Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12969


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Full Text
<+-*
AMO XLIX. NUMERO 144
PARA A CAPITAL E MGARES OX DE KA SE PACA PORTE.
Por tres mezes adiantadoc................ 69000
Por seis ditos idea.................. 139000
Por uiu anuo idem..........'......... 215000
Cada uumero avulso.................. 330
DIARIO DE P
QUINTA FEIRA 26 DE JUMI0 DE 1873.
PARA DENTRO E FURA A PBOVISCI*.
Por tres mezes adiantados........".......
Por seis ditos idem..................
Por note ditos idem.................
Por ura anuo idem..................
97M
PR0PRIEDABE DE MANOEL FIGUIRQA DE FARIA & FILH0S
O* Srs. Gerardo Antonio Al ves Filhos, no Para; Gon$alves Pinto, no Maranhio; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Anjpnio de Leii* Braga, no Aracatv ; Joo ra Julio Chaves, no As; Antonio Marques da Silva, no Ibtel; Joa Jt
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pwha; Belarmino dos Santos Buido, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tarares da Costa, em Alagas; AI ves & C, na Baha; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.

PARTE OFFICIAL.
LE N. 1115.
0 bichan! Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial rdem da Ilusa, eaval eiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Pago saber a lodos os seus habitantes que a asseinbla legisla-
tiva provincial decretou e eu saiiccionei a resolucao seguinte :
TITULO I.
MU.
Art. I A despeza proviucal no exercicio de 1873 a 1874,
enguada segundo a dislnbuico desta lei, ser de 2,312:4494516.
Art. 2.* Assembla provincial :
3 1.- Subsidio dos deputados. ..... 35:880*000
1 2.* Ajudade cusi dos roesmos..... 2:218*540
S 3." Empregados da secretara...... 12:832*331
4. Expediente e asseio da oasa, inclusive a
gratilicacao do carteiro e do servente..... 3:600*00)
g 5. Publicacao dos debales...... I3:000000
j\rt. 3.* Secretaria do govenio :
S 1." Empregados, inclusivo a gratificado dos
serventes............... 74:321*333
j 2. Expediente e asseio da casa..... 2:613*000
Art. 4.* liislruego publica r
g 1. Empregados, continuando em vigor as
disposices da lei n. 963 e una gratilicacao do
200* ao secretario........... 8:600*000
2." Expediente e asseio da casa..... 500*000
jj 3." Diaria do servente a razan de 2*300, em
quaul i exereei as funecoes de carteiro e continuo. 912*300
} 4." Empregados e professjres do Gymnasio,
iuclusive os repetidores, eufenneiros e conserva-
dor do inuseu, leudo e.-le alm, do ordenado que
percebe, 400*000 de gratilicacao, assim como a
gratilicacao (|ue percebe o secretar o por aecumu-
iar as tme^es de ecnomo........ 46:920*000
j' 5.* Expediente e asseio da casa, inclusive a
gratilicacao do serrato.......... 1:114*000
i 6." Mensalidade dos alumnos pobres 3:60)1,000
7. Empregados da escola normal, inclusive
a gratilicacao de 500* ao secretario e 200* ao
porteiro............... 16:380*000
g 8." Expediente e asseio da casa e auxilio
para a compra de livros.......... 1:000*000
g *. Aluguel da casa......... 1:200*000
g 10. Diaria de 1*600 a cada servente. 1:168*000
gil. Professores de inslruccao primaria, in-
clusive a gratilicacao que compete ao professor
Joiquim Antonio de Castro Nunes, em virtude da
Je H. 302............. 3i7:309*666
g 12. Aluguel de casa, fornecimenlo de mo-
vis, expediente e asseio das escolas, inclusive ex-
pediente e luz para a aulas nocturnas..... 67 000*000
g 13. Bibliotbecario.......... 1:800*000
g 14. Subvencao do Intitulo Archeologico. 600*000
g 13. Expediente e asseio da casa..... 200*000
g 1. Subvencao sociedade propagadora da
mstruecao para a publicacao da revista. 600*000
Art. 5. Auxilio industrial .
g 1. Subvencao companhia Pernambu-
<'ana................. 54:000*000
| t" &jkveacao companhia de reboque. 6:0)0*000
g 3. NDiruu^a sociedade dos Artistas M-
chameos e Liberaos........... 3:0*0*000
Art. 6 Obras publicas :
g 1..* Empregados, na conformidade do art. 19
S 7.' da lei n. 963............ 44:700*000
g 2.a Expediente e asseio da casa, inclusive o
servente............... 3:552*000
g 3. Estudos graphioos........ 4:000*000
i 4. Reparoseconservacao, inclusive 2:000*
para a cadeia de Iguarass e 3:000* para a aber-
tura do rucho Agu-Fria-e urna ponte no ria-
cho -Momo.............. 140:000*000
i :>; Obras de matrizes........ 10:000*000
g 6." Aterro do lugar destinado para o passeio
publico................ 4:000*000
Art. 7." Seguraiiea publica :
g I.* Porga policial......... 422:275*000
g 2." Fardamento e mais despezas, inclusive
ilummacao dos quarteis.......... 58:746*000
g 3." Empregados da caja de detenco. 20:056*600
g 4. Expediente........... 577*000
I 5 llluminacao.......... 2:934,5000
g 6 Aluguel de casas para cadeas e qua"r-
t................. 3:000*000
g 7. lllumiuacao da cid3de, na forma do 8U
do art. 7." da lei u. 1,061.......... 119:010*700
g 8. Dita de Oliuda, incumbinJo cmara
municipal a liseasaco.......... 14:820*000
g 9." Dita de Goyanna com 30 lampeoes. 3:120*750
S 10 Conduccao de presos....... 2:600*000
Art. 8.a Soccorros de beneficencia :
g i. Auxilio Santa Casa de Misericordia,
sendo 9:000*, inclusive os quatro contos com que
concorre a compauhia de bonds, para as obras da
.casa dos expostos............ 34:000*000
8 2.* Sustento e curativo dos presos pobres. 79:000*u0
g 3.' Recolhimento de Olinda...... SOiOOO
g 4. Dito de Iguarassii........ 1:500*000
g 5. Dito de Goyanna......... 1:000*000
g 6." Collegio de Papacaca....... 5:000*000
g 7.* Hospital de misericordia de Goyanna. 1:000*000
g 8. Casa de beneficencia de Grvala. 1:000*000
g 9. Dita de Bezerros......... 2:000*000
g 10. Dita da villa do Triumpho..... 1:000*000
g 11. Religiosos capuchinhos....... 1:300*000
g 12. Ik'colhimento da Gloria nesta cidade,
para encaiiamento d'agua, no caso de nao receber
quola igual que, Ihe foi concedida pela le do or-
namento vigente............. 1:000*000
g 13. Ao seminario pequeo de Olinda 2:000*000
g 14. Coadjutores.......... 34:500*000
Art. 9.* Arrecadacao e fiseal.saco das rea-
das :
g 1. Empregados da thesouraria provincial 94:302*960
g 2. 10 por cenlo da cobranca judicial. 7:548*000
g 3.* Despeza judicial, inclusive a gratilica-
cao do procurador da cora e solicitador da fazen-
da nacional.............. 4:321*000
g 4.' Expediente e asseio da casa..... 2:500*000
g 5.* Graliicacao do servente, do carteiro c
correr da seccSo do contencioso....... 2.700*000
6.' Empregados do consulado provincial,
sendo a porcentagem de quatro e meio por cento. 79:949*000
7.c Expedrente e asseio da casa. 2:000*090
g 8 Diaria dos srvenles....... 1:200*000
g 9/ Empregados das collectorias, inclusive o
expediente............... 43:000*000
g 10. Agencia do fumo e bebidas espirituo-
sas, sendo a porcenlagem de oito por cento. 8:000*000
11. Gratilicacao annual ao fiscal das lote-
-ra................ 600*030
12. Aluguel de barreiras....... 961(00
Art. 10. Aposentadas e jubilados..... 64:570*296
Art 11. Divida provincial :
| 1." Juro e resgates das apolices emittidas
-ein virtude da lei n. 963 e de leis anteriores, guar-
dada a ordem da antiguidade........ 150:000*000
f 2.* Juro e amortsacSo do emprestirao de..
1,800:000*000............. 306:600*f00
g 3." Divida de exercicios findos, sendo 354* a
Vicente Ferreira de Paiva Simoes...... 16:000*000
Art. 12. Publicacao e impressdes, sendo.....
2.000* de subvencao a quem se encarregar de
-imprimir as obras do vigario Francisco Ferreira
Brrelo e 2:000* a Francisco Pacifico do Amaral
para a confeceo e impressao do almanack da
provincia os qnaes Ihe sero entregues em duas
prestares : a primeira ao dar comeco i referida
obra e a segunda na entrega da mesuia, sem que
seja preciso lazer contracto; fleando o mesmo
obligado a fornecer as repartCoes provinctaes o
numero de almanacks igual ao fornecido pelo en-
Art. 13. Restituisoes.......... :!:000*000
Art. 11. Eventuaes.......... 1):000/000
TIT L 0 II.
RECEITA.
Art. 15. Para as despe as fixadas no art. 1.*
tica autorisada a arrecadacao dos seguintes im-
postos :
g 1 4 por cento do algodo exportado.
2 2.* 6 res por kilogramma de assucar idem.
g 3.* 8 ris por litro de agurdente e alcool idem.
g 4.* 2 ris por dito de mel de furo idem.
g 5. 800 ris por couro idem.
g li.' 6 por cento dos dentis gneros idem.
7.' 50*000 por escravo exportado, guardada a disposicao do
art. 41 da lei n. 431.
g 8.* 300 ris por kilogramma de tabaco fabricado e prepara-
do por qualquer forma c 50 ris por dito bruto e fumo em fardo e
consum lo na provincia.
9. 3*000 por mil: eiro de charutos e 3)0 ris por dito de ci-
garros idem.
10. 55 ris por kilogramma de sabio idem, 14 ris por dito
exportado e 4 ris sobre o fundido.
g II. 8 res por litro de vinagre importado e 14 ris consumido
na provincia.
g 2 4o rus por dito de genebra e licores e 30 ris por dito
do nutras bebidas espirituosas idem.
13. 60 ris por litro de agurdente de produccao do paiz con-
sumida na provincia.
g 14. 2*500 reis por cabera de gado consumido nos municipios
da provincia, cora excepgao do que fr destinado ao consumo parti-
cular dos criadores ; sendo este imposto de 1 *900 em Pedras de
Fogo.
g 15. liOOO sobre cada cabeca do gado cavallar qne r ven-
dida ou permutada na provincia,- dando o presidente da provincia
instruccoes precisas para a arrecadacao deste imposto.^
g 16. 200 ris por cada poltro, cobrados por occasiao das parti-
Ihas, nos municipios de Bezerros, l'anellas, Caruaru, S. Bento, Gara-
nhuns, Bom Conselho, Aguas Bellas, Buique, Brejo e em todos os
demais municipios do alto serlao, com excepeto dos poltros, filhos.
de animaes de rara inelhorada.
g 17. Dizimo de gado vaceum nos municipios onde a cobranca
dos impostos for feita por arrematacao ou a dcima parte de cada
bezerro quando nao completar o n. 10; e:ido naquelles em que
existirem collectorias substituido este imposto pelo de 800 ris por
cabeca de bezerro, cobrado na forma do art. Ib g 16 da lei n. 994,
sendo elle arrecadado as mesmas collectorias.
g 18. ne ima dos predios urbanos, qualquer que seja asua ren-
da annual o a cidade, villa e MVoaeAo em que forem situados, res-
pectado o art. 3 da lei n. 760.
g 19. 30* i00 por venda de escravo*, exceptuados os menores
de cinco annos que forem vendidos com suas mais ; devendo-se, po-
rm, pagar 3 por cento do respectivo valor, quando a venda fr de
partes ou liouver differenca do proco as permutas, e sendo este im-
posto de 60*000, quando a vendase realisar por procuradores, pago
por estes.
g 20. 50*000 pnr caixeiro, corrector ou nculcador de escravo?,
nos termos da lei n. 861, art. 48 g 19.
21. Sello de heran-as e legados de todos os herdeiros ab-m-
cento : o das doacSes de qualquer especie ser de 10 por cento e de
15 Dor cento o das mu lis causa, exceptuados do sello os que forem
na linha ascendente ou descendente, os menores de 200*000 e as
fetas para emancipacao de escravos..
g 22. 10 por cento de no vos evellns direitos por nomeacao,
aposentara, jubilacao, remocao e accesso de funecionarios provin-
caes.
g 23. 3 por cento de cada bilhcle de lotera que nao fr da
provineia ; 1:000*000 por garanta de bilhetes c 2 por cenlo dos
premios de loteras maiores de loo* i'-o.
24. 5 por cento sobre a renda dos bens de raiz das corpora-
ces de inao-morta, exceptalas aquellas que mantin estabelecl-
inentos pos.
g 23. 20 por cento sobre a renda das casas em que se acharem
estabelecimentos de comnrercio em grosso e a relalho ou de recolher ;
fabricas de rap, depsitos pejuenos, casas de drogas, boticas, ar-
inazens de algjdao, de vender madeira, trapiches c casas de photo-
graphias.
26. 8 por cento sobre a renda das casas cm que se acharem
consultorios, escriptorios e carlorios, inclusive os de so icitadores
de causas.
g 27. 4 por cento sobre a renda das casas em que se acharem
estabelecimentos commerciaes l'ra da cidade do Recife, assun como
das casas em que se acharem em toda a provincia, botejuins, casas
de pasto, cocheiras, cavallaricas de aluguel e fabricas, exceptuadas
as ruraes e as que tiverem dez discpulos em constante aprend-
zagem.
g 28. 300*003 por casa bancara, empreza anonvma ou agen-
cia ; 200*000 por casa de cambio ; 1:000*000 p ir casa de penho-
res ; 1:000*000por casa de venda de jeas em grosso; 1:000*000
por estabelecimento ou escriptorio em que se agencie ou se effectue
venda de plvora, exceptuados os pequeos depsitos fura da ci-
dade.
g 29. 200*f 00 por cada deposito de kerosene e 10*000 por ca-
sa que nesta cidade o vender a relalho.
g 30. 100*000 por casa de vender roupa feita, obras de sele-
ro, de marcenara ou outra qualquer arte feita em paiz estrangeiro,
da qual haja producto similar na provincia.
g 31. 100*000 por cada corrector commercial e porcada agen-
te de leilo ; 1:000*000 por cada caixeiro de corrector matriculado
no tribunal do commercio ; 200*000 por casa de compra e venda
ou qualquer Iransaccao sobre escravos,
32. 50*000 sobre casas de moda.
g 33. 50*000 sobre casa de um s brilhar e mais 20*000 por
cada buhar.
g 34. 1 por eento dos objectos vendidos em lelao, exclusive os
judiciaes.
g 35. 30*600 por cada escravo empregado no servico de alva-
rengas ou canas de carga e descarga no porto.
g 36. 1*000 por tonelada de alvarengas e canoas abortas em-
pregadas em servico do porto (navegacao e transporte nos ros);
2*000 por cada bote, catraia, balieira e canoa, empregados em ser-
vico do porto e navegacao dos rios.
g 37. 4*O0J por osera ve ganhador na cidade do Recife.
g 38. 16*0)0 por carro particular de quatro rodas ; 10*003
por dito de duas e 30*000 por dito de aluguel, exceptuados os de
agricultores, que em seus carros nao transitaren! as estradas do go-
verno e .nesta cidade.
g 39. 25*000 por cada mnibus c 40*000 por carro fnebre.
g 40. 6*000 por carroca ou vehculo nao comprehendido nos
paragraphos anteriores, excepto os empregados no trabalho da la-
voura.
g 41. 30*000 por cada cocheira com cavallos para aluguel.
1 42. 5 por cento sobre o valor do capim veudido na cidade do
Recife.
43. 2:000*000 por cada Joaiheiro que mascatear na provin-
cia, nao exceptuando-se aquellas que, tendo casa ou estabeleci-
mento collectado em um lugar, deslocarem suas mercadorias para
mascalear em outros lugares da provincia.
g 44. 200*000 por cada pessoa que mascatear na cidade, com
fazendas, miudezas, quinquilharias e outros quaesquer objectos ;
2o*000 pelo que mascatear fura da cidade, exceptundose o nego-
ciantes que, na feira do lugar de seu estabelecimento, expoem g-
neros venda, e 30*000 por cada tavema que na cidade do Reci-
fe vender os referidos objectos.
g 45. Matricula da escola normal
g 46. Pedago das pontos e estradas.
g 47.-Bens do evento.
| 48. Emolumentos e apprehenses da polica.
g 49. Multas por infracedes.
g 50. Emolumentos da reparticoes proviociaes.
Sol. Restituiges e reposifes.
g 52. Divida activa.
g 83. Producto da venda e renda dos gneros, utensilios e pro-
pros provinciaes.
54; Beneficie das loteras e saldo dos premios prescriptos.
S 55. Gustas arrecadadas pelo juizo dos feitos da fazenda.
I 56. Juro de 9 por cenlo pela indevida detenco das rendas.
g 57. Producto dos impostos creados pelas leis ns. 550 e 386,
art. 57.
i 58. 2 por cento sobre a decima parte do valor das empresas
orem transferidas.
59. 1*000 sobre a transferida de accoes de qualquer em-
preza ou companhia.
g 60. 5*0.10 por cada averbago que fizer o consulado provin-
cial, sobre as escripturas le transmisso de qualquer especie, que
verse sobre a propriedade urbana ou parte della, devidamente re-
gistrada ; sendp o seu valor inferior a 10:000*0 X) e mais 500 ris
por cada um cont de ris d'ahi por diante.
g 61. 5*000 por cada estabelecimento convpercial desta cida-
de, cujo producto terappl,cacao especial creacio da companhia
de bombearos.
g 1 200*000 por deposito de carvio de pedra e 1:500*000 por
cada casa ou agencia de seguro.
g 63. 200*O0J por cada casa que vender cal nao fabricada na
provincia.
| 64. 4:000*000 que se deve continuar a arrecadar da com-
panhia-Street Railway, -segundo o disposto no art. 3" da lei u. 974.
g 65. 5 0,0 do valor de quaesquer ina Je-i ras de paiz estrangeiro
consumidas na provincia.
g 64 5 0/0 sobre o valor do armas de fogo importadas e vendi-
das na arovinria.
Artmft. Continuara a ser arrecadados os 3 0/0 addicionaes de
que traflTa lei n. 777 com a mesma applicac,ao.
Art. 17. O saldo verificado na coutas do exercicio de 1871 a
1872 far parte da renda cobrada por effeito desta le.
TITULO Hl.
disivsiq5 Art. 18. Fica o presidente da provincia autorisado a contrariar
com quem melhores vantagens offerreer a publicacao das obras do
vigario Brrelo, cedemlo a prepriedade da impressao e conedendo
urna subveucao que nao exceder a 2:000*000, podendo, si julgar
mais conveniente, mandar imprim-las por conta da provincia, para
o que abrir o credilo necesitarlo.
Art. 19. A quola votada para auxiliar a publicacAo da revista
da sociedade Propagadora da Instruccao Publica somente ser devi-
da si a mesma sociedade publicar a revista.
Art. 20. O i nposto de 100*000 por cada casa que vender mer-
cadorias fabricados em paiz estrangeiro ser devido somonte urna
vez, quaesquer que sejam as mercaduras que se vendara na mesma
casa.
Art. 21. Fi>a o presidente da provincia autorisad* a mandar
c nstruir um monumento que perpetu a memoria do Conde da
Boa Vista, podendo para esse lim despender at a quautade.....
20:000*000.
Art 22. Fca o presidente da provincia autorisado a mandar pa-
gar a Charles B. ignoles du'entas e quatro libras, remuneracSo de
arbitramento da queslo -Mornay. podeudo para isso abrir o ne-
cesario crdito.
Art. 23. Fica o presidente da provincia autorisado a mandar pa-
gar a Joo de Carvalho Soares Brandas o accrescimo de obra que
houver na estrada de Una a Pimenteiras.
Art. 24. Fica o presidente da provincia autorisado a mandar li-
quidar e pagar o que fr devido a Sebastio Mendes Bandeira Gui-
maraes, pelo fornecimenlo feito ao imartel do Rio Formoso ; a Jos
Albino dos Santos, soldado do corpo de polica, a quanla de 130*000
de sua gratilicacao de voluntario ; a Jos Lzaro das N'eves, ex-pra-
i;a da mesmo corpo, a qnatttia de 402*263 de seu sold vencido du-
rante o tempo de sua pri.-o ; a Sebastio Antonio do Reg Caval-
canie o me Ihe for devido pelo alucuel da casa que serve de qnar-
lel na villa de Pao d'Alho ; a Joo Evaugelista da Silva, soldado do
corpo de poiieia, o sold que Ihe fr devido; a Jos Cunegundes da
Silva, tenente aposentado do corpo de polica, o que se Ihe estiver a
dever em virtude de lei anterior; a Francisco das Cliagas Almonia a
quanta de 54*000, importancia do aluguel da casa que serve de ca-
deia na Villa Bella ; a abonar as faltas dadas pela proles-tora Ale-
xandriiia de Lima e Albupierque, comprehendendo o prazo de 4
mezes e 2 j das, exclusive o tempo em que esteve de licenca, e a pa-
gar-lhc os respectivos honorarios, e a mandar pagar ao delegado de
Cimbres a nporanca do p.el de urna forca destacada d'alli pan a
povoapo de Alaga de Nafro, atiin de capturar e conduzir crimino-
sos de justica para aquella villa.
Art. 25. Fca o presid
presidente da proviucia autorisado a contractar
fora do paiz pessoas habilitadas para a cultura da canua e fabrico de
assucar, e a comprar machinas e instrumentos agrarios para seren
cedidos aos agricultores da provincia, mediante ndemnisaciio no pra-
zo que se estipular.
Art. 2d. Para occorrer s despezas, que para osie lim forera ne-
cessarias, poJer o presidente da provincia abrir nin crdito de. ,.
10:000 AOOO.
Art. 27. O presidente da provincia fica autorisado a abrir o eru-
dito preciso e mandar liquidar e pagar o que se deve de aluguel da
casa que serve de cadeia na villa de Buique, relativo aos mezes de
exercicios lindos, que nio tiverem sido pagos.
Art. 28. Fica o presidente da provincia autnrisad i a emprestar
cmara municipal de Olinda a qu.uitia de 6:000*000, para a conclu-
so das obras do pago municipal, cuja quantia ser paga pela cma-
ra pr piesta.oes annuaes de 1:000*000.
Art. 29. O imposto creado pelos gg 58 e 56 do art. 16 das leis ns.
963 e 994, restabelecdo na do orcamento vigente o alterado no g 36
do art. 13 desta, ser cobrado de quera fizer a transferencia, e nao
aquella a quem fr a empreza transferida.
Art. 3J. Fica u presidente da provincia autorisado a conceder
ao tenente-coronel Thomaz de Aquino Cavalcante, ex-arrcmalante da
obra da cadeia do Buique, urna moratoria para pagar o que deve a
fazenda provincial, tendo-se em v.sla o seguinte :
!. que nao seja a moratoria por mais de 5 annos; 2/ que as
propriedades dadas em llanca fazenda provincial (quem de ga-
ranta para a divida; 3." que a divida poder ser paga por presta-
res iguaes de 2, 3, 4 e 3 annos; 4.* que sobre a importancia da di-
vida se cont o premio de 7 0/0 desde a data em que comeeou a ac-
co da fazenda ; 5." que poder ser relevado da multa imposta pelo
nao comeco da obra.
Arl. 3:. Fica o presidente da provincia autorisado :
g 1. A conceder privilegio, cuja duracao nao exceda de 60 .in-
dos, a qualquer companhia ou pessoas que offerecerem-se com me-
Ihures garantas e maiores vantagens publicas a construir urna es-
trada de ferro de Goyanna a Timbaba-e outras econmicas, que,
partindo das villas e cidades liltoraes, ou da zona da estrada de ferro
de S. Francisco, as ponha em communicaco com esta cidade e o
interior da provincia.
g 2.* A conceder s estradas de Limoeiro, Victoria e Timbaba
urna garanta de juros ate 7 O/O sobre o capital que for empregado
na construccao dessas estradas, urna vez que cada kilmetro, com-
prehendds todas as despezas, nao exceda a 50:000*000 e medanle
coneessdes vantajosas para a provincia feitas pelos amprezaros, po-
dendo para isso modificar os respectivos contractos.
g 3." A construir por conta da provincia as estradas de Limoei-
ro e Santo Anto, si os conlractantes nao as poderem executar, fa-
zendo para esse lim as necossarias operacoes de crdito, e levantar
os capitaes precisos no imperio ou fura delle, comtanto que nao seja
por premio superior ao marcado no 2 .
g 4." A garanta de juros sera concedida por seoces das referi-
das estradas e s comecar o seu pagamento depois de aberta cada
seccao ao transito publico.
g 5" As tarifas das estradas que obtiverem garanta de juros
pela provincia podero ser alteradas ou diminuidas pelo presidente
da provincia para o lim de salvar a mesma garanta. .
6. O presidente da provincia na coucesso da garanta esti-
pular :
1. Que apenas orenlimento de qualquer das estradas exceder
a 12 por cento ao anno, reverter era beneficio da provincia um ter-
co desse rendimento, anda mesmo depois de pagar as garantas e
juros desta.
2. Que sejam por agentes do governo provincial fiscalisadas as
contas da roceila e despeza das mesmas estradas.
3. Que a empreza garantida pague o ordenado do agente fis-
cal por parte da provincia.
g 7. A autorisaco para conceder garanta de Juros ficar sem
effetw si o governo eral a conceder s estradas de que trata este
artigo.
g 8* A autorisaco concelda nao sera permanente e cessara
com o anno financeiro de 1873 a 1874.
g 9." O presidente da provincia dar os reguUoiMMo* que f<
necessarios, ficando dependente da approva.o da asamblea provin-
cial, sem prejuizo da execucao.
Art. 32. Dentro do exercicio da presente lei serio extralu
preferencia, e pela ordem nesle artigo estabeleria, as partes das lo-
teras seguintes, revogadas as preferencias dos anteriores orca-
mentos:
| I.* Sei- partes das loteras concedidas s obras da igreja V
Nossa Seahora da Penda.
g 2.* Duas ditas ao patrimonio dos orph&os.
g 3.* Duas Santa Casa de Misericordia.
I 4.* Duas para as obras da ca g 5." As partes de-tas loteras sero extrahida* alleraaAaaaaato
com as seguintes, na ordem de sna rollocaca): I* umi parte da
concedida a matriz de Calimb; 2.a nina dita para as obras di ma-
triz dos Montes; 3 urna dita para a irman-tade do Seahor Bota Je-
ss dos Passos do Recife; 4.' umi dita para u obra* do cwiaario
de Olinda ; 5.a urna dita para a igreja da Madre de Dos do Reate .
6.a ama dita para a igreja de Njssa Senhora do Araaaro de Goyaa-
na ; 7.a urna di a para a igreja de Nossa Senhora do Livrammto
Pao d Aliiu ; 8.a urna dita pira a igreja matriz de A logado 9.a
urna dita para a igreja de Nossa Senhora do vraraeato > Saato
Anto ; 10.' urna dita para a igreja matriz da freguezia da Boa-Vista
desta cidade ; II." urna dita para a de S. Loaren? > de Tejucuiwo...
12.' urna iliia de I! mi Jardim ; 13.a urna din pan as obras do
hospital da ordem 3a do Carino; 14.* u na dita para a nutr'. -Ca
bmb ; 13." urna dita para as o!iras da ir.'j.i da Santa Cruz a cargo
da contraria do Seuhor Bom lajas da Via Sacra ; 16.' um din pa-
r a igreja matriz de Barreiros; 17.a urna d la para a igreja da S.
Francisco desltcidale ; 18.a urna dita par* a capella do remiten"
de Iguarassii; 19.a ama dita para a igreja matriz de Salgiiem; St.*
um i dita para as obras da innandade de Nussi Senhora da Lnt da
igreja de S. Jos de lUna-mar; 21a urna din para a igreja malriz
de Peti oliua; 22.a urna din para as obras a cargo da irmandade de
Nossa Senhora da Solcdade da igreja do l.ivrimento <:i.- ama din
para a igreja matriz de Serinhaem ; 24." umi din nai as d.ras do
recolliiueiilo de Iguaras-; 23.' urna dita para as obras da icreja
de Nossa Senh rada Conceicao deCaraar; 2ti.' umi da para a
obras da greja matriz da Virz a ; 27.a urna dita para a nutriz ti
Muribeca ; 28." urna dita para a igreja di (Usa Forte .a mu a din
para a igreja matriz de JaboaM ; 30. urna dita para a igreja da
Piedade de Santo Amaro; 31.a lima dita para as olras da greja S. Goucalo de-la cidade ; 31a ama dita para a igreja nutriz cada ; 33* urna dita para as obras da igreja de Nossa >enhora da
Ba lo a em Olinda ; 31.a umi dita pira a matriz de Qnipapa : 33.'
urna din para a igreja de Nos>a Senhora do Terco desta eidade .
36.a urna dita para a igreja de S. Francisco de Sevwbaeai; 37.a
urna din para a igreja de S. Pedro desia cidade 33." nm dita para
a igreja de Nossa Senhora das Kronteiras ; 39.a urna dita para a
igreja d Santo Amaro de Serinhaem ; 40.a urna din para a lira-
da matriz dos Montes; 41.a ama din par- a igreja do Alcen da
Una ; 42 urna dita para a matriz de Nossa Seahora do O' ca ; 43.a urna dila par:' a matriz do Cabo ; 44.' urna dita para a
inatr z de Grvala.
TITULO IV.
UIS|msh;o>s PRRMA*rKNTRS.
Art. 33 Continuara em vigoras disposices da lei n. IMI art.
19 a 22, relativos arrecadacao de emolumentos, salva a exr--p;a
da lei n. 1090.
Arl. 34. Tambera continuara em vigor as dl-uosieoe* dos arts.
23, 24 25, 26 e 38 da mesma lei n. 1061.
Art 33. A llanca de que trata o art. 2-3 da le n. 963 onlimn
a ser de 6:000*000.
Art. 36. Ficam suppi i midas todas as cadeiras de latim creadas
na provincia, excepto as do Gymnasio; os res-iectivo* p-vfes-ore-
devero ser aproveitidos as vagas ipi se denni no tymnisio oq
era outras r9Mvttffla->,
An. 37. Fie a presidente da provincia autorisado a contralor
um novo iiuipr&ttimo >U> 4,OI>.O0l>OOU a |-rfiir aaaea a apartar
a 7 por cento c cora prazos longos para a ainorlisap.io.
Art. 3^. O producto deste empresliui > sera apphcad <
1.* Ao pagamento da divida c nir.linl.i com o Banco do Bra*il
2.' Ao pagamento das apolices eiintlidas.
3." Ao pagamento d que forem feitas de conformidade cora as leis anteriores e de outra*
que forera de reconhecida neces.-idade, e ao prolongara- ni da es-
trada de Inpissuina a Nazireth ; continoaco da ramiltractn da
estrada do Cabo at encontrar a que ni da Basada para Saato An-
to, Batanado pej$ engenhos MaUpagipe, Matas, Bnaaaj, Itrilbaat-'
e Arariba de Baixo.
Art. 39. Fica o presidente d > provincia utori*ado a mandar
ensaiar na conservacaodas estradas,-jue forera de novo aberta* ;'
trausilo publico, o syslerna de c inservario |wr meio d' aaaaaaaa
empreitadas, sendo o pagatnento feito depois de roinlunlo < v-iv c"
Art. 40. E' o presidente da provincia autorisado a despeadi-r
at 20:000*000 com os trabadlos necessarios par fazer |s*r a-
aguas do rio Capibaribe-mirim pela cidade de tafaajaa, segato 1
pelo andgo leilo denominado Bio Morlo.
Art. 41. Fica revogada a ultima parte do 5 1* do art. 22 da toi
n. 511 de 18 de junho de 1861, que limita o valor das partes de h-
teria.
Art. 42. A disposicao do art. 30 da lei n. 994 de 13 de jaab
de 1871 refere se exclusivamente a arreeadacao promov Ja exern-
tivamenle, e nao a que fr voluntariamente recolhida a e.-taeio com-
petente.
Art. 43. A legisla; geral so ter applcaeio i fazenda provin-
cial, ijuando, em relacao a negocios da competencia dest, nao hi -
ver lei provincial que as regule
Arl. 44. As apolices da divida provincial, quando transmitala-
por titulo deheranca, legado ou duco, eslo sujeilas jUvj marca-
da ne art. 15 g 19.
Art. 45. Fica revogado o art. 38 da lei n 994, que marca por-
ceota 'era ao fiscal das loteras.
Art. 46 O art. 46 da lei n. 963 e as leis a que elle se refere se-
rio execuUdas pelo modo que ao presidente da provincia parecer
mais conveniente, para produzirem os devidos efleiios, seas vexame
e atropello dos nteressados, pdenlo dispensar a repartir,*.! uaVial
e a inspecco mesmo faeulutiva, e sendo adoptadas todas prori-
dencas fscaes para a verificacao necessaria ba arrera-tarito da
renda e o peso feito em pontos certos nos bairros do Recife Saal
Antonio eu nos armazens particulares ou as entradas da eidade.
como fr melhor ba regularidade e prstela do semen, rom tac-
to que o peso nunca fique retardado de um dia para outro
Art. 47. O paga-ne n to dos apparelhos e annui lades da raiaaa-
nhia Drainage, depois de regulansado o servico e verificadas as eae-
Us, poder ser eflfecluado pe o einprestmo antorisalo ao art. 3*
desta lei.
Art. 48.a Ficam revogadas as dispo9i<-oes em coatrario
Mando, portante, a todas as autoridades a quem o cowHoeimea-
to e execucao da prsenle resolucao |KTtencer que a cumpratn
l'aeam eum'prir tao inleiramenle como nella se conten
O secretario interino da presidencia desta |>rovincia a toca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pemambuco, 17 de juabo de 1*73,51*
da independencia e do imperio.
L. S. MraWfar Ptrtir 4t L*c*-i
Sellada e publicada a presente resolaeao aesta secrataria 4a
presidencia de Pernambuco, aos 17 de juabo de 1873.
O secretario interino.
AiMpho Amcnkn Umt.
o Sr.
Govcraa ila pravlaota. Mara Francisca das Mercs.-lnforme
oespachos da ,i,Ks,,,|c,A de 23 dK u.ho dk ^^fc^ TaVares.-Prove a sup-
Abaixo assgnados, agricultores e proprietarios phcante que a irmandade, a quem quer fa er a
deengenhoctsgno.nunic5po do Bora Colsolho.- transferencia, esta dispensada das leis de ara jr-
Nao tem lugar o que requerem, era va da infor- sacaopara oos
mato.
Bacharel Augusto Egydo de Castro Jess. -Ps-
se portara na forma requerida.
Bacharel Deodoro Ulpiano Cojlho Catando.In
Sr.
v
d reparticao a seu cargo.
2.a Que o mesmo Exm.
hoje no exercicio da tea .
3.a Que o Sr. toajaatonrraaal retonaad d
exercilo Si-bastiio Antonio da Raf iatraalal par
| portara do ministerio da guerra de 2t de arate al-
mbelina Rosa de Lima Pinho.-Informe o Sr. timo, noincado commanntr ds iuaieM dare-
nspector da saude uublca. ralas.
SecreUria da presdeucia de Pernanmuco, 23 de 4.a Que por portara do arMitad
junho de 1873.
forme o Sr. prvedor da Sania Casa de Miseri-
cordia. .
Francisco Manoei Wanderley Lins Jnior.Pas-
se portara na forma requerida. I
Irmandade do Seuhor Bom Jess das C agas. ,
Deferido com offlcio desta dato ao eommandante .
superior da capital.
Jos Thimoteo Cardozo.Nesta data se manda
O porteiro,
Silvino A. Rodrigues.
'ominiimlo das aaaaut.
QUAKTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 25 DE JUNHO DE 1873.
Ordem do dia n 787.
dar passagem ao supplicanto para a Baha, como O brigadeiro eommandante das armas faz pu-
p8Qe. blico guarnigo para os fias convenienles e ae-
Joaquim Virissima do Reg Barros. -Deferido vido effeito :
com offlcio desta data thessuraria provincial. 1. Que no vapor de 22 do
Joaquim Jes Moreira de Aguiar.-CerliQque-se. esta provincia, vindo da curte
com
Joaquim
Joaquim Ramos
recibo.
Joao Francisco de Souza.Passe portara
forma do estylo.
oao Antonio Pinlieiro.Seja posto em liber-
uaae.
Aguiar.-Certifique
da Silva Moreira. Sira, com
na
corrente regressou a
o Exm. Sr. trigadai-
ro ho'norario do exercilo, director dihospitsi mili-
tar Francisco Joaquim Pereira Lobo, o qual tendo
feito no dia seguinte sua apresentacao neste miar-
tel general, declaren que resignava o resto da li-
cenca que frua, mostrando-se mais urna ver dig-
no ae louvor peo interesse que lim* no servico
6 de junho corrale, tai amanis delegada da o
' rurgiomor do exercilo i"
' o Sr. cirurgiio-mor de I
Zacharias de Carvana.
5.. Que o Sr. cap auto capante a r-pana;** ac-
ctoiiastica do exererto, caaefa Maaaal da fara-
Cruz, coaduteda a benita aa aacava > .
se e entrn ao ertarctete da aa aarawaaa de I
lio da fortaleza do Itoom aa dia tt danto aa.
6.* Que por aortarn do antiaii atetetoaite -
17 de maio prximo fiado, wi laa^vvada a ajaajaa-
cao do Sr. teoeote Fraacteco Atona 4a 9a Bar
rcto Junwr, d.)9abatUba*tetoli ite,aataate
car de a judaaie de ordeas de |
do, cojo logar excreta totearte
7.* Que apreseatoa -se vteda 4a erte aa dte 22
do oorreoto o Sr. toeeato do t |ajjj4Ma 4* Mh -
Uria Pedro Igaacie de Alnmida Oaadna, aa
dous metes de aoaaea para IraJr Maa pn
a contar de 19 tatito do




