenle apresenlar o
resultado desse exanie. O c|ue commonico a V.
Kic. tara a expedicio das convenientes orden*
neste sentido.
Ao inesino.Trausmittindo a V. Exc. copias
lo oleio do engonheiro das obras militares, data-
do do ti do crreme, e do calculo por este feito do
consumo por hora de gaz de cada bico da illumi-
nacio dos quarteis e do hospital militar, recom-
meudo a V. Exc. a expedicao das maii terminan-
te ordens no sentido de nao ser excedido o con-
suui) flxado, so!j pena ta de q em para elle tiver concorrido. Ficam as-
si.ii respondidos os oflicio- do seu antecessor, de
17 do pneiro e 17 de fevereiro prximo lindos, sob
ns. 76 e lili, relativos ao excessivo consumo de
gai nessa estabtdecimeatos militares.
Ao luapetor do arsenal de marinlia.An-
nuindo ao que sobeila-me Luiz Schmalz, antoriso
V S. a noi inittir que nosse arsenal se constniam
fru-, centrifuga- de madeira, seiiundo suas indi pes, repoosabilsando-eelle pelo valor do traba-
lito e material.
A'i mesino.Aatoriso V. S. a maular fazer
a.* obras indicadas eoi sea oflicio de 7 de mareo
Uililtl i, sob n. 571), e do una precisa a casa que
forma angnlo em frente ae torreaddesse arsenal, e
onde existe um dos rmateos do almoxarifado, a
qaal ameaca do-sabar, por baver nella duis feo-
das em cada urna das face.-, podondo despender
00O essas oliras a quintia do 5:i)'J3G00, de con-
formidade com o orcamento junio, organisado pe-
lo engenheiro das obras militares.
\o director inteiino do arsenal de guerra.
Tendo resolvido que os volamos vindos ultima-
monte da corte, no vapor Guar, eonlendo vasi-
Hume e urna caixa de instrumentos cirurgicos,
com destino ao hospital militar, sejam examnalos
nesae eatabetecimeto por urna commissao compos-
ta do Io medico, 1" cimrgiao e aluioxarife respec-
tivos, rcejauaeodo a Vine que mande para alli
condiizir os ditos volumes, fazendo a despeza ns-
cessaria com o transporte. Quanto aos arligos de
far Lmenlo e cornetas de loque, vindos no n esmo
vapor, para o i" batalhao de nfanUria, tenho de-
aigoado para examina-los, ccomo prescreve o avi-
so do Io de mareo de 1862, urna commissao com-
posta de Vine, e do? majores Manuel Azevedo
do Nascimento e Luiz Antonio Fcrraz, a qual de-
ver enviai-me opporlunamente o resultado desse
exame. O que eommoaieo a Vmc. para sen co-
oheeimento.
2.' serriio
Oilicios :
Ao l)r. chefe de polica. Com o oflicio do
,- ia mandaste do corpo de polica, n. 222, de 21
do correte, junto por copia, respondo ao de V. S.,
n. 710, de 15 deste mez.
Ao commanJante do corpo de polica. -Pode
Vmc. eliminar .soldado Antonio Francisco de Sant'Anna, como so-
licita em odicio n. 221, de 21 do crrenle.
Ao mesmo.l'odo Vmc. engajar no corito
BOb o seu ominando os paisanos joaquim Duarte
de Andrad*', Altstandre Jos HoMeiru de Mello,
Polycarpo dos Santos Freir e Mauoel Eurazo de
Itullanda, dos quae traa o seu olcio n. 228, de
21 do correle.
.3." serriio.
Cilicios: .
Ao inspector da Uiesouraria de fazenda. -
Incluso remello a V. S. o pret em duplcala alim
de salisfazer por adiantameiito o pagamento do
mez de maio prximo futuro forja que se dos-
tina a conJuzir presas para o termo de Flores, on-
de vo estes ser julgados Fodendo acontecer que
a forca se demore alm do citado mez, de V. S.
suas ordens alim de que a collectora daquclla
localidade satisfar o pagamento. que ella tiver
d.reito.
Ao mesmo. Expeca V. S. suas ordens alim
de que por essa tbesouraria se ajuste contas al
o fim do correte mez ao alferes Lydio' Gomes
Porto, o qual segu em digencja para o termo de
Flores, e bem assim para que se lhe adante o sol-
do do mez de maio prximo viodouro.
Ao mesmo. Annuindo ao que SQlicitou a
commissao censitaria da freguezia de'Ouricury em
offlcio de 10 de Janeiro deste anno, autoriso V. S.,
nos termos do art. g 4 do regulamento de 30
de dezembro de 1871, mandar pagar aos agentes
recenseadores da mesma freguezia, Telesphoro
Lopes de Siqueira e Secundino Barbosa ao pri-
meiro a qnantia de 3004000 e ao segundo a de
200/JOOO, e bem assim a Adriano Teixeira Lima a
de lOOOO pela condcelo dos elementos orig'maes
do
par
Ao mesmo. tondo nesta data aulorisado o
inspector do arsenal de afiaba a mandar fazer
pela quautia de 5:1)95*600, em que ostao oreadas
as obras de que precisa a casa que forma ngulo
em runte ao torread d'aquelle arsonal, aonde existe
un dos armazeiH do almoxarifado, o qual am;aca
desabar por ha ver Rolle duas fondas em cada
urna das faces ; assim -o conimunico a V. S. para
os devidos etfoitos.
- Ao mesmo. Inteirado de quanlo expoz em
ma mtormacao de hontcm n. 608 serie C, acerra
do pagameulo do augmento dos vencimenloi con-
cedidos pelo decreto de 8 de. l'evereiro deste anno,
a Iropa de liaba, tenho a dizer a V. S. que, adan-
do-se ja publicada e sanecionada a lei autorisaudo
esse augmento, e, como tal, em execuco em alga-
mas provincias e at mesmo na propria corte,
cumpre V. S. inin-Irar a sla presidencia urna
emunslraeaode quanta definida para ser aulorisa-
do, nos termos do decreto n. 2,88i do 1* de feve-
reiro de 1862, o crdito necessario, afin do poder
essa lliesourari.i oeeorrer ao pagamento do aug-
menlo dos vencmentos da for.-a aqu exisUnte,
vi.-lo eslar ella anda sen gozar do avor la cita-
da lei.
Ao inspector da Ihesouraria provincial.
Mande \. S. entregar ao thesonrero da repariico
das obras publicas a q anla de 980000, precisa
para pagamento dos reparos a faier-se na ponte
da Boa-Vista, conforme solcitou o chefe d'aquella
repartio-ao em offlcio de hontem, sol n. 168.
Ao.mesmo. -Transmiti por copia a V. 8. a
mclus circular do presidente do Monto-1'io Geral
de Economa dos Servidores do Estado, sobre os
adiamntenlos de dmheir.i que possam fazer os
empregados provinciaes, como conlrbuintos do
mesmo Monle-Po, para sua sciencia c lius nella
determinados.
Ao mesnio.Declaro a V. S., em additamento
ao offleio desta prsBtdeneia de 21 de novembro
do anno prximopassado, para os llns convenien-
tes, que a autorisacao concedida ao director eral
intelmo da nstruceao publica, relalivamente ao
forneeimeoto de duas estantes bibliotbeca pro-
vincial, foi de 7004000 e nao de IOOiOO'1 como por
equvoco se ineiicionou no citado offleio.
i' seccao.
Acto :
O presdeme da provn.-a, dando cumpr-
ment ao disposto no aviso do ministerio do impe-
rio de 13 de selembro do anno proxim passado,
res-ilve noinoar as commissoes atiaxo declaradas,
alim de incumbirem-se as fregueziiLs do mu/i-
po de Pao d'Alho da acquisicao de donativos pa-
ra edineapai de casas apr.pralas a funccionaieni
as escolas de instruccao primaria das respectivas
freguezias :
Freyuezi i do Diwmi Espiril Sanio
le Pao d'AUo.
Coronel Luiz de Albnquerque Maranho.
Vigano los Ilufino Gomes Pacheco.
I>r. Vicente Ferreira Gomes.
I)r. Antonio Ifartins da Cunlia Souto-Maior.
Teiienle-coronel Crslovao de Hollanda Lava'lcante
de Al'mquerque.
Majorloo Antonio da Silva CabraI.
Moro Soares Carneiro de Albuqnerque. -
Padre Antonio Franklin do llego Accioli.
Tenente Francis.-o Vieira de Mello.
Fiegnezii de Nossa Senhora da
Gloria de Goit.
Vigano Manoel "-'erreira da Rocha.
Antonio de Barros Correia.
Paschoal Soares de Figueiredo.
Major Caetino Correia de Amoro!.
Manoel Antonio de Soasa Costa.
Manoel de Hollanda Cavalcanle do Albuqner-
que.
Scverino Piulo da Molla Nonos.
Antonio Rezerra de Modeiros.
Alexandro los do Parias.
Fregimzia de Nossa Sealiora da
\igaiio Ignacio Alvos da Cunha Souto-Maiur.
Dr. Julo Severiano Carneiro da Caoba.
Capiio Jo.io a Azevedo Aiaujo Pinheiro.
Manoel Cavalcante de Albuquerque.
Joad Beitrio de Araojo Pereira.
Francisco Antonio de Mello Azdo.
Francisco Carneiro de Mello,
los Geminiano de Araujo Pinheiro.
Major Tnom Lelo de Castro.
Ofllcios :
Ao conego rededor do gymnasio provincial.
-Para salisfazer o pedido do Dr. louquim de
Aqaioo Pmweoa, encarregado por esta prjsideueia
de dar parecer sobre as contas desse estabelec-
meato, srvase V. Rvma. de mandar urna nota de
todos os alumnos que existiam en cada mez, des-
de o 1. de outubro de 1870 at 31 de Janeiro do
corrale anno.
Ao provedor da Sania Casa de Misericordia.
Em vista da iofrmaeao de V. S. em oflco de
18 do corrente, concedo a autorisacao solicitada
pola junta administrativa densa Sania Casa para
eontrahlr um emprestimodestinado reedcacio
da casa n. 37 da ra da Moeda, da renda do asy-
lo (le Mendicidade, da quana ser excedida e que dever ser integralmente paga
no praso de tres anuos.
Ao presidente e mais membros da mesa pa-
rochial da freguezia do Santissimo Sacramento da
Boa-Vista -Em resposta ao oflicio de Vmc. de
hontem datado e boje recebido, tenho a dizer-lhes
que bem procedeu essa mesa nao cousentindo, nos
termos do arl. li do decreto n. 2,651 de 22 de
agosto de 186, que individuos naoqualificados na
freguezia iaierviessem no pleito eleitoral, e per-
mitlindo smenle aos que estao nestas condii;oes a
inspoccao dos niesmos trabalhos.
Portara ;
A' cmara municipal de Ipojuca.Em res-
posta ao oflicio da cmara' municipal de Ipojuca,
de 11 de marco ultimo, tenho a dizer que appto-
vo as arroma tacos dos impastes de 500 res por
cabera de gado vaeeum e 120 res de chao de feira
por carga de legantes, leudo em vista as infor-
macoes pela mesma prestadas em 17 do corrente,
sobre os preoos oblidos por estes inuiostos no
triennio anterior.
5' secrao.
Olllcio :
- Ao bacharel Bento los da Costa, presidente
da junta de emancipaeao de escravos do munici-
pio do Recife.-Em resposta consulta que fez
Vmc. cm olllcio de 20 do crrenle, como presiden-
te da junta, de que traa o arl. 28 do regulamen
to n. 5 35, de 13 de novembro do anuo prximo
passado, teuho a dizer-lhe :
1." Que, nao tendo o mesmo regulamento esti-
pulado um praso para os possuilores de escravos
fazerem as suas declarares, ficou isto ao arbitrio
da junta, que, attendendo extenso do municipio
e aos meies de communicacao, marcar esse pra-
so, alias nunca inferior a tres mezes.
! Que o art. 97 obrigatorio para todos os se-
bares.
3. Que as declaracjes devem ser feilas por es-
cripto c em duplcala.
.* Que bastante serem vistos os escravos pelos
avaladores ; devendo a junta para esse fim esco-
Iber os individuos que forem idneos.
5." Que o art. 31 satisfaz perguota.
6.* finalmente. Que a junta dever prolongar os
seus trabalhos dentro das horas de expediente,
conforme a maior ou menor aflluencia de ser-
vico.
KXPHDIENTE DO SICHKTAKIO
/.* secr'lo.
Ollcas :
Ao brigadeiro conimandante das armas.-S.
Exc. n Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. Exc, em resposta ao seu offleio desta data,
sob n 426, que liea expedida a conveniento ordem
a Ihesouraria de fazenda para ajuslar cuntas at o
fioi do corrente mez ao alferes Lydio Gomes Porto,
que segu em diligencia para o termo de Flores, e
bem assim para que se lhe adianto o sold do mez
de maio viudouro.
Ao mesmo. O Exm. Sr. presidonte da pro-
vincia manda declarar a V. Exc. que nesixdala
exiiedio ordem Ihesouraria de fazenda no senti-
do de ser saisfeita a sua requisicSo comida em
olllcio de boje, sob n 12.
.,, 2." seesao.
Oflicio :
Ao chele de polica. O Exm. Sr. p esidente
da provincia manda devolver o olllcio junto, \ae
voio anuexo ao de V. S. n. 759 de 20 do correle,
de cujo conloado licou inleirado.
4." sece/io.
Offlcios :
Ao Dr. loaquitn Corroa de Arauj), I." se-
c/clario da assembla legislativa provincial. -N.
9i.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, passo s mos de V. S alim de ser pro en-
te assemblca legislativa provincial, a inclusa
copia do officio de 18 do coi lente, em que o Exm.
e Hvm. Sr. hispo diocesano d parecer subre o
projecto n. 37 do anno pausado, que altera os l-
mites das fregnezias de Pesqueira e Brejo.
Ao mesmo. .\. 93. De ordem de ^. Exc. o Sr.
presidente da provincia, pasto < maos de V. S..
alim de ser presente assenbla legislativa pro-
vincia;, a iiiclu>a copia da iifocma.ao prestada
em 21 do corrente pelo Exm. e Rvm. Sr. biso.,
diocesano acerca do projecto 11. 39 de 1871, que
crea a freguezia deTimbaba, licaiido deste modo
saiisleitaa resulu.il ilamesiua assftmbla, contida
no offleio do V. S. de 12 de marco ultimo, sob
ti. 7.
A; mesmo.- N. 96. -De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, passo s mos do v.
S., alim de serem prsenles assembla legislati-
va provincial, as inclusas copias do olllcio de 16
do eorrenle sob n. 29 e mais papis annexos, eon-
lendo os escfarecmeiitos prestados [tela lllma. c-
mara municipal do llecife .sobre a despeza feita
ale o presente com u expediente da sal* das au-
diencias de priineira entrela.
5.' secano,
Offleio :
Ao engonheiro chefe da repartieo das onras
publicas. u Exm. Sr. presidente da pro lacia
manda commumear a V. que nesta dala expedio
ordem ao inspector da Ihesouraria provmaal para
entreg: ao thesoureiro de-sa ropartiio a qtian-
la do na 14, necessara ao pagamento dos reparo
a fazer-se na ponte da Bua-Vsla, coma soloitou
V. S. em oVJo de hon'em, sob 11. 668.
DKSI'ACIIOS DA l'KKSIDK.WIA DK 25 DE JU.XIIO DK
1873.
Angelo Curioh.no da atolla.Remcttdo ao Sr.
Dr che:e de polica para ailender ao supplicante
orno entender de justica.
Domingos Ferreira das Noves Gumanies. -De-
ferido com olllcio desttl data dirigido Ihesoura-
ria provincial.
Jlo Barbosa de Liuia.-Indeferido.
los Joaquim Soares do Albuquerque. -Informe
o Sr. Dr. jttil de direilo di comarca do Pao
d'Alho.
Joanna Mara da Conceic io.Entregue-se, me-
dante recibo.
Joaquim Gomes do Albuqnerque. -Enlre'ue-se,
mediante recibo.
Jos Rabcllo Palilha.Orliliquese.
Jos Lucio di Albuquerque Mello.Indoferilo.
Jos Ignacio il'Avla.Deferido coui olllcio des-
ta dala ihesouraria provincial.
Luiza Elias da Paixio.Passe-se portara na
forma requerida.
Manoel Romualdo Je Lyra Berenguer.-Deferido
cun olllcio desta data ao Sr. iospecter da tliesou-
raria de fazenda.
Mara das Nevos Carneiro da Cunha. Sim, com
recibo, nao havendo inconveniente.
Trajano Alipio de Carvalho Mendonca. -C mee-
do o praso inipiurogavelde quinte das'.
Secretaria da presidencia de Pernamhuco, 26
de junho de 1873.
0 porteiro,
Silvino a. Rodrigues.
II :-jurtrao In polica.
!.' ieccio. Secretaria da polica de Pernambuco,
26 de junho de 1873.
N 11 i-i lllm. e Exm. Sr.Das conimuncacoes
hoje recebidas nesta repartieo, consta que foram
hontem reeolbdos casa de detenco os indivi-
duos seguintes :
A' minha ordom, Claudino Jos Das, por des-
orden), e Senhorinlia, escrava do Dr. Paulo de Oli-
veira, por fgida
A' ordem do subdelegado do llecife, o austraco
lovam, reqaisicio do respectivo cnsul.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Moreira da
Silva, por briga.
A' ordem do du (s dislrictu de S. Jos, Candido
Jos da Cunha e Flix Correia de Oliveira, por
disturbios.
A'ordem do da Boa-Vista, Eloya Mara da Con-
ceico, por desorden).
Finalmente, a ordem e tranqnllilade publica
nao soffreram alteracao.
Deus guarde a V. Exc-lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Ilenri pie Pereira de Lacena, dig-
nissimo presidente desta provincia.O chefe de
polica, Antonio Francesco Correal de Araujo.
CorroMpomleuci do a Durio de
l'ciiiamliucii.
L1SI0A, 12 DE JU.V1I0.
Acabo de receber aviso telegiapheo de estar
entrando barra o paquete Boyne que soguir
para os portes do Brasil.
O que mais tem ocefipado a alleugo publica
sao os successos de llespanha. Poucos pormeno-
res da.inslita crse que aquello paz vai atraves-
sando nos chegam por ora, alem dos que se co-
Iliem dos telegrammas. A Hespanha est iago-
veruaVel, e raros sao j os verdadeiros homeos
de estado que se resgnaiua acertar urna pasta.
As ultimas noticias do-nos a aceitacao d'uin
gabinete presidido por Pi y Margal!. Diz o des-
pacho que um ministerio de conciliario, domi-
nando n'elle a direita. O proramm de Pi y
Margall cifrava-se apenas em manter a oraem
a toda o transe.
B j nao ser pouco Se elle e seas collegas
tiver impulso para a alcancar ; mas duvida-se
muito anda. A formaclo do ministerio serenou
a agitaco que era espantosa no seio do congresso,
as avenidas do palacio das cortes, as ras e
pracas, por toda a parte einflm, chegando a cir-
cular aqu em Lisboa o boato de que se tinham
comecado a levantar barricadas e que o sangue
corra j pelas ras de Madrid I Nao chegou a
tanto, mas a confuso era incrvel.
A bancarota parece eminente, aperar dos esfor-
cos que se fazem para a conjurar.
O exercto, a guarda civil e os voluntarios li-
nhaui olforeci-loo s i ;qni. .i .sembl,.
Na seiv-.io coiii;ioli-nle Ins ir.iii-or.-vore por
sua ordem os Hogram nos uns roc.oitos ilos ul
limos successos, p,,rqoe na i h.-iwndi temoo .le
cbegaroill pert^li.-...- n-m e.it is, a oirr.i funte
se li iu pule rucurrri'i.
Ksorevi | |0di co:renle p.'l i pa.| iota Wo-
grtliin da Imhi do Pacillco IVI Z*l'-m (vapor de
caiga, da co i|iinliia do l,ivoro .1) q i* lioiili-.n
(II) sabio e lino m il i as 7 l| li .i~s da moih.i,
nao iisc.revi pinpi uli lioia qn n-cros.-i-iitar.
Hoje corro fu-J. am Lisb.'n pm i .i antigitissi-
ina pr.icssio de Cw/ms-Chrirt), qim el-re e a
corlo aconipanh.im secundo o costuiue.
A' iiouto. celebranise os populares lolguob.s
ao popiuarissimo tbaiiiiiatm; (Sanio Aioiiio) pa-
drooiio ||,. Lisbo. Amaulia, inil pestres atlrahem a populara i daj/uitel para os
airabaMes epovos quo ucimiiiiodo ferro fez
prximos de Lisboa. Que se divot un muito as
boas huras, ii que a lid .s e Mas eu desojo,
que provaveliu.-nle o> ido ae MRpntt'Mfd il-.-ta
vez.
CimtJliu.i a nianfestar-s.- certa m.i voni.ido
fundacau do novo banco [CreMu de l't.rtugil)
ate nii'siiii, ca deslavados ipigraiiiinas e insulsas
gi acolas, cotilo urna km tirad i Ion ios-a que
no da 10 appnocen no Jornal do Comoiercio por
Iranserip.lt do Jornal da Jf nka. que e do Porto.
Hojo o Jornal d> Cummerri mo sen artigo prin-
cipal faz sensatas reflesoes aiequ-ito les la guerra
surda, airoi.ndo caten < nptnifr eral, ; respoi-
tabilidade dos fandadored do ko|.-o ettl iqueslao.
O cerlo que a sobsrripcao nao |ir.nluzio em
Lisboi o Porto o i'osultado queso esparava, toda-
va nao dioxa ilo si-i iiiuilo moolanle.
O Gumttrfcit dn Furto diz que o Sr. loaquim
Machado Cayres, u.o dos fun l-d r.s di Crdito
de l'orhtgil o oapjt.ilista rosident! m Braga, apiv-
sentoii uuia isla de amigos seus de Liboa e de
Braga, tomando cotit-.cliv.tinentc 3,872 aci/ies.
O Banco do l'orl soeiodavlo aiiooyiiia
de responsablida lo limitada coiivilou agora us
seos subscriptores a mandar buscar os estatutos
do-te banco o a ntitiiurem a suo-erpeao rus-
pectiva no- das 2o a :io do e.trreiitft, pagando
IO 0|0 (54"))) por lecao. qio sr-rio iteposiiailis
u'um dos bancos a"a.piella cidatlo em baroiunia
eooiateida* sieiodoles ano.iviii.is e;n 22 do
junho de 1867.
Os corpos gorenlHS, Humeado* |h*I.1 c^ininssai)
pro notor.i, om eonioOni lade com o arl. 13 da
iiKsnta lei, sao :
Mesa da assembli joral. Presidente. Adriano
de Abren Cardos,, Machado; rta-nrosMeate Eda-
ardo da Costa C a re L -ite ; s Hlieiro Ji Costa o Abn-ila, iio Aiitouio de Fre-
tas Fortuna.
Commi.-sao administrativa. Auionw Ribero da
Csl.i o Almeida, Antonio ferroir.i da C.Hiilia Lima,
Joaquim Jos de M.iceJo Freitos da Silreiro, Paulo
da Silva Barbosa.
Coiisolbo fiscal.Jos Pereira di Costa Cardse,
Bruno Alvos N'obre, : 1 a pim Forreir.i Monnho,
Francisco J &'. Hiiwiro, los Bapar da Graca.
Gerencia.- Jo.- Joaquim Rodrigues du Frilas,
Anl uno R Mriguos f'niim, llonrique Spra'l'v.
Ageiieia em Lisl'-a. -Matheus da Silvi Loiro.
O govorno portuguez trati do ooutr.itar a eons-
irucca > da p me sobra o rio G ia lian i, qui limita
com alguns pootos, os d ms pii-.es, Portugal e
llespar.fia. n io si'i para servco ferro di.-ul, como para uso da viacao ordinaria
Parare qo o san cu-to est calc.ifa'd em uns
de 10 i motes do res.
Esl em exposico n'uma das mais elegantes
atelie deslofa lor, ao Chado,- urna rollec.o de
20, dousde 15, dezoilo de 10, sete de 6, viole e
tata de 3, seis de i, dous de 3, qualro de 2, e cen-
lo o dezenove do urna obriga.o.
D H 97 subscriptores do Lisboa, foiam 32 de
ana tmrip^m, 5 do 20, de 10 e I do I, os res-
i mies tud^s por muito niaor numero, como j Ibes
disse.
Dos 24 do Braga, s 5 sulisoreveram com 7 ou
menos obnga^os; dos 0 de Vianua s 3 estao
nesle caso.
Desla estat.-tica rosulia o segunte :
Subscriptores de monos de 10 obrigaoSoa, 202.
Snlhwriptores de-mais de ll> olirigaeoes. 250. |
J confessaraui os jomaos que era phantasiada
a tragedia contada pelo Jornal de Vizeu. Assim o
disse na minha de io quando Ibes transcrevia a
peta, alias muito ana contada. O povo da looili-
dade andou em holandas para ver os taes nana Te
rea dos Mnaoste* suicidas.
Faila-.se em que sahir urna amnista para
os reos inlilares ou civis que andam fgidos, do
ceiebre processo da revulla, mais s dejiois do jul-
gamenio e ixmdeinnaeao do< militare*. O Di trio
Popular de lioie stygmatisa acerbaioento o gover-
no polas manobras quo tem promovido, alim de
que o conselho de guerra, a cuja apreciarlo eslava
submettido o processo dos militares, soja dissolv-
do, uomoando seontru compiHtedeoflteiaM de su-
perior patente, a pretexte de que o coron:! Bor-
gos deve sei julga lo conjun:lamentc enn os ou-
tros reos de cathezoria inferior, conforme foi de-
cidido pelo supremo conselho dejnsiica militar.
empregam as snas I culra.<)Vs e-o *mi
> lavel tlenlo em esiu los profundo> do 4ir
toral inodoro j, que a base, por ass*M dtesr, 4>
lodo o direilo publico das iri-dadV* artoaan.
Nao pois, ao correr da pema, mrm *et*e
joclbo (pie se peda dar una, anda qm- teiftea,
apreciar ,o de trabalhos deste alcance Seria oa
profanarlo.
Apoiias Uve lempo de Mocar o Uno d Sr. Dr.
Rezerra Cavalcante, a quern testemunh aajte
ilion rioooN agradecmeiiio pur ,.u d-ru.**tra
rio bonevola de sua ib-hra 1,-ia
Na mifllia prxima cana, p nJcni tor |*irtaofc>
a saiisfa.o do n-ft-rir me mais d-tiJaMrate a
precioso esludo do Systoiua prKNCci-Hial.
/.
hTERIIR
IIo. IO Ir JMh. Ir IH19.
I.OIIKKtNClA I. ||,|.S.
Nao lia muilo- das pa\ mleiro presoaeteai
aRanoso bdar iki liberalismo, ja no parame*.,, ja
na He/orm, ja no- oiiiici -, i|ua4u m muva
do fazer retirar da cain ,ra loinp>rarii um hteral.
etelte peta provincia do Rio Gramle do Sol. uaiea-
menle porque ,, di-lincto ropn-.oitani.' i
que u fado de pntfessar ideas i^n^-la- a< o
Assim dislance a *} este j.ilga.neuto da grande ";"'*.ll!f P "W .*"'#*< ***??:
impressrto |ue produzo a absolvico dos reos ni- "' l.SVi i r "' i "' ** r,*"+*
sanos,e o govorno nao passa polo desaire de ver m '". ,'< ^'" 'V? *.' "l'M">" *
os miliures tambom absolvidos. "' C4,1" K'WI,,'^i *"P<-c Iradunda- R. esadr*.
J;i sobre osle assumpio as miahas anteriores
Ibes disse o que se pensava, e por i.-so abstenho-
mo de mais tongas cousi leracoes a tal respeito.
Doram entrada na attaadega do Porto, pro-
cedentes da raa, onde foram apprehendidos, al-
guns armamentos militares .ue so destinavaui s
de todos h aaaa Ratea,
\o o paiz modo |Hin|iio cutio procoil ram o-
nossos adversan ,s |M>|iliros.
Eliu se poiiparaiii recursos esir^u-jucis, pur
mais di-sleai s > nial cabido? que fin>*viu.
logaram, ilulisliiiclaiut-lile, lodan a- ario
Ora, era a voz do Sr. Sil\oi*a Martin- a repfrcu-
laceos carlistas de Hespanha, A ma:or parte do tir'"%? \ T U "r *" Manra* a r'Trn;
armamento fra fabricado no Porto A a,.prehent * oao foi feita por guardas da alfaudega. L 23l % ',?'' *",'eira *"l,,,s
' Tem continuado o leilao da n.bilia, roanas ?" ,b' ^' *2 ^l.n'H......:i T .'"".'r
phoiographi ,s transparent*, do alguns dos mono-
montos mais nolavois da oapittl. E' um trabalho
deiieadissimo, e do bollo elfoito.
O elogio bistorie > do fallecido arobite'to pnr-
lugiiez, Jos ila Costa Sequeira, que o Sr. Nar-
ciso da S,Iva, lociloii na socio lado iliis architoc-
tos civi-, |milngi,e/es. na inaugoraca i ail', do re-
trato do illu.-li o proessor foi vorlibi em bollan-
dez e franco/, pelas resj.tviivas sociedades.
E-l j confirmado no eiiiurego de vice-consul
de llalia, na cidade d > Pullo, o Sr. Eduardo Au-
gusto Koplic.
O celebre jurisconsulto poitugUcz viscoiido
do Paira M msu, (Levy Mara Jordn) o represn-
tente em Portugal, ila o iminisso de professo-
res e esludnlus, que em Pars se Instellou com o
lim de elevar um iinnumento memoria dodis-
linclo profossur de direilo rlolan, que a morle
ha pouco roboii sciencia.
O) beos do Porta o crdito de Portugal, ja
requereram eortido de qae uto lia ontros com a
mesma donomnacao.
t No prximo mez de agosto abre-.-e a seccao
da 11 ii I i.i forrea d i sul, que termina om Exlremoz
(Alemtejo.)
O govorno porluguez expodio ordem agen-
cia linancial de Londres para o pagamento, no da
do veneim -ni, da letlra do 3o0,0 O libras, do de-
dil l.yonnais Oeste modo lica qua.'i exmela a
divida fluciuante externa. O veiicimoulo das let-
iras no da 23 do crrente.
t Expodiram-se as convenientes ordens para se
eomei.-arem os interinos do caminUu de ferr du
Douro, no de jullio prximo.
Fui appruvad o projectu doliiiltlvo o respec-
tivo orcamento, da seccao cunipe'.iendida. entre o
entruncanienlu no caminho de forro do Minlio e a
cidade do It-nalM (Uinho.)
No mea actual teem havido grandes inun-
da.des nos campos du Coiuibra, causando extraor-
dinarios piojui/.os a2ric.iltiira.
Fez a sua representa.o de despedi la ao pu-
blico lisbonense a companhia dramtica de decla-
mar italiana, deque empreziriaa elegante
actriz Elvira Pasquali Elegante lhe eoame por-
que a elegancia o seu principal attribto; e des-
de que n torio e a direilo s- aatepfln a tojos os
actores, escrevedores o quallicalivo do dislinct>,
escrupulso em usa-lo, por muilo vulgar o prod-
..alisado que tem sido. El llama p--rdeu mais
de mil libras stirinas ests anuo, porque a thjea-
Iro que era o de S. 'arlos, salvo na noite do seu
benclicio e na ultima, estova quasi s moscas, ape
zar do muilo merecimenlo da coinpanh.a, e do sin-
gular tlenlo da Pignora Pasquali.
Espora-so anda nesle verte r .celebre trgica
Ristori.
No theatro de l>. Mara II reapparecen a Cora
ou a Kscruvalvra. Emilia Adelaide faz o sympa-
tbico papel de cora.
Francisco Palba, uooroii. fe-se-lhe junta e
d apenas algumas esperaneis do melborar.
Na TrhtdaJe. de quo director, wpete-se boje
As tres rosas de crgstal, mgica de grande appa -
rato e riqueza.
Contera osjornaes desta nuih que as obr-
gafes do caminho de ferro do Miuho, entrada 5
'/ alcancaram hontem na boba o premio de 1,12
e 1,23.
A pequea subscripeo de Vianua do Minho
proveio de que n'aquella cidade t foi publicado
o annuncio no da da subscripeo.
O numero total dos subscriptores das obrigacoes
dos caminbos de ferro do Minho e Douro foi de
452, sendo 323 do Porto, 2i de Braga, 6 de Van-
na e 97 de Lisboa.
Dos 325 subscriptores do Porto houve um, os
Srs. Carmo Sobrnho A C, por 1,806 obrigacoes,
outr, a caixa filial do banco Lusitano por 3,<>00,
um de 600, um de 000, um de 420, um de 400,
tre de 300, um de 280, qualro de 250, doze de
tOO, um de 150, um de 130, um de 118, vlnle e
qualro de 100, vate e doiu de 50, deteaove de
ex-
aifee-
fr,,tT,^?ai.de.,,?r,'r. r rr'fr j"*
ron transmltilas. A Correspondencia de Portngal *t ""J!Js .,"":l '*-*-
muilo frisanies S^M*'+?** '""T ***"-
graude uesaguisauo i-mre a ius-,
ler este, dzem que por acinte, forado as orelhas ,^'T'T ^, M "* V u TT1
da magnifica imagen da Virgeni, padroeira, para "^' ,*" b '' ^no* f df '"^^l"
lhe eolTocar uns pingenles TeryS Represen-, S? *?"* fe* > l1 "** m^
tacos sua eminencia o palriarcha, doeslos na J"**^ r' *; f "tT*!**L?" *'
imp-eiisi, datrbes Contri o parodio a quem fo-.ra '"j: j1'*h ,''' >r" \->"*< .
ram escabichar abas de quli nnguem 'se quei-' tai ibar;' lf\ ';; ,r;",; '*>. '' "t;
xava, emfim urna balbnrdia digna de um milru 'K. ?< Ui',,,a 'I'"' ","';"" d- marr.,
poema como o celebre Hyssope'do uosso Dnz da g*?_? I*uv*. !* ?9 *> P
pi >-> i ,! mil .encas .-iraiiRa a-i
pela quasi completa comparencia uc m- ,-
dos os convidados, que os proprclaros da Bairra- "P ."'..i ,, >
da comprehendo..; o grande aL-ance de peusan.cn- m S,"'"^"..""T *"*" l'" a 12^.
toqese pretende levar i execuco. "k "c ''......'? "" b"; '' d> que-na* *o
Para qu-ionosso movimenlo mal dsse um ^ ,V,' ol'', V'-1' *^*\*Z'J?~
passo de gigante, escreve com muito acert urna | P"""^. li.e.w q ic Mm Inlh.-m a
i", Iba de Lisboa, basta va que as diversas zonas
' Ilior estrada, am la tu --m- que -te- tralolnem a
agrcolas du paz, us pruprotarius cultiva lores,'"f'1" ^ ,,,|"'m;'" *'.*. ^'''',' bu-
lul ; cruel e coiixeiicjonahikiile ado(,u.|... para
reconhecendo o poder inmeuso da forra associa-
da, se combnassem em esbreo colleclivo para au-
xliarem de modos diversos, a industria de que vi
veoi. E' preciso quo se convein;am le que tanto
souiraam n tanto poder teem dez fortunas moneta-
rias, como mil que reuuam o mesmo capital Do-
mingo proximo dve-se verificar a grande reimio
di lodos os proprotarios e agricultores da comar-
ca da Bairrada. Ser um verdadeiro meetng vi-
ncola, pelo qual as mesmas classes mais rustica
da populado teem dado musirs de tomar vivo
interesM.
.No da II doitou-se ao mar a canhoneira
IVo Douro. Assistio S. M. el-rei o Sr. D. Luiz com
os seus camaristas,ajudaule decampo, o prcslen-
le do conselho de ministro, o ministro da marinlia
e I ida a otlicialidado da armada.
O navio correu muito bem, chegando quasi a
urna quinta parte do rio.
Em seguida S. M. dirigio-seaum pavlho arma-
do junto ao dique do arsenal e ah deu as primei-
rai marlelladas as cavilhas de outra canhoneira
que se comecou a construir e que se denominara
Wo Quanza.
Finda a ceremonia, o chefe do estado dirigio-se
ao arsenal d'onle pouco lempo depos se relirou.
Formava a guarda de honra a S. M..uma for;a da
armada, commandada por um 1* lenle.
J regressou Lisboa, viudo de Evora, mon-
senhor Mallera, encarregado dos negocios da san-
ia s em Portugal. Esleve alli hospedado no paco
iivhiepiseopal. VisitOU todos os conventos o em
alguns celebren missa.
os seus cheles, para os -eu iintavci*. para 9* sen*
mar echa -s. para os cus urg.i os, anda que ca*
diquem, am la que cuispirin contra futoro da
liaoo, um suporlici.d e prolong lo nmtcm, 9* e
sempre, lujo a lodos !
Pois bem : firmadas as premisas, j.nuai- deven,
falsar ou variar as conclu
Cumpre que a lioau de hontem ro tt perra
noje.
Cumpre que baja coherencia, para Rao dar es-
paco a que nos, < r io-, dgaaMi : O-
exemplos oflertcido- p,|,,s IH-rac* Rala pmvaen
em abono da sincornLido de rrrj crenca<, da teal-
dade de suas acedes e da boa fe de sen* mluite .
as falsas tbeorias que aprcgnaui, sao morn pre-
lexlos; a aboogae,. quo o-ionlaui, o a nij-cara da
hypocnsia que o- raractersa.
O exeraplo Mau um ponto de partida.
Queremos acela-lo i.....total.
As circuinstaucias o exigem e o lempo urge
Mos a obra.
O mesinissimo Sr. Silveira Martin*, o protego-
nisla no incidente que cima apuntamos, tema a>
figurar em sena.
O Sr. Silveira Mari ios peasa como Cavoar pen-
sava :
A igreja lvre no estado Lvre.
A Rrfrtma accresrenta :
Eis a aspir.icao do par'iJo blieral
si!. >
E a llrforma orgao cooheci Jo de*ee
Mis o Sr. ccnselheiro 7.ochara-, chele tel
dos liberaos, entende :
m
Nos das e 7 servio de padruho a qualro se-,
..ansias quando so celebran a cnnfiru.acau de! h re '"'* /"'""- P -'
ordens e ebrisma pelo Rvm. arcobispo da archi-
diocese eborensc. A concurrencia aquello acto foi
muilssinio numerosa
- Foram presos na fronlcira. portugueza os
carlistas : conde de la Torre Fresno e um rompa-
nheiro. Diz-se que o nosso governo (ha Axari pa-1 -Jf
ra residencia Lisboa e que empregara todas as di-,''.. 7arhiria<'
lgenoas para que qualquer carlista nao permane- ^ Uweiri Ma
E a Iteforma licou Sobre brazas : vnta |
no do Sr. Silveira Mari ios, e,,bnn.lo-o de Aore,
porcm nem de leve toca na |**oa do Sr. Zarbanas.
a quem'nao se atreve aggredir do rcRic
Em qual dos dous e.-tara enea; Ra la a i lea d
Escreve islo urna fo-
nins!
Se nesle, o ouln a conlraria.
Se naquelle, qual o papel que
He forma no Ihcalro liberal '
K preciso, a nao mudar o orgao d'nucrac* da
rumo, que o parti I >. entes interrcs adriza, osaR-
I va par do nomo di bario de Mana d Sr
ca as povoacoos da raia.
Iba hcspaiihofa.
Espera-so as aguas d i Tejo una crvela
sueca cun um irmau do principe herdeirn.
- Rsl delinitivamenle marcadu o da 27 de
selembru para a inaugurado du monumento do
"-aEspera-seem Lisboa a e.nbaixida japoneza|JJbcro c *al"Zarharia* delates e
pie tem visitado algumas cortes da Europa ; com-1 mIMhirrai-ii a
poo-se de um embaixaJor extraordinario Dion.i To- .,.,./'!',.''V ren XM U1" ""*' f,na
inanii Iwakur, de dous embaixadores adiunclos J. .^f.,,,.',... _______________
Inshii llirohomn 1 o, e lushii Maska Yainanaatent I <* ':' ft '"* P*!??* j^.";
Alara desles ligufes, que pelo noten nao percal.., fr" 'n'le' c* d fcfli*? ""
viro mais dez ou doze individuos que sao san? 'a.r' d. ,lber?' ^P nd,,.r;'r *K"T-^.
rebeldes ; nos Ihes conj'ir.imom
! preferir! tmtfW.
S assim o parido p.,,lera merecer
assim mostrar-so lu coherente com as donlmu
larios, aJdidos o interpretes, por isso que os em-
baixadores fallan) s a lingua do seu paz.
Deus os traga porque, no meo de tanta mouo-1
lonia, serviro ao menos para baver em que se '
fallar. E por nao ler hoje mais que dizer que,
pono Kir heje um ponto final.
L
P. S.Aim dos paquetes que raencooei na mi-!
nha ulUma, teremos o Ptolomeu, de Liverpool de
24 ou 25.
P. S. 2*.Acabo de receber pelo Douro urna
valiosa publicacao do estimavel escriptor pernam-
bucano, o Sr. Dr. Nabor Carneiro Beterra Caval-
canle Syslema proporcional, sua applicacio
por graos e reivindcalo de sua autora.
Eifeciivamenle, como dit o illaslre publicista,
brasileiro, a questio eleitoral, de todas as ques- sem que estejam em divergencia
toes polticas, scientificamenie tallando, a de maior os outros.
transcendencia. { Mas o eass hontea figurado par nos saaid
Um servigo preslam, pois, i sciencia os que fereote.
irga ; so assim apresentara inlranifnna <
cc do paz.
Do >ntrr'> .
Ser mais urna queda que os cfcroaistas asa
ualaro e que a hit ra comawntara.
Esprtenos I
11 aVjeanate*.
COHERENCIA. K IMLAS.
Admittimos o principia, teda
Rtform* da na os "
tanas,
-i-


)iaro do Pcmambuco Sexta feira 2? de Junli de 1873.
As cspccs sao distinctos.
QuooSr. J aquin (Naliuco, por cxomplo, soja
eista, o Sr. IVado l'uicntel ehrislao, o Sr.
j>anth
Thcopliilo Oltoni m*horm?taii o o Sr. Adolrdto Ue*
r.erra etrhista, pinito aposta.
A divcrsiilade daercwi pode nao afectar os
interesses da fuliiira.
Porem, qw o Sr. conselheiro Zacharias de (loes
o VascenceKos, chufe do n rifle* nrncUniec ca<
tholico, c s.e sustente acamar* vitalicia que a
religjao cathnlca, aposlola e nunaia dte, ser
mantida resucitada corto TifigSc o i-st.tSo; e
me o S*. Silvoira Martits, na Mnara iencerarla,
.aconsilhe a igreja livrc na estado livre, c|ue,aps
esta manifestacao divergate, xeforw i, m-go dn
fiartMo liberal, aecresoeato : o ifllistre depatad >
svantuu aliandcirado partid c exprimi :U asp;
raines delle isto p qiiaaiiigvjem ((iiapreluradera
Se nao fosee o parecer acrrimo 'lo Sr. Zacha-
rias e a opiniao livre do Sr. Silveira Marlins; s?
nio fosso a preferencia dada a um sobre o outro
pelo orgio democrtico, entfui se (liria; os libe-
raos podin ser judeus, mahometanos, bndbistas,
fetchuUs, uaniUeistas ou jugaos sem 411c estcjaoi
em divergencia poltica.
Mas que o chefe liberal pregue em nome dos
liberaos una doutrina, o Sr. Silvoira Martina ou-
tra e que o efcgia 1 > i>artik> declare *s o ulli-
timo falla a verdade eis o que planta DO espiri-
to publico a convicr/io de que reina a discordia.
lavra a sizania nas fileir;rs de dorsos adversarios:
os ainda o qic nos leva a crea-, como j se nos
offereceu occasiao de ponderar, qne o p.irti lo li-
beral tcaJjBgsasa urna deasas pocas sombras,
que mtrrTJS ver.es dMsam a pos si carbonisados
fragmentos, dispersas vestigios a attestaretn o ul-
timo esforgo, a extrema tentativa, o derradeiro
alalo de um punido dissolvilo na luta a que se
aventnrou coatra a opiniao.
Nib discutiremos a theoria grifada pela Refor-
ma, deque o homcm temo dir la de seguir a re-
ligan que ipii/.er. por isso ijtie suas croivas nao
ram nem do lireitos sneies.
E' ponto este que, quanto ultima parto, abre
espaco a urna ordena de elevadas consideracoes
(jue, precisamente, nio Virio agora ao caso.
O que, entretanto, contestaremos, e de de j
r;in les tamos, a coherencia que nao repugna a
Reforma perceber no facto de profcssar o legiti-
mo chefe de qnalquer partido una le, em nome
da causa que advoca, e o orgo desse mesnvi par-
tid. entra msulrando-se tambem nas ideas p iliti-
eal a q'ie chele e ergio HM adherir.
D'baixn deste golpe de vista que cumpre a
R'f rmt litir a questao quo se suscita.
O mais san meros paliativos, frac- derivativo
que na la preven e que traduzirao, mando mili-
to, as emergencias de nina falsa sjtuacao.
NtCOO.
& Kxc. Irvn., proved'jr'a.'tuMmeiHe da respw-
Uva rmaadade, iioM'.fica, cenfvre urdens menores
e de suridiaco 10 ;\ divei-i- seminaristas e'd a
Bcaeie panal. ,6-t
Ora ao Evanyelho o Uvm. conego Lioo do Monte
Cannello Luna, e ao Te-Deum o llvm. Leonardo
loao Grego. ,"
Do madrugada desse dia ha missa rcs&da pelo.
eapelHt da referida irmandnde ttv4 Jos Aflbnso
de Lima e S.
Hcaco fleje, pelas i horas c meia da tar-
de, benjte-se a iinagein doSenhor Itom Jess das
Cluicnd, aa igreja do l'arauo ; devendo principiar
ectivo setenario, 110 domingo 2!) do corrcnteJ
l l?
KRNAMBtftlO
enmmendalor Lniz Goncalves da
REVISTA DIARIA.
Antnriil sities pnliela.es. Por pirtari'M
da presidencia da provincia, de- 2o do frrente, fo-
ran n meados: delegado do termo do Bom Jar-
dim, T.iurim l.auriait) do ReWndfl Hangel ; 2" c
3o supplentes Jo subdelegado do rdistricli), do ter-
mo il Plorcta, Antmi 1 Porroira de Soaa e Can-
dido Its-Ms Nogueira; I", 2' e > suppl-.'iitis do de-
legado di lermo de Floresta, Joo Itrandainente do
Carraltio Belfort, Josd Anniii.1l Alves Cantarelli e
Narciso (Jo tos de S ; I, 2' e -i' supplentes do
subdelegado do 2" districto, do tenni de Floresta,
Jus Victorino de Barros, Manoel Goncalrva do
Nafeimentn e Francisco (Jomes deS
Rfeife leain:if;e.l'or portara da presi-
dencia di provincia, de 2"i do crrente, foi exone-
rad 1. seo pedida, de iiiembro da commi^ao en-
carrilada de dar pVcrer Ktfft os sppareHios da
eompan a Recife Drai age. o |)r. S\ni|ibronio Ce
BIT Coutllllio, por ter dfi seguir para ;; lnropn.
St:>n:ttiv(i!is. -') Sr. I)r. Manoel i'.lenwnti-
do Carneir. da'".unlu, dtgno srovedor da Santa
Casa de Misericortha d 1 llecife, ao commnnlcar
a junta administrativa, ora aessao de h mtern, qoe
deix.i o cxeiviei i d > earg de provador dessa eor-
poraco, por ter de seguir para a Europa, en-
tregon ao theso'.ireir 1 respectivo a quantia
de 2)'i, coma donativo para as obras do novo
edificio para o asylo de ajienados.
Sessa mesnia scss fui lido o olflcio de 11111
cavalheiro negociante nesta eidade, pondo dis-
posiro da junta doo Larris de violto, para ser
etnpregado na p 'armacia do hospital Pedro II, os
maea lite firam entregnes para esse flm por um
sen amigo.
Honroso.-A junta da Santa Casa de Mise-
ricordia do Iteeife. iin s-ssn de hontem, votou
por unanimida le qne se inscreva na acia respec-
tiva um voto de perar por vef deisar de presi-
dida o Sr. Dr. Manoel Clementino Carneiro da
'.unha.
Santa Casa te Misericordia do
Reeife Ni me/, de julflo devem servir de
mordomos nos diversos estabrlecimenlos a cargo
da Santa Casa de Misericordia di Ke:ifo os mes-
mis merobrjs da junta que servram no mez de
jnnho.
Companhia dn Bebsribe.Rcunio-se
hont-'m a assemble geral dos accionistas desta
eompanhia, para proceder eleica de alguns
meni nos da directora, em substui.-ao dos que
nao aritarain es cargos, o resultado foi o se-
^rr.in'e :
Presidcnti
Silva.
Vicepresidente, r. Manoel di Nasiiraento Ma-
chado Portella.
Adjuntos, c immendador .los Pires Ferreira, e
Joaqnim Rodrigues Tavares do Mello.
Commissao de cuntas, Joio Ignacio de Mederos
Reg-.
institut nrelieologico. Reunise
hoiitem o Instituto Arheolofieo, sol a presidencia
do Exm. conseheiro rnonsenhor Munit Tavares e
com asiistencia dos Srs, Drs. Soares Rrando, Ger-
vasio Campello, e os Srs. coronel Leal, tenente-co-
roncl Frias Villar, conego Luio e majares Codecei-
ra, Coellio Cintra e Salvador Henrique.
E' lida e approvad.i a acta da antecedente
Xo se a hando presente o Sr. secretario perpe-
tuo, o Sr. 2." secretario o substitue e d conta do
legointe expcJeste :
l'm olllcio do oflicial inaior da secretaria da
asseaibla legislativa do Para, offertanJo ao Insti-
tuto em nome da mesa da mesma assenibla 9 vo-
luntes dos annaes dos annos de I86" a 1872.- In-
teirado, sendo recebla a offerta com especial
agrado.
O Sr. secretario declara que o Sr. secretario
perjietuo o incumbir de scientificar ao Instituto
nao poder comparecer presente sesso por se
achar oceupado em servico publico.
O mesmo Sr. i.' secretario menciona as seguin-
tes offertas:
Varios nmeros do Diurio de Pernambuco, pelo
consocio Dr. Figneira.
Alguns nmeros da Luz, Provincia, Liberal c
Jornal tle Alagos ; pelas respectivas redaccoes.
Estas ouertas sio receidas com agrado c man-
dam-se archivar.
O Sr. presidente pede a eommisso incumbida
das pesquizas sobre o Arrala) Velho, que traga ao
conhecimento do Instituto o resultado de seu ira-
bslho.
O Sr. Dr. Gervasio, como membro dessa com
miise, obtendo a palavra, declara quo em vista
dos trabamos grapbicos ja executados, nao pode
ainda 1 eommiiu dar parecer algum, dependen-
do isso de outros trabalhos leste genero, que ain-
da se devem executar, bem como de novas expo-
racoes c pesquizas.
' liJo e approvado um parecer da commisao
de adinissrm de socios e em seguida eleitos socios
correspondentes os Srs. Drs relippe de Figueira
Faria e Manoel Pereira de Mores PinieiK.
O.Sr. coronel Leal, obtendo a palavra, declara
que tendo de partir para a ilha de Fernando de
Noronha, all punha os scus servicos disposico
do Instituto e que apenas regressasse seria assiduo
nas^essoes do mesmo Instituto.
Estrada de ferro do Recite & Ca-
xang.-0 Sr. Dr. Buarque de Micedo nos re-
melle o seguinte:
t Recife, 26 de junho de 1873. Illrn. Sr. Te-
nho recebido mais de urna reclamaro contra o
abuso nue parece, romniettem alguns conductores,
cobrando dos passageiros sommas superiores ao
que devio pelas suas uassagens. Nao se me
teDdo designado os individuos que assim proce-
dem, estou na impossibilldade de reclamar de V.
S. medida* repressivas; entretanto, para que se
evite toda a duvida lrpgp p,\'{ R. aw, sem perda
de te ropo, mande afflxr em todos os carros as :a-
bellas uos precoa da passageni.
Assim poderada pasageir3 terificar o que
fur cobrado pelo bilhele. Deus guarde a V. S. 1
dm. Sr. Jt. C. Batterbee, dignissimo gerente da es-
rada de (erro de Caxang. Asignado, M noel
Snnrque de Mucedo, engenhero fiscal.
Fettta de S Pedro.-Domingo, depois de
inaB a, celebra-se com solemnidade a festividade
S. Pdro, em sua igreja desta capital.
11 res:
pelas G horas o meia datante.
! :n quebra caneca Informam-nos que
110 muro que corre ao fundo dafereja de Nossa
Scnhorn da Pontia eullocaram nm lampeio -da -
luminjQJp publica em ponto tao baixo que a ros-
pecva retorta tornou-so tim quebra cabeca do
transente descuidado qe *o ten lia a ventura
de ser anao. E parque todas -o nlio sao, queiri o
respectivo fiscal tratar da remnifto \11vo arma/cm SiIj a rma coimn-Tcial
de Gusmao i Leal acaba de ser estabelecdo na
ra Primeiro de Marco n. 14. um bem sorlido ar-
mazem de fazendas, tendo seus propnct nos por
divisa ganliar poueo em cada obj'cto, para vende-
re m muito. Recommendamo-lo aos tenores.
Lotera.- A que se ana venda a 36.a, a
beneficio da igreja de S. Pedro Martyr de Olmda,
a anal corre 110 dia 30.
Hospital Pedro II.-O movimento doste
eslabeiecimeiito, de IC ao dia 2 de unlio de IS73,
foi o sesuinte : existiam 31(1, entraran 'i(>. snin-
ram 4*Xfallcceram 2, cxiste:n 3o,sendo: 209 hu-
meiis e IDO mulheres.
Advertencia.
Furam visitadas as enfermaras nestes das >8
1/2, 8 1/2,8 1/4, 9, 8 1/2, 8 1/2, pedo Dr. Roltrio,
por ausencia do Dr. Ramo- ; as 12 1/2, 1, 11, 12,
pe 1 Dr. Sarniento ; as 8 1/2, 8, 8 1/2,8 1(2,8 [/%,
9, pelo Dr. Malaquias ; s 8 t/2, 8 1/2, 8 1/3, 8
1/4,8 1/2,8 1/2, 8 1/2, pelo Dr. Vianna.
Fallecidos.
Jos Robeito de Sant'Anna ; tuberculoso.
Rulino Pereira Ramos.; Iiemorrhagia interna.
Pa*sasreins.-Viudos da Ruropa, no vapor
ingles Boyite :
Nicola Amlirosio, Joao Das Moreira, Jos Ma-
theus Francisco, Octavio Jauncte, Casimiro (Jroult,
Femand Rosing, Jos Cordeiro, Albino A. Baptista
di lioclia, Augusto Carlos Machado, Flix Kett,
Flrmiano de Moraes, Jos Gonc,alves da Costa,
Manoel A. Snrpado, Thomai S. de Almeida Sar-
zedas, Mancel Jos Dantas Jnior, Andr de Abreu
Porto, Manoel de Vasconccllos, Laura Santina de
Vr.sconcellos, Amelia Benedicta Mendos Pereira
Torres, Juaquim de J. Alves da Silva Colho.Aaot
pho Pereira da Silva, Thenphilo do Nascimento
Ferreira, Antonio Caiado, Joi Luiz Pereira,Fian
risco A. Pangallo, Antonio II Matlieus Perraira,
Manoel Ferreira, Francisco F. Codilbo, Francisco
(J'.ialberto de Miranda, Joaqnim D. de Barros, An-
tonio Manoel, Antonio Ribttiro C'aro, Franciso*
Anibro-io.
Viudos de Maeoi, no vapor inglez Mimosa :
Nalhan Klein, Francisco Mandona* de Vasto|)
cello,, Manoel d Vasconccllos. Felcio Mascare.
nlias, William \V. Robilliard. sua senhora, sua so-
gra e 2 criados, e Joaquim tas Sanios.
Cciiiiteria |ulilico. Obituario do dia 2
Je junho :
Antonio Pacheco, branca, Portugal, So anuos,
solte.ro, iVu-Vista, hospital Pedro II ; febre ama-
relia.
Manoel, nardo, Pernambuco, 7 mezos, Santo An-
tonio ; hepalite.
Benedicta, eserava. pela. Pi-inamlmco, 20 an
nos, soltera, Reoifo ; beriberi paralylica.
Lilia |iardo, Pernambuco. : inezcs, S. Jos
colita.
huomh jrniriiRM.
Tsahii!ial d c;;mni*cio.
SEt.V) JL'!':iARIA EM 23 DE JUXHO
DE 187:.
l'nKSIUK.NC.IA 11.1 KXM. SR. C. l.SSELIIEin I ANSII.Mi
frascuco reniml.
. Secretaria interino, n of-ial Torres.
Ao raeio dia e 12 minutos, presentes os Srs des-
eo ibarvad.ires Silva Guimaracs, Reis e Silva e Ac
cioli, eos Srs. depiilaiis (-linio Bastos, Candido
Alcoforado e annplaola S Leito, faltando com
parlicipaei o sr. supplonte Pereira Cascan, S.
Exc o Sr. conselheiro presidenta abri a sessao.
Presentes os livros dos registros dos protestos
de letras, verifieon-se que o do .escrivao Allm
querque tinha o ultimo protesto o n. 2,883 em i7
do correte, e o do escrivao Alves de Brito o :i.
2,747 em 2i> do mesmo mez.
ACCOBOAO.
AssigOnn-se o que se proferir em a prxima
passada sesso 111 feito entre partes :
Appellante Gerlrudes Germana dos Passos, ap-
pellado Manoel Eduviges da Suva.
Propostos os segaintes feitos, na i foram julga-
dos, j por ser pedido o adiimento por parte dos
Srs. JuizOS coinmerciaiites, j por nao ter compa-
recido o Sr. supplenle Pereira Cascan, e j final-
mente por nao estar presente o Sr. desembargador
Doria :
Alquilante embargante Manoel Nunes Parreira,
appellados embargados Corga Ir nao ; appellante
embrgame Manoel Rodrigues T< ixeira, appella-
dos embargados a viuva e berdeiros de Henri ue
de Miranda lenriqucs, o tutor do menor e o ca-
rador geral; apnell.tntd J0J0 los de Mores Cr-
tamo, appelladus Jayme Euas Gomes da Silva,
Jeronymo Delsuc e D. rsula Curdobna da R >cha
Miranda; appellanle Ivo Antonio de Andrade
Luna, appellado Vicente Leopoldino de Menlonca
appellante embargante Rocha Leal & C, appella-
do embargado Goncalo Alves da Silva ; appellan-
tes Wil.-ioi Rowe & C, appellado Joao Caneu ; ap-
pllaates embargantes MenJes Azezevedo X C,
appellados embargados os administradores da mas-
sa fallida de Fernando Stepple da Silva.
Ficaram sobre a mesa :
Appellanfes appellados o harn do LivramOW c
Jos Antonio df Brito Bastos, appellados appellan-
tes os admiuistradoros da massa fallida de Fer
nando Siepi)!:; da Silva e os berdeiros de Lnii
Amavel Dubourcq ; appellante embargante Jacob
Caira, hoje seus herdeiros, a|ipcllad.i embargada
ti. Dellin Telles de Mezes; appe!lau:e a baro-
nesa de Jaragu, appellada I). AI mirra a Proos de
Mendonya.
Continua adiado o feito entre partes :
Appellantes appellados a viuva e herdeiros de
Manoel Goncalves da Silva, em razan de nio ter
sido a presentado pelo Sr. depulado cni enjo poder
- adia.
Encerroa-se a sesso una h-ira da t:.i'de.
He facto, o qiteMotarinnios cabecas das mee-J
tindisse eonscoh;in, agitar as niass.as, o concitar
os nimos sem embargo da anl iridade !
Ai do nSs se oshreseinjs em um p.iis, nnc u n
giupj coiirncttesso atienta lo d ordem los 1! "
U, e no dw iiumed.aUi se reunase ca frente on
edificio em que morarse' a priraeira autoridade do
lugar para ostentarcm-sc autores do mesmo atten-
taoo, c extfirem a-retrrada o>iiis*He os lcv6u
a-taes actos, e a autoridade 9 coasjervasse silen-
ciosa I
Onde iriamoamonr ?
N> da sebullrwseni dil^di, oolra ivunio se
fofmaria : isv pira pedir a etsiuilsao flos jesutas,
mas para tentar-te contra es dilos de uniros el-
dad03 que nao comniungassem oom os taes det-
ordeir.is, para atacar a prepTia autoridade cons-
Utiliza
llalli era natural urna reven dicta, e adeus or-
dein o trnnqniUidade publica : adeus garantas
dos dirigios dos cid a dios _
Teriamos, pois,.. reinaHtf pleno da demagefia.
Ora, o nossirpovo irponVesse sta4o do consne :
elle quer o principio da autoridade, .porque. sob
a proleceao da autoridade respeitadi, que o povo
a de conquistar os Joros do elvilisado.
O artista, o commermnte, o gricnor, e flnar-
meute tij las ;h classes nao bnscain o po no moio
da desolem, nao fazem transc?So Com anar-
chia.
O povo serla o p imeiro sacrificado, como sem-.
pro, ludo licaria paralysado : o artista nao podo-
ra exercer a sua profisso-: o commercianle nao
execntaria as seas lransac(,"oes e nem mesmo o
agricultor escapara aos golpes da imprudencia
dos tr.bunos.
Bem so v quo ainda na hypoth; se de nao ha-
ver poltica nos acoiecimentos do da 14 e 16,
hypoi'ese que s se reaiisaria, re es proprios li-
beraes nao fossem os respuusaveis pelos factos de
14 como o declararan! im dia 18, S. Exc. o Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena, a bem da ordem
publica que eslava alterada, procedou.com aquel-
lo criterio e energa s propra dos caracteres
honrados ejuslceros, .que como autgridade es-
quecem-se de ludo para no cumpriment) de seu
dever proclamar o reinado da lei e da paz.
E a provincia {nao o jornal) queja tanto deve
a S. Exc, n.io deixar de felicita-lo por ter resta-
belecido a ordem pubcj, sem todava levar o lu-
to ao seio da familia.
E asta gLria nem todos a tero.
A provincia toda sabe que S. Exc. o Sr. presi-
dente dissolveu a reunio, poique eslava de posse
de pront que o ui|iossblitavam de consentir no
eocerccio desse, marnente sendo ella convocada
pe is mismos cabecas dos atienta Jos do dia 14.
Reuiiiram-;i! parii pedir a autordado a retirada
dos jesutas, dizem elles I
E a que ciaba este pedid), dizemos nos, se ja
se 1 avia dirigido una representacao ao gaverno
gera! ?
Havori humem de hora senso que acredite ou
tolere ura pedido dessa .ordem. quan lo a nossa
constituieao publica no art. 179 6.' garanto ex-
pressamenie o direili te residencia a qualquer
homcm .'
Qualquer (diz u legislador consttuiute) pode
conservar-se ou sabis do imperio como he con-
ven a, levaado corasigo os seus bens, guardados
os regulamentos pociacs, c salvo o prejuito de
tereeiro.
Em concluso, no, dii'emos que sem embargo
de ludo quanto se lem tlito contra o iiluetralo e
bonradissimo magistrado que administra e la pro-
vincia, os homens que torea) amigos do progresso
e d 1 bem do paiz, e nao amigos do poder, sabero
lazar justica aS. Exc.
A (r'ast<|isillidndc socio I e o dlrcl-
to de reiiniito.
IV
tConcluso)
A necessidaJe da ordem
tao grande nas socieda-
des humanas que estas se
prestam sempre a restalle-
loce-la, ajudando os que se
inciimbein de as recom
por.
Thiers.
Estabelecemos no linal do artigo passado a hy-
pothese de nao ser polilica a origem dos factos de
14 e 16 do passado, como pretenden] os adversa-
rios do Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira de Luee-
na, cumpre-nos discut-la.
A-sentado hypolhetieamenle que na reunio nao
houve interven.o poltica, e aceito o protesto dos
liberaos, publicado no dia lo, como a expresso
sincera e verdadeira do partido liberal, represen-
tado no directorio, urna consoquencia d'ahi decor-
re com todo vigor da lgica, c que os individuos
autores dos altentados do dia 14, e que pretendiam
repet los no dia 16, nao leudo apoio no partido
liberal, pois que o mesmo partido o declarou no
dia 18, nao lendo tambem na maconaria, pois que
como bem disse S. Exe. o Sr. presidente, a maco-
naria conderana os excessos que forara praticados
no da 14, os individuos, dizemos, que se reunirn)
00 dia 16, escornadus por ossa forma deveriara
com justa razo ser considerados desordeiros, tur-
bulentos e por conseguinte privados do exercicio
'do direito de reunio, e dispersados, como o foram
np dia 16, quando porventira teniassem reunir-se
em qualquer pcaea. *^.
O partido liberal achou os factos to bonitos
que nao quiz as glorias para si : o povo nao des-
respeita os direitos de quem inerme est sob sua
proteecao, eao cotrario ilelendo-os a tnacona-
,na nao quer desorden) e tumultos, e a sua ques-
tao estava era poJer.do governo ; quem eram
pois, os autores dos .allentados do dia 14 i
Naturalmente eram individuos para os quaes a
ordem publica nana vale, e aos quaes o Exm. Sr ,
'Dr. Henrique Pereira de L.icena daria incentivo
aera novas desordens, se tolerasse o ajuntaraento
do dia 16.
dia os suceessas, em que a responsabilidsde me-
nos colea maconaria (11 que aos liberaos.
i nfSttitio llega que foram dous conservado-
ItoSjHpB cimviiearain a rtinio. Bem : *V9 dous
-oradores a quem convida rain para fer o
HHt-r pirante o Sr. Faria ?
A i Sr. Correia de Brillo, que, couforme o seu
testemiinho, recebeu com especial agrado, sentan-
do a sua, dirU o Sr. Simyiwio quando llie foi
propuffara desaiupenhar o encargo.
Os outros ovMftivsquc espontneamente sepre
senfcram n is ancl as do gytnnssij, eoverltM em
U-iliORia popular, eran iodos liberaos, e em vez-
de faWrem ao Sr. den, fallaram fogosamente aoi
povo.
O Sr. baro de Villa-Bella eslava presente, e foi
solicil.i em abracar a vista de todos os oradores!
mais ardentes. L .
Se a reuaiio corre-so tambera por conta dos
conservadores, algum dellcs liguraria entre os ora-
dores, e teria de preferencia ao Sr. Correia de
Brillo, sido iacnmbido do discurso deovatao.
O caflita da esctttlml* ao edllegio dos jesutas
o Sr. Jos Mariano, liberal pelos seus altos e
meritorios feitos foi, pelo seu Corroa do Brillo,
juorabro do directorio, sagrado ( com urna cora
(/( fio ) martur da liberdade.
Desta deduc.ao exacta o naturalmente tirada dos
factos, embado ser o extorco do Sr. Villa Bella
em querer agura por-sc tora da responsabilidade
que llie cabe, e inoecntr e atenuar a solidrieda-
de do seu partido no movimenlo e suocessos da
ipie-to religiosa.
Em boa f e lealdade diga-nos o ?r. baro Do
empercho qne diz haver feito o Sr. Teixcira para
levar o povo dogymnasio para, a lypographia Ji
Jornal io lt-cife, e da exbortaQo de socego e paz
que fez o Sr. de 10 em seu discurso ; nao se pode
sem extorco, inferir que o assallo ao referido eol-
legio e palacio episcoal, e o incendio da typogra-
phia Unido, foram o resultado de um pUno com-
binado, que aqueiles oradores pretooleram inu-
tilisar- ?
Contamos que o Sr. haro n~io se tonar revez
lgica e eloquencia das circumslancias, ccom-
no-oj conecordar neste ponto ao menos.
Sob este fundamento, perguntaremos anda -o
que fez o Sr. baro, qna nao secundou os esfor-
ciis do Sr. Teixeira, urna vez que Ihe falta va a
palavra para fallar como falln o Sr. den Nao
crivel que aquillo quo souberam ou previram
os Srs Teixeira e Faria, nosoubesse nem previa-
se o Sr. baro.
Bem se v que a narrativa desse Ilustre caval-
loiro,
terio.
incontostavelmente falla de lodo o cri-
O Sr. baro de Villu-Brlin.
I
E' o Sr. baro quem diz aai o assalfo ao colle-
gio foi rpido e precipitado. E para prora-lo,
refere que .-ahindo do gymnaso era seguida ao
povo, da ponte de Santa Isabel, vi 1 um grande
grupo em destilada para a ra do 11 spicio. Ati-
nando de improviso com o flm que levaya, tomn
precipiladamento a mesma direceVo, no intuito de
embaracar a execueo de actos vandlicos; mas
chegou tora de lempo, o collegio j estava inva-
dido, e o esbandallio era com furor praticado.
Se isto aconteceu ao Sr. bario, que estava no
meio do povo, e com elle sabio do gymnaso, co-
mo estranha que a autoridade tosse apauhada de
surpresa ?
A rapidez do as-alto, nao contestada ; logo
porque nao admitiera a causa legitima e naturai
da ausencia da torca publica ?
E' fcil coinpreender que a tropa, em ura caso