j MMaJtD de Pernambuco s Qqfotft feira 26 Je Junko de 1873. M
jggmm
!.- batatrtao Je infMilaH.j t i tratado 8. ii>49^%M?(ii^'|nfWp,|stf>^f[|l.in3 eollegas, est unid* convMgo meslrt, uojd*
m cima mencionadas u- liberal, fazia fustiga :>o jinete de 7 demarco cora os eencidadaos tilo .i ctogeram '; varg\v"nas
mando iuterina do deposito *tui abdicar suas protanda orcinas; a Refjnnk, snw-wifiiaMiJSiio'lenn^m a lodos o; ncracus li-
Cl
^ OS
d^

flear s-Mido so 2." balalriao de
Km vista da
ca dispensada
de raeriNas1 o fPftvHMhel Innatario da c:,
Alexandro de il*rtoo_ Albuquqrqup, cujo_ cam-
inando assuraifj^Jta*-tenonte>-cor.>iel "Reg llar-
ros. passa a exrrcer interinamente as fnecoe> de
delegado-do cirurgifwmrdo escreilo nesta pro-
vinca, o Sr. atrai*."
Or. Fortunata Aug
nudo a osala q
clonara o, juxiar
,i1 e ni lis fao
Ral militar.
O brigadew c
os bons servicos
deixam do 'igjp
querque e
tunalo Aa
as .irnr;Jaa,ipc-;
ios liaMa jue
roel RaPfos* Altr.i-
CirvjSh* e >r-
fi'.Hi't'/'/frt
.que diariamente agura/. a a prj;verjeao.de urna par-'
te do eorpu cijiiarai di provincia da Rsi tirando
Ma Sul "contra "aquclle' cidadsto, no intuito de fa-
zato abandona." acadeira* que oecupava na ca-
niara temporaria ; a Reform contempla agora de
brasas,.cruzad w, ..iL^vjU-xJuimilhada-j} acto
f (juc o Sr.eonselheia fifias flBTuma
pagm doprogramma" liberal, lioje resumido
capitulo fuo a indicada gaaeta awfdssa do re*
proAulr : aigrcji hvr. n estado liw V.
X forma aceita Ojih taagelteaiesign.v.ap o reito 1
(Assigna
l.ins.
Conforme.-O inajtfJiw; B. ds Saiil* Menjn
tkM, ajn lano d'ordeiis enearrogado do dotante.
TB
-*u
Rio. 9 duJiiuIm lo 1833.
aa-VtrJO do i>noon.\MMv Liasaat
Dias dillleeis pareeoffl reservados ao partido li-
Iteral Jo imperio. Tudo o anuuncia e esla indi
*-uJj de mu mudo disuado.
A^gtoTticrario hybrida de elementos que expri-
miera diversa* tendencias, tendencias falaes do es-
pirito human) ; ajuiitanieutoconvencional uoopi*
nies que podem eompor-so ero alguna potitos liara
separar-se em nutras ; superaosirao ostraiiha do
frac, oes que e;u tuiup) nio muito apartado feriara
peleja ai-cesa e encaudoscida ; o partido liberal
do imperio tentn ifcbtlde a obra de unificaran
que anda buje a tntbalba e prtMCCiMa.
Esfoiro bercule-t, oas esforoa bailado, o sonbo
dessa nniflcacAo contra qu, ha aigQns anuos, se
elcvo'.i na tribuna dac.amara temporaria a palana
pruplietieade nn pernatubucaiio illorre ser* mais
una dessai ilosiilusijes que nao sao raras no mua
-do poltico ; iuh uass-js pbeaomenos que a histo-
ria registrar coio til aviso contra a estabida-
cki das vonlades ipie das necessidades da fe po-
liiira.
tftetis
.; tf p.viiuofcwi iwaniBie na lefisa .U're-
'^''M.1'^iP'^-'lj'.' l|a WWdale. a a
"wrcTijaoitojie que a Msonrfea natwaa
v^ser #lMMo>Me lo dojunho at 15 de se-
teiiibro ; mas os jomaos scmi-ofllciac* do governe
fir-nln ,Jcoy^rajt (|Ue r. t^ltiln.l^p.,^ ^
na do p^]
*r icm
v ib seu
ideativo de mo^ (ngom cora qile sao mt-
niijflados,- tanto o sai: '1<*>, o Sr, Silreir Mar-
icrs catinos e:i.s dilwr.'iites redactor'- ?
Nao encontr era an:a obrase, nwn fcma sylla-
>a para contraer ;\s protenflbes afrstveutes ou
fl*nlyentes d> cliof", qse na exiib-raKria Je sfl
forca, diz :
i) parlkb tan en fk'f\fl \VL _A
1': quacs as posi^rUe^-adM, :1 a mfhmi,
qu; apreaentou o Sr. Sirreira Martins como legiti-
nio Inlrprete"ds asp raeoos weraes, mas que
nao rea ge contra o Sr. Zacharas, j ao Sr. Za-
charias; ano Cbarea ao Sr. Silveira Martins moro
A(o,.e lv.JNalaiente, ao Sr. Siiwira Martins,
que intitula o sr. Zaeharii' de e'elho fdatito ?
Na ha sabirdeste dilema fatal
Oatrtimpha o Sr. Silveira Marlins, e stany-
polbese intiit-i pro vaya, I (fue o velho [una/ico reu
na iambem os seus vemos apologistas e va forinar,
a part-, mesqiiita sua, ou salir* victorioso o Sr.
Z.H-bxriits, e neslo eas-J descera o thermometru
pol'tico iwra o Sr. SiUeira Martina e eaaadjai-
fa'dirre, (loando a Rtforvu na ditra alternativa,
ou de suicidar-se, Ou fl roronbocer a rHigiAo
cat'i-jlica, apostlica ro oaii.t, como religiao do
estado.
I'a'ni a importante dominstra.-o do qae ainda
neste ponto a dea libero subordinava-se a idea
conservadora, e que a ste partido cabe mais
nrai gloria : a do consolidar e robustecer o prin-
cipio adoptado -pe nfio.
S;;p c*mo for e o que 'or. a Reforma, oreseu
tmente, gyra n'um estrilo enrdeafr circulo.
Para qua|.|uer dos lados qul se yol a encon'.ra
limites abrazados. Se renega o Sr. Zaenartas, pode
--er IgurmentC renegada por elle, e assim aeonfe-
cendo nio Ihe sera ilado ile relance prever todas
asconseqiionriasde samclliante a-,to; se sacrifica
ao Sr. Silveira Marus te- nfallivel.mente de pas-
>bandoinndo os prlncipaeschefes.H-" '""i #
I2m Granada, nao me recor lo so Ih'o disse
u.i ufcha do dia !0, houve uiA thfimlto incrivel,
ppv'i i do oonflic o enti't jQtSipisano e un
TOiraprneir. Ropois de algurn^s pancadas troca-
Q-^ntro ospartilarios de uuia e oatra class, a
questao subi de ponto, tendo os carabineiros' de
se retirar para o quartel, rompendo entao o fogo
mas que
para'fiao aag-
4 eAe pedido,
to, lassapor-
ajioru; foi oa-
nonos.
re-i o
earaUjti'irt. O
frrecm ordeaal
Bo:n o piova o espectculo que ms est dando.[s:ir M3 forcas caudinas que llie repara o Sr.
jue opai7.
A C Hiibi '
partida libara!, o quadio desoiador
est vendo desenrolar-SB a seus ollio*.
oa ai epheniera qqe passagairos intereses aziam
-sup-iiir ao vulgacho poltico nina obra taita e aca-
bada, amalgamad.i coai toil is os elementos de Uu-
-rajslrt, rmpese ao primeiro entre-cboqne de nai*
-res que cnu-is exigencias da vida social suivx-
itam o ac irdam j i jefliargo em que parecatn
somnolentada<.
K como se ao partido bbpral e.-iivesse destinado
pelos aconte'iniuiitos u:n periodo J^'- dura piuMiu-
;a, desses q^*i nenharoa organisa'.-Io polti a aira-
rassa iiiipiiueuienta, eis ahi que a questi da re-
( organisaco llu. imposta em notne dos mais ra
ves iut-ressrs de toda a suciedado, os mteresses
da ordjin religiosa, e Ihe imposta cam todas as
severidades do um prublunu inadiavel.
Tal e, nao se tente ilisfarca-io, a nova situaran
que se abre ao partido liberaL U quebraiacji da
narra i lia en rfiaa questio de tal natureza, *; sig-
nal certa da tlecjmpasieio de um partido.
), partidos liiloniiudiaiios fundados por Can-
ning, Robert :'eel e lord Palmerston nao tiveram
nutra oiigem. >> Uicero partido que os raros
dotas de I. iwe lUerara celebre uopos da uiorle do
Pakiiersloo, e que se conheco na historia c.
no no da adnlfanjiia, trompen ile una scisjo lio
part la liberal, devj b grandj parto ao descc ir
do dos chafes.
Sob una vare 111 naate ippareat em t ida
pane regeui se os partidos p : (eis da mesma na-
tureta r:la- n.o dejwndeiu das vo|leSs bu--
manas antes as pr<-4duu, as c\) i:am e as di-
rigem.
Org.jis de una npiiiao eonslituciOnai, na-, nos
festejam is c.cu o que ah aula a ameacr a inte-
gridadee a hnmngeneidade de nm partido que re-
presenta urna Jas grandes tendencias da suceda-
de politiea.
A nova scisao que evidentemente se opera no
seio do partido liberal, nao se nos augura um
svmuloma eoffl qca a vi.la politiea possa ganhar.
Em todos os te i pos fjia o os terceiros partidos a
origeni de pertuihi.rors no meettanismo constitu-
cional que, asvairan lo o espirito publico, sao
igualmente prejudiciaes a todos os partidos regu-
lares.
Qual d a gran le necessiiladc do partido liberal
as actuaes circunstancias ?
Una c nica : rwer o ;eu programma : ac-
centua-Io : dealraMa-to a todo* .j. raatoa d* r-
nia o.
Zacliarias.
E" um circuh de fogo.
O que provira deste callos ?
[liso do cantao de
sucias
gne
Qas de vflf
taro, for
lamente
neiros
differenT"
tos feri
nar o ii
te a tod
uarain.
istas coiitiuain a vigiar t jJm as
e vao do Victoria para S- Sebastiao,
ilhas vao cai#anjlo ti Treno. As for-
anos de .tniTilas que guarneca ViK
lacadas peLsarlista% fn-aodn c mple
ocadas. Agumas fr.a*. de 'arabi-
tceni olilUb inolhor r.-ullije. nos
cdbntros a que se expuzeram.
paraehia de S.
(Nagao)
n kooo.
;ou a u desses asuntes
momentos de rada) pw-
aaa i
O partida liberal elw
crtiejs, a um desses
vacies.
rara tan: i nao se a-liava elle preparado.
Falle- ;!,.' ,i vigor, t'alta-lhe a energa queso
as -mi da e,.i| ,p|;l 0 ,a liomogeueidade de
principios. #
Atravessa urna dessas pocas sombras, que
inuitis vezes deixam aps si carb.misados frag-
mentos, disper-os vostigh3 a atteatacem o ultimo
fsfor.'o, a extrema tentativa, o derraduiro alent
de um partida dissolvido na hita a que seaven-
i contra opino, qaaada ara suaratas i-
Jeiras lavrava a des orden, quando em sua lian-
deira nem usa dogma soquer restava a arrou-'-.ar,
ao menos pida pcesia da idea, as imagina.oes es-
cal ladas de scu< mais exaltados crentes.
Aquesto religiosa 'o a faitea me ateou o in
-cendio.
DIARLO DE PEimSBUU
RIC1FE, 26 DE JNHO DE 1873.
noticias il-i '.m-ajiu.
Hontetn, ns 1 horas e urh iiuarro da tardo, fun-
dei no limaraa o vapor inglez Buyiu; dando .1
mala ati correio is (i horas e tres quartos, em
Cqnseqncncra do mar cavado a vento rijo quft re-
nava no lamarao.
Dos jornaos C cartas eis o que dlheihos:
Apczaf dos protestos do novo presidente da re-
pblica franceza, julgam os jornaes allemaes que
a poltica eslrangcira da franca ser mido dilfe-
rento da do Sr. Thiers, e que o governo allemao
nao entrar em retarries lplUraneas cora o go-
verno f,-\ncez~eni qnnnti nai tiver i certeza "de
que as "siipulacfios do trtalo de paz scro fiel-
iucbte (hscrvaja?.
Oiz-'m as fnllias amtriacas do n'uma entrevista
:i 1 O -liare-bal Mae-Mahon tivera coui o emba-
xadnr d'Ausfria, ileclarara osle que responda pe-
la ordem, raas que a conser.ari da paz dependa
da moderaco da's poicn -as o do scu respeito pe:
I ir interesses legtimos do; seis vantios.
- A fol'ia otlirial pulMc^ tina' carta do mare-
elia! Mac-Malnn, pre-iden'e da repblica ao excr-
cito, accentrfandr a poltica leal e estrictamente le-
gal que o marocha! pretende Jazer prevalecer.
Esta proclarnaco annuncia* ao mesiio tempo
que o comiimdo'do eiercto de Versailles con-
fiado ao general Ladmirault t Ifonrn e pitria,
val r e ditciplHut ; ta! a divisa que o presi-
dente adopta.
A folln olieial publica iambem urna circu-
lar do ministril do interior, convidando os prefei-
to< a i cdlooarem-se aht-rtaiiviite frente dos
conservadores, porque s cora este rnie proce-
diuiento e coni a manutencao enrgica de todos
os principios conservadores po.leremos constituir
em Franca nina verduleira maion.i do governo.
. A Opinio Nacional folln renublicana modera*
d.i. er (no esla circular e a-rldontemeote inspira-
newngostrr
terio de sacerdote
rfilllen.
Diz um JckaT-npBB doJteraaaaw
de Broglio escrW'er*a^'. ^urwllesi
das mais lisougeiras, em aua lhe exprimo o-dase
jo de d ver Cvwr testa oa embaixada franceza,
Eee occujpa cijui-iiuiU^alui'ao. santo pa-
est stisfeto cora a mudanza poli Cica" oa
Fr,l";p., U i-r -.
- Faila-se milito em itiTns projectas de dereza
de Paris; um dos generaos Frossard e Cour-
viUier e outro do mmf Rivwre.
O priuieiro tvude a i ecuar as '(rtittcataies da
margara esqurda, do nincira ifiie este lado da
cidade fique ao iDriko de um Louibardeaniento,
senl todava as altasfar aleiri de ciito ou dez.kilo
metros do contorno.
O projeeto do genera! Rviore affasta mais os
fortes e d linlia de deleu urna exlensio milito
maior, de modo que .torna nao so o Ixnubardea-
inento impossivel, as o ssedip muito difllc.
O prmeiro projeeto apoiado pelo >r. Tliiers, e
o segundo pelo marechal Mac-Mahon.
O ministro da guerra nomeou urna- oiumissao
de generaos, afini de e-tudarenfij-ita questa >.
Xa asscuibliu naeioiial oeonde.de Jaubrt
dedarod que eiu Cjnsderac.o das garantas que
elle jnlgava que o novo governo olferecia, pedia
para retirar a sua proposta relativa represso
dos ataques que sejiiuifesn) no exterior contra
a assi'uilila.
O Sr Ilerv d > Saisy podio para interpelar o
ministro da fazeiida sobre as irregularidades que
so tera dido no pessoal da fazertda e sobre a falta
de curuprimenti) da !ei do r de fevereiro de f-*7.
X.i dia II o ministro do interior mterpeJlado
sol e a supines^ao do jornal O Corsario ; falla o
ministra do iiil-it,justificando-se.
OS,-. Gambelta'tiiua parte na interpellacao, e
le e analysa a circular ministerial aos prefeitos
relativa aos meios de exercer sobre a imprensa
una iniluencia conservadora.
E' aiiprnvada a fdein do dia simples e pura.
por m) vulos contra .'!"i.
A importancia desta Wk9c3, & nicamente par
ser a pruneira que teve na asscmMa, e que mos-
ta que o gflverno canta com "i vulos de maioria.
ITALIA.
Afflrma se que o governo italiano receoso dos
ulteriores successos. en consequencia da mudan-
a poltica da Franca, trata de activar nina allian-
(a cpiii a l'russa.
Os geraos das corporales religiosas envia-
ram ao presidente d_camara um protesto contra
o decreto de suppressao das niesmas corporacoes.
Km consequencia dcsu Jei sao supprimidos em
Eis um breve resumo das
pnucipa.es forcas car-
ita as. B- Atlraso eslava, *a pontos lias oa Qi-
ratnuivaoin 80 horneas ; YalhweaaLa faarwra,
com 800 ; Tristany em Carme, com OO ; Espolet
e Daro em Forba. com TOO ; Horet'om Curvillas,
o uqne coa X)0 ; .nasralal em Odessa, com 2i 0. P'erlo de
uiitn cima igojdad entraratn WW enVallos e alguma artilha-
ria.
PORTUGAL.
^Nada occoitou em politiea,. que mereca
iiiencao.
A attoueo publica oceupavatse cora os suc-
cessos" do RTespanna.
Os trabalhos do caminho de ferro do Douro
devem eomoear iio 1- de julho prximo.
Xos campos de Cotinbu tem havido gran
des inundacoes, causando extraordinarios prejui-
zos agricultura.
Xas ralas fui npprehcndida grande porco de
armamento, que se destinava aos carlistas de Hes-
panha.
Cahira ao mar no dia 11 a canhoneira de
guerra Rio Domo, sem nenlium'accidene, as
slstindo SS. MM. RR.
i'k&NAMBUCU
REVISTA DIARIA.
Collcet-irins irvinciues.-Por por
tarias da presidencia da provincia de 21 o 23 do
crrante, focara nomoados para as colle:tarias :
de Seriahdem, lijcal Miguel Ferrelra de Mello,
collector Trajano Alves de Mendonca, escrivao
Antonio Juaquim de Ollveira Maccio Jnior; di
Cimbres, esarivo Luiz Pereira da G>sta ; ile Bui-
qM, fiscal interino tencute-cironel Manoel Camel-
lo l'essoa Cavalcanti, collector Antonio C ivalcant
de Andrade, escrtv.io Anonii Osar de Vasconce-
los Ribeiro Campos, cobrador Joaquim de Albu-
querque Cavalcan, ficaiidj sem effeiti a portara
de 28 de m.o que nomeou empregados para esta
ultima cbllectoria.
Guarda iiaeimial. Por pojrtaria da pre-
sidencia da provncii, do 21 do corrate, fa per-
mittido aos tenantes do 9.a b tallo de infamara
do municipio de (Miada, Man ic! Mai'ia Je Caldas
Braulio o haquim Rabello l'essoa do Brto, este
da i. e aquello da 6." companhia, trosareni as
respectivas companhias.
' As y lo le louens. Damos em seguida
mais um valioso donativo para este estabeleci-
mento :
lllm. e Exm. Sr. commendador Ilcnrque Pe-
reira de Lucena. Correspondendo ao appello de
V. Exc, tenho a bonra de remetter llie incluso o
meu insignificante obulo para a construcca do
\t *-# of irretWU dt Fernanlo do !oM-
nha, no V de fevereiro lo corrento amo, 1875
habitantes,- sendo-: U empnigaJoe,' ?-T pess-t
das. ramili.us .kie*, & oSeiaM d.> destacameata,
l!) pracas.de i'ret, I,|21-, scn,t uifiadps eivia, 22.1
sentenciados militares, 2i nijllieres sentenciadas,
286 peSsois ds fatnills Dos "senfcncldos', li par-
ticulares, 37 pessoas das familia^ das pracas e 8
cscravos. ~~\ *WHT ~m~
Noanuo.de 1871 teriuinafcm o legipu de sen-
lenca 49 wntenaa*js do fi re?.
Kiinecttoam neato nresdio^dlicioaa de tenoeiro.
de ferreito, de carMWro, e de sap^pr >
O govirno posl&e no prefidio^edificios no-
bertos de telhas e'lafjricados de pedra'e ral, aa empregados: 19 em aioradaie eraprvgidos,ol-
ciaes e suic familias, 2 no fcLrico ie fannlia, 1
jio preparo da aljodo, j ao deuaailo de geacros,
I servindo de casa de ordens, l idem de deposito
d feriamoi4ar 1 i*km 4e aupo de guarda.
PtTtaiaaah'S partJNhWas ha mais no presidio
4(W *asa^ aenAo"-*!* znco, e iTO de taipa coberta.s com catiim.
Ha no presidio dous templos, a igrja de Xossa
Sentiora dos Remedios, e a capel la da Xassa Se-
nhora da Conceico, sendo esta no cemte-
rio.
Sao 9 as fortifieacoes, a'sm denominadas: for-
itaeza djs iiniedk>s, fortes da Suato Anianio, de
S. Jos do Morro, do Boldr, do Leo, do Suste,
da-Cincai.ao, dos Dous Irmos, e parque de Sant'
.Vnna.
Os productos do presidio no anno de 1872 fo-
ram : 913 ahpieires de farinha, 9 arrobas c 13
libras de algodo, 76 caadas de oleo de rtciao, e
1,737 alqueires de cal.
- No asyln de invadidos da patria, a 2 de abrd
ultimo existiam 342 pravas sendo: 3 majore--, [
aldante, I' quartel-iestre, 1 secretario, 1 medi-
co, 1 capellao, l pharmaceutiao, I cornta-mr, I
tambor-mr, 3 mtbicos, 13 capitaos, II lente?,
19 alteres, Gprineiros sargentos, G segundos dito-,
a turnis 39 cabos, 39 anspecada?, :)8i soldados,
cornetas, e 2 tambores.
At 31 de dezembra de 1872 tinlian sido
realisados pagamentos, na thesouraria de rateada
d- Pernambuco. por con ta do ministerio da guerra,
m valor de 916:820li.;, assim divididos :
O ?r. Silveira Martins. ainda saboreando o pra-
zer de seus recentes e inglorios triumphos obli-
d"s no incidente Mana, apenas divulgaram-se os
successos de Pernambuco, SL.be tribuna da c-
mara temporaria e lirada com toda a Torra de
sem valentes pnlmoes:
Abaixo a religiao do estado ;
Venha o casamento civil ;
Sibpendam se os bispos ;
Acbese com aigreja.
No da soguinte a Refo-ma, orgao do partido
liberal, bate palmas e diz :
- O Sr. Silveira Martins defini as aspira-
oes e lt vantou a bandeira liberal!
Poucos dias decorreram.
O Sr. conselheiro Zacharias de Ges e Vasto
cellos, chefe acreditado e seropre festjalo do li-
Deralisnio, oceupa por sua vez a tribuna na cma-
ra vitalicia e, em nome do partido, cujos-destinos
Ihe foram confiados, proclama :
A religiao catholica, apostlica, romana,
oiuo religiao do estado.
E accrescenta :
O contrario disso s deseiam laoce* fo-
gosos .' .
Entretanto a Reforma nada avanca alm das ja-
culatorias entoadas em louv.ir do Sr. Silveira Mar-
tn?, que, exereendo represalias, brinda ao Sr.
Zacharias com o epilheio de celtio fantico !
ebalde espera o publico, ao menos urna ligeira
noticia acerca da posicao do fantico e da eleva-
icao do fog so.
Nada I
Nao s sto.
A Repblica, orgao in-u-peo do partido liberal,
manifestou, ha dous dias, sua opinio nesta ex-
pre-;sva linguagem :
O que seria deste paiz se o Sr. Zaenarias
fosse chamado direceo do governo ?
Sera nada menos que o signal de urna con-
hjTacao religiosa, acendendo o facho de urna
guerra fiaricida....
bsliuase o partido liberal em rtter um tai
eorreligionario em sen seto ?
Estas interrogacaes secundara as que anterior-
mente haviaruos feo Reforma :
Que le profesaa 7
A do Sr. Zacharias, ou a do Sr. Silveira Afar-
tms!
Qual dos dous falla cm nome do partido li-
bera! t
O rente que adher ou o refoinador que
incita ?
Onda est actualmente e bandeira do par-
tido ?
No spnado ou na cmara temporaria 1
Quem o chefe do menino partido "?
O Sr. Zacharias ou o Sr. Silveira Martins Y
E apezar de tudo isto a Reforma conserva-si-
mada e fra come um cadver I
O que indicar cate estado carcinomadose ?
A hora e urna transformae/io mv^teriosa, ou osr
paroxismos de.urna mc-rto vulgar f
Tem sido intil as reiteradas provocaoocs para'
ama explica cao.
O o^j-o democrtico nao quebra o silencio
da pelo pensamenio do organsar a campanha
letoral, e que confirma o que todos saban ; is-
to que as eleieoes sao para a maioria parla-
mentar o grando e unic6 objectivo ; mas que a
obra do governo, mesara reducida a estas propor-
ces se aprsenla cheia de dilliculdades.
O Piovir Nacional procura de bal le na circular
do novo ministro urna nica idea administrativa,
e nao acha seno declaracoes que aprecia nos se-
grales termos :
n Isto o que se podo lar a confianca de es-
c ever a procnsules, quando se A ministro deum
conquistador, que ganhou provincias e reino?, ou
de mh conspirador que fez saoceicnar a sua usur*
pae/iojior seto milhoes e piinheatos rail votos,,
mas nao quando se aoistro de um governo (|ue
de ve a sua existencia a urna materia de 14 vo-
tes.
A t'rance nota que o Sr. de Beul nao diz urna
palavra da repblica : Mistra-se, diz aquelle
jornal, em demasa zeloso, ueste documento, do
n i o ijeixar nenhun lugar ao equivoco sobra as
inlencoes do gabinete, para que o feu silencio a
este respeito nao mereca ser notado-
O Tempo acha que' a circular do ministra
bastante paluda, o nao Itnea nenhuma luz no-
va sobre os intuios do ministerio.
A Gazeta de Franca applande os sentimentos
manifestados pelo m\ de lenle.
A Patrie diz que a circular cxcellente, bem
feita, irreprehensivel no ponto de vista das insti-
tices, e snbretudo absolutamente conservadora
coma a poltica do novo governo que poz termo ao
jogo tao iierigoso da redouea olllcial.
A Ordem, folba b-Hjapartisla, approva mteira-
menle a circular do Sr. de Beul, assim como a
proclamaeo do marechal Mac-Mahon.
A Imprenta e o Paiz, jornal bonapartista extre-
mo, esto plenamente ajgwfeitos com a linguagem
da circular, este ultimo jornal desejaria porem
que a circular ministerial fosse um pouco me-
nos vaga e um pouco mais aeeentuala.
G Francez felicita o governo por vir assim co-
rajosa e francamente em soccorro da grande mas-
sa conservadora do paiz.
Tal e a opinio da mprensa dividida om dous
campos: os monarchicos, favoraveis ; os repu*
b|icanos, contrarios. D'aqui se confirma a opi-
nio sobre afeie&o pi-lilica do novo estado das cou-
sas em Franca.
As .potenzas estrangeiras entenderam que a
mudnca do Sr. Thiers para Mac-Mabon era ama
especie de raudanca de dynastia, (|uo exiga
umamudanca no corpa diplomtico ou antes urna
renovacao de rredenciaes.
O duque de Broglie vio se obligado a explicar
que a demi-so do Sr. Thiers e a eleco do mare-
chal Mac-Mahon nao tinham alterada easoncia d
governo, e que a Franca nao mudara de rgimen
com aqueiles successos.
J se fez o primeiro pagamento de 2o9 mi-,
Ihes, eonta da ultima nresta/o de mil milhoes
de francos da indemnisaco de guerra.
O Sr. Edgard Quinet, representante do Sena,
dirigi aos seus eletores una longa carta, sobre
os acontecimentos de 2i de maio ; depois de ler
demonstrado o que, na sua opinio, faz a fraque-
zado novo governo composto da cnlljgacao de
tres munarehias enearnicadis unas con'traason-
tras, coucl ie dzendo : Trata-se para a Franja
de rena-cer ou de perecer. A repblica a roge-
nerajao. A monarchia a 'jneda sem esperanca.
A questao est assim posta. Que francez hesi-
tar?
a O Cmreio de S. Qnir.tiito publica nina carta
do Sr. Henri Martin sobre a stuacci, a qual ter-
mina deste m*o I
Se por imposf wel, nao s tasso ainda urna ver a repblica ao sulfragio un
versal, ll- a iraria cm brev3 alravez de fncalcu-
l.'ivei* c-invulsSes.
Portanto. firmeza,oaclenca, tu.iuo e o golpe.
toda a Italia uns 400 conventos. Os seus^ens se- asjlo de alienados que V. Exc, animidi do mais
"ouvavel patriotismo e caridade, resol ve u fundar
nesta provincia.
Pedindo a V. r"xc. desculpa pela insignificancia
da olferta, tenho a honra de assiguar-ine. De V.
Exc amigo attencoso. obrgado o criado Jar-
cionilli (f Sceira Uns. Sapucagj, 20 de ju
nho de 187;1
(abinee da presidencia de Pernambuco, 23
de junho di 1873. lllm. Sr. major Macciouillo
da Silveira Lin?. Acenso recebda a caria de
V. S. de O do crrante remettendo a quantia de
quinhentos mil res offerecida para a eauslrucco
do asvlo do alienados.
Em respos'.a Cabe-rae agradecer a V. S. tao
valijsa olTerta e louvar-llie por mais esta pro-va
dos seus sentimentos patriticos e caritativos.
Com estima e considerarn assigno-me De
V. S muito attencoso veneraJor e criado. lien-
ritntc Pereira de Lucena
Ministerio da guerra.Do relatorio
apresentado assembfa gcral legislativa, a 3 A",
maio ultimo, fajemos os segintes extractis:
O exer.ito brsteiro deve omporso de 2",28
homniis pela nrganisacao dada em 12 de agosto de
1870, sendo 1,773 offlciaes e 23,309 pra.as, divi-
didos assim : enrpos especiaes478 offlciaes e
163 pracas; arma de artilharia 210 offlciaes
4,110 pra.as, formando 1 baalho de engenheiros,
1 regiment a cavaHo com G bateras, c o bata*
Ihres p com 8 companhias cada um ; arma de
ca vallara-270 offlciaes e 3,882 praxis, formando
regimentos de 8 companhias cada nm, 2 carpos
de 4 companhias, 1 esquadro de 2 companhiis,
c 4 companhias de guarnido; arma de Infatuara
809 offlciaes e 15,354 pra*a, formando 6 bata-
Ihes de 8 companhias, 15 btalhoes de 8 compa-
nhias, 8 companhias de guarnicao.
0 ejercito, porem, compoe-se actualmente de
5,938 homens, sendo 1,521 offlciaes e 14,417
pracas, assim divididos; corpos especaes172
offlciaes ; arma de artilharia 228 offlciaes e 2,9 '7
pracas; arma de cavallan'a -236 offlciaes e M55
pracas, arma de infantaria 683 offlciaes e 9,3";3
pra.as,
Esta forca acha-se assim cspalhada: 118 na
provincia das Alagas, 433 n* Amazona?, 640 na
Baha, 445 no Cear, 3,802 na corte e provincia
do Rio de Janeiro, 60 no Espirito Santo, 313 em
Goyaz, 562 no Maranh.o, 1,985 em Matto-Grosso,
60 era Mnas-Gcraes, 503 no Para, 117 na Para-
hyba, 88 no Paran, 974 cm Pernambuco, 219 no
Piauhy, 3,252 no Rio Grande do Su!, 141 em San
la Caiharina, 78 em S. Paulo, 71 em Sergipe, 3 na
Europa, c 1,939 no Paraguay.
A que se acha em Pernambuco consta : de 17
corpos esperiaes 53 da arma de cavallaria, c de
904 da de infantaria.
que Ihe violentamente imposto pelas teirveis -tou terlo disso, em toda a Franca.
-'rr.Ulll,ttlttti io ma -. ulnmiUm .. T* '>-. *._ A- ^Mk* il.n.t..
;ircuuk>taircia8 que a vinculara.
Pois a 'Refrm que nunca cessou de reclamar,
ira em eatyio grave, ora em tom burlesco a ret
que nos fbi Jegado, fi5o 'ter servido senSo para
ir a impossilUidade de rrastar um grande
, qoo rfi'otmu e que comprehende o seus
lireitos, n'uma direcgSo contraria s su is vorta
des e aos $ens de-tinos.
i Esta niio i5o ne.cessarii 'ba de fazer-se, es*:
rao appcados obras de caridade, ao desenvol-
vimeiito da mitruecSo pblica, e a celebracao do
culto.
AL!.KMA.\!1A.
Os jornaes affema'es publicam a represeiitaeio
collecva dos bispos prusianos, dirigida ao go-
verno. Esle documciiio datado de 26 de maio
signado por 14 bispos.
DiL-Iaram os bispos que nio podem caopaittr
para a execucao das ultimas leis i|u-> tem por ob-
jecto regular a? reanles entre a igreja o o estado.
Os bispos invocara o principio em vigor desde
Constantino, em virtnde do qbal o estado e aisre-
ja, sendo dous poderes de mstituicao divina, nao
podern proceder isoladanicnte em todas as ques-
tes era que cn'ram as stias attribuieoes reci-
procas.
.Negam os bispos ao estado a autoridade neces-
raria para ser a tonto suprema do direito.
Dizem finalmente os hispas allemaes, que reco-
nheeer as sobreditas leis, sera negar a diviu-lade
da chrrstianismo e os direitos tradcionaes da
igreja que se vera ,i merc do arbitrio do? bo-
rnea*.'
A Gazeta da il/emniiha do Norlt, orgo oltlcio-
so do governo prussi.tno, publica a proposito des-
ta representarn um artigo muito forte, eul que
lan.-a em rosto aos bi?po< prnssianos a inconsis-
tencia da sua f, e as os;illaco?s da saa consejen-
cia ; ao racsnio tempo que os aecusa de caro:e-
rem das uoedes mais elementares da historia e do
direito.
Como se ve* o conflicto entre a igreja e o Estado
esl muito longe de se apasiguar, e vai tomando
maiores propon/des!
O governo prussiailo resolveu no responder ao
manifest dos bispos.
A Nova Imprensa hiere de Venaa declara
destituida da fundamento a n.ticii de ter havido
negociacoes entre a Austria, a Russia e a AHema-
nha, relativamente questao de Oriente, e de
ter a Austria renegado a poltica que tem seguido
>t agora nesta questao.
O imperador da Austria mandou por um
vapor de guerra dispisico do principe do Mon-
tenegro, para a sua v'a~em-a Trieste eaGattaard.
IIESPANHA.
Acerca deste paiz escreve nosso correspon-
dente de Lisboa :
m conliuacSo s noticias da orise que re-
iiie!ti|Kdo ilayellan, ciimprc-medizer Ihequereap-
pareceu esta depo-s de ?e ter assentado, aps a
tempestuosa sesso, qne snecntainetite narrei, que
licassem no [xnler os amigos ministros. Por desac-
cordo, porem, entre as ministros, por causa da
mais dillic.il de todas la qnest'ies, que financeira,
sobre tudo para um paiz como a Hespanha, que
se acha beira de iwa bancarrota, todos os an-
tigos ministros derara a sua demisso. Honve
noite (de 9) sassao ecrota as cortes para resol-
ver a crise. Noticias do 40 nos dizem, porem, que
Orense denuociou a presidencia do congresso e
que logo em seguida, no molo de grande eanfu
sao, foi eloito o Sr. Nieotau Salmern. Durara a
sesso at ao romper do dia, fallan lo os homens
mais importantes de todos os lados da cmara.
Entretanto, percorriam as mas de Madrid com
avenates e grande alarido muitos grupos de ho-
mens armados, que davam tj/i'ff repblica fe-
deral e morras a ludo que Ihes lerntirava. 0 alar-
ma o o receio eram indiziveis. Os projectos linan-
ceiros do Tutan que pozeram em confleto o gabinete
e o eongreso, tiaeeavam se sobre a emisso de
dos mil milhoes de papel de curso toreado. A
maioria inostrou-e contraria e repelllo em altos
br?dos o pensamsnto. O representante Calzada
qualiiiceu a emisso de pappl como a ruina do
paiz o propoz para solver o dficit um umprestimo
nscional voluntario.
No c so, fin';m, de mallngrar-se, se lan-aria
mao do curso toreado. Depois do discurso de D.
Emilio Castellar exhortando unio, a assembla,
com i Ihes disse, decidi encarregar Figueras de
designar o novo rnlulsterio, tentativa que se mallo-
grou tambem, porque baldadas foram as suas di-
ligencias e esforcos. Ninguom quera ossociar-se-
Ihe na presente i onjflnctura.
a As_ult;'nus noticias que tenho vista, dio a
admissj (la exoTrerac do ministerio, e a no-
meaco, por elno directa e quasi por unani-
mdade de^outro gabinete, sob a presidencia de
Pi y Margiatl ; e3ad\> Muro ; gra;a e justiea
os Fernando Gonzale ; guerra Etabnez ;
ultramar Sorn;; marinha Aorich. Ghamam a
este gabinete de eonciliaco. Predomina nelle a
direita da cmara Foi appbadidb calorosamente.
O pregramma de P sustentar a ordem a todo o
transe.
as primeiras hottft da nnmh toi aealmada a
agilaco pela formaca do raioisterio. Todava o
exercito, a guarda civil e os voluntarios offerece-
ram o seu apoto assembln. O' intranslger-tes e
o? paisano? qtie defendem a maioria oa a*sembria
Alem da forja existente do exercito regu'ar,
a Entre nos na rtosso departamento do Aisne,
eta ella fita. A deputacSo do Aisne, posso di-
ze-!o'sera recelo de eraesrantido-pi'tos ineds e
tntewn-w apoderado tle aiguns pontos estratwi-
recelavaro-se.caaflictos.poriti rtiftitoS m>
nos deliohiew ai-maftos chtBNra pd&sTuss Se
Madrid. H
Affirma-se que urna csimmissao earlista f&Ya
a IngaWrra para saber'qual a verdadeira allitue
da general Cabrera as aUflas-cHrcamstaneras.
O general Lagunero marchara deflilbau para
o campo das r*pWal"5es. A1 *iK>tichs WBehtea o
exereito do norte nao eram desfavoraveis erare-'
laSorKstJiilina. .
aeham-se mais em serveo do ministerio 1,659 ho-
mens da guarda nacional, diviJidos pelas provin-
cias : de Alagas 384, Amazonas 247, Goyaz III,
ItaranhO 418, Mimv-Geraes 191, Parahyba 2,
Ro Grande do Norte 147 e S. Paulo 19.
O importe dos sidos de reforma e das pense?
a pagar, em cada anno flnanceiro, nao s aos offl-
ciaes o pracas de pret dos differentes corpos do
exercito.de voluntarios da pattia, da guarda na-
cional e de polica, bem como s familias dos
mesmos offlciaes e pracas, eleva-sc a...-___
l,049:122965, assim divididos :
Sold de reforma dos offlciaes e
pracas dos differentes corpos do
exercito, de voluntarios da patria,
da guarda nacional e de polica
que se tem invalidado para o ser-
vi.o do mesuo exercito em conse-
quencia nao s de ferimentos rece-
idos em combate, como de moles-
tias e desastres oecr rridos era ser-
vico do campanln......
PensSes concedidas aos offlciaes
do exercito, idem.......
Ditas aos offlciaes de voluntarios
da patria, d- guarda nacional e de
polica, idem. .......
Ditas aos offlciaes honorarios do
exercito, idem.......
Ditas s pracas de pret do exer-
cito, dem ...
Ditas s pracas de pret de vo-
luntarios da patria, da guarda na-
cional e de polica, dem .
Ditas s familias dos offlciaes e
pracas de pret do exercito, que
lallereram nao s em combate co-
mo do ferimentos receWdos nos
me* nos combates .... .
Ditas s familias dos offlciaes e
pracas de pret do voluntarios da
patria, da guarda nacional e de
polica, idfm ..... .
*Ditas a differentes generaes, e
offlciaes superiores, em attencao
aos rMevt-wtos ervoos nre-tados
ba guerra do Paraguay ....
[ *p?va **-sfa fiHifar trmiaaram
curso de artilharia 23 a himnos, e o de cavatyaria e
infantaria 32. Na anno crrante ctiam-se ma-
tricuiades 112 alumnos, sendo: 72 da arma de
artilharia, 13 da de cavallaria, 45 da deiifantaris,
I sem eorpo designado, *s W alfeics alum-
toos.:
Na seida eentral terminara em W7i o
urso. 6 alumnos.. o anno orretrte acham-e
294:510*025
8:685600
13:176*000
80:19|l00
134:0001000
r99:198/500
1:685|740
164:458*000
27:200*000
"em f87So
Cinselho supremo militar 712560(1
fnstriccij milliar 788693
AcsMes de guerra 189:70oS321
Carpo desaiide 61:838*493
Exercito 43S:l07i7ll
Commissoes militares 8:815*682
Classes inactivas 65:762.48^1
Ajadas de cuito ditOfOi-O
Presidio^ a c >! mas 105:697i 179
Obras 9:7324319
Eventuaes 28:3595904
Im-Liiat ie. i praviiieiucs. Vao
pra.a h oje, parante a j lutada iD-ouraria pro va-
cial: 0* imposto i provnciaes, inclusive o dizim >
do gadi vacemu das comarcas de Flores c de Ta
carato ; os peJagios das barreiras do Giqui, da
Ponto dos ijarvdllios, do laboalai, do Manguinho e
Capuilga, do Moreno?, de Motocolomb, do Tapa-
cura e do Gaxang.i; a forneciment i de alimenta-
cao e dietas Jos presas pobres da casa de de.lc.i-
co; e as imprsiVs das repartieses provnciaes,
menos a svrel.ira do governo.
lava de eserav-.. Em virtnde da % i"
do art. 2J do regulatnenla n. 4,129 de 28 de marco
Ultimo, foram demarcados pela coininsso respec-
tiva, os limiioj da cidade do llecife, das iKivoacoes,
dos arrabaldes e Jas freguezias de tora da ci-
dade,. para a matricula geral dos escravos e paga-
mento da taxa no juinqueoniO de 1873 -1878, da
forma segrate:
c Aihio d > nasei.nento di N so Sen' or lesus
Christo de is7.'.. aos 7 das do mez de junho, nesta
cidade do Rocife, acliand-se reunida a eooimissao
noraeada ara virtude da ^ i- do reguiainenio 4,129
de 28 de marco le I86S, e estando presantes t iaa
os seus racuibros abaix i as.-dgnajo?, para o tim de
proceder-ie Jamarcac'io d< Iranes da referida
cidade e Jas p ivoa.oes' tora dos mesmos limites
de conformidide com o ^ i*, os qaaes imites de-
veai eouiprehender a matricula geral I >s escravos,
a qual tem lo liarm quinquennio da 1873 a
1878; aceordaram qae os limites da cidade com-
proheniiessm todo o territorio oeeupado indas cin-
co freguezias, a saber : S. Fre Pedro G >nea!ves,
Santo Antonio, S. Jos, il ia-Vista. Nossa Senhora
da Graca e parte da d >s Afogados, a partir U pon-
te da Magdalena ao sobrado grande do baro de
GOyanna.
Que alm das referidas freguezias fosse rompre-
hendido para limites da da Poe,o da Paoella e res-
petivas povoacdcSj a saber, Ja Casa-Forte. Poco,
Caldereiro, Monteiro e Apipucos, todo o esp.n.o que
partindo da Cruz d*Almas, e soguindo pela estrada
do Arraial itd o Mi nteiro a Jab at a entrada do
en-.-inamenio a lmii'ir can as trras do eiigenho
Dous Irmos at margern do Capibaribe, donde
descend) segisse at a embocadura da gamboa do
Parna-meirim, licando oraprehendtdo todos os si-
tios e casa* incrlptoa ueste circulo, bem como os
que ficarcm direita da refariJa estrada do Ar-
raial e com serventi i para ella.
a Que os limites da fn guezia Jos Atogadas e das
respectivas povoacoos fassem os segrales: par-
lindo da ponte do mes rao nome o segurado di re
ta pelo bra.o Ja Capibaribe at ene ratra-ln, sabia-
do pela margera direita al ao porto di antgo aa-
genho Torre, donde desceodo pela estrada que vai
ter ao corredor do mesmo engenho, seguir por el-
le at ao sobrado grande do baro de Goyanna don-
de snbindo pela estrada nova a terminar na Ira-
ve *sa do Gabriel, segnindo por ella atao ro Ca-
pibaribe, donde vallando a referida 'ravoaM desea
o mencionado sobrado grande, donde segnindo pe-
la estrada do Luccas em frente casa do Rangel,
par ella desja at ao sitio do capitn 'Jeronsm >
seguindo al a estrada que vai ao Atterrinho. d m-"
de seguir em linha recta at a gamboa do Giqui,
pela qual desecado vir.i ao ponto de partida ponte
dos Alagados, comprehendendo todos os sitios e
casas inscriptos neste circulo e ainda os que esto
tora, mas que fleam margem das estradas quer
direita quer esqnerda com servenlia para ellas,
excluida a parte com-irehendida nos limites da
cidade.
Que a povoacl dotiqui par isse da respectiva
birrera at a bomba que vai ter ao engenho de
Que a do Uarro partisse deste ponto at chsgar
ao muro do engenho Peres.
a Que a de Tigipi partisse da bomba al ao alto
da ladeira de S. toao.
Que a de Jatoatao partisse da ponte dorio Una
at a de Jaboat-lo, comprehendendo o que tica ins-
cripto petos dous ros assim como te los os sitios
c casas situadas direita e esqurda dos refe-
ridos limites e :om serventa para as estradas.
Que a daBoa-Viagem partisse do sitio de Joan-
na dos Passos at ao lito do alto, donde corlando
em linha recta va" ter costa e por esta abaixo al
confrontar com o ponto de partida.
Que a da Venda-Grande partisse do Focinho do
Boi e terminasse no sitio le. Joaquim Marques.
a Que a povoacao de Murlbeca so limite na tha
lo monte em que est situada a encontrar as ier-
ras dos engenho Novo, Murihequnha e Concei-
efio.
t Que a do Caxang partisse da padaria al a'en-
trada da ra, segulndo a direita at o lugar deno-
minado sertio at margem do rio ende limita
com trras do Poeta e esqurda at ao AmboM
a sabir na estrada do Caxang pela Varzea, conti-
nuando alm da ponte suspensa at povoacao do
Brura, o liinitando-se na povoado das Barreiras,
comprehendendo todos s si'ios e casas direita
e esqurda das estradas e cora serventa para
ellas.
Que a da Varzea limitasse ao norte cara a es-
trada do engenho S. Joa, paitindo do cruzeiro do
nominado Barbadnlio at o cruzeiro da padre-Jo
s Simes, ao su! com a estrada rtova municipal
at encontrar com a do engeubo da Meto; ao as-
cente cora a estrada velha do corredor, parlmda
do cruzeiro do Barbadinho a pncontrar com a es-
trada da Matriz, partindo do cruzeiro do padre Si-
cra-I-M
hS; a a
HMkt *ll
*.-
6 i- ji
a, e m\wt.
- \
I-
V o decreto \ fm$ V fl de
lh-i
\ :tH>rt-s rs-irrt-ut.Ki
Oramle, de-.ani-
do I lio da Pmiae
ingle/. l(J,H%uni, da
ic. la Europa.
Foruiiiid.t de Vtronkft
cnfNkte derlf Wfir para eaw pr
llequii da roapathia peni i'riaean.i
Con^rosM* liltcTnikaT H.-J1 (B
corrente) reiiair-sc-ha esta soeMade em arava
ordinaria s 1 e aieia hars da larde lagar *
cosame. Ordcni do di* -* avira m rv
envclvinieiit > pelo Sr. Illas H e aura a i da
t es,, o ,|,|,. ,. a .iedade e *p>l na Mn-la-
inenio Segunda parte, demttrimmm e *-
cus- io da seguale them mih pete Sr. Sirva
Marine-: A nwnfira eB on .-iU !
Passani-*ii(u. Den segaada Irira a
o eroador, victima d'uma apopk-sia
o Sr. baclnrel J^s dos Aajo Vieira o> A
amigo advogado no foro ffn*-^trM#tll% M*C *******> fM a 7V %
Passageiros d'--ta linla ierre te ao* -arfa-ira d-
liroce limento que le
dos .(.niictos, cobrando tVJ< rei |nr rada p
liem de cljsse da estar Ij.m a
marineira, quando pela talcl! devem ser ioi i
'hamamos para.iss > a atleii.ti
nheiro fiscal. ,
Tlic-in Siiito .Vt-in!r il l-rn.
da artista Manuela l.ueei, ipiu devia i-ali>
honlein, nao nd* ter lugar por ifi iiilbi >
satule de da beneficiada, licando araaseri-to
sal bado (28 .
I'elo niosmo motivo t.aie r<.o-a-?e
nha o benelirio do Sr. I ilr S ai. -
o qual ter lugar na terca feira ( I de jaih
Os progr.iiuiii.u deU 4t-Uf -%>eeUrtes -
os inesin i- j a*n tli-amnliri. Em tu
la ter aduecid* a artria Mara da din.. fira li
ferido para aiuauli o t">|ni-tacuki em mcficiir>
artista Franr iina l'essoa, para hoje annoMciado
uesse lliL'dlro. siil.iniki >c-*iia ro vi-i il
ma prouietldo Ti-ihulka e Ihnca iBlit'.iUd-
tlroi
Fiarlo. Em tllagrante, |xtr --ime de ,'nrio.
foi preso em T.iear-lii, a '.? ...i eorrnle o .
Manoel Laurindn dos Saatos.
Captura. Pela dele-aria p-1- -..I de i.o.-
hres foram all canturadirs e rerolni' a r1--
Uva cadea, Jos Negrio e Fraar-c An!>oi
primeiro por crime de furto de cavald .
gomiaeom> indiciado eaa critne aolmnidi I
xeira da provin -ia da l'arabyba.
II ii-r4H-o.S4 llonloui, aa meto dia, U
contrada na Canuta das l'rincczaa, una in-
da cir preia en estado de quasi compHa nu I- .
e o que mais i para mpaular, eob-rta d te*
e | iiitiioes, eo:n dous gi Ipe- pr futid li
neo ; atan ecendo assira a vista o mais d<4r <
hoirivei quadra oo rairtyrio.
Conliizida a repariiv-to da peaVi >. f'K aki i
riada e considerada em grr.vf i.rig'i de i I
Milito custosaim-Rte fui -i-t .
vade i-Vliciana Mara (M>mpia. itori-l.
eitie.'ir:i.
C'uinad.i esta a presen..a di l)r chefe .!
lica, perau: S S. nxnpirec-'u araafnnhad
arta de seu lbm-atorio de fnzer ftrtm* i
Pasaan 11 KaNadoaa a *er interrogada, agn...-1.
mos a resallado do inque-rito. para de tai. adan- ..-
le noticiai nios este facto.
A dcsgr.cada eserava acha-c rrrolhid:,
pital Podra H.
Vapar Boyan. Este vapor tn.ir
de sboa iM |: da crreme, (re* diaa aaaa f
vapor inglez da buha lo Parifica.
O liajne lira a mala hoje, no enrrrw .* *
horas da tarde pira o ul do iniperi .
r"ai renta !'nii's.-., Kagi-nio ferio etm san taead- i
Joaquim de tal, ni lugar denominad i (jieh
nha, do ter u i de S. Rento. O d dmqoeni-
lio-sa.
Ollao vivo.-Antes da hontein aooite. i.
tes deesa otaapiaaM, penetramlo ao qaintii
casa n. M da nu ito Hospi i.>, rujw fun-l >-
Um para a u a Forra isa. tratara: defin.
fil'us de ferro dvani*-* la que r ibfiiii nm i i-
nlieiro, quan lo (orara pn-^tniidns : o wnd- '
cites descobi-rios, gaaharain o hinJ-i, altand -
nando a presa.
Aitula. Ma maah de antes de koat:a .
a o elles (j se sabe quera i ao pr.meira aa 1M
predi i n \\ da ra da Matriz da 11-a-VisU e le-
varam um coll'e. em i
ea/leia e r.ic.ilea com retalo c uua te-lca rala, perteuceak-s a um dos ara aaoraaa.
I.iitci-ia. A que se acha vrada *
beneiieio ta igreja de S. Pedro Mart\r de OH:, m.
qual corre no da M)
Casa de d.-tearfto.- Moviaienl de
i\ de junho de 1873 :
Existiam presos 3o7, entraratn II, saharam i.
sxistem :106. A saber .
Naeiniiaes niulheres 8, estrangeiri"'
iscravos tki, esclavas II.Total 3ft.
Alimentados a rusta dos cofre* publico? **
Passa-reiros.Sahi.l.H p-ra sul n v
(kIi'u ie Oriente :
Evaristo F. P Gomes, Jos de S. Rtaad", tfa-
noeldoRo. Jos Antonio G.mca|ves. J. Carnri-o
Fejo, coronel Vrancisco de Barros .Na*cneai,
capillo Jos,, i] ,;:,m|v.-s Torres. Mignel Jon
Pinto, Bernardina Jos in. JaeinUvi Jos*1 Nun-
l.eite. Jos,. Soaai Nogiuira. Mm Marey, fos M;-
ria de Araujn, Manel Finnino da i I va, II. Mana
E. de Castra Azevedo e eu Filha Antonio.
Antonio J Firniino de Xovaes e sen e*cravo fa-
noel, Dr Miguel Hara, sua senhora, dota Vnf
menores o duas escravas.
Segaem para os porte da aorta ao v- -.
na onal Hitar :
Jos Antonio Maia, Joaqnira Manuel a S. a
Kortunato DaaflM Azevedo, oldailoa, i aresos
suas familias, I eserava, Krietoni S. da Silva, J.->a-
qnim Jos de S.ral .\nna, l.uiz AdUiiih, Cabnga e
I oscravo.
Ceanitci-io publica. -(M-ituarto da dia I*
Je junho :
Mara, parda, Pernambuco, C das, S. Jos ; r-r.
vulsdat
Sevorino, cscravo, pardo, Pernambuco, ana-s.
Recito ; anazarra.
Antonio, eserava, pr*to, Afnca, 7tl anana, aoilei-
ro, Graca ; a nazarea.
Romana, branca, Pernambuco, 3 iaaw, San:
Antouio ; igaara-se o falleemvnto.
i.uiz, pardo, Pernambuco, 7 maces, S Joar:
cunvulsoes.
Aaaa, brana, Pernambuco, IS ra-ze. Boa \
ta; encepaclite.
Mara t'mlelina da Resnrr-icio, hranea. Per-
nambuco, 76 anno?, viuva, S. Jo#: h\ '.r -
pesia
- M -
Velarde fugio para o estraageirr. "As "tropas j matriculados 464 alunan*-, sendo #84 no primeiro
oie foram para impor obediencia abs tbldafiosJ anno, 8 no segundo, W no terceiro, 43 no qaar*
daquelle general, tambera se iDsubordinaram/lto, 26 nu quinto, e 23 no sexto.
mdes a encontrar com a estrada do engenho Meio.
Que a povoacao de S. I.ourenco da Malta par-
tisse da bomba da CaiJhaca, comprehendeudo a pa-
veado limitado por ierras dos engenhos Armazem e
Roncador, continuando at o cemterio.
t t-nalmen'e que lodosos sitios e casas inscrio-
tos nos diversos circuios tracdos, como as que
flcarcro tora dalles, mas Aue tivarem serventa pa-
ra as estrada* e iravossa mencionadas, sern com-
ftt-endidos na *a|riciila gcral e os respectivos do-
nos e moradores onrigados ao pagamento nnual
da tata de failaescrayo de contormidade com o-
U i' e 4 do atf. 43 db eido regulamento de 58
de mareo de 1868.
t E para constar-se lavrou este termo quo todos
assl-rnaram. Manoel Carneiro de Sottza Lnc
Mentaro M chaio Fi eire Pereira da Silva. J So
hut VietOr Uenliev. n
Srstema melrico decimal. Do pri
meiro de julho prximo em diante ninguem poder
mais, u?*ir, no imperio do Brasil'drranliga ysteuta
de pesos e medidas, que ser substiiuido p-do sy--
teraa mtrico deeimal frahee-, era Vista da que dis-
Leonilla, parda, Peroambueo, \ meaos, S. km-.
couvulsaes.
Jos Juveik-ia Ferreira, pardo, I'craaaaaac >, 4#
auno?, casado, Recito ; coogcsiao cerebral.
Mua, preta. Pernambuco, 6 mete-. Boa-Vi- .
hepatta.
Antonia Mara da Omceicii, preta. IVraaa^a-
co, 40 anuos, casada. Santo Aaloaio aaeaaaa
Marta, parda, Pernambuco, 5 das. Sanio
nio; espasmo.
Joaniia Acacia Ferreira, Icaaca,
16 aunos, solteira, Re-:il> phtysica polaar.
[cabe] Matbild oa Silva, toanca. Paraaaaar*,
34 auno?, solteira, Sanio Autora i ; phtysica.
21 -
Rufino Pereira Ramas, panto, Pemantharo, Ja>
annos, solteiro, Boa*Vista; heraonaaciaiatoraa,
Feippe Santiago do Raga, pards Peraaaaaar-.
20 annas, solteira, Santo Antonia; pnapiira paJ-
raonar.
Jas, parda, Pernambuco, 3 mam, Ua-VU .
enleriie.
Manad Goncalves Ribeiro, branco, Portagal a*
airaos, solteiro, Ba-Vista; toare aainjaa.
Manuel, parda, Pernainbuc, S. '
Jos Robera de Saata Anna, pardo, I
cj, 28 annos, solteiro, Ba-V>la, "
II; tubrculos.
- 22 -
Manoel Jas Ribeiro, branca, Portagal, 70 aaaos,
viuva, Roiife; gaacraaa.
Maiheus Vivalsi, bra-aaa, Aastria, 2S aaaaaa, ea-
Itoa- Vista : pnouaaaaa.
Cusjr.a, p.-c, Peraarabjco 301
vulsoda.
LUiaa Mara da Conceieio, yarda, i
35 annas, solteira, S. Podra anvtvrj
pulmonares.
Jos, cscravo, arete, frica, SO ai
ecife; as,
ncia, Pernambuco, T awaoa, Hb-VitU to-
tano.
Mara, preta Pernambuco, aiaata.filia, aa-
lic-to.
' Cartas, pardo, Peraambaco.l i
to&vulsiej.'