tan inesperado, nao poderia mover-se e sabir do
(piarte! que mais prximo licava, a lempo de im-
pedir o assaIto. A-evolu.o anda a mais rpida,
nao nadera conseguir este resultado.
Depis do assalto a forra publica s consegui-
ra punir e reprimir o atlentado. Applauderia o
Sr. baro a resollido da autoridade no sentido de
No formal paramos com um escripto, sabido da venenoza
peonado Sr. -inu.1 C.irvan, no qual aproveta
urna carta do Sr. barita de Villa-Bella, escripia em
data de 23 de maio lido, com o lira tersamente
de ser publicada, para dar una plida exph-
cacao aos acoiitecimentos de 14 e 16 aquce
mz.
Se esse escriplo ficasse lodo coma do Sr. Sou-
val o, nos dispen-ariamos de toraa-lo em conside-
rai;o. O juzo vario e maligno, a in'idelidado e
malicia que formamos prcipaes earaeterisltcos do
espirito daquelle scnlior, sao tao conlicciios nesta
provincia, que aos seus escnpliis basla indicar o
(jttor. Mas como o Sr. Souza Carvallio, descon-
fiado sem duvida do mereeimento da sua palavra,
inetteu na barriga o Sr. Villa-Bella ( fes de sua
carta entromcio do artigo); preciso nao deixa-lo
na doce illuso de que pode assim tomar branca
as arelas formeguinhas.
Por tanto apreciemos a narrativa pelo Sr.barao,
oppind -Ihe a orca da verdade, que pretendeu
detnrpar.
E', do certo merecedora de roparo a singeleza e
inocencia com que o dislincto bario descroveu as
scenas do dia 1, c o muito carjegadodas cores do
quadro que traeou do acontecido no 16.
A ningiieiii ecapa, que era rcla^o aos aconte-
cimenlos daquelles das, o Sr. bario de Villa-Bella
sinti-se tao impvido e tranquillo em sua consci-
enoia, que fui soffregQ em sangrarse em satule,
antes mesmo de haver o Exm. Sr. presidente redi-
gido a -na commumeacan oflicial I
E andn nisio tao a tempo que apenas foi na
edite publicado o offlcio de S. Exc. de27 de maio,
o Sr. Souza Carvalho publcou, em resposta a car-
ta do Sr. baro, de 22 do mesmo mez I
Isto posto, apreciemos resumidamente o que
qu nto ao dia 14' referi em sua carta o honrado
amigo do -r. Dr. Figueido.
Diz que a reunio foi des.ada do seu fim, por
ter alguem, se approveitando do escaltamento e ir-
raeo dos nimos, occasionados pelos desvarios do
Sr. bispo, coii eguido arrastar o povo, contra a
vontade do Dr. Teixeira, ao collegio dos padres
jesutas ; e deffendeu os oradores, seus allados,
que fallaram das janellas do gymnasio. Diztiin-
bem o que ainda uinguem havia dito que amigos
di Sr. Dr. Lucen pretenderam conduzr o povo
at palacio ; diz mais que foram dous conserva-
dores ( Antonio Carneiro e Simplicio ) os convo-
cadores da reunio ; arge a autoridade de impre-
vidente, e assegura ter visto um troca de caval-
laria tmsistir iinpossiiel a queima d material ty-
pograp'iiCQ.
Nao con estamos que fossem os Srs. Antonio Car-
neiro e Simplicio, conservadores arredios, os con-
voca lores de semel liante reunio ; mas conven)
notar que para o exacerbo das palxdes e a irrita-
o dos nimos s foram assiduos e tenazes os ho-
mens do partido liberal.
Appareceu a questo religiosa a man grado de
todos ; apaiihaiam-n'a os libanes anda no ar, e
ludo invidaram para dar-lhe alent c impulso.
Para affagar a popularidade que Ihe tem conside-
ravcluieato fgido, para armar lacos a fortuna, era
preciso tur va r as aguas para azerem boa pesca.
t s primeirs reunies foram promovidas ou au-
xilia las p r membros importantes do partido e do
directorio liberal, entre os quaes destacavam-seou
sabr sahiam os Srs. Drs. QApngo, llibeiro, Tei-
xeira, Jac- bina, Simphronio, e Jos Mariano, Cor-
roa de Bruto e ou;os.
Figuravam a frente das rmandades c confrarias
que iioram o primeiro passo de res stencia as in-
tima edes do prelado diocesano, liberaos e membros
do directorio. A irmandade que fez do desrespeito
c desabrimento meio de desobediencia tinha por
accessor o Sr. Correia de Britto, director do partido
liberal.
Nem um s conservador qu.ilieado ntervcio
na ei usada das mesmas irmandades.
Na imprensa as cousas nao correram de modo
diverso,
O Jornal do Recife, gazeta liberal e da qual
redactor poltico industrial mercantil o Sr. Buar-
que de Macedn, deseucadeado e concitador, fez-se
a bosina da questo, atacando a pessoa e autori-
dade do chefe da diocese, negando crenca aos
dogmas da igreja, espalhaudo heresias, e aepellan-
do em resultado parro recurso extremo do desag-
gravo do povo pelo povo 1
Era anda esse jornal que recebia pobitcava
as cartas do Sr. deao Faria, membro io directo-
rio liberal, destinadas a acender as iras populares
contra os poderes jesutas e contra o Sr. bs^p I
O tber.d que pelo seu nome indica o partido a
que pertence, era o arente aceso para alear o in
cendencio ... ^
O Liberal Pemambucano redigido por nm mem-
bro do directorio, nio acara alraz na veliemen-\
ca e.exallaco dpsceserlnlfla .
.A Provincia, orgao do.diraclprio.;
liberal, acnmpanbava, crp ardor i
.0 delirio da Imgnagem dos outros referidos jori
naes.
So Di-rio de Pernambuco, no lorvellinlip da%
E como, no.desericajdsio (Jt dleoKao e dos ma
fazer calor a for.a" publica sobre os assaHinte:
deixasse ao acaso todo o horror qne isto podesse
occasionar ?
Os Tactos estav.im consnniflia los, era cruelda-
da selia-loseoin o morticinio tal vez, ou cora o der-
ram ment de sangue.
Para cessar o atlentado, c fazer retirar o por,
bastou a aeco branda c persuasiva da
dade.
O Sr. baro, sentado na cadeira da presidencia,
la I vez procedesse de modo diverso do Exm
Dr. Lucena.
Acostumado aos attentdos c violencias do tem-
po em qne foi governo, acostumado a mandar que-
brar urnas eleito/aes e a forrar elecoes, sem me-
dir as soasequencias, lalvez nao vacilasse era dr.
cumstancias Idnticas ; mas o Sr. Dr. Lucena so
quera o soceg-i publico e a ordem, e nao o san-
gue dos seus comprovincianos.
Foi tambera objecto de censura o ter o Sr. ba-
ro visto um tro^o de cavallara assistir impasse
vel a queima do material da lypographia da
L'niao.
Embora esta assevcrar.o responda a do Sr. Dr.
Figueredo, que strppunha icr n piquete de caval
lara assistido ao arrombamento da casa em que
eslava a mesma lypographia ; nao tem ella razio
de ser, e at redicula.
O Sr. baro chegou ao lugar do attentado antes
do troca de, cavallara, e j aclwu a fogueira ar-
dendo. Perianto, o que tinha a torca publica a
fazer nc-tas circumslancias f Varrer aespadie
dispersar o Sr. baro e ootros curiosos ou regosi-
jados que all estavam, mi cada pra.-a converter
se em um D. Qusote, eaccomeitera fngueiri com
furia e denodo ?
Conven) averiguar se, em vista da rpida suc-
cesso dos acontecimentos, tinha a autoridade al-
gum ra io de impedir o assallo, a nao ser a pre-
vengo de enllocar tropas pelas ras ao eomeear a
reunio c por esta sob a ameaca das armas.
Este meio demasiadamente aparatoso e ostensi-
vo caberia pcrfeitamentc em caso de excitaeao po-
pular conhecida e manifestada por qualquer mo-
do, e nao quando a rennio era dirigida por pos-
soas qualiticadas c que pareciam a todos seguras
garantas de ordem.
Se o Exm Sr. Dr Lucena houvesso tunado s-
milhante providencia, a grita e os aletas dos ad-
versarios nao se faria esperar.
Ainda depois dos ultimo? e deploraves aconte-
cimentos. estranha e censura a imprensa liberal,
que o digno chele de polica, no interesse de em-
barazar a reunio convocada para o dia 21 do
corrente, se apresentasse na praca da Boa Vista
com 15 pracas de polica e 10 de cavallara, espa-
Ihadas todas em rondas pelo pateo e mas,
A Provincia, orgi dos liberaos exagerou tanto
este facto que disse ter aquello distincto magistra-
do tomado, com a torca, as entradas e sahidas da
praca !
Nao imparta, pois, qne o Sr. Villa Bella gosie
do emprego da forca publica, e que, como presi-
dente, levasse este gosto ao ponto de cerrar e m
vadir a asscmbla provincial Com a infantina ar-
mada
Mas preciso que chegue a conviccao de que
nao licito aos caracteres nobres especular com
as inexactidoes.
Resigne-se a questio religiosa foi urna para-
da que jogou o partido lineral ; perdeu-a no col-
legio dos padres jesutas; nao maldiga do a
dos dado?, sujeite-se a sorte do jogo.
J3 de junho.
S.nus.
A coi
liba-
O Sr. Dr. Jos Antottto do l'
Rueired o as iexactde
lite elre so propoz
ter.
III
Nao suiiounlia encontrar no apostlo inmacu-
lado di liberdade, no snmmo puntillee da verdade,
primores de estra, profunda erudico, nem o vi
gor de una razo abalisada ; mas esperava. an
menos, encontrar a verdade com toda ft singeleza,
elevago e nobreza de linguagem, essa conformida-
de do pensamento com as palavra?. era que se ma-
nifesta claramente a conviccao com qne se falla :
nada dist). "-
O artigo est muito inferior aos recursos de sua
Intqlligencia, muito distante da verdade, muito
abaixo das inspiracoes de urna paixao nobree di-
a. E' um commettimento de inleressa e especu
la^o |K)litiea, e ao mesmo tempo um servico pes-
H>al prestado a um.mimigo rancoroso.
Tal o se espirito.
A' ua leilora sente-se unra mpresso desagra-
davel, essa repugnancia mstinc-liva aue causa ludo
5joto contrafeto e sem naluraldade.
" Ml?ftau^oM .nuncio do infallivel verdade,
exhnr credenciaes'postoli :as, pretendeex ;r-
Jp#*fljaro privilegio de s elle dize-la : airito
O* jqua le tem sfrlo negado :antas wzes, quantas se
1 4gm presentado ao sarvljo dos poderosas da tr-
ra i direito quo ihe foi capado na cmara dos
deputa dos pelo DrLuiz Folippe, que solemnemen
iieca ; -direito que nao .Ihe cabe por tita
T^lenhijm.'pirque elfo nao pode ser acreditado.
npift pelo uaTade'ifuribeca, cuja apotheow tora
' "$ ao "uso' de's'Oas. amblados decahidas, mas
i as de esperanca"(e'para"os "bbris entendedores,
nejosemcregadQsara Womelijtfesa-qBiit5o,^t- lenhum,p irqueel|e nao pote ser acreditado,
na de toda a meditte, o *. hjrio da Villa-Bella, npm pelo uarao Oe^uribea,. cuja apotheote tora
se exbibia ? tib ao us de s(3 ambicoes decahidas, mas
Era cStarte WBa cruza3a;axaiiv'elpplau. fl
sias manifestjiroe imn'as de entao tm'iam asig-
nica';o de mili I.: 1 pala-
\r.as caduiMIa4biis*isr mnlo dis-
creto, eiaman I 1 i.ari 1 le Vil-
(a It.-lla.aqnam.procla to e nimianxmte
parcial, apoiande todas as nrop^siciSea cuntidas uo
brilhante discurso do Dr. Godoy ; direito que se
nega aquellos que se decidera sempre segundo as
eeveiiieaciiis de momanti di.eitn que so nega
julles o di^i e ffjesdiiem com a maises-
panli-a faciiidado : -dirfllto que se nega qnaHe
que sem nunca tsar as soas ideas, vive na mais
completa ronlrndicao aont os sous principios^ com
aaficssoasc uomsigo mosuio, por.|iie pelas suas
Constanles alierrajoes le espirito ed alirma luje
o que han(c i aegava, reoano em sou espirito
fempre a diivldo.
O pensamento do Dr. Jos Antonio de FigueirL'-
do ou un mylho inaomprohensrvei, um enigma
inexplicavel, ou enlo elle ndo tem pensamento
algum seu. Eeeno assmi esplique quem po-
der, carao 6 que o nntigo liberal, que negava ao
Sr. de Villa Befla qu Iqucf sentimento de justica,
t h e a entidade sot.ii|i..st4 pelo mesmo Sr. do
Villa Bella, o administrador inepto de entao, a
quem hoje chama seu res>eitavel amyo para coni-
bater o antigo juiz municipal de Goyanna, quem
este para satisfaz y mc;quiii!ios caprichos de ami
gos polticos, pretenden esinagar como um verme,
B qu v boje lovaniar-se cjxii i um gigante.
Aconselho ao Sr. Villa Bella um pouco mais de
re.-igiiac'io, eontorme-se c^ini os designios da Pro-
videncia ; a quera aprouve castigar lio depressa
assim a arrogancia e a s borba.
Troca m-se os papis, mudara-se as scenas ;
Jess Clirsli disse -os rimeiros serao os ullhnos
e os ultim >s serao os pruaeiros.
O ultimo dos juizes mnnicipaes, carregado, nao
de culpas, mas tle immensos processos, partes da
calumnia e da intolerancia politics arra-tou com
resignaeo a sua cruz ; foi coroad-y rom ns espi-
naos de ima rzeira ; c oscandalisando a sen
algozes, os espinhos brolaram flores, c elle respi-
rando os sens perfume, senlio se grande e torta
Praza a Deus que elle conserve a sua forca e nao
cala nas fraquezas do elegante administradlar, me
s tirava as linas lasas de pellica para assgnar o
expediente redigido pelo seu elstico accessor,
como alrniou o Sr. r. Figaercdo.
Estou lien) persuadido que elle jamis descera
a actos de represalia, nicsquinlia* vinpancas.
Estou tambem persuadido, que, trocados ainda
urna vez os papis, voltando classe pariirular,
nao se prestara a aggre lir tao rude e desabrida-
mente a um adminslradopcom quem, embora es-
livesse em opposicao, deile se confessasse penho-
rado. Acto que foi praticado pelo Dr. Figueredo
de modo mais nsolt 1 e inconveniente.
Quera moslrar so soiidari cun o directorio?
Bem ; era umi conveniencia poltica, que deva
ser satisfeila ; mas s havia o meio de que se
servio ?
Para dar focan as razes de sua recusa assig-
natura, seria preciso fallar em 11111 li agudo e
spera ?
Os gregos quando fallavam em seus comicios,
servjndo-se das ina-caras que davam a sua voz
um echs f re. para dominar as lurbas, nunca
consoguiram i.devala lo all como a elevou o Sr.
Dr. Figueiredi. Parorta re'ienlar de culera. E
para que tao grande esfor.o ? Para eonessar que
com elfelo recusou a sua assignatur.i ai prote>l
do directorio ? Este o pon) capital de toda a
questo, e foi isso o am satevama o Dr. Lucena,
onde ust pois a sua inexacdo, onde eslo as
suas iiex.icltdocs ?
A que vem as razos que te ve o Dr. J. A. de
Fgneiredo para fazer esta recusa ? Como |>odia
ter dellas conhocniento o Dr. Lucena ? Foram-I he
communicadas ? Foram publicadas era algum jor-
nal ?
Quem quo o podia instruir das Miel que
induziram o Sr. Dr. Figueredo a faz;-las?
O Sr. Lucena attrbaia a causas muito nobres
a recusa do D Figueiredo; nao leve perianto fes.
teaedes de oil'ende-lo.
Pedia a urbanidade qoe tossa tratado, ao saaaas,
com a corleza que tem direito.
O que fez o Sr. Dr. Lacena ?-
Nao encontrando entre os 11 mies dos signata-
rios do segundo proferto liberal-, o do Dr. Jos
Antonio de Kigneiredo ,que ac!iando-se prseme
reunan, recusou a sua assgnatura, mostrando
assim nao annuir as Ideias expendidas, altribuio
este iircccdiraento a razoes muito nobres. Nada
mais, nada menos fez o Dr. Lucena. O que fez
porem o Dr. Figueredo ? Esquecendo o que exi
gia a urbanidade, atirou-se ceg de colera a
aquelle que lo nobremeute acaba va do julgar a
sua conducta, e alcimh >u de calumniosa toda
sua narraco, dando assim a entender que era
fa^o o que asseverra o Dr. Lucena, isto c, que a
sua recusa de assgnatura nao liaba sido determi-
nada por motivos mnito nobres.
Que sentimentos podiam n*pira-tn para vr o
presidente da provincia fazer menean feMNM da
sen nome, cuja falla no protesto aeskmado pelo
directorio liberal se lornava lio sen vel ?
0 que denota a falta de Mialo e descomed
inent* com que responden o Dr. Jos Anlonio de
Figueredo a este acto da pre lencia ? Denota a
ausencia completa dios sentn mos de delicadeza e
generosidade.
Mostra claramente que os homens de seu toas-
paramento nio saliera umitas vetos o qna dizem.
nem o que fazem ; imp Nidos par espirite estranho
se movera era coovnlsocs e agitara se como as py-
thonizas em seus orculos.
Mostrando as qualidades pre lo aliantes do apar-
tao, cujas virtudes cvicas nao poden servir de
modelo quelles que lem no cathecismi lilicral.
tenho respondido sua verrina.
E com a penna na mo o espero na imprensa,
protestando tomar de 1 ssalto lodis os reductos, em
que se intrncheirar, ou se abrace com a bandei-
ra da absolutismo, queja tem arvorado, ou com a
bandeira dos monarrhistas bb raes, 011 com a dos
republicanos, que, como diz, nio e*l salpicada
das impurezas da monarchia !.....Era qual pier
liarle hei de coinbatter esse astrlogo poltico, que
estranhan lo nervosa c apgixonadmente, como
seu costme, o Sr. Tavares Basten, quando na
asseuibla geral, este talentoso brasilero mostrou
sua subida admiracao pelas institneoes norte-ame-
ricanas, deixou rnargem suas conciccoes sinceras,
de entn, para convert?r-se agora no mais exage-
rado Yanfeee I Entretanto era )i mikIo S. S. sa
quelles lempos, que nem respeitava as intcn.oes
de=se lalentos(> brasilero, una das inatheras es-
peran-as da presente gnate, alcunliaado-o in-
dignamente de ssaaM que colleja em torm de nm
torrdo de assucar !
Nao deixarei nm esquecimento suas vagas de-
clamaroes contra ds conservadores a quera procu-
ra ataca no campo eleitoral, depois de haver en-
thronizado a influencia do Sr. de Muriheca com
toda a xitiiuidade do senliorio do poder territorial:
nina das ahorraees de seu espirito
Entretanto ninguem menos habilitado do que
elle para entrar na apre'ia/o das eleicoes do par-
tido conservador ; nenliuma dellas, por mais lle-
gaes que tenham sido, se pode comparar a aquella,
que deu una cadeira na asseuibla geral a esse
grande vulto, que hoje dorme sombra do Sr. de
Villa-Bella.
Sua eleicao no (ara, alem de ser toda inquina-
da de vicios e fraudes, e manchada de sangue, foi
em grande parte comprada peso do ouro.
Fca pois exhuberantemento provado que o Sr
Dr. Jos Antonio de Figueredo nao pndeser consi-
derado Iberal :
1 Porque sustenta de conviccao o scahnrio do
poder territorial, destruindo asean completamen-
te os principios sobre que assenta o governo re-
presentativo ;
2." Porque declara-se e cmvicc:* jesuta de
casaca, porque ultramontano, porque res pela
mesma cartlha que o Sr. Zacharias, declarndose
sectario cgo do Syll.ihus, o por conseguinte ni-
migo capital da liberdade religiosa, e de todas as
liberdades polticas.
O Sr. Zacharias acaba de ser apeado da chefan-
e* do partido liberal pelo muito alto e rotundo Sr.
F. C rreia de Brilto, gn\o- nestre do mesmo par-
tido ; entretanto o Sr. Figueredo est nas mesmas
condicSos, nao liberal nem no ponto de vista
poltico, era religioso, e por conseguinte o papa
do club popular nao consentir de certo que elle
contine como" vice- presiden le do directorio liberal
vee presidente do club popular, nem mesmo
membro do partido liberal.
Concluo, declarando ao Sr. Lucena que se Ihe
40do servir essa viagem frita por mares nunca
'ahtes navegados, descubrindo-se trras da nossa
dgertteat hoje desconlieeidns, nao foi para seren
cultivadas em seu proveito : E portanto disuenn
de muito boni grado seu aghdecmenio.
Um Yattkee.
Agito Florido *c hsrray r l\n-
tilasi.
Mal sabemaquellas sehhoras.que tazem frequen
le ozo desses intitulados empricosAformoaeado:
res do dia, que ellas esli lana e seguramente;
deStrindoe arruinando a sua sadde e mais que
todo, a sua delicada compleico.
Otada 0 imiiemorave! tempo las Borraia* al
te da, f h oaspi ptrfehanseats tewto petw
bem iniciados que a pura oseara da beatas e
fragrant! II >res, o" preuint >ra da fxmmr* y*
laboriosa preaara^tl e iMi -.id 1 r. 1
afamada e delewa agua ekmm, aia se ras-
prega ou usa outro algum eesaawt ania, ejsw
aromticos botos de flores e certas toUw* 1
natnreza allameiiie aatilavi?.
Em addico, |mim, a su excelleaem, como
perfume prim miso, ella eocen-a esa el rir
de purificar e alvojar a casanteicte, ratn.reiil *a
pelle toda esierie de d.tlic>-s, orapnVs. culis, mrnaiidii o resto inartoe miasne daivtr-fta
urna linda trans|iarencU lustr>z.i e etalicid.vl u
"ural.
tslro |ssra meedirlsaal ele B4
de bacalko. dr l^asassaasea V
Konap.
De una simples lese resalta mnitan sae
bronchtes, pbtvsica, a waeincte e tbialn
morte. A tosse < MfjmtA pnenrr-n a> r-eir
que se ave-inha Nio esperes atf demais. Ninguem sali sea to* pa*aajsirn e>
hoje, ser amanlia a tosse pronunciada dinn pbt|-
sieo.
Portanto, todos devem saber. |<>\ a
mlica assim o diz, qne o ole de ligad. de
llio, de Lanman 4 Kemp, sul.jnri a eul.-rmida '
satos qne chegue cravr suas i.rr.vt-i garras n
centro da vida, e restabefree Cui.iflitawtsiSr *
sade dos orgos da rospiraro. t're-se daste ao-
deroso remedio, se possvel, lo le>le r..
algum motivo de alarmo ; mem 1 q'iamV a eafn-
nndade pulmonar, tenba j diixad" hnpri;**'
faces scus febrs vestigi *, e r.-nvorli lo c^|-
nma sombra, ainda assim iii"-ui.i, 11 1 lia ]u
esperar. Suas prnpriedadea curatvi- ere-1.1
doras, piidem subjugar a 111 dr-tu al rm-siixi
si a undcima hora. Porm, leaha-sc rm Irtnbr
ca que nao ha no mim 1 1 ni rrasoli t"*> gi
mente adulicrido, eosao o genero s.of n :*-
rio se vende com o 111 une de atoe e lgad> 4-
calho. Veia-se. pois, se atranca o esaveinV*
puro, fabricado |>ela c.i-a de Lanman A Kmi
Bgados mais fres-os cuja onsiTvar* cin
rs climas se garante.
COMMtRCIG
Banco Gomnicrcial de Per-
nambuco.
O banco sacca pirto los ns paq 1 :
re agpr gas de Lislnla c l'ort".
Senra c .ulM-rg
' r.OMI'VMHA
INORTIIHIIN.
Capital..... 2n,o:iii:(Mi.jgMt
Finito IfMtoa,
W*7/* l.alltam (
IU A DA Cltl/. L 3S.
SEGUROS
CONTRA K0 FOGO.
A eompanhia livlcmnisariora, estolHlKtda
nesta praga, tuina seguros maritim
navios e seus canvjramraitos contra (epa
0111 cililkins, Miorrailnrias c moDili
ra do Vigario 11. pavimento Ini.
SEGUROS
CONTRA-POGO
IMPERIAL.
Itn.t ilu Coisins<*i*c*I< ss. 3H.
ire> andar,
Alante,
w. r.. Vtxxeij.y
*>
COMPANHR ALUAKfA
seguros martimos c terres-
tres establecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAITAI4,000:(M)Or<((>.
Toma seguro ilo i-iena!..ria aeWtoirc
<.co ni .intimo m navio de vola c vapor-s
para dentro e fra do imperio, a contraj fogo solip pr'dirx, g^ncrot f -
rondas.
Agente : Joaqnim Jos (ion^alves BUraf,
ra do Commerrio n. 5, I* andar.
ooiilra-fego
Seguro
THE LIVERPOOL I.O.MH' Gi.tM
INSURANCE GOIPAKT
SAUNDERS BROTHERS A C.
IICorpo SantoII
iHgasl- F. 'OIvpm A C.
A casa commorcial o hanraria de \\.a"- *
t, d*Olivcira 6. O.1., ra (hOimmercso m.
i-2, anmaMi d tmn0 onlea fM
embarque dfl produrtos, e de Vusns os mai*
negocios de conunisso, quir r)mnT( t*r*.
qur baacarios.
Descoma hHtras, e tomadihmros a if
mo, compra cambiaos, e saca vista. a
pra7.n, volitado do tomador, sobre a* se-
guintes pravas estrangmras o narmnaos
l^oisdrris.Sobre o rxios Rana o
lo.ndom (dt- responsabili.Lde illiirutadei 9
varias firmas de 1 .* classo.
Paria.Sobre os Srs. juaccaar *<
OR A C*P. GIL, e A. M.AOQCK VtCMU. 4t
llaMbasric*.Sobre os Sr. tolo ttm
RACK FM.IIOS.
Eilssesax.Sobre os Srs. roxaacaa, aan-
TOS d VIARNA, e SUASTtiO IOS* A*an
Pe>rte>.Sobre obaxco rxi\o to ena-
TO, e O Sr. JOAQIM PINTO BA KOXMCA.
Par*.Sobre o basco coM^yaat.s
pabX, eosSrs. FaAUCiscocAcnnsctoBatB-
ta F1LH0S.
HaraaUa.-Sobre o Sr. josAfem
RA DA SILVA JCMOB.
CF.LLOS SOR.
Balsia.Sobre os Srs.
Rio de JaarIra.-Sobreoi
OtSTRIAL E MBRCANTIL M RSOBC
O BAKCO 1WC10WAL.
WCA DO RBOFBJ BE
DBtaTX
as 3 iftwmxs mkj\
Catafte
Assuear aawrirano iwoi 1|7B0 pm
Asauar-Canal MWO por 15 kJos.
Algodao de lo-aem inspeecfto
kilos-
arabio sobre Loadres a 90 df-1
d, e du banco 18 3|V4. por
tem.
Dito sre dito a 90 dr. S| d. jssr
*anoo piacular.
9*
IMill"