ftfegip & (Jlwj^n^uco Kftittfttft
e
Joaquina Ma
45 anuos, soltei:
ojj&s^W?

Dr. Jos" dos Anjos Yieira de Amorim, branco,
Pernambueo, S amos, fiuw. B*-Visla ; apople-
xia fulminante. 1 I
Itooio; etfejrltt thkeilea
Luiz de Franc; i
37 annos, solteiro'
aar,< t
, *jbran#o. Pernambueo,
Vi= ee'ngestiio polillo-
.i.
Maro, branca, Pornambqpo, 8 mezes, Ba-Vis-
ta ; Tenrt perniciosa
Maria do Carme?' eseraW, prett, Pernaiabne,
50 annos, solleira, 8. Jos ; congestao cerebral.
Kdtrriges Maria da OmeeieSo, parda, Prnam-
buco, 37 annos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro
II; cirroso do ligado e hedropesia.
Jos, branco, Pernambueo, 10 rnezes, Santo An-
Ionio, casa dos expostos; denticieV
2tozn Candna de=4Mveira, braaca, Peroambu-
co. 19 annos, solteira, Boa-Visto ; febre typhica.
Clara Maria da Conceijao, branca, Pernambuco,
<>2 annos, casada, Poco; icliricia.
CMARA MUNIllPliL.
l. SESSO ORDINARIA AOS 11 JUNHO DE
DE 1873.
i'nKsiuKM:i\ oo sr. iuxo k lbi:cero.ue
Ao ineio dia presentes os Srs. presidente Reg
? Arauquerque e os Tereodores'Dr. Moscoso, Ga-
tneiro, Theodoro Silva, llego llarros, Neves, Cunha
Guiiuar o J.oyo Je*Mor, o Sr. tiresidente abri
a sessao. Lida a acta da antecedente, foi appro-
vada.
Len*se o seguate
KXntUKKTK :
Ivn oQVio 4o Kxm. presidente asta provincia,
fonfeteado a esta oahrara um exemplar impresso
das instruidas provisorias:approvadas-palo deere-
la n. 5,089 de 18 de setciubro de 1872 paraexe-
cueao da lei n. 2,137 de 26 de junho de 1862, que
substituio em todo o imperio o syslea actual de
pesos e medidas, pelo systema metric* frauepz.-^
Inteirada. Lee 4v
Outro do secretario interino da mesma presi-
dencia, declarando que cesta data S. xc. expe-
dir as onleus qecussaitas comuanbia Recite
Drain /fno|s*ndi) "
i Val__
ireeer da (oSTl _
)M pb)||ia1Q|aA 4>fan,
fertt>aWJLt
Jos Mar a Freir Gante
cao.
secretario,
w utjntrque, pre-
sidente. mellar aTreirAGanteiro. -JosPe-
dro das Nev da Silva.Jeronymo de Souza Lefio.-Jlo da Cu-
nta Soaret Gultfawts.Jos 4 Silva l.tyo Ju
'UBCACOES A PEhKC
Control a esperttrtiv de tock* o inda
cheio de vida o gr;ic,a, o Lh -83 daiepV
renfo pelas de/ horas da douto rende eb
ma a Deus o Dr. Jos dos AnjoS-WelrVe
Amorim, advogadodistmoli e Ilustrado, e
monibro do partido liberal desJo o princi-
pio de sua vida publica.
As sympathias de que gosaya o Ilustre
li na Jo, amor e caritibu dedicado a sua
nconsolavel familia e o ameno trato com
que so dirigw a todos que o procufavam,
erara qualidad$'.que o disnituans delf-
n i tal a gosar mesmi entre os membr^s
do partido opposto das atfeivoes e sympa-
tliias como se pertoticesse de todo a ellas.
Seu corp) t'oi dado sepultura no dia 21
do cor rento pelas lie jnaia horas, sendo ac
compaiihado por muitas pessoas gradas de
diversos credos polticos, l-'oi um ver Ja-
deiro preito rendido aaeu .venerando cada
ver.
A' sua familia draos,os nossos psames
QuoDus S3 compadece de sua alma.
AS 3 l/2HOaA3A XMDK.
Unbio.giro Londres a 80 djv!j5 iql4- <>T
IdOOO. banco, boje.
Dito sobre dito a 90 d(v. 2S 3[l, 25 Ifi a $fi d.
por ^iSvsegUBda-ferfft.
Cambi^-sjW|jp|l|na4 m A Oranco,
Cambio sobre Ilaiuburg a 3 dpr. 474 rs. o
franco por R. M, boj.
(ioncalo Jos Alfonso
Pelo presidente.
A- P- de Lemos
Pelo secretorio.
*LFANEA
rtendimonto do > a a 23. .
dem do dia 2-"i ....
_ e^er oHoaaia urna por. qoa|,luer ounnatoriopubieo.aruaSetedebetembroanm zclasso n bem bi e na moralidado de m
de evitar-se os abusos de que trato-sto cmara
*m seu ollleio daftdo correte.Inteirada.
Outro do Dr. juiz substituto da provedoria de
apellas e residuos, communicando ter nesta data
reassumido o respectivo exercicio; no mesmo sentido
olUciaram o< Drs. Jaiaes substitutos das varas de
orphaos e ausnteseos dos feitos da fazenda.in-
tetrada.
i utro d) Dr. delgalo de polica do 1. districto
tiesta capital, communicando ter nesta data reas-
sumido o respectivo exercicio.Inteirada.
Ojtro do administrador docemiteriopubh'oodes
la ciilade, declarando, segundo Ihe foi exigido por
esta cmara cm data de 4 do crreme, que era
lie nom algum dos empregadas do mesmo cemite-
riojton pjobibido artista algum collocar as
catacumbas pedras com disticos, e que as podras,
r jarros com que os particulares ornam as cata-
cumbas, si entregues a seus donos no acto da
exliuinac*) dos restos mortaes, succedeade purera
algumas veies fiearotn esses objectos por algum
tmpo no eeniiterio, per nao p_oderem sem donos
jndiui-los na mesma occasiao da onnmaelo.
Inteirada.
Outro do procurador desta cmara, remetten lo
urna relacao das mullas impostas pelos fiscacs no
jieriodo decorrido de 4 a 10 do crrante. -Intei-
rada. Infoniiai.o do engenbeiro desta cmara
-orea da pelieo do gerente da estrada de
ferro do Bacila a Casanga, ora que este pode ti-
cen> para faier na povoacae do Monteiro, junio
" ao btel deste nema, urna cstacao provisoria.
Conceden se a liednos pedida.
Os officios dos lisc'aes tas freguezias de S. Frej
Pailfo Guncal /es do Re2ife,Santo Antonio. S, Jof,
Roa-Vista c Capun/a remetiendo a relacao sema
nal das multas pelos-mesmos impostas em snas
respectivas freguezias. Inteirada.
Outro do Bacal de S. Jos tcaaeado ao ooBkeci-
menlo desta cmara que, apezar de ter intimado
companliia fceife Draimge para ab$ter-se de fa-
ier no lugar-Vivoiro do Muniz -deposito de lixo,
conforme as orJens do Sr. vareador Gameiro, no
sentido deesa prohibicao, todava aquella compa-
iihla continua a fazer. -A' presidencia pedindo pro-
videncias no sentido do fazor cessar esse abuso.
Outro do mesmo iscal informando a petico de
Gamillo Pereira Mendos.-Concedense a licenga
noiWiti
Outro do fiscal da frogaezia da Boa-Vista, repre-
sentando esta cmara a necossidade de concer-
tar-S' varios pilares da ribeira daquella freguezia,
que se achain deteriorados, bem assim a de ca-
ar-se a mesma ribeira.Mandn se ao contador
para informar o rendimiento da mes/na.
Urna peticaO dos;iierd*iros do fallec lo Viernte
Herculano de Lemos Duarie, escrivao que foi da
subdeiegacia da freguezia de S. Frei Pedro Gon-
(al?aa do Reeife, pedindo o pagamento de cnstas
nos proeessoa em que esta cambra foi condemna-
a ua inetode.Ao Dr. sccreUirio para Informar.
A commissao de polica leu o segunte paraccr:
A comuiissao de polica, tendo exami-
Mdo o balanceto da receita e despeza detta illus-
trissima cmara no inez de mato do correte anno,
achoatudo conforme, sendo o saldo existente de
8:608014, pelo que e de parecer quo seja dada a
qaitaelo ordenad, pola le ao respectivo procu
i.i 1 r. Paca da cmara municipal do Reeife, 4 de
junho de 1-ffJ. Jos Pedro das Neves e Thedoro
Mac ado Freir Pereira da Silva.
A commissao de edificaeo leu o parecer se-
guiste :
Acommissao de edificacao, aquem fui pre-
sente o requerimento de Antonio Correia de Vas-
concellos, annexo ao parecer do Sr. engenheiro
cordeadOP, entende que o requerente de ve ser al-
tendido quanto 1.a c 2.a parte do requerimento,
pu" nao se oppor o objucto as posturas que regem
esta cmara ; quanto ao terce ro, porem, julga a
commissao qne Ihe deve ser negada a lieenea de
murar o terreno que possue elle entre a ra to
Hospicio e a de Sete de Setembro, visto como mar-
cande a planta da cidade urna oraca naquelle lu-
gar, qualqner edificacao, que alli se faca, embora
com obrigaQo de ser demolida a todo o "tempo que
a cmara exigir, difflcultar a exerucio do plano.
Eis o que, de acordo com a lei entende a com-
missao a cmara em sua maioria resolver o que
for de justi;-a. Paco da oamara municipal.do Re-
cifi'. :l de junho d"e 1873. Jos da Silva Ley J-
nior, Joao da Cunha Soarcs Guimaraes.-Foi ap-
provado.
(Sr. A'eves fez os seguintes requerimentos:
T<-ndo sido determinado por esta cmara que se
recebesfe de Jos Francisco de Souza Lima o que
devia esta cmara, julgou sera referida quantia
alias divida de 6000:>0 principal, e assim foi lan
^ada na acta, e como dos autos qne por mim lo
rain examina los, seja 526f 570 e nao aquella quan-
tia, requeiro que sej a feita a competente rectiji
cacSo.
Segundo Tendo a cottipanliia dos trilbos nr
baos do Reeife a Casanga'edificado nm telheiro
para servir] de cstacao, sem liecnca desta cmara,
visto como tondo pedido.boje a referida bronca, ja
se acba o mesmo telheiro feito, requeiro que se
peca ao respectivo fiscal nformacoesa tal respeito.
Paco da cmara municipal to Reeife, 11 de ju-
njut.de 1873.Jos Pedro das Neves.Approva-
dS.
D"?iiatliaram-*e ne aegutntes petcoes : de An-
i nio Correia da Vaseonceilos, Augusto Marques
da Silva, Antonio Joaquim Pereira, Antonio da
Motta e Suva, Claudio Jos da Araujo, Claudno
Jos de Mello (i) Campos k C, Cesaroie Albu-
Jarrque Maranhao, Domingos Jos Avila, Elias
.s de Moura, Francisco Jos Bernardo, Francisco
Correia Chexinlio, Franolsco de Salles Bispo. Fran-
celino Olimpio Pereira de Olitoira, Francisco Ro-
fino Batinga Braga, Praflciseo Soriano de Albu-
querque, Francisco Antonio des Santos, Francisco
Xavier da Silva. Fraucisco Basilio do Aranda, ge-
rente da estrada de ferro do Reeife a Caxangi,
Dr. Joao Maria Seve, Jacintho Theodoro de Aze-
ved.,, Jos Monteiro da Costa, Joao Francisco de
Santa Anna, leMoim Jos Ferrarte da Rocia, ba-
charel Jcaquiui Jo; FerreUa "da RofAa. Juqor, Jo-,
vino Bandeira. imO. Marta Freir Gameir.o. Jos
de Sopza,
Joao Amo-
hoso Ranello.
Luiz da Silva Ferreira, Manoel Wrplriteiro (S)'
Manoel edrtfwes da Sv GampeSj -Maneel-da
Costa Campos. Mwfd *>s Aaadeaiflanoel Paulo
de AlbuquerqB#HHi|eW^^ Nicolao
^aM.^en Mheeiae Bree de Oiieeiw, -
betakdMkdiao de Azevedo e Sm, ve#eeavai
dea3* deS. Fraaeieoe Vieeote atea* Bar-
bes, Victorino AatonieAive-.e U*aeoit-.ft'S0-
so. Eu, Pedro de A!bu.juee AiMrae, seweto-