i
-*-



Icario de Pternmbut 'Sexta feira 27 de Junho de 1873.
I
2
Ol> -
'tttibi)
JA!
90
K.%
to a 90 d[v. 119 0(0, do banco.
Leal feve
Pelo presidente.
/ liUonealu Jos Alfcuso
Mi Pelo secretario.
fiftl
lera 20 do ez p;a-ad-, .fii)n*.3,U4 yo* Jo p i.
Ipaftoo, ra variada, avalda pop 3:7itfAMO. *abjulo-
nados aos direitos por Saundea SrMes 4 C
Alfandega de Pe"rnabuco, 86 da jonW dc-4873.
O inspector
Fabio A. de_Carvalho Reis.
O Dr. Quintino Jos' de Miranda, juiz de direito da
-. .?Mu"ANDEGA
Rendimonfo do dia x a 25. -
dem do dia
nr
643:022*679
12.48>*897
636:003 J576
Swcarregam hoj 27 de junho de 1873
firigufl iagicc -oltert Aiuierson mercadorias
para alfandega.
Lugar inglez7#twr O' Morayfarinha de trigo
ja despachada ptra o caes do Apollo.
Lugar portuguez-Jm//o -podras do canlaria para
o trapiche Gweeie o, para despachar.
apor nacional -Cururipe gneros nacionaes
para o trapiche da coinpauhia pema u-
bucaua.
linportacito
Portas da Europa, vapor inglez Boi/ne, consignado
a Adatnsou Huwio 4 C, raanifesteu :
Lisboa.
Amostras I volume a Monteiro Gregorio & C., 1
a Lailhacar, 1 a L. A. Siqueira, 3 a G. O. Maria, 1
i Lemos Guerneau. Arcos de pao 1 feiehe a
Franco da Cunha. Artigos de esenptorio 1 caixa
a G. O. Maria.
Batatas 100 e tueia raixas a P. Cunha & G., 50 a
aJ.M. Palmeira, 100 a Jorge J. Tasso, 22.") a lia-
helio 4 C, 50 a Costa Ferreira, 100 a Julio S. da
Silra.
Ceblas 25 caixas a J. M. Palmeira, 23 a Passe
A C. 27.5 a Babello 4 C, W0 a Wilson Honre &
C, 127 a Guedes de Araujo. Conserva 8 caixas
a Lu/ Duprat, 5 a Guedes de Araujo. Cevada
quebrada 8 caixas a Guedes de Araojo.
Jornaes 1 caixa a Lailhacar 4 C.
Lutos I caixa a J. N. de Souza, 1 a 6. O. Ma-
ria. Lavas 2 caixas ao mesmo.
Palitos 1 caixa a Guedes de Araujo. PimenlVs
( barril a R. B. Camello.
Sangnesagas 2 caixas a G. O. Maria.
Vinho 5 barris a G. O. Maria.
Soulhampton.
Amostras 1 volume a Mendes A. 4 C, 1 a Cla-
mar Frey 4 C. Alpaca 1 caixa a Manoel 4 C. Ar-
igos de piano 2 voluntes a J. Shirhants. Ditos de
chanelara 1 volume a Arminio >S Msreira.
Botoes 1 caixa a Vaz 4 Leal.
Chapeos 1 caixa a Alcoforado 4 C, l a Vaz 4
Leal. Dito de sol 2 caixas a Monhard 4 C. Cal-
<-ado 1 caixa a Vaz 4 Leal. Couro 1 caixa a Men-
det \- C. Camisas 1 caixa a P. da Silva 4 Cas-
cao, 1 a C. & Manta, 1 ordem. Cha 14 caixas a
Ditarle J. 4 C. 17 ordem. Caixinhas vasias 1 a
caixa a Leheman Freres. Chales 3 caixas a Si-
queira.
Drogas 2 caixas a J. M. da Silva.
Fitas 1 caixa a J Araujo 4 C.
J>.>rnaos I caixa a Lailhacar 4 C. Joias 1 a Ro-
drigues 4 C.
Livros 1 caixa a Hyvernat, 1 a Lailhacar.
Miudezas l caixa a 1!. Adour. 1 a C. 4 Manta. 1
ocha 4 C Manleiga 20 barris e 20 metas dilos
:t Mi nteiro & C, 13 a Parias & C, 20 e 39 meios
a Mouteiro 4 C, 2o a Fonceca 4 C. Mercadorias
1 caixa a Rodrigues & C, 1 a M. Gregorio 4 C, 2
a Burle \ C, I a Vaz J. 4 C, la S. Castro 4 Al-
meida, 1 a"J. A. M. Giiimares.
Qoefju 18 caixas a J. J. Costa, 11 a Corga, 23 a
Beltrao 4 Filbo, 23 a S. Bastos 4 C, 10 a (Jomes
t 4 i',., 6 a J. J. Altes, 16 a Costa Amorira 4
C, 63 ordem, 30 a M. Rocha 4 C., 20 a Soares
4 C
I! llogios 2 caixas a Lhcmanu Freres 1 a M. Hal-
liday 4 C.
Tecidos diversos 4 volume a Cramsr Frey 4 C,
4 a Keller & C, 6 a Mills Latham 4 C, 3 a Braga
i Son, 2 a Oke.'l Blindlos, a 1 M. Halliday, 2 a D.
V Matheus. 2a Mbnbanl 4 C.
Vinho medicinal I caixa a A. Caors.
Xarope dem 1 caica ao mesmo.
Portos do norte .Vapor nacional Coruripe, ma-
nifestou:
Algodao 110 caixas a Rabe Schammeltaa 4 C,
iuo :< ordem.
Couros 192 a Fernandes 4 Irmao, 00 a Ma-
raes & [roaos, 319 ordem.
Milho 200 saccas a J llamos 4 C, 310 a Helio-
doro F. da Cruz.
OKSPACU. S DE EXPOIITACAO NO DIA 23 DE
MAIO DE 1873.
Para os nortos do exterior
Na barca franerza Ville Bernwd, para Li-
jo!, carregaram : G. Neeseu 4 C. 97 fardos
com i7,<'0 kilos de algodao e 2.12 saceos com
21,037 ditos de algodao.
Na uarca masa Frederica, para o Bltico,
carregaram : G. Neeseu 4 C. 300 saccas com
21,972 kilos de algodao. *
Na barca franceza Guilhanme Tell, para o
Havre, carregou : Tissel Freres 567 couros ver-
dos com 11,907 kilos.
No patacho portuguez Cautella, para o Rio
-da Prata, carregaram : J. S. Lovo 4 Filbo 100
pipas cos 48,000 litros de agurdente.
No brigue portuguez Soberano, para Lisboa,
i regaram : Amorim Irmaos 4 C. 150 barris com
21,600 litros de mel.
No vapor francez Rio Grande, para Bor-
i aax, earregoa : J. L. Rodrigues Jnior 3 barris
C ai 100 litros le agurdente.
l'ara os porlos do interior.
Para Mossor. na banana Dous Amirps. car-
. igaram : Silva 4 irmao 15 pipas com 7,200 litros
de agurdente.
1* rara do civiH o substituto reciproco do de di'
rito privaiivp de orphios c ausunles dA cidade
do Kecife e seu termo, por S. M. o Imperador,
que Dos guarde, etc.
Faca saber a quem o conhecimenlo deste che-
gar, (jue por este juilo, e a requerimento do Dr.
curador geral Jos Joauuim de Oliveira Fonseca,
para procederse a exame de sanidade na pessoa
de Joaquim Maria de Carvalho, feito o que, sub-
rain os autos minha concluso, nos (faaes dei c
profer a tenteata do theor seguate :
Sentenga.
a Verificado, como est, pelo exame de folha 4
verso, que o supplicado Joaquim Maria de Carva-
lho se acha no estado de nao administrar a sua
pessna e hens, he por procedente o allegado na
peticao e folhas ; c assim julgado, nomeio carador
do interdicto ao seu filho Dr. Joaquim Elviro do
Moraes Carvalho, e que se observo nos termos do.
direito. Recite 21 de junho de 1873. = Quintino
Jos de Miranda.
E para que ninguem faca negocio algum cota o
precitado interdicto Joaquim Maria de Carvalho,
se nao por intermedio de seu curador o Dr. Joa-
lutin Elviro de Carvalho Moraes com previa au-
torsacao deste juizo, mandei passar o presente
po ser ahlxailo nos lugares do cos'.ume e publi-
cado pela imprensa.
Dado e passado sob esse signal, e sello ou valfia
sem seHo ex-causa. nesta cidade do Recie de Per-
iiamluico, aos 23 de junho de 1873.
Eu Floriano Correta de Brilo, eserivao, o fiz es-
crever e subscrevo.
Qnint/no Josf de Miranda.
^'UftACOFS
'Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possue no lugar dos Arrumba-
dos, boje Duirte Coellio, oh ns. 39 e 40 tendo
aquello 390 palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
O administrador da recebedoria de rendas in-
ternas geraes faz publico que neste crrente
mez de junho que as corporacoes de mao morta,
em cuja classe se comprehendem os liospitaes,
bancos etc. teem de pagar, Iivre de multa a deci-
ma do i.' semestre do exercicio de 1872-73 cor-
renle, e findo o referido mez ser paga com a
multa de 6 0|0-
Recebedoria de Pernambuco, 13 de junho de
1873.
Manuel Cameiro de ?ou a Laceria,
Consulado provincial.
Do primeiro de junho vindouro comeca correr
o prazo para pagamento do 2.* semestre do atino
Dnaateiro de 1872 a 1873, dos imposios da deci-
ma urbana, 6 rs. por litro de agurdente, e o
O/o sobre a renda dos bens de rail pertenecntes
s cor eracoes de mao mora, incorreqdo na mul-
la de 6 /q, os eontribuintes que dentro do mes-
mo prazo nao satisfkcrent as respectivas q'uotas.
Consulado provincial, 27 de maio de )873.
O adminislradcr,
A. Carneiro Machado Rios.
Escriptorio dajcorrjnjnhia do Bebcribt*{
O secretario,
KT
26 de junho del
Josi Honorio B. de Menezes.
1NSPKCCAO 1X> ARSENAL DK
MARI1NHA.
Faz-se publico que a coramissao de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 3 de feverciro dB
1854, os cascos, machinas, caMeiras, aiparelhoe,
mastreaedes, velames, amarras e ancoras dos va-
pores poi'ica e Mandah, da companhia pernam-
bueana de navegarao costeira, aenoa todos esses
objeetos em e9tdo de poderem os vapore* conti-
nuar no servipo om que se.empregam
Inspeccio d arsenal do marmita de Pernambu-
co, 26 de jupho de 1873..
Francisco Romano Stepple da Silva
_______________________Inspector.__________
Subdelegara de polica do
Io distrieto de S. Jos
Foi apprehendido un alfinete de ouro : quem
for seo dono dando os signaes certos lhe sera en-
tregue.
VISOS MARTIMOS
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A junta administrativa desta santa casa nao ten-
do realisado a arrematado do forneci i ento de
assucar para os estabe'ecimentos pios seu cargo,
no trimestre de jnlho a setembro vindouro, recebe
de novo propostas na sala de suas sessoes, pelas 3
horas da tarde do aia 26 do corrente, tomando
por base os precos offerecidos de 240 rs. o kilo-
gramrao do de n. 2 e 200 rs. o de n. 3 ; apresen-
tando os proponentes as respectivas amostras.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 20 de junho de 1873.
O escrivo
Pe-1ro Rodrigues d Souza.
Santa casa da misericordia
. do Recife.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife nao tenao aimla cffectuado a
arrematarlo pata o forneeimenio da carne verde
me honver de consumir os estabelecimentos pios
seu cargo, no trimestre de julho setembro vin-
douro, contina a receder propostas na sala das
suas sessSes, pelas 3 horas da urde do dia 26 do
correte.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de junho de 1873.
i) escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
Sil) DRAMTICO
EMPREZA
KMHIJCA A PUMA.V1E.
O concert annuneado em beneficio do'maestro
Frnncclluo Domingos Vtossos.
ter lugar na sexta-feira 27 do corrente com
drama em o actos :
O 4.II14.1
ou
0 LIBRO M VIRVEM
em eonsequcBcia. da enfermidade da Sr. D. M*-
ria da Gloria que tomava parte no Trabalho e
Honra.
Principiar as 8 1|2 horas.
THEiVTRO *
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
No dia 28 do corrente, espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Keva, eommandante H. Bax.
o qual depuis da demora do costume seguir
para Soutliaropion, locando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa. j
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 4ft
V
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o patacho portuguez Olimln, por ter
i raaior parte da carga engajada, para o resto
que IM falta tratase com .os consignatarios Joa
quim Jos Goacalves Beltrao k Filho : a ra do
Comutercio n. 5.______
COMPANHIA PERMAMRUCARA
DE
ftavegnptto costeira a vapor.
NATAL, ?ARAI1YBA, MACO, MOSSOUO', ARAC-
TT, CEAR, ACARAC'.
O vapor Ipojuca,
eommandante Moura,
seguir para s por-
acin 'fo dia 30
coi;ataj < '> lio
. da aula
Bece!'ej||a. al e fe B-,nuiJuje^la>. pas-
fw iuht_o a e_ al m i Hofp* a larde
** M>mm*: esatplodo Vare iS Mallos
'tr-t*
f;
Sabbado 28.
As H 1|9 horas ena ponto.
Oitava e ultima representacao do drama
MACONS
i-: oh
S 5 HORAS EM PONTO.
DOMINGO 29
IRAS EM PONTO.
AS
de mmt
h
e a scena cmica do actor Penante
o'Puto
pNteaile ahir Bttr^btture, a. lie. poBMueza
Xmi Fama // por ter gn_er parte de to car-
rajimaull pruna*. KecaLe carga (p#Uu! fal-
a a m c^s m<>_', e _nabi?ni passageiros, para
>* quae. itm ngtum acoaHaodaaoes : uata-.-e
.om Tito Lpjo Soacm, raa d Yrro ti- II.
CO Mi'A Nll IA PI.H.N AMIit Cti
B8
avr^aeao costeira a tapar.
ilACEt, 1.SCV1..VS, PENEDO E AllAGAJli'.
O vapor kmdahit,
e^fimianaate Julio,
seguir paia; os por-
tea cima to dia 30
da cofreii'. s 5
botas da tarde.
Recebe carga at o dia J6, passagoas, cncom-
meadas e dnhotro a Irete at as 2 hora da tarde
do dia da sabida : esmptom no forte no Mat-
tos a. 12.____________ "
OOMI'.-VHHIA PERJAMRtCAM
DE
\uve^afS cof-teira a arpar.
MAMA.NUUAPB-
O tapor Coam'pe, com-
nandante Su\"a, seguir para
o porto cima no dia 28 de
crrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, eneommen-
das, passagens, e dMteiro a
freleateas 2 horas dafare do dta da sabida:
oscriporio no Forte do Matlo; a. 2.
\m\
.APATAZIA DA ALFANDEtA udiimot i .lo dia 2 a 25 12:423436 Idei i do dia 20..... 323082
12:748*518
VOLMES SAHIDOS A i dia 2a ia...... ira porta no dia 26. iegunda porta..... ira porta ..... Trapiche Conceicao . 2o/)38 92 80 E3 356
26,039
SERVIGO MARTIMO AJvarengas descarregadas no trapiche da alfandega no dia 2 a 25. itas ditas no dia 26. .' iv, ,s atracados no trap. da alfandega 50 1
A cmara municipal do Recife, querendo
testiiimnth.tr do Rio de Janeiro que nao foi de-
balde que solicitou desta municipalidade seu au-
xilio na remessa dos escriplos nwcessarios para
forotar-se o enriquecer a bibliotheca municipal
que ter de fuuccianar no palacio municipal da
corle, pelo presente convida a todos os seus mu-
nicipes a remetter a esta cantara todos os escrip-
os com que entenderem dever -auxilia-la nesse
ci patriotico.quao grandioso empenho. certa de
que os seus municipes nao deixaro de acudir a
esse appello e desse modo participar da gloria da
[.referida publicacao.
Payo da cmara municipal do Recife, i de ja-
ndo de 1873.
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Pro-presidente.
Pedro de Albuquerque Autran.
Secretario.
41
iSliEDOlUA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
endimento do dia 2 a48. 37:63U445
Idea do dia 26...... 2:575*389
40:206/834
CONSULADO PROVINCIAL
Keiidirnento dodia 2 a 23. 109:120*438
Idetu do dia 26...... 6:210*606
115:331*064
BWMtWTft DO mn
Nmtt entrados no dia 26.
Macei14 horas vapor inglez Mimosa, 541 tone-
ladas, eommandante Thomaz Mitchall, equipa
gem 24, carga assucar e algodao, a Mills Lathan
Rio de Janeiro22 dias, patacho allemao Almwth
atkarinH. de 108 toneladas, capito Baumantt,
'equipagem 6, carga caf ao mesmo capitao. Ar-
rihou eem agua, abena, seu destino era Pal-
niouth.
.Vat'i'o sahido no mesmo dia
Portos do sul -vaporJn_lez Boyne, eommandante
Reoks; carga parte "da^que *ouxe dos portos
da Europu.
_L i '
A cantara municipal da cidade de Olinda faz
setente aos seus municipes, que em virtude do de-
creto n. 5089 de 18 de setembro de 1872, que ap-
prova as n>trui">es provisorias para execuyao da
iei n. 1157 de 26'de junho de 1862, que substitue
em todo o imperio o antig^o svslcma de pesos e
medidas, pelo sysleroa mtrico "francez; do da !
de julho prximo vindouro em diante, ninguem
poder usar mais do antigo systema, e sim do
novo j mandado por em pratica, sob as penas im-
postas pela mesma Iei e instrueyoes em vigor.
Paco da cmara municipal de Olinda, 20 de ju-
nho de 1873.
Bario da Tacaruna
Presidente.
Marcelino Das de Araujo
Secretario.
DITAEt
lital n. 144.
Pela hjsjreetoria da alfandega se faz publico qae>
nao tendo sido arrematada a plvora, abalxo de-
clarada, annunelada a leuMo por edital n. 143, p r
falta de licitantes, se trapsfere a mesma arremata-
do para s 11 horas do dia 28 do oareirte,
porta desta repartteao.
Marca P F B n. 73 -300 barris vndos -de}Un-
dr.es no navio inglez Gloria, entrado neste porto
- GMPANUA
DO
BEBEMBE
No dia 30 do cerrante, pelas 12 horas do
dia, ter lugar impreterivelmente no escrip-
torio da companhia, ruadoCabug n. 16,
a arremataco dos cltafarizes e bicas por
bairros, nao se admittindo propostas que
comprehendam mais de um bairro e oem
por espado maior do um anno. Os Srs.
licitantes podem comparecer com seus fia-
dores ou declanco ios mesmos no mencio-
nado dia, devendo ser as propostas em carta
fechada, ou antes ne escriptorio onde melhor
podero informar-se das condices do con-
trato d'arrematacao. Declra-se aos Srs.
licitantes que o pagamento ser feito em se-
dulas.
liase sobre as quaes se deve lanfar.
BAIRRO DO RECIFE.
Chafuriz e bica do caes do Apollo.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ruado Srum.
Dito do Forte do Mallos 19:650JM)0
BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
Chafariz do largo doCarmo.
Dito do largo do Paraizo.
Dito do largo de Pedro II.
Dito da ra do Sol.
Dito da na da "Concordia 25:0OO#OOO
MONTEIRO.
Chaanz dessa po*oe$So. 1805OOO
Jesuta na garganta.
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
SABBADO 28 DO CORRENTE.
BENEFICIO
DA ACTRIZ
Manuela Locei d'Oliveira
Primeira representacao do excellente dra-
ma em \ prologo e 5 actos, traduzido do italiano :
A E8TATIA DE C\RI
3>isl!-i)iil<-ao
PERSONAGE.NS DO PROLOGO.
Maria a beneficiada.
Perpetua |). Juanna.
O conde Paulle Santa Rosa Sr. Santos
Luciano David Sr. Vicente.
Um medico Sr. Santos Silva.
PERSOiNAGENS DO DRAMA.
Noemia Keller a beneliciada.
Fernanda D. Olvmpia.
Suzanna D. Emilia.
Eugenia D. Josephina.
Herminia D. Bernardina.
Perpetua D. Joanna.
O conde Paulo de Santa Rosa Sr. Santos
Luciauo David Sr. Vicente.
0 marquez Anastacio Casta-
nholas Sr. Cmara.
Gabriel Adriani Sr. I'ernardino.
Silvestre Sr. P. Augusto.
Victor Sri Emiliano.
Frei Anselmo Sr. Flavio.
Joo Jacob Sr. Mximo.
Samuel Hofler Sr. Pbiladelpho.
Um criado do Restaurant Sr. Julio.
Mascarados, criados, etc.
A accao passa-se n'uma cidade da Italia, na
poca actual.
Do prologo ao drama decorrem dous anuos.
O scenario do 4o acto representando un
Brilhante jardim Iluminado'
e o do 5. acto, que figura
O cemiterio de Sant'Elmo
sao ambos novos e devidos ao pincel do Sr. Len
Chapelin.
A msica da cancao do i. acto composigg*
do maestro
Para o referido porto pretende seguir coa a pos-
sivel brevidade o patacho portujroez Lice jor ter
a maior parte de seu carregamento engajado, c
para o resto que lite falta, que recebe a frele cotu-
[notlo. tratase cem os uunsignatarios Joaquim Jos
Goacalves BeltrSa, ra do Commcrcio n. S.
Rio de Janeiro
Sahir em poucos dias o briaue nacional Vic-
toria : para carga trata-se com Pereira Vlanna &
C, na ra do Vigario n. 7,, 1 andar.
Baha.
A escuna nacional Georgiana tem j parte de
seu carregamento |.rompi e segu em poucos
dias para a Babia : a tratar com Tasso Irmaos
cjl______________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCAN*
DE
\ave^aeua catuteira a vapor.
KUIAKDO l>E NOBONUA.
O TOpirr Giqrti, com-
fflaiidante Martins, se-
guir paia o porto
cima no dia i de
julio prximo vin-
douro, ao meto dia.
Recebe carga at o rtia 3, eneintrnendas, passa-
geiros etfinheiro frete at s 10 horas do dia da
saluda : na escriptorio, no Forte do Mattos n. 12
Para a Baha.
Pretende seguir com muito brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthur, lera parte de seu car-
regament prompto, para o resto que lite falla
tratase com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, rna do Bom Jess n. 57.
Terminar o espectculo com al." representa-
ca da comodia em 1 acto :
REDE PARA NOIVOS.
Polycarno
Jayme da Fonceca
Antonio da Fonceca
Manuel
Mathilde
Emilia
Mafalda
Josepha
Personagens.
Sr. Flavio.
Sr. Vicente.
Sr. Emiliano.
Sr. Menezes.
D. Jesephina.
D. Olympia.
D. Bernardina.
D. EmiHa.
A scena passa-se nos arredores de Lisboa.
Principiar s 8 Irl horas.
Aviso.
Neste espectculo haver um trem exaraordi-
aario at Apjpueos.
As encommendas de camarotes e cadtiras en-
tregam-se at amanha ao raei dia, a escripto-
rio do theatro, onde lambem est venda desde
l o resto dos bimetta.
Pacific Slcaiii NavMiii Ciuiipanj
Hival llail SJcamcrs.
I.iulia quinzenal
O PAQUETE
ILLLMANI,
Espera-se dos portos do sul at o dia 4 de ju-
lho, o depuis da demora do coslume seguir para
Liverpool, via Lisboa, para onde recebe passagei-
ros e carga.
-N. B. Os vapores djsla companhia recebero
tambem passageiros para Bc.rdeaux, por mais
310 pa:a**ClfC Alm depreca da pas.
Os passageiros de Bordeaux podem desembar-
car em Lisboa ou Liverpool e a companhia obri-
ga-se a pagar-Ihes as passagens de qualqner des-
tes portos para Bordeaux.
as despezas porni, em Lisboa ou Liverpool,
durante o tenipo da espera, serao feitas cusa
dos passageiros.
De Liverpool para Bordeaux, sabe um vapor
todajas quartas-feiras, o qual atraca aos vapores
desta companhia para leceber passageiros e ba-
gageus.
Os passageiros que desta sor'.e seguirem para
Bordeaux, tem a vantagem d'alli nao fazerem qu-
reatena : os agentes wilson Rowe 4 C., rita do
Commercio u. 14.
OPAQUETE
COTOPAXI.
E' esperado Qa Europa at o dia 6 de julho,. e
de.peis da'denwa do coslume seguir para o sul
do imperio, Rio da Pratae portos do Pacifico.
Os agentes Wilson Bpwe A C, raa do Commer-
,cio n. 14.
7
Goncalves Btlito & Filho, na
mercio n, 5.
Jo Com-
LEILOES.
Leilao
DAS
ilividus activas da massa fallida do Joo
Antonio Ferreira, na importancia do ...
2,92155500.
SABBADO 28 DO CORRENTE
s 11 1|S liara <-m (ionio.
Na taveana da ra da Impera trac n. 80.
O agente Pinto terar aovamente a leilao as l-
vidas activas da raassa fallida de Joo Antonio
Ferreira na importancia de 2,921 TiOO, das quaes
exislem documentos, os quaes podem ser exami-
nadas at vespera do leilao no escriptorio do refe-
rido agente ra do Bom Jess n. 43 o no dia do
leilao, na taverua da ra da Ljjperatriz u. W), on-
de se edectuar o leilao.
Regente.
Crecisa-se de oaaa lenluva para a n^yn >-
casa de familia, e qar t-*dt* I t e ttmv j, raM
rar e corlar vestidos : a _# na nwa A Pe*-.
Un. KI.2>e>aa4am,iMl8W-M
nlia, ou das 5 a 7 da lf r4e ; < aa
Corpo Santo a. 17, 1* andar, em da
quabjurr hora.
DA
taverna da ra da Imoeratriz n. 80, per-
tcncente a massa fallida de Joaquim Fer-
reira Lobo.
SABBADO 28 DB JTNI10
as 11 horas.
O agente Pinto levar novamente e pela ultima
vez a leilao, a armaca gneros e mais objeetos
existentes na taverna da ra di Imperatriz n. 80,
servindo de base a maior offerja obtida no primei-
ro leilao, sendo, que naquolla occasio efTec-
tuar a venda com quem melhor vantagem fuer,
de confortnidade com o despacho do lllm. Sr. Dr.
juii de direito especial do commercio, a vista da
uformacaii do curador fiscal e depositario da refe-
rida massa ; o leilao ser cffertuado s 11 lloras
do dia cima dito na referida avena.
LEILAO
DK
movis e predios
A aber:
Bons e dillerentes movis, 1 pian.., !u.;a, fin.*
crystaes, quadros com finas gravuras, objeetos de
eleclro-pate, e truitos outros OJtjectos de casa de
familia.
Um cabriolet americano e 1 varea com cria.
Terca-feira 1 le julio
Na Capunga,
casa n. ... da ra das Crioulas
William George Fenoelly, tendo de fazer urna
viagem Europa, levar aleilio por intervengo
do agente Pinto, os movis e mais objeetos per-
tencentes e existentes em casa de sua residencia
na Capunga, ra das Crioulas n. ...
A's 10 i|2 horas em ponto partir da esia.a.
do arco de aanto Antonio um trem expresso que
servir de condurco gratis para os concurrente
ao leilao.
O leilao principiar as i I horas.
Em continuaerio
e s duas horas da tarde
vender o mesmo agente nao s a referida casa
com frente para a margetn do rio Capibatib^.
como unta oulra ao lado do porto, com frente
para a estrada, sendo ambas edificadas em chaos
proprios, com 400 palmos de frente e cerca de
2000 de fundo, com grande sitio, multas e diifereu-
tes arvores de fructos, grande viveiro. c...::.. M
com boa agua e casas de banho.
As ditas casas tornam-se recoinmendaJas por
serem novas, moderna, commodos para grande
familia, nerto da cidade, por onde tem de pas-ir
a linha dos bonds (segundo dizem).
LEILAO
DE
78 canastras com albos marea f Cf 20t ditas
marca X.
TCRCA-IEIRA 1 DE JULHO
s 11 horas
No armazem do Annes, defronte da alfandega.
Por intervencan do agente Pinhn
Bataaa
PENHORES
Na travessa da rea
dasCruzes 11. 2, vn*
meiro andar, dinheiro sobre pe-
nhores (ie ouro, pra-
ta e bnlhantes, soja
qual for a quantia.
Xa mesma casa
compra-sc os me
mos metaos cpedrns.
I
Aula pailictii.u.
Secundao Jn* Paria ''nui
ticular de in-lruc.... i-b-iwntar. avi
vel publico e o .ni e lia que o-t aln-rta sna aula na raa
n. 2"), primeiro andar : o turan*
melle uiuitu ae emtrar pea i
alumnos.
CAZrL^FOITOF
at_ l.* bu nango orra ora ao cesara >. t
Aos 0: O .ibaix.. assignadolBM aaapi
>s fflizes bilh.'t.-s (I Rk> 4p
promplamente. como r.ifliiiua.
1:000*.
Infc-iro
Heio .
(J'i..ii'.
|wi4
laatftr*.
aar
......llUtra
.....*?
Man. I aanur< Kiiw..
<&^se

COXSILTORIO
kidics cism::
G
i
9
1M
m
I!l4-!l..- |_
Es|*viah. .l< -
Hieres, das <-: i.aagBi
< -\ ]>I diticas
J'ri.-ulta- das 8 a* I" mWm 4a
nha.
i.llamados a quaia^r h ra d Ha
da ln.i.le.
firatis aos p. Hua da lui|M>ralrii n. X.
andar.

o
t
Terrenos baratos de l\& a 6i
nos.Vfflicto.son noSal-
gadinho.
Antonio Jos IUmIi n>uu rtm4>
terrenos de seus sitios I j
palmus, em a nova rua tI '' nist. i
igruja dos Allii. t..s ; ,,. >,!... mi,.. ..
a nafta para I r>'.i ilt Olinda e oito para nutra <>tra mesmo sitio ; a tralar cmn o Sr. Tri-! >
Francisco Torn-s, ua taeaoararia das ba-
rias.
LEILAO
DE
candieiros, sobresalentes para os mesmos,
figuras de bronze, moinltos, porta-clia-
pos deso, barmetros, thermometros,
tmpanos, cobertas para pralos, e tnuitos
objeetos que estaro ao exame dos con-
currentes-.
No armazem da rua do Impe-
rador EL 45.
pon
liquidado
QLINTA-FEIRA 3 DE JLI.IIO
A's O hora*.
Por itttervencao do agente Pinto
Rio Grande do iSul
Para o referido porto pretende seguir cora
a possivel brevidade o patacho Cardia, por
ter a maior parte de seu' carregamento en-
gajado, e para.o reglo que lhe falta trata-
se com os cbnsignatorios Joaquim Jos
HV1S0S DVfBSOS
CASA DA
AOS 5:000|000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua de
Crespo) n. 23 e casas do eos tumi.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
llzes bheles, uin uuarto n. 2970 com 5:0')0#\ um
inleiro n 1754 com ?00j, quatro quartos n. 66
com :)00, um inteiro n. 1494 cmn tOO, um meio
n. 2886 com lOfi e outras sortes de iOjOOO e 20*
da lotera que se acabou de extrahir (oo.*), convi-
da aos possuidores a virem receber na confjnni-
dade do costume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantido?
Ja 13' parte das loteras a benelicio da igreja de
S. Pedro Martyr de Olinda (56"), que se exlrahi-
r segunda-feira, 30 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 64OOO
Meio bil hete 3*000
Quarto 1*500
EM PORg\0 DE 100^000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Fiuza
I DENTISTA BE PABIS
W 19- RUA NOVA19
% J. M. Leroux, cirur-
C giao dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
S pera continuar ame-
recera confianca dos
clientes da easa, e do
respeitavel publico em
geral. ,
Precisa-se de um homem para conductor de
earroca : a tratar na rua do Bario de S. Borja n.
8, antiga roa do Sebo.
I00SIKMI
.SVaS flfill.
ai. r*.

I'iutina
cravo EsUvo, eotu ai rip
Alt... im. pft. pw I
barita, leudo mais .. .1 .1
querda ror lo, e lem .Tu .
Tem-se inli'ira eri-'z:. .!
cidade, cu h lad.-
\ isla, as iiii.iie.l...
Ca.iiino Novo
Quem o eap'avar i""!' ra aaMfar m^'.>
i-rna d > mm !-u- ti '-I. e*rript**> mh. 1.
geiiho H.aci'.i. em ' .-...i ia ac ai r.-is
Boacic?, Ii de junlh. .!
. n ...
a rna Wti
pana 4a H v

\(
Mic;a<>
Fttpi do i'ngenhu 1. ,ial>.-ira, fn*|~in d
L".ata.-, no da 2j do roin-iii.', o aaccava
Coaaor, prala iul.i. rabeaa baHn ai e
-illios amaivilos. alio, pw.-ilB, rrprf mm* I
anuos poiiM mai- ..u iw-n
e.i, cal.'a de .M.-finira uta .'.,.,- 1
desr.mlia-se que ande a trabalhar 1 1
no algod.o, ou enlt 1 1 para aa feaat
Estrada-Nova, onde tem u quem
par leve-o ao paleo la i'.irtiio n !. ne -r..
oompoMa
Joaquim Jos Goncalvc
Beltrao.


Rua lo ioiiiiur-ri-io n. S, I."
Sacca ttor huios paijin-b-s sil.n' ...
lo Minho, em Braga, e snfava .ts acf. 1
ulgaros de Portugal:
Amarante.
Arco de Val .le fBL
Barccllos.
BeJK.
Chavos.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
!' uar Ja.
(iuimaros.
I.amgo.
Lisboa.
Mirandella.
MoncAo.
Ponte de Lima.
Porto.
Ta*ira.
Vjlpassos.
Vianna dojCastello.
Villa do t'iiii'lt'.
Villa Nova de Famalkio
Villa Nova do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figneira.
I. I.ttari
II B. Blard, arekaaeU ai
seus servicoa aa btUtt
ementar qualuuer otra
plantas ou vmidt d: 1
de ou no campo, alwi
dina, tuda aapwdo 1 _
se da direeeao e exceocio
rece-se igualmente para
l tdrilhos de meaaiea fraaeat m mfjtmtmn t-4a
aaaaa e pcrfeicaa. Poa aer pnwmaiu raa a
Matriz da Boa-VisU 28, ante teWc.