P
Srs. rr'Htore>.\ demissao que soffrra o Sr.
batharel Bffljamin Soares d'Azevedo. nao fora
por capricho deS. Exc. o Sr. Dr. Hennque Perei-
ra de Lacena, era por urna imples ptojfcsta mi-
no a : a a6(|Uiirtet em Urans tao exaj-ossh-os que,
estabeiecraento de edacaco de oriancas, a teria
dado inmediatamente, como fizera S. Exc, quan-
do Ihe merecesse confianija o regedor que a pedia.
A moralidade o disciplina desto instituto,
cuja regedora me fra conliala, me obrigaraoi a
solicitar a S. Exc. a demissao do Sr. Lachare! Ben-
jamn, como o derlare no oficio em qne'a soli-
citei.
S. Exc que me conhece e sabe dorespeito c
consideraco e estima que dedico ao meu Ilustra-
do mestre o professor deste instituto, o Sr.
Dr. Jos Soares de Azevedo, pai do Sr. bacharel
Benjamn, comprebend)ra quo somonte o cum-
-primento do meu dever como regedor do gymna-
so, me constrangeria a solicitar semelhante me-
dida.
Aguarde que o Sr. bacharel Benjamn Soares
de Azevedo restabelecesse a verdade dos fados,
contrariando "o artigo publicado em sna folha o
Liberal de 15 do correle na parte noticiosa sob a
epif raphe -Clamorosa /njusti'-ae que nao me
obngasse a dar publicidade dos moti os pelos
quaes fui constrangido a pedir a saa demissao.
Sou de Vv. Ss. atiento venerador e criadoDr.
Augusto C'irneiro Monleirn da Silva Santos.
Gjmnasio, 23 de junho de 1873.
As felicidades que si o* Ira/ a
napaiihia Reeife Iraieia ;
Hontem, 23 do coi rente, d chamado a toda a
pressa o Sr. Dr. inspector da sade publica, que
tem sido o nosso alijo da guarda, para ver a des-
grana acontecida em algumas tojas da ra do Ca-
bug nos apparelhos dessa beinaventurada com-
panha.
Nao ha muitos das que na Praca do Corpo
Santo o cano d'agua ai rebenton-se pelas sidas
que dzem quo sao feilas com cuspo cwjejttm e mo-
Ihou e estragou otis dequin-e contos de ris de
fazenda que dizem que a compauhia nao quer
pagar : quem que ha de pa^ar o seu defeito e
malfeito das obras ?
Na ma d) Cabug o negocio foi outro : arre-
bentou-se o cano das outras causas por estar en-
tupido, e Deus nis acuda !!! Foi urna invasao de
barbaros I A cheia ameacava vencer o pequeo
degro.e invadir as lojas e passar para a ra.
E que nos diz a isto o Sr. Dr. engenbeiro da?
obras publicas?
Fiearcmos snjeitos a rnorrer afogalos nessa po-
drido, ou S. S. com a sui sciencia e conhecimen-
tos da physica livra nos dessa calainidade ?
Entao, meu senhor, os apparelhos estao ou nao
cstao nsupportavelmento podres, como affianga o
Sr. inspector da saude ?
Quem que pode ter um estabelerimento com-
mercial sujeito s inundaees dagua e daquella
outra materia, de cuja lavaeem S. S. tratou com
tanto conhecimento de physica ?
Querem nos obrigar a pagar apparelhos que nos
arriscara a inorrer defedor, alnt de nosprem a
pedir esmolas da Bulle para o dia ?
Pagaremos de boa vonta la para nos tirarera de
casa semeHiante desgraca. semelhante peste
Os logistas em perigo.
Feliz c innocente ignorancia.Se-
gundo a opinio do finado Sr, Astyey Cooper, ne-
nhuina pessda devera saber, par qualqur sensa-
*o physica que seja, que possue de um esto-
mago.
Com ludo aquellos qaa diariamente sio admoes-
tados da existencia desse orgo, por meio de dores
e todos os mais concoramitlantes da dispepsia -
cujos estmagos digerem imperfeitamene, seguido
de certas sensacoes indescriptiveis, e lujo systema
inteiro soffre e v-se flagellado por esse m'embro
rebelde; a esses diremos que experimenten! e
usemao menos una vez as pillas assucaradas de
Iiristol. Tao corto como elles aisim o facam, suas
martyrisadas existencias enconlraro em breve as
melboras desejada. Elles entao por sua vez, es-
quecer-se ho que teera estmagos ealvo quando
o appetite, criado |ror este genial cathartico esto-
macal, Ihes lembra que o regenerado e robusteci-
do orgo requer um certo suppriraento de ali-
mento.
Nao se sentir mais opprcssao ou vexame depos
da comida, dores do lado direito, pesadelos, ou
eonstipacao do ventre. As curas praduzidas por
este puro e incouiparavel alterativo vegetal, sao
completas e permanentes. Ellas acbam-se metti-
das dentro de vidrinhos, e por isso a sua conser-
vaQ;io'"e duravel em todos os climas. Em todas as
molestias aggravadas ou Provenientes de impureza
do sangue, a salsaparrilha de Bristol, deve de ser
tomada conjunctam?nte com ai pilulas.
Consellio aniigavel para os mi
luoes de pavos Atravez ae mais de dous
torces de mundo civisado, a salsaparrilha de Bris-
tol, pode-se chanvir o synonimo.de-fortalecimen-
lo. As euas.qtialidades tnicas e medicinaes sao
bem canliecidas em todos os paizes da America do
Sul, no Mxico, Cuba, America Central, Brasil, as-
sim como cm todas as mais parles civjlisadas do
mundo,, sendo a evidencia em seu favor, a mesma
em toda a parte.
Os convalescentes a reputam como o mais pode-
roso e Hiraz de todos os restaurativos. As victi-
mas das eafemiidades ulcerosas e eruptivas, coa-
fiadumeete di>peJcin aa ira preprledades d
sinfectantes e curativas. Os Dyspepticos, 03 bilio-
sos, os padecentes de febres miasmticas, sezoes,
febres raKrmitteetes,remiHontes, encontraro nella
o desejado apoio e segnranca. Ella at aqu an-
da nao ha fallado as espectativas daqueles que
nella leem depositado toda a sua conuanga. Em
todos os encommodos do estomago, figado e ven-
tre, as pilulas aaeucaradas de Itrisv I devero ser
usadas em pequeas losas cenjuneamente com a
salsaparrilha, o que far por apressar e facilitar (
mais a cura.
6a3:o44*iio5
19:978l2i
643i2ji3
Desearregam hoja i de junno de 1873
Lugar portugtwzJulia\iu\i:> para deposito no
trapiclie Conha.
Lugar inglesFiewer O timan-rfariaiUa de trigo
ja, despachada para o caes do Apojlq.
Brgue ingles r-Jeaw Attdmon uwrcadoria*
nara alfaadega.
Ofc^PABCS.IlE-^UWpiACAO NO.DlAD*,
MAJO DE -1873.
Pana Mjwta; do exterior
Na liArea- brasileira tupid, Dalia .Liverpool,
carrecaraiu ; G. Neeaeii & C. 1^2 .saccas com
1J,;88 kiloi de algodo.
--No vapor ingles Mimosa,paraLivorpool,cor-
regaran!: A. Howie A C. 107 saccas com 9,510
kilos de algodio.
Na barea russa .Ftde%a, para o Bltico,
earregaraui : G. Neescn C. 92 saecas com
17,183 kilos da algadao.
No patacho brasilciro m$ro, para.o Rio da
Prato, carregaram : P. Carneiro 4 C 200 barricas
com i 9,ii7o kilos de assucar branco.
No brigue portnguez Soberano, para Lisboa,
carregaram : J. 8. Carneiro da Cunha 500 couros
salgados com G.OO.
Para os,por los do interior.
Para o Rio Grande do Sui, no Patacho lira
sileiro Maria Emilia, carregaram : Carvalho di
Nogueira 119 saceos com 15*298 kilos do assucar
br?nc.
Pera o Para, no patacho brasileiro Olinda,
earregoa : B. Oliveira 4 C. 20 barricas com 812
kilos de assucar branco e 10 cascos com 4,800
litros de aguardante.
Para Maranhao, no vapor brasileiro Guar,
carregou : J. P. do Reg 32 barricas com 3,459
kilos de issu;ar branco e 30 ditas com 1,621
ditos de dito somenos.
Para Acarac, no vapor brasileiro lpojuca,
carregaram : Fernandes 4 ImSo 19 barricas com
i,o'),'i kilos de assucar branco e 7 cascos com
1,440 litros de agurdente.
Para o Aracaty, no hiate brasileiro Leonilla,
carregou : J. A M. Vianna 10 pipas conb 4,80 *
litros de agurdente e 23 barris com 2,400 ditos
de niel.
Para Maco, na harcaca Dous Amigis, car-
regen : J. A. M. Vianna 1 barrica com 60 kilos de
assucar refinado.
OAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento oo da 2 a-23 12:034*7 H
dem do dia 25. .. 391*711
es do li^Qeto(
o o pra_
jipara s<
lenitos pro*enfe
'?Ll2l ,,:.jurara w-ovjacial,toiP#nainbuco, declara ao? ooBlcibnlu-
t 'di ,fTe%uekra db Poco, Ho exercicio de 1871 1872, que Ibes fica tnar-
jdiat a i'OHtar da nublicacao deste, na cenfcrmidade da lei u. 891, art
(Ta see^o oo contencioso as respectivas guias, afim de reeolhercm seus
_ fcn tHWWiej imposto?, certas de qne np fazpno dentro desto prazo, pro-
edeNje-ua a oebranea ^ielaatqenle, pnWiail|o-se para {tyiJrflaqBo dos! devMores abaixo
lo ceme'jjipjao provincial dcJIDambuco^ 16 deiunio de 1873.
Iteincao dos devedores da demia dtnfr**ttta W'Wofi^pk- Seitanfm de puf ir *-..
dbitos no exercin't dr mi d ldft.
%

jkttain< l n tiiynj. inl im Mil-Mil* | ||
|gua triaiu 2-^ie9.GjlUn I. .,. i8o0 fravessa do Arraial n. 3. Angelo '' jsino 5400
'
de Alcntara
son
do
Travs
Cruz d'Alma n i A^nAnif
Santa AnnalTCTRSK
Casa Forte n. 37.AeXani
Monteiro n 73.
Largo do MonM*-nf lAiAhWbiovnto de Barros
feftrada saia. eigenhu, .'! Art-iWtna Joaiffina
oSaeraflMMo
Ra o. 3f. ^ Antonio da 8Rva Gesrt*
(**a forte ft IB.-'fientp ios* Domkigues '
Dita *. KPAf-O- tilesme
Oitt 15 t.-.t metmo ; i
Estradajmap fla^i^^. .-Bentoda ffeejia Wan
D-it.7.*--jeiio
10
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18*000

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2|480
2*430
.1*140
1*020
W^% U166

fineanamento n. 1?. Carolina
.... | *i
12 420*422
VOLUMES SAIIIIIOS No dia 2 a 23...... Primeira porta no dia 25 Trapiche Concee,5o . 25,127 m 213 11 113 25,538
SERV1C0 MARTIMO Alvarengas descarregadas no trapiche da alfandega no Tin 2 a 23. . 39
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Conceicao.....
40
GE
RKCEUEDRIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 2 a 23. 36:505*823
dem do dia 23. .. 1:125*622
37:631*445
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 2 a 23. 100:101*697
dem do dia 23.......8:838*739
108:990*456
Como
Que se pode evitar o curar a cas,pa, esse mal
te feio e qu tanto daino causa ao cabello 1,
AipfUcaudo o vig?r do fcibello.
Banco Comercia* narabuca
G 'baBceseecB por tofkft^wpaqfuetes se-
r a^prca& de Lisboa e Vfj^
MCVIMENTS 08 ^gRT8
Navios sahidos no dia 23.
Port Midway patacho inglez Brilania,
capito Richard Vearney, em lastro de
a rea.
Portos do norte- vapor brasileiro Guar,
coitmandantc Alcol'orado, carga difFeren-
tes gneros.
Observaco.
Nao liouve entrada.
Navios entrados no dia 24.
Rio de Janeiro10 dias, sumaca hespanho-
la Ignacita, do 25i toneladas, capitflo
Thomaz Truch, equipagem 10, em las-
tro; ordem.
Montevideo 21 dias polaca austraca Mar-
garita, de 390 toneladas, capitao Fnjco-
richi, equipagem 12, em lastro ; a Edu-
ardo Fenton.
Navio sahido no mesmo dia.
Ilio de Janeiropatacho portuguez Jos,
capito Manoei Pereira Madruga, carga
assucar.
Parapatacho portuguez Olinda.
Liverpoolbarca ingleza Gazella, capitao
A. Poter, carga assucar e algodo.
Navios entrados no dia 25.
Southampton e portos intermedios 16
dias, vapor inglez Doyne, de 2085 tone-
ladas, comruandante. Reoks, equipagem
106, carga fazendas e cutros gneros ;
Adamson Howie &C
Navios sahidos no mesmo dia.
Aracajpatacho hespanhol Mysteno, ca-
pitao B. Sallas ; em lastro.
9
Travcssa do Marquen". 6-Cabul
Taneuriaolia til A. Cumpanhiaflos trllhos do Reeife
Csrxang
Santa Anua n, 7 A.Amiusma
Monte/o tt. A mesma
Travessa da Ladcira n. 2.A mesma
Apipcos n. :13. A mesma
Chacn n 1 ACosme.Ju# dos Santos Callado
Santa Anna n. 15.-Curios Eduardo Rangel
Real n 3. Casiano da Silva Seves
Appucos n. 7. Carlos nunz de Almeida
Santa Anna n. 6.-Convento do Carmo
Travessa da Bcnguelia- n. 2.Claudio Dubeux
Dita n. 4.O mesmo
ssfcaw.'um).'!
Du n. 10 -O iiK-iiiu
ItoroiM n. 2.-O mesmo
Dita u. 4.-0 rtiesmn ,
Dha n. 6.Omosrao
Dita n. 80 mesmo
Pitan 1Q Q mesjfip B m M ^ ^_^
li'a n. 12.O mc-nio
Rio n. 29.- Ceciliaio Rodrigues dos Passos

Arraial n 11.Domingos- Jes Mor
Donata
[orear.
Joaqi
uina
I
do Espirito
EDITIS..
0 Dr. Quintino Jos de Miranda, juiz de direito da
1* vara do civel e substituto reciproco do de di-
r Jilo privativo de orphaos e ausentes da cidade
do Hecife e seu termo, per 8. M. o Imperador,
que Dos guarde, etc.
Fac.0 saber a quem o conhecimento deste che
gar, que por este iuizo, e a requerimento do Dr.
curador geral Jos Joaauira de Oliveira Funseca,
para proceder-se a exame de sanidade na pessoa
de Joaquim Maria de Carvalho, feito o que, subi-
ram os autos minha conclusao, nos quaes dei c
profer a sentenca do theor segrate :
Sentenca.
o Verificado, como est, pelo exame de folln 4
verso, que o snpplicado Joaquim Maria de Carva-
lho so acha no estado de nao administrar a saa
pessoa e bens, hei por procedente o allega H> na
peticao e folhas; e assim julgado, nomeio euroior
do interdicto ao seu fHho Dr. Joaquim BWro de
Moraes Carvalho, e qne se observe nos termos de
direito. Reoie 31 de Jmho de 1878. = (J*iatino
Jos de Miranda. >
"nara qne Binguem fapa negeeto a>gum eom e
precitado interdict Joaquim jfcria de TJarvafho,
se nao por intermedfan&ied cMador o Dr. Joa-
quim Elviro de CarwlW-iMe cora previa au-
turiacao deste juizo, mandej passar o presente
?pie ser afRxado noslngres di) costume e punli-
eado pea Dado e passado sob esse signa!, e sedo oo vafta
sera sello cx-cajua.4fsta cidade do Mecife de Per-
nambuco, ao>3* de junho de 4871
Eu Floriano Correia de Bri*ey eserivaoj o fia ee-
pever e s.ueerevo.
Qnintino los it Wvata.
Encanaraento n. 21
Santo
Sant'Anna n. 7.-Domingos Jos de Sal'Anna
E
Travessa do Caldenaro n. 3 Eusebio Raphael Ra-
bel*
Quiabo n. 7. -Edoardo TaloB
F
Cruz d'Aimas a>.8. Francieee Rodrigues da Cruz
Sant'Anna n. 1. llerdetros de Fraucisce Benedicto dos
Prazeros
Chacn n. 5.-Francisco de Albuquerque Mello
Dito n. 5 A.-Francisco JoefMmeitea
Dito n. 13.Herdeiros de Francisco Antonio da Mlwi &
Compauhia ,
Travessa da Levada n. l.-Felippe Santiago Pereira
Ilha dos Ralos n. 1. Francisco Geraldo Moreira Temporal
Auipucos n. 8. Hcrdoirjs de Florencio Jos Carneiro
Monteiro i
Dito n.!'.Os mesmos
Largo de Ajipucos n. 12. Francisco do Reg Maia
Entrada para o engcnho,.a 13.Francisco Salles
U
Monteiro n. 6. Herdeiros de Guilhermina Maria dos
Pi-azeres
Lamario n. ll.-Guilhennino Celestino do Carmo
II
Agua Fria n 4.-Herdeiros de Henry Guibson
Rio n. l!=Ignacio Francisco Pereira
Caboc n. O.-Ivo Duarte de Soma Moura c outro
Entrada para o eiigenlij^n. 11.-hjnez Gomes
Dito n. 16.-A mesma
Jj
Arraial n. 21 A.Joo Machado JSoares
Dito n. 32 E.-Joo Podro
Dito n. 46. -Jos da II ra
Cruz d'Aimas n. 4Jos Jacome Tasso
Sant'Anna n. 5. Joao Jos da Silva
Sant'Anna n. 2. Dr. Joaquim Francisco de Miranda
Dita n. 4.-0 mesmo
Dita n. 60 mosni)
Dita n. 8 O mesmo
Dita n. 10.-Joo Venancio M. da Paz
Dita n. 12.-0 mesmo
Dita n. 18.O mesmo
Dita n. 1.O mesmo
Dita n. 5.-O mesmo
Dita n. 7.-0 mesmo
Largo da Casa Forte n. 1. -Jos Francisco Carneiro
Dito n. li. -O mesmo
Dito n. 13. O mesmo
Dito n. 17.-0 mesmo
Diiu n. :5.-Joaquim Bern ado de Castro Rosas
Travessa da Casa Forte u. 6 O mesmo
Ra Real o. i2.-Joaquim llosa lavares de
Moli
Dita u. 1. -Jovino Uaudeira de Mello
Travessa da Casa Porte n. ".-Jos Maria de Mello
Monteiro a. 2- O mesmo
Dita n. 4-0 mesmo
Monteiro n. 10. Jos Gregorio Pinto e outros
Dita n. 40. Jos de Azevedo Andrade
Dita n. 53.Jos Ro Jrigues dos Passos
liua do Qniabo n. 6.-Jorge Vctor Ferreira Lo-
pes Jnior
Apipcos n. 4 C. Jos Antonio de Oliveira "
Mangueira n. 6. Flhos e Joaquina Pires Ferreira
Apipcos n. 12.. Jlo Lopes Rodovallio
Poeira u 2. Joaquim .andido Ferreira
Rio n. 17. O mesmo
Dita n. 23. O mesmo
Apipcos n. 11. Joo Francisco do Reg Maia
Largo de Apipcos n. 58 A. O mesmo
Dito n. 40. O mesmo
Dito n. 42. O mesrao
O.to n 5 O mesmo e ontro
Dito n. 20. Joanna do Reg Maia c outro I
A mesma c outro
Justino Pereira Ramos
Jos Alfonso Ferreira
O mesmo
mesmo
Lniz Amavcl Bulmrcq e ontro
Dito n. 36.
Dito n. 22.
Dito n. 26.
Dito n. 28.
Dito n. 17.
Dito n. t. O mesmo

CaUereiro n. 3.
Arraial n. 2S C. Maria fillia di Antonio da Silva Cam-
ri
Mara Joaquina de Siqueira Sena
Dita n. 2 >. mesma
Dita l 30. A inesina
Dita n. 32. A mesma
Dita ti. 34. A mesma
Casa Forte n. 4. Manuel-Toraniato da Paixao
Real n. 10. Miguel Frandeaole Souza Reg
Poeira n 10 Manuel waarle Sosa Pinto
Rio n. 27. O mesmo
Monteiro n. 37. Manoel Jtis Presidio
Largo de Apipcos n. W. iManoet Fralfcisco do Rqgo
Mata
Dito n. 32. O mesmo
Entrada para o eugenho a. 11. Manoel Ribeiro .
uiabo n. 5. Marcelino Jos Gonjalvcs da Fonte
m
Taufess 4 levada n. 8. Pedro Jos de Lyra
Arraial a. A. Sebastian Correa de AlheaBnerqne
EneaaanMtik) n. el. Simiao Pereica de (lastre
Traessa do Marque n. a ni8snao
HBJ^ia la.. 'O muea
QfcavnMilo 8: O asmo
Ciato n.- 7. Vmrn de erim- do Sena Jorfe
Arttpiatb (K &aokromo Olywpio del)aelofa
amoedki 9. Bevtrtuae. fieaete
V
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2*700
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2*160
2*160
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9*010
4*310
36*003
22*500
3*240
2*76)
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777
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1*333
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9*720 95720 l*2PG
5*400 5*400 972
6*480 6*480 1*166
27*000 27*000 4*860
9*000 9*000 1*620
22*300 22*500 4*050
5*400 55400 5972
13*500 1*213
18*000 1*020
3*780 7*560 5340
19*800 4*320 5972
5388
4*320 |388
9*900 5891
4*860 4*860 *874
4*860 4*800 *S74
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27*000 27JOOO 4|860
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2*160
2*160
2*160
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Dia n. (2.
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Encanajsiento n. 1
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19*620
- O lilao. Ir. iasaaeter da L_
dal manda faz..r publico,
da, arde do Esm.Jr. pmaali de aa^.iwa.
vai a pr.ca no da 35 e iwbIl, pa a m* eur
matado par ejuem per Man Oaer > -' |.ra.iaL
dos liabalhos das teparaiaea ar
tempode 3aanos, acwnurdo !. d*- "
vindouro, sen-indo de base a (puaela ie'i
annuaes.
As pessuas que se prpoz?reaa a i
cao conipare.-aui na san das ^esoai a l
junta no dia aci-na meneienado, pele i
coni|ictentenientc iubiiilaaV.s.
Y. para constar se uianduu pllalear
pelo jornal.
Secretaria daibesoararh ptottartal de I
buco, I* de ju filie de 1873.
M A.
Pela tbesonrari |in>vinrial ae faz anaMic *k.
de conformidade rom a ordeni 5o Exm fr fr-n
dente da provincia de hontem dedada, vi acn-
mente praca, no da 36 do rarreMe aeez. paca ar-
rcm arrematados por qncm mais d>r. |>f taaap
de 3 annos, os imposto; provlneiae?, iwlBew e>
dizimo do gado vareum, que se eobraaa Me ce-
marca > de Tacaratti e rlorea, e roas o anafe* de 5
por centono prern por qne fbrain uriiiuaaeMr aa-
nunciadus, fu ando assim reluzido :
Tacaratd, por anuo. ttflMrS*
Flore.-, por anno *..... 3 4*7 5WB
E para constar se nandon publirar o |
pelo jornal.
Secretaria da tliesouraria prvinr.... I
Lbuco. 19 de jiiuJw de iK7:i.
O eaVuMnaWr.
M i.f,
Edital n. 143.
' Pela nseertoria da atfandwp far puldaaa ejar
s II horas do dia 36 do mmmXr m I
malar, livre de dirriios. a port dem
ode se adiar a respectiva. Manen a
ra. abaixo d.vlarada.
Marra P F B n. 73 -30!) barris viae V
dres n navio inglez Gloria, entrad **!
em 36 do mer. passado, rom 3.143 k5m
ra averiada, a valiados iwr 3:7Wt*3 nados KM diretes por S.undei- .-tiUtcr* k (
AlfaiuL-ga de Pernamlium, 33 de joirtw dr 1573.
0 iosp-Tter
Fabio A. de Carrafe Me.
343*330
11*772
9*417
3*531
16*480
68*070
78*4>0
!8000 35240 395240
585860
11*715
16*480
39*240
9*810
145715
91*233
5*886
17*658
7*063
19*620
7*063
185831
7*063
28*252
9*810
8*240
3*886
145715
5*886
92*802
51*791
21*187
2*037
39*240
24*525
543
486
24*721
45708
145715
23*544
20*73!
11*772
14*126
58*860
80*442
46*695
11*772
45708
45*8
10*791
138*9 8
19*620
14*126
32*958
2*943
2.1*541
49*050
491058
9*416
31543'
14*715
75063
9*417
175058
29*430
11*772
295530
O llhn Sr. iii-pori >r di tieamuaria prwvm-
cial manda fazer publico, que uu cnntpiiaeeliV
ordem do I-aiii. Sr. presid ase dt proviacia, v*
novaniinte a praca no dia 26 do carrete, parea -
te a juola da fueuda desta th-'s inraria. para er-
rem arrematados qiem m i* dar, pfiapi"
das barreiras aliaixo divlara>la. qw era rea
ouenca do abat: de 5 |xu c-ulo licaraM rrda
das :
Giquia. 5:98J70
Ponte dos CarraIh .s 762:35>
JalMiat.io 4-705*4N)
Manguinho e ('..ponga 22A*5M
Morenos l:.>2*i.Tft
Motocolomb I:568*'i4.*>
Tapacur I 415*973
Manda nui- fazer pu'ilicu que sv pr falta e>
licitantes nio forem aiTeMatadM tw tri m* 1
jicdagio-. lerdo clie- enerada* .idminitralivar
Secretaria da \.v.iHv.rr I d- !<
buco, cm 33dejando ii-- IH73
O i.rticial uta i
M. A. F' f
R
iOURACOCt.
Pela regedoriado Gvninasia aa faa
que em virtude dos an-. 82 e 83. os pneaaaau*
so podem ser runfiad >s a seus pais. imi- r tat>-
r<:.. i'nrre.^iNindcnlcs on iiesetn me ee peaaaaa
aconipaiihar, apresentand i c las r ,ui: m espf-
cial e por escript.
Gimnasio Provincial d-- Periumbaco, 33 deja
nho de 1873.
O rep-dor i! i.o .
Ilr. Amputo ( .'/. i S-lfa S*Hl,l
Santa Ca>a de Misericordia
do Rsr ife.
A junta administrativ. } < & ota Ca>a, abra
dooi terrenos qne jmsuc aa higar dos Arnaafcv
dos, boje Dmrte Cvl!... I n< 39 e 40 l.'ade
aquello 390 palmos e asea MB de Ifmw t aaaVn
de fundos at a baixa mar
Secretaria da Santa Cvui de Mis. rifurdi.. 4
Reeife, 7 de abril de 1-71
n cacrMo,
P.-dro R!ripie de S->uza
O administradiir da reo b-doca dr ruadas in-
ternas gerae* fax paalicu qvi < ar?!.- carriaali
mez de junho que a? cr \i>.-ac<"wi de ata aaaai.
em cuja elasse se nimpiraeadaai (^ Inspirar,
bancos etc. t<-eai de papar, lleta le raneta a arri-
ma do 2.* aaaaaalra do exerefei i da N7I -74 r r-
i vote, e lindo o reteiil. mez aer p.'gt r-at a
multa de (i Um.
flecebedori i de Pernio u a, 13 de jtttili
1873.
Manoel Camein de Soa a Larerda,
Seceso do coHleCoo provincial de Pernap-ibneOi 1^ de_te*p 73.
Mgreo. iaSH
SANTA CASA DA MISKlilCORIMA IH
RGC1FE.
A junta aduiiii!sirativ;i desta santa rasa
do realisado a arre:
assucar paraos eeUbe'eeuaeaaM
no trimestre de jnllm a set'-mlrt-.. :i
de novo propoi.-is na >rila dr >
horas da B d i rorr unJ
i >r bare os niveos ol i da
gramraa da de n. 3 e 30) i --ra
lando oaprupaatates as r qiectixa
Secretaria da san da m!.-wral#l 5
Reeife, IB de junho de I
O f-srriv.i.i
Prlro Roirigte* de $>
Santa casa da misericordia
do Reeife,
A juuta ad,Tiiiii ricordia do Reeife nao t. inlo ainda efiacai.idii
aiTi-matacio para o f..ui.Tiwaeele da ceaar vare>
pie bonver d.' cofisanwi i r-bli.-^Tiwiain- \
a sea cargo, no triweslre il jitlko a w-lamer > x n
douro, contina a rereda i n>pt#lai aa sala *.?
-a .- BBMataj latea I baaaa da nana da dia 35 eV
correte.
Secretaria ila santa cusa da nu-er ' cife, 21 de junho de 1873.
(! i
Ped ]<> Irip et Je &* -.
BEBEBIBE
Nao se ten lo jioJido Jiscutir
da commissao (I.! rotitas n.i
consequeucia do acbar-sco t^inpo adiant
ftcou ainda adiada mcimapirar dia H
amianto, pelo que se avisa aos Srs. aeren
nistas a comp arocerorn naquelle dea, a* l'
horas precisas, afim de prorcier-ea I ai
leitura e discussao ; e eieicao il dirrrt r, ^
dous membros aljinlos por ha ver a* cierto*
recusado, bem assim a de nm meralaro da
commissao de contas por sr arhan-m aatra ai
impeJidos pelo grao do paronteeaoi, amaV*
o que tomar Mgaj a ix>va direerAa.
Ficando te-sde ja os Srs. ecctnimt*
cortos de que a acaldo se tari roa oauMMr**
de accionistas que conapareearcaa aar car a
sessdo continuirao da auterioro qae
lugar em visut do art. 23
Escriptorio da ecUajiiaalaia, ftl de jaal
de 1873.
Jos
I
cmara
iteual cST cSaSa, ejaart
testemunhar do Re
bable que sepcitoa daata.
xilio na reniejsA^a
formar-se e eari.pi.
qne ten de fanecianar ao palacio
corte, pelo premia

i tan
C.o p.itrioeKjiaa> .
oue o* anunaiti'Spee
cflrie, pelo praeeaeeroatida atada o eeo que iMiaaaraai dan* anua di na


Diario de Prnambco Quinta leira 26 de Jiroho de 1STS.
Paco da cmara municipal do Recite, 4 de ju-
nho de 1873.
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Pro-presdeme.
Pedro de Albuqaerque Autran.
Secretario.______
Pela thesouraril provincial so faz publico
que forara transferidas para o da S6 do corrente'
as arrematares seguales:
Fornecimento da Imcnta.;5o e dietas dos 'presos
pobres da casa de detoncao, no trimestre de julho
a setembro prximo vindouro.
Barreira do Caxang, por anno i:273J00
Secretaria da thesouraria provincial de "ernam-
kuco, JO de junho e 1873.
O offlcial maior,
M. A. Ferreira.
A cmara municipal da cidade de Olinda faz
cente aos seus municipes, ciue t-m virtude do de-
creto n. S089 de 18 de setembro de 1872, que ap-
prova as instrucefies provisorias para execuco da
lei n. 1137 de 2o de junho de 1862, que substitue
era toda o imperio o amigo systcma de pesos e
medidas, pelo systema mtrico francez; do da 1*
de julho prximo vindouro em diante, ninguem
poder usar mais do amigo systcma, e sim do
novo j mandado por em pratica, sob as penas im-
postas pela mesma lei e instrucedes em vigor.
Paco da cmara municipal de Olinda, 20 de ju-
nho de 1873.
Baro da Tacaruna
Presidente.
Marcelino Das de Arauje
Secretario.
O beneficiado pede aos sen convidados o favor
de eonservarem os seus bilhefc.
THEATRO
ESFtVCA. k TOSTANTE
O concert annunciado em llnetelo do maestro
1 raiu-'lint DoanlagON de Honra
Fesxoa,
ter lugar na sexta-feira 27 do corrente com o
drama em S actos :
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
K lcricordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 26 de junho, pelas
3 horas da tarde, lem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer, pelo tempo de um a
tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 45.......200*000
Ra das Calcadas.
dem n. 34........200*000
Ra de Hortas.
Sabrado n. 94......... 601*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Senala-velha.
Casa terrea n. 16...... 209*00(1
Ra do Imperador.
Primeiro andar do sobrado n. 81 500*000
Segundo dito dito......300*000
Lojadomesmo......800*000
Ra de S. Goncalo.
Casa terrea n. 22...... 240*000
Ra da Madre de Deus
dem n. 8........ 300*000
Becco das Boias.
Sobrado b. 18....... 421*000
Ra da Lapa.
Casaterrean.il...... 202*000
Ra do Burgos.
Casa terrea n. 19...... 132*000
dem n. 20......... 152*l00
Ra da Senzalla Velha.
Casa terrea n. 18...... 243*000
Ra da Cruz.
Sobrado n. 12.......1:400*000
Ra de S. Jorge (Pilar).
Casa terrea n. 103...... 206*000
Os pretendentes develo apresen!ar no acto da
arremataran as suas flaneas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estaboleci-
mento commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelbo3.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
eife, 2 de jmnho de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
OGHIGI
OU
0 QIABRO DI VIRGEN
em consecuencia, da enfermidade da Sr. D. Ma-
ra da Gloria qu tomava part) no Trabalho e
Honra.
Principiar as 8 1|2 horas.
mm^mmmmmmmmmmmmmmmmmmmm^Bm
SABBADO 28 DO CORRENTE.
BENI
DA ACTRIZ
Manuela Lucci dOliveira
Primeira representacao do excellente dra-
ma em 1 prologo o 3 actos, traduzido do italiano :
A ESTATUA DE (MI
Distriltulciio.
PERSONAGEXS DO PROLOGO.
Mara A beneficiada.
Perpetua D. Joanna.
O conde Paulo'de Santa Rosa Sr. Santos
Luciano David Sr. Vicente.
Um medico Sr. Santos Silva.
PERSONAGENS DO DRAMA.
A beneficiada.
D. Olympia.
D. Emilia.
D. Josephina.
D. Bernardina.
D. Joanna.
Sr. S:.ntos.
Sr. Vicente.
N'oemia Keller
Fernanda
Suzanna
Eugenia
Herminia
Perpetua
O conde Paulo de Santa Rosa
Luciano David
O marquez An&slacio Casta-
nholas
Gabriel Adriani
Silvestre
Vctor
Fre Anselmo
Joo Jacob
Samuel Hoffer
Um criado do Restauran
Mascarados, criados, etc.
A aeco passa-se n'uma cidade da Italia, na
poca actual.
Do prologo ao drama decorrem dous anuos.
O scenario do 4* acto representando um
Brilhante jardim illuminado
e o do 5.' acto, que figura
O ccmlteriu de Sant'Klmo
sao ambos novos e devidos ao pincel do Sr. Len
Chapelin.
A msica da canco do 1.* acto
do maestro
Sr. Cmara.
Sr. Hernardino.
Sr. P. Augusto.
Sr.f Emiliano.
Sr. Flavio.
Sr. Mximo.
Sr. Philadelpho.
Sr. Julio.
composic,g'
Terminar o espectculo com a 1.* representa
< a da comodia em 1 acto :
REDE PARA NOIVOS.
Personagens.
Polycarpo Jayme da Fonceca Sr. Flavio. Sr. Vicente.
Antonio da Fonceca Sr. Emiliano.
Manuel Sr. Menezes.
Mathilde D. Jesephina.
Emilia D. Olympia.
Mafalda D. Bernardina.
Josepha D. Emilia.
A scena passa-se nos arredores de Lisboa.
Principiar as 8 Irl" horas.
Neste espectculo haver um trem extraordi-
nario at Apipucos.
As encommendas de camarotes e cade iras en-
tregam-se at amanh ao meio dia, no escripto-
rio do theatro, onde tambem est venda desde
j o resto dos bilbetes.
theatro
SANTO ANTONIO
EMPREZA
Beneficio de Theotonio Jos de Souza, mestro
da msica do 1.* batalkao de jnfanta-
ria da guarda nacional,
Este espectculo, que estaa annunciado para
o dia 19 do correte e que nao pode ter lugar por
pausa do mo tempo nea transferido para
w Sexta-feira 27 fftpcP moimo pragramroa j publicado.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir cora
a possivel brevidade o pataoho Cardia, por
tor a maior parte de seu carregamento en-
gajado, e para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios' Joaquim Jos
Connives Beltro & Filho, ra do Com-
inercio n. 5.
Cor natural.
4V1S09 MARTIMOS
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Euro-
pa o vapor inglcz toyne, commandante Reeks,
o qual deiiois da demora do costume, seguir
para Buenos-Ayres, tocando nos (Mirtos da Baha,
Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente, espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Neva, commandante H. Bax,
o qual depois da demora do costume seguir
para Southampton, tocando nos portes de S. V-
rente e Lisboa.
Para frotes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.____________________
Para o Aracaty
o novo e muito superior palhabote Leonilla da
Cruz, capillo e pratco Manoel Caetano da Costa,
tem seu carregamento quasi engajado, e para o
resto trata-se na ra do Amorm n. 60 com Anto-
nio Alberto de Souza Aguiar.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
:a demora o patacho portugus Olinda, por ter
i maior parte da carga engajada, para o resto
que lne falta tratase com os consignatarios Joa
uim Jos Goncalves Beltro 4 Filho : ra do
Commercio n. 5.________________________
COMPANHIA PERNAMBUC4.NA
DE
\avc;aca costeira a vapor,
NATAL, PARAHYBA, MACO, MOSSORO', ARACx
TY, CEARX, ACARAC'.
O vapor Ipojuca,
commandante Moura,
seguir para es por-
tos cima no dia 30
do corrente, s o ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
lo dia da sabida : escriptorio no Forte do' Mattos
a. 12._________________________________
Para o Porta
Pacific Sleam \avigaliiin Gompan>
Roya! Nnil Steamers.
Unha qnlnzenal
O PAQUETE
ILLIMAM,
Espera-se dos portos do sul at o dia 4 de ju-
lho, e depois da demora do costume seguir para
Liverpool, via Lisboa, para onde retebe passagei-
ros e carga.
N. B. Os vapores desta companhia recebero
tambem passageiros para Bcrdeaux. por mais
*.o Para*;c,a8!el AWm do preco da pas-
Os passageiros de Bordeaux podem desembar-
car em Lisboa ou Liverpool e a companhia obri-
ga-se a pagar-lhes as passagens de qualquer des-
tes portos para Bordeaux.
As despeas porm, em Lisboa ou Liverpool,
durante o tempo da espera, tero feitas custa
dos passageiros.
De Liverpool para Bordeaux, sahe um vapor
todas as quartas-feiras, o qual atraca aos vapores
desta cempanhia para receber passageiros e ba-
garen.
Os passageiros que desta sorte seguirem para
Bordeaux, tem a vantagem d'alli nao fazerem qua-
rentena : os agentes Wilson Rowe k C, rea do
Commercio n. 14.
O PAQUETE
COTOPAXI.
E' esperado da Europa at o dia 6 de julho, e
depois da demora do costume seguir para o sul
do imperio, Rio da Pratae portos do Pacilicu.
Os agentes Wilson Rowe 4 (1. ra do Commer-
cio n. 14.
pretende sahir muito breve a gilera
Voca Fama II por ter grande
portugueza
parte do seu car-
regamento prompto. Recebe a carga que Ihe fal-
la a prtcos mdicos, c tambem passageiros, para
is quaes tem ptimas" accommodaciies : trata-se
rom Tito Livio Soares, ra d Vigrio n. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avesiino costeiraa vapor.
MACE1, ESCALAS, PENEDO E ARACAJ'..
O vapor Maudah,
cunmandante Julio,
seguir para os por
tos cima no dia 30
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 28, passagens, encom
mendas e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do da da sahida : escriptorio no Forte lo Mat-
tos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\lavcgacao coste! ra a vapor.
* MAMANGAPE.
O vapor Corwipe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sahida:
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
h
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
siyel brevidade o patacho portuguez ice por ter
a maior parte de seu carregamento engajado, e
para o resto que Ihe falta, que recebe a frete com-
modo, trata-se cem os consignatarios Joaquim Jos
Goncalves Beltro, ra do Commercio n. 5.
Rio de Janeiro
Sahir em poucos dias o hrigue nacional Vic-
toria : para carga trata-se com Pereira Vianna &
C, na ra do Vigario n. 7, andar.
Bahi
a.
A escuna nacional Georgiana tem j parte de
seu carregamento prompto e segu em poucos
dias para a
Bahia : a tratar com Tasso lrmos
COMPANHIA
DAS
MESSAGERIES HARITIMES.
No dia 26 do corrente nwz espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Rio Grande, comman-
dante Giost, o qual depois da demora do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para condiedes, fretes e passagens, tratae na
agencia, ra do Commercio n. 9._____________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavegacao eosteira a vapor.
FERNANDO DE NOBONHA.
O vapor Giqui, com-
m andante Martins, se-
guir para o porto
at ima no da l de
julho prximo vin-
douro, ao meio dia.
Reoaba carga at o dia 3, encommendas, passa-
geiros e dinheiro frete at s 10 horas do dia da
sahida .' no escriptorio, no Porte do Mattos n, IS
LEILOES.
Leilo
Re*atos em cartoes de visita, coloridos ao natu-
ral, a 121 a duzia: na photographia impera1,
rna do Cabug, esquina do pateo na matrz. Tra
ballia-se todos os dias, seja q*jal for o tempo, ebu-
voso ou nao.
BOA NOTICIA \
MOTE.
Brincar, folgar,
Danar, cantar,
Tocar saltar,
Comer, beber,
Eis o prazer ,
Q'ie deve ter
Os ama a tes da gastronomia
E os dignos associados maconara I
GLOSA.
At que a lina I est balen Jo porta de todos os
bellos habitantes desta encantadora cidideo feste-
jadissimo dia de S Joo, o que a ninguem es-
tranho, visto que as suas respectivas barrigas (nao
sao as das peinas), movidas pelos seus naturaes e
infalliveis instinctos gastronmicos, j Ibes devem
ter annunciado, isto e, impellido ao Densamente o
agradavel desojo de comer bem, beber melhor e
Sizar rom gozo todos os a tributos que dimanara
as festas festivas como a do milagroso S. Joo
Baptista (magano que para abrlhantar o seu dia
permittio para todos om feliz resultado, chorando
ags a desgraca de quem nio tere gracas); porm
nao este o nosso Gm, pois tambem temos barri-
gas, e sim indicar aos amantes, amados habitan-
tes desta Veneza Americana o sitio onde todos de-
vem ir (levando dinheiro) comprar o indispensa-
vel afim de poderem gozar o verdadeiro prazer que
os bens manjares sabem provocar, e como esse
dia tao ardentemente festejado os mais annos,
deve ser duplamente neste, (vejam l se adivi
nham a causa : lembrem-se do da 19, da chega-
da do vapor do sul e das innmeras quantidades
de foguetes que subiram de todos os ngulos da
cidade ao som bronzeo dos repiques, e vejam l
se nao foi.... por causa... da di uva I...) in-
teiramente necessario que todos venham ao muito
sonido armazem do Campos, ra do Imperador
n. 28, onde encontrarlo tndo quanto necessario
para recheiar a barriga e festejar o dia 24 de ju-
nho : ha de tndo e de superiores qualidades e
por preces commodos. Hr. um completo sorti-
mento de manteiga ingleza, queijos, bolachinhas,
doces, aceppipes, vinhos finissimos e licores de
todas as qualidades, assim como urna colleccao de
focos inoffensivos s criancas, das mais afamadas
fabricas nacionaes e estrangeiras. S o Camoos
quem pode vender bom e barato, porque no seu
armazem
Ha de tudo, de ludo e de tndo,
De bom gost) c com muita effuso
Para todos com riso e prazer
Festejaren: a barriga e S. Joo.
Venham todos apressado,
Com prazer e alegra,
Comprar fogos para a noite
E acepipes para o dia.
28-Rna di) linperadr-28
DE
movis e louca
HOJE
A'S 11 HORAS DAMANHA
Sendo : 1 piano de armario dosmelhores fabri-
cantes da Europa, 1 mobila de Jacaranda com
lampo de pedra, 1 dita de fu com tampo de pe-
dra, 1 cama francesa de Jacaranda, 2 concolus de
amarello, 2 commodas de Jacaranda, 1 mesa de
amarello, 1 camap de Jacaranda, 1 mesa elsti-
ca, 1 relogio, espelhos, quadros, 1 marqueza, 1
machina para costuras, 1 guarda-louca, espregui-
cadeiras, aparadores, I berco para crianca, 1 car-
rinho com pertenca?, 1 guarda comidas, tapetes,
lavatorios de amarello, 1 apparelho para cha, I
dito para jantar, lanternas, serpentinas, vasos para
flore?, jarros e outros mais artgos de uso domes-
tico.
O agente Pinho Borges levar a leilo os mo-
vis cima declarados por mandado de una fami-
lia que se retira para a Europa.
Na ra da Concordia, travessa do Barthclomeu,
n. 33, sobrado da esquina.
LEILO
DE
movis e predios
A saber :
Bons e difierentes movis, 1 piano, louca, finos
crvstaes, quadros com finas gravuras, objectos de
electro-plate, e rruitos outros objectos de casa de
familia.
Um cabriole! americano e 1 vacca com cria.
Tcrca-feira 1 de Julio
a Capunga,
casa n. ... da ra das Crioulas
William George Fennelly, tendo de fazer urna
vlagcm Europa, levar a leiho por intervencao
do agente Pinto, os movis e mais objectos per-
tencentes e existentes em casa de sua residencia
na Capunga, ra das Crioulas n. ...
A's 10 i \t horas em ponto partir da estaco
do arco de eanto Antonio um trem expresso que
servir de conduccao gratis para os concurrentes
ao leilo.
O leltTo principiara s II horas.
Em continuacao
e s duas horas da tarde
vender o mesmo agente nao s a referida casa
com frente para a margem do rio Capibaribe,
como urna outra ao lado do porto, com frente
para a estrada, sendo ambas edificadas em chaos
proprios, com 400 palmos de frente e cerca de
zOOO de fundo, com grande sitio, multas e difieren-
tes arvores de fructos, grande vivero, Coji... as
com boa agua e casas de lian lio.
As ditas casas tornam-se recommendadas por
sercm novas, moderna, commodos para grande
familia, perto da cidade, por onde tem de passar
a linha dos bonds (segundo dzem).
DAS
dividas activas da massa fallida de Joo
Antonio Ferreira, na importancia de ...
2f921B00.
SABBADO 28 DO CORRENTE
s 11 1|9 hora ena ponto.
Na tavenia da ra da Imperatnz n. 80.
O agente Pinto levar novamente a leilo as di-
vidas activas da massa fallida de Joo Antonio
Ferreira na importancia de 2,9214300, das quaes
existem documentos, os quaes podem ser exami-
nadas al a vespera do leilo no escriptorio do refe-
rido agente ra do Bom Jess n. 43 e no dia do
leilo, na laverna da rna da Imperatriz n. 80, on
de se effeetusr o leilo.
Leilao
DA
Imneratriz n. 80, per-
fallida de Joaquim Fer-
taverna da rea da
tencente a massa
reir Lobo.
SABBADO 28 DE JUNHO
s 11 horas.
O agente Pinto levar novamente e pela ultima
vez a leilo, a armac gneros e mais objectos
existentes na taverna da ra da Imperatriz n. 80,
servindo de base a maior olTerta obtida no primel
ro leilao, sendo, que naquella occasio efec-
tuar a venda com quem melhor vantagem fizer,
de conformidade com o despacho do lllm. Sr. Dr
juit de direito especial do commercio, a vista da
nformaco do curador fiscal e depositario da refe
rida massa ; o leilao ser effectuado s 11 horas
do dia cima dito na referida taverna.
AVISOS DVFRSOS
Feilor.
Precisa-se de um bom feitor, casao : a tratar
na ra do Viseonde de Goyanna n. 157.
Aluga-se a casa n. 5 ra do Leo Coroado
antiga Mangueira, freguezia da Boa Vista, cem
solea e grandes acommodacoes : a tratar na ra
da Alegra n. 8 da mesma freguezia, ou ra es-
treita de Bosaro n. 17, escriptorio. ______
FUNDICO DE FERRO E RRORZE
FABRICA DE MACHINAS
V rna d Raro do Trmnpl (na d Irai) ns. {II a IM
CABDOSO IRMAO
AVISAS! aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que rertberain da EuMpt
zrande sornaeirto de fcrragens para engeiihos e para lavnura, e quaqiHf ootrm o^ot
4 misteres da industria agrcola, o que tudo venden por precos raioafW.
Vapores horisontaes de 4, 6, 8 o 10 cavallos, os mclhore que Tern ao mtrrtin.
M.Oen(laS completas, obra forte e bem acabada.
M.eiaS MOeilClaS parn assentarem grades de madeira.
TaxaS de feTO fun<*'('0 e Dali cantes.
Rodas d'agUa de diversos lmannos.
tvOUaS entaaS de diversos tamanhos e qualidades.
Arados americanos de diversas qualidades.
Formas para aSSUCar gandes, pintadas galranisadas.
CoiieertoS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o qua asen
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOinmendlS ^ai"';im v'r Pr encommt-nda da Europa, qualqoar machinismo,
para o que se correspondem com urna respcitavcl casa de Ixtmifra
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentsr
as ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mestnas.
RuadoBarao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICO DEC ARDOSO A IRMA O._________
~" HOTEL
Restaurant de Bordeaux
A' ra Primeiro de Marco n. 7 A, 1. andar.
Lacoste, perito cozinheiro francez, 20 annos de pratica, acaba de montar um sumi^
tuoso hotel na ra cima denominada, aonde o respeitavel publico desta bella trra Ja
Santa Cruz encontrar todos os dias uina comida deliciosa.
Vinho de tod?s as qualidades.
Conservas idem idem.
Cerveja idem idem.
Licores idem idem.
tilMA\ TOlHIOttW
Toma-se assignaturas.
Aberto desde as 6 horas i manha at as 10 da noite.
Fngio.
Fugio da casa do seu senhor no dia W de abril
do corrente anno, a escrava de nome Baymunda,
com os signaes seguintes : bem preta, cxa, urna
cicatriz na testa, falla muito e tem por habito di-
zer que livre : quem apprehender queira levar
ra de Santa Bita n. 5, entrada pela rna nova
de Santa Rita. Constancia ao seu senhor que al-
guera usufrue o trabalho da dita escrava, elle de-
clara que ha de proceder judicialmente contra
quem quer que seja.
ZeferinRod^l|ili^Deigado de
Borba.
Tertuliano Delgado de Borba Cavalcante, Jorge
Clemente de Borba Cavalcante e seus irmos au-
sentes, convidam a todos os seus prenles e ami-
gos e os do finado, a assistirem s missas que
mandam celebrar s 8 horas do dia 26 do corren-
te, na matriz da villa da Escada, pela alma do sen
nunca esquecido irmao Zeferino Rodolpno Delgado
de Borba ; e desde j se confessam gratos a
aquelles que assistirem.
(Rita fuaniia Aeassio Ferreira
Dominios Jo- Ferreira, Domingos Pinto de
Freita?, Maria Alexandrina da Conccicao Ferreira
Freitas, Antonio Jos Morcira, Philomena Bosa dos
Anjos Ferreira Moreira, Jesuina Candida da Na-
tividade Ferreira, agradecem cordialmente a todas
as pessoas que lhes fizeram o caridoso obsequio
de assistir aos, ltimos suffragios feitos a sua irma
e cunhada RTta Joanna Acassio Ferreira, e de
novo convidam a todos os seus prenles c amigos
afim de ouvlrem algumas missas por nlma da
finada, na quinla-feira 26 do corrente, stimo dia
de seu fallecimento, pelas 8 horas da manha, no
convento do Carmo.
Jos Antonio da Fonceca e Silva agradece do
intimo do coracao a todos os seus companheiros
de reparticao, e a commissao da sociedade Mon-
te-Pio Santa Cruz, que se dignaram acompanhar
ao cemiterio publico os restos mortaes de sua
sempre lembrada mana e madrinha D. Isabel Ma-
thildes da Silva, e de novo os convida a assisti-
rem as missas do stimo dia, que celebrar-se-ho
no dia 26 de corrente, pelas 7 horas da manha
na Veneravel Ordem Terceira de Nossa Senhora
do Carmo.
Jos Antonio da Fonceca e Silva, Antonio da
Costa e Silva Maduro, Dr. Joo Pedro Maduro da
Fonceca e sua mulher, Dr. Jefferson Mirabeau de A.
Soares e sua mulher, D. Ignrz Herraina da Silva,
(ausentes) e Joo do Couto Alves da Silva e sua
mulher agradecem cordialmente a todos os seus
parentes e amigos que se dignaram acompanhar
ao cemiterio publico os restos mortaes de sua pre-
zada mana, madrinha e cunhada Isabel Matliildes
da Silva, e de novo os convidam a assistirem as
missas do stimo dia, que se efectuaram no dia
26 de junho, na Veneravel Ordem Terceira de
Nosso Senhora do Carmo, s 7 horas da manhi.
D. Justa Rufina dos Santos
Portugal
C Pompeo Colonna Casanova, seus manos e cu-
nhadOs convidam aos parentes e amigos para as-
sistirem a algumas missas que se ho de celebrar
em suffragio da alma da fallecida D. Justa Rufina
dos Santos Portugal, no dia sexta-feira 27 do cor-
rente, s 7 horas da manha, na igreja de Nossa
Senhora da Penha. ________
Attenco
O Exm. Sr. desembargador Guerra
ter a mesma carta ra do Barao da
69.
contina a
Victoria n:
Avisa-se
a qaem der noticia da escrava Guilhermina qut
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sal-
tos, e depois comprada ao Baro de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de dentes na
frente e as maos com cicatrizes de queimadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, que des
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra do
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
Perdeu-se, ao saltar urna senhora do- carro
no theatro Gymnasio, urna cassoleta grande de
ouro, ten em cima pela parte superior um nievo
de flores de ouro, tendo no centro urna turqueza
dividida e n quatro partes, e a parte inferior lisa,
tem dentro urna chapa de marfim de um lado com
urna inscripta > feita de cabello e da outra banda
um retrato colorido : quem a achou e a queira
restituir pode entrega-la na secretaria da presi-
dencia ao porleiro que gratificar generosamente.
Bildir.
Precisa-se de batedores, ou aprendizes: na refi-
nado da ra de D. Mara Cesar n. 30, outr'ora
Seazalla nova.___________________________
Ha para alagar.
Um terreno oom urna vasta plantacio de capim,
no Caminho Novo (Soledade) j a tratar na ra da
Cruz n. 3.
9
FOGO ARTIFICIAL PARA SALDES
PARA OS FESTFJOS DE
S, ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO
NO
ARMlEM DO VAPOR FRANCEZ
1 RA do B\S.\0 D.1 VICHI \
/
(OUTR'ORA RA \OVl)
Chegaram grandes facturas (lestes lindse apreciados foguinhos artificiaes japooo,
zes, francezes e allemaes, de vistas muito bonitas, c especialmente fabricados para senio-
ras e meninos poderem soltar sem modo nlgum de serem i (Tendidos, e a presos bsrstos-
n3o s a retalho, como em caixinhas sortidas. Alcm destes foguinhos ha militas pistola*,
craveiros e rodinhas, fabricados por um dos mais > famados artistas desta cidade, e ttm-
bem tem grande por<;o de traques chinezes, que so vondem em cartas e em ca ixinhas in
teiras.
BALOES AERE0STATIC08
Pequeos baloes de 8 a 10
solta-los das janellas e varandas.
palmos, de papel de cores bonitos e sceis ds
Estas novas e interessantes sortes, alm da Icitura agradavel, contcm dontr*
diversos objectos de divertimentos que fazem augmentar mais a alegra entre as fami-
lias, as noites de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
GLOBOS PARA ILLUMINACES
Globos do papel de cores para
realcam nos pateos e nos jardins.
as illumnac,des destes festejos, c que muite
PAPEL PAMA ENFEITAR BOLOS
Estes papis rendados para enfeitar bolos
vendidos em duzias.
sao muito baratos e prnripalmenl*
Botinas dos melhores fabricantes para homens, senhoras, meninos c meninas.
Quinquilharias de fantasa,
FIIVAS PERFUMARAS
E
Brinquedos para meninos
Todos estes artigos vendem-se baratos por serem recebidos era direitura
pelos ahatimentos obtidos dos fabricantes em attenco s grandes e repetidas enco
mendas.
ATTENCO
Tambem recebe e vende muito era conta excellentes pianos, tanto do isbn-
cante Blondel, como de H. Hers e de Pleyel; assim como mobtlias de faia e do
vimes, e cadeiras avulsas de bra$o e le balanco.
7 armazem do vapor francez 7
Eugio
Na ra do
um escravo para
Ujis para almr.
No dia 14 de maio do corrente anno, fugio des-
te engenho o escravo Marcelino, preto fulo, bai-
xo e secco. rosto descarnado, pernas e bracos fi
nos, falla baixo, sem nenhum defeito. Represen-
ta ter 30 annos e tem alqumas marcas antigs de Ado stbnAo do puwTVrco .tlson a
remo. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-1 morl^B e a 4 nu Pcwi a. la, mn as> ss-
tunes de Queiroz Barros, do engenho Ronca do
Cabo, e consta adiarse para os lados da cidade
de Nazareth, onde tem pat e irmos forros, ou
em Goyanna e N. S. outras vezes j tem side pegado quando perten-
cia ao dito Sr. Autunes. Roga-se as autoridades
policiaes e capites de campo a sua a pprehensao
e conduzi-lo a este engenho, ou no Reci'e aos Srs.
Cuaha Irmos k G, ra da Madre de Deus n. 34,
que se gratificar generosamente.
Engenho Dous Mundos 21 de junho de 1*73.
Manoel Heraclito de Abuquerque.
tabeleci ment, para o
i e outras ce
aerador M.
tnu-ss a
Diihfiroj
Precisassde


Diario de/Pemambuco Quinta foira 26 d& Junho de 1873.
t

ki
MOVIDjtDE
PIANOS E MSICAS
iust
TUTO MCHEOLOGIC
1 l m
Ha vori msff (irdixra qninta-feira, ifi
la iinlKiciirr-ilo, pin 11 linas l;ini;i-
1 OHDCM0DMA.
Pareceres e mais traballios de commis-
afet.
Secretaria
1873.
lo Instulo, 21 de junho de
J. SeARES AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
AMTOOTO JTOSfiS B*E AZEVEDO
Ra do Bario da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
donde o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento aeptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Tambera receben grande sortimento de msicas pin piano, piano t
canto e entre ellas as lindas composicSes do mnito syinpathico maestro
A SABER :
Voc me qner Walsa.
Aeabi de abrir no priraeiro andar do sobrado a. 12 confronte 4
aotica Maorer, am grande sali onda estio expostos os macnifleoa
de armano, de PleyeL
de meia canda, do mesmo antor.
da H. Henrz.
de Amede Tbibont.
nico agente nesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
ore miados em diversas exposi;oss om 14 medalbas de
Sao os onicos pianos qne aqni vera da Europa,
as, fetos eom elegan ;ia e solides.
D'aqni emCdiante continuar a annnneiar todas as pnblicacSes qne se forem friendo as sas offlcmas de mwai.
onro e prata.
perfeitamente afina-
Olga Matarles.
La Separacin! Para canto.j
A Los elctrica, grande Walsa.
Franco Basileiro Polka.
Tomada de Valleta Galope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Walsa.
A Mtotaa Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Sindicte Po'ka.
Ultima* publicarle
Feilas
sosieu
as offlcmas 4a
do annnneisnle.
Emilia, polka por L Srooltz.
Circaciaoa, sebotch, por Smoltz.
Jardim do Campo das Pnces*?,
qnadrilha, por J. Popne.
Chnva de Rosaa, Walsa, por H. Al
bertassi.
CAUTE
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recite a Miada e Beberibe.
Nao se tendo reunido
numero legal hoje, sao
novamente couvidados os
Srs. accionistas se reu-
nirem no dia 27 do cor-
___rente pelas 11 horas da
nanli, alim de se proceder eleicio do
directorio, conforme jd foi annunciado para
a sesso precedente.
Secretaria da assembla geral dos accio-
nistas da companhia dos trilhos urbanos,
do Recife j Olinda, 20 de junho de 1873.
O 2.' secretario,
Joao Martina de indrade.
Tendo esta companhia abandonado al-
fandega desla cidade certa porco de bilhe-
tes de suas passagens, e ordenando esta que
fossera all mesroo inutilisados. succede
que alguns passageiros tenha-se apresentado
com alguns destes bilhetes : para que haja
sciencia deste engao, prerine-se a quem
interessar possa que ditos bilhetes sao todos
amarellos com um risco cor de rosa as
costas e de 100 rs. e outros todos cor de rosa
com dous riscos pretos e de 200 rs.
O gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Escravo fgido.
Auzentou-se do poder dos abaixo aseianadn* o
seu escravo de non- Joaqtum, r*t arela e de
nnuo. Traja limito liiup.i, anda i-afa-ait-i e u-a le
cabellos cniiriri.l'-. quen'MiLtsjtr; luda rauellra.
Sebe enzin- ar, ncaipa^o a que <: dettlcava.
Qnando falla fe ronlicce ser negro africano.
KoRR-se a apprrjhcneiode dito escravo, rnj.i
captura se gratificar bem.
Recife, 9 de junho de i873.
Jos da Silva Loyo A Fillio.
Est fgida
Fugio em 17 do marco prximo passado a es-
crava Matilde, de 32 annos, prrta, crioula, aflate
ra regalar, cheia do corpo, pernas linas, tem uns
careos no rosto que parece espinhas, falla de
denles na frente, falla muito manso que as veces
desafia a compaixo, boa sozinheira t eiigumina-
deira, ftrha do Para, foi comprada si-gra do
Sr. commendador Lucena. muito eonhecMa por
ter estado alugada em eaa do Manoel, in|>ector,
no Monteiro, ella inlituia-se de forra, e tem sido
vista no Popo da Panclla, Monteiro, Caxang, Mag-
dalena e aqu no Recife : pedeao encarecidami-n-
te a todas as autoridades policiaes e eap'tes d.-
campo a sua appreh neo ; as.im como se pede a
quem tenba amas que verifique nesws que dizetn
ser forras, pois consta estar ella do ama que nao
sahe roa, e que se gratificar a quem a tronxer
ra do Livramenlo n. i a Antonio de Paiva Fer-
reira._________________________________
Gratificbalo.
gueda, escrava da baroneza da v doria, r
parda, idade de 46 annos, cabellos carapinb e
vermelbos, dedo pollegal da mo direita um pt...oo
defeituoso (provenienle do panaririo ), alia, olho
esquerdo vesgo, e o ventre cresridn ; achando-sa
fgida desde odia 25 demaio, recommem'a-se aos
capitaes de campo a sua captura e leva la roa
d'Aurora n. 25, onde ser bem recninpen ado quem
isso fzer. Essa mesma e ora com o nome de Maria ora com o de Thereza.
aVLfr
MERON&C.
j9l w s s a. mm
Cachorro
Desappareceu do 1.* andar da travessa
dos Expostosn. 18, urna cachorrinha de
raca ingleza com dous mezes de idade de
cor preta com urna malha escura no focinao,
a pessoa que a achou queira dirigir-se a
mesma casa que ser generosamente gra-
tificada.
De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dalii para baixo, pi-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanboyant ou brilhante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrins*
parreiras cora cao da india, rumeiras e nutra,
Tantas : na Capunga, ra da Ventura numero 2<>
Preqisa-se
Fallar com na Sis. Ckri-.'
Flor e jos* FtsrnaanVa M aleici.
hypothecas 1.1 a fci Int|ra4->r. a 1
inTer--- --
a "
G3ifTUAS
Compra -> .-il-uioa- rasas iwmm i x*ra-
Oos Reala cidade : a tratar na Ha *a rea DwpR
de Caxias n. IV.___________ m
Compra-sc
Diarios a 5jO<0 a armtia: a m
Rosario 11. II, rain-ira de riajarros
Allencao.
Na na de Tliome do Sorna. *4ra4 a. W, tr'ora da Liogueta, cnpra-s* nana esrrava *> ti
90 annos de idade, qne sailu co'inhar e ftafMav
mar ; o ignalmenle |irs tsiImnw eae
tiirrs que liv.-rem alfinna dhbi as eeak(4es Rai-
ma esjMTifi.'atlas, qu e casa j mencionada. ____ ______^_^
ritarao.
Ctimpra-c uina arniarj pora uvera* eaa IMM
estado : a tratar roa do Dnqii' mero M A.
Coui|ira*se
.Va ra do Amorim n. SI, arccs da c4Raii*)t.ta
de vapore* de ndraque.
VNCAS
Vcmle-se
PAPA-
No hotel Allianca. rna e.-treita do Rosario 11.
10, encontraro pela manila a boa papa da melhor
farinha de milho e do Maranhao.
Cozinheiro.
Os abaixo assignados fazem sciente n com-
mercio que amigavelinente dissolveram a sociedade
que tinham na tiverna da ra do D. Maria Cesar
n. 6, a qual gyrava sobre a firma de Mendes 4
Pinheiro, ficando todo o activo e passivo a cargo
do socio Pinheiro, e sahindo o socio Mendes pago
do seu capital e lucros e exonerado de toda a res-
ponsabilidade, su seu onus
Recife, 17 de junho de 1873.
M. G, Mendes.
Antonio Jos D. Pinheiro.
Est fgido o escravo Manoel, prcto, 20 an-
nos, cambeta, tem um braco cortadoo, cravo nos
ps e bebe agurdente : quem o pegar leveo
seu senhor, na roa do Pilar n. 74, 2* andar.
Precisa-se de nm que entenda z sua arle : a
tratar no largo do Corpo Santo n. 19, 1* andar,
escriptorio. ________'
Manoel Rodrigues de Mendonca, de hoje em
diante se asignar Manoel Rodrigues Correia de
Mendonca. Recife, 23 de junho de 1873.
Quem precisar de um criado, dlrija-se a ra
da Roda n. 25, que achara com quem tratar. Da-se
flanea de sua boa condacta._______________
os compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ft C.
|ky* Esl fnjrjdo.
Fugio da casa dos abaixo assignados, no dia 17
do corrente as 3 horas da tarde o escravo Marti-
nian vindo da provincia do Piauhy para ser ven-
dido nesta cidade, por ordem e conla do Sr. Joao
Estevao Seraine d'aquella provincia. O escravo
tem os signaes seguintes : idade de 2."> a 38 an-
nos, altura regular, rosto comprido, olhos gran-
des, cabellos carapinhos. bocea e nariz regulares,
cor pret pouca barba, tem um signal preto e
chato na palpebra inferior do olho direito, usa
funda por ser quebrado, levou em dinheiro de
50* a 80f e a roupa do corpo ; suppoe-se que
elle tomou o caminho de Pedras de Fogo per ser
a direccao da provincia do Piauhy, donde na-
tural : quem o pegar entregue o na casa n. 52
da ra do Baro da Victoria que ser bem remu-
nerado
Recife, 17 de junho de 1873.
Burlamaqne, Araujo & C._____
OSr.OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.__________
Precisase de urna cozinheira, escrava, ou
forra : na ra da Penha n. 23, primeiro e segun-
do andares.
A quem interessar
3. Ramos 4 Machado mudaram seu escriptorio
de commissSes e deposito de movis para o arma-
zera n. 10 da ra do Vigario.________________
Ai roiBinorrift.
Os abaixo asignados dissolveram amigavelmen-
te a sociedade que tinham no armazem denomi-
nado V-eado Branco, estabelecido ra de Marci-
lio Dias n. 16 e que gyrava sob a razao commer-
cial de Neves, -Queiroz 4 C, desde e dia 31 de
Janeiro prximo passado ; licando a cargo do ex-
socio Candido de Carvalho Neves a liquidapao do
activo e passivo da mesma firma e por costa dos
abaixo aeaunados.
Becife, Ji de jnnho de 1873.
Candido de Carvalho Neves.
Joaquim Augusto de Queiroz.
Joao Ferreira de Maraes.
Est ugida a escrava de nome Bernarda, de
idade 2S annos, pouco Riis ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodo tem urea de Rijo
na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
toa dos : roga-se as autoridades policiaes e capi-
tfes de campo o obsequio de pega-la e leva-1 a i
seu senbor, no Caainho Novo n. 110, sitio, ou na
ra da Caeimba n. 1, que serio generosamente
recompensados.___________________________
Jos jacome de Araujo, advocado dos au-
ditorios das comarcas do Cabo, Victoria, Palma-
res, Rio-Formoso, e Barreiros, encarrega-se de
qualqupr cobranca amigavel, ou judicial para es-
tas comarcas e seus termos: quem quizer se mi-
litar do seu prestimo pode dirigir se i ra da
Concordia n. 63. __________________
Aluga-se urna escrava para todo o s.-rvicp :
na ra da Gloria n. 14.
3
ISTM FM1CII
aaanintnuex*, VARIZ, n, miuvau ItaRauaima.
Brragto BOS barhos.
Noerabeltdmentodt Viohy, um dot mtlho-
re da Europa, achar-u-ha Bonitos t Embroem-
eSetdttodaatorteparaacuradaidoenfaid
"'*!' do Ra~U, da
4iaw4ia. o**, Nawiim
u awrM mm MriiM, #(c
Cava au,9MraU o> ni an u n hmnMi
Tea EaCjaei a* rtaaa una) t ym,,,
PHaltaa>/*r.taa, TaHIt i-;-a. caaaa.7
DE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrade., antigo e acreditado official da casa de Delsuc, participa as Exmas.
familias eao respeitave publico desta capital, que acaba de abrir este novo saleo, aonde
se aprompta com perfei^ao toda e qualquer encommenda tendente sua arte.
Prepaca-se pentendeados e posticos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
coueerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfei^o toda obra de cabellei-
reiro sohre .encommenda tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
parte.
Alm deeta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfei-
i;o e asseio, para o que tem habilissimes artistas.
Oulro sim^ avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ha continua-
damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modernsimos
gostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
jj Escravo fgido.
Escravo fgido.
50$000degratificaco. 150^000 de gratificaco.
Ausentou-se do engenho Victoria no termo de. Aasentou-se desde o dia 13 de maio de 1873, o
Barreiros, o mulato semi -branco Saturnia no, de preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corennda, crioalo e bastante ladino; este preto perfeito
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos cozinheiro, estatura alta, magro olhos grandes, j
castanhos, nariz regular, tem nm signal nos peitos, estove no engenho do Sr. Lul de Caiar, em S.
proveniente de urna espinba, pernas e ps Lourencp da Matta, onde consta ter prenles, foi
grossos e mal feitos : quem o pegar, ou delle er escravo dos Srs. Adriano & Castro, e do Sr, Jos
noticias leve ao sea senbor Dacio Ferreira da Sil- Joaquim Gonpalves Bastos, negociantes desta pra-
va Mello, no referido engenho, ou na praca do ( ca ; de todos estes senheres foi cozinheiro, tem
Corpo Santo n. 7, 1'
do generosamente.
andar, que ser recompensa-
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est forro, assira tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas u autoridades e capies
campo qne o pegando levu-o roa do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudens do Rival sem se-
gundo qqe receber a gratificaco cima decla-
rada.
Criado.
Precisa-se de um oaixeiro que .'enba bastante I
pratica de molhados: a tratar no largt? de Terco
pumero 83, |
Precisa-se de nm caixeiro de 13 a W anno?, I Precisa-se de nm J'lado livre ou escravo : no
uedd Oador de sua condacta : na ra Direita i hotel Allianca, i roa estrtiu' ?< Resano n. 10.
Afogados n. 27, nadaria.
Preesa-se de um homem
Enroca a tratar na ra do B
8; antiga rna do Sebo
A. J. Reogh, como representante da
casa dos Srs. D. Oppenheimer & C, de Lon-
dres, offerece aos senhores logistas de Per-
nambuco um completo sortimento de amos-
tras de todas as fazendas, ferragens, sellins,
sapatos, arreios, miudezas, etc., etc; po-
den do-se entender com o mesme senhor, v-i
RUADOCOMMERCION. 38,
ARMAZEM.
Precisa-se de 1:0004 a juros, dando-se por
hypotheca um predio livre e desembaracado sito
nesta cidade : quem quizer dar dita quantia, diri-
ja-se a esta typographia a fallar com o adminis-
trador.
MOFINA
Est encouragado 1! I
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rna Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometten a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de oito annos, e qnando o Sr. sea nlho se
aehava nesta cidade.
Arrenda-se um sitio perto da estaco do Caxan-
p, com boa casa e cacimba de agua de beber :
quem pretender dirija-se ao engenho Poeta a tra-
tar com e sen propnetario.