Diario de Pcraambuoo Sexta feira 27 de Junho de 1873.
GRANDES NOVIDADES
Em fazendas de gosto
NA
LOJA E ARMAZEM DO PAVO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
PEREIRA DA SILVA & GUIMARAES
Os propnetarios (leste importante estabelecimento, participan) ao respeitavel publico
desta cunde e os seus numerosos freguczes que acabam de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazendas de gosto
-e muita phantasia para vestidos de senhoras fe meninos, assim como tamben) um grande
.sortimento das melhores fazendas de lei, que se vcndem por precos muito em conta, s
com o lin de apurar dinheiro.
As pessoas que negociam em pequea escala, neste estabeleciniento podero fazer
os seus sortiraentos, porque se Ihes tender pelos precos que compram as casas estran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se levar em
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aberto das 6 horas da manhi s 9 da noute.
I.R.X1I,1\ES
o
A 155500, 13P200, 800 e 640 rs.
Pardo recebeu um brilhante sortimento
BURNOUS A 16&000.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, burnoos dos mais lindos gostos
que at hoje sao conhecidos e em relacSo
ha de mais
das mais lindas granadinos preta com deli- j Sua excessiva barateza, convidam-so as
tadas listrasde cores e pretas, que vende pelo'
barato preco de 19500 o ovado. Ditas to-
das de core? cora listras miudinhas em una
s cor a 13J200 e 1JJ000 o covado. Ditas
pretas com listras de seda roxas a 800 rs. Di-
tas pretas com listras brancas, azues e ver-
des a 640 rs. o c >vado. Assim como boni-
tas barcjes de seda para vestidos com as
a 19000.
mais lindas cores
na loja do Pavo
POUPELINAS A19600 E 29000 O COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas poupelinas de seda com os
mais lindos desenhos e mais bonitas cores,
que vende a 19600 e 29000
Exmas. Sras. para verem o que
novidade neste artigo.
BRAMANTES PARA LENCOE5.
O Pavo vende superior bramante de al-
godo, tendo 10 palmos de largura, que s
precisa de 1 1/4 vara para um lencol a
19600 o metro ou 19800 a vara.
Dito de linho fino superior e muito en-
E' pechincha, corpado, com a mesma largura a 29400 a
vara.
Ditos francezes muito finos a 29500 e
39000.
PcQas de Hamburgo e panno de linho, ten-
do c m 20 e 30 varas para todos os precos
o qualidades.
I com *
I HEDICO-CiKURrJGO *
w m m
0 llr. J. M. Curio 0
liua d. Marfil"/. Otfml.1 n. 25, j.ri- fe
uii'iro andar. 2"
Consulta ila fiara* ;i> II r> <:iir.iii ATTENCA0.
O *r. Aiiloiiin iirl.'indi) Kei reir de Souza dei-
K>U <1p tt caixeirn de Jos da Silva Loyo Sobri-
nlio, dcsiU' 24 do rniiente.
Tmenos e casa na cidade
ilha de S. Jagel.
se faz todo it|fn > t pentajta-s p nesta ndadu: quemo* prelenler dirija se ra
Direita n '', u venia.
Evadio-se mi dia 19 de abril do crrente
auno, o fMt.ivu rriilo, de mue Tertuliano, ci>
iiliecid gvrafamMfc) n.r Teb, e<* rela, cniu 20
amiys de id;idi-, catalura regular, sem barba, com
falla de fenles d> lado de cima, tendo smente
um na frv*V, iiaballmu win iu1lei.il de sapateiro
em cas.i I i Si M,\iuio, a rila da Cnu du Itecife,
esjiuina do hei-e... misa de ehit.i prei.i e ralea de .a-cinra escura
com listrn pela vi lai-.. b .mu earreirasse com
mais ron na. i- de Mipjir que lenha mudado, cos-
til nava i d i >-al aii'i : >|ii>-ni pninler leven-o
a seo seidi em ara Imperial n. M, que ser
graiitiradi.
SEDAS DE CORES A 29500 RS. bitas de bretanha de puro linho, tendo 30
O Pavo recebeu um bonito sortimento jardas, pelos precos mais baratos que se tem
das mais lindas sedinhas de urna s cor com vsto.
delicados desenhos miudinhos, que vende a | Pechinchas de finissimo esguiao ou silzia
29580 o c vado. Ditas com listrinhas, mui- com 6 jardas a 79000.
E' pechincha, na
to boa fazenda a 29000.
na loja do Pavo.
a.VIBRAlS ABEBTAS A 99 E 109000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vende pelo barato
prego de 99 e 109000 o curte, tendo fazenda
bastante para vestid"1. E' pechincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. G0.
LAZINHAS BORBADASA 400 RS.
O COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lazinhas transparentes com
florinhas, bordadas, tendo do todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo prego de 400 rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
lazinhas listradas sondo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo ba'atissimo
prego de oGO e 600 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja rio Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS LAVBADAS A 640 RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem vindo para vestidos, e vende-so pelo ba-
ratissimo prego do 640 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
CASSAS FRANCESAS A 600 E 640 RS. 0
METRO.
O Pavo receben um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fran ezas, de cor,
cornos mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padroos oscuros e outros que
servem para lulo, e vende a 600 e 640 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LAZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 19200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem vindo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos pregos ile 640 rs c 19200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao modernsimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Chitasa34,980,390c3GOrs.
O Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fuas, que ven le pelos bara-
tos pregos de 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padres a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muito. finas padrees claros em teci-
los de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de crctone, fazen-
da muito superior a 3i0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de euros, miudinhas, proprias para
roupa de criancas a 360 rs. o covado. E'
pechiacha, na loja do Pavo.
Raptistns a 500 rs. o covado.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padres miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de crianga, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o covado, afliangan-
do ser grande pechincha 1
Corto* de camliraia. ultima no-
vidade, a S9000.
O Pavo recebeu pelo ultimoi vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
suficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com babados do cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 99000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato prego de 209 o 309000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com listras assetinadass que
yendo "pelo bai ato prego de 69000.
Ditos om listras de cores, tendo 8 veras a
*9e 59000. E' pechincha.
ESPARTILHOS.
O Pavo recebeu um grande sortimento
de esparulbos tanto para senhora como para
^_jnenina, que vende pelo barato prego de
^4000.
*Dtos ;nuito finos a 49 e 59000. Sao dos
anafe moderno? q* tem rindo ao mer-
Mdo.
Pegas de finissima silezia com 30 jardas
a 359000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos ('e
largura a 29000 a vara.
Calcas de casemira.
0 Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ultimo
figuriuos e em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao morcado, e
vende-se por barato prego para -apurar di-
nheiro, assim como caigas de brim bramo e
do cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAINUAD0S A 19800 E 29000.
O Pavo vende duzias de lengos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 29000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Dit'S grandes, fazenda muito fina, sondo
todos brancos a 3*000,
Dito de cambraia branca, sendo em pega
a 39600
MEIAS (RASA 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiascruas, n-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 69000, 75000,89000 e 109000,
e um grande sortimento de ineias inglozas e
francezas, para sonhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLAO FRANCEZ a 69000 E 79000.
0 Pavo vende pegas de madapolo fran~
cez, que semprc se vehdeu por muito mais
dinheiro c liquida-so pelo baratissimo prego
69000 e 79000, por ter feito urna grandt
compra. E' pechincha.
Aigodftozinko a 49000.
O Pavo vende pegas de algodozinho.
muito boa fazenda, pelo barato prego di
49 e 59000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas e lenges a 69000 e 79000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans
prente propria para vestidos a 29500
39000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 e 69000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas de guarnigo e para so-
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 69 E 89000.
O Pavo vende cohas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 69 e 89000.
Ditas de fusto acohoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DI AS SAIAS
a 49000.
0 Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor do Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeites decr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade.
por terem sido remettidas por um dosrar
Ihores fabricantes de Paris, e vende-se peii,
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 6(5 e 89000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
precos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos prego,
de 29000 e 29500.
Ditas com guarnigo de pregas e borda-
dos a 39500.
Algodito entestado a 19000
vara.
O Pavo vende algodo americano entes-
tado e muito encorpado, proprio para toa-
lha a lenges, pelo barato prego de 19000 a
var?.
Dit 1 francez sendo trangado e muito en-
corpado, pelo baratissimo prego de 19380 o
metr0- ...^.~~.
Casemlras a G9000 f|^0.
0 Pavo vende cortea de casemira franee-
za,. sendo fazenda muito superior que sera-
re se vendeu por mais dinheiro, e liqni-
am-se a 79000 o crte.f
Ditos a 69000,
Radical para
Escrfulas, Chacas Antigs, Ulcaas,
Feiudas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
POSTREMAS, ERUPQ0S, HERPES
Impingeos, Lepra, TI oh
e todas as Molestias da Pella
cunL
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
A molestias Syphiliticas
$ a*
FebresamarellaeTyphoide
TRATAMIENTO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e RECONSTITUIRTE
fe D" DELOB, de Paris
DEPOSITO 4, boukvard St-Martm. Pams
Agentes Genes para o Brazo..
P. RODDE (ao grande mgico), roa do
OuvMor, 118, RIO de Janeiro.
*f; J
Pars, at, .fc*.ua vivxenne, Dr
IHSfiV-i HFDECW fftCl
m mnt*Miau s tus sexuaes, *s affbccois
I.Tf-UCO'.'S DO SINGUE.
I (''.oOOennsdasimpii.
. .'ii ;).' h? p,
< rita, rotniioei, acri-
nnnvi, a(illerfoes,vi-
_J.iii.vu.. dn sungue, vi-
/,<,,, r ... .......i.i'jue Xarope vegetal
Sem mcrciliiuV D(iura ti vm Ti-geluei
R\\UM >II\KKAl* tmii n--p (Inu* pr
semana, guindo tniM.-iinon n Depurativo:
mprcgmlo ii'< ipraiuai mtili'Mias.
i ste Xarnpi' Cuneta de
I Viro rfc CHA BLE, cura
umditumem qnal-
|u.r >uiguiao, rcla-
___________ _|;orno, t debilidade,
i iguditueuie ji e llora brancas das
mulheres. Kata iujcci;ao 'benigna empregasse
eom o Xarope de Ciliactn tie ferro.
n< *inrrold>l'''IH: (!aine :s tlll 3 eni3 diiiS
POMA0A ANTIH8RPETICA
Contra- ni\% o fftctoefulaneai e comiroet.
PILUL'S VEGEAES DEPURATIVAS
do Cbable, cada frasco vrai accumpaliado
de um folheto.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cura catarrhos, lottet
coqueluches irrituctt
ncwoiai tai doi bron-
[ chioi leda ai doencat
ilo ptUojbuU ao doente
um cotlie rrhdea desle xarop! D' Forget.
Dr. CHiau em Parix, roa vltka.e, St).
0PU1
duSN^
COPAHU
Sirop ttU :
DrFR6ET
-<3fl>Tr^ ijiK psBi^
deVAUOUELIN
Resurta das obsernacAes colliida pelas suromi-
ddn> medicaso hospiiae de Pari.<|ue o Xarope
peiloral bal&arr.ico lo diatineto e illusire profe-sor
Vauqi bli empn^sdo com successo sempre igual
pora curar l
AS HTLAflUCOES D9S BBltH10S E AmCfS 10 PETtO
conliecMas rx>lo uome de
BRONCHITES AGUDAS 0U CHR0KICU
ASTHUAS, OPPK'SfiOKS, CATAV-HIM
Defiuios, Tusaos reljeldos, Extincco da roa.
' AMASS.V, petasen uso fcil e agradare!sabor, um
precioso medicamento para as pessoasque viajam, on
tio iiliriaodus a alnu- niuilo. Pana, Pharmacia
VAUQDLlN-DI&LAiniERS, ra deQry, 31.
iMNtaaaa iIm m Pitrutiii au>it Drtjn.
Fiigio,
Fugio da casa do seu senbot no dra 29 de abril
do corrento anna, a escrava de nonie Raymunda,
cora os signaes erjumles : iom preta, cflxa, urna
cicatriz na testa, falla muito e tem por habito di-
zor que Hivre : ^uem apprehender queira levar
ra de Santa Rita n. 5. entrada pela ra nova
de Santa Rita. Constando ao seu senlior que aN
pitera usufrue o Irabalho da dita escrava, elle de-'
clara que ha do proceder judicialmente contra
quera quer que uja.
^BJUMMMMHnHSHHsWSEflHNHa
Df Justa Rufina dos Santos
Portugal
iV. Pompeo Colonna Casanova, seus manos e cu-
nhados convidam as prenles e amigos para as-
istirein a algumas missas que .e ho de celebrar
era sttlTragio da alma da fallecida 1). Justa Rufina
dos Santos Portugal, no dia sexta-feira 27 do cr-
reme, s 7 horas da manhi, na igreja de Nossa
Senhora da Penha.
*mtwmkwmimm^mmimmr**m uhw '-
Jlo Francisco Ferreira lunior
convida as pessoas que o tem ob-
sequiado com suas a miza des' na
cidado de Caruar, para assislirem
urna missa que manda rosar por
alma de sen tio Joaquim Ferreira
Loureiro, na matriz da referida ci-
dade, s 8 horas da manh i do da 5 de julho, tri-
gsimo de f eu passamento. Pelo compareeimento
a um acto do verdadeira religio, desile j se ao-
tecipa era agradecer- Ihes.
.&.
.*,#\-
O Dr. Jos dos Anjos Vieira
de Araorim.
O bai harel Miguel Rernardo Vieira de Amorim,
capitio Jos Daciano Vieira de Amorim, Manuel
Augusto Vieira de Amorim, norlenrio Eneas Viei-
ra de Amorim, Adelaide Candida de Amorim
Hurlamaque, Mariana Augusto Dias de Amorim,
rnpitao Manoel do Nascimento Cesar Hurlamaque
e majores Miguel Bernardo Quinteiro e Antonio
Bernardo Quinlelro, agradecen! cordialmcnte aos
seus amigos a caridade que fizeram de acompa-
nhar o* restos mortaes de seu prezado pai, sogro
e irmio o Dr. Jos dos Anjos Vieira de Amorim,
ao cemiterio publico, e de novo os convida para
anda fazerem a mesma caridade, comparecendo
a igreja de M. S. do Carmo no dia 38 pelas 7
horas da manha para ouvirem urna missa de i-
quiern por sua alma.
O uacliarel Miguel Bernardo Vieira de Amorim,
seus manos, tios e cunhados, particularmente
agradecem aos Hlms. Srs. tenentc-coronel Anto-
nio Carneiro Machado Ros e professor Simplicio
da Cruz Ribeiro, os ltimos o0icio3 de bons ami-
gos quo prestaram ao seu pai, irmao e sogro Dr.
/os dos Anjos Vieira de Amorim depois de sen
passamento.
Jos Ignacio Pereira da Rocha,
Manoel Ferreira da Cruz, Jos Ig-
nacio Pereira da Rocha Jnior, Joa-
quina Pereira da Rocha, Ignacia
Pereira da Rocha, Clara Pereira
da locha, e Carolina Pereira da
Rocha, feridos da mais acerba dor
pelo passamento de sua espoza, sogra e ni ai D.
Clara Maria Pereira da Rocha, agradecem a todas
as pessoas que acompanharara ao cemiterio pu-
blico no dia 2i do corrente os restos mortaes da
mesma finada, e de novo os convidam aos parentes
e amigos dos mesmos para assistirem a algumas
missas no dia 30 do corrente na igreja matriz da
freguezia do Poco da Panella s 8 horas da ma-
nha, e desde j se eoafessam eternamente agra-
decidos por este acto Joao Francisco Pardelha.
A ?odedade Beneficente Luso-
Brasileiro manda celebrar urna mis-
sa s 7 horas da manh de 28 do
eorrente mez, pelo repouso eterno
de seu infeliz consocio Jejo Fran-
cisco Pardelha: a lamilia do finado,
seus amigos e aos socios desta so-
ciedade convida-se a comparecerem a este acto
de piedade e devoclo que ter lugar na igreja do
Corpo Santo.
Stcretaria da Sociedade Beneficente Luso-Bra-
sileira, 26 de junho de 1873.
O 1. secretario,
_ Souza Mira.
Attengo
O Exm. Sr. desembargador Guerra continua a
ter a mesma carta ra do Bao da Victoria n.
tMK_____________________________________________________________
Avisase
a quem der noticia da escrava Guilhennina qnt
foi do teen te-coronel Feliciano Joaquim dos Sil-
los, e aepois comprada ao Bario de Nazareth,
representa ter 25 anuos, tem falta de dentes na
frente e as maos com cicairizes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos. que ser generosamente recompensado.
Perdeu-se ao saltar una senhora do carro
no theatro Gymnasio, urna cassoleta grande de
ouro, te ti em cima pela parte superior um rt Lvo
de flores de ouro, tendo no centro urna turqueza
dividida en quatro partes, e a parte inferior lisa,
lem dentro urna chapa de marfim de um lado com
urna inscrip.a > feita de cabello e da oulra banda
um retrato colorido : quem a achou e a queira
restituir pode entrega-la na secretaria da presi-
dencia ao porteiro que gratificar generosamente.
Kalediir.
GERAL
Phanucia de P, Maaurergias
Precisa-se de batednres, ou aprendizes: na refl-
nacao da ra de D. Maria Cesar n. 30, outr'ora
Sezalla .'Nova.___________________________
H para tingar.
Um terreno cora urna vasta plantacao de capim,
no Carainho Novo (Soledade) ; a tratar na ra da
Cruz n. 3.
AO PUBLICO
(Itiei iais ciii d;M Oercee ?
Iucontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo offerece era geral, com espe-
cialidade ao bello sexs, o PARS NA- AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar Can-
tiga do Queima Jo) e a razao ? a razio simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
in :ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forrado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
eai rrnicol nao podendo desta forma conheeer se
a botina lhe fica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do lad'ilho ; "o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e dcsla
forma conhecer-se se fica hon: o raleado : para o
bello sexo, ento quasi hnpcssivel, que utua se-
nhora (do bom tom) queira sujcilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um baicao, onde en-
tra qurm quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta > tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all poderao estar em perfeito commo-
do para a esculla do calcado.
Nao terminam a' i as vantagens ou commodos
do Pars na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabricanies da Europa, romo Me
lies, Sujcr, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sanatos, assim tambem um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
multas quahdades uue poderao salisfazer a esco-
llia da mais capichosa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, ist claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Pars na AmeriC", ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Queimado
Fugio no dia 24 do corrente, do sobrado da
tiavessa da matriz de Santo Antonio n. 14, nm
perequito com urna corrente de latao : quem o
achou querendo restituir, ser recompensado.
Quem annnncion urna padaria para vender
on dimitir um socio com algum capital e que
alenda ; dirija-se ra de S. Jorge n. 88.
FNDIfAO DE FERRO E BROHZE
FABRICA DE MACHINAS
V roa do Barh h Trinm-kiln (na d&Bnw) is. IHi IM
CARDOSO IRMAO
WISAM aos Srs. do engctihos e ao publico em geral, que racfh*r*m 4 Cumpa
randt sortitueiito dferrngen> p.-.ra ciigenhns e para lavoura.c quc a misteres da industria ugricola, o quo tudo vendem por presos ruotvm.
VapOreS horisontacs de 4, 6, 8 o 10 cavallos, os mclhorps qnf> tpiii o nwwik
AlOenQaS completas, obra forte e l>em acabada.
MeiaS mOenaS para assentarem grades de madeira.
TaxaS de ferro ,,1,,^'('0 e batido, le todos ostamanhos e ib moRV*i fat>rv
cantos.
K-OClaS Q agua de diversos tamanhos.
COdaS entaaS t|c diversis tamanbos e qualidades.
Arados americanos ,ic diversas quu cOrmaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
ConcertOS concertam com promptidio qualquer obra ou machina, para o que tow
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS ^'""''im v'r Por encommrnda da Kuropa, qualquar machiiMwn.
para o que se corresponder com urna respoitavei casa de I.nndrp
e cora um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ncumbem-se de mandar wiiIiif
as ditas machinas, e se rcsponsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rado Bnim).ns. 100 a 104
FUNDI O DE CARDOSO I MU O.
HOTEL
Restaurant de Bordean \
A' ra Primeiro deMarc,o n. 7 A, 1. andar.
I.acoste, perito cozinheiro francez, 20 nnnos de pratica, acaba d< montar um suiop-
tuoso hotel na ra cima denominada, aonde o respeitavel publico desta Ma tom
Santa Cruz encontrar todos os (lias urna comida deliciosa.
Vinho de todas as qualidades.
Conservas idem irlcm.
Cerveja dem Hem.
Licores idem idem.
GElAITOlMKIllW
Toma-se assi^naturas.
Aberto desde as 6 horas Ai manhJ at as 10 da noito.
FOGO ARTIFICIAL PARA SLES
PARA OS FESTFJOS DE
S. ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO
NO
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
1 RlIA DO MfUO Di VICTORIA 7
(OUTR'ORA RA AOV%)
Chegaram grandes tastana destes lindse apreciados foguinhos artificiaos japn*1.
zes, francezes eallemSes, do vistas muito bonitas, e especialmente fabricados para rnhr-
ras e meninos poderem soltar sem meJ > dgum ilo serom < Hendidos, e a presos barato*-
no s a rctalho, como em cahinhas sortidas. Alcm destes foguinhos ha muitis pistola*,
craveiros e rodinhas, fabricados por um dos mais famados artistas desta cidade, e tam-
bem tem grande porfo de traques chinezes, que se vendem em cartas e em ra mnh* ir
teiras.
BAL0ES AERR0STATC0S
roqueos baldes do 8 a 10 paliaos, de papel de cores Umitos e hetn **
solta-los das janellas c varandas.
aC
Estas novas e interessantes sortcs, al^m da Icitura agradavrl, contem dentrr
diversos objectos de divertimentos que fazcm augmentar mais a alegra entre as fami-
lias, as noites de Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
GLOBOS PARA ILLUMINACES
Globos de papel de cores para as illuminacoes destes festejos, c que muuc
realcam nos pateos e nos jardins.
PAPEL PARA ENFEITAR BOLOS
Estes papis rendados para ahitar bolos sao muito baratos e prirKipalmr*.*
vendidos em duzias.

Botinas .dos melhores fabricantes pnrn homens, senhoras, meninos I menina.
Quinquilharias de fantasa,
FIA' IN PERFUMARAS
E
Brinquedos para meninos
Todos estes artigos vendem-se baratos por seren receblos em din-i'.nv.
pelos abatimentos obtidos dos fabricantes em attenco s grandes e repcfa* fc
mendas.
AHENCAO
Tambem recebe e vendo muito em conta excedentes pianos, taita cante Blondel, como de H. Ilers e de P'.ejel; assim como mobilias de toa e t
vimes, e cadeiras avulsas de bra^o e lo balanco.
7 armazemdo vapor fraricez 7
Eugio
No dia 14 de malo do corrents anno, fugio des-
te engenoo o escravo Marcelino, preto fulo, bai-
xo e seocoi rosto descarnado, pernas e braco* fi
nos, falla baixo, sem nenhum defeitn. Re^reatn-
la ter 30 annos e tem alqumas marcas antigs de
elho. Este eseravo pertencea ao Sr. Manoel An-
tunes de Queiroi Barros, do engenho Ronca do
Cabo, e consta achar-se para os lados da cidade
de Nazareth, onde tem pai e irmios forros, oa
em Goyanna e N. S Ao O' de Goyanna onde de
outras vezes j tem sido pegado quando perten-
cia ao dito Sr. Autunes. Raga-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua a pprehensao
e conduzi-lo a esto engenho, ou no Reci e aos Srs.
Cunha Irmos 4c C, ra da Madre de Deas n. 31,
que se gratificar generosamente.
Engenho Dous Mundos l de iuobo de 14773-
Manoel Heractto de Abufluerqua
Na na do
nm eseravo
eu.
Aluga-sf
Lfjas >ara thpr.
A do sobrada aa aatw Taw a. 17, pan
morada; e a a rea DtreH a. (M, aa
tabelecimeata, para a ene ten araairaa.
ca e outras meianaiaalti: man* a
Imperador n. 81.
aWnijm.
Precisa se de *) eaaMs de rt a
m ama garaalia 4a raiortam
des, cojo valor ceda a
pianader pode antear
me par w
,


1 I

Diario de Pernambuco Sexta feira 27 de Junho de 1873.
,r
%MJVA MOVIDitDB
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOSfl Jlfi t ZEVEDO
Ra do BarSo da Victoria d, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga na Nova
awe o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento depwuos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
COMPANHIA
Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado n. 1S confronte
tica Miorer, no grande sallo onde estSo expostos os maeniflcos
A ^ %W9 de amaro, de Pleyel.
-------- de meia canda, do mesmo autor.
-------- de H. Henri.
de Amede Thiboat.
nico agente nesta cidade, doa celebrea afamados
PUOS DE AUCHER FRSRES
orsmiados em diversas exposijSss om-14 medalbas de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqni vem da Earopa, perfeitamente aflna-
ii, fetos cora elegan :ia e solides.
Tambera receben grande sortimento de msicas pira piano, piano t
canto e entre ellas aa lindas eomposicdes do mnito sympathico maestro
F. navri\i
A SABER :
Voc me qner Walsa.
I'lflma publlca^cs
Feitas as offlelnas de i
do annoncianle.
Emilia, polka por I. Smolti.
Cireaciana, .chotch, por Smoln.
Jardim do Campo daa Priceu*,
qaadrilba, por J. Popne.
Chava de Rosas, Walsa, por H. A
bertaui.
1)08
THILHOS URBANOS
no
Recife a Oliuda e Belieribc.
Nao se ten Jo reunido
numero legal hoje, sao
nuvaiuuntCotiviJndos os
Srs. accionistas se reu-
nirom do (lia 27 do cor-
____ ente pelas 11 horas da
tnartha, afim de se proceder eleigao do
directorio, conforme j fo amiunciado para
a sessio precedente. __
Secretaria da assentbla geral los accio-
nistas da cornpanhia dos triJhojirbanos,
do Recife 3 Olinda, 20 de junho de 1873.
0 2.* secretario,
Joo Martinsde indrade.
avo
ftigido.
Olga Mazorka.
La Separacioni Pxra canto.
A Lu rleetriea, graad e Walsa.
Franco Brasilero Polka.
Tomada de Vllela Glope.
Joaoinha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Waba.
A Mmha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studienie Poka.
D'aqai emgdiaote continuar a annnneiar todas as poblicacoes que se forera friendo as snas officioas de msicas.

Tendo esta cornpanhia abandonado al-
fandega desta cidade certa porco de bilhe-
tes de suas passagens, e ordenando esta que
fossem all mesroo inutilisads. succede
que alguns passageiros tenha-se apresentado
com alguns destes bilhetes : para que naja
sciencia deste engao, previne-se a quem
interessar possa que ditos bilhetes sao todos
amarellos com um risco cor de rosa as
costas e de 100 rs. e outros todos cor de rosa
com dous riscos pretos e de 200 rs.
O gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Jos da f
Est \
Cachorro
Desappareceu do 1. andar da travessa
dos Expostosn. 18, urna cachorrinha de
ra?a ingleza com dous mezes de idade de
cor preta com urna malha escura no focinho,
a pessoa que a achou queira dirigir-se a
mesma casa que ser generosamente gra-
tificada.
Re
^<"-j
/
A.M
aos compradores do bem conheeido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do veradeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o noms de MEURON & G, e a desig-
nado de REA PRETA.
r^
m
&
Os abaixo ssignados fazcm sciente aa com-
mercio que amigavelmente dissolveram a sociedade
que tinham na taverna da ra do D. Mara Cesar
n. 6, a qual gvrava sobre a firma de Mendos A
Pinheiro, licando todo o activo e passivo a cargo
do socio Pinheiro, o sahindo o socio Mendes pago
do seu capital e lucros e exonerado de toda a res-
ponsabilidade, eu seu onus
Recife, 17 de junho de 1873.
M. G, Mendes
_________________Antonio Jos D. Pinheiro.
Esta fgido o escravo Manocl, preto, 20 an-
nos, cambeta, tem um braco cortadoo, cravo nos
ps e bebe agurdente : quem o pegar leve-o
seu senhor, na ra do Pilar n. 74, 2* andar.
HP* Est fgido.
Fugio da casa dos abaixo assignados, no dia 17
do corrente as 3 horas da tarde o escravo Marti-
niano vindo da provincia do Piauhy para ser ven-
dido nesta cidade, por ordem e conta do Sr. Joo
Estevao Seraine d'aquella provincia. O escravo
tem os signaes seguintes : idade de 2o a 38 an-
nos, altura regular, rosto comprido, elhos gran-
des, cabellos carapim-os. bocea e nariz regulares,
cor pret pouca barba, tem um signal preto e
chato na palpebra inferior do olho direito, usa
funda por ser quebrado, levou em dinheiro de
50 a 80 e a roupa do corpo ; suppoe-se que
elle tomou o caminho de Pcdras de Fogo por ser
a direccao da provincia do Piauhy, dundo na-
tural : quem o pegar entregueo na c.va n. 52
da ra do Baro da Victoria que ser bem remu
era do
Becie, 17 de junho de 1873.
Burlamaque, Araujo k C.
Auzentou-se do poder dos abaixo asignados o
seu oscravo de non- J'S|iiim, r.*ir Meta e de
nn(it*i. Traja amito limpo, .inda .-ai,-;: .....:i:; ,|,.
l-.u'll0S .v:r;;i|- los i|i;i-i> :: i ',... ::, ,, .|u-il...
Sebe cozin ir, uecu|m(iii a i|ilc > i'i-av.
Qn.indo falla se condece ser negro afriasnu.
Boga se appir'icnro de dit-> Mcrafo,- rla
eapiura.se gntiticar brut
Bi'i'ire,!) iic junli., de <>7:J.
Jo> da Silva Loyo & Filho.
ugida
Fugio cm 17 de marco prximo passado a es-
crava Matilde, de 32 atino, DMa, enoulsr, eslaH
ra regular, cheia do corpo, |ernas Ditas, iini uns
carocos no rosto que parece cspinlias, falla de
denles na frente, falla mu lo manso qui; as vexes
desalia a compaixo, boa sozinheira e cnpnmiiia-
deira, lilha do Para, fui comprada sugra do
Sr. commendador Lucena. iiuilo conherida \wr
ter estado alugada em ca-a do Mauoel, n<|iecior,
no Monteiro, ella inlitula-se de forra, e Imi iMa
vista no Poco da Panella, Monteiro, CaiiNf, Mag-
dalena e aqui noBecife : pedese eocareetdaniHh
te a todas as autoridades pociaes e capiei >k
campo a su appreh nviin ; aaa como se pede a
qui'iii tenha amas que verifique mbjM que du.-in
ser forras, pois consta esta- ella de ama que nao
sahe ra, e que se gratillc.ira a qu.-m a Uvemr
a ra do Livramento n. 1 a Antonio de l'aiva Per
reir.
gueda,
parda, idade
Gratifica cao.
cscrava da baroneza da vCioria,
de 26 annos, cabellos carapinl. e
vermelhos, dedo pollegal da mito diroita um p. ..eo
defeituoso (proveniente de panaricio ), alia, olho
esquerdo vesgo, e o ventre cresrido ; acliaudose
fgida desdo odia 23 de maio, reommen' 'i-se aos
capites de campo a sua captura e lev: a i, ra
d Aurora n. 2o, onde ser bem nmapn .ido quem
isso lizer. Essa mesma c-crava intitnl.t-se livre,
ora com o nome de Maria ora com u de Theiea.
i recisa-se
KaHar con o< Srs. rjiri'! .cu Ja,-hrilHi !
Ptor a tm K.n.-inA-s M.*rinr.., rh raffMlaV
hyi-otlicras i i* -U Imj < i ,f,n 4.
inii|-
(i listiorio i:< !l'l
fir. liurlU.
RUAPA l.HI'Z X.26, i. AVDAR.
Rrccm-i l4)av trr- y
qnenloH ,^ ..^tam Jo v.,r,< hm*r* C
pod- s,r aewaraie a ^ul^nrr enra 4* f
uuj'ii "la ii"!:' jara 1 '] : tV >ua >r<. %
l!on lillas do mcio dia < deu> Imni- F
da lareV. m.
Qratii a y brea.
aanrttlie' 4n. ilmf da p**^. A- jf
crian.a e d<- uinllier.
Emprega no UaUnx'iito ,Ut m<4<-*<<- *A
0 sua es|.c-i.ii,!,,| as Amk*t frimt r %
bank'>t m rnpir, para o* qnaea Mane o
os apparellios mais .....1 numiiaU eaa-
trejajM m l-uiipa.
iMdam iis.lie.i nm aTnTH* fmwatt
no iraiaiiMici ,<... aaalaHaaa & e|iririeiJaJ'.|M|.. |H.re.Mm do Or. Tt>irr '
3
I
1
i
XUIT1S
DR

De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoleiros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, fructa-pao, oiti-coro, ariticiim-a-p', aba-
cate, laranja-cravo, flauboyanl ou brilhanle, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrinss
parreiras coracao da india, nmieiras e ouiia
antas : na Capunga, ra da Ventara numero i
PAPA-
No hotel AJIianca. ra e.-lreila do Kosario 11.
10,_encontraran pela inanh i a boa papa da mellior
farinha de milho e do Maranlin.
Manocl Rodrigues de Mendon^a, de boje cm
diante se assignar Manuel Rodrigues G.rrcia de
Mendonca. Recife, 23 de junho de 1873.
Quem precisar de um criado, dlrija-se ra
da Roda n. 2, que achara com quem Halar. Dase
flanea de sua boa -induca.
2i,5JS^2
2 S
1.
y 3 3 c
V 3 = =
c= 3
i. ~ 3: -i

?^5
= J3
O K
. i2 3 1
'o 5
ge rf
ai!f!!gft.ifl
^fiili l!?ii
s:i*lfisi!s;s
c o.ut; =-3 =
n 0 v
3 p 3 P
o a a
3
- 811
1 -.22 5-s-b 5 a>S = 2
OSr.OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
MEURON a G.
"<
A quem interessar
J. Ramos & Machado mudaram seu escriptorio
de commissoes e deposito de movis para o arma-
zem n. tO da ra do Vigario.
Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade 2o annos, pouco mais ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodo. tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
toados : roga-se as autoridades pociaes e capi-
tes le campo o obsequio de pega-la e leva-la
seu senhor, no Caminho Novo n. 110, sitio, ou na
ra da Cacimba n. I, que sero generosamente
recompensados.
Cornpanhia Recife
Drainage.
Esta cornpanhia faz publico que os apparelhos
e.oUocados as casas abaixo declaradas, estao
3
Precisa-se de urna cozinheira, escrava, ou
forra : na ra da Penha n. 23, primeiro e segun-
do andares.
A. J. Reogh, como representante da
casa dos Srs. D. Oppenheiraer & C, de Lon-
dres, offerece aos senhores logistas de Per-
nambuco um completo sortimento de amos-
tras de todas as fazendas, ferragens, sellins,
sapatos, arreios, miudezas, etc., etc ; po-
den do-se entender com o mesmo senhor, pa
RUADOCOMMERCION. 38,
ARMAZ EM.