urna moliilia de .-iiiiarnlo (par prepiraiiavH. a
l.uiz XV. ci mp pe as S ca
ras de gnarnirio. ttta* e> ir:<>, I .>. 1
de consol e utna janlineii a. BRBMI c as americanas, tudo em- |n*ri ii > olad : na na
tle Aelnia lleiu.q. i -. anli^a dos AcoMfuaRbt
n. 2.

Fogos.
l",i
J *0
c =
.o rt j -
ES
>cfl^'
LimlissiiiHis fugtis d<- isla i II RaaaM-
nos queim.ircn dnilrt de c>xa, qiK hM fra m
China. VctmIo-c a ret Iho tta a."T qaanii'taeV
a -ontade to coiiipr.-idnT, e a preen kanalaaiRW :
no largo da aifaml. p n. 7, c ** Imlmtjm w rea
da Mailn- tic Dea* n *>, n ? amlar.
Os iiH-smo* haya*, na* HMMI n'li'.e, iR-
dese lanibrw na na d Iniprr-i r, r -i 4c IW-
nardo da Silva C. Crmbm, e Ra roa 4u Marqn z
de Olinda, casa de lirada *' ""* A '
J rhegaram mara'ilh' fafa* artin-
ciaes da China, | dins: caixinhas com variado ->rtaaaaVeeB9aV-
cos de:de 2t at '.Mi pd raixa : aw anmaran
I do caes da alfandcfR.________________
AraaVaa para lavrar aterra.
Cimas de han
Cufies de ferro, pn.va de lugo.
Fiigocs americanos.
Pregos aini'ric.iii'i-.
Italancas o (lesi*.
Chapas de ferro galvanisado | ara r.A>rk caaa*.
Taxs de ferro . Machinas para di sean rar alrodan.
Machinas de cortar fnnm.
Machinas a vapor, ftirra de IfS e I
Em casa de Sliaw Havkes A C, rna
Jess n. .
o.- S 2 at5 o m
B9sa.3?fC34
35 =
O C rz
IgIL
53
es
e
e =
iri''l
s-j?a?.5-,*
; *^3 *)
rt -
e >) 2 ^ o
PE1S'
paaE

9* gg 2.=
3
>
Vi..
VENDE-SE
nullio : no irapi
libras cada um.
Iif i unta.
i vr A Precisa-se de urna para cozinhar e fa-
-AivAil. jgr mas aitfim servieo de casa de fa-
milia, no Corredor do Bi>po u. 5. __________
. a r Precisa-se de urna ama que saiba
A M \ cozinhar e engommar, para casa de
I.ItX/1 familia : a tratar na pra<;a do Corpo
Santo n. 17,3o andar.
Ama cozinheira,
Precisa-se de urna para casa de pouca familia,
paga-se bem agradando : ra de Hospicio, casa
de bolas amarellas, n. 46, ou Queimado n. 70,
loja.____________________________
Ama Na ra de Bom Jess n.'., 2* andar,
- Vllltl precisa se de urna ama para cozinhar c
outra para engommar. __________________
Precisa-se de urna ama
mero 61.
na ra Direita nu-
Offerece-se urna ama para cozinhar em casa
de pouca familia : quem pretender annuncie por
este Diario para ser procurado.___________
A m Precisase de ama para urna pessoa
-"""paga-se bem ; a tratar na Baixa-\erde
a. 11 ou na estacao do Manguind. _______
Precisa-se de urna ama que saiba lavar e
engommar, e mais servico de casa : na ra Nova
numero 28,_________________________
Precisase de urna ama
secca, forra ou captiva, e sen-
do boa nao se olha a prc- .
a tratar no bazar da ra Direita n. 51.
Precisa-se de urna ama J5F Cu,har, es-
crava ou forra : na ra da Pe _na n j3> j, an(_r_
AMA
Vendse
ou aluga-se um sitio no Arraial, travesea <1" A a
de n. 2, com 2^0' iialm. il.- fundo c 3K* *
fente, casa com coni!ii"d,K para araanit' -nia,
encanamento d agua, cacmiba. hanheirne 4r-cr-
fnicteiras : a tratar na n a rai
n. 23. luja. -Vi mesma h ja lia para _4 dnas
machinas de costura tlo< mt-IRorc* harr
um cylindro para calcar lcrreni>s. t tMaa V-rt
para jardiacmi.
0&<$> O^<-}&%&&*&O
0
0
0
0
0
0
Peciiincha.
NA RCA DO CJlESPvl N. 10. I
Madapolio a 2i. 2*iiO e Va, a pera.
Algouosinho larp marca T a 1 *> ">
peca.
Chitas de cores a *iO 2in. |
Cambraias de cures a 21" i-
barra a .SO ra, a w 11
Grosden i.li- pret a |m <
largo a 31000 3i-"'0".
Vestuarios de fustao para men
4*00. **
Chales de reres a U, 1*800
Gangas d' linho ilc ci'-r<' -J" '**>
AlgiMfr.ii .v.nl nicric -* a|*Se r. c.
eserayos a 3211 -. -R" I" rompa *e
Meias para w c-va!
_ manhos a J* -,""w > toJrt* *
ce a duzia.
**^-00*00_l#00i
PECHINCH1S
Precisa-se de urna ;n_ de leite que nao a-
nha fllho : na ra Penha n. 23, f andar.
URGENCIA.
Ama de leile.
Precisa-se de urna ama de leite, quer seja
forra ou captiva, porm sem (lho, e que te-
nha bom e abundante leite, paga-se bem : a
tratar no 3. andar desta typographia.
o r -
AMA
Precisase de urna para todo o
servico de urna s pessoa : na
ra de S Francisco n. 39.
BORDADA ncit.i *
CHEGARAM mais lis de cTces a Mfl rs
vado.
SAPATOS DE TRANCA suprriom a
patacas.
CAMISAS
sjono.
COBRRTORESDE AUMD.iO a IA
CAMISAS lUA.VCEZAS, do chita, das ****<*
que vem ao mercado, a 3 ai ion
POUP-LINAS DE SEDA a I A, de amn .. Mr,
que RM as mais modernas, e a llosa Branca ve*
pelo baralissinio preco dr Un corad
Rl'A DA 1XPEIIATRI7. JI. M
HA
f
)
)
G.lf_I_Tfi
Medico-cir ursino
RA DO IMPERADOR K. 73, | ANDARI
0 DR. NONES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PAlITEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operacoes de olhos.
Cora rarjic! ctani*oea dos
entre i ti ment* da nrelr. I
Consultas: Das 7 s 10 horas
da manba.
Chamados: A qualquer hora.
Aluga-se a casa n. 61 da f'1* da Palma,
ra conductor de' muito fresca e com boas acjommoaioes i
de S. Borj n. familia: a entonder-se com o Sr. Bernardino
' tual, roa da Madre Deus a 99. .
COMPANHIA
Ferro Carril de Pernambuco
De ordem da directora da companhia Eerro
Carril de Pernambuco (outr'ora Pernambuco
Street Railway C) facp publico que em sesso
da assembla geral dos accionistas, em 3 do cor-
rente mez, na cidade do Rio de Janeiro, fura eleita
a nova directora, qne ficou composta dos seguin-
tes senhores accionistas : Dr. Honorio Augusto
Ribeiro, Manoel Salgado Zenha e Honorio de A
raujo Maia. Recife, 23 de junho de 1873.
" Gustavo Adotpbo Sebmidt
______________________________
Pardao ae na nonle de 34 para a de 25 do cor-
rente ama rejeta de eamafeu com tres pinjen -
tes de coral: quem achar e quizer restituir, en-
J tregua na ra do Cabug n. 7
fkado.

Cozinheiro
Rosa Braica.
Precisa-se de nm bom cozinheiro para um bom
hotel: a tratar na ra do Imperador n. 51, arma-
zem unio e commercio.
Aliento.
Pede-se a quera for offerecido am retogio de
prata n. 12,345, urna cadeia, tima caooleta eom
retrato; urna bolcinha de prata com ama moedi-
nha de 20 rs. prateada ; objectos que foram for-
tados com um collete do llanella azul, do sobrado
n. 44, 1" andar, i ra da Matriz da Boa-Vista,
que anprehenda ditos objectos, e os leve ao mes-
mo sobrado que ser recompensado.___________
fjabug n. 7 A, que -ser gran?
Attencao
Engomma-se com perfei^ao roupa
homm, roa do Forte n. 9.
pere
Vende-se nma pequea rasa terrea Ra ra
dos Guararapes n 35 : a tratar na rna 4c 5 hm$
n. 19, antiga ra do Pilar, em Fra de Partas.
Grande e elegante casa de
campo para residencia de
grande familia.
D. Mara Josen'-ina Rawliasoa qm afn se arha
em casa de seu pai Guillierme Purcall. em Santn
< maro, vende seu grande aoacada ao Pan ca l'a-
nella, em que residr actnalmcnie o Sr Dr Ser-
fico, o qual ti rna-se recomroendave! pela san
boa localidade, constroeco, a ser a_leaR e
chio proprio. Contiguo ao lafarido saaradn, iraa
urna bonita casa nova de bilhar com jardiM, ca-
cimba c banhetro : quem preteader 4iriaa-se R
oprieuria Maria J. RawKuua, oa i saa pai a
Sr. fioilherme Purcell, rna da Uan a. 30, Saate
Amaro, e para informacio. aa laja 4a ar. Jeaqaaai
Raptisia de Aranio. rna do Mrquez 4a Oaatda a.
3, outr'ora ra da Cadeia.
Padaria
Vende se urna das
dade, bean aire tezada ;
pessoa para socio, entrando
mas que tenha pratiea 4a
quemestiver acatas
nuncie |ara ser RrowaTR4a.
VENDER
a taverna cora poaeaa
cipiante. aa rna 4o Uto
- Veode-seuma
arreios,:
-ae nma carroca para cava
a tratar aa na DMa a. M.


f

6
A
Diario do Peiiftamb^p Quinta fewja 2 G de Ja*)*** te ..)8f
T2S2ADS5 TOMIE
muitas virtudes que
PULULAS
VEG2TAES
BRSTOL
'Uns bofes sadins e saos
Urna digosto vigorosa,
lim excelente appetito,
sao alguns dos beneficios que so. podea de-
rivar, fazendosoum uso regular das
Pclulns vegetaes de Bristol.
Urna cura certa e eflicaz dos intestinos,
m remedio admiravel pira os rins,
Um tnico poderoso para o estomago,
Sao as inapreciavcis qualidadus mdicas
que se podcm encontrar, usando-se das
Pihilit* vegetaes de Bristol.
Umamelicina que nao prodnz dores nem
clicas.
Um purgante que nao debilita nom en-
fraquece.
Um laxante que nao causa a menor
i:3iisea.
Formam urna das
possuem a s
Pailita* vi'gctacs le Bristol.
Um medicamento suave o favoravel para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
system a.
Um remedio completo e seguro para as ir-
reguiaridades.
Sao os elTeitos sem falta, resultantes do
uiecmpregodas
Pilu3n vegetnes le Bristol.
Urna compleirao clara, alva e transparente,
Lina pello maeia o delicada o um
Hlito doce o agradavel.
Sio os resaltados certoseinfalliveis, de-
pois de se
ha ver tomado algumas dses deste
melhor d<>>
Remedios as
PHulnw vegetnes de Bristol.
Era to los os casos de molestias J'uma na-
lureza escrofulosa, ulcerosa ou syphilitica ;
ou guando a massa do sangue se baja tor-
nado turra ou viciada pelo uso de ferro,
teereurio, ou por outra qualquer substancia
mineral a
ttalsapnrrilha de Bristol.
dever ser usada de conjuncto com as pilu-
ias, e assin obrando-se, ein restricta con-
fbrmidado nom as direccOes inscriptas no
envolto; os doeotes podem licar cortos que,
urna Tez usada conjnnciainento urna com a
outra, ncnbuma enformidade ou molestia,
px mais severa ou arraigarla que se acbe,
nao p'i lera resistir ao combinado poder se-
rretnrio o sanitario destes dous
BUHES, t INCOMPABAVEIS
BEMKDKBS.
ambos estas medicinas acliam-se venda
em todas as principaes boticas e
1 jas de drogas,
tch i-se n venda em todas as boticas.
II. Forstcr & C.
AGENTES.
SEGREDO ECQNO.>UA E CELEttjrUDK.
ObfeftMW'com o uso
INJECCO SHOST
nica, hygieniea, radical einfallirol nacH-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salatare resoltado!
a continuada applicaco qnesempre com
maior vantagem se tem feto della nos hos-
pitacs de Paris. -
nico deposito para frgil, Bartho|Dme & C, maUrga-do Bosario ti? 14'.
Xarope d'agriao do Para
Antigoe concetuado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
comoaphtYsica, bronebites, asthma, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, na Larga do Rosario n. 84.
BICHAS DE HAHB0R60
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga dosario o-Rn. 84.
Cassas avariadas a 240 rs.
o ovado.
O Pavao vende flnissimas cassas francezas do
(tire* com os mais delicados padroes, por terer
um pequeo toque de avari de agua doce, pete
barato proco do doze vintens o covado. pecnin-
cha : na toja do PavJo, roa da Fmperatriz ri.
o.

COSTURA DE HOWE
'\
Band
en as
T
/"
resent av pihic;
Durante o espado
DE
5 0 A N N 0 S.
di:
RBISTOL
., -fe ,.,7***
;

.
OR O r.VSOS MAIS DESESPERADOS 1
\ ,. iPAIIRILHA REBRISTOL puri-
ln i .: ; i, i los mg ie, exp lie para lora
to ; as m i. iras c fuzes viciosas c impuras,
reg -, d vitalidade e
em i.l s. os ergios e d foree. e v-
go i afitn le i i ler melbor resis-
tir a todos os ataques da enformidade. E'
poi: nodi-j c institucional. Ello
nunca distroo afim de poder curar; porcm
i m i m inte assist a n Uuveza. Portante
i ato las as doencas constiiucionae cera io-
r '... ''menle d'um es-
t'-l' a imperfeto do $ytmaem ge-
ral, o bar-se-ha que a Salsaparhilha de.
Bwstol um remedio seguro e ellicassissi-
rats possuin lo inestiraaves o iucontestaves
les.
\; curas milagrosas de
{ s"ofi'u>.
Ulceras,
'.'ij^hs antipas.
ENFERMIDADES SIBILTICAS'
i:;:' 5IPELAS,
ilLi: V'llSMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
( t .o lo o dado o alto renome
alsaparrilha do Bristol
] .: lo isas partes do universo, sao tao so-
monto devidas
ITftCA I.KOITIMA E OUIGINAI.
Salscqxirrilha de Bristol
. rster i t
AGENTES.
NA PHARMACIA CENTRAL
Kua do Imperador n. 88.
Inij'jceiicii, pardo 'ernaulnioo,
t ; gaora-se a moMna.
Amtral, iNabuco & C. vendem bandWjas de me-
tal envernisada, e de verdadeiro charo. de todos
os tamanhos, para oa, copti, bolos, ete, etc., e
um completo sorliment) de balaios, cabazes, etc.,
de vime, e rotim para flores, costuras, pao, etc.,
etc. : no bazar victoria, roa do Bario da- Victoria
numero 2. ____________________
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprfo para
vestido serve para luto, por ser sam lustro, n* loja
das 6 portas em frente do'Livramentb.
ntremelos, tiras e bieos a
500 rs. a peca.
Vtndc-se entremeto?, tiras e bicos bordados a
rctroz, proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nhas de crianza, pelo baratsimo preco de 500 rs.
a peca na loja das 6 portas em frente do LivrV
mento, dao-se pecas a mostracom penhor.
Lizinlias espof ezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lzinhas escocezas, padrees nteiramente no-
ves, [icio diminulo preco do S^ r. i potado,
pechincha e dAo-se amostras na toja rie Guilaer-
me C. da Cunha t C. i
!, IRffiAOS
AlHMAfiKos AGENTES
Ra (fe'Raflh da Victoria n. 28 tf
As maiseiaiplcft^ftfi mftisbaratas e as melhores do mundo!
^Ite-iposicAo de Paris, em 1G7, foi concedido a
Elit* Uovte -luiiior, a medallia deouro e a condecora-
S*O-da-U0o ide JUonra, por. stKm as madrinas mais per.
t-do tundo. ;._
A'me'^mafleouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
i, stadovUnidoJ por ser o inventor da machina de cs-
4uWr.
li
A modal lis de ouro na exposie,ao de londres acreditam
estas machinas-.
A:
Kao lia mais cabelles
Cabe-no9 odever detanouneiar a]M| a>eo*npmhiff das-machina de Hoive de Nora-
YoA, estehelece nesta cMkde i rae *k> Bara da Yictoria n. 28, um deposito e agencia
gerai, paraem dPwnaoibwfi- e mais ppevincias se ^enderem os afamadas machinas de cos-
tar de Howe. Estas machinas sao guatamente apreciadas pele perfe^io de sen trabalho,
empregando umaagulha mais curta coteja-aesma qalidadedelinhaqueq.ulqupr outra,
e pek^ introdcelo- dos raaw aperfekoado apparelhos-, estamos actualmente habilitados
ofereeer ao exame publico aa melnores aaciinas do'mundo.
As vali^e^es1s7mchih(iSo as segmntes:
Primeira. publico sabe que ellas sao duradourasypara isto proa incontestavel, a
croumstancia de nunca teremapparecidO'no mercad machinas d Howe segun-
da rato.
Segunda.Contem o-material pleciso para reparar qualquer desarr,!fljo.
Tercefrai-aHt seMas^mwrfriojfo entre as diVersas pegas, emm rpido estrago
do que as nutras.
Quarta.Forman t> ponto eom se 6ra feto r3o.
Quinta.Permitteque se examine o trabalho de afcbos-os fios, o qu se no censegu
as outra.
Sexta.Fazern patoto miade^eraoasemira, atravessaado o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sdm modioar-so a tenso da linha, coiem a- fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilklade, quando se tem de mudar
de agulha ao come^ar nova costura.
Oitaya.Muitas companhies de machinas de costura, tm tido pocas- de grandiza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sSo boje quasi desconhecidas, eutras soffreram
mudailfas rdicaes parapoderem substituir: entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe,. mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentade-oseu fabrico, enoje nao altendo a procra, po&to que faga 600 machina
por dia.
Cada machina aeonmanha livretos com instrucjles em portuguez.
Pds obfer em pauco tempo toa* o aso do melbor Jos Itero
HESPElllrtNA
I
IftMii
Fax'oito annos qne conhecido me precioso tnico, e diflicil achar
qne, Undoexperimentado pessoalmeote, n3o falle em seo favor, j como boa
a apetisador, ornando um calix della antes de jantar, oo como facilitador da
tomando-se depois.
ABiaff
da HESPER1DINA a LARANJA AMARGA, Dio baom s habitante do BRASIL (ai
especia! das laranjts) qoe r3o coabeca as propriedides medicinaei da doorada trac
ora bem. a
LARANJA AMARGA
em ten estado natoral tem am goaio peeco agradavel, e o mrito da Heeperidina cae-
siste em reter saas boas propriedade*, e ao mesmo lempo apreaenta-la como
EXQUISITO LICOB
A HE9PER1DINA como INDUSTRIA HAOONAL nlo ttn otda qoe tirrtjar ai
melhores imporiaefos en/opas de calhegoria semelbaote. Estas, qoaedo moito, peder
ser gostosas, porm a Hesoerldina a combinacao perfeita do
AGRADAYEL E SADAYEI
Para prova da qoe am artigo no qoal pde-ae ter ioteira conleoy, per earyes*
e inoocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e aoloriaeda pela
JUNTA DE HYGIEttE
do Rio de Janeiro, permiUrado sna livre elaboraco no asperio; eotra
BOA PROVA
a acceilacSo geral que tem em todas as partes onde apesamada. Baa 1M4 estar
lcense a primeira fabrica em Boeoos-Ajres; em 186^ a legenda em Mopliiis.
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR maugoroo-se a febrice qoe act
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda- a o sta do rVifico tem boa ac-
ianto qne rara z casa qne considera completo seo aparador se orna garrafa d
HESPEMDTO
O bomem velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
O borne doente toma Hesperidina pira obter
w
braiicos.
TI
UTI
Se nica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recifo, hoje Mr-
quez de Olinda. n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei*
reiro.
Joaquim F. dos Santos Coimbra Guimaraes,
vende em seu escriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. 3 1." andar :
Caf do Itio
Cha o em hitas de 1 libra
Fumo cm latas
Fariiili.i do mandioca
Vinho de Thomar, em decimos'
Hesperitliita
Verdadeiro biter besperidina, superior e acre-
ditado : i venda no armazem de Tasso lrmao &
C, raa dn Amorim n. 37
lllli
Manteiga ingleza a 1$000
eSOOrs.-
Vndese no armazem de molhados Concordia
c O inmcrcio a praea do Mrquez do Herval
n_2___________
Para os bollos de S. Joao e
S. Tedro.
Manteiga ingleza a 15000, 800 rs. e 6i0, dita
franceza a HO, 720 e 8> rs., queijos do ultimo
vapor a 25W0, vinho Figueira, garrafa 500 rs.
c c.inada 3800, o melhor que se pode desojar
nesto genero, e outros muilos goneros que so'tem
vista : cheguem que pechincha, tudo dinhei-
visla : ra de Sanio Amaro n. 8.
VENDE-SE
urna i-asa terrea, bem cou.-truiJa, com duas ja-
i. ti i- Je frunl". enliada peto oitao, quintal pe
qo i' e Bacimba, e.n Ierren l proprio. na ra das
yinphas. com a frente para o cscenle, e est
rendendo tGOOO mensaes.
Urna dita pequaa na estrada de Joao de Bar-
ro?, wnJ-i o terreno em que e-t situada, 33 pal-
mo* de frente e ICO de fundo ; tem a fronte para
o poente, no me*Ao terreno existen) dous ps de
coqueirus que dao frudos, e e.-t rendendo 15/.
m terreno proprio eroprio para edificar-se ;
com a frente para o sul. sito na ra do Principe.
Tem I 8 palio is de ient', a uu-sma. exteaso na
extroma dolad) oppoi, 10 palmos de compri-
menlo, i'Mrcinanda pelo lado do nascente com
a nova ra do eeniiu'iu.
Os prolandentea poden dirigirle a ra da So-
ledaje n. o, onde reccbor< quaesquer txtjlica-
(im, e coavenoionarao sobre o pre^o, das 6 as 8
hora; da na: ha.
Manteiga..
OCanipo-ateg, paleo do Carmo b. t, rende
santr^" ingleza flor a 5D0 rs. a libra; a ella/
pw;c?ujlo- 'S. Pedra.
GRANDE MOVIDDE
Santo Antonio, S. JooeS.
Pedro.
PROFECAS 1UUSTRADAS
Cellcccoes de novas sortes (nfalliveis, contendo
cada < i 6i cartas, onde se achain estampa-
das cari aturas engranadas e espirituosas sortes
destinadas aos divQrraentos das. noites de Santo
Antonio S. Joao c S. Pedro. A cada colleccao
acompanham urna tabella e tima expracao para
ojogo. Acham-so venda pelo diminuto pre^o
de ii as segnintes'casas : livrarias franceza,
universal, econmica, industrial e acadmica ; ra
Nova ns. 2), 39 o 63 ; ra do Imperador n. 71
rua do Crespo n. 23 ; arco da Lonceicao n. 2, 9
caes 23 de Novemhro, armazem do Pires.______
TASSO. IRMOS&d
Em seus armazeus rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilbo.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Ma. linas de descarocar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
I'hosphoros de cera.
SagO em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lenthas em garrafes.
Hhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira".
Potes com linguas e obradas inglezaa.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freirs. |
Latas de toucinbo iof lez.
fiarris com repolho em salmonra
A 9W>00
SOAEES LEITE, IRMOS '
A'
do Barao da Vktoria n. 28.
*
O bomem ebil tome Hesperidioa para obtor
JPORCJi
Ncs bailes as donzellas e os raofos tomam a flesperidina par obar boa cer
initcfao durante es loncos gyros da
BARROS JNIOR & C, raa do Vigario Tenorio n. 7, Io wdar, reeebersa m
grsoe especifleo, e venem-oo nos depsitos seguate:
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatrii.
Zeferino Carneiro, roa do Cemmercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia n. t.
Antonio Gome* Pires 4 C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d C, caes 22 de Novembro.
Gomes & lrmao hotel da Pasaagem.

BZAB da rua bireita
HOJE
das n. 5.
Este estttbelclmento sempre solicito em oflerceer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo strtimento dmimlezas, calfado rancez, chapeos e qtiinquilharius a
presos os mais razoayeis possiveis para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pria eeommenda da Europa e America, vem dar publicidatle de alguns artigos por cojos
presos bem se pode avaliar os pelos de outros Oits que se tornara- enl'adonho pu-
blicar.
ar
iwm
de
JM{rin b>pw LfeArii IC
MILDEZAS.
La para bordar, da melhor qualidade, 1
libra por 5r50O.
Agulhas frajBceeaa, fundo dourado, a cai-
xinha com 4 papis a 00 rs., 24^ ".
Voltas de uta do vellu-'. u>tn lindos co-
ragfies fingindo madreperola, a 500 rs.
Voltas para o pescocu, ftogindo camafeu,
companhadas com 1 par de brincos seme-
lhante, tudo por 23J50O.
Linha brapca de 200 jardas em car,ritcis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerado a
gqst'o do freguez, a 1^100 a duzia.
Diademas dourados de 1^500 a 355000.
Ditos de tartaruga com flores a 25JOOO.
Ditos com borboletas- a 1^500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 23X)00.
Ditos dourados, duzia de pares, a 13>500
e2000.
Voltas de aljofares com brincos, a 2#300.
Ditas de ditos om corbaos a -4??000.
Ditas do titos do contas com cassoletas, a
800 rs.
Bosetas de plaqut al$e lv>300 o par.
Gravatas deseda pirra senhoras de 19200
a 99000.
Parures com 2 lacos para cabeca e peito
a3Je4Ji00.
Entremeios ebabadinhos bordados de 360
rs. a2J>400 a pec,a.
GalOes de seda brancos e de cores, de
1JJ500 a 255500 a peca.
Ditos de algodo e seda, de 1? a 1JW0O
a peQa.
Ditos de* algodo, a 1^0 e 300 rs. a pe^a.
Trancinhas de coces, a 100 e 500 rs. a
pega. .
Leques de noarflm a 9t5. 855000.
Ditos de sndalo a 4$b00.
Ditos de madeira imitando, a 255000.
Ditos de papellcs a 19800.
Coques para senhOra, a 355, 355SQO e 4.
Aderecos fingindo coral, co.TiponcIo-se de
alfinete e brincos por 255006.
Dito dito protos por 255500.
Ditos de plaqu't, compondo-se de alfinete
e brinco, sendo de miit gstb, "por 535000. GSOOO.
-----------------------1-----U2-------fi------r-V., ; ,
MIUDEZAS.
Brincos dito de dito por 255500.
Botoes de setim pretos e de cores, a 300
rs. e 190O0 a duzia.
i Franjas- brancas de seda de todas as lar-
guras, a 155000 e 155400 o metro.
Ditas de cores epretasa 800 rs. e 155000 o
metro.
Gales pretos de seda, de muito gosto do
800 rs. a 155000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas prelas gaspeadas, para senhora, a
455500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, cjnno
alta, a 555000.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
655000.
Ditas dita de e-ores, canno alto.cnfeitadas,
a 555300,
Ditas para meninos, pretas e de cOrcs, a
355 e 455000.
Completo sortiniento de cahjado de tase-
mira, Charll, tpete e tranca, mais barato
10 e/o do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 1155000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a IG550OO.
Completo sortimeato de chapcosinhos para
meninas e senhoras, de 29890 a 5J5000.
Chapeos de sol de seda, nglezes, cabo de
marfim a 1 (,55000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito-a 555500.
Ditos dito de seda para'senhora, cabo de
madeira, a 655000.
Ditas dito cabo de maHim a 9J5000.
DIVERSOS AA'TIGdS.
Granadme para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, corp listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pajinos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 *da um.
Ditos para sof, a 39 e 455000.
Toalhasdelfnho para rosto, a 155300 cada
urna.
Ditas de algodo aleoxeados, a 640 rs.
Golkss de 'crochet para cami de casal, a
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de forja de a rmttm.
Gorreias para maehinas.
Polias de diversos tamanhos.
baquetas para eobertos e carros.
Solas de lustro para guarda tema,
fontas de lanja para carro.
Oiicetes para oarro.
Galoes largo o eftreilo para carro.
wegos com oabeca do marfun, i." r.i.
d<* bri-
lhantes," esmeraldas
rubins e perolas,
voltas de perolas.
m'^^^?.*
A
Obras de mire
|Ma> de tocas a
rju.ilidadn.
APURA
N.
N0YA
2 A-
L0JA
-Rua
DE J0IAS
do CabugN. 2 A
DE
BARROS rt I II.III
Achando-sa oompletamente reformado este estabel'^cinwsfto, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico da
joias as mais modernas viudas ao mercado, a de qualidades superio-
res, convidam ao respeftavel publico a fazer urna Tisita ao a^u rs-
tabelecimento, afim do apreciar e comprar urna jnia do gostn por
proco razoavel.
^2
Anda duvidam que
ROSA MANGA
a nnica loja aondo se oncontram cnafllaaMBMaNf
fazendas barajas, ora vejnn:
6 ceroulas por 7$
BzcTros. 85n franceza, de bramante de alaoo. 1 rani
Chumbo de munico. com C por 7*. aprovcitein aocrarilo.
f.cnnma-laca.superiorqtialidade. jChapWS de SOl nglCKCS, .Sed
Cadeiras hamburguesas.
No escriptorio da rua do Commercio
n. 32, de Joo Jos de Camino Moraes,,
vende-se o seguinte :
Caf do Rio do Janeiro.
Cimento de Portland.
Phlhinha preparada.
Cera em velas.
Oleo dejinhaga.
Couro e lustre.
Mora-es & Irmo
Vende-se
orna escrava preta, excelleate cozinhema e lava-
dw, gabfndo tambem eogommar, com nma filha
de 9 annos de idade, tamtwm f feta, vinda recen-
tomenie do Maranho : qnem pretender compra-
as, *rij a -se a rua da mpratrr n. 3K
Em seu escriptorio i rua da Madre Deus
n. 5, i. andar, tem pava vender por pree^
eommodo i
Tinbo do Porto stipertor rgtrrtnWo.
Cervej* fiass.
Cha topo miudisho de, superior quSli-
dade.
- __________ij ^ ;-,i ii -i. i.x tdM"'
. Veode-oc dous sytiasne teleta*. Mftjo m
StamboTM defurr o outro da |o': p ma,
ireita das Afogadesu. 87.
Fogos artifieiaes
Sorjza & CflriiarSeS, raa Nova ti. 39, avarn anr
?en? freguezes que receherain (tm bonito sorti
ment S fogds Chineite* proprlos nata allJes
as|m como timb^m tCm'n'm compl
para
teto sortimertto
'de fS'g'os nacronTt)os hilnores abrlcantes desta
capital para os festejos de Sanio Antonio, S. loso
e s. Pedro, asjim como firamos de sones com.
*
Tavcraa.
/onde.se a taveraa da rn.% da Pcnha n. j, onasi
juoto'a ribeira.: a tratar m mesm?, ^^m
Ditas de balanro.
Ditas para enancas.
Fogo, bgo
e o memor de todos os fogos s so obtem com
a limalha de a?o, de fcrrro, de ihico, de cohre e
de agulha, que se vende por menon na pnar-
macia drogara de Bartholomen & L, n. 3i
rua larga do Rosario.
' Sao rhapi'us que valem ItJ,
dua cores.
r Irm :.li
trancada a 84
os qne valem lia, lera
(Wbraaa pjtra forro a 1/1500
joca
atada imito .-ntaWkV
Kreai f uNa* eoniarid r
da e emito i'ntatftfe f.si fr^oa*
f .aaed.K matad enaleilia
E" Mf*l. e mito
por tMeat f .aaatlas matad wliiita
"""mi!*
sano.
uto robusto e bar
- Por500j vW*t avi** preto ganhador,
de 40 annos muito robusto e baratissimo e mais
tre bonitas orioulas de 48 II anoos, dous m
leqon de 8 10 anBA, e urna HMaalwb de W
annos ; na na de Hortas n. 95.
Superior fumo de Minas em ratos i>*4**fy*,
cgfhido a Tontede> eomprador : na rea do Amo
rim, arruawmn.'.
CelouW'fiiw
I VW#\