- i- rt z -
3 Q.Ct. > -
*timii
A Af \ P1"60'83-86 de uma l,ara cozinhar e fa-
*"t'J-i- zer mais algum servieo de casa de fa-
milia, no Corredor do Bispo n. 5.
Santo Antonio, 8. Jooo
r<>(ho.
I.Uros \\r umrir*
OAdvinli. r i \. AaaaWi'a f. Carta* Fr '
cis U, Cait. la de ;: I ;
amor ti i; ,\,~-< fyktlHmm 11, dien la. IH
da forliuu i '.' ii i -o1 haae *. Hm I vi. j
da t:..nv<-rs;,ra it, l.ivr.is do .l-.-iirM. t*. Madrean) U.- I
fruand U.Maiier. appaivi,,- 'i Jiai, || i4.
taarttfida la. Xo tf-uU '! i i. %.>.
FluminenH' i-V inaenli. ila iiwfa 1*1* o ar-
od.IHpIhis l. I'r |/. H,tH,
lo Caaaaja 14. Bila da dmaaa t, Srap-4--
eilie-iro B'i'. Vi pie i.,. i .- jiul-j-
artas.
Livraria fronceza
A!uira-sc
a ra^a terrea da leja le C raarj 9oa tr'ora Augusta : a tratar i mi do Aaaarin T*.
c

Compra-se algum
ilos mii cidade : a tr.ur aa tj.i U laaitoeja*
de Caxias li. li.
Compra-H"
Diario* a "iiO 0 i arr-la : na nu larga l<
Rosario n. IV, falun j de rigarT<*
AllMfla.
Na ra de Tboni -le >.uza. eeaaad a, N,
tr'ora di Lincw.i. ei.mir.-. v.
:i 3(1 anuos de i
mar ; e igiialmen''' -i!. nhorr< r r -
lores que liverem .i .
ni espeeiscadas, ajaaaraai aariKreaj aaaaja
e rasa ja menrHiiiaUa.
\r!:W".
G>mpra--e umi armaba pan lavrraa era ieai
estado: a tratar ra do Wv\w Ir
mero 41 A.
Compra-se
Mr 4 Precisa-se de urna ama que saiba
I \ cozinhar e engonunar, para casa de
lia familia : a tratar na praya do Corpo
Santo n. 17, 3 andar.____________
Ama cozinheira,
Precisa-se de una para caa de pouca familia,
paga-se bein agradando : ra ro Hospicio, casa
de bolas amarellas, n. 46, uu Queimado n. 70,
loja.
Ama SaruadaBomJeaae a.*, hatear,
' precisa se de uma ama para cozinhar e
outra para engommar.
Precisa-se de uma ama i
mero 61.
na ra Direita nu-
il.
\itl1 Precisase de ama- para uma pasma
*-ma,paga-3c bem ; a Miar na Baixa- arda
11 ou na estacan do Manguinho
Xa na do \m rim n H
de vapore- de n!. ,jue.

*
'a>
n
lVastes,
Coi ipra se r v .:
e usados : no annaz-m da na I I i ,.
I erador n. 48.

@ )GG2L

Vende-se
DE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrade, antigo e acreditado oicial da casa de Delsuc, participa as Exmas.
famlias e ao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo salo, aonde
se aprompta com perfeico toda e qualquer encommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e postigos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfei^o toda obra de cabellei-
promptos para functionar ; os inquiiinos/porm,' reiro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
mo poder o fazer uso dos mesmos em quanto nao parte.
Alrn desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfei-
00 c asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ha continua-
damente sortimento completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modernissimos
gostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
MOPINA
Est encouraqado !! 1
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motive de novo chamado para dito
ftm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu ulho se
achava nesta eidade.
Precisa-se de uma ama que saina lavar e
engommar, e mais servieo de casa : na ra Non
numero 28.
l'recisa-se de urna ama
secca, forra ou captiva, c sen-
do boa nao se olha a pre;o :
a tratar no bazar da ra Dircia n. .'iI.
Precisa-se de uma ama para cozinhar, es-
crava ou forra : na ra da Penha n. 23, Ia andar.
AMA
Precisa-se de urna ama de leite que nao te-
nha filho : na ra da Penha n. 21. andar.
A M A
com uma menina.
Na ru.i d'Alegria n. 4, preei-
sa-se de uma ama de meia id^de
e bem comportada para andar
Precisa-se uma ama para cozinhar em casa
de familia : ra de Pedro Affdnso n. 53, pri-
meiro andar.
urna mobilia de amareilo'jii i-rerora?
I.uiz XV. C'-mp I
ras de puaiiiiao, !.: di l t...- l
de consola* e una ..rluieir. a ras americana*, iodo ni ;-erf-il >"' i
de Antonio llemiqata, antig.i BI A.-uguua.-
n. 2.
rogos.
AMA
ra da cadeia.
Precisase de uma ama pa-
ra cozinhar : na ra do Mr-
quez de Olinda n. 22, antiga
reeeberem um carto que os aotorise para isso.
Ra da ltnoeratriz de 1 a 39.
Dita da Coneeicao de I a 49.
Hita do Rosario de 1 a 11.
Beceo do Tambi de 2 a 32.
Quartel da ra do Hospicio.
Hospital militar.
0 gerente interino
Rowland Brotherhood Jnior.
Jos#jaeome de Araujo, advugadu dos au-
ditorios das comarcas do Cabo, Victoria, Palma-
res, Rio-Formoso, e Barreiros, encarrega-se de
qualquer cobranca amigavel, ou judicial para es-
tas comarcas e seus termos : quem quizer se uti-
lizar do seu prestimo pode dirigir se i ra da
Concordia n. 63.
a
a
-J3
Escravo fgido.
50^000 de gratificacap.
Ausentou-se do engenho Victoria no termo
15
Escravo fgido.
de gratificaco.
de Ausentou-se desdo o dia 13 de maio de 1872, o
Aluga-se uma escrava para todo o servieo : Bir"Lr3,J "J"?'31? *em'-braJlco Saturniano, de' preto de nome Alfredo, de trinta e Untos anns.
. n, .-. .. 20 anilOS lie idadp rifivo irnrrtn moin i>nri>nnil3 n.;n..ln t...__.. i-i-___._._ .. -
na ra da Gloria n. 14.
E8TABELECIMENTO THERMAL.
ICEZ
Hemeaio do AiUerl
-je cstaoo rs"--
AmmmMlo, tAKa, M, kwuthd Mosnuinui.
*CA0 DOB BAJIH08.
NoeslabtUamento de FioAy, um doi mtHuy
ru da Europa, aehar-tt-ha Bonhot e Embroca-
ctbt de toda a torte para a cura dat doencat da
*"". *> a*al, arria,
* late, la ftm, erey aieuioaaa,
ou pcarmm aaa aartaa*, le.
Cd Ujiiralln Miioiti U si Ssnxaaiai
T*atn CwcarlM ao Cada*. MMIm do r irm,
fallo da Mtara. Sallo raMnraSo para u Stahoa.
- SrtSa U lapa, alai fa>jlo a SUaar.
caaiiHw as rtsaa na a vichi.
Paaama aa r*rm*, TlMlT f~;-. SKWS. a
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda, crionlo e bastaste ladino; e
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos eozinheiro, estatura alta, magro elhos grandes,
castannos, nan rogular, tem um signal nos peitos, esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar em
proveniente de uma espinha, pernas e ps Lourenco da MatU, onde consta ter prenles, foi
grossos e mal fetos : quem o pegar, ou delle der escravo dos Srs. Adriano & Castro
noticias leve ao seu senhor Dacio Ferreira da Sil- "
Arrenda-se um sitio perto da estacio do Caxan-
g, com boa casa e cacimba de agua de beber :
quem pretender dirija-se ao engenho Poeta a tra-
tar com o seu proprietario.___________________
Perdeu se na noute de 24 para a de 25 do cor-
rente uma rozela de camafeu com tres pinjen-
tes de coral : quem achar e quizer restituir, en-
tregue na ra do Cabug n. 7 A, que ser grati-
ficado.
Menrjo.
Pede-se a quem for offerecido um relogio de
prata n. 12,315, uma cadeia, uma cacoleta com
retrato; uma bolcinha de prata com uma moedi-
nha de 20 rs. prateada ; objectos que foram fur-
tados com um collete do fianella azul, do obrado
n. 44, i* andar, ra da Matriz da Boa-Vista,
que apprehenda ditos objectos, e os leve ao mes-
mo sobrado que ser recompensado.
Attencao
Kngomma-se com perfeicao roupa paral
homem, i ra do Forte n. 9.
p fifi *f* Iiict
a da Sil- Joaquira Gonealves Bastos, negociantes desta pra-
va Mello, no referido engenho, ou. na praca do ca ; de todos estes senheres foi eozinheiro, tem
Corpo Santo n. 7, 1 andar, que sera recompensa-, sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est_forro, assim tem podido escapar de ser
do generosamente.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha bastante
pratica de molhados : a tratar no largo do Terco
numero 23._________ '. ____________
ATTEHC&O
Precisa-se de 4;000l a iuros sobre hypotheca
em casa na freguezia de Santo Antonio : quem
; quizer dirija-se a esta typographia em carta fe-
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capites
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sen se-
gundo que receber a gratificaco cima decla-
rada.
Precisa-se de um criado livre ou escravo : no
hotel Allianga, ra estreita do Rosario n. 10.
Aluga-se a casa n. 61 da ra da Palma,
muito fresca e com boas acjommodacSes para
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5.6
auno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu. -
Precisase de uma ama pa-
ra cozinhar e outra para en-
gommado : a tratar na ra
larga do Rosario n. 22. sepundo andar._______
Precisase .de una ama -que
cozinhe : na ra da Coneordia
149.
AMA
AMA;
URGENCIA.
Ama de leie.
Preoisa-se do uma ama de leite, quer seja
forra ou captiva, porm sem filho, e que te-
nha bom e aburilante leite, pnga-se bem :
tratar no 3. andar desta typographia.
Liadiwiaans f<^ >!" \isla pco|co* para BBBM
nos queimaren dentro '.' na. e qur tu f-ii
China. Vende -e arel lli > ib meaor anaailitaaV,
a eaajsate a aaasataar, a a prrr.i iiaraaiuii
no largo da alfami fa n. 7, e a da Madre de De n (i. ii" 3* andar.
Os inesiHix riiy- s. lias me de-sc tanilieui na ni.. a Imperador, casa de aV-r-
nardo da Silva C. Camr*, e na nu e\ Marac-i
de Olinda. rasa de Braga Cuines A C.
PECHi\CIM8
DA
m\.
AMA
*^s$
Mine. Amelia Blard.
Mme. Amelia Blard, habilitada com provisto
pela academia de Paris, eflerece-se ao publico des-
la cidade para dar lic6es por casas particulares
de escriptura, calculo, lingua franceza, histeria e
_ geog'-aphia e trabalhos de agulha.
chada com as iniciaes A. B., dlaenqo sua moradia i familia: a entender-se com o Sr. Beraardino Pon- Pode ser procurada ra da Malriz da Boa-
para ser procurado. tnal, roa da Madre Deus n. 36. Vistt n, 21, andar terreo.
Precisase de uma para todo o
servieo de urna s pessoa : na
ra de S Francisco n. 39.
Medico-cirurgico
BOA DO IMPERADOR R. 73, | ANDAR I.
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECI'LF'AnFS.
Molestias e operarla do olhos.
Cora radical e iuuolaoea in&
MtreHtmentoi da ur.'ir?.
CoDauilas: Dr.s 7 10 horaa
da maiiL.
Chamados: A avialuMr bora.
Mi
v
GIECARAM inait las de e>'trt a 3$0 rs ,
vado.
SAPATOS DE TRANCA Minori-ires a enatr -
patacas.
CAMISAS BORDABAN p.-Ho aV esanaato, a
BJOW
COBERTORES DE ALCUAO a !.
CAMISAS l'IIA.ME/.AS. de rbia, das nx-RMa-f
que vem ao increado, a 3*000
POUPELl.SAS DE SEDA a 14. do orna
que silo as mais moderna*, e a Rosa Rraica rrmf.t
pelo baratissimo |>ref;o de Un corad
RIA DA MPERATMIZ X. :

Rosa Br.;i'i.
i
\
:
Coziuheiro
Precisase d: um bom eozinheiro para um bom
hotel: a tratar na ra do Imperador n. 51, arma-
zem unio e commercio.
Feitor.
Precisa-se de um bom feitor, casado : a tratar
na ra do Visconde de Goyanna n. 157.
\ ende-se umayequena casa Irrrea aa fe
ene Guara rapes n 3a : a tratar na ra de S lara
a. 19, antiga ma do Pilar, ero Fura dr Porta.
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
grande familia.
D. Mai ia Josep ina Rawliasw ejae agora se arka
em casa de seu pai Guilberme Pure., ca Saaato
Amaro, vende seu grande sobrado no Pnrn a Pa-
nella, cm que resid ariu a I* eme o Sr Dr S*-
fleo, o qnal U.rua-se reroRiaatakiavel
boa localidad*!, constnaecio, e ser
rhio proprio. Gmliguo ao reterale
urna bonita casa nova de bilhar rosa
cimba e banheiro : raesa aiHieiti a
proprietaria Maria I. Rawtiaaaa, m i aaa
Sr. Guilherme Pnrrell. ra Lm
Amaro, e para informaran, aa laja 4a r.
Raptista de Arauio. nu do Marejaetie
3, outr'ora ra da Cadeia.
ai
Padaria
Vende se uma das
dade, bem a'frrf eaaea;
pessoa para sacio, ea
qneaseaTar
nunrie para arr
- Venda aa asas carraca para _
arreios a tratar aa roa Direria a, ft.
oaaj


-r
6
Diario: dcfPcxnwl^por-^^ta Mr* 27( 4e Juafco
Roa1
!;
SEGBKDO, ECONOMA E CELEBIDADE,
Ubtem-se
M E i) ICIN V
Preparado por
l.;iiiman & kemd
para tlii|sica e
toda a qualidade
de doencas, quer
soja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodos me-
lhores ligados dos
quaes se extrae
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
calmente, e suas
valuaveis propi-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, em todo
o frasco se garan-
te pe re t a men-
te puro.
Esto oleo tera
sido submettido
auinexamemui-
to severo, pelo
cliimico de inais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e f-'J
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORC.VO D'IODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IOD1NO UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo do figado de bacalho, e na-
qiu'lle-nn qual contm a maior porgo desta
invaluavel propriedade, o nico meio para
curar tolas as duendas de
GARGANTA, POTO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, brouchistcs, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos d carnes ao intuito
magro qao soja, clarea a vista,
a todo o corpo. Nenlium
obecido na medicina oj sciencia, d tanto
putimento aosystema e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessnss cuja orgauisacao tem sido des-
truida pelas afecces das
ESCRFULAS OU R1IEUMATISM0
e todas aquellas, cuja dtgesUo se aclia com-
pletamente desarrahjada, devem tomar
O OLEO DEFIGADO DE RAf.AI.HAO
MB
LAXMA.N A' KKMP
So quo desejam ver-se livres e isentasdo
n fermidades.
Acha-se a venda em todas as boticas e
drogaras. II. I'orsler C, agentes.
COTO O uso
DA *"*
INJECCAO SHOST
nica, hygenica, radical e infallivol na ca-
ra das goorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada appl cacao que sempre com a
maior vantagem se tem feito derla nos hos-
pitaos da Paris. .
Unieo.deposito para o Brafil, Barajiolomec
di; C, ra Larga do Rosara h. J4.
e d vigor
outro artigo co-
0 KEXTlNGUlVEL
PERFDI
DOR
J3 HBAV LAWMAW.
mi ura 11 i-til lano das mais raras fio-
nos. Contm, para assim di-
/<*. quasi o odor odorfero das flores do
trwpieoda Linerica, esua fragancia quasi
inexhausta anda mesmo por continuada
evapoi ico e diffusao. N'este respeito
incomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para.:
DI SM '.! l *, ITAQUES NERVOSOS,
CABECA, PEBIL1DADE E
HISTRICOS.
K uta corto'eligeiro allivio. Com o boa
toi,, i.:3 conservado sua influencia para
, le vinte a cinco anuos sobre todos os
perfni i nas Indias Occidentaes, Cuba,
^ lco, America Central, e do Sul e nos
. io i a confianca o iveommendamos
io um artigo, pelo scu aroma muito d-
lo, riqueza de odor e permanencia, nao
p ser igualado. Tambem fas
He:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEtMADCRAS DO SOL,
I RDAS E BORBULHAS.
Sen lo re luzida com agua, se torna urna
escolente mistura para buhar a pello,
lo um aroseado o cor clara a cornplei-
, | nublada, sendo applicada depois de
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgfios respiratorios,
como a phtysica, bronchiles, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharraacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 84.

HOWE
BICHAS DE RAMBUR60
As mais recentes o melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar*
tholomeu A C, ra Larga dosario o Rn. 34.
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavao vende flnissimas cassas francezas do
cores com os mais delicados padrOes, por terem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pele
barato preco do doze vintens o covado. E pecnin-
cha : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n,
0.
Bandeijas
Amsral, Nabuco & C. vendem bandeijas de me-
tal envernisadas, e de verdadeiro obarao. de todos
os tamanhos, para c copos, bolos, etc.etc., e
un completo sortimento de balaios, cabazes, etc.,
de vime, e rotim para flores, costuras, pao, etc.,
etc. : no bazar victoria, roa do Bario da Victoria
numero 2.______________________________
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino prcto a 800 rs. o cavado, proprlo para
vestido serve para luto, por ser sem lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livraraento.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs. apega.
Vende-se entremeios, tirase bicos bordados a
retroz, proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
ahae de crinea, pelo baratsimo preco de oOO rs.
a peca na loja das 6 portas em frente do Livra-
ment, dao-se peras a niostra com penhor.
Lzinhas esccezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lzinhas esccezas, padrn inteiramente no-
vos, pelo diminuto preco de 2'V r. o rotado,
pechincha e do-se amostras na lija de Guilaer-
me C- da Cunha ft C.
COSTURA
_p_f^__M__l
SOARESLEiE, IRMAOS
NIG0S AGENTES
A"
Ra do Barfto da Virloria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as mclhorcS do mundo!
I
I
Na pofeicao de Paris, em 1867, foi concedido a
Bi Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
dlo d% Lglo de Honra, tor** sesear as machinas mais per.
eitasdo na*ftda.'
A medalka de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
- A nedalha de ouro na exposiclo de Londres acreditam
estas machinas.
Pode ob'er em pono t tupo oo o ojo do naelhor dos licoresa iffaSMd
HBSPERII UNA
Faz oito aooos que ooDbecids este precioso tnico, t difficil adiar bsm p
qo, tendo eiperiuienudo pessoalaente, nao falle em sea favor, ji como boc eatoauc
3 apetisador, tomando om cax della aoles de jinlar, oo como faci'iudor da difetta
tomsndo-se depois.
A BASE
da HESPER1DINA a LARANJA AMARGA, Dio ha om s bahitante do BRASIL (i lerr
especial das aranjas) qne o5e conhaga as propriedides medicinafs di domada frac
ora bem, I
LARANJA AMABKA
em seo estado natnral teso om gosto ponco agradivel, e o mrito da Heiperidiiis u*
siste e reter soas boas propriedades, e ao mesao lempo apreenU-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NAGONAL no tem nada qoe iovpr a
melbores importacoes eorepaa de catbegora semelhiole. Estas, qoando moito, polas
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinaco pereita do
AGRADAYEL E SADAVEL
Para prova de qoe nm artigo no qoal pde-se terinteiraconfiaoc, por sar ^r>
e innoceote, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e tomada p*U
90W00
TSfi lisi mais cabellos
brancos.
S e nica approvada pelas academia de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadcia lo Recte, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabeltei-
reiro.___________________________
Joaquira F. do Santos ('oirabra Guimaraes,
vende em seu eseriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. 3 t. andar :
1.af do Rio
(;h t em latas de 1 libra
Fumo n em latas
Farinba de mandioca
Vinho de Tliomar, em decimos*
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleccu nesta cidade ra dd Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
gewl, para em Pefnambco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas s3 justamente npreeiadas pela perfeico de seu trabalho.
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdcelo dos mai apetffeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
euerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens deskbs machinis sao as seg-uwdes:
Prmeira.O publico sabe que ellas 9o duradouras, para isto prova incontestavel, a
cireumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da m&o.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frieco entre as diversas pegas, e menos rtepUo estrago
do que nas outras.
Quarta.Formara o ponto como se fdra feito i mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fies, o que se nSoconsegu
nas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemir, atravessando o fio de um A outro lado,
e logo em seguida, sem modifcar-so a tenslo da linha, eozem a fazpnda mais
fina.
Stima.O compressor levantado com a maior facilidade, qoando se tem de mudar
de agulha ao comeeai* nova costura.
Otaya.Mutas companhias de machinas de eostura, tem tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'era popolares, s5o hoj quasi desconhecklas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem sub9lituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attonde a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanh livretos com instrueges em portuguez.
A 90^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS .
A'
do Baro da Victoria n.. 28.
Hesperidina
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos A
C, ra do Ainnrim n. 37
h
BAZAB DA RUADIREITA
HOJE
Este* estabelecimento sempre solicito em~ offerecer > concurrencia do-respcitavcl pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado franee, chapeos e quinquilharias- a>
pregos es mais razoovespossiveis, para o q,uerecebe quasi-todos os seusartigos de pro-
pria encommenda da Europa o America, vem dar oublicklade dealguns ar-tigos por cujos
precos bem se pode avaharos preoos do outnos mitos qpese tornara enladonho pu-
j sa'r, evita a irritago que gen
re, assim como tambem gargar
poss
lmento
nteanilo-
Iheiro do cigarro desapparece, o me-
I ; a condic,e dos (lentes o gengivas.
t i ha muiHs mitaces, as quaes nao
nenhumas d'estas propriedades,
. tomar cuidado e contar smento o
r famoso perfume e cosmtico do sul da
tea, chamado:
LA LOiUiU
DE
TnilRR.% ft liLtWM-W.
I acha 4 venda em todos odroguistas,,
i lunarias da moda.
Pechincha. g
NA RA OO CRESPO X. 10.
MadapoUo a U, 2*MW e 44, a peca, m
Algodaoainho largo marca T a 4U0 a ^
i litas de cures a 200 e 240.
Cambraiaf du cores a 2i0 rs. e com .
a ?su rs. o aovad-). W
Gn jdeuate preto a U600 e gorgurao /&
, a :>000 e 34300. X
Vesluarios de fusUio para meninas, a J^
-/ 00 *
Chales de cures a 14, 1*200 eUSOO.
Gangas de linho de ores a|320 rs. o r. W
AlgwfiO azul .mericano para mapa de
es rayos a JI0 r*. covado. W
kfeus para menino? de todos os tama- Jg
. manh'.s a '4 a duzia. ,*Jf,
w&
****
Arados para lavrar a trra.
Camas de ferro.
Cofres de ferro, prova de fogo.
Fogoes amerfeanos.
Pregos amencaBas.
Balancas e pe.^os. .
Chapas de ferro galvamsado para cobnr casas.
Taxos de ferro estanhado.
Machinas para ilescarocar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor,for^a de I 1[2 e 4 cvalos
lini casa de Shaw flawkes 4 C, ra do Bou.
Jess a. 4.
Manteiga ingleza a
e 800 rs.
Vende-se no armazem de molhattos Concordia
e O mmercio praca do Mrquez do Herval
n_2_________
Para os bollos de S. Joo e
S. Pedro.
Manteiga aglffia a 15000, 800 rs. e 640? dita
franeeza a 64>, 720 e 8>Kl rs., (jneijos do ultimo
vapor a 24400, vinho Figueira, garrafa 500 rs.
e caada 34800, o melhor que se pode desejar
neste genero, c outros muitos .eneros que- se tem
vista : cheguem que pechincha, tudo dinhei-
vista : ra de Sanio Amaro n. 8.___________
GMHDE M0Y1BADE
Santo Antonio, S. Joao e S.
Pedro.
PROFECAS II.LUST1UMS
Celleccites de aovas sortes iufalliveis, contendo
cada collecQao 64 cartas, onde se adiam estampa-
das cari ;aturas engranadas e espirituosas sortes
destinadas aos diverliment-is das noites de Santo
Antonio S. Joao e S. Pedro. A cada colleccjSo
acompanham urna tabella e urna explLcaco para
ojogo. Acham-se venda pelo diminuto prego
de 24 nas seguimos casas : livrarias franeeza,
universal, econmica, industrial o acadmica ; ra
Nova ns. 2J, 39 e 63 ; ra do Imperador n. 71 ;
rna do Crespo n. 23 ; arco da Conceicao n. 2, o
caes 22 de Xovembro, armazem do Pires.______
TASSO IRMAOS k G.
Em seus armazens ra do Araorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de descarocar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafdes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas em garrafSes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di*o.
Vinho de Bordean*, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Rarris com repolho em salraoura-
blicar.
.MIUDEZAS.
La para bordar, da melhor jpialidade, t
libra por 5?500.
Agulhos fr\ncozss> fundo douoado, a cai>-
xinha com 4 papis-a 60 rs., 240 -s.
Voltas de lita de veu'1 com. tirulos co-
ra^oes fngindo maureperola, a 500 rs.
Voltas para o pescoceo, fngindo camafeu*.
companhadas coia t par de brincos some-
JUNTA DE KYGIENE
do Rio de Janeiro, permittndo soa livre elaboricSo do apeno: oeira
BOA PROVA
a acceitac3o geral qne tem em todas as partes od? apresentadt. Em 1864 esta:
lacese a primeira fabrica em Bnebos-Ayres; em 1869 a seaosda ao SloDtevidaa;
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogaroo-se a fabrica qoe actoaisaaM
trabalba na corta. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tesa boa acciuca
tanto qne rara a casa qoe considera completo sen aparador sem orna garrafa da
HESPERIDINA
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 bomem doente toma Hesperidina para obter
SAUDE
O bomem dbil torna Hesperidina para obter
FORCA
Mes bailes as donzeKas e os mocos tomam a Hesperidiaa para obter 2we cor
animaco dorante es loncos gyros da
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio o. 7, dar. recbe?aa *u
grande especifico, e veneoo-oo nos deposites segoicte :
Joaqoim Perreira Lobo, roa da Imperatriz.
ZL ferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeii d. t.
AntoDio Gomes Pires r C, rna da Cadeia.
Antonio Gome3 Pires & C, caes 22 de Kovembro.
Gomes 4 IrmSo hotel da Passagem.
SH'iiiazeiH ik Joi'Kjiiim lepes Mh-W k(
Travessa do- Corpo
Santo K- 25.
itts&x::
"^Tj ehegaram os maravilhosos fogos artifl-
eiaes da China, para serem soltos no salos e jar-
dins: cnixinhas com variado sortimento e a pre-
cos desde 50* at SOj cada caixa : no armarem
1.1 do caes da alfandega.
lhante tudo por 2JJ500.
Liaha branca de 200 jardas om carrites,.
propria para costura de machina, a 80#*rs.
a duzia.
Dito de dita de Alesan'drc,. numeragao-a,!
gosto do fregus,, a 0100 a duzia.
Diademas domrados de 15iH)0 a 3^000.
Pitos de tartaruga com flores a 3E>00Gv
Ditos com borboletas a 1^500.
Brincos encafnados 1 par por 500: rs..
Ditos de plaqut de 50G>rs. a 2#000.^
Ditos dourads, duzia de pares, a 1*>500
29000.
Voltas de-aljofares com brincos, a. 2J6500.
Ditas de- ditos cjm corai;oes a 1-7000.
Ditas d> ditos de coatas com tassoletos, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 125 e t^SOO o par.
Gravatas de seda para senhoras de 19200
a 29000.
Parures com 2 lac.es para cabec,a e peito
a 39 o 49000.
Entremeios e babadinhos bordados de 360
rs. a 29400 a peca.
Gales de seria brancos e de cores, de
19300 a 29500 a pega.
Ditos de algodao e seda, do 19 a 19400
a peca.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a peca.
Tfancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelloes a 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49-
Aderemos fngindo coral, compondo-se de
alfinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaq-ut, compondo-se* de alfinete
e brinco, sendo de noito gosto, por 59OO0-
. Vende-se
urna escrava preta, exeellenie cozinheira e lava-
deira, sabendo tambem eogonmar, com urna fllha
de 9 annos de idade> tasnbem preta, vinda recen-
temente do Maranhao : quem pretender compra^
as, dirija-se ra da lerperatrlz n. W.
MILDEZAS.
Brincos dito de dito por 29500.
Botes d^setim pretos e decores, a 800
rs. e l-JOOOa-duzia."
Franjas brancas de seda de todas as lar-
garas, a 19000 e 19400 o metro.
Ditas do cores e pretas a 800 rs. e 1900O o
metro.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 190O0 o metro.
CALCADO FRATICEZ.
Botinas- pretas gaspeadas .para senhoca, a
49500 o por.
Ditas ditas de duraquey gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfaitadaSy ultima muda, a
69000.
Ditas dita de cores, cann alto,enfitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de eres, a
39 e 49000.
Completo sortimento.do calcado de case-
mira, Charlt, tapte e-tranca, mais barato
10 % do que em outsa qualquer parte.
OUPKOS.
Ricos chapeos de pallia d'Italia, para se-
nhora, a 119000. .
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento (le chapeosinlios para
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 1C9000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim-a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a C50 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
o 29000 cada om.
Ditos para son, a 39 e 49000.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
urna.
Ditas de a-lgod&o alcoxeados, af'0 rs.
Cokas de crochet para cama de casal, a
69000.
Vapores loeomoveis de for*;a de 2 a 4 cavallo*.
Correias pana machinas.
Polias de diversos tamanhos.
^aquetas para cobertos de cirro?.
Solas de li>tro para guarda lama.
tontas de lanca para carro.
Chicotes para carro.
Cales largo-e eMreito para parro.
Fregos cora cabera de m-.rXuo, iJ_
;
Aderemos
litantes, esmeraldas
rubins e perolas, |
voltas de perolas.
Otras de ourwe
-prata de todas as
rjuahih:
Moretes & Irmo
Em seu eseriptorio i ra da Madre Deus
n. 5, I.0, andar, tem para vender per preco
commodo :
Vinbodo Porto superior engarrafado.
Ceihw>rBass.
Oba* verte mran-bo de sopefior quali-
dade.
Fogos artificiaes
Soma i Gu'maraes, ra Nova n. 39, avisam aos
ses fregieies que receberam un bonito s
ment de fogos chioezes proprios para
asaini como tambedi tem um completo
fal
niilho : no trapftbe Guaba,
Iftras cada um,
a W o acco de tW
saDoes,
sortimento
de fogos nac'ionaes Jos melhores fabricantes desta
capital para os festejos de Santo Antonio, S. JoJo
e S. Pedro, assim como baralhos de sortes com
figuras.____________. ________________
V3
t
'j
a uvernia eora poucos fundos, propria para prin-
cipiante, na roa do Leo Coreado n. 1 : a tratar
na mesma.
SAPHIBA
NOVA LOJA DE JOIAS
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARROS *fc FIL.no
Achando-se completamente reformado este estabelecimmto, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante aoquisco de
joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades supcri-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
No eseriptorio da ra do Commercio
n. 32, de Joo Jos de Carvalho Moraes,
vende-se o seguinte :
Caf do Bio de Janeiro.
Cimento de Portland.
Palhinha preparada.
Ceja em velas.
Oleo de linhaca.
Cooro de lustre.
Bezerros.
Chumbo do muniglo.
Gomma-laca, superior qualidade.
Cadeiras hamburguezas.
Ditas de balanco.
Ditas para crianzas.
Fogo, logo
e o meihor de to'los os fogos s se obtem rom
a limalha de ac, de ferrro, de lineo, de cobre e
de agulha, te se vende por menos na phar-
macia e drogara e BaxtHalomeu & C, n. 34
ra larga do toeario. ^^__^^_
c
VENDE-SE
una casa terrea, bem construida, rom
nellas de frente, entrada iieio <*it*'
quena e cacimba, em terreno proprk-. ru* i
Nymphaa, com a frente para o Bascente, *
rendendo 16*1100 ineaMM. ^^
Urna dita pequea na estrada de JiW te fcr-
ros, send o terreno om que eil tmm,J*tm-
mp de frenl c 160 de fudo f^^ a**
o noente, no mesmo terreao x*****"''*'A*r
coqueiro* que dio frudoa, < renMto IM.
Um terreno proprio eroprio para erarj
com a frente para o sul. silo na rna 4 rtmm*t.
Tem 148 natmw de frente, a mr.mi enles
extroma do lad> oppivtN, IO patmo? de
ment, extremando pelo la aaataan
aan
-Os
lesmto
'.-*,
han* da maatii.
0< pn-h-ndane pedes mfr+i i tn a
bae m. a%,-aiete>iii | mpii mffc
es. e et>n*aicioSaria''>bre pre^ da* S le "*
Por 500* vende-se um bom preto ganhador
de 40 antros muito robusto e haratissimo e mais
tres bonitas crrulas de 18 SI annos, dous mo-
leques de 8 10 annos, e urna malatina *e 10
annos : na ra de Bortas n. 06. ___
cada arroba
Suporior famo de Minas em rolos pequeos, es-
col hido a vontadedo comprador : na ra do Amo-
rim, armazem n. 60.
u