.i"
* *
Diario de Penmbuco Quinta feira 20 de 'Jiftb 4 1873.
-----
RA DO BR
a iwt.
(Passando o chafara)
PEDEA1AOS sonbores dt-eogeohoo ontros agricultores, ee.mpregadjres de m
.i**.01.00 ^ noM visilaseiMii)elecimento,,pan vereca o lovo ortimeDto
X* ^e hi tem; sendo todo sapear em quadade e f6rti'd5o; o que com a Z
wccio.pesaita! poda-se verificar.
ES[CIAL AHENCO AONUMERO B LUGAR DE SUA FUNDIQAO
vaporea, e rodas, d'ae'na dos?ia modern8 ystema. eem a
r w. % *vi*i*a uftgua rnanbos convenientes cara as diversas
ciFcuaytanciaa do* eoboreaproprietvlos e psra descarocar aJgodSo. {
M06llda3 dO CailZia de,olos 08tamanhos a^elores qoe aqni
Bodas dentadas pflr3nimaM'agoae*3P<"--
Taisas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques a fundos de alambiques.
Hachinismos .....J ......
Bombas
Rua da knperatriz n. 72'
un
Loureiifo Peretra .HeudesGuinares
mU\b LINDOS!!! Joa?T~J<' Srulv<*
| Jaques lodos de inad/eperou, brauco* o de iw-,
, cores e qUe Irawm o distii-o-CNIAO cni leltra-s
, farflbem de madreperola em ai:o relevo, tor-
na4 se pot islo aproprtados para noivas, a NO
, VA ESPERANZA ra Duque de dxils a. C
(antiga do Queimado) quem os leu.
Sao de tartanuia
Os.Wneos, Mea, meios adereces, croxes, wre, H. fj^I! T
euracoes e Msaaktos, que eslo o\nste p, w -^'t'""*-
escolladas Exmas. (amales do chi.^eTvendese 'W d ^^i **
Espcianca, i ra Duque de Caxias UN,|A
Aos meninos
(atra veader no mu Mrtipmi
GoOOTMio n. 5, o *e>.itair
AGURDENTE de nt: ra V IS prratM.
i i Ir.rao a, idem idem,
AKCOS de pao par. barril.
CAL Ir Lisboa, rernileineiwo rhenala.
CHAPEOS de tul, aara Imwmmi i
Je marwa
na Nova
n. 63.
rahri'* Jm
para roaodioca e a!godao,I PodeodoJ todos
e pira ferrar madeira. fser movidos a m3o
(por agna, vapor,
da patente, garantidas........ | u animaes.
TodaS aS maChinaS e'Pecasde(Jue secosioma precisar.
Pele* <. Latanlo
meeda-tor t*)!***
OBRAS de paiieta.
PANNO de algodo da Rabia, da fabrica 4.
Declara B sus faeguoiccs que tem rusojvuio venden ojojis barato que for pnssiwl, a! MA Seranea ra Duque de Caxias u. mama. FEO*'" '"^Ji- a ...
saber: M l 63,.acaba de receber um lindo sortimenw de bo- hfclHi '?^ '<"**HM Wc **
, ecas de muilas qualNade, vindo entre ellas as
CHITAS A ICO E 200. it. O CO VADO. CORTES DE BRJM DE CORES A 1*500.
VenderKchiU* friioeezaa largas, eom to- Vendaje curtes. de brim de cores para, -
que do avaria, a 160 6 200 u covado. Di-' calca, 450O e2000. V I Eb&m lltl rX K "'
tS 1^^A^aifs0A,0OTa,1O Vnd SSSf^: ANm-Bpennc.4ra.Daqn. deCaxin.l --* *.^-"S"-
LA&&AS i UAJiLfcZAb A 320 Rb. \ ende-$al)oUiias para senhoras, a 39000 e H i ecebeu v. rdadeiro cimento nglei. prepara
Veude-se cassas fraucezas a 320 e 360 r$. 3j)50O, a ellas ante que se acabem. Sopara concertar poreelana- bem til.
Vestido perdido
o covado.
que
JkOUBA UTA NACIONAL.
Vender camisas brancas, a 15600, 25?,
Veudo-se lasiuhas de cores para vestidos, 2*500, 3*000 e 4*000.
LASLNHAS A 200 RS.
dito SelntuA, eatlM de l -
da Itaa ecarrf*di', ri
rafia*.
Faz qualquer concert
Formas de farro
de raachiismo, apreso moi resurgido.
tem as melborea e mais baratas exigentes no mer-
cado.
SnC0mni3ldaS. ni;nDlbfl-e de mandar vir qaalpaer oaaclpoismo von-
M taJe dos clientes, Iembrando-lbes a vantacem de fazerem
d nreS /rn,ermed0 de Pessoa-eDtediJa' e 1 ern qualquer necessidade pode
J&% prestar auxilio.
Arados americanos
e instrnroentos agrcolas.
RA DO BRUM N. 52
PASSAIVPO O CHAFARIZ
MIDEZAS.
Soares Leite A Irmos, pedem as Exmas familias desta ridade, para-virem sortir-se
labe!"- 0rtimept Ud6ZaS 6 Perfumarias> Pr PreSs barassimos, a
Caixa de linha branca muito bOa com 40
oovellos, a 500 rs.
dem idem de marca, a 200 rs.
Mago de fita chineza, a 900 rs.
Duzia de pegas de cordao imperial, ai
180 rs. I
dem em carritel de linha branca, a 320
<-s.
Caixa de pcimas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envclopes traiados de nreto, a
500 rs.
Loques para senhoras, a 2*000 e 43J000.
dem idem de osso, a 6JJ000 e 8*000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
dem idem carritel 200 jardas, a 1?000.
Lamparinas gaz, dando urna luz mudo
boa, a IJWOO.
Abotoaduras para collele"(so baratas), a
200 rs. '
Duzia de pegas do trangas caracol branca,
400 rs. .
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem dem de sarja idem idem.
Talheres cabe de viaJo (imitago) a 35000
'iuzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura- \
do, a 3-5600.
dem idem beira lisa, a 25500.
Grinaldas para casamento, a 29 e 55000.
Garrafa de tinta roxa extra-fina, a 15000. $q' rs-
Caixa de botoes do osso para caiga, a1*
ao rs.
109000.
livros para notas, a 320.
Redes enfeitadas, a 1*300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mem, a 89000.
dem idem lisos, a 65000.
PERFUMARAS.
Garrafa do agua florida verdadeira a 19300
dem kananga do Japo, a lj{200.
dem divina, a 1*000 e 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco com tnico oriental a 19000.
dem do oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
Idom idem autiquo muito b mi, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 19, 19500 c 29000
I o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idom de pos chinez, muito bom, a
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Ycndo-se alpacas para vestidusa 400, 500,
640 o 800 rs. o covado.
COBLRTAS DE CHITAS A'19000.
Vende-se cobertas de cbitas de cores, a
19600 o 25000. Ditas de pello a 1*400.
Colxas de cores a 15200, 29500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de la de quadros a 800
rs. e 15000.
Ditos de merino a 29, 39,-49 e 5*000.
CA.MUItAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pegas da cambraia branca trans-
parentes e topada, a 35, 35500, T\ -r-aOO,
59 o 69000.
SAIAS BRANCAS A 2*000.
Vende-se saias brancas o de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETSA OORS.
Vend-se bonets pretus do seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapos de paiba. pello e
massa, a 29, 2950o, 5000 e 45000.
MADAPOLO A 35000.
Venda-se pegas de madapolao atetada a
39000. Ditos inglezes para os prog s de
4*, 49500, 59, 69000 e"9000.
ALGODAO A 39500.
Veude-sc pegas de algodo, a 39500, 9,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACODE SABONETES 260. RS.
Vende-se urna grande porgao de sbeme-
les inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c >m
ebeiro a 320 e 500 rs.
Agua do colonia,]a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Muitas vezes om vestido tnrna-so inteiramente '
rete somento por eslar mal enfeilado: a Nora Es- i
Caigas de casemiras de cores, a 5*. 69 e WfW*- '* uquo de Caxias u. 63, remove
7*000. cs\lmal 5 Wm est bem provida dos melores
rolfltPs.Ir-q.m!pn n o o-*Knn *, P1'^3 e P"!^ d,; to'las as cores, ende pode es-
tes e casemira, a 2*, 29500, 3* e colher-sc a vonlade sobresahlndo entre estas as
40000.
Palitt do casomim, o, 4*,-. 69 e 85000.
Seraulas atoo 1*800.
BIliM DECORES A 4i RS.
Vende-se brim de todas ns coros a 440
rs. o civado.
LENCOS BRANCOS A 25000 A DfZIA.
Vende-so a duzia de lengos brancos^ a
29000. Ditos com barras do cores a 3*000. >
Hitos de linho a 5*000.
TOALHAS A 800 RS.
Vonie-so toallias para rosto, a 800 rs. o
9000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 00 R8. i
Vende-se gravatas de seda preta, a 500 '
rs. cado urna.
CHITAS PARACOBERTA A 280 RS.
de Cu. Un s i-ufj nr, Tn utr i
ie rajil, cmu >r \i ^r
Malvasia do IV < ( m IJ
rafa*.
CaiTa\eik, i*-ii hKih.
VENDE-SE
r-.
modernas franjas m-jsaicas, que pela sua vari.da-
de de coras, fiea bem em quasi ludas as faztiiJa.-.
A ella antes que se acabem.
Bolas de borracha
Vendante de lodos os lmannos ra Duque
d^Caxias n. 63,_ia Nova Esperaiiea.
"O
Am.-ral, Nal > A C
|quee>lao-.||ii-i,j..s u- tas im;.-;ui. /
. ,. .unios ^ara ..> j- ,uiartm avlir -.^r
o j :. "e caxias n ,u que c turna ^ i fa/xv i .-> :
63, acal a de receber a verdadeira tintura de Des-! das nwfard* I L
nouspara tingir oa Cabello?, o qoe se coopto.! afeo
(emprecando a) om muita facilidade, e por esta
u" '. u. u.j, oa noTa t^ieranea.
Cabellos br ancos sieni quera
UUI lliole-iae de 17 UM dr i
copeiro, robus-tu : i.ihoi i.i. le id i
lija se ruada I:.|ratii n. :..;. prw
lasifliias incciirais.
quer
A Nova Esperanza ra Tuque
jas iiu-.-"t!-*- ii

Ven Vemlo-s chita par. coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 15500.
Vcnde-se l-onctes paraiuoiuno, a 1*500.
ESPARTHJIOS PARA SENHORA A 3*500.
Vende se espartilhos para sonhora, a
35500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 2*0, 320 e
400 rs.
POS DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 210 ,
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 210 RS.
I Vende-se espelhos de diversos tamanhos,
K9k e 320 rs.
TESOLRAS A320RS.
Ven'le-se tesouras de diversos tamanhos,
a320e500rs., para liquidar, o outros
muitos artigos que so vende barato para 1-
qiHdagao do tacturas.
motivo, cabellos araaeoa s tem mttm Estao na moda
Os cintinoes de courp, proprios para senhoras, T"
me recebeu a .N'ova Espor.mca ra Duque de m9erutu '<
Caxias n. 63. esto, sim, seuhora, eslao na moda I
_ Se-.quereis ter uu pieparar um ramalhete de
cheirosos cravos blancos para o vosso casamento,
ou para outro flm aproin'ado, necessario ir ;i
Nova Esperanga na Duque de Caxias n. 63,1 Ella lfi-sfae l.-m -.wMrui:..
quo all encontrareis os wn ports b .iurfil .0 chin >to. .invino d,< l'.r'Unl
que so pode dwejar.
Mago de sabonetes inglezes muito supe-
: riores, a 600 rs.
Coques modernos, a 3*500. | Duzia de sabonetos de amendoa, a 25500
Mago de trsnga lisa de cores, a 240 rs. e 35600.
Cspelhos-toucadores, a 25000. dem de sabonetes de anjinho transparen-
. Resma do papel pautado e liso, a 29600, tes, a 29200.
09600, 3*500, 49000 o 69000.. dem de sabonetes com flores, a 15500.
Caka de papel amisade, a 600 rs. Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
dem idem idem beira dourada, a 800 rs. mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
"^?ixa de envelopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvas de pellica com pequeo toque, a Sabonetes Glyccrino transparentes, 19
600 r.s. e 19000. i Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo prego, e mui-
ws objectos que se tornara longo mencionar.
28 Ra do llaro da Victoria 28
A Predilecta,
no empenho def bem servir aos seus freguezes e
ao publico em geral tem procurado prover-se du
i[ue ha de inelhor e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-lo aqni venda, cer-
tos de que os seus artigos feri bem apreciados
pelos amantes do bom c barato ; passa a ennu
merar alguns d'estre ellos, como sejam :
ALDOS, os inais ricos que tem vindo a este
mercado, com capas do madreperla,
tartaruga, iiiarfini, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e voltas proprias para luto ;
assim como, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para punhns, o que se pude desojar de
melliGr ein plaqu,, tartaruga, niadre-
peroia, marliui e osso.
BOLCAS de velludo, seda, pallia e chagrn,
ha de mais moderno e I ndas.
BICOS de seda e de algodo, tatito branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e do madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos orm tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitai.-ao, o que pode haver do mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, nesfe genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimento
capaz de satisfazer os eaprichos de
qualquei- seuhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOCQl'ET de madreperob, niarfim e sso,
este um onjeco indispensavel as se-
nhoras do boui tora, alim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rcm as delicadas maos.-
PENTES de tartaruga, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos,
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
SHERRY KINA
(VINHO DE yUINtJllNA HVGIENICO
PREPARADO COM OS MELI10UKS VIMIOS DE IIKS
CALVA! R A CA r G""cl! 0 SEVILH A
rORNECKDoK DA SITA MACFSTABK A HAI.MIA
UIIESPA.NHA.
POR
THOMMERET GLIS
Pliariuaccntico
EX-l.NTKHNO DOS 1IOSPITAES DE PARS
O SHERRV-KINA o vinhode Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdadc e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicarlo Disto
quo offerece todas as garantas que debal
din iin ii-pie de 17 ammtt i-I .'.. im r*.
Iieiro, mV:-:,, : (,;.m ltrflev r 11
i.Jar.________
Casa para ven.;
Vende re a <.-.-.< i. tata i i rta
u?.nl *?* I""!:> ''* *-i*c*' '
tao c !!! o pnarla ''a mMiua e-t.:.. + -,.
e para tr..t:re <-.,,,,1.,,,,,, ^j.... ,
Bom Jeus n. 4. ..rina. m.
As nicas venbdeira*
Bicha-s haiuii.r <&> qno vn a < i,
na uu d.i M..i \m-i . oiiada a.S-
Salsaparrilha de Ayer
pasa rtnuriCA* o samoik.
OlWMhpt.M,
Oaato n medio t 4- +. M
re* de car qar taa *>_.
itudnri*r. ti.
Vasos de cryetal para toillet.
A uia B anca, a roa do Duque de
Caxias n. SO; r-ceben bonite? garraflnhas de crys-
XE :SB* e ^ Pr" 'I PrOCUrom n('s ProJuc,0S Jesso'genero em
Anneis e colares elctricos 'qae MU,TAS VE7ES SE SACR,F,CAa AS *"**
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
o. 50, ree'beu nova remessa des. pruveitoeos an-
neis e colares elctricos, e contina a recebe-lo
mensalmente, pelo que sempre estar provida de
taes objeclos.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
50, recebeu nova mente bonitos diademas dourados
e enfeitados com pedias e aljofares, obras de gos-
to e phantasia. Tambein rei-ebeu nevos grampos
pretos ou allinetes-com flores para a cabega.
Lecjues eom bouquets e ou-
tros chinezes.
A toja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu una pequea quantidade daquelles
bonitos leques cora bouquets e outros cbinezes.
DES T.\0 ESSENC1AES QLER DO VINHO, IER
do quinquina as vezes de ambos) aos lu-
cros da ESPEcn.ACAO (Ver dala das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANT1N JAMES,
7.a edigao.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTH0L0MEO & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
l enfrio mr-:'1- -r,
I OC SMM* r*fcx > m
Vende-se urna taverna, na ra Imperial,
urna das inclhores e mais bonitas r.u Iregaeil. de
Cold reme para refrescar ejl'aXT^TdS^SaiffiV^
amaciar a pelle
A loja d'aguia branca a ra Duque de Caxias
n. 30, receben cold creme dos afamados fabrican-
tes Lubio, Legrara e Condray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da ajota branca, roa do Duque de I
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade-, _
mas e graa foa de ac. SJ^5^~
i A' vender por causa de ?
viagem, g
'ff Um excellenle piano da fabrica Bois- s
uf selot, em perfeito estado. Q
i ti Baratissimo 5 * {O, A tra lar na ra do Bom Jess n. 55,
4a* da eantaam-.
M prodaia-aai ana
tem jirto tnm radk-al Um i ulawatt i-ant''-,
toden o> ponto* do Imprrio, qn o aaMtc m:
inforando da* m virtudt do maaa a> aaat-
O Tta o acforalo*a ani dm laak aaMrni I
da nva aumaiia. Ota. waibora^e acoaJU a ti ilt.....M
do nosio orjpinimo c dcxi-o fraco a lufiaw cartn *-*
ft*. Ora, patentis a imVra a qnr rnrrxapaa aaaa
e ptao. em momento a|ralai.laaaar.|iti #, '
ma da suns hedionda fwaMi, j aa caai* j mr* t*
Tita**. Nostc ultimo caaa aaiafea, aaaal aaaaa, a*
BO* pulmn m f.?*Io, no coracaVs etc., i na I aa* a mas-
ifesta em -.. >, minore*, tic.
A inim.,. |-rioao a tan perM anata ar o>
roanda, r y. ., ] mprc meDMr 4a aaw ou -
Araim, am. inrirmo
O uta da SAl.s.. .Kll.UA
rwakado* funesto*.
A peaaouque Vlerrmt, e TCnsibilidaac .ilraaa aaa riaaa. arik~ ^. .
dornos ossw; Py.aaa.fca ou JihH,......- Jrrra-eaaa,
MtlesUm, a Cara.. a> faaaala, Kr+T*-, --
rarfaia e de Tarias ootras aflerre. do t:1. .
nervoso, acnarao Kfaro nUtro aiaaai aWa Jtnoia.
RJLHA DE ATEK.
A Syphili* on jrilinHa. ra,riaa at
sen uso, posto qae saja nreaaaari aaai* JNMa
tempo pan tabjugar tam imp. niuaaa aoiV. .i*Jr-.
A ImnrrM, ou alares rii.,
as c cm geral as molestias dar r.Ubere* afta asm
das e uUeriormeute curada* or sea aM, >
vipjrativo.
O MrawilliiM e a O+tta,
mula^es de materias extranhas
nH-nle, de mesutu mudo o Mmt ka flfm* i -amr -. aa
Inflmmmmem. m FiaM*a, IwaHala, saaaaW alu aaaaaaaa
oc maus rtiJuo? M

!
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A Salsaparrilha a aa exeaUea)** rrta-.,.~a4ar a
forva c vlajor 4m sj m
Assim. todo* o quo soflrcrrn t*
t4e#, Inttmnim t qu* Ao Innaaul'aai cax
kaitaaaa e f^aaaa^^ tm
proveuieate de SaMItataaV, i
u uu seguro azpadiente de imanis cata.
raarabada roa
J. C Ayer K Cau, Lowell, Man, E. V.
CMmte aaaaaaaaa. e awltH.i.
VBNDK SE POR
FAZEHDAS PARA ACABAR
Na
ra do Crespo n.
LOJA DE
Gtnherme Carneiro da Canha S 6.a
20.
***** E*o^
isi;
A toja da aguia branca, ra do Duque de
dilecta sempre conserva um importan- Caxias recebeu, como novidade boratos bicos de
te sortimento de perfumaras de fino seda pretos com flores de cores, sobresahindo nel-
odor dos mais afamados fabricantes, les o preto com encarnado, e todos mni proprios
Lubn, Piver, sociedade hygienica, Cou. para barras e outros enfeites de vestidos de gra-
dray, Gosnes e Itimel, que inenm-. nadine, ou medina, e outras fazendas transparen-
bido da esculla dos aromas mais bem tes. Pela commodidade dos pre-os esses bicos tor-
aceitos pela sociedade elegante da nam-se mai comraodo,s e pela novidade de gosto,
Europa, e por tanto; acham-se na preteriveis a quaesquer outros enfeites.
Tos ou mantinhas pretas. [
A loja da aguia branca, tt ni* 4o Duque de Ca-
xias n. 50, reoebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e yende as peloy baratos procos de- 3 4*-e eilOOO. A faaend. boa e est-em uerfeitO'
estado, pelo que contina.. ter prompta ex'irac-
gao.
ALGATRO DI fiDTOT
LICO. CONCCNTRAOO C TITULADO
pwiobai im$
PTIMO REMEDIO CONTRA
M m PUTO i PBIYS1CAS
ens'aia6o e approva.V!o nos hospitaes de Lisboa,
legalmente auctorisaco pelo Concio de Sede Publica,
tnai&sajjS)9 que se aeha reconhecida pelo
Odrisul geral o imperio do Brazi.
=i=
UNUCO Ull'OSMU Eli li;it\\*IBLCt
Una lavifa, do Xtozarlo
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna ira-
metisidade de artigos, alim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em dr->
rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
'73 ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim jzurgrao
seia
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meninos,1
por baratissimo pre-;o.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores aa alcance
de qualquer bob,a ainda que ne-es-
teja bem replecta de dinheiro.
FITAS. E jabera sabido do publico que s na
Predjleota que podem encontrar m
grande sortimento d* filas d'Setlin,
tafet, velltr*, nho- e de algedlo, por
commodo prego.
GRAMPOS de tartaruga, mitagao destes, pre-
tos e (Je core?, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS-de seda e de cambraia par svnnwt,
lagos e goliirhas de bonitos odres, tam*
bem tem um bom sortimento de gra-
vatas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro mlti bonitos
para ornatos do sara.
Mei s de seda, de la e de algodio, pa-
ra senhora, meninas e h&raem.
LEQEb. Ricos leques da madreperola, tartaruga,,
marlim e de sso, os mis modraos e'
por barato prego.
(LUVAS de ptllica, de-seda e de algodo, pra
. homem e sequoia.
LIVROS para missa, a Predilecta .apreseola es-
coiha do respeitavel publico um bello
sriirimento destes livrof'rttf catas dV
mBdrepe)l,'rartarngh; nt6rftt*,.dfeb,-
velnado e ebagrin, por precos mu
iJaicaveis.
JNovidad
e.
A Predilecta, i tva 4o Cabag n. i A, acaba
da receber pelo ultimo paquete ebegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de eam-
hraia bordados para senhoras meninas, eofi-
nhas e pannos tambera bordarlas dprianta2ia,
tajas bordadas, diias com enwameios paraenho-
ras, boartas calcinhai de div*w> tapadinbos
e transparentes para meninas, qu.- tudo vende
per barato preco.
Perfeita novidade.
Grampos eomborboletns-,' bezouros e gafai
nhotdsdouradds'e coloridos.
A'loja da aguia branca, ra do Duque de'
Caxias n. 50, reeebeu no vos grampos eom bor-
boietasj bezouros e gafanbotos, o que de certo
perfeita nevid de. A quaniaade pepuena, e
por Isso em breve seacariarl
Novas gonrimas ornadas com
pelucia' ou arminho
A loja (TaeHfa'brahca rua Db'riue de Caxis
- 50, recebeu nma pequea qrJSrttldad* de bonf-
s e navas goHinhas, trabado de faV^s seda, en-
neitadascom arminho, obras estas de muito gosto
e nteiramente novas..
Gramjpcs, bWncos e rzcts
dowrados.
A'ldja da agWa branPa, rrlarJp Dnoue de
Casias n. 50,-reebeu rittVameiMe1 bonitos grlnV
pos, brincos-e recetas douraoa-, assim' coin
novQs.diademas de ac, e como sempre confi-
na a.venderlos por pregos raioavis.
Caixmnas com p6*s dourados
da Agnia'Braaca a ra doDn-
0 Sflr Guyot chegou a tirar ao alcatrio a
sua acrimonia e o seu amargor insupportaveis,
e que o torna mais soluvel. A pro vei la n do essa
feliz descoberla, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrio, o qual, sob um pequeo
volume, contera um* grande proporcao de
1 principios activos.
0 Aieatrao de Gujot (Goudron de
Guyot) possue por consequencia todas as van-
lagens da agua de alcatrio ordinaria, sem ter
. os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
cother de caf n'um copo d'atjaa pan asMer
togo ura copo de excellenle ssjh At aieatrao
sem gosto desagradavel. Cada asal aeaV
d'essa maneira preforar a su afta a ai-
eatrao quan.lo d'ella preetsa, aa* iWre
economa de lempo, firiaidaa aV i
e evita o manejo lio desagradaaat W ai
0 AlevirA* ato *tm7* latftll.
vanlagera muitas tisanas mais oa
inertes, nos casos de cteOuec,
tosses, catarrhos.
v
Venoe-se^mt
qtte de't xis n. ..
tuvas de pellica pretas e de
A' loja da Aguia B'rjnca, ra Jque de Ca-
xias n. 50, receben flfvo sbrWmtao de InVas de
pellica, pretas e de outras cores.
0 ileatris 4 -ot i empregado eom o maior xito as moleatias seguinaet:
EM BEBIDA. Urna colher Je cafe para um copo uagua u Jua co'Aert* ate
tofp*ra urna garafa :
0RONCHITI0
CATARRHO DI IEXICA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ I
IRRITA5A0 DE PEITO
TOSSE CONVULSA
EH FOHITACtES. Licor puro oueomumpoucod-agu*
AFFECCES DA PELLE
COHICHOES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
DUEGSftL' U+ipirtoJelicrtqwtroragm**
**4
FLUXOR ANTIGOS OU RECENTES
CKTANRKO OA tEXfOA
0 AIa\trfto d Gayot fot experimentado eom mn urimin
prmtipaes hotpities de ftma, di Blgica 1 imBtpmmm. F* r
que, pata ot tempot de calor, elle conttilue Mida mais IffeMica, #-
britudo^urunU 0$ tempot de epidemia. Urna inirucedaaceempemh*eaa aaW.
Veade se um bom sitio d m casa de vivenda
de jledra cal, mirgm d esfrada de S. Lou-
reaco d> ahHa, ott grande ?sfribar'h para 18
oavMlos, tarrao hdvhnT*a itcxfm, o qual lem
servido de hotel ha mnitos annes, tendo 90*) pal-'
mos de' frente, limifando- se os" fundos com o rio
lapibaribe : a tratar na mesma cata. i
M hutas, DaaxMehelle
aa*. I*. Ilaarrew t
au, ao-.
Oaao-raaro, CsaaMo Wi
lio geraJ ala
?3*^
Pharmacia de P. Maurer & C.
"


/
>
8
Diario de Peraambuco Quinta feira 26 de Junho de 1873.
ASSEMBLEA (ERAL
SENADO.
DISCURSO PRONUNCIADO EM SE9SA0 DE i4 DE
MAIODE1873.
(Concluso)
Ha muito quem diga que urna obra con-
deinnada no lu/lex propaga-se anda mais,
tom" mftis eirculago. Nao tanto assim.
Nos primoiros momentos, algumas vezes
assim acontece, se o oscriptor talentoso, e
o partido que o sustenta toma empenho pela
propaganda, defois acaba, inorre o enthu-
siasmo e niugucn faz mais caso d ella. E
ha autores, tomo por exemplo, Bouillet, o
que escreveu o be.n condecido Diccionario
de Historia e Geographia, trabalho de nao
vulgar merecimento, que teve o incommodo
de ir ein 1854 Roma e de sujeitar durante
mu auno ao minucioso exaine dos membros
d'ossa doutissima congregago cada um dos
artigos do seu prestimoso diccionario para
que sabissc escoimado de erros o poiianto
obtivessc a mais larga eirculago, nao Pi-
cando prejudicado como havia sido as
cdigoes anteriores a 1855. J se v por
tanto que o Index urna institualo que
tem morecimento, e grandes servigos tem
prestado causa da verdade apuntando e
tazando condemnar os erros que tantos ma-
les tem causado sociedade. Em tribunal
assim orgaiiisao em que prejudica verda-
deira liberdade de cqnsiiencia 1 Haver
por ventura direito de seguir-se o erro ?
O nobre seuador pelo Maranhao receia
pela sorte d'esse direito, nao quer que baja
um fanal que nos guie, parece que S. Exc.
aprecia muito mais a balburdia as questes
litteraiia.se pbilosopbicas, ninguem podendo
entender-se ncm mesmo quanto verdade
dos fados histricos. A esta confuso que
S. Exc. chama independencia da sciencia,
attribue o privilegio de prestar grandes ser-
vidos religio c teme demasiado da supre-
maca da igreja. Assim, S. Exc. imagina
que dada urna tal situado se supprimiria o
esludo e investigages de ramos inteiros de
conhecmeiuos humanos, islo S. Exc.
attribue igreja, que fundou as universi-
dades da Europa, creou por toda a parte
tantas escolas, animou por diterentes formas
o cultivo de todas as sciencias, o proposito,
o cnme de extinguir as lettras, matar a
sciem-ia e deter a civilisago !
E que proras, Sr. presidente, adduzio em
seu favor o honrado senador por n inha
provincia 1 S. Exc. disse que os religiosos
XVII, e abas um decidido adversario expande em sentimentos generosos, depois jse celebre collegio. A calumnia propagou-
dos jesutas ; um allemo, prussiano o nao se quebravam ; elles estabeleciam entre se a despeito das reclamagoes contrarias e
da companhia de Jess tinham querido aca-
bar CODO as mathcmaticas c oro a historia
natural em um collegio de Madrid. Quando
assim foss'-, fado que nao quero contrastar
porque S. Exc. nao diz a f nte d'onde co-
lheu, a companhia de Jess constituir" a
igreja ? E em materia de estudos e cultivo
litterario pode-se seriamente fazer carga a
essa Ilustre corporago, que em todos os
ramos dos conhecimontos humanos deixou
largos e luminosos traaos de sua passagem ?
E que valor teria essa accusago que lhe
fazem de tentar o dominio do mundo se ella
soniente se occupa do propagar a ignoran-
cia, exhibindo a sua incapacidade 1 Mas,
cucamos a anedocta de S. Exc. (L) :
Quando, em 1815, Fernando Vil res-
labeleceu em Hespanha a companhia de
Jess e inaudou-lhe entregar era 1816 o
collegio de Madrid, o padre jesuta professor
de mathematicas abri o seu curso com um
discurso em que, alm de outras cousas,
dizia o seguinte : Tocios os males que
pesam sobre a Europa, ha 30 anuos, sao
principalmente devidos lamentavel ins-
truceo e educago do seculo anterior, que
arrastaram os homens rebolliao e credulidade.
Parece que at aqui nada ha que dizer,
o que diz o professor jesuta iiifelizmonte,
exacto. Mas continuemos.
Eimitarei, portanto, o meu ensino
arithmetica, algebra e geometra, visto que
infelizmente, os outros ramos das mathema-
ticas podem conduzir ao materialismo e
atheismo. Eis, diz S. Exc, o que ha de
ser sempre o ensino dirigido por jesutas c
de conformidade com oprogramma ultra-
montano, consequentemente desde que se
tlr a supremaca da igreja sobre o estado,
urna theocracia.
Ora, o nobre senador, nao adduzio, se
quer, urna prova authentca desle facto, nao
indcou a obra e o testemunho de escriptor
algum serio sustentando 'a veracidade,
mister que prestemos f sua palavra, o
que uestes casos nao sufliciente para mui-
tas razes, pois trata-so de um facto de ou-
tras eras, e nos sabemos como os jesutas sao
tratados por seus adversarios. Mas como
se pode suppr que um professor, como os
jesutas possuem, exibisse semelhante pro-
posieao quando ensinando aquellas quatro
sciencias, bases das altas mathematicas, f-
cilmente encaininhavam os alumnos para
aquelles de que se pretenda aas'.a-los? Isto
parece um cntrasenso.
Por outro lado nao foram os estudos das
sciencias exactas que no ultimo seculo con-
correram para a propaganda do materialis-
mo c atheismo, mas os das sciencias philo-
sophicas sobre tudo a doutrina ao sensualis-
mo. Locke, Condllac e Helvecio trabalha-
ram mais para essa propaganda com Voltaire
eRosseau, do que os mathematicos que il-
lustraram o seculo passado; e os jesutas
bem conheciam este facto. O que me paro-
ce, Sr. presidente, que esta anecdota-
como tantas outras do mesmo quilate, se
nao foi narrada S. Exc. em Heidelberg,
acha-se nesses arsenaes de erros e subver-
ses da verdade que por ah abundam em
que essa corporago to maltratada assim
como a nossa igreja. Receio muito que a
boa f de S. Exc. nao fosse sorprendida,
porquanto passando os jesutas por homens
mu Ilustrados e prudentes, nao era natural
que proferissem urna proposito de to pou-
. to seoso. .
Por outro lado, Sr. presidente, os jesutas
hespanhes desterrados na Haba desde 1767
passavam como homens de elevado raereci-
mento, e deixaram discpulos que Ihes fa-
cera muita honra como o famoso cardeal
Angelo Mai, e o nao menos celebre Theati-
no, o padre Ventura. 0 collegio de Madrid,
< que S. Exe. anude, foi entregue ao padre
Manoel Zuniga, que havia sido provincial da
Sicilia, sobo titulo de commissario geral,
em 29 de marco de 1816, e na tarde desse
mesmo da, foi o curso dos estudos aberto
pelo padre Parada, eom applauso geral da
mclhor sociedade de Madrid. Ambos estes
religiosos gozavain de muito renome
Mas, como j notei, diz S. Exc.: este
ha de ser sempre o ensino dirigido pelos je-
sutas, etc. Pois o nobre senador pelo
Maranhao pode porem duvida o valor, o al-
to merecimento do ensino dos jesutas 7 S.
Exc. quereravalia-lo por essas compilares
que por ah correm, em que a verdade to
desfigurada e de que alias tanta gente se
serve fazendo praga de grande erudico ?
Nao, nao possivel, fago de S. Exc. mais
elevado cenceto, por isso vou oppdr sua
proposito em demasa injusta e parcial, o
testemunho insuspeito de homens que S.
Exc. nem o senado recusarao.
O Sr. 1'Igueira de Mello d um aparte.
O Sr. Mendes de Ai.mk.ida Nesta
questo chamo tambem para confortar-me
nao Guizot, mas protestantes em iguaes se-
n8o melhorcs condiroes, como Bacon e
Leibnitz, e do proprio Voltaire quo em urna
de suas cartas intimas elogia, faz Justina aos
jesutas. Este insuspeito.
O Sr. Rodrigues Silva :Apoiado.
O Sr. Mendes de Almeida : Ha tam
bem a autoridade nauspeita de Lamartine,
ue como Voltaire, aprenaeu nos collegios
os jesutas. A narrativa que elle faz em
suas Confidencias, do collegio de Belley,
o testemunlio mais honroso que se pode dar
do alto merecimento de tao Ilustre corpo-
rago.
O Sr. Figoeira de Mello : Apoiado.
0 Sr. Menes de Almeida :Mas como
para S. Exc. o germanismo tem valor mais
elevado que o latinismo, invocarei urna au-
toridade que no pode ser suspeita ao nobre
senador, a do historiador Ranke, na sua
Historia do pontificado nos seculos XVI e
XVII. Creioque um protestante prussiano,
professor da universidade de lena, deve ser
bem aceito como autoridade nestas materias.
Rnnke anda vivo u mu acreditado como
historiador.
Mas antes de exhibir estas provas casa-
me especie, que S. Exc;, tao conhecedor da
historia contempornea, nao visse entre esses
jesutas, tao ignorantes, to obscurantistas,
o nome eminente, que goza no mundo civi-
lisado o padre Secchi, director do observa-
torio do Collegio Romano, onde professor.
Esse famoso Collegio Romano de que S. Exc.
consti'.uio o motor de todas as agitages ues-
te mundo, o invasor de todos os poderes
temporaos, tem em seu seo professores de
tanta nomeada como o rospeitavel padre
Secchi. Ainda este auno vimos o seu nome
figurar com tanta distinego em um famoso
congresso seientifico, de preferencia a qual-
quer outro sabio da Italia regenerada.
Nao lerei, Sr. presidente, ne.n a opiniao
de Bacon, nem a de Leibnitz sobre os jesu-
tas e seu sistema de educago, sao mu co-
nhecidas, e portanto escuso reproduzi-las.
Mas exliihirei a do litterato mais notavel do
ultimo seculo, o racionalista que por si s
resume aquella poca, Voltaire. Trata-se
de urna carta dirigida a um seu intimo ami-
go Damilaville em 7 defevereiro do 1846,
um documento de summa importancia.
Voltaire, Sr. presidente, foi um discpulo
dos jesutas, como Lamartine, e nao sei
como estes religiosos nao poderam faz-lo
um fantico, visto como, segundo a opiniao
de seus adversarios, somonte ensinam o obs-
curantismo o a intolerancia, CHo ficou elle
proprio um apagador do espirito humano
Durante sete annos que viv nos colle-
gos dos jesutas, oque observei? vida
a mais laboriosa o a mais frugal, todas as
horas parlilbadas entre os cuidados comnos-
co empregados c os exerccios de sua austera
profissao. Invoco o testemunho de milba-
res de homens como eu por elles educados.
E' por isso que nao deixo de espantar-me de
que se possa acensados de ensinar urna mo-
ral corrompida. Como outras ordens mo-
nsticas, tiveram pocas obscuras, casuistas
que dfenderam o pro c o contra em ques-
tc>s boje esclarecidas ou esquecidas; mas
i*iii boa f, ser pula satvra engenhosa das
Carlas Provinciaes que se podar julgar da
protestante, qualidades indispensaveis para o principe e o homem de lettras essas an-
ser entre nos acreditado : (l) tigas e nobres relages to vivases entre os
Era no aperfeicpamenlo das Universi- Scipies e os Lelius.
dades que muito se empenhavam os jesui- 0 honrado senador pela minha provincia,
tas. Dominava nelles a arabijo de rivalisa- na critica spera e parcial que faz igreja
rem com a celebridad das universidades e companhia de Jess, que parece ser o
protestantes. Toda a cultura scieniiGea seu duende, assim como receiou pela sorte
daquclla poca repousava no estudo das das mathematicas, tambem inquiola-sc pela
linguas antigs. Elles as cultivaran! com da grammatica e ortbographia, se os jesui -
extremo zelo, e em pouco tempo julgou-se tas chegarem a ensinar nos seminarios do
que se poda omparar os professores jesui-'Brasil, e fundamanta os seus pavores com
tas aos proprios restauradores desses estu-,outra ancdota puramente germnica, e
dos. Tambem se applicaram a outras naturalmente vulgar em Heidelberg: Bem
sciencias: Francisco Kosterensinu em Co- que aindacu nao fosse Allemanha, com
lonia a astronoma de um modo lio agr- grande pesar meu, e tao pouco cursasse as
davel como instructivo [aulas da famosa cdadella do Palatnado,
Mas as doutrin s theologicas, eram,'parece-me que ha notaveis equvocos na cx-
bem entendido, o objecto principal do seu posico de S. Exc. (l).
ensino; e a isto se entregavam ef)B a maior iS'a Baviera, o comgo Brauu, lend i-se
activdade mesmo durante os dial de festa. -feto da reforma do ensino primario, tra-
Os jesutas resuscitaram os exertcos dastduzio para o allemo o erangelho e fe-lo
theses ( concluses), sem o que, como el- adoptar as es olas. Zangaram-se com isto os
les asseguravam, todo o ensino eslava mor- jesutas, nn s porque o estylo nao era har-
t ; exercicios que tornavam pblicos e; baro, co.no eslava de accordo com n gram-
eram desempenbados com discrifio, poli- matica. Levantaran! grande celeuma, de-
dez, instruego c os mais brilhautes que clararam hertica a lingugem do livro e la-
jmais se viram. Em breve se reconheceu
que, Ingolsta lt, a universidade catholica
chegou ao ponto, pelo menos em thcologa
de poder medr-se com qualquer outra da
Allenanha. E na verdade no sentido ca-
tholico, lngolstadt obteve influencia seme-
theraita a sua rthograpbia.
O hispo de Regensburgo que era fa-
ntico plos jesutas, chamou contas o
pobre conego, quo havia tido a audacia de
alterar a antiga orthographia e escrever an
(Jott glauben em vez de in Gott glaiiben (in
sua moral ?
Ora, as Cartas Provinciaes, como o se-
nado sabe, sao de Pascal, o calumniador de
genio, como chama Chateaubriand ; e eu d-
re um calumniador innocente, porquanto...
O Sr. Presidente :Pego liceiiQa a V.
Exc. para dizer que a hora marcada para a
primeira parle da orden) do dia j passou, e
que se acha na sala immediata o Sr. minis-
tro do imperio para assistir a discusso do
ornamento.
O Sr. Mendes de Almeida :Eis urna
posigao bem desagradavel as circumstan-
cias em que me acbo! Fui aecusado e
censurado em um longo discurso, por isso
tomei parte nesta dscussao forjado e nao
posso agora completamente defender-me ;
pois talvez nao mesejs permittda usar mais
da palavra, a menos de nao levar esta
questo para a discusso da resposta falla
do throno, expediente a que me quizera pou-
par. Mas como pouco tenho a dizer, por-
que estou quasi no fin da analyse do discur-
so do nobre senador pelo Maranhao, espero
que V. Exc. me permittir concluir o meu
discurso, tanto mais quanto nao pretendo ir
alm. Creio que esta materia, apezar de ser
objecto de simples requerimento nao deixa
de ter algum interesse. (Apoiados).
O Sr. Presidente :A minha observa-
go para que V. Exc. resuma o mais que
poder o seu discurso.
O Sr. Mendes de Almeida :E o que
pretendo fazer. Eu disse que Pascal era am
calumniador innocente, porque os factos de
que se servio em suas Cartas, a mor paxte
inexactamente reproduzidos, foram por ou-
tros compilados. Pascal prestava-lhes ,
nao tendo tempo de verificar a veracidade,
nem esses eram os seus estudos, o que boje
est bem comprovado. Masvoltemos a car-
ta de Voltaire, cuja leitura foi interrompida
(l):
a E' seguramente pelo padre Boueda-
loue, pelo padre Cheminas, por outros
pregadores e pelos seus missionarios. Pe-
nha-se em parallelo as Cartas Provinciaes
e os Sermoes do padre Bourdaloue; pelos
primeiros se aprender a arte do escarneo,
a de apresentar as cousas indiflerentes cora
feiges criminsas, a de insultar com elo-
quencia : com o padre Bourdaloue se apren-
der a ser severo comsigo mesmo indulgen-
te com os outros.
Em taes circumstancias pergunto : de
que lado est a verdndeira moral, e qual
destes dois lvros mais til aos homens ?
Eu ouso dize-lo : nao ha nada de mais con-
traditorio, de mais iniquo, de mais vergo-
nhoso para a humanidade, do que acensar
de moral relaxada homens que curtem na
Europa a vida mais dura, eque vio procu-
rar a morte nos confins da Asia e da Ame-
rica
Eis o que diz Voltaire, a personiic:co
racionalista do seculo passado, acerca dos
jesutas, que o nobre senador pelo Mara-
nhoassegura, que ensinam o obscurantis-
mo, propagam a ignorancia o a superstigo,
e s|o incapazes do magisterio 1
Agora vejamos o que diz Ranke na His-
toria do Pontificado nos seculos XV e
liante a que tiveram com a reforma pro- Deum). soivindo-se da proposico an e na>
testante, Wiltomberg e Genebra.
Os jesutas nao se devotavam cora me-
nos ardor direcgo das escolas d latinda-
de. Um dos principaes pensamento de
Lainez era que coiivinha dar bous profes-
sores s classes inferiores de grammatica ;
sendo a primeira imprcsslo quo recebe o
homem a mais importante para toda a vida.
Dotado de urna recta intelligencia, Lane
procurou homens que dedicados esta par-
te do ensino, pensassem em consagrar-lue
toda a sua vida; porquairt smente o
tempo quem inicia em todas as difllculda-
des desta funego e d ao mestre a autori-
dade natural e necessara. Os triumphos
dos jesutas sob esta relaco, foram prodi-
giosos. Observou-se que a mocidade apren-
da com elles muito mais em seis mezes, do
que com os outros em um anno. Os mea-
mos protestantes traram os seus filhos dos
gymuasios distantes para confia-los aos je-
sutas.
Notando de passagem as maravilhas rea-
lisadas por esses religiosos na leducgodi
Allemanha ao catholicismo, diz o seguinte :
Um tal movimento 'eligioso, talvez
sem exemplo na historia do mundo.
Criticando o systema scientieo adoptaJo
pela companhia, que julga inferior ao ra-
cionalista protestante, accrescenta:
Nem sua devogo, nem sua sciencia
marchavam as estradas livres, illimitadas,
e nao batidas: todava tinham urna quali-
dade que essencalmente os distingua. Era
um methedo severo. Tudo era calculado,
porque tlnha o mesmo fin.
Um tal aggregado na mesma corpora-
gao de sciencia era grao sufliciente, de pro-
fundez e de zelo infatgavel, de trabalho e
de persuasao, de pompa c de mortificago,
de propagago e unidade sistemticas, nun-
ca antes delles existi no mundo.
a A doutrina theologica do pontificado,
como j dissemos, nao tinha quasi mais
sectarios entre nos. Os jesutas vieram pa-
ra restabelece-la. O quo eram estes con-
gregados quando chegaram Allemanha ?
hespanhes, italianos, hollandezes. Por
muito tempo ignorou-se o nome de sua
Ordem, chamavamso padres hespanhes.
Occupavam cadeiras e acbavara discpulos
que abr gavam suas doutrnas.
Dos allomaos nada receberam : sua
doutrina e sua conslituigao estavam promp-
tas e formuladas quando entre nos surgi-
ram. Podemos, portanto, considerar o
progresso do seu instituto na Allemanha co-
mo urna nova intervengo da Europa ro-
mana na Europa germnica. Elles nos
venceram no solo allemo, arrancando-nos
urna porgo de nossa patria.
Islo Sr. presidente, um protestante quem
confesa : os jesutas nos vencevo no
solo allemo, arrancando-nos unta por-
fdo de nossa patria. E de feto quando
os jesutas chegaram uaquelle paiz- nove
partes eram protestantes e urna caliolica,
elles tiveram a gloria de mudar esta, situa-
rlo, transferiodo a maioria para o oatholi-
cismo, como anda hoje subsiste.
Nao quero invocar mais autoridades por
que me falta o tempo, e nJo desejo^demorar
ruis esta pequea discusso, mas peco per-
misso ao senado .para no discursompres-
so contemplar alm da opiniao de Chateau-
briand, a de Royer-Collard, nome muito
Ilustre em Franca, e outr'ora adversario
dos jesutas. E' urna pequea carta que
em 1814 dirigjo ao P. Ravignan, outro
convertido quo acabou entrando-para a or-
dem, sobre a obra deste sacerdote-intitula-
da : Existencia e Instituto dbs Jesttitas,
solida e eloqueote defeza da eompaohia na
poca da famosa agitago promovida contra
elles em 5844 e 1845.
Vossa etoquente defeza do>instituto dos
jesutas faz-rae comprehendetva energades-
sa. creago extraordinaria e influencia que
outr'ora exerceu. Tanto qpanto possivel
comparar a cousas mais- dissemelliantes,
poder-se-bia dizer na distancia da trra ao
ceo, Lj crgo e Spart foram o, berep de S.
Ignacio. Sparta acabou,. os. jesutas nao
acabaran.. Elles tem um principio de im-
mortalidade no christianismo e nos senti-
mentos bellicosos do homem. Os jesu-
tas sao pois os grandes lidadores da igreja
os que a defendeo. com, urna abnegaco
heroica. Dahi o odio que lhe votam as se-
cideades secretas.
m Kste ridiculo processo termnou por in-
terveoco da autoridade ecelesiaslica supe-
rior ; porm no eleitorado de Carlos Theo-
dore em 1780, sendo outra vez a questo
do in Golt glaubsn decdo-se que se escre-
vesse como os jesutas escreviam I
Agora vejamos as incongruencias desta cu-
riosa ancdota como tantos que quo'.idiana-
mente por ah se exhibem contra essa cor-
poragao religiosa. Huurque Braun do que
S. Exc. faz m conego, era um simples be-
nedictino da abbadia do Munich e professor
de all"ino, poesa e eloquencia na mesma
cdade. Em 1717 foi elle encarregado da
direcgo dos lyceos, gimnasios e escolas len-
to da Bavira como do alto Palatnado, onde
emprehendeu reformas que nao poleram
ser approvadas. Mas nessa poca j eram
pessad< quatro annos apoz a extinego dos
jesutas, que como sabe todo o senado suc-
cedeu em 1773. A corporago portanto
nao poda mais influir para praticar o enorme
attentado contra a orthographia que to elo-
quenteinente Ibes exprobou o honrado sena
dor. Os membros dispersos esob o peso do
acto pontifical que influencia podiam ter
nessa poca ?
A estada de Braun na direcgo dos estu-
dos da Baviera nao foi alm de 1782, quan-
do o sabio benedictino propoz-se a fazer,
segundo a vulgata, a traduego da biblia
que nao pode levar a effeito por haver falle-
cido em 1792- Nao duvido que a questo
philologica do an Golt glauben e in Gott
glauben produzsse ardente polmica entre
os homens de letras da Allemanha, mas nao
podia ter o desfecho que S. Exc. attribue,
mxime nao dizendo o nobre senador que
autoridade superior foi essa que no Palat-
nado ou na Bavic-a oro sustentou Braun,
ora abandonou-o ; notando-se que Carlos
Theodorp, eleitor Palatino, herdou o duca-
do da Baviera em 1777, e governou-o at
sua morte em 1799.
Nao posso, Sr. presidente, apreciar essa
questo de grammatica eu orthographia ger-
mnica, que para nos nao tem interesse, e
nem Ibe conhecemos os fundamentos, e as
razos dos dous partidos. Mas o cpw tambem
roe causa especie o acbar-se nella envol-
vido o hispo de Ratisbon] (Regensburg) fa-
ntico, como diz S. Exc., protector dos je-
sutas, qyie chamou a contas o pobre cone-
go I Ratisbona naqueUa poca era urna ci-
dad livro do imperio Germnico,, com go-
verno separado, e nao fuzia parte do territo-
rio bavaro, como hoje. Que autoridade ti-
nha o seu. hispo sobre um benedictino da
Baviera para chama-lo- a contas ? Pela paz
de Presburgo (1805) foi que Ratisbvna per-
deu os furos de cidade livre, mas passou
para o dominio bavaro. em 1810, e portan-
to nao doixa de causan especie qu* em urna
questo que se debata, no territonio da Ba-
viera podesse envolverse o hispo de urna c-
dade liwse da Allemanha, e com a jurisdic-
go que-lhe empresta o-nobre senador por
minha provincia de condemnar ou. embara-
zar uma.traducgo da- Biblia que all se fa
zia, e qpo infelizmenle seu autor uo pdde
concluir.?
A questo, Sr. presidente, nao vale a pena
discutir-se, e nem ncipoderiaruoscesolve-la,
mas pelo que tenbo observado ve-seque a
boaf do nobre seiwdor pelo Maranhao foi
ainda urna vez Maqueada, e que-os jesutas
nao sao* to hospedes em grammatica e or-
thographia como S. Exc. quer, fazer crer.
A aneedota do in.dc4t glauben percorre tal-
vez as- universidades germnica* protestan-
tes, sobretudo Heidelberg, outr'ora capital
do Palatnado, para entreter na jnventude
dess*confisso osentmento. do desprezo
pela sabia congrega{o de Jess Entretan-
to, aote o honrado senador.,, nessa poca
em que Braun traduzia o Evangelho gosava
de extensa nomeada o ex-jesuita Bento Stat-
tlefi. como theologo, tanto, entre catholicos
coraoentre |fotestantes, mas suas opinies
nem.sempreiiTeprehensivsis foram condem-
nadas-em ftoma, e suas. obras postas no /i>-
deto sem a clausula dontc corrigantur.
A respailo dessas ancdotas creadas *d
hoc com o proposito de-exeitarem o odio ou
o. despreoo contra os jesutas na populacho
illetrada que desconbece essa arma de guer-
ra ; ancdotas quo formigam nessas eompi-
lages de mentiras e- calumnias de toda a es-
pecie e emprestaru urna fcil erudgo a quem
as compulsa e de- boa f lhes d crdito, eu
Chateaubriand n*o esta* no caso de Royer- poderia citar muitas, mais ou monos curio-
Collard, sempre fci un amigo da companhia (sas, se por ellas se podesse basear urna so-
de Jess, mas sua opiniao nem por isso lida critica quanto ao mrito da companhia
deixa de ter um grande peso, atienta a de Jess. Umito-me, porm, a urna pela
respetabilidad* do seu carcter e alta po- celebridade quo teve em Franca, e nao pou-
sigo de homem dlettras. Eis o quo elle diz co prejudioou o crdito dessa eminente coli-
no Genio do Christianismo sobre o mere-! gregago divulgada como foi pelo jornalismo
cimento dos jesutas como educadores da que lhe achou graga e se utiUsou como arma
de guerra. Entretanto, a principio passou
como mera brincadeira de um jornal adver-
so, o Conttituciol, mas brincadeira de mo
gosto, por que encwrava uraa audaciosa ca-
mocidade.
A Europa Ilustrada soffreu urna per-
da' irreparavel com a suppreaso dos jesu-
tas (refere-se 1773) ;}a educago nunca'
mais se levanto? depois de sua queda. C>-! lumnia em damno da reputagoo de um es-
mo a mor parte de seus professores eram criptor e respeitavel religioso o padre Lori-
homem de lettras mui procurados as socie-"* quet. /l
dades, os mancebos estando em sua compa- Este jornal lembrou-se um da de decla-
nba suppunham achar-se em urna illustre rar em suas columnas que um dos professo-
academia. res do collegio de Saint-Acheul, o P. Lon-
Os jesutas tinham conseguido estaba-' quet, havia em urna Historia de Franca da
lecer entre os seus alumnos de differentes sua lavra dito que o marauez de Buona-
fortunas urna especie de padroado que vol- parte Jora lugar-tenente dos exemtos de
via em proveito das sciencias. Estes lagos LuixXVIIII 0 flm era estragar a opi-
cootrahidos em poca em que o coraco se nio mui faYoravel que havia do ensino des-
anda em 1844 foi reproduzda porM. llvp-
polito Passy, na cmara dos pares por occa-
so da agitago que nessa poca sepromo-
veu contra o governo de Luiz Felippe a pre-
texto do jossuitas, ,em que as sociedades se-
cretas tomaram muita parte.
A calumnia era demasiado visvel, e raa-
thematicameute se podia e foi fulminada,
confrontando as datas. Essa Historia de
Franca foi publicada em 1810, e nao a
alm do reinado de Luiz XVI, quando Bona-
parto nenbuma figura fazia naquelle paz.
Mas os adversarios da igreja colhcram todo
o fructo dessa abomnavel especulago.
0 honrado senador aecusa-me de querer
um cdigo criminal catholco. Comquanto
nao exhibisse semelhante desejo entendo que
eslava no meu direito, por quanto as leis
temporaes, civis ou crminaes, devem mar-
char de accordo com os principios da reli-
gio que o estado aJoptou. E se nsto ha
erro porque o nosso cdigo nao permitlo
liberdade completa?
O Sb. Rodrigues Silva :Apoiado.
0 Sr. Mendes de Almeida :Se os dog-
mas catholicos nao teem direito protecgo
do estade), como podem ter os magouicos'
e nao obstante estes foram garant los.
Accrescenta ainda S. Exc. que tenbo oge-
risa aos symbolos e emblemas magonioos !
De onde deduz S. Exc. esta conviego?
Ossymbolose emblemas em si nenhum
valor tem, nem sao innocentes nem culpa-
dos, servem como de signaes para designar
urna doutrina, urna inslituigo que delles
usam, e sao amados ou repelbdos segundo
o valor moral das doutrnas que represen-
ta in.
Tratando desta materia S. Exc. para cn-
deosar os macons atacou os Iluminados e
carbonarios por conspirarem cortra a or-
dem civil ou religiosa. Felizmente esses
sectarios, oriundos da mesma foiterso,con
forme o honrado senador, adversarios dos
jesutas. Mas las censuras quanto aos sym-
bolos tirou S. Exc. partido por investir con-
tra aquelles religiosos por causa dos ritos
Cliinezes c Malabares, historia que S Exc.
nao parece conbecer bem, que alias nae-des-
doura os jesutas como bem o sustentou
Leibnitz. 0 tempo qne tenho a dispor
pouco e quero aproveita-lo, reservo ta
questo para outra occasio.
0 honrado senador por minha provincia
tambem nao se conforma com a uterveiicao
da igreja nos actos principaes de nossa vida
desilo o bergo at a sepultura. S. Exc.
acha que nsto ha oppresso, e outro no-
bre senador disse que o melbor era ter-
mos ficado noco. Este auxilio que nos
presta igreja acompanbando-nos em nossa
peregrinante na trra e que em geral ap-
plaudido, o crime ou o defeilo de todas
as religes. Se ha nsto bem ou mal
questo de largo folegor e impropria desta
casa. Os que recusara ou contestara essa
intervengan da igreja mostram que nao que-
rcm estar no seu gremio ; os outros a acei-
tara e applaudem. Nao rahecemos a ra-
zo porque Deus creou o lio mera ; mas o
de que temos certeza qus o auxilio da igre-
ja foi-nos prestado para alcangar o cainintio
do co, de onde por culpa, de nossos paes
sahimos.
0 nobre senador a queiu respondo, ex-
cel lente catholco como so apregoa, atacou
anda a organsago do clero catholico, sob
o pretexto-de que forma urna- casta. E' a
primeira vez, Sr. presidente; que ougo en-
tre nos sustentr-se com seriedad* que o
celibatario faz casta, porquanto a casta pre-
suppe a familia e a heredlariudadu da
prolisso. Oclerodo Indosto, da religio
de Brahmavos antigos sacerdotes egypcios,
c na Judaos levitas formaran! castas. Mas
casta no celibato um nO-senso, e admira
como a bella intellgencia.do honrado sena-
dor pelo Maranhao o acolbesse; parece-me
ser urna reminiscencia de Heidelberg, que
tantos prejuizos incubo no animo deS. Exc.
contra a igreja de nosso paiz, a religio da
verdade.
Ouereudo- poupar os poucos minutos que
me restara, e curaprir o-que prometti a S.
Exc. o Sr. presidente, vou.toinarum conforto
com o calvinista Guizot,. que se oceupou
desta questo c faz justga ao clero ealholico
e igreja. Invoco essa autoridade e
Heidelberg opponho Guizot. O que era
relago a esta questo- diz esse eminente
escriptor protestante, na ligo quinta da sua
Historia geral da civilisa'o na Europa,
com prmisso do senado transcrovere no
discurso impresso, por. agora me faltar
tempo.
Quanto ao modo de formaco e de
transmisso do poder na igreja, diz Guizot,
ha urna expresso, de que muitas vezes se
tem abusado fallando do clero christo, e
que tenho necessidade de afasta-La, a de
casta. Muitas vezes se tem tratado o cor-
po dos.magistrados ecclesiasticus de casta.
Esta expresso nao correcta :. a idea de
hereditariedade horente idea de casta.
Percorroi o mundo; considerae todos
os paes nos quaes o regimea das castas
estabeleceu-se, na.lndia, no Kgypto, veris
por toda a parto a casta essencialraente
hereditaria; a. transmisso da mesma
situago ; de mesmo poder d pae a filbo.
Onde nao ha hereditariedade,. nao ha casta,
ha corporacao ; o espirito da classe tem seus
inconvenientes, mas muito differente do.
espirito de casta.
Nao se pode applkar o termo casta
igreja cbnst. celibato dos padres
obstou que o clero christo nao constitus
um castaji Escuso accrescentar todo o
desenvolvimenio que- d sua these esta
grande uuelligencia..
Alingua especial, a latina, de que usa a
nossa igreja tambera motivo de censura
para o honrado senador.
Era que este facto prejudica as letras c a
propagago da sciencia 1 Era priraeiro lu-
gar urna vantagem conservar uraa lingua
as eondigoes da latina, e-mesmo que baja
urna corporago que vira cora ella e a
mantenha. Ora, a igreja naturalmente e
sem osforgo pnpri, estimou p der usar de
uraa lingua que nao estivesse sujeita a varia-
ges como as linguas vivas, porquanto a
igreja tem sob sua guarda um deposito de
doutrnas inalteraveis, e ento a lingua quo
nao estivesse exposta a variagoes de locu-
go, era a mais propria, a mais adaptada
para manter a verdade da f, itleza de
qualquor alteragao, como nao acontece com
outras linguas que vo constantemente va-
riando com o andar do tempo, pelos peri-
gos.que dahi resultam. E assim que se
observa na igreja grega, na armenia c na
copbte, e entre os proprios israelitas desde o
grande eaptivoiro de Bobylonia, porquanto
conservFm o texto hebraico antgo com o
maior zeJo.
Ha ainda outra vantagem na aJofyta a>
uraa so lingua quando as trata de ata igre-
ja como a nossa que ca+holice, bto ,
un versal por excefleocia. De em pele
outro o catholico que eolia na igreja eV
seu rito est como as estivesse eaa sua pere-
chia, nada se lhe mostra estrhe i ana
olhos. Chegando, como bem diz o conde
de Maistrc, elle ouve o que ouv toda a
sua vida, podo misturar sua vea eeaa a de
seus i rmos; elle comprebende e
hendido. Sujeito o deposito i
bel das linguas, quantas dil
vencer para inanter-se intacta a vt
syrabolo ?
A corrupgio do seculo, diz o
escriptor e eminente catholico,
todos os das d certas expresaoes,
traga para divertir-se. Se a igreja
nossa lingua, poleria dqwnder de algum
bello espirito cynico tornar palavra mai-
sagrada da liturgia ou ridicula ou indecen-
te. Debaxo de todas as ndagoVs imagina
veis, a lingua religiosa deve licar fiWa I
dominio do homem.
Este elevado pensamento foi co.itprelnn
dido por todas as relignu- reveladas.
Entretanto o nobre sena devia condemnar anda nesta parte o proce
dimento da igreja.
Sr. prejudente, como anda tenbo de tra
lar do assumpto deste requeriineM en ou
tras sessoes, eu para obedecer a V. Exc.
ponbo aqui termo ao meu discurso. Na.
faltar occasio de discutir as prop>istcd^
iuexavlas d-siu discurso que roUin mei>--
cem reparo, bem como outras do tmnma >
qnjlatrdos discursos proieridos |telo hofi
rade presidente do coieilio e pelos mA*~
senadores pelo Espirito Santo e Para.
Tenho dito.
U S. Zacakiks k m'Taos sr.saor.> v- -
Muito bem.
CMARA DOS UEPI TAHi>
MOVIMENTOS IMS DAS 14 E 16 l'l MAh-
EM PKR>*SfU>.
Vera a mesa, lido, apunulo e entra en:
discusso o si-Kiiinti- reqiterinirnto :
Requeiro que se pega ao govenio in
funuages a respeito do facto que w deu uo
collegio da Immaculada Citnofico, nesta
corte, relativo tillu de Jim^umh Eranciv*'
da l'.OM'a, c aos que se derniu in dia 16 do
corrente na provincia de lVn*inlmni.
i En 30 de maio de 187. I>r. Ti
heiro Guimaraex.
O Sr. Mlmstko io Nrn:h> Ie;.i a
palavra.
OS. TaESIDEME : Fie ad>l di
cusso na forma do regimentt.
0 Sr. Cav Mai.iivimi pe orden,:
Sr. presidente, a exposiro qte fez o awbrv
deputado pelo municipio neutao- (ai rrnn-
prelienii l;i |:lo hnralo Sr. ministr d
imperio como precisando l respusta; eei
desfijando que esta seja mmediala, pony*
trata-se db fartos que devem ser esclarm-
dos face do paiz, pego a V. fac. que n-
digne consultar cmara se concede unan
ca par o imlm* ministro responder.
Consultada a ramara sobre o
to de urgenc*. resolve ..llirmativa
O SR. COItltElA DE Ol.lVFJlUimit
do iioperioi: Sr. presidente, e- primei"
facto de que v occii|hiu o in>br-epMta*
jhjIo municipio neutro consta de bontem. D'esses mesnn> jVr*es s* **
que a uessoa, que- se considera offendidit em
seus direitus, recerreu a autrt<1ad*. e cu-
esta trata de averiguar o que butxv.
A wrdade seta ronherida. J*b houv
abuso ou-crime, # nobre deputaoM n>
inutivos para dexar de crer que sr* punid"
de conformidade com a le.
O SU, hxHEIROGl'IMARAES:T .* li.-n
O Sr Mimstr* im> Ijirf.RH:Nae BB,
Sr. presidente, se o nobre ilejnUd pre-
tende que a simples noticia, pubnadapel -
jornaes,. devessa pAr o govenrn en naavi-
mcuto contra as irms de caridade qu.
dirigem o collegio da IramaciJada Gun-
ccico.
(I facto que as- pessoas mais diilanrtar
d'esla aflrte mandara educar all suas S
lhas (leuitiis a|toiados), e que n'esaaenll.
se tem educado muitas senhoras brasileira
que boje sao tvjxas da verdadeira mai d
familias (Mullos apoiados,.
Quando esta a verdade san.'*, quan.'.
ninguem se queixa de abusos anSrrioK-
nao se-deve ter fucili dade em acredit.'.'
primciivque denunciado, e ne ronapi
tiendo como por tal motivo, rei-ito, >-
verno devisse gMtar s armas i pr tralo-en
movimento para punir um facto, que ot.i
sujeitu a avengiaacoes, e que anda nen i-
conhacido em todas as suas cii-aunistaacu.
(Muitos apoiaW.,
Isto quanto ao priraeiro facto.; hn i
posso deixar de accresceniar que o aparlc
do aobre deputodo por S. I'aule iM*aacre
cia a.qualilica'i&o que Hiedeue nobre-depu-
tado-pdo municipio neutro. Con ruVi'.'
o qpo se ve da publicago que se trata d>
urna llha natural nao reeenlierMit, e que
portanto, e era todo caso nao heeive um
attentado contra o patrio poder. Apoiados.
O Sa. Esc.rai.molle TatiJU. z^Esta a
qjuestio: era est reconhecnia. nem si-
sa be se maior ou menor.
O. Sr. Ministro do Impeiu : Quani-
aos factos de l'ernambuco, que lauto excita
rara, o patriotismo do uobre depuia lo pe.
municipio neutro, diret o qne sei.
E' eonhecido o ajuutamenao que teve Ingai
na cidade do Recite no dia 14 deste mea.
Sabemos que esse apmliaaantn. pemMld
pelas autoridades, segundo se dizia a prin-
cipio, tinha por um sosente urna maii>
tagao de aprego ao Sr. deao lana; ma>
converteu-se depois em anarctco, fot no
tivo para aperpetragao de criroes qwetoibr.
deploramos.
Por essa occasio aecusou-fe o goveruc
de uo ter prevenido os factos que se Jeras,
de nao ter evitado que uin grupo, destaead<
desse ajuntamento, fjsse ao collegio 4o
jesutas, invadsso-o, sstragasse todos o
movis, profanasse objectoa sagrados e cn-
gasse at a ferir um padre doente que estar
no leto da dor.
Emquanto, Sr. presidente, os amigas de
deo Faria prooederam pacihcasMnle, nao
somente elles, mas tambem os macona e
seus adherentes, que sao estranhos a esa'
factos ltimos, mostraram-se lodos satiafci-
tos com o presidente, que sempre garanta -
Ihes a maior liberdade, qae simare trate*.
os com a mxima benevolencia. (Aftiaaaa
Mas depois dos crimes que faca amanar pre-
venir e que convinha nao
produzissem, nao podia o
provincia consentir qae noi
tos tivessem lugar e foasem aacasilo a bm
tiros para no vos attentadoa. (Apasaaaa.)
YP DO DIARIO- RA WJQUK M QUA


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