*m
Diario de Pernatubuco Sexta feira 21 de Jfiho de 1873.
^
FUNDI(!0 DO BO-WMAN
RA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS sensores dte engenho e otftros agricultores, em pregad j res de ai
tunismo o favor Voon visita a seu estabeieciment, pira verm o novo tortimeulo
complet-) qne-shi tem; sendo todo superior em quadado e frtdSo; o que com a ios
Qectfo patanal'porte-s verificar.
ES.'ECIAL ATTENCAOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO'
V&f)7&ft A "hhflJQ rf'a&ri'ci dto rois'molernos systmas-e em ta
w ^y v 1 vuo.9 u agua manbos COuVenen,eg para as dversas
.rcumstincias dos scohorea propriearlo* e p^ra descarocar algudlo. {$
BfOOncUlS dfl CftUIa de toidos os lmannos, as^melDores que aqu
Rodas dentadas para,okMw'w'1evapr-
Taisas de ferro fundido, batido a de cobre.
Alambiques o fundos de alambiques.
Bombas
^adlin 1 ftlYlfift para mandioca e afgodao.l Podendo^ lodos
loiIiUO e para ferrar nudeira. I ser molidos a mao
/por agua,' vapor,
de patente, garantidas........ 1011 animaes.
Todas as machinas e peca8 de que 8e coslma precisar-
Faz qualquer concert de raachiimo> **& mi reomuao,
Fornii^l dp AITO tcm as me'QOres e m;"s baratas existentes no mer-
ln PflTniTi ATI ?? Q Incnmbe-se de mandar vir qualquer macbinismo von-
uuV/UiiltUCiiUak< jH(|e jl)S (>'rtJQieS) lembrando-lbesa vantagem de fazerem
mas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
,nes prestar auxilio.
Arados americanos e in?,rl!mentos ?srico!a9-
R DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
MIDDEZAS.
Soares Leito Irmos, pedeni as Exmas
de ara completo sortimonto de miudezas e
^ber:
Caixa de linha branca muito boa com 40
Qovellos, a 500 rs. i
dem dem de marca, a 200 rs.
Mac,o do fita cliineza, a 900 rs.
(hua de pegas de cordo imperial, a
*80 rs.
dem em carritel le linha branca, a 320
s.
dem dem carritel 200 jardas, a 1^000.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
boa, a 12*000.
Abotoaduras para collcte^ (sao baratas), a
S00 rs.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,
. *00 rs.
dem dem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem dem de sarja dem dem.
Talheees cabe de viado (imitagSo) a3?000
iuzia.
Duzia de baralbos francezes canto doura-
do.a 33600.
dem idembeira lisa, a 2-SaOO.
wrinaldas para casamento, a 23 e 5S000. '
iirrafa -le tinta rosa extra-fina, a 13000.
".aixa de botos de osso para caiga, a
100 rs.
I
"linos melemos, a 33500.
Mago do trsnga lisa de cores, a 240 rs.
FlspeUms-toucadores, a 23000.
tonta de papel pautado e liso, a 23600,
B8f0, 500, 13000 e 63000.
-:\v de papel amisade, a 600 rs.
1 i lem dem boira dourada, a 800 rs.
r de envelopes forrados, a 700 rs.
i vas de pellica com pequeo toque, a
100 RS. e 1C000. I
familias desta ridade, para virem sortir-se
perfumaras, por pregos baratissimos, a
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem dem, a 400 rs.
Caixa de envelopes trajados de preto, a
500 rs.
Lequcs para senhoras, a 23000 e 43000
dem dem de osso, a 6000 o 83000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
103000.
livrospara notas, a 320.
Redes enfeitadas, a 13300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mem, a 83000.
dem dem lisos, a 63000.
PERFUMARAS.
Ciarrafade agua florida verdadeira a 13300
Idcmkananga do Japo, a 1&200.
dem divina, a 13000 e 13200.
dem dem Magdalena (novidade) a 13500.
Frasco com tnico oriental a 13000.
dem do oleo Oriza verdadeiro, a 13000.
dem idem antique muito bim, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 13, 13500 o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem dem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 13000.
Mago le sabonetes inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 23500
e 33600.
dem de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 23200.
dem de sabonetes com flores, a 13500.
Lindas e elegantes calimbas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
pras para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 13
Chapeos para senhoras e meninas.
COMO SAO LNttOS! !
garrafas.
J<;t Beltro & filhos
Os leques todos de madreperea brancos e de Teem-paria veato-no iresci-iulario ruado
cores e que tratcm o Vt>c0-lN AO ero lellras Comnlerdo n. 5 b seguinlc :
lambem de 'imdrapcrala em alto relevo, tor- GnARntfSTE de-fi : caixa de '12 gai
vTrc^Tvf0,al.,roPmdI08 'P-n^. a i>0-. aviaran-*. Wem fdein,
V A ESHBAXG a roa Unquo de Caxus n. 63 Ar,C0S & |lft0 para ,,arrit.
(antica dg OCIO lartariUia IAPJiOS do sol, para homem c seuhora, cabo
n Jw 1 de tnarln p o?o.
Os brincos, broches, mefoe aderecos. cru/.es, fh.IXES de rertto-tara porta,
coracoes e cassoletas, que estao oxposlas a hi FIO de algudao da batiia, da f
cscolna das hxmas. (amantes do chique) vende ti
na Nova Fsperanca, ra Duque de Callas
n. 63.
AOS MCninOS PANNO do alaodo da Bahia, da labric? do c
fabrica do commen-
mencMat Pedrozo.
LIXHA de roriz.
031IAS de pa|. l.
PANNO de algodo da Bahia, da tabric?
I mendador'Pedrozo.
A Nova Epcranga a ra Duque de Caxias n. BETROZ de toJa> as qualriade*, das fahricas d
6J, acaba de receber nm lindo sorlimento de bo-, Peres a Eduardo liihtao
ecas de muilss quatdades, vindo entre ellas as neLHAS prouras para "botica,
engrandas noneca? de borracha, assim lainbeni SALSAPARRILHA do Para
urna pequea quantidadj de boneoas prelas
se tornain apreciadas pila tua nwidade.
Ebem til
Que VELAS id teta de todos os uunanlros.
, VINHO engairafado do Porto, caLxas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setubal, calas de 1 e 2 diuas.
da Italia engarra lado, caixas de C gar-
rafas,
de Collares superior, em ancn tas.
de caj, caixas de 12 gar afas.
Malvasia do Douro, cabs com 12 gar-
rafas.
Careavcltos, idem idem.
A Nova Esperanza na Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
gao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-sc inteiramente
feio, somente por estar mal enfeitado : a Nora Es- j
peran?a ra ruque de Caxias 11. 63, removo;
osle mal; porque est bem prvida dos melhores
galoes e franjas de todas as cores, onde pode es-
eolherse vuntado sobrcsahlndo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sua varieda-
de de cures, iea bem em quasi todas as fazendas. \ um moleque de 17 aanus do idade, podreiro e
A ella antis que se acabem. copoiro, robusto : qneai i'.reteider coiupra-lo di-
F>olS de hOYVOCllQj rij.i-se roa da Imperatriz 11. 36, prlmeiro andar.
Vendcm-se de todos os tamaito1 ra Duque'
de Caxias 11. 63, na Nova Espcianca.
Cabellos breos s tem qwm
miar qaefiMao supprid s de litas maConicas da diversos
'i'"'' gro< para 0> que quizerem asistir a grande M-
A Nova Esperanga ra ruque de Caxias n. ta que c .siuma se fazer a S. Juo. p-.droeiro
63, acaba de receber a verdadeira tintura do Des- das rospcilavis lujas.maconicas no dia 2i de ju
nous para fingir os cabellos, o que se consogne nho.
(emnreeando-a) com muita facilidade, e por este" ^f j ~~
motivo, cabellos brancos s tem quii quei.- VeilCle-Se
EstU.0 rlWL modOj mn "k"l,'que d 17 aunes de idade. pedniro e _ .. .,, peiro, robusto : qwem pretender dirija m- ruada
Os cmturoes do couro, proprios para senhoras, |nie|atriz ^g \. ;inj;.
qne recebeu a Nova Espera nca ra Duque de 5-------.---------------!-----------.---------------
Caxias n. 63. esiito, sim. scnhoVa, estaona moda liuafl nnra VPnd'r
Se queris ter ou preparar i.m ramalhete de; ^Ubcl pcllct NCIlULl.
cheirosos cravos branos para o vosso casamento,' 'nde ?e a casa de ferro e niadeua, sita em
ou para oulro fin apropriado, necessario ir San' Atina, porto da esta^ao dos'
VENDE-SE
Insignias masnica.
m
IK)
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz u. 72
di:
Lourcuc Pcreira lleudes (iHinames
Declara a seus fregueses que tem resolvido vender
saber:
iiuh>i>arak> que lor \> .vi-, i
CHITAS A 160 200 RS. O COVADO. | CORTtS DE BRi. DECSES A i ...
Vende-sc chitas francezas largas com to- Veule-se cortes de bu:n de -ore para
que de avaria, a 160 o 200 o covado. Di- caiga, a 13500 e 2?000.
tas limpas a 240. 280 e 320 rs. o covado. j BOTINAS A 3Tf00.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS. Vendo se botiiiaa para MTMn a JNN c
Vende-sc cassas francezas a 320 e 360 rs. 33500, a ollas anl's que aasn.
UOI IV MITA MACH>Al .
\Vii|. > uii^s biai.cis, i '
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vond'i-se lasinhas de cores para vestidos, .3500, 3CU00 e 4*000.
a 200, 30, 400 e 500 rs. o covado. Caigas de lasemirai ib? cores, a +'
ALPACAS A 400 RS. 173000.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,' Cole'cs de > jseniira, a 23, i
para
Ncva Esperanga rna Duque 6e Caxi.is n. 63, r-lla e fresca e bem ronsiruida a ferro e ma
que alli encontrareis os nieluores porls huquets eo ehao de omento de Portland. As diav
que se pdc desejar. ____
SHERRY KINA
(VINIIO DE QUINQUINA BfGfENfOO
PREPARADO COM OS MEI.HORF.S VIMiOS DE HFS-
PANHA DA FIRMA
CALVAIRACA.G. C, DESfVILHA
FoRSECIIDOR
A II.M MI A
BOLLAS DE BORRACHA
Crande sortimento de bollas de borracha e calungas por baralissimo prego, e mui-
os nhjectos que so tornara longo mencionar.
28 Ra do llurao da Vicloria 28
FAZENDAS PAM ACABAR
Na ra do Crespo n. 20.
LOJA DE
Guilherme Carneiro da Cunha & 6.a
ufljfca
=>/
3
^n> ------- t*
u:
Umn PEITORAL JAMES
PTIMO REMEDIO CONTRA
TOSSIS, MOLESTIAS be PiP i PHTYSICAS
eneaiado e approvado nos.hQBpitaas de Liaboa,
leg^ilmjiite auctorisa,do pelo Cbnselho de -Sade 'Publica,
auctori^H^o que se. acha reco.i*b,ecida pelo
Cousl geral do Imperio do Brazil-
UNICO DEPOSITO i:il l'KUWlllIKO
B^KTIH1L551E(U1 j C-A
Rna lai'g-n do Itozario
DA BOA MACKSTABK
D'lIRSPANHA.
POR
THOMMERET GLIS
l*linrmnccutico
F.X-INTF.RNO DOS IIOSPITAF.S DF. PARS
O SHERRY-KINA o vinho de Quinquina .
qu hoje prelerem a maior parte dos medi- \
eos de bospitaes, dos lentes da faculdadc e
dos inembros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicago nisto
que olTcrece todas as garantas que dehalde
se procurarn nos productos desse genero em
que muitas vezes sesacruicam as qiamda-
DES T.\0 KSSENCIAES QUER DO VINUO, tfOttt
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros DA ESPECCLACAO 'Ver Guia das ijuas,
Mirutraes. Do Dr. CO.NSTANTIN JAMES, \
7.a edigao.
NICO DEPOSITO I
PHARMACIA k DROGARA
BARTHOLOME C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
Vende-se urna taverna, na ra Imperial,
una das melhores e mais bonitas na fregueiia de
S. Jos e muito afreguezada para a trra e niatto,
o motivo da venda se dir ao comprador c traa-
os na mesma ra n. 91.
p A' vender por causa de S
viagem, g
Um exocilanta piano da fabrica Bok-
selot. em perfeito estado. Gf
Baratissimo 560/600.
A tratar na rna do Buiu Jess n. oo, O
armaiem. '*i
madeira,
es es-
lao com o guarda da mesma estarlo b SauTAnna,
e para tratar e ver a (danta, dirija-so ra do
Bom Jess n. 4, armazem.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas tine vein a e. le mercado:
na ra do Mrquez de irlinda u. Si.
Salsaparrilha de Ayer
PARA PURIFICAR O SANGVB.
O renomc de que goza este ex-
cellente remedio devido a milha-
ree de curas que tem operado, mu-
ltas das quacs sao verdudeiramente
maravilhosas. Innmeros sio os
casos em que o sysierna, parecen-
do saturado da odrido de enfer-
midades escrofulosas, tem sido
promptamente restituido sade.
As anccc&es e desonlens, aggrava-
at produzirem dores mortificantes,
tm sido tam radical e tam geralmente curadas por ee, em
todos os pontos do imperio, que o publico mal precisa de ser
Informado das suas virtudes e do modo de usal-o.
O veneno escrofuloso e Um dos mais destruidores Inimigos
da raca humana. Ora, senhorta-ee oceulta e trnicoeiramente
do nosso organismo e deixa-o fraco c inerme contra molestias
fates. Ora, patntela a mfeccSo de que corrompen o eorpo
e entlo, em momento opportuno, lavra rpidamente sob algii-
ma de suas hediondas formas, j na cutis j nos orgaras
Titaes. Neste ultimo caso deposita, muitas vezes, tubrculos
nos pulme<. no gado, no coraoio, etc., quando nao se man-
ifesta em -.., ces, tumores, etc.
A ininiv i..-.: perigoso e tam prfido nunca se deve dar
guarida, e p. ve:., o seinpre melhor do que combattel-o.
Assim. ante>'. ;u rtcerem os proprios tyinpthomas activen,
o usa da SAi.s^i.nRizBA. BE AXJR podera evitar
resultados funestos.
As pessas que sorlrm de Erymipelat, Foyo de S. An-
tonio, Dr(ro. Kinpifm*, KKeumalismn, Tumores,
Vlcerai, seusibiiidade'daiorosa nos ouvidos, olhos, &c.
dr nos oesos; Jtytpeprta ou IndUgeetoei; Hydropeeia,
MoUtiau do Cormtao o Wtgmd; pi/lepeia, Xer-
ralgia e de varias outras affecces do systhema museujar e
nervoso, acharao seguro aUtvio usando desta SALSAPAJt-
J! 11.11 A DK AYER.
A syphili ou Molestias Venreas sao curadas com o
seu uso, posto que seja necessario mais dilitado espaco de
tempo para subjugar tam-impertinentes enfennidades.
A eueorrha, ou Flores Branras, as ulcerafes uteri-
nas e em geral as molestias das mulheres sao tambem allivia-
das e ulteriormente curadas por seu effeito purificador e
yigorativo.
O Rheumattsmo e a Gotta, quando causados por aecu-
Biulaees de materias estrauhas ao sangue, cedcm-lhe t'acil-
meute, de mesmo modo o Mal de Figado, Congestao ou
Infammaeao do Figado, Ictericia, quando sio oriundas
de niaus residuos no sangue.
A Salsaparrilha o un expeliente restaurador
forca e vigor do systhema.
CU) e800 rs. o covado.
COBEHTAS DE CHITAS A l?Mi0.
Vende-se robortas de chitas cores,
lG00 c 23W00. Ditas de pello a 1JM00.
Colxas de con a l->2<>(>, 2?oOO a ivoOO.
CBAUB DK LA A 800 ItS.
Vende-se chales de la de quadros a 80o
rs. e t000.
Ditos do merino a 2?, 39, i co^OU.
CAMHHAIA HUASCA A 35000.
Vende-so pecas de cambraia bfimn trans-
parentes e tapa la, a 3, 33500, V?, Hit*,
5S> e 5000.
SAI AS bUA.NCAS A 2JO00.
Vende-so saias iiranc.is e de cores,
senhoras, a -23000 o I*5M.
ItONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de se la para ho-
mens, a 500 rs. Chapos de palha. pello c
massa, a 2?, 23:500, ;.5>000 o ?000.
.MADAl'Ol.AO V 33000.
Vende-se pocas de rnadapolo enfestado a
33000. Hitos ingle/es para os pre i0, 43300, 53, 03000 e 73000.
ALCODAO A 33500.
Vende-se per;as de algo.lo, a 33500, 43,
e 53000.
BRAMANTE A 13600.
Vende-se bramante coin 10 palmos de
largura [>ara lenr;ol, a 13600, 23 e 23500 o
metro.
GRANDE LIQUIDADO DE SABONETES 280 RS.
Yende-se urna grande porco do sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes Cjm
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia,> 200, 320 e 500 rs. o
frasco para .liquidar, e outros extractos
muito barato.
%
Assim, todos os que soBrtrem Languor, PUegma, Des*
malos, Iiisomnia e que sio incommodados com Appre-
heneoes e Temores Nervoso* ou qualquer outra aecco
proveaieate de DoUUdade, achario do seu poder renovador
mais seguro expediente de prompta cara.
PBEPASADA POR
J. C Ayer & Ca., Ia>well, 3Iass., E. V.
Cltimieos FracHcos e Aitalytlco:
VENDE 8E POR
VdOO.
l'jlitts de casKiniru, a *?, 63 .- h
Boreales l| a 13WW.
imM DECOi'.IS \ i;o I
?endeei Wsi4eleM as wm >**4fi
rs. 1 va.o.
I.K.O.ftS BH\M.<>> \230(Nt.\ ll
V' ndi'-sc a 3000. Ditos com hamo or. a 'k'W*.
Ditos de Imito a 53000.
lOAl.llAS A N1M H>.
rendo s-' '.1.11 has pan roslo l M
13000.
GMAVATAS IMC8UIA PKI.l V l.w
Veaasa pMrtsi do se la prrta,
rs. ca ia 11:11.1.
CUTAS PlRACUaUUI \ :.
Vi .1 Ic-SS chita ..ia (ob'iU, I Mi
rs. o aseaste.
BONETS PARV MEMXlS '. I"
Veiule >i 1 on'l"S pata 1.. i.o a i%-<' < .
SSPARTHAIOS PARA >I.MDUA A MI
Ven le si" snartilhos para iil.
MM*.
POTM A 320 RS.
Vende-: pcnt lo alisar, a 2O,
400 rs.
PO'S m:ARROZ \ 210 R>.
Vende-sc x's d arr ri., paraliipiHiar.
ESPKCHOS \ ilfl I1-.
Ven a 2 40 l 320 rs.
TESOL'KAS A 320 lt>
Vende-sc iesuiujsde a320e500rs., BSM li(|ui.itr. e a*
inuitos rticos quu se veiilc BSSSJlS
qui'la.o
a ai
"1
A Predilecta,
d empenho de' bem servir aos NOS feegWMS e
,ao publico em geral tem procurado piewr-sa do
que lia de uicllior o da ultima moda sea merca-
dos de Euiojia para expo-lo aqui venda, cer-
tos de que os seus arligos sero bem a|ireciad<;s
pelos amantes do bom o bacilo ; passa a ennu
tetar alguns deiitre ellos, como sejam :
ALltU-vS, os mais ricos que tem vindo a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga, niarrini, velludo e cuatrn.
ADEREMOS |iretos e vollas proprias para luto ;
assim ciino, um bouito sortimento de
ditos de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
BOTOES para BilllKW. o que so pdc dcejar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLEAS de velludo, seda, pabia e chagrn,
lia de mais moderno e I mas.
RICOS de seda c de algodao, tanto branco como
preto, de variados desenbos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos fonn tos, com msica e seo
ella.
COQUES a imila-o, o que pode haver de mai>
bonito e bom goslo.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sorliinento
capar do salisfazer os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUET de madreperola, marlim e sso,
este um objeclo indispensavel as se-
Vasos de crjrata. para toill .
> uia B anca, a na lo llu<|ue *
liaxias 11. iit, i .i-U-u UmU- .ni
tal em par cun ramaip- -
prias para arranj? di- u;' :. ate,
Aunis e colares ekctric
A loja d'agiiia branca a ra l .
n. jo, reatsm mm m
Bato t fulares aJactrhMS ciiaetosta a n
men-.-'lmenle, !>*" '* *
Uies nbjeetoa
Diademas douracl
A loja d'aguia hra'n-. 111a Duque o.
oO, recebeu n"*.iiin'iiK boun<< SMM* **
e enfiladi'S esa pedra* I aliaton pal
loe phaiiLi.-ia. T.iiu1ki:i i- rt 111QM
prelos ou alliueles au IWr- pura a rrU-ra.
Leques com Ixmqueis c ou-
tros chinezes.
Aloja daguia brauca a na Nm i Casa
n. 50, recebeu nina |> quera quSSSjalaV laceria
bonitos lequcs com oouqwets oufn.s rliiMH.,.
Cold creme para rclrebca c
amaciar a pcll?
A lojad'aguia branca a nu Daqu r
n. 50, receben eaM en Soa ataaiaW fSf n m
es Lul'in. I.ecram e i.oih1i;:\.
Diademas c gramp de
ac.
une-.
Exrosn;io l'nivki.sai. b is.v
r.EOALH OE !
JLJIAARltfttE^ C"
QDINIUI LABARSAQDE
PPROVADO PELJI hCASEMIA OE MEUlCtN* OE PR Z
0 Quiuiuiu Labarraqu<,
um vinho eminentemente t-
nico e febrifugo que deve ser
perferdo todas as outras pre-
parares de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mente empreados,pa naedicina
preparam-sc com cascas do quina
cuja riqueza em principios acti-
vos externamente yariavcl ;.
parte disso, em rapo de .seu
modo de prepararlo, estes via-
hos conten apenas vestigios de'.
principios activos, et em pro-
pors'is scuipre variaveis.
0 (uinAun I^olKirruyuc,
apprmado pela Ac.aditmwiMMJt-
ditinu, eonstao polo conlrark)
um mcdicaiueiilo de couiposi-
-.*
cipios activos, c com o qual os
mdicos e os ocotes ..podein
,sempre contar.
( presevipto ciu, gt^atuie.xito as
pessoas Iracas,.debilitadas, seja
por diverjas causas d'esgota-
meulo, &eja(pcir ,ailigas uioles-
itias; aos adultos fatigados por
urna rpida crcscencajs meni-
nas qui tem difliculdade em se
'i>wn.ti e.(icscuvdvti', 4H iuuIJk-
:resHdepo8 enfraquecidos pela idade qu
doeinca.
No cazo de chkirosis, anemia,
core- .p:!lijias, e^c \iii|" 6. um
poAleij^o qn.\iliar,idos .'ii^ua)-
&os.4'oinado juntOj par eaeiplo,
f,o:n asiTiliilab'tlp'VAU.fiT, protluz
co deteno,iiw^, iaaWMPi > tf'^* .UKi^Utps.os^ ^k m
?i. 11 11 nnliiAC r\ ft\n\ n /nial nc mrOlll :K' Uii
rpida ac^o.
Dc|>uhilo esn Parla, l~, rUjEBrK, me farcoh, I.
PUNTES de tartaruga, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PEKFUMARIAS. E' sabido do publico que a Pro-
A loja da apuia nSSSMn, a ra I
nhoras do bom lom, lim do aspirar I Caxias u..'". rccelteu iiovain-nie 1
o aroma das llores sem o inconvenien- i mas e grau pos de ayo.
tiss&'irt ou**** Bicos de se flores de cores.
A loja da aguia branca, a ra t 1 m 4a
dilecta sempre conserva um "importan- Caxias recebeu. como 110 vid.,
to sortimento de perfumaras de lino seda pretos com flores 'le cores, solirev I: tr
odor dos mais .llamados fabricantes, les o preto com encarnado, e |od<>< n
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou- para barras e outros enseries to vr^ti-" !. rx-
dray, Guies e llimel, que incuiii- nadine, ou medina, e oulras LizeiHlas r.m-;
bido da esculla dos aromas mais bem tes. Pela commodidade d.. |i
aceitos pela sociedade elegante da nam-se mai commndo.s e |ela ivirlad*- l .'*,
Europa, e por tanto, acbam-se oa| preferiveis a quaosquer outros enfeii. -
possibilidada de bem servir aos aman
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar una im-
meusidade de arligos, aiim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevb-
leneia do respeitavel publico em di-
rifir-se ra do 1 abug 11. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meninos,
por baratissimo proco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol .a ainda que nao es-
teja bem reptela' de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas desetim,
tafet, velludo, Unho e de algodao, por
commodo preco.
GUAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e i'e cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda a de cambraia para seuhora,
la eos e gulinhas de bonitas cores, tam-
bem lem um bom sortimento de gr-
valas e regalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Kira ornatos da sala,
ei s de seda, de la e de algodo, pa-
ra seuhora^ meninas e homem.
LEQUES. Reos Jeques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
* par barato preco.
LUYAS do peluca, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
L1VR0S para missa (a Predilectaapresenta i es-,
colha do respeitavel publico um bello
aoftinsHitodeales.livre6.com capas de
adraperola, tartaruga, niarflm, sso,
velludo .e chagrn, por precos mu
:oaveis.
Veos ou mantinhas pelas.
A loja da aguia branca, a ra do Pastor ,1 Ca
xias n. 80, recebeu born o fa'Mioo-
pretas de seda coin fl.ires, e utn- 1 ioOr
croch, e vende as pelni barah pn 3#
i| e 6*000. A faienda boa
estado, pelo que contina a ter prennia
ci.
Perfeita novidade
Grampos com Itorlmletas, lw*/. e
nltotos dourados o col. n! .
A loja da aguia branca, rna i D
Caxias n. 50, receb boletas, beiouros e pfanhoio- n ;n ua ort i
perfeita novid de. A quanlidatk i rvoaMBS,
por isso em breve se acabar.
Novas goliinhasoraadiiscom
pelucia ou arniiiilto
farmacia de
*flA,ULL.
aurer a v.
idade.
A.PretUIecta, a ra do Cabug n. 1 A. acaba
de rebeber pelo ultimo paquete ebegado da Eu-
ropa, om Eolio sortimento de corpinnos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punlios tambem bordados e de phaniaria,
saias bordadas, diis com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinbos
e transparentes para meniBas, que tudo vende
por barato preco.
A loja d aguia bracea roa Doaoe de O
- 80, recebeu urna pequea quaabstadr 4r ton
s e novas gollinhas, trabalho d^ l e *-4k a
neitadas com anninho, obras estas de aMtof
e inteiraoieote novas.
Grampos, brincos e rsete
dourados.
A toja da aguia branca, a rna d.. lanqo 4
Caxias n. 50, receben ovaoasaSs nojiai |*asa-
pos, brincos e rateos dooradna ; aasn easa
novos diademas de ayo, e cntno.voaprc j1t-
nda a vende-los por precos ratoaveis sM
Caixinhas com pos douraoo
e prateados, para cal)elfOts.
Vende-so na Iota da Agito Branca raa 4o De-
que do laxias n. 90.
Luvas do pellica pretas e de
outras cores.
A toja da Aguia Branca, i
xias n. 80, reeonam ao*
peluca, pretas e de outras cores.
a-
Velt3
(vse
a padaria na raa do Ca** Aaenaan
em Santo itnaro daa Safcuaa, p-r tm
retirar-te para PettSfai a tratar deas
n.


8
Diario de Pernambuco Sexta feira 27 de Juuho de 1873.
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS REPUTADOS
mviMKNTOS DOS MAS 14 E 16 DE MAIO
EM I'EUNAMBUCO.
(Conduso)
N3o sei, Sr. presidente, onde o nobre
deputado beben as r.fnrmscOes que deu a
esta augusta cmara. Declaro que at
sahir do casa nao traba chegado ao nieu
p ler a correspondencia officiil; o posto
dsse ordem para que me soja ontregucaqui,
nao a recebi at agora.
Os documentos a que vi o nobro dep
lado recorrer saojoruaes: en posso oppor
aos do nobre dcpulado os que acabo de
lr.
De uin artigo publicado pelo Muri de
Pernambuco de 21 de maio, v-se que,
scientes de que su lia 'ia formado um ajun-
tamento e estavain sendo proferidos discur-
sos incendiarios, que concluiam por urna
ntimago ao presidente, o ebefo de polica
e outras autoridades procuraran) em bous
termos e por meios suasorios convencer o
povo reunido de que devia dispersarse.
Nao lando sido attendidas, o presidente
da provincia ordenou ao commauduiite das
armas, militar dos mais bravos (apoiados)
o dos que mais se assignalaram na campa-
Una do Paraguay, e sempre liberal (do par
tilo do nobre deputado) (apoiados), que se
dirigase ao povo reunido e aos oradores,
e llies dissesse que a reuniao devia eessar.
Essa intimat.ao, ou coiisellm, foi por
vezes repetida, e oulras tantas recebi la com
vai.'.s e apupa las.
Nessas circumstoucies o commandantedas
armas, que deixra ficar a forca a distancia
do lugar do njuntamento, deu-lhe ordem
para avancar u dispersar a reuniao, o que
conseguio com tanta felicidado, Sr. presi-
dente, que nem urna gotla de singue se der-
ramou. (Muitos apoiados).
Disse o nobre deputado que a violencia
ebegou ao ponto de se mandar retirar do
pateo do palacio pessoas distinclas ijiic alli
estavam reunidas.
Tambera nao exacto. De algumas pu-
blicacoes consta que o testeminiho do Sr.
Dr. Ronrque ile Maredo, liberal distincto
(apoiados), pessoa-. conheei la por muitos
dos honrados membros desta augusta enma-
ra, (apoiados), em sentido contrario.
As pessoas que alli estavam sabiram vo-
luntariamente para ouvir o discurso do um
dos oradores.
O Su. GCSMAO I.ouo :A convite de um
dos oradores do ajuntainento.
o Su. Ministro do [ursino:Sr. pro
sidente, se os fados passaram-se como acabo
de expdr, nao tenho a uiiuiaia duvida em
aseverar ao nobre deputado que aceito a
respousabilidade delles. (Muitos apoiados).
tu procedera como procedeu o honrado
Sr. ir. I.ucena; e accrescento que tenho
tanta conflanca no espirito de justica, na
pro loncia e illuslrac,o desse cavalbeiro
(muitos apoiados), que nao duvidaria a
ori, e at ver provas positivas, assumira
responsabiiidado dos actos' que praticou.
(Muitos apoiados, muito bem, muito bem).
O SR. ALENCAR ARARIPE:Sr. pre-
sidente, a defeza de um carcter nobre, e
do elevado criterio de um administrador
ilustre, qual o digno presidente de l'er-
nanibuc', o Dr. Hennque I'ereira de I.ucena,
traz-me agora a esta tribuna.
Accusado pelo nobre deputado pedo Rio-
Grande do Sul, de baver esto presidente pro-
cedido ora com flaqueza, ora com criminosa
violencia, compre Desta occasio explicar,
segundo as escassas noticias, que temos dos
ltimos acnlecimentos da cidade do Recife,
como oslados se passarnm, e mostrar por
sua simples exposieao, que o honrado pre-
sidente coinportou-se da forma a mais cor-
data e justa, obrando com todo o respeito s
leisdo seu paiz e s liberdades publicas.
O procedimeuto do presidente de Per-
nambuco digno de pleno e ampio louvor.
Ellcsoube manter a digni lado do seu cargo,
o respeito devido s nossas iustiUic<.'s, pop*
queassegurou a IranquilHJado ameacada
por temerarios c imprudentes instigadores
da desordena, o conseguio firmar as garan-
tas, que as leis ootorgaram a todos os cida-
dos, e a tolos os estrangeiros.
S:\ presidente, dissy o nobre deputado
pelo Rio-Grande do Sul, que o actual presi-
dente de Pernambuco tornra-se incompa'i-
\ 1 com a sua posico, e que assim nao po-
da continuar a administrar aquella provin-
cia ; porquanto havendo reprimido una
reuniio popular, e tomado providencias
fortes, nao poderia em to melindrosas cir-
cunstancias deixar de ser um fermento de
novas agtaces.
Se esta doutrina prevalecesse, impossvel
tomar-se-hia todo o governo regular (apoia-
dos na sociedade. Admittido que a autori-
dade que procede com energa no desempe-
nlio dos seus deveres, para assegurar a paz
publica e garantir direitos sagrados, quaes
sao os direitos individuaes, nao deve conti-
nuar no exercicio das suas funcOes, nada
mais perigoso para a administracao, e nada
mais assustador para o socego publico : se-
ra um niciamenlo ao tumulto.
Todas as vezes que um presidente nao
agradasse a um grupo mais ou menos nume-
roso, mais ou menos audaz e violento, es-
tara na mo dos desordeiros domittir esse
presidente. Bastara que esse grupo se des-
mandare nos excessos de um motim ; por-
que assim o presidente tera necessdade de
roprimir o crme, c tornar-se-hia impossvel
para governar.
E' pois absurda a doutrina, que se pre-
tende enthronisar em prol da anarchia, e das
mais reprovadas paixes sociaes (apoiados) ;
e to evidentes sao os perigos della, que nao
me demorarei em discuti-la.
0 procedmentodo presidente de Pernam-
buco conformou-se com as leis, cujo respei-
to procurou manter, e por isso em vez de
tornar-se incompativel com a sua posigo,
anda mais digno fez-se della, mais recom-
i.iendou-se consideraco publica, e mais
credor da confianza do governo imperial,
que to acertadamente o escolheu para ad-
ministrar a importante e sempre heroica
provincia de Pernambuco (apoiados), a qual
naje roesmo est dando manifest testemu-
nho de seus generosos sentimentos, auxilian-
do e apoiando o presidente, que repelle o
motim das ras, assegura os direitos do ci-
dado e evita actos do mais atroz caniba-
lismo.
Nao com palavroes, a que recorreu o
nobre deputado pelo Rio-Grande do Sul,
que so fundamentara os verdadeiros princi-
pios daliherdade...
OSr. Silveira Martins :Palavroes sao
os de V. Eic.
OSr. Alexcar Araripe :... e firmam-
se s bons sentimentos da populacao: nao
assim que cumpre ao representante da nar4o Ella nao tem existencia legal no Brasil;
fallar, como se os motins da prae,a o os actos os seus membros apenas sao adraitlidos co-
de canibalismo praticados em Pernambuco mo'individuos.
no da t' do corrento mez podessem admit- Se nao recusamos que venham para o
tir justificado possivel. paiz o ottomano eojudeu, o quaker e o
E' sira pela observancia da loi por parte lulherano, nao 6 justo que rejeitemos os je-
do povoc das autoridades que havemos de su i tas s por sua denominacao. Combata-
ter liberdade eo gozo das regalas constitu- mos no meio de um povo livre as doutri-
cionaes ; e a todos os homens sinceros cabe as enone s desses padres, mas ne demos
aconselbar essa observancia, e nao acorogoar o exemplo da intolerancia contra elles,
a intervencao da violencia, quando asques- quando exartamente pela sua intolerancia
tdcs pendem da deciso do governo, passan- que os combatemos.
do por tramites regulares. Reprovo a cornpanhia de Jess em ra/ao
Examinemos os fados, e reconheceremos da tendencia que raanifestou pela domna-
que o presidente de Pernambuco, em vez de cao poltica.
haver procedido fraca e criminosamente, O Sr. Pisto de Campos : Mas isto
como pretendo o nobro deputado, seu accu- contestado pela historia,
sador, procedeu legal, enrgica e previdente- O Su. AlemcAR Araripe :Se a associa-
inente. ?4o jesutica tem esse indesculpavul deleito,
A rcuniSo, que formra-se no dia 1G de o pelo qual nao pode ser aceita como justa,
mao corrento na capital do Pernambuco ti- o que nos cumpre, a nos habitmtesde um
nba por fim fazer com que o presidente ex- paiz livre, nao expellir os seus membros
pulsasse do territorio da provincia os jesui-. pelo tumulto ; nao feri-los, e espanca-los ;
tas por maneira Ilegal e violenta. nao incendiar as suas casas ; mas sm de-
0 Sr. Sh.veira Martins :N8o ha tal. monstrar os seus erros, e inutilisa-los pe
O Sr. Alencar Akaiupk:A prova do rante a populado esclarecida pela doutrina
queallirmo est no manifest assignado pe- santa e justa da liberdade de consciencia, e
los membros do directorio do partido libe- pela convicr;o da inconveniencia da subor-
ral acerca das oceurrencas desse dia, man- dinamo do poder civil ao poder ecclesias-
festo que aqu tenho ora mao. tico.
Lm um appcndicc, quo faz parte deste do-' Feito isto, praticaremos o que digno
comento, eil leiu o seguinte : do povo, que confia no valor da civilisago,
No dia ti do corrente, quando o povo e as forjas do seu direito : a violencia s
retirou-se do pato > da Soledade, foi coinbi- tem o apoio das causas que so nao baseam,
nado que no dia seguinte pelas 4 horas da nem buscara, o bera geral.
tordo se reunira elle no largo das Princezas' Senhores, o presidente de Pernambuco
para ir ao presidente da provincia afin de, foi argido de haver pro je i i do cr miosa -
pedir-lhe, que em vista do movimento ]o- mente no dia 16 de maio; fica, porm, pa
pular se deliberasso a empregar meios para tente, pelo que acabo de expender, que elle
lanzar lora desta cidade e provincia aos je- .nessa occasio portou-su como lhe cumpla,
suitas, causa patente do descontentamente obedecendo e i a/.en lo obedecer 4 lei
do povo. Veremos agora se emquant'i aos aconte-
Aqui est confessado o fim da reuniao ; o.cimentos do dia 14 elle mostrou-se fraco,
fim era exigir do presidente da provincia a'como diz o nobre representante pelo Rio-
praca de um crime, porque crime comract- ; Grande do Sul, nao prevenindo as laraenta-
teria o presidente se annuisse expulsao de veis scenas praticadas |K>r um bando de
individuos que, embora estrangeiros, esto
sob a proteccao das leis do paiz.
Se a reuniao proceda com somelhante in-
tento, constitiiia-se em ajuntamento illicito,
nos precisos termos de nossa legislaco cri-
minal, e devia ser dissolvida..
O presidente de l'ernambuco, conscio de
seus deveres, nao hestou em mandar cum-
prir.
Do proprio manifest se reconhece, que
no acto da dissoluro da illicita reuniao fi-
zeram-se intimao&es, e nao a orga publica
empregada desorpreza contra o adjunto.
Consta por nutras fontes de nformates,
que as intiuiacoes. oram feitas por tres vezes
nos termos da lei, e que s depois de des-
obediencia formal da gente congregada, i'ez-
se uso da forga.
Nao pois censuravel o acto da autorida-
ile, que manda dispersar um ajuntamento
illicito, onde nao s tentava-se obter urna
providencia Ilegal, como tambera provoca-
va-se por discursos incendiarios a repeticao
das vandlicos scenas do da 14 contra os
jesutas era seu collegio e contra a typogra-
phia, que imprima um jornal religioso.
Nenhurn cidadio amante da verdadeira li-
berdade pode em boa fe acensar o presidente
ile Pernambuco pelo que praticou no dia l
do corrente mez.
Elle prevenioscenas lamentaveis, e atten-
tados que tanto cornproraettera e desabonara
nossa civilisac.no (apoiados); etomando as
enrgicas providencias, que realisou to
acertadamente, mostrou-se devoras digno da
alta posicao que oceupa. (Apoiados).
Nao com tumultos o motins que cum-
pre-nos defender a liberdade deste paiz ; nao
i un a impaciencia dos partidos sofregos de
subir ao poder que havemos de levar este
turbulento?, que invandio o collegio dos
jesutas.
O Sr. Silveira Martins d um aparte.
O Sk. Aeencak Araripe : Nao v o no-
bre deputado que o presidente nao po lia
prevenir o fado que realisou-se instant-
neamente ?
E' verdade que o accommettmento ao
collegio dos jesutas nao pode ser preveni-
do ; mas o presidente procedeu com tal
aclividado o acorto, que anda pode obstar
o attentado premeditado contra o palacio
episcopal.
Para odia 14 annunciou.se urna reu-
niao popular com o fim de fazer-se urna
manifestado do apreso ao deo da S de
Olinda, suspenso pelo bispo diocesano.
Ora, attendendo ao fim da reuniao, ella
devia considerar-se licita ; portanto nao de-
via ser impedida pela autoridade.
O presidente da provincia, pois, censen-
lindo no ajuntamento popular, cumpria
um dever porque respeitava um direito de
cidado brasileiro.
Esse ajuntamento era provocado, e diri-
gido por homens notaveis do partido li-
beral ; e ninguem razoavelmente pedera
suppdr que dahi partisse a vandlica ag-
gressao feita contra o collegio dos padres
jesutas, e contra a typographia da Unido,
onde imprimiara-se escriptos em defeza das
doutrinas episcopaes.
A presenca dos chefes liberaes nesse ad-
junto por elles dirigido era urna circums-
tancia tranquilisadora para a autoridade ;
mas iqfclizraente assim nao succedeu. Um
grupo de homens violentos destacou-se da
reuniao, e foi praticar os desatinos, que to-
dos cotilleamos c deploramos.
Este mesrao grupo levava adianto o seu
imperio aos destinos marcados pela Provi- desatino, e seguio para o palacio episcopal
dencia; c sira pelo respeito s leis e s auto- 'cora o intento, segundse diz, de incen-
ridades, que cbegarexnoSao ponto de gran- dia-lo depois de expulsar d'alli obispo dio-
cesano.
Mas o presidente da provincia acudi em
tempo e obstou o novo atten tado.
Quera conhece a situago da cidade do
Recife sabe que o lugar da reunido pr-
ximo oo collegio dos jesutas, e n'um mo-
mento inesperado pode ser assaltado polos
desordeiros sem dar tempo prevenco da
autoridade; mas apenas por esse fado reve-
leza que to los ambicionamos.
Se applaudirmos o motim como meio do
exigir da autoridade as providencias que a
paixo c o desvio das ideas pretenderem como
cousas justas, tereraos acabado com todo o
systema regular da administracao, e cahire-
mos na anarebia a mais deploravol e amar-
gurada siluayo dos povos.
Nao admiro, senhores, que o nobro de-
putado pelo Rio-Grande do Sul se expri- j lou-se sinistro projedo de homens perver-
misse do modo por que o fez em relac,o,sos, o presidente da provincia procedeu com
aos aconiecimeiitos de Pernambuco, quan-;tal promptido e energa em suas providen-
do eu conheco as suas opinies aqu expen- cas, que estas chegaram opportunamente
didas sobro os jesutas. para impedir o ataque do palacio da Sole-
0 Ilustre deputado j disse nesta casa, dade, que alias nao mu distante do col-
com assombro raeu, que os jesutas estavam legio jesutico.
condemnados e banidos por nossas leis, e- Nestas circumstancias- nao justa a cen-
no podiara ser tolerados no imperio. isura de fraq-ieza, com que o nobre depu-
C.ausou-me estranheza ouvir da bocea de tado pelo Rio-Grande do Sul se dirige con-
to strenuo lofensor da liberdade, proposi-itra o digno cidadao, quehoje regeos des-
vao to inensa liberdade. tinos de Pernambuco.
O Ilustro deputado quer liberdade para! Assim, quemo Cu 14, quer no dia 16,
o mundo, mas nega-a para urna classe de o presidente accusado foi enrgico e previ-
hornera, s porque andana de roupeta e' dente, e procurou nesto ultimo dia, com
trazem um nome malsnado por estrondosa' muito acert, impedir que o segundo ajun-
qu la I | tamento degenerasse em criminoso tumul-
No Brasil as leis permittem a residencia to, com a pratica de novos attentados.
OSr. Pinto de Campos :Apoiado.
O Sr. Alencar Araripe:A !e permit-
' te as reunies publicas ; mas estas smente
de todas as pessoas, que, sujeitas s nossas
condicoes sociaes, querem viver no paiz ;
e assim nao podemos negar hospitalidade
aos jesutas, quando elles entram na nossa sao permittidas emquanto nao sahem da
sociedade, como outros quaesquer indivi-Jesphera pacifica ; se porm, tomam carac-
duos, que buscam asylo ou domicilio na ter sedicioso, e ameacam a ordem publica,
trra, que julgam mais conveniente aos dever da autoridade reprim-las.
seus interesses. a reuniao popular do dia 16 tornou-se
E'um direito humanitario, que s ne-' perigosa para o socego da cidade do Recife,
gam os povos barbaros, e dominados por e tomou carcter sedicioso, quando os ora-
preconceitos, que hoje apenas prevalecero dores, que alli discursavam, concitavam o
entre tribus selvagens. A civilisago e a p0vo para expellir os jesutas, como o fez
industria fizeram o homem cosmopolita, e 0 Dr. Jos Mariano : o presidente da pro-
romperam os vnculos do egosmo, em que vncia, pois, nao poda ficar indifferente e
a China por seculos se abrigou contra o inerte.
mundo civilisado, e que o Paraguay no| o Sr. Pimto de Campos :E autorisaria
pode manter nos nossos dias. um procedimento igual contra a admiois-
Se os jesutas delinqurem entre nos, se- trago civil,
j m punidos; se perturbarem a paz publi-1 O Sft. Alencar Araripe :Operigo era
ca.^sejam legalmente julgados ; se pregam imminente ; cabia ao nobre delegado do go-
erroneas doutrinas, sejara contrariados por verno imperial previdenciar para a manu-
doutrinas ss e justas. tenr^ao da ordem publica.
Se a doutrina dos jesutas fr motivo O S. Pinto de Campos Liberaes mui-
bastante para os expellirraos por meios vio- to distinctos auxiliaram o presidente nessa
lentos, bem v o nobre deputado quanto occasio.
pe: igo correm os sectarios de outra qual- O Sa. Alencar Araripe:Tao impor-
quer doutrina, quer poltica, quer reli- tanto foi o acto da presidencia em bem da
giosa. tranquilidade publica, que a assembla
Contra a palavra temos a palavra. A 1- provincial, segundo leio em publica$oes da
berdade de pensamento, que a constituic8o provincia, felicitou o honrado Dr. Pereira
garante, fortalece no paiz toda a boa dou- de Lucen a pela energa e accerco das suas
trina: porque o erro n8o progride no providencias.
meio de um povo a quom a discMSsao il-[ O St. Silveira Martins d um aparte,
lustra. O Sft. Alencar Araripe : Ninguem, se-
Reconhec,') que a companhia de Jess nhores, mais competente para interpretar
produzio homens eminentes, apresentou os sentimentos de populagio pernambuca-
prodigios de sciencia, e praticou actos me-! na do que os seus eleitos para represeuta-
ritorios. O Brasil deve-lhe os primeiros la; e quando estes eleitos applaudem o
rudimentos da sua civilisaQSo na catecheso presidente da provincia porque elleproce-
dos indgenas; mas nem por isto sou par- deu de acco-do com os interesses sociaes.
tidario da rcjJrreic,o desta-corapanhia re-! Se o presidente consentisseera expedir
ligiosa. ordem de expulsSo dos jesutas, eu o dira
com dor, mas o dira francamente, que elle
hava faltado ao devor de primeiro magis
trado encarregado do manter e fazer manter
as Lis do paiz na provincia, cuja adninis
tracto o governo imperial lhe confiara, e
que havia depreciado a sua autoridade.
ndo saben !o sustentar a forca e a magosta-
de do direito.
OSr. Pinto de Campos Quando con-
seguissem expulsar os jesutas, consegui-
riam tombeiu expulsar o presidente.
OSr. Alencar Araripe : Co:itra os pro-
cedimontos tumultuarios e violentos da pra-
(d publica levantar-in-l'i sempre como le-
vantam-se todos os bons cilados.
O Sr. Pinto de Campos Apoiado.
O Sr. Ai.knovr Araripe:Nao tormina-
rei sem urna observai}ao, que julgo conve-
niente consignar nesta occasio.
Sen lo o manifest do partido liberal de
Pernambuco, todos reconhecerao que os
fados ltimamente acontecidos ua cidade do
Recife correm p>r conta deste partido : a
maculara nao tuve parte uesses ajuntamen-
tos p p llares, nem nos ltenla los perpetra-
dos por occasio delles.
A maionaria na questiio dos bispos tem-se
limita lo aos inejoi lgaos. Aggre li la, ella
defen le seco n a pdavra, e busca os recur-
sos estibolecdos ni legislado do paiz.
Ella assim d mais um exemplo de res-
peito a urna das suas mximas; horror
violeucia, e acata ment ao direito. S os
meios legtimos a mtconariaaeonsellia, quer
e entina.
Ouaudo entrei ueste debato s intontet
mostrar a injustica, com que era arg lo o
digno presidente de Pernambuco ; a impro-
cedencia da arguico resulta da apreeiac)
sincera dos fados, os-quaes p ir corto nio
so reali>arain como os expoz o nobre depu-
tado pido municipio neutro, que levantou a
presente discusso.
A nuoeira, p ir que o nobre deputado
expendeu os successos do dia l, en rela-
co ao emprego da fonja publica excede a
toda i credibilidade : a sua narraco intei-
rainenle inexacta.
O Sr. Piniieiro Guimares : Nao
apoiado.
O Sr. Alencar Araripe :Do proprio
manifest liberal, a que j me refer, se de-
duz a exageragao com que os fados sao
apresenLidos pelo lado dos aecusadores do
presidente de Pernambuco.
E' do proprio manifest, que se v, que
houveram as ntma(;os legaes para a dis-
perso do Ilcito ajuntamento ; do pro-
prio manifest, que se v, que a forca pu-
blica foi empregada com tanta no leraeao,
que nao houveram ferimentos, nem urna s
gota de sanguo se derramou.
Sr. presidente, com as considerar;.*}, que
tenho expendido, tributo as minhas home-
nagens causa da lei, e dos direitos indivi-
duaes, e confessoo alto merecimento do ci-
dado, que hoje presido dignamente a pro-
vincia de Pernambuco...
O Sr. Campos de Medkiuos : Apoiado.
O Sr. Alencar Araripe : ... e que
infundadamente argid i tem a consciencia
de haver cumprido os deveres Jo seu alto
cargo.
Tenho concluido. Muito bem.)
O Sr. Pinto de Campos :Mutto bem,
com restricto.
VARIEMDE
CONGRESS OMEDICO. Est annuncia-
Jdo para os primeiros dias de setorabro um
congreso de mdicos, que ha de reuuir-se
em Vienna d'Austria.
Sordo ah tratadas em primeiro lugargra-
ves quesies de hygiene.
Sero dados para thema os soguiutes pon-
tos : meios mais ellicazes de generalisar a
vaccinaeo ; utilidade das quarentenascomo
meio preventivo da cholera morbos; apros-
tituigo ; saneamento das cidades pelo es-
tudo das regras, e varredura das ras
construc'eo de canos ; orientaco das ras ;
construci;o edistrbuiQo das casas; forma-
eo de nina pharmacopa universal; meios
proprios para uniforraisar o ensino da me-
dicina.
O NOVO TL'NNKI.. J fallamos do pro-
jectado tuiuel para ligara Eraneae a Ingla-
terra, por debaixo do canal ou cstreito da
Mancha.
Esto proraptos to los os es'udos para esta
grandiosa empreza. A inaor profuuddade
do canal de 53 metros.
O tu ni i-l paseara' 60 metros abaixo- do
fundo do canal; a sua extenco da baha de
Santa Margarida a 5 kilmetros de Douvret
at Sangat a 5 kilmetros de Calais, mude 34
kilmetros. A passagem executar-se-ha em
meia hora.
O systema de ventilado ha deser por meio
de machinas pneumticas. Esto oreadas as
despezas em 10 milhesde libras.
Urna commisso anglo-franceza trata de
obter o apoo dos governos europeus.
UM CONKESSOR IMPROVISADO.Acon-
teceu era Roma, ha poucos das um fado,
que poz em conflagraco algumas devotas.
Na igreja de San-Vtale entrou do inanh
um sujeito de aspecto triste e sombro. Com
toda serendade entrou para um concesio-
nario, cerrou as portas e as corredizas *que
separam o cunfessor das confessadas.
Algumas devotas vendo toda aquella gra-
vidade e compostura do homem; a fran-
queza com que se encerrara no confissio-
naro, esperando que chegassem as penten
tes, o tomarara por sacerdote, e, urna e
urna foram ajoelhando no degro exterior,
e patenteando os seus peccadlhos e pecca-
dos,
Preparava-se o atrevido para se dvirtr
maisterapo com as suas confessadas, quando
um padre empregado na igreja deu por
aquella maroteira, e foi logo intimar o falso
padre a que se pozesse ao fresco, nao o en-
tregando justica por d.
O tal homem pareca maluco, visto como,
sendo pelo sacerdote reprehendido, anda se
quera levantar com o santo e com a esmola.
As mulheres que, engaadas, tinhain re-
velada os seussegredos ao improvisado con-
fessor davara-se perros com o logro.
CONJUNCTURA EMBARACOSA.A mu-
ncipaliladede iMarselhatemse encontrado
em graves embaragos para se sahr de urna
difficuldade.
No jardm zoolgico de Marselha existe
um elephante, que ha vinte anuos faz as
delicias dos visitantes.
Aquello exemplar avantajado, aquella fa-
moso pachyderma, custa municipalidade
marselheza a somma annual de crea de
650 francos, que em tanto importa o sustento
do bruto. Por esto motivo tem a dita cmara
municipal feito varias tentativas, para sedes-
fazer do bicho e do corresnondente encargo.
Debalde, porm, 0 ha intentado. Chegou
por mais de urna ve* a estar justa a venda do
animal, mas, ehega 1 > o momento de o fazer
desalojar do compartimento que lhe serve de
habitacao ha vinte anuos bem contados, ja-
mis lograran! conseguir, apesar dos vanos
meios para isso empregados, que o elephante
sahisse d'alli.
Reconhecendo-se, pois, finalmente que ex-
cede hnminas forca o obrigar aquello hos-
pede a deixar-a albergagem, resolversm os
e lis marselhezes lavrar senten^a de morte
ao bicho, pelo crirac de ser tao effir,oado
ao canto em que vivo. E o mais que est
destinado a servir de alvo a um torpfedo ou
cousa somelhante inventado ou mo lificado
recentemente.
Um enthusiasta da associac,o protectora
dos animaos ventila a questo, se a ntunici-
paldade pode, com e simples pretexto do
ispeadlo, aniquilar brbaramente o ana-
fado pachyderna,
A materia pira
naturalmente pro luzir obra de grande tomo
e em muitos tomos.
irgos comment*nos e
Pars
na das
pone o
10 nu-
QUESTAO INTRINCADA.Ha em|
um proprietario, que ao alugar nlgu
divises de quaiquer dos seus predio^, im-
pon a condico ilo inquilinonoter c tsinho
alguin dentro de casa, seja elle de qUe es
pecio fr.
Aconteceu que urna de suas inqujiliiias,
haven lo-lhe declarado que nao possuia ne-
nbuin d'aquelles animaes, dentro em
linha juntado um rancho nao inferior
moro do doze.
O proprietario apertava as ralos na cabecil
quando tal soube.
Recorren a justiga; Ah ponderou a in-
quliua,.a Sra. Solis, que concordava s-
mente em reduzr a sua troupe a duatro,
pondo fra de casa oito. Allegou (jue pa-
g iva licenea para ter caes e conjuntamente
lhe assistia direito a conserva-Ios.
O tribunal resolveu em harmona
ira asumo proposta pela Sra. Solis.
nhorio ficou c mo urna bicha.
ora a
O se-
QUANTO CUSTA SER PRINCEZA.k-Em
um dos tribuaas de polica correccic|ial de
Pars, compareca, ha poucos dias, ulna se-
nhora u'aquella cidade inuito condecida,
madj.ne Blanchard, ex princeza. artes de
estarem abolidos os ttulos.
E' o caso que madarae Blancliard viveu
durante quiu/.e anuos na intiuiidado do prin-
cipe de Polignac, de quem bou ve dous li-
Ihos c adoptara o nome sera ser o di beo-
tismo, enfatan .lose com a desigualo de
prinecza de Polignac.
As relacdes com o prJ&cipe quebraram-se;
porm, ella enteu leu estar no direito de con-
tinuar a ii,:tular-se como at cnto lizera,
com pleno concenso do principo.
Mas, a familia do principe nao podia le-
var paciencia aquella offensa aos seus per-
gminhos, aquelle amalgama de burguezia
e saiigue azul.
Indirectamente fizeram cora que a justea
ez-omcio procedesse cont'ra a pretendida
princeza, por uso de falso titulo de nobreza.
Na audiencia adelinquente acomoanha-
da por mi're Lachaud, advogado nos au-
ditorios da corte de Fratu;a, o qual defen
deu hbilmente sua constituinte.
Entre outras cousas disse :
>i Como nao admittir que ella esteja de
boa f, ella que dera a sua mo ao principe
de Polignac, ante um padre do Valenciemies,
ella que nao conbecia a lei, e quo se capaci-
tou de ter celebrado um casamento serio,
quando o padre eslava de m f ?
Pelo esnaco de quinze anuos, o princi-
po lhe permittio usar do seu nome, e anlo-
ga pjrmisso dou aos dois filhos, que dessas
relacwes vieram ao mundo.
O ministerio publico replicou com sever-
dade, assegurando que madame Blancliard
havia commetUdo faltas indeleveis antes de
haver trava lo conhecimcnlo com o prin-
cipe.
* Por lim o tribunal condemnou mdarae
Blancliard em 100 francos de multa e as
cusas.
L'M GRANDE INCENDIO.Repe em-se
co n umita frequencia os incendiosem Lon-
dres. Do as folhas chegadas noticia de
outro grande incendio.
Este acontecen as grandes ofliciuas de
Mrs. Smitli, tt'hil uml compuny, eniAshford
Hig-Street. Os depsitos de seda e la por
manufacturar e manufacturados, as ollit i-
nas, tudo foi pasto das chammas.
Os edificios oceupavam urna vastissima
rea.
Os esforgos para furtar ao fogo alguma
parte dos edificios, sem embargo de terem
sido empregados com grande coragera e
acert, nao lograran) o intento.
Os prejuizos elevam-sc a urna somma mu
valiosa.
FGIDA DI- LM DIRECTOR DE BANCO.
Ha prximamente quinze dias que fugio
d'Inglaterra, Mr. Robert Galt, director da
succursal da sociedade anonyma denominada
York Union Banking, em Drileld.
Deixou urna carta relatando, que tendo
recobido dinhero de varias pessoas, princi-
palmente viuvas e lavradores, para emOregar
na compra de fundos russos, conforme o
foragido aconscluava aquella gente, para a
Iludir, esse dinheiro lhe servir para espe-
cular em aegoesda companhia Emma$ilcer
Mininy, fazendo uisso negocios mu preca-
rios, dos quaes lhe resultou ficar alcaocado
em 120:0003)000.
Diz o jornal donde extrahimos esta noti-
cia, que se suppunha ter Mr. Rober;Galt
fgido em direego Hespanha. As suas
contas com o banco de que era director es-
tavam em b >a ordem e elle nada ficou de-
vendo.
POR CAUSA DE LM PAVO. -No tribu-
nal de polica correccional de llammersraith
(Londres) julgou so utna causa curiosa.
O capilao Halling foi chamado juizo por
seu vzinho James Saunders por so queixar
este que era incomraodado pelo reo i ponto
de lho causar graves prejuizos saude delle
e do sua familia. Todo o mal vinha de um
pavoque o capilao Halling possuia, o qual
cnecava a gritar as 3 horas da madrugada,
e continuava pelo dia adianto. Mr. Saun-
ders allegava que tinha sua mulher dtente,
e que a ave favorita de Juno a desperlava de
manh5 ced j e com os seus lamentos lhe fazia
ataques nervosos.
O reo defendiese dzendo : que a lei s
prohiba aos vizinhos quo setornassera n-
commodos de modo que cuusassem daino
sade dos outros moradores, mas nio lhes
vedava que tivessem os animaos de que gos-
tissein, era tao pouco que firenem a bulln
que lhes apruuvesse, com tanto que atocw-
sassein damno sade de peatoa alguau ; e
que at era opinio de muito gente q.- a
vista de um paveo fazia bem aos conval-
centes.
O capilao Halling diza toatbem que j ti-
nha feito presente do pavao a urna de
suas lilhas, e que se o queixoso tiveaw pro-
cedido com moderarao elle torta desda logo
satisfeilo os seus desttjns, mas que o Alo fn
porque o queixoso se lhe dirigi com modo*
altanados, e cxigudo em vez de pedir.
As testemunbas foram de diversas ofM-
nies, urnas diziam que os gritos do pavao
erara muito incommodos, oulras diziam q>*
at gostavan de ouvir. Tamben se provuv
que naquellc sitio se ouviam vozes rentes .uiimaes que os diversos minha*
possuiam, mas qu ninguem se qiiei-
xava.
O juiz julgou que nao pi.Melia a qn.-iv i.
porque a lei nao fallava do incoonno lo pn
veniente do arnii lo, mas s' do que f<**c
prejudicial sa le.
GRANDES CRIMINOSOS.A America pa-
rece querer rivalisar com a Eurnfn ihh
grandes crmes ha p'ouco commettid k. A.
Truppinan e a Mara Auna Cotton, a l.crr-
cia 11 orgia de Inglaterra, succede aw estado
de kausas, da America do Norte, a familia
Iteuder, eom|xta de dous hoiMMise as sua-
respectivas mulheres, que un espaco de un
anuo, e cornos*! lorunssem urna cumpanhia
da morte, assassiuaram urna duzi* de t
soas, entre as quaes o Dr. York, irmo l
lira senador.
Lina pequea pousada que possuiaiu n*
raeio dos campos era o local dest'*s as< is natos, que sempre tiuhaiu por lim n r>Hiln.
a entro os horrores que vin frias cova- >.
descohriain vio-se que uiuitas da* victimas
tuih.im sido enterradas vivas. r.n-MJ qu--
os assassinos fugirain para I^HKlre ou par*
Pars, tratando a polica destas cidjdi d
proce le ver se descohre os criminosos.
A COROALAO DO RE DA SI El.lt.
A eereinonia da coroaco leve lugar u<> lu
li de maio, ao meio da, eai Stockholmo,
n i i^rej do Star.
Toda a populacao d aquella capital rstiv*
em movimento para ver tassar I torlcj .
Linas quatrocentas p'-ssoas, conpreheiideu-
do a familia real, m-mliros do g.-binei .
da dieta, e una deputaeo do stoituig. sa
hrain do palacio a \n-, diriiiin'lo-se pHi
rande praea tara a igreja. Nao se calcula
era menos de sesseuta mil es| se achavam as inrae e no transito. Reiuou a mais perfeito or
dein.
As tropas c os alumnos das escolas ht
rnavam a ala do cortejo. A igreja esta.'
esplndidamente decorada, e as brilliant- -
toilettes das sen horas e os uniforinrs corte e do funccioualismo produziam um
excedente efleito.
A" dragada do rei todos se levantara ,
conservan lo-se assim, ate que dle tumo,
assento. Ollieiou o aicehispo lutheraiHi.
acompanha lo de muitos bi-pos.
Depois do sermo, o arcdspo aproii-
mou-se do rei, e collocou-llie a mra n.i
cabera. Os demais emblemas da autori-
dade foram de|Miis conduzdos lo altar p
arcebspo, sendo entregues an rei pckis mi-
nistros. O re achava-se assinitado no
throno.
Em seguida o rei prestou o juramento l
as uios do ministro da justica, cint*-i-
van lo-tB os tres dedos da mao direita sobre
a Biblia. Depois disto, foi o re prodama-
do ao grito de : Louga vida India Osear
11 dando-se n'esta occasio urna salva I
12 tiros.
Praticadas estas ceremonias, o re rei-eb'.
o juramento de ti Ichdade da dieta. I'
pois, sabio da igreja, leu lo se antes |n
dido com o inesino ceremonial coroc>.
da rainlia. Esta soleiuuidade dunni tn -
horas. I'.oncluila a coroaco, o cortejo
regrussou ao palacio o cntliusiasiuo |* lar foi vivo e espontaneo.
O cor|K) diplomtico assistio i ceremonia
da Coroaco. O rei conta t anuos de ida-
de ; est um pouco russo, mas gosa de b>>
sau'le. O priuci|*e herdeiro tem 15 Minos.
As quatro horas da tarde o rei leu um
banquete a bi>0 operarios. Tinta a ten
se passou s era feslas. ILmivc s
e seis jautares a corte. Foi enorme nu-
mero de estrangeiros que concorreu a Sto-
ckliolmo.
A coroaco do re Osear, como rd d>
Noruega, deve ter lui,ar a 19 de julbo
Drontheiiii.
0 GRANDE INCENDIO EM BOSTON.
Refere um telcgramnia que a lotalidaue da-
perdas causa aterrou os mais animosos habitantes de Ros-
ten, sao calculadas n'um milho duzeiiMi
cincoeula mil dollars.
Esto a coberto pelas companhiasde segu-
ro 750:000 dollars.
No sinistro se contara cinco vidas perdidas
que tantas foram as haixas no corpo !< -
borabeiros.
OLE Al DALIA 1A sabida da missa I
urna igreja de Pars, e sendo grande a ag-
glomeraco do povo, um ratoneiro qui
roubar... a farta e linda tranca decalxj
lomo de urna menina, que ia em companhu
de sua mi.
A pobre menina salvan a sua tranca p i
ralagre. Sentindo o contacte friodtne-
soura cora a nuca, sobresaltoe-se, a cosa
movimento foi a suasalvaco.
0 ladro pode escoar se por entre a mul-
tido.
O ANNEL DEPOLYERATE.-<4Wi este ti
tulo l-se o seguinte na Framx : '
Fez-se hontera e.c um dos resturinle*
mais acreditados da capital um echado sin-
gular. Descobriu-sc iiasentraiihas de uaa
magnifico salmo fresco, provemeiite da
Halles Centrales, ura annel ornado de ua
brilhanle de grande valor. Como e que cir-
cumstancias se deram para o peite ngulir
esle annel! E' urna pergunta a que nao sa-
beraos responler, limitan o-nos a regatar
o facto que absolutamente authentico.
GRANDE TEMPESTARE. Um tetegraa-
ma de Nova-York, datado de 14 de niaio.
annuncia que rebentira urna graade tompea-
tade era Iowa, ficando destruidas murtas
casas e campias. A violencia do vento ara
tal que homens e aniouM
dos ao sr, pelo qua morrn i
mero de pessoas, ficando tondas omitas
outras.
-^ *-
TYP DO D1ABIO SHA DUQUE M GAJLUJ


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EF0U8A3O0_PU9IB5 INGEST_TIME 2013-09-19T22:03:22Z PACKAGE AA00011611_12970
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